Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12857


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Full Text
^1 "I
AN1V0 XLIX. MERO 57
. ;....... ., i
PARA A CAPITAL E LIGARES OSDE \0 SE PAGA PORTE.
Por.tres mezes adiauta-Jos.....>.......i .' 6*000
Por seis ditos dem "<.................. 12*5000
Por uin anno idcm................... 849000
Cada numero avulso.................. 320

n
DOVNUO* DE MAUCO DE 1873.
-*
-r
PARA ESTRO E I'SlA DA pft9lSCA.
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos dem ': ,
Por um auno idem. .
44

4 i
809230
27M)00
...
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUE1R0A DE FARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio AI ves & Filaos, n Para; Goncalves <& Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de OliveiradtFiiho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justin*
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; fcelarraino dos Santos Bulco, em Santo Auto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Alvej' C, na Bahia ; e Leite, Cerquiolio & C. no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAL.
He|nili-ao )h polica.
8.' seceSa. Secretaria da polica de Pernambuco.
8 Je Mareo lie 1873.
N. 493. Illin. i! Exm. Sr. Levo ao conheci-
monto de V. 'f.e. i|ue, segando consta das partid-
pacAes recebidas hoje nesta reparlico, for un li >n-
tem recolhttM casa de deteucao os seguintes in-
ii\iduos:
A' niiiihadtdem, Antonio Pereira di Silva, co-
mo pronunciado em crime, de bigamia na provin-
cia da Parahyha.
A' ordem do subdelegado do Recife, Felippe Se-
ry da Silva, a requisi.-;*... do cnsul porluguez, e
Jos, eserav) de Manoel Jos de Aguiar, a roque-
riui 'Uto de.sie.
A' ordetn do de Sanio Antonio, Antonia, e-cra-
va do Dr. Joo ||.i|it sta de Aguiar Mello, ;i roque-
rinteate iieste.
A' orJein do do Poca, Mano la, escrava de Igna-
cia Mara da Costa Arauj i, co.iii suspeit.i dr an-
dar fgida.
O delegad de Serinhem, por oflic-io de 6 do
arente, communcoii me que o subdelegado do
segundo districto d'a quelle terna i liie participara
que no dia 2 desfe mea, e.H trras do Mgeuh Pe-
dia Amolar, J-t.io Luiz dos ant is, ferira grave-
i.i'U'ocom urna focada a Jos Kulino dos Res,
morador no engenta) Gyndahy daquelle tormo,
logrando evadirse ; e que lizera a competente vis-
tocia
Nesta data reromm mde aquella autoridad!,
qie proceJesS'1. ao respectivo in | lerito, o da re-
ramess i desle ao juta > competente, desee logo
ciencia esta nyart.-o.
Por oHl'io- de i e 3 do corrate, com nunieou-
OM o delegado d\\ i.a-Preta qae na madrugada
do dia anterior capturara all Manoel Francisco
Becerra, criminoso no tcr.n* do Bjaito, Manoel
Jos de Mello e Manee! de tal, eonhecid por Ma-
ujcI Baealbio, erimln >sos de furto de caballo na-
quella villa.
Que ao amanhecer do (til i. o .subdelegado do
segundo districto d aquella villa dispersara um
grano de eiganos que su aishavam homsiados no
engenbo Pereirinha do referido districto, appre-
heud 'iido-lhes na mesma ocea-in dez facas de
ponta e seis arma* de logo.
Deus guarde a V. Kxr.lllm. e Exm. Sr. CODO
mendador lienrique lVreira de Lucena. dignssi-
m presidente desia provincia.O chefe dc.policia.
Calis Correia de Qartt Burro*.
C'rrcpii!nl*Jiri Pei-Jiaiii3iii*u.
Dep iis p.issou aos tratados platinos e do Paraguay,
censurando a poltica de nosso govenio.
Hontein nauta deu-se una occurrencia, que
nao d-ixa de ser curiosa.
A redacc io da Rfpublica, com a noticia que nos
tronxe o paquete, dos ltimos aeonteelmentos de
Hespanlia, julgou dever illiuninar a frente de sen
esciiptorio. collorando all o retrato de Emilio
Castellar, e por fin erguendo urna bandeira bra-
rileir.i republicana, com as cores verde e amarel-
l'a, Km a roroa imperial no entro. Nao satis-
seltas com essa demonstracao, alguns mocos che
gavaia janella e davaa vivas repblica, e
abaixo a inonaicliia.
Comeroo a rennir-se povo, e porfim. fui este
indignan lose, e prorompea em vivas nionar-
chia e ao Imperado, caliindor dep >is com pedras
sobre as vidm.as o o retrato do grande republica-
no despalillo! ; |ii ficou com um olbo furado) e
acabou fazendu arreiar a tal bandeira e rasga -
do-a Chegadas as cousas a tal ponto, fectiou a
redateae as portas e janellas, recejando maiores
consequenejas que. felizmente, forain evitadas
com a presenca do chele de polica, que aplacou
o Miiiiio di povo e o fez dispersar.
Ora eis ahi urna boa lieeo. Deixando, porem,
de parte a poltica, dar-lhe-hei noticia da compa-
nliia' de paquetes do norte, de que j una vez llie
talle!.
Codeado aos clamores dos Jornale e reclamares
dos accionistas, residveu-so o gerente, o Sr. Carre-
re, a convjear urna reuniao, para ahi oxpor o es-
lado da coiiipanliia e dar contas de sua gerencia.
A sua exposicao foi tal que, apezar do que se
esperava, eaosou o maior pasmo, se nao geral in-
dignara, a tal ponto ipie u:n negociante desta
praca, eslraogeiro serio e res|>citavel, levantndo-
se, disse :
t Meus senhores, este caso de recorrer-se
polica, e pedirse o soccorro dos urbanos.
K [legando do chape i, sabio, sem querer ouvir
mais nada. Kntret nto, os demais accionistas pre-
sentes resolvern) nomoar urna eommissio, para
exa iiiuar as eoulas apresentadas pelo gerente, e
indicar o inelhor ino de resguardar os capitacs
dos incautos, que os arriscaram em tal emprata.
A noticia de tal desfeeho causou a mais triste
impressiij na praca e mesmo em todo o publico,
d i modo que as acedes de i 'jO;X),que ji estavam
a LtjOD, desceram a 900. Nao se falla va em
outneenusa O Sr. Baro de Cotegipe, no senado
apresentou um requerimento com os seguintes que-
sitos:
|. Qual ^estado actual da Compauhia de
Savegac^i Brasilcira para os portes do norte, e se
a vista delle pi'ide o governo esperar que seja
cumprido o contrato que celebrou com a dtacom-
panhia.
i." Se esta o tem cumprido at hoje, c, quando
nao, ipi.u's as multas em que iicorreu e se foram
satisfeitas.
Declarando que o sen flm nao era por ora emit-
tir jii7.o, senio chamar a atteneao do governo se-
nio ug JAMIRO.
Corle, 21 d ferereiro de S73.
\ u trabalh traal as caaras, par falla de nu-
mero na seguirla e tenja feir.us do carnaval, nem
oa quarla feira de cinja. H^ntom foi o primeiro
dia em iju houve susj. -
Na cmara dos desatados pedio o Sr. Silvelra
Martius urgencia, que Ihe foi concedida, para
apresentar e jtutiUcar as represeutae.oos que ah
no Recife Ciram pro u vi las contra ji proceilimen-
to da Sr. bispo, em relac-lo qacstSo ma;iuica.
Censurando os actos do il ustre prelado pernam-
bu'ano, ora com aspereza, ora com ino leracao,
oceupou > deputado rio-grandense a atteacio da
casa por espaco de mni hora ; e, com quanto em
muitos pontos'eii nao compartilhe as doiitrinas por
elle sustentilas. for.a confessar, que algumas de
suas consider.icoes foram de peso e acharan) aco-
Ihii'ienlo em inuitos membros da maioria.
Noluu, sbrelo lo, os eJTiito- re-ul antes da pena
de excoinmunhao ; p s qae o Sr. hispo, para ser
lgico, deve ordenar aos parochos de todas as fre-
guezas que nao admiui-trem nenlr.im sacramento
aos macos, P ir estarem exeoinmungados, e en-
im otes nao poderan cas irse. Onde Bcarao, pols.
os direilos hereditarios do cija lo, ipie teeai por
base o casamento ?
foi um mal, na o.iinia) do orador, que a nossa
coustiturao. eedendo s ideas da poca em que
foi promulgad i, tivesse adaiittido urna religiao de
lado, nao deixando i Coosciencia de cada um o
cuidado de ir para o ce i pelo c.iuiinh i que qni-
leasc.
E' p ir i da Dfesaun eonstltuifo nesta parle. Por lim ver
beroB a faculdade de direito do Recife, porque
eosioa o nttninoutanisnu.
Nao era preciso essa ultima parte, para que o
Sr. farqninie aeuJisse i tribuna, requerendo por
sua vez urgencia, que foi concedida, para apre-
sentar um requeriincnto relativo ao mesmo as-
sumpt i.
O Ilustre representante do llio Grande do Nor-
te, ni qualidade de pllio e.yiirUwil, como se ana-
lilieot, do diocesano d- l'eiuamliiico. responde ao
Sr. Silveira Martins, e o faz com a prolisciencia
[iiupria de um professor, e professor catholico. B
Como O sju discurso hade ser publicado, disp u
fvme de aqu resumi-lo.
Finado a discassio adiada, por terum pedido
a palavra os Srs. Pinto de llampos e Joo Manoel.
passou-se segunda parte da ordem do dia, que
era o oream mto do ministerio da agricultura,ein que
oraram os Sr*. Angelo du Amara! e Martinho Can
pos; este oceupando-se quasi que exclusivamente
com as tarif.s da estrada de ferro de Pedro II, e
aquello disenta lo as variadas questoes que pea
dem desse ministerio.
Incoutest ivelm me 0 Sr. Aniaral unta das me-
Ihores intelligeucias di cmara ; perem, penco
amigo da tribuna.
Hoje, tendo llcado de parto a questao maeoniea,
conlinuou na primeira parle da ordem do dia o
referido orcaineul orando em primeiro lugar o
Sr. Gusmlo Lobo, que, cmo costuma, fez um bel-
lo di curso, pin qu Iraton de diversos assumpt fi,
nado um destes o mei ra-iiento do OOrtO do Per-
Ciambuco.
:'i)ois fallou o S-. Ges Filbq, qae oceunoa-se
principalmente rom os negocios da cstra la de fer-
ro de sua prrvinci i.
Dep lis das das boras, passandu-se 2." parte
da ordem do dia. oiscussto das forcas de mar,
rotnpeu o dbale o Sr. Silveira Martina, que es
gotou todo o resto da sesso, tratando de poltica
interna e externa. Ao lindar a primeira parte do
seu discurso, fez o oradora sua prolisso de f
poltica, pfc salsfazei is curiosos, disse, o Ilus-
tro tribuno, que querem saber se elle republi-
cano, ou monarchista.
Se figurasse na' poltica na poca de nossa cman-
cipacao, se pronunciara de modo contrario ao Sr.
Thiers, que disse-ha poueo, que su tivesse de cons-
tituir um pa, freferiria urna Inglaterra aos Es-
tado Unidos; quereria antes a grande repblica
americana e nao a Inglaterra, por duas razoes,
sendo a primeira o ser americano e viver na Ame-
rica. Mas desde que anana o paiz constituido com
a monarchia que a na;ao aceitou e quer canter,
elle tambem a aceita, at porque o-abusos que
Ue tem assignalado e combate, podem ser com
mai> facilid 11 e (Trigidos c un as actnaM institui-
(jes, do que soh una nutra forma de governo de>
conhecid i do paiz, e qua na i s sabe ipie tractos
produzir. E* liberal, pugna pea causa di liherda
de, e conhece que esta tanto pode floresrer nos Es-
tados Unido como na Inglaterra e na Blgica.
Nestas aprecia, oes muito alongou-se o orador.
bre faetos j publicados, accresceutou S. Exc.:
Segundo tenho ouvtdo, c parece certo, existe
hontem apparece um articulista, que dizera ser um
ex-deputado dussa provincia, advogado extrpmado
do Sr. Carrere, di/, -mi >, que os accionistits nada
podem esolver. nem podir ao governo : que s o
dito Garrir que o pode fazer, e pel modo que
entender, e que, alm disto, elle gerente nao est
obrigado a fazer o que quzercm os mesmos accio-
nistas.
DIARIO DE PERNAMBUCO
urna directora nominal ton do paiz, contra a let-
tra do contrato celebrado com o governo, e que
desta directora esta dependente a sorte de todos
os capitaes brasileiros e estrangeiras infelizmente
envolvidos nesta especulaeao.
t Tenho lido lamban algumas defezas ao proco-
dimento da directora da companhia, e sorprendeu-
me urna das razoes dadas pelos defensores, que
suppde que o governo nao se devia importar com
as malversacoes da gerencia da companhia, por-
que qua-i todos.os capitaes eran eetrangeiros....
O Sr. Z'icirat:Ha muitos capitaes brasi-
leiros.
O Sr. Burilo de Cotegipe: ....como se os
eriales, as fraudes e os abusos commettidos neste
paiz contra estrangeiros podessem deixar de ser
ponidos.
O Sr. Zacariai : -Contra estrangeiros resi-
dentes aqu e negociantes da praca do Rio de Ja-
neiro.
i O Sr. Figueira d* Mello : -Guerra aos la-
droes.
O Sr. II ir 11 de Cot'tjipe: -Este negocio pare-
ce-uie ser bastante serio.
0 Sr. Zaeariai:Apeiado.
O Sr. Bunio de Cotegipe: E" o primeiro exem-
plo qae temos de urna especalacio to andados*.
>io posso mesmo eompreaeader como homens de
senso, como os accionistas da companhia, tivessem
cabido em um la;o to grosseiro.: elles sao punidos
no qu! teetn de precioso, em suas fortunas; e al
gnus delles, acredito cu, icarao completamente
arruinados.
Mas islo nao razo para que o governo nao
procure por meio das autoridades, chegar ao co-
nhecimento do que ha de real em todas essas pu-
hlicacoes e mande projeder, se for possi^el, como
eu creio que a todos os inqueritos necessarios
para se poder lomar urna providencia, quer admi
nistialiva, quer judicial.
Eutretanto, trabalhava a cuininissao nomeada
pelos accionistas para deseinpenhar a sua tarefa, e
no Jornal do Commertfo de 26 foi publicado o seu
parecer, que todas podem 1er e admirar.
N io cabe elle nos estreitos limites desta carta,
e por aso nao o transcrevo aqui. Mas eis como se
expressa a eommissio acerca dos resultados a que
cuegou,nao obstante acoafosao calculada das cin-
tas e a ausencia de esclarecimentos devidos :
i No entanto os fados addazidos e verificados
pea eommissao, parecem-lbe sufflcientes para au-
t nisar desde j a deducc&e dos seguintes corolla-
rios:
l. Que exorbitante, e por conseguintc in-
ustilieavel, perante a razao e o direito, a somma
de 3,y0:0(iJU debitada aos accionistas na conta
da conce-so e tres vapores.
t 2. Que Ihe parece irregular e snspeito o mys-
terio em que alada hoje se acha envoltoo contrato
citado no Maneo.
i 3." Qae alm do exeesso indicado na verba
Concessao c vapores -sao avallados os prejuizos
cansados aos aeciouislas pelo facto de nao ter a
a I ninistiMco apresentado em tempo vapore^} suf-
licientes e elllcientes para o servido.
t !. Que foram autorisalos e distribuidos divi-
dendos sobre lucros simulados, na occasio em
que as contas, tanto de capital, como de lucros c
pedas, se achavam nneradas de consideraveis al-
cances.
a." Que em face de 4antos e tao consideraveis
prejuizos causados aos accionistas, a eommissio
espera que a admiaistmcio da Companhia nio se
negar a justa indeninisag.lo aos accionistas preju-
dicados; mas quando assiin nao aconteca (o que
nao de esperar), confia ainda em que elles en-
contrarj as leis de um paiz civilizado a devida
proteeeio e legitimo desforco em favor de seus in-
terc-ses to ilegitimamente compromettido'.
Mas poler a companhia ainda rehabilitar-se?
llavera meio de salva-la da ruina, que parece ter-
Ihe sido preparada ?
i A eommissio nao tem a menor duvida em
pronunciarse pela afOMtativa, desde o momeuto
em que venham em auxilio de tantos interesses
lesados:
< 1 Severa moralidade administrativa.
2." Augmento de capital. >
i 3.' Ijeiievolencia equitativa da parte do gover-
no imperial.
BeMtoleHCil equitativa ibl parte do governo, eis
i tabea de salvarSo, depois ile tamauho desca-
labro I '
Est listo, nesta boa trra o governo na to pa-
gar sempre as favas que o asno comeu'
RECIFE, 9 DE MARCO UE.1873.
O.** prcteuMu repuhlicniaos e ai
tutu iri'liia.
O paquete Par, hontem chegado ao nosso porto,
procedente do Rio de Jainiro, foi portador de gra-
ves noticias que nao podem deixar de interessar
vivamente aos habitadores de Peruambtico e do
norte do imperio.
Queremos referir-nos ao que all se passou nos
dias 27 e 8 de fevereiro, qnando se derramou na
corte a noticia de que S. M. o Sr. I). Amadeo
I.*, re de Hespanha, resigaoo a coroa, que os fau-
tores da ultima revolu;o hespanhola Ihe posaran
cabera, facto este que teve como consequencia a
proclamadlo da repblica na patria de S. Fer-
nando.
Ao ipie tal respeito se le na carta do nosso
correspondente, inserta n*outro lugar deste Diario,
juntamos a sguinte exposicao, que acerca do
occorrido, nos faz un nosso amigo da cute, pos-
soa cima de toda a excepeo, e em cuja narra-
tiva encontrario os nossos leitores a liel expresso
da verdade das tristes e lamentaveis scenas, que os
pretensos republicanos do Rio de Janeiro ulgaram
dever promover, no interesse da cansa de que se
dizem representantes; mas que tiveram por elleito
inmediato urna justa reprimenda por parte do
povo fluminense, sinceramente devotado causa
da monarchia e do throno, frondosa arvore sob
cuja sombra repousa orgulhoso o povo brasileiro.
Eis o que narra a dita carta, que tem a data de
!. do corrente i
Chegando aqui ante-honlem (27 de feverein),
por nina hora da tarde, a noticia da abdicacio do
iliustre principe Amadeo, pretenderam os repu-
blicanos (e quando tallo em republicanos deve-se
entender alguns miv-os que escrevem a Repblica)
promover una passeiata noite, com mnsiea a
frente e o natural cortejo de taes festas. Pediram
lieenea polica que,rerusando-a, fez oque devia,
concedendo-lhes porm que Hluminasseui a fachada
do e-crptorio do seu jornal, lssein versos e dis-
cursos, e fomentassem todas quantas mauifestagoes
nao podessem perturbar a ordem publica.
Desde pela manh, ao chegar a noticia, afllxa-
ram cartazos em forma de prodamaeoes ou de
bolhetins s portas da typhgrapliia. A" uoite exhi-
hirani. entre globos de cor accesos, um grole co
retrato em grande vulto de Emilo Castellar, illu-
minaram a fachada do edificio que urna luja de
pequeas nronorr^es, e orifaram o primeiro andar,
onde se rene o club, com bandejras de varias
nacionalidades, dispostas de maneira que as de
pa es monarrhicos, e a do Brasil entre ellas, tape-
tavam a janella, de mido serem pisa las pelos
fumosos tribunos, em quanto que os pavilhoos' de
paizes republicanos desdobravam-se de convenienle
posicao. Figura va entre estas una singular ban-
deira, a pretensa bandeira republicana, bi-color,
dispostas as cores por este modo : listra aniarella
no centro e orlas 1 stradas de verde.
Logo ao cahir a noute, comecou agglome-
rar-se povo ra do Ouvidor. Chegando ja-
nella um dos taes escrevinhadores. o Sr. Quintino
Uocayuva, mal tinha proferido as primeiras pala-
vras que o povo rompeu em vivas estrepitosos
monarchia, conslilui.o, ao Imperador, e aos
partidos constiluconaes, dando morras e fras re-
publica. Tal foi a manifestacao nue o Sr. Quin-
tino, vivamente e at um tanto bruscamente in-
terrompdo, relirou-se da Irihuna, saber, da ja-
nella.
Crescendo a agitacao, o povo pedio, altos
brados, que se fizesse uescer a tal bandeira em
que se viam as cores nacionaes sem o symbolo
imperial.
Depois de algum lempo, os republie >uos -
zcram-n'aapeiar, e logo apagaram as luzcs. Co-
mecavam faze lo quando um homeni do povo
atirou um projectl ao retrato de E. Ca tellar, que
o ferio em um olho. A singular bandeira despe-
dacou-a o DoVO em mil pedaeos.
O que mais que notavel que os jornaes de
28, ou porque o facto se passou noute do dia
antecedente, ou por qnalquer outro motivo, gu.r-
daram rigoroso segredo no caso.
Hontem noute, jiorm, a inullido da ves-
pera, mais densa, accorreu ao escriptorio da Re-
pablica, levada pelo convite de umeartaz, afflxado
no edificio, em que se congregava o pro republi-
cano para urna reuniao s 5 horas da larde.
A' noite rompeu grande agitacao. Una in-
mensa multdo, aos gritos de uta a monarchia,
fazia amis importante manifestacao contra os taes
republicanos, que tinhain as portas fechadas
estabeleciiiK-nto s escuras
Troearam-se pedradas entre o povo e os que
estavam no l. andar. Os vid ros licaram esmi-
galhados.
Cerca de 3,009 pessoas, nao gritavam, uiva-
vam contra a repblica e reclamavain que se fi-
zesse retirar urna taboleta, que designa a typogra-
pbia e em que se le esta nica palavraa rki>u-
biica -em letras garrafaes.
t Collocada arespeitavel altura, nao coneguio o
povo retira-la. Afnal teutava violeutar as port3s,
provaveluieute para quebrar a typographia.
pesde que a manifestacao tomn um carcter
grave, interveo a polica, e, sem que Ihe fosse de
inystcr soccorrer se ao emprego, sempre lamenta-
vel, da forca, logrou restUielecer o socego. De ou-
tro modo a typographia voava em estilha.o?.
No momento em que Ibes escrevo ( 1 hora
da manba e o vapor larga s 8) amas vinte pravas
montadas percorrem passo grave, e em varias
uireecoes, a ra do Ouvidor, onde ainda est agglo-
nierado grande numero de pessoas. Restabelece-
ram-se a ordem e at o silencio, pela simples pre-
senca da forca.
Assim que a typographia republicana, em-
preza antes mercantil que poltica, fundada e
maulida para fius de especulaeao eoinmercial p<7r
HM estrungeiro, suiente deve a polica nio ter
sido feita em pedaeos.
Provavelmente diro amanh que a polica
fomentou o pronunciamento, auimou-o, talvez pre-
paro u- o!
o Entretanto, a verdade tal como Ibes expo-
nho. Fui testemunha pes^oal dos acontecimentos
e lhes asseguro que na incorerta exposr.io que
Ibes mando, nao carreguei as cores.
a Esqeca-me dizer-lhes que j um tanto se-
renado o conflicto, tentamos cu, o senador Barros
Barreto, o Dr. Pedro Affonso, o Dr Prannos Fl-
lho, e os deputade3 Costa Leito e Leandro Be-
serra atravessar pelo meio do povo, (piando cho-
varain sobre nos do i." andar da Repblica pedras
e estilhacos. Urna dellas derrubando o chapeo do
Dr. Pedro Affonso, poda ter-He sido fatal!
Conto-lhes este facto pa>"a Que vejam e saiba-
^ ahi que os republicano* prociiraram reagif
contra povo por meto? coadeiiin:ivel>. \ f\>-^
dras nao nos foram dirigidas, pois seria irnao*!*
vil di'tingnir-se algnem no meio da mOHMMo que.
se arrotovelava.
Nao tende os joruae- da corte nnrwnV lamAfc
ap iX'Ui i lis-imo da oppjsic.o. para o qual tu lo
boiu, cointanto que uva o governo ; e nao nos
pareeendo exacta a su narracao, julgaimi.- dever
transcrevur o; tpicos da carta do amigo que
alludimos, nao s porque elle nos merece a maior
f, mas tamboiu porque, sendo testemunha pre-
sencial do facto, eslava mullo no caso de o relatar,
com minucioSdade, como eflectivauiite se v
da carta em quert o.
Dessa exposicao evidencase |ue nao pode me-
drar no Rio da Janeiro a pretenciosa luauifestavao
d Club da rua do Ouvidor, como cerUmente nao
ha de medrar entre ns a plaa |>erigosa que se
pretende accliaar no Brasil, a despeito da adhesao
completa do seu povo s IIvras instituicoes por-
que se rege o paiz.
Convencarase de urna vez os pretensos republi-
canos de que a forma de governo inouarchico-repre-
seutativo tem fund.is rai/.es no coraijao do imperio,
e que nao serio as saas cantilen is nem os seus
confrontes exagerados que p idero desarraigar
dos peit'ts brasileiros essas tantas virtudes cvicas
que os cnobrecem, tonselhando-lhes decidido
amor patria, e, pela patria, ao throno.
Quando, ao lanear-se olhos comiuovidos e pres-
crutadores para os povos que ivts ceream por tres
lados, se estuda aecurad enle as condicoos de
vida das sociedades de origein hipano-america-'
as, e ahi so v e com i que se apalpa um cancro
sempre roer, sem remedio possvel -a revolta
continua ; quando, percorrendo as paginas da his-
toria, sent se pungir n'ahai a dor angustiosa que
tem ratauo o cora.o de todas as repblicas an-
tigs e vai raland i o das m-iderna*; nao se pode
deixar de agradecer ao co ter inspirado a s fau-
tores da independencia do Brasil a lidia e gran-
diosa idea de cmslitur as SU estrellas da conste-
larlo brasil.ra em urna monarchia liberal, capaz
le todos os engrandecimentos, susceptivel de todos
os melhoramcntos snciaus e polticos, sem sabir da
rbita das suas instituicoes fundamentaes, sem ca-
recer de choques nem de abalo para alcanzar o
ponto culminante para que caininbam as socie-
dades.
Nio, o Brasil nao carece ser republicano para
ser livre, grande e magesloso.
Nto, o Brasil na precisa de revolu.oes para
caminhar,nem carece dos conselhos dos preten-
sos panegiristas Ao ftUuro para tom.r asseoto uj
banquete da cvilisaco e do progreso.
Contra taes conselhos, contra as demonstra-
cues optimistas da Repblica da rua do Ouvidor,
acabm de protestar calorosamente os fluinneu
N itieia a mesma l'olha
A c.llioia foi pessima as colonias ; feijao e
mithoquasi nao ha, e o que ha de m qualidi-
de. Em Nova-l'etropoli-, por exeinpl, vale o
uceo do feijio 10J0, pela pessima qualidade del-
le. e, ven leudo e seu producto por tal precO,
jmpos.-ivul que o colono obteuha os necessan
muios de vida.
No dia l'J di passado, una esclava do ne-
gociante do Passo-Fundo, Joao Ferreira Carpes
ses, e seu duvida o mesmo acontecer em todo o ses eni Elyzia, no estado d'Ohio.
Iirasil.se tao arrojado designi.) qnizerem ostentar
os poucos e bsonnos republicanos das producas
OBrasi! monarebista. Te:n-no dito Ind ve-
tes sob innmeras formas. E. pois, nao recus ir
faze-lo mais urna ves, imitando o aobre exemplo
de seus intus do Rio-de Janeiro
Lamentamos, sentimos profundamente que a re-
primenda dsd i aos clubista* da rua do uvidir,:
tivesse chegado ao ponto de preten Jer-se quebrar
urna typographia.
Taes excessos, sem duvida condeuiuaveis>.aao
merecwm api>io de ninguem. Mas a rea-.o pici-
flea, enrgica, nobre, grandemente eloquente, qne
tem noe flm convencer aos pretensos apostlos do
republicanismo de que nao devem ferir as n-lilui-
Soes do paiz; essa reacca > sim, nao p >de deixar
e ser appl udida por todo* os brasileiros, ji >r to-
dos os patriotas, que sabem erguer o seu paiz ci-
ma de pequeninos odios, cima de. v:\os precoucei-
tos c cima de desregtadas paixdes.
E', pois, sob esse ponto de vista que apoiamos,
que applaudi no. de todo o eoraeio as manifesla-
goes monarchicas do povo fluminense, offerecendo-
as aos nossos leitores com i um exemplo credor
de iniitaco. digno de ser copiado, quando por ven-
tura ua face se queira atirar o insulto que os
tresloucados da rua do Ouvidor jogaram ao povo
fluminense.
No dia l'i fura gravemente ferido pelo sol la l
do do i* b.ttalh'i) de infantaria, Gregorio Bibeiro !
d i Valle, 0 lente honorario do exercito Jos
Joaquim Garcez Cabellera. O aggressor foi preso.
Refero o Ar'istn de 19 :
Vicente llamas, que se empregava no servias
de conductor de malas, entce esta cidade e a fre-
gueza de Santa I-abel, apparceeu ante-honlem as-
sassinado as nial diaeoes do Bosque do Silveira,
e, sendo recolnido ao hospital de aridade, ah
pr.(cedeu-se ao acto de corpo de delicio.
Vicente llamos tem dous ferimentos de bala.
A primeira bala que penotrou pelo lado direito,
um pouco abaixo do nascente do braco, produzio
um ferimento em liuha recta at o lado esquerdo ,
a nutra bala, olTendendo-lhe o rosto, desguroii-o
algaina cousa, oque den lugar a que as pnnieiras
pessoas que foram chamadas nao reconhecessein a
identdade da pessoa do morto, que alias quasi
sempre residi nesta cidade.
O assassinado, que, emuj dssemos, era o
estafeta entre esta cidade e Sania Isabel, devia
nesta viagem traer nao SO as malas desta liegue-
zia, como tambem as do ArroioGrande. Devia
tambem ser portador de importantes souimas de
dnheiro para esta praoa, e entre ellas um cont e
tanto para o eommerciante Sr. Antonio da Costa
Corma Leite, de cuja remessa j hava anterior-;
mate recbalo aviso. i
Sobre seas pasaos, depois do crime, o ass&ssi-;
no nao deixara vestigio algum. As malas que o
estafeta trazia, o cavado em que mantara e as
propras armas defensivas que sempre trazia, nao
oram encontradas cm parte algiima !
t No nosso fraeo modo de encarar este myste-
rioso crime, Vicente lanos foi sorprendido quan-
do dorma, e o assassino, servindo-se das proprias
armas da victima, arraacoa-lbe a vida. Desta fer-
ina explica-se esse atroz attentado por sso que o
assassutado era valente, e a posicao de seu corpo
quando foi encontrado n> deinonstrava, segundo
nos mformam, signal de lutaoii resistencia.
- L-se no Ro OrattitHM que chegara dos
Estados-l'ni los em um navio de vela o Sr. Gui-
Ihenne Schroedece sua familia, que vio aquwlla
provincia comprar Ierras p.tia nellas se eslahele-
cerem. Tendo lulo em jornaes americanos noti-
cias relativas s colonias das provincias, transcrip-
tas do Deutrhe Zeitumj dirigio-se o Sr. Schroeder
ao redactor desta folh-i pediudo Ihe exactas inlor-
niacoes sobre a siliia.vi i das colonias rio-graudej
ses'e sendo-ltte estas ministradas, resolver emi-
grar para o Brasil, vendando as suas proprieda
*
Ma o qnc mais-curioso queac/M-M'J de'uvel oo^aTi-encia,excei^feita.da/W''*rfao
"Ib. -
m
IVn>tCHS llil Mili il !JIH'ril.
Cliegou saabade o vapor brasileiro Para, tra-
zendo datas : do Rio da Prala 22, do Rio Grande
do Sul 19, do Paran 22, de S. Paulo 2o, de Mi-
nas Gentes 23 de fevore'ro, do Rio de Janeiro 1*,
da Bahia 5 e das AJaguas 7 do corrente. Eis o
que colheinos dos jornaes :
RIO lA l'HATA.
O i overno convocou em Buenos-Ayres una reu-
niao de mdicos para consultar sobre as medidas
qu deviam adoptar-se para preservar a cidade
da importaco da febre aniarella.
A junta foi de parecer que nao se poda fechar
o porto, porque neiihiiin povo tinha o direito de
isolar-se, nem tao pouco devia augmentarse o
prazo da quarentena,_ sendo suffieiente o j estabe-
lecido. Aconselhou, "porm, que ao governo rlen-
la! se pedisse aulorisacio para estabelecer um la-
zareto na Ilha de Flores.
Urna foi ha de Buenos-Ayres diz que o gene-
ral Mitre devia embarcar em lins do mez passado
para Assumpco em misso diplomtica
Tinham sido presos o Dr. Agrelo e o escri-
vao Farro e cavam incominunicaveis.
Houve em Buenos-Ayres, no dia 18, um ter-
rfvel temporal e en<*hente do rio. De seus estra-
gos e effeitos d um jornal a noticia seguiute :
A forca da mare airojou ao Passeio de Julho
quantdad ie embarca'.es, achando-se entre
estas um bergantim, que e-t na altura das roas
de Templo e Cordova, no dito Passeio, e um pa-
lhabote.
O numero de baleeras que verain lena or-
ean) por cincoenta.
No Passcio 'de Colon, entre as ras dos Esta-
dos-Unidos e da Europa, ha outro bergantim go-
leta, com dez ou doze baleeras e outras pequeas
embarcacoes.
As alamedas esto quasi totalmente destrui-
das, e as vi frreas da costa soffreram mallo as
obras e no serv.o.
c As ras da Boca esli completamente inun-
dadas.
c Ao lado da batera Onze ie Setem'nv se ve
outro navio de grandes dimensoes, arrojado all
pela violencia das aguas.
O trem da estrada de ferro do norte desde an-
te-hontem de Urde suspenden as vageus at-a es-
ta o central de Vlnle e Cinco de Maio, porque a
liha est coberla de agua, paos quebrados, em-
barcavftes de varios taraanhos, e alm disso em
alguns pontos os trunos foram deslocados.
Referen) tambem os jornaes todos os ostragos
que houve no ro. Varias goletas, berganlms e
palhabotes foram a pique.
Do Estado Oriental nao ha acontecimento im-
portante. O governo marepu o dia l' de marco,
ara a eleieo de deputados no departamento de
aquaremb, por ter a cmara dos roprescutantes
annullado a primeira.
RIO CRASD DO L.
Segundo diz o Jornal do Commercio de Pelotas,
os eleilores liberaos daquella parochia nio teucio-
navam respouder ao replo jogado e aceito entre os
membros da assembla geral, Dr. Silveira Martins
t bario de Mau. Suppunha-se que todo o calle
gio oleoral o segundo districto procedera do
mesmo modo, no intuito de evitar que secstabele-
ca um exemplo, cujas cousequencas nao podem
deixar do M ms tanto para o partido em g"
como para o vencido e vencedor.
- (i nidrio damwma cidade, noticia que pelo
?same frito na!, ceditls appreheudidas a Pranris-
co Luz Soares Bibeiro, aecusadn <\: passador de
moeda falsa, conlieeeti-se serem as ditas rodillas
boas. Na correspondencia do mesmo Bibeiro tam-
b9m anda se encontrou que- o comoroinejtes*e.
assanara una sua tillia de i 1/2 anuo, dego-
latldo-a com una faca d msn.
Fallecer.un em .Sant'Anna do Livramento o
coronel Tranquillino Augusto. Velloso, e no llio-
fjpnde Antouio Moreira da Costa, subdito por-
luguez.
. No Jaguaro suicidarase o negociante d i
Jiiulbados Jos Pedro Muniz GalvSo.
A cmara municipal da capital proceden
apurar idos votos para membros assembla
legislativa provincial, pelo 1 districto.
O resultado, sguiidj as aulhentcas dos Bolle-
gios eleitoraes, com excepeo de S. Gabriel, que
deison de reuoir-se, foi o segunla :
Dr. Carlos Thompson Plores
Antonio Pinto da Fontoiira Barreto
Dr. Joo Ignacio Teixera
Dr. Gaspar iveira Martins
Joaquim Antonio Vasqnes
Francisco de Paula -oares
Joaquim Pereira de Noronha
PanlaleJO Paulo Pereira
Dr Felisberlo Pereira da Silva
Dr. Antonio Correa de Otiveira
Jos Francisco dos Sanios Queima
Dr. Joo Chaves Campeilo
Voador Ernesto Frederico de Werna e Bils
ten
General Jos Gomes Portinho
Dr. Cario*Rodrigues Chaves
A cmara municipal do Rio Grande, proce-
den a apuracao dos votos para deputados provin
" districto. O resultado o seguinte :
IS8
148
148
143
143
143
iM
l.l
137
135
132
127
12o
122
119
ciaes pe i

203
192
18o
18o
182
179
179
177
76
17o
173
170
17.)
loo
lli
Dr. Candido Lopes de Olivara
Dr. Tbemoteo Pereira da Rosa
Dr. lienrique Francisco d'Avila
Dr. Saturnino E. de Anuda
Dr. Joaquim Viera da Cunha
Coronel Antonio Caetano Pereira
Dr. Antonio Antones Ribas
Dr. Francisco Nones de Miranda
Dr. Joaquim J. Aflbnso Alves
Dr. Jos Francisco Diana
Major Silvestre Nunes G. Vieira
Dr. Antonio E.- de Camargo
Dr. Antonio Soares da Silva
Dr. Menandro Rodrigues Poatcs
Dr. Francisco Antones Maciel
A receila da cmara municipal da capital no
exercicio de 1871 a 1872 foi de 183:977*998 e a
despe?a de H6:3IIS074
No exercicio anterior foi a receila de.....
96:28^8C e a despeza de 83:0i8*9Gi.
L-se no Rio-Grandense, de Porto-Alegre :
Jnte-hoiitem, no quartel do corpo policial,
por occasio da revista da tarde e distribuicao
das patrullas, 0 soldado do mesmo orna Antonio
UoJrigues da Silva, tornahdo-sc nsobordinadj
para com o teuento ajudante, foi por este manda-
do desarmar e prender, c passando o sargento-
ajudante Pedro Jos dos Santos Jnior a executar
easa ordem, foi aggredido e ferido com duas fa-
cadas, do que Ihe resultou a morte, pouco temp)
depois.
Foram tambem feridos pelo mesmo soldado o
alferes Joaquim Felzardo da Trindade na urna
mao, c o 2" sargento Miguel Ferreira de Camargo
Bueno que eo com a blusa (arada.
t O delegado procedeu a auto de corpo de de-
lcto, sendo o assassino recomido preso ao xadrez
do incsmn quartel.
Le-se no Diario de Pelotas :
t A importante cidade de Pelotas possoe ae-
tuahneute 2,3S7 predios, dos quaes 97 sobrados
em ras 4 pra.as e estas com a denominic-o
Pedro II, Conslituicio, Domingues Rodrigues e
Igreja.
Lo Algrete escrevem dizendo ter fallecido o
fazendeiro Manoel Gonjalves da Trindade. Em
Sant'Anna do Livramento falleceu o tenente-coro-
uel Tranquilina Augusto Velloso, e em Jaguaro
o capitiio llaphael de Souza Ne^to, com 86 annos
de dade.
PARAN
Fundara-se em Guarapuava urna loja maeoni-
ea, sob a denominajapt PhUantropia Quarapna-
vana.
Haviam chegado a Paranagui no Itaji/ky 213
colonos, (pie se destinam colonia do Assunguy.
Na noute de 17 de Janeiro evadira-se da cadea
da cidade de Castro o recruta Joo Antonio Rosa,
e na de '-6 para 27 o reo Francisco Elias Bernar-
d 's da Silva e oescravo Firmino.
Sommb) o ultimo relatorlo da presideneia, a
>anT;ifao da provincia eleva-se a nO almas,
das qnacs 40,X)0 sao escravos e 3, traugairos.
I!
Falleceu em Guarapuava o negociante* Anoaso
Coillot.
Una folha de Paranagn public-i o seguinte :
Do relatorio com que a Sr. Dr. Venancio Lis-
boa passou a admiuistrae/io da provincia; na parte
referente ao leeenseanieiito da populac^i da pro-
vincia, extrahims o seguinte tpico :
Segundo o apaiihainento felo das listas rece-
bidas, calculo que a populado da provincia seelo-
va a 120,000 almas, isto mais de 20,00l> db qur
era reputada ; dessas sao escravos 10,000 e cerca
de 3,000 e tantos estrangeiros
MiNAs-cmuns.
Nesta cidade fallecer o fazendeiro Joo Vicen-
te do Amaral, deixandt livres os seus escravos Ga-
briel e Mara e mais seis filhos procedentes des*.-
casal.
Acha va-se recolhido cadea da mesma cidaoV
0 criminoso de morte Amerieo Jos Florencio.
Fallecer na Ranchara o |iortuguez Albino Ro-
drigues *lvcs, empregado da comiauhia Uniot*
Industria, victima de um ttano.
Fallecer lambein em Juiz de Fra o capital
Emilio Antonio de Castro e Basto', commandaiitir
da forca policial all estacionada.
No Serr, Balbino de tal, evadira-se depois do-
malar alta noute Athanazio de tal e una sua filha
de no.ne Antonia e ferira gravemente^ crioulo Je
ronymo
No domingo, 16 do eorrente, apaarecera pert"
da fazeuda velha do Parahyhuna, beira da es-
trada Unio e Industria, o cadver de um hamem
brinco, j de dad', que sedesconflava ser de Joa
quim Leio, queappareccra ha teuipos poraquel-
1 es lagares. Ao lado do corpo estara una es-
jiingarda de dous canos, ten lo um delles descar-
regado. A autoridade policial do registro da Pa-
ranyb na proceder averguacocs e ludo levava
a crer que o desgracate suicidara-se descarre-
e indo o tiro no envido.
Na Diamantina e seus arredores haviam sido al-
lomados 11 escravos uliiiiauenie.
8 PABIA
Achavam-se subscriptas em Taubat 2,48% ac-
eites da estrada de ferro do norte.
Fallecer em Goaralinguet o capitn Francisco
Moatairo do Amaral, ex-eoUector das rendas ge-
ra 9 e provinclaes daquella cidade.
Pelas 3 horas da madrugada de 21 fogiram da
cadea da rafHtal, tres presos dos existentes ua
prisao contigua porta principal do edificio. Ha-
viam elles serrado o soalho, cavado urna passa-
;em subterrnea que ia abrirse na frente do edi-
cio a pequea-:distancia da guanta da porta
principal, e aoamanhecer trataran) de evadir-se.
Sahraiu todos.vestidos com fardas de praca de li-
nha.
Ao sahirem os tres priineiros foram prcseutido-
pela sentinella que dea o alarma, evitande-se as-
sim que fugisse outro. O quarto diz o Di'or
de s. Paulo, nao chegou a sabir, porque sendo
mais grosso do corpo, nao pode transpor o unnet,
que. nio obstante, tem seguramente tres pateos
de dimetro na extremidade exterior.
Dous dos fugitivos sao criminosos de morte e
terecina de ferimentos graves.
Deram as autoridades prouiptas providencias
foia j capturado um delles em camfnho do Cotia
e hava- esperances de akancar os uniros.
' O Diario de Santos, referindo-se alfandega da
mesma cidade. diz : *
Somos informados de que est em complet..
estado de ruinas e aaicaca seriamente os traba-
Ihadores, e todos os mais que por ella paseata. (
risco em pJ0 estio as cargas, e acontinuacao des-
te perigo, podem trazer funestas cm>equencias.
q o conven) evitar sem peda de lempo.
m A constancia de vapores e navios que ahi
atracan, e o extraordinario numero de volumea
qae se bsTdeiam sobre esse montan : ruinas,
devero certtineule provocar a alinelo do go-
verno.
A noticia que transerevemos do Ruano sobre a
morte de Fr. Manoel da Natividade Azevedo nao
felizmente exacta Este carmelita acha-se en-
ferma, segundo consta de urna caria que dirigin
ao superior do seu convento em 17 do corrente.
mas lencona proseguir em sua viagem para a-
Aguas Virtuosas.
Iam sei brevemente pobeadas em Magymirim
duas novas folhas, o Progresso. dedicado ao com-
mercio. lavoora e industria, e o Trf, buiuuriititn
e Iliterario.
Segundo diz o Ruano de 16, havia all aatio
um s supplente do juiz niun cipal, per isso que
mu dos Horneados na< tomara pesse e o outro
acha va se iucompatibilsado por exercer o carg"
de vareador. t
0 movimenlo da parochia do lu, no afino Onde.
foi o segulote: nascimentos de pessoas livrea 227.
sendo 1.10 do sexo masculino e 147 do feuiinini, .
de escravas 142, sendo 68 do sexo masculino e Tt
do feminno.
Casamentas W, sendo 57 de pessoas livrese'.
de escravas.
bitos 182. sendo 91 de pessoas dj sexo mas-
culino e 91 do feuinino.
Refere o Diario de Santos de 2.'i:
Hoje, s 7 horas d uiaiiha, no passcio publi-
co desta cidade, matou-se um enorme jararuc
do qual escapoo de ser viclima um msico da
banda dos provisorios.
MO DE JAXElllO.
ror portarlas de 26 de foveretro :
Foi uomcado Tertuliano Ramos de (Jueiroz parx
o lugar de fiel do almoxarifado do arsenal de guer-
ra da provincia da Baha.
Foi concedida a Joaquim Jos de Souza Guama-
raes a exoneradlo que pedio do lugar de porteir
da du-ecluria das obras militares da corte.
Foi transferido para o 5: batalho de infantaria.
0 alferes da 6." da mesma arma Antouio Mariao.1
Franco de S.
Pur decretos de 26 de fevereiro :
Foram removidos os juizes de direita :
Baeharel Joo Florentino Meira de Vaseoncellos.
da < .marca da Parnahyha, de 2.* entrancia, n>
provincia do Piauhy para a 1.' varacvel e crira-'
da capital da provincia do Para de 3.' entrar.-
cia.
Baeharel Luiz de Albuquerque Martins Pereira.
da comarca do Crato, de 1." entrela na provin-
cia di Ceani, para a da Parnaliyba de 2.*, na d>
Piauhy.
Baciiarel Tito Augusto Pereira de Mattos da ce-
nia rea de Sapucahy, de 2." entrancia, najpronn-
cia lo Vnas-Geraes, para a de Pelotas, da 3.', nt
de S. Pedro-du Ro-Grande- do Sul.
Baeharel Joaqun) Barboza Lima, da comarcad.
Imperatriz, de i. entranria, na provincia das Au-
gas, pan a de Sapucahy, de .", na de Mioas-
Geraes. .
Baeharel Joo Salom de Queiroga, da comarca
do Serr, de 2." entrancia, na provincia de Mma>-
Geraes, para a de Maranguape, de i.', na d-
riiQi"!
Baciiarel Leocadio de Andradc Iessoa, da co-
marca do Ip, de 1.* eutranria, na provincia d>
Cear, para a do Serr, de ,, ua de Minas-Ge-
raes. .
Foi noraeado o baeharel Miguel Augusto do Nas-
cim^nto Feilosa, juiz de direito da comarca da In\-
peratrz de i.* entrancia, na provincia das Ala-
gas.
Foram concedidas ao juiz de direiro Ludger.v
Goncalves da Silva as honras de desembarjador.
em atteneao aos servicos por elle prestados na oar-
reira da magislratura e no exercicio do cargo d
"che'e de polica.
1 Sobre represenlac.io do presidenle da provine i


latear fn~"(!IspcHs3il<> do exercrio, por touipo7diroito da comarca deGtiara%ava ton provuei
indVlermi ia 11, na conformdade do ni}. 61 dalel^ejyra.n. m
Icario de Pcrnambuco Domingo 9 de Marco de 1873.
n. mandante superior-da guardi nacional dos muni-
cipios do Crato o Uarbalha, na mesura provincia
Antonio Lniz AlvcaTequcno Jnior.
Por carta oiperial de 2* defsvereiro M no-
nieado senador do- amperio pela provincia do Ufo
de Janeiro o Sr. c mselheiro Jeronymo Jos Teixei,-
ra Junor.
Por despacho Ir 2 de fevereiro toz-se merce:
Do titulo de bar*o de Tacaruna ao tenente co-
ronel Manuel Antonio dos Pa<>s e Sihj, dii pro-
vincia de IV-rnamotco.
Do de bario1 deTraounhaen) Joan Oivalcant
Mauricio Wanlari*;, da neaina provincia. major ajudante do orden* do caminando superior
jUZ lo- -
Do Je bario de. Puntal ao major Antonio |
de Azevedo, da previncia de Mtnas-Geracs.
Do loro de fidalgo ravallciroda casa impacial ao
Dr. LourecoM.irft Foram Borneado? :
Secretario d i governo da provincia de Santa Ca-
marina o bacbarel Manuel Ferreira de. Mello.
OfDciaes da ordem da Rosa :
O bacliarel Luiz Corren de Queiroz Barros, che-
e de pulida da provincia do IViiiaiuUuco, e Jumj
Pedro das Noves, o coronel Manuel llibeiro Conti-
nuo Kaseareabas, pelos relevante; serrieoa presto-
dos eni reUcio a guerra contra o governo do Pa-
raguay e a instrue.io publica na provincia do Es-
pirito Santo ; eo lente-coronel Jos Ribciro Coc-
ino, pelos relevantes serviros prestados dita ins-
truecao e ao Estado na in sma provincia.
Cavaldeos da mesma: o engenheiro Miguel Ha-
r de Noronha Feital c o Dr. Manuel Goularo de
Souza, pelos relevantes serviros prstalos lambctu
-instruc.-to pnbliea na referida provmea; e osub-
ditj portuguez Jos4a Silva C.bral, por igua.s
-i vicos e |ielos que prestou i humanidade, anda
na provincia do Espirito-Santo.
For.im eoiieodidas as honras de coiiego :
Dacathodral da diucese de S.Paulo ao padre Car-
los Augusto Guncalws Berna mi :n, vigario encom-
laendado da freguezia de Sossa Seniora da Con"
soJacao.
Da eatbe Iral da diocote de Mariana ao padre Joan
l'o di Silva Rodaste, vigario collado da freguezia
de S. Vicente 'error, da cidade da Fornuga.
Por decretos de 22 to fevereiro foram trans-
feridos : paia o 'luiaianlo das armas da provin-
c de Pernambuco o brigadeiro rouimandaiite das
anus dado l'ar, Mmoel da Cunta Wandotiey
Los para comtnado das armas da provincia
do Para o rommaodantc das armas da do Ama-
zonas, brigadeiro Joao do Reg Barros Falca >.
Foraui promovidos:
A posto de major do corpo de engenheiros, de
> foriuidade con O defreo n. 3,108 de 29 de ou-
tabrode IH'l, os enpties do inosmo corpo Joro -
iiy_.ii i Ii"luoi-eo Coellio. Pbiladelplio Angust l-Yr-
reira Lima eCatio Augusto dos Santos hoxo, estes
por mrecmeuta e aquello por antiguidade.
Fui Borneado director do arsenal d guerra da
provincia di Rio-Granito do Sul o major do coi'|>o
esl ido maior de I.- ctosse, Juli i Adete Fal-
cao da Frota.
Foi transferido para a i.J classe do exentan n
ir do con i do engenheiros Antonio da Costa
Bar_j__s Velloso, e.n vista da inspercao de saude
I M o joTgou incapaz do servieo do mesmo exercit,
por soffrer molestia ncaravcl, o pela qml jubilou-
se ni cadeira que uxerca na escola luili.ar.
I'assaram a aggrega 1 s a arma a ipio portencem
de contoruiidaite com a imperial rosohie.io.de 30
le jalo) de |R"d, tomada sobreoonsiilto do conse-
llto supremo militar, eapiUo Domingos Pereira
da Silva c oalfercs Emilio Feruandes de Sonsa,
este di 18." e aipieUe do 15. batolbo de inianta-
ii.i.
Passou tombem aggcegado arma a trae per-
lenca o .alteres do ti." hatalli.io do iiit'.iiitaria An-
io:,i. llapliael FltHUCt, na conforaiidade da un ie-
nal res du-ao de 8 Jo corrate mez, tomada sobre
ousaJto doconsellw supremo militar.
roram reformados:
Yencend o sol, d^brado de voluntario di pa-
tria, na coJhrinidida das dispos-ries da ultima
paria do art. id ,|, .icereto a. 3,371 do T .le Janei-
ro de 1803 o sol lado do M. rorw do voluntarios
da patfia Silverio da Costa Rosa, visto acbar-se
iui|wssiblitado para o servieo do exorcito, em con-
sejuencia de er.moutos recebido em combato.
< ncendo o respectivo suido por inteiro, na con-
fu:- uidado das disposicoes do | 3.*do plano que
bai ou com o decreto de II de dozembro de 180",
i- roa.as abaixo designadas, visto acharem nutilit
-a Lti para o serve; > 1) nxercito. '49
P ub i de cs,| ladra-h 19" batalbio de infantaria An-
tonio Joa.piini Ramos
Por ferimentos recebides em combale :
.." batalbio de infantaria.Soldado J.o da
Cruz S.mtos Jinior.-6." batalho,) dito.-Soldado
ntomo Ferreira do Nascimento. lo.- batalnao
<> bacbarel Jos Joaquin Itabaiana de Oliveira.
jniz .muuictpal e da nrpliaot d te.iuo.de'Maosli.1,
na provincia do Rio de Janeiro.
O caffltao Custodio Jos Alves Loba.) e Antonio
<>entti ileSouzaMendes, majores ajudantes de or-
aens do commando sperior-da provincia 'do
O alferes Gabriel Luiz Ferreira, capitn seci_e-
tao geral do mesmo c unmando superior.
O tenente-rirnrgiao Dioaysio de Squza Broehft-
do e Silva, capilo cirurgiao-mor do mesmo con;
mando.
O capillo Jos Francisco Cardo o di Funoeea,
>! II
i o pa.ler civi
sobre o pojar civil cssa inllueoeh, que eBa nunca
encia,

Estado no Estado e essas doutrinas cream o es-
Mtiffgi'), ncni mesmn nos tempo dos gnvcNio* ab- U.to'da igreja indepeadonte o iifk IWtsta..if
solutos. Os re* absolutos, os res do Portugal fo- vil. O .pie diz ipie a pielles ipie nega'ii'a liber-
tos municipios de Gurupa e annexos da provin-
cia do Para.
Parata reformados, a pedido :
Avelino Pedro-Mari|iies, capitao doj batalbae de
Untara n. HO da pruvineta do Para, no posto
de major.
Foram aposentados, a pedido, eom onlenado
correspondente aos anuos de soivico qu prestado o olllcial da secretaria de polica da pro-
viuda do Rio-Grande do Sul, Jos-Amaro-de Mi-
randa, e o amanuense da secretaria de polica da
provincia de Scrgipe, Benjamn do Prado Leite
Salgado.
Por decreto n. S,J2f de 22 de fevereiro, de-
tenninou-se que os olllciaes de todas as urinas e
corpos especiaos do exeivito que trazem lionets
cnicos, usem sobre a listra da parte inferior dos
m?smos bonete, trancas de onro oslreitas em nu-
mero correspondente ao sen posto, sendo una
para o do alferes ou segttdo tenente, duas para
o de lente ou primeiro tenente, tres para o de
capio, quatro para o de major, cinco para o de
tenente coronel e seis para o de coronel.
Por decreto de 22 de fevereiro foram decla-
radas de 8.* entrela a conmrca de Maranguape,
e de l. as da Barbalha, Jagnarbc-mirim. Telba
e V cosa, esta restaurada pela lei n. i .476 de 3
de dezembro de 1872, e aquellas creadas pela
mesilla lei epela de u. 1,492 de 2! do dito mez e
auno, da assembla provincial do Cearl
or decreto n. 5.227 de 22 de fevereiro foi
ii irca.lo o ordenado animal de 80(1* a cada mn
dos proniotores pblicos das comarcas da Barba-
Uta, Jagu.inlie-mirim, Maranguape, Tellia e Vi-
ensj na provincia du Cear.
Foi dirndo ao presidente de Sergipe o avi-
sa seguinte :
Rio de Janeiro em 22 de fevereiro de 1873.
Illm. e Esm. Sr.-O 3. supplente do jai/, munici-
pal do termo de Propri ronsultou se elle obr-
g.ido, segundo entende o juiz elfeelivo, a instaurar
iroceeees crinios do l.-e 1/ districtos, nao cons-
tando que os sapplentoe respectivos estejam ira-
pedidos ou sobrecarregados de trabalho. E V
Exe. responden, que devendo to los os supplentcs
cooperar no preparo e erganiaacSo dos oroeessos
ate o jalgaaMnto e a pronuncia' exclusivameni),
pule o juiz etfecvo, osando convonba ao servi-t
po, traiis:iiiiii|- o iit pierito ao promotor ou adjnn"
to, para que ssja requerido o respectivo supplente.
A decisao proferida por V. Exc, foi approvada
por eonforme ao art 6. 3., e art. 18$ l.d)
regiilamenio annexo "ao decreto n. 4.824 de 22 de
novenili.-o de 1871 ; mas ronveril declarar ao so-
Inelo_ juiz _iii:inicipal. que o supplente a qiiem
de preferencia deve encarregar da instrnc-.-ao do
proeesso, 6 o que tem jnrisdiccao no disiricto do
crime. na eonfonnidade do art. i\ do citado r.!gu-
lamento. o que, ominunico a V. Exc, em respes-
taao seu otFIci.i n. 199 de 22 de novernbio do
anno passado. Deus guarde a V. Exc Mmiotl
iitani) Dimite I- AsteedO.
Foi dirigido ao presidente de Minas-Ger.ies
o aviso seguinte :
Rio de Janeiro, em 21 de fevereiro de 1873.1
leudo silo consultad) pelo .municipal ede
oipliaos da espita! dessa provincia, o antecessor
de V. Exc. responden, como consto das copias
jui.is ai ofBcio u. 7 de II de Janeiro ultimo, que"
nos lugares onde na i ha auditor de guerra, com-
peten as respectivas altribuicoes ao juiz de di-
rtito. o qual n.i' pode declarar-se impedido de
(terc-las, conservando-se no evercicio da sna
ara j visto como o impedimento se considera
eommnm para as funecocs de ambos os cargo
F. Sna Magostado o Imperador, a quem foi pre-
sento esta decisao, mandn anprova-la por confor-
rain oais 'iftish. d. poder civil, A) quo te u sitio o
Xiiverno tiDmanriiii convlituciooal do Brasil, pr-
Iqnoe1" o' TBM"de parte se tem convertido em
agente djjs-i propaganda odiosa, que subordina o
Civllao fcrleSlatico. E' assim que amigamente
baria das decisoes dos bisos ex informUa cons-
cieutfH reau^ui.ira o podo real, para a eoroa ;
e ris-iin qees:ni!nisiros doponenu representati-
vo tu mu espoliado o weito do. rd. tiran* o re-
curso o entrjgaudo os*ul.(llm brasiloiros de*
rrptojkJn>l|r eeelesjastioo.
N'o ha ^tiuilo tenipu ;i
intcrjiAtotfa Isi a ntiga e .1
um .lAn' a!n anda na
impeftovKiitrei'nito aili'i1
lio sonan e o aviso contina
M.s ao se fazein nB'suo
tfifiorparten, que pppnnie rece'
niL-diataniente de Deus, quer para si a infallibilida-
divenao ailinft objeccries a seus ^crotote.' rio
J^taiitoise-elto f*a!ndo-" ove auxiliar, nao podo decidir dictatoriamente,
sem consrdtaTO poder civil, que tem dir tornar
exequente das suas daeisoes, pori^u.' nao pwssi-
vel que os pusieres piMcos-s*' sU^ttem a--esse pa-
pe de nassivida.de, naca tornarem-se executores
de entncas1 em qurt nao foram partes.
A cmara eumprebende a p^rturbacao que ra
em todo'o p.ii se os bispos tivessem o direito pie
no de exconiiimgar c o estado nao tivesse outro
recurso senao'curvar-s', obedecer a essasdecisoes
e-dar-Ibes os seus effeitos. O excommuggado fi-
car fora da garanti da igreja, llca suspenso no c-
vel de suas fnnc<;des. Dessejnodo o clero tera o
direito de suspender a realeza,^ poder execntivo,
ra dos deputados
que era illegal
lec-.ao das leis do
da cmara cabio
nperar.
ss8es. O podr
sua niisso im-
at a cmara dos deputados. E" pir isso que essa
ligada igrejaedo-estado, feita pela constituco,
requer a andlehcfa de ambas as partes,, para que
urna o otitra examinen) que o ostado nao entre c
nio invada o poder espiritual, masque o poder es-
piritual n'io invada o temporal e nao exorbite.
Se, como nos Estados Fui los, a igreja fosse in
dependente do estado, nao se poderiam (lar conflic-
tos : as penas da igreja scriam pobas.moras.af-
feetariam a conscicncia de cada- croadas, mas na
o servieo publico. Ella mesmo liara dcsann,ada,
porque, tendo nos seus claustros prisGes que a le
reeonbece, se nao houvcsse nina rebgiao do esta-
do noxpoderla prender ncm os serfradcs deso-
bedientes, porquanto ningucm pode ter em casa
claustro privado: as suas" leis scriam reduzidas
puramen'e a effeitos moracs.
Mas a igreja qusr urna partilha prejudicial ao
Estad., p 'rque a;iroveita n sub-idio do thesouro e
nao pier ter con-IoscendeGcia alguma com o mes-
mo E-tado.
E, como j disse o orador, o governo entre mis
a tem favorecido : nio so tem aborto mo de d-
reitos tan liofia anterionnente, mas na apre:en-
taco dos bispis, que. devem ser nomeados pela
Santa S, o que canda ceto desse casamento
lu brido, em ver. do consultar os latoresses do Es-
tado, ten apenas consultado os uterosses do falla-
sinq.
Nos ltimos lempos teom sido apre entados os
hisps tirados da companhia de Jess, que est
banida do Imperio, parque anda nao foi revogada
a lei que a expulsen de Portugal o de todos os seus
territorios. O resultado qne tem se. ereadfi.uma
igreja nteiramentc adversa aos nteresses Jpub-
co, que projudiea o Estado debaixo de todos os
pontos de vista, principalmente um Estado como
I este, (inmenso em taritorio, pequeo em popula-
cao, que tem de ir buscar aos paizes protestan-
tes aquella que o deve fazer. prosperar.
O orador prnioro que n'cnhum outro tiuha o
devor de Icvarttar-sc contra este abuso na qual-
dade de representante da proviucia do Rio Gran-
de do Sul, onde lia pelo menos 3) a 40,0.0 protes-
dade de conscienca sio" absnhi'tlVtas, porque .
primeira de todas as libeWlades : quem nao er
noTIa, quem nio per nitte quo o-tfoniem v ao co
pelo cammho que quer, nao .pode permltir que
elle tenba direito uenbum. (Apoado.) Nao po's-
sivel considerar conservador ou liberal aquello
quJUga a liberdado da aliu* humana.
T)s eonsfrvadores e os liboraes fallam em nooie
des mtoresses so.-iaes, em nosne das vaatogens
Eblicas jfiias aquejes, que fallam em nome de
u em jiome do Creador, de um onte superior
e que So-erra, nao adinhtem diseussao : oonvSr-
tem,-portaato, o individuo em mna'machina exe-
cutora dos pensamentus alheies, quo se maai-
festamcotao emanado Ida divuidado e no po-
dem soffrer replica.
E' Prfco que a igreja acaba de consarar j
nrallmilidade d i Papa, iTpor isso que ella discu-
te todas as opuioes aJbcias, mas nao adimtte a
discusISo das [iropria-.
t Nos nae erratoos, esta foi a dohtrina de Gre-
gorio VII, doutrina odiosa, que avassallou a l'.u
Topa e por milo lempo humilhou'o poder civil
e abaten o espirito humano.
Tao teitdVessa doutrina sido aceita no impe-
rio do Brasil, desde 1827 e 1828 o Uiulre esta-
dista brasleiro, Bernardo Pereira de Vascomel-
liis, levantara a sua voz-para regularisar as rela-
vos da greja de Boma com poder civil e pedia
a. execuc.no das leis que bauiram os jesutas dos
doniini is portuguezes.
Ha muitos que se anresenlam nstentando a opi-
uiao vintraria fuu lados na Constiloigao do impe-
rio, enteudeudo que ella revogou essas leis. Mas
nilo ha na expulsan- dos jesuius principio ne-
nhum contra a liberdade, nein ha na conslitucao
POyogacAo'dessas leis. A constlucao urna lei
poltica que regulou o Estado, mas que nao im-
plica com casos especiaos.
A Companhia de Jess pela sua mnita secreta,
que foi descoberta, patenteou-se nao como urna
tal de 2.0OJ;000.-Dr. Campos de Jfatoo*. //.
ff*ri.
l'icao governo auto:isa lo a co.ncoder a .ga-
ranta de juros de 3 0/-i por vale e cin ro annos ao
apital me se Aespandar at- a- quantia de___
5,o:iU:iiUJ na constru-cao da es trola do ferro,
que na martein esquerda do rio Parabjba, em
frente da cidade dos c.-.nipos dos Goytacazos, deva
dirigir-se freguezia de Nossa Senhora da Natavi-
dade do Carangola, na provincia do Rio de Janei-
ro, na ronformdade do plano e brojecto constan-
tes da concessao feita peto, presidente da mesma
provincia aos Drs. Manuel Rodrigues Peixoto,
Francisco Portella e outros. 77wwa; Coelka.F
Misario.F. Vianna.C. Ferreira.H. Barlmsi.
Cumillo de Fifueireda.Barres Cubra.-Pereira
iUi Silva.Carlos PeLcoto.-Candido Murta.Cruz
Machado.Menezes Prado. Uandro Bezerra.
Jai < Manoel. Fonceca.-Bulbito da Cunha. Cu-
nta Uitao. Iiuque Estrada Teceira.
Occupou-se a cmara em ultimo lugar com a
discussao da propusto do. governo flxando a for a
naval para o aano liuanceiro de 1873 a 1874.
Orn o Sr. Oliveira'Mu-tins, ficaudo a discussao
adiada pela hora.
I.einos no Jornal do Coinmercio :
Ilontem (27) 1 X da tarde, falleccu o tc-
nente-geiienl Joo Frcderco Caldwell, ajudante
general do cxcrcito. CoiiUva 73 anuos de idade,
e sua tonga vida militar coniprebcnde numerosos
actos de bravura, pratica los em quasi todas as
guerras que temos tido cota as repblicas do Bio
da Prata, perdeudo em um desses combates o bra-
vo direiio.
Era onselliero de guerra, e condecorado eom
a gra cruz da ordem de Avia, dignatario do Cru-
zeiro e da Rosa, commenda de Christo, a medalba
da divisan eeapradora da boa ordem, a de ouro do
exerdlo no Estado Oriental do Uruguay em 1852,
e a de ouro commemorativa do rendimento da d-
vis*> do exercito paraguayo que ooeupava a Vil-
la de Uruguayana
O teiieute-general Jo;io Frcderco Caldwell
nasceu em Santarem em Portugal a 16 de feverei-
ro 18U1, sendo seus pas o tenante-general Frede-
rico Caldwell e DJLuiza Vaugim Caldwell, esu na-
ambos
associavao relgios senao como urna assoetacao
de falsarios, de tlibusteiros, urna verdadeira as-
soeiaeto de estcllionatarios. E ento, assim oomo|tural da Inglaterra e aquello" da Irlmd
a lei persegue os sceler;d .s e ladres, assim co- falleci'los.
nio ellcs sao julgados e condemnados, assim tam-
bem o poder condemnou expulsao a compa-
nhia de Jess que boje volta e organisa collegios
por toda a parte, e volta com o auxilio e sobre-
tudo a chamado dos bispos, que veem nos mem-
bjws dessa compauoia os seus cossacos, para esla-
ncleoerem esla doutrina funesta do predominio do
clero sobre o Estado.
Os bispos dizem coui franqueza : Nada te-
mos que ver com as decisoes do peder execulivo
do Brasil: das nao nos airectam. E agora mes-
mo, ao ter scencia da reclainac io dos povos de
Pern.unbueo, o bispo disse : iEo que temos nos
ipprova-la por _
me a doutrina dos avisos n. KM de :Odejulho
de IS-V.i e os do O de novembro de 1862. DetH
guarde a V. Exe.Manoel Antonio Duart' de
A zereito.
Na sessao do senado, do dia 27 de fevereiral
o Sr. visconde de Caniaragibe, .e lindo a palavra
pela ordem, disse que. achando-so doente o orador
da deputaclo qiv tora dar pexames a S. M. o Im-
perador pelo falieciineuto dd S. M. a Imperatriz
viuva, na qualida le de membro da mesma depn-
tacao f.ira encarregado f
m declarar ao Senado que
-eo d's Santos.-lo.- ella enmprio sna nssao, e sea.lo recebida conas
forauaiidades do estyto, leu o orador o seguinte
" ElliaV) dito. Soldado Jorge Gomes.
( Fi apos litado, na eonl'ormidaile dasdwposicoos
srt. 211 Jo ici..;! ,oicn!o apnrovad i peto de-
i;1 n.-V1I8 de t'J ,1- outubro de 1872, o I-
Skaal da s.)cretaria do arsenal dogoetrada
rorte, Lu/. Antonio Lacombe, co.n o orde'nado
correspondente ao seu lempo de servtoo.
toram nouieadss :
'i t-ii-nte honorario do exercito Francisco de
'- da Cavaleaati de Albn [ner.rar, i. official da
u1 'udencia .1- guerra.
Filuno Sabino Carrea, escrvao chefe do es-
ripl ho do I. ajudante do arsenal de guerra da
-irte.
aaoPeJnto da Silva, secretario do arsenal de
- i ra da provincia da Baliia.
IMr poetara le 22 do crrante foiprorogada
:' o da 23 de mareo prximo futuro, com os
vencimentos, a liem.-a concedida para
atainento de saude ao eongo Jos Alberto de
n*a Anna, cap llii. contratado para o seni-;o da
tantos. O Brasil, mandando buscar aqueties-to-
ni'iis para cultivar as suas tenas, nao o fez pira
trnalos simples trahalhadores, sena) tambeui
para fazer dallos CJdadaos e futuros gjvernadores
do paiz (ajioados), porque dles teom Unto direito,
c mo todo3 os outros hrasteiros, de intervr nos
negocios pblicos e nao devem ficar disherdados
pido fanatismo religioso. (Apoiados). E' por sso
que o orador sempre clamar pela reforma do ar-
tigo da eonstituicao, que consagra urna religiao do
Estado e que tira os diretos at de representar o
Qieao o., provincia de Sergipe.
Por portara de i do correnie
foram iwmea-
de guerra de Porta-Alegre,
exercito Joao Baptsta Po-
Adjnnto do arsenal
major honorario do
' ira Souti.
Xenente-eor.incl de esido-maior de primei*a
rtofse FrankJin Antonio da Costa Ferreira, para
-ervir no arc!;ivo militar, ennitanto nao tiver
usan.
Major graduado oe infautaria Eduardo Eulisr-
no de Cartalho. para servir nos cons>:|li de
'- : ado, como ped dae im-
missao ,..r qne foi nomeado no deposito de
apr. m./- artilheiros.
Capo.., ,|. artlhari Francisco da Rocha Caila-
ito, para servir aterinamento de professor e ins-
tructor i.. deposite de apren.lizes artilheiros.
Carlos Augusto de Oliveira, pratieante da re-
parco fiscal aauexa secretaria de estado dos
:" V" s d ra, na forma do art. 2'i do regu-
lam de !" de abril de 1868.
Mandou-so Gcar n i ITeto a porLuia de 13 lo
frente mez, qu< uomeou o altores lion irario do
1 .. Jos Avelino, amanuense do arse-
nal ..i guerra d provincia do Para, visto na l r
aHi '. do --' empregn.
Por outra de 2"i de Jvereiro de |ht73, foram
1 ''-: i I 11 I.' egimaotode ravaflarra lgaira
impanbia da mesma arma de Mnnas-G -
i -, otoante Jos Florencio de Tul do Ribas e
panhia para aquello regiment, o ie-
i Pinto Freir, do *.-. para o i'l." bafa-
v 'tai || m Ravmnnde Pere
' l IPiZ.
- r decretos de l de fevereiro foi i
i-
io"l de Vmujo Paro-Alegre, o bario de*S'i tac,
de Carp"b.
'. ) data de 26 de jan iro passarain-si itufei
i -'":;!>:. : Res Lima.
-Por decreto de 22 do jrrente raes :
1 lo b Iheiro Joaquim Maree-
i de Erito ti; lugar de presidente do supremo
i -i
' lio juiz de. d reto Francisco de
' roe Lima do cargo do cUefc de poli-,
ra da provi"ia do Para por asi:n o havpr pe-
i juiz le direito da ....
i f; :vy. com que se a.:!iava.
; nada ames.ipa ceuarca . i'riv.a, ; [trovindx do Cea ra, para nclla,
JnfiiTffrelto Francisco to fau^
Mtata-Jen or, 'do termo do finefpc, na pro-1
3cT ^ r'r"a ^^l"1-' <* "><4n
Fonm nprneados :
O jrnz rfo' inwto mooeendoPipheiro Carrea1
rhefe-dn polica da proVineto do 'ar. '
O bacbarel Ernesto Das Lw&ngeirn, juiz de
discurso
Senhor.O destino da virtuosa princeza. cuja
nioile veioenlutar .. cora.rio de Vossa Magestade
e da familia imperial, t6 poda ter cabido a um.
alma dotada dos uns nobres attrihatos e fortifica-
da por um profundo sentimento religioso.
O nasciniento e o consorcio da Sra. I). Amelia
de Leuchtemberg, he promettoram as alegras da
familia e u na vida d i esplendor entre ns loaros de
dous gnerreiros Ilustres; e no entonto despojada
de tollos os amores terrestres, orpba de todas as
felicidades, trocada a sua cora de princeza pela
demartyr, ella passon longos annos de penosa
existencia no recolhimento d'> um lar deserto e si-
lencioso, apenas visitad i pelas esperancas, que a
religiao deixa entreveraos que sonrem as grandes
dores do man lo '
< O soffriment) a santific iu, inclinando a sua al-
ma a comprebender todas as desgraeas a .S|iar-
gir sobre ellas ;.s consolajes da earnlade.
Senhor.-Para .^espirites elevados particu-
lar o testeniuuho de symta!ha que receben] I10S
dias tristes das provaces raoraes.
< Esse testemunhoo senado o vem prestar ues-
te momento a Vossa Magestade e familia impe-
rial. ..
Ao que s. M. o Imperad'ir dignou-se respon-
der :
" Agradeco eordialmente os pezames (|c me en-
va a .-amara .los Srs. sonadores.
O Sr. presidente, declara que arosposta deS.
M. o Imperador era recebida pelo senado com mu>-
!' especial considerado.
Na cmara dos deputados, na sess-'io de 27 de
fevereirO; o Sr. Silveira requere:) urgencia p..ra
usii ficar a apresen taca) cmara de algumas pe-
licdes. que tratam de questio gravissima, coma san
os acontecimentos de Pernatanuoo, motivados pela
nt-rveneo do Sr. hispo diocesano_ em nogocios
que dizem mais respeito a jurisdiccJ civil d i qa
1 sia>tica.
Consultada a cmara, decide pela afirmativa.
O Sr, Silce'.ra Martins comer dzendo que,
quandn uio foh^em as Idtras e psito social de
grande piro- d.isspnitards da-. DCtiQOcs que vae
apr. sentara cmara, bastaria o numero dlles, que
excede a 6flQ', para merecerem essas peu^oos
toda a attoncao da mesma cmara que representa
o paiz e deve principalmente curar dos luieresses
pblicos. Nunca at hoje se aprosentou na cma-
ra o.11 pdirto assignada por to grande- numera
! Madinko que basta para vtase a mavnifinle
la quot...
E de fac a nossa coustitaicidj sacrifliindo-sa
ain la ra 1823 aos principios que dominavain, ca-
to ndevldamento a roligUo com o estado. Se este
se tivesse limitad) a re.-ubr-se a si deixando a
eada eidadao o direito de eseolher o eammhn p i
qual depois de morto dev-.ria ir ao o"o, nos nao
temosos embarazos que hojelmsntainos.po-
.1, i-i.lmn-s viver como nos Ests dos-Unidos, < i que
os cidadaos se dedicara a sua industria; a uaoao
nao alimenta padres e cada relgiab sustenta o eu
sacerdote. Nao havena esse grande principio de
desigualdade e de injuslga, pelo qual os fiis de
nina religue sao multados para sust.-utrer, os ?a-
cet Jotes de entras; nao baweria a grande incon-
veniencia publica do terem as penas cannicas
eff. ito no civel e os bispos ve/ent-se obligados ua
suas edsoes a consultarem tambera um p. der es
tranho religiao, como o poder civi!.
Mas infelizmente uem o cstadp tem hojt a libe?:
daIe di rogulr-sc pcrcitaineute, ncm tamben) a
igreja tem a liberdade que. poderia ter, se ella fosse
livre como nos Kstaoos-Unidos, ou se o cneft .vil
fosse ao Biesnio lempo o ebefe religioso, cuino na
Inglaterra, na Suecia, na Rusla. Nestes pajzo
nao ha contcto entre a conscicnciae as leis, e nao
o bavendo, podem regular &e ,ucreilametae,6/i5m
procurar entonder-se; dous poderes que'caen
sempre em desorden, queftcconnaQram, quando
nao sejuntara as iluas vontodt-s, eoosa que som-
pfe difflci).'
Vivemos niiitcs annos ao Brasil em assistjr a
essa,luta do. poder civil *ur.i o nJigioix), uta qiw
agito a Europa. Hoe.qjue. na Europa igreja so-
5ra 'ste ponto pareca eator em decadencia, c que se
levaola aqu a luto que atentao nunca, tinba ap-
paecao.
O orador sent, p-;.i..u, dier que cm sido nesto
rgimen chaisado liberal, que a igreja. ha adyairido
representar
paiz anieiie que nao profesaba religiao cathoca,
apostlica, romana.
A igreja tem abusad), porque Iodo o pider que
un e limitado, leude a corromper-se. Aigrejt
eatltolica nos paizes em que religiao do Estado,
em que subvencionada, lem-se corrompido como
todos .>s outros poderes, porque ulo precisa pri-
mar pelos talentos e pela virtude, porque nao
mais igreja militante, igreja Humphante. Os
cath-Iims, qu" tio mas prora* team dado n i Brasil,
na Hcspanha e na Italia, sao os mesmos homms
que se levantara adinravehncnte nos Estados-Cui-
do. no Canad ; sao os m sinos homens que, no
rgimen da igreja anglicaua, ahila lia bein pouco
tomp i tiveram a virtuosa coragem de rejeitarem o
subsidio que Ibes maudou dar o nartaraento iaglez.
Por c feito dessa pretonca) episcopal e das no-
mea.; Jes inconvenientes que nestos ltimos lempos
leem sid i feitas de bispos para varias dioceses do
imperio, teul-se alarmado a populacao ceta justo
rassb, porque ve-seem proxmj futura um verla-
deiro perigo da ordem puica.
Agora o bispo de Pcrnambuco manda expulsar
dictatorialinente de todas as irmandades os macous,
sendo o fundamento dessa expulsao o tacto de t*s-
tarem os magons excommangados por varias bullas,
alas estas bullas relativas a maconara nao tiveram
o placrt regio e, portonto, nao teein execuco no
imperio .fo Brasil.
peinis as irmandades nao io corporacoes es
pecialmente religiosas, tao tambera civs, de Inris-
diceao mixta. Ellas prestara cintas ao juiz de ca
pellas e residuos, sao regidas pelos seus estatutos,
que sao approvados na corte pelo governo e.nas
provincias pelas asseiublas provinciaes. Nestas
eircumstancias bem patento que o.bispo nao
p u s so competente para excluir ueniuui irmao
desas irmandades (apoiadosi e quo, portonto, o
acto di Exm. hispo de Pernambuco .: violento,
iegal, alfeeto o poder temporal e ataca os direitos
do poder execulivo e do ped-r udi'-iaio do im-
pel i.
Mas se o acto de S. Exc violento e iUegal,
mais violento anda o piiucipio de que ella ema-
na e mais funnstos sao as suas consoaaencias.
Sendo o motivo desse acto a .:xcorainnuh'.o dos
rmaos par sena m.-vcons e achando-se os uxeom-
muugados fora do gremio da igfcja, nao podem
lambem reaeber os sacramentos ; e o Sr. hispo,
para se: lgico, devia n:-.-.-a mesma decisao oide-
uar a tolos os -.garios de feeguetfts na nao rara*
auininisiiasset o sacramento do matroiionio aos
Cidadaos nertfnecotea nmsMMria.
A cmara comprehendo que Ote auto episcopal
inu em si um principio completamente, subversivo"
da ordem publica, que lica, ,pnr e^-a maneira, a
deMjripcao dos bispos o casamento, que tamben)
e civilui'-nto um verdaileiro contrato, que produz
obrgacSes soeiaes. Daqu se v quanto necos-
sano o casamento civil, eombaddti pelos fanticos
escrpulos de alguns, porque nao justo que um
acloque tk-ve reger a succe-Tioe regular a pro-
pricdads,os dirmtos henditari t no imperio,se/a-
um para alguns cidadaos e diUerente para 'mtros.
Ojudeo e o protestante, como .. calhol'eo,.po-
ue n ser bous ci ladai-s, mas nao se os pode man-
dar igreja catholica aiim de legitimaram a sua
familia. Tauibem nio se pode fazer tantos leis
quantas sejam as religioes indefinida*i(os cidadaos;
e, portante. 6 necessario urna h i geral que regule
os iiueiio- de successao, a transmissao das beran-
'. iiidcpendeiiie de audiencia do parochn. dei-
zando-se eonsefencia do cada mu contrahente o
direito de purificar-ce pe-^nte o s .eerdote de toa
reigl.io.
E'-estenm perigo anda maior do orae iquelle
que actaalmente <5 manifestado a jamar pelos ci-
dadaos da cidade do Recite e do Bio de Janeiro.
O orador ao mesmo temno (ue lamenta os er-
res dos ministros brasleiros, tem de lamentar os
erros da faculdad de direito do Recito, que tem se
tornado o apostlo dessas 'dQutrw s fanticas.
Com raras excep-.'-'c- os pro'fessores desta 5u!-
dade, os homens que em todos os temos foram
os sustentadores do direito do Estado contra-fl
theocracia dc'P.oma, sao os apostlos do ultramon-
tanismo, e 6 por jigo, auc la, mais de quern ne-
nhuma nutra provincia, setazem sent: os abusos
da antondade ecclesiastica.
Ifra Sr deputodo:- jE'.precisa notoi une 14no
Recife os tnm lLberaei sao os mai). alutaraonta.
nos.
O Sr. ministro dafutia: fciculade do
Recife multo Ilustrada o unpreVrfeMameflte
com os seus deveres, '(fla outra apartes).
O Sr. Sihtir-.J^trims^iav/tu'qa&^f^ni^.
de o Recife nao haja taicatos; taj| bi (ni[fa(.
materias olla nao cudistlaga. pet, seu sab-r ;
qu sejam conservadores ou beraes aquelles qu
pregara essas doutrinas. ,0 que i qtie ellas
deai decidir a uosso respaila, quando obramos
no dominio de nossas aUribuiooos \ Mas nao se
lembram os bispos que no sao tao livres como
pensam, que estoo presos ao orcauento, que de-
pen.lein do poder civil para a execuefu de suas
decisoes.
Assim, pois, o erador iustifina as pelUjSes dos
povos de Pernambuco lao sement empiauto a
greja esto casada com o Estado. Se a igreja
quizes.se fajer o divorcio amanua, elle volara a
favor e nao acharia raza nos povos que recla-
man) : o direito do cidado seria entao abracar
a rel'giio que he conviesse ; o Estado nio tem o
direito de entrar nos negocios da conscicncia.
Mas, em quanto o Estado presta torca, d vigor
e accio ao poder ecclesiastico, preciso que es-
te nos seus actos tonha pelo menos deferencia com
elle.
Se ao menos o Exm..hispo de Pernambuco, ex-
pulsando os uebns das irmandades, tambem de-
miltisse de presidente do conselho o grao inestre
da na. juana ihil.in.I.ulci. cllj (cria ao menos fei-
to algum bem de euvolta com os grnales males
que fez.
Assim, pois, concluiudo, o orador pede cma-
ra que as peticoes sejam imprecas no jornal da
casa e remetdas as commssoes reunidas de ne-
gocios eclesisticas e de joatie civil, i Muito
b m. )
O pruieMe declara que dever da mesa af-
lec ar as^emmi-sOes os requerimentos apresen-
todos pelo nobre deputodo, mas que, na forma
dos precedentes, va constatar a cmara sobre a
publicacao delles no jornal da casa.
O Sr. Tareuiuio, tendo.podido a necesaria ur-
gencia, pronuncia um discurso fundamentando o
seguinte requerimento, que ficou adiado por lia-
veretu podido a palavra varios Srs deputados :
Reiueiro que por 'intermedio do Sr. ministro
d imperio seja ouvido o Exm. Bispo da diocesc de
Peaanibuco sobre o objecto das representa.-oes
que foram submettidas consideraivio da cma-
ra.
N'ao anprovado o requerimento feito pelo Sr.
Silveira Martins, para ser u impressas no jornal
da casa as petieoes que remetteu mesa.
Entrando na ordem do dia, acamara approuvon,
em priui'iro lugar, opireeer sobre as elei<;oes das
freguezias de Alvellos, TelT, Po.ite-li.a, S. laulo
do livonoa e paroehias de Moura, Barcellos, Tiio-
mar e S. (iabriel, da provincia do Amazonas.
Approvou depois inquerito.annullando a sleieSo da parochiade Tau-
Dal, do t.' distrcto efeitoral da |iovin*ia de S.
Paulo.
Approvou mais. em urna s discussao, com va-
rias emendas, o pi ojelo que autorisa o doveruo a
mandar admttr a esame vago das materias-do 2.a
anno.da faculdade de direito do Recite, o estudian-
te Francisco Cesar de Andrade.
Continuou en ultimo lugar a 2" discussao do
or ..-amento para o escrcicio de 1872 -1873, na par-
te relativa a despeza do ministerio da agricultura.
Oraram os Srs. Angelo do Amara! : Martinho Cam-
po, Ik-ando a discussao ali .da pida hora.
Foram olferecidas as s.'guintes (mondas:
Fica o governo autorisado a despender a ga-
rana de juros de 'i 0/ sobre o capital de___
l.O'KliOJfla, companh: t que n organsar na
provincia do Espirito Santo, para se lavar aeffei-
to o projecto de estrada de ferro que tende a cor-
tar o centro da referida provincia e a communi-
cal;tco:n a de Minas-Geraes. -lleleolovo Silva. -
Candido Mara. Hmtt Bmdo. Caz Mu-
chatio, a
.< Fica o gove,n aatorisado a auxiliar com a
quantia de 21:'003 por legua qne fr levada a
effeto, a empreza choeirinba, na provincia da Baha, ao FarnaU, ou
acidado d-j Arassuahy. -Candido Murta. B. da
Cunha Ferreira.Cruz Mckado. Ballinodi Cu-
hha.H. fraca. Carneh'o Ledo. -Araujo Ges.
i Fica o governo autorisado a despender com a
desobstruccao do rio Sriry, na prsvlncia de Scr-
gipe, a quantia do lo0OJ3t'0O.M:ezes Pr:.do.
Mirtinho de Freitaf
Fica o governo auoiisad) a conceder a ga'
rautia de juros de 7 t'/d docaptial que se despen-
der na construceao da esfra la de ferro central da
provincia das Alagdis, inclusive a subvenco que
a mesma provincia d mencionada estrada. -A.
Tc'.xeira da Rocha, o
u Sub-emenda da eommiseao : Ao 8' Cor-
po de bombeirns: -E'ii vez de 80:0001, diga-se -
il.1:0003txi0.
Ao 19. Musca. -Era vez de 27:18-M, diga-se
40:00>$. -Diego Vvliw. Henriauc<. Souzn
Ledo.H. Grac-i.Cunhn Figueiredo Jnior.
Pica o- governo au! irisado a subvencionar a
construcooo das estradas de ferro do Recife ao Li-
nw-iro e do Recife cidade da Victoria, em Per-
n.imbuco, com a quantia de 20:O"O3 cada legua
Tfteodoro da Silba.Pinto de Camp s.
Na snsjaao do dia 2S. approvou essa cmara
em segunda discuasio, o proiecto que approva a
p-.istura da cmara municipal do Rio de Janeiro,
prohibindo a collocatiao de cartazes ou qnaesqner
annuncios ua paredes e muros do- predios desta
cjdade.
Em seu testamento declarou ler assentaJo
praea no Rio de Janeiro, no anno de 1810 ; pro-
clamando-se a independencia do Brasil, adher. a
olla, tendo sempre servido no exercito brasleiro.
onde procurou procoder.com honra, prestando t.>-
dos os servieos a Lem desto paiz e do inonarcha.
a quem sempre foi fiel e dedicado.
Declarou mais ser irmao da irmandade da
Cruz dos Militares c contribuate do Monte-po dos
servidores do estado, s quaes pigou tolas as men-
saldades.
Declarou ai uda nada dever a pessoa alguma,
sendo suas transac.ocs to smenlo com Jos
com a assetnbla geral do Imperio? O que po--Mara Ralbares, cono consto do livro sob a
lettia E.
i Deixoo urna carteira conten lo algumas paten-
tes, recibos e outros papis ; devendo ser queima-
d.n toda a sua correspondencia particular, monos
a do dito Ralbares e nutras que tratera de cou-
tas.
Do sen consorcio com a finada I). Joan .i Frei-
r Caldwell existe una filhade u une Luiza Clara
Caldwell do Gota ', casada cora o capitao d: infan-
taria Luiz Antonio do tout, que se aclia .actual-
mente servindo em MaRo-Crosso.
o Casotl-se em segunda nupcias com I). Maria
lleurqueta do Pralo, natural de Porto-Aleare e
lilha legitima de Antonio Peixoto do Prado.
Deixou sua jijira Maria Isabel Cal iwell todas
as suas con I .'.-orai^s, leudo reservado a Com-
Hienda de S. Beoto de Aviz para o brigadeiro loa-
quii Jos lioiic.dves Fontes ; ao coronel Antonio
de Sampaio deixou sua espada de primeiro unifor-
me; ao capitao Eugenio Luiz Franco todos os seus
livros.
O -eu funeral ser feito cora toda a modestia
e conforme caih o que diapoe o art. 60 do compro-
misso da imperial irmandade da Santa Cruz dos
Militares, 1861, pediudo que nio se lizessem convi-
tes para o enterro, e que dentro do caxao que
coiiduzissc os seus restos moraos ao ultimo jari-
fo fosse collocado o seu livro de ora.oc Cotnm ii
Pi-injer.
Nomeon seus testamenteiros em primeiro lu-
gar sua mulher D. Maria Henriquela do Prado
Caldweil, e em segundo Ernesto Frederlco .lo Ver-
ta Blsteine em terceiro Joaquim Autonie Rabel-
lo.
Rcunirara-sc hontem (27) os accionistas da
companhia di Navcgaeao Brasileira, representando
cerca de 15,000 accoes, sob a presidencia do Sr.
bario de S. Francisco Filho, servindo de secreta-
rios os Srs. romiuendador Manoel Salgado Zenha e
Clemente Wilmot. A commssao eleita na ultima
reunio apresentou o seu parecer, cuja leitnra foi
dispensada por Ja ter sido publicada.
Tendo havido larga discussao sobre o que
mais convinha fazer no interesse da eompanhia,
foi adoptada hnmedtatamente seguinte propo*u :
Proponbo que seja adiada a votacao das con-
dusoos do parecar, aflu de que a Ilustre comms-
sao se emenda de novo san o director gerente, c
se com elle uio chegar a accordo^completo, con-
voque nova reunio atim de se resolver degluti-
vamente, prendo a mesma commtssio forbiular
novas eonclasdes se assim jnlgar neoessario.Rio
de Janeiro, 27 de fevereiro de 87d -Manoel Sal-
gado Zenha.
Nao bavendo mais nada a tratar, o Sr. presi-
dente levantou a sessao, que ticou adiada parajhoje
s 11 horas da manha.
O resultada dos escames extraordinarios da 2'
cadeira do anno fphysica) da Escola Centr o
seguinte :
Apnrovados simplesmente com o grao 4, Joa.
Rorges Ferraz ; com o grao 3, fcsd Horacio ,...i-
de Paria e com o grao 2, Geraldo Pi I mienta
Bueno e Francisco da Almoida Torres.
llouve dous reprovados e um do eompa-
receu.
O resultado dos exames da segunda eadeir
do i. anno, (botnica e zoologa; foi o sa-
grante :
Appr^vados planamente com o grao ", Fiam
cisco Tiiorezio Port > Ketto e Candido 6ocalves
Coinidc.
Aparovados simplesmente com o grao Josa
Maria Mendes Gongalves, e com o 2. Jos Carlos
Muniz Bit;eicoui't
Hontem (28) s onze horas d i nunhi, lalle-
cou na idade de G2 anuos o Dr. Joaquim Ci eta-
iio da Silva, ex enea-regado de negocios do Brasil
na Hollanda, e por muitos annos retor do collc-
giode Pedro I!, ltimamente director do archivo
publico.
Era hornea) de grande HusU'acao, e geralmente
estimado. Saa obra o-Oyapec e Amasiwu, se
cripta em francez c tendo por fuu elueia.tr a
questao do limites do Brasil com as .;.'_..;.,.
consideraila como trabalho de grai le va-
lor.
Reunidos hontem os accionistas da companhia
de CarvaHii, wceprmideiej Luiz Duarl- da Sil-
va C Luiz de Almera Juii pieira, secretarios.
Lomos no Jornal.
A..ssoeia?io roinmwcial, p.| conlK>ciii)emv
,pie tora do estado r.uico da prava, e por tercm-
Ih representado varios estabelecimentos baui.,
rios e casa*-importantes, dirigio-se ao governo pp-
dindo-lhe que iirovidem-iasse autoHsMdo !!..-
durara a eompRir lettras sobre-o Rio de Janeiro,
em vez de remoller o 'nheiro, eom. ||)e hava si-
do ordeipdo pelo governo goral
,A presidencia prumetteu, mas nao ulcrvn.fo
em rel.ic.io dos pratos, que licariam a arbitrio da
thesoiiraria.
Km virtude disso dirigio-se ante hontem a-.n
curretor thesouraria para sacar sobre a quantia
de trezentos a piatro centos enntos de ris, di--
trbiiidps pelo banco Mercantil, banco inglez ca-
sa dos Sis. Marlnbos. mas offntcendo o prazo de
viute das de vista, nao poude obter os saques,
porque a thesouraria elles nao convinham eos%
mais de S das; em virtude da responsabilidad*
3ue d'alli he poderia resultar contra as orden*
o ministerio.
t Contina pois a clise. J se lem feito lian-
saccoes de dezoilo por cenlo, e falla-se em 26 !
Hontem (.'lj s dez horas da nianh. celebroii-
se na capella do Senhor do Bum-Fu, una missa
solemne em favor do papa Pi'IX.
A orafio laudatoria foi proferida pelo Rvm.
vigario d.-s Mares, Dr. Romualdo Maria de Seil
Barroso, que dscursou sobre o seguinte [dNQM :
t Tu es Petras et super lianc petrnm edi('<
ecclesiam ineam.
Tocn durante o acto a msica dos menon:
do arsenal de guerra.
No dia 2 do correnie reuuiram-se em assent-
bla peral, os cnnlrihninles do' Monte-pio dos cai-
xeiros naVioiiaes. alio) de procederem efe
dos novas unecionarios, a qual deu o fguint sullado:
t Presidente Castao Loureu.*) de Seixss.
Secretarios -Antotio Benicio Fenira i '. -
tancio Joseph dos Santos.
t Consellio fiscalCoronel Jos Lope* Pwmra
de Carvalho, Amador Alves de Moura e Cypi i-.i-
Jos de Moura.
Diro'*coAntonio Munz Moreira. Anl>it<
Lopes da Silva, Joao Rodrigues da Gnu, l|aJ*cl
lose do Conde Jnior, Jos de Soma l.'-io, Leope -
do Ribciro da Uva e Theodoro Teixcira Gomas.
Segundo o recenseainento Itinumeato pre-
cedido, a freguezia deS. Pedro desta capital kan
I67 casas onde habtam 22'i familias, que aom-
prehendein I4W7 pessoas, sendo do SJM ina- -
"no lil.'tfi e do feminino827l.
Sio : blancos 3862, pardos 3601, pp-tos 487?,
caboclos 72.
At 3 anuos 1391, de 6 a 13 Ulii, de 16.. Si
1977, maiores 7893.
t olteiros 1228.. csalos li'i.'i, viuvos 672.
Brasileiro> natos 12 U8, adoptivos -'W, uati.ii.-
iisail s 13,
Estrangeiros 583, africanos IUi, cath >
14336, acatholicos 71.^
Sbcm ler 6:81, nao tem iustrucciu 772:i.
< Audam na escoto I2i>, sao esclavos 3ilh
herios i^. Incemios &-S.
Sao: 38eegos, Ii suidos, S mudos, 35 d-
ineiites, m-:iiec.aptos. etc, 32 aleijadas, I2i : -
tistas, 176 emoregados publiros, 13 tslvngaV,
30 inilit nes. 'id mdicos, 845 ivunmereaute-.
sacerdotes, 13 BfnprtetarioB, 80 empreg^to- i.-,
mar. 13II professores, pharmaceuicos. etc.
.i Existan) f.ira ca freguezia em I.* da ages
366 pess as das familias rereuseadas.
Fallecen no dia.2.1 do p.issado na villa i
Fera de SaiifAniia, o abastado capitah-ta 001
Joaquim Pedrcira de Cerqueira.
Fallecen no mesmo dia, na freguezia .d.
Gonoalo dos Campos, o proprietarki e lavr.
Francisco Machado da Silva.
A alfandega renden no mez de fevereiro. -
932:3764093.
ALJUMAS.
Lomos no Diario :
Prestou juramento hontem (3) e a-sum
exercicio do cargo de juiz de direito, oDr. Ata
uio Joaquim uarque de Nazareth, removido para
esta comarca, por decreto de 4 de aezambro
anno prximo lindo.
t A cmara municipal reuoo-se e proced- ..
.inura-ao da elci.ao que ltimamente leve i>igr
nos collegios do primeiro distrido eleitoral di*:
provincia.
c O resultado da apuravao foi o seguinte .
Dr. Joaquim Pontos de Miranda 317 vt
Dr. Manoel Fernandas de Araujo Jorge 336 >
A cmara expedip djpldma na forma da le
que obteve inaor semina de votos.
Lomos no Jornal:
Os trabalhos da liuha lelegrapbca para o ;.
que o governo esto construindo em Pernani
aeham-se j concluidos, o capitao oVengcrhi -
ros Jos Francisco Cecilio, ipje esla encamn:.
desta obra, ji entrou pelo territorio desta pr -
i ia a encontrar se com o engenheiro Dr. BrainiV .
que est assentando olio daqui para l. De-
mos esperar que por todo este mez de marco WM -
jam em commumcacSo as capitaes das duas r ">
vincias Pernambuco e Alagoas.
A alfandega renden ai mez de fevereiro...
9i:386366i.
fERNAMBOO.
de mwreg:i<;.io brasileira, foi Ibes co,::ii'inicad-
pela couimissio ltimamente eleita que, tendo-se
ella untenJido cora o director gerQto da mesma
companhia, havia-se chegado a um acenrdo -cer-
ca das coaciusoes do parecer appi-ov.ido um reu-
nio de ante hontem, e que desto abordo i
documento que foi lido, assignado pee' dir tor.
Por este documento verifiea-se que mediante
pies inodilicacoos que nao alteran) a essencin das
deliber.i.;es tonudas, estoo concorde-.-. oaii -
gerente; devendo se levar aeffeUo as conclu
do parecer, para o que foram eleitos os Sis. Jot
Vicente Tourinb i, Dr. Almeida Basle- Ri fe
be. o
loconi-
Approvou depois, ora cuna so discussao, o pro-
jecto concedeudo aposentadoria ao almoxarife do
arsenal de guerra da pnvinoia.do Par, Luiz An-
tonio Ferreira! Bentes.
Approvou em seguida, em .">.' discussao, am
varias emendas, o projeelo que autorisa o governo
a eonceder uro anuo de lcenca com todos os von-
ciinontos ao oonego da eaibedral do Maranhao,
Arias Theorigo Alves Sena.
lontiuuou logo aps la'Svdssus.sft) doorca-
mento para o exureco- de 1872 a 1873, na liarte
relativa despoza do minitrio da .agricultura.
Oraram os Srs. Gusmap Lobo c lAraui.i Goes Ju-
ntoc, Ikaodp a disrusjo adiada p-la hora.
J^ttfam olTuroeids as seg iptea emendas : ..
.cA Ojgwvareo autnrisado a fazer as' nacos-
saras reformas na adroinistrav'io e regiment das
Corolas da Tijo que julgar eeavwoientes, maicarrlbes os vcnciuien-
tos, e fundar estoboiecimeotos idnticos as pro-
vinciasDr. Campos te Medeiros.
.. Ifka o governo autorisado a prestar empre-
sao perigosas ao Balado, saojWlW;,, t pek. za da Mrada de forro propiciada de Caxias, na
ystema al*-..liu... potaue-*so,nao i aVoiotis- uaovlactad ManujhAo, capital da provincia do
mo, i .heocracu, porqac nao licito, ajiver ;um\^uby,agMaatto ,de jurue de 7 0/0 sobre o cap-
Jiis-as noticias commerciaes da ultima data :
!Wo hoive boje eolages oflfciaes
O mercado de cambtp entinua a mosirar-se
lirtpe e ou boa posieSo.
< Effertuaram-se Iransaccpes iasgnifioaot s a
26 3|V d. papel baneaiio e 26 7|8 d. partici', r
regulare- a 27 d. tambem papel da praea.
Os pre;os das apolices geraes de 0 poi
conservain-sc frouxos o era buix >.
As triinsaecOes de hijje foram peque a de ..'
1:037 a t:032#" a dinhelro.
Xada so fez cm analices do gmpcosmo aa ,
oional de 1868.
a No incitado do actes ajtenas i. umsfei] ..
venda do ura.lole regular das do b unc-;
cial do Pernarabu.'o a ou^OOO por a. ,.n> adi-|
uaeiro.
As vendas olfccluadas boje no morcado t
productos foram mais que regulare- de. caf o e-
gulares de;i-sucar para consumo.
Sabiram .tomliem para consumo, cerca de 5
mil arrobas de carne seca.
Fretaram-se h je dous navios, sendo um p..;.i
Sandylieok ordem, caf,-a'7 s. He o outro
para um porto do- Estados-Unides no Atlantiro,
dito, a 30 s.-e 18..por sote.
4 alfandega rendeu no me/, de foyereiro
2,682:158#i3i,
BAHU.
No da primeiro do crreme abrio-se oiemnc
nwnto assembfea provincial, coja mesa ticen as-
sim composto : Dr. Jos Eduardo Freir do ar-
valho, presidente: Fuliaberto Horta e wo Viakn
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESS.VO OUl.VARIA EM 7 DE MAIP.u
1873.
IIIF.MOKNCIA DO SR. R. AOIIAI!.
Ao ineio dia feita a chamada aeham-se praw
tes os Srs. Goes Cavalcante, Lamenha Lins-M.
llego. Albiiquerquc Lcenla, Arconcio Silva, Vi.
ra de Araujo, Freir Gaineiro, Joaquim Corxeto ui
Araujo, Antonio C. de Araujo, Vieira do-.Jcii.
Gonelfas Ferreira, Almeida Pernambuco, Forre-
ra de Aguiar, Figueima de Paria, Gomes Paren<
Alvaro I'choa. Guedes Gondim, Cunha t- Figuer-
do, Olvuijiio Marques, Cincinato Camboim'o-'int
Jnior.
Abre-se a sessao.
1" lida e approvada a acta da anterior.
O Su. 1.' Secu-tario di cont.i do segu:
EXPEDIENTE '.
Quicios:
Do secretario do governo, reniettendo div projeetos de posturas organi-ados pelas cao*a.-,.-
muni ipaes de Aguas Bellas, Beznrro e Djio h
selho. -A' commssao de posturvs niunicipaes.
Do mesin), rentettendo o projecto de pojiur.e
addicioiiaes da cmara municipal da cidade da
Victoria. A' eommissao de posturas moni' .-
paos.
Do mosm i, remettendo a resoluto de B de j.;-
nho do anno passadoj relativa s aposentadoria- e
liceiicados em pregados provinciaes, que deixou i"-
ser sanecionad;.A' commiss.to de eonstnujaf .
poderes.
Do mesmo, remetiendo copias dos ofBeioa ib I
de agosto e 1:) de outubro do anno passado, v que a samara municipal da villa de Agua Prr u
munifesta a neeessid .de da comprar de uma.ca' -
para servir de mercado no povoado dos Monte-
A' eommiseao de orcamento municipal.
Do mesmo, remetiendo os balancns da eccoik. f
despoza das cmaras municipios de Tacaratii, Fl.-
resta o Cabrob. A' eommissao de orfamei^
municipal
Petieoes
De Andre de Abren Porto, pediudo que se I
torisc a pre-idencia a conceder he um privilegio,
para estabelecer as ras desta cidade. por na;-
nao passem os boeds, linhas de carris de f-rro i
bitola eatreita puxada por um animal.A' pon
missao de obras publicas.
Dos moradores da poveac de Tcjurupa";
municipio de (ioyanna, pedin.lo a creario de uti>:.
cadeira de instruc.ao primaria para o sexo '.<
minino.-A' eommissao de inslruceo publica
De D. Maria da Penha Pimentel ik T. rres.b.n -
deira, viuva do Dr. Antonio BangeWeTuirosflin.
deira, pediudo a admissao de sriurMliados iiunn
res Francisco e Manoel, no gymnasio provincia -
V commissio de pot;-oes.
OBDEM DO DIA
Contina a discussao do projecto n. 91 denles <,
-ue concede a Jos Ignacio "Avila, uiiiprjvHt-
gio para a conslrucco de urna panto da sran.
nova-deCaxanv para o Caldeiremp.
O fer. iMeMo Rezpo offereeou como einerii...
substitutiva o projeclo n. 67 de 1872, que autorts.
o presidente da provincia a conceder um priv.
gio at sO anuos a -Andr de Ahreu Porto, ou ;.
quem nielhnr-.- vantagens oferoc r. para a *
iruucao de urna iwntesobre o rio.Gapibaribii en-
tre os povoados do Apipueos e Mnnteiro.-Jpoi ap-
provada.
1.* discussao do projeclo n. 7<) de 1871, ,y*
eleva a villa do Cabo a cathegoria de cidad<.-r.
rujcitado.
1." discussao do iirojocton. 103 de i71 quea*
tensa a proseiicia a conira'ar com JosJBiis*.
de Mello, ou com quem molhores vanta|K>s omt
i
i


IHtatoM
DMM*^J\*W*biK ^IWrtmngo 9 r 3

;*
2t
T >".
eer, a eoostruccio dewaa pools sobre o rio Ca-
ujs-vou, "lafregue7.ii ih It mito.!" approvado.
<: drseus\o di uroiectq n, 8 do aau.i passado,
lue antorsa o presdeme da provincia a estabele-
oer aa easade detengao as olBcas do trabalho
que iulgaf conveniente.
O Hr. J. Crrela Hr /\rtijn diz que na
essaadowtnna passado, por occasiao de discutir-
^eettoiMBiuuprojeclo, eweteeoa mn roquennvmto
que foi approvado, pedindo que sobre elle fosse
ouvlda a nobre comipinsao de legislaco ; e como
quer que al o prsenle aU> tenha a mesma nobre
eoinmssao cmitlido o sen jiw a repello, vai re-
querer o filamento do prtj&el i awwr prsenle a
easa,o parear da Ilustre coma ssao.
Vai a toe* c atyia-.se, o sejuinle requeri-
os eoio :
Requeiroo adianwnlo do pirojecto ate que a
<.>fnij|(li legin::Vj d parecer sobro elle.
J. cJtreUhd IrtKu'o, -i approvad) o requer-
L! *i-..:u^.V) do' projaclo n. S7 de 18", proro-
uandopor Yus anno I"';'1 oonccdido a Fran-
cisca llana Dnprat,. pela l-'i O, /o de 21- de ju-,
nbo de 1887.-K" approvado.
i. discuso do projoelo. n, 10 do auno pascado,
isonuado dos ilirtatoa de exporlacao pelo lempa
de Iftannos as perfumaras fabricadas na provin-
i -E' approvado.
ti diseussao do i rojelo a. 31 do anno.passa-
do, approvando e como tal considerando le da
ti .viuiao contrato colebrado pela presidencia,
nt data de 5 de jullw de 1871, cora Justino Jos
de Souza Campos, para assentamento4 de trunos
J- ferro en ir a est.i-.-ao de Boa-Viagem e o povoa-
do dcste nome.
O-Jr* .%. Cimtim de-Araujo justifica
1 iiand mesa o seguate requermento :
Kequero que por infermodio. da presidencia
.- i;* informacoes ao director das obras publi-
a e*roa da pwjocio que se diseule.E' appro-1!
vado.
2.' discussao do prajeclo a. 80 do anuo passado,
.'ondoleado a Antoniu Valontim da Silva Barroca
un privilegio. |wr 20 annos para.fundar e esta-
. i ver por s, ou por nieio de cawjianhia'que in-
i iiorar, urna ou niais fabricas de faz.r lou.a fi-
na e videos.
Siu approvados os arts. 1,3 e, sen lo rejeita-
diW os arts. i: 3* e 4*.
Art. i.' (Enlra).-E'rejeitado.
Entrando o art. 7", vai mesa c apoiada a
-.-'uinte emenda :
Em lugar >le -eom o presidente da provincia
diga-se eom o juii de orphos; na forma da
>>.Uljjipio Marque*.
EMeirada a discussao, approvado o artigo e
. -i.-**Ir. emenda.
0 art. 8.' acha-se prejudieado.
2.'-di*tu*sso do projecto n. M do anno pa--
s..l.,. mced-mdo a Cunha k Manta um privilegio
y.ir 2 anuos para estabelecerem e montarem
i la cidad-' urna ou niais fabricas para curtir
iros de todas as qualidades.
Vai mesa e apoiado o seguate v requer -
'"lo: .
f-Eequeiio o adiamento da discussao por 24
horas.J. Correa de Arnuju
Pqgto em discussao o requi rmenlo, appro-
vada.
Tuica diseussao do proj.wlo u. 64 do aun i |ia>-
-adu, apiuovando o couiproinis-o da irmandade
das alnas, enra na nutriz da Boa-Vista desta
ridade.
iieiiiou de volarle por falla de ntiiiero.
.Sr. Pr da: eoiitiiiiiac.io da antecedente e inais I.* uis-
-" --,io dos proj.-ctos ns. 2, Uli e 124. de 1871 ;
77. f 99,101, 103, 111- e Uo ile 1*72 ; \* dis-
->,.io dug de D3. 75 e 77 do 18ff0 ; 20 e 30 de
isrti :;.' -li-cussao dos de. ns. :9 de 1871, e o de
; -Ot de 1X72.
!SS0 OltWNAlilA EM^tt Di MAIU;) DE 1873.
Dwxa de- baver sessao por falta de numero
egai.
V rdcia do da a mesma da anterior.
caou esla repartido n in* pavadgC:872*330,
seido de :
Sellos f
Cartas
Premio
Assignaturas
Multas
Extraordinaria
4:993*293
2:932|2i
13J800
1014000
47A0O0
1010 .0
MOTimeito de fundw 7744*00
Bicanio.Acha-se preso Atonio Pereira
da Silva, como pronunciado era crime de bjaujia,
na provincia da Parahyba.
''ri'iiHCHto.-Em trras doengenuo deno-
minado Ped>'u de aiHl'ir, do dislfioto de Sari?
nbiom, Joao Luia dos Sanios ferio giaveiiK-nte
c'om urna Tacada a Jos Rufino dos Re, morador,
no engejjp GtndaJiy, do inesma districlo, odia!
2 do correnle. O delnqueme evadio-se.
CIganav-Ao amanhecer de 2 do corrnl|e
mee, o subdelegado do 2, dietrtcio da villa-de
Agua-Preta conseguio dispersar uia grupo, de ,c-
ganos que so tiuliain liomtsiaila no engnho Pe-.
reirinha, daquelle districlo, appreliendondo-Ilies
10 facas de pona e G armas de fog
Casa de dte
7 de marco de 1873 :
de rogo.
Cana de deteara. Morimento do d
339; entraram 6, sahiram 4,
Desear
Vapor ingle;
pa
Efccuna
RE7ISTA DIARIA.
Vis<>>ubl:t Provincial. sabl>ado dei-
C6U de liaver sessao por falla de numero legsl de
Sr-. depu'ad-is.
\ wd*oi -I- dia para para boje a mesma an-
terioa
Hiti'liiuista.Por porariada presidencia
.'. pcoviricia, de 28 de fevereiro, mandon-se |ias-
- '.-ir!- d.- li.-ibilita.-~io, para poder exercer o ra-
le tere-eiro marn'mista -le barcos a vapor, a
M 18041 .! vjuim da C'.sla, visto t-r sido approva-
il no exanje a noe se sugelou peranlo a inspec-
i do arsenal de marinen, doconformidadecom
n irt. 3- -lore^iiiainenlo que bftixou eom o decre-
to n. I.1J4 de 5 ile fevereiro de 1844)
IHvisito iinlirial.Por poilariada presi-
1 neiada irovincia, de 28 de fevereiro, oi ?up-
primilla gnmto dlslrido d subdtegaela O*
fraguea de \lagoa de Ms >, do wrmo de Cim-
bre, d-ii-iiiiinado Cupeiy, passa&do q seu ten
i. m 1,'d soMelegado do distrteto de Capoeiras, do
'-i-'k do It mil i.
linli>iro.-0 vapor P^trooteo:
SkfSm 1:9725070
.-lio r--i-ra deOlivcira Amorim 400sinjo
los Rodrigues de Souaa 2 OOOO
\ apir GamMe. -Este navio da companbia
das Mt>sa teiiei Martima devja sabir do Rio de
ira uao Rin da l'r.tt> a t do corrate, e
.-.r it rortede volta d"al!i de '4 a 16, partmdo
', lli : 18 para a Europa pelas escalas, devendo
titear era nosso porto de 2' a24.
i'.!-'-'i- SHeam Ufavlgatlon. -Ate o da
l(j do carrate espera-su da Europa o vaer des-
,. oinjiauliia Cuzc*, era viagem para o Pacifu-o,
- la i abril proxim o Cto'woorasa, do Paeilic
par a I-; tropa. ... .
Camfcwo tiuiipin-aria. O nosso illusire
< ,.,1q.rovi:i.-iano e amiff, o Exm. Sr. Dr. Francisco
i '.pold:no de Gusmao Lobo, prouunciou um no-
. .,-i discurso na sessao de 28 de fevereiro prexi-
ii i find-i. por occariao da diseussao do oreamsnto
negocios da agricultura, commcrcio e obras
licas. .
-.-.ando urna earnparli-'nlar. que temos a vista,
. Sr. Dr Gastoo Lobo revelou urna nova face de
..-o raro talento, tratando .v,m reconliecnla van-
n .issninplos prati-'.is que nao foram Objee-
Im san liabiiuados estado*
O illii.-v ..quitado pugnara eom esforco pea
- ;,!-. de.-de tant-i lempo reclamada pelo
,,.,.. ,de ernambufo. de melliorar 0 porto
i la provincia; denanatranda para este lun, a
VU de irrecusaves da 1 --tati.-ticos e profun-
' /<, qnc Pernambuco, pelos.progres-
.... iealisados em lodos o< ramos, da aclividade
* al, ; elr impn tancia de sen grande commer-
o, pelo augmento progressivo de sua producto.
UfWetudfl |iela importante quota rom que con-
Ime pata a rceeta geral ineoatestavel direito ao dldtai Mnti
j-.r!->.
Existan (presos
existem 341.
A saber :
Nacionaes 229, raullieres 12, astraugeiros 40.
escravos 30, eseravas JO.ToU 341.
. Alimentados acusta dos cofres pblicos 272,
Movimento da enfermara do dia 7 de marco
de 1873 :
Tiveram baixa :
Silvestre Lnurcnco Francisco do.Monte, ncvralgia.
Jemnymo Bernardo da Silva, febre.
Teve alia:
Flix, cscravo de Joao Manoel Pontual.
Passit^eiros.-Viudos dos portos do sul no
vapor Paru :
Jos Siqucira Alvaro Borgestb, Joao da Silva
Mendes, capitio Antonio Vaz I^obo, Dr. Luiz Josd
da Silva e sua scuhora, 3 escravos, Alfredo Silve-
rio de Souza, Taeilo Correa, Dr. Rufino. Augusto
de Almeida e um crea lo, Dr. Epaminondas Brasi-
leiro Ferreira, Dr. Joao Pereira dos Santos Andra-
de, Cato Lustosa da Ctraha, Francisco Gomes da
Suva, sua senhora e I escravo, Francisco Jos
Gomes Brandan, Luiz Emilio Soares da Cmara,
Manoel Antonio da Foneeca Costa, Gaspar Teixeira
Leite de Qoeiroz, Jos Bento Viera Barcellos. Jus-
tino Antonio dos Santos, Lenidas Botelho Dama-
zio, Francisco de Castro Rebollo, Joac Baptisla
Taninho, Antonio Teixeira de Olivaira, Angelo. Bi-
beiro Soares, J. Crummaek, N'apoleo Simos de
Oliveira, Or. Jos amasceno Torres, Joaquim Jo-
ronyiue Femandes da Cnnha. Dr. Adolnho San-
ches, Jos Joaquim da Palma. Luiz Baptisla de
Souza. Melebiades Garca, Dr. Jos de Oliveira
Campos, Joaquim Ignacio Costa,. Pedro Pedreira
Sampaio, Jos Ileraclito Ferreira, Mao Giiilliermc
das .Neves, Antonio Domingos do Cotilo, Custodio
Ferreira da Silva, Luiz Nunes Ferrio de Aragiio,
I-aias Guedes de Mello, Reginaldo. escravo deF^r-
rao Aragao, Arthur Henrique de Figueiredo, Nico-
lao Tolenlino Costa, Antonio Mtmeiro Rebullo,
Jos Luiz Soares, Evaristo de Souza Coirim, l'ran-
cseo Moreira da. Costa, Manoel Oclariano Guedes
Nogueira, Dr. Rodrigo Crrela.de Araujo, Da Jo-
vino Amero de Siqueira Maia, Amonio de Moura
Castrp, Antonio Babello Gl Corroa, Joaquim. Alvcs
da Silva Castro,,2 lillios e 1 irmao, Dr. Salvador
Elias Bqsa e Silva e 1 escravo, Venceslao Jos
Baptisla, Thomaz Francisco do Reg Muniz, cone-
go Duarle, Dr. Francisco Frederco R. Vieira, Mi-
guel Soares Palineira, Joaquim Josi' de Sant'Anna,
Antonio Lopes da Silva, Paulino Jos de Torres.
Candido, creado de Guedes Noguera. NHo, Antonio
Salvador, Joaquim CardosO-de Novaes, Tboniaz de
Aquno da Silva Lourero, 3 escravos a entregar.
Seguem para o norte :
Carlos Ribeiro Pessoa de S. e sua scnlura. co-
nejo Francisco Bernanlino de Souja, Antonio Pin-
to da Cunhal lente Felippe 'Bezerra Cavalcante,
Manoel Lourenco de Castro Rocha, tenente Ma-
noel Tliom Cojciro, Joaquim Pereira da Motta.
Belarmino Gafinhoto, D. Francisca Martlns da Sil-
va e 5 filhos, Mara Francisca de Carvalho, Majioel
Alves, coronel Christano Pereira de AzcvdO Con-
tinho c sua familia, Joao de Sonza Carvalho, 28
pravas.
Crmiterio publico. Obituario do dia 0
do corrente :
Jos Joaquim da Silva Guimaraes, branca, Por-
tugal, 42 anuos solteiro, Biia-Vista ; febre adyna-
miea.
Delmira Mara da Conee'.ao, parda, Pernambu-
co, 30-annos. solteira, Bc'wi-Vista ; nhyslca.
Constauea, jiarda, Pernambuco, Sano?, Recife;
hepatte.
Carlos Augusto Pereira de Mendonca, branco,
Pernambuco, 23 annos, solteiro, Boa-Vista; do-
trinentario.
Atlian i/.i.i Joaquina do Espirito Santo, parda,
Pernambuco. 40 annos, solteira. Santo Antonio ;
tubrculos iiilinonares.
Josefina, parda. Pernambuco, 10 mezes, Santo
Antonio; syphiMs hereditaria.
Philomena, parda, Pernaiiilnteo, -miicz s, S. Jos;
convulses.
Laurinda. parda, Pernambuco, 7 das, Santo
Antonio : ignora-se a molestia.
Herculano Jos da i'ie-lade, preto, Pernambuco.
45 annos. casado. Poco ; padecimenlos do cora-.-ao.
Flix Joao Hara, branco, Franca, 30 annos sol-
teiro, Bn-Vista : febre amarella.
Macia Magdalena do Monte, prela, 50 annos,
Poco; padecimentos interiores.
Francisco Pereira do Lago, branco Portugal, 28
anuos, casado, Boa-vista ; febre amarella.
Manoel Antonio de Souza, branco, Portugal, 38
annos, solteiro, Boa-Vista ; febre amarella.
Joaquim Jos de Sant'Anna, Pernambuc), 28
annos, casada, Recife ; pbtvsca pulmonar.
- 7
Landelno Teixeira Lima, pardo, Pernambuco,
38 annos, casado Santo Antonio; erisipela.
Valentina Maria da Conceieu, prela, Pernambu-
co 60 annos. solteira, Santo Antonio ; anazarca.
Antonio, branco, Pernambuco, 6 mezes S. Pedro
Martyr ; gastrite.
Francisca Beatera das Dores, parda, Pernam-
buco. 44 annos. viuva, Boa-Vista, bo-p tal Pedro
11; tubrculos pulmonares.
Duraii'l Jos Maria, branco, Franca, 21 annos,
solteiro, iioa-.Vista, hospital Pedro II; febre ama
relli
i s, liiisma Lobj xwup ''*"5l! d? necessidade
i- -racuvado o prolongamento da estrada de
,- do Heeife ao s. Francisco, da grande con-
,,,. de rasgarem-se tradas que ponhain
i ccrm-imnicacao os Centros productores da pro-
wv,a eom o centro commerclal do Recife. e de
,- ,n,-.-o-s de vital nteMSse pan a grande
umatm lavotira. ,
ve. esauecau S.|Kxc que os productores de algo-
li-ie as ,. -uns scri.is emliaraees para o transporte dos ge-
,, tine cdhlm, abitedni pela MIW on./mmcael a perder M W do producto de.
ui, coiheita.
O diseuro.do Sr. Gusmao I^obo e a prova mais
irreouf'.vd-do amor e tiiuresse que S. Jw. con-
acra pr ..o-toS. Ex tilica plenamente as. esperancas
uue em sua palavra pile a provincia..
CruyqiJ-..-Dessa,povoacao nos.escrevem o
Tve logar neU. povoas.10, no *>5Mf:
reme diez, urna nov.-na -m mus.iqade.lic. a a
Viraem Mafia, cu arrio de graeas pelo.des.*gjra-
- A eoricilrrrtncia de povo foi extraordinaria e
-)Hq>aioerainalm do respectivo vicario os ie-
feretj^-, cambes, das froguwias circumsvm-
nU*K.
. tlwcm' do di., seguiitct-houve urna_mis-
i.i catitada,.linda qua; teve- lugar a benctu nn
coberja do earooib igreja, que se esta all cuin-
a-i-lo trracas ana esfom dQ Ryd- Fr- A4b<;riO,
que tem sido irtq.ui5iv-ii oo so na distribui;ao
los >oeo!rrus e-pirituacs como na ed ficarab desse
t(Wip).
rmiaotj.a fe^ta eom o levantam.Mito da ITW*
ra, > '
AIOfnistrar/io tin rorreio.-Arre.-
HlOMC.l Jlli2AJt!A.
I-iillll 4VI, 4 BKI.U'iO
SESSAO DE 8 DE MARCO DE 1873.
HtBSIDKMCIA O F.X.M. SU. GOffSELUSIBO CAETASO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virt/ilio Coelho.
As 10 hora? da manlia, presentes os Srs. des-
embargadores Almeida Albuquenpie, Motta, pro-
curador da corea, Doria, Domingues Silv, Re-
gueira Cota, Souza Lefio, Ntiva o Araujo largo,
tallando e >in causa os Srs. desembargadnres Giti-
rana e Limrcnfd Santiago, abrio-se asessa).
JLI.r.AUENTOS.
. Recursos erinie-.
Keconente > raizo de direito de Buique,
ridn (iiiilborfnina Maria do Espirito Santo.
os Srs. desembarga lores a. Afbuqueivpic,
Neiva e Domingues Silva.Improcedente.
lecorrente Marcolino Machado da Cunha, recor-
rido o alzo de direito de Camaragibe. Juzes os
Sr.-i dosembargadores Domingues Silva. Souza
Lelo. Almeida Albuquerque e Araujo Jorge.-
Nao tomarain conhccimento.
Recurrente o juizi de direito do Bujuue, Qfjpr-
ridp Joaquim Antonio da Silva. Juizrt^Brs^fes-
Btnpargadon-s Doria, Regiieira Cojt3,*Neiva a
Araujo Jorge. Improcedente. f
lecorrente o jui:o de direito do Buique, recor
ridp o escravo Bernardo. Juzes O Sis, desem-
baitgadorM Begueira Costa, Souza Leap, Araujo
Jorge e Almeida Albuquerqiie.IinproPeo(e.
Becorrenle Antonio Geraldo de GarraMoy recor-
recor-
Juizes
Doria,
Awrata de prtlca. \ 'A
Aggttvante Dr. Antonio Trisiao de SeCjia Bran-
dan, Jniz* os Srs; deseaibargadores Nuiva, Mot
ta e Domingues Silva. Deu-seprovimentu.
Agaravanie B*nto Augusto da Silva- Juizas os
Srs. uesembargadores Ragueira Costa, Motta o lio-
ra. Negoit-se prov|men
AppulUpio ci,vel. .
Do. ico. -Apaelluitc Joao Antonio Mendes, ap-
pellado Jos Baptista dos Anjqs. -Despiezados os
enlbargos.
Appellav~o crima
Da Lagoa Nova. Aujiellante o promotor, ap-
pellado Jos IgnaemmMt9ttl|>Ifprocedenle.
HAEAS ColllOS
Pacientes Marcolino ftprnardo Ferreira deArau-rjbjjgar franco*
we Aptonipviisiravo^adParam e| rj*tno/s* *
ein;io jaiz h reiftv
PASSAOKHS
. Do Sr,.desaaai^(^iAJinaiaa.Alkuquer^e,aiO>j
%fi desembagajor Motta:
l>o jni) municipal de Alagoas. ApnoHaTuy
araante.R()driKiies nido-ModfS'ro Cavali'anji., .
Ao. Sr,desembarador, lloria:
Do iury do fjoiito. -Appel.lau.te-*"!*'1>. Cleiucn-
tiop fiouto Maior Albuque'rqoe, appeffcdo Beue-'
diqto -la .-iiva e Souza.
Do Serinuaem. -Appeikmte o, jai,, appeilad*
Pedro Correa da Silva.
Do Sr. desembaraador Doria ao Sr, aasendiar.
gador Domingues Sflva ''.
Dojuizo muiiieipal d-Baturit.Appollantes
viuva e berdoires de Francisco Jos Pinto (.amur-
ca, appellado Manoel Antonio da Bocha Jnior.
'Do br. desembargqdorflegqojla Costa ao Sr.
deserabargador Souza Leap:
Appellafao crime.
Do Bonito. -Apuellahte o juizo, apellado. Se-.,
verio dos Santos Goncayes.
Appelracaes civeis.,
Appellunte a --amar municipal da Granja, ap-
pellado Jos Florencio de Almeida Fortuna ; apr
pedantes Jos Joaquim de Aratija.Plnneiro. *. ouT,
tros, appellados Jos Joaquim de Arauio e imtros.
Do Sr. descrabar/ador Souza Le'io ao ?r. de'
emliargador Neiva;
Aupcllacao ci\'cl.
Appellantes Manoel Pereira Balcoat e omros,
appellados Luiz, Lucas, Sergio, Lino e outros.
Do Sr. deserabargador. Neiva aa Sr. desembar-
gador Gitirana:
AppeHaaao eiveL
Do BeciCev Apnel)a|He a onmianjiia. Recife
Drainage, apj>eUado. Henrjqpe Bernardas de Oli-
veira.
De Canguaretama.Appellante Jos Joaquim do
Mcdeiroi, ajqieHado Francisco der l"ai|la- Redri
gues.
Do Sr. deserabargador Antojo Jorga ao Si", des-
embargadur. Gitii ana:
Do jury de Patos. -Appellante o juizo, appe}lar
do Joaquim Igna,ciodo6 Santos..
Da Asscmbl.i.- uftellame p juizo, Jos Anto-
nio da Costa, apnelrado Joaquim da Coste, Bezur--
ra e outros.
Do Crato.Appellante, o juizo, aupejlado Jos
Joaquim Goncalves.
Do Ico.Appellantes o juizo, appellado Marcos
Antonio Bezerra.
Diligencia .crime.
Ao Sr: desembrgador promotor da justica..:
Appellante Joa Pedro da silva appellaua ftjns
tica ; appellante baeliarel Joaquim Guenes da Sil
va Mello, appellada a just,a.
Assignou-sc dia para julgamento dos feitos se
guintes:
Appeliacoes eivei*.
Do Ico. Ap|eliaules Joao Antonio Mendes i
Otilios, appellados Jos Baplisla dos Anjos e ou
tros.
Do Recife. -Appellaute Manoel Joaquim Rodri-
gues de Souza, appellado o pretp Domingos por
seu curador ; appellante D. Hurttnca Auna Alves
Ferreira, appeilad) o cnpiUo.J* Melebiades Be-
7-i-na da Silva Costa ; appellante Antonio Ramos,
appellada a fazenda nacional; appellantes Jos Ma-
noel e outros, appellado Jnstiniaoo Jos Fernn-
des ; appellante Francisco Marques de Vlacedo, ap-
pellado FrancelineCarnero Caliral de Vasconfel-
ios ; appellante Vicente Ferreira da Foneeca, ap-
pellado Manoel d- Mello Montenegro Pessoa.
Appella7oes crimes
De Bananeiras. Appellante Manoel Eugenio
Cardoso, appellada a juslfca ; apiolante o jnizo,
appellado Jos Luiz da S Iva.
Revista crime.
Jteeorrente Honorio Correa Bangel, recorrida a.
juslica publica.
Mandn se eom vista ao Dr. curador geral:
Da Victoria. -Appe'lante Joao de i'oura Floren-
cio, appellado Antonio.FernindesPeixoto Roja.
DBTMBUW**.
Appetlavoes crimes.
Ao Sr. des mi) irga lor Gilirana '
De i'.aniaragibe.-Appell.inte o juizo, appellado
Feliciano Jane da Silva.
Ao Sr. desembrgador Lourenco Santiago :
Appellante Venceslao da Rocha* appellado o jui-
zo de Acarae.
AoSr. desembrgador Almeida Aibuquerque :
De CamaragibeAppellante. Tentolep Ernesto
Branco Barroso, appenado Bernardo Antonio M.
Castello Branco.
. AoSr. deserabargador baga :
De Mamanguape.Appellante Jos Antonio de
Moura Cavaleanle, appellada a jiistica.
Ao Sr. desembrgador Domingues Silva :
De Garanliuns.Appellante Antonio Florentino
dos Santos, appellada a justica.
Ao Sr. daseaibargador Regueira Costa :
De Jaboat'io.Appellante Raymuudo Gomes de
Souza, appeilad:. a justica.
Ao Sr. desembrgador Souza.Lelo :
De Porto de Pedias.Appellante o juizo, ap-
peilada Liberata Maria do Rosario.
Ao Sr. desembrgador Araujo Jorge :
Da Fortaleza.Appellante Jos Das da Silva
Rocha, appellada a jstlc.
dks minino. "n:>.
Recursos crimes.
AoSr, desembrgador Lourenco Santiago :
Recrreme o juizo da d reit i de Macelo, recor-
rido baeliarel Floriano Jos de Miranda.
Ao Sr. desembrgador Almeida Albuquerque :
Recrreme o juizo de direito do Ciato, recorrido
Raymuudo Ferreira da Silva.
A' Sr. de-embargador Doria :
Recrreme o juizo de direito do Ip, recorrido
Gonzalo Ferreira de Almeida.
Ao Sr. desembargad-ir Domingues Silva,:
Recrreme o juizo de direito de Areia, recorri-
do He.irique Jos de Vendonea.
Ao Sr. deeeasbargador Regueira Costa :
Recoirente o juizo de direito de N'azareth, re-
corrido Joaquim Francisco de Lima.
Ao SI", desembrgador Souza Leap :
Recorren!? Antonio Jos Pestaa, recorrido o
juiz > de direito do Limoeim.
Ao Sr. desembargjidor Neis-a :
Reaorrenle Francisco Mimdes da Rocha, nicor-
rido o juizo de direito do Recife.
Appeliacoes cvois.
Ao Sr. desembargado!' Gitirana :
Do Cato.Appellante. Fjancisro Berenguer Ce-
zar de Meuezes, anpelado Candid ,i Jo.-T; Barbosa
Bpmanzeira.
Ao Sr. desembargadjr Lourengo Santiago :
Cambio' : sobre MUtgal a 90 djv. 9^ 0|0, hMtem- aguan! -nte consnm'if'Ja na Cotrtardi de Nazereth
oreada oui aiwii annuaes.
Secretaria da thesoiiraria^rvjncal de Peruatil-
uuboureq
Preideme.
lx?al fwe '
>-e*retario.
ALFAKrrROlA
flandmiento do dia 1 a 1
dem do dia 8......
3S*:8iJ.>7
8i:767j8t
f
435;25*J8
_ i-hoje 10 de mareo de 187:1
Otaron (para-JwJ menjadorias
al-
e . ilfandega.
la'art-.Yew^-raeaeadorias para
Palacho allos^o, ^, CtiHmriu* -.raereadfynaSspara
alfndega.
Lugar alleinW 'Mfrrt -mercadorlas para alfan-
da
Barca initle a bedm mercadorias para al-
indaga.
Barca ingtoza--/?<.-- varios goneros para
o trtpieneCflinceWM,'para%desiachar.
Pataona io^lzSolara bcaltio ja despachado
para-b trapioho- Gmceicaov
Paladm ingtez-J**r,i*i( baoall.no j desp diado
para o tra|eh Omeeac.vv
Palacho ixwiuguezFrtvihho, para deposito
nostrapicos MaJi<| Riarooaa.
Batel. fraiieaz -,Fbjkn>fraee para d trapiche
Conceijao, jiara despachar.
Palacial iu^i-' -Fty'ity Rram famha. de trigo
ja para conferir. i
IiuportucAo.
Fnpor brasileiro tara', viudo dos portos do sul,
manifest,- .
Rio !e Janeiro.
Alpiste '60 barricas a Th: A. Foneeca i Succes-,
sores.
Reren 1 a> Porfirio Mar hado.
Fuma Sf'rolos :M HBuapado* a So la, fi. caixotes a Cunha k Manta, a caixas e 15 p.i-
niiiit-a Joia Hunos, 2"> latas a Aotouiu Farneira
da Carraiboi Ki laias a G. A Barlwsa. 31 enrana-
Hoaj! 4 c.aixas a J. A. Pereira, I "i encanados, .'i la-
t is, 1 caixa e Ll rolos a Bourgard k< (i, 1W lata -
e caixa* a lj M, l^daitira, 30 a Olivira Aw-
ve.l.. ."eucapatlos. S raixas e 3-' latas ordem.
iMrojl 2-eaixas.a Walfradff.o: ""bua. 1 i Lai-
I liar ar, i a preside:iria da provincia
Tiaaa>de.estaievervJtcaiiaa Bourgard Jt C, lia
i. Santos Nwe. .
Babia.
Arroz. I-Jtt saceos a Ofcmira Azevetip. Azeite
docp 55 barris a Fernandos. & liniao, 23 a Bariws
Jnior V,C, ip a, Antoaio Corga, lo a J. J. Rodri-
gnos. .Mendes.,
(iiapas i caixa a JhuisJou Pater *' C- Ctia-
rutps 4. ctxas'i* I). C. Eurreifa, da Bourgard, 1
a-Si P. .Fama, 4 aCaydia k ManiaK i a Lund-
groen, a.D. A: M ulieus
V,igy3 gradas.a Goijjalves BelUio Eitiio. Fa
zeiida dciUodao I caixa a Sinipsoii v C.
P.auo de' algwdaa 16,, laidos aiJ.S. Loyo 4 Fi-
Mo, 20 a F. Pint Gumarae.
Mai-e.
Garros 2, caixa I. Pelx* 6 barris a Manoel Ca-
bral.

ALTiaAC^O, KA r,AUTA. DOS PRKflS OOS GKNKROS
sijtiTos'v ommros us KXiMBrAOo, nv.skvv.na
DE 10 Jt ip,l*i,MAW Algi>dao-^oni raniA,QU la 5'j0,,rs. o kilo.
Assucar ntasisuado 131 ts. kilo.
Aguardtnle caebaca 139, rs. o litro.
Oiuros-deboi sajecos salgados R-a ra. o kilo.
Carvilo de pedra estrangeiro, tonelada mtrica-
i i inm
Alfandega de Pernambueo, 8 de m treo de 1873.
q 1" Conferente -Jos Ainanc.io-doOuteiro.
0 2' conferenteJos da Costa Cirne.
Approvo. -Alfandega 8 de marco de 1873.
O iu.-r>.'i-tor da aln-li-ja
F(i6?o Atrxniidriio de Carvalho Res.
buco, 1' do> mareo de 18W,
O oficial maior,
: _______Migad Affonso Ferreqi.
---'litia. Sr! inspoj-tor^da' tbesouram pro-
vincial manda fazer publico que no dia 13 do
corrente, p-rante ajunU de fazenda da mesma
ibesouraria se ha de arrematar a quem por menos
zer, o fornocimento de alimeoiagao e dieta aos
presos pobres da casa de deten-.-.io, no trimestre
de abril a jiinlio prximo vindauro, sarviodo de
liase a arrematado ps procos das lalielkis abuixo
transcriitos.
Almoeo e jamar
Domingo
Si-guiula-fi-ii-a 380
Tercasfeira 380
Ouarla-foira 3>0
(JuinU-feira :M)
Sexla-feira 380
Sa *- {^s 340
Ni i ;m
N. 2 400
X. 3 640
N. 4 400
N. o M
Ser tambera forneeida reas aos ditos preso
na mesma proporeao do almoco e na importan-
cia de KV> ris.
Secretaria da thesourarla provincial de Per-
nambuco, 1 de mire.) de 1873.
O official-maior
M.- A, Fmreira.
""recife drainagb compa.ny.
O lilil. Sr. ongeuhero fiscal da companhia Re-
cife Drainage manda fazer publico, que tendo sido
at esla data repa-ados, custa dessa empreza os
daainos casalos nos apparelhos, quer |wr descui-
do dos moradores, quer por negligencia : d'ora eni
diante serio ditos redaros feitos do conforniidade
eom os artigos segu ntes do regulainento de 12 de
Janeiro de 1872.
Art. 13. Os proprietaros ou locatarios das casas
em que houverem apparelhos funecionando, par
ttiparao m> escriptorio da companhia, |M>r escrpto
datad, qualquer ioterrupeio no servieo dos nies-
mos apparelhos, mencionando a causa que a ella
dou lugar, se for delles conhecida.
Art. 14. Se dentro das vinte e qualro horas se-
guintes i participaeao d que trata o artigo ante-
cedente, nao tver a companhia mandado examinar
a concertar o apparelho, os proprietaros ou loca-
tarios; o couimuujcaro ao engenbeiro liscal, que
providenciar pela forma do art. lo.
Art. 15 engenheiro fiscal, logo que recebera
eoinuumicacao de exanun-ar ou far examinar per engenheiro da
coinpaoja. a inlerrupcao do servieo do apparelho
e a causa desta.
. % 1." Se pelo exajiM conhecer-se que a interrup-
.-ao prov'iu de negligencia da companhia ou dofe-
to. da.obra, ser a inesma obligada a repara-las
imawdfcrtamente, sob pena de oagar a multa de
lttlMK) e perda das animidades em quanto durar
a inlerrupcao do apparelho.
% 2." Se, porm, a inlerrupcao provier de ne-
gligencia |wr parte do proprietario ou locatario,
os rejiaros sera feitos por eonta destes, sendo o
pagamento effectuado du inesmo modo que as an-
imidades, ineorrendo na inulta de lOjOU se tver
liavido 'proposito na negligencia.
Repartcao das obras publicas. 27 de fevereiro
de 1873.
O secretario,
Feliciano Rodriguis da Silva.
A eontadoria da cmara municipal desta ci-
Jade scieutilica aos donos de diversos estabeleci-
mentos de porta aborta^ que do 1* de marco vin-
douro c-imeca a coliranca do imposto ide 4*00,
creado por lei, doveiido, porm, ser apraaeatado
na mesma contadura, o conheeiinento de imposto
geral: sobre udustria e protissao, aim de quepro-
veai ter assim pago o dito imposto.
Tambera sao chamados a virem pagar o impos-
to de 25O0 sobre qualquer estabdecuneato que
veader.eapirito ; 6* 00 por cada arroga on veh-
culo da qualro rodas, empregadvs no servieo da
japital ; 100 ris por palmo de terreno dentro da
ludada do Recife e gnus suburbios, que ua i estoja
edificado on cultivado, embora se conserve mura-
do ; 203000 por cada casa de sobrado na cidade
do Recife, que conservar varandas ou sacadas de
raadeira; GO ris por palmo de terreno nos povoa-
de Magdalena, Capunga, Chacn, Casa Forte,
dos
DESPACH S BE'EXPOHTACAO NO DI \ 7 DE
iAUUI H1-: 1873
Pun* os pn>1o* do exlirior
Na barca inglea Mantn, para Liverpool,
carregaram.: Tasso Irmaos & C. 88 saccas coui
6,3H< 1|2 kilos de algodao.
Brigue laglez Amis .1/. Jon-:g, para Liver-
pool, carrecara M. Lat'iau -v C 200 saceos
eoai 1'>(),(()0 Kilos d-t asstiear maseas-ado.
NaciirveJahespanJiula/iitti y Carinen, para
Barcclloua, arrftgaram,' B. Sclinimettau k C. OJO
saccas eom 4i,:MW kilos de algodao. n J cepluando-se os terrenos, qu
^..Nauan.a,)ortugneza Klexoudre Herculano, {.iS bom estado rlecos.
para Lisboa, rregarain : Amor.m Irmao & C. cada baixa dl( c;,,,ini dentro
68 barns eom 10,800 litros demel.
rico de Souza Goiuajs, Sjendo Jps<5 devedo
Santos, C.lauliiw Jos d Sii|arira, riuiliiic
Herculano de Figueiredo, Joao Xavier F.
Capibaribr-, Jos Juvejial f)ias Rarreto, Jbs
Anselmo (louzaga d'Oliveira, Jos Antonk.
Camlido deLyra, Pedro Ralis dar .Borja,
Firinino V'triao d'Azevedo, l'olr A. da Cruz
Muniz, Joao Cesar Cavalcauted'AJJjuquerque.
Camillo A. Ferreira da Silva, Flix das Mcp-
~~T r. AntoiMu iHu*i-Tanmroay Manaal
d'Almeiila Luna, Joau Soarus d Koncec.
Velloso, Jos S. S Kstevt, Miiod Antonio
Ribeiro,Krnostino (-ivaluauti d'Ajlwquerqwr,
Vicente Leciiio C. Gampelfo, Jo/iquim-ltrm
dos Santos Bezerra, Flix- Hatea da Suva Ffr-
reira, l'rancelino A. de HoHunda Chacn
SL'IMM.LNTLS.
Liberato laiiz de b'reita, Manoel de Fauka
Correa, Valdevino Ril>eiro da Silva lAii/.et
Souza Baudeira, Uoininpa> Fraucisco Hurtes.
Jos de Miranda Duro, Claudiuo Jos Caval-
cante, Antonio Jos dos Santos, .Miguel dos
Santos Costa Junior, Jacob l."uizCavalcantrr
Paulino Augusto de Siqucira, Jos Dias dos
Santos, Justiuo Ansborto do Souza, Simplicio
Ilemeterio de Faria, Joaquim Moreira de
Mendoin;a, Antonio lavares Catanbo, Joao
Paulo d'Albuquerque, Vicente h*6 da Silva.
Boruardido de Senta Ferreira Leite.l'i.meisi
Joaquim Viegas, Francisco dos Santos-los
Honorato,Marcolino Martins da Luz, l'r.incis-
co Manoel d'Oliveira, (jaomaann liii'iote Lu-
mach Miguis, Jos Pacheco Antonio Jos de Souza Silva, Amonio Fran-
cisco Monteiro, Antonio Dias ta Silva Car-
deal, Joao Gualberto dos Santos, Joao (iual-
berto de Paula Franco, Miguel Mot tms do Sa-
cramento, Ignacio Jos (ionios.
K para que chegue ao coiihuoimento de to-
dos, mninli-i |iassar o prosento para ser afli-
xado no lugar do costume e publicado peto,
imprensa.
Dado e passado nosta froguezia de S. tea
do Recife, aos 8 de margo de 1873.
Eu, .loiConcalvos de S, escrivodojuiz
de paz o escrevi.
Munoel fotuptim Ferreira Esteces.
Seccao o.' Por esta secretaria_ e declara
a quem inliTessar possa, que aos 7 dias do cr-
rente jnei foi continuada por S. Exc. o Si. presi
denle da provincia, e publicada nesta secretarla,
a seutenc do respectivo juiz couimissario, nos
autos de medican o legitimario da [visse de terra>
no hitar denominado-Pedra Kedonda do muni-
cipio do Bonito, requerida pelo legitimante Manoel
Joaquim de Vasconeello*.
Secretaria, 8 de mam de 1873.
O secretario interino
Joo Dlnii' Ribeiro da Cunha.
O Dr..Dellino Augusto Cavalcante de Aniuquerqm-
ju de direito e do comincr'io do fernio de
Olinda, por S. M. I. e i:, tiua Dt-is guaidi- etC
Faco saber a todos os habitantes desta-cidade e
comarca e a quem iuteresse livor, que a lequeri-
inonto ile Carlos Alves Barbosa tem de serem ar-
reuiatados |mr leilao a quoui inais der, no dia H
do.corrente, s 11 horas da manila, os gneros e
armaeo d;i ta venia sita ra do Ampa o desta
cidade. peitencente ao arestado Clemente Anto-
nio da Silva Araujo, para pagamento do que s.-
acha a ilever a supplicante, pelo qua foram ares
lados ; e para pa chegue ao coulieeimento dr
todos, m.utileipassar o presente, que str afila-
do no lugar do costume o publicado pelaim-
prensa. .
Dado e p ssado nesta cidade deOdoda, termo
e corncea do inesmo nome. di. prnvioeia de l'er-
uan-buco, aos 7 de marco de. 1873,
Eslava una ostainpilha inutdisada na l'nna dt
lei.Eu Joaquim Hormilla Candido das ('.hagas,
escrivao o subscrevi.Dellino Angtisto Cavalcan-
te de Albuquerque. Ao sello :wxi -s. V. S. S. ex-
causa,D. A. Cavalcante.
^"^
.\o brigue nacional Tlunzinha. pan 0 Rio
da Prata, carregaram : Amorim Irmaos & C. iO
barric.is.com o,777kik)s de asstiear mascavado e
100 ditas eom 7,561 Ifi ditos de dito branco.
a barca brasJleita S. Jos, para o Bio da
Prata, carregou : A. Bastos 5iG barricas coni
oS.O'Ji kilos de.assucar bnuico.
x galera portuguesa Aiia, para o Porto,
earragiui : II. J. da Ciuba Sobriuho 500. saceos
eom 37,501) kilas de assucar brauco a 800 altos
cora oU.OO dilus de dito.
Para os portn do interior
Para Santos, no patacho allomat \V. Josepb
carregou : J. F. Cardoso Ayres.r>,0()0 cocos (fruclaj
..laca o. Rio de.Janc. ro, no patacho brasileiro
C. CathiHia, carregou: J. 1. da Silva 3,'00, co-
cos fructa).
Para^;issor, n.i hiale brasileiro Adelino,
carregaram : Cunha Irmaos i C. 10 pipas eom
'iv,800 litros de agurdente.
Para o Aracaty, no hiale brasileiro Granos ,
carregaram : G. d- Mattos Irmaos 'i barris. eom
:i8i litros de mel; Cosa & C. 10 barricas eom
1,129 kilos de asstiear t raneo.
Para o Ro Gran le do Sul, no patacho bra-
sileiro Principe, carregou : J. R. Ferreira 40)
liarriquinhas coin 28.773 l|2 kilos de assucar
branco.
- Para o Rio Grande de Sul, na escuna por-
Ujgueza Christina, carregaram : B. Oliveira 4 C.
ooO barricas eom 53.7>8 kilos de assucar branco.
Para Macei. na barraca Florida, carrega-
na : Fernandas & Irmio i caixa eom 40 kilos
d> doce.
?- Para Maco. na barcaca Daas Intus, car-
regou : J. L. Radich 10| barra'.is Oom 07H kilos
dcaissucar branco.
CAPATAZ1A I)\ Al.l-AMlEGA
ttenduiientn do dia l a7 4.280i7'i"
Idian do dia 8 72812
Poco da Panella, Caldereiro, Monteiro e Apipu
eos. que nao estive- murado ou cercado, conser-
vando-se as cercas em bom estado ; 40 ris por
palmo de terreno em toda a exteusao da cidade do
Recife a Apipucos, que nao cstver murado, ex-
ue liverem cercas na-
ervariio ; 20000 por
ipim dentro da cdatle do Recife ;
ljOOO poi' cada una machina a vapor, das que
exjstrem ou forem montadas na cidade do Recife
para qualquer inister ; e Analmente o imposto de
3*000 e 2i)|000 por cada boceteira e mscate que
vender dentro do municipio do Recife.
Contadoria da cmara municipal do Recife, 37
de fevereiro de 1873.
O contador,
1 lypolito Cassiano de V. Albuquerque Mantua o.
Pela mesma contadoria da cmara munici-
pal sao chamados aos donos de diversos estabele-
menlos.de porta aborta a virem pagar os impos-
tora traza dos que se acharen) a dever, Imm eomo
os demais imixtstos do exercicio prximo timo de
1871 1872.
' Contadoria da cantara municipal do Recife, 27
de/evereiro de 1673.
O con l a ib ir,
IhpulitoCas.-iano de V. Albuquerque Maranhao.
5:00!>oJ)
Do Recife.Appeilantis Smua & Qiiiiuaiaes^ip-
pellado Francisco,, de: Paula L'.'hoa Ca.vaIc.apU:.
Ao Sr. desembargado!; Almeida AJbuqijcr<|ue :
Do Ic.Appeilante Jos, Pedro Alves da'Silva,
appellado Manoel, por seu curador.
Ao Sr. desembrgador Motta :
pe Alagoa Nova.Appellante Manoel yuirinp
Pereira, appellado, Dr. Francisco Ignacio de Gou-
veia.
Ao Sr. desembrgador Doria :
Dj Camaragibe.Appellante Joaraiira Jos A4-
vqn, appclladu.Ios. Cyriaco da Silva.
i Carta, ii'sleuiuiial .do Recife.
Ao Sr. desembargailor Regnelra Costa
Aggravante Joao Jos Snvoira, aggravadq, o
juU >.
Recursos de fallencia.
VOLUMES SABIDOS.
Nojdia 1 a 7 .
Priii^apurJa-no.dia-rL.. .,
segunda porlji......
Teifceira porta .....
TraiMCiw Coneeico -
15^78
137
247
1.782
5,810
23,254,
SEjtVii'.O MARTIMO
.Uvarcngas descarregada.- no trapvhp
da, aliftndega no da l!a 7
Ditas di las no da 8......
\',iv is alracadysno trap. da alf.audcgfi.
\lvareiigas. .......
'No trapiche Conanco.....
43
1
5
49
ridp o Juizo de direito de Cabreb. Juzes os Srs.
fesemfrgadores Souza Lelo,' Dbmmguesi Suya,
A. Albiiiiuerqiie e Araujo Jor^.-Improcedente, i Ao Sr. deserabargador. Ajfujn Jorge :
Beaorwnte Joaquim Qoiflos d Mato, reeornuV, Recrreme o juiao especial.dp.Rpcife, recomi
o juizo de direifp do CFto, Jwzee os Sr,. daseftW: j0r,p Hvgino de Souza.' '
bangado-es Neiva, I>ori.% A-. AJfeuquerqup e Do- i Ao Sr. desembrgador Gilirana,:
mingues Silva, -tierajn pro.wmento. < i. Recrreme o-jmBeipqQ|l da rfceife., r^earrido
llecorrente o juizo de direito do trato, recorrir j0n Jos Barbosa/ da' Silva.'
do Jos da Faz-Ribeiro. Juizes os Sw desembar- Bncerrou-sc a sessio 4, uma hora e mea.
gujores Araujo Jorge I?orirr, Diaiingues Silva e
Nei|va.-l>eu-se provinjcto, .uni. i -y
C\RTAS TRSTR\H'NH*V CONSULADO PROVINCIAL
Iteiidimento do dia L a.7r 25,7ii4HWa
(deludo dia 8 .... 10i44tfJ,7
- H.llil ao-
llilitul n. 1414.
Pela inspectora da alfandega se faz publico
que, nao se tendo efectuado a venda da mercado-
ra abaixo declarada, annunciada i or edital n.
103 do me/, prximo passado, por falta de conctir-
ienfh ao valor offcial, se transfere mesma ven-
da para as 11 horas do da 10 do corrente, polla
desia repartcao.
Armazem n. 2.
17 duzias de vassuura de pias-ava eom cabo,
16 ditas de ditas sem cabo, 4 ditas de ditas de pa-
llia eom cabo, avahadas por 428213, que faziam
parte da caixa man-1 T. T. A. t C. sem numero,
!Qda de Lisboa no vapor injilez Chrysolite. entrado
en i'. de f.'verein'. e abandonadas aosdireitos por
Jos Joaquim Alves.
Alfandega de Pe Bambuco, 7 de marco da
1873
O inspector.
Fnbio A, de Carvalho Res.
DECUBACutS.
0 capitito Manoel Joaquim Fenein Estoves,
cavalheiro da imperial ordem da Uosajuiz
Na ii I u casa iln i:ii.s*i-iror Sil 1.
llee'r.
Fornucimento de 38:0009 aiinuaes.
A junta administrativa da santa casa da miseri-
cordia do Recife precisa contratar u urnedaMBl
de pao, bolacha, clu e assucar que bouver de
consumir ns eslabeleciiin-nlos pios seu cargo im
trimestre de abril a junlio di c.irrenle anuo. It i
cebe propastas na s..la das sua sessoes, iwlas '
horas da farde do da 11 do cniivuta. "
Secretaria da santa casa da miserienrdia di Be-
cife,.o demarco de 1873.
O escrivao
Pedro /(/( i'/tiis de Sunzu.
-De ordem do IJIm Sr. Dr. director geral in-
terino faco constar a quem couvier que, em vis
tnde do acto do Exm, Sr presidente da previne,
datado de honleni, (cades guado o dia 12 do cor-
rele, s ii horas daman^,para ler.lojar nesta
repai licu o concorso da 2* cadeira de geogralna
historia do gymuasio provincial, vaga por falle-
ciiiientodi respectivo professor biicliarel Ani
Bangel de Torres Bandeira.
Srcretariada instraccio publica de Pernambu-
co, 3 de mareo de 1873.
O secietano.
Aureliano A. P. de Carvalho.
SANTA CASA DA MIS i- IU (l lt )1 A DO
HLl'.IIK.
Forneciroento de 80:000$ por anuo.
janla administrativa da Sauta Cja de Mi-
tricordia do Recife precisa contratar o for-
necimento da carne verde que botiver de cobsu-
mir os estabelecinienlo.- sen cargo no innu.-t'..-
de abril a junho do corrente auno. Reee ,"
pesias na sala das suas sessoes |H-la 3 lioras 'U
larde do da 13 do corrate.
Secretaria da r-anta Casa de Misericordia l
Recife. 7 de marco He 1873.
O asertan.
IVdro Rodrigues de Sonza.
VDMINISTRACAO DOS CORRElOS l>B PERAM
RICO 7 DE MARCO LE 1873.
Malas peio vapor Parw da companhia
brasiteira.
A correspondencia que tem de ser ex
uuper
'I
niduerqite e N*iva Der.ira priKimcntc
^ggravantea irmapdade d> (Jajl^itfi Santo. Jui-
7.es)os Srs. desembargodore* Dommgnes Suva, A.
Allnuinerqne o Soqfa Ltp.Dewn proviment.
ravo.de instrumento,
Agaravanie Snoti Toomaz do, Na^c^neutp, ag-
ravana MiH'ia.'de Jess. Jujzes os' Srs. apsen);
' ei A. AJJiupuerquc, Motta a Reguera
tt-se proWmento. ,- '
-i---------------Kt
--
tle

*%+--------
PRACA D0,*l|aiT*_ Q&MARCO
te 3 1-/2 nonas >,\ tahuk.
* t*U\cwe>s laieMM*
-Assucar majeavado-'porgada; 2*24Hpor tu kilos
hnntem.
Aducir-br.tUo bom li'J2o par lo kilo-,, hpufoiH.
Cambio-sobra Londas a 90^v. 26 .-7^ ^r
a ti, co banco, hontera.
# a
Nal io in >ad no di > 8.
os do Sul7 olas vpor brasileiro *ir,
,543- tonelada*, Vmmnndante^rtatiWiHtenenti^
d Rypoiit^laarte,l $rtm>igem 50^carga
ifferentes gjmeros;; :e Henfy. For#r4 '
- / Jfavk.'salwo. Normmm ** ,
.i\w-Xnrk Barca alletm: ^ute.'oapitao. c. Lins,
flMtftfW W-
-. P/ia tbiiouraria, pr
.que W traiferidai paca,
.ajjematacao dih imposto
.ctai se tu publico,
, 13 du'corefltaaf
h ri.por litrq'
de paz mais votado da fre&uezia de S. Jos
desta cidade do llatife, o presidente du
consell)o.daqalicaio da mesma'freguc-
ziar era virtudq da lei, etc.
Faco saberoua deixe;dc couynmr aos Sis.
eluitores e siff>pleutesf cmno e^ressamente
rcqommeinla a lei la l) aa agosto do 18i,
art. 4., eitiru/.ao de ter recebido um ollii io
do Kxm. Sr. presidente da provincia, em dala
de 17 de novembro dq anuo passado, cobrin-
dp uma circular do Exm. ministro do impe-
rio, deteHreiaudo que fossu suspensa a
,reuniao da junta de qualilica^o desta fre-
Ituezia ali'.que oouslasso ollkialmento teretn
Isidb approvaditspelo poder compotonte, as
jelenjes qpe ltimamente se procedeu nesta
provincia para duputadosgeraes pelo 1." dis-
Itricto.; agora, porm, quoacabo derecobtr
'unloutro ollicio do mesio Kxm. Sr. presi-
idesle da provipcin, em data de 1J de fe\e-
Yeiro. prximo paasailo,.- determinando dita
reuniao p.'ru.o dia I'dde abril, em razio de
Ikionster ollloialnienla ter sido approvadas di-
tas, e\eir6es ; trfyrico aos Srs"". eleitores e
suiplentos abaixo declarados, a reuniremse-
nauelle dia ;ls 9 BiSas, no cotpo da igreja
matriz desta freguezt, paran fim indicado ;
cijrjtos de que, 0 i^p* nao comparecerem
c^ causa justificarla; e mesmo aos que ten-
doicomparecido, se retjrarem sem primeiro
tp'rem assignado a competente acta, Ihcs ser
'rhposta a inulta dt( que trata o art. 126 S
i. n. 2 da mesma lei.
K1.K1TORKS.
Manoel Joaquim Ferreira Ksteves. padre
Antonio de Mello Albuquerque, Joao IJaplista.
Reg, Jos- l.opeS,r>ia^ Francisco de Paula
ini Falco 'ttt *** uo,-Trede-
luje ii pelo vapor cima mencionado para o
lorlos do norte, ser tecebida (K-ia maiiew.i ;'-.
gunh : ,
tito de ornaos, mpressos de qualquer nal*
reza erarlas a registrar, ate oineoilia, cu!,.-
ordinarias ate 3 horas, e estas ate 2 1|2 pagano
porte dllpir.
O administrador interino
Vicente Frreo a da IVi ciuncul k
SANTO ANTONIO.
EMfREZA-VlCEtXE-
Uoniiro 9 de ittrco
O drama
A gra(?a de Deus
e a comedia, em 1 acto :
K irmitoN dan aliim e Mt |M-
IreiroM livrw.
As 8 horas em p*qto.
SANTO AfiTdlO,
EmprezaA cente.
iinrtia-tcira I* I marco.
linjaortatite novlrjado I
Primeira i eprosentaQao da excelleale comedia
drama de grande espectculo :
G6AMR
....."


4
Diario de Pernambuoo Domingo 9 de Marca e 1873.
lo celebre $ popular escrjptor francez
Poillo le klM'it
na qual torna parte toda a companhia descmpc-
uhaodo a parte da cgana a actriz
MWIiELl LtCCI
No dia do espectacnlo ser publicado um mi
nucios prograumia.
AVISOS MARTIMOS
Para o Rio Grande do Sul
Par o porto cima pretende seguir com muita
brevidade a escuna portugueza Cluistina, tem
parte de seu carregamento, e para o restante que
loe falta, trata-so com os seas consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Aevedo A C. no seu es-
criptorio ra do Bom Jess n. 57, outr'ora ra
da Cruz.
."k^
COMPANHIA PKHNAMBICANA
DE
\\ egacao costeira a vapor.
GOYASNA.
O vapor Paraltijba, se-
guir para o porto cima
no dia 12 do corrente, s
9 horas da noute. Rece-
rarga, cncommendas,
passageiros c dinlieiro a
frete : escriptorio no For-
le do Mattos n. 11_______________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\iivc;aca PARAHYBV, NATAL, MACO, MOSSORO', ARAC.Y-
TY, CE.VU, MANDAIIU', ACARACU' E GRANJA.
O vapor Piaptiniu
commandante Azeve-
do,scguir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 5 lio
ras da tarde.
Recebe carga ale o dia 13, cncommendas at o
dia 14,passagens e dinheiro a frete at as 2 horas
ila tarde do dia da saluda : escriptorio no Forte do
Mallos n. 12.____________________________
Lisboa e Porto.
A galera Asia a sahir em
poucos diasrecebe carga afre- j
te ruis barato do que outro
(jsalquer navio;tem excel-
lentes accommodaces para
passageiros. A tratar com
Tito Livio Soares: ra do Y-
vario n. 17, 1. andar.
LEILOES.
=
movis, louca c cryslaes.
CONSTANDO DE
lTm piano forte, 4 mobilia de Jacaranda, eadei-
ras de bataneo, tapetes, escarradeiras, 4 candela-
bro, jarros com llores, castice c mangas, 1 re-
volver, 2 commodas de Jacaranda, 1 guarda- ou-
5a, 1 toucador, 1 porta-licor, i quartinheira, 2
innrquezas, i relogio e 2 quadros.
Urna mobilia de amarello com tampos de podra,
1 candelabro, t jarro?, 4 casJtea.es e mangas, 2
espedios, 1 relogio de parede, 3 tapetes, 2 escar-
radeiras, l cama franceza, 1 toilete, 1 guarda-
roupa, 1 lavatorio, louca, vidros, e muitos oulros
objectos de casa de familia, existentes no sobra-
do da ra da Imperatriz n. 18.
Terca-feira 11 do corrente
Por intervencao lo agente Pinto.
No sobrado da ra da linperatriz a. 18.
(I Im tcnipo.)
O leilao principiar s 10 1/2 horas em ponto,
sendo que os arrematantes tomaro conta de seus
lotes lindo o acto do leilo e em 24 horas, visto
qno tendo sido vendida dita ca, faz-se preciso a
entrega das chaves.
Leilao
Em frente Associacflo Comnxcrciol Booe-
lieeute.
O agente Wnto fu leilao n^uejimento do Sr.
comniendador Jos Pereira da Luana, testamen-
teiro e inventariantu dos bens do finado Antonio
Joaquim de Soua Ribeiru. e por despacho do
Ilhn. Sr. Dr. juiz da provedoria, das apolices e
aeces cima rpenriimndas, que lazotn parte dos
bem.dexados por aquel le tinado.
O .leilao ser t-flertuado no dia- e hora cima
ditos, em fronte Assuciayo Commercial.
'.-**
DE
burzeguins para senhoras
com avnna
QUARTA-FKIIU |2 DE MARCO
s 11 horas.
O agente Pinto levar loilo, por autorisaco
do gi'rcnte do consulado de Franca, em presenca
de seu chanceller, e por conta risco (de quem
pertenec-, a caixa marea M F & C. n. 3,;I0, ava-
riada a bordo do navio francez Fgaro, na sua ul-
liina viagem a esto porto, s II horas do dia ci-
ma dito.
Em sen escriptorio, na do Bom Jess n. 13.
DE
20 canastras com cerca de 1,000 resteas de
albos imito novos.
Terra ieira 1 i O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de qnem perlenrer. de cerca de i,()00 resteas com
allios milito novos, desembarcadas hontem, e se-
rio vendidas em um ou mais lotes a vontade do
comprador, s II heras da manilla de terca-feira
11 do corrente, na porta do armazem do Annes.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Havesacito coseira a vapor.
MACEIO, ESCALAS, PENEDO E ARACAJU*.
O vapor Mandah.
commandante Julio.
seguir para os por-
tos cima no dia lo
do corrente, s o
horas da tarde.
Recebe carga at odia 13, encommendas at o
dia 14, passa^ens e dinheiro a frete at as 2 horas
ila tarde do da da saluda : escriptorio no Forte
40 Mattos n. 12.
PARA'
I. esperado, do Rio de Janeiro a todo o
momento o brigue portuguez tit/eiro III
'i'.ie 4epois com possivel brevidaile seguir
para o Para por ter a maior parte da carga
prompta, e para que lbo falta, que recebe a
frete cominodo : trata-se com os consignata-
rios Joaquim .los Goncalves Beltrao ifc Fi-
)bo, ra do Conimercio n. "i.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
de
\n\ogmf8o ciMteiraa vapor.
FKRN'AMiO DE NOI'.OMI.V.
O vapor Coruripe, com-
mandante i-Uva, seguir para
o porto cima no dia lo do
corrente, ao meio dia.
Recebe carpa at o dia 0,
i- -:2 -' i'iir.iniicndas, pa-sa^vns, <:
linheiro a fie e at as 10 horas da manila" do
dia da sabida: escriptorio no Forte do Mattos
P 12.
LEILAO
DE
210 caixas com superior sabao inglez.
TERCA-FEfHA H DO CORRENTE
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quem pertcncer, de 210 caixas com sabio in-
glez de superior qualidade; e serio vendidas em
um ou mais lotes, no dia segunda-teira 10 do
corrente.
Na porta do armazem do Annes, delronte da
ali'andega.
tfW
um boi proprio para carro e um botao de
ouropara abertura: espolio de Aniceto
\ Antonio.
Terea-feii'a 11 O agente Martins fsnileilo, por antorisacio do
Illm. Sr, Domingo? Maria Goncalves, cncarregado
do consulado portuguez nesta provincia de um
boi e um botlo de ouro para abertura perfneen-
te ao espolio d subdito portuguez Aniceto An-
tonio.
0 leilao lera tufar no boceo do Lima, s onze
hora* do dia arima.
Pieifle Sfean Xavigati w Cempanj
Ryal )il SlviiiiitM's.
' Al i- dia 16 do corrente mea espera-se da Eu-
ropa o vapor desta companhia Cuco.
Recebe passageiros, dinheiro .i frote, ele., para
o sul e portos do I ao fleo da sua escala.
O primeiro vapor para a Europa >>>rj. o Gata*
h razo, que devera chegar aipii at 23 de abril
prximo, e dabi em diante lera para a Europa um
vapor da eompanbM todas as quinzenas.
Para lodae qnalqner nforniac. poilem dirigir-
h aee agentes \vi< m Rowe <\- C.
14-RA DO COMMERCIO14
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto vai descarregar o brigue
Baaioul Galgo, podendo engajar frete o resto
da carga que anda Ihe falta : ;i tratar com Fran-
cimo Ribeiro Pinto Gnimaries* ra dq Rarao
ro Tritimpho n. %.
fazendas inglezas
eem ovara d'agua salgada
constando de
madapoln, algodao; chitas, chales, panno tino
azul e preto, camisas para hcincns, la de cores,
Rbrins de cores e preto. e outras mais tazendas
TF.Hr.A-FEIRA 1 i DO CORRENTE.
A's 11 horas da manh.
0 agente Pinho Borgcs levar a leilao, [or or-
dem de diversos, c por conta e risco de quem per-
tenec-. dilTerentes fasendas inglezas, avariadas a
bordo do vapor Gassendi e outros, as quaes fa-
zendas sero vendidas em seu escriptorio 'rna
do Hom Jess n. 53, primeiro andar, tambem al-
pumas fazendas limpas.
LEILAO
DE
1 sobrado de 2 andaros e terreo, sito ra
da Ponte Velhan. 71.
Qttarta-reira 19 do corrate.
O agente Pestaa tara leilao, por conta e risco
do qnem pertcncer. do predio de 2 andares e ter-
ree na da Ponte Vclha n. 7", reguezia da Bo%
Vista, edificado de podra e cal, em chaos proprios,
cazinba (ora, quintal murado com portao que d
para a ra da legria, cacimba, etc., os preten-
demos podem ex iminar mu antecedencia, e as
chaves acbam-se em mo do agente, e o leilao te-
r lugar no dia qnarta-feira 12 do corrente s H
horas da manna, no armazem da ra do Vgario
Thenorio n. II.
Engenho Monte d'Ouro
SABBADO 15 DO CORRENTE
aa H hora* em patata
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do ("oinmer-io de.-ta cidad-, requerimenlo
dos administradores da massa fallida de Siqueira
4 Pereira, o agente Pinho Borges rara leilao do
engenho denominado Monte de Ouro, sito no tes-
mo de Ipojuca d'esta provincia, o qual fui penho-
rado por execucio dos ditos administradores a
vi uva e herdeiros do Dr. Ignacio Nery da Fonce-
ra, adjudicados i indicada massa.
Ao meio dia em ponto, no escriptorio do referi-
do agente ra do Bom Jess n. 53 (outr'ora ra
da Crnz), onde os Srs. pretendentes podem haver
as informaeocs necessarias.
GRANDE E VARIADO
Leilao
DE
excellentcs movis, boa lou taes.
1 iihcr:
Um piano forte de Blondel & Wignes, 1 estante
para msicas, 1 cadeira para o roesmo, I mobilia
(massica) de Jacaranda, i mesa de sof, quadros,
jarros para flores, 2 ricos eandiciros a gaz, de
crystal, 2 figuras de brenze, 4 casticaes e mangas,
.1 lancas o cortinados, tapetes, escarradeiras e es-
leir forro da sala.
Urna toylete de Jacaranda, I lavatorio com pedra,
1 mesa de jogo, 1 mesa redonda de charlo, 1 ca-
ma com colxo de mol, 2 guardas-ronpa, 2
guardas-vestidos, 1 espelho e 1 camas de ferro.
Um secretaria de mogno, 1 estante, diversos h-
vros, 1 mappa, 1 globo geographico, 1 machina
de costura (jierfeita), l mesa eom jogo xadrez,
1 taboa o pedras (jogo de gamo), cabides, 2 ve-
nezianas, 1 tinteiro com campa.
Urna mesa elstica, 1 guarda-loncha, 1 aparador
armario. 1 quartinheira, 1 relogio, 1 sof, 24 ca-
deiras, 2 lavatorios, 1 quadro dourado, com flores
de cera, i apparelho para jantar, 1 dito para cha,
compoteiras, garrafas, copos, clices, porta-garra-
fas, bandejas, cobertas de rame, objectos de
electro-plate, bancos para jardim, vasos para fl-
rci, escadas de abrir, mesa e taboas de engom-
mar, mesgs e trem de cozinha, e outros objectos
iiG casa de familia.
Qiiiitu-IVira 'l* da eorrente
No primeiro andar do sobrado da ra Impe-
ratrizn. 12
los Rcnrique Trindade, tendo de fazer urna
viagem ao Rio de Janeiro, levar a leilSo por in-
tervencao do agente Pinto, os movis e mais objec-
tos existentes em casa de sua residencia, primei-
ro andar do sobrado da ra da Imperatriz n. 12,
onde se effectiar o leilao no dia 27 do corrente.
0 leilao principiar s 10 ',2 horas em ponto.
HVtSOSDVEoSOS
O Sr. Olympio Fran-
cisco de Mello tem urna car-
ta nesta typographia.
DAS
MESSAGERIES MVRITIMES.
At o dia 10 do corrente hhz e-pera-se da Eu-
ropa o vapor francez Rio Grawle.o qual dopois da
demora do COStume seguir para Buenos-Avres.
titeando na Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicoes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Couimorcio n. 9.
Para o Para
Segu em poneos dias o patacho portuguez Mi-
fhaeience ; para carga tratase com Fe reir de
Almeida & C, ra da Madre de Dos n. 36, ar-
mazem.
Porto por Lisboa
a barca portuguez Alegra, capo Carvalho, vai
sabir com brevidade, recebe carga e passageiros.
para os quaes tem hons comaodos : trau-se eom
. ti. Rabello A (.'., ni do commercio n. 48.
Para o Porto
Val sahir rr.nito breve o brigue Portuguez 7W-
vmpho. decebe carga e Bassageiroo, a tratar cera
Tito Livio 8oart ; ra do Vigarfo n. 7.
LEILAO
DE
Fazendas avariadas
CONSTANDO DE :
nadapoles, algodes, chitas, brins, (Betas
o outras fazendas.
OIARTA-FF.IRA 12 DO CORRENTE
Por intervencao do agente Pinto.
Sm -eu escriptorio, ra do Rom Jess n. 43.
s 1(W|2 horas em ponto.
LEILAO
DE
movis, louca, vidros, crystaes, machinas
|fpara costura, 1 serafina, 1 piano .e outros
g^niuilos objectos.
QUARTA-FEIRA 12 DO CORRENTE?.
s 11 lj2 horas em ponto.
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quem pertencer, de I mobilia A-t junco com
tampos de pedra, 1 dita com tampos de madeira,
1 dita de amarello, marquezoes, marquezas, com-
modas, cama para casal, ditas para solteiros, ca-
mas de ferro, bersos de faia, dito de amareilo,
candieiros a gaz, espedios, costureira, aparadores.'
cabido0, guardas-louvas, mesas redondas, concol-
108, estantes, cadeira3 de bracos, ditas de balance,
csp-eguicadeiri, lavatorios, quadros, 1 toilette de
mogno com pedra, e outros muitos objectos que
llcarao patentes no 2cto do leilao, quarta-feira 12
do corrente.no armazem da ra do Vgario n. ll,
as i 1 i/j horas d;i manh do dia cima.
Na fabrica de cerveja ruado Brum,
se precisa de um homem para trabalhar em
urna carrosa, de um cavallo. Na rnesma fa-
brica se compra laranja da trra a 600
rs. o cento.
Aos habitantes ele S. Jos
temora o lono do |iredio ra do Marcilio
Dias n. 120, um excedente armazem para um bom
estabelecimento de billiar por ter duas frentes,
ter sido acabado de novo, espacoso, agua do Rebe-
tibe, e finalmente apropriado paraesse negocio de
que tanto se resentem os habitantes desse impor-
tante hairro para sua distraccao. Sobre o alugnel
trata-se ruado Imperador n. 81.
Jardim mabie.
0 Julio, boje administrador deste hotel, participa
a bella rapaziada que em a sua casa se acha tudo
3uanto c preciso e confortavel ao estomago, vinhos
e diversas qualidades, serveia de varias marcas,
etc., etc. Como tambem um lindo e novo bilbar
a disposieio dos amantes deste jogo. Saborosa e
bem feita mao de vacca, desde a hora em que aca-
bar o espectculo, caf cheiroso e puro, que ser
tomado no jardim do edificio, que se acha todo il-
luminado, com as competentes mezas e carieiras,
emfim o Julio que espera toda a proteecio
Como tambem asignaturas mensaes por mdi-
co preco.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transfeo
sua officina da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olindan. 34,
primeiro andar.
Companhia
Santa Thereza
Sao de novo convidados os Srs. accio-
nistas, para reunirem-se em assembla geral,
ndia 13 do corrente ao meio dia, no 1.
andar do predio n. 13 ra do Viga rio.
De conformidade com o art. 16 dos estatu-
tos, a reunio ter lugar com qualquer nu-
mero de accionistas que comparecerem, e
ser lido o relatorio e balanco do anno pas-
sado.
Recife, 3 de fevereiro de 1873.
0 gerente,
___________Justino J. de S. Campos.
Furtaram
do engenho Giqu, freguezia da Escada, no dia
1 de marco, tres cavados, sendo um alsao com
urna estrella na testa, pequeo, e tem a cauda e
as dinas aparadas, e inteiro ; outro rudado
quasi russo, castrado ; ambos magros, e sem an-
dares ; o terecire mellado geniado, tem tres
pes brancos, una estrelja na testa, e tem as ini-
ciaes F M L no quarto, as quaes estao alguina coli-
sa apagadas, porm vem-se bem ; muito bom
andador de passo a meio franco, muito novo
inteiro, e tem dous redemoinhos no pesclo, nm
de cada lado, e est bem gordo. Paga-se cem mil
ris a quem der noticias de ditos cavados, e os
trouxcr ao mesmo engenho.
CASA DA FORMA. "
AOS 5:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
V rm Primeiro de Marco (outr'ora ruado
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assigndo tendo vendido nos seus fe-
llzes bilhetes tresquartos n. 2'8l com 5:0001,
um inteiro n. 7i0 com 8001000, um inteiro n.
1111 com 300$ e outras sortes de i0000 e 204
da lotera que se acabou de extrahir (41.*) con-
vida aos pnssuidorcs a viram receber na con-
f irmidade do costume sem descont algnm.
Acham-se venda os felizes hilhetes garantidos
da 2* parte das loteras a beneficio da matriz de
Granito (42a), que se extrahir na quarta-feira 12
do cofrente raez.
PRECOS.
Bilhet-3 inteiro 6000
Meio bilhete 3^000
Quarto II500
F.M PORg.\0 DE 1005O00 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5500
Meio bilhete 2750
Quarto l37o
Manofl Martins Fiuza
Aloga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
Al C0M1RCI0.
Os abaixo assignados declaram que nesta data
contrahlram mutuamente urna sociedade com-
mercial sob a firma de J. Runos & Machado,
para a continuacao dos negocios de commisso e
conta- prnpria que gyram desde 1." de noveui
bro do 1871 sob a firma de J. Ramos, cujo ac-
tivo e pasivo tica a cargo da mesma sociedade.
Recife 1." de marco de 1873.
i. Ramos.
Porfirio Machado.
Sitio para alujar.
Aluga-sc um sitio na Capunga na das Per-
nainbucanas n. 23, tendo boa casa de vi venda,
coch'ira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na ra da Imperatriz n. 9, pri-
meiro andar.
Quem quizer petisco em conta
Ou lanche do melhor gosto
Busque o Jardim mabite,
Que o Julio nao d desgosto.
Achara jantar on ceia
De comida s e pura,
E ser mais bem servido
Se fr por assignatura.
O caf todas as tardes,
Almnco de garfo e faca,
Sequilhos, vinho e cerveja,
C aos domingos mo Je vacca.
Tudo isto com limpeza
E por preco muito em conta,
Mas traga o freguez os cobres
Que o Julio nao julga afronta.
Tambem de troces miados
E' mister vir previ nido,
Que do bom e do barato
Com prazer ser servido.
' Vinho Bordeaux.
de boa qualidade em quartolas; vende-tt no ar-
mazem de Cunha & Manta, ra do Mrquez de
Olinda n. 23.
Cidra champagne.
Em caixas de garrafas inteiras e ineias; venda-
se no armazem de Cunha & Manta, r. a do Mrquez
de Olindan. 21
300#000
Ansentaram-se desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno dous eseravos irmaos, sendo um de
nome Louren^o, de idade de 26 a 27 annos, esta-
tura regular, cheio Jo corpo. cor clara, cabello
estirado, rosto redondo e sem barba ; e o outro
de nome Andr, da mesma estatura, mais franzi-
no Jo corpo c mai novo, com os mesmos signaes
do irmio. sendo comprado Lourenco ao Sr Clau-
dino de Albuquerque Mello, da comarca de Palos,
provincia da Parahyba, e Andr ao Sr. Joao Fran-
cisco Gomes de Arroda, da comarca do Limoeiro.
Suppoe-se que seguiram a estrada do Limoeiro, a
Serra do Teixeira ou corr arca de Patos ; roga-se
a todas as autoridades policiaes c capites de eam-
rque os apprebendam e levem-os a ra do Apol-
n. 30, armazom de assucar, que se gratificar
f eom a qu nt a cima.___________________
Precisa-se de um criado forro ou eseravn,
para ajudante de cozinha : na ra da Aurora
n. 49._________________________________
l'recisa-se de um homem para pucha-
dor de roda, e um menino para recebedor de
papel: n'esta typographia.
AVISO.
Paredes Porto & (1 avisam a todos os eus fre-
guezes a virera satisfazer seus dbitos at ao llm do
irrente, do contrario obligaos a faze-lo judi-
cialmente e botar seus nomes por extengo.
2008 de grolilbcao.
Anscnton-se desde o ann.i de 1871, em o niez
de setembro o cabra de nom* Bmt-djrt, d<: is
annos pouco mais ou menos, bastante ladino,
estatura alta, cheio do corpo, ps largos, cabellos
carapinhos e um pouco afogueado pelas (bofes,
tem o beico de cima um pouco levantado ; es-
padaudo e tem as costas marcas de chicote,
quando fugio foi ter no engenho Riqueza do co-
ronel Joao Flix, e all tem mai e innSos. Pede-
se a todas as autoridades e capiMes de campo
que o pegando leve-o ao engenho Firmeza da
freguezia da Escada, que receber a gratifica-
cao cima declarada.
Urgencia
Precisa-sede una ama de leite, que te-
nha bom e abundante, para criar urna me-
nina recem-nascida, quer seja forra, ou os-
crava; porm, sem lllbo, paga-se bem :
nesta typographia a fallar no i" andar com
o administrador, das 9 da manh s 8 horas
da noite, ou em Olinda no Oito do Ampa-
ro, casa grande com portao de madeira ao
lado pintado de verde.
GABINETE
Medico-cirijrgico
RA DO MPERAUOI! N. 73, ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PAllTElltO.
ESPECI. LF>Ai>FS.
Molestias e peres de o'ho?.
Cura radied e hjrttrjtlflM dos
estrfcil.metitos da uretra.
Consultas: Das 7 s 10 l>oras
da m-H-h.
Chamados: A qnalqner hora.
MOFINA
Est encouracado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de N'azareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 3C, coo-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, o depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
um, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oUo annos, e quando o Sr. seu lidio se
acha va nesta cidads.
Novo estabelecimento
de joias.
Rua lo i'alni si. 13.
^| Neste estabelcciment'i
;| um bonito sortimenlo de
j^ vendem por tal precio qu ani niara ao 4^1
;^* comprador, attento ao vantajoso syste- ;
s^a ma, ganhar pouco para vender mu- fi*
rg w, que certamente til ao compra-
2| dor e ao vendedor.
3b| Tambem se compra onro, prata e pe- -~
| dras preciosas, bem como se fabrica e i
~ eoncerta toda e qualquer obra tendente .
Aiuga-se
o tereciro andar do sjbrado sito na roa larga
do Rosario n. i : a tratar na rua do Vgario
n. 31.
Precisa-se
alngar urna escrava para servi-o de caa e ven-
der na na : no Camiuh<-Novo rua do Conde da
D.ia-Vista n. H.
OOS
: : :
1

e encontrar ,.-^,
joias que se
: r i-

-:> .
$$ a mesma arte.
K til T r ~ '' 'f1 :
Avisase
a quem der noticia da escrava Guilbernjina que
foi do lente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa -
tos, e depois comprada ao Rarao de N'azareth,
represeuta ter 25 annos, tem falta de denles na
frente c as maos com dcAtrizes de quemadura
de gaz, secca do corpo c muito regrista, qu; des-
appareceu da casa de sobrado n. 20, da rua dos
Coelbos, que ser generosamente recompensado.
I
ao.
l
No dia 21 de outubro, embarcou no vapor II i-
hia, com destino a cidade de S. Salvador (pro-
vincia da Bahia) o escravo Rayniund>. guo t ii
ri-nicttido por seu seobor, los Practnoso Dias,
liara criado de um seu fdbji de nome Conegon-
des, estudanle naquelh cidade.
,./ Este escravo, que mulato de 18 annos de
idade, foi entregue ao commandante do mencio-
nado vapor que seguio naqnelle mez para os po -
tos do sul do imperio.
E-itretanto, nao tendo o mesmo escravo chga-
do a seu destino, e ignorando-se completamente
onde possa elle existir, gratifica-so a quem pos*
sa dar do mesmo exactas informaeocs no Recite,
aoi Srs. Perdigao, Oliveira & 0., 00 na cidade
do Ico ao mesmo Sr. Jos Fructuoso Dias.
Fugio no dia 23 do corrente o escravo Vitalino,
preto, crioulo, idade 25 annos, alto e cheio do cor-
no, quando falla le anta o beico superior, tem
falta de um dente do lado de cima, anda alguma
cousa han eiro, ps grossns, levno vestfno calc,a
de riscadinho o camisa de madapolo ; este es-
cra o j fugio e,o outubro do anuo prximo pas-
sado, e foi preso na estrada de Paje de Flores ;
foi escravo de Antonia Francisca de Jess, mora-
dora em Corrente-;, e depoh fui vendido ao capi-
tn Ihomaz Thenorio de Albuquerque Villanova,
morador em Papacara, o qual tem urna fazenda
em l'iiique, de que elle era vaqueiro ; supp5e-se
que f i ac nipanliado por um escravo pertencente
ao Sr. Manoel Francisco Marques, tambem preto,
crioulo, e natural da provincia do Cear : roga-se
todas as autoridades policiaes e capites de cam-
po que ti apprelicndara e condn am-no a rua do
Brum n. 74, armazem de Jos Francisco Martins
& C, que se Ii e dar a gratiticacw cima.______
Aluga-se o i.' andar da casa do largo da
Matriz de Santo Antonio, onde se acha a photo-
graphia adema, par- o primeiro de judio prximo:
a entender se con o proprietario.
1*ia-s5ta
Manoel Lourenco dos Santos, pai
e Irmio, agradecen! a todas as ps-
soas de sua amisade que se digna-
ram aeompanharam os restos roor-
taes de sua mui chara esposa, filha,
e irma, I). Adelaide Praara Mon-
teiro dos Santos, a de novo c mvida-
as para assistircm as missas do stimo dia, que
ter lugar na quarta feira. 12 do coirente, na
matriz da villa da Escada.
BOBHaaHI m>**rw~ Manoel Jos Baptista.
Rosa Mari Fe nuides Raptista,
eoflvida aos prenles e amigos do
.seu lerapre fembrado esposa Ma-
noel Jos Bapiisfa, para assistirem
alguuias missas que por alma do
mesmo manda rezar na matriz do
Corpo Santo, segundafeira lo do
corrente pelas 7 112 horas da manh. Desde j,
antecipa seus eternos aura lerimentos a too
as petM que se iliguar.iii eompaneer._____
Jos Miguel de Lyra.
Um amigo de Jos Miguel
de Lyra manda dizer urna
miss por sua alma no dia
10 do corrente, na matriz.
do Meo da Panella, s 7
horas da manh, para o
qu' convida aos parenfej
e amigos.
Eseravos fgidos.
200$000.
Ausentaram-se dous esravos irmaos : sendo um
de nome I alna regular, cheio do corpo, cor clara, cabello
estirados, rosto redendo, c sem barba, levou calqa
e camisa branca, e chapeo de feltro preto ; e o ou-
tro de nome Andr, da mesina estatua, mais moco
um pono do que o outro, tendo os mesmos sig-
naos do irmio. Foram comprados: Lourenco ao
Sr. Claudino de Albuquerque Mello, da comarca
de Patos, provincia da Parahyba, e Andr ao Sr.
Joao Francisco lioines de Amida, da comarca do
Limoeiro ; tendo fgido aquelle no dia 26 do cr-
reme (Janeiro) e este hoje 30 do mesmo; suppoe-se
q; c seguiram a estrada do Limoeiro Serra do
Teixeira: roga-se todas as autoridades policiaes
e capites de campo que os apprebendam e oscon-
duzam rua do Apollo n. 30, armazem de assu-
car, cpie se gratificar com a quanlia cima.
Offereee-se una inulher para andar com
meninos : no becco das larreirasn. 2.
Aloga-se a rasa n. C na rua do Lima em
Sarto Amaro das Salinas ; tratar rom Haternus
Leus, na rua da Hesiauraco n. anliga Goia.
(MPMA PERMBdNA
hE
Navegaeo costeiraa vapor
DIVIDENDO 8.'
Esta companhia paga o seu oitivo dividendo
razo de .'i /.
Ama Precisa-f de moa ama para o
if I A serv' '"'erno de una pegu na
xias n. 54.
familia : a rua do Duque de Ta-
llin-
LEILAO
DE
8i apolices da divida publica.
200 acedes da caixa filial do banco do Bra-
sil.
ti'> ditas da companhia de Boberibe.
10 'litas da companhia deeguros Ltilida-
de publica. &
Quiata-feirA 19 da carrate
* ao meio dia
A popular fluminense
AssaciactEo de bene&cias
tuas.
Previne-se aos senhores socios desta associaco,
em seguida declarados, que podem vir procurar
no escriptorio de Silva k Cascao, rua do Mar-
quaz de Olinda n. 60 ; as apolices dos contratos
que etlectuaram, e que foram remettidas do Rio
de Janeiro pelo actual agente inspector geral d<-
quella associaco nesta provincia, Jos Castellao
Jnior. Eis os nomes dos socios a que se refere
este annuncio :
Dr. Antonio de Souza Leo.
Dr. Felippe de Souza Leo Sobrinho.
Baro de Campo Alegre.
Joviniano Manta.
Dr. Luiz Felippe de Souza Lelo.
Miguel Ferreira Pinto.
Commendador Antonio dos "autos Pontual.
Coronel Andr Dias de Aran jo.
Alferes Americo de Siqueira Brito.
Teneute Antonio Lu de Mello Marques.
Joao da Cruz Macado. v
Manoel Heraclito de -\lbuquerque.
20|000.
Frecisa-se alugar urna escrava que engomme
perfeitamente bem, e faca o mais servieo interno
de urna casa de pequea familia, coi"npo*t.i de
duas pessoas, e de urna oulra que cozinhe eom
perfeico
dares."
no largo do Paraiz n. 28, re 21 an-
l
9 AIRES GAMA.
Casa ero Olinda
Aluga-se ma casa terrea sot) com comaKip
dos para familia, rua de S. Bento n. 18 : a tra-
tar no Recife, rua do Bom Jess n. 16, 1* andar,
' a 4 da tarde.
Grande, em Naza-
lo, altura regular,
ps curtos e largos, barnfudo, coa urna cicatriz
na face entre o nariz e o canto da bocea, sem bar-
ba, de 26 annos de idade, tem sido eMsto no Ca-
xang e Varzea : truem o pegatjeve-o *> referido
engenho, ou rua do Apolla o.|a^.que ser ge-
nerosamente recompensado.
Precisa e alugarjiilna preta e'erava para
easa de familia
armazem.
ai
a da MoMa n. !,
Sociedade Luzo Brasileira.
Aproxima-se o dia em que deve ter lugar a
elevar, dos membros da nova directora, (que na
primeira dominga do mez de abril prximo futuro)
que tem de funecionar durante o anno de 1873 a
1874; e pira que essa eleicao seja a mais livre e
satisfactoria possivel, que devem concorrer todos
os socios; o Sr. presidente nao s advirte aos
mesmos, que por ventura se achem em atrazo,
como mesmo a todos os Srs. candidatos approvados,
que se apresen tem antes desse dia para cumnrir
os seus doveres; podendo os ltimos, em toda o
caso se inscreverem s quintas-feiras na sede da
mesma sociedade, rua do Imperador, ou no dia
que for annunciada qualquer sessio.
O Sr. presidente, fazondo justica a todos, pelo
desejo que teem de que a sociedaue anda crespa
mais de nome e consideradlo de que j goza, eusa
esperar, que, para essa eleicao concorram todos,
contribuindo assim para o bom commum.
Outro sim, avisa que domingo, s 10 horas,
r-aver sesso da a diversos negocios urgentes.
Secretaria da sociedade Beneficente, em 6 de
marco de 1873.
secretario,
Beuto de Souza Myra,
RUA DO DUQUE DE CAX1AS
W
liSSCSQ
E' bom ler-se.
O abaixo assigndo avisa aos seus devedores
desta praca que tenham a bondade de vir rua
do Visconce de Inhauma, outr'ora do liangel n.
48, armazem de molhadis, aiim de ajustaren! suas
contas, at o da 30 do corrente : do contrario
verao seus nomes por extenso oeste Daro, e
serao chamados ao jui-o competente.
Recife, I.' de marco de 1873.
Boaventura Jos Coeiho.
Engommadeiras
Preciia >eude engommadeiras na ti
jancezvS fr Ja-Imperatriz n. ">').
Vma com urgencia
Trccisa-scde on aama para lavare engommar :
rua do Baro da Victoria n. 28 outr'ora Nova.
Precisa-se de nina ama para engommar? a
rua da Aurora n. .f>9.______________________
Quem precisar alugar una
ama mofa, e sem deleito coi
cria, que sabe cozinbar, lavar
e engomar, tudo com perfeic i,
dirija-se a rua da Penha n. 10 2. andar que acha-
ra com quem tratar.
Precisa-se de una ama que saiba
coser em machina de costura, bem
como cortar alinhavar toda e qual-
*--*-^"-"-*-'quor obra pertencente a senhnra;
quem estiver as condicos diriia-se a rua do Baro
do Triumpho n. 104 ou cidade de Olinda, casa
de Francisco Cardozo._________________^_^__
\llll Precisase de urna ama paia engom-
^a.iii<1; niar; |anr e c ,zn|iar na rua ,j0 car_
dereiro n. 6._______
Ama para ('ngoimnadi
Precsa-se de urna o paga-se bem: no Caldei-
reiro, casa de Francisco Joaquim Ribeiro de Brito.
AMA
A
Na rua da Imperatriz n. lo primei-
ro andar, precisa-se de urna, forra ou
L X. L" I i'\ escrava, que cosinhe, engomme e fa?a
mais servicos para duas pessons.
A
AMA
n. 17.
Precisa-se de urna ama pa-
ra casa de pouca familia:
tratar na rua do N gueira
AMA tt
Precisa-se de urna ama de lei
ou escrava : na rua Ve-
97.
AMA?
Precisa-se de una ama : na
rua do Coronel Suassuna, ou-
ora de Hortas n. 5.
Bx{Jblic,o de plantas-
E. Pelorce tem a honra de participar ao respei-
tavl publico desta bella capital que acaba de
receber urna grande quantidi.de de plantas, de
todas as aiaNdades, dores, fructas, debas, se-
i honalice, etc. etc. : rua do Duquo de
mente de
Caxias n. 6.
Relogio de ouro.
Caliic ou furtaram da algibeira de um passa-
feiro no Bond.n. 31 da linha da Magdalena, que
parti da estafAo i rua do Brum, ante hontem 5
do corrente, s Itoras e 15 minutos da tarde en-
tre a mesma estacio e a ponte -ete de Setembro,
om relogio de ouro com capa, tendo urna errei
te curta de ouro antigo e urna ^coleta contendo
bello, e com as iniriaes E. Bf.: quem del le
ftticia poder dar no escriptorio dos Ronds rua
do Brum. ser generosamente gratificado. O nu-
mero nao se pode dar por nao te-lo tomado.
Recife ^ de marco de 1873.
Aluga-se um sitio com casa para grande fa-
milia, quartos para pretos, coxeira, curial para
vaccas, com tres cacimbas de pedra e cal, de
agua de beber, baixa de capim e com muitos ar-
voredos- de fructo : na Torre ao p de Libanio
Candido Ribeiro : a tratar na rua da Concordia
n. 32.
Capunga
Sr. Antonio da Cunha Soares Guimar es
queira ter a bondade de vira rua do Imperado n.
Ji receber urna carta para si, a qual so se entre-
ga em mo prnpria.
Precisa-se de urna escrava para se alugar,
para duas pessoas, paga-se bem : na rua Dimita
n. 61.
Para pequea fami-
lia precisa-se alugar
urna coziuheira e urna
engominadera, peritas
e de boas conductas, pagase bem, preferindo-sa
cscravas : a tratar na rua do Encantamento n. 'i,
1* andar, das 10s 4 ha as datarde.
a Ta" A Precisa-se de urna ama c-
.m 11 /% zinheira para cozinhn* e fa-
-^-Av -X'. zer_os mais servicos de casa
de duas pessoas, paga-se bem : na rua do Impe-
rador n. 75,2* andar.
forra" "
Precisa-se de urna ama forra ou
escrava para casa de pouca familia,
para cozinhar e comprar : a tratar
na rua da Imperatriz n. 54, toja._____________
AM\
1008000.
Precisa-se de urna ama para comprar e eo-
zinhar : na rua do Coronel Suassuna n. 1, antlga
rua de II rtas.________________
Precisa-se de duas aaa*, sendo
urna boa cozinheira e nutra engom-
madeira, livres ou escravas : na
rua do Imperador n. 87, toja de
louca.
AMA
Marcelino Jos Lopes promette dar 1001000 a
quem descobrir o ladro de um cano de chumbo
com ralo de cobro, da cacimba de seu sitio fla
-s alegar urna preta escrava para ei
catadomwffl solteiro : a tratar na r* do que na noute da7 dviharoo oorrena serrraa Ipar
Aciorim B. 19. .^ j^ I furtaram. de 28\ 3 Ilha de Fernando
Pedimos ao muito digno capitao do porto o Sr.
teneute-coroncl Decio do Aquino Fonseca, para
estrada do Arnial, freguezia do Poco da Panella, I provdea^iar sobre a sahida do vapor Cururp
a Ilha de Fernando, visto levar cargaj*




s

\
i




\
t
Ditffbhle.PenttJtbuco Dondiego 9 de Marco de 1873.

.


AO

PIANOS E MUSITAS
AMOVI JOSG ft]B 1EEVEHO
Ra do Bario da Victoria n, 11, armasen), e 12 1. aniar, antiga na Nova
aonie o pblico em geral mcontra}set*pre o maior e mais esplendido sortimento depmuos de
Pianos, msicas e instrumentos da msicas para banda militar
ZTTj


e orchestra.
*
Aeiba de abrir no priratiro andar do sobrado d. 12 confronte i
ootca Mturer, am grande s ao onde esli expoftos os magaiflcoa
MrM. A -M OS de armero, de PleyeL
--------- de rceia canda, do metmo autor.
--------- de H. Henn. '
-------- de Ameda Thibont.
Coico ageote tiesta cidade, dos celebres afamados
PUOS DE AUCHER FOES
remiados em diversas exposi.sa om II medalbas de onro e prata.
Sao o onicos pianos qae aqu vem da Earopa, perfeftameote afina-
dos, faltos com elegan :a e ?olidex. > .
Tambera receben grande sortirnento de mosicas p:ra piano, piano e
canto e entre ellas as lindas coraposicfas do mnio sympalhico mes'.ro menim
F. S.tfTWI *&*"
A SABER -
Voc me qner Walsa.
Oiga Mazorka.
La Separacioni P A Lu elctrica, grande Wa'ss.
Franco Brasib-iro Po'ka.
Tomada de Vllela 6 > lo pe.
Joacinha Walsa.
A Libertador Po'ka.
A Primeira e?Dada Wal-a.
A Mnha Lyra Wlsa.
A Natalicia P ka
Stndiente Poka.
Ultimas pnblleac5e
Pellas as offlcioas de mosicas
do snnoaciante.
Emilia, polka por I. Smoltr.
Circaciaoa, ?chotcb, por Sraoltt
Jardira do Campo das Prietas,
quadrilha, por J. Poptie.
Chava de Rosas, Walsa, por H. Al
bertazzi.
D'aqui emfdiante '.ontiDoar a annoudar tedas as poblleacoes qae se forera friendo n* snas offlcioas de mnsfeas.
i a f **r Y
--------------------
^__
----------------.....
1001000
Fugio do eugenho PonU I, em Serinhem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Simao, com os
signaes seguintes : estatura regular, cor o secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nnos e falla descamada: quera o pegar leve-o ao
seu senbor o tenente-coronel Vicente Mendes
Wanderley no dito engenho, ou no Recife ao Sr.
Bernardino de Sena Pontual, na ra da Madre de
Dos n. 36, que receber a gratiftecao de 100.
Para cozinhar.
Precisa-se alugar urna ama que saiba co-
zinhar o ordinario de urna casa de pequea
familia. Aceita-se forra ou captiva; mas
prefere-se desta ultima cndilo. Trata-se
na ra do Capibaribe n. 40.
AOS 5:000$000.
Esto venda os felizes bilhetes da lotera da Ba-
bia, na casa feliz) do arco da Conceicao, loja de
ourives, no Recife.
Escravo fgido
\:mm de grdtilieacae.
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872,
o preto de nome Alfredo, de trinta e tantos ann,
crilo, e bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olbos grandes,
j esteve no engenho do Sr Lnl de Calar, em
S. Lourenco da Malla, onde coasta lar parantes,
foi escravo dos Srs. Adriano Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta
praca; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conhecem, dizendo que
f si forro, assim tem podido escapar de ser preso.
Pede-se todas as autoridades e capitcs
de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem
Segundo, que receber a gratifJcaoao cima de-
clarada'.
I Advogado. |
O bacharel Jos Alves Lima Jnior,
promotor publico e advogado na co-
marca de S Jos de Mipibu, na pro-
fj) vincia do Rio Grande do Norte, encar-
rega-ae de quakjuer cobranza, tanto
aruig vel como judicialmente, nao so
na dita comarca, como nos termos vi-
zinhos. Quem quizer utlisar-se dos
scus servidos dinja-se praca do (. on-.
de d'Eu ns. 4 e 8 : tratar com o Sr.
Jos Alves Lima.

FUNDICA0 DO B0WMAN
RA DO BRUM N. 82
(Passando o chafariz)

PEDEM AOS seobores de engnho e outros sgriculores, e empregadj res de m
ctaioismo o favor de urna vi?ita asfu est'-belecitmnto, para VeTcm o gov gortitneDto
completi que ahitera; sendo ludo superior em qualidade e fortidao; o que com a ds
peceo pessoal pode se verificar.
ESPECIAL ATTENgiO AO NUMERO E LUGAR DE SA FUNDICO
VannrAU a rnrisx* ai'APifl. dos mais mo,er008 yernas eem u
V apui U9 o i io u, *g >i* machos convenientes para as diversas
circamstancias dos senborea propri tarios e para descarecar algodao.
Moendas de canna ** -^r^ **
Rodas dentad? s para SDimae9j agna e vapor-
Taixas Je ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Bfachi/ ismos
Bombas
VRMAZEiM .
|BO
VAPOR FRAHCEZ
RA DO B \kXo DA VICTORIA
fK. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais nolaveis e bera co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleycl Wolff 4 C. : no
vapor francez, 4 ra do Barao da Victoria, *
ir ora Nova n. 7.
Calcado francez.
fotinas de luxo e phantazia, braneas pretas e de
differentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinbos com salto no.rigor da moda, brancos
" e de cores para senhows.
Boinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
rneas.
Sapatos de cordavao Mili spara bomens.
Botinas para menino de qnalquer tamanho.
Perneiras e roeias-pemeiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatdes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz con salto para homens.
Abotinados de militas quahdades e presos para
meninos e meninas.
de verniz com sola de pao preprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, casemira, charlot avelludado,
de tranca portugnez e francez.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Pinos extractos, banhas, leos, opiata e pos den
trifice, agua de fl r de laranja, agua de toile-
le, divina, florida, lavande, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muilos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortijas e garrafas de diffe-
rentes lmannos d'agua de cologne, ludo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Para viagens.
Muito boas malas e bolsas para viagons de r
de caminhos de ferro.
Estojos de viagens com os pertencs necessai.
para barba.
No armazem do vapor francez, Bruaop aro
da Victoria, outr ora Novan .7.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napnleao e a Guilher-
rae, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france', ra de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
AlugKS} i:
Preci-n--' ;:':L'.-r I! r. im 1,-in-:. bai: m
da Boa-vis'a, c nas ras uto jiawa ns Imii i-, uu
perto, com tanto que b'iiha ns r, itnm "las stguin-
tes!; 2 salu<, \ ipiartos, r nuil.ir iiiJe|M!iuSNiir.
cojinha fra e quintal innxtt : i|i;.n tvci |/:na
alipi-, ilinja.se ao e eripuii.) di-'slc Diario qae
acjiar com quem tratar.____________
Irmandade do Senhor Boni
Jesiis dos Passos do Cor-
po Santo.
De ordem dj) irme proredor convido a lodrts
os nossos irnos da mesa regedora que linda i os
que fpram ltimamente eleitos para a nova mesa
que tem de reger a irmandade no coi rente armo,
a comparecerem no consistorio da irmandade na
segunda-feira 10 do eorrente niez, < :| horas da
larde, aflm de serera empossados os eleitos.
Recife, 7 de marco de 1873,
O eserivao
Jos Pedro das Noves.
l\
ao

_ ilJfflli JAPNEZA.
S e nica approvadn pelas academias de
sciencias, rt'fonliuciil'i loperfer a toda que
teta ipparccido at hqjo. Deposito princi-
lial ion da l>i [fia do Itccife, hoje Mr-
quez de On.la, n, 51, 1." andar, e om
todas as boticas e casas do cabcllei-
reiio.
Bot
lias
Engenho
Arrenda-se o engenlro Estrella, junto cidaae
do Rio Foraioso. E'de animaos c csmi propot-
efles para 1,500 paes : os pretendentes podem di-
rigir-se rna Dnque de Caxias n. 'H, ; andar.
quealli tero infurniaoes.
COMPRAS.
i
Mobilias de vimes.


^w

Precisa-se
le offlciaes de funileiro : no pateo do Torco n.
139, loja. Na mesma tem um menino que quer
praticar de caixoiro, em qualquer estabefeci-
mento.__________________________________
Precisa-se de trabalhadores na relinaeao da
i na Direita n. 10.
para mandioca e algodao.l Podendo todos
e pay ferrar msdeira. f ser movidos a mo
/por agua, vapor,
**w*v*w de Dajentp, garantidas....... |oii snimaes.
Todas as'flfehirs e^'**q,e se C0StDmaprecisar-
Faz qualquer concert de machii?mo' aPre?0 moi resom*>-
T?rtiitiQ d fATVl\ temas m*lhores e mais baratas existentes no mer-
i1Ti/>r\TYima'nfiia Incuttbe-se de mandar vir qnalquer mach'nismo von-
%UU)IUliiDllua>Si tade dos clientes, leaibrando-lbes a vaniagem de fazertm
suas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qoalqner newssidade pode
Ibes prestar auxilio.
Ara des americanos "*'*!*
RA DO BRM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Companhia i0
Santa Thereza'|
Emissoes de aeqoes.
Furto
Previne-se a todas as pessoas a quem forera
uferecidos dous anneis de brilhantes grandes,
que foram furtados hoje da loja do museu de
oias ra do Cabug n. i, o favor de apprehen-
d e-Ios, que lem de se lhes flear ibrigado, ser
i-ecompensado.______________________________
CASA DO OKO
los* &:OOOTOO
Bilhetes garantidos
/fita do Bardo da Victoria (outr'ora .Nova)
n. 63. e casa do costwme.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
amito felizes bilhetes a sorte de 10.'# em quatro
ruartos de n. 2630, alem de outr-s sortes meno-
res de 404 e 804 da lotera que se acabou de ex-
ir hi (ll*i; convida aos possuidores a virem re-
ceber, que prompt mente sero pagos na forma'
do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
veJ publico para vi no seu estabelecimento com
pr r os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
tirar qualquer remio, c#mo prova pelos mesmos
annun ios.
Acham se venda os muito felires bilhetes ga-
rantidos da 2* parte das loteras a beneficio da
igreja matriz de Granito, que se extrahir no dia
2 do eorrente mez.
Presos
rnteiro #000
Meio 31000 *
Quarto #8003
De I009*90 para naa.
Inteiro 54600
Veio 24760
Quarto* 44378
Recife, t 4e Biarco de 1873.
~___________ Joao Joaquim da Coita Lnte.
A companhia est autorisnda a emittir KO)
accoes de 504000 cada urna. As pessoas que de-
sejarem toma-las i odera entender-^e com os di-
rectores Srs. Barao da Soledade, Joaquim Rodri-
gues Tavares de Mello e Francisco Goncalves
Netto ou com o abaixo assignado, que dar qnal-
quer informaco.
Recife, 15 de Janeiro de 1873.
O gerente,
Justino J. da S. Campos.
0
0
0
CONSULTORIO %
MEDICO-CIRIRGICO f
DO Jfc
Dr. J. H. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Olinda n. 26, pri- W
meiro andar. 1fi
Consulta das 7 horas as 10 da manh. **
\ 9 Chamados a qualquer hora.
! CAZA DA FORTUNA
Rl'A 1. DE MARCO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 2O.0O0SO00.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio
4:0004.
Precos.
Inteiro.......244000
Meio....... 124000
Quarto....... 64000
Manoel Martins Fiuza.
de
r*ecisa-9e de mn menino, de 12 a 14 annos de
'dada, forro ou captivo, para criado de urna casa
de Miuena familia, com tanto que saiba fazer
entenda de servico de copeiro. A tra-
tar mra do Capibaribe n. 40.
Casa mobiliada.
Aluga-3a o primeiro andar do sobrado n. 48 da
ra das Trincheiras, uua para ra estreita do Rosario, contendo duas
salas, seis quartos, um pequeo algrete, quin-
tal, cacimba e casa para banlio com mobilia ne-
cessana : tratar na mesma casa, com o solicita
dor Burgos Ponce de Len.
Quem precisar de um menino de 12 annos,
para praticar em loja de fazendas ou miudezas
pode deixar ne.-ta daccao carta com as iniciaes
-A. G.
Crioulo Francisco
No dia 17 de Janeiro prximo pasfllb
ausentou-se o moleque Franoscnita fi-'
gara, de 17 annos, bons denles e' ps gran-1
des, ua cintura tem signaes de antigs sevi-
cias, andou algam tempo como servente
as obras da Penha, e foi negociadla pou-
co com a Sr. Mais, logista da rea do
Crespo,elcoirioconstater andadonas immedia-
coes de Iguarass e a poucos dias foi visto
no rancho do cabocolo Sancho em Taep,
perto da mesma villa roga-se s autorida-
des e pessoas do povo a sua apprahenso c
manda-lo a ra do Imperador n. 2. qae gene-
rosamente se gratificar.___________________1
Ao publico.
Jos Perreira da Cruz Vleira, repetidor contra- r>irtai^ da fabrica de wrvejaTa ra do
tado para o gymnasio provincial, teBdo obto a Sebo 9. 33, hoje de madrugada, um cavallo eom
resciso do seu contrato em fevereiro ultimo, offe- f P1"9 uintos: inteiro, rxo, com poocas
rere-ie para leccionar em casa dos aiomnos ou PmUs de pedrea, baMs, grosso, peito de pomba,
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de Ouro, pra-
ta e brilhantes^ seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se ps mes-
mos metaesepedras.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarnieses, so-
fs, jardineiras, mesas, conversad raso costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem -fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo* de differentes gogtos e
nhantazias.
Espelhos domados para salas e gabinetes.
Loques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de eamurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albnns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro-de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes* de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos jimitacao e botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, d velludo e de couri-
nhu de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
ejtoilette,
Pincenez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac lina e de todas as graduacoes.
Bengalas de luxo, canna, com castes de marm
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chieotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e eigarros.
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marflm muito finos, pnra limpar cabeea.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para bomens e para meninos,
Gravatas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos differentes j.^guinhos alle-
mes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de riagera de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil a
enancas.
Argolinhas de marflm para as criancas morderem,
bom para os dentes.
Bor os de vimes par embalancar crianzas.
Ccstinhas de rimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para cundieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
iros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
festas.
Baloes aereostatlcos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objeotos de mgicas para. divertimentos em fa-
milias.
Realeioe pequeos de veios com lindas pecas
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqui
lharias difflceis de mencionar se.
No armazem do vapor francez, ra do Baco
Victoria, outr'ora Nova n, 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todo;
os brinquedos fabricados em differentes parte*
da Europa para enlretenimento das criancas
- tudo a precos mais resumidos que possi vcl_:
no armazem do vapor franoei, ra do Barao
da Victoria, outrAira roa flota n. 7.
PAM PIANOS
Pannos proprios de cobrr pianos.
Cadeiras de parpfuso e forro esfu-
Cobre, lato e
chumbo.
Compra-se no armazem da bola aiuarella, tta-
vesta da ra do Imperador. ____________
-f Compra-se moedas'de O francos : a ra
XoVa n. 23, loja.
Compra-so. pennas de ina : na na da oe"
da n. 19, 2o i^ndar.
'
para senhoras, a 0^000, na
loja do parlo.
Pereira da Silva & C ......hcr.uii pelo ultimo
vapor Ha Baropa, ui kpm Artimeato de bo-
Uas pretas e com defaiWs .-nleiles de rore-,
proprias para seuhorr.s, garaatiiido.se seren das
mais m.! l<-mi qi;e ha n i mercado ; assim fomo
a bea ff-inli l.-iilu [i r lerm sido remettidar por
un dos melores hfvfmtns de Parla e veodem-
se peto barato preco de 6td0 : nii luja do Pa-
vfm, ra da liupurniriz a. 30,
\
ovK.ac
ie.
V^DAS.
em qualquer wllegio, grammatica e lingua fran- f redondo, crina cortada no lugar da codei-
oza (theorica e praticamente), arithmetica e geo- r e com o ferro Ea na pena direita : aUfica-
ictria, materias que professou por largo tempo M bem a quem o .pprehender e conduzlr i mes-
.1.^. .j^A< J 1 i.hn. o... L..^ ma fabrica.
C0
me
em alguns coegios em Lisboa. Para qu?e* informacoes ,dem djririr-se ao Dlm. r. Manoel O ajudante interino do procurador fiscal da
Alves Barbosa, o ra da Cadeia n. 61, ao lllm. tbesauraria provincial poda ser procarado fiu 11
Sr. De. mo da Silva Hamos, os Illuw. fcra.' horas da manhi s 1 da Urde, no pateo 15. Pe-
metro & Nog*ira, roa do Bom Jac* m, soMSo i.-17 A

fado.
Jpo armazem do Vaoor Prancei ni "do
'f Mno da Victoria (oatrV)rfc Hova) n. 7.
OstiRhas fMra castuca.
Opnde sortimento q>'4pooitos modelos
chegados ao arrnaze dV-Vpor Fraooez,
tdo Bario da Victoria (outr'ora ito-
n. 7. %
A PrwHIecla,
na empenho de bein servir aos sons fceguens e
ao publico em geral tem procurado 1 rover-se d
3uo ha de melhur o da ultima moda nos mrca-
os de Europa para expa-lo aqui venda, cer-
tos de que os seas artigos sero bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
mar alguns d'entre ellos, como sejam :
ALBOS, os mais ricos que tem viudo a este
mercado, com capas de madreperola,
tartaruga, niarlim, velludo e coagrn.
ADERECOS prelos e voltas proprias para luto ;
assim <- 1110, um bou to sortimento de
ditos de plaqu, obra lina e muito bem
acabada.
BOTOES para puuhos, o que se pode desejar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perula, iiurliin e dsso.
BOLCAS de velludo, seda, pala e chagrn, o que
ha de mais moderno e 1 ndas.
BICOS de seda e de algodao, tanto branco como
proto, de variados desenhus
CASS0LETAS pretas de metal e de madeepa-
rola.
CArXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos Ibrm.tos, com msica o sem
ella.
COQUES a mitacao, o que pode havor de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimento
capaz de mbftaer os caprichos de
qualquer seuhoia por mais txigente
que soja.
PORT-BOUQCET de madreperola, marfim e osso,
este um objecto mdspensavel s --
nhoras do bom lora, alim do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de uodoarem as luvas, ou mancha-
rom as delicadas nios.
PENTES de tartaruga, de inarliin e de bfalo, pa-
ira alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Po-
dilecta sempre conserva um mponan-
to sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricante?,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gomes o Raphael, que in-
cumbido da eseoiha dos aromas mais
bem aceitos pela sociedade elegante
da Europa, e por tanto, acham-se na
possibilidado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
uiensidade de artigos, atim de nao nias-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do abng n. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas ile "tu dequinedr, o
que ha de mais bello ueste genero.
VESTIMENTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de llores ao alcance
de qualquer bol.a aluda que nao es-
teja bem replecta de dinheiro.
ja bem sabido do publico que sd l 1
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas do setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo preo.
GRAMP0S de tartaruga, imitacao destes, pre
los e Je cores, o que'se pode drsejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de soda e de cambraia para sonhora,
la eos e goliuhas de bonitas cores, tam-
bera tem um bom sortimento de gra-
vatas e regatas para hornera.
JARROS de porcelana e de vidro maito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e hornera.
LEQUES. Ricosleques de madioperola. tartaruga,
marfim e de osso, os mais modei
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
hornera e senhora.
LIVROS para missa, a Predilecta aprsenla es
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, -so,
. vallado e clwgrin, por 'precos mui
_________razoaveis.________________________
Aos reverendsimos cone-
jos e paSres.
Amaral, Nabuco & C. vetidem meias de seda
e laia pretas, tr de carmiiu e r'.x.i-, livelas de
metal para. Sapatos : no Bajar \ ictoria n. ra
do Barao9a-Victoria n. 2. .
De plaque.
Amaral Nabuco & C, vendem cuaiuices com-
pletas, para senioras, cmtendo 1 par de pulcei-
ras, 1 par de brincos, 1 alnete, 1 diadema o
1 flor para o cabell, tudo" de tartaruga e de co-
ral, meios aderecos, medalhas e brincos do pla-
qu: najHiadoBaroda^Victonaj^^
Ha para vender no quintal do sobrado da
ra dos .CoelUos n. 20, tres vareas que tveram ha
poucos dias crias. __________
- Vendc-se por 9001 um bsm escravo em
vicios njm achaque", proprto para qualquer eer-
vic,o, ontendo bom de masseira : na na das "ru-
zes n. 39, hotel. ._____________
FITAS.
A Predilecta, roa 4ffC*lntg n. I A. ar
de re elier pido ulliiiio p:.(. '(! i-Jtog^do da Eti-
rop, um belli) aortimeoto dia carpianos de c
braia bordados para senhoras e meninas, (olli-
nlixs e panhnstambem burljoi'e de pluma
sams bordadas, iii'.n> trim i'rrtreriielos para senho-
I7s, bonias ca'-iihr,s de I r rsos lampaoUhos
para meninas, ricas fachas de UiqaiRr de edr,
que ludo veode p< r rato pre*o.
t
Salsa-parr'ilha
Saisa-pamlha
Salsa-parrilha
nova, em bom estad", e do excelleute q ali I
vonde-se ra do Vi;, -..i 1
Ven '"- .....h superior di
tos da Baha : ua rila la M.i Ir,
1.' andar.
I 'ii!e
n. 16, eserfpirio.
Porto e chan-
de Djiis n -*
Cambraias
Cambraia transpaKntea I I a pop.
I tila dita lina suissn a 5#,
Dita di cores a 2iii o cova>lo.
lita preta e silpiciw oran : is a 2i0 o COVado.
Dita fara forro n H5 a1 pe \
Na roa do Crespo n. 20, n.i loja de Guilberm-}
C da Cunlia A- C.
Vende-se
lima escrava, exccllento euzinheira e lavadeira,
acostumada qualquer servido domestico, cora
onm iilha de 10 :\n n* d > Id ide : urna otitra tani-
beni maito boa eozinheira e lavadeira. todas pre-
tas, viudas do Maranlio. Qneiu pi> tender com-
pr.r dirija-so ra da Imperatri? 11. '1".
J
id VI
um lindo vestido.
ama (azonda nova transparente e mcsclaJa
de ecufo com listras de sada de cores e cinco
palmos de largura, a 800 rs. o corado. Tinos
apenas fazemla para i>u 8 cortea : na ra Ja
Imperalriz n. 5d, loja da
Rosa Branca.
= Vende-se urna balaoQa de Roino, nova ern
o competente lerno de kilogranunas : a tratar r,a
ra da Companhia Pernaaibucana, armazem nu-
mero 6.
Na ra Duque de Caxias
11. 71
^Yendc-sc as seguintes obras de direito:
Lobiio. Esccu oes p-jr eenl oca. *
o Acces summarias
jfeaezes.Pratica dos tombos.
Juizos divisorios.
Cadmio Gomes.- Manual pratk 1.
Peirefra c Souza. Linhas arta
Mello. Opera.
Pardessus.Trr.iie des Servitudes .
Tropiong.-Dla ve
Des Seciet.
Vaoguervc. Pratica judicial'.
Caetano Soares. Repertorio jurdico.
Bom
negocio.
Yende-se 25 acedes da companhia dos trilhos
urbanos do Recife a Ojiada : neeta lypographia se
dir. ____
o engenho Maragi acba-se cento e tantos
burros vender-se, mansos e bravos : a u-atar
cora Fructuoso llia* da Silva.
Vende-so 2 esclavos peras, sendo um mo-
le |ue de 13 o urna negra de 17 annos : na rna
de Pedro Allon-o n. 61.
PortSwooo
Aiuga-se urna escrava qo#^pretu-se a todos os
servicos, menos 0 da cocuha^ trati-*e"n'a ra do
Yende-se as'partes
cravadas nos engenhos, R:
mos, Cursahy, e Inhaman,
por precos cominodos, sendo
os pagamentos vista da
escriptura e nao por lettras
|.de espera, qualquer senhor
preteiitlente dirija-se ao Sr.
Dr. Laurino de Moraes Pi-
nheiro, morador no Recife,
ou no engenho Carauba, da
freguezia de Tracunhent,
para tratar com o seirdono
Joo Marques Bacallio.
Amaral, Nabuco & C.
vendem :
Grvalas e fechus com armiuho, para senho-
kleto sertimento de nielas de algodao e de _
scocia, brancas e de cores para senhora, *
mollinas, homens e meninos.
Chapos de sol d*.-edu para stnliorS (u 1 bolla)
gosto intciraraenle novo.
Ditos (bcngalla) cabo de metal, e bordadas a
agnlha^a Luiz XV
Chapelinas de gorguro de seda de cores e en
feites de caberla, de crep, para luto o de cose?,
Bonccas de pellica o de borracha .le todos ost*-
manhps c qualidades : na ra do Baro aa > k-
toria n. 2, Bazar Victoria.
E'BARATO,
Para acabar. #*
lisas do toda3 aa Cjfires a 210 ris o
Venjpe-se
urna escrava de 16 a IW annos, boa ccinlieira e
com algum principio de engorraar : na ra do
Rangel a tratar com Francisco Ralino Batinga
Braga. Ao comprador se dir a razao por que se
vende, -_____________
Vende se urna cabra (bicho) cora urna cria,
boa leiteira c costmnada a amamentar inna
crianca : ra da Ventora n. 4. Capunga._______
Cha preto e verde
Vende-se no bazar vietorfa cha preto**erde
Mrquez de Oiiada o. 46, l^aadaAias 10 boras 1 do muito boa qualidade : aa ma do l rao da
as 3 da tarde. I Victoria n 2, lo
1 Victoria a 2, loja de Amaral, Nabuco & C
Cambraias
covado. .
Ditas prets om salpioos, propria para luto,
a 200 ris o covado.
Len.-os de esguio alia duzia.
Ditos de rassa branca abainbados a 2< a duzia
Alpaca preta mesrlada de braceo, propria para
luto, a 440 ris o covado.
Merino furta cores proprio para vestido e roupa
para meninos, a 440 rtis o covado.
Meias finas para meninos a 4 a duzia.
Na ra do" Crespo n 20, laja de Guilherme C
da Ciinha & C.
Aos Srp. rfia^ons.
Amaral, Nabuco C. vendem insignias maco-
nicas de diversos graos.


JH
Diaria de Pernaalbiico U- Uomirigo 9 de Mskrco de; 18^3.
Pateadas em liquidaQo
NA
2
K 60 Ra da Imperatriz N. 60
lK
PEREIRA DA SILTA & C.
TenJo o proprieurio dostc importante estabeleciraento, grande vontade de liquidar
ludas as fazea las que tena em ser, tem resolvido vende-las por precosmuito-mais baratos qud so ven lena ca outra qaalquur parte, com o ftm de apurar dinheiro, railopor queco-
vida o resp.-itavc. publico o vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento defazendas ap
! -.. como tamben) de grande sortimento de azendas finas e dos mais apurades.-gosVo*
K patahfi que s vende a dinheiro vista-, por estar em liquidaco.
gMTI4l|]WJC jOFTICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
(.)4LlSTiUSl)ESi:i>AA800HS.OCOVAD0 Nesle grande estabelecimeot encontrar
u l'avao recebeu um elegante sortimento o r.seitavel poblico, ama bem montada offi-
is mas hadas grenadinw pretas com Ostras cia de alfate, onde ae manda acatar
d seda de cor, leudo ontro ellas com li^tra qaalquer peca de obra, tanto par homau,
roa propria para luto, qtte vende pelo ba- como para, meninos, com a- niior prea-
ratissM preri) de 800 ris o covado ; assiin tesa e perfeicao assim como pira' qoalquer
como dita milito fina com hstra encarnada, luto quede repente appareea, teado names-
que vendo a 1-^800 ris o covado. Esta ma oflicina om perito official dortinado para
fjuendo roto pala paquge chocado ultima-
Obras de pliaiitasia.
K loja da Agnia. Branta,a na do Duque de
Caxi s n. M), (uunInhi xufbmo sortotuto de bo-
nitas a umderiias obei* d* phaiitas* ibndo :
Brinc s e cfluMicwetas.-oomdura^op f pedras.
. Outros de n aitrep rola quelmada coto bonitos
afeites de delicadas flores.
Outrto foft* jdauflid* c#m p aga les Outi|^p|Wlbiiirip|N.*:.
Rosetas de uw^if^ccm.pedras.braacas,
Adrecoj % mHWpStta.
DSosd|^radOTfcorafl^i>rw) \ ,
Ditas encarnados.
Ditos iuiitauo.JoKas e Qftres natu
Ca soletas d nutenerth
Voltas de grosSos aljofares
Oairas wdW-pret coro i
Pdtcefrs de tartaruga com do'ut
Quirasamas.
Grsmrpo prctos-e datares.
I BMta'bDtftdtnaa- de INin de
hs, coral etc. para abertura de
Botes d abortaras e coDrihhs.
Babos- lques,
A loja di Aguia Branca, ama do DtWjne de1
Caxias t, f, refoWeii'tadtf'5 lqaes d-perWJf
paantasia, pie o com 4ourtBb' r-oatnis na .apa-
rados gostosi;. as wn eomo recele' os'tos d raa-
daira que se confunde com o sndalo, e teni'el-
1*6 lindos coloridos n > e-jrtrcy'e alna assito-ven*
d estes petabarat prende IMOWeaaViira.
Yso's de crysM'psffioV toiltt,
frdalos Ilm.Srs officiaes de-Jg*jj^^ \A V U 1 U 11
me da Bufopa, e liqujda-se na foja do conal oo tropa de liaba secdo esta officina. ^ e ,, ^ nnffims. fama* *-. mt&m>-< i che&araaao Bazar Universal da
i\wao a ra na Imperatr n. (io. dirigida pelo babil artista Pedro Gotealie
l \M1MUS IBERTAS l'JUIA VESTIDOS A Soares de Carvalbo.
990M e 10*001) US. ESPARTILHOS A 3|J000,
Pavo recebeu um elegante sortimento 0 Pavao tem utn grande soxtuKPlo de
das mais finas cambwas braeas, abortas e esoariiibos, tanto para sanhora como para
miadas para vestidos, que vende pelo ba-
ritisMAo pfecoa di- OJ, c 1-09000 rs. o
cwrte.leudo bastante fazenda.E'.pcchincha,
na lojado Pavo a na da imperatris n. 60.
LYSI-N'ilVS UUKDADAS A 400 US.
O COVADO.
O Pari recebeu um elegante sortimento
?i> us lindas lasiuhas transparentes crjm
flurzinhas bordadas, tendo de tiMla as cores
i:i lusive rosa propria para viuva, e vende
pM> baratisstoao proco d.i 400 rs. o covado.
K peebin ihanalja do Parlo a ra da lm-
; atriz n. 00.
(iRENADINES A 640 RS. O COVADO.
O Pav&o reoabeu um eloganlo sortimento
das m lis lindas grenadines [tretas com listras
brancas e de cores, sendo inuito boa quali-
dado, e vende pelo baratissimo pref;o de 5B0
rs. o covado. E'pecliiucl.a na loja do l'a-
rao a ruada Imperatriz n. 60.
COBRTAS DE FUSTOl ACOLXO.VDAS A
4?000 RS.
O Pivao receben um grande sortimento
d cobertas grandes de fustao, acolxoadas,
(Tianiecidas com franja em volta, tendo bran-
oa.se do todas as cures, c vende pelo baratissi-
i!'. jprecode 4, rs. E' peebiaoba na loja
d > Pavo a ni i do Imperatriz n. GO.
CHAPEOS PARA SEMIOAA A 12-5000 RS.
O l'avao recebeu um eUsgante sortiinonto
d t ni.is un)demosluipos de jiallia, rica-
u'. ule enl'eitados, pata seniora, com os seus
00 r.iietentos veos, o vende pelo Iiaratissimo
U:-;ode 129000 rs. E'peuhiuclia na loja
o l'avao a ruada Imperatriz n. 60.
LAS MOBEttSAS
'i Pavo vende um bonito sortimento do
i.i .:iiias.ii.-i:-adas, seado das inais nodemas
q i" Kan viudo ao mercado, pelo baralissimo
j: o de 560e OOOrs. o covado. E'pe-
chi oii i na, loja do Pavo a ra da Impera-
t u. 60.
kEPACAS I.AVRADAS A GiO RS.
0 COVADO.
!i >g >:i para a loja do l'avao um elegante
5.1 : ni .iiu das mis uiUis alpacas de cores
iiv-.el.e-. sendo as cores maii modernas que
\in lo para v.sii los, e vende-si pelo ba-
ri-.;s.-,rn i prego de 040 rs. i covado. E'
p< bincha na loja d Pavo a ruada Impe-
ratriz n. 00.
Corte* -Je> eombraln, uHii:i n-
0 Pavo receben pido ultimo vapor de
i', irope cortes de cambraia branca com ba-
baJinhos ricamente bordados, tendo Eazenda
s ilhoiento para vestido de qualquer model,
estes stidos Soosraaismodonios que tem
viudo ao mercado, e pelasuaexcessivabarar
t.v.a, tomam-sefecominendaveis as sonboras
debom gasto. Bazar do-Pavo, ruada
'.;.. ttriz i. i).
LENCOS A 2?i0l A IX7.IV.
0 Pavo tm una grande poreo de leri-
j >- beane >S com liana de edr, muito bonitos
c b i3 quali !ade, que vende poy -29400 por
ter grande p n-cao,
Ditos toi braucos abainhados muito ft-
; a -2-800.
Ditos cbinezes c un barra de cor, muito fi-
DOS a :7aO'J. E' grande peehineka, na loja
de l'avao.
li:"iicii-nM M3-r<009.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor, um
Undo sortimento de romearas pretas do fil
( .i salpeos, com lindosent'eites pretos ede
tn.s, o vende pelo barato proco de 3i3000
uH
ppias para arranjos de toilet, ote,
Anneifi e coitoea electrioos
menina, qbe veno"e pelo barate preco de
3300O. Ditos moito finos a 4*030 WW
s5o dos mais moderos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
0 Pitao vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa azenda, com
padroes claros e escoro, pelo barata prec7^ '
de 240 rs o covado, Mr ter.um leve to
]n de mofo : rjechioena.
LIQUIDAgO DE CALQ\S DFCASEMIRA
O Pavo tem dm grande sorimrtQ d#
calcas de casemira de todas as edres e-qoa~
lidad'js, para todos o presos, e desejand
amito Iiuida-!a8, resolveu vsadaJa. par.
om preco muito em coat, para diaMmira
grande porcia.
CASSAS FRANCEZAS.
0 Pavo vende bonitas cassas, fetncezas
Wn^tej** cada um, por ter graude poreo.
Ditos to los do seda ricaminte enfeitados a
4ff-)00.
PARA O CIRNWU..
l93UtM
O Pava)temn:n grande sortimento de d-
m Jsde to lisas qaalKlsdes gustos, proprios
para o carnaval, fondo ttmbem de merina
escossez muito teressaptes, que vcnle ou
al -'i por procos muito baratas, por tor gran-
''' ."'; 1*0.
LENCO'EOE BRVMAMTE.
O Pavo veole lences de Bramante mai-
t" grandes, sendo denra panno s, pelo ba-
r-::s*imo preeo n -25'iOO cada om.
MADAP.jLOES.
Pe;s de m^d'oolo (rancei muito fino
cm 26 jaid a 3(?.>0C e (i^OOO.
Ditosc'in 2i jardas, maito raperbr
CM--00 eJ400 '. '
DimTBgie fazenda amito fina 5-5(000,
CfldO a GooO al. 10^)00.
DitS franctZfii e ngleze mnilo finos de
40 jardas para dilarrrte* nregos.
A.GODAOZINHQ.
0 Pavirr venue pnr pre^p moito barato
P',>;:s de a!oif'zinho amariaano moito
boin jobo Id jardas a 440WK
Dito com 24 faft's a 4SJ e S;J000
at 64000.
OUi lago ojaca T- moito encar.pado a
6*000.
ALGODAO infestado.
0 Pavo vende o vefdadaira e superior
a Ucainho. de dns Iar^opas para lentcs,
M-ld<) mudo en-or!.) \ o) ca t3 vari.
Diti t.a icida di ;us na .Mgur., 1,5*0.
CORTES DE CHITAS. \ *d4m>,E. iSS (' PavSo vpiod ctr>iO de rbim fr-mrets
fio > com 10-covadv pelo di-niato pre^o
d Jiv-O c-ida corle.
Ditas com 13 cjvadus. pato pter^o da
Su cada corta.
pelo baratissimo preco de 240 e 200 rs- o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, c grande pecliiucba, na loja ido Ptfvao.
RORNS A.16000j
O Pavo recebeu pelo ultimo -paquete da
Europa, boumus dos mais lindos gost06 que
at boje sao conhecidos, e em relago iei-
cessiva barateza, convidam-se-as-Esmasi. Sras.
para as- verem, para assim admirarem*o que
ha de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 69&M.
0 Pavo vende cortes de cambraia com listas e lavores da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
preco de 09000,,por ser grande peehincha.
Ditos muito finos com babadiubos.brancos
bordados a 89000.
Ditos ditos com listas de cores a 49000 e
syooo.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinbosde cores a 9$H)00. E' grande
pechincha na loja d Pavo.
BRAMANTES PAHA LEeCO'ES.
O Pavo vende superior bramante de al-
, >dao tendo 0 palmos de largura que s
percisa de 1 */ vara para um lencol, me-
tro IfflM e a vara ItfSOO.
Dito de linho puro superior muito encor-
pado com a mesma largura a vara. 25400
Ditos fraucezes mailo finos a 25300 e
MQ0O.
Peg de H^imburgo e panno de linbo com
0 e 30 varas, para todo os procos e
qualidade.
Pecas de bretanba de paro linho, tendo
50 jardas pelos precoj mais barato que se
lem vito.
Pechincha de fioissimo e?gni3o sucelena
com 6 jardas 75.00.
Re$a de Goissimo celena com 30 jardas
a 3(55'M), atoalhado adamascado com 8 pal-
mos d hrpora a vara 25' 'O.
CALCAS DS CASEMIRA.
0 Pavo tem um grande sortimento de
calca de casemira, asfcim como cortes o
mais modernos qne tem vindo qos ltimos
fijorins e em fazenda das mais finas e mais
novas ao mercado, e vndese por barato
preco para aporar dinheiro assim como cal-
as de brrm brando e de cores por presos
muito razuaveis para acabar.
TNICAS PRETAS.
O Pavo receben um grande sortimento
das mais ricas tnicas de g/s preto, rica-
mente enfeitadas, e vende por preeo razoa-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3550000 AT 605000.
O Pavo recebeu om lindo sortimento
dos mais ricos cortes de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos: o*-afei-
tes neceesarios, e vende pelos preces de
355000 at 605000, nao teco vio Jo nada
m3is rico nem mais moderno.
CORTINADAS PARA CAMAS E'JANELLAS
A /5500, 85000 E 10500'j:
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados para cama e jinellas, qpe vea?
de oelo barat i preco de 75300; 85000 e
105000. o par, tendo at por485O0O assim
cemo colchas de damasco para carass de
nolv i8, e grande sormeato de tape'es tan-
ta para 4cadeiras come para ornas, pianos,
portas, etc., lado vende, por precas. razpa-
els.
CAMftAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia-traos-
paren;e propria. para yestidos a 25500 e
350.10.
Peca de dita muito fina com 10 jardas^
tanto ta iada como transparente a, 45,000,
500Q e 65000 ata a, mais fiaa: que. -ve,}
o merca lo.
CORTES DE PERCALIA COM DASSAPAS
a mm.
O Pavo vende bonitos ofertes d.e precilia
coai duas salas, seadaa^idst, de, mu.t<)
gostq a, 45C0O, LecbiOcIja;
BAPTISTAS DE GRASDE -NOW&ADE
Q Pavo vende um grande ^ortiraeojo
dasmais moiem, bfptistos comlrsde
MACHINAS
eos f18 A
roa No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costora, das melbores quaKdlds que existe
A loja,d>gna branca ra Duque de Cax[nalAmerica, das quaes moitas j sao bem
n. 9ftrecfbriiova remesSa1 proveitoses aa- conbecsdaftpetot'Muaaoioresi cono sejam;
neie, colare geetrieto,- e ^haa-J2^S'' WtUer & Wilson, Grover 4 Boka, Sllen-
SSSSS*l*kpK,CTOpre ^l^ttdSa8,'lfeede-Iperiae8.e nutras mnitas
Diadema dtmradfes Jg/vist*dVerS) 8gridar ao# com'
A lojad^guia bwwaj Tna*hm'deM?axli f"lM macbinas tem a vantagem de fazer
SO.IreeeteftfloNminenleboiwesdmdemay-dawradw ,T,K,,Kn llfl triol ntnivirA rMulem
eeafoittdoe com pedras* atyrtwe*,'obfas,* gos- o trabalbo que. Insta costoreraa poem
tocphaniasia. Tafneem receben naws- grampos lazar diiframeaie O cozem com tanta per-
itos oualSnetes cem flores1 pam a eafce^1. feicjlo como as mais perfeita costiireira,
LeQUeStOOm. baUflUetSi aO Paante-sea sea boa qoalidadee-ensioa-se
, M*x! a ^ab31"31"com parteiO em menos de orna
I
Pede obler em poo'co lempo cos o oso do mlbor oi licoresa ajamada
HESPBRID1NA
Faz^eito annos que coftbecido esle-precioso tnico, e difficil acbar orna pesaos
qae, tndo expementadO pesswrfaerjfe, nao falle em sen favor, ji como bon eatomaca
e apetitador, tomando nm calii della antes de jantar, oo como fac itador da digestir
Iwaando^e^epsie
da HESPERIDINA a LARANJA AMARO*, nao bamv a habitante do BRASIL (aterra
especial das lannjas) qne tao cOBbta at propriedadas medicinaes da don rada frocta,
ora ben, a
IABAMJA AHABGA
em sea estado natural tem nm gosto ponto agradavel, e o mrito da Hesperidioa con-
siste em retar anas boas propiedades, e ao mesmo t-mpo jpresenta-la como
EXQUISITO MCOB
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL dSo tem nada- qne invepr aa
melbores importagoes europeas de cathegoria semelbante. Estas, qoaodo moito, podao
ser gostosas, porm a Hesperidioa 4 a combinacao perfeita do
AGftADAVEL E SADAVEl
Para prova de que om artigo do qoal pde-se ter iuiwracoo&aoca. por ser poro
e innocente, basta dizer-se qae foi plenamente approvada e auto-risada .pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permtindo sna livre eiaboracao no imperio ; ouu-j
BOJ. PIUIV.%
a acceitafSo geral que tem em todas as partas oede A aposentaba. Eai t64 estabe-
iecen se a primeira fabrica em Boenos-Ayres ; em 1809 a segooda em Montevideo ;
DO dia da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR inaogoiou-se a fabrica qoe actoalmeate
trabalha na corte. Em Yalparaizo e em toda a costa do Paaifico lem boa acceilacio,
tanto qae rara a.casa qne considera completo sea aparador sem orna garrafa da
hora. O oe presos sao ta-> anamudo qoe
A tja>d>kfaiA4#aaea n. a9, recebeu urna pequeaa qaintidftde/kfjiielW -i-----. .. ^^-------..
bomtos leques cont,&Bfloete;e.oulrpi-^iiiezes. -r- / pfedarnj allem- na ru.' d.i-uia n.
ailia-Ciar <\ pelt jldbranco grado, repolbo em barricas, len-
klojad'aguiabranca a roa Duque d"5i*S' *lHs, sevadinha (Pude), sag, ammas,
\,{k>, reeefceu ootd reme dos,afattflo ttbneaB- magas e cerejas seceas< tumbam temvpara
teaTubin, Legrara e Gendray. '_ vertder duas balan?essflf andes com gaii'hos
e bbgos, alguns pesos, duas rodnhasde me-
tal para carrinho de mo, urna forma e um
"orpo para fazer hostias e obraias, e urna
ba.
jDiadeflifts- e- grampg^de
Caxjas .' 90; 'riebeji novameate bonitos' -atade*
mas e graxpos de ajo.
' Bicos e- soda-pretbfreom
flbees- dia ooces.
A loja- da* aguia branca, rm do-Duque de
Gaxias reebeu, nomo novidade bonitos bcs" de
sed p^etus cpm, floYes. de cores, sohresabfudo-nel-
Jeo*PHe-em oaearaada, e todos mu proprios SEGREDO'" IXONOIHA '
para barras e outros, enfiis de tesjides de gra*
nadjne, ou m.'dina- o ontrfts.fcttrmlos Ir*paren-
tes. Pela commotldade dos pre_os.essesbd)s tor-
nam-se mtiSicommiMla.s e fla nov*laue4la--gfttM,
(irtferiveis a quaesquec oitkrws tmkutti.
Veos otr raantinbaepretlag,
Aloja,4a..aguia brancada ra daDuquo i1. C:i-
xias.n. 50, rcftlttii-bwto6-vos uu uuniiali>-
prelas de seda com ftocas,,e outea a iaUv^ ^b
croch, e veuJc-xs pius barato^. ftreeo>.de.,3jb
4i.e 60OPi A fazenda- boa. -est era pf .'eih>.
estado, pelb^iue ceaaa a U, ptoinpJa.oxtrac- pjj-gg je [>gis
cao
Diademas e adterejos de ma-
dreperola.
A> loja da Ai; lia ln-am-a raa da. Etaque >
(Gaxias n. 50, recebeu urna pequea porca: da-
diademas e-adereces de matlrq;i'i-(4a,.<.l apurado gosio.
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Vlbutina do todas as cores ; so na.rua Duque
Oaxias u. 63 A. loja da esquina, de B<
Silva A C
0 bomem velha toma Hesperidioa para obier
VIGOR
0 bomem doenie toma Hesperidioa para otilar.
h


r-


OTE-E
'. Vende-se um sitio com urna casa terrea de
nedra e cal, ten*)-..90,,palmos de. fundes, era
chaps proprio.: roa da Floresta n. 2, em Olie-
ra, ,pt*a ver e4ralar na mesma casa.
-...I. ~-" ~.A,.-.*.,,
CELRRIDADE.
Obtem-se com o uso
DA-
" UIJECfjO SHOST
- nica, hygienica, radical einfallivdl nacu-
raldas^gooorheas, ftores brancas e fluxos de
Via 'especi, recentes ou chronicas; e que
eflorece como garanuadesaUtaresresultados
Sccontinuada applica^o que sempre com a
maior vantagem se tem IVito dell*. nos bos-
Unico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& Q., rua Larga do Rosario n. 34.________
Graude. galope
Para piano.
Z)oi: F. Libamo ColciSs
Ataba de publicarle e aclia-so a venda este
lindo galope com frontespico especial e anlo-
go, composto pelo muito talentoso c simpatliico
mae$tro Colas.
Preo 200).
Al na Nova n. H, armacm do Azevedo.
de Qaxias u. 6D A, loja da esquina, de liento da
Perfeita novidade.
Grampos com borboleta*, beaouros e gafar
nbotos dourados e coloridos.
A loja- d.l agu branca, rua> do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos graqipos coia iKir-
bolelas, be/..mros e gafanhotos, o que de eert
perfeita- novidide. A qaaatidade petmena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinlias ornadas com
pelucia ou acmiiiho
A loja d'aguia branca rua Duque de Catias
- 50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
- s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas cora arminho, obras estas ae mnito gosto
e inteiramonte novas.
Guampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja d-aguia bmnea. roa do Duque de
Caxias n. 50; recebeu novaraente bonitos gram*
pos.brineoa e roielas dour.ido ; asaim comett' *niiiliii A*tm*m*>mt neos ostos. a
novos diademas de ac, e como sempre <*!
ma a vendc-los por ].refO> raroavefe
O bomem dbil toma Hesperidioa para obler
FORC2A
Nos bailes as donzeltas e os mocos.tomam- a Hespendiaa: para
aainacio dorante oe loncos gyroi da
RARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n. 7, t*'udtt
grande especifleo, e venciem-no nos depsitos segoioies-:
Joaquim Perreira Lobo, rua da Imperatriz.
Zeferino Carnero, rua do Comroercio.
Marcelino Jos Goncalves da Ponte, rua da.C.adea- a, ii
Antonio Gomes Pires & C., roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires C, ces 22 de Novembro.
Gomes d Irm3i> hotel da Passagem.
oblar .boa cfo
recAbexainiesM.
BARTHOLOMEU bt C,"
Pharmaceuticos prenctiados em- divereas exjHDsicoes
ELXIR SEDATIVO PEFTOftAfc
ANTI-ASTHMATIGO

> iB
wm>
ESPECIALIDADE

(HIEREN m till f
4 Rosa Branca.
Chapeos le sollcabo de marfun a
1231)00.
liuiuiultti* a irrito.
(tipaiiailiiic preti a 800 rs o cova-
do, ultimo gosto-pcira casaquiulio e segunda
saja.
lauliiiiin tiMUparcnte finaa
4jye,o0t0 a pe?a, com 8.1/2-varas.
1 Iui|h'm>s pitra baptisMktlo oy
para meuinas pequenas, -causa muito cbi-
auff a MW.
Vtnde-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
qne Pica entre o. doconuiwndwlor Tan*, e o do
desembarpidor Dorias carnea d vi venida, dfte-
renles arvoredos, grande- baixa de canto) etc.,
dando os fundos para a entrada ilo.trift^-i urtia-
nos ao p' da'estacab di Jaqueira : a -tratar na
rua do-Amarn-n; 37.
Taiide-sq
Farfullar- de mandioca a 3?8 o
sacco.
N rua da Madre de/ Deo? n. 7; a ella, era
guanto nao, se acaba.___________________
Xarope d'agriaa (toFai
- Aiitigo e coneoituado medicamento para-j
cura daa-molestias do9 orgaosimperatorios,
como a phtysica, bronchHes, asdima, et^.,
applicadOiajn.ila.oo Optinvos.rosuaatie m
e*t;arbto.
VteBde*e na. nbacmaeiae drogara, de .Bar- ^ ^ yara fi^nda. tholbm,en "i:,,.ru targa doBosario n. 3*v $ vara.
i .' .......;-----..i. Wl J'.'l) t l'L "
novis que taa vindo ao mereado sendo
moito mais largas d^ ffoe a*ebitas francezas,
e venia g baraUssMi. preco d* 500 J-dr^T'
cada covM. 151.W d;
44Qrs, o covado, e mais ordinaria a 280 o
covndn.
Mira nfnallliuio a 17*00 a vara,
muito fino, c tem os mais lidos dese-
nlius.
' ( idvim pura euHMtk. a 49500, sao
Conasque todos venden a 7-2000.
(nsa li/a fina, a 5*000 a pega.
. Tfudo istoiemuito barato
poique a llosa Branca s, compra a dinbei-
ro e vende pelo, tnesmo sjstema. Manda-se
lrar as-casa*,
um terreno no becca do Es inheiro prjimo a
strad4,de ftrrtidfelWinil*; coia *7p[ palmos do
freiito e fSO de funda: a tratar na pra,ca da In>
depeadweia-g.;3f. _________________
i as-
Vtnde-se um oafial/t iil'iieair'lo/d.ia-
lii-ntas, muito Umi"% ftijbxwes aacpcM^ da,Sr4 (^rii^,j^dolfo|ji'|a,n*T
Gljej? ram
Crewer A, Ba"
*> >''*...'
lAftJtiraiyfeante
Vtada.se auu, maMMa -perfito estado : a tratar na rua da Madre, da
cor, proprias pura vestido, cotn.as,c.(ire.8,ma.3 l*)ea^ jl.^*.:' aadiuu.
tifco
Cajdairas-pretas drmn
ejierela : neis anna
(jH-ee Asma imtoliats,
Na-ra doLiyj-amenjQ, nv2, vendfl-sa aj^adao
Trancada de dua laMOMS tom^paiMO denifo %
. L
Pharmacia de P. Mjaucer & C
XAOP
Novo tratamento da Atthma, tosse, convulsa, defluxo catarrheu, etotku at molestias dos vulmat*, I
que tem feito importantes curas, e que boje o nica acceito pelos malbres Mdicos
DEPOSITO OERAL, 3*, rua Xorjo do Rosario, PfiRWAMBGO
Cadeiras oratorias con afsemo-de palhiaha
30/000 cada unta no am dii Aoclio, arma-
tem do Tasso Irmioa & C.
TASSOIRMQS &
Em seus armazeus rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por pregos commodos :
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgote.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de dcscaro^ar algodaa.
Machinas de padaria.'
Potassa da. Russia om barril.
Phosphoros de cera.
Raga em garrafies.
Sevadinha em garrafdes.
Lcntiihas em garrafoes.
Hlmni da aJmaica.
Viiiho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madcira.
Potes rom Iinguas c dobivdas ingiezas.
Licores finos soriidos.
Cognac Gaulbier Freres.
Lata> de toucinho inglez.
Barris eom repolho em salmoitra._______
Charutos deHavaua
no escriptorio de Tasso Irmos &'C, rua do Amo-
rim a. a?.
- "M ""------
Milho de Mamanguapc
na rua d.\Ma-
Vende-e porpre{o commoo :
dre de Deus n. .', priirwim andar.
.
( aos pais de familia )
-r^-
Farelb.
n
-
de UApa nfl9 ultiofi navjoa ein- sac-
s e de superior qualidade, a retalbo ou-
: na,ry du Gojntoehln. 3}> %gun.
CsBs
l);tl (lAm. i luVtil MU- NC^IUUKk [^
H pr.a a poobincba na lo>,
i aa-Imperatrh n-. 56.
T7T-
~f.
3oiii8i fi"iioQa paea lio-
*r ter.eni nni.pe^eoo'tonhe^ nwfp. Cljegueifl,
tina-.*. fti>?^j^wa-Aw. "
per
&ifebs Bteiifiaa.
Lenges de,bniante a ?#*P0 um
IHto fflgmlao 9 t400 .
Cobertas chita 1800 urna
Ditas cretone forradas a 3500 urna
Ditas adamascadas forradas a 3tJ0flfi,
3$00*Jr3000
Colchas de fuslao brancos e de cores a. 3o00.
Ditas de crochet brancas, grandes a ."JOTO
.Gobertofas de algodSo a 1*201'
Ditos de 15 esruros n 3SO0O
S na rua do Crespn. SQikijaide.GuilberjaeJG.
4a Cnnhft t-C. ___________
Vende-se a taverna da travessa da rua das Cru
es ii. 6,-caai nwfos.unJpvpropffe. laraprinci,
pintg : a traan, iia m^u^. __________^
c3RGBEfn
Mambr da Academia de Medicina de Paria,
Medico em chefe do Hospital de S. Luiz
ACCAO l*ODEH0SA E 1NKA1.L1VEL
etilo romplrlo na rara d>s
MOLESTIAS DE PELLE ANTIGS
Vicio do untne, Imij|Ia,ras, eacror|ns e
de lodoa o.-Meiiin, <|iie drpadrm
dtu doenrait eoiOngiosnu (aj plilUtb-n)
letcs ni inveteradas
E REBKLDF.S A ...t-ALOA U OCTM) TKAIAUl.Mn
Este XAU0PE nao e i rempdio terttxo; elle foi atpro-
Tirio pela Academia de Medicina de Parif. Aleni d isso.
resua das numerosas eiperleif la eilaSi nos Hespidles
de Piris, de Londres, ele., elr.. que osle depurativo o
melltpr, o mais aMtrv.e o ntus ecmiumicn.
I'ari*. n? 2i na PqissoBnire,
Pharmaci DESLARIE1S, stiece-ssor (ie,BiTir,Nr
DtposUut** todaws PM/irti)W-ws e cafa* dp Ortiga*
tnFH/iw,
lam!*
Kfinavii!
hlVAIOELISI
\ ArQtwi 6 oniprtgado- eom gncees*o smprp igual
pjr curar
AS-nriLAiiucjEi sos bmuchios e Arn:c?SES do peit
iv.nlwr.ida- polo neme (le
BRONCHHES AGUDAS OU CHRONICAS
ASTIIUA^, A)IM*l-.-.r.W, UVAnkilOS
Dnu>s>, Tmbos rebcddes Extincco 4a roa,
A.MASSA, psIos*u iibofnGileJandweUabor, um
nmiwKMwdiMintop.-u->aspeiBoaaqneTiajaiB,oi.
sp titiritadas fl foifar nttitu, Caris, Pharrua&tAs
VUQliliWPH^-^W^^ ri d htMM.M. *U. itPhftul. un> aanif>> '
Ulrieortoposilo, aoudeseacha avenda. u*\
casa de 1'. Maurer A C...
Una do bara^ 0^ Victoria,jin^o.
'artverna da rua do Aragao n, 6,
pOpcipiante, por tec poueos-undos
proprta- parai
a tratar-na
:--' y
. Ve
CanoieiPoy-
,.-*os cancrteiros'sara
o prejo vi? tcaveasa O;
'i|p.l l-iT^
A| verdadeira cerifa da Waviera, marca ban-
deira, de superior (MImV'i<> : ve^Bfe.lTasso Ir-
maqs 4 C. em su armajpnt d rruau *> Ai*vis.
bunier 2IVv _________!_________
Bihja e,,caj
a^arav
WBffit''
FiodeaTg
fentemente c
'ch'pforio de l
Hwr, rua do
re-
es-
Fi-
.UuwtWteWUhifce.1
>r^*j
\j*ad8nv9na nbarnwcia edrank +B*r;
)
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ir
j

7

DE FERRO E
. FABRICA DE MACHINAS
A na/do-Bario 4:> Trhim^ho (ra d>itraiii) ns. 1011 a 104
CARDOS!) IEMAO
AYTSAM, as Srs. de engenhos e ao publico em geral, que leem recebido da Europa
gxandd*Sorl'njeiito de ferragens para engenhos e para lavoura.e quaesquer ouiros usos
e raisteresda industria agrcola, o quetudo vendera por presos razoaweis.
Forman para.aSSUCar pintad*.,. e galvanisadas, de diversos tamanhos.
Y^pOjgg borisontaeseverticaesj bemconhccidos nesta provincia e fra 'della, os
" melhores que teem viudo a este mercado.
MOendaS completas.de diversos tamanhos, obra muko forte e bem acabada.
JleaS mOCnClaS para assentarcm grades de madcira.
laixas (le teirO.de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d'aglia de diversos tamanhos.
KOU&S dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
OoncertOS C0ncerl8m com promptidio qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendlS ^am'am v>r POT encommcnda da Europa, qualquor rsachinismo,
para o que so correspondem com urna respeitavel casa de Londres
?i com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; ncumbem-so de mandar assentar
litas machinas, ese respon9abilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
FUNDICO DE CARDOSO & IRMO
MITA ATTENC.

3
Saares heite & Irmos, com loja demiudezas ra do Baro da Victoria n. 28 (ou-
tr'ora Nova) pedem muita attencao para os precos abaixo especificados:
MIUDEZAS.
.'
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Talheres cabe de viado [ imitaco a 33*000
a duzia.
dem idem cabobrauco 2 B a 55300 a du-
zia.
Caixa de linha branca com iO novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 2i0 rs.
Majo de fita chineza a 1#>000.
Coques modernos a 35300.
Resma de papel pautado liso a 25800, 35,
35500, 45000 e 65000.
Caixa de papel amisade a 000 rs.
dem idcnydem boira do.urada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 600 rs.
Caixa ilo pennas Perry a.800 rs.
dem idem a 400 rs.
-ivros para notas a 320 e '400 rs.
Redes enfeitadas a 1530.0.
Trsnca de caracol branca, a 400 rs. o
jia^o.
dem lisas a 200 rs. o maco.
Microscopios 'sem vistas) a 25000.
Duzia de pegas de cordao imperial a
320 rs.
fedispensaveis de couro da Russia a
105000.
5000 e
Duzia de moias para homem a 35, e^55
C5000.
dem idem para senhorasa 45 e "5000.
Lamparines gaz a 15000.
Grosa de botoes de osso para caiga a
200 rs.
(iiinaldas para casamento a 25 o55000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do a 35600.
Idem idotn idem lisos a 2&500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 15000.
Pegas de fita de velludo de todas as cores
e larguras.
dem idem de grosdenaple, idem.
Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
lte.
Mascaras baratas.
Chapos para senhoras a 85000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 15200.
dem idem kananga do Japo a 1#200.
dem idem divina a 15200.
dem idem Magdalena (novidade) a 15500.
Frasco de oleo oriza e philocorae a 15000.
dem idem antique a 400 rs.
Opiata moito boa c fresca a 15, 15500 e
25000.
Tnico oriental de Kem a 15000 o frasco.
i I.'


i.
Esmeralda

om
as
Acaba de chegar a este estabelocimento um importante sortimeuto de joias de
ouro, do melhor, gosto equhdade que tora *i*k esto $mm>, como cassoletas de
ix com lwttras de diamantes .o pinturas tinas, aderemos o meios aderegos com pedrs fi
s, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes.gostos e qualidades, para'homens e senhoras, desde o
prego de 405000 at 3005000, sendo estes ltimos de raacliinismomais aperfeigoadoipos-
sivel o guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 165000 o 405000.
RA DO CAJttlGjt N. 5
M01LEIRA MARTE &
*
M
Leques para senhoras a -25000, 45000 e C8'13 de Ps P3 lentes a 200 rs.
7JH)00. dem idem de pos chinez, o que ha de
Vara de fita escoseza larga hoje grande.melhor, 500 rs. e 15000.
- ovidade) a 40000. i Mago de sabonetes inglezes a 600 rs.
Duzia de collarinhos borlados para ho-[ Duzia de sabonetes-de amendoa a 25300
vOOO.
mena a 85000.
dem idem lisas a 65
Duzia de cachimbos
25300.
Idom idem de madeira
39600.
e 35600.
dem idem com flores a 19500.
pe de gallinha a' Frasco com SalTaparrilha verdadein a
I35500f
com tampa a Agua de cologne, banha era frascos e
' muitas perfumarlas de gosto e baratos.
na
QUINQUILHARIAS
Masoaras, brinquedospara criangas,'bollas de borracha, tambores, cobras de madei-
'<., e muitos objectos que se tornara longo mencionar.
28 liii do Kara da Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas-de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fi
l'ogoes de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobra aasa
l'regos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarogar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Salangas, pesos e medidas.
EM (1AJSA M.SHAW H AWKE8 C.
RA DO BOM JESS N. 4.
JOIAS
N. 2 ARa do) CabugX. 2 A
HAHICOS rt I !! 1IO
Vcliando-e completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os sous proprietarios eito urna importante acquisicio -do
joias as mais modernas Tindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel pubji60,afazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar comprar ,uma joia de gosto por
prego razoaWl.
Acaba de cl^gar palo u) /fl* Bopftta,
ova remedia ff^*-f
flr*nd dames ChaMbUn, i cm
ra do Commcrcio n. 0.
iii>va reme^sa do'Agua de'-Viahy. ds"7o|tes,
HantiWB, Crilestln?, fopitaj,
(iart-.mtj'inMt ifrrrfl?,

ada

liara npigiM;
Noengenbo Boa-Vista, do ftbo, vend.
t efoiw e gcjO) : jqnem pretqnder nqde. tt
ir-se em fiitr nfenne, esugo da lha^
Vende-e, arrenda_so ou permuta-se, por,
(irras/jue sirvamojiraplantar caima, qijia padaria
sfta no pateo da reir no povoad. .'dos "Montea; a
tPMr comben proprietafio no ttUmo povoado;
paranformagi5e>, oom os Sr. Rocha Lima ftX.ui-
ifaraes, ruando Jtom Jt*u^{oua-'i-a da Crua) n.
16, ou com o sr. nicomedes Mara freir, no
Caes do ,Apollo, n'esta cldade.

a-L>a uelhor quah#dt! e para .tedo genero lie
abra, relalljase ppr,.preg g-Madrede'Deasn.'S.
RE|BBE
Apparelhos de mesa de C. Christofle do Paris, fabricante de
plaqu o mais acreditado na Eurqpa, tanto na qualidade como
na limpeza dos seus mdulos.
Faqueiros em caixa, colheres em duzia, aparemos de cha,
bandejas de todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, castigaos,
saleiras, farinheiros.etc,, etc.
Eeoebeu tambem
Orandosotimento dequadros muitos vivos, com as estam-
pas, asnrais bellas vindasnestajnaga.
Recebe encommenda'para Porto, Lyon e Paris.
Eal)!'ica ileirnaiiieiiliis jku'i S^'cjas. e imageas
n
I)
w
DO
NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
LoiirencoPereira Mondos(iiimaracs
CASEMIBA PRETA A 25500 O CORTE.
Vende-so cortesde casemira prcta para cal-
cas de homem a 25500, 45500, 55 e 65O00.
PANNO PRETO FINO A 25500.
Vende-se panno enfestado proprio para
caigas e palitts a 25500, 35, 45 c 55000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM A 19500.
Vende-se dortes de brim para caigas de
homem a 15500 e 25000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBKRTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. o covado.
MLSSELI.NA DE CORES A 400 RS.
Vende-se inusselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTAO BRA.NCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
C 400 rs. o covado.
CVMBRAIA BAPTISTA A-400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
COI.XAS DE FISTAOA25500.
Vende-so eolias de fustao, de cores, i
25500 cada uma.
COBERTORES DE PELLOS A 15200.
Vende-se cobertores de-pellos o [topados
a 15200 e 19400.
SAI AS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores a 89600
e 25500.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhos felpadas proprias para
rosto a 800 rs. cada uma.
BOLSAS l'ARA VIAOE.NS A 39<)0.
Vende-se bolsas para viagensa 89, :i53t.)
e 45000.
LENCOS RUANCOS A 2-r-OO A lil'ZlA.
Vciilo-se lonros hrancos a 19090 a u-
zia.
GROSIMCNAPLES -PRKTO A 19800
Vende-se grosdatoaptes pn-to para Tfistiio^,
a 15800, 29; 5500, 39, WW e 59000 >
covado.
MADAi'OI.AOFI.NOA 9(K,(.
Vende-se pegas de madapolo, a 19000,
19500, 59, 89, "5000 e 89000.
A.r.oio a S9W0.
Veude-se pegas de algoda.i bom a- 45,
19300, 59, e 59090.
AMIOIIAOKNPKSTADO A 90q RS.
Vende-so algodV> cilfestado a 900 r.-'.
metro.
Kl'Mm.fc M-
Pharmacia de P. ^faurer & C.
HOWE
SOASES I.EI1E, IRMOS
NICOS 4CE6ITES
A'
ttua il Karslo da n. 28
As mais simples, as mais baraase^ae mlfaores do mundo!
Na expo$i^a.} de Pris, -em-1667, foi concedido a
Elias Howe Juuioi, a wedalha de ouro e a condecora-
gao da Legiao.de Hanra,,po: seren os machinas mais per.
eitas-do mundo.
A medalha 4^ ouro, confunda a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposigao
estas inadbinas.
le Londres acreditara
A
C:.bo-uos o d#er de annunciar que a companhia das*maehmas de Hovre de 'Piova-
Yorft, estabeleceu nesta cidade ra do Baro aa'Victoria n. -28r um aposito e agencia
gral, para em Pernambuco e mafe'proNTncias se^veitderem as'afamadas'maehinas de eos-
tura de 'Howe. 'Estas machinas sao justamem^'apreciadas pekpe*fei?ao -de seu trabalho,
empregando uma agulha mais curta com a mesma'qualMade'tielinhB que qualquer outra,
e pela introduegao dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos -aetnalmente habilitados o
offerecer no exame"publico as melhores machinas domando.
As vantageiisdestastJiadMms sao as seguirttes:
Priraeira.O publico sabe que tilas sao duadoura*, ipara .wto .prava .inconlestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercad: tuatbiuas de JIowe em segun-
da mo.
Segunda.Conten o.material piooisoq)ar*iepawu.quoiquer do*arcaiyo.
Tereeira.Ha nellas menor fria^o entre'OftdveisaS(pfias, eniane-rpido estrago
do que as outras.
Quarta.'Formara> o ponto ce-maso Ora,feitof.r.mio.
Quinta.Permitte que so examine >o .trabalho .da-ambo^ fifi Iks, q quese nao cousegu
nae outras.
Sexta.Fazeiu ponto iniudoni!caseuib'af.aUaisaiHlo o lio de um outro lado,
e logo em. eguida, sera ..modificar-se a ltoasaaidft -linha, czem a 'fazeoda mais
-
m4.maar&:&J-ae*:quandu se tem do mudar.
na>
Stima.O compressr c kvantudo'
de agulha ao comegar nova costura.
Oiiava. Muitas compauhias.de uiaghina.tticotjturaj, t^n.do.jMcas .de,grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora .populares* sao.hqjo quasi doicerdiecidas,-outras soffreram
niudangas radicaes:paropoderem. substituir : ftlpatentoaifltuftpanhia-da machinas de Howe
adoptando a, opiuiao deiEUas I HDwe,.m.e**re em artes mechanicas, tem constantemente,
augmentado o seu abiico, o faoJ0-iOaoitMttde a,a-flapEat(1f|OsAeiiqe U$ i600 .machnate
-pordia.
Cada machina acorapaohalivretos qoj instruegoes; em, pprguoz.
-
i\Uu& Ao 3a$%q-3* Vi^oxia ,n. 28.
'' "'
~........ -._
ii1..... "...........-----------
i
VERDiDEIilO LE HOY
EM LIQUIDO OU PILULAS
|Rue de Sene. 51, PARS
Em cairagarraf;., %:, entre a rolda e o capel UB!
que lea o me sinele, um rotirio inipreso etn ama-
ello com mi sello *ICX0I1ET. PAI.IS. Enc.niail
bre fundo ngro.
N. B. n |wre Pars, reetlx-se 7J5 francos de inedic-iniciilos
Deposito principal
do legitimo Le R>
em Caza do boso
inieo afent* pelo
BraiU a SiK*it de
icerb na Babia.
ue-se tas irancos ce mee
ipal /7
HiHWIIili'lililill
Hvgienica, infallivel e preservativa; i nica que
cura sem ouirosiippiuiueuto.Em Paris. iinenlorBaoiis
158, bo'ilevaid Magenta, e Das principis pharmacia.
MKDALH.t DE HONRA.
FIGADOdeBACALHAU
FERRUGINOSO, CLARO E TRIGUEIRO
DE CHEVRIER
\Caval'e1ro d* Ltgiode Honra.Officia^
do MedjidieCommendadordaordem
O ole* e Chevrfor deTe o seu aroma
a subtancias balsmicas que aind
augmeniao as suas propriedade3 thrra:
peuticas ao meamo tempo qv.e o torna
igradavel ao tomar-se.
O senhor Chevrier completou a sus
descub'Tta associandoo Iodureto de ferro
ao aeu oleo de ligado de Bacalhan. Este
olee de ligado de bacalLr.u (erra;
glao*o posue todas as propriedades do
oleo e do trro, de fcil digeatfio t
nunca causa pris&o do ventre
Todas as celebridades medicas o pre
ferem fts oatras oreparaedes ferrugino-
sas. ConTem em todos os casos em qut
ie emprega o ferro TUIca pulmonar,
roarhltirN, Hachlli-.nio, l.srrofilus,
EmpIgeBit, Gola, IHi'UtuatKniu. D}a
pepNla, Convalecencias demoradas r
Praqnesa de coastltalef o
oipoBiTOEM piRis: Pharm CHEvarEB.
Si, Faubourg Montmartre.
llnico deposito, a onde se acha avenda na casa de Y
Ra do baro da Victoria n. 25.
Maurcr di c.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM IODURETO DE FERRO INALTERAVEL
APHtOVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
PoBSuindo as propriedades do ios e do pbbks), ellas convem especialmente as Arric-
c5ks escrofulosas, a Tsica ao principio, a fraqutza de temperamento e tambero dos casos
de Falta de cr,ave^orrhka, em que necessario reagir sobre o sa.ngde seja para le
restituir a ana riqueza e abundancia normaes, ou para provocare regular o seu curso peri-
dico.
X. B. O iodureto de ferro Impuro ou alterado i um medicamento infiel,
Irritante. Como prova de pureza e autdenticidade das vcrdadelraa
Vilalaa de Blaneard, deve-se exigir nosso ello de prata reae-.
Iva e noasa firma, aqui reprodmida, que te cha lia parte Inferior
de um raalo verde. Deve-se desconfiar das faUiflcac,oes.
Aekit^eea leda aa akarmaelaa Pharmaeeutico, ra Bonaparte, 40, Para.
Veode-se Da pharaiacia de arerdC, roa Nova n. iS.

ljelos francezes sextavados
De 45:00 a ..rOOO
o itiilhcii-o.
Estes tijo'o<;,'fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhore* e os mais efcononiieo
pela sua boraieza para larUiar os paviinentos
terreas eme. asas, portmanto, pouco mais cusan-
do do.quo 06 fwtoa no paiz, sao, sem comparacao
alguma, superiores a. estes pela limpeza do que
sao susceptiveis. Custam, alm disto Imenos da
dcima parte dos. de.daferealos .mosaicos, os qnaes nao est
certament^ao-alcaEce de todas as forlunas, os
ao empregados e proprios para as salas princi-
Alm da vantegem que ha no empn g(
tijolos-para es pavimentos (erreos e casas
de campo, tem .astea anda a de seren.os mento-
res e mais pronrios para ladrillar eozinkis uo
sobrados da etdade, atiento, a sua solidez c .pouco;,
peso, esteudo mais que .provada a conveniencia j"o4
desOTem-asM>albadas as cozinhas todas de tijolo, I___
enaos a.parte jnnta ao.focao, .no que aleas
companhias de seguros se deveriam nteresaar.
Vndem'se Bos.armazen? de larinha de Taaso Ir:
maos *T..,bo caes do'Apollo.
exmr.cAir
rirtau
aa
UM
CQ\mt.iiocs*
HHEl'tlATIIIlC^
IrtNlius
OflJfi.1
Is*.-;-
l .
^ErOPUfATm
O-
n-
Mal r
i.Hiirnr "* ""*'. ~~ vi-' .\liii
DEPOSITO GLRaL
NA
Pharmacia e drogala
M
BaHTHOLOMFU P-.
-Ra larga do iu.ano ~-3ii
Vende-se ou aluga-^e
o wtorado a da ra do Itio, na fragne-
iadorViojyda Panella, com 3 aalas, *
Superiores cortes de cassa de cor, -ire o^ndY-e-deper^Ha comtbarra e de dauS|
saias., acompaiAaitesdosconipereiites ^^guritios aW eathcte. "Irfcdem na roa 1Prf-|
meirodeliiiiJo^airtigadoCreepd) n.^Joja dss whfniria te-^Tihsnio Cdffa d<^ Vas-1
talos de lla-viuiii
'Dadiversas-martas, receberam pelo ulti-
mo vapw.
oargard & C.
IlllJlllEZIliJ
Vende-se
um . noy, e cqm.duas serpentinas : a tratar ao enge-
nho Massangana, do \.bo.
1
asso
0 bacallao aa iNinupga, i-con* p rr'.f-
dias : tn caef da Allandega u. :, artrirpr
Tasso Irmacs & C
Veude-se cal aova de IiHmm peiomeno'
preco do que em ouira parle : na ra de >!*edri>
Affonso d. C.




**v-
8
Diario de Pernambuco Domingo 9 de Margo de 1873.

ASSEMBLEA 6E.UL
CAlARA DOS DEPUTADOS.
DISCURSO PROFERIDO NA SSS.VO DE 17 DE
JANEIRO DE 1873.
(Coatitua,V>j
O SR. Gf'SM.VO LOUO'(*ignaos dea,Uen-
^u): Sr. presi lauta, ao uuvir o discurso
houlero orofofiio psto >'> Jepota lo p -la
urovinefe ilo S. IV 1ro d:> :iio litan Je do
DI
Sul. impressiraiartiui-ine agrasavel:peirtq a
mpareiaTHlaJd oipucj do espirito _cv.ii
(| i o.u mais de u o ponto referi-
se o Ilustre Ofa i '. a >s nc^oci is que
correin pea importante pasta da jusilla.
A verdade tom selucg.-:. irresistivois.
De outras vezos severissimo, dir-se-hia a 1-
versario implacavcl : o sobre deputado deu-
nosa prava d; que a j.iitica pile s a
consellieira insepai avel de uina opposigo
:>.:ii intencionada.
Nao Sr. prosi bula, qua Dio c.ai'iam os
rnais fualos reparla respeito de ni jilas
de suas refiexos, nao uu u .dolalas deltas
nao consagrara inmerecidas apreriagis o
doacabidos juzos. V paii > politica qu.isi
sempre comprometi lora, o u nobre d >puti-
do Disto deve ter-se otis do urna voz aper-
cibido.
Antes, porm, oeoocupar-me cora >s fac-
tos trazilos idiscussaQJ pilo oabre or.ti quemo proco leu, per.uitlir-iue ha o hon-
rado Sr. ministro da jjgtifri que rocame a
sua attongio para um assu nptu que a nu-
rece. Referin lo-m ? a una ndeessidade da
ininha provincia, coufi que S. Eic, era-
prehen le dore resolalo uoaao e;n promover
todos quintos melhoram'ntos p lein de-
p 'ii I r le sua fecun h iniciativa, tora muito
Din cnii lerag > qn u provincia de l'er-
nambuco raarece p ir mais do urna raza, a
mxima aolcituda das poderes do Esta lo.
O admiravel des-nvolvimcnto das reas
coa: que a grande provincia concurre para
o encargas do paiz d a molida da sua im-
portancia,
do
sru de a liautam rato,
mas ao mosmo tompodo muito que tem di-
reito a exigir. (Apoiados da doputoyo p:sr-
nambucaua.)
Poisquese trata do ercammto da Justi-
na, lo.iurare ao Sr. ministro que o edificio
ca que funecionam nac la ledollecifo varios
tribunaes de primeira e segunda instanaia,
erg 10-se como um vivo protesto contra o
nosso esta lo de civilisago. Tambera a jus-
.1 merece o seu palacio. Eraquantd a
provincia briga la ao servido de nina gran-
de div la, encentra recursos e.n sua receita
para fazer construir um magestoso palacio
para a assembla provincial 6 u.n palacete
i na escolas de iustrucgo primaria, para
fazer reconstruir o seu theatro e ao raosmo
lempo para derramar en larga propircao a
instrurc&o, para manter um dos mais im-
portantes estabeleoinientos Iliterarios do im -
perio, a primeira ca-^a de prisao da America
'; Sul para prolongar a sua rede de estra-
das, e para desenvolver tolos os ifiervicos,
nio Vii! i que o Esta lo lhe poupe o esp
taclo de urna casa, em que se administra
justi^a de apparencia-sinistra, de interior he-
dion li lora de tolas as conrhY.ocs requer -
t! i \\m\\ um tal fku. (Apoiados.)
O propno nacional destinado a este ser-
i foi a antiga cadeia. Quem o nao bou-
ver visita lo ajuizar por aqui do que pode
esto edificio, em que apenas se fizaran)
insignificantes reparos para accominodar os
unaes. listando sito em urna das ras
is espaciosas e frequentadas da ciJade, a
v.-lia prisao presU-se a ser convertida em
urna sobarba epastruegao, sem a grande
despera que motivaria a coaipra do terreno
em tal 1 o;alidadi", e po den lo ser aprovei-
t 1 i inuito material.
era se diga que \a nUto o amor do
lua. Tal como est, o edificio do nenbum
molo se presta aos trabalbos a que est des-
tinado. Os ligeiros reparos inais de urna
\-ez solicitados por um llustre magistrado,
O nosso distiucto collega r. l'reitas llenri-
ques ^ ha algum tempe autorisados pelo go-
\ ..Tilo geral, sao boje de nenbum valor ;
voltaram as cousas ao seu aotigo estado. Da
necessidade que iu lico ao nobre ministro
pode dar mais valioso testemunbo a honra-
da deputa$iq de Pernambuco. [Apoiados
da deputacao peraambucttoa.j
O Su. Solz.v Le&O : Est defendendo
iKiia verdadtira necessidade da provincia.
O Sr. GusmXo Lobo : E um servido
i i esperando ver realisado sob a iufatigavel
a IministraCalO do actual Sr. ministro da Jus-
tina. Quando nao Ibe permlttissem as for-
gas dooivami-nto acudir desJe j cun os
moios indispensaveis reconstruccao do
editicio, reconstruccao que deve comegar
por sua base, pego instantemente a S. Exc.
se digne destinar urna verba que tenba im-
iiata ajiplicacao a reparos urgentes.
Este pelo menos nao podem ser adiados.
Nao querer o meu Ilustre amigo o Sr. mi-
nistro da Justina que um tribunal augusto
cono o do jury, em que o cidado cha-
ma lo a exercer urna das mais nobres func-
coessociaes, e funego gratuita, continu a
funecionar em urna humilde sala desprovi-
da de um tudo, sem mobilia apropriada,
sem nenhuma deepragio.
Seguro como estou de que o nobre minis-
tro ter em attengao esta real necessidade,
passo a referir-me aos lamentaveis aconte-
cimentos de Bag, um dos raros esemplos
invocados pelo nobre deputado pelo Rio
Grande do Sul em prov i desque a adminis-
tragaodajustiga anda desviada das regras
que a deviam inalteravolmente dirigir.
Cumpre que so saiba particularmente
como se conduziram os fallados aconteci-
mentos e qual o modo da intervengo ejer-
cida pelo governo paraassegurar a livre acgo
dajustiga. Verse-baque osla intervengo,
ebegando at onde poda chegar sera que-
bra da independencia do poder judiciario,
foi dirigida de maneira a acautelar o gran-
de interesse da punigo do crime.
Em um terreno quo baviam obtido a titu-
lo de aforamento perpetuo, edicaram os
subditos italianos Chicbi um inoinho d'agua
para cujo servigo Ihos foi preciso por em
contribuigo o arroio que corre na proximi-
dadede Bag, e do qual a populago estava
no habito de utilisar-se como de urna ver-
dadeira servido publica, que era. Priva-a
deste uso, a populago comegou a inquie-
tar-se...
O Sr. Silveira Martiks : Nao ver-
dade.
O Sr. Gusm&o Lobo : ... e a cmara
municipal nesla parte, interprete dos senti-
mentos de seus municipes, dirigio-se ao
governo da prgvincia a representar contra
a inconveniencia da obra que os irmos
Chichi comegavam a construir para explorar
o arroio em seu exclusivo proveito.
O Sr. Silveira Martins : Tambern
uio verdade.
O Sr. (usm.Vo Lobo : Pendento a re-
presentago, um muyimento de impaciencia
dotenninou um griipp de povo a protestar
com v olencia contrfo que lho pareca ser
o esbulho de um direito. Este deploravel
acontecimyoto deu occasio a um conflicto,
deque infeliz monta proviewan a mirle de
um dos sub utos italianos e >ario* ferimen-
tos o.n peasoas do jwvo.
Po;1 este faeto, que uenhumi previsio
pjderia ter acautelado, nao pode ser langa-
da cunta do governo geral ou ao da pro-
vincia a resppnsabilida le que smete de-
p lis de iiiuito temp Ibe attnbuida.
Logo que informado da_ criminosa inter-
veqcao do delega 1 > de polica da ci la le de
Bag, a quem so imputava haver participa-
do do conflicto, animaiido-o coui a sua pre-
senca, e talvez excitando os nimos, o gover-
no do Rio Gran lo do Sul fez oquehVvcum-
pria u caba na algada do poder adminis-
trativo, demitti-jdo de suas funegoes tanto o
delegado com i outras autoridades mais ou
men w susp -talas de co-participago direc-
ta ou iulirecti no debuto.
Por mais que seja triste recordar factos
desta naturoza, em que se v a a'utoridade
e; piecida dos seus .leveres at envelecer-se
polo prmo, ninguo.n so avisar de attribuir
i a lministracao prxima ou remota com-
plicida le moral. (A|i>ialos.) O cida#o
investido de um cargo policial p.le vir a
desmentir o conceito que inspirou ao ser n*
o a lo, se.n que dahi deva inferir-se que
sua nomeago nao len'n presidido o mais
discreto arbitrio. Estavam ueste caso as au-
lori la les de Uag. At o momento do con-
flicto estavam limpas da imput ico desairo-
sa : passjvam por sor horneas bous da loca-
lidade.
(lia ara aparte.)
Gomo quor que seja, convenha-so que
at aqui o procedimeuto do governo escapa
tala censura. (Apoialos e nao apoia-
dos.) Vejamos, porm, como os factos se
succeJeram.
Pronunciados varios dos indiciados no
processo (|ue instiurou sem perda de lem-
po o juiz municipal, cleu-se o recurso da le
' iz de direito da comarca, e este
conhecem 'sobre
(p oiados.)
Em que peze
attentado de Bag. O honrado Sr. consolhero Pinto I.iai.i to.n e^pritos privilegiados, poucos que, segupdo
aoiuAre
descoberto que neilief c<
um neme firmado no pbit pelos seus relevaif-
deputado, tica a tes servigos4i*duplo carcter de magHw
como era auateges e administra lor, para, une possa caber-Ibe
assumptos, gottriio'andou inspirSo Aft tio inundamentada censura, como a que
melhores e maisfreprebensiveis jiOrmas'd* lhirroga o nobre depulado. ( Muitos apoia-
conducta. (Muitobam.j Acradito que esta dos.) .<
aopinijodacamara... (Apoiados.) O Sr. Silveir.v Martus :Eu anda le-
0 Su. Miis ru bo Imperio :E" o mais nho a palavra e mostrarei.
que se poda e deva fazer. O Sr. GusjiAo Lobo : Sao crditos mui-
0 Siu Gusmo Loo:....como ser lo laboriosamente conquistado^ para que

para o _
magistrado, com razo ou sem ella, enten-
deu dever annullar o summario, pelas ra-
zos que adduzio em seu despacho.
Be.n ou mal, julgou aquello magistrado
que, em razo da connexo dos dolidos,
cabiaaojuiz municipal conhecer ao mesmo
lempo de todos os factos criminosos a que
dera motivo o conflicto, e nao smente dos
que orara imputados aos aggressores dos ir-
mos Chichi. Na ausencia de regras certas
e invariaveis sobre o importante assumpto
da connexo dos crimes, no silencio do ros-
so direito escripto, poda o juiz de direito
de Bag nao ter seguido em sua deciso os
principios mais aceitos; mas cumpre em
todo o caso reconhocer que, sujeita como
a materia a graves do vidas,' preciso nao
ver no acto do juiz um proceder de todo
panto injustilicavel.
Qualquer quefosse o fundamento do des-
pacho, o como quer que so deva julgar da
procedencia das razos invocadas, o que fica
a salvo de duvida que ao poder adminis-
trativo nao pJe caber responsabilidade pela
deciso de um orgo do poder judiciario.
Antes certo que o governo promoveu quan-
to pode, nos justos limites de sua esphera
de acgo, a punigo dos criminosos. A c-
mara vai ver que acon.tecim.eut0 de tal gr-
vida le nao foi e nao po lia ser ndifferente
alta administrago.
A acgo administrativa nao ficou limitada
demisso das autoridades locaes. Sabido
que o suinmario instaurado pelo juiz muni-
cipal (toa julgado de neiibum effeito, e cor-
rente como em nosso direito que a nao-
pronuncia nao impe tormo definitivo ao
processo, recommendou o governo imperial
que o juiz compete.-.te procedesse como no
caso caba, reinstauran lo a forma|ao da cul-
pa e esgotando todas as diligencias attiucntes
ao descobrimeuto da verdade.
Fez mais o governo. Recommendou que
o chefe de polica se dirigisse ao theatro dos
acontec men tos a informar-so dos factos,
como juiz altamente collocado e isunto s
paixoes da localidade, e a providenciar de
maneira a acautelar os interesses da jus-
tiga.
Tal era, Sr. presidente, a legitima inter-
venido que ao poder executivo podia ser at-
triboida. Qualquer outra providencia que
o governo adantasse, em retcalo aos acon-
tecimeutos de Bag, constituira umainyaso
no livre exercicio de um poder, cuja inde-
pendencia a salvaguarda de todos os direi-
tos do cdalo. (Milito bem.)
O novo processo em que forana pronun-
cia los varios individuos suspeitos de conni-
vencia no fatal acontecimento de dezembro
de 1871, pende de deciso do juiz de di-
reito, a cujo conhecimento subi em grao
de recurso.
Entretanto o honrado presidente da pro-
vincia de S. Pedro do Rio-Grande do Sul,
o nosso distncto collega depulado pela pro-
vincia do Espirito-Santo, havia nomeado
para o importante cargo de promotor pu-
blico de Bag a um cidadi conhecido pelas
suas convieges liberaes, estranho aos acon-
tecimentos e aos interesses locaes, mogo ho-
nesto c intelligente. (Apoiados.)
Esta nomeago pe prova a imparciali-
dade severa com que o Ilustre administra-
dor procurava e promova a represso e a
punigo do attentado. Ella traduz de um
modo inconfundivel o pensamento e as vis-
las do governo imperial. (Apoiados.)
Nao omittirei que o governo mandou res-
ponsabilsar o juiz de direito, encaminhan-
do relago do distrcto todos os papis e
documentos referentes ao assumpto. Era
um caso grave como o de que se trata, e at-
tendidas as circunstancias que o rodearam,
couvinha tirar a lirapo a responsabilidade do
juiz. O processo corre os tramites legaes
perante o tribunal competente.
O Sr. Ministro da Justiqa. : A relago
julgou improcedente o processo instaurado
ao juiz de direito.
O Sr. GusmAo Lobo : -Temos, pois, urna
nova deciso do poder judiciario, que pre-
ciso respeitar qualquer "que seja. (Apoia-
dos.) a
Eis aqui em synthese a historia dos acon-
tecimentos de Bag, ajuizcm os espiritos cal-
mos e desprevenidos, os que amam a inde-
pendencia do poder judiciario como algu-
raa cousa que deve estar superior acgo
governamental, em que estos acontecimen-
tos podem preslar-se -censura. Ha na c-
mara distinctos magistrados, afeitos de lon-
ga data ao nobre oflicio de julgar a quem
esta questo deve tocar muito de perto.
Ellos podem responder-nos se sem quebra
da independencia, que faz o mais bnlhante
ornamento da magistratura, poderia o poder
executivo ir alera das providencias que se
a de to lo o paiz, que nao quereria por ne-
nhura prego ver aerificada a mais importante
prerogativa do poder que a'constiiuico insti-
tuio livre e inlopon lento. (Muito bem.)
Derivan lo deste fausto'tjte todos lamenta-
mos una certa oedem de considerag-
es, tcntou o nor deputado explicar a
phrae, venladeisaraente crael, que em um
discurso anterior deixara cAir sobre a hon>
radissi.na classe da magistratura.
O Sr. Silveira Marti.ns :Anda hotitem
tratei dalla.
O Su. Gusm\o Lobo:Discutiudo a ori-
gem do imposto que, em sua opinio verda-
deiramente singular, resulta de um contra-
to, dsse-uos S. Exc. que o goyorup do paiz
nao po lia metter a mo na bolsa do cou-
tribunte para pagar, alm .de ,uraa polica
que na > polica, uina magistratura que nao
julga, ou julga mal.
O Su. Silveira Marti.ns : Fallava em
geral.
O Sr. Gusmao Lobo :Tanto peior. E'
em geral que esta aecusago se faz de todo
o ponto injusta, descabida.
P le haver na magistratura um ou outro
e raro magistrado que alguma vez se tenba
desviado da liuha severa de seus altos deve-
res, deslembrado de que exerce m verda-
deiro sacerdocio, a cuja guarda, est confiada
a defeza dos mais caros interesses da soce-
dade (apoia los) : mas era geral a magis-
tratura brasileira sabe manter-se ha altura
do seu honroso papel, nobremente irapres-
siona la da importancia ds sua augusta mis-
sao. (Apoiados.)
O Sr. Silveira Hartos da um aparte.
O Su. Gusm.vo Loco :O que se diz a
meia voz nao pode vir para a tribuna.
O Sr. Silveira Makti.ns :O seu cole-
ga e correligionario nao disse a meia voz.
Disse-o bem claro : nesta parte tni ra-
zo.
O Sr. Carduzo de Mesezes :E' urna
opinio individual.
O Sr. Silveira Martins :Ento a do
nobre depulado nao individual f Todas as
opinies aqui sao ndivduaes.
O Sr. Cardozo de Mene*es :A res-
peito dos magistrados puramente indi-
vidual.
O Sr. GusmAo Lobo :Anda quando V.
Exc. o ouvisse ao nosso distncto collega,
bem sabe que, no remanso da conversago
intima, a palavra ordinariamente se abando-
na descuidosa, rauitas vezes pouco reflec-
tida.
O Sr. Silveira Martins :lato fili-
grana.
O Sr. Gusm\o Lobo :Ser, mas o que
me nao parece muito accommodado aosbons
cstylos parlamentares, trazer discusso
phrases colhidas nos circuios da ante-sala,
quando certo que nenbum inembroda casa
fugiria responsabilidade de suas opinies,
chegada a occasio de as manifestar.
O Sr. Silveira Martins d um aparte.
O Sr. Gusm.vo Lobo :-Como quer que
seja a mais acabada ujustiga dizer da ma-
gistratura brasileira que urna classe em
geral muito ignorante.
O Sr. Carlos Peixoto :E' urna gra-
vissima injustiga.
O Sr. Silveira Martins :Mas a ver-
dade que .
O Sr. Gusmao Lobo :Em urna socie-
dade como a nossa, to trabalhada pelas
lulas polticas em que os mais estimados ca-
racteres, os que com melhores titules se
irapena admirago nacional, se tem sen-
tido euvolvidos no torbilbo das paixes, e
nenbum delles ainda foi isento aos juzos
mais severos em urna sociedade em que a
imparcialdade vista como urna virtude,
muito que alguns juizes possam ter esque-
cdo que o nobre officio de julgar e deve
ser estranho ao choque dos interesses polti-
cos ? Estes interesses nao cercara por todos
os lados o magistrado ? Nao somos todos,
conservadores e liberaes, igualmente culpa-
dos de que a poltica domine a todas as or-
dens de ideas soberana, exigente, quasi
sempre mplacavel em suas arrogantes pre-
tenges ?
Se a magistratura deva ser julgada igno-
rante, todas as classos o sao. Mas pre-
ciso recordar que um grande numero dos
nossos estadistas, parlamentares e altos
funecionarios veo da magistratura 7
Apoutou o nobre deputadp um facto para
dar lgere fundamento s suas severidades
contro um distncto magistrado e nao rae-
nos distncto administrador o honrado Sr.
conselheiro Pinto Lima, ex-presidente do
Rio-Grande do Sul. Qual foi porm, o
motivo da grave censura atirada toga hon-
radissma do Ilustre magistrado ?
O Sr. Ministro do Imperio :Apoiado.
possam sor abalados com tamaita facilida-
de. (Apoiados. )
Nio foi mais feliz o nobre deputa lo em
seu reparo sobre, o decreto que readmttio
no quadro da magistrrtura ao honra lissirao
Sr. conselheiro Domingos Jos Nogueira .la-
guaribe.
O Sr. Silveira Marti.ns :Nao tratei
disto.
O Sr. Florenoj > de Abreu : Foi o Sr.
Ignacio Martins.
O Sr. GusmAo Lobo : Pois j que citei.o
nome do illustre magistrado, V. Exc. per-
mittr que nterrompendo a resposta que
lho devo, trate ncidentenicuo deste as-
sumpto. V. Exc. nao tomar como dos-
corlozia esta iuterrupgo que lho pormtlc
momentos de descanso; V. Exc. tem visi-
velmente necessidade de repouso. ( Risa-
das. J
O Sr. Silaeira Martins : Pelo contra-
rio. Eu j Remostr o cansago com
que estou. (Risadas.)
O Sr. GusmAo Lobo : A rea lmisso do
Sr. conselheiro Jaguaribe no quadro da
magistratura em que servio c serve com tan-
ta honra um facto, que deve ser aclarado
ero suas particularidades, deve ser conhecido
do paiz ; o paiz nao tem somonte a necessi-
dade, tem o iu lscutivel direito de saber e
de ver tudo. (Apoiados.)
O gabinete de 7 de margo nao p le sof-
frer quebra em seu merecido prestigio por
deixara descoberto, luz de tola publici-
dado, o motivo de cada um dos saus actos.
E' da honra do governo que nonhuma de
suas providencias possa ser suspeit.ula de
haver sido inspirada por um motivo menos
confessavel. (Apoia los).
O nobre Sr. conselheiro Jaguaribe exer-
ca urna vara de direito na provincia do
Cear, quando por sentir alquebrada a sua
saudo, inco veniente a clima ao seu restabele-
cimento, solicitou do governo urna remo-
go :ou porque Ihe fosse recusada, oiTpor
qua en contrasse embaracos prompta rea-
lizaso de seu desejo. o honrado Sr. conse-
lheiro julgou de milhor conseibo pedir a
sua aposeutadoria, e aposonlou-se.
( Ha um aparte.)
Fosse embora este o motivo que determi-
nou o magistrado a pedir aposeajtagao, nin-
guera dir que um motivo quen ao possa
ser muito alto confessado. (Apoialos.)
Representar o seu paiz, das mais nobres
aspirages que em um paiz livre pode acari-
ciar um cidado. (.Muitos apoia los.)
Correu, entretanto, algum lempo, e re-
habilitada a saude do honrado magistrado,
vimo-lo aproveitado para urna importante
comraisso na aiperriraa campanha que
manteve o imperio contra o governo do Pa-
raguay.
O acto que o nomeou membro da junta
de justiga no eiercito em operacoes foi de-
cretado por um gabinete a cuja frente esla-
va una nbme altamente venera lo do paiz c
interamente insuspeto aoillus.re deputadoe
sua escola o Sr. conselheiro Zacaras.
Deste titulo de oomeagao se infere cora
excellente razo que o honrado magistra-
do havia reentrado no pleno gozo de sua
sade, estando perfeitamente habilitado pa-
ra o desempenho das elevadas funeges da
magistratura.
Ora, tendo cessado as causas do impedi-
mento que determinaran! o Sr. conselheiro
Jaguaribe a solicitar, e o governo a conce-
der a fallada aposentadoria, nada mais na-
tural, nada mais explicavel do que ser read-
raittido o honrado magistrado nobre classe
em que serve desde annos com a nota de
intelligente e probidoso juiz. (Muitos apoia:
dos.)
Quando o illustre deputado pelo Rio
Grande do Sul langa magistratura intuir
o estigma de ignorante, muito louvavel
que o governo procurasso readmittir na ma-
gistratura a um juiz provado, de habilita
ges superiores, um verda leiro ornamento
de sua classe. (Apoiados.)
V-se que o [illustre deputado pela pro-
vincia de Minas nao consultu as circuras-
tancias ao indicar este facto como urna copia
viva de arbitrio governamental. Nao foi um
nomo obscuro, desconhecido o quo se fez
de novo figurar no quadro da magistratura;
o magistrado quesequizera ver condeinnado
ao abandono da nobre profisso era que des-
pendeu o raelhor de suas forgas, um nome
conhecido e respeitado no paiz iuteiro, tem
exercido elevados cargos na administrago,
e neste momento exerce na corte do impe-
rio urna importante vara de direito com tanta
honra como intelligencia e actvdade ( Mui-
tos apoiados.) Que outras qualidades sao de
exigir de um magistrado digno deste nome ?
Devia o governo ater-se a considerages de
a pbrase de llacon podem explorarjsem po-
ngo "a vasta floresta* da jurisprudencia. Fi-
xandb regras cerlas e iiivariaveis "sobre to-
das e cada urna das relages sociaes, a obra
eminentemente popular das codificages, ao
mesmo tempo que assegura aos variados
interesses da sociedade a primeira condigo
de sua tranquillidade eleva o cidado aos
seus proprios olbos iiistruiade sobre a ex-
tensao do- s ais direitdB a devnfc, proraove e
fomenta o lesenvolvimento c a mobilidade
desses interesses. (.fluito bem). Como exem-
plo |)fderiam ser aponta las ns evoluges de
crdito que seguindo-se colidicaco das leis
france/.as, determinarara a mcorporago de
numerosas instiluiges mercantis e noraea-
damente as de seguros sob as multplices for-
mas conbecidas.
E' porque vejo em urna boa e regular co-
dificaco urna garanta de mais para o cida-
do, quo applaudo com o nobre deputado
pelo Rio Grande do Sul o relevante servico
que o paiz lica desde j a dever ao Ilustra-
do Sr. ministro da justiga. (Muitos apoia-
dos.)
Acompanho ainda o illustre deputado as
eleva las cousideraces que expz, quer no
toe nte forma cas condiges do contrato,
quer quanto indscutivel competencia do
jurisconsulto eminente, a quem este grande
trabalho foi coruuiettido.
(Conlmuar-te-h).
D(*nelon(HGarcern, commandau
geral cora os cabecil has Tristauy,, 'Camps,
.Nastallat, Miret, Muxi, i.adriaire o Lra-
meudn' Total 1:000 Tiomens pouco mais
ou menos. tm k P9
Tarragona: Valles, commandante
geral, com osoabecilbas Barenys, fcpolet,
Quco e Tallada. Total-1:000 homens.
Teem operado isoladamense Valles e outros
cabeciIbas com 300 e Quicocom 250.
LirUla i Jfasavro, iommandante ge-
ral, com os cabecilbas Calmats, Capdevilla,
Pnol e outros. Total 800 a 900 homens.
Xaestraggo : Eucala, conjmandaute
geral, coraos cabecilbas Polo, Ferrer, Pane-
ra o outros. Compuuhain ura total de 4:000
homens : acaba de ser completamente bati-
da (po) e dissolvida (sicj esta faego apre-
sentaudo-se a indulto (ale) a maioria dos in-
dividuos que a conipunham.
Navarra :Olio, commandante geral
com os cabeclhas Perula, Argoniz, Sesonain
e outros, com urna forga de 1:000 homens :
Raduca com 400 ; Oscariz com 506 ; Mar-
tnez com 150; Moro e Zueuzarren com
280.
Guipzcoa: Lizarraga, commandante
getal com 800 homens. O cura de Orio,
Santa Cruz e outros cora 700.
liisaiya :Varias partidas pequeas a
cuja frente liguram Goiflena, Ispna, Belus-
tegui, l). Cecilio, Bonifacio e outros. 0 seu
total nao passa de 300 homens.
VARIEDiDE
O Sr. GUMHO Lobo :Qual foi o" alten- qualquer outra ordena para uao admittir na
lado que se lhe attribuio ? Espero que o | magistratura_ um jurz que por tantos ttulos
nobre deputado se randera evidencia dos se fizera distncto /
factos, que o Sr. conselheiro nao se demora- 0 Sr. Ignacio Martins : Havia outros
r em vir tribuna explicar to detidamen-. era iguaes circuinstancias,
te como convm, para que a cmara e o O Su. Gusmao Lobo:- Se os ha, nao ti-
paizfiquem habilitados a julgar do valor da nha o Sr. ministro nenhum escrpulo em
easura readraitti-los ao servigo ; o paiz ganhana
' Dirigindo urna portara ao juiz municipal com isto. O Ilustre deputado, j convenci-
do S. Leopoldo, para que informasse sobre, do de que nao ha nada de censuravel no
as razesrade direita que o baviam deterra!- acto doSr. ministro da justiga, batera sin-
nado a nao dar cumpriraento ordem que ceras palmas a outros da mesma natureza.
receba da ultime administrago para dar 0 Sr. Ignacio Martins :-A preferencia
possede trras devolutas a quem as ha- que deu ao Sr. Jaguaribe que precisava
via legtimamente adquirido, nao sei em ser explicada.
que o administrador se tenba feito digno de 0 Sr. Gusmao Lobo \ou referir-me,
pensura Sr. presidente, a um ponto do dicurso do
' Ningem dir que assim procedendo, o Ilustre deputado por S.Pedro do Rio Gran-
ex-presidente de S. Pedro do Rio-Grande do de do Sul, em quo me sinto no mais perfei-
Sul, tentou por qualqulr modo fazer offen- to accordo de vistas cora S. Exc. A cmara
sa independencia do poder judiciario. sem duvida entrev que toco ao ingente
ex-presiueiii uc o. iouiu uu miruuiiuo ^------------' *.
Sul, tentou por qualqulr modo fazer offen- to accordo de vistas cora
sa independencia do pod judiciario. sem duvida entrev que
Ainda quando a ordem expedida pelo seu trabalho de cod.ficagao comraettido pelo Sr.
antecessor nao se inspiras nos principios ministro da justiga ao illustre Sr. conselhei-
que regem a raater.a, quando fosse contro- ro Nabuco de Araujo.
vertida a competencia administrativa para Nao me demoraroi a demonstrar as van-
por um tal modo intervir em questo de tagens das codiQcages, por mais que ellas
trra, de urna sin pies exigencia de informa- tenhara encontrado adversarios tno liustes
ces nao se poderia extrabir fundamento como os doutores alleraes de que nos talla
aecusago. ,Maur Block, que teraenara ver por este
A administrago quera informar-se, por- meio eutorpecido o livre desenvolvimento
se ao correr dos factos, e tanto o mais o que asseguram ao direito o costume e a dou-
devia fazer que essas informagdes eram so- trina, ou como o douto Savigny que nao
licitadas pelo ministerio de agricultura no quena expr asocidadea ser julgada por
aviso a que se refere a portara Este sira* um ser morto, incapaz de moldar-se as mo-
ples acto merece de algum modo ser visto dificagesda vida.'
como justo motivo da aecusago, nio j ao Conhecidas desde a idade mais apartada,
administrador, meHao magistrado queacci- as codificages nao tem o nico effeito de
dentalmente oceupava urna posicao de natu- vulgarisar conhecimentos uteis, tranquillisa-
reza politica ? dores que nSo ^wm ser PaDa810 Q0S
OS NOVOS MINISTROS.Do excellente
peridico hespanhut El Parte de Espaa
tra luzimos o seguinte :
Pouco de novo podemos dizer a res-
peto da persoualidade dos novos ministros,
pois to los ellos sao bem conhecidos e ha
muitos anuos que figurara na politica.
0 que po eremos dizer de Castelar 0
moderno Demostbeiies que nao esteja consig-
na la nos seus discursos e as suas obras ?
Oque padereinos dizer do infatigavel
ch ife do gabinete; D. Eustaquio pignoras,
republicano de curasao e conservador de
inteHigeocia, sempre disposto a conciliar
os nimos, a evitar conflictos, a irmanar in-
teresses contrapostos e a raostrar-se severo
Cata ? lina pbrase que lhe ouvirnos hon-
tem (13; dirigida a urna comraisso de re-
publicanos vagabundos exprossar o seu ca-
rcter com grande precisan ; A minha
maior ventura, disse elle, seria morrer hoje,
porque levara comigo a gloria de ter esta-
helecido a repblica ; licara b meu nome
com todo o prestigio d'estes momentos e
nao rae expolia ao descrdito que podem
occasionar-me a pratca governamental e o
choque das paixes polticas.
Do Sr. P y Margall tambera dizera
bastante os seus escriptos; artista e um tan-
to misautbropo, deserto nao o veremos fa-
zer, nem o ouviremos dizer nada que nao
esteja bem meditado e aquilatado com toda
a severida le de urna reflexo verdadera-
mente ctala e poderiamos mesmo dizer
germnica.
Era quanto a D. Sicolau Salmern,
profundo philosopho racionalista, e candi-
dato catuedratico da universidade cen'.ral,
talvez em Cuba se saiba com certa preven-
gan que forma parte do ministerio ; porm
prescindin lo de que nao o mesmo ter es-
ta ou outra opinio a respeito de determina-
das corporages, que dictar medidas para
levar a cabo um plano completo de gover-
no, importa muito que os nossos leitores
tenham em conta que D. NicoUu Safmeron
ministro da graca e justiga e pessaa de mili-
ta valia e cordura.
O seu rmo, 1). Francisco Salmern,
ministro do ultramar, um jurisconsulto
to notavel, como o Sr. Figueras, poltico
tambera muito mitiga que contrbuio j
muito para orno viraento revolucionario de
1854 e que na realidade tem sobra los me-
recimeutos para ser ministro de ha muitos
anuos. Em quanto as suas opinies com
relago s Antilhas sao as mesmas que as do
partido radical, em cujas fileiras tem mili-
tado, e a respeito das suas ideas pessoaes
consignaremos tambera a pbrase que non-
tena lhe ouvirnos: A integridade hespa-
nhola antes de tudo, e ao curaprir a dillcil
msso que me foi confiada, farei quantos
esforgos estiverem ao meu alcance para que
os principios republicanos abram caminho
e conquistan! sympatbias entre as forgs
mais vitaos e valiosas de nossas provincias
do ultramar ; Cuba, pela sua fidelidade (sic
e pela importancia que d metropole, me-
rece que a olhemos com a predilecgao que
nos inspirara uina bella favorita.
Os nossos leitores sabara j por expe
rienda quanto crdito devem dar as nossas
opinies, geralmente bem assentes e com
solidos fundamentos. Se estes anteceden-
tes serven de alguma cousa, atreverao-nos a
adduzir-lhes como testemunbo-para dizer aos
cubanos-o Sr. Salmern pode ser um no-
tavel ministro do ultramar.
Como os Srs. Becerra, Ecbegaray, Cor-
dova eBeranger, individuos do anterior ga-
binete, que tambern forma parte do actual,
sao bem conhecidos, nada devenios mani-
festar a respeito delles, seno que entraram
neste gabinete cedendo presso das cir-
cumstancias para satisfazer necessidades e
conveniencias do momento, e servir at cer-
to ponto de contrapeso s tendencias da ou-
tra parte do governo.
A opinio publica recebeu com bastan-
te benevolencia o novo governo, este pela
sua parte prope-se proceder cora parcimo-
nia, porm com energa, afina de que os pri-
meiros passos da repblica sejam seguros
e grangeiem, seno a adheso completa, a
cousiderago de todos os demais partidos
polticos, que ao desacreditarem-se a s
mesmos desacreditaram a monarchia, gasta-
rara duas dynastias em pouco tempo e com-
prometieran! gravemente o crdito e o futu-
ro do paiz Repblica, muitiesima ; liber-
dade, a necessaria,-e paua quem fizerba-
rulho; esta pbrase, muito graphica por
cerbs vem a ser a syntheze dos homens que
oontfibuiram a levantar o novo edificio, e
aspiram a sustenta-lo, contando com o apoio
da parte mais imparcial da nago e dos ho-
mens de intelligencia, prestigios e cabe
daesi
FORQAS CARLISTAS AS VASCONGA-
DAS E NA CATALUNHA.-As forgas carls;
tas que operaba as Vascongadas e Catalu-
nha, s&o, no dizer deum jornal hespanhol,
as seguintes:
Gerona-. Saballs, commandante geral,
a cujas ordens figuram Hugner, os dous Vi-
las, Barrancot, Guiu e outros. O total dos
carlistas armados n'esta provincia sobe
1:200 homens. Varias vezes Guiu tem ope-
rado isoladamente com 300 homens.
OS CASACAS PRETAS. O romance de
l'aul FSval tai BTa5t* Noirt, que os nossos
leitores conhecem por ter sido trasladad"
para portuguoz no folhetim deste jornal,
com o titulo Os Casaca Pelas, produzio
para o autor, sobre os lucros que embolsou,
um processo correccional. Foi promovido
por madama Goupil, rica proprielaria de
provincia.
Esta senhora pensou ver-se lujuriada por
alluso feita no romance, figurando um dos
persongens delle, madama Gorct, qual e
autor deu como habitando a mesma provin-
cia, a mesma villa o o mesmo palacio em
que vive madama Goupil.
Ora, aquella imaginaria madama Goret
era creatura niuifo ebeia de defetos morae-
para ser agrada vel urna aproximago de ca-
racteres. Todava, por coincidencia ou pre-
meditago, a tal diablica figura do roman-
ce, levantava-se para madama Goupil como
espectro sinistro para a atormentar, figu-
ran lo-se-1 be que o romaucista quizera ex-
po-la irriso publica, o o que era peior.
serfactivel o alguem persuadir-se de que
as baldas, imperfeiges e tachas attribuida-.
ao persouagem do romance, baviam sido
tomadas de um retrato vivo.
Os tribunaes, porm, tanto era primeira
como em segunda instancia, entenderam qu
embora a autora quizesse por forga ver in-
juria para ella naquelle trabalho lttarario
le Paul Fval, pela parecenga de tragos, nao
tinha ella razio as suas queixas ; e absol-
veram o romancista, com grande desprazei
de madama Goupil, que respirava vinganga
por todos os lados e centava que uina pena
spera sera imposta ao ro.que tantas noute-
mal dormidas a tem feito passar.
BITO DE UM JORNALISTA. Fallecen
em Londres, na idade de sessenta e un
anuos, Mr. Wlliam Skean, jornalista muito
conhecido era Inglaterra.
Comegara a sua carreira como noticeos-
la no peridico Edinbury Courier.
Em 1843 passara a formar parte da re-
dacgo doMoming-Post, e desde ento ficara
encarregado de redgir o holetira das sesse^
parlamentares.
Tinha Mr. Skean urna admiravel memo-
ria, i Para reproduzir quasi textualmente
um discurso, nio recorra a stenographia ;
bastavam-lhe alguraas notas tomadas rapi
damente na caligraphia ordinaria, para
fazer..
Afora os arlgos diarios, foi Mr. Skean
autor de outros escriptos, que merecern
sempre lisongeiro aprego.
Lancemas, pois, sobre as cnzas daquell:-
confrade um preto de acatamento pela sin
memoria.
-
FALSA IDEA.Est to arreigadanos es-
pirites pouco cultos a falsa ideado que <<
governo republicano, que a cada passo se
topara exemplos que isso mostrara.
E' mu recento este facto, que vamo?
cootar.
Em Perpiguan bouve no da 3 defeverein-
um baile de mascaras publico. Era costu-
me deixar que o baile carnavalesco durasse
at as 11 horas e meia da noute. "O mai-
re, porm, por motivos que elle l sabe,
ordenou que o baile naquelle da termiuasse
s 10 horas. Esta ordem equivaleu ao re-
bentar de urna bomba, no centro deyna
grande agglomerago de pessoas.
Os rapazes e sobretu lo as raparigas come-
garam a reagir e a fazer um barulho por
ah alm.
Fallando'bes o commissario de polica
em nome das attribuices que a lei lhe con-
fera obtemperaram-lhe : Era terapo d.-
repblica nao ha lei
Como, porm, o naaire e os agentes de
seguranga que tinha a sua disposigo eran
de differente parecer, a sala do baile fo<
evacuada.
DESAFIO.A pacficaj* communa de Zel-
zatte (Flandres oriental), limitrophe da
fronteira hollandeza, foi sobresaltada com
um caso de natureza desconhecida naquelle
hmiado ponto do mundo.
Dous mancebos, ambos all estranhos, um
delles russo e outro polaco, estudantes na
universidade de Gand, foram alli bater-se
em duello, por causa de disputa politica.
A arma do combate escomida fdra a pis-
tola.
Dispararam os adversarios simultanea-
mente, e ambos ficaram feridos, o polaco na
cara e o russo na lado esquerdo do corpo.
Este cahio e ficou muito mais nialtftado
que o adversario.
Recusou-se a ser curado alli, aperar de
perder muito saofcue% querendo ser logo
conduzido para Gand.
N'uma das carruagens em que os comba-
tentes e os padrinhos baviam feito a jornada
at alli, arranjou-se um camarim paranelle
conduzirem o russo.
Parece, accrescenta o dito iorual, que a
ferida nao pora em perigo a vida do brioso
mancebo. ,
TYP. DfrDURlO RA DUQUE DE-GAXIA6

I



T"



T
r
ANNO XLIX. SPPLEMENTO AO NUMERO &7
PARA A CAPITAL E LUGARES OS DE NAO SE PAGA PORTE.
Por tres me^es adiantados w......fc,..... 6*)00
Por seis ditos dem.................. 12JP0OO
Por um anno idem.................. 24&000
Cada numero avulso.................. 320


DOlUXfiO 9 DE MARCO DE 1873.
PARA Ii;\ TRO E I OKA DA PRO V1 SC I A.
Por tres mezes adiantados. .
Poi seis ditos dem. ....
Por nove ditos idem ,<*f~
Por um anno idem. ,

69750
139500
209250
279000
PROPRlfME DE MAN0EL F1GUEIR0A DE FARIA & FILKOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Goncalves < Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracatv ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justina
Pereira d'Almeida, om Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Alves & C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio de Janeiro.
?
DIARIO DE PERNAMBUCO
f
f
RECIFE, 9 DE MARCO DE 1873.
Vi-tus da Huropn.
Chegou ao mcio dia o vapor francez Rio Gran-
de, sendo portador de jornias o cartas de Lisboa
at 2V de feraceiro pela mantia. De uns e de ou-
tras extrahimos o i|ue segu :
UUNCA.
J terminou os sois trabadlos a eommissao dos
Trinta, tendo rejoitado as condones da proposta
do Sr. Dufaure. As tentativas de cineiliaeao en-
tre o Sr. Thiers e a maioria di eommissao "nao fo-
ram plenamente coreadas de xito, entretanto al-
guma cousa se roosegaio, e a maiona da assem-
blea^ nacional prestar-se-ha a acceder aos desejos
lo Sr. Thier para consolidar a obra da reorgaui-
sacao da Franca.
rol encarregad ~> do relatorio da eommissao dos
Trinta. o duque de Hroglie.
Os partidos p uticos p-eparam-fo para a lu-
ta parlamentar na discuss o do relatorio da eom-
missao e dos pontos conslilucionaes indicados na
proposta Donare, que, segundo se afllanea. bao
de ser defendidos pelo Sr. Tliiers com todas as
suas torcas.
Antes, purm. de ser presente assembla o
relatorio do duque de Hroglie. ainda se reunir
mais urna vez a eommissao dos Trinta, alim de
ouvir respeito d'elle as observaeoes do Sr.
Thiers.
_ O relatorio do duqn de Uroglie lleve dar lugar
4 urna crise decisiva, mas a verdadeira questo
que se vae debater nao nema da repblica, ncm
a da monaivhia. D-se urna importancia inito
secundaria, tanto aos tres primeiros artigos do
projeclo da eommissao, como aos dous paragraphos
relativos creado de urna segunda cmara e lei
eleitoral ; o ponto mais importante o paragra-
pho relativo a transmisso dos poderes do Sr.
Thiers. pois vola-Ir o mesmo que proclamar a
repblica: e nao lia raaioria sulliciente para o
reieitar.
Para obter a rejH.-ao d.-njuelle fponto, s have-
ria o recui"so da fusao de todos os partidos mo-
narchicos, que cada vez so aprevena mais di.'Ikil.
Dizia-se que o conde de Pars escrevera urna
carta ao conde de Chambord, em que lhe declara-
va, que nao poda abandonar a bandeira tricolor.
O conde de Cliambord] pela sua parte tambem en-
tende que lhe nao seria honroso largar a baudei-
ra branca, e as.-iin o acord e a fuso tornam-se
inipjssiveis.
A opini'.o da imprensa sobre o relatorio do
tiuque deBroglie bastante favorawl ainda|i
dosseus adversarios, pois o documento sobresal
pela corte ia da forma e perfeita urbanidade.
ainda quando repelle a proposta do Sr. Dufaure.
e as modificacoes pedidas pelo Se Thiers para os
artigos que tratam da sua interwncao as nter-
pellaeoes.
Os ultimas jomaos Irancezcs lallam de urna no-
va proposta do Sr. Dufaure concebida no* aguiu-
tes termos :
A a>< unblca anlosj de n separar, pOr-se-ha
de accordo sobre a sua organisaco, sobra o Ote-
de de transferir os pi dars legislativos e executi-
vos. sobre a rreaci > e attribuieoes de urna segun-
da cmara, e emfiui ibre a lei eleitoral.
Diz-se (|tie logo que o relatorio do duque de
lirogli seja lidona assembla nacional, se entra-
r na discusslo om toda urgencia.
O Sr. Casimir Pewier declarou que ia fazer a sua
pro|Risla e apresenlar assembla a mocao de
Manoel Ango, con ebida neste.s termos : Os po-
deres do presidente da repblica serio prolong i-
dosat a organisacao do poder executivo, pela
representacTu nacional, que se seguir actual. >
Nos dias 0 a 8 de tvereiro pag;u-ain-se du-
z:Dl')s milhes de francos por conta do quarto m-
Ihar, que com os 1,'iO uliioes j pagos prefazem
350 milhes.
Fazem-s^ Iodos os preparativos para a com-
pleta varuacao do territorio francez pelas tropas
allemas. Diz" o Jornal de Relfort que ha bastantes
das se nota uro grande movimento nos armazens
de vveres prussianos. Urna parte das provisoes
remedida para a Aliamanea, e as (arfabas ac-
cumuladas em gra:id>- quantidade esto sendo
onsumidas p-la guarn c 10.
os soldados faz-se-lhos um descont no pret,
atim de se Ibes forae er dinheiro para a marcha,
q lando se i-etirarem.
Sao, pois, infundados os reeeios de que os pr>-
sianos i|uizessem leteresta pra;a em sea poder
em contrario das estipulaco Falla-se em urna inteipellacao de mgr. Du-
panloup p oposito da circular do Sr. Julio Si-
mn sobre a innamovibilidade des paroehos.
ITALIA.
Na Italia Coi definitivamente decedido pela
eommissao da cmara, en;arregada de dar_pare-
cer sobre as aoestes re giosas, a suppressa da-
casas dos geraes dos jesutas em Itonia.
Diz a Iiulepen lencia Belga que partir para Ro-
ma o c ,nde de Flandres, e icarregado de urna
missio especial junto do sam > pa'tre ; e accres-
centi qu', segundo informaces fidedignas, a sua
nssao tem rejae"ies com a questao do goveni'i
allemo com os bispos catbolicos.
SI'BCIA E (toBOIGA.
Sao cada vez mais intimas as relacocs entre a
Suecia e a Kiissia : a imprensa moscovita ocni-
pa-se de tudo o que pode cimentar a amisade
com as nac,0es scandinavas ; pela sua parte os
jornaes d; St ,c iolmo pronunciain-sc abertamente
a favor da Russia na questao da Asia Central. _A
causa principal do accordo entre as duas na^oes
A o desenvolvimento prodigioso que a Allemanha
tem tido nestes ltimos tempos. Todos os visi-
Rhos do novo imperio sentem a necessidade de se
chegarem uns para os outros.
IXGLATKRRA.
Afianca-se que est completimente decedido, e
que sera em breve otBcialmente annunciado. o ca-
samento do principe Alfredo com a gran-duqueza
Maria, da Russia.
Um telegramraa de Gotha, porm, desmente esta
noticia.
Lord Granville leu na cmara um despacho
do principe de Gortschakoff, em que se declara
que a Russia est prompta a aceitar a linha de
xmteiras na Asia Central proposta pel Inglater-
ra, em tro -a do co:npromisso por parte desta de
exercer a sua influencia em ShereAli, para que
este cons rve urna attitude tranquilla e abandone
toda a idea de ag^resso e de onquista.
ulg-se, pois, que a questo entrju definitiva-
mente era urna va pacifica; a imprensa ingleza,
porm, n io est toda de accordo, e o Moming-Post
entre outros, di/, que absurdo confiar em urna
potencia que em 1870 rasgou o tratado de Paris,
e julga que todo o compromisso com os russos
ser funesto para a Inglate ra.
O despacho do principe de GortschakoT accres-
centa que a Russia nao premedita estender os
seus limites at ao sul do Oxus, mas que nio po-
deria ver sem inqaietacio a Inglaterra a Shere-
Ali transporem as fronteiras do Afghanista, para
invad.rera os khanatos de Balkh, Knndey, Ba-
dackrtian, Wachan, paizes independentes situados
na Moa montanhosa que separa a planicie do
Atghanistan, do valle do Oxus. Nao se trata, pois,
gflo de recoohecer independencia desta zona
ialennediaria, por meio de urna combinacio que
Um taranta a neutralidade, bera como a segaran-
4 las estradas commerciaes que a atravessam.
Procedeu-se primeira leitura do bil sobre
a instruceao superior na Irlanda, om que o Sr.
Gladstone propje fundir as universidades de Du-
blin em urna s, que. sendo reformada, se tornar
urna grande universidade com um conselho supe-
rior emancipado da ingerencia do eollegio protes-
tante da Trindade.
O Sr. Gladstone pronunciou um extenso discur-
so, em que passou em revista os progressos ino-
raos e materiaes realisados na Irlanda e fez notar
a sua prosperidade crescente, c a.diminuico no
numero dos crimes de toda a especie; disse que
a universidade de Dublin ora amigamente fun-
dada para representar na Irlanda catholiea o es-
pirito protestante da Inglaterra revolucionaria,
mas que boje nao corresponde nova ordem de
cuusas creada pela emancipacao d )s catholicos e
pela aboli;io dos privilegios da igreja anglicana ;
e terminou appellando para adiscusso imparcial
do bil.
O bil da reforma propoe qu.- a universidade
fique aborta a todos os cultos e eoUoeada sob a
direccao de um conselho superior, independente
das influencias religiosas que d'anles a domi-
navam.
Na cmara dos lords o chanceller desenvol
vcu o seu plano de creaco de um tribunal su-
premo de justiea, destiuad > principalinente a di-
minuir as despezas dos processos e abreviar o seu
expediente. Este tribunal, cajo Irabalho ser di-
vidido em quatro seccoes, compor-se-ha de i
juizes escolludos na admioistracao actual da jus-
tiea.
- Mr. Ayrton fez urna inti>ipellaco ao governo
na cmara dos eoramuns, perguntando o motivo
por que ainda se conservava un enviado britan-
nico junto ao papa ; e declarou que esse fado
era um insulto ao re de Italia e ao povo ita-
liano. Respondeu-lhe lord Enlield, que esse en-
viado era simplesmente um empregado do minis-
terio dos negocios estrangeiros, enjo servido po-
da terminar de um momento para outro: que as
suas instruccies se limitavam a informar o go-
vento das relaces existentes entre o govemo
pontificio e as potencias estrangeiras. Apropos-
ta do Sr. Ayrton, para ser retirado de Rouu
aquelle agente diplomtico, foi rejeitada.
Celebrou-se em Londres um grande mceting
des partidarios da ijreja iivre : a reunio adop-
tou Hia proposta em favor da separafo da
igreja do estado era toda a Inglaterra de uui modo
idntico que j foi adoptada na Irlanda.
Diz-se que ainda na actual sesso legislativa
ser apresentada urna projwsta nesse sentido.
No parl.miento tralou-se dos meios tenden-
tes a difflcaltar a exportarlo do cano. e o Sr.
Gladstone, respondendo ao Sr. Smith. ilisse qn o
parlamento tinha o direit de lancar um iinmsto
sobren carvo exponado, excepto quando o !'.'<'
para paiz.s protegidos pelos tratados.
0 Daihj'S'eirs noticia que em poucos dias mais
de tresentos alto* fonum dos districtos do norte
da Ingla-terra tero de ser apagados wr causa da
c-irosta e alto prro do arvo.
- No paiz de Galles a Iniao dos minWros di<-
tiiniiio oito mil de subsidio a* ullloui^t^^
dos coudade* le wrf,"'qnff fD.i'.'nn as nas tfP"
Uloenbav.m una manifesUcao rmo o lim de "inti-
midar quatro mil operarios quo tinham rcsoivklo
recomecar os seus trbanos.
Na elcifo que liouve em Liverpool sabio
eleito Mr. Torr, conservador, por l.7iii votus
contra o liberal ou do govemo. que obteve r>.7';H).
Tina eommissao de inquerilo partir de Lon-
dres em ide evereiro eom destinu ao Brasil, atim
do fazer um relatorio sobre as qoeixas fetas por
alguns emigrados de nacionalidade ingleza.
Teniw-se Mr. Mermilod negado a dar as expli-
cacous pedidas, o conselho federal mandou expul-
sar de Ginebra aquelle sacerdote.
O Sr. Mermilod foi conduzido por ordem da
autoridade a Ferney, povoacao frauceza na fron-
teira da Suissa.
GRECIA;
ALLKMASHA.
Acha-se reunida em Berlin urna conferencia de
que fazem parte os cbancelleres da Prussia, de
Saxe, do Wurtemberg, da Baera, de Bade e de
Dannstadt para se proceder organisaco uni-
forme dos tribunaes. O projecto de lei que o go-
verno havia apresentado o anno passado sobre
este assumpto, foi coii-ideravelmenle modificado,
afim de deixar aos pequeos estados mais libcr-
dade e soberania. O Sr. de Bismark osforca-se
por se mostrar mais allemao do que prossiano, e
renuncia aos meios violentos que ha poueo anida
considerava necessarios para centralisar e prussi-
licar a Allemanha. Isto prova que os meios vio-
lentos lhe nao parecem os melhores. e que prefe-
re outros que lhe do o mesmo resultado com
llieHos hita.
ontinuam as latas religiosas. Agora os bispos
eatliolicos dirigirn! s duas cmaras a nieusa-
gem que abaixo publicamos e que os jornacs do
governo eoosideram como um ac de rebeio
contra o estido e de excitacio vilenla das pipa-
lardes catliolicas ama resisteneia facciosa e cri-
minosa s leis do paiz, e esperam que Ligo que se
votarom as leis, o governo acabara rom estas re-
sistencias.
Lis a mensagem:
O governo imperial-real submetteu ao parla-
mento prussiano dous projeetos de lei relativos
aos preparatorios para a earreira eeclesiastica e
nomeaco dos eccleslasUcoS, projeetos que esto
em coutradieco directa eom os principios segui-
dos na igreja "catholiea. Se estes projeetos fossem
adoptados, nenhum ministro catholico, e com
n;ni>r razo nenhum sacerdote, nenhum hispo no-
deria reeonhece-los nem submetter-se a elles, sem
commetter urna grave violacjio da f. Assim os
bispos da l'russia, abaixo assignados, dingem-se
respeitosamete cmara, supplicando-lhe que
reconheca a liberdade a que a igre a tem dimita
na adiniiHtrae) dos seus proprios negocios, e que
nao approvc s projeetos de lei de que se trata, a
lim de evitar ao estado prussiano as consequencias
deploraveis que acarrelaria necessarianienle a op-
presso violenta da consciencia de muitos milhes
de cidados catholicos. (Seguem-se as assignatu-
ras dos prelados).
Mr. Laporte, outr'ora advogado em Alsacia, foi
preso em Strasburgo, como suspeilo de ser o au-
tor de um pampheto hostil Allemanha.
Na mesma cidade ,-tem a polica prussiana feilo
visitas domiciliarias, com o Gm de descohrir as
provas de urna associaco, que tem por lim fazer
educar em Franca os jovens alsacianos.
A estar bem iuformada a Cmrespondmoia Stern,
a chancellaria do imperio allemao prepara um
proecto de lei, pedindo crditos consideraveis pa-
ra a transformadlo das fortalezas do imperio,
excepi;o das da Alsacia, Lorena, a respeito das
quaes j se estatuio. O artigo 6. da lei de 8 de
julho de 1872 dispoe que o emprego de parle da
contribuicao de guerra, reservada por aquella lei,
seja regulado pelo poder legislativo. Pelo projecto
em questao, a quantia de 6i milhes de thalers
ser de?tinada a onhpletar e a augmentar certo
numero de pracas fortes que continuaro a sub-
sistir, sendo as outrs desmanteladas.
I SUISSA.
Contina na Suissa; a questo re giosa.
O conselho federal i da Suissa, communicando ao
conselho de estado oe Genebra a resposta dada
pelo encarregado de negocios da santa s, pedio
ao conselho de estado ique a communicasse a Mr.
Mermilod para que este.com toda a brevidade de-
clarasse quem julga qme tem obrigaco de res
ponder. No caso de r\ Mermillod se recusar a
dar urna resposta, o consqlho federal declarou que
tomara as providencias necessariaspara o impe^
dir de exepcer na Suissa una missao contraria
vootade das autoridades (lo paiz, e ordem de
cousas legalmente estabeleipida pelo breve pontifi
Termiuaram tranquillamente em toda a Greda
as novas eleiees para o parlamento que foi convo-
ca la pira substituir as cmaras que foram dissol
vidas; as eleices foram favoraveis ao governo ; a
maior parte dos cheles da opposieao nao foi reelei-
ta; licam por este motivo ausentes da cmara os
Srs. Komorunelouros, Frikoupis, Delijannis, Nico-
lopulos.
TcnoiA.
Foi demittido o ministro da marraba da Sublime
Porta, Nanik Pacha, sendo substituido por Bossen-
Aini-Pach, governador da Smyrna; attribue-se
esta modilicaco inimsterial grave dos operarios
do arsenal de Constantiuopla, que foram em raulti-
dao ao palacio do gr.io-vizir, para reclamarem
os salarios que havia cinco metes Ihes nio eram
pagos.
IIK>I'AMIA.
Apezar da repentina madaoja de instituces, a
nacao tem-se conservada socegada. Toda'via ha
alguuia resistencia em reconhecer a repblica tal
como ella est. As cidades que resbtem querem
a repblica federal. As guerrillas carlistas conti-
nuara a incommodar os poves do norte e da Cata- r
l'inlia. ''''
Para as provincias do norl i foi Horneado capitn
general o general Pava e para a Catalunha o ge-
neral Contreras.
Acerca da poltica do governo esta ella bem de-
finida nesta phrase do presidente do poder execu-
tivo, o Sr. FiguerisVarna* fazer umita rep-
blica c ponca liberdade.
O governo mandou soltar todo* os presos polti-
cos ; dissolveii a guarda real, visto que o motivo
da sua existencia tinha acabado ; apresentou as-
sembla nacional um projecto de anmsiia para os
republicanos perseguidos e para os crimes de im-
prensa, o qnal j foi votado: mandou armar os vo-
luntarios da liberdade c para i>so pedio autorisaco
para comprar 40:000 armas alim de completar o
dito arinameiito; aboli o juramento pditico no
exercito e decrelou que a justiea l'osse administra-
da em nome da nacao.
Tjdos os partidos aceitara por em quauto a for-
ma republicana.
Nosso correspondente, de Lisl*'>a nos escreve o
segainte:
< Pelas, noiiei.:- icceWday dov mais importantes
pontos ila lie p.rthi. \.-" que -io valioslssimas
as adli"ve> a i pu.ilie.i <: qtieij pariido radical era
raassa adopta aqu 'Ha b.m J.-irj ; e nao pode dei-
xar-sc de no ar em priui ara plana, a adheso de
Espartero. Se, pois, o* simpies reiiublicauosconsti-
tuiam um partido poderoso, eoai taes adeptos, e
com a forea do poder, pJe, do ee.io, alllancar-se
que o nov rgimen p:ifice -Mi fundado em ba-
*es seguras. Que poder fnzor era face da taes
fijl'Cas. Carlos e JU. su;U "-" m* inmiirada*
por nina bandeira fus>il e retrograda, eD.AIou*o,
e os conservadores sem partidarios, sem algmna
laiz na torca popular? Nao pode haver durida era
afliruiar-M que o novo g'>veruo provisorio mais
forte que o definitivo, a quem substituio. Agora
nao pode haver reeeio em armar o povo; e este e
o exercito devero em breve fazer desapparecer o
carlismo, pois pde-se assegurar feliz campanha ao
general Pavia na Catalunha, e facilitar a tarefa pe-
nosa de Mariones no norte, onde a propria Epocha
canPissoii que a nsurreirao deerescera, principal*
mente em Biscaya e Uuipuscoa.
As autoridades militares, voluntarios da liber-
dade e guarnices das capitanas geraes da Anda-
lusia. Extremadura, Arago. Burgos, Casteila a
Nova, Casteila a Velba. Catalunha, Galva. G'-anada,
Videncia, Vascongadas e Navarra, manifestaran]
sua completa adheso as decses da assembla. a
qual reconhecein como nica rpresentacio legi-
tima da vontade nacional, e olfereceni obediencia
e concurso ao governo da repblica.
Era Madrid nomeou-se urna eommissao de or-
ganisacao c armamento das futas populare- da
capital, a qual se tem reunido varias vezes para
tomar medidas importantes sebre o aseompto.
o 0 governo leu assembla os projeetos : de
amnista aos republicanos, da apprevacao da venda
do Rio Tinto a urna eompanhia ingleta, e dispondo
que a justiea seja mmistrada em nome da nai;o.
O ministro da fazenSa di- e ser do interesse da
repblica que se sustente o crdito no paiz, sendo
o respeito ao direito a divisa da repblica. Foi
publicado o decreto da reorganisaeao dos volunta-
ros da lilierdade com o nome de voluniartos da
repblica.
Continuara a subsistir os batalhes actuaes.
O governo publicou urna circular aos gover-
nadoros eivis dizendo: que os estreos de todas
as autoridades devemtender a onsoidar a rep-
blica, cuja deviisa -ordem. liberdade e justiea;
que a nsarreido deixa de t<-r d-eito quando
existe o sanVagio universal; que liberdade sem
eondiecs, soberana nacional sem limite de auto-
ridade real, todas estas ideas se pxlem espalhar o
realisar sem necessidade de appellar para as ar-
mas : que, sem respeito profundo peia le, a rep-
blica1 sena una nova decepro.
t Na assembla. Figueras, respondendo a Ro-
mero Ortiz, declarou que todos os artigos da
constituidlo slo em vigor, salvo aquelles relati-
vos monarebia, que morrea para snmpre.
c Hartos annuneiou ("iie no da O conieca i
disenssio daanofieo da esclavatura em Porto
Rico.
< Em Malaga, ni aelo de rer-onhecimeiito da
repblica, liouve algumas desordens; mas actual-
mente esta o soreg restabelecdo, e o novo rgi-
men proclamado.
a Alguns altos funeconarios hespanhoes apre-
sentaram a sua demissao ao goVerno. Parece que
algumas nao sero aeccitas.
O governo tenciona conservar as cores da
bandeira hespanhola, que tantos dias de gloria e
grandeza presenciaram; tirando-lhe, entretanto, to-
das as insignias herldicas e monarebicas.
Aos reos de Barcelona que deviam ser exe-
cutatlos no da 13 foi eommutada a pena,
a Eis os ltimos telegrammas :
a Madrid 21. O ministro da justi.a leu na
assembla o projecto de abolico da pena de
morte para todos os crimes. 0 deputaio Tutan
manifesla reeeios de que os carlistas e outros
reaccionarios asphixiem a nascente repblica.
Echegaray animou-o e disse que o governo pos-
sue dez milhes para comprar armas; respon-
dendo a enllantes, o mesmo ministro disse que o
governo punir os excessos de Montilla. Caste-
lar assegurou que existe paz em toda a repblica.
Contina a discusso da abolico da escravatura.
Os velbos republicano desejam a prompla reu-
nio de constituintes.
Madrid 22. Hontem 21, s 5 horas havia
tranquilidade em Barcelona, depois da agitaco
causada pela sbita entrada de algumas forras
militares que se suppoem preparadas pelo partido
affonsino, e pela sahida das tropas dedicadas ao
governo. O capiUo general que tinha resignado
o eomman Jo oeste momento e o segundo ebefe,
cuja ad .eso era duvidosa, foram demitudos dos
seos postos. A depntacao provincial e a mnni-
cipalidade assurairam poder e < rdenaram urna
grande revista militar. As tropas desfilaram no
reiterando a sua adheso o a das tropas a rep-
blica.
" Madrid, 22 E' certa a crise ministerial e
provavel a fonnaco de um ministerio homog-
neo republicano, ndicau-se Chao para a fa-
zenda, >*ouviIas para a guerra, Soances para a
marraba, e Abarzuza pai-a o ultramar, lia tran-
quilidade em Madrid.
I-ORTIGAL.
Em 2t de evereiro escreve nosso corresponden-
te de Lisboa:
Os fundos portuguezes teem baixado desde
que se proolamou em llespanlia a repunlica, e
talvez anda mais depois que o governo de Por-
tugal levou ao parlamento um projecto de lei
para ser chamada a reserva. Na Bolsa venderam-
se as inscriptos de asscntameiilo a 10,11 e 10,23.
Ficaram a ii),23 e 40,30. Sobre fondosj hespa-
nhoes realisarain-se algumas transaccoes a zl.
Fiearam a 21,10 e 21,2) os ttulos da divida inter-
na e a 20,20 os de divida externa hespanhola.
Alguns period os de Lisboa tem qualilicado
de jogo poltico esta baixa artificial de nossos
fundos, e al se mencionara tactos que o eoin-
provam, e lastimara urna poltica que nao olha
aos meios. comanlo que logre os seus filis.
Justamente na occasio era que mais se fal
la em perigos, andam certos patriotas empenta-
dos em fazer baixar os fundos para fazer acre-
ditar nos taes perigos que sao apenas um jugo
politieo to usado la lora as liolsis estrauge-
ras.
i) ceno que as lojas dos cambistas nao se
observa nioviineiito extraordinario de pessoas que
preteudara vender fundos pblicos.
rato acerca de projeetos de anio federativa do to-
dos os povos peninsulares, sem exelusao de Por-
tugal. As susceptibilidades, alias limito justas do
nosso ciume patritico, vo se reseutindo dessas
phantasias c devancios.
Na samara electiva de Portugal, proposito da
discusso do projecto do governo para o chama-
mente da reserva, tera-se feito etoquontes profis-
si- de f e prestado ardentes testeraunlios deado-
recio pela indopendeneia da patria, i rommissao
eitrai l'rimeiro de dezembro de 1640, tocou a
rebate, congregou a quasi-maioriados seus vogaes,
b acceitou a proposta do Sr. Thomaz Ribeiro para
se fazerem conferencias populares sobre as vanta-
gens da nossa independencia.
Noticias telegraphicas dignas de todo o crdito
afflrnum que Mr. de Rmusat, ministro dos nego-
cios estrangeiros de Franca declarara ao Sr. Olo-
zaga, representante de Hespanha em Paris, que a
conducta do governo francez respeito de Hespa-
nha seria regulada pelo modo de proceder que o
governo do Sr. Figueras tivesse com Portugal,
accrescentando Mr. de Rmusat que seria para de-
sejar que a repblica de Hespanha evitasse tarar-
se propagandista.
O govemo inglez ordenou ao seu representan-
te em Madrid que s tivesse com o novo governo
republicano as relacocs officiaes absolutamente in-
dispensaveis.
.i Parece coulirmar-seafluo ua minia de. 16 Ibes
dizia, acerca de sererem dailo alguns passos para
se formar era Lisboa um centro republicano. E'
de presumir que isto venha a fazer sjzcs de cer-
ta importancia nos gremios progresistas: ftiitori-
co e reformista.
D. Amadeu ainda est em Lislioaeomsua fanu-
lia, comquanto se ache no Tejo, s suas ordens, a
fragata italiana Roma, que devera couduzi-lo aos
patrios lares: mas ainda assaz melindroso o es-
tado de saude da Sra. D. Mara Victoria, sua es-
posa, a qual s<) se levanta, apenas urna hora por da.
ex-rei de Hespanha vera de Belem a Lisboa,
umitas vezes, nos pequeos vapores-mnibus da
earreira, confundido cora os d-'raais passageiros,
como simples particular. D. Amadeo e um vul-
to s\ mpalhico para os portuguezes.
' o Sr. Movzes Zagury, o abastado negociante
israelita que receben aquelle telegramma de In-
glaterra sobre os ltimos soccessos de Angola (de
que Ibes dei conta em tempo), e em virtude do qual
telegramma ja o govemo fez sahir para all a cor-
veta Stares como novo governador, o conselheiro
Jos Bautista de Andrade, acaba de receber novo
telegramma nos seguintes termos :
I Iverpool, 21 de fevereiro as 7 horas e 35 nu-
nutoi da tarde. (ZagurvLisboa) Negriliadc Luan-
da 7 le Janeiro. Nao havia noticias da guerra ;
novas foreas marcharam para o Golenigo e
Quanza. O governador est me.hor. Z.agury.
"ste telegramma, que importante para a
nossi praea, adianla ti dias s ultimas noticias.
O TOviador ao qual se refere, o conselheiro
Jos. Maria da Ponte e Horta, governador geral
d'Angola, pie pelo primeiro telegramma constara
teram-lhe feito urna espera as ras de Loanda, h-
cando evmguee sem dar accordo de si, tanto elle,
como um coronel da milicia de cor, seu rompa-
nbeiro na excui sao nocturna, em <[w attentaram
contra sua vida. Por um outro telegramma sou-
be-se que a espera fura motivada por desaven-
cas pessoaes.
' .. V axpedieb da m.'lropolc esta-se orgamsando.
Ha ja uns 80 a 00 voluntarios que se tem oll'ere-
cido a partir, de diversos corpos de iifantana e
cacadores do exercito de Portugal.
I \ ti do crrente recebeu-se aqu em Lisboa
pelo paquete inglez, por va de S. rcente vuabo
Verde) a seguinte participarao:
., Cidade da Hraia. Cabo Verde C de evereiro.
-Chccoii uo dia ;i noticia de urna sublevado em
Bissu"; c o coinmandante do vapor Tro recor-
rendo agencia do Banco Ultramarino, fez o seu
aprovisioiamento. tomou a bordo tropa de desem-
barque e parti para Bissu no da o.
O governo o de Cabo-Verde. Aqu temos,
pois, novas complicacoes coloniaes. Entreunto
os Srs. deputados da naco portugueza doestani-
se, chanam-se mentirosos mis aos outros. Da-
tera estridules murros as earleiras, prolongan!
as discusses indefinidamente e fazemjoltttea
pessoal para maior gloria do s\ stema
de que os cen contos pedidos
acudir de promplo Angola,
une,,,', necesstrias aos governadores respec-
tivos.
J ficouSiontera na cmara electiva approva-
do naespecialidade o projecto do governo pedia-
do a i'serva para guarnecimento da nossa fron-
teira. A' prbpasito este assumpto discutirain-se,
K)r incidente, alguns pontos da qoestab de fazen-
da, e o Sr. Antonio de Serpa (ministro das finan-
zas, assegurou que a situadlo tem melhorado
muito, augmentando o rcndiinento das alfande-
gas, bera como o producto de outros irapostos, e
que o dinheiro as eaixas centraos era hoje supe-
rior a mil contos dispoaiveis, o que la muitos
annosnaoacontece. No lira do debate liouvecon-
testacao acalorada acerca da latitude da proroga-
eo da sessao, e a cmara tnmultuou-se (diz urna
l'otlia ministerial i. encerrando a presidencia os
trabamos.
Falleceo hontem o visconde dAlemquer (Ma-
noel Joaquim de Alracida (antigo administrador
do Bairro Alto (de Lisboa) o abastado proprie-
tario em Olhalvo. Succumbio urna olorosa
enfermidade.
Tambera morreu o irmo do conselheiro
Francisco Manoel de Mendonca, presidente da c-
mara municipal de Lisboa.
A corte, e graudissiraa parte da burguezia,
funccionalismo etc., tem conservado rigoroso luto
ollicial por Sua Magostado Imperial a Sra. duque-
za de Bragam/a. Os theatros, cheios de senhoras
vestidas de pelo, apresentaiu um aspecto l-
gubre.
No dia 28 do eorrente havera solemnes exe-
quias, na igreja de S. Vicente de Fura, em Lisboa,
por alma de S. K. a iiiperatriz. Na cmara dos
deputadosdistiibuio-se o respectivo convite.
( S. A. a Sra. infante D. Isabel Maria vai indo
muito nielbor djs ltimos padecinientos que a
allctavam.
<( A folln ufTicial tem continuado a publicar
numerosas mensagens de pezanies a sS. MM. pela
peda de S M. Imperial.
O Sr. Fernandos de les Ros, representante de
Hespauha em orlugal, sabio para Madrid em 10
do crrente, e assegura-se que ser substituido na
sua missao, contra o que se esperava.
') Sr. Mndez Leal, nosso ministro em Ma-
drid, antes di renuncia de D. Amadeu, voltou
para o mesmo posto diplomtico, e j regressou
aquella capital com sua esposa.
Continuara a ser pouco satisfactorias as no-
ticias que se receberara aqui das nossas posses-
ses na India. Alean;am a l' de Janeiro. A lm-
prensa, jornal de Goa, diz que os salteadores na
semana que principiou a 12 daquelle mez, prati-
caram grandes barbaridades em algumas das
aldeias da provincia de Conda,levando comsigo 11
individuos de urna dellas, para o livramento das
quaes exigein quantias enormes.
Em urna carta publicada no mesmo jornal, diz-
se que uns 8.) bol tos da provincia de Satory se
dirigiram ha poneos dias capital, com o fim de
declarar ao Br. Maccdo e Couto (governador geral) i
que j nao podiam continuar a viver naquelle
paiz, e qqe iam e-tabelecer se as trras britao-
uicas, pon i ue. uuc ujujailu ;r.mi perseguidoi pa
lo'Sftlteadoreqxie rouba\-am S SUas ra*s as
suas vidas, e honra de suas mulheres e lllhas, e
por outro lado o erara tambem pelo proprio go-
vemo que mandava prender homens inofensivos
como conniventes com os meamos salteadores.
a Accrescenta o mesmo jornal que isto haven-
do s 12 salteadores. 0 que fari.i se houvessem
mais. Isto dos l salteadores nao pide ser exac-
to, Necessariamente muito maior o numero
destes.
Vntria* la .%iiii*i-*u.
Por via de Lisboa recebemos as seguintes :
KSTAOOS-I'NIOOS.
Os insurgentes de Cuba enviaran) ao presidente
.os Estados-Unidos urna depataco para pedir ao
presidente, qoe recoobecesse nelles o direito de
belligerantes.
O presidente Grant recebcu a >leputaco com
todo o agrado, c prometteu-lhe que faria tudo o
que fosse coinpativel com os seus deveres.
Apezar do grande relevo que se tem queri-
do dar ao recoiihecimento da repblica hespa-
nhola pelo governo dos Estados-Unidos, diz uih
lelegrainma de New-York de 13 de fevereiro, que
a cmara dos representantes de Wasbgton recu-
sen tomar em cousideraeo una proposta felici-
tando a Hespanha pelo "estabelecimento da rep-
blica.
Una correspondencia de New-York, dirigida a
Independemcii Belga, da minuciosas informaedes
acerca da guerra dos Medoes.
A tribu indiana dos Medoes conimaiidada por
um lioniem intrpido, Jack, e auxiliada por outras
tribus, fortifieoa-se em una especie de volcan
apagado, donde i- diflieimo desaloja-la. A pri-
meira expedicao qoe se enviou contra os insur-
gentes compunha-su apenas de quatrocentos ho-
mens, que foram fuzilados pelos indios encober-
tos eom as asperezas do terreno e os mattos, e ti-
veram de se retirar. A sua retirada ufanen Jack,
e espalbou-se que elle se preparava para atacar
urna eolonia de.braneos estabeleciJa era Battle
Creek. ,<
Os Medoes issaltaram depois um acampamento,
mas foram repelhdos com algumas perdas.
Os poyos do Oregon e da California, assustados
cora avisinhanca dos revoltosos, tinham pedido li-
ceftpa ao presidente dos Estados-Unidos para le-
vantarem tropas, que os fossem combater.
Vapor Oberon. Este vapor da liaba it
Liverpool sabio de Lisboa para o nosso pmtUpI
dia 22 de evereiro. JP
COMMERCIO.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana
Toma riscos martimos em mercadorias
fretes, dinheiro a risco e finalmente de quat-
quer naureza, em vapores, navios velaou
barcadas, premios muito mdicos.
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ueiro andar.
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operaco bancaria.
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manh e findar s i da tarde.
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RA DA' CRUZ N. 38.
AISGO.
bra e garantido pela coafeieracao.
ci de 1819, qne foi aceito Tpek) governo de Gene- meio de enUmsiastieaa acclamaces de Viva a
repblica > Estas autoridades telegrapbaram
E verda-
pelo governo pare
{rain votados sem
discrepancia e logo e logo. Mas ponais que se
diga, nao so pode qualiticar de poltica seria a
que se annuncia pcV declaracoes terminantes de
que smente se quer privar o governo dos meios
de invernar, e isto para que o bando dos aaver-
sarios empoigue as pastas, nicamente pelo pra-
zerde ver trotar um correio de secretaria a por-
tinhola da carruagem.
t Meus amigos, eu nao faca declamarles, nao .
mas ferve-me ainda o sangue, quando vendo as
circunstancias excepcionaes em que se encentra
este pair, em que a Europa actualmente tem o~
olhos filos, vendo a falta d elementos de ordeni e
seguranca geral que existe as possessoes portu-
guezas il'alein-mar, abservocom lastima essa pol-
tica enfezada e mesquinha de recriminacoes d alei-
vosias, de retalbacoes e personalidades, que t'in
produzidOvSessoes tumultuosas, por phrases desbra
gadas, emquanto s com o bom senso de todos nos
que podertamos sustentar a invejavel situar o
interna que ainda, pormerce de Deus, que nao eui
virtude de nossos esforcos, conservamos no nmn-
o europeu, to agitado e irrequieto.
Dii-se que o ministro das obras puMicas, o
Sr. Cardozo Avelino, que,_seja dito sem sombra de
lisonja, passa por homem ssrio, kooestissimo e
muito eoobecedor, do ramo da admioislra;ao a
seu cargo, pensa em realisar a creaco dae colo-
nias peoaes em cada urna das provincias ultra-
marinas, como foi decretado em 9 de dezembro
de 1869. Para este lim foram pedidas as iuTor-
REVISTA DIARIA.
Passamcnt.Vietima de una congestao
cerebral tallecen boje o Sr. desembargador doT ri-
bunalda Helaeao desta provincia, Antonio Baptista
Gitiraiu. O seu enterramento ter lugar amanba
pela manila.
Val u'ins eoniiuerciaes. Dos telegram-
mas dos Srs Pinto Leite c Sobrinlios e Knowles
Postor, de Londres e L.verpool, em 2 ie feverei-
ro as 5 horas da taede, extralumos o seguinte :
O assucar muito frouxo com baixa de 5 poneos
sobre os presos : de 27 a 28/ o branco, de 2i a IB *
o loare,0 de 2)a 2:1/ o mascavado.
O algodo calmo, com baixa de 1/16 sobre os
penos : de 10 i/t os de l'ernambuco e de Macei,
de O 1/8 oda Parahybn. e lo 3/4 o do Maranho.
.( o caf iirme.de 80/ a 84/ o do Itio de Janeiro,
de 77/ a K/ o da Babia e de 77a 7!', o do toar
Para o sal do imperio Com 7 recebi-
dos em nosso porto levou o Rio-Grande 204 pas-
sageiros.
(eneros do rstiva.-d vapor frineex
Rio-Grande trouxe : queijos iit2 eaixas ordem,
23 a Beltrio & Filho, 70 a J. da Costa, 17 a
Carga,6Sa Horros & Filho, 30 a Monteiro Rocha
& .. 22 a .1. C Braga & C, 16 a Lebre, 4' a Rosa
& Filho, 6 a i. i. Alves k C, 40 a Alfredo Barbosa.
23 a Sonza Mto C. ; vermouth. 15 eaixas or-
dem ; licor o3 eaixas a Grandin ; vinho .'(I eaixas
ao mfeni), ." a Hurle & C, 23 a Otto Bobers, ."iO a
Joao Farota ; ervillia W eaixas ordem ; sardi-
nhas 30 eaixas a Cliristiansen. 9 ordem; biscou-
tos < eaixas a Guedos de Araujo.
Porto de Liverpool. -Estavam a sahir
para Pernambuco os navios : Venus a SO, Jane
Ftodyear a 14 de evereiro.
1
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA E0 FOGO.
A eompanhia Indemnisadora, estabelecid*
nesta praea, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercaduras e mobihas; v\
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Seguro coito-logo
THE LIVERPOOL & LONDON & GLQtt
INSURANCE COMPANY
Agente
SAUNDERS BROTHERS &_C]
11Corpo Santo11'
COMPANHIA ALLIAIP
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870*
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro a
risco martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fura do imperio, assim como
contra logo sobro predios, gneros e fa?
zendas.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Beltrio
ra doCommerrio n. 5, Io andar.
DECLARaCUES.
SANTA GASA DE MISERICORDIA DO
RECIPE.
Predios i venda.
A junta administrativa da san a casa do mise*
ricordia do Recife, autorisada pela i residencia o
de conformidade cora 20 seu coraprornisso, leva
praea de venda, na sala das suas sesses, pelas 3
horas da tarde do dia 6 do crrente, os seguintes
predios, tomando por base as quantias offereridas.
Mei-agua do largo da Campia n. 3
Casa terrea da ra de S. Jorge n.
92, e a casa terrea da ra dos
Guararapes n. 85
Casa terrea da ra da Matriz da
lloa-Vista n. 56.
dem da ra da Gloria, hoje Viscon-
de de Albuquerque, n. 61
Mei-agua da ra de Antonio Henri-
jiies n. 26
Sobrado n. 57 da ra da Guia, hoje
Restauraeao
Secretaria' da santa casa de misericordia do Bo
cife, Io de fevereiro de 1873.
260*000
3:300*0M
2.000*0
2030*80
180*0*
.-1:000*10

i TYP. DO DIARIO RUA IXJgUE DECAXA4


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