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Diario de Pernambuco ( Monday, March 17, 1873 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12863

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, March 17, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12863

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12863

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, March 17, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12863

Full Text

AMO XLIX. MUERO 63
PARA A CAPITAL E LCGABES OXUE XAO SE PACA POHTE.
Por tres mezes adiantados ^#^............... 69000
Por seis ditos dem ' .............. 139000
Por um anno idem ....-<............. 4000
Cada numero avulso.............,,,,, 320
SEGUNDA FEIRA 17 DE MARCO DE 1873.
PABA DE.Vmu E IB.V DA I'BOVIM 1V.
Por tres mezes adiantados.................. 69750
Por seis ditos idem..................... 139&00
Por note ditos idem.................. 09250
Por uro anno idem. ,................ 279QW
PR0PR1EDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILH0S.
s Srs. Gerardo Antonio Al ves & Filhos, no Para; Goncalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de temos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, am Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.era Goyanna {.Francino Tavares da Costa, em Alagdas; Alves & C, na Bahia; e Lehe, Cerquinho & C. no Bio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Falla
GOYEHNO HA. PWOVIXCIA.
coni que o Exm. Sr. commendador Henrique
jreira de Lucena abri a scssao da assembla pro-
Per
viudal, no 1." de marco de 1873.
Dunda.
COMPANHA SANTA THEHEZA.
A" cargo dessa empieza curre a illuminaco gal e abaslecimeiito d'agua cidade de
Inaugurado o servio da illuminarib publica e particular ua omite de & de agosto do anno
"lando-se ja func-
iimpleto.por lodo
in...ijini.iii' i> iM,'i un iirniniii.ii.1 > |iui/ni,i o iiiiniLuiar ua nome ue ue
pruxi o lindo, tem elle sido regularmente feito, sendo a luz geralmcnto boa, e acbando-se ja func-
Ctonandi ni. coaibustures dos 11*0 contratados, eujo numero, espera se, ficar coi
o co'i"fiiii: mili.
Na forma da condico 17.J do emirato respectvo-fo; a companha multada om 3968i0
jor 002 rombustores que (orara oucjitrados apagados e 8 coin luz amortecida.
En viriude de autorisaro da presidencia de ."i de agosto daquelle anno nomeou o respec-
tivo engenheir.t liscal un guarda para o auxiliar na hs-alisaro desse servico. A quantia dispen-
dida at dezeoibro ultmo foi de i.iMi.Vi'.i.
ABASTECIMENTO D'AGUA
Foi igualneute inaugurado, se bem que provisjriamente, o serviro para o abastec-
owitu d'agua potavel aos babitantes daquella cidade no mes.no dia cm que se inaugurou o
da lluniiuaeo publica.
Terminando em maio prximo rindouro o praso para concluso dessas obras, apmas Talla
efectuarse a coberta do tanque da ribeira, e a casa de .'atino, de que trata o contrato dessa em-
pieza, que, segundo informa o respectivo gerente, estar acabada em outubro do corrente anao.
Tencin a a mesura coiiipanbia annexar referida casa um lavadouro publico, bem como
Mocar un deposito d'agua ua S, para maior facilidade do abastecimcnlo dos habitantes daquella
parte da cidade.
Funccionam actualmente qaatro eliafarkes e urna tomeira na povoa'.o de Duarte Coelho,
eiido a agua fornecida ao proco de reis o balde
COMPANHA DE REBIMBE.
Pencas foraui U obras que se tizeram no auno prximo lindo, sendo as mais imporlautes a
o*a linha de cao do M mgmiilio at a ponte da Magdalena ; o asscntainente de canos para o
forneeimenlo d'agua no chafar de Santo Amaro, o.in construeco, as obras do novo acude no
engenhoDous limaos -, e a mudanza dos chafarizes do Furto do Mallos e da Hibera.'exgida
pela altera/ao da planta da cidade,' que penniltiu a conM.-uc.o de casas naquelle lugar, e ueste,
a do noy mercado publico.
Na) pode anda a companhia emprehenJer, como prnpz se a conslruceao, de urna nova
casa d'agua no bairro de S. Jos t-m um terreno j comprado para esse liin, nem de urna torre
liydraulica de asseotaiiientus de machinas e bombas, alim de distribuir a agua pelos l.e 2." an-
dares das casas desta cidade, por falta, segundo allega, de recursos pecuniarios ; mas tendo a as-
amblea piral dos accionistas autorisado o augmento do capital da companha para levar a afeito
aexecueau desdas obras, espera a necs-ari.i approvacao essa delibcraco, alim de dar-se
principio as reieridas obras.
A falta d'agua de que ltimamente se resento a populacio dos Afogados e da ra imperial
eu lugar a que algumas pessuas do puro menos sensatas se a'motinasseiii e qiiebrassem o chafa-
ra prximo a ponte daquelle nome.
Logoque ti ve coiihecimento do facto, provideticiei nao ? em ordem a reprimir scmilhanle
abuso, cuno a que fosse a referida popularn abastecida d'agua
COMPANHA DE ILLUMMACO DA CIDADE 1)0 RECIPE.
Aeham-se em bom estado de eonservacvo as obras dessa empreza, tendo-se Construido
um uovo gazomelro no luesuio local, onde bata oolro estragado ; fizerainso tainlieni os melhora-
mentos indispensavi'is nos respectivos apparelhos,
.o F";'L'd,'"'',''.;,,'tL';'l|l'ito 1383 lampeos pnblieos, sendo a companha multada em___
1 MSi 20 por lia/, que foram encontrados apagados, e 10980 do luz amortecida, durante o
A despesa i.;ita com esse ramo do servico no auno prximo findo foi de 87:7108W).
Tendo a le provincialla iOol, de 13 de juuho ultimo autorisado o augmento de mais
'.) lampeos pira a iliumraarao da cidade pelo proco do padro monetario actual, sem allooder
Sfl a dilercnca do cambio, deixaram elles de ser enllocados, por se haver a isso recusado o res-
pectivo gerente sujeitando-se tao smente collocacao de 16 no jardim do conde d'En, por se
acharem et;s dentro do permetro privilegiado.
Pareeeml.i-iiie oxcessiva seinelliaule despeza chamei sobre isso a atten';ao dorespectivo en-
genueiro fiscal, orJouando-lbe que indicasse as medidas a tomar se em ordein a garantir os rec-
procos interesses da empreza e do publico.
Pelas experiencias feitas no photometro manmetro que se acham collorados em urna das
salas da repurticaodas obras publicas, veriticou o mesmo engenheiro que o exeessivo consumo
debido a ler a empresa dado maior presso nogasmetropara satisfazer as condifoes do seu
contrato, relativamente a illumina';o de Apipucus resultando dsso licarem os registros dos par-
tiouliras tamliem sujeitos, maior presso, e d'ahl o maior consumo, sem resultado correspon-
dente para as respectivas casas.
Em vista dessas experiencias ordenon-se empreza que, no prazo de quatro dias improro-
gaveis, substituisse todos os bicos da illuiuinacao publica (n. 2) pelos de n. 4, e baixasse a pres-
iau de i a 6 decimos de poUcgada, de maneira que a loica ilummante do bico empregado fosse
:i estipulada ni contrato.
Informa o engenheiro fiscal que esta mndilic.icao em nada hiten o consume da Ilumna-
lo publica, porque, se augmentase o poder Iluminante do bico, diminue-se na iiiesma raziiu
a presso, e lucram os consumidores particulares, sem prejuizo abjura para a companha
as experiencias cima alludidas veriicou-se lambera que, rom a presso de urna pollegada
e dous decimos obtoai-se mu pador Iluminante correspondente a 10 velas com um consumo de
cinco pes cbicos por hora.
Em vtrlude da 2' cundic/io do cntralo, paga o governo 30 rs. pela luz de cada combustor
cedendo a um rigoroso exame sobre os elidios da presso e do poder Iluminante, no sentido de
cvitar-se maior consumo aos particulares, sem dhiiinuico da inleiisidade da illuminacao publica,
habiluasso esta presidencia a providenciar com verdadeiro conhecmento de causa sobre to re-
petidas le.-laiuanM':.
KSGOT0 E ASSEIO DA CIDADE DO RECIFE.
A companhia-Itecife Drainagc Limited-, a eujo cargo csto estes importantes serviros,
.. i.ilha com bastante actividade.
Nos dstictos de Santo Antonio e S. Jos, funecionaram at 31 de dezembro ultimo i,900
apparelbos, existrado anda em estado de funecionar WK
Os ourinatorios pblicos no lu dslrctn sslo qoasi promptos, toado sido j dous acabados
entregues i cmara municipal, devendo Mear os outros brevemente concluidos.
No disiricto do ecife a estaco das bombas acha-se concluida, e as obras inteiramente
.. abadas, tendo ja principiado una parte do servico do esgoto no dia 23 de dezembro prximo
lindo, e a outra no dia 3i, prefazendo ao lodo 404 "o numero de apparelhos que all fiiiicciona-
ram at o lim do anuo
No districlo da Boa-Vista estiio quasi completas as estacoes das bombas e as obras geraes,
e estanam j concluidas, a nao ser a demora que tiveram os canos na alfandega por exigencias
de pagamento do direilos.
Em relacao ao servico dos apparelhos, queja funccionam, "diz a empreza no seu relatora
legniate : F
Que ella tem sido forrada a fazer urna avultada despeza, muito Irabalho e grande in-
eommodo pelo deleixo de muilas das peasoas, que se servem dos apparelhos, e que mudos dos
. encananijutos .le esgolo das casas teem sido obstru los pelas materias solidas laucadas \im ba-
.- cas, bein cuno, i|ue muitos apparelhos esto incapazes de servir pela grande quanldade de
t iiniivn lires lanzadas sobre elles, que nao obstante pelo contrato e regulamento em vigor ter a
a companha o direito de cobrar as despezas bitas com esses reparos, visto ser essa deterniina-
< '. io proveniente de maHeitorias ou negligencia dos inquilinos, tem ella at o presente se abslido
de o fazer, attendendo a ser esta empreza um melhoramento hovo na provincia, e pouca
. pratica que toem rauitas pessoM no uso dos respectivos apparelhos que para proporcionar
um suppriinento abundante d'agua, construir um grande poco em cada urna das estaedes das
b'imbas.
a Finalmente o uso irregular que f.-.zem dos apparelhos do districlo de Santo Antonio, oc-
i easioaa um serio desperdicio d'agua, obrigandj as m a empreza a fazer urna despeza muito
< maior, o pede que o governo llie auxilie nessas dilliculdades, tornando esse servico regular, o '
que tan neeessario pura o bem estar desta cidade.
O engenheiro fiscal nao jnlga procedentes muitas das razes apresentadas; porque a falla
d agua nos apparelhos e as irregularidades, que constantemente se notam, nem sempresao devi-
daa a negligencia ou malfeitorias das pessoas que delles se servem, e sim falta de capacidade
dos depsitos d'agua que nao du supjirimeuto sufliciente para a lavagem simultanea de todos os
apparelhos, e tambem a m construc.ao, com que sao executadas essas obras, taes como a june-
co de encanamento de chumbo, a i acia do apparelho por meio de capsalas de borracha, e a
oxidado dos ferros das vlvulas, dando isto origcm continuados concertos, com os quaes sao
sempre prejudicad)s os particulares.
Suscitndose duvidas entre a companha e o respectivo fiscal por occasio do primeiro
pagamento, sobre a interpretado dada ao art. i7, combinado com o art. 18 da innovacao do on-
trato, foram ellas solvidas em 26 de outubro Ultimo, pelo meu digno antecessor ; e em virtude de
sua soluio, atiateu-se 1C23 na annuidade de cada apparelho, visto ter se reconhecido pela com-
para^o das relacoes das casas de 1863 e W7I, que pagavam 131500, ou menos de decima.
existirem cerca de 650, que estavam eomprehendidas nos arls. 17, 18 e 19 do mesmo contrato.
Em additame'nto aquella solucao resolv tambem em 19 de dezembro ultimo, outra duvi-
da que me foi .-presentada polo inspector da thesouraria, relativamente ao pagamento provincial
que contra a letra da contrato, pedia a cumpanhia pela canalisaeo gcral, quando passava-
p'ilos quinlaes.
Tendo eu verificado, logo que assumi a administracao desta provincia, achar-se visivel-
niete falsificado o termo de contrato innovado com o commendador Antonio Gomes Netlo, cessio-
nano de Carlos Luiz Cambronne, quanio ao preep estipulado da canalin^lo, na razao de 730 rs o
paiaio, o que imimrtando para o cessicnaro um lucro de perlo de trezentos contos de res, nao
dena por certo escapar urna administracao zelosa e intelligente como fora a do ronse-
Utlro I aranagu. reinelli i'n coMinenti o respectivo livro ao Dr. juiz de direito do 2- districto
mmnal, alim de que nomeando peritos, procedes a exame no tormo original da innbvaco do
dito contrato e averiguasse sehaviam ou nao raspaduras as palavraspeIopfe;o j f'pulado
que alli se l. bem como se as letras d; que se compoemas palvras - razo da "50 rs. opalino, se
acham ou nao conchegadas, de modo a caberem no pequeo esparo disponivel, no linal da dcima
linha da II. 1V1, verso, do respectivo livro, e sendo palos ditos peritos reconhecida a fcilsilicacao do
mesmo contrato, como veris das copias dos respectivos autos de exame, que vos serlo romttidas
pela secretaria desta presidencia, bem como (cando provado pelas inforinacdes que me foram mi-
nistradas pelas roparticoes- competentes, que nao foram enviadas copias do mencionado contrato
thesouraria provincial, a repartirlo das obras publicas, nem a esta assembla, e outro sim, que so-
bre semelhante preco nao Consta que fosera ouvidos os chefes das respectivas repartieres, uem
mesmo pessoas habilitadas; resolv, pelas razi.es e considerandos constantes do meu acto de 23 de
janeiio ultimo, ordenar ao engenheiro cliefe da reparticao d is (iras publicas, na qualid.ide de lis-
cal da mesma companha que eutondendo se particularmente com o dito gerente, Lie intimasse
que quanto antes procurasse onteader-se cora esta presidencia, alim de chear-se a um accordo
quanto aoprert) einquesto, sob pena de ver proceder se na forma da le.
E como convm dar una solu^j questao no p em que ella se acha, eu a subinetto a
vossa Ilustrada apreciar.io, para que resol aes se o contrato, de que se trata, deve produzir to-
dos os seus eneitoi, nao obstatTte o vicio notado, ou se deve esta presideucia insistir pelo accordo
reclamado sob pena de intentar a sua resciso
COMPANHA PEHNMI1UCO STKEET RAILWAY.
Acliam-se completamente concluidas e csubelecidas as linhas d- carris de ferr i as ras
desta cidade, e em alguus de seus suburbios, e abortas ao trafico publico de confurmidade coin
as oiausulas do contrato.
Est por consecuencia realisado um dos mais uteis melhoramcntos que>se tem emprehen-
dido nesta provincia.
J vo sendo devidamente apreciadas pelo publico as vantagens da ram'dez e barateza do
transporte, junto certeza da hora marcada da sahida e chegaih, que olferece a empreza.
Os moradores das ras e povoacoes, que ainda nao eslao favorecidas desse melhorjment,
comecam a dirigir represeutar eos ja esto usufru-indo.
. Executanm-se eabnram-se durante o anno findo, o reates de Santo Ama-o, estrada de
Joao Fernandes Vieira, prolongamento do da Magdalena, e o da linha dos Afogados.
Todas as linhas du carris assentadas nesta capital, inclusive os prolongaracntos. formara
una extenso de 2i kilmetros e 897 metros, os quaes a comp-inhia procura trazer bem con-
servadas.
Tem ella urna turma de conservadores e calceteiros, que se orcupam conlinuadaraente nos
concertos necessarios as diversas linhas.
Couipoe-se o pessoal da linha de 176 empregados, sendo lOibrasileiros c 72 estrangeiro?.
Possue a companha 31 carros de passageiros, sendo 21 em servico o lOde re-ervae em coiic-r.
to ; tem alm d'sso, duas can-ocas de carga e 390 animaes.
I}ur,ute o anno (|ue acaba de lindar, transitaran! nos carro* da mesma companha.....
1,677:167 passageiros, o .pie importa u na receta bruta de 333:i33i4 O.
Deram-se no correr do anuo, sete desastres, e por serem reroiihecidos patas autoridades
pohciaes casuaes ou devidos a mprudenria dos passaceiros, doixaram do ser punidos os respec-
tivas empreados.
Constando me haver em crcularao grande emissao de bbeta da companha, o que ira-
portava a autonsago para praticar-se um acto criminoso em proveilo di mesma companha, e
com verdadeiro prejuizo para os particulares, ordenei era Si de outubro ultimo, ao engenheiro
liscal respertivo, que prohbisse a referida emissao, devendo ella miinir-se de moeda de bronze,
bem como da de nickel, que se es|ierava do sul para troco dos bilhetes romprados.
Eifectivainonte do i* de Janeiro deste anno come.-oursc a nao vender-se mais bheles, e
nem da-los era trocos, e o servico vai send) feito com regularidade.
Ein i7 do mesmo mez de Janeiro, niandci (ue a coinpanhia apresentasse os 4.89 paralleli-
pipedos de que se utilisou no calcamento dos respectivosf trlhos, ou que entr;isse com a impor-
tancia delles para os cofres pblicos.
ILLUMINACAO A GAZ DA CIDADE DE GOYANNA.
Por a>;!o de 11 de feverero ultimo, e de conformidade com a le n. 833 de 22 de maio de
1868, coutratei com Justino Jts de Souza Campos a illumna;ao a gaz da cidade de Goyanna,
mediante as clausulas constantes daquelle meu acto, e que vos serio presentes.
ABASTECIMENTO D'AGUA POTAVEL DA CIDADE DE GOYANNA.
Tendo caducado o contrato celebrado coin o barao de Bnjarv para o encanamento d'agua
potavd da cidade de Goyanna, autorisado pela le n. 799 de de maio de 1868, por ter fallecido
o referido contratante, re com Justino Jos de Souza Campos, mediante as clausulas constantes de meu acto de 14 de fe'vs-
rciro ultimo, que tambem vos sero presentes.
[Continnar kd.)
DESPACHOS DA pnESIDF.NCIA DE 14 DE M\nCO DF
1873.
Amador de Barros Cavalcanti l.ins.Passe-se
portara, concedendo a licenca com venrimentos.
Herdeirus de D. Clothilds Ignez da Silveira
Bastos.-Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
Jos Rufino C imaco da Silva. -Passe portara,
designando o 3. hatalbao de rescata para a elle
ser aggregado o suppcante
Johnston Pater & C.-Informe o Sr. capitao do
porto interino.
Joio. Francisco Alves Indeferido.
Jos Antonio Gucdes. -Informe o Sr. brigadeiro
director do hospital militar.
Joo Evangelista de Carvalbo. -Indeferido.
Jos Antonio de Alboquerque Pedroza.Infor-
e o Sr. gerente da rompanhia pernambucaua.
ni Joaquim dos Sanios Azcvedo.Sim.
Baeharel Joaquim Jos de Carvalbo Siquera
Varejo.-No tem o supplirante direito ao paga-
mento da quantia fe'7:480 que reclama, como
professor de desenho do gyinnasio provincial, a
contar do lempo em que foi suoprimda a respec-
tiva eadeira, at o dia em que reassumio o excr-
ete d'ella ; porquanto est provado que o supp-
cante durante essetempoausentou-sc da provincia,
e estove empregado em commisso do governo ge-
ral. A vitaliciedades Ihe da va direito de ficar em
disponibilidade para ser empregado novamente,
quando houvcsse opportunidade, e nunra para ex
gir vencimentos de um emprego que nao exerceu-
In-deliro, pois, o que requer.
Lourenr^o Mendos da Silva,A'vista do que in-
formou o Sr. Dr. chefe de polica, nao tem lugar
o que requer o supplicante.
Luiz Cyriaco da Silva.Indeferido.
Maximiano Jos dos Santos.Sim.
Mara Jos da Fonreca.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de lazeuda.
Maximiano Lopes Machado JniorIndeferido.
viste nao estar ainda marcado o prazo para o con-
curso a que-allude, e por ser o supplicante pro-
fessor interino.
Manoel Antonio de Araujo.Informe o Sr. cora-
mandante das armas.
Dr. Odilon Baplista de Oliveira.-Sim
Dr. I eJro de Athayde Lobo Moscso.Encami-
nbe-se.
Secretaria da presidencia de Pcrnambuco, 13
de marco de 1873.
O porteiro,
Si 11: i iw A. Rodrigues.
lieparticto da italicia.
1.' seceo. Secretara da polica de Pernambuco,
15 de marca de 1873.
N. 548. Illm. e Exm. Sr Levo ao conhec-
mento de V. Exc. que, segundo consta das partici-
parles recebidas boje nesta reparticao, foram reco-
lliidos honteni casa de detencao os seguidles in-
dividuos :
A' ordem do subdelegado do Recfe, Gabriel Pei-
xe Nelo, reuuisi.o do-cnsul hespanhol.
A' ordein do do 1." districto de S. Jos, Joo de
Souza e Basilio, escravo de Jos Antonio Pereira
da Silva, por embriaguez e insultos ; e Felicio, es-
cravo de Jos Paulo Botelho, a reauerimento
deste.
0 subdelegado do 1. districto do termo de San-
to Anto, por offlcios de 1 e 10 do corrente com-
municou-me que capturara e recolhra respec-
tiva cadwia Manoel Barradas, que ha dias furtra
dous cavallos de propriedade de um morador do
engeuho Quemadas, daquelle districto, entregan-
do para isto um arrombamento. Que acerca
de semelhante facto fizera a competente vlstoria
e proceder a inquerito policial, o qual j remot-
tra ao juizo competente para os devidos fras.
Que naquella data fuera remessa ao Dr. juii
municipal do termo do inquerito policial que pro-
ceder pela raorte de Joao Baptisla, de que tratei
em mnha p^rte diaria, sob n. 519-de 12 do cor-
rente.
O delegado do termo de Cimbres, por ofDcio de
4 do corrente. partcpou-mo que no lugar Arara,
limitrophe daquelle termo com o de S. Joao de
Cariri, da provincia da Parahyba, ra atacado em
sua propria'casa o cidadao Josn BBzrra dos San-
tes, por uro grupo de qunze pessoas capitaneadas
por Hypofo Jos da S;lva, mirador na Serra dos

Moco, da referida provincia, resultando de semo-
lliante facto ficar contuso com vinte e tantos feri-
nient s de faca, faci e couces d"armas o referido
Jos Bezerra dos Santos, e morta a mulher deste,
de nome Luiz.- de tal, a qual estava em adiantado
estado de gravidez. Que o subdelegado respectivo
proceder s competentes visturas-, conseguindo
prender a Hvpoto e a um seu genru de nome An-
gelo Alves Fetosa, que faza parte do-squito Kei-
tosa, e que ia proceder a inquerito, alim de re-
metl-lo ao juizo competente para os devidos fms,
do que dara logo srencia a esta repartirn.
Por ollico de 13 do corrente comniunicou-me
o delegado do Cabo, que no dia antecedente fora
encontrado o cadver de Bellarmno Jos do Espi
rilo Sanio, mestre da barcaca Atalaia, ancorada
na praia oSuaue, daquelle termo, c que inme-
diatamente para alli se dirigir, onde proceder
a corpo de delicto e demais diligencia, resollando
* destas verificar-se que a morte do mencionado Bcl-
, lannino fra casual, e finalmente que fizera o res-
jieclivo inquerito policial, que j fura remetlido ao
juizo competente.
O delegado do termo da Escada, por ofllcio de
14 deste mez, coramunicou-me que o subdelegado
do 2. districto daquelle termo Ihe participara que
fra encontrado no lugar Frexiras o cadver de
Joanna de tal;. que da vistura que fizera, verli-
cara-se que a morte da referida Joanna lora o re-
sultado de um ataque de estupor, tendo a tal res-
Mito procedido ao espectivo inquerito, o qual j
fra remedido ao juizo competente.
"Deus guardo a V. Exc.Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira do Lucena. dignissi-
aio presidente desta provincia.O chefe de polica,
Luiz Coireia de Queiroz Barros.
DIARIO DE PERNAM8UC0
RECIFE, 17 DE MARCO DE 1873.
Noticias da Europa.
Honlem s l'> horas do dia fundeou no lamaro
o vapor inglez Cuzco, da linha do Parifico, trazen-
do datas de Lisboa al 4 do enfrenta. Eis que
col lie us dos j ornaos e cartas :
FRANCA.
Continua ainda a ser o theraa das diseussT.es po-
lticas o accordo conseguido entre o governo e a
commisso dos Trinta, evitando a prudencia
coinmum os conflictos que se rereavam.
A proposta do Sr. ufaure concebida nos seguin-
tes termos :
a A assembla, antes da sua separacao, estatui-
r sobre a organisacio e modo de transmisso dos
poderes legislativo e executivo, sobre a crearan e
attribuiees de urna segunda cmara, e sobre a
lei eleitoral, -foi adoptada por 19 votos. Tam-
bem foi adoptada a segui nte emenda do Sr. R-
card : a O governo submetter cmara prujec-
tos sobre estes ponto3.
As decisoes da commisso esto produzndo
grande mprosso, sendo recebidas nos circuios
parlamentares com satisfaco quasi unnime.
A opioio qua-i geral na imprensa e que nao
ha vencedores, nem vencidos, e que todos se de-
ven felicitar cora urna conclaco que altaste da
Franca esses conflictos, anjos perigos provocam
no na'. os mais fundados receios.
Este aconteciraento poltico foi a causa da
separacao do centro direito e da direito propria-
menle dita, que tem por "gaos na imprensa a
Union, o Univers, o Mond, e a Gazette de France.
Snstentam estas foi has, que os chefes do centro
direito, que fazem parte da commisso dos Trinta,
havam abandonado o programma adoptado h\ dous
I mezes pelas diversas fraecfles do centre direito, c
Jdadireita, o que, na opino das mesmas folhas
urna gravissiraa falta de euraprmento da palayra
dada.
Resulla daqui urna mudanca de siiuaco que
nao pode deixar de fixar muito a atenco publica.
Deste novo estado de' cousas pode sabir ulna nova
ordem de evoluc-o dos partidos.
A indignarn da direita contra o centro direito
manifestada primeiro pelos jornaes, cometa a
! manifestarse na assembla onde o Sr. de Saysv.
i temando a palavra depois da leitura do relatoro
I do duqne de Broglie disse que a obra da commis-
sao dos Trinta era uraacto de submissaiv
*
O Sr. Belcastol apresentou ama proposta assg
nada por 60 merabrs da direita da assembla
nacional, prepondo que a assembla se nao dissol-
va autes de :
- ler tlibertado o territorio.
^ i.* ter providenciado sobre os inleresses da
Frauda, dando llie hutltuifSet definitivos.
Os jornaes republicanos traduzcm as ullimas
frases desta proposta por inxtiluicoes mon irhi-
cus, (pie aurmain ser o verdadeiro sentido que Ibes
quercm dar os autores da proposta.
O governo aecupa-se com toda a actividade na
elaburacau dos tres projectos maleados na pro-
posta Ricard : isto , da lei eleitoral, da lei rela-
tiva segunda cmara, e da le concerneiiie cr-
gauisa'/io e a transmisso dos poderes pbli-
cos.
A esquerda republicana, e o centro esquerdo
rosolveram coividar o Sr. Ricard a tomara pa-
lavra na discuss sobro o projecto Ja leda com-
miso dos Trinta, tao grande foi a itnpresso que
fez um discurso que pruiiuncou ajuma rouniaoda
esquerda.
U Sr. Tbiert tenciona assstir un;.amenlc s ss <
soes em que forera discutidas as coueluses ds
relatoro Broglie, e nao tenciona tomar parle ne
discusso, a menos que se nao deesa incdentoa
graves, ou que nao sejam apresentadas algumao
emendas que contrariom as vistas do governo a
que este veja em risco de ser adoptadas.
O duquo de Broglie depois de *.er na assem-
bla nacional o relatoro da commisso dos Trin-
ta, disse que a assembla, antes de se dssolver,
tem de cumprir a sua tarefa que nullipla ; qui
preciso que se organise o exercito e os serviros
administrativos, que concla o regulamen;o das
qi;estoes municpaes, e finalmente que leve a rabo
a libertrcilo do ten lorio.
E' preciso que o governo, pela sua parle, se
mostr cada vez mais enrgico contra as fraccoes
ante-sociaes. Passando depois organisaco das
responsabilidades, disse que sob o rgimen repu-
blicano, encontrarlo ao que so^iassa com a manar-
cha, o chefe do estado deve ser responsavel em
assim como os seus ministros.
Os Srs. Fuurcaiid, Le Royer e Carlos Rolland,
delegados da esquerda maderada tiveram urna en-
trevista com o Sr. Tniers, e doclararam associar-se
ao governo sobre a noeessidade da creaco de
una segunda cmara, proredeute do suffrag.o uni-
versal, mas que nao poderiam votar por una c-
mara de resistencia.
Em quanto lei eleitoral, preveniram o presi-
dente da repblica de que a es.iuerda republicana
bavia seinpre de oapoc-se a qualquer mutilaco d i
suffragio universal ; trataran) depois largamente
da queslu da Iransimsso do poderes legislativo c
executivo, e o Sr. Thiers respoudeu que levara a
conversaco ao coiihciinento do conseho de mi-
ni-tros, e que, pela sua parle, esperava ficar em
perfeila commuiilio ile ideas cora a esquerda.
O jornal Assembla Nacional diz que os lepo-
lados do appellu para n poro, antigs bonapartistas
em numero de 4a, assignaram urna proposta leo-
d^nte a fazer consultar a naci a respeito das ques-
Ides susriladas |ielo relatoro Broglie.
Tem avane ido muito as negociacoes para a
libertario do territorio: No prnripio deste mez
havam de ser pagos mais 150 miluoVs de francos
Alleinanha.
Em i-onseqiiencia do pagamento antecipado do
q-iariu mlliar de millies de indemnisaco de guer-
ra, a guarnirn allem de Epinal, satura d'aquella
cidade no mes de marco, dirigindo-se sobre Bellort,
e nao ser substituida.' A capital do departamen-
to dos Vulgos, reeeberaem seguida urna gusrnicao
franceza.
O Moniteur dia saber de funtc segura que a ova-
cuaeao completa do territorio se effeetuar por
todo o mea de agosto.
_ Os dopotados de Pars reunidos em coniniis-
so decidiiam por unauimidade aceitar para a
cidade de Pars a indemu.saco de 140 milhes de
francos, proposta pela respectiva commisso e pedir
ao governo, que f;a o mesmo.
A coininissao do orcamento regettOU 0 pedid)
de um crdito de cera mil rmeos destnalo a en-
viar operarios exposieu de Vienna.
0 Sr. Thiers a presentou se cununisso do or-
ramento, em rompanhia dos Srs. Goulard e Lon
Say. para assistir discusso da questao da in-
demnisaco a conceder aos departamentos invadi-
dos. O Sr. Thiers declarou que a situaco finan-
echa era excedente, mas que era preciso resistir a
lodos os arrebatameiitos e manter o equilibrio do
orcamento.
Pedia nao, que se recusasse a indenmisar.io aos
departamentos, mas que se diminuase a quantia
pedida; haj una entila de liquidacaode 748 mi-
llies d passivo, e 644 milhes de activo; derla-
mu que julgava que eram necessarios os 140 mi-
lhes fixados para Paris.
O Sr. Cocbery deffendeu os interesses dos depar-
tamentos invadidos, insistindo para que se Ihcs con-
ceda urna indemnisaco immediat.i.
O Sr. Thiers, em resposta a urna interruprao de
um membro da commisso, que conlestava odire
to de Paris ndemnisaro, disse : t Nao votassen a
guerra, que j nao feriara que pagar cousa algu-
na cidade de Paris.
A commisso du orcamento, depois de se ter re-
tirado o Sr. Thiers, resol ve u enviar o projecto ao
governo para este fazer as modilicicoes que julgar
necessaras.
Quasi todos os jornaes de Paris se oceupam
da carta que o conde de Chambord dergioa Mr. Du-
panloup, recusando fazer concesses, segundo o
prisma por que cada um v as questes nolitieas,
ma- quasi todos a considerain como urna abdica-
cao completa das pretences do conde de imani-
bord, e um desmendo formal aos boatos que se
faziam correr de urna fuso d s partidos nionar-
chicos.
As folhas legitimstas e o Jornal dos Debates
limitam-se a publicar o documento sem cominen-
tarios. O Sicle nota que a epstola do Sr. hispo,
est escripta com o desabrimeuto que se costuma
empregar quando se (juer responder a um impor-
tuno, ou se quer affastar um intromettido. O
Constilutionel acha que o neto de Carlos X acaba
de dizer a ultima palavra sobre a fuso. O EtoJ
diz. que a mentira da fuso acaba novamente de
ser desmentida pela carta do conde de Chambord.
A (publique Franraise enteude que as ultimas
palavras da carta, j nao sao de un rci do Fran-
ca, no sentido em que se entenda este alto e
magnifico titulo no tempo da antga monarchia.
Nem S. Luiz canonisado pela igreja, nem
Luiz XI a quem os papas deram a denomna-
le rao de r$i christianismo, nem Luiz XIV, que re-
ce vogou o edicto de Nantes, ordenou as dragona-
das, e que todava resume e personifica a idea
iuonarrInca, nao s entie nos mais em todo o
universo ; nenhum destes reis loria fallado como
c acaba de fazer o Sr. conde de Chainbird.
Termina com estas palavras: A Franca fica sa-
bendo agora o que sera Henrique V no throm
se Ihe fosse possiv.il subir a elle : nao seria
a mais que um logar-tenente do papa. >
A France publica um artigo intitulado : 0 non
potsumus d conde de Chambord.
O Temps reproduz outra carta d) conde de
Chambord publicada pelo Times em 1857, para
provar que o chefe da casa de Bourbon nem
sempre fallara na mesma linguagem absoluta,
que hoje desconcert e atOige muitos amigos do
principio monarchico.
O Poreir Nacionnl diz que a carta do conde de
Cliarabord a Mr. Dupaaloup, vae escarvar o abys-
mo entre a direita e o centro direiro. O Comi
da Franca considera a carta como um acto de
abdca'.au, menos solemne que o do re de Hespa-
nha, mas igualmente definitivo. A Union v na
eai ta a alma de S. Luiz com o espirito de Henri-
que IV. O Pays espera que esta caria ser o fin
de todas as tentativas realistas.
A Impiensa diz que depois desta prova esta
tudo acabado e que a fuso to intilmente ela-
borada desde tantos anuus, su desvanece como
urna chiniera.
Tal a opiniao da imprensa franceza. Contase
que ha vendo perguntado um depatado ao Sr.
Thiers, se elle tenciuHava nlervir nos debates das
questes constitucionaes, esle Ihe responder
Nao. intil. O Sr. conde de Chambord ao
< me dexa uada para dizer ; e a sua carta d
mais votos ao prefecto que o mais eluquente
discurso.
Seja ou ni verdadera esta resposta, um re-
sumo do ell'eito produzido por aquello documento
Diz o Mond une o duque de A unale, n'ura wa-
gn do combos de Pars a Versailles, conversando
muito claramente rom os seus companheiros.
acerca das dfferentes peripecias da fusao, acaba-
ra pur dizer em voz alta, fallandu do conde de
Chambord :
Nos nao queremos nem a sua bandera, nem
o seu poder temporal.
O arc.ebis|M) de Pars escreveu urna carta
ao hispo Mermillod que foi expulso da Suissa pelo
governo federal, elogiandu-o muito pelo seu pro-
redimento e offerecendo-lhe um asylo fraternal na
jua diocese.
O alto clero de Franca decidi caviar urna
inensagem ao bispo Mermillod ;'e os bispos de
Nevorse ile Van nos pozeram sua dsposcio os
respectivos picos episcopaes, caso elle queira es-
tabeleeer alli a sua residencia.
Esto momentneamente nterronipidas as ne-
gociaves entab ilaitas entre a Franca e a Suissa,
em vista de um tratado de roininercio.
A foiha official j puldiniu o tratrdo de
cummercio entre a Fran.a ea Inglaterra.
Segundu diz o Suele o Sr. Olozaga notiflcou of-
ficalmente ao Sr. de Remusat a proelamaeo repblica em Hespanha ; teem tido largas con-
ferencias os dous estadistas, resolveudo-se que seja
considerado como existente de facto, o reconheci-
mente por parte da Franca, mas que a sua publi-
caca olllcal seja por algum tempo adiada.
O governo em conseho de ministros, resolveu
este adiamento pelo receio que lera de que sobre-
venhain complicacoes de hita entre os partidos re-
publicano, unionista e federalista.
Na srevislo de graves successos, mandou o go-
verno partir a tea pre s duas corvetas, urna
para Malaga, outra para Valencia, com a mssao
de pmtogi-r os subditos francezes.
Os correspondentes dos jornies francezes
coutnuain a dar noticias inteiramente destituidas
de fundamento relativamente a Portugal.
Diz o Sr, que llie asseguraram ultima
hora, que baria urna certa euioeo no ministerio
dos negocios estrangeires de Franca, por causa
das noticias recebidas de Portugal, que davam es-
te paii em grande exetaco em favor do systemu
republicano.
ITALIA.
Os jornaes inglezes tem-se ltimamente oceupa-
do de una conspira;;io contra o re de Italia, que
segundo se dista, ha vi. sid) descoborta pela poli-
era ngleza, e por illa comuiunicada ao governo
italiano.
A Perseoeranza, respondendo a estas conjetu-
ras declara, por iforinaeos recebidas de Roma, de
orgem segura, que tal conspiracae nao exista e
que nio passara de |nma simples suspoiti da po-
lica Inglesa, que se desvaneceo depois de truci-
das as convenientes explicaees entre osxlous ga-
binetes.
Em Roma esto sendo sequestradas pida poli-
ca, todas as folhas radicaes nu reaccionarias que
Se atrevein a meter a ridculo o ex-re ds Hespa-
nha.
Foi o que ja acontecou Voce. Capitule e
Frusta.
O rei Amadeo e sua esposa que sahiran de Lis-
boa no dia 3 na fragata Roma sao esperados em
Floren;a, onde se llies prepa am grandes demons-
trantes de syupalbia.
Affianea-se ipie I). Amadeu e a princeza de la
Cisterna, rao residir algum lempo na Blgica,
Affirma-se que assim que chegar a Roma, o toe-
eessor do Sr. Mortemar, einbaixador de Hespa-
nha, haver lima demonstrar/lo republicana de-
baixo das janellas da legarn de Hespanha.
Chegou a Roma a euibaixada japone/a.
Assegura-se que o miiiistro dos negocios es-
trangeiros do reino de Italia, responder inter-
ven vio amigavel, que, a pedido dos bispos fran-
zes, o gabinete de Versailles havia feito em favor
dos conventos de Roma, que por emquant > se nao
tralava do os supprimir, mas que cm todo o caso
haveria todas as attences para com os conven-
tos francezes.
Dizem de Roma, porm, que a commisso das
corporales religiosas decidira defmitivameute a
abollan das casas dos geraes ; mas que estes re-
ceberiain urna dotaclo annual, e rontinuariam a
usofrur urna parte dos conventos que actual-
mente oceupam.
SUISSA.
Como sabem os nossos leitores, Mr. Mermillod.
tendo declralo que quera continuar a exercer as
func.es de vigario apostlico em Genebra, a petar
da prohibifo do conseho federal, foi expulso V
Genebra, e condti ido pela polica at Ferney em
Franca. Por essa occasio lavrou um protesto
diant de testemiinhas, que comeca assim :
f Nos, Gaspar Mermillod, pela mea de Deus e
da Santa S apostlica, bispo d'Hbron, vigario
apostlico de Genebra, cidadao suisso genebrez
(t cm nome dos direitos da igreja catholira, em no-
t me da liberdade das consciencias catholicas, vio-
t ladas na mnha pessoa, em nome dos meus direi
tes de cidadao livro da repblica helvtica pro-
t testamos contra o decreto de expulso pelo qual
o conseho federal me faz sahir do territorio do
t meu paiz, em me ter pcssoalmente ouvido, sem
c julgamento previo e sem que eu tenha violado
lei alguna nem a eonstitnicao, e por terdefen-
dido o fiel cumprimento do breve expontanea-
mente .concedido pelo Santo Padre em 1819 t>
do decreto do conseho de estado do mesmo au-
n i, em que se promette respetar os dimites dos
cathoheos.
Depois de declarar que cede forca, termina o
protesto cora estas palavras,: Proteste pois em
presenta das testemiinhas abaixo assignadas e
de Mr. Coulin, coramssario de polica e de sen
t secretario, Emilj Bastan, encarregados de dar
cumprimento o decreto de expulsan.
. Feito em Genebra, na mnha residencia eois-
t copal, construida com as esmolas por mim obti-
das, aos 17 de fcvorero do 1873, ao meo dia.
(entenas de pessaas tem ido a Ferney apresen-
tar as sitas homenagens a Mr. Mermillod, mui-
tas das quaes foram recebidas, dcixaudo outra- os
seus bilhetes.
Os bispos belgas tamlem enviaram urna
gem de sympathia.
0 Santo-Padre escreveu urna carta a Mr.
millod consolando-o, louvando o, e abencoac
0 conseho helvtico adopten por 76 votos
contra 8, a lei que determina que os parochos se -
jam eleitos pelo povo.
O principio da sesso foi tempestuoso por causa
de um protesto apresentado pelos parochos de can-
tan de Genebra, contra o goveroQ cantonal e fe-


1
Diario idelfemambuco Segunda feira 17 de Marqo de 1873.
sral, concebido om termes .violemos. Mase
ueste proferto entre Mitras frases, a seguintc :
O acto da expulsan de Mr. MonnHtnd o tima
mancha vorgonhoSa para aquelle* Re a docre-
< laram.
Esta frase dirigida primeira autoridade pctni-
a do p-iiz, pfodnzo una grande agitarn," nas o
eoaasna jnlgou maia prudente desprexar o insnl-
to, c votar ordem lo Jm pura o pimples.
O geverno federalreolrcu leconhccer a ro-
pubr-a hespanhoia, logo q e o ministro deBes-
pauh Itic der conliBcfinento 4* circular, otili-
cwio a estabelecimante do hovo governo.
cn*R-tHETABX,
fla deputaco das enmaras dceommereio to-
vc na conferencia com o Sr. Lowe, ehanceller
le ttiesoiiro para Iba pedir economas no orna-
mento, e a abvdjcao do Imposto sobre a renda. O
Sr. Lowc respejdou que nao viador eiuquauto
possibilidade d>; realisar csses desoje?.
O Sr. Harcourt, membro da cmara dos
omuuins, ehaUW a attonrio do parlamento para
o augmento constante dos orcamentos. O Sr.
Gladstone comhateu esta moran' o a cmara re-
soJVou noniear urna oommissao de inquerito en-
rarregada de examinar minuciosamente os- orea
nientos.
Lord Enfield leu na cmara dos comunas
um offlelo de lord Granvilte dirigido ao almiran-
tado, pedndo-lhe pie Bnese partir para LisM*
um navio a vapor, para receber a sen bordo o rei
a rainha de Hespanha, e urna escolla convenien-
te para aeoinpatihar SS. MM. No momo oftlcio
rede lord Gravita que se conservem em Lisboa
alguns navios de guerra, para proteecio dos into-
resses inglczes; e assini explicou os motivos da
entrada de urna parte da esquadra do Mediterra
neo as aguas do Tejo, respundendo a urna inter-
peilar>i feita neste sentido.
O diputado Knatehbull Hugos sen responden-
do na cmara electiva ao sea collega R. Fowler.
disse que estava bein informado para poder as-e-
gnrar que tiiiha sido negad), tanto pelo governo
portuguez como pelo governo allemo, que hou-
vesse intenoao da parto de Portugal para vender,
c da Allemantia qualqticr poreo de territorio era
esta oriental de frica.
O Sr. ICnatcStbull llugessen annunciou estava preparando sob a direceo da secretaria
dos negocios eslrangeiros, pelo Dr. Deane, urna
memoria sobre a questao da bahia de Lourcnco
Marques, pendente entre o governo portngucz'e
iofez, i qual ter de ser decidida pela arbitragom
1-j governo francez.
o Sr. Ifngessen accreseentou :
Cmwqtianto estojamos aneiosos por augmen-
tar o desenvolvhnento da frica austral, nao de-
sojamos tomar pola forra o que pertenee a outro
puto.
Estas nolavras tiverara boa aeoihimento na c-
mara e ua imprensa.
O proco cada vez mais elevado do carv.'o de
pedrn [ireocoupa os industraos e os propricta-
TOS.
Eni Trafalgar sonare, em Londre-. reunise
um nteeting de .'l'O operarios, aliin de podjrem ao
governo (pie unmeasse nina eommissu para pro-
odur a um itiquorito, sobre a caresta do carvo.
<)s hperarios separaram-se -gritando : ubaixo os
tH9(fipotittiis d> carean.
A cmara dos communs OCCapon-se Jostaques-
ar>, e nomeou unta commissao para conheeer das
cansas da actual caresta.
Sesee grande meetistg de negociantes de car-.io.
que leve lugar no Yorks ir, deeidiram estes nao
augmentar o preco do carvao destinado as machi-
nas de vapor.
Di.em de Londres que os negociantes de carvo
baaaram o proco da venda, colando (gomas ca
is *l shilbngs, prejo forte, por tenellada.
A r-vedo paiz de Galles ameaca prolongar-se
indefliidamcRba : X'nm meeting, que honve em
Mertfnr. os mineirosnao acceitaram, contra o que
eP',niva, as oniidifoesofliBrwidas pelos patroes
(fine resallado inesperado prodazio irisie im-
pn.-ss.io.
ds mineiios ili^ Siaiiorlshire peparavam-se pa-
ra se eonsUtairem em grve depois do terminado
a da Sul do paiz de Galles.
Os operarios das minas de Droniieid peden um
augmento de salario de "2'i (:or cesto.
Os das fabrica< de entilaras de Schftield pedein
na augmento de 10 a I" por eento.
Diz o Daily Tetegraph i|ae a oniea esperanza
fle ver terminada a grve jdo paic de Galles est
o proprio antagonismo entre os operarios da
IVV'o, e os nao Bajonistas.
Esta mesma esperan.a se vai perdendo apouce
t paaeo.
O Sr. Ducgaii acusado pelo governo inglez
dtt nsarde intiiuidac.io, as oloieSes de Galway,
na Irlanda, foi absolvido.
A popnlacSo aeolhen a noticia deste resaltado
COBS entliusiasino
6 ministerio publico declaren en vista disto que
governo desistia de proseguir as aecusacoes
los ">!* <~ indiciados !
OSr. Cardare! falln na cmara sobre o or-
sntento da guerra, c sobro o novo systena de
organisaeo militar q-ie criticado por urna par-
' d.i imprensa britnica.
O fmes i|ue defende a reform militar diz que
eom bale novo svstema a Inglaterra ter 90 mil
flomens disponiveis para sna defuza, sem contar a
miheja, a reserva, h os voluntarios, cujas forras
reuuidas se elevarlo a reno de quatrocentos mil
boneos.
Foi adoptado pela cmara dos communs o
-till relativo a-iexerriciotlo direitode proprieJade
conferido as malberes casa las o e bil regulando
i trabalho das creaaeas enprogadas na agrieul-
ura.
Vio-se desvaneeendo as esperanzas que so
lundavam na missSo de Ir Bartle Prrea Zanzbar,
afim de icao r eom o oomnereio dos negros, i
Tiw$ que os negociantes inglezesj consultados
i" enviado ingle/, tinliam deefarado que era im-
possivel acabar cora aquello conunereio, porque
os arabos Soumahs que delie se occupair. cxclusi-
aniente abandonarum o Zanzbar para se iran
esrabelecer om mitra parto.
Acc esce que o saltao deelaroa que n.\o poderla
assignar um decreto abolindo aquelle commerci'i,
pirque se espolia a ser assassinado pelos proprios
snMitos.
V"ndom-se em Zanzbar diariamente eefa da
00 eseravos.
AU.EMA.fHA.
rrmklW'A*itffialda.-lapo 4uo rwolier omiaa^
nicaeao offlciai do sen estabeleeiniento.
'Oimperador Franciwo -los dea um etnn-
jdv Mftavel de dcsmlere**? O.rciar.sradi hawa
votado um augiintato na. lista cjvl, nual pteopqs-
ta fczera o governo feaagaro na Dieta; mas o
im]>erador fez-lhe saber que ain eonidera^o o'm
os encargos do pait, e coin as dilBculdades resnh-
tautes das ms cdluciUi.enlendia nao devor acei-
tar o augmente solicitada ; mas apexar d'isso a
Dieta Hngara votou-o por 389 votos centra (i.
Os deputados polacos do reichsrath recnsaram-
se a sanecienar pela sua presenta a nova Jei elcito-
ral. O Sr. Grochslaki, governandor da Gullicia
declaron na commissao eleitoral do reichsrath
que o piojecto da cleicao directa era ama viola-
cao dos direitos das dietas.
Depuis desta declaracao os membros polacos da
comussao abandonaram a sala das delibcracdcs.1
<5 conde Ghyezy chele do centro esquenfo da1*
cmara de Pesth vai propor que o oslado tomo
conU das dolaroes desfrctadas jH'la igreja para
despezas de instrncai* publica, e anUganantc
para se forniarem por parte dos liispos, cornos de
voluntarios contra os turcos. Esta mocSo obri-
irar o governo a rom|ier coin os conservadores
clercaes, 011 com os membros liberaos da maioria.
Em todo o caso poder ser motivo de divisao
entre os amigos do ministerio. Este nao est sa-
tisfeto e einprega os meios ao seu alcance para
evitar a mocao.
Um telegramma de Brody de 20 de fevercjrn,
diz que rebentou urna revolta social entre as po-
pularnos ruracs de Ukrania, da Podolia c da Wal-
Ihynia. Por ora nao ha mais |iormonores.
GRKCIA.
O rei abri as novas cmaras. O discurso da
cora nao falla da questao das ruinas do I.aurium.
tussu.
Est-se preparando para entrar em campanha a
expodiro contra o Khiva ; os principes da fanji-
lia imperial e o general Kaffman, encarregados de
a dirigir, j eslo em marcha para Taschkend. A'
medida que se vai aproximando a poca da parti-
da, as columnas expedicionarias vo se refor-
jando. Para tranquillsar a opiniiio publica em
Inglaterra, os jornaes russos diziam que a exped
cao se compunba apenas do quatro batalhi-s o
ineio ; una correspondencia, porm, dirigida a
um jornal allemao, ol qoe a forra nao se compu-
nha de menos de sote mil homens.
No ministerio dos negocios eslrangeiros espera-
se que Khiva se renda dentro em pouco lempo, o
que tornara intil a projectada expedicao ; con*
tudo, c apezar da nev, todos os ,dias se inandaiu
reforcos de tropas para Turkestan.
Assegura-se que o conde de Sehouvalow ir
para a cmbaixadl de Londres, o que seria signa)
de nao estar o governo russo descontente com as
negoeiae&es feitas com o governo inglez por va
deste diplmala.
A imprensa ngleza ser representada na expe-
dido pelo correspondente do Times, o Sr. Russell,
que j pedio autorisacao para acompanhar o es-
tadoinaior do corpo expedicionario.
Diz se tambem que o principe de Gortschak'iff
propoz a lord Granville a nmeaeio de una coki-
inissao mixta para determinar a fronteia das pos-
sessSes inglezas e rossas na Asia Central.
Annuncia-se a vsiti dos imperadores d'Austria
em Allenianba para o lim de abril ; fazem-se em
S. Pi-teisburgo grandes preparativos para os re-
ceber.
^tonamente 'cunihatercsru contra os carlistas. A junta directora
da miira-leve nina eonfereuca amigave| ama o
p/NlMMk
Vai ser .aprft-niitada urna proposta a secciu sispens.i4 ai sossoes, ejiois de seren vota-
dos os projectos pendentes.
Tudo faz acreditar que a assembla est de-
calida a vuiar q projocto de ajtoli^o da escravatura
em Porto Rico antas de dar por lindas as suas ses-
sdes.
Iteinava amaior tranquilldade em Madrid.
O gaeral Contreras, capilo goner.il de Cata-
lunha. tnlia pronunciado um discurso, sustentan-
do uecessidade do resuuieleciiiiento da discipliaa,
e disse que o exercito ser licenciado, quando a
insnrreicao carlista estiver terminada.))
POnTUfiAL.
HKSl'A.MIA.
A'cerca deste reino nos oscreve nosso corres-
pondente de Lisboa :
O pretndeme D. Carlos segu na sna luta
disposto a continuar em campanha com a rep-
blica. Parece que enftirregou os setis agentes em
Londres e Paris de lhe levantaren) um emprc;t-
1110, alim d3 recome-.-ar a campanha com recursos
sulficientes.
Apezar das numerosas felicitares dirigidas
ao aov< rao, tudo, e principalmente a baixa de
fundos da bolsa, exprima que os negocios do esta-
do nao vo bein. Alin di notavel reaccao havda
em Malaga, tem-se dailo alguns estreinecim.'ntos
notaveis em outros pontos. No proprio congresso
nao lera corrido as disrussoes como era de es e-
rar, se o actual rgimen fosse de contento gcral,
tud) faza prever urna nova piase ao estado
actual.
Por um lado os carlistas vo augmentando
as suas torcas e apparecendo em pontos omito
distantes e diversos, por nutro da proprios regi-
montos de Madrid apresantain symptomas pouco
Iranquillisadores. Uns 30 ou 10 bflkiaes di bati-
lho aquartelado em Santa Isabel, saliiram ltima-
mente ra. organisando urna especie de manifes-
tarn aos gritos de civn a republici. tendo per-
corrido as ras de San'a Isabel, Lea
Em ,4 d'> corrente oscreve nosso correspon-
dente de Lisboa:
o e Prado.
Voltaram ao quartei, p.ir instancias dos offieiaes
superiores. No quartei de S. Manteos honve tam-
bem alguma agitaoo, que serenou depois de al-
gum trabalho.
Tudo iso mostra pouca eonflanea no governo,
e nao poda dcixar de estahelecer urna crise.
Kil'eetvamonte assim sucedeu. A assembia ele-
gcu novo ministerio ; Figueras lo eleito presiden-
te por 215 votos ; 1 astelar, ministro dos estran-
geiros, por.134; Salmern, da justica, por 220,
Pi y Margall, do interior, por 226; Aoosta.da
guerra, por 149 ; Ozeiro, da marinlia, por 176 ;
Tutans, da fazemla. pm-169 ; Chao, das obras pu-
blicas, por 172 ; Sorni, do ultramar, por 17U. Fi-
goeras declaran que o programma nao mudou.
K' o partido radical, fusionado com o antigo
republicano em unidade completa de aspiracoes,
tendo como representantes no seio do novo minis-
terio, dixis generaes dirigndo as forras de torra e
mar, Acosta e O ciro.
A vontado unnime das assemblas reunii
o mais depressa pissivel as cortes constituidles
A' esta nova eonvulsao seguio-se um perfeito
soreg de nimos, e na data desta, reina tranqul-
lidaile em Madrid.
< 0 novo ministerio chamou logo todos os go-
vernadores. encarregan.l>-os de es'olherem no
partido republicano representantes do povo, lem-
brando-lhes que deven la*T toda o hossivel para
mantor a ordein e a libordade.
Fez publicar logo nomeacoes importantes, taes
como : Estbanes para governador civil de Madrid;
e Paria para espitao general; Lognero para Bar-
celona ; Nonvilh s para general em enefs do exer-
cito de operacoes do Norte; Conireras para a Ca-
talonha.
1 Est igualmente resolvido a aceitar toda- as
domiaaSca que forem apresontada?.
Agora enmpre pergnntar: Ter o novo go-
vern i forra para eonler a desorganisacSo do exer-
cito que o que urge e para conter as impa-
ciencias daquriles que e nao contentam com que
a constituinte venha decidir entre a repblica uni-
taria e federal, o que tambem nao urge pouco ?
Sao gravsimas as circomstancias ; mas, em-
bora o que dizem, nao o carlismo a causa prin-
cipal -o grande mal est em nao tiaver em Ma-
drid o poder forte que o estado actual reclama, o
em qne os republicanos se mostram os maiores ini-
nigos, uns 1 o acreditando, outros deshrnrando-a
do mesma modo que os monarchicos fazem para
com o sen rgimen.
t Um Tbiers para Hespanna, e eis a repblica
n> seu verdadeiro estado de equilibrio, na opmo
de muita gente desapaixeaada.
Todas os presos republicanos teetn sido posto!
em nbendade.
Estao-se organisando os batalhoes epublica-
noj. Pelo arsenal de Madrid, foram entregues
para aquellos mais de ,000 espingardas.
-A Gncet'i publicou urna lei, dispondo que os
eondamnados polticos cumpram a pena separadjs
los condemnados urdinaros.
Realisou-sc no da lo d) lindo mez, em Ma-
drid, no paro municipal, a entrega da bandeira ao
batalhao republicano d ssa'Iv Jo em 1869, o rujo
Bommannanto era D. Luiz Ulano,
Nista occasio lrncaram-se varios discursos,
-. an.il fe- assignada a acta de entrega |k-!o nes-
mo BI.-c, o mal, entregando o pavilho ao porta-
estandarte, lhe disse que antes que lhe fosse arra-
bal das maos, lhe devia servir de mortalha.
< Gintinua a perseguicao acs carlisuts. O go-
veroador mitar de Alicante balea urna partida de
60 homens, que, cmuiuandada por Garca Montez.
vagava nos arrabaldos de Alvance. Varias nutras
gnerrilhas teom sido batidas, e empre com nota-
veis destrocos o pendas.
Em Cadix foi nomeaila praja de Castalar, .1
antiga praoa Candelaria, em casa da nal pa^sou
os eeus primeiros annos o ministro d>s negocios
eslrangeiros actual.
Mr. d Reuiussat, ministro dos negocios es-
lrangeiros de Franca, declarou ao Sr. O'ozaga, re-
preeeataoie deHespanhatn Paris, que a conduc-
ta do governo frencz a.respeito de Hespaulia seria
regulada pelo moilo de proceder que o governo do
Figueras tlvesse em Portugal, acrcsoentando que
feria para decejar que a repblica de Hespariha
evita ser propagandieta.
0 governo inglez ordenen ao seu representan-
te em vadrd, que ?4riveMo com o novo governo;
as retacos ofiViaes absolutamente indi No pnimito do (orrente foi novamente deba-
tida na cmara electiva a iuterpellacao sobre a
nosmac/io para fiscal da alfaintega d'oni cerlo Bap-
tsta Tavares, compadre do Sr. Fontes, e denun-
ciante o celebrrimo processo da revofta. Este
individuo escreveu on editou um almaaak revolti-
cionario, em que punba o re D. Luis, o duque de
Loul t outros vultos polticos pelas ras da amar-
gura, e pelo que foi pronunciado. Mais tarde publi-
cou um alnianack nionarchico, fazendo a monde ho-
norable de tulas as suas primearas violencias con-
tra a familia real- A illcgalidade do despacho
foi demonstrada pelo deputado interpellantet Ma-
rianno de Carvalho, com toda a evi lencia, nao s
pelo Lirio de estar pronunciado o tal Sr. Tarares,
por exceder idade requerida para as nomeaees
daqueiles empregos, e porque s utn guarda de
primeira classe das alfandegas que poda ser
promovido ao referido lugar, e nao um individuo
estranho reparticio. O Sr. Fontes defendeu-se
em a allegarlo da ignorancia das publica oes e
pronuncia do homem e em a de ter do dellc por
sor pobre c ter umi ranchada de filhos. A i>lo
o Sr. Jos Luciano de Castro, (opposio) declarou
que o nao duvidava contribuir da sua algbehra e
promoverem subscripso pefs sus amigos para
darem soccorros ao proletario em questao, mas
que se devia dar urna satisfarn moral publica,
e quanto antes, demittindo-o ao emprego com que
o presidente do conselho o obsequiou.
A sesso foi um tanto tumultuaria. A moco
de censura apresenlada pelo deputado interpellan-
tc nao foi admittida a diseossio,
As galeras estiveram transbordar, porque
se tratava do escndalo.
O presidente do conselho effectvaaientc de-
clara que se sonbesse que aquelle individuo estava
pronunciado e tinha calumniado e insultado fa-
milia real, o nao despa hara.
Foi regeilada a urgencia de urna mo^ao, tam-
bem de censura do sr. Luciano de Castro. Na
sesso de honteui em que leve segunda leitura
a moco, nao foi admittida discussao por 39
votos contra 2-.
Foi votado o projocto ie f azenda (n. 8 ) rela-
tivo taxa de 11111 por tiesto ad oaiorem has mer-
caduras entra.as as alfandegas.
1 Em sesso secreta approvaramse alguns tra-
tados com varias potencias estrangtiras.
< Ha das Calieren em Rarccllus o bispo de
Leiria com 80 annos de idade.
Vai-se tratar de faer o accordo indispensavel
coni a Santa S, para se tornar jffectiva a cir-
co inscripgao diocesana indicada 00 decreto refe-
rendado pelo Sr. Josc Luciano de Castro, (quando
foi ministro de negocios ecclesiasticos e de justica),
e prover definitivamente alguns dos bispados
vagos mais importantes, e que a experiencia tem
mostrado que nao podetn dispensar aquella dgni-
dade ecclesiastica, juntando-se-llies parte de ou-
tras circuniscripres.
Pareen une sero alteradas ilgumas dispusi-
eses do cita lo decreto. Os anbgiw bisjiados va-
gos no reino sao : Aveiro Reja, (lastello Branco
Klvas, I'orialegre, Piihcl c agora Leirix
Actualmente ha em Portugal os seguintcs ore-
lados diocesanos sagrados; Aeore, Angola, Bra-
ga, Hragauca, Cabo Verde, Coiiubra, Evora, Guar-
da, Lamego, Lisboa, Madeira, Porto e Vizeu. A
S de Goa prde eonsiderar-se .vaga, porque o re*-
pectivo prelado pedio ha annos licenca para resig-
nar, acompauliaiido o pedido da supplica sua sau-
lidade.
Ha poneos das o Rvd. bispo de Rraganca
(Feij), fez varias coiisidera.oes na cmara dos pi-
res snbre o oslado lastinvisi da diocese d'Angola,
pela falla do missiunarios habis e idneos, que
cvangelisetn aquellos povos, com o seu bom exem-
po e doutrina as mximas salutares da relgio
catholica, e censiirou o governo geral da provin-
cia p ir nao cumprir as ordena do governo da me-
tropole. mandando abrir o seminario diocesano.
fechado ha bastante'* annos O mesnn prelado
tamben discurson acerca do estado em pie se
acia actualmente seminario do Cabo Verde, e
slito os esforcos que o'le, quando prelado daquel-
la diocese, empregara para o esuMIecinwto do
seminario.
< Realmente sem os semjnarios as doceses
coloniaes, dilHcilimo obter um clero indgena
que possa gatisfaaer as necessidades do culto e
dmtrinaeo daqueiles povos t) incultos anda.
Catisou aradavel iinpre.ss.io na prafa o iison-
geiro artigo publicado pelo Times d- 27 de feve
reiro sobro o estado linanceiro e econmico de
Portugal. Os nossos fundos, foram logo colados
em Londres na abertura da praca a 40. Na de
Lisboa Rearan hantem a 43, 10 e a 43 e 20. A
tendencia para alta manifesta.
i Est j publicado o rclaSorio da junta do ere
dito publico. No anno econmico de 1871 1872
a totalidade da divida consolidada era de 349,369
contos.
As nscrn.'oes do assentamento cram possui-
das por 29,8i2 individuos ou corporarfles, tendo
107 oapilaes superiores a It'O cantos do res. O
desonvolvimento da divida desde qne se operou a
ultima conversan, foi o seguinte:
89,82i:000*M0-
Junho de 18>i
tS'io
I806
1857
ir |8:
. 1839
1860
1861
lB
. 18tU
H ibtiV
.1 18G".
c< 1856
a 1867
it-68
< 1869
1870
187!
1872
93,3 4:010"00
94,970: 003000
99,970:000 10fe,743:000j000
H5,144:t!00010
120,133:0005000
13l,2l7:(Ht0000
149,833:(VMl50iO
173;78O:0O030"0
183,431: O'^OtO
191,'43:00<)O0
I9i,6i8:i Oll00()
2 9,122:1004 KM)
?48,372.'X)0O,X)
291,3 3:000*0t.>0
343, 90:000000
349,5 8:(N>0f>jO
3v9,569.O00000
0 governo allerao reso'veu que as eoncsssoes
-le caminhos de ferro dependessm de todo o ga-
hioi te, e nao exclusivamente do ministro especial.
ista proposta foi apresenlada o ' tendida peM
principe de Uiswark.
O grande chancellar do imperio subiiiettou
ao ciin-rltio federal um projecto de lei ; relativo
reforina monetaria do paiz. O projecto adopta
unida le o marco de oiro, que equivale a fran-
co e 23 cntimos. Alera das noedas de oiro, ha-
vera moedas de prata, de nickel e de sobre, A
^ouinia a cunhar de moedas de prata sera litada
iu raaao de Itl marcos por cada habitante.
Os ducidos de Meekleniburgo que at agora
r' ji resistido abeorprio militar da Prussia, ano-
sentio Inaimente na dissolucae das suas tropas,
rao ser incorporadas no nono corpo de exerci-
to prussiano. Oso&loiaes eos ejnpregadosnuli-
'are- passain ao servico da l'russia.
^ Na eommissu de inquerito nomeaila para
exauinar as secusacoes de que foram alvo Wa-
gener e innilos mti nagens por abusos
eomniettidos p ir oecasia i da eoneassae do eami
ana de ferro daPomerania, sera acamara dos de-
MiiJis representada por dois de seus membros
'-'oram eleilos Mr. Lasker, nenibro da esipterua.
|BS b1 qaein fez as aceusoes possue os Jo-
nnentos que as provan, e o viee-pKsidento da
amara Mr. Heiler.
O conde de Roon pedio que fosee deuittido Mr.
de Itzemplits, ministro do coinmeroio, compromet-
tido pelas revelac5es de Mr. Lasker, mas o minis-
tro nao qner rctinr-se sem primeiro apure-
sentar a de aa da sua administracio.
Na conferencia que teve lugar em Iterlim
pan a organisar.V) do poder judicial de todos as
estados aHnacs, os eotnmissarios bavaro csaxo-
nio oppoceram-se enrgicamente creacAo de um
tribunal supr no, e reorganisaco aniformc dus
tiibunaes; eorepiesentantc do NVurt-mlurg pa-
ree; ser da npema epiniao.
E paseo 'provavel qiie o Sr. do Bismark con-
siga obt-r om resultado favoravel aoseu projecto,
ipezarjdas eoncessoes ltimamente feitasjior elle em
rdom a respeitar a autonoma dos pequeos es-,
ados, e xs tradic;c5..s <|ue n'ees existir.
A pnpulacao caihtdira allem tem feito ma-
aifostacfies d>; adlieslo aos seus bispos. O bispo
lo Paderborn recepen urna mcnsageni, corrtendo
n:l asignaturas de seculares, adherindo ao pro-
.'s*i do qaseocado prussiano.
A Ailemanha nao reconheeer a repnbHca
nespanboln anles do es'a se ter eonstitajdo regti-
larmnt^e de ne.dar d'ls#o eoBheeimento tegundo
as Jbfiiwias diplomticas. ^*
_^.; *it o-mmoBiA
^sxOTfe.Vieanvao Daihj News, que consta de do onselho de estado e'dos ministerios di jndea,(riva ieD. Podro'lV,' gnus wto ueapenas! *JDk Iaiia portagaieta nada c nHa que valha a
- Vez multo boa impresso nos animo de toda
naeao prtugueza em geral a solemne declaracao
exarada na circular do minit:tro dos negocios es-
irangeros da republica hespanhoia aos represen-
tantes de Hespanna as nacoes estrangearas. O
peridico a que me refijjtydjz assim :
A Hespanna nao conspirar nunca contra a
automa e independencia dos outros povos e nao
ser pomo de discordia para as oulras nacoes,
piis tem no mundo larniario sufficiente para
exercer a sua actividade. >
Esla decliracAo de D. Emilio Castellar foi
justamente celebrada pelos amigos da indepen-
dencia nacional, o asss encarocioa pela imprensa
portugue a. V-se que est em perfeita alnna<;Ao
esm aquella declarara) feita por Me. de Reinusat,
ministro dos negocios externos da repubca fran-
ceza, ao Sr. Olozaga, representante de Hespanha
em Pars : de qu o proceuimento diplomtico
da nacaa franceza para cora a republica hespa-
nho a seria regulado pela conduela que esta na-
co (a hespanhoia) viesso a ter para com Portu
gal, des jando sempre que a repblica seno for-
nasse propagandista.
c Como cnto Ibes disse, osla declaracao foi
oiilirmada e applaudida pelos gabinetes allema
c inglez. Era tal vez precisa este remoque, ou para
melhor dizer correctivo, a urna phrase interna-
cional do Sr. Figueras, presideuto ua assemb^
soberana, na^occasio solemne de sua Aveslidnra,
com referencia em demasa traofpartio .' Por-
al.
Espalbou-se, e alguns peridicos do. Liioa
oteen referido, que o Sr. bnrao de Japiu, ini-
nistro do Brasil em Portugal, pr.tendendo ouqo
inventario da finada itnperatz duqueza ie Bra-
gan^a corrosse pelo consulado braeileiro, diajgira
urna nota ao governo portuguez om ue dizi cus
D. Peiro' IV (Ido Brasil) raorrera braslonu,
e que portante a. sua riuva nao poda ser.coosi.
derada portugueza.
Algumas possoas ao terem. iate fcle cuja vc-
acrlad duvdim todayia) admirara-se e cout
razo d que esta suhil conslfleraiAo de que Si
M. Imperial fosse estrangcir.-l nao'tivesse oceor-
rido A lempo de allivlar a sta civil portuguesa
dosas WcTjJidadcs verdadeira philantropla d*a
quHIa raridos:a prmceza.
< So dia 28 de fevereiro, foram em S. Vicente'
de F-ras exequias solemnes por alma da impo-
ratriz. Aswstio a familia real e rorpuravoes. FoL
feriado cin todas as repartic/es o estado.
Sir Hugessen. fallando no dia 21 da feverer
ultimo, na cmara dos communs era Inglaterra,
respeito da baha da Lagoa na frica Portuguea
za, disse une os inglczcs nao deviam renunciar a
importante posiro que oocnjiavain na baha d
Lagoa, e que nao era conveniente que nenlminn
nutra potencia all se cstabsle^a. Sir Hades^eo
desmeoto que Portugal tenha querido veader 4
Allemanha a parte do territorio portuguez sita
da nos arredores da Laga.
l O "duque de Aosta 9 sua esposa teem sid-
ronvidados para jantar no pai;o real da Ajuda em
differentes das. Os jantares embora servidos em
familia teem sido opparos. Tem, alguns das, to-
cado a charanga de lancoiros.
D. Atnadeu olfereceu ao conselheiro Mendos
Leal, ministro de Portugal em Hespanha, um mag-
nfico relogio de sala e duas serpentinas, de um
novo metal e de primeiro lavor. A Sr." duqueza,
offereceu a esposa do mesmo diplmala um mag-
nifico broche, avahado em perto de cineo contos
de ris.
< 0 governo portuguez pedio urna autnrisacao
para gastar 5i>:0J t Ja entrou no respectivo ministerio o projecto
para a construccao da penitenciaria de que j
fallci.
O Sr. Fernandez des Ros, foi o portador do
autographo dos arligos addiconaes do tratado de
extradiegao entre Hespanha e Portugal, abolindo a
pona de mortc aos reos que nella se acham com-
prehendidos.
i Comecou no i" do corrente mez de marco, o
embarque dos productos para a exposigo de
Vienna d'Aibtria. Alm do dia 2 nao se receben
mais productos.
A commissao central i' dejlezembro de 1G40,
'ni vrtude de urna proposta apresentada pelo
dstincto poeta Tbomaz Ribeiro, acerca de urnas
conferencias patriticas, nomeou urna commissao
para estudar a utilidad.: de taes conferencias, a
qual resolveu que nao eram opportuuas. >
< Foi autorisada a companlua telegraphica /' mouth Gibraltnr and Main teleijrapn a transferir
para a coinpauhia Kaslem telegraph timlted, todas
as concessoes e di reitos conferdos pelo contrato
de 18 de marco de 1870, para o stabelecimento
de dous cabos submarinos entre Portugal e In-
glaterra, e entre Portugal e Gibraltar.
c Foi approvado pela cmara municipal de
Coimbra, o contrato e respectivo tratado do ca-
minho de ferro americano, que ha de cominuni
car aquella cidade com a estacao do eaunho de
ferro. A linha vera a So|*ia, Lanso, ra do
visconde da Luz, Ca 'cada, Portagem, Caes at as
Ameias, ra das Solas e praca de S. Bartholomou.
i Esti-se procedendo aos convenientes estados
no Porto, para um caininho idntico que deve
atravessar toda a cidade.
c llulive no dia 23 do mez prximo lindo, no
paco do Bclm, um jantar offerecido aos efficiaes
da fragata italiana surta no Tojo. Assistiram SS.
MVt, o duque de Aosta e seto pessoas do seu s-
quito ; cinco offieiaes da fragata Roma, camarista
e ajuda ule do serviro ao duque, a dama, cama-
rista e o veador que acompanhavam suas mages-
tades. O jantar comecou depois das 7 hsras da
noite, durando mais de hora e meia.
A sociedade das scienrias mdicas de Lisboa,
em sesso de 21 do mez prximo lindo, terminan-
do o seu estu.lo sobre a epidemia de bexigas que
tem g tasado no paiz, votou os seguintcs arligos,
que enviou aos governadores civis do reino, para
queesles lhe decm a devida publicidade : 1" que
em Portugal a vaccinai;o seja obrigatoria dentro
dos primeiros seis mezes de vida ; 2* que a falta
de ciimprimento de semelh.inte dever seja punida
com multa imposta a quem por ella devia ser
responsavel, e applicada manutenro de tira
hospital de variolosos; 3' que nos hospitaes civis
do reino sejam vaccinados todos os enfermos que
ahi coucorram, e nao apresentem signacs cniden:
tes de boa vaccinaco ; 4o qne a exigencia at
agora feita para as pampas que concurren! a cer-
tas empregos pblicos, no sentido de ju-tiicarem
a sua provavel immunidade contra as varilas,
se torne extensiva a todos os individuos que pre-
tenderen! inscrever-se em quaesquer matriculas
ollciaes, e at mesmo os operarios dos grandes
stahelecmentns de industria ; 5* que o publico
adquira o habito de revaccnar-se, perdendo os
infundados receos que te o da revaccinaoao, c
convencendo-se deque ella se torna necessaria em
periodos de 7 10 annos, indispensavel durante
as epidemias varilicas, c urgente para as pessoas
que viten em contacto com os doentes bexigosos;
6 que se nao deposite inteira confianca na revae-
cinaco negativa, sem que pelo menos tenham
sido feitas duas ou tres teutativas ; 7 quo duran-
te a act al epidemia, o instituto vaccinieo ofJDcial,
funecione lodos os das, com excepcao dos santi-
ficados e domingos : 8- que desde j, e para sem-
pre haja em todas as parochas, e se possivel for,
no proprio edificio da igreia, e a cargo das res
pectivas juulas de beneficencia, vaccmacao pu-
blica c gratuita aos domingos ; 9o que os delega-
dos e subdelegados de saude readquiram a auto-
ridade e responsabildade indispensavel para es-
pontneamente procederem inscripcdes domici-
liarias, no duplo intento demelhorar pela h giene,
as condicoes dos variolosos e de impedir pola be-
neficiario, dos aposentos e roupas, e at em al-
guns casos, pelo islamento dos enfermos, a pro-
pagaco da docn.a ; 10" que se proceda a veri
ficagao sicentifica dos bitos por modo que sem
risco ie ahumaee* prematuras se eviten os
perigos da dessminacao mrbida feita pelos ca-
dveres dos bexigosos ; 1 Io que sob nenbun
pretexto se co servem as enfermaras communs
dos nosptaes doentes variolosos alen do periodo
d'erupcao; 12 que so construa sem perd de
tempo, c as devidas condjeoes de islamento,
um hospital -barraca, destinado a receber os va-
riolosos que estivrrem nos hospitaes do Desterro
o de S. Lasaro, e quantos recorrerein candade
no locomal.
- Chegou a Lisboa, depois de cumplir cni Hes-
panha a elevada msso de que foi encar regado,
o conselheiro Lessa, director geral dos correios.
e postas ilo remo. A conven.o postas entre
Portugal e Hespanha foi assignada om 6 do mez
prximo lindo. Nao obstante os acontecimentos
que se deram, taes como o luto real para a lega-
c4o portugueza, o nascimento do tilho do cntao
rei Amadeu, e depois os mai> graves acontecimen-
tos que mudaram alli a forma de governo, as ne-
gocia^oesf oram concluidas. As disposicoes da
conven.o sao ndenticas s realisadas coma
Prussia. O transito das malas portugu-zas por
Hespanha fcar quasi livre. Os portes sfe redu-
zdos por forma que habilitam os portuguezes a
negociar com vantagem. com as outras nacoes taes
como a Franca e a Inglaterra, pudendo o porte
para as differentes naedes da Europa flear rodu-
zdo metade. Os portes por Hespanha licaui
idnticos aos que vigorara em Portugal As amos-
tras tambera soffrem una notavel reduero. Os
impressos e livros serao taxados coin os jornaes.
A base que se lomou foi sobre os portes que se
pagara nos respectivos paizes. Ficou tambera eon-
vencionado que, se Portugal reduzir os portes ou
augmentar os pesos da correspondencia, tal favor
aproveitar a Hespanha. Igualmente se estabele-
ceu, que a falta de franqua devida nao obste
romessa das correspondencias, pagando os desti-
natarios a multa.
Teem sido boas as noticias que so receberam de
Cabo-Verde, pelo qoe diz respeito ao estado sani-
tario. Tem havide falta de numerario. Rebentou
una sublevarlo em Bissau. Parti logo para all
o vapor Tejo com tropa de desembarque. No
lian de Geba, dura va anda a guerra entre os gen-
tos Mendingos c Futa Fulas. O cuefu do presidio
com recelo de ser atacado pelo gonlio, requisitou
(prca o foi-lhe oandada a escuna Bissan com dous
offieiaes c 43 soldados da guarnirn de Bissan.
De Cabo-Verde sahiram 100 pracas e 4 offieiaes,
parasubstitnirein aqueilan tropas, e para guarne-
cerem outr s pontos imiiortanles,
w 0 governador de Angola, est mel'-or. dos feri-
menios quesoCfreu. Foi esperado n'uiua em os-
(Vwti por causa de questes particulares.
(. As ultimas noticias de Angola sao recibidas
aqu pelo vapor Cambridge e alcancafn a 25 de Ja-
neiro prximo pretrito. Peve-so considerar ein
socejjo a provincia. Dos Deuibos esperavam-so
noticias a cada momento, nao se tendo j recebdo,
aem duvida, por caus.1 das militas chavas que ti-
nliam cabido, diflicultand as communica(des; ha
va certeza porem que os poyos daqtielle ponto se
tinliam conservado tranquillos o em nada tinliam
inquietado o governo da provincia. Do Golungo
Alte havian satisfactorias noticias.
0 governador da provincia de S. Thoin e
principe enviou ao secretario do grupo colonial da
oonrnjssio central directora dos trabalho* prep
MalNWofesf arstras e.wttimadas tropelas. Entre
tanto vio sendo batidos fortemente.
As nolicia's de Macan sao sallsfaCtiirtBft
* Embarcaran!-huntcm- na punto dos vapores
era Itelem, D..Amadeu duque, u Aostc e sua con-
sorte a princeza D. Mara. Victoria. SS. V.M. o re
e a ra'nh de Portugal, foram ao bota-fra. Mu-
tas pessoas de distineco, os ministros da corroa,
os personagons bespaiibi'ies quo vieran! .a Lisboa
com I). Amadeu foram a bordo despedir-sed'aquel-
le que tanto a tempo e com tanta hombridade
soube depr a cora que lhe fora olTerecida pela
naro hespanliola.
A fragata Roma, que conduz Italia o ex-rei
de Hespanha, largou do ancoradouro pelas 2 ho-
ras da tarde. Deus os leve em bein.
Parece que o governo portuguez conceder
um subsidio de nove coutos de rs. para a nave-
gacao a vapor entre a ilha da Madeira e o porto
de Lisboa. L" omito insignificante este subsidio,
entretanto mais vale do que nenhura.
Sabe-se por telegramma do Porto que foi alli
preso um delegado da Fratcrnidade Operara de
Lisboa, e que erara perseguidos outros membros
d'aquella associaco.
Constou que riria Portugal o celebra gene-
ral Clus' ret famoso communista. Deu-se ordem
para ser recebdo bordo da corveta Estephama,
logo que ehegar.
O governo nao s decidi faze-lo sar de Por-
tugal, icm como a todos aquellos individuos que
foram condemnados em Franca pelos crimes que
praticarara durante a communa de Taris. Alfir-
ma-se tambem que o governo de Portugal se lera
entendido a este respeito com todos os gabinetes
da Europa, e at com o dos Estados4Jnidos, visto
dizer-te americano o citado Cleuseret. E' cerlo
que a polica anda em diligencias para encontrar
o dito general, tendo-se dado j alguns equvocos
muto engranados na estacao principal do cami-
nho de ferro.
O julganiento do recurso do viscoude de Ou-
guella no supremo tribunal de justica a 8 do
corrente.
Est publicado o processo da recolta. B' um
volume de mais'de duzenta* .aginas e muto cu-
rioso. Tenho-lhcs mandado alguns excepto os dos
depoimentos que alli se encontrara.
Despachararase na alfandega dous fonnida-
veis ourang-otangAS rcnieltdos de S. Thoin para
o Sr. Cravero Lopes, captao lenle e ex-gover-
nador daquella provincia. Sao oflerecidos por
este digno otlicial da armada a Kl-Re D. Luiz.
Os dous curiosos bixos foram vistos por mui-
ta gente que admirou a ferocidad.: c descomunal
estatura delles.
Sua magostado offereceu os dous manos a
seu multado D. Amadeu.
Postscript um. A ex-rainha de Hespanha
dei.xou 4 contos de ris para esmolai fregue-
za de Belem.
Dos homens da marihagem italiana que
se siippunhain afogados no Tejo, ja appareccrain
mais alguns. Apenas faltara 2.
O niarquez de > da Bandeira vai ser nonicado
director dos trabalhos da forliticai.o de Lisboa.
Parece que vai publcar-se una folha diaria
republicana em Lisboa
Na cmara dos pares comecou a discussao do
piojocto de lei, chaando a reserva s armas. O
primeiro orador a cumbater o projecto e paraccr
das conimisses, foi o Sr. Franzini.
O centro promotor dos meliioramentes das
etasses laboriosas vai discutir se deve represen-
tar contra u projecto que chama as armas a reserva.
J est quasi concluida a construccao do va-
por Julio Diniz, o primeiro da nova empreza
Pmjresso martimo do Porto, que principiar a fa-
zer viagens em abril prximo entre aquella cida-
de e os portos de S. V cente, Pernambuco, Baha,
e Rio de Janeiro. Tem este vapor 1,168 tonela-
das.
O outro vapor Almeitla Garrett est tambem
quasi prouipto e brevemente comerai na carreira
Aflii'iiia o ImperuU de Madrid que est craj
Lisboa o C euseret
Nioticias da Auici'i'4k.
ESTAUOS-IMDOS.
Os ltimos telegramnis dos Estados-Uni-
dos ili/.em que no congresso foi o governo
Dterpellado pelo Sr. Banks por causa da
questao de Cuba; o Sr. Banks disse que a
poltica do governo techava a porta li-
benlade, perniittira a carnificina dos cuba
nos c os niaus tractos dados aos amerita-
nos.
O governo nao tencionava publicar a
correspondencia diplomtica com a Hespa-
nha, relativamente a Cuba, emquinto o con-
gresso o nao exigir formalmente.
O presidente (Irant receben urna commis-
sao de negros de Cuba que lhe fora pedir
que reconhecesse nos insurgentes de Cuba a
qualidade de beligerantes ; e resporideu-llies
que fazia tudo o que fosse possivel e com-
pativel com o seu dever.
O inquerito sob o negocie do crdito
movel revelou numerosos escndalos linan-
ceiros que compromettem umeerto numero
de altos funecionarios.
Tanto o vice-presidente quo acabou suas
funeces, como o que novamente foi eleito
esto implicados neste negocio assim como
muitos membros do congresso ; e at mes
no sao especialmente designados dois
membros to congresso no relatorio da com-
missao de inquerito, como devendo ser ex-
pulsos do congresso.
O mesmo relatorio aecusa de varias fraudes a
antiga administraco docaminho de ferro do
Pacifico; e propoe que se intente um processo
.1 companliia para reliavr o dinbeiro pago
llegalmente ao crdito movel.
As revelacesdo relatorio mostram que la-
rra urna profunda rorrupoao no alto func-
cionalismo dos F^tados-lnidos e a cmara
est de tal modo assombrada com ellas, que
tem votado propostas, alias importantes,
sem lhes prestar a miniu a attenco.
A cmara rejeitou por 109 votos contra
I0G urna propostapara a aa-usacao do novo
vice-presidente o Sr. Calfor, e decidi anviar
toilo este escandaloso negocio a urna com-
missao jiuli.iial.
Foi ap rovado um biil aulorisando o
eetabelecime-nto de um cabo lelegraphico
entre America e a Asia.
Foi dettinado um crdito de um nii-
lhao e meio de francos para ser destribui-
do pelos negociantes ue concnerem com
os seus productos exposico de Vienna
il'Austria.
PEENAMBUCC.
REVISTA DIARIA.
.Vsscutbla provineaL A assembla
provincial aiite-lKintem fuucconou rom 7 Srs.
deputados.
Anprovadas as actas da sesso de 13 e reuniao
de l"i do corrente, o Sr. 1. secretario leu o se-
grate expediente, depois de haverem pela ordem
pedido dispensa dos cargos de supplente do secre-
tario o lhes ser
C irvalho o Peniambuco runo.
#
Tolentino de
do onus com que alladia a ciremnstancia tal-1 ratori. para a eMiosicao do Vienna, d'iAustria 45'
o Na assembla, o Sr.. SieHia peda a Bnppressao I wa errnea de considerar parlugueza,^ anjoala' voluntes eom aoVAa do productos da p oviucia.
Um olBoio do secretario do governo da provin-
cia, reneltendo urna rcpresenlaiio da cmara mu-
nicipal da villa da Serinhaem, solicitando autorisa-
to para cuitratar cora qualquor advogado da lo-
calidade a cobranca'das inultas impostas no tribu-
nal do jury.- A commissao de negocio* de c-
maras.
Outro do' mesma, remetiendo, por copia o ofcio
da cmara municipal, da villa de Floresta, era qus
pede a ar.pruvacao das posturas submettidas em
abril do amia passadoaas-sembla.- comnssa.j
de po.-tuias.
1. Outro do niesmo, transmitiindo por copia a oDS-
co da cmara municipal da cidade do Rio Hermo-
so, em que cxpoe| as nei nicipio. commissao e negocios de cmaras.
Urna peticao de hahitantes do povoado Cham do
Carpina. pert. ncentes s comarcas de Pao d'Amo
e Nazareth, pedindo. a creacAo do urna escola de
instrurcao primaria para sexo masculino -A
commiss.) do tastraoaa puWica.
Outra, de haMa
a creaedo ie urna
para o fexn niascolno. commissao do mslroc-
cao publica.
* Otilia, de Joao Salvino de Soma I'eixe, alumno
da escola normal, pedndo para fer exame das
materia!* do 3. anno, yirto ter frequentatlo coi
aprovetaiuouto o .*A eommb>ss de nsfruecao
pub ifa.
Outra. de Manoel Caetano jiinola, professor de
instruc.o primaria ne gyunasio provincial, pedn-
do pagamente da gratificacao de 800* que tem
direilo. por haver durante os annos de 1871 a 1872
leceetonado tambera as Urdes.- A commissao *
instruc.o publ:ca.
Outra. da mesa regedora da innandade de iossn
Sonhora do Amparo de Goyanha, ptdindo que so
marque quota na le do orcamento para a codclu-
so das obras da mesma igreja, assim como una
lotera, com preferencia. commissao de orna-
mento provincial. .
Foram litios, approvadns e mandados imprimir
dous pareceres, os quaes concluem jior projectos :
um da commissao de legislacu.-approvando o con-
trato celebrado pela presidencia da provincia com
Justino Jos de Souza'Campos, para o encanamen-
to d'agua potavel e illumiaacao a gaz para a ci-
dade de Goyanna, e outro approvando as altera-
Ses feas no coinproniisso da irniandado da Soje-
ade da freguezia da Boa-Vista desta cidade e re-
getando um da commissao de constituirlo e pode-
res sobre urna indicaoo assembla geral feita
pelo Sr. Olyupio Marques o anno parsado, retia-
inando contra a classificaco de especialidada co-
marca de rio d'Allio. Foram em seguida appro-
Vtdas as redari;6es dos projectos ns. U 2 de 1871
e t to anno passado. este approvando o eosapro-
inisso da innandade das almas da matriz da Boa-
Vista, e aquello aulorisando o presidente da pro-
vincia a nomear para qualquer mdeira de instruc-
rio primaria 0 professor jubilado Joao Isidro Gen-
oalves ta Cruz.
I'assando ordem do da, foram submetlido* .
1." discussao o projecto n. 3 deste anno, jo
crea um imposto addioioiial ao de ffSOO |>or ta-
boca de gado vaceum consumido na provincia, <>
qual licou addiado por 48 huas a requerimento do
Sr. Olyni|iio Marques; a 2.' tliseu.-san, o de n. 58
do annu pascado, que revoga ;r lei n. 1,(110 de 13
de junho de 1871, e foi approvado e bem assim,
tambem em 2 discussao o do n. 39, que autorisa
o presidente da provincia a contratar com Joaquim
Cavatoante de Albuquerque a eonstrnerao de tima
estrada de ferro.
Entrando e n 3." discussao o projecto n. 9 de
187i, sobre a biblioteca publica, veriticando-sc nao
haver numero para votar, levantou-se a sesso, de-
signando o Sr. presidente para ordem do da :
continuarlo da antecedente e 3." discussao do pm-
jerto n. 70 do anuo passado.
llrle^radu litlrario. Por portara da
presidencia da provincia, de 8 do corrente, foi
exonerado l'rl ano Jos de Mello de delegado lilte-
rario do districlo de lhio d'Alho, e nomcado para
o substituir o Itvnio. Antonio Domingos de At.u-
qiiorque Aragao.
Hospital militar.-Por portaria da pre-
sidencia da |irovncia, de* do corrente, foi nomca-
do Domingos Das Vieira, enferineiro do hospital
militar, em substituico de Manoel Francisco de
Jesii Veras, que falleceu.
l'i-csiiito de Fernando. I'or poriari
da presiilenca da provincia, de 8 do corrente, toi
nomeado o ca|ito reforinajdo Manoel Clandino Olivera e Cruz mttjor dap'aya do presidio de Fer-
nando de Noronha.
Autoridades polieiaes. For portaras^
da presidencia da provincia, de 8 e II do cor-
rente :
Foram exonerados Francisco de Araujn Lima, de
subdelegado do districlo de Cruangy. do termo *?
Itarab lenle coronel Hometero Jo- Veltoso
da Silveira, de 3 supplente do delegado do termo di
Olinda : Manoel Joaquim de Venenen, de I.* sup
pente do delegado do termo de Bezerros ; Gosto-
do Gomes Ferreira, de .1 supplente do Subdele-
gado do !. districlo de Rio Forraoso.
Foram naneados : subdelegado do districlo U*
Cruangv. o alferes de polica Jos Pereira da Silva ;
e 1. supplente do subdelegado do 1. districlo ti"
termo do Triumpho, Mancel de Siqntira Cmara ;
3. supplente do delegado do termo delinrta, Jo-
quii Lopes de Ahneda ; 1." supplente do fUbde-
legado do !. districlo de Bezerros, Joao PMMtose
Cavalcante.
Guarda naeional.-Por i>ortarla da pre-
sidencia da provincia, de 10 do corrente, foi dis-
pensado o lapso de tempo decorrido para pode;
tirar patente o tenente nomeado para a 7/ rompa
nina do 8." hatalbao de infamara do municific
do Recife. Roque Jacintho de Olivera e Souza.
Keeifc Drainafic-Por [Mirtaria da pre-
sidencia da piovincia.de 11 do corrente, to no-
meada nina commissao, compo-ta dos Drs. lose
Tibiirci.i Pereira de Magalbaes, Podro d<- AtbayoV
Lobo Hoscoso, e Alberto de Aquino Fonc ..
para emitlir sen parecer acerca da preposU.
que fez a companbia Recife Urainage, para me-
morar os apparelhos j enllocados, no sentido il
evitar o constante derramamento u'agua sobre o
apparelho autoiratco.
Hospicio de alienados. Damos ni se-
guida os otlicios trocados entre o Exm. tr. com-
mondalor presidente da provincia e o Sr. Dr. Pe-
dro de Atnayde Lobo Moscoso acerca de donativos
para a construccao do novo hospicio de alo ni-
dos.
llliit o Kxm. SrInclusa achara V. Exe. a
rel.v. 1 do muitos dignos proprietarios de alarias
dos Remedios e Lucca que tiverara o piedoso sen-
timent de concorrer com alguns milheiros de li-
jlos para a conslrucco do asylo de alienados.
Logo que seja occasio, serao dadas as provi-
dencias para que sejam arrecadados os donativ*--
refridos. Deus guarde a V. Exc. por muitos a..-
nos.Uta. e Exra. Sr. Dr. rommendador Henritpn
Pereira de Lucena, dignissimo presidente da pro-
vincia.- O medico, Dr. Pedro de Athayde !.<'<
Hoscoso.
Major Pelfino Lns Cavalcante Pessa, tijo-
os 2,;>w
Major Jos Tbomaz Cavalcante Pcssoa 2,NW'
a Antonio Jacintho Borges, sendo um seis
mezes depois 3,0*H'
Bento Joaquim Gomes, sendo um seis me-
zes depois 3-lKi-
n Manoel Ignacio Avila tflM
Antonio Meneles Cantoso de Gusraao 5,(K"!'
n Noberto Munz Teiaeira Gnimaraes 2.W
Tenorio 4 Lima, sendo un d'ahia seis
mezes W|'
J.' Tavares Munz 2,00o
Francisco Mrnteiro Gonealves da Luz 1,000
Jos Elisbao Borges Debes 5 0r>
Simplicio Rcdrigues Campello .OU1
Manoel Anlenio le Jess 2.0'"
Ignacio do Souza Leao,cndo um sois me-
zes depois. 2j^h
4. se.t-o.Palacio da presidencia de I't-'-
nambueo, u de mareo de 1873. Em resposta-a
seu tifllcio de 8 do corront, teuho a dizor lhe me
agradeco o intrnese tomado por V. S. em agen-
ciar donativos de lijlos dos propriotarios de oU-
rias des Remedios e Lucca, cnnstaiite da reblan
qne acompanbon o, sen dito ofllcio, paraacons-
truccao do asjlo de alionados, e rocmniendo-lb'
que,' om lime desta presidencia, Ion ve eslei-
mos proprelarios pelo proced.meKto lo patriotic,
quanto humanitario quo tiveram, Deus guarde, a
V. S. Ilcnrique Pe eir de Lticcna.- Sr. Dr. P-
tlrode Atnayde Lobo Moscoso.
Cliefc de polieia.No vapor Piraparm,
seguio ante hontem para a provincia do Rio Gran-
de do Norte, onde vai oceupar o cargo do chrfe
de polica, o Sr. Dr, Jos Antonio Correia da Silya.
Magistrado imparcal, honrado e enrgico, cen"
i o Sr. Dr. Crrela da Silva, far certamente a-
quella provincia una adminstraco, que anda
una vez llie dar a consideracio c respeito, qm
lia sabido angariar nos lugares onde estove.
S. Exc. o Sr presidente, ronunandanto do ce-rp*
de polica o amigos, em crescido numero, acn
pannaram al o embarque o Sr. Dr. Correia ta
Silva ,a quem nos por nossa vez desejamos vanlt^
bonancosos, e una feliz viagein.
Despedida. Era outro lugar publica
una despodida do lllm. Sr. Dr. Jos Antn o Cor-
reia da Silva, feita aos prenles c amigos, de uatni
se nao pude elle despedir pcssoalniento.
Anniversario. Gompletam-se lago 43 an-
nos que se reuni no Rio de Janeiro a primciw
assembla constituinte do Brasil.
Dinhciro.-O vapor Genui trouxe par-, .
Pedro usorio de Cerqueira 4:'I,);?K'
Pereira Canoiro kt !oq8S
Ranos Mendos A C. 999fOtr
c Mandahu. tovaratu
Os vapore- Virapama
para :
i'arahyba
M.ssor
Aracaty
22:.'OO*OO
4:Oi'OC0
.'i oaooo
IOG:8oO*OOt>
Macei
.Mniana. de PernaiMbiaeo. Da ofi>
cina lypugraphica do Sr. Dr Felippe Nery Collat'u
acaba de sabir luz o Alnum Civil da provincia de Pernambuco. conteodo as
da Estrada Nova, podlndo|iieguintes mattiia^ ; um resumo da tontera *
de instrucfo primaria j Brasil dt?de o ^eu d^seobrimento al i declarac-




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Diarfe fc-Pfttflmfcuc'-^ Segunda fcira 17 de Mtotqo de 181$.
\
Y
de sua inJcpontlneia; outro resum) da historia
de Peruaiat.uo> at a expulsao Jos hollandezes;
outro resumo histrico acerca dacidade do Recie,
com urna deseripc5o abreviada do estado em que
se aeha actualmente a provincia; as cma-
ra municipaes de todas as villas; os juizes de
paz da maior parte das freguezias ; o numero de
leitores que da cada parochia e o numero de c-
dados qualilicados ?otante que as mesmas re-
sidem; os juizes, tabellies e escrivaes de todos
A^Httuioi da provincia ; a data e a lei-da creacao
de cada villa, cidade e freguezia, ainda mesmo as
do alto serto.
fc urca nova carreira cm que entra este
lr\*atto, que, beni dirigido, pode vir a ser
-iktgrinKl nulidad, pois que nina necessidade
paca toilu o cidado conhecer a historia patria.
Ac- e venda.
S*erjfl;>e e Alajras.O vapor Cequia, fui
portador de jomaos do Ar.icaj at J e de Macei
ato-13 do crrente.
litmMiu nn soleinuemaute no da .* da cor-'
. rema, a sesso da assciribla provincial, lendo o
prndente da provincia o relatorio respectivo.
Aaenas acabada ussa leitura, quando se ia pro-
ear eleicao da mesa administrativa, verilicou-
se nao liaver numero para votar-se, deixando de
baier sess j nos das 3 e 4 por falta de numero
lejfst de depulados.
Koi capturado, no Riaehio, o desertor do corpo
de polica Jos %lvei Martins, o qual era o terror
dos habitantes d aqaella localidade pelos desatinos
que pratirava.
Era Macei nada.occorrcu, que mereca men-
jia.
Mlssa. -Quarta-feira (19) da deS. Jos, pa-
droeiro da igreja Catliolica, haver lelas 7 horas
da manhi urna missa solemne na igreja de S. Jos
do Manguind, e as G horas da tarde bencao do
S\ Sacramento; precedendo um triduo, que teve
mayo hontem.
Frisito. Pela subdelegada do 1. districto de-
tenno de. Sanio Autao foi preso Manuel Barradas,
4jue-fu rtara das antes 3 cavados em trras do eu-
genlio Quemadas, tendo para isso arrombado a
estribara, em que estavam recolhidos os apimaes.
\ssullo mortfero. -No lugar Arara, li-
amitrophe.do termo de Cimbres com o de Carirj da
irovincia da Parahyba, foi assaltado em sua pre-
pria casa, por um grupo de quinze homens, capita-
neados por Hyppolito Jos da Silva, morador na
Serra dos Mocos, daquella provincia, o cidado
Jo** ezerra dos Santos, o qual fic.ju ferido com
vjnle e tantos golpes de faca, facao e de couces de
arma e leve mora sua mulher, de nome l.ui/.a, que
fui assassinada. achando-se em adiautado eJtada
de gravidez.
Oa diligencia a que procedeu a autoridade local,
resultou a prisao do chefe do bando, Hyppolito4 e
io giMiro d-*ste Angelo Alves Feitosa, que fazia
parte daquelle.
Norte sbita.Em 12 do corrente foi en-
i-oiitrado niorto no termo do Cabo, Bellarmino Jos
do Espirito Santo, mestre da barcada Atalaia, an-
corada no porto de Suape daquelle termo.
I)a.> averii;iiai;oes a que se procedeu chegou-se
ao conliecimeuii) de que fra casual a sua mortc.
Ou4r. No lusar denominado Frexeiras do
termo da Escada, foi encontrado o cadver de
Joaiioa de til. Procedendo-se a competente vis-
torla, varilicous terjHla suecumbido victima de\
.tu. estupor.
li>nti>milii;i [pcriiambucana*Segu
hflje ( 17 ) para o porto cima o vapor Cururip;,
ununandante silva.
lrotcst. de Ir t tras. O cscrivo Jos
. Mariano esta de semana. artorio onde foi a se-
srejJMJa.de polica, sala do lado da mar--. ,
Lotera.A' que se aclia venda a 13' a
tteiilicio da matriz do Seriuliaem, a qual corre
no dia 2'>.
H.i-iioi-s Amanha ( 18 ) cffectua o agente
Pinto o leilau de [azoadas avariadas eu sea escrip-
nii) ra do Itom Jess n. 13.
Quarta Nra deve ter lugar o leilio por li-
|iiida-,o dos objeulos existentes no armasen! da
ra du imperador n. 15.
lasa ile deteneao. Movimento do dia
li de mareo de I873 :
Eiistiam (presos) 339, entraram '>, sahiram C.
'xistein 338.
A saber :
Nie.'ipn'aes ii'-i. muHieres 11, e.strangeiros 12
cravps .'13. esclavas 7.Total 33S.
Alimentados a rusta dos cofres pblicos 273.
Movimento da enfermara do dia l'i de marco
.h- 873 :
'IV\e baixa :
Jos Manorl do Nascimonto, embarace gastfHico.
Tiveram alta :
los Hernardmo l.esse Leal.
Vicente, escravo de Manoel Teixeira Lima.
I*ass:*;?eii-.s. Saludos para os portos do
-oi uo vapar nacional D'iiias:
Franci-M X ivier da Silva Man[ue>. Manoel
iwo Ferreira, Nicolao bioreutini da Cosa, Anto-
nio los Sbrtiis, Antmio Jos de Mella Harpoza,
OOnezo. Fraucist) Peixoto Daarte, Antonio Sal-
(ador Pestaa, Braz Vicente Nitlo, JosS' Antonio
d Mello. Joaqun] Cardozo de Novaes, Francisco
Prederlco Ser.|ueira Valente, Francisca Pintano,
J. Portella. Algeimon Dzane, Manoel Francisco
Torres, J. Peroira di Casta, Tiioim de Aquino
iiP i i- nuil lillia, Antonia Evangelista. Joaqaiin
Hibeiro de Souza, B'carlo da Silva Moi'.iira, An-
oaiu Martins Knhello, Jos Luir. Soaie.s.Man ni
> tugelisla de Souza Cortes, Joaquim Zacaras
lart i. Vicente Teixeira de Azevedo.
Vm los da Europa no vapor inglez Cuzco :
Antonio los Gomes, Gonealo Pereira de Maga-
il>4, Uelni Francisco da Silva, Jlo Alves da
Cujina Vieira. Joao" (lardoso Fguera, Domingos
LMk > Vidd, Jos Mara Fernandes, e 19*J para o
-ni.
Viudos dos partos do Sul no vapor Gtqmi :
Dr Nazaretli Bnanjue, Joaquim Fernandes Sou-
', Antonio da Molla Jnior, Manoel Clementina
pes Viaiuia, Mua Catliarinade Ulive.ira. Emilia
Mi i deOtiveira, Manoel Ventura Pereira, Jos
V iit da Silva, Bros Salustiano da Silva.
Sabidos para os portos do Sul na vapor Man-
!iiu' :
r.-P -ranea Luiza da Luz, Joaquim Francisca
.' 11 j -. 1'eJra da li illanda Cavalcante, Manoel Jos
t Lima Silveste ilbraz. Carlos Leonardo.
Sabidos para os portas do Norte no vapor
BtrajMBM :
Exm. Bao de Moreno, sua senbora, i fillios e
1 rriadas e criados, Gabriel Sieira, D.. Francisco
; unes da Silva, uta semora, sea lilho. sua cu-
nlii da e 1 criada, Amaro Brrelo de Alimquerquc,
(JA Jas Antonio Correia e Silva, sua senhora. sua
'i, 2 lilb^is e 4 criados, alaria Vi;encia Fer-
Lima, Antonio Delgado Barba, Fiel Vieira
. uieiro, JoSo da Molla. Joao Mendos de Araujo,
Manuel Jos Vieira da Silva, Dr. Amaro Carneiro
:t. Caraleante, sua sen'iora e 3 creados, Dr. Jos
JMap, Albuquerque Millo, capitao Elias Francisco
Mind'ilo, I. U. Graf, Jos do Porto Vieira, Joao
ftuiusle Magalhaes, c I creado, Jos Paulino de
Vodrade, Joao lieorique de Oliveira.
l>iuiterio publico.bi'.uari < do dia li
d i o ruine :
B >Mi Maria do Livramento ornellas, parda,
t'ei oaiiibueo, 8fi anuos, solt'ra, S. Antonio : can-
erona inania esquerfla,
. i |uiin, branco, Pernainbuco, 10 inezos, Santo
Antonio; ttano.
Itavmiindo, branco, Pernambuc, -imezes, S.
!< dentic.ao.
ii.-riani do Carmo, branco, Purnaiobuco, 25
.i. -. solleiro, S. Jos ; phtyslca pulmonar.
!'.-lia, esrrava, parda, Rio Grande do Norte, 30
i i, solteira. Santo Antonio; lesio ^pulmonar.
reza de Jess e Silva, branca, Portugal, 68
uuia>, casada, Santo Antonio ; hepatite cbroiiica.
J.aipiim Petra de Sant'Anna, pardo, Parahyba,
* tunos, viuvo,' Boa-Vista, bftilal Pedro II;
ignora-M a molestia.
- aria Francisca do Rosario, parda, Piauliy, 3o
mnoi, casada, Boa-Vista, hospital Pedro II ; tu-
uerculas puhaoaarea
ria Felicia da Coneeicao^ par la, Pernainbuco,
t'J ornos, casada, Boa-Vista ; aneurisma..
l iquim Hibeiro Lemos, braneo, Minas Geiat--.
M aun as. iguoia-se, luilit.ir, Boa-Vis'.a ; haspilM
militar ; congestio cerebral.
Ips Joaquim d< Sant'Anna, pardo, Peraambll-i
i, i aun is, olteiQ, S, Jos ; tubrculos jiul-
monares.
Jo^ Francisco Pinto Guimares, branco, Per-
naiabiicffl, 70 annos, vinvo, Santo Antonio ; ente-
ritfl chronieo.
Antotiio Joaquim de Santo Amaro, pardo, Ala-
fw (0 anuos, catado, Becife; gastru nlerite.
mingues Silva. Regneira Gosl/^nua Leo, Sel'
va e Araujo Jorge, abrio-se a sessao.
JULDAMUTOBi
Recursos crimes.
Recorrente o juzu de direito do Grato, recorri-
do Raymundo PeiTeira da Silva. Juizes os Srs.
desembargadores Albuquerque, Domingues Silva,
Regueira Costa e Neiva.-Improcedente.
Recrreme o juito de direito do Ipo, raconido
Gonealo Ferreira de Almaida. Juizes os Srs. des-
embargadores Doria, Almeida Albuqaerqae, Arau-
jo Jorge e Neiva.Iiuprucedente..
Recorrente o juizo de direito d'Areia, recorrido
Hennque Jos de Mendeaeai Juizes os Srs. des-
embargadores Domiugues Silva, Lourenco San-
tiago, Sjuza Lcao e Regueira Costa. Iinproee-
deutt.
Recrreme Antonio Jos Pestaa, recorrido o
juizo de Iiimoeiro. Juizes os Srs. desembarga-
dores Souzi Leao, Neiva, Doria- Araujo Jorge. -
Improcedente.
Recorrente Francisco Mendes da Rocha, recor-
rido o juizo de direito do Recife. Juizes os Srs.
desembargadores Neiva, Regueira Costa, Almeida
Albuqueique e Uoinragu.es Silva.Improcedente.
Recurso de fafllncia.
Recorrente o juizo de direBo do commorcio, r*
corrido Joa i Higino de Souza. Juizes os Srs.. des-
ombargadores Araujo Jorge, Ntviva, Souza Leao e
Regueira Costa.Nao tomaraui eunliecmieuto.
Carta testemunhavel.
Aggravante o escravo Manoel, adiado na sessao
de 8 do corrente.Deu-se provhnento.
Appellaeocs ci veis.
Do Recife.Appeliante D. Hor encia Auua Al-
ves Ferreira, appellado Jos Mclchiades Bezerra
da Silva Costa.Reformada a sentenca.
Appeliante Luic Ferreira da Silva, appellados
herdeiros de Joaquim Correa de Araujo. Conllr-
tnada a sentenca.
Appeliante Antonio Ramos, appellada a fazenda.
Confirmada, com declaradlo.
Appellapoes crimes.
Do Saboeiro. Appeliante b juizo, appellado
Francisco Andr da Costa.Improcedente.
Do Bonito. Appeliante o juizo, appellado Jos
Luiz da Silva.A novo jury.
Do Ip. -Appeliante Jos Rodrigues Torres J-
nior, apellada a justica.A novo jury.
De Mainanguape. Appeliante o promotor, ap-
pellado Antonio Soares da Silva,Nao tomaram
conhecimento.
De Pao d'Alho Appeliante Luciano Marques
Gomes, appellada a justira. -Nullo o processo.
De Pao dos Ferros. Appeliante Fructuoso Dias
de Oliveira e outro, appellada a iustica. -Impro-
cedente.
Do Bonito. Appeliante o promotor, appellado
Ulpiano Jos de Mello.Improcedente,
De Pao d'Alho.Appeliante Agostinho Ferreira
da Costa, appellada a justica. -Nao tomaram co-
nhecimento.
Appellapoes civeis.
Do Pilar.Appellantes Jos Joaquim de Araujo
Pinheiro e outros, appellados Jos Joaquita de
Araujo e outros.Nao tomaram eohhecimento dos
embargos.
Do Cabo. Appeliante D. Mria do O' de Jess
Barreto, appellada D. Maria Paz Teixeira. Con-
firmada a sentenca.
Do Bananeiras.' Appellantes Jos, Manoel e ou-
tros, appellados Justiniano Jos Ferreira e outros.
Confirmada a sentenca,
PA3SAGRNS.
Do Sr. desembargadar Lburenjo Santiago ao
Sr. deseinbargador Almeida Albuquerque :
Do jury de Malta Glande-.Appeliante o pro-
motor, appellada Auna Custodia de Jess.
De Villa Bella.-Appeliante o juizo, appellado
Jos Manoel de Souza Fejraz.
Do Ico. -Appeliante Joao Joaquim de Mello, ap-
pellada a justica.
Do juizo municipal da Lagoa Nova.Appelian-
te o major Antonio Jos de Oliveira, appeados
Braga Gomes A C.
Do Rio Pormoso. -Appeliante Jos Luiz Montei-
ro de Queiroz, appellada Maria Joaquina da Coa-
ceicao.
Do Sobral.Appeliante Jos Rodrigues Urna,
appellado Cassimiro de Assis Britb.
De Olinda. Appeliante a preta Ciitliarina, ap-
pellado Manoel Dionizio Gomes do Reg i.
Do Recife -Appeliante Jos Joaquim da Cjsta
Maia, appellados Marques Santos & C.; appelian-
te Francisco Luiz dos Santos.appellados herdeiros
do inesmo por seti curador.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Doria :
Do jury do RioGrande do Norte. -Appeliante o
juizo, appellada Joaquina Maria da Couceicao.
De Nazareth.Appeliante o juizo, appellaio
Emiliano Pereira de Lima.
De Flores. Appeliante o juizo, appellaio Ma
aoel Antonio do Nascimento
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Doria :
Do juizo municipal da Imperatriz.Appeliante
Clemente Rodrigues do Sobral, appellado Cassimi-
ro de Medeiros Cavalcanli.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Do juizo municipal de Serinhaem. Appeliante
Jos Francisco Accioli Lins, appellado Feliciano
Jos Ribeiro.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva :
Do jury do Recife.Appeliante o desembarga-
dor presidente do jury, appellado Marlinho Do-
mingos.
Revista do supremo tribunal de justica.
Recorrente a fazenda nacional, recorrido Anto-
nio Pereira de Abicu.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Regueira Costa :
Do juizo de direito de Baturit. Appeliante
herdeiros de Francisco Jos Pinto Camurca, ap-
pellados Manoel Antonio da Rocha Jnior A Irmao.
Do juizo municipal de Barrciros. Appeliante o
Dr. Scbastiau Antonio Accioli : appellados Jos
Norberto Castello Branco e outro.
Do juizo de direito do Recife.Appeliante Jos
de Freitas Barbosa, appellado coronel Joao Viei-
ra de Mella.
Do Sr. desembargador Regocija Costa ao Sr.
desembargador Souza Leao:
Appellantes crimes.
Appeliante Vicente Adriao do Nascimento, ap-
pellada a justica ; appeliante Joao Francisco Bar-
bosa, appellada a justica : appeliante o juizo, ap-
pellado Jos Escoci de Pinlio.
Appellafao eivel.
Appeliante Joao Jos de Oliveira, appellado Joa-
lim Jos Pereira da Cimba.
inimigos, os conspiradores1, qnaado se desenjflhpnl
de faxer por mitro modo vingar sua ambicio.
De tudo isto den prova Ainadeu em sen reina'
do, a qual se nao fez duvidosa pelo ultimo acto
desse mesuro reinado.
Se mostrou, porm, Amadeu que elle nio pode
ser, embora toda a sua boa vontade, botn rei, co-
mo o tMQ mostrado Moa o outros, mostrou, po-
rm, que s por aojuelle ultimo acto, naquelle
caso smente podo ser o rei um bam rei, graede
e immekwo.
Foi, urna s voz, un s sentimento : todo
sera exaopoao o exaltara.
SBor iquellt acto pois, oi elle botn rei grande
' inmenso..
Nao foi Amadeu um rei imposto pelo direito de
heranfai MaiMXcado peto ostros-sebe ranos, neta
eseoltdo' por exercitos vencedores de extranhas
naces.
Um povo na sua mais plena libordade. nogeso e
iutelro exereicio de suasoberania, com a taaior
rcllexo e lucfetiuiiinitf, i cata de um rei por to-
das as cortes da Europa,. fez caliir sobre ello a sua
expontnoea rJeirio y t juroa-llie te-lo-e a sua des-
cendencia, por .seu soberanos, por iodos os seeu-
los, como de costura i.
llavera re mais legitimo I Qual dynastia j le-
ve origeni igual ? beni igual ? Nao me .tambre-de
alguma.
Mas elle mostrou qne nio quera ser i apeeai
um rei ; mas sim um bom rei.
E nao o pode, como elle, por outras palavras, o
disse.
Se, porm, nao foi Amadeu .um bom rei durante
o seu curto reinado, por sereoasa impossivel, foi
um bom homein. um.grande homom, um houiem
sem p;ir, ou antes tal couservou-se durante to-
do tenipj de seu penoso, e. para una alma to
pura, tao cruel reinado I
Un reino na trra !___
Foi cora que Satauaz ousou lembrou-sc ten-
taro filho do eus.
Foi com que tentara o vigario de Chrjsto,
o successor de S. .Pedro, que,'simples mortal, nio
soube, com) Christo, repeli-lo de si, para trazer.
sua igreja tantas calamidades de que esse factq
origein !
Um reino na trra nao repellio Amadeu, como
nao seria o primeiro : filho de rei, crendo ver em
seu pai um hora rei, eleito poi un povo tan livre-
mente, presumi poder ser um bom rei^pe um
povo que_de uiii tal careca.
Com tao boa vontade de ambas as partes, sua
niissao seria gloriosa no co,e naj torra, porque
ooncorfwia para a elicidade,da uac*> que o ele-
? era !
Admira, sim, que o hornera, presa de todas as
privacoes, da perseguicao, db inirtyrio, victima
de toda a tvrantiia, conserve a grandexa d'alra,
raais a exalte, sera a nnraa quebra de sua digni-
dade, de seus principios, de ioda a purezado sen.-
timeuto moral, rcpelindo todas as tentacocs.
Mas esse homem so conhece as prirpgdes, a
angustia, dor a que tem-se mpldado sua afola.
Conservar porm din honisiri os faustos da
primeira grandeza da torra a pureza Jo seti-
tnento moral, no centro das fileiras, de aduladores
que circundam todos.os turnos, tepdo neceidade
de crer na mentira e de desconfiar da verdade,.....
nao, nio admira ; a sombra !
Foi a pruheiro suntlmento que dominou a to-
dos os qne tiveram noticia do, procedimealo de
Amadeu, foi o assombro : cada um como que
caba das nuvens n'outro planeta.
Haver alguein ime pergunte ao menos a si:
Seria por inedo t
Qual foi o rei, por mais cobarde, que deixasse
de lazar quciniar o ultimo cartucho, de le ir a
ultima batalha em defeza de sen throno ?
Nao lera sido este proceder at lomado era ponto
de honra ?
Fernando de aples, expulso pla nussa do
povo, quando entrave Garibalde sera dar um uro,
nio devendo ter miis esperan.-a de algum exi
to, ainda diu ditalha no recinto de una forta-
leza, com sua mulher ao lado, excitando, pelo seu
ht)-uis>H;\ a dedicagio e valenta de seus soldados;
e tojos os apreciadores exaltara a herona por
sua abuegaco, e grandeza d'alma.
Quando os res nao podem mais aguentar a
cora, passam-na para a cabeca de seu lilho.
A' mai de Henrique V, (euj nome escapanie)
exaltada pelos historiadores como urna herona,
lelos sacrificios que faz cm beni dos direitos de
seu lilho ao throno de Franca.
Li\iz Felippo?- o bom re, o excellcnte rei, sabio.
Ehilosopho, abdica depois de tres dias de urna s
atalha no reentho de Paris; e sua ora, appre-
sentando seus inapeentee lilhos asserabla fran-
ceza em revolu.-ao, para salvar naquelle momento
de supremo ejjgo, a coraijuella diuastia, ainda
enternece.
Amadeu vio a virtudo por um sentimento mais
alto.
Arante ? a human/da*
urna 8flcerfe.-3

Nao sei se pela pouca luz que, ainda tao cedo,
me resta da hisuiria, maxim; do 'que mais remo-
to : de graudeza como aquella nao tenho noticia '
Recife, 5 de marco le 1873.
Affotun de Alliuqmrque e Mello.
Apa4-4e,
' ( A' M. A. d# A. )
K urna horrtvtt dtsgraca nto
termo amados quando amamos'.
(B. Constant ).
Amei-t, vrgeni, no silencio d'aima,
Colbi a patou d'oni fingido amor.1...
Mas ah nio fiij que por (i a vida
Vejo perdida sossobrando a drt
Os teus.protestos, de amor qnebrastes.
tae ilalxasies' i no perto-a dr ?...
E hoje choro sem giwar eso'ranea
Essa leiubraiifa de perdido azapf!..
Amei-te, virgwn, con amor bem santo,
Immenso, taiu'o, quelno sei dizer!...
Amei-te, virgen*, meigameote fallo.
Suspiro exlullo n mu cruel sotl'rer!
Se s.ba e torta, cheruhim formoso,
V Tanta-e.speranca que sonhei smo crime.
S me deprime teu perdido amor!...
Ajn#-te, vingem, no silencio d'abfa,
Colhi a palma dfnm fingido amor!...
Mas ali! nao finjas que por ti,a .vida
Vejo perdida sossobrauio a dor!...
Marc.), de 1$73.
/. di A, Salgado.
meiil-<.
Eis que la segu esfarrapado o pobre
Com o pejto nubre Jiiergnlliado cm dore!
Cynico, isoldo, a implorar sustento
Para aliment de cruis'rigores!
Eis..(|ite l segua a demonstrar nq rosto
PaHklo desgosto que resiste a alma;
Desamparado, sem amor, que lida !
O' eeos! que vida! sem prazer, sem calma!
Prosegue, marcha, desfallece e cabe
Recabe n'ura inmuto de tristeza horrivel!
Pwiindo um bolo, c.aridade entao
Vota-lhe um pao con) um surrir seasivel!...
Pobre mendigo com as vestes rotas
E as fallas solUis pelas ni as inora;
Drama inedonho para nos nrofundo, <
Sorri muiido e a liutnanidade chora.
Nao, nao neguis a qnein vos pede um dia
Com a face fra macilenta um pao,
Porque ni.iis yrde amanha nest'hora.
Agora mesmo pedirs perdo.
Como a iniancia to pura c li .da
Aatfan infinda nos parece a vida,
Mas forte engao a reduc.o faz do
No inesmo u inda se soffre a lida
Tepde, u povo, compaixag do pobre,
I) i escravo nobre da indigencia activa,
Que soflie e geme solitario a calma
Que a alma sent no lgf pasiva.
V. -Y. da Sftra Filho.
Despedida.
O abaixo assignado nao tenda podido despedir-
se pessoalmente de todos os amigos e prenles,
que tiveram a bondade de visita to durante a sua
estada nesta capital, recorre a. este ineio, nao s
para fazer as suas despi;i]iilas e agradecer a con-
sideraeo que se dignaram de prestar-lhe, seno
como fferecer a cada um de per si d seu limiu-
dissimo presumo na provincia do Rio Grande do
Norte, pan onde segu.
Recite, li de man.*), de 1873.
Jos Anionio Correia du Silva.
C'OMMER'CIl
COBOMi.i JLUlARMl..
niltl Vtl, III RULUil)
SESSAO DE loVDE MARCO UE 1873.
fnaStSlNWA DO, EXMk R. C0SELHE:R0 CAST.VN
s.tirmoo.
9welario Dr.~Vlr<:lia (oriko.
"A, KJ.horas ila manh, presentes os Srs.: des--
.m'.im'gadore Lourenco San'iag >, Almeida Albu-
p M-q:,-. M itta, procurador da cora, Doria, Do-
qu
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Neiva :
Appellaro crime.
Appeliante o juizo, appellado Manoel Braz Fer-
reira.
Do Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
gador Araujo Jorge :
Da villa do Principe.Appellantes Manoel Pe-
reira Balcoiit outros, appellados Sergio, Lucio e
outros por seu carador.
Do Sr. desembargado!' Araujo Jorge ao Sr. des-
embargador l.am-nea Santiago :
De Agua Preta. -Appeliante Jos Francisco de
Araujo, appellado Manuel Teixeira Baptista.
Diligencia crime.
Ao Sr. deseinliargad >r prometer da justica :
'Appeliante Jo- Antonio de Moura, appellado
Joio Caetano de Freitas Barros ; appeliante Anto-
nio Florentino pos Santos, appellada a justica; ap-
peliante Raymundo Gomes de Souza, appellada a
Justica ; appeliante o jm, appellada Liberata
Maria do Rosario.
Assigiiii-se d'n para julgamento dos feitos se
guintes:
Appellaro crime.
De Pao d'Alho.-Appeliante.o juizo, appellado
Agostinho Ferreira da Cosa.
De Saboeiro. Appeliante o juizo, appellado
Francisco Andrrda Costa.
AppeUaees civeis.
Appellantes D. Mana do de Jess Barreto 3
seus libios, appolladys D. Mara da Paj Teixeira e
seus Cilios ; appeihnles Jos Joaquim de Araujo
i'inbeiro e outros, appellados Jos. Joaquim de
Araujo eoufrcs
Encerrou-se a se.'nj as 2 horas da tarde.
PUBCACttS A FHOa
.%miMleii.
Uin mundo- di? peaikra'itos assaltam mente
aoc.iMtenijilar esse aptosbfiuvstin,lipona bis-
turia o,uo elu- inita.-c, de um re.sem igual
, ,Q,manda nHproui.....o. aa/go de re.!, unan-
tos seriam o iliundo capazos da. rfgeita-lo ? !
E depois de pr-.va-Io o por, e'xponlaneo voto do
um povo,- e daquelle modo ?...
So Amadeu '
Foi elle bam rei.*
Nao ; nao o pode ; como nio o pode nenhtim.
Cada subdito o qu?a para si: os^prefeijiduR sao xiuio n.1o polla diU".
piucos; os.outroj sao innmeros, o sao os queixous,
o* tnaldjzentos, os.djjfamadores, os intrigaoles, os
O as vio ilealieiiudaM.
O milito distin -to patriota [lernambucano o
Exm. Sr. comraendador Dr. Heurii|ue Pereira de
ucena, profundamente sensibilisado pelo estado
lastimoso e de miseria em que se acham os alie-
nados por falta das indispensaveis euniuiodidadcs
do. edificio, onde sao recolhidos e peusados, teve
a milito philantrupica e altamente humanitaria
idea de promover a factura de um edificio com
as aeonini idacts hoje recommendadas pela scien-
cia e pela civilisa^o.
Mas como leva-la a effeito ? S. Exc. coufiado
nos bous seutimeiitos deste grande povo, que sera-
pie tein dado pmvas de sua generosidade, certo
de que a caridale tao recommendada palo mar-
tyr do Golgotba, nao pale er es>|uecida, qivpido
se trata dos nossos iruios soffredores, tem se mos-
trado solicito e empenhado nessa grande idea.
vo apparecendo dedicaces que ceramente faro
que nao fique em esquecimento o maior de todos
os eoiiiiiettnneiitos.
Um vai pedir lijlos e em u na s otaria n)
entra que se nao prometa dpus ou tres inilbei'
ros; oulro prom-tte madeiras : parece que Indos
quereni porfiar em esfoi'eos, em prestar-se io bem
da humanidade.
O distinelo professor Francisco Libanio Colas
d una grande prova de.seu amor ao prximo
iendi, por forca de sen contrato,.um espectculo
em seu beneficio, olferece-o inteiro coustruj.\-o
do asylo dos alienados.
Alguns amigos do dislncto professor, a cam-
panilla dramtica, o proprit-taro do theatro, todos
fazem o maior empenlio coi ajuda-lo, de raaneira
a tornar o espectculo grandioso e digna de un
povo grande o generoso, povo de una das mais
fulgurantes estrellas do emblema da Santa, Cruz.
A oruatiientaeao, as /lores, as fplhas aromti-
cas, tudo procurado com sofreguidopara tornir
o espectculo, tal vez o mais brilbante e pomposo
ue se ttuha visto em Pernambuc, tidos env-
an* os maiores esfor.-os para rao-trar ao Exm.
Sr. Dr. Heqrique Pereira do Lacena, quo nao ha
um peiManibuc ra , nao lia um brasiletro, nao ha
um estraugeiro que fique quedo,, ou viudo a' voz
du presidente da provincia que pede Soeflorr
pan us infelizes que perderama raza a e que eslao
sopTrendo todos os insultas d urna desditosa surte,
porque nao so Ibes pode prestar os beneficios, que
a sciencia medica aconselha, e que sao ordeitidos
pela armarle e pela civilisacio.
E possivel que alguem se 'deixe ficar immo-
vcl Cada um coneorra com una pequea es-
mola, e nio carece mais. Mudos pequeos graos
encliein um celleiro. Basta que todos tragara
aquille, que svezes desperdicam. para era pouco
tenipo veroios realisada a mis pbftnlropica, '
mais generosa das ideas do eculo presente.
Lembrem-se todos que de um momento iwp
outro se lardeo melbordiw attribnlos queltou
dolou-noe.e que ou ihis ou um pan-nte. mi mu
amigo amanha estaremos envoltos no ludada) da
miseria que nos pk-iu umitas grnos abaiao d
rraciunaes.
Nio ha hesitar um momento : nao espeem
que Ihes vo pedir porta : cada uines-force-se
para ser o prinieini elu emiconrer para urna"oln-a'
pa de tanta imporUHici' o necessidade : qnm'
vir o estado dos alienados, enche-se de b-irrur. t
esso honor nao pode ser haniflo seao oiM'ijeJMo'f
cada um a earregar urna pedra para a obrf do
:iemplt> dolilhode Deus, p templo da -cari -\Mto
0 que nio poder dar milito, da o que estiwr*i
altura de suas pos-es
1ro nfcuia urna travo, outro mada caibros, foflfct
manda.c. 1 emlim. todos ilevfni. ajudar if>
telo e honesto pernamburaau que 'se alA*
lenu- da adimnriracao.du. proiiBCia -i)a wi
preoccupadoe.empennado. se lera mostrado pelo
seu niel' 101 amento material o. moral.
1 Sigan*, o etemplo d Ilustre professor Colas,
que maior prova de desinteresse c amor ao pros

Na prximo dia %) tudo ser prajer- CQRile>
tameno ni llie-atro. de. Sanio Ajilonju,
PRACA DO RECIFK 15 DE MARCO
DE 1873.
A3 3 1/ IIOIIAS UA TAllOE
'.iitacc* ullieiaes.
Assucar maseavado purgado 2*20U por 18 kilos,
hontein.
Assucar-americano bom 1*900 e H por 15 kilos
hoiitein.
Algodo -de JTacei ta su(e 94000 por 13 kilos.
posto a bordo a frete de 7|8 d. e 5 0|U.
honteui.
Dito de dito * sute 93800 par 13 kilos fosto a
boa-Jo a frote de 718 d. e 5 0|, hoje.
Algodo -de Penedo sem inspeceo 813 por 13
kilos, boje.
Aceao da companhia de B.beribe 80000 jior
acuio.
Cambio sobre Londres a 90 d,v. 27 1|8 d., e do
21 d. p ir l,
Dito sobre dito a 90 d|v. *7 d. pir IjlO'JU, co
banco, hentein
Cambio-sobre Portugal a 90 d|*. 10) Oj.0, hoatom
/uiioiireq
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ALFANDKGA
Keudiinenlj do -lia la IV. .
dem do da 13.....
ras ^voluntes a *Mtos Apuiar. Cr 10 barris a
M. S. Fana A C. Carbonato de soda 1 casa a
Brito Saldanha.
Drogas 2 caixas a M. A. Barbosa, 9 ordem.
Gamella 1 caixote a B. D. Campos.
Louca U8gigos ordem. Lustre e suas per-
lencas caixas a Jo5e Pinto de Lemos. Litargi-
rio 10 volume a A. Caors.
Mrcadorias diversas 2i caixas, 32 barricas, I
fardo e botija a M. S. Faria 4 C, 73 caixas e 8 bar-
ricas ordem. 170 volumes a Prente Viauna 4
C, 8t aos consignatarios. Milho 100 saceos a Tas-
so Irmao C. Medicamentos 20 caixas ordem.
Oleo 126 cautas ordem, 10 barris a M. Ilal-
iiday
Papel 2 fardos a M. A. Barbosa. 20 a M. S. Fa-
ria 4 C. Pedra hume 4 barricas ao"s mesmos.
Pos pretos 10 barris a M. Hallidav. 2 a F. M. Silva.
Dito branco lObans ao mesmo. 'Plvora 500 bar-
ris de quarto ao baro de Berafica, 1,232 a Saun-
ders Brothers & C, lOi ordem.
Salpetre 8 barris a J. S. Ramas. SulpUito 1 cai-
xa ao inesmi. Dito de soda II caixas a A. Caors.
Terebentma 1 barrica a Brito & Saldanha. Tin-
ta 1 caixa Otto Itohres, 5 a Brito 4 Saldanha.
Vidros 13 caixas ordem, 1 a M. J. S. Neves, 2
a M. A. Barbosa. Verniz 1 caixa ordem. Vi-
nho I caixa a G. Mann.
litigue inijtez (AMimuN uellk, tiindo (fe Irf*tMr>
pool, consignado a Saundres Brothers di C, mani-
fatov:
Arroz 50 saccas a Tli. Christiansen. Amostra i)
voliimes ao consignatarios.
Cervcia 100 barris a A,' L. Oliveira Azevedo.
Canos de gaz 50 caixas a Simpson 4 C. Caldei-
ras 3 a Bowni*.
Ferragem i volumes a Isidoro Bastos A C, 5 a
M. Hallidav, 3 a Prente Viauna 4 C., I ordem,
1 a Bownian. Ferro 130 volumes a Bowman, 10
toneladas a S. P. Johnston. Dito galvanisado 18
barras a Bowman. Folhas de Flandres 30 cunhetos
a M, Halliday, 2'JO a Prente Vianoa 4 C, 50 a
Silva Barroca.
Louca 73 gigos aos consignatarios, 30 a Paren-
te Viauna 4 C, CO ordem, 17 a Costa 4 Soares.
Liana 2 caixas ordem. L liada 3 caixas a P-
rente Viauna 4 C. Laminas de ferro 3 caixas a
Bowman.
Papel 10 fardos a Prente Viauna 4 C. Ps de
ferro 196 amarrados a Isidoro Bastos. 2 a Bowman.
Pregos I caixa a Willson Bowe 4 C. Pecas de
machioismo 130 volumes a Bowman.
Rodas 6 ao mesmo.
Tinja 5 caixas a J. A. Araujo 4 C. Trem de co-
zinha <8 volumes a Prente Vnnna 4 C.
Ventilador 2 a Bowman. Vidros l ea&as a
ordem. -
Zinco 4 caixas a Willson Bowe 4 C.
Brijne francez tyi'His, rindo de Ltcerpool, con-
siijnailo a Mills Lalkam Arroz 20 s;iccos a Gomes de Mallos 4 Irmao,
200 aos consignatarios, I0J orden, 100 a I). A.
Malheiu. Adue|as 92 alados a Prente Vianoa 4
C Alvaiade 3 barris a Caors. Ancora e suas
l>ertencas 2 aos consignatarios. Argotas 2J0 a Isi-
doro Bastos. Ac 9 cunhetes Bowman.
Barrlha 20 barris a A. Oliveira 4 C, 23 or-
dem.
Cliumbo 2 barris a Shaw ilwakes 4 C., 8) a
Prente Vianna 4 C, 3-2 a J. J. C. M. Cano 3
caixas ao mesmo. Cabos 23 atados Mills Latham 4
Cadeirs 40 caixas a Cunha 4 Manta. Cobre
10 toneladas a Cardoso 4 C.
Drogas 2 caixas a Caors.
Estanho 4 caixas a J. J. C. Moraes. Estopo 20
fardos a Braga A Son.
Fottvis de Flandres 30 ciiuhetes a G. Bastos, 200
a Mills Latham. Ferragem 12 a Isidoro Bastos, i a
M. B. Mello, 47 a Prente Vianna 4 C, 2 a Til.
i.liristiansen, 1 a-Bowman. Ferro 2 barra a Itow-
man, 40 chapas a Isid.ro Bastos. Feno 3) fardos
aos consignatarios. Formas 66 a Bowman.
Louca 30 gigos a A. T. Camino, 31a J. A. Mo-
rara, l->a A. F. Corga, 3 a Ferreira A C liaba
9 caixas a Prente Vianna 4 C.
Machinas 1 a J. Dachary e 23 a Bowman ; me
didas 11 caixas a Shaw Ilwakes 4 C.
Oleo de'Iinhaca 10 barris consignados, 6 a J.
J. S. Neves.
Ps 11 amarrados, a Isidoro Ba-tos, e 40 a P-
rente Vianna 4 C
Sabo 1,100 caixas a lle.iry Frstes i CL, soda
5 caixas a J. L. Machado.
Tecidbs 10 caixas a Braga 4 Son e 24 aos
consignados.
Ventiladores, 1 a J. L. Machado 4 C. vidro 2
caixas a J. A. Moreira & C.
Hiaie brasileiro nossa SIHOMU dos savkuastks,
rindo do Assii, cunsignado a Bartholoineu Loo-
ri'nni, miinifeitou:
AJgodo 23 saccas a M. M Pinto.
Coufnhos 43 molaos a Gomes di MattosA Ir-
ma, carnauba 21 saceos e 15 barris ao luesimi.
Esteiras 47 molhos ordem.
Gorama 92 s,ac,cos a J. L. Davim o 12 ordem.
Sal 510 alqueires ordem, sola 24 meios a &
de Matios 4 Irmao.
10 barricas com f LKW fcHos de assnpar
t S')S ditas cora J8.831 ditos de iHtn-masfavad
Para Mossor, na tere ai; a fous Ajng*,ft*r-
regou : I. C. Duarte Hibeiro 6 barricas eoi&M
hilos de assucar branco,
GAPATAZIA DA ALFANWiGA
Rendimento do dia i a H Sf.fHlSO
dem do di 5>...... \ Wt^ift
te.
VOLUMES 8AHIDOS
Xo dia 1 a 14. .- ' .'
Primeira porUi no di *5-. .
Segunda porta .....
Terceira porta.....
Trapiche Conceielc
SERV1C.0 JAWTIMO
Alvarengas descarreradas ao trapiche
da alTandcua no da 1 .ijM. .
Ditas ditas no dia 15. .
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
\'o trapiche Concei^o.....
r
A
9^
m
4#t
44,06.
7
2
Z
1
RECE3ED0RIA DE REN DA* CVBRNAS GE-
RAES DE PERNAMBUC-
Bendimento do dia i a 14. 34:776*772
dem do dia 13...... '7OT044
3ff**M9tt
C0NSUI.ADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 14. (H'SOlJ
dem do dia te...... :.024-*'J3
68;
mi97
676:0704018
46.165*418
72:2353i.>
Descarregam boje 17 de marco de 1873
Patacho aliemoTheles farinb.t de trigo.
Patacho allwnio Cecilia ferro.
Vapor inglez0>>eron -vanos gneros.
Barca iiuleza Abepne ferros e mrcadorias.
Escuna inglezal.ione gneros.
Hiate nacional -V, S, dosJUaregaatesgenero.
Escuna pirtngnexa -Abua'- gneros.
Briguc allemioAilolulm plvora.
Brigue h\\aiCabriah licite gneros.
Bri'gue francez Typhis -mrcadorias.
Patacho inglez Ptmicw mrcadorias.
Vapor nactonal iqii.v viudo-do Arucujtc, ma-
n festn :
Algodo :10 saccas F. Gmralves Torres, 900 a
J. M. Gonealves Pereira e 032a ordem.
(loaros 118 a J. M. Gonealves Pereira,
Pedras de amolar 18 a Gonealves Bellro A Fi-
lho.
Lii-gre portujuez lima, riiulo do Rio-Grunde do
Strl, consignado a J. li. Urna, manifestou
Aiaoadoim 30 latas.
Farnha de mandioca 530 saceos, feijo 300 sac-
eos.
(laxa 7 pipas.
Sebo. 175 barris.
Xarque 136,660 killos, aos consignatarios.
Brinne inglez dora, rindo de Terra ttow, con-
signado a Johnston Pater & C. mamfestn :
Bacallao 4084 barris, aos consignatarios.
Brigue inglez wili.iam, rindo de Ha-'wor tirare,
consignad) a Saander Brothers A C, manifes-
t* :
Bacalho 304 barricas, aos consignatarios.
altkhacao na palta nos prrqos dos gknkbos
S1BITJS DlllEITOS DE KXl' )RTAQAOr NA SEMA**
DE 17 A 2 Di MVIICrt DU 1873.
.VJgodioem rama oitfl 580 ra. o kilo.
Arroz descascado OU, pilado 17! rs. o kilo.
Assucar mascavado 129 rs. o kilo.
Bebidas espirituosasalcool 339 rs. o litro.
Courus -de b 9ek H salgados t47 rs. o kilo,
fiarvao de p-Ira e-rtrangeiro. tonelaila metriea-
KiOiM).
Alfand'-ga d- Penuimbuc.i, 13 de marco de
1873.
O 1 r sal"--a ente-Ffdas Chagas Gal vo.
O 2o eont-reiiti.- I. B. de astro- Silva.
Approvii. All'andega to de marro de 1873.
O inspector da alfandega
Fah'ii Ale-rimlninti de Carvalho Reis.
liupjH'iacilo.
L'm'imj \:;\ cndi de Lisboa, consignada a E.
/{. It-iliello & C. ma.iifcstou :
Alpiste 20 b:irricas a L. J. Costa Amorim & C.
ndereire' e capsulas 1 caixa s Uartholomeu 4 C.
fjonierval 1 caixas I Bnrmolomou 4 C
Fareilo 45) saccas a Rosa* 4 Inuos.
Gikirafa-! vacias 6 caixas ao mesnfcis.
Milho 20T$arcos a Rosas 4 bmaos,400 a Mar-
tille do Barros F. A C Mercurio-1- caixa a D. M.
Martins.
Ped?as de cantara S*a01i*eira 4 Fi^ho.
rmho ',? pipas n S'lwrris de quinto-a B. R. Ra-
beilo A C. 8 ditas toditos a J. J. Rodrigues
Mondes, 4 pipas, 1 litet dita e 4"i barra a pncal-
->kS BelirA-) 4 Fllio, ilrtiis, a ditos o 5 de dcimo
a Amorim Irmso 4 C, 41 ditas 't t dito a-Sou
Bastos 4 C. 02-pipas a, Costa Amorim C: Vet-
la/'le cera 84 tfxa B\ U- Mutins.
I iT!i'3-l
- Irrigue ftltemao \wAvm, vtulo He Londres, con-
.... YtfHmlo a E. H. inbll*- A C^ tmaifettou :
um inaada dlnheiro, W f; *> ''As So. sueCHsHto %. Ifcltotoy,25>a M. S,^,
i*i 4 (?. i ^Walade ban-is'-A Ibito. -a>*ablftiiha.
Artigos h badeas' caixa a M. S. Faria, a. J. s
''
Bisfonto 10 caixas a Antonio Ferreira Garramo,
10 tt M. Hallidav, aMorac, V a Tasw Jkilao i
C 4 a b. A. Matheos. ana de torto t Bal-
liday.
Cerveja 13 oaixas a D. P. Wild 4 a, 50. barri-
ca* a> F. Cwaiao^ 50 a Moraes Ifinio. Ci-
. niiiit i 30) barricas a ordem, 200 aos consignata-
iia% 1^0 a T?V A- Fonceca 4 Saccoas^ea. Uflel
f
DESPA'JH S DE EXPQ11TACA0 NO DI \ li DE
MARCO DE 1871
Para os portos do exterior
No brigue sueco Lizelte, para o Bltico, car-
rcgaran : G. Neesen 4 C. 192 saccas com 13,617
l|2 kilos de algodo..
Na barca sueca Jon Sjodin, para o Canal,
earregarain : R. Schmmettau 4 C. 159 saccas com
11,8 l kilos de algodo.
No navio inglez Marmion, para o Canal,
carregou : T. Christiansen 300 saceos com 22,300
kilos de assucar maseavado.
Na barca ppriugueza Luzitama, para Li-
verpool, cairegaram : T. Jefferies-4 C. 1,000 sae--
co com 73,0 0 kilos de asstlcar maseavado.
Na barca austraca Marn C, para Liver-
pool, carregaram-: S. Broters 4 C. 400 saccas oom
33,018 kilos de algddo
No patacho hcspanhol Pailii, para o Canal,
carregou : P. M. Mau.-y. 800 saceos com 6t),0.D
kilos de assucar mase vado.
No patociio hotopanliol Pelauo, para Barcel-
lona, carregou: P. M. Maury 242 saccas con;
17,536 kilos de algodo.
No brigue inglez C'oiftiv para o Canal,, car-
regou : A, Bastos 1,000 saceos com 75,,,.'J(Jikilo
de assucar maseavado.
No navio aliemo XJcolaus, para o Rio da
Prata, carregou : A. Bastos 136 barricas cora
18,883 kilos de asmear maseavado e 220 ditas
com 24,234 ditos de dito.branco.
Na barca brasileia, Marnho I\', >arao Rio
da Prata, curregaraii : Amorim Irmos A G. 50
barricas com3,820 \\J kilos de asdito branco.
N* na*'o,franat*. Adbertine, para o Rio da
Piala, ciiregariim. : A. P. Oliveira a C. 130 Lan
ricas com, l*,92i kos Uo assucar lanco.
Aabarea portugne&i A/ftr-indte Hercatano,
para Lisbca, carregeBum : B. Oliveira 4 C 72
coutos salgado om 3t-6i kilos.
a galera ortagueza/ Asia, para o Porto,
cartegou : II. da C l*orto 10 caixa<>. com. SO litros
do ajiuardent^ 43r volumes di^wsos object'is
100 cocos (Tusta),
Ptu-a o portas do interior
Pai-a v Cear, uo vajtor anciuai Pirapatna,
oartenaram : M A. Seiiu;i V barricas co.n 967
kitos de ajunca* banc^ ; liuuos Pinio ij C. I
barriiaomiOo Viro* do alcoid v \ barrica com 70
kilos de a*tju,oar branco
Paia Aracaj, ui va)or naci nal Mandan,
carregou : 1} Rreres 1 hs. com 3 kilos de doce.
Para o Rio Brando do Sol, no patachd bra-
sileiro Principe, onrregou : F. A- Barros 100 bac-.
Ticas com 7,61)1 kttos de assucar branco.
ParaoRioGrmvtodo Sol, no patacho, aHjj-
mao //octiiil^caii-ega-aiu : Ainorm Inna^ii G
\ !0 barricas caa 96,347 kitoa de assucav branco.
' Para Gruguayanna, ao patacho geriiuuiico
Noffm/, wregawui; A. M. S. Maeliado. 4 C
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios mirado ao dia /5.
Rio Gratule do Sul 42 dias p.itaciio
brasileiro Haribuldi, do J22 tonela-
das, capitao Doiniii^us Francisco Arouca,
equipaget 10, carga carne; a Luiz lHipra.
Rio Grande to Sul, lo- dias, lugre portu-
guez Lima, de 203- iDirda lu>, capitao
Ignacio Ferreira NetUv, equipagem 10,
carga carne? a Joa) d lie jo Lima.
Assi'i 8 dias, patacho brasiletro Eossa Senho-
ra dos' .Navegantes, de 71 toneladas, ca-
pitao Clementino Jos de Macedo, equipa-
geni t, carga algodo e outros gneros ;
a Bartholomeu F.ourenrn.
Terra Nova 31 dias, briguc inglez Dora,
d,e 228 toneladasv capitto Georgo Itobrix,
uquipagetn 10, carga 4-084 borricas com
bacalbao, a Jobnston Pater di C.
Habor Grace 33 dias, briguo iugcl Wil-
liam, de 108 toneladas, capitao- Jeukius,
equipagem 11, carga 3094 burricas oom
bacalho ; a Saunders Rnitliers iC. Se-
guto para Babia.
Liverpool 44 dias, brigjie inglez Cambrean
Itelle, de 188 toneladas, capitao-L. lenkius
equipagem 8, carga ditjrente- gneros, a
gSaunders Brolliers A. C.
Uverpool Vi dias, lugre inglez, .liW/va,
de 223 toneladas, capitao Willian T.
I'.juards, equipagem 9,'. carga carvio; a
Simpson A C.
Uverpool 30 dias, brigiW irancez Tughis,
de 220 toneladas, capitao Krnest lUdet,
equipagem 10, carga varios gneros; a
Mills Latham Loadles 37 dias, brigue aliemo A 2'i toneladas, capitao K. I.adi-w us,
equipagem 0, carga pekora e outms
gneros; a Euzebio-llalao1 Knbebello &.('..
Aracaj e portos inleruie.lio (i das, sem'.o
do ultimo porto i\ huras vapor brasileiro
fic/nid de 223 toneladas^ commandau-
te JOaquim Jos Martins, equipagem /,
carga algodo e outros gneros, a Com-
paiihia Pernambucana.
Hernosand 120 das, barca dinainarquezu
Iver-Bvilfelt, de 386 toneladas, capitao-
.T. Arnescn, equipagem 11, carga ma let-
ra; a ordem.
1 Vacos- sal idos no mesino-dui
Aracaj'e portos intermedios -Vapor brasi-
leiro Mandahu', eommanda&le J. G. da
Silva, carga varios gneros.
Granja e portos intarmedi >s -Vapor brosi-
leiro Pirc/iami, coin.ii ui.liito Azevel-,
carga, dilTerenles geoeros.
SantosSumaca hespaniola AtUoniel-i, ca-
pitao Joaquim Roses, carril, agurdenle-.
.Nuw-VotavPatacho inglez l'f/ry, captto
Muruhpy, carga assucar.
Babia, e portos intermediosVapor brasilei^
ro, Dantas, com mandante'Anselmo1 Pe*
res carga varios gneros.
Observando.
Suependeu do temario pa Gor, o bri-
gue francez ildebaram, ca;.ito Mane, cixa
o inosmo lastro que trouxe do llio ile Jar
neHK
Navios entrados twdia G.
Lisboa-39 das, brigue pertugez Laia,
de 270 toneladas, capitao Manoel Lopes
Pinto, equipagem *H, canga, viobo e ot
tros gneros : a Thom.KZ-.de Aquino 1 ' i-
ceca' & C Successores.
K.verpool, Bordeaux, Vilo, Lisboa e "*
deira16 dias, sendo lio ultinio porto 7,
vapor inglez Cusco, do- 2436 touelKns.
commandante W. 11. Ttioinaz, equipa-
gem 198, carga difuntales genero?-:
W.ilson Kowe ('..
Navios saliitltis ,:r.nicsme dia.
Canall'tacho inglem/tasal, capitao Vi Ji-
lean Sppp, carga ass'utai-.
L'ortosdo Sul -Vapw inglez Cuzco, tom-
mandante W. II. Xliomaz, com a l*sata
carga que trouxe da,Europa.
Ovservaoo
Suspenden do lamuro para S. Tfoijiaz o
brigue aliemo Ue^iita, capitao tlJjJHter.
com o mesmo lastro que trouxe dw-l'uo-
(uandedo Sul. V
EDITAES.
------------------------------------zx
CD1TAL. X. Utt.
Pela inspcclorki daalfaikdega m:.u publico i|i'.
do teudo sido despachadlas a.s ntrtcadpaf abaix.)
mencinalas, aiiuuiiciad;is para humiip por
editaes us. 7i, 80-c 88 de Janeiro di>orreutiu*iuii>.
se bao de ariumalar, livres do dianitos.'Wt"l;l
MIB reparti.-ao, as 11 tunos do dia 1** awcu-
te as referidiis meBcadanas
Anaasoui n. i.
atarea-L.&S.san mimoio, m f.-i.\c. e1 >
duzias e meia. de vassuuras de piassava, avalla-
das por 3(*S!Q0, va*Io do PorUs. n* bif'oitii-
gueza Sociol; desca regada em, *)de juilm-* 18/1
e consjgwd& a Cusiae Jt>> dos SanUis uV"1*-
Di-J a i; P sem numacot ani *uknrf'- do
Ierro bajillo piulado, pesaiul* Aj). I^tus, ayal;ad^
por UIJOM. \indo de Liverpool, 141 bar-oa ioi*-
ia w'oodtiUc. desaarrogada c^i.;ii*:do o,iiubi" d-^
1^71, e colicuada ordwa.
Bita Sseiu luiumro.uiiia cova c
com vinlio do Porto, luetuwlu |K>r 340, viuda do Port.1 m ivajaclv P"Uuii^.
Olinda. dcscarregada em 18 de. j.VKAfo^ t7,
ignora-so a cousignaao. ,
' Som marea -sem numcp>, una caix,inha de fo -
Iba de Flandres, qwebrala, sem valor deu Jon.
Marca J F L sem numero, um saocu vaziol
ven, sen valor, vindo da illia^S. Mi?uol uo pa-
tacho pirtnguez Mchaelensr, osVarreg*da-in 2.
do Janeiro da 1872 o consignado ordom. -
DitaS tt aanvouuiera, urna barrica W ocri





Diario de Peroambuco Segunda feira 17 de Marco de 1873.
/



amarello, pesando bruto i()0 kilos, Un de 5 0/0
liquido 95.kilos, avalado por 3*325, vinda de Li-
verpool, no vapor inghn Sludeiit, descarregado
em 30 de Janeiro de 1873 e consignado a Sauuders
Brothers 4 C
Dita -M C A ns. 117 a 130, qnatro caixas com
456 kilos de papel pautado para eserever, avallados
por 243*960, vindas de Liverpool no vapor infles
Sfudemt, de-carregado em 1 de fevereiro do 1872,
e consignado a KHIer 4 C
Dita S diamante V B nm barril vazio, avahado
por 500 ruis, viudo de Liverpool no vapor ingle
Jurist, descarriado eui 13 de fevereiro de 1872 e
consignado a Saunders Brothers & C.
Armazem n. 3.
MarcaJ sem numero um fardinho com folias
de louro, pesando 8 kilos, avahado por 2*103,
vindo do Porto na barca portugueza Seguranca,
descarregado em ti de dezembro de 1869, igno-
rarse a consignaco.
Dita-A L R n. 31, urna caixa com 48 1/2 du-
zias de escovas para sapa tos, com costas de ma-
deira, avahadas por 97*000, e 44 duzias de oculos
de metal ordinario, avallados por 176*000, vinda
de Liverpool no patacho inglez .M Anne, descarre-
gado em em 5 de inaio de 1870 e consignado a A.
L. Rodrigtes.
Dita-aitan. 102, urna dita com 16 1/2 kilos de
cartas de jogar em baralhos, avahada por 93*000,
vinda de Hamburgo no patacho noite aliena
Juliana, descarregada em 7 de jullio de 187<>, e
consignada a A. L Rodrigues.
Marca-MBM K 4 C n. 10, urna caixa com
178 kilos de botdes de osso, avahados por 237*274,
e 5 1/2 kilos de botdes de madreperola, avahados
por 73*331, vinda de Hamburgo na e-cuna
Atlantic, descarregada em 20 de jullo de 1870, e
consignada a Maturino Barrozo de Mello.
DitaA LR n. 329, urna caixa com perfumarlas,
tendo alguns frascos quebrados, pesando 8o kilos,
avallados por 85*00", vinda de Hamburgo na
escuna norte alterna Georg, descarregada em 4 de
agosto de 1870 e consignada a Antonio Lopes
Rodrigues.
Marcadiamante MI P n. 18, um fardo con
tendo 217 kilos de panno de algodao cr, liso de
mais de 7 fio*, avahado por 324*148, vindo de
Liverpool no vapor inglez Pascal, descarregado
em 26 de agosto de 1870 e consignado a Maga-
Ihes 4 Irmao.
Dita J M C L n. 384, urna barrica contsndo
14 kilos de mangas de vidro, lavrada, avahados
por 28*000, e 32 kilos de jarros de vidro n. 1,
pintados e dourados, avahados por 960H 0, vinda
do Havre na barca franceza lean Baptiste, des-
carregada em 6 de novemt ro de 1870 e consigna-
da a C. M. Bervet,
Dita-SBsem numero, nm sacco com aria
sem valor, vindo de Liverpool no vapor inglez
Olinda, descarregado em 5 de fevereiro de 17I e
consignado a Sauuders Brothers 4 C.
Marca17 pesos para batanea, com 136 kilos.
avahados por 2822, viudos de Liverpool na bar-
ca ingleza Flyng Scud, descarregados em 7 de
marco de 1871, ignorase a consignaco.
Dita F S O II n. 262, um fardo contendo hrim
de linho trancado, pesando 100 kilos, avahados por
266*600, vindo de Liverpool no vapor inglez
Chrytolite, descarregado em 22 de marco de
1871, ignora-se a consignaco.
DitaF S O H n. 2t3, um fardo contendo brim
de linho trancado, pesando 10.J kilos, avahados por
266*600, dem dem.
DitaA C sem numero, una caixa contendo
urna redoma de inadeira, dourada, com passaros
cheios, (desseccados) em mo estado, avahada por
1*000, viada do Porlo no brigue portuguez
i'nio, descarregado em 6 de julho de 1871, igno-
ra-se a consignaco.
DitaE E n. 15,297, urna caixa contendo Lis-
coutos em mo estado, s verpool no vapor inglez Talismn, descarregado
em 7 de dezembro de 1871, consignada a J. M. dt
Bastos.
Dita- C V C B & C n. 5,259, urna caixa con-
endo o seguinte : 3 estojos de madeira enverni-
sada, para barba sem preparos, pesando 2 kilos,
avahados por 2*666, 3 caixas com preparos
para costura, de madeira envernisada, avahadas
por 9*000. 5 ditas de madeira envernisada, sem
preparos, avahadas por 5*'X0. 6 kilo de espe-
raos pequeos, caixa de papelo, avahados por
12*C00. 3 bataneas gramntatarias, com caixas,
pesando 3 kilos, avahadas por 12*000. Diversas I
amostras sem valor, rindas de Liverpool no lugar
inglez Republic, descarregado em 1 de mareo de
1872 e consignado a Chaves 4 Mondonca.
Dita C II L n. 8, nina caixa contendo amos-
tras sem valor, vinda de Liverpool no vapor inglez
Talismn, descarregado em 7 de dezembro de
1871 e consignada a J. M. Bastos.
Dita-1 T C n. i, nina caixa, rinda de Ham-
burgo no navio hamburguez Anna, desca regado
em 17 de jullio de 1870, consignado a IV A. Ma-
theus, contendo 2i carretas para garrafas de ge-
nebra, avahada par 1"< 00.
Trapiche alfandegado Cumia.
Marcadiamante B, dous barris de quinto, com
vinho, em mo estado, medrado 133 litros, no va-
lor de SoOoil, vindos de Hamburgo, no navio
alkmo ster, entrado em 2 de deseuibro de 1871
e consignados a J. M. de Barros.
Alfandega de Pernambuco, 14 de mareo de
1873.
O inspector,
Fahio A. de Carvalho liis.
sahir com brevidade, recebe carga e passageiros,
para os quaes tem bons commodos : trata-se com
eTr. Rabello 4 C, ru< do commerc'io n. 48.
COMPANHIA PERNAMBICANA
DE
NavegacOo cosjtelra a vapor.
M.VMANGIAPE.
' Segu para o porto acim-
um dos vapores dacorapbiaa-
Pernambucana nodia 17 e.
torrente, as 5 horas da tarde
Recebe carga, cncommen-
das, passageiros dinheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida : es-
feriptorio no Forte de Mattos n. 12|____________
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto vai descarregar o brigue
nacional Galgo, podendo engajar frete o resto
da carga que anda Ihe falta : tratar com Fran-
cisco Ribeiro Pinto Guimaraes, ra
o Trinmpho n. 96.____________
|M us lotes, no dia segunda fera 17 o cor-
tznte. as 11 '/j horas da manha, na portado arma-
e m do Aunes, defronte da alfandega. _________
LEILO
DE
cerca deSOi'O eo|5 com vinho figueira.
HOJE
t O agente Pestaa far leilo, por conta e riseo
de quem pertencer, de.'30 barris de !. e 5 ditos
de 5. com vinuo da ligueira, para fechar contas
de venda, os quaes serio vendidos em unrou
mais lotes, no da segunda feira 17 do correte, as
11 V? horas da manha, no largo da alfandegajunto
do armazem do Annes.
do Barao
< 01IIVi\IUi
DE
UYKMiO BRAS1LEIRI.
Do da 23 em diante
esperado dos portos do
norte o vapor Guar,
cun mandante Teixelra. o
qual depois da demora do
costume seguir paraos
do sul.
Para frotes c passagens, trato-se na agencia,
ra do Commercio n, 8.
trata-se
Lisboa e Porto.
galera Asia a sahir em
poucos diasrecebe carga afre-
te mais barato do que outro
qaalquer navio;tem excel-
entes accommodacoes para
passageiros. A tratar com
Tito LivioSoares: ra do Vi-
gario n. 17, 1. andar.
Porto
DE
14(5, 4jl0 e 4 duzias de garrafas de vinho
tinto, para fechar contas.
Hoje
O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
de quem pertencer, dos barris com vinho tinto
cima mencionados, e sero vendidos em 1 ou
mais lotes, no dia segunda-feira 17 do corrente as
11 horas da manhi, no armazem do Annes, de-
fronte da alfandega. _____^^^
DE
25 garrafoes com oevadinha marca G B, vin-
dos de Hamburgo.
SEGUND-FEUU 17 DO CORRENTE
s 11 horas da manha.
0 agente Pestaa far leilo, por conta e risco
de quem pertencer, de !5 garrafoes com cevadi-
nha, a sahir da alfandega, vindos de Hamburgo
no navio Aspasia, ao correr do martello, vende-se
em um s lote, ou retalha-se a vontade dos com-
pradores, no armazem do Annes, defronte da al-
fandega. _______________________________
viagem ao Rio de Janeiro, levar a leilo por in-
tervencio do agente Pinto, os movis e mais objec-
tos existentes em casa de sua residencia, primei-
ro andar do sobrado da ra da Imperatriz n. t2,
onde se effectuar o leilo no dia 27 do corrente.
O leilo principiar s 10 t horas em ponto.
Engenho Monte d'Ouro
SABBADO 22 DO CORRENTE
m 11 hora em pnt*
Por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commer.no desta cidad-', requerimento
dos administradores da massa fallida de Siqueira
4 Pereira, o agente Pinho Borges far leilio do
engenho denominado Monte de Ouro, sito no ter-
mo de Ipojuca desta provincia, o qual fui penho-
rado por execuco dos ditos administradores a
riuva e herderos do Dr. Ignacio Nery da Fonce-
ea, adjudicados indicada massa.
Ao meio dia em ponto, no escriptorio do refer-
do agente ra do Bom Jess n. 53 (outr'ora ra
da Cruz), onde os Srs. pretendentes podem haver
as informacoes necessarias.
AVISOS DVERSOS
Furtaram do sobrado da ra da Larangei-
ras n. 18, urna dentadura inteira e' tambem um
binculo : quem der noticia ser recompensado
na ra de Pedro Affonso, outr'ora ra da Praia
n. 51, ou na dita ra das Larangeiras.
1
ara o
Vai sahir milito breve o brigue Portuguez Tri-
impho. Recebe carga c passageiros, a tratar com
Tito Livio Soares ; ra do Vigario n. 17.
DE
50 barris com alcatrio.
Hoje
Ao meio dia em ponto.
O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
de quem pertencer, de 50 barris com alcatrio, os
quaes se acham patentes ao exame na porta da
guarda-moria da alfandega, e sero vendidos sem
reserva, no dia segunda-feira 17 do corrente, ao
meio dia, na porta do Annes defronte da alfande-
ga. Adverte-se aos Srs. compradores que se de-
vem informar primeiro do estado dos barris.
Offerece-se um rapaz brasileiro, de 18 a 20
annos de idade, com pratica de taverna e pada
ria tanto para a pra?a ou fora della, dando co
nhecimento de sua conducta : a tratar na ra da
Camba do Carmo n. 3.___________________
Ama para engoinmado
Precisa-se de urna e paga-se bem: no Caldei-
reiro, casa de Francisco Joaquim Ribeiro de Brito.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Aluga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga ra das Per-
nambucanas n. 23, tendo boa casa de vivenda.
cocheira, estribarla, arvores fructferas c agia
potavel: tratar na ra da Imperatriz n. 9. pri-
meiro andar.
Nazareth
O Sr. coronel Jos Francisco Lopes Lima qoei-
ra ter a bondade de vir ou mandar ra do Im-
perador n. 28, a negocio de scu particular inte-
resse. ______________
50
AMA
n. 17.
Precisa-se de urna ama pa-
ra casa de. pouca familia:
tratar na ra do N gueira
PARA'
E* esperado do Rio de Janeiro a todo o
momento o brigue portuguez Ligeiro 111
que dopois com possivel brevidade seguir
para o l'ar por ter a maior parte da carga
prompta, e para que lhe falta, que recebe a
frete commodo : trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jos Gonralves Beltro & Fi-
lho, ra do Commercio n. 5.___________
~*COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^avegnvito costeira a vapor.
FERNANDO DE N0R0NHA.
O vapor Giqui, com-
mandante Martins,se-
guir para o porto
cima no dia 18 do
corrente ao meio dia :
escriptorio no Forte
do Mattos n. .12.
LEILO
DE
30 arrobas de figos em caixas de 8 e 4 li-
bras.
ftje
O agente Pestaa far leilo, por eonta e risco
de quem pertencer, de 30 arrobas de figos, os
quaes sero vendidos em 1 ou mais lotes, no dia
segunda-feira 17 do corrente, s 11 horas da ma-
nha, no armazem do Annes, defronte d'alfandega.
Precisa-se de urna ama de
meia idade, para cozinhar e fa-
zer o mais servir de urna casa
de pouca familia ; na ra da
Cade ia Nova, ou Dctenco n. 15._______________
Precisa-se de urna ama para
casa de pouca familia : ra do
Imperador n. 47.
AMA;
AMA
Precisa-se de urna ama para andar
com urna menina de tres mezes : a tra
tar na ra da Imperatriz n. 17, 2" andar._______
Na ra do Hospicio n. 16 preci-
sa-se do urna ama que saiba en-
Sominar e lavar, paga-se bem agra-
andq.___________________________
Precisi-se de urna ama para
cozinhar; na ra da Aurora n.
67.
Ama
AMA
-2Q#000.
Frecisa-se alugar urna escrava que engomme
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno
de urna casa de pequea familia, composta de
doas pessoas, e de unia outra que cozinhe com
perfeico : no largo do Paraizo n. 28, 1" e 2 an-
dares._________________________________^__
Trabalhador.
Precisa-se de um com pratica de botica : ra
larga do Rosario n. 34._____________________^_
Precisa-se alugar urna escrava para o ser-
vico de casa e vender na ra na ra do Ilos-
picio n. 5. .....
Auga se urna boa olaria para obras linas,
na Boa-Vista : tratar no Mondego n. 65. ^
I Advogado. |
0 bacharel Jos Alves Lima Jnior, r*
promotor publico e advogado na co- w
marca de S Jos de Mipilni, na pro- afc*
vincia do Rio Grande do Norte, enear- 1
regase de qualquer cobranca, tanto
amig vel como judicialmente, nao s
na dita comarca, como nos termos vi-
zinhos. Quem quizer nt'lisar-M dos
seus servicos dirija-sc praca do ( on-
de d'Eu ns. 4 e 8 : tratar com o Sr.
Jos Alves Lima. >
Tisset Frres, consignatarios da barca fran-
ceza lean Baptiste, procedente do Havre, rogain
o recebedor de 73 barricas.com farlnba, de satis-
fazer o frete das mesmas.
Contina ausente da casa do abaixo assigaado,
desde 15 de novemhro de J872. a preta Hara, de
35 a 40 anuo, natural da Baha, W*> " "Wf1'1
seguintes : baixa, ma^ra, cor fula, andar faceire,
falla baixo, cara cemprida, nariz afilado, bocea
regular, denles perfeitos, faltando-lhe um de nm
dos lados de cima, e malfeita de mos e ps, ten-
do o p e a perna esquerda mais grossa do que
a direita, usa de trunfa na cabeca, levou de casa
urna outra de tarlatana verde, rosetas de ouro,
saia de cambraia, com listras de cor e chale novo
de merino estampado com assento azul, W eom'
prada ao Br. Zumba Chaves por intermedio do
corretor Santos, tendo sido antes escrava de urna
preta da Costa. Pede-se a toda as autoridades
policiaes e capites de camp>, ou a qualquer pes-
soa cpie a apprehender, levar ra da Aurora n.
1MI, que ser-io recompensados com" a quantia ci-
ma. Outro sim declara que desde j protesta de
haver os servicos da mesma escrava, da pessoa
que a tiver oceulta.
Joo Athanasio Botelho.
Furto


AM\
^ Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e engommar : na ra do Dnque de Caxias n. 22,
l. andar.
LEILO
DECUBACOES.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda tazer publico que
no dia 20 do corrente, pera te a junta desta the-
souraria, sero vendidos em basta publica e a
quem mais der, 150 pranchdcs tirados do lastra
da ponte de S. Joio, e l depositados, servindo de
base o proco de -itfi a duzia dos ditoss pranchSes.
As pessoas que se propozeretn a esta arremata-
do, comparecam na sala das sessoes da. referid
junta, no lia cima mencionado, pelo meio dia.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 13 de marco de 1873.
O ofilcial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
VAPOK DANTAS
A sabir com brevi-
dade para Babia pelo
portos do Maei, Pe-
nedo, Aracaju', Estan-
cia. Becebe carga, pas-
sageiros por conta do
trotador Jos Varia Goncalves Pereira, para os in-
dicados portos : a tratar com o commandante a
bordo ou com Francisco Goncalves Torres : na
roa do Mrquez de Olinda n. 1.
Para o Rio Grande do Sul
Para o porto cima pretende seguir com muita
hrevidade a escuna portugueza Christina, tem
parte du seu carregamento, <: para o restante qne
lhe falta, trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Aevedo & C. no seu es-
.riptorio ra do Bom Jess n. 57, outr'ora ra
da Cruz.
MESSAGERIES MARITIMES.
At o dia 23 do corrente mez espera-se dos portos
do sul a vapor francez Gatnbie, commandante
Borg, o qual depois da dem >ra do costume, se
Enir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
isba.
Para eondicoes, fretes e passagens, trata-?e na
gencia, ra do Commercio n. 9.
CONSELUO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINUA.
O conselho manda fazer publico que no da 19
do crtente mez, vista de propostas recebidas
at as 11 horas da nianb, promove a compra sob
as condicSes do est lo, dos seguintes objertos :
50 medidas de aizeite de peixe, 50 arrobas de
almagre, 40 libras de agua-raz. 20 arrobas de al-
vaiade de chunilxi, -30 baldeadeiras de folha, 50
vardes de cobre de 3i8, J2 cassarolas de ferro sor-
tidas, 50 arrobas de er, 6 correntes de ferio de
6|8, 200 canelas, 400 caibros de qualidade, 200
ps de correia de sola ingleza de 3 pollegadas d
largo, 100 ps de correia de sola ingleza de 3
pollegadas de largo, 100 ps de correia de sola
ingleza de 2 l|2 pollegadas de largo, 200 ps de
correia de sola ingleza dobrada de 4 pollegadas de
largo, 2> 0 ps de correia de sola ingleza de 6 pol-
legadas de largo, 20 arroba* de estopa do algodao,
30 arrobas de estopa do linho, O arrobas de es-
tanto em verga, 50 garrafas de espirito de vinho,
- 1,000 folhas de ferro galvanisadas com 7 ps de
.comprimento e 3 de largo, 16 libras de gomma
-'*lacea, 25 livros em branco pautado de 25 folhas,
50 livros em branco pantado de 5'l folhas, 30 li-
vros em branco paulado de IdO folhas, 2,000 fo-
lhas de lixa de panno, 20 arrobas de mialhar para
gax'tade machina, 4 oculos de alcance, 60 grasas
de parafusos de ferro de l 3 pollegadas com
rosca para madeira, 12 panellas de ferro sortidas.
20 arrobas no secante fezes d'ouro, O duzias de
taboa- de po-carga de 3|4 de pollegada, 40 du-
* zias le taboas de pinho da Suena de 1 pollegada,
30 duzias de taboas de assoalho de louro, 60 tra-
vs de qualidade de 40 45 palmos de compri-
mepto e 8 a 10 pollegadas de largo, 30 arrohas de
" *tin a branca de zinco, 5,000 tachas de bomba de
ferro batido, 40 travs de qualidade de 50 55
-palmos decomprimento e 8 10 pollegadas de
largo, e Vi toros de janipabo.
Tambem o conselho manda fazer publio que
nesse mesmo dia, e em vista igualmente de pro-
postas cont ala o fornecimento para os navios da
armada e eslabelecimentos de marinha, de 'arinha
de mai dioea ria ierra, t de temas, assim como os
servicos do barbeiro a enfermara de mannha,
todo durante o trimestre prximo vindouro d
abril ajunho.
Sala das sessoes do conselho de compras de
marinha 15 do marco de 1873.
O secretario,
Aleoandre Rodrigues dos Anjos.

0
Lionne & Horisonte

i
*

Tendo de sahir com muita brevidade
estes dous navios, e como tenham trazido
d cargas ordem, es consignatarios
Keller C, pedem aos rect hedores de
vir ao seu escriptorio mencionar seus
nomes, afini de poderem receber os fre-
. tes.
Tara o Ki i-Grande d Sul.
Para o porto cima segu o brigue nacional
Providencia, que recebe amia alguma carga
frete, devendo em poucos dias ser expedido por
ter a maior parte de seu carregamento engajado.
A' tratar no escriptorio de .-Iva 4 Casco, ra
do Mrquez de Olinda n. 6". _________
AVISOS MARTIMOS
Porto por Lisboa
5 fcarca portuguoza Abgria, capillo Carvalho, val
Risco martimo.
0 brigue inglez Lusitania precisa de cerca de
cinco cont* de ris para pagar as desposas fei-
tas neste porto com os reparos de avaria que elle
soffreu em viagem para c. O navio pretende sa-
hir em poueos dias para o Canal, e as pronos -
tas, em cartas fechadas sero recebidas no es-
criptorio dos consignatarios Adamsou Hjwie A C,
ra do Commercio n. *(, at ao meio da de ter-
ca-feira 18 do corrente.
DE
madapoles, algoddes, chitas e saias borda-
das, com avaria rl'agua salgada.
TERCA-FEIRA 18 DO CORRENTE
s 10 li_2 horas em ponto.
Por intervencAo do agente Pinto.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
LEILO
DE
fazendas inglezas
Parte de differentes volumes avariados a
bordo do vapor ingTez Gassendi, na sua
ulima viagem a este porto.
TERCA-FEIRA 18 DO CORRENTE
s 10 Ii2 horas em ponto.
Por intervencao e no escriptorio do agente Pin-
ra do Bom Jess n. 43.
(o,
LEILO
DE
um variado sortimento de mercadorias, miudezas
e mais artigos abaixo declarados, existentes no
armazem da ra do Imperador n. 45, por liqui-
daco e sem resrva de procos^ e em lotes a
vontade dos compradores.
A SABEB :
Um escolhido sortimento de lustres e arandel-
las (para gaz), de vidro, porcelana e bronze, can-
deeiros para kerosene, mangas de vidro, camas de
ferro e chumbo, chatarizes, lavatorios, barmetros,
thermometros, machinas de costura, sobre salentes
e agulhas, campanhias para portas, transparentes,
enfeites para salas, estantes para chapos, esta-
tuas e muitos outros artigos de gosto, que estaro
patentes ao exame dos concurrentes no dia
QUARTA-FEIRA'19 DO CORRENTE
O agente Pinto, autorisado'pjelos liquidatarios
da caa de W. H. Chapman, levar a leilo a ar-
maco e mercaderas existentes no armazem da
ra do Imperador n. 45, em lotes a vontade dos
compradores.
Em continuaqao
Transferir-se-ha o arrendamenfo do referido ar-
mazem pelo tempo que falta (3 annos e 5 mezes)
a quem offerecer maior vantagem.
O leilo principiar s 10 horas do dia cima,
Precisa-se de urna ama para o servico do-
mestico : na ra de Marsilio Dias n. 10, entrada
pela ra da Penha.___________________________
Precisa-se de urna ama : na padaria da ra
da Praia n. 47.
Ama de leite.
Cozinheiro
Precisa-se de urna ama com bastante e bom
leite :. na ra da Penha n. 25._________^^^^
Am) Precisa-se de urna ama para cozinhar
iV.llltl e comprar ou iavar e engommar, prefe-
re se portugueza : ra do Barao da Victoria
n 28.
AMA
Quem quizer se enfarregar de
cozinhar para una pequea fa-
milia, na cidade de Olinda ; diri-
ja-se ahi ra de S. Bento n. 30, ou no Becife
ra da Cadeia n. 6 i 2. andar, que achara com
quem tratar, garantindo-s epagar generosamente.
*
m
m
Precisa-se de um co> nheiro que seja de boa
conducta : na ra da Imperatriz n. 37, Io andar.
Precisa-se do um caixeiro de 10 a 12 annos
de idade, para taverna, e d fiador sua conduc-
ta : no pateo do Terco u. 82.__________________
ATIENDO.
Urna pessoa com alguma pratica de fazer risca-
dos, mappas, pautados, etc., dispoe do sen presti-
mo, e encarrega-se de qualquer trabalho, das ti
1 hora da tarde, e das 6 horas da tarde em
diante : na ra da Ponte-velha n. 87, 2 andar,
onde deve ser procurado, ou podero deixr carta
fechada nesta typographia co as iniciaos R. R.
Compuiiliia Recite Drainage
A companhia avisa aos senhores proprietarios
caos moradores das casas, abaixo declaradas,
que podem fazer uso dos apparolhos que forano
collocados as suas moradias, logo que para isso
receberem o competente cartao.
Ra Duque de Caxias ns. 89 121.
Ra do Rangel n. 1 7.
Thesouraria gcral.
() gerente,
Henry Law.
Previne-se a todas ai pessoas a quem forem
offerecidos dous anneis de brilhantes grandes,
que Toram furtado? hoje da luja do museu de-
jlas ra do Cabug n. 4, o favor de apprehen-
de-los, que lem de se Ibes ficar i brigado, ser
recompensado^_______________ __________
Casa mobiliada.
Aluga-s" o primeiro andar do sobrado n. 48 da
ra das Trincheiras, quasi defronte da entrada
para ra c?treita do Rosario, contendo duas
salas, seis quartos, um pequeo algrete, quin-
tal, cacimba e casa para banho aun mobilia ne-
cessana : tratar na mesma casa, com o solicita-
dor Burgos Punce de Len._________________
Na fabrica de cerveja ra do Brum,
se precisa di; um homcn para trahalhar em
urna carroca, de um cavallo. Na mesma fa-
brica se compra laranja da torra a 600
rs. o cento.
Aluga-se
o terceiro andar do sobrado sito na rna larga
do Rosario n. 44 : a tratar na ra do Vigario
n. 31.
0
I MEDICO-CIRURGICO
Dr. J. II. Curio
5J OPERADOR E PARTEIRO
S? Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
M& meiro, andar.
Consulta das 7 horas s 10 da manha.
9 Chamad is a qualquer hora
0
Leilo
M
casa de ferro forrada de feltro e bem fresca, com
8 quartos, inclusive o do soto, construida pe-
lo celebre engenheiro Sr. Eaw Elont, e situado
em terreno foreiro, com 100 palmos de frente e
400 de fundo, e lugar mui saudavel, perto do
rio e junto da estacao de Sant'Anna.
QUARTA-FEIRA 20 DO CORRENTE .
Ao sucio dia.
No armazem da ra do Imperador n. 45.
Por intervencao lo agente Pinto.
Os pretendentes podero examinar a planta
existente no armazem cima dito, entendendo-se
com o ev. W. H. Chapman, ou com o agente en-
carregado da venda_______^^^^
LEILOES.
LEILO
Hoje.
s 11 horas.
Por mandado do lllm Sr. Dr. jatz do commer-
cio, o agente Piano Borges levara a leilio as fa-
zendas peit ooentes a Estevio Candido da Sjlva,
constando de cbHa, cambraia, alpaca preta, la de
cores, brins, eastres, chapeos altos para horoens,
casimiras em corte, e mais algan? realhos de di-
versas fazenda ; em seu escriptorio ra o
Bom Jess n. 53, primeiro andar.
5 caixas com
LEILO
DE
500 latas com
ma.iteiga.
ervilhas ana
0 agente Pe de quom portencer, de S eaixaa com ROO latas oom
ervflha? em maateifa, as GRANDE E VARIADO
Leilo
DE
excellentes movis, hoa louc^a e finos crys-
taes.
A saber:
Um piano forte de Blondei 4 Wignes, 1 estante
para msicas, 1 cadeira para o mesmo, 1 mobilia
(massica) de Jacaranda, 1 mesa de sof, quadros,
jarros para flores, 2 reos eandieiros a gaz, de
crystal, 2 figuras de br:nze, 4 casticaes e mangas
3 lancas o cortinados, tapetes, escarradeiras e es-
teira forro da sala
Urna toylete de Jacaranda, 1 lavatorio com pedra,
1 mesa de jogo, 1 mesa redonda de chario, 1 ce
ma com colxlo de mola, 2 guardas-roupa, i
guardas-vestidos, t espelho e 2 camas de ferro.
Um secretaria de mogno, 1 estante, diversos h
vros, 1 mappa, 1 globo geographico, 1 machina
de costura (prfeita), 1 mesa com jogo xadrez,
1 taboa e peoras (jogo de gamioL eahidee, 2 ve-
nezianas, 1 tlnteiro com campa
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 1 aparador
armario. 1 quartinheira, 1 relogio, 1 sof, 24 ca-
deins, 2 lavatorios, 1 quadro dourado, com Sores
de cera, 1 apparelho para janur, 1 dito para cha,
compoteiras, garrafa-, copos, clices, porta-garra-
las, bandejas, cobertas de arae, objeetos de
rtectro-plate, bancos para jardim, vasos para flo-
res, oseadas de abrir, mesa e taboas do engom-
mar, mesas e trem de coonha, e outros objeetos
de easa de familia.
Qiiiuta-I'eira 29 do corrente
No primeiro andar do sobrado da ra Impe-
ratriz n. 12
Jos Henrique Trindade, tendo de fazer ma
8* & $$&&0& &$*
Aluga-se
um sobrado em Ponte de UchOa, com commodos
para grande familia, tendo gaz, agua, e todo for-
rado a papel : quem pretender dirija-se ao caf
imperatriz.
Escada.
O Sr. Jos Affonso de Azevedo Campos, com
botica na villa da Esc da, queira vir ou mandar
ra do Imperador n. 28 a negocio de scu inte-
resse._____________________________
Fugio do engenho Acude Grande, em Naza-
reth, o asento Rufino, preto fulo, altura regular,
ps curtos e largos, barrigudo, com urna cicatriz
ta face entre o nariz e o canto da bocea, sem bar-
ba, de 26 annos de idade, tem sido visto no Ca-
xang e Varzea : quem o pegar leve-o ao referido
engenho, ou ra do Apolla n. 28, que ser_ ge-
nerosamente recompensado.
Aluga-se
Precisa-se alugar urna casa terrea, no bairro
da Boa-vista, e as ras onde passa os bonds, ou
perto, com tanto que tenha os commodos seguin-
tes ; 2 salas, 4 quartos, corredor independente,
cozinha fra e quintal murado : quem tiver para
alugar, dirija-se ao escriptorio deste Diario que
achara com quera tratar. ^^^ __________
Do abaixo assignado
Contina a andar fgida a escrava Severina.des-
de o anno do 18t>8 ; qualquer senhor capilo de
campo, apprehendedor de cscravos fgidos, ou
mesmo algum senhor particular, pode pegar a
escrava Severina, anprehendendo tudo que com
ella adiar ou tiver depositado em algum lugar
que resi la, com toda a rautella e prevei.cao. Se fi-
elmente me>ntregar receber a quantia de 20PJ;
tambem peco a qualquer autoridad,} civil ou po-
licial a captura da mesma, nao admittinda ne-
nhuma evasiva, ou estrategia que se lhe apresen-
tar, seja qual for. Os signaes da escrava sao os
seguintes : crioula bem preta, pode ter 30 annos
pouco mal ou men s, estatura regular, ohns
trancos, naris chato e curto, beicos grossos, den-
tes alvos e limados, de ambos queixaes, tem sig-
nal feito com agulha no braco, e bastante ladina,
faz renda, labyrintho coze e engomma ; j tem
andado fgida e pe nome mudado.
Villa do jardi 27 de fevereiro de 1873.
Manoel Alves de Farias.
Urgencia
Precisa-sede urna ama de leite, que te-
nha bom e abundante, para criar una me-
nina recem-nascida, quer seja forra, ou es-
crava ; porm, sem fillio, paga-se bem :
nesta typographia a fallar no le andar com
o administrador, das 9 da manhi s 8 horas
da noite, ou em Olinda no Oito do Ampa-
ro, casa grande com porto de madeira ao
lado pintado de verde.
GABINETE
Medico-cii urgico
RA DO IMPERADOR N. 73, | ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOB E PARTEIRO.
ESPECIA LT>A0ES.
Molestias e operares de olhos.
Cura radical e instantnea dos
estreitamentos da uretra.
Das 7 s 10 horas
A qnalqoer hora.
Maria Antonia Pacheco, Alfredo Prisco Barbosa
e sua mulher mandara rosar urna missa terca-
feira 18 do corrente, pelas 7 horas da manha, na
igreja da Madre de Dos, 1 anniversario do fal-
lecirnento de sua sempre lembrada sogra e mi;
e convidam a seus parantes e amigos para assis-
tirem a este acto.
Jos Francisco Pinto dinima-
ritas*
Jos Caetano Pinto de Carvalho, Mar a Felismi-
na Pinto, Margarida Adolaide Pinto, Jos Dias
Carvalho Raposo, filhos e sobrinho do finado ci-
rurgio Jos Francisco Pinto Guimaraes, agrade-
cem cordialmente aos parentes e amigos do falle-
cido que se dignaratn acompanhar ao ult mo jazi-
go os restos mortaes; e de novo convida-os para
assi-tirem a missa do stimo dia, que ter lugar
no dia 20 do corrente, na matriz da Boa-vista, s
5 horas da manha.
Consultas:
da manti.
Chamdcs
MOFINA
Est encouracado !! !
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia; o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquello negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
8 por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S S. se deve lembrar que este negocio
le mais de oito annos, e quando o Sr. seu ulho se
ichava nesta cidade.
m
I

Novo estabelecimento
de joias.
Ra do Cabug n. 1 8.
Antonio Lenidas Drurille e Silva, Joio
Lenidas Durville e Silva, Anna Francisca da Na-
tividade Silva, Rufina Gimes de Durville e Silva,
Leocadia Ludovina da Conceicio e Silva, Amara
Francisca de Assis, e Jo*> Luiz Pereira, agradeoem
do intimo d'alma a todas as pessoas que se dig-
gnaram acompanhar os restos mortaes de sua pre-
sadsima mi, sogra e tia, Thereza Christina Ma-
ria de Jess, a sua ultima morada, e de novo Ibes
rogam o carldoso obzequk) da assistirem s mis-
sas que por alma da mesma finada, mandam re-
zar na igreja de S. &>n#alo,qua'ta-feira 19 do c- r-
rente s 7 horas da manha. Desde i se confes-
sam agradecidos por mais este acto de caridade e
religio.
ALUGA-SE
sobrado de nm andar com s to en> boa ra,
com commodos para famHia, pintado e calado de
novo, pagando as despezas : quem pretender di-
rija-se ao Forte do Mattos n. 7, armazem de al-
godao._____
Precisa-se de um caixeiro do 12 a 14 annos
de idade, com pratica de taverna : a tratar na
raa do anta Thereza n. 66.
T-
m
9 Neste estabelecimento so encontrar
^ um bonito sortimento de joias que se
fvendem por tal preco que animar ao
comprador, atiento ao vantajoso syste-
4^ ma, ganhar pouco pata vender mui-
9 to, que certamente til ao compra- **
9 dor e ao vendedor. B
^ Tambem se compra ouro, prau pe-#
i dras preciosas, bem como se fabrica e J*
2 concerta toda e qualquer obra tendente g
a a mesma arte. ---.--..^.
i.jt-tff^tfmtffffi-^ffffM
Avisase
a quem der noticia da escrava Guilherrama que
foi do tenentecoronel Feliciano Joaquim dos Sa -
tos, e aepois comprada ao Baro de Nazareth,
rep'resenu ter 25 annosr tem falta de denles na
frente e as mios com cicatrizes de quemadura
de gaz, secca do corno e muito regrista, qu- des-
apparoceu da casa ae sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente r'-coranensado.
Cozinheiro.
a tra
Precisa-se de nm eozlnhein muito bom
tar na ra da Cruz, n 48._______________
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, jonto cidade
do Ri> Formoso. E' de animaos e com propor-
edes para 1,500 paes : os pretendentes podem dl-
riglr-se roa Duque de Caxias n. 38, * andar,
que alli tero informarles.___________
mm
Qnatito so paga p >r urna coziobeira ou cozinhei-
ro para ama casa do 4 pessois, profenndo-se s-.
cravo : a tratar no Corredor do Bispo n. 69.
Xa villa da Escada
vende se por 1:6 0 duas moradas de casas na?
melhores ras, rendeni inensalmente 344 : para
informaco, na mesma villa com o Sr. JoSo Paes
do Nascmento. e no Becife, no largo do Terco
n. 23. com Simao dos Santos.
Jos da Silva Oilveira avisa aa respeitavel eor-
po do commercio que em 31 de dezembro pr-
ximo panado, dissolveu amigavelmente a socic-
dade em que fazia parte como socio de industria,
seu caixeiro Jos Ferreira Braga, a qual gyrava
na cidade de Goyanna, sob a razo de Jo da
Silva Oliveira A C.
Becife, 13 de marco de 1S73________________
Baixa de capim.
Aluga-se ou vende-se urna grande baixa de
capim, ao p da estacao Parnameinin : a tratar
na ra do Imperador ri. 79, 2." andar.__________
o- q. o -o ja tr
2 re n /. -
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5 3*3 5 35a
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3 w
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
de molhados e que d conhecimento de sua con-
ducta : no haver duvida em dar-se bom orde-
nado : na ra de Vidal de Negreiros confronte c
chafariz.
0 O Dr. Coelho Ro-
drigues,
5 tem escriptorio de advoccia ra do ^
9 Imperador n. 67 .^3
Precisa-se de um caixeiro : na na ao nos-
picio n. 61, taverna.__________________________
Manoel Carroll, inventariante do finado Ma-
noel Antonio Vieira, pede a todos que se julgarera
credores do finado, requererem ao lllm HT. Dr.
juiz de orphaos para serem atteadidos no inven-
tar o e partilhas.
I'IWI!
Vende-se um piano quasi novo de tres cordaa,
gosto moderno, e de ptimo fabricante : a yer na
ra da Saudade n. 12, das 10 s 12 horas da ma-
nha, em todos os dias uteis.____________________
Na travessa do Duque de Caas ns. 1 e 3
achara o r speitavel publico constantemente gran-
dc sortimento de doce de goiaha fina____________
Arrenda-se ra da Aurora n. 65, a pro-
priedade denominada -Barrarte Sennhaom na
freguezia do mesmo nome, beira-mar o beira-rto,
propria para qualquer estabelecimeBto de seceos
e molhados, com muitos ps de coqneiros dee-
fructar, e muitas rondas do solo cobrar annual-
mento ^^^_^_^_______________________
A1WCA0
Continase a fornecer almooo e jantar para
rora por proco commodo e com promptiJo : na
roa estreila do Rosario n. 38, i,* andar, cas o*
familia


Diaiio de PernambuCO Segunda feira 17 de Marco de 1873,
MOYIDADE
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOS DE AZEVE
Ra do Bario da Victoria n, 11, armasen), e 12 1. andar, antiga ra Nova
WSCSGd ___
aonde o publico em geral encontra]sempre o maior e mais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir no primeiro andar do sobrado n. 11 confronte i
Dotica Maarer, am grande saio onde estao expostos os magnficos
I9___l
de armario, de PleyeL
de meia canda, do mesmo amor.
de H. Henn.
-------- de Aroede Thibont.
Coico agente nesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FOES
Tambera receben grande soiUmento de msicas pra piano, piano e
canto e entre ellas as linda composicjes do mnito tvmpalbieo maestro
F. SAOTINI
A SABER :
Voc me quer Walsa.
Olga Mazatka.
L Separacioni Para canto.
A Lus eleetrica, grande Walsa.
rumiados em diversas exposi;5ss om 14 medalhas de onro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqni vem da Europa, perfeitamente afina-
dos, fetos com t legan ;ia e solides.
emtfianle eontranari a annnneiar todas as pnblicacSes que se forem friendo as sos offlcinas de mosieas.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Vllela GMope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal?a.
A Minha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Stndieote Po ka.
Ultimas publicares
Feitas as offlcinas de mnsieu
do snnnnciante.
Emilia, polka por I. Smoltt.
Circaciana, schotch, por Smolts.
Jardim. do Campo das Priceta,
qaadrilha, por J. Ponne.
Chuva de Rosas, Walsa, por H. al-
bertaui.
D'aqnl
FUNDIQAO DO BOWMAN
RUADO BRUH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores de engenho e ontros agricultores, e empre gado res de m
chioismo o favor de unu visita a seo etabelecimenti), para verem o novo sortimento
completj qoe ah tem; seado todo soperior em qaalidade e ortidSo; o que com a ms
peccSo pessoal pode-se verificar. ------------
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SA FUNDICAO
tt._-.-_ -Jrt J?n-na dos mais molemos systemas eem ta
YapOreS e rOCiaS ClyagUa maQhos convenientes para as diversas
circunstancias dos senbores proprietarios e para descarocar algodo.
Moendas de canna 08lamaDh08'a9melhore8 qoe aqu'
Rodas dentadas ***.*"**
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques
Machn ismos
Bombas
Botinas
para senhoras, a 6#000, na
loja do pavo.
Pereir da Silva & C. receberam pelo ultimo
vapor de Europa, um elegante sortimento de Do-
tinas prelas e com delicados enfeites de cores,
proprias para senhoras, garantindo-se serem das
mais madenias que ha no mercado ; assim como
a boa qualidade por terem sido remettidas por
um dos melhores fabricantes de Pars, e vendern-
se pelo barato preso de 6000 : na loja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60.
idade.
A Predilecta, ra do Cabug n. 1 A, acaba
de reeber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de carn-
braia bordados para senhoras e meninas, golh-
nhas e punhos tambem bordados e de phantazia,
saias bordadas, ditas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tampadilnos
para meninas, ricas fachas de tuquim de cor,
que tudo vende por barato preco.___________
Gasa de campo.
Em Snnl'Anna. fregu:a de oco da Paridla,
ha | ara alugar uma n quarjos, cozinha e gran-lc quintal, e esl situa-
proxima a estarao do raminho de ferro.
pretendentes devem entender-se com o
mesma estacan.
chi'fe
Salsa-parrilha
Salsa-parrilha
Salsa-parrilha
no"*, em bom estado e de excellente qualidade :
vende-se ra do Vigario n. 16, cscriptorio.
CASA.
Aluga-se ol.' andar do sobrado ra Nova,
esquina da Cambija de novo, salas forradas a papel e atapetada :
tratar na Chapellerie des Dames ra Nova nn-
mero 16._________________________________________
Aluga-se uma "escrava para todo ser vico :
na ra da Gloria n. 146.
ADV05AD3
ATOES GAMA.
COMPIAS.
Bom
negocio.
Cobre, lato
chumbo.
e
Comprase no armazem da
vessa'da ra do Imperador.
bola amarclla, Ua-
Compra-se moedas de 20 francos : na ra
Nova n. 23, loja._________________________________
Compra-se pennas de u : na ra da Voe
da n. 19, 2 andar.
Ven le-se -"i ../< l.i c-..:i.ii!,j,i ,\,,<
:ii!.:iiiis n Ho.;,"';: ') inda : nerta lynagr
hr.
Vdiid-iHj 2 esc iV':a uceas, sendo
le.pie ilo 13 e unn negra lo 17 anuos
de Pedro
iri&sn
l'.'lphu _
13
Adunco o. fil.
um mo-
na ra
r BARATO
Para acabar.
Compra-se urna mobilia de Jacaranda em so
gunda man, na rita do Hortas n. 112.
RA DO-DUQUE DE CAXIAS
N. 9.
QtXS
Aluga-se um siticfeom casa para grande fa-
milia, qnartos para preios, coxeira, curral para
vaccas, com tres cacimbas de pedra e cal, de
agua de beber, baixa de capim e com muitos ar-
voredos de tracto : na Torre ao p de Libanio
Candido Ribeiro : a tratar na ra da Concordia
n.32.__________________________________
Na ra do Crespo n. 7, loja do Gallo Vigi-
lante, precisa-se de urna ama para cozinhar: pre-
fere-se escrava.
Fugio no dia 4 de fevereiro prximo passado,
o preto crioulo de nome Lourenco, de idade trinta
e cinco annos, baixo, magro, olbos grandes, sem
barba, nemas arquiadas, andar vagaroso; quem o
apprehender e levar ra da Uniao n. 41, ou in-
dicar onde se acha o referido escravo, ser grati-
ficado.
para mandioca e algodSo, I Podendo todos
e para serrar madeira. tser movidos a _3o
/por agaa, vapor,
de patente, garantidas........ |oa animaes.
Todas as machinas e petat "e *" M mMm precisir
Fas qualquer concert *" ***>
Formas de ferro 5T*"^tMtimm^mM no raer-
Pnn^mnftwno Iocumbe-se de mandar vir qnalqner machinismo von-
J^nC JlUmcniaS. ta(ie dos clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem
snas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qnalqner necessidade pode
Ibes prestar auxilio. .
Arados americanos e iMlre,,,M ,8nco,as
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Vende-se
urna escrava. excellente cozinheira e lavadeira,
acostumada a qualquer servico domestico, com
urna filha de 10 an os de idade: urna outra tara-
bem muito boa cozinheira e lavadeira, todas pre-
tas, rindas do Maranho. Quem pretender cora-
prar dirija-se roa da Imperatri? n. 47.
Vende-se urna batanea de Itorao, nova com
o competente terno de kilogrammas : a tratar na
na da i.ompanhia Pernambueana, armazem nu-
mero 6. ___________
Na ra Duque de Caxias
n. 71
Vende-se as seguintes obras de direito:
Lobo. ExecucSes por sentenca.
i) Aceites summarias.
.Venezes.Pratica dos tombos.
luizos divisorios.
Caetano Gomes.-Manual pratico.
Percira e Sonza. Linhas civis.
Mello.-Opera.
Pardcssus.Traite des Servitudes.
Troplong.-Dela vente.
Des Seciets.
Vanguerve.Pratica judicial.
Caetano Soares. Repertorio juridico.______
O Sr. Olympio Fran-
cisco de Mello tem urna car-
ta nesta typographia.
OOlOOO '
HFugio do engenho Pontrl, em Serinhem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Sinio, com os
signaes seguintes: estatura regular, cori o secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descansada : quem o pegar leve-o ao
seu senbor o tenente-coronel Vicente Mendes
Wanderley no dito engenho, ou no Recife ao Sr.
Bernardioo de Sena Puntual, na ra da Madre de
Dos n. 36, que receber a gratificicao de 100 f.
Para cozinhar.
Precisa-se alugar urna ama que saiba co-
tinhar o ordinario de uma casa de pequea
familia. Aceita-se forra ou captiva; mas
prefere-se desta ultima condico. Trata-se
na ra do Capibaribe n. 40. -______^^^
Comp
m ra-se
uma escrava de meia idade e que tenha bons
costumes e que saiba cozinhar o diario de urna
casa e lavar e eng/.mmar : quem estiver testas
condicoes dirija-se a ra da Cruz n. 37, que acha-
ra com quem tratar.
VENDAS.
Vende-se por 9005 um bom escravo > em
vicios mm achaques, propro para qualquer cer-
vic/), cntende bem de masseira : na ra das Cru-
zes n. H9, hotel.__________________________________
Chegou
nova remessa de hesporedina : no armazem d
Tasso Irmaos k C. : ra do Ambrina n. 37.
Panno de algodo da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaquim Jos
Gonc_alves Delirio & Filho, ra do oomu ercio
n. o.
Fil de seda
\ IMKMI o covado
na loja da Rosa Rranca : na ra da Impera-
triz n. 56.
a casa terrea n. 45 da ra Vidal de Nopreiros,
outr'ora palco do Terco : a tratar na ra do Ba
Victoria n. 61.
lisas de toda as cores a 240 ris o
propria para lato,
C.imliraias
covado.
Ditas prctas com salpico*,
a b ivis o covado.
Len.os de esguio a i j a dnzfal.
Ditos de eassa branca abainhados a 2J a duzia
Alpaca preta mesclaitt do branca, propria para
luto, a 440 rlso eoVado.
Merino furta cures proprio para vestido e roupa
para meninos, a 440 ris n covado.
Meias finas para meninos a 4 a duzia.
di ra do Crespo n. 20, loja do Guilherme C.
I Cunta & C. J
mac,ons.
rao da Victoria n. 61
Fazendas baratas
NA
Loja da Ainei*ica
Fora os callos.
O nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, na Duque de Caxias n. 57._________
Pede-se attenco.
No segundo andar do sobrado da ra do Ca-
bug, em casa de familia, fornece-se comida para
fra, com asseio e pnmptido.
Brilhantina branca com flores assetinadas a
400 rs.
Atoalhado de duas larguras e com lindos de-
senhos a 1 *500.
Panno alvo trancado de duas larguras para toa-
Ihas de mesa a 1 zOO.
Chales de merino com listras de seda a >$ un
Meias muito finas para senhora, de 12 a 8/ a
duzia.
Colchas grandes com barras de cores de 7 000
."i i'"MI.
Ditas ditas adamascadas a 4J500 uma.
Caitas finas de 400 300 rs. o covado
Chapeos de seda com c bo de canna a 83 um.
E outras muitas fazendas, todas por precos m-
dicos : na 1 ua de Cabug n. 10. _____
Boa pechincha.
Vende-se um excellente sitio em Beberibe de
baixo, junto a estaco do Fundao, murado na
frente, com porto de ferro, com una non ta casa
nova de pedra e cal, tendo 4 qnartos, 2 sala', so-
to c cozinha fra, tendo 350 palmos de frente e
4,800 de fundo, sendo de mata, com uma excel-
lente cacimba com agua de beliT : quem preten
der dir ja-se ra de Pedro Affonso, antiga ra
da rraia n. 37, que achara coin quem tratar.
Aos Srs.
Amaral, Xabnco & C. vondani insignias maco-
nicas de diversos grao*.
E' pechincha
Chapos pretos para hamem de 12*' 00 a 740(0,
16 o T.aun, i ra larga da Rmaijo.
Fariiilia (i" inanilioea.
Vende-se forinba ensacada de superior qualidade
.: a pnfo ciiiinioilo : a trafar-se 110 escriplorio
de Silva A Cselo, a rna do Mar |uez de Oiinda
"\ EBARATO
O Vianna ra do Rosario
11. 22.
12 carriteis de linha branca
3 grvalas
1 par de buidas de plaquet
Baloes para senhocas a
Borzeguins para senhoras a
Focos para senhora *
Borzeguins de cordavao eom botoes ao
ao lado, ebezerro, para li"iuem d?
12000a
Cobertores a
100
1 *PdO
MO
lOOO
4*OCK0
2>(K
8i000
t cv
Ui|!iii!ai;:i)
a
Na ra de Santa Thereza
uvas rxas, de boa qualidade.
n. 28, vende-se
CAUTELA!
MEURON&C.
Ak. ^W S A M
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
150#000
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de graticac.ao a quantia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram fuados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o '. tem 9 annos,
castanho e castrad3, tem a orelha direita bastante
lascada, uma estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem uma cruz ; o 2. ruco, com pinlas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o pes-
eoco fino, castrado, tem os quadris feridos da
cangalna, ferrado com a marcaI. R. do lado
diieito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rodado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
-Ono quarto direito : .'ratifica-se com 50*000
por cada um em nresenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qualquer dos ditos cavallos.
% Manoel EnedinoRe-
@ go Valenca.
m MKDJCQ
ambn do Carmo
J N. I. v
100
Fug no dia J3 do correte o escravo Vitalmo,
preto, crioulo, idade 25 anos, ato ebek> do cor-
po, quando falU le ^anU o beico superior, tem
falu de um deute do lado de cima, anda alguma
cousa han-eiro, ps rseos, levoa Testido calca
de riscadinho o camisa de madapotw ; este cs-
cra o | fugio em outubra do anno prximo pas-
sado, e foi preso aa estrada de Pajal de Plores ;
foi escravo de Antonia Francisca de Jess, mora-
dora em Correte*, e depois foi veadido ao capi-
Uo I homaz Thenorio de Albuquerifie Villanova,
morador em Papaeaca, o qual lera uma fazenda
em Buiqoe, de que elle era vaquesto ; suppce-se
que f i aeoinpanhado por um escravo pertencente
ao Sr. Manoel Francisco Marques, lamnem preto,
crioulo, enatarat da piwinoiado C*r : rogase
todas as autoridades prficiaesecapitaes de cam-
po que o apprehendasn e eond am-no a ra do
Brura n. 74, armazem de Jos Francisco Martins
A C. que se Ine dar a gratificaejao cima.
a ra da Imperatriz, n. 60,
loja.
Deseja-se Mar com o Sr. Antonio Joaquim de
Fifueiredo.______________________________
Aluga-se o l." andar do sobrado n 47 da ra
da Imperatriz, quem o pretender encontrar as
chipes na loja do mesmo sobrado, e se entender
com ten proprietaro ra do Hospicio n. 33.
Agora malei-os.
Botinas para senhora a 4$!
Sao de lao e belot e estao em perfeilo estado.
Quem precisar venha dejiressa ^ ,
Madapolo fino sujo as pon-
tas a 5.3.
Pegas de 20 varas nao ha nada mais bar.'
Chitas de listras a 280
sao finas c muito lindos padroes.
E preciso not?
que a Rosa Branca nao exagera
fazendas que annuncia, e por
de fazendas sem avara.
O Vianna, ra largl do Rosario n. 22, vai li-
quidar as fazendas que arrematou, pur teso apro-
veitein :
Ma ajHilao fino de !U a iii.
Dito lino de 7 5a -i.
Dito fino de fi a Vi.
Chias claras de 140 a 280 rs.
Dita escura de 4 0 a 200.
Cobertores de 2* a t *209.
Cambraias Unos do GiO a fO rs.
Camisas finas para senhora, de *i
Corles de caseuiira a 3.
Baldes de o a .
Pecas de algodo largo a o000.
Ditas dito ala.
Brim transado fino a l.
Dito muito largo a 15.
Risradinlio muito bonito
Chapeos de copa alta, ' de il a 2h W.
Dito para meninr a l moda d 12j> a 8
Basquinas de '5 a 3 w"'
E mais alcumas far *
de do preM para lie -endas .pie vende poi me .-
* CAL'" (Uidar, como sejan :
BorzefOins de --ADO PRAMCEZ.
8ano. bezerro para honicm, Je lia ..
Ditos de co' ., .
a 93000. tomo rom botoes ao lado, de lij>
ll a'Tiri1" n? le O alto, para seniora, de
Dito ' 00.
Fc' ^e dito baixo de i.> a 1 >.
nhor js ou sapatos abotinados, ratos, para se-
f a, de 4 a 2. ......
ams d pentes de alisar, de 2 a \s>
BotiVs para punhos, muito bonitos, de M a 241.
Duzias de carrileis de linda branca a 400.
.lo.
rs.
*r
a qualidade das
ir quando ella disser que s f> P*^ acre-
fmpera"riz n. 56, loja da Kos jj* ra da
-Vende-seum carro d. .5^-,-^-
tado c dous cavallos
ITVende-se uma vit-
de Marcellino Jos Lo'
na
bom
rna da Paz n. 15.
es-
jila
no sitio do Arraial,
Z,,VfS m?i T ranac siti" lenominad [Vi-
X' V^l 1 Aro-OliEda e Beberibe, a mar-
?'ter .wltente-casa para grande fa-
mnit ^*M rcommodar;6es, tortas pro-
Pru?' m,,''. arvoredos de fructo, com grande
manganeii. batxa ^^ capm fi j10rta|j(.t,i ter
reuos pai. ^Iniaejfea, matto para letiha e earvao,
e ouiras, berqfeitorias que s com a vista. Pro-
prio p ^ra. .-ilsrum senhor que esteja em engenho
e quf^ira reiirar-se para perto da praca : a tra-
tar 'm Oiinda, ra da Bica de S. Pedro Martvr
n. 6, a quaquer ora do dia.
Milho de Mamanguape
Vende-c por preco eommodo : ua ra da ala-
dre de Deus 11. 3, primeiro andar.
Vende-se dous engentas perto do Recife, am-
bos (Tagua, e montados : a tratar conuo Sr. Ber-
nardino de Miranda Albnqnerque no engenho Pi-
tangucira, eiu S. lourenco.______________________
Cassasde cor a 200 ria'o
covado
da Imperatiiz n. of>, nova loja da Ros-
na i aa
Branca.
Vende-se
um ternuno no becco do Espinheiro, prximo a
estrada de forro de Ofinda, com 170 palmos de
frente c 150 de fondo : a tratar na praca da In-
dependencia 39.
Carntieiros.
Vende-se ricos lustres e candieiros de crys-
al para gu carbnico, por barato preco para
atabar : na rna do Oavidor n. <2, loja.
Aos senhor.es acadmicos
Vrndem-se as seguintes obras de direito, com
penco uso :
Ahrens, coure de dro'tt naturel, I vol
Ferreira Borges, diccionario jurdico e commer-
eial, l vol,
Gnizot, histoire du governement representatif,
_ vols.
Liz Teixeira, curso de direito civil, 3 vols.
Mackeldey, Manuel de Broit Romain, 1 vol. etc.
E muitas outras que seria enfadonho mencio-
nar : os oratenderrtes dirijam-se ra do Cabug
n. II, loja dte joias.
ATTMCAO
Cheguem a grande pechin-
cha a
Grande
DEPOSITO DE FUMO
No armazem de Candido Alberto Sodr da Mot-
ta & C, dravssa da Madre de Deus.n.- IV, ba a
venda fumo em latas inteiras e me_) latas, d.^s
methon-s fabricanles do Rio de Janeiro, Teixi.n
Pinto & Portilla. Antonio Martins de Siqueira fc
C, Lisaur Schimidt \ C. e Torres & Araujo ;
assim como em rolos, de outros muitos fabricanu-
acreditados._________________________^__________
Cassas avadadas a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende Snissmus cas-as rancezas de
cores com os mais delicado* padroes, rfoc fe-eu>
um pequeo toque de avaria de agua Jcev pelo
barato pre.o do doze. viutens o covado. pechin-
cha : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.
60____________________________________
Botinas de merino.
CARRO ALTO PAR SE.NHORAS
A' l-MM> ris.
E uma pequea pdBfiO, cheguem de pressa.
Focos para meninos.
A' I-3 e i-fmo
EMfeM procos, para acabar.
Na loja da Rosa Branca, ra da Imperatriz
n. 5o.
0 pescador.
Vende-se superior cravo da India a 560 rs. a
fibra ou U2-0 o kilo : na ra de Marsilio Dias n.
21. antiga ra Direita.
MEURON ft C.
o.saceo com dez cinas de mllho tratar no tra-
piche Angelo, ou na ra da Cadeia n. 1, primeiro
andar.
Vende-se
300^000
a armaeao de amarello, envernisada e toda envi-
drafada, da loja da ra do Bom Jess n. 39, pro-
pria para qualquer negocio na me para qualquer csubelecimento : tratar na mes-
ma.
~ Vende-se o sobrado de um andar sito ra
de, Marsilio Dias n. 91, pertencente ao herdeiros
do fina lo Manoel Luiz Pereira : a tratar cora An-
tonio Marta da Silva rna da Mocda n. 19.
hiiilaliranra.
Chegou o melhor cha preto, ponta branca (pa>,
que lia muito lempo nao vinha a esie mercado)!
vende-se a ntalho, na loja de livro n. 12 da ra
estreita d Rosario, de Geraldo Henrique de Mira,
como tambera cha hysson muito bom. perola
idem, e prelo ptimo, por precos commotios.
Ansenuram-e desde o dia 30 de Janeiro 4o
oorrttnte anno dous eerravoe irmaos, sendo nm de
nome Lourenco, de idade de 26 a 27 annos, esta-
tura regular, cheio Jo corpo. cor clara, cabello
estrado, rusto redondo e sem barba ; e o nutro
da nome Andr, da mesma estatura, mais franzi-
bo de corpo e mal noro, com os meemos signaes
do irmio. sendo comprado Lourenco ao Sr Clau-
dino de Albmwr provincia da Parabyba, e' Aidr ao *r. i&> Fran-
cisco Gomes de Arruds, da oin .rea rht Lim ieiro.
Suppoe-se qne segnir.tm a estrada do Limoeiro, a
Serra do Teixeira ou con arca de Patos; roga-se
a todas as autoridades pjNciaes e capiues de cam-
poqtteosapprebendaraelevem-o8ruad.i Apu- ..
w n. ao, annazom de assucar, qno se gratificara ro da Cunha Jnior, ou
com a qn nt a cima Idaden. 6.
-Vende-se ra da Aurora n 65, um mole-
que, erioHlo, de para >0 annos, boa figura, sa-
mo, em os nOcios de teoedor de palhin-a e de
nnreineiro.
Obr&s de direito por metade de seu valor :
vende-se na casa de leildes do Sr. Martins, ru
do Imperador n. 48.
- Vende-se i ra da Aurora n. 65, um ca-
bnolet americano d.' 4 rodas e com 4 assentos:
novo e muito elegante.
ENGENHO.
Venda se o engenho R mea, sito na freguezia do
Cabo, a tre* legoas da estaca de Oiinda ; quem
pretender dirija-se ao enganho Paris, na mesma
rrpguezia, a tratar c -m Francisco Xavier Carnei-
no Recife, ra da San-
VENDE-SE
pes de laranja< de umbigo, da china, fracta-po,
limas de itmbigo, da Per-ia, abacates, limo do-
ce, flgueiias e ouas fructeitas : no camistao No-
vo, trave do Padre Inglez, casa anurella n. 7.
ISa mesma pressa-se do alugar uma escrava qne
sirva par.? engommar c lavar.
.Arroz com casca.
V nde-so sievos com arroz de cava por 81300,
sahe mais barato do que comprado na Recife :
na ra do Karao de S. Boria, antigo do 8et a.
*7, venda.




6
Diario de Pernambuco Segunda feira 17 de Marcp de 1873.
,

Fazendas em liquidaco
NA
3
N. 60 Ra da Imperatriz N.
DE
PEREIRA DA SILVA & C
Tendo o proprietario deste importante estabelecimento, grande vontadede liquidar
todas as fazondas que tem em ser, tein resovido vende-las por presos inuito mais baratos do
que se vendcm era outra qualquer parte, como fim de apurar dinheiro, raza porque con-
vida o rcspcitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento de fazendas ap
le, como tambem de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostost
K previno que_s vende a dinbeiro vista, por estar em liquidado.
* GREYtllS OFF.CINA DE ALFAIAM NA LOJA DO
CMUSTRASDESEAA800RS.OCOVADO Nesle grande estabelecimento enconlrara
O Pavo recebou um elegante sortimento' oraspeitavel publico, orna bem montada offi-
dasraais lindas grenadincs pretas com listrs cia de alfaiale, onde se manda executar
de seda do cor, tendo entre ellas com listra qaalqosr peca de obra, tanto para borneo),
roxa propria para luto, que vende pelo ba- como para meninos, com a maior pre-
ratissuno pre<;ode800 ris ocovado ; assim tesa e perfeicao assim como para, qoalqaer
como dita muito fina com lis'tra encarnada, luto que de repente appareca, tendo na met-
que vende a 15000 ruis o covado. Esta ma oflicina om perito oficial destinado para
fazenda velo pelo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaes de guarda -
mente da Europa, e liquida-se na loja do cional oo tropa de linba, setdo esta oflicina
Pavio ma da Imperatriz n. 60. j dirieida pelo babil artista Pedro Celestino
C4MBUA1S BERTAS PARA VESTIDOS A. Soares de Carvalbo.
09000 e 103W00 RS. ESPARTILHOS A 30000.
O Pavao recebeu um elegante sortimento o Pav3o tem um grande so/timeito de
das mais Unas cambraias brancas, abertas e espartilhos, tanto para senhora como para
bordadas para vestidos, que vende pelo ba-
ratissimo presos de 9J>, e 109000 rs. o
corte, tendo bastante fazenda.E'j>echincha,
na loja do Pavao a ra da Imperatris n. 60.
LS1.M1AS BORDADAS A 400 RS.
t COVA no.
O Pavo receben um elegante sortimento
da mas. liadas lisinhas transparentes edm
florziulios bordadas, teudo de todas as cores
ndusive roxa propria para viuva, e vende
pato bamtisimo preco de 400 rs. o covado.
K' pechincha na loja do I'avo a ra da Ira-
ptrari/. n. O.
GRE.XADINES A GiO RS. O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais lindas greuadines pretas com listras
brancas e de cores, sendo muito boa quali-
dade, e vende pelo baratissimo prego de 560
rs. o covado. E' pechincha na loja do Pa-
Tio a ruada Imperatriz n. 60.
COBERTAS DE FUSTO ACOLXOADAS A
4-5000 RS.
O Pavao recebeu um grande sortimento
de eobertas grandes de fttsto, acolxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
case do todas as cores, e vende pelo baratissi-
mo progo de k$, rs. E' pcchinrha na loja
do Pavo a ra da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENHORA A 129000 RS.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
dos mais modernos chapeos de palha, rica-
nente enftados, para sonhora, com osseus
eomoetontes veos, e vende pelo baratissimo
precn Ue 12*000 rs. E'.peehiiicha na loja
io Pavao a ruada Imperatriz n. CO.
LAS MODERNAS
O Pavo vende um" bonito sortimento de
linbas listeadas, seodoTaimis modernas
que tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
pr> .. do560e 600.rs. o-covado. E'pe-
chincha na loja do I'avo a ra da Impera-
Ir n. 60.
ALPACASUVRADAS AGIO- RS.
O COVADO.
CbegOU para a loja do i'avo um elegante
sortimento das mais bonitas alpacas de cores
taradas, sendo as cores mais modernas que
rindo para vestidos, e vende-so pelo b-
ratissinaopreco de 6i0 rs. o covado. E'
pecbincba na loja do Pavo a ruada Impe-
ratrizn. 60.
Crl h'. cinnhrin. ultima no-
rMnd*, m ??000.
O Pavio recebou pelo ultimo vapor de
Kiimjia cortes do cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, temi fazendi
suffimeote para vest lo de qualquer modelo,
entes vestidos sao os mais modernos que tem
viudo ao mercado, e pela sua excessiva bara-
i, tnrnam-se recommendaveis as scnboras
MNttgosto. 'Bazar do Pavao, A ruada
La perairiz n. 6).
I sucas A 21*400 A ddzla.
O PavAo tem urna grande porco de len-
bran O C m baria de cor, muito bonitos
e boa qualidade, que vende por 29100 por
ter grande porcAo,
i>tu>s to los brancos abainhados muito fi-
* a 29600.
QteS Cuinezes com barra de cor, muito fi-
oos n 93SOO. E'>grande pecbincka, na loja
o. Pav.o.
. ISoiiciras a 3-?000.
O Pavo -icobeu pelo ultimo vapor, um
lo sortimento de romaicas pretas de filo
ora lpicos, com linios enfeites prelos o de
oores, e vende pelo barato preco de 39000
cada um, por ter grande porco.
Ditas lodos de seda ricamente entenados a
VPtQO.
PAR 0 CARNAVAL.
Dojiiiais
O Pavao tem ilm grande sortimento de d-
aiaade todas as qualidades gostos, proprfos
i o carnaval, ten lo tambem de merino
escasez muito intuessautes, que venda ou
limja por precos muilo barat )S, por ter gran-
.i' .
LENCO'ESDE BREANTE.
O Pav-lo vende lences de bramante mai-
to grandes, sendo deam panno s, pelo ba-
ratseimo preco de 2r5iOO cada om.
MADAPOLES.
Pec's de.midaDolo francez meito fioo
CCGJ iO jarlas a 5J50C e 6^000.
Bit s din 24 jardas maiio superior a
S90 e 7J00.
Di.o w2 faMBdi muito Bni 550CO,
6^300 e 65500 at 10*000.
Dii,s fraoceieaoftiwfe muito fiao9 de
Oiardis oara dilf^ren'es precns.
ALGODOZINHO.
O Pava) vende por preco rooito barato
J30a9 de aiOl3ozifjho americano muito
bciaom Dito com t'i jard s a 4*500 e 5*000
at 6*0 10.
Dito iargo marca T mnito encorpsdo a
C*uOO.
ALGODO ENFE3TAD0.
O Pao ve ule o vrdadairo e superior
aigedaoziriho de duas larguras para leocep,
tfddo muito errorpado A I* 00 cada var.
Dito trancado da mes/Jia largara 1*3-280.
CORTES DE CHITAS V 2*AU0 G 4830.
O Pavio vendo cortas de rhttas francezas
firas, roa 10 covadas pe|o diainuto pregp
de 2*-0 c- Ditas com \i covadoa pelo prc/-' da
H|60 cada corte.
menina, qbe vendo pelo barato preco de
3*000. Dito muito finos a 4*0J0 e 5*800,
sao do3 mais moderos que tem viudo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
Obras de phanlasia.
A loja da Aguia Branca, ra do Duque de
Caxi s n. 50, recebeu um bello aortneoto de bo-
nitas s modernas obras Je phantasia, sendo :
Urie s e cruzes pretas, com dourados e edras-
Outros de n adrep rola queitnada cora bonitos
enfeites de delicadas flores.
Outros e-Jin i dourado cem p nge les de cores.
OuprM' eacamario* de bonit s molde.
Rosetas de Bao dourado com peoras brancas,
Aderacot d madreperola.
Ditos dourados com camaplieo preto.
Ditos encarnados.
Ditos bailando folnas e flores naturaes.
Ca soletas de madraeerela.
Voltaa de grofs njot|reslde cor. s.
Outras de ditos pret s com dbnrados.
Pulceiras de tartaruga eom dourado.
Outras pretas.
Grarapos prelos e de core.-.
. Bonitas aJiOtoadura* de lino dourado, c m po-
dras, coral etc. para abertura de camisas.
Botes dourados e de outras qualidades, para
'aftertoraa e coDarlnhs.
Bonitos. lnies.
A loja da- Afruia Branca;* ru do Duque de
Caxias n, 50, recobeu bonit s leques djperfeila
phantaiia, pre o fmn donradn. e outros de apu-
rado gostos; assim como recebeu ou roa de ma-
dalra que se confunde com o sndalo, e tem el-
les* lindos cidoridiK n e ntro. e anda assim ven-
de estes pela fcarito preco di'tddJ cada' km.
V^isos de crptal para toillet
A -toja d -A^aM anra, amado Baque de
Caxias n. 50, r ceben bonitas garraflnbaa de crys-
tal em par com ramagens douradasi* mu pro-
prias para' arraojos de toilet, etc,
Anneis e colare elctricos
i A loja d'apjia branca ra Duque de Caxias
o. 50, Deceh*i nova .remessa dos proveilpsos an-
qwb otares eleelrieos, e contina a recebe-los
raensnlmente, pelo que sempre estar provida de
taes bjectes _
Diademas dourados
A loja d'^gia branca ra Duque de Caxias n.
fW," recebeu novamnte bonttos diademas doarados
e enfeitados com podras e aljofares, obras de go-
to e phantasia. Tambem recebeu novos grampos
prAM ou allinMes com Seres para-a cabeca.
o p. * c *^mg Leque3-com::bouquete e ou-
psra vestido, sendo mnito
padres claros e escuros, pel barato preco
de 2i0 n. o covado, por ter um leve to-
que de mofo: pecbincba.
LIQUIDAgAO DE CALCAS DE CASEM1RA-J
0 Pavao tem nm graode sortimeoto de
calcas de casemira de todas as cores e qoa
lidadds, para todos o precos, e desejando
muito liquida-las, resolvan vende-las pdr
:im prego mnito em conl i, para rjiminoir la
fraude porcio.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavo vende bonitas cassas frartezs
com bonitos padroes, e de muita phafltaSi
pelo baratissimo prego de 240 e 280" rs-. b
covado, sendo fazenda de muito mais dinbei-
ro, grande pechincha, na loja do Pavio.
BORNUS A16?W00.
0 Pavo recebeu pelo ultimo paquete d
Europa, bournus dos mais lindos gostos qde
at hoje sao conhecidos, e em relajo ex-
cessiva barateza, convidam-se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim adrriirarem o qit
ba de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 6$0>.
O I'avo vende cortes do canrbrai branda
com listas e lavores da mesma er,' fendd -
zenda para um vestido, e vende peto barato
preco de 65000, por ser grande pechinsha.
Ditos murto fimo com babadiAos- brawos
bordados a 83W)0.
Ditos ditos com listas de cores a 4WK> e
53O0O.
Ditos decaml>raia branca com 20'metros
de babadinhosde cores a 99000'. E'grandte
pechincha na loja do Pavo.
tros chinezes.
A loja d'agnia branca na Duque de Caxias
n. 50. receben urna itequena quantidade daquelUs
wmito^ leqiMrs-oMn -bouqnets e outros chinezes.
Cold"*eiae para re&escair
aMaciar a pe le
f A teja^a^aia branca a ra Duqoe de Caxias
n. 50, recebeu'eoRf erek das afamados fabrieaa-
les Lubin, Legrar e Condray.
Dademas e gpampos de
aeo.
A 1o^ da agtt?br!mea> ra do Buque-ir
Carras n. SO, receljeb! fiovamente bouitee diid
nts e ?raa)pos de a'jn:
Bibo de seda pretos eei
Adres e cores.
A loj rfMa-'lraslca, rt -eo Duqi7! dfe
Caxias recebeu, como novidade bonilos bjeo* dfe-
setfti pretos eom flores de cores, softrcsahhiilb al
IWb'pret ctm enraraadb, e todo# nrut preprios
para barras e eutros enfeites de tfeMidos de gj-
nadine, ou mnlma. e outras fazenda transparea<-
ts: Pela corrhnodidade deja- preros esses bics tor-
|nanvse mais ccmhibdo,s e pela howlade'o'e gOs;
prefervfeis1 a qtsuisqaer outros enfeites.
VoS Ol raantinlia,pFetr3.
A loja da aguta> branca, roa do Duque de Ca-
xias a 50;' recefceu" bonitos veos- ou iainhs
pretas de seda cum flores, e ootras a iiritacao e
xroh;. e verde -as- pelos bar.HOS precos de 3^1.
If e 63000: A fatmda boa e estAcm" perleit
estado, pelo que cauthiua a ter pnmipBf?xirac-
cao.
COSTURA
Chegaram ao Razar Universal da ma No-
va n. 22, nm sortimento de machinas para
castora, das melbores qualidades que existe
na America, das quaes modas j alo bem
conbecidas pelos sena autores,' como sejam;
WeUer d- Wdsoo, Grover 4 Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e ootras -omitas
que com a vista deverao agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho qne trila costoreiras podem
fazer diariamente e cozem eom tanta per-
feicio como as mais perfc'rtas costoreiras.
Garanle-se a soa boa qualide e erfsina-se
trabalbar com perfeico em nenos A a orna
hora, e o precos s3o t3o commedos qoe
devem agradar aos pretehaVnte-<
Napadaria alem na tan l'.t Gua n.
54 f tero para se vender o segunte
rvilbasde trsdiffefwites(juali't*les, fei-
jfiObf'amco grado, rcpolbocm barricas, fo>-
tilhas, sevadinha (Perfe), sag, naefn,
maca e ceraas ssccas; tambem tem para
vender duas- belancas gmades com g.-mchos-
e br>s,,'atgins pesos, duaa-rodinbasdame-
tal para carrinhiode mao, xm> forma o sm
forno para fazer bostias e obrcias, e um*
bomba.
BRAMANTES PARA LENCOTOi
0 Pavo vebde superior bramanio de al-
^od5o tendo 0 palmos de largura qu- s6
percisa de 1 '/. vara para om leoool, me-
tro U600 e a vara 1^800.
Dito de linho paro soperior muito-eneor-
pado com a mesma largura a vara 2J40Q.
Ditos fraocezes murto finos a 2^S06 e
30000.
Peca de Hamburgo e panno de lir.bo-com
20 e 30~ varas, para todos os presos e
qualidade.
Pecas de bfbtanba de pero linhor tendo
30 jardas pelos precos mais barato qoe se
tem vito.
Pechincha de Sqtssimo esgoio aacalena
com 6 jardas T^GO.
Peca de finissimo celoea com 39;rda6
a 305^0, atoalhado adamascado coa a-pal-
mos de hrgura a vara SuCO.
CALCAS DE CASEMIRA.
0 Pavo tem nm graode sortinreto de
calca de casemira, a&sim como cortes os
mais moderos que tem viudo nos ltimos
figorins e em fazenda das mais finave msia
novas ao mercado, e veode-se por barata
praco para apnrar dinbeiro assim eaoo cal-
as de brm hranco e de cores po: precos
muito razoaveis para acabar.
TNICAS PRETAS.
' O Pavo receben om grande sortimento
das mais ricas tnicas de grs preto, rica
mente enfeitadas, e vende por preco rj/.oar-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS
3550000 AT 605000.
0 Pavo recebeu nm lindo aortimento
dos mais ricos cortes de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos os euret
tes necessarios, e vende pelo precos de
355000 at 6O50OO, nao ter. vmdo aida
mais rico nem mais moderno*
CORTINADOS PARA CAMAS B JANiLLAS
A '5500, 85000 R 10400i>.
O Pavo tem om grande sortimento de
cortinados para cama e janettas, qne veo-
de oelo barat) projo de 753O0; 85000- e
105000 o par; tendo ala por -185000, sala
como colchas de damasco para tamas de
aoiv,)S, e grande sortiraento de Upe'es tan
to para 4cadeira3 cont para camas, pianos,
portas, etc., todo vende por procos razoa-
veis.
CAMBftAlAS.
0 Pavo vendi4Cortes.de. cambraia traros-
parenie propna para vestidos a 4500 e
350,0.
Peca de dita mnito fina com 10 jardas
tanto tarada como transparente a 4*5000,
55000 e 65000 at a mais Ona que vem
10 merca o.
CORTES DE PERCALM GO DASSAMS
A- 45000.
0 Pavo vende bonitos corles da precali
com duas salas, sendo fazenda de> mul>
gosto a 45000, jaechincha.
BAPT1STAS DE GRANDE NOVIDADE
0 Pavo vende um gr*nJa tsortimeoio
das mais modero ts, baptizas, cem lisia db
cor, proprias pira vestido, com as cores mai*
novas qoe tem viodo ao ,morcadp sqdpi
maito ma3 largas do que as chitas fra.rj5M
e veaie pelo baralismo preco de W^ja.
cada covado.
Diademas e acterefos-d^ma-
drsperela.
A loja ()* Aguia branca 8? 11: do Du(]Qe d>
bCaxias n. 50, reeefceww peqawa poroto de
diademas e aderoeos d* madrcretola, obr" de
apurado posto.
Perfeit oofidade.
Grampos oom bartiolatas, bezawros e-^afa-
nkttos dotiwidoftft colovwlos.
A loja d;i ajiiia Inafwjiy raa do Dipif. u>
Ckxias n. 30, receben' nwvws gramps com tt
otelas, beronros o gfalv, o fnj d rerty >
pcrfeHa mwiiitde. A qnaaticade ' pepaena,. e
por isso era brtrre se-acabar.
^ovas golIiai^S'OrnataWooati
peine i a cu iirmiiiitu
Al6ja d*8jMW branea, raa Dnipie da-Cascia
- 50, recelu nniapeqoen (uanlidae d -boaii-
s-enflvss jIRnba%, trabalho d la.eseda, en-
vitadas rom anninhc^ obrt estas i- maito gesto
t-mtfifaiiieUi- novas.
Grampos,. bemeos e rozotiss
dbiHSfcdos.
A=loja diiafoia l;.;;i. ra Duque .f
Caxias n: ott,recbau novaaiente bonitos grr.
jjas,. brinct- e rozetts-dourados ; assim cojt
ovos di;n ia de au-o, e como saupre coiti-
aa a ve:. V-lni |K*r preeos Kuoavfi.
Vend--.-*. > sitio que fica entre o.; d foBuueiidadijT' Tasso e o de
desembariidor l)>iii, eonu-iL-a d viver.da, *f&-
Tentes arvoredos, grande baixa de- raplm, etc.,
dando os fondos para a. estrada nos ao p da estaco- da Jaqne& : a traurma
ra do Amnrim n. ;.77
'FarHthft do*mandioca a 3#. o
acco.
Na. ma da. Madre de Deot
quaot aap se a^ba.
1. 7 ; a illa, era
Xarope 'agriao do Para
Antigo e conoeituado medicameuto para
cura das molestias dos o*gat* respiratorios,,
como a pbty^iua; broBches, astbma, etc.,
a^jlicado aiu escorbuto.
Vande-so rufpharmaeieje drogj*ria.deBar-
tholomeu d*C, ra Lnrga do Rocario n. 3i.
CABRIOLE!
Veode-se um cfiriott americano^ ddousas-
sentos, maito leve o o n bom estado : para ver
na cocheira doi Sr. Ceriao, -iua do Hospicio na
mero 86.
Rival san sfjBiMlo.
Chasf-jam agulhas para machinas, do aU ieantv
Crower 4 Rcer. Duzia pxir 2*000.
Moblia.
Veode-se urna niitbilia
perfeito. estado : a tratar na
tteas-n. 8, |.* andar.
de jaoarnnd em
rita d Midre d
IPiniQ .gpsto.
. Gadaic prataa douradas e narebotadae do nn-
^repecok ;..o? aromen* de Ta>-.> 'iuau i l'..,
DOicaas da A*]^_________________
Libias stea-ljEtias.
v^noiAeiiU'.arauzain de ftaenda*^ Augusto
f,^B/iClveira.; A. C. x rua-do-^mmeteio-n. kH.
a tavrna si'tj a rindo KabceT n.
VcfH^se
l'tt sendo armatao, pertenpe c os gneros que.
01 pretea*>i>'e''(rtfrer : a tratar na.me*ma, OU na 10, s.i
Pede obter em poneo lempo com o oso do melbor dos licoresa afamada
HESPERIDINA
Faz^oito annos qne coobecido este precioso tnico, difficil acbar orna peiioi
qoe, tendo experimentado pessoalmeote, nao falle em sen favor, ja como bom eatomaca
e apetisador, tomando om cliz della antea de jaratar, oo como facilitador da digeatic
tomando-sa depoia.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nitxha om s babilaote do BRASIL (a tem
especial das laranjas) qoe uo coobe^ ts propriedades mediemaes da dooradi frocta.
ora bem,
laiaia mm
em seo estado natnral tenrom gosto ponco agr da ve!, e o mrito da Hesperidioa con*
aisle em reter anas boas propriedades, e ao mesmo lempo apreseata-la como
EXQUISITO LIC0B
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACTONAL d3o tem nada qoe invjar i
melbores imporlaces earopaa de catbegoria semelhante. Estas, qoaodo maito, poden
ser gostosas, porm a Hesperidioa a combinacSo perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qoe om artigo do qoal pde-se ter mteira coofianca, por ser paro
e iDocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e anterisada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiltindo sna livre elaboraco no imperio; oatra
IOA lHVa
a aceeitacio geral qoe tem em todas as partea onde apmentada. Em IS64 estabe-
lecen-se a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 1869 a segoda em Montevideo;
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR ioaogoroo-se. a fabrica qoe actualmente
irabaiba na corte. Em Valparaso e em toda a coala do Pacifico tem boa acceitacao,
tanto qoe rara a casa qoe considera completo sea aparador sena urna garrafa de

O hornera velho toma Hesperidioa para obter
VIGOR
0 bomem doente toma Hesperidioa para obter
SAUDE
O bomem dbil toma Hesperidioa para obter
A MTJ AFiWIADA
AGUA 1>E FLORIDA,
DE
1*1 IIII IY A MSMA.
He o mais delicado e mimoso a mes-
me* tempoomai estavel de todos o per-
fumes, e encerra em -si, n seu maior auge
[de-eyeltencia^ o proprio acoma das verda-
deiras Cres, qudo ainda na sua flores;
cencia e fragancia natural. Como um raeic
ssguro e papido alllvio contra as dores de
eateca,nervosidadev onbilidade, de9raajos,
flatos, assrsa como dectra todas as formas
ordinarias enteca s decid hyutericos; de
suwma fiieacia e uo tem- outro queo
iguale. IijsMilnaeue,-quando destemperada
com'agua, sornaiewn dentiWcio o mais
agradavel e excelren, dando aos dentes.
aqrjella alvara-o apesalada apparencia tio
altamente apreciad* e desejan pelas Se
obopas-.
orno um remedio- contra o- mau hlito
da boca, depois de diluida cm agua,
iummamente escolenle; faz remover nea-
tralisar todas as- materias impuras que se
erram, 'roda dea denles e daa- gengivas-,
temiado-as duras-, sadlas e d'uma linda c6r
encamada. Quinto a- delicadeaa, riqueza
e permanencia.do ser>fragrant aroma, eHa
por certo nao tem- igual : e a sua supa
rioriade sem rival. Ella igualmente tor-
Qa-eeum metomui encllente, para faz3r
remover de sobre-a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas-, ebulicces, sardse.
pannos, manchas, impigens e espinhae.
Quaxdo se qaeira servir dlla como reme-
dio para faasr desaparecer qualquer um
dest9 disligaramentos, e que tanto desfei-
ania&lindas feicoes-do bello sexo; devela-
se ual-a nam estada de dillui^ao, destom-
per.jndo-a i>'uma posea Tagua ; porm no
ratamento de (jualqtMr espinha, usar-so-ha
dea pura em toda* a sua forca., Fla\-
mente con um at'miravl raeo de com-
nninicar as- feicoes trigueiras e pallidas:
una pelle maeia e d'uma tsansparente al-
vara, dasdo-lbe ama linda- cor de rosa :
paca um tal fim, ella leva a palma a todos
oe perfumes qoe se- teem aventado 2t bo-
\t, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido Sudo isto se refere- nica-
mente a Aga ** Flokica de Mcbaat 6
Lanma:*.
As imitagoes que se tem feito na. Franca:
Allernanha, assjm como ttm outras partes.;
s5o ialeiramerJe inuteis e invaliosas ; por-
Unto recomneenda-se mui especialmente
&-Snhoras, que tenbam toda a precaucc
e cuidado, dequamlo comprareai, estejaa
certas que cempram.___________________
SE&REDO ECONOMA E CELERIDAD!.
Obtein-se com o uso
a.v
INJECQAO SHOST
Vnica, hygienica,ralicaleinfallvol nacu-
ra das goorbeas, flores brancas e Quxos de
t*k 6peeie, recentes wt chronicas.; e que
oirece como garanta ilesalutaresrtjsultados
a continuada applicacao que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
Uiiiow deposito para o Brasil Bartholomeu
A C, ra Larga do Rosario n. 34.
l'or-eoi; e por urponte necessklade, vo*le-80
um escravo pr'eto le 4l tnnos, jolrastu, outro
por "30* laBiBn preto le 40 annos. bonita figura
UM na de Horta n. 96, na mema casa ha div.r-
sos-t>*eravos para vendor-se^___________^___
Vende-se
Um sitio e duas casas.
A casa terrea n. 42, sita ra lo Visconde de
sita mesma ra, rom grande sitio, murado c
portao de ferro na fronte, e urna parte-da rsa a.
10, tita ra di fainbja do Carmo ; a tratar
ra du Livraicnlo 11. 6, loja.
Nos bailes as doDzellas e os mocos tomam a hesperidioa para obter boa ccr
animado dorante es loncos gjros da
WS|i
BARROS JNIOR r C, a roa do Vigario Tenorio n. 7, 4* aadar, reteberam esta
grande especifico, e venoem-no nos depsitos segninles;
Joaqnim l'errefra Lobo, roa da imperatriz.
Zeferino Carneiro, roa do Cemroercio.
Marcelino Jos Goe^alves da Fonie, ra da Cadeia a. 1.
Antonio Gomes Pires A ('.., raa da Cadeia.
AntoDk Goma Prea t C, caes 23 de Novembro.
Gomes & lrm3o aotel A* Passagem.
m Samuel Power Joh-ns- |
S>Htt \MM 11 3 f -tfl> <>* pr.tr*irius d tonJijao gera aeai
jgna.t at? .l|Mjm> n. 00 e +v ^mf.0{ a0. swbore d* ^ngenhormats
g PaiAoa sosote ao. smu- frepiies quesaem faesoas, JO teem esttSelwekl'' or inndi-
*S< modado o seu pihuAu df DMekinaii a va- gf> d ^rro s brouze* raa Jo ruai. jun-
^;1 por, rooenhs e laxas da mu<*> aeradiiMia lo a e>iacio dos boato, onl aur^oiaro
$"i> febrica de "uwMour para ra 4n Apollo a. qoakjuer obn da >H>coiaaiDda oaa >erfei- jj%
eao e promiHMio. igjt
?liltsar .-^ a-: f"f%

m
m
Ke S; i.D<< coniinaam a-ter amesmoser-
limenu. rti. fmVilWM
Ka.'.nn ft/w lambeni que teem eiio :u
arranjo 001 uudifao geral, pio qne po-1
beta Avoear-M para asseuur qualque*.1
machinism e inesmo garant ;.
sa dos Srs-. a- S?
Os
m
raa enicMMida e
mu! i' >vvvr ...iui5*ou & C a ra do A>h-
.lo n. 38 h 4v mle ,u-h:;>' pessoa nauili-
^tad* c'M qoMH ossam ro>od8r-sa.
Apuaraino para Wwicar a.-^Mjrar, do *m*iu.
Unnia ajuiues er ferujuaSHco a fuiniv" v-r.
Paw JOSXaf eu sea escrip^Wo *.- ra n \p>'ili< c > 4U.
Cadeiras oratorias cora asseoio da palbinh
10/00t) eada urna no caos ilo ApoMo. arma-
tem de Tasso lrrooj 4 C.
TASSO HtOS!
l.ii. seus ai-i iii/fiis ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47.,
tem para vender por prados conamodos
Tljolos encarnados sextavo para latfcho.
Canoa- de barro para esgotc.
Cimento Portiaad.
Cimento Ilydraulicc.
Machinas de descarocar a>godao.
Machinas- de podara.
Potrosa da Rrosia em barril.
Phoaphoros de cura.
Saga em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lcntilhas em garrafoes.
1'iI.uiii da ;i:aica.
Viaho do Porto velho engarrafado.
Yinho do Porto superior^ di 0.
Viaho de Bordeaux, dit.
Tmho de Seherry.
Vinlii) da Madeira.
Potos com linguas c dobradas ingUi.-.
Licores finos sortidos.
Cognac Gaalhier Freres. 1
Latas de toucinho inglez.
Barris coia repclho em. salmoura- ____
5jwra agua
Pequeos e axrellontes tanques de ferro gal va-
I nisado, para i, ti e 8 baldes- d!agua, ha para ven-
ase por pren.'s raioaveis : a tratar na ra di>
hli|iri;n|ni' 11. 4o.
Ce
rv
eja
: A verdadeiya c.ryeja da Itavicra, marca ban
> deica, de superior qualidade-: vendexi Tawo Ir-
> nuio.- & C. em mu aruiazeia da ra do Ai....-.:b
i numero 37._____________________________
Fio de aigodo da Jliiia e cal de Lisboa, re-
! entemente ehegado : ha pan vender no es-
triptork) dt- JaaquiaiJo 6oncaJves BellrlaA Pi-
ulo, . ra do (iomiaorcio n. .
Charutos deHavana
Susaeriorc
no escrwtorio de Tasso Irmaos t C, ra do Amo-
rim n. 7._______________________________
Economa
( aos pais.de familia.)
Leofws de bramante a ?.oce um
Dito" alRodao l&LOO a
Cobertas hita 1*801) urna
Dgu cretone forradas a 3aO0 urna
Ditas < adamascadas frralas a ;iom v
35O0 e iflOO
Colchas de fustao braneos e de coras a 3.5500
Ditas de eroehet brancas, grandes a 3&000
Cobertoros de algodao a l 20J
Ditos d la escuros a 25000
S na na do Crespo n. 30, loja de GuilheraieC.
da Cunha & C.
AnENGO
Vende se a terca parte de urna grande o boa
casa, bom acabada, terrea, sita na ra Augusta n.
92, hojo Coronel Suassuna n. 27J : quem qui or
comprar dirya-se ra do SenlM>r Dom Jess-n.
p20, S andarla enleader-se om a piBssoa que se
aclia amansada a tTectuar & venda. Adverto-se
ao comprador quo as outras duas parces peren-
cem ao Sr. Themoteo Pinto Leal, pessoa muito
capai.
Vende-sc vn\ho superior .do Porto e chan-
tos da Bahia ; na ra da Madre de Dus t\ 5
fcL'aad.tr.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e nudhores.
Vendeiorse na pharraacia e drogara de Bar-
bholomeu A C, ra Larga dosario o Rn. 3V.
YENDE-SE
Vende-M um sitio con urna casa terrea d*
podra e cal, tendo 90 palmos de fundo*, fin
chaos pptpro : raa da Floresta n. 2, un Glin-
dn. para ver e tratar na mesma casa.
Taverna
Yemle-se a taverna da travesa da ra das Crn
zes n, 6, com poneos fundos, propria asa ptnct
piante : a tratar na mesma.
Aos revcreiidissimos eone-
t^os e padres.
Amaral, Nabueo & C. vendem nwia de ^ da
e laia pretas, cor de carmim e roxas, fivelas d
meto! para sapatos.: nu Bazar Victo*n. 2, ra
d> Brao da Victoria n. 2.
De plaqu.
Amaral Xabuco & C, vendan guarnicoes eom-
kitas, |ara ientartf ciiendo 1 par de pulcei-
ras, 1 par de brincos, 1 alfinetey i diadema >
i flor para o cabello, tudu de taxlaotiga e de .'o-
ral. n 11 -ns ,nI!*>-. nii'daiha- e- brincos to pla-
(Hi : na ra U> Barao Ja>Victoria n. 2._____
Armaqo
Veode-se nmaannacao do amarello, envidra;a-
da, na ru do Barao d Vitloria n. 51 : a irata*
na wgga.______________________^
Amaral, ^iueo & C.
vewdni:
Grvalas c fechus eom arminho, pata, senho-
ras. .
Completo. serUmento de meias de algodao e uV
fio de Escocia, brancas e de rort* pana saafcora
meninas, horneas e meninos.
Chapeos do sol de seda pan senhora (uabella)
gosto inteirnmente novo.
Ditos, (bengalla) cabo do Bjetali o bordados a
agulha, a Lata XV.
'Chapelinas de gorgurjo de. seda de cor* e en
frites de caneca, de erepe, para luto e de-eores,
Itoneeas deslio e. dab<*taatiftrfe todos os ta-
raaohose jnMidaes na ra dolWiod^,
torta ii,.wfcwtVi|toMit.
I
1


> iI^SEbBl
_i>_>
Diario de Pemainbuco Segunda fea-a 17' de 'Margo I de l&lb.
-rr-
FNDigAO DE FERRO E BRONZE
FABRICA DE MACHINAS
i' m do Sarao i) Triurapha (ra (toBruin) ns. 10a 104
CAED0S0 IRMAO
AVISAM os Srs. de engenhos e ao publico em geral, que teem recebido da Europa
grande sortimento de ferragens para engenhos "e para lavoura, e quaesqucr outros usos
e misteresda industria agrcola, o quetudo vendem por precos razoaveis.
Formas para aSSUOar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VaDOreS horisontaes e verticaes j bern conhecidos nesta provincia o fra della, os
*r melhores qne teem vindo a este mercado.
MOendaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS moendas para assentar em grades de madeira.
laixas de ierro de erro fundido e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d agua e diversos tamanhos.
Rodas dentadas de diversos tamanhos cqualidadcs.
ConcertOS concertom c01*1 promptidao qualquer, obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS ^an<*am v'r Pr encommenda da Europa, qualquer rsachinismo,
para o que so correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engcnheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
FUNDigO DE CARDOSO & IRM.O
Esmeralda
MUITA ATTENCA0.
5
Soares Leite Irmos, com loja de miudezas ra do Baro da Victoria n.
tr'ora Nova) pedem muita attcnco para os presos abaixo especificados:
MIUDEZAS.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Talheres cabe de viado ( imitado a 35000
a duzia.
dem idem cabo brauco 2 B a 59500 a du-
tia.
novellos a
28 (ou-
Caixa de linha branca com 40
600 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Maco de fita chineza a 19000.
Coques modernos a 39500.
Resma de papel pautado liso a 29800, 39,
39500, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem idem boira donrada. a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados' a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
$ Caixa de pennas Perr v a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Redes enfeitadas a 19300.
Trsnc> de caracol branca, a 400 rs. o
mac.0.
dem lisas a 200 rs. o maco.
.Microscopios (sem vistas) a 29000.
Duzia de pe 320 rs.
Indispensaveis de couro da Russia a
109000.
Leques para senhoras a 29000, 49000 e
79000.
Vara de fita escoseza 'larga (hoje grande
novidade) a 49000.
Duzia de collarinhos bor Jados para ho-
mem a 89000.
dem idem lisas a 6C000.
Duzia de cachimbos p de gallinha a
29o00.
Idem idem de madeira com tampa a
39000.
Duzia de meias para homem a 39, e"59
69000.
dem idem para senhoras a 49 e 79000.
Lamparinas gaz a 19000.
Grosa de botos de osso para calca a
200 rs.
Grinaldas para casamento a 29 e 59000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do a 39600.
dem idem idem lisos a 29500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 19000.
Pe$as de fita de velludo de todas as cores
e larguras.
dem idem de grosdenaple, idem.
Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
lte.
Mascaras baratas.
Chapeos para senhoras a 89000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200.
dem idem ka nanga do Japo a 1$200.
dem idem divina a 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco de oleo oriza e philocome a 19000.
dem idem antiqie. a 480 rs.
Opiata muito boa e fresca a 19, 19500 e
29000.
Tnico eriental de Kem a 19060 o frasco.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
dem idem de pos chinez, o que ha de
melhor, 500 rs. e 19000.
Maco de sabonetes inglezes a 600 rs.
Duzia do sabonetes de amondoa a 25500
6 39600.
dem idem com flores a 19500.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
39500.
Agua de cologne, banha em frascos muitas perfumaras de gosto e baratos.
Acaba de chegar a este estabeleciment um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tem, vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderecos e meios aderecos com pedr&s fi-
nas, etc., etc.
Relogios de ouro, de diflerentcs gostos e qualidados, para homens senhoras, desde o
preso de 409000 at 3009000, sendo estes ltimos de machinismomaisaperfoisoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 169000 e 409000.
' \ DO CABUG J* o
MOREIRA DUARTE& G.
A LOJA BOM PASTOR
HECEBEl)
Apparelhos de mesa de C. Christofle de Paris, .fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros em caixa, colheres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, castices,
saleiras, farinheiros.etc, etc.
Recebeu tambem
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nesta praca.
Recebe encommenda pNara o Porto, I.yon e Paris.
^^ Ealirita dodniiuioiilspaiMrojas, p imaijens |p^
QUINQUILHARIAS
Mascaras, brinquedos para enancas, bollas de borracha, tambores, cobras de madei-
ra, etc., e muitos objectos que se tornara longo mencionar.
28 Ra do Baro da Victoria 28
Arados para lavrar a trra. .
Carrinhos de mo.
(".amas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fi
Fogoes de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrii casa
Pregos americanos.
Tacho's de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodac.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES & C.
RA DO BOM JESS N. 4.
f/m w
Aderecos de bri-
Ihanles, esmeraldas
rubins e nerolas,
jiollasde perolas.
COSTURA DE HOWE
MIS POMW
SOASES LEITE, IRfflAOS
NICOS ASENTES
A'
Ra do Bardo da Victoria u. 28
As mais simples, as mais baratas e as inelhores do mundol
cm'&m
L Obras de ouroe
fj prata de todas as
qualidade?.
N.
NOVA
2 A^Rua
do
DE
m joias
CabugN. 2 A
BARRO ti I ti.ISO
Achando-e completamente reformado este estabeleeimeato, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisigao de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e'de qualidados superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelficimento, afim de apreciar e comprar urna joa de gosto por
preyc razoavel
).
Vende-se, arrenda se ou permuta-se, por,
trras que sirvam para plantar canna.uma padaria
sita no pate da feira no povoado dos Mr ntes; a
tratar com sen,pronretari no niesrao povoado; e
n^e^~se a ^j Je c'^4#> *aa ^""H* ** Mar- para informacSes, com os Srs. Rocha Lima A G-
nio Das n. <8,_propria para principiante' 09'
pretendootes dirijam-se , na do flom Jess n. 21,
ojvque achara rom quem tratar.
Pedra marmore.
A PREDILECTA
fiaeontrar-so-ha um bell^gorm^to. de,ivas
depheamu(to iracas, para meninas, chegadae Da metoor qualidade e para todo genero, de
jjekLuBuno vacor que veio da Eocop.* A ra do o#ra, wulha-e por precos cemmodos : na roa
^Calutf n. 1 A. Mjuirode Deusn.R
maraes, ra do Bom Jesus (ontr'ora da Cruz n.
16, 011 com o Sr. Jficomede Hara Freir, no
Caes do Apollo, nesta eidade.
Na exposico de
Elias Howe Jnior,
Paris, em 1867, foi concedido a
a medalha de ouro e a condecora-
gao da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos porser o inventor da machina de
tura.
cos-
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditam
estas machinas.
A
C;.be-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta eidade ra do Baro da Victoria n. 28, ura.deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderom as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introdueco dos mais eperleieoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vaMagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, al
circunstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d-; Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fnc^o entre as diversas pe?as, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formara o pouto como se fra feUo. 4o,
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de.ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modiiiear-se a tenso da' linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comeQar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sa hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opjnio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constintrnente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao atiende a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha hvretos com instruectos em portuguez.
a 90^000 a dmw
SQABESL1E
Ra do Baro da Victoria n. 2 8.
GRANDE LIQUIDAGAO NO BAMTEIRO
DO
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
Loiimu'o Por eir N endes Guimares
CASEMIRA PRETA A 29500 O CORTE.
Vende-se cortesde casemira preta para cal-
ece de homem a 2J>500, 4?f500, 5?J e 6??000.
PANNO PRETO PINO A 25NJ00.
Vende-se panno enfestado proprio para
calcas e palitts a 23S500, 3, 4?J e 5&000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 1&500.
Vende-se cortes de brim para calcas de
homem a 1JJ500 e 2#000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
Vestido a 240> 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. o covado.
MUSSELINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FSTO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto bramo para vestidos a
320 rs. o covado.
C4SSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
355
COLXAS DE FUSTO A 29500.
Vende-se colxas de fusto, de cores, *
2^500 cada urna.
COBERTORES DE PELLOS A 1J520O.
Vende-se cobertores de pellos e papados
a 19200 e 19400.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se sai as brancas e de cores a 29000
e 29500.
TOAI.HAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias para
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA VIAGENS A 3900.
Vende-se bolsas para viagens a 39, 39500
e 49000.
LENCOS BRANCOS A 2?M>00 A IHZIA.
Vende-se lencos brancos a 29000 a du-
zia.
GROSDENAPLES PRETO A 1C800
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
a 19800, 29, 29500, 39, 49000 e !>#>0O o
covado.
MADAPOLO FINO A 49000.
Vende-se pe^as de madapolo, a 49000,
49500, 59, 69, 79000 e 89000.
ALGOD.40 A 49000.
Vende-sc pecas de algodo bom a 4>,
49500, 59, c 69000.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodo enfestado a 900 rs. o
metro.
RAPE REA
DA
IMPERIAL FABRICA
MOREIRA & C.
NA
BAHA
Moreira & C. solicitam a attenco do publico da provincia de Pernam-
buco para o rapAra Finaproducto de fabrica pertencente a filhos
do paiz, e cuja qualidade est conhecida perfeitamente igual do verda-
deiroAra Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Babia, tendo alm
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito de tornar conheceido devidamente apreciado o rap Ara
Finaos anununciantes acaharn de autorisar seu agente em Pernambuco,
a acceitar, mo grado, os obstculos e direitos de introdueco, a luta da
concurrencia, acompanhando-a nos abatimentos de preco at onde for
isso compativel com suas forjas.
Os aunuuciantes esperam encontrar na nobre popula<;o de Per-
nambuco, o apoio que tm jus a actividade e os estoicos que ellcsteeni
erapregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de industria
que at hoje s ao estrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco no cscriptoro do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, ra do Vigario n. 21. As vendas sao feitas em libras
^,13
ou meias libras, i vontade do comprador.
Prego 19000 a libra, com descont de 18
para cima. .
Bahia. 21 de fevereirode 1873.
Moreira & C.
em porgo de 10 libras


^TiilYl Ti
MUZEO DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRAUSE & C.
DE
GOMES DE MATTOS, IRMAOS
Neste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero, continua a
vei'der variado sortimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, perolas
e rubins, cora grande redueco de presos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ha do me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do MUSEU DE JOIAS, sero constantes sempre que tive-
rem occasio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
MUSEU DE JOIAS vende seus artigos a precos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acha-se
expsito obras de prata, de todas as qualidados, relogios lindissimos e de
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos es
pregos. Cadeias e trancelms de todos os gostos, e ludo o mais que lr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, azendeiros e lavradores, que to-
das as joias saludas to MUZEU DE JOIAS sao garantidas
Tibios francezes sextavados
De 4&9000 a ..YrOOO
o milheiro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
terreos das casas, ponmanto, pouro oais cusian-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparacao
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao suscepveis. Custam alm disto menos da
decima parte dos de marmore, j reprovauos, e
dos de differentes mosaicos, os quaes nao estao
certamente ao. alcance de todas as fortunas, e s
sao empregados e pruprios para as salas prinri-
paes. Alm da vantagem que ba no empr- go
oestes tijelos para os pavimentos terreos e casas
de campo, tem estes ainda a de screm os melho-
fres e mais proprios para ladrilhar cozinhas nqs
sobrados da eidade, atiento a sua solidez 6 ponco i 0
estando mais que pmvada a eonveaiencia O 4
srem assoalhadas as cozinhas toda.- de tijolo,___
e nao s a parte junta ao fogio, no que at as i
companhias de seguros se deveriam interessar.
Vendem se nos armazens de larinha de Tasso Ir:
naos & C, no oes do Apollo.
llimiATISMOS
"r'lr n
ls,i|l
IDOSLI
DEPUfA
DEPOSITO GERAL
HA
Pharmacia o drogara
DE
BARTHOLOME & fl
-Ra larga to Kosaro-
34
Vende-se ou aluga-se
s vestidos a
Superiores cortes, de oassa de cor, de organdy e de percalia com barra e de daus
saias, acompanbados dos competentes figurinos a 59 cadaorte. Vendem na ra Prir
meiradeiMar90|(aiitga do Crespo) n. 18y loja das columnas de Antonio Correa de Vas-
coll, .
-
Charutos de Havana
pelo lti-
De diversas marcas, receberam
rio vapor.
Bourgard & 0.
15 RA DO MRQUEZ DE OLIHDA
15
o sobrado o. 5 da ra do Rio, na fregue-
iia do lV>co da Panella, com 3 salas, 5
quartos, 1 saleta, despensa, cozlnha e quintal mu
rado cu jo predio acha-se concertado, carado e
mado do novo : a tratar com o commeodadci
Tasso.
1
Araruta verdadeira
0 baca'bJa lia Nuroega, eoi cm* e totia
ditas : no r*n r!a A'faodeg o. i arroai , Tasso Irmdi & Q
Contina a vender-se na travessa da ra das Vende-se cal nova rl* IRna pelo menos
Cruzes n. 4, e ra d Vigario n. 86, peloprcfo do preco do que em oiUra parle na ra de Pedro
5ju rs. a Ubra, em pacote. Alfonso n; 8. ,




ammmmmm-
8
Diario de Pernambuco Segunda feira 17 de Mar90 de 1873.
i
UTTERATDRA,
t
O pliaiifHNHia do lugo.
III
Elisa crescera cotn o esmero de todas as
grabas, mas via-e que esmoreca n'ella o
typodas mulheres varonis, que povoaram
desde todus os tempos o castello. .Nao era
a caladora intrpida ; Ru se perJia no es-
curo das florestas, nona galgava vertiginosa-
mente, montada no sen cavallo castanho, os
abvsmos cavados as penedias do mopte.
Tinha o espirito"meigo, e o corpo, como o
espirito, flexivel. Rio comprehendia bem
o que fosse a pobreza, maschorava ao ve-
as creancinhas nuas roda de si quaudo as
encontrava nocamiuho do mosteiro, onde
s vezes ia ouvir missa.
Ella nao sabia bem igualmente o que era
moeidade, mas solTna j da melancolia in-
traduzivol das almas pensativas e apaxona-
das. Fernando procurava aliviar-lhe as
tristezas, mas a sua linguagem, apezar de
muito affoctuosa, nao era nem po lia ser o
natural lenitivo. Queso se atrevo a conso-
lar com palavras o rouxinol que est pre-
so, que presente a primavera, e que nao
pode toar para o ce > embalsamado ?
Amar! Amar ella ? dizia do si para si
Fernando, ao lembrar-se de que tinba quin-
ze annos a sua gentil tulellada. Como? su
ella nao va seno as suas feres paludas no
espelbo, o rosto sereno mas severo de Fer-
nando, as nedias'faces dos rotundos frailes
do mosteiro viruho, fuudago du seus an-
tigos avs, e as caras tostadas o selvagens
dos (-abaneiros da floresta 1 Pode-se conhe-
cer o marmore, mas nem por issn se p le
fazer idea do que a Venus de Milo ou o
Appollo de Belvedere.
Fernando era um bomem de saber, quo
tinba passado os primeiros anuos da vida a
servgo de um alchimista. Fra poi tanto o
hbil perceptor de Elisa. Ensiiiara-lho os
principios das sciencias e alguns dos gran-
des misterios da natureza. Os segredos da
alcbimia, vagamente mtroduzidos no espi-
rito de Elisa, deram-lhe o que quer que
fosse de allueinamento.e d'abi prorinham as
suas concentrages, os seus evtasis, os seus
ni Klogos, sombros s vezes como os de
Hjmlet, risonbos outras vezes como os de
um poeta orientalista.
A -livraria do castello contiuba apenas al-
guns tratados de Alberto o Grande, urnas
Actas dos Apstalos e tima ebronica de ca-
vallarias, um poema talvez do (Iraal ou da
Tavola redonda. Era este o livroque enchia
algumas das longas horas de tedio de Elisa.
O manuscripto era enriquecido de illiminu-
ras, que representavam combates e scenas
de amor. A vida avonturosa do hroe fas-
ciuava-a ; sobresaltava-se com os seus pe-
rigos e ivjubilava com o xito das suas em-
prezas. as paginas Ilustradas do livro
nao bava debuxadoo vulto do aventureiro,
mas ella desenlia va na sua mente urna fi-
gura ao mesmo tempo deslumbrante e scis-
madora, lilhadasuaimaginago pbantastica,
modelada apenas por alguns tragos da nar-
rativa.
Fernando, muitas vezes, era quem lia.
Ella interrogava-o sobre diversas passagens
c discuta alguns pontos obscuros. O es-
eudeiro tinba gosto em apresentar a erudi-
eaj que aprender do alchimista. Ha an-
da boje representantes do Ilustre criado.
Estava-se leitura. Era urna uouto de
invern, tempestuosa, desabridamente tem-
pestuosa. Como doce a leitura no acon-
chego -lo lar 1 A natureza enfurecida torna-
se em msica ; os pensamentos do livro
como que se casam com a orebestra da tem-
pestade. Os ventos passam como um coro
de feiticeiras e achuva, batendouasjanellas,
perguuta-nos se estamos voluptuosamente
reclinados na nossa amiga poltrona.
he repente ouvio-se um aldrabar violen-
to porta do castello. A criadagem sobre-
saltada inquiri das seleiras quem bata.
Era um viajante que pedia abrigo por
aquella noute. A porta abrio-se sem de-
longas.
0 desconhecido representava cincoenta
annos, era d'uma vigorosa musculatura,
mas notava-se desde logo que as escabrosi-
dades da vida Ihetinham avincado demasia-
damente o rosto, A tempestado ensopara-
is o ampio capote, c das barbas longas e
nevadas resvalavam os pingos da chava.
Quasi chegue ater medo da|noute I ex-
clamara elle, tiritando de fri. O meu ca-
vallo qu estava deveras assustado. Dir-
se-bia que lhe passavam rente os lobos, cu-
jo uivar medonho se ouvia ao longe nos
recessos da floresta. Meu pobre Orpbeu,
como eu tinba pena d'elle 1
Fernando descera a tomar cuidado do
viajante. A bospitalidade era proverbial
no castello. No tempo das cruzadas eram
inmerosos os peregrinos que ali se vinham
abrigar de volla da Terra Santa. De dia o
castello era negro, soturno, ameagador ;
mas de noute, no meio d'aquella natureza
seivagem, com a sua mudez no meio do ru-
gir dos pinheiraes, tinba alguma cousa de
semelhautc com o pharol. Ficava sempre
urna jenella Iluminada. Era o ciclope com
o seu olho a destacar-se fulgurante as tre-
vas. Era um amigo sinistro, mas sempre
era um amigo.
IV
Estava posta a ceia. A mesa em noites
de tempestade o verdadeiro aconchego,
a verdadeira alegra. No casebre do po-
bre, horrivel o quadro, quando se espre-
ta pelas fendas da porta arruinada e se ve
o repartir do pao negro pelos filhos esfo-
meados. Entao a ceia urna revelago da
miseria, um engaar a fome e nao um re-
galo do paladar, Mas n'uma sala esplen-
dente de luzes, com a atmosphera suave-
mente aquecida, o tilintar das porcellanas o
dos cristaes, o" vaporar lento das cagarolas
perfumadas, as tacas coloridas pelos vinhos
e pelos licores, tudo isto meloda, tudo
isto preparar a alma para os gozos do pa-
raizo.
A sala da ceia tinba um outro aspecto
naquella noite. De ordinario, os convivas
eram tres; Elisa, Fernando e urna velha
aia, urna pobre e supersticiosa mulher, que
se senta remojar quando fitava os seus
olhos amortecidos nos olhos lnguidamente
fulgurantes da gentil castell.
0 viagante dera animaco mesa. Ape-
zar de certa melancolia, que logo se denun-
cia va no fallar pausado e grave, tinha urna
tal serenidade, a sua fronte inspirava tama-
nha sympathia, que Elisa julgava-se feliz
por o ter defrontc de si, nem que se estivera
revendo na phisionomia de um pai que de
ha muito estivesse ausente.
Ao principio tudo estava silencioso. Um
escudeiro de cabellos brancos servia mesa.
No castello tudo era velhice; uns poucos de
inyernos a cercar urna so primavera!
Elisa mostrava-se inquieta, anciosa de
interrogar o desconhecido viajante. Seria
indiscrigao pergun ar quem era, indiscricfto
contraria aos costumes da casa, onde nunca
se procurava saber o nome do hospedado,
segundo a tradigo homrica.
Afinal,' nao podeado dominar-se com a
sua palavra maviosa, mas cheia do commo-1
gao, disse para o velho :
Anda longa a sua viagem ?
Sao lhe sei responder, minha se-
nhora.
Pois viaja ao acaso ?
Ao acaso, verdade, adivnhou. Te-
nboo quer queseja de lobis-homem. Ca-
minho fatalmente impellido, mas sem des-
tino. Sou por ventura o Judeu Errante i
Interrogo-mea mim mesmo e nao sei de-
cilrar o mysterio.
Mysterio dos misterios 1 nao ha du-
vida. Cuinpre alguma penitencia imposta
pelo Papa ? Porque nao faz urna romagem
Terra Santa ou a S. Tiago de Compostel-
la 1 C' assim tamaito o seu crime 1
E julga-mo criminoso ? possivel ?
Como p Je confundir a desgraga com o cri-
me *
Ah I perdo. Eu nao poda duvidar
da sua bonJade, Bastava velo. Bizia ape-
nas um gracejo. E depois, que sei eu do
que um crime f
Diz bem, minha senhora. Eu nao
sou galanteador de salas e nao quero aflir-
niar que a sua innocencia tem a scionca do
bem e a ignorancia absoluta do mal.
Obligado, cavalbeiro. As minbas pa-
avras ineommodamno de cort. Vem fati-
gado, precisa do restaurar as suas forgas.
Nao lhe sabem bem as nossas iguarias ?
Excelentemente 1
A' sua saude, cavalbeiro !
O desconhecido levou a taga bocea, mas
a mo tremeu-lhe e o rosto cobrio-se-lhe
de pallidez. Duas grandes lagrimas cahi-
ram-lbe na taga.
Clisa soltou um grito, nao de terror mas
de compaixo.
Nao se assuste. minha senhora, acu-
di o hospede. Foi excesso do alegra que
me fez recordar a felieidade da minha vida
intima, felieidade qua anda ha bem pouco
me delciava, e que me fugio, me fogo e
me fugir para sempre,
Para sempre nao, objectou a interes-
sante menina, com um sorris acariciador.
Quem lhe trou do fundo do corago a espe-
raoca ? Pos nao ella urna flor que,
quando se quer arrancar, se parte o vaso
onde est inraizada ? E, partido o vaso da
esperanga, nao morrer ?
Como eu admiro o sua candura,
Elisa 1 Como o planta murcha se deliciara
com o seu frescor Vai a gente pelo ata-
Iho aberto da floresta e a cada passo, da ra-
imara espessa, sai de um lado e d'outro a
seta que nos fere. Vai-se caminbando no
emtanto at que a seta mortal nos atravessa
o peito. E' assim o meu morrer. Levo a
seta enterrada no corago.
E se houvesse alguemobjectou Eli
saque lhe arrancasse com toda a brandu-
ra o ferro, que ccatrizasse a ferida, e lhe
derramasse o balsamo santo de todas as con-
solages ?
Essa mao procuro a eu. Onde a en-
contrasse, teria o renascer immediato ou a
morte das sbitas e impetuosas alegras.
E inconveniente pedir-se-lhe a cha-
ve do seu segredo ? Irei dilacerar-lhe mas
a alma f Avivar-lhe-hei o pungir de sua
saude excrucitante ?
Calar-Ihe a minha dr, a minha vid
misteriosa, sera desobedecer-Ihe. E sso
possivel !
Porque nao ? Moreci-Ihe eu por ven-
tura toda a conlianga quo exige a desgraga ?
Se mereceu I Tenbo duvidado algu-
mas vezes da providencia, mas de si, cuja
candura me palpavel... Bem sei que me
vai chamar blasphemo... perde-me, per-
de-me o escute-me.
O viajante levou mais socegado aos la-
bios a sua taga. Como que buscava concen-
trar as ideas. O rosto apresentava-se me-
ditativo. Depois d'alguns instantes rompeu
o silencio desta maaeira :
O meu castello era na encosta de um
serr. Eu a.nava a vida montanhosa ; sa-
bia-me o con vi ver com as aguias, que vi-
nham fazer ninho as torres. Sabia de cor
as brenhas dos ursos, mas a caga nao me
tornara feroz o espirito. Portas a dentro,
a minha existencia tinba o colorido patriar-
chai. Ha vinte annos que a aurora me en-
contrava successivamente alegre: as trevas
da noite nao me entravam no corago. Ti-
nha duas estrellas a alumiar-me ea aque-
cer-me. Viva abracado a estes dois mun-
dos de amor. Quem me poderia expulsar
de qualquer destes parasos ?
Meu tilho completara dezoito annos. Era
a candura da intrepidez. O seu coragao di-
latava-se como e ocano. Amava.
Chegava o dia das nupcias. Eu trazia a
mente to cheia de sonhos dourados como
elle Viva na sua moeidade. Banhava-
me na agua do mesmo bptismo de pr-
zer.
A ceremonia do noivado celobrara-se com
toda a pompa. Era ao oscurecer de um dia
de primavera. A' noite os jardins estavam
phantasticamente aluminados. Msica e
perfumes por toda a parte. Os lenhadores
tinham accendido as suas grandes fogueiras
e as florestas envolviam-se n'um manto es-
branquigado de fumo orlado de vermelho.
De repente ouvio-se um burburinho
beira dos lagos, que ficavam um pouco
distantes do castello. A noiva passeiava
com urna das suas amigas da infancia. Ti-
nha a melancola da ventura extraordina-
ria. Um vulto surgi dentre os pomares e
arrebato-a com impeto. Por algum tem-
po se viram as roupas alvejantes da pobre
menina ao claro das fogueiras que ia es-
mbrecendo. Tudo tomou aquella direcgo,
mas dentro em breve perderam-se os vesti-
gios. Ao alvorecer reinava ainda o sobre-
salto em todos os povoados vizinhos. Du-
rante a noite as cbammas resinosas cruzaram-
se nos bosques e nos alcantis, mas nada foi
possivel descobrir. Satanaz vingava-se
cruelmente da minha felieidade de vinte
ennos.
Eu julguei que meu o 'filh endoidecia.
Aquelle carcter, generoso estava dominado
pela mais profunda ira. Tentei socega-lo,
mas cada vez mais excitava a sua dr. A
-voz Supplicante da mi perdia-se no deser-
to do seu desespero.
Mandou apparelhar o mais fogoso dos seus
cavallos e jurou nao voltar em quanto nao
tivesse cumplida a sua justa vinganga.
Apenas consentio que o acompanhasse um
criado, bomem de ferro como as armas de
qua iam revestidos.
O viajante suspendeu ligeramente a sua
narrativa para lirapar as gottas de-suor que
lhe cobriam a fronte. Elisa tinha deixado
aporceber no rosto urna serie de sonsacos ;
alguma cousa a sobresaltava mais do qne a
curiosidad^. Fernando fita va-a com olhos in-
vestigadores. EVa o nico que pareca as-
sistir ndifferente. A velha aia tinha os
olhos marejados de lagrimas.
E nunca mais se soube noticias de
seu lilho 1 inquiri Elisa anciosamente como
quem receiara ao memo tempo urna res-
posta negativa.
Nunca mais I proferio o velho com
desalent. Durante um anno enviei emis-
sarios para toda a parte, mas nunca rae
chegaram os menores indicios, tentei tudo o
que me era possivel, mas sempre a adversi-
dade coroava os raeus esforgos. At que
emfim resolv eu mesmo partir. Tenho
trilhado todos os caminhos, teolio batido a
todas as portas ; ninguem me d urna indi-
cago segura Mostr tos viandantes que
yeem de longos torras a medalha que tem
gravado o seu retrato e nenhum conhece
as suas feiges.
E traz agora comsigo essa medalha T
talhou Klisa, esteudendo a mao n'um mo-
v ment apaixonado.
Trago, respondeu o velho, depondo-
Ih'a na graciosa o nevad i palma.
Elisa aproximou-a nervosamente dos
olhos e soltou um grito, que leutou disfargar
quando j era tarde.
Depois voltou-se para a ama o mostrando-
lhe a medalha-apostrophou :
Dize, nao esta a imagem que te tenbo
delineado, a imagem que povoa os raeus
sonhos de todas as noutes, a sombra dos
meus xtasis? Que semelhanga, Helena 1
Nao verdade, o elle ?
A velha aya abanou a cabega em signa 1
do assentimouto.'
O viajante estava sorprendido. Se o
allucinamento da pobre menina lhe dsse
um raio de luz Mas nao, tudo aquillo
era influencia da sua compleigo dbil.
Para que a bava do a.'lligir com iuterroga-
goes excusa las ?
Porque me nao cede esta medalha ?
accrescentou ella, voltando-se para o ve-
lho.
E' um sacrificio que me pede, mas
seria para mim mais doloroso sacrificio re-
cusar-lh'a. Perr-titU-me, porm, que seja
esta a ultima noute queeu durma comesse
talismn conchegado ao seio. Amanh
ser esta a mooda com que pagarei a minha
hospedagem. Fico em duvida ainda, nao
verdade *
Nao, acudi Fernando. A hospeda-
gem, se um dever, nao pode descer a mer-
cancias.
Iaj alta a noute. Era necessano que
o viajante toraasse algum repouso. Elisa,
recolheu-so ao quarto, allucinada, verti-
ginosa, inquieta, febril, ancciando pela
manh seguinte. Que martyro o somno
intermitiente daquolla noute? Quando
rompeu a madrugada, Elisa mandara infor-
mar-sedo conviva da ceia, mas elle j tinha
partido sem deixar o cumprimento da sua
promessa.
Fra Fernando quem lh'o prohibir.
V
Que delirio cruel o despertar de Elisa 1
Foi o mesmo que despenharem n'um abys-
mo de gelo a sua imf.ginago exaltada. Era
a primeira luta da vida o desde logo ven-
cida Nao tinha chegado a gozar sequer as
manhs serenas e j a atormentavam as nou-
tes tempestuosas t
Por alguns dias nao saho do quarto. Fer-
nando estava arrependido e desesperado.
Ella condoeu-se do pobre escudeiro e quiz-se
resignar, violentando o corago o fazendo
por esquecer todo o poema dos seus sonhos.
A velha Helena chorava amargamente
vendo empallidecer a sua querida menina.
Supplicava-Ihe de mos postas quo a dei-
xasse morrer socegada com a certeza de que
Elisa ficava feliz. Nao sabia outra eloquen-
cia ; nao se traduzia de outra forma a sua
alma rude, como se acaso a voz da tristeza
e da amargura se podesse calar ao pedido
de urna voz amiga.
Que isto, Helena exclamava de
quando a quando a castell. Como se ex-
plica osla mystcriosa creago, que de dia a
dia foi apparecendo no meu espirito ? Eu
nunca o vi e conhego-o I Que cadeia fat-
dica nos liga ? Comprebende-se que se
possa amar urna viso, mas o que se nao
comprehende como essa viso tenha urna
realidade. Se assim fra, porque que se
nao encontram no mundo todos estes pa-
raizos que me vicejam na alma ? Que vas
tu nos sonhos dos uiuze annos ? Os sem-
blantes dos cherubins que nunca descm
trra. Mas o teu anjo da guarda nunca des-
pia as suas azas, nunca se humanisava. Isto
horrivel, nao ? Porque sahi do meu
sonho ? Quem houvera de crer que se
animassem as estatuas da capella ? Foi
urna fatalidade. Eu devia viver com a mi-
nha illuso, com o meu xtasi, com a minha
phantasia. Tinha as aspirages vagas, re-
motas, iudinidas. A que podia aspirar se
elle vivia no meu mundo interior ? Se ti-
nha de langar urna ponte, era entre o meu
espirito e o meu corago. Havia de encon-
tra-lo em qualquer dos extremos. E agora?
Sei que existo fra de mim e nao posso ir-
lhe ao encontr,. Sei que tem urna existen-
cia separada da -minha o nada ha que as
possa attrahir. Que te dizem os teus se-
tenta annos, Helena ? Parece que nasceste
hontem, que nao te aizeste ainda nem s
trevas nem _ luz !
Era n'este labyrintho de ideas que se per-
da o espirito da innocente e graciosa me-
nina. A tristeza augmentava lhe incessan-
temente e os seus grandes olhos iam per-
dendo o brilho. Os rouxinoes da seguinte
primavera j lhe nao haviam de diliciar os
ouvidos as moutas das larangeiras.
VI
Corra o raez calmoso de junho.
As tardes passava-as Elisa no lago, sozi-
nha, entregue aos seus devaneos, s suas
grandes magoas. Tinha um pequeo bote
domado, que ella diriga com indolencia,
como se quizesse ensnar as aguas o desalen-
t que a dominara:
Os passarinhos, atravessando era bandos
o lago de raraaria para ramaria, cantavam-
Ihe uns concertos maviosos que se casavam
deliciosamente com a tristeza della. Mas
urna vez e outra, entre o chilrear incessan-
te, sobresahia urna voz de timbre harmo-
niosissirao, com um sentimento sublime!
Aquella msica trazia um affecto enorme.
nao eram gorgeios incomprehensiveis, eram
palavras com alma, eram versos admravel-
mente cantados. Urna occasio pouzaraos
remos embebida na voz mysteriosa e como
que adormecer.
Dizia assim o canto que a embalava :
Amemos I A primavera
tem rosas em demasa.
Teu corago porque espera
Tua alma que phantazia ?
A's notas apaixonada,
queeu Un do mandoln),
respondem alvorogadas
as aves do teujardim.
Idylios da madrugada,
seres amenos do esto,
teem seus encantos de fada
junto raargem d'esto rio.
Tens alma e corpo de seda,
porque de mim te nao
A sombra desta alameda,
Seremos dous rouxinoes.
iles ?.
Quem me leva florea gruta
do teu doc devaneio,
onde o archanjo que te escuta
se espreguiga no teu seio ?
Onde o incgnito retiro
do teu saudoso scismar ?
Podesse um longo suspiro
ir teu silencio cortar 1
Oh 1 em vo, no verde encost
das tagalas margarids,
busco as formas do teu rosto
as bastes amollecidas.
O lago vive dormente,
e.as brizas zues do co
nao molham sobre a corrente
as fitas do teu chapeo.
Bebo as lagrimas das rosas,
e as rosas, por ti cborando,
acompanham-me saudosas
n'este martyro nefando.
De hora em hora mudo o aspecto,
s no amor nao mudo eu ;
e o teu olbar inquieto
sem nunca fitar o meu.
E no emtanto,, se te vejo,
nao sei porque, tenho medo,
e, reprimindo o desejo,
fico detraz do arvoredo I
Era um canto de amenissima saudade.
Elisa ha dias que nao tinha ido bordejar
no lago e o obscuro poeta soltava a sua voz
plangente.
Quando acabou, Elisa seutio estremecer.
o barco e acordou do seu gratissimo for \
nienle. Dir-se-bia que a mao do um gi-
bellezar se. Era um Adamastor em minia-
tura.
l Inesperadamente, baixou a figura e ouvio-
se, acompanhado de um instrumento sua-
, vissimo, o seguinte canto :
Vs? A flor da larangeira
comer a abrir no jardim,
menos alva que a neira
de teus denles de marfim.
Tens a grualda j prompta,
que bem te nao ficar I
Mas o noivo. g minha tonta,
mas o teu noivo onde est 1
Ha de a flor mudar-se em fructo,
ou ha de aq chao resvalar,
e tu sempre, sempre, em luto,
sem nunca o veres chegar.
So a cadeia da tristeza,
que me prende a ti, flor,
a mudasse a natureza
n'uma cadeia de amor 1...
Oh entao a flor modesta
do copado laranjal
teria um dia de festa
no teu leito nupcial I
J nao resvalra ao slo
nem a levara o tufo,
murcharia no teu eolio,
dando o aroma ao coragao.
Quando acabava o canto, a cabega do
pbantasma resurga diablicamente formosa,
com um sorriso do salyro, alegre do seu
canto, impressionado de si mesmo, orgu-
lboso da sua msica, namorado da sua me-
loda. Elisa, ao ve-lo de novo, ferida das
lernbrangas dolorosas, que lhe despertaram
os versos, soltou um grito dilacerante que
ecboou por todo o castello.
Acudirn) todos sala e viram a menina
prostrada, como soffrendo do um delirio.
Oh I fechom-mo a janella quo
horrivel viso que moustruosdade a as
suslar-me! quepesadelo! Eu nosonhava,
eu va um pbantasma, que se sorra para
mim com urna bocea que me quera devo
rar. Oh tirem-m'o dos olhos ; parece-me
que ainda o estou vendo, alvacento como o
luar. Nao mo deixem s, que tenho
medo I
Os criados nao viram nada. Correram os
cortinados o tomaram conta de delirio as
palavras da castell. Ella sentia-se profun-
damente abalada. Fra o ultimo golpe.
Na madrugada do dia seguinte entrava no
castello um moco de olhar altivo e das mais
brilliantes maneiras. Vinha cumprir a pro-
messa de seu pai, vinha depositar as mos
de
gante puxava para a margem a pcquenina em-
barcago. Era quasi noute o crepsculo mesf.de seu ft vm,,a "f"* **
nao deixava distinguir o Vulto que estendia *,e Ll'f a mcJalha Pro'netl"Ja n0ltc
o braco d'entre os ramos pendentes. Ella ^spedagem, o, se ella o ace.tasse, o co-
apanhou os remos em sobresalto e com vi-
gor desusado tomou a dirocgo do castello.
VII
Passaram-se alguns mezes. Cbegara-se
ao invern sem incidente notavel. Elisa
declinava serenamente. Quem couvivessa
cora ella nao notara as ruinas da doenga.
Nao era a flor que deixava evaporar-so n'um
minuto os seus aromas.
Urna manb estava ella janella vendo
cahir sobre o lago as folhas amarellicidas.
Quando a levara tambera a viraco ? Pen-
sava de certo no seu destino e tinha a im-
mobilidade pintada no rosto.
Para se distrahir talvez, desatou o collar
donde lhe penda a cruz negra. Beijou-a e
cobro-a de lagrimas. De repente, urna ave
que atravessa va o lago produziudo um gran-
de ruido com as azas, fe-la estremecer de
inopinado susto e a cruz cahio-lhe as aguas.
Novo e terrvel prenuncio de morte 1
Elisa licou longo tempo como demente,
contemplando o abysmu que lhe tragara o
seu thesouro. Neste momento, Fernando
entrn ssla o acercou-se da janella. Elisa,
colhida de improviso, levou a mao ao pes-
cogo para esconder a perda do seu thesouro,
mas o sobresalto trahio-a. Fernando inter-
rogou-a e ella licou trmula o chorosa.
O velho escudeiro era supersticioso e vie-
ram-lhe logo mente as derradeiras pala-
vras do fida I go. Tinha chegado o diada
grande desventura. A pallidez sbita que
lhe cobrio o rosto denunciou a inquetago
que lhe reinava no espirito. A pobre meni-
na sentio-so mergulhar na sua e na dor
alheia.
Depois deste incidente poucas vezes se
levantava da cama. 0 seu quarto era nos
baixos do castello, quasi ao lume d'agua.
Aprazia-lhe o murmurio do lago, e gostava
de descer a mo e de afagar o pescogo dos
cysnes, em dias de mais alegre sol e mais
socegada atmosphera.
A voz mysteriosa nao cessava de se ouvir,
de madrugada ede noute principalmente.
Era quasi sempre triste e melodiosa, mas
por vezes tinha o quer que fosse de sarcas-
tica ; era o grito do desespero.
Elisa ainda se deixava enlevar, de quando
a quando, por aquella msica, mas chegava
a ter medo, principalmente quando se recor-
dava do phantasma indistincto, cuja mo se
estendia d'entre as ramas para lhe segurar o
barco. Havia muito do celeste naquelles
cantos, mas havia tambera o quer que fosse
de infernal. Rcvelava-se em todas as poe-
sas um amor ardente, urna paixo de gigan-
te, ao passo que se notava tambera urna vo-
luptuosidado febril, uns desejos pagaos, urna
sede de beijos que enodoariam as azas d'um
anjo. Nao, nao podia ser a voz delle !
Aproximra-se a primavera. Era n'uma
dessas noutes que produzem arrobos indefi-
nidos.. Elisa estava reclinada no leito, go-
zando o luar que entrava pela sala. A voz
mysteriosa ouvia-se ao longe at que se foi
cada vez mais avisinhando. Os ltimos chos
perderam-se junto do castello.
Embevecida na sua contemplago, emba-
lada no rumor do canto mysterioso
ragao
Fernando recobeu-o com alvorogo, per-
suadindo-se de que chegaria a aurora do
resgate para a sua pupilla. A apparigo do
phantasma ficava bem compensada. Esta-
va impaciento por ir ter com a menina, mas
como ella tinha passado a nouteemdosvarios,
esperou que fosse mais alta manb.
Andavam passeando por um dos corredo-
' res do castello, quando Fernando defrontou
com Helena que o procurava com lagrimas
nos olhos. O escudeiro dirigo-se immedia-
tamente ao quarto de Elisa. O mogo fidal-
go acompanbou-o, adiviuhando de certo al-
guma desgraga., sabendo do estado melin-
droso da (lente.
Ella tinha a frialdad em todo o corpo.
Apenas os olhos estavam entreabertos. Fer-
nando fez com que o mogo se abeirasse do
leito para a castell o reconhecer. Vinha
tarde o remedio. A desditosa menina sol-
tou um sorriso que logo se lhe extingui com
a vida. Ti vera ao menos urna morte feliz.
Fernando tomou das mos do fidalgo a me-
dalha c langou-a ao pescogo de Elisa. Am-
bos Acarara silenciosos, com os olhos bai-
xos, sem se fitarem, como se tivessem mdo
de mostrar as lagrimas.
A velha Helena estava ajoelhada aos ps
do leito. Besava, mas as suas orages nao
quebravam o silencio fnebre.
Urna voz o interrompeu. Vinha das flo-
restas do lago e fez estremecer a todos. Era
o piar de alguma ave agoureira ? Nao ; era
um canto fatalmente seductor : era a mesma
harmona que lizera desvairar Elisa na noute
antecedente. Eram estas as palavras do
canto :
Chegou boje o teu romeiro,
malfadada romaria 1
Alvorece o amor primeiro
no teu derradeirodia !
cas de vista, que eu sinto-me capaz de os
tragar vivos 1
E sahiram, como dous oguetes, um atraz
do outro.
Qual seria o leitor assaz indifferente, que
largasse urna obra destas, depois de a ter co-
raegado ? I A1H mas estes rasgos de genio
sao s para os grandes mestres, aguias gi-
gantes, que at quando fitam o sol consta
que o obrigarn a piscar o olho I
Os pequeninos contentam-se em olbar para
ua ; o isso mesmo nao sempre.
II
Ora eu, apezar de perlencer a estes lti-
mos, entendo tambm, que pouco judi-
'cioso comegar as historias pelo principio;
mas como nao tenho o engenho sutficiente
para as encelar pelo meio, nem mesmo pelo
fim, pareceu-me bem, para nao fugir de
todi a to excellente moda, comegar pelo
lado a historia do cypresio e do pecegueiro.
0 systema nao novo, era de minha in-
.engo (confesso-o com magoa !) e por isso
o emprego sem basolia. Calemos, pois,
sem mais detenga, esta melancia Ilitera-
ria.
III
Est demonstrado desde remota antigui-
dade, que urna das mais gratas distrages do
"lomera a cultura das arvores e das plan-
tas quo floreseem. E prova-se do msmo
modo, que to deleitavel oceupago concor-
re para melhorar a natureza' humana e ar-
reigar no corago o amor da virtude. Bas-
tara citar o caso de Ado e,Eva, que postos
por Deus em Paraso de delicias nos fizeram
a picar.lia que sabemos...
Expulso do Edora por causa da mulher,
Ado te-la-hia feito em postas se o esplen-
dido espectculo da natureza, que o rodea-
va, e a vista das formosas flores que elle
cultivara lhe nao tivesse modificado os sen-
timentos.
Outro exemplo notavel da influencia das
plantas no animo d quem as cultiva o
dos fundadores de Antiochia, capital da Sy-
ria no tempo da dynastia dos Seleucidas.
Nenhuma das cidades fundadas pelos des
cen lentes de Seleucus Nicator foi enrique-
cida pelo genio das artes com mais vistosas
galas. A natureza favorecera-a largamente ;
o gosto grego e o gosto oriental deram-se
as mos para a coroar de maravilbas e ver-
geis r i de 11 tes.
Antiochia, diz Ernesto Renn, tm
dentro de seus muros monlanhas de setecen-
tos ps de altura, rochedos a prumo, tor-
rentes, precipicios, quebradas profundas,
cascatas o grutas inaccessiveis ; o por entre
tudo isso jardins deliciosos 1 urna espessu-
ra de myrtos, de buxo florido, de loureiros,
de plantas sempre verdes e do verde mais
fino ; vistosas penedias, tapetadas de cravos.
de jacinthos e de cyclamens, do a essas
eminencias selvagens a apparencia de can-
teiros suspensos I A variedade das flores, a
frescura da re va, composta de innmera
multido de grarainiasinhas, e a belleza dos
pltanos, que bordam o Oronte, inspirara
contentamento o teem o que quer que seja
do suave perfume que enebriava os admira-
veis engenhos de S. Joo Chrysostomo, de
Libanio o de Juliano.
E sabem quem creou os jardins de An-
tiochia Foram os Antiochos I Conhecem '
Eram sujeitos que passavam todo o tempo
que lliessobejava de cultivar plantas a rou-
bar- os reinos uns aos outros, a invenena-
rem-se c esfaquearem-se mutuamente, e at
a casarem-se, descasarem-se e recasarera-se
dlferentes vezes com as mesmas mulhe-
0b lyrios da madrugada
esperara por ti, bella,
e eu j tenbo entrelagada
a tua nivea capella.
Nunca mais na agua dormente
se ha de espelhar o teu rosto ;
e eu hei do cahir demente
no abysmo do meu desgosfo I
O c,* preste e o pecegueiro.
Sabe toda a gente, e por isso que eu nao
o ignoro tambera, que por mais verdadeira
que sja urna historia nao se dove comegar a
contar logo de principio : Havia urna vez
um cypreste e um pecegueiro... 0 es-
criptor que quer leitores para mais vezes,
nao revela o seu assumpto de repente ; cala-o
prudentemente, como fazem os vendedores
de uielancias, no sitio onde tem certeza de
encontrar a cor vermelha e a pevide preta,
indicando o estado de sazonamento. Nao
se adquifem freguezes comegando por so
lhes dar a provar fructas verdes. Os escrip-
tos que s no meio mostrara a madureza do
Elisa assumpto sao os que mais deleitara a maiora
res !
Ah vai ura delles para amostra:
IV
Antiocho primeiro apaixonou-se por sua
madrasta Stratonica e como ella lhe nao
deu corda inmediatamente, adoeceu ou se
fingi doente e combinou com o medico para
que este fosse dizer ao pai o motivo da sua
doenga. O pai, que era raposo velho, o j
estava arrependido de ter cabido segunda
vez era casar-se, simulou-sc interuecido com
a historia. Mas para que a cousa nao fosse
muito calva, tomou mxa attitude antiga, co-
piada do theatro grego; levou as mos
cabega como se quizesse arrepellar-se (nao
tinha um s cabello 1) e depois do varios
ohs 1 e ahs tudo em estylo de Sophocles
o de Esehylo, arrancou a catana e par-
ti, dando-so ares de quem ia matar o li-
lho.
O coro foi atraz delle cntoando os sabi-
dos :
Oh pai! Senhor I que fazes 1!
olhava para a janella como quem olha para. do publico. Nao primeira dentada que
um quadro. De repente junto da vidraga se saborea o bom pecego. E por sso a lit-
foi-se alteando urna figura extraordinaria, teratura puchante, da alta escola, deu ha
Via-se-lhe a cabega desconforme, e o peito, tempos em comegar os seus romances pelo
largo. Banbado pelo* luar, aquelle vulto (meio.
era um ser perfeitamente phantastco. Oros-| Effectivamente, quem ha de resistir a um
to, ora tinha urna cor esverdeada, ora se livro que principie assim :
afogueava como se lhe batesse de chapa urna Joo parou diante do espelbo e achou-se
fogueira. Na physionoraa havia a exprs- to paludo, quo insensivelmente olhou para
sao de todos os sentimentos, a voluptuosida- traz, julgando que via outra pessoa. Ao
de dos faunos e a ternura das dryades. 0 mesmo tempo entrava Thom com a caixa
seu riso era um medonho descerrar de abys- das pistolas e o mancebo pensou comsigo:
mo. Dir-se-hia que semelhante figura fra J Era a cara delle que eu estava vendo
arrancada de um templo do Bgypto ou de um (no espelho. *
pagode indiano. Os cabellos eram formosos E licou mais tranquillo e consolado,
e cahiam-lhe revltos em anneis. Era urna
dourada moldura para ura quadro grotesco.
Hogarth teria pintado aquelle raonstro.
Elisa imaginou que estava sonhando. O
phantasma a cada instante soffra urna meta-
Partamosdisse Thom.
Viste-a?
Vi.
Eelle?
Subi para a trazeira da carruagem,
morphoso.' Era o disforme a querer tornar-. vestido com a libr de um dos seus lacaios. ______________' " mmr~t
se sympathico. Era o horrivel a querer em-| Inferno I Segue-me 1 Nao me per- llYP. w) DLUUQ RA DftUS
Perda ao tillio, e inclume
0 deixa dr que o punge !
0 velho para, n'uma posigo trgica
Julgam todos que mudou de resolugo e se
vai varar a si de lado a lado com o terrivel
alfauge.
Senhor 1 Senhor detem-te I
Bradam os cortezos, cousteruados por
fra, em quanto que por dentro se impacien-
tara por ello nao se apressar em por as tri-
pas ao sol.
Nisto apparece o filho, Antiocho, que
est magro como um peixe espada ; vem
com passo grave, olhar sinistro e batendo o
queixo cora a febre do amor. 0 velho en-
crespa as sobrancelhas, e torna a erguer o
chanfalho, que j ia deitar fra.
Temos chnfrim IDiz um Strapa
ao ouvido de outro.
O pai Seleuco, que o ouvo, embaiuha-lhe
o tergado na barriga o langa-se a solugar
nos bragos do filho, que chora tambera n'um
berreiro descomposto.
V
Stratonica, que estava no quarto a estudar
a maneira mais suave de se livrar do ma-
rido, sent o barulho e acode para saber a
causa da choradeira. 0 primeiro objecto
que se lhe offerece vista o Strapa as-
sassinado; elftoma-o pelo esposo e ex-
clama :
Oh! sorte adversa 1 Oh 1 fado in-
justo !
Cobre o rosto com as mos, esfrega os
olhos e pede aos deuses que lhe emprestem
duas lagrimas; os deuses, que estavam a
pensar n'outra cousa, nao a ouvem, mas o
marido avista-a e grita :
Fdha I Stratonica ? I
Sombra mplacavel? brada ella,
como fez seculos depois a bella Ignez de Cas-
tro.Pavoroso espectro!...
Cuidando ser a alma do esposo que lhe
falla, enche-se de justo horror e procura o
entedo para se abragar a elle e pedir am-
paro. Recenhece, porm, que omortono
o marido esquece-se de ser prudente a
diz, sem sor em aparte :
(Continuar-$6-ha.)
DfiCAJUA
A