Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12860


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Full Text

ATCVO XUX. NUMERO 60
_--------:--------g*---------i,----------,----
PAR A CAPITAL E LIGARES \DB SAO SK PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados .. >............. 6JJ000
Por seis ditos dem................. Por am anuo idem.................. 24JW00
Cada numero avulso .................

PROPRIEDADE DE MANOEL FIGU
(OTA FEIRA 13 DE MARCO DE i 873.
PARA VESTRO B FRA 1A PROVISCIA.
Por tres mezes adiantads................
Por seis ditos idem. ...............
Por note ditos idem..............
Por uro anno idem......... .
t

6*750
13*500
20*260
27*000

*

'
Os Srs. Gerardo Antonio Aires & Filhos, no Para; malves A Pinto, no Haranhlo; Joaquim Jos de OliTeira Filho, no Cear; Anto o de Leraos Braga, no Aracaty ; Joo Maria Juo Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Ha,tal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na VHUda Peo a; Belorjnino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tarares'da Costa, em Alag^as; Aves <& C, na Baha; e Leite, Cerquinho 4 C. no Rio ;de Janeiro.
- 4 .
ROA DE FARIA & FILHOS.



PARf E OFFICIAL.
-----------------------------1. > .i.^_.
Tioverno dii |ii'iiv iiicia.
KXI'EDIKNTB IX) DA 26 UK F2VKIIKIK0 DE 187.J.
i.' seccao.
Orneios.
Ao general commaodaute das armas Intcri-
noAo olliiio de V. Exc, de 32 do correntc, sob
m. 213, a que veto aunexo o lunfa de nspeecio
de -ande do recruta Francisco Tavares da Silva,
respondo dizento-lhe qne mande por dito recrula
a disposieo do I)r. clicfe-de polica, alim de re-
mett-lo autoridade local, visio como acha-se in-
diciado em eriuie de furto de cavallns no dislriclo
de Timbaba.
Ao inesinx -Mande V. Exc. pOr einiiborJa-
de, visto ter provadn isencio legal, o recrula ya-
usei Pedro da Silva.
Ao inspector do arsenaltte inirinh.i.Aiilo-
riso V. S. a mandar i'au-r as otlirin.as de machi-
nas desse arsenal, os rapa os precisos em alguaias
locomotivas perteiieenfes empieza dos trilhos
urbanos do Recito A > fiid i; nVvendn, porm, (sse1
jerveo_ter k'oineco depois do da in de marco pr-
ximo vindouro, altalas as ra/.oes expostas in.seu
oflicio n. 532 de 22 do eo-rente, e snjeitaudo-se a
mesaa empieza iMJntimiitfio do trabalho e mais
exigencias m vigor.
Ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. forneeer ao inspector do arsenal de inarinha,
conforme lolieita este eui ollicio de honleiu data
do. sob n. 53.1, 13,000 esptelas mi capsulas fulmi-
nantes, alim de seren suppr.tl.ts ao va|tor de
perra Hecife e lcarem algumas para uso d"a-
quella reparticao. *
2.' seclo.
Actos :
U presidente da provincia, de conformidade
coui a prouMla do Dr. cliefe de polica em oltlcio
n 339 de 13 do crrente, re4ve nom ar o cida-
d.V> Thoinaz Moreira de Garvallio para o cargo de
1." ..ipplenie do subdelegado di I.* districto da
n -uezia de Gameltoira, que se acha vago.
O presidente da provincia, de conformidade
o .; .i proposta do Dr. chefe de polica, om ollicio
ii. i0 de 13 do correntc, resolve Bornear o eidado
Claudino Jos1 de Mello para o cargo de subdelega-
do do !. districto da freguezia de Qoipap.
O presideute da provincia resolve exonerar,
a bem do servieo publico, Manuel Prabeiseo de
Paula do posto de capitao de polica, por ler des-
contado o sold das pracas do destacamento que
comuiandava, e ter com ellas neg.ciado
O presidente da provincia, considerando que
0 tenente Gustavo Ltistosa Quinaquina, comman-
dante do destacamento volante do alto sertao, des-
tinado a perseguir os criminosos que, em bandos
armados tratero alrmalas as popula cues daquel-
l.i- .alageos, nao busca desenipenhar essa coin-
oussao portando se mal, |Kirqiianto : 1.*, sem forea
moral para com os seus subordinados coasente, ou
tolera, que estes pelos cainiuhos or onde passam,
pratiqueui depr.'dacoes e violencias contra as pes-
que pioour.im defender a fu pcopriadade ;
at lio,e nenliiiiaa diligencia empreliendeu,
conservando-se em c .mnleta inaclividada nos lu-
nres onde lia perinaiieeid), passando Meada vida,
dandn a seus sddaJos e *> public-i o triste c ver-
gonhosi) exeiDpfe do emhriag ez ; 3.* Analmente
porque leudo abandonado o destacamento que ora
coBunanda em Paxenda-Grande, foi acompanliado
d>' dous ordenanzas villa de Salgtieirn. onde de'-
mor >u se 8 das, tinento rom o fim de levar, como
le\ )i:, urna amasia ; resolve deinitti-lo, a bem do
servie publico, do posto de tenente do corpo de
polica.
Oficios:
t Ao presidente do tribunal do commercio.
Tendo alguns eidadaos reunidos em pociedade,
seta firma social, e administrada por mandatarios,
com o fim de talbarem carne verde para o consu-
nto da populacao desia cJade ; contrato esse que,
coiionue consta de publicacotis, acha-se registra-
do nesse tribunal ; eompre que V. Exc. com ur-
aencia se sirva remetter-me copia autlientica del-
1 bem como me informe, se para a decretadlo
do respectivo registro foram di;viduneDte attetid
das pelo tribunal as disposicoes do decreto n.
2.711 de 18 de dezembro de 1800, e com espe-
cialidade a segunda parle da condicao l. do art.
27 do supradito decreto.
- Ao chefe de pocta.Sendo considerad* pela
so'.
a ,:n militar de saad, incapaz do servieo do exer-
c i, o recruta Praocisco Tavares da Silva, recom-
mendo nesta data ao brigadeiro commandante das
arr.i'.t> interino, qu mande por o inesiii. recruta
disposicS de \. S., alim de remettO-lu ao sub-
delegad) do districto de Timbaba para proceder
oontra elle na forma da lei, vino estar indiciado
no erime de furto de cavallos, como declara aquel-
la autoridade no olHcio aunexo por copia ao de V.
S. de 20 des te mez, sob n. 377.
Ao jttiz de dircito da coirarca de Cabrob.
lYoceda Vine, de conformidade com a lei, contra o
escrivo interino do juizo munici[l Desiderio Al-
va, dos Heis, pelos factos constaiUes do documen-
io e ollicio em original do suppluute do juiz mu-
-ipal em exercicio, que juntos Ihe envi.
Ao juiz de direito interino de Ouricury.-
t-.io resposta ao oflicio de Vnuv, de 23 do me/
prximo passado, tenlio a dizer-llie que deve
abrir as sesscs do tribunal do. jury as pocas fl-
uidas na lei, e espero que empregar por sua
parte os meios legaes a seu alcance, para evitar o
escndalo das absolvieses que antolha.
Ao juiz de direito do Ouricury.Informe
Vr.ic. sobre o laclo de que trata o promotor publi-
co interino dessa comarca, em offlcio de i do cor-
r-!]'..' fcoin seto documentos), que devolver, rela-
tivamente ao faci praticado em 1869, contra o
inspector de quarteirao de Ju, Mauricio de tal.
Ao promotor publico interino de Ouricury.
(nteirado de qnanra Vine, relata em seu offlcio de
fk do eorreote, acerca do brbaro assassinato do
capitao BeJmrniino Gomes Ferreira, tenho a dizer-
Ibe que, coalio promover todas as diligencias
necessvias a seu alcance, afim de que sejam pu-
idos os autores desae delicio.
Ao commandante do corno de polica.-Por
portaras desta data derailti, a bom do servifo pu-
b Manoel Francisco de Paula e Gustavo Lus-
tosa Quinaquina dos postos de capitao (o primeiro)
e de tenente (o segundo) dessc corpo, providen-
ciando Vmc. de modo a que as pracas que est-
vara ob o commando do dito Quinaquina, desta-
quen! em Ouricury, etn substituicao igual nu-
mero das do destacamento d'alli, que devein, sem
perJa de tempo, regressar a esta capital.
Ao msmo. Mande Vmc. destacar em
Cruangy 10 pracas do corpo sob seu commando, e
1 offlcal enrgico e intelligenle.
Ao i.* supplente do juiz municipal emexerci-
c-ij. de Salgueiro.Inteirado de quanlo expoe Vmc.
-eu offlcio de 17 do mez prximo passado, rela-
tivamente s faltas comniottidas pelo escrivao inle-
riuo dessc juizo, Desiderio Alves dos Res, tenho a
reoommendar-lhe a instauracao do respectivo pro-
MSS). cujo resultado trar ao conhe?imento desta
presidencia.
' O presidente da provincia, atlendendo que
o fallecido Joaquim Claudio Monteiro e seus her-
deiros nao solicilara:n na tliesouraria de fazenda o
competente titulo de afonunento do terreno de ma-
riulia, que Ibes foi concediilo por na de.incus an-
tecessores, com 15 J palmos deirente, na ra da
Aurora e fundos at a estrada de ("linda, resolve
considerar do nenhum effeito essa concessao, e
ordeua que ueste sentido sejam expedidas aj con-
venientes ordens.
Ofttrios :
Ao inspector da thesturara de fazenda.
Coiimiuiiico a V. S., para os devidos Hns, qne a 1U
do mez prosita) > passado, assumio o Itacbaret Le-
vino Lopes de Barros e Silva, o exercicio do cargo
de juiz de direito di comarca de Cabrob, no im-
pedimento do effiidivo.
Ao inesmo. j.mmimico a V. S.. para os
cbarel Miguel dos Aojos Uarros, o exercicio do
cargo de juiz de direilo da comarca de Flores, o
impedimento do elfectivo e do 1 substituto.
Ao inesmo.Tendo approvado a proposta do
, ;, director interino do hospital, designando o cida-
do Joao Pinto Han leira Aociali de Vasconceilos,
para servir interinamente de amanuense, em quan-
l nao se aprsenla' Avelino Pereira da Cunha,
nomeado para esse lugar pelo ministerio da guer-
ra ; assim o coinmunico a V. S. para seu conheci-
milito.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. para seu
eonhecimento u lius convenientes, copia dos actos
desia dala, |>elos antea resolv considerar de ne-
nhum effeito as concesses feitas a Joaquim Clau-
dio Mouteiro e Joao liaptista Pereira Lobo, de ter-
reuos de marnha na ra da Aurora, por um de
mous antecessores. <
Ao mesmo. -Nesti data autoriso o inspector
do arsenal de marmita, a mandar reparar as res-
pectivas offl*inas ile mackinas, algumas locomoti*
vas da einpreza de trilhbs urbaaos do Ilecife a
Olinda ; obrgando-se ella ao pagamento do que
for devdo, nao so pelo tralnlho, como pelo mais
que exigido por lei ; o que communico a V. S.
para os lins convenientes.
Ao mesmo.Annuiudo ao que solicitou o
brigadeiro commandante das armas interino, em
ollicio de 2i do corrate, sob n. *26, autoriso a
V. S. a mandar pagar ao 4* sargento do 9 bata-
lbaode infantaru do exercito, Manoel Jos de Se-
pulveda, a gratificarao que tiver direito, m virtu-
do do aviso de i de niato de 1858, por ter capto-
rapo b desertor Buz Minoel do Nasciment, per-
leiuviite an .> da mesma arma, e para eese fim
reinetto-Uie o atteslado em duplcala, que veio au-
nexo ao nioneienado ollli'io
Ao mesmo. -Transmiti a V. S. a folha, re
licao.nominal e pret, junios em duplcala, que me
renietteuo commandante superior interino dos mn-
nicipiox de Flores e Villa-Bella, com oincio do 1'
dii corrate, alim de que mando pagar, quem se
mostrar ram|M.>tei)teniente autonsade, os venci-
incutos do deslcamonto da guarda nacional,
existente na Villa do Ingazeira, conrernentes ao
m de Janeiro ultimo.
- Ao mesmo.Recommendo a V. S. que vis-
ta da foltu, relacao e pret, juntos em -duplcata,
mande, pagar pessoa que para i-so se mostrar
habilitada, os vencimentos do dfciacamento da
guarda nacional, estacionado na vilia de Gajra-
nhnns, relativos aj mez de Janeiro ultimo, confor-
me solicitou o respectivo eommandaote saperier
em offlcio' de !2 do correte, sob n. 13.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista do incluso documento que me remetteu
o Dr. chefe de polica, com offlcio de 24 do cr-
rente, sob n. 413, mande V. S. pagar a Firmino
Antonio Kodrignes, a quantia de 454000, em que
importen o aluguel da isa que no dislriclo dos
Afogados serve de i|uartel ao respectivo destaca-
mento, a contar de l'Jdo mez de novembro do an-
no prximo passado, a 10 do cadente, segundo in-
dica o mencionado documento.
Ao mesmo.-Communico a V. S., para os.de-
vidos lins, que per portara de boje foram exonera-
dos, bem do servieo publico, Manoel Francisco
de l'aula, do posto tic capitao e Gustavo Lnstosa
Quinaquina do de tenente, ambos do corpo de po-
lica.
4.' tecco,
Ollicio :
Ao Dr. director geral interino da nstruccao
publica. Em resposta ao seu offlcio de 19 do cor-
rente, sob n. 48, tenho a dizer-lhe que o professor
padre Jos Procopio Pereira, que allude, nao so
acha rioente, e vindo mulla presenca, neguei-
Ihe a prologabaj que solicitou da Uceara em cujo
gozo e-leve. Cumpre, pois, que V. S. proceda con-
tra elle nos tormos da lei, pela falla de exercicio
na respectiva cade ira.
5." seccao.
OiBcios :
Ao Dr. Estevlo Cavaleante de Albuquerque,
presidente da direct ria da empreza de trilhos
urbanos do Recifea Olinda.Por offlcio desta da-
ta recommendo ao inspector do arsenal de inari-
nha, que mande fazer as offlenas de machinas
daquelle eslabeleeuiioiito, os reparos de que care-
cer algumas locomotivas perteticentes a essa ein-
preza, ltenlos os embaracos que encontra para le-
va-Ios a effeito, segundo Vine, representa a esta
presidencia, em o'Ucio de 18 do correntc.
A' commissao censuara da freguezia de
Iguarass.-Recommendo a Vv. Ss. a prompta e
liel execucio do disjioslo no 8' do art. tt.do
decreto n. 4,850 de 3J de dezembro de 1871,
alim de poder esta presidencia remetter para a
corle, todos os elementos originaes do recensea-
inento do municipio, de que faz parte essa fregu-
z'-a, visto ter ja deeorrido tem|>o mais (jue suffl-
cente para o cumprmento da citada disposicao.
Iguaes s commissSes censtarias das freguezias
do Rio Formoso, Liuioeiro, Nazareth e Tracu-
nhaem.
rar a V. S. que expedio ordem thesouraria de
fazenda no sentido de serem pagos os vencimen-
tos do destacamento da guarda nacional, de qne
trata o seu offlcio do 1.* leste mez.
Ao mesmo. -Deordem doExm. Sr. pl*sidea
le da provincia eommunio a V S. que nesta da-
ta foi expedida a conveniente ordem thesouraria
de fazenda no sentido de mandar pagar pessoa
que para isse se mostrar habilitada, os vencimen-
tos do destacamento da guarda nacional, de que
trata o seu oflicio de 12 deste mez, sob n. 13.
Ao promotor publico interino do Ouricury. -
O Exm. Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S., em reaiiosta a seu offlcio de 10 do cor-
rentc, que nesta data se providencien no sentido
de que trata o seu dito offlcio.
Ao bacharel Francisco de Paula Cavaleante
Lcenla de Almeida. O Exm. Sr. presidente da
provincia manda acensar o recebimentn do offlcio
de V. $., de 17 do coi rente, participando ter i 6
deste mez assuraido o exercicio do cargo de pro-
motor publico da comarca de Iguarass.
3.' secefio.
Offlcio:
Ao procurador fiscal da thesouraria provin-
cial. Satisfazendo a requisieio de V. S., de 3 do
correnW, sob n. S, tenho a dizer, segundo infor-
mou-me o eiigenbeiro chefe da reparticau das
obras publicas, em offlcio de hnntcm. que a es-
trada de ferro contratada eotn o Dr. Manoel de
Figueiroa Parla tora de extensao cerca de 30 ki-
lmetros, e importar em 1,50'J conts de ris
ra/.ao de 5 i contos de res, por kilometr s ; im-
portando a que foi contratada cent Joo Cardse
de Arauje e William James Lyndsey em 4,000
contos por ter cerca de 80 kilmetros mesma
razio de 50 contos de ris rada um kilmetro.
.' a.* cco.
Offlcios :
Ao gerente da compaam'a 'pernambucaqa. -
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
sirva-se V. S. dar suas ordena afim de que as sa-
bidas dos vaf ores dessa compartida para Granja e
Aracaj, com escalas, no da 28 do urente as 5
horas, sejam transferidas pari o da !. de mar^nj
mesnia hora.
Ao administrador interino do correio- O
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
ncar a V. S. para os fins convenientes que as sa-
ludas dos vapores da companhia Peruambucana
para Granja e Aracajd a Jfl do correute, as 5 horas
da tardo, ficam Jrnsfedas para o flja seguinte,
mesma hora.
N". 95*. Pcrnambuco. Repartico das obras pu;
Wicas, em 8 Je. marco de 1873.lllm -e Exm. Sr.
Informando como determina' o offlcio de'V.*
Exc, de 6 do correte, ciimpre-me dizer que ten-
do sido a companhia Recife Drajnage, aquella que
mais tem damtiillcado o calcamento, j Ihe in'ihei
o reparo do mesmo; e e.-ton convencido que bre-
vemente dar comeco a esse trabalho.
Dous guarde a V. Exc.-Ulro. e Exm. Sr. cora-
mendador H mri pie Pereira de Lueena, digpissimo
presidente da provincia. -O engeahelro chefe, Jos
Tiburcio Pereira de Mugathaes.
_
de S. JojLManrino Francisco de Soma Magalhle?,
i disposfaodoDr. juit de dircho do terceire dis-
tricto, e arisHienivinifa, por desordem.
A' ord n do da Captinga, Jno Alv. Correia
preso en flagrante por me de fermentos.
Por o rh de 28 de fevereiro uhimo e primei-
ro do coi ente, recebidos boje, coiiiiuunicou-me o
delegado le Santo Antao, que no dia 26 de dezem-
bro, no'1 rero districto d'aqnelle termo, diversos
indfndui deconncipid()s feriram grvemente a
Maria JO quina da ConceiCile e levemente ao ma-
rido des Majioni Francisco da Silva, e Anua Ma-
ra fll'C iwicao, legrando evadir-se ; que pn>ce-
den Sor peclivo inquerito, que foi logo remettido
ao jutao ompetente. '''
Qucj I dia 3 do dito mez de fivereiro, em tr-
ras do ei (enho Queiraadas fora levemente ferido
com um facada Antonio Francisco Alves Barbosa
pm" Joaorxixi, o qual logrn evadir-se, que fez-se
o impierilo polici.rl, o <|lial IW j remettidd ao res-
|n-ciivi Dr. juiz municipal.
Qoe, t dia Ji t.uiibain de fevereiro, em trras
do engenho Pirapama do dislriclo d'aquella cida-
de, fi assassinado com urna cacelada Jo:to Bap-
tista de tal, porM;rtoel Agostinho, qne logmu
evadir-se, que procedeu-se o inquerito policial, o
qual foi jbgo remettido ao juizo competente.
Em oficio de 7 do correte, eoinmnicoa-me o
de.egado do Cabe, que no dja i, no lugar Afoga-
dinho d'aVpielle tenno, Antonio do Monte, travan-
dose de razos com Manoel Silvestre, Antonio Sil-
vestre e Laceas Paes de Souza, ferio levemente
com urna cacetada, ao primeiro, logrando evadir-
se, e que o inquerito policial,a que se proceden por
semelhante fado, ia ser remenido ao respectivo
Dr. juiz municipal:
Gmh oBrio de 10 do cbrente, e subde egado da
villa dj Calw, reeolheu esta renartk'ao dez ar-
mas prohibidas por elle app'eliendidas no distric-
to de sua jurrsdiccao.
DewKdnle a V. ExIUm. e Exmj^. com
Oleadador HenriquC IVruira de LucenTngnissi-
a*) presidente desta-provincia. Odiefe de polica,
luiz dhtia de Qrtehc/z Ifarrot.
PERNAMBCO.
0KSr\CH0 HA rRBSIOK.NCIA DC 11 DE MAUOi DI
1873.
Coronel Antonio Gomes Leal. Passe pena-
ra.
iBachaMl Antonio l'aulino le Albuquerque,
rasseporta'rip, coneadeaclb a Iicen;a que pede.
Benjamn Dionizio dos Santos. Deferido com
ffl co desta data ao Sr. inspector do arsenal de
inarinha.
Baroneza de Amaragy.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Jos da'Silva Guimar.ies.Deferido com offlcio
desta data, thesouraria de fazenda.
(: ipi.in Jos Urcicio Paes Barreto. Sejam en-
tregues ao supplicante mediante recibo, caso es-
tejam na secretaria.
Jovino Bandeira. -Conte-se o prazo da dala da
portara.
"O mesmo.Informe o Sr. engenheiro chefe da
rcparlicao das obras publicas.
Bacharel Joaquim Jos de Carvalho Squera Va-
rejao.Sim, nao havendo inconveniente.
Joao Anastacio de Mello.-Indeferido.
Bacharel Julio Augusto da Cunha Guimares. -
Passe portara, concedendo a licenca pedida.
Major Marcelino Jos Lopes. Inlorme o Sr. en-
genheiro fiscal da companhia Recife Drainage.
0 mesmo. Sim.
Rodolpho Marcos Theophlo. Passe portara,
concedendo a exoneraeao que pede.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 12
de marco de 1873.
0 porteiro,
Stlrino A. Rodrigues.
Actos
3.' secr&o.
'
0 presidente da provincia, atlendendo que
Joao Baptista Pereir* Lobo nao solicitou na the-
souraria de fazenda, o competente titul i de afora-
uiento do barreno de marmlia, que Ihe foi conee-
diio por um de meas antecessores, rom 101 pa-
nio-i de frente, na ra da Aurora e fumlos al a
estrada de Olinda, resolve considerar rio' nenhliin
ftTeito essa cbaeeso, e ordena qne mate sentitlo:
jamexpedidas as convenientes ordens.
EXPEDIK.NTE DO SECRETA ai.I.
/." StrrilO.
Officios:
Ao general commandante das armas. Do
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
declaro aV. Exc, para seu eonhecimento, que por
despacho desta data conceden oito das de prazo
ao reedita Joo Jos de Souza, para provar iscnco
legal.
Ao mesmo -S. Exc. oSr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Bxc, par? seu eonhe-
cimento, que por despacho desta data conceden
15 das de prazo para provar senrao legal, ao re-
crula Manoel Pedro da Silva.
Ao mesmo.8. Exe. o ir. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. Exc. que a the-
on rar i a de fazenda foi nesta data autor isada a
pagar ao 1. sargento do 9. batalhao de infanlaria
do exercito Manoel Jos de Sepulveda, a gratifica-
cao de que trata o seu offlcio de 2 i deste mez, sob
ii. 226
r- Ao inspector do arsenal demariaha. -S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. que o arsenal de guerra est aatorisado a forne-
eer as 15:0 0 espoletas ou capsulas fulminantes por
V. S. solicitadas em seu offlcio de hontem datado,
sob n. 553.
2.* seccao.
Officios.;!-
Ao DT chefe de polica.O Exin. Sr. presi-
dente da pbvinria manda communi<-nr a v. S
.pie a thesouraria provincial foi nesta data au'ori-
Mja 'pagar a Firmino Antonio Rodrigues acuan-
tia d>que irala o seiwMlicio.de 24 deste rae*, sob
" y;l- U
_ Ao coiiiniandante superior d llores.S.
E^c. o Sr. presidente da provine*, iujjiI^ deca-
i 'nmiuaiiilo superior.
QUAIITKL DO OUMMAXDO SII'KKU iK DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO REClt'E, DE
ARCO BE 1873.
Ordem do dia n. 103.
Para eonhecimento dos corpos da guarda na-
cional so!) seu coai,n:mlo, mana o lllm. Sr. co-
ronel commandante superior declarar que o Exm.
Sr. commendador presidente da provincia, por^ acto
de 6 do corrente mez, designou o 2.* batalhao de
infantara para ser a elle aggj-egado o Sr. tenen-
te quartel-mestre do 1." batalhao de infantara da
guarda nacional da provincia da Parahyba, Fre-
derico Ulysses de Almeida e Albuquerque.
Rodolpho Jalo Barata dt Almeida,
coronel chefe interino do estado-maior.

i omiiiamlo QUAUTEL GENERAL DO COMMANDO DAS AI1M.CS
INTERINO DE PERNAMBUCO, EM 12D E MARge
DE 1873.
Ordem do dia n. 710.
O brigadeiro commapdante das armas interino
faz constar guaroicao que a presidencia couce-
*lcu por portara de Hontem datada, vintc das de
licenca, para ir a corte do Rio de Janeiro, ao Sr.
coronel do corpo de estado maior de 2/ classe An-
tonio Gomes Leal, commandante superior da guar-
da nacional do municipio do Recife.
Faz certo tambem que hontem, por occaslo de
ter o Exm. Sr. brigadeiro Francisco Joaquim Pe-
reira Leba reassumido as funecoes de director do
hospital militar, passaram a oceupar os lugares
que d'antes exerciam no mesmo hospital os Srs.
1* cirurgioes Drs. Jos Marques da Silva Bastos e
Francisco Borges de Barros.
(Assignado) Joo Guitherme de Bruce.
Conforme.Jos Ignacio Ribenv Roma, tenente
ajudante de ordens interino encarregado do de-
talle.
Reparticao da polica.
!.' seccao. Secretaria da polica de Pcrnatnbueo,
12 de marco de 1873.
N. 519. lllm. e Exm. Sr. Levo ao eonheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das partici-
pares recebidas boje nesta reparticao, foram hon-
Jgn recolhdos casa de detencao os seguintes in-
ividuos:
A' minha ordem, Jos Misuel Jlodrigues, vind
Je S. Lourcafo, como criminoso dVnirto de ra-
vallo. ,.
A' ordem do subdelegado do Recife, Moa i -a
Lanriana do Rosario vrancsca Maria da Concei-
fia, poTovflVnss mftnl publica. -
A' ordem do subdelegado do primeiro distrieto
REVJST DIARIA.
Amakla provim-lal.-llonieai f.inc-
eiunou com 3V Srs. deoutades.
ApfCuvada ac*a da anieceiente, o Sr. 1* se-
cretario leu o seguinte expediento :
Um oficio do secretario do governo, remetiendo
as postaras addirionae* da cmara municipal da
villa de Agua Preta e capia do ocio da mesma
cmara, expondo as suas ecessiades. A' coui-
uiissio de pasturas e negocios de cmaras.
Outr do aesmo, transmHtindo por copia os
actos da 90 de agosto e U de eutubro do anno
pRssad*, approvando provisoriamente diversos ar-
tigue de posturas addie.naes da cmara muni-
cipal da cidade da Victoria A'- posturas.
Duas peticoes : Uiua de diversos moradores da
freguezia de Muriboca, pedindo que teja feita a
estrada autorisadaSwla lei n. 899. A' commissao
de oramento provincial Ontra de l'ellannim dos
Santos Bslco Fhoo, escrivao privativo do jury e
exeeucoes eriminam da didate da Victoria, pe-
dindo o pasamento da quantia de 62 >/HW0, prove-
niente de cusas soca idas. A' commissao de or-
camento municipal.
Entrando na ordem do dia, contina a nica
dscus approva o eompromisso da irmandaue das almas
da matriz da Boa-Vista e approvado, proseguindo
a 2' discussao do de rt. 77 de i87<, sobre a co-
branca do imposto de ueraneas, legados e doa.oes,
e havendo nmprojecto substitutivo ao art. Io, es-
talielecea-se una quesUo de ordem, sobre a qual
fallaran : o Sr. Mello Reg, que conclue man-
dando mesa um requerimento de adiamento que
foi rejeitailo ; o ir. vieira de Araujo, que reque-
reu a retirada do projecto substitutivo e Iho foi
concedida. Continuando a discussao do art. l* do
projecto, foi aprsentela urna emenda substitutiva
pelo Sr. Vieira de Araujo, e depois de orarcm
este e o Sr. Correia de Araujo, verificando-se nio
ha ver numero para vetarse, levantou-se a sessq.
A ordem do da para hoje a seguinte : conti-
nuacao da antecedente, leitura de uareceres adia-
dos e l* discussao do projecto n. i deste anno.
Concert musical.Deve realisar-se bo-
je noute, no theatro Santo Antonio, o concert
vocal e instrumental dado pelos artistas Magdale-
na Bruccioni, Carolina ngel e Giovanni Scolari,
ajudados pelos professores Colas, Popps e Jauseii.
Eis o programo i do concert :
/.* parte.
Symphonia pela orehestra dirigida pelo hbil
maestro Colas.
Cavatina da opera Traviata, (Verdi), cantada
pela Sra. Magdalena Bruccioni.
Rondo da opera Gemma di Vergy (Donizzetti),
cantado pela Sra. Carolina ngel.
Duetlo da opera Elixir de Amore, entre o
Dulcamara e Adina, cantado pela Sra. Magda-
lena Bruccioni e o Sr. Giovauni Scolari (Doniz-
zetti)
Grande phantasia para ofclcyde, tocado pelo
Sr. Jansen.
Daetio da opera Favorita, (Donizzetti), canta-
da pela Sra. Carolioa ngel e o Sr. Giovanni Sco-
lari
Duetto da opera Norma, (Bellni), canta-
do pelas Sras. Magdaleua Bruccioni e Carolina
ngel.
J.' parle,
a Svmphonia pela orehestra.
Grande aria da opera Altila, (Verdi) cantada
pelo Sr. Giovanni Scolari.
, a Cavatina da opera Belty, cantada p ;la Sra.
Carolina ngel.
a- Do da opera Marino Falliera, (Donizzetti),
cantado pelos artistas Sra Magdalena Bruccioni o
Sr. Giovanni Scolari.
Cancao dos A renturtiros, da opera II Guara-
ny, (Gomes), cantada pelo Sr. Giovanni Scolari.
Instrumentada pelo maestro Colas.
Canconela bespanhola Agua val cantada
pela Sra. Carolina ngel.
k Sceaa e cavatina da opera Attih. cantada em
trajo de guerreiro pela Sra. Magdalena Bruc-
cioni.
aVaealdade de direito do Reeire.
Fez acto de segundo anno do curso de direito,
no dia ti de corrente, o alumno Joo Baplista
de Castro Rebello Jnior, sendo approvado ple-
nameate.
Hontem fzcram acto os Srs. Antonio Alfre-
do da Gama e Mello, do 4.* anno e Thomaz Gomes
dos Santos, do 3.* e foram ambos plenamente ap-
provados.
Coeurao.-Realsou-se hontem a prova es-
cripia sobre geographia e historia moderna, no
concurso a que se este procedendo para pro vi men-
t 3> 2.' cadeira dessas materias, do gymnasio
provinciaL
Hoje deve dar-se a prova oral.
' Companhia Hantn Thereza. Hoje,
ae meio dia, deve ter lagar a reuna.) da assembla
peral dos accionistas desta companhia no 1.* andar
do itciRo n. 13, ra do vigarto, rcalisando-se a
sessancoai o nunirro Js accionistas que compa-
recef. -.
'Em lugar competente dnraos Dublieldade an re-
latorio, que tem de ser lido na sesaio Je boje.
assim como ao balance e parecer da c immssao
fiscal, approvando as coalas apresentadas.
Calcamento da cidade.Tendose fe
to na ra do Imperador urna abertura m respec-
tivo calcamento, alim de se canalisar agua para
um eslabelecimenlo da mal.* de Marco, foi de-
pois reposto de forma tal que sobraran 17 pedras,
resultando d'ahi fendas muito largas entre as pe-
dras do esparo que havia sido descalcado.
Ontro tanto se deu na ra de Joao do Reg >.
canto do Campo das Princezas, onde j sobran
algumas pedras, proveneutes de obras como
aquella.
A continuarmos tolerando to prejudicial rea-
sacio por parle de quem quer que seja que a pra-
tique, meihor que se suste o calcamento da ci-
dade, porque dahi derivar una grande economa
de dnheiro para a prov ncia e para os proprie-
tarios.
Ronbo de chumbo.Pessoa muito con-
ceituada e que nos merece toda a consideradlo,
escreveu-nos o seguinte:
Ao Sr. redactor da Recisla Diaria faz ver o
abaixo assignado, que, ha 30 dias, foi rouhado da
casa de sua residencia ra da Conquista i. 4, todo
o apparelho de chumbo pertoncente a urna bomba
de conduzir agua da cacimba. Novamente collo-
cado outro apparelho, foi roubado, ao amanhecer
de hoje I A reproduc^ao sucoessva de taes crimes,
em to grande encalla, que revella auasi certeza
de mpiimdade, deixa crer. que a polica nao tem
sua disposicao meio algn para garantir segu-
rancia do propriedade do edado, anda inesiuo no
centro da cidade'
12 de marco-73.
Por nossa parte j nada mais temos a dizer se
nao que -tenbn- e paciencia.
Raa de Pedro Aflimso.-Parece ncr-
vel, mas verdade. Depois de innmera* recio,-
raacoes j particnlares e j publicas, por ordem
da autoridade competente est o empreiteiro, do
catcamenfo da cidade ctTeeluando o da ra de Pe-
dro Alfonso, com toda a pressa para evitar all a
Agglouioracao das aguas pluvacs.
Agora, porm, que se julgou conveniente fazer
a canalisacao da Recife Drainage, Ieyantondo-se
para sso a parte j prompla do calcamento !
E" sso urna dessas cousas absurdas, que pare-
cera, propositaes en intuitos menos confessaveis.
Carnes verdes.-Na segunda feira (H>) fo-
ram Janeados ao rio 67 kilos de carnes verdes
apodreeidas e hontem 40 kilos.
Q Sr. fiscal do S. Jos est malbando em ferro
fri ; entretanto, nao ha remedio ; continu seni-
pre a malhar.
Nova harmona, -llavera baje sessao des-
sa soeiedade no primeiro andar da casa n. 45 da
ra Direito, s 9 hora* da manl.
Perversidade.- Em Santo Antio, a 26 de
dezembro do anno prximo findo, diversos indi-
viduos desconhecidos feriram gravemente a Mana
Joaquina da Couceicao e levemente a Manoel Fran-
cisco da Silva, marido desta, e a Anna Maria da
Conceicao, evadindo-se todos tin seguida.
Facada.-Em Ierras do engenlio Queimaias
Antonio Francisco Alves Barbosa foi levemente fe-
rido com urna facada jior Joao Xixi, que conse-
guio evadir-se.
Homicidio.-No dia2i do mci ultimo foi
assassiuado com urna eacetada, em trras do en-
genho Pirapama, do districto de Santo Antoa, Joao
Baplista de tal por Manoel Agostinho, que por sua
vez logrou evadir-se.
Conflicto c ferimento. Em 2 do cor-
rente, Antonio do Monte, travan lo-se de raides
com Manoel Silvestre, Antonio Silvestre e Lucas
Paes, passaram a vias de facto e Antonio do Monte
ferio com una eacetada a Manoel Silvestre, e eva-
dio-se.
Sempre a evadir-se o criminoso Sempre a
impundadea campear. Qaasi que estamos no
caso de dizer : perdeu-se tudj menosBao,
at a polica.
Armas detezas. Pela subdelegada do
Cabo foram recolhidas reparticao da polica 10
armas prohibidas, all tomadas.
Lotera. -A que se acha venda a 43' a
beneficio da matriz de Serinhem, a qual corre
no dia 20.
I.eilocs. 0 das acedes e apoces aunan-
do por intervencao do agente Pinto, deve ter lu-
gar hoje ao ineio-da na sala de entrada da asso-
ciacao commercial.
Conforme est annuncado, vender o ines-
mo agente, no da 18 do corrente, s mercaduras,
miudezas e mais artigos existentes no armazen
da ra do Imperador n. 45.
Casa de detencao. Movmento do da
11 de marco de 1873:
Existiam (presos) 34o, entraram 6, saluram 8,
existen 313.
A saber : .
Nacionaes 226, omitieres 15. estrangeiros 40,
escravos 36, escravas 6.Total 343.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 266.
Movmento da enfermara do da 11 de marco
de 1873:
Tiveram baixa :
Joao Alves Correia, ferimento.
Francisco Jos da Silva, ulcera*.
Antonio, escravo do Bento Ribeiro, anemia.
Bernardo, escravo de Temporal, escoriacao.
Tiveram alta :
Manoel, escravo de Valentino da Cunha.
Manoel, escravo de Ignacia Mana da Costa.
Passajjeiros. -Vindos do Rio-Grande do
Sul na h.rea brasileira Mimosa :
Jos Honorato dos Santos e sua mulher.
Ceiniterio publico.Obituario do da II
do corrente : Q
Antonia Maria das Dores, preta, Pernambuco. 08
annos, viuva, Santo Antonio; heniorrhagia cere-
bral.
Jos, pardo, Pernambuco, 5 mezes, Boa-Vista ;
convulsocs.
Joaquim Jos de Sant'Anna, pardo, Parahyba,
20 annos, solleiro, Graca ; menegte aguda.
Donara Rodrigues da Silva, branca, Pernam-
buco, 18 anuos, solteira, S. Jos ; febre perni-
ciosa.
Thomazia Carolina de Mello, parda. Pernam-
buco, 20 annos, solteira, S. Jos; varila.
Clemente, pardo, Pernambuco, 4 mezes, Santo
Antonio; diarrhea.
Ludovina, parda, Pernambuco, anuos, S. Jos ;
vermes.
Maria, branca, Pernambuco, 7 dias, S. Jos; es-
pasmo.
Eduardo, branco, Pernaubuco, t8 mezes, Boa-
Vista ; convulsoes.
COMMIA SmiTlElEZi.
Relatorio
apresentado pelo gerente Jus-
tino Jos ele Soiaza Campos,
em 13 de marro de 1993.
Em cumprimento ao dLsposto no art. 27 dos es-
tatutos, venho hoje pela primera vez dar-vos conta
do estado desta empreza, possuido de verdadeiro
contentamente pela feliz terminaco dos trabamos
emprehendidos e marcha regular do servieo da il-
luiuinai-o gaz o abastecimento d'agua potavel
na cidade de (Miada, cargo da companhia Santa
Thereza, sok minha gerencia.
Congrtuo-me eomvoseo p>>r esse satisfactorio
resultado, tendo-se principalmente em vista o pe-
queo capital empregado na execucao de toda* as
obras, ruja solidez acha-se reconhecida.
Halanco.
Aprev.nto-vos o balance, fechado em 31 de de-
zembro prximo lindo, acompaado da demodMra-
eio da conta de lucros e perdas. mostraodo un>
sakdo de 4:629^360, que passa para o seguinte se-
mestre.
De acord com o art. 33 dos estatutos, foram
deduziduf 10 % do lucro liquido para fundo d
reserva, na importancia de 943533, e fixado o i."
dividendo ra/.ao de 6 "/ ao anno, veneido nos cin
cu ltimos mezes, em que funecionou a empreza.
Para esse satisfactorio resultado, no comeco da
empreza, en to curto espaco de tempo, concorreu
o lucro obtido no servieo aa canalisacao e venda
.le apparelhos aos particulares, o qual se acha-des-
criminado na respectiva conta.
Capital.
Por decreto n. 5149, de 27 de novembro ultimo,
foi oncedido o augmento do capital, solicitado por
deliberacito de assembla geral dos senhores accio-
nistas en sua sessao do mez de agosto ultimo, ele-
vando-sc assim a 300:0004000.
Na quadra que atravessamos, difllcl tem sido a
enlistan dos30:HO0000 autorisados para fazer face
ao pagamento do debite contrahido para termina-
cao das obras, pelo que estamos obrigados pesa-
dos juros.
Apenas 9) aecoes foram subscriptas, restan*,
anda 910 no valor de 43:50MO0O, cuja emisso
deligencin.
Da lisia annexa consta quaes os associados i>
Coinpanliia e o numero de acjOcs qne possoem,
sendo todos os accionistas primitivo?, nao havendir
transferencia Uguma a registrar, excepto a de 40
aeeoe-;. que, por fallecime.nto do Sr. Joao da Canda
MagaHlfs, passanm ao seu herdeiro Dr. J-)5o Ma-
ra Seve.
Valor da empreza.
Do balanco veris acharem-se todas as obras d
gaz e agua no valor de 197:0064410, at 31 de de-
zembro do auno passado, deven lo anda elevar-se
por despezas poslerormenfe realisaoas com as
obras, mas que nao podero exceder de 5:0004-
Aiuda assim, era be'ni difflcil acreditar que as
obra-, tjiie se acham edificadas, privilegios, admi
nistracAo, direitos de expediente etc. etc., podessem
cuslar lao pouco, e creio mesm. ser esta empreza,
mire nos una das que mais sobresahen pela eco-
nomca distribnicao do seu capital, devdo, sen
duvda, a pratica e eonhecimento que na provincia
j boje se tem adquerido pela execucao de ootras
Obras da companhia.
Acham-se terminadas todas as obras.
Depois da retirada do engenheiro Sr. William Ri-
chards, para Inglaterra, foram feitas as cobertas
dos tanques da ribeira e dos Milagres, as obras
d'arte para tomada d'agua no lugar denemnado
Cambe, cima da povoacao do Beberibe, canaaa-
cao geral, e especial para os cincoento lampeftes l-
timamente contractados, e alguns niel hora mentos e
roiiservaeao nos encauatnentos e na* officinas da
empreza.
Deixei de empreheoder a collocao do tanque
d'agua na S, e son de opino que devenios fazc-lo
mais larde, porque parece-me ijue actualmente os
lucros provaveis dessa rar. ni isa cao nio correspon-
den! s despeas a fazer com a acquisicao e coo-
locaco de machinas vapor de maior torca, ele-
vando-se as^iin o capital empregado e o costeo U
empieza, sem lucro'projiorcional.
Temos o terreno preciso para a collocaco dessc
tanque, junto ao palacio episcopal, prximo S,
o qual foi graciosamente cedido companhia por
S. Exc fivma. o Sr. bispo diocesano, atlendendo a
utilidade Ja obra, medinlo 60 palmos de frente?
90 de fundo, que podemos approveitar na occasiu
que julgarmos op|Hirlima.
Acerca das lavanderas e banheros pblicos pru-
jectados, enteudo que podeui unicament_ser fetos
estes, e ja nao dei comeco sua execucao, porque,
adiando mais eonveniente c apropriado o local de
pateo do Carino, tenho encontrado dilBiculdade em
fazer acquisicao de um terreno all, onde, sem du-
vda, collocado um eslabelecimenlo dessa ordem,
mais susceptivo] de olferecer vantagens pela af-
fluenca de familias, que concorrem aos banht*
salgados, alen de ser o ponto terminal da linha.
frrea.
Achando-se a companhia bastante sobrecarregada
de compromssos, nao sendo fcil a emisso, parece-
me prudente, nao augmentar o seu passivo, tra-
tando-se primeiramente de desembaraca-la de seus
encargos, realisando-se, entretanto, aquilto' que
forillos reslrictaiiienle obrigados.
ContractoW. Richards.
Em data de 18 de outubro prximo passado fo-
ram liquidadas as cuntas com o engenheiro o Sr.
William Richards, empreiteiro das nossas obras,
mediante a quantia de 12:0004003, que Ihe foi en-
tregue por saldo, dndonos plena e geral quita-
Co.
Ser i ico da illuminaco.
Acham-se funecionando as 190 combustore*
da lluminaclo publica, contratada con o governo
Pouco desenvolvimeuto tem apparecido para con-
sumo particular, devdo sem duvda a despeza
com a eanallsae^o, apparelhos, registro, etc. Ape-
nas 54 casas e estabelecimentos se acham oo gozo
de semelhante mclhorameato, do que por ora re-
sulta urna peuuena receita. O servieo quer para
o governo quer para os particulares, tem sido faite
a contento de todos.
A luz que estamos fornecendo ptima, mere-
ceudo essa cjassiflsacao, nao so do fiscal do go-
verno, como tambem de todas as pessoas que a.
tem observado.
Ser it-o do nuastecimeuto d'atj^ua.
Foram abertos ao publico todos os chafarizes
contratados, sendo um no Varadouro, um na Ri-
beira, um no pateo do Carino, un no largo do
Amparo e finalmente urna torneira em Duarte
Colho. A agua que est sendo supprida abun-
dantemente, folgo dizor-vos, de excelente qnaB-
dade.
O rendimenlo, pornt. ainda insignificante, conit
o tambem o do gaz. Procedendo annuncios re-
petidos nos jornaes por 15 dias, tenlei fazer a ar-
rematacao dos chafarizes i>or um anno, porm
apenas ddus foram os concurrentes qne se apre
tentaran no da e hora xados, offerecendo um
t:000 annualmente por todos os chafarizes, e
outro 8004 pelo da Ribeira.
Deixei de aceitar qualquer das_ propostas, por
desvantajosas companhia, c contina a ser feta
a arrecadacao por pessoas estipendiadas para esse
Bul ,.
Acham-se funecionando 78 penas d agua em
diversas casas particulares c estabelecimentos.
E" para sentir que nao sejam todas ellas per-
manentes, pois no invern, como sabeis,jnuita.
tero de ser suspensas pela retirada das familia.*
para o Recife.
parece-me muito conveniente facililar-se quan-
tj for possivel a inlroduccao de p3n.s d'agua, e
at mesmo canalisacao do gaz, no nuior numero
de casas.
Notando a falte de recursos da maioria-dos ha-
bitantes de Olinda, vos proponho mandas canali-
sar agua as casas que o desejarem, medianto-
ajusto, concedondo-se de. 6 a 10 ba des diarios,
comprehendido nesse ajuste o aluguel mdico oa.
canalisacao, que ficar todava de nossa proprie-
dade.
Pela mesma forma, deven ser feit a canalisa-
cSo (Jo gaz. e coHocac"o do registre, por alugur
mensalnienle pagovjtcompanhia. '

'.-'


X'

tiDfctbl & Pernambuca Quinte feia 13 de Muqo de 1873.
Assim ii.-itur.il que Hua desen vfdvimefin mais
rpido, mesmo |Hfquo umi\!:is famlias viudo para
Muida pitr lempo' 'limitado, recusara Justamente
despender qua;-ft)rtr'tpinntas com canaHsnroes
em casas que alHpM 'jwr \ssta, ao passo que
nao duvidarian for9|,Mlttguel razoavcL. fater
nao de taes neikorraenters, urna vez all stabe-
lecidos.
Semolhaalc medida MfVKfi^ || VAX *!<*&
extraordinaria em \ntfk- aufenlF di wrnita
la r-miipanMa, que nes:irja>de-i<'iiviilvec> atten-
nilo se anida a accrosoim de de<|>invre com rel.ir.ao ao unjnjfceuur d"agua. ou daran
do pesswd. f .
Tendcs ja urna j*a un tinada da roca* ar-
recadnXa no venta, <|iaad" umitas f.unitas de Re-
vi Ir si: acham ,.n#iiiiflav'faltan/s payar |ila pro-
va do invern, ajp me Jarerjf ser liM*iiiita4esfa-'
voravel, e isso avaho, porque nolei que, mesmo
nos dias de vern, em que algumaa chovas cahl-
ram, o rendiineiito dos cha'ariies decivseeu.
Iievidamentc autorisado e s<4i as liases Sxadas
.pclajlirectoria, tirmej no dia iHJ de noven bro ulli-
mi i o contrata celebrado cois o Sr. W. II Chap-
n, para dirigir as ofrnus e todo o servico,
nao so d'agua, como tambera do bbfco do gai,
por espaeo de tres annos.
Irpis ti de carv
Temos em deposito 681 toHeladks, lateado par-
te dessa quustidado ."148 toneladas lia poro ds-
earregadas do navio Qmeen ai ths Exe. vindas.de
Liverpool par cncominenda 4a romiunhia.
O* prests desse genero acliam-se anda nuitn
rievatm, tivomos-- tflfrttmetrte de partilliar d
augmento.
O nosso consumo mensa! rcgul/.u uos ltimos
cinco meies a 16 toneladas por utft.
Hcstltuirau Por aviso do ministerio d.vfhzcnda de 26 de
0 ilubro ultimo foi mandada restituir, c ollcectiva-
imnM arrecad'.ii-se a qura-tia de 3:126 a**, va-
lor dos direitos de reasumo pagos alfande g*
pelo imlenal despactodo, com exclusao, poren,
d. direitos de expediente.
I'i,(iH!iirniU de iM'.tf(-M:tl
(s noMus correspendentes i!e LiverpooL-os'Srs.
1 S. do VasronceMn* \- C- em satisfarn .1h pedi-
do feito, do t,.1tX)ean<*s ks fem de polepadas
ile dimetro e JO canos de 6", ein vet de fun-
didos, que pederan aoje contar o mximo t
40*.. remetieran de -ferro batido, cujo valor, se-
gundo a*faetn*, de'i' 2::G7,2,1 !
Conforme deliberacao da Uirectoria, acham-se
os i,.*ii'ti canos de 2" depositados no trapiche al
taudegado -Bario do Livommua-na do (trum
n. 2, e pan all irao igiuJmeale os 20 que se
.iciiarn -iurtl dci noseos forresptmdentes, por oonta dos
i|uas i* depositamos.
Conoiaiado, u;io posso deoar de rondor aqui
mi atfradcriinonlo ao mui lgno director das;
diias puijlic.is o llim. Sr. Ur. Jos Tiliureio Pe*)
mira de agalliaes, pelas utam-iras attenciosas
c.im i|iie sempnj nos tem acoluido, e promptidao
con que se prestou a examinar os nosso-
traluliu* qamu a elle reairremos, no intuito
da apjna executados com a mxima regulari-
dado.
Agraiieco ajada aos Srs. directores as pnova*
de con lianza eom ijne mu lstingueai, o CiitiiK.a-
4e; a eslurcar-me por heiu cuwprir os meus de-
vele*.
Quaeoacr. outros esclareeimentos que foreiu
prewas, no acharis prompto a minstrar-vos.
Hecife, 20 de fevereiro de tffij.
O gerente,
Justino Jos? de Sansa Campos.
m.%w,\yvo o.v ciiPAxmvsvYr.\
THEBIIZI l-:l :tl DE BKZKHKU
Aetivo.
II :^tnic.;rtes........ 197:0ft3*ti
Acedes ibsp olivis...... ll.-oOflOOO
Deposifc de earvao ;*) tons. S-.TiSfiW
Appafeibos para gaz..... ft-SW 010
Devedores panes...... 7:731 220
Kerramenta ....... i:H8j9M
*'ke e ak-atri......... 596500'
Bis.......... 11173000
t:ai-a ......... 1.J97.S
l>r. tota rVrwira llaelcl Pialara. .
Manoel losa Dantas....., ,
Mano el JosiVda Omha- Porto. .-..-.-
Rusel Alvas Barbosa.'.. ,. .
Manoel Gouca|ves Agr ...,.,..
Manuel de Mesquita Barros WanoVrlev. '
Malioel Ferreifa BartKolo. .'. ".'
Manocl Jos de Soma.......
MaiKtel l'ereira da Oiuna........
P. F. Naedhaia.........
Paulo Jos (lome........
I>r. Symphronio Ceaaf Coutinho. .
Si'hastiao Lopes (lumaraes .
Thcodoro Christ ansen ......
TlioRiaz Fe mandes da Cunta. ....
Vicente Perreira da Costa.....
Virgilio Jos da MoWa.......
Wm. II. Chapmau.......
Accijes. .
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3090
Todos crcriam no que
e'jas
todos praticariam o qup e'.tas n*Tia: romo se tal doaer.o^'nlo livesserji,!,, tmliis saben Menata loi a Osa-r, mas a Hatlro
W J.-stis \"Jt>h> l^r Apascmta mirrhas
\\dkas, aasc.i)t meus cordeiros. rndo o que
Rpsres n* trra1 *T1t>ado o o tudo que des-
ligares na Ierra ser destapado na eco. Que nia
Um pea ante Geanj, as -'
Ciri-io ipu a seo. titoo
a-este
nndas>tt crer ;l nb permi!t!ia que se fizessa nenhum dHtiaWio
THESOCBARIA V& F,VZE.NDA-
10 de maceo.
Foram remetidos ao Sr. thesouratro para srem
pagos.
Officios :
Da presidencia, mandando pagar gratificac3r
KM agentes Teeenseadores da fregoetia de rie-
res.
Ta incsm, mandando papar (rrnticaccs aas
ageutes rccenseadua'S da fregwesia d<' S. Vi-
cente.
Da msala, mandaiklo paa^r entiuVaTOos ios
agentes iccenseadores da trogaezia de Ba'rxa-
Veide.
I>a mesma, mandando pagar -gratMlcacjies aos
agentesToccuseadore* dafreguezia do Itanib.
Ha ii "sina, mandando payar ao sargunlo Ma-
noal Sot S 'pulveda, a qturUia de a0iX).
a*ecrelar.ia de pnlicia, con a cunta da* des-
peis feilas pelo respectivo portero, com o e'xpe-
dieute da misma no me/, passado
Do conimaudaiilo do jrte o Buraco, apresen-
Uiith eoata do forneciaieiito d'agua ao mesmo
no Biez passada
Da compauliia pernambucaita teira.
I- Lii'rimi'iit':
De Joaquini Ignacio Pibeira
lie .loao Kdolplio Gomes.
De Joat|uiiu Soares de Piabo-
De Manoel Joaquim do Mrauda Souza.
De Moura 4 C.
De Uinbelina Lconcia de Dorgcs Diaiz.
Foram igualmente rcuiettidoi ao Sr. pagador
pan o mesmo fun.
Itequerinicntos:
De Januario Claudino Machado.
De Vanoel Jos Soares de Avcllar.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
Tsainuco, 10 de marco de 187X
Servinao de official-maior,
Caitos Juu de S.mza Corren.
R?,
P.SSI K.
Cri|iital .
l^etras a pagar. .
Credoros diversos .
J. S. Vaseoncellos & C. .
PiMd) de reserva .
Dividendo 1 ti par rento
LneTM e |>erdas. .
fts.
379:011 ^89.1
:(00:(NH)iO0
30.i0000l)
13:024 JMO
1>:182140
9431839
:i:H02aroo
1:6295360
379:04189o
S. E. k O.
-:i-\vr\ri?i i\ CVMVA E
i.l'i'KOS A i'KHI \s l)V (11)11' v
\m\ SWTA THKRKZV EM M
m: nv.t.vincito iu: is:?.
Reeelta.
Rendimento do gaz.....
Dito d'agua .....
Ciimmfesoprimeira entrada
Francisco fbio dj Barro.
Apparslhos e canasacijcs .
de
6:G3*1S0
2:68ii80
1:0008000
7:074/310
Rs.
I7:997770>

llrspexn.
i usteios do gaz...... 1:851*486
Dito dagua......, 1:1171190
Salarto.......... 2:;i94*OOS
1 ando de reserva ... 943#53B
Primero dividendo 6 par cento 3:8624300
4:629*360
Its.
17:9974770
W, E. 4 0.
PARtXKR DA C'DWinSSAO Fl*
CJMK
Srs. itcconistM d'i companhia Santa Thereza.-
h commssao de exatne de contas, em vista do
batanen e documentos que llie foram apresentados.
das opencSw dcorridas at 31 de dezembro pro
ximo iasado, examinou escrupulosamento toda a
e-Tipturarao, c aehou tudo de ennormidade, pelo
qno de narecer que .is cuntas prestadas pela ad-
ir ni^traeao, sejam approvadas.
mtHb 12 Je marco de 1873.
Ferreira Malheas
Manuel Jos da Cunta Porto.
I,5*.c *oiMnhia Nauta Tlicreza.
Angelo Baptista do Nasrimento .
Antonio Jos Coimbra Cuimarcs. .
Dr. Angosto Carlos Vaz de 01 rafia. .
Dr. Antonio da Cunta Figueirdo .
Antonio Francisco da Silva Coelho .
Antonio Augusto Perreira I ima .
Antonio Ferreira Praca.....
D. Anna Florencia de LacerJa. .
Baro da Soledade.......
Barao de Santa Cruz.......
Custodia Jes Alves Guimares. .
Ciristvao Guilhcrmo Bre.keufeld .
Dmi|ijigos N'joes Ferreira......
Domingo- Teixeira 'Bastos......
Domingos .los.; ,la Cunta Lagis. ,
Boy de Oliveira Lacerda......
Francisco Perreira Borges......
PerreiVa & Matheus....., .
Francisco Riheiro Pinto Goimars .
Francisca Gonjalves Netto.....
Francisco de Miranda Leal Seve .
4Pefix Pereira da Silva......
Francisco de Paula Goncalves da Silva.
Francisco Moreira Pn;o Barbosa. .
rancisco Guedes de Araujo.....
Dr. Francisco de AsfiS Oliveira Maciel.
Justino Jo de Souza Campos ....
Joaquim Rodrigues Tavares le Mello. .
Jos .leronvipo Monteiro.......
Dr. Joao Maria Seve ..,,,.
Joao Carlos Bastos de uliveir. .
Joao Otnralves Torre
Jos dAzewdo Maia e Silva .' .' ."
Joaquim Maximino Pereira Vianna .
Joaquim Upes d'/Otneida
Jes'' Nogueira to Seuza .
Jos da osla Hispo. .
Jos Guilnerm-j Gnimares
Jos Joaquim da Costo Lefte
Dr. tono Din iz Ribeiro da Cunha .
Join Barth iiompa Goncalvos da Silva
JoSa Bernardiiio Bolel. [
JooJWquim AFvw. ...... >
Jorge Jaeomo Tasso .
i.jii atar-alvos da Silra .'',
LaurantlM Jos de Mirandn
Luiz l.ise da Silva GuftnarSes .
20
40
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30
COMMUNICAPOS.
.Sera necei*iirio lMne|tacttn
Ion ;i%<'i-imi* <-i\is para qne
am InilIaM mihIii;1's |<>u-
tifieiaw poNNana |eulucir
eifTcitoM para <|ue *fn rlert i**t-
I t Si ?
VI
Provado que a igrej urna sociedade perfeita
como o estado;
Provado que em virtnde de sua missao nao
pihle ella, deixar le tero poder de legislar, de
administrar e de punir;
Provado que estes mcsinos poderes llie foram
ainda directa e expressamente conferidos pelo sen
divino Fundador ;
Provado que no exercicio de seus poderes eHa
tao independente quanto o estado no cxterelrio
dos que llie conpetem ;
Provalo t|iie por consegnintft falsa c absurda'
a dutrina daqnccs que suslentam que as bullain
decretos c constitulcoes pontificias, de qualqner
natureza que sejam, nao podem ter forca nem
valor algum senao dcpols de' cnRfimafl'aS pelo
beneplcito dos governos civis, resta-nos provar
iue este mesmo beneptacito.tom'adono sentitlo lato,
como geralmente tomadh; donde resulta o seu ab-
surdo, mas no sentido restricto, urna disposicao
razoavel c da quat nio podem prescindir os es-
tados eathollcos, sendo consegulnfemcnte com
toda a razSo que se aeha adoptado pela nossa
constitu;ao.
Nos paizes em que a religiao tathnlira nao
reconberida romo religiao do estado, como sao os
protestantes, os schismaticos, os pagaos, esta dls-
posic3o nao existe:
Este facto, por si s, bastara para abrir os
ollios quelles que consideram'o beneplcito como
a exprcsso do direito que tem o estado de obstar
a que a igreja, abusando do poder que llie com-
pete, jus cavendi, invada as attribuicoes que delle
sio proprias ; uois que se assim fosse, esta dispo-
sicao se adiara lamliem, c com maior funda-
mento, naquclles paizes e nao smente nos ca-
tholicos.
Por ventura poder-se-ha razoavelmcnte admittir
que iis govemos estranhos religiao catholica,
isto aquellos que nao tem esta religiao como
verdadeira, e que conseguintemente nao reco-
nhecem a autoridade do papa neni a dos con-
cilios, tenham mais confianca nesta religiao e
nestas autoridades do que quelles que crcem
que ellas receberam do proprio Deus os [loderes
que exercem, e reconhecem e prol'essam como a
unir verdadeira a religiao que ellas ensinam, ao\
ponto de prohibirem, com) acontece entre nos, o
culto publico de outra, onaltmer que ella seja?
E nao seria preciso admittir-sc este absurdo,
sabendo-se que aqofelles governos permittem que
as bullas e eonstituicifes pontificias tenham em
seus respectivos paizes toda a forca e valor para
obrigarem os fiis catholi'os que ah residem in-
dependentemente de qnalquer approvacao da
parle diis mesmos governos (ponpie nelles nao
existe o beneplcito), entretanto que os catholicos
nao permittiriam ?
Se assim nao losse, sognir-se llia ou que quelles
estados nao sao tao soberanos como os catholicos,
ou que nao prezam a sua soberania tanto quanto
estes, ou que a dest s de una natureza mais
delicada c melindrosa que a dos outros, conse-
quencias todas evidentemente absurdas.
Siui, se os estados nao catholicos nao se occu:
pam das bullas e constituiedes pontificias c dei-
xam que ellas tenham toda a forca e valor para
obrigarem em consciencia aos fiis que nelles re-
sidem intlependentenieilte de qualquer approvacao
ou reprovacao da parto dos msmos estados, nllo
certamente por nenhuma das razies cima men-
cionadas, porque todas, como j vemos sJo absur-
das ; mas porque sabem que nenhum direito tem
elles para assim fazer, e anda mais porque sabem
que nenhum meio teriam de exercer tste direito,
quaiido mesmo, ultrapassando a esphera do sua
Dsssao, o quizessem arrogar a si.
Com cfTeito, que mcios teriaOl os governos para
obrigarem os fiis que residem c.-n seus paizes a
crerem n'aquilloem que elles nao quizessem ere-,
ou a deixarem de crer, n'aquillo em que ellos qui-
zessem crer?
Evidentemente nenhum.
Todos os seus esrorcos neste sentid) serian)
baldados.
O emprego da forca e da violencia, u'tima ratiu
lijiinnorum, j nao deste socalo, e mui deshon
rado ficaria o gove no que a ellas recorresse part
samclhante fin.
Mas, quando mesmo. pensando de outro modo
algiieni se resolves.se a uto, o quo conseguir: ?
Quando inuito conseguira que as almas iracas
e somonte estas, para evitarem solTrimentcs e
dores dissessem e fingissem crer n'aquillo em que
lias interiormente n3o erem, ou dissessem e
fingissem nao crer n'aryiillo emque ellas interior*
mente oroem pois, quanto s almas fortes, estas
zombariam da violencia e da forca contra ellas em-
pregadas, c tendo os olhos levantados para o co,
repetiriam a palavra celebre que o chele supremo
da igreja pronuncia sempre que o querem tambem
obeigar, por qualquer meio, a fazor aquilfo queem
sua consciencia entende'que nodcvo tazcr.oua
deixar de fazer aquilb q4 em sua consciencia
cotende que de seu dever fazer non possnmus
r 9cu3
vera
4 en
ir ir ivna
a yne
legislr i
verne da
'' r*rajpiejlla
- *rtt,'e 1 ftni1*r'
i vatjladeir* ferast-
oJHeonsidM-ar-se
feiJjla isMt"
" &6} prlrq Je. (
aterra, o ila Unssia,
luiio, ou jiulimer
que re|>rovava esta le
o no contraria aus s'U5
es dos-|iropS^ trasi-
Jri \0 i ITmwI
Nenhum
tonta
eflco o estado, ofterendu lUongea-lo em sna
vaioae., dissc-lhe nm ito fallando do papa : Se-
*ir, preciso boijar-lhe os ps, mas importa
awarrar-te as mies. <
. JS- a dutrina do beneplcito en toda a sua
wialdate.
S*o via esse presidente que tendo o papa as
naos MiiM-fKaan assim enm nao pedera mandar
en niityi|cr.i aheuroar i
is qntown amesni^&^usa.masnrioseexprl-
man'no Jjputafcionte, p lara a nm individuo em pwticnlar, mas so po-
blie en gara!.
Elles prnemnii arranjar i*ra a igreja e y ara o
tado uina.espcie de waiedide na qml este ro-
Net# m MSWriiil (p4o hispo do exterior) ao ser-I estado, em vez de n-l.tS em opnosicao nns eon>
e
lara caso
rrr-e-ian
presentara. lape I do le%i da rbula.
Goverrtlil) religioso, nao vai ao co nem
fp inferno ; ptege a rego.como e no qaelae
convem.
< ode a, csjadu servir-se da igreja paca os *#iu
ilainos fin; mas nao llie jirista auxilio para os
Xils celia saKarJo das almas.
Se esta dutrina fosse verdadeira, justificadas es-
tariam to rgreij fc -- Jf
Sinifseo govPrno, porque nio religioso, s pro-
tege a religiao ceio e no que llie convm, taiu-
bem pode combtela e opprinn-la quando ens-
jta. e manda aquillu quo nio llie convni, por
issii t|ue elle nao vai ao co nem ao" inferno, e
iiingiiui teria o direito. de rensura-l pur isso.
Todas as religics sero boas para elle comtanto
que nada enainem, nada mandem que possa de
rarar seos dignos lius. E
aquella que mais prompta e elicaziueute concor-
resse pajja a concajrao desses dignos fias, om-
bura s,-ja a mais falsa, a mai.- absuriLi do tiMlas,
ser a que elle mais prompta e etDcazuienle devo-
ra proteger.
Sao sei isto dizer que quelles que se acuain
frcnle do esta lo devem proceder uo goveruu delki
como se nSo, vessem auna, nem seus subditos a
tivesscm taulbem 1
Aiiserijsto.dlzfr 'que limitaudo-so a procu-
rar-mes alguuas (bqueuas vanfagens ucsla vida,
nada tlcverao fazi-r para que uo sujam eternaHieu-
te desgranados na outra 7
Nao ser isto dizer, o que aiu.la peior,.t|ue de-
voro promover, por todos os meios ao seu alcan-
ce, o em temporal de seus subditos, muito em-
bora saibam que i* mcios empregados para este
Jim nao poderao deixar de sujeita-los e nidrio
naca eterna 1
Ol bem sabia o Salvador o que diz'u quando
prevcuido os apostlos acerca, do que Uics deve-
ria acontecer, disse-lhes : Eis queeu vos envi
como ovelhas no meio de lobo -tanquum oves in-
Uer tupos.
Mas duendo-llies isto, o Salvador disse-lhes tam-
bera, para anima-Ios : Nao tenhaes, inedo, pois
que cu sou conivosco at consiuuniacRj dos so-
culo
E com elfeilo, liimada nesta promessa de assis-
tencia eterna, a groja nao se assusta uem com a
vista dos lobos nem com o bramido das tempes-
tades amootoadas contra ella pelo principe das
trevas.
Ella sabe que Duus cobre com urna proteo.'o
especial a possa a quera esbus palavras gao dirigi-
das ; que a assiste em luna empreza dillicii e llie
garante o botn xito della.
A escrptura inteira, diz uui escrip or que te-
mos vista, atiesta esta verdade a cada pagina.
t Abimeleck diz a Abraham : Deus comtigo
em tudo o que fazos. Deus mestno diz a Isaac :
Fica ueste paiz, eu serci coiiittgo e te abenjoarei.
Elle diz a Jacob: Volta para trra da teus pais,
eu serei comtigo------
O alOanC! desta palavra ainda mais mani-
do Exodii onde o Sonhor ordena a
Mhyses que v ter com Phara para que este po-
nha os Israelistas era liberdade. O.escjlbido de
50
20 nao podemos !
0 numero iofinito dc.marlyj-es e dQ confessocas
qao em todos os tompr-se crh todos os paizes tejn
honrado a igreja urna prova irrecnsaVel *f qne
diremos. ? S f
E parece que a Providencia, no intuito de
convencer di to aos mais incrdulos, apreseoia-
Dos o exemplo de urna nacao inteira, a Polonia,
storcendo-se entre as garras do sou algoz o
czar, mas sempre firme e inabalavel na t que
proCcssarron seus paes.
Nogassc, pols, o governo civil, urna, dez, mil
'fes.A mu beneplcito s bullas e constituijoos
HontiOcias coocernontos f a., dLsci{jlina da
igreja nenhum verdadeifo catholico daria a- isla
a menor importancia.
90
10
30
30
I
i*
10
JJO
nentolo, o
o da tranca^ dos Esi
'nitro tivesse declara
COUIO.
iefr.s
Certamente que_ nao-_
seiiieiliahte reprovfao
urna tal pretencio;
E nao estar noTaesnw faso*Ti rrjpronpio dos
governos civis reUtivamusjte, as leis a decwtos da
igri em materias pnrmente espiriluaest Sem
duvida qqp sim. .
Se nenhum verdadeiro lras9eiro se sujeitaria
prtlwic^pesdjmula de qiodqijer dos governos
cima mencionados, pela convircao em que todos
estao de que taes governos^ estranhos aos nego-
cios interno do Brasil, noihnm diivito tem qualquer modo contrariar
para conljoeerein de suas Je/s, du mesmo modo.
nenhum verdadeiro catholicj) sr .-ujeitaria pre-
I.'inTi-1 igualmente eslruxula dos gornos civis de
inteiyireui nja negocios da igreja, conliecendo de
tias leis, Hila convieciu cu que todos eslao de.
qup taes governos, eslranios pos; sua natureza s
colisas rspiritaaes c eternas, nenUum direito tem
para su'; porquanto se nos lres>es tcmpuraci,
que iKloin \iiiar de mis para outros paizes, mis
sojnos bra*iierosL oulri,s fiuucpzes, outros ingl-
zes, outros aleinies, outros hespanboes, oraros
jiorluguezes, etc^. etc., e couseguyitemente todos
sujeitos, as cousas quo dizem repcito u estes
interesses, aos aosso& respectivos governos; nos
intresses espirtaes, que sao os mesmos, para
toda a humanidad, dcsauparere esta distinecio
e conseguintem nte esta sujeicao.
Nestas rousas, pois, nao ha mais grogos era
troyannos, isto iio lia mais b.ra*ik.-iros nem in-
glezes, neal francezes, uem aJJemaes, nem liospa-
nhoe*, nem italianos, etc., etc.. ha somonte cutlio-
licos, todos membros da mesma sociedade, roose
guitemeiite. todos sujekos s autoridades legiti
mas que a dlrgeui c governam, jiois. que, se como
rasmbros das sociedades civis a que pertencemoa,
ost-niLi iodos abrigados a obedecer o.curuprr a
ordens o leis le nossos respectivos governos, do
mesmo modo, cono membros da igreja universal.
estamos toaos- tambera obrigados a obedecer e
cumprir os deceetos o leis /dcsta. soctodade, pois
que tao subdito*, somos nos do estado na orden
temporal e corprea, coma subditus soiaos da
igreja na ordom espiritual e eterna.
Os que obras se m de outro modo seriam subdi-
tos rebeldes, sujeitos com toda, a justicia serera
punidos em urna e outra sociedade.
E por isso que ;inma nos referimos ao verdju
deiro brasileiro, ao vdadoiro catholico, porque o
brasitoiro que- possa desobejeeer s Jis de sua pa-
tria por consideraeao para cora governos estrao-
geiros, ou que possa reeonheper a superintenden-
cia destos governps nos negocias internos della,
comprometiendo assim a soberania que llie pro-
pria, ou que possa deiejaf a derrota e vergonaa-
della < o triuinpbo do estrangeiro, assim como o
catholico que pssi dusubiuluei r ie4rdS''t|re}sffet jior considera>-ao para com os governos civis, ou '
reconhecer a snpurii|fendenjk dristcs gvernos nos
negocios Y compijcnela'* ifffla,' cdinprohietlendo
assim a sua autonoma o tornando-a serva e ins-
trimento em ve de solieranaiqaepor sua natu-
reza (caso rti ij'rse acham. qner o'saibam
qtier nao. todos aqullos que ^stontam a dorttrina
do beneplcito tomado n* sentido- lato), uw sao
vei'.laJta'ros brasileinis nem verdadaia cata'
lieos.
Sao (litios degenerados do Brasil c da igreja; e
seriam soldados qne-desertaran desnas banlei-
ras e se passaran ao iniraign. levanto armase
bagagom se tivossen oecasi para isto.
Mas, assiinrumorotitra os priineiros ae leis.io
estado fulminan justamente a pena de morle ro-
mo traidores patria, assim. tamben contra.os
ltimos as leis ocdeeiasticas fulminan justamen-
te a pena do eraommimho (morte espirilnal) Civ
mo traidores.! igreja, nii tio digna-de ser amada
cuino a patria, e ainda mais porque trabalha pa-
ra a Micidade eterna do todos tos, entretanto que
a outra s pode procurar a alguns a felicidado
passageira que se pode gozar na torra.
K' por estarein convencidos desta verdade que
os estados protestantes, .chismaticasi eu pagaos
ni o se prooccupam dcstas leis e deixam os catho-
licos, seus subditos, em plena liberdade de nb.
decerein a ellas como om consciencia sao obriga-
dos. bem cortos de que assim como os inglezes,
por exemplo. que se acham residindo no Brasil,
obedecen s leis brasileiras sera deixarem por is-
so de tambero estarom sujeitos s leis ingieras,
assim os catholicos obedecem s leis da igrhja ssm
dtiixarem por isso de ser tambem sujeitos leis dos difterentes paizes a que perteneem ou nos
qiKios resiccm, visto que naihnma oppesiciio po-
de haver entre unas e outras, atienta a natureza
das cousas e dos intresses que ellas sao destina-
das a dirigir e'Tcgular.
V<*-se. pois, que a dutrina da deseon nanea nio
pode explicar a existencia do beneplcito nos es-
tados catholicos, viio que esta instituicAo nao se
aeha em nenhum dos outros estados que sao to
soberanos como elles.
Domis, esta dutrina por si mesma inadmis-
sivel como injuriosa nao somonte para aquelle do
quoni se desconfia, pois que o stippoe capaz de
commetter o mal, senao tambem para aquelle
mesmo qne desconfa, pois que o mostra atomado
de um sentimento que nada tem de nobre.
Ella poptanto, inwneiliavel coma idea que
se deve f do respeito que Ihe devido.
Considerado como a porsoniticacao da sabedo-
i ia. elle dove tudo regular, tuda prevenir, mas de
uingiiem pode desconfiar.
A seguranca comprehende-se como acontelha-
da pela prudencia, mas a desconfianza anroiixa-
i ia os lajos aue ligam os homens entre si e aca-
bari.i com toda a so?iedade, pois quem diz socie-
dade diz precisamente confianca.
Alem disso, se fosse licito ao estado desconfiar
da igreja, tambera seria licito a esta, e talvez com
mais fundamento, desconfiar do estado.
Caber-lhe-hia, portanto, igualmente o jueca
rend, isto o direito do beneplcito, como ge-
ralmente tomado, relativamente s leis civis, assim
como os encomiastas do estado querem-que per-
tenca a este o mesmo direito relativamente as leis
ecclesiasticas.
quelles que protestasset contra isto, nao evi-
tariam a condemnacao do bom senso ; seriam re-
conhecidos como manifestaraente injustos queren-
do, na phrase vulgar, santo para si o diabo para
os outros.
E como pederan) existir juntas estas duas so-
ciedades animadas assim deste sentimento dissol-
vento urna para c m a outra, sem haver um su-
perior que as ertffllvesse ?
O resultado de um tal estalo de cousas seria
neeessariamente a guerra.
AqiHIa que fesse vencMa ficaria sera aecio e i
tuerce da outra.
E nao admira, porque isto mesmo o qoe-oue-
rem os inimigos da igreja, qne contando com a
victoria, visto que elta nao tem por i a forra ma-
terial, a nica na qnal elles ereem, pretenlem
reduzi-la ao papel degradante de serva sem seletn-
brarem do que Ihe fo|. dito : Et potlee infer non
prevalebunt adversas eam Eas portas 00 Infer-
no nao prevalecern contra ella.
s-
tambem nma promessa de triumphos incessantes
Quero bem ser leu Who e protoger-t com to-
do a meu poder, fazbm dizr ao estado os senbo-
res do beneplcito no sentido lato, mas em eom-
pensaeao sers minha serra, isto 6, nada ordena-
ras, nada ensinars seoao o que m agradar, se-
nao o que eu julgar conveniente par os moHs
intuitos.
E o que mais admira qne, nao sewto a o-
ropa esta doutriiia, sustentada senao por aguns
dos apostotos do absoluiLtino, o seja entro nos pe-
los que, se djzoni apostelas ta liberdade I
Estes senhores nregam a liberdade da conscien-
cia, mas contradictorios consigo mesmos, qne-
rem-na. sujeinr aos goieraos- dataonl quo os fleto
nao posaaro crer neo prancar senao o que eos,
vier quelles que elle creiam e pratiquem. Em
outros termos, querem libertar as consciencias da
domi nacao da igreja que tem a raissio de dirigi-
c (merem suieito-las ao estado, tornando assim
las
seus ebefes rardadeiros califas I
Un presiden* de parlamento era Franja no
lempo ae Luiz XIV*, monarca* tio absoluta que
Deus hesita, espanta-se e perturba-.se ; Deus
tranuuillisa e ll^o. promette o bom successo. iloy-
ss. diz a Deus : Quem sou eu para ir lor com
Phara e para fazer que os filhos de Israel saiara
to Egypto ? Deife Ihe responde com urna s pala-
vra, mas esta palavra diz- tudo : Eu serei com-
tigo.
No meio da- dre do captiveire tle Babylonia,
Deus diz a Jeremas : Eis que cu te ostaboleci
boje como nma cidade forte.... Elles eoaibatcro
contra ti, mas nada consegu ro, porque eu serei
comtigo.
.. E" a mesma prophecia c a mesma promessa que
Jess Christo fez sua igreja, e a historia d teste-
muuho de que esta, prepliecia se tem realisado c de
que esta promessa nao tem sido v3', pais que ha
drzenove seculos os lohos nao poderam ainda de-
vorar esta ovelha ; por outra as portas do inferno
nfi poderam .inda prevalecer contra esta igreja !
beneplcito, tomado na sentido lato, isto no
sentido de tornar a igreja serva do estado, pois,
tanto valora pretender se que nenhuma de suas
eonstitui.des e decretos tenha for>;ado obrigar aos
fiis, ainda inesm > no foro interno da consciencia,
sem sor por aquelle e nilirnimla, com tida a ra-
zio qualificado pola igreja como dutrina exocra-
vel e cuno tal por ella condeirmada reprovada,
mas felizmente esta dutrina, para confusao da-
quellcs qne a sustentara, nao se aeha adoptada em
untiura paiz do mundo, tao evidentemente absur-
da ella !
E' verdade que em alguns paizes (os gentos),
matam-so os misionarlos catholicos; que em ou-
tros se tem prohibido, posto qu intilmente, a
publicacao das constituices e decretos pontcios
para que nao clieguem ao conhecimento dos fiis,
mas em nenhum se prohibe a estes que obedecam
em consciencia a estas constituifoes, a estes de-
cdelos, como do dever delles, porque tal prohi-
ban s' ra irrisoria, pola falta absoluta de mcios de
a fazer effectiva, comoj fica anima mostrado.
VII
Qual hoje o grande desidertum dos liberaos
mai* adiantados assim na Italia Como nos.outros
paizes catholicos da Europa ?
A liberdade absoluta da consciencia, o que elles
exprimera pela formulaA igreja livre no estado
livre.
E como conciliar-se esta dutrina com a du-
trina do beneplcito e com a dutrina da protec-
ciio p na seus dignos fins f
Seria livre a igreja quando nada poderia ensi-
nar, nada poderia ordenar aos liis sem qne para
isto obtivesse primeiro a perraisso do estado T
E" evidente rjtio nao f
V se-, poisj que a dutrina que faz da igryja
serva ou instrumento do estado coademnada nao
somente por ella, senao ainda por quelles mes-
mos que, nao amando-a, nao podem todava des-
conhecer sua soberania e sua independencia as
cousts espirtaes c eternas que sao de sua mis-
sao. 0 que querem os liberaes italianos ?
Qcrera que a igreja possa ensinar e ordenar o
que julgar conveniente ensinar e ordenar relativa-
mente a santificado das almas, independentemen-
te de toda a iuspecco por parte do estado c qne-
rent que este possa tambem ordbnar c mandar tu-
do o aue julgar conveniente aos intresses tempo-
raes dos ciaadaos independentcmente de toda a
inspofr;o por parte da igreja (no que Ihes adia-
mos rz9o) ; mas querem amda que, inditTerente
em materia de ereaca, n5o adopte o estado ne-
nhuma dolas co;n exelusao as outras, antcs>dei-
xe que os cidadaos possam professar e pregar li-
vreiuente aquella religiao que tiverem por verda-
deira, pretencao qne a igreja reprova e condemna,
porque nao pode reconhecer em ninguom o di-
reito de professar e de propagar o erro, pois que
istp seria ni vellar o bem cora o'raal,; a verdade
com a falsIdJde; o divino cohi o humano. Seria
I despoia-la do direito que Ihe foi dado e da missao
ique Hic foi conferida pelo seu Divino Fundador,
qiiando disse aos apostlos: 4 Todo o poder me
foi dado no co e na trra ; assim como meu Pai
ni envin assim eu vos envo a vos. Recebei o
Espirito Santo ; ide, ensinai a todas as naces.
etj etc.
EjrQrq&c protestara os liberaes contra a isti-
tuicaojle utua religiao do estado ?
Porque este, reconhecendo ta| religio como a
O que se nma prophecia de" hita perrferua-, nica'vordadeira, a protege con a torca d que
fjispoc. abrigando seus subditos a raspita-la ex
tmormente como todos sao obrigados a profesa
la e ama.la interiormente como a nica verdadei-
ra que .
Comprchend-se agora arazo do beneplcito
ito paizes em que a relgiio catholica reconhe-
ida como reljgijo do estado.
E'porquo rteles pajzesas bullas e contitoices
pontificias, alem dos efleitos espirtaes p ra que
sSo destinadas e quo ellas prodiixem em todos os
paizes do inundo pela forca e valor qne Ibes sao
proproa, produzem tambem, por deterranooio
dos neepeetivos governos, ottoitos civis, sendo por
isso que a igreja c ama aos prncipes que se acham
frente destes governos -bispo do exteriorpro-
toctes dos santos anones
terque gladins est in potostate ecclesia?, spi-
ritualis et corporalis, sed is quidem pro ecclesia,
ilh? ver ab ecclesia exorcendus. n
a Ambas as espadas estao ix poder da igreja,
diz o papa Urbano VIII na bulla Unam ranetav
que se aeha incluida-no direito cannico, as vico da igreja, aquella (a espiritual) p ir ella pro-
priR.
4sti-raesmcnsiin'Foneloa, a ipien nrngucm se
atrever cerUmenlc a negar sumiiia sabedoria e
grande amor patria.
Nao somente, diz elle, os principes nada podem
contra a igreja, mas ainda nada podem em favor
Itla senao obodecendo-lho. E' verdade que o
incipopodosoe zeloao chamado bispo to ex-
rior protector dos santos caones, expresso
e repetimos co n prazer no sentido moderado
s antigos, que deHa. se servlram; mas o bispo
exterior nao deve nuca emprehender as fune-
ipBes de bispo do interior : elle tem a espada na
Sao porta do sanctuario, mas nao deve ahi en-
ir. Ao mesmo terapo que protege, obedece.
E como podetiam os principes piedosos e zelo-
sos, sto os goneruos catliolieoa exercer a espade
material ao servico da igreja, protegendo-a c obe-
doi:ek4o-lha ao nesmo tempe, para que possam
merecer m denomiBacao de bispos do exterior e
protectores dos'santos-caones, senao fazendo que
as leis por ella esjabelnr.ida* tenham no utado, isto
no foro externo tanta forca e valor quanto ellas
tem por si mesmas no foro interno ?
Evidentemente nao poderiam fazer isto sono
adoptando estas leis tambera como leisllo estado,
c ordenando assim aos magistrados civis que as
cumpram e fagaui cumprir.
Eis aqui a verdadeira signilicacao do benepl-
cito -beneplucet.
E' para que os magistrados civis cumpram e facain
cumprir no foro externo as bullas e constituices
pontificias que o governo Ihes d o sen benepl-
cito,, e nao para que ellas possam obrigar aos fiis
no foro interno, como erradamente sustentara
alguns.
Assim entendido, o nao pode ser razoavclmenls
entendido de outro modo, o beneplcito como
di-craos, a expresso da confianca que o estado
ten na igreja e nao. a expresso da dcsconfianca
como querem aquelle i que o consideram supei-
cili-liinote. sendo por isso que s se aeha nos es-
tados catholicos, isto naquelles que se prezam
de ser filhos da igreja. reconhecendo-a como a ni-
ca depositara da verdade em materia de religiao,
e nio nos outros.
K' attribuico do poder executivo, diz a nossa
lei fundamental art. 101 lt, conceller ou negar
beneplcito aos decretos dos concilios e cticas
apostlicas e quaesquer outras constituices eccle-
siasticas que nao se oppozeram consUluicao ; e
precedendo approva;ao da assembla, se contive-
reui disposi';o geral.
Par esta disposico v-se t|ue os decretos dos
concilios, lettras ajiostolicas a quaesquer outras
constituices ecclesiasticas que, sendo executadas
no foro externo, prodU'.iriam efTeitos civis era op-
posiro ao que -e a-lia determinado na constitu-
cao, estao lora da esphera do beneplcito, porque
ucra o governo nem a assemlda podem contrariar
cstalei das leis entre nos.
Ve-so mais quo o beneplcito s poto ter lugar
por parte do governo, quando taes constituices
uo contivercm disposicio geral, e que neste ulti-
mo caso, s Modera ser elle concedido por meio de
urna lei especial pe a assembla g ral, porque s
esta tem no Brasil o direito de legislar para o paiz,
sendo isto mesmo o que s- pralicou com a parto
disciplinar do concilio de.Trcuto, que s tora reco-
bklo entre nos, para produzr elTeitos civis. na
seceo :4 cap. i* de Heformatume matrimonii,pi4t
loi de 13 de novembro du 4827.
De sorte que por esta lei o que o concilio esta-
tus para quo o casamento fosse considerado legi-
timo no foro interno da consciencia e aos ollits da
religiao, foi recebido entre nos para que elle fosse
igualmente considerado legitimo no foro extorno e
aos olhos do estado.
Por esta lei tal disposicio ticou sendo obliga-
toria era ambos os furos. De catholicos brasileiras
que se csam de moda diverso do quo so aeiia es-
tatuido pelo concilio, nao contrahem casamento
valido nem legitimo aos olhos da igreja nem aos
oibos do estado;
Talvez nos perganlera alguns : Por que razao
tendo o estado toda a confianca na igreja, nao de-
terminan a constituicao qne todos os decretos dos.
concilios, lettras apostlicas e quaesquer outras
constituices ecclesiasticas tivessem por si mesmas
forca e valor no foro externo assim como teein
uo foro; interno, indapendenteoiente de qualquer
beneplcito ?
Responderemos:
1.* Que) nao p'dia ser assim, porque isto seria
recoirneeer no Brasil, para os intresses temporaes
de seos subditos, dous poderes legislativos.
. Que, legislando a igreja para toda a huraa-
uidade, e nao sendo os mesmos os intresses civis
e polticos dos difterentes estados, hora poda aecn-
teoer quo, obrig-indo suas leis era consciencia a
todos os Uois, nao fosse prudente, nem conveniente
em cortos paizes, ftor ciicuinstaucias particulares,
obriga/ os cidadaos a obedecerem tambem a ellas
no fiiro" externo, ompregando para uto a forca do
que dispem o respectivos governos.
' Se elles julgam isto conveniente, concedem s
constituices ecclesiasticas o seu beue|>lacito, e'por
esta concessao os tribunaes civis fazem olFeGtiva a
sua execuco; se nao jutgam sto conveniente,
negam-lhcs o seu beneplcito ou. calam-se a res
pcito dolas, e os tribunaes civis deixam de exe-
cuta-Ias, sem que fiquem por isso privadas da for-
ca o valor que, como leis da igreja, Ihes compotera
para obrigarem os liis no foro da consciencia.
Eis aqui harraonisadas a soberana e indepen-
dencia da igreja cora a soberana e independencia
do estado nos paizes catholicos, e nao de outro mo-
do podem ellas ser entendidas, pois que assim
quo at hoje o tem sito, tanto por una como por
outra sociedade.
A igreja ainda nao pretendeu que o estado fi-
zesse executar pela forja as suas leis contra aquel-
lea que nao sao seus subditos, ou mesmo contra
os subditos della quando de tal execuco possa
resultar algum eompromettimento para o bem es-
tar temporal do mesmo estado ; nem este preten-
deu ainda, nos paizes catholicos, obrigar pola forja
que os liis que nelles residom nao obedeeam s
leis da igreja. nem creiam no que ella ensilla,
E' por isso que a igreja nao protestou ainda,
era reclamou contra o beneplaoito, como elle se
aeha adoptado nos paizes catholicos, limitando-se a
contleuinar e reprovar a dutrina daquelles, como
se expressa o concilio do Vaticano, que asseveram
poder-se licitamente impedir a cominuncago do
supremo cabeoa (da igreja) com os pastores e com
os rebanhos, ou que a tornam sujeita ao ponto de
sustentarem quo tudo quanto pela s apostlica,
ou com autoridade della, se estabelece para o go-
verno da igreja, nao tem forca nem valor, senao
quando confirmado pelo beneplcito do poder
secular.
O concilio condemna e reprova urna dutrina
que felizmonte nao se aeha reduzitla a uslituicao
em nenhuma parte do mundo.
Elle condemna, nao o beneplcito em si rfiesmo,
mas o modo pelo qual alguns querem entende-lo.
O mesmo se oonclue das palavras do santo padre
Pi IX em a bulla Quanta cura :
Ha outros, diz elle, que, renovando os erros
funestos e tantas vezes condemnados dos innova-
dores, tem a insigne impudencia de dizerem, re-
pare* bem, de dizerem que a suprema autoridade
dada igreja o, a esto s apostlica por Nosso So-
nhor Jess Christo, submetitida autoridade ci-
vil. Elles nao eoram de alllrraar que as leis da
igreja ni obrigam em consciencia, sera serem
promulgadas pelo poder civii, ato, etc.
V-se ainda que o santo padre nao so refere a
nenhuma instituico existentejjroas omento a urna
opinin, ao dito d alguns.
Creraos ter demonstrado o que pretendamos,
isto que a igreja catholica, a nica verdadeira
igreja; que ella tao soberana o independente
as cousas espirituaes e eternas quanto o estado
0 as cousas temporaes e corpreas; que suas
leis e decretos obrigam em consciencia a todo os
fiis, qualquer que seja o paiz em que habiteni
e qnalquer qu seja o systena de governo por
elles adoptado, independentcmente de approvacao
ou reprovacao da parto dostos mesmos governos;
que o benefilaeilo adoptado nos estados catholicos
nao tem por fim examinar estos leis e estes decco
tos para approva-los ou reprva-los em si mesmos,
mas somente dar-lhes tanta forra e valor ao toro
externo quantos elles toem por si mesmos no foro
interno ; sendo asrai, conseguintemente nao a ex-
presso tle desconfianza entre as duas sociedades,
mas a expresso de coniianja que reina oatre
ellas.
Pedimos desculpa aos. catholicoa por nao termos
tratado da questlo, como ella merece ser tratada,
visto que a fraqueza do nossa intelligenria
nao nos permiltio mais; pedimos tambera descula*
ao nao catholicos pela dutrina que sustentamos,
a que, parece-nos nao ser recebkla por elles com
muito agrado, visto qo, espondo nossas-Donvic-
ces, evitamos tudo o que poderia obnde-los, e
a todos pedimos que nos da^culpem algumas tro-
cas de palavras, que se derain n nossos dous pri-
ineiros artigos, e qne nao recmeamos por enleii-
dermos que o leitor intelligente fcilmente o far por
si mesmo.
Nosso tira, escrevondo esto trabaron, foi procurar
koutro-, corna fazem alguns, pois se nos puezanx.
de ser filho da igreja, tambem nos presamos de sor
fllh de Brasil.
Df. F! .V. CtVrV-
PuBlICACOCS k PEIIIDB.
--------,---------,----------------------------------_
A eompanhiaDrainag-e.
Chamamos a attenc do Exm. Sr. presidente
da provincia para a negligencia com que os em
pregadas desta companhia atienden as geraes e
reiteiradas reclamacocs.d'aquelles que sao vietiws
do ftido instipnortaver, que exhalara, as bacas do*
apparolhos pela falta constante il'agua, quer as
casas terreas, quer nos sobrados. Por ven tur*
somos obrigados a solfrer sem remedio as irregu-
laridades do servico desta companhia t
Cremos que nao.
E, confiados na justic de V. Exc, esperarmis'
que a faca de prompto cumplir os-sens deieirs*,
assim como ella solicita em mandar pregar car-
taz na tampa dos apparelbos, ameacando a todos
cora o seu -sob pena de mulla.
Alem do augmento dos alugueis das cn'as, d*
falta de trabadlo, da insufnViencia de jornal, de
carne cara i podre, ininundieia e multa, oh 6
muito !
^^ Os prfjuiUcadcs
COMMERCIli
COMPANHIA
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fretcs, diiilieiim a rsco e inaloientede qual-
quer natureza, em vapores, navios vela c
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11Corpo Santo11
ALPA.VPEGA
ftendmento do dia la 11. .
dem do dia 12.....
540:084*7:;:'
47:742#37t5
87:8I7JI<1
espiritual c mo a material; mas esta (a material)' harraonisar o direitos da gorja cota os direitos do
Descarregam hoje 13 de marco de 1873
Vapor inglez-Ottovn mereadona* para alian-
dega.
Escuna ioglezaNeiobogmorcadori? Jpara ;.l
fandega.
Escuna ingieraIort#mercaduras para alian-
dega.
Patacho inglezPriwessmercadorias parr al-
landega.
Lugar allemo-.-lI^rd -mercadorias para alia
dega.
Barca ingleza Abeoue mercadorias para a^
fandega.
Patacbo inglez -Ftging Fram farinlia de trise
j despachada para o trapiche Concei-
^ao, para conferir.
vembro.
Lugar inglezAnn Whetton -farinha de trigo j-*
despachada paja o caes do Apollo. .
llll|IOI'tU<-ilO
Barca brasilera mimosa, vmda do Rio frmdr
do Sul, consignada a. ialthar Oliveira k C, m-
nifestou :
Graxa em bexiga 496 kilos.
XartTHO 13,341 quintaes aos consignatario.
Patacho alUmao rciua, vindt de Uontevtdiu,
consignado a Baltimr. Oliveira. A i, maniftsUm :
Aluda, 6 fardos.
Ilolacha SO barricas.
Cevada 30 saceos.
Parello 1673 saceos. Farialia lO saceos, a..<
consigna taos.
DE^PACHi S DE EXPORT \gA0rNO DIA li DE
''HARf^O DE 1873 T
Para os partos do exterior
Na barca ingleza Thanton, para. Liverpool,
carregaram : Braga Son k L. 79 atacas com
5,780 kilos de algodaoe 1,800 saceos c*n 135^W>
dito- de assucar anacarado'; E. B. BabeHo k >
86 saccas cora 5,718 ditos de algodao.
Na barca portugueza uzitonia, para u\.~

IlfHKl

'
I


HVBMaHMnwnBii
JBMb t toaumb ^i^urti'fcra Wi/dertwg>4eo'a8n.
Na barca aaMYall Miara C, para Liveh-
pool earregaram : Borsteloian 4 C. >W saccas
verpool. earregaram* 1. Jafleries & C. 3,000 sao-
com 225,000 ktt|Si4cJaJsucar mase avado.
II: Borslelaiau
o-nS3,39 ij kilos Valgodab
Na barca tngteza Pa-swraiur, para Liver-
paoi, earregaram : J. Pater A C. 193 saccas com
44.133 kos d algodo. ,
No Wrigue sueco lte, para Bltico, ear-
regaram : G. .Veesen C. 73 saccas com 4,828
tilos de algodlo. ,
No navio fraaeez Albertine, para o Rio da
Prala, earregaram : A. F. Oliveira 4 C."373 bar-
ateas, com 2S.W3 kiloc de assucac branco.
No navio albifyC'.jW'f"4*. Pira o K d'
frata. carregouv A. Ifelos 230 barrica* cora
52.0j3 kilos de assoear Jaraneo.
Da galera imrtiK'uma Firmeza, para Por-
to, earregaram : E. M. Rabello A C. o'barris
com 3,600 litros demelaco.
Na barca poruajueza AIgria, para o Porto,
ca -regaran : E. IL Rabello & ll {XA% catires.
Aa galera purlukmeza Asia, para o -fortd,
arreaoii il.,1. da Cuoha Sobrinho l,(KK) saceos
i'j:.i 73.IHXJ klo< de assuear maseavado.
.Vabarca poitugueza Alexmire- JltrciUaao,
^iara bisbea, arrogaran : Amorim frmios A' G-
300 saceos coiHJUtkjO. k4 dg assucar mascava-
3 de dito branco, e
1S pipas com 7,200 litros de agurdente ; J. J.
llamos 900 saceos coi 00 kilos de assucar
znascavado e 100 ditos com 7,500 ditos de dito
branco.
Na barrabrasiieirn -Marinho III, para o Rio
ta l'rala, carrcganaai : Amar i ni Irmaos A C. 10
pipas com 48,000 litros da agurdente.
Para os partos da interior
Para o Rio'Grande do Sul, na escuua .pr-
tngueza Chritlina. earregaram : A. <>. Leite 600
barricas com 43,742 kilos de assucar branco e 30
ditas mmm *,Ml 4nm4 din niujumudn ; B. Oli-
veira A C. 210 barricas com S2,i)i6 kilos de assu-
car branco ; M. R da Alhuqnerque 500 cocos
(fructa).
Para Macan, np hiate brasilcira Alalino dos
Anjos, earregamm : $1. A. taina 8 ifcrrieas com
74' kilos de assucar b rauco ; pira Mossor, Bar-
r Jnior A C. 6 pipas com 2,880 litros de agur-
dente.
Para o Bio Grande do Sul, no patacho bra-
silero Priwipi, earregaTam : J. H. Ferreira 50
barricas, 100|4 ditas e 30|2 ditas com 17,412 l|2
kilos de assucar branco ; J. J. -Perreca 6 bar
rioa* con 833 l|2 ditos de dito masca vado.
Para o Aracaty, no hiate brasileo Grados,
irregaram : Fraga A Rocha 1 barril com 21
iilros de alcool.
Para Santos, na barca hespanhola Anlonie-
ti. nrrcgou : P. M. Maury 52 pipas com 11,310
litros do agurdente.
Para Acaraeu', no ranoi- nacional Pirapama,
arregaram : Alhciro Oliveira 4 C. 1 barrica com
. 105 kilos de assucar masca vado.
Para o Natal, na bareaea Dous Amigos, ear-
regaram : A. Oliveira A C. 2 barricas com 160
kilos de assucar trauco.
Para Mar.ianguape, ua barca'." < Monte Chita-
re, earregaram : Moreira 4 Braga 1 barrica cora
(U kilos de assucar branco.
Para Villa da Penha, na bareaea Hrnriqteta,
earregaram : Mir nda A Vicira 2 'barricas com
lo kilos do assucar branco e 1 dita com 75 ditos
de dito refinado.
Para Maeei, na bareaea Paragnassu', car-
regaram: Fe nandes A Inao 1 barril com 98
litro de agurdente 4 barricas com 427 kilos
tic assucar branco.
**wr*$ttMBZ !M1Am%SK^KDUDo;
doIlecifc*Q seus sub
do ; SOiO0 por iftliqisa d sobrad avtidade
do Recife, que conservar varandas ou sacadas de
/nadeira; 60 r3 por palmo de terreno noskpovpa-
"dos de Magdalena, fcnunga, Chacn, Caaj,.Fortr,
Poco da Panella, CarJeiroiro, Monteiro1 f-jLpipd-,
eos, que nao estiver murado, ou cercado, conscr-
vando-se as cercas em hom estado ; 40 res por
pahno do terreno em toda a exteusao da cidade do'
Recife a Apipucos, que nao esfiver murado, ex-
ceptuando-se os terrepos, que tiverora creas na-
tivas em boiu estado de conservacao ; 20^000 por
cada baixado capim dentro da cidade do Recite ;
lOOO por cada urna machina a vapor, das que
existirem ou forcm montadas na cidade do Recife
para qualquei' uiistar ; e linalmonle o impoito de
3^000 e 20*000 por eada bfxxtcira e mscate qtus
vender dentro do municipio do Recife.
Cont.iik>ria da cmara municipal dtCRetife,
dn fevoiviro de 1873. I ''!.
O fmtdor,. un!.
ypolito (kissiano de V. Auii|uerque Maranh^pj.,
.ao
OAPATAZIA DA ALFANREGA -.udinwmo do dia 1 a 11 6:9215*05
7.5185187
VOLMES SAHIDOS >fdialall...... 'nmeira porta no dia 11. Segunda porta..... Iwcwra porta _. ftapiehe CouetM^to '. . 25,912 218 193 7*1 :ii)7 27,423
SeitVIGO MARTIMO
A'.'arengas lesc.irregail'as'^in trapiche
da aii'andea no dia I a II. .
Ditas ditas no dia 12. .... .
Navios atracados no trap. da all'audeg.i
Alvareogas........
> > traptehe Coocoioio.....
62
59
GE-
BECEBEOORIA l)E RENDAS INTERNAS
RAES DE PEUNAMBUGO
R4imen|o do dia 1 a 11. 26:4974323
l.i.oi: do dia 12...... 2:0'.)55501
Fel .miiu contadorja da cmara awnici-
pal sao chantados aos donos de diver*>s eslabele*
memos de porta aberta a vlrem pagar os Impos-
tas alrazados que e aoharem a wver,'bem comp
os dentis impostas tio exereioio prximo fincio tfc
1871 1872. >j .M
Couiadoria da cmara municipal do Recie, 27
e fevereiro de 1875.
O contadorM
HypolitoCassiaiio de V Albuqueniuu Maraidj.
RECIFE DA.INAGE COMPANY.
O Illm. Sr. ongeflhciro"fiscal da companhijRe-
cife Drainage manda ftuer publteo, qne tendrttsido
al esta data repaiados ciwa dessa cinpraia os-
damnos eansaJos nos pparelnos, qnerpor decul-
lo dos toradores, querpor negligencia : d'oi em
diante scro ditos reparos feitos de conformtadp
com os arligos seguntes do reg llmenlo de de
jfneiro de 1872.
Art. 13. Os proprictarlos ou locatarios das tasas
Mi que hoiiverom aparemos funecianamlo, jpar
tieipara BO eserijitono da companhia, por esttpK)
iaUdo, qualquer inlerrupQ:\o no servifio dos aes-
mos apparellio^, mencionando a causa que *elh
den lugtir, se-for delles oonhecida.
Art. 14. Se dentro das vinte e qualro horas se-
guintes particiDaco d* que trata o artigo ante-
cedente, nao ti ver a companhia mandado examinar
e concertar f) apparellio, os propietarios ou loca-,
(arios o comuiuuicario ao cngeihfiro fiscal, que
providenciar pela forma do art/lo.
Aqt. .15 O engenheiro fiscal, logo que-receber n
commimicacb to qae. trata o artigo antecedente
examinar ou far examinar per engenheiro da
companhia a iuterruprao do servico do apparelho
e a causa desta.
1." Se pelo exame cnhecer-se que a interrup-
;ao provm de negligencia da companhia ou delei-
to da obra, ser a raesma obrigada a repara-las
immediatamente, sob pena de pagar a multa de
105000 c perda das annuidades em quanto durar
a interrupcao do apparelho.
2. Se, porm, a interrupfio provier de ne-
gligencia por parte do proprietaro ou locatario,
os reparos serito feitos por emita destes, sendo o
pagamento effecUiado do mesmo modo nue as an-|.
nuidades, incorrendo na multa do 10*000 se tiver
havido proposito ua negligencia.
Itepartico das obras publican 27 de feverciro
de 1873.
O secretario,
Feliciano Rodrigues da. Siva.
olmo onmie
eeal t tn^bwiietttnl
Pelos arimas^lyricos;
- Miaflii'iaiein lipwcionl, Vujjel e Giav^iil Nrolori
Coadjuvadosdas dirtiMlos maestros
Jls lUho, i*opH> Sr Jaisrn
Que der lugar na nottle de
V' -frira til dlr nmrra.
Honrado com a pre*nca' do
Exin. prestilcfllc da ,prmrla.
Hne-.ar* *-8 ,horas e i/eia.
DECURACES.
28:5925824
CONSl'LAnO PROVINCIAL
tv-.a hi nenio do dia la II.
D-.ii do dia I i. .
51:4915932
3:7805365
55:572*317
1MOVIMENT0 00 PORTO.
Naciot entrlos to dia 12.
Ilii de Janeiro 27 das, aligue porlagUOZ A-
) i o ///. de 370 toneladas, capitn Jos de Oli-
iii Nobre, eqnlpagem 12, em lastro ; Joa-
jui:i Jost'- (oii'/alves Reltro.
Hio-Grande do Sul 23 dias. barca brasilcira
vi'', igeiro, cqaipafem 13, carga 200,115 kil-
lOS de carne, Ballhar Oliveira & R.
H ..irio 31 das, barca inglfza Khidive, de 394
toneladas, eapitao W.-'Hoare, equipagem 13, em
lastro ; Rahe Schinmottau & C.
iViioios vihiilos no mesmo dia.
de Janeiro Hrigue brasileirn Cecilia Ca-
tharineM', capitn .lose Ignacio da Silva, car-
ga assucar o outro< gneros.
i;'i da Prala Sumaca hespanhola Frasqueta,
nutitab Feliciano Rertran, carga assucar.
Mi de Janeiro Lugre portuguez Almeiiwi, ca-
'imto Pen'ira Das, carga assucar e mais gc-
Hsroe.
^Subdelegada do P650 da Panella, 12 de mareo
de 1873.Acha-sc depositado por esta subdelega-
ra 11 cavallo de cor jilazo que foi apprehendido
como furtado: quem se julgar com direito ao mes-
mo cavallo, compare;* que provando nesta subde-
legacia.'lhe ser entregue.
-O subdegado
Sebasti Alfonso do Reg Barms.
SANTA CASA DA MISERICORDIA IX)
RKl'.Il'i:.
A Rima, junta administrativa da santa casada
misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala do soas sessCesJJno dia 13 de marco, eor-
rente, pelas 3 horas da tarde, tem do sur arrema-
tadas a quem mais vantagens offeroc,er, polo lem-
po de un aires annos, ss rendas dos predios'em
seguida declarados.
ESTABELEC1 VIENTO DE CARIDADE
Ra du Amorim.
Casa terrea n. 26.....- 121000
Rn* da Guia. -
dem n. 20..........2005000
Becco da Carvalha.
dem n. o......... 2005030
Ra da Lapa.
dem 11. 8......... 350*000
Rna doPharel.
dem n. 80........18*00O
Ra dos Acoiguiuhos.
Gasa terrea n. 26 985000
Ra do Amorim.
dem n. 26......... 3035000
Ra de S. J*rge.
Sobrado n. 30........ 240$000
Vital ae Neereir >s (Cmco Ponas).
Casa terrea n. IB "...... 3405000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra das Larangeiras.
Casa terrea n. 17.......360^000
Ra da Madre da Dos.
Cas terrea n. 4....... 1:4005000
Ra da Senzala-velha.
Casa terrea n. 16...... -IMiOOO
Os pretendentes dever-o apresentar no-ncto da
arremata^o as suas llancas, ou comparecercm
aoMrpanhados dos respectivos fiadores, devendo
pafar alem da renda, o premio da qtutatia eci-
que fbr segnro o predio ment commerclal, assim como o servico da lint*
peza e presos dos apparelhos.
Secreratia da santa casa da misericordia do Re-
cife, 1 de fevereiro de 187.1.
O esrivao
Pero Rodrigues de Souza,
E3ITMS.
Sec;ao o.' Por esta secretaria se declara
n qaam interessxr possa, que aos 7 dias do cor-
rnte mez foi eonlirmaila por S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, e publicada nesta secretaria,
a sentenca do respectivo juiz coniraissario, nos
autos de medican e leyitimac4o da posse de trras
n !u?ar deuoininado-Pedia Redonda-do mnni-
eipio do Bonito, requerida pelo legitimante Manoel
'. -iquim de Vasconcellos.
S'-cretarb, 8Ifc marra le 1873.
_ secretario interino
Jo.ui Diiil/. ilib.ru da Cuulia.
O f>r Luiz Ferreira Maciel Pioheiro, juiz substi-
tuto da vara commercial da .cidade do Recife
de 1'ernamlHico, per S. M. I. que Deus guarde.
i'ieo i\#x prto presente qire n dia 27 do4cor-
rmie. mez d* nwrr/) (lepis da audiencia respectiva,
ha As arrematar por venda em prora publica
deste juia a quem mais der, jwr dnas pipas de
vml e Lisboa, avefiadas por 2005 cada unta,
importando n 4W..JW ^Ms ^1 i prn?a por
loewgio deJoio T.ivares Cordeirq contra Jos
Haroiso da Silva, e achain-se depositadas m poder
d' mesmo execu'alo ; e na falta de licitantes que
cuhram'o precoda avliaro, ser-a afrematacao
ita pelo preco da adjudmaeio v*n o abatitnento
E para que chegue aa eointiecitnento de tedos,
nnndei fazer o presente uta!, nte ser afflxado
ni. Itsgares do co|8ws e publicado pela inv
pn^sa. ,
Dado o flass^rdo n^ta cidade do ecife de Per-
a)ribnco, aos l'l de rrt'rco de \9p,
feq, Ernesto 'Mtffh.vlo Freir Pefr-ira da'Sllv, es-
&, o-sUbscTPvi. ~\x
Luiz Fene'ui MacieJrinheiro.
A contadoriaiAi *Ah a'municipal desta ci-
teide binnllica aos dnnos d diwria atoWaei-
ie-irtas departa aberla,.ttne do I* de marco vin
-dwtro cometa a eobranca do imposto de +I0II,
creado por le fflevam%nwrvn ser apresentado
pa uAesma.contadoria, o
Re.rS sibre industria '(-[
vem ler aasim pago o a
Timhpm sao 1
bi de 2*500 so1
anarunpinito ; &g(ik
e.ivie fluMr* rnchu,
nisaio, aflm de q^iepro-
,to.
em pagar o impos-;
eatabeleeimeuto que
"a carroca ou vehi-oife,
dos no wrair capital : .400 ris p- r palmo de terrena "eatr4a.
forneciiueirto d 301000)9 por mino.
A Ata administrativa da Santa .Casa de Mi-
sericordia do erie preatea *trafer -o **
necimento da carne Terne, quq boaver de cons-
aiir os oMalwk-cimentos ser cargo to'trimestre
(da.abril a junho do correqte auno, Jteaete pre-
postas na sala das suas sessoes flai "hoVm'da
larde do dia 13 do corrate.
Secretaria da Santa* (Usa de Misericordia' do-.
Recife, 7 de mar^o de 1873. ,
I i) : O escrivio,
ikliM il i
uuuntTnrjiT^,
4WflMfoiio4
WM
' -Para o porto pin
rnwcio, que recebe
" dflWnno em pepena /Us.Si$~fU&pedbv P^ibf 1a
maior parte iu '^irr^gims'it'' tngib'jij a
'tratar >no MMflieriir> de Mva k C.asei i tai do
Marqnei d OiMa i>. O.
'
IUH.f(imi\ :

ft\
l
re, entre o Hulcaunra e Adnn, rabilado o arac-
ter, peu Sra. Magdalena Brnocioni e o Sr.Gio-
vanni scolari (Doniaetti.).
5.' Grande phantaaia para opln-cleide, tocada
polo Sr. Jansen.
6." Duelo da opora Favorito.(Danitetti) cantado
pela Sra. Carolina ngel o Sr. Oiovannl Sco-
lari.
7.* Mngestoso duato da opera ma (OeUinil.
cantado pelas Sras. Magdalena rucclpni e Caed-
lina Aagsl.
2.a porte.
8 Sytnp'-onia pela nrCh -stra.
9." Grande aria da opera Attila (Terdi) canta-
da pelo Sr. Gtovanni Sdolari.
10. Cavatina da opera Betly, eantada pela Sra.
Carolina Angt.
11. A pedido, o lindo-do da opera Marhto
Falliero, ^Donizetti), cantado pelos -artistas Sra.
Magdalena Bruccioni e o Sr. Giovnnni Scoiari.
12. Caneo dos Aventureiros da liada opera
// (naivny (Gomes) fiintndr pelo Sr. Giovanoi
Scolari. Instrumentada pelo hbil maestro Colas
Filho.
13. Canconeta hespanhola Agua va I ...
cantada pela Sra. Carolina ngel,
14. Scena e cavatina da opera Attila, canta
da em traje de guerreiro pela Sra. Magdalena
Bruecioni.
Os abaixo asignadas artistas, tendo continua-
das -prensas de sympalbia e apreco deste il us-
trado publico, confiara desla vez ttnbem na sua
valiosa proteccao.
Pra. Magdalena Aruccioni
Sra. Carolina ngel.
Sr. Giovauui Scolari.
N. B. A venda des Uihetes na entrada do
tbeatro.
llavera trein na linha do Apipucos.
\USfiAtl ..JBtiiSItHfcA.
J8Kdia 15 em diajtte
g^^o dff Mrtn do
cuAfKtiiidaat Teixeira. o
iinal Ape^'^da Vmorado
'aiur KuH';i W*0*
________ dos#.
ra fnHes e pTssagens, Irata-S'* fea agencia,
ra do Coi n moren. u.i. _
TSipaiw[A, i?e^ajSCoSa
DE l
ca>.t*lr H TSJMTi
O yanw Pdnt^fbrr,
eftlrffpnra o*j**-
te aoma no din l'->
oiearreoie, asO-bo-
ras *a fijl'.
lN0rN cargay en-
Itffro^-ttie w) e$-
tua Mup pjfiguAi^-ion/ Prt-
be anda alguina carga a fretf,
,1." parte.
1. Symphonia "pola orchustra dirigida pe
h bil maestro Colas Fillm. ''
1/ Cavatina da opera travit (?e*di> 'amada
pel Sra. .NLiidale-na Rriieciuni. M
Jn^^t^AotTZy^ (^mfBt^inc^oKT^: Tua do Ti-
4.* Lindsimo duetto da/opem Mxirde Amo
i Porto.
Ag^l^'^foasahir em
te las J>a*atoclofluoutro
qaalquer uvb'.; tm' xoel-
lentes accoiuiidda'(5e|i^ para
passageiros. A tratar com

gario n. 17, 1.-andar.
Para o {Porto
Vai sabir muito breve o brjme Portuguez IW-
tmpho. Recebe carga c passageiros, a tratar com
'Tilo Lrvio Soares:; rna doVIgario n. t7.
^OiiPjLNHU KH.NAMRLCA.NA
DE
,\ata[cU ciwleiavvapor.
MACE1, ESCALAS, PENBW) E Alt*AJt''.
O vapor Mundahi,
t .inmaudante Julio,
gira para os por-
.ux> cima no dia 15
lo crrante, s 5
horas da tarde.
Rc\d)e)C|rfi|aft I da II, enatnfemandas at o
dia*ft,'Tai^en9,e*llhln'irojafrereats-as 2 horas
da tarde do dia da sabida : *scriptorio no Forte
de Malte* n. 12.
'E' asperndo do Hit de dantiro a todo o
momento o brigue portuguez Liyeiro III
que depois com possive! brevlade seguir
para o ;I'ar por ter a maior parte da carga
irompta, e para que lite falta, que recebo a
rete comiuodo : trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jos Goncalves Beltro l Fi-
fho, i ra do'Comracrcio 5.
ri
i
Wi
Oninla-fHry 13 (lo ciiiTenle.
Ultima ropresentaco do apparatoso e applau-
dido drama em 8 actos :
GHIGI
ou

de pin, bolacha, cha o a .siicar' cohhecimento do imposto. xansunmLUatbeleCJmelos pos seu cargo np
1rtatMtrp.dtN-ll a-jurnv>#ir'ajinte nno. Rd-
oelbjfrKJpoms o* sala ^ia t*rde*ite dia'iydoi crrante.
a 4a santa casa da mlerlcordalo- a*>*rneAe' &k. -' i '" *-~v
IWMvIIOj,
Pedro Rodrigues de Smsa.
i
Terminar o espectculo rom a applandid co-
media em Laclo, do autor dos Irm.ios das. Amias
Ohi'i rasii faz casa.
Principiar as 8 t[2 horas
Est em ensaios o drama historieo Carlos
3. oh a IiiiuKist> fui Hespanlin,
*pn' se prepara para o dia 25 do marco.
TflEATRQ
SANTO ANTONIO,.
Empreza\ cente.
Sabbaii lo de ni^d <1p filft.
?.a re|re.ew CIGANADE PARS
As 8'lrl horas.
i.
1 VISOS WAHITIMS.
Para o Rio Grande do Sul |
Para o porto cima pretende seguir com mnita
breviddc a escuna porlugueza Christina, tem
parte de seu carregaroeato, e para o restsnte* t|ilu.
Ibe talla, trata-.-o com s seus cousignatai ios An-
tonio Luiz de Oliveira Aevedo 4 C. no sen e*-
crtptnto A" rna do Rom Jesus n. "7, oulr'ora' rija
da Cruz.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
FORSECIMENT DF -t-.OO-^OOO AKSDAES.
A junta administrativa da Sania Casa de Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o forneci-
menlo dos generes abaixo declarados, que tm de
consummir todos os estabelecimenlos pios seu
cargo, no trimestre de abril a junho do correte
anno. Recebe propostas na sala de suas sessoes
pelas 3 horas da tarde do dia 13 do corrate.
Aletria. kilogrimnio. ,
Agurdente, litro.
Azeite doce, dem.
Arroz de Maranhau, dem.
Bacalho, kilogrammo.
Ranha de parco, dem.
Ratatas, idem.
Cha Hysson, Mem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, ideui.
Celiolas, cento. ,
Farinha de mandioca da ierra, litro.
Feijao mulalinho, idem.
Farello. sacca.
Fumo do Rio. kilogramuij.
i,az. lata.
Milho, sacca.
Manteigafranceza, bflngrammo.
Potasst, dem.
Rap, idem.
Samo, idetu.
Sal, litro.
Tapioca, kilojttamuti).
Toucinho, idem.
Vetasde carnauba,idem
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, itm.
Vinho brMicp,:Meni.
Yelas stearinas, kil.ogrartlnm.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
Recife, 6 de marco-lro 873.
O,e*ctivo,
Prfi'o-Ralrfrus Je Stmsa.
*nta ca la ,t*,rU^rill lo
l'orueiaii.'itto,:ide-as>DQjf aimuae*.
A:japta'diiutfttiva dianta casa da meri-V
**"& ifflpta amtflcaiw tteirn
CMPASUIA rKKNAMBLQ^A
DE
.1i% '"<;l coNteirn a vapor.
PAItAHTBVNATAL, "MACAO, MOSStTRO', A1\ACA-
fJY, CEAR, ,MAM)AUU', ACaJUC' E GRAtUlJ
TJk_ -iaV O vapor Phvpaa't
DQtnmnadiinte Aieve-,
de,s(|g wp paraos per-
tos cima no dia >{'>
do eerrente. as hl 4
ras da tarde.
Recebe carga ateo ara .13, eneommendas at
dia |4,passaens edinheiro a fretQaias hor s-
a tarde do da da Sabida : eScriprro m Forte i v
Manos n. 2.
-' ..'' '" .....------------------ -''
O
-Ve )
O .
4f 4>*Hl^K il Wjaltf,
At odia'lf-qVWrfpnt,
Ybrk, 'pnr 1<. VftmVTm.,
South America, o qual depou
i fhMe, eognia'^aife osporn** nk
1 par de serpentinas, 2 pares de mangas de vidrp
e 2 bollas de cores. /T "I T T
Urna commoda de mogno, Iknlelte de Jacaran-
da, i caiui Irfneeza de jacaraftd, 6-cadras de
Jacaranda, 1 Javalorio tn2 espelho, 1 maniue;ao
de araarello, 1 manjueza o'.1 9l10; cadeiras e can-
dieiros. r m
Urna excellenle ecrefiri de amareflo, 1 gllAr*
da vestidos, 1 commoda $q aran rallo, 4 appareUio
do electro piale, 1 salvaFde prala, onca de jantar,
dila para alraoco e oulros onjectos de Uso de urna
familia .
Na ra da Soledade n. (>6.
O agente Martins far leilo, por antbrisa?3-)ilc
urna familia (pie se retira para a Europa, de to-
dos os movis lotfca, prala e mais onjectpe cima,
es quaes ser vendidos pelo maior preco; prin-
cipia s 11 hora: do dia. j 1 1
LEILO
,\ SEGUNDA-FEIRA.J 7 DE MARCO.
s 11 lloras.
I"1 mandado do Illm. Sr. Dr. juiz do contraer-
ci, o agente Pinho Rorges levar- leilo as fa-
zendas pertencentes a Eslevio Candido da Silva,
constando de chita, cambraia, alifeca pma, hl de
tres, brinsv castores, chapeos altos para homens,
casimiras em corte, e mais alguns retalhos de di-
versas fazenda* ; em sen estiijrtorio ra do
Rom Jesus n. 33, primeiro anular.
_______l%
'CpWPJNHIA
TRLH0SURBAN0S
I DO
Recife Mnda e Bebenbe.
Devendo ter lugar nr
domigo, 16 do corretite,
urna corrida de boi no
pateo do Carmo, em
Olinda, esta, companbia
_ ejpodir os trena eitraor-
tMnarios que a concurrencia exigir e de que
ai nesma companltia pikler dispdr, alm dos
trenordinario kJetdoi na tabella em vi-
gor. '
Escrmtorio da companhia', ilde marro
delS73 '
O gereute inlerino,
LaMtentino Jos de Miranda
LEILAO
DE
um variado sortimento de mcrcadoria, mindozas
e mais artigos abalan declarados, existente no
arnuietn da roa do Imperador 43, por Ripii-
dacao e sem reserva de preens, e em liMes a
vonlade dos compradores.
A SABER :
Um escolhido sorliineiUo .de lustres e araad-
las (para gaz), de vidro, porcelana e bronze, can-
deeiros para kerosene, mngasele vulro, camas de
ferro e chumbo, chalarizes, lavatorios, barmetros,
thernioraetros, machinas de costura, sobre saleui.-s
e agulhas, campanhias pan portas, transparentes,
enfeites para salas, estantes para chapeos, esta-
tuas o muitos outros arligos de gosto, rpte esiaro
patentes ao exame dos concurrentes no dia
Terca-feira 18docorrente
O agente Pinto, autorisado pelos llipiidatarios
da casa de W. II. Chapman, levar a leilo a ar-
marn e mercaderas existentes no annazem da
rna do Imperador n. 45, em lotes a vnntade dos
compradores. .
Em continuago
Transferir-se-ha o arrendamento do referido ar-
raazetn pelo lempo qae taita (3 anuos e 5 mezes)
a quem offereeer maior vantagem.
O leilo principiar s M horas do dia cima.
-CASA DO 0U10
Aon .-:HH> O01>
Bilhetes garantd:Ts
lluado fitrdo da Victoria (witr'ara Nova'
n. 63, c cusa do rstame.
O abaixo assignado acaba de vender nos seu."
multo felizes Mlhetesa sorle de 5:00 em qoalra
(piarlos den. 91, a softe de H:0 em bilhete in-
te i ro de n. 1737 e q airo quarlos de n. l'J18 coni
a sorle de lt'A), alem de oulr-s sortes nieno
res de- lOi c 2U da lotera que se aeabou de ex-
trahi ('t2*j; eoavida aos possnideres a virem re-
ceber, que prompt mente sero |>ag na forma
do costume.
o mcsiiiu abaixo assignado convida ao respoMn-
vel publico para vi- no seu cstabeneknenlo com-
pr r os mui^> feKzesdiilhetes, que nao dHxar de
tirar qualquer i remio; como prava pelos mesmo-
anuuu tos.
Achara se venda os muito folires billetes ga-
rantidos da 4* parte das lobrias a beneficio da
igreja matriz do Scrinbaem, que se extrahir ir
dia 20 do correnlo mez.
Presos
Leilo
A
casa de ferro forrada de feltro e bem fresca, com
8 quarlos, inclusive o do soUo, construida pe-
lo celebre engenheiro Sr. Eaw Elont, e situadu
em terreno foreiro, com lu) palmos de frente e
400 de fundo, e lugar mui saudavel, perto do
rio e junto da estaefio de SanlAnna.
Ol'ARTA-FtlKA 19 1)0 CORRENTE
Ao sucio lia.
No annazem da ra do Imperador 11. V5.
Por intervenco lo agente Pinto.
Os pretendentes podero examinar a plaula
existente no annazem cima dito, entendendo-se
com o Sr. W. II. Chapman, ou com o agente en -
carregado da venda.
Rio de Janeiro.
Rara o indicado |>oro tai decrarregar o hrigne
nacional Gali/u. podemlo engajar frele o reato
da.carga que ainda Ihe falla : tratar rom Fran-
cisco Rtbeiro Pinto tiuimaries, ra do Bario
do Ti'iumplio n. %.
Para o Para
Segu em poneos dias o patacho portuguez Mi-
ftaelence ; para carga trata-se com Ferreira de
Ahneida & C, ra da Madre de Dos n. 36, ar-
ma 2 em.
LEIL0ES.
LEILAO
DE
BONS MOVIS: 1 mobilia
preta ifraiiceza, 1 dita de am-
'^Tello (ambas comtamDO depe-
dra marmrea, bonitos guardan
^oupa, guarda ouqh, mesas
elstica0, apparndores, gunrd s
coiikicif. machinas de|costura,
camas francezs, [commodas,
marquezSe5, ca ei as de balan-
do de vime, toilette de mognu,
l'piano francez de armario, 1
faqoeiro de prnt, berros pini
criantja, 1 santuario, relogios cf
.parede, bjecTs de ouro, es-
pelhos dourados e outros mui-
tos artigos lo uso domestico.
*>iinli-rrii-a 13 do coitciMc
HA
FEIRA SEMANAL
U>=ru do imperador n.16.
irmniem.
...... !. _____:_____ i i. 11



DE
8i apoHccsda, divida publica.
200 ac^es da caixa filial do 1
banco do Bra-
sil.
?45 dilas-da companhia de'Beberiba.
10 ditas da compnnliia de swtut^ Itilida-
' le publica.
aomeiodia
i
* fenle -Assoeifio Commercial Bde
*, fteftblff.
Km lotes a-^ebtad m cotoprdores."!
O ateaie.Pniln Jara teilao araquinkaeob' *>o a-.
'ommendattur bi# iViTira dalamba, testamti-
tein> e.inventariaute d ben dn diado Antonio
iliaqttim de^aami Rtbeiro, a por despacho do
, .Illm. Srvl>r. i>uiz.nl pbKtumvA, idas .ipoliect- :
o aat-i.mBa 4iwowmi<
^easdeiaados'po: at)Uei)e finado. i !
| c 10 leilo ser efTeoluario nodm adiara aevt
dito?, CTn frente Assnriarao C#mTercial.
;+n
Irntras aeifMafmtO^Hlit^tl94M<.^iUm^o^
ParafrMes e \**MJi*m- tratan m o-l4l UM\w%outl^90^-*>ttmtiavm^mik-
tes Henrv Forster & C., ra do*emm**'**{ la, 1 espelho oval com moMura e^uiNWiamte,
"ti A*
auisfM ac
,i i

3 -. i
tomg*'clt Jlexia-feirm tJlBWUrt'feaft^ i
A m\m : f'MoMli* i jawrafH.'Vtcb-
Engenho Monte d'Ouro
SABBADO 2 DO COftBEHTE
s 13 horaN ena iMtnto
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito es
MCial do commeivio desla eidad requerimento
dos adminislradores da massa fallida de Sinueira
i Pereira, o agente Pinlra Rorges far leilo do
engenbo denominado Monte de Ouro, sito no ter-
mo de Ipojuca desta provincia, o inaal foi penho-
rado por execugio dos ditos administradores a
viuva e herdeiros do Dr. Ignacio Nery da Fonee-
ca, adjudicados indicada massa.
Ao raeio dia em ponto, no escriptorio do referi-
do agente ra do Rom Jesus n. 33 (outrora ra
da Cruz), onde os Srs. pretendentes podem ha as informacoes necessarias.
O Sr. Olympio Fran-
cisco de Mello tem ma car-
ta nesta typographia.
Inteiro 64000
tteio 3*000
Quarto 4S003
De oorooo par" mu.
Inteiro uno
Meio UTM
uarto 1P73
Recife li de marco de 1873.
Joo Jo uiuim da Cosa Isite.
- Antonio Martins Cainpanhn leudo de se re-
tirar para Europa a tratar de sua saude.deixa por
seus bastantes procuradores : em lugar sen
socio o Sr. Antonio Goncalves iluimares, emi-
t Sr. Manoel da Costa Cordeiro Lima c em 3* o
Sr. Joajuim Jos Cuines. Recife 8 de marro de
1873.__________________________________
>'a sua da Madre de Dos n, 3, precisase de
un criado e criada para todo o servico.
= l'recisa-se de um caixeiro de 12 a 13 anno
de idade, com pratica de taverna. e que de fiador
de sua conducta : cm Santo Amaro, travessa do
Gesta n. 4.
Caixeiro.
Piv.cisa-se de. un com pratica de ninlhados para
mu estabeli-cimanto desta ordein, que d lia I
sua conducta : a tratar na na Duque de Ca-
xias n. ti, i* andar._____________________
Preeisa-se de una cozinheira jara duas pes-
soas, de urna criada para arrumacio de sala-,
quartos e rounaria, e d'uin criado para eoupei-
ro e mais servicos de casa : na ra de S. Fian
cisco ii. li._____________________________
Aluga-se
o lerceiro andar do sobrado sito na rna larga
dojlRusario n. i4 : a tratar na ra do Vigari'
a.31.
Precisa-se
GRANDE E VARIADO
DE
oxcellentes movis, boa loura e linos orys-
tacs.
A saber:
Um piano forte de Blondel c Wignes, 1 estante
para msicas, 1 cadeira para o mesmo, i mobilia
massiea) de Jacaranda. 1 mesa de sof, quadros,
jarros para llores, 2 ricos candieiros a gaz, de
erystal, 2 figuras de bronze, 4 cast'n.aes e mangas,
3 ancas o cortinados, tapetes, esrarradeiras e es-
teira forro da sala.
Urna toylete de Jacaranda. I lavatorio com pedra,
1 mesa d jogo, 1 mesa redonda de charu, 1 ca-
ma com colx.lo de mola, 2 guardas-roupa, 2
guardas-vestidos. I espelho e 2 camas de ferro.
Um secretaria de inoguo, 1 estante, diversos l-
vros, 1 tnappa, 1 globo geographiro, 1 machina
de costura (perfeita), 1 mesa com jogo xadrez,
1 taboa e pedras (jogo de gamo), eabides, 2 ve-
nezianas, 1 tinleiro com campa.
Urna mesa elstica. 1 guarda-louea, 1 aparador
armario. 1 quarlinheira. 1 relogio, 1 sof, 2'i ca-
deiras. 2 lavatorios, 1 quadro dnurado, com flores
de cera, 1 apparelho para jantar, 1 dito para eir,
compoteiras, garrafas. copV, clices, porta-garra-
fas, bandejas, cobertas de rame, objectos de
electro-plate, bancos para jardim, vasos para flo-
res, escadas de abrir, pesa e taboas de engoni-
mar, mesas e trem de cozinha. e outros objectos
de casa de familia.
>iiuta-f'irn 29 do coirenle
No primeiro andar do sobrado da ra laipo-
ratriz n. 12
Jos Henrique Trindade. leudo de fazer nina
viagem ao Rio de Janeiro. eWr a fcHao por m-
lenencAodo agente Pinto, os movis e mais ebjee-
tos existentes em casa de sua residencia, primei-
ro andar do sobrado da ra da Imperalriz n. 12,
onde se elTectuar o leilJo no dia 27 do eerrente.
O leilo principiar s W ? horas em ponto.
aiugaruma escrava para servi.o de ca-a e ven-
der na ra : no Cnminho-Novo ra do Conde da
Boa-Vista n. 34.__________________________
Aluga-se o I." andar da casa do largo da
Matriz de Santo Antonio, onde se achaaphoto-
granhia alienta, par* o rrimeirode julbo prximo:
a entender se com o proprietaro.____________
iOlibianaRosad^l'"" (;arvalho^rmeite
Anacleto Piiblio de Morae- Camino, professor
Teituliano Erueslo de Moraes Carvalho, I). Aut.i
Elizia de Moraes Freits, Jos de Freitas barbosa,
professor Manoel Sesino de Alhuqnerque Mar-
nho, D Geitrudes Montarr yos de Moraes Ca
vallio, Pedro Ernesto Montarroyos de Moraes, Lou-
renco Jos de Moraes Freilas Barbosa, Jos Alber-
to de Moraes Maranhau. Maria Elizia de Moraes
Freitas. Virginia Elizia de Moraes Freitas. Mana
Evergista Muiitarroxos de Moraes, Maria Elizia d '
M. Maranhau mul'her, lilhos, genros, oras, netosi
e netas do tinado tenenle Lourenco Jos de Mo-
raes Carvalho, agradecen] cordealmente aos p-
renles e amigos do fallecido que se dignaram no
no dia H do eorrente aeompannar seus restosmor-
laes ao cemiterio publico; e de novo convida i-
para assistirem missa do stimo dw, que tera
lugar no dia li du eorrente, no convento do Cal-
mo, s 7 horas da nianl. .
___8__mBSSB$&^
Maniid ftiiiirlo RiJxiro.
Joao Itodiigues Coidciro, Candida
Duarte ("ordeiro. rogara aos pren-
las e amigos de seu finado sogro e
pal Manuel Duarte Ribeiro para
sslirem as missas que por alma da
mesmo mandara celebrar na malr i
da Boa-Visla, sexta-feira 14 do cnente s seis e
meia horas da raanh, e djsde j somos elet:;.:
mente gratos. ______________.__-^
-, Aluga-se a easa n. fi na ra do Luna '
Sanie Amaro das Salinas : a tratar COtll Matii.: i-
Lena, na ra da Restanraea n.i'i antiga Co
COBPAKHIA PERNaMBOCANA
UE
Xavegacao costeiraa vapor
DIVIDENDO 8."
MISOS OVfBSOS
casa da mm.
AOS 5:0(X(>$Q00.
BILHETES GARANTIDOS.
A' ra Primeiro de Marco-(mitr ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do con turne.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes, um Inteiro u. 2478 c*m 80W40O,
e outras sortes de OlOOOle *WW da Wterla
que se acabou de ex(ahir lf.% ), tontida aris
possuidores a viram receber na cohfrmidade no'
cosame sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da imparte das loteras a beneficio da mfttrft d**
Serinhaein (43"), que se extrahiri na quinta-feira,
20 do eorrente mez.
PRECOS.
Rilhete inteiro 61000
Meio bilhete jr_\\f>
Quarto IJWO
EM PORgXODE lOOtjOOOPARA CIMA
Bilhete inteiro 300
Meio bilhete 1*7*>
Quarto I*37S
Manoel Marti*i fltoa
Esta companhia paga
razao de 5 /
o seu oitavo dividen
;
1
AOS 5:000*000.
Esto TOodiv os feliies bilhetes-dalnria da Be
hia, na easa felu) de. arco da Cpacjj^ kija de
ouriTOS, aa >ecife.
f^OOSOOO
de gratificac,ao \
Fugn no diaria de ma do anua pasaadt). rh
-eguetia fle Alogoa de Baixo, donde nalurai,
o escravo Damio, copliecido por Matheus, caba.
ida Je'de to annos, bem feito, muito cortez, o hos
peiiuenos. puuea barita; presun;e-se andar para
as liandoa da cidade de Goyanna. negociando com
mltdvzas. iii
Este eseravo, v boin cozinhe.ro e bem ronhec d.
porque fo rorr**>efa-alo do yigano Bacallao.
Qi-in o apprelopdW e lta-l.> em Santo_ Aiu; i .
das Salinas, ro/ Lun do Reg n. 2o, ou na
rmmiionada fregueiia. seti respectivo Jngariu,
raceber a quantia cima declarada._________
a ra da Iinperatris n. 60,
loja.
D*ttja-se falka/com o Sr. Antonio JMajquibi
_ a travessa'd,i.Dinjup de Caias ns. 1 o 3
adiara o r^>ei)(avel publico constantemenlegraii-
de sor^imeu^ii d dure de goiaba fino.________
' -* Wa trMssa do Queimado ns. 1 e 3- pwi-
sa^ae1 de min caixeiro qu tenha bastante pratici
le me loados.____________________
Qaem praaisar de um menino-de li annos,
ni pNftipar em loja de faaendas ou miudezas.
pode deixar ata redaccio carta com as imciae-,
A. Gl.



"*7
Diario de Pemambuco i- Quinto feira 13 de Matr^b de 1878.
V

* < i n wr


D0
DR. J.J^ AYER
Salsi|iari'ilia de Ayer
(Extracto coniposto)
l'ara cora da
ESCRFULA
E todas as molestias provenientes della J
As erupqdes
e todas as molestias ida pelle; taes como :
Eryslpela, postulas, borbu-
lhas, tumores, ulceras
cancerosas, chagas
MANCHAS 1)1 PELLE.
SYPHILIS
i in todas as suas formas.
Ulceracao do figado, dos rins
e do estomago.
Hydropisia, indigestoes,
e em summa todos os males que tem sua
origem na
Impureza do sangue.
1 SALSAPARRILHA DE AYER
e um alternativo para a
renovado DO SMGE
n para dar nova forra e tom *ao corpo j de-
bilitado pela docnca.
A salsapamlha do Dr. Ayer
um excellente renovador
das forjas j debilitadas pela molestia.
D VIGOR
nos orgaos enfraquecidos,


.

o systema nervoso



EXPELLE
do organismo os mos humores que provo-
cara as molestias.
QliantaS e Qiniitas doen^as nao re-


SANGUE
viciado mmn
Nestc tempo de calor, especialmente, de
grande necessiJade conservar o sangue
Puro e limpo,
v para alcanzar esse fina nao conhccemos ab-
-.-iiitaroente remedio mellior do que o
Extracto congosto



Todas as numerosas molestias que ci-
ma vo notadas, sao apenas fructos de urna
so arvore, (symptomas differentes da mesma
doenca\ a impureza deste fluido vital o
SANGUE:
arrancai a arvore pelas raizes e l morrena
os fructostambem dizemosarrancai a ar-
vore da impureza do sangue e l morrem os
sfcus numerosos fructos.
A SALSAPARRILHA
DE
AYER
[Note-se de AyerAyerAyer).
O GRANDE
PURIFICADORDOSANGIE;
A celebridade de que hoje goza a Salsa-
parrilha como remedio depurativo, alternan-
te e tnico, devida aos resultados summa-
mente satisfactorios que tem acompanhado
este
EXTRACTO COMPOSTO
DO
DR. AYER:
Hedimos ao publico em geral que tome
ESPECIAL ATTENglO
que o nico, legitimo e verdadeiro da Salsa-
parrilha o de Ayer (note-se de Ayer)
Preparado por
DR J. G. AYER k C.
N. B.
Cada frasco traz o seu competente envol-
torio com todas as direccocs necessarias, em
portuguez, e na capa vem em
LETTRAS DOURADAS
o nome do remedio, etc., e as firmas dos
nicos agentes no Brasil
W. R. assels & C.
(AGESTES DO DR. AYER).
Agente desta provincia
J. O! Doyle
Ra do Commercio.

Ama ^tVeigfflHmh
Precisa-se-de.r>j* f*fi*-*9jbtm> Ff Caldei-
rciib, *M ** rtahclaco Kiqjfa>ifetddc Brito.
Na Ma da Imperatrz n. tu primei-
ro aiK'.ar, precisa-se de urna, forra ou
f 1 escrjva, que cosiiiUiy engHti*e i faca
vires i-.ara*ias |*cygy-c ffMg
mais
fc.it.
ra <* de penca Inttia:
tratAV na roa do ff guei
-*-u-
J!
unta
* Francisco JosCaMo-l 200$ k *Rll!Caf;iO.
so, artista al faiate, transferio
sua officina da ra do Baro
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez deOlindan. 34,
primeiro andar-
l'rrcisa-;* de urna terara para sc-atnyar,
para doas peseoas, pagase" bm : la roa Direita, do engeabo (tiqui
n. 61. I de marco, tres
,a pequea fami-
lia precua-M alugar
una eozinhejra e urna
enfonunadeifa, peritas
e de boas conductas, paga-se bein, preferindo-se
eseravas : a tratar na ra do EaraMameoto n 5.
! andar, das 10 as i no as da tarde.
AitWh *** ru* ** ClU' Ne Bom lmo&, *.
, viuan 9 2* andar, se precisa de nina ama
para cozinhar e outra para enfommar.
~~lfakit*H da "urna ama de
meia idade, para cozinhar* fa-
zer o mais servir d urna casa
de pouca familia ; na ra da
Cadeia Nova, ou Detcnco n. 15.___________
Tjff l'ara comprar-a eottnhar, precisa-se
-rviJJ-x na rna da Imperatrii n. 56, loja.
Ama Ptecita-se de urna ama liara -oziniar:

Furtaram
freguezia da Escada, no dia
dios afindi um alsao com
nma estrella na'lM feqfcioT' e tem a cauda e
as dinas aparadas; i |Mro ; outro rudado
uasi russo, castrado ; mnos magres, e sem an-
dares ; o tercriru mellado gemado, tem tros
pds Lranaosf cna estrella na testa, e tem as ini-
ciaee P U Lno quarto, as quaes eslo aljruma coa-
ia apagadas, porm vem-se bem ; muito bom
andador (e? MI a tneio fcaeo, multo novo
inteiro, et dw redemoirrhos no pescoco, um
de cada lado, e est bem gordo. Paga-se cen mil
rei a qten der noticias de ditos r a valles, e os
trouxc'r ao mesmo engenho.
Ama de leite
Precisa-se de um ama, que tenha bom leite,
prefe-se livre : a tratar na ra. Neva de Santa Rita
n. 13. __________^____________
Precisa-so de urna ama para
casa de pouca familia : ra do
Imperador n. 17.
AI A
Precisa-se de urna ai a para
casa ite homens solteiros, para
comprar e cozjnhar: a rui do
Precisa-.e de una ama para andar
com nma menina de tres inezes : a tra-
AMA
Duque de Canias w. 73, loja.
Ama
tar na ra da Imperatrg n. 17, i andar.
Precisa-se de urna negrota ou moleque de
doze a qutof'e anuos, pouco mais ou menos,
para andar com una erianga da dons aanos :
na ra da Cadeia Nova, ou travessa da Concor-
dian. H.______________________________
Precisase de urna ama escrava ou forra
para casa de familia : a tratar na travessa do
Corpo Santo n. iS.________________________
Na ra do Hospicio n. 16 preci-
sa-se de urna ama que saiba en-
gommar e lavar, paga-se fctn agra-
dando.
AMA
D-se cinco contos de res a juros, em predio,
na ra delfortas n. 112.___________________
D-se seiscentos mil reis, em peuhor de nma
escrava na ra de Hortas n. 112.
o publico.
Jos Ferreira da Lruz Vieira, repetidor contra-
tado para o gymnasio provincial, tendo obtido :
rescisao do seu cnnUTtfo em fovereiro ultimo, offe
rece-se para leccionar em casa dos alumnos ou
em qnalquer collcgio, grammatica e lingua l'ran-
ceza (theorica e praiieamente), arithmetica e geo-
metra, materias que professou por largo lempo
em alguns collcgios em Lisboa. Para quaesquer
informac,5es podem dirigir-se ao Illm. Fr. Manoel
Alves Barbosa, na ra da Cadeia n. 61, ao lllin.
Sr. Dr. Jlo da Silva Ramos, e aos lllms. Srs.
Carneiro 4 Nogueira, ra do Bom Jess.
Aluga-se
i
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga ra das Per-
nambucanas n. 23, tendo boa casa de vivenda,
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na ra da Imperatrz n. 9. pri
meiro andar.
- Precisa-se de um homcm para pucha-
dor de roda, e um menino para recebedor de
papel: n'esta typographia.
Sociedade Luzo Brasileira.
Aproxima-se o dia em que deve ter lugar a
eleico dos membros da nova directora, (que na
primeira dominga do mez de abril prximo futuro)
que tem de funecionar durante o anno de 1873 a
1874; e para que essa elcicao seja a mais livre e
satisfactoria possivel, e que deveni concorrer todos
os socios; o Sr. presidente nao s advirte aos
mesmos, que por ventura se achem em atrazo,
como mesmo a todos os Srs. candidatos approvadca,
que se apresen tem antes desse dia para cumprir
os seus deveres; podendo os ltimos, em toda o
caso se inacreverem s quintas-feiras na s'de da
mesma sociedade, ra do Imperador, ou no dia
que for anaunciada qualquer sessio.
O Sr. presidente, fazendo justica a todos, pelo
desejo que teem de (jue a sociedade anda cresca
mais de nome e consideraco de que j goza, usa
esperar, que, para essa eleicao concorram todos,
contribuindo assim para o bm commum.
Outro sim, avisa que domingo, s 10 horas,
raver sesso da assembla geral, a tratar-se de
diversos negocios urgentes.
Secretaria da sociedade Beneficcnte, em 6 de
marco de 1873.
1. secretario,
Bent de Souza Jtfj/ro.
Ao corpp commercial
G. Fialho 4 C, proprietarios da botica Popular,
sita na da Imperatrz ns. t9 e 71, fazem seien-
te,[que nao tm questo alguna, com os ex-socios
do mesmo cstabelecimento, os Srs. Clorindo Fer-
reira Cato e o pharmaceatico Joio Pereira da
Silveira, que se retiraram pagos e satisfetos, como
consta dos distractos, e isto Jeito de commum' ac-
eordo. Esta nosea deca raco tem por fim arre-
dar qualquer juizo desfavoravel que possam fazer
a nosso respeito.
Rcife, doz de mareo de 1873.
G. Fialho 4 C.
Feilor.
Precisa-se de um homem portuguez que se quei-
ra cncarregar do Iratamento de um sitio : na ra
eslreita do Rosar o n. 28.
i
i
*
i
S MEDICO-CffiRGICO
0
*
0

DO
Pr. J. II. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Hinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 7 horas s 10 da manhS.
Chamadjs a qualouer hora
* -*8*&ff 0 00 0*0
Furtaram da fabrica de cerveja da ra do
Sebo n. 38, hoje de madrugada, um cava lio com
os signaos segnintes : inteiro, rxo, com poucas
pintas de pedrez, baixo, grosso, jeito de pomba,
cascos redondos, crina cortada no lugar da coilei-
ra e com o ferro E. na perna direita : gratifca-
se bem a quem o pprehender e conduzir mes-
ma fabrica".____________________________^
O ajudante interino do procurador flscal da
thesouraria provincial p^de ser p roe arado das 11
heras da nanita < 2 da tarde, no pateo de S. Pe-
dro, sobrado n. 17 A.
Aluga-se
um sobrado em Ponte de Ucha, com commodos
para grande familia, tendo gaz, agua, e todo for-
rado a papel : quem pretender drja-se ao caf
imperatrz.______________________________
Precisa-se de um homem livre ou escravo,
para entregar asquear e moer caf : tratar na
refinaco do pateo do Paraizo n. 2.
Precisa-se alugar urna ama livre, Ipara tra-
tar de um menino de um anno e fazer algum ser-
vico interno : a tratar na ra do Coronel Suassua
n. 7, ou no Chora-menino, em casa de Jos Anto-
nio Marques.____________________________
Precisa-se de urna criada forra ou escrava,
que saiba cozinhar, fazer compras e engommar,
para o servico de urna pessoa : na ra da Cadeia
Nova ou travessa da Concordia n. 1>.
AvisS.
20#000.
Frecisa-se alugar urna escrava que engomme
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno
de urna casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de urna outra que cozinhe com
perfeicao : no largo do Paraizo n. 28, Io e 2- an-
dares. ____________
Na ra do Bartholomeu n. 1 A, lava-se, en-
gomma-se e frisa-e com perfeicao, para casas de
familia, por precos commodos:_____________
Aviso.
Auscntem-sc desde o anno de 1871, em o mez
de setembro o cabra de nome Benedicto, de 18
adnoe^ pouco mais ou menos, bastante ladino,
estatura alta, cheio do corpo, ps largos, cabellas
carapinhos e um pouco afogueado pelas fentes,
tem o heico de cima um pouco levantado ; c*
padaudo e tetli as rostas marras de chicote,
piando fngio fo ter o engenlm Riqueza do en-
mnel Joao relix, c all tem mai e irmes. r*it(-
sc a todas as autoridades e capillos de campo
qne o pegando leve-o ao engenho Firmeza da
freguezia da Escada, que receber a gratifica-
co cima declarada.______________ .
felrgencia
Prectsa-se de urna ama de leite, que. te-
nha bom e abundante, para criar urna me-
nina recem-nascida, quer seja forra, ou es-
crava; porm, sem filho, paga-se bem :
nesta typographia a fallar no le andar cona
o administrador, das.9 da manhS s 8 horas
da noite, ou em Oliuda no Oito do Ampa-
ro, casa grande com porto de madeira ao
lado pintado de verde.
GABIMETE
Medioo-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73,1* ANDAR
0 DR. WHES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIZA DES.
Molestias e operarles de olbos.
Cara radical e instantnea dos
estreiumeritoi da uretra.
Consultas: Das 7stOboras
da martbJ.
Chamados: A analquer hora. /
MOFINA
Est encourac,ado I!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de olio annos, e quando o Sr. seu filho se
achava nesta cidade.
m m imMM mummm
M Novo estabelecimento JJ
dejoias. g
Ra do Cabug n. Vt.
S Neste estabelecimento se encontrar ^
4m um bonito sortimento de joias que se S
*^ vendem por tal preco que animar ao g^
comprador, attento ao vantajoso syste- ^
ma, ganhar pouco para vender mu- to, que certamente til ao compra- --
dor e ao vendedor. ;"';
Tambem se compra onro, prata c pe- -
** iras preciosas, bem como se fabrica e
;||| concerta toda e qualquer obra tendente
mesma arte.
Avisase
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa -
tos, e aepois comprada ao Barao de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de denles na
frente e as maos com cicairizes de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, quo des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da rna dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
O abalxo assiguado (u scienlo ao publico e
com especialidade a<> respciUvel corpo do com-
mercio, que iiesfi dala tew Justo e contratado
com os Srs. Manoel BeneviJes & C, o hotel sito-
na U a vetea da LingUeta n. 5, livre e desembara-
cal.i de qualquer Mus, |mrm se lpica se jul-
gaf credor do mesmo. queira apresentar seus li-
lult no prazo de cinro das, para seren pagos.
Recife. R) de marro de 1873.
Fiaucisco Machado Coelho.
Copeiro.
Quem precisar de um, competentemente habi-
litad, pode dirigir-ee ra do Mrquez de Olin-
da n. B5, que achara com quem tratar.
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cidade
do Rio Formoso. E' de animaos e com propor-
efles para 1,500 paes : os pretendentes pt^em di-
rigir-se ra Duque de Caxias n. 58, v andar,
qne all tero mformacftes.
>:;soiio
Quanto se paga p ir urna cozinheira ou coinhei-
ro para urna casa de 4 pessoas, preferindo-se es-
cravo : a tratar no Corredor do Bispo n. 59.
Nazareth
O Sr. coronel Jos Francisco Lopes Lima quei-
ra ter a bondade de vir ou mandar ra do Im-
perador b. 28, a negocio de seu particular inte-
resse.
COMPRAS.
Cobre, latao e
chumbo.
Compra-se no armazem da
vessa da ra do Inqierador.
bola amarella, tra-
- Compra-se moeda* de 20 francos : na ra
Xova n. y>, loja. ______________
Compra-se peimas de ama : na ra da Moe"
da n. 19, 2 andar.
Comprase una inobilia de Jacaranda em se-
gunda mao, na rna de Hortas n. 112.
Diarios vemos
Terco n. 68.
Compra-se
para embrulhos :
no pateo to
VrKDAS.
Roga-se aos devedores no hotel oriente, que
tm sido remifsos aos seus pagaTentos at fim
do anno d* 187, venham pagar suas contas para
nao vrem declinados seus nomes e compromis-
sos, etc. etc.____________________________
Os abaixo assignados derlaram ao respeita-
vel corpo d) commercio qne dissolveram a socie-
dade sobro a firma commercial de Andrade <^ Pe-
droso, que tinham no hotel -sito ra D. Mara
Cesar, (cando o activo e passivo a cargo do socio
Vicente Jos Lopes Pedroso, sahindo o socio Joa-
quim da Costa Andrade Livre e desembaracado
de qualquer onus, Recife 11 de margo de 1873.
Andrade A Pedroso.
Na villa da Escada
vende- se por 1:6<0 duas moradas de casas as
melhores ras, rendem mensalmente 3i : para
informaco, na mesma villa com o Sr. Joo Paes
do Nascimento, e no Recife, no largo do Terco
n. 23, com Simao dos Santos.
Manoel da Costa Teixeira retira-se para Eu-
ropa a tratar de sua saude, e deixa por seus pro-
curadores: em lugar o Sr. Jos Luiz Alves Vi-
lella, em 2o Antonio da Costa Teixeira e em 3
Jos de Souza Braz. _____
Precisa-se
alugar um escravo para conduzir fazendas
ta-se no pateo de S. Pedro n. 3, sobrado.
tra-
Fora
os ca
los.
Negro fgido
Fugio do engenho Minas Novas, da freguezia de
Gamelleira, o escravo de nome Francisco, com os
signaes segundes: preto, altura regular, barba-
do, curto da vista, olhos vernulhos, (alia muito
branda, ps grasos naturalmente, urna coro* no
alto da caneca, e muito bebedor de agurdente :
qnem o apprehender e levar ao dito engenho se
recompensara generosamente ; assim como se
protesta contra quem o tiver acotitado.________
Escada.
O Sr. Jos Affonso de Azevedo Campos, com
botica na villa da Eseula, queira vir ou mandar
ra do Imperador n. 28 a negocio de seu inte-
resse.
Casa eui Olinda
Aluga-se nma casa terrea e sotao com commo-
dos para familia, ra de S. Bento n. 18 : a tra-
tar no Recife, ra do Bom Jess n. 16, 1* andar,
das 8 i oras da manha s 4 da Urde.
Fugio da engenho Acude Grande, em Naza-
reth, o escravo Rufino, preto fulo, altura regular,
ps curtos e largos, barrigudo, com urna cicatriz
na face entre o nariz e o canto da bocea, sem bar-
ba, de 26 annos de idade, tem sido visto no Ca-
xang e Vanea : qnem o pegar leve-o ao referido
engenho, ou ra do Apolle n. 98, que ser ge-
nerosamente recompensado. OMsl
Ahiga-se
Precisa-se lugar ana eata terrea, no bairro
da Boa-vis'a, e as ras onde passa os bonds, ou
perto, com tanto que tenha ee ooouaedos segua-
les ; 2 salea, 4 barloe, cerredur tooependente,
eozinha lora e qeJMal murado : |uem ti ver para
alugar, dirja-ee ao escriptork) deste Diario que
acJHyjj| com qaem trataa, ,_ ^ ^
Utaa mulher que fax todo servico de urna cata
de familia, offerece-se a quakuer familia
nha de retirra-ee para farad* f rovineia :
O nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente. .
nico deposito na Pharmacia America-
na, ra Duque de Caxias n. 57.________
Aviso
!T|1|f||I
Voude-se por 90O| um bom escravo ?en>
vicios ii3Bi achaques, proprio para qualquer cer-
vico, cntende bem de masseira : na ra das Cru-
zas n. 39, hotel.
Cha preto e verde
Vendc-se no bazar victoria cha preto e verde
de muito boa qualidade : na ra do Baro da
Victoria n. 2, foja de Amaral, Nanueo i C.
Botinas de merino.
CANNO ALTO PARA SENHORAS
A' mmmi rt.
K urna pequea roreAo, chegucm de preasa.
Focos para meninos.
A' irsoo e reo
Estes precos. para acabar.
Na loja da Rosa Branca, ra da Imperatrz
n. 56._________________________________
Vende-se um casal de esera'os, negros, mo-
cos, sadios, bonitas figura^, com urna cria de qua-
tro annos, por ter de seguir para a Europa o seu
senhor : a tratar na ra do Rosario n. lu primei-
ro andar.
liralilican'io.
No dia 21 de outubro, embarcou no vapor lia-
hia, com destino a cidade de S. Salvador (pro-
vincia da Baha) o escravo Raymundo. que loi
remettido por seu senhor, Jos Fructuoso Dias,
para criado de um seu filho de nome Cunegun-
des, estudante naquella cidade.
f Este escravo, que mulato de 18 annos de
idade, foi entregue ao commandante do mencio-
nado vapor que seguio naquelle mez para os por-
tos do sul' do imperio.
Eotretanto, nao tendo o mesmo escravo chipa-
do a seu destino, e ignorando-se completamente,
onde possa elle existir, gritifica-se a quem pos-
sa dar do mesmo exactas informaedes no Recife.
aos Srs. Perdigo, Olivera 4 C, ou na cidade
do Ico ao mesmo Sr. Jos Fructuoso Dias.
/ADVOGADO
f URESGAMA.
Os Srs. Meuron & C, fabricantes de rap,
na ra do Viseonde deGoianna n. 157, preci-
san) de algumas ruulheres para trabalbar na
sua fabrica : a quem con vier, pode dirigir-se
a mesma fabrica para tratar._________^__
Aluga-se o 1." andar do sobrado n. 47 da ra
da Imperatrz, quem o pretender encontrar as
chaves na loja do mesmo sobrado, e se entender
com seu proprietario ra do Hospicio n. 33.
ANSoriur-iio Portugueza de Be-
neficencia dos empreados no
conantercio e industria em
Perna mhuco.
Pela quarta vez, e ordem do Sr. vice-presidente
convido aos senhores associados, a dgnarem-se
comparecer nesta secretaria ra da niperatriz
no da t6 do corrente, pelas 6 e meia horas da
manha, afim de constituida a assembla geral, se
tratar de negocios importantes, e de interesses
para esta as^ociacao. Espero senhores associados,
me dispensario convida-las mais urna entra vez,
obstando assim as despezas qut. sobrecarregam es-
ta associacao. E' aberta a sessao urna hora depois
da marcada.
Recife, 13 de marco de 1873.
S. Jote Ferreira GuimarSe,
_______________Secretario.
.. Na fabrica de cerveja ra do Brum,
se precisa de um homem para trabalhar em
urna carroc,*, de um caYallo. Na mesma fa-
brica se compra laranja da trra a 600
rs. o cento.
Aos habitantes de S. Jos
Lembra o dono do predio rus do Marcilio
Dias n. 120, um excellente armazem para um bom
estabelecimento de bilhar por ter duas frentes,
ter sido acabado de novo, espacoso, agua do Bebe-
ribe, e finalmente apropriado para esse negocio de
que tanto se resentem os habitantes desse impor-
tante bairro para sua distraccio. Sobre o alugnel
trata-se roa do Imperador n. 81. ____
que te-
na roa
Precisa-se nma escrava de
sim para ven 1er na ra : a
uararapesa. 8i.
boa conducta que
tratar ra dos
RA DO DUQUE DE CAXIAS
N. 9.
Exposicjio de plantas-
E. Pelorce tem a honra de participar ao respei-
lavel publico desta bella capital que acaba de
receber urna grande quautidade de plantas, de
todas as qualioades, flores, fructas, dalhias, se-
ment de nortalce, etc. etc. : ra do Duque de
Caxias n. 6.______ .
Aluga-se um sitio cora casa para grande fa-
milia, quartos para pretos, coxeira, curral para
vaccas, com tres cacimbas de pedra e cal, de
agua de beber, baixa de eapim e com muitos ar-
voredos de fructo : na Torre ao p de Libanio
Candido Ribeiro : a tratar na ra da Concordia
n. 32.
Fil de seda
na loja da
triz n. 56.
A 1?000 o cavado
Rosa Branca : na ra da Impera-
Ao commercio.
Guilhermino Rodrigues Monte Lima faz sciente
ao cojpo do commercio, que compran livre e des-
embaracada de qualquer onus, a loja n. I B, sita
ra do Cabug, pertencente viuva de Joo Joa-
quim de Souza Abreu Lima & Filho.
Recite, 11 de marco de 1873.
Na ra do Crespo n. 7, loja do Gallo Vigi-
lante, precisa-se de urna ama para cozinhar : pre-
fere-se escrava. ___
- ARRENDA-SE o armazem n. 4 da ra da
Madre de Dens, proprio para recolhimento de g-
neros de estiva, por estar em localidade commer-
cial : a tratar na secretaria da Santa Casa de
Misericordia. ___________.
Cozinbeiro.
Precisa-se de um cozinhein muito bom
tar na ra da Cruz, a. 48.______*
a tra-
Precisa-se
De um moteqne ou qualquer outra pessoa que
sujeitc-se a vender pao na roa : a tratar na Pa-
daria da roa Direita n. 26.
Cozinheiro
Precisa-se de um co nheiro qne seja de boa
conducta : na roa da Imperatrz n. 37, I andar.
Offerece-se
meninos
urna mulher para andar
no becco das Barreins n. 2.
com
Fugio no di* 4 de fevereiro prximo passado,
o preto crioulo de nome Lourenco, de idade truita
e cinco annos, baixo, magro, olhos grande, sem
barba, ernaa arquiadas, andar vagaroso; quem o
apprehender e levar i na d* Uniao 41. ou in-
dicar onde se adiara referido eserave, ser grati-
ficado. '
Depsitos para agua
Pequeos e excellentes tanques de ferro gao.i-
nisado, para i, 6 e 8 baldes ragua, ha para ven-
der por precos rasoaveis : a tratar na ra do
Imperador n'. t.'i.________________________
AtteiiQo.
Vende-se a loja de calcado sita ;i ra de Mar-
cilio Das n. 98, propria para principiante : os
pretendentes dirijm-se ra do Bom Jess n. l,
ioia, que achara rom quem tratar. ___________
Por OOO e por urgenlc uecessidade, vende-se
um escravo preto de 40 annos, robusto, outra
por "oOi tambem preto de 40 annos, lionita figura
na ra de Hortas n. i'6, na mesma casa ha diver-
sos cscravos para vender-se.
Manual de contas feitas.
as lvrarias Industrial, ra Nova, e
Franceza, ra do Crespo, acham-se a venda os
manuaes de contas feitas, para o mercado de a-
sucar, refinacies, padarias e outros estabeleci-
mentos, aqu bem conhecido, e de grande utili-
lidade ; c por preco commodo.
Vende-se dous engenhos perto do Itecife, am-
bos d'agua, e montados : a tratar com o Sr. Ber-
nardino de Miranda Albuquerque no engenho Pi -
taugueira, em S. Lourenco.
Grande
DEPOSITO DE FUMO
No armazem de Candido Alberto Sodr da Mot-
ta A C, travessa da Madre de Dens n. 14, ha a
venda fumo em latas inteiras e meias latas, dos
melhores fabricantes do Rio de Janeiro, Teixeira
Pinto & Poriella, Antonio Martins de Siqueira A
C.,.Lisaur Schimidt 4 C. e Torres de Araujo ;
assim como em rolos, de outros muitos fabricantes
acreditados.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado:
O Pavo vende finissimas cassas francezas de
cores com os mais delicados padrees, por terem
um pequeo toque de avaria de agua doce, pelo
barato preco do dozo vintens o covado. pechin-
cha : na loja do Pavo, roa da Imperatrz n.
60.______
Araruta verdadeira
Contina a vender-se na travessa da roa das
Cruzcs n. 4, e roa do Vigario n. 26, pelo preco de
5 K> rs. a libra, n pacote^_________________
YENDE-SE
a casa terrea n. 45 da roa Vidal de Negreires,
outr'ora pateo do Terco : a tratar na roa do Ba-
rao da Victoria n. 61.
Panno de algodo da Bahia
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaquim Jos
Goncalves Beltrio h Filho, roa do comitercio
n. 5. ___^
Rede.
Vende se urna rede de 60 brajas de ceropri-
mento, ou duas de 30 eada urna, proprias para
despescar viveros por serem multo fortes : a tra-
t ir na ra de S. Miguel da freguezia dos Alega-
dos, defronte da fabrica de sabio.
Chegou
nova remenea de hesperedina: no armaiem ti
Tasso Irmos A C : ra do Amorim n. 3T.
Vende-se
o estabelecimento da roa do Livramento n. 30 : *
tratar no mesmo, das 10 s 2 da tarde.
Annacao
Vende-se nma aado de anareHo, envi**?
da,**roadoBarioaVieori* .: f"4
na roesma.
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11 7


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Diaria'de P^aiacfe ^%iift-lera ij'tof -Mhaf^de *M*
5
3 FABRI
V roa do BqMi
o
\\ir^j;(j|iiV\CMNOB\l{VERO
ro
' \7
NACIONAL
72 /
BAZAR
Ra da Imperatriz .
.Uiteitofreir McnclcsGuimaraes
AtlSAM aos Srs. de engenhos, e ao publico em geral, que teem recebido da Europa
grande sortimento de ferragens para\njeri06e para lavoura, e quacsquer outros usos
e misteres da industria agrcola, o qCudb Formas para aSSUCar pintadas e gajvanisadas, de diversos tamanhos.
VaDOrGS ^orisontaes e verticaes j bem conhecidos nesta provincia e fra della, os
* melhores ano teem rindo a este mercado.
MOCndaS ctypletas de divefw taatanhoEfltaUflitmofttfeBem acabada.
Meias moenctoe prt -ssenur. graa ...r..
iaiXaS e I6rr0 de ferro fundid e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d'agUa de diversos tamanhos.
RodaS dentadas do divefswtarwnhosequalidades. '
OoTmertrm concertam com promptidie qualquer obra ou machina, para qpe teem
vuuwibud sua fabrca hem raontd, com grande ehora pessoal.
UnnmmonHaa Mandam vir por encorameodado Europa, qualquer neachinismo,
rillCUIIlIIieuUd p^40qW9etoorPeipondemcoBi urna reapekavel casa de Londres
e com um dos melhoresi engeaheiros de Inglaterra ; incumben?-* de mandar assentat
ditas machinas, e se responsabflisam pelo bom trabalho Tas raesjnas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
F l) N I C O DE C X K D O S O 6 .1 R M O
---------------------^------'-------------------;-----------------
i W.u, if)b
(JRM
MITA

AI't ^Weralda r^
Acaba de Jbegar a este tabejecimento um importaata sowim** de joias de
oro, do mentor josto e qualidafl que tem vindo neste genero*. como cassoletas de
nix com leltras do diamantes e pinturas linas, aderemos meios adereces com podras fi
as, etc., etc. ,.
Relogios.de ouro, de differentes kosIos e qualidades, para homens-a senhoras, des
prec/) de lWOOO at 3065KTOO, sendo estes ltimos do raachinismo mais aperfei?oado
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 163000 e iOtfOOO.
CASEMIRA PRETA A 2$500 O CORtE. ]
Venderse cortes de casemira preta pira cal-
cas de bomem a 29500, 49500, 59 e 69000.'
PANNO PRETO FINO A 49500.
Vende-se panno enfestado proprio para
calcas e palitts a 29500, 59, 49 h 59000 o
lovado.
ALPACA PRETA A 500 Rfi.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 64 rs.
o covado.
CORTES DE BRlM A 19500.
Vende-se cortes de brim para calcas de
homem a 19500 e 29000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
COI A AS DE FISTAOA 2*300.
Vende-se col tus de fusto, de cores, a
29500 cada urna.
COBERTORES BE PELLOS A 19200.
Vende-se cobertores te pellos e papados
a 19200e 19*00.
SAIAS BRINCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores a 2*000
e 29500.
TOALHAS A 800 RS.
Yende-se toallias felpudas proprias para
rosto o 800 rs. rada urna.
BOLSAS PARA YIA6KS8 A 39000.
Vendo-so bolsas para viagens a 9, Jow
desde o
pos*-




Soares Leite di Irraios, com loja de miudezas i ra do Baro da Victoria n. 28 (ou-
tr'ora Nota) peden* muita attenoto para os presos bario especificados:
MIUDEZAS.
Abotoadtrraspsra collete a 200 e 320 rs.
dem dem para punhos a SffO rs,
Talheres cabe de viado ( imitara 39000
a duzia.
dem idem cabo branco 2 B a 59500 a du-
zia.
Carea de linha branca com 40 novellos*
590 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Maco de fita chineza a 19000,
Coques modernos a 39500.
Resma de papel pautado dise a 29800,39,
39500, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem idem boira dovrada a 806 rs.
-Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 600 rs.
Caixa de pennas Perry aBOO rs.
dem idem a 400 rs.
Livros^ara notas a 320 e 400 rs.
Redes afeitadas a 19300.
Trxnca de caracol branca, a 80 rs. o
-maco.
dem lisas n 200 rs. o maco.
Microscopios (sem vistas) a 29000.
Duzia de pe^as de cordo imperial e
320 rs.
fedkpensaveis de couro da Russie a
109000.
Loques para senhoras a 29000, 49000 e
79000,
Vara de fita esooseea larga (heje grande
novidade) a 49000.
Duzia de collarinhos bor Jados para ho-
mem a 89000.
dem idem lisas a 69000.
Duria de cachimbos p de -gallinha a
39500.
dem idem de madeira com tampa a
39600.
Duzia de majas para homem a 39, e'59
9000.
dem idem para senhoras a 49 e 79000.
Lamparinas gaz a 19000.
Grosa de botes de osso para -oalc,a
tOOrs.
Grinaldas para casamento a 29 e 59000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do.a 89600.
dem idem idem lisos a 29500.
Garrafa de tiata roxa extra-fina 19000.
Pecas de fita de velludo de todas. as coros
e larguras.
dem idem de grosdenaple, idem.
Sapatos de trasca, tapete, casemira e char-
lte.
Mascaras baratas.
Chapeos para senhoras a 89000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200.
Idem idem kananga do Japo a l200.
Idem idem divina a 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco de oleo oriza e philocome a 19000.
Idem idem antique a 400 rs.
Opiata milito boa e fresca a 19, 19500 e
29000.
Tnico oriental de Kem a 19000 o frasco.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
dem dem de pos chinez, o que ha de
melhor, 500 rs. e 19000.
Mago de sabonetes inglezes a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendga a 29500
e 39600.
dem idem com flores a 19500.
Frasco cora Sal6aparrilha verdadeira a
39500.
Agua de cologne, banha em frascos e
muitas perfumaras de gosto e baratos.

QUINQUILHARIAS
'Mascaras, brtquedos para riancas, bollas de borracha, tambores, cobras de madei-
ra, etc., e muitos objectos que-se tornara longo mencionar.
28 Ra o Baro lia Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
Carriahos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro. ,
Cestos d'arame para fi
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisada para cobrir casa
Pcegos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodo.
\ Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Salangas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES t C.
RIL4 DO BOM JESS. 4.
Adereces de -bei-
Jhaities, esmeraldas
rubias e perolas,
voltee de perfilas.
Obras de ousoe
prata de todas as
quididades.
SAPIIRA
N.
NOVA LOJA
2 ARa do
DE
DE JOIAS
CabugK 2 A
BARROS rt III IIO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisigo de
joias as m ais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao resneitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
razoavel.
Vendo, arreada se n permuta-se, pon
i trras qoe frrara para plantar canna, nma padaria
sita no pateo da feira no povoado dos Mr nte.s; a
( chegar pelo navio lean flartM/aJtraUr com seu proprietario noraemo povoado; e
das fontes P81"* ttormi&ot, com os Srs. Rocha Lima & Gui-
m\ m vichi
nova rem*sa de Agua de Vietrjr.
GraDde Grille, Hauterive, Cetestlos, HopiUl
damea e Chateldon, era casa de Tisset
roa do Commerrk) n. 9.
y i maraes, ra do Bom Jesns (Sntr'ora da Cruz) n.
PrfrB 10, ou com o Sr. Nicomedes Maria Freir, no
rren*' Caes do Apollo, n'esu cidade.
Cassas avadadas
Muito finas nadr&es intoiramente novos com
um peoaeno toque oue mal se percebe, a 940 rt.
o oorado, absfiaem de presta a pechincha aa loto
Rosa Branca, roa da Imperatriz n. M.
Pedra marmore.
UVA DO CABUGA N. 5
MOREIRA DUARTE & C.
,1*1
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 440, 280, 320 e 3G0 rs. o covado.
CHITAS PARA COBKRTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cuberas a 280
rs. o ovado.
MUSSELINA DE CORES A 400 R$
Vejido-se musselina finas, de cores para
Vestltos a 400 rs. o covado.
FLSTAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vande-se carabraia baptista para vestidos
desenhora a 400 rs. o covado.
e 4^000. ,._,.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DLZ1A.
Vende-te leaflO braiicos a 29000 a du-
"* CROSDENAPl.ES PRCTO A 19800
Vendo-se grosilenaples preto para vestidos,
a 19800, 29, 9500, 39, 49000 e 59000 O
covado.
MADAPOI.AO FINO A '.9000.
Vende-se pecas de madapolo, a '9000,
49500, 59, <9, 79000 e 89000.
ALGODAO A i900.
Veiide-sc peras de algodo bom a 49,
',9300,59, o 09000.
ALGODAO KNFESTADO A 900 RS.
Vendo-se algodo enfestado a 900 rs. o
| metro.
A LOJA BOM PASTOR

RECEBEU
Apparelhos de mesa de C. Christofle de Pars, fabricante de
p^aquo mats acreditado na Europa, tanto na qualidado como
a limpeza dos seus modelos.
Faqueiros era caixa, colheres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas de 'todolamanho, galheiteiros, serpentinas, castiraes,
saloiras, fanheiros, etc., etc.
Reoebeu tambem
GraiWte sotintento de quadros muitos virop, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nesta praca.
Recebe eneemmenda para o Porto, Lyon a Pars.
Ealirira de ornaiveiitos para Igrqa^ e imagens
HOWE
ARMAZEM
Da melfior quahdae para todo genero de
obra, retama-se por proooe copmodos ; na roa
g- Madre e Deas n. i.
SOARES LEITE, BUHAOS
NICOS CENTES
A*
Riia do Sarao da Victoria n. 28
As maishimples, ag mais baratas e as melhores do mundo!
Na expxisic^o de Paris^ em 18*7, foi concedido a
Elias Howe Juniac, a medalha de ouro e a condecora-
do da Legio de Honra,, por serem as machinas mais per.
Ra Duque de Caxias n. 29.
0s proprietario! deste bem montado estabelecimeotn scieniifif.airi 10
*espeitavel publico destt provincia que se achara cora um variado completo .ru-
sento de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, s-nio enea escolbidos por nm doi
Olios qoe se acba actnalraente na Eoropa. 0 mesmo ten cojlactlo m os molborai
fabricantes daquellecontinente as remessas dns mnis ricas mobilia f itas a!li.
Na officini tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve
oharn visitar o estabelec'mento, aonde cncomnrao a rwlidadfl de qoe acabam de expr*-
ne se pode examinar; ricaB e completas mobias de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, a-
marello, ate, ricas a elegantes camas deja caranda, pao elim, lalarelto, etc., etc., gcarda
vestido de amarello, guarda louca de nogi.eira e de amarello com Umpo da pedfa, pa-
radores de d:to dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
LJ-and, amarello, pedra, secretarias da Jacaranda e mognocus tureiras oe uiogno, san-
ioarioi, thears para bordar, berco, lavatorios com espelbo, de pedra marmore e sena
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e tauos ontros artigos qoe deixamoi de
mencionar por sejtcruar en'sdonho
eitas do mundo.
A medalla de-ouro, confenda a E.
.Estados-Unidos por ser o inventor da
tura.
Howe Jnior, nos
machina de cos-
A medalha de uro na expoaico de Londres acreditam
esjasmachinas.
A 908000
Cabe-nos o dever de acnunciar que & companh das .machinas de Howe de Nova-
otk,-estabeleceu sesta cidade ra lo -Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pereambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Amo. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeco de seu trabalho,
empregando uma agulha mais curta com a mesma qualidado de linha que qualquer outra,
e pela introdcelo dos mais apexfeigoados.apparedhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as nelhores machinas do mundo.
As vmkagens destas machinas sao as segufates:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, paca isto prova iaeontestavel, a
circumstanca de nunca terem apparocido no rnercado machinas d Howe em segun-
da mi.
Segunda.. Con-tem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceka.Ha nellas menor friego entre as.dirersas peca, e menos rpido ^estrago
do que as outras.
Quarta.Eonuam o ponto como e fra feito mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
nae.outras.
Sexta.Faew ponto miudo em casemira, atravassando o fio do um outro lado,
e logo em seguida, sem modiicar-se a tensio da Unha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressdr levantado com a maior facidade, quando fi tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Cita va. Muitas eoropaobias de machinas de costura, 4m tdo pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconbacidas, outras soffreram
mudancas radicaos parapoderem substituir: entretanto a compaohia das machinas de Howe
adoptando a opinio do Elias Howe, mestre em artes mchameos, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e boje nao attende a procura, posto que faca OO machinas
por da.
Acaba de ser experimentado no engenbo f rago20 0 spparelho para aprompfar o aa-
mear pelo systema Centrifugo,
0 PROCESSO
botea-se dentro de qaalquer vasiba psri
o apparelho em partidas de 3 1/2 arroba*

E' mnito simples.
Tirase a meladura das taxas de coser
coalhar.
Logo que esteja coalbado passa-se para
Je cada vez.
Senda assim ebeio e posto em movimecto, dentro de 5 nrnutos estar o asiocar
prompto e em estado de ser logo remettido para ser vendido.
0 resultado
Foi fizer-se de 4 i/t paes de assocar 21 arrobas de somenos !. sorte. O mal
xtrabido pelo apparelho lendo sido em nada prejodicado pelo processo que soffreo, sa-
aiado mel d'engenbo e nSo mel de furo, prestoo-se a ser novamente cosido, dando o
apparelho assncar de qoalidade e pooco inferior ao do 1. processo, dando alm disso
sesmo as formas ta"r> bom resoltado corxo se fosse passado logo das tsxas para as mes-
jsas, aproveitando-se assim mais metade do mel do qoe com o amigo systema.
Sendo tao evidente as vantagens prodozidas por sfmelhante apparelho, o qoe po-
ier ser verificado pelos proprios senhores d'rngeaho, esperam os proprietarios do dito
ppa/elho, depois do risco qoe correrma com semclhante experiencia, merecerem a pro-
jecpSo dos Ilustrados senbores d'engeoho.
A' tratar com os Srs. Samnel Power Jobnston d C, roa do Apollo ni. 38 e 4C.
lijiiliis francezes sextavados
De i.rooo r.:ooo
o millifiro.
Estes lijlos, fabricados de ba.TO vermelho con-
-olidado, sSo os melhores e os mais" econmicos
pela sua baratea para ladrilhar os pvnentos
trreos das casas, porquanto.pouco mais cuban-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparaco
alguna, superiores a estes pela lnpeza de que
Susceptivcis. Custam, alm disto menos da
Cada machina acompanha livretos com instrueces em portuguez.
a 90>ooo a %mo
SOARES LEITE, IRMOS
A'
COWTIACO
luafiMi
fl(|B)l
lia
k
roU^VJNOfs O'
IDIUTI5OS
hfan
lian
'^rP01/imcS Z
^55B4SbastODOl,
Q-
sao
lComc
llk.W.1
Ra do Baro da Victoria ti.
28.


-*-

> <
Lindos vestidos a 5$ o corte
Superiores cortes de cassa do cor, de organdy a de pareaba com barra e de daus
saias, acompanbados dos competentes liguririos a 69 cada corte. Vendem na ra Pr-
meiro de Marc/) (antiga do Crespo) n. 13, toja das columnas de Antonio Correa do Vas-
cellos.
_ -- "" *. *.-n- iik a'.' uta
dcima parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de diferentes mosaicos, os qoaes nao esto
yertamente ao alcance de todas as fortuna?, e s
sao empregados e proprios para as salas princi-
Saes. Alm da vantagem que ba no emprego
estes tijolos para os pavimentos terreos e casas
de campo, tem estes ainda a de serem os melho-
res e mais proprios para ladrilhar coiinhas nos
sobrados da cidade, atiento a sua solidez e pouco'
so, estando mais que provada a conveniencia 34Ra Jarga do tosano34
>rem assoalhadas as coiinhas toda de lijlo,
Bo so a parte junta ao fogao, no que at as
companhias de seguros se deveriam interessar.
Ven^em-se nos armazens de tarinha de Tasso Ir:
raaos k C, ao caes do Apollo.
[FRESC
0EPUAATIVA
'VENDO, _
8AUD
DEPOSITO GtA
KA
Pharmacia e dragara
DE
BARTHOLOME k C
Charutos de Havana
pelo ulti-
De diversas marcas, receberam
mo vapor.
Bourgard & C.
15 BUfl 00 MRQUEZ DE QLIHOA 15
Vende-se ou aluga-se
o sobrado n. 5 da ra do Ro, na fregu*
lia do Poco da Panella, com 3 salas, 6
i qoartos, t slela, despensa, oozinba e quintal mu
rado, cujo predio acha-se concertado, calado e
I ^
t!
ujo
intado de
'asso.
novu : a tratar com o oomiendador
C1IEG0U
Vende-se
um ex ealanle alambique lodo ie cobre, quas
novo, e ootn duas serpentinas : a tratar no enge-
| abo Man Mana, do (.abo.
0 baealbio da Noruega, em caliu e meias
I ditas : qo caes d Alf-ndega n. 1, armaieo l
Tasso Irmaes k C
Venda-M cal nova de Lisboa palo menos
preyo do qoe em outra parte : na ra de Pedro
Alfonso n. 5.
-

~ "-



-.-Jrt
HI.W i i
^^
*mm
6
JManio,(jc,^rpai3*u^) ^Quinta feira ^ ^e MafgO.^lSTS.
Fazendas/^^Koi
* 4
N. 60 Ra d&In^>e*at*iz & 60
DE
PEREItt DA SILVA A C.
Tendo o prpprtotario deste importante cstabelecimento, grande vontade de liquidar!
doj
con-^
todas as fazenda* que tem em ser, tem resol vido vende-las por presos muito malbaratos
que se vendem em outra qualquer parte, oom o fin de apurar dBfero,razao porqtW cc_
vida o respeitavej publico a vir sortin*e, nao s de um avultado eortimeuto de faepdas ap
1;, como Uinbem de grande sortimonto de faaendas. finas e dos mm apurados, guatos.
t previne que.s vende a Janeiro i vista, por star emJjqudaojw?.
v 6REAA0WES iofficina de ALFAIATE na
,:0 ^4PSE^A80RS.OCqTADO Nests grande llno mJ
v ,,u l?Sr^ r e^e8anle sormento o raspeitavel publico, orna b*m montada effi.
Z ,f(A,nS ^enflin(fP^scomlistras!cr1ade alfaiate, onde se nodr rl3, to, enlre ellas, com ,istra' <|olqaer pe?* de obra, tanto par. J.oen>]
rXFnTlPT'i,,eveniIoJpel0 ba1>m para meninos, com a -aforare
7J,, r8 rlS ?covado ; assira tesa e perfeiclo assim como -* qoah,uer
TJX tta COm 1,9tra caraada. lato qae da'repente appareca, temto *amest
SITSK n T iUS. COvaJd- Esta m> om perito oficial de-i.ja4a.iwri
ZS? v p8l PafI^ cnegado ultima- farda doillm. ara. officiaes de gSSEwi
ESVrEtt e hqu,da^ na ,0Ja d0 cional oa tropa de liaba, setdc eaKancio
93)000 e 10-^000 RS. I ESFARTILH09 A3J000.
O PaySo recebeu.um elegante sortimento ] o Pavao tem om grande OrtimealD de
das mais linas cambratas brancas, abortas e espartilbos, tanto para sentara orno pi
bordadas para vestidos, que vende pelo ba- menina, qbe vende pelo barato pOOOO d
ratissimo procos da 95, o 109000 rs. o '
corte, tendo bastante fazenda.E',pecliincha,
ni laja do Pavao a ra da Imperatris n. 60.
LASIXHAS--BORDADAS A 400 RS.
OCOVADO.
0 Pavita receben um elegante sortimento
das mis Jindas lisjnbas transparentes com
inclusive roia propria para viuva, e vende
p-elo baraiissimo prono de 400 rs. o covado.
E" pechinchanalqja do Pavao a ra da Im-
peratrfc n. 00.
wltruniNKS A 640 RS. O COVADO.
O Pavao recebeuium elegante sortimonto
das mais lindas gronadines pretas cotn listras
brancas c de cores, sendo milito boa quali-
dade, e vende pelo baraiissimo prego d 560
rs. o covado. E'-pecliiucha.na loja do Pa-
vao a ruada Imperalriz n. 60.
CUBERAS DE FUSTAQ ACOUOADAS A
49000 RS.
O Pavao receben, -um grande scrtimcnlo
de cobertas.grandes de fustao, acolxoadas,
guarr.ociHas-corafrapjfiom volta, tendo bran-
case de todas as cores, e vende pelo baratsi-
mo oreen de 4, rs. E' pccliincba na loja
do Pavao a na da Tmperatriz o. CO.
CHAPEOS PARA SE.N110RA A 12?000 RS.
0 Pavo receben un: elegante sortimento
dos mais inodernos chapeos- de palha, riea-
mvente Balitados, para sentara, com osseus
competentes vcs, e vende polo baraiissimo
i de L29000 rs. E' pechincba na loja
lo Pavfioa ruada Impcratriz n. GO.
LAS MODERNAS
G Pajo vende um bonito soriununto de-I
Uslnbas listeadas, sondo das mais modernas
qu tom viudo ao morcado, pelo baratissimo
I--.-) de 5<>0c 600 rs.. o covado. E'pe-
ha na loja lo -Pavo a ra da Impera-
. n. 60.
ALPACAS LAVRADAS A 640 RS.
O COVADO.
Chcgou para a loja do Pavo um elegante
: mim das mais bonitas alpacas de coros
hvradas, sendo as cores mais modernas que
i ai vidq para vestidos,-e vondo-so pelo ba-
!-iii>oprero de 640 rs. o covado. E'
: afl Iqja do Pavee a ruada Impe-
ra rLz ii. 00.
Cortea le ciunbrnin, ultima no-
vldoOe, a 9500.
O Pavao recebou polo ultimo vapor do
' ropa corles de cambraia branca com ba-
. linhos ricamente bordados, tundo fazenda
:!': i-.l'j para vestido do qualquer modelo,
eates v is'H.os sin os mais moderaos que tem
vindo ao ni'-ra L>, c polasune\cessiva bara-
teza, t< :-iiam-serecommci)daveis as senhoras
.: i bom g stn Bazar do Pavao, ra da
[ceper itriz n. 00.
LENCOS A 29400 A DL'ZIA.
O Pavao tom nina grande porree do len-
cos braAcos com barra de cor, muito bonitos
c bo3 qnalidade, que vendo por 2-3V00 por
1er grande porcio,
Ditos todos brancos abainhados muito fi-
nos a atesoo.
Ditos ehinezes com barra de cor, muito fi-
nos a 3?500. E' grande pecbiacka, na loja
do Pavo.
Elomeiras uS'OOl).
O Pavao recebou pelo ultimo vapor, um
liado sortimonto de romeiras pretas de fil
rom salpieos, com lindos enfoites pretos a de
rres, evenlo polo barato preco de 3?000
i la um, s >r ter grande porcao.
Ditos todos de soda ricamente cufeitados a
'.OOO.
PARA 0 CARXAYAL.
0 Pav. lemumirande
sortimento de d-
xinsdfl todas as qu didadosgostos, proprios
. a o tama val, tendo tarcbem de merino
escosaas muito interessantes, que vende ou
por procos muito barat)s; por ter gran-
' por LENQO'ES DE BRVMANTE.
O pavao veade lences de bramante mui-
t) grandes, seDdo denm panno s, pelo ba-
simo preco de 2IW cada om.
madapolOes.
Po;'s de midipoiao /rancez muito fino
tora W jardas a 5S300 e 6Q00.
Ditos com 21 jardas moflo superior a
63300 e 7(J0Oj.
Diio ingiez fjzenda muito Go3 5,?000,
C5-J00 e omat 10*^0.
Djs frncezes e inglezes m:i'rto fiaos de
40 jardas para di iteren les precos.
ALGODOZtNHO.
O Pavo vende n/>r prego mnito barato
?3 da alfodSozinho americano mnito
bom cora 18 jardas 4(5000.
Dit-f rom 21 jardas a *A600 e tfOOO
at 6,J(()0.
35000. Ditos mnito finos a 4OOG a 5
s3o dos mais moderaos qae lem -vindl'aio
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHr7A9 A MO RS.
CHITAS A e r*
O Pivo vende chitas francesas proptia?
psra vestido, sendo mnito boa lazenda, cot
padres claros e escoros, pelo barato preco
de 240 r3. o covado, por ter om leve to-
qo^demofo: pechincoa.
LIQUIDACAO DE CALCAS DE CSEME A
O Pavo tem om grande sortimento 4e
calcas de cisemira de todas as edraa e qaa
liddds, para1 todos i prefoa^ a >Jii4o
nuiti lijudi-las, rasolven vende-las por
om preco muito em conh, para diminuir a
aramia- porfo.
CASSAS FRACEIAS.
O PavSo vende bonitas eassas. francezas
com bonitos padrdes, e de nmita phantasiar
pelo baratissimo preijo de 940 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda dfenwiito maisdinhi-
ro, grande pechincba,mtoja do Pavo.
BOURNUS A16t)00.
0 Pavo recebeu pelo utro paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gestos que
ata boje sao conhecidos, e em reanlo i ex-
cessiva baratoza, convidam-se as Exmas. Srs.
para as verem, para assin admiraaam o ha de mais novidade neste-artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 6JW00.
O Pavao vende cortes de cambraia branca
com lisias c lavores da nwama cAr, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
preco de 6JW00, por se grande pechincba.
Ditos muito finos coi babadiubos brancos
bordados a 83X>00.
Ditos ditos cora listas de cores- a 4JM>0$ e
59060,
Ditos do cambraia branca cora 20 metros
de babadinhosde cAresa 95>GOa. E" grande
pechincha na loja do Pavao.
BRAMANTES PARA LENCO'BS.
0 Pav3o vende soperior bramante de al-
sfodSo tendo 6 palmos de largora qoe s
percisa de 1 '/t va" para-nm lencol, me-
tro l^fiOO e a vara 10800.
Dito de linho poro soperior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 25400.
Diios francezes moito finos a 25500 e
35000.
Pega de Hamburgo e panno de linho com
20 e 30 varas, para todos os precos e
qnalidade.
Pecas de bretanb* do poro linho, tendo
30 judas pelos presos mais barato que se
tem vbto.
Pechincha de oissimo esgnio melena
cora 6 jardas 7^000.
Pe?a de finissimo celena com 30 jardas
a 35500, atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largora a vara 250CO.
CALCAS DE CASEMIRA.
O Pav3o tem om grande sortimento da
calca de casemira, assim como cortes os
mais modernos qoe tem vindo nos oltiaoos
a?nrins e em fazenda das mais finas e mais
novas ao mercado, e tfende-se por barato
preco para aporar dinbeiro assim coma cal-
as de brim hraoco e de cores por precos
moito razoaveis para a;abar.
TNICAS PRETAS.
0 Pavio receben om grande sortimento
das mais ricas tnicas de grs preto, rica-
mente enfeitadas, e vende pjr proco razoa-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS bE
3530000 AT8050O0.
O Pavo recebeu um lindo sortimento
dos msls ricos corte3 de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos os enfei
tes necessarios, e vende pelos precos de
355000 al 605000, nao tem vindo nada
mais rico nam mais moderno.
benitos teye foi f>
Obras tic pliantasia. I
A loja da Ag
Gaxi s n. 50, re^
nilas e modernas
Brnc s e
Outnis de
nfeites de
Ootros
Ontros
Rosotu
Adereco
Ditos dou
Ditos encara
Ditos imitando folBis e flores natnraeC t1
Ca soletas de madrcperola V
Voltas de grossos aljofares de cor s.
Outras Ce ditos pret s
Pnlceiras de tartaru,
Outras pretas.
Grampos pretos e # cores.
BwiUs alMtsNhml de tino
dras, cen-ate. par ertura
Itote doaradss e
aberturas e collarfcifcos.
B
A loja di A
CaxkH 50,
phantasia. pre
rarios gosto*; :
deira (pe se confunde con 0'
les Knoos coloridos n c *ro,
de estes pefr barato preco- de 4.
Vasos de crystal p&i
-. A loj*. ** wif*ni,..a
Ci^.^M, t
ial era par com t
?fe-pawf-irfaBfS *b teilef,uit
Annw^c*res .^tectrcos
, ArMjt datm*t>wiiO raafor de- Ca-xias
w,07re<*l)ei oov remessa flos j*V>vitosoao-
ne e colares electMeosy e contina'a recebemos
mewaJinenirt, pel que swnpre estar- providttr de
tae objectos.

UNAS
MA
etagaram ao Razar tai versal da rs No-
va rv 22, om sorlimesio de macriinao para
costera, das melbore* ^saudades que nziste
oa Amfrfca, das qaaer,iDiUs j sio bem
conbecidas pelos aeas anref as, como sejpm;
afiar 43r wlion. Grosor A oka, Silen-
ciosas, Wed e jrmperlaea e entras mritas
fO^coaratyiMrdevaran afradar -nos co
Salas maobioas tem a ^asftgem de fazaf
to e ptamiasia. Tamtoi reqjfcaity prto9-eiant'.tts aoi ores-para a qabe^. lotio ^OtUC M Wl, perfoiUs- .coslureiraft
LecmeS COIll OtttaeW &&fr pbrfWwea'Waboa jnalidac^o ensina-efr
a irabalbar canr perfcicSo em senas de nmr
A Hija' d'afma landRi wa'Bqueflf'i'rittia!^
50; recebeu novanrate bonrtnn diademas^iradosii
*i-os ekioses.
bora, e es pracos *o t3o cnfiNMdos qne
devam agradar aos pcetemlente*_______
i N^palsif'ixn^nn na rn#' ^ Cuia n.
de Caxa
|e daniles
araacian a> rteJl
oranca arua-!Do4&e;' de CaxS
I-5J re6bo! cW ftm ios-afamn > febriea*
l& bubi% Lvam Coohy. i
.jBtdiemas e grampos de
i.^jreaeb.n
jint>rsBlcoi>g*Dud6i'..rpllir>oiii batirs,
tfha; SeVfidnfia- (Pterie), sagij. avnei
Aq&i
Dito largo marca T Otilio eocorpado a CORTES DE PERCALIA COM DUAS SAI

e,jooo.
ALGODAO ENFI13TAD0.
0 PavSo vende n vardadeiro superior
l.godozinho de doaslargnraspara lences,
liado m^to.ncorpady UCO cada var.
Dit lifya&n da miiaojw Ivpara !5?80.
coursi)E|qH|TAS a #oo e mso. I
O P*vjo vende curias de rbias frantezar
Baas, 'O'o ) c-vados peio diiiinuio preco:
C 2i 0 -ida corle.
Dius 12 cdvaJo pdlo preco dd
%&&> > corle.
(A loja da ignia branr-x, i- na '* JMi|iip d." l>nniN.
Caaias d. SO, rPcebeuinovaBenie,-.tenll^diade-
maa>e*fra'rpos de ac. '
- flbses iftiiiftnn
Alftja da-apjim branra, a- roa ie-ntttpie de
Canias- receben; romo novttfMe-ttMiitwe- Mws de
sedj IteJfrtocom.cBcarnad, or indos w ptruprios
para.barras ebirtro* enfettor d*vestMw i^ra-
Totbtm, ou mr(lint e ontras ftiaenflas iranf>|open
ts. Pea cominodilade dos peros esses menstor
namse> mais cofRmdo,8 e pr>a navidda-d fosto,
prefeciveisa quat|Ber*atro#Bfe!es.-
Veos ou nia|itiitfias-pr*aS
A toja da agu branca, .rna do Duiji -ti Ca-
xias n 50, recekeu bonitos veos ou manrinhks
pret-d*.seda."oflorea, t urras a.imiia^Sn de
croch, t!venilf-frs-4)*)* hi.-.iw* pi -t* de :U,
41 e6#000. AT"fe^a t*\. e est^o* merfpito
i,stad*,.pel(i i|iifl rrttiia a ter pfoanpfe-wirac-
cao.
Diademas e adereos-de>ma-J
jiifaBperoift.
A leja da' A|rib.*r:inra. na do Dmtnw \
Caxias- n. "X fepfc.uma peifncna PVT^o de
diademas e apurado gosto.
Ferfita w>*iflfce,
Grampos enm biKboleUis,. bezouros- &
nhotos A toja, da ;imwv W-anca, a* roa do P*wa de
Caxias n^ 50, iwwfeen naves- grampos oom bor-
boJeto, bezouros a-gafanlmios, o que l-eerto
oerfiM nnvid.iV>.- A quanaiidn peyana, e
por i*io em breve-se acabar-.
Nwrae goiIihas.&nif peluefe. ou amxinho-
A.lojatl'agao branca tu Dnqtr' -tteCaxias
- 50, recebeu ama pequea quantidade de boni- ,
s. e novas goMinhas, trabalh de la >seda, en-
neitadaacoin winiuli.., obras-eslas de moito gostd
ainteTr'amcht- novas.
OrafflpoB, 'brineos e iozetari
diouradbs.
AUja d,vagnia. bjymaa, a ra (a>, Duque d
Caxias n. 30, recebeu npvamente bonitos gram.
pos, brinco e rezetas, dourndos ;. assim cerno
novos diademas de acp,. e/Cvm sempre couti-
niia a vende-los por pnecos az|a(refc.
rrtar8- cerejae-secewy tambera i tem para
Venar daas DMMIM (inmdes com- ganchos
pbnips, alguna-BpswByrtuas rod.tiliae-fte me-
Ul'paaa'camoliod-gBfi, urna f< garri paca- fuzer bastios e obreissr e- urna
COKTINADOS PARA CAMAS B JANELUS
A ;*500, 8^000 E 10,JOOO.
O Pavao tem um*grande sortimento de
cortinados para Gama e paellas, qne ven-
da pelo barat) preco de 7)5300; 8^000 e
104000 o par, tendo ale por 184000, assim
como colchas de damasco para camas de
noivos, e grande sortimento de tapares tan-
to para 4ca leiras como para cimas, pianos,
portas, etc., tudo vende por preco tnos-
veis.
CAMBRAfAS.
0 Pavo ven le corles de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 20300; e
Peca de dita moilo 6na .,.00 !& Urdas
lanto tajada como traospareote a 4JD00,
SlOOO. e 6|000 at a maia fina que vem
10 mrcalo.
o3
nd^niSiilWiieca
:om doas slias, sendo fazenda de mu
gosto a 4d00O, jpechtocha:
BAPTISTAS DE GRANDE N0VH>ADB
O PavSflitjjKjf-jBa-ijfdrtfc sortimeo
dasmajs jnodaipjs.Aiota com.Jista'
cor', proprias pira r^ilid^ fomas kfl^s $
oo*"g qae tem vindo ao aiefMiffo ten
muito maijafgasfl-qt as chitas franceza
,e veode^pla baratiasNBO pr^o^i* lOfei,]
nada cotado. Hl v,
.. ..-
m
. Vande-.sitio*estrada Ja.-Gra, do- 4lmas,
que ca enfte o uH-coiniueoJadirr Tasso>e o do
desebagadpr,Doia, co/ncasa do vivpnda, d ffe-
rentes arvorilos^ grande baixa de epbn, etc.,
drtrin o* furidos para i stradadog trho* urba-
nos ao. p da ostacao da Jaqceira : a, tratar na
rtta dV> Am^ria n. 37.
Farinha de maadoea a 3$ o
OftAA
a ella,, em
Na ra da:
quauto naoseiai
saeeo.
de Dos.
re
ba.
7
a. i
Xarope d agriad do rara
Antigo o conceituad medicamento para
cura das molestia.* dus. rgos respiratorios,
como a phtysica bronchites, asthma, etc.,
applicaiio ainila com ptimos resaltados no
escoVbxito.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomen AC, roatnr? flO Rosario n. 34.
VentiB^e^'&dWfe' sltteftanfr, de ''doas- as-
8entos, Moito i ldtn-i e ,*fcoid instado : ipara ver
na coefeeinr do Sr.. tCojna,,* a>,Hsp*oio m-
mero 86.
Cheg^ra
Crower 4
Pede obler em ponao^ tap cWo ^fo Od
IIESPEKI
Fazjoito aooofi qne cofbecido ate preer
tndo experimentado paio|lmeinAvn3o
a apetisador, tomaido im cliK lellaJrnles de janl
.tomndole depoil.
qoe,

i
r orna penot
bom eatomaca
or da digestir
da HESPERIDINA, a LARANJA .AMARGA. n5o ba om4abitante,do WASIL (aWti
especial das laranjas) qoe n3o conheca ai propriedades medicinaos da parada frecta.
ora bel, i
LlfAiaVAlUit.
en sen estadn nattrral tem nm gwto ponco agradarel, e o merilo da UeaperMma con-
srste em reter toas boas propriedades, e ao raearao lempo *pteawiti4s como
EXQUISITO UCOE
A HESPERIDINA eomoWDUSTWA IfAOOIfAL -rao 'tem Mdi qoe w+pr H
mejores importaettos narepas de cathegora semfllhMte. Bala, qnando moito, podem
twfVMMH, pora a HesperMini eombM?IO' perfeita do
AGRADAVEL E SAOMm
rara prova de qne m artigo no,qm^po^e tettteiracnifaiart.poT'ferforo
e j once tola, baila dizerse qoe fei plenamaala appr JUNTA DE WYGiENE
do Rio e>a Janeiro, perttttbdo ata Irvtn -eialrac3o nm MJti* > dba>
BOi raon
a aceer)ae3o geral qoe tem m todas as partes onde apretentada. Ea l*86i esUbe-
leten-se a primeira fabrica em RoeDoa^Ayres;. eu 84 a aegaeda m> botevido ;
no dia da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR icangoroo-w fabrica ote daalnant
tratbalba n> corte. Em Yalparaizo e am toda a costa do Pacifico tem Joa acceitacao.
tanto qne rara a casa qne considera completo sea aparador aem orna gasoafe de

len-
xas,
A Prwlilocia.
no enyfco de bem servir ane sens SejuH-a? e
ftopnblioo em gewUem. ptoenrado pi\wr-9e do
flo na-disiellwr o a. ukuaa moda no^iwrca-
aos de Bimpa pana expo-to aqui venda, eer-
M da ffat o seu* gos seniu bemapreciados
palos apuBtes do lium o- bocaio ; pasea-ia-anu
aerar aaann^ d'eatre--elles, (ramo srjan.;
AL&SSv us maia- ricos qit' tem vind a este
iiien-aUo, cara, apas de nndropeola,
tartaruga, inarfim,' vellud r,-rin.
.MDraJ^BS pretofro vulla proprias (ara fctlo ;
asim como,. um. iMtmto sortimeaso de
ditos de iijaqu- obra fina c- muito bem
acabada.
FfcrTdESpara pnnhss, o qpe se pde-desejpr de
atelbor .un ola.w^^ tartaruga,.inadre-
- |ierilavmailiia.rfiaeo.
B0U;,V-fleii-e|iH'Oj.se*a|ai*a e thagv que
-ha de luais-inuJuE!ii> e lindas.
Bl'JOS do seda c-do algodaoy tanto brauoo- eomo
preto, da vaciados desenboe-
CAj&OLETAS p-ri'as de metal e do- marepe-
rola.
UAilLl>'lXiS pitra.;-iluray3iuiln rica; o de di-
veiB03- furm.tti, tbm musioa a sem
ella.
GOQIJES a iitt^lo, o qae pode havsr. do mais
bonito, o bom sa>sto.
WOMWEMA5. iesia gene?. a Preditota apre-
ratar'um graute e lindo sertmenio
capa, de >:i!iVut'r os ca/.ntelMie de
qoainer seahera por nvai exigente
qoe tja.
PSKIV'BtWJ^l'Blr'dniMtoeparela, im-m esso,
esgun .oblato, indispensavet as se-
nhorns do ho'a loni, aliin do aspirar
o asoma das iwcs sem o mixu ven len-
te de nodoavain as luvas, ou mancha-
rom as delicadas mos.
SHNTES de tartaruga, de mnrfim e du bfalo, pa-
ra alisar os- eaBNIos e tirar bichos.
^aEKECMAKlAS. E'. sabido do pubbca .pie a Pre-
dilecta sembr conserva u*a uuporiaTi-
19 sorlimeulo de perfuraaxias de lio >
odor dos wais afamados, fabricanles,
Lubin. Pivur, sociedade bjrgieBica, CoU-
dray, Gomes o Kapbal, que ir--
cumbido da escolha dos. aromas niiis
bem aceitos pela socisikide elegaatc
da Europa, e por tanto, acham-se ka
possibiliada de bem strvir aos amis-,
tes. dos. perfumes.
A RREWLEUTA drixa d enumerar urna inv
mensidade de artigos, ulim de nao ati-.
aar aos leitores e sa pede a beaevo?-
leiicia do respeitaval publico eni.di:
*rigir-se ra do i abug n. 1 A, pflr
ra cou\tncer-se aoade pode compras
o que bom e ba-.iafo, assim camo:
TACHAS- ricas: uioderiias &Xa de quiu odr,. o
qiw lia do mais betio ueste geoarp.
VESTJMENVAS. Ricos vestioentos para meninos,
por baratsimo urm.-o.
PIORE8. A Predilecta prima enl eonsenvar om
bella sortiiaeu'i de lloros ao alcance
f, de qualquer buli.a anda no- nao es-
toja bem repte eta de diulieiro.
PIAS^ ia bem MbiiO do pubiuo que s na
Prcdilecia que podeiu Qncontrer um
grande sottimeato de illas do setim,
tafeM; veftid; -linho e de algodao, por
commodiv preci.
GRAMPOS de tartaswga, imitaban, destes, pre-
tos e ^e res, o qi\e se pude desejar
de maiv moderno e bonito.
GRAVATAS de ssda o de cniV'raia jan snlmra,
tacos e L'ulinhas da- bonitas rOres, tanv
bem tom um boi wutuento de gra
vatas o regatas paca liomem.
JARROS de porcejana e de vi/dro mnito bonitos
Ka-ornatos d sta.
i OS sed, Oe-l pi* ahjbdao, pa-
ra senhora, meninas e Iwinein.
LEQUES. Ricos Jaimes do madrcperola, tairlaruga,
marfim e de sso, os mais iiiodernos
por bai'ato proco.
LUVAS de .pellica,, de .soda e do algod.io. para
. lino:oii.e s^nbara..
LIYROS para mis>,i, a Predilecta aijreseula es-
coma do "Tespaitavl publico um bello
sofflmenW dWies Hvros com capis do
msllppperola, WrtaMij. marfim, fttt.
velludo e chagrn", per procos mili
razoavejs.
O honwa vello toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bornea ioeme toma Hesperidioa para obter
SAUDE
O bornea MU toma Hesperidina para obter


Nos bailes-as donellas e os mocos tomam rtesperidte para obtor &oa*e6r
tzkoaco dorante os loncos gyros da
BARR05 JPH0R d C, roa do Vigano Tenorio n. T, r andar, rooabtnn g.'rwde especifico, o venoem-no nos depsitos segointea-:
Joaqnim Perreira Jobo, roa da Unperatriz.
Zeferino Caneiro, roa do Commercio.
Marceine-Jos Goacalves da loarte, roa da Cadoi*. S.
Antonio bmes Phsos 4 CL, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Piras A C, caes 22 de Piovembro.
Gomes & Jrmao hotel da Passagna.
-ama;

^ Samuro Pw^r Jobuo-
felird co A])o'flf> ii.3fj e 10
Puem sci3B mudado o sao- depiisiw 'da machinas a v-
jor, mofadas e taxa J tnwio *rr*4Ha(l
fabrica de tiowMoor para n do At^ia*- .
__i38 40, imA-omino* ir o iDt>t*. :-o-
j?^), tmenlo do qmiisuw.
$&, Paiem s-wiw urnheoaq mm KKoB(D
x&i :,rraQ" ''ou ^"'Q* nsmti pelo -a pia^
a^. dem f!?T*Mf a1 para, asseaiar qWc,cr
.^* machiui-ns.. mtok> janati-lo.
0 projrwtario da ftmtficM jeral.fatene
KieniBs senhora bj'Iioiihid-,^
pesyoa*, .; teem estabelamo orna hindi- *
tao de fwra a brome aro oa Brum, jun-
a a '\-A-Jm dos honda, oads aprootario '% t
naalquer obr dn AMoavmoaoa com perfsi- !7\
(ao e pr.> wi.':.i. (i,
Os me*me ii-^Mti-as p*" qn" qni- ^S.
r3::n niil.'jy-^H d -*!- ser>i,-op de deita- ^*"
rnm a* eavoenrxvwui am mm dos Sr*. Sa-
muel P r :iaj*i&B 4 C a ra do Apol-
lo n. 3# *0,*aJsemr. p*3oa habili-
m
?nd -. eiflh -ju^iii iM*,*i -;L.wa.fr-?.
AppareMw para Asnear mot*, -i KiKMSi
WK.SJW KNTilEKl.'iAL
Udioi senle* m. Paraanuiap.! ^ftnlic-i jdix.
Para:raur um *&% i^evip-orio a ru< 4u ApaHu o. 3* s u
fe
wat
Cadeiras oratorias com assento de paiainba
I^IOOO cada orna no caes do Apollo, arma-
tea de Tasso Irmos A C.

LE
cante
Vende-se
perfeito estado
Deas n. 5, t.* ai
acar.ii efci
I Maars I
Cadeiras pretas aonradas e marenetadas de mi
dreperoa : nos armazeas de Tasso Irmao 4 (1,
Apcrlla '
EC(
ti
m
euv^par ganraf
m travssa do Ouvidor
R CKLERIDADK.
/wr^rvT''"
INJECQA0 SHOST
lnca,/hfrfefeAic,t'a4rcAleinfailivol ,n ru-
fa das g6nohfeis/f|OTVbrancas e Quxos dp
toda especie, recentes oii chronicas; e que
offerece como^arantiade salutans resultad^
a cbriaiitadatlpplica^o que snpre com a
maior vantagom se tem fetto dalla nos ho$-,
|piU43S4lt> Caris,- -----------
Alnico deposito para o Brasil, Barthflomeu
do Jk*.** B-oa- I
Hyvy
*T ^^Bx'c-T^Vrtli^-' r"i,l |'Cbgad#di;;MiMi'poli>', AjlOifW/ bie^yp4^. eo praaips ed rupsliorrqnaidadatia wtalho oo
Ve^c-^;np,irnMW,o A^dM.de Aitfiiiiera porcao :.*a^ia,iJo Gommen-io n. 38, segn-' Jo^a'Bhte ,m>rrfh *Plften d*,^ !fMS '"
. deTjliveira 4 C., 1 rita do Commercio AS. npr andar. .'H^ntar. .^ w/,,wa ^*r v**>-yr TASSO IRMAOS 4:CL
Em seu&armazens .rua do Arrsorim
n. 3t e caes do.Apollo n. 41,.
tem para vender por precos commodos :
Tijolos encarnados sexta*os para ladrato
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarecar algodo.
Machinas-de padaria.
Potassa da Russia era. barril.
riiosphoroa de cera.
Sag em garrafCes.
Sevadinha em garrafe*.
Lentiiias em garraffles.
Rlmra d.i alinai -a.
Vinbj> do Porto velao engarrafado.
Vinao do Porto superior,-di o.
Viiio tic Bordeaux, dito.
Vatio de Scberry.
Viobo da Madeira.
Potes com leguas e dobralas iagjezas.
fciforc* finos sonidos.
Cognac Giulhier Freres.
Catas do toucioho ingles.
Barris com repolho em salmoijra.
I
4
mimIp galope
P^ra piano.
Por F. Libunio Colas.
Ataba de publicar-se e acha-se a veada esl#
hnu galope com frontespicio especial e anlo-
go, oaiposto. pelo muito talentoso e spathic
maastro Colas.
Preco 2i000.
A' na Nova n. II. anuater do Azovedo.
Vende-se
um torrono no becca do Esiinhelro aroximo a
estrada dd ferro de Ofinda. eem 170 palmos d--
Irente a 15) de fundo : tratar na ptaca da In-
dependencia n. 39. ________
m
ervea

A verdadeira eerveja da Baviera,
. deira, de superior qiiahdade : vendem laaao U-
| mos 4 C. em #eu armazein i
numero 37.
arca.iai
i Taaao i
da r&a de Aav,;'.;u
\TTI\XA0.
Cliarutos "deflavana
Fio de algmfio^i Babia e ** Liaba. re-
eememente chegadb : lia para vender no es-
*rfc'l'f.ff"a,|""> J" '' 'J*m l!,-lft5 A F|-
no esorptorio de Tasso ]
rim n. 37.
ra Jo Amo-
Economa
(aos pas cto familia )
ci n. >.
BAS U HiBURGO
Asmis i-retese nielliaaaa.
Venllsi-so aapharmacia a drogaajnefBa--
Ibolomh C, roa Largodosario o Rn. t.

Lences de bramante a SWO um
rDito' alcodao a 1*400
Coberlas chita 1*800 utria" *
Ditas (i cretona torradas, a 3oQt ama
Ditas 'i adaaiascdas forradas a 3>f00.
3,5560 o 4000
Colchas de fc?*iS>!>r(mco9 e 4e.-coresa !ri!00
Tias (Te rrochet brancas, grandes a &0QO
CtibertorasjJo atooilio a, 1*10J *
l escuros a 2-5000
K fe rjia (1q Crospo n. 20^ loja de Gulberme!C.
da Cunha & C.
VENDE-SE
Vlt&&* um rttiO im "tuna casa Tarrea de
dra e al tendo 90 (Hmios -de fondos^ em
os TJopno : Ta da*ftoresW a. Vbm Otin-
da, para ver e tratar na mesma casa.
wia
Tavema
Veade-se a taverna da travssa da ruadas Cri
ze= n, 6. com ppeos ftrn'd*, propria \ tn pfkici
pinole : a tratar aa mesma.________
Aos reverendissim.os &*e-
'Ainaral. taboca 4 C vend-..
ala pitiaa, car e enotiim a faoaa,MWWirdi*
r BWiw 4 vaiide BoarcoVs eom-
par ilujiulcei
j 1 di*%i:a o
3,toriarga, d,
;brMfle.,a-
?^^^^^^ -=7tr^eM^^siF rasar.*.
cen aoj.Sr.Jhemotea -Pinto eaU#**>a muit0 rua ^J^fiS^" V V,C^ W

v*
m


Diario de Pernambuco Quinta fta 13' & Marco 'd1873.
7
'
=




AIWA. rWOVMMB^m B3
PIANOS E MSICAS '
JJTTOMIO JOl HE 1ZE1 EDO
Ra do Barita da Victoria n. 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova


.;,<. O


ao.iie o pn6ico em geraX encontra]sempre o maior e mais esplendido sortimento de pianos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir no primeiro andar do obrado o. 12 confronta
botica Msurer, nm grande sali onde esli expostos os magnficos
1*1 ^OS de srmar.o, de PleyeL
------- de mela canda, do mesmo antor.
-------- deH. Heart.
dsAd> Thibout.
nico agente nesta cidade, dos celebres afamados
PUOS DE AUCHER FOES
rentados em diversas exposi;oes otn 14 medalbas da onro e prata.
Sao os onicos pianos qoe aqoi tem da Europa, per fei lamen te afina-
dos, fetos coro tlpgan ;ia e solidez.
Tmbeos recebeu grande sortimento de msicas pm piaoo, piano
cauto a entre ellas as Jindas compusictu do mnio sympatbico maestro
F. N i VriAI
A SABER:
Voe me quer Walsa.
Olga Mazurka.
L* Separaeioni Pca can.
A Lnt eleetrie, grande Walsa.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Valleta Glope.
Joaninba Waisa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Minba Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
S'adeote Po'ka.
UliiiMM |ublieav5r
Feitas as offlcinas de mosteas
( Broilia, polka p< r I. Sw.Mt.
Circaciao, jchuch. per Sm.,lit.
Jardim do ; Campo das Prtcezas
qeadriiha, por J. P.we.
Ottva -le Rosa, WaUa, per H. Al-
btrlai.
D'aqai emjdianle continuara a annnnciar todas as pnblicacfcs que se urem friendo as snas officinas da msicas.
FUNDICO DO BOWMAN
RA DO BRM N. 52

(Passando o chafariz)

PEDEM AOS enbores de engenho e onlros agricnl'.ores, e empregado res de m
chioismo o favor de orna visita a seu est-belecimento, para verem o dovo sortimento
completi que ah tem; sendo todo superior em qaalidade e fortidao; o que coma ios
peccSo pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTEN$ftO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDiCO
TTannrpa A rnria rl^o-nfl dos mais molernos systemas eem ta-
faiJUlOS O l UUttS U OgUtt manos convenientes para as diversas
circumstancias dos senhoras proprietariM e para descarriar algodao.
MoendaS dB Canna de.lodcs oslamaDtlos> asmeldores qne aqui
Sodas dentadas v&*^;*faw*
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
Machinismos
Bombas
Botinas
para senhoras, a 6#000, na
loja do pavao.
Pereira da Silva & C. receberam pelo ultimo
vapor de Europa, um elegante sortimento de bo-
tinas pretas e rom delicados enfeites de cores,
proprias para senhoras, garantindo-se seren das
mais madernas que ha no mercado ; assim como
a boa quaiidade por tema sido remetlidas por
um dos melhores fabricantes de Pars, e vendem-
so peto barato preeo de GAOOo : na loja do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 60.
No^idade.
A Predilecta, ra do Cabugt n. I A, acaba
de receber pelo ultimo paquete ehegadu da En*'
liello sortimento de coroiaho* de cam-
para mandioca e algodao,j
e para ferrarraadeira.
-Podendo todos
ser movidos a mo
por agoa, vapor,
ou animaos.
TodaS aft HiacHina e pecas de qae M costoa3a nrecisar.
Faz qualquer concert *>*-> **"" "
Formas de ferro S" mt"">r" *"'"'" eiisMl6 no mer"
l?MAAmmAnrlfld Incumbe-se de mandar vir qnalquer machinismo von-
JCajiCOmmentld.S. tade dos clientes, lembrando-lhes a vaotagem de fazerem
soas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qaalqaer necessidade pode
lhes prestar auxilio.
Arados americanos e in!,"meolos '8""J!
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
VAPOR FRANCEZ
ROA DO BABiO. DA VICTORIA
Nv 7Oidora 5ovaN. 7
PIANOS.
Acabis de ohegar muito boas piano fortes e de
elegantes modelos, dos mais notareis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blbndel, Henry Hers e Pteyel Wolff C.: no
vapor frantea, madoitarao da Victoria, o-
tr'oraNoTa-.n.,?.
( aleado francez.
Botinas de hno e phantatla, brancas pretas e de
diffeipntes ra meninas,
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de coros para senhoras.
Botinas de Melles, dteBoser e de Pofak, para ho-
MMS
Sapatos de cordavio Mili spara homens.
Botinas para menino de qujquer tamanho.
Pernelras e meias-pcrnclras tanto para homens
como para meninos.
Sapatcs de Suser para, homens e meninos.
Sapatos do verrua com salto para horneas.
Abotinados de umitas quahdades e precos para
meninos e meninas.
Sapatoes de vertiz-com sote de pao preprios para
sitio*, jardms e banhos> sortimento paca homens
e seaborasi
Sapatos de tapete, cajemira,. cbarlot avellndado,
de tranja portuguez e francez.
No armazem do vapor frsncer, na-do-Bario da
Viotoria, outr'ora Nea 7:
Perfimariaft.
Pinos extractos, banhas, Mos, opiata e pos den-
trifice, agua de fllr de laranja, fu de toHe-
te, divina, fterida, lavandsy pos de arroz, sabe-
netes, cosmticos, rnuito artig delicados em
perfumara para presentes com fraseos de ex-
tractos, caixinlias sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamanhos d*gua de fologne, ruto de pri-
meira qaalidade do beta conlwcklos fataicaB-
tos Piver Coudrajr
No armazem do vapor francez, ra do BarSo da
Victoria,. outr'ora Nova n. 1.
cran cas-.
Argolinhas de marlm para as enancas morderem,} Veade-se 23 acedes dacompanhia dos trilhos
Bom negocio.
urbanos do Recifea Olinda
dir.
nesta tjpographia se
de Pedro Alfunco n. 61.
Mamadeiras de vidro de dar leltc mu fcil t i
cas-. I
fias de marfim para as enancas morderein,}
, bom para os dantos.
Bercos d vimes para embalancar criancas.
SKI ti 1T. ?25i.b2l ~ m^n,n?S- "~ Vende-se 2 esrraros pecas, sendo um mo"
Carriaboefle quatw rodas para passeios de crian- loquc de t e uma egra e'17 anuos : na ra
Venexiaaas transparentes para portas o jaoellaa.
Reverberos transparentes para cuidieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolbidas vis-
tas.
Laateraas mgicas com ricas vistas de cores em
vidro,
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para lluminacoes de
fastas.
Balos aerostticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
notar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadorcs de palba e de pennas.
'esourinhas o caoi votes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de lou?a branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
droe.
Quadros j promptos com p.aysagens e phantazi
Estampas avulsas de santos, paysagens e paanta
zias.
Objeetos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Para viagens.
naJas e bolsas para vaj,vi
os de ferro.
Botas de. montara.
Muito boas malas bolsas para viagens do A;
de caminbos de ferro.
O
Novo sortimento de botas i Napolea* e a Gailber-
me, perneiras e meias perneiras para lioiiwns,
e meus perneiras |iara meninos.
No armazem do vapor 'france-, ra de Bario
da Victoria ootrHJra Nova n. 7.
Mobilias de viajes.
Cadeiras de balance, de brag, de gnarmeoes, sor
fas, jardhioiras, mesa?, coversadeiras e co?tu-
reiras, ludo isto meito1>orn- por serem fhrtes-e
\tm, e osinaisproprioiimovis para saletas^
gahiacles de recreios.
Wj ariuazem do vapor francez,, ruado Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
QuinqiiiiiiariaH.
lrtljww de dfflW-entn co*toN c
ropa, um u-llo sortimento de corpifihos de eanv ihnl*itn
braia bordados P^> sennoras e iiiemnas.^oifcio^j^^^^P _^ ^.
nhas e punhos tambem bordados e do phatazia, -SS^SS^ SSmSSr
saiasbordadas, ditas com ontremeios para senao- j^^^tS^a?JT^SS^L ,mMr
ras, bonitas calcinhas de diversos tampadilnos S^tt^^J?^^
para meninas, ricas facha, de tmpiim Se edr, (S^ttL^n^ US *
que tudo- vende per barato prego. ^_________ .gSKffi^JeSg2-r-s.
VfUiTP-SP ttwrsas (MStids oaro bomrdelet garantido.
,, rr. ., rflofretevd*pUflu.inttitelbMtas.p*ra
uma escrava, excellente cozmheira e lavadeua, Btucds limitacao e botes de nimbos de plaim.
qualquer servi?o domestico, com Bolsinlus e cofres de seda, de velludo-e de couri-
uma outra tam- nltotfc cee
NoMS8jnlijfclOB.de pluatazia.iara cima do ni esa
aeostumada
uma fimade 10 nno's de idade":
bem muito boa oozinheira e lavadeira, unas pra>
tas, viudas do Maranhao. Queni pretender com- ojtoileite,
prar dirija-se ra da Imperatrii n. 47. .Plnoeaez de cores, de praja dourado, de ac
= Vende-se una balanza de ltoiuao, nova cum tartaruga.
n^: Ocuws de-aeo fia*, o dr toda'-aB graduaees.
fttanTtfmpanTa'Pe'niamblc^^
mero 6.
Na ra Duque Ge caxiaa
n. 71
Vende-se as seguintes obras de direito:
I.obo. Execuces por sentenca.
Acces su i limaras.
.ueuezes.'raca dos totubos.
Juizos divisorios.
Caetano Gomes.Manual pratico.
Pereira e Souza.-Linaas civis.
Mello.-Opera.
Pardesup.Traiu) des Servitudes.
Tropioug.-De la vente.
m Des Secieti.
Vanguerve.Pratica judicial.
Caotano Soares. Repertorio jurdico.
Na ra de Santa Thereza
uvas rxas, de boa quaiidade.
n. 28, vende-se
bengalas d. luM,.Cana, cora casto; de marfim
IBinjaias dinersui om.graiule.so tmenlo i'.ar* bp-
_ meas o Hjeutnos
verSai:~-Jo aiWa e de muitas qnalidades dj-
Espouib de tarcacha pas ?* xtra**-
Pon hura- de espuma para charuto* e cigarros.
Pentes de tartaruga. para deeembaraear e para
barita.
Ditos de marfim. muito fios, prrr Kmparcabera.
Escevas- paraxanpa,. oabesto,. uubas*.para den?
i tos.
CarteirinUas. de madrepgrola para dinbciro.
Mfcias para homens'e para meninos,
Gravatas brancas e do seda pwta para homens e
meuiaos,
Campaahias do rula paca, chamar criados,
\ Jagos.da gloria, de dapia, de bagatcllas, de domi-
n e outros muitos dirTewnFes jogninhos-alle-
mies-e rVaneezes-.
'Malas, bolsa* e-.saceos do viagem.de mar e cami
I nhos de ferro,
Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos
tamanhos, e outros amitos arligos de quinqui
rilaras dilliceis de mehionar-se.
No armazem do vapor francez, roa do Bario
Victoria, outr'ora Nova a. 7.
i Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todo?
os brinquedos fabricados em differentes parte
da Europa para enlretenimento das criancas
tudo a precos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, ra do Bario
da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro estu-
fado.
No armazom do Vapor Francez ru do
Baro da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Osiihiis para costura.
Grande sortimeato de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra. do Baro da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.
A PREDILECTA
Eocontrar-se-lia um bello sortimento de luvas
de pellica muito frescas, para meninas, enegadas
pelo ultimo vapor que veio da Europa : i ra do
Cabug n. 1 A._______________
Vende-se as partes
cravadas nos engenhos, Ra-
mos, Cursahy, e Inhaman,
por preeos commodos, sendo
os pagamentos vista da
escriptura e nao por lettras
de-espera, qualquer senhor
preteadente dirija-se ao Sr.
Dr. Laurino de Moraes Pi-
nkeiro, morador no Recife,
ou no engenho Carauba, da
freguezia de Tracunhem,
para tratar com o seu dono
Joao Marques Bacalho.
Amaral, Xabuco & C.
vendem :
e fechos com arminho, para senho-
Gravatas
Completo sortimento de meias de algodio e de
fhvdii'jc.oeja, braneas c de cores para senhora,
nhapos de soI"'aernjiw'Y,.-m_
gosto inteiramente novo.
Ditos (bengallaj cabo de metal, e bordados a
agulha, a Luz XV.
Chapelinas de gorgurao de seda de cores e en
feites-de-cbeos, de crep, para luto e de cores,
Bonccas de pellica c de borracha de todos os ta-
manhos e qualidades : na ra do Bario da Vic-
torja n. 2, Bazar Victoria..__________________
Cassas de cor a 200 res o
covado
na ra da Imperatriz n. o, nova loja da Rosa
B rauca.
E' BARATO
Para acabar.
Cambraias lisas de toda3 as cores a 210 ris o
covado.
Ditas pretas com salpicos, propria para luto,
a 200 ris o covado.
Len-.-os de esguiao a 4 a duzia.
Ditos de cassa branca abainhados a 24 a duzia
Alpaca, prcta mesclada de brar.co, propria pava
luto, a 440 ris o covado.
Merino furta-cres profiri para vestido e roupa
para meninos, a 410 ris o covado.
Meias finas para meninos a 4 a duzia.
Na ra do Crespo n. 20, loja de Guilherme C.
da Cunta k C.
.------------------------------------------* ---------------------------------------- ,, ,
Aos Srs. macn.
Amaral, Nabuco A C. vendem insignias maco-
nicas de diversos graos.
Lionne & orisonte 0
%k Tend de sabir com murta brevidafa w
tf estes dous navios, e como lenham trazido fi
TJ di cargas orden, r.s consignatarios X
W Keller c C, pedem aos rcccbedorc- de fj
itM vir ao sen ecriptorio mencionar seis
X rmmes, alim de |x.derem receber os fre- 5
m tes. 0
* 00e(0ff0 00
Vende-se n loja de charutos da ra da Iiiipe-
ratriz n. 63 : a Halar na mesan; loja.
E' pechincha
Chancos prctos para hamcm de 12t00 a 70C(),
s o vianna, rita larga do Rosario.
Farfulla de niaadioa.
Vende-se fartnha cnsaeadade superior qualidad*
e a preeo commodo : a tratar-se no escriptorie
de Silva t Cascao, i ruado Mariuezde Olinda
n 60.
r. E BARATO
O A ianna ra do Rosario
n. 22.
12 rarriteis de Briba branca
3 gravatas
I par de botos de plaquet
llaloes para seaho.'as a
Borzeguins para senhoras a
Foros para senhora a
Borzeguins de cordavio com Imtoes ao
ao lado, e bezerro, para homein de
liiOOOa
Cobertores a
400
1*000
240
ii m
4 000
2 #000
8/.000
|j(|i! de fazendas sem avaria.
0 Vianna, ra larga do Rosario n. 22, vai li-
quidar as fazendas que arrematou, por isso apro-
veitem:
Ma apoiao fino de (J a t.
Dito fino de 7 a U-
Dito fino de di a 4fl.
Chitas claras de 440 a 280 rs.
Dita escura de UO a 200.
Cobertores de U a 1*209.
Cambraias finos de 640 a SO rs.
Camisas (mas para senhora, de 8* a 4.
Cortes do raseinira a 3*.
Baloes de '>& a I
Petas do'algodao largo a 5000.
Ditas dito a 41.
Brim transado fino a l.
Dito muito largo al* ,A a^ _
rc..iuiio muito bonito de 440 a 280 r>.
Cbapes de copa alta, da nioda de 12,4 a *.
Dito para meninos a l $W.
Basquinas de U' a 3.
_ li- i... j io"m f'i7>n do do preeo para liquidar, como sejam :
(CALCADO FRAMCEZ.
Borzeguins de bezerro para homem, de 12 J a.
a 9*000. ~ "' *Am l)0t*ie5 ao 'a^0> ^ "'
Borzeguins de cauo alio, para ifla*^. a
11 a 4ii0.
Dito de dito baixode 63 a 45.
Focos ou sapatos abotinados, prelos, para ;e-
nhora, de 4* a 2.
Macos d i pentes de alisar, de is> a l#.
Bowes liara punhos, muito bonitos, de 14 a 2V-'-
Duzias de carriteis de linha branca a 400.
m Milho de Mamanguape
Vende-se. por preeo commodo : na ra da Ma-
dre de Dous n. a, primeare audar.


2.

LISTA GERAL


DOS FKEMIOS DA Z. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 593 A BENEFICIO DA MOTRIZ DE GRAMTQ, ENTRAH1DA EM 12 DE MARQO DE 1873
m
C
1 tod
u
2915
20
3
2* -
28
37
42
51
54
58
i r"P
0
80
82
86
H/ti


"'
Diario de Pernambuco Quinta fera 13 de Marqo de 187$.

VARIEDADE
O bom fllh.
O Autograplu publioou ltimamente a
sogunte carta do Sr. abbade de Santo fcloy
de Pars; interessanda a tolos porque d
pormenor. sobro a murto christ da pai do
um escriptot famoso contemporneo, e o
procelimmto do lilho em relagao a seu pai,
a trasladamos para o Apostlo.
Eis a caita :
Perguntais-ma do qu.i natureza eram
nos ltimos tempbs e 'principalmente a-
proxlraacte do sua mirle, as min'.ns rola-
,-,.., com o Sr. conlo de Rochefort de l.u-
cay, (pai do por demiis celebre Henrique
Rochefort, autor da Lanterne, fundador dos
jomaos a MarseUhise e Ulot d'ordre e de
outras publieagoes do mismo genero), fal-
lecido em minba parochia, na ra do Fau-
bourg Saint-Antoinc2l0, em urna hospeda-
ria, onde occupava um qoarto muito pe-
queo e pauperrimameutc mobiliado.
Km miiihas visitas pastraos tiVe occasio
de ver o Sr. conde de Rochefort om seu
u anhado e pobre domicilio : era um velho
elegante, com sua cabelleira branca o com-
prda, de figure inagestosa, agradavel, de
maneiras distinetas o ameno trato.
Nao s me reeeheu com sua extrema de-
licadeza de gentil bomem, mas foi solicito
em pagar a visita que lhe bonvera foito, i
vinhadorez em quando ver-mi. Conver-
sara francamente eo.nigo sobre cortos co-
nheciraentosque tullamos entre borneas do
lettras, eserptores polticos, autores drama-
ticos, poetas, sabios, jornalistas de dilTeren-
tes pocas, sobretodo contemporneos. Sua
conversaco ora altractiva, variada, inters-
santo como (i a de um bo nem que tem vivi-
do muito e tem esta lo em relaei > com pes-
soas de to las as qtialidades.
O Sr. Rocbefort prefera conversar sobre
religiao, o mais de urna vez, na efuso de
sua alma, repetio-me com inllexi de r*
dado :
Sr. cura, minba vida tom sido bem
agitada, algumas vezes tempestuosa c ator-
mentada : mas no raeio de miabas miores
preoreupages, de arrastadoras selueges,
nunca perd a f.
Seu lillio era muitas vezes objecto de
suas conversages. ,amentava seus princi-
pios, quer politicos, quer tnoraes, quer re-
ligiosos. Condemnava com igual severida-
do seu procedimonto levano e seus escrip-
tos escandalosos.
Quanto ao seu carcter, recoifiecia nelle
um emperramiento impossivel de ser modi-
ficado ou esclarecido, assim como urna ex-
cessiva vida le, consequem-ia inevitavel de
gua rga confianga em si e de seu amor pro-
pr:o sern limites.
So seq pai o adverta, por'mais justas,
razoaveis c atontas que fossem as observa-
Cdes, lirnitava-sc a responder : Na vossa ida-
de, meu pai, nao podis avaliar das ideas do
meu tempo.
Sao completamente differentes das do
mundo em que vivestes : nao pjdeis co;i-
prehande-las : como se a verdade, a justica,
a ordem e a prudencia nao perlencossem a
todos os lempos e n3o fossem as rnesmas
em todas asgerages bumanas. Nao obs-
tante os desvos deste fdbo esquecido de to-
dos os seus deveres para com seu pai, nada
fazendo por elle e o deixando s portas da
miseria, o Sr. Rocbefort nao deixavadetcr
\.hji otiv v.~ ... Amcio um sentimento de
ternura paternal que me commivia .,....,,,1,,
eefallava. Accrescentarci anda que, em
sua smplicidade, levara esto sentimento at
acreditar nue sen liwrocpiiaiinr filhn mn<
servara anda algum amortilial no fundo de
sua alma. Este pensamento o consolava.
(Juando cabio gravemente doente, o^gfln,-
de de Jochgggg "53"seif chamadoTToi no
caTd'abril de 1871, sabbado santo.
Quando chegue a seu quarto, all esta-
vam suas duas filhas, assim como urna do
suas sobrinhas. Como nao soubessem as
relaedes que existiam entre son pai e mm
admiraram-se e at espantaram-se, vend-
me ebegar, receiando talvez que a presen-
ca de um padre nao impressonasse vivamen-
te o doente.
Mas logo que o doente me vio, cstendeu-
me affectuosamente a mo e mandou-me
sentar ao lado de sua cama, e suas filhas e a
sobrinha, vista de to cordial acolhimento,
retiraram-se pouco depois.
Este bomem, que vivera mais de 80 an-
nos.sentindo que sua vida eslava prestes a
extinguir-se e vendo-se s portas da eterni-
dad.^, e como dizia sempre, nunca perder
a f, tratou de reconciliar-se com Deus.
Confes?ou-se com perfeita lucidez de espiri-
to e preparou-se como um christo conven
cido para receber os Sacramentos da igreja
destinados aos enfermos.
A sobrinha do'Sr. de Rochefort, que havia
sabido do quarto com suas primas, nao es-
tando de accordo oom suas ideas, voltara
para assistir administrado dos Sacramen-
tos que iam ser conferidos a seu to.
Em quanto durou a ceremonia, esteve
silenciosa e recolhida, pedosamente ajoelha-
da junto da cama do enfermo, edificndo-
nos pelo fervor com que orava ao mesmo
tempo que nos pelo seu caro enfermo.
Em minba vida pastoral, tenho assistido
a muitos moribundos ; mas, posso-o decla-
rar, foi este digno velho por certo um dos
que mais profundamente me tocaram por
seu respeitoso proposito, pela manifestaco
sincera de suas disposiges, aproxma-
co desta hora, nao menos aterradora do
que solemne, im que o homem v tudo
prestes a acabar neste mundo.
O Sr. conde de Rochefort de Locar mor-
reu poucos das depois da coremenia reli-
giosa que elle tinha exigido, nos sentimen-
tos de urna verdadeira obmisso rontade
do Deus.
Nao obstante esta manifestaco publica
do seus sentimentos religiosos e de sua ad-
heso a todas as leis da igreja, o filho do Sr.
conde de Rochefort mandou-o enterrar ci-
vilmente, fazendo passar seu corpo diante da
porta principal da igreja de sua parochia.
E' verdade que ento prncipiava o do-
minio da communa, mas ainda o exercicio
do culto connava na igreja de Santo Eloy.
Minba resposta ha de parecer-vos, talvez,
grande ; para responder, porm, vossa
pergunta, julguei dever entrar em certos
pormenores.
Acreditai, honradissimo senhor, em meus
memores sentimentos de alta estima e cor-
dial dedicago. O Abbade A. Denys, cura
do Santo Eloy.
Paris.15 de julho de 1872.
[Annaes Catholipos.)
P\RA COMPARAR. 0 jornal official da
repblica franceza d conta de um facto, realizar em poltica aquello desidertum do potados para com o actual gabinete resalta
f ______________. _^a -_ 1 ~ V______. .11 .____. .. f n M ,1 1 >1 1 I > k* r\ 1> > 1 lili 1 'Illllll ''lii llf' ii .ni-. ; 1 > .4 A A 1 t lilil >. 1
que forma pereito contrasto cora o do vapor Evangelho -us pastor et'unum ovile.
Mnrillo. Mas nos partidos politicos ote ha iucompa-
No lia 2 do mez que vat correntio, o pa- tibilidade da coexistencia de mais de uin
quete francez da companhia Genrale trans- chefe.
atlantique. Le Pemre, vindo de Glasgow No senad.0, e^fstem, ct^adttes^ conspicuos,
paraollavro, atravessando o mar da Iran- due por mais 'toum:tbMQ- sai ravereucia-
da, em urna noute asss escura, abalroou dos como chefes do partido conservador,
coma barca prussiana Laura, aqual se- cuja voz de coraroaudo estamia aeostuma-
guo rpida ao longo do flanco do piquete dos acespeitar. Q"queJ para lanawUar
o desappareceu as sombras, sem que fosse que o chefe mais moco do nobre deputado
possivel ao vapor reencontra-la e soccofre- se jenM distanciad^' w poucoj tos chefes
la inmediatamente. mais velhos do partido conservador. (Apoia-
Ento o capta do vapor. Mr. Surmont, dos.)
que diriga pessoalmente a embarcaco na- Sr. presidente, O prograTtima do actual
quelle momento mandou metter de capa o gabinete nao se inscreveu em phrases pom-
vapor, at que amanhecesse, na paragem i>ozas e fallazes, se traduz em tactos bn-
em que a coalliso so dera. Ao romper da Ihantes o eloquentes: -reformas ponderadas
aurora viram a Laura, que pedia soccorro. que o paiz reclama, jusca o moderaco ua
Um dos botes salva-vidas do Pereire foi marcha da administrrtele ua soluCo dos
sem detenca posto nado, o, sem embargo negocios pblicos, ft parcularea, ordem e
de fazer muitissmo mar, das ondas serem liberdado garantidas pela hel o intelhgonte
alterosas e cada vez irem embravecen! eiecucte das leis, protaeco activa a todos
mais, o salvavidas fez tres caminhos soeces- os interesses legtimos para p maior desen-
sivos entre o Per-ir,- e a Laura. O primei- volvimento da industria nacional, fiscahsacao
ro para salvar a equipagem. que era toda da receita e serera economa na despeza,
omposU do pruisianos ; a segunda para di- paz honrosa firmada sobre a digmdade ua-
ligonciar passar um viralouro a barca, para cional.
lhe dar reboque ; e a terceira, que foi a Na fiel eiecucte deste programma vemos,
mais perigosa, para ir'fcuscar a Laura os Sr. presidente, que o gabinete actual reali-
tripolantes, que voluntariamente haviam sou as duas importantissimas reformas do
ficado bordo, para auxibarem a mallogra- estado servil, e da le de 3 de dezembto,
da tentativa da dar rebeque barca. que ha tanto tempo se reelamava ; vemos a
O captoSurmont condecorado coma prospendade interior do paiz, a acvidaue
Legio do Uonra, por oulro facto anlogo, nacional multiplicar por toda a parto os
isto por terde outra vez salvado tambem fructos preciosos da paz, as vas-terreas e
no alto mar vida alguns martimos. communicaco se destenderem por ranas
Tambem s distinguiram na oceurrencia provincias, os nossos vapores sulcarem as
da Laura o primeiro leuente Y e o contra aguas desses magestosos nos, ate ento tran-
mestre da equipagem, Mr. Demeur. cados navegacte no mtenor e paiz, em-
0 governo francez, informado peladirec- prezas importeutes se organisarem para grau-
co da companhia, da honrada conducta da- des eommettimentos da industria,
quelles cdados, conlocorou com urna me- O Sr. F. BEU8ARio:-Se desapparecer
dalha de ouro a Mr. Vid, e com outra de com o ministeno tudo isto, ento Deus nos
prata a Mr. Demeur. lvre que elle cahia.
1 | OSa. Carneiro da C.nua:Vemos, Sr.
BEM CONDEMNADOS. Aps largo de- presidente, promover-se com efficacia a in-
hale ante o plenario no tribunal das assises trodueco de colonos ede familias emigran-
do Douai, foi proferida sentenca na celebre tes que devem trazer a correute de emigra-
causa chamada do Bou de Bottlogne. Um cao espontanea, de que tanto necessita o
dos reos foi condemnado rinte annos de paiz para soppnr de bragos inossa laroura ;
trabalhos pblicos ; outro oito annos ; ou- lionas telegraphicas ligarem algumas provin-
tro cinco ; outro oito anuos de priste ; cas e varios pontos do imperio; contrata-
o quinto cinco annos da mesma pena ; o rem-se dous cabos submarinos, que era Ore-
sexto dezoito raezos. Um tal Dominoy ve tero de abrir coramumcacOes tetegra-
foi absolvido. Ph'cas, um com a Europa e outro cora Bue-
Como os leitores'se recordaro, estes mal- nos-Ayres encontrar atli o no elctrico
fetores condemnados formavam parte de 'que une as repblicas do Pawhcoas do tra-
uma qualrilha, que por differentes meios, ta, collocaodonos assira no centro dessa tea
qualdel'.es mais iniame, roubava os tran-. telegraphica ; remos que a receita publica
seuntes, e violava mulheres, no bosque de cresce tolo o da, e a despeza se equiliora,
Boulogne. deixando grandes saldos, a divida publica
Na audiencia, que foi em parte secreta, seamortisa em avultada somma ; a situa-
o crdito do paiz se firma sobre as seguras
depuzeram muitas raparigas, em geral ope-
raras de fabricas, que tinham sido assalta- .
das quando-do trabalho regressavam nou- bases da conliauca que se revela pela aica
te a suas casas. constante dos fundo* pblicos; remos que
Parece que o tribunal ordonou ou val J a nstrucco publica popular se ditluue
ordenar que o processo soja trancado, na por todas as carnadas da sociedade; curso
nocturnos se abrem, em que o operario, e
at o escravo, depois das afanosas oceupa-
parte em que consta os nomes das queixo-
sas, afim de uao ficar perpetuamente man-
diado o nome das pobres raparigas, victi- coes do da, vio beber essa mstruecte rudi-
raentar de 1er, escrever e contar, que dere
ser antes o patrimoaio do pobre que o pri-
vilegio do rico; edificios se erigem como
templos abertos instruecte do poro, pois
as escolas existentes sao antes enxorias sem
ar nem luz, e sem os requisitos eligi-
dos pela hygiene, pela humanidad e pela
hecessidade do ensino.
O Sr. Duque-Estrada Tefxeira :NSo
era tanto assim, mas o gorerno aind
lo para de! acabou nenhum dos novos edificios.
O Sr. CarKeiro da Cunha: Vemos final-
mente, Sr. presidente- Otf ft15ftgTKs,'d'o Rio
S Wta' foi terminado por um accordo to
feliz e honroso para o paiz, em que os bros
uacionaes foram dignamente sustentados, e
os nossos viziuhos fuerana justica aos nossos
sentimentos e ao direto, que nos assistia,
sendo este facto mais um dos fructos dessa
poltica sabia do gabinete, que abeneda a
paz. (Muitos apoia los, muito bem.)
Em face destes servicos, que tenho sum-
mariado, me parece que os nobres deputa-
dos, tanto da opposigo radical como da dis-
sidencia parlamentar, nao tm razo na op-
posico systematica que fazem ao actual ga-
binete.
Nao obstante, o nobre deputado pelo mu-
nicipio neutro aecusou o ministerio de inac-
tivo, por nao ter j realisado todas as refor-
mas, a eleitoral, a da guarda nacional, a
do recrutamento, a da instruecao publica
etc.
. O Sr. Duque-Estrada Teixeira Quasi
todas esto dorraindo as pastas.
O Sr. Carneiro da Cu.nha :Perguntarei
ao nobre deputado, qual seria o ministerio,
que teria forgas de realsar ao mesmo tempo
todas essas reformas que o paiz reclama? Fd-
Sr. presidente, este gabinete preencheu a ra necessario o emprego da rapidez do vapor
sua misso e retirou-se do poder. Organisou- e da electricidade, como pareca aconselnar
se o gabinete de 29 de setembro, que durou um outro nobre deputado. Este modo de
apenas o intersticio de urna sesso legislati- reformar nao est por certo nos hbitos e as
va, para dar lugar organisgo do tradiges, nos principios e no programma
actual gabinete de 7 de margo, presidido. o partido conservador,
pelo nobre visconde do Rio-Branco, cuja] O nobre deputado, a quem tenho a honra
mas da mais infame e torpe traigo que as
eis castigam.
Muitas raparigas, que se sabia estarem no
caso de poder ser igualmente testemunhas
de aecusagao. nao se prestaram a isso, ne-
gando redondamente que com ellas se hou-
vesse dado caso algum daquelles.
PROVIDENCIA NECESSARIA. Em urna
Matufio convocada para Mansion-House, o
lord mairo de Londres foi rogac
accordo com a direegao do commercioe
wuti.o interossaJos na intuito du chamar a
sua attongo para a necessidade de estabjefe;
cer e publicar u^^lffg pUSo. Serum tal
cdigo estivesse em vigor, e o Norlhfleet
podesse fazer constar a sua situago, todas
as victimas daquclle lamentavel caso teriam
sido salras pela proximidade em que osta-
ram da trra e de outros navios.
NOVOS CAMINHOS DE FERRO DAPRUS-
SIA.A commisso da cmara dos deputa-
dos da Prussia terminuu a discusso do em-
prestirao para novos caminhos de ferro. Re-
correr-se-ha a um emprestimo publico, por-
que nenhuma parte da indemnisago de
guerra pertencente Prussia podo ser ap-
plicada a vas frreas.
ASSEMBLEA GERAL
CAMARADE DOS PUTADOS.
DISCURSO DO SR. DR. AN1SIO SALATHIEL CAR-
SEIRO DA CUMIA, POR OCCASIO DA DE
CUSSAO DO VOTO DE CRAC AS, EM DIS-
FEVEREIRO.
(Contituago}
carreira se tem Ilustrado pelos mais rele-
vantes servigos prestados ao paiz e causa
do partido conservador ( muitos apoados),
e composto de distnctos conservadores por
seus talentos, illustragoes e posiges eleva-
das, recommendando-se desde logo estima,
cousiderago e confianga da naco.
( Muitos apoiados. )_
Cumpre-me aqui,.Sr. presidente, contes-
tar essa excepgo d incompetencia de ju-
rsdicgo de chefe, que o nobre deputado
pelo 2' districto da provincia do Rio de Ja-
neiro, artculou contra o jiobre visconde do
Rio Branco.
Senhores, os chofes de partido nao se ele-
gem, elevam-se polos seus talentos, pela!
sua actividade e pelos seus servigos presta-
dos ao estado eaoaeu partido,
Ora, desde que ofiobre deputado confesa
de responder, ra ver agora toda a sem-ra-
zo da censura, que acaba de fazer.
Orgauisou-se o gabinete actual a 7 de mar-
go de 1871, e durante toda essa sesso oc-
cupou-sc largamente com a discusso da
questo do estado servil; nao obstante o de-
sen volvimento deste debate, o nobre deputa-
do ainda repete que o ministerio s venceu
pelo silencio e pela rolha I
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :A ses-
so abrio-se em principio de raaio.'e a refor-
ma do elemente Servil sd veio em julho : a
esterilidade de quasi tres rnezes que eu las-
timo. 0 projecto de nstrucgo publica esta
asta desde 1871.
Sr. Ministro do Imperio :Nao houre
tempo ; V. Exc. e os seus conrpanheiros nte
dexaram.
O Sr. Carswro da Ccjha :Perde-me
ua pa
a
sou os elevadissimos talentos do nobre pre- o nobre deputado ; o governo apresentou
sidente do conselho, desde que confessou essa proposta no comego dos nossos traba-
que elle urna das primeiras intelligencias lhos: foi ella remettida commisso especial,
parlamentares do seu paiz^ desde que no|eleita por esta cmara, e logo que se deu o
nos poder contestar os seus relevantsimos parecer, entrou em discusso. O anuo pas-
servigos prestados ao paiz e ao partido con- [ sado nao houve sesso por ter sido dissolvi-
servador, concludente que essa excepgo da a cmara pelo decreto de 22 de maio.
deve ser inlimine rejeitada pela propria Este anuo abrio-se a cmara a ^0 de de-
confisso do seu autor, passando em julgado zembro passado, e tem-s oceupado com a
que o nobre Visconde do Rio Branco um detda rerificago de poderes, ct>m a discus-
dos mais dignos chefes deste partido. (Mu- sao da resolugo que proroga o orcamento,
tos apoiados.) com a discusso dos orgamentos de alguns
Nao queira o nobre deputado despotisac Jninisteros e agora discutimos o roto de gra-
o nosso partido, impondo-nos exclusivamente gas. Tenha poisonobre deputado mais
um uraco chefe, por melhores que sejara s um ponco de paciencia, e ver que o gabi-
seus ttulos, que alias folgo de reconhe- nete ha do desempenhar o" compromisso que
cer. ]__ tomou no discurso da coroa, perante o paz,
Apraz-me, Sr. presidente, ver ainda tes- de trazer- ao parlamento estas reformas que
saopinio do nobre deputado transluzitem todos afiiejaraos. *
o seus sentimentos catholicos, querendo Sr. presidente, a injustiga dos nobres de
* i L
at do aecusages contradictorias. O nobre
deputado pelo 2." districto da provincia do
Rio de Janeiro aecusou o ministerio de fra-
co e incapaz de realisar essas reformas e
promover o bem do paiz ; ao passo que o
nobre deputado pelo municipio neutro o ae-
cusou a seu turno de omnipotente, que tudo
podia eesmagava com o seu poder.
No meio destas aecusages encontradas,
recordo-me, Sr. presidente, do pensamento
de um historiador philosopbo e ebriatte,
que estudou profundamente os recessos do
qoragao humano ; elle dizia que nessas op-
posiges injustas e contra lietofias ha sem-
pre uuia razo que so aprsenla e mn moti-
vos qu se oceulta... .
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :Va-
mos ao motivo.
O Sr. Carnkiho da Cu.nilv :Extern
apenas este pensamento, e doixo ao nobre
deputado fazer a applicago qte melhor eu-
tender. O que se apura de taos aecusages
que o gctbiut'le actual tem a torga e vita-
lidade necessarias para levar a eff.iito as re-
formas annuuciadas e promover o bem do
paiz, forga e vitalidade que se fortalecen!
cala ra, peles otos da nagao e pela couliauga
da *ora. *( Muitos npoiados.)
J-'oi, Sr. presidente, em execugo desse
programma que o gabinete actual, interpre-
tando fielmente as legitimas aspirac.6 ;s do
paiz, trouxe ao conhecimento desta cmara
a proposta do estado se#vit, que hoje*
felizmente a lei de 28 de setembro, na qual
alliava. os interesses legtimos da uossa la-
voura s exigencias da hmaiiidade e da
civilisago, e dispunha que os nossos la-
vradores continuavam a tvr em seus labores
os mesmos bragos escravos, mas daquella
data em diante em face dos altares christaos
e no imperio da Santa Cruz, ninguem nasce-
ria ma escravo. (Muitos apoiados.)
Anda hoje, Sr. presidente, se repetem in-
justas apreciages acerca da apresentagao
dessa proposta.
O nobre deputado pelo 2' districto da
provincia do Rio do Janeiro disse que este
projecto era o fructa da idea de urna s ca-
bega, que reuni todas as coras, deixando
entrever claro a alluso que se conten nes-
tas palavras.
Neste ponto o nobre ministro da agricul-
tura deu cabal resposa, dizendo que esta
idea nao pertencia a ninguem, porque era
de todos e estava as aspiragos do paiz.
Mas, "para se aquilatar bem a injustiga
que se ftz aesse respeto ao nobre presiden-
te do conselho, vou citar um trecho de urna
obra, publicada era "tti&l, que refere o pen-
samento de S. Exc, enunciado desde
1856 acerca desta momentosa questo.
Esta obra muito conbecida de todos vos,
intitula-se Abolifiio da escravidiio, publi-
cada porCochin em 1-61. No tomo 2',
pag. 213 diz : Em 18.16 o embaixador
inglez, o Sr. Scarlett, escreveu a lord Cla-
rendon que o ministro, Sr. Prannos, lhe
disse que era urna resolugo tomada pelo
governo abolir gradualmente a escravide
no Brasil e que elle fazia parle de urna so-
ciedade denominada Ypyranga, etc.
V-se, pois, que o nobre Visconde do Rio
Branco des le 1856 tiuha ideas assentadas
Acerca desta questo do estado servil.
Sr. presidente, por occasio da discus-
so dessa proposta urna pleiade brilhante do
oradores se destacou do partido conservador
nesta cmara para combate-la e ao gabinete,
que a sustentava.
Senhores, fagamos justiga a esses nossos
amigo* o i.wt-i".0:------1-- -
dos a essa opposigo por sentimentos bem
, ._:-.-, f.^iio ntoaJiam que essa pro-
posta era funesta aos intereses da lavou-
ra e levantara por toda a parte ruinas e des-
trogos, incendios e insurreiges ?
Movidos pelos mesmos sentimentos pa-
triticos, o gabinete actual e a maioria que
o apoiava, sustentavam esse projecto; por
que entendiera que era a nica solugo ra-
cional e conveniente que se poda dar a
esse problema, que ameagava a nossa lavou-
ra, e com ella salvara o Brasil de um mo-
vmento abolicionista, que agita va o mundo
inteiro, e nao poda deixar de abalar pro-
fundamente o nosso paiz, nico que mau-
tem ainda a escravido no solo americano.
( Muitos apoiados.)
Esquecendo-se para sempre alguns inci-
dentes desagrada veis que ento occorreram,
resta una discusso luminosa, que muito
honra ao parlamento brasileiro. ( Muitos
apoiados.)
Este projecto triumphou, porque nelle se
achava empenhada a grande causa da huma -
nidade, da civilisago e da liberdade.
Vozes :Muito bem.
O Sr. CatUOn da Cu.nha :E' hoje lei
do estado que est sendo executada pelos
nossos lavradores, sem nenhum abalo eper-
turbago da lavoura, e sem levantar essos
incendios e insurreiges, que os nobres de-
putados da dissidencia profetisavam por todo
o imperio. { Muitos apoiados.)
Diante deste facto .brilhante o que cum-
pria a filustre dissidencia parlamentar? O
seu -procediraento estava tragado pelo (exem-
plo de um grande hoinem de estado na In-
glaterra, cuja historia cita-se constantemen-
te nesta cmara.
Em 1833 na Inglaterra, como ha pouco
disse, um gabinete erainenteniente tory,
presidido por lord Aberdeen, e ministro das
colonias lord Stanley, ambos chefes do par-
tido tory, apresentou na cmara dos cora-
muns o bil de eraancipago simultanea
dos escravos das colonias inglezas. Sir Ro-
berto Peel, que era tambem um dos chefes
do-partido tory, separou-se do gabinete e
fez opposigo adopgo do bil. Votado
as duas casas do parlamento e convertido
em lei, foi escrutado as coloniasjinglezas
sem nenhum abalo e perturbago da ordem
publica.
O Sr. Duqce-Esirada Teixeira :_ Nao
apoiado.
.0 Sr. Carneiro da Cunha :- Foi. pelo
contrario, o adiamento da solugo dessa
questo que fnsurreccionou aquellas colo-
0 Su. Duimje-Estrvda TKixEina :E' pa-
ra a histor que eu appaUo.
M
nies e inundou-as era sangue, .tornando-se
necessario todo o poder da esquadra ingleza
para restabelecer a ordem, e submete-las a
obediencia da metropole.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :A his-
toria da emancipante ingleza protesta con-
tra essa apreciago.
O Sr. Carneiro da Cunha ;Perdoo-me
o nobre deputado. E' esta a verdade his-
trica da emancipago dos escr'arof lias co-
lonias inglezas.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira : Nao
revolvamos urna questo finda.
'. O Sr. Carneiro da Cnha:Por ora
estou apreciando um facto da historia
ingleza que tem applicago as nossos acon-
tecimentos politicos.
. :- .'i -
0 Su. Harneiro da Cusa :A historia
nao favorece jyraiuio de V. w,.; nella se
contera o factMpie venho de referir.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :Ber-
gunto, qual o estado da lavoura as colo-
nias inglezas depois da emancipago ? .
O S. Carnero da Cunha :A execugo
dessa lei nao causou abalo e nem pottubargo
no estado da lavoura das colonias inglezas.
Em face desse grande resultado, Sir Ro-
bert Peel foi cam ira dos communs na sos-
steeeguintefazor amiah honorable e de-
clarou que o oill da emancipago dos es-
cravos das colonias inglezas era a mais feliz
reforma, de que o mundo civilisailo tinha
podido dar exemplo. r .- f\
Sr. Duque-Estrada Teixeha Na
maioria que votou contra o ministerio Igu-
ravam membros da commisso especial da
lei da emancipago ; portante esse argumen-
to nao procede.
O $r. Carnkiro da Cu.nua :Vai ver o
nobre deputado a procedencia do meu ar-
gumento. -Dahi em diante Sir Robert Peel
ligoit-se aoseu partido ecoutinuou a apoiar
aquello gabinete. Era este procedimento
que se devia esperar da Ilustro dissidoucia
parlamentar. ( Muitos apoiados.)
0 Sr. Duquk-Estraba Tixkjra : E' um
estribilbo que prenso abandonar. Dous
membros da commisso espocial do pro-
jecto de emancipago esWivam e esto em
jPposicio ao gabinete, portante nao
esse o motivo. Porm, questo
linda, agora tratemos de remediar o mal
que possa provir; olhemos para a lavoura
e industria nacional. Eis o que couvm
fazer.
( Ha outros apartes.)
O Sr. Cakneiro da Cu.nha :O nobre
deputado nao pode contestar que foi esse
projecto do estado servil a causa e origem
da dissidencia, que ainda contina.
0 Sr. Duque-Estrada Teixeira : Essa
excavago nao conveniente.
O Sr. Carneiro da Cunha :Nao fui eu
que a provocou -.respondo ao nobre deputa-
do pelo 2' districto da provincia do Rio de
Janeiro, que em ambos os brilhantos dis-
cursos que proferto, revolveu esta ques-
to.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :Eu
tenho proferido neise nao toquei nella.
O Su. Carneiro da Cunha :Nem eu
agora estou respoodendo ao nobre deputado;
V. Exc. que quer comprar para si esta
questo. ( Risadas.)
Sr. presidente, encerrada a sesso de
1871, o gabinete actual deu todos os passos
para o cougragamento do partido conserva-
dor Nao quererei agora deseurolar esses
factos, de que tem V. Exc. inteiro conheci-
mento."
No entretanto a illusre dissidencia per-
mauecia em seus acampamentos de guerra,
cercados de abatises, que nao deixavara pe-
netrar as conveniencias e os iuteresses do
partido conservador.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira:Nao eram
taes que nao deixassem entrar muitos mem-
bros la mesma maioria, que tinha apoiado
o governo.
O Sr. Carneiro da Cunha:Esses se
passaram para a dissidencia; corram por
conta e responsabilidade della as consequou-
cias desta sciso.
Sr. presidente, aberta a sesse do auno
passado, quando se acabava de 1er ua mesa
o projecto de resposta falla do throno, e
V. Exc. annunciava para a segunda-foira
--o:-*------ J;----X~. f|A *U arvp-
largo politica geral, as queixas e aecusa-
ges contra o governo, nesse dia que deixa-
ram de comparecer sesso muitos amigos
do gabinete, a Ilustre dissidencia com sur-
preza apresentou urna mogo de descon-
lianga, intimando ao ministerio de se retirar
em continente do poder.
OSr. Duque-Estrada Teixeira:Com
surpreza, nao apoiado.
O Sr. Carneiro da Cunha :Com surpre-
za, sim ; porque nesse dia nao comparece-
ram muitos depu ados, que apoiavam o ga-
binete.
O Sr. Duque-Estrada Tbixeira ,Nos
esperamos seis paquetes.
O Sr. Carneiro da Cunha :Ento o
ministerio acudi ao seu posto de honra e
perguntou aos filustres dissidentes em nome
de que principio, de que programma de refor-
mas, e de que systeuia de administrago in-
timavam ao gabinete para se retirar do po-
der? ,
Os nobres deputados tiveram o mrito da
franqueza e declararam que nenhum prin-
cipio poltico e nenhuma reforma esta-
vam em jogo, o que os divida era urna
questo meramente pessoal, o gabinete j
nao mereca mais a sua confianga, pelo que
devia largar o poder I
Sr. presidente, amigo do systema repre-
sentativo, nao podia deixar de reprovar com
o meu voto esse proeediraento ; pois os dis-
sentimentos e questes pessoaes nao podem
ser representados no governo representativo
sem produzir a inaego, a immobilidade e
esterilidade na administrago. (Muitosapoia-
dos.
Em urna questo idntica, exclamava
Passr na tribuna franceza, para que urna
mudanga de pessoas, se nao ha urna
mudanga de poltica e de systema de ad-
ministrago ?
Senhores, se se admitsse semelhante
precedente, os ministerios se devanara
e se precipitariam uns aps outros, como
esses castellos de cartas que os meninos le-
varrtam em seus jogos e diverlimentps ; se-
ria a auarchia do governo representativo ;
seria a confuso, a perturbago e a de-
igeoerago do systema representativo. (Mui-
to bem,)
0 Sr. Duque-Estrada Teixeira :Nao
apoiado.
O Sr. Carneiro da Gunha : E sao os
nobres deputados, que por esse meio que-
rom regenerar o systema representativo I
0 Sr. Duque-Estrada Teixeira : A
historia parlamentar do mundo civilisado
protesta contra eSsas ideas.
O Sr. Carneiro da Cunua :Perdoe-me
o nobre deputado; contra o que protesta
historia parlamentar dos paes civilisdos a
contra o precedente, que os nobres depu-
tados pretendiam enxertaf to nosso systema
representativo.
Sr. presidente, travado o conflicto entre
o poder executivo e um dos ramos do poder
legislativo, levado instancia superior da
cora, ella decidio-ocim aquella sabedoria,
que costuma, dando o decreto de 22 de
maio da dissoluga da cartera dos depu-
tados. ,
da ntimago da filustre dissidencia appella-
go para o grande trihunal da opin o na-
cional, que em vista de raerecimento dos
autos e das allegages provadas, proferto em
ultima instancia a sua sentenga definitiva,
elegendo ao seio do parlamento urna maioria
dedicada para apoiar as ideas e as vistas do
actual gabinete.
Vozes : -.Muito bem.
O Sr. Carneiro da Cunha : Sr. pre-
sidente, o nobre deputado pelo 2" districto
da provincia do Rio de Janeiro aecusou o
acto da dissolugo como attentatorio da
constituir) e accrescentuu que diante delle
se sontio humilhado I
l'arece-me, senhores, que o eiercicio le-
gal de urna alta prerogativa da cora nao
pode humlhar a nenhum dos outros pode-
res consfitucionacs. (Apoiados.)
Mas coraprehonde-se fcilmente a razo
dessa apreciago. Os nobres deputados da
dissidencia eonlavam, que nl'allivolmente o
poder iria s suasmos; e ento se yiram
Iludidos em suas perspectivas de homeiis
de estado.
O Sr. F. Belisario : Est muito enga-
itado.
O Sr. Carneiro da Cunha : Estou en-
gaado I Tenho aqui a pruva. Ento c-
crescentarei que corra nos'corredores des-
ta cmara, que a illustre dissidencia j ti-
nha o sen ministerio organisado, e que as
pastas estavain todas distribuidas I (Risa-
das.)
O Sa. Duque-Estrada Teixeira : V.
Exc. estava incluido nessa lista do ministe-
rio quo se dizia organisada ?
O Sr. Carneiro da Cunha -.Nao...
O Su. Duque-Estrada Teixeira Est ahi
a explicar.ii).
0 Su. Carneiro da Cunua : ... nao
taofao tao elevadas aspiragdes ; contento-me
com a psgte obscura, que oceupo nesta
cmara (muitos nao apoiados); deixo-as ao
nobre deputado, as quaes lhe do direito
seus merecidos talentos.
Vou ler o tpico, a que me referei.
O Sr. DuyUE-EsTRADA TeixeRA :Vamos
ver se est ahi a organisgo do minis-
terio. _-
0 $v+ G.vRXtiiio ba Glnba : Nao cen-
suro os nobres depotados por esso facto;
pelo contrario, se Urnariarn f5ignos de cen-
sura, se parlamentaros como so,fazondo op-
posigo ao gabinete e intimando-Ib'.- de se
retirar do poder, nao estivessera dspostos e
preparados para recobfc-lo logo quo fossem
chamados pelo eleitor dos ministros.
OSr. Duque-Estrada Teixeira :E de-
riamos pedir o concurso dos membros da
maioria. Se cu indigitasse alguein, indigi-
tara a V. Exc. como membro muito pros-
timoso.
O Sr. Carneiro da Cuhha : Agradeg)
tamanha bondado ; mas repetirei ainda urna
vez que nao tenho essas preteuges.
O Sr. Presidente :Pego ao nobre de-
putado que se dirija mesa para evitar os
dilogos.
O Sr. Carneiro da Cu.nha : Vou ler o
trecho, do qual tenho sido desviado pelos
apartes dos nobres deputados. Fallava na
sesso de l de maio do anno passado o no-
bre Visconde do Rio-Branco^ e interrogava
aos filustres deputados da dissidencia.
a O que preleiidera os nobres deputados ?
Forcar a retirada do gabinete ? Mas com
que vistas ? Aspiram os nobres deputados ao
poder as circumstancias actuaes ?
Vozes :Est visto.
Estas vozes partiam dos nobres deputa-
dos da dissidencia. E' concludente que os
..a..., \...... i... [,r,.i..n,ii ,m r> impiravtm
ao poder.
O Sr. F. Belisario : Portante eslava
organisado o gabinete I
O Sr. Carneiro da Cu.nha : Era um
corollario lgico.
O Sr. F. Beluurio : Permtta-me que
diga que nos conhecemos muito bem a his-
toria do nosso paiz para sabemos qual' a
solugo que teria essa questo.
0 Sr. Carneiro da Cunha :- Sr. presi-
dente, o nobre .deputado pelo 2" districto da
provincia do Rio de Janeiro, analysando o
acto da dissolugo, era face do art. 101, %
5. da constituico, disse quefra um atten-
tado, porque a dissolugo da aunara s po-
dia ser dada nos casos em que o exigisse a
salvago do estado; e ento perguntara S.
Exc. que perigo corra o paz para exigir
urna tal medida de salvago publica ?
Maravilhou-mc, Sr. presidente, que o no-
bre deputado, talento do primeira qualida-
de, na interpretago dos dogmas constitu-
cionaes se escravisasse tanto lettra morta
da disposigo, e nao se elevasse ao espirito
ntelligente, que a vivifica.
Em um outro notavel discurso, proferido
sobre ponto differente, S. Exc. diz-nos que
as disposiges constitucionaes nao devera
ser interpretadas, como entendemos juris-
consultos, por esses pices do strieti juris ;
ellas tm um urna certa elastfeidade. Fa-
zendo agora applicago desta doutrina ao
caso vertente, vejamos em que o acto da
dfssolugo ferio o preceito constitucional.
Sr. presidente, no nosso mechanismo
constitucional, os poderes legislativo e exe-
cutivo sao duas grandes rodas, que devera
funecionar harmnicamente para o bem
geral do paz. Desde que ellas se descon-
certara, se crusam, se entrechcame se estor-
vara, ha um perigo eminente para as nst-
tuges do paiz, se o poder neutro, que
constituido.Jo poder judiciario entre os ou-
tros poderes, nao intervier de prompto na
contenda para repr as cousas no seu verda-
dero estado, dando a dissolugo da cmara
dos deputados, ou a demisso do gabinete.
Vou oitar-ro, senhores, em apoto desta
doutrina, a autoridade de ura publicista bra-~
sileiro, cuja perda as lettras patrias choraram
sempre, o Sr. Dr. Braz Florentinor. Edes:
vanego-me tanto mais de cita-lo, quanto
era elle meu distincto comprovinciano.
Em sua obra Do Poder Moderador, diz :
Disscntimentos profundos levantados
entre essa cmara e s ministros" da cora,
podem perturbar de tal sorte o equilibrio e
i harmona dos poderes que seja impossivel
o seu restabeleeimento sem a dissolugo da
cmara, ou a demisso do ministerio^ -een-
tretanto possivel que a razo e,a rerdadei-
ra intelligencia dos interesses nacionaes se
achem algumas vezes da parte deste, era-
quanto aquella, dominada por paixes ma-
lvolas, pode nao exprimir mais fielmente a
opinio geral do paiz.
B. Constant, escriptor liberal, em seu
Curso de Politica Constitucional, diz :
Esta dissolugo nao como' se tem ik
to, um ultraje aos diretos do pov ; peto
contrario um appello feito aos seus direito.?
em favor dos seus interesses.
(Contimar-st-ha.}





No entretanto os nobres deputados- aecu-
sain acremente este acto, que nao foi njnis do
que vista quo o goveroo pedio para nterpor TYP. W) DIARIO RA D'WC
LU1X3


Full Text
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