Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12866


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Full Text

ANM XLIX. NUMERO 66
< t

PIBA A CAPITAL E XW6ABBS OSDJB SAO NK
fot tros mezes adiautados........*..
Por seis ditos dem......'.-.....
Por ora- anno dem *...........
Cada numero avulso...........
i
AC PORTE.
. 6JW00
12JJ000
249000
320
DE
QUINTA FEIRA 20 DE MARCO DE 1873.
PARA DEXTBO E lUA DA PBO-VIWCIA.
Por tres mezes^ achantados.................
Por aeis ditos idem...................
Por noTe ditos-idem..........: ......
Por ura anno idem. -.........*........
139500
209250
279000
MAMBUCO.
PROPREDADE BE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerank Aatonio Alvos < Filhos, no Para; Connives & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Asacaty ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pcreira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, Ka Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa d& l'enha; Belarmino dos Santos. Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa faaga, emPazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Goyanna; Francino Tavaresda Costa, em Alag*; Alves & C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio JdJaneiro.
PARTE OFFICIAL.
GOYERXO B\ PROVINCIA.
Falla com que o Exm. Sr. coinnieudador Henrique
Pereira de Lucena abri a sesso da assembla pro-
vincial, no 1. de marco de 1873.
[COKCLUSAO]
A receila do exercicio prximo lindo fo de 4,583:571*823, sendo a ordinaria de......
"t.3 '6:957*1 st. Ablenlo se di ordinaria 31:913*017, saldo do exercicio anterior ; 23:033*569,
> restituices e 201 :000*< 00, lomados as caixas de Oferentes deposilos, a renda liquida desse
exercicio 2*,"i>*:009*995, a qual exceden a oreada eoi 28:992*005, e do exercicio anterior cm
214:^07*66 .
Esla difleren;a foi principalmente flema dos direitoe do assucare algodao; sendo a des-
te de 97:978*21 i, e' daquvlle ile 198:38 'Mi, por se ter exportado do primeiro mais 33,120,579
kilogrammos e do segundo 4,526,681. -Nessa receila eompreliende-se 13:9925*86 da renda de
simposios destinados ao cal/menlo da cidade ; lii .">jixmt. producto do imposto de 54000 subi
-stalteleei nenios ooiiiineroiaes ; o do 1:000 001 sobre easas e agencias de seguros, ambas com ap-
plieacao a emnpaiiliia de b trabaros, e 57:i97>5&7 dos 3 % da renda dos mais impostos destina-
dlos ao asylo de r.icndiridade.
A refidta extraordinaria proceden do saldo do exercicio anterior do crdito de .........
1,300:00041 O*, decretado pelo artigo 48 da lei do-orcainento do exercicio do 1870 a 1871, e de
l,20,:0t)0*o0'K recebidos do Banco do Brasil, por epata do emprestimo de l,8i)0:000*000 autori-
s.ulo pelo artigo da iiiesini le.
A despeza do ir.i'-ino exercicio montn em 3,630:070*798, sendo a ordinaria de........'.
.2.3U6.706018. o a extraordinaria em 1.373:304*780.
A ordinaria eompreliende 57:497*547, producto do imposto de 3 % destinado ae asylo de
mendicidad*, o 8'J:357*l3-> levados caixa do calamento da cidade, sendo 13:992*886 de iinpos-
tos destinados a essa obra, e 75:364*244 da consignaran para ella volada.
Comparala com a o* 2,23:58J*lo8, em que fot oreada, e coma de 2,623:630*102, de-
crelada, d para aquella a difieren ;a para mais, de 83:182*910, e para esla a de 316:846*084,
para menos. Picaran, pviu, p;r payar 2ii:i>24*282, sendo por deficiencia de renda os.....
204:000*000 lomados por empreslinios as dilTerenles caixas de deposilos, e 7:024*38 por nao te-
rom sido procurados pelos respectivos crdulas.
O saldo pela compareci da receita com a despeza foi de 905:5:4*025, sendo o da receila
ordinaria de i91*163, do crdito de 1,2 Mi:00 000, 701:225*905 e dos 1,200:000*000 recebidos
do empreslimo eoiitraliido com o banco 141:0805957.
RECEITA E DE3PEZA DO I.* SEMESTRE-00 CORRENTE EXERCIQO.
Importou a recolta em 2,432:890*277, sendo a ordinaria de 1,127:577*41", e a extraordi-
naria de 1,305:312*802. Procedeu esta dos saldos verilicalos no ultimo do exercicio prximo fin-
do provenientes do crdito de 1,20O:ik0*'.O >, e de igual ipiantia reeehida do Raneo do Brasil no
tuesmo exercicio, por cunta do empreslimo do i,b00:O0*OU0 conlrahido e mais 400:000*000 que
gamhem do mesmo empreslimo llie foram peilidos.
Deduzudo-se da receita ordinaria 191*16', saldo do dito exercicio findo, 3:031*040 de
restituices; 400:000*000 timados por ciupreslimo as caixas de receita e despeza do asylo de
mendcdade, de dilTeronles impostos e do mencionado e nprestimo, veni a ser a renda liquida
d; referido semestre de 724:3)5*207, que excede em 128:831*144 que se arrecadou em igual
semestre do ultimo exercicio. -^VMk.
Subi a despeza.realsada a 1.415:5434173, importando a ordinaria em 929:950*196, e a
extraordinaria em 485:5925.177, inclusive 160:000*000 pausados da caixa de empreslimo para a
da receila gti'al.
Abatidos da ordinaria 13:019*17* da renda di imposto de 3 % destinada ao asylo de men-
dcdade, que se deu por despeudiila, por liaver passado a respectiva caixa, ve a ser de.....
916:331* >I8 o que se fez de conformidad.! com a lei do oreamenlo vigente.
O saldo no uliimo do referido semestre foi de 1.017:347*104 ; sendo o da receita ordina-.
na de 197:027*219, e oda extraordinaria de 819:719*885, pertencendo ao crdito de ........
1,200:0 -0*000 591:267*796, e ao eiinrestimo 226:452*089. ,
Este uliimo saldo el obrgado despeza de 199:924*949, em qne importam as presta-
jes por pagar das obra > arrematadas por cunta do inesmo ctnprestiino.
Deduzida delle esla quantia, ficara somento disponivel a do 26:527*140, que pode elevar-
le a 767:516*310, se, pedindo ao Banco os 200:000*000 que restam desse empreslimo, for indem-
nisada a quantia de 90:989*I7<', paga por conla delle companbia Drainage, e forcm tambem
p.taros os 450:001*000 emprestados s caixas da receila geni dos dous ltimos excrcicios e do
torrente.
O saklu do crdito de 1,200:000*00> tem tambem de satisfazer a despeza de 587:326*476
com as obras arrematadas, o conseguintemenle licai reduzido a 5:941*320 ; mas pode subir a
96:84I320 se forem indeinnisadosos90:90j*000 dados e.n apolices dita companbia para com-
pletar o que so llie devia.
O pagamento de 150:000*v03 dos 450:000*'M)0 referido?, por ser divida de exercicios fin-
dos, depende do crdito que pedir-se ; os 300:MK!*000 restantes sern pagos pela receita do cor-
rento exercicio, se para lano ebegar ; e a ndmnisacao das ipiantias pagas a companbia Drat-
Mfe ser fcita como que se cobrar dos dbitos dos proprielarios dos predios da cidade, prove-
nientes dos apiiarelboa coUocados pela mmnia companbia no segundo semestre prximo findo, e
da parle da anuuidade devida nosse semeslre polo use dos mesmos apparelhos.
DIVIDA ACTIVA.
A que so cobron no cercicio prximo findo. da que se achava li(|uidada, perlencentes
ai> anteriores, importou em 101:159*260, sendo 73:410*950 por intermedio do juizo dos feitos
da rateada.
A restante, nao paga, addieiooada de 134:677*647, que resultou dos impostos decreta-
dos pela lei do or.amento do dito exercieio, e liquilaram as ieparti'.es encarregadas de sua co-
l-ranea, d para a divida liquidada de todos os exercicios anteriores ao crreme 674:938*6u6
DIVIDA PASSIVA.
A de exercicios lindos, provenientes de despezas decretadas pelas respectivas leis do on;a-
niento, e liquidada al o ultmio do primeiro semestre do coi rento exoreicio, Dcou em........
14:258*097.
Picoa a fazenda provincial a dever mais at o dito semeslre 4,826:912*494 ; sendo......
1.817:912*494 de juro de 2 % garantido companbia da errada do ferro do Recife ao S. Fran-
cisco, vencido de- 3 do lrereiro de 1858 ao ultima de juulio do anno passado ; 604:000*009 de
vmpiesliinos fi-itos pelas caixas de diletentes depsitos s da receita geral dos dous ltimos exer-
cicios e do corrate; 1,6JO:0JO*00O recebidos do emprestimode l,800:000*0t'0, e 80i:300*000
em apolices emittidas sendo 634:300*0IM) por conta do crdito de 1,200:000*000 e .........
170:000*000 das une se. deram em pagamento da obra do cali-amenlo da cidade.
Esta pago em dia o juro das ultimas que de 7 "/., bem como o de 8 % das outraa e do
referido emprestimo. Este foi 'ainortisado jia importancia de 80:000*000, e aquellas primeiras
,ude 25:0j0*000.
DEPSITOS.
O ultimo balaufO deu o saldo de 797:743*115 ; sendo em letras 270:275*506, em apolices
2 0:43*001 e emdinhciro 271:034*639 inclusivo 20i:o.)*00J, que por emprestimo passaram
para a caixa da receita geral do exercicio prximo lindo o do corrente.
EMl'RESTIMOS E AIANTAMENTOS.
Insist o inspsetor da tbesouraria no que repelidas vezes ha dito sobre este assumpto em
beuj relatnos anteriores, pedindo urna providencia pira a extincejio de dbitos, que sem espe-
raue.a de pagamcnlo, liguram annualmenle en novas c.outas.
ORCAMENTO DA RECEITA E DESPESA PARA O EXERCICIO DE 1873-1874.
Calcula o inspector a despesa em 2,714.351*655, e a receila em 2,037:722*818 ; e por con-
sega ale na um dficit de 676:628*897.
Para occorrer a elle lembra a elevacao da laxa do algodao a 5 % e a do assucar a 8 ris
per kilogramuio ; o que dar um augmento" de renda de 205:587*0 0, termo medio da renda dos
tres ltimos exercicios; os eslabelecimcntos de barre iras por distancia de nove mil bracas ; a re-
duc(|ao do numero de pravas do corpo de polica ; a suppresso das cadeiras, que nos tres ulti-
Dios exerciciot naotiveram mais de 6 alumnos ser a despeza com os alumnos pobres do Gvm-
naaio e do .Seminario e com a educaeao dos filhos dos volunUrios da patria feita pela rendados
3 'A deslioados ao Asylo de mendicidade; a redueco da subvengo dos estabelecimentos de cari-
dade, e como uliimo recurso a suppresso da consignado para obras de matrizes e addiamento do
calamento da cidade e do resgale de apolices do crdito de 1,200:001*000, cujo praso nao est
nxado.
Faz algumas consideratoes sobre dilTerenles impqstos, que convem ter em vista na occa-
Siio de o* decretar, inclusive o addieional acimajpara pagamento do servico prestado pela coinpa-
no i Ui'iiii'Uj!, cuja lii de creae/io pede soja interpretada.
Gomo acabaos de ver pela leilura desta suceinta exposicao, nao em nada lisongeiro o
estado de nos&a* fibaneas. O digno inspector, para melhora las, alem de oulras medidas, lembra
o augmento do impost d expjrtacao sobre o assucar e algodao, as duas prmeipaes fonles de
BOIM receita.
Em miaba humildo opiniao o remedio nao est em docretar-se novas imposicoes.
Nj esiado em que so acha actualmente a nossa lavoura, qualquer taxa, por mais mdica
I :i- ~.-ja, concorrer cada vez mais para augmentaras innmeras difticullades com que lula a
a misera lavoura, e conseguintemenle para diminuir, eai vez de augmentabas nossas rendas.
0 remedio nao esta, pois, nem no augmento dos impostos creados nem na creacao da
outros; mais sim em cortir-se por todos as despezas superfluas; em decretar-se d'enlre as im-
productivas aquellas que forem absolutamente imp rescind veis ; em autorisar, sem receio do fu-
turo, aoi que puderem logo se converlec em fontes e rendas. A verdadeira economa consiste,
coa sabis, em gastar-se til e convenieideiuente.
O comniendadnr Jos Pedro da Silva, um dos mais amigos funecionarios da provincia, e
cujo zelo no rumprimento de seus deveres cada vez mais se robustece, contina a gerir a im-
portante reparlico, que tao merecidamente llie foi confiada.
Tendo dimitiido o 2.* escrepturario daquella roparticao, Joao Cezar Cavalcante de Albu-
<|uerque, por falta le habilitaces para exercer esse eniprego, noaieei o 3.-, Pedro Alexandrino
Machado, para o referido lugar, e para este nomeei o praticante, Angelo de Fojos Correia Czar,
e para praticante, Pedro Francisco de Paula Baptista.
Tend tambem vagado um outro lugar de 3. cscripturario, por fallecimento de Jos Ja-
uaario de Carvalho Paes de Andrade, nomeei para essa vaga o cidadao Antonio Ignacio Torres
Uandeira.
A er.cripturacao a cargo da mesma thesouraria contina em atraso, o registro de 9,731
mlbrmaejoes o oflleios o examJMe 59 coalas, a escriptnr<;Jo dos livras mestre c diario dos 3 l-
timos exercicios e do corrente e a copia da dos 3 anteriores, o as*entamento dos proprios provin-
ciaes. o dos empregados militares e eoeleslasticosje o inventario dos documentos de receita e des-
peza de II exercicios, trabatho impossivel de, vencer-se se continuar a cargo dessa repartijo o
exarae das cintas da eorapanhia Drainage para o qual requesita o inspector mais 3 empregados
pagos pela mesmi companhia, afta de oceuparem-se exclusiva tiente aesse exame.
Pede ainda urna providencia para llmitar-se respectivo archivo aos livros e documentos
dos ltimos 3 annos, dando annualmente consumo aos dos_ mais amigos.
Tambem nao se acha em dia a escripturaeio da sec^o do contencioso.
O Dr. procurador flseal julga conveniente a creaco do lugar de procurador dos feitos
para encarregar-se da promocao dos mesmos, e audiencia nos inventarios
Quanto amim, me parece dispensavel tal ereacio, desde que esse servico, seu inconveni-
ente algum pode ser desempenhado pelo ajudanto du^ameandor fiscal.
PropSe (jue os lugares de ajmiante da procuradoria fiscal no interior da provincia sejam
obrigatorios, e annexados aos de promotores fiscaes das collecterias actualmente exercidos pelos
promotores pblicos ou seus ajudantes, reclama esc|areciiuentos acerca do sello de doacoos, e
faz considera^oes sobre o imposta de avorbacao de escripturas de iransmissaa ; cousiderafoes
que tem milito valor, e que merecem toda a vossa atleacao.
CONSULADO PROVINCIAL.
O administrador insiste na necessidade de providencias tnsenles a evitar que o algodao
desta provincia seja exportado como pertencente a nutras que Ihe sao limitropbes.
E o inspector da the.-ouraria julga o pessoal desta reparti>;o insanlcienle para o trabalho
resultante do imposto addieional dcima, destinado indemnisacao da despeza com o pagamento
d s apparelhos e anuuidades devidas a companhia Drainage.
E' tambem de pan-cor que nao se crie as collectorias autorisadas pelos artigos 32 da lei
n. 963 e 34 da de n. 994, j pelo trabalho que a cumular thesouraria, e ja porque a sua ronda
nao exceder a que se tem oblido por arrematacao^ Nao tenho ainda juizo formado sobre isto e
por essa raso tenho deixado de usar dt autorisaco que me foi concedida.
Por conta do emprestimo de 1,8)0.000*0)0, autorisado por esta assembla, e contratado
com o Banco do Brasil, solicitei daqnelle estabelecimento, em virlude do requesu^w do inspector
da thesouraria provincial a remessa de mais 2 0:000*0 O, que fonal eotrcgaei na mesma thesou-
raria para occorrer aos pagamentos das despezas com as obras em andamento, e de outras pro-
jectadas, restando, apenas desse emprstito i igual quantia de 200: Representando-mc o dito inspector acerca da insufRcioncia do saldo de 14:469*078, exil-
ente na caixa da receila geral para occorrer s despeza* a fazer-se no principio do mez de
dezembro findo, autorizo a passar para aquella caixa 50:000*800 do saldo do empreslimo con-
trahido com o Banco do Brasil para o fim cima indicado.
Autorisei, em virtude de requisicao do meemo inspector differentes crditos supplementa-
re* na importancia de 31:298*062 para pagamentos a cargo da referida thesouraria, sendo que
tres desses crditos o anno passado foram por esta assembla concedidos, conforme ver das res-
pectivas portaras.
Mediante fianza em dinheiro mandei contratar com Antonio Pedro de S Barreto pr
1:822*500 a cobranza do pedagio da ponte de S. Joio, visto nao ter querido Francisco de Pinho
Borges encarregar-se dessa cobranca pela mencionada quantia.
De couformidade com o art. 8" do regulamento de 15 de setembro de 1881, nomeei o ha-
chare! Jos de Souto Lima, ajudante do promotor publico do termo de Santo Ailo, para fiscal
da collectoria provincial naquelle municipio.
Em observancia do art. 32 da lei n. 963 de 25 de julho de 1870, fiz um pequeo regula-
mento para ser observado no exercicio do lugar de cobrador das collectorias, creado pelo f 1
do artigo cima mencionado.
Julgue conveniente dar regulamento para esses lugares creados, atina de que nao sejapre-
jndicada a fazenda pela demora na cobranza da renda, e como tamben evitar aos contribumos
as viagen* e incommodos por occasiao de seren chama-Ios para pegaren os imposto.
THESOURARIA DE FAZENDA.
A thesouraria de fazenda nosta provincia dirigida actualmente pelo eommendador Emi-
lio Xavier Sobreira de Mello, dstincto funecionario, cuja Ilustrara.!, longa pratica, e inexcedi-
vel zelo pelo servico publico asss o recomuicndam estima geral.
Tendo sido adiado em desfalque o pagador Sebastiio Valeriano Alvares de SnQtt, foi de-
mettido por decreto de 25 de setembro do anno prximo pastado e substituido por Heliodore de
Aquino Fonceca. *
V
A receita geral da proTnca, propramente dita, arrecadada do Io de julho a 31 do dezem-
bro ultimo (!> semestre do exercicio de 1872 a 1873) importou em 7,761 :"70*i54, e addicio-
nando-se-lhe as rendas especiaes de depsitos, nao classilicadas, eleva-se a 8,033:714*392. Ten-
do sido, porm, a despeza total, inclu U de nutrimento do fundos do 6,775:188*340, dexou o
dito semestre mn saldo de 1,258:526*052.
A receila e despeza eoneemente ao exercicio findo de 1871 a 1872, 2 semestre de Ja-
neiro a junho e semestre addieional de julho a dezembro foi o seguinte :
i. semestre de Janeiro a junho.
Receita, comprerndidos os depsitos, operaeoes de crdito, rendas especiaes 10,961:747*133.
Desp;za 8,494:985*59?. Saldo que passou para o seguinte semestre 2,466:761*540.
Semestre addieional de julho a dezembro.
Receila ilem dem 2,765:953*853. Despeza idem 2,239:090*097. Saldo 526:863*756.
Addcionando este ultimo saldo com que se encerrou o exercicio ao do 1* semestre do cor-
rente, anteriormente demonstrado, teaos que o total do anno de 1872, de que se trata foi de
1,783:387*808.
Par* isso concorreu o espantoso rendiniento da alfandega sompre superior a mil contos
de ris, a contar de Janeiro a dezembro desse anno.
Conta a provincia vnte e cito collectorias, e destas se aeham vagas quatro, que slo :
Cabrob, Onricury, Ingazeira e Villa-Bella, por nao se encontrar pcssas que queirain exercer o.
lugar de colleciorede escrivo, visto icarem ellas mui distantes desta capital, e seren os nomea-
dos obrigados a prestar lianca e especialisago e inscripeo da liypotheca legal.
Ai.fandrga.O rendimento da alfandega no aune finaacero de 1871 a 1872 foi de
12,224:837*451.
De una nota qne me foi transmitida pelo inspector daquella repartcao v-se. que o seu
rendimento montou na quantia cima, sendo 9,674:026*069 de importaagM e 2,550:817*38i
de exportacio.
O niovmento da navegacao de longo curso c cabotagem foi de 3,161 navios, conlando-se
as entradas c sabidas destes.
ARRITRAMEN'TO DA #UESTO MORNAY.
Nao era de esperar que a presidencia tivesse ainda necessidade de fallar sobre este as-
sumpto, que deveriamos julgar por urna vez terminado.
N Entretanto son forrado a pedir-vos que me habilitis a mandar pagar em Londres a des-
pesa feita com o arbitramento desta questao, que tantos sacrificios custou provincia em benefi-
cio do feliz emprezario estrangeiro.
llavendo o arbitro desempalader em Londres dado o seu laudo sobre esta questao, fixando
em 7;500 a indemnisacao devida a Eduardo de Mornay pela resciso de sea contrato, celebrado
com a provincia em 33 de mato de 1866, niandou um dos meus antecessores em 13 de setembro
de 1871 effecluar o pagamento da dita quantia nos termos do acto de resciso de 19 de fevereiro
de. 1870, ao cambio di dia, verificado pela cotacao da praja, feito o abatimento de dez por ceato,
conforme a clausula 4* do acto rescisorio, deveudo Eduardo de Mornay, ou su procurador, no
recibo que passasse, declarar exprossainentc, nao s que nenhuma reclamacao mais faria provin-
cia sob fundamento algum, como que as despezas do arbitramento, quaesquer que ellas fossem,
correriam por sua conta, sem que prjvincia nenhuma respons.ibelidade tivesse por ellas, tudo
em termos taes que excluisse qualquer divida futura.
No acto de passar o recibo da quantia referida o procurador de Mornay Dr. Jos Bernardo
Galvao Alcoforado, fez expressainente pelas mesmas palavras a declaraeo cima, como consta do
livro competente, existente na thesouraria provincial.
Entretanto, anresentouse ao nosso ministro em Londres o Sr. Charles B. Vignolles, instan-
do pelo pagamento de sua remunerado pelo arbitramento como desempatador, convidado pelo mi-
nistro brsileiro, em nome da provincia em 1870, na importancia de 2')4,4,4 incluindo as respec-
tivas despezas.
Por outro lado, Eduardo de Mornay, em 27 de novembro do anno findo, dirigi urna longa
com rnnicacoao nosso ministro recusando-se satisfazer as despezas, a que se obrigra formal-
mente por seu procurad r, allegando, entre outras razoes absolutamente improcedentes, que seu
preposto contrahira tal obrigajao -forcado pela coacQao, e protestando centra ella ; tal protesto,
se hoiive, nao conhecido e nao sentara Mornay da rosponsabilidade por tal pagamento.
Posto que subsista a obrigaeao de Mornay, nao podemos por honra nossa, deixar de satis-
fazer esta despeza ao Sr. Vignolles; por quanto, convidado pela provincia, desla tem de receber
a remuneracao de seu trabalho, reslaudo-nos o dreito de haver de Mornay a importancia porque
se obrigou.
Como j vos disse, essa quantia importa em 204 e espero que com esta despeza mais, ter-
mnarao completamente as reclamacoes sobre o contrato Mornay.
SECRETARIA DO GOVERNO.
Tendo seguido para a corte o secretario Dr. Elias Frederico de Almeida e Albuquerque,
a fin de tomar assento na assembla geral legislativa, na qualidade de deputado eleito pela pro-
vincia da Parahyba, acha-se na direccao dessa reparticao o respectivo oficial maior bac!:arel
Adolpho Lamenlia Lins.
Todos os empregados, em geral, cuniprem Dera o seu dever.
Reconhecendo a vantagem de serem publicados em sua integra, como oulrora se praticava
todo o expediente e mais actos do governo, de modo a formar-se boletins no fim de cada semestre
resolv por porlaria de 15 de Janeiro ultimo, prorogar por mais tres annos, a contar daquella data,
o contrato celebrado no Irde julho de 1871 como Dr. Manoel Figueiroa de Faria, mediante.....
6:000*000 annuaes, pagos dentri do primeiro mez de cada anno financeiro, e outras condiccoes,
como veris do termo, que vos ser apresentado.
Por ser mais econmico tem-se adoptado a medida de mandar vir da Europa certos objec-.
tos indispensaveis ao crescido expediente, que pesa sobre a secretaria, taes como, papel timbra-
do, involtorio etc., e com cffeito bom resultado se ha tirado dessa medida, nao s ltenla a nie-
lhor qualidade dos objectos, mas tambem o menor preco porque sao obtidos.
Os emolumentos arrecadado pela mesma secretaria, em virtude da le a. 1,060, de 13 de
junho do anno prximo passado, e relativos ao tempo decorrido do 1 de julho findo ao tdo
corrente, ehegaram a importancia de 11:064*357, que fora recolhida thesouraria provincial,
abatida j a comaiissio de 1 0/0 para o respectivo arrecadador.
Do quadro abaixo conliecereis o numero de trabalhos feitts na monciouada secretaria, no
periodo do auno do 1872.
I
QUADHO dcnoonwtrativo dos CirahuliiON la eeretaria la gavera-
no no iiiiii de I *3'4.
ESPECIES DOS TRABALHOS.
Portaras....................................
Oficios aos ministros..........................
f diversas autoridades..................
do secretario s mesmas.................
Ttulos e provises provinciacs___............
de polica............................
de legitimacao de Ierras.................
Apostillas....................................
Copias......................................
Patentes provinciaes da guarda nacional,........
Despachos................................
Registro de ordens do Ihesouro.................
.< de patentes provinciaes da guarda na-
cional.............................
c de ditas imperiaes t
de Ululse provsoes provinciaes........
de provisoos imperiaes.................
de despachos..........................
t de apostillas.....*....................
de ttulos de polica....................
de patentes da guarda nacional de ou-
tras provincias.....................
de ttulos de legitiuiaco de Ierras.......
SECCES
1.' 2.* 3." 4.' 5." TOTAL.
75 1.134 159 347 93 1.800
517 267 93 143 124 1.144
1.974 2.227 3.380 1.967 683 10.231
2ii) 2.141 103 401 205 3.060
7 132 832 33 168 23 9 32 340 832 31 23
538 276 229 229 13 138 491 305 89 1.346 229 5.723 491 2 13
7 132 33 168 9 349-
15 56 832 6 46 39 23 156 5.723 23 832 6
8 507 32 32
3.342 4.476 3.584 1.276 32.631
Observara).
No presento quadro nao vio comprehendidos dll'erenies trabalhos, como sejam : in/or-
ma<;oes das scceoei, minutas, despachos de navios, portaras de viagoiu para fra do imperir,
passes, certdocs". mappas, matriculas, termos de juramento, exame de papis, les provinciaes, re-
gulamentos, publicaQoes no diario oficial, ote.
Eis, senhores, o que em to pouco lempo, como o de que dispuz, me foi possivel colligir
para expr vossa Ilustrada apreciarn.
Releva! a mperfeican do trabalho, que eu sou o primeiro a reconhecer, c contai com a
uiinha boa voatade para completa-lo, ou melliora-lo, minstrando-vos outros esclarecimentos de-
que possais carecer.
Confio, e cumigo a provincia, do que cumprires o vosso dever com esmerado escru-
pulo, pondo-vos na altura em que vos collocou a nossa le orgnica, e deixando-vos sinenU
conduzr pelos impulsos de um acrysolado e inspirad) patriotismo.
Procedendo deste modo, feai certos, de que vossos nomos se recommendaro gratido
dos vossos comprovincianos, e sobretodo a dos vossos eonsiituinles, e tereis assim immortalisado
a legislatura que brevemente baveis do encerrar.
Palacio da presidencia de Pernaubuco, em o de marco do 1873.
O presidente,
HemuuOk Pkiieiiia k Li cena.
OBSPACHOS DA PHKS1DEXCIA DE
1873.
Benedicto Rodrigues Campelio.Deferido com
oficio desta data, thesouraria de fazenda.
Faancisco Antonio Pierne da Silva Reg. Defe-
rido com oficio,xao respectivo ommandante su-
perior.
Frederico Sodr daCunha Motta.-Sim, medan-
te recibo, e nao havendo inconveniente.
18 tu-: marco db gado de Papacara que capturara e recolhera i
| respectiva eadcia, a Lui d i Barros Lima, crimi-
ne so de neo te na Pahnera dos Indios, da pro-
vincia das Alagoas.
Km oficio de 17 do corrente, declarou-me o de-
legado de Igur pectivo Dr. juiz municipal o inquerito policial r
que proceder all contra Manoel Rodrigues de
Souza, de quem Iralei em uiinha parte diaria.
Francisco Pinto de Magalhes*.-J foi expedida' sob n. 48-', de 6 desie mez.
ordem thesouraria de fazenda para, do crdito Com oflicio de hontem datado, remetteu-me u>
existente, pagar ao supplicante parle do que pede, delegado do Cabo um oficio, em original, que na-
deveudo aguardar quinto ao restante que o go- mesma dala lhe fra dirigido pelo subdelado do
verno imp rial se sirva autorisar novo crdito. I dislrcto daquella villa, do qual consta que, s oito
Guilhennina Baslissa de Oliveira e Silva. -In- horas da noute do dia antecedente, no lugar Cu-
deferido. lr'in, do mesmo dislrcto, Joaquim Francisco Soa-
Giiilhrmiuo Joaquim do Rogo B.irretto.-lnfor- res forira gravemente com cinco facadas a ManoeL
me o Sr. juiz de direito da comarca do Cabo, ou- Jos da Silva logrando evadir-se, e que tal respe-
vindo o juiz municipal do termo desse nomo. | to proseguase nos termos do inquerito policial,
Hcrdeiros de Clotildes Ignez da Silveira Bas-
tos.Informe o Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Jovno Bandeira.Deferido com oficio desta da-
ta, ao Sr. engenhero chefe da reparlico das obras
publicas.
Bacharel Jos Mendos Pereira de Vasconcellos.
Concedo um mez de licenca sem vencimentos,
sob cndilo de nao sahir da provincia.
Joo Frederico do Reg Vasconcellos.Informe
o Sr. commandante superior da guarda nacional
do municipio do Recife.
Jos Francisco do Reg Barretto. Informe o Sr.
brigadero commandante das armas.
Manoel Thomaz dos Santos.-Firam expedidas
as necessarias ordens no sentido requerido.
Manoel Albino Bezerra.-Satisfeilos os diretos
da fazenda, concedo a licenca pedida.
Manoel Lourenco de Mattos. Passe portara
concedendo 30 das.
Philadelpho Leonardo Ferreira Lima.Dc-sc.
Segismundo da Costa Mello. Tendo de ir de
novo pra;a o sitio que allude o requermento,
pode nessa occasiao lazer o supplicante a sua of-
ferta, podendo ser-attendido se nao houver outra
mais vantajosa.
Sidrouo Joaquim do Reg Barretto.Informe o
Sr. brigadero commandanio das armas interino.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 19
de marea de 1873.
O porleiro,
Silvino A. Rodrigues.
para os devidos Basa que logo que oremettosse a.
Dr. juiz municipal lhe parteiparia para me dar
scicneia.
com Ocio desta dala do Dr. delegado des-
ta capital, foram rocolhidas a esla reparticao 15
anuas defezas.
Por oficio datado de boje communicou-me o*
subdelegado da Magdalena, qne liuntein tendo
sido condolido sua presenca Jos Custodio Ter-
tuliano, com um bah por so tornar suspeilo, pro-
ceder as necessarias ndagacoes e destas verji-
cara-so que o bah fra arrumbado por seu con-
ductor.o qual declarou have-lo recebdo de um mo-
Sj que aqui chegara em um dos vapores rindo*
o norte, e qne a tal respeito prosegue nos termos
da lei, e do seu resultado me dar scienca.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. eom-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente desta provincia.0 chefe de polica,
Luis Cuneta de Queiroz Barros.
rERAMBCa
Reparticao da polica.
!. seceao. Secretaria da polica de Pernambuco,
19 de marco de 1873.
N. 564. lllm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mehto de V. Exc. que, segundo consta das parlici-
pacocs recebidas hoje nesta reparado, foram reco-
lliidos hontem casa de detencao os seguntes in-
dividuos :
A' minha ordem, Manoel, escravo de Jos Flix,
por andar fgido.
A' ordem do subdelegado de Sanio Antonio, Ig-
nacio, escravo de Joo Gonralves Rodrigues Franca,
a requarimento deste; Anna, escrava de Joaquim
de Reros Lins Wanderley, por efeusas moral
publica.
A' ordem do do I." districto de S. Jos, Jeronyno
da Costa, Joio da Cruz, e Mara Joaquina da Sol
dade, por disturbios e offensas moral publica.
Por oficio de 28 de fevereiro ultimo, 3 e 10 do
corrente, communicou-me o delegado do termo do
Br?jo que, pelas quatro horas da tarde do dia 23
do dito mez de fevereiro, naquella villa, Guiluerme
Rodrigues Bello e Joao Mannho Caboclo, travan-
do-se de razoes, resultou disto sahirem ambos le-
vemente feridos, sendo presos em flagrante ; que
fez-se o competente inquerito, o qual teve logo o
ron veniente destino.
Que, s seis horas da tarde do referido da, no
lugar Pedra Grande, dos suburbios da mesma villa,
Umbelna i alharina do Senna, tentou matar a Ma-
thilde Maria, contra quem nutria indisposu;oes,
desfechando-lbe um tiro de pistola, na occasiao em
que Mathilde passava pela frente de sua casa,
do que ficou a aggredida gravemente ferida;
sendo a offensra presa em flagrante ; que fez-se
o respectivo inquerito, o qual foi logo remettido ao
juizo competente.
Que, pelas oito horas da noute do da 8 do cor-
rente, Antonio Joaquim, travando una lula com
Joo Dominguos da Silva e Cunha, fiscal da cma-
ra municipal daquella villa, desta resultou mor-
rer inetantanmente, feridos com dos tiros de re-
volver o referido Antonio Joaquim, vindo a falle-
cer Cunha, na noute seguinte, em consequencia de
ferimentosgraves que recebera de Antonio Joaqun
sendo que semelhante facto dera lugar, ter Cunha
poucos momentos antes do confieto, acabado com
Ium jgo, de conformidado com as respectivas pos-
turas munieipaes.
Em date de 11 deste mez participou-rae p d,ek-
REVISTA DIAUIA.
VssimiiIh'; pruvineial.Hontem func-
conou com 24 Srs. deputados.
Appro/ada a acta da sesso antecedente, o Sr.
primeiro secretario leu urna petico de diversos
moradores da fregueza dos Afogados, pedindo a
creacao de una escola nocturna, para aquelle lu-
gar.A commisso de nstrucco pub'ica.
Passaudo ordem do dia, continuou a prmera
dscusso do projecto n 90 de 1872, que crea o
lugar de contador dos feitos processados no juizo
de paz, e foi approvada.
Continuando a primeira discussio adiada d
projecto n. 3 deste anno, que crea o imposte ad-
dieional ao de 2*500 por cabera de gado vaceura
morto para o consumo na provincia, eraram os
Srs. Ges Cavalcante, Correia d'Araujo. Oliveira
Fonoeca, Gomes Prente, Joaquim de Millo Reg,
offerecendo os Srs.: Correia de Araujo um requer-
mento, pedindo que com urgencia se solicite copia
do contrato celebrado por dfferente3 marchantes
desta cidade, e Oliveira Fonceca outro, pedindo
que seja ouvida a cmara municipal, com urgen-
cia, os quaes apoiados, foram discutidos conjunc-
tamente com o projecto, que deixou-se de votar
por falta de numero, pelo que foi levantada a ses-
so.
A ordem do dia para boje : continuajao da
antecedente e nica discusso do projecto n. 14
deste anno.
Juizo de Orphos.Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 12 do corrente, foram
nomeados segundo e terceiro supplentes do subs-
tituto do juiz de orphos da comarca .do Recife,
os hachareis Luiz Lopes Castello-Branco e Fran-
cisco da Cunha Castello-Branco, visto nao tereni
aceitado as nomeacSe* os hachareis Miguel Ar-
chanjo Pereira de riego e Fortunato Raphacl dos
Santos Biltencourt.
Delegado Iliterario. Por portara da
presidencia da provincia, de 12 do corrente, foi
exonerado seu pedido e bacharel Pedro Francis-
co Correia de Araujo, de delegado litterario do-
districto,de S. Lourenco da Matta, sendo nomead
para o substituir Antonio Joaquim Correia de A-
rauio.
Jur j do Recife. Hontem nao se poflv
anda realisar a installaco da segunda sesso do
jury do Recife, por terem comparecido 26 jui-
zes de facto Nao-tendo podido ser citadas toda
as pessas sedeadas para a presente sessio, o Sr.
Dr. juiz de direito presidente adion para bote o
trabalhos, afim de se proceder essa fonoau-
dade.
Foram multados em 20*000 os seguales jUi
de facto que deixaram de comparecer:
francisco do Paula e Silva,
")
h
\
Mi


Bffirde Pernambuco Quinta feira 20 de Marco de 1873.

feh'ppe Benico "Cavalcalcante de Albuquerque.
Jos Henriquc da Silva.
Joaquim Gon.alvaB Ferreira.
Luiz Cezario do llego.
Antonio Jos d'Aoren'Ribeiro.
Antonio Valentn rfa Stfva Barroca.
Bario de Campo-Verde.
Baro da Soledadr.
Julio Cezar Pereira da Rocha.
Dr. Innocencio SerapbJeo de'Assis Carvalho.
Joaquim Olyntho Bastos.
Dr Joaquim Jos da Foneera,
Dr Francisco Augusto da Cotia.
Manuiuises O sr. Joaqiii.n Jos Bello
acaha de dar liberdade, gratuitamente, s suas es-
cravas, Sophia, de.ft annos de idade, lovina, de 16,
Christina, de 18, e Vulpiana, de 11 As cartas de
libcrdalc achaat-se rgg-tradas no cartorio do Sr.
tabelliao Marauhao SobrinlH.
Nova Harmona. Hoje ha ses-so desta
sociedade, na ra de Vidal de Xegreiros n. 36.
I ni poeta.O Sr. Rozendo Muniz Brrelo,
acaba de revelar-se em toda a altura de seu ta-
lento potico, fazendo publicar ntidamente no Rio
le Janeiro um volumoso "Hvro de poesas que inh-
ttilon de Viios icarios.
Dividindo seu livro cm quatro partes, harpa,
Igra, alade e musa (aceta, divisio esta com a
qual, seja dito de passngcm, nao concordamos, por
que 54'mientc a classificaco da ultima apropria-se
com vrdadeira cxpresso ao genero de versos que
a constiluem ; o poeta Imhiano, ahrindo aos ven-
tos do co as azas pujantes de sua alma inspirada,
cantn ,i patria, a liberdade, a gloria e o amor,
mostrando exuberantemente haver comprchendido
a fundo a palavra mgica do sublime visionario
do -culo, quando diese : toul a droit de cit en
povie.
Pensamos que os Vos caries rao longe, nao
obstante o poeta nao achar-se libado escola pitan
taota em que uestes uhimos annos tcem figurado
inultos tdentos da geraco actual ; escola, porm,
contra a qual tem .1 critica litterana assestado te-
nazmente toda a sua arlilherh grossa.
Swu espaco para inais, saudamos o poeta, c o-
li.Mauos as lettr.is patrias.
O maestro Cillas. Tendero Exm. Sr. Dr.
Lucena manifestado a idea, altamente patritica,
de dolar esta provincia rom um eslabelecimeulo
para asyu dos alienados, necessidade palpitante,
e que I- !u imito se fazia sentir ; o festejado
maestro Colas, artista ilistincto por mais de um ti-
t;il 1, foi 11111 dos primeiros que acudi em favor da
graa la idea, praticando um acto de rara genero-
s idade.
Cuino de costante, a empreza do tlieatro de
Santo Antonio conccle-llieum beneficio emrcmu-
reraco dos seus bous servir.is, como regente de
ui'cbesti a e meitre de canto da companhia, e esse
menino beneiicHi foi oxpoouneainenlo ofertado peto
generoso maestr.i, afina de ser o seu produelo ap-
pilcado grande obra projeetada porS. Exc. Se-
inelliant-i procedimento dispensa qualquer roin-
UMHltario, e rernmmcnda considera.'o l"s per*
iii'.inbuean >s o uiaranheusc distincto, qua nao jier-
d; a oceaso de uobilitar a, arte a que pertence.
(t beneficio lera lugar boje, no tbeatro de Santo
Antonio,- roprest-ntaudo-se o dram?. A filha do
ossassino e a scena cmica O Sr. Domingos (ora
do srii).\ osrnlhano podia sermclhor pa.-a a
exp 'sie/io dos diius grandes talentos da companhia
Manjela Lucei e Flavio Wandeek na presenca
de 11:11 esrolhido e numeroso auditorio, como deve
ser o de boje.
.\s-iist:t assomiu-oso. -Aeha-se ntrenos
0 Sr. .i. '.".o Miguel de Faria, cujo nomo tem sido al-
tamente, proclamado pela imprensa de S. Paulo, Kio
de Janeiro e Babia, onde exhibi elle, sempre ad-
mirad" e applaudido, seus dillicilimos trabr.lhos.
Ariiia asMMnbroeoo chamamos nos, porque na-
da mais nada manes, o Sr. Joo Miguel de Caria
1101 consumado aerohati aleijado, um homem sem
pernas que exeenta inacistraluiente as mais arris-
cadas sortesd* gymnasticx
Milite chanca anda, quando na Bahia estudava
a arle que boje o conta por um dos seus mais le-
{.litiMs repii-seiilanies, pcrteiicendo ent'o Cnai-
paubia Loamla, aconteceu-'.he urna vez sabir do
trapesio de modo tao desastrado que perdeo as
pomas.
A paixSo d'arle, porm, e o que lhe ser sempre
; mito honroso, um nobre orgulho, o de nao que-
rer ser pesado sociedade, apezar de invalido,
levou-o a tentar esforcos inauditos, e pode conse-
i-.iir tomar-se um artista de grande mrito, ser-
vindo-se dos dontes e das mos, para o que ne
dispensam o auxilio das pernas e ps os que pro-
fessam arte Uto perigosa.
Nio ha que envidar A\ forca e agilid.idc admi-
raveis desse mutilada, tao eloquent^mente fallam
de san prafideneia os jornaes do sul do imperio
ipie d'eile j cccuparain, e es quaes temos
vista.
Assim. das diversas noticias que consultamos a
fespeito, v-se que sao geralmeute admiradas e
Kincenuneote applaudidas as suas sortes denomi-
nadas o /ngolimgnlo dr espadas, que j lhe nicre-
80 ilu.is medalhas, o trapesio gigante, aguia ra-
pint, e entras.
I'r.iendendo, pois. o Sr. Joo Miguel de Faria
dar nesta .tal aignns espcctaculo, lerminare-
;n is esla 9 liria transcrevemlo as palavras fmaes
de um artigo noticioso sobre elle puolicado pela
Voz do Poro:
u o aerbata braseira Joio Miguel de Faria,
n i 1 direito de implorar a cardade publica, re
.11 esse meio, e atira-se ao trabalho que muito
u honra, e com perigo de sua vida pede a con-
irreneia pnhliea, nao como mendigo, mas cnni a
e iragem (pie anima o coraeo do artista.
' '( ili'uiiM'iiio da idadel'edem nos o
segjtnte :
Xa ra Imperial esta se elfeetuandn urna obra
111 prejuizo da mesma, cujo calmamente acha-se
em via de eseeeio. pois excavam a areia do lei-
. t ra para applicaremna a dita obra.
i'i'ostittiii'o na ra. -Quem duvidar.
procure ver.
Prximo ao chafariz do caes da Aurora, bem
e nfronti.' ao novo paco d'as*embla, vivem abriga-
is sombra das arvires que abi ha urnas tres on
quatro manieres de mi vida, que levam o cynis-
1110, que as caraclerisa, ao ponto de se deixarem
nnpletamcntt mas ao pino do ineio dia, como
ja observamos, e de eonverterem noute as po-
dras, que l.i existem amontoadas, cm leito dos
iiiaioris desvarios do vicio.
1" at onde podamos chegar!
.leto [lolieialPela reparticao da polica
xpediram-seordens muito terminantes para ser
uptnradooeiiminoM Jos Martiniano, que no-|
d.a 17 do eorrente assaseinoa brbaramente ao
.Vi l'iancez Alfredo (assier.
A~im pjis prestar um elevantissimo servioa
cau a da jostica quem concorrer directaou indi-
rtetameMe para a priafo de tal fera com forma
human. 1, .-ajos signaos caractersticos sao os se-
ites: parda-escuro de cor, chcio do corpo,
haixo, usava bigode a pi-ra, e tem os cabellos an-
ii-iados, i|!ie onservava sempre crescidos como
(fneem nieaeaoetleira.
Roulto.Antes de hontem foi conduzido
pres 1 1 do subdelegado da Magdalena um indi-
lonie J -' Cnstodio Tertuliano, com um
1 .'11 e w lomara suspeito a algucm.
Preced indo a ; utordade as necessarias indaga-
: que o bah hara sido arromljado
pelo -eu conductor o tal Tertuliano, que aliual
son nave-lo recebido de um moco que iqni
u 1 o um los vapores procedente:' do r.or
letrada de fenv do Rceife a S.
Franeiseo.-Esta via de communicac), no
prximo linda uez de fevereiro
Rendeu 100:9o8i300
Despeudcu 31843*211
Dando de sald 1 a favor da garanta
de juro-. 63:7tj069
A rela$ao entre a despeza e a recea foi de. .. .
M /*
No meamo periodo transitaran! nalinha 18.191
paaMgeiros ; e foram transportados 4,809 volumes
de bagagem. pesando 76,98."> kilogramnios ;.....
.817,788 kilegmmmos de mercadoras e 43o ani-
jua"-
as uiercadoi ia esto comprehendidas 2,773
sacras de algodo. pesando 215,171 kilogrammos,
e 7!).38.'l sacos (le assuear. pesando 6.116,483 ki-
logrammos.
Va frrea de Oinda Em consequen-
ia do beneficio darlo pela ompanhia do tlieatro
de Santo Antonio ao asylo de alienados dacidade
Oinda, esta companhia far, seguir depois do es-
pettaculo um treai que tocara em lados os pon-
.js, para mais animar aquellos dessa localidade
qu tingente para amparo ,los infezlies.
l^sta. Na villa do Brejo, pelas 4 horas da
Larde do da 23 do mez prximo lindo, Gnilhcane
R*drigue9 Bello e JoaoMarinbo Caboclo.travando-
0 de razoes Sutaram, resultando Rcarem ambos le-
vemente ridos e presos em flagrante.
1'eatati va de morte As 6 horas da
larde, do inesmo dia 23 do mez prximo (Indo, no
ufar Pedra Grande, suburbio da villa do Brejo,
Jrabclina Catbarina de. fienna, tentou assasinar
Mathde Maria, disparando-lhe um tiro de pistola
m oeca*ii que elf.a passava por frente da porta
de sua casa ; luso porque entre ambas se haviam
cimentado certas indisposicoes.
A-.aggredida lciii gravenientc ferda, e .1 de-
liu pente foi presa m flagrante.
Captura. Foi eaptnrado em Papacaca e
recomido respectiva cadeia, Luiz de BarrosLi-
ma, criminoso de morte na Palmeira dos Indios
da^rovincia das Alagoai.
Conflicto e mortes. Na villa do Brejo,
pelas 8 horas da noite de 8 do eorrente "mez, tra*
vniido-se em lula renhida Antonio Joaqnim com
Joao Domingos da Silva e Cunha, fiscal 11a cama'
ra municipal daquella villa,, conflicto este moti
vado por haver Cunha acabado com< un jogo, em
observancia de postaras em vigor na^nelle muni-
cipio, resulteu morrer instantneamente o pri-
m-'iro, Antonio Joaquim, varado por dnas balas
de rewolver, e fallecer o otitro, Silva e Cunha na
noite do dia seguinte ao da luta, victima dos fe-
rimentos graves que recebera de Antonio Joa-
quim.
I or nclitos praves. No lugar deno-
minado Cutrim da viHa do Cabo, Joaquim Fran-
cisco Soares ferio gravemente com cinco facadas
a Manoel Jos da Silva, pelas 8 horas da noite de
17 do eorrente. O delinquente evadio-se.
Armas defezas. Pelo Dr. delegado da
apital foram hontem recolhidas respectiva re-
particao 13 armas prohibidas tomadas pela poli-
ca nesti cidade. ,
Lotera.-A' que se acha venda a 43' a
beneficio da matriz de Serinliaem, a qual corre
neje.
I.cilao. Iloje effecla o agente martins, a
11 horas do dia, o leilao de urna importante livra-
I ia de direito, historia e religao : no armazem da
ra do Imperador, n. 48.
Leilo.-Hoje (20) contina o agente Pinto o
leilao comeeado hontem M armazem da ra do
Imperador n. Mi.
Amanha (sexta-feira) deve ter lugar o leilao
de movis, louca e crystaes, anminciado para o se-
gundo andar do sobrado da ra do Livramento n
20.
Sabbadohender o mesmo agente dinerentes
acedes da companhia de Beberibe, de seguros Uti-
lidade Publica, c da companhia Pernamheana.
Casa de detencao. Movimento de dia
18 de marco de 1873 : >
Existiam (presos) 312, entraram 8, sahiram 18,
existem 332.
A saber :
Naconaes 220, mulhcres 16, estrangeiros II,
escravos 48, cscravas 7.Total 332.
Alimentados a rusta dos cofres pblicos 277.
Movimento da enfermara do dia 18 de marco
de 1873:
Tiveram alta :
Jos, escravo de Jos de Aguiar.
Francisco, escravo de Jos Duartc das Neves.
Passageiros. Sabidos para o sul, no va-
por brasileiro Guar :
Antonio S. C. da Cunha, Virgilio N. A. Mara-
nbao, Orminio N Currello c um criado, capitao
Antonio V.iz Lobo, Adolpho M. Thcophilo, D. An-
na Bosa J. Monteiro, senador Alvaro Uarbalhu U-
c.hoi Cavalcanlc e um criado, padre Joo C. de
Luna e urna oscrava, Joo da Silva Mello, Mathcus
C Barros, alferes Joaquim Jorge de Mello Filho,
segundo cadete Jos S B. C.avalcante, Carlos Bit-
tencouri, primero cadete Jos E. S. Guimaraes,
segundo cadete Candid) F. M. Forjaes, coronel
Antonio Gomes Leal, barao de Bem-Fica e um
criado. C. F. Viraldi, Avelina C. A. Peixoto, Au-
gusto C. de Oliveira, Ezequiel A. Galvio, Francis-
co P. Bodrigues e um filho, Alexandre M. da Fon-
eeca, Alvaro T. G. Fialho, Manoel G. Viegas, Jovi-
D0 O. Castello-Branco Jos Dantas Itapicur, Hen-
rifiuc J. A. da Silva, Miguel A. T. Lessa, Jos Pe-
reira Vasconcellns, G. S. Vital, Miguel S. Palnift-
ra e um estrave, Alfredo Lages, Francisco Fer-
reira Monteiro, Leocadio da S Iva, Joaquim Ante-
ro de Carvalh, Emilia C. d*Aranjo Bocha. Fran-
cisco Pereira Cardoz Joao F. Santiago. Francis-
co C. Cezar, 4 escravos a entregar, 2 aprendizej
marinheiros, 4 recrutas e um soldado.
Ceinitcrio publico.Obituario do dia 18
do eorrente:
Themotheo, preto, frica, 103 annos, ignora-se,
Graca ; velhice.
Miguel, preto, frica. 70 annos, solteiro, Boa-
Vista, hospital Pedro II; dehriini tremen*.
Baymundo, preto, Pernambuco, 4 mezes Boa-
Vis'a ; convulses.
Haussel Geldas Mara, braneo, Franca, 36 annos,
solteiro, Boa-Vista ; febre aqiarella.
Felici.. escrava, parda, Ccar, 38 annos, soltci-
ra, Santo Antonio ; scirrho.se do ligado.
Jo Maria do Bego c Albuquerque, braneo, Per-
nambuco, 43 anuos, solteiro, Boa-Vista; entente.
Maria, parda, Pernambuco, 12 nona, Boa-Vis-
ta : fraqueza congenita.
Alberto, braneo, Pernambuco, 18 mezes, Graca;
convulses
Saturnino, braneo. Pernambuco, o anuos, S. Jo-
s ; ignora-se a molestia.
Joao, braneo, Pernambuco, 2 mezes, Santo An-
tonio ; inilammacao.
Cosma Carneiro de S Albuquerque, branca,
Pernambuco, 33 annos, casada, Boa-Vista ; enten-
te aguda,
Um preto de nome Jos, mandado pela policia
de Belem.
Alfred Gassier, braneo, Franca, 29 annos, sol-
teiro, Recife: una lacada.
Francisco Tavares de Lyra, pardo, Pernambuco,
46 anuos, casado, S. Jos ; lesao orgnica do co-
racao.
C0R0XFCA Jl IMltRI.1
Tribunal comiuercio.
SESSAO JUDICIARIA EM 17 DE MARCO
DE 1873.
PtlESIDENriA DO F.XM. SU. MHMHMIM ANSELMO
FHANClCO PEBETTI.
Secretario interino, o offkiat Torres.
A' meia hora depois de meio dia, ac!iando-se
reunidos os-Srs. desembaraadores Silva Guima-
raes e Reis e Silva, os Sis. deputados tilinto Bas-
tos, Candido Alcoforado lyipes Mtchado e o Sr.
supplente Pereira Reg, o |Exin. Sr. conselheiro
presidente ab:io a sessao,
Foi lida e approvala a acta da sessao de 13.
O protoeollo do escrivao de protestos Jos Ma-
rianno de Albuquerque lem o n. 2,722 em data de
II do crtente, e o do esirivao Alves de Brito
tem o 11. 2.637, cm lo do mesmo mez.
DIA TASA JU.OAMENTO.
A pedido do Sr. desembargador Silva Guima-
ries, o Exm. Sr. conselheiro presidente assignou
o dia de hoje para ser julgado o feito entre partes :
appellantes os admini-tradores da massa fallida de
Fernando Stepple da Sil a, appellado Joo Cluis-
tiani, cando sobre a mesa por nao ter compare-
cido o Sr. desembargador Accioli.
Pelo mesmo motivo deixou de ser proposto o
juJgamento adiado da sessao de 13, do feito entre
partes : appcantes appellados Bernardino Jos da
Silva Maia e Francisco Jos Ferreira Guimaraes,
appellantcs r.ppellados Francisco Jos Ferreira
Guimaraes e Bernardino Jos da SHva Maia.
Sendo proposto o julgamento do feito entre par-
tes, appellantes Ferreira & Martins, appellado An-
dr de Abreu Porto, foi adiad') a rmdido de um
do? jnizes commercantes.
AOGRAVO DE PET1QAO.
O Exm Sr. conselheiro presidente negou provi-
mento ao qua lhe lora presente, vindo do juizo es-
pecial do commereia desta cidade, entre partes :
aggravantes Joao Quirno de Aguilar 4 C-, aggra-
vadosTasso Irmos C.
Encerrou-se a sessao una hora da tarde.
PUBUCACOE& k nm%
ori* do \or( r.
Si;-. Reductores.A lcitura dos apontamentos
insertos nis Cidumnns do Liliend de 16 do cor-
rente n. 14, publicado nesta provincia, com refe-
rencia ao Rvm. Sr. conego Gregorio Ferreira Lus-
tosa, vigario desta cidade de S. Jos de Mipib,
em lingungeni nauseabunda e saturada do redi-
calo mais grosseiro e abjecto, nos eucheu detio
viva indignacao, ipie violentando o dasprezo que
lhe votamos e o proposito que de ante-mao alimen-
tamos de abandonados a um silencio eterno, quan-
do recebemos sua noticia, o pondo marg. ni an-
da outras consideracoes, resolvemos escrever al
guias Indias cm sua defeza, as quaes pedimos a
Vv. Ss. o obsequio de dar publicidade no seu coa-
ceituadojorna;.
E' um tributo de gratidao e um preito de uonie-
tagem c da consideracao que consagramos pes-
soa do Sr. couego e do que elle altamente .me-
recedor
Felizmente est bem longe o articulista de ma-
rear a illibada repataeao do nosso amigo, definida
de longa data no tribunal da opinao publica, e a
q jal, em abono dn verdade seja dito, jamis altin-
!;iriam os tiros de sna maiedicenea, por mais por-
iado esforco com que fossem arrerneesados.
Enceta o seu fastidioso aranzel stigMOtisando
actos, que o bom senso louva o que & religao re-
conimeuda ; parecendo quo a nico mavel, que
ictnou no seu animo, fura um febro ardente de
con mistar ns foros de uscript ir, nost eas> era
mister satisfazir a iii.cm:>e.rai)ca do sua pinna, of-
fererendo ao ftnjdic u fructo de suas vigilias e
lucubracoes lltteraria, e ou per faz ou per ntfat,
chegou o seu desiitfatum.
Poin, infelizmente por mais empenhado esfor
co que empregasse para estender a accao de sua
intelligenca, a deixou cirotthiscripta cm urna or
bita estreita e limilsida.
A questo mait siriaona' o nosso zoilo aprecia
e que parece ter mortificado em extremo a sna
xelotypia diz ello, ser'o Sr. conego, homem de
todas as pocas, pdiucainentc fallando.
Dado com offeito'que assim fosse, em que con
sisie a criminalidadc de semelliante regra de con
duela?
Nao isto o mesmo qoe-nao ser poltico ?
O carcter especillro de nm poltico um
adhesao mais ou menos prenunciada a una das
fraerdes partidarias na eommuiiho das klas que
constituein o seu symbolo, e as quaes propugna
com todas as forrcis, donde resulta que qualquer
ridadao que so prtmnnctxr irentro dante das catr-
sas, dos odios e das Iotas-, que .0 egosmo-tem
produzido e quedlvldemo limens-e ?ji opiniee*,
ficar necessariamente excluido do tbeatro da po-
ltica e de suas vicisitudes e versatilidades.
O Sr. conego no tem feito mais era menos,
de que de votar se sinceramente ao bem publico,
procurando em todas as pocas, manter relacocs
ciim as autoridades legtimamente constituidas e
offerecendo-lhes os seus serview, sem dar prefe-
rencia a sua cor poltica e aos meios que emprc-
gam, eomtanto (|ue todos tendam a promover o
bem social e o en'grandi'crmento do sen paiz.
Em seguida o autor dos apontamentos oferece
nm rlatorio das pretencocs do Sr. conego, que
gratuitamente phantisou, recheiad) da censu-
ras acres ao zel) que o mesmo te:n desenvolvido
em promover os interesses de sua familia.
E sem questao irrespondivel esta parte d sua
aceusacao ; porque a natureza Itic prendou um
coracao magnnimo, sempre sensivel dr e
miseria, e qae se acha sempre disposto a levar
consolarlo a indigencia e a acdlher oenignanwnte
(|uelles que procuram asylar-se debaixo de sua
sombra benfica.
A's mos largas tem o Sr. conego distribuido
seus haveres com seus prenles, prestando-lhes
"i 1 tros relevantes servir is como fosse 1 ordena-
i" de um mano o dous sobrinnos, no que. des-
pendeu bem avultaiki snmiiia pecuniaria ; e por
esta razii> sua familia o acata e respeiu como
seu anjo tutelar.
Urna serie nao interrompida de factes .desta
orden mostra teda evidencia a veracidade do
que levamos dito.
E sao estes os ttulos de nobre que o Ilustran)
e Je qu tanto parece-nos, deve ufanar-se.
Eiitnrfaiite estes actos superiores a qualquer
elogio e dignos de iinitacao, os sentimentos nobres
que aKentam os cora^oes generosos, nada disto
escapou critica corrosiva do nosso articulista.
Contina ainda o novo censor, observando.que
o Sr. conego deseja ser visitador desta provincia,
e nao diividaudo que o mesmo tenha lembranjas
de ser ainda pontfice.
Levantamos a voz bem alto para protestar con-
tra seiuelhante imputarn to vil e degradante co-
mo o seu autor, que ousanda devastar o santuario
da consciencia, arge o Sr. conego de planos, que
por certo nunca llie preoecuparam o espirito, ou
pelo menos do que em neohuma poca fez mani-
estacio que autorsasse ao nosso articulista de
fazer tio injuriosa acensado.
E' preciso dizer, com sinceridade que os servi-
Cos p 1 estados pelo Sr. conego a cansada religiio
t d> estado, durante urna Tonga vida publica de
3D annos, sao ttulos que a diversos respeitos o
recommendam na sociedade, e pelo que tem rece-
bido de ambos os poderes, om drfferetrtes pocas
as mais distnctas pravas de consideracao.
Como parodio desta freguezia, tem sido inean-
savjl cm jirouiover o seu mellioramento moral e
material; curando em primeiro lugar do bem
eterno da parte do rebanho. que lhe foi confiado,
empregando sempre para isto um zelo mais que
discreto, iadustrioso, nao cessando de alear sua
voz autoi sada para dobellar as theorias heterodo-
xas, que cm grande escala vio derramando sua
influencia ominosa nos espirites incautos e imbe-
reis, explicando em termos habis e aocessiveis a
qualquer coinprelwnsao a doutrina catliolica eas
mximas eternas, cuja pratica leva a hiunanidadc
ao he supromo com triumpho da verdade e glo-
ria da religao.
E' irrepiehensivel no cumprimento de seus de-
vores, o que tem feito inspirar nos seus superio-
res a mais pronunciada eonfianca e subida es
tima.
Na parte material nao tem sido o Sr. conego
menos solicil ; porque acaba de reedificar nesla
cidade um sumptuoso templo que prima entre
todos da provincia e que r-vola luz da evidencia
o seu zelo pelo e aceio esplendor do culto.
Finalmente, inflige o novo escrptor KM grave
eulpablidade ao Sr. conego, por querer, diz elle,
ser grande torea de martclb, indo por isto, con-
tina, de encontr com o Evangelho.
Pedimos ao autor dos apontamentos qne tenha
a bondade de explicar-nos sua phrase de estylo
rachitieo que em boa grammatiea torna-se incom-
preliensivel, pirque, como sabemos, o uiartello
todera abalar e humilhar; porm nunca exaltar
e engrandecer.
S. Jos, 27 de Janeiro de 1873.
Um mipibueme.
0 mm
Documento importante.
Tendo encontrado ntreos raeus papisiimof-
ficio que foi dirigido pelo ministerio das obras pu-
blicas ao ministro brasileiro em Londres, abaixo
Iranscrevo por julgar muito opportuno publica-lo
na nresente occasiao, vista do que diz S. Exe.
o Sr. presidente da provincia em seu relatorio a
respeito do contrato com a companhia Recife Drai-
nage.
Recife, 19 de marco de 1873.
itafandl Gomes Setto.
Ministerio dos negocios da agricultura, commer-
cio cobras publicas, em 'i'i de outubro de 164.
Illin. e Exm. Sr. -Em soluco ao officio confi-
dencial oe V. Exc, de 7 de agosto ultimo, na par-
te em que se refere empreza Cambronne -in-
cumbida do ser vico da lmpeza, c do esgoto das
aguas da cidade do Recife, transmiti a V. Exc.
por copia o oicio que em data de o do corren-
te, me dirigi o presidente da provincia de Per-
nambuco, informando que nao foisanecionada
por aquella presidencia a lei provincial |ue al-
lerava ou derogav.a a de n. o52 de 20 de abril do
auno passado, que approvou as posturas da c-
mara municipal da capital, tornando obrigatorio
liara todos os proprielarios oservijo adoptado pe
la empreza referida, e consezuintemente que ne
n mm receio pode ter a empreza de ser prejudica-
d% nos seusdiretos. E para quo de futuro nao
occorram novos incidentes, que possam prejudi
car as emprezas garantidas pelo governo, e a f
dos contratos nao corra o menor risco ; nesta data
racommeodo aos presideutes das provincias o mais
serio cuidado na sanecao das leis provinciaes que
impliquem com materia de contratos realisados,
afi.n de que nao possam de modo algum ser Ilu-
didas suas disposiedes, e nao solfranvoutrosim os
direitos de lerceiro.
Deusguarde a V. ExcJ. Marcondes de Ovei-
ra e S -Sr. barao do Henedo, enviado extraordi-
nario e ministro plenipotenciario,,
A*vlo de alienada)*.
E' hoje o da em que deve realisar-se no thea-
tro Santo Autonio o espectculo offerecido pelo
notavel professor de msica, o Sr Francisco Liba-
nte Colas, como auxilio as obras do asylo de
alienados, que o Ilustre Sr. coramendadar presi-
dente da provincia, com lonvavel empenho, trata
de edificar.
O digno Sr. Colas, com este seu procedimento,
acaba de exhibir mais una pro va da nobreza dos
seus sentimentos, e do espirite hnmanitano qne
tanto o distingue. .
(2omo por sua posicio, nao pode vir em auxilio
dessa obra da mais reconhecida urgencia, doando-
Ihc um bolo too 1 generoso e grande como o seu
coracao ; offerce o producto de seu trabalho e
da sua actividade de artista.
Ainda bem I Que o exemplo do Sr. Colas sirva
de animacao quelles que so sensibilisam com o
infortunio dos seus semelhantes.
E assim ser coreado de bons resurgidas ,0
nobre e patritico empenho do desvellado presi-
dente da provincia, administracao, tanto j tem feito interesses pblicos.
Goneorram oe que podera ao espectculo de. boje,
e auxifiem quanto poderem o bom resultado do
beneficio, que rpidas correro as obras projeeta-
das. Mas adianto, quando os infelizes alienados
acharem cata commod, espacosa e decente qua
oe acolha, as Han familias, saberSo bem dizer o
nome do presidente que emprehendeu a obra de
que se trata e dos que contribuiram, para a sua (
realisado.
Ningrwm ainJa duvidou da cnr4ade dos per-
nambucauos, e estamos cortos que ainda esta vez
ella sii exercer nobromente,
Ainda bem I
P) de mi reo de 1873.
CiHfrts.
Seguio para os portes do norte, no 'dia 17 do
eorrente, o vapor Cururipe da companhia pernara-
boeagr...
Hf/ia 9 deixou elle de seguir pora o presidio
de Fernando, por ter sida jnlgado incapaz de na-
Tr,p precisar de serios eoncertos.
n a viagem de Fernando, eslava o vapor era
md estado e corra perigo inminente os presos
que nelle embarcassem. Har a viagem dos por-
tos do norte, no se quiz prevenir o perigo em que
se col loca va os passageiras e cargas que embar-
ca rain n este vapor. .
Por ignorarmos se os eoncertos, de que elle
Erecisava, foram feitos, pedimos a quem nos sou-
?r informar algnina cousa a respeito.
Se fazomos este pedido nicamente para que
nito passe por certo o que se propala, isto que o
vapor Cururipe deixou de seguir para Fernando,
porque um dos carregadores ao pode embarcar
teda a caiga que tinha para o- presidio, c nao lhe
convinha que outro o precedesse em supprimento
de gneros ao mercado do mesmo.
Se nao, esperamos a re 0 viga.
O JurNcajiisuIto lrpa.
0 que dir agora do modo pelo qual a Provincia
de 18 do eorrente noticin um crime de estupra
comraetdo em Taquary, do termo de Bom Conse-
Iho ; o toleirjj que se apparealou becada para dar
cocs do cdigo criminal Revista do Diario de
Pernambuco, que remateu a noticia daquelle acto
exclamando : Ah, Reforma judiciana 1
Pelo dedo se coahece o gigante : nos te conhe-
eemo*. Vamos, meu lorpa; assim (|ue se levan-
la a r aboca ; os la es a pedidos mostrara bera que
sao a pedidos- solicitados. Contina. Mas, olha :
eu nao te ouvicei nunca. Sou mouco. Ouviste !
/. Z. Z.
KI*rlo loo devotos que teem de
feattejar \o*ui Senhorn da *io-
ledade, erecta na matriz do
Pao da Panella, no auno de
Jniz par elcicao.
0 Illm. Sr. Francisco Joaquim Pereira de Brito.
Juiza por eleifo.
A Exma Sra. D. Amaba Alves Machado Hailliday.
Juiz por devocao.
O Illm. Sr. Satyro Serafim da Silva.
Juiza por devocao.
A Exma. Sra. D. Maria Carleta de Barros Ferreira,
esposa do Illm. Sr. Joaquim Candido Ferreira.
Juizcs pruteteres
Os Illrns Srs. Bonifacio Maximiano de Mallos.
Francisco Pinte Ribeiro Guimaraes.
Juizas proteloras.
As Exms Sras : D. Asna Correia d'Almeida Car-
neiro.
D. Rosa Goncalves de Jess.
Esoivao por.eleiciio.
0 Illm. Sr. Miguel Jos da Motta.
Escriva por eleicao.
A Exma. Sra. D. Raymunda, esposa do Illm. Sr.
Francisco Baptist de Almeida.
Eicrivo por devocao.
O Illm. Sr. Jos Camello do Reg Barros.
Escriva por devocao.
A Exma, Sra. D. Cecilia, esposa do Sr. Luiz Ma-
vignier.
Tliesonrera,
A Exma. Sra. D. Maria hialina Fiuza.
Procuradores.
Os Illms. Srs: Jos Antunes Guimaraes.
Berilo Joaquim de Miranda Henriques.
Antonio Pedro Cavalcante de Albuquerque.
Dr. Manoel de Fgueiroa Faria.
Jos de Vasconccllos.
Genuino Jos Tavares.
Procuradoras.
As Exmas. Sras : Maria Josefina, esposa do
Illm. Sr. Luiz Duhourcq.
D. Mara, eposa do Illm. Sr. Dr. Celso Tertuliano-]
Fernandes Quintella.
D. Emilia Hailliday, esposa do Illm. Sr. Francisco
Goncalves Netto.
D. Guilhennna, esposa do Illm. Sr. Antonio Fer-
nandes da Costa.
D. Anglica Bernarda de Miranda.
D. Elvira Alves Machado.
Procurador geral.
O Illm. Sr. Jos Clementino Henrunies da Silva.
Mordemos.
Os Illms Srs : Jos Tneodoro de Senna.
Dr. Alvaro Tavares da Silva Cainiulia.
Desembargador Francisco Domingues da Silva.
Antonio Jos Gome do Correio.
Joo Maria Cordeiro Lima.
Tiburcio Valeriano Baptist.
Mordomas.
As Exmas. Sras: Libania, filha do Illm. Sr. Ma-
noel Rodrigues da Silva.
D. Auna Marcionilia do Reg.
D. Anua Izabel Ramos da (Losta.
D. Joanna, esposa do Illm. Sr. Albino Jos da Silva.
D. Candida Rosa Carneiro Monteiro.
D. Marianna, esposa do Illm. Sr. Jos Felippc Nery
da Silva.
Poco da Panella. 17 demarco de 1873.
O coadjutor pro-parocho,
Padre Vicente Maria Ferrer d Albuquerque.
Foi denunciado, pelo promotor publico interino
da comarca do Limoeiro, Manoel de- Assnmpcao
Santiago, o advogado Francisco Leandro Borges,
pelo crime de injurias escripias, dirigidas contra o
integro juiz de direito daquella comarca, actual
presidente da provincia da Parahyba .do Nafta
Francisco Tt ixeira de S.
Felicitamos ao Sr. promotor pelo modo intelli-
gente, honesto e imparcial com que se tem por-
tado e contina a dirigir-sc no desempenho de
suas funecoes.
0 matulo do Bom Jardim.
MARITMOS
CONTRA E0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta pra^a, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias;, na
ra do Vigario n. 4, pavimenta terreo.
companhiFallianca
seguros martimos e tenes-
tres'estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 18 7 0.
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
risco martimo em navio de vela e vapores
para dentro e lora do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, gneros e ia-
zendas.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra doCommercio n. 5, 1* andar.
Seguro conlra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GLOB
INSURANCE CONPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santoi i
PIUCA DO BEGIFE 10 DE MABCO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORA3 DA TARDE.
( uluc(ei ofilcaes.
Algodode llaci 1* sorte 9*800 jor 15 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0|0,
hontem.
Cambiosobre Londres a 90 d|v. 27 1|8 por II,
hontem.
Dito sobre dito a 90 d|v. 27 c 27 1|8 por 1000,
hoje.
Dito sobre dito vista 26 |8 por i i, do banco,
- hoje.
Cambiosobre Portugal a 90 d|v. 98 0|0, hontem
e hoje.
Descontde letras 12 OjO ao anuo.
I^eal Seve
Pelo presidente.
A. P. de Lemos
Pelo secretario.
ALFANDEGA
Bendiiuenlo do da 1 a 18. .
dem do dia 19.....
8l9tiONtt3
48:901*949
8d8:0!)4$3o
CQMMEBCI8,
COMPANHIA
Plienix Pernambucana
Toma riscos martimos em mercadorias,
fretes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, premiosmuito mdicos.
RA DO COMMERCIO N. 34.
SEGUROS
CONTRA-FOGO
IMPERIAL.
Ra do Comiuercio n. 38, pri-
meiro andar.
Agente,
W. G. FENNELLY.
BANCO COMERCIAL
DE
PERNAMBUCO
Dosconta lettras de cambio, de te rra
quaesquer ttulos pblicos.
Recebe diuheiro em conta eorrente simples,
em conta eorrente com juros e por let-
tras. .
Encarrega-se por commisso de qualquer
operacao bancaria.
0 expediente principiar s 9 horas da
manha e Andar s 4 da tarde.
Ra do Vigario n. 1, primeiro an-
dar.
Seguro eonlra'hgo
COMPANHIA
INORTHERN.
Capital..... 2O,OO0:000&000
Fundo de reserva. 8,000:000?)000
Agentes,
filis Latham & C.
RIIA'DA CRUZ N. 38.
Descarregam boje 20 de mareo de 1873
Vapor inglez Oberon mererdorias para alfan-
dega.
Escuna portugneza Aguia mercadorias para
alfandega e para o trapiche Conccico.
Escuna iogleza Newbog mercadoras para al-
landega.
Brigue inglez- Cubran Bcllemercadorias para
aifaudega.
Rrigue francez Typhes mercadorias para al-
fandega.
Escuna iuglezaL/onemercadoras para o tra-
piche Conceicao.
Brigue portuguez Lata I mercadorias para o
o trapiche Conccico.
Brigue allcinao Adolpho mercadorias para o
trapiche Conccico.
Barca dinamarquezaIver IliitfM taboado j
despachado para o trapiche Conceicao,
para conferir.
Patacho aUemao -Tltelesfarinha de trigo j des-
pachada para o trapiche Cenceieo.
Llagar aJIemo Alfred ferros ja despachados
para o trapiche Con?oic\o. para con-
ferir.
Iiiipurtaco.
Brigue inglez frusty, vindo de labor Grace,
consiynido a Sattmlers Brotlters < C, manifes-
tou :
Bacalho 2,114 barricas aos consignatarios.
Xo trapiche G colean ......
M5
RECEBEDOmA DE RENDAS INTERNAS GE-
IIAES DE PEILNAMBUIX)
Rendimento do da I a 18. 43:037*461
dem do dia 19.
\
1:134*072
4i:191*r33
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do da 1 a 18. 83:187*814
dem do dia 19...... 6:437*371
89:C25*18.'
MOVIMENTO 00 PORTO.
JSavios entrados no din 19.
Harbor Grace-31 ds, brisne in?lM Frusty, ic
23 toneladas, capitao William Kehor, equipa-
gera 10, carga bacalho ; a Saunders Brothcrn
al C.
Algoa Bay-23 dia?, barca ingleza Sea Foam, de
318 toneladas, capitao I. Haro Kens, ei|uipagem
10, em lastro ; ordom.
Marios sahidos no mesmo di.
Rio da Prata Patacho francoz Albertina, capitao
Vanni Flam, carga assuear.
Canal-Barca sueca Jon S. jo" din, capillo N. P.
Sjoberg, carga algodo.
CanalBrigue inglez Coila, capitao Reddie, carga
assuear.
Obscrvaco.
Suspenden do lamarao para o Aracaty, o Iri-
guo austraco Anmt Maria, capilo Srcciiia, con*
i inesmo lastro que treuxe de Sanies.
dem idem para a Parah;ba, barca ingleza Cu-
ba, capitn Potter, com o msmo lastro que Iroo-
xe do Rio de Janeiro.
EDTAES.
DESPACH.S DE EXPOUTACAO NO DIA 18 DE
MAIH;0 DE 1873
Para os portos do exterior
No brigue hespaihol Restaurador,p&n Mar-
seille, carregaram : P. Carneiro & C 3,000 saceos
com 2 !o,000 kilos de. assuear inascavado.
Na barca austraca Varia C, para Liver-
pool, carregaram : Borstelman & C 200 saccas
com 17.432 kilos de algodo
Na iiarca ingleza Thanton, para Liverpool,
carregaram : M. Lathan & C. 413 saccas com
30,647 kilos de algodo.
Na barca ingleza Hermiune, para Liverpool,
carregaram : M. Lathan 4 C. 1,000 saceos com
73,000 kilos de assuear inascavado.
Na crvela hespanhola Rusa y Carmen, para
Barcellona, carregaram: R. Schmmeltau & C. 2'iG
saccas-com 17,998 l|i kilos de algodo.
No brigue allemao Willibuld. para Liver-
pool, carregaram : J. Pater & C. 700 saceos com
.52,500 kilos de assuear mascavade.
No navio inglez Roderich, pan Liverpool,
carregaram : J. Pater & C. 700 saceos com 52,500
kilos de assuear inascavado
No vapor francez Cambie, para Bordeaux,
carregou : Abdon Mafra 1 fardo com 40 kilos de
algodo em carneo.
No navio allemo tficolau-; para o Rio da
Prata, carregou : A. Bastos 265 barricas com
30,348 kilos de assuear braneo o 14 dita? com
1,687 ditos de dito inascavado.
Nbrigue allemo Delphim, para o Rio da
Prata, carregaram : Ainorim Irmios & C 20J
barricas com 17,232 kilos-de assuear inascavado c
150 ditas com 23,966 ditos de dito braneo.
."Na galera portugueza Asia, pira o Porto,
carregou : H. J. da C Sobrinho i' saceos com
1,190 1|2 kilos de algodo.
Na barca portugueza Nova Fama, para o
Porto, carregou : A. A. da Costa 10 pranchoes de
amarello.
Para os portos do interior
Para Santos, no patacho allenw Wilten,
carregou : P. M. Maury 50 pipas com 2,400 litros
de agurdente.
Para o Rio de Janeiro, no brigue brasileiro
Galgo, carregaram : Amorim Innaos & C. 1,000
saceos com 75.001 kilos de assuear braneo : L. J.
M. de Araujo 600 ditos com 43,000 ditos do dito.
Para o Rio Grande do Sal, no hiato brasi-
leiro Galgo, carregou : F. R. P. Guimaraes 200
barricas com 25,745 kilos do assuear braneo c
100 ditas com 11,354 ditos de dito inascavado.
'Para Macei, na barcaca Onamr do Sul,
carregaram : J. M. Barros Filnos c C. 2 barris
com 192 litros de alcool.
Para Macei,. na barcaca Fio- de Alcxadria.
carregaram : J. T. Cordeiro & C. 1 barril cora
176 litros de alcool.
Para Mamanguape, na barcaca Maria sabe!)
carregou : A. Mesquita4 barricas com 240 k'o
de assuear braneo.
Para Mamanguape, na barcaca Prudencia,
carregaram r B.--Gomes & C. 1 barrica com 7o
kilos de assuear tranco.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do da 1 a 18.
dem do dia 19.
11:007*424
644*356
11:651*786
VOLUMES SAHIDOS
No da I a 18...... 48,657
Pnmeira perla no dia 19. 150
Segunda porta..... 151
Terceira porta..... 303
Trapicho Conceicao ... 151
49,613
SERVICO MARTIMO
Alvaiengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia 1 a 18. "*
Ditas ditas no dia 19.
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas.....<
Faculdade de Direito.
De ordem do Exm- Sr. consalheiro director in-
terino, aco publico que no dia 22 do CMfttta as
10 horas da manha, ter lugar nesta faculdade o
concurso suhstiluico de linguas.
Secretaria da Faculdide de Direito do Recite,
17 de marco de 1873
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Memm~
Pela thesoiiraria provincial se faz publico
que foram transferidas para o dia 27 do eonwnte
as segnintes arremataces :
Forecimeno de alimentarn e dietas aos pfWOP
pobres da casa do delen-.-o no trimestre de abril
a jnnb'i.
Sessenta ris por litro de agurdente consumi-
da na comarca de Nazareth, cuja renda oreada
em 2905900 por anno.
Secretaria da thesourara provincial de Pernam-
buco, 13 de mareo de 1873.
O olQcial-inainr,
M. A. Ferreira.
O Dr. Manoel Tertuliano Thoninz Henri-
ques, juiz de direito da .1 vara civel,
com exercicio da vara commercial da ci-
dade do Recife de Pernambuco, por son
magostado o Imperador, etc. etc.
Faco saber pelo presente que Eduardo da Silva
Ferreira, por sen procurador, me dirigi a peticao
do theor seguinte:
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do eonimer.io
Diz Eduardo da Silva Ferreira, cora estaheleei-
niento nesta praca, que sendo-lhe Antonio Jos Pinto
Oiorii devedor da quanlia de 1:999*840, importan-
cia de sua letra junta vencida em 12 d marr de
1868, c como esteja prxima a proscripeo da men-
cionada lettra e o supplieante lem em vista o art.
443 do cdigo commercial, vem nestes lermos pro-
tostar perante V. S., na eonformidade do art. 463
do dito cdigo commercial contra o snpfdicao,
alim de que fique interrumpida a preseripcao, fi-
cando salvo ao supplieante em todo o.tcmpo o di-
reito de aeco contra o inesmo supplicado ou.^us
herdeiros na cobranea da dita lettra. Assim, pois,
vem o supplieante requerer a V. S. se digne man-
dar-lhe umiar por termo o seu protesto, wndoet>;
intimado ao supplicado por carta de edites, em
razo de se aehar elle ausente, em lugar ineelto e
nao sabido, para cujo lim pretende o fupplicanUs
justificar a ausencia do supplicado, na forma 0>>
estylo. Pelo que pede a V. S. deferimento. H P..
M. Eslava sellada com nina estampilha do valor
do 200 ra., inutilisada. Recife 3 de marro de 1873;
Procurador, bernardino de Senna Dias.
Despacho.
Como requer.Recife 5 de marco de 1873
Maciel Pinheiro.
E nada mais se continha cm dita peticao e des-
pacho aqu fielmentecopi do, em virtude do mis-
mo despacho fra taita a distribuifo ao esenvo
deste juizo. Enesto Machado Freir Pereira da
Silva, que lavrou o termo de prolesto do llieor t
guinte:
Termo de protesto.
Aos 5 de marco de 1873, nesla cidade do Reeilr.
em meu cartorio, perante roim e as testeninuhas
infra assignadas, coniparecea o supplieante, por
seu procurador Bernardino de Senna Dias, e j>i
este foi dito que redada a termo o cometido d<
sua peticao e de como disse assignou.
' Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva.
escrivao, escrevi.
Bernardino de Senna Dias Jos Theodoro 6emes,
Jos Xavier C cilio.
E nada mais se conlinha em dito protesto, c ten-
do o supplieante produzido suas tcstemunhas, que
deptizeram convenientemente acerca da amcia
do supplicado, o respectivo escrivao, fazendo sellar
e preparar os autos, m'os fez conclusos, e nclb-
de a sentenca do theor seguinte :
Sentenea.
Julgo por sentenca o protesto fls. 2 verso, para
que produza em direito seus devidos e regulares
edeilos. Passe carta de editos para intimaco oV
protestado, e pague o protestante as cusas. Reci-
fe 3 de nar$0 de 1873.Manoel Tertuliano 1*0-
maz Henriques.
E nada mais se continha em dita sentenca, por
forca da qual o respectivo escrivao fez passar o
presente edilal, pelo theor do qual chamo, cilo c
lici por citado o referido supplicado Antonio hai
Pinto Otario para que, dentro do prazo do 30 dias,
compareca ante este juizo, por si ou por seu pro-
curador, allegando e provaudo o que lor bem de
seu direito e juslica, sob pena de revelia.
E para que nao fique o supplicado indefezo, tml
c qualquer pessoa, prenlas, amigos ou conheti-
dos lhe faro scicnte de todo o expendido.
E para que chegue ao eonhecimento de todos
mandei faz-r o presente edital, que ser afiixado
nos lugares do costume e publicado pelos jor-
Baes.
Dado c passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos....de marco de 1873.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Sirra
escrivao, escrevi.
Manoel Tertuliano Thomaz Heniiques.
DECURACOES.
w
Hospital Militar de Pernam-
buco.
Coiitrata-se para fornecimento das dietas des
doentes, racoes dos empreados, e expediente da
secretaria, no trimestre vigorar do 1* de abril
30 de jubo do eorrente anno, o seguinte : arroz,
alelria. assuear braneo reOnado, aramia, bata-.'
biscoutos, bolachinhas de araruta, bolachas, bana-
nas, cha hysson, chocolate, caf moido, carne ver-
de, dita secca, dita de poreo, doce de goiaba. fari
nha de trigo, farinha de muribeca, fcijo preti-,
gaitinhas, leite, laranjas, lenha, manteiga ingkaa.
mamiellada. ovos, pes de duas e quairo oncas
sal, temperos, toucinho, vinagre, vinho do porto,
vinho braneo, canelas, caivetes, envetoppes, pis.
obreias, pennas do ac, papel almafo paulado, pa-
pel almac liso, papel mata-borrio tinta preta o
violet'a Todos estes gneros e artigos devem t
pe anamso, ppelnta-borrio tinta preti i
vitletta. Todos estes gen*
da melhor qualidade.^
Na carne verde nao se admitte ossos atan .
quinto de seu peso, devendo ser forneeida de for-
ma que nio fique pedacos ou pequeas portm, v
de partes que se prestem a bifes e assados^ao pu-
dendo entrar eu peso, cabeca, pesco-o, linpn.1.
ventrculo, frcssnras e pea.
Os proponenies deverao apreaeatar suas pr..
postas em carta fechada na secretaria d amm<
hospital, no dia 22 do crrente s 8 horas -U
manh.
J Contrata-se o fornecimento de sanguesugas ^


)


Diaria de Pernambuco Quinta feira 20 de Marco d 1873.
A

>
t%
itclhor qualidade, para se applicarem nos doenUw
do mesuw hospital, no trimestre. vg ar J< i" de
' abril i :ti> dejaubo do correuto anuo.
inconcurrentes devero apresentarsuu pro-
postas em rarta fechada na secretaria do esta-
ltalecimaato, ik da li do correnta s 9 horas da
- manh.
Contalase o forneeimento de lavagem e concer-
co de roupas do uso dos doentcs do mesmo hospital
no trimestre a dfteorrer do Io de abril 30 de ju-
i'ii.i do correte anuo.
As pessoas que isso se proposerem, devenio
apreseutar suas -propmSlM em cari.-, fechada na
seareta'ria do cslahcleeimento, nodia22 do correu-
te s t horas da man ha.
.Secretaria, 15 de marco de 1873.
O escrivao interino,
____________Jos Carneiro Mtictel da Cunka,
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria,de faienda desta provincia, se faz pubJko
para-conhecimento de quem hiteressar, que no dia
36 not.corrente mez, peas 2 horas da tarde, pe*
raute a junta da mesma thesouraria, ser posto em
liasta.publica para ser arrematado por queni inais
ler,.e pelo prazo que se convencionar, o arrenda-
tii.-atu do proprio nacional denominado Calabou-
<;o. !ito ra do mesmo, desta capital.
Secretaria da thesouraria de tunda de Per-
nambuco, 13 de marco de 1873.
U o'lDcial-iuaior interino
Carlos J. de Souza Correa.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recite, manda fazer publico que
na sala de suas seasdesjna dia SO de marco cor-
n-ut.', pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrema-
tadas a quein mata vantagens oflereeer, pelo lem-
po deuin a .tres annos, as rendas dos predios em
seguida declarados.
ESTAUELECI HE.VTO DE CARIDADE
Kua do Amorim.
Ra da Guia.
{Jen. n. 29.........200*000
Ra do Pharol.
dem n. 80........181*000
Rua dos Acouguiuhos.
C.ua terrea n. M..... 98*000
Rua du Amorta).
tdemn. 26......... 303*000
Rua de S. Jorge.
.'ntbFado ii. 30........ 2104000
PATRIMONIO DOS ORPIIOS.
Rua da Senzala-velha.
Ua-. terrea n. 16...... 209*000
Os preendentes devero apresentar no acto da
arrematarlo as suas Saneas, on compareceretn
acoiipanhados dos respectivos dadores, deveudo
pagar alem da renda, o premio da quantia eri-
meato coininercia, assim como o servico da lm-
peza e preces los apparelhos.
Secretaria la santa casa da misericordia do Re-
eife, 1 de fevereiro de 1873.
O escrivao
Pairo fmlrignes de Sonsa,
Santa casa da misericordia
do Red fe
A junta administrativa da santa casa da tnise-
-"-ricorJia do Hecife, autorizada pela presidencia,
o do con oriniilade com o 5j 9* art. '62 do compro-
mtaao appnivado pela lei provincial n. 331 le 9 de
jucho de 1862, permuta por apoliees da divida pu-
blica, o |uodio de doos andares e soto n. 37
roa da aada, perteBeente aos estabelecimentos
de-oaridadej o qual se acha em mo estado.
Aceita projk.sta* ua ala das suas sessoes at o
'lia- 3 de abril prximo vinduuro, e recebe na mes-
illa oonariio propastas para demolir o referido
predio e converte-lo em um annazem terreo, obra
que devora ser levada a elleiton o caso de nao se
coaaqgajr a sua permuta.
Seeretaria da santa casa da misericordia do
J'eeife. 19 de marco de 1873.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Soma,
4'oui-uir.iid* dt\m ai'iuitM.
A eertidao pedida pela Sra. I). Josepha Correia
dos Sanios PeifO Machado, viuva do alferes do 54
eorpo de voluntarios da patria Antonio Jos dos
Santos Machado, aelia-se na secretaria da presi-
dencia desta provincia, remettida pe? da Rabia,
Uiui de Iheser en treguo, depois que satislizer na
referida secretaria as emolumentos provinciaes da
n tsnia eertidlo, na importancia de 3*500.
Secretaria do comisando das armas interino de
Pernambuco, em 19 do mareo de 1873.
PraneiMO Carneiro Pessoa de Lcenla
Tenente-coi'onel secretario.
WW msmx
i I riv
(MISIO Dituimco
ESPB
Oiiinia-IVira20di com*.
Representar-sa-ha o muito applaudido drama em
k lama, ornado de msica da oomposico do maes-
tr< Noronha :
DOS
"siTSTBSIOS BE MIS
'. rnnnara o espectculo cum a applaudida co-
media cm i acto :
0 diabo atraz da porta
0 papel de criado ser feito pelo artista Pe-
\ tale.
Principiar as 8 1|2 horas
A "ha-so em ensaios o drantii Carlos III ou a
I /.vi) em He$pa*ka.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA-YICENTE.
Quinta-feka 20 de maro, o
Recita extraordinaria,
jida i" la amansa em beneficio da mata-
tro
F. Cutos.
s pae este offarecida a S. Exc. o Sr. Dr. Heajri-
.jtie de l.ucena naja ser o sen producto applica-
.1 eat favor da i:onslruc(;ao do
\svl de alienadlas
seada o esp;ticulo honrado com a presenca do
Exm. Sr.
Presidente da provincia.
'itot.it \uu i :
\ffois que a orebestra, dirigida pelo talentoso
:attro Cala, tiver execnlado urna brilhanto syjn-
pbeaia, representar-se-ha o excedente drama em
-i actos :
i film do mim.
< ajaal sao desmpenUados os principaes papis
pelos primeiros iriistxs i
II anuda I.iiit e
FI:i vi Wautleck.
Terminar o espectculo com a graciosa scna
>iea :
0 Sr. l>$]Hiii^ots fra d* sri
50CHlada pelo actor Flavw.
Comear s 8 horas, e meia.
THEATRO
SANTO ANTONIO,
EmprezaAricente.
Sahbado 22 de maiti) de 1873.
ESPLENDIDO SUCCE3SO |
Qaarta represtmUv'ao da excedente comediar
drama m o actos; cuja boa aceitacSo sempre
crescen.e :
CIGANA DE PARS
sendo o papel da protagonista deseinpeuhadapeU
i." actriz
MAULA iim
Segue-so pela orebestra a nova quadriHia da
actualidade :
As irmandades interdictas.
1.* Conferencia jesutica. 2." A interdiccao.
3.* ManifcsiaQo popular. 4.a Triumpho da ma-
conaria. 5.* Os jesutas em debandada Msica
do maestro Julio Poppe e ltlras do hymno do Sr.
Dr. Carneiro Viilela.
Terminar o ospectaculo com o sempre applau-
dido duelo :
O estndaiite e a lavadeira
desempenhado pelos artistas Olympia e Florindo.
As 8 1(2 horas.
Domingo 23 do corren te
O drama martimo era 1 prologa e 4 actos :
0 NAUFRAGIO
;da
M EDIZA.
'Si-oni "ojo o apparato da jirimitiva, c a come-
dia em 1 acto :
O diabo atraz da porta.
O papel de criado ser desempenhado pelo
syaipathico artista Menezes.
As 8 horas da manhS.
Prepara-se
para o dia 25 de marco um importante espect-
culo em grande gala.
Recebe-se encoininendas. Para um dos das
da prolima semana, o drama histrico om o ac-
tos :
Os jesutas ou o bastardo
d'elrei.
A empreza pede s pessoas que se dignaran!
agenciar assignaluras para as representagoes des-
te drama, o obsequio de enviarem ao escriptorio
do theatro as respetivas listas, aflm de ser orga-
nisada a distribuidlo dos bilhetes.
re, mai*. 2 inobiii s, .fcet\tlo : I
francez de arco e outra de ama-
relio (ambas com tampo Ue per
dra marm.)re\ bonitos guardas
louqa, guardas- oupar apirado-
re, guardas-comida?, relogios
de parede, realejos, .espelhoa
dourados, 1 piano, berqos para
'rianqas, ca^jasfrancezas de jai
curaud e nmaceilo, bonitas
mesas elsticas,, machuiaa de
'costura, ca eira.s de erjo de
abrir, proprias para jarJins e
terr.itjos. marqu'aa larnas e es-
treita-, peqoeuas, mobilis para
gabintle-, objeclos de ouce e
pata, e muitos rtigoi do uto
domestico.
Hoje.
NA
FEIRA. &EUAN.VL
lG---=rua do Imperador n.16
Atiii:./eni.
90 lo eurrentc.
De candeciros a gas, arandeilss, venezianas,
laTatorkM, (guras de bronze, balanzas decimaes
(grandes), e muitos outros objectos existentes no
arinazem da rua do Imperador n. 45.__________
avisos martimos
Porto por Lisboa
i barca portoguexa Aleijria, capitao Carvalho, vai
sabir com brevdade, recebe carga e passageiros,
para os quaes tem bons commodos : trata-se eotn
E. R. Rabello V C, ru > do commerco n. 48.
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto vai descarregar o brigue
nacional Galgo, podendo engajar frete o resto
da carga que anda Ihe falla : tratar cora Fran-
cisco Ribeiro Pinto Guiuiares, rua do Bario
Jo Triumpho n. %.________
Lisboa e Porto.
A galera Asia a sabir em
poucos dias recebe carga afre-
te mais barato do que outro
qaatyuer navio;tem excel-
lcntes accommodacoes para
passageiros. A tratar com
Tito Lirio Soares: rua do Vi-
gario n. 17, Laudar.
Para o Porto
Vai gahir muito breve o brigue Portuguez Tri-
umpho. Recebe carga e (Jassageiros, a tratar com
Tito Livio Soares ; rua doVigario n. i".
PARA'
I" esperailo do Rio do Janeiro a todo o
momento o briyue portuguez Liyeiro III
que depois com possivel brevdade seguir
para o Para por ter a maior parte da carga
prompta, e para que lhe falta, que recebe a
{"rete cojnmodo : trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jos GpDCalveg Beltrao & Fi-
Iho, rua do Commerco n. $.
CeiriMIA
DAS
MESSAGERIES MABIT1MES.
Al o dia 23 do corrente mez espera-sc dos parios
do sul a vapor francez Gamliie, comniandante
Itorg, o (pial daaoia da dennra do costume, so.
gira para Brdeos, tocando em Dakar (Gore) e
Lisboa.
Para eondico.s. fieles e passagens, trata-se na
agencia, rua do Commerco n. 9.
Para o Kii-tirande di) Nul.
Para o porto cima segu o brigue nacional
Providencia, pie recebe amia alguma carga
frete, devendo em poucos dias ser expedido por
ter a matar parte de seu carregamento engajado.
A' tratar no escriptorio de ilva & Casco, rua
do Mrquez de Olinda n. 6 V
JOlll'WJlH
DE
NAVEGAClO BRASILEIRA
Dos portos do sul
c esperado ate o dia
22 do corrente o va-
por Cruseiro do Sul,
commandante Teive,
o qual depois da. de-
mora do costume. seguir para os do norte.
Para fretes e passagens, trata-se na agencia, rua
io Commerco n. 8.
LEILOES.
9
a mr n
ao correr do martello.
Iljl
Sendo: una importante bvraria de direito,
historia e religio.
O agente Martins fara leilo de una grande li-
vraria de direito, historia e religio, toda muito
liem conservada c de autores de grande nota, a
qual ser vendida ao correr do martello.
> i annazem da rua do Imperador n. 48, s 11
horas do da cima.
LEILO
Em coitinuacuo
DE
movis, louQa, vidros c crystaes.
Scvlii-lV-ii-i 21 lll' IHIHCO ,
As 11 ly2 da manda
O agente Pestaa far leilo, por contaorisco
de quein pertencer, de 1 rica mob lia de Jacaran-
da a Luiz XV, com lamias de pedra, de mellior
3ue tem viudo a esta pra.-a, I dita de dito, 1 dita
e junco com lampos de pedra, 1 dita de amanillo,
raanmezoes, niarque/as, con oos, mesas redondas,
sofs, cadeiras de balango, ditas de bracos, 1 cara-
moda de Jacaranda maotea, i dita de inogno, mea
dita de amarello, c.ibides, bercos, cama para ca-
sal, ditas de ferro, 1 toilette de mogno, espelhos,
quadros, guarda-louoa, estantes e outros muitos
objectos, e 1 caixa com l.r0 libras, de chocolate
de muito boa nnaudade. Sexta-feira 21 do cor-
rente, s 11 t|2 horas lamanb, no annazem da
rua do Vicario n. II.
LEILA0
DE
movis, loip e crystaes,
(Tudo novo e em ptimo estado)
CONSTANDO DE
lu piano forl^e, 1 mobilia de Jacaranda, 1 tape-
te grande e o pequenos, panos de crochel, sendo :
3 transparentes para janellas, jarros para flores,
3 candeciros a gaz, escarradeiras, 1 cama de ja-
caranda, 1 toilette, 1 lavatorio, 1 guarda-vestidos,
1 cabide, l secretaria e 2 cadeiras de balando,
l majA elstica, I gu;irda<-louca, 2 aparadores, 18
cadeiras, apparelbos para cha e janlar, copos, c-
lices* fompoteira, garrafas, bandejas, talberes,
apparelhos para lavatorios, e muitos outros arti-
go! pertencenles casa de familia.
extuician 'i 1 lo coi'ircntc.
Por iuterven?o do agente Pinto.
No segundo andar do sobrado da rua do
Livramento n. 20.
0 leilo principiar s 10 l| horas era ponto.
LEILO
B.\
armado, gneros e mais pertencas da taver-
na da rua Vidal de >'egreiros n. 1, esqui-
na da rua Christovo Colombo.
SP;XTA-FEIUA 21 DO CORRENTE
O agente Martins tara leilo da excellente arina-
q&o de louro, grande quautidade do louca, e ou-
tros muitos gneros de le, da bem af; eguezada ta-
verua da rua Vidal de Nagroiros n. 1, a qual ser
vendida em un ou mais lotes a vontade dos com-
pradores ; garanle-se a casa, e o aluguel rasoa-
vel.
O leilo ter lugar s 11 horas do dia cima
na mesraa taverna.
Eigenho Monte d'Ouro
SABBAD0 22 DO CORRENTE
s 19 horas em ponto
Por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commer.no desta cidad rei|ucriraento
dos administradores da massa fallida de Siqueira
Pereira, o agente Pinho Rorges far leilo do
eugenho denominado Monte -dft Ouro, sito no ter-
mo de Ipojuca desta provincia, o qual foi penho-
r^nlo por execuco dos'ditos- administradores a
vi uva e herdeiros do Dr. Ignacio Nery da Fonee-
ca, adjudicados indicada massa.
Ao meio da cm ponto, no escriptorio do referi-
do agente rua do Rom Jess n. 53 (outr ora rua
da Cruz), onde os Srs. pretendeutes podem have
as nformaces necessarias.
LEILO
DE
BONS MOVEI: 1 mobilia
aova de Jacaranda composta
de 12 cadeiras tle guarnicSo, 2
de brames, 2 de blauc^), so/,
2 conqolo3 com pedra maFmo-
LEILO
DE
100 acQes da companlna JPertiaiobucana.
5 ditas da com[ianhia de seguros utilidade.
publica.
SABBAD0 22 DO CORRENTE
meia hora depois de meiq dia.
l*or nterveoco doagente pinto.
Era continuac-ao ao leilo que de ve ter lujar na
a ss.ciai;o. commerc ial.
Na sa)la Asaocm$o Comm^rcial Beno-
t licente.
P agente Pinto levar novamente a leilo, por
despacho do lllm. Sr. Dr. juiz da provedora, as
arfoes cima nieuctoaadas, pertencente^ ao espa-
lio do finado Antonio Joaquim de Souza Rilieiro,
servindo de base as offertas obtidas no leilo do
dia U, devendo naquella occasio cffeetuar dita
venda com quera melhor offcrta liner.
DE
300 lotes de diversas plantas e flores novas,
arvore* e arbustos para ornamento de
jardim.
SEGNIH-EEIRA 2 i DO CORRENTE
A's 11 horas da mauba.
O agente Pe.siaua far leilo, por conla e risco
de quem perte/icer, de 3)0 lotes de diversas plan-
tas e Jlores, como sejam rozeiras, camellias, mag-
nolia?, azulios, orlenoia, peonnia, prodo, deni-
dreni, arvores de fructos de todas as qualidades :
segunda-tora 24 do corrente me', s 11 horas da
manha, no ariuazeiu da rua. Duque de Caxias n.
60.
"GRANDE E VARIADO
Leilto
DE.
excelentes movis, boa Iou;a e linos crys-
taes.
\ rnbei-:
Um .piano forte, de lHondel i Wignei, 1 estante
para msicas, 1 cade ja .para o niesino, I mobilia
(nussica) de Jacaranda, 1 mesa de sof, quadros
jarros para flores, 2 ricos candieiros agaz, de
crystai, t figuras de bronze, 1 casti'.-aes e mangas,
3 fancas o cortnadi>s, tapetes, escarradeiras e es.
teira forro da sala.
Urna loylete de Jacaranda, 1 lavatorio com pedra,
1 mesa le jogo, 1 mesa redonda de charo, 1 ca-
ma com colxo de mola, 2 guardas-roupa, 2
guardas-vestidos, t espelho e 2 camas de ferro.
Um secretaria de mogno, 1 estante, diversos h-
vres, 1 mappa, 1 globo geographieo, 1 machina
de costura (|>erfcita), 1 mesa com jogo xadrez,
1 tabea e pedra? (jogo de gamao), cabides, 2 ve-
nezianas, i tutciro ("(un campa.
Urna mesa elstica. 1 guarda-louca. 1 aparador
armario. 1 quartinheira, 1 relogio," 1 sof, 24 ca-
deiras, 2 lavatorios, 1 qaadm donrado, com flores
de cora, t apparelho para janlar, 1 dito para cha,
coraiwteiras, garrafa*, copos, clices, porta-garra-
fas, bandejas, conectas de arane, objectos de
electre-plate, bancos para jardim, vasos para flo-
res, oseadas de abrir, mesa e taboas de engoin-
mar, mesas e trera de coziuba, e outros objectos
deeasa de fapidia.,
QviiLtw.-lcirn 2 7 <1 oonu'iilr
Noprimeiro andar du sobrado da rua Impe-
ratriz ti. 12
Jos. Hpnrique Trindade, tendo de fazer urna
viagem ao Ro de Janeiro, levar a leilo por in-
tervenco o agente Pinto, os movis t mais ofijec-
los existente* em casa de sua residencia, priraei-
ro andar do sobrado da rua da luqteratriz n. 12,
onde se elTectuar o leilo no dia 27 do corrente.
0 leilo principiar s 10 2 horas em ponto.
O novo cafe do commerco
na rua do Vigario n. 26, Io
andar.
Recebe se assignaluras por piceos commodos,
bom tratamento, e com mulla lirap'ea. Pao espe-
cial, alguraas massas dillorentes e papa de manha
ou caf bom. Lanche e comidas (avulso) durante
o dia
Precisa-se de um caixero de la 14 annos:
na taverna e retinacao dos Afogados n. 13.
Hrccisa-se de urna cozinheira jjara duas
pessoas, de urna criada para arruma,'o de salas,
quartos c rouparia, e de um criado para copeiro e
mais servicos de casa : na rua de S. Francisco
n. 72._____________________________________
Escravo fgido.
F gio no dia 7 do corrente mez de marco, do
engenho Roa-vista da freguezia de S. Vicente, co-
marca de Ilamb, o escravo Antonio cora os sig-
nacs segiiintes : 3o anuos de idade, pouoo mais
ou menos, alto, seceo, cor fula, pouea barba, tem
cca'jizes de ferida as pernas, carapina, sabe
ler e escrever : ipieni o pegar leve-o ao dito en-
genho, ou no Recif.! ao Dr. Laurino de Moraes
Pinheiro, rua do Rangel n. 7, mente recompensado. __________
Q.
uem quizer.
Em um sobradiaho no becco do Faleo lava-se
e engomma-se por barato prejo e a gosto dos seus
fregueies; so assim n) for, poderao seus donos
voltar suas roupas para endireitar-se : quem qui-
zer pode desde j mandar.
D-se 600i a juros cm hypotheca ou firma
commercial : quem pretender dirija- o nesia ty-
pographi a fallar com o Ferreira.
B Precisa-se alugar urna escrava que" saiba
coinbar o comprar : na rua do Torres n. 38, se-
gundo andar.
Mj:~i:< ; i ..-i'.hi.t.i''ni-' i lk\ VS
** I .- 11-- ;yi'i'V-\- t -l i' .- \n-l-: :'
alisos ocasos
casa da mi
AOS 5:000|QOD.
BILBETES (iillWTIDOS.
i' rua Primsiro de Marco (oulr'ora rua do
Crespo) ~n. 23 cusas do costume.
Dahaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes biliwles, um inteiro n. 2V78 oin 800*000,
e outras sortes de i0000 e 2OJ00 da lotera
que se acabou de exlrahir (42.*), convida aos
pOMuidores a viran receber na eoof-jrmidada do
costume sem descont alguiu.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 4' parte das loteras a beneficio da matriz de
Serinbaem (43'), que se extrabjra na quinta-fera,
20 do corrente niez.
PREC03.
Billiet inteiro (5000
Meio bilhele 3 000
Quarto 1550
EM POft-QA-O E 100^000 l'AKA CIMA.
Rilhete iateiro &0MO
Meiobilhete 27oO
Quarto l375
________________ManoelJIarlins Fiuza _____
Aluga-se o L" andar do sobrado n. 47 da rua
da Imperatriz, quem o pretender encontrar s
chaves na loja do mesmo sobrado, e se entender
cora seu proprietario a rua do Hospicio n. 33.
Alaga-Be o Io andar da rua de S. Jorge, (an-
liga Pilar)- n. 74 com 2 salas, u |uartos, cozinha
fora, fresco e pintado de novo: tratar no 2*
andar.
-r
-i
am
Novo estabelecimento
de joias.
Rua lo Cuhug n. 12.
estabeleciincntc

i4
a
O proprietario deste
receben entre muitos objectos de peque- ].;;
nos valores, os seguintes: rozetas e anneis .;i-
de brilhantes, brincos e cacoletas, ade- 'j
resoa e nietos aderegos de rubios, esine .i.
*^ radas, perolas, allinetes para retra-
9 tos, com brilhantes, rubins e perolas, ;~
ib |iorta-charutos muito proprios para me 4^
fet sa, de delicados gostos o perfeila mo r^-
Jg de obra, apparelhos proprios para almo- ":;
~ 50 e juntar, para meninos levar para o j..
* "ollegio, tudo se vender por pret-os ra- 'f-.-
r^ zoaveis, garantado-se todas as joias que gj
-ii
deste estabelecimento saia. Tambera se
.....
Machado i Brandan, soccessores e liqmdata-
rios daextncta tirina Silva Rocha & Machado,
de Pernambuco, lazeni publico que sendo-lhes de-
vedor Manuel Antonio de Souza Ribeiro. resi-
dente na villa do Triumpho, comarca de Pajeu
de Flores da mesma provincia, de ttulos venci-
dos desde 1869, previncui que ninguem con-
trate cora o dito devedor 00 procurador em Por-
tugal ou neste lunera, sobre a beran^a le-
gada que o raosmo tem no teslainento com que
tallecen era Lisboa o negociante Antonio Joa-
quim de Souza Ribeiro, cojo inventario se pro-
cede pelo juizo daquella cidade, escrivao Frei
tas Jacome, como sobrinho que o dito devedor
do testador, por ser lilho de sua rra D. Au-
na Joaquina de Souza, da freguezia de Landim.
conselho de Villa-Nova de Famelico ; para evi-
tar dnvidas e futuros letigios da preferencia que
a divida tem sobre os ccnlralos posteriores, vis-
to que seus dreitos esto os annuncianles sus-
tentando contra o devedor no respectivo foro
domiciliario.
LEILO
DE
toa aci;0os da companlna do Beberibe.
10 ditas da companhia de seguros Itilida-
de publica.
F.m lotes a vontade dos compradores.}
SABBADO 22 DQ CORRERTE
ao meio dia
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
no
Mmk Olinil e Belterihe.
n^ Dftsejando esta compa-
nhia concorrrer de sua
parto para que tenha um
feliz resultado o grande
espec aculo que liojo deve
ter lugar no theatro de
Santo Antonio, em henelicio do^asj lo dos alie-
nados, de Olinda, expedir um trem depois
do mesmo espectculo, para Olinda.
Escmgttorio da companhia, 20 de margo
de 1873.
O gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda-
^ Joo Christiani avisa ao respeitavel
oorpo do commercio que admittio desde 1
de Janeiro do corrente anuo, como socios
de sua casa cornil ercial, os Srs. Thomai
Ferreira le Carvalho e' Ricardo A. Christiani,
sendo ,1 linxa social d'ora cu diauto, Joo
Christiani & C.
Hecife,-15 de margo de 1878.
*t fbrica e concerla qualquer objecto ten- ^*
jff dente a mesma arte. 'H'
MHmrfffffffft fi^ff $ifff un
CASA DO OURO
Aon 5:000^000
Bilhetes garantidos
Huado ttaro da Victoria (oulr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assgnado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a solt de ::0tX)4 em quatro
quartos de n. 91, a serte de U'OJ em bilhele in-
teiro de 11. 1737 e q atro quartos de n. 1918 com
a sorte de IDO, alera de outr s sortes meno-
res de 40 c 2D da lotera que se acabou de e\-
trabi (12J,; convida ao passoidores a vireni re-
ceber, que prompt. mente sero pagos na forma
do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi no seu estabelecimento cora-
pr r os muito felizes bilhetes, |ue nao deixar de
tirar qualquer 1 reinio, como prova pelos meamos
annun ios.
Achara se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da V liarte das loli rias a beneficio da
igreja matriz de Serinliaem, que se extrabr 110
da 20 do crlente mez.
IVecos!
Inteiro 63000
Meio 3*000
Quarto 5003
Do flOO:4>00 pura mu.
Inteiro o500
&!eio 27oO
Quarto l37o
Recife, 12 de marco de 1873.
Joa'o Joaquim da Costa Leite.
Quera precisar de amas, seeca e de leite, di-
ja-se ao pateo de S. Pedro n. 3, loja, a tratar.
Na rua da Madre de eus n. 3, preciza-se de
um criado para todo o servico interno.__________
Altiga-se para casa de familia urna escrava
que cozinha o diario de urna casa e que catando
alguma couza de engommado : tratar na rua
Primeiro de Marco, antiga do CraSPO n. 7 A, loja
do Passo, junto ao arco de Santo Antonio.
Precisa-se de uma mora para iratar de urna
enanca : na rua da Concordia n. 215
Fabrica de fiaejio e teci-
do*.
Nao estando anda completa a assignatura do
capital necessar para esta empreza ( I.'i0:0u0*
contina aberta a subscri rao at o lira do cor-
rente mez e cm mo do empresario Silva Barro-
ca, na rua do Mrquez de Olinda n. \, ou do cor-
retor Mesquita, na prara do Commercio.
Escravo fgido
Auscntou-sc da casa de san senhor o escravo
mulato, com idade de --'i annos, gago piando
falla, levou calca de brira nova e eamtaa de al-
godo, tilho do Limoeiro e eostuma andar ga-
nhando nesla praca. Roga-se s autoridades e
capites de campo o obzequo de pega-Io e lev r
a casa de seu senhor na rua da Cacimba n. 1.
ou Caminho Novo, rua do Conde da Roa-Vista n.
10, que sero recompensados.
FAR1M1\ DE J.WIM0CA.
Vendem Cunta Irmaos 4 C, prego commodo :
rua da Madre de Deus n. 3V
A ESPADA NACIONAL"
Aos Srs. milites
lll \ DO i i <- i .. 1 B.
Acaba de ser reformada a antiga loja de ser-
guero da rua do Cabyg u. t B., onde se eucon-
tra um sorliraento completo de bonets, barretinas,
talins, cananas, talabartes, charlateras, banda*,
abotuadoras donradas, galaa de prala e ouro lino
de todas as larguras, esporas domadas, etc., etc.,
assim como se encarrega de todo e qualquer far-
damento que lhe seja pedido, por menos preco do
que era outra qualquer parte.
Iliiu lo Cyubug n. 1
B.
PHARMACIA
' 1 -heu-
e inalte-
aiTosi Juiuor d C. rogatuatodos os
seus davedores o obsequio de, dentro de 15
dias de hoje, viren? ou mandaictn saldar suas
emitas,.pxus.do contrario, pass.iro poiodcT
gosto le vareta seus. nomes. pubUcadoa nesto
jornal, o dppui sero ajuizados.
Ueuite, 20 de mar^o de 187^.
- Arrenda-.-e rua da Aurora n- 6"->, a pro-
priedade denominada Barra de Seruei na
freguezia do raesrao nonie, beira-mar o beira-jio,
propria. paca, qualquer esubeleehueato de seceos,
e-raoliadas, cota muitos ps de coquiros dea-
frucia, e rnuitas rondas do slo, cobrar aauual-
mente,
Avisa-se
a quem der noticia da eseaa/a Gulhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa-
tos, e depois comprada ao Baro de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de denlesa
frente e as mos cora cicalrizes de queiraadura
de gaz, secca do corpo e muito regrsta, qm de-
appareceu da casa de sobrado u. 26, da rua dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
Escravos fgidos.
200$000.
Ausentaram-se dous esravos irmaos : so:*.do um
de nome Leurenco, de idade de 26 a 77 annos, es
tata regular, cheio do corpo, cor clara, cabello
estirados, rosto redondo, c sera barba, levou calca
e camisa branca, e chapeo de feltro preto; e o ou-
tro de nome Andr, da inesma estatua, mais moco
um pouco do que o outro, tendo os raesmos sig-
nae3 do rmo. Poram comprados: Lourcnco ao
Sr. Claudino de Albuquerque Mello, da comarca
de Patos, provincia da Parahyba, e Andr ao Sr.
Joo Francisco Gomes de Amida, da comarca do
Limoeiro ; tendo fgido aquelle no dia 26 do cor-
reute (Janeiro) e este hoje 30 do mesmo; suppoe-se
que seguirara a estrada do Limoeiro a berra ao
Teixera : roga-se todas as autoridades polwiae'4
e capites de campo que os apprehendam a os con-
duzara rua do Apollo n. 30, arinaaem da acu-
car, que se gratificar com a quantia acuna.
DE
BARTHOLOMEU !Jc C.
34RUA LARUA DO ROSARIO S4
Catalogo de novos medicamentos, t-
nicos, estimulantes c estomacaes,
recenteineote descobertos pelos
mclhores pharmaceuticos e
chimicos da Europa
A SABER:
PREPARADOS DE AROUD.Vinho ferrugi-
noso de quina, tnico estomacal, repa-
rador das forjas dos convalescentes, as
fehres typhoides, as pardas de sangue,
etc., etc.
Xarope, concentrado, com bal-
samo de tol e todos principios nutriti-
vos soluveisdo extracto de carne de l.ie-
big, medicamento mais poderoso para
os phtysicos, as affec;es catarrhaes,
etc., etc.
Xarope de casca de laranjas
amargas, com (odos os principios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
Liebig, o mais poderoso dos analpticos,
para 08 temperamentos delicados e ner-
vosos, estoma] por exceUencia, ele, etc.
ANDl'IU.N.Vinho ante-gotosn anfa
matico, como grande especilic
FALIERES.Xampc antu-norvo
nivel du bromuretu de potassio, medica-
mento especial contra as aletvoes nervo-
sas e cunvulsivas.
SllKURY-KI.NA.Vinho de quina, tnico
ante-febril de um gusto agradavel, supe-
rior ao Madeiro, o Verinuth.
THOMMIUU:! GElIZ.Grannks jaropes,
banhos sulfo-acidos, para o tratamento
das molestias de peito, garganta c de
pelle, de um grande proveitu para os or-
gns nspiratirios.
OIVRIER.Vinho e elexir de Cocado, IV-
rou, toico de um gosto agradavel, esti-
mulante, nutritivo e estomacal; em pre-
gado com grande vantagem as crianzas
debis, as nralhcres cbloroticas, ataca-
das de florea brancas, us velhus fracos
pela idade e pelas molestias, na atouiados
orgaos digestivis, as gastrites, gastral-
gias, etc., etc.
CARPENT1ER. Vinho ferruginoso barbo, tnico e purgativo agradavel sem
produzir constipares nein alteracoes no
estomago.
SAVORY E MOORS.Emulsao pancreti-
ca, muito estomacal, com grande pro
veito no tratamento da phtysica, podendo
ser enapregado com grande vantagem,
quando o oleo de ligado de haiallio nao
possa ser tolerado no estomago dos doen-
tes ; semlo o nico remedio pie com
eficacia facilita a di^esto do oleo, l'a-
zendo apparecer o appetite e o augmen-
to da nutricio, etc., etc.
CllA.MRKI..Conl'eitos de bromreto de
|ioUissio, grande es[M'ciIico contra as a-
feccoes nervosas, ataques bystericos, epi-
lepsia, tosse convulsa, coqueluche, in-
somnia, tristeza, delirio e totlos os in-
connnodos que tem por causa o crethis-
tno nervoso.
MF.NTKI..Granulos de sub-nitrato de Bis-
muth. Este medicamentoed'uma gran-
de ellicacia contra as diarrbas, cboleri-
na, dysenteria gastralgia *e nos casos de
digestdes diffieieis e dolorosas.
L. BEl'F.Kmulso vegetal de alcatrao.
Este medicamento administrarse de una
mancha commoda e precisa. 0 alcatrao
em sen mais perfeito estado du pureza,
vantagem que nenhuma outra prepara-
<;o de alcatrao possuc.
DR. CBOLA.Solm-.io de pyrophosphato
de ferro e soda, lista solu;o consti-
tue um excallente reparador das forens,
obra sempre as pessoas que tendeni
para chlorosc [cores paludas) anemia fra-
queza getal. Este preparado tem a van-
tagem de nao ter nenhum sabor.
GBI.MAL'D.Confeitos especficos,para cura
da incontinencia la urina, e os incommo-
dos das senhoras cbloroticas, etc., etc.
C.IIA.MARDCha tnico purgativo e depu-
rativo, possue um gosto suberoso e um
aroma suavissiino, e as propriedades as
mais notaveis sobre os embarazos os-
tomago, dos intestinos e do ligado, o
desobstruonte por exceUencia na cons-
tipaivlo do ventre e nao tem resguardo
nenhum
L BEL'FCoaltar Saponine, emulsio des-
infectante enrgico, cicatrisante das
chagas.
II FLOXXarope unitivo e peitoral empre-
gailo com vantagem na tosse fxequente,
catarrho chronico, coqueluche, e etc.
etc.
MENTE!.Granulos de phosphate le cal,
medicamento til as molestias dos os-
sos, fracturas, diatrlieas chronicas, dia-
betes rachitismo, etc.
UOGGPululas de pepriua aciduladas, em-
prega-se as affecQoes gastralgicas, e cm
todos os t:asos cm que a digesto dil-
cil ou irapossivel. Com Irande vanu-
gem.
BLISS K.EEX & CExtracto hydroalcooli-
co de condurango, medicamento muito
estimulante e depurativo, empregarse
contra a syphilis, scrofulas, rlicuniatis-
mo, ulceras, etc. etc.
VAUyi CLIN DESLALRIERSElixir de qui-
na e caf-tonino especial contra as fie-
bres nevralgicas, enxaipieca, empobrm i-
mento de sangue, fraquesa geral, cotos
palllidas etc etc.
DR. CROBQERPiUulas anji-aevralgica,
omprega-se cetn a maior ellicacia em to-
das as affec^es ne\ ralgieas, nos incom-
modosda menstruaco.facilitanilo o flux >
sanguneo.
QUERlGela de oleo de figado de baca-
lhau aromatisado, com todos os princi-
pios activos do oleo de ligado de baca-
lhau. Esta gela nao irrita o estomago.
podenilo os doentes usar delle por moui-
to sem a menor repugnancia. E' nm
grande especilico para oaumm 'eanoi
consumpeao bronchial, tubercnlar, es-
crfula, debihdade geral, etc. etc.
JOHNSONEsseucia de salsaparrilha ver-
melha da Jamaica, empringada cuino <
nico depurativo inmediato do san-
ue.
ELIXIR ANTI-ASTIIMATICOSedativo Pei-
toral, applicado com grande vantagem
no tratamento da asthma, tosse convulsa,
defluxos catharrbaes e todas as molestias
dospulmoes. -. -
Nesla tvpographia precisa-se de um hornera
para puchdor de rada, e um menino para reca-
bedor de papel.
s


mm
REMEDIOS
DO
DR. JX AYER
Salsaparrilha de Ayer
(Extracto composto)
Para cura da
ESCRFULA
E todas as molestias provenientes della
As erupcoes
c todas as molestias da pelle ; taes com.o :
Erysipela, pstulas, borbu-
lhas, tumores, ulceras
cancerosas, chagas
MAIHAS DA PILLE.
SYPHILIS
em todas as suas formas.
Ulceracao do figado, dos rins
e do estomago.
Hydropisia, indigestoes,
e em summa todos" os males que tem sua
origem na
Impureza do sangue.
1 SALSAPARRILHA BE AYER
um alternativo para a
movaco do sangue
; para dar nova forra e tm ao corpo j de-
bilitado pela doenea.
A salscqmrrha do Dr. Ayer
um excellente renovador
das forras j debilitadas pela molestia.
VIGOR
aos orgos enfraqueoidos,
o syslema nervoso
EXPELLE
do organismos mos bumores que provo-
cam as molestias.
QliantaS e quantas doenras nao rc-
sultara do
SANGUE
i)
I
Ueste lempo de ca.lor, especialmente, de
grande necessidade conservar o sangue
Puro e limpo,
e para alcanzar ess fim nao confiranos ab-
solutamente remedio molhor do que o
Extracto composto
DE
SALSAPARRILHA
Todas as numerosas molestias que ci-
ma to' notadas, sao apenas fructos de urna
>o arvorc, (symptomas difluientes da mesma
doenra, a impureza dcste Huido vital o
SANGUE:
arranca! a arvorc pelas ratees e la* morrem
os fructostambem dizemosarrancai a ar-
vore da impureza do sangue c l morrem os
seos numerosos fructos.
A SALSAPARRLHA
DE
7
(
-se de AyerAyerAyer .
O GRANDE
PURIFICADOR DO SANGUE;
A celebridade de quo hoje goza a Salsa-
parrilba como remedio depurativo, alternan-
te e tnico, devida aos resultados summa-
mente satisfactorios que tem acompanhado
este
EXTRACTO COMPOSTO
DO
DR. AYER:
Pedimos ao publico cm geral que tome
ESPECIAL ATTEN^AO
que o nico, legitimo e verdadeiro da Salsa-
parrilha o de Ayer 'note-se de Ayer)
Preparado por
DR.J. C. AYERK
N. R.
Cada frasco traz o seu competente envol-
torio corn todas as dipecQdes necessarias, trr,
portuguez, e na capa vem em
LETTRAS DOIJRADAS
o nome do remedio, etc., e as firmas dos
nicos agentes no Brasil
W. R. Cassek & C.
(AGENTES DO DR. AYER).
Agente desta provincia
J. VC. Doyle
Ra do Commercio.
Diario de Pernambuco Quinta fetra 20 de Marco de 1828.
PreeMa-sc de urna
rciro, cw de Frene
i l i Precisa-se de a
AMA coziuliar ; na ra da
Ama.
OGRANDE PURIFICAOR f)0 SANGUE!
Esta excellente e (fcwrawl medicina,e
preparada d'uina manen-a a -mais scientili
ca por Chimicos e Drogwstas m doutos t
d'uma mstniccao profunda, tentando mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma ton-
ga e laboriosa pratica.
A sua composicao nao oonswte d'uro sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractes d'um numero de rai-
les, hervas, cascas, e tomas, possuiriao to-
das ellas, sua virtude especia ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
a estes differentes extractos vegetaes, achta-
le por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua torca, o cu-
rativo especial de virtude, quedada um de
per si possue. A raiz da plasta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
as usamos nesta prepararn, sendo a qua-
iidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composicao da Salsa-
parrilha de Brlstol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
ao encerra em si cousa alguma, que pos-
ta por leve ser perigosa ou ".injuriosa
jade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparacSes,
as quacs debaixo do nome de Sateaparr-
Iha, 6o accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de oh por
;ada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
9m frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionam sua preparado emzr'
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
oossa Salsaparrilha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual porcSo
couda naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue ainda muito mais torca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
eeis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tanto mui natural, que aquelles, que se
icnam oceupados em preparar e vender as
suas produeces, em garrafas pequeas,
nurmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes proclamando, que a nossa Sal-
saparrilha de Brlstol n5o possue a
menor virtude; porm qu5o efectivamen-
te sao elles postos em silencio, quando indi-
jamos, ou simpiesmente referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE RRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan
tas de que se compoer as nossas medicinas
sao produzidas, que nos habilita ejer-
cer aquelle constante cuidado e disvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos tk
aos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcncennos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigc
ou ingridiente que entra na sua composi-
;o; pois levados e compenetrados 11
mais firme e persuasiva confianza; que po-
jemos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e de todos os paizes, que n
Salsaparrilha de Brlstol. possuerc
am remedio mais efficaz e seguro ; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
a effectiva cura das seguintcs enfermidades
Ama para engommado J Francisco Jos Capo-
le pagase bemj.no caidei- .so artistaalfaiate, transferio
isco Joaquim Ribwro de grito. %-,
" sua oncma da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Qlindan. 34,
primeiro andar.
ama para
Aurora a.
Precisa-so de urna ana para cozinhar
e romprar ou lavar e engmnmar, prefe-
re se pMtogucza : ra do Bario da VttoriD
n. 28.
PrecU-se alugar duas amas ; urna para
engoimuar e cuidar de outros servidos do-
mesticos, outra para cozinhar e lavar. Tra-
ta-se iu ua do Capibaribe n. 40.
AMA
quez de OUnda n. 59.
Precisa-se de urna ana que
saiba cozinhar para casa de
rapaz solteiro. Ra do Mar-
a imiBf A Precisa-se de urna ama pare
y% !* /% cozinhar, na ra do Baro da
Victoria n. 38, loja.
A 11 i Precio-s de urna que entenda per-
\ Iwl \ hitamente de cozinhar, paga-se bem:
Lx l"lil.;a tratar na ra do Bario da Victoria
n. 2o botica Xranceza.
AMA
ra Nova.
Precisa-se de urna ama que
saiba cozinhar bem : na ra do
Baro da Victoria n. 28, antiga
Precisa-3 de duas amas, sendo urna para
engommar e outra para cozinhar : na ra da Pe-
nba n. 23.
Precisa-se de urna ama para o servico de
urna casa de jiouca familia : no Corredor do Bis-
po n. 2. __________ '____________
Precisa-se de urna ama para duas pessoas :
na ra da Paz a. 22.
AMA
Precisa se de urna ama para cozi-
nhar e engommar para casa de urna
familia de duas pessoas : a tratar na ra de S.
Joio n. Cl.
Alga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
Sitio para alugar.
Aluga-sc um sitio na Capunga ra das Per-
nambucanas n. 23, tendo boa casa de vi venda,
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na ra da Intperalriz n. 9. pri-
meiro andar.
Nazareth
"O Sr. coronel Jos Francisco Lopes Lio quen
ra ter a bundade do vir ou mandar ra do Im-
perador n. 28, a negocio de seu particular inte-
resse.
5
20#000.
Frecisa-se alugar urna cscrava que engomme
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno
de urna casa de pequea familia, comporta de
duas pessoas, e de una outra que cuzinhe cun
prfeico : no largo do Pa raizo n. 28, Io e 2* an-
dares.
Aluga se urna boa otaria para obras tina?,
ina Boa-Vista : tratar no Mondego n. 6o.
t dvogado. I
O bacharel Jos Alves Lima Jnior, /g,
promotor publico e advogado na co- %#
\ mil Precisa-se de una ama forra ou cap-
I\.llLdi uva, para todo servico em casa de pou-
ca familia : ra de S. Francisco n. 54.
Precisa-se de urna ama para cozinhar em
casa de pouca familia : na ra da Aurora n. 59.
Precisa-se de urna ama para o ser-
vico interno de casa de familia ; a
tratar na ra de S, Joao n. 63, so-
AMA
brado.
Precisa-se de una ama para cozinhar e en-
gommar, forra ou escrava : na ra do Duque
de Caxias n. 22, 1. andar.
1 CONSULTOnf
I MEDICO-CIRURGICO |
*
0
DO
Dr. .1. M. Curio
' OPERADOR E PARTLIRO
Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri
meiro andar. ?K
Consulta das 7 horas as 10 da manhl g
Chamad js a qualquer hora.
09 *H08fi8$ *****
Escada.
0 Sr. Jos Affonso de Azevedo Campos, com
botica na villa da Escida, queira vir ou mandar
ra do Imperador n. 28 a negocio de seu inte-
resse.
0
0
0
0
0
marca de S Jos de Mipihii, na pro-
vincia do Rio Grande do Norte, encar-
rega-se de qualquer cobranca, tanto
amig vel como judicialmente, nao s
na dita comarca, como nos termos vi-
zinhos. Quem quizer utlisar-se dos
seus servicos dirija-se praca do ( on-
de d'Eu ns. 4 e 8 : tratar cun o Sr.
Jos Aires Lima.

Cominea ausente di cas do ahaixo assignado,.
desde 15de novemlnn le |8>*. a preta Mana, de-
35 a 40 anno>, n.dura! da Itiliin lOMii os i|piaea
seguiutes : baixa, magra, cor fula, andar faceir*,
falla baixo, cara cumprida, nariz afilado, bocea
regular, dentcs perfeitos, faltando-lhe um de nm
dos lados de cima, e malfeila de mios e ps, ten-
do o p e a perna esquerda mais grossa do que
a direita, usa de (ninfa na eabeea, levou de casa,
urna outra de tarlajana verde, rosetas de ouro,
saia de cambraia, com listras de ob e chale novo
delnerin estampado com assento aaul, foi comf-
prada ao Sr. Zumba Chaves por intermedio do
corretor Santos, tendo sido antes escrava de urna
preta da Costa. Pede-se a todas as autoridades
polieiaes e capitcs d camp>, ou a qualquer pes-
soa que a :iipivhender, tevar ra da Aurora n.
189, ipie seno recompensados com a quantia ci-
ma. Outro sim declara que desde j protesta de
liaver os servicos da mesma cscrava, da pessoa
que a tiver oceulta.
Joao Athanasio Botelho.
Cozinheiro
Precisa-se de um eovnheiro que soja de boa
conducta : na ra da Impcratriz n. 37, Io andar.
Urgencia
Precisa-sede urna ama de leite, que te-
nha bom e abundante, para criar urna me-
nina recem-nascida, quor soja forra, ou es-
crava ; porm, sem lillio, paga-se bem :
nesta typographia a fallar no lc andar com
o administrador, das 9 da manbi s 8 horas
da noite, ou em Olinda'no Oito do Ampa-
ro, casa grande com portao de madeira ao
lado pintado de verde.
BU
Furto
Previne-sc a todas as pessoas a quem fortn
offerecidos dous anneis de brilhantes grandes,
que foram furlados hoje da loja do museu de-
juias roa do Cabug n. 4, o favor de apprehen-
de-los, que : lem de se Ihes fiear < brigado, sera
recompensado.___________________________
Casa niiiliiaila.
Aluga-s o primeiro andar do sobrado n. 48 d.v
roa das Trincheiras, quasi defronte da entrada
liara ra cstreila do Rosario, contendo duas
salas, seis quartos, um pequen" algrete, quin-
tal, cacimba e casa para hanho com mobilia ne-
eessam : tratar na mesma casa, cun o solicita-
dor Burgos Ponce de Len.___________
.aJWtxra
Escrfulas,
Chagas antigs,
ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha.
Sj'philiSjOoMal Ve
nereo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades de
Sexo
Fenrinino,
Nervosidade,
Debilidade Geral
Febra e Malignas (
Febre e Sezes
Biliosas, -
rumores
Abscessos Apostemas,
Erup?5es,
Herpes,
Salsa gem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bon
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adan
lamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesme
lempo das nossas mui valiosa pilulas
regetaes assucaradas de Brlstol.
tomadas em doses moderadas em connec-
f5o ou conjunctamente cora a Salsaparrilha:
ellas fazem remover e expellir grande?
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam espalhados pelo systema,
isto causado pelo utso da Salsaparrilha; e
por esta forma faciliar a volta e o exercicio
normal das operaces fuuccionaes,
k qual preparada smente pelos unicot
PropMrietaos,
(ralilifac&o.
No dia 21 de outubro, embarcou no vapor Ba-
ha, com destino a cidade de S. Salvador (pro-
vincia da Bahia) o escravo Baymundo. que toi
remettido por seu senhor, Jos Fructuoso Das,
para criado de um seu filho de nome Cunegun-
des, estudante naquella cidade.
Este escravo, que mulato de 18 annos de
idade, foi entregue ao commandante do mencio-
nado vapor que seguio naquelle mez para os por-
to do sul do imperio.
. Entretanto, nio tendo o mesmo escravo chga-
do a seu destino, e ignorando-se completamente
onde possa ello existir, gratifica-se a quem pos-
sa dar do mesmo exactas informaedes no Becife.
aos Srs. Perdigao, Oliveira k C, on na cidade
do Ico ao mesmo Sr. Jos Fructuoso Dias.______
S jeS
Antonio da Silva Pontes Guimaraes, testamen-
te i ro de seu fallecido mano Jos Joaquim da Silva
Guimaraes, roga aos credores do mesmo a apre-
sentarem suas cantas a receber, do mesmo finado
on mandarem ra da Madre de Deus n. 7, afim
de conferir e serem pagas. Tambem roga aos de-
vedores do mesmo a virem pagar no prazo de 30
dias a contar de hoje.
Recife, 17 de marco de 1873.
Precisa-se de nm caixeiro de 10 a 12 ar.neS
de idade, para taverna e d fiador a sua conduc-
ta : no pateo do Terco n. 82.
Fugio da engenho Acude Grande, em Naza-
reth, o escravo Rufino, preto fulo, altura regular,
ps curtos e largos, barrigudo, com urna cicatriz
na face entre o nariz e o canto da bocea, sem bar-
ba, de 26 annos de idade, tem sido visto no Ca
xang e Varzea : quem o pegar leve-o ao referido
engenho, ou ra do Apollo n. 28, que ser ge-
nerosamente recompensado._____________ghjj
Francisco Evaristo de Souza, alferes do 9o ba-
talhao de infantaria, amigo intimo do finado Luiz
de Franca Castor da Rosa, machiiiisla da estrada
de ferro 'do Recife Guanga, convida a todos os
prenles e amigos para assistirein a urna missa
(pie manda celebrar pelo eterno reponso Jalma
do mesmo finado, que 4er" lugar na groja de S.
Francisco, as 7 horas da manha do dia 21 do
eorrente ; e que desde j liear eternamente agra-
decido por este acto de caridade.
??'-' '" '
D. Mara Alaxandrina Dantas
Continho e seus filos, cordialmente
agradeceni aos eavalheims que se
dignaran) acompanhar o cadver de
seu presado marido e pai Jos do
Reg Dantas Continho a seu derra-
deiro Jazigo ; de novo os convida,
assim como aos outros seus prenles e amigos pa-
ra ouvircm as minas do stimo dia, por alma da-
quellc, as quaes lario lugar no sabbado 2 do
eorrente, pelas 8 horas da maulla, na capella do
eamiterio publico. ___
Joao Martins Ribciro.
Luiz Salazar Hoscoso da
Veiga Pessoa e Maria Bi-
biana Martins da Veiga
Pessoa, rogam aos paren-
tes e amigos de seu finado
(minado e irmao Joao Mar-
tins Ribeiro. para assisti-
rem as missas que por alma do mesmo mandam
celebrar na matriz da- Boa-Vista, sexta-feira 21
do eorrente s 7 horas da manha, stimo dia do
seu rslleeimento, e desde j" agradecem cordeal-
mente este obzequio de caridade.
Domingos da'si'lva Ferreira. Mar-
colino Jos Puppes, D. Maria Isa-
bel da Silva, Francisca das Cha-
gas e Silva, confessam-se summa-
pmente agradecidos aos parentes e
amigos e as Illmas. irmandades
do Sacramento da Boa-vista c a
contraria do Senhor Bom Jess da ,Via-Sacra, que
se dignaram acompenhar ao ultimo jazigo o corpo
de seu presado pai e sogro Domingas da Silva
Ferreira, e rogam aos mesmos o obzequio de as-
sistirem as missas que pelo repouso eterno da
alma do mesmo finado, se bao de celebrar pelas
7 horas da manhi na matriz da Boa-vista, sabba-
do 2! do eorrente, stimo dia do seu fallecimento.
mam

Para o sertao.
Desappareceu do engenho Santa Rita, um mu-
lato captivo, de nome Terencio, bem moco, prin-
cipiando a barbar, baixo, cabellos pretos e esti-
rados, muito prozista, mettido a engracado, gosta
de fazer peloticas ou mgica, no que charla-
to e com isto pretende ganhar a vida, e pelo
que pode ser muito conhecido ; dizem que se-
guio para e sertao. Pede-sc s autnridados poli-
eiaes que o mandem capturar, quando dllo ti-
verem noticia, bem como aos capites de campo
ou qualquer pessoa, que o vir, o prenda e o le-
ve ao engenho Santa Rita, que fica entre os cn-
genhos castanha Grande e Gitituba, comarca de
Camaragibe em Alagoas, onde ser recompen-
sado.
Aviso.
Os administradores da massa de James. Ryder
i C. convidam pelo presente a quem se jnlgar
credor da dita massa a apresentar os seus ttulos
para a respectiva classificacao, no escriptorio dos
mesmos na praca do Corpo Santo n. 9, no prazo
de 20 dias, sob pena de nao serem mais attendi-
dos.
Recife, 19 de marco de. 1873.
AOS 5:000#000.
Estio vendaos felizes bilhetes da lotera da Ba-"
hia, na casafeliz do arco da Conceicao, loja de|
ourives, no Recife. ___________
Cozinheiro.
No armazem do caes do Apollo n. 69, se dir
quem precisa de um bom cozinheiro para casa de
pequea familia ; paga-se bem.
Urna pessoa que pretende partir para a Euro-
pa, disfaz-se por venda de um casal de escravos,
negros mocos, de bonita figura, com urna cra de
& annos, e pode ser procurada na ra do Rosario n.
10, Io andar.
QABIIVETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. NUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e oper.-goes de o'hos.
Cura radical e ir.ct.' estreitamen^os da uretra.
Consultas : Das 7 s 10 horas
da marb.
Chamados: A qualquer hora.
MOMA
Est encouracado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na. cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 30, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometU u a
realisar, pela tercera chamada deste jornal, em
ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de i72,e nada etunprio;
a por este motivo de novo chamado para dito
im, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
achava nesta cidade.______________________
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella-, juntj cidade
do Rio Formoso. E' de annaes o com propor-
^5es para l.'OO pies : os pretendentes jiodem di-
rigir-se ra Duque de Caxias n. 38, i andar,
que all terao informales._________________
Na fabrica ile ceneja ra ilo Brum,
se precisa de um hoiiiem paff trabalhar em
uma carroca, de um cavallo. Na mesma fa-
brica se compra laranja da Ierra a 000
rs. o cento.
Aluga-se
o lerceiro andar do sobrado sito na ra larga
do Rosario n. tt: a tratar na ra do Vigaiio
n. 31. _____________________________
Do abaixo assignado
Contina a andar fgida a escrava Severina,des-
de o anno de 1808 ; qualquer senhor capitn de
campo, apprehendedor de escravos fgidos, ou
mesmo algum senhor particular, pode pegar a
escrava Severina, pprehendondo ludo que com
olla adiar ou tiver depositado em algum lu{ i
cpie resida, com toda a cautella e prevenco. Se li-
elmente meVntregar receber a quantia de 1
tambem peco a qualquer autoridade civil ou po-
licial a captura da mesma, nao admittinda ne-
nhama evasiva, ou estrategia que se Ihe apresen-
lar, seja qual for. Os signaes da escrava sao os
seguintes : crioula bem preta, pode ter 30 anuos
poueo maiz ou rtlen s. estatura regular, o h(
Brancos, naris chato e curto, beicos grossos, den-
tes alvos e limados, de ambos qeixaos, lem sig-
nal feito com agulha no braco, e Instante ladina,
faz renda, labyrintho coze e engomma ; j tera
andado fagida e pe nom mudado.
Villa do jardn, 27 de IVverciro de 1873.
Manoel Alves de Parias.
23S000
Quanto se paga par urna cozinbeira ou cozinhei-
ro para uma casa de 4 pessoas, preferindo-se es-
cravo : a tratar no Corredor do Hispo n. 39.
Marlame Amelia Blard, habilitada pela
eonselho de instruccao publica do departa-
mento do Sena para ensinar caligraphia,
arithmetica, franco/., geographia o historia,
o que poder provar com a exhibieo do
seu diploma, se olerece para dar lirocs dcs-
tas materias por casas de familias. Para
garanta de sua moralidade offerece testi -
munho de pessoas respeitaveis desta ci-
dade.
Ra da Imperatriz n. 22._____________
D-sc 6:0004 a juros sutire predio" : na ra
de Hortas n. 113._________
-*D-so60J3 a juros sobro penhor em escra-
vo : na ra de Hortas n. Ii2.______________
Joaquim Martmho da Cruz Correa e sua fa-
milia retiram-sc para Europa.
Caixeiro.
Precisa-sede um menino de 12 a II annos de
idade, brasileiro, para caixeiro de taverna : a
tratar na travesea da roa do Prncipe n. !'.
Expsito' provincial.
A commisso directora da exposicao provincial
de Pernambuco lem a honra de convidar aos ex-
positores premiados para no dia 23 do eorrente
a uma hora da tarde, receberem na sala de honra
do palacio da presidencia, os premias que %s fo-
ram conferidos.
A mesma commisso convida igualmente, pelo
presente, a todas as associacoes existentes nesta
cidade para que se facam representar naquella
solemmdade, a que podero assistir todos os da-
dlos com suas familias que se apresentarem decen-
temente vestidos.
E" permittdo recitar discursos ou poesas anlo-
gas solemnidade, para o que os seus autores de-
vero inscrever-se antes de comecar o acto.
A distrbuicao dos premios ter lugar depois
do cortejo, observando-se o sguinte programla :
1. A scsso ser abena o presidida por S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, que proferir al-
gumas palavras dequados ao objecto da solemni-
dade ;
2. O secretario da commisso lera a primeira
parte do relatoro apresentado pela mesma com-
misso ao governo, e qne ser distribuido a todas
as pessoas que se acharem presentes.
3. Tomaro a palavra os oradores das associa-
coes que se acharem presentes, e as demais pes-
s)as que quizerem fallar.
4. Distrouicao das modal has e diplomas feita
por S. Ex. o Sr presidente da provincia.
Durante os intervallos e porta do edificio to-
caro differentes bandas de msicas.
Sala da commissio directora da exposicio, 18
de mareo de 1873.
Baroo do Livramento. I
Presidente
M. Buarqw de Macedo.
Secretario._________
Attenc,o
No hotel do Mooteiro, precisa-se de um- cozi
nheiro. -
Xa villa da Escada
wnde-se por l:6(:0 duas moradas de casas as
melbores ras, rendem mensalmeole 3i4 : para
informaco, na mesma villa com o Sr. Joo Paes
do aseimento, e no Recife, no largo do Ter^o
n 23, eom Simio dos Santos.
J
[i s da Silva Oilveira avisa ao respeitavel ei r-
po do commercio que em 31 de dezembro pr-
ximo passado, dissolveu amigavelmenti; a socie-
dade em que fazia parte como socio de industria,
sen caixeiro Jos Ferreira Rraga._ a qual gyrava
na cidade de Goyanna, sob a ralo de Jo da
Silva Oliveira Recife, 13 de oiarco de Ififfl _________
5 '93 = 5.
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1 -a O 2- O- = j ^j
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Pede-se attene,ao.
No segando andar do sobrado da ra do Ca-
bag, n.i'li. em casa de familia, fornece-se comida
para fra, rom asseio e promptido.
Contina-se a fornecer almoco e jantar para
fiira por preeo roniniodo e com promptido : na
ra estrella do Rosario n. 3, !, andar, casa de
familia. _
Escrava fgida.
Est fgida a escrava Mathilde-, de 40 annos de
idade, crioula, tem a cara bastante grossa de es-
pinhas, falla mansa, sabio de casa a titub de le-
var urna trouxa de rouna Roa-Vista, s 4 ho-
ras da tarde do dia 17 do eorrente e nao voltou ;
pede-se s autoridades a aVprelien^ao da mesma
e entregar ra do l.i.vramento 11,1.__________
Aluga-se umbom sitio na Capunga, ra das
Crioulas ri. 50, com todas as x-ommodidades preci-
sas, como sejam: cacimbas, tanque para banho.
bombas etc., alm de muito boa casa, jardim "e
grande numero de fructeiras ; a tratar na ra
larga do Rosario n. 20, segundo, andar.________
Irmandade de Santa Ce-
cilia.
De ordem da mesa regedora, sao convidados
todos os irmos dessa irmaniade a reunirem-se
em assembla geral no. da 21 do eorrente pelas
11 horas da manha, afim de tratar-se da circu-
lar do Exm. Bispo diocesano.
- Consistorio, 18 de marco de 1873.
O secretario,
Rodolpho Mamede do Amara!.
Ao publico.
A viuva de Thomaz Fernandos da Cunha faz
scente ao respeitavel publico quo desencami-
nhou-se uma carta, contendo uma lettra da quan-
tia de 64*820, sem assignatura do sacador, con-
tra o Sr- Joio Ferreira Chaves, e aceita pelo sr.
capitio Antonio urdeal de Azevedo (em lara-
nhuns), e roga-se que ninguem faca ransaccao
cora a referida lettra, visto que hca sem \aior
pelo presente annuncio.
->
4


Diario de Pernambuco Quinta feira 20 de Marco de 1873.
AMVTA. MOVIU/tlIE
PIANOS E MSICAS
ASTTOXIO JOS DE ilEVEWO
Ra do Barao da Yictoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonie o publtco em geral encontr, \sempre o maior e mais esplendido sortimento de pianos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir no primeiro anta 4o sobrado d. (S confronte
bofa* Maurer, nm grande saiio onde esto expottos os magncos
IB"i__
de armario, de PleyeL
de meia canda, do esmo anlor.
de H. Henri.
de Amede Thibcmt.

Dnico aconte nesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
remiados era diversas expsitos* om 14 medalhas de onro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqu vem da Europa, perfeilamente aflna-
doe, (eitos com elegan :ia e solides.
D'a Tambem receben grande sortimento de mnsicas pira piano, piano e
canto e entre ellas as lindas coraposicSea do mnito sympatbico maestro
F. SATIMI
A SABER !
Voc me qner Walsa.
Olga Mararka.
La Se?aracioni Para canto.
A Lu elctrica, grande Valsa.
Franco Brasileiro Polka.
Tonada de Valleta GMope.
Joaninha Walsa.
ALibertadora Polka.
A Primeira espada Wal.-a.
A Mintaa Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studieute Po'ka.
Mina pnbllea^oe
Feitas nao offidnas de msicas
do annunciante.
Emilia, polka por L Smolti.
Circaciana, scnotcb, por Smolt.
Jardicn de Campo das Prcezas,
quadrilba, *or I. Poone.
Chava fe Rosas,'Walsa, por H. Al-
berticzt.
\
Salsa-parrilha -
Salsa-parrilha
Salsa-parrillia
no >, em bom estado e de cxeellcnte qualidade :
vende-se ra do Vigario n. 16, cscriptorio.
CASA.
Aluga-se o I. andar do sobrado roa Nova,
esquina da Camboa ao Carmo, estando Pintado
da novo, salas forradas a papel e atapetada:
tratar na Cbapellerie des Dam.es ra Nova nu-
mero 16.
QQQTi
ADVflSADa
AYRES GAMA.
RA DO DUQUE DE CAX1AS
N. 9.
Na ra do Crespo n. 7, loja do Gallo Vigi-
lante, precisa-se do urna ama para cozinhar : pre-
fere-se escrava.
I
*
FUNDIGAO DO BOWMAN
RUADO BRU1H N. 52
(Passando o chafariz)
FEDEM A.OS senhores de engenho e ontros agricaltores, e mpreg ns res de re
chiaismo o favor de nma visita aseu e&Ubelecit&ento, para verem o lovo sorlimonto
complot j qoe ah tem; seado todo soperior em qualidade e ortido; o que com a ias
peclo pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATffiNCXO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigAO
VsmorAft A rnHflQ *a.frnn. dosumais noiernos systemas eem U-
t a-pi en o iuuuo igiac* rnaanos con-veoientes para as diversas
circomstancias dos senhores proprietarios e para descarogar algodo.
Moendas de canna tlC *tamanhos'as melhores qQe aqDi
Eodas dentadas p '"'e"ewpr-
Taizas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
lYTflphirmmnq para mandioca e igodao,/
ILU.I/I11I119IX1US e para serrar madeira.
Bombas
Pharfflacia borres.
servente: ra -de Marsilio
" Preeiza-se de ura
Dfcs'n. 135.
Casa para alugar.
'Aluga-se o andar forrado, esteirado c pintado
te novo, do -sobrado n. 48 a ra, das Trincheiras,
o entrar para a ra Estrcita do Rosario, com2
salas, 7 quartos inclusive t gabinete, algrelo,
casa para banho-e quiatal. Foi resolvido alugar-
se sem mobilia, poristo a pessoaipie o pretendeu
assim, (iiicrendo ainda, pode, como qualquer outro
pretendente, dirigir- a ra do'Buque de Caxias
outr'ora tas Cruzes sobrado n. *6a tratar com o
solicitador Burgos P.ue Len.___________________
Presiza-se deuma pessoa vico de fachina: aa padaria & ra do Raa-
el n. 9.
gei
Preciza-sc de ura moleque que spja fiel liara
entregar: pao: na roa do Rangel n. 9.___________
Podendo,.todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
ou animaes.
Todas as machinas e pecas de qae se costoma precisar-
Faz qualquer concert de machil3ism0 apreco mui resumid0
Formas de ferro 2T melhore3 e m3i9 baralas exisleDtes no mer"
PnAnnimatiilofi Iocumbe-se de mandar vir qualquer macbinismo vpn-
JCiULJIllLlUllUcla. tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem 6uas compras por intermedio de pessoa ectendida, e qoe em qualquer neceseidade pode J
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos e *a8rico!a9
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Aluga-se
Alff^-so irma casa terrea com soto, teflde bas-
tantes" commodes c bom quintal de aores de
fructas, com tanque e quarto para banho, na ra
de Joac Fernaodes Vieira n. 66, na Soledade,
tendo sahida para o Caminho Novo : quem pre-
tender dirija-se ao Sr. los Antunes Guimaraes,
na ra Duque d( Caxias n. 43.
'fferece-se urna molher para ama de casa
de pouea familia, sabe coiintar c tratar do-servi-
do e asseio de casa : na ra de S. Jorge n. 25,
anliga ua do Pilar.
1 (iisiilloriinedico-eirargifo 8
DO S
Dr. Fcrreira. }
Raa larga do Rosario a. 20, (antigc >m
gabinete de seu pai) Qf
(Q Gratis aofiobres. luf
Boa casa.
Aluga-se urna magnifica casa de habilafao com
sitio, agua e gaz : no Chora-Menino n. 1. em
frente a casa do Darao de Campo-Ve; de : a tra-
tar na ra 7 de Setembro n.A.
s
l
Cozinheira
Precisa-se de urna boa cotinbeira, preferindo-
se escrava. a qual tenha b d familia : na ra da Imperatriz n. 37, primei
\> andar.
Fugio no dia 4 de fevereiro prximo passado,
o preto crioulo de nome Lourenco, de idade trinta
e cinco anhos, baixo, magro, olhos grandes, sem
barba, pernas arquiadas, andar vagaroso ; quem o
apprcbender e levar ra da Uniao n. 41, ou in-
dicar onde se acha o referido escravo, ser grati-
ficado______________^__^______________
100^000
. ugio do engenho Pont i, em Serinhem, no dia
"do prximo passado, o mulato Simao, com os
signaes seguintes : estatura regular, corpo secco,
cor alaranjda, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e {alia descancada: quem o pegar leve-o ao
seu senbor o tenente-coronel Vicente Mendes
Wandcrlcy no dito engenho, ou no Recife ao Sr.
Rernardino de Sena Pontual, na ra da Madre de
Dos w. 36, que receber a gratiliccao de 100 j.
Para cozinhar.
Precisa-se alugar urna ma que saiba co-
ttnliar o ordinario de urna casa de pequea
amilia. Aceita-se forra ou captiva; mas
rjrefere--se desta ultima -condir;ao. Trata-se
narua do Capibaribe ti. 40.
COMPRAS
Cobre, lato ei
Bom negocio.
vrijdt'-M S.'i ;;t\\'< ii:. roiiipanliia d.is irilbos
ornan m do Recife a o !n>la : teta iv- pr.. i'tia se
Jira.
chumbo.
4
Comprase no armazcm da bola amarella, ta-
vessa da ra do Imperador. _______________
Compra-se moedas de 20 francos : na ra
Nova n. 23, loja.______________________________
Compra-se pennas de ema : na ra da Mo e
da n. 19, 2 andar._____________________________
Comprase una mobilia de Jacaranda em se-
gunda inao, na ra de Hortas n. 112._______ _
Compra-se
urna escrava de meia idade e que tenha feons
costumes e que saiba cozinhar o diario de una
casa e lavar e eng-,mmar : quem. estiver nestas
condicSes dirija-se a ra da Cruz n. 37. que acha-
r com quem tratar.__________^_____^
Compra-se
As OrdenacCes do Reino, usadas : nesta typo-
graphia se dir, ou aununcie a casa.
@ G 9
A13.SICS (fa

Compra-se e vende-se trastes novos
e usados : no armazcm da ra do Im-
perador n. 48.
.$'@*
Compra-se rendas e bicos, sendo finos e bem
feitos, e de divursas larguras : na ra do Com
mercio n. 46.
VrNDAS.
Vcnde-se por 900 um bom escravo tem
vicios nm achaques, proprio para qualquer c.t-
vlco, entende bem de masseira : na ra das Cru-
zes n. 39, hotel._________________________
\Yii.!.-:v 2 .? le.|Oe de 13 e lima negra de 17 anuos : n rrr
ite 1'i'ilro AM"oir;i n. (il.
"E'BARATF
Para acabar.
Cambraias lisas de toda3 as cores a 240 ris o
covado.
Ditas prctas om lpicos, propria para lulo,
a 200 ris o covado.
Lencos de esguiao a 4} a dozia.
Ditos de cana branca abainliados a i5 a duzia
Alpac prata mosclada de braceo, propria para
luto, a 440 n'-is o covado.
Merino furia cores proprio para vestido e roup
para meninos, a 140 ris o covado.
Meias linas para meninos a 4* a duzia.
Na ra do Crespo n. 20, laja de Guilherme C.
da Cunlia & C.
Aos Srs. maecns.
Amaral. Nabnco & C. vcndcni insignias mas-
nicas de diversos graos.
E1 pechinclia
Chapos pretos para harnean de I2(00 a 70CO,
s o Vianna, ra larga lo Rosario.____________
Farfolla (ie maniliora.
Vndese faiinha ejuaradade soperior qualidade-
ca preco eoaamodo: atratar-se no caerjptorio
de Silva Cselo, roa do Mar juez de On-Ja
n. 60._______________________________________
JBAMTO
O Vianna ra do Rosario
n. 22.
150#000
No engenho Massuassa, freguezia da Escada, se
dar de gratificarlo a quantia cima a quem ap-
prehender tres cavaflos que naquelle engenho
foram'fartados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o tSm 9 annos,
castanfco e castrado, tem a orelna direita bastante
lascada, urna estrena na testa, e no quarto esquor-
do tem urna cruz ; o 2. ruco, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o pes-
coco no, castrado, tem os qnadris feridos da
cangalha, forrado com a marca-I. R. do lado
diroito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rodado
sanhass claro, curto grosso, ura pouco cambito,
castrado, pequeo, o est ferrado com a marca
dno quarto flireito : gratfica-se com 39000
por-cada um em presenca da pessoa, em cu jo po-
der or encontrado qnalquer dos ditos cav&14os,
Q Manoel EnedinoRe-
I ^o Valenqa.
i uiulioa lo Ciirnio
| 1%. 91.
3 ra da Imperatriz n. 60
loja.
Deseja-se faUar com o Sr. Antonio loaquira de
Fipueiredo. _____________
Chegou
nova remessa de hesperedina : no annizem d
Tasso limaos & C. : ra do Aniorim n. 37.
Panno de algodo da. Baha
da fabrica Todos os San-
tos. '
Teem para vender no cscriptorio Joaquim Jos
Goncalves Reltro & Filho, ra do com-icrcio
12 carriteis de linha branca
3,gravatas
1 par de botSes de plaquet
Raloes para senho^as a
Boraegajna para genhoras a
Focos* para wiihora a
Borzeguins do corda\io com botos ao
ao bulo, c bezerro, para hornera de
I20(l0 a
Cobertores a
400
IjC'O
240
1000
40i.K>
2>0 0
8.1" 0
lOJO-
|j;jiiiilai;a
GASA
Para alugar.
A junta administrativa do hospital portu-
gus: aluga o predio da ra do Commcrcio
n. 17, sendo um andar e armazem, com
grandes commodos e com fundos e sahida
para o caes, propria para armazem de g-
neros de embarque : trata-se na ra Pri-
meiro de .Margo, antiga do Crespo n. 13,
com Antonio Correia de Vasconcellos.
MEURON&C.
A "V S A. Mfi
os compradores do bem conhecido e acreditado rap
ABE A PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de ontra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
Aluga-se
Aluga--ie a loja do sobrado da ra do Impera-
dor u. 27, e o armazem que lhe fica ao fundo,
no caes 23 de Novembro n. 22, proprio para gran-
de deposito de gneros seceos ou niolhados, ton-
ca, madeiras etc.: a tratar na rna do Rangel n.
7., 1." ou 2-" andares.
Allciicaa.
No pateo de S. Pedro n. 3, loja, tem sempre
boas amas allantadas, de leite e ontras para todo
o servido ; na mesma casa tem tambem copei-
eos cenados as mesmas corkliQoes.
MEURON ft C.
PENHOBES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Cozinheiro.
Precisa-se de um bom cozinheiro para o
hospital portuguez : a tratar no mesmo hos-
pital, ou na ra Primeiro de Mar;o, ou-
tr'ora do Crespo, loja n. 13.
Fazendas baratas
NA
Loja da America
Rrilhantina branca com flores assetinadas a
400 rs.
Atoalhado de duas larguras e com lindos de-
senhos a 1 300.
Panno alvo trancado de duas larguras para toa-
ihas de mesa a 1'00.
Chafes de merino com listras de seda a 5$ um.
Meias muito finas para senbora, de 12 a 8 a
duzia.
Colchas grandes com barras de cores de 74000
oOOO.
Ditas ditas adamascadas a 4 oOO urna.
Caitas fmas de 400 300 rs. o covado
Chapeos de seda com c bo de caima a 8j um.
E outras muitas fazendas, todas por precos m-
dicos : na ra do Cabug n. 10.
Ra do QueimaiU n. P 8 loja de miodezas.
Agora malei-os.
Botinas para senhora a 4S!
Sao de laeo o belota e esto em porfolio estado.
Quem precisar venlia depressa.
Madapolo fino sujo as pon-
tas a 5'.
Pegas de 20 varas nao ha nada mais barato.
Chitas de listras a 280 rs.
sao finas e mnito lindos padroes.
E preciso notar
que a Rosa Branca nao exagera a qualidade das
fazendas que annnncia, e por isso pode-se acre-
ditar qnando ella disser que sao boas : na ra da
Imperatriz n. 56, loja. da Rosa Branca.
Araruta verdadera
Contina a vender-se na travessa da ra das
Cruzes n. 4, e ra do Vigario n. 20, p*lo preco d>i
500 rs. a libra, em pacote.
c
iiuuinl'itS.
Vende-se ricos lustres e candieros de erystal
para gaz carbnico, por barato proco para aca-
bar na travesssa do Onvidor n. 12. loja.
Cera amarella.
Vende-se em g ande porreo por preco comino-
do: na ra do Cabug n. :>, loja de cera.
na loja da
triz n. 56.
Fil de seda
\ 19000 o covado
Rosa .Branca : na ra da- impera-
de fazendas sem avana.
O Vianna, ra larga do Rosario n. S. \
quidar as fazendas qne arrematon, por is*o
veitenj :
Ma'apolSo fino de J a t>.
Dito fino de > ;>:1 >
Dito Odo de 05 a 4|.
Chitas claras de 440 a so rs.
Dita escura de VO a 3 Cobertores de U a I***.
Cambraias linos de 60 a seO rs.
Camisas finas para scnli ra.de a i$. -
Cortes de rasemira a 3 5.
Baldes de :>> s $
Pecas de Slgodao larg i;. 5000.
Ditas 'l'.1 ': i.
Rriin transado lino a II
Dito mullo largo a i.
Riseadinlio muito boma de 440a 280 r.-.
Chapeos de copa alta, da moda de i2 a 8|.
Dito para meninos a t JSOO.
Basquinas de 'i' a :i I.
K mais algumas fazendas que vende por i
de do preco para liquidar, como pjam :
CALCADO FRAMCEZ.
Borzeguins de bezerro para boniein, de 12 a
8J000.
Ditos de cordavao com botSes ao la I, d '.':.
a 9*000.
guins de cano alto, para senh u
7 a 4-r;uo.
Dito de dito baixo de 6 a '< 5.
Focos ou sapatos abotinados, pretos, para se-
nhora, do i5 a i>.
Macos d i pontos de alisar, de 25 a i
Botoes para punhos, muito bonitos, do II a 240
Duzias de carrileis do linha brama a 100.
Milho de Mamanguape
Vende-M por preco eommodo : na na da Ma-
dre de Deus u..', primeiro andar.
Grande
DEPOSITO DE R MO
No armazem do Candido Alberto Sodr da Mot-
ta A C, travessa da Madre de W\> n. 14, lia a
venda fumo em latas inteiras e meias lata?, do?
melhores fabricanlos do Rio de Janeiro. Teixeira
Pinto & l'oriiila. Antonio Martins de Siqueira 4
C, Lisaur Sehimidl '\ C. e Torres A Araujo ;
assim como em rolos, de luiros mnitos fabril-.
acreditados.
Gassas avariadas a 210 rs.
o covado.
O Pavao vende flnissimas cassas franceza- d
cures com os mais delicados padroes, por te
um pequeo toque do avaria de agoa doce, pelo
barato |nvo do dozfl vintens o covado. K pechin-
cba : na loja do Pavo, rita da Imperatriz a
60.
A l)orboleta
da ra do Livramento n 5 est vendendu, pelo di-
minuto pre?o de 74, calcados inglezes ltimamente
chegados a esta praca.
Vende-se um piano novo de Herz : tra
^arnarna Formosa, casa do Sr. Ramos Netto.
Ovas do serto.
Na ra do Barao da Victoria n. 61 tem as sa-
borosas ovas do sertao, petisco muito apreciavel.
Vende-se
una boa casa terrea, em chao proprio, grande
quintal murado, servindo para familia, sita ra
das Crioulas (Capunga). Vende-se tambem parte
de urna outra casa terrea, em chio proprio, sita
ra da Ventura (Capunga) : a tratar na ra 1.
de Marco n. 7 A, 1." andar.
DO
Porto.
Antonio Pcreira de Olivcira Maia tem para
vender em seu estabelecimento. ra da Sanzalla-
N'ova n. t, chinellas para homens e senhoras, ta-
mancos, sapatos de tranca, para os mesmos ; tudo
de superior qualidade e por preco eommodo, por
ter vindo de conta propria.
.50#000 de gratiliccao..
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872,
o preto de nome Alfredo, de trmta e tantos ann s.
crilo,o bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
i esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar, em
S. Lourenco da Malta, onde consta ter parentes,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta
praja; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o oonhecem, dizendo que
est forro, assim tem podido escapar de ser preso.
Pede-se todas as autoridades e capites
de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, leja do miudezas do Rival sem
Segundo, que receber a graliflcacSo cima de-
clarada.__________
Criado.
Quem precisar de um criado escravo para todo
o servico do casa, diriia-se a ra do Barao da Vic-
toria n. 61.
Merino trancado a 2:500.
Preto, fazenda superior que geralmente se ven-
de a 4*000, a Rosa branca esta queimando a 2500
o covado.
Bombazinaa l#200
E' fina e val Sr00 o cavado.
Duvidam ?
Se duvidam, botem algnmas sedulas na algibei-
ra, e venliaui Rosa branca; ra da Imperairiz
n. 36, e. vejam a
Reaiiiladc.
Aposto que duvidam.
Que a Rosa branca vende
Peitos bordados a 1#000.
E sao de fino esguio e forrados.
Ra da Imperatriz n. 56 loja da
_____Rosa branca.
Grande laco.
Sao grvalas grandes com laco, ultimo gosto a
i:00o : na loja da Rosa branca ra da Imperatriz
n .86.
ps de laranjas de umbigo, da china, fructa-pao,
limas de uinbigo, da Persi, abacates, limio do-
ce, liguciras e outras frucleiras : no caminho No-
vo, travessa do Padre Inglez, casa amarella n. 7.
Na mesma prosisa-so do alugar una escrava que
sirva para engommar e lavar.
= Vende-se nina batanea de Romo, nova com
o competente terno de kilogrammas : a tratar na
ra da i ompanhia Pernamoocana, armazem nu-
mero 6.
Vende-se ou jiermuta-sc um sitio, com urna
casa ainda em caixao, no lugar d'Xgua Fra de Be-
beribe, ra de Santo Antonio : quem pretender
dirija-so ra Estreitado Rosario n. 3o(cartorio)
que l;i achara com quem tratar.
Oaveiros.
Ha para vender algnns bonitos ps de cravj
(craveiros) de primeira qualidade. 21000 cada
um ; na Torre, ultimo sitio es.juerda da ponte,
margem do rio Capibaribe.
Pedreiro e cozinheiro.
Na ra de Santo Amaro n. 6, i.' andar, I .-
ra vender um escravo pedreiro e una escra... co-
zinheira.
Casa.
Vndese nm sobrado cm nina boa ra
tar na ra da Imperatriz n. 8, loja.
a tra-
ENGENHO.
Vende-se o engenho Ronca, sito na freguezia do
Cabo, a tres legoas di estacao de Olinda; quem
pretender dirija-se ao engenho Paris, na mesma
freguezia, a tratar com Francisco Xavier Carnei-
ro da Cunha Jnior, ou no Recife, ra da Sau-
dade n. 6.________________________
Livros de direito.
Vende-se as s.-guintes obra3 para o e i
anuo :
Direito romano : Savigny, Bruschy, Du Caur-
roy, Heineccio, Fre$quct, Lagrange, Waldech.
Direito natural :-Ahrens, Belime, OudoV, Fer-
rer. Bantain, Jules Simn.
Direito ecclesias'k-o .--Bergic-, Villela (rmi-
tor), Gousset, G. Philips, Franck, Dr. Braz'-
curso coroa) Watter, Monte, Vacherot, niela
(oompendio).
Dreito publico: -Beng. Constaut, Prele^Ses io
direito publico, Helio, Macarel, Ventura.




6
Diario de Pernambuco Quinta feira 20 de Marco d 1873.



Fazendas- tm Jiquida^ao

N. 6 O" Ra da Imperatriz N. 60
PEUEIRA DA SILVA & C.
Tendo o proprietario doste importante estabelecimento, grande vontado de liquidar
todas as fazendas que tem em ser, tem resolvdo vende-las por pregos muito mais baratos do
quo se vendem era outra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razopor que con-
vida o respeitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortiraenta de fazendas o
lei, como tambem do grande sortimento de fazendas-finas e dos mais apuradas gastos.
E previne que,s vende a dinheiro vista, por estar em liquidado.
OFFICINA DE A.LFAIATE NA LOJA DO
PAVO-
Neste grande estabelecimento encontrar
o respeitavel publico, orna bem montada o6>
COM LISTRAS DE SEDA A 809 RS.O COVADO
O Pavo recebeu um eleganto sortimento
(Jas mais lindas grenadinespretas cora listras'cioa e alfaite, onde se manda ecutar
de seda de cor, tendo entro ellas com listra' qualquer peca de obra, tanto para horneo,
roa propria para luto, quo vende pulo ba-! como para meninos, cono a maior pres
ratissimo prego de 800 ris o covado ; assim tesa e perfeicao assim como para quaiquer
como dita muito fina com listra encarnada, loto que de repente appareca, tendo na mes-
que vende a 15000 ris o covado. Esta ma officina om perito offlcial destinado para
fazenda veio pelo paquete chegado ultima- farda dos lio. Srs. oflieiaea de guarda -
mente da Europa, e liquida-so na loja do cional od tropa de liaba, sendo esta officina
Panto ra da Imperatriz n. 60. j dirigida pelo hbil artista Pedro Celestino
CAMBRUS ABERTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalbo.
9-5000 e 105000 RS. ESPART1LHOS A 3,5000.
O Pavao recebeu um elegante sortimento | 0 Pavao tem om grande sortimento de
das mais linas cambraias brancas, abertas e espartilhos, tanto para sanhora como para
bordadas para vestidos, quo vende pelo ba- menina, qbe vende pelo bar ato pre?o i
rjssimo pregos de 95, e 105000 rs. o
corte, tendo bastante fazenda.E'.pecbincha,
na loja do Pavo amada Imperatris n. G0.
LASI-N1IAS BORDADAS A 400 RS.
0 COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mas lidas lsinlias transparentes com
florziulias bordadas, tendo do todas as cores
inclusive ro.va propria para viuva, e vendo
p-iio baratissimo proco de 400 rs. o covado.
I" pechincha na loja do Pavo a ra da Im-
peratriz O. 60.
(1U:N VDI.NES A 640 RS. O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
dis mais lindas grenadines prctas com listras
brancas e de cores, sendo muito boa quali-
dade, e vende pelo baratissimo prego de 560
rs. o aovado. E' pecliincha na loja do Pa-
vo a ruada Imperatriz n. 60.
COBERTAS DE FUSTAO ACOI.XOADAS A
45000 RS.
O Pavao recebeu um grande sortimento
de cobertiis grandes de fustao, acolxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo brau-
case de todas as cores, e vende pelo baratissi-
mo prego de 45>, rs. E' pechincha na loja
do Pavo a ra da Imperatriz n. 00.
CHAPEOS PARA. SENHORA A 125000 RS.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
dos mais modernos chapeos de palha, rica-
m;nte enfeitados, para senhora, com os seus
corone t'.-ntes veos, e vende pelo baratissimo
pr ,o de 12?000 rs. E' pecliincha na loja
i_> Pavo a ruada Imperatriz n. GO.
LAS MODERNAS
O Pavo vende um bonito sortimento de
13 nhas listradas, sendo das mais modernas
qj'? tem viudo ao mercado, pelo baratissimo
prego de 500 e 600 rs. o covado. E' pe-
chincha na loja do Pavo a ra da Impera-
triz n. 60.
ALf ACAS LAV1UDAS A 640 RS.
O COVADO.
Chog >u para a loja do Patio um elegante
: rtimcntO das mais bonitas alpacas de cores
lavradas, sendo as cores mais modernas que
tem viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
i itissimo prego de 640 rs. o covado. E'
p hincha na loja do Pavo a ruada Impe-
ratriz n. (50.
Corto tta ca'iibraia. ultima no-
viJitdc. n 95009.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sufficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sio os mais modernos que tem
viudo ao morcado, o pela sua excessiva bara-
teza, toruam-serecommendaveis as senhoras
debomgosto. Bazar do Pavo, ruada
imperatriz n. 60.
LENCOS V 25VO0 A DL'ZIA.
O Pavo tem urna grande porgo de len-
brancos COm barra de cor, muito bonitos
e boa quali lade, que vende por 25V00 por
ter grande porgo,
Ditos to los brancos abaiuliados muito li-
nos a 25300.
Ditos chinezes com barra de cor, muito fi-
nos a 39300. E' grande pechincka, na loja
do Pavo.
Rmiicirn* a35000.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor, um
' ido sortimento de romeiras prelas de fil
com salpicos, com lindos eufeites protos e de
edres, e vende polo barato prego de 35000
cada um, por ter grande porgo.
Ditos todos de seda ricamente enfeitados a
45000.
PABA O CARNAVAL.
O Pavo tem um grande sortimento de d-
minos da to las as qualidades gostos, proprios
para o carnaval, ten lo tambem de merino
escossez maito interessantes, que vende ou
Juga por pregos muito barat )s, por ter gran-
de porgo.
LE,\'gO'E3DE BB IMANTE.
O Pavao vende lenges de bramante mni-
ti grvuies, sendo de una panno s, pelo ba-
ratsimo pr?go de 'VOO cada cm.
madapolof.s.
Pcjs de midonlo francez muito fino
ton SO jardas a 5|J50G e 60000.
Ditos om 24 jardas moho superior a
650O a 7(500.. '
r.o ingle? fazenda muito fina d$000,
6.5000 o 60500 at !P,jkK)0.
Dit i rancezes o inglezes muito fiaos de
40jar;s pan differentes pregos.
ALG0D0ZINH0.
O Pav5o vende pur prego muito barato
pegas de algol zinho americano muito
bom aan 18 jardas 11000.
Dito com 24 jardas a 4500 e 50000
at 6JO0O.
D'to largo marca T muito encorpado a
6JMKL
ALGODAO ENFE3TAD0.
O Pavo venda o verdadeiro e superior
algodozinho da duas larguras para lencea,
aeudo ^oito encorpado \$ 00 cada vara.1
Dito MaojCado da.uaeama largura MaVMt.
CORTES DE CHITAS A 2**00 E itSQ.
O Patio veade cortes de chitas francezas
floaj, com 10 cavados pelo dimiauto Dreco
30000. Ditos muito finos a 40030 e 50000,
sao dos mais modernos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
O l'j'o vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa azenda, com
padroes claros e escuros, pelo barato prego
de 240 rs. o covado, por ter um leva lo
que de mofo : pechincha.
LIQUIDAQO DECALg\SDBCASBMIRA
0 Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira de todas as cores e qoa
lidadds, para todos o; pregos, e desejando
amito li juida-ias, rasolveu vende-lai por
era prego muito em cout i, para diminuir
grande porclo.
CASSAS FRANCEZAS.
0 Pavo vende bonitas Cassas francezas-
com bonitos padroes, e de muita phantasia
pelo baratissimo prego de 240 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loja do Pavo.
BOURNS A 165000.
O Pavo recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos quo
at boje sao condecidos, e em relago ex.-?
cessivabaratoza,convidam-se as Exmas.Sras.
para as verem, para assim admirarem o que
lia de mais uovnlade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 65000.
O Pavo vende cortes de cambraia branca
com listas e lavores da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
prego de 65000, por ser grande pechincha.
Ditos muito linos com babadinhos brancos
bordados a 85000.
Ditos ditos com listas de cores a 45000 e
55000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhos de cores a 95000. E'grande
pechincha na loja do Pavo.
BRAMANTES PABA LENQO'ES.
0 Pavlo vende superior bramante de al-
','odao tendo 6 palmos de largura que s
percisa de 1 '/i vara para um lengol, me-
tro 10600 e a vara 10800.
Dito de linho puro superior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 20400
Ditos francezes multo finos a 20500 e
30000.
Pega do Hamburgo e panno de linbo com
20 e 30 varas, para todos os pregos e
qualidade.
Pegas de bretaaha de puro linho, tendo
30 jardas pelos pregos mais barato que se
tem visto.
Pechincha de finissimo esgoio sncelena
com 6 jardas 70OOO.
Pega de finissimo celena com 30 jardas
a 305^0, amainado adamascado com 8 pal-
mos de largura a vara 20000.
CALCAS DE CASEMIRA.
0 Pavo tem um grande sortimento de
caiga de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
ii,'urus e em fazenda das mais linas e mais
novas ao mercado, e vende-se por barato
prego para aporar diubeiro assim como ca
as de brm branca e de cores por pregos
muito razuaveis para ajanar.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A /05OO, 80000 E 100000. ,
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados para cama e janellas, que ven*
de pelo barat > prego de 70500; 80000 0
100000 o par, tendo at por 180000, assim
como colchas de damasco para camas do
noiv s, e grande sortimento da taperas tan
to para icadeiras como para cimas, pianos,
portas, etc., todo vende por pregos razoa-<
e!s.
CAMBBAIAS.
0 PavSo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 20500 e
30000.
Pega de dita muito fina com 10 jardas
tanto tapada como transparente a 40000,
50000 e 60000 at a mais fina que vem
jo mercado.
COBTES DE PEBCALIA COM DUAS SAIAS
A 40000.
O Pavo vende bonitos cortes de precatia
com duas saias, sendo fazenda da muito
gostoa 40000, |oechincha.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
0 Pavao vende um grande sortimento
das mais modernis, baptislas com lista de
cor, proprias pira vestido, com as cores mais
novas que tem viado ao mercado- sendo
muito mais largas do quo as chitas francezas,
e vende pelo baratissimo prego de 500 rs.
cada covado.
Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
3ue fica errtr o do comniendador Tasso e o do
iMombargador Doria, com casa de viver.da, d ffe-
rentes arvorod*, grande baixa de capim, etc.,
dando os fundos para a estrada dos triltios urba-
nos ao p da estagau da Jaqaeira : a tratar Da
ra do Amorim n. 37.
Boti
V201LO cda corte.
Ditas oa 12 covado*
SJS80 cada corte.
palo prego da
mas
para- senhoras, a 6$000, na
loja do pavo.
Pereira da Silva & C, receberara pela ultimo
vapor de Europa, um elegante sortimento de bo-
tinas pretas e com delicados enfeites de cores,
proprias para senhoras, garantindo-se serem das
mais cuadernas que ha no mercado ; assim come
a boa qualidade por terein sido remettidas por
ara dos melhores fabricantes de-pars, e vendem-
so polo barato prego de 6J0S0 : na loja do Pa-
vao, ra da fcnperatm a. 60.
Obras de phantasia.
A loja da A guia Branca, ra do Duque de
Caxi s n. 50, recebeu um bello sortimento de bo-
nitas e modernas obras d) pliaiiUisia, sendo :
Brinc s e eruzes pretas, com dourados e podras.
Outros de adrep rola queimada com bonitos
enfeites de delicadas flores.
Outros de lin dourado cara p nge les de, cores.
Outros encaraados e de boait s moldes.
Bsaatas de uo- duurado euoi pedraa brancas,
Aderecos, d toadrciierola.
Ditos dourados com cauttipaee preto.
Ditos, encanados.
Ditos imitando folhas e flores naturaes.
Ca soletas de madreperola
Voltas de. frm9 aJjofarea.- de cor s.
Outra re ditos pret s com donradoc
Pulceiras de tartaruga, com dourado.
Outras tretas..
Grampos prefcw e d aone*
Bonitas abotoaduras de lino dourado, c. ni pe-
drjS, coral et. para alienura Ut camisas.
Botoes douraw e de outras- qualidades, para
abortaras e collarinhos.
Bonitos leqnes.
A toja da A guia Branca, ra da Duque de
Caxi as ,50, recobeu bomt s leqvw d-perfeita
phantasia, pre a com douraijQs e outros de apu>
rados gostos; assim como recebeu ou ros de mar
deira que se confunde con o sndalo, % tem el-
las lindos coloridos n > o airo,- e anda assim veo-
de estes pelo barato prego de i 000 cada um.
Vasos de erystal para toiUefc.
A loja da Aguia B anca, a ra do Duque de
Caxias n. 30, r cebeu bonitas garrafiohas de erys-
tal em par com ranugens douradas e mui pro-
prias para arraajos de toilet, ote,
Anneis e colares elctricos
A loja d'agua branca ra Duque de Caxias
n. 50, recaben nova remessa dos proveitosos an-
neis e colares elctricos, e continua a recebe-los
raensalraente, pelo que sempre estar provida de
taes objecios.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
SO, recebeu novamente bonitos diademas dourados
e enfeitados com pedras e aljofares, obras de gus-
to e phantasia. Tambem recebeu no vos grampos
pretas ou alnales com fleres para a cabega.
Leques com bouquete e ou-
tros chinezes.
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, receben urna pequea quantidade daqiwlles
bonitos leques com boui{aets e outros chinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciar apelle
A loja d'aguia branca a ra Duque de Caxias
a, 50, recobeu cold creme dos afamadas fabrican-
tes Luhin, Legrara o Coudray.
Diademas e grampos de
ac,o.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. SO, rocebcu novamente bonitos diade-
mas e graxpo de ac.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra do Dmrae de
Caxias recebeu, como novidade bonitos bicos de
seda preto cora flores de cores, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
para barras e outros enfeites de vestidos de gra-
nadme, ou medina, mitras fazendas transparen-
tes. Pela eommodidade dos presos esses bicos tor-
nam-se maw cwumodo.s e pela novidade de gostu,
preferiveis a quaasquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, receben bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e vende-as pelos baratos presos de 34,
i e 6000. A fazenda boa e est cm perfeiio
estado, pelo que contina a ter pcampta extrae-
cao.
Diademas e aderemos de ma-
dreperola.
A loja da Aguia branca ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu urna pequea porgo de
diademas e aderecos de madreperola, obras de
apurado gusto.
Perfedta novidade.
Grampos com borboletas, bozouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos cora bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novidde. A qnantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
peltrcia ou. arminho
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
- 50, receben tima pequea quantidade de boni-
s e novas gollinlras, trabaHw de 1.1 e seda, en-
neitadas cora arminho, obras estas de maito gosto
e inteirainento novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos grani-
tos, brincos e rozetas dourados ; .assim como
novos diademas de ac, e como sempre conti-
na a vende-los por pregos razoaveis.
MACHINAS
DE
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, om sortimento de machioas para
coslora, das melhores qualidades que existe
na America, das quaes muitas j sao bem
conhecidas pelos seas autores, como sejaua;
Weller & Wilson, Grover & Boka, Silen-
ciosas, Weed S Iraperiaes e outras muitas
que com a vista deverlo agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo que trinta costnreiras podem
faier diariamente e cozem com tanta per-
feico como as oris perfeitas costoreiras.
Garante-se a sua boa qnatidade e ensioa-se
a trabalbar com perfeico em menos de orna
hora, e os preces s3o t3>> rommudos que
devem agradar aos pretend. otis
.1 UllUIIEIf IWIIVUI
Pede okter em poseo lempo com o oso do melbor dos licoresa aframada
HESPERIDINA
Fatjoiio anuos que 4 conbecido tale precioso tnico, e difficil achar orna pessoa
que, tendo experiattntada peesoataeote, nao falle em sen favor, ja como bom eatomaca
e apetiaador, tomando om calix della anes de jantar, ou como facilitador da digesUc
tomaodo-se depois. ,
ABASE
da HESPERIDINA a LAHANJA AMAKGA, sao ha om s habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) qae uo eonbeta u propriadades medicinaos da donrada frocta.
ora bem a
LAWJA AHABU
em sen estado natnral tem um gosto ponco agradavel, e o mrito da Hesperidioa coo-
siste em reter soas boas propriedades, e ao mesmo lempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nSo tem nada qoe mvjar ia
melhores importaces europeas de catbegoria semelbante. Estas, qoando muito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinacao perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova da que om artigo no qoal pde-se ter ioteira confiarjea, por Mt poro
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e autorizada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permitlindo sua livre elaboraco do imperio; ostra
BOA PROVA
a aceeitac3o geral que tem em todas as partes onde apresentada. Em 1864 eetabe-
lecense a primeira fabrica en Boenos-Ayres; em4869 a segooda em Montevideo; <
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica qoe actualmente
trabaltu na corte. Em Yalparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceilagao,
tanto qoa rara a casa qoe considera complato sen aparador sem orna garrafa da
I
n. 7 ; a ella, em
Fariaha d mandioca a 3$ o
sacco.
Na ra- da. Madre de Dos
quaiito nao se acaba._____^^
Xarope d'agriao do Para
An'goe coneeituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara do Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
Punas assucaradas de Brislol.
.SAO CON TEM NEM CALOMELANOS NEM NENHOM
OUTHO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
trtico ou de urna medicina purgativa, ha
nuito que tem sido sentida, tanto pelo po-
o, como mesmo por meio da faculdade
mediea; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em podermos com
toda a confiancae segundado, recommendar
is pilulas vegeiaes assucaradas de Bristol,
oomo urna exoellenle medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicao dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim s3o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver chimicamente extrabido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas poreoes fibrosas inertes e agres-
tes inte lamente .destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos turnear a ;>o-
iofhgtn, a qual segundo a experiencia
um demonstrado, possue um poder o mais
jaravilhoso possivel sobre as regios do
figndo, assim como sobre todas as secre-
tees biliosas. Isto de combinacao com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
oando-se por isso muitissimo superior, a
qualquer urna -outra medicina da mesma
uatureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas -vegetaes assucaradas
ie Brislol, achar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efli-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejara as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo.
Dspepsia, ou indi-
gesto,
dAstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
.Azia do estomago
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo.
Affecces do figado1,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O homem doente toma Hesperidioa para obter
SADE
0 homem dbil toma Hesperidina para o ter
Nos bailes as doozellas e os mogos tomam a hesperidina para obter boa cor
animaco dorante os loncos gyros da
mam*
BARROS JNIOR & C, a roa do Vigario Tenorio n. 7, 4* andar, receberam eU
grande especifico, e veuom-oo nos depsitos seguiotea :
Joaqoim Kerreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Caraeiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, ra da Cadeia q. 2.
Antonio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Piras & C, caes 22 de Novembro.
Gomes A Irmao hotel d^ Fassagem.
m.

^Rua

Samuel Power Johns-
on & 0.
do Apollo n. :m e 40
Pazem cieuie os seus (reguetrts que leeai
mudado o sen 0>poaito de ii>chlna> vs,
j'^>'V P0r< inoeudaj # laxas da n;ul..> xcredilaila
f/t) fabriea de LowMoor para ru oo Apollo n.
fyg) 38 e ':'), nada c i'.muaro a ter o inasoio tor*
jBf% timetiiD dt> ewttHMj
SjK\ Fatem soiem umbea ijue leeni fito uui
VfBL arrsjii rom a (uodicio geral, pelo qg po-
'' dem fiVreeer .- para asseniar qualquer
Diachini-nio mtsmo (aranti lo.
-y/ti
m
flll (BAL
O* (.:,:;.ri.'iai-i da funJicao geral Ia>em
adMu aot senhorr de eogeubo e mais
MaaOM, qua teem estabelecid nina lundi-
(u d- f.-rrii e broma a ra do Bruto, juu- ^
lo a u.tacio dos bouds, onde aprootarao (J^
qualquer nb#a <1 Dcommenda ccn perfor- '.'v-
rao a'4rini.;i'.nv>. S'
Os ui'.in.1.-. rofaot as pessnas que qut>l- Sp1
rata ntilvir ^ Ue ma* ferviyos de deixa-
rem a- anenaiiii'MidM em casa dos Srs. Sa-
muel i'.wir Ju.in.'ii n A ''. a ra do Apol- y^
I-i n. :'.s e -A), olida ncharai persea babili- 1*%!
\*i '\ . Appart-lho pra fahriejtr issorut, in v^tcout
WKSIM.N OK.NTKI-iAL
aico* anfines ni Pi-ruaiuliueo a tuintii,. frfti
Para Halar cui >erp.orio a ma do A^ >llo o. -t> lo.
Era todas as molestias que derivara j
iua origem da massa' do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo
os purificadores deve ser tomado conjun
lamente piulas, pois que estas
juas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem tle harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz:
q3o nos resta a menor duvida em dizer
que no maior numero dos casos, odemos'
aflQancar n5o s um grande alivio, como
tambem urna cura prompU e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
jehe n'um estado muito alm dos recursos
lmanos.
Cadeiras oratoria! com agento de palbinha
50*00 cada nnu do ca do Apollo, arria-
lem da Tasso lrmo.< & C.
TASSO IRMOS&C.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos :
Tijolos-encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portiand. v
Cimento Hydraulicc.
Machinas dedescarocar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da liussia em barril.
l>hos(>horos de cera.
Sagii em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiihas em garrafoes.
l'liurii da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de-fiordeanx, dito.
Vinho do Scherpy.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de touciuho ingJez.
Barris com repclho em salmoura- _____
Depsitos para agua
Pequeos e excellentes tanques de ferro gal va-
nisado, para 4, t e 8 baldes d'agua, ha para ven-
der por precos rasoaveis: a tratar na ra do
Imperador n. 45.
Ge
rveja
A verdadeira eervaja da liaviera, marca ban-
deira, de superior qualidade : vendem Tasso Ir-
ni.ios & G. em sen armazem da ra ds Amoriui
numero 37._____________
Fio de algodo da Babia e cal de Lisboa, re-
centemente chegado : ha para vender no es-
criptorio de Joaquiui Jo- Goncalves Beltro & Fi-
Iho. ra do fonimereio n. 5.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu &C, ra Larga dosario o Rn. 34.
VENDE-SE
Vende-se um sitio com urna casa terrea da
podra e cal, tendo 90 palmos de fundos, em
daos proprio : ra da Floresta n. 2, em Olin-
da, para ver e tratar na mesma casa.
Charutos deHavfla
Superiores
no escriptorio de Tasso Irmaos & C, ra do Ano-
rim n. 37.
CABRIOLE!.
Vende-se um cabriole! americano, de dous as-
ientos, muito leve e e u bom estado : para ver
qa eocheira do Sr. Ceriao, ra do Hospicio nu-
mero 86._______________________________
llival sem segmitlo.
Cheg-ram agulhas para machinas, do fabcante
CroWer' 4 Baker. Dmia por 2*000.
Mobila.
Vende-se urna mobilia de jacar.-io em
perfeito estado : a tratar na ruada Madre de
Deus n. 5, i.. andar.
Ultimo gosto.
i Cadeiraafreta* donrnda e marchitadas de ma-
dreperola : nos rmateos de Tasso Irmao & C,
nnaew^io"A?aWft ________' _______
Libras sterimas:
Vente-se no armazem de fazendas de Augiwto
F. de liveira A C, dfr-Commefeto n. 4.
T
Vende-se ra da Aatora n 65, um mole-
figura,
de
3ue, crioulo, de 18 para 19 annos, boa figura, sa
W,om asi oficios do tecedordepalhlnca o
mm Aos senhores acadmicos
Vendem-se as seguintes obras de direito, com
pouco uso :
Ahrens, cours de droit naturel, 1 vol
Ferreira Borges, diccionario jurdico e commer-
cial, t vol,
Guizot, histoire du governement representatif,
i voh.
Lia Teixeira, curso de direito civil, 3 vols.
Macieldey, Manuel de Droit Romain, 1 vol. etc.
E muitas outras que seria enfadonho mencio-
nar : os Dretendentes dirijam-se ra do Cabug
n. II, loja d joias.
ATTE^CAO
Chguem a grande pechin-
cha a 4?000
a saoe com dez cuias de milho : tratar no tra-
piche Angelo, ou na ra da Cadeia n. i, primeiro
andar. _________________________'
Vende-se
um terreno no neceo do Espinheiro, prximo a'
estrada de ferro de Olinda, com 170 palmos de
frente e i50 de fundo : a tratar na praea da In-
dependencia n. 39.
Vende-se roa da Aurora n. 3, umea-
briolet americano de 4 rodas e com 4 assentos ;
uow e muito etogaato.
Economa
( aos pais de familia )
Lences de bramante a 2*000 um
Dito algodao 15400 a
Cobertas chira 1*800 urna
Ditas cretone forradas a 3*500 urna
Ditas adamascadas- forradas a 3*000,
3*800e4*000
Colchas de fustao brancos e de cores a 34500
Ditas de crochet brancas, grandes-a 5*00
Cobertores de algodao a 1*20J
Ditos de U escuros a 25000
S na ra do Crespo n. 20, loja de GuilhcrraeJC.
da Cunha & C.
Taverna
Vende-se a taverna da travest da roa das Cru
zes n, 6, com poucos fundos, propria j ara princ
piante : a tratar na mesma.
De plaqu.
Amaral Xabuco & C, vendem guarnicoes com-
pletas, para senhoras, cintendo 1 pardo pulcei-
ras, 1 par de brincos, 1 alfinete, 1 diadema
1 flor para o cabello, tudo de tartaruga e de co-
ral, meios aderemos, medaihas e brincos de pla-
qu : na ra do Bario da Victoria n. 2.
Armaco
Vende-se uniaarmacao de amarello, envidraca-
da, na ra do Barao da Victoria u. 31 : a trataj
na mesma.
Vende se a terca parte de urna grande e boa
casa, bem acabada, terrea, sita na ra Augusta n.
92, hnje Coronel Suassuna n. 272 : quem qui'er
comprar dirija-sa ra do Senhor Bou Jetas, n.
20, 2 andar,a entender-se com a pessoa queso
acha autorisadn a eTectnar a venda. Adverte-se
ao comprador qae as outras duas partas parte-
cem ao Sr. Thmoteo Pinto Leal, pessoa muito
capaz._______________ .________
Vende-se vmho suaerior do Porto e charu-
tos da Bahia : na ra da Madre de Deus a o
1/. andar.
SEGREDO ECONOMA E CELERJADE.
0htem-e com o uso
INJECCAO" SHOST .
nica, hygieaica, radical e infallivol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e Autos de
toda especie, receutes ou ebjroieas,; e que
offerece como garanta de sawtares resultados
a continuada applicar;o qua sempre com a
maioa vatagem se tem feto della noa hoa-
pitaea.de Pars.
nico deposito para o Brasil,-Barthoiomeu
t C, ra Larga do Rosario n. 34.
Pona liiiinca ^
Chegou o melhor cha preto, ponta branca (pah, o
quo ha muito tempo nSo vinha a este moteado)'
vende-se a retalho, ua luja de livro n. 12 4a ra
tratado Rosario, de GeraMo Henrique de Mira,
como tambem cha hyssoa maito bota, parola
*m,e preto paima, por preto eotaoedoa.

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V
Diario do Pernambuoo Quiua ieira 20 de argo...de l&?3.
FBDIAO DE FERRO E BRONZE
FABRICA DE MACHINAS
. 4' rea > arad d frwmpho (toa di> Brum) ns. 100 a .04
CARD0S0 IRMAO
AYISAM aos Srs. de eegenhos e ao publico cm geral, que teem recelado da Europa
grande sortimento de ferragens paca engenhos e para lavoura, e quaesquer oulros usos
emisteresda industria agrcola, oquetudo *endra por precos razoaveis.
Formas para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VaDOreS norisontaes e verticaes j bem conhecidos nesta provincia e fra della,- os
" melhores que teem vindo a este mercado.
MOenaaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS llOeUaS para asscntar em grades de madeira.
1 ai Xas (le ieriO de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
RodaS d'aglia de diversos tamanhos.
liOCiaS dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
CoCertOS concertam com promptid qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmeildaS Mandam v'r Por encommenda da Europa, qualquer rsachinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e cora um dos melhores engertheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se rcsponsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
Ra do Barao do Triumpho ns. 101, 102 e 104
PUSDICO DE CA RD OSO & IRMO
'
MIUDEZAS.
Soares Leite & Irmos, com loja de miudezas e perfumaras ra do Baro da Vic
tona n. 28, pedcm muita attencflo para os
Sapatos de tapete para borneas esenhoras
8 1^200.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Talherescabcde viado (imitaco) a3#000
a duzia.
Caixa de linha branca com 40 novellos a
500 rs.
IJem idem de marca a 240 rs.
Maco de fita chineza a 1S000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 155200.
Idem idem kananga do Japo a 1&200.
dem idem divina a 1^000 e 18>200.
dem idem Magdalena (novidade} a 19500.
Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,
19000, 2*000, 4*000 e 7#000. *
Frasco com Sabaparrilha verdadeira a
33500.
dem com tnico oriental de Kemp a 1*000
o frasco.
MIUDEZAS.
Magos de trincas de caracol branca, a
400 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de pe^as de cordo imperial a
320 rs.
Duzia de cachimbos p de gallinha a
2*500.
dem idem de madeira com tampa a
3*000.
Duzia ile collarinhos bordados para ho-
mem a 8*000.
dem idem lisos a 6*000.
PERFUMARAS.
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 1*000.
Idem idem antique muito b >m a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 1*, 1*500 e
2*000.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 1*000.
Mago de sabonetes inglezes muito supe-
riores a 600 rs.
precos abaixo especificados, a saber :
Duzia de sabonetcsjde amendoa a 2*500
e 3*600.
MIUDEZAS.
Tivros para notas a 320 e 400 rs.
Kedes nnfeitadas a 1*400.
Resma de papel pautado e liso a 2*600,
2*800, 3*500, 4*000 e 6*000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de. anjinho transparentes a
2*200.
Duzia de sabonetes cora flores a 1*500.
Sabonetes Glyeertm transparentes 1*000.
Lindas e elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do autor E. Cudray proprias
para presentes, assim como de palha e pape-
leo.
MODAS E MIUDEZAS.
fedispensaveis de couro da Russia para
sen horas a 10*000.
Leques para senhoras a 2*000, 4*000 e
7*000.
Vara de fita escoseza larga (novidade) a
4*000.
Eamparinas gaz a 1*000.
Groza de botdes de osso para calca a
200 rs.
Grinaldas para casamento a 2* e 5*000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
doa 3*600.
dem idem beira lisas a 2*500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 1*000.
Pecas de fita de velludo de todas as cores.
dem idem de sarja de todas as cores
e larguras.
Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
lte.
Chapeos para senhoras e meninas.
Luvas de pellica muito frescas a 2J?o00.
Esmeralda
Acaba de chegar a este stabeleciment um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tem vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderemos e meios aderecos com pedras fi
as, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes gostos e qualidades, para homens senhoras, desde o
prego de 40*000 at 300*000, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfeicoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 16*000 e 405000.
RA DO CABUG N. 5
MOMEA DUARTE & G.
mf
ESPELHOS
de moldura dourada ile todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e zinco, e muitas
rniudc/.as que seria longo mencionar. ,
______28 Ba do Barao da Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'rame para fi
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balancas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES & C.
RA DO BOM JESS N. 4.
tfj [jA f9kL% 1l/" '%- tK*fV fkJL/r* r
Aderecos de bri-
lhantes, esmeraldas
rubina e perolas,
voltas de perolas.
Obras de ouro e
prata de todas as
qualidades.
NOVA LOJA
N. 2 ARa do
DE
DE
Cabug
-N. 2 A
BARROS FILBO
Achando-se completamente reformado este estabelecimenlo, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisicao de
joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
prego razoavel.
-f Vgnde-se, arrendase ou permuta-se, por.
trras que sirvara pasa plantar canna, urna padaria
sita no pateo da feira no povoado dos Monte*; a
tratar com seu propretario no mesmo povoado; e
para lnformacoes, oorn os Srs. Bocha Lima 4 Gui-
maraes, ra do Bom Jess (outr'ora da Cruz) n~|
preteodentes dirgam-se a ra do-Boin Jess c. 21 16, on com o Sr. Nicamedes Mara Freir, no
oja, que achara com quem tratar. Caes do Apollo, n'esta cidade.
Attenco.
Vtmdo-se a tuja de eal^ado sa a roa de Mar-
I)ias n. 98, propria para- principiante : os i
0 pescador.
Vndese superior eravo da India a 660 rs a
Podra marmore.
Da melhor qualidade e para todogenero.de
Uteaou M2HO o kilo: na roa de Marsiuo Itia; n. obra, retallia-se por precos commodo? : na ra
U, antiga ra Direita. } g. jfaclre de Deus n. 9.
A LOJA BOM PASTOR
RECEBEU
Apparelhos de mesa de C. Christofle de Paris, fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros em caixa, colheres em duzia, aparelhos de cha,
baudejas de todo tama*ho^ gaUeiteiros, serpentinas, castic.aes,
saleiras, farQheiros,etc., etc.
Recebeu tambem
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas viudas nesta praca.
Recebe encommenda para o Porto, I.yon e Paris.
Eahrica de ornamentos para igrejas, e Imagens
*w
COSTURA
m\\
HOWE
SOARES LEITE, IRMOS
NICOS ENTES
A"
Ra do Baro da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
!*a exposico de Paris, em 1867, foi concedido
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a coudecora-
5o da Legio de Honra, por serem as machinas mais per_
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de
tura.
cos-
A medalha de ouro na'exposico de" Londres acreditara
estas machinas.
A 901000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pemambuco e mais provincias se venderem as afamadas machins de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introdueco dos mais aperfeicoados apparelhosj estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas' do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras,. para isto prova incontestavel, a_
circumstanca de nunca terem apparecido no mercado machinas d^ Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contera o material preciso para repararqualquer dcsarranjo.
Terceira.Ha ellas menor friegao cutre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do quoas outras.
Quarta.Formara o poqto como se-fura fyUo ,ino.
Quinta.Perraitte que se examine o trabalho de ambos os os, o que se nao consegu
nasoutras.
4(Sexta.Fazem ponto miudo em caseruira, atcavossando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sera. raodificar-se a tenso da linha, cozem a fzenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a.major facilidadesquando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura. "'
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm'tido pocas de grandeza
decadencia. Machinas outr'ora populares,-sao boje quasi desconhecidas, outras soffrerara
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto.a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao atiende a procura, posto que faga S60 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instrueges em portuguez.
GRANDE LQUIDACAO m BAMTEIRO
DO
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
l?
i:
LoiirnicoPereira Mendes(iiimaries
CASEMIRA PRETA A 2^500 0 CORTE.
Vende-se cortesde casemira preta para cal-
gas dehomem a 2500, 4500, 5$ e 6*000.
PANNO PRETO FINO A 2500.
Vende-se panno enfestado proprio para
calcas e paltts a 2*500, 3*, 4* e 5*000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 1*500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homem a 1*500 e 2*000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Veode-se chitas franeczas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. o covado.
ML'SSXINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselna finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FLSTAO BUA.NCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-sc cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vesde-se carnbraia baptista para vestidos
de seuhora a 400 rs. o covado.
COLXAS DE FUSTO A 2*500.
Vende-se col xas de fusto, de cores,
2*500 cada urna.
COBERTORES DE PELLOS A 1*200.
Vendc-so cobertores de pellos e papados
a 1*200 e 1*400.
SAIAS BRANCAS A 2*000.
Vende-se saias brancas e de cores a 2*000
e 2*500.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias para
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA VIAGENS A 3??000.
Vende-sc bolsas para viagens a 35?, 35J500
e 4*000.
LENCOS BRANCOS A 2*000 A DCZLA.
Vende-se lencos brancos a 25T000 a du-
zia.
C.ROSDENAPLES PRETO A 1800
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
a 1S800, 25, 2*500, 3*, 4*000 e 5K)00 o
covado.
MADAPOLO FINO A 19000.
Vende-se pegas de madapolo, a 4*000,
4*500, 5*, 6*, 7*000 e 8-rOOO.
ALGODO A 45000.
Vende-se pegas de algodo bom a 49,
4*500, 5*, e 63O00.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodo enfestado a 900 rs. o
metro.
RAPE REA FINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MOREIRA & C.
NA
BAHA
Moreira & C. solicitam a attengo do publico da provincia de Pemam-
buco para o rapAra Finaproducto de fabrica pertencentc a fdhos
. do paiz, e cuja qualidade est conhecida perfectamente igual do verda-
deiroAra Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Baha, tendo alm
disso a vantagem de"ser viajado.
No intuito de.tornar conheceido devidamente apreciado o rap A-a
Finaos annnunciantes acabara de autorisar seu agente em Pernanibuco,
a acceitar, mo grado, os obstculos e direitos deintroducgo.a luta la
concurrencia, acompanhando-a nos abatimontos de prego at onde for
isso compativol com suas forgas.
Os annunciantes esperara encontrar na tabre populago de r?r-
naiabuco, o apoio que tm jus a actividade e os esforgos qu; ellesteem
cuipregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de industria
que at hoje s ao estrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Pemambuco no escriptoro do Sr. Domingos Al-
ves Mathcus, ra do Vigario n. 21. As vendas sao fcilas era libras
ou meias libras, vontade do comprador.
Prego 1*000 a libra, cora descont de 18 / em porgo de 10 libras
para cima.
Babia, 21 de fevereirode 1873.
Moreira & C.

IHZEO DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRALSE & C.
DE
GOMES DE MATTOS, IRMAOS
Neste importante estabolecimento, o primeiro nesse genero, contina a
vepder variado sortimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, perolas
e rubins, cora grande reduego de pregos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ha de me-
lhor em ouro e pedreras do valor.
Os proprietarios do MUSEU DE JOIAS, sero constantes sempre que tive-
rera occasio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de ru o
MUSEU DE JOIAS vende seus artigos a pregos mu limitados.
Alm do variado sortimento do joias do alto e pequeo valor, acha-se
exposigo obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindissimos e de
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
pregos. Caleiase trancelins de todos os gostos, e tudo o mais que tr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores, que to-
das as joias sahidas do MUZEU DE JOIAS sao garantidas.

A
SOARES
Ra do Bato d& Victoria
Tijolos francezes sextavados
De 45*000 a ...V-OOO
o niflheiro.
Estes tijolos, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
terreos das casas, ponjuantQ, pouco mais custan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparacao
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custam alm disto meaos da
dcima parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de difiremes mosaicos, os quaes nao estao
oert menle ao alcance de todas, as for lunas, e s
gao empreados e proprios para as salas princi-
Saes. Alm da vantagem que ha no .emprego
estes tijolos para os pavimentos terrec e casas
de campo, tem estes ainda a de serem os melho-
res e mais. proprios para ladrilhar cozinhas nos
sobrados da cidade, atiento a sua solidez e pouco
peso, estando mais que pruvada a conveniencia
oe serem assoalhadas as cozinhas toda* de tijolo,
e nao s. a parte junta ao fogao, no que at as
companhias de seguros se deveriam interesar.
Vendemse nos armazens de tarmha d Tasso Ir:
mos 4 C, no caes do Apollo.
Z 55^* Sb^stopoi -
;!

Lindos vestidos a''5S'o coste
Superiores cortes de cassa de cor, da-.organdy e de percalja com barra ,e de daus
saias, acompanhados dos competentes figurinos a.5* cada corte. Vendem .na ra Pri->
raeiro de-Margo iantiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Vas-
cellos.
Boa pechincha
,Vende-se um expeliente sitio om Beberibe de
baixo, junto a estaco do Fandao, murado na
frente.com pprtO: de torro, com urna bo* ta oasa
a uo ped ra e cal, le^do 4 quartos, 2 sal as i
DEPUftAi
OAfENpO
^iii '**^v*-" SAUCE
DEPOSITO GERAL
HA
Pharmacia e drogara
DE
BARTHOLOMEU 4 C. .
34Ra larga do Kosano-

34
tao e coziaha fra. tendo 350 RaWnps le frente e
4,800 de fundo, sendo de mata, com urna excel-
ente cacimba com agna de beber : quem preten-
der dir ja-se ra de Pedro hSStSfo, antiga ra
da rraia n. 37, qae,a&ar eom quem tratar.
Vende-se uma.vtt^la : no sitio do Arraial,
de Marcellino Jos .Lepes.
Veude-se ou aluga-se
o sobrado n. S da ra do Rio, na frecue-
lia do Poeo da Panella, com 3 saja* 6
quartos, 1 slela, despeasa, coziuha e quintal mu
rado cujo predio, acua-se concertado, caiado e
pintado de no,vo : a tratar com o commendador
Tasso.
O baeaAio .da Nvrutga. en: canas e bis
ditas : no caes da AUandeg". n. i, arome m
Tasso Irmas 4 C
Vende-se cal nova de Lisboa pelo menos
preoo do que em outra.parte : na ra de Podro
Affonso n. 5.


F ^1 |BWI|M|TW'I*III

8
Diario de Pernambue Quinta feira 20 de Mar^o de 1873.
AHIEDj
I
CIRCULAR DO GOVERNO DE DESPACHA
AOS SEUS REPRESENTANTES ISO ES-
TRANGEIRO. "
Resolreu a naco hespanhola um dili-
cilimo problema: mudar urna forma por
outra forma de govorno, sem dusordens c
sem tumultos, romo se eflbcttiassc natural
'transformaco, largamente preparad* pela
firmeza dos sous propsitos, o a tempo tra-
zida | ca lgica dos acontecmontos. A
Hespanha passmi da monarchia repblica ;
e passou pacfica, legalmente, na plenitude
da sua austeridade o no exercico da sua so-
berana.
Muito nao ser que, ao verem esta gran-
de transformaco, os cncarrega los de uian-
terem a estabilidade social, tudo aribnam
ao arrebatameuto de um povo delirante,
quando devem attribui-lo sua vontade ma-
dura, reflexiva, de encarnar em si com vi-
gor o espirito moderno e de pertencer com
lustro ao eonjuncto enropeu. Todo aquelle
que so demorar na considerae;o do .nosso ca-
rcter, e na leitura da nossa historia, encon-
trar entre as qualidades do povo hespanhol
um respeito pelas suas tradices, que cbega
a ser culto, e um constancia peas suas
ideas, que cbega a ser tonalidad;.
E entre as ideas meis vivamente aH'w-
das pelb nosso severo peo, sempra se Jem
encontrado a idea monareferica, lbaroseu as
batalhes, seu consolo as ttosgracas, perso-
nifi cacao altissima da sua aioridade, depo-
sito das suas glorias, com o salor da qual
tantos seoulos viveu, e ao amparo da qual
.completo i- em larga lula o territorio na-
cional.
E* necesario, porm, dize lo &em claro,
bem alto, p-Ta que todo o mndb* o oica ;
aqu morreu amonarchia as alturas da so-
cieda le antes de se extinguir o espirito mo-
narchico na co.iseiencia do povo. Talvcz
contra o instuiciV popular, talvez contra a
sua le, por motiros de poltica interna, es-
pccialissimos, nacionaes, exclusivos nossa
historia e parte do inovimento eurf^etiy.a
iiistitmVo monarchica desappareceu nos. o dia em que urna turba' do orto-
zos c outra turba do povo" comecaraea inv-
pellidas por conjurnrao palaciana, coi a- lu-
juria nos labios e o desacato no poto-, a per-
turbar a tranquilla magestade dos seos mo-
r-
diplomacia e nos campos do batalha a um-
dade da Italia e a unidade'da AHernanha.
As nossas dynastias, vencidas urnas na
guerra civil, desthronadas outras na revo-
luco, no-podiam apresentar como titulo
glorioso essa estabilidade das dynastias,
que representara anda o genio de Pedro o
Grande e o de Carlos V. Nao estavamos uni-
dos forma monarebica por tratados' inter-
naeionaes como esto unidas Blgica, Hol-
landa, Grecia e Roumania. Nos tinhamos
que procurar.um rei no estrangeiro, enrien-
do duplo riseo orisc a exterior do perturbar
a Europa c o risco interior de ferir o senti-
men'o nacional, Nenbuma das potencias
que se julgavam interessadas na conserva-
co aqu no rgimen monarebico nos^apla
nou o camnho. Todas, ou por obser-
vacoes respeitosas, ou por negativas for-
maos, nos regatearam o seu concurso. E
dolorosa experiencia veni demonstrar que O
mais salutar tranquilidade interior da
Hespanba e o mais seguro paz e estabili-
dade da Europa, loria, sido fundarmos tran-
quilla e pacificamente, como a fundan*
agora, urna modesta repblica.
das a trazer um monarcha, o procura
raitr-n'o cin trras estranhas, e rrouxe-
ram-n'o nossa trra. IIlustre pela sua
dynastia, valeroso pelo son temperamento
ligado cora irrleresses polticos e recordarles afastjmento da da1 putfica, pela f ceg
recen te s primeiras potencias do murrio, que *nha nos ruis-, \eclipsou no seu ^spirifo-
Franca pefa guerra' de 1859; Prussin- pe-
la guerra de 18tf;' Gr-Bretanha pelo
estabelecintento dar monarchia constitireio-
nal no solode Italia-; instruido em altirsi-
iims exempfes-, e inclinado ao respeito da
ivpresentaeO' nacional, contando corn
o apoto1 de tdos os partidos que consu*-
3 wvnhiriin.. desdo O
da dad media. Purera; eooa'a idlalidade- jMas ab que 8fi~no$Ses estraiigeiras nao nos-
na conseieiicia, eo*i>o-entb*asmo o cora- Jpetjam energa e-tog nos negara a unics-
V-Ao ; autz e comBedido an-mesmo tempo, eousii que llios rogamos, o seu concurso
' Valoroso-ftsisudo, sereno-e swihorjJesi mes-
nio ii.-is oitingem:ia-da- guepr como as
jerises polticas, costumado'^ ebedecer e a
miaoram' a revolurao1, desde o raa ,------
coneervador at.ro mais radie!, nao foranu acatar as autoridades electivae> grw;as aos
sullfcientes, nflo; todas esftis vantagens po-
lit'icaor histricas-, diplomticas do joven e
animoso priheipe-para- wutrariwr o senti-
mento mais vivo na nossa rara: o senti-
mento nacional.
Este sentimento contrarieu'^o em todos
os seus propsitos, e venceu-O' finalmente.
Este sentimento deu-o- en*ta4; soledade,
iqueerawmpleta asphyxia. Enganar-se-bia
'todo aqwelle- que jurase ter ex-isiito aqu
urna conjumcSo mysteriosa contra o joven
principe. As cortes- respeitavamosseus di-
reitos, os ministros chamados ao poiler so-
archas dentro do proprio pa<;o de Irajv cua/lavara-nooom zeto. e os-minetros ae-
juez, a historia registrou nos sous annoes o
comeco do julgamento s
seas vassallos e o termo da antiga monarchia
hespanhola. Pouco depois destes aeonteci-
mentos, a instituicao secular que dominan
a Europa e descobrra a America, entregou
por solemne cedencia ao estrangeiro o solo
patrio, e a guerra da independencia, anda
que sempre nvocou monarchia como seu
numero, a par de gigantesca luta coia o
genio, com a fortuna do conquistador, ma-
nifesta desobedioncia vontade expressa dos
rois.
Tres vezes se tentou desde entao reani-
mar a velha monarchia com espirito novo.
Na constituico de 1812 creou-se a monar-
chia democrtica ; na constituico de 1837
a monarchia parlamentar ; na constituirao
de 1869 a monarchia electiva. 0 nosso povo
pugnava por conservar o seu organismo tra-
dicional e histrico. E depois do tantas e
tao repetidas experiencias, feitas de boa f,
inspiradas pelo antigo sentimento moiar-
Chico e pido respeito que os nossos legisla-
dores tinham forma do governo usada
por toda a Europa, o certo, o indubitavel
que boj'4 nao temos re, que hoje nenbuma
das antigs dynastias, nenhuiu dos novos
preteadentes pode gloriar-se de reunir ao
redor de si os partidos, nem de exprimir o
sentimento nacional.
Esta a noisa situa^o framente con-
siderada. E' impossivel inspirar f na esta-
bilidade da monarchia e na pacifica transmis-
So dos seus privilegios pelo direito heredi-
tario, a um povo que vio passar por diante
dos seus olbos attonitos tantos res; im-
possivel desconnecer que ama instituicao to
lorie, arraigada pelos seculos em nossos cos-
tumes, nao pode canir de tao alto, por eon-
jurai.ao 'los partidos, por discursos dos tri-
bunos, por ostentaedes do povo ou do exer-
citu, mas por interna desorgauisacao que lhe
causou inevitavelmento a morte.
Desapparecida a monarchia por um con-
juneto de causas interiores, puramente inte-
riores, de nossa historia especialissima e de
nosso carcter peculia, a repblica apparece
por si niesma, por sua propria virtude, pela
lei da necessidade, como apparecem apoz de
uns organismos outros organismos noseio da
natureza. E esta virtude dos principios po-
litit os, este cumprimento das leis hist-
ricas impunham-se com mais vigor de-
pois da revoluco de setembro, acclama-
da por todo o nosso povo e reconheci-
da por todos os governos. esthroados
os principes que tinham o privilegio de re-
presentar as antigs tradicoes ;. proclamados
os dirritos naturaes em toda a sua extenso;
reaonhecido o sutfragio universal em toda a
sua latitude ; acclamada a liberdade religio-
sa em tela a sua pureza ; consagrado pela
sanego das leis e pola legitimidade da victo-
ria o principio da soberana popular em toda
a sua verdade ; emanados da elei^ao po-
pular os poderes ; o organismo natural des-
tes principios, a consequenca inflexivel des-
tes fados, o resultado fatal deste mov ment
encontrava-se, por forcas superiores von-
tade dos homens, na proclamacao da rep-
blica. Os governos da Europa que reconho-
ceram a legitimidade dos principios da revo-
luco, nao podero desconnecer a legitimi-
dade das suas consequencias; os governos,
da Europa que reconhoccram os poderes ema-
nados d aquello facto, nao podero desco-
nhecer o rgimen definitivo e estavel que
d'aque-llo facto lgica e necessariamente se
derivou.
As cortos conslituintes de 1869, cujo pa-
triotismo e cuja sabedoria a historia recor-
dar com applauso, quizeram desde o pri-
raeiro momento da sua vida -proclamar, e
proclamaran) effectivamente, a forma mo-
narchica, por tres razoes fundamentaos :
primeira, para corresponder as trad coes
do novo hespanhol; segunda, por acredi-
tarle asseguravam assim os principios li-
beraes da revoluco ; terceira, para harmo-
nisar a forma do seu governo com a for-
ma dos governos existentes em quasi toda a
Europa.
Mas todos estes propsitos naufragaran!
nos obstculos da realidade. Eoraos mo-
narchia e nao vemos monarcha.
Nao havia entre nos urna dessas dy-
nastias que representara principios religio-
sos e nacionaes unidos ao espirito moder-
no, como os representa a dynastia da In-
glaterra ; jiem to pouco principes e res
como os que fundaram nos eonselhos da
postos obedeciam-Ihe com respeito ; as tro-
pas- pelqjavam. pela sua autoridanl, os po-
vo lecebiarosos seus mandatarios* a jnstica
administrava^se em sen nome r neiihuma
prerogativa lhe foi disputada, neobum pri-
vilegio cenado, e todava,, sob todas as ap-
parencias rio poiler sentio que tlie faltava
completamente o-mais alto^ o- p. raais forte
entre todos os poderes, o. poder que nasce
daopinio publica e que se-funda no amor
dos povos. E renuncioui para si e para os
seus a umaeoroa, da qiwlJs-senta o pes
na fronte, nao a dignidade na afana.
Que fazer, depois d'este supremo instan-
te ? Pedir arf "rei que retirass a sua renun-
cia ?Era indigno de nos. Tornar ao pas
sado, entregar a dynastia desthronada atu-
tella deste povo?-Era impossivel. Erigir
urna dictadura militar?Era absurdo.
Atravessar oulro periodo de interinidade ?
Era pergoso.
Aqu ha dois methedos de resolver todas
as nossos crises revoluccionarias. Para o
periodo que poderiamos chamar de proces-
so, as juntas ; para o periodo que poderia-
mos chamar de soluro>s, as cortes. No
presente caso, achavamos-nos dentro dft
mais estricta legalidade.
Sentimo-nos to fortes para isso~, que nos 5 kopecks, a metade da de urna carta fe-
basta a convicio da nossa torca e a austera chada.
conscieucia da nossa autoridade. O grande Na Austria a carta de franqua korrespen~
povoque oceupa o norte do continente amo- dents-karte circula com a tasa de 2 kreut-
ricano, apozar das distancias, recohboceu- ze/s desde outubro de 1869. O preco da
nos promptarnente, e nos communicou a sua fabricago nesse paiz de 1/5 a 1/4 de
fervorosa syrapanba por esta na<;o, que kreutzer.
descobrra cora prodigios de engenlio e de E' para desojar que o nosso ministro in-
valor a trra da liberdade e das democracias, troluza o melboramento, a que nos referi-
A confederaoo Suissa acaba de seguir o seu mos, nos corris o postas do imperio,
exemplo e abencoou das suas santas monta- *
nuas a nossanascento repblica. Estes dous NAVIOS I.NGLEZES NAUFRAGADOS EM
actos de dous povos 4ivrcs, de dous novos 1871.Conforme aos documentos oilicraes
demcrata, de dous povos republicanos, publicados pelo ministerio do coinmercio da
de dous poros amigos do Mas as potencias, Gi-bietanha, bouveem 1871 os segumtes
vcem fortalecer-nos e dttnWnstrar-nos que naufragios do einbarcaes inglezas.
nao ternera que nos demandemos da gran- as costas do Reino-Unido, perderam-se
dezaaqucnosobrigam as nov instituigo!, 1:678 navios, que represento vara a tonela-
iwm manchemos tota excessos 9 nomo da gem de il3>i(>00, perecendo 5'JO pessoas.
modernas democracias. Tenbo direito a es- as costa* das pnssessoes fcritannicas* per-
perar que o resto do mundo, depuisdas mi- tleram-se 3J navios, os quaes mediara
nha*!eaesexplcacoesvahir da si reserva. :-*70 toneladas, morrendo 3D8 pessoas.
Seria indigno de imm, deixaria de repre- as costas de paizes estrangeiros,- perde-
sentaT energa da minia naco e dbminha raia-se 550 navios, medinlo 22-.868 lOOV
raQa.seein sonhos pli.-wtasticos fenecesse a lam, e perecead 202 pessoas.
miuha eeperaaca. Temos grandes, amen-1 No alto mar perderam-se 869 embarca-
sas Hllicoidailes a vencer. Virio c-*mpl- ';oesr wpresentandb' 371^83 toneladas, e
cayos duttute o dcsenvoiVimento da nossa perecendo 1:119 pessoas.
poltica e (Mirante o pergoso transito de una O que forma o espontoso total de 3:122
a outra forro de governo. Nunca se oc- navios p<;rddos, cor* a'tonelagem *.-..
cultaram nossa prevso cao nosso patKO- 1.108:171. As vidas perdidas foram 2-189.
lismo. Oqw podemos dfur que, cm- O numero de 2:189- pessoas mortH s6
que Sntia nosrui6;\eciipsou no seu espirito quanto oceupannos os nossts postos, este- mente em- resultado de* naufragios de ein-
virtuies que mostrara pap governar-se a sh pernos resolvdbs a fortalecer a ordem nter-, barcaedes- inglezas, aceaea a porcentagemnle
mesmo-nos prlaaieutosre' nos inunicpii jna e a respeit?-r- a paz de todto a Europat (8,3 por 1:000 no aonordas pessoas qucaii'
i o seu direito de associaco pela
liberdade das nossas recentes instituices,
que pela tutela das ultimas monarchias. 0
exercito proclamu a repblica em toda a
parte com fervoroso enthusiasmo. E' ne-
cessario destruir falsos conceitos arraigadis-
siraos na Europa acercado procedimento do
nosso exercito. Julga-se vulgarmente que
se sublevou por seu arbitrio para erigir urna
dictadura militar easseguraro sou prodo-
midio sobre as outras classos sockes. 0
exercito hespanhol, exercito da liberdade,
exercito da patria, |*ercto da independen-
cia, em alguns erros na sua villa, algumas
sombras na sua historia. Mas, digrf a ver-
dado dizendo que estas sombras sao excepcio-
naes. 0 exercito hespanhol nunca consti-
tuio urna dictadura militar. Em todo o tem-
po, quando n oppresso foi durissima, a ar-
bitrariedade insolente, o direitoesquecido, a
seguranza pessoal atropellada, as leis feri-
das, o exercito, nascido do povo 9 Inspira-
do p^lo ponsomento do povo, volto as suas
armas contra a tyrannia e a favor da liber-
dade. Estes antecedentes assegurwm-nos
que as contingencias do futuro teremos
Masa* cortes julgarafti-se compromctti-|i*m exercito Caito da patria como da n^w-
- ------ ----------u. hu^, Mk;a.
Eonvem principalmente destruir4 ft4sa
icJndoqueo nosso1 povo um povo inp>-
vernaYfl o cIbo' do wntade. O agrande
Segundo o seu modo de ver, o imperador
suecumbio aos resultados da operado e a
nopportuna applicago do chloroformio.
autbor do epusculo entra em desenvol-
vidas consideraces sobre o trataraento das
enfermidades da bexiga, e aproveita o ense-
jo para dar eonselhos aproveitaveis s pes-
soas que padecim enfermidades d'aquella
natureza.
RENDOSA INDUSTRIA.Foi concedido
por cinco anuos, ein Franca, o monopolio
da fabricacao e venda dos palitos phosphori-
cos, a urna eompanhia, peld preco de 16
millies de francos awnuaes.
seus arraiga] habit^ monieipaes; com
austera digridade republicana^, anda mes-
no s >!i o pecter da mmarchkn ora a inde-
Ipendencia pessoal das ruis illwtres racas,
nomo base do-seu carcter, fanatizo s vezes,
nts sempre pelas ideas, desmteressado at
& abnegaco, e^-ssffredor at o fsactjro p-
te assegurar-soque vivecomugtoriaa vi-
iki diilinl. msosalutar da*liberdadle-.
A Europa ioieira deve coifreiender que
Ovdsejo mais- constante otftnardo nosso
pevt- goven*.'*>-> a si XMsmoi. lun seu
.carcter nao ha> usas velelades,. ue pode-
riamniizer-nos seituer urna queda das iusti-
ti^Oes republicftttas, .na aoirchda dicta-
duca. Sempre que o povo- liespaohol con-
seguid com vefiladeira op^Ptunidaile um
pfogtesso politicn. conseovoa-O" tiambem
cohvi wrdadoira constancia.- Desdb 1836
.aistentou melboc-oa 'peior, mais btas ou
mais-Restrictas, Rstituicoes coH3tia*ciuoaes,
o-noas perdeu auuca, empsegando at as
raaiopes revoluces o seu: proeedaonto para
entran em plena democracia. Pbis hoje o
governo da repblica. acha-se resol vid o a
lar a.este povo tana.liberdade eletboral ta-
raanba e commod*,. que possa. exprimir o
settipoosamento e-aspiracoes conasinceridade
at aqui nem seaapre usada.. Evitaremos
11 mi. cuidado a influencia oOtciai e burcau-
craiiea, e reprimiremos con severidade as
impesicOes violentas dos pactidos e das tur-
bas- Daremos todas as corntcocs de segu-
'.bih;,i aos mais tmidos paco, exercerem o
aeu direito, e satteutaremos. o respeito que
aada eleitor deve aos outros-etoitores e sua
jropria soberaia. Todos os que conhecem
a vida publica dos qu obtiveram a imme-
recida honra do- fundar a repblica sabara,
jue cumpriram. clmente a. sua palavra.
,------ _CT------,
moral, para que assim como fundamos na
fegaiiilade a nosse repblica, i>' consolide-
ijjos na ordem iris pefeita e i araizade
rcais estreita com '.odias as naces-e todos os
gwvernos da trra.
Compenetrado fi Exc. das ha que
*rxo- expressas, sei-ihes-hajfacil secundar os
propsitos do podeaVBBOivo da repblica;
e doseu 2eIo pelo Lana ssrvico espmo que
safcere^po-las em farnu* v em occslo op-
portsnaia esse Sr. aiinialro dos negocios cs-
trangeinos, a quem Ifer'i edeixar w(ia, se
o desojar, ito presen-despacho. Madrid,
25d faveresro de 18T3.Fmilio G:.r4elar.
tkBfk DE FlvlMJllA.Na Stoista
de- obras publicas e mina do me ile fe-
veasiro- c*reote l so a. segeinte noeia so-
bra-as oarta* tU franq/d:
* A I dte 20 do detente de 187.2: au-
torisou.ena Franca o eiapreg das ca** de
fraaquia. [poet curi/s, dos aglezes : curte
poitak; tos tranceacs^, que consatem
n'jaaa.cartaaberta, esGripfc n'um caita* ou
foha de-popel de 12 MMitiaii-tros de atara
sohae8 de- brgura.
Neianwetiso (recto) eneomtra-sc estampado
o selk) de fcauquia o melle se devem essrevor
o neme e-a* morada da.pessoa, a quem a
ctfla destioada. O reverso serve pan es-
crover, irapcimir, etc^. o> que se qper di-
zer.-.
O-cartHO'pira as exttas. de franquean en-
ceBtra-io-i venda, pos utn pre^o fixo, e ba -
toideitaruina dellas uiumu eaixa jxira.ser
expedida, pela adminitra;.o respectiva .como
qualquer outra carta feehada. .
As vontogens dcste-cev-o meio de- eocres-
pendeuri.-i. sao :
Sera 'aportancia ib-- seu sello mcsiur do
que o de urna carta kafaade;
Nao ser necessarioco*aprar papel!;
Dispousar o emprego dos sobrescriptos ;
Evitor o traballiu.de 'iobrar a carta, in-
LTURA,
Nao havia proco
limento revolucionario a que recorrer, e as.
juntas foram inuteis. Mas havia soluces.
polticas que dar, o as cortes tornaram-se
necessarias. Na ausencia do poder suprer
ido, as cortas assumiram todos os poderes.
E ao assumi-los, realisaram um ponsameu-
to, que, se nao tinha sido expresso, tinta
sido previsto nos comicios. Orgo da von-
tade nacional: inspirando-se em ideas, for-
muladas por todos os labios, em sentimen-
tos nascidos da todos os coraces, obede-
cemlo s supremas leis da necessidade p li-
tica ; fiois lgica iucontestavel dos factos,
as cortes proclamaram a repblica na ple-
nitude da sua autoridade, no exercicio do
seu poder, depois de tranquillas, e solemnes
deliberacocs, sem que nenhuiaa influencia
exterior as subjugasse, sem que nenhuma
ameaca interior as cohibisso, deixando para
as cortes constituimos, opportunamente con-
vocadas e livromente eleitas, a organisaco
dos poderes dentro desta repblica.
Assim que nos temos um governo, na-
cional pelo seu carcter, popular pela sua
natureza, legitimo pela sua origem, solido
pelo seu organismo, definitivo nos seus fun-
damentos, estavel pela sua longa prepara-
cao e com tendencias para conservar e for-
talecer a paz na Europa. Porque aqui nao
houve, n'estas profundissimas transforma-
ces, urna rovolugo violenta, nao ; o que
qui succede e deve chamar-so urna evo-
luQo necessaria. Tinhamos os direitos in-
dividuaes promulgados em formulas to am-
pias como as formulas da Constituico fe-
deral nos Estados-Unidos ; tinhamos o suf-
fragio dado a todos os cidados ; tinhamos
urna grande autonoma municipal e provin-
cial ; achavamo-nos sem rei pola renuncia do
monarcha e dos seus descendentes : as cor-
tes, poder vordadeiro do estado, proclama-
ram a repblica. Tudo se explica pelas leis
racionaes da lgica, e tudo se funda as ba-
ses legitimas da constituico.
A repblica nao provisoria, nao; qual-
quer que seja o seu organismo interno, a
repblica definitiva. Assim, a legalidade
da repblica nao foi posta por ninguem em
duvida dentro de Hespanha. As cortes ,que
occorreram ausencia dos reis e defeza
nacional nosepicos annos de 1808 a 1814 ;
as cortes que derogaram os direitos do ra-
mo de D. Carlos antiga cora de Hespa-
nha; as corts que sanecionaram o des-
thronamento da dynastia de Bourbon ; as
cortes, o poder mais permanente da nossa
nacionalidado, visto que os reis desappare-
ceram e ellas ficaram, como o organismo
proprio do nosso espirito, as cortes procla-
maram a repblica ; e todo o povo, n'um e
n'outro continente, por ondo se hasteia a
nossa bandeira, reconheceu e acatou a legi-
timidade d'esta proclamacao.
Observe-se e procedimento das autorida-
des. Quando receberara noticia de que a
repblica estava proclamada, aceitaram-n'a
espontneamente. Tanto os capites-gene-
raescomoos governadores civis, tanto as
autoridades judiciaes como os alcaides ma-
nifestaran! a cua adheso assembla e a
sua obediencia* governo. As classes con-
servadoras reconheceram a necessidade d'es-
ta transformaco, e o clero confessou que
epera ver mais segura a sua independencia
Igual certeza, devem tea os.governos dai troduat-la no sobresvripio, fechar este o col-
hwuu r_h..-. ni-iccric lu-nrui-itn-; liail lio. 1.... ...11,-. .
Europa. Estes, nossos proposites ho de
leva-Ios a comprehender, tarde ou cedo,
que somos um poder lgala de nenhum mor
*lo composto de conjurados, mas de legjgr
ladores habituados a dar leis e a obedecer
a ellas. E nos, to, zetosos da nossa auto-
noma o da nossa imlepeodencia, nunca cons-
piraremos contra a autonoma, contra a, in-
dependencia, dos outros povos : tanto- na.
nossa poltica interna como as nossas re-
lacoes externas, siibavemos de inspirar-nos.
noprincipio etorno dajustica.
Tenho, pois, o encargo especialssimo de
todos os inembros que compeao podor
executivo,. encargo especiassimo para dar
a entender que a nossa repblica nao ser
urna ameaca de discordia arrojada ao seio
da Europa. Estas raudancas o transforrna-
c;oes sao completamente internas, e nenbuma
relacen teem, nenhuma, com os diversos
problemas, polticos ou interoacionaos, im-
plantados hoje no mundo.
O nosso longo afastamento, de todo o in
fluxo europeu, que algumas veaes ter po-
dido mortificar o orgulho hespanhol, serve
hoje providencialmente para a regenerado
dosta amada patria. Nada de vemos aos que
agitavara" o mundo as. grandes cidades, que
podem chamar-se as cidades cosmopolitas,
as capitaes da intelligencia e das ideas. Con-
sideravam-nos como povo raorto, grande
pelas suas glorias, poreiii com a grandeza das
ruias, raaneira d'esses imperios soterra-
dos sob os areaes da Asia.
A democracia hespanhola, em generosa
vinganca deste esquecimento, reeolhia-se era
si e meditava nos seus destinos, harmon-
sando.as ideas progressistas do nosso tempo
com o genio nacional. Assim nao teve nun-
ca, nem tem hoje, esse vago cosmopolitismo,
que poderia aterrar no exterior, nem esses
utpicos sonhos que poderiam no interior
crear-nos difculdades sera cont.
E' uraa repblica originalmente nossa,
nascida do sentimento nacional. Anda que
outra cousa intentassemos, a nossa mesma
posico geograpbica nos irapoe esta politica,
exclusivamente hespanhola. E seria intil
dizer que nao pensamos nem em annexaces
nem em augmento de territorio. Urna re-
publica, onde, como na nossa, ha tantos
elementos municipaes, nao pode ser, nao, a
lar o. sello :
Evitar, n'um grar.de- numero di-casos, o
emptego de forinuhisv que serverm para per-
der tempo, e por Uso nao parai admirar
que a primeira idea do emprego deste mc-o.
d- correspondencia, fosse, pela primeira, vez,
apealada em Inglaterra, paiz uc.qual tanto
aproco se d ao lempo, a ponto de se di/er,
time is mmmj..
repblica conquistadora. A sua propria na-
tureza sujeita-a a este pensamento ; a*0rga.
nisar do melhor modo possivel os seus po-
deres, e a educar com elevaco os seus cida-
dos. Temos territorio bastante no mundo
para a nossa actividade. Queremos conser-
vado, conserva-lo-hemos a todo custo e em
toda a sua integridade. Porem seriamos
insensatos se pensassemos em augmentado,
e menos por conquistas: nem directas, que
poderiam expOr-nos s glorias venenosas
da guerra e aos azares perigosissimos do cesa-
rismo, nem indirectas, que poderiam levar
nos a desconhecer nos outros o principio
que sobretudo amamos em nos proprios, o
principio da autonoma nacional.
Repito e repit-lo-hei mil vezes. Pela in-
dependencia de Hespanha, pela dignidade
de Hespanha, temos o mesmo culto de todas
as. geraces hespanholas. Nao, queremos
nem necessitamos que alguem nos reco-
nheca o direito de nos governarraos a nos
proprios.
A telegraphia. elctrica e a carta.postal sao
hoje consideradas como os intrumenlc.n-
dispensaveis dns relacoei, qoBi nao oxjgom
mystcrio nena grandes desenvclvimentos.
Em [ngfelerra o empregp. da 'carta de
franqua couycou em 18J0V con* a ta-
xa de i/SI pnny. AcircuJeco dcsta es-
pecie de cartas eleva-se, termo medio, a
1,5 millJo.por semana e ao anno. de 1871
a reparUeao competente evpedio laais de 75
milhes, advertindoqueo.omprego das car-
tas de-franqua nao diminnio. o> trafego das.
cartas-fechadasoqua loi^em 18.T1 de915 mi-
lhoes.isto 52milhoosmaisdoque cm 18T0
que foi de 863 milhOes. A creac.o da carta
de franqua foi decretada na Allemanha em
junho do 1870. A sua taxa foi -ao princi-
pio de um cjrox, como a das cartas fechadas,
mas em julho de 1872 a taxa d'aquellas
passou a ser de meio gvos. 0 numero de
cartas fechadas que tinha sido 205 milhoes
em 1870, elevou-se|a 2i0 mllhoos em
1871. Mas toi-so mais longe e recor-
reu-se ao emprego da carta de franqua du-
pla, com o porte da resposta pago, constitui-
da por duas carias de franqua simples uni-
das, urna para carta ou recado, outra para
a resposta.
Na Suissa a carta do franqua comeceu a
circular era outubro do 1870 com a taxa
de 5 centesimos. Era 1871 foram expedidas
l,713:710*dessas abortas, e o numero das
cartas fechadas expedidas, que om 1870 foi
20,V77:8Helevou-secm 1871 a 22,563:351
Os resultados obtdos resolveram os gover-
nos a adoptar na Suissa o emprego da car-
ta d$ franquia oficial para as correspon-
dencias officiaes, que nao exgem segredo,
o que permitte diminuir consideravelmente
o material e o pessoal, e acabou com um
abuso, que se dava'om grande escala, o pe-
so excessivo que se notava em niuitos des-
pachos officiaes.
A carta de franquia foi introduzida na
Blgica em julho de 1871 com a taxa do 5
centesimos, e as que sao encontradas com
escriptos, que olendem moral e ordem
pubhca, nao sao expedidas. A expedico
das cartas ordinarias, que em 1870 tinha
sido 4,500:000, foi 4,700:000 ora 1871.
A contar do Io de Janeiro de 1873 passava
a ser perraittida a crculago das cartas de
franquia duplas, com o porte da resposta
pago.
Na Noruega circulam as cartas de franquia
desde Janeiro de 1872 com a taxa do 9
schillings, porte de'uma carta ordinaria.
Na Suecia a taxa da carta defranqniade
12 ore. devendo passar em 1873 a ser de
ore.
A carta de franquia foi introduzida na
Dinamarca em abril de 1871, com a taxa
de 4 schillings.'
Na Russia esto em uso as cartas de fran-
quia desde Janeiro de 1872 com a taxa. de
daram sobro as aguas do* mor,
CO.YTASENTREA PftjINCA E A PRIS-
SIA.Scgumlo urna comruunicac.o do mi*
nistro das hiancas da Pruasia s camarasra
Franca tem pego 3:350 miihes d indem>
iisai,o de guerra. Foram aeservadbs 2:70*
milhoes par ee-interesses geroes do rape
rio ; 956 milluies para os bnee dos iuva-
Bdoso para a- construeco das fortalezas
atteins. Soim^ws anda mafc-cotisideraveis
Mi appieadai-as necesaidadbs-do imperio.
l)etoda a indeimrisaeau de guerra s 200
railboes serio repartidos pelos- estados que
cjwipoem a grarnt undade atent.
SOYAS VISTAS- DE BISMAltt.SOBRE A
HESPANHA.-IH: Pars, cm da** do 12 do
correte, escrevenruo ommertio-do Porto,
o siguite :
PaHa-se aqatnBwito em no?na eaerhina-
Qes: da Prussia.. Gonla-se qu.TO Sr. do
B:rkpondo de parte o paiocipe de
Itolienzollern que-fci a causa ou pelo menos
o pretexto da guerra de 1-70-1871pro-
porcoino candidato cora de- (?arlos V,
o principe actualmente reinante d Rouma-
nnvque j por di.as vezescome- os leito-
rcseoWao lembaados-olforeceu % sua de-
misso aos povo- d paiz que ^le gover-
no^.
0'principo Carlea-Hohenzollerni irmo
do-principe a que cima se allude. Tora
3?Sauuos. Foi elcko principe da, Rouma-
nia em-1861. R" cesado com araa (lha
do- fallecido principe Bertnanu <\>i Wied.
Tbesunma Qlbeneeeiaem 1870.
INCENDIOS EMINGLATERRA.r-Em Li-
verpool houve M da 1 do fevesciro um n-
odiaqne, oecaaionaado gravo perda em
liiieiro, dea causa a outra muto peior e
irreparavel. Cinco mulheres ftam victi-
mas das chamas.
No grande- .estabelecmento. dos Srs.
tuhston. C*pt* and Ikinderd&de, de es-
mearias, graos farinceos e descasque de
irroz, irrumpen.o. fogo DO primeiro pavi-
mento dos armazens. Duas lambas acudi-
.viin immedielameate, porm o* fogo tinha
glandes elementos para progrodir, de for-
ma que eimui.quarto de Ikom lavrava y\
com grandb intensdade.
No pavimento immediatamente superier
estavam ato; mulheres trabaUando em eu-
pacotar, e s tros por desgraca pedecsm Su-
gir. ('Jacoidesgracadas inuJieres porececam
qneimades.. lian tinha 15 anuos, oaira
18, a terceira 23, a quarU 25. e a quinta
28. As tres, que fugiraoi salvaram-se por
serem mais animosas, as. outras eterrarem-
se e quando. tentaram fugjr j era tarde.
No, mesmo dia, s duas horas da tarde,
tambera o.logo dominaba a casa d com
mercio ilo joalheiro o relojoaria caos Srs,
Tompson and Vine% oceasiouando graves
pwiuos, posto que-es valores estiwssom no
-"g,uro.
Anda nutro incendio na grandiosa fabri-
ca ilo rofinacAo de leos dos Srs. Price axul
G.\ a qual oceupa urna Buperfieie.de seiscon-
tos, e quarenta heetares do terreno.
Os prejuizos. sao consideravois.
DECADENCIA DA PRUSSIA.A lYussia
tem melhorado depois das suas victorias so-
bre a Franca e do dinheiro que tem receba-
do dos vencidos. Ha dias o conde Eulem-
burgo, ministro do interior da Prussia, res-
pondendo a urna interpellago, pintou com
as mais sombras cores o quadro da omigra-
(;o allem em 1871. O ministro prussiano
declarou nao conhecor anda o numero de
emigrantes om 1872 ; mas disse que os
seus ouviutos no Landstag, podiam fazer
urna idea da emigraco no anuo de 1872,
pela estatistica do anno precedente. Deduz-
se sobretudo do discurso do conde de Eu-
lemburgo que, apezar dos milhares de mi-
lhoes da Franca, a emigraco allem em
1871 foi mais considera vel que a que se so-
guio guerra cora a Dinamarca e campa-
nha de 1866.
Estabelecidas as proporces, a deserco
nao menor, ao que parece, no pessoal dos
professores de nstrucco primaria prussi-
nos. O veucimento mximo dos profoso-
res de nstrucco primaria de 300 francos,
o muitos nao recebem seno 150 francos.
Portanto cancaram-se em vo com a es-
peranca de um melboramento da sua sorte
e emigrara.
Assim, apezar dos esforcos do governo,
toma-se to dillicil preencher o quadro dos
professores, que muitas escolas esto focha-,
das por falta de mestres.
POBRE TONTA IUrna rapariga de deze-
sete annos, chamada Coralte Marot, tendo
sido reprovada n'um exame para raestra de
instrueeo primaria, licou por tal sorte im-
pressionada tristemente, que desvairou a
ponto de pretender suicidaT-se, lancando-se
no Sena.
Impedirara-n'a a tempo do praticar serae-
Ihante acto.
QLESTO SOBRE A ARTE DE CURAR.
Publicou agora o Dr. Constann James
um opsculo intitulado: Descauses de la
mort de lempereur, no qual faz urna
critica severa contra a medicado adoptada
pelos cirurgies inglezes.
IOvj^Wio de um ulmu.
Era unWfenfpestUOSa noutede dezembro.
Achava-me en* eompanhia do Dr. Antonio
Saavedra e ruis dous amigos em urna pe-
quea aldeia da Extremadura hespanhola-
Ao p de um bom fogo, embudados as
uossas capas, sentamos com um serlo pra-
zer egosta o ruido da ebuva, a qu*l cahindo
a torras, e impellid pelo vento, aceita va as
vlracas da antiga sala cm que esteramos.
A abemola dalateira-eo bruxelear tle um
vclho caudieiro de*emite espand amduz in-
decisft sobre os retratos que orna vare as pa-
redes-e qne das sane earanchosas diablu-
ras poMCtam olbar-acs. Suspirados o an-
tes obedeeendo intUienia da noute 8 do
lugar, fllavamos do- mondo nvisivaL- A ,
respeit;- d urna histeria- de apparicoes- so-
brenatvunes que o noseo-hoepwleiro nosoou^
tara, tila-s<; levantado'acalorada discueso-
entre o meo amigo B.r materialista exaltado
e A., qu* mostrara gente eeoriejio na^
transmigia^es da alian Falbram do eev
pintisiuo, dessa doutrina- tao ^eneralisad
na America e no norte da E*ropa, que
professando a -crtica da* immoialidade da-
alhia.lbod'eouio tarela-p;ara attegir per-
%ic.o diversas incarnsi^pes, sendo nOMS
eoscquencis das outra*- B. resolva to-
dws oo faetn ajan o inememgo A.-lhe cita-
-a| pelas doatrinas de Biiehner e >gava as
qua-lhc pai-utiam pouco-authentioas ou in-
criveis. A. dasesperaTa*ee.' O dootor es-
cutava-os enasencio ; gomas >ees, po-
iem; assom.-vvadhe aos labios ligjoo sor-
ris motejador.
Felizmente o nosso heofedeiro rnmndando
senrr a ceia^npa termo < discusjo, que
promettia ncacabar to cedo. Mas o sor-
rdo douto tinha-me estimulado a-euro-
sklade, e de[>ode ter balado o ultimo cc-
poide Xerez., foUei-mc pera o doutci. e dis-
ss-lhc :
-Que pansa-da alaaa, D. /Monto?
Eciste ou no>eiiste ?
E' essa-una questia-^.tornou e-dou-
tecy bastante milindrosa.
Mas eiaiimo doutj.deve ter forma-
do opnio...
Engana.se ; n'ess*- assumpta.sigoo
oeMolho do sabio : duvida o absteabo-me.
Comtudo ha ua minha villa urna historia,
se-a maldita dhvida se :* mettes:-e de per-
ueio.
E o dtutor voi coutar-nos essa histo-
ria... ..
Com Jodo o gosto* Vou praveni-los,,
a^rein, que -uina jliistoria extensa, extra-
ordinaria, c^c parece laminescencsa daquel-
Ifes contos de Edgar Poe, de Mxime du
iCarop ou guma revala^o de Alian kar-
dec... Mas asseverodbes que verdadeira.
O dootsv renovou. o tabaco do cachimbo-
aconehcgjw-sc na ponrona c comecou pouco
mais ou menos do. modo segoite :
Nao igaoram que asssti o infelizraentc
tomei parte n'essaslutas fratricidas que-pot:
tanto tempo. ensengoentareai, esta DObne-
Hes(>ani>a. Duas-facces ormidavei. dis-
puta vam. o poder, commettendo de garle
parte barbaridades-inauditas., porqueosodios
eram implacaveis. Os hab.lantes dns. po-
voagCws ruraes sollriam toila- a.classe de ve-
xams : dexuido-so roubar para salisfazcJ
a avidez de urna das [acates e escapar
modo- de que-eram amsacados, tiam que
fugfr outra faccao qus os espiuganleava.
que Ibes violan as molieres, que Ibes in-
cendiava as. casas e dovastava as. searas, sob
a pretexto, de que haviam foruccido meras
ao partido contraria. as cidades a vida
nao era aeelhor. As execucoes nao tinham
treguas, nem limites. Em toda a parto ha-
via coiuiiiissoes militares. > militarismo,
a i*>ior das tvronnias, ptondia, julgaya,
condemnava e executava sem appellaco,
para isso bastava una palavra ou um gesto
que pudosse ser interpretado de modo des-
favoravel ao governo. Alom disto, conju-
races chimeneas, bascadas no queixume
ab'afado dos que tinham sido feridos no que
Ibes era mais querido, forneciam com abun-
dancia victimas ao carrasco. As paixoe
Oais abjectas surdan de todos os lado ;
prendia-se o pai, o marido, ou o irmo e fa-
ziam-se propostas infames filha, mulher
ou irm. Depois... afogavara-se em
sangue as provas de um duplo erime.
Feito prisioneiro com parte do regiment
em que servia, a minha qualidado de me-
dico salvou me a vida. Quanto aos meus
infelizes companheires foram passados pela*
armas. Estas execucoes, como observei va-
ria vezos, faziam-se nos bandos carlistas,
de um modo excessivamente econmico,
sempre que as munices eram escaQas e os
prisioneiros numerosos.
Os padecontes eram mandados por em -
leira e de joelhos ; um oiucial, acompanha-
do da dous soldados que lhe carregayaa as
armas, chegando urna pistola ao ourido do
priraeiro coudemnado, desfechava ; o assim
successivainento at ao ultimo.
Urna vez, lembra-rao bem, quando eu
contemplava choio de horror urna d'essas
hecatombes humanas, vi que o ofcial en-
carrogado d'aquella sinistra tarefa, ao dar o
ultimo tiro, ao despedazar o crneo da-ul-
tiaw victima, cahira como fulminado. Apres-
sei-me em acudir-lhe. Tinha perdido os
sentidos. Mandei-o transportar e insUlei-
me sua cabeccira. D. Jos, era assim que
se chamava o oflicial, tinha um fortissimo
ataque de catalepsia. Estendido sqbre a
cama, o rosto impossivel, os msculos m-
mobilisados por urna rigidez tetnica, os
olhos to revirados que a pupilla quasi des-
apparecia debaixo das palpebras, offerecia
ura espectculo horrivel. Empreguei todos
os meios ao meu alcance para o chamar
sensibilidadc.foi tudo intil.
Um velho soldado, que ajudara a trans-
portar o oflicial, e que pareca ter por elle a
mesma aiTcigao que o cao tem pelo dono,
dsse-me que me nao caocasse.
[ContiniMr-se-ha.)
ITYP. DO DIARIO RA DUQUE DE UJJA3
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