Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12864


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Full Text
AMO XLIX. NUMERO 64
VARA A CAPITAL E LUGARES OXDE SAO SE PAGA POBTE.
Por tres mezes adiantados................ 65JOOO
Por seis ditos dein..........-.......\ tftjOOO
Por um anno idem y '. ........, 24JP0Q0
Cada numero avulso.................. 320
TERCA-FEIRA 18 DE MARCO DE 1873.
m----------------------------- ------ ------------------- iiil ii ui
PIRA IHvYTBO E FRA DA PRO VI\i I A.
Por tre mezes adiantados.......,......... 6#7S0
Por seis ditos idem.................. 135500
Por note ditos idem.................. 40?>250
Por um anuo idem........,#'..... TJOOQ
DEP
-
PHOPRIEDADE DE MANOEL FIGtlROA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvesd Filhos, no Para; Gongaves A Pinto, no Maranhio; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear;
. Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagdas
io de Lemos Braga, no Aracatv ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass; Antonia Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
i; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Uves 4C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
GOYE&XO 11 PROVINCIA.
Falla com que o Exm. Sr. commendador Henrique
Pereira de Lucena abri a sessao da assembla pro-
vincial, no 1. de marco de 1873.
(C0.NTlNUAg.\0)
i
'Coiitiiiiian cun espantoso adiantamento as obras ila reja de Nossa Senhora da Penda
que 08 religiosos capucliinhos estao cnustruindo nesla capital, achando-se j acabadas as do
no.-picio.
E" ineontest.ivelinente urna obra monumental, a que lornar-se-ha a primeira nesse gene-
ro, que temos do Brasil.
O governo geral 11:10 Ion deixado de auxiliar t.o gigantesca obra. Por aviso do mini-de-
no Ja agricultura, eommereio c obras publicas de 7 de noveinltro do auno lindo, conimunicou
ue n aquerfa data se dirigir aviso m da fazenda sobre o crdito de 8:000<;00 destinado as
oras, de que precisa o referido bospieii
imi *%%%.
. K' eacarregado das obras publicas raes na provincia o engenheiro Antonio Vicente do
> r:iii.-ii!.. Feitosa, d do sea relatono veris aunes as olyas execuladas no auno prximo lindo
bm fuinpnuiento do aviso do ministerio dos negocios do imperio de 10 de agosto do anno
pausado, uonieej unu commisso couiposta do mesmo engenbeiro e do director da laculdade de
Uireilo, para indicar um local, com esclarecimentos relativos a extensao e cunligurarao do terre-
no, pre-o pelo qual poda ser elle obtido, alim de levanlar-se na corte a plantado um edillcio para
a laculdade de direitu, dividido em duas alas com entradas e pateos dulcientes para a mesma e
para o curso de- preparatorios e oin as aetommodaedes precisas respectiva bibliotlieca.
bin : de Janeiro ultimo remetti ao governo geni o parecer da commisso, e opinei pe. lo-
cal que lira na pra a cesignada par.i passeio publico, caso o mcsino governo nao julgue mofe
c nvenieute refundir o eolicgio das artes no gyumasiu provincial, como medula que rae nanea
Diats pro venosa. *
Por aviso do ministerio dos negocios da agricultura, eommereio e obras publicas de 4 de
dezenibro ultimo me foi declarado que sendo euciimbido o engenbeiro Francisco Pereira Pasaos
que se acba em coraniissao d esse rainiterto na Inglaterra, de mandar abrir concurrencia para
construe-:a e collocaco de urna ponte de ferro sobre o rio -Capibaribe-em subsiiiui.-'to da
yuo existe, denominada Boa \ista autoriou-se o mesmo engenbeiro a solicitar desla presi-
uene direelaraentc tudas as mformacoes que julgassc neeessaras para o docmpculio da.mella
ni .'umbencia, '
Em .!l di mesmo tae autorisei o referido engenbeiro a mandar fazer, aob responsabilidad
da presidencia, os rapiros de que precisara a rampa do caes da Lingola.
Dirige a reparU{iio das obras militares o capitab de engenheiros Chrysolito Ferreira de
uares, que Umeili exeree o lugar de Gscal da illuniinaeao a gaz dos respectivos esta-
Dii
Castra Cha
befecimontos.
Continan! a ler lugar na renartirito das obras publicas os actos de arremataran que cor-
ran a cargo dessa repart..-.o, por ter sido cedid a empresa da capatazia o torreo da alfaudega,
i.ude oiilrora luuccionava eila. "'
Diversas obras e reparos foram feHoa nos estabejedmentos militares, c de muitosontfos
anda earccem elles, em vista do precario estado de asseio e eonservVao, cin que se acham.
Por aviso do mmisierio dos negocios da agricuttora, eommereio e obras publicas de 21 de
..i /uiuhro doanuo prximo lindo me Joi omiiiunido que naquella data se determinan ao euge-
ubmro l.ni/ Jiish el.i Sila, f|in> su Mprwuntoj.-c r-su nc.-ioriicia, uiini ue reeeuer as necesarias
instreeoSes para o pioseguimento dos trabalbos de medicJb e demarcacao dos terrenos da cotona
agrcola de i'iuieuieiras. e outros devolutos aqu existentes.
Do relatono com que o Exm. Dr. Manuel do Xascimento Machado Portilla, na qualidade
ie vice-presidcnie, passou a administrac,au ao actual Sr. ministro da guerra, quando aqui presi-
dente, se ve ter elle creado em 13 de outubro de 187t urna colonia aciieola nacional as torras
-** .v.w..... .......... w MnnwwHw; fc-iii ti iii' '.ii,i ii. u''i i ii : ..i i i
Diento, e expedindo ae referido engenbeiro, a quem encarregon
trras e da direc.-Ao interina da colonia, as instrucfoes precisas
de
dente, ?u ve utr ene creauu em u ue ouiuuro ue i>i urna colonia agn
a colonia militar de lmnenteias, com a mesma denominacao, dando-llie na mesma data regula-
;ou da medican e demarcacao das
para a boa execu;aj do nencio-
uado legulainento e dc-eiivulvimento da colonisarao.
Por ciicumstaiicias que me sao estranhas deixouo niesnio engenbeiro de pioseguir no des-
empenhu das nroens reeebklas, sendo certo ijue nada se lem feito at boje nesse sentido, nem em-
re a cao a mediciode outros terreno- devolutos.
Consta apenas que por aviso do citado ministerio de 16 de jullio do anno passado foi pos-
.t.i disposi^u da presidencia a quanlia de 7:7bOuti, alim de ser applicada s despezas da ver-
ba -Trras Publicas e Colonias durante o exercicio de 872 1873.
%*%*%*! A%*%gmhtr%.
A municipalidad no Brasil urna das tastituicoes que niais precisatn de ser tvformadas.
Todos os partidos polticos estao de accordo em reconbecer esta necessidade.
Xa cmara dos Srs. deputados j foi apresentado um projecto, que se acha em 2.* dis-
cussao.
Devenios fazer votos para auoessa hsportanle reforma venba quanto antes arrancaras
rwssas municipalidades do estado de impotencia, a que se acham reduzidas, devido islo a sua im-
perfeita orgaiiisaco.
Algunos posturas addicionaes foram approvadas provisoriamente pelo meu digno anteces-
sor, e que vos suro presentes, bem como os ornamentos da receita e despera e balancos decou-
ti#.< das cmaras que os remetlerain at esta data, e oppoilunamentci os que me chegarem
'I- I/I.IOS.
Heclam.im varias cmaras slore as diversas necessidades dos respectivos municipios, co-
tO'j veris dos relatorios annexo?.
Sobre algumas que me pareceram urgentes e estavam ao meu alcance tenho dado provi-
delicias precisas ; resolvereis sobre as outras como enlenderdes conveniente.
A alimentara!! publica foi sempre objecto de preoecupaco dos governes.
Grande tem sido o clamor da popaleo desta capital pela caresta e alto preco da carne
verde. Pobres e ricos se queixam amargamente contra este estado de cousas. *
E de feito, mei i kilogrammo de carne de peior qualidade por 36", 400 e 500 reis, como
- est actualmente vendendo no mercado, um preco exorbitante e que, certamente, justifica
I .'rila que se ha levantado.
Lina representarn da sociedade Amor Beneficencia dos talhadores de carne verde
foi trazida ao meu conliecimento, reclamando contra a existencia de urna sociedade organisada
por algn-, marchantes sem tirina social, administrada por mandatarios, com o fim de talharem
carne verde para o consumo da populaeo desta cidade e contra os continuados abusos por esta
coiumettidos.
Mandei ouvir a respeto a Um. cmara municipal, echamei sua attenco para um tio im-
portUM assumpto, e do conselhciro presidente do tribunal do copimercio extgi que me enviasse
copia do respectivo contrato, bem como qua me infonnasse com urgeucia se para a decretado de
seu registro i'oram attendidas pelo tribunal as disjiosicoes do decreto n. 2,711 de 18 de novem-
bro de 1860, e com especialidade a 2." parte da coinlii.ao 2." do art. 27 do citado decreto.
Sei perl'eilainenle que a gamito e dillicil de resolver-se. Ha um monopolio constituido"em
fa\oi de um pequeo numero de individuos, que se denominan)marchantes, e que nao to-
leratn a concurrencia, mesmo epbemera, de quem quer que seja.
Senbores de todos os tainos rannicipaes, que conseguirn) alugar em virtude de maior of-
ferta, elles arredam por esse meio os que proeoram fazcr-lhes frente, e impoein a lei ao mer-
cado, obrig.indo-o a comprar urna carne magra, de feto aspecto, mais ou menos arruinada, e pe-
lo pre^o que cuntiereis!
M..- parece que para obviar os inconvenientes de um monopolio tao prejudicial, e que di-
tem fundar-se na liberdade de eommereio e da industria, no direito de propriedade e em outras
raides deesa ordena, obrarais com muito aceito, se concedesseis alguns favores ajuma companhia
de Desea, que quizesse abastecer de peixe o nosso mercado
As nossas co.-tas e rios sao assaz abundantes de peixes, e os nossos sertdes escassos de ga-
Ao ; portante mais fcilmente poderemos con?eguir abastecer o mercado de peixe, do quede
une.
Apezar dos favores de que trata o decreto n. 876 de 10 de setembro de 1856, nao se tem
/inseguido anda a encorporacAo de algmna ompannia que queira incumbir-se do servtoo da
pean.
X o me pancera sufficientes os favores especiaes, que pela lei n. 1004, concedestes com-
pa'nhia que para tal lim se organisar.
Outras vanlapeiis se fazem precisas, as quaes deixo vossa sabedoria.
Penda de aoliieiv vossa una representa, o contra esse ser^i^i, do qual contratante Anto-
nio da Costa e Sa.
AuVctando o contrato direitos e interessee de terceiro, grandes embarazos tm apparecido
em sua execucao. ,
O contratante por sua vez nao cumprio tamben) as clausulas estipuladas. -
bu.-lindo j urna postura da cmara municipal desta cidade, estatuindo sob pena de mul-
.i e priso, o modo da conduc;Ao das carnes para os acougues, segundo o systema adoptado
pelo contratante, nao nosso atinar com a razio do privilegio creado pela le n. 977. que eslalieleee.
um verdadeiro monop)lio, e veio do algum modo aflectar a liberdade de industria, creando mais
esse vexame para os consumidores.
Devendo as multas estipuladas no resp 'Ctivo contrato versar smente sobre-interesse pecu-
li ir do municipio, e nessa hypothese ser arrecadado o seu producto em beneficio da muoicipalida-
d ', e nao do contratante, como muito bem e sensatamente opinoua ca i ara por oceasio da eonfec-
0*o das respectivas posturas, que foram sabmettidas approvagao da presidencia, mandou meu
digno antecessor que fossem esta9 formuladas de accoitlo com o referido contrato, e ncassem de-
pendentes de soIuqo vossa na parte relativa a multas.
Entendendo com a Illma. cmara, que nao pode um simples contrato, obrigar a terceiros,
achando-se suspensa a sua execucao por acto da presidencia d; 7 de.novembfo do anno passa-
*. e a reiuerimento do mesmo contratante, julguei mais conveniente aojeitar vossa consi-
eracto as novas posturas por ella ore-inisadas. e uue n)i) foram remettidas em 7 de Janeiro
ultimo. ,
Jiote que no contrato nao se dedarou, seguramente por lapso fcil de dar-e,* ampo de
nada haver-se estipulado quaula cessa^ao do privilegio, wando tiver de re-lisar-se a construc-
fio do ttthiadvuro, como dis|we o final do art. lu da mesma lei.
M secretarla desta presidencia vos serio enviida*Jropiis das posturas do coutrato, e dos
oficios e mais actos havido a respeito, alim de que resoivles sobre essa materia, romo julgardes
conveniente, eo mais breve possirel, attendendo que se prende ella a um ero de primeira
necessidade.
Contina na fortaleza do Buraco o deposito do plvora do governo e dos particulares.
Sendo de indeclinavel necessid.nl-; a ronstraeeto de um paiol ciu lugar afastado da cida-
de para o deposite da plvora, requeren um particular ao governo geral um privilegio, aiui de
constru lo sua cusa, presentando na mesma oceasio presidencia o plano de descrqrao o
orcamento da obra.
Submettido tudo a una commi-sao de engenheiros, e feilas por ella aigumas altcra-es na
plano sobre o local designado, apontamto, cwio mais conveniente, o da ilba-Gncanta-lf ocasfoi
remetlido ao governo geral, que anlorisou a construccao da obra |or sua conta.
Devendo, porm, fazer-se as alleraefes indicadas, tirana alterado o oreamento, base da ar-
rematacao ; por isso mandei confeccionar novo plano, oreamento, etc., cujo resultado aguardo da
referida commisso.
Sao onhecidas as im|iorlantes vautagens que provieram a esta provincia, da fcil comiuu-
nicacii com as limitrophes, e o de-envolviinenio commcrcial desta capital, desde que comceou
a funcejonar essa companhia.
Em virtude do contrato celebrado em 9 de abril do anto prximo passado com a mesma
companhia foi reduzida a 4:000*0 x a subvencio de 6O:IOO#0Oi', que Ihe dava a provincia ; re-
duzin.lo se tanibem as viagens a una mensa! a cada u:n dos portes de Goyanna, Hio Formoso e
Tamandsr, e supprimindo-se as dos donis portes petos motivos constantes do mesmo
contrato.
Pussue a companhia os seguintes vapores :
pojucu.
Virapumu.
Ciqti.
I'arahyba.
Mandah.
Jagnuribe.
Coiuripe.
M-mant/uiipe
Mostav.
/.anchas a r pur.
0 Jayiiaribe seguio o auno passado com destine Europa, para solTrer grandes reparos, e
anda nio regressou.
O raoviinento de pa.-sageiros durante o anno prximo finjo, foi o seguidle :
Do Iterife a Goyanna :
Passageiros a r........... ">*
Por conta do governo...... H
Por conta da provincia a i'->
Total...................
Do Recife ao Rio Formoso eTamandai ;
Passageiros a r........
Por conta da provincia..
Total.
os
239
68
3-7
Total geral.............. 442
Nao liuuve carga em ambas as linhassenao II caixdes cun productos destinados exposi-
rao provincial.
E' o Instituto Arclieotogico e Geograpliico Pernambucano una associa;ao benemrita, que
mtiilos e relevantes servicos (Mide prestar a historia patria.
b' urna assii;:cu de noineus-tincrros e dedicados historia do paiz. que procuram ar-
rancar as entranlias do i.-suueciineiito as vnii-randa* r-,!iJa d* id<'-as e affectos t. pui10c cr... u'j m-io bxiguos como sito os seus recursos, nao pJe deixar de merecer a vossa attenco essa so-
ciedade tao til a provincia e ao paiz.
Convin oulrosim, que na lei do oreamento consignis quota suficiente para murarse e
gradear-se o espa;o oceupado com o monumento de armn que o instituto mandou erigir nj
Arraial-Xovo, eo*no j foi solieitedo por um de me-.is dignos antecessores.
Tevc lugar no da 20 de. outubro do anno prximo frtdo, a inangararlo da exposi;.ao pro-
vincial, para exhibi^ao dos productos i|ue devetu ser enviados a de Vienua d'Austrii, que sera
tambem inaugurada em maio deste anuo.
Folgo de annunciar-vos que a nossa provincia arada desta vez nao desmereceu o nome de
que gosa entre as suas innas. pela parte activa e laboriosa que tem tomado as lides do pro-
greaso, oceupando um lugar branlo na exposi^o nacional, inaugurada na corte do imperio no
! de aueiro ultimo.
Acoinrasi incumbida de dar parecer sobre os dbjeetos expostos, apresentou seu re-
latorio, que j foi enviado ao Exm. Sr. ministro da agricultura, eommereio e obras publicas, e
acha-se marcado o dia 23 do correle para distribuico dos repectijos (.remios.
tlAfelglA f%%^\%li%i
Considerando
nar a necessidade ou
que nao erain suficientes os esclarecimentos, obtidos para o fim de deterrai-
-_ conveniencia de ser posta em exerncao a lei n. 710 de 9 de maio de 1867,
de confonnidade com o disposte no art. 46 da lei n. 963, de 25 de julho de 187i>, na parte rela-
tiva a creaeto de bal ancas publicas e estabelecimentos do peso obrigaterio do algodo, que con-
correa metcaJo desta capital, e attendendo as razSe* cuntidas na represcutac que presiden-
cia dirigi a AssociarSo Commercial Beneliccnle em 31 de outubro do anno prximo passado, re-
solv, por acto de 31 de dezembro ullimo, declarar sem etleito a porlaria de meu digno anteces-
sor de 24 do dito mez de outubro, pondo em execiv.-ao a citada lei.
Assim procedendo Uve em vista, habililar-me com dados e esclarecimentos mais comple-
tos, alim de que podesse decidir com perfeito conliecimento de causa, sobre tao melindroso as-
sumpto, que se prendera os mais serios e importantes interesses, quer da agricnltura, quer do
eommereio.
Entretanto, achando-vos reunidos, deixo a vossa illuslracao resolver, como vos aprouver,
sobre essa materia.
[Conthi nar-se-hd.)
exped kntk do ni.v 1 de mabqo dej 1873.
/." seroso.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao
ue requereu Jos Hilario Paes Barrete, guarda
5 armazn do almoxaruado do arsenal de guer- \
ra, e tendo vista a informaco do respectivo di-
rector interino, datada de 17 de fevereiro ultimo,
sob n. 357, resol ve conceder-lhe dois mezes de li-
cenca para tratar de sua sade, com vencimentos.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereram Pocas & C, resolve conccder-lhes
licenca para erabarcarem no prximo vapor, com
destino ao presidio de Fernando de Noronha a
serem all entregues a D. Maria Joaquina da Con-
ceicao, os gneros constantes da relami junta, as-'
signada pelo secretario interino da presidencia,'
ticando |)orem, obligados a nao desembarcaren!
taes gneros em dito presidio, sem que por parte
do respectivo coinmandante se proceda a previo'
exaiue, alim de conhecer-se que entre elles no!
existe agurdente, ou outra qualquer bebida al-
coolica.
Oficios :
Ao brigadeiro coinmandante das armas inte-
rinoPode V. Exc. conceder ao soldado invalido
do 11 corno de voluntarios da patria, Joaquim
Campello de Sant'Anna, permissao para ir espe-
ra^ na povoacao da Lu, onde tem familia, a de-
cisao do governo imperial acerca de sua reforma
ou baixa. ~Fica assim deferido o requ.-rmenlo
dessa praca, a que se refere a sua uformacao
de 27 de fevereiro ultimo, sob n. S3l
Ao capito do porto interino. Mande Vine.
pOrem liberdade o recruta Cecilio Rodrigues Pi-
nheiro, mencionado na relacao dos que tem de se-
guir boje para a corte ino vapor Paran, visto
ler provado isencao legal.
2.' secro.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo pro-
posla do Dr. chefe de polica, datada de 26 de fe-
vereiro ultimo, sob n. 429, resolve exonerar do
carf.o de sqpplente do subdelegada do l> as-
tricto do termo do Cabo, o cidadao Guilhermino
Joaquim do Reg Barrito.
' 0 presidente da provincia, sob proposta do
Dr. chele de polica, datad'de 26 do mez' proximtf
passado, sob n. 429, resolte nomear o cidadao s
Paulo do llego Barrete Jnior, para exercer o
cargo de 1 supplente do subdelegado do 1* dis-
trito do termo do Cabo.
O presidente .da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica, em oficio
de 27 de fevereiro ultimo, n. 446, resolve exo-
nerar o cidadao Antonio Santiago Ramo2, do car-
o de subdelegado do 2* districto do termo do Wo
ormoso. -u
l O presidente da provincia, sob proposta do
Dr. ebefe do^ieia, de 7 do me& prximo fiado,
n. 446, resolve nomear para o cargo de subdele
gado do 2* districto do termo do Rio Formoso, o
cidadao Leandro i avalcante da Silva Guimaraes.
O presidente da provincia, resolve, sob pro-
posta do Dr. chefe de polica, em oficio de 27 de
fevereiro ultimo, n. 445, exonerar pedido, o ci-
dadao Jos Francisco Pereira da Silva, do cargo
de supplente do delegado do di tricto de anto
Amaro Jaboalao, 2 do termo do Recite.
0 presidente da- provincia, de conformidade
com a propoila do Dr. chefe de policia.lde 27 do
mez prximo passado, n. 44 >, resolve nomear o
cidadao Manoel Barbosa da Silva, para exercer o
cargo de 1* supplente do delegado do districto de
Santo Amaro Jaboatao, 2* do termo do Recife.
Oficios :
Ao Dr. chefe de polica. Approvando a de-
liberacao tomada pelo delegado do termo de Flores
de ha ver alugado desde o I* de outubro do anno
prximo passado, urna outra casa por 120.4001)
annuaes, para servir nao s de cadeia, como de
quartel ao destacamento all existente ; assim o
comiuunico a V. S., em resposta ao seu oficio de
27 de fevereiro ultimo, n. 442.
3.' ffoo
Acto :
O presidente da provincia resolve nomear o
bacharef Jeronymo Salgado de Castro Acc oli, para
exercer interinamente o logar de ajudante do pro-
curador fiscal da thesourara provincial, darante
o impedimento do respectivo proprietario, bacharel
Miguel Jos de Abneida Pernambuco Filho, que
se acha com assento na assembla prov.ncial.
Oficios :
Ao inspector da tbesouraria de fazenda At-
tendendo ao que solicitou a commisso celsitana
da freguezia de Itamb, em oficio de 30 de setem-
bro do anno prximo passado, recommendo a V.
S. que, de conformidade com o art. 9* g 4* do re-
guUmente de 30 de dezembro Je 1871, mande pa-
Eaos ageutes recemeadores d'aquella fregu ia
timo Jos da Si^'ieaquim Rutino Caroeiro da
Cuoha, Francisco de -Araujo Lima, Urbano Guedes
Gondim, Saturnino Francisco de Souza Silva, Ma-
noel Corren de OUraira Lima, Joaquim Candido
Pereira de Lyra, Joo Vaieam do Amara), Ani
tonio Jos da Silva, Manoel de Oliveira Suva, An-
tonio Jelfes de Menezes, Jovim Fanstiuo Caval-
canle de Albuquerque, Antonio Lourencode Araujo
Lima e Antonio Floriano Gonpalves Guerra, a
quantia de 351 a cada um, e bem assim a Anto-
nio Porfirio da Cunta, a de 454, e a J^os Fran-
cisco de Almeida, a de 604.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. a conta junta
em duplcala, que me foi remettida pelo enge-
nbeiro encarregado das obns militares com o-
ficio de 28 de fevereiro ultimo, alim de que mande
pagar a Jos Siraoes de Magalhaes & C. a quantia
| de 43M8O0 proveniente da coUooaco de urna
mva chamin no fogiodo hospital militar, segundo
se evidencia da mencionada conta.
- Ao mesmo.Annnindo ao que expoz a com-
misso censuara da freguezia de Si Vicente, em
oficio de 29 de agosto do anno prximo passado,
autoriso V. S., nos termos do art. 9- 5 4"" do regu-
lamenlo de 30 de dezembro de 1871, a mandar
pagar aos agentes raeMadores jjaquella fregue-
zia, Tranquilino Ildefonso de Brto Caldas, Fran-
cisco Ignacio do Mello Raposo e Manoel Ribeiro
do Ainorim, a quantia de 30J a cada um
Ao mesmo.A' vista da folln e prets junto*
em duplcala, que,rae remelteu o brigadeiro com-
mandante das armas interino com oficio de hoje,
sob n. 239, mande V. S. pagar os vencimentos dos
oficiaes, pracas e calcetas empregados no diqwsito
de recrutas, sendo os dos ollieiaes e calcetas rela-
tivos ao mez de fevereiro ultimo, e os das pracas
2' quinz-'na do mesmo.
Ao inesino. Expeea V. S. suas ordena para
que se ajuste contas e pasee guia de soccorrimen-
b) ao teneute Jos Lourenco da Silva Milane/.,
que segu boje para a cirle no vapor Paran.
Ao mesmo.liommunico a V. S. para seu co-
nhecimento e lins r invenientes, que, tendo de to-
mar parte n-is trabalbos da assembla legislativa
provincial, o bacharel Adolplm Lamenha Lins, ofi-
cial maior da secretaria da presidencia, designo
nesta dala o chefe da 2" seeeao da iii"sma secre-
taria barbare! Jao Diniz Ribeiro da Caoba, para
exerrer interinamente as funreoi-s de secretario,
de conformidade rom o dispoato no art'9* do re-
gnlament) de 12 de fevereiro do anno prximo
passado.
Ao mesmo. Para os lins convenientes, com-
mtmico a V. S. que 20 do nrv. prximo passado,
entrn no exercicio do cargo de jnii municipal do
termo do Bonito, na qualidade de 2- snpplentc, Joa-
quim Pantalio Xavier de Lima, segundo consta do
otlicio deste, (ialado daquelle da.
Ao mesmo.Para os lins convenientes, com-
iuunico a V. S. que por acto desta data DMDeei o
engenheiro Paulo lose de Oliveira, para servir in-
terinamente 0 logar de ajudante do engenheiro
fiscal da estrada de ferro do Recife ao S. Francis-
co durante o impedimento do engenheiro Felippe
de Figumra Parta, qoeest com assento na assem-
bla legislativa provincial.
A' inspector da ihcsonraria provincial. -
Tendo ne-ta data approvado. como solicita o Dr.
chefe de p-ilica. em o :!cin de 27 de feveiro ullimo,
n. 442, a deliberaco temada pelo delegado do ter-
mo de Flores, de alugar una outra casa por....
iSOftQHH annuaes, para servir de cadeia e tambem
de quartel ao respectivo destacamento ; assim o
comiuunico a V. S.- para seu conliecimento e lins
convenientes.
Ao mesmo. Em visla da inclusa conta que
me remellen o Br. chefe de potieia com ofieio de
27 de fevereiro ultimo, sob 434, mande V. S. pa-
gar a quantia de 798J3 0, cin que huportOO o gaz
consuniido nos mezes de outubro a dezembro do
anno prximo lindo, com a il!iiiii..-r.. d casa de
deti-ncno. seunndu inan-a (im** : ,
- Ao mesmo. Fartic.ipando-me o bacharel
Adolpho Lamenha Lins, oficial maior da secreta-
ria Ja presidencia, que |r ler de tomar parte nos
trabalbos da assembla legislativa provincial de-
N.iva boje o exercicio do cargo de secretario inte-
rino da mesma presidencia, (aseado op-.-o pelos
vencimentos do lugar de oficial maior, assim o
cominniiico a V. S. para sen conherimento e lins
convenientes.-Declaro, outro sim, a V. S que, de
conformidade com o disposto no art. 9- do rcsrula-
menti de 12 de fevereiro do anno passado, desig-
no nesta data 0 bacharel Joto Diniz Ribeiro di
Cimba, ebefe da 2* seecio da referida secretaria,
para exercer interinamente as (une.oes de secre-
tario.
Ao mesmo. Recommendo a V. S. que, vis-
Ja da relacao e conta juntas, mande pagar ao .ca-
pitn Jos Firmo Pereira do Lago, conforme soli-
citou o Dr. bef de polica em oficio de 27 de fe-
vereiro ultimo, sob n. 44, a quantia de 139300,
proveniente da despeza feila durante o mez de Ja-
neiro pretrito, com o sustento dos presos pobres
da cadeia do termo de Ourirun.
4." asrrdo.
Acto :
0 presidente di provincia resolve. de confor-
midade com o art 9* do regulamento de 12 de fe-
vereiro do anno passado, designar o chefe da 2'
scelo da secretaria da presidencia bacharel Joao
Diniz Ribeiro da Cunha, para exercer interinamen-
te o lugar de secretario da mesma presidencia,
viste ter de tomar parte nos trabalbos da assem-
bla legislativa provincial o oficial maior bacharel
Adolpho Lamenha Lius.
Oficios/
t Ao Exm. e Rvm. Sr. kispo diocesano.Res-
pondendo ao otlicio de V. Exc. Rvma., de 28 do
mez lindo, em que pede a nomeacao de um sacer-
dote robusto para capello do cem'iterio, que possa
resistir ao servico de benzor a sepultura de cada
catholico que tiver de ser enterrado, visto conside-
rar polluido o mesmo cemiterio, tenho a dzer Ihe
que, competndo pelo art. 5 do respectivo regula-
mento tal nomeacao cmara municipal, nesta
data faco ebegar ao seu conliecimento a reclama-
cao de V. Exc. Rvma., para ser tomada na consi-
deracAo que merecer.
Ao Dr. director geral interino da instruccao
publica. Communico a V. S., para os fins con
venientes, que designo o Dr. Jos Soares de Aze-
vedo para examinador no concurse da 2.* cadeira
de goographia e historia do gymnasio provincial
em lugar do Dr. Felippe Xery Collaco, que pedio
excusa desse encargo.
Ao conego tegedor do gymnasio provincial.
Em resposta ao oficio de \. Rvm, desla dala,
no qual me communica ter o Dr. Felippe Nery
Collaco se recusado aceitar o encargo de exami-
nador no concurso que val ter lugar para o preen-
chimento da 2.' cadeira de geographia e historia
desse esta-elecimento, tenho a declarar-lhe, para
os devidos lins, que designo em substituicao
daquelle o Dr. Jos Soares de Azevedo.
Ao vice-provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia. Autoriso a junta administrativa dessa
Santa Casa a mandar inscrever no respectivo
quadro o nome do menor Joao, a que se refere em
sua peticao Rosa Maria da Conceico e de que
trata V. 8. em seu oficio de 28 do mez lindo, de
ser admittido no collegio dos orphaos, qnando
bou ver vaga. Acompanua a este a certidao de
idade do referido menor.
Ao mesmo. Concedo autorisacao junta
administrativa dessa Santa Casa, conforme solici-
tou V. S. em oficio de 28 do mez lindo, para
mandar inscrever no respectivo quadro os nomes
das menores Adelaide e Amela, sobrinhas de
Consta nj-a Maria dos tlhpossiveis, aflm de serem
admittidas no collegio das orphs quando honrer
fagas. Acompanham a este as certiddes de idade
das referidas menores.
Portara:
A" cmara muucipal do Recife.Transmiti
por copia cmara mnnicipal do Recife, a oficio
que, em data de 28 do mez lindo, me dirigi o
Exm. hispo diocesano, pedind a nomeacao de
um capello para o cemiterio publico, afim de ser
tomado na consideracto que merecer.
5." sCfflo.
Acto:
O presidente da provincia resolv nomear o
engenheiro Paulo Jos de Oliveira para exercer
interinamente o cargo de ajudanse do engenheiro
fiscal da estrada de ferro do Recife ao 8. francis-
co durante o impedimento do engenheiro Felippe.
de Eigueir Faria, que se >aoha oom assenur na
assembla1 provincial.
stcc'tn.
armas in-
pmvineia
Portaras :
O Sr. gerente da companhia pernambucana
mande dar passageni de estado proa, para 0
presidio de Fernando de XoroBha, ao primein
vapor que para all seguir, a Firmina Rita V
Souza e a una irma menor, as quaes vao reunir-
se a seu pae, que se acha no mesmo presid
cumprindo sesteara.
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao manden) dar transporte para a corte.
|K>r conta do ministro da guerra, no vapor Puro-
mi, ao 1/ cadete do I." botante da artillara a
p, Pedro Wandwrley Jaequcs, e ao soldado do
mesmo batalho, Jos Henrique Dias, o* quaes vi>
reuuir-se a respectivo corpo.
Os Srs. agentes da companhia de navegacii
brasileira mandem dar transporte para a corte,
por conta do ministerio da marinha, no vapor
Paran, ao guardin Simplicio Antonio Martins, e
bem assim ao marinlieiro de 1.' classe, Manuel
Gon;alves da (tocha, ambos da guarncj d
vapor de guerra htetfe.
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegai;ao mandem dar transporte para a corte,
por conta do ministerio da guerra, no vapor Pa-
ran, a urna escolta do 9/ batalho de nfantaria.
eomposta de um cabo e quatro soldados, a qual
rae guardando retratas e desertores.
EXPEDIENTE 1)0 SECRETARIO.
/.'
Oficios :
Ao brigadeiro coinmandante das
terin >. S. Exc. o Sr. presidente da
manda coinmiinicar a v. Exc para os fins conve-
nientes, qne por despacho desla data, concedeu i
pi izo de lo dias ao recruta Antonio Jos Hen-
riques, para provar iseneo legal.
Ao mesmo. -D-. ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia teclaro a V. Exc, em ras-
posta ao seu oficio de 2K de fevereiro ultimo, sol
n. 236. que tica expedida a conveniente ordem
aos agentes da couipanbi.% de uavegaco brasileira
para Jaron) transporte para a corte, no vapor
Para, ao 1. cadete Pedro Wandcrley Jacques <
ao soldado Jos Henrique Dias, ambos do I.* ba-
tallia de artilharia a |>.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda declarara V. Exc. em resposln
ao seu oficio desla data, sob n. 2i0". que ncara
expedidas as convenientes ordens paraser traos-
porUda corte, no por Atron, a escolta de
que trata o citado oficio.
Ao engenheiro encarregvdo das obras mili-
tares.O Exm. Sr. presidente da praviana man-
da de.-Uiar a V. S. que a tbesouraria de fazend.i
tuui ordem para pagar a Jos Sinmes de Maga-
Ihaes < C. a impertancia de que trata o seu offici-
de 28 de fevereiro ultimo.
2." Secri).
Oficios
Ao Dr. rlufe de polica. -S. Exc o Sr. presi-
d.ul.. I. Mu o.*- vq|lUUIIII".ll .1 t 5
SfflfqnmX Reg: Barretto, do cargo del.'sup-
plente do subdelegado do i." destrielo do termo
do Caito, e que nomeou para substituir quelle o
2. supplente Jos Paulo do Reg Barretto Jnior,
cujo titulo remeti incluso do conformidade com
a pro|K>sta de S., de 26 do mez prximo passado.
n. 4.
Ao mesmo.8. Exc. oSr. presidente da pro-
vincia manda eomniunicar a V. S., que por por-
laria desta data, exoiierou Antonio Santiago Ra-
mos, do carril de subdelegado do 1* destricte do
termo do Rio Formozo, Jos Francisco Pereira da
Silva, do de 1." supplente do delegado do district
de Santo Amaro Jahoatao, e que nomeou par.-
substituir ao 1." o dada > Leonardo Cavalcant.-
da Silva Guimaraes, c ao 2." o cidadao Mano
Rarboia da Silva, cujo ttulos remeti incluso, de
conformidade com as propostas de V. S. en offi-.
cios de 27 do mez prximo pasead.), sob ns. 445
446.
Ao mesuro.S. Exe. o Sr. presidente da provin-
cia manda eomniunicar a V. S. que nesta dala ex-
peli as necessarias ordens thesourara provin-
cial, no sentido de seren pagas as despezas de qu--
tralain os seus oficios da 2/ de fevereiro ultimo
sob ns. 434 e 440
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia transmuto a V. S., copia da porlaria
de honlem datada, snppr'unindo o districto de sub-
delegado de Cupety, 2.- da freguezia de Alag.) de
Baixo, do termo de Cimbres, de conformidade com
a sua proposta em oficio n. 427 de 26 do me?
lido.
Ao coinmandante superior de Serinhaes).
S. Exc o Sr presidente da provincia manda com
muurcar a V. S. que a tbesouraria provincial tem
ordem para pagar os vencimentos das pracas da
guarda* nacional, de que traa o seu oficio de l-"
deste mez.
Aojui'. de direiti do Cabo.- 0 Exm Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S
que a 17 do mez prxima passado foi concelida
dispensa de lapso de tempo ao 2. supplente do
juiz municipal do termo do Cabo, major Joaquim
Francisco de Sou-a Leao, para prestar no praz
de 15 dias o devido juramento.
Ao juiz municipal de Agua-Preta.-De ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia declaro a V.
S., que a 25 do mez prximo passado, foi resolvida
por esta presidencia, a duvida que propoz em
oficio de 31 de Janeiro ultimo, como se v da.
copia junta.
Ao jniz municipal de Xmreth. O Exm
Sr. presidente da provincia manda aecusar o re-
cebimento do oficio de V. S., de 21 do corrento,
participando ter nessa data assumido o exercicu-
de seu cargo, de juiz municipal do tenni de Na-
zareth, renunciando n resto da licenca que Ihe toi
concedida por portara de 22 do mez proxinw pas-
sado, passando logo a exercer a jurisdicca da
vara de direito. por nao ler o juiz electivo Inda
entrado em exercicio.
Ao 2o supplente do juiz municipal do Bo-
nito.O Exm. Sr. presidente da provincia manda
aecusar o recehimento do oficio de V. S., de 20
do mez prximo passado, participando ter naquella
data, na qualidade, de 2 supplente, entrado no
exercicio do cargo de juiz municipal desse terma
por imped nento do primeiro.
3* sceo. #
Oficio:
A Jeronymo Salgado- de Castro Accioli.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
coramunicar a V. S. para seu conliecimento, e-
alim de que solicite o competente titulo, que por
acto desu.data o oomeau para *
exercer interina-
mente o lugar de ajudante do procurador fiscal d*
thesouranaTpravimg durante o .mpedimrnto do
respectivo proprietor.o bacharel Miguel tose do
Almeida Pernambuco Filho, aue te acha com as-
sento na assembla provincial.
A' SSCflO.
Oficio :
Ao engenheiro Paulo Jos de Oliveira.Com -
munieo a V. S. para seu conhedraente. e de or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, que
por acto desta data foi V. S. nomeado para exer-
cer interinamente o lugar de ajudante do enge-
nheiro fiscal da estrada de ferro do Recife ao S.
Francisco, durante o impedimento do engenheim
Felippe de Figueiroa Faria, que est com assento
na assembla legislativa provincial.
M6PACH0S DA PRESIOINCU DB 15 DK MUtyO. DB
1873.
Caetano Pinto d Veras.-Informe c Sr. feoetal
commandaale das armas interino. ^^.
Frederioo Augusto Vellow da SilvowuDW -


(. i
*l Mx
>f IMiSttti'tie ernfcmtnico Ter(# fcira 18 de Margo de 1873.
J

rido eom offlcio desU data,
vincial.
Francisca Porera LAgos. Indofcrido.
Francisco Antonio Sr. brigadeiro eommandmite das armas.
Innandidu do Seohor Bom Jess dos Martyrios.
Deferid-) eom offfft desta data; ao'commandan-
te superior deste municipio.
Ignacio Parias d'A7.ev^.-Passe nortaria, con-
redendo lieenra pedMa, i forma ffa Itjf-
I..s Gomes de M|j*h*..-K'n pedid asr-
deos no sontido da-pencan. __
Manoel Joa'iaiin Pereira de Larva lio e mitro.
-Pagos os direitas nacionaes conecto aifceilea
pedida. ,.!
Mano-I do Olvete Lin*. -Ficjm expedidas as
orden-* no sontidolapolicio
Manoel Cocha (iuiniaracs. Informe o Sr. ins-
pector do arsenal tto narraba.
Manoel Claflf no de^Si #;ra e Cruz. Passe
portara.
Coamiuiido .ii|ieror.
yl.VRTKI. 1)0 I'.OMMANIH) SUPERIOR A GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECITE, 15 DE
MAUCO DE 1873.
rdela do din n. 104.
Para os devidos flns, manda o III m. Sr. coronel
oainiandante superior dar sciencia aos corpos da
guarda nacional sol) scu co Amando, que no ilia
ti do corrente pasara a commandar o 2.' balalhao
de infantaria, o 8r. capitao llemet fri Maciel da
Silva, visto ler se retirado por incommodus de
sao.de o Sr. capitao Francisco Faustino de Brito.
4}ie por portara de 13, tamben) do corrente, S.
Kxc. o Sr. Q^iumemladur ;>re;u\uto da proviaoia,
deMgnou o 3/ b Bear aggregado o Sr. alfere* da 7." compauhia do
2. da activa, Jos Rufino Chinaco da Silva.
fiutlilpho JoaoUaria iU lmeid-t,
coronel chefe interino do estado-inaior.
- 17 -
Ordem do dia if. 105.
Tend '<' seguir amaiih para a corte do impe-
rio ooiu a devida pcrmisso e licenoa do Exm. Sr.
eowntndadoj presidente da provincia, deixo o
etemreib do enmmando superior que tica sendo
ejercido, na forma da lei, pelo cheie interino do
oMado-maior o Sr. coronel Rodolpho Joo Barata
le Almeida.
Dando sciencia desea emergencia aos carpos da
guarda nacional, que cabe-ne a felicidad-,- de
enraman lar. oongiatiilo-me com elles por ticar
nt* frente um dos son mais dignos, intelligentes e
experimentad is cheles; e a|iroveito-me da occasiao
para fazer inhibas despedidas aos Srs. commaii-
daut de corp >s, ofBcixes dos meamos e do estado
Bator, bein como a lodas s piaras ein goral,
olleroeendo-lhes inou diniinuto prestimo naquella
orle, onde me demorare! poseo tempe.
Antonio (ornes Leal.
Orden i, do dia n. 106,
Chamad por torea da lei ao exercicio uterino
do conimando superior da guarda nacional desta
capital, por ter amanli.1 de seguir para a cOrte o
sea digno ebefe o lllm. Sr. coronel Antonio Gomes
Leal, ta.-o isto sciente aos corpos da mesma guar-
da nacional para os Ros convenientes.
Pata o bom desempenhn da-* altas fuuceoes de
ue ora tico revestido, muito confio no auxilio, de-
Ca.-ao e xelo dos Srs. commandantes de corpos
e se;is respectivos otliciaes; os quaes, para que
posaan porsua vez tamben satisfaceros encargos
rao lia es sao rotativos, encontrarn ein mim todo
o dedicado apoto e boa-vontade.
C-uilimiam sera alteraeo as ordens at boje cs-
labelecida-* eem vigor.
fodotpko Joo Barata it Almeida.
coronel comuuudante snperior interino.
thesturaa'f>ro-|daA.s.as oo.n**le*t. # juifc *a*Ma* MMpeitoa todava psoutros iuli iduos, sento a.hni-
11 ,|,r ,Mr e*ta deelanvo e mandn que o tutor la el que nem de leve fosse offeudido o ranOo *-
re4as.seeoHtas.peanW ello. noel de.-Arev5*oiM*eira de Carvalbo, q(* sonta-
t Deste d*s[i..cho replicn o .procurador das, do era.iiaajja^loifatjti'iha atr.az de si gnwle par-
s:ipplicautes eni termos poiico coinmedidos, que cao d fogareirps.e iuitras ferragens .
prov'ocaram'da parte daquelle juiz un despicho, ni'rin lo-s: a rjisca polo corredor, deitando
que, segundo nos parece nltrapassou'es limites da a toja e#uiH-* THmac, arrancou as taboas que
sensatez que deve revestir os juizes da lei. cobretu o cano que da esgoto as aguas pluviaes,
trata de passou ao quintal de palacio, desiruio parte de
liiin.i caazei^BfPosegjiTto atea casa do neg-
iuc deve revestir os juizes
Consta-nos ([uc o Dr. Martins Costa
promove* processo contra aquello solicitador.
As d'itaj histricas, que no jornal faiz est
publicand i o npsso comprovinciano ur. Frederico
Jos Correa, foram plir um c n'respondento d
Dmtio t\e lletfm reputadas como uro. plagiario da
obra do Ludurirus Lalanne c na sua Critica en-
volveu o ridiculo de um modo pouco ravallioiro.
< O l)r Correa, porm, respondeu ao seu adver-
sario que se oceultou as trovas do anonymo,.d*
um modo a nada desojar, ebegando mesmo a eon-
fundi-lo nos lais |iie nrocardn armar -h intem-
g.-ncia do distincto escriptor. ,
Acha-se quasi concluido o~ importante 0*,1,'!')
do thesouro publico provincia!, cujos artiaztft, si-
tuados no pavimento terreo, ja ha muito me func-
cionam, de conformidade eom o respectivo con-
trato.
A elegancia da arebitectura externa contraste
inteiraincnte com a singeleza do compartimento
interior, que s limita a um grande sa'.ao, apenas
dividido cm sec;oes por srades de ferro, licando
assimo'movimcnto do trabalho todo confundido.
. Nao existo urna sala para o porleiro, que evi-
te o contacto immedia^o das partes cora os cm-
pregadds ; e o que so -torna por domis KIPWl
a falta de urna casa forte pira, guarda dos cofrespoi* o casi serio.
i l1 i*r* Bastos, derri-
a do cata I lo, sea contado offen-
.olistowieceJeu e um sogund.)
talvez II I -
i Gracas i Oeus, nio Uvemos perda alguma de
vida a lamentar.
\ So'ii^P) 'rc!ln,'at 'Ilied* de raips nesta
ciilhde. "pem qujp esta liM-alidadf, quando OU-
tr'ora l'azh'da do gado, era cnhecida porCha-
pada d.rWrisco.-adiHlralpje o enverno, que gas-
ta tanto dinlieiro em cousas de menor utilidade,
no se lombnise atada de mandar colluesr a-ii
alguns coiuluforijs. 2
fia ainda 2 ou 3 annos que urna faisca elc-
trica cahintto em casa do Dr. Manoel Pinbeiro de
Miranda Osorio,matou um;voscrava c de^ribou a
cozinha da casa;- ''[ *
A'ivemos constantemente em mnente risco
de v da duran'e o inverho, que nesta trra
aconipanhadode Jiorrorosas trovo idas, o erequan-
to nao tivonnos a l.ame'n'ar gran le? desgracas, nio
se tomarlo as piecauc/ies aconselhadas pela scien-
cia !
Pedimos sobre isto a altanlo da presidencia,
F.m Sant'Anna do Mattos, deu-so ba^Jueoj
das inrr horroroso assassinato '
Tdiaioio Val riano da Silva Taya res, qiuren-
dji*asr-se com urna moca sua visia^a, matn a
Cropria inullier, oslrangiilando-llio [descoco ; e,
etti que niuguem o soubesso, nem suspeitasse de
tao brbaro attentado, levou elle proprio o cada-
ver da infeliz para ser enterrado no cemiterio da
villa.
t fessa occasiao porm, a autoridado policial
teve ligeira noticia do 'fado, e paira trumpho da
jiistifa conse^fuio prender o assassino, o (Jual pu-
Uicaiiioiite e ainda om pre^n.a do cadver, que
esteva prestes a sepultar, coV
liomroso JMIcto
t Ji sa mstauroii o competente processo para
ser jalgadoflilo jury, convocado para o dia 21 do
torrente.
c Foi noroeado escrivo da mesa de rendas de
Canguaretams o capitao Ponciano Brrelo Perret-
ra Souto, cm subsUtaieio a Tertuliano da Rocha
Picado.
i No d a. pfimeiro do corren te, appareceu nesta
capital o primeiro numero da Luz, jornal dedica-
do cansa da maznarla.
. O prospecto da gazeta n*) est na altura do
assumplo. ao passo que importantes e liuninosos
artigos ja tem sido publicados.
Dzem que na villa do Cearmirim, c em ou-
tros pontos da provincia, vio se installar lojas uia-
conlcas, em favor das quacs se levanta a opiniao
publica da provincia.
PAHAHYBA.
Nada encontramos nos jomaos, que mereea
inenroi
9tJKtBM
9 lo corrente, p.t
mg. 28- 30 lie (reenwch com o
brigU') allcuao Jenu'Oii, que de Liverpool oiilava
38 dias de viagem, com destino a Baha.; sendo
que'a tudo a bordo som novidade.
I*reissa. A do Seuhor Buin-Jcsus dos
Martyrios, ter lugar na prxima sexta-feira (fl
do corrente), percorrendo as ras constantes do
respectivo prograrania, que vai publicado na soccio
competente.
Cnrnc podre- Hontem foram mandados
lancar tora 156 i\t kilos de carnes verdes dete-
_ lloradas.
a sepultar, cfnfessou o seu grave e Cadver.- as capoeiras do eng^enho Mitpan
do destricto de Arariba, termo do Cabo, foi en-
ser o de
DlftRIO DE PEBKAIV1BC0
RECIFE, 18 DE MAREO HE 1873.
\-;ti-i. la liarte lo imperio.
Aoianlieceu h mtem ani nosso porto o vapor lira
Htleini d'/'.V't, trazemli) datas : do Para 8, do Ma-
rauliao l1), do Cear 13, do Rio-Grande 15, e da
Parahyba 16 do corrente.
Nada adiantam a-* noticias do Amazonas e do
Para, trazidas por oto vapor, s que recebemos
>:!......->r. c.'". tan-rica, por ter elle d'ahi sa
indo um da antes do ultiiho.
_ M^IUMIl,,
l-oi 10 do corrente escreve nosso correspon-
diente da capital :
O vapor Guar, portador desta, trraxe a seu
bord i o Bxni. Sr. Dr. Silvino Rlvidio Carneiro da
Osaka, presidente nomcadq para esta provincia.
Os actos que earacterisam tanto a carroira ad-
ministrativa corno a vida polit ea de S. Kxc pre-
spazeram o espirito dos nabttenles denla capital
para aguardar com impaciencia a ehegada do il-
IHStre delegado do governo, aatevendo na fu'.tira
administrar i de S. F.xo. urna solida garanta dos
iMeresses vitaes da provincia confiada sua di-
receo.
Ne-ta espe itativa toda, lisongeira para os que
Jesejam de eone&u o ougrandeeimento progressivo
desta provincia, foi S. Kxc receido aqu eom vi-
vas mamfestacfies de satisf.i..-o por parte de todos.
!e do pessoas distinctas, que o aconpanbarjm at o
palacio do governo.
" A.-olhid eom soa Kxma. familia de urna ma-
lioira digna pelo Exm. vice-presidente, desembar-
gad iraca, encontrn S. Exc. todis os coinmo
.los neeessartos ao repens ambicionado aps urna
inga viagem.
No dia i do corrente, ao meio dia, depois de
' iver prestado juramento perante cmara mu-
nicipal da capital, lomou posse <\\ admn-trajao
di as honras e formalidades do ostyto, psasando
logo a ser procurado por todos que deseiavam
cumprimentar o novo presidente.
A ehegada de um novo administrador sejn?
pro considerada como un acontecimento, do qual
-*>' esperacolher abundantes fructospara o bem es-
at da provincia, por i-**) qae a nonwaeo de nm
dejegado do governo traduz quasi sempre a mi-
n.f. -Ui,-o dos sentimontos emau.ldos dos poderes
e.iifimos.
i E se isto o assim na ordem genrica dos tac-
:->-: c5in maioria de razio o ser quando a pa.- do
eracterofficial de governo estiver a illu ritorio do homom particular, como succcdc na
P i.i de S. Exc. o Sr. Ur. Silvino.
Compenetrado destes senmentos, o Marauho
muito tem a sprar da administradlo de S. Exc.
Com i noticiamos na nossa ultima missva, rea-
lisawnvse os folguedos do carnaval com algnm
entliusiaMii i, notan to-se apenas falta de espirito
nos mascaras e demasiada liberdade nos bailes po-
Miares, qin este auno excedern! os limites da
decencia
A aeco Muressiva da polica uaii se fez es-
iM-rai para c irtar por alguns abusos de maio|E
\U\U).
u Ha das foi.uLinettdo a julganionto uui moco
aix'ro, de notUB Alfredo Leoncio da Silva, aecu-
tado pur criie de fatedato prattoad i em uui le-
tra eiossada |mr s-m patrio, cujairm.i pro:u-
rou iiuilar.
Foi sea de.'on.- r o bo^tarol I-apembeiv, que
na- iposifo d is argumentos que exhibi em fa-
vor i!:, sea cousti.tuinte,nao procurou nej;ar o fac-
tqci :: ---.-..Ii'.-aulo-1, pbrem, ,-o:iia fllho
da Hwl s i propi'ia.do fqgo da mbcldade.
Osea liscurso tere por aro principal como-
ver o .-:- li: iri i, esirtbd > i .i estado mrbido do
acnsate, que se aena atacado da brlb^rf. m
poder empecltincr a tfcgem aconsclhada enldl
muco remedio desta molesta. '
i Figurando, pois, vida do se i constituate de-
illblicos,
t Contina .1 rocriilescer a epidenia da he-
ribert, as-sumindo um carcter mais assustador,
pois que tem accommettido repentinamente al-
gnmas pessoas, que pouc-is dias depois fallecem.
Ate niesnio a viagem Enrona, que at agora era
reputada conn urna cura radical, tem desmereci-
do um pouco com o exemplo que se tem dado de
seren atacadas algunas petates que regressa-
rain dalli perfeitainente resUibelcciilas.
Alm desta, entras sao as molestias que se vao
vnlgarisando fazendo um avultado numero de vic-
timas.
A morte tem iiltimamentc andado pelos es-
criv.aes. Ha pouco lempo morrn o escrivao do
jury Francisco Barroso de Souza ; ha quinas das
foi victima o escrivao de capellas e residuos Josc
Marcelino Cantanhede, e logo depois o escrivao
da reanlo Honorato S.
f Todos ests funecionaros deixarain numero-
sas familias na mais extrema pobreza.
Pelos jornaes desta capital ferios sens Icitoroa
a questo que se tem suscitado entra o juiz de di-
reito do cmm.rco Dr. Sebastio Jos da Silva
Braga e o negociante Custodio Goncalves Belchior,
acerca do embargo que aquello juiz entendeu op-
por viagem deste para a Europa, a pretexto de
so aehar elle mais ou menos compromet ido na
f.illencia, ainda nao verificada da casa commercal
da Vuva 4 Filhos de Jos Pedro dos Santos.
Nao se adiando ainda declarada judicialmen-
te a alleneia. alludida, lora de duvida que nao
podia haver da parte daquelle jate qnalquer pro-
cediinento no sontido do privar a livre aceito do
dito negociante, tanto mais quanto certo que o
seu pretenso comprometimiento neste negocio nio
o constitiie inineiliataniente res|>onsavel por elle
O seu norae acha-se ligado esta qnestao por
ter' apenas, como gerente da easa commercal de
Joao de Oliveira^Santos a- Sobrinho, recebdo con-
signacr.es daquella firma, ao tempo que se suppu-
nlia fallida.
Privado do sua liberdade, sem poder realisar
a sua projectada viagem a Europa, requereu o ne-
gociante Belchior ordein de hnheat-corpit* peante
o egregio tribunal da rol ico, que immediatamen-
V Ih'a concedeu.
Anda depois desta comessao foi este neg-
ciante intimad i pelo juiz do commercio para de-
clarar en poder de queni deixava os livros di
casi coiniiierci.il. afim
jnizn, in caso de ser
qnalquer exame nelles.
i Collm'ada a quest.io neste terreno, considera o
negociante Belchior una persegui'.-o frita a sua
pessa o proco-Uniente 'I.'"1 ,tfm l'1'0 nos,e 80*0
o juiz de d reito Sebastio Braga, c neste sentido
pu lieou no Publioidor Maranlwnse urna tonga
correspondencia, acompanhada da neticAo dirigida
ao tribunal da relacao e do accordao deste, con-
cedendo-lhe a ordem de habeas-corpus.
Outro recurso foi impetrado hontem ao tribu-
nal neto mo*n-io negociante, em virtnde de ter o
jr.. r: .,.! n,j,.,l0 ,allliue a pllsno
que aera lugar a 'oncessao ao w.wtu<> mi^no.
O resultado foi o que se eqierava : a relacao
roconhoceu a desobediencia do dito juiz, que foi
mandado responsabilisar e est sendo proces-
sado.
No domingo (2) fallecen aqui Antmio de
Freitas Bibeiro, natural de Portugal, msico mui-
to condecido e estimado nesta cdade, oudo residi
2o anuos.
t O Banco do Maranhao den um dividendo de
findo era 28 de fe-
ckaha.
sua
de Bear sob a aaeia do
neeessarto proceder-s a
pendente d
vjgirt por 10
a A ;a liefc'za corre niprr'-sa n
le ;isl) do jury, conseguio a sua *9 I-
iVdtov.-
joi-ial P ..;,
. alI foi ste^iwrpBada por fuu turwso de ncen
Antoje da I! -:.a Sorba, jue *e dedie.on arf*fl
taehigrjilila, 'd^jorS de t-r Wleeid i o aeWgrar*o
*loaracy. nico que aqui tintamos
< Algunas cutas pessoas se. tem BWeadd'fi
ria afu-, p.jr'n parec-iis que e-n r-'-ultado,
ivis at hoj siV vimos pbii- 8 > o Trabalho- He R-
ha Borba.
Estamos ua qua+esinl, .ojas festividad--
aqu feitas eom umita pompa e esplndor. A' pro-
istodo Senksr.asx fabs^itaM: e*'c agat-no
dia 7 fleste. mezvifw oouio BunpM oftuTto oassoiv
n*a, .apeZar ioi Sctmio icbuvcso que a!rnVc*Wh
nws.
Pragou o sonnao principal o Rvd. padre Rsy-
nundo Alves da Fonceca, auie nacin grada
coqniatoii obms de orador consumado, que tan
jostamcnia (josa..
No furo dedta capital. se um agitado urna
--|ue.-4^UB6tre (t|oiaode nrpfaaos 0r. Martas CoU
o aowudor Antooio..lJtaquiin Ferreira de Car-
nika/miK.procurador de9UMim*U'
i Attfeghido ejias maisr idade, eriararam
aaae-jdjgjmi: sullcientement natv'Jtadas para
#spensar a agencia de sea tutor, aando por hqui-
fiiGOO por acolo, no sejnestre
vereiro.
No da 3 do corrente reuniram-se na Bibo-
theea Popular 22 expositores e discutiram e vota-
ran) o projecto de estatutos cora que deve func-
cioiiar a denominada Festa Popular da Traba-
Ido -, cujas bases sao: ,
Formar urna soc>edade com este titulo, com-
posta dos membros da eommissi que a fundou
e*de todos os expositores do 1871 e 1872, sem cm-
tribuico p;ctiniaria obrigatoria por parte destes ;
cobrar nina entrada at 200 rs. aos visitantes das
exposieoes que serao biennaes, eleger urna direc-
tora de II membros, tirados de scus pares, eesta
nomear s juizes qu-) devem compor o jury que
ha de premiar os expositores, etc.
Em acto continuo procedeu-se eleico da
conmisso, que deve er a exposiclo de 1874, e
ahiram eleitos os Srs.:
ii Tonente-eotDneJ Rayrauodo Jansen Sorra Lima,
director dos educandos
- Dr. Antonio de AlmeidaOjiveira, advogado.
Dr. Martiiiiano MendOt Pereira, empregado pu-
blico.
David Freir da Silva, despachante.
Miguel Arebanjo de Lona, mareeneiro.
Sergio Antonio Vieira, lavrador.
PolycarrM Jos Piuheiro, pharmaceutico.
i Antonio Ennes de Suiza, con:n.irciante.
Manoel Pereira Mirtina, sahu'iro.
i Antonio fos Lisboa, chapelleiro.
Jos Maria Corroa de Fras, typographo.
< Coiiiiuunicam da Coroat que Maria Magda-
lena do Espirito Santo, de 3i annos de idade, ca-
sada com Antonio Primo do Oliveira, de cerca de
60, no ipiinto niez de seu estado interessanto anor-
tara em resultado de urna queda, dando luz tres
enancas, sendo itous meninos e nma menina. Po-
bre ui ?e chegara a vingar-lbe de urna s vez
tres filaos.
A alfandega rendeu no rae*, de fevereiro
It:i:71oi320, e dftU a O do crreme 51:7o,487.
I'IAOIIV.
Foi publicada a lei do ornamento para o ana
de I87't -Tt, cuja res-uno e3to :
Despezar.......
Fixa a despeza, e apenas indica
recei'.a, sem orea-la.
O dealde da'despeza i este :
Rciirosenti-a-ao provincial. .
Administracao e arrecadaco de
rendas .....
Secretaria do govern.. .
insiruee.,io secundaria. .
Dita primaria .
Pensionistas da provincia no se-
minario do Marashao i:000OQO
Uin,dtono Instituto de Bella-
;Vtosnoitio. .....
Educandos aitilic.es .
Caridad* esauue publica. .
Culto publico.....|,j
Pofoia e segr.ranca public. .. .. 7f):5Ha
'Ja+*a de doteuco .,( l:-i'.-(K)
rlir.as |)iib.|ca.sr .. (,..<,-, :365|tioQ
Suhvtjnco a co/upanha d cav ,
.,g.tao a.vapor ,>..... f^/'^fi
Apr.Wniadoriaa o piUcaii ilBW1^
Pagame'alo da di vida, pasiva .ri#*0*WW
Evofltuaes ,.,.-. ^P
Anda nao hava ebegad a/Ctie*dana o-nd
vo presidente, Dr. Gervasio de AlbuqiierqtM; que
eslava ni.Tmahyba. L I- -
Lbmos nbs'jarub'js da apltal ti I
Foe a ateiiradbratrovabid foi-irrite a*a1.n
sob.o oita oidade ab: ueqe da tttnlewreiro, uufc
poz a iodos em sobresalto, catihido um raso sobre
a casa do capitao Marcelino Jos Cooio, que -vive
hr.je pormilagrc, aselcomo'outros que eom elle
con versa vam na occasiao. A faisca electrtoa pe
netrando toja da aefcrido O alto, frocriOo um
grande r.moo na narnde que a separa d corre-
dor do fldificid, radasid a peqqenas eslilhaoos a VI*
drtlM ew&eonf qefiearaai ferito algoas aixeiros,
a*a*abaudi en ana msroba deslrnidara o umsom
Cauto, wpatiton-ihe a catea e-o sapata,. frjxande-o
Mordoa* e com a peroa levemente aiwaa.: -res-
Lomos nos jornaes da capital 1
t No domingo (9 do corrente) to've lugar a sa-
graojto do Exaa. l>is[K> do 3. Paulo D. Llo Deuda-
lo Rodrigues de Carvalho,-sendo sagrante o nosso
virtuoso diocesano, e assistentcs os Rvds. conegos
Hypolito Gomes Brasil e Antonio Nognoira do.Bra-
veza.
O acto e corrido, iwtand'se entre os Ilustres assistenles o
Exm. Sr. presidente da provincia, Dr. chefe de
polica c todas as pessoas mais gradas desta ca-
pital.
n Felicitamos ao Exm. hispo de S. Paulo, nosso
virtuoso e Ilustrado patricio, pelo elevado e espi-
nhoso cargo que acaba de tomar sobre seus hom-
bros, e rogamos Providencia que o Ilumine no
seu glorioso desomponho.
Domingo pass.-ulo, s 3 horas da tarde, teve
lugar no palacio episcopal um lauto jantar olfere-
cido Dlo virtuoso diocesano I). Luiz Antonio dos
Santas ao Exm, hispo de S. Paulo Lino eodato
Rodrigues de Carvalbo.
Estove, esplendido, e na altura do elevado uie-
reeinicnto do nobre personagem, a quera era offe-
recido. '
Houve inmensa concurrencia das pessoas,
mais gradas desta cidado, e durante o fostjm roi-
nou sempre o mais Ovo prazer e a mais intima
satisfar o entro os convidados.
Levantaram-se diversos brindes, cada qual o
mais expressivo e iiithusastico, sendo os princi-
paes os seguintes :
Do Sr. Dr. Souto ai Exm. bisp de S Paulo,
pelos relevantes serviros que ter de prestar a
igreja brasileira, como se deve esperar de suas
virtudes o elevada talento ;
D> Dr. Jos Avelino aos Exms. bispos presentes
por suas reconhicdas virtudes, talento e acryso-
lada dedicacao nobre uiissao do apostolado;
< Do Dr. Camargo ao Exm. Sr. Dr. Francisco
de Assis Oliveira Maciel, como o modelo dos ma-
gistrados por sua independencia, honeslidade e n-
lustracao.
< Neste intopim apresentou-se um escravo ao
eommendador Luiz Ribeiro da Cunha, com urna
petico, solicitando do Exm. hispa de 3. Paulo a
sua valiosa proteeco cm prol de sua liberdade.
Lida a referida pOco, pedio a palavra o Sr. esto
mendador Luiz Ribeiro, e depois de proferir al-
guias palanas eloquentes relativas ao assnmpto
de que se tiatava, declaron que ficava desde logo
livre o seu mencionado escravo.
Foi mais nina prova de s-.ms nobres c philan-
tropicos sentimenlos, que deu oSr. eommendador
Luiz Ribeiro, que generosamente voio unir as har-
monas da elegante (sta os hyninos enthuskisticos
da liberdade.
< Ha Scfes tilo nobres c sublimes, que dispen-
sam coiiimentaros, e neste caso se acha a que fo:
praticada pelo noss i distincto amigo eommendador
Luiz Ribeiro da Cunha.
h As 6 horas da tarde terminou-se o grande
folln eom o apidaudiil .t.i-inde lcwiw p*-
baih. uipo ucsti uioccse a sua stagestade o im-
perador e sua augusta familia, o qual foi es
troiidosamente correspondido por todos que se
achaVam presentes.
n Segundo noticias do Araeaty, encalhara na
barra a barca ingleza lllij*. por occasiao de sa-
bir para Liverpool conduzindo a son bordo i,397
laceas de algodo, 316 cutiros, 1,000 chifres e 3
eaixoes penna de emma.
i(. Nao tendo anda feito agua, diligenciava-se a
sua descarga, e para o lugar do sinistro j hava
seguido o Sr. W. Studart, consut nglez, que se
aenava no Araeaty. a
A jangada que conduzia de bordo do vapor
Guar, as malas que o mesmo fouxe do sol, v-
rou-so ao aoroxiuiar-se d trra. A correspon-
dencia e Jornaes flearam molhados, e o comnussa-
rio do vapor, -) estmavel Sr. Eduardo Luz, que fi-
Bon debaixo da jangada e das malas, correu gran-
de risco de al'ogar-se
Hontem. (27) pelas 10 horas da manhi, farara
brbaramente assassinadas nesta ?idade as mere-
trizes, Anna Catista e Thereza, a primeira pelo sol:
dado de infantaria Francisco da Silva Barbosa, e a
segunda pelo soldado da mesma arma Vendiano
Manoel dos Passo*. tendo-se dado o primeiro as
sassinato na ra Urub c e segundo na ra d<>
Conde d'Eu.
O assassino Vendiano Manoel dos Passos foi
preso logo depois da perpetraeao do erime e o ou-
tro nae consta ter sido ainda preso, porm de
erar que o seja, visto ter o Dr. chefe de polica
feto seguir *m sua perseguieao diversas escollas
p'i ea eavallo.
. Procedeu-se a -rorpos do delklos e prosegue-
se nos respectivos inqueritos polciaes.
O vapor Ipqjuca, seguir do porto da Forta-
leza para o da G.-anji o BscaISrino dia 7 do cor-
rente:
Em 'sea testamento deixou D. Mara o>'8:
Ped Telles, livres todos ossens escravos.
Nos navios nglczes Jerfnlcn e Cearentc ti-
nli.-.m chgad) i W'tohchdas de trilhns, IrtO volu-
mes com frragns-e duas- locomotivas para a ev
Irada de ferro'de'Bturfte.
(i Fallecer, uo CraJW, o Sr. Antonio Lniz Alves
Pe-Taeno, chfe de numerosa familia, com cercado
90 anuos ik idade.
REVISTA DIARIA.
Asscuihla prui hiial. Hontem func-
cionou com 2.3 Srs. deputados.
Approvada a acia da sessao do dia lo do cor-
rente, o Sr. !- swretario leu o seguinte expedi-
ent :
Uin offici do secretirio da govern, remetiendo
o projecto de pasturas da cmara municipal da
villa do Granito. -A' comnmisso de posturas.
Outro do-niesmo, remetiendo por copia o offlcio
da cmara municipal da villa de Petrohua, era que
pradera as necessidades do scu municipio.-A
commissao do negocios de cmaras.
Outro do mesmo, remetiendo um projecto de
posturas da cmara municipal da villa do Brejo.
A' commissao de posturas.
Urna petico do padre Ignacio Francisco dos
Santos, profesor de latim do gynmasto provincial,
pedindo que se Ihe cont, para a sua aposentado-
ria, o tempo que substituto a cadeira de lingua
nacional no anligo lyco. A' commissao de ins-
truccao pubiiea.
Oulra, de Vicente Ferreira do Paiva Simues,
servente da reparticao das obras publicas, pedin-
do o pagamento do' seu salario integralmente dos
dias santilicados, que deUou de receber e chirara
cm exercictos lindos. -A' commissao de petiedes.
Outra, de Antonio Carlos Uc Leos Duarte, con-
tinuo do consulado provincial, pedindo que sajara
igualados os seus veueiincntos aos dos funeciona-
nos de igual cathegoria da thesouraria provincial.
A' commissao de ordenados.
Foi julgado objecto de delberaeo e mandado
impriniir um projecto assignado pelo Sr. Gcs Ca-
valcante, autorisando o presidente da provincia a
contratar a illuminacao a gaz para a cidade da
Victoria.
E' approvado um requermento do Sr. Tolentino
de Carvalbo, pedindo que se solicite da presiden-
cia da provincia copia do contrato celebrado eom
a compaiiliia Pernambuco Street Railway. -
Passando ardem do dia, foi rejeitado cm 3.'
discuasao o projecto n. 47 do auno passado, que
autorisava o presidente da provincia a contratar
com a companhia Ret fe Drainage o stabeleci-
mento de torneiras as ras da cidade destinadas
extinecao de incendios, depois de oraren o Sr.
Figueir, contra e o Sr. Lamenha a favor.
Adiado por 18 horas, a requeiiinento do 'r.
Joaquim de Mello Rogo, o projecto n. M3 de 1871,
OH 2. discuasao, o qual autorisao presidente da
provincia a contratar com Jos Garrea de Mello,
urna ponte sobre o rio Ca-ne-von.
A requeriinento dos Srs. Barros Wanderley e
Gfjes Cavalcante, foi tambera adiado em I." discus-
sao o projecto n. 74 de 1872, que regula os limites
""' >-- imwn da Pi*d4 e Serinhaem.
Entrando em 1." discussao e projecio n. ue
1871, sbbre a remocao da bibliothera publica pro-
vincial, foi o mesmo rejeitado com a emenda of-
for'eeida pelo Sr. Figueiroa, depois de orarem os
Srs. Gtws Cavalcante contra e Figueir em favor,
e bem assim o de n 91 de 872, tambera ein 2,"
discussao, que creava na cidade de Goyanna una
aula nocturna de iustruccao primaria.
Finalmente foram appnovados em 2' discussao
os artigos I. e 2.*, com urna emenda do Sr. Alvaro
r-cha, do projecto n. 97 de 1872, que autoris.i o
presidente da provincia a contratar a construeco
de urna fabrica de fazer papel, dexando-se de vo-
tar o art. 3. jior nao haver mais numero.
A ordem do dia para boje : continnacao da
anterior c 3.J discussao do projecto n. 92 do anuo
passado.
Jury do Rcieife.Dexou de ser installa-
da hontem a 2." sessao do jury da comarca do Re-
cite, por s terem comparecido 10 juizes de facto,
pelo que foram sorteados mais os segrate
HfcaiSlflua-
as verbes da
11:982*400
w.odiojo
ll:92"000
4:5JOOO0
'tO:096.OJ0
t-:0:K)OOO
t'l.2).l00l|
.a:90.*)!>-l
contradi) uin cadver, que reconhocou-se
um individuo de norae Francisco de Siqueira, nao
se podendo, porm, reconhecer a natureza da
morte a que elle suecumbira pelo adianlado es-
tado de putrefacto do cadver.
Espancuiueuo.Antes de hontem, pelas
11 horas da noHe, Manoel Dativo dos Santos foi es-
pancado no lug^ar denomiuado Viveiro, do dis-
tricto da Magdalena, por diversos individuos, que
consegulram evadir se depois de comuicttido o
crime.
Vssassiuto.- No lugar denominado Pal-
nutra, do districto da Varzea, foi pelas 11 horas
da manh de 16 do corrente, encontrado o ca-
dver do menor Pedro de tal.
Das diligencias procedida* a tal resuelto, deseo-
brio-sc ter sido autor do crime um individuo de
nome Jos. Marques da Silva, o qual evadindo-se
para o lugar denominadoRemedios-ahi foi cap-
turado neloeidndd Jos Francisco dos Placeres e
apresentando competente autordade, que Ihe
deu o conveniente destino.
Tesourada Luiz Silvestre Ferreira, tra-
vando-se de ratona com sua amasia Rita Maria da
ConceicSo, no lugar denomido Carro, do termo da
Escada, deu-lhe urna estocada com urna tesoura
de alfaiitc, prodiizindo un ferimento gravo.
.Vrinas leffp/.as.Pela delegada da Escaia
foram a|iprchendidas 13, que tlveram o coiive-
nient destino.
Proclamas.-Foram lidos no dia 16 do cor-
rente, na matriz de Santo Antonio do Becife, os se-
guintes :
Ia denunciaeo.
Francisco Xavier de Lima, com Hermina Luiza
Mnnteiro.
Henrique Talismn, com Magdalena Bravano.
Jos Lopes de Azevedo, com Maria Marcelina
Clara de Amoriin.
Manoul loaqoim de Almeida. com Viridiana Pa-
raguass LeRao de Oliveira.
Francisco Thomaz da Silva Araujo, com Caro-
lina Ameba Fnica.
Demetrio de Guarni Coelho, cora D. Maria Au-
gusta do Almeida.
Jos Maximiano dos Santos, com Maria Geralda
do Espirito Santo,
Jos Joaqun llamos, rom Tdomazia Joaquina
da Costa.
Joaquim Prudencio de Almeida, com Henri nieta
Laccrda Pontes.
Antonio Flix Pereira Jnior, com D. Thereza
Balbina de lesas Muniz.
2* denunciaeo.
Manoel Portado de Mello, eom Mara Catharina
de Seua.
Polycarpo Jno R-)drigiies de Miranda, com
Joanna Maria do" Espirito Santo.
Silvestre Jos da Silva, com Josefina Maria da
Conceicao.
Antonio Lopes de Azevedo, com Maria Alexan-
drina de Mederos Lima.
Dainio Aderito Ferreira Lima, com Francisca
Rutina de Freitas.
Vicente Ferreira dos Santos, com Thereza Maria
de Jess.
Adolpho Emiliano de Mattos Ferreira, com
Francisca de Assis de "astro e Silva.
Adolpho Jos de Araujo, com Theodora Lan-
delina dos Santos.
3* deii'incia.'ao.
Jos Joaquim de Freas Jnior, com [sabpl Mara
de Almeida.
Jcronymo Joaquim Barbosa Velloso, com Ame-
ba Augusta da Silva.
Flavio Jos dos Sanios e Silva, com D. Leopoldi
na Amelia Gonzaga da Barba.
Maximiano Lopes Machado Jnior, com Joaquina
Ozana Santinha de Souza Prieto.
Jos Fernandes da Rosa, com Trajana Maria
da Conceicao. .
Mathias Xavier dos Scn'.os, com Jovita Mana
das Chagas.
MannAl K-urf.-tilo de Mello, com Mara Catharina
de Lima.
Jos do Rogo Duarte Cautaiao, branco, ipnora-tf-
63 anuos, ca-ado, Afogados; gastro ent.-ritc- .
Triiiual 9umerco.
SESSAO JDICIARIA EM 13*DEMARM_.
DE 1873.
imnanitrn na bxm. sa. wsEinErao misumj
FRANCISCO PEIIBTTI.
Secretario, Jalio Gaimwiir**
Aos vinte minutes depois de meio da drto-
rou-se aborta a sessao, estando reunidos &s
desembarsadores Silva Gnimares, Res eSir:.
Accioli, os Srs. deputados linto Basios, Candiuf
Alcoforado c Lopes Mujbado, eo Sr. sapptout?
Pcreira Reg.
Lida, foi approvada a acta de 6 do presente nm.
JULGAMtNTOS
Juizu especial do commercio : appellanle 9M
Joaquim Pereira, appellado o bacharel Joatjat'
Francisco j Miranda ; juizes os Srs. Accioli, Su-
va Guiuiaraes, tilinto Bastos e Pereira Reg.'-F-v
julgada a desistencia por accordao.
A pedido dos Srs. doputados adiaram-sc osjulgu-
meiitos dos feitos em que sao partes : appett-ut;*
appellado Bernarduo Jos da Silva Maia, apellan-
te appellado Francisco Jos Ferreira Gui are>
appellantes Ferreira t Martins, appellado Andr-
Je Abrcu Porto.
Continua sobre a mesa o feito enjiqwo Si', di?
einaargador D ria juiz revisor,.enttv paites : aj-
-
pcllante a baroneta do JaragJi, appollwti D, Al-
inir.ina Fres de Menduu-.-a.
O Sr. dccmbargador Accioli- presentun mes
pedindo providencia para o andamento tcgakV f*
feito cm que o Sr. doseinhargador Motta c jtnr
certo, entre partes : appellanle Joaquim Srt;rja-
no Xogueira, appellados Tasso Irino* ; i-oBni.
Sr. consolheiru presidente ordenou que se otftri*s-
so ao Sr. doseinhargador Motta, afim de virrVRa>
ber o indicado feito.
P.VS-.VOKNS.
Do Sr. ilesenihargador Sil a iSiliharaes >r.
desemhargador Ueise Silva : appellante Jos Ai>
Ionio Sonree de Azevedo, appeflaVj Jnao Uaulii.-
n o de I Hojosa Vari ao ; appellantes Luiz'Rite. .
da Cunha & Sohrinhos, appollada D. Thcre a Jui--i
Botelno.
Do Sr. desombargador Res e Silva ao Sr tk
embargador Accioli : appellantes Mondes Azwudo
4 C, appellados os administradores da mawa u -
lida de Fernando Stcpple da Silva.
Do Sr. desembargado!' Accioli ao Sr. ttaatanBc-
gador Silva Guimares : aupellauti-s os .iihiam-
tradores da massa fallida de Fernando Stepp
Silva, appellado JuSa Clmetiaai.
ISTIimi'ICKS.
Ao Sr. deserabargader Silva Guimares. -j-
pellantes Jos Marceliooda Rosa 4 Filho, apj>et*i
dos os administradores da massa fallida de Ai.v
nio Pedro de Mello.
Ao Sr. desembargador Res e Silva : appell~n
tos Tasso Irinaos, appellado o curador do au- i,-
te Joaquim da Costa Aniorini.
Ao Sr. desembargador Accioli : embargante
Joo de Azevedo Hamos e sua mull-.er, embargada
Antonio Goncalves Ferreira Cascan.
AfiCUAVOS DE I.NSTllllMF.NTO.
Juizo commercal de Agna-Preta : aggravaiit'
Jos Policio de Souza Guido, aggravado Evaris*
da Ruaba.
O Exm. Sr. consolheiro presidenta nio kxnoc
conlicciment.
Nada mais houve, e encerr.u-se a sessao ;
hora e un quarto da tarde.
THESOURARIA DE FAZENDA
17 de asareu.
Foram remetidos ao Sr. thfsoureiro paro serwr.
pagos.
0:flcio da presidencia, mandando pagar Bel
larmino dos Santos Freitas, a quantia de 4(('W>
Reipierimontos:
De Manoel Henrique Pereira da Silva
De Joaquim Jorge de Mello Filho.
De Shaw llawkes 4 C.
De Pacheco A: Azevodo.
De Joaquim Francis.-o de Medciros.
De Manoel Toixeira Bastos.
De Thomaz de Carvalbo Soares Braodau
Foi guahnente remettido ao Sr. pagaitor para
o niesnio lim.
Ri-queriinonto de Lourenco Bezerra Caval -
cante.
Secretaria da thesouraria de lateada *fc n
nambuco, 17 de marco de 1873.
Servindo de ofllcial-maior,
HIO-RAN'DE.
0 nossy_'coi-respondenre da capital "eserfeve-nos a
li do corrente:
Por acto de'o do passado. S. Ekc. o Sr. vi-
ce-presijeale da provincia reso'veti adiar a ssem-
blca provincial, para o dia 10 de junho prximo'
vudoure.
S. Exc. cumprio ppreceiro da 'el, expenden-
do gustos e valiosos motivos, pelos qunes tomara
somelhantu delibra^!.'
' No *ia 3 do corronw.fiz.erai:i exame e foram'
approvado; phmimefc g^tra' professres de c.-ttJel"
ras do onsiuo primario 'os 'seguintes cidados:
Raphael Arebanjo Garca da Trinqade, ManbeTO-
nore doiAadrade Jnior, Manoel Gakliuo da Silvaf
c Juu Carias-da Albuquernoe-Gondim; o primei-
ro loi no:o-.itla para a calera de Exii ennz, o so-
gunda paneta do Rao dos Ferivis, OiteBcoiro;para:a-
lie S. Beato,ie Oiquarto-pana a de Caruaiba de
Cauuuaretama. li -..- i \
i 0 prefessqr publiw) da.villa, de Cauguarela-
ma. Ltiiz Lopes Pereira Filho, acaba de installar
n aquella ocadade urna aula nocturna, prestan-
do rfte tolis servieo nwu id nlenor remuneraco
ptcanUriaJ -. ,
Jase athavn maoricidadoson/aqrjella scoM 3
aumnos, sendo->d *4a fftttaaawa de:Ma*} e>J
de lO a 12. h) lLu i ab if
Aquelie, fcWso* vel no/ll'sflrii[U)phd atoada rana fcnaavasra*,
ti'na6eiiftr-i'tMro-da!"*tia*i gratlao pu
?jilea.' '.o ; .r.ili.l [U.'.lA" ''' -a'ii.. i i .i'.iiu.l
1 No .-ai-4.JIWt mea' pb, de vnltq aoUuaiiiwriaaaniMta Saataa^rJuisda
CafchdJra. 1 jais .ntopoi Dr.lLuiz Antbnta FeH
rrra6oteo.i.'..-i'ilO-,!. i rir.W. ,*/i< i.b iaol n.l
- .A'li ihKMibu etc-is-u......teiMiBacaaaaalroana
os autores dos assaseinato praricaaos ns pesadas
de Alesaaro Jos de ValoaM/OctawianO Ferrebi
Bravo* Francisco AmaociaFAssoBiiatiaj.
Prombwu quahto Ihe foi pbssivef a captura
dos assassinos, e apezar das difflculdads cbm que
latou, conseguio a pnsao dedous, nao tendb rea-
lisado a dos detnai's era numero de cinco, por se
haverom refagiadr/para ai serris do Ctenf e. Hr
(So. i
Aauelle juic moaMpaltM desempenbo e-sua
arriscada eoaunissao traston impqrtaMes traek
servijis causa publica
Baro do Livramcnto
Gustavo N. Furtado de Mendonoa
Ismael (tosar Duarte Ribeiro
Bario de Villa Bella
Baro de Campo Verde
Domingos Alves Matheus
tose Joaquim Simos do Amara!
Antonio Jos de Abren Ribeiro
Severiano Bandeira de Mello
Jos Joaquim da Costa Leite
Bruno Alves Barbosa da Suva
[Jas da Silva Loyo JuirfOr
Julio Cesar Pereira da Roch.t
Manoel Francisco de Moura
Thomaz Carneiro da t unha
Jos Carneiro da Cunha
Antonio C. Moreira Dias
Augusto C. Pereda de afoodoa.a
Joaquim Pedro B. Mello Reg
Vicente Jos Pinto
Luiz Amavel Dubonrcq
Custodio Moreira Dias
Caetano da Silveira Amara!
Joaquim dos Santos Neves
Joo Cavalcante Filgueiras de Me
: nezes
Antonio V. da Silva Barroca.
Demetrio de Gusmao CaellK.
Or. Joaquim Jos de. Miramla
Adriano Xavier Pereira de Bri:.
Dr. Ezequiel Franco de S
Sebastio Jis Gomes Patina
LHysoes Cortiles C. de Mello
Bario da Soledade
Dr. Manoel Barboz de Araujo
Francisco Accioli de Gouvda Lin^
Joaiiuim Jos Alves ito Albunuerq
Caetano Quintipo Galhardo
Joo Luiz V. Lieuthler
JoAo Soares da Fonceca Velloso
K.t-u!l.- le IMi-clo. -Km
o dia 22 do corrente (sabbado) para ter lugar o
concurro para pro$imentt da substitui?o delin-
gnas do curso annexo Facnldadede Direito.
Dlnliniro.-^O vapor Oukn troiixejiara
Atogados
Recife

B-a-Vsta
Afogados
Sauto Antonio


Kecife
M
Sattto Antonio
i
Boa-Vista


S. Jos
Santo Antonio
Poco
Afogados
Boa- Vista

Santo Antonio

M
Itoa-Vista


Afogados
Bt'ia-Vista
Poco
"S. Jos
designado

'.):218illO
8.480*000
.S:(Xto0l>l
):77'.)4tW
I Hi ili
:i:000000
2:000*000
i :078i90
700(W
038*390
fOOaOOO
5174880
'mim
100*000
ehogadu.
Joaquim Jos Gomes
Pereira tarneiro-4 t.
Ai Luiz de Oliveira Azcvojo' & C.
Manoel Francisdh Marquei
Joio^rancikta Martins & C.
H. .le i^agraage
A. Hyvernart
Jos Velloso Soares
Carvalbo & Noguein.
R. Adour
Barros Jnior 4 C.
Jo^uiu J^Goocaive.-. tina'
Faria 4 Irip-'W
Franfijsco Lucio do T-^US. .
H. Ms^ri.-icha-sfc, cnu-j,
UWAem dp norjo, o ^mpa**cp etaleutow manwta
H. Liguori, que ha -ote anuos, craiv;a arada, von-
flflis^aia.diirae;io(to publico'deste cidade o justo
i;ibp>ft.ifevido aofgeuii' .1
-.ftjlOTHMgofiJsJtorqae! *> *ipdac.muitq,,pre-
(enae reiisqr eatre nos un' concert, depois. do
qaal c^ralinuai'cm soa peregrinaoao artstica al
o Rid de Janeiro, donde ^8pcra retirar-se para a
Ajitonanba a termiuw seuu estudosna arteuue
^Taniq Ilustra. i
E' de suppor que o mow, e i">wvl pianista do
quera Pernambnco loi 80M>re ura sincera admi-
rador, eneon|rq,de ra parte jesma copsidera-
cao e sympathia que coaetitue tm dos seus bra-
tt de gtora arstiea.
Navio MacsoaaraSo. Por ImanarancacAo
UiU peto capitao do brigue inglez DomJ sabe-se
Hospital Pclro II.O movi ment deste
ostabelecimento de 10 ao dia 10 de marco foi o se-
grate : existam 304, antearan 02, sahiram 51,
fallccerain 5, existem 310, sendo : 207 hoinens e
103 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras uestes das s 7
1/2, 7 1/2, 7, 8, 8 1/2, 8. 7, pelo Dr. Ramas ; as
II, 11 1/2, 11 i/2, 12 172. 12, 12, peto Dr. Sar-
niento ; as 9,8 1/2, 8, 1/2, 8 1/2, 9, 9, peto Dr.
Malaquias ; as 9, 8 i/2, !' l/f. 9, 8 1/2, 10, pelo
Dr. yfriTT
Fallecidos.
Maria do O'; entente chronica.
Jos Macario ; ainoleciinento cerebral.
Joaquim Pedro de Sant'Anna : entrn moribundo.
Maria Francisca do Rosario ; tubrculos pulmo-
nares.
Josopha Mara de Jess ; entorile chronica.
Pssajs'eii,os.Entrados dos portos do nor-
te no vapor Caord:
Dr. Eliseu Martins e dom criados, Francisco de
Abren, Jos Novaes de Souza Carvalho, Lourenco
L. de Menezes, padre A. Honorato, Antonio Fer-
reira de Hezontle, Hermenegildo l-igori, JoAo Ze-
ferino Pires de Lyra, e um criado, Jos Pedro da
Costa, Manoel Martins Lopes, Joaquim Ferreira de
Lustoza Lima, G. A. Faabor, Antonio Martins da
Silva Meirelles, Jos d'Azevedo Maia, baro de Ma-
mangnape, Jos Gomes de Araujo Quintella J-
nior, Vicente P. de Carvalbo, Victorino Pereira
Maia Vinagre, Jos Lopes d'Oliveira, preso e duas
pra;as, eonego Firmino de Mello Azevedo, Alfredo
Lopes, Bento da Silva, Francisco Atoxandrino da
Costa, Antonio Furtado da Motta. oito escravos do
Dr. Eliseu Martins Polifemo
Em transito :
Antonio Jos d'Almedr.. Belutudino G. da Sil-
va, alferes Pedro Severo da Cunha Leite o sua fa-
milia, aleles Jos Martins Paseos, Leopoldo B. de
Vasconcellos, alferes Eergisto Leopoldo, Andr
Porto, D. Maria Gertrudes A. dos Passos, Lucrecio
A. Marques Ribeiro, Charls Sraitb, padre Jos C.
da Guerra Pastos, Livino Cavalcante de Bulhes,
Francisco Antonio Pereira. Dr. Trafano Viriato de
Meira e sua familia, Joo Baptista de Souza, Cy
rillo Brigido dos Santos, Antonio Ribeiro da Silva,
Joaquim Fefteira da Cosa, Manoel Antonio da
Silva, Dr. Francisco Antonio Carneiro da Cunta,
Joo Evangelista Carneiro da unha, Manoel Fran-
cisco Pires, JoAo Francisco Pereira, Cosme Jos de,
Sant'AiiHa, Manoel Clcmentino Carneiro da Cu-
nha .
Sahidos para Belawarc Breakwate, na es-
cuna ingleza Glimpse :
Hlblish, sua senhora c um filho menor.
Sabido para o porto por Lisboa, na galera
portugueza Firmeza :
Francisco Mondes.
Cenaitcriopublico.O.nt...io do dia lo
do corrente :
Leopoldina, branca, Feniambuco. o dias, S.
Jos ; eonvuisaes.
Jos G'ames da Silva, urau:;;, Portugal, 13 an-
nos, solteirq, S.Joa^; febro amareua.
Hermino, branca!, Fernanibiico, 8 annos, S. Jos;
febre cerebral. _
Cvpr;uio Carlos de AlraeiJa, Crneo, Pernam-
buco, 22 annos, ignora-se, militar, Boa-Viola, hos-
piuil militar; febre ainarelfa,
Manoel, pardo, |ernara]iue '-' d:.s, Itoa-.Vislj
entorile.
Josepha Mariasto Jesu, .parda, Pernambuco, US
annos, viuva, Boa-Vista., hospital Pedro ir; enterite
chronica
Francisco da Silva Marques, maneo, Portugal,
31 annos, casado Boa-TV-feta1; anazama.
Jiannai'Baacisial'da Cnncoico/ parda, Fernam-
buob/ 80' an'a-iMfltenra, $ 'Oos, febre cerebral.
Bavmuada Mliri Via (tortteic/io, barda,1 Fernom-
bueb,'e8* anmi vmtu, Boa-Vis l*tmo> i'rino.
Mara, branca, Pernambuco, ignora-se a Jad
Bo*-Visia>{:'aswr.
Maha^biaBoa^rtinniburo, 8 mozns, Boa-Vista{
f.-hre dnuha. '
Joanna, eseints a,; parda, Pernambuco, '0 annos,
solteira, Poco; robweaios puknonires.
!6 -
Joio Tebppe tos SanWi, branca, Pernambuco,
47 annos, rsalo, Greca; pbtysica puknonar.
Maria, branca, Pernznbuco, 6 meses, S. Jos;
varelas
Manoel, pardo, Pemambueo, 2 dias, Boa-Vista
AOMtia?Palico StDoaevbranxi, fenunbuee,
M annos, soheiru,Ba-Viata; erysipela.
J. U'M JtVttl
.V"
('iu
HgMjgatfgK a PEmoa
Bem piihlic.
Pura S. Lee. o Sr. presidente da pn
ca e ou Srs. deputados da ussen
provincial verem e procidencuireu..
O salutar projecto da assembla provincia. *
12 do corrento tem por lira estancar a fonU: t-
reiine de maleficios pblicos, platicados pela a ciariio iHonopnii.it't lis cantes verdes desta cidait'.
Como era de esperar, o referido prv)jecto-derr..
inou o alarma aterrador no centro do reducto m
migo, da ra do Rangcl, e atordoados pelo eiaaan
da ppuiacao soffredora, reconheceram a aversa
em que cahiram alientos os males que teera prali-
caclo, e espavoridos correram ao Jornal do &>.
onde apparaeeram no de li do corrente com urr.
extensisrimo artigo -novos impostos sobre as car-
nes verdes.
A constitui'.o do imperio, foi o chavao de qw
se serviram us monopolistas ios coran rmi;;; i
cora as librrimas garantas all consignadas qui
elles pretendem escudar aserie de escndalos p
ticados por sua assoeiacAo !
E' o requinte do desprezo opiniao public;;'
Vamos aliante.
Somas accordes com os Srs. monopolistas uu
carnes cenes em una parte daquelle seu artigo
quejulgainexequivel aquello projecto porque re
conhecemos ser inipossivel ao governo ter lauto
ageutes scaes qiiantos sao os tal'ios desta cidad'
o que seria essencial para fiscalisa;o, como a quei
o projecto.
Mas quanto ao artiga 3, venha elle quuntu an-
tes, uo s ealisavel como de mximo NM**
se e palpitante necessidade publica.
Admitamos, Srs. monopolistas que o enataM
determinado pela assembla provincial seja aic
monopolio, as um monopolio, onde o govero-
tem o dreitD de impor era favor do publico, o pre
.o, umitas e de exeicor liscaJisacao; entretanto *
roana anoriafito tambem um w/w/w/to e**
polio monstiv en que o governo nao podo ter pc-
renca de especie alguma c nada podo fazer ai.
favor di populaeao c por isso que se ten U*u
escndalos os mais inauditos, em que o jwtoe jx smente victima expiatoria de vossa exagejAo;.
ambicao.
Que vos importa a vos Sr*. monopolistas, que i
futuro ouiitrato venha a ter as mesillas, ou a:-
terriveis consequencias que o passado 1 Nao 'pi-:
certo o amor populajo que vos inspira tac ne-
bros sentimenlos I
Disso estarnas plenameule c mvencidos.
Vosso lim outro.
Por muito nio que possa asi u confalo com
governo, sempre dellc a populaco eolheri umUh-
raa vantageus do que da vo-.-a associacuo ; tau
mais quanto muito confiamos no criterio de S. late,
o Sr. presidente da provincia e estamos certos ipi<
S. Exc, Ilustrado como saber bem previnir au-
das as medidas uecessarias a resguardar a poqp-
lacaode novas !rop -lias.
0 que deveria muito assuslai-ims, e vordaau,
se o contrato tivesse de ser celebrado, por afc
com algum tanaedw i/ y".do, jugador draodc caxallos, 0*SOSiim de ciganos, giitmstt-ur-
winada, morfetico, incestuoso, oagubuiia, laraj.i
ou indiejiue ac pessea rtifr;:tl<,W.M:
Mas uor so, nao da a cabera aos Srs. moiu'i-
listis ios carnet oenht ens oalros devenios-oon
fiar em Dous.
S. Exc, goloso :oioo ha de aquilatar a eap.
cidade do cidadao, can quera devd contratar, ten
do em vista antes deludo o fiel cumprimento a-
condii-oes estipuladas aio referido contrato.
Seencaraoiosa.questi? dai carnes venios pti-
lado-ecouraicD, v*se que o arsco della-ipe-de-
termina, on ostipuJa o vator dos deinae eaeri^
anientiekis-aa nossa pa, c-poio ben. e ortein
nublica podamos garantir a esse vosso advogotn
que o oonselno de estado iio tem que mtiewir aw
actos'd'assembla provincial, salvo quando aaftiir
encontr aos interestes de outraa provinoiaaiab de
mais, a qnestao lo Ja municipal.
E por tanto a populaco desta cidade supnhca *
Ilustrada assembla provincial, era norae do a*-
reconhocido patriotismo, a realisacao de M^
videncia tao nneisamente esparadv anntfcwfj**-
para-la da miseria e da tome a que est apaa *
eduia, palos n 17 de mareo-7?.
Urna vietm
i


'
-
Diario de Pernambuco Terca fera 18 ft> Mai^o de 1873.*
CtfteMRClO
AugHsloFJOliveira'H.
\ cas* commarojal e bnncaria de Augusto
F. d'Oliveira & U- ., ra doCommereio n.
Vi, eaearrega-sedeexeciioao deordens para
uabarque de productos, o de todos os mais
egaeios de eomraisso, qur commerciaes,
qur bancarios.
Descorita lettras, e tomo dinheiros a pre-
vali,, compra cambines, e saca vista, e a
razo, vontade do tomador, sobro os se-
JKuiates pnn;as estrangeiras e nacionaes :
.nlre*.Sobre o uxion rank ok
*.iXoo (de responsabilidad Ilimitada) e
* arias firmas de 1.a elasse.
wri.Sobre os Srs. mahci'MU) ax-
nd'C.'P. GIL, C A. BLACQE VIGN'Al, A
:.* bSquejjios.
IIm Uilturg;o.Si >ii e os Srs. JOAO SCHU
.lk rt FIL1IOS.
#.l-*lou.Sobro os Srs. voxsecas, san-
OS Prt.Sobro o banco i.m.yo do poh-
r, eo Sr. joaquim pinto da foxseca.
Vara.Sobro o basco c.ommeri.ial do
j>ab, e os Srs. khaxcsco gaidencio da cos-
. l & III HOS.
Mnranhito.Sobre o Sr. JOS ferrei-
1 til SILVA jrxion.
Cer.Sobre os Srs. j. s. de vascon-
U-LOS A SONS.
Rtthitt.Sobre os Srs. marixiios &C.
Hit le Janeiro.Sobre o basco is-
AnSTtiiE E MERCANTIL DO RIO DE JASEIRO, e
.. MM8 NACIONAL.
COMPAMI/V,
Plienix Pernambucana
ijiu riscos martimos em mercaduras,
rtfts, diuheiro a risco e finalmente de qual-
i^ufr uatureza, em vapores, navios vela ou
barmoas, premios muito mdicos.
' RA DO COMMKHCIO N. 84..
seguros ;
CONTRA -F0G0
pn-
Patacho avmilo-Ce!rta ~genwosl despachado.
paca um ionio.
Briguo francez Typhit generas para aflandega
i.
na I C'omim-reio n. 3H,
nieiru andar.
Agente,
W. G. FENNELLY.
SANGO CONMERCIaL
DE
PERNAMBUCO
1*tsconta leliras de cambio, de te rra
'^uaesquer ttulos pblicos.
Brcebe c linheiro em conta jrrente simples,
XI conta eorrente com juros e por let-
:t>.
Eai'arroba-so. por commissao de qualquer
terapia bancaria.
O expedientu principiar s 9 boras da
l taha e lindar s V da tarde.
Ra do Vigario n. I, prmeiro an-
far.
Seguro (inli'i-fg)
' COMPANHIA
NOllTHERN.
iapital..... 20,000:000-3000
ruado ile reserva. 8,000:0003000
Algentes,
Mills Lntluim & C.
RA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA "o FOGO.
i companhia fndemnisadora, estabelecida
-i.i piara, torna seguros martimos sobre
mojas e sena campamentos c contra fogo
edificios, mercaduras e mobilias ; na
i do Vigario n. i, pavimento terreo.
COMPANHIAALLIANCA
guros martimos e terses-
tres estabelecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL i,0OO:000"?O0O.
toma seguro de nercadorias e diuheiro a
risco martimo em navio de vela e vapores
dentro e fra do imperio, assim como
amira tjpgo sobre predios, gneros e fa-
BMWflS.
cente : Joaquim Jota Gonealvcs Boltrao,
M "lo Coinmercio n. 5, Io andar.
Segare ceiilri-fesi>
*-!!". LIVERPOOL & LO.N'DON & GLOB
INSURANCE COMPANY
As*sutf*$
SAJ.NDEKS BKUUlLlvS C.
i lCorpo Santo11
CH iC \ 00 KCIFR 17 DE MARCO
DE t7..
\S 3 1/2 IIORA3 DA TAHKK
*':t1fCn"t otllciaes.
hm muirtwmfldf purjadu 252W |wr l kilos,
sanbado.
-^j.-m 'iiii-neuio Uoin i por 15 kilos, sab
hado.
tfti -jbro o Rio de Janeiro 8 dv. ao par, sabr
had).
Leal Seve
l'elo presidente.
V.^roncullw
Ful'i secretara.
ALFAN'PEGA
I K^n:;ni' 0' da la.13. .
.tew do J.i 17.....
SS:345J87
77i:7G15\07
ijescari sgami-j*> 18 do maride 's7:'
iSgoe nacional rrotktencia charque despa-
JisriiBa jiJrJ ^ijncja -iii* -varios eneros para
o tr.^i'-nS' Conccitjao.
'fpar i na' i?>. liljeron ui>rc.4oria= para alfan-i
*m. '
tierra ingkv-i Mfuiie varios aenpros^i des-
p.ii':.i.l",- pira o Irapiehe Lo'ce'icltor
"5Ti|j"r na,. ,!U'/,/ '/ eai'.u-ja dJsjjaclado.s.
pi: a i'.iirp.nihia p'erarnhucanX
JaUrJii atle.aria thelatitialia de trigo ja Jos-
paehatta naraj#tr4MrUe r.wiccicao.
-rgue p 'i'tt!gue^jfi|l**nen)s para o trapi-
ar mt^rif'M'H"1 Tffitma P*V<* HfH
Importadlo.
Br/V/iM portuguez L.wa i, eintlo e Lisboa, con-
signado a Tttomaz 4 JfyNilto Fowceca <*Smcco-
rfi, manifestou :
Arcos de pao 30!) rodas a J. S. Loyo & Filhos.
Azeite doca i barricas aos consignatarios.
Baldes, bacas, etc., 4 caixa* e i grades a B. D.
Campos.
Cominhos lo surroes a E. R. Rabello 4 0. Car-
no de porco i barris aos consignatarios.
Farello 73 saceas a Tasw Irmaoa & C, 400 *
Rabello & C, OOa A. F. Corga, 500 aoi cfln6ig-
natarios, 200 a Costa Amorim. Feijao 200 saceos
a A. F. Corga, 100 ordem.
Lagcdo 26 varas a Amoriui Innao & C, 180 ditas
i A. J. rjantas. Lavatorios 9 atados a B. D.
Campos.
Paisas 10 fardos, 110 caixas, 248/2 ditas a E.
R. Rabello & c. Pedras de cantara 30 a J. M.
Goncalves, 23 aos consignatario. .
Vinho 17 pipas, 13 i m< a ordem, 21 ditas, 20
ditos a Gongalvcs' Delirio 4 Filho, 32, 15 a E. R.
Rabello & (!., 16, 15 a Costa Amorim & C, 13, S
a Sonza Bastos 4 C, 2 caixas a L. Duprat. Vi-
nagre o pipas e 25 barr* a E. R. Ralwllo 4 C-,
50 a J. Barros, Filhos 4 C, 25 barris a h. Dru-
prat. Vela de cera 45 caixas aos consignatarios.
Patacho brasilero Salsepueoks, viudo do Rio
Gnlluie do Sui, cowignio a A. L. 0. Azecedo,
m i infesto :
Feijao 200 saceos. Graxa em bexiga 2,996 ki-
los. Sebo 100 barris, dito coado, 14 barris.
Xari|ue 169,452 kilos ao consignatario.
Vapor nacional Guar, viudo dos partos da nnr-
te, consignado a Henry Forster 4 C, manifestis:
Cbano 4 fardos ordem.
Medicamento 1 caixa ordem.
Tapioca 40 encapados a Joao Ramos.
Barca 4namtrguetq leer Haetfet, viada de kr-
notaos, cinsignada a Keller Pinho 8,332 praueboes a ordem.
Patacho bi asileiro Gabiualdi, vindo do lia Gran-
tle do Sul, consignado a L, Duprat, manifestou :
Xanpie 164,120 kilos ao consignatario.
Lugre iiiglez Vinhuva. vtulo de Liverpool, con-
sigilado a Simpson di C, manifestou :
Carvo J48 toneladas ordem.
Corana, sumaca hespanhola RftMM mu Cas-
TELI.O, consignada ordem, manifestou :
Farinha de trigo 1,200 barricas ordem.
New-York, lugre inglez Siringa, consignado a
Tasso Irmdo 4 (' manifestou :
Agua Herid* 23 caixas aos consignatarios Aci-
do 4 vazos a Leidun.
Barricas abalidas 1,174 volumes a J. S. Loyo 4
Filho. Ilanha de poro 100 barris aos consigna-
tarios. Bren 10' barris os mesmos. Bolachi
nha 30 barris aos mesmos.
, Cevada 40 saceas a Loiden.
Drogas l.caixa aJLS, .Nev*, 2 a A. Caors. Ca-
nos 1,200 a companhia de Beberibe.
Farinha ds trigo 106 harneas a J. G. Agniar.
Kerosene 6"0 caixas a J J. Leisfft, 5(10 J. i. Cos-
ta, 70> a PerWra-Cuaba 4 Innao, 500 a Corga,400
M. S. Faria,900 aos consignatarios.
Oleo 10 barris a M. S. Faria. Ohjectos diver-
sos 31 eaixas a companhia de Beberibe, 2 feixes
a S. S & C.
Traques 400 caixas aos cimsigiiatarios.
Vermfuaos 3 caixas a M. S. Faria, 2 a A. Caors."
Salsa 13 caixas a M. S. Paria.
DESPA'.H- S DE EXPORTACAO NO DI v 15 DF.
MARCO DE 1873
Para os portas do exterior
-Na barca Aaucea S. LuLti para o Havre,
carregaram : Keller 4 C. 398 saceas m 27,42'J
1[2 kilos de algodao.
No brign sueco Lizelt, para o Bltico, car-
regaram : G. Neesen 4 C 170 saceas com 13,714
1|2 kilos de algodao.
No navio inglez Roierich, para Liverpool,
carregou : A. Bastos 9O0 saceos com 67,500
kilos de assucar mascavado.
No brigue inglez Coila, para o Canal, car-
regnu : A. Basto* 1,000'sac.cos com 73,000 kiffs
de assucar maseavado.
Na barca ngieza Wtiam 4 Jones, para o
Canal, carrtganM : R. Schmmeitau 4 G 650 sac-
eos com 48.730 kilos de assucar mascavado^
Na barca sueca Jan SjodtH, para o Canal.
carregaram k. Sehmmcltau4 C. 152 saceas com
11,110 1|2 kilos dealgodo.
No brigue nacional Olimla, para o Rio da
l'rai, eajrregoq 11. B. Oliveira'Junior 250 bar-
ricas com 2t>,72 \\i kilos de assucar biauco.
o brigue francez Rpido, para o Rio da
Prata, carregoa : P. M. Maury, i50 barricas com
Hi.'oO kilos de assucar braneo e 100 di/as com
H,H7( l|2 ditos de dito mascavado.
N'o navio allemao Nicolaus, para o Rio da
Piala, eanegou : A. Bastos 209 barricas com
23.318 kilos de asnear braneo e 9 ditas com 1,120
ditos de dilo mascavado.
Na barca pottagaeaa Xlccandre llerculuna,
para Lisboa, carregaram : Anmiim Innaos 4 C.
30 saceos com 3,730 kilos d assucar braneo.
'ara os portas do interior
Para o Rio Grande do Sul, no brigue nacio-
nal Providencia, carregaram : Mlva 4 Cascao 23
barris com 2,400 litros de agurdente.
Para kwesor, no hiate brasileiro Adelino dos
Aojo*.rarregarau : 8Hto 4 Innao 3 pipase la
barris com ,880 litros do agurdente.
Para Santos, na escuna ingiera Nem-Boy,
carregou : P. M. Maury 4/00 cocos (frucla).
Para o Rio Grande do Sul, no patacho alle-
mao llurisuiit, carregaram : Amorim Innaos A C
54o barricas coni'41,702 kilos de assucar braneo
e 20 ditas com 2,2!6 ditos de dito mascavado.
Para Villa da Penha, na butaca Uniito do
Norte, carregou : M. J. Rodrigues 1 barrica con
37 kilos de assucar braneo.
C.APATAZ1A DA ALFANDFGA
Reudimenio do -lia i a 15.
dem do dia 17. .
VOLUMES SAHIDOS
No dia i a 13......
Primcira perla nollhv 17. .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Coiiceicao .
:G93636
711*978
10:407*611
44,066
146
130
525
1,781
46,648
SERVICO martimo
Alvaiengas desearregadas no liajiiche
da alfandega no dia 1 a 13. .
Ditas ditas no dia 17. .
(avos atracados no trap. da alfandega,
Alvarengas........
So trapiche Conceiei .
83
'.'I
GEr
RECEBEDOIUA DF. RENDAS INTERNAS
RVE5 DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 13. 37:373*816
(dem ilo da 17...... 4:493*270
42:067*086
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 13.
dem do dia 17. .
68:136*971
8:273*269
76;4!042i0
a
3S!
MOV-lMtNTtt flft-0RIfi
.Vario eHt^idfi hoj diu 1G.
Rio (irande Wno'Snlc i puedes, jle 244 toneladas, cipij
to Luciano Francisco M.inteiro Jiiiiftffl
equipngem LL,carga carne; a Antoiq
Luizdo Olivcrrit'io-mloC.
\in:<, stA lio incaiuo du.
Uu. Grai.d dv K^ vi>>.\ cap-.tao Almaida.cttrgi.assacar.
IJelaware Breakwator Kscminijgleza lilim-
. cMpitao Ji^coU, carga assucar.
Navio* entrado no da 17.
Por tos do norte10 das, vapor nacional
'iiiaril, di' $99 tonebtflas, (ntimarulontQ
carga dfferentes gneros; a Tlcnry Fors-
ter dtC.
Curuha30 das, sumaca hespeuholi Paja^
ro del Rastrillo, de 112 toneladas* capi-
tao.M. San Juan, oquipagem ti, carga
1,200 barricas com farinha de trigo.; i
ordem.
Xew-York36 dias, lugre inglez, Syriivja
de 2+4 toneladas, capitao ParHidge, etjui-
pagem 9, carga farinha ote trigo e antros
gneros ; a Tasso Irmo & C.
navios sahidfts no mestao da.
Lisboa Barca portuguez Akxaafte Hir-
culan, capitao'Antonio ~AI dolflmeia,
carga assucar outros gneros.
Rio Grande do SulEscuua portuguesa
Christiiia, capitao Joaquim da Silva l-ou-i
reiro, carga, assucar.
Porto; por lisboa Uniera portugOea'Fir-
meza, capitao Justino RodriguesM^ardo-
zo, carga assucar, couros e outros gene-,
ros.
Mamanguape -Vapor brasileiro Cururpt,
commandante Silva, carga vario* gne-
ros.
ED1TABL
EDITAL N. Kfi
Pela inspectoria da alfandega se fa publico que,
nao tendo sido despachadas as inereadorras: abaixo
mencionadas, annunciadas para consumo pr
editaes ns. 72, 80 e 88 de Janeiro do eorrente auno,
se hao de arrematar, livres de direitos, porta
desta reparticao, s II horas do dia 19 do corren-
te as referidas mereadorjas.
Annazem n. 2.
MarcaJ. G S sem numero, um feixe com 4
duzias e meia de vassouras de piassava,. avulia-
d.is por 36*000, viudo do Porto, na barca portu-
guez Social, deseatregada em 29 de julhode 1871
c consignada a Cosme Jos dos Santos Callado.
Dita -J 4 C P sem numero, um voiumo de
ferro batido pintado, pesando 320 kilos, av:il por lOliOm, vindo de Liven^w'. barca ingle-
za W'oodville, descarregada em 3) de outubro de
1871, e consignada ordem.
Dita S sem numero, urna caixa com 8 garrafas
com vinho do Porto, mediado 6 litros, avalada
por 2*340, viada do Porto no patacho poriuiuz,
(Minan, descarregado em 18 de 'Janeiro de 1872,
ignora-se a coiisignacao.
Sem marca -sem numero, urna caixinha de fo
Iba de Flandres, quebrada, sem valor idem i lem.
Marca J F L siu numero, um saeeo vazio2
vcilio, ser valor, vindo da llia de St. Migual no pa-
tacho porluguea Michaelense, de*carreg:ulo em i,
de Janeiro de 1872 e consignado i urdem.
DitaS B sem numero, urna barrica com oere
aniarello, pesando broto 100 kilos, tara.de 5 O/o
liquido 95 kilos, avallado por 3*325, virttla de Li-
verpool, no vapor inglez Student, descarregado
em 30 do Janeiro de 18/2 e consignado a Sauiders
Brothers 4'C.
Dita -MCA ns. 127 a 130, quatro caixas com
436 kilos de papel pautado para oscrever, avahados
por 243*960, viudas de Liveritool no vapor inglez
Stutlent, dc-carregado em 1 de Fjvejreini de 1872,
e consignado a Keller 4 C
Dita S diamante V B nm barril vazio, avalMo
por 500 ruis, vindo de Liverpool no vapor inglez
Jurisl, descare gado nm 13 de fevereiro de 1872 e
consignado a Saunders Brolliei s 4 C.
Armar^ni n. 3.
Marea J sem numero um fardinho com l'olhas
de lopro, pes;iudo 8 kilo*, avahado por 2*40',
vindo do 1'oiIoju barca portuguez Segaranr-i,
descarregado em ii de wlfikrr de 1860, gao-
ra-se a ronsgnacao.
Dita A L il n. 21, ama caixa com 48 1/2 du-
zias de escovas para sapatos, c)>in costas dj ma<
deira, avahadas [wr 97*000, e 44 duzias de oeulos
le metal ordinario, avahados por 176300, rinda
de Liver|)ool.no pataeho inglez M Aune, descarre-
gado em em 5 de tnaio de 1870 e consignado a A.
L. Rodrigues.
Dita-dita n. 102, una dita com 46 1/2 kilos de
carias de jugar em baralhos, avahada per 93*000,
viHda de llanibiirgo no palacho notte alloma
Juliana, descarregada em 7 de julho de 187 ', e
consignada a A. L. Rodrigues.
Mana M HM K 4 C n. 10, urna caixa com
17ri kilos da botos de osso, avahados |Mir 237*274,
u 3 1/2 kilos de boloes de madrepcrola, avahados
por 73*331, viuda de llaraburgo na o euna
Atlantic, descampada un 20 de julho de 1870, e
consiguada a Malurino Uarrozo de Mello.
DiUA L R n. 329, nina caixa com perfu cariasj
tendo alguus frascos quebrada?} [ftsande 83 kilos,
avahados por 8300', viuda .e ilamburgo na
escuna norte allema Gearg, descarregada em 4 de
agosto de 1870 e consignada a Antonio Lopes
Rodrigues
Marcadiamante II 1 P n. 8, um fardo con-
lendo 217 kilos de panno de algodao er, liso de
mais de 7 fios, avalado por 32i148, viudo de
Liverpool no vapor inglez Pascal, desenrregado
em 26 de agosto de 18/0 e consignado a Maga-
lhaes c Innao.
Dita J M C L n 384, urna barrica conlendo
14 kilos de mangas de vidio, lavrada, avahados
por 28*!.(H), e 32 kilos de jarros da vidro n, I,
pintados e ilnirados, avahados por 96*Oui, viada
do Havre na barca franceai Jean Bastiste, des-
carregada' ein 6 de noveiol ro de 1870 u consigia-
da a C M. ervet.
Dita S B sem numero, mu sacco con aria
sem valor, viudo de Liverpool no vapor i^k'<
Ulinda, descarregado em 3 de taranta) de tal
consignado a Saiind os Brothers 4 C.
Marca17 pesos para balainja, com 136 kilos,
avahados por 2822, viudos de Liverpool m bar-
ca inglesa fl'ino Sud, descampados em 7 de
mareo de 1871, ignora-se a consignacao.
Dita F S 0 II n. 262, um fardo coimmdo briiil
delinho trancado, pesando iO'J kilos, avahados por
266*600, vindo de Liverpool no vapor inglez
Chrijsnlite, descarregado em 22 de marco de
I87i, ignora-se a cotirignacSo-
lilaF S O II n.263, mfardo conlendo brira
de linJio trancado, pesaudo 100kilos, avahados por
266*6i;0, dem dem.
Dita-A C sem numero, ama caixa contend)
una redoma de madeira, doiirada, com passar.'S
ci eios, (desiuceados) em mo estan, avahada por
1*0'0, riada do Porto no brigue portujuef
Uniiio, descarregado em 6 de julho -,-. 1871, ignol
ra se a consigna', io.
DlLi-E En. |9,297, una caixa contendo lusj
coutos em nio esta.'o. sem valor, vinJa ile Al
vcrppoi no vaj-or inglez Talismn, desearrepde
em 7 de dezembro de 1871, c.msignada a J. M. d
Bastos. J
[lita -C V c B 4 C n. 5,239, una caixa conj
endo o seguinte : 3 estojos de madeira enverou
sacia, para barba sem prejiaius, pesando 2 kilos,
avahados por 2*666, 3 caixas com prepnros
para costura, de madeira envernisada, avahada!
per !)000. 5 ditas de m.i'leira envernisada, se|U
prepares, avalladas por 5*'H 0. 6 kilo de e-pe-
llios iiequenos, caixa de papelan, avalados of
125'IW. 3 balancas graiiimalarias, rom raigas,
pesando 3 kilos, avahadas por 12*000. Diversa^
amostras sem valor, viudas de Liverpool no logar
inglez licpnblic, descarregado em 1 de marco 'de
1871 e consignado a Chaves 4 Mendonca.
Dita i; II L n. 8, uina oixa conlendo amos-
tras sem valor, vinda de Liverpool no vapor inglez
Talismn, descarregado em 7 Jej dezembro dq
i871 c consignada a J, M. Bastos.
Dita I TC n. 1, un;;i caixa, vinda de Hnm-j
burgo no navio hainburaue* Atina, dcecaregado
em 17 de julho de 1870, consignado a 1. A. Ma
tliens, contendo 24 carretas para garrafas de g
nebra, avahada por 111*000.
Trapiche all'andegado Cumia.
Marcailiainante B. dous barris do quinto, pi
vinho, ein man estado, mduido i:i" liiros^no v>
lor de 25*0uu, viudos de Ifamtiurgo, no navio
alUino ster, eotraoem 2 de lezeinl;ro de t8fi
e con-.ignndi)s a J. M. de liarn. <
Alfandega de Pomalubuco; i4- Je nurra "-W
U8T3,-
O iu^peetor, J
Fabio A. de Camallm Res.- .'
Secretaria da Facufd*fe .de Direito rt Recife
17 do marco de. 187fi i. \
O secretario,
_________Jos Honorio Ifezerra de Menezei.
A conHBjoria da cmara municipal desta ci-
liado scieqtiflea aos dopos de diversos estabeleci-
mentos de1 porta ibertp, ipie do d marco vin-
douro comeca a cobranza do imposto de'4*000,
creado por le, devendo, porm, ser ^presentado
na-mesaia .cortadoria, o eontecimento do imposto
gertl sobre industria e pVolll&Jo, alim de que pro-
ven) ter assim pago o dito imposto.
Tapiliem sao chamados a viren pagar o impos-
to de 2*500 sobre-ipialquer estabcleciinento que
vender ospinio: fi*M)por c>ida arroca ou vehi-
eulo de mttwo rod>u. cmpctgailos no servieo da
npital ;- m r* pbr* paln#3a terrena dentro da
nidade do Recife e ous suburbios, que na i esteja
edificado ou cultivado, einbora se conserve mura-
do ; 20*000 por cada casa ite sobrado na cidade
do Rocife!, que conservar varaudas ou sacadas de
madeira ; 00 risoorpalnwda terrouo nos povoa-
dos de Magdalena^ Capunga, Chacn,. Casa Forte,
Poco da Panella, Cakleirelro, Monteiro e Kpipu-
cos, quenaoesliverimirauo ou cercado, conser-
vandQ.se as ceroaa em l ost;do ; 40 ruis por
fiahuo de terreno em toda a extensoo da cidade do
lecife a Apipucos, que nao estver murado, ex-
ceptuando-se a1 terrenos, que ttverem cercas na-
tivas em boiu estado de eoilservafao ; 20*000 por
cada baixa de capim dentro da cidadu do Recife ;
10*000 por cada urna machina a vapor, da que
existirem ou orcm montadas na ci'Lade do Recife
para qualquer nsler ; e linalmente o iin|nsto de
3*000 e 20*000 por cada hoceteira e mscate ijae
vender dentro do municipio do Recife.
Contadura d.a-cmara inunkipal do Recife, 27
de fevereiro de 1873.
,. O contador,
Hypolto Cassiano de V. Albuquerque Maranlro.
Pela lacsnia oontadoria da cmara inoniei-
pal sao chamados aos donas de diversos estabele-
mentos de porta aberta a virem pagar os impos-
to* alrazados que se acharem a dever, bem como
os deniais impostas do exercicio prximo lin-'o de
1871 1872.
Gintadoria da enmara Municipal do Recife, 27
de feVereiro de 1873.
O contador,
HypoHtoCassiaao de V. Aibnqiienpie Maranh.ao
O Illm. Sr. inspertor da ihcsoiiraria provincial,
20 anobas ''e secante fczes d'onro, 10 duzias de
lakias de po-carga de .7r de polJegnda, 40 du-
/.ias le tabeas de pinho da Soena de i pollegada,
30 duzias de tahuas de assoalho de louro, 60 tra-
vs de qualidade de 40 45 palmos de compri-
mento e 8 a 10 pollegadas de largo, 30 aironas de
tin a branca de zinco, 5,000 tachas de bomba 'de
ferro balido, 40 travs de qualidade de 50 55
palmos de comprimento e 8 10 pollegadas de
largo, e3 toros de janipabo.
Tamben) o conseibo manda fazer publiej que'
nesse mesmo dia, e em vsia ignalmente de pro*
jostaj, cont ata o fornecmento para os navios da
armada e estabolecimonios de marinha, do farinha
de mandioca da trra, t do telbas, assim como os
serviros do barbeiro a enfermara de mariidia,
ludo durante o trimestre prximo vindouro de
abril ajunho.
Sala das sessSes do conse-o de compras de
mariulia 15 do mareo de 1873.
O secretario,
_______Aleeamlre Rodrigues dos Alijos.

coiip.Mii,
ADNnNISTRACAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
BUCO 18 DE MARCt) DE 1873.
Malas pelo vapor aar da companhia
brasileira.
A correspondencia que tem de st expedida
Ifoje (18) pelo vapor cima mencionado para os
portos do sul, ser recelada pela manen-a se-
guinti :
Ma^os dejornacs, mpressos dequalqur natu-
reza e cartas a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 1|2.
pagando porte duplo
As cartas ejoruaes que se dirigir) ao Rio da
Pjata, pagara previamente, aquellas a laxa do
300 rt. por 13 grammas ou fraeco de 15 gram-
mas, e estes a de 40 r.-. por 40 grammas OU irac-
co de 40 grammas, na progrnsio estabelecida
as tabellasC e D -annexa s instruccoes do 1"
de dezembro de 1860.
O administrador interino
Vicente Femara da Porcinnciila.
em' cuniprimento da ordem do Exm-. Sr. presi-
dente da provincia, manda fazer publico que no
dia_20 doj-orrenie. pecante a junta desta ihesou-
rara, suro vendidos em hasta publica e a quem
mais der, 130 aranchocs tiradiu jo lastro da ponte
de S. Joao, e l depositados, servmdo de base para
a licita; o o prego de 36*000,- a duzia dos ditos
pranchiies.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jjmal.
Secretaria da thcsouraria provincial de Pernam-
buco, 13 de inar.-o de 1873.
O iilici ii tnairtr,
.11. .1. Ferreirn.
Pela tliesouraiia provincial se f:u publico
que forau) trausfeiitlas para o di i 27 do eorrente
as seguidles arreaiatacoi* :
Foriiociiaen'o de alneutacao e dietas aos presos
pobres da casa de deWn.o no trimestre de abril
a junho.
Sessenta ris por litro de aiiianUrnte consuini-
da na .comarca de^'azareth, cuja reixla oreada
em 2:''0i'.'ii.,o por anuo.
Yourelaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 13 do marco de 1873.
O olicijl-inaior,
AL -L l'erieiru.
J-Jl ju ji
55
U^LsiBAC^S.
O IHin. St. MspeetOf da thesouraria pnivin-
cal, em ciimpcMneufai da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, mauda lazer publico que
no dia 20 do cnenle, pera souraria, serio \vjnid quem mais der, 130 praiichoes lirados do laslr >
da ponte de S. Joao, e l dojiositado.-, ser.viodo de
base o piei;o de : a duzia dos ditos iiranchoes.
Ai pessoas que se iii'o;io/ereiii a esta arremata-
cao, conipaiecaio na sala das sessoes da. referid i
juru/i, no lia acinu m mcoiiail), ido meio dia.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da tliesoiflaria provincial de Per-
nambuco, 13 de marco de 1873.
O ollicial-maor,
Miguel Anao Ferreira.
De opUmi) do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de tazemla desia nrovincia. se faz publico
para onhhrimoulo de quem interessac, que no dia
26 do correte inez, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a junta da mesma thesouraria, ser posto em
hasta publica para ser arrematado por quem mais
di r. e pelo prazo que se conveneionar, o arreada-
ment do propro nacional dennminailo Calabou-
co. sito .na do rMsmo, desia capital.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
lainbnco, 15 de marco de 1873.
O oillcial-maior interino
Cari >s .1. de, Soiiza Correia.
Hospital Militar de Pernam-
buco.
mtrata-se para fornecui'nto das dietas dos
doeiites, raspes dos empreados, o exjwdienU; da
secretaria, no trimestre i vigorar do 1" de abril -
30 de juuuo, do i'orreiie auno, o seguale : arroz,
aletria. assucar braneo refinado; ararula, batatas,
bisr.outos, bolaulpnlas de aramia, bo'aclias, bana-
na-, cha liysson. choc date, caf muido, carne ver-
de, dita seeca, dita de porco, doce de goiaba, fari-
nha de trigo, farinha de aiuribcca, feijao preto,
gallinlas, leite, l;u-aiijas, lenha, manteiga ingleza,
inannellada, ovos, i"n s de dnas e quairo oneas,
sal, li-iupcr.is, tiiiicinliL). vinagre, vinho do porto,
vinho braneo, caetas, caivetes, emeloppes, lapis,
obrejas, pennas de ac, papel amaco pautado, pa-
pel almaco liso, papel inata-borrio tinta preta e
violetta. iodos estes geuews e artigos deven) ser
da niolhor qualidide.
Na carne verde nao se adiuitte ossos a lem do
quinto doseii peso, devendo ser fonieeida de for-i
ma que nao fique pedacos o;i pequeaas uorcoes, e
de partes que se presten! a bifes e assados, nao po-
deudo entrar efi peso cabeca. pesco.o, lngua,
ventriculo, Iressuras e [tea.
Os proponentes ftwrM apresentar suas pro-
instas em carta fechada na secretaria do mesmo
lospital, no dia 22 do curnie s 9 horas da
manila.
Centrara se 0 fnrneciineiito de sanguesugas da
inclhor qualidade, para "se applcarem nos docuf>s
do inesiiioliospital, no trim-sire vigorar do 1" de
abril a 30 de junho do eorrente auno.
Os concurrentes dever.o apresentar suas pro-
Kistas ein caita fechada, na secretaria do e-ta-
leciiiiijnto. no dia 2 do eorrente s 9 horas da
mnliS.
Contata-seo forncciineiito de lavagem c concer-
t de milpa; iL> uso eos doenles do mesmo hospital
no trimestre, a decorrer do .* de abril 30 de ju-
ftbfi m cnenle inn'o.
As* peanas que sso se proposercni, deveio
apresentar shas propro-tas ero carta fechada na
secretaria do rstabcjerimeiuo, no dia 22 do corren-;
te s9 horas da nianhi.
Secj-otiria, 15 de.ipanjP da 'H74.
(i cscrlvao interino.
Jase Catnfiro Model da Cunfin,__
C0^^.U4 DU lAWPA DO A11S3AL
DL MAiU.>illA.
i) conslbo manda faaaq publico que nod 19
do curente mei|. w.vista de pnqiotas recetadas
al as IMenteulajiiinh, pruinpfe afCpmphi solj
ascioidif1jfc/|(esj1\lj. ((os sgia"atosj)li(ectos :
50 tncjjjilas de az^iie' de porxp. <5'' arrobas do
almagre, inlila ,s ib %nS-rar, 20 arrobas deal-
wtouede'ciluinLo, 7W Wd*-aderas de folW, ofj
varos de robredo 38,12 oassarolas de teo sor
^a^) arrufa^r^y^.^rrtmles de^ Ijrsvjjle
Correio getal
Relami do.s objedo.s reijislrndos e.rienles
na adminislraco dos cerreios desta pro-
vincia, para a pessous abaixo decla-
radas :
Auna Isabel da Silva, Andr C. Pereira, Angelo
Jos da Fonseca llamos, Dr. Antonio B. de Gus-
mo, Dr. Arcon io Pereira da Silva, Antonio C. de
Azevedo, Dr. Antonio Clemenlino A. Lins, Anto-
nio Uoiiiingues dos Sanios e Silva, Antonio Jos
Correia Reis, Antonio Luiz do M. MacH, Anselmo
Rodrigues de Aievedo, Camarina Maris dos Pra-
zeres, Delmixla Tbema da Silva, Domingos Dias
Vicira e Mello, E. Leopoldino de Andrade c Costa,
Eduardo F. Bank, Francisca Leopoldina Cesar,
Fernando Antonio C. Jnior, Francisco de Dos
e Costa, Flix F. e Soma, Francisco de Pan a Ro-
M, Joaquivi A. Paleta, Joaquim Dias dos Santos,
Joaquim Marques da silva, Jos Antonio de Oli-
vera, Jos C. .'erzedello, Jos Ferreira do Souza,
Dr. Joo-Antunes C. Lins Wanderlcy, Joao Bap-
tista Ferreira. Luiz Barbosa do M. Maciel, Maria
A. Veira da Cnnha, Malinas Caris* de Araujo
Maciel, Dr. Manoul baldas Brrelo, Manuel Dias de
Toledo Jnior, Mauotd do Nasciiuenlo I'ontes, Ma-
noel B. Ramos, Theodoro Alves Pacheco, Theoplii-
lo Pedro do Rosario.
Correio de Pernambuco, 13 de maree de 1873.
O encarregado do registro
A. G. da Silva Ramos.
DAS
MESSAGERIES MARITIMES.
At o da 23 do eorrente niez espera-se des porto*
do sul a vapor francez Gambie, rorainaadand-
Borg; o qual depois da demora do costume, se-
guir para Bordos, tocando em Dakar (Gore)
Lisboa.
Para condicoes, frotes e passagens, trata-fe na
igencia, ra do Coinmercio n. 9.______________
Para o Kii-Graude do Nn.
Para o porto cima segu o brigue naciera
Procidencia, que recebe amia alguma carga a
frete, devendo em pouco* dias ser expedido por
ter a maior parte de sen carieganinto engajado.
A' tratar no escriptorio de Silva 4 Cascao, ra
do Mrquez de Olinda n. 6.
Ilisci marilkno.
', THEATRO
imiisio wmm
WkVPQXXA
ESPIIJCA & PUETE
)iiiiilii-fi'irii 20 ii) im'itiiIi'.
Representar-sa-ha o muito applaudido drama ein
tactos, ornado de msica da coinposico do fttUtit
tro Noronha :
FAMILIA MOREl
DOS
U7STSSZSS US FA&IS
Terminara n es|iectaculo com a applaudidi ei-
,iluda em 1 acto :
0 (liaba aira/ ila jiorla
O papel de criado ser feilo pelo artista Pe-
nante.
Principiar as 8 l|2 horas
Acha-se em ensaios o drama Carlos lil ou a
Inquisiciio em llspnnha.
AVISOS WaiTlMOS
Porto por Lisboa
i barca portuguez Alegra, capitao Carvalbo, vai
sabir com brevidade, recebe carga e passageiros,
para os quaes tem bous coininodos : traa-se com
E. R. Rabello .V C, ni' do coinmercio n. 48.
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto vai dosearregar o brigue
nacional Galgo, pudendo engajar frete o resto
da carga que ainda Ihe falla : tratar com Fran-
cisco Ribeiro Pinto Guimares, la do Bario
o Triumpho n. 96.
Lisboa e Porto.
A.galera Asia a sabir em
poucos dias recebe carga a fre-
te mais barato do que outro
qaalquer navio;tem excel-
entes accommodaqoes para
passageiros. A tratar com
Tito Livio Soares: ra do Vi-
gario n. 17, 1. andar.
Para o Porto
Vai sabir muito breve o brigue Portuguez Tri-
impho. Recebe carga a passageiros, a tratar com
Tito Livio Soares ; ra un Vigario a. 17.
h" esperado do Rio de Janeiro a todo o
momento o brigue portuguez Lujeiro II
quu depois com possivol brevidade seguir
para o Pora por ter a maior parte da carga
prmpta, e para que llir falta, que recebe a
freto oruuioilo tr.Ua-sc com os consignata-
rjus joaquim Jos GonraLves B^ltrao >!(, l'i-
Ibxi, ii ra do Co.nmercio- n. 5>.
68,*P caneg&A ISMfP l,!. 'PJ1''H& 2W 1
ps dcorrrfrf'W Virt'fMfi'z d 3'p.irlega(Ifts do ;
largo, 1UO iAj.^k uMrail de sola ingleza de 3
pollegatMs eT.WS>.',rOri ps d' cori'i
' Secrttaiia da i l-rn^ial f'dkJW
ir i. ?m'
ordtn do Bpifer, coasa^ijfo
.. f ico pyWcMJttW dia 2i do cAriei
AP horas di wojrlia, ter lugar tipia facu,l!)de p
concurso d 3iu)strie5o de IJiicuis.
S ; ? 1 J" v W|; *m W.MWWo, W,as dP i stri?M^
cadn a r^enLi; r_.yiicial>;ta q^K.'9e,,,:7ili :0 arrohadt estopa de linho, ni arrota*
iritt de viiuxk ?T*7.:",ZMt__,,t _______. ,----------
^^ontn!}'- &** ^-'^rand^ d?>8A
tanho eta.verga, .*>() garrafas de espirito de vinh
- .008- fclafts de fr-ra -ga^aaisadas c
fprTmeiUt a-ltl^ltfrp^'i'IO.lihMH
laA'4. "WHvYoJ dtn-mee nasBpdiAn
*frnviw en Irt'imld'faWllM*' 4>M ,, vn* K*Vb1*L$W*W> *)H, '^fJ0o|r*r
De ordm do Ex-ai'. coutuliieiio director L<> jfe^^lH**"
teriao, f ico pyWtWJtiW. *! dia t do correnlsv* 'a*
I.OPANHtA PKKNAMBICANA
DE
Jrf.RK.VKJq. Pt -VOltO.MIA.
O vapor Otilia, romr
mandante Harttns,8
{Pli:-a paia o pottp
0 brigue Inglez Lusilania precisa de cerca do
cinco cont? de ris para pagar as despezas fei-
tas nesle porto com os reparos de avaria que elle
soffreii em viagem para c, O navi> pretende sa-
bir em poneos dias para o Canal, e as propos-
tas, ein cartas fechadas scro receladas no es-
criptorio dos consignatarios Adamsmi II iwii- \ C,
ra do Coinmercio n. VK at ao meio Jla do ter-
ca-feira 18 do eorrente.
LEILOES.
LEILAO
DE
madapoles, algodes, chitas saias borda-
das, com avaria d'agua salgada.
:s 10 1|2 horas em punto.
Por iiiu;rvi;nf;o do agente Pinto.
Em sen escriptorio, ra do Biaa Jess n. 43,
LEILAO
DE
fazendas inglezas
Parto de ililerentes volumes avariados t
bordo do vapor inglez Gatatndi, mu
uliina viagem a esto porto.
Boje
s 10 Ij2 horas em pTMttO,
Por inlervenco e no esllplorio do agente Pin-
to, ra do Boio Jess n. 43.
LEILAO
DE
un variado sooliento de mcrcadorias, iniudeza-
e mais artigos abaixo declara dos, existentes no
annazem da ra do Imperador n. 43, por liqui-
dadlo e sein res-rva de procos, e em lotes ;i
vontade dos compradores.
A SABER :
l';n escolhido sortiuieiito de lustres c arandel-
las (para gaz), de vidro, p >rcelana e broiize, can-
deeiros para Kerosene, mangas de vidro, camas de
ferro e chumbo, rhalarizes. la v..tocios, haroinelros.
Iheiiiiometros, machinas de rostura, sobre identes
e agiubas, canipauhias pal i porias, transtiarentes.
enfeites para sajas, ostautes para chapinos, esta-
tuas e'inuitos outros artigos de gaste, que estao
patenles ao exame ilos coacurreiilcs no dia
UUAttTA-FEUU i!J DO CORREHTE
O agente Pinto, autoi-isa 11 pelos liquidatarios
da ca-a de W. 11. tlhapinan, levar a b ilo a ar-
inaco e mercadela as existentes no traaiem da
ra do Imperador )L 43, ein lotes a vontade dos
compradores.
Em continuacao
Tr uisi rii'-se-ha o arreudamen'o do referido ar-
nia.'.eui pelo lempo que lal'.i (3 anuos e 5 mezes;
a quem offereeer maior vantagem.
leilo priocipiara s 10 horas do dia cima.
M
casa de ferio Torrada de fellro e bem fresca, com
8 quarlos, inclusive o do soto, construida pe-
lo celebre engenheiro Sr. Eaw Mont, c situado
ein terreno forciro, com H0 palmos ue (rente p
400 de fundo, e lagar niui saudavel, periodo
ro e junto da estacan de Saiii'Anua.
(AIAIITA-FEIRA H) DO COR11E.NTE
Ao meio 'm.
No annazeui da ra do Imperador n. 45.
Por inlervenco lo agente Pinto.
Os pretendentes podorab examinar a planta
existente no arui.izcni cima dito,antendendo-st"
com o -r. W. II. Chapman. ou com b agente en-
carregado da venda.
Engenlio Monte d'Ouro
SABBADO -11 DO COMIENTE
iH 13 llOl'UN ttlll OilO
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito e-
pceU do cuiiinicrcio desta cidad reajaerlmcnV'
dos administradores da inassa fallida de Siqucira
4 Pereira, o agente Pinh i Borges far leilo d"
engeulio denominado Monte de Ouro, sito no ter-'
ino do Ipojuca d'esta provincia, o qual fui pnho-
rado por exocuco dos.ditos administradores i
viuva e herdeiros do Dr. Ignacio Nery da Fond-
ea, adjudicadas indicada inassa.
Ao meio dia em ponto, no escriptorio do refer-
do agente ra do Boiu Jess 31 (entrera na
da Cniz)'onde os Srs. pretendentes pode) bave
as inforin^coes necessarias.
GRAXDE E VARIADO
o^lltotflil t, l>
pkna no dia IR dj
cM-reniefifi meio fiat
SCrlplorii. no"Fortt'
'gament; Sb, o rb&inje une
ganatt-. OarrU^ -le malbar par 1 Ihe falla trata-so f*m o sfioS MW^mKlM -!*n-
W.'.VtlfW'dif alcance, 60 gros^lia^Luiz.uat>littdci Jllei Je^erW'ae"! 3 ^llaks cqT**!*^*'^*.*1*^^**^ n. WJ rtnKmra ru
dcW?ftrflrt''(lJ>k^^rtiMs^*B^
DE
oxcollojites movis, boa lotiea o tinos crj *-
taes.
Jk alirr :
Um piano forte de Blondel ^ Wigaes\ 1 esia i
para msicas. 1 radeira para 0 m.'Wiio, I uiobdia
(massiea) de Jacaranda, 1 mesa de sof, (piadro-,
jarros "para llores, 2 ricos candil-iros a gar. 0
cryslal, 2 figuras de br;uze, 4 easlw-aes e ipanyth.
3 ancas o cortinados, tapetes, escarr lnll'W *
leira forro da sida.
Urna loVIete de Jacaranda. 1 lavatorio rom | 1 mesa de jugo, 1 mesa redonda de raudo; 1 ca-
na com eouo de mola, 2 gaardas-roupa, i
guardas-vestidos, i ospe|hc.ie zranuis de ferro.
Um secretaria \tos, 1 mappa, -1 globo geogi-ajjttso, 1 machina
de costura (pwfcki), 1 mesa an jogn xadre/.
1 taboae pedras (jugo daaau^a ai>aa>, 2 vi-
nwiauas, i tink iro com rnm
UmiHiiesa elstica, I guante-mura, apattidor
armario. 1 qurtWieira, I rrioaio, 1 sfa, 24 n-
deiras, 2 lavatorio*, i quailrfl itouriuV, row ilo):e~
de cera, 1 appaielbo para |M)tar. I dilo pata rln,
compbtelras, garVlfib, Popo?, clice-, porta-gairi-
fas. bandejas. c..borUis d!ara:w\ objecGi de
elecm>-plale. banras,pjr^afjjki, vasos para llo-
res, oseadas de aornv,' nj^i ^laboas de engooi-
mar, mesas e trem doirzii^u, e nitros objecto-
de easa de familia.
Quiitii-teii'* tt^ 4o g*oi*iH.*nte
^flrwpeiro aialar du i^ft4p da i ua luij..-
tjiti'u u. 12
Jos Henriqno -Trindade. leudo de f.izj-r nnu
viagem aVRin^to J'ata;ro. levara a riliu por in-
terveu(;ao di agente lSiua. ot moVais mais objor
tos existentes iti andar u>i sobrada Ua nu da I.aaeqlm n.t,
oj.de werfcqluara o li-to no da 2
01ej$o princiyuur as 10 ViruMfr-e-m pe*-



Diario dePernambiJb Terca feira 18 de Marco de 1873.
AVISOS DVERSOS
CASI 1A FORTIM.
AOS 5:000|000.
BILHETES GARANTIDOS.
.1' ra Primtiro de Marco (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do cosame.
O abaixo assignado tcndo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes, ura inteiro n. 2478 com 800*000,
contras sortes de 404000 e .201000 da lotera
que se arabou de extrahir (42/), convida aos
possuidores a virem receber na conf irmidade do
slame sem desconiOjalgum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 4* parte das loteras a beneficio da matriz de
Serinhaem (43*), que se extrahir na quinta-feira,
20 do corrente mea.
FRENOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto U500
E- PORglO DE 100#000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375 .
Manoel Martins Fiuza.
Vou 1er
( E\|osi:iii i|iiairsiii!il
JS faz muito bein, deve me 1er,
rcler e decorar, porque s tatos e
que licar sabedor, sabendo aonde
que se podo com suavidade e
prazer limpar a fuella, (j se sabe
com alguma pinga do Porto, clier-
ry, nfideira, cognac, chrautrouse,
hesperidina e... lout le mond licorol)
achara vista ; (entende-se com rf
suave elIWto dos suppramenciona-
dos) apurar o olfacto, (ainda com
o dito das ditas ditas) c finalmente
adquirir o paladar estragado, (sa-
boreando raras c excitantes victua-
Ihas ) e note bem com pouco di-
nheiro (os precos sao os mais resumidos que se
pode desejar) liado nao, porque o liado faz a
gente licar excessivainente nervosa (tanto o ven-
dedor como o comprador) em menos de quatro
semanas e meia, acabando quasi sempre no lint
das cinco lor licar o primeiro desconfiado e
phtysico e o segundo confiado e hydropico I Por-
tante, j que se dignou laucar os seus oaos se-
ductores sobre mint (expsito quaresmal) mu-
ti consentaneo que eu tambera miago de meu confio, isto vos indique o
gremio embriante, deleitante, ene-
Uante, refrigerante e coruscan-
te, aonde V. S. e Exc (charo
leitor ou leitora, que lde com
tanta avidez) pode ir com cer-
teza, certos de sern bem servi-
do recheiar a sua despensa de
ludo o que lia de melnor e mais
>aboroso para passar a quares-
nta, (tempo de abstinencias) dan-
do assim cabal desmentido aos
hereges at que sabe guardar
convenientemente os sagrados
preceitos da Santa Madre igreja.
Vindo ao armazem do
Campos
%. *8 Ra to Imperador 8
. E' neste ocano do prazer onde se pod$ encon-
trar, alm do mais o seguinte : ovas de diversos
peixes e de bacalho, bacalho grande e pequeo,
sardinhas francezas e portuguezas, peixe em la-
jas de todas as qualidades, (nove mil latas), ca-
ntantes seceos e todo o mais necessario para le-
var estas e outras iguarias a ponto de satisfazer
M mais rara e apurado paladar.
La vai prova.
Bacalho e peixe em latas
Fari boa digesUo ?
Faz smi senhor.
Ovas fritas i- bont petiseo
Com arroz de canario '
E' sim sedhor.
O salmn e as sardinhas
Nao boa petisqueira '
E' "mi senhor.
Livrara de exeoiiiuuhoes
Vinho do Porto e da Figueira
I.ivra sim senhor.
E tudo reunido banquete quaresmal ?
>;ie poder ser comido sem a ningucm fazer malr
E' sim nhor.
Escravo fgido
I50SOM de ffkqfa
\useutou-se desde o da 13 de maio de 1872,
0 preto de nome Alfredo, le trinta e tantos ann< s,
crilo,e bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
i estera no engenho do Sr. Lnlii de Catar, em
S. Lourenro da Malta, onde consta ter prenles,
foi escrav dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
los Joaiiuim Gonealves Bastos, negociantes desta
pra^a; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tetn sido
visto por pessoas que o eonhecem, dizendo que
ti forro, assim tem podido escapar de ser preso.
rdese todas as autoridades e capites
de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem
Segundo, que recber a gratifiearo cima de-
clarada.
CASA DO DURO
Aos 5:00?0
Bilhetes garantidos
llua do Bardo da Victoria (outr'ora Mova)
n. 63, e casa do cosame.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:000* em quatro
martos de n. 91, a sorte de H 0| im bilhete in-
teiro de n. 1737 e q atro quartns de n. 1948'com
a sorte de 100*, alem de outr-s sortes meno-
res de 40* e 20* da lotera que se acabou de ex-
irabi (42*j; convida aos possuidores a virem re-
Bthar, que prompti mente serio pagos na forma
*> costante.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi- no seu estabelecintento com-
pr r os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
tirar qualquer | remio, como prova pelos mesaos
aauun.ios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4* parte das lol- rias a beneficio da
ifreja matriz de Serinhaem, que se extrahir no
Jia 20 do corrente mea.
Prefos
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto *5003
De fOOjtOOO pora na.
Inteiro 5*500
Meio #7S0
Qaarto 1*375
Recife, 12 de marco de 1873.
Joao Joaqum da Cesta Ltite.
CASA
Para alugar.
A junta administrativa do hospital poftu-
gtaez aluga o predio da ra do Comraercio
U. 17, sendo un andar o armaiem, cora
Insudes corumodos e coiu fundos e sahida
para o caes, propria para arm8iem de ge-
oaros de embarque : trata-se na ra Pri-
meiro de Mar$o, antiga do Crespo n. 13,
com Antonio Corroa de Vasconcelos.
OGRANDE PURIFICADO!* DO SANGUEI
Esta excellente e arlmiravel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scienti
ia por Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma instruccio profunda, tendo tido mul-
los annos de experiencia ao par d'uma Ion-
?a e laboriosa pratica.
A sua composicao nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um so artigo; mas sim,
jomposta "extractos d'um numero de rai-
les, berros, cascas, e folhas, possuindo to-
las ellas, sua virtude especial ou poder
m curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores ;
8 estes difieren tes extractos vegetaes, achra-
te por urna tal forma combinados ponto
le conservarem em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
qs usamos nesta preparacao, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
) estimam. Na composicSo da Malsa-
parriiha de Brlstol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
ao encerra em si cousa alguma, que pos-
>a por leve ser perigosa ou Jinjuriosa
jade; e tanto n'este, como em quasi to-
los os mais respeitos, ella inteiramente
iiversa de todas essas mais preparac5esr
s quaes debaixo do nome de Salsaparr-
ba, sao acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
nui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
nos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
im frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcanzado por aquelles
me acondicionam sua preparado emjf '
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
lossa Malsaparrllha de Brlstol
xmteem a messa quantidade igual porej
tntida naquellas garrafas pequeas, e alm
lisso, possue ainda muito mais forca e
rirtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
eeis garrafas, de pequeo tamanho. Por-
anto mui natural, que aquelles, que se
icham oceupados em preparar e vender as
iuas produegoes, em garrafas pequeas,
jiurmurem e gritem contra os nossos fras-
ros grandes proclamando, que a nossa Sal-
saparrllha de Brlstol nao possue a
menor virtude; porm qu5o effectivamen
le sao elles postas cm silencio, quando indi-
camos, ou simpiesmente referimo-nos pars
m essas centenares de certidoes e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE RRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
pios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, berras, e plan-
tas de que se compoem as nossas medicinas
$5o produzidas, que nos habilita exer-
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nt
aos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; aGm de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
)j ingridiente que entra na sua composi-
;5o,' pois levados e compenetrados 11
mais firme e persuasiva confianza; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as naces, e de todos os paizes, que na
alsaparrilha de Brlstol. possuem
im remedio mais efficaz e seguro; do que
aenhum outro, que vos tenha sido offere-
:ido at hoje, e o qual por certo nlo hade
tnallograr vossas expectativas, na prompta
5 effectiva cura das seguintes enfermidades:
Escrfulas,
Chagas antigs,
ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tumores
\bscessos Apostemas
Erupc5es,
'derpes,
Salsagem
Impigens,
Tinha.
Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidadesdo
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Dcbilidade Geral
Febra e Malignas t
Febre e Sezes
Biliosas,
Lepra, febres intermitientes e remittentes
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o boro
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
amento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesme
'.empo das nossas mui valiosa plalas
rea;ctae3 assucaradas de Brlstol.
tomadas em doses moderadas em connec-
j5o ou conjunctamente com a Salsaparrilha:
alias fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulara espalhados pelo systema,
sto causado pelo utso da Salsaparrilha;
por esta forma faciliar a volta e o exercicio
aormal das operacSes fqoecionaes,
V qual preparada smente pelos unicoi
Propsirietaos,
>'o dia 21 de outabro, embarcou no vapor Ba-
ha, com destino a cidade de S. Salvador (pro-
vincia da Baha) o escravo Ravmundo. que toi
remettido por sea senhor, Jos Fructuoso Das,
para criado de um seu filho de nome Cunegun-
des, estudante naquella cidade.
-'Este escravo, que mulato de 18 annos de
idade, foi entregue ao commandante do mencio-
nado vapor que seguio naquellc mez para os por-
tos do sal do imperio.
Entretanto, nao tendo o mesmo escravo chega-
do a seu destino, o ignorando-se completamente
onde possa elle existir, gratifica-se a quetn pos-
sa dar do mesmo exactas informacoes no Recife,
aos Srs.- Perdigao, Oliveira k C, ou na cidade
do Ico ao mesmo Sr. Jos Fructaoso Dias.
\
Antonio da Silva Pontea Guimaraes, testamen-
terro de sea fallecido mano Jos Joaquim da Silva7
Guimaraes, rofa aos endores do mesmo a pre-
sentaren! saaa cocas a m-etar, do mesmo nado
ou mandarem rita da Madre do Deas n. 7, aft
de conferir e wrem pa^as. Tambem roga aos de-
vedores do me dias a contar de hoje.
Recife. 17 de margo de 1873
= Qtiem precisar de urna ama secca ou de lei-
dih>a-e ao p<4eo de S. Pedro n. 3, loja, a
AO ARMAZEM
po
VAPOR FRANCEZ
UA DO BARO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de.chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel WolfT C. : no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, m-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e phantazia, brancas pretas e de
differentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para no-
mens.
Sapatos de cordavlo Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatdes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com sallo para homens.
Abotinados de militas qualidades e precos para
meninos e meninas.
Sapatdes de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, ca*emra, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, rna do Baro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extracto?, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de fl r de laranja, agua de toile-
'le, divina, florida, lavande, |>6s de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
' tractos, caixinnas sortidas e garrafas de diffe-
rentes taannos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vaoor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Para viagens.
Muito boas malas c bolsas para viagens de u
de caminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
.No armazem do vapor france', ra de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadciras de balanco, de braco, de guarnieres, so-
fas, jardineiras, mesas, conversad! iras e costu-
raras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
Ihantazias.
m para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos. >
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Corrcntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos asimilaran e botoes de punhos de plqu.
Bolsinhas o cofivs de seda, de velludo e de couri-
nlto de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
ejtoilette,
Pincenez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac fina e de todas as graduacoes.
Bengalas d luxo^ caima, com castoes de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e par
barba.
Ditos de marrim muito finos, para limpar cabeca.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Gravatas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanillas de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos differentes joguinhos alie-
maes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil as
enancas.
Argolintias de marfim para as mancas morderem,
bom para os dentes.
Berros de vimes par embalancar enancas.
Ccstinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para cundieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas ejin escolhidas vis-
tas.
Lantemas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Yidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para ilIuninac,oes de
festas. /
Baldes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha' e de pennas.
'esourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lamentas.
Tinteiros do louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqui
I ha rias difflceis de mencionar-se.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar He todo*
os brinquedos fabricados em differentes parte*
da Europa para enlreteni ment das enancas
tudo -a precos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro
fado.
No armazom do Vapor Francez ra
Baro da Victoria (outr ora Nova) n. 7.
Costiohas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelo*
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra do Bario da Victoria (outr'ora No-
7.
Furtaram do sobrado da roa da< L.rangei-
ras n. 18, urna dentadura inteira e tambem um
binculo : quem der noticia ser recompensado
na ra de Pedro Alfonso, outr'ora ra da Praia
o. 51; ou na dita ra das Larangeiras.j_______
Ama para encaminado
Precisa-se de unta e paga-se bem: no Caldei-
reiro, casa de Francisco Joaquim Ribciro de Brito.
AMA:
AMA
Precisa-se de urna ama de
meia idade, para cozinhar e fa-
zer o mais servieo de urna casa
de |Miura familia ; na ra da
Cadcia Nova, ou Detenco n. la.__________
Precisa-sc de urna ama para
casa de pouca familia : ra do
Imperador n. 47.'
Precisa-fe de urna ama para andar
com ama menina de tres mezes : a tra-
tar na ra da Imperatriz n. 17, S andar.
Ama
AMA
Precisa-se de urna
cozinhar; na ra da
67.
ama para
Aurora n.
Preeisa-se d9 unta ama para o servir do-
mestico : na ra de Marsilio Dias n. 10, entrada
pela ra da Penha. ____________
Precisa-se de urna ama
da Praia n. 47.
na padaria da ra
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama com bastante e bom
leite : na ra da Penha n. 25.
Precisa-sc de urna ama para cozinhar
e comprar ou lavar e engommar, prefe-
re se portugueza : ra do Baro da Victoria
n. 28.
Ama
Precisa-se alugar duas amas ; urna para
engommar e cuidar de outros servicos do-
msticos, outra para cozinhar e lavar. Tra-
ta-se na ra do Capibaribe n. 40.
AMA
quez de Olinda n. 59.
Precisa-sc de una ama que
saiba cozinhar para casa de
rapaz solteiro. Ra do Mar-
AMA
Precisa-se de urna ama para
cozinhar, na ra do Baro da
Victoria n. 38, loja.
|i i Prcciza-se de urna que enteuda per-
\ M \ *eitamenle de cozinhar, paga-se bem:
il HjUjL a tratar na ra do Barao da Victoria"
n. 25' botica francesa.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar, forra ou escrava : na ra do Duque
de Caxias n. 22, 1. andar._ |______
Quem quizer se enearregar de
cozinhar para una pequea fa-
milia, na cidade de Olinda ; diri-
ja-se ahi ra de S. Bento n. 30, ou no Recife
ra da Cadeia n. 60, 2. andar, que achara com
quera tratar, garantindo-s epagar generosamente.
0$ $90* &$
AMA
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Baro
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34.
primeiro andar.
Aluga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga rita das Pcr-
nambucanas n. 13, tendo boa casa de vivenda,
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na ra da Imperatriz n. 9. pri-
meiro andar.
20#000.
Frecisa-se alugar urna escrava que engomme
perfeitamente bem, e faga o mais servieo interno
de urna casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de urna outra que cozinhe com
perfeico : no largo do Paraizo n. 28, Io e 2o an-
dares.__________________________^^_
Trabalhador.
Precisa-se de um com pratica de botica : ra
larga do Rosario n. 34.____________________
Precisa-sc alugar urna escrava para o ser-
vico de casa e vender na ra : na rita do Hos-
picio n. 5. ^^^^^
Aluga se urna Coa alaria para obras lina?,
na Boa-Vista : tratar no Mondego n. 65.
| Advogado. |
g^ O bacharcl Jos Alves Lima Jnior,
vP- promotor publico e advogado na co-
jfc marca de S Jos de Mipilni, na pro-
y vincia do Rio Grande do Norte, encar-
rega-se de qualquer cohranca, tanto
amig vel corno judicialmente, nao s
na dita comarca, como nos termos vi-
zinhos. Quem quizer ut'lisar-se dos
seus servicos dirija-se pr.va do ( on-
de d'Eu ns". i e 8 : tratar com o Sr.
Jos Alves Lima.

m

w
a
Tsset Frres, consignatarios da barca fras-
een Jean Baptiste, procedente do Havre, rogam
ao recebedorde 75 barricas com fortuna, de satis
fazer o frete das mesmas.
Cozinheiro
i
*
9
*
te.
traur.
estu-
do
va) n.
Aluga-se o 1.* andar do sobrado n. 47 da ra
da Imperatriz, quem o pretender encontrara as
chaves na loja do mesmo sobrado, e se entender
eom seu proprietar i roa do Hospicio n. 33.
Aluga-se o i* andar da roa de s. Jorge, (an-
coni 2 salas, 6 quartos, cozinha
liga Pilar) n. 74
lora, fresco e pintado
andar.
de novo : tratar no 1
MEDICO-CIRl'RGICO
DO
Dr. J. II. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar. ?s
Consulta das 7 horas as 10 da manh. g
Chamados a qualquer hora. W
Escada.
O Sr. Jos Alfonso de Azevedo Campos, com
botica na villa da Esc-da, queira vir ou mandar
ra do Imperador n. 28 a negocio de seu inte-
resse.
Fugio do engenho Acude Grande, em Naza-
rellt, o escravo Rufino, preto fulo, altura regular,
p? curtos c largos, barrigudo, com urna cicatriz
na face entre o nariz eo canto da bocea, sem bar-
ba, de 26 annos de idade, tem sido visto no Ca-
xanga e Varzea : quem o pegar leve-o ao referido
engenho, ou ra do Apollo n. 28, que ser ge-
nerosamente recompensado. tSsS
Maria Antonia Pacheco, Alfredo Prisco Barbosa
e sua mulher mandara resar una missa terca-
feira 18 do corrente, pelas 7 horas da manh, na
igreja da Madre de Dos, Io anniversario do fal-
leeitiiento de su sempre lembrada sogra e mii;
e convidan) a seus parentes e amigos para assis-
tirem a este acto.
Jos Francisco Pinto l.nina-
res.
Jos Caetano Pinto de Carvalho, Mar Felismi-
na Pinto, Margarida Adelaide Pinto, Jos Dios
Carvalho Raposo, (ilhos c sobrinho do finado ci-
rurgio Jos Francisco Pinto Guimaraes, agrade-
cem cordialmente aos parentes e amigos do falle-
cido que se dignaran acompanhar ao ultimo jazi-
go os restos mortaes; e de novo convida-os para
assistirem a missa do stimo dia, que tora lugar
no dia 20 do corrente, na matriz da Boa-vista, s
5 horas da manhl, c as 8 horas haver mais urna
outra missa para aquelles prenlos e amigos que,
morando fora da cidade nao possam comparecer a
pri meira;________________________________
ALUGA-SE
o sobrado de um andar com soto em boa ra,
com commodos para familia, pintado e caiado de
novo, pagando as desperas : quem pretender di-
rija-se ao Forte do Mattos n. 7, armazem de al-
godo. ______________________^__
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 1 i annos
de idade, com pratica de taverna : a tratar na
ra de tanta Thereza a. 60.
Procisso do Senhor Bom
Jess dos Martyrios.
Em virtude da licenca concedida por S. Exc.
Rvnia., em data de 15 do corrente, a zelosa ir-
mandade de Senh r Bom Jess dos Martyrios ce
lebra o acto de sua antiquissima procisso, na
sexta-feira prxima (21), percorrendo as ras se
guintcs : t oronel Suassuna at o chafariz, Vidal
de Nearciros, Marsilio Dias, Livramento, Dnque
de Caxias para a praca de Pedro II, Imperador,
Ouvidor, outra parte da Duque%de Caxias (antiga
Cruzes), Praca da Independencia, Cabug. Barao
da Victoria, Mathias de Albuquerque. Paulino
Cmara, pateo do Canto, outra parte da Coronel
Suassuna recolher-se.
O Rvd. frei Augusto da Immaculada Conceifo
Alves prega no recolhimento da referida procis-
so.
Consistorio da irmandade, 17 de marco de 1873.
O escrivo pre-idente,
Policarpo Ramos de Jess.
Para o sertao.
Desapparoceu do engenho Santa Rita um mu-
lato captivo, de nome Terencio, bem moco, prin-
cipiando a barbar, baixo, cabellos pretos e esti-
rados, muito prosista, meitido a engracado, gosta
de fazer peludeas ou mgica, no qne charla-
lao e com isto pretende ganhar a vida, e pelo
que pode ser muito conhecido ; dizera que se-
guio para e sertao. Pede-se s autoridades poli-
ciaes que o mandein capturar, quando dile ti-
verem noticia, bem como aos capites de campo
ou qualquer pessoa, que o vir, o prenda e o le-
ve ao engenho Santa Rita, que fica entre os en-
genhos Caslanha Grande e Gititnba, ceesarca de
Camaragibe em Alagas, onde sera recompen-
sado.
Protesto.
Constando ao abano assignado que alguera por
ahi propala ser elle o autor dos annuncios inseri-
dos em diversos nmeros do Jornal do Recife e
Liberal, contra o actual regente do hospicio dos
alienados a cargo da Santa Casa de Misericordia;
pelo presente protesta de semelhantes aleivosiu,
solicitando dos dignos redactores das mencionadas
folhas o eclararem se o mesmo ahaixo assigna-
do o autor de seraelbantes annuncios.
Recife, Id de marco de 1873.
______________Euitaguto Antonio Gome.
Joaquim Martinho da Cruz eom a 'ua fami-
Ea, retlra-se para Europa.
Precisa-se de um co> nheiro que seja de boa
conducta : na ra da Imperatriz n. 37, 1 andar.
Precisa-se de um caixeiro de 10 a 12 annos
de idade, para taverna, e d fiador sua conduc-
ta : no pateo do Terco n. 82._______________
Nazaretli
O Sr. coronel Jos Francisco Lopes Lima quei-
ra ter a tondade de virou mandar ra do Im-
perador n. 28, a negocio de seu particular inte-
resse. ^_^^_
5 OS
Continna auscM.. di casa do abaixo assignado,
lesde l5deiiovenil.ro le 1872. a prela Vana, de
33 a lOMnOi, BtUiral da Babia, tendo os signaes
seguintes : baixa, magra, cor fula, andar facen,
falla baixo, rara eemprida, nariz afilado, bocea
regular, dentes perfeitos, faltando-lhe um de nm
dos lados de cima, e ma lcita de mos e pes, ten-
do o p c a perita esquerda mais grossa do que
a 'lireita, usa de trufa 'na cabeca, levou de casa
una outra de tarlatana verde, rosetas de ouro,
saia de cainbraia, cora listras de "ir e chale novo
de merino estampado com assento azul, foi conil
prada ao Sr. Zumba Chaves por intermedio do
eorrelor Santos, tendo sido antes escrava de una
pela da Costo. Pede-se a tedas as autoridades
policiaes e capites de camp >, ou a qualquer pes-
soa qne a apprehender, levar ra da Aurora n.
I II, que serio recompensados cora a quantia ci-
ma. Outro sim declara que desde j protesta do
haver os serviros da mesma escrava, da pessoa
que a liver oceulta.
Joao Alhanasio Rotelho.
Urna pessoa com alguma pratica de fazer risca-
do?, mappas, pautados, etc., dispoe do seu presti-
mo, e encarrega-sc de qualquer traballio, das 11
1 hora da tarde, e das 6 horas da tarde era
diante : na rita da Ponte-velha n. 87, 2o andar,
onde deve ser procurado, ou podero deixnr carta
fechada nesta typographia co n as iniciaes R. R.
Comnanhia Recife Drainage
A companhia avisa aos senhores proprietarios
eaos moradores das casas, abaixo declaradas,
que podem fazer uso dos apparolhos que foram
collocados as suas inoradlas, logo que para isso
receberera o competente carto.
Rita Duque de Caxias ns. 89 121.
Ra do Rangel ns. 1 7.
Thesouraria geral.
0 gerente,
Henry Law.

Furto
Previnc-se a ludas as pessoas a quem forera
offeresidos dona anneis de brilhanJes grandes,
que foram furtado? hoje da luja do musen de
joias ra do Cabug n. 4, o favor de apprehen-
de-los, que lera de se Ibes licar brigada, ser
recompensado.
Casa mobiiada.
Aluga-sj o primeiro andar de sobrado n. i8 da
ra das Trincheiras, qua-i defronte da entrad;
para ra estreita do Rosario, ronlendo dua*
salas, seis qnartos, um pe^ueilii algrete, quin-
tal, cacimba e casa para banho eom mobilia ne-
cessana : tratar na mesma casa, com o Folirita-
dor Burgos Ponee de Len.
Na fabrica de corveja ra lo Bru,
se precisa de un limnein para.ti-.ilialli.tr err
unta carroca, de um (avallo. Na inosuta fa-
Iirica se compra laranja da torra a 60')
rs. o ceuto.

Aluga-se
o terreiro andar do sobrado sito na rita larga
do Rosario n. 14 : a tratar na ra do Vigario
n.3l.__________________________________
Do abaixo assignado
Contina a andar fgida a escrava Severina,des-
de o anno de 18li8 ; qualquer senhor capito de
campo, apprehcndedor de escravos fgidos, ou
mesmo alguin senhor particular, pode pegar a
e-rrava Severina, spprebendendo tudo que com
ella achar ou liver depositado era alguin lugar
que resila, com toda a cautella e prevenco. Se li-
elmente mejentregar receher a (uantia de 2M':
tamben peco a qualquer autoridade civil ou po-
licial a captura da mesma, nao admittinda ne-
nliiiina evasiva, ou estrategia que se Ihe apresen-
tar, seja qual for. Os signaos da escrava sao os
seguintes : crioula bem preta, pode ter 30 annos
pouco maiz ou nien>s, estatura regular, olios
brancos, naris chato e curto, beicos grossos, den-
tes alvos c limados, de ambos queixaes, tem sig-
nal feito com agulha no braco, bastante ladina,
faz renda, labyrintho coze e engomma ; j t>m
andado fgida e pe nome mudado.
Villa do jardn-, 27 de fi-vereiro de 1873.
Manoel Alves de Farias.
Urgencia
Precisa-sede uma ama de leite, que te-
nha bom e abundante, para criar urna me-
nina rocom-nascida, quer seja forra, ou es-
crava ; porm, sem lillio, paga-se bem
nesta typographia a fallar no le andar eom
o administrador, das 9 da manh s 8 horas
da noite, ou em Olinda no Oito do Ampa-
ro, casa grande com portao de madeira ao
lado pintado de verde.
I CMRTXETE
Metlico-cirurgico
h RA DO IMPERADOR N. 73,1 ANDAR
0 DB. NONES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e openc5e8 de olhos.
Cora radical e instantnea dos
es'reiUmenl o da uretra.
Consultas
da manbS.
Chamados
Das 7 s 10 boras
qnalquer hora.
!
MOFINA
Est encoura^ado!!
Roga-se ao lm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereirn e abril de 1872,e nada cumprio;
s por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
achava nesta cidade.
Novo estabelecimento
de joias.
-** Ra lo Cabiis n. Vt.

Neste estabelecimento se encontrara S
um bonito sortimento de joias que se 3
vendem por tal preco qne animar ao n
comprador, atiento ao ventajoso syste- S
ma, ganhar pouco para vender mui- $-
to, que certamente til ao compra- *
dor e ao vendedor. 1
Tambem se compra ouro, prata e pe- S
^ dras preciosas, bem como se fabrica' e g*
15 concerta toda e qualquer obra tendente ff
* mesma arte. f
Moleque.
Precisa-se de um moleque para todo servioo
de hotel : tratar no hotel de Apipucos.
No hotel de Apipucos,
nheiro, livre ou escravo.
Cozinheiro.
precisa se de um cozi
Cozinheiro.
Precisa-se de um cozinheiro muito bom
lar na ra da Cruz, n. 48.
a tra-
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto etdade
do Rio Formoso. E' de animacs e com propor-
c3es para 1,800 pies : os pretendentes podem di-
rigir-se n Duque de Caxias n. 58, f andar,
que alli tero informaqde*^_____ .
2oSC00
Qnanto se paga pr uma eoaobeira ou cozinhei-
ro para ama casa de pessoas, preferindo-se 9-
cravo : a tratar no Corredor do Blspo n. f.
a villa da Escada
vende-se por 1:6' 0 duas inoradas de casas as
mclhores ras, rendem iiiensalmente 3i : para
infonnaco, na mesma villa com o Sr. Joao Paes
do Nascimento. e no Recife, no largo do Tereo
n. 23, eom Simao dos Santos.
V
]<( da Silva Oilveira avisa aa respeilavel cor-
po do comraercio que em 31 de dezembro pr-
ximo passado, dissolveu aniigavelmente a socie-
dade em qne fazia part? eomo socio de industria,
seu caixeiro Jos Kerreira Rraga. a qual gyr.ivn
na cidade de Goyanna, sob a razio de Jo 'a
Silva Oliveira "G.
Recife, 13 de mareo de 1*73_____________
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31. O
13
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o
i-5s:
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
de molhados e que d conhecimenlo de sua con-
ducta : nao haver duvida em dar-se bom orde-
nado : na ra de Vidal de Negreiros confronte o
chafariz.
O Dr. Coelho Ro- 0
drigues, i
I tem escritorio de advocacia ra do 5
f$ Imperador n. 67 W
^000^0 ^^^^-^^
Precisa-se de um caixeiro: na ra do Hos-
picio n. 61, taverna.___________
Manoel Carroll, inventariante do finado Ma-
noel Antonio Vieira, pedo a todos que se julgarem
rredores do tinado, requererem ao Illm Sr. Dr.
jniz de orphos para serem attendidos no inven-
tar o e partidlas.___________________
PI41
Vende-se ura piano quasi novo, de tres coidas,
gosto moderno, e de ptimo fabricante : a ver na
ra da Saudade n. 12, das 10 s 12 horas da ma-
nh, em todos os dias atis.______________
Na travessa do Duque de Carias ns. e 3
achara o n-speitavel publico constantemente gran-
de^sonimentodejlHce^egoiabaJi^__________
Arrenda-se ra da Aurora n. 65, a pro-
iriedade denominada Barra de Serinhaem na.
reguezia do mesmo nome, beira-mar e beira-rio,
propria para qualquer estabelecimento de seceos
e molhados, cora muitos ps de coqueiros des-
fructar,- e muitas rondas do slo cobrar annual-
mente. ______________
AENCAO
Continoa-se a fornecer almoco e jantar para
fora por preco commodo e com promptidao : na
ra estreita do Rosario n. 35, I, andar, casa de
familia.
Feitop.
-
Prwisa-se de um feitor, para tratar de nm pe-
queo sitio no hotel de Apipucos.


Diario de Pernanibco Terca feira 18 de Marco de 1873.

PIANOS E MSICAS
AMTOjSTO JOS DE AZEVEDO
Ra do Baro d Victoria d, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
uhumemli Mmm&xEM
aonie o publtco em geral encontr, ]sempre o maior e mais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Casa de campo.
Em Snnt'Anna, frcjuua a do oro da Panella,
Im para alonar orna boa rasa, pon Ir* salas, 2
quartos, d.zinlia n granito quintal, e nO silua-
da prxima a estai-ao do ramiuho de ierro. Os
pretendenles dcvem entenderse eom o chote da
mesma estaban.
Salsa-parrilha
Salsa-parrilha
Salsa-parrilha
nova, em bom estado e de exeellente qual idade
vonde-se raa do Vigario n. 16, esrriptorio.
Boa casa.
Alnga-so nina magnifica e.isa de laftitifai r n>
sitio, agua t- paz: no 'hora-Menino n. '. 'i
friiti; a rasa d-i H.rn <\- i. i:n;i-Ve de : tra-
tar na ra 7 Bom negocio.
'llc-si! 8* a.T.',.-s ir.iii'|ialu'a dos IrTll J
arfen ini Ifarfea n in-.-i : ne.-ta ifngra|.hiji -'.
lira.
COMPRAS.
Aeabi de abrir no primeiro andar do sobrado o. 12 confronte i
botica Miorer, am grande saiio onde esto exportes os magnlfleos
IA % 1 >S de armario, de PleyeL '
-------- de meia canda, do mesmo aotor.
-------- da H. Henrx.
da Amede Thibout.
Unieo agente nesta eidade, dos celebres afamados
PIANOS DE ftUCHER FRSRES
remiados em diversas exposi-oss om li. medalhas de ouro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqu vem da Earopa, perfeitamente afloa-
os, fetos eom elegan Ja e solidez.
Tambera receben grande sortimento de msicas para piano, pialo e
canto e entre ellas as lindas composicdes do mnito rympatbico maes'ro
F. Sl^TIVI
A SABER :
Voc me qner Walsa.
CASA.
Aluga-se o 1. andar do sobrado ra Nova,
esquina da Camba uo Carmo, estando Pintado
de novo, salas forradas a papel e atapetada:
tratar na Cbapellerie des Dames ra Nova nu-
mero 16.
Aluga-se urna escrava para todo servico :
na ra da Gloria n. 146.
X5Q
Olga Maiotka.
Li Separacioni Para canto.
A Lu eleetrica, grande Walsa.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Vllela GMope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Pritneira espada Wai-a.
A Minha Lyra Wal?a.
A Natalicia Polka
Stadiente Po ka.
Ultimas pnbllea?5es
Feitas as officinas de mosteas
do annunciante.
Emilia, polka por I. Smoltt.
Circaciana, schotcb, por Sraoltx.
Jardim do Campo das Pricezas.
quadrilha, por J. Poone.
Chova de Rosas, Walsa, por H. Al-
bertazii.
D'aqni emBdiante continuar a annoneiar todas as pnbllcacfos qne se forem friendo as snas offleicas de mnsicas.
FNDICAO DOBOWMAN
RUADO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS seDborea de engenho e eutros agricultores, empre gado res de m
chinismo o favor de orna visita a sea esta-belecimento, para vereru o dovo sorlimerjto
completo qoe abi tem; sendo todo superior em qualidade e fortid5o; o que eom a ins
pecclo pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCiOAO NUMERO E LUGAR DE SA FUNDigAO
VflnnrAS A rnitaa fl'flOTIA. dos mais modernos systemas eem ta
apUiOa O lUUaS li agua mannos convenientes para as diversas
eircamstancias dos senbores proprietarios e para descarriar algodao.
Moendas de canna ^T 8 umaDh0S'as melt,ore8 qae aqui
Bodas dentadas para animae8'aM e vapr-
Taizas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
UTonVinicmnc para mandioca e algodao,] Podendo .todos
XILal/IilUlblIlUS e para ferrar madeira. f ser movidos a m3o
Ttnmhna ipor ?ga,f vapor*
jjuiii uaa de patente, garantidas........ |ou ammaes.
Todas as machinas e peca8 de qae se cmam precisar'
Faz qualquer concert de mlcbidismo'apre?0 ma resumid0-
"Frtrfllflft Ha fflrrfi tem as melDor68 e mai8 baratas existentes no raer-
VnArtmmanilAa Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo von-
Cilb JllllUtLUlcl. tafje fj08 dientes, lembrando-lhes a vaniagem de fazerem
snas compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qnalqaer necessidade pode
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos eiD8trDmeD09 3ricola9
RA DO BRUM N. 52
O CHAFARIZ
Pharmacia Torres.
Prcciza-se de um servente: ra de Marsilio
Dias n. 135.
Casa para alugar.
Aluga-se o 1 andar forrado, csteirado e pintado
de novo, do sobrado n. 48 a ra das Trincheiras,
ao entrar para a ra Estreita do Rosario, eom 2
salas, 7 quartos inclusive i gabinete, algrete,
casa para banho e quintal. Foi resolvido alugar-
se sem mubilia, por isto a pessoa que o pretender
assim, qnerendo ainda, pode, como qualquer outro
pretendente, dirigir-se a ra do Conde d'Eu, ou-
tr'ora das Cruzcs sobrado n. 26 a tratar eom o
solicitador Burgos P. de Len._______________
Preciza-se de urna pessoa que faca o ser-
vico de fachina: na padaria da ra do Ran-
gel n. 9.______________________
Preciza se de um moleque que seja fiel para
entregar pao: aa ra do Rangel n. 9._________
Pede-se ao Sr. Jos de Almeida, passageiro
vindo de Lisboa no vaper Patagonia, da real eom-
panhiada linha do Pacifico, chegado a esta eidade
em i 7 do prximo passado, o favor de vir agen-
cia dcsta companhia, na do Commercio n. 14, ou
ter a bondade no caso contrario, de declarar sua
moradia para ser procurado. ________
Aluga-se
Aluga-se urna casa terrea eom soto, tendo bas-
tantes commodos e bom quintal de arvores de
fructas, eom tanque e quarto para banho, na ra
de Joo Fernn des Vieira n. 66, na Soledade,
tendo sabida para o Caminho Novo : quem pre-
tender dirija-se ao Sr. Jos Antunes Guimaraes,
na na Duque de Caxias n. 43.
()fferece-?e urna mulher para ama de casa
de pouca familia,-sabe coinbar e tratar do servi-
co e asseio de casa : na ra de S. Jorge n. 25,
antiga ra do Pilar.
Consultorio medico-cirurgico
DO
Dr. Ferrelra.
Ra larga do Rosario o. 20, (antigo M
gabinete de seu pai) jf
Gratis ao pobres. Q
Offerecc-se um rapaz brasileiro, de 18 a 20
annos de idade, eom pratica de taverna e pada-
ria tanto para a praca ou fora della, dando co-
nhecimento de sua conducta : a tratar na ra da,
Gamboa do Carmo n. 3.
ADV05AD0
AYRES GAMA.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
N. 9.
vseoe
Na ra do Crespo n. 7, loja do Gallo Vigi-
lante, precisa-se de urna ama para cozinhar: pre-
fere-se escrava.
Fugio no dia 4 de fevereiro prximo passado,
o preto crioulo de nome Loureneo, de idade trnta
e cinco annos, baixo, magro, olhos grandes, sem
barba, pernas arquiadas, andar vagaroso; quem o
apprehender e levar ra da Uniao n. 41, ou in-
dicar onde se acha o referido escravo, ser grati-
ficado.
Cobre, latao e
chumbo.
Compra-sc no annazoin da bola amarella, tra-
vessa da ra do Imperador.
Compra-se muedas de 20 francos : na i ua
N'ova n. 23, loja. ___________________
Compra-se pennas de ema : na ra da Mu
da n. 19, 2 andar.
Comprase urna nubil ia de ja canuda em se-
gunda mao, na ra de HoiUs n. 11._________
Compra-se
urna eserava de meia idade e que tenha bons
cosiumes e que saiba cozinhar o diario de urna
casa e lavar e engonunar : quem estiver BOrtM
condicoes dirija-se a ra da Cruz n. 37, que acha-
ra eom quem tratar.
Compr
100#000
HFugio do engenho Pontrl, em Serinhaem, no dia
7doprximo passado, o mulato Simao, eom os
signaes seguintes: estatura regular, con o secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descancada: quem o pegar leve-o ao
seu senbor o tcnente-coronel Vicente Mendes
Wanderley no dito engenho, ou no Recife ao Sr.
Bernardino de Sena Pontual, na ra da Madre de
Dos n. 36, qae receber a gratificrao de 100.
Para cozinhar.
Precisa-se alugar uma ama que saiba co-
zinhar o ordinario de urna casa de pequea
familia. Aceita-se forra ou captiva; mas
preforc-se desta ultima cndilo. Trata-se
na ra do Capibaribe n. 40. ___________
Fora os callos.
O nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, ra Duque de Caxias n. 57.
Pede-se attencm
No segundo andar do sobrado da ra do Ca-
bag, em casa de familia, fornece-se comida para
fra, eom asseio e prtmptido.
150#000
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de gratificacao a quantia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram furtados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o !. tem 9 annos,
castanho e castrado, tem a orelha direita bastante
lascada, uma estrella na. testa, e no quarto esquor-
do tem uma cruz ; o 2. ruco, eom pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, eom o Des-
coco lino, castrado, tem os quadris feridos da
cangalba, ferrado eom a marcaI. R. do lado
direito, tem a idade de 9 annos; o 3 rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado eom a marca
Ono quarto direito : gratifica-se eom oOjOOO
por cada um em presenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalquer dos ditos cavallos.
% Manoel EnedinoRe- ,
CAUTELA!
MERON&C.
/ti a. na



go Valenqa.
MEDJCD
< Umha do Carmo
m. i.
Na ra da Imperatriz n. 60,
loja.
Deseja-se fallar eom o Sr. Antonio Joaquim de
Figueiredo.
300^000
a-se
As OrdenacSes do Reino, usadas : nesta typo-
grapliia se dir, ou annuncie a casa.
Compra-se rendas e bieos, senil) finos e bem
feitos, e de divursas larguras : na ra do Coi
mereio n; 46.
VrN0AS.
Vende-se por 900J um bom esenvo ;em
vicios nim achaques, proprio para qnalinier eer-
vico, entende bem de masseira : na ra das Cru-
ze n. 39, hotel.__________________________
Chegou
nova remessa de hesperedina: no armazem d
Tasso Irmitos & C. : ra do Anioi im n. 37.
Panno de algodao da Bahia
da fabrica Todos os San-
tos.
Tcem para vender no escriptorio Joaquim Jos
Goncalves Reltro & Filho, ra do comu ercia
n. o.
na loja da
triz n. 56.
Fil de seda
A 1 -*>00 o covarfo
Rosa Rranca : na ra da Impera-
Fazendas baratas
Si
l.o.ji la America
Brilhantina branca eom flores assetinadas a
400 rs.
Atoalhado de duas larguras e eom lindos de-
senhos a 1 500.
Panno alvo trancado de duas larguras para toa-
Ihas de mesa a 1 j'zO.
Chales de merino coin listras de seda a 3 J um.
Meias muito linas para senhora, de 12$ a 8* a
duzia.
Colchas grandes eom barras do cores de 73000
aoOOO.
Ditas ditas adamascadas a 4*300 uma.
Caitas finas de 400 300 rs. o covdo
Chapeos de seda eom c ho de canna a 85 um.
E outras muitas fa/endas, todas pur procos mo-
dicos : na i na do Cabug n. 10.
Boa pechincha
Vende-se um exeellente sitio em Beberibe de
baixo, junto a estaao do Fundo, murado na
frente, eom portao de ferio, eom una bonita casa
nova de pedra e cal, tendo 4 quartos, 2 salas, so-
tao e coznha fra, tendo 350 palmos de frente e
4.800 de fundo, sendo de mata, eom uma exeel-
lente cacimba eom agua de beber : quem preten
der dirija-se ra de Pedro Aflbuso, antiga ra
da traa n. 37, que achara eom quem tratar.
Agora inatei-os.
Botinas para senhora a 4$!
Sao de laeo e belota e esto em perfeito estado.
Quem precisar venha depressa.
Madapolo fino sujo as pon-
tas a 5jL
Pechas de 20 varas nao ha nada mais barato.
Chitas de listras a 280 rs.
sao finas e n uito lindos padroes.
E preciso notar
que a Rosa Branca nao exagera a qualidade das
fazendas que annuncia, e por isso pode-se acre-
ditar quando ella disser que sao boas : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Kosa Branca.________
Vende-se urna vitella
de Marcellino Jos Lopes.
no sitio do Anaial,
/
>

aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PEETA, qne reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de ontra fabrica e nome diver-
so, e eom papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir eom o d'aquelles.
Os apreciadores qne qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de METJRON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
Ansentaram-se desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno dous escravos irmaos, sendo um de
nome Loureneo, de idade de 26 a 27 annos, esta
tura regular, cheio do corpo. cor clara, cabello
estirado, rosto redondo e sem barba ; e o outro
de nome Andr, da mesma estatura, mais franzi-
no do corpo e mai novo, eom os mesmos signaes
do irmao. sendo comprado Loureneo ao Sr. Clau-
dino de Albuquerque Mello, da comarca de Patos,
provincia da Parahyba, e Andr ao Sr. Joo Fran-
cisco Gomes de Amida, da comarca do Limoeiro.
Suppe-se que segniram a estrada do Limoeiro, a
Serra do Teixeira ou comarca de Patos ; roga-se
a todas as autoridades policiaes e capitaes de cam-
po que os apprebendam e levemos a ra do Apol-
lo n. 30, armazom de assucar, que se gratificar
eom a qu nt a cima.______________________
AOS 5:000^000.
Esto vendaos felizas bilhetes da lotera da Ba-
bia, na casafeliz) do arco da Conceicao, loja de
ourives, no Recife.
PENHORES
Natravessa dama
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Vende-se un grande sitio denominado Pei-
xinho, qae ica entre Olinda e Beberiue, mar-
gem do rio, eom exeellente casa para grande fa-
milia, por ter boas acommndacoes, trras pro-
prias, muitos arvoredos de frueto, eom grande
mangabeiral, "baixa para capini e hortaliee, ter
renos para plantacoes, matto para lenha e carvo,
e outras bemfeitorias que s eom a vista. Pro-
prio para algum senhor que esteja em engenho
e queira retirar-se para perto da praca : a tra-
tar em Olinda, ra da Bica de S. Pedro Martyr
n. 6, a qualquer ora do dia.
Vende-se
_ Ven :.:-.-2,.n.v s m <;.,.., st:n,., UBI IDO-
lemo de U t; um.....gra ou 17 timos : na ra
lie IViIim AfTi'ii'" n. til.
"TTARATO"
Para acabar.
Camiinaa lisas de todas as rres a 240 r>;is o
covadn.
Ditas preLu eom salpico, propria pan luto,
a 200 ria o euv.ido.
I.en.os de wgaiio a \ a duzia.
Ditos de cassa branca abainhaibn a 21 a Amia
Alpaca prata mewlada da branflOj prupria para
luto, a 440 ivis o corada
Merino furta cores proprio para vestido e roupa
para meninos, a 440 ris o eovado.
Meias linas para meninos a 4 a duzia.
Ha ra do Crespo n. 20, loja de Guillierme C.
da (.iinli.-i Sl (',.
Aos Srs. macons.
Amaral. Xabneo C. venlem insignias maco-
iiieas de diversos neos.
E' pechincha
Chapeos pretos para hameni de lii'OO a 750(0,
so o v"i.Mina, rna larga Jo Rosario.
Fariiilia k mandioca.
Vende-se farinba ensacadade Koperfor qaalidade
ei areeo eommodo: atraiar-se no escrini i i
de Silva A Gasean, ruado Mar raez de Olinca
"\ BARATO
O Vianna raa do Rosario
n. 22.
12 carrileis de liaba branca 400
3 grvalas ynoo
1 par de bolees de plaquet 240
Baldes para senhoras a I 01
Borzeguins para senhoras a 40O0
Focos para senhora a 2)
Borzeguius de ordavSo em botoes ao
ao lado, e bezerro, para hom-iii de
12*000 a 8*000
Cobertores a lO^
Li<|iii(laclo
de fazendas sem a varia.
O Vianna, ra larga do Rosario n. 22, vni li-
quidar as fazendas que arrematon, por isso api -
veiteni :
Ifa.'apolio fino de 0 a tij.
Dito fino de JI a '>.
Dito fino de 6 a 4.
Chitas claras de 140 a "280 rs.
Dita escura de 4< o a 2U0.
Cobertores de 2 a I#209.
Canibraias finos de 6'.0 a i.c0rs.
Camisas finas para senhora, de 8j a i .
Cortes de casemira a .
Balcs de a i .
Pecas ile algoilo largo a ."000.
Ditas dito a 4.5.
Urna transado fino a i i.
Dito mnito largo a i J.
Riscadinho muito bonito de 440 a 280 rs.
Chapeos de eopa alta, da moJa de la a 8.
Dito para meninos a IfSOO.
Basquinas de d a 35.
E mais algunas fazendas que vende por me'.-.-
de do preeo para liquidar, como sejain :
CALCADO FRAMCEZ.
Borzeguins de bezerro para hoiiiem, de I2 a
8*000.
Ditos de cordavo eom botoes ao lado, de 14 i
a 9*000.
Borzeguins de cano alto, para senhora, de
71 a 1*800.
Dito de dito baixo de 6 a 4 3.
Focos ou sapatos abotinados, pretos, para se-
nhora, de 4* a 2.
Maros d pentes de alisar, de 2 a 15.
Botoes para pannos, muito bonitos, de 15 a 840.
Uuzias de carriteis de'linha branca a 400.
Milho de Mamanguape
Vende-c por preeo eommodo : na ra da Ma-
dre de Deus n. o, primeiro andar.____________
Vende-se dous engenhos perto do Recife, am-
bos d'agua, e montados: a tratar eom o Sr. Ber-
nardino de Miranda Albuquerque no engenho l*i-
tangueira, em S. Loureneo._______________
Grande
DEPOSITO DE FUMO
No annamn de Candido Alberto Sodr da Mot-
ta A C, travesea da Madre de Deus n. 14, ha a
venda fumo em latas inteiras e meias latas, dos
melhores fabricantes do Rio de Janeiro, Teixeira
Pinto A Portilla, Antonio Martina de Siqueira i
C, Lisaur Schimidt A C. e Torres A Araujo ;
assim como em rolos, de outros muitos fabricantes
acreditados.______________________________
Cassas a va riadas a 240 rs.
o eovado.
O Pavao vende umssimas cassas franeezas d-?
cores eom os mais delicados padrdee, por terem
um pequeo toque de avaria de agua doce, pelo
barato pre o do doze vintens o eovado. E pechin-
cha : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.
60. _______
0 pescador.
MEURON ft C.
Vndese superior cravo da India a .S60 r-. a
libra ou 1*2-0 o kilo : na ra de Marsilio Dias n.
21. antiga ra Direita.
um terreno no neceo do Espinheiro, prximo a
estrada de ferro de Olinda, eom 170 palmos de
frente e 150 de fundo : a tratar na praca da In-
dependencia n. 39.________________________
Aos senhores acadmicos
Vendem-se as seguintes obras de direito, eom
pouco uso :
Ahrens, cours de droit nature), 1 vol
Ferreira Borges, diccionario jurdico e commer-
cial, t vol,
WiXbt, histoire du go'vernement representatif,
2 yoIs.
Liz Teixeira, curso de direito civil, 3 vols.
Mackeldey, Manuel de Droit Romain, 1 vol. etc.
E muitas outras que seria enfadonho mencio:
nar : os Drctendentcs dirijam-se ra do Cabuga ]
n. H, loja de joias.
AHEMCO
Cheguem a grande pechin-
cha a 4#000
o sacco eom dez cuias de milho : tratar no tra-
piche Angelo, ou na ra da Cadeia n. 1, primeiro
andar._________________________________
Vende-se
a armacao de amarello, envernisada e toda envi-
drajada, da loja da ra do Bom Jess n. 39, pro-
pria para qualquer negocio na mesma casa, ou
para qualquer estabelocimento tratar na mes-
ma.
lNmla branca
Chegou o nielhor cha preto, pona bi anea (pan, 6
que ha muito lempo nao vinha a este mercado):
vende-se a retalho, na loja de livro n. 12 da ra
estreita de Rosario, de Geraldo Henrique de Mira,
como tambero cha hysson muito bom. perola
idem, e preto ptimo, por preeos commodos.
Coiinlieiro.
Preclsa-se de um bom eozinbeiro para o
hospital portaguez : a tratar no mesmo hos-
pital, ou na roa Primeiro de Marc/>, ou-
tr'ore do Crespo, loja n. 19.
Vende-se ra da Aurora n 65, um mole-
3ne, cri mo, de 18 para 19 annos, boa figura, sa-
jo, o m os officios de tecedor du palhinna e de
marcinelro.
ros.
Vende-se ricos lustres e candieiros de cris-
tal para gaz carbnico, por barato preeo para
acabar : na ra do Ouvidor n. 12, loja.
VENDERSE
ps de laranjaa de umbigo, da china, fiucu-i'.-
limas ('o umbigo, da Per>ia, abacates, liman do-
ce, figueras e outras fructeiras : no caminho No-
vo', travessa do Padre Inglez, casa amarella n. 7.
Na mesma presisa-se de alugar uma escrava qua
sirva para engonimar e lavar.________________
= Vende-se uma batanea de Romao, nova eom
o competeute temo de kilogrammas : a tratar na
ra da i ompaulia Pernandiucana, armazem nu-
mero 6. _________________________
Por 600* e por urgente necessidade, vende-se
um escravo preto de 40 annos, robusto, outro
por 7505 tambem preto de 40 annos, bonito f gura
ha ra de Hortas n. 96, na mesma casa ha diver-
sos escravos para vender-se.________________
Vende-se ou permuta-se um sitio om uma
casa ainda em c.ixo, uo lugar d Agua b na de Be-
beribe ra de Santo Antonio : quem pretender
dirija-se ra Estreita do Rosario n. 35 (cartorio)
que l achara eom quem tratar.
Vende-se ra ila Aurora n. ft5, um ca-
briolet americano de 4 rodas e oom 4 assentos;
novo e muito elegante. ^^^^^^^__
Casa.
Vende-se nm sobrado em ama boa ra
Ur na ra da Imperatriz n. 8, toja.
a tra-
Obras de direito per mtodo de seu valor :
Y*nde-M na casa de teiloO? do Sr. Hartins, ra
do Imperador n. W.
u
Ha para vender alguns bonitos ps d cravo
(craveiros) de primeira qnalidade, a 2.*0*O cada
ura ; nn Torre, ultimo sitio i esquerda da ponte,
margen d.. rio Capibaribe.
Pedreiro e cozinheiro.
Na ra de Santo Amaro n. 6, 2. andar, ta pa-
ra vender um escravo pedreiro e uma escrava co-
zinheira. -

/


6
Diario de Pernambuco Terca feira 18 de Marco de 1873.
Fazendas
liquidago
Ra da Imperatriz N.
DE
PEREIRA DA SILVA & C.
Tendo o proprietario deste importante estabeleciment, grande vontade de liquidar
todas as fazendas que tem em ser, tem rosolvido vende-las por presos muito mais baratos do
que se vendem era outra qualqucr parte, com o fim de apurar dinheiro, razo por que con-
vida o respcitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento de fazendas op
le, como tambera de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostos.
E previne que^s vende a dinheiro vista, por estar em liquidaco.
GSM1H\ES OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
(#M LISTRAS DE SEDA A 800 RS.O COVADO J Neste grande eitbelecimeato encontrar
O Paveo recebeu um elegante sortimento o rcspeitavel publico, urna bem montada offi-
das mais lindas grcnadincs pretas com listras ciaa de alfaiate, onde se manda necntar
de seda de cor, tendo entre ellas com lstra' qoalqner peca de obra, tanto para bometD",
roxa propria para luto, que vende pelo ba-! como para meninos, com a maior pres-
ratissimo precodeSOO ris ocovado assim tesa e perfeicSo assim como para qoalqoer
como dita muito fina com bstra encarnada, loto que de repente appareca, tendo na mes-
que vende a 19000 ris o covado. Esta ma uflicioa om perito oflicial destinado para
fazenda veio pek) paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaea de gaarda na*
mente la Europa, e liquida-se na loja do cional ou tropa de linha, sendo esta officina
Pavo ra da Imperatriz n. 60. | dirigida pelo babil artista Pedro Celestino
CIMBRIS ABERTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalho.
0-5000 e 109900 RS. ESPARTILHOS A 3K)00.
O Pavo recebeu ura elegante sortimento o Pavo tem om grande 60rtimento de
das mais linas cambraias brancas, abertas c espariilhos, tanto para senhora como para
RS.
(legante
bordadas para vestidos, que vende pelo ba-
ratissirao precos de 9$, e 10D00O rs. o
corte, tendo bastante fazenda.E'j>echincha,
na loja do Pari a ra da Imperatris n. G.
LSINHAS BORDADAS A 400 RS.
COVADO.
O Pavio recebeu um elegante sortimento
das mas lindas listonas transparentes com
flirzinhas bordadas, tendo de todas as cores
inclusive roxa propria para viuva, e vende
pelo baralissiini proco de 400 rs. o cavado.
E' peefaincbanaloja do Pavao a ra da Im-
peratriz n. 00.
GRENADINES A 640 RS. O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais lindas granadinas pretas com listras
brancas e de cores, sendo muito boa quali-
dade, e vende pulo baratissimo prego de 500
rs. o covado. E' pecliiuchana loja do Pa-
vo a ruada Imperatriz n. 60.
COBERTAS DE FUSTO ACOLXOADAS A
4?000 RS.
O Pavao recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fustao, acolxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
case de todas as cores, e vende pelo baratissi-
mo proco de -S, rs. E" pechincba na loja
do Pavo a ra da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENHORA A 129000 RS.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
dos mais modernos chapaos de pama, rica-
mente enfoitados, para senhora, com osseus
competentes veos, e vende pelo baratissimo
i ico de 12$000 rs. E'pechincba na loja
do Pavao a ruada Imperatriz n. 00.
DAS MODERNAS
0 Pavio vende um bonito sortimento de
jisinhai lstradas, sendo das mais modernas
que toan viudo ao mercado, pelo baratissimo
prego de 560 e 600 rs. o covado. E' pe-
c ancha na loja do Pavio a ra da rmpera-
triz u. 60.
ALPACASUVRADAS A 640
O COVADO.
Ch u para a luja do Pavio um
. rtiineuto das mais bonitas alpacas de cores
lavradas, sendo as cores mais modernas que
tem viudo pira vestidos, e veude-se pelo ba-
rntissimo proco de 040 rs. o covado. E'
liiucli i na luja do Pavio a ruada Impe-
ratriz ii. 60.
Cartea vidarie, a 9.?(>.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa cortes de cambraia branca com ba-
.. linh s ricamente bordados, ten,lo fazenda
sumeiente para vesti lo de quylquer modelo,
M es vestidos sao os mais molernos que tem
viudo a i mercado, e pela sua excessiva bar-
tela, tornam-se reeommendaveis as senhoras
bom i tu. Bazar do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60.
LENCOS A 2?4(>0 A DUZIA.
O Pavio te:n urna groado pnrcao de len-
cos braiCOS com barra de cor, muito bonitos
boa qualidade, que vende por 23400 por
rande porc&o,
Dito todos braacos abainbados muito fi-
008 a 2-J800.
Ditos cbinezes com barra de cor, muito fi-
nos a 39500. E' grande peobincka, na loja
do Pavo.
BSimacirus a 3?OO.
O Pavio receben pelo ultimo vapor, um
Un lo sortimento de roineiras pretas de fil
com salpicos, com lindos eufeites pretos ede
i .)res, e ven le pelo barato prego de 39000
cada um, por ter grande porgo.
Ditos todos le seda ricamente enfeitados a
49000.
PARA 0 CARSAYAL.
Domin*
O Pavaotemum guau le sortimento de d-
miiisde todas as qualidades gostos, proprio
para o carnaval, tenlotambem de merino
issez muito interessantcs, que vende ou
alaga por precos muito barat >s, por ter gran-
(:- porgo.
LENCO'ESDE BRAMANTE.
O Pavo iwnde lenges de bramante moi-
t: grandes, sendo de pro panno s, pelo ba-
ratissimo prego le 25no cada c:u.
madapoles.
Peg le midapnlao francei muito fino
com 'J jardas a 5L5O0 e 60000.
Ditos eom 34 jardas maito saperbr sr
6#5 K) e 7/100 .
Dio ingle-', fazenda rani'.o fim S00,
60OOO e 6.4500 at lO'JH).
Dttus francbzeseiogezes muito fijos de
40 jardas para dilTern'fts pregos.
ALGODOZiNHO.
O Pavo veode por prego rondo barato
pegas de a'.gola.-izwho americano muito
bom com 18 jarlas 400i.
Dif- .om 2i jardos a 4$500 e 50000
at 65000.
Dito largo marca T muito eocorpado a
6*000.
ALGOOAO ENTESTADO.
O Pavao vende n verdadairo e superior
a'godaozinho da doaslirgcias para lenges,
sendo mnito en:orpado \-$ 00 cala vara.
Dito trancado di mes o) a largura 3i80.
CORTfS DE CHITAS A Sjilji) E S880.
O Pavo vende corhs de chitas francezas
Pea?, rom 10 covados pelo aimipaio prego
de WfcO eda cr.rte.
Ditas com 12 covados
24880 cada corte.
menina, qba vende pelo barato prego de
3*000. Ditos muito finos a 400JO e 50000,
sao dos mais moderos qae tem viudo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R8.
O Pa*io vende chitas francesas propriaa
psra vestido, sendo moito boa fazenda, com
padros claros e escuro, pelo barato prego
de 210 rs. o covado, por ter nm leve to-
quA de mofo : pecbincha.
LIQU1DAQO DE CALCAS DE CASEMIRA
O Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira de todas as cores e qna
lidadss, para todos os pregos, e desejando
milito liquida-las, resolveo vende-lai por
um prego muito em conti, para diminuir a
grande porgo.
CASSAS FRANCEZAS.
0 PavSo vende bonitas cassas francezas
com bonitos padrees, e de muita phantasia
pelo baratissimo prego de 2iO e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de mu^fo mais dinhei-
ro, grande pechincba, na loja do Pavo.
BOUR.N'IJS A 169000.
O Pavao recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos qae
at boje sao conhecidos, c em relagao & ex-
cessiva barateza, convidam-se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim admirarem o que
ha de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBBAIA A 69000.
O Pavio vende cortes de cambraia branca
com listas e lavores da rnesaia cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
prego de 6^000, por ser grande pechincba.
Ditos muito finos com babadinho brawos
bordados a 89000.
Ditos ditos com listas de cores a 49000 e
59000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 09000. E'grande
pecbincha na loja do Pavao.
BRAMANTE PARA LENCO'ES.
O Prfvo vende superior bramante de al-
fadio teAda 6 palmos de largura que s
oercisa de I '/ rara para om lencol, me-
tro 10600 e a vara 10800.
Dito de linho puro superior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 20400
Ditos franceses muito fiaos a 20500 e
30000.
Pega de Hainburgo e panao de linho coa
20 e 30 varas, para todos os pregos e
qualidade.
Pegas de bretanba de puro linho, temi
30 jardas pelos prego* mais barato que se
tem visto.
Pechiucha de inissimo esguiao soceleoa
;om 6 jardas 70-JOO.
Pega de Buissimo celena com 30 jardas
a 305'X), atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a vara i 20O('0.
CALCAS DE CASEMIRA.
O Pavo tem um graade sortimento de
alga de casemira, assim como cortes es
mais modernos qne tem vindo nos ltimos
,'orii5 e em fazenda das mais unas e mais
novas ao mercado, e vndese por barato
prego para apnrar dinheiro assim cerno cal-
as de brim brinco e de oores por precos
muito razoaveis para a;abar.
CORTINADOS PARA CAMAS E JAELLAS
A "0500, 80000 E 100000.
O Pavo tem um grande sortimento da
cortinados para cama e janpjlas, qne ven-
de pelo barat i prego de 70500; 80000 e
100000 o par, t.Mido at por 185000, assim
cumo colchas de daoid-'o para camas de
neivos, e grande sortimento de tape'es tan
to para icadeiras como para ernas, pianos,
portas, etc., todo vende per pregos rajQa-
vels.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 20500 e
30000.
Pega de dita mnito fina com 10 jardas
tanto tn 'Ada como transparente a 40000,
50000 e C0OOO at a mais fina qoe vera
io mercado.
CORTES DE PERCALIA COM DUA5 SAIAS
A 40000.
0 Pavo vende bonitos Pftej de precali
cqm tinas saias, sendo fazenda do multo
gosto a 40000, joechincha.
BAPTISTAS DE GRANDE.NOVIDADE
O Pavo vende um grande, aoXfinwojo
das mais molera8, bplis* com lista de
cor, proprias pira vestido, comas cores mais
novas qoe tem vindo ao mercado sendo
muito mais largas do q'ii as chitas francezas,
e vende pelo baratissimo prego de 500 rs,.
cada covado.
Botinas
Obras de phantasia.
A loja d,i Aguia Branca, ra do Duque de
Caxi s n. 60) rucelrau um-helio sortimento de bo-
nitas e mudenias ulnas de [ilianUisia, sendu :
Orine s e cruzes pretas, comdourados e nedras.
Outros de adrep rola queimada com bonitos
enfeites de delicadas flores.
Outros e fin i dourado cm p nge les de cores.
Outros encanados c de bonits moldes.
Rosetas de fino dourado com pedras brancas,
Adereeo madreperola.
Ditos dourado* com cauapheo preto.
Dito ejjcarnados.
Ditos imitando foihas (lores naturaes.
Ca-soletas de madrej)(roia ,v
Voltas de ^rossos aJjofare. de] cor s.
Outras de ditos pret s om. dtoackdos.
Futoetres de tartaruga cota dourado.
Outras pretas.
Granaos pretos e de cores.
; -Bonitasitilwtoaduras de fino dourado, c ni pe-
tras, coral etc. para abertura de camisas.
Hotes doarades e de outras ijnatidades, para
aberturas e collarinhos.
Bonitos tanges.
A loja da Aguia Branca, ra 4$ Duque de
Caxias n, 50, recobeu bonit s leques derfeita
phaiitasia, pro o coin diturado', e outros de apu-
rados gostos; assiai toato reeew ou ros d uia-
deira uue se confunde com o sndalo, e tea el-
los lMos coluril. a c ntco, e ai*da assim ven-
de eslpe pelo barate prego de 44600 ada um,
Vasos de crystal para toiUet.
A loja da Agufa "b anca, a ra do Doqae de
Caxias n. 50, r cebeu bonitas garranhus di crys-
tal em par eom ramagens douradas e mu pro-
prias para arraojus de tuilet, oto,
Anaeis e olares elctricos
A to} d'ajmia branca ra Duque de Caxias
i. 50, recebeu nova remessa dos preveitoos an-
leis colaras elctricos, e continua a recbe-los
mensAbuenU, pelo ^vto sempre estar provida de
taas objectus.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
50, recebeu novamente bonitos diademas dourado*
e eiiff itadns com peers e aljofares, obras de gos-
to e phaptasia. T^nbem reeebe uovos grampos
aretes ou altlnetes com tleres para a cabeca.
Leques com bouquets e ou-
tros chihezes.
A loja d'agaia branca na Duque de Caxias
0- 59, recebeu ama pequea quantidade daquelles
bonitos bqrte com boui/uet e outros ehnezes.
Cold creme para refrescar e
aaiaciar a pelle
A lojad'agia%raea a na Dnrine- de Caxias
n. 50, recebeu cold creme dos afamados fabrican-
fcs'Loftm, Lgrame Cortdray.
Diademas e grampos de
ac.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos diade
mas e raspes t ajo.
Bico d seda pretos eom
flores de cores.
A loja da aguia branca, roa do Duque de
Caxias recebei, romo novidade bonitos biros de
seda pretos coa flores de cures, sobresahmdo nel-
k a preto com twarnado, e todos mu pnpris
para narras e outros enfeites de vestidos de gra-
adiofi, ou mediha, e oulras fazendas transparen-
tes. Pela coiuruodidade dos presos esses bicos tor-
iara-se mais cr>mmodo,s e p*>ta novldadeile gosto,
prefeVeisa qnaasjuer outros enfeites.
Veos u mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, receben bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e oirtras a imitacao.de
erocti, e vende-as petos barato* precos do $fc
it e 6*000. A faieoda boa e est eni (tnreifo
estado, pelo que continua a ter fUfHt extrac-
Dademas e aderecos de ma-
dreperola,
A loja da Aguia branca ra do. Duque 4r
Caxias n. 50, roeebn tuna peqacna porciio .(te
diademas e adereeos de iniWe|iernla, obras m-
apurado pisto.
Perfeifca noviducte.
grampos com borbobjtas, \wrmrm e gd-
ntrotos dourados o coloridos.
A loja da aguia branca, ra do D ique de
Caxias n. 50, recelie no vos grampos com l>i'-
oletas, bsmuros e gafiMilurtos, q i#iie Uu aerto-
fierfeita w por isso era breve se acabar.
Novas gollibas ornswlascoi
pelucia 04i arminio
A loja d'aguia branca roa Duque de Caxias
- 50, Meebat) nina peipiena quantidudc de b'-fli-
s e novas golliohas, trabalho de la c seda, n-
aeitadas com airmioao-, obras estas.de muito gwsto
e intelramenlK novas.
GrramposT bruzeos e rozetas
dourados*
A loja da aguia branca, ra do Dnqn* de
Caxias n. 50, reoefceu novamentie bonilos gram-
pos, brinco^ o naetas dourados assim eomo
novos diademas de a?o, e coumi sempre eonti-
pa a vende-HB p mCHINAS
DE
COSTURA
Chegaramao Bazar Uoiversal da roa No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costora, das melhores qualidade qae existe
oa Amrica, das quaes maitas j s3o bem
conhecidas pelos seos autores, como sejam;
Weer & Wilson, Grover & Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaea e ontras mnitas
pradores
o trabalho que trinta costnreiras podem
(aier diariamente e cozem com tanta per-
leico como aa mais perfritas cosnireiras.
Garante-fe a saa boa qaalidade e ensina-se
a trabalhar com perfeirjo em mems de orna
aora. 6 os presos sao tai commodos qoe
devem agradar aos pretendemos
Na padaria idioma na na .la Guia n.
Si, tem para se vender o segunti':
-Ervilba8de tresdilTerentesqiiu lados, fei-
jobranco grado, repolliooiji han icos, loii-
tilbas, sevadinba (llerle), sag, ameixas,
roa^is e cerejas s-jecas; tambom tem para
vender duas balaii(;as grandes com ganchos
e bracos, alguus pesos, duas roJinliasde me-
tal para amnlu* de moT urna forma e um
forno para fazer hostias e obreias, e u-ma
bornea. ______




iiesperidma par obser boa cor
^^
Vende-se o sitio da estrad di Cruz de Almas,
que tica eniiv o do conuiii'Lilait'ir Tat>s> e o do
desembargado!- oiia, com casa de viyefut, d ffe-
rentes arvoredos, grande baixa de capim, etc.,
dando os fuudus |uura a estrada d>>s trtlhos urba-
nas ao p daestanao da iaqueira : a tratar na
roa do Amorim. n. 37.
Fariuka'de mandioca a 3# o
sacco!
Na rna da'Xadre de Dos
quanto nSu s<; acaba.
n. 7 ; a ella, em
Xarope (J'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, astlima, etc.,
applicado aiuda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholoraeu TC, ra l-arffl do Itusario n. 3i.
boip. estado.: para ver
, a ra uq Hospicio nu-
para senhoras, a 6#Q0(),aft
' loja do pavao.
Pereira da Suva & C. recebcjim pcJU> uUiraa
vapor de Europa, um elegante sortimento de Lo"
tinas pretas e com delicados enfeites de cores
proprias para senhoras, garantindo-se serem da:
mis maernas'qoe ha no mercado ; a?sim cmi
a boa qualidade p* tw*m si*' rwneUMa \#
nln nree h, QI" dos melhares..fsbricajrtesde Pafis e vendem-
pelo preco da 80 pelo barAt0 9Te(p de flSoo : na loja do R-
vo, ra da Imperatriz n. 60.
Vendaje u cabriole!'"aineYTcjujo, Te, dousas-
sentos, mujtp; l.eyJ e en
na cocheira 4q Sr. Cerio
mero 86._____________
Rival sem stmk.
' Ofl ,taT.^rffT
Cbeg'ram agulhas para mwnmas, da fabiicanU'
Crower. & Daker. B^a.^f-^SOti
Vende-se una mobilia
^*eitu esladb : tiiAt'M
. 5, 1." andar.
d(
ni i
jacarind em
a'dlTMadps de;
Cadei ras pretas
Pede obter em poaco t*mpo eom o aso do mloor dos licoresi ffamada
IIESPERIDINA
FaiSoilo annos qoe 6 coobecido este precioso tnico, e difficil acbar nma pessoa
qne, tendo experimentado pessoalmeute, n5o falle em seu favor, j como bom estomaca
e apetisador, tomando nm cliz della antes de jantar, oo como facilitador da digestid
tomando-se depois.
A BASE
da HESPER1DINA a URANIA AMARGA, nao ba om s habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) qae nao coabe^f as propiedades medicinaes da donrada frncta.
ora bem, a
LARANJA AMARGA
em sen estado natnral tem om gosto poaco agradavel, e o mrito da Hesperidina oo-
siste em reter snas boas propr edades, e ao mesmo Uampo a presenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nio tem nada qne invjar a
melbores importaedes enropas de catbegoria semelbante. Estas, qnando moito, podes
tu gostosas, porm a Hesperidina a combinacio perfeila do
AGRADAVEL E SAUDAYEL
Para prova de qne om artigo no qoal pde-se ter inteira Confianfa, por ser poro
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e entornada pela
JUNTA DE INGIERE
do Rio de Janeiro, peraiittindo sna livre elaborarlo no imperio ; ootra
RIO A PKOVA
Estas machinas tem a vantagem de fazer j a acceitacio geral que tem em todas as partes ond* a presentada. Em 1864 estabe-
lecense a primeira fabrica em Bnenos-Ayres; em 1869 a segunda em Montevideo ; e
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogurou-se a fabrica qoe actualmente
traba iba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceilaco.
tanto qne rara a casa qae considera completo seo aparador sem orna garrafa de
HESPERIDINA
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 bomem doente toma Hesperidina para Obter
SAUDE
O bomem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes as donzellas e os mogos tomam a hesperidina pan
animaco dorante os loncos gjros da
mam*
BARROS JNIOR & C, rna do Vigario Tenorio n. 7, < andar, recebara aa
grande especifico, e venem-no nos depsitos segantes :
Joaquim Ferreira Lobo, rna da Imperatriz.
Zeerino Carneiro, rna do Commercio.
Marcelino Jos Gongalves da Ponte, rna da Cadea t.
A MTI AFAMADA Antonio Gomes Pires A C, roa da Cadeia.
A O J'A DE Fl^RIDA, Antonio Gomes Pires & C., caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmio boiel d 'assagera.
lIHItAV A I..IXMAX-
He o mais rMcrwlo e mimoso ae mes-
ot tempo o mai estavel de todos os per-
fume, e encerra- em si, no seu major auge
de eseeHerieia, o prop-io aroma das verda-
deras Qorcs. quHsdo anda na sua flores;
cencia-e fragancia natural. Comoummeio
jeguro- e rpido allivio contra as dores de
eabec^nervosidade, onbilidae, dosmaios,
flatos, assim como- dectra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; de
summa eioaCia e nao. tem outro queos
iguale. Igualmette-, quando destemperad?
com agaa, torna-ss um dentiPricio o mais
imdavgj e exccltode, dando aos dettes,
aquella ahinae aperolada apparencia tao
altamene apreciada e desojada pelas Se
oboras.
orne um remedio coBtra o mau balito
la bota, depois de diluid em agoa>
sunuuaiaetite excelente, faz remover neu-
tralizar todas as ateras impuras qae s
iriam imdn dos dentes e das gengi.vas.
tornanttosis duras,,, sadias e (Fuma linda cor
sucainada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragraate aroma^ ella
oor certo n3o tem igual: e a sua supe
noridade- sem rival Ella igualmente tor-
na-se um meio mu cxcellesite, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulicCes, sardas,
pannos, manchas, impigns e espinhas.
Quande se quein sen-ir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualcpaer um
destesdisfigi]raoento8, e que tanto desfei-
am as lindas fei?es do bulto sexo; devera-
se usal-a n'um-estado de dilluico, destem-
[ieirkdo-a n'uana poiir.a d'agua ; porm no
rataaento de qualquer espinha, asar-se-ha
della pina esa toda a sua forca. Final-
mente como am admiravel meio de com-
municar as feicoes tri^ueiras paludas,
ama pelle raacia e d'uma transparente al-
vai-a, dantb-llie urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
>s perfumes que se teem inventado at bo-
je, e existe ern pletia soberana sem rival.
Bem entendido turto isto so refere nica
mente-a Age a ue FLOiunA e Mcrka 6
Lansan.
As maitaces que se tem feito na FranCA,
Allemanha, assim como em outras partes ;
sio inteiramente imitis e invaliosas ; por-
Uutto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauc3o
9 cuidado, de quando compraren!, estejan!
certas que compram. _________________
SKC.REDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
INJECCO' SHOST
nica, bygjenica, radical.e inlallival na cu-
ra das gonnrheas, flores brancas e fluxos de
toda jfepQiji, reecntes ou ebronicas; e que
oUertfe cmo garanta desahitares resultados
a continuada applicago que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaps iln Pars.
lipic.H (Jepfjsitp para o Brasil, Bartholorneu
& C, na Larga do Rosario n. 34.
Aruoz com casca.
Wli'-ii' saceps roni irrjtz ile v-nsi-.i por "^00,
^Bl1"^ -b"0 ^n 'I1'1' ruinpraJ no Recifc :
n do Bario de S. Ilorjn, antigo do Sebo n.
ida. ,
Venilo-se na arwaom d^HaiWOas de Aususta;
F. de Olivcira A C, ruu do Commercio n. 42.
'Jl'Vdn^4,d-MaW ill'HnAntttrNto-^rua
Si Samuel Power Jf>lms-
tfl A 0;
a3
Ni
FaK"m sjwne os BMH freguis* qbm iem
mudado o seu &ef* 9Ho de n.^r-.n.!.,- :, v,i-
. por, mot-oas e U.-.J.- da uiuiiu aer>nliiail>
k/T-' fRbrsa do Lr/wMoor para rna do Apollo c.
38 e W>, ud4 o>!itirr5un) a lar o u:u.-ino or-
UQKI1IO l" i"'tlil;i".
Kt-i:t mOimHh tankyal ijuo u-t hn|o um
arraaj <> a tual>^Q geral, i-e'* 'jue |r>
deru jVri-cur ** para asyiniur ;u i,) i- r
n>aehiD m
m
IHMM GIML
> iropn-taiin! 4* t94t$io |ra4 fareru
sen-:.- xc. pescas, yus It.otu >-.*4al)eleci>)ii iium lupdi- :-y
i-.,,, .t,. f.-rro o broae a ru lt> Brea, juu- '*>
: i a e.tago dos honda, onan apvolario '&-
'!iia>>>iier abra de tNWmtada culi perfei- -"".
cao pwa '>ijr.'..
* m**n- ri-nMH peuuipn na1
r-trtt MMlrar ?* d- -* kV\'|.;o> i- X4- p,
reni > rtiiruni ividsw- ell) '-^^a dos Sjtj. j- ^tl
muel ? v.vr Johui.Hi di C. a ra d Apo- S?^
lo n. 3S 40. oid acharan .pjjgua .Uniii- ^f

'\A. i-niM i|ii.-iu o-.-am -lUiiidnr .<.
A(i|mmUm para Patentar a.v W.VTnN ..F.Sl'iiKJ-V'lAI. f,^
l!oc.-, 3jtov> i-;b Pi'rii^"'ini.i*a luniU;-> w*al. >/'>
Cadeirat oratorias eom a^snoto oe paihinba
160000 cada urna do caes do Apollo, arma-
lera de Tasso Irmaox & G.
TASSO IRMO&fcC."^
DeposDB para agua
PeojMoos e exoeltates lanqoes da ferro galva-
nisack), para i, e baldes d'agua, ii.i paia ven-
der por preoos rasoaMb : a tratar na ra fc
Iinprradi* 0. 4.'.
*

JNGI
1
,T
Vde-se o engenho Hinca, filo na fresuezia do
_3. .___I___". I. _....T. .1 nl;,,,l., nniun
s
dR-Man/vDls nM. |*rton *J linalp ttiltel biwPBWrajt-4ilajr^rijft^
tonlo rfaria da Sifta a-na ajp .a^;B-.|9-
e
a tres U-goas di esta rilo
nT dirija-so ao engcnlio
Guaha fculr, o.
8.0.
de Olinda; qnem
Paris, na mesma
c Em seus armazens i ra do AMMim
n. 37 e-caes do Apollo n. 4T,
tea para vender por precos commodos
lijlos encarnados sextavos para ladai&o.
Canos de txirro para esgoto.
Cimento Portiand.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de descarorar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Hassia esa barril.
Phospliorus de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinba em garrafoes.
F.entihas em garraJoes.
ltlium da ajinaica.
Vinlio un Porto velho engarrafado-
Viuho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Scuerry.
Viubti da Madcira.
Potes com linguas c dobradag iaajtoaas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barris com rejiolho em salmoura.
c
ervea
CJil
A vefdadcira carreja da Iiaviera, marca ban
i deira, de superior ipialMade : vendfcm Tasso lr-
| uiaos & C. eiu seu armanoi da ra du Amorim
i numero 37._____________________________
Fio de alg'iUao da Babia e ca de Lisboa, re-
! centemente chegado : lia para vender no m-
I criptorio de Joaujajm Jo Goncalves Belnao & Fi
I Ib*, ra do OoMiercio n. '>
rnsm
Charutos deHavana
Siiperitti>es
no escriiitorio de. Tasso Irmaos 4 C, ra do Amo-
rim n. :7.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Yendcm-se na pharmacia edrogaria de Bar-
thoaomeu (t C, ra Larga (bisario o lln. 3i-
VENDE-SE
Vende-se um sitio rom una rasa terrea 6*
pMfra e cal, tendo 90 pata* de fundos, Cin
chacis propri.,: rna da Floresta n. 2, em O-
da, pira ver e tratar na mesma casa.
Economa
( aos pas de familia )
Lenees de bramante a 2*000 um -
ito algodao 1*400
(iibenas chita' 1*800 nina
Dita's crctonc forradas a 3*500 una
Ditas adamascadas forradas a 3*000,
3o00e400O
Colchas de fustao brancos e de cores a 3*500
Ditas de crochet brancas, grandes a 5*000
Gobertoras de algodao a 20>
Ditos de 1.4 oscuros a 2*000
S na ra do Crespo a 20, loja de GuilhermeC.
da Cuaba & C.
T

AITEBCAO
Vende se a terca parte de urna graad,o e boa
casa, bem acabada, terrea, sita na ra. Augusta a.
92, boje Coronel Suassuna n. 27 :. quein ijui er
comprar dirija-se ra do Senhor Bom Jess n.
20, 2a ailar, a- entenderos* .com ajpeafqa -qu sj
acba ilitormdji a effftur a veifcdh. ityrff-tti
ao comprador fjue as "outfes duas parles perjef-
c*m ao Sr.^rhemteo Pinto Leal, pitiua,.muio
capaz. _____
tos d
ahia
o e charu
jiis n" '5 mtlbUfe"
feria
Taverna
Vende-so a taverna da rravessa da ru.i Jas Gru
?> n, 6, com poucos fnniljs, [iropria i ara pinci
piante : a tratar na niesma.
Aos revcrenilissimos cone
gos e padres.
Amaral, Naiuco & C. vendem meias d.e s- *
e l;iia pretas, cor de carniim e roxas, livaias 4>-
metal para snalos.: no Bazar Mctoria n. 2, roa
do Barao da Victoria n. i.
Pe plaqu.
Amaral Nabnro C, vendem guarnires com-
pletas, para senhoras, ciiendo 1 par ileTpu!eei -
jas. 1 par de biinro, linllincte, 1 diadenra
1 flor para o cabello, tinto de tartaruga fe"eo-
ral, meio adereces, niedailws e brincos de pla-
(|u : na rti do larao Ja Victoria n. 2. *
Vendc-sc urna annacan de amarello, envidraca-
da, na ra do Barao da Victoria n. 31 : a tfafci
na niesma._____________'________________
Amaral, *b.^co vendem :
Gva.yaUs e-fflchus com arminlift para
' Completo u-timeiito do meias de ab'>dlp e d,
ni.-dBKr bracas e de core* pira ftpra
meninas, homens e meninos. "**7^
Chapeos de sol de seda para senhora (R'bgBa,
gosto inteiramente novo.
Ditos (bengalla) cal", de metal, e LiordadM
agolha, a Luix XV.
Chapelinas de gorgurao de seda de coi!
feites de cabera, de crep, 41,1ra luto e
Bonccas de pellica c de borracha
"*
italUa (to
Yictorla: '' "


Diario de Pernambuco Terqa feira 18 de Mawfb de FNDigAO DE FERRO E BROHZE
FABRICA Di MACHINAS
V rua do tarto di) Triuiiipho (ma olnn) ns. 100 a 104
CARD0S0 IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico era geral, que teem recebido da Europa
grande sortmeuto de ferragens para engenhos e para lavoura.e quaesquer outros usos
e raisteres da industria agrcola, o que tudo vendem por precos razoaveis.
Formas para aSSUCar pintadas e.galvanisadas, de diversos tamanbos.
VanorCS horisontaes verticaes j bem couhecidos nesta provincia e fra della, os
* i melhores que teem vindo a este mercado.
MOendaS completas de diversos tamanbos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS moenuas para assentar em grades de raadeira.
iaiXaS Ce I61*FO de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
KOCiaS d agua de diversos tamanhos.
IvOClaS CientadaS de diversos tamanhos e qualidades.
ConeertOS concertamconipromptidao qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
jTlOOiTlTTiendlS Mandara vir por cncommenda da Europa, qualquer rsachinismo,
Ajuvvuiiiic; iuoio para Q ^uo go corrcSp0njem com uma respeitavel casa do Londres
e com um dos melhores ongenheiros do Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se rosponsabilisam pelo bom trabalho das mesinasi
Rua do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
FUNDICO DE CARDOSO & IRMA O
EXI'OSICAO UNIVERSAL DE 18V5
HUOALHI DE l~ cl*ss:
ALF. LJkMMAOB & C"
QDINIH LABARRAQDE
PPBOVAOO PE UCADEMIA DE MEDICINA DE PARtZ
O Qiiinum Labarraque,
um \Hiho eininentcinente t-
nico e febrifugp que deve ser
perferido todas as ontras pre-
paraces de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mente empregados na medicina
pieparam-sc com cascas de quina
cuja riqueza em principios acti-
vos extremamente \ariavel;
parte disso, era razo de seu
modo de prepara, fio, estes vin-
hos coniem apenas vestigio* de
principios activos, et em pro-
porrocs sempre variaveis.
O Qllinillitl (altnrrnrjIIA,
appro.ndo pela Acudamiu de me-
dicina, constttuc polo contrario
uin medicamento de coinposi-
C.'io determinada, lien em prin-
cipios activos, e com o qual os
'
mdicos e os doentes podem
sempre contar.
O Qitfninm LMharriMftte
proscripto com grande xito s
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'esgota-
mento, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
uma rpida crescen<;a, s meni-
nas qui tcm dilliculdade era se
formar e desenvolver; s mu Hie-
res depoisdos parios aos velhos
enflaquecidos pela idade ou
doenca.
No cazo de chloroi$, anemia,
cOrcs plidas, este \i!!::> um
poderoso auxiliar dos fuiTOgino-
sos. Tomado junto, par excmplo,
coisi s plalas' de Vallct, produz
effoikos maravilhosos, pola sua
rpida acco.
Dv|KH>it* cu Parla, L. IUKKI., rae Jacob, i.
Na pbarmacia Maurer rua do Baro da Victoria n. 25.
irados para lavrar a torra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'rame para li
Poges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para eobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Graento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES RUA DO BOM JESl'S N. i.
I
Obras de ouco e
prata de todas as
qualidades.
jhpPw5N
N.
mm
2 A~
LOJA DE JQIAS
Rua
Cabugtf. 2 A
do
DE
SARROS & i 1E ICO
Achando-se completamente reformado este estabeleciinenlo, e '
tendo os seus proprietarios feito uma importante acquseSo de
joias as mais modernas rindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidara ao;respeitavel publico a fazer trnai visita ao seu s-
tabelocimpnto, affm de asociar compraVura joia- de gasto por
coraioave. I'
GRANDE LIQUIDACO NO BARATEIRO
DO
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
LurenfoPereira McndesGuimaracs
Esmeralda
CASEMIRA PRETA A 25500 O CORTE.
Vende-se cortesde casemira preta para cal-
cas de hornera a 2?500, 4#500, 5$ e 6#O00.
PANNO PRETO FINO A 25500.
Vende-se panno enfestado proprio para
caigas e palitts a 29500, 35, 49 e 55000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta lina a.500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM A 19500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
hornera a 19500 e 29000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Acaba de chegar a este estabeleeimento um- importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que. tem vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes o pinturas linas, aderemos e meios aderecos com pedras fi
as, etc., etc.
Relogios de ouro, do differentes gostos e qualidades, para lomens e senhoras, desde o
preco de 409000 at 3009000, sendo estes ltimos de maceinismo mais aperfeigoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de IG9000 e 405000.
RUA DO CABUG N. 5
MOREIRA DIJARTE A LOJA fluM i a\j
RECEBEU
Apparelhos de mesa de C. Christofle do Paris, labricante do
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros era caixa, colheros em duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamauho, galheiteiros, serpentinas, castigaos,
saleiras, farinheiros.etc, etc.
Recebeu tanibem
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nesta praca.
Recebe encommenda para o Porto, Lyon e Paris.
Ealirica (Iciiniamenls para grojas, e imagens
Vende-se chitas francozas largas, para e 49000.
COLAS DE FCSTOA 29500.
Vende-se colxas de fustao, de cores, a
29500 cada uma.
COBERTORES DE PELLOS A 15200.
Vende-se cobertores de pellos e papados
a 19200 e 19400.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores a 25000
e 29500.
TOALIIAS A 800 US.
Vende-se toalhas felpudas proprias pa;a
rosto a 800 rs. cada uma.
BOLSAS PARA VIACENS A 3?00O.
Vende-se bolsas para viagonsa 35, #500
vestido a 240, 280, 320 e 3t0 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
LENCOS BRANCOS A 29000 A lZIA.
Vende-se loncos broncos a 29000 a du-
Vende-se chita finas para cobertas a 280 zia.
rs. o covado.
MUSSELINA DE CORES A 400 RS.
GROSDENAPLES PRLTO A 1C00
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
Vende-se inusselina finas, de cores para*a 19800, 29, 29500, 35, W00 o S9000 o
vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTAO RUANCO A 320 RS.
Vende-se fustao bronco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 300 RS.
Vende-se cassas de coros muito finas a 300
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
covado.
MADAPOLAO FINO A 45000.
Vende-se pegas de madapoln, a 'rOO,
45500, 59, 09, 79000 e 85000.
ALGODAO A 45000.
Vende-se pegas de algodo bom a 45,
45500, 55, e -9000.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodo enfestado a 900 rs. >
metro.
^
Jcnde-w hrfja *>, ^Igao ifa fitbt 'Mar-
5_!l n" *8, PrePria Pra 'principiante : (MkmfculM *irijam->' ;rna fU^ae achara com miem- tratar.
A PREDILECTA
aiewrar-3o-ba
Vendase,,iflrrenitoie ,W jtflrflitr?e, W*
ierras ft^io sirvam para plantar caima, urna padaria
s(tano pateo da.fira nopevqaao dos Mentes;, a
Tratar coi sen proprftario' no ibs'mo pbvaw; e
pira inforrnacfls,4ri>os Srs: Rocha tima 4'Got-
maraee, ntdo Bom Jesnp(tr'ora^a Cbz) n.
1^ ob comaSr. licoocdes Jlaria Freir,, o
Caes do Apollo, n'es'ta cfdade.

um bello sortimeuto de lavas1
a meninas, chegadaS
Petlra mtmtt.
fM walhor qualidade e ara tsftoero &
i obra* reUltia-e por arecoe couhbooo3 a, rua
COSTURA
m
SOARES LEIE,
HOWE
^1
A'
Rua do Baro da Victoria i 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
?a exposico de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior,. a medalha de ouro e a condecora-
do da Legio- de Honra, por serem as niachinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Vnidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicao de Londres acreditara
eMas machinas.
A
RAPE REA FINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MORE111A & C.
HA
BAHA
m a attenoo do publico di
neo para o rapA rea Finaproducto de fabrica pertcncento a lilbos
) paiz, e cuja qualidade est conbecida peifeitamente igual do verda-
;iroArca l'retacomo o fabrica a casa primitiva na Babia, tendo alera
Moreira vfe C. solicitam a attenoo do publico da provincia de rerna:n
buco
doi^
deiroArca 'retacomo o fabrica a casa primitiva i
disso a vantagom de ser viajado.
No intuito do tornar conbeceido devidamentc apreciado o rap rea
Finaos annnunciantos acabara de autorisar seu agente em Pernambuco,
a acceitar, mo grado, os obstculos o direitos de introdcelo, a hita da
concurrencia, acompanhaudo-a nos batimentos de proco at onde for
isso compativel com suas torcas.
Os aununciantes esperara encontrar na nohrc popularn le Per-
nambuco, o apoio que tem jus a actividade e os esorcos que ellesteem
empregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo do industria
que at hoje s ao estrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptorio do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, rifa do Vigario n. 21. As vendas sao feitas em libras
ou meias libras, vontade do comprador.
Preco 15000 a libra, com descont do 18 /0 em porco de 10 libras
para cima.
Bahia, 21 de feveroirode 1873.
Moreira & C.
&2BL&
-" ^ -r- S i
Cabe-nos o dever de annunciav que a companhia das machina? de Bowe de Nova-
York, estabeleceu nest cidade rua do Baro da Victoria n. 28, ura.deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se .venderem as alaraadaa machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela pereisao. de seu trabalho,
empregando uma agulha mais curta com a naesma qualidade de ludia que qualquer ouira,
e pela introdcelo dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados, a
offerecer no exame publico as melhores machinas do mando.
s vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ollas sao duradourafypa'ra isto prova incontestavl, a,
circumstancia de nunca terera apparecido no mercado machinas lj Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contera o material preciso para reparar.qualquer desarranjo.
Terceira.Ha ncllas menor frieco entre as diversasperas, $ menos rpido estrago
do que as outras.
. Quarta.Forraam o ponto como se HraoUo mo.
Quinta.Permute que-so examine o ;trabaibo .de rabos os fios,. o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Faem ponto raiudo.em.caui.ira^,atravessando o fio de um outro lado,
e logo era.seguida, sera modificar-se a tenso da.,lnha, cozem a fazenda mai^
fina.
Stima-Q corapj-essdr levautado cora a m/or ^j,l,dado, quando se tem do mudar
de agulha ao comegar nova costura,
Oitava.^Mnas compaubias do raachraa de costura, lora tido epodas de gra623,6
decadencia. X^^iiuas o.utr'ora papulares, sao hoje quasi desconliecdas, outras snftreram
mudanzas r,adicaes nrapodereni substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
.adoptando, a opjui^ de Elias How, mestre.em artps.mechanicas,, tem constantemente
augmentado o souialrko, ? hoje noiatteple procnraMpsWfltic'"ftca" 60 ntaHunas
por da.

Cs eih -T

* cnrnir3rT *>rTp .^'../.
joqo ,. .q,/,j o nwwtiofli n
np 'jl ,orhu|
iM'.\
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u. tf i nli.u ^ $ "r.-rf-fft i ion rntr^i "om o .oti'.upfjqar ias8qA
I i O : '- ",'.: __
i

'"1 "f*i\'.ki.
' l 6( lUt:
' idmoJ ^-6

un
___
UZEO DE JOIAS
N. 4 Rua do Cabug N. 4
JOSEPH KRALSE cV
DE
GOMES DE MATTOS, IRMAOS
Neste importante estabeleeimento, o primeiro nesse genero, contina a
vei'der variatlo sortimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, pe olas
e ruhins, com.grande reducto de pregos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ha de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do MUSEU DE JOIAS, sero constantes sempre que tive-
rera occasio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
MUSEO DE JOIAS vende seus artigos a presos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto c pequeo valor, acha-se
exposico obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindissiraos e do
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos'os
presos. Cadeias e trancelins de todos os gostos, e tudo o mais que fr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, fazendeirns e lavradores, que to-
das as. joias sabidas do ML'ZEU DE JOIAS sao garantidas.
JS Tjjdlos franfezes sextavados
De 453000 a 55 (MM)
o mlheiro.
Estes tijo'os, fabricados de barro- vermelho con-
(olidado, So os melhores e os m.s econmicos
pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
terreos das casas, porquanto,j)ouco oais custan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparaco
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao snscepnveis. Custam. alm disto menos da
decima parle Aos de mannore, j reprovados, e
dos .de differenics mosaicos, os qnaes nao este
Certamente ao alcance Se todas as fortonas, e s
to emprfgadose proptios piara as' salas princi-
iaes; Alm da vaniafem que ha no empivgo
leste hjflloa.paca ocjxvimentoaaca'ees o -casas
de campo, tem estes linda a de screm os melho-
res emais propxios pnra ladrilhar cozinhas nos
sobrados da cidade, atiente a sua seliue e pboco
m estand -mais- que prov.idi a conveniencia
perem assoallwdas- as eoiinhas todaa de lijlo,
e n s- aparte jnnta ao/o^o, no qne ate as
compatohlas de segtiros se.ileyeriajn pteressar.
Vendeai-se nos1 armaren! dfe'taPmh 'de Tasso Ir:
mios A:C.) nol caefc do Aprtllo-.
OUFvMANDfj _'
^rDEPU/iAT/VES;
2 55 R Sebastopol
a.
RIIF.I-MAT1SM05
Icinlflu
!t|,/..
Uffili
te,
r
cMUi'ir
I DOSEREFREE
DEPUfAM,
f#

----------------------------w----------1 -..
Lindos vestidos a 5|ocorte
Itetiflos k toma
' '"'DediVersas'mM-cas, Tepek'ulti-.
;RW?apof, -' '
Bourgard & C.
15 mu mm de ulwia is
So
saias,
nkirtW
fetosV
d-casso'decor, de'ogWdy* d.poroalia' com'ban e de: daos
' dos drJmpetentes flgrino'ail' do-Crespo) n.lB^aidar^himnwda'Afltonk^'-eorra de Vas-
'c'. ,
DEPOSITO GERAL
KA
rharmacla e drogara
DE
BARTHOLOME A C.
84Rna larga do Kotario34
Tendeou aluga-se
o sobrado ti. S'fla roa do Rio, na fregik-
jiadofOpo U -Panella, :con 3 aa'as, c
quarto?, 1'saleta *m*0*> cotiana e quila) Ifl predio,^ejjft-se concerUdo, c;uado
mnta'doao'n>o : tratar coiu o cotnnien
Tasso.
Araruta verdadera
Continua a Hfilt in mi twwaeea d*ia das
Cruzes n. 4, rua do Vigario n. 26, pelopreqo de prapo do iue
fluOx..*brayem:pacote. AfT&nson^
O bacftthfr da. Nraffi' tt eHai msiaa
ditas : no c63 da AKwega ti iy arit^-o de
Taw Irmas A C
Venie^e'8t Wva de Ll*oa peto W
mk MrW na rui te P'


\7
8
Diario de Pernambuco Terqa.feira 18 de Marqo de 1873.
UTTERATm
VIII
O cypreste e o peocguclr.
(Continuado).
Esta s pelo diabo 1
Seleuco, a urna tal exclamado, revira
os ollios e sontu vontado de fazor escarnalo;
mas, como o desojo de se vtr livre da mu-
lher prevalece, finge que nao percebeu o
que olla dissora, como lonvavcl intuito de
a impingir ao lillio.
Stratonica, minlia ama la Stratonica,
prepara-fe COM alma glande para una des-
grana, qoe nos ferca todos...
Dize l, menino ; cstou preparada
para tudo.
O meu ilho teve a dita... nao ; teve
g desala de se aparxonar por ti !...
Cos 1...
Stratonica deita ao patife do enteado um
olliar de gratido e procura urna eadeira de
bracos, alim de desmaiar com tolas as eom-
nioli lades.
Nao desmaics aindadiz o rei, que
Ihc percebera a ntengo.
Stratonica torna a ergucr-se e toma urna
a'.'itude digna.
O infelizcontina Seleuco c o her-
deiro do mcu thruOO; tenbo obrigaco de
nao o deixar morrer.
I" verdademurmura Stratonica ; -
temos obrigago...
-- .Nao me iuterrompam grita o rei.
Estou ass enternecido e o sacrificio que
vou fazer custa-mcos olhos da cara.
Seleuco tirn um lenco da algibeira,
sendo imitado por toJo; os cortezos e pela
mulher e o filho.
Stratonica prosegu olio. E" pre-
ciso ser forte e aceitar os destinos que nos
impera os deuses. Tu j nao es miaba
mulher...
-0h sorteinfausta !clama a rainha.
rebentando de jubilo.
Sioi; continuou o marido o bem
do estado exige esta medida o este sacrificio.
Agora s esposa de teu euteado e como tal
ficas sondo tambem av dosteus filos, mai
dos leus netos e madrasta de ti propria.
Meu pai I meu pro ligios.) pai -ber-
rou Antiocho, ajoelhando-se-lhe aos pos
desejava, mas nao posso, regeitar o seu
favor.
ftei Senbor I Monarcha excelso e
glorioso !disse tambera Stratonica, ajoc-
Ibaii lo fbonga i la illia I Tu sabes fa-
zer bem as cousas I
S mico ergueu-os, abragon- 's e aconso
I bou-os a que se fossem embora, porque era
tarde.
O coro de corlezos cantava :
S lu, Seleuco, s grande !
Bem bajas tu Senlior!
VI
O velbo foi-so deitar, esfrogando asmaos
de contente, o dizeodo comsigo :
Mais dia menos ilia elles pregavam-
m'a na menina do olio e davam-me cabo
da pclle com urna empanzina lella de ve-
neno. Assim, flz boa figura c liquei I i v i-
d'aquella vibora I,.. Nenbum bomem de
idade madura deve casar segunda vez, so-
bre tudo se tiver um Gibo que se chame
Antiocho... Safa I E eu ainda aqui nofico
.-uuro! Durmamos sobre o caso ; c ama-
nhS... veremos.
No dia seguinte abdicou a cora no filbo
e saliioda corte. Dizem alguns autores,
que elle sabia que nao o veriam aii com
b ns ollios, por ter sido o primeiro marido
(! sua ora; ootros, aflinnam, que fra
fgido, receioso d s-,1' equzesse resUtuir-lhe a mulher.
F-is<-; como fos6e, os Antiocbos eram
geutiuha para tudo K as cousas nao so
passariam to suavemente se pai e filbo nao
tivessem brandado com a cultura das vio-
letas e cyclamens a ferocidade nativa. Isto
afianzado por muitos historiadores graves
eujos nomes nao tenlio agora tempo de re-
volar ao leitor. Tica para outra vez. Sai-
bi se, purera, desde j, que a ailtiguidade
sabia desprezava profundamente todos os
ricos, que, podendo, nao cultivassem um
jardiin. E Antiocho primeiro, apezar de
ter sido insigne patife, foi consMerado um
borrego comparado com os outros reis do
mesmo nomo, nicamente por ter creado os
vergeis ile Antiochia I
Muitos bomens notaveis, antigos e mo-
dernos, tveram a puixo da jardinagem.
Reis, imperadores, poetas, artistas e historia-
dores se comprazeram em empunbar n'uma
mo o regador e n'outra o sacbo. Em nos-
sos dias sao raras as vocagoes verdadeiras.
Ha parques o jardins magnilicos em diversos
pontos do globo, mas sao todos cultivados
por mercenarios ou por pessoas que vivem
do commerco das plantas. Amadores sin-
ceros e desinteressados, estou que ainda
evistem algQos, mas s eonhego um nico.
Sou eu.
Vil
E' verdade. E fago esta vaidosa declara-
go tao publica e solemnemente para dar ao
Sr. D. Antonio Romero Ortiz occaso de
manifestar urna vez maisa boa fe' e ngenui-
dade da sua critica Iliteraria.
O leitor nao esperava de certo por urna
d'estas? Pois vai verse nao tenbo motivo
para desvanecimentos, trataudo-se do meu
jardim.
Eu fixei a minha residencia n'um quin-
to andar ; mas se por ventura o leitor qui-
zer alguma vez fazer-mea honra da sua vi-
sita, aviso-o, por descargo de consciencia,
para que nao cont a sobre-loja, sob pena
de acbar seis andares.
Sao cento e vinte e seis degraus, facis,
suaves de subir, que se offerecem aos ps
com urna condescendencia e delicadeza a
que nao sao insensiveis as melhores pernas
Pde-se descancar em todos os landos da
escada, at em todos os degros I E quando
se ebega minha porta sente-se urna ale-
gra extraordinaria, desconhecida aos que
nunca vieram lo alto ; a alegra de nao ter
que subir raais Fica-se um pouco de lem-
po a tomar a resprago; toca-se a campai-
nha muito de vagar, para que nao abram
logo a porta ; e quaudo se entra, e se goza
a vista da cidade, esquece tudo I |
Depois, penetra-se no meu jardim e salta
immediata mente aos olhos a razio da minha
vaidade de jardineiro. Instinctivamente
pensa-se nos jardins de Antiochia ; e em to-
dos os vergeis construidos nos cumes de
montanhas. E v-se que todos ficam abai-
xo d'este paraisosinho, improvisado a mei
caminbo do co. Nao altam aqu plantas
raras, nem formosas flores; e, alm d'isso,
as ruinas pittorescas e grandiosas do con-
vento do Carme.. e as minhas proprias
ruinas, sem heraque as susteoiui!
Conveubam que necessario serem muito
exigentes para n.*o vir fazer-me urna visita ?
Os que se arriscarem a esta ascengo devem
concordar fcilmente, que nao ambiciosa
ou desassisada a idea de querer dar a este
Edem em miniatura um poucochinho de ce-
lebridade.
Acaso os jardins, do Semiramis ou o par-
que consagrado a Diana, por Xenofonte, as
immediages do Olympo, teriam a altura do
um sexto andar, com cento e vinte seis de-
gros cima do nivel da ra ? I Deixemo-nos
de modestias mal entendidas I O jardim
mais alto que se tem feito no mundo o
neu ; fui eu que Uve a gloria de inventar
esta oitnva maravilba I
Os vergeis de Alcino e de Laortes ; os
magnficos jardins de Antiocho, afamados
entre os mais bellos ;"os de Epicuro, cujas
arvores poderiam dar um curso de philoso-
pba ; o paraizo da Persia ; as villas de
Cicero, em Tusculum ; de Varron, em Casi-
iium ; de Horacio, em Tibur ; de Plinio,
em I.aurent;os parques de S. I.uiz ; de
Carlos V ; do rei Remato ; do papa Julio II;
e o de Luil XIV : grogos ; romanos ; a ida-
de media e a renasceucatudo fica a perder
le vista comparado com o jardim que estou
celebrando 1
1\
E era de razan que eu possuisse esta pero-
la verde,, porque tenbo passa lo urna parte da
vla a fazer jardins para os outros. O penl-
timo, que ajudei a. plantar, foi o de Garrett,
na ra de Santa Isabel n. 78. Conservo
ainda desse um ramo de flores seccas, co-
lindas na n lite da morte do poeta, em 9 de
dezembro de 185i, das plantas que elle dous
me/.es antes tratara com tanto amor. De
outro, que iz ba anuos n'uma aldea, consta-
mo que os arbustos, que l cultivo! com tan-
to gusto, serviram le regalo s cabras e bur-
ros dos habitantes do sitio !
Este de que agora fallo o derradeiro.
Se a sorte me privar delta, protesto que nao
terei outro, salvo se mo piadosa qsizer r
plantado sobre a rainha sepultura.
O culto das flores depois do culto de
Deus, do amor e da amizade, o mais bello
de todos. Se, como creio e espero, a minha
alma sobreviver ao meu corpo, ella vira por
vezes, pormittindo-o Aquello que tudo pode
e ordena, pairar entre as plantas que cu
tanto amei e perfurmar-se nos aromas das
rosas o dos goivos, se porventura a saudade
continuar a cultiva-las, consagrando-as
minha memoria._ Oh abencoados sejam
os que juncaremde flores a trra que cobrir
meusossos !...
Per le-me o leitor benvolo estes desvos
para alm da campa ; eu clho j as vellas
da poesia fnebre e volto ao assumpto, que
vai a:aadurecendo.
X
Nao se julgue que o meu jardim, por ser
em miniatura, como os das joveus costu-
reiras, que poeui sobre o telhado urna rosei-
ra e um craveiro, cun a generosa intengo
de fazer crer ao seu canario que tem vista
um pedaco da patria. Nao, senbor ; o meu
jardim menos pequeo ou menos grande,
mas nao menos interessante.
A frente da casa a que elle pertence olha
para una ra das mais ruidosas de Lisboa ;
e, para completa consolacao dos meus ouvi-
dos.temas janeilas altura da batera do
castello de S. Jorge Esta ultima circum-
stancia permitte-me apreciar devidamente o
ribombo da artilharia e faz com que eu te-
lilla tomado un odio ligadal aos jbilos da
nacao.
J o nosso Garrett dizia que em Portugal
nada se fazia sem foguetes ; devia dizer an-
tes, que se faz tudo com salvas e foguetes.
A imaginaco dos nossos festeiros, particula-
res ou oiliciaes, nao sobe mais alto ; e, em
consciencia, j nao pouco levantar-so al-
tura do foguete. Mas os tiros ? I Nasce um
principe, fugo! Faz annos, fogo 1 Casa,
fogo Morre, fogo! Sabe, entra, embar-
ca, desembarca, vai, vem, fogo I Sempre
fogo Commemoram-se j tres aniversa-
rios fnebres de reinantes, por raeio da ar-
tilbaria Aondo ir isto parar, em duzen-
tos anuos ? [ Nao chegaro os rendiinentos
pblicos s para salvas !
Esefosses a despeza da plvora quei-
mada nos navios e fortalezas!... Que impor-
ta que so neommode um povo para lhe fazer
constar que o seu rei casou, que vai ou vem
de passeiar ? E' pormittido maldizer os ti-
ros, quando elles nos atacam os ervos ;
mas o peior que teem ficado alguns arti-
lbeiros sem bragos, e outros teem morrido,
victimas das salvas !
Nestes tempos de economas severas, em
que se sacrificam at os mais necessitados
para diminuir a gordura do monstro que se
chama dficit, nao seria possivel supprimir
tambem a enorme despeza que se faz com
essas ruidosas e ridiculas demonstraces, sem
que parecesse desacato magestade ? Pou-
pavam-se uns poucos de contos de ris e o
esplendor da realeza nao perigava com essa
falta, que teria, para mim, a suprema van-
tagera de me livrar da maldita batera do
castello meu vizinho.
Mas que se bavia de fazer s peQas,
aos artilheiros e plvora, cm tempo de
paz? ,
Valha-nos Deus!... Pois nao haveria
outro meio de as utilisar ? Gastassem a pl-
vora em foguetes, que sao menos bulhentos
e teem apenas o inconveniente de se poderera
espetar as cabegas dos transentes.
E os artilheiros ?
Ah.l...
E as pegas, que se fizeram para dar
salvas?
. Oh!...
XI
Para o lado da ra Nova do Carrao temos,
pois, vista o castello de 8. Jorge; a S,
que me mostra as horas no seu relogio ; a
cidade baixa ; urna nesga de rio, e alguns
mastros, que fazem suppdr a existencia de
navios; aolonge, as praias do Barreiro, o
furco dos comblos do caminh de ferro do
sul e Palmella, embrulhada n'uma capa cin-
zenta. Para o norte do castello, vejo outro
pedaco de Lisboa; varios monumentos nota-
veis ; a igreja da Graga, a do Monte, as te-
ras da Penha de Franca ; o histrico palacio
dos marquezes de Ponte de Lima; o hotel
Pelicano e casa de tabacos, queja foi igreja
de Santa Justa, tueatro de D. Ferna|do, e
loja de louga 1 Ortemplo de S. Domi'ugos ;
o hospital de S. Jos ; o theatro de D, Mara
Paco dos Estes, casa de Nuno Alvares
Pereira, palacio da inquisicSo, erario, e
theatro normal.Pobre agonisante To
iovo ainda e j valetudinaVlo como eu A
este meu infeliz collega se pode applicar o
celebre verso : u
Mancebo imberbe de alvejaoles barba I
Ao lado do theatio, o palacio dvs condes
de Almada, famoso pela conspirado de
1640. (Abro aqu um parenthesis, que me
parece necessario. Andam agora por ahi
com a febre dos monumentos e pedem como
cegos para proteger o desenvolvimento... dos
aleijes artsticos. Ora Deus queira que a
projectada estatuado Joo Pinto Rrbeiro nao
saia outro alarve como... Ih! Jess! em
que me eu a metter !}
Avista-se do meu jardim o lugar onde
se est levantando, na praca do Roci, o
monumento tnomoria de D. Pedro IV, o
que me deixa entrever a despeza de um cha
e bolos, s visitas, no da da inauguraco.
Tinha vontade de abrir outro parenthesis,
para perguntar por que se nao deu preferen-
cia a um dos projectos portuguezes para este
monumento ?... Um,. pelo menos, poderia
servir, fazendo-se-lhe pequeas modificages,
e teria o mrito de ser feito por naconaes...
,1'orm, fazendo a pergunta, cumpria-me de-
clarar ipial era o projecto que me pareca
preferivel, e os excluidos podam esborra-
ehar-me, cahindo todos sobre mim! Sei
por experiencia que alguns dos nossos artis-
tas nao reconbecem autoridade na critica se-
nao quando ella diz bem das suas obras;
quaudo severa, embora seja justa, exigein
logo que o critico v viajar, estudar e ver,
nao as bellezas, mas os disparates artsticos,
que existam nos outros paizes, para vir depois
desculpar os que elles por c fazem. Em
vista destes inconvenientes graves, nao abro
o parenthesis.
Do lado do sul tenbo um ferreiro, que
coaljuva o castello de S. Jorge, no criminoso
empenho de dar cabo de mim ; e, do lado
opposto, as ruinas monumentaes do Carino
fechara o recinto pittoresco onde vivem as
minhas plantas.
XII
J v o leitor que, mesmo nao subindo os.
meus cento e vinte e seis degros, nao foi sem
custo que entrou no meu jardim Todo o
bem dillicil de alcancar! A sabida ser-
lhe-ba mais agradavel: aquella escadraha,
em frente da minha porta, d passagem para
o largo do Carino ; e quando me fizer o fa-
vor de c.tornar, prefin a entrada por all,
que assim gozar desde logo a vista de um
espectculo magestoso e aprazivel.
Agora descanse um pouco : veja os meus
lagos em miniatura, a cscala, os jogos
d'aguas, os meus peixes, e a minha cruz, que
d mais potica e singular feigao a esta resi-
dencia. Repare nestas bellas ruinas, de gc-
thicopuro, que os frades melhoraram, c
do meu lado, com remendos toscanos e ja-
neilas quadrilongas Grandes borneas
eram os frades I -Olhe para este grandioso
arco, que serve de escora ao edificio, e para
aquelle prtico soberbo ; e logo, quunJb sa-
bir, v ver pelo interior das ruinas os feixes
de columnas e os arcos fechados em ogiva,
que recordara ainda os tempos gloriosos da
arte em Portugal.
Sente-se ; goze com socego o fresco deste
retiro. Qualquer que seja a sua posigo so-
cial, nao desdenhe descansar alguns minu
tos neste modesto banco de cortica. Aqui
se teem sentado muitas vezes os principes da
sciencia, das lettras e das artes, honrando o
obscuro e ultimo cenobita destas ruinas. E,
seculos antes delles e de nos, ah nessa ca-
pellinha se reuniam tambem um grande ro
e um grande captoD. Joo leo seu con-
destavel D. Nuno Alvares Pereira. Aqui vi-
nha orar frequeutemente o piedoso fundador
do mosteiro. E em torno de nos, dentro e
fra do edificio, jazem mortos Ilustres. Por
honra delles cultivo essas rosas e goi-
vos, que alm florescem. O grande poeta
Antonio Ferreira; o jurisconsulto Mauoel
Alvares Pegas; oscosmographos-mresffuiz
Sen o Pimentel e seu neto Manoel Pimentel;
o autor da Corographia Portugueza, padre
Antonio Carvalho da Cosa ; Garca Mendes
de Castello-Branco, primeiro conquistador
de Angola ; Joo de Guimaraes, to conhe-
cido e celebrado como alfageme de Santa-
rem, a quem Garrett immortalisou sob os
nomos de Ferno Vaz ; Joo Gongalves Vel-
loso, tal vez pai daquelle Velloso amigo, de
quem nos fallou Cames ; Pedro Alvares de
Cnidas, por ventura prente do poeta... ahi
se enterraran! todos, com outros muitos, nao
menos distinctos; e por este chao, tantos
annos profanado de torpes immundicias, an-
da dispersa a poeira de seus ossos!......
lhe servir de apoio ; e a ella*amarrarar o'que na nvjsma cofa, em quetnham sepulta-
joven cypreste. do aquelle amador mettessem, mais tarde,
Quando o recebi, passei-o para o chao, um su jeito, que morrera engolindo um ca-
conjunctamente com a varinha a que elle so rogo de pcego. O carogo grelou no buxo
amparava, e tratoi-o com os cuidados e af- de defuncto e nasceu lhe um pecegueiro na
fectos quo merece a infancia. Passados me- barriga,
zes, o troncozinho-tutor rebentou e comegou XVl
a crescer com urna forga, que denunciava Ora essa !
gran dissimo apego vida. O cypreste es- K' tal e qual como lhe digo. A ar-
tendia horisontahnente as suas bastes frageis vore cresceu e deu fructos magnilicos.
e delicadas, apoiando-so no encost protec- Podera com to fino adubo na
tor com a confianga do orphao, que encon- raiz !
tra na ama que lhe deu a caridule official Mas nunca ningucm lhe apanhaya os
um pouco mais do que merece o ordenado pcegos ; e, coratudor elles desappareciam !
mesquinho e atrazado das misericordias, j Muito me conta !
Quando entro as suas raizes sentio foruilgir. O administrador do cemiterio, que nao
as do seu arrimo, chamado vida pela fur- tinha escrpulos nem peguices, dava urros
ga da seiva, o temo arbustiuho tomou como como rouboe acusava os coveiros; os cove-
um dever sagrado repartir com ellas a fres- ros furiosos, jura vara que esta vara ilinocen-
quido da trra e o calor benfico do sol; tes, mas davam-se a perros por nao poderem
afastou os seus r.iminbos para que o ar e a provar a sua innocencia Meu pai era a
luz chegassem ao seu amigo, e deu-lhe ge- nica testerounha que sabia a verdade do
nerosamente meta le da agua destinada por caso ; porm, meu pai era um velho pru-
mim para sua alimenUigo.
Urna tarde, em que sobre urna pimentei-
ra prxima cantava, baloicando-se alegre-
mente, urna toutinegra, os primeiros bafe-
jos da primavera fizeram desabrochar urnas
poucas de folhas a cstaquinha que ampara-
va o cypreste. Este, com enthusiasmo in-
fantil, e ebeio de alectuoso reconhecimento,
encarregou urna aragom, que lhe andava a
ilente, o no;tor dos cyprestes, que desde
mais de trezenlos annos reformava a fevera
c<>m toicnho humano e nao quera metter-
se em intrigas com que arriscasse a casca,
verdadeira C lea de defuncto
Que nojo Cale-se ah com essas
historias, que me est causando engullios e
atacando os ervos I
Ah I se a minha rica visinha povasse da-
brincar por entre os ramos, de ir coinmuni- quelle adubo, verja o que era medrar e llo-
XIII
Ha um anno ainda nao havia neste re-
cinto seno pedras, entulho, repugnante as-
pecto. O terreno parecia ter horror ver-
dura Nem as hervas menos exigentes de
nutrigo e mais fortes contra- os rigores at-
mosphercos vegetavam aqui! Hoje, porm,
ufano-me de mostrar o meu jardimzinho,
como exemplo do que podem a vontade e
o trabalho persistente. As paredes esto co-
bertas de trepadeiras floridas ; e no chao
preparado com longos e penosos sacrificios,
vivem e florescem admiravelmente as
plantas de todas as zonas. Um dos meus
melhores amigos compraz-se em dizer, que
eu fiz das pedras pao i E' certo que para
chegar a este resultado as minhas mos ca-
leijaram-se com o uso da enxada e o meu
suor regou abundantemente as raizes de to-
dos estes arbustos ; mas que alegra pode
comparar-se que eu Uve quando lhes des-
cubrir as primeiras flores ou me sentei pela
primeira vez sombra das suas ramas ? 1
Nesse momento nao pensei as fadgas e es-
forgos que me custara cada urna das folhi-
nbasque contribuiam para meabrgar, nem
na agua, to cara que tinha sido precisa
para as fazer desenvolver. Pensei nica-
mente, que se um homem, pobre e deente,
pode, com paciencia e tenacidade, transfor-
mar um monturo n'um jardim, como que
ba tanta gente com sade, cheia de necesi-
dades?...
XIV
O leitor, para quera o amor das plantas
nao tenha attractivos, deve estar pouco con-
tente comigo, e, provavelmente, imagina
que me esqueci do titulo da minha historia ?
Tenha pacieoc { #o necesskava preparar a
scena para depto iaf entrada aos persona-
gens. Agora, que chegamos ao logar onde
viveram e raorrerem o cypreste e o pece-
gueiro, de-que reza este coate, vou, sem
mais delongas, referir os suceekos asdmr
brosos de que foram matizadas as suas exis-
tencias. A
xv : \r 51
Apezar de pequeo, o meu jardim deu in-
commodos a muita gente; e foi comegado
com plantas viudas de muito longe. Da
ilha de S. Miguel recebi, entre cincoenta ou
sessenta variedades, quasi todas raras, um
cypreste, que teria, quando muito, dez cen-
tmetros de altura e dois ou tres mezas de
existencia'. No vazinho para -onde o .trans-
plantaram metteu-e urna estaquinha, que
ao principio julguei ser de salgueiro, par*
car a boa nova s suas visinhas mais prxi-
mas, que eram urna justiga carnea, una
cunonia capewi*, e urna yuca filamentosa.
As visinhas nem sequer fiogiram alegra
ao receber a noticia !
No dia immediato, e nos seguinles, succe-
deran-se os rebentos na joven planta ; ao
lira de una semana a sua especie revelava-
su distinctamente at aos mais inoxperien-
tes.
Era um pecegueiro.
O seu amigo, todo jbilos dangava-llie o
hymno a seu modo, bamboleando-so na
baste, e esquecia-se de s para lhe ceder
quasi inteira a sua raco de agua, adubo,
ar e luz!
XVI
Decorrerarn dois mezes. I ma noite, es-
tando eu sentado no meu banco de corliga,
delciaudo-me com o murmurio da agua,
que vinha da cascata para o tanqueziuho,
ouvi um ciciar prximo, que chaiiou a mi-
nha attengo.
Quem nunca viven no meio dos bosques,
as solidos profundas, onde as mil vozes
da natureza fallara alma duhomeu e con-
seguein fazer-se entender por ella, dillicil-
mentc acreditar que nenbum dos dilogos
que se seguem de minha invengao. Posso,
todavia, alfirmar, que a rainha inisso nesta
verdica historia siinplesmente a de chro-
uista fiel e muitas vezes do tachygrapho.
Era o cypreste quem fallava e dizia assim,
dirigindo-se justicia:
O' visinha, as suas flores esto lindas !
Dou-lhe os parabens.
Ora., o vsiuho sempre muito ama-
vel!Respondeu modestamente ajusticia.
Est primeira florescencia tem-me costado
muito I Nao faz idea I... Triste coasa
sabir a gente vegetal da sua trra e do abri-
go dos seus prenles Se eu estivesse na
minha querida e forraosa ilha de S. Miguel,
no jardim do Botelho... Lerahra-se? Na
casa nova?... Vera as flores que eu dava !
Mas falta-mc o clima temperado, aatmosphe-
ra hmida c suave, que convem s creatu-
ras do meu temperamento !... Todos t?om
o seu tvranno Eu tambera lite o meu !
Arrancaram-me dos bracos maternaes e cn-
terrarain-nie n'um vaso pequeo ; mette-
rara o vaso n'um caixote, o caixote n'um
vapor, e vim, atravz dos mares, da distan-
cia de duzentas e cincoenta leguas, parar
alfandega de Lisboa 1 O visinho sabe o que
a alfandega, porque foi meu c nnpauheiro
de viagein. Empurro d'aqui, sopapo dal-
li, quedas, esmurradellas, pisaduras brutaes,
olhos vasallos... cheguei urna lastima!
Quando me pozerain neste chao eslava quasi
morta de calor e de sede, enfrascada em agua
salgada e alcatro, raspailisadu, poeirenta,
a dar casca O dono deste retiro tratou
logo de mim, devoconfessa-lo ; nao me tem
faltado regador nem sacho... Mas que se
hade fazer aqui, ao p destas paredes velhas,
cheias de osgas nojentas? Dizem que isto
sao urnas ruinas monumentaes e que teem
l dentro urnas pedras roidas e uns sa-
bios?... Eu sei c se teem ou se nao
teem ? I O que sei que tenbo suado para
crear estes cachinchos; que nem de longe
arremedan! os esplendidos thyrsos que os
meus irmos devem ter a estas horas na
nossa querida ilha. Oh! patria Oh !
saudade !
XVII
Falle baxo, pelo amor de Deus, que
me acorda o meu protftor? Irra
continuou o cypreste, em apartebem se v
que do outro sexo 1 Falla pelos coto-
vellos I Que ella tem cotovellos como qual-
quer animal. O meu querido peceguejrmho
est a socegar, cuitado 1... O' visinha
tomou em voz alta :pego-lhe o favor de
deitar l para o outro lado os seus pena-
chos, quando o vento lh'os saecudir ; pd3
cahir alguma folha delles nos olhinhos do
meu camarada, quo anda os tem muito
tenrinhos, e esmagarlh'os.
Ai 1 pois nao I Esteja descangado,
que nao lh'o quebr !E rosnou em vo;:
baixa. Ora o toleiro Sempre bem fi-
dalgo Deixa estar que has de ter bom
pago, nao tem duvida I E ento pecegue-
ros 1 Eu tenho-os visto daquellcs de se
lhes tirar o chapeo !... A gente sempre ou-
ve coisas 1 Ah mundo, mundo 1
Nao pense a visinha que estes meus
cuidados sao fingidos; n8o senhora. Devo
tudo a este amigo. Quando eu era peque-
nino foi elle quem rae servio de apoio;
amparou-me at que as minhas raizes tives-
sem forgas para me sustentaren!...
E elle cria agora as suas custa do
visinho ?
aqui... E a ligo seria inteira mente perdida
Resta-nos pouco tempe para viver a todos ;
dentro de breves dias teremos que pagar o
ultimo tributo a esso ingrato, que ahi cres-
ceu sombra do seu beoelicio, dizendo-lhe:
Salve, pecegueiro 1 os que vo morrer,
saudam-te I
Nada poza tanto como o favor recebi-
do ; aquelle a quem se faz bem um ini-
migo que se adqure.- Disse sentenciosa-
mente a cunonia.
Forte novidade I observen no mes-
mo tom a juca ;os amigos nao sao seno
inimigos domesticados.
Agora tarde para reparar a minha falta,
volveu melanclicamente o cypreste ; o
sol nao allumiar por muitos das os meus
paludos ramos; jno ha orvalhosde noutes
serenas, nem lagrimas de frescas madruga-
las, que apaguem a sede ardentes que me
devora 1 Os meus momentos esto contados;
mas, como foi por fazer bem que perco a
vida, Deus sentencear entre mim e o meu
assassino. A Justiga Divina alcanga todos e
para tudo,
Credo 1munnurou a justicia.Es-
tou-ine a internecer com o que elle diz !
E, aproveitando urna lufada de vento,
curvou-se e o limpar um olho na borda
do tanque.
roscer !
O visinho j o provou ?
O acaso fe/, cahir a noz que me deu
vida dentro do ouvido de urna mulher, en-
ierrada sombra de mcu pai. Aquella
creatina tinha sido citada como a mais or-
mosa maravilha do seu lempo ; porm, Q
seu crneo eslava tao vano de milo, que
apenas me deu alimento para um dia !
Felizmente consegu deitar una raiz para o
lado de fra o encontrei logo urna riqueza
de tesados adiposos, que me consolou. A
encantadora beldade tinha, como muitos ho-
raeos grandes, a sede das suas faculdades no
estomogo. Era toda reconstruida com tas-
salhos de porco, e, vista de dentro para f-
ra, parecia mas um paletele carne do que
urna forma humana Eu comegava a so-
borear as primeiras alegras da infancia,
quando me arrancaran dessas delicias para
me tetzerem a este desterro !...
Ea historia dos pcegos? Quem os
COmia, finalmente ?
A alma do tal, que andava procura
do pecegueiro.
Ah !
E' verdade, Engolia-os com careos
e tudo ; por isso nao ficavam vestigios do
furto.
XIX
Neste ponto foi interrumpida a conversa-
go por um hocejo do pecegueiro, que acor-
dava.
O cypreste inclinou-se para elle o afagou-
o, apfoveitondo-sede um soprode vento que
o auxiliava. Ajusticia sorrio-sc edissecom-
sigo.
- E-ts amajado Eu c, com pecc-
gueiros nao quero nada.
O cypreste, que at alli se desenvolver
rpidamente, suspendeu de repente o cres-
cimento ; os seus tenros ramiiihos descatii-
ram em pouco e perderam o vioo c frescor,
que primitivamente ostentaran!.
O pecegeiro, pelo contrario, crescia com
rapidez ; tomou o dobro da altura do cy-
preste; cohrio-se de ramos e folhas, c em
lugar de protegido achou-se segunda vez na
posigo de protector! Nao era j a esta-
quinha modesta, prestando apoio a outro
arbustiuho ; nem to pouco a pbfntazinha
de olhos tenros e frageis raminhos, que ca-
reca cncostar-se ao seu joven amigo e pedir-
Ido mol ule da propria existencia para ad-
quirir forras. Tornara-se vigoroso arbusto,
arvore quasi, direito, alto, de aspecto inso-
lente, queameagavaesmagar soba sua fo-
lliagein compacta o humilde cypreste a
quera devia a vida !
O protector devorava o protegido, como a
justicia prognosticara.
Todos os visinhos vegetaes murmuravam
da soberba e insolencia do parven, que
custa delles ia medrando, ao passo que os
fazia emagrecere delinhar, roubandodhes o
rea luz. Com as raizes sugava-lhes os
suecos da trra c estrangulava-lhes as del-
les cora os ramos tirara-ibes a respirago !
Euouvia as queixas dos opprimidos, que
achava justas, mas nao me atreva a tomar
nenhuma resolugo. Amo as flores... e sa-
bia que teria de perder algumas das minhas
melhores plantas, por causa do pecegueiro;
mas nao detesto os pcegos... e abstinha-me
de intervr. O infeliz cypreste, que passa-
ra, muito primeiro que as suas vistnhas,
posigo de victima, era atormentado quoti-
dianamente com as recriminagoes e insultos
das que o tinham advertido.
XX
Eu previno-o com tempolhe dizia a
justicia n'uma noite de luar.Se voss nao
fosse um asno, teria esgauado esse patife
em quanto tinha mais forgas do que elle ;
agora, pegue-lhe com trapos quentes E o
peior que todos nos temos de pagar com a
vida as suas asneiras
Anda a visinha, pode espirrar com os
seus cachos l pelo lado da parede 1Dizia
a cunonia capensis justicia,Porm eu,
quesouto pequenina, aqui morro asphyxia-
da pelo monstro !
E eu?Accudio a yuca filamentosa
que nao posso viver seno desaffrontada ?
Esse cachorro desse cypreste precisava urna
ligo mestra !
Ainda mais do que estou tendo ? I
Pergunton o miseravel arbusto, quasi morto
de fraquoza.Pago com a vida a minha
confianga e generosidade e anda as senho-
ras visinhas acham pouco ?
Morresse voss, que o levasse a breca I
Mas nao desgragasse os outros IBerrou a
justicia, fazendo-se vermelbade raiva.Nos
nao temos culpa de voss ser tolo.
Eu proceda com boas intengoesre-
E' iusto. Coosidero-me feliz, retr- plicou humildemente o cypreste.Sabia l,
buindo-lhe o servico que elle me fez ou-' que se pagavam assim os beneficios I
tf'nr I Olhem o parvalho Itomou a ou-
Deus queira, que nao se arrependa ? tra.D'onde vira elle com tamanha inno-
Tome sempre cautella, visinho I Tem-se cenca ? I J ouvo alguem gabar-se de
visto protectores1 que evoram os protegidos! neo ter levado coice daquelles a qqem fez
Eu^sou mitolnova,' mas lembro-me de bem? Nao fallo s c do meu sexo, que
ouvir contar aos meus prenles coisas de se agatanham physica e moralmeele at
metter medo Desconfe dessas creaturas por causa de urna flor mais ou menos fana-
vaidosas. que proddzem fructos de que os da ou por amor de urna folha cada ; mas
homens goslam. 'a s do seu, que se tem em grande conta e
Nao m'o esteja a maltratar sem ra- se andam sempre a gabar uns aos outros em
zo 1. O pcego urna bonitacoisaj Re- voz alta e a marderem-se em voz baixa!
cordo-me tambem de ter ouvido referir a Sao pe ores do que os caes, quando alguem
meu pai, que vira, durante muitos annos, a lhes faz obsequios I
alma de um defunto andar a carpr-*e roda Nao diga isso, oreatura deDeus! Aprel
do cemiterio, em busca de urna dessas ar* Sempre tem urna nguazinha !
vores, para matar saudades do fructo que^ Porque digo as verdades M Quer que
mais amara em vida! O acaso fez om lhe abra ao acaso a historia ? No_a tenbo
XXI
O pecegueiro tinha acordado havia mi-
nutos, porem finga dormir ainda para ou-
vir a conversago. Vendo que todos se ca-
lavam, saecudio-se violentamente e rosnou
com visivel mo humor :
A ignorancia atrevida 1
Acordou o tratante !disse em voz
alta a yuca.
tratante ? Veja l como falla I
Que maior prova quer da su3 m n-
dole do que a de ter sugado a vida d'esse
mesquinho tolo ?lhe retorquio a yuca.
E ainda mais : nao nos est roubando desa-
foradamente a luz e o ar com os seus rama-
Iboes '! Mas que admira, se priva da exis-
tencia quera llie deu a sua I
Folia dispensar-me de responder sua
chocha tagarellice tornou gravemente O
interpellado; -mas o respeito que deve i
s iproprio todo o pecegueiro honesto, obri-
ga-me a"esclareae-la.
Pois esclarega, faga-me essa graga.
Volveu irnicamente a outra.
Em primeiro logardisse o peceguei-
ros a Deus devo vida...
E' verdademtirmurou a justicia ;
mas se nao o ajudassem, desde muito qOP
tinha espichado.
Ou espichara ou naoresponden elle.
Se depois de Deus devo favores a algu-
m.' creatura a esse pobre diabo, que ahi
est sentado ao p do tanque; limpa-me
lodos os dias de formigas e piolhos, e es-
tafa-se a regar-me, sem saber ainda se me
comer os fructos !
Pois sim ; mas voss nao pode negar
que viven custa da raco do pobre cypres-
te; e agora deixa-o morrer !
Quem o manda ser asno ? 1
Ainda em cima disse o cypreste.
Depois de queda, coice !
Elle ignoracontinuou o pecegueiro
que o Creador, dando a todos os ente-
creados a trra, esta mi commum, ierre
malar, (desculpemeste bocado de latim.
que eu apanhei a um homem que nao o sa-
bia) disse a cada um de per si: Trabalba
queeu te ajudarei.
E que faz voss? Em que se oceupa ".
Interrogou muito azeda a cunonia.
Que fago ? Lavro com as minha>
raizes o chao onde me collocam : procuro,
no seio matermo, os veios hmidos e os
suecos nutritivos, que rae do vida e forga :
sondo as profundezas da trra em busca
dos segredos que renovam e augmentan a
seiva, preparando-rae dia e noute para os
mysterios augustos da florescencia c da fruc-
tilicago.
Charlato !rosnou a yuca.
Intrujo !secundou ajusticia.
XXII
O pecegueiro proseguio com enthusiasmo:
Trabalho, para consuminar os desti-
nos que Deus impz a todos os vi ventos :
tonto ser til e corresponder confianga do
homem, que me cultiva, pagando-lhe com
fructos deliciosos as suas fadigas e cuidados.
O cypreste urna planta intil e estril !..
Sacrilego clamou indignada a sua
victima.
Nao juntes ingratido a calumnia.
Tenbo soffrido at hoje as tuas extorsoes e
vilanias e resignava-me a morrer em silen-
cio... Visto, porem, que insultas a minha
especie, nao quero nem devo suecumbr
sem protestar primeiro, perante o co e a
terra,contra as tuas asserges mentirosas. O
cypreste a arvore de elego.a cuja sombra
pielosa se acolhem os mortos. Ohomem, o
mais perfeito de todos os seres creados, o
nico a quem Deus concedeu o poder de
alterar as formas das plantas, corrigindo a
obra divina, consagrou o cypreste, desde o
Paraizo, aoamor e saudade dos que amou
e perdeu... enoousou nunca talhar-nose>
ramos, como faz s outras arvores I Isto
prova, que na opinio d'ello s a minha es-
pecie satura perfeita das raaos do Eterno, e
que todas as outras precisara ser,e'nendadas e
melhoradas pela tesoura da sabedoria bu-
mana Em toda a parte onde eu existo o
chao sagrado; as almas dos que passam
comprazem-se em vir, quando Deus lh'o
permitte, colher entre os meus ramos teva-
lhados de lagrimas celestes as preces dos que
ficam. Com o acre chebo das minhas foiftas
preservo os vivos da peste, que sem a mi-
nha intervengo lhes causariam os Cbrpos
corrompidos. Alongo-me para o co, na
atttude humilde da supplica, oereeendo a
minha fronte ao raio, para que a colera
Divina poupe os que repouzam protegidos
por minha verde coma. Sentinella da cam-
pa, velo pelos que dormem o ultimo serano
e advirto os que me contemplara de fonge
para que se nao esquegam de orar emonati-
to nao adormecen I... Assim como a for-
ma dos-meas ramos, na opinio dos antigos
povos, symbolisava, pela sua gualdade, [a
regularidad*que deve haver-na distribuidlo
da justiga terrestre, a minha mUdeu-a, mais
incorruptivel do que a do cedro, atiesta
que me nao pode Jser comparada ne-
nhuma outra arvore e muito menos d'ee-
sas que pretendem fazer ostentagflo detjaali-
dadesque nao possuem !
(Continuar-st-hn
TYP. DO DlAUt RA D&UbM>K AXI


Full Text
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