Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12851


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Full Text
MI
!
AIWO XtlX NUMERO SI
v*


V
PAU1 A CAPITAL E LI GIBES OXDE \A() 8K PAGA POIITE.
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos dein
Por um anno idem
Cada numero avulso
\^
69000
125000
249000
320
SEGl\DA FEIRA 3 DE MARCO DE 1873.
- i
^ i i
PARA 1>K\THO E FRA VA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados."................
Por seis ditos idem. f .............
Por nove ditos idem................, .
Por ura anno idem. ..................
69750
139500
209250 ,
279000
PROPRIEDaDE DE MANOEL F1CEIR0A DE FARI & FILH0S.
ntonio Alves Filhos, no Para; Gonjalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira4Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, m Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paraliza ; Antonio Jos Gomes, na Villa d*Peuha; Belarmiuo dos Sanios Buko, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Franciuo Tavares da Costa, em Alagis; Al ves d.C, na Bahia; e Leite, Cerquinho & C. no Rio ;de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
rc-
verno da provincia.
KXI'KDlKNTK DO DM 17 W FKVKSKIRO DE 1873.
/ secciio.
Oflleios :
Ao general roinmandante das armas Ten-
V todo removida a guarda da thesouraria do fa-
jen la |iara a nova casa, <|tie se Ihe destinou, 6
fazendo-se iieo.-ssano aquella .reparticlio a que foi
desoooupada pela mesan guarda, sirva-se V. Exc.
de providenciarpara que as resistivas chaves s<--
jaa entregues ao reprter da mencionada thesou-
rada, qne u soliritoa eni offlcio de li do corrente
sob u. "I serie C.
Ao niesinoMande V. Exc pnr em lber-!
dade os recrulas Emiliano Jos da Cosa. Laurindo
Adriano de Souza e Jos Francisco da llora, visto
tercm provado sen.o legal.
Ao mesmo.Mande V. Exc. por em libcrda-
de, visto ter provado iseneao legal, o recruta Jos
Alexandre Rodrigues de Sant'Anna.
Ao mesmo.Deferindo o reqiieriinenlo que
>o aiiuexo ao ollicio de V. Exc. de 13 do corren-
te soh n. f~7. do cirurg.io mor de brisad Dr. K.-
lix Moreno Brandan removido na qualidade do de-
legado do rirurgiao mor do exereito desta provin-
cia para a do Para, concedo a permssao (pie elle
sclidla para deniorar-se nesla capital at o mis de
abril vindouro, atientas as raxdes expostas naquel-
le roqiierimento.O que declaro a V. Exc. para
seu conltecimento e devidos fins.
Ao inspector do arsenal de marinha.-Tendo
nesta data concedido i|ue sem projuizo do servico
publico sejam concertados nesse arsenal, mediAe<
a compleme indeninisacao, as embarcacoes da as-
sociaeap dos praticos nesta capital, ass'iin o com-
umnico a V. S. para seu conhecimenlo e di-
IW;O.
Ao mesnio.Communico a V. S., para seu
< .nhecimento e fins convenientes, (pie nesta data
deliro o requerimento do carpinleiro Joaquim An-
tonio Falrio, que veio annexo ao seu ollicio de 23
de Janeiro ultimo, sob n. :iit, mandando-lhe dar
p*sagem para a Bahia no vapor da oompaiiha de
navegajao bi-asileira, que se espera do norte.
Ao capitao do |iorto.Coqccdo que, sem'prc-
juizo do servico publico, sejam concertadas no ar-
-'iial de marinba. mediante a competente indem-
nisavao, as embarcacoes da ussociaco dos plati-
cas nesla capital, conforme solicita pr tico mor
no ollicio, qne incluso devolvo, e a qne se refere
> de Vmc. de 15 do corrente, sob n. 40, o qnal
i<"> assiin respondido.
Ao inesmo.Autiiriso Vmc. a mandar impri-
mir e enoadernar tres Mvrosde 100 tullas cada um
Mtra registro das einbarca;es. e eserpturacio dos
tormos de que trata os artigos 8 e li) do rceula-
OWatO de 1! de maio de I8G.
Ao director interino do arsenal de guerra. -
ande fine, conduzir para o hospital militar os
caixoos contendo drogas e medicamentos para a
:)-i:innacia do doblo hospital, que vieram da
corte no vapor Paran, aprontando Vmc. a conta
da desposa rom a eooduecio para ser paga pela
Murara de fazenda.
2.' tteeSn.
Portaras:
O presidente da provincia, attefrlendo ao que
r-iquereu Antonio de Albuquerque Cavalcante, no-
dado toneate da 1* cninpanhia do esquadrao, n.
t. de oavaJIariada guarda nacional do municipio
do Buique, resolve conceder-lbe dispensa do lapso
de lempo, em quein urreu, para tirar a dita paten-
te no prazo de 15 dias. a contar desta data.
O presidente da provincia, de conformidaie
Rui proposta do l)r. ende de p ilicia em ollicio
n. 8o, de 6 do corrente. resolve dividir o districtfl
leudo o f os limites seguintas : Partir da traves-
ea do Pcxotu, e compreheuder toda a liona de
cuas do lado do sul at a margena do rio C.apiha-
ribo, a continuar pela niesma travessa em segui-
mealo ao aillo do predio do Munz, todas as casas
.v sul do oitio desta at a baixa mar.
i presidente da provincia, de conformldade
'>"' a proposla do Ur. chee de polica em offlcio
n H,", de 6 do corrente, resolve nomear para o
irgo de subdelegado do 2 dslriclo da freguesa
i 9 Jos, creado por portara desta data, o eidadio
Vaiaro Jos dos l'raz'-res.
O presideule da provincia, avista do qne ds-
;!' o art. 1 do' decreto n. ItiliS, de 5 de Janeiro de
i rt. resolve acceilar a desistencia que faz Anto-
nio Carlos de Almola da serventa vitalicia d offli ie de escrivao privativo do orime perante o
-i fe de polica, e o delegado do 1- distrieto desta
rjpilal.
O presidente da provincia, altendendo ao que
r "(ucreu o major Joaquim Francisco de Souza l.eo
5 mpptente do juiz mnnicipal do termo; do Cabo.
resolve dispensadlo do lapso de lempo em que in-
eorren, alim de poder prestarJnramentodo ditocar
%t, o que deven lazer no poso deJIS /lias, acon-
t.u- desta dala,
O presidente da provincia, atteudeiide ao qne
i |i:ereu Joaquim Servlo Viera da Paz. *' sar-
;j-iinda5* eompanhia do corpo de polica, resolve
l i-llie uiii Diez de lieeaca com vencimeolos
rina da lei. para tratar de sua saude, onde
uvicr.
ifficioe :
Ao eommandanle superior da guarda nacio-
r\, do llecife.Coinnuiiiico a V. S. para seu co-
lueclnwnto e liiw euovenientes, que nesta data
i: andel por em libordade i s guardas nacionaes
Kmi lao Jos-da Costa,Lanrindo Adriana de Sou-
-^, b Jos Francisco da llora, os quaes (orara pre-
iara reerala.Ficando assim respondido o
de V. S. de o' do eorrente, sob u. SI l.
Ao juiz de direito da eomafca do Bn(pu-.
; adecen lo o franco e leal apoio, que V. S. de-
preslar minha administraiMo: e com o qual
inio. tenho a iulbrma-lo em resposta ao seu uf-
-.ni de S do i-i urente, que para essa comarca j
;uio um ofliciai e dea pracas do corpo de poli-
ca, aura de destacar em Mokot, brea essa. que
espero, ramio coopere para a perseguido e eap-
i ira de erknlBoeos, que infestara a comarca.
Ao I)r. chefe de polica.Declaro a ?. S. que
por portara desta data foi aceita, da conformida-
d- cofla o disposio no art. l. do decreto 4668 de
:> de Janeiro de 1871. a desistencia que fez Antonio
Culos de Almeida da serventa vitalicia do ollicio
erivaodo crirae perante V. S. e o delegado do
I distrieto desta capital, eonvindo que seja poeto
^.ii concurso a dita serventa de conformidade Com
,, ci'.klo decreto. ,
Ao juiz municipal de Serinhacm.Envo a
Vmc. os offlcios. juntos por copia, do l)r. cliefe de
polica c engenheiro fiscal ik\ estrada de ferro io
P *ife a S. Francisco, para que juntando ao inque-
rito que I lie reinetleu o mesrao chefe, instaurea
o respectivo processo contra Francisco de Paula
Cordeio Cintra, pela falsilicaco de bilhetes de
l'iv-igens da mencionada estrada.
3.' seceo.'
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Declaro a V. S. para seu conhecimenlo i fins con-
veniente, que aUendendo ao que expoz. o 3." es-
Ao iii-'siiio.-Transiiiitto a V. S. a folba
laoSes nomiuaes e prets juntos em duplcala que
me remetteu o commandantir superior dos muni-
cipios de (ar.mliuu.s, ilmn Consellio e Buique. com
ollicio de 7 do corrente, sob n. 9. alim de que
mande pagar a quein se apresentar competente-
mente autorisado os veuennentos dos destacamen-
tos da guarda nacional, existente na villa de Aguas
IMHas c no distrieto de Assurema, relativos ao inez
de Janeiro ultimo.
Ao iikismo. -ecommendo--T.' ^. que em
vista do pret. junto em duplcala, que me remet-
teu obngadeiro coiiiniandanti
que
das armas
interino
com ollicio de boje, sob n. 19, mande pagar os
venciraentos relativos |. quiuzena desle inez
das pracas empregadas no deposito de recrulas
- Ao mesrao. Tendo nesta data conced-do que
si ai Dr.juuodo jervic pubeo sejam concertados
no arsenal de marinha, mediante a competente n-
dciimisacao, as embarcacoes da associacao dos
praucos nesta capital; assim o cominunico a V.
f<. para seu conhecimenlo
Ao inspector da thesouraria provincial.-lEm.
visu do incluso pret em duplcala que me reniet-
teu ocommaiidantc superior interino do municipio
de Agua Pela, com ollicio de6 do crrante, mande
V. 5. pigar a Maiio.-| Fernn Jes Masca rendas, os
vericmienlos do destamenle da villa de Barreiros,
conceruonJes ao moz de Janeiro ultimo, como se v
do mencionado pret.
'' uee8o.
Ollicio : .
cnpturano removido para a alfandega da cdade
.1 Santos^a provincia de S. Paulo, j .ao Antonio
di bilva Pereira. resolv, por despacho desta data
prorogar por mais 2 mezes :, prazo, que Ihe tui
nltimaioente marrado para seguir a seu de-tino,
vjto achar-se elle respondendo ..inda ao processo
ip.indado instaurrmelo gowrnoimppriil sos .-m-
prgados da alfaadega desta capital.
Ao hxm. Sr. presidente da provincia de S.
Paulo.-Declaro a V. Exc. para seu conbecimento
e luis con venientes, que. attendendo ao que solici-
ten o :i." escriturario removido para a alfandega
da-cidade de Santo.-, neesa provincia, Joao Antonio
da Silva Pereira, resolv por despacho desta dala
prologar por mais i mezes o prazo, que Ihe foi
ltimamente marc do para seguir a seu destino,
visto aeuar-se elle respondendo ao processo, man-
dado instaurar pelo governo imperial onlra os em-
piegados da alfandega nesla capital.
Portara :
A' cmara municipal da villa de Salgueiro.
Era resposta ao oflico da cmara municipal da
villa do Salgueiro, de 1G de Janeiro ultimo, tenho
a rocoinmendar-llie qne exija pelos meos legaes
do ex-secretario dessa cmara a entregando archi-
vo para habilita-la a ministrar as inormacoes pe-
didas acerca da receila e despeza desde a sua ins-
tallacao.
.7. teecS.
Actos:
O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren Zeferino de Almeida Pinto, resolve
prorogar por mais quatro mezes o prazo que Ihe
fiii morcado para a impressio e publicado'do
diccionario de botnica, organisado por Joaquim
de Alenla Pinto, a contar da data em que deva
dar Lirompto aquelle Irabalbo. Esta ser apre-
sentada as esta roes competentes para ter a devi-
da execucau.
O presidente da provincia resolve nomear
os Drs. Augusto Carn'ciro Monteiro da Silva Santos
e Manoi'l Pereira de lloraos Pinheiro e o major
Salvador Henrique de Albuquerque para exami-
naren! no concurso a que se vte proceder para
preenchimenlo da vaga de praticante da adminis-
tra., o dos correios desta capital; sendo o pri-
meiro em arilhmeliea elementar comprebendeudo
o uso-do systema mtrico ; o segundo em noces
geraes de geographia e o ultimo em exercicios de
caligraphia e orthographia.
(Illicios :
Ao Dr. Joaquim de Aipiino Fonceca.Cuni-
prindo que esta presidencia d soluco ao que re-
qoereu O Dr. Jost Joaquim Tavares Belfort, sobre
ora prbrogacSo de urazo para a confuccao da es
tatistiea da provincia; cujo traballio contratou,
convm que V. s.. com o outro membro da eom-
missao nomeada era iulho de 1808, remeta o pa-
recer que Ihe foi exigido, e devolvo os trabamos
que pelo contratante (orara apresentades.
Aoadiniu'strador do correo. Tendo nesta
dala noineado os Dr.-. Augusto tarneiro Monteiro
da Silva Santos e Hanoel Pereira de Motaos Pi-
nheiro. e o maj >r Salvador Henrique deUlbuquer-
que para examiuarem no concurso que s deve
proceder para preenchimento da vaga de plati-
cante dessa reparli.-ao. deixo ao arbitrio de Vine.
designar novo .la para o referido concurso, dando
sciencia ao- ncmeados para o seu coinparecimento.
Fica assiin resociidido o seu ollicio de 11 do cor-
rente, sob n. :8.
Ao Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva
Santos.Communico a Vmc. para seu conbeci-
mento, que por acto desta data nomcei-o para exa>
minar em arithraehca elementar compreliendcndo
o uso do Systema mtrico, no concurso que deven
ter lugar no da que Ihe for comniuuicado pelo
administrador do correid, para preenchimento do
lugar de praticante d*aquella reparticao! Iguaes,
nutatis mutaudis. ao Dr. Manoel Pereia de Mo-
raes Pinheiro para examinar em nocoes de geo-
graphia. e ao major Salvador Henrique de Albu-
querque em caligraphTa e orthographia.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recite ao S. Francisco. Pelo seu offlcio de li do
cor -nte. fiquei int.-irado de haver seguido para o
interior as 5 1/2 horas da arde d'aquelle da o
trera das J 1/3, por estar obstruida a linua ne
lugar denominad..' Ponte/.nha, em eonseqnencia
do desencarrilhamento de um dos wagons de um
trein especial de carga.
Portara .
s Srs. ag. nies da eompanhia de- navegacao
brasileira i.., ,; i. dar transporte para a Balia,
por conla do ministerio da marinha, no vapor que
se esperado norte, ao carpinleiro Joaquim Antonio
Palean, que d'.ibi veio contralado para servir no
arsenal de marinha desta provincia.
BXPEMENTE DO SKCBfTAftlO.
f" MceAo.
Offlcio :
Ao recrulidor da capital. S. Exc. o Sr.
presideule da provincia manda remetter a V. S
os dous inclusos possos, facilitando o transito de
V. S. e de sna ordenaaea nos trens das vas fr-
reas doCaxaug eOnda.
J' secplo.
Ollicios:
- Ao Dr. chefe de polica.-O Exni. Sr. presi-
dente da provincia manda transmitlir a V. >,'.
para os devidos fins, copiada portara d'esta dala
qu^ crea ura outro distrieto na freguezia de S.
los, o qual le a i denc minacio de 2., e os limi-
tes constantes da dila portara.
A>> eommandanle superior da guarda nacio-
nal de Garantftras, Hiim Consclho e Buique. O
Em. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. -v que nesta dala expedo ordera a thesoura-
ria de fazenda, no sentido de seren pagos a quein
se mostrar competentemente autorsado os venc-
mente do destacamento da guarda nacional, de
que trata o seu oflicio de 7 deste mez, soh n. 9.
Ao eommandanle do corpo de polica.O
Ex'nt. Sr. presidente da provincia manda declarar
a Vmc. para os devidos fins, qui por portara
desta data se concedeu ao 2." sargento da eom-
panhia do corpo sob seu commando, Joaquim Ser-
vido Viera da I'./, um mez de li cenca com ven-
cnenlos na ferina da lei, para tratar em sua casa
DESPACHOS nv PHKsTKWa* DR 28 DE FFVRRE1R0 DK
1873.
Alexandre Sergffl de Moraes. -Passe.
Aaloolo f rrqlra Hallar. -Deferido cora officie
desta dal i ao Sr i ocegd regedor do g\ rauaaio pro-
vincial.
De Lailhac ir. id'.'ferido, em vista da informa-
ciado Rvm. Dr. regedor do gvmnasio provincial.
Francisco Jos de Oliveira Jnior, -luforme o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Francisca Amelia woreira e nutras. -Ao Sr. di-
rector da repartidlo das obras publicas, para at-
tender s supplicanles.
Dr: Fram-isco Pinto PessoaInforme o Sr. con-
selbeiro director da Faculdade de direito do Re-
cife.
Joau AniisliiaiftjH Mello.-Declare osnpplicanie
quaes as pessoas ivres que esto reduzidas a es
envidan e quaes os delnqueutes, alim de seren
punidos na forma da le. ;
Jos Brandao da Rocha.Jiicaminhe-se.
Joaqun) Goncolves Chaves Filho. Deferido com
ollicio desta data ao Rvm. Sr. conego regedor do
(jyinnasio provincial.
Joao Flix da Cruz Indeferi lo.
Manoel Piulo dos Santos. Concedo a licenca pe-
dida.
Pocas 4 C. -^Passe portara,
Secretaria da presidencia de PernambVo, i
de marco de 1873.
O porieiro.
Silvina Antonio Rodrigues
DIARIO DE PEBNAMBUCO
RECIFE, 3 DE MABCO DE 1873.
A Chegou ante-hontem pela manha o vapor brasi-
6fNM, trazendo datas : do Aracaj at 20 e de
Maceioal 27 de feverciro.
SKHH,K.
Lemos no lornal do Aracajd :
A febre araarella tem nesles ltimos dias
accomniettido as guarnieoes dos noviosallemdes,
entrados neste porto.
m A adinnistracao da provincia tem sdo vigi-
lante no emprego das medid s a seu alcance, para
evitar a propagacao do mal, e curar os artiomuiet-
tidos de lio grave molestia.
Nao sndo possivel, apezar de muito esfor;o,
a acquisicao de urna casa qne podesse ser aluga-
da para o servico do lazareto, ainda mesmo ofe-
recendo-se avultado proco, a presidencia delbe-
rou comprar urna nos suburbios da cidade em
coiidi..^)es de prestar-se ao indicado lim.
Cora etfeito, depois de examinado o silio do
cidadao Jos Albino de Moma poi nina commis
sao composta de emprgados da fazeinla geral,
foi comprado o referido sitio |>or l:500.
a Acha-se, portanto, funecionando o lazareto,
concorrendo para isso o dis'ncto Sr. capitn do
porto interino, que fra por S. Exc. eiiearregad
de monta-lo c mvenienleiuente.
Para all passaram j os doentes, e se achara
sob as vistas do mesmo rpita.) do porto, sendo
medicados pelo Sr. Dr. Va-coucellos.
A presidencia assim eumpre o seu dever. Em
casos taes preciso que a autoridade lance man
de tudo qnanto poder bem da popolacio que
dirige, m
Pela coinmincaeao "dirigid i a imlicia, em i
de fevereiro, sabe-se ter sido assassinado Hanoel
de Souza, meslre de assucar do engenho do Sr.
aquelle individuo procurava prender.
Manoel de Souza fra levado pelo nobre de-
zejo de diminuir o numero dos quilomblas que
actualmente perturban! a tranquilidade dos pro-
pnetarios da provincia, e qoando assim dilima-
ciara realisar a captura do referido escravo, fra
victima de um tiro qne este Ihe disparou.
Foram capturados pelo delegado do Rosario
os quilomblas Jos, do alteres Joao de Mello de
Siqueira, Manoel, do comraendidor Sebasliao Gas-
par de Almeida Boto, e Faustino, do proprieta-
rio Jos de Faro Rollemberg.
Comecra a publcar-se, no Aracaj, o jor-
nal Uberaat, orgao do partido liberal d:; pro-
vincia.
ai. todas.
Nada occorreu digno de inencao.
larj sua inslruccao e deveres ; protestara cintra
a injorvt-n.;ao do poder civil ua disciplina eccle-
1 siaauea ; e deelarain a observara > das novas luis
iueulppaveis cora a sua consciencia.
HMitltKa.
Di*cute-se em arabas as cmaras a poltica
da governo. Os torys teem censurado vilenla*
menXfea poltica dos >rs Gladslonu e GranvilU
ai enjiti quustio do Mahuuui, das frontotras do
S. Jo35, ele.
Nao obstante ser muito vigorosa a opposico
que tem o governo iuglez, este conta com a uiaio-
ria as dnas casas do parlamento.
IIKSPANHA.
Acerca deste reino escreve nosso correspon'
denle de Lisboa :
Por ora tem caniiiiliado rpidamente os acon-
teciinentos sera alalos dignos d-; especial inencao.
Nao de maravilhar, porem. que, mais tarde
ou uiiis cedo, se uanifesteni tentativas ornadas,
para inaugurar urna reacciu tendente a derribar
a uascente repblica
" Esta, porem, cunta, como sustentculos na
quelle paiz, horneas de mrito superior que pela
firmeza de seus principios, pela seriedade de suas
a.-piraces e prudencia de seus actos se esforcara.
por conjurar do longe as tempestades mais para
temer.
.Novillas liti nomeajo capito general de Ma-
drid. Contreras luj restablecido no seu cargo.
a Todas as autoridades civis e militares, adheri-
rn as decises da assembla, sobre o estahele-
cimeji da repblica, nao tendo sido at hoje per-
turbapa traiifuillidade pnblica.
k Tertulia i rogressislu, na sua reunan de 12
do corrente, felicilou a Saluierou, pela sua eleicao
para misnistro e approvou o procedimeuto dos de-
putados radicaos da assembla.
n Esta auuuiicia Jo tmi decreto aboludo os ttu-
los nobiliarios e as condecoraces Civis.
As junta* revolucionarias que se formaram em
diversas provincias, cwucordarain em obedecer as
ordens do governo.
Assegura-sc nos circuios mais respeilaveis de
Madrid, que o reconheciiuento da Franca e da Ame-
rica, esto resolvidos.
Diz-se que mean nmeadn embaixador ein
Paris, Abarrenga era Londres, eTirel em Druid-
as ; ficando oin Portugal Los Rios.
Dos Hitados Unidos, tem-se recebido as mais
enrgicas ejicilaces.
Castellar vai dirigir um memarunlum as na-
..oes estrangeiras, indicando poltica externa da
repblica hespanhola.
a Eslao j restabelecidas com a Franca as coni-
munieaCe] regulares pela estrada de ferro do nor-
e de Ik-spanli...
* O Sr. Mondes Leal u3o ser substituido ; mas
partir bravera ;nle nara Madrid cora as novas cre-
denciaes que o acreditaui junio ao governo da re-
pblica hespanhola, como ministro plenipotencia-
rio de Portugal.
Caslllar, ministro dos negocios eslraugeiros,
da repblica de Hrspanba, dirigi ao general Gari-
li.ii.ii o s < GimeraT -Esta proclamada em ll.spanha a
repufcllca deraocralica. Ao tomar esta detenniua-
;o o povo hcspanhol, o amigo sada ao amigo ;
o hurajlde servo, ao here legendario da repu-
Baro d* Pro|.ria, penmm wcravo fagido -a hhchv J*cjo_-.i ,, ,
^Jf u^nta.los Antonio Orense e Pedro Ajuera
taraoom llegrapharam ao general Garibaldi, d-
zendo-Ihe :
'i Est [iroclamada a repblica e:n Hespanha.
publica hespanbola. So possivel' antever algu-
raa cousa no futuro, st-ja-me periuiltido' maniWs-
tar qik' a sal-doria e dignidade cmn que reali-
saram a recente mudaeca, e a sabedoria cora
que vos confiaran! a presidencia do poder ese-
cutivo, sao felizes auspicios do glorioso futuro
reservado nova repblica nespanbola. Os Es-
tados-Unidos que occupain urna consideravel par-
le do continente consagrado civilisacao pelo va-
lor o f da llcsiuiili.t. nao podem contemplar
sera einocao o imperio de S. Fernando e do Isa-
bel, transformado em repblica,
O povo americano, convencido pela constante
pralica das iostitui'.es livrcs, durante mu seculo,
da sua iiiimensa ellicacia para o progr.sso das
na.;es, v com profunda satisfacao que a lies-
pauha encoulra no sea exeinphi meio de eslabe-
lecer em solidos fundamentos a sua prosperidade
e o seu poder.'
x Manifestando-vos os votos fervorosos do meu
presidente pelo xito da admmistracao que vos
est confiada, leconbecendo a autoridade deposi-
tada lias vossas raaos, compro 0 mais agradavel
dever da minha missao nesle nobre e generoso
paiz.
-' 0 Sr. Figueras roipondeu ao Sr. SieUes :
a O ministro americano foi muito victoriado
pelo povo as mas de Madrid.
Grave responsabilidad!! Iraz comsigo o cargo
que a assembla me canuda e a adbeso do povo
raticou ; responsabilidade capaz de me que-
b antar, seprame reaiiuiar ni vierein mo-
mentos como este, em que a ossa eloquente pa-
lavra me aprsenla a voz robnsla do povo ame-
ricano, abeii.iiaiido e acclamando a exaltado da
repblica em Hespanha, que a obieve pela sua
moderacao, sua energa, e que a conservara pela
sua prudencia. Se a America deve reconheci-
inenlo Hespanha por ter deseoberto a America
hespanhola, esta develh'o por ter fundado no
novo mundo urna nova soeiedade, a qual, defi-
nitivamente orgausada pelo genio republicano do
dcimo ojiara seculo, estabelcceu um equilibrio
perfeito eutre a autoridade social e os direitos
atunes; a vida agitada das democracias e a es-
tabilidade perfela dos poderos, a expansao de
todas as aspiraces do espirito humano o o res-
peito dos interesses e das leis : di|no exeniplo
que a nossa p.tria nao esqueoer na sua nova
era. '
O ministro e pessoal da legaco, uniformisa-
dos, dorara entrada na assembla pela p rta do
prtico, reservada para os grandes actos offlcaes.
a A noticia da proclamaco da repblica foi ce-
lebrada era Nova-York coui signa! de regosijo pu-
blico. Segundo um telegramma recebido era Ma-
drid, a cidade illuminoii-se toda.
as possessoi'S besp.uiholas do ultramar, uo
foi menos bem acolhida a noticia ,dos importantes
successo o corridos na Pennsula. Os deaaehoa.
particulares, receludos em Madrid, confirinam in-
teiramente as noticias trausinittidas da llavana
pelo capitao g neral. isto que reunidas as auto-
ridades suporio-es da ilha, resolveram todos obe-
decer ao governo es,*olhido pela naco por inter-
medio de seus legtimos representani.-.
i J foi publicado pelos tornaos madrileos o
prembulo do projecto de lei. indemnisando os
individuos processados por terem pegado em ar-
mas peta causa J i repblica.
li liria-* da I'iiirupa.
Cora 10 dias de viagein fuudeou sabbado as 11
horas da maulla no lainarao, procedente de Lis-
boa, o vapor inglez Cordillera, da linha do Paci-
fico, adtantando tres dias s noticias que recbe-
nlos pelo Mera, da linha de Soutamplon. Dos
jornaes e cartas recebidos colhemos o que se
gue :
FRANCA.
Perdeu-se a esperanza de um acoordo entre Mr.
Thiers e a comniissao dos triula. Foi lejeilada
de Mr. Dufaure. Diz o Jornil ttus Debates, que. a
cora missao dos trinta consagrou dous mezes a an-
millar a posicao do Sr. Thiers perante a assem
bla, e baslaram dnas horas para se oceupar de
um projecto de que depende o futuro da Frau.a.
e cuja aceitacao o paiz Ihe exiga.
Alguns membros do centro esquerdo e da es-
querda foram em nome desses grupos, procurar o
Sr. Tliiers, para saber qual seria a sua resolucao.
0 presidente respondeu-lhes que apezar do voto
da comi'-issao nao desesperara aiuda de a trazer
a urna concilia^o ; que se o nao eonseguisse, a
queslao ira assembla onde a proposta Dufaure
sera defendida unnimemente pelo governo, e de-
clarou que nao tinha recelo algura pelo resulla-
do da discusso publica.
SUSSA.
Um telegramma de Genebra de t de feverei-
ro da a noticia de que o grande conseho de Gene-
bra (Sussa) rejeitara por 8.*i votos contra 18 o
principio da sparaeio da igreja do estado : e
adoptou por inmensa maiora o principio da clei-
c.io dos parochos pelo |>ovo.
AfJianca-se que ha toncos de eleger o padre
Jacintho para a diocese de Genebra.
AtSTItlA-llli.NGKIA.
A Auslria foi escolhda e aceitou a missao
de arbitro na questao das minas de Lauriuin, se-
gundo airiiiaiii os jornaes italianos, e os austra-
cos, mas dizem cartas de Alhenas que o governo
hellenco nao est dispostp a aceitar raedia<;ao nes-
te negocio, seno cora as clausulas que n'oulro nu-
mero indicamos.
Na cmara dos deputados em Pesth espera-
Be v-a discusso sobre a proposta que all foi
apresentada, convidando o governo hngaro a ex-
pulsar os jesutas do reino.
0 imperador d/Austria eiuda nao deu o su
definitivo conseutimento para a aprosentaco do
projecto de le sobre a reforma eletoral.
ALLEMANHA. *
0 prncipe de Bismark tem ltimamente tido
CUnversacSeS amiudadas com diferentes meiiibros
do parlamento, que tem tido por objeclo a refor-
ma da cmara dos seuhores, e a sua transformaco
em um conselho de estado.
Tem havido na cmara animada discusso a
proposito do orcamento dos caininhos de ferro.
Os jornaes governamentaes considerara a pe-
tigo feila pelos bspos prussianos ao governo, con-
tra as Ion submeUidas cmara, como ura acto
de rebelliao contra o estado e urna excitacao vio-
lenta das populaces catholicas a una resistencia
facciosa e criminosa s leis do paiz e esperam
que logo que as leis forera votados o governo fa-
r callar estas resistencias.
Os iiispos dizem na sua p.-/io quo'as lo a'.ib-
nieltidas cmara sao i: !i i vi ; fj||granl dot
direitos da igreja ; ne:'
iutervir nes*ue^ocios do cluj i........,., e ; i
OJ^vossos auligos ajiidautes sadam-vos.
i( O mar.piez de Sardoal, com una "pergunta
que no dia i i fez na assembla soberana ao go-
verno, deu a este occasto para tranquillsar os
credores do esta-lo.
A repblica respetar todos os coiiiproinissos
contrahidos pela monarchia.
O ministro da fazenda fez a esto nspeilo de-
clara'.-oes forranes, e o crdito deve senlir-se ro-
bustecido com ellas.
A Hespanha de luje, disse o Sr. E. Cheg iray,
a Hespanha de houlein, a Huspauba de sem-
pre .
A honra da naci urna s, todos os 'parti-
dos, som excep;ao teem interesse era sustenta-la
Ao passo que o ministro da fazenda por este
modo inspira eonfianca ein t >do os credores do
Estado, o Sr. Pi y Margall, na sua circular aos
gobernadores da provincia, faz dissipar todos os re-
cejos pela ordem, que por ventura houvesse gondo
a proclamar o da repblica.
Ihdem, litierdade e justiea, diz a. circular, o
tlieuia da repblica ; isto e, a repblica nao obs
tanto estar disposta a faz*r respailar lodos os direi-
tos consignadas no titulo da constitu';o, repri-
mir vigorosamente qualquer tentativa deinsnrrei-
co, porque esta oVtxa de ser um direito desde o
momento em que o wiioersal suffnujio. $em condi-
cues liberdaae, esem o limite da autoridade real a
soberana do poro, todas as ideas podem difundir-
se e realisar-se sem necessid-ide de appellur para o
brbaro recurso d.. armas
Sao geralmeiit satisfactorias as. noticias das
provincias. Esto dssolvdas todas as juntas re-
volucionarias que se tinham organisado noticia
da |iroclamacao da repblica. Apenas em Mon-
lilla, provincia de Cordova, ha a deplorar umc.ni-
flicto serio entre o povo e a guarda civil, ficando
urna pessoa mora e oulras bridas. Parece tam-
bera que foram incendiados alguns edificios; mas
carece de confirmaco esta ultima parte. Em
Sevilha trocaram-so igualmente alguns tiro? entre
um grupo de paisanos e uraa torca de carabinei-
ros. Um rapaz que por curiosidade insista ao
c.uiilictu, lovou urna bala na cabera. E' a nica
desgraca a lamentar.
0 poro naquella cidade, fez um auto de f com
os retratos de D. Amadeu que baria uas sallas das
sessoes da deputacao provincial e da muuicipali-
dade. Tiveram igual sorte a forca o as urnas do
sortejb para soldados. Q sacrificio venlicou-se
defronte da casa ministerial.
a Em Malaga acha-se oomplciamtmte reslabcle-
cida a ordem. Pareco que naquella cdade n o
so foram queimados of papis do governo civil e
da municipalidade, como ha a lamentar va-ios as-
sassinatos praticados em individuos pertencentes
ao corpo de carabineiros. Por ora, porm, nao
passa tudo isto de boatos de terroristas.
i Tomn possa do (ominando ein chefe do
exereito do norte o general Pava, nomeado para
substituir o general Morionev Este estova desde
o da 12 incommunicavel com Victoria por causa
das nevos.
o Entrando naquella cidade a 14, expedo logo
um telegramma para Madrid, no qual adhere s
resolu.'(es da assembla nacional.
Tambera o general Hidalgo mandn um des-
pacho de adheso e das torcas d<> seu commaa
do.
a O governo hespanhol va conceder um prazo
de oilo dias aos Carlistas para deporem as armas
e reconhecerem a nova ordem de cousas.
O general Contreras nao aceita o lugar de
director da arma de vallara, que Ihe foi offere-
eido. ^
No dia 15 foi recebido officiapente pelo pre
sidente do poder executvo o rauMlro dos* Esta-*
dos-Unidos era Madrid, o Sr. Sickles.
Este diplmala foi depois assembla nacio-
nal offerecer os seus respeilos ao Sr. Cristino
Marios. Prestou-lhe as honras militares a guarda
da cmara.
i. Eis discurso do Sr.Sickks. ministro dos
Estados-Unidos :
a Cumprindo as ordens do meu governo, tenho
a honra de saudar na pessoa do V. Exc. a re-
.1S V-MHUM 11:1 IT|I.1UN' ...
- Outro projecto apresentaJo assembfea para
que d'ora avante a justiea s-ja. adininislrada era
nome da naci.
c Sabio um decreto na Gacela, reorganisando
os batalhes republicanos da milicia civica, que se
tica chamando dos Yo unturi da Liberdade
t As tercas populares dxaram os retena de
Madrid, era obt-dienca deciso das autoridad -
A traiiquilldade est completamente reslabelecida
em Madrid sera effusao de sangue
A assst-inblca comecou a discutir a abolcio
da esclavatura.
Oito eom 1500 carlistas atacou Tafafla. A
nove conlinuava a tornar dilllcilunas :.s operapSos
das columnas em Navarra o provincias vasconga-
das.
Dissolveu-se a guarrilha. d<- Castella, a Nova.
t O Impoicial aiinum-ia um decreto roslilundo
postas o honras aos militares que nao tenbain
querido prestar juramento a D. Amadeu.
Serrano e Sgasta obliveram dos seus part
darlos completa adhesao actual ordem de cousas.
No dia 1-5 houve grande serenata dada pelos
republicanos a Castellar. A casa da Castellar
Iluminada. Appareceu varahda e fez um dis-
curso elo pente de nspiracio, em que inlga a re-
pblica destinada a fa er a unio de todos os bes-
panhoes. Recommendou soeego e raoderacao.
Foi milito victoriada a repblica' e o eminente
orador.
' Em Madrid anluu de mo em mi um tnap-
pa federal de IJespanha distribuido assim :
Estado gallego com as qualro provincias da
Galbza: Estado castellano leonez cora Asturia' e
Castella-Velha : Estado bwyuez cant!in>-nard)--A
ro-casconijaihi rom as provincias qnl estes noQMfl
indicara;' Estado ariajonez-riojano-soriano : com
as antigs provincias (l'esses noines ; Estado cata-
ln ; Estado valenciano balear Estado d Cus-
lelia Nbva : Estado e.rtremenho mancheip murri-
no ; Estado und -luz io Ocano cora lluclva. Se-
villa, Cordova, Cadix e as Canarias ; Estado An-
daluz do Medile raneo cora Malaga, Jan, Gra-
nada e Almera ; Estado de Cuba ; Estado de
Porto ll'co ; Estado ie Eilippinas. Sao 13.
c O Imparcial chama fatdico ao n. 13 d'esta
divisao d'eslados, e exclama :
t Deslrbuco funesta que destruir a unidade
hespanhola. obra gigantea e dilllcil. conquistada
passo a passo, lenta e laboriosa ent-', e realisada
pelos res catliolicos.
Procedente Ua fabrica de Barcelona, foram
postas em circulaco 3.39.800 moedas de ura
cntimo.
t A ltteralura hespanhola acaba de soffror urna
grande perda, com o fallecimento em Madrid, da
eminento poetiza, D. Gerlrudes Gomes de Avela-
ueda. Havia ja bastante lempo que apenas se
dedicara a obras piadosas.
t O estado do banco hespanhol, correspondente
a 31 de Janeiro ultimo, offeroce dill'erencas bas-
antes considera veis, comparado com igual dia do
inez anterior. A existencia do dnheiro no dito
eslal elecmento sotfreu um augmento de impor-
tancia, elevndole de M:3tOiC37 escudos a
57:562*508. No passivo observam-.-e as si-guin-
tes alleraces : as notas erattidas em Madrid so-
DOm a 29:127*910 escudos contra 27:23 >8-<8
que hava ein circulaco era 31 de dezombro phi-
ximo Cndo. O augmento das conlas correntos
todava minio mais consideravel, pois de........
24:988*477 escudos, subi a 45:765*979. Na
conta de ganhos e pedas aprsenla um saldo de
768; 441 escudos, dos quaes 155; 183 correspon-
den) a beneficios realisados c 614; J37 a utilidades
irrealisaveis.
Eis urna estatislica curiosa era relaco guer-
ra carlista na CataliAha. Desde 2 de abril at
ao fira de novembro do anno tindo c durante o
commando dos generaes Laverna e Baldrch touve
87 acones, 59 rfortos, e da parte das tropas 26')
feridos, 18 i contusos, 13 prsioueros. Desde
aquelle periodo at ao fira de dezembro, era qc
cominandoii o general Gsimindes, houve 21 accoes
6 morios 68 feridos, 58 contuzos; e 86 mortos, 48
feridos e 130 prisoneirns da parte dos carlistas.
O Jornal de Paris desmente o balo de una
subseripeo de 20 mlhes para propaganda a fa-
vor de Mntpeasier em He.-paoha,
Os cambios regulavam assim no da 17 na
bolsa de Madrid: undos iateriMS 23,io. Exter-
m
I__ lili ^ |
nos 27:;H. Bonds do thesouro 71,73. Cambio so-
bre Londres 48,85. idem sobro Paris 510.
VIIITICAL
A' 1 de ftwereiro s 2 horas da larde escre-
ve nosso correspondente de Lisboa :
O D. Amadeu andausl em Lisboa cora sua es-
posa e finio;, hospedados no' naoo de Bolea. A es-
quad'a ingleza ( a de Gibraliar) que estaciona tu
dias as aguas do Tejo, foi offerecida pelo embai-
xador britannco ao duque de Aoste (D. Amadeui
para conduzi-lo onde Ihe |appi ouvesse. O duqur
rij.itou cora agradeciinento a olferla do governo
inglez, .- so lenciona regressar Italia, quandn
aqu ehegarem os navios de guerra italianos que
se esperara a todo o momento, se ento sua esposa
estiver mais r'eslabelecida, pois a violencia de urna
viagein toreada, (piando apenas Lidias tinha tido
o seu bom sueeosso, a deixou inuilo abatida e en-
ferma.
Alera dosias duas esquadras, esla por poucos
dias a entrar una esipiadra norte americana, e on-
lra ingleza la da Mancha).
o O nosso paiz conserva-so tranquillo. Apenas
ein Coimbra un grupo muito numeroso de eslu-
dantes da universidado sabio ra com msica na
frente, dando vivas a repblica.
Ninguein se Ihe oppoz, e ludo se ac bou ein
santa paz.
O governo portuguez convocou para una reu-
na particular a sua maiora e a opposico tam-
bera, para Ihe participar que levara ao parla-
mento una propOSta de lei para o chainamento
immediato da reserva s Hleiraji. A opposico ne-
gou-lhe a confianca. qne o Sr. Pontos Ihe nao pe-
dia nem esperara: houve dilogos acalorados, mas
aliual, levada a questao s cmaras levou-se de
asalto, e volou-se por grande maiora.
t Aperlado o governo para lazer declaracoes
sobre os perillos ipie r.ceiava de Hespanha,con-
lessou sob sua palavra de honra o chefe do ga-
biiieie que noiibuiii perigo receiava, alem daquel-
|cs que sao obvios ; mas que curapria ao governo
de portugal vigiar o guarnecer as suas fronteiras
para que as gnerrilbas que, por ventura, quizessem
ultrapassa-las. fossem conveiiienteinente desarma-
das e internadas.
A opposico depois de unia'sesso luinoltuosa,
provocada por apartes menos mrtezes de alguns
membros da maiora, aeeeiion o repto que o gover-
no Ihe fez para se suscitar desdo logo a questao
poltica. Tudo un ora agoas momas. Este cha-
mamento da reserva Iraz un grande augineuto da.
despeza ao thesouro, e augmenlou e n 30porcento
ou mais o jireco medio dos salarios. Os agricul-
tores brainain cora o augmento dos impostos e
agora vio geraer cora a falla de bracos e aug-
mento consideravel dos Miarlos.
Todava o soeeg i publico nao se compra sem
sacrificios, e que remedio haver senao faze-los, ,
soja qual l.'.r a siluaco polilica 'que osteja collo-
cada frente do governo.
Falla-se por ora vagamente em que alguns
memoras mais radicaos do gremio irogressista
histrico, cora omos nao menos ultra do greraki
reformista, se tum combinado para contribuirem
era Lisboa um cenlro republicano democrtico.
Citara se as conferencias, in.ligjtain-si: neqoe,
mas por hora, comquanlono esteja longede acre-
ditar na veracidad* desjes. raucwes. ahstenho-me
de repet: o qu a ;'. respeilt se diz era Lisboa
|Kr teda a parle.
E' coiivicgo de milita gente sensata qne a
friiia republicana lera de visitar Portugal tam-
bera o talvcz mais cedo do que se cuida ; mas que
nao estando este paiz. a que parece, aiuda suili-
cieotemenle amadurecido e assaz preparado, so-
bre tudo nos centros de acli idado rural para
abandonar as faixas quasi ioiantis da licco mo-
narchica nuiresentativa, que ao presente esto .
tut-.-llandoos'povus, esse advento i.-publicano, feito
com precipila.o. porm suspirado por alguns,
aprcssaii.i.sii.i duviila una reaecu talvez fatal aos
legitiinos o veidadi-iros progrossos da publica
prosperidade era Portugal.
Pensam outros que a repblica hespanhola.
bem longede influir no oeeidente da Europa, co-
mo proclama va ha dias, Cora sJcmnidadc, muito
calculada no seio da asseiqbloa soberana! o Sr.
F.geras, presidente do governo prov sorio. sera
de pouca duracao, e ipie. porlanto s epliemero*
poderao ser. nesse caso os seus nfluxos sobre a
pacifica e meditada populacao das nossas provin-
cias portugnezas, onde ainda a grande maiora do
povo iniud imagina que o rei dotado de nature-
za sobre-humana > quasi divinal, olhando cora
saudades para as carcomidas tradiecos da sobera-
na ultra-moiaichica do oulras cas, em que neui
jiu-smi) era livr.- a cada um discorrer DOslas cou-
sas no proprta refugio do santuario domestieo.
Sao duas opines quasi oppostas. Os fados,
provavehnenle, tero de escolher um torcero a-
iiiiiili.i nao previsto nem planeado pelos discursa-
dores u propbetas que os telograininas diarios im-
provisara a cada canto desta aboncoada Ierra.
Como nao tenho pretences Svbilla poltica,
proseguirei pois na suceinta melo das oceur-
rencias, v.sff. que nao lonbo succossos relatar.
Nao me ptiderara exigir mais os meas loitores
d ha vinte anuos nesse imperio da minha boa von-
tade.
Foi effeetiramente nomoado governador inte-
rino de Angola o Sr. liaptista de A ndrado, e se-
cretario o piiraero lente Antonio Pereira u
Sarapaio, olb-al de marinha.
A corveta Sagras parti de Lisboa depois Ja
raeia noite de l(i para 17 do corrente ora diretu-
ra a Angola para conduzir all aquelle. alto func-
ionario. Vai tambera sabir para all a corveta.
linrtlinlomcu Dias cora a for.a expedicionaria.
Bsperam-se anciosantenle nottes mais posi-
tivas pelo paquete da eafcein entre Lisboa e os
portos da nossa frica occidental.
Mais de cncoenta pravas de caradores n. I
se offoreceiaui para lazer parte da expedhjaodo
Angola.
as ultimas sesses da corte tem sido posta de
parte a poltica para sor tratado do modo u ais
conveniente qual a mauora de soccorrer Angola.
i suas dependencias.
O ministro interino da marinha. na sessio de
10 do frrenle, disse que era vista das participa-
res recebidas que confirmaran] o terrvel estado
d'aquella provincia pela guerra com os Dembos,
0 conselho de ministros nffereceu ao Sr. Baptista
d'Andrade a missao do ir aquellas paragens, o que
elle da melhor volitado aceitn, pedindo licenca *
cmara para na qualidade de deputado se ausen-
tar da me-iiia.
O -r. Pontos apresentou urna proposta pedio*
do um crdito extraordinario, at 100 cintos da
ris, para occorrer s despezas da organisacao do
balalh.ro expedicionario. Esla proposta foi appro-
vada por unanimidade, rcunndo-se logo depoi? as
coinmissoos de guerra o ultramar para darem a
seu parecer acerca do projecto da organisacao da-
qoeHe batalho.
a Eis os principis pontos da pro osta :
O* otliciaes para "elle despachados tero un
posto de accesso sen prejuizo dos individuos mis
antigos das respectivas elasses e armas: sendo
obrigadosa servir ua provincia porcspaQo de 3 anuos
contados da data do embarque. As pracas de pret
serio escolhdas d'entre os que voluntariamente se
offereeerem, sendo solleros ou viuvos Sem filhos;
sendo abrigados a servir pelo tempo cima relen-
do. Nao podoro ser promovidos aps postos de.
atieres, tmenlo ou capit o, individuos que tentara
mais de uuarenta e cinco airaos de idade Todos
os individuos que fizerem parte d'aquelle
Ino. gozariiodas seguintes vantagens :
ta^ao pelo dobrodo lempo de serrino i"







Diario de Pernambuco Segunda feira 3 de, Mar^o de 1873.
T
barqne em Lisboa ate ao rej;resso. Augmento de
3Up>r ceti'o nos respectivos s.ildjs. gratificar]
preis polo mcsiaj lempo.
s praca* de pret escolhidas, reieherao I1''
rad' urna no acto do desembarque ; ficando dis-
pensadas doaervic i na reserva. Reforma no pos-
to inmediato com o respectivo sol lo. a tod a que
uve faltcccn-m por eileito de'ferimealo em com-
bate, por desastre, 011 por molestia endmica, ae-
rigajnente cmprova''tos, u sold i por inteiro.
Foi approvada, depois d'algoma diseussao eni
qie koraaram parte varios dep'.iia I .
Pelas ultimas noticias do Macan, consta que
Testado sanitario 6 melttor possivel. o din i
de dezembro ultimo, sotlerain o castigo que lli
foi ini|Kisto os chius que pretendern! apoderarse
do negociante Vong-Chor. As 8 horas da manha,
no largo de Hatapan, aehavain-se ja reunidas o
formadas em qnadrado, nina forra da corveta
Duque de PatmtHa, una da polica do mar e
oiitia de infantera do batalho de liulia. Aquella
hora rb.gon urna torea do corpo de polica, eon-
dtizindo nns fit) ehins, dos quaes 17 iain solrer o
Ufo. 'Formado o respectivo quadrado, recebe-
rain d numero de varadas que a seiitenra Ibes
marcava. O chefe dos salteadores levou 300 va
radas. .
O ministro da inarinha, aiim de inelhor poder
nmheeer da veraddade dos mcenos que se di/.
tarem sobrevindo provincia de Angola, e o meio
da-as remediar, convocan urna conferencia de bo-
rneas dignos de serem onvidos em tal assampto.
Compareceram os seguintes: Jos ISaptista de
Andrade. Francisco Chami r,, Carlos F. Jo- sanios
e Silva, A. J. de Seixa-, F. i. da Cosa e Silva, A.
da S. Pereira Sanipaio. J. .1. da (iraca, A, A. Pe-
ndra de Miranda, general Gamboa, Carlos Testa,
Klamiano J. L. dos Aojos e entras.
Bepuil de nina extensa diseu-so em que
appareeemn alvitres dignos da cordura e sonsa-
le< dos eavalheiros presentes, cuncordarain un-
nimemente na granito eressidado de ser reforea-
da a esla.ii naval, por forma que dous barcos pe-
queo* de guerra e algunas lauchas estejam
siempre i*iii esta lo de navegar, enviaudo-se desde
ja un i corveta s aguas de Loanda onde estacione
- pama rain.ament desemliArcar na cidade 300
inirinlieiros.
Ven!Joii-se tambera a questo acerca do
Golango e do Rondo, e Ambriz. E concordaran!
que. sendo nctualmenteo Bmul uih dos portes
mais importantes no interior d'Angola, exige tor-
il i-lo o centro do eommercio e da eivilisaco
da pielle lado da provincia, como Intcrposto de
Luanda cora a navegaban a vapor do rio Quaaaa.
O Ambriz devfl ter coinmuniraco portera
em Loanda, arrazindo-se o Mus-uto. eujo regulo
leni sillo bstante insolente. Afina! levou-se
evidencia no inconveniente que resultava em pian-
ito Hopas il i continente lazereni a guerra nos
sertdns.
l'or teh-granunas iveebidos eque. mereceni o
niaior crdito, sabe-se que a guerra rom os Dein-
h >s. na provincia de Angola, tem tomado mu ca-
rcter gravissimn.
Dizem que na nottte do natal prximo pas-
cado, inilia sido encontrado na rua. inanimado e
ese irrenilo em sangue o Sr. liona, governador
gnral da provincia. Itennio-se logo o consHho
ta ministros que resolveu, como primetra medida,
.': -ahir no.dia iS a corveta de guerra Sagres,
I -van 11 o or cbminandante f. Jos Bapiiita de
Volca le. que j foi governador lili, munido com
pisaos poderes para assoinir autiirdad, caso
-eja neeossari i. A corveta levou de Lisboa todos
os recursos e aprestos que pode comportar, como
cima lica dito.
Fechou-^e no dia'l" do corrente, pelas ''.llo-
ras da tarde, com o numero de t.3i!t ac;oVs1 a
-uli-erip -.io para o novo banco que se vai fundar
> -j Braga. Vi'-se me foi numerosa a c niur-
reiji-ia de subscriptores, devendo baver grande
certa ; pois em Draga tomaram-se 23.373 acedes,
a que ia un total de V.l.7i. Apparecoraui igual-
metH muitos pedos de Lisboa e varias loctlida-
i'-s que nao po lorain ser attendidos. Era isto de
"-.icrar em presenta do lisongeiro dividendo que
dea este anno, tos seus accionistas, o bauqp da
Myibo, prospero estabolecinieiito da capital da
bella provincia de Portugal.
. Foi roeieita a directo do banco de i'onugal.
escepto o Sr. Serradella, pai. que foi subslitiudo
. I i lillio.
. Foi approvado o parecer da eommissao li propoado para o anuo prximo, o dividendo de X
por cento, e as conclusas queja mendonei n urna
das ininlias ultimas correspondencias.
< (( ministro da narinlia mandn proceder
oonstrucco de dous pharoes, para, pelo enlianien-
to de Iii7.es. irrailiarem o meio da vara grande do
1) irt-i de Lisboa. Galcuui-se que a dejpcza. com
as tejrres, pharoes e casas dos pharoloiros nao ex*
ueVir a seis cont de res.
Bstevi*aberta alguiu das a subseripcSo para
,i c.Tiipanhia do cabo submarino para o Brasil
> O prospecto da eonipanliia telecraehca sub-
marina publica nm capital de I,3o0:000 libras,
[tara --talielecer u n cabo entre Lislc"a, Madeira
S. icente o I'ernaniliueo. Fechou-Sfl com .dlX
aceRg tontadas eco Lisboa.
Foi agraciado com a gri-eruz de S. Tkiago,
portugueza. Mr. Thiers.
A casa da m mmLi, acaba de entibar hflOsUOQ
n cobre com destino a provincia de Angola.
SUI alteza a Sra. infan: 11). Isabel aria tem
'Nperimentado uestes ltimos dias considerareis
iii'.'llionis.
i MDam-se carga os navios : em Lisboa -
/ fiii para o l'ar, Anglica para o Maranhao e
UratU&o para Pernambuco no Porto \,n'Aht &
Heurqne para l'ernaubuco.
Sao aqu esperados : da 23 a 23 do crrante o
vapor francez RieGnMeVem va geni para i'er-
iiiico e sul do imperio ; de 21 i-lo vapor
ngtez (Vwrjttn ".> para Pernambuco, ea 4 de mar-
i.. Cji'.U'ru da linha do Pacifico. <
a A Sra. D. Anna Josepha dos Res, fallecida na
(W'gnezia do LamhrV, deste m'raldnu), ucxq i li-
tos vos Domingos o Luciano, maioii's
de :> anuos. ,
i Sr. Candido do'Paiv e Silva, residente m
B*e .-nava Mara.
<( No testamento com que faeceu o Sr. Ignacio
Antonio Tcixcira de Abren, deixou livre scu es-
e^avo Francisco, com a condicao de servir sua
viuva por espago de ipiatn anuos. No sen inven-
tario, ba dias frito, a viuva do mesmo Sr. Ignaciu
desisti des qnatro anuos do servico, passando-so
logo carta de liberdade ao pret > Francisco.
RIO l>K JANRIRO.
Foi cseolhido senador pela prdVincia ilo Rio
de Janeiro o conselliero Jeronymo Jos Teixeira
Jnior.
Foram eleos deputados assembla provin-
cial do Rio de Janeiro, pelo V* district), Francisco
Teixeira de Carvalhoe Dr. Galdino Fernandos I'i-
uheiro.
- Nao liouveram cotacocs commerciacs no
dia 2.1.
- Sabio para l'ernanibuco a 2.1 a galera portar
gueza Auditciit.
1UIIA.
No dia 27 coiu-caram as sesses preparato-
rias da assembla provincial, ruja abertura solemne
d'.via ter logar no dia Io do correntc.
o cambio regulara : sobre Londres 2fi :{/
27 d.,sobre Pars M a :i(JO ris, sobre HamJiurgo
443 a 446 ris. i
|.
ASSEIBAL PROVINCIAL
SI'.SSAtf PRESIDENGIAli DE ABERTURA NO
DE MARCO DE 1873.
PRRSIDRNCU DO SR. CORKKIA DE VRAUJO.
A's II boras da nianha. feila a cb\inaiia. achain-
se presentei os Sis. J. Mello Reg, Lamenha l.ins.
Vieira de Aiaujo. Ralis e Silva, iioiralves Ferreira,
Alipio Costa, Lorreia Gondim, Goes Cavatcante,
Freir Gamciro, Felippe Figneira, Comes Prente,
J. Crrela de Araujo, A. Correia de Araojo, Pinto
Jnior, Ernesto Vieira, AUiuquerque l.acerda, A.
Pernambuco, Olymnio Marques, II boa Cavalcaute.J,
Tolentino de Camino, e Ouveira Fonceca.
Abre se a sessao. O Sr. presidente designa
para eompor a comiiii Exm. Sr. presidente da provincia. os'Srs. Lamenha
l.ins, Guedes Gondim e Goncalves Ferreira, e
convida aos Sis. presentes a dirigirem-se matriz
de Santo Antonio, afina de assistirem missa votiva
ao Espirito Santo.
Suspende-se a-sess;io.
Ao meio dia, reunidos de nova os Srs. depu-
tados, l-se a acta da sessao antecedente, que e
appr vada.
Abro-se a sessao. Procede-;' : \otaeao dos
iiiunbros que tcem de eompor a nova mesa e
sabera eleitos os seguintes Srs.:
Presidente (19 cdulas)
Dr. Joao Jos Ferreira de Agotar, 18 votos.
Dr. Prncisco Comes Prente, l voto.
Vice prc>id^llle(20 cdulas)
Dr. ioaqnini Correia de Oiiveira AUdrade, 11
votos.
Dr. J.uqum Concia de Araujo, o votos.
Dr. Pedro liaudiano de Itatis o Silva, 2 votos.
Dr Antonio Francisco Correia de Araujo. I voto.
Dr. Manuel da Silva Reg, 1 voto.
1." Secretario.
Dr. Joaqun Corroa de Araujo, 11 votos.
1" Secretario.
Dr. Felippe de P.gueira Paria,!' votos.
Snpplentes:
Dr. Miguel Jos de Muiei.la Pernambuco, 4 votos.
Dr. Jos Nicolao Tolentino de Carvalho, 3 votos.
Dr. Adolpho Lamenha Luis, 2 votos.
Dr. Ant oiio Domingos Pinto Jnior, 1 voto.
Dr. .loa i Vieira de Araujo, i voto.
Dr. Joaqiiiui los de Oiiveira Fonceca. 1 voto.
Dr. Alipio Jos da Costa, 1 voto.
Anniiuciada a chegada de S. Exc. o Sr. presi-
dento da provincia, reeebido com as formalida-
des do estylo. toma assonto e l o seu relatorio,
lindo o ijual reiira-se com as inesmas formalidades.
O Sr. presidente designa para ordem do dia a
leitura de requerimentos e a eleico de eommis-
ges. .
I.evanla- \(i-:s liontem s S horas da minlia fundcoii no iama-
,.) o vapor americano Merrlmack, trazendo datas
Ro de Janeiro 24 e da Baha 28 de fevereiro.
Eisoque eolhemos ios jomaos.
M'X.AS-lERAKS.
- Temos o Diario L -se no de l'J :
sJBserevem-nos de Nazareth, municipio de s.
JMOd^rei:
TraJuIhavam como caminadas nafazenda do
SiWradmho esqaerda do Rio das Hortes(que ser*
.ve o divisa, eiure este districto e o de#uim-Sue-
s-i), Ant io Pelix dos Santos e Ananias de tal.
14 unios de idade, lilho de Mariana ilo< Santos,
a.pe'le para pag ir o que devia ao dono da fazeuda
ste para ganhar orna.
a N i ilia io de Janeiro prosinvi passado, Auto-
itio Pelht indnzioa AnaHias para .-.justar eontas
-u paira o e despedir-se; o que eooj BlIeitO fez,
i "volido Ananias (ii que O patrio Ibe deu por
saWodos rnaes que havia ganho, e sabio pela
ana re lo eom Antonio Pelix, que o havia con-
vidado e contratado para d'ahi ircaptnar nm pe
queno arroz il d i me- :u i Antonio Flix, margan.
-1; (rda do rio. e tarde passar inargora direi-
la pira casa desuamai.
x mesmo dia I3,* tarde. Antonio Flix
ra visto margen) di eita com aquelles 6i, e
tmpenhando ou vendendo nnnenxada, que conhe-
rain ser a de Ananias. em nina venda ou rancho
iK-:r;. da estrada ; no itr itanloquo Ananias des-
ppar'ecera desde aquelledia l."isein que junis
f.Hse visto ou encontrado por pessoa algunia.
ii A ni i, prenlos c vizinhs do desappareoi \>:
Ananias conjectiiraram logo que Antonio Pelrs o
aisavssRra para apossar-se dos tij. e nao duvida-
ram disto porque Antonio Flix honiem de mi
conducta o dado ao vicio de apoderar-se do alheio
*ein se embara.ar co:n os rneios, como, por exem-
plo, lan;ar fogo a urna casa para roubar IjOiX) I
Maisde inte dias eonsinnirain-se em pes de Ananias, at que no dia 8 desto mez ds feve-
iciro deram eom o seu cadver enterrado a dme
pasaos de distancia do arrozal de Antonio Flix,
ein lugar ermo e quasi mpenetravel; e dentro do
arrozal que ainda est por capinar-sc v-se un
amassiido e vestigio* de sangue derramado, d,;
aonstramlo que all fora o lugar da morte de Ana-
nias, as-assinad i a golpes de enxada na cabeca I
O logar do delicio pertence a este districto da
fregnezia de Nanrcth, a victima, o algoz e a maior
parte das testemunhas pertencem ao districto da
villa de Bnm-Siic.cosso.
< O subdelegado de Bom-Sircesso, Martiniaun
Ferreira Montoiro, j havia procedido a minuciosas
syudieancia". un sen di^tricto, fazerfdo prender e
recelhcr caeia daouella villa Antonio Flix dos
Santo-, cme indiciado autor da morto de Ananias:
o -ubtietegado Gamillo Silvino de Carvalho, a seu
torno, proceden ao competente auto e exhuma,'o
eorpo do Relicto no cadver, e bei-assjm ao in-
qerito policial de algumns testemunhas, e reaitft-
'.o.'i estes rpeis ao pronator publico da comroa,
- l Q;Mnior.Sui-3Hiuro, follia da Campanba
'40i Priaeeza, noticia as seguinles:
REVISTA DIARIA
Assembla provincial.liontem. como
eslava previamente anniinciado, teve lugar a aber-
tura solemne da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, eom todas as ceremonias do est\lo.
Vs 40 e '/ horas do dia, presentes 22 senliores
deputadoslao presidente interino, r. Joaqiiiui Cor-
rila de AnRijo, convtdou-os Hwn assisur missa
votiva do Divino Espirito Santo, o que teve lugar
na matriz de Santo Antonio.
Fiudo esse acto, e de volta casa das sessoes,
rer.nirain-se os senliores deputados no sali de
honra, e ah proceden-se eleiro da mesa que
tem de dirigir os trabalhos legislativos, a qual ti-
co a-sm emnposta:
Pri'siil/'iiW Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar.
Vice-prexidenteDt, Joaquim Correa de Oiiveira
Andrade.
l. secretarior. Joaquim Correa de Araujo.
2. secretario -Dr. Felippe de Figueiroa Faria.
I-inda a eleicao, o Sr. presidente interino levan-
tou a sessao, at que fosse aiinunciaila a chega la
do Exm Sr. presidente da provincia, alira de ler o
seu relatorio.
A" urna hora da tarde, verificaodo-se essa che-
gada, reuoiram-se novamente os senliores denota-
dos no gallo das se-soes, e o Exm. Sr. presidente
da provincia foi introduzdo com as foroulidades
do estylo. tomando asento direita o presidenle
di. assembla, d'onde dirigi a sua falla inesm;
a sembla.
Terminada essa leitura. e toado declarado estar
installada a assembla, retirou-se S. Exc. coai as
U) 'smas formalidades com que entrn, annuncian-
di) em seguida '("presidente da assembla que le-
viiiava a sessao, em eonsequencia de estar adian-
ta la a hora ('] <
pit; n Francisco Cypiiano Cordeiro da Fondea,
de 1." supplente do subdelegado do district
SanU gueda, do4onuu de i.inibres.
Foi nomeaito Antimio de Alhu |iier|:ie Ailoii-
n'io,;.' suppleut do subdelegado do districto de
Santa Age la
Ministerio da, Justina, goi expedido
presidencia da provincia de Pernambucqosegulnte
aviso:
Rio de Janeiro m 18 de Tevereiro de 1873. *
Subi presenca de S. M. o Imperador, o offlcio
de 23 do dezembro ultimo, no quarv. S., rewin-
do-se ao aviso de 18 de nQveniDn anterior, pon-
dera que.a providoncia csiabelecida n i artigo 337
do regul.iuiento n. 737 do il de novembro de
1830, contra os cjr.etores que recusam exhibir os
protocojlos, s applicavcl, havendo parte que
requeira tal exliibieao, c nao quando for ordenada
ex-oflko pelo tribunal, como no caso do corretor
Francisco Jos Silveira. E o mesmo augusto se-
nhor, conformndole por immediata resolucao de
8 do corrente mez com o parecer, junto por copia,
da seceo dos negocios da justir do conselho de
estado, de 29 de seteinbro do anuo prximo lindo,
houve. por Immu decidir que a processo por desobe-
diencia e pris.ao dos corretores, que recusaren)
exhibir seus proSOCoBos, tem lugar, ou seja a exhi-
bico ordenada em vfrluue de requeriinento de
parte, ou ex-oflkio, ou, pelos, juizes commrciaes,
ou pelos presidentes dos trbunaes do eommercio,
aos qnaes compete, em mu e outro caso, proceder
nos leiiuosdo citado artigo 3S7du regulamento fl.
737 de2 de novembro de 1830, contra o corretor
dosobediente. Deas guarde a V. 8.jfaMri .tn-
tunio OmtrU.it Astuta.
Senbou Mandou Vossa Magestade Imperial,
l>or aviso de 9 do corrente, que a sessao de justica
do conselho de estado consultasse com seu BSayCer
sobre os inclusos olcios documentados do presi-
dente do tribunal do eommercio de Pornamtmeo,
acerca do procedimeulo irregular de um corretor.
O tribunal do couimercio da orte, ouvido sobre
o negocio, deu o segiiinte parecer:
Tribunal do coiiiinerek) da capital do impe-
rio.Rio de Janeiro, 26 de setenibro de fti-
lliu. e Exm. Sr. -Acensando a receptan do aviso da-
tado de 20 do corrente mez e auno, em que, com os
oficios e documentos do tribunal do cominercio da
provincia de Pernambuco a respeto do procedi-
mento-irregular de no* corretor da praca da dita
provincia, se mandou que o tribunal do eommer-
cio d 'sta corte c insulte com o seu parecer; c
dovolvendo incliisos os referidos oficios docu-
inentos. tenho a infoimar a Esc. que, examina
dos os mencionados oficios e documentos, e sobre
ellcs ouvido o deseiubargador fiscal, parece ao tri-
bunal o segninte:
Dos oficios do tribunal c mais documentos
resulta suficiente prova do irregular proredunent >
do corretor da praca de l'er.iambuco, Francisco
Jos Silveira, deixaii lo de cotxr em seu protocoll ,
com rlagrante violacio dos aris. 47 e Vi lo cdigo
do coinmerc.o, as vendas de 42,O.K sacras de as-
sucar na importancia de 2,313,000 arrobas ou
:j:i.i',2S0 kilo^ramuios.
Sendo, pois, manifest an|iar-se o mesmo
corretor, por seu rulpaveb procedimeulo. iucurso
as |ienas do art. 31 do citado cdigo, e porque,
para formaga i do devido processo e elTectivajtani-
cao do corretor delinquentc, j foram pelo trMrtal
do eommercio de Pemambueo tomadas as respecti-
vas providencias, Boato se v do oficio de partici-
pa, jo de 19 de agosto ultimo, nenhuma outra me-
dida parece dever-se tomar.
Em desaeeordo com o 'Re opina o presidente
do mesmo tribunal, entendo que a medida decreta-
da no art. 337 do reglamento n. 737 de 23 do no-
vembro de 1830, efllcacissima para a prompta
exhibicao do protocolo dos corretores sempre quo
esta fi'ir ordenada, quer pebre juizes commrciaes,
quer pelos presidentes dos trbunaes do eommer-
cio. e porque, parece entrever-se das apreciares
leitas por aquello presidente, no final j seu ofi-
cio de 27 de junno, que se aclm na persuaso de
Ibe nio assistir ajurisdieco de ordenar a prso
dos cerretores quando roeuscm exhibir seft pro-
tocollos. convir.i tal vez. mesmo liara se .lixar a in-
telligencia do citado art. 337, declarar-lhe qoe os
presidentes dos tribunaes de com nercio tem toda
a competencia para ordenar a prwao dos correto-
res no caso de recusa de que trata o refer.do art.
337.
K"o que tenho a honra de levar ao conheci-
mento de V. Exc. em observancia do aviso de 20
do corrente mez e anuo que me foi transmitido.
Dos ciiiird* a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Manoel Antonio Duarte de Azevedo, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios da just-
ca. Manot! Eliziario de Castro Menezps.
a A seccao'de justica do conselho de estado con-
formse com este* parecer.
< Vossa Magestade Imperal, porin,(mandtr^ o
que for mais justo..
ic Sala das conferencias da seccao de Justica
do eonselho de estado, eiu 9de seU?mbrBj do
1872. -Jas Tltnmaz N'i>ir,!> de Araujo.Xtaro
d ts Tres H uns.Francisco de Paula de S>-irmros
Sayiio Lobato.
iino parece. -Pago, 8 de fevereiro de 1873.
Com a rubrica de Sua Magosta le o Imperado)
Manoel Antonio Duarte de Azcvedif
Guarda naeional.-No imperio do Brasil
eJeva-se a 7S3.H6 -pra;as o estado effeciivo da
guarda nacional, assim divididas pelas diversas
provincias:
>.
da tarde) e mareoslo pata
ordem do dia de hoje, 3 de mar.-o, eleiciu de com-
missfis e leitura de requeriur-atos
Pa^adiiria da tliesoiirai-ia il<* fa-
zcrtda.-Faz hoje pagamento das seguintes fo
l!us :Instiga de I," instancia, pessoa! -da polica,
c insignacSes dos oficiaos do exerdto e otitras,
offlciaes reformados, marinhagem e guardas da
anandega, reeebed a ia. correio geral e emnrega-
dos da estrada de ferro.
fliiiiicpii d Rio Furnias.Hu
de fevereiro foi expedida a segninte portara:
O presidente da provincia, tendo em vista as
actas das eleiges para vereadores e juizes 3e paz
das parochias de S. Jos do Rio Formes > e de S.
Gonejale de Una, procedidas 7 de setembro do
anuo passado, e a diapuracao fetapela respectiva
cmara municipal, e mais pap-sis relativos esta
eleicao ; at'.endendo que as elei.-oes da prinieira
paroebia e as da segunda presidida pelo jok
de paz foram preenchidas as formalidades lgaos ;
attendeado, p r outro lado, que foi Ilegal a or-
Danisaeso da mesa parochial, presidida pelo 1.-
juiz de paz, porque nao era licito esle recusar a
i.i- sidecia da mesa organisada pelo 2/, e que Ibe
foi oflereeida, para ir fazer ontii cleigo, em vista
- arts. i." c 3.' das instrucedes de 28 de juiio
le 1SV9; attendendo ainda que foi obsecvada>a
fu na organisa.-o daquella mesa, BStaltaado-a o
i. juiz de paz. em ausencia do 1." ; attendendo
mais que na organisaco da mesa presidida pelo
I." juiz de paz nao foram observadas as formalida-
des legaes, nao tendo ella enmelo s 9 horas la
manha, como rezam as actas: attendendo tambcn
que, alm de nutras irregularidades, consta das
actas desta eleicao, por declaracoes do secretario
da cmara municipal, que as copin, e do tabellio.
que conferio e roncertou i copia, baver no Irvre
das actas entre-lnlias e assignatura de um mesa-
rio cam t na divena, d'ond se e mlne que ellas
foram feitas posteriormente eleiuao; attendendo
finalmente, que tud isto es' piovalo por oficios
do juiz de dimito da co arca do Rio Formoso, e
do subdelegado da freguez'u de Una, por um pro-
tejo lavralo por Ubeliiao, assignado pordrserses
oleltoros e supplentes, e intimado mesa presidida
pelo I. do paz, .e por urna justificacao prodnzida
com citag o deste, qual assillio um sen prnen-
rador; resolve, na conformidade do art. 118 da
si de 19 de agosto do iftifi e mais dispostpoes re-
lativas ero vigor, approvar a eleiciollas parjehias
de S. Jos do Rio Pormoso e de S. tlongalo de Una,
presidida pelo 2. juiz de paz, annnlland" a presi-
dida |ielo 1."; expededindo-se nesto sentido as ne-
cssarias cominunicagrics, alim de que entrem em
excrcicio os eidados eleitos vereadores e juizes de
pai. t
Autoridades poitefaes. Por portaras
Ja presidencia da provincia, de 23 de fovetjjro:
roram exonerados: Antonio Gomes de Mello, de
2. sopplente do subdelegado to districto de Gra-
1 ,,
ionn: B ' KOHC\ .
c 8 .2 Infanta;:.
I'lloVN \- "i ^ t----------
--------------r Corte------i.. c ^5 Activa. Res; va.
672 324 3.96o' 2.440
Baha....... .i.20ti 332 89.416 13.646
Cear....... .. * 57.089 9.231
Aruaaonas. .. :W7 6.233 814,
Alagoas..... 70 4n0 15.472 2.360
Espirito Santo .... 98 2.386 1.0SS
Goyaz....... 9H2 149 16.272 2 621
Maranhao. .. 5 * . .36.346 9.636
Matto-Crosso 377 * 2 974 814
Minas-Ceraes. 3.380 * 68 549 13.946
Para........ *> 1 314 30.675 3.985
Paran...... 7.164 729 5.346 3.114
Piaohy...... 2.100 . _ 17.yi4 3.863
Pernambnco. 2.79i 1.329 51.5.0 8 80o
Ro Grande
do Norte... 02 14.636 i 112
Rio Grande do
Sul....... 9.101 200 3.520 1.7M)
Rio de laneiro 6.439 516 32.129 17.650
S. Paulo..... 3.632 712 48.928 1:2.1)31
Santa Catha-
rua....... 2 867 366 6.916 3.923
l'arabvba.... . 308 30.289 4.546
Seqppe..... 140 44.746 8.571 18.172 2.S81
Bomma 530.761 1 129.884
Dviso judfoiaria*O imperio do Brasil
aclia-se dividido em 268 comarcas e 393termos,
sendo 140 comarcas de 1." entrada, 93 de*^.1 e 33
de 3.\ abrangndo 298 varas de dirito, 393 muni-
cipaes, e 270 promotorias.
Secretaria do Idsuado.No mez de
fevereiro findo. expediram-sef o
ro lindo, expeau-am-see' or^sta secretaria M
seguintes provises :
Dia .9.-*-De confessor, por Um anno, a favor de
padre.Jacintho Jos Bezerra.
Dia De confessor, por um anno, ao padre
Joaquim, Th mudo de Lima Meirelles.
Para exhumacoidos ossos de Joao Jos.: da Silva^
Gimarees, a Prancis^o az Pereira.
< De plegador e confessor, ambas por um mino,
ao padre Len SassL
Para exhomapo dos ossos de Mara da Silva
Goniefra de Gouveia, Emlia da ilva Gnimar'ies e
Mara Benedicta da Silva, a Francisco Bibiano d
Gonveia.
Da 7.Para exhumar os ossos deMarcomiro
Pancracio IMreira dys -antos, ao seu irmo vigarie
Themistocles Rumio Pereira dos Santos.
Dia S. De vigario encommendado para a fre-
gnezia 'le Muribeea, pur um anno, ao padre flstn-
fio Veseaiano A"gusto da Costa.
De confessor e pregador, ambas por um anno,
o padre Seso^trej Abdon Freir de Carvalho.
Dia 10. De filljutor, por mu anno, para a
fegiiezia' de Pv >s Ferros, no Rio Grande
ftorte, ao padre Izfdr i Al*/s da Silva.
De confessor, por nm anno, ao padre Antonio
Jo-ut da Go>ta.
Dia 11. ~Para exhumar os ossos de Adoipho
Cbrio, ao sea tilho Dr. Jo- de Miranda Curi.
Dia 12 Para ezhunSkr os ossos de Mar a Mdu-
vina Ferreira da Cunha, ao seu pai Manoel Gomes
Fe reir da Cunha.
. De prsgado c ponfossor, ambas por um auno, ao I
padre Antonio Francisco reas.
Da 13. fievkfarin e.ici invudaHn, por um
anno. para % Hezia do Nossa Soiiiiora da Cou-
O'icao da JaiPkToii villa,do Conde, ao padre Lu.'.
de.Fran.-a S-mza Palcao.
Uta 1!. De coadjutor por um anno, para a ir-
gueza de *. "Goiv.-alo de Amarantho, ao padre
Joao Hermino da Silveira Borges.
Dia 17 Para exhumar os ossos do cbminenda-
dor Thomaz de Aqumo Fonceca, a scu lilho teen-
-coronel Decio de Aquino Fonseca.
i 21. -Para exhumar os ossos de Maria, a seu
lai Antonio Alves da silva Jnior.
Para exhumar os ossos de Maria de Moraes Pi-
aheiro, a seu pai Jos Marques de Araujo Pi-
nheiro. .
Dia 22.De exp6r o Senbnr na festividade
do Santissiino Sacramento, na cidade do Penodo,
requeiimento do coronel Theotouio Ribeiro e
gilva,
Para exhumar os ossos de Candida Agostlnha
do Barros, ao seu (libo commendador Jos Candido
de Barros.
Feriuientos* Pilas 7 horas da noute do dia
27 do mez ultimo, em trras do engonho Cmara
gibe, o districto de S. Lourenco, Jos Fidelis de
Amorini foi gravemente ferido com tres focadas e
(bus golpes de fouce na- cabeca, por Jos Vicente
Ferreira, o qual, commettido.o delicio, conseguio
evadir-se.
Evasau.*-Evadiram-se da cadeia do Ilrejo,
pelas 4 horas da madrugada do dia 19 do mez pr-
ximo lindo, os reos Theotonio, oserajro do Dr. Mi-
guel Felippe de Souza Leao, pronunciado em cr-
uic de imrte; e Joaquim Mariano dos Pnieres,
eondomnadn a 4 anuos de prso por crime de fur-
to tle cavallos.
Peruaiiiuueu Street Railway.-Du-
rante a ausencia do Sr. Bernardo Wittinan, ge-
rente da companhia Prnam!tiKO Street liailwau,
lica encarregado desse cargo o Sr. Joao Wittinan
Illustr-ue-Y hcs|ianInla.-Acabaui de
chegar os n.* 4 e 5, do importante jornal mitra-
rilo Hespanliola e Americana, que se publica em
Madrid. Trazem elles: os retratos de D. Joao
Brabo Mnrillo e de D. Agostiuho Morales, anillos
fallecidos ; e graveras representando diversas
partes do novo palacio do parlamento sllemio, de
diversas partes da cidade de Coimbra. e a apre-
sentaco da ultima part da Biblia Polyglota, de
D. Jos Mndez, ao cardial Cisneros.
Contina a assignar-M para este jornal, na rua
do Commercio n. 18, primeiro andar.
Concurso.-^) concurso para provmento da
2a cadeira d geographia e historia do gymnasio
provincial, deve ter logar na directora geral da
fcstruccao publica, hojeas 11 horas da manha, ten-
do por examinadores os Srs. Drs. Felippe Nery
Coflaco e Innoccncio Seraphco do Assis Car-
valho.
Vapor Cordillera.- Este navio da com-
panhia do Pacifico, chegado sabbado ao nosso porto,
sahio de Liverpool a 12, de Brdeos a 13, de Vigo
a 17, e de Lisboa a 18 de fevereiro, s 5 horas da
tarde, fazendo, portanto, toda a vagem em 16
dias e a de Lisboa ao nosso porto em 10 dias.
Eiii transito. O vapor inglez Cordillera
trouxe da Bnropa, com destino ao sul do imperio,
350 passagetos.
Despedida.0 Rvm. Sr. conego Francisco
Rochael Pereira Brillo de Medeiros, leudo soguidq
no sabbado imite para a villa do Brejo, onde vai
provisoriamente residir, sem ter podido despedir-
le de todos os seus amigos e daquellas |5c>soas que
o visitaram dopois de sua sabida do gymnasio pro-
vincial, em eonsequencia de seus incommodos de
sade, nos pede para fazer a declaraco de que all
o acharo prompto a cumprir as ordena que se
dignarem dar-lhe.
Ikniiro.D vapor Maniak, trouxe para :
Pereira Carneiro & C* 2:100000
David Flach 2:000 00
Os vapores Cordillera, Giqtti, Ipojucn e Pa-
ran:', levaran para:
Rio le Janeiro 431:9205000
Babia 23:4225200
Macelo 60050 H)
Penedo 10:0005000
Parahvba 32:000 SO O
Natal' 10:0004000
Da priineira'dessas quantias, foram 413:00010001
remettid is pela .thesouraria de fazenda, para o
thesouro nacional.
O vapor Mtrrimaok trouxe 200;000 para o
Sr. Jos da C. de Oiiveira Figueircdo.
Ouadjutor. Por provisao de 1 do corrente,
foi nomeado coadjutor da fregnezia de Sant'Anna
do Rom Jardim o llvd. Jos- Francisco de Souza
Barboza.
Fallceimento. Fallecen na-larde de 28
ilo mez findo o padre Jos Gregorio da Silva 'ar-
valho, eoajutor da freguezia de S. Frei Pedro Gon-
calves.
O finado exerceu igual cargo as freguezia-; de
Santo Antonio e Bol-Vista desta cidade e do Rio-
Purmoso,.e de vigario encommendado da freguezia
do Nossa Senhora das Montanhas de Cimbres.
O sahiraento t#ve lugar na igreja de S. Pedro,
depois da Mlemaidadc fundir, na tarde do dia 1.
Provieta da Parahvba.Em dala de
27 de fevereiro escreve nosso correspondente da
captol :
Agradec/i-lhes a inscrgao de minba m-siva
as Columnas de seu conceiluado Diario.
Apezar de simples e inoffe.isva desafion o zoio
de alguem pela admnistragao da provincia, justi-
ftcando-a com relacio ao contrato para collocaco
de ;rilhos urbanos sobre a estrada de rodagem,
como se < noticia, que Ibe transinilti tal respeilo
envoh-esse censura ao Exm. ,-r. Dr. Teixeira de
Sa pda omisso da clausula, que obriga o empre-
zario a abril' inao da mesma estrada em favor da
empr za da estrada de Ierro queui foi ella cedi-
da peia assembla provincial.
Como o meu pensainento nao era sinistro e
menos envolva malignidade. como suppe o obse-
quioso correspondente, me inditferente que, sob
tal pretext'i. quizesse elle cortejar o governo,
quem nao aproveita a mosma clausula aos olhos
daquclles que entendem nao Ihes ser licito fazer
qualquer concessao relativa mesma estrada,
attento o destino, que j Ibe havia dado a assem-
bla provincial do anuo passado. Tildo isso para
raim pouco vale e s receio que nenhuma das em-.
prezas leve elleilo o seu contrato, a provincia
peiora de dia em dia com relaco ao eommercio e
ti aucas, o parece certa a fallencia do seu thesouro
antesdo meiado do corrente anno. Os crimes de
rouho c de furto de cavallos repetem-se e as auto-
ridades esquivam-se ao exercicio das fooecdes do
seu emprego. Basta dzer-lhe que est cm exer-
cicio o 4." juiz de paz, estando alias presentes os
1., 2." c 3.^; um delles at no exercicio do com-
raando superior da capital.
a No exercicio da delegada da capital et um
supplente do delegado com prejuizo da instruccao
primaria, de que professor ; sendo o delegado
commandan e do batalho de outra freguezia e
aehando-se no eonimando do mesmo.
tontinnam as queixas eonr o capitao de po-
licia, delegado de Lampina Grande; donde*alfiila"a
pouco fugiram todos os presos existentes na cadeia
daquella cidade; havendo entre elles criminosos
fide importancia, que ainda nao foram capturados
Em Italiaiana, termo do Pilar, os jadroes nvadeni
as casas com cynismo espantoso, tendo j elfectua-
do varios rsubos. Acaba de ser removido para
all o subdelegado de Araruna, que i um oficial
4e polica, capaz de desenipenhar essa commiss >o ;
sendo substituido o delegado do termo, que pedio
deniissao por nm supplente da mesma delegara.
Nao deixarei de dizer Ihe tambem que no termo
da capital nao ha um s supplente d juiz muni-
cipal, de sorte que as partes tero de soffrer sem-
pre que o juiz proprietaro Cor suspeito ou tiver
qualquer impedimento.
O Exm. Sr. Dr. Teixeira de S, aposentndo-
se no quartel da companhia fixa, o destacamento
da guarda na -ional munido dos prets e |ior occa-
siao.de pagamento,'resolveu demttir o tenente
Antonio KmHiano, contra quem se ageitaram in-
justas denuncias para favorecer a substitui.o.* Os
jornaes daopposeo nao deixaram de applaudir
o acto, por ser o d -miuido conservador pre:-timoso
A opposico tem in-istido pela imprensa em discu-
tir a incompetencia doempregado, qne actualmen-
te exerce a inspectora do thesouro provincial, em
ausencia do proprietaro ; deixo porm de emittir
.mea juizo respeito |ior nao ser versado na ma-
f teria. O nosso ex-ehefe de pnlieia segu nesie vapor
para o Paran, onde dee exercer igual cargo.
Teleg*rainmaseo'nnit*reiacsi. Os das
casas dos Srs. Knowlee Foster e Pinto Leite &
SofcFitthos, de Liverpnol/em data de ; 4 de feverei-
hro 2 horas di tanle, dizem :
o O algodo Irouxo com baixa Je 1/8 sobre os
lirecos : de 9 t/4 a l o de Pemambueo,. de 9 3 4
'* 1 1/4 o da Paratiyba, de 9 7/8 a 10-3/i e de
iMaeei, de lo ISa 12 o do Maranhao, de 9 3/4 a
H 1/2 o do Bie*4rande do Norte, e a 10 3/8 o do
Cear.
* O assncar firme aos preces de 23/6 a 28/ o
brancn, e do 15/ a 83 o mascavado.
m O oaf firme com al.va do 4 sctulling sobre os
preois: oe 78/ a 8 V o do Rio Ue Janeiro, c de
82/6 a 85/ o de Santos.
Os couros vea,! a*sa de 10 a 13 1/4 os sec-
eos c de 7 t/1 a i' os .erdoR
protestos fos .\l.u-; m i, est semana. Oartorto
undef.ii a secretaria dai polica, sala 'do lado da j
fnar
Eutci'ia.
beneficio da
'ia. A o ia senda a 41.*_a
la igreja de Xos$*SenhiraMa Conceicao
dos Militares, que corre no dia 4 do coi rente,
I.eilao.-lloj; segunda feira, effectiia o agen-
te Martin?, as 11 horas do dia, o Icilo da loja de
fazendas da rua do Crespo n. 14, perleucente
massa fallida de Manoel Jos Montei) Torres.
Leilao.Amanba (4) elTecta o affnle Unto,
O leilo do movis, louca crystaes, conforme est
anaunciado, para o priinciro/ndar do sobrado da
rua da Imperatrz, n. 80.
(Juiuta-feira (6), vender o mesmo agente,
umitas e dffercnles fazendas avariadas.
Sexta-feira (,"), deve ter lugar o leilo de.
predios e terrenos, aniiuuciado.por intervencao e
em o escriptorio do agente Pinto, rua d) Bom-
Jesus n. 43. \
Casa de deteneo.Movimento do dia
28 de evereiro de 1873:
Existiam (presos ) 357, entraram6, sahiram 4,
existem 339.
A saber :
Nacionaes 252, mulheres 16, estrangeiros 43.
sscravos 57. escravas 11.Total 359.
Afimentados acusta dos cofres pblicos 278.
Movimento da enfermarla do dia 28 de feverein
de 1873 : .
Teve baixa :
Pedro Alexandriuo dos AnjOS ga-trite.
Tiverara alia:
Benedicto Comes da Silva.
Jos Joaquim de Sant'Anna.
Emiliano Jos da Penlia.
Benedicto, eseravo de Joio Jtavier.
PASSACEIROS. -VinJos" do Aracajd, no vapor
brasileiro Manda/tu' : ,
Jos Leandro Dantas. Serra. Ricardo l.uiz da
Cunha, Jos Cuperlino Dantas e I creado, Jos Ro-
drigues de Barros Silva. Antonio Joaquim de Fi-
gueircdo, Braz Bernardino L. Tavares, Ma......I
Rnleinlierg Dantas, Vicente Teixeira Osoro, Cone-
go Antonio Jos Firmino de Xovae- e 1 eseravo,
Americo Sotres, Antonio Jos Comes de Souza,
Rvd. Theraistocles Gomes de Andrade, Antonio
Soares de Mello. Theolonio Ribeiro de Souza, Joa-
quim F. de Almeida, AgosQnha e 3 Olhos meno-
res, Joao Vasco Cabra!, Joo Nepoinuci-no Valla-,
dares, Francisco T. de Aqumo Cabral, 12 pracas.
recrutas, 1 voluntario, 3 mulln res e 2 fimos das
pracas
Vindos da Europa, no vapor inglez Cordil-
lera :
Gmseppe de Maltia, Isidoro Rodrigues Raraalho,
Manuel J. Alves, Joo Fe:naiules. Joaquim Antonio
Gomes, mise Annie Redl'ern e Paulina Zadov.
Vindos do sul, 00 vapor americano Meni-
mack :
Carlos Thom de Almeida, Leopoldo Vctor, D.
Eetrado'Fignento. D. Agosliiiha.
Vindos do sul, no vapor nacional [pojnca :
I. Steoart Franco, Dr. Amonio Dpiiiingues da
Silva, Antonio Domingues dk)S Santos e Silva.
Francisca Maria da Conceicao, Gil Krai de Senna
Santiago, D. Maria Francisca de Castro Vanna, 2
lillios menores e 1 triada, Henriqne Jos de Moti-
ra, I). Mara Firniina Pereira da Silva. Alfonso Lins
Pereira da Silva e i criado,.Jaao Piplo, Sebastian
Ribeiro de Mallos, Joo Evangelista da Silva, Do-
mingos l.ins de Brito, Isabel Maria da Conceicao,
Maria dos Santos Auna Vnua, Francisca No-
gneira de Carvalho, Manoel P.nto de Andrade, Ig-
nacio da Silva, Joaquim Ignacio Pereira e 1 es-
eravo, Dr. Antonio Ferreira Saltar e 1 criado, le-
nenie-coronel Francisco Bruno I. Bezerra, Anto-
nio Chrisliano Gomes. Jos Lucas da Costa, Ma-
noel dos Santos Marins Romano, Jos Caboelo,
Ignacio Jos Ribeiro, Urbano Joaquim de Loyola
Barata, Maii'.el Alves Vieira de Araujo, Dr. lilvs-
ses de Barros Mtndonca e 1 criado, Antonio \l-
lela de Mi#aes, Juvencio Freir Mariano, Manoel
Joaquim Teixeira de Moma.
Sabidos para os porto! dos al, no vapor Ci-
qai :
Joaquim Fernandos de Sonto, Maria Barbara de
Mondones, Antonio Augusto de Lomos.
Ceinitcrio putilieu. obituario do dia 27
do corrente :'
Justino, eseravo, preto, Pernambuco, 43 annos,
soltero, santo Antonio ; gastro emrita,
Joo Maria da Fonceca.-braneo, Portugal, 23 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; febre auurella.
Antonio, pardo, Pernambuco, 21 mezes, Bita-Vis-
ta ; entente.
Luiz, eseravo, preto, P.rnambueo, 30 anuos, sol-
teiro, Santo Antonio : entente ehronica.
Joo de Souza, pardo. IVrnambuco, 27 annos
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; varila.
Lttiza Francisca das Chagas, parda, Pernambu-
co, 40 annos, casada, S. Jos ; indecardile.
Felicia, escrava, preta, Pernambuco, 40 anuos,
solteira, Boa-Vist* ; tubrculo pulmonar.
Maria, parda, Pernambuco, 8 i:ieze>. Cra?a : dea*
tcao.
2S -
Luiza Maria Franca, prda, Peruambuoo, 30 an-
nos, solu-ira, Boa-Vista : ttano.
Izidora, escrava, preta, Pernambuco, 28 annos,
oltoira, S. Jos ; peneuinoni.i.
>laria, parda. Pernambuco, -': mezes, S. Antonio:
denlineao.
Joaquim da Costa Lima, branca, Portugal, il
annos, solteiro, Boa-Vista ; febre amarilla.
Bernardo Francisco da Iva, branco, Portugal,
1-9 annos. solteiro, Boa-Vista, febre amarella.
Aniceto' int.nio, braifco, Portugal, 35 annos,
casado, Boa-vista, hospital Pedro II : entente ul-
cerosa.
MiekcPKIeny, branco, inglatera, 38 annos, sol-
teiro, Boa Vista ': febre amarella.
Guilhermina Maria da Conceicao, prta, Per-
nambuco, 17 annos, solteira. Bo-Vista, hospital
Pedro II; diarrheia.
Jos, branco, Pernambuco. 9 mezes. Boa-Vista:
espasmo.
Manoel, pardo, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos ;
entente.
Maximiano, pardo, Pernambuco, 3 dias, S. Jos ;
convulsoes.
Paulo Rodrigues da Cunha. pardo, Pernambuco.
35 annos, solteiro, Boa-V sta : anazarca.
{appih.i*c\o civet.
Appcllantc Manoel Paulino da Cubila Ciavia.
;,,.,.Hado Joo Carneiro de Mosquito Laman,
Do Sr. deseinhargador Aranju Jorge ao Sr. des-
embarcador Gili- ana:
Do jury de Maria Pereira Appel (e o Jttizo,
appellados Jos Ferreira de Souza c eutro.
DILIRCNOIA CIUMR.
Ao Sr. desembargador promotor da justifa :
Appellanlc Francisco Doniinguts, apiiellado Ma-
noel Francisco Botclho ; appellante Manoel VcId-
rino da Silva, appellada a justica;appdlantes Ber-
nardo Pereira de Oiiveira e outro, appellada a
justica : appellante Antonio Tavars de Miranda,
appellada a justica.
Ao Dr. curador geral:
Appellante o juizo, appellado Joao Alves u*\h
lista.
Assignou-se dia para julgamento das appeiia-
-iJes civeu : __
Uuj.Olinda.-AppellaiUe o conego Manoe l.'>-
maz de Oiiveira, appi liado o juizo de Capellas.
De Camar.agibe.-Appellante Joo Fraacisro Ai-
ros da Silva, appellado padre Antonio Jos<^ Piolo.
DISTRIBIIC^O.
Apnellaedes crhnes.
Ao Sr. desembargador Souza Leo :
De i aruar.Appellanle Loureneo Jos de Oii-
veira, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Nejvt:
De Flores.Appelbuite Joo Pedro da Silva,afl-
pellada a nisliea.
APPELIXCSS CIVEIS.
Ao Sr. desembargador Neiva :
Do Ree le. AppellantesJoao Ribeiro da SiK I
nutro, appellada a ordem terceira de S. Fraociseo,
Ao Si. desembargador kranjo Jorge :
De Maniaiiguape Appellantes Alfredo & Bar-
bosa Jnior, appellado o curador geral.
A0ODA* S IIK l'KTIC.vo-
Ao Sr. desembargador Regneira Costa
Aggravante Rento Augusto da Silva.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Agravante Frei Felippe de S. Luiz i'aini.
Ao Sr. desenibaiL'.idor Neiva :
Aggravaate baeharol Antonio Tristio de Serpa
Brandan.
Kuceiroii-se a sessio ao meio dia.
do
CflRONIt.l Jllfs'M&I.t
TBtlIBl > M. Di RI:L.I4 \H
SESSAO DE I" D! MARCO HE 1873.
>RK-IDKNCIA DO EUM. SR. CU.NSBLHKIFO CAETAMO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
enibargadores Loureneo Santiago, Almeida Albu-
querqne, Motta, procurador da corda, Domingues-
Silva. Regueira Losla, Souza Leo e Araujo Jor-
ge faltando com causa os Srs. desembargadores
Doria, Neiva e Cilirana, a'rio-se asessaj.
JULGMENTOS.
Aggravo de petlcSo.
Aggravante Manuel Ignacio de Jess. Juizes
os Srs. desembargadores Domingues Silva, Lou-
reneo santiago e Araujo Jorge. Deu-se prov-
mento.
APPJtLLAC.VO (ame
De Penedo Appellante Antonio Bernardo da
Silva,-appellada a, justi ;a. Iraprocedente.
PASS.Ob'NS.
Do Sr. desembargador Lonrerlno Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albnqacrque :
Do juizo municipal dr. Imprnliir ilppjbnilfi
Clemente Rodrigues do Sobra!, appellado Casse-
mim de Medeiros Cavaleanti,
Do Ass.Appellante Vicente Kernrira da Fon-
ceca, appellado Manoel de Mello Montenegro Pea*
aoa.
Do Sr. desembargado! Almeida Albuipicrquo ao
5r. desembargador Motta:
Do Recife.-Appellante D. Ilortencia Auna Al-
ves Ferreira, appellado Jos Melchiades Bezewa
da .-iIva Costa.
Ao Sr. desembargador Uoria :
Do jury de Cabaceiras.Appellante Tito Gar-
neir" de MeHo, appellados Antonio Pereim de
Castro e outros.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Souza Leo :
Do iuizo municipal do Cano. Appellante D.
Maria do O de Jess Barreto, appellada D. Maria
da Paz l'eixeira.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leao:
APVKLLAC-iO S GRIMAS.
B'i-misiuI do coiiimei'cw.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 24 DE
FEVEREIRO JJE 1873.
l'lii-uiKNCiA DO i:\lil. su. ooaSBUIBlilO an-'v no v.
I'KKKTTI.
A'S 10 horas da manila, reunidos os Srs. depu-
tados secretario tilinto Bastos, Candido Aleofora-
do 6 Lopes Machado, faltando com parlicip.'.cn
verbal 0 Sr. depulado Reno Medeiros. O Exm. Sr.
conselheiro presidente deelarou aberta a se--..o.
Foi. depois de lid.a, approvada a acia da sessao
de 20.
BXPBDIEKTE.
Oftlcio do presidenle da junta dos eorretofe
contendo a esposieao dos negocios da mesma Jun-
ta no aaooproximo passado. -O tribunal de'.enni- .
nouque Bcasse sobre a. mesa.
(llflcio da mesma junta, respondendo .ao do tri-
bunal de 7 do corrente.O tribunal re-olveu ajpn
a junta compra o que Ihe foi determinado, al-
frontando aquelles individuos que poderein -ervir
como lestemunhas, alim de que deponham o sjaa
souterem.
' mo de dita, remetiendo o b lelmi das eet-vj*
offlciaes da semana de 17 a 22 do corrente.Para
o archivo.
Livro datcorrespondencia offlcial regulanneMt
escriplurado at o n. 26.
Foram mandados rubricar os seguintes livro :
Copiador de los Paulo Botelho k d, dito*
P. It.Sauiiques, diario de Adolpho Teiveira bopes,
dito de P. I). Saupiques.
DESPACHOS.
Requerimentos :
De Thomaz Antonio Cuimaies, proprietaro do
hiale nacional S. Joao Bautista, recolhendo a par-
ta de registro.do mesmo hiate, |x.r ter de nitidar
da armacao qne actualmente tem para a_ de bar-
caca, conservando a mesma denominarn.D a secretaria.
De Jos Antonio de Souza Basto, Manoel qum Lourciro c Jos da Silva Azevedo, olTerocou-
do a registro o scu contrato de prorogai.o de K
ciedade.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Antonio de Souza Oiiveira, olahelecido a
rua do Duque de Caxias n. 30, submettendo a re-
gistrb a noineaco de seu caixeiro Kaoooi'Jeen
Btepple Pereira. S ja registrada a noinea..ai
junta pelo supplicante, o qual disse. mas nao na*
vou ser brasileiro 0 caixeiro nomeade.
De Joao Gervasio da Cunha Pern 4 C, pedimh
0 registr da nomeacao de caixeiro que Masado
rain a Francisco Nogueira da Silva, c a diroinav-.j
do registro da nomeacao de Claudino Jos Rodri-
gues dos Santos. Como requerem.
De D. Euthalia Ismenia de Mallos Senna, v.ib-
mellendo a regisiro nina procuracAo bastante pa-
sada pelo coronel Manoel Goncalves Pereira Unta
a ella peticionaria, e a seu lilho Ernesto Gonrai-
ves PereiraLi:na.-Seja registrada.
COM PAIIKCKK U) SU. DESRMBAIICiADOr. FISCAL.
Reqacrimenlos :
De Jos Pernandes Lima e Varnaho Lopes **
Reis, apresenlando a registro O dislrato da SOtle*
dade que gyrou nesta "praca sob a rma Lima A
Reis, e que ainda nao foi liquidada ; declarando
os peticionarios que sua petieao servira de uut
exemplar de dito distrato, visto ouiras nao seren
as convencoes a respeito, seno as qoe allegan ha
mesma petieao. Informe a secretaria.
De D. Vcencia Bspindola de Mendonca, decla-
rando ter-se perdido o hiate nacional Mata-fon*
e sua carta de registro, c olfererendo como prova
um documento. Esperado, at que venha o
summario instaurado contra a-supplicanle.
Consulta da junta dos corretores da proca de
Macei, sobre saberse se ha incompatibilidad
entre os ollicios de corretor e os cargos de presi-
dente e secretario da Associac.io Commercial.
Resolveu o tribunal qne-so respondesse dhemJo
que ra, omhora os corretores sjam menibre
da Aaaociacio Commercial Beneficenle, e voiein
na eleicao da respectiva directora, comludo ni)
sio para ella votados, e minea teem d"clla eito
parte, porquanto sao considerados como agentes
auxiliares do eommercio. e na" como commer-
ciantes, sendo que pode dar-se o caso de deverem
sobre negocios commrciaes ser consultados sepa-
radamente nao s os membros da directora da
Associaco Commercial, como tambem os corre-
tores.
INFOHMACOE DA SECnETAHIA
Informacan da secretaria sobreprotenciavlo
corretor geral desta praca Francisco J s Silveira.
que pedo seja registrada a nomeacao que conce-
den a seus caixeiros Rud Kruckenberg e Jhu
Alfred Tliom. Adiado, por nao ter comparecido <
Sr. deputado Reg Medeiros, que principiou a to-
mar parte na discusso.
dem da mesma, sobre a pretenco do anrstJM
geral desta praca Henrique Guilherme Steppb-.
que tambem pede o registra da nomeacao de ser*
caixeiros nenrique Weltly, Eduardo Patn"
Eduardo Cesar Stepple dem.
S1IMMARIOS EX-OFF1CIO
Processo instaurado ex-olficio conlntj) ageni--,
de leiloes dwsU praca Francisco Antonio Puntual
Jnior.Soja convidado o Sr. desembargador fis-
cal para assistir decisao, que terlugar na pri-
meira prxima sesse.
dem dito dito contra o mesmo agente, por tet
o Di-. Manoel de Figueiroa Faria se exonerado a
nanga, e haverem decorridos tres mezes, sem qoe
tenha reforcado a mesma (anca.dem.
PROCESSO E RKIIABILITA-W).
Reliabilil.e.o commercial de Jos Maria Fa.1-
meira, com iiuormapo do Sr. desembargador ti--
cal.Satisfar o parecer fiscal..
RKSOI.UCAO
0 tribunal resolveu suspender o corretor Itn
rique Guilhenno Stepple do exercicio das func-
eSes oe corretor, at que tenha offerecido ne*.
testemunha abonadora de sua banca, por ter (al-
udo Manoel Gomes Loureiro, urna dessas testo-
munhas.
Nada mais havendo sido suhmettido a depaene;
o Exm. Sr. conseiheiro pn>sidento encerrou a
sessao ao meio dia.



"cd-hm
Protestes de lcttrs___O escrivae des Ao Sr. desembargador Crina
Candeia.
APPMXAgftis nivF!.
Appellante Francisco ue Paula Mouteiro, appel*
lad i Loureneo Ferreira Borges ; : ppe*iaute rasa
Galv i Cara|eba, appellado Antouio Cesario Mo-
rt*ira Dias.
Do Sr. desembar:ador Souza Leo ao ir. des-
embargador Neiva;
Ai'PKLLACO CIVKL
Ap-vdlante Francisco d" Paula I'odrigues, ap-
pellado Jos Joaquim d
SESSAO JIJ1T1CJARIA EM 27 DE FEVKREIHr
DE 1873.
MIEMnE.NC.IA DO KXJI. 88. CONSBLHUIRO AN-BUW
FRAKCI.SCO PKnKTTL
Secrttario, Julio Gaimajaes.
Ao meio dia declacou-se aberta a sessSo, cstan-
Appellante o juizo. appellado Joaquim AntenioMo reunidos os Srs. desembargadores Silva ftm-
raares. Reis e Silva, Accioli e Doria, e os Uts
denotados Olinto Bastos, Candido' Alc^jtorado e '
bopes Machado.
Lida, foi approvada a acia da precedente sess..
Foi lido o offlcio datado de hoje, do Sr. depui-.
do Antouio Ignacio do Reg Medeiros, participan-
d. que, por achar-se dounto e ter de reurar
po isso para f ra da provincia, nao ptaia conti-
nuar a tomar parto nos trabalhos deste tribuna*
E o Exm. Sr consoih-iro presidente dedarou to
I ja se cimvidot oSr. deputado supplente Jsser*-
lcisco S Leitao, para lomar assonto ueste triboa'.
i
i-



Diario de Pernambuco Segunda feira 3 de Marco de 1873.
1
o impedimento do in lirado Sr. dopit
durante
tado.
MWWU>.\ i K>MO%K.
Embargantes Guunaries 4 Goncalves, embarga
da D. Mariana Augusta da Rocha Bastos.
JUL'JAMilNTOS
Juizo especia do comniercio : aggravantos
reos Rabe SchtnmetUu 4 C, appallado autor Joao
Pereira Moutinho ; j:iiwso>Sr;. Silva Guimaraes,
llcis e Silva, Olinto Bastos e Candido Adolorado.
Foi confirmada a senlenea appellada.
Juizo especial do commercio : anpelfante autor
Domingos Hulado Freitas. appellado reo Antonio
Ferrera Braga ; juizts os Sr-. A.'aoli, Reis e
Silva, .Gandido Aleolmado e Olinto Basto*.Foi
confirma la asentenen appellaja em.partp,-c oi
patte refrmala com o voto da Exm. Sr. eonse
heiro presidente,' sendo votos vencidos os Srs.
Aceoli e Olinto Bastos, que votaram pela confir-
ma .-ao.
A pedid.) das Sr--. deo.itados ad:irum-se osjulga-
nientos dos. faites, entro partes : appellaiite a
baronezade laragti, appellada I). Alinirina Fres
de'Mendouca appeilante Joao do liego Lina, ap-
peUados Barbosa & C
\ DISTRIBUigoF.S.
Ai. Sr. dosembargador Silva Guimaraes: ap-
ellante. Jos. Antonio Soares de Azevedo, ap ulla-
do Jai Claudiano lunjosi Varejio ; appellante
Luii Aibeiro da Capha 4 Sobriuho. appellada I)
"Inereza Julia Botelho.
Aa Sr. dse nbargador Reis e Silva : appellau
Jar.t s Mondes Azevedo C, appella.los os admi-
nistradores da tnass fallida de Fernando Step-
pie da Silva.
Ao Sr. desembargado!" Accioli : appellantes os
administradores da tnassa fallida de Fernando
Slepple da Silva, appella lo Joao ChristianL
AliGliAVO.
Juizo especial d) eomn avio : a .'gravante Joan
Pereira dj Arailj > Carduzo, aggravado Joao Anto-
nio G mi.1- c, limarlas.
O Exm. Sr. eons IIh-im presid sale iiegou prov-
fllent'i.
Bacerroa-se a sessib i urna liara Ai tarde.
-----
Itnlmiet lo ^imt llaiicu lo l'er-
Jiiioi'iara. rni liquiclurit. ao*
SH fcvcrciiM ACTIVO.
Letras protestadas..... Despczas geraes *. Caixa..... ... 121:596*070 16:303 t96 I8:339930
156:159*896
l'ASSIVil.
Capital......... Fundo de reserva..... Mansas fallidas a cargo do Banco. Dividendos........ .Lacro- e perdis...... 16:431*509 I01:i>4|90 (I8S787 4O0400 7:841*719
S. E. e . 156:159*896
COMUNICADOS. .
8r>r iicccttwnrio o Jt*ii<*luco
do* \.n-iri>> jiura i|in>
bullas c coiiwtituiVdi'* imii-
iiit'iu^ |im*iiii |ii'oiIit/ii' *
UV'ilo- tura iuc *iIo tlewlna-
dow?
IV
Aasim eoni o poder e o dirailo ano eompeteni
a familia, sao determinados pela missao que esta
recebera de procrear, alimentar e educara prole ;
e os que competer ao estado, pe > encargo que a
Ble fui dado di' proteger e defender as familias e
OS aerea por ellas gafados : assim os que compe-
ten) a greja sao determinados pela missao sublime
de qae se acha enearregada de santiGcir as al-
mas, preparando-as para a bemaventliranra eter-
na.
Ora, dependeado esta santiticacao da fe a pro-
fssar, dos sacramentos a recebar, e da moral a
praticar, segoe-se que somante igreja, quom
esta missao sublime fra conliada, compete ins-
truir os M-is sobre o qae devem crer, sobre qae
devem obrar, e tambein sobra as eondiedes e ais-
posicues com que >' preciso que recebamos sacra-
meotos para que estos possam produzr u- salata-
reselfel i- a que sao destinados.
Fundada, pis, sin i-' em sua missa de sin-
tificar as almas, poderia a igreja, como sociedade
perfeila que', reclamar todos estes poderes e di-
-. assim com > o e-lado, fon Lulo na que Ule
propria, reclama tarabem os seus, e a familia os
que ihe competem ; mas o Divino Fundador da
igreja, *m atlencao misaau sublimo que Ihe era
confi.ida, na i qmz que seus poderes e seus direi-
tos ti'- issem, como os do estado e da familia, sjet-
in- dtscassao dos liomens.pelo que determinou-
iis rom toda a clareza possivcl, conforindo-os por
-' mesmo, eo:io viudos do padre, stnbor e crea-
dor de todas as cousas, aquellos que enviava
conquista do mundo, para que oioguem podesse
er a pretencio de allegar qoalquer excejifao rela-
tivamente n esles mesrnos padres,
Eis aqui as anas proprias palavras :
n Tod o poder me foi dado no eco, na tr-
ra : assim com i mea Fai me enviou, assim eu vos
envo a vos (evidentemente com os mesmos pode-
re- qae mea Pai Ibe deraj; aquello que vos rece-
be a inim me recebe, aquella que vos despresa a
mini me despre.'.a. e aquello qae me despreza, des-
pena ao Padre que ine enviou.
.: lde instru todas as na^oe-, (no que devem
ter, isto na te, ensinai-lhes a praticar nulo o
qu en vos teaho ordenado (oque se refere a mo-
ral). I.aptisand>-asem nome do Padre, do Filbo e
do Espirito-Santo : os neceados serio perdonaos
i qaeo nis os perdoardese serlo conservados a
ipi.'in vos os eooServardes ; aqueUeqne nio oovir
i igreja seja tilo com,) um pagaoe uai poblicano
Dirigindo-.se ao primeiro papa, por elle proprio
constituido, Ihe diz:
Eu te darei as chaves do reino do co, tudo o
que ligar---na Ierra sera ligado DO CO e tudo o
que desligares na terca sera desligado no co.
E dep iis de dar-liii; ti o grande poder, ree.om-
menda*lhe que apascente soas ovelhas e seus
eordeiros e qae conflrme seys ir.n.os na f, etc.,
te.
Eis como foram conferidos igreja o poder de le-
gislar, o pofler de administrar e o poder de punir,
que ella exerce sobre lodosos homens, em toda i
attuo da torra, porque a todos ellos, ricas e
potrea, grandes e pequeos, soberanos e subdito-,
! i; ella a missao de santilicar, preparaudu-ospara
a bi-mavenlurlica eterna.
Mas, tendo tambem o astado estes mesmos pode-
res sobre os individuos que habitam o territorio,
que se acha debaixo de sua doniina.ao. sendo alies
assim, an mesmo teinjio subditos, seus c subditos da
igreja. de que modo distinguir e liannonisar estes
poderes, de sorta que as duas sociedades p is&am li
remente cumprir a sua missao, sem se aeharem
em opposicao nina a outra ?
;> Divino Fundador da igreja, desde o principio,
resoiveu esta dilliculdade, dizendo : O meu ni>
ioiao de de Eesar e a Deus o que de Deas >i
Donde v-se que ao estado compete legislar so-
bre o qae temp nal e corpreo, Isto' i; sobre o
que ueste mundo ; e igreja sobre o que es-
JHTUua! c eterno ; isto sobre o que diz respeito
as cousas do co para onde ea deve C indosir a
bamanidade.
blo mesmo se conclue dos proprios poderes con-
feridos por Cluisto aos seus apostlos.
Instru, ensinai, baptisai, perdoaf os peccados,
tende-o como um pagao e uai publican), o qua
fuer dteer, lan.-ai fra da commuaht aquella
que nao quizer ouvir a igreja, ou aquelle que des-
obedecer a voz de seus pastores, eertos de que
iquella ipue nao crer no que Ihe ensiuardes e nao
praticar o que Ibe ordenardea (que ser o que eu
proprio vos tenbo ensiaado e vos tenho ordenado)
nio ser salvo, por isso que quem vos despreza a
iiMn me despre a, e queta me lesprcza qespreza
ao Padre que me enviou.
Sendo, pois; as duas sociedades, por sua natu-
Mfa soberanas e-distinctos osobjectos sobre'que
se exerce a "sua soberana, nenhuma dallas preci-
sa do coasenso da outra para exercer os seus pa-
cieres, e cumprir a sua missao, porque esses pode-
es ellas os teriain daquello que as fundn, em'vis-
teda nsso de'que se aeham encarregadas.
for ventura Jess Christo, pregando asna dou-
trinj na Jud^a, c os ap istolos por tolo o mundo
pjdiam para inte Heenra as autoridades civis ?
Por yeitura foi o primeiro 'condemnado p ir al-
gum enrne praticado contra as leis do estado, ou
.^Unte por_.se dizor verdadoiro Deu-, o que na.
'rio dos-jii leus contranava a doutrina religio-'
sa gae elies profesava;n f
igreja' eu esta 11 nao slo dnas sociedades ini-
migas urna da onira ; nao,-o estado em vez de ser
urna instituicao iojmtg, ou ?equer ludifJerente
ingreja. antes, no plano divino, un poderoso a-
xiliardellas como n a familia. ,
A familia auxilia a igreja ministranit-lhe os
neis que ella tem por missao santili-ar ; o estado
a auxiha igualmente, prologendo e defendendo es-
tes individuos, isto garatindo.-os contra todo o-j
constrangimento osttfiof para que possam livre-
luente crer no que a ipt-ja llios ensina, c praticar
o que ella Ibes ordena, ani de que asslfti santifi-
cados pjssam ir gozar da bemaventuranra eterna
a que sao destinados.
Eis aquja verdadeira missao das tres sociedades
a da familia e a do estado ovidentemnnto subor-
dinada fia igreja, pois que nos designios de Deus
o honiem na i .' gerado pela familia, neip protegi-
do e defendido pelo estado senao para que possa
ser santiiieado pela igreja e deste modo Habilita-
do para a bemaventuranra eterna, flm sublime a
que destinado. '
Portanto, se a- pritheira destas sociedades pro-
creando o homem-e educando-o, e a segqnda pi o-
tegendo-o e defendendo, esquecem esse destinofl-
nal delle, faltam evidentemente sua missao que
s nobre sublime no sentido em que a consi-
deramos.
Com efTeito, que grande mrito leria a familia
em.procrear seres eondemuados, como sao os que
ella gera, a morrerein depois de alguns annos, ma-
lea e mesni'i dias, passados no meio de soirrimen-
tos e dores 1
E do mesmo modo, que grande mrito teria o
estado em esforear-se por prover coaservaco de
individuos sobre os quaes pea tio grande con-
demnarao, nao tendo nenhum meio de garanti-los
contra os efdtos della ?
Evidentemente, se a missao destas. dnas socieda-
des se limitasse a isto, nenhum grande mrito po-
deriam reclamar pelo deseuipeulio della.
Ao contrario, stindfl esta missao subordinada
da igreja, tem ella, como esta, todo o direilo ao
nosso respeito, gralidao e amor, porque todas eon-
correm, cada urna por sua parte e ouf os meios
sua disposiro, para levar-nos ao co, felicidade
a que todos somos aestnados ede que todos pode-
remos gozar, urna vez que consintamas em -ser
guiados por aquella que dasta missao sublime se
acha eacarredada.
Sim ; se a fam lia aae BOJ gerasse, se o estado
nao nos ennservasse, se a igreja nao nos sautilicas-
se, nao po.lerianns ser eternamente fezes, como
todos esperamos ser.
Aos butnens earaaes, isto iqneHas que nada
vendo, alin da vida pre ente, pensam que vieram
ao mundo somente para comer, beber, dansar e foi-
gar, esta doutrina parecer talvez (un pouco agr ;
mas para aquellos que. convencidos da existencia
de um ser supre no, compreliendeni conveniente-
mente a sua+oodade e justiea. ella a.nica ver-
dadeira, pois que a nica que eleva o homein
Sos seos proprios olhos, fazendo desapparecer em
una outra vida as diuereneas que se notain na
presente, sem iiierecimcnto da parte de uus, neni
culpa da parte dos outros ; a nica que jusuliea o
Creador, relativamente a estas dilleien;as,'iiios-
trando que todos somos igualmente destlnados'
felicidade eterna, da qual gozaremos, con/orine as
boas obras que ueste inundo praticarmos, qual-
quer que seja o poslo cm que tenliamos sido col-
loeados, pois que n:in ha estado' nem condicao cm
que o honiem nao tenha deveres a cumprir e em
qae nao posta ser santiiieado.
Debalde protestante contra esta doutrina os en-
comiastas do poder civil !
Debalde pretendero ellos invcrler a ordem na-
tural das colisas, sustentando que em vez de ser
a missao do oslado sobordioada da igreja, pe-
lo contrario a missao da igreja que subordinada
do estado, pois que tal pietenro s teria um
resultado, mostrar que desconhocem a natoresa
das duas sociedades.
Sim, sendo a igreja urna sociedade universal e
o estado iimi sociedade particular, isto domi-
nando a primara em toda a extenso da trra e
anda mais sobre a parte mais nobre do uomem,
o espirito, e limitando-se a d nninaeo do segundo
a um pequeo espapo e parte menos nobre do
nosso ser. cuno j mostramos, tal pretenco nao
pode ter lugar.
Seria isto evidentemente subordinar o geral ao
particular, o mais dign ao menos dii.'. o que d
superior ao inferior, finalmente a alma ao corpo,
a felicidade eterna felicidade tetnporata !
Os que iiistentam esta absurda dmt.Hacoiifun-
dem a verdadeira iareja mu as falsas igrejas ; a
igreja fundada por Deus o par elle encarregada da
santifieaelo das almas com as bisas igrejas, fun-
ladas pelos homens sem nenhuma missao divina,
B cooseguinteniente sem oenham poder, sem ne-
nhum direito mais di qne aqneiles que o estado
se digna de conceder-Ibes para seus proprios
tins.
A verdadeira igreja nao est felizmente neste
caso.
Tirando de Deus a sua missito, ella tira igual-
mente delle seus direitos e seus poderes, os quaes
exerce com plena liberdado sem precisar do con-
senso de ningiiem, porque por sua natureza tio
soberana e indepenaente as oousas espirtuaes e
eternas quanto o estado o as cousas temporaes
c. corporaes.
Portanto, sempre qne a igreja se limita ao ob-
joeto de sua missao. o estado nao tem nenbuui po-
der, oenham direilo de intervir para embaraara
nos igual, para nao dizer soperior vossa. Di-
zeis talvez que, conforme a Esfjiptura, n.< de-
ve.nos ser submlssns a todos os pRres. Sem du-
vida, nos obodecemos aos poderes fl torra quan-
do elles se mantem em seu lugar, e nao ppoem
sua vontade vontade de Dens. Emiioi, se todo
poder vom de Deus. o qua estaheleeido pan re-
gular as eonsas dhinas vem delle por maioriade
razio. Respeitai a Deus em nos e nos o respeta-
remos em vos. Mas, s* vos no obedecis a Deus,
nio podis usar doprivilegi) daquelle, cujos di-
reitos despizaos, nem exigir de nos uina submis-
sao quo recusaos ao proprio Daus.
Ozio de Cordova escreveu nos seguimos termos
ao imperador Constancio que oomo o imperador
Amistado, se moslrav.i mui zeloso pelo' triumpho
do arianismo : f
c.No vos intromettaos as cousas ecclasticas,
e'jiao pretendaos dar-nos ordeas sobre estas ma-
terias, mas aprende! otes do nos o que vos mes-
mo deveis fazer. Deus vos den a imperio e a nos
conliou a tgreja ; e assim como aquelle que bus-
ca roubar-vos a vossa autoridad.: contradiz a or-
dem divina, .assiuHanibeui temei, attraJiindo a vos
o que pertenec igreja, tornar-vos culpado de um
sua aceo ; se o fa'. oitrapassa evidentemente a
missao de qne se acha eearregado e abusa do
keider que Ihe foi confiado para o bom desempe-
nho desta mesmo missao. .
Se ha na doutrina catbolica um ponto clara-
mente estabelecido e coditantemente platicado,
diz o sabio o virtuoso arcebispo de Pars Mr. Dar-
boy, de saudosa memoria, principal. ente a au-
lonouiia da igreja.
Ins'tituida por Deus. divinamente provida de
tudo o que constituo a essoncia de una sociedade,
a igreja manteni-se no mundo por sua foepa pro-
pria ; ella perpeta sua bierarebia pelo sacramen-
to da ordem : tem sua 6i'ganisa;o inliuia, su a
jurisdiefn independente que os governos tempo-
raes nao tem nenhum direito de encadeiar nem
mesmo de circomscrever.
Autorida le legislativa, ella prescreve regias
para o im de proteger e desenvolver a vida espi-
ritual de seus nioiubros magistratura viva, ella
interpreta o applica as leis divinas, tanto como as
sitas proprias; poder correctivo, ella previne ou
reprime a desobediencia e as rabeilies. Em urna
palavra, existe urna disciplina que basta comple
lamente as obrigacSes e s nocessidades da socie-
dade fundada por Jess ChrstO.
Assim em nenhum tempo a igreja nao re-
nnnciou ainda ao direito de governar-se a si
(iropria, nem qflando Osar a acolhia com a pon-
ta da espada, nem quando Ihe ollerecia metade de
sua purpura : ella nao pdde mes;no renunciara
este direilo que tambem para ella urna obri-
gacao. /
Deste modo ficaestabelecldaa primeira das con-
cluidos a que queramos cltegar, isto a sobera-
nia e independencia da igreja as cousas espin-
tuaos e eternas que sao o objecto de sua missao
divina.
Bassemos segunda.
V
Enibora as falsas igrejas (a heresia e o schis-
ma) se tenham sujeitalo intervengan do estado,
lela conviceao em que estao de que nao tendo ne-
nhuma inisso divina, nao podem reclamar por si
niesma- nenhum poder em nenhum direito, a
igreja cathotica, conscia de sua verdade e da mis-
sao sublime que Ihe fra conliada por seu Divino
Fundador, nao tem cesando de protestar em todos
os lempos contra esta ntervenoio, condemnando-a
como attentatoria de sua soberana e indepen-
dencia.
O papa lelasin diripindo-se ao imperador Anas-
laeio, protector decidido do arianismo, exprinio-se
nos seguintes termos para faze-lo comprehender o
poder di vino da igreja :
t O inundo, augusto imperador, governado
por dous poderes, o poder dos pontfices e o poder
dos reis ; entre estes poderos, O cargo dos padres
n.uito maior porque elles devem dar eontas a
Deus. em seu juizo. pelas almas dos proprios reis.
Vos sabis, lillio clenentissimo, que posto que vos-
sa dignidade vos eleve cima dos outros homens,
deveis curvar piadosamente, a cabera dante dos
pontfices enrarregados da dlspensajao das muras
divinas, e deveis ser-Ibes submettdo cm tud i o
que diz resqeiki adminslr..ci d t santos inys-
ter.os e das eonsas sagradas. Porque, se em tiido
o que de ordem publica os bispos, conhecendo
a autoridado que tendes da dL decen s vossas leis. com que amor uo deveis
vos obedecer-Ibes em tudo o que diz "respeito aos
mystorios vencravais de que elles su dispen-
sadores ? n
O napa Syimaro esprimo-se do mesmo modo :
Ha entre estes uoderes (a espiritual e o ci-
vil), diz elle, tanta diuV.re.oea quanla ha entre um
administrador das cousas da ierra e um adtninis-
Irador das coasas do co. Vos, prncipe, rece-
bis di puntifi>e o baptismo e os'sacramentos;
grande crimu. Est esenpto: < Dai a Cesar o que
e do Lesar, e a Deus o que de Deus. Portanto,
assim como nao nos permttido a nos pretender
ao imperio as cansas da trra, tambem nao vos
e pcriuittido a vos usurpar o thuiibulo, ou o po
dar sobre as cousas sagradas.
Como se v., a linguagem da razo.
Mullos outros pontfices, assim nos lempos anti-
gos como nos modernos, se teem expresado do
mesmo modo a este respeito, e o conc[o do Vati-
cano em a sua constituir, -.o Pastor etcruus em
O anuo de 18 O confirma a mesilla doutrina.
Deste supremo poder que tem u pontfice ro-
jtiano de governar a greja universal, diz o conci-
bo; segue-se que no exercico deste seu ministe-
rio, tem elle o direito de liviemente communicar
com os pastoras e eonr os rebanhos de toda a igre-
ja para que os mesmos possam ser por elle ensi-
llados e dirigidos no eaminho da salvacio. Por-
tanto condemnamos e reprovamos a doutrina da-
quelles que asseveram |wder-se licitamente im-
pedir esta communicacao do supremo cabeca com
os pastares e com os rebanhos, ou que a, tornan
sujeita ai poder secular, a ponto de sustentaran
que tudo quanto pela s apostlica, ou com auto-
ridad-e della, se eslabelece para o governo da gro-
ja nio tem forca nem valor, seno quande con-
firmado pelo beneplaeit,. do poder secular.
Nada mais razoavel, nada mais. justo !
Sim ; se a igreja receban de Deus os seus po-
deres, se estes poderes Ihe foram dados vara que
possa desetnpenhar a missao de que lora encarre-
gada, segue-se de toda necessidade que iinguem
pode ler o direito de embaraca-la no exercico des-
tes poderes mquauto se limitar ao-desempenho de
sua missao. o contrario seria admitlir direito
contra direito, o que absurdo.
Eis aqu reprovada e condemnada com toda a
razio a doutrina do beneplcito, tomada, confor-
me o entendem os encomiastas do poder civil, co-
mo a expressao do direito que na opino delles,
tem o estado de tomar conheciiuento das leis e
djtennina.es da igreja para ver se conv.n ou
nao permitlirque sejm executadas.
Este pretendido direito importara o aniquila-
mente da soberana e independencia da igreja, e
consegujniemente da propria existencia della.
Com este pretendido direito sena eompativel,
quando muito, a existencia das falsas igrejas, que
nao tendo nenliuuia inisso) divina, como j mos-
tramos, antes sendo filhas de paixesruins, podem
viver assim dependentes do poder civil, crendo e
ensatando o que a este apraz que cream e ensi-
nem e exerceudosua accio somente no eepaco em
que este poder exerce a sin dominaeto'; mas com
elle nao seria eompativel a existenciajla verda-
deira igreja que deve ser una, santa, calholica c
apostlica.
.Se, com eileito. tudo quaiito pela s apostlica,
ou com autoridade dola, se eslabelece para o go-
verno da igreja nao devesse ler forca nem valor
senao depois de ter sido confirmado "pelo benepl-
cito Jo poder secular, como pretenden! os enco-
miastas deste poder, onde estara a autonoma da
Igseja ? ipie seria de sua uuidade e de sua catlu-
licidade f
Poder-se-ia dizer. verdadoiro soberano aquelle
que nada pode determinar, nada pode ordenar por
si mesmo que tenha forea nem valor sem que seja
confirmado por nutro ?
N6 ficaria assm a Igreja'toa completa depen-
dencia do poder civil e at em peteras condicajes
do que aquellas em que se acliaui as nossas as-
seiulileas provinciaes a respeit do governo e da
assembla geral 1
Cerlameifte que sim.
Ao monos as resolueoes destas assemblcas tem
Ion-a e valor por s mesillas, e s deixam de abri-
gar depois de seren revogadas pelo poder campa-
lente, ao passo que as bullas e constituirOes pon-
liticias, nao leudo, seguido a opiniao qne comba-.
temos, nenhuma lona nem valor por s mesmas,
nao obrigariam aos liis, ainda mesmo em consi-i-
encia, senao depois de confirmadas pelo benepl-
cito do poder civil.
Di Kirie que ueste caso seria a osle poder'cfflo
ao poder ecclesiastico que a obediencia seria *e-
vida, mesmo as cousas espiritares e eternas, mui-
to embora sobre estas colisas nao se estenda a
sua missao.
E quando se reflecte que osla dependencia nio
seria somente para com o governo de um estado
em particular, mas para com be governos de todos
os estalas, quer eatholicos, quer herticos, quer
sehismaticos, qu-.r gemios, pois qae todos tem o
mesmo direito, visto que todos se achiin entre si
em perfeito p de igualJade. o absurdo salta a
lados os olhos, pois co.no Conciliar esla dependen-
cia com o Rt, iodt umnes gentes dirigido por
Jess Cbristo aos apostlos, o ainda mais com o
Patee ores meas, t com o Qmiilnimjne lgatM*
dirigido por elle a S. i edro em particular ?
Ou o fundador da igreja nao pessoa divina,
ou elle nao disse estas cousas aos apostlos e a
S. Pedro ou ento a doutrina sustentada por
aquellos que fazem as IVis e dsposices da igreja
dependentes da oonKnnacao d >s governos cvs
pora terenwforfa de dbrig ir os eis in'eiramente
misa. j
.Mostrada a falsidade 'desta doutrina em vista
dos poderes dados por Jesus Cbristo a sua igreja.
mostremos ainda estn falsidade pelo absurdo das
consequenci.as que della se seguiriam.
A iiifailibilidade do papa, doutrina sustentada
sempre na igreja catbolica pela maioria de seus
denteres, 'V de bom grado recebida pela maioria
dos liis ein vista das promessas fetas a Pedro
de quem os mesmos papas tao successores, adia-
se boje definida como dogma de f desta igreja,i
de surte que a nenhum inembro della mais por-
mittido nega-la, nem mesmo ji-la sequer em du-
nda, sob pena de excommunlio.
>upponhamos que. por certas razos polticas,
neiihun dos governos ealbalieos eoneodesse bulla
respectiva o-seu benojilacilo, segui-se-ba que ella
nao teria nestes pases ncnbum.i forra, nenhum
valor, e conseguiitemente. que (icaria como se nao
fvesse sido publicada.
Debaldc o concilio, debalde a inspira^io do Es-
pirito Santo, como de f, teria proclamado esta
veidade e teria ordenado aos liis que nella cres-
sem porque os governos cvis, que certamente nao
sao inspirados pelo Espirito Santo,"e a quem ne-
nhuma missao fdi conliaJa relativamente s coiuas
es|iirituaes. poderam por o seu velo respectiva
eonstituicAo, e torua-la assim inteiramente intil.
Siippoidiamoi agora que a re pecliva consii-
mieu tivesse sid confirmada par alguns deste*
governos epelos outros nao, o que que se seguira?
Seguir-se-ha que n'aqurllcs paizes em que ella
tivesse sido conlirmada tirara tm torca e valor v
que n'aqueles em que a cnnfirma^ao liie fosse ne-
gada licaria inteiramente prejudicada.
Segur-se-hia mais que os eatholicos que hab-
lacce; e que cm outros poderam elles pra tica-las
[setu inorierem em pena ajguma, porque assim o
teriam querido os respectivos governos..
- De mida que o papa, chefe suprema da igreja,
dina aos fiis : Nao pratiqnels taes arcos sob
pena de" serdes lanzados fra ca greja, a os gover-
nos cvis Ibes diriain por sua parte : Bem podis
praticarnslas acees sem temor de serdes lanzados
fora da greja, p irque eu nio quero que isto tenha
lugar, muito Qiubora o papa assim o tenha dis-
po-lo.
JfSo seria ifto o absurdo elevado ao mais alto
gran ?
Como conceber-so qua o governo civil, que ne-
nhun poder nem missao loa sobre as almas, pos-
S.t-desligar aquellas que tiwreni sido ligadas pelo
poder competente, ou ligar aquolles qua por este
poder tiverain sido desligadas '
orno ronceher-ie que, o tendo nenhum poder
/," DK Sr?**010' NA SE Para""< rrcaaram : Amorim Irmaos 4 C. I
k j a 8 o, maiiqo m I87d. / vii.\;i com 30 kilos do dore ;.CIive'ra Flhos A '
Assuear-niascaviido 13U rs. o-kHo. 8 ,saceos com 600 kilos do aburar I.r. ., C
(.oums-de bo, verdes MI ts, o kilo. de F. Perras lfJ.2 barricas rom 6 iw\T d> d'
Carvio de pedia estiangeiro, tonelada metrica-
16*0(10.
Alfandegade Pernambuco, 1 demarco de 1873
0 I- conferenteI. Itibeiro da Cunba.
o 2- conferente J. J. Henrique.
Approvo.Alfantfega tu de marco de 1873.
O inspector da alfandega
Fnhio Ak-candrim de CnroalUo Al.
na igreja, p0s.sa o governo cvik obrigar ao fhefe
desia sociedade a conservar em seu scio aquellas
que elle julga nio de ver conservar ; aquellos que
tem violado suas leis, suas ordens, zoinbaudo as-
sim do sua autnrilade?
dado pgr Jess Christo a S. Pedro e por este aos
seus successores ?
Evidentemente nenhum!
E pojs, tendo em vista tio absortas consequen-
pa*, que a igreja tem minore condemnado sema-
Rante doutrina.
O papa Po IX. qne actualmente apascenta o re-
banho do Senhor, reprovando-a e'condemuando-a
por sua parte na encycliea Qi^nU Cura de 8 de
dezembro de 1*6V. expriihe-se a sen i-uspeito nos
segumte termos :
Ha outros, diz elle, que renovando os erras
lunestos e tantas vezei con iemnadosdos innovado-
res, tem a insigne impudencia de dizeram que a
suprema autoridade dada igvcia o a osla s apos-
t 'lira por Xntso Senhor Jess Christo, subnietti-
da .autoridade civil. El?e< nio c u\aai de allirmar
que as leis da igreja nao obri^am ein conscieucia.
sem seren promulgadas pelo poder civil; que os
acto e dei'nmu dos pontilines romn o- relativos
religin e greja preeisam da sanc;ao 8 daappro-
va-.-to. ou |ielq 100110?, do assenlimeuto do podar
civil; que as constitticoes apostlicas que eon-
demnain as sociedades secretas, qur nellasse exi-
ja quer nao, o juramento de guardar segredo, i
3ue ferem de excoininunliio aos que nesUs socie
ades te aliliam ou neilas so conservam, nao tem
nenhuma forja nos paizes em que o governo cav
tolera estas sortes de aggregames, ol., ep-, s
Esta doutrina, sustentada por Febrmnio e por
elle desenterrada dos archivos jansenistas, ma-
nfe-tainente oppo-ta aos dicta nos da boa razio.
O beneplcito assim entendido, isto tomado no
sentido lato de ser necessario para que as bullas
e qua -sqiier nutras constituicVs pontificias pos-
sam ler torea e valor nio s para nbrigarem os
subditos do estado no turo externo, senao tambem
para obrigiremos piopros sululitos da igreja no
foro interno da eonseimeia. maoifestamente rp-
posio divina constituirn da inesma igreja e sua
autonoma como sociedade perfeita que .
Assim eslabelecida a .segunda ilas conclusocs a
que queramos chegar, Passemps tareera.
Dr. F. jV. Collaee.
(Contina).
.....
PBLICACOES
i PEWDS
vos Ihe peds orages, vos Ihe pedis que vos aben-
coe e que vos conceda a penitencia. Em urna pa-
lavra, entretanto que nao tendea ncnbum cuida 11
senfo das cousas humanas, ello vo dispensaos
bens do ce Sua dgnidade portante pete me-
tam os primeiros destes paizes seriam obligados
a crer na infallibilidade do papa como dog.-u. da
religiao por elles professaa, a que os eatholicos
que habtameos os outros paizes nio sement nao
sariama isto obrigados, sena) que nao poderam
mesmo crer nesaa infallibilidade, porque a consti-
tuicao que a define nao teria entre elles nenhuma
forca, e neiilium valor por uo ter sido confir-
mada pelo beneplcito do poder civil.
E nao licaria assim este poder constituido cima
do poder ecctesastico ?
E nio seria elle assim queAi decidira o que em
seu paiz se devera crer ,ou nao- crer ?
Certamenl' (pie sim.
Se do dogma passamos disciplina, o absurdo
igualmente patente.
Supponhamos que o papa, ei virtude do Pasee
oves meas, prohibe aos fie* a pratica de cortas
acedes que julga prejdiciaes salvac, o dos mes-
mos, sob pena de excommunhao ipso faci. Se-
gundo a opiniao que combatamos,' a bulla que
isto determinasse nao teria nenhuma torea nem
valor seno depois de conlirmada pelo beneplcito
do poder civil.
Supponhamos que em uns paizes fosse esta bul-
?
Bem publico.
Para S. I5xc. o Sr. presidente da
provincia ver e providenciar.
^ Ueui previamos, em nossas publiea;es, que Y.
F.xc. zetOM com 6 e na alta posic.io em que est
bem nierecidameu e enllocado, irio seria indill'eren-
te e surdo aos justos clamoivs da popalae.io desta
cidade que vive aterrada com a flc/rtfflo mono-
polista dai cinin veri't. De feite deparamos no
ii 19 deste llinrio de 28 do passado, com um nlli-
cio de 21 do mesmo mes, em que o Kxm. Sr. com-
mendador Pedro de AUiayde Lobo Moscoso, infor-
ma a V. Exc. em .duplo carcter oflicial de inspec-
tor da saude publica e de vareador da cmara
municipal, qne senda teriade todo o allegado no
Diario de l tambem do passado, com tudo, V.
F.xc. nio se amia deixar a-rattar pela cantilena
do vumopolio.
Ha minio que estaos acostumados a apreciar
e respailar as qualida les e uti.-lligeucia daquelle
Exm. Sr. commendador inspectot da saude publi-
ca, tanto mais quanto, folgamos em rnsonhecor em
sua pessoa o esforcado, probo e honesto funeciona-
rio publie I.
Mas tambem forcoso con'issar que S. Exc. na-
quejla hlrmacao foi Iludido quando negou a
existencia do monopolio das (arns rentes.
tros, Exm. Sr. presidente, asseveram is a Y. Exc.
que o nttnopi'io tl-is carnes vedes de'gravada-
rieoto nina redi lale, que existe e de urna forma
ostensiva, como passaremos aprovar:
f. Pelas estatutos daquella awteiaro, que so
Mham registrados no tribunal do commercio, se v
tcitamente que a nenhum outro a nao ser aos as-
nciados, permttidocommerciarem carnes veriles.
o qne para reabsaeao ilese tenebroso plano, lan-
cr.m mi de todos os recursos.
2. Pretendendn os arrematantes *o subsidio con-
correr ao commercio de carnes verdes (como
fado publico), aquclja asmciarft para retira-loi
desse gauero de negocio obrigou-se a pagar dia-
riamente o imposto de 2o re/.es que nao malain,
que s iniua em 7o400) por da, e prefaz no IIm de
cada anuo an 17:0 '04000, e esse nao fabuloso al-
garism i sai somente do siior do pobre povo.
3 Em setenibro do anuo passado.apparereu no
inaladouro publico, un individuo de nomo Claudio
de tal, com ficenca para matar hoi, e tem soffrido
q lana urdam.de tropelas se unginar pude : des-
de a marte, alta noite, de suas res -. at ao roubo
do seus utensilios.
'i.u Pelo simples fado de ter ocommerciante Jos
Francisco de Sonsa i.iuia. se reUrado iLunielia as-
soetaeSo tem siffrilo eiiormissiinos dainos, em
Itta propriedade.
o." Finalmente, V. Exc. para ter conhecimento
exacto da verdade mande, que a cmara municipal
do Kecife e o Sr. Dr. chefe de polica informe,, se
ou nao verdade. o que vimos de allegar.
Nada teios que ver com a fortuna de cada um,
mas o que forcoso dizer, 6 que individuos que
enti am para ese ramo de negocio, nada team que
perder, niintos delles de tangedores de gado que
eram! esto boje seiihores de dezenas de eontas de
vis, o que nio acontece em nenhum outro rain i
de negocio, em que prcsC9 dispr de capital e in-
telligencia corelativos ao genero do commercio,
entretanto para ser minchante ou monopolista bas-
ta somente saber mentir e insultar.
K a essa sorte de ere Huras que est entregue
o abastecimento da popula ,-ao de urna cidade da
importancia da do lieci'e !
So V. Exc. nos poder salvar 1
Nos o esperamos,
ltecife, 1'' de marco de 1873.
' Urna victima.
Iniportaeto
Batea ingUza abona, viuda de Bamburg.
conatgnadfl a i). Aires UatAeus, wmifestou :
Alcatrao 20 barris a J. S. Neves, 51 a S Leitio
& Coimbra. Agurdente 30 barris a J. S. Neves.
Agulhas i e.iixas a 1). T. Bastos, I a Sa Leitio &
Coimbra, I a Cosa i Iriuio, 1 a Faria c Innio;
Itotes 1'cala a Izidoro Bastos, 8 a S. Leito .\
Coimbra. Boneca 1 a J, H. e .-ilva
Coneja loo caixas a Keller \- C. Chapeos 2 a
Yaz & Lea!. Gordas de ac 1 a S. Leito 4 Co-
imbra. Carvio 92 toneladas ordem. (agarros i
caixaa lloiugard 4: C. Cevadinha 10 garraoesa
II. S. Parias. Conservas 12 caixas a J. Uiristiau ii
Cartas de jogar i caixas a S. Sa 4 C.
Drogas I caica a Caoi>. 3 barris, 2 caixas c 2
fardos aM. S. Faria. 3 caix sa M. A. Barbosa, ii
barris e 13 caixas a Fialli i, 1 barril a Barlolo-
meu & C.
Esponja I caixa-a M. S. Faria. Espelho 1 caixa
a S. LeiUo \ Coimbra. Espoleta 1 caixa a T.
Bastes.
Peno 100 fardos a Pernambuco Streel Railwav,
Facas 1 caixa, tiUis I dita, ferragom 2 ditas a S.
Leito A Coimbra. Ferro 49! barras a. Parete
Vianna 4 C .t.K) aos consignatarios. Farnha de
trigo 12S ordem. Paseadas Je li I caixa a S.
S A C, 1 a Rodrigues & Onimares.
Genebra .*00 frasqueiras ao consignatario, t,100
a Keller & C, oO a Tasso lruio k C Garrafdes
vacias 29.i a Gerardo Bastos, ."00 a 1!. A. Barbsaa.
Lapis 1 caixa, loma 1 dita a S Leitio & Coim-
bra. Lie ir SO caixas a Tasso IrinaoJc C.
Movis 2 volamos a Cunba A Mana. 'I'1 Bastos
& Silva. 21 a Tasso lrnu & C. Miudezas 9 cai-
xas a &e > VC, a D. I*. Wld 80 volumes a
Otto Hobres & C.
Objectos de barro 1 caixa a M M Olireira, dito
do vidro 12 caixas a M. J. Nevos, I a S. Sa i C .
o a M. A. Barbosa,
Papel 12 aixas a Yon Sebestn t C, i a Olio
Bohos, 300 fardos a M. S. Faria & C, 760 a F.
Cmilia [nonos, 200 a Hoza k Filbo, 100 a I. S.
Neves., l'oosplmros 10 caixas
l'elles 3 caixas a I>. Cunlia I
Pfjinchoesa P. Cunba & Innio. Pas de Ierro 2
amarrados a S Leitio k Coimbra
Toroeiras de estanha i caixa a s.
i obra.
Yinho 80 caixas a C. Draga >v C. 2 W a las)
liufui & C., 50 aJ. F. dos Santos Junio;-. 100 a J.
S. Nefas. Velas steaiinas 200 caixas al-'. A. Fon-
ceca & Successores, 100 ao consignatario, 139 a
Tasso idilio 4 C. .
ld|2 barricas com 6.280 ditos de dte.
Para o Para, ni navio pon-gura Arubella.
carregaram : Amorim I raos C. a00|2 ha/ricas
corfi lo,151 kilos de assucar braljco.
Para o Kio Grande do Sul, no patacho bra-
sileiro Probidad, carregou : A. Bastos* 650 saceos
com 48.750 kilos de-ssucar branc e 330 ditos
26,250 ditos de di o mascavado.
Para Macahiba, na barca Flor do Jardim.
carregaram : Costa 10(2 b rricas cam 607
kilos de assucar refinado.
Para Macelo, na barcada Tres [.mas, earre-
gou : D. T. Basles 2 barris com 180 litros de
alcool.
RENDWENTO DA EMPRESA 'DA"S OBRA* K
CAPATAZIA DA ALFANDEGA DE PEKNAM
CUCO, BEI.ATIVOAO JEZ DE FEVEKE RO
DE 1873, COMl'AHAD ) COM O DE FEVEREl-
110 1)K 1872.
Verbas de receita 1872 1873
Taxa de embarque I-.3UM2V i9ii00
Dila de desembarque 2:63;lli i:tU73D6
Dita de amiazenagem 2.33UI6 7:l!'0i3!ti*
Dita de embarcaroes 33252"( 273.'(Ki
Dita de arvarengas part. 413435o 444*Mi
Dita do bag.agens 874IOO 3.'*500
Dita de diversos 5794010 I:2S>1390
Total 8:067i!6 13:932*193
Thesouraria da empresa das obras a ciDala'.ia
d. all'diidega de Pernambuco, 1- de mar o da
1873.
Antonio 'os Leal Reis !'
AjiiOaiile do llieso:ii.-in>.
Conforme. Francisco Jas Salvan
Agente auxiliar ictcrV.
CAPATAZIA
Rendimento do dia 1
DA ALFANDEGA
418AM0
Leito < Co-
VOLUMES SAIDOS Primeira porta no dia 1 Sognndi porta..... I7ti 2H
I'erceira porta..... Frapicbe Conceicao . 7,171
7.59
Alvarongas
da alfandega
SERVIQO MARTIMO
descarrogadas no trapiche
Jia t
" .1' .-,11 III' Hl.l i .
ao consignatario. Xavios atracados no tran ilaalfandeea
rmao. Puiho 2)0 Alvarensas
No trapiche Concecio.....
COMMEaClO.
PRAGA DO RECIPE I" DE MARCO
DE 1873.
AS 3 1/2 IIOIUS DA TARDO.
Cttta.ces officiaes.
Cambio sobre Portugal a 60 d|v. i3 OjO de
premio, honjenfl
Cambiosobre o R o de Janeiro 31 dry. 1 l[i 0|0
de desconte.'heja.
Cambio-sobra a Baha a 15 d|v. 1|2 de descont,
hontem.
Descont-do letras 11 0(0 ao anno, hoje.
ubourcq
Presidente.
Leal Seve.
Secretario.
I.wjar alternan am-'.iku, vindi ib- llaiiiiiijo.
consignad) a Prente Vianna \ C, manifestoa :
vea 8 cunhetes a Moroira Dias. Assuear-eaade
2 barris a M. S. Farjs 1 a F. M. Silva.
Botos 1 caixa a 8. Sa i. C. BnnpieJo .1 ca-
xas a Carneiro Guimaraes, 1 a Ramos A Peixolo.
Baciliio loo caixas a Hontairo Roojia & C. Be-
Zerro>i caixa ao consigua'.ario.
Cevadinha 85 garrales a F. Paulo Ramos, 6 a
M. S. Silva, 20 a M. S. Barbosa.' Cerveja 50 cai-
xas-a J. F. Santos Junior, 40a J. J. Goncalvos Bel-
tro, 30 a D. A. Matheus. Chapeos 2 caixas a Ar-
iiiinio & Moreira, 1 a J. Cluistiaiii. Chambo 50
barras a Moreira Dias. 1 inienlo 10 barris a J.
M. Barros k Filbo. Casemira 1 caixa a Rain i\-
Peixoto. CabRies 1 caixa a S. e S Jt C Capsu-
las 1 caixa a F. A. Silva.
Droga 1 barriles caixas a P. M. Silva. 1 a A.
minio i Moreira. 2 a Maurer A C. 11 a M.S. Pana,
3 a Fiajho, 2 a Paria k liuo. Dedaes I caixa a
S. e S k C.
Espoletas 1 caixa a Carvallio Ji Guimaraes. Es-
pelho I caixa a M, M. Santos. 8 a larvalbo k Gui-
i na raes.
Fundas 1 caixa a l'orreira Miia JtC, I al'. M.
Silva. Ferro 600 barras aos consignatarios. Per-
ragera 3 caixas aos mesmas. Pacoos 3 caixas aos
mesJDs.
Genebra 300 frasqueiras, 25 barris, 100 garra-
loes a Coste Amorim, 60 a C >:ga, 10 a .1. S. Ne-
vos, 80 barris a A. Barbosa, 50 a llosa ,y Iraia.i.
50 a J. P. dos Sanios Jnior, 100 faasqneiras, loo
caixas a Mariins i Cunha. Garrafdes vasios 500
a J. P. dos Santos Jnior. 72) a A. F. CarreM,
600 a A. P. Barbosa
Mimlezas 2 caixas aS. S & C, 1 a A. S. Faria.
15 a D. T. Bastos. Machinas 1 eaixa a S. Sa i
C, I aos consignatarios. Movis 17 caitas a llo-
clla Lima & Guimaraes. 2 a Pacheco k Azora lo,
Merradorias diversas 0 caitas a V. Preale 2 a Car-
valho 4 Guimaraes, 2 a A. J. Azarado.
Objectos de barro 3 caixas M, J. M. Neves 2 a
Esteva i C. Medeiros. Ditos de videos 2 aos mes-
mos. Ditos diversos 2 a A. J. Azevedo, 5 a .1. A.
Aojo, 1 a Prente Vianna & C. 4 a Maturino
Barroso, i a Bastos Oliveira & C. 1 a C. Cunba.
5 a J, J. C. Moraes, 8 a O (lo Bohres.
Papel 2!) fardos a F. C. Carlos, 2)0 a ordem. 21
caixas a D. T. Bastos, 10 fardos a Cuuha k .Mau-
la. 1 a Fiallio. 7 a M. M. Santos. 10 a Montoiro
Junior A Fernn les, 51a Monteiro Rocha fcfj., 83
a A. F. Carmen. Panno 1 a '. Preale. i'edra po-
mo I barril a F. M. Silva. Paliaba 9 fardos ao
consignatario 3 a J. M. Palmeira. Phosphoros 10
caixas a Costa Amorim, to a A P. Corga, 30 a
Soares Amara!, 5 a J. J. LeitSo, 10 a Rosa & Fi-
lbo. Perfumara 1 eaixa aos consignatarios.
Vidros 20 caixas a M. S. Parias, 6 a Faria &
Irmdo, 1 a Pialho, 3 a Arminio & Mcuera, W aos
cinsignatarios. 9 a A. F. Carneiro, 21 a P. M. Sil-
va. Velas 50 caixas a Magalliaes A Irmio. 150
a Posta Amorim. Vinao 200 caixas a J. J. Gon-
calvos Beltrio.
Barca inglezi kvi-reza, anda de Neu>York,
cinsignula n /). A. Mullicas, manifest* :
Breu ^SJ barris ao consignatario, 100 ordem.
Kero-ene 500 caixas a A. F. Corga, 803 a Soa-
res Amoral, 580 a Johnston Pater & C. 200 aos
consignatariis, 800 a Bisas & Irmao. 500 a Perei-
ra Cunda & Irmao, 300 a J. J Costa.
?
4
GE
RECE8EDORIA DE RENDAS INTERNAS
KAES DE PERNAMB(X)
Rendimento do dia 1 .... z:00590i
CONSULADO PKOVINCIAL
Hendimento do dia 1
6:487*730
MBViMENTO U PORTD
Navio entrado no dia-js.
UruguayanaPatacho portugus Gomes de Castro.
capitn .Nones, carga assucar.
NiniOS entrados no dia 1." de muro
Penado e portes inlennedlos -5 dios, vapor brasi-
loiro Mundahu, de 2i toneladas, couiniand-int.-
J. G. da Silva, einllpagem 17, carga algodio e
outros gneros a comnanbia Pernambosana.
Liverpool por Bordeaox. Vigoe Lisboa-18 dias,
vapor inglaz CordUem, de 1,791 toneladas,
commandante John Vine Hall, eipup.ag.-m I 5.
carga varios goneros ; a \\ ilson Kowa \ C.
>ow.York--30 dias, barca ingleza 9mprsa, de
2i!) toneladas, capio "artlett, aquipagem 10.
carga farinba du trig e outros genero? ; a Do-
mingos Alvos Matheus.
Para 2. dias, patacho portugus Miduteiu-
de 194 toneladas, eapila Praaci.-coS.xlr6de
Medeiros, eqaipagem 8. oarga pipas vasias e
lastro ; a Ferreira de Almeida
Rio de Janeiro -25 dias, brigue franciv. Ripide.
de 220 toneladas, eapitio I. Morean, equipa- ...
* em lastro ; ordem.
Terra-Nova 37 dias. patacho inglaz folief, de l.t
toneladas, eapitio Wjlliam S ipp, e |uipagem 9
carga 2,470 barricas e 200 meias ditas'com ba-
caniao ; a Henrv Porster dtC
Hamburgo-iOdia's, Idgarahemio Alfred, de 21.
tonelada-, capitn H. \V. Schade, aquipagem 8,
carga varios gneros ; a Prente Vianna A. C.
navios taidos no mamo dia.
Portes do sul-Vapor inglaz Cordillera, comman-
dante J. V. Hall, com a mesma carea que trou-
xe da Europa.
Granja c portos Intermedios-Vapor bctsileiro
tpofaca, coiimiandanie Moma, carga difflereotes
gneros.
Aracaj o portos intermodios-Vapor brasilcir.i
Giottia, commandante Martins, carga varios g-
neros.
Rio de Janeiro' e portos intermedios Vapor bra-
sileiro Paran, commanilante Pamplona, carga
draerentes mercadorias.
Santos-Liigar alletnao Alerte, eapitio Samelhek.
' carga assucar.
Lisboa -Brigue. portugus. Damiao, eapitio Pedro
M. Branca; carga assucar, couros e outros g-
neros. *
Porto-Batea p rtugueza Leopoldina, eapitio Se-
rafn) da Suva, carga assucar e iiutms geuer -
llampt.iii Boads-Patacho ingle/. Gem, rama as-
sacar.
West IndiasPatacho instes Charlotte, cap.l
Palfray, em lastro de pudra.
Navios entrados no dia 2.
Blo de aneiro e Babia 7 dias, vapor americano
Merrimack, de 2,i'. toneladas, coinniandanie
\V. Weer, eqaipagem 82. carga caf e entras
gneros ; a Henrv rorster vV C
Terra-Nova-37 dias, patacho ingles Porlio, de
17 toneladas, capitao Proul. eqaipagem !1. car-
ga 2,783 banricas com i.acalhao; aJoWtBtM
Katar i C. Sagnio para os portos do sul.
Hamburgo39 dias, patacho allamo Catharina,
ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 ", .
2.7133509
Descarregain bote 3 de mai fo. de-1873
Patadio nurte-allemao Horisontemercadorias
para alfandega.
Barca ingleza Aotone varios genero* para o
', trapiche Conceicao, para dspaohar.
Barca ingleza Km? esa varos gneros para o
trapiche. Conceicao, para despachar.
Patacho inglez Isabel r bacallao ja despachado
para o trapiche Coucejao.
Brigue inglez -Mary baralh fr despachado
para o trapictie -Conceicjm.
Brigue austraco Rosibiul farinba de trigo j
despacha a para o caes d i Apollo.
Nucios visitados por descarga.
Patacho alternad Nicolao, do Rio de Janeiro.
Sumaca hespanhola Antoniela. de Santos.
Bciguo allemao Htwiy, de Buenos-Avres.
Lugar inglet Constanca WMson. de New-York.
Lugar francez Jean BapUsle, d Havre. .
la receida e era outros nao, o qua se seguira
Seguir-se-ha que em uns paizes incorroriam os
fiis na pena de,excommunhao pela pratica destas | a*teb.\cao na pauta dos pkbqos dos gbnbros-
Vapor nacional m\ndaiiu', tanda de Ara-aja.
manfestn :
Algodio 153 sacras a V. F. Osario. 287 ordem.
Cania fraacoza 1 ordem. Charutos 1 caixa a
J. J. Gpnealves Beltrio.
Fumo 12 paos ao m-'smo:
Pedras do amolar 'O. Paos de jangada .10.
Ricino 87 latas a ordem.
Tinta 1 barrica a C. Ajes.
P.itacko inglez isarkl, vtmlo de Terra Nova,
consignado a Henru Forster A- C, manifeilou :
Bacalhao 2,i7u barricas aos consignatarios.
DESPAClKS DE EXPOIITAGAO NO DI \ 23 DE
FEVEREIRO DE 1871
Para os portos do exterior
No vapor inglez Chrysolile, para Liverpool,
carregaram : S. P. Jonhsten & C. 1 caixa com 80
kilos de doce ; S. Brothers & C. 597 saccas com
43,137 kilos de algodio ; T. JelTeries .\ C. 000
ditas- com 44,169 ditos de dito ; M". Lathaa i C.
300 ditas com '-"0,920 i| t ditos de dito.
No navio alleuido Le mor, para o Canal, or-
regaram : Keller & C. 492 couros salgados com
5,90i kilos.
Na barca sueca Sjidim, para o Canal, car-
regaram : R. Schmettau 4 C, 248 sascas com
17,752 i\i kilos de algodio.
No vapor ingle Domo para Southampton.
carregaram : J. Measen 4 C. 2 barricas com 46
abaeachis ; M. C. de Aimeida I caixa com 24 aba-
cachis ; para Lisboa, Amorim Inuaos & C. 4 cai-
xas com loo kilos de doce; P. Vianna & C. 2
barricas com 36 abaeachis.
No pitacho brasileiro Bom Jess, para o Kio
da Prata, carregou : A. Bastos, 46 barricas com
5,837 kilos de-assucar braneo c 107 di .as com
9,081 ditos de dito mascavado.
Na barca allem i Imz, para New-York, car-
regaram : Amorim Irmos & C. 5,000 saceos
cain 375,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue alleinao Hedwig, para New-York,
carregaram Amorim Irmos \ c. 5,0;M) saceos
com 375,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza Alex mire Hercnlano,
para Lisboa, carregaram : Amorim Irmos 4 C
3o pipas .om 14,4'K) litros de agurdenle.
Na galera portuguea Firmeza, para o Por-
to^carregoii : L. J. S. Guimaraes 50 saceos com
3\750 60,000 kilos de assucar mascav;ulo.
- Na barca portugueza Luzitama, para S. Mi-
guel, carregou : M. J. da Silva 50 pedras de mo-
de 13) loaeladas, eapilio H. Dnrayer, eqnipa-
gem.7. carga varios gneros; aThomaz da A.
Fonceea ,v C. Successores.
LiverpoolM dias. escana ingleza Newt lio 151 toneladas, caniiao Wailer Knotts, equipa
gem 8. carga differentes generas t.aJohnstua
Pater 4 C.
Observacan. ;.
Ale meio dia nao liouve sabidas.
fcITAl
Pora os portos do interior
Para o Rio. de .Janeiro, no vapor bfasileiro os sapplicautes por seu bstame
O Dr Sebaslio do Bego Barros de Lcenla, ju/.
ile direito especial do Commercio da cidade do
Hecife de IVriiamburo, por sua Ma estada lm-
peri.il. a quem Deus guarde, ote.
Paco saber pelo presente, que Jos G.iilhermc
4 C, |or seu nrocurador me dirigi a peiii 0
theor seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz de direilo do ommerrio.-Di-
zeui Jos Guillarme EL, que sendo credores de
Antonio Juvenal da Silva M.ciiira. da quantia a
0:OI90-'0, proveniente de urna lettia morcintil,
sacada pelos supplicantes a 3 de abril de IsjS.
com o prazo.de dous meses, acraita pelo suppbea-
do, a qual os sjipplteantes juntam a presento ; a
porque aprotima-se o termo fatal da prescrin i ,
querem os supplicautes para reserva de sea snrvi-
to interporem o competente protesto, afim de que
seja interrompida a proscripto, e requeren > V
. se digne mandar tomar por termo o dilo pro-
testo, 0 intima-lo ao supplicado coaio de le.
mas estando este alsenle desla cidade) a nao se
sabe actualmente onde ele reside, raquaremws
siqiplicantes a V. S. seja servido adniOlilis a
justificar previamente a ausencia do supplicado.
alim de que julgada seja a inl inaro futa por edi-'
tal com o prazo da le.
Pede a V. S. deferiiuento E. B. M. Estova
mellada com urna cstampllia do valor de 2';Ori.
inntilisada.
1 -rife, li de fevereiro de 1873. O procurad -r.
i; 11 'Iph" Joao Barata de Almei la:
Despacho distribuido. -Sim, juntando procura-
rao.
- Itecfe, 18 de fevereiro de 1873. -Barros de La-
cerda,
E nada mais se continha em dita pe tipio e das-
pacho aqu lielaienle copalo, ein v.riude o m-
mo d*spacio.*fara Pella ao esrrivo d\ ijuixoEr-
Macliailo Freir Pereira da Silva a distribu-
cao, quei lavrou o termo di protesto Ub theor
guinte :
Termo de pro l ^
Aos 18 de fevereiro de 1373, nusta.cidad
cife, em meu cartorio compareceu pr-ra

'fc^i^jV

MH
ni
^.M




Diario de Pernambuco Segunda feira 3 de Marcp de 1873.

dolpno Joio Barata de Alroeld.i,
qa? reduzi a termo o cunt!
que oflereeia cmo "parte de
lulos .vsignou eum as testeulanhas.
Ea, Ernesto Machado Freir Pereira da Stlva, es-
crivo a esexevi.RoJulpho Joo Barita do Almei-
da. -*Cussy Juvenal do Reg. Francisco Xavier de
bonza Hamos.
E nadajnais se coniinha era dito protesto aqu
.opiado,' e leudo os supjilieantes produado suas
testeinunhas que depozera convenientemente
acerca da ausencia do supplieado, o respectivo es-
crivo, fazeudo sellar e preparar os autos, mu os
> fez conclusos, nlles dei a senlenei do tneor se-
guate :
Sentenea.
Hei por justificada a ausencia do supplieado a
qnem se intimar j protesto de felhas por editis,
com trinta.dias de prazo, afflxados e publicados.
Cortas ex-causa. -
Recife, 26 de fove/ein de 1873 -Sebastio do
Reg Uarros'de Lcenla.
E Hada mais se eonunha era dita sentenea, por'
forra da qual o res|>ectivo esrrivo fez passar o
presente edital, pelo qual e neo theor, chamo, cito
e hei por citado o referido supplieado Antonio Ju-
venal da Silva Macieira, para que dentro do pra-
zo de trinta dias comprela ante este juizo, por si
i'U por seus preeurailores, allegando e pr.ivando o
Site fr a bem de seu direito e justica, sob pena
e revelia. -
Portanto, toda e qualquer pessoa, parate*, ami
gnsou conhecidos do justificado. Ihesfaro Miente
de todp o expendido.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei fazer o presente edital que ser affixado
nos lugares do costunie e palmeado pelas jor-
naes.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 8 de fevereiro de 1873.
Euj Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,'es-
I crivo, o subscrevi.
Selmtio do t-go B
..ra qualqifer inister ; e finalmente o imposto de
3 000 c 21)4000 por cada hocetoira e mascatg que
vender dentro do municipio do Recite. "
Contadoria da cmara municipal do Rocife, 17
de Fevereiro de 1873.
O contador, \
Hypolitn Cassiano de V. Albuquerque Maranh o.
Pela inestna contadura da cmara munici-
pal.Sao chamados aus donos de diversos estabele-
ini utos de porta, aberta a virem pagar os impos-
tas atrazados que se acharem a dever, bem como
os demais impostes do exercicio prximo finio de
1871 1872.
Contadura da cmara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1873.
0 contador,
Hypolito Cassiano de V. Albuquerque Maranhao.
Pela thesouraria. provincial se faz publico
(pie do da 3 do corrento em diante se pagam nes-
ta reparticao os. vencimentos dos empregados pro-
vinciaes relativos ao mez de fevereiro ultimo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
namliuco, Io de marco de 1873.
O official-rrafor,
y i gu/il Alfonso Ferreira.
go Barro* de 1/icnla.
Editnl ii. 103. .
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
que ai 11 horasjlo dia 3 de*marco, a porta dista
reparticao, se ha de arrematar, livre de direito de
consumo, a mercadoria abatato declarada.
Armazem n. 2.
Dezesete duzias de vassouras de piassava com
cabo, dezeseis ditas de ditas sein cabo, quatro di-
tas de ditas de paitu com cabo, avaliadadas por
428*213, que fazem parte do una ca xa marca
J J A & C. sem numero, vinda de Lisboa no va-
por ingjez Chrysolile, entrado em 1!) do corrente,
abandonada aos direitos por Jos loaquim Alvos.
Alfandega de Pernambuco. 28 de fevereiro Ao
1873.
O inspector,
F. .1. '/- Carvaiko Res.
Edital n. IOS.
Pela inspectora lia alfandega se faz publico que
as 11 horas do dia 3 de marro vindouro, i porta
fasta repartirlo, se ha de arrematar llvre de di-
reitos nina eaixa marca V F n. .V.l-4. contendo 13
. 1|2 kilos de seda, "i2 l|2 ditos de alpaca. 9 ditos-
4rde paiminlio para cobertura de chapeo-de sol e
43 ditos dcai-maco de ferro co"> avaria d'agua
salgada, avahada por '. 2)i7n, vinda de Bordeaos
no vapor franeez 6 rente e abandonada aos direitos por V. V. Falque.
Alfandega de Pernambuco, 28 de fevereiro de
1873.- 0 inspector, Pablo A. de Carvalho Reis.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que fui transferida para o dia 13 do corrate a
arrematacao do imposto de 60 rs. por litro de
agurdente consummida na comarc* de N'azereth,
oreada em 290 annuaes.
Secretaria-da thesouraria provincial de Pernam-
buco, de marco de 187,
O offlcial maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Acha-se entregue subdelegada de Muribe-
ca um burrinbo que foi tomado a um ladro :'
quem for seu dono comprela na mesma subde-
It gacia.___________________*______
Pela subdelegada do 1? districto de N. S. da
Graea foi apprehendido um cavallo sellado e en:
frekdo : quera for seu dono justificando-o ser
entregue.
subdelegado supple* te
A. J. Gonealves Bessa.
rrercio, a armaro, fazendas e mais pertencas da
lojade fazeodas" da ra do Crespo n. 14, porten-
cente massa fallida de Manuel Jos Monteiro
Torree *
0 leilao ter lugar na mesma luja, s 11 horas
do dia cima.
LEILAO
DE
Batatas em gigfls.
Hoje. *
A's 11 horas da manha.
O agente Pestaa contina o seu leilao de ex-
celentes batatas em gigos saludos da alfandega
no sahbado pas-ado, no armazem do Annes.
leilao
DE
movis, louca e mslaos.
ti
e obras de prata
A saber:
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, candiei-
ros gaz, jarros para flores, qnadros e tapetes.
Urna cama para casados, 1 lavatorio, para duas
pessoas, 1 toilet.
Urna mesadejantar, 1 guarda-louca, 1 appara-
dor, 1 sof, 2 conco'os, 2 cadeiras de bracos,
1 marqueza, 12 cadeiras, 1 apparelbo para cha,
[ dito para almoco, copos, clices, garrafas e
compoteiras.
Um faqueiro de prata, 1 salva, i paliteiro, 12
facas e 12 garios finos.
Terca-feira i de mareo
Por intervengo do agente Pinto.
No primeiro andar do sobrado da ra da Impe-
ratriz n. 80.
O leilao principiar as 10 1/2 horas em pinto
A'S II HORAS JJA MANHA
O agente Pinho Borgw competentemente aoto-
risado, vender em leilao a 'referida luja, a qual
se acha sortraa de calvados ncionaes c estrangei-
ros, duzias de marroquins, ditas de bezerro, sola e
todas as pertcncas e mais aviamentos necessarios
para o fabrico de calcados ; propria para qual-
quer principiante, por se adiar em boa pusicao e
bem afreguezada.
Para qualubvr infnrmaciio os Srs. pretendentes
P'iiein se dirigir ao escriptorio do referido agente
a roa do Rom Jess n. 52, primeiro andar.
O leilao ser ettectua.do na supradila luja.___
ATTEfifO
800SD00.
Fugiram do engenlio R-*la, lregaeta da Oca-
da e do engenho Lage, fregnezia de Gameleira.
provincia de Pernambuco, os eserayos seguimos:
Em dias de Janeiro de I81, 0 escravo \n-el-
n.
Por motivos justos, foi adiaa a tormacao da
junta de qualifleaco da parochia dos Afogados, e
asshn sao convidados os cleitores e supplentes para
eoniparecerem no dia 9 do con ente, pelas 9 horas
da inanh, na igreja matriz da freguezia dos
Afogados. Afogados, 2 de marco de 1873.
O juiz de paz,
Manuel Joaquim do Reg e Albuquerque,
LEILAO
T
Kditttl ii. IO*.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
nao se tendo etlectuado a venda da plvora, abai-
xo declarada, annunciada por editaes ns. 98 e l'O
do corrate aiez, por falla de licitantes, se trans-
iere pela terceira vez a mesma venda para as 11
horas Jo dia 3 de majeo vndonro, porta desla
reparti'.'.lo, onde os concurrentes eoeoatraro
amostra.
Fortaleza do buraco
1200 barris com plvora avahada, marca da-
loante H ii. 1 a 1-00. pesando liquido real 13.700
kilos, avahados por 9:088200, viudos de Glas-
gaw no navio inglez Luzitania. entrad em o do
corrate e abandonados aos direitos pelo bario de
Bem fie a.
Alfandega de Pernambuco. 28 de fevereiro de
187).---> inspector, Fabio A. de Carvalho liis.
"" RECIFE-DRA1NAGE COMPANY.
O Illm. Sr. engenheiro fiscal da companoia Re-
cife Drainagc manda fazer publico, que tendo sido
at esta data ropa ados, ;i rusta dessa empreza os
damnos causados nos apparelhos, qner por descui-
do dos moradores, quer por negligencia : dora em
diante serio ditos repares feitos de conforndade
com os artgos sega ates do regulainento de 12 de
,,- Janeiro de 1872.
Art. 13. Os proprietarios ou locatarios das casas
em que hoiivereiu apparelhos funecionando, par
ticiparo no escriptorio da companliia, por escripto
datado, qualquer interrupeo no servco dos mes-
nos apparelhos, mencionando a causa que a ella
deu lugar, se for delics condecida.
Art. 14. Se dentro das viole e quatro horas se-
puintfs particiuacao de que trata o artigo ante-
cedente, au tiver a companhia mandado examinar
e concertar o apparelho, os proprietarios ou loca-
otarios o eoramunicario ao engenheiro fiscal, que
providenciar pela forma do art. lo.
Art. i O engenheiro fiscal, logo pie receber a
communiea.o de que trata o artigo antecedente
examinar ou far examinar pe r engenheiro da
companhia a nterrnpco do servico do apparelho
e a causa desta.
$ L* Se pelo exaroe conhecer.se que aintwrup-
rao provm de negligencia da comu;inliia ou defei-
to da obra, |er.i a mesma obligada a repara-las
inmediatamente, sob pena de tagar a multa de
lOOOO e perda das anniiidades em quanto durar
a interrnp.ao do ap- arel'no.
2. Se, porm, a nterrupc4o provier de ne-
{lipencia por parte do propritir o ou locatario,
os reparos serio feitos porconta destes, sendo o
pagamento effeetuado do mesmo modo que as ao-
iiuidade-, incorrendo na multa de iojOOi se tiver
havido proposito ua uegligeocia.
Umarticao das obras publica.. 27 de fevereiro
de 187.'.
O secretario.
/' /' w todriguet /" s .
SANTO ANTONIO.
. EMPREZA--VICENTE.
Quarta-lcira 5 de mareo.
Importanto espectculo.
1.* representago por esta coipanhia, do m g-
nilico e semiire bem aceito drama em o actos :
A graca de Ueus.
ornado de msica instrumentada c ensaiada pelo
maestro Colas.
i) vistuario novo e a carcter.
No dia do espectculo sera pub'icado o pro-
gramma por extenso.
avisos martimos.
Lisboa e Porto.
A galera Asia a sahir em
poucos dias recebe cargaafre-
te mais barato do que outro
qualquer navio;tem excel-
entes accommodacoes para
pasaageiros. A tratar com
TitoLivioSoares: ra do Vi-
gario ii. 17, 1. andar.
Terga-feira 4 docorrente
s 11 horas da manha.
De urna raixa marca E A B 4 C' n. 12080, vin-
da pelo navio franeez S. Louis, contendo cbapos
de phantasia para meninas, e gravatas de cores
para senhoras, tudo no estado de avaria, por,, con-
t e risco de quem pertencer ; no seu escriptorio
da ra do Brfm Jess n. 53, primeiro andar.
LEILAO
DEGUBACOS.
Consulado provincial
Avi-:;--' p ir -i.i reparticao, que no dia 80 do
OBxrente o pr.i para i opcao dos Ii:Te-
rentes in^i <' >* p eHBc'sfy ron*ign.,M a.'s dev'Mi
w
orcauvr- \ it- il lT 7!
ser jatisfeiio dentr i :l' dia -'m depend neta
da multa de ti Orn, m q'te vorrero os contri-
buintes, que o deixareiu de fuer nesse prazo
legal.
Consulado provincial, 11 Janeiro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Ros.
O'lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 12 de outubro do anno
proxin.0 lindo, manda fazer publico que no dia
6 de mar. o prximo vindouro, perante" a junta
da fazenda da mesma thesouraria se ha de arre-
mata a quem mais der o sitio dos Remedios que
fbi adjudicado n fazenda provincial, para paga-
mento da divida do ex thesonreiio da repartirn
das obras publicas Jos Marcellino Alves da Fon-
ceca. servoslo de base a esia arremataeo a quan-
la de 3:73010 0. porquanto foi adjudcalo.
E para constar se inandou publicar o picsen-
le pelo jornal.
secretara da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 22 de fevereiro de 1873.
O offlcial-mi or,
Miguel Alfonso Ferreira.
A contadoria da cmara municipal desta ci-
dado scientitica aos donos de diversos estabeleci-
mentos de porta aberta, que do de marco vin-
douro comer a cobranca do imposfu de 4'00",
creado por le, devendo, porm, ser apresentado
na mesma contadoria, o conhecimento do impasto
KeraJ sobre industria e prosso, allm de que pro-
vm ter assim pago o dito imposto.
Tambem sao chamados a virem pagar o impu-
to de 2*600 sobre qualquer estabelecimento que
vender espritu ; 6* 00 por cada arruej ou veh-
culo de austro rodas, emprogados no servi^i da
capital ; 10 ris por palmo de terreno dentro da
cidade do Recife e seus suburbio?, que na esle3
ediueado ou eultivado, emb ira so conserve mura-
do ; 20*000 por cada casa de sobrado na cidade
di Hecife, que conservar varandas na sacadas de
madeira ; 60 iis por palmo de terreno nos pavea-
dos de Magdalena, ('.aponga, Chaeon, Casa Forte,
Poco da Panilla, laldeirein, Monteiro e Apipu-
cos, que i*lo est ver murado ii wrad, oonser-
vando-se as cerras em bom (j tado ; 40 ri* por
palmo de terreno em toda eytensao da cidade do
Hwife a Apipucos, que nao rstiver murado, ex-
Tara o torio
a galera portugueza Firmeza, capitao Justino Ro-
drigues Cardoso, vai sahir com brevidade por ter
a maior parte de seu carregamento prompto :
para carga e pas-ageiros, para ns quaes tem ex-
cellentes commodos, trata-se com E. R. Rafee lo 4
C, ra do Commercio n. i8._________________
Para o Rio Grande doSul
Pa/a o porto cima pretende seguir com muita
brevidade a escuna' portugueza Christina, tem
I arte de seu carregamento, e para o restante que
he falta, trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Lniz de Oliveira A evedo & C. no seu es-
criptorio ra do Bom Jess n. 57, outr'nra ra
da Cruz._______________J________________
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir nara o porto cima o brigue por-,
tugues Daiiulo, tem parte de seu carregamento
engajado : para o resto que lhe falta tr ta-se com
os seus consignatarios Antonio Lniz de Oliveira
Azevedo C. no seu escriptorio ra do Bom
Jess n. 7, outr'ora da Cruz. _________
DE
diversas fazendas, um cavallo, diversos obje-
ctos, dividas, e um terreno no lugar Pra-
to Grande (engenho Capricho)
yUARTA-FEIRA 5 DE MARCO
Espolio do subdito portuguez Domingos An-
tonio Fernandos.
O agente Martins far leilao no dia 5 de marc.0
prximo futuro, por autorisaQo do Illm. Sr. Do-
mingos Maria Gonealves encarregado do consula-
do portuguez nesta provincia, de diversas fazen-
das, um excellente cavallo, diversos movis, divi-
das e urna parte de trra no lugar Prato Grande
do engenho Capricho, do termo de Agua Preta,
comarca de Palmares ; sendo que as fazendas se
achapi avahadas em .154|3o0,.movis e o cavallo
em 2Uo000, dividas na importancia de 213*000,
e o terreno em 1:000000; todos estes objectos se
.acham depositados em mo de Joaquim Jos de
Aroll.
O leilao ter lugar no dia cima, no armazem
da ru do Imperador n. 48, s li horas.______
.LEILAO
DE
movis, lout;a, vidros, crystaes, machinas
para costura de selleiro ou sa'pateiro, 1
serafina e 1 piano de armona.
QUARTA-FE1RA 5 DO CRRENTE
A's 11 horas.
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quem pertencer, de 1 mobilia de junco, 1 dita
com lampos de pedra, 2 ditas de amarello, camas
para c sal, marquezoes, marquezas, solas, cont-
los, mesas redondas, cadeiras de balanco, comino-
das, cabides, mesa para janlar, lavatorios d mog-
no com pedra e de Jacaranda, 1 toilet de mogno
com pedra, guardas-loucas, earteiras, osiadros,
candieiros gaz, espelhos, camas de ferro, apara-
dores, guarda roupa, e outros muitos objectos que
licaro pateles no acto do leilao, quarta-feira 5
do comente inez, no armazem ra do Vigario n.
11, s U horas do dia cima dito. __________
LEILAO
LEILAO
DE
predios e terrenos
A SABER :
0 sobrado da ra da Imperatriz n. 18.
Um dito na ra do Viscondu de Albuquerque
138. "
Urna casa terrea na mesma ra n. 142.
Urna parte de 4:0004 no engenho Regaba.
Um terreno (o slo) na ra do Visconde de Albu-
querque, em que est edilicada a casa n. ...
Um dito no alinhamento da ra da. Aurora, com
100 palmos de frente, e fundo at ra de Luiz
do Reg, em que est edilicada urna casa do
Sr. N. I. Lidstone.
Um dito na mesma ra, com 200 palmos de frente,
o fundo at ra de Luiz do Reg, em que tem
casa o mesmo Sr. Lidstone.
Um dito na mesma ra, com 200 palmos de fren-
te, o fundo at ra de Luiz do Reg, em que
tem casa o Sr. Joo Martins de Rarros.
Um dito na mesma ra, com 50 palmos de frente,
o fundo at ra de Luiz do hego, em que tem
casa o Sr. Francisco Gomes Saraiva. ,
Um dito em Santo Amaro das Salinas, com 100
palmos de frente, na Campia, em que tem casa
o Sr. Joaquim Barbosa daSilveira;
Um terreno no mesmo lugar, com 100 palmos de
frente (alagado).
Sexta-feira 9 do mareo
s 11 horas.
O aconte Pinto, cumprindo o mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz de direito privativo de orphos, em
virttlde do que requereu o inventarame dos bens
deixados por fallecimento do major Manoel do
Nascimento da gosta Monteiro e sua mulhcr, le-
var leilao s II horas do dia cima dito.em
seu escriptorio ra do Bom Jess ii. 43, os pre-
dios e dominio directo dos terrenos cima desenp-
tos, pertencentes ao casal inventariado.
Os pretendentes podero examinar no dia 6 de
marco (vespera do leilao) os sobrados da ra da
Imperatriz n. 18, e ra do Visconde de Albuquer-
que n 138,os quaes estaro anxame dos con-
(urrentos das 11 s 2 horas da tarde.
Sitio
ara alugar.
Aluga-se um sHo na Capunga ra das Per-
nambucanas n. 13, tendo boa casa de vlvenda,
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratarla ra da Imperatriz n. 9, pri-
meiro andar._______________________
:io p
mo; cabra de 40 anuos de idade, pflttco mais ou
me.nos, altura regular, secco do corp, rosto com-
prido, desdentado, cabellos carapinhos pouca bar-
ba.
Em dias de fevereiro de 1865, a escrava Anto-
nia, cabocla, de idade 30 annos, pouco mais ou
menos, altura regular, cabellos de caboclo, de
bom corpo, rosto redondo, feicoes regulares, um
dedo de una das mos aleijado, muito ladina ; ja
eteve um anno acoitada na villa da Esrada, pas-
sando por forra.
Em das de outubro de 1871, o escr.ivo Herme-
negildo, mulato, de idade 20 annos, pouco mais
ou menos, altura regular, cabellos acaboclados,
rusto redondo, sem Jkarba, falta de um dente na
frente, grosso do corpo, pernas e ps grossos
com marcas de ferida em una das pernas, mili-
to regrista, jogadoi*de cartas ; ja estere no ar-
senal de marraba um anno como forro.
Em dias de abril de 1872, o escravo Jos, ca-
boclo, de 38 annos, pouro mais ormenos al-
tura ragular. cabellos de caboclo c estirados,
bastante barbado, olhos u.. pouco aperlados.
corpo regular, tem o braco esquerdo cortado,
gosta do beber agurdente!; natural da cida-
de t.e Sobral, na provincia do Cear.
Boga-se s autoridades e capites de campo a
apprehensao de ditos escravos e levarem ra
do Livramento n. 33, em casa do Sr. Bruno
Alvaro Barbosa da Silva, ou no- engenho Lage,
que sero recompensados com a quintil cima
mencionada por todos quatro.
Criado.
Precia-e de om |h-< a litro on escrava, para
criado : na padaria da na do Ranse! n. 9.
Hypotheca-se urna escrava para o serVlco
de qualquer casa: quem pretender dinja-se a ra
da Concordia n. 46, que achara com quem tratar
Nao ha mais cabellos
raucos.
TINTURARA japoneza. .
Se nica approvadr pelas academias do
sciencias, retonUecida superior a toda que
lem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recite, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
retro.________________________ .
Escravos fgidos.
9(
Aluga-se
o terceiro andar do sobrado sito na ra largo
do Rosario u. 44 : a tratar na ra do Vigario
n. 31.
Jeho-se fgido o cabra Benedicto, com
idade de 17 annos, tem um fdho direito "coge,
tem o dedo pollegar da nao direita turto, fugio
em 8 de dezembro do anno de 1872, o seu senhor
e Joaquim Justino .de Almeida : quem o pegar
leve-o na ra de Pedro Alfonso, antiga da Praia,
a Genuino Jos da Rosa, que sera recompensa-
do: consta que anda vendendo frnctas, e foi vis-
to em Agua-Fra de Beberibe. ______
4T1MI
avisos DVERSOS
O Sr. Olympio Fran-
cisco de Mello tem una car-
ta nesta typographia.
COJPAfflli
MESSAGEttES AIHTftlES.
Ate o dia 8 do correte m-z epera-se da Eu-
ropa o vapor franeez Ibo Grande,9 qual depois da
Iciuora do cosime aguar para Buenos-Ayres,
indo na Babia. Rio de Jaiviro e Montevideo.
Para eondicSes, l'.etes e paasageas, trata-se na
jgenda, la do Commercio n. 9.
LEILOES.
Transferencia
DO
LEILAO
DE
20 barris com manteiga ingleza.
E na misma occasio cerca de 400 latas com
manteiga ingleza.
HOJE
O agente Pestaa far leilao de 20 barris com
manteiga ingleza, e cerca de 400 lata; com man
teiga ingleza, segunda-fera 3 de marco, no ar
mazem do Annes, s 11 horas da manh
DE
oOcaixas com 500 caixinhas com figos mui-
tos superiores, desembarcadossabbado 1.*
do corrento.
TERCA-FEIRA 4 DO CRREME.
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quem pertencer de 50 caixas com 500 caixi-
nhas com superiores figos, terga-feira 4 do cor-
rete, s 11 horas da manha, no armazem do Aa-
nes defronte da alfandega. :i________
Armario, fazendas e mais periencas da loja da
ra Primeiro de Marco a. 14, antiga ra do
Crespo, e garante-se a casa ao comprador, mas-
sa fallida de Manoel Jos Monteiro Torre.
ihje .:t
O agente Martws le ara novamente i leilao, por
ceptuando-se os terrenos, que liverem cercas na- despacho do Lira. 8r-.Dc juiz especial do com
DE
200
pares de^ botinas para homens e 100
pares de sapatos para senhoras.
uintu-ft'ira ti do corren!
s 10 i-r2 horas em ponto.
O agente Pinto levar leilao, por conta e risco
de quem pertencer, urna caixa marca P P n. 85,
avariada, a bordo do vapor inglez Orysolite, na
sua ultima viagem este porto ; o leilao ssr ef-
feetuado s 10 1|2 horas do dia cima dito, em
seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43._____
Leilao
DE
fazendas inglezas
com avaria Tagua salgada
CONSTANDO DE :
madapoles, algodoes, chitas, brins e ou-
tras fazendas1.
Quinta-felra < do con-cnte
AS 11 HORAS EM PONTO.)
0 agente Pinto levar a leilao, por ordem de di-
versos, e por conta e risco de quem pertencer,
differentes fazendas inglezas, avariadas a bordo do
vapor Gassendi e outros, as quaes fazendas sero
vendidas em seu escriptorio, ra do Bom Jess n.
43, no da e hora supra.
Leilao
DE
chapeos e fazendas francezas com avaria de
agua doce.
QlilNTA-FElRA 6 DO CORRINTE.
s 10 Ij2 horas.em ponto.
O agente, Pinto levar a leilao, por conta e risco
de quem perleocer, differentes fazendas como se-
iam-: algodoes, chitas, brins, cambra i as, meias,
lencos c chapVos com avaria d'agua doce, as 10
1|2 horas do dia cima dito.
Em seu escriptorio, ruaslo Bom Jess n. 43.
Principiar s 10 Ij2 horas.
LEILAO
DE
duas casas terreas ra da Poeira, freguezia
do Poco da Panella.
Quinta-fetra do corrate
O agente Martins far leilao, requertmento de
Manoel Duarte Rodrigues Pinto, e por mandado
do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, de 2
casas novas sitas ra da Poeira, freguezia do
Poco da Panella, as quaes anda nao tem numera-
cao,, pertenecntes ao referido Duarte.
O leilao .lera lugar no armazem da ra de Im-
perador n. 48, as il horas do dia
loja de calcado
ra de Marcilio Dias n. 98 ( outr'ora ra
Direita.)
Quinta-feira* 6 do crtente
CASA DA
AOS 5:000#000.
BILUETES GARANTIDOS.
k* ra Primeiro de Mar$o (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizcs bilhetes tres quartos n. 1.984 com 8005000
e outras sortes de 401000 e 203000 da lotera
que se acabou de extrahir (40.) convida aos
piissuidorcs a viram receber na confjrmidade
do costunie sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 7* parte das loteras a beneficio da igreja de
Nossa Senhora da Conceii.ao dos Militares (41').
extrahir na terca-feira 4 do mez vin-
Uma preta. a quem fura e.inli i 'o um saquinho
de eourn da Russia. com a marca Amelia, por-
deu-o, vindo do sitio chamado Jardim Botani-
co,-em Obnda. para o Varadanro: eontinha
elle una luneta de onro com trancelim de cabel-
los, doivs allinetas pretos de oum onyx, um por
de argolas de onyx com brilhante, uns bentinbos
com trancelim de ouro, caeta de marlim com ca-
ivete, crochet, tesoura, estovas, pentc de tarta-
ruga, um crucdixo de madeira e um rosario de
oliveira, um livro em franeez sobre a fundado
da ordem dos jesutas, alera de oulios objectos :
quem quizer rcstitui-los, dirija-se ao dito sitio do
jardim botannico, on casa da Condessa da Roa-
Vista, ra da Aurora, a entenderse com o Dr.
Joo Augusto, promettendo-se generosa recom-
ensa. _______
que se
donro.
PRKCOS.
Rilh'ete inteiro 6000
Meio bilhete 3000
Quarto 15509
EM P0RQA0 DE 1003*000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro ofioOO
Meio bilhete 1*750
Quarto 1375
Manoel Martins Fiuza
Para pequea farai-
(Cs lia precisa-se alug r 1
Jrvv coznheira e urna en-
i) gommadeira, peritas e
e de boa conducta. Paga-se bem, p eferindo-se
escravas. A tratar na ra do Encantamento n. S,
primeiro andar, de 10 s 4 horas da tarde.
AMA
xias n. 4.
Precisa-se de urna ama para o
serveo interno de una pequ na
familia : a ra do Duque de Ca
Preeiso-se de um homem para pucha-
dor de roda, o um menino para recebedor de
papel: r'esta typographia.
Precisase de urna ama para todo o
a \ I A servico de casa de urna s pessoa : a
ll*il. tratar na ra de S. Francisco n. 39.
Precisa se de urna ama para co-
e comprar, agradando paga
: na ra Bella n. 23, hoje
llha do Carvalho.
iiri Proei*
1 1.1 \ zinhar e
H.lili i. ilhadoi
Precisa-se de urna ama que seja boa cosi-
nheira, prelerindo-se escrava. para casa estran-
geira : a tratar no largp do Corpo Santo n. 15,
Io andar. >
Precisa- e de urna ama que se a boa cosi-
nheira para casa de um moco e-trangeiro: a tra-
tar no largo do >".orpo Santo n. l'i, Io andar.
I'recisa-se alugar urna ama para comprar
e cozinhar : na ra do Coronel Suassuna n. 1,
aut ga ra de Ho tas.
\precisa-se de urna ama, forra ou
i/I \ escrava, que sirva para todo ser-
!l IX vico, em casa de pouca familia
na ra de S. Franciscs n, 54. ____
a tra-
-- Precisa-se de um ama que
A % I A saiba engommar e lavar, para
Xm-lTJlxm. casa de pouca familia
tar na na do Barao da Victoria n 44.
Precisa-se de urna ama para cozm' ar.
paga-se bem agradando : ra do Ger-
vazio Pires n. 30.
4 1T1 Precisa-se de urna que cozinhe e en-
^xllldj gomme bem para urna s pessoa : na
roa do Rangel n. 9, segundo andar.__________
Precisa-se de urna ama, preferindo-se mn-
Iher idosa, para casa de ui a senhora na ra de
Hortas n. 78.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com
prar para casa de urna s pessoa :' a tratar no
pateo do Carmo n 7, 2' ndar __________
\ mo Precisa-se de urna ama para cozinhar.
^Lllldi tratar na ra larga do Rosario n. 22,
segundo andar. ___________________\
A\ A Pre83"86 de uma Para andar com
1*1 2X. enancas; ra da Imperatriz n.
37, Io andar. _______.___________
Ama para enguiuinado
Precisa-se de uma e paga-se bem: no Caldei
reir, casa de Francisco Joaquim Riheiro de grita.
. Engonimadeira
Precisa-se de uma ama para enmommar, paga-
se bem : na ra do N.gneira n. 39, sibrado.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da Tua do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
doMarquez de Olinda n. 34,
primeiro andar. ^^^^
Ctzinheira.
Feilor.
1
Para uma casa alterna precisa-se de um bom
feitor que entenda bem de sitio e plantas : a Ir
tar na ra do Imperador n. 79. 2" andar.
Criado.
Precisa-se de um que seja fiel
matriz de Santo Antonio n. 2. i.
re-se es ravo. .
Precisa-se de um eaixeiro
de idade para taverna : no 1.;;
n. Ii!.
: no largo da
andar, prefe-
ile Iz a 14 anuos
io da Santa Cruz
Cozieiro.
Precisa-se de um bom cozinlieiro para casa de
familia no Monteiro : a tratar i rua do Marques
de Olinda n. 3*i.
E' bom ler-se.
O abaixo assignado avisa aos seus devedores
desla praca, que tenham a bndade de vir na
do (iscon'de de lnhauma (outr'ora Rangel) n. ^8
armazem de molhados, afim de ajustaran suas
contas at o dia 30 do crreme : do contrario
vero seus nomes por extenso oeste Diario, c sero
chamados ao juizo competente.
Recife 1 de marfo de 1873.
Boarentura Sote Goelko.
(.mI.i
Precisa-se de um para eopeiro e mais ser-
vicos de casa de familia, o qual seja de boa con
ducta : na ra da Imperatriz n. 37, andar.
Delfino de Azevodo Villarouca declara quo
negocio algum tem com a taverna da primavera,
aonde chamado, por Deilino Villarouca, rom
urgencia ; por isso deixa de comparecer ao dito
lugar, e caso seja o negocio de seu interesse, di-
rija-se :ua residencia, ra da Santa Cruz n.
22, ou no escriptorio de Candido Alberto Sodr
da Motta C, travessa da Madre de Dos n. 14.
Arrenda-se um grande silii) no Jacar, es-
trada de -gua-Fria, com boa casa de pedra e cal,
muitas fructeiras e baixa par capim : a tratar
na ra do Capibaribe n. 34, com Ignacio Barrozo.
~ Oneccc-se uma mulher capaz, para fazer
companhia a uma familia e prestase a costuras :
quem precisar, dirija-se Boa-Vista, ra '
Corredor do Bispo n. 9. _____
Ausentaram-se dous esravos irmos: sendo um
de nome Loorenco, de-idade de 26 a7 annbs, es_
tata regular, cheio do corpo, cor clara, cabello
estirados, rosto redendo, e sem barba, levou calca*
e camisa branca, e chapeo de feltro preto ; e o ou-
tro de nome Andr, da mesma estatua, mais mojo
um pouco ,do que o outro, tendo os mesmos sig-
nes do inno. Foram comprados : Loorenco ao
Sr. Claudino de-Albuquerqne Mello, da comarca,
de Patos, provincia da Parahyba, e Andr ao Sr.
Joo Francisco Gomes de Amida, da comarca rio
Mmoeiro ; tendo fgido aqnelle no dia 2fi do cor-
rente (Janeiro) e este boje 30 do mesmo; snppoe-se
qoe ssgoiram a estrada do Limoeim Sea de
Teixeira : rog-se todas as autoridades policiaes
c capites de campo que'os apprebendam e os con-
duzam ra do Apollo n. 30, armazem de assi
car, que se pratilicar com a qiianlia cima._____
I ,svt-i p nr i t> oomiiiorcial. de eons-
iiimm<1cn c foroiiNe.
I.IZFEUPPE LEITE.
Ra ilo iro 165 1."
LISBOA.
Executa |or coininissao quaesquer orden-
das provincias le reino, ilhas e provincias
ultramarinas, bem como do Brasil e outro-
paizes estraogeiros.
Recebe consignaco gneros nacionae;,
coloniaes e do Brasil, para serem vendidos
no reino, ou tora delle.
EXfiCUta rdeos para compra e venda de
fundos pblicos, ncionaes e estrangeiros.
Trata da cobranca dos respectivos dividen-
dos.
Promovem-sc no mesmo escriptorios, in-
ventarios, liquidares, causas civeis, ejimes
e commerciaes, appellaees e recurso de re-
vista,
Tem os molhores adVogados na capital.
Trata-se da arrecadaijao de heranras e ad-
ministracao de bens no continente do reino,
btem-sc documentos de qualquer dioce-
se, districto administrativo, concelho, ou fre-
guezia do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas.
Solicitam-sc dispensas matrimoniaes e
quaesquer outros breves apostlicos conce-
didos em Roma ou pela nunciatura em Lis-
boa, annullacao de ordens, e quaesquer ou-
tras dependencias dos tribunaas da Santa S.
>'. B.As commisses sao reguladas pela
praxe desta praca.
Para os negocios de natureza especial,
como causas forenses, administraco debens,
etc., querendo-se, pode preceder accordo
previo conforme a natureza do negocio.
Esta casa tem correspondencias serias em
todos os pontos do reino, em Inglaterra, na
frica portugueza, em Maco (China) reino
de Sio,ilhas dos Acores e Cabo-Verde, e
acceita as propostas que das provincias do
imperio do Brasil lhe forem fehas per corres-
pondencia effecuva on eventual. Na mo-
dicidade de suas coininisscs, na exactidao
de suas contas e no crdito longamente esta-
belecido faz consistir toda a garanta de bom
acolliimento.
Para referencias em Lisboa, s casas b.:
carias do Sr. Fortunato Chamico Junior, e
do? Srs. Foosecns, Saiitos Vianna.
Lisboa, 13 de novembro de 1872.
do
Alugam-se familias os !. o 2. andares da
casa n. 32 ra Kstreita do Rozario : na thesou-
raria das loteras.*
Avisoaos proprietarios.
No rntigo cartono do tabeljio Lobo, hoje exer-
cido interinamente pelo coinmendador Manoel
Camillo Pires Falcao, encontram-se os ttulos dos
prncipaes engt-nhos e propriedades desta provin-
cia, bem como da Parah ha, Alagoas. Cear e Rio
Grande do Norte, a datar do anno 1600. Os que
carecerem de certides dos sobreditos ttulos, diri
iam-se'ao menc onado cartorio ra do Impera-
dor n. 12.
Escravo fgido
ISOgOOQ de op, lijirac!.
AusentQU-se desde o dia 13 de maio de 1872,
o preto de nome Alfredo, de trinta e tantos ann s,
enlo, e bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar, em
S. Lourenco da M-itia, onde consta ter parentes,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Juaiiuim Gonoalvus Bastos, negireiantes desta
praca; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conhecem, dizendo que
osi forro, assim tem podido escapar de ser preso.
Pede-se todas as autoridades e capites
de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de miudeza* do Rival sem
Segundo, que receber a gratilica^o cima de-
clarada.
\
Precisa-se de urna para casa e-trangeira ; a
tratar ra do Commercio n. 38, primeiro aadar.
Escravo fgido
Fugio rodia 27 de fevereiro do crtente anoo o
moleque Gon.alo, de cor fula, idade 10 para 11 an-
nos, e bastante esperto e tem o peito um poco pu-
ehado para fora, levou vestido caifa de brim par-
do j bastante velha e suja, camisa de madapoln
no mesmo estado, nao levou chapea ; este mol que
foi do Sr. Antonio delgado Borba, morador em
Tracunhaem comarca de Nazareth, donde j fugio
ha dias e foi pegado em Cruangy,ro-tuma dizer que
livlepara assim melhor Iludir os almocrevesn,a
companhia de quem fpi visto passar montado na
garupa de um cavaUo, em S. Lourenco da Malta,
no mesmod.a cima referido : roga-se a toda* as
autnrid.ide-"liciaese capites de campo o apre-
hendan! e levem ra Larga do Rozario n. 17, ar-
mazem de molhados do Vcriato Ceiiteio L<>pt, ou
a Antonio Delgado B>rba, na povoaco de Tracu-
uhem, .(u( sei ao generosamente recompensados.
O'ierece-se um menino de 12 a 13 annos de
idade para caixeiro de loja de fa endas, miudetas
00 calcados : quem precisar dirija-se na do
Mrquez do Ilt-rval n. 141.
Costureira.
Precisa-se de uma senhora habilitada em cos-
taras e bordados: a tratar na ra Nova n. 31,
loja.______________________________,
Ernesto & Leopoldo em liquidaco com a
loja de joias Coraeo de ouro n. 2 D ra do
Cabug, chamam aos seus devedores nesta pro-
vincia e fra della, para que venham quanto an-
tes pagar- Ihts contas e letras vencidas, pois que
do contrario sero forcados a usarein dos meios
judieaes._______________________
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
do Imperador n. 38, pintado, loriado e esteira-
do, muito iwoprio para alguma sociedade : quem
prejbider dirija-se a mesma na n. 73, loja, das
9 W\ da tarde._________________________
Dcsapparereu um dedal de ouro com as
iniciaes J. R. P. F., foi fuitado ; pede-se aos ^rs.
onrives e a quem-for oilerccido, que apprchen-
damj gratilicando-se a quem descobrir onde elle
se aear, dirija-se ra do Imperador n. Kl. *-.
andar.
YinhoBordeaux.
de boa qualidade em nuartolas; vende-se no ar-
mazem de Cunha i Manta, ra do Mrquez de
Olinda n. 23.
Ausentou-se no da 5 de Janeiro prximo
passado. o escravo Abel, pardo, cabellos carap-
nhos, pernas um pouco cambitas, tem os olhos
cam dilTerenca um do outro, ps um tanto grossoe,
sendo secco do corpo. Quem o pegar leve-o a pra-
ca do Conde d'Eu n. 7, andar, que. ser grat--
ticado.
Cidra champagne.
Em caixas de garrafas inteiras e ineias; vende-
se no armazem de Cunha & Manta, r a do Marques
de Olinda n. 21.
Attenco
Antonio Alves de Oliveira Rraga por incommo-
dos de saude retira-se para Europa, por coja ra-
zio vende o seu grande estabeecimento de mo-
lhados no Varadouro, em Oliiida, sem duvida o
mais importante daquella localidade : quem qui-
zer, pois, um bom estabelecimento ne>te genero,
dirija-se ao mesmo, ou a Jos Joaquim Abes & C
ra do Baro da Victoria.
Jardim mabile
O Julio que foi administrador dos dous restan-
rants da ra eslreita do Rosario particina bella
rapa ead, que s-, acha presentemente adminis-
trando o supra-dito jardim mabile, pelo que espo-
ra qup san frecuentado em vista Se ja saberera
quem o dito administrador.
'
-.

I




I
Diario de Pernambuco Segunda feira 3 de Marco de 1813.
'f-fi.
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JTOSfi DE 1ZEVE1IO
Ra do Bario da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
Saques
obre o Porto, sarram Cunha
prasoe vista ; roa da Madre de
[maos & C.
Deus n. :<4.
Ra Direita n. 120.
Aluga-se a luja deste predio, propra para un
bom estabeleehiieiito con mercial, rom duas fren-
tes, e tem agua da cumpannia de Beberbe. Tam-
bera se Tai negocio rom a armaco c gaz que exis-
te na mesma : a tratar na roa do Imperador nu-
mero jll.______
LICOES DE FR4IEZ
9 Edgard Gmbaro d lindes de francez, tafa-
to para fallar como escrever esta lin-
gua em pouco tempo e por methodo mui-
to fcil: na ra da Aurora n." 4i, 2. an-
dar.
TECUCO
one o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir na primelro andar do obrado n. 11 confronta i
botica Hiarer, no grande saiio onde esto expostos os magnifico*
PIAA US de armaro, de PleyeL
-------- de meia eanda, do meimo antor.
i---- de H. Henri.
da Amede> Thibont.
Coico agente nesta eidade, dos celebres afamados
PIANOS DE MJCrlER FRSRES
remiados em diversas exposross om II medalhas de ouro a prata.
Sao os onicos pianos que aqni Veto da Europa, perfeilamente afina
dos, fetos com elegan:ia e solidez.
D'aqi emdiante continuar a annnneiar todas as publicado qne
Tambem receben grande orlimento de msicas pira piano, piano
canto e entre ellas as lindas composicSes do mnito srmpatbico maestro
f. s wrivi
A SABER:
Voc me qner Walsa.
Olga Maiurka.
La Separaeioni Pira canto.
A Luz eleetrica, grande Walsa.
Franco BrasiMro Polka.
Tomada de Vllela Glope.
loaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Mraha Lyra W.lsa.
A Natalicia P !ka
Stndieote Polca.
r I timas pnb!lea?5es
Feitas as offleiOu de msicas
do annoneianle.
Emilia, polka por I. SmolU.
Circaciana, reboten, por Smoltz.
Jardim do Campo das Prieta,
qnadrilba, por J. Popne.
Chava de Rosas, Walsa, por H. A
bertazti.
se forem frzendo as soas oficinas de mnsieas.
(l'illilil'lirilO.
No dia 21 de outubro, embarcou no vapor Ba-
ha, com destino a eidade de S. Salvador (pro-
vincia da Bahia) o escravo Raymundo. que foi
remettido por san senhor, Jos Fructuoso Dias,
para criado de um sen lilho de nome Cunegun-
des, estudante naqnefla eidade.
EjEste escravo, que mulato 'de 18 annos de
idade, foi entregue ao eommundante do mencio-
nado vapor que seguio naquelle mez para os pe-
tos do sul do imperio.
Eutretanto, nao tendo o mesmo escravo chega-
do a sea destino, e ignorando-se completamente
onde possa elle existir, gratilica-se a quem pos-
sa dar do mesmo exactas informacoes no Recite,
aos Srs. Perdigo, Oliveira 4 C, ou na eidade
do Ico ao mesmo Sr. Jos Fructuoso Dias.
'Urgencia
Precisa-se de urna ama de leite, que te-
nha bom e abundante, paya criar urna me-
nina recem-nascida, quer seja forra, ou es-
crava; porm, sem filfa, paga-se bem :
nesta typographiaa fallar no I* andar com
o administrador, das 9 da manh s 8 horas
da noite, oue!U Olinda no Oito do Ampa-
ro, casa grande com porto de madeira ao
lado pintado de verde.
Dr. JoSo ViiiiniH de Mello.
^

Pelo eterno repouso da
alma do seu amigo Dr. Joo
Vianna de Mello, fallecido,
no Maranho no dia 9 de
fevereiro, manda rezar urna
missa na matriz da Boa-
Vista no dia 4 do corronte
Um amigo.
as 7 boras da manila.
Joaquina Fortunata de Jess.
Melquades Manoel dos
Santos Lima e seus irmaos,
limito agradecem s pes-
soas que se dignaram a-
companbar os restos mor-
taes de sua muito prezada
irma Joaquina Fortunata de Jess ; assim como
convidan! aos :eus prenles e amigos pra assisti-
rem s missas do stimo dia, que tero lugar na
sexta-feira 7 do corrente, das 7 s 8 horas da
manh, no convento de S. Francisco, por cujo fa-
vor deste j se confessam summamente gratos.
mmmtmtmmn, i iw ai c
Jos Miguel de Lvru.
D. Rosalina Pin* de Lyra, D. Feliciana Pires
de Lyra, Dr. Joo Zeferino Pires do Lyra (ausen-
te), Jos Miguel de Lyra, Coriolano Pereira de
Lyra, Manoel do Carmo Pereira de Lyra, mulher
e filhos do fallecido Jos Miguel de Lyra, agrade-
cem cordialmente as pessoas que se dignaram
acompanhar at o cemiterio o cadver de seu
rezado marido e pai Jos Miguel de L\ra ; e pe-
em a seus amigos o caridoso obsequio de assis-
tirem missa, que pelo eterno repouso do sua al-
ma, ser celeb ada na igreja do povoado dos Mon-
tes, no dia 5, s 7 horas da mauh, pelo que Ihes
serio summamente gratos.
Capittto Joao 'ancio i av aleante
Cunha Irmo & C.., mandam celebrar urna missa
p.a matriz do orpo Santo, por alma le seu amigo
o capitn Joo Cancio Cavalcante, s 7 hora da
manh do dia 4 do corrente, 3o.* dia de. seu falle-
cimento: pedem a assislencia de todos os paren-
tes e amigos do tinado.__________________
Jos Miguel de Lyra.
Pelo eterno repouso da alma de Jos Miguel de
Lyra, fallecido a 27 de fevereiro, em Una, manda
um seu amigo celebrar urna missa na igreja de
Nossa Senhora do Carmo, no dia 5 do corrente,
pelas 7 horas da manh. Para este acto religioso,
sao convidados os amigos d'aquelle finado, resi-
dentes na eidade.
FUNDICO DO BOWMAN
RA DO BRU1 N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS f errores de engenho e ontros agricultores, e empregad ores de ti
chiaismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimento
completi que abitem; seado todo superior em qoalidade e fortidao; o qae com a ios
peceo pessoal pode-se verificar. -
ESPECIAL ATTENQO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIQO
VonnpAi A rnriaa *fL(ma dos mais naolera08 yernas eem ta
Vapuros O rimas u, agua maohos convenientes para as diverjas
circumstancias dos seobores proprietarios e para descarorar algodao.
Moendas de canna 5fi os lamaDb08''a8 rae,bore8 qae aqo'
Rodas dentadas paraaDimae9; agoaevapor-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
IWoi-Tiiniamna para maD(lioca6 algodao,J Podeudo todos
ULnisLULl 191UU9 e para serrar madeira. [ser movidos a mao
"Rnmhaa lpor W' vaPor-
uuuiuap de patente, garantidas........ loa animaos.
Todas as machinas e peca8 deqae 8e C08l0ma precisar-
Faz qualquer concert demacbidi8nj0' 3^ **""**
Pnrnn Ha fAnn tem as melhores e mais baratas existentes no mer-
lfl#>r\mmATif1aa Incutnbe-se de mandar vir qaalqaer mach'nismo von-
?3illL JlIlIIlIlUd.9* tnde dos clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
suasompra8 por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qaalqaer necessidade pode
Ihes prestar aoxilio.
Arados americanos e iaslrQment08 3gricoIa
RA DO BRUM N. 52
O CHAFARIZ
0-*-)ii
9
m
s
*
100#000
Escravo fgido.
Ausentou-se no dia 23 do corrente o escravo por
n me Antonio, preto, crioulo, idade de 39 annos,
natural da provincia do Cear, alto, tem um sig-
na! de queimadura no braco direito, qnasi junto
ao hombro. iouca barba, sem dentes na fente,
tem a falla e andar descancad muito sellado
para a frente, usa de chapeo de couro e alperga-
tas.ps apalhetados, levou comsigo roupa de al-
godao da Bahia e roupa tina e um par de sapatos
Se tapnte ; loi escravo do *r. Jos Antonio de Fi-
gueiredo, e vendido por seu procurador aqu, Joo
Pedr.t d MeUo ; suppoe-se ter ido e/n companhia
do escravo Vitalino pertencente aos Srs. Jos
Francisco Martins A C.; portanto pede-se s
autoridades policiaes e capites de campo a ap-
prenensao do mesmo, e condu am rna do Apol-
lo n. 1 karmazem de Manoel Francisco Marques,
que se ao generosamente recompensados.
Kugio do abaixo assignado, a 6 de Janeiro
do corrente anno, um mul'ito de nome Miguel,
com os signaes seguintes : idade 2> annos, cabel-
los pretos raxados, altura e corpo regulares,
bu'.'an-lo. bem f liante, e juigase esta nesta eida-
de : roga- ;e a pessea que o appr^hender lva-
lo a rna larga do Rosario n i>, I.* andar, ou a
ea senhor em S. Bento, provincia das Alagas,
qne sera bem gratificado..
Francisco Ignacio de Paula Vadeiros.
Fngio no dia 27 d* feverero de 1873, a es-
crava J-anna, com os signaes seguintes: prela,
fula, idade 18nnnos, t;manb-. regalar,poncocorpo,
cara peqoena e um pouco comprida, tendo ama
cicatriz na te>ta e nutra na p do boab o direito,
com maos e ps um pouco grande*, f illa atrapa-
IharL. e aspee'o carram udo. Quem apprehende-la
dirijn-se a< engenho do Mei, freguraia da Varzea,
em can de Ant nio Claudioo de Lyra, qne ser
neurosamente gratificado.
Aluga-se
o 3* andar d> sobrado da rna fe Vjgario n. S cam
D (a- o>mm*<\n* para fa-uilia : a tratar no ansa-
:m da travs do Corpo Santo 15.
MEDICO-CIRURGICO
, DO
Dr. J. M. Cario
OPERADOR E PARTEIRO
Cr. Ra do Mrquez de Olinda n. 2o, pri-
meiro andar. |
m Consulta das 7 horas as 10 da manha. 25
9 Chamad >s a qualquer hora. Wt
-000 $80*8
CAZA DA FORTUNA
RITA 1." DE MARJO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:000$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio de
4:000*.
Prccos.
Inteiro.......24000
Meio........121000
Quarto....... 6i000
Manoel Martins Fiuza.
PENHORES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mea-
mos metaesepedras.
Est fagido desde o dia 23 de jnnho do anno
de 1"71 o escravo Luiz, mulato, alto, cabellos bem
crespos e principiando a buear Tem um peque-
no signal de e'bellos no qneixo; e no braco di-
reito as ktiras L. P. N. Sabe ler, trabalha de
1 pedrejro, env<>rnisa e pinta.
Este escravo tem am irmo liberte, qne traba-
, Ihava (e pode ser qne ainda traba I he) de machi-
nista de vapor num engenho de Abreu de
Una.
I Pede-se as autoridades policiaes e capites de
campo que o preodam e facam-no conduzir rna
da matriz da Boa-Vista, casa n. 33, onde reoe-
berio 150J0W.
Fugio do engenho Pontal, em Serinhaem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Simao, com os
signaes seguintes : estatura regular, con o secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descansada: quem o pegar leve-o ao
seu senbor o tenente-coronel Vicente Mendes
Wanderley no dito engenho, ou no Recite ao Sr.
Rernardin'o de Sena Pontual, na ra da Madre de
Dos n. 36, que receber a gratificico de IQOg.
Precisa-se de um caixeiro e de um moleque,
arabos de 14 16 annos, na ra do Carao do Tri-
umpho n. 41: hotel Luzo Conquistador.
Julio Pires Ferreira, tendo no dia 18 do
corrente mez dissolvido, com Thomaz de Can'a-
lho Soares lirada Sobrinho, a sociedade em com-
mandita que tinham no armazem de carne sec-
ca, sita a ra de Pedro Alfonso n. 57, que gy-
rava sob a firma -Julio Pires Fe reir decla-
ra pelo presente ao corpo do commercio, e com
especialidade aos seus credores, que elle Julio
Pires Ferreira, contina a ser o nico responsa-
vel pelo activo e passivo do e?tabelecmento,--
cando o s ci eommandtario Thomaz de Carva-
Iho Soares Brando Soi rinho, exonerado de toda
a responsabilidade, a contar daquella data em
diantc.
Recife, 26 de fevereiro .de 1873.
Aluga-se
O sobrado de um andar e sotao, da ra de Lomas
Valentinas o. 27 : a tratar na ra Direita n. 84.
N-
Para colmillar.
Precisa-se alugar urna ama que saiba cr>
zinhar o ordinario de uma casa de pequea
familia. Aceita-se forra ou captiva; mas
prefere-se desti ultima condiro. Tratalle
na ra do Capibaribe n. 40.
Caixeir
Precisa-se de nm menino de 12 a 14 annos,
com pratica de taverna : na roa da Concordia
n. 166.
Companhia
Santa Thereza
Emissoes de accoes.
A companhia est autorisada a emittir 1<"00
ar^oes de 50JOOO cada ama. As pessoa* -que de-
sejarem toma-las odem entender-se com os di-
reetore* Srs. Bario da Sotedade, Joaquim Rodri-
Sies Tavares de Mello e Francisco Goncalva
i'tto ou com o abaixo assignado, que dar qual-
quer informadlo.
Recife, 15 de Janeiro de 1873.
O gerente,
Justino J. da 8. Campos.
Precisa-se de um caixeiro com pratica d
(averna, dando fiador i sua conducta : na ra do
Mrquez do Herval n. IAL
ATTCA0
Precisa-se* de ama senhora que queira ir era
companhia de uma familia para Portugal, pagan-
do-se a pa sagem e mais despezas, gratifica- do-
se-lhe o sea trabalho : quem esliver nestas con-
difes dirija-se rna estreita do Rosario n 9.
O Illm. Sr. Dr. Francisco Knto Pessoa, tem
uma carta na ra do Imperador n. 28, armazem
do Campos.
CASADO OKO
Am 5:OtM>SH>tr
Bilhetes garantidos
Hita do Hardo da Victoria (outr'ora Moral
ji. 69. e cana do cttttume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:0 0 erabilhetc
inteiro de n. 279-\c quatm quartos a sorte de 1004, alera dci outr< sortes menores
de 40i e 2o da lotera que se araboii de extt -
hi (40*.; convida aos possuidores a virem rece-
ber, que prompt mente serao pagos na forma do
costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi no seu estabelecimento com-
pr r os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se venda os muito felites bilhetes ga-
rantidos da 7* parte das loteras a beneficio oa
igreja de N. S. da ConceQ,o dos Militares, que se
extrahir no dia 4 de marco prximo viudouro.
Preosj|
A iufallibilidade
O I'McT
Ltuati
)R
Joainim Dias d 1 Silva Azcvedo f.emos.
O|)ii>riilo ivli.'i:-!, reenitrinente publicado .
vende-se na ra Primelro de Marco n. 2, Uvraria
Econmica.
_____________ Proco 2000._______________
Cha preto e verde
Vcndc-sc no bazar victoria cha preto 'rite
de muito boa qnalidadc : na rea do Bai-v a
Victoria n. luja de Amara!, Xabaco 4 C
De
Aluga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
Precisa-se de uma escrava para alugar se
para duas pessoas : na ra Direita n.61.
Bom negocio.,
Vende-se 25 acedes da companhia dos trilhos
urbanos do Recife a Olinda : nesta typographia se
dir.
Hffniinuu'ni
AIII \ i:ii:
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73,1* ANDAR
0 DR. NUNES DA 60STA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operagoes de olbos.
Cora radical e instantnea dos M
estreitamento* da uretra. (
) Consultas : Das 7 s 10 boras W\
da manbi. '
Cbamados: A qualquer hora. (
Terceiro andar.
Aluga-se o 3o andar do sobrado da ra do Pa-
dre Floriano com 5 quartos, 2 salas, coznha e
cambrone : a tratar na ra larga do Rosario nu-
mero 22.
)
MOPINA
Est encouracado I!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na eidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxas n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terreira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
8m, pois S. S. se deve lerabrar que este negocio
de mais de oi:o annos, e quando o Sr. sen nlho se
achava nesta cidads.
150^000
No engenho Massuassii, freguezia da Escada, se
dar de gratificacao a quantia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram fuados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o '. tem 9 annos,
castanho e castrado, tem a orelha direita bastante
lascada, uma estrella na testa, e no quarto esquer-
dp tem uma cruz ; o 2." ruco, com piolas var-
illas nos quartos, grande, gordo, cum o pes-
11 fino, castrado, tem os quadris feridos da
galha, ferrado com a marcaI. R. do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
- Ono quarto direito : gratificase com 50000
Sor cada um em presenca da pessoa, em cujo po-
er for encontrado qnalquer aos ditos cavallos.
Agua Preta
Manoel Xavier de S e Albuquerque, solicitador
provisionado, encarrega-se de promover qualquer
cobranca amigavel ou judicial, e reside no povoa-
do dos Montes (Una).
Na fabrica de cerveja ra do Brum
se precisa de um homem para trabalhar em
uma carroca de um ca vallo. Na mesma fa-
brica se compra Laranja da trra a 600
sro cento. i
CazMeira
Precisa-se de uma eozin'eira para uma casa
estrangeira : a tratar na ra do Commercio n. 38,
Io andar.
Os abaixo assignados, scienlilieam ao pu-
blico e particularmente ao rcspeitavel corpo do
commercio desta eidade, que dissolveram amiga-
vebneate a s ciedade-que nesta praca gvrava sob
a firma coramercial de carvalho & Peixoto, a con-
tar de hoje ; ficando todo o activo c passivo a
cargo do socio Peixoto.
Recife, !. de marco de 1873.
Manoel Ribeiro de Carvalho.
Joo Baptista dos G'uimar>;s Peixoto.
m

Novo estabelecimento
de joias.

m
m
B
Ra do ('aliug 11. 19
^ Neste estabelecimento se encontrar
% um bonito sortimento de joias que se
fvendem por tal preco que animar ao
comprador atiento ao vantajoso syste- ^
j& ma, ganhar pouco para vender mui- >**
1 to, que: certamento til ao compra- i*
1|5 dor e ao vendedor. T.
^ Tambem se compra ouro,-prata e pe-i
^ dras preciosas, bem como se fabrica e &
^ concerta toda e qualquer obra tendente S
* mesma arte. -rr
Aluga-se o primeiro andar d sobrado da
roa Direitr n. 8, com commodos, catado e pintado
todo de novo : a tratar na loja dt mesmo.
1-
Avisase
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa -
tos, e aepois comprada ao Baro de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de denles na
frente e as maos cora cicatrizes de quemadura
de gaz, secca do corno e muito regrista, i|u des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da roa dos
Coelhos, qae ser generosamente recomueusado.
Eogommadeira
Para casa de pequea familia precisa se de uma
Ma engommadeira de conducta, quem se pagar
30*000 mensalmente, em S. Jos do Manguinho,
antes da igreja, o primeiro sitio cora gradira e
porto de ferro do lado direito. ____
Pan alisar
Una excellente casa terrea com grande sotan,
cem commodi lade para duas familias, quintal e
vrveiro, em Santo Amaro n. 139 : a tratar na Es-
trada de Joao de Barros n. S6, depoi de 4 horas
da tarde oa no Caes. 22 de Novmfru n. 36.
Precisa-se de am caixeiro com algnma pra-
tk*de molhadds : rna das Larang'lras n 16.
Aluga-ae o sobridinho di larg da Penha
a II: a fallar na roa. das cinco 1 onus n. ti.
l m
Inteiro 6*000
Weio 3*000
Quarto *o003
lOOrOOO para
Inteiro 5*500
Meio 2750
. Quarto U375
Recife; 22 de fevereiro de 1873.
na.
Joao Joaquim da Costa te.
Precisa-se de nm, que tenha pratica dfe taverna
e d fiador de sua conduta : na ra Estreita do
Rozario n. 40.
COMPANHIA PEKNAMBLCANA
DE
\a\ i'sucilo costeira a vapor.
Tendo sido diminuto o numero de accionistas
que se apresentou honteiu para o ciimprimeiito
do art. 24 cap. 5. dos estatutos ; sao, em con-
lonnidade do disposto n art. 26, novament
convidados os mesmos Srs. a comparecer no pre-
dio da companhia 1 hora da tarde do da 4
de marco prximo futuro, devendo a assembla
geral ficar constituida cora o numero de accio-
nistas que se acharem presentes'.
Recife, 24 defevereiro de 1873.
Foges econmicos.
Nova qualdade de fogoes para cozinhar, os
quaes conten em si fornos para assados e caldeiras
para agua, de diversos tamanhos, pelo que se tor-
nara recommeodados pela sua boa qualidade e
economa; assim como os j conhecidos fornos
francezes, fogareiros para aquentar ferros com
muita brevidade, guarda comida e ferros para al-
faiate e chaneleiros : tudo na ra do Barao da
Victoria n. 39 (outr'ora ra Nova) loja de ferragen
de Souza e Gumaraes.
Crioulo Francisco
No dia 17 de Janeiro prximo passado
ausentou-se o moleque Francisco, bonita fi-
gura, de 17 annos, bons denles e ps gran-
des, ua cintura tem signaes de antigs sevi-
cias, andou algum tempo como servente
as obras da Penha, e foi negociado a pou-
co com a Sr. Maia, logista da ra do
Crespo,ejeomo consta ter andadonasimmedia-
ces de Iguarass e a poucos dias foi visto
no rancho do cabocolo Sancho em Taep,
perto da mesma villa roga-se s autorida-
des e pessoas do povo a sua apprehenso e
manda-lo a ra do'Imperador n. 2 que gene-
rosamente se gratificar.
illeiifio.
O Sr. Jos Francisco de Paula Cavalcante, se-
nhor do engenho da Palha, em Goyanua, tenha a
bondade apparecer ra da Imperatriz n. 20, a
negocio de seu particular interese.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro cora pratica de mo-
Ihados, com a idade de 14 a 16 annos; a tratar
na ra dos Guararapes n. 10.
COMPRAS.
Cobre, lato e
chumbo.
Compra-se no armazem da bola amarella, tra-
vessa da ra do Imperador.
V:NDAS.
Cambraias
Cambraia transparente a : a peca.
Dita dita tina suissa a 5*.
Dita di cores a 260 o covado.
lita preta e salpicos brancos a 240 o covado.
Dita para forro a 2* a pera.
Na ra do Crespo n. 20, na loja de Guilherme
C. da Cunha & C.
Botinas
para senhoras, a 6j000,na
loja do pavo.
Pereira da Silva & C. receberam pelo ultimo
vapor de Europa, um elegante sortimento de bo-
tinas pretas e com delicados enfeites de cores,
proprias para senhoras, garantindo-se serem das
mais madernas que ha no mercado ; assim como
a boa qualidade por terpm sido remettidas por
ura dos melhores fabricantes de Pars, e vendem-
se pelo barato preco de 6*000 : n loja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60.
Gamelleira.
Vendem-se quatro bois gordos, mansos, muito
novos e bons, assim com > um carro novo bem
ferrado : a tratar no povoado da Gameljfira, cora
Jos Hermino de S e Souza.

ps de sapotis, abacates, larangeira" cravo, e
outros mais ps de fructeiras : a tratar na Boa-
Vista, ra do Visconde de Goyanna n. 101, ou-.
tr'ora Mondego.
Vende-se
Uma taverna bem afregue ada, propina para
principiante : os pretendentes dirijam-se ra do
Viscoude de Inhauma (outr'ora ra do Rangel) n
50 1* andar, que achajao com quem tratar.
Borracha!
Borracha!
Borracha!
A' ra do Vigario Tenorio n. 7 Io andar compra-
se borracha. _____
Vende-e e se faz todo negocio com o esta-
Ivleeinvnlo de molhados sito a ra de Marcilio
Dia- n. t>9.
Venda de terreno.
Vende-se nm terreno no lugar da Estrada Nova
de Bebenbe, muito perto dos trflren. na do ar-
eunda, com 380 palmos de Tr nte 1 470 de fun-
do, rom ditas frentes e esquina para a ra do
Bom Conselho : a ti at r no largo da Santa Cruz
n. 4, a qualquer hora. .
Engenho.
Vende se ou arrenda-se o engenho Estrella
d'Alva, no termo de Agua-Preta, d'agua e co-
peirn, e est montado, dt-tanle da estacan d'Agua-
Preta duasl-goas : quem o pretender diiija-seao
mesme enfenho a tratar com o sea proprietario.
Vende-se a armacao da loja da ra d Marcilio
Dias n. i'i'i, alugando-se a casa que tem aecommo-
da<;des para qualquer estabelecimento, com en
enlmenlo d'agua, com deposito, banheiro e
quintal, tendo bomba para levar agua ao sobrado,
que tambeni se aluga, a qual propra para a
residencia de quem tver de se estabelecer na lo-
ja, sendo de nm andar com sotao, com commo-
dos para familia ; piulado de novo, com lustre
de gaz na sala, e Lieos em toda a casa, e outras
bemleitorics que com a vista melhor se vira : a
tratar na referida loja.
Libras sterlinas.
Vende-se no armazem dfazendasde AugU!
F. de Oliveira &> C, ra ao Commercio n. 42.
to
OliRAS
lft
Dr. Abilio Cesar Borges
Methodo de Ahn para o en-
sillo pratico e fcil da lin-
gua franceza, traduzido
pelo
Dr. Ahilii) Osar Burges.
Temos a satfsfaclo de annunciar venda em
nossa cisa mais m livro de summa utilidade
para o ensno da mocidade, que acaba de ser,
com o titulo cima, publicado na corte pelo cens-
rale e ineansavel prmingnador dos melhoramen-
tos da iiistruei.ao nacional, o Sr. commendador
Dr. Abilio Cesar Borges.
Apenas pobcada, leve esta nova obra lalhni
tacao, que am menos de ii metes esgotou-se, -
na corle, a primeira edc.io : sendo o autor obri-
gado a tirar immediatainente segunda, que, me-
Ihorada e augmentad*; acaba de sahir dos pre-
los da t-pograpliia l.aemmert.
Recoiiimeiidaiiio-la, Deis, com toda a ennfianca
do pubjico desta provincia, e especialmente aos
rs. directores e directoras de collegios e profes-
s res de frailee/..
A obra prendida de um interessante prologo,
em que o autor demonstra as grandes vantagens
do methodo e explica a nanea* de o applicar.
1 bonito voliinie, 2000.
Primeiro Livro de Imitara "100
Segundo dito dito, Broxefias 1 s-'iOO
dem dte dito, Pars 000
Terceiro dito dito 2#5' 0
Graminatiea portugueza 500
Dita francpza tOtO
Discursos sobre educacao 5000
Livraria franceza.
Mobilia.
Vende-se uma mobilia de Jacaranda em
perfeilo estado : a tratar na ra da Madre de
Deus n. 5, 1. andar.
A Borboleta
Itua lo la* runenlo n. .V
Vende a queimar botinas para homem, calcado
inglez, de sola grossa a 7.
Tem um piano forte para vender barato do
melher fabricante Bloudel Vignes e um lustre de
3 bicos para gan.
Taverna
Vende-se a taverna da travessa da ra das Cru-
zes n, 6, com poucos fundos, propria | ara princi-
piante : a tratar na mesma.
Vou ler
_
-A. ^^
Kv|iisi;'!) (liartsmal
E faz muito bem, deve me ler,
relerc decorar, porque s assim c
que licari sabedor, sabenilo aonde
c que se pode com suavidade e
prazer limpar a guella, (j se sabe
com alguma pinga do Porto, eher-
ry, madeira, cogwu, chratttrousr,
htsperidina e... tout le mond licorol)
achara vista ; (entende-se com o
suave effeito dos suppramenciona-
dos ) apurar o olfacto, (ainda com
o dito das dUas ditas) e finalmente
adjuirr o paladar estragado, (sa-
boreando raras e excitantes victua-
lhas) e note bem com pouco di-
nheiro (os precos sao os mais resumidos que se
pode desejar) liado nao, porque o nado faz a
gente ficar exccssivainente nervosa (tanto o ven-
dedor como o comprador) em menos de quatro
semanas e mea, acabando quasi sempre no fin
das cinco lor car o primeiro desconfiado e
phtysico e o segundo confiado e hydropico I Por-
lanto, j que se dignou lancar os seus olhos se-
ductores sobre mira (exposicao quaresmal) mui-
t. consentaneo que eu tambem *os abra o
amago de meu curasao, isto vos indique o
gremio embriante, deleitante, ene-
biiante, refrigerante e coruscan-
te, aonde V. S. e Exc. (charo
leitor ou leitora, que lde com
tanta avidez) pode ir com cer- ,
teza, certos de serem bem servi-
do recbeiar a sua despensa de
tudo o que ha de melhor e mais
saboroso para passar a quares-
ina, (tempo de abstinencias) dan-
do assim cabal desmentido aos
hereges uV que sabe guardar
convenientemente os sagrados
preceitos da Santa Madre igreja.
Viudo ao armazem do
Camp
os
V 'iH Ra do Imperador M,
.-. E' neste ocano do prazer onde se pode encon-
trar, alm do nlais o seguinte : ovas de diversos
peixes e de bacal ho, bacalho grande e pequeo,
sardinhas francezas e portuguezas, peixe em la-
tas de todas as qualidades', (nove mil latas), ca-
martes seceos e todo mais necessario para le-
var estas e outras iguarias a ponto de satisfazer
ao mais rara e apurado paladar.
La vai prova.
Bacalho e peixe em latas
Far boa digestao f
Faz sim senbor.
Ovas fritas bom petisco
Com arroz de carnario t
E' sim senhor.
O salmn as sardinhas
Nao boa petisqueira ?
# E' sun senhor. -
Livrar de excomunhSes
Vinho do Porto e da Figueira
Livra sim senbor.
E tudo reunido banquete quaresmal ?
Que poJer ser comido sem a ninguera fazer matT
E' sim nhor.
Vende-se um cavallo ruco peJrat, graadZ
excellente para cabriole! : para ver na tortera
da roa da Roda, e a tratar na roa D*m* W,
I
_
m*




U U 4. f'".T
6
Diarfo de Proambuco Segtmda feira 3 de Mareo de 1873.
Fazendas em liquida^o
NA
65*
Ra da Imperatriz N.
DE
PEREIRA DA SILVA & .
Tendo o proprietario deste importante estabelecimento, grande vontade de liquidar
todas as fazendas que tem em ser, tetn resolvido vende-las por precos muito mais baratos d
que se venJom em outra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razo por que con-
vida o respintavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento de fazendas p
lei, como tambem de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostos.
E previne que^s vende a dinheiro vista, por estar em liquidando.
GRE\VI)I\FS (OFFIONA de alfaiate na loja do
Co:.LISTRAS DESEDA A 80QRS.0 COVADO Neste grande estabelecimeoto encontrar
recebeu um elegante sortimento o rspaiU vel publico, orna bem montada oi-
..x. nadas granadinos pretas com listras cia de alfaiate, onde se manda "recular
de seda de cor, tendo entro ellas com h\tra qualquar peca de obra, tanto para bomein,
rota propria para hito, que vende pelo ba- como para meninos, com a maior pres-
rtissimo precodeSoo ris ocovado ; assim tesa e perfeicao assim como pira qnalqoer
como dita muito fina com hstra encarnada, luto que de repente appareca, tendo na mes-
miuveadea l^ooo ris' o covado. Esta ma oficina om perito official destinado para-
la veioi pelo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. bfficiaes de goarda la-
mente da Europa, e liquida-se na laja do cional ou tropa de linba, sendo esta oficina
Pava ra da Imperatriz n. 60. duigida pelo, babil artista Pedro Celestino
CAMBiUIS ABERTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalho.
9JJ000 e 10*000 RS. | ESPART1LH05 A 35000.
O Pavo recebeu um elegante sortimento 0 PavSo tem um grande sortimento de
das mais linas cambraias brancas, abortas e espartilhos, tanto para sanbora como para
bordadas para vestidos, que vende pelo ba- .menina, qbe vende pelo ba-ato preco de1
presos de 9?, e 10*000 rs.' o ] 3(5000. Ditos muito finos a 40030 e 50OOO,
ratissirao pregos de 9?, e
corte, tendobastantefazenda.F.'.pcchincha,
na lojado Pavao ama da Imperatris n. 60.
LASLM1AS BORDADAS A 4 RS.
O COVADO.
O Pavao receben um elegante sortimento
das mas lindas lasinhs transpirantes com
florzinhas bordadas, tendo do todas as cores
inclusive roxa propria para viuva, e vende
pelo baratsimo prego do 400 rs. o covado.
E" pechin^banalojfl do Pavo a ra da Im-
peratriz n. 00.
GHRDISES A 6i0 RS. O COVADO.
O Pavo receben um elegante sortimento
das mais lindas grenadines pretas com listras
brancas e do cores, sendo muito boa quali-
dade, e vendo pelo baratsimo prego do 500
rs. o covado. E'pecnincnana loido Pa
vio a ruada Imperatriz u. 60.
CUBERAS DE EL'STAO ACOl.XOADAS A
4000 RS.
O Pavo receben um grande sortimento
d; oohortas grandes de fustn, acolxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
ca se de todas as coros, o vende polo baratissi-
m) prono de 4, rs. E" pechincba na loja
do Pavo :i ra da liiipor.itriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENHORA A 12-5000 RS.
O Pavo reeebee um elegante sortimento
dos mais modernos cbapos depalha, rica-
m arte eufeitados, para senbora, com oseos
oumoetentes veos, e rende pelo baratissimo
preco de 129000 rs. E'pechincba na loja
i 1 Pavo a ruada imperatriz 11. 00.
LAS MODERNAS
0 Pava < vende um bonito sortimento do
'.'.- nbas listeadas, sondo das mais modernas
; tem viudo ao mercado, pelo baratissimo
;. ;> de 5fi0e GOOrs. o covado. E'pe-
lcha na loja do Pavo a ra da Impera-
: ... a. 6;).
ALPACAS LAVRADAS A 640 RS.
O COVADO.
igou para a loja do Pavao um elegante
intento das mais bonitas alpacas de cores
las, s de as coros mais modernas que
vindo para vestido-, e vende-se pelo ba-
ratissimo preco de 640 rs. ocovado. E'
ii.i na loja do Pavo a ruada mpe-
ntriz 11 '"> >.
Ci'l( 1 :- enmbvuin. ultiauu uo-
vMatde, u 9oOOO.
O Pava" 1 recebeu polo ultimo vapor de
E iropa rtes de cambraia branca com ba-
Ijnb >s cansante bordados, tondo fazenda
sufflcienlo para vestido de qualquer modelo,
resJob sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado,o pelasaaoxcessivanara-
teza, tornam-sorecommondaveis as senhoras
ilo bom gusto. Bazar do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60.
bENPAJg A 2-^100 A DCZIA.
O.Pavo tem urna grande porcao de len-
; brancos com barra de rr, muito bonitos
> boa qualidade, que vende por 2400 por
ter grande porco,
Ditos to los brancos abainbados muito fi-
nos a 29800.
Ditos cbinezes.com barra (lo cor. muito fi-
sao dos mais modernos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
' CHITAS A 240 RS.
0 Pa*5o vende cintas fraucezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, coa
padres claros e oscuros, pelo barato preco
de 240 rs. o covado, por ter um leve lo-
que de mofo : pechincba.
LIQUIDAC&0 DE CAICAS DE CASEM1RA
O Pavo tem um grande sortimento de
calcas de casemira de todas as cores e qaa
id.-dis, para todos os precos, e desojando
nuil) liquida-las, resolveu vende-las por
om preco mnito em cont.1, para diminuir a
grande parejo.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavo vende bonitas cassas franco/as
coa bonitos padres, e de muita phantasia
pelo baratissimo preco de 240 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loja do Pavo.
BOURNUS A 169000.
O Pavo recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at boje sao conhecidos, e em.relac,o ex-
cessi va baratoza, con vidam-se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim admirarem o que
lia de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 6JJ000.
O Pavo vende cortes de cambraia.branca
com listas e lavors da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
proni de 63000, por ser grande pechincba.
Ditos muito finos com babadiuhos brancos
bordados a 83000. *
Ditos ditos com listas de cores a 4$000 e
53000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde coros a 93000. E'grande
pechincha na loja do Pavo.
BBAMANTES PABA LENgO'ES.
0 Pavo vende superior bramante de al-
odio tendo 6 palmos de largara que s
percisa da 1 y* vara para am lenco!, me-
;ro 1(5600 e a vara 1S00.
Dito de linho poro saperior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 25400
Ditos francezes muito finos a 2f$500 e
15000.
Pega de Hamburgo e panno de linbo com
O e 30 varas, para todos os precos e
pialidada.
Pecas de bretanha de poro linho, tendo
0 jardas pelos precos mais barato que se
tem visto.
Pechincha de fioissimo esgaio socelena
:om 6 jardas 76*1)00.
Peca de fioissimo celena com 30 jardas
Obras de ptewlasia.
A loja da Aguia Brutea, rita, do Dnqae do
C&xi 6 u. 'iO, receben m lielli^ sortimento d be-
uib.s minfertcis obras i ptuotn.sia, sendo :
Brinc s e croies preta, com dourados e pedras.
Oatros de n adrep roht qneimafla cym bonilos
enfeites de delicadas flores.
Oatros i'e fin ( donrsdo era p nge tes de core*
Otrtros eacarnados e dte bonit s moldPs.
Rosetas de fino donrado com pedras brancas, ~
Aderecot da madreperola.
Ditos dourados com camapoeo preto.
Ditos encarnados.
Ditos imitando follia* e flores naturaes.
Ca soletas de madreperola
Voltas de jrrossos aljofares de cor s.
Outras do ditos pret s eom donradoi.'
Puleeiras do tartaruga com dourado.
Outras pretas.
Grariipos pretos e de cores.
Bonitas abotoadnras de fino dourado, c ni pc-
dra. coral etc. para abvrtnra de ranm*.
. Botoes dourados e de outras qualidades, para
abarturas e nollarinhds.
- Bonitos, leques
A loja di Ag ira Branca, tus do Duque de
Caxias n, 50, reeobeu bonrt s laques d perfeita
phantasia, pre'o com dourado', e outros de apu-
rados gostos ; assim como- recebeu oh ros de 111a-
deira nese confunde'com o sndalo, e tem el-
las lindos coloridos n c iitro, e anda assim ven-
de estes pelo barato" preco de 4/00Ocada um.
Vasos de cristal paca toillet.
A loja da Aguia B anea,'- a ra do Duque de
Caxias n. 50, r ceben bonitas garrafinhas d# orys-
tal ta par com ramagens douradas e mu pro-
prias para arranjos de toilet, ate,
Arraers e colares elctricos
A loja d'agiria branca na Duque de Caxias
n. 50, recebeit ova remessa dos proveitasos an-
nei* e colares decrteos, e contiaaa-a reeebe-los
mensamente, pelo que sempre estar provida de
taes objeclos.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
80, recebeu novamente bonilos diademas dourados
a encuitados com pedras e aljofares, obras de gus-
to e phantasia. Tambem recebeu novo- grampos
pretos ou alnete com flores para a cabeca.
Leques com bouquets e ou-
tros chinezes.
A loja d'aguia branca na Dnque de Caxias
n.-50, recebeu urna pequea quantidade dairuelles
bonitos leques com bouquets e outros chinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciar a pelle
A loja d'aguia branca a ra Duque de Caxias
o. 60, recebeu cold creme dos afamados fabrican-
te Lubin, Legrain e Condray.
Diademas e grampos de
ac.
A loja da aguia branca, ra do Duque da
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos diade-
mas e grampos de a'co.
Bicos de -seda.pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, i ra do Dnque de
Caxias receban, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com flores de coros, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mu proprios
para barras e outros enfeites de vestidos de gra-
nadina, ou medina. e outras fazendas ;trannparen-
tes. Pela cominodidado dos presos esses bkwa tor-
nam-se mais ouniumdo,* e pela novidade de gusto,
preferiveis a quaasquer outfos enfeites.
Yos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50;- receben bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
orache, e vende -as pelos baratos pre<;os de 3,
4* e 6000. A fazenda boa e est em per.eito
estado, pelo que contina a ter pnanipta extrae-
cao.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
A loja da Aguia branca ra do Duque de
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va o. 1, om sortimento de machinas para
costura, das melhores qualidades que existe
na Amrica, das quaes m01 tas j sao bem
conoecidas pelos sens autores, como sejam;
Weller & Wilson, Groter Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras multas
que com a vista deverao agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de azer
o trabalho que trinla costureiras podem
azer diariamente e cozem com tanta per-
feicSo como as mais perfeitas costureiras..
Garante-se a sua boa qualidade e ensiua-se
a trabalbar com perfeico em menos de urna
bora, e os precos sao 13 ) commodos qoe
deven agradar aos pretendente
I Na padaria* allemana ra !a Guia b.
54, tem para se vender o seguinti-:
Ervilhasde tresdill'ereiitcsquKli Lulos, fei-
jaobranco grado,-repollioi;ni barricas, len-
tilhas, sevadinha (PWe), sag, arneixas,
maQs e.cerejas seceas; tambem tem para
vender duas balancas grandes com ganchos
c bracos, alguna pesos, duas rodinbasde me-
tal para carrinhode mao, urna forma e um
forno para fazer hostias e obreias, o urna
bomba.
Lzinlias para vestido a 320
rs. o covado.
S na ra do Duque de Caxias n. 60 A. outr'o-
ra ra do Queimado, loja da esquina, de Bento
da Silva c C.
Milho, milho. nilho.
Nos armazens de Tasso Irmos i C.: ra do
Amorim e caes de Apollo.
i. >s a S9500. E' grande pichincha, na loja
do Pavo.
aSniueirMM a 3-3000.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento de romeiras protas de fil
com salpicos, com lindos enfeites pretos e Je
core, c vendo pelo barato preco de 3?000
cada um, por ter grande port;o. '*m
Di^os todos de seda ricamente enfeitados a
I 00.
PARA O CARNAVAL.
Ilumin,*
0 Pavo tem um grande sortimento de d-
minosde todas as qualidades gostos, proprios
.....carnaval, tendo tambem de merino
eseossez muito interessantes, que vende ou
aluga por pregas muito barat js, por ter gran-
de porcao.
LENgO'ES OE BRIMANTE.
O Pavo veode lences da bramante mui-
to gra. des, sendo denm Daono s, pelo ba-
ratissimo preco de 20OO cada om.
MADAPLES.
Pec's de madaoolo francez maito fino
com 20 jardas a 503OG e 6^000.
Ditos com 24 jardas mnito saperior a
W3'X>e7)W0J.
Dito in?'a7. fazenda mnito fina -5^1000,
tiKX) e 0>500 at lOdOOU.
Ditos fnncezes e in^lezes mnito fiaos de
40jardis para diferentes precos.
ALGODOZINHO.
O Pavo vende por preco mnito barato
pecas de alifodSozinho americano maito
bom com 18 jardas i 45000.
Dito com 24 jardas a 4^500 e 5 at 60U.
Dito largo marca T muito encorpado a
6000.
ALG0DA0 ENFE5TAD0.
O Pavn veode o verdadero e superior
algodoziolio de dnas larguras para lences,
aeodo mnito encorpado IfjhOO cada vara.
Dito traacado da mesma largura IJSO.
CORTES UE CHITAS A 20400 E &8S0.
O PavSo vend cortes, de chitas fraocezas
Soan, cana iOAwads pelo diminuto preco
da t#i 0 cid corte.
Dita com 12; covadoa. pelo veeo .foj
2^U cada arte. H *
i 3(jri' >, atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de largura a vara 2i5'K)0.
CALQAS DE CASEMIRA.
0 Pavo tem nm grande sortimento de
calca de casemira, assim como cortes os
mais modernos qne tem vindo nos ltimos
(garios e em fazenda das mais finas e mais
Qovas ao mercado, e vende-se por barato
preco para aporar dinbeirb assim como cal-
as de bnm hraaco e de cores por precos
muito razoaveis para asabar.
TNICAS PRETAS.
O Pavo receben om grande sortimento
das mais ricas tnicas de grs preto, rica-
mente enfeitadas, e vende por prego razoa-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3550000 AT 600000.
0 Pavo recebeu om lindo sortimento
dos mais ricos corles de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos os enfei
tes necessarios, e vende pelos precos de
350000 al 600000. Do tem vindo nada
mais rico nem mais moderno.
Caxias n. 50, recebeu urna pequea purcao de
diademas e aderecos de madreperola, obras de
apurado gosto.
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Velbutina de todas as cores ; s na ra Duque
de Caxias n. tiJ A, loja da esquina, de liento da
Silva A C.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Doque de
Caxias n. 50, recebeu nuvos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhoto?, o que de certo
perfeita novid.de. A quantidade pepuena, e
apor issp ,em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca rna Duque de Caxias
- 50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinbas, trabalho de l e seda, en-
neitadas com armiuho, obras estas de muito gosto
e inteirauento novas.
Grampos, brincos e rozetas
. dourados.
Aloja da aguia branca, a "ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim coran
no vos diademas de ac, e como sempre conti
na a vende-los por pnecosrazoaves.
VENDE-SE
Vende-se um sitio com urna casa terrea de
pedra e cal, tendo 90 paliaos de fundos, em
citaos proprio : ra da Floresta at 2, em 01 in-
da, para ver e tratar na mesma casa.
SGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
INJECCO SHOST
,nica, hygienica, radical einfallivol na cu-
ra das gonorheas, llores brancas efluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta desabitares resultados
a continuada applicaco que sempre com a
maior vantagem se tem foito dilla nos hos-
pitaes do Paris.
Inicia deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 34.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A /05OO, 80000 E 100000.
O PavJo tem nm grande sortimento da
cortinados para cama e janellas, qoe veo-
de pefo barati preco de 70500; 80000 e
100000 o par, tendo at por 180000. assim
como colchas de damasco para camas de
noivos, e grande sortimento de tapetes tan-
to para 4cadeiras como para camas,janos,
portas, etc., todo vende por precos. razoa-
Banal
CAMBRAIAS.
0 Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 20500 e
34000.
Peca de dita mnito fina com 10 jardas
tanto tapada como transparente a 40800,
30000 e 60000 at a nwis iua qae- vem
>o mercado.
CORTES DE PERCALIA COM DUAS SAJAS
Ac 4000(1.
0 Pavao vende bonitos cortes de precaa
oa doas saias, sendo fazenda da muito
gosto a 40000; |ecbincha.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
0 PavSo vende om grande sortimento
das mais modernas, baptistas com- lista de
cor; proprias pira vestido, com as.cores mais
oovas que tem vindo ao mercado sendo
maito mais largas do qaa asenitas francesas,
e venda pelo baratissimo prego de 500 rs.
cada covado.
Gheguen quanlo: antes!!
i
!
P"
I
Liados efaapoe campestres, da uftima moda
para senhora, s na ra do Dnque de Caxias n'
60 A, loja da esquaa, de Bento da Silva & C.
Veade-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
que fica entre o do commendador Tasso e o do
deserabargador Doria, com casa de vivenda, d ffe-
rentes arvoredos, grande baixa de capim, etc.,
dando os fundos, para a estrada dos trilitos urba-
nos ao pe da estacao da Jaque ira : a tratar na
ra do Amorim n. .17.
.linio A
(raiiile *\w
Para piano.
Por F. Libanio Colas.
Acaba de pnlilicar-se e acha-se a venda este
lindo galope con l'rontespicio especial c anlo-
go, composto pelo muito talentoso e simpathico
maestro Colas.
Preco fJOOft;
A'rita Nova n. H. arma em do Azevedo.
A Lingiia Franeeza
POR
loao rs.
Melliodo lapido e fcil de ensinar o francez
pelo
Dr. Abilio <>.ur Boles.
Livmria fremceza.
(.raminalint portugueza
A mais barata de todas as grammatieas
lr. \llio OeaUM- BorgeN.
500 rs.
Livmria franeeza.
a d(
A
(1
m
Rosa llrjnit'ii.,
o cabo de mar fim a
Pe obter em pooco teiftpo com o oso do melbor dos licoreaa armada
HESPERIDIM
Fazoito anoos qoe conbecido este precioso tnico, e difficil achar orna peasoa
qoe, tendo experimentado pessoalmente, n3o falle em seo favor, j como bom estomaca
e apetisador,.tomando om calix dalla antea de jantar, oo como facilitador da digestid
tjmando-ae depoia. '
A BASE
da MESPERIDINA a LARANJA AMARGA, Dio ba om s babitaote do BRASIL (a trra
especial-das jaraojas) qne n3o conbeca as propriedadee medicinaes da donrada frocU.
ora bem, a
UllJA AMARGA
em seo estado natnral tem-nm gosto pooco agradavel, e o mrito da Heaperidioa con-
siste em reter soas boas propriedades, e ao mesmo lempo aprsentela come
EXQUISITO LICOR
A HESPERID1NA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qae inviar a
melhores importacoes europeas de catbegoria semelhante. Estas, qoando mnito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinado perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qua om artigo no qoal pde-se ter ioteira coDfiaoca, por aer poro
e innocente, basta dizer-se qne foi plenamente approvada e antorisada pela
JUNTA OE HYGIEME
do Rio de Jane.ro, permittindo sna livre elaboraco no imperio; ootra
BOA PIUIV \
e a accettacao geral qne tem em todas as partes oDde apresentada. Em t864 estabe-
leceu se a primeira fabrica em Boenos-Ayres ; em 1869 a segooda em Mootevido; e
no da da cnegada de S. M. O IMPERADOR inaugnroo-se a fabrica qae acloalmente
trabalba na corle. Em Va.'paraizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitaco.
tanto qne rara a casa qoe considera completo seo aparador sem nma garrafa de
U

O bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 homem doente toma Hesperidina para obter
SAUDE
0 bomem dbil toma Hesperidina para obter
Hesperidina para obter boa cor
Nos bailes as donzellas e os mpcos tomain
?.nimagao durante os loncos gyros da
BARROS JNIOR & C, i roa do Vilano Tenorio n. 7,
grande especifico, e veo'iam-no nos depsitos seguintes :
Joaquim l-'erreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferioo Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Gongalves da Fonte, rna da Cadea b. i.
Amonio Gomes Pires Antonio Gomes Pires d> C, ces 22 de Novembro.
Gomes A Irrcao boiel da Passagem.
Io andar, receberam esta
BARTHOLOMEU et C,a
Pharmaceuticos premiados em diversas exposicoes
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
* ANTI-ASTHMATICO
ESPECIALIDADE
mm
Novo tratamento da Asthma, tosse, convulsa, de/luxo catarrhaes, e todtu as molestias dos vulmoes
que tem fetto importantes curas, e que boje o nico acceito pelos melhores Mdicos '
DEPOSITO GERAL, 34, ra Larga do Rosario, PERNAMBUCO.

alizk:it3
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAURER C*.
PEItNAMIl'tO
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, d at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preevivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos, etc.de
que se careca longa conservaca.
Vende-se na pharmacia de ar ei C, roa Nova n. 25.
Cadeiras oratorias com^asenio da palhinha
50*000 cada una no cae do Apollo, arma-
fia oe Tafo Irmo* 4 C
T
IRMOS & C,
Farinha de mandioca a 3j^ o
sacoo.
Na ra da Madre de Daos n. 7 ; a ella,, em
quanto nao se acaba:
Xarope d-agrio do Para
Andigo e conecituado medicamento pwaJ
cura das molestias-dos-: or^aofcfespitwtorios,
como a phtysicar brenohites, astkma, etc. i
applicado anda coro opimos resultados no.
eftcorbuto.
Vende-se ns.-pbnnacia-.e. drogara de.fiar-
tholohaettrC;, roa Larga do Rosario n. 3*.
CABRULBT.
Venda-sa ua, cabfiokrt. awewcaoo, de dousMt
sentos, muito leve- e e-f bfm eaiado. para ver
n cocoeira!,d(4 Si1,, Geriuo, /ua. do, iioaiuej nu-,
mero 8ft.
SltSgmi
Cheg ram agulhas para maeaiBaa, do falifeajite
ICr.owor 4--Baker. Du.por-8/00.
< liapiMts de
12&000.
Aii<|iiiiilias a iroOO.
(runudinc preta a 800 rs. o cova-
do.. uWmo gosto para casaquinho e segunda
sai*.
Cambraia transparente fina a
4J>e 50000 a peca, com 8 1/2 varas.
Chapeos para baptisad** ou
pajra meninas pequeas, cousa muito chi-
qua a.421J0U-
4'anihrain de carec, .rieps gostos, a
440 rs. ocovado. c mais ordiaaria-a 280 o
covado."
Hieo.aUallia.da a l-'SOO. a vara,
rmio, fio, e tem. oe. mais lindos, dosoj
n^os.
(,ol\n colxas.qut' todos vendan a "5>0oa.
(avliawa-litta. a 59WM> a peca.
Tado ist, imutQ barato
pprque-altos.Branca s compra a dinhei-
ro, e vende pelo mesmo systema. Manda-so
levar as casas. .
^araiito tejara n.dtf.
' \Rand 9S daBahia
t aadar.
na ra d* Madre de Daus a. 5
Km-'seu* armazens i ra do Amorim
n. 37 e caes dq Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos enramados sextavos para ladrillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento llydraulicc.
Machinas de descarocar algodao.
Machinas da nadara.
Putassa da Russia em barril.
I'hosphoros de cera.
SagA em garrafoe.
Sevadinha em garra f&es.
l.entlias em garrafoes.
Itiiuin da aJinaipa.
Viulio do Porto velho engarrafado-
Vinho.do Porto superior, di o.
Vinho do Bordeaux, dito.
Vinlio de Scuerry.
Vinho da Maeira.
Potes com liliguas e dobradas iuglezas.
' Licore*.finos sortidos.
Cognac Gaulhier Frerea.
Latas de toucinho ingle:.
Jiarris com repolho en jjaimoura.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores
A endem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga dosario o Rn. 34.
Ce
rvea
1
A verdadeira cerveja da Kaviera, marca han-
deira, de*ujwrior i'iialidade : venden Tasso Ir-
mos St C. em seu annazeiu da ra do Amorim
numen 37.______.
Fio de algodao da Bahia e cal de Lisboa, re-
cntemele chegado : lia para vender no es-
critorio de Joaquim Jo Gnncalves Beltrio & Fi-
Iho, ra do Commercio n.. 5,
noiuia
| (aos pas desfajmilia,)
Lences de bramante a ?0 ni
Dito alpodao l'00
Cobertas chita 18O0 unta
Ditas t a cretone forrada a 3*300 urna
i 35O0 i-\im adarnaSCadaS ferfada8 a 3I0*>,
I Colchas de fustaY brancos, e de cores a 3*300
Ditas de crochet brancas, grandes a 3:*00 ,
; Cobertoras da algodo a USOd
Ditos de,lft escuros a 2#fJ9
S na j-ua dp Crespo n. 20, loja de Guilhenne.C
daLut)baS{.C,______________________
Vendo-ie a r* da ra, do tvaitru. da Ba-
\ tsta n., 4\,cm 3 qoartos,,2 sai, eouaa ton,:
a tratar na ra do visconde da-AJ)iuera.e nu*
mero 131.
Vndese mi cabrtliet inglfa de doas rodas
e cem quatro aesentos, p*r veo rasaavel : par
-VenJwe- por preco commodo : n4 roa da Ma- ver na e*eheira dru da Rola,- a tratar n
l're. de Deus n. 5, pnmeiro andar. ra Pireita. n. 10
MIMO.
Charutos de Ha vana
Nupei'iore
ao-escriptorio de TaaBalrmaj^rA l, ra do Amo-
rim n.
Mlko de Mamanguape


ttM



Diario de PernanibuoQ Segunda feira 3 de Margo de 1813..
t
FHDICAO DE FERRO E
. FABRICA DE MACHINAS
A' ra do Barfto Triuniph (roa d.t Bnn) ns. 101) a .101
CARD0S0 IBMAO
AVfSAM aos Srs.de engenhos e ao publico era geral, que teem recebido da Europa
grande sortment de ferragens para engenhos e para lavoura,e quaesquer outras usos
e misteres da industria agrcola, o que.tudo vendem por precos razoaveis.
Formas para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos taannos.
VorOreS horisontaes everticaesj bem conhecidos nesta provincia o fra della, os
r melhores que teem viudo a este mercado. ,
jylOenCiaS completas de diversos tamanhos, obra muito fohe e bem acabada.
MeiaS niOenaS para assentarem grades de madeira.
laiXaS ClC ierro Je ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
KO(laS Q aglia dc diversos tamanhos.
xOtlaS (lentaaS de diversos tamanhos equalidades.
Concei'tOS concerlam Cm promptido qualquer obra ou machina, para o quo teem
sua fabrica bem montada, com grande c bom pesoal.
EriCOniniendaS ^an('am v'r Por encommtnda da Europa, qualquer rachinismo,
para o que se correspondem.com urna respeitevel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se rosponsabilisam pelo bom trabalho das mcsinas.
Ra do Barao do Triumpho ns. .101, 102 e 101
FliNDICO DE CARDOSO & IR M O
MUITA ATTENCAO.
9
Soares Leite & Irmos, com loja do miudezas ra do Barao da Victoria n. 28
tr'ora Nova)- pedem muita attencao para os prec/ts aba'rxo ospeciicados:
MIL'Dl-ZAS.
ou-
\botoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Talheres cabe de viado ( imitac,ao a 35*000
a duzia.
dem idem cabo branca 2 B a o?500 a du-
zia. ,
Caixa de linha branca cora 40 novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Maco de lita chineza a i?000.
Coques modernos a 35500.
Resina de papel pautado liso a 25800, 39,
Duzia de me-ias para hornera a 35, 0^55
6500.
dem idem para senhorasa 45 e 75000.
Lamparillas gaz a 15000.
Grosa de botes de osso para calca a
200 rs.
. Grinaldas para casamento a 25 e 55000.
Duzia de baralhos rancezes canto doura-
doaWOO.
dem idem idem lis.us a 25500.
Garrafa de tinta roxa extra-lina a l^OOO.
Pecas de fita de velludo de todas as cores
35500, 45000 e 65000.
Caixa de papel amisade a GOO rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Caixa de enveropes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
( Caixa de pendas Perry a 800 rs.
dem idem a iOO rs.
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Redes enfeitadas a 15300.
Tranca de caracol branca, a 400 rs. o
maco.
dem lisas a 200 rs. o maco.
Microscopios 'sem vistas) a 2%>000.
de cordao imperial a
couro da Russia a
Duzia de pegas
320 rs.
Indispensaveis de
105000.
Loques para senhoras a 25000, 45000 e
75000.
Vara le lita escoseza Marga hoje
novidade) a 45000.
Duzia de collarinhos bor.iados para ho-
rero a 85000.
dem idem lisas a 65000.
Duzia de cachimbos p de gallinha a
25500.
dem dem de madeira cora tarapa a
:>5600.
e larguras.
dem idem de grosdenaple, idem.
Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
lte.
Mascaras baratas.
Chapeos para senhoras a 8-5000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadira a 15200.
dem idem kananga do Japao a 1200.
dem idem divina a 15200.
dem idem Magdalena 'novidade) a 15500.
Frasco de oleo oriza c philocoBie a 15000.
dem idem antique a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 15, 15500 c
25000.
Tnico oriental de Kem a 15000 o frasco.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
dem idem de pos chinez, o que ha de
grande melhor, 500 rs. e 15000.
Maco de sabonetes inglezes a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa a 25500
e 35600.
dem idem com flores a 15500.
Frasco com Salsaparrilha verdadira a
35500.
Agua de Golognc, banha em frascos e
muitas perfumaras de gosto e baratos.
r*.
QUINQUILHARIAS
Masaaras, brinquedos para criancas, bollas de borracha, tambores, cobras de madei-
t., muitos objectos que se tornarja longo mencionar.
28 Ra do liara da Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mao.
Camas de ferro. '
Cofres de ferro.
Cestos d'rame para fi
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarorar algodo. ,
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
KM CASA D SHAW HAWKES v C.
Rl'A DO BOM JESS >'. 4.
Adereces de bri-
lhantes, esmeraldas
rubios e perola*,
voltasde perolas.
!*>.
,^M^mm^
Obras de ouro e
prata de todas as
qualidade?.

i
' 1
9
MORE IRA
NA
BAHA
1
m
Moreira & C. solicitam a attenco do publico da provinefa de Pernam-
buco para o rapAra Fina-producto de fabrica pertencente a filhos
do paiz, e cuja qualidade derorea Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Baha, tendo alm
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito de tornar conheceido devidamente apreciado- o rap Ara
Finaos annnunciantes acabara de autorisar seu agente em Pernambuco,
a acceitar, mo grado, os obstacttlos c direitos de introducrao.a luta da
concurrencia, acompanhando-a nos abatimentos de prego at onde for
sso coinpativel com suas forras.
Os annunciantes esperam encontrar na nobre- popularlo de Per-
nambuco, o apoio que tm ios a actividade e os esforcos que ellesteem
empregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de industria
que atii hoje s ao estrungeim tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptor o do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, ra do Vigario n.-21. As vendas sao feitas em libras
ou tocias libras, vonta Prero 15000 a libra, com descont de 18 *0 em porrao de 10 libras
para cima.
Babia, 21 de fevereirodo 1873. .
Moreim <* C.
PARS
I
Oc/toc
I
PARS
I
CARVO BELLO!
APPMVHOO
PELA ACADEMIA IMPERIAL DC MEDWIM
em 27 desembro di 189
fic/A
I
/cace

I
PARS
I
Oe/u)(,
E'obretudo s suas propriedades eminentemente absorventes,
que o c-w*o de Hciioe deve a sua grande effcacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as afeccoes seguintea ;
GASTRALGIAS
DYSPEPSIA
PYROSIS
AZIA
DIGESTES DIFFICEI5
DORZS DE ESTOMAGO
CONSTIPADO
CLICAS
D1ARRHEA
OYSSENTERIA
CHOLERINA
MODO DE EBPREGO. Ocs*.*o a* Beiie (CkirkiWM
tema-sc antes ou depois de cada eomida, sob forma de P ou d
Paslilhu. Geralmente o bem>estar sente-se logo depois das pri-
meiras doses. Urna informacao entensa acompaaha cada vidro
de p e cada caixa de pastilius.
Deposito em Paria, L. FBBRG, 19, va Jacob.
PARS
I
I
PARS
I
t
I
pars
SAPBIRA
NOVA LOJA DE JO!AS
N. 2 ARa do CalkgN. 2 A
DE
BARROS I II.IIO "
Achaudo-se completamente reformado este estabelecimento,. e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisigo de
joias as mais modernas viadas ao mercado, e de qualidades superio- -
res, convidara ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecUneuto, afira de apreciar e comprar uma joia de gosto por
prec,o rai*vei.
%'W' %&T ^frfey \& 17 ^Ej
tJu\* tJlX^mt %J~ETt J""T.i sJUT+t %J i
I
Rna II IIMlilinJiin Vende-se, arrenda se ou permuta-se, por.
LtUd d/t-^uipm^iu. trras que sirvam para plantar caima, nma padaria
Vndese urna casa na raa Iraperiul nu 440, sita no pateo da feira no povoado dos M'nte*; a
depdraeeaC eiB.aixao, propfi*-para estabe- tratar com seu proprietario no raesm povoado; e
locimento, tendo coziaba intaiiu, com um bom para informaedes, com os Srs. Rocha tima k Gui-
Vinial todo murada, com cacimba-e Sahkla no :marles, ra do Bom Jesns (outr'ora da Cruz) n.
fuad : a tntar na eas n. 2:36, na mesma ma. Caes do Apollo, n'e*ta cidade.
Chitas e madapolo com Terreno na cidade.
nrm*Q ouon'h Vndese nn terreno na ra Imperial, com
puucdi diVdJTcl. l|( paimoa de frente e 540 de fundo, olo pro-
Olutos de rdres a S i) e aw o ovado, madapo- prio, atterrado, porto no fundo para descarga
fio largo lino a 3J500, 4.|, gj e 14 a pora : na da materiaes : a tratar na ,casa coatigua u. S6,
nt do Creupo n. 20. oa na ra Nova, loja n. 7.

PRODUCTOS d J.-P. LAROZE
, PHARHAOBUTICB, 1, RU DES LIOUS SIT PAUL. PARS.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANMS AM ARGAS
Com IOOIRETO de POTASSIO
O lodureto de potassio um verdaderro alterante,' um depurador de incontestavel effl- ;
cacia; combinado com o zarope de oaacas de taran)as amargas, e aturado
sem perturbadlo alguina pelos temperamentos oa mata iraeos, sem alterar as niuccAes
do esuiw*fj>. As doses rcaihemaii cas que elle co n tem pensiUem aos mdicos de receitai-o
para todas as comptieaedes as affercoes escrofulosa*, tnbetfoulosj*.. oanoe-
rosas e nos accidentes internttentes e teroeu-oe; lera d'isao. o
agente o nuus poderoso contra as doencas rhenmatloae.
XAROPE TNICO ANT1-NERVQS0
de eaeca de laranjaa amargas.
35 annos de successos attestao a sua effi-
cacia para curar: os doenfas nervouu,
agudas ou rkronicas, as gasirites, gastral-
gias ; e facilitar a digesto.
XAROPE FERRUGINOSO
de cascas de laraajss e qnsssla amarga.
E' sob a forma-liquida que mais fcilmen-
te ae assimifc o ferro; n'esta forma prefe-
rivel as pilulase paslilhas en lodosos casos
era que sao prescriptos os ferroginosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUINA. PVKETBRO B GAAACO-
rrieJsf.e
Elixir deatifrieie, para a alyura e eon-
servaco dos dentes, curando as dores
causadas pela caria ou produsidas pelo
contado do calor ou do fro
va dentnas** con base de magnesia
para a alvura e conservaco dos denles,
Iprovenindo a descarnadura, provocando o
trtaro de que empede a reproduco.
lv:
Depotito em Hie de Janeiro, E. Chetelet; em Pernambuco, P. Manrer e C*; em Maeeio,
Falce Dtae; em Pelotas, Aater* Lelu; em Bakia, D* aeete; a Porto Alegre, fa
Belle- em MfoeWo Ferrelra e C", ewiOuro Preto, C I. V. Welenea \ tm Santo CalAo.
ra. 8. schulel em Montevidro, 6. Imhert i em Busoi-Ayre. Elchrparrbarda.
O MAZS P03>XlOSO
T0N1C6 E FEBWPW
IFM1ABO roa LA ACIDKHU E MEDECIlt,
Medalln ll I k^ TT- Trttm
E P ABI*
Oiro.
ausNA
LAROCKE
it,m f-
ELIXIR TNICO, FEBRFUGO, FORTIFICASTE E REPARADOR,
sarerier mes vistes xareyes ** f^u>.
Eipexhnflntada con plena sucoesso nos hespate, *iQCiWdisssWriMtsW BatMct de Quina) ama preparacio eicepciooal, por>ier prireasto snufgo (ta.Quiaa. .Agrade pon
coaaaguinte as pessoas as mais.iDloiecanteae aos paladares os mais delicadas, pois nem
muilo doce nem muito viacesa, seodoida ama hiipjdei>mitan1e. Emprsia-ae com muito
proveito nos casos ie : gastralgia, dyspepcia, menaifia, semis, marasmo, cachtwiasj,
tnagrtm, fostia um causa apparente, contauctnfas demoradas, chUroot e sseropkulm
E o espicifico oas Mounias mana.
OINA LAROCHE FERRUGINOSA
B'nieta ledas u propnedaJes so Ferro ti da Quina.
&
BU
15, rae Drouol.
VINHO
imi\
E REC0NSTITUANT&
DO D_R DELOR
Preparado por H. BEZIER, Ph- da Eschola de Pars.
O VINHO JOSPUXLATZTO DO DODXO DELOR ao mrsmo
tompo que purifica o san^ue d'uma mancira enrgica ua o altera e Ibe
consena a sua toniciilailc priiniliva.
Tal o resumo-dos numerosos atiesta Jo- encltrecados ao Doulor DF.l.OR
depois i ctpt'rlencias Teilas pelos priucipacs Mdicos de frasea, du llalla,
da Russia, da Allemaiiba c da Blgica.
O Vinho Depurativo do De UKI.OI\ o nico producto, que, nns
elimina dosan^ue lodosos principios morhidosqueo allcn, como
tambera lito consona a sua fon;a e a sua conslilii(;a primitiva.
E por isso que os Mdicos apressario -ce de appcar a nova prepararlo
tlierapeutica do Deulor DELOR.
O Vinho Dcpuralivo do D' DELOR dcixa lon^e de si as Sf^saneoCl intituladas
ilepuisthsfc Ise 'le xaropes, rob, enscncias. c as qdaes em lugar de ptfrUkSJ
osarigiicoi-nfraquecem, e cujos eireitossa antes nocivos-do que Slris.
O Vinbodepui34iv<> do D' DEI.OR empreado C'.mexilorniilra as lisciofutas,
fhagas OKlijjta, Cierras, t'eridus idccruMs, Tumores, AoottOl, l'oslhemae,
i Ei upeoia. Harpa, .S.iUujen, lmpigcus. Lepra, T.nhii, SfphUis fou mal venero)
e Iwlasasumidlas H i pelle. E um uiBMI'Mliveeertecoalri as Fcbrrs uma-
ritUe- tynmoida, Tmlsjsiss>Wsis1iHidn ffh imito ti. Iljirteetaj Surco-
celt etndsfU uiololias provenientes da Lgsapkm p .euieiiipregal-ocuiu Ciito.
PARA HfiTALBO : 14, ra de Lancry.
VENDA POR A1TACADO : 4, Louleoard SlM:ir:in. l'AIHS.
r. cn> t*
hinn-.ii^.inr'iiri-M SsJRsSSsVsVsl I SSsWssSSlsVsl '^ a
Na pharmacia Maurer ra do Baro da Victoria n. 25.
COSTURA DE 1I0WE
SOARES LEI1E, IRMOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Baro da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
>'a exposio de Pars, em 18G7, fo concedido a
Elias Howo Jhnior, a medalha de ouro e a com'.ecora-
rao da Legiao de Honra, por.serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro,-conferida a E. Bove Jnior, DOS
Estados-W'nidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposirao de Londres acredhan
estas machinas.
A 90>000
C ibe-nos o dever de aDDunciar que a companhia das machinas de Howe de >-rvr.
York, estabeleeeu nesta cidade ra do Barao da Victoria n. 28, um deposito o agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tte de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicp d e t;aba)ho,
empregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela ntroduccao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.'
As vantagens destas machinas sao 'as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incote uve!, a
circumstancia de nunca terern apparecido no mercado machinas de Howe em segun-
da .mo. '
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fric^ao entre as diversas pe^as, e menos rpido estt&go
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feito mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de aufbos os Dos, o que se nao conseg j
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de una i 01*0 laio,
,e logo em seguida, sem modificar-se a tenso da linha, cozem a, fazenda mais
fina. ,
Stima.O compressr levantado com a maior facilidade, quatido se tem de mudar
.de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de matbinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. 'Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soirreram
rnudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a compauhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constauteiBeiite
augmentado o seu fabrico, e hqje nao attende a procura, posto que faca
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccGes em porti'guez.
A 9e>000 A 90000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
Ra do Barao da Victoria n. 2 8.
600 machinas
CONSTTPACO
uipia
rlifBii
Un
DI II
rbuRMNOfs
RnErMATISUOS
sydsi
Bfifiai
lian
|C.
^zrPUftAT/VS
=e 55 B4 Sebastopol
O-
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
M
BABTHOLPMEU & C.
34Ra larga do Rosario34
Tijlis fraileros scxlavaios
De -I .YrOOO a 55r00
o nillheiro.
Estes tijo'os, fabricados de barro verroelho coa-
-olidado, sao os melhores e os mais economke
pela sua baratea para ladrilhar 6s- pavmeau>s
terrees das rasas. porquanto,j)oui.o mais custar.-
'. do do que os feitos no paiz, sao, sem compareci
alguma, superiores a estes pela iimpeza de qua
! sao susceptiveis. Custam alm disto menon da
decima parte dos de marmore, j reprovados, e
! dos de diflerentes mosaicos, os quaes nao esto
certamerite ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empreados e proprios para as salas princi-
Saes. Alm da vantagem que ha no emprego
estes lijlos para os pavimentos terreos e casas
de campo, tem estes ainda a de st-i.-m os melbr-
re$ e mais proprios para ladrilhar r-ozinhas nos
sobrados da cidade, aliento a sua solidez
e pooco
>,' estando mais quev provada a conveaienia
~ serera assoalhadas as cozinhas todai- de tole,
Vende-Se OU alUffa-Se eiaos a parte juma ao fogio, no que al at-
co npanhias de seguros so deveriam mieressar.
O sqbratlo n. 5^ da ra do Rio, na fregu- Vndem se nos armaiens#de lannna da Tasso Ir:
raaos & C, no caes do Apollo.
oco c
,des
Panefla, com 3 salas, 6
quartos, 1 saleta, despensa, oozmha e quintal mu
rado cujo predio acna- pintado de evo : a tratar com o oommendador
faMQ. ______________________
Ultimo gosto.
CadfiraspreUs douradas e tsarettetadas da ma-
dreperola : nos armazens de Tasso Irmo & C,
no a8 do Apollo:
1
0 bacalWo da N-ro*-gn. em cix e meias
ditas : no cas da Aifaodeg n, l, armaiem
Tasso Irmavs & C
de
Charutos de llavaia
De dersas marcas, receberam. peto ulti-
nto vapor.
Bourgard & C.
15 RA DO MRQUEZ BE OLIIHU 15
Vende-se
um excellente alambique todo de cobre, qoa"
neto, e com duas serpentina^: a tratar no entr-
abo Massangana, do .abo.
b

rM

i .i
**-j


8
Diario de Pernambuco Segunda feira 3 de Margo de 1873.

ASSEMBLEA CERAL
SENADO.
SESS.YO DE 10 DE EEVEREIRO.
Discusso do voto de tjracas.
. (Gontinuago}.
O ?>u. Visconde de Imiomeium nao in-
terromperia o silencio em que se tcm con-
servado, se a questo que e/n mais alto
- grao prooceupa actualmente os espiritas nao
fosse anticipadamente (nada discusso
em urna das emendas offerecidas pelo hon-
ra lo membro daJ oomwiaso de resposta
alla do throno : refciv-se questo da re-
forma eleitoral, que encerra em si os desti-
nos ainda problemticos das lil titucionaes no nosso paiz.
Heconhece que occasiao nao propria
para tratar desse assutnpto com a amplulo
que elle requer ; mas nao pode deixar de
apresentar .em resumo algumas las razes
justificativas do voto que tem de dar a res-
peito da referida emenda.
Vai para meio secuta que se inaugurou no
Brasil u'n governo livre, fundado no prin-
cipio da soberana nacional. Se se compa-
rar essa instituirn com os resultados que
tem dado, ha de se recouhecer que nossos
progressos constitoeiouaes nao s nao tem
acoinpauhado nossos progressos moraes, no-
mo tem retrogradado no que toca verda-
de do systema representativo. Isto impe
aos tepresetantes da nago o dever de tomar
na mais seria considw agw semelhante as-
sumpto.
O dogma do governo livre a interven-
,o do paiz nosseus negnos ; nossa cons-
tituirn consagra este inipetio da opinio,
a que lodos seos delegados devem cingir-se,
O que quer dizer que s o paiz governa por
.intermedio do parlamento de sua escolha,
de ministros tirados do seto desse parlamen-
to e de ulfl poder supremo revestido de to-
dos os prestigios e collocado na cpula do
edificio social para manter serapre o predo-
minio da opinio do paiz.
Esta theoria do systema representativo
Sera absurda se nao tivesse por base a liber-
dadeda escolha dos representantes da naco.;
a falta dessa liberdade vicia radicalmente a
forma ile governo. Tal entretanto, o pe-
rigo queameaca nossas. instituiges, e que
evita esse anhelo do paiz pela reforma elei-
toral.
Releva attender s consequencias da pre-
terico dessa condigo fundamoiital de nosso
systema poltico. A VOZ das urnas deve
guiar a cora no couhecimento da opinio
nacional; o accessorado das urnas, imposi-
bilitando esse couhecimento, faz desappare-
eer a ba'langa dos poderes e entrega tu lo
vontade suprema.
E' preciso fazer justica ; o chefe do Es-
tadado nao procuro a omnipotencia ; foram
os'partidos mal dirigidos e a pessima lgica
das reaeces que Ih'a deram. Entretanto o
Tacto existe, destruindoo equilibrio dos po-
deres polticos, abalando a confianga do paiz
t mtroduzin lo a desordena no nosso syste-
ma.
.* Os poderes pblicos nao vivern, nao se
sustentan) se nao pela forga moral que ins-
pirara : mas que conecitp so pode entre
nos fazer dessa forra moral? (Neste pon-
to absolutamente nao ouvimos ao orador.)
Paseando a tratar da influencia que este
estado de cousas overee sobre a moralidade
geral, sent repugnancia em fallar das ex-
cluses em massa do direito de votar, dos
actos de torca e corrupcao applicados cm
escala sempre ascendente, dos roubos de
urnas, das duplicatas escandalosas, da pro-
fanago das grojas e do terror da popularan
pacifica que o ccete e a faca de ponta arre-
da das nnfaS. Nao menor a sua repug-
nancia em commemorar o que veni ilepois
da luta eleitoral ; as perseguioos, e por fim
o triurapho dos govemos, quesquer que se-
jam seus principios e sua -poltica. Kis o
q'io constitue o ganho de urna eleico,
Qual pode ser a imparcialidade, a mo le-
rar-o, a justicaque -deve esperar das admi-
raides depois de to desgranadas lulas ?
* popolaco fica dividida por odios entra-
diaveis ; os presidentes de provincias tar-
n se chefes apaivonados de urna das par-
calida les que se bateran. (Nao ouvimos
ao orador.)
.'.omprehende-se os inconvenientes ,que
devem nebessariamente resultar desses vicios
contra interesses que compre que gyrem
mpre tara da aeco das partidos.
0 maior dos flagellos' urna administra-
rlo facciosa ; mas ainda niio tudo : a taro*
fa de organisar e apparclliar os partidos,
consom todo o tempo, todos os cuidados dos
presidentes de provincia com preterico dos
interesses desta. O clamor publico em
breve os desmoralisa ; sao entiio demittidos;
outros os vao substituir, mas para proce-
deren da mesma maoeira. Dabi a muta-
lo continua de presidentes, que se rendem
romo sentinella, sem terem tempo deestu-
ilar as necessi lados das provincias que de-
vem almimstrar.
E* assim que, estragada*a roda principal
d mechanismo constitucional, ella paralysa
asoutrase, aggravando o mal, poeem risco
todo o systema.
Onde est a raiz do mal e qual o remedio
que se llie pode dar ?
Perguntc-sc nos homens desprevenidos e
ao paiz, que tem supportado as consequen-
cias da parodia eleitoral que temos: todos
dizem que o mal est no nosso mo syste-
ma eleitoral, e que o remedio a eleico di-
recta, censitaria. (Nao ouvimos ao ora-
dor.)
as objeeges que apresentou o nobre
presidente do conselho reduzio-se a preyi-
Sdes hvpotheticas, e aos riscos que se lhe
arliguram imminentes. E' um expediente
que nunca d'eixa de ser empregado contra
todas as tentativas de reformas ; recorde-se
S. Exc. do que ainda o anno passado foi
dito contra a lei da liberdade de todos os
nascidos.
Principiou o nobre presidente do conse-
lho por expr aos olhos dos representantes
da nago a fantasma do suffragio universal
como consecuencia necessaria e infallivel
da oleigo directa censitaria. Nao enxerga
essa filiaco fatal entre aquellos dous syste-
mas, quando v a eleigao directa censitaria
estabelecida, sem taes consequencias, na
Inglaterra, nos Estados-Unidos da America
do Norte, na Dinamarca, na Blgica, na
Hespanha, em Portugal, na Italia, na Hol-
anda, na Baviera eno Wurtemberg.
Nao quer suffragio universal; mas por
isso mesmo que deseja acabar com o actual
sjstema de eleiges. O monstro que ins-
pira tantos receios ao nobre presidente do
conselho existo e ruge, mas no actual syte-
ma de eleiges que tem sua origem, e nao
na oleicao directa ceositarU.
Pela nossa legislado o dirito eleitoral que ocorpo eleitoral seja aimgem dasoSrlva deouvirdo distincto senador pelo Rio
per*J||ariha-a}ee posse 2005000 de renda,' dade em seus elementos de intelligenoia^m Grande do Norte demonstran que o orador,
qunnuPque nao representa nem metade do trabalho e do matalidade ; p contrario ert
termo medio do salario em geral; basta, entregar os dJtinos da'naco aos sonhos dos
pois, oceupar um lugar abaixo do sol para inceaidiarios da Franca.
ter pela nossa lei a presumpeo de capaci- Exprimindo-se de semelhante modo acerca
dade de votar. A restrieco de voto prove- das classes necessitadas, sent que deve an-
niente da taxacao de tal renda nao existe; o tecjparalgumaexplicaco. Os pobres-e os
que temos na rearidade o suffragio uni- ignorantes formam a grande maioria da so-
vc^sa'- ciedade. Urna poltica conciliadora e chris-
Dase qu o segundo grao de eleigao cor- ta deve concentrar seus esforcos em melho-
rige os defeitos do primeirp. E' um engao, rar essas classes. cultivando seu esptfto e
A oleicao em dous graos a forma mais son coraco, eelevando-as aff |>pontoide te-
contraria ao bom sonso ; tem os inconve- rem as maiores aspiraces.
nientes do suffragio universal, *sera contar (.Nao ouvimos ao orador). ;
urna s desuas vantagens. Eis como comprehende a poltica que
Em que consistem os defeitos do suffragio emaucipa o |>ovo e o eleva. Est, pois,
universal? Est,abelece a supremaca das muito longo da poltica da democracia, que
maiorias numricas, conta os cidados por em nomo de urna igualdade chimenea, con-
eabeca, considerando toilos ellos como uni- ferc aos incapazes direitos que nao poden
dades do mesmo valor, para formar a sobe- saber exercer, conduziitdo demagogia e a
rania do numero. O corpo eleitoral assim entregar tudo aos agentes domando abso-
luto torna-so subsorviento dos potentados, luto.
(Nao ouvimos ao orador). O ministerio, sem medir o alcance desse
0 segundo grao da eleigao, longe de ser mal poltico, que s meios radicaos podem
correctivo, aggrava o mal. remonr, prefere recommendar paliativos
A lei constitucional chama quasi a totali- que so virao aggravar o mal.
da le dos cidadaos ae primeiro grao da elei- 0 nobre presidente do conselho appellou
rao ; declara-os ignorantes e incapazes para para a reforma de nossos- costumes polticos,
exercorem as fur.ccoes do segundo grao, mas Se o paiz podesse ao menos ser informado
que sabero escolher conscienciosamenle as da poca em que se produziria essa revo-
pessoas que represoutam suas opinioes ; e ao lucao dos seus costumes, ao menos isso lhe
passo que proclama a incapacidade dos cida- dara paciencia para esperar o tempo de sua
daos para precedern] oleicao dosrepre- liberdade constitucional.
sentantes da nai.o, comprehende uessa res- E' ihcontestavel que nossos costumes po-
Iricco as mais ticontestaveis capacidades, uticos acham-se at certo ponto estragados ;
So o pensamiento foi suppr a mcapacida-. mas tamhein positivo que nao foram esses
ledos votantes, o segundo grao torna-se urna costumes que estragaran a lei; pelo con-
roda superfina do machnsmo ; porque a trario, ella foi que os estragou. Nos tem-
pessoa que tem a capacidade necessaria para pos primitivos, nossas eleigocs foram pu-
saber escolher um bom eleitor est sem du-
vida no caso de exercer bom o voto directo.
U que a verdade dos factos raostra que
0 mandato nfo dado por coufianca na pes-
soa que o tem de exercer, e sm arrancado
s multiddes incapazes. 0 eleitor vai eleger
quein quer ; os votantes do primeiro grao
da oleicao ignoran at ultima hora o uso
que vai-o eleitor fazer do mandato que lhe
foi conferido.
Admitta-se, porm, que se verifica o pen-
samento da le; que a eleigao primaria esc-
lito eleitores habilitados para fazerem urna
boa escolha dos representantes da nago ;
ainda assim a escolha de alguns dos capazes,
com exclusao de todos os mais, em numero
muito mais elevado, ere o principio cardeal
que chama todos os habilitados a intorvrem
nos negocios pblicos ; o chamado apenas
do alguns dos habilitados a mais manifesta
violarao do principio da soberana da nagao.
A capital do imperio conta apenas 350
oledores. Qual o numero de pessoas aqui
existentes com babilitagcs de sobra para
oxercerem o lreito de escolha dos represen-
tantes da nagao ? talvez mais de vinte mil,
os quaes nao podendo entrar no numero dos
350 flcam excluidos da influencia que Ibes
abe na governago do paiz.
Em todo o imperio conta-so apenas vihte
mil oleitores. Considerando-se o numero
los habilitados, chega-se a este resultado :
pie nove decimos da populagao habilitada
jara votar na escolha de representantes da
bacn acba-se pela lei excluida desse grande
direito.
Do parallelo entre os dous svstemas de
eleico resulla que a eleigao.directa prescin-
do do intermediarios ; o corpo eleitoral or-
ganisa-so e cr-a na escala mais vasta, o paiz
hbil, para votar. Esse corpo eleitoral sahe
das entranhas da lei, em condiges iguaes
pa todos os partidos, forte, puro, sem as
manchas da eleigao em dous graos.
No svstema do eleigao em'dous graos, ne-
nhum principio preside eleico ; esta fi-
lha da hita das paixes, e, em ultima anafe
se, s produz oleitores feitos pelos poten-
tados.
O systema da eleico directa abrauge em
si todas as opinioes, reflecte com exactido
a imagen do estado poltico do paiz : o cor-
po eleitoral deve sua existencia elei, e rulo
a influencias polticas.
O systema de eleigao em dous graos trans-
porta o pleito poltico para a porta das gro-
jas, pondo-o merco dos perturbadores da
orden publica. O systema d eleigao direc-
ta forma um corpo eleitoral permanente,
permanencia que augmenta a dignidade da
missao, a independencia do eleitor, e urna
garanta para o paiz. Veuha urna dissolu-
gao ila cmara, e o corpo eleitoral encarar a
situagao da altura de sua independencia.
No systema de eleigao em dous grCs, o
corno eleitoral, que nao tem seno um titulo
temporario c incapaz de apoio moral, nao
est em taes condiges: o mesmo sopro da
tempestado que dissolveu a cmara acabou
com elle'; depois da dissolugo vem sempre
a comedia eleitoral da eleigao em dous
graos.
Desto parbolo evidencia-so que as medi-
das lembradas na falla do throno nao podem
corrigir os defeitos do systema eleitoral que
tomos, e que vem de vicios inherentes a esse
mesmo systema.
Mas allegou-se que a reforma que estabe-
lecessc a eleigao directa censitaria esbulhan-
do grande numero de cidados'do direito de
votar, que fruem ha longo tempo, daria oc-
casiao a que se explor.isse essa mina, expon-
do-se assim o paiz a graves perturbages.
(Nao ouvimos ao orador). Um dos males
do systema adoptado vem da indifferenga de
rhuitos. A lei de 1841 estabeleceu quantas
medidas era possivel prever para garantir a
verdade das qualilicages e a independencia
das urnas; porque nao se tem tornado
effectivas essas garantas? Pela existencia
de urna indifferenga que nao abona os re-
ceios do nobre presidente do conselho.
Ainda, porm, que assim nao fosse, e que
a reforma eleitoral, adoptando a eleigao di-
recta censitaria, excitasso desgosto, seria isso
razo para que nao se attendesse aspirago
da maioria da nago ? O governo arreceia-
so dos murmurios que figura, e nao teme-se
do desgosto de duzentos mil cidados habi-
litados que esto excluidos de influencia nos
negocios pblicos? Nao lhe assustam as
consequencias do mallogro das aspirages do
Brasil ?
Os direitos adquiridos, a que se referi o
nobre presidente do conselho, nao foram at-
tendidos pelos parlamentos dos estados que
adoptaram a eleigao directa ; esses direitos
nao eram naturaes, mas creados pela lei, e
portanto podiam ser por ella retirados.
Allegou-se que nao era de boa poltica
restringir o direito eleitoral em urna poca
em que as conveniencias aconselham o seu
alargamento o mais possivel. Mas um en-
gao : a tendencia liberar! da nossa poca nao
para disseminar direitos inertes entre as
mos dos fracos e ignorantes ; ampliar o
direito do eleger directamente os represen-
tautes dos que toem luzes para isso; q.
ras : s depois que se tornaram patentes os
vicios-do systema eleitoral que temos, foi que
especuladores apoderaratn-se delles e os
puzeram em pratica. De aorta que o que
so assignala como causa do ma| nao foi se-
no effeito delle.
Singular pretengo a do ministerio A
raiz do mal est em instituiges que se
presta rn ao abuso; e para por termo
a elle quer esperar que se reformem os
costumes, que cada vez vao sendo mais
viciados. A poltica que espera taes
remedios da acgo do tempo, a po-
ltica da improvidencia, e que compro-
mette os mais altos interesses da socie-
dade.
Acha-sc summamente fatigado ; mas nao
pode concluir sem dizer anda' algumas
palavras acerca daquesto de constituciona-
lidade.
Esta questo de' coastitucionalidade adia-
se resolvida pelos precedentes de algumas
de nossas legislaturas ; delles resulta que a
maneira pratica do effectuar a eleico dos
representantes da nago nao constitucional,
e pode sor reformada por lei ordinaria ;
materia ; se assim nto foss nao teria a lei
da eleigao por circuios estabelecido as im-
compatibilidades, nem tirado o voto s pra-
gas de pret.
O principio invocado contra esta doutri-
na, isto que um abuso nao Justifica ou-
tro, ^ubvorsivo; nao admissivel que
se considere abuso o que est em leis do
paiz, salvo quando se trata de revogar
essas leis, o que nao se quer agora fazer.
Emquanto essas leis forein leis do estado,
nao licito a ninguem chama-las abusi-
vas.
Quando surgemduvidas sobre a constitu-
cionalidade de alguma medida, de uso re-
correrse aos precedentes. E' o que se faz
em Inglaterra. Sem duvida que all o par-
lamento coiistituinte; mas se o mesmo
nao acontece entro nos, nao menos certo
que nosso parlamento tem o direito de in-
terpretar as leis; a elle, pois, cabe dissol-
ver esses du vidas.
Entretanto o ministerio, nao obstante as
conveniencias de por termo ao mal que o
paiz sent, prende-so lettra da lei^como a
urna taboa de salvago : outro nao seria o
expediente seguido por quem quizesse tor-
nar odiosa nossa constituigo, apreserilan-
do-a como responsavel do estado de cousas
em ponto de tanta magnitude. Semelhan-
te explicagao conduzao desespero, e sbe-
se a que camihho o desespero leva.
Ha na constituigo duas cousas a distin-
guir c ha a constituigo viva e a constitui-
go escripia.
A constituigo vive compe-se dos poderes1
em movimento, dos direitos em, exercicio,
das garantas em eflectvidade. Pois bem :
esta constituigo vi*i tem sido ferida sem
excitar as mesmas sjrmpatbias que 0 minis-
terio agora mostra pela constituigo escripta.
E' preciso nao tornar o culto da constituigo
supersticioso ea ponto de nao querer" reto-
ques na constituigo escripta para salvar a
constitnigo viva.
I.isonga-se, pois, com a esperanga de
que os nobres ministros venham a abrir os
olhos a respeito desta reforma, que encon-
tra apoio em todas as crengas, e forma urna
das mais vivas aspirages do paiz. Urna
amarga e longa experiencia, tem mostrado
ao Brasil que sem a eleigao directa nada
c bter : s esta reforma pora termo aos ata-
ques dirigidos ao poder que a constituigo
tornou rresponsavel. A propaganda que
nesse sentido se tem manifestado um grito
de desespero do paiz, pela falta que sent da
rnabifestagode suas opinin.-
A falla do throno defini as reformas que
tem de ser subraettidas ao parlamento em
termos taes, que ahi nao se encontra cousa
que faga esperar a eleigao directa. O sena-
do sabe o que deve pensar a respeito desta
questo; e se tem & convicg'o de que a
eleigao. directa censitaria uoiajnecessidade
indecliuavel, deve nesta occasiao solemne
manifestar com a maior franqueza seu pnsa-
mento; assim o exige sua lealdade ao [paiz
e cora. ,
Pela sua parte, nao obstante o pezar que
lhe causa ter de separar-se neste assumpto
de ministros amigos, particularmente do Sr.
presidente do conselho, cujos servigos ao es-
tado o primeiro a reconhectf comtudo
hade votar sem limites pela emenda do no-
bre senador, ella representa as ideas do-ora-
dor e corresponde a urna necessidade vital e
urgentissima do paiz.
Que o ministerio se sustente no meio de
todas as dilliculdades que o circumdam o
segundo voto do coraco do orador; o pri-
meiro que o Brasil seja grande,* forte e
feliz,.pela grandeza forga e dignidade de
suas vivas instituiges.
O SR. VISCONDEDO RIO BRANGO (presi-
dente do conselho) diz o nobre senador pela
provincia da Bahia autor da emenda do pro-
jecto de resposta falla do thronojjmotra
que elle extemporneamente e co% afn
sahira a combat-la; quando essa emenda,
i; .. K queja a tem defendido e sobre-
. uia/iOqueo senado acaba-
assim como outros orgos Jo governo, nao
fez mais que cumprir com sei| dever acudin-
do ao debate j> que era chamado, o mani-
festando com franqueza suas convieges.
Respeita a opinio que esse nobres sena-
dores manifestam rom tanto ardor, mas,
pedo licenga'para pensar de outro modo o
tr tambem a coragem de sua opinio con-
tra os que pretendendem que urna questo
to grave, to complexa, soja decidida polo
senado, esencialmente conservador, nao em
urna discusso especial sobre um projecto
quefsse snbmettido sua oonsideraco,
mas, por um incidente, por meio de urna
emenda.
Ficou pasmado de ouvir ao nobre sena-
dor que acaba va de fallar, pela demasiada
confianga que elle tinha cm sua opinio, co-
mo se visse pronunciar a ultima palvra da
opinio nacional a respeito do systema elev-
torol.
Nao ha mais que discutir (exclama o ora-
dor) o senado deve quanto antes, tqmando
a diauteira- camaua temporaria, sem que um
projecto do reforma eleitoral sej submetti-
do a seu exme, declarar cora que o no-
bre senador pela provincia do Rio Grande
do Norte descubrir o ultimo remedio aos
males que allligeiu u paiz : que o uturu
depende da eleigao directa !
No entanto S. Exc. nao explicara o modo
de ser operada essa reforma, quando sao
immonsas as questes que o principio la
eloigo directa envolve em sua applica-
go.
O Si;. Saraiv.v:Declara-sea necessidade
dessa reforma.
O Sr. Viscon'de do Rio-Bu.vnco (presi-
dente do conselhoj : diz que tanta a sof-
freguido desses nobres senadores, e as fon-
tes em que.se inspiram sao to infalliveis,
que o nobre senador pelo Rio Grande do
Norte acaba de dizer que pouco importava
a questo constitucional. '
E' porm falso e funesto o principio in-
vocado porS. Exc, de que o abuso pode
autorisar outro abuso...
0 Sr. Zacaras :Isto est cheirando a
passaporte. (Riso.)'' .
O Sr. Visco.\de do Rio-Brango (prer
sidente do conselho) diz que, na opinio do
nobre senador pelo Rio Grande do Norte,
em materia de violago dos principios cons-
tit'icionaos, bastam os precedentes, para tran-
quiilisar-Ihe o espirito : sea constituigo foi
urna vez violada, pode s-lo segunda vez,
ou tantas vezes quantas fr preciso para se
obter a reforma que SS. Excs. tanto pro-
clamam.
O Sr. Visconde de Imiomeium : Nao
apoiado.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho, se eu nao traduzo o pen-
samento do nobre sonador...
O Sr. Visconde de Inhomerim : Nao
traduz.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi
dente do conselho] diz que, nesse caso, S.
Exc. deveria ter mostrado ao senado que a
reformado que acabara de tratar no discur-
so com que o preceder, estava as condi-
ges das anteriores a que fizera alluso: S.
Exc, porm, nao so quiz encarregar dossa
trela ; e o nobre senador pela Bahia j ti-
nha dito que a maioridade do Imperador era
urna condigo constitucional, e todava o
imperador assumira a maioridade sem que
ella fosse satisfeita.
Depois de tratar deste ponto e da lei dos
circuios o orador, roferindo-se ao que dis-
poz a lei em 1846, a respeito das pra-
gas de pret, diz que nem isto aproveita ao
caso actual, porque euto tratou-se de ve-
rificar se essas pragas tinham os requisitos
que a constituigo marca para que o cida-
do brasileiro possa exercer o direito de vo-
tar.
E o que se pretende boje est nos ter-
mos de algumas destas hypotheses ? Tra-
ta-se de observar a constituigo na sua le-
tra e espirito ? Nao. E se a eleigao direc-
ta nao urna violago da conlituigo, en
to nao sabe o orador o que seja una
violago flagrante, porque a constituigo diz,
que nao se pode alterar por urna lei ordina-
ria tudo o que diz respeito aos direitos |>o-
bticos e individuaos dos cidados ; e o di-
reito de votar e ser votado, alen de ser um
direito poltico, o por excellencia : a elei-
gao directa vai ampliar o restringir esse di-
reito.
0 orador, depois de apreciar o modo por
que a constituigo e>tabeloce a eleigao de
dous graos, diz que nao procede o exem-
plo do parlamento inglez, que tem sido
invocado, porque esse parlamento omni-
potente.
A reforma da eloigo directa nao pode
ser decretada no Brasil sem reforma da cons-
tituigo e a reforma 'da lei fundamental, se-
gundo ella mesma, deve ter sua origem na
cmara temporaria ; mas os nobres sonado-
res, desconhecendo a incompetencia do se-
nado, querom que elle leve desde j o seu
voto cora.
O Sr. Cansans.vo de Sinimbu' .O sena-
do manifesta a sua opinio cora.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho djz que, quando se tra-
ta de urna questo desta natureza, de um
acto legislativo, cuja importancia SS. Excs.
mesmo nao cessam do dizer que de grande
alcance, o senado brasileiro nao pode to-
mar a dianteira outra cmara. E tra-
tando-se de reformar o. systema eleitoral,
ainda quando nao houvesse a condigo
constitucional, a prudencia do senado nao
devialeva-lo a aventurar juizo^ntesde ser de-
batido o projecto.
Eis porque o orador nao se conservou
silencioso, mas, ao contrario mostrou todo
esse afn que lhe notou o nobre senador pela
Bahia.
O Sr. Zacaras Agora estou cal-
lado.
OSr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselho) diz que o discurso do nobre
senador pelo Rio Grande do Norte veio mos-
trar que suas apprebenses nao eram infun-
dadas. Wo e possivel que, antes de re-
solver-se a gravissima questo da inconsti-
tucionalidade da eleigao directa, o sena-
do so adiante outra cmara, e diga
cora : \ eleigao directa a salvago do
Brasil.
0 Sr. f..v.\\Av-Ao de Sinimbu' :E'
urna pro va de lealdede cora.
O Sr. Zacaras -.Votar a emenda nao
votar a reforma.
0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi-,
dente do conselho) diz que a soffreguido,
corri se v^o est da parte do governo,
mas sim da parte dos Ilustres reformado-
res. Nao os pode acompanhar nessa soffre-
guido.
Acha adiniravel que, depois de quasi
meio seculo de sysen representativo,
s agora se de>cobrisse no systema elei-
toral adoptado "todos esses- defeitos, e nao
s defefios, as at iniquidades, abys-
mos tremendos assignalados pelo nobre
senador pelo Rio-Grande do Norte, a
quem e acha opportuno acompanhar
agora, na descripcao militas vezes exa-
gerada icios ,-rasgos de sua inwginago,
que alias tanto encautam. Nao o acom-
panhar no quadro que S. Exc esbogou,
adrede carrejado pelas sombras de urna
imagmagu frtil, mas peiguntar ao seu
nobre collega se a eleigao directa, cuja
forma aiu la nao bem conhecida, levar
os brasileiros trra da promisso ? So,
mudado o systema, a eleigao directa trar
pacifica e seguramente a expresso legi-
tima da volitado nacional ?
O orador prsegue, apreciando os efli-
tos da eleigao directa na Franca, em 1H30
e 1848, nos Estados-Unidos e nos Estados du
Prata, onde militas vezes a fraude eo revl-
ver deciden do pleito eleitoral.
Depois de outras consideragos em que o
orador compara os dous sysleinas eleitoraes,
demonstrando as vantagens do estabelecido
pela constituigo do imperio, dizqueouvio
com surpreza ao nobre senador pelo Rio
Grande do Norte dizer que o governo nao
quer a reforma eleitood seno pela acgo do
tempo, que nada prometi seno palliati-
vos ; que o nobre senador autor da emen-
da tambem dissera que o ministerio pareca
tudo confiar do tempo ; no efitanto que
essa propria emenda que d acgo do tem-
po a educago popular, a pratica do syste-
ma representativo c a influencia necessaria
para que as institoigos do Brasil sejam to
ivrescouio S. Exc. desaja, quando o gover-
no entende que o systema actual pode ser
meiliorado eflicazmeute, sem tocar na oons-
tituigo do imperio, o sem adoptar um sys-
tenia que em outros paizes nao tem evitado
os males a que se quer fugir.
A inaior parto das violencias que se pra-
ticam as parocliias, reconhece o orattor
que provm do vicio da qudilicago. (Apoia-
dos.) Toda a reforma eleitoral 'directa ou
indirecta'] dove ter, co.no um de seus pon-
registro
tos capitaes, a maior garanta no
eleitoral ou no processo da qualilicago ; e
o governo, no seu projecto, procura dar ga-
rantas elficazes, que so nao evitan inteira-
meiite, pelo menos previnem em grande par-
te os abusos que boje se commetteni na
qualilicago dos votantes, llavera mais to-
lerancia, e a minora nao Qcar eliminada
da represontago nacional.
Em concluso, o orador, est convencido
de que pela eloigo directa o paiz nao rem-
dela os males que se lhe tm assignalado ;
est convencido de que a eleigao directa
nao podo ser decretada, sen reforma da cons-
tituigo ; 6 ministerio nao adopta a eloigo
directa-.
0 governo nao procura agarrar-se a una
taboa de salvago : sustenta a inconstitucro-
nalidade da eleico directa, poique a sua
conviego profunda.
Se p ir acaso a opinio dos nobres senado-
res, sustentando um projecto que ain-
da lhe desconhecido, merecer o assen-
timeuto das cmaras, o miuistorio nao pro-
curar urna taboa de salvago, mas se dar
por vencido e entregar o poder quelles
que forom mais prndenles.
0 Sr. Sauaiva :Naturalmente o que
ha de acontecer.
0 Su. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) cita algumas palavras do
nobre senado: pela Babia (o Sr. Zacaras;
proferidas no senado em sesso do 22 do
junho de 1807, quando S. Exc. achava que
a eleigao directa presuppunba a reforma de
uns poucos de artigos da constituigo, e nao
devia sor questo de prograinmas.
Ten manifestado francamente a opinio
do governo ; nao pode, prem, deixar de
reclamar contra o dile.nma em que os no-
bres senadores collocaram esta questo,
dizondo ao paiz : Ou eleigao direc-
ta, oy um conflicto entre a cora c o
povo. m
E' contra este argumento ud terrorem,
contra essa frmula inconstitucional, que o
orador reclama. SS. Excs. devem permittir
que a discusso soja franca e livre, em vez
de attorrar o govarno com as farpas do seu
tridente.
forga certos e deternainedos limites ao'Fat*-
guay sem terem conscieocia de Su* jus-
tiga.
Que a garanta colleeliva do accovdb
muilo diferente de preteuder-se que o al-
lujdos reeonhecessem' e se obrigassem a sus-
tentar limites, sem ouvir ai outra parte in
teressadia, sem confrontar os ttulos de e outro rrrteressado|. sem ter pleno conheei-
ment de causa, e nicamente em virtud*,-
do que estabelece o tratado de allianca.
E soass-m ewi, se o Paragzey estava no-
pleno gozo do sua soberana ; se o tratado
de altianga no art.'8 obrigav os alliado*
a reoonhecer sua independencia, soberana
e integridad*, como podan, os alfiado*
torear a mo do Paraguay para- subscrever
esses limites ?
O orador, depois de acurado esatne, e na
justilicago do pcocedimento do So, baro de
Gotegipe, passa a tratar ainda da dissolugo
tda cmara, qualicada pelo nobre- senador
pela Bahia como o maior attentado que se tem
commettido.
A questo grave e digna da coasidera-
go do senado ; a cmara, dividindo-se co-
mo se dividi. tornnra-se impossivel qual-
q,uer ministerio.
O Sr. Fikmino ;Nao apoiado.
0 Sr. Visconuebo Rio Branco [presi-
dente do conselho) diz que livre pensar
diversamente, mas quer que o nobre- lea-
dor que lhe d o aparte proveo contrario.
O Sr. Fulmino (com forga, :Respon-
derej a V. Exc.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho ) :diz que, dividida a
cmara em dois grupos, a maioria era ape-
nas de um voto, maioria epherrtera, mas
quando mesmo fosse compacta o avultada,
ora urna maioria ccasional.
A questo que apresentava era : Quem
devia dissolver a cmara? 0 governo que
ainda tinha um grande apoio em ambas as
cmaras, que tinha de seu lado, nos favo-
res da opinio publica mnnifestagoes inequ-
vocas, ou a minora de 1871, subindo ai
poder nicamente pelo direito de um voto
com tolos os resentimenios dessa luta ?
Dar-se-hia urna grave anomala no regu-
i*1!! constitucional.
A questo boje est jplgada :
Porque trazer a cora para esto debato
SS. Excs. tem diante de si um ministerio
fraco, mas um ministerio que sabe dizer o
que pensa, e, bom ou mal, dar razo do
sua consciencia. \
A questo eleitoral nao est estabelecida
entre o paiz c a cora, est estabelecida
nicamente entre o miuistorio o as c-
maras.
0 nobre senador pela Bahia dissera que
vezo antigo os adversarios das reformas
invocaren seus engos, fantansiade males;
mas o orador responder que vezo rnuito
antigo dos reformadores precipitados nao
toleram as opinioes contrarias ; quem nao
pensa como ellos, pensa mal, sacrifica o
presente e comprometi o futuro ; os ma-
les que elles procuran remediar com suas
reformas avultam e crescem de noite para o
dia.
Passando o orador a tratar do outro' as-
sumpto, diz que a primeira vez que teve
a honra de fallar, expuzera ao nobre sena-
dor pela Babia (o Sr. Saraiva ) quaes as
causas da divergencia entre os plenipoten-
ciarios brasileiro e argentino ; e S. Exc.
nao contestara que houve motivo profundo
para que o plenipotenciario brasileiro nao
annuisse a exigencia do argentino. Cr
que S. Exc. nao desconhece isto.
0 Sr. Zacaras :Nega. E se elle nao
nega, negoeu.
0 Sr. Visconde do Rio Branco ^presi-
dente do conselho) aceitando essa declara-
go, procurar mostrar, que o plenipoten-
ciario argentino nao liiha direito ao que
pretenda de seus collegas, isto que sus-
tentassem os lmites da repblica argentina,
taes quaes foram descriptos no art. 16 do
tratado de allianca.
Os nobres senadores nao podem des-
conhecer que esse tratado nao rtsolveu de-
finitivamente as questes de limites; estabe-
leceu bases para ajustes de paz ; cada um
dos alliados lunitrophes declarou qual o
mximo de sua pretengo, e esses mximos
nao foram examinados nem discutidos, re-
sultando d'ahi sement que os alliados nao
podem oppr-se a quo os limites assignala
dos no art. 16 sejam exigidos do Para-
guay.
0 orador demora.se anda nesta questo;
le discursos proferidos no senado, demons-
trando com a opinio dos Srs. senadores Na-
buco e Zacaras, que o procedimento do pleni-
potenciario brasileiro estava de accordo com
os compromissos, a honra e a dignidade.
Que os alfiados nao podiam impr pela
a grande
maioria da cmara apoia procedimento do
ministerio, o os nubres senadores nao tem
o direito- de por em dovela a legitimidade
da outra cmara ; e se respeitam tanto a
maioria do um voto de ento, Aevem res-
peitar ainda mais a grande maioria de hojj^
que sustenta o governo.
O Sr. Saraiva : llavemosdo ver agora
na questo eleitoral.
OSr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselho diz que o nobre senador
pela provincia do Rio de Janeiro (o Sr. Vis-
conde de Nitheroy), referindo-se a seu.
amigos dssidentes da cmara temporaria, e
vendo em seu procedimento nao os princi-
pios do partido conservador, mas urna de-
generaco desses principios...
0 Sr. Zacaras : Ghamou-os de dege-
nerados.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho, diz que S. Exc. DS0
quiz de forma alguma offender o carcter
moral desses dignos representantes...
O Sr. Visconde de Nitheroy :Apoia-
do.
OSr. Zacaras: J retirou... Y
nao diz nada sobre o commercio do amor. .*.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do consolho; : prsegue, susten-
tando a constitucioualidade da dissolugo,
e respondendo ainda a alguns tpicos dos
discursos dos nobres senadores pela Bahia.
0 Sr. Mrquez de S. Vicente diz queja
86 tem escripto e discutido bastante sobre a
questo quo se suscitou entre o Brasil e a
repblica Argentina por causa dos negocios
do Paraguay. Nada dira, portanto, com
rolago a este assumpto se nao estivesse em
circumstancas especiaes. Foi um dos ne-
gociadores do accordo que resolveu aquella
questo de maneira honrosa para as duas
nares ; portanto, justo que d algumas
explicages a esse respeito. Accresce que
ten ouvido apreciages,, que mais parecem
dictadas por espirito de opposigo do que
por patriotismo ; nao podendo absolutamen-
te concordar com ellas, leve mais esta rtizo
parajulgar conveniente vir tribuna.
Nao vai tratar de urna materia abstracta
ou puramente philosophca ; mas do assump-
to pasitivo, o oin que nao se podo chegar a
concluses sen analyse dos factos :. destes, s
referir os essenciaes, partin lo da poca
en que os plenipotenciarios dos govemos
alliados reiiiiiram-se na cidade de Assump-
gu.
Abortas all as conferencias, prosegui'rarn
de modo satisfactorio at tocaren em duas
questes, isto clausula que prohiba ao
Paraguay levantar novas fortilicages no seu
litoral, e aos limites da repblica Argentina
no Chaco.
Urna das estipulages do tratado de al-
lianga impedia que o Paraguay levantas*
novas fortilicages nequellas condiges. "O
plenipotenciario brasileiro terminados os
ajustes da conferencia, exegio quo essa clan
sula |flj [laclo de allianga fosse inserida no
projecto de jtratado que ia ser submettido
ao governo do Paraguay.
Qual foi a attitude do plenipotencio ar-
gentino ? Declarou que semelhante estipu-
ago do tratado de allianga nao havia sido
justificada pela repblica Argentina ; nao
era, portanto, lei para seu paiz, e nao a po-
da admittir. Disse-o peremptoria e catego-
ricameute, declarando que era sua ultima
palvra, por mais inesperadas que fossem as
consequencias que dahi pudessem provir.
VARIEDAD-E
PHOTANTHRACOGRAPHA. Tem e^'e
complicadissimo nome o novo svstema d<*
reproduego d'imagens, inventado pelo ab-
badeSobacehi, de Eodi. Nao sabemos se
o nome tambem foi por elle inventado.
Pelo processo, a que nos referimos, *e-
produzem-se iminediatamente as gravuras,
desenhos, aquarellas, escriptos, cartas geo-
giaphicasou topographicas, etc., em papel,
ou em qualquer substancia transparente,
sem damno para os originaos.
Dizem que este processo pode ser de
grande utilidde para os caligraphos, desb-
ulladores e pintores, porque facilita a re-
produego rpida e econmica dos seus de-
senlies e modelos.
Sfio possiveis as reprodueges de W cent-
metros por ^>0.
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Si
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TiT D DIARIO BAJA
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