Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12849


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Full Text
"**^^>*.,_-
ABO XL1X. MUERO 49
-- *......... *---------------~7"------'-----------------.
PARA A CAPITAL LIJCABES 0\1E KAO SE PAGA POMTE.
Por tres mezes adiantados...............; 63*000
Por seis ditos dem ..-'......^ ...... 1JK)00
Por um anuo lem ,.......... 2iJ000
Cada numero evulso............ ,... 320
SEJTA FURA 28 DE FEVptEIUO t)E I873J

PARA lUtlVTRO E FBA DA PBO VISCIA.
Por trj meies adintados...............
Pur jjps ditos dem.................
Por nove ditos dem................
Por un auno idea. ........*..
W750
13&00
209250
27?000
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIRGA DE FARIA & FILH0S.

t. <
Os Srs. Gerardo
Antonio Alves & Fillios, no Tura; Condal ves & Pinto, no Jlaranlio; Joaquim Jos de OliveiraA Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, ojii Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba; Antonio Jos Gomes, ia Villa da Peuha; Belarmino dos> Santos Bulcio, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Kazareth;
Antonio Forrira de Aguiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alagdas; AJves C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio |de Janeiro.

PARTE OFFICIAL
(.oiciii i lu provHciu.
Inspeeco da sai'ule publica do Pernambuco, em
SI do fevereiro dta 1873. -Illa, e Exm. Sr.Ac-
cuso a reeepcao du offlcio do V. Exc, de 12 do cor-
rente, em que chama a miaba atMnco para mu
artigo que vea publicado no Uiiwio de t'eni'uit'iii-
cu desse da, tratando da pessma qualidade das
nenies verdes que se expoem venda dos a run-
gues desta cidade.
0 que diz o Diario e ve dade, e contristado-
quo seexponba vend, e, coa eITcito, se venda
carue da qualidade q;ie levada .ios acmgues
para o consuao. Mas. eomo remediar de charo
rose mal, que tea por causa a falla de gallos suf-
hcieiilemcnte refetos e descansados ?
Como vereador da cmara municipal, propnz em
8 de abril de 186:) as providencias que V. Ese.
>er do parecer junio por copia, as quaes nao fo-
ram consideradas digias de seren aceitas, nem
nunhuma outra foi proposta depois per aquellos
que as regeitaram Os niales ehronicos na) so
curam sbitamente : preciso milito lempo, mui-'o
traliallu e s \ezc< milito prejuizn em experien-
cias ; e so assim se conseguir no lim de alguns
aunos iit'lbor.ir a qualidade das carnes verdes,
Sois mesmo que se qirizcsse vedar que no mata-
uuro publico desta cidade se esquartejas em rezes
magras, os que se oreupaiu desse genero de nego-
cio laucaliam iniio do recurso de talliarem-nas em
outras Incalida les e vciiderem-nas occultamente,
sutonta a eseassez de otttroa gneros alimenticios.
Nioc s a magreza extrema do gado : ella -e
junta o eausaoo, a falta de alimentos, agua e abri-
go durante os das em que elle se demora no ma-
tadouro. Seria preciso, portanto, um esforeo limi-
to continuado e pertinaz para, no lim de algum
lempo, obter-se. cirne melhor, o que certamente se
nao conseguir .sea providencias muilo judiciosas,
e executadas sea interrupcao.
Entre essas providencias julgo, e por vezei o
tenho.dito, que figura em primeiro lugar a escoma
de uaa lucadadc para onde se mude, e quanto
antes, o matadora-1 actual, verdadeiro e milito po-
deroso foco de infeecao, onde nao ha nenliuma das
condi.oes necessarias para taes estabeleeimentos.
A presenta de um medico no matadouro duran-
te o servico da matanea jioderia prevenir que se
ei piartejassem rezos doenles, e a vigilancia maior
dos fi-rae- da cmara India a conveniencia d
So se continuar a vender a carne logo que ella
principia a mostrar indicios de docoinposioo, a
qual em certas quaUdajefl de carne, e principa
mente em dias de muito calor mi de mata chuva,
appareco logo 8 ou 9 horas da maulla, justa
mente quando completa as zi horas de m irla, e
de que e causa, sea duvida almima.a manoira por
que as carnes s5o cwnduxidasw) mitalouro, o que
me levou a prop >r na cmara a aJopoao di carro-
pas, em uue as-carnes fussem penduradas e nao
sttbrepostas, como aetmdmente ainda sao couduzi-
das, e cobertas coa oleados imperaeaVeis, dwido
em resultado que o grande calor junto com a hu-
rsiilade, quecoiitm a carne, de lugar una pu-
trcjocao rpida.
'jra prevenir essas c 'outras irregularidades,
apresenlei na cmara municipal um projacto de
postura, para que n n seis mezes de verlo n">o se
podesse vender carne morta no dia antecedente
aim de iati da tanle. A cmara adoptou o pra-
zo de tre horas da (arde para o verao e cinco para
o invern; e com o eiasterio que da) os marchan-
tes esse prazo, fiados na bondade dos li caes, a
venda da carne vai t seis horas da tanle, e sas-
. tenia o proco at es-a hora, porque o povo nao Sd
anjeita a compra-la chara e podre : s seis horas
da tarde, a que resta vai dalii para certas casas,
onde convertida em linguicas, o que publico e
notorio, e dessa muneira depols vendida as ta-
bernas.
V. Bxe. fcilmente comprehender que, com
quanlo algiimis providencias podessem ser postas
e n ortica para min nar parte dos males quesof-
fremos da falta de carnes verdes o sua pessima
qualidade, a in iior parle driles lio, talvez irreine-
diaveis porque depead m de causas, i|iie s para
un futuro remito poderao ser alastadas. Essas
priiicipaes faltas sao as segnintei : t. o gido
i'ouco e vem de milito longo ; t. nto tem lempo
lU'Hciente para cre-cer e engor lar : o termo me-
dio do peso de um boi 8 arrobas; 3.' 6 gado es-
t.auhaiido a mudanen do lugar e excesso da va-
gen, a falta de descn;o, de alimentacio e agua
qtw sent p i caminho enfraqaeee nimio e adoecc;
. chegaudo ao mita loro nio encontra nem ali-
nieiito, nem agua, nea resguardo. 5 os dias que
aqoi se dein ira sabe as 8 horas da a irita, vai
pastar at os Remedios e dabi volta as 2 horas da
tarde, apanhando urna Corea deso extraordinaria;
6.# as carnes saocondiuidassobrepondo os quartos
uiis aos outros, courindo-os com um grosso ence-
radooquea causa de sua rpida putretaceSo;
7.* o contrato da eonduccao das carnes em carre-
jas apropriadas nao poude ter execucao pela qua-
lidade da construc.'o das carrocas qie nao tinliam
equilibrio suficiente para poderem tran-itar pela
ra Imperial no estado em ntie ella se acliava de
ratitas exoav.i;o -s. aogmentaaos os embanoM com
os trillas da companhia de bunds.
Doman relatono apreaeniado cmara munici-
pal em 8 de abril de 1861), ver V. Exc. que a
qnestao da falta e da mi qualidade das caraos ver
des foi inais ou meaos estudada por mina nessa pi-
ca, c que a cmara 111 inicipal desta cidade rejei-
t.mdo lodos os alvitres por mim apresentad is.
nunca inais se ieatbron de algom que pode se pro-
\ iitosamente substit-.i-los, e tiramos durante qua-
trj aun.1- se,a procurar o mnimo remedio para
dos m liores males que nos afllige, e que me
parece ainda se tornar inais. grave para o futuro
permit vos d simples intuicao : 1.a a procura
ice nio s pelo augmento' de populacao, como
da circiiUeao mais freincnte dos vapores.que quasi
diariamente aportam a esta cidade; 2." durante os
., es da safra o numero dos navios cresce todis
annetj 3." o gado nio lea lemtta dareraaerae nem
ii.' engordar; 4.' a viagem e auito longa e por
terrenos anude elle n'io encontra nea aguajiea
alimento, c sent de inais a inais a transieao do
ciiiua e 11 que uascei para outro differente e por
rsso adoece e aqui chega quasi a morrer; 5.* aijui
e [icrlo daqui nu) ha agua, nao ha alimento, nio
ha abrigo para um calor abrazado/, cuno o do
trie
tifa porem. Exm. Sr.. um meio muito fcil do
resolver todas estas questes, c o clamor que se
levanta contra os negociantes do gado, vulgamentc
conhucidos por marchantes : esse chavao do
monopolio, esse grito do lacro transcendente,
que tira o marchante da venda do gado, e com o
qual aobceearrega deshumanamente o povo.
^Bu tenlio motivo nem pretencao de me consti-
tuir defensor dos marchantes: tenho estudado,
oonlorui'' mullas delieis forras c apoueada intel-
fbea o permiltem, as causas da falta e m qua-
ae das carnes verdes, e por co iseguinte nao
p tssa por militas mitos, o todas ellas procuran! ga-
libar. Os marchantes ntosao j nao vo s feiras,
tcem all seus -gentes, a quem pagam conimisso
P'las compras que roalisa n : nestas diversas
IranaaecMS que augmenta progresivamente O pre-
pi do genero pioporc.to que elle demine otn
valor e em qualidade, porque proporciio que o
gado se aproxima desta cidade. vai tieand mais ex-
tenuado e mais dooute.
Assim como a fazenda e a fenagooi passa por
v ate 0U trinta niaos antes que chegue ao consu-
midor, assim o gado passa por outras tantas,
desde o ,izeodoro,que o cria, al o marchante qne
o 111 oda leluihar; e iiinguein querefa que o ue-
g'H'iaiile de Pajo de Flores v a Inglaterra com-
prar lou.4 pecas d-j ehit.i. porque comprando-as
0111 primara mo as lera por muito menor preco.
Dabi, certa 111-mte, provea que o marchante que
precisa de gado para suppriro mercado nao ha d
esperar qne elle engordo, afim de rotalha-lo no ah-
110 seg u'nte : disso s se oceup.un os fazendoiros
ou senhores do engeubo, que toa vastos pastos,
e quando lia as feiras grande abundancia de
gado, e que tica muito refugado, por demasiada-
mente magra, peles marchantes ou seus prepostos.
E" patente, portanto, .pie s* houvesse abundan-
cia de gado gordo as feiras, bavoria tambera nes-
ta cidade, e que se o inarcliante tira, como se diz.
um lucro fabuloso da vend de sen genero, seria o
primeiro a querer vender muito para enriquecer
em poaeo tempo. E, quando elle se v obrigado a
restringir a niatanca, nao > porque mi ha gran-
de quantidade de gado, como tambem porque ma-
tando maior numero de rezes, receia ter maior pre-
juizo, se nao adiar proapta extraccao a carne.
aloiu do (pie forcosamente tem com a dlminuicao
diaria que sent O gado e porramente da quali-
d.ade.
Sao fabulosos os lucros que os marchantes ti-
ram do sen negocio : entretanto niiigtica se atreve
a participar desses lucros que deven trazer una
grande fortuna em pinico temo > : nenhum capi-
talista aventura seus apitaes em urna mercadura
Je lauta vautagea : tolos os dias abrein-se casas
do grosso trato ; ai mazens de asacar, lujas de fa-
zeiulas, de inudezas, e todos os mais gneros de ne-
gocio ; em pouco tenipn fazem-se fortunas e pas-
samse as casas outro : enlretanto'os aarchaotes
sao os niesinos e nao abandonan o negocio porque
nio tem outro meto de vida e o pouco que possuem
est all comprometlido : e sempre o monopolio
o lucro, a deshuaaniJade : entretanto as feiras
estau abi bvres, ninguem concorre a ellas : os
oalnos pcgocianies podem f.izer entre si ipialquer
conchavo para ntt 6e s.iciiiicareni, o marchante
tem obijgacao de comprar o gado par alto pre>.,
parque nao o ha em aban Inicia, faze-lo reprodu-
z r-so,-. como ascahecasda hydra, e vir vende-lo
barato. J)esculpe-nio V. E\r. por ter-lhe tomado
o seu precioso ten po ea aloiigir-ae om conside
racoes de objecto^ a.lheios inteiramente niinlia
profiasio, ejuara os quaes sem duvida me ne
echo pn-parado : pelo que iiecessariamente terei
cilii lo em auitos erros, mas a pratica de quatro
annos de visitas qaetle desgrafsdo mat.adouro,
aondo com muita razio quem lli foi nina vez
nunca mais volta sanio obrigado, tem-me permi-
tido entrar no coiihccimento das causas qne acabo
do expr a V. Exc, para as quaes tenho prestado
d'.'sJe principio a devida atlcncao.
V. Exc. iuteressado pela prosperidade desta pro-
vincia, como sen tibio e conu seu administrador
eertamente envidar os esorcos necessarios para
remediar pouco e pouco os males existentes, c
nao se deixar arrestar pela cantilena do mono-
polio, porque desta nio falta quem se oceupe.
Y. Exc. nomeando una commissao de homens
entendidos na materia e versados nos negocios p-
blicos provavolniente supprir as ladinas que por
deficiencia de eonheeiinen'.os proprios foraa por
mim deixadas
)eus guardo a V. Exclila, e Esa Sr. co.n-
mendador Dr. Henriqne Pereira de Lueena, dignis-
simo presidente da provincia 0 inspector Dr.
l'elrode Athaydc Lobo Moscos.
A aumentarlo publica tem .-ido sempre consi-
derada assumpto de alta tnagmlude e importancia
0.11 todos os paizes civilisadi-s. e como tal oeeu-
pado a attenco de homens ilustrados nao s na
classe dos inediCLS, como tambem na dos admi-
nistradores polticos.
Se ea lempos ordinario- |em ella dado que en-
tender a uns e outros, com P ai raziio o deve ter
folio em cireumstancias anoraaes ea que a falta
ou a qualidade dos alimentos pode ser causa ou
origein do grandes males e al de calamidades pu-
blicas.
A commissao d maXadouro publico, averignan-
*do esta questao em suas dilferentes dependencia-^
julga-se, entretanto, dispensada do entrar em pro-
fusa- considera. >sgeraes e no jogo de paralellos
e e nifrontacoes histricas do que te passa em ou-
tros paizes, porque o seu infolio nao fazer alar-
de de conhecimento nem de erudiciio.
Sao bem patentes e de lodos c'nliecidos os nos-
sos males, sua gravidade exige providencias e re-
medios promptos e enrgico-, applicados com todo
o esmero e attenco, para que dilles provenhaa
resultados benelicos, que o que desejam todos
aqo illee que do wracto se iuteressam pelo bem
publicj.
Entrar, portanto. a commissao sem mais prem-
bulos na exposiciio do sen pensamento.
Resta cidade os gneros alimenticios sao pouco
numerosos, pouco variados e quasi sempre de m
qualidade. Acontece aqu, eomoem toda a liar-
te, onde a procura superior ofTerta : appar-
ce infallivelmente a eerestia e da-se animacao,
aim disso, ao proiucln de ra qualidade ou un-
fterfetlo.
A indifierenca do productor tambem onse-
qupnca noeessaria dess^ estado, e explica-se f-
cilmente pela seguranza que foro elle de obler
boin proco por sen produelo, tal como o olTerece,
o que o dispensa, par eerto do dar-se ao Irabalho
e melliora-lo, porque eqm pouco trabalho e des-
peza tira lucro suHiciente.
Na escala dos gneros aUmeqticios entre nAs,
figura numa cifra muito elevada o consumo da
carne de gado vaceum. e a comparacao com ou-
tros paizes patente:-; desproj. ovos talvez quecau-
sem espanto, e a razio 1 brque aqui'nio temos
como l a concurrencia de nutras gneros para a
alitncntacao, comosejajn ft carne de porco, de car-
neirn, cabra e at CavallOr as cacas, os pei-
xes. as ostras, marisco : nao fallando as subs-
tancias em consrwi que em grande abundancia e
variedade apparecem nos morcados. Algias ar-
tigo desses sao entre nos ti. raros e de to ele-
vado preso que sem exageraco se podo dizer que
apenas servem como regalo para as classes abas-
tadas. ^
Os gneros alimenticios entre nos podea classi-
car-se na ordem seguinte. conforme sua extrac-
cao ou consumo.: em primeiro lugar i carne ver-
de, em segundo a same secca do Rio Grande, em
terceiro o bacalho e algum pixe secco que vea
de outras provincias, ou das praias mais distantes
desta. miarlo as aves que poucas classes compre-
.bhca : se at o presente pac ou'BaJa tem feito
as cmaras anteriores a actual, nao isso razio
sufficiente para continuar em abandono, objecto
tao importante e susceptivel de meHioramento. Se
a cmara chamar a si o estudo desta questo. e
envidar todos ose horcos para remover os. olista-
culos, que se acham agglomorados aqui ealli, e
todos empecondo a reafsacao de um graude be -
neficio publico, certamente concorrer directamen
te para attenuaros grandes soffrimenlos d una
populacao que tantas penas supporla no provi
ment dos gneros a mentidos, j ein relaco
quantidade, j qualidade e at mesmo na maiiei
ra porque sao tratados e offerecidos venda.
A commissao se circuinscrever a tratar do
abaslecimento de carne de gado vaccua, porque
este o genero de maior cousuao e quasi sem-
pre de pessima qualidade, sendo tambem por con-
seguinte aquee, de que maior daino pode vir
sade publica.
Pede, portanto, a commissao a benevolencia des-
ta cmara para ouvir algumas consideraces, ea
que no pode se dispensar de jjutrar acerca do
.abastecimento desse genero.
A maior parte do gado, que entra para o mata-
douro publico, trzalo d;i provincia do Piauliy,
fazendo marchas de trinta a quarenta dias por
campiias, em que nem agua, nem alimento al-
gum se encontra, do que resulta que a maior par-
lo das rezes aqui ebega magra e doeiite pelo can-
saco, pela, fume e pela sede.
Dasparagens limitrophes do Piauhy tambem nos
sao trazidos gados originarios dolle, mas dep >is
de terem passado um ou dous annos em refaze-
rein-se, do que ganhain ea dosenvolvimenlo e gor-l
dura e adquirea mellares condcr>es de acrraa-
cao que os toraa mais aptos a supportar as fa-
digas da viagem que bem que seja de trinta a
quarenta dias, nao mes causa tanto daano como,
aos priaeiros.
Anda ha outros gados que say viudos 1U1S ser-
ios da Pa'rahyba e Cear, e aqui cliogam com
viagens de dezito a vinte e cinco dias : sua qua-
lidade superior as outras, nao s porque a dif-
ieren^ do clima mui pequea como porque a
jornada mais curta e por lugares mends inhs-
pitos.
Por ultimo figuram os gados que vem dos en-
geohos ou fazendas prximas a esta cidade. Es
les gados sao superiores a lydos os outros. Pro-
vm ellos dos rofugos das feiras, comprados por
barato proco e os fazedeiros os tratam p ir algn*"
mezes e mesmo annos, e com es-e tntaaonto ga-
nham melhoras extraordinarias. Nao lia muio-
dias que leve a commissao occasi.lo de fazer com-
liaracao entre os gados dos engenlius, cuja gordu-
ra nada deixava a desojar e os do sertiu, cujo as
pecio magreiro e tristuiibo causan d. ..
A commissao nao pode bem assignalar as Cau
sas que obstam a que os -sentares de engeubo e
de fazendas emprehoud.i-a c.-peculacto do com-
prar o gado do serlio para tolo algum tenqna
descancar e ref;uer,e-i.ji.:.().) esse^liie nao seria
de grandes dirflculdad*eiiri!os. cuma, que por
sua boagnidade e exuberancia dispensa cuidados
que em outros mais speros nao podein ser olvi-
dados.
Tambem pensa a com-nssio iju o'systeida de
tratar o gado em estribaras doveria.sfir experimen-
tado entre nos, porque com elle sAevitam militas
molestias e desastres, que esto sujeitos os gados
sollos no campo. -)ii
Har completar o que fica mencionad 1, .1 com-
missao tem de accrescentar que o gado comprado
as "oirs de Pedras de'Fogo e Santo Antto una
vez por semana, que quando ellas tem lugar,
desses pontos remedido para esta cidade onde
chegado, tea dous ou tres das dejdescanpo, sendo
merlo d ariamente o numero do rezes que o-= mar-
chantes julgam sufUcicntc para o consumo, do que
resulta que algias bois passam oito e mais dias
antes de seren abatidos, vi vendo as lamas ds
curraes do matadouro, fazendo marchas todos os
dias pela aanha para irea a longiquos pastos,
onde nao eneontrain nem alimento sufficiente e
menos agua para beber, pois, alguaa que ha
salgada, e voltarem a I hora da tarde supporlando
os rigores de um sol abrazador, como se selo
entre nos principalmente no verao.
O conjuncto de todas estas circumstan;ias con-
corre para o abatomento e magreza desse3 gados,
e suceede entao, que de preferencia sao abatidos
aquellos que pela extenuarn de torcas j uio p-
dea fazer a viagem para os tats chamados pastos.
A commissao entendo que a esta cmara compe-
te adoptar algumas providencias, que tenham por
lim melhorar o abastecimento de gados, e possuida
dessas ideas anima-se a apresentar .-ua^abia me-
ditacio os seguintes alvitres que em seu fraco bes-
tunto julgn prometi loros do favuiaveis resultados,
c espera que sejam vertidos em rsoluedes:
1" A cmara municipal do Recife dar o premio
de 2:OO0OX), a quem apresentar no matadouro
publico desta cidade, no domingo de entrudo do
anuo de 1870, o boi mais gordo e de maior peso.
2* Aos dous bois inmediatos em peso e gordu-
ra ao primeiro se dar a cada u:n o premio de
1:000*000.
3a A cmara contratar com quem maiores n
aais seguras vantagens offerecer a cohstrucco de
ua ou aais lagradouros pblicos dotados de bons
e abundantes pastos c agua ea quantidade sufti-
cente de aaneira que possam servir para o des-
canco do gado e aesao para refazomento.
4" Para a realisaca desse contrato serio guar-
dadas todas as cautelas e coudicoes que de cos-
tunic nos contratos pblicos.'
Pensa a commissao que nao arremessou do al-
margem ao esquecimento, nenhum: dasrazoes que
algum peso podesse haver para o caso de que se
oceupa c declara llianamento que nao lica desva-
necida do haver apresentado um completo sistema
de providencias, mas que confiando na in>-l!igen-
cla e conhecimentos dos Ilustrados Srs. vareadores
.la cmara auni pal do Recife, fica desraneada
que qualquur lacuna que so, encontr noste pare-
cer ser sobejamente preenchida. e souj duvida
mais luminoso e bem elaborado prujecto do medi-
das naseer da meditacao e estudo dos honrados
membros.
A coaniisso limita-so apena- a mostrar seus
bons desojas em prol de um proj cto do que podem
prover beneficios ao publico o espera sur aiudada
nelles pelos Srs. seus collegas da mumcipali-
dade.
mqo da cmara municipal do Recife, 8 de abril
de I8b9. -Dr. Pedio de Alhayd*Lobo Hoscoso.
Mnnoet de Barros Brrelo.
< tiu umilu *t araiv
ftUAHTKL (.Xtlivi. DO COMMASO IllS A'ins
l.\rK*l>0 OB l'KHMiMBUCO, KM 7 DK KKVR-
REIRO DE 1873.
Ordem do dia n. 705.
.0 biigalciro cuaaandanto das armas interino.
faz publico guarnicyaa para que teuba devido ef-
feito, que suguudo constou do ofi-io da presiden
ca'data lo de i"i, foi por portara do ministerio da
guerra de 3, tu lo di corrento, traaso.ido d 1 c 1:11-
m.iQdo du companhia de operarios do arsenal de
guerra desta provincia para o enorego do ajunJan-
to da fortaleza do Brum, o Sr. tenento reformado
do exercito Joapiim Manuel da'Silva e S, e doste
emprego pa aquellecommando, o Sr. lente ho-
norario do exercito Jos dos Pasaos Queiroz, os
quaes de'vein solicitar os sus tilulos da tlusor i.i
de f.uen ],, ; e entrar no exercio das iaberoutos
func.oes no dia !. de marco prximo viudouro.
O mesmo brigadoiro determina qu 1 na aanha
do dia 1.* do citado aez de aaroo se passe revista
de mi-ira em seus respectivos qiurleis^ aos bata-
Ihes do infamara, deposia de red utas e compa-
aliias soladas, pela ordem seguinte : As 6 horas .1
cempanbia de operarios ; as i I/i ao 1' batalho
do inl'autara. as 7 a companhia de cavallaiia; as
7 i. i ao 9. batalho ; e finalmente as 8 ao depo-
sito.
AssignadoJoio Guilherim de Bruce.
ConformeJos Ignacio Ribeiro Roma,
tnenteejudante de orJens interino encarre-
ga.dt. Jo detalla.
PERNAMBGO.8^
ASSEIBL4 PROVINCIAL
l." SESSO PREPARATORIA EM S7 DE KEvTE-
HC1HO DB 1873.
Ao mel dia achaa-se reunidos no solio das
sessoes os Srs.: Joaquim Correa de Araujo, Jos
Francisca) do i loes Cavalcaoti, Alipie Jos da Costa,
Arconcio Pereira da Silva, Jos Mara Freir Ga-
nieiro Jnior, i anmalo Alves Cava lean! i C-m-
lioim, Antonio (ion.-alves Ferreira, Antonio Fran-
cisco (iirra do Araujo, Antonio da Cunt a e Fi-
gueiredo. M. guel. Jos de Al incida Pornambuco,
Antonio liominiios Pinto Jnior, Adolpla Lamenha
Lins, Ernesto Vieira de Mebo, Franciscp Gomes
Prente, Alvaro l'cha Cavalcanti e Joaquim Pe-
dro Brrelo de Mallo Rogo. .
i (ocupa a cadeira da precidew.ia o Sr. Joaquim
Correa de Araujo, na qualidade de I." secretario
O Sr. presidente declara qne ha vendo ai cida-
de numero suln.-ioute de Srs. dpuudos para po-
der ter lugar a iu>talla;ao da assemblta, aaanh
se deverao reunir pela.- hora* do coaiume, afim de
[officiar-se ao Exm presidente da provincia ea or-
dem a marcar a hora em que deve ter lugar a aber-
toya solofn ie da eseio.' -
m
posso aconipanhar aquellcs que ludo atlribuea ao bendem, o porco em quantidade mediocre e o
monopolio, nessa maldigo "com que se persegue
aos marchantes.
V i>eni possivel de acreditan que o carchante
e ou manda feira comprar gado nio pro-
fUresomente o magro e doente, e doixa o corlo t
' compra sx-nao o magro e d n-
sadio : se elle nao
e, e porque n> encontra o bom on c.tf to nouco sim
oue nao fhRfa para supr.rir todas as ne'ccssi- "A
carneiro ainda menos o por preco fabulosa, quinto
os demais gneros que apparecem cm mui peque-
a quantidade e por muito elevado preco, e neste
grao parece que deve-se incluir o peixc fresco,
nao s pela sin pequea quantidade, caio por seu
preco que as vetes .- -limites do verj-
iqqirir todas as necessi-l "A commissao entende que do seu dever solici
uva.
imo qualquer outro ramo do negocio, o gado' assumpto, quojulga ck^ nntestavel ulilidade pu-
DSSrACHOS DA PRKSIDK.NCU PF. 2 lE FEVRI(10 D^
;f|7i
Jos Xavier Carneiro d Barros Caiiipollo.
Rasse portarla, na forma noquerida.
Jos Vicente Ferreira. Declare o supplicante
quando seguio para a guerra, a que batalho ou
corpo da provincia foi encorporado; se era es-
se tempo guarda nacional, o a que companhia ou
batalho pertencia, e no caso negativo,' a que au-
toridads se apressntou carao voluntario.
Jofio Jos do Souza Concedo p prazo de oito
dias.
Joaquina Mara do Jess. -Indeferdo.
Manoel Podro da Silva. Concedo o prazo de
quinze dias.
Secretaria da presidencia de Pernflnbuco, 27
de fevereiro de 1873.
O poneirq,
Sih REVISTA DIARIA
Assembla ppwvlncial. Teve lugar
honleni a priacira sessao preparatoria, qual coa-
parecer'am 16 senhores depulados.
Hoje devera de novo reunr-se os Srs. deputados,
ata do elllciar se a i Exm presidente da provin-
cia, podado a designaco da hora em que tora de
comparecer para ler o sen relatorio e realisar-se
a abertura solenae.
Ponte da II-a-Vista. Tamos em se-
guida o parecer da commissao nomeada pela pr-
sidenca da provincia para examinar a ponte da
Boa-Vista:
liba e Exm. Sr.A coamissao nomeada por
V. Exc. para exa ninar e dar parecer acerca do
estado de seguranoa que o (Toreen a ponte de ma-
dora denominada daBoa-Vista -, tendo con-
cluido os seus trabalhos. tem a honra di submot-
ter ao Ilustrado juito de V. Exc. o seguinte pa-
recer.
Antes, portn, de entrar em materia, dever
da cominssio explicar a V. Exc. o motivo da de-
mora que praeira vista parece ter havido entre
a data do oOicio de V. Exc. e a da entrega Basle
parecer.
Sendo conveniente, e mesmo indispensavel,
que o> exames da naturoza daquelles a que pro-
cedeu a commissao, sejam feitos em oecasio
que as aguas do rio atlinjart o poni mais baixo,
afim do bem conbecor-se do estado dos estelos
que em semelliantes construcces constituea urna
das partes mais importantes; forjadamente leve
a commissao do guardar essa poca ; o que s
leve lugar por occasi.au das mares da ultima la
cheia.
A ponte da Boa-Vista, cuja construccao data
de 18i0, mede 148 metros do comprimento sobre
6,60 metros de largura, comprehendendo dezoilo
vaos de 7 a 8 metros cada um.
Esta ponte, que se tem prestado a um trafe-
go continuado, e mesmo superior aquello a que
ordinariamente sao destinadas as pontos de un-
deira, lem aim disso"atravessado, ou antes resis-
tido a um grande numero de endiente do ro Ca-
pibaribe, sem que se lhe tenham feito reparos de
maior importancia, consistindo apenas estes em
alguns esteios de proteccao, e na substituido par-
cial do lastro de madeira,. sobre que assenta o
respectivo calamento.
No obstante a solidez com que foi feta esta
ponte, o que muito abona a pericia do hbil en-
gelheiro, que a conslruo, o seu estado boje as-
saz comprometledor, e, como medida de cautela,
pensa a commisslo que deve ser adoptado, nao s
o alvitre que propo o engonheiro das obras ge-
raes nesla provincia, isto e, a interrupcao do tra-
fego por all dos vehculos da empreza'-Pernam-
ohco Sireet Rtylnuy Compa*yt> outros carros
pesados, inclusive os que trazem assucar a este
morcado, seno tambem os lotes de animaes, que
diariamente entram e sahem pela referida ponte,
podendo entretanto continuar ella a ser franquea-
da ao transito de pessoas a p, evilando-se tanto
quauto possivel, a agglomeraci do pessoas ein
momento dado, como muitas vezos suceede, por
oecasio da passagem de ba!alh5es ou guardas
de honra.
i< E tanto mais entende a commissao in-istir
neste ultimo ponto, quanto corlo que em urna
poquona exlensao superficial pode demomunti)
agglomerar-se um numero tal de pessoas, cujo
nuiHero reunido dar por cert i urna presso su-
perior aquella, que -cerlanwole muitos pontos do
aboleiro da ponte nao poderao supportar noao
taal estado e ruina em que ora se acham.
Ainda assim, para que o transito das r.'ssoas
a p se faca por all cora sog-iranca, eonviria re-
parar-so alguns palos do Taslro du madeira, so-
bre que assenta o calcaraento, e boa as3ia con-
aplidar-se o graleamento de ferro de arabos os
lado? da ponte, que ea quasi sua totalidade antea-
r desabar, e nao offerece seguxanja sufficiente
as pessoas, que nelle se apoiarem.
o as construccoes desta natureza as madeiras
obrara, ora ora razio da sua forca absoluta, ora
em raiao da sua for;a relativa ; no primeiro c|30
quando sujeitas a esforfos capazes de produzirem
urna solueao de conliiuiidade, e quando solicitadas
na sentido de sua fibras iongiludines, e no se-
gundo caj quando solicieidas par esforoos tr.ans-
versaes capazos de produzirem urna flexio trans-
versal.
Por ouro lado, sendo principio geral que os
materiaes cedem aos esforcos que os deformara,
muito tempo antes de apresentarem (Kintos de so-
lueao de continuidades ; a principio com elasti-
cidade, isto voltando a suas dimensoes primiti-
vas, depois aprosontando urna deformacao per-
nnoeUle; e notando a commissao que em varios
p mt is da ponte existem depressoes apreciaveis
mesmo aais simples inspeccao ocular, que
podem dentro de um periodo mais ou menos lon-
go, trazer a sua ruina total ; e sendo esse estado
do cousas devido ruina quasi completa do al-
gumas madres e buhas prineipaos, e tambem"do*
esteios, que, nio obstante serem lodos, ou quasi
lodos, de emberiba preta, acham-sc multo dete-
riorados ; sendo mesmo que em varios pontos j
faltara alguns d'elles. |
Mnitos dos esteios da ponte, que apparonte-
m rato indiVam estarora era condioos do poder
resistir por mais algum tempo, acliam-se quasi
que completamente podres na extensao que alter-
nadamente fica oxposta accio d i tempo e das
aguas; epor tal srtrte, que para seren lan.-ali-1
por torra bastara o cb ique accidental do alguma ,
alvareaga carregada.
Accresce tambem que muitas liabas, contra-,
liuhas e estivas do lastro da ponte adiam-se em
adiantado estado de ruina, e, ombora sejam par-
tes secundarias da ponte, nnuto mflaem para a
e.tabilidade geral da eonslruaco.
E'quanlo a coaimsso tea a honra de levar
ao confieimeuto de V. Exc, que resolver curad*
melhor entender. Do is guarde a V. Exc.-Illm. |
o Ein. Sr. comuiond idor Henrique Pereira Lueena, M. D. presidente di provincia. -Punto
Jos de Oliceiru, Chrysoufo F. Catiro Chaces.
Jos Tiburcio Penetra de Magalhes. i
I a -liln t > Arehcolo-^icu. Reu do-se
hontein o lu-titulo Archoologico para coirtinuaco
da assembla goral de eleicao, sob a'prosidencia do
Exm, conselbeiro monsenftor Muniz Tavares e com
assistoncia dos Srs. Drs. Aprigio Guimaraes, In.io-
cencio Scr.aphico, Piula Sales e os Srs. teneute-co-
ronel Frias Villar, capitao do fragata Stepple da
Silva, conego Lino, majores Cdeceira-, Salvador
Henrique e cirurgiao Ferreira de Alaeida.
E' lida e approvada a acia da antecedente.
O Sr. 1 secretario declara que o Sr. secretario
perpetuo o incumbir de communicar ao Instituto
nio poder comparecer presente sessao por so
adiar oceupado ein serv co publico.Inteirado.
O Sr. Dr. Aprigio, obleudo a palavra, diz o se-
guinte :
Que agradecondo a honra que lhe fez o Insti-
tuto, mandando declarar pelo digno secretario per-
petuo, que as actuaes cireumstancias nao pode
dispensar os seus serviros, obedecer guardando
o son posto do orador ; reservando-se para era oe-
casio opporluna ofereccr proposta de reforma de
alguns arligos dos estatutos, para que o Instituto
nao venba a soffrer pela fragueza do seu orgo
actual, que alias protesta envidar tudo, como al
hoje, para corresponder conllanca, coa que ha (
sido honrado : i
O mesmo Sr, 2* societario d conta do seguinte
expeibente: .. .
t'm offli-io da assoriafao dos-guarda livros. con-1
vidando o Instituto se fazer" represenlar no acto
de seu anmversario a de aarco prximo.
O Sr. presidente nema para represenlar e insti-
tuto naquelia solomnidade os Srs. Dr. Aprigio, te-
nente-coroncl Frias Villar e aajor Cdeceira.
Outro do Sr. Antonio Juvonco Pires Falcao, of-
fereeendo ao Instituto um niappa estatistico da.fre-
gueza do Ipojuca.Inteirado, sendo recebida a of-
ferla com agrado.
O mesmo Sr. 2* secretario d conta das seguiu-^
tes offertas :
Varios nmeros do Diario de Pernumbitco, pelo
consocio Dr. Pigucirda.
Alguns nmeros du Provincia e Jornal de Ala-
gnu*, pelas respectivas redaeces.
Estas olleras sao it-cebidas' com agrado e toan-
ilnn-se archivar.
Proeede-sc a contiuuacoi da eleic.ao das cora-
niisses e sahem elcitos:
Para a subsidiaria da do trabalhos histricos e
archeol gios : Drs. Avies Gama, Paria Nevos c co-
ronel Leal.
Para a de redatvao d i revista : Drs. Aprigi >,
Soares Brandan e major Salvador Henrique.
Para a de trabalhos geographicos : Dr. Sera-
pirco, leneiite-cerouol Frias Villar e conego Ro-
chacl,
Para a subsidiaria desta : Dr. Regueira Costa,
capitao de fragata Stepple da Silva c Dr. Sara-
pnio.
Para a de reviso de mauuscrptos : Drs. Soares
Branda o, Regueira t;osta e aajor Cdeceira.
Para a de pesquizas de nTanuscfiptos: conego
Lino e majores Cdeceira e Salvador Henri-
que.
Para a de admissao de socios : conego Lino, Dr.-
Paula Slese capitao de fragata Stepple da Silva.
Santa Casa de Misericordia. No
mez de marco prximo acham-se encarregados dos
diversas estabeleeimentos, a cargo da Santa Casa
de Misericordia do Recife, os seguintes, mordo-
uios: no hospital Pedro II,o Sr. Manoel Jos dos
Santos ; na casa dos expestos, o Sr. Dr. Jorge Dor-
ellas ; no collcgio dos orphaos, o Sr. Dr. Gerva-
sis C impeli : no asylo de mendicidade e no hos-
picio de lazaros, o Sr. Candido Alcoforado; colle-
gio das ofphas e hospicio do alienados, comraenda-
dor Gomes do Corrcio.
Adininislraea' dos crrelos. Por
portara da directora goral dos correos do Imperio,
de 15 do corronte, foi creada una agencia na po-
voacao de Afogados do Ingazeira, e foi nomoado
agente o Sr. Galdino Turiano Nogueira.
"Ser'moes quaresniics.Durante a pre-
sente quaresma haverie prdicas dontrinaes na
igreja dos Marlyrios, ea lodos os domingos s 6
horas da tarde, oceupando a tribuna sagrada o
Rvin. fre Augusto da Immaculada Conceicio
Alves.
Soeiedade B<*nelleente de Olinda.
Domingo (2 de mar/o) deve haver renni.io dos
raenibr desta sociedade, no consistorio da igreja
dos Milagres.
ouiarea]de (ioyauoa.-Com o prazo
do 60 dias, a contar de li do corrente, acha-se a
concurso o proviraento vitalicio dos oflicios de es-
crivo do gel-al, civel e criae c tabellio do publi-
co judicial e notas, vago por aorte do serventua-
rio Miguel Joaquim de Parias Braga, e de escrivao
,de capellase residuos, vago pela nioite dotervea-
tuario Maqoel da Conceicao Pereira de Albaquer-
que. ambos do termo de Goyanna.
Rei'ife Drainage. Montera una coin-
missio de proprietarios urbanos da cidade do Re-
cife dirigio-se ao palacio da presidencia, aba na o
s do agradecer ao Exm. Sr, commendador presi-
dente da provincia o empenho e exforcos que toui
envidado era "rol dos m.m-is proprietarios, como
para que se dignesubmelter assembla provincial a
peticao que elles dirigem essa corporacao, repre-
sentando contra a companhia -Recife rainage.
lidale de Olinda.-Em todas as sexta-
feiras da presente quaresma haver predica dou-
trinal na igreja da ordem terceira de S. Francisco
da cidade de Olinda, oceupando a tribuna sagrada
os Revms. Sr*. Jos Esleves Vianna, Franoisco Ve-
rissirao B ndeira, Fr. Ludgero do Santssiino Co-
ra? io de Mara. D. abbade de S. Benlo, Jis Ray-
mdnd > e consgo Manoel Joao Gomes. ;
Na semana santa serio celebrados nessa igreja
os solemnes actos.ua paixao, aorte e resurreico
de Nosso Senhor Jess Chrislo.
l'criiiH'iiti) ni.Mi il. -A> > horas da noi-
lc de 26 do cofrente, na travessa do Quiabo, na
reguezia dos Afosados, Cecilio Lopes ltaouo, pra
ca da companhia de cvallara de linha, ferio mor-
talmcnte a seu cunhado lliomaz Pereira do* Au-
jos, logrando evadir-se
Ferinienlo grave. -No dia 26 do corren-
te, s 4 horas da aanha, no dstricto da Capunga.
Galdino Apolinaro Pereira, ferio gravemente.
Joao Alves Corroa, sondo proso ea flagrante.
Carne podre. -Soaos toreados a raauter
esta mofina ; v. Ainda hontein foraui manda-
dos lancap. ao rio, por ordem do zoloso fiscal d
S. Jos, 38 kilos de carne verde em estado de pu-
Irefa -cao.
Polo goito que as cousas levara, parece que s.-
faz mister quo a cmara municipal mantonha um
medico permanentemente no mercado publico,afim
lo que, cstabelecda una ins|>ecco continua, evi-
to se o sacrificio da populara desta cidade av-
aras do matadouro publico.
Ass:ssia.-t( cferlinento. Escreve-
ram-nos da villa de No sa Sonhora do O', couimu-
uicando o seguinte ;
,, As 8 horas da note de 2'i do corrente, ua
individuo de nome'Caliste ferio com urna caceta-
da, nesta villa, a um outro, cujo nome ignoramos,
em luta travda por causa do folguedo de ntralo.
e acuduido ao conflicto o lente Manoel Carduzo
de vargas, inspjctor do quartoiro em que se elle
den, ao dar voz ol prisao ao deliuqueute, fui por
este assassinado com urna lacada que lhe alcan-
i; a certeira o coracao; pondo-se iainedatamaeto
em fuga o criminoso.
feudo o tononle Carduzo fiel cuuipridor de seu-
doveres e gcralaente bemquislo por todos que u
conheciain, a sua mone foi e ea extremo la-
mentada, reclamando toda aquella villa por justica-
imraediata.
\'avio de guerra.Chegou hontenf aa
meio dia, procedente de Dakar, o aviso a vapor
Forbim, perteucen'.o mariulia de guerra france-
za, afim de refrescar. E" commandado pelo Sr.
Locardinal. Doslina-so elaco naval do Brasil
eRio da i rata. Tem una guara'eo da 163 pra-
vas o monta 8 canhes. Apenas fundeou no la-
aarao, salvou elle trra, sendo correspondido
pela fortaleza do Brum.
liar grande. -Foi muito cresrda a mar.-
de hontein larde, subindo ea alguns lugare.-
acma dos caes. *
V.' eoin a niunieipalidadc do Be-
li>. -E' elfeetivameiite cora a Ilustre careara,
municipal do Recife (ue nos queremos entender
para o fnn do conseguir a execucao de uaa su.,
postura, que prohibe a conservacao ea aberto d>-
terrenos existentes no permetro desla cidade.
Na ra do Capbaribe ha diversos terrenos
essas condieJes, dos qifae* se pratica toda sorb^
do iuiiiiurulidades, e uudo se lauca toda especia-
do lxo !
Se rao privilegiados os proprietarios desses ter-
renos Nao far parle da cidade a ra do Cap-
baribe ?
Se nao ha privilegio, e se a citada ra faz par-
te da cidade ; porque razio se consoiito nessa n-
fraccao, aggrarada pelo escndalo Continuo qu
se da nos du- terrenos '
Gynmasio dramatieo. -A nova empre-
za Espidca i Penante j dou principio aos concer-
tos necessarios ueste theatro, que estar promptu
em breves das. A primeira representacao desea
enijireza lera lugar no da 3 ou C do viudouro rrez
com o excdante drama original portuguez do Sr.
Francisco Gomes d'Ainorim (jluyi ou ouudro di
virpem. .
Os no vos empresarios propSem-se a inaugurar
una nova poca theatral nesla provincia, para ..
que teem reunido una companhia de 23 artistas,
entre o> quaes alguns de mrito.
Conipanliia Sania Tltcrex;. De-
voin reuuir-so hoje ao nieio-dia, no pri'ueiro an-
dar do sobrado n. M da ra do Vivario Thenoric,
os accionistas desta companhia, afim de ouvreiu
a leitnra do relatorio e do b.alanco do auno pas-
sado.
Estrada de Trro do' Caxang.
Do primeiro de marco em diante haver as seguin-
tes modificosles no servico das trens desta li-
nha :
Ironi. que partir do Recife s 8 horas e vinte
minutos da manha, seguir pola buha dos Altlictos.
e o que partir s 9 horas o quin/.o minutos, segu:'
ra pela linlia i rincipal.
U trein de t horas e meia da tarde ir at Ca-
xang, dundo voltar s 3 horas e vale e cinco ai-
nulos, devendo ehegar no Recito s i horas e doz*
minutos, ein vez de :t horas e cincoeuta o oito mi-
nutos, eonw prosontenieuto chega.
Os trens at S. Jos tuca rao cm todas as estu-
cos intermediarias.
Assoeiaeo dos gaarda-livros.
Domingo (2 de marco) deve realisar-se, na ra de
Imperador n. 43, asegunda sessao ordinaria d i
assembla gorai desta associacao no corrente an-
no.alim do so celebrar a comiueaoraeao do primei-
ro 'anmversario da sua nsiallaco e dar-se posse>
nova directora.
Hospital Fortuguer.. -Nio tendo se rea-
lisado a sessao da assembla goral desla associa-
no doaago passado. por fallado numero legal d-
accionistas, c ella de novo convocada para domin-
go i de marco), de vendo ter lugar cm'os mem-
bros que Mtparecerem.
O fun da reunio eleger se tres raordomos.
lor-se o relatorio do auno lindo o dar-se posse
nova administraco.
Companhia Pernainbueana. N
dia i de marco realisar-se-ha a reunio da assem-
bla go.al dos accionistas desta companhia, alie
de ouvir a letura do relatorio do anuo passado >.
proceder eleicao da nova directora.
Modas. Damos em seguid um extracto da
revista das ultimas modas de Pars.: .
Procura-se a apparenci.a da denominada |w-
rure, fugindo-se dola na realidade A) sulta essa nallidao de romproinissos tpe osfigu-
rinos nos r.-.elam e que as damas parisionseiab-
tentain nos passoios e jardins pullicos : us/!*-
os oficies postes nao por baixo, 4M
dos corpos dos vestidos, o as ci7i/lWH^anHda**
e formando roupagem sobre o busto, sao os a
tes actuaos que as senboras u-am, dizeuda
mesmo tempo que a piruve esta fura da moda;
tudo isto feRo cun fazendas de cures ciarse jara-
de rosa, verde-malva, ainarello. e Ctk do {faja) e
ii-a-.se sobre simples vestidos pretos, o&Ujaos, m<-
diante tees accessorios. podem li.iier-se eaoi
sies de jauWrcSj ou levar-so a pequeno|
ou ao theatro ; mas nost ea^o o corpo OBet-
do ; p u-que o- vestidos afogados o as nia|[aeii-
pridas nao sao admittidos entro a primeva 'soeie-
dade que frequenta os thealros do Pars.
Note me-mo ca-o cstm a- bolinas, enbor.t
sejam de cor igual a d>s toilettes ; as damas qur
rqueulairt os primeiios logares da opera julgam
commetter um crime de Ic-a-ei.aucia,atfl
cer as escadarias de marmore alcaiifadas, q
dar ao salao de entrada, os membros Au.JdoIu-
club as vissein sem o gracioso sapauflho Luii XV
sobre finissimas nioas de seda cor de ouro.
Procedamos, poim, com ordem e niel
relacao aos eaeites ou adornos de qu
os fchus sao de crep da China ou touquli
nocidos com largas franjas ; tea foi
e poemse sobre corpos afogados, ou i
bieo, tal como as saloios usara os grel
de algodao, quando nao trajau.
, a Os collete.N sao mais freqget/
outra cousa ; c toa abas e poqucoai
sao de fayn ou setiui e>r clara, e, inimeataem>
guameoem-se de rendas francas; tem gola virad
e trare -.<,-,. ,,[,>, aberto adiante,ou e*>
sobre vestido afojdo ,nao seabotoaado os borts



P


^^pMlHMMBaHBMaaMBMHBnMMM1
7 ttii Mfe^ernambuco Sexta feira 28 de Fevereiro de 1873.
/*
-----------------------*----------------------:?-------
pwximos ao pesco.*o am de volta- para baixi a
trente do dito vdMiWdfiigado, que por esta forma
lica transform?.^n^\'fslido meio decotado.
Pelo que respeit* as- echaras de crep da Chi-
na, a inoda um "tanto excntrica e |iode nao con-
vir toda a gente; Hitvia scnUora nva, alta, es-
belta e elegante pode achar agradavel c coininoda
simliante moda; as ttuw de. cor clara como
reirte o mi |nr;;w franja=
c ionn* : prend' se no Intm-
, imitas di kharpet, pasla-
e JKfe pelas costas : e a
hombro r-querdo, cm tqdo
acmia notamos, gua
e p iciu-se pela segj'
bro esqnerdo um,
H pi-la frente do
outra punta |>endt
o se\i comnriinenJjL-
Diz -una Ilustre nrrespoo.dente. de Paria, que
esu moda sao se po* demonstrar geomtricamen-
te ; nao duvj^einos teso ; mas entre a demons-
traran geomdNfaa e deuionstracao iticqmprelHW-
sivl (|iie Un transcripia, lia tira meio term> importancia, ijwtoirada.
era todo o caso o que as nossas lectoras comprc-
keadem por certo, que depois de fixar no honi-
Tiro a echarpe, nu faclia, podein dar-lhe as voltas
que a sua phantasia lites ditar, de manera que
firme o que os francezes chaman dyspark i esta
taclia pde-sc sobre o vestido escuro ou niesmo prc-
to, tendo todo o cuidado que a echarpe seja de cor
lata e viva.
V ser postns de parle os partkssus cora
in.mg.is, e substituidos por pequeos mnntelels
Justos por trat cintura, e con abas curias c qua-
dradas por diante; lamben vo ser adoptadas ro-
unirs de todas as dimcHsoes, e lencos cruzados
adianto c atraz.
Estajea ve questao clabora-se, ueste nionicn-
10, nos cerebros que possueiu o direito'de crear
modas novas.
a Pelo que rcspcita aos chapeos, nada de novo
ha anda; taes como-buje sao. assiui se faraode
pailia ; preciso que as nossas leiloras so resig-
Jiem a por durante una eslacAo inteira esses cha-
peos desengracado?, que parecem fugr-lhcs da ca-
neca, proprios mais de mascaras, que de gente se-
ria, e que deviam desappareeer com o carnaval-.
S Pelo me respeita cerlos eselarecmentos que
foram pedidos a respeito do trajo de meninas, diz
una elegante muitoentendida nestas materias, que
s de qotro a quatorze annos que as meninas
deven usar un faeto inteiramente de velludo.
En Pars, as meuinas pertencentes s mais
abastadas familias apenas tem usado durante o in-
vern saia de veJudo inglez, por baixo de poloue-
za de fazmda de la ; nunca eui caso abrn se
Ihe reste polmiezaou sobre-saia de veludo; sto
fonnaria um trajo essencialmente para senhora,
e, por rnnseqncncia, interdicto a ereincas.
Km todo o caso, seria bou evitar "os vellidos
n i trajo das meninas; fazenda pesada de mais
para qnem a erara e a simplicidade o menor
atavio ; alm de denotar una aectaeo de rique-
za, que s pode impor aos espiritos vulgarissmos.
Listcrla. A que se cha venda a 11.' a
beneficio da igreja e Nossa Senhora da Coneeicao
di; Militares, que corre no da i domezvindoliro.
tus: le li'toiicao.Movimento do dia
zti de feveretro de 187:) :
Exstia-n (presos ) 3i7, entraram 7, sahiram i.
existen 330.
A saber f
.Nacionaes 229, mulhercs |:(, estrangeiros 43.
eneraro 35, escrvas II,Total 350.
Alimentados a rusta dos cofres pblicos 270.
Movimento da enfermara do dia de l'evereirc
.le 1873 :
Tiveram haxa :
Emiliano Jos da Penha. p iso do ventre.
M.i:io?l Antonio de Andrade, ferimentos.
Mathas Kibeiro Fernandes, idem.
Tiveram alia :
Aima Isidora do Espirito Santo.
Jote* Antonio ilo Cruzeiro.
O salteria piiltliei. Obituario do dia 25
d i torrente :
Sesmeni.i, branca, PernamBuco, i mezes, Ba-
Vis'.a ; convnlsoes.
Crerinides (ornes dos Santos, branca. Peinam-
b'jci, (W annos, viuva, Boa-Vista; hepatib .
Oamingos Jos de Azeved >, brinco, Portugal, 20
annos, solteiro. Santo Antonio ; febre amarella.
^ao d'
\ liado..'-
r.......
1 ni nirtro do niesmo. acerca da pctieo de Do-
i iliicr is Jos*Machaflo.-Jurttc fit'ulb.
Outrodo nismo,-acerca da peti ai- de Man wl
liis Martins das Ncves.A' commisso de editi-
Jos
cacao.
Outro do mesmo, acerca da peticao de Ignacio
Jos. Cabral.-fpreriO"Se.
Outro do colador, sol're afetico d cscrivl
m
uuiro do contadar, sobre afebeao d es ti vio I
la subdelegaci de S. %s, Palnio Hefriulauo de.
' gueiredi >. ka advogwdo.. '
una
o ad
ncilo
Um ofllcio de assal'da fnegnezia d#Sl Frei Pff-Kitre
dro Goncalves, infipaia|iW um rdqtMrimento te cla
Jos Pirmino Aires QttiutaL A' coauaissao te nma enl
siude. prajirias
Outro do mesmo, tonimunlcando tef imposto
unm multa en Adamf A C, e ter receiiido sua
evitar que se venda carne corrompida.Que se
otTlcie ao medico.
Outro do medico Francisco da Camba JBeltrao
Araiijo Pereira, indicaudo consultorio niedico, e
dando as razoes porque nao communicara at o
dia marcado.Inteirada.
Outro do pharmaecutico Joao Pereira da Silvei-
ra, communicando que desde, o dia 12 do corren-
te, deixou de fazer parte da SOMedaae de Conni-
ves Fialho A C, com botica ra da Imperatril
ns. 69 e 71 denominada Popnlsr, reliramlo na
qualiiLide de pbarmaceutico a responsaliilidade
pola mema casa. -Ao inspector da sodfl publica.
Despacharaiu-so as peti(8es de Antonio Pinto
L'ite, Amorim A C, Antonio de Frei tas Guima-
raes, Braz Jos Fernandes c ('.., Bazilio Jos da
Hora, C'irpenteiro i Irmao, lXnuingos Jos Ma-
chado, Dutra A Silva,.Eugeuio Pellescl, Flix Jos
Felicio, Fbireuco Rodrigues de Miranda Franco,
11 Mii .i- 'k Sampaio. Joao Suriano de Souza, Joao da
Sdva Leite, Jos Bernardno Alves, Jos Ferreira
Campos, Joaquim Tavares de Alineida, Jos da
0)-ta Leite, Jos Francisco de Mattos, Jeronynio
da Mu la Monteiro, Joao Paulo de Souza, Luiza Ma
ria da Coneeicao, Dr. Luiz Ferrcira de Oliveira
Macicl Pinheiio, Luiz Eduardo de Hollanda, Ma-
noel d Cua Brandan, a mesa regedora da ir-
mandade de S. Benedicto, Manoel Antonio dos
Santos. Miguel Jos da Costa, Manoel da Ponte,
Pedro da Hora Santiago, Tito da Costa" e a vene-
ravel ordem torreira de S. Francisco do Kecife, e
levantou-se a sessio.
Eu; Ijourenco Bezerra Carneiro da Cuuha, secre-
tario subscrevi.
Jm Mura Freir Gameiro, pro-presidente.--
Dr. PraJbdti Gomes de Souza Pihingu.Manoel
Jn i,in'.a do Reg} e AM>uquerqM.Caa/w Cyria-
ro itii Cosa Moreiid. -Dr. Pedro de Alh'iyde Lobo
Moscoto.
UBLSCACOES A PEDIDO.
Antonio Feliciano da Silva, pardo, Pernainbuco,
90 annos, militar, Boa-Vista ; bronchfte.
Manoel, pardo, Pernambuco, 7 mezes, Graca ;
losse convulsa.
i>- de Mello Pereira. braneo Portugal, 23 an-
n >s. solteiro, Boa-Vista ; anemia.
Manoel Lopes de Carvalho, pardi Pernambuco,
'>' annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II;
va rilas.
Mijniel Jos do Barros, pardo, Parahyba, 't\ an-
ii'is. casado, S. Jos ; bexigas,
26 -
ftobert A Key, braneo, Inglaterra, 32 anuos,
olleta), Boa-Vis".ta ; febre amarella.
Miguel Pereira. braneo, Portugal, 31) annos, ca-
-ali. Boa-Vista; febre amarella.
Emiliano los de Mello, braneo, Cear, 20 annos.
- dteiro. Boa-Vista, hospital Pedro II; varila con-
Q icate.
Francisco, pardo, PernambnCo, 6 anuos, Bd-
Vi*ta, hospital PelroII: infeceao purulenta.
_ Angela Maria da Coneeicao. parda, Pernambuco,
Ti annos. solteira, Beeife : atrece.lo orgnica do
iraca).
le 1ro, pardo, Pernambuco. 17 mezes, Ba-Vis-
i; onvulsfles.
M ua, eserava, parda, Pernambuco, 32 anuos,
-d'eir: Boa-Vista : phtysica palmonar.
Arthur. braneo, Pernambuco; 2 mezes, S. Jo-
-pasmo.
CAMARl MUNICIPAL.
^S&40 EXTRAORDINARIA AOS 29 DE JANEI-
RO DK 1873.
rnr.MDF.Niav di si. db. bfnto costa.
'i,-., utes oe SlS. (ameiro, Reg p Albn querque,
kngelo Henrqnes e Costa Montara, abrio-se a ses-
4o, e toi lida e approvada a acta da antecedente,
i.-.'ii-x' o segointe
EXPEDIENTE '.
l'm Oficio do Exm. Sr. presidente da provincia,
d'-volvendo o or-amento dos reparos da estrada
municipal da povoacao da Varzea. bem como a
respectiva punta, para que o engenheiro da ca-
ri ira compra o que determina S. Exc. em otBcio
de 1!) de dezenibro ultimo quanto ao nivclaineuto,
irevenindo a cmara de que nao pote admitti-
nma obra de valor to Insignificante, emane
nao ha despeas imprevistas, a verba de 140 000
marcada no orcamento para taes despezas e ad-
ministraeao.Ao engenneiro-.
Ootro do mesmo, eomnnnicando a osla cmara,
para, os Das convenientes, quedeslgnon I." do-
minga de ntfco vindouro para ter lugar a reu-
nia das juntas qualificadoras das freguezias de
Afoga.lo e Boa-Vista Que se facam as eommu-
iiicaeo.- respectivas.
iti i do inesno, ordenando que se entreguona
tinsouiMiiade fazenda at o da 29 do crreme, as
chayes do propio nacional denominado calabtt-
i' tro lomesmo, cm additamento aooXcio de
di i.or.ente, ordenando cmara que tambem
r'csteja na posse dosnovos jnizes de paz da
tezia dos Afogados.-Inteirada.
i .ma peticao de AntonioJost: de Almeida Cata-
nh), com despacho do Exn. presidente da pro*
vlncia, mamLindo informar.
m iVliclo do delegad i da capital, eoinmunicao-
11 q te entrn em exercicio de seu cargo no dia
') ilo crrente m z.~lutelrada.
Outro do subdelegado da freguezia de S. Jos,
-oinrhunieando aehar-se em exercicio.Inteirad i.
Otltro do inspector da thesouraria geral, pedin-
l-i cmara que mande receber, em virtude da
'tem d i Exm. presidente da provincia, 4 eaiioes
ab ns. 1173.. 1174, 1173 e 1178, contendo pa-
irosg de ilesos c medidas do systcma mtrico do-
i inl. destinados a esta cmara, os quacs se
-i.'l.ain no" arsenal de marinlia de-ta provincia.
Ao procurador.
Ontro do juiz de paz mais votado da freguezia
auto Antonio, communicando que tendo em
t-jupo competente feito a convocacao dos ejetto-
res e supplentes d'aquella freguezia para se oryt-
uisar a junta qualilicadora dos votantes, formou-
se a junta na igreja matriz, e se tendo apresenta-
do o livro de actas, papel, peonas, tinta, ele com
prara mn livro novo, o qual abri, numerou, en-
"i e nella selavrot a corpetentc acta: o
quj tudo communicara para os fins convenientes, i
l'edindo outro im, que sejam ministrados papel
lesnas, tintas e o mais que de costume ser en-
viado s juntas de qualificacao Ao procurador.
O itro do administrador do cemiterio publico
iie-m cidade, rcinettend?, dous mappas obituarios
no prximo passado sendo nm destinado ao
tor da sade publica, e outro cmara.
i ida.
Outro do mesmo, solicitando nermissao para
dar consumo, de conformidade com o 8 6 do
*1'V.7-*d<> regulamento d'aqnelle cemiterio
Ootro do juiz de paz mais votado da freguezia
tu Boa-Vista, p.-opondo para exercer o earijo de
irtvio fl'aqnelle juizo ao cidado Alvaro Paulo
Tf ;jglDpawcir do engenheiro cordeador, cerca 4
O **r. I*p. < (llm;o un |in-ji
do din.
Velo o Sr. Dr. C iliaco traser muita luz para
aquelles que vacillam om sua f catholica ; e oes-
-ntid i para todos, pirque com ella mais .ce
fotiifleam nesta f ; nada de novo trouxe porm
em seu e. de Pernambuco de sabbado, para a questao.
Em seu longo desenvolvimcnlo o Sr. Dr. Colla-
co apenas demonstrou, mas a s nao convencer
aos cegos, que smente a igreja romana possue as
notas dUtmdimda emladrira igreja :unida-
de. san'idade. ratholkidade e apstolicidade.
< l ponto controverso, porm, de que se oceupa o
mtu amigo, estabelecetielle cunoresolvido par si
em duas Ineses, que, parece, lera de demonstrar em
outro artigo que se propoe trazer, on le leri de
demonstrar igualmente a harmona que existe en-
tre a disposicao do beneplcito s bulas e consti-
tui;oes pontificias, para estas poderem ter execu-
cao, e os decretos pontificios que reprovam os
nesmss beneplcitos.
Quem le o prembulo do artigo do Sr. Dr. Col
lae.). no im do qual elle manifesta a sua deseo-
borla, pensa que val ver urna cousa nunca vista,
ou ao menos entre nos dcsconhccida, por todos
confundida com outras, p.ir ningueui exposta com
dtstinecao na questao que quasi exclusivamente
oceupa a imprensa pemambucana, todas as con-
vcrsa'.'oes, todos os espiritos ; nesta questao que
nos agita, nos assusta, vendo nos o nosso pas-
tor, a titulo de zeiar a verdade catholica, levan-
tando o cajado e espancando.suas ovclhas, e sac-
cudindoas todas parafra do a|irsco !
Parece ao Sr. Dr. C iliaco que se tem feito urna
tal confusao dos poderes da igreja cjm os pode-
res do estado, da sociedade christa com a socie-
dade civil, que ninguem, na qdestao que a todos
agora oceupa, tem attingido e menos firmado as
proposiedes en que elle faz consistir o seu adia-
do, s quacs se conten na que elle exara nesta
forma :
n Que a igreja tao soberana e independente
as cousas espnituaes e eternas, qanto o estado
o t as cousas temporaes e corporacs.
D'ahi a sejminte outra proposito do Ilustrado
Dr., que nao mais do que. o corollario desta.
isto :
Que as leis e disposi;ocs do cada una destas
sociedades, naquillo que se refere ao objecto de
sua missao, obngam aos seus respectivos subditos,
independentemente de approvaco ou reprovacSo
da outra.o
Para o meu amigo, anda urna verdado que
parece dedtizir das duas precedentes^
Que o beneplcito, entendido como deve ser
entendido, nao urna disposicao offenttva e inju-
riosa para a igreja, mas Ihe faz honra porque, em
vez de ser a expressao de um seutimento de riva-
lida le ou de desconlianca, juica vend, como o en
tendem aquelles que nao collocam a questao na
sua devida altura, pelo contrario a expressao de
amor filial e de plena confianza deque a primeira
destas sociedades se acha animada para com a se-
gunda
E com solvido a dliculdade, a qoest^k).
Onde vio, porm, o meu amigo ser contestado
em principio, ao governo da sociedade christa a
sua soberana as cousas do co i
Convenho que, na prtica, os governos civis se
tem iugirido no que nao Ihe compete, em relaeao
a igreja, no pie est o mal ; porm muito menos
veaes do que se tem p.girido o governo da igreja
nos negocio; das sociedades civis.
Tcr sin o doutor visto maltas vezes sustenta-
da a theoria da soberana do governo da sociedade
christa as sociedades civis.
) E pareco-me, porm, que por mais que o Sr. Dr.
Collaco se esforc par demonstrar a harmona a
que aliado, como elle protnette, a conclusio que
resulta de suas ideas nesse artigo cmittidas, sera a
soberana do governo da. igreja sobre as socieda-
des civis.
Para demonstrar mo s a verdade do catholicis-
nio. como a superioridade da sociedade christa,
sociedade civil, o Dr. Collaco serve-se. entre ou-
tros de um argumento que pecca pela fraqueza do
principio cm ijue se firma a. demonstracao.
A igreja urna s para todos os povos, o sea
poder a todos se cstende, dit o Sr. doutor ; no en-
igiosos, se a religtao rliris^HfHH
inte euiJitdoj 'inand.i. coi
ser enta i nmjtV) o 'astado ?
Qie n rti*W| vwBades rtiristae*, p id crer Sr.
!Dr^ foras,aleo !iiul.^nindi, por falta k mn gover
no de todos elles ?
_ u
NaoTtii, alflrsr. DjrOottnrie npteira a-
ou atlvi-
o bene
r trazido
a a igreta
estado, cada
que jibe sao
dofsaa cousas
inj ve
daolps
tra,>6iiiiSto 4>e.4HPvaJo pela liistoria e por
urna successao de factos incessantes.
lisiad qnu c a iwesiiw. nieu charo amigo :
-Como se Jio nfcver a iies, (piando o igo
vei-no da igreja n pretexto on sob a aiiaratiHa de
' a resistencia um
i. pelo dreito epelo dever ?
Outro do fiscal da freguezia de S. Jos, rella-
nando a prcsen.a do medico da cmara lodas- os
das, excepto os santificados, na rilietra de sua
f eguezia, d.1s II horas para o meto (Ha, afim de
examinar as carnes que se expoe a venda, para zelar a purera da fi- christa, se intrometter no go-
verno temporal dos.pov
Se constauteajiteTA-eBcaote governo ta igre>
ja no governo temporal dos poros,' nao devem os
decretos da igreja oslar dependentes do exame c
approvaco dos gbvDrnos civis ?
Do cutrario seria inelhor deixareui as soe eda-
des de governarcm se deqnalquer mancira, ou se
gundo .ju.dqiier loinuila, e eii'rejarean-se de tira-
jes cruzados ao'governo da igreja, tanto Mo que
j esto, como no que temporal.
No entnto,-4i* o Sis l>r.- Collaco, que o licne-
placito (entendido como deve ser eutendido) nao
una disposicao offensiva e fnJnfio*sa"para a igreja,
antes Ihe fui honra ponpie, em vezte ser a x-
presso de nm aentimento da rivalidad o detes-
conlianca, juica rend, como enleodem aquelles
que nj collocam a questao na sua devida altura,
pelo contrario a expressao do sentimenio de amor
filial e de plena ronfian.ca de que a sociedade ci-
vil se acha animada para com a sociedade chriti
A altara, porm, cm qne o Sr. &r. Ciflaja coi
loca a questao, nao nenhuma, porque o que elle
pretende solver nao questao, como temo* visto.
Portanto, emquanto o illustre douWrnn Cdtloca-
la em outra altura, s podemos ve-la, como todos
temos visto, e em quaesquer termos no sentido em
que acabei de assents-la.
Em verdade digno de admiracao o acervo do
Dr. Collaco, vendo na disposiplo do beneplcito a
expressao de seutimento de amor de qne a so-
ciedade civil e acha animada para cem a socie-
dade enrista!
Nao Ihe neg o amor, mas nao ha amor som te-
mor do que justo ; e se limas vezes lie exdue
a de-connarica, nao acontece smpre assim : e por
tanto a desconfianza nao exc,hie o amor.
O pai implo amate pode militas vezes ser injus-
to"e at jior habttd com su filho, e dar-lhe assim
direito de desconfiar efie.
A igreja no** mai muito amada ; mas seu
governo nos tem da lo-p ir melhares de factos mil
razoes para desoonliarmos militas vezes do que
em mime della elle determina ; o, como, se os es
pinlos ostivessem entregues seumre a este receio.
grande seria a anarchia na sorienade chrs, para
cada um nceessario que o governo a qne 6om
pele, depois do rwpeuU.v-o exame decida, su o decrc
to papal pode ser cxectladj, o que ueste caso o
mesmo que dizer- que annadase ingere no gover-
no civil, o que tnnrrniWsa ocidadao cattiolico.
Bem sei, como disse, que militas vezes tambem
se ingoie nos negocios'vspirOuaes propr taes, os governos ivi, o assim, te mesmo modo
que o governo da igreja pode trazer perturbacao
sociedade civil, pode elle trazer perturbacao ao go
verno da igreja, aociedate christa. O correctivo
do governo da igreja > governo civil, aq lidie invade a sua esptiera; mas quando o go-
verno civil o perturbador, qaal o correctivo ?
A'i'ii que est a dilSculdado da questao, e nio
possivel qne qiialqu^r pov que tem dous gover-
nos, um espiritual eni Roma, outro em seu esta-
do, fique na duvida e incerteza ppt qual dos dous
deve uiar-so, a qu2d obedoser, se ao espiritual, se
Em til'caso o goveronda igreja nie deve man-
dar ao |iovo com que se d o conflicto que dliso-
lwde;a seu gevoroo; tere fazer por persuadir a
tal governo de sua verdade e ao proprio doto ;
porque, se este mn povo catbolico. corno todo o
governo dev ou se presume que en quanto tal, ,
lepresenta o povo, ama vez este convencido de que
a seu governo falta a razao, obriga-lo-h i a acertar
o decreto do governo da igreja repellido.
Na sua propaganda para poisuadir de urna ver-
dade que de boa ou m f repellida pelo govoc-
no civil, nao deve o governo da igreja incitar
o povo revolta, Como tem feito, ncm persuadir
espancando os liis com a excominunho ou com
a fogueira da tijjmnnjm, que "no este meio de
attrahir ao aprisco as ovellias fugitivas, mas sim
le espanta-las todas, de dividir a igreja em mil nu-
tras, pois destes rigores ou antes jrroeeder que
so pode ser de m f, que tem vindo quasi bidas
as dissidencias, que o sclsmas tem feito to gran-
de pi'osi'lilisnio.
Jess Cltristo nio ospancou os honiens, mas o
erro. Em c-onsequencia de sua doutriua. os p>ivos
tuiu-se rovoltado contra, os velhos regimens, -para
esabelecerem outros em oue se aproxinteni fra-
terniJade, base daqnella doutriua.
Pregue pois, a igreja, ou antes qnem obra em
seu nome, a verdade, espanque o erro, que o pivo
eatholieo, una vez convencido, niio pode deixar
de, por qualquer modo, constrauger seu governo a
confirmar o decreto do governo da igreja.
Se porem o povo nao se convence ?
Se a propaganda bem foita, paciente e extensa,
e a cousa verdade; o povo se convencer em
mais ou menos tempo ; do contrario, ou elle nao
c eatholieo, ou o que o governo da igreja propaga
nao verdade. Neste caso ahi est o bem, tanto
para tal povo, como para toda a sociedade christa ;
naqucllc s resta igreja o arduo e doce trabalho
de emprehender urna vasta cateehese, sujeitan-
d i-se os misionarios a todos os pangos de sua
santa proisso, a todos os martyrios.
Suppor, porem, que a disposicao do beneplcito
< a oxpressio do sentimento do amor filial, e nao
da desconlianca ijus caxendi) snppor-nos j
n'um mundo celestial e que o governo da igreja
nao composto de homens; principalmente es
quecor que o seu supremo pastor est sentado
(donde vem toda a perturbacao, divisao e schismas
da igreja) n'um throno 'de rei-tempOral.
Dir-se-ha : j nao est. Tanto vale para a
questao julgar-se despojado delle sem direito, e
esperar anda rehave-lo.
Suppor aquella confianea cega no governo da
igreja, lilha daquelle seniimento de amor, es-
quecer o 'quanto capaz di produzir no cora.o
do homem a posse da suprema autoridade sobre
nm povo, a quanto a suprema autoridade capaz
de arrastar-nos.
Se o papa nao fosse rei de um povo, stou certo
que nao haveria motivo algum para nenhuma des-
een Banca ; ento sim, nem de beneplcito bave-
ria necessidade, por que nio poderia baver no
governo da igreja nenhuma ambiete, nenhum ca-
pricho ou interosse temporal, que tanto prejudi-
cam a paz e a anqulldade das suas sociedades.
Emquanto nao for assim, nio sejwde ter mutas
vezes ao cuto quando governo eclesistico obra,
em nonvj da igreja, por ella, ou por conveniencia
do governo temparal, do reinado do mundo, do
papa, repellido de Josus Christo por si
Nao v o Sr. Dr Colla.;o qtie se houvesse essa
ronfianca que actualmente sujipoe, nao era a sua
consequencia a disposicao do beneplcito ?
A onsequencia seria oubTu baver disposicao-
algunia, ou ilisporem os gorno civis que lado o
que viesse do governo da igreja, tivesse for- de
lei.
Essa desconlianca,parm, necessariadas socieda-
des civis, do governo da igreja, donde aasce a dis-
posicSo do beneplcito, est muito longo do ser of
fnisioa e injuriosa para a igreja; pois aem sem
meio tJ* fHffck fcK
onlem, pelo direito e pelo dever ?
'i arin os cezares e seus delegadas autorida-
des &ittuidas, e nao solfrerarfi arN'stencia dos
-iiritos ai [ionio de seren estes por isto at lan-
eMos em azeite a ferver 1
Se nao fura a resistencia e a revolta (a desobedien-
cia) s autoridades constituidas, o que seria do
christenisno ? Teria tido e sep. ter com a mirte4
do BAniem Deus.
8m quanto a igreja nao U'iunphou (diz'iim au-
tor celebre por termo) deque me oio lembro)
propagou paciente, resido c foi perseguida;
quando foi dominante, foi mais imponente que
doutrinara, e perseguio.
O que poma sahir datogeira da nquisicao, da
ambicao e-steonia dos padres, dos abuso do go-
verno da igreja seno a revolta, as horesias e os
schismas 7
Ao contrario da soberba, da corrupco das auto-
ridades da igreja, que tem vindo todas aquellas
desgracas. e toda essa solierba e corrupi;ao s tem
por principio o rein-ulo temporal do papa.
Supponha-se que s mos homens tenham le-
vanUido o alarma donde tem sabido essas hcreslas
e scliisnias, essas tanUs falsas igrejas. Se o go-
verno da igreja nao desse grandes escndalos, se
suas autoridades nao lossein em grande parte tao
corrompidas, se seus decretos, suas ordens^scu es-
pirito nao se atirasse taulas vezes para o que
profano, c qnasi sempre, neste caso, immoral c at,
gumitas vezes tyranno; se isto nao lora, esses ho-
mens mos aciariam proslitos, sua voz teria echo
para fueren butaa falsas igrejas?
O que se est fazendo nesta provincia, nao tem
por lim, com proposito ou sem elle, crear mais
urna nova igreja no Brasil, como de faeto, creada
desde j se deve contar, se o nosso pastor nao
emendar a mao, ou se nao ceder a oulro menos
intolerante a sua cadeira ?
Todo este povo abraca a causa dos maoons; o
nosso pastor s tem de seu lado to poucos in li vi -
dos que se apontam pelos nomes c nao chegam
a urna dezena. Lancados os ma?ons fra da igreja,
com elles nao est pois, todo este povo.
E foi ou a soberba dos homens que produzio
este faeto ?
Os homens vera que a ma.xmara permettida
at pela lei do estado ; que as bullas que a con-
diuiina nao foram approvadas pelo govcr.io, como
o exige a constituico do estado.
Onde est pois, a soberba em resistir com a lei a
um mando de urna autoridade da igreja, opposto ao
que por todas as ontras c por todos os lempos tem
sido visto entre nos sem admoestacao, e com o mais
pleno consentimento ?
Nao com o cajado que se espanca um erro, se
erro, inveterado ;' cwi a palavra, e, nao em um
dia, mas em annos.
Esse procedmento nao revela o' zelo pela pure-
za da f no humilde pastor, cm sua santa missao
evanglica ; revela a imprudencia ou orgulho do
poder c do mando.
Nesta parte principal da questao do dia, nao en-
trar porm, o Sr. Dr. Colla<;-o, rao se v do enun-
ciado em seu artigo, na questao de faeto. Per-
mitta-me que Ihe pondere que nao nos devia dis-
pensar de sua palavra autorisada, cm materia de
to alta monta, dcixando a tantos, dos quaes pou-
cos tem a sua illnstracao nesta materia, apenas as
suas conclusoes jurdicas para applicarem-nas ao
Jacio mais transcendente e de mais perigosas con-
eeqnencias que se tem dado neste paiz.
No entanto, esperemos pelo sen seguate artigo,
a ver como S. S. harmonisar a disposicao do be-
neplcito com a disposicao que o condemna.
Para mim (o que nao admira) ha de ser o mais
maravlhoso producto da arte.
Becfe-1873.
i/fonso iIp Mbuquerque Millo.
COMMRCIO.
COMPAMIA'
Phenix Pemambucana
Toma riscos maiitimos era mercaduras,
{retes, dinfaeiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, premios muito mdicos.
RA DO COMMERCIO N. 34.
SEGUROS
CONTRA-F0G0
tanto que a sociedade civil nao pode ter tal pre-
tencSo, po que isto lite impossirel, como a histo-
ria jd por varias t&tt o tem mostrado, qtter elle
se ache personificado em Sabucliodonosor, fttr em
Curo, querem Alexandre, qtter em Cesar, quervm
Aapjleiio.. /
Per outros principios de que serve demonstra
muito bem o Sr. Collaco a verdade catholica ; mas
com esta omparacao- nao pode ser feliz para ne-
nhuma das conclusoes que pretende della tirar f
porque esla ultima proposicao que pretende ver
provada cora os fatos historeos a que faz allusao,
isto qne o-estte nao pode ter a pretendi de
ser universal, carece mimo de prora. E o en-
tanto esta, segundo o illustre doutor, ama
das verdades que nao potUm ser conUstcilat se
nao por aquelles que fechando os olhos luz. nao
querem crtr na existencia de Deus, nem na im-
mortaUdade dalma, nem consegunkmen'e em nm i
rala eterna depois da presente.
Eu de minlia parte, meu charo amigo, crelo'em
todas estas cousas, mas estou longe de ser con-
vencido daquella sua verdade que pretende de-
monstrar rom a historia. '
Porque nenhum grao' senhor pode, apezar das
prettnrSei desde Nahuehodonosor at Napoleao,
ffletter a hnmanidade dobaixo de seus ps 'segu-
se que o estado nao possa ser universal?
Como poderia s-to daquelle modo, se, como diz
a doutor, o estado era personificado nos Jifl'orents
periodos uaqueos hroe? t .
Nio vijue a humanidade nao se pode personi-
ficar em alguem senao nella mesraai
Nao v o Dr qu os passos da humanidade, a
lei do progresso em sua patente manifestaco, a
cncaminham unificacao social t
Se os principios das constituifdes das sociedades
civis sao inspirada? por saaa-.deias on prinrijiio.
Roa do Cnniniercio n. 3$, pri-
ncro Riidnr.
Agente, ^
W. 6. FENNEIJ.Y.
BANCO COMMERCIAL
PERNAMBUCO
Desconta lottras de cambio, de te rra
quaesquer ttulos pblicos.
Recebe dinheiro em conta corrente simples,
em conta corrente com juros e por let-
tras.
Encarrega-se por coramisso de qualquer
operacao bancaria.
0 expediente principiar s 9 horas da
manh e fmdar s 4 da tarde. ..
Ra do Vigario n. 1, primeiro an-
dar.
Seguro contra-fogo
. C.OMPANHIA
(NORTHERN.
Capital..... 20,000:000?000
Fundo de reserva. ,000:0005000
Agentes,
M ls Lathatn & C.
RA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
-* ftA^DnfeCrp 27 DE PEVCTEIP.0
DE 1873. "-,
AS 3 1/2 HORAS DV TAUDR.
CotacScs orilciacs.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 26 :irV d:. 2t
5|8 d. e 28 1|2 d., e do banco 20 i|2 d.
por 14, hontem.
Dito-sobre dito a SO d|v. 26 3|i d. pir 1.3030.
boje.
Cambio sobre Portugal a 90 d|v. 10) OpO de
premio, neje.
Dito sobre dito vista 107 O|0, do banco, hon-
tem.
Leal Seve
Secretario,
uubourcq
Presidente.
ALFAVDEGA
Rendimento do dia 1 a 26. .
dem do dia 27.....
979:735*943
30:488*113
1,010:2245038
Descarregam hoio 28 de fevereiro de 1873
Vapor inglez Chrysolite mercaderas para
alfandega.
Brigue austraco Rosibud farinhade trigo j
despacha'a para o caes do Apollo.
Ldgar inglei-Coiisanc Wilson -barricas aba-
tidas j d spachadas para o caes do
Apollo.
Barca franceza -Fgaro -(atracada na po ntei mor
_ cadorias para alfandega.
Navios Buitadoi por descarga.
Bripue nacional O'inda, de Montevideo.
Patacho inglez Charlotte, de Terra Nova.
Brigue portngnez Triumpho, do Porto.
Barca sueca Jam Sjadlm, do Rio de Janeiro.
DESPACHOS DE EXPORTACAO NO DI \ 26 DE
FEVEREIRO DE 1873
Para os porto do exterior
No navio inglez Toront, para Liverpool, car-
regaram : T JelTeries & C. 2,600 saceos oam
193,000 kilos de sanear mascavade. .
No navio inglez Arabian, para o Canal, car
regou : H. De La Grange 400 saceos com 30,003
kilos de assuear niascavado.
yo patacho brasiloiro S. Luto, para o Havre,
carregaram : Keller C. 261 saccas co o 17.276
kilos de algodo,
. IVa barca sueca, Sjndim, para o 'Canal, car-
regaram : R. Schmettan & C, 583 saccas com
43,583 l|2 kilos de algodo.
No vapor ingle* Nem, para o Rio da Prata.
carregou : A. O. Leite 2 barricas rom 30 abaea-
chis e 1 caixa com 30 kilos de caj seseo.
** iVa barca portuguez Xlexmdre Herrulano.
para Lisboa, carregaram : Amorim Irmos C.
30 pipas com 24,00) litros de agurdente e 2S
barris com 4,032 ditos de mel.
No vapor ngle Donro, para Lisboa, carre-
gou : A. P. do Azevedo 3 malas roupa c 2 pa-
pagaios.
Para os portos do interior
Para o Cear, no vapor brasileiro Ipojuas,
carregaram : S. Junqueira & C. 10|2 barricas com
SW kilos de assuear braneo ; A. da C. Aranjo
o0|2 ditas com 2.863 l(i ditos de dito refinado ;
J. J. da Rosa 30 barricas com 1,929 ditos de dito
braneo ; J. F. dos Santos Bastos 20[2 ditas com
1.194 ditos de dito refinado ; para Acarac. J. F.
dos Santos Bastos 1 barrica rom 60 ditos de dito
refinado ; B. Oliveira & C. 3 barris com 480 KUW
de agurdente e 1 dito com 96 ditos de mel.
Para o Para, no navio port >guez Arabelli,
carregaram : B. Oliveira 10,411 kilos de assncar braneo ; Amorim Irmos
t C. 300)2 barricas com 21,900 ditos de di o.
Para Babia, no vapor inglez tina, carre-
gou : A. O. Leite l caixa com 13 kilos de caj
secco c 1 barrica com 12 abacachis.
Para Mossor, no hiato brasileiro S. Joo.
carregou : A. G. Costa e Silva 4 garrafoes rom
67 litros de agurdente.
Para Maeo, na barcaca Flor do JanVm,
carregaram: Faria fe Filhos 7 barricas c nn 477
kilos de assuear braneo ; para o Natal. B. oli-
veira 4 C. 1 barril com 34 litros de agurden-
te ; para MaeShiba, J. F. Lobo 4 barricas com
li kilos de assuear refinado.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 a 6. 12:383*3^
dem do dia 27...... 72399.'i
13:107 38:1
VOLUMES SAHIDOS
No dia I a 26......
Primeira porta no dia 27. .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Coneeicao .
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiehe
da alfandega no dia 1 a 26. .
Ditas ditas no dia 27......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
Xo trapiche Coneeicao.....
:IO,008
78
27
383
891
3!,.90
8l
b:
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia la 26. 43:o2z399
dem do dia 27...... 3:517*174
49:039*373
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 26. 181:727*448
dem do dia 27...... 6:412*780
188:140*528
MOVIMENTO M PORTn
CONTRA O FOGO.
A companhia Inlemnsadora,estabelecida
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em. edificios, mercaduras e mobHias ; na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
re a desoufianca o, como cntende o Sr. Dr. Col-
ico, olfensiva e injuriosa. Nao pode baver ollen-
sa ou injuria pira alguem no que nceessario a
ordem, a harmona, saguranca da vida soeial ou
de quajquer vida. Do contrario seriara, offeasivos
e injuriosos toda a lei, contratos e tratados; todos
os meios preventivos para garantir ardcra, a li-
beedade e todo o direito contra a possibidade de
ataque ou invasao.
De seus principios conclue bem o Sr.'Dr. Gplla-
co que as falsas igrejas, a beresia c o (schisma)
e falsos estados (as accSos e a tyra.nnfa) sao pro-
ductos da soberba que leva os homens a negret
obediencia devida s autoridades constituidas, asirn
ecclesiasticas, cuno civis, c a rcbeflaretn-se contra
essas autoridades, separa.ndo-se das sociedades que
ellas dirigem.
Se porm a consequencia 6 verdadera, falso consecuente, como se manifesa da contradici qne
em si encerra.
Oundo as duas ordens de autoridades consti
midas, as da igreja c as do estado esfjverem era
opp.isieao em seus decretos, para se obedecer
timas, nao necessario desobedeeer-se a ontras ?
Como pois a soberba que leva os homens ja re-
voltarcm se contra as antoridaies constituidas?
Segura contra-fago
THE LIVERPOOL LONDON & GLOB
INSURANCE COMPANY
Lgntem
4 SANDERS BROTHERS d C.|
11Corpo Santo11
COMPANHIA" LLIANCi
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0003*000.
Toma seguro de mercaduras e dinheiro a
risco martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, gneros e fa-
zendas. -
Agonto : Joaquim Jos Goncalvos Beltro,
ra do Commercio n. 5, Io andar.
Navios entrados no'da 27.
Dakar23 dias, corveta franceza a vapor Forbin,
commandante Lecardinal. Seguo liara o Rui
~8e' Janeiro pela Babia.
Rio de Janeiro -31 dias, brigue allemo WiUiluili!,
de 432 toneladas, capitao A. Mutzell, equipagem
10, em lastro ; ordem.
Buenos-Ayres-28 das, barca franceza Rapid. de
236 toneladas, capitao Fume, equipagem 10,
em lastro ; a Jos da Silva Loyo & Filho.
Navios sonidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro Brigue portuguez Daino, capitao
Antonio I. Vianna, carga assuear.
Rio Grande do RuiBrigue brasileiroPiramji, ca-
pitao Joao Dias Borges, carga assuear.
Observapo.
Suspendeu do I ama rio para o Rio Grande do
Norte o patacho francez Julio, capitao Bande, com
o mesmo lastro que trouxe do Rio de Janeiro. '
EiJiTAES.
Edital n. 100.
Pela inspectora da alfandega se faz publico, que
nao se -endo effectuado a venda da plvora, abal-
lo declarada, por falta de licitantes, annunciada
leilao por edital n. 98 de 21 do corrente, se
transferc.a mesma venda para as 11 horas do dia
28, porta desta reparticao, onde os concurrentes
encontraro amostras.
Fortareza do Buraco.
1,200 barris com plvora avariada, marca dia-
mante H ns. 1 a 1,100, pesando liquido real 13,700
kilos, avahados por 9:088*200, vindos do Glasgow
no navio inglez Luzitania, entrado neste porto em
5 do corronte e abandonados aos direitos pelo Ba-
rio de Bertlfica.
Alfandega de Pernambuco, 25 de fevereiro de
1873.
O inspector
Ftiftio A. de Carvalho Res.
Secco 2.v Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, 25 do fevereiro de 1873.
Por esta secrotaria se faz publico para o cnhe-
cimento de quem interessar possa os editaes
abaixo transcriptos, do juiz municipal do termo de
Goyanna, pondo em concurs a serventa victalicia
dos officios de tabclliao e eicrivao do civel c mais
annexos e"do de eserhao ue capellas e residuos do
dito termo, a forma do disposto no artigo 1.
do decreto n. 4,668 de 5 de Janeiro de 1871, de-
vendo os pretendentes apre-entar suas peti^oes no
praro marcado nos ditos oditaes.
O secretario interino, .-
Adolpho lamenha Lint,
0 Dr. ATfi- I \'a^ de flliveira. juiz i
nirioale'oiiiliios, ausentes, do oirtmerco e i
ve I ir de cap 'Has e resido k, (I i [enn-i de Goyanu-i.
d paiviiicia de Pernambuco, pr.8. M. Impe-
rial e Cmslitucioiinl (nw-Dens gdarle etc.
Faco saber a lod os tebitantes doste termo que
se acha em concurso o ofllcio de escrvao do geral,
civel c ciiine, taljelliaodo publico,judiciale naftas,
em cansequeiieia da \:igi que teve lugar no da
18 de marco de 1871, oeca-ionada pelo [aUccimen-
to do erventoario vitalicio Miguel Joaqnim de
Paras Braga, e pelo presente convido a todos que
pretenderem o referido olcio, a aprescutarcm os
^eiis requerinientos no prazo desefsenta (60) das.
a contar-se da data da afiixaeao deste, na contar-.
midade do artigo 11 do secreto n. 817 de 30 de
agosto de 18-iI : cnjooffloio foi creado pelas orde-
nicees do Reino. De qne para constar mamtei
nassar o presente edital, que ?r alfixadn ou
lugar mais publico desta cidade, em <> qual n
assigno. Cidade de (inyanna, li de f.-wroiro de
1873. En Joaqnim Jos Morera de A^uiar. ei-
crivao interino, .....crivi. Alfredo Ernesto WH
d* Otiveira. *
O Dr. Alfredo Ernesto Yaz de Oliveira. juiz mu-
nicipal e orphaos, ausentes, d i commercio e pro-
vedor.de capellas e residuos deste termo, oor S. M.
Im|ienal e Constitucional que Deus guarne etc.
Faco saber a todos os habitantes deste termo, qo
te aeia em concurso o ofllcio de escrvao de i-
pellas e residuos, em eoQseqneneia da vaga qne
teve lugar no dia 2o de junho de 1872. oecasiona-
da pelo falleeimeuto do seiventuario vit lirio Ma-
noel da CoaeeieSo Pereira de Aliiinjueiipte, e im+>
presente convido a lodos que prctendercni o refe-
rido ofllcio a apresentareni ns seus requerinienlMS
no prazo de sessenta(60) das, a contar-seda data
da alBiacio deste. na cooformidade do artigo 1J
do decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851 : cuj >
officio foi creado pelas ordenacoe-' 4b Rplfto. (fe
que para enlistar, mandei passar o presente ti-
tal, que ser affixadn no lugar mais publico 4'sta
cidade, em o qual me assigno. Cidade de Goyan-
na. li de fevereiro de 1873. Eu JoaquimloVJ
MoMira de Agotar, esrrivao interino, o eseriri.
____ Alfreda Ernesto Vasife (iHreint. _
KECIFE DRAINAGE COMI'ANY.
O Illm. Sr. engenheiro fiscal da companhia Ke-
cife Drainage manda fazer publico, que tendo tjda
at esta data repa'ados, rusta dessa empreza o
dainos causados nos.apparelhos, quer por desca-
do dos moradoro.', quer por negligencia : dora cm
liante serio ditos reparos fetos de conformidade
com os artigos segu nt"s do regulamento de 12 de
Janeiro de 1872.
Art. 13. Os propretaros ou locatarios das casas
em que boaveretn anparelbos funccionamli, p;ir-
ticpara'o no escriptoro da companhia, por esenplO
datado, qnllqner inlerriqico no servico dos m---
nios apparelhns, menconaudo a causa que a ella
den lugar, so for deOcs conhecida.
Art, li. Se dentro das viule e quatro horas se-
gnintes parfieipaeSo a que traa o artigo anti -
cedente, nao livor a companhia mandado examinar
e concertar o appardbo, os propretaros ou i*
taros .o conini'.iiiicarao ao engenheiro DscaJ
providenciari pela forma do art. 15.
Art. 1"> O engenheiro fiscal, loga que receber a
eommonieaclo de que traa o artigo antecdeme
examinar ou far examinar por engenheiro da
(companhia a interrupeo do rviCjO do appareilw
e a causa desu.
| 1." Se pelo exame conheccr-sc que a ntejrnp-
i.ao provm de negligencia da companhia ou def-
t da obra, ser a mesma obrigada a repan-lss
nmiedatauente, sib pena de pagar a multa de
lOjOOO c perda das animidades cm quanto durar
a interrup;,o do apparelbo.
2." Se, porCm, a interrnpcao prover de ne-
gligencia por parte do propritario ou locatario,
os reparos sern fetos por conta destas, sendo >
pagamento effectuado do mesmo modo une as an-
imidades, incorrendo na multa de I0*00'J e tivtr
havido proposito na negligencia.
Reparticao das obras publica*. 27 de fevereiro
de 1873. '
0 secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
BECUBACOEl
Consulado provincial.
Avisa-se por esta rejiartieo, que no dia 20 do
corrente brese o praso para recepcao dos difli
rentes impostes piovnciacs consignados na lei
orcamento vigente de 1872-73 ; os quaes deven:
er saiisfeito. dentro de 30 dias sem dependencu
da mulla de B Ojo, em que incorrerao os contri
baratea, que o deixarera de fazer nesse prac
legal.
Consulado proviucial, 11 Janeiro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Ros.
lSSrKCCAO IX) ARSENAL 11
' MAUINHA._
Faz-se publico qne a commissao de peritos exr.
minando na forma determinada no regulamento
.".iinexo ao decreto n. 132i de 5 de fevereiro de
1851, os cascos, machinas, c lderas, apparelho*.
mastreacoes, velamos, amarras e ancoras di>s va-
pores Ipqjuca c Gqiii da companhia Pernamt'i-
caua de navegaco costera, achou todos esee
objectoe em estado de poderem os vapori.-s conti-
nuar no servido cm que se empregm.
Inspc^So do arsenal de marinha de Pernanibn-
: i. 20 de fevereiro de 1873.
Francisco Romano Stepple da Sirva
Inspector.
O illm. Sr. inspector da thesouraria prava
i'ial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr. pv
- lente da provincia de 12 do outubro do anuo
prximo findo. manda fazer publico que no dia
6 de marco prximo vindouro, perante a juai;.
da fazenda da mesma thesouraria se ha de*rrf-
mata' a qnem mais der o sitio dos Remedioa-fi!
foi adjudicado a fazenda provincial, para paga-
mento da divida do ex-tbesoureiro da repartiy.v>
das obras publicas Jos Marcellino Alves da Fon-
iceca, servindo de base a esta arrematacio a quai:
lia de 3:7500.iO. porquanto foi adjudicado.
E para constar se inandou publicar o prsen-
le pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pr-
nambuco, 22 de fevereiro de 1873.
O official-maior,
_________Miguel Adonso Fenvir..
Juizo substituto da fazenda.
Depois da audiencia respectiva rao a praca.no
da 7 de marco vindouro, as II horas da maui.
os seguintes predios: a casa n. !li sita ra da
matriz da villa da Escada, com 2 portas e 2 janei-
ias de frente, lendo cincuenta e seis palmos de
de fundo,30 ditos de l'n ute.dua- salas.um gabinete,
tres quintos, rozinha fora e quintal em abertc ,
penhorada a Thomaz Rodrigues Pereira pela te-
lenda provincial, e avahada em 600t00.
dem, n. 52 sita ra da matriz da villa 4
Cabo, cem 16 palmos de frente, 80 ditos de fnno
iluas salinhas, dous pequeos quartos cozinha n
terna, quintal em aberto cm niau estado, Mtnaia
ein tenano forero, penhorada pela mesma lazenu..
ii Manoel Ignacio da Silva, e avahada em l1""
Recife, 20 de fevereiro de 1873.
. O solicitador nter
_______________M. Fu leo.
A conladoria da cmara municipal desta
dado scientifica ao donos de diversos eslabeteci-
mento de porta aberta, que do 1* demarco vii,-
douro caneca a eobraoca do imposto de 4i00i-,
creado por lei, devendo, |iorcm, ser apresentaiiii
na iik'siBa conladoria, o conhecimenio do imptstu
geral sobre industria e proisso. alim de que pro-
vem ter assim pago o dito imposto.
Tambem sao chamados a viren pagar o impor-
to de 24500 sobre qualquer cstabelecimento n
vender espirito ;'6l00por cada carrosa ou veh-
culo de quatro rod:is, empregados no servco da
capital ; 10J res pof palmo de terreno dentco da
cidade do Kecife e seus suburbios, que na > estni*
editicado ou cultivado, embora se conserve ^wi--
do ; 201000 por cada casa de sobrado na ciAole
do Recife, que eoaservar varandas ou sacada;^'
uiadeira ; 60 ris por palmo de terreno nos pon-
dos de Magdalena, Capuuga, Chacn, Ca*a Fi
Poco da Panella, CaUeirciro, Monteiro e
eos, que niio esliver murado ou cercado,
vando-se as cercas em bom estado ; 40 ^
palmo de" terreno em toda a cxlenso tt>ij
ftocife a Appucos, que nao estiver mi|
ceptuando-se os terrenos, qu tiveram i
tvas em bou, estado de couser.vaco ; K] ^
cada baixa de capim dentro da cidade doi'
OJOOO por cada urna machiaa a vapor,
exstirem ou forem montadas pa cidade. do"!
para qualquer niister ; e finalmente o iir,
33OOO e 204000 por cada boceteira e masca
vender dentro do municipio do Recife.
ContadoTf da cmara municipal do.Jtaetf. V
db fevereiro de 1873.
O contador, *
llypolito Cassiano de Y. Albuquerque Maranblii
W

i
I
.

1


1



D$qr 4^Pf^nawbTji^ se*ta. foira.28"d^JFevoiwo de 1873.
fi

------------'----------------------------------------------------
- Oprocu il da thesourarifi provincial de Pentambueo, declara aos contnbuin-
lei des ifcipostos.l^dwimn, quatFO e oilo por rento cargo das colleetorias deLimoeifo e Barrei-
res, q"1' I!'1 orado o prazo jmpror.^ayel de 30 dias, a ceutar da pubtieaco deste, na
mformidade da le n.' i^, ar(. 33, para sulicifcfrenrdesta eeeJto as resjjM*m.HI, ffn de
rclherem'seusr deitos provenientes (los mesmos imposto, certos de que nao pagando dentro deste
arazo, procederse'-ha a cobrnuca judicialmente, fazendo publicar para isto a relacao dos devedore
abaixo transcripto,
Seccaoj-oaatov^ provincial de Pemarabuco, 27 de fevereiro de 1873.
i Jl rir irg 0 procurad0r fiscal,
s Cypriano Fenelon dudes Alcoforado.
> BEL^AO DA DIVIDA ACTIVA DO EXERCIO DE 1871-1872, CARGO DA COLLECTORl\
I LIMOEIRO.
Imposto da eterna urbana.
I u J no 1.111/. UO n^U, UIU 1|UK ICIII
Hf uay et %00 palmos de'tanf
bi ra do_ -Jo Kego, eaAP

I.

95

-3
1
Pacific Sleam iftma Compaiy
Rojal tiail Sleaiiiers.
At o da % de mareo prximo, espera-so da
Europa o vapor desta companhia Cordillera, que
seguir para o pujos-do Pacifico da soa escal,
tocando na Rabia, Rio de Janeiro' e Montevideo1.
Para todae quaUjucr iaforniaca) podem dirigi-
se aos agentes Wilsop Rowe A C.
N. R.-Por qualqer csiuerjao que seja, nao
se pode receber cartas nest.t'dgencia. '
14 -RA DO COittrKfiCtO14
i
Pura o IVil
ConJ
8
O-
35240
4*320
6ji80
3*140
8$640
0*480
i Villa do Limoeiro.
Hir i. Jeronyw boar de Vasconcellos
,-tjt-i n. 43 Jfio Francisco de Crimino
Ojia n. 8. Hordeiros de Antonia Maria da
ceieao
SJiu a. 34."Jeronymo. de Souza Coellio
witau. 90.Manuel Clemente dos Santos Lins
' Bula Cruz n. 13.Jeronynio d- Souza Coelno
Laminosa a. 41.Francisco 'Hermano (Santo Antiio)
Dito n. 61 e 63.Joo Captulino de Aquino Guerra
Ofaft 2 a 10. Manoel Joaquim frncaWea
tllecifui 10*800
Villa do Rom Jardim.
Saadadcs n. 3. -Jos Francisco Forreira 4|3fQ
ereo da Matriz n. t-Mauoel Gomes de Moura 3*240
Dita ii. o.Joao (iomes Barboxu 3240
Dita n. 7.Manoel Comes Rarboza .{210
Dita a. 9.-Yiuya de Victorino Burgos 3*240
Dita n. 11.-Antonio JSeqnardo da Silva 3*240
io n. lMManoel los dos Santos 3*240
tux m. 4. -Manoel Francisco de Souza 2*100
Swi a. o.Jos Autonio Beitjrra de Menezes 2*100
Diia il 1J.Jo.iu.uim Goncalves da Costa Lima 3*240
Dila n. 2.Joao Ferreira da Silva 2*160
Passeio n. 1 A. Joo Gomes Boares 4*320
Dita n. 14.Manoel Ferroira da Silva |3*240
" Aurora n. 10.-Manoel deRarros 5*40U
*H)i
*235
*07
*1W
*19i
*'97
*239
194
*324
129
*097
1)97
097
4097
tm
4097
B!
*097
I'64
*I29
1087
#ia
383
*W
291
*388
*777
galera portugueza Frmela, capitao Justino lu-
tingues Cardso, vjii sahir com brevdade por ter
a malor parle de sou carreganiento prompto i
para carga e pas-aguiros, para os nuaes tem ex-
ccllentes commods, Irata-se com E. 11. Rabe lo &
C, ra do Comm'crcio n. t8.
4972
I?
12*090
291
*2M
m
m
*291
4194
*m
4291
448
3 018
628
. 418
i 418
628
418
837
628
048
(jimlro i",- rento.
Limopiro.
3*840 4113 4343 44300 14012
1*440 4043 129 433
3*840 *H3 *043 4J30O
1*440 4129 11612 2*iVsS
2*400 2*400 4072 4210
4072 *216 B688
244DO *07 42 Mi 2*(')S8
2*400 4072 210 2*ti8.s
2*400 4D72 *210 1*688
2*400 2*4C0 *072 4072 4210 688 !i088
2*400 072 B688
2*400 4072 4246 688
lo por auto.
rreira
3*760 172 4318 6*430
Matnz.-Antonio Francisco da Ounlia
Dita.-Manoel Romao Correia de Araujo
Jiooi Jardim. Claqdino AogU&tp do Lago
Dita.-Firma da Motta SUveira
Dita.Joao Augelo Sabino
Dita.Francisco Peregrino k C.
Vertente.Jos Valontim do Souza Paz
Dita.Manoel lledrigues dos Santos
Dita. -Manoel Lopes da Silva Vieira
Dito.Jos I'ereira da Silva Lima
f,u|uaretiiga. Adriano Ferreira da Silva
Mimbiu.Manoel Rarboza da Silva
injues.-Antonio Jos de Aguiar
U/tu por
Vrila do Limoeiro. llenriquc da Silva Ferrreira
R.,bello Filho
COU.E< TOR1A PROVINCIAL DO MUNICIPIO DE DARREIROS DE 1871-1872.
i
Vilto-Padre Franca jo. 3. Rogelio dos Santo*
Callaca, dcima. 1 e 2o semestre
Dita--<'^minercio n. 10.Andr de de Suiza Es-
toa, idem dem
Dita. Dita u. 12.Rita Maria da Conceicao. idem
dem
Dito.Coturello n. 2. Fiancisco Romao, idem
idem
4Uu.Conimercio n. 48. Sezinando Marcolino de
Meira, idem idem
Dita Dita n. 4-.Joao Caldiuo Wauderlev. idem
idem
Mmw.Commereie n. 3.Joao Maria Wanderley.
idem idem
, Ditft Dita n. 4. Jos Mondes da Silva, idem
idem
Dita.Dita n. M.-Autonio Moreira R. L'eha, idem
idem
Dita.Dita n. 30.Guilliermina Maiia da Coucm-
;ao, idem idem
Diia. -Dita a. 36.Joaqun] Mendes da Silva, idem
leui
frita.Praia n. 7.Jo.- Tbeodoro da Fonceca Pita.
idem idem
Dila Fego n. 1. Jos Joao dos Santos, id.n
dem
Dita. l*ita u. 7.Maria Joaquina da Gonceicao,
idem idem
V.iia.Uniao n. 13. -Manoel Francisco dos Sank>s,
idem idem
. Jos.Pjtee da Peira n. 24.Jos Annes Perei-
ra, idem idem
Dita.-Direita n. 9. Jos Luiz Pereira, idem
idem
Dita.Dita n. 31Augusto Cesar de Almeida.. idem
ideni
Dila n. 33.Joao Manoel Teixeira Cavalcante, idem
dem
Commerrio n. 37.Francisco Soriano d'AI-
liu [iierque, 4 porcento, idem
-Dita n. 9. Andr de Souza Estou. idem
dem
Dil .Dita n. 4.-Sezinando Marcolino de Meir.i,
idem idem
Dita. Dila n. 39.Antonio Ferraode Vercosa. idem
idem
AbrenDita. n. 3. Joao Mauricio Wanderley.
idem idem
[tifa.Fojo n. 1.Manoel Amando da Paifjki.idnni
idem
& Jas ,Direila n. 31.Angosto Cesar de Aimeida,
idem idem
Villa.Vicario n. 18.Joaquina Francisco Pereii'a
da Silva, 8 por corito, idem
llli.i'j'inineieio n. 3.Dr. Jos Ronifacio de Sa
Pereira. idem idem
3eec3e do contencioso [irovincialde I'eruambco. 27 de fevereiro de 1873.
O l'ofllcial,
Huivr.j Walfrido Peregrino da Silva.
3 i i i a
3*400 *486 4162 6*048
3*400 *486 4162 6048
2*160 4194 4004 2*418
5*160 2194 4064 2*418
3*400 4486 - 4162 6*0-48
*480 tm 4194 7*257
10*800 4972 324 J96
3*240 4291 4097 34628
o*400 4486 4162 6|0i8
5*400 *A86 463 408
8*640 4777 *.259 9^670
5*400 4486 4462 6*048
5*400 4486 4162 6*048
3*400 486 4162 6 048
3*400 5486 162 65048
5*400 3486 5162 6*048
5*400 4486 4102 6048
5*4C0 4486 4162 4194 6*048
6*480 4383 7*257
4*000 360 4120 4*480
2*400 4216 5072 26?8
2*400 #216 4072 2*688
2*400 5210 4072 2*688
4*800 432 6144 5*376
2*400 *216 072 2*688
2*400 4210 072 2*688
2*880 4259 080 3^223
4*860 5432 4144 5*376
___
AVISOS MARTIMOS
Pela mesma contaJoria da cmara muniei- j
; itoa de porta aborta a virem pagar os nipos-:
'-atracados que s acharem a dever, bem come Rpol pninniiilin rlp namiAtPQ
^ demais imposto do exerca-io prximo indo de Uedl ^mptlUIlltl U pdqueiefe
Comadoria da cmara aiunicipal do Recife. 27 lllglCZeS 3. VapOl*.
i feVereiro de. 1873. At o dia 28 do corrente espera-se da Europa o
O contador, vapor inglcz eca, commandante H. Bax, o qual
Hypolito Cawaao de V. Albuquerque Maranlio. depois da demora do coslume seguir para Rue-
. nos-Ayres. tocando nos portos da Babia, Rio de
-----!-------------------------------------------- Janeiro e Montevideo.'
SANTO ANTONIO.
EMPREZA-V1CENTE.
.lSVl !: I. I lilillU-O
uten^ao ser e issriiiMu provincial
a orebestra, dirigida pelo maestro Colas, execu-
O livnin naciannl
Sefuindo-se logo a segunda represeatacao da
cemedia m 3 actos :
0
taicndo 03 priocipaes papis os artistas Manuela
Lcei, Joanna Jauuaria e Flavio Wandeck.
Terminar o espectculo con a comedia em 1
acto, de assumpto popular,
O ii'iiiili* drciroM livrcH.
DistrBjuiclo.
arianna, velha beata
Bufrasia, sua lima
Liiiza, cuubada desta
J'ga, irmi) das almas
Sauza, idem idem -
lbnrelo. macn
insberto, vaJ -,
Lt^iirnuodas a
rabo de p^
SeWaMos depuli.ia.
PrliMpiari as 8 Jj2 uoras
D. Joanna.
. Olympia.
D. Emilia.
Si\ Flavio.
Sr. Cmara.
Sr. Vicente
Sr. Bernardi:),
Sr. Antonio
3r. Maxi/no.
No dia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Douro, commandante TUwailcs,
0 qual depois da demora do costuine eguir
para Soutliampton, tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commereio u. 40.
Lisboa e Porto.
A galera Asia a sahir em
poneos (lias recebe carga a fro-
te mais barato do que outro
lualquer navio ;teui excel-
lentes accoinmodacoes para
passageiros. A tratar com
Tito LivioSoares: ra do Vi-
gario n. 17, 1. andar.
Para o Aracaty em direitura sane nestes
oito das o Uiate nacional Mwi \wlia, de !
classe, capitio e pratico Francisco Thomaz de As
sis. j tem metade de seu carregamento-enjajado :
para o resto trata-sc com sen consignatario Anto-
nio Alberto de Souza Aguar, ra do Amorim
i.. 00. *
Para a Baha.
O navio Italiano ftarglurle, recebe carga a fre-
le barato para porto cima, paja o qual segu
em poucos dias : a tratar com os' consignata-
rios E, A. Burle 4 C.
Para o Rio Grande do Sul'
Para o porto cima pretende seguir com umita
bre vidade a escuna portugueza Clin si ni", tem
Paite de sen cajiefc'amwipo, epara p restante qtw
ibe Taita, trat-se'com os seas consignatarios An-
tonio Luiz de OHveira A-eveHo 4'C: no seu es:
cri|)torio ra do Bom Jess n. 57, nutr'ora ru*
da Cruz.
o fundo de Luir do Reg, em que tem
casa o mesan
L"m do na mesma
tenclEio?lPI,io^l7i*Dji^lanw
m dito na tnmon ra,'-otv|^alos de frente,
o fundo at a ra de Luiz -& f efo, en qus tem
' caa ff-Sr. Francjsco'fTomes Saraiv.1.
Um dito em iailafaffffrtV launas, com 100
palmos de nM^MttU00t,m que tem casa
o Sr. Joaquim Barbosarda Silveira.
Um terreno no inenoluar, con> 100 palmos de
frente fallido).- [ *
N.ttH-Mra 9 oemai-c
as 11 horas.
0 agente Pinto, cmom-iiii) ''jndado do 111 m.
Sr. Dr.juiz d $r virtiidedo que reuuervu unyeetaruinlc dos bens
deixadps pitf ajeiifleiifu do major Manuel do
Nascimento da oa Mojifwro t sea nmflier, le*
vara leila as II horas do dia cima dito, em
seu escritorio a ra dofioU) Jesits n. 43, os prej
un.? R dominij directo dos terrenos cima deserp-
tos, peri|o,?niol ^ rasaf pventriade.
Os prejendehtes^wder'w'" examinar no dia ti d
marco i rpspera d? Ieil& os^ol^rados da ra da
Imperalnz n. fs, ra do Visconde de Albuquer-
que n. 138, os guau.- ertaiib M pxame dos con-
crrenlos das (l ^ 21^^ d| tarde.
AO AR
BO
AR0R PRANCEZ
RU|DO#AlU|)DVICTQRIA
N. 7Outr^ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabauf de ebegar muito bons pianos fortes e de
JJllOES,

tfta
DA
taverna e arraazem ile sal da ra Imperial
(lioje Vidal do Negreiros) n. 137.
Uije
O agente Martins far cilao por autonsa.ao, da
armaeao, gneros, paioes e mais pencaras, da ta-
verna e armazem de sal da ra Vidal de Negrei-
ros, antiga ra Imperial n. 137, a qud niuitp
propria para principiante, por ter poucos fundofr
e acommodaeoes para familia.
A's 11 horas do dia cima na mesma taverna
LEILO
DE
15 saceos com pimenta, marca G B a saliif
Ja alfandega.
H
O agente Pestaa far "leilo por conta e risco
de quem pertencer, de 13 saceos com pimenta, em
1 ou mais lotes, sexta-feira 28 do cier.ente, as Jf
boras da manlia, no armazem do Annes.
LEILAO
DE
inunleiga
20 barris com munleiga ingloza marca
qudrado J C B 6J, a sahir da alfaadega.
HOJE
O agente Pestaa far Icilao, por conta e risco
de quem pertencer, de 20 barris com manteig
ingleza a sabjr da alfaudega, os nuaes sero ven-
didos, sexta fira 28 do correte, s 11 boras da
manba, na porta do armazem do Annes.
Compadihia Recife Dramage.
A cinnpanlua avisa aos Srs. nroprietarios e aos
moradores das c*asM)axodemra'das que podem
l'azer uso dos appurellios i|ue form collocados as
snas nioradia< :
Ra da Cruz, de n. 43 G3 e de n. 2 32.
Becc do Abreu, den. 2 6 e n: 1. .
Ba do Torres, de n. US20.
Ra dos Mscales, n. 1.
Rna da Senzalba Velha, de n. 2 48, de.62 80 e
de 1 11.
Beeco Tapado, de n. 3, 5 e de 2 8.
Becco da Lama, d n. 2 Di.
Becco das Miudlidias, de n. 1 15.
Ra da Senzalla Nova, de n. II 21.
Becco da Lingueta, de n. 1 5.
Ra de I). "Maria de Souza, de n. 1 7.
Ra do Torres, de n. i 12.
Ra do Commereio, de n. 2 2i.
Travessa da Ra do Viaro, n 1, 3.
Ra do Vigiirio, de n. 6 26.
Largo do Corpo Simio, n. i e 4.
Ra da Guia, den. 1 87.
Becco'dos Pertos, n. 2 8.
Travessa da ra da Guia, -n. 1.
Ra da Madre de Dejts. ibj. ij. 24 30.
Travessa da Madre de Beu's. de n. "2 18.
Becco da jCacimba, a. le de n. z> 10.
Ra daCaileia, de n. 1 i&
Ra do Encantamento, de a i 20 e de 1 11.
Distrirto de Sauto Antonio e S. Jos.
Ba de Santa Rita >"ova, de n. i 19.
Travessa da Ribeira, ainljos os huios.
Ra de Pedro AITunso, de h. 1 a 63.
Caes do Ramos, de n. 2 ii.
Travest do Carioca^ n. 2.
Travessa do Arsenal de Guerra, de n. 1 17.
LEILAO.
SABBADO 29 DO CORKE.NTE
O agente Pinho Burgos far leilao de urna casa
terrea com 2 salas, 2 quartos, cacimba, quintal
grande, em chao proprio, sita na ra do Conde da
Boa Vista, n. 121 (outr'ora Caminlio Novo), no
seu escriptorio, ru do Rom Jess n. 53, primeiro
andar, pelas H horas da manha.
?**
Armaeao, fazendas .c mais pertenoas da luja d;i
ra Primeiro de Marco n. 14,'antiga ra do
Crespo, e garante-se a casa ao comprador, mae-
sa fallida de Manoel Jos Monteiro Torres.
SEGl'NDA-FEIRA 3 DE'MARCO.
O agente Martins levar novamentc leilao, por
despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mereio, a armaeo, fazendas e mais perteacas da
luja de fazendas da ra do Crespo n. 14, perten-
cente ruom fallida de Manoel Jos Monteiro
Torres.
0 leilao lera lugar na mesma loja, s 11 horas
do dia cima.
LEILAO
DE
movis, Ion? e cmlaes,
e obras do prata
A saber:
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, candiel-
ros gaz, jarros para flores, quadros e tapetes.
Urna cama para casados, 1 lavatorio, para duas
pessoas, 1 toilet.
Urna mesa de jantar, 1 guarda-louca, 1 appara-
dor, 1 sof, 2 cngolos, 2 cadeiras de bracos,
Jl marqueta, 12 cadeiras, 1 apparelho para cha,
1 dito para almoco, copos, clices, garrafas e
compoteiras.
Um faqueiro de prata, 1 salva, 1 paliteiro, 12
facas e 12 garfos linos.
T*'i-;a-r'i-a 4 de marea
Por intervencao do agento Pinto.
No primeiro andar do sobrado da ra da Impe-
ratriz n. 80.
O leilao principiar s 10 1/2 horas em ponto.
LEILAO
DJB.
diversas fazendas, um cavao, diversos obje-
ctos, dividas, cun terreno no lugar Pra-
to Grande (engenho Capricho',
QlAllTA-FtUU 5 DE MARCO
Espolio do subdito portuguoz Domingos AjA
tonio Fernandes.
O agente Martins far leilao no dia 5 de margo
prximo futuro, por aulorisago do Illm. Sr. Do-
mingos Maria Goncalves encarregado do consula-
do portuguez nesla provincia, de diversas fazen-
das, um excellente cava'lo, diversos movis, divi-
das e urna parte de trra no lugar Prato Grande
do engenho Capricho, do termo de Agua Preta,
comarca de Palmares ; seudo ijue as fazendas se
achara avahadas em 134*350, movis e o cavallo
em 2O5AOO0, dividas na importaucia de 2I3000,
e o terreno em 1:000|000; todos estes objectos s
achm depositados em uiao de Joaquim Jos de
Arolla.
Q llo ter lugar no din cima, no armazem
da rna do Imperador n. 48. s 11 horas.
predios e terreos
A SABER :
O.sobrado da ru.a da Imperatriz u. 18.
m dito na ra do Viscond- de Albuquerm'ie ni
138.
Urna casa terrea na mesma ra n: 142.
Urna parte de 4Q09 no engente Regalia.
Um terreno (b tb\o) na ra do VistoVj/le de AIbu4
,qucrguej em que est edificada a casa t. rf7. .
Um dito no allnhamento d'a ra da A^rof^ >oi
OO palmos de frente, e fundo at ra de Luiz
do Reg, em que esli edificada uini casa iu
Sr. N. I. LideWae.
Umdito na mesma ra, com 200 paieos d fteae.
O Sr, Olywpio Fran-
cisco de Mello tem urna caiv
ta i,esta typpgrapha.
CASA DA FORTia
AOS 5cOO0#OOO.
BILHETES (iARAXTIDOS.
.4' rna Primeiro de Margo {outr'ora ra do
Crespo) n. 23e casas do cosame.
O abaixo assignado ienuo veudido nos seus fe-
lizes bilbetes tres quartos n. 1,984 com 8003000
e outras serles de 40,4000 o 20^000 da lotera
que se acabou de cxUaliir (-40.) Ciinvida aos
possiiidores a virem receber na conforhvidade
do costume acm descont aJgifiri-
Acbaiu-se i venda os fezes bhetas garantidos
da 7* parte das loterias a benelicio da igreja de
Noasa Senhora da Cericeivao dos Mitares (U'i.
que se extrahir na teii a-feira 4 do mez vin-
douro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6000
Meio bilhete 3j>000
Quarto loOO
EM PORQAO t)E 100^000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio billiete 27S0 .
Quarto 15373
Manoel Martins Fiuzn
Escravo fgido
.50$00 de sr;!iiieai;i).
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872,
0 preto de nome Alfredo, de trilla e tantos ann s,
crilo, e bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j esieve no engenho do Sr. Lul de Caiar, em
S. Lourenco da Malta, onde consta ter prenles,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta
praca ; de todos estes SrsJfoi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o cenliecem, dizendo que
esla forro, assim tem podido escapar de ser preso.
Pcdc-se todas as autoridades e capilaes
de canqio que o jiogando leve-o a ra do Duque
de'Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem
Segundo, (juc receben a gratificacao cima de-
clarada. _______^___^_____^^_^____
Crioulo Francisco
No dia 17 de Janeiro prximo passado
auserrtbu-sc, o moleque' Francisco, bonita fi-
nita* de 17 anoos, bons denles e pos gran-
(tes, ua ciutura tem signaos de antigs sevi-
cia;, andn algum tempo como servente
us obras da Penlia, e foi negociado a pou-
co com a Sr. Mnia, logista da ra do
Crcspo.efomoconslaterandadonasimineJia-
coes de Iguarass e a poucos dias foi visto
no rancho docabocolo Sandio em Taep,
perto da mesma villa roga-sc s autorida-
des o pessoas q povo a sua apprebenso e
manda-Io a ra dojlmperador n. 2 que gene-
rosamente so gratificar. _____
Para cozinhar.
Precisa-se' alugar orna ama que saiba co-
zinhar o ordinario de urna casa de pequea
familia. Aceita-so forra ou captiva; mas
prefere-se destn ultima comlico. Trata-sc
na ra do Capibaribe n. M-.
Escravo fugdo
Fugio no dia 27 de fevereiro do conente anuo o
moleque Guni/fo, de cor dla, idade 10 para 11 an-
uos, e bastante esperto e teei o jVo um poco pu-
chado para fura, levon vestido calca de brim paj-
do j bastante velha e suja, camisa de madapolo
no mesmo estado, nao levon' ehapeu ; este moleque
loi do Sr. Antonio delpado Borb, morador em
Tracunhaem comarca d azareth, donde j fugio
ha dias e foi pegado em Cruanfrv'.costuma dizer que
livre para assim mellwr ledir os almocrevesn, a
companliia de quem eivi9to passar momado na
garupa de um cavaMo, em S. L6uren(o da Malta,
o mesmo dia cima nefando : roga-se a todas as
aatoridadepo1ioiee tapitesde campo o apre-
hendam e lerem a Larga do Rozarlo n. 37, ar-
mazn) de motilados de VoriatoOrrteto Lopes, ou
a Antonio Delgado BorLa, na pnvouoio de Tracu-
nliiem. ipie seiio yerosamente recompensados.
Engommaitcira
Para casa de pequeo* unjia precisa-se de urna
boa engomniadeira de conii^a, quem se pagar
30^000 monsalmente, em S. Jos do Manguinho,
edee da igrej, o sjmeire sitio com gradim e
peto dferro d tadeMineUO.
-Na'r Vdha'csaV'll^yuia-se urna es-
crava' perfeita ooztatieira, eapmotadeira e lava.
Jeira, gaem prertir pode-drrlyr-se1 *CTferida ea<
sa, que achara com quteiri tcalar.
m
vapor francea, raa do Barao da Victoria, >u-
tf'ora Nova n. 7.
Cacado franecz.
Botinas de luxo e ptiaatazia, brancas pretas c de
differentes cores, tanto para seiihoras, como pa-
ra meninas.
Sapaiinlios com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Rotinas da Melis, de Suser e de Polak, para bo-
mens.
Sapatos de cordavo Mili spara homens.
Rotinas para menino de qualquer tamanho.
Prrneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens.
Abotinados de nmitas qualidades e precos para
meninos e meninas.
Sapates de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jaidias e banhos, surtiuiento para homens
e Snilioras.
Sapatos de tapete, iwemira, charlo! avelludado,
de tranca portaguez e fnutcez.
No armazem do vapor franeez, ra do Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de II r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavando, pos de arroz, salmo-
netes, cosmticos, inuitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de re-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de dille-
rutes tamaitos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
^ tes Piver Coudray,
No armazem do vaoor franeez, ra do Raro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Mascaras para o carnaval.
0 mais importante sortimento que tem viudo de
mascaras de massa, de rame e de seda, nariz
com oculos, barbas etc., precos muito bara-
tos tanto em grosso como a retalho.
No armazem do vapor franeez, ra do Barao d
Victoria, oulra'ora Nova n. 7.
Para
viagens.
Mmto boas malas e bolsas para viagens de c r
de caniinhos de ferro.
Krtojos de viageus com os pertenecs necessai.
para barba.
No armazem do vapor franeez, Bruaop arao
da Victoria, outr'ora Novan .7.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleo e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france-, ra de Baro
da Victoria outr'ora .Nova n. 7.
Mobilias de vimos.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarnicoes, so-
las, jardineiras, mesas, conversad iras e costu-
reiras, tudo isfo muito bom por seren fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de rocreios.
No armazem do vapor franeez, ra do Bar3o da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilleras.
Artigo de liTei'ente( goNtost c
Itlinntazins.
os para sajas e gabinetes.
l.eques |>ara'senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de lio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos pan retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para reloglos.
Brincos jimilacao e boldes de punhos de plaqu.
olsinhas e cofres de seda, de velludo e de couii-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e|ioilelte,
Pineenez de cures, de prata dourado, de ajo
tartaruga.
Oculos de ajo fina e de todas as graduaces.
Bengalas de luxo, caima, com castoes de niarim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chieotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para salios de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Rentes de tartaruga para desenibarac/ar e para
barba.
Ditos de maiiim muito tinos, para limpar cabera
Escovas para roupa, cabello, ualias e para den-
tes.
Carteiriuhas -de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campnulas de mola para chamar criados,
Jogos di' gloria, de dama, de bagaleilas, de domi-
n e outros mullos differentes joguinhos alle-
raaes e franqeies.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
\l;unadeiras de vidro de dar leitc mui fcil s
craaeas.
Argolinlas de roarSm para as enancas Biorderera,
botu para os daitu's.
Berves de vimes par oubalancar crianjas.
Ceatdia? de vjuk's para braco de meninas.
Caxjuifos de quatro rodas par3 passeics de orian-
cas.
Venzaas rranspsrentes para portas e janellas.
Revetbieej iiviij)riivntes pwa c;jid}eiros de gaz.
Esterescopos* cosTOorailias ora cscolldas vis-
tas.
Linternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
festas. .
Baloes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para" conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de pallra e de pennas.
'i'esourinhas c caivetes lirios.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louea branca, modelo bonito e bom.
tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadros j proniptos coin paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e pnanla
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejos harmnicos on aeeordions d todos oj
tamaitos, c outros muitos artigos de qmuqu
Diarias difOcois de mencionar se.
No armazem do vapor franeez, ra do Rarao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinqucdos para meninos.
A maior variedad* que se pode desojar de lodo?
os brinquedos fabricados em dillerentes partei
da Europa para enlretniraento das criancas;
tudo a precos mais resumidos qne possivel :
no armazem do vapor franeez, ra d > Bario
-da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
Ptalas assucaradas de Brislo!.
NAO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NENlil X
OUTRO MINERAL.
A grajide necessiade e falta de vaa c-*-
Jiartico ou de ama muiana purgatira, u
muito que tem sido sentida, tanto palo p-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medicd,' e por isso, infinito o gDso e
prazer que sntiiT.O.s, em podermoi com
toda a confianca e seguridade, recomjflendar"
s plalas tegetaes assucaradas de Bristol.
^)mo urna excellente medicina purgativa, a
pial encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
iessas drogas ordinariamente usadas na
composito dessas pululas, que .por alri se
vendem, mas -sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de nes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
javer chimicamente extrahido e seagado,
)s principios activos, ou aquellasTsies
que contem o verdadeiro valor meocmal,
iaquellas porgues fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor %irtu-
de. Enire esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o maH
jaravilhoso possivel sobre as regiSe do
figado, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinagao com o
kpiandrin, e mais alguns extractos vge-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
aando-se por isso muitissimo Mqjerior,
qualquer urna outra medicina da mesma
aatureza, que jamis fora apresenlado au
publico. As plalas vegeto* assucaradas
le Bristol, achar-se-ho sempre um eme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo
Afieec5es do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Dspepsia, ou indi-
gesto,
dAstringencia, ou..
priso do veutre
habitual,
\zia do estomago
latulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo.
Para alugar
Urna expeliente casa terrea com grande sutao,
ediu coinmodidafle para duas familias, quintal e
viveiro, em Santo Amaro n. 139 : a tratar na Es-
trada de Joao de Barros n. 26, depois de 4 horas
da tarde ou no Caes 28 de Novembro n. 3ti.____
Popular fluminense
Augusto F. eeOIiveira C. fawm nublico (rae
dekajramde^rgwenle d eompaahu popular
flumuiense.
Em todas as molestias quo derivam
ma origem da massa do sangue: a tuUa
parrilha de Bristol esse mellior de todo*
os purificadores deve ser tomado cojijun
tamente piulas, pois que *esta
suas medicinas, tendo sido expressaaent
preparadas paraobrarem de haimoni un: i
:om a outra, quando fielmente assim se fa.:.
ilo nos resta a menor duvida em dizer
pie no maior numero dos casos, odemos
fiangar nosum grande alivio, lomo
tarnbem urna cura prompUt e radical, ist.
est bem visto, quando o doente n5o so
ictie n'um estado muito alm dos recursos
'iumanos. __________ '____________
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Ra do ( i/iniiK i. i.) n. o, 1. nntlai*
Sacca por todos os paquetes sobre o bom >
do .Minbo, em Braga, e sobre us sogainte?
ulgarea de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
llareellos.
3eja. Chaves.
Coimbra.
Covilb.
Faro.
Guarda. *
Guimares.
I.aj>ego. I.isbOa.
.Mirandella.
Mon^o. Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos. Viauua do f.astello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Fama]cao
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
\izeu.
Vafear^.
Figuea.
(lina esorav.-i boa e.iiouimadeij,^'a(leir:i -
e i/mneiM. |>recisa de aelur urna pessua' (pi<- I!;-
empr.'sti' a qiianii;i do soo.;. lo nlliecaoi os seu
serviro-pelo tempo mi eeOTonctor: dui;a-se
ir-raa'da ffomydi n>-4<. __________^
Alujja-se urna casa no alto da Torre, com al-
guns rommodos, muito fresca ; a tratar no e* >
do Ramos n. 10._________________________
O abaixo assignado declara ao respeitavei
corpo do commereio, que romprou a la versa ik'
Jcronyino Acacio da Sena Cnuquacra, sita ni
travessa das Cruaes n. 6, livre o desembarazada
ipicni, pois. so julgar com direito, aununcie n
prazo de tres dias.
Antonio Jos da Silva Pereira.
Companliia
banta Thcreza
Emisses de ac^e.
A companhia est autorisada a emittir f <*"
accocs de oOjOO cada urna. A pessoas quede-
sejarem toma-las lodem entenderse cumap di-
rectores Srs. Bario da Suledade, Joaquim di'-
cues Tavares de Mello e Francisco f.oiiear*v-
Selto ou com o abaixo assignado. que dar 4Ml-
quer infomiaclo.
tecife, 15 de janoiro de 1873.
O gerente,
Justino J. da S. (uipos.
Criado.
Precisase de um criado ou escravo qufctj
copeiro, e pasi-se bem : na ra 7 d..Setemhro u
13, esquina da ra Formosa._______'
. Caxeiro
Pl ecisa-se de um, que tenlu pratica t ^,
ed liador de sua conduta : ua ra E.-treita
Rozario n. 40. ______ -
laixeiro
Precisa-se de um menino de W a 14 "**
com pratica'de taverna : na ra da Coacerdu


i.....


Diario dcPernambnco Sexta feia 28 de Fevereko de 1873.,*

MORE1RA
. NA
BHIA
& C.
Moroira & C. solicitam a attenrao do publico da provincia de Peroam-
buco para o rapAra Fina-producto de fabrica pertencente a filhos
do paiz, e cuja qualidadc est conliccida perfeitamente igual do verda-
deiroAra Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Baha, tendo alm
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito le tornar couliecido c devidamenteapreciado o rap- Arca
Finaos annnunciantes acaban de au torrear seu agente em Pernambuco,
a acceitar, mo grado, os obstculos c direitos de introdcelo, a luta da
concurrencia, acompaidjando-a nos batimentos de prec,o at onde for
isso compativel com suas forras.
Os annunciantcs esperam, encontrar na nobro populacao de Per-
nambuco, o apoio que tm jns a actividade c os csforc.os que ellesteem
empregado para, por assim dizer, nacionalisarcm um ramo de industria
que at hnje s ao estrangeiro tein aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptor o do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, ra do Vigari O. ti. As rendas sao feifas em libras
ou meias libras, vontade do comprador.
Proco 1-^000 a libra, com descont do 18 em porcao de 10 libras
para cima.
Babia, 21 de fevereirode 1873.
'Moreir & C.
*iJi<-Sii\
mMRl
Vi
>m%m
^^fel
raaaa2S25Baaw?j
Exrnsicio universal hk isr.s
MEDALH DE I" CLASS:
ALF. LABMtRAQUB & Gu'
APPROVADO PELA h'AO'-MIA Z MEDICINA DE PAR1Z
0 Quintan I-ahnrraqt:o,
um vinbo eminentemente t-
nico e febrfugo que deve ser
perferido todas as outras prc-
paracocs de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mente empregados na medicina
preparam-sc com cascas de quina
cuja riqueza m principios acti-
vos extn mmenle variavelj
parle dUso, em razfio le scu
modo de preporacSo, estes vin-
bos conliin [i -uas vestigios de
priuci;' i -. el em pVo-
por fes : nptt! fa i is.
Qttititusti LnTiarrafiuo,
ai novad la Acadamiu de me-
dicina, i;' i' pelo conlrario
un mi anenlo de composi-
jfo delenni i '". 'i; em j '..:-
cipios activos e com o qual os
7
mdicos e os doentcs poJcm
sernpre contar.
0 Qiiiaiuin Luharraquc
proscripto com grande xito s
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'etgota
ment, seja por antigs moles-
lias; aos adultos fatigados por
orna rpida cresc^n^a, s ilumi-
nas (n tom diflicul.'ade em se
formar e desenvolver; s itiulbe-
rc': dep 3 dos partos aos velhns
enflaquecidos pela idade ou
i,a.
': izo de chlor '-, anemia,
cores plidas, este vbiho um
oso auxiliar dos ferrogino-
sos.Toin lo junto, par exemplo,
[lulas, de Yallet, produ?
il i5 maravilhi >u;, pela sua
rpido accSo.

Drpuk!lo em Parla, l flt.f.H, ru Jneott, 13.
em poneos iMtai
. O problema resolvido por Mr Rigollot com o mais felii resoltado na composicao desta
> papel foi conservar & mos tarda todas as suas propredades, obten do em poneos iattairteij
e com (acilidade um efieito decisivo com a menor quaotidade possivel
e medicamentos. {A BouchardatAnnuatre de thtrapevHqae* de 1868
.. Sxigir issignitnre ao lado, por que ha fale tiradores,
PARS, Rti4 YUMi-du-TempU, 9%

DIUZEO DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug K 4
JOSEPH KRAUSE & C.
E
GOMES I)E MATTOS, 1RMA0S
JJcslo importante estabelecimento de primorosas joias, achara o respeitavel
publico desta'capital um grande e variado sortimento de joias de todos os
precos, queja existiam no Muzeo, que sero vendidas com grande reduccao
de preco, alm dos novos objectos recebiilos directamente da Europa, que
se vendero por prec,o animador, bem como sejam, aderecos de brilhantes,
pulseiras de ditos, broches e rosetas de ditos, ditos de differntes pedrarias de
presos ; anneis de brilhantes e de esmeraldas, rubins e perolas, e de todos
mais objectos de valor, que possam ser desejados pelo bom gosto e aprecodas
familias, que sabem dar valor a objectos de primor.
Os propietarios do Ml'ZEO DE JOIAS, convidara as familias que se
queiram pro ver de excellentes joias', a virem escome-las entre o variado
sortimento deltas, garantindo os propriotarios que serao sinceros para todos
que se dignarem procurar seu estabelecimento.
Entre o grande sortimento de brilhantes, esmeraldas, perolas, e obra
simplemente de ouro de lei, se ver um eleganto sortimento de obras de
prata primorosamente trabalhadas, quetambem se vendem apreso reduzido,
bem como, relotyos de'our e prata dos melhores autores conhecidos, que
se vendem mediante pouto djnbeiro e garanta dos donos deste estabeleci-
mento.
Os horneas do centro, que precisaren! de qualquer objecto de grande
ou pequeo valor, procurem o MUZEO DE JOIAS, que sero servidos com
attencio e sinceridade.
'Pedcse u te. U Antnk| Monei
rnamlato, tivnr Mnr iv arniaT.rrn
de tonca da. H^arf M te em Pe
de tonca
ci de seu interesM.
i'iUlMUil
DE
Cotnpmiliia
Santa rhereza
De confirmidade em o artigo 15 dos estatutos
sao convidados os Srs. accionistas para reuni-
rem-se em assembla feral no prmeiro andar,
da ra do Vigario n. 13, no dia 48 do corrente
ao meio dia, aflm de Ihes ser aprsenla do o re-
latorio e bataneo do anno prximo passado.
Recife, II de feverelro de 873.
O gerente,
Justino J. de S. Campos.
ATTENCAO
8MS000.
Fugiram do engenho Rola, freguezia da Esca-
da e do engenho Lase, freguezia de Gauoeleira,
provincia de Pernambuco,- os escravos seguintes:
Em dias de Janeiro de 1860, o esrravo Ansel-
mo, cabra do 40 annos de idade, pouco mais ou
menos, altura regular, ecco do corpo, rosto com-
prido, desdentado, cabellos carapiuhos pouca bar
lia.
Em dias de feverciro de 1865, a escrava Anto
nia, cabocla, de idade 30 annos, pouco mais ou
menos, altura regular, cabellos de raboclo, de
bom corpo, rosto redondo, feices regulares, um
dedo de urna das maos aleijado, muito ladina ; j
esteve un anno acuitada na villa da Escada, pas-
sando por forra.
Em ofias deoutubro de 1871, o escevo Herme-
negildo, mulato, de idade JO annos, pouco mais
ou menos, altura regular, cabellos acaboclados,
rosto redoiTdo, sem barba, falta de um dente na
frente, grosso do corpo, pernas e ps grossos,
com marcas de ferida em urna das pernas, mui-
to regnsta, jogador de cartas ; j esteve no ar-
senal de mannha um anno como forro.
Em dias de abril de 1872, o escravo Jos, ca-
boclo, de 38 annos, pouco mais ou menos, al-
tura ragular, cabellos de caboclo e estirados,
bastante barbado, olbos un pouco aperlados,
corpo regular, em o braco esquerdo cortado,
gosta (tu beber agurdente); natura) da cida-
de te Sobral, na provincia do Cear.
Roga-se s autoridades e capites de campo a
apprehensao de ditos escravos e levarem ra
do Livramento n. 33, em casa do Sr. Bruno
Alvaro Barbosa da Silva, ou no engenho Lage,
que serio recompensados com a quantia cima
mencionada por todos, qnatro._____________
Aluga-se
o terreiro andar do sobrado sito na ra larga
do Rosario n. il: a tratar na ra do Vigario
n. 31.
pe
do
Os abaixo asignados fazem sciente ao res-
eitavel publieo e cun especialidade ao corpo
commercio, que desde o dia 31 de Janeiro
ultimo, dissdlveram amigavelmente a sociedade
que tinham na padaria da ra de Joo do Reg, a
qual gyrava nesta pr. ^a sob a razio de Teixei-
ra k Irmilo, ficando a cargo de Manoel Rodri-
gues Tcixeira todo o activo e pas.-ivo da dita fir-
ma.
Recife, 27 de fevereiro de 1873.
Manoel Rodrigues Teixeira.
___________Joo Rodrigues Teixeira.______
Acha-se fgido o cabra Benedicto, com
idade do 17 annos, tem um olho direito coge,
tem o dedo pollegar da mao direita torto, ftigio
em 8 de dezembro do anno de 872, o scu senbor
Joaquim Justino de Almeida : quem o pegar
leve-o na ra de Pedro Alfonso, antiga da Praia,
a Genuino Jos da Rosa, que ser recompensa-
do ; consta que anda vendendo fructas, e foi vis-
to em Agua-Fra de Beberibe.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife Caxang.
Do dia 1. de marco
prximo em diante, o
trem que partir do Recife
s 8 horas e 20 minutos
da manh, seguir pela
linha dos Alllictos, e o
que partir s 9 horas e 15 minutos, tambejn
da manh, seguir pela linha principal.
0 trem de 2 horas c meia da tarde ir ate
Caxang, donde voltar s 3horas e 25 mi-
nutos, devendo chegar no Itecife s 4 horas
e 12 minutos emvez de 3 horas c 58 mi-
nutos, como presentemente chega.
Os trena at S. Jos, tocarao em todas as
estaces intermediarias.
Escriptoro da companhia, 26 de fevereiro
le 1873.
R.C.Dattcrbe,
Gerente.
\
BARTHOLOMEU & C.
8tRl'A.LARGA DO ROSARIO34
Catalogo de nove* medicamentos, t-
nicos, estimulantes e estomacaes,.
recentementc descobertos pelos
melhores pharmaceuticos e
chimicos da Europa
A SABER:
PREPARADOS DE AROUD.Vinho ferrugi-
noso de quina, tnico estomacal, repa-
rador das forcas dos convalcscents, as
fbres typhoides, as perdas de sangue,
. etc!, etc.
Xarope concentrado, com bal-
samo de tol e todos principios nutriti-
vos soluveis do extracto de carne de I-ie-
big, medicamento mais poderoso para
os phtysicos, mas affecQes catarrhaes,
etc., etc.
Xarope de casca de laranjas
amargas, com todos os principios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
Liebig, o mais poderoso dos analpticos,
para os temperamentos delicados e ner-
vosos, estomal por excellencia, etc., etc.
ANDURAN.Vinho ante-gotoso ante-rheu-
matico, como grande especifico.
FALIERES.Xarope ante-nervoso e inalte-
ravel de bromureto de potassio, medica-
mento especial contra as affeccocs nervo-
sas e convulsivas.
SHERRY-KINA.Yiuho de quina, tnico
ante-febril de um gosto agradavel, supe-
rior ao Madeira, e Vermuth.
THOMMERET GEI.IZ.Granulos xaropes,
banhos sulfo-acidos, para o tratamento
das molestias de peito, garganta e de
pello, de um.grande proveito para os or-
gos respiratorios.
CHEYRIER.Vinho e elexir de Cocado, T-
rou, tnico de um gosto agradavel, esti-
mulante, nutritivo e estomacal; empre-
gado.com grande vantagem as criancas
debis, as mulheres chloroticas, ataca-
das de flores brancas, nos velhos fracos
pela idade e pelas molestias, na aton iados
orgos digestivos, as gastrites,..gastral-
gias, etc., etc.
CARPEXTIF.R. Vinho ferruginoso de rhui-
barbo, tnico e purgativo agradavel sem
produzir constipaces nem alteracoes no
estomaga.
SAVORY E MOORES.Emulso pancreti-
ca, muito estomacal, com grande pro-
veito no tratamento da phtysica.podendo
ser empregado com grande vantagem,
quando o oleo de flgado de bacalho nao
possa ser tolerado no estomago dos doen-
tcs ; sendo o nico remedio que com
eficacia facilita a digesto do oleo, fa-
zenilo apparecer o appetitc e o augmen-
to da nutricio, etc., etc.
C1IANTREI..Confeitos de bromureto de
potassio, grande especifico contra as af-
feeces nervosas, ataques hystr ricos, epi-
lepsia, tosse convulsa, coqueluche, in-
somnia, tristeza, delirio e todos os in-
commodos que tem por causa o erethis--
mo nervoso.
MENTE!..Granulos de sub-nitrato de Bis-
mutli. Este medicamentod'uma gran-
de efficacia contra as diarrhas, cholcri-
na, dysenteria gastralgia e nos casos de
COMPANHIA- l'ERNAMIU CANA
DE
1\'veeacAe *oMteIr a vapor.
Tendo sido diminuto o nnmero de accionistas.
que se apresenton liont.in para o cumprimento
do art. 2i cap. S.'.dos estatutos ; sao, em con-
tormidade do disposto n art. 26, novament
convidados os memos Si?, a comparecer no pre-
dio da coinp.tn lia 1 horada larde do dia 4
de ureo prximo futuro, Revendo a uaemula
geral ficar consttoida anlin o numero de aecio-
niuitas que su acharan prsenles.
Recife, 24. defevereiro de- 1873. __________
.!
Aluga-Se um sobrado em Punte de Urha,
com commodos para grande familia : quem pre-
tender dir ja-se ao caf Imperatrft.___________
DEPDS TO GERAL .
Pharmacia de P. Maurer & C.
Assoctacao dos guarda
livros.
Tendo de baver domingo 2 de marco prximo
futuro, na sede desta sociedade, ra do Imperad r
n. 43, a 2a sossao ordinaria da assembla geral,
no presente anno social, para, de conformidade
com o disposto no artigo 19 do capitulo 3o dos
respectivos estatutos, se commemoar o Io anni-
versario da mesma, c dar-sc posse seus novos
funecionarios ; de ordem do actual presidente sao
convidados todos os senhores socios de qualquer
classe que sejam, eomparecerem no. referido
dia, s 11 horas da manhi.
Secretaria da assembla geral da associac5o
dos guarda-1 vros, 25 de fevereiro Fredcrico Ulysses de Albuquerqae
1 secretario.
Hospital portuguez de bene-
ficencia em Pernambuco
Nao se tendo reunido no domingo 23 do corren-
te mi'z numero legal de socios para em sessao de
assembla geral proceder-se a eleicao de tres mor-
domos m snbstituicao aos que declinaram de
suas nomea^fes, e om seguida ser apreciado o
relatorjo do ultimo anno, dando-se posse nova
junta administrativa, sao, pele presente novamente
convidados para esse fim os socios effectivos des-
te hospital a eomparecerem na sala das sessoes
no domingo 2 de marco prximo, pelas 11 horas
da manha. A assembla geral ser constituida
com o numero do socios presentes.
Secretaria do hospital portuguez de Beneficen*
cia em Pernambuco, 26 de fevereiro de 1873
Luiz Dnprat
Secretario.
Urna preta, a quem fra confiado um aquilino
de couro la Russia, com a marca Amelia, per-
deu-o, vindo do sitio chamado- Jardim. Botani-
c>, em linda, para o Varadauro: continba
elle urna luneta de ouro com trancelim deeabel
los, dous allinotes pretos de ouro c onyx, um par
de argolas de onyx com brilhanto, uns bentinnos
com trancelim de ouro, canela de marfm com ca-
ivete, crochet, tesoura, escovas, pente de tarta-
ruga, um cruclixo de madeira e um rosario de
oliveira, um livro em franeez sobre a fundaco
da ordem dos jesutas, alm de ou ti os objectos :
quem quizer restitui-los, dirija-se ao dito sitio do
jardim botannico, ou casa da Condessa da Boa-
Vista, ra da Aurora, a entender-se com o Or.
Joao Augusto, prometiendo-e generosa recom-
ensa.
Feitor.
digestes diflicieis e dolorosas.
L. BEl T.Emulso vegetal de alcatro.
Estemclicamento administra-se de urna
mancira commoda_e precisa. 0 alcatro
em seu mais perfeito estado de pureza,
vantagem que nenhuma outra prepara-
cao ile alcatifo possuc.
DR.CROl.A.Soluc.no de pyrophosphato
de ferro e soda. Esta solucao consti-
tue um cxcallente reparador das forcas,
obra sempre as pessoas que tendem
para chlorose (c res paludas) anemia fla-
queza geral. Este preparado tema van-
tagem de nao ter nenhum sabor.
GRIMAUD.Confeitos especficos, para cura
da incontinencia da urina, e osincommo-
dos das senhoras chloroticas, etc., etc.
CHAMBAH1)Cha tnico purgativo e depu-
rativo, possuc um gosto saboroso e um
aroma suavissimp, e as propredades as
mais notaveis sobre os embaracos do es-
tomago, dos intestinos e do ligado, o
desobstruente por excellencia na cons-
tipado do ventre e nao tem resguardo
nenhum
LBEUFCoaltar Saponine, emulso des-
infectante enrgico, cicatrisanto das
chagas.
H FLONXarope unitivo e peitoral empre-
gado com vantagem na tosse frequente,
catarrho chronico, coqueluche, e etc.
etc.
MENTE!.Granulos de phosphato de cal,
medicamento til as molestias dos os-
sos, fracturas, diarrhas chronicas, dia-
betes rachitismo, etc.
HOGGPululas de peprina aciduladas, em-
prega-se as affeccocs gastralgias, cera
todos os casos em que a digesto diffi-
cil ou mpossivel. Com rande vanta-
gem.
BLISS KEEN fe CExtracto hydroalcooli-
co de condurango, medicamento muito
estimulante e depurativo, emprega-se
contra a syphilis!, scrofulas, rheumatis-
mo, ulceras, etc. etc.
VAUQEUN DES.AU1UERSElixir de qui-
na e caf^tonino especial contra as f-
bres nevralgicas, euxaqueca, empobreci-
mento de sangue, fraquesa geral, cores
palllidas etc etc.
DR. CROMIER-^Pillulas anti-nevralgica,
omprega-se com a maior eflicacia em to-
das as affecces nevralgicas, nos incom-
modosda menstruaco, facilitando o IIuxd
sanguneo.
QUERUGela de oleo de figado de baca-
lhu aromatisado, com todos os princi-
pios activos do oleo de ligado de baca-
lhau. Esta gela nao irrita o estomago,
podendo os doentes usar delle por moui-
to sem a menor repugnancia.^ E' um
grande especifico para tosse, catarrho
consumpgo bronchial, tubercular, es-
crfula, debilidade geral, etc. etc.
[JOHNSONEssencia de salsaparrilha ver-
melha da Jamaica, emprogad como o
nico depurativo immediato do san-
gue.
ELIXIR ANTI-ASTHMATICOSedativo Pe-
toral, applicado com grande vantagem
no tratamento da asthma, tosse convulsa,
defluxos cathrrhaes e todas as molestias
dos pulmes.
Radical para
EscaonJUB, Chacas Astigas, Ulceras,
Feridas Clceros.as
TUMORES, ABCESSOS
POSTHEMAS, ERUPgOS, HERPES
Implasen, Leprn, Tin lia
e todas as Molestias da Pelle
- GURA
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
. Ai molestias Syphiliticas
Fbres amar ella eTyphoide
IRATAMEXTO
PELO
VINHO
DEPURATIVO e RWSTITIIME
Do W DELOR, de Pars
DEPOSITO i, bouktari St-Martin. Pars
Agentes Geraes para o Brazo..
F. RODDE (ao grande mgico), ra do
Ouvidor, 118, Rio de Janeiro.
Terrenas.
Em Bebvribe H, 6, H e (Oi o palmo, com
fundos pant o rio, na pov-iae/to : tratar nos do-
mingos com o Sr. Medetro?. ~
XAROPE DE hYPOPHOSPItlTO -E SODA
XAROPE DE HfPOPHOSPHITO OE CAL
PILLAS OE HYPOPHOSPHiTIlI FE QUIMiWO
XAP.OPE OE HYPCPHCSFIIITO DE FERRO
PILULAS DE HYPOPHOSPHITO OE MAHCAIIESI
PASTILHAS PECTORAES 00 Dr CHURC1LL
Exigir para os lampes o frasco quadrado
o em ledos os producios a issignatura do
D' CHUKCHILL, e o lclrciro eon a marca
de fabrica da [iharmacia 8WAKS, li, ra
Casjo*. PARS.
XAROPE HiT0.it i MASSA
de NAF DELANGRENIER
PARIZ, 20, na RUhclieu.
80 Mdicos dos Hospitaes deTarit constaram I
ta mperioridade sobre todos os mais peito-
raes e sau poderosa efficacia as Tosses, I
Aithmai, Orippo [tOII$ convulsa), Irrita-
c6ei do peito, etc. Depsitos as pbarma-1
das acreditadas do Brasil,
Para cura certa nA8 TOSSES ATI
GAS, RECENTE?, CATARRH08 CRONCHIOJ
E PULMO.NAK, ASTHMA, TOSSE OONVI '.-
gA, ETC., PREPARADO NICAMENTE EM
su.v Pharmacia, 34, ra Larga no
Rosario.
I'EKVIIIRICO
A lliprapculira das difersjM moletiss >1n
esde a |ib.aiyugile ou ni u it'ibir-
eutacao palmimar, passamla pilas diversas broti-
chiies estarrbaes a o eiopnvsewa acaba .le ser
eoreiiui'cila" com mais esla medicameiil qm
tomar a prilDi ir orden t-iilie lodos ste ln"j*:
eonli :i los. O isropa Vegetal Aun ricjno, {arantinilo
parameiite segelal, n.io contm em sna compos i
um s alomo de o io, e lim tornate mcg -
p'amas indgenas, cujas praprledades b-n. lie. lis
cira das nolrsties que |vrrtei o m sos orgtos de
respiaeto foraui por nos ebsarrada por longo
em;', com ptimos resultados cada w mais
cresciiies; pelo que nos jalgsmos tMorisadof
conpor o \arope que agora presentamos, c a offe
rece lo aos mdicos e ao publico, KrOTamos i ,
as attestados o que levamos dito, e comamos que
o conceito de que ja gosa o xarope Vegetal Ameri-
cano crescer de din a dia, ileixando limito apOl ^
si todos os peiloraes em TOgl
Para ama casa alemi rci*a-8e de ura bom
feitor que entenda bem de sitio e plantas : a Ira-
tar na roa do Imperador n. 79, f' arklar.
PrecUa-se de um caJxMro com pratica de
Uverna, dando fiador ana eoodueta : na ra do
Mrquez do Henal n. 141.
AOS 5:000#000.
Eatao i venda os felizos bilhetes da loleria da Ba-
bia, na easa-fclizj d arco da ConceicSo, loja de
ourives, no Recite. ______________________
Precisa-se de oin criado para o hotel na rna
da Lambas Valentinas n. 44.
O Sr. Aot >nio *"* Forrelra, t>-nha a bonrlade
ile apparecer na rna b. Dftaod d.; C.axias n. 60
A, luja de liento .la Silva & L., lucoenorai de
Manoel Ribeiro Basto-.- __________________
Sitio para alugar.
Aluga-sc um filio na Capunga ra das Per-
nambucanas n. 2:, tendo boa casa de vivenda,
coeheira, estribarla, arvores frnctiferas e agua
liidavel: tratar ija ra da Imperatriz n. 9, pn-
iiieiro andar.______
Precisa-se de urna peaaoa livre ou escrava, par
criado : na padaria da ra do Rangel n. 9._____
Hypotteca-se urna escrava para o servico
de rmakner casa: quem pretender dirija-se a na
da OmciHilta n. '6, que achara com quem tratar
Copeiro
Precisa-se de um copeiro jiara urna familia par-
ticular a iratar na ra Xoya n. 15._____^__
Kilo ha mais cabellos
fln.TaIt.TOi.ra
Membro da Academia de Medicina de Pariz,
Medico em chefo do Hospital de S. Luiz
ACCAO PODEROSA E 1NFALLIVEL
xito completo na cura das
MOLESTIAS DE PELLE ANTIGS
Victo do sangne, fmptgesM, eacrofulaa e
de todoa os accidentes que dcpcisdcni
das doesseas eontnglosas (syphtltticaa)
leves oa Invetea-adna
E RKBELDES A QIAI.QIER OtTRO TBT1IFRT0
Esle XAItOPE nao uin remedio secreto elle (srappro-
vado pela Academia de Medicina de Paris. Alm d use,
resolta das nniuvrcsaswporicncias feitas nos Hospitaes
de Paris, de Londres, etc., etc., que este depurativo o
melhor, o mais activo e o inais econmico..
Pars, n 2, ra Poissonnire,
Pharmacia DESLAURIERS, successor de Botmeav
Deposito em todas as Pharmacias e casas de Drogas
<3^!mts^
deVAUOUELIN
Resulta das observaedes rolbidu pelas summi-
dades medicas dos hospll aes de Paris, que o Xarope
peitoral balsmico do dislincto c Ilustre professor
Vaoqoeliu empregado com suces&o sempro igual
para curar
is mrunuicoES dos bechios e irrtrroES do peito ,
condecidas pelo nomc de
BRONCBITES AGUDAS OD CHRONICAS
aSTHMAS, OFPaESSOES, CTABBHOS
Definios, Tosscs rebeldes, Eitinccao da roa.
AMASSA, pelo sen usoTacile agradare!sabor,d.um
precioso medicamento para as pessoascjue riajam, os
sao abrigada* a Miar muito. Pars, Pharmacia
VADQUELIN-DESLAURIERS, ra de Clry,
asas ss siis u HiimatH! s caui e Drsfas.
l:nico deposito, aonde se acha avenda na
casa de P. Maurer C.
Ra do bardo da Victoria n. 25.
rja
mm mii
Se nica approvala pelas academias do
sciencias, reconliecidn superior a toda quo
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadcia do Recita, boje Mr-
quez ilc Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Comedor ias.
Xa ra Estreita do Rozarin n. :Jj, i." andar (ca^a
de faniila),forncce-ser<>mcdiirias para/ora oom as-
eio e (ironipto, e preco coininodo.
Escravos fgidos.
200J000.
Ausontaram-se dous csravos irmaos: sendo jun-
de nonio LoimufO, de idade le 26 a*7 annos, es-
tatua regalar, ehetd do corpo, cor clara, cabello
estirados, resto redendo, e tem barba, levou cal?a
e camisa branca, 8 chapeo de fcllro preto; e o ou-
Iro de n..um Andr, da mesma eatatna, mais moqo
um pouco do ipie o oulro, tendo os mesmos sig-
naos do im ao. Furam eompradoa: Lotureneo ao
Sr. Claudino de Alhuiitierquo Mfllo, da comarca
de Patos, provincia da Paralisha, e Andr ao Sr.
Joao Francisco fitmes de Amida, da comarca do
Limoeiro ; tendo fugido aquelli" no dia 26 do cor-
rente (Janeiro) e este boje :i do mesmo; strppSe-sc
i|ue RAgoiram a estrada do Limoeiro SerVt do
Teixeira : roga-se todas as autoridades policiaes
e eapites de campo auc os apprehendam e oscon-
duzam ra do Apiilo n. :10, armazem de assu-
cir, que se gratificar com a quantia cima.
lOMcriptoioeoiiiiiiercial.ilecoin
iiiaMsfft'* c forense.
I.UZFKLIPPE I.KITE.
llua do Oiro 165 1."
LISBOA.
l'.xecuta por commissao quaesquer ordeas
las provincias de reino, ilhas e' provincias
ultramarinas, bem como do Brasil e outros
paizes estrangeiros.
Recebe & consignarlo gneros nacionaes,
coloniaes e do Brasil, para sercm vendidos
to reino, ou fra delle.
Exccuta ordens para compra c venda de
fundos pblicos, nacionaes e estrangeiros.
Trata da cobranra dos respectivos dividen-
dos.
l'romovem-se no mesmo escriptorios, in-
ventarios, liquidares, causas civeis, crimes
c commerciaes, appellacoi-s c recurso do re-
vista,
Ten os melborcs advogados na capital.
Trata-se da arrecadacao de herancas e ad-
ministraciio de bens no continente (lo reino.
Obtem-se documentos de qualquer diocc-
se, districto administrativo, concemo, eu fro-
guezia do reino, tilias e provincias ultrama-
rinas.
Solicitam-se dispensas maliimoniaes e
quaesquer outros breves apostlicos conce-
didos em Roma ou pela nunciatura em Lis-
boa, annullacao de ordens, e quaesquer ou-
tras dependencias los tribunaas da Santa S.
N. B.As commisses sao reguladas pela
praxe desta praea.
Para os negocios de natureza especial,
como causas forenses, administraeo de bens,
etc., querendo-so, pode preceder accordo
previo conformo a natureza do negocio.
Esta casa tem correspondencias serias em
todos os pontos do reino, em Inglaterra, na
frica portugueza, em Maco (China) reino
de Siao,ilias dos Acores e Cabo-Verde, e
acceita as propostas que das provincias do
imperio do BrasiTlhe forem feitas por corres-
pondencia effectiva ou eventual. Na mo-
ilicidade de suas commisses, na exactidao
de suas contas e no crdito tongamente esta-
belecido faz consistir toda a garanta de bom
acolhimento.
Para referencias em Lisboa, s casas ban-
carias do Sr. Fortunato Chamico Jnior, e
dos Srs.Tonsecas, Santos & Vianna.
Lisboa, 13 de norembro.de 1872.
- Oltereee-M um menino de 12 a 19 annos de
idade para caixeiro de luja de la ondas, niiudeas
ou calcados : quem precisar dirija-se ra do
Mrquez do lliival n. l\\.____________
Precisa-se de un caixeiro de 12 a 14 annos
de idade para taverna : no largo da Santa Grnz
n. 16.
Precisa-se de um caixeiro uue tenlia pratica
de inolhados, e que d informacoes de sua con-
ducta : na na da Concordia n. 98.__________
Ernesto & Leopoldo em liquidacn com a
loja de joias Cora cao de ouro n. 2 D na do
Cabug, chamam aos seus devedores nesta pro-
vincia c fra della, para que venham quanto an-
tes pagar-llies comas e letras vencidas, pois quo
do contrario serao forcados a usarem dos meioa
judiciaes.
D-se de 6 15:000* a juro mdico, sob
predios : na ra de Hortas n i 12.____________
Precisa-se de una ama para comprar e co-
zinhar : na ra do Rangel n. 5.
Gasa.
Aluga-se o piimeiro andar do sobrado da rna
do Imperador n. 38, pintado, forrado e esteira-
do, muito proprio para alguma sociedade : qnom
pretender dirija-se a inesma ra n. 75, loja, das
9 as 4 da tarde.
Feitor.
I

'

Precisa-se de um bom feitor, e que entendarde
plantado : na na do Imperador a. 75, loja.
Ao Sr. Delphino Villaronca so precisa fi- /
lar com urgencia : na ra da Caixa d'Agua, ven*^
da da Primavera.
Desappareceu nra dedal de ouro con; a
iniciaes J. R. P. F., foi furtado ; pede-se aos s.
ourives e a quem for offerecido, que arprohen-
dam, gratificando-se a quem deseobrr.^nde elle
se ahar, dirija-se roa do Imperado/j, 83,1*
andar. .
. .



*

I.
t\M dePepmmbuco Sexta feira 28 de Fevereiro de 1873.
\
Obr0
praso vista
MOV1DADE
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JO HE ZBVBDO
Ra do Baro da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova -
aonde o publico em geral encontrji}sempre o maior e mais esplendido sortimento deptauot de
Pianos, msicas e instrumentos da msicas para banda militar
e orcbesira.
ios t C,
sn. 34.
Acaba de abrir no primeiro andar do sobrado o. 12 confronte i
r>otic Maurer, ura grande salo onde esto exportes os magnficos
I Jl \ \ %W& de armario, de PleyeL
-------- de meia canda, do mesmo amor.
-------- de ff. Henn.
de Amede Tbibont.
Uoieo agente cesta cidade, dos celebres afamados ,
PIANOS DE ftUCHER FRSRES
re miado? em diversas exposi.oss om 14 medalbas Ce onro e prata.
Sao os onleos pianos que aqu veo da Europa, perfeitamente afina-
do;, fetos com e legan :ia e solidez.
Tambera receben grande* sortimento de mnMcas pira piano, piano e
canto e eaire ellas as lindas composicdea do muito sympatbieo maestro
F SIV!I\I
A SABER :
Walsa.
Voc rae quer
Oiga
La Separacioni
Mazarka.
Par* canto.
A Luz elctrica, grande Walsa.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Valleta G'lope.
Joaniha Walsa.
A Libertadora Po'ka.
A Primeira espada Wal-a.
A Mioha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Siu&eue Po'ka.
Ultima* publicarse
Faifas as offlcinas de msicas
do atrooneisnte.
Emilia, polka por I. Smoltz.
Circaciana, chotch, por Sroolt*.
Jardim do Campo das Prieezas,
qnadrilh, por J. Poore-
Chuva de Rosas, Walsa, por H. Al-
berlazzi.
D'aqni envidiante contmnar a annnnciar lodas as publicares gne se forera frzendo as snas offlcinas de mnsieas.
Gratificado.
No dia 21 de outubro, embarcou no vapor Ba-
ha, com destino a cidade de S. Salvador (pro-
vincia da Bahia) o e3cravo Raymundo. que toi
remettido por seu senhor, Jos Fructuoso Dias,
para criado de um seu filho de nome Cunegun-
des, estudante naqnella cidade.
OEste escravo, que mulato de 18 annos de
idade, foi entregue ao cofnmundante do mencio-
nado vapor que segnio naquelle mez para os por-
tas do sul do imperio.
Entretanto, nao tendo o mesmo escravo chega-
do a seu destino, e gnorando-se completamente
onde possa elle existir, gratifica-se a quem pos-
sa dar do mesmo exactas informaedes no Recite,
aos Srs. Perdigao, Oliveira 4 C, ou na cidade
do Ico ao mesmo Sr. Jos Fructuoso Dias.
PNDICA'O DO BOWMAN
RUADO
N. 52
''Urgencia
Precisa-sc de uma ama de leitc, que tc-
nha bom e abundante, para criar uma me-
nina rocem-nascida, quer soja forra, ou es-
crava; porcm, sera- filho, paga-se bem :
nesta typographia a fallar no ie andar com
o administrador, das 9 da manha s 8 horas
da noite, ou em Olinda no Oito do Ampa-
ro, casa grande com portao de madeira ao
lado pintado de verde.
Joaquim Jos Goncalves Beltrao,
sen filho c filhas, Antonio Goncal-
ves Beltrao, D. Con.-tanca Perpetua
Machado e saa filha, tendeo recebi-
do a infausta noticia de ter falle-
cido no dia 29 do mez passado, na
cidade do Po to, seu prezado ir-
mao, tio e cunhado Jos Goncalves Beltrao, pedem j
a seus parentes e amigos e aos do fiuado, o cari-
doso obsequio de assistirem as missas qiie man-
dam dizer sexta-feira 28 do corrente, trigsimo
dia de seu fallecimento, as 7 horas da manha, na
matriz do Corpo Santo; por este acto de caridade
e religio licaro eternamente agradecidos: dar-
se-hao esmolas a 100 pobres.
SSJSSSKBSSHSSDSSSSBEHIHHBHSJSSSUSSSSISIHHISBS)
Anna Soares de Amorun Araujo convida aos
seus parentes e mais pessoas de sua amizade, para
assistirem s ruinas que por alma de seu prezado
marido, Joo Antonio de Araujo, tr anda celebrar
na igreja do- Corpo Santo, as 7 1/2 horas da ma-
nha de sabbado, 1." de marca, confessando-se gra-
ta por este acto de religio.
$Hfec*r-
Escravo fgido.
Ausentou-se no dia 23 do corrente o escravo por
u:me Antonio, preto, crioulo, idade de 39 annos,
natural da provincia do Cear, alto, tem um sig-
nal de queimadura no braco direito, quasi junto
ao hombro, pouca barba, sem dentes na frente,
tem a falla e andar descansad muito sellado
para a frente, usa de chapeo de couro e alperga-
tas,j)3 apalhetados, levou coinsigo roupa de al-
godao da Rahia e roupa lina e um par de sapatos
de tapete ; loi escravo do Sr. Jos Antonio de Fi-
gueiredo, e vendido por seu procurador aqni, Joo
Pedro de Mello ; suppoe-se ter ido em companhia
do escravo Vitalino pertencente aos Srs. Jos
Francisco Martins & G.; portanto pede-sc s
autoridades policiaes e capies de campo a an-
prehensao do mesraa, e condu'am fu do Apol-
lo n. 10j armazem de Manoel Francisco Marques,
que se ao generosamente recompensados.
(Passando o chafariz)
i
PEDEM AOS reobores de engenho e outros pgricnliores, e enopregadores de no
chiQismo o favor de orna visita.a seu eslabelecimento, para verem o novo ortimento
completo qoe ahitem; seado tedo soperior em qualidade tortiiio; o que com a ios
peccab pessoal pdese verificar.
ESPECIAL ATTENCOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigAO
\Tn*\rwA~ a v/trloe AVifrrt** dos mais mojemos systemas eem ta-
VapUrJ 0 rOULtO u igua maabos convenientes para as diversas
circumstancias dos senhores proprietarios e para descarocar algodao.
Moendas de caima S08tamab03'a9raelhores qDe ,q0j
Sodas dentadas *"*****?.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
OmDaS ^e patente, garanlidas
Todas as machinas
Faz qualqusr conoerto de raachiis,no'a preco mQiresumd0-
Formas de ferro tfi-cihore.6D.i.b.ni.xuito. n0 mer.
fffinfxmmaniloB Iucumbe-se de mandar vir qaalqaer machinismo von-
CiUbUlUlIiulJ.ua.Ot tade dos clientes, lembrando-lb.es a vaniagem de fazerem
snas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualqaer necessidade pode
lhes prestar auxilio.
Arados americanos
para mandioca e algodao,
e para eerr: r inadeira.
Podendo todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
ou animaos,
pecas de qae se costoma precisar.
e nstrnmentos agrcolas.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Ra Direita n. 120.
Afaga-se a luja dme predio, wroprla para um
bom efljahelccimento commer.-ial, com duas fren-
tes, e tem agua da compannia e Beberibe. Tain-
bem so fax negocio com a armaca c gaz qn exis-
te na mesma : a tralar na ra do Imperador nu-
mero 81. _______________,_________*
Precisa-se
de uma engommadeira perita, par* duas pessoas,
pagando-fe bom salaria : a tratar na ra da Ale-
gna n. 38.
LI DE FMIEZ
Edgard Gmbaro d lines de francez, tan-
to para fallar coaio escrever esta lin-
guaem pouco tempoe pormethodo mui-
to fcil: na ra da Aurora n. 41, 2. an-
dar.
ADOLPHO BIRGOS
AD70&ADQ
)*! ci>::-<
de uma ipii^ajba enp.Hii-
,;n.I lie Cl.'llC,--
l''jll IM I 11 I .
lia precisa-so ilnj; i" i
coiinlii'i'a e iiin.i iii
giXilinadeira, |ieril:>s>
e de mh conducta. Paga-s Ix'm, p efrtiidn-M
esc avas. A tratar na na do Encantamento n. 5.
pi imeiro andar, de 10 s i Loras da tarde.
Precisa se do urna ama para e gniiiiiiar : a tratar na ra do Hospicio n. i'i.
Ar ii Precisa-se de urna ama (j..i:i ii
11 l ero interno de jama peipi na
xias n. Si.
familia : a ra do Duque la
I'recisa-se de um bonicn para pueba-
dor de roda, e um menino para recebedor de
papel: a'esta typographia. ____________
Precj sen-ro de casa do urna s uessoa : a
ratar na ra do S. Francisco rt. 39.
AMA
. ^ j- Precisa se de urna ama pan ro-
\ O A zinhar e comprar, agradando paga-
A li r\ se tem: ama Bella n. 23, buje
i L1T111 nha ju Carvallio. _____________
Precisase de una ama ijue soja boa cosi-
nheira, preterindo-se escrava, para casa estraa-
geira : a tratar no largo do 0>r|>o Santo n. 15,
i andar.
A J'ifaHiMii'liide '. ,
, muo ['iii.iifico
io.-|Him Dr.is iIim..: Azvedo Lemos,
Oposiiilo religioso i.v utfiuaite pulilicado :
vende-se na ra l'i imeiro de Marco n. i. livraria
Econmica.
Prisco 2OO._____________
Cli prcto e verde
Vndc-sQ mu bazar vH-tttria cit preto e verde
Je murt'. boa <|(i,iliil:id: na ra do Itarao da
Victoria n >. hija de Am:r*^l, Nabnco 4 ('..
RA DO IMPERADOR N. 37,
4. AiNDAR.
AnEMCAO
Precisa-se de uma senhora qne qneira ir em
companhia de uma familia para Portugal, pagan-
do-se a pa sagem e mais despezas, gratifica' do-
se-lh o seu trabalho : quem estiver nstas con-
dicoes dirija-se ra estreila do Bosario n 9.
Sorvete,
Hotel da Independencia.
Ra do Imperador n. 32.
Ha todos os'dias das 5 horas da tarde em diante,
sorvete de todas as qualidades.______________
O agente de leilfte*, Francisco Ignacio Pinto,
pode ser procurado das 9 s 4 horas da tarde
em seu escriptorio, roa do Bom Jess n. 43, e
daquella hora em diante em casa de sua resi-
dencia na ra do Visconde de Goyanna n. 58,
(outr'ora ra do Mondego, casa em que morou
o Sr. JoSo da Cnnha Neves).________________
Excommungado.
Aeab de sabir a luz e acha-se venda esta
linda polck da actualidade, composiejio do muito
sympathico maestro J. Poppe : ra Nova n. 11,
armazem de msicas do Azevedo.
O lllm. Sr. Dr. Francisco finio Pessoa, tem
uma carta na ra do Imperador. n. 28, armazem
do Campos. '_________
Aluga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
20>000.
Precisa-se alugar uma escrava que engomme
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno
de'urna casa de pequea familia .cora.osta^de
duas pessoas e de outra quecozinhe cora precisao:
no largo do Paraizo n. 88, pagase a quantia
cima.
Precisa-se de
para duas pessoas
uma escrava para alugar se
na ra Direita n. 61. .
Bom negocio.
Vende-se 25 accScs da companhia dos trilhos
urbanos do Recife a Olinda : nesta typographia se
dir.
m
'^^^ s^Kw' N^kw' ^/ ^Af ^/W^^N^ V^^'^tH/ l^W v^kM' v#^
Escravo fgido.
Acha-se fgido desde o dia 9 de Janeiro dcste
anno o escravo Antonio, crioulo, de idade 22 an-
uos, estatura e corpo regulares, cor preta, cabel-
los carapinhos, rosto coraprido, olhos flor do
rosto e amarellos em virtude do vicio de embrea-
guez a que se entrega, dentes alvos ; consta que
se aluga como forro, j em Santo Amaro e j em
outros lugares desta cidade : roga-se a todas as
autoridades policiaes e eapitaes de campo que o
apprehendam e eonduzam-no casa de seu senhor
Miguel Jos de Almeida Pernambuco, ra do
Baro de S. Borja (antiga ra do Sebo) n. 28.
Preeisa-se de 50UJ, dando-se por juros os ser-
vicos de uma escrava : quem quizer fazer este
negocio, dirijo-se roa Augusta n. 2'i8._______
Foges econmicos.
Nova qualidade de fogoes para cozinhar, os
roaes coutem em si fornos para assados e caldeiras
para agua, de diversos lmannos, pelo que se tor-
aam recommendados pela sua boa qualidade e
anemia.; assim como os j conhecidos fornos
fraacezes, fogareiros para aquejitar ferros com
muita brevidde, guarda comida e ferros para al-
faiate chapeleiros : ludo na na do Baro da
Victoria n. 39 (outr^ora ra Nova) loja de ferragen
de Souza e Guiaiaraes.
I MEDICO-CIRIRGICO
& DO
lir. .1. li. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
SK, Ba do Mrquez de Olinda n. 2o, pri-
meiro andar.
mt Consulta da:
O Chamados a
7 horas s 10 da manh.
qualquer hora.
&
m
i
*

Coafrari de S. Crispim e S.
Crispiniano.
De ordem do irmio provedor desta confraria,
convido a todos os iraios da mesma que se
achara, no goso do art. 79 do nosso compromis-
>o, a comparecerem em nosso consistorio as 9
horas da manh do di i de marco prximo,
afim de, em mesa geral, decidirse a respeito da
dreular do nosso deocesano.
Consistorio no Carmo do Recife, 26 de feve-
reiro de 1873.
O secretario,
Joo Qnintino Lopes._____
Fugio do abaixo assignado, a o" de ianoiro
do corrente anno, um mulato de nome Miguel,
com os signacs segaintes : idade 21 annos, cabel-
los pretos caxados, altura e corpo regulares,
bucahdo, bem fallante, e julgase esta' nesta eida-
de : roga-se a pessea que o apprehender lera-
lo a ra larga do Bosario n. 41, 1. andar, ou a
sea senhor em S. fiento, provincia das Alagas,
qoa sera bem gratificado. _^___
Augam-se familias os
eaaa a. 31 i ra Estreita do Bozario
raria das loteras.
0^10-0^0^00 00000
CAZA &A FORTUNA
ria 1. de M.vRr.o outr'ora do crespo R. 23
Aos 20:0(HI$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilheles do Bio de Janeiro, pagando
Sromptamente, como costuma, at o premio de
:000j.
Inteiro.......24 #000
Meio........12#000
Quarto....... 6*008
Manoel Martins Fiuza.
PENHORES
, Ja travessa da ra
das Cruzes m 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Escravo fgido
Fugio no dia 23 do corrente, o escravo Vita-
lino, preto. crioulo, idade 23 annos, alto e cheio
do corpo, quando falla levanta o bei^o superior,
tem falta de. um dente do lado de eima, anda al-
guma couza banzeiro, pes grossos, lvouvestido
calca de riscadinho e camisa de madapolao, este
escravo j fugio em outubro do anno prximo
passado e foi pegado na estrada de Page de
Flores, foi escravo de Antonia Francisca de Jess,
moradora em Correntes, de onde elle natural,
e depois foi vendido ao capito Thomaz Theno-
rio de Albugucrque Vill.i-Nova, morador em Pa-
pacaca, cujo lem uma fazenda em Buique, de
que elle era vaqueiro ; suppde-se que foi acom-
panhado por um escravo pertencente ao Sr. Ma-
noel Francisco Marques, tambera preto, crioulo
e morador para o mesmo lugar. Boga-se todas
as autoridades policiaes e eapitaes de campo, que
o apprehendam e condnzam a ra do Brum n. 74,
armazem de Jos Francisco Martins-4 C, que se-
ro generosamente recompensados.__________
M de Tililit';ii;io.
Furtaram de Apipcos, na noute de sabbado
para domingo 22 para 23 do corrente, do cerca-
do de Claudio Dubeux, uma vacca bastante pre-
| nhe, toda pintada, ao que chamam surubina, com
as ponas para dentro e com o ferro CD. Boga-se
a quem souber della dar parte na escriptorio do
mesmo Claudio, in> caes 22 de Novembro n. 28,
que ter a gratifcacao de 50#000, logo que esta
seja entregue, e mesmo roga-se aos Srs. fiscaes
dos arrabaldes para mandarem examinar as ma-
tanzas, afim de v^r se pode-se achar o couro,
gratificndose com 2S# pelo couro no caso de
ser apprclicndido.
100#000
GABINETE
Medico-cirurgico
QA DO IMPERADOBN. 73, ANDAR
) 0 DR. NUNES DA 60ST
kEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIHADES.
Molestias e operares de olhos.
Cora radical e instaDtaoea dos
estreitameotos da uretra..
Consoltas : Das 7 s 10 boras
da manha.
Chamados: A qualqaer hora.
Terceiro andar.
Aluga-se o 3o andar do sobrado da ra do Pa-
dre Florlano com 5 quaTtos, 2 salas, cozinha e
cambrone : a tratar na ra larga do Rosario nu-
mero 22.
Precisase de uma ama quMeia boa cesi-
nheira.para casa de um moco eslranyeiro : a Ira-
lar no largo do Corpo Santo n. 15, ln andar.
Mi Quem precisar de nina ama para
I coser e cngoinmar, dirija-se ao bec-
il. co do Lima n. i.
AMA
AMA
Precisa-se alugar uma ama para comprar
e cozinhar: na ra do Coronel Suassuna n. i,
ant ga ra de Hoi tas^______________________
precisa-se de uma ama, forra ou
escrava, que sirva pan todo ier-
_ vico, em casa de pouca familia
na ruade S.,Franciscs n. oi.
Precisa-se de um ama saiba cngdmmar o lavar, para
casa de pouca familia : a tra-
tar na ra do Bario da Victoria n 44.________
Alf A Precisa-se de uma ama para cozin' ar,
fwv&** paga-se bem agradando : ra du Ber
vazio Pires n. 30.__________ __________
Imperialsociedade dos artis-
tas mchameos e libe raes de
PernambiKO.
No dia 27 do corrente haver sesso ordinaria
desta socie*dade, que deixou de haver no dia ter-
r;a-fcira, como est determinado, pur ser dia de
carnaval, o sende preciso tratar de^ negocios do
interesse da mesma sociedsde, convfdo a todos os
oc:os comparecerem as 6 1|2 horas da tarde
daquelle dia.
O 2o secretario
F. F. dos Santos.
CASA DO OURO
Aos 5:0O0?OOO
Bilhetes garantidos
llua do Barao da Victoria (outr'ora Nova)
n. 6,3. e casa do coslume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
multo felizes bilhetes a sorte de o:0 0# em bilbete
inteiro de n. 2795, e quatro quartos de n (Wl com
a sorte de 100#, alem de outras sones menores
de 40# e 20# da lotera que se acabou de extr -
hi (40*); convida aos possuideres a virem rece-
ber, que prompt.mente sero pagos na forma do
eostume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir no seu estabelecimento com-
pr r os muito felizes bilheles, que nao deixar de
tirar qualquer | remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se venda os muito felhes bilhetes ga-
rantidos da 7* parte das birrias a beneficio da
igreja de N. S. da Conceic,o dos Militares, que se
extrahir no dia 4 de marco prximo viudouro.
Prcos|
Inteiro 6000
eio 3 #000
Quarto #5003
De 100$O00 para mu.
Inteiro 54500
Meio 2#7.ri0
Quarto U375
Recife; 22 de fevereiro de 1873.
Joao Joaquim Ja Costa Letfe.
M1 M
Xovo estabelecimento
m
Vondc-sc a armac.lo ;a loj"darua de Marcilio
Dias ii. C5, alug in I.--. a asa que tem acconuno-
dai-des para qualqnei estaboIbCiuMOlO, com en
eananiento d'agua, cun (li',i.,sito, banbeiro e
quintal, tendo bomba para levar agua ao sobrade,
que tambera se alaga, a qjial pronria para a
residencia de- quem tiver de -e estabolecer na lo-
ja. sendo de um andar com Mao, com comino-
dos para familia ; pintado .1.- novo, rom lustre
de gaz na sala, e lucos em l .Ja a casa, e outras
bemfcitoribs que com a vista melhor sev>r: a
tratar na referida loja.
i Liliana \m\mw
POH
l|000 rs.
Mcthodo rpido e fcil de encinar o franex
pelo
Dr. Ahilo Cesar Burees.
Livr 'rio fr lii'iiiiiiiicii paritijpza
A m;iis barata Be todas as grammatras a do
Dr. HPHS> i'e-Htii' Horres.
500 re,
Livraria franeem.
Q
uerem ver como e
VK.MIAM
\ ROSA BBAStA.
Chanceado sol de cabo de marfm a 12.
Anquinluis .i l (500.
Granadine preta a 800 o corado ultimo tpsto
paracasi minlio e -- -ilula saa.
Cambraia Iraasparentotoaa 'i3-e SI a pipa
rom 81/ vara:'.
Chapt ...... s i.u mi-iiinas pequeas
e cousa Omito chique a \$.
Cambraias e mais ordinarasa 280o aovado.
Bieo atoalliadoa I Wx) a vara c muito fino
lem os mais Irnd s desenhoa.
Colchas para camas a i|300 sao colchas ipe
todos venden) a 7 >.
Cassa lisa lina .: .'ii a pera.
ludo isto muito barato
porque a Rosa Ora tea so compra a dinheiro c
vende pelo mesmo syslema, manda-se levar as
casas na na da imperatriz n. 56.
OBRAS
de joias.
Fugio do engenho Fontal, em Serinhem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Simo, com os
signaes seguintes : estatura regular, corto secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descancada: quem o pegar leve-o ao
seu senbor o tenente-coronel Vicente Mondes
Wanderley no dito engenho, ou no Recife ao Sr.
Bernardino de Sena Pontual, na ra da Madre de
Dos n. 36, que receber a gratifcacao de 100*.
Precisa-se de um caixeiro e de um moleque,
ambos de 14 16 annos, na ra do Bario do.Tri-
wnpho n. 41: hotel Luzo Conquistador.
Julio Pires Ferreira, tendo no dia 18 do
corrente mez dissolvido, com Thomaz de Carva-
lho Soares Brado Sobnnho, a sociedade em com-
mandHa que tinnam no armazem de carne ?ec-
, ca, sita a roa de Pedro Alfonso n. 57, que gy-
- Est fgido desde o da 23'de nho do anno rava firma -,uIio pres Fmreir decla-
de 1871 o escravo Luiz, mulato, alto, cabellos bem ra pe'o presente ao corpo do oommercio, e com
crespos e principiando a buoar. Tem um peque- especiahdade aos seus credores, que elle Julio
no signal de cbellos no queixo; e no braco di- ftf Perreira, continda a ser o nico respoasa-
reito as lettras -L. F. N. Sabe lr. trabalha de vel P*>] acVV0 e P"8"? *> estabelecimento, fi-
pedreiro, envernisa e pinta. l and! s ,CJ commandiuno Thomax de Carva-
MOMA
Est encouragado!!!
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
e8crivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
"favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquello negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Qns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu lho se
achava esta cidade.
150#000
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de gratifcacao a quantia cima a quem ap-
irehender tres cavallos que naquelle engenbo
oram fuados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o '.." tem 9 annos,
castanho e castrado, tem a orelha direita bastante
lascada, uma estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem uma cruz; o 2. ruco, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o Des-
coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
cngalha, ferrado eom a marcaI. R.- do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3." rudado
sinhas8 claro, curto grosso,-ura pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
-Ono quarto direito : gratifica-se com 304000
por cada nm em nresenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalquer dos ditos cavallos.
#
Na ra da Imperatriz n. 47, an-
dar, uma senhera tendo j grande pra-
Mfi> tica do ensino, recebe discipulas de
Vofi piano, msica e desenho.
O abaixo assignado, tendo de retir?r-se para
Europa com a maior brevidade possivel, afim de
tratar de sna saude, e nao podendo pessoalmente
despedir-se de tod s os seus amigos por falta de
tempo,'o faz pelo presente, pedindo-lhes desculpa,
e ao mesmo tempo lhes orterece o sen pouco pres-
umo no que lhes poder ser til na cidade de Lis-
boa, onde tem de residir. -O vicario
Antonio H. de flollanda Chacn.
Rna do Cahug n. 19.
~r* Neste estabelecimento se encontrar ^|T
.&} um bonito sortimento de joias que se j*.
Tendem por tal preco que animar ao ?rr
g comprador, attento ao vantajoso syste- jjE
S ma, ganhar pouco para vender mui- $&
Mf to, que certamente til ao compra- m
"'"' dor e ao vendedor.
i4 Tambem se compra ouro, prata e pe-
|| dras preciosas, bem como se fabrica e *g
^ concerta toda e qualquer obra tendente *T
S mesma arte.
vrnfff$ffffn ; *m
Aluga-se o primeiro andar di sobrado ila
ra Direitr n. 8, com commodos, caiado e pintado
todo de novo : a tratar na loja do mesmo.______
orio.
Aluga-se o i. andar da casa n. -20, ra do Bom
Jezus : a tratar com Cramer Frey & C, n. (12.
da mesma ra.
INI
Dr. Abilio Cesar Borges
Mcthodo de Am para o en-
sino pratico c 'ncil da lin-
gua fratceza, traduzido
pelo
ftr. Aiiili {',\ Borges.
Temos a satisfago de animnciar venda qi
oossa csa mais om llvro do snmma utilidaJo
para o ensino da ui cidade, que acaba de ser,
com o titulo cima, publicado na corte pelo eons-
taut8 8 ncansavel propugnado! dos melhoramen-
tos da instrueqao nacional, o Sr. commendador
Dr. Abilio Cesar Borges.
Aienas publicada, teve esta nova obra laljacei;
lacio, que em menos de C mezes esgotou-se, -)
na" corte a primeira edio.'io : sendo o autor obri-
gado a tirar Immediaiamento segunda, que, me-
morada e augmentada acaba de sabir dos pre-
los da tjpographia Laemmert
Rccommendamo-la, pois,' com toda a confianza
do publico desta provincia, o especialmente aos
Srs. directores e directoras de collegios e profes-
s res de francez.
A obra prendida de um inleressaute prologo,
em que o autor demonstra as grandes vantagens
do mcthodo e explica a manara de o applicar.
1 bonito volme, 2 000.
icanao o s.,c coramanaiiano Tnomai de Carva- w^"^'""""; ^*-^."? p>'
Este escravo tem um irmo liberto, que traba- B Soares Brando Sobrinho, exonerado de tote SS2tT(S10)a *****> e re9,de n V'
lhava (e pode ser que linda trabalBeTde macW-: i responsabilidade, a contar daquella daa em ** op>-____
_l.. j .i jQ! alante.
nista de vapor n'um engenho de Abreu
Una.
Pede-se as
autoridades policiaes e eapitaes de
I. e 2. andares da campo que o preodam e facam-no condujir ra
na tbeeop-idamatriz da Boa-Vista, casan. 83, onde rece
'bero 180/000.
daquella
Recife, 26 de fevereiro de 1873.
Aluga-se
O sobrado de um andar e soto, da ra de Lomas
I Valentinas n, 27 : a tratar na roa Direita n, 84.
Agua Preta
Manoel Xavier de SA e Albuquerque, solicitador
provisionado, encarrega-ae de promover qualquer
Na fabrica de cerveja ra do Brum
se precisa de um homem para trabalhar em
umn carroen de um cavallo. Na mesma fa-
brica e compra Laranjn da (erra a 600
sro oento. i
A\is;-se
a quem der noticia da escrava Guilliermina qne
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa -
tos, e depois comprada ao Barao de Nazareth.
representa ter 25 annos, tem falta de denles na
frente e as mos com cicatrizes de queimadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareccu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
Precisase de uma escrava, para duas pe -
soas : na ra Direita n. 61..
COMPRAS.
Compram-se algumas casas terreas que se-
jam em boas ras : na i ua do Hortas n. 112.
Mobilia.
Vende-se uma mobilia de Jacaranda em
perfeito estado : a tratar na ra da Madre de
Deus n. 8, 1." .indar._________^_______
A Borboleta
Ra ilo Livi'ameiito n. 5.
Vende aqueimar botinas para homem, calcao" i
inglez, desoa grossa a 78.
Tem mu piano forte para vender barato do
mellier fabricante Blondel Vignes e uin lustre do
3 bicos para gaz.
' VENDE-SE
Vende-se um sitio com uma casa terrea do
podra e ral, tendo 90 palmos de fundos, em
chaos proprio : ra da Floresta n. 2, em Olin-
da, para ver e tratar na mesma casa.______^^
Cozinhriru
Precisa-se de uma eozin*eira para uma casa
jstrangeira : a tratar na ra do Commercio n. 38,
Io andar.
VENDAS.
Cambraias
Cambraia transparente a i a peca.
Dita dita fina suissa a oi.
Dita da cores a ~260 o covado.
Dita preta e salpicos brancos a 240 o ovado.
Dita para forro a 2 i a peca.
Na ra do Crespo n. 20; na loja de Guilhermo
C. da Cunha & C.
Gamellcira.
Vendem-se quatro bois gordos, mansos, muito
novos e bons, assim como ura carro novo bem
ferrado : a tratar no povoado da Gamclleira, com
Jos Hermino de S e Souia.
Milho, milho, milho.
Nos rmateos de Tasso Iraos & C.: ra do
Amorlm e caes de Apollo.
Vende-se um cabriolet inglez de duas rodas
e com quatro assentos, por preco rasoavcl : para
ver na cochefra da ra da Roda, e a tratar na
ra Direita n. 10.
Vende-se
dous ou tres vitellos bastante gordos, (Unos do
pasto, e um casal de sancos brancos e muita
grandes: no sitio do Vinaza, margem do rio,
no lugar da Torre.__________.____________
Vende-se a casa da ra do Rosario da Boa-
vsta n. 4*, eom 3 quartos, Isaas, corintia fora ;
a tratar na, roa do Visconde de A buquerq c nu-
mero 131.
Primeiro Livro de Ltitura oOO
Segundo dito dito, Bruxellas 15500
dem dito dito, Pars 2j000
Teccciro dito dito 2|* "O
Grammatica iwrtugueza - 500 '
Dita frauceza 150110
Discursos sobre educarlo 55000
Livraria Iranceza.
Tavejna
Vende-se a tavera da travessa da ra das Cru-
zes n, 6, com poucos fundos, propria iara princi-
piante : a tratar na mesma. ________ _
Botinas
para senhoras, a 6$000,na
loja do pavao.
Pereira da Silva & C. receberam pelo ultimo
vapor de Europa, un elegante sortimento de bo-
tinas pretas c com delicados enfeites de cores,
proprias para senhoras, garantindo-se serem das
mais madernas que ha no mercado ; assim -como
a boa qualidade por terem sido remettidas por
um dos melhores fabricantes de Paris, e vendom-
so pelo barato prego de 6*000 : n loja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60.
Atteneo
Antonio Alves de Oliveira Braga por incommo-
dos de saude retira-se para Europa, por cuja r-
io vende o seu grande estabeiecimento de mo-
I hados no Varadouro, em Olinda, sem duvida o
mais importante daquella localidade : quem qui-
zer, pois, um bom estabelecimento ne>te genero,
dirija-se ao mesmo, ou a Jos Joaquim Alves & C.
ra do Baro da Victoria.
Vende-se um cavallo ruco pedrez, grande,
excellente para cabriolet: para v> na cocheira
da roa da Roda, e a tralar jia roa Direita n, 10,

.
LS


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1
-
^fc


.^MiMHMMMHWaiBa

X
J
6
Diario de Pernambuco Sexta feira 28 de Fevereiro de 1?73.
Fazendas
Obras de p
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
di:
A loja 4ft{ftih Branca^j^lPBruqe da
GaxiiB n. Sl^ecebeu um'ftetto sortimento do bo-
nitas e modernas obra &, phaniasia, sdo :
Brine e*crues pretas, oomiouradoae pedras.
utros de n adrep rola queunada com bouitos
enfeites de delicadas flores.
Outros t?e fin > dourado cwa p nge les de cores.
Outros encarnados e de twmit s moldes.
Rosetas de fino dourado cun podras bramas,
Aderecos de madreperola.
Ditos dourados com imapheo preto.
Ditos encarnado*.
Ditos imitando fulhas e flores naturaes.
Ca soletas ae madrepero '
Voltas de grossos aljofares de cor s.
Outras. de ditos prct-s com rtonrados.
Puleeiras de tartaruga eem daurado.
Outras pretas. I II
Grampos pretos e de ores.
Bonitas abotoadusas de lino dourado, c ra |n-
dras-, coral rtc .para-abertura de .camisas.
Bolfles doamdes e de outras qualidades, para
aberturas o eollarinlios.
Bonitos' leqoes.
A loja da Agina Branca, na do Duque de
Caxias n, $>, receben bonit s Jeques d-perfeita
phantasia, pre o com dourado _, e outros de apu
ratissimo presos de 9?, e 1051)00 rs. o
corte, toado bastante fazenda.E'j>echincha,
na loja do Pavo a ra da [mperatris a. 00.
LASINHAS BORDABAS A 400 RS.
0 COVADO.
O Paveo rocebeu um elegante sortimento
das mas lindas lsiohas transparentes com
fiorztnbas bordadas, toado de todas as cores
inclusive roa propria para viuva, e rende
pe) baratissimo preco de 400 rs. o covado.
!'.' pccbiachanaloja do Pavao a ra da Im-
p tratas i\. 00.
6RESABINES A GiO RS. O COVADO.
O Pav&o recebeu um olegante sortimento
das m lis liadas grenadines pretas com listras
brancas o de cores, sendo muito boa quali-
dade, e vende pelo baratissimo preco de 500
rs. o covado. K' peclnclia na loja do Pa-
vao a ruada Imperatriz a. 60.
COBISTAS DE ITST.VO ACOLXO.VAS A
4#000 RS.
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fusto, acolxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
case de todas as coros, e vcadepelo baratissi-
mapreco de 4J, rs. K' pechincba na loja
do Pavao a ra da Imperatriz a. 60.
CHAPEOS PARA SENHORA A 12-7000 RS.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
d 5 inais modernos chapeos de palfia, rica-
mente enfoitados, para senhora, com osseus
comoetentes veos, e vende pelo baratissimo
dmoo de 12#0O0 rs. E' pechincba na loja
)> Pavao a ruada Imperatriz n. 00.
LAS MODERNAS
O Bava i vendo um bonito sortimento de
layabas listradas, sendo das mais modernas
lom viudo oh mercado, pelo baratissimo
o de 560 c 600 rs. o covado. E'pe-
i, ficbn na loja do Pavao a na da Impera-
l t n. 60.
ILACAS LAVRADAS A 040 RS.
O COVADO..
CbegOU para a luja do l'avao um elegante
.-. Umonto das mais bonitas alpacas do cores
! radas, sendo as Cures mais modernas que
; un viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo preco de G40 rs. o covado. E'
pechincba na loja do Pavo a ruada Impe-
lir ii. 00.
Corte* le camhvuht. ultima no-
vlale, a ??OOD.
O Pavao receben pelo ultimo vapor de
Europa cortes de canibraia branca com ba-
linhos ricamente bordados, tendo fazenda
sufficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos siio os mais molernos quetem
vindo ao mercado, e pela suaeicessiva bara-
t..-za, tornam-serecommendaveis as senhoras
de,bom gosto. Bazar do Pavao, ruada
Impe 'atriz n. 60.
LENCOS A 2*400 A DUZIA.
O Pavo tena urna grande porco de len-
C, >s broncos com barra de cor, muito bonitos
e boa qualidade, que vendo por 25400 por
ter grande porco,
" Ditos todos brancos abainbados muito fi-
nos a 20800.
Ditos chinezos com barra ilecor, muito fi-
nos a 80300.
do Pavao.
Romelras a 35000.
O Pavao recebeu pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento de romeiras pretas de fil
com salpico?, com lindos enfeites pretos e de
Cores, e vende pelo barato preco de 33000
cada um, por ter grande porco.
Ditos todos de seda ricamente en/citados a
'. KM>0.
PARA 1) CA'.t NAVAL.
Domin*
O Pavotemum grande sortimento do d-
nsde todas as qualidados gostos, proprios
para o carnaval, toa lo lambem de merino
escossoz muito interessautes, que vende ou
aluga por procos muito barat s, por ter gran-
poivo.
LKN'CO'ESDE BRAMANTE.
O P-.31 vonie lencas Je bramante mui-
to grandes, sendo deum panno s, pe!o ba-
ntissimo preco de "2,541)0 cada ora.
MADAPOLANES.
Pe.v.s de nvidaDolo francez muito fino
com 0 jardas a 5#3; e fySOOO.
Ditos .com 24 jardas moito superior a
6tff-*o p 7500
Di.o inglej fazendj maito fin iJ^OOO,
65*X> e 0.5300 at 1-WlL'
Di', -s fraocezes e inglues muito fiaos de
40jrda3 pan dillerentes rtregos.
ALGODOZiNIO.
O Pava j vende por preco muito barato
^ecas-d-3 ali?od3ozinho americano muito
boin com 18 jarlas 45000.
Dito com 24 jardos a 4500 e 5!000
at GWjO.
Dito largo marca T moito eacoroado a
000.
ALGODAO Eh'FESTADD,
^ 0 Pavo v^flde o verdadeiro e superior
a'godoziQo-de duas larguras para leoc/jes,
Miado mnito en-:orpado 14(000 cada vara.
n:t i l-aacado di w,s.ua largara 15480.
COKTE E CHUAS A ^400 E 25880.
O Pa*d vende cortes 1c rhias francezas
fiaa3, com I0 covadjs pelo diaioulo proco
de 2v.o cida cort.
Ditas com 12 w,v*d pelo prco de
*880 c^da corte. v
PEREIRA DA SILTA & C.
Tendo o propietario desto importante estabeleciment, grande vontade de liquidar
tolas as fazendas que tem em ser, tem resolvido vende-las por precos-muite mais baratos do
que se venJein em outra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razopor que con-
vida o respoitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento de fazendas op
hi, como tambera de grande sortimento de fazeadas finas e dos mais apuradps gostos.
E previne que^s vende a dinheiro vista, por estar em liquidacao.
ryrvuiivrc 0FF1C1NA DE ALFAIATE NA LOJA DO
URft.VVIMjr^ pavao.
COM LISTRAS DE SEDA A 800 RS.O COVADO ( Neste grande estabelecimento encOutrari
O Pavo recebeu um elegante sortimento o r ?peitavel publico, urna bem montada offi-
das mais lindas grenadines pretas com listras ciua de alfaiate, onde se manda ejecutar
.- seda do cor, tendo ontro.ellas comli.tra qualquer peca de obra, tanto para Jiomwo, rados ostos; ^'m ~ "^^ *f ^
roxa propria para luto, que'vondo pelo ba- Jomo para; meninos, com a maior pre. deujjaj ^confuaOo o^dg jjn*,
ratissimo preco de 800 ris o covado ; assim tesa e perfeicSo assim como para qoaiqoer de esle pei0 barato preco de 4000 cada mn.
como dita muito fina com hstra encarnada, loto que de repente appareca, tendo m mes- y i prvstal nara tofflot
que vende a 19000 ris o. covado. Kst ma offleina om perito offlcial destioado para Vafj8 af CryJM^faa,li^S;
fazenda veio pelo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaes de V^f^f^^^^&tSSB^
mate da Kuropa, e liquida-se aa loja do cional oa tropa fle Iinna, senuo esta omema te, ^ par mm TamiseUi d*uradas e ami pro*
l'avao na da Imperatriz n. 60. | dirigida pelo babil artista Pedro Celestino pras para arranjos de toilet, ote,
CIMBRIS ABERTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalho.
99000 e 109000 RS. ESPARTILHOS A 3,5000.
O Pavo recebeu um elegante sortimento ; 0 Pavio tem om grande sortimento de
das mais tinas ca'mbraias brancas, abortas e' espartilhos, tanto para senhora como para
bordadas para vestidos, que voade polo ba- menina, qbe vende pelo ba-ato preco de
3000. Ditos muito finos a 4#030 e W000,
sao dos mais moderos que tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
0 Pavo vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padrees claros e escaros, pelo barato preco
de 240 r3. o covado, por ter um leve to-
que de mofo : pecnincha.
LIQUIDACAO DE CALC\S DE CASEMIRA
0 Pavo tsm um grande sortimento de
calcas de casemira de todas as cores e qoa
Iidad3s, para todos oj precoa, e desojando
muito liquida-las, resolveu vende-las por
um preco milito em conti, para diminuir a
grande porcSo.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavo vende bonitas cassas franceaa*
com bonitos padroes, e de muita phantasia
pelo baratissimo preco de 240 e 280 rs. e
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loja do Pavo.
BOURNUS A 169000.
O Pavo rocebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at hoje sao conhecidos, e em relaco ex-
cessivabarateza, convklam-se as Exmas. Sras.
para as vorem, para assim admirarem o que
ha de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 69000.
0 Pavo vende cortes de cambraia branca
com listas e lavotea da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
proco de 6^000, por ser grande pechincha.
Ditos muito fiaos com babadinhos brancos
bordados a 83000.
Ditos ditos cora listas de cores a 49000 e
53000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 99000. E'grande
pechincha na loja do Pavo.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
0 Pav5o vende superior bramante de al-
odo tendo 6 palmos de largura que s
percisa de i '/? vara para um lencol, me-
tro MfiOO e a vara IdSOO.
Dito de linho paro superior muito encor-
dado com a mesma largura a vara 2-5400.
Ditos francezos muito fiaos a 20500 e
3^000.
Pega de Hamburgo e panno de linho com
20 e 30 varas, para todos os pregos e
qualidade.
Pecas de bretanha de paro linho, tendo
30 jardas pelos precos mais barato que se
tem vifto.
Pechincha de fiaissimo esgaio sucelena
com 6 jardas 70000.
Pera de finissimo celena com 30 jardas
a 30500, atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largura a vara 20OCO.
CALCAS DE CASEMIRA.
O Pavo tem um grande sortimento de
calca de casemira, assim eomo cortes o
mais modernos que tem vindo nos ltimos
fi .Mirins e em fazenda das mais finas e mais
E' grande pechincha na loia!Q0V3S ao mercado, e vende-se por barato
prego para aparar dinheiro assim como cal-
as de brim hranco e de cores por precos
maito razoaveis para a:abar.
TNICAS PRETAS.
O Pavo receben om grande sortimento
das mais ricas tnicas de grs preto, rica-
mente enditadas, e vende por preco razoa-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3500000 AT 600000.
O Pavo recebeu om lindo sortimento
dos mais ricos cortes de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos os enfei
tes necessarios, e vende pelos precos da
350000 at 600000, nao tem vindo nada
ma9 rico nem mais moderno.
HU

I

i
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A /05OO, 80000 E 100000
O Pavo tem om grande sortimento de
cortinados para cama e janellas, que ven-
de pelo barat > prego de 70500; 80000 e
100000 o par, tendo al por 180000, assim
como colchas de damasco para camas de
noivos, e grande sortimento de tapetes tan-
to para 4cadeiras como para c^mas, pianos,
portas, etc., todo vende por precos razoa-
veis.
CAMBRAIAS.
0 Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 20500 e
30030.
Peca de dita muito fina com 10 jardas
tanto tapada como transparente a 40000,
30000 e 60000 at a mais Boa que vem
ao mrcalo.
CORTES DE PERCALA COM DUAS SAI AS
A 40000. "
O Pavo vende bonitos cortes de precalia*
com duas saias, sendo azeuda de mudo
gosto a 40000, lpechincha.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
0 Pavo vende om grande sortimento
das mais mudarais, baptistas com lista de
cor, preprias para vestido, comas coresmas
novas que tem viudo ao mercado sendo
muito mais largas do que as chitas francezas,
(3 vaae pelo baralissimo praco de WOta.
cada covado.
Anneis e colares elctricos
A loja d'aguia branca rea Duque de Caxias
n. 50, recebau n?va remessa. dos roveitosos an-
neis e colaras elctricos, e coatiua a recebe-los
mensalmeate, -pelo que sempre estar provida de
taes objtetoa.
Diademas dourados
A loja d'aguia branoa ra Duque de Caxias s.
80, receben novamente bonitos diademas dourados
e enfeitados com-jiedras. e aljotirea, 9bras de gos-.
to e phantasia. Tarabea! recben novos grampos
pretos ou aMlnetes com flores para a cabera.
Leques com bouqets e ou-
tros ehinezes.
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n, 50, recebeu urna pequea quantidade daquelle
bonitos leqites com bouquets e outros chineies.
Cold creme para refrescar e
amaeiar a pelle
A loja d'aguia branca' tu Dtf(jue; de Caxias
n. 50, recebeu cold orme dos afamados fabrican-
tes Labin, Legram e Condray.
Diademas e grampos de
ac.
A loja da tguia branca, rea do Duque de
Caxias n. 50, recaben novamente bonitos diade-
mas e grampos de aeo.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da agoia branca, ra do Duque de
Caxias recebeu, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com (lores de cores, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mu proprios
para barras o.outros enfeites de vestidos de gra-
nadme, ou modina, e outras fkzenda* transparenr
tes. Pela commodidade dos pre .os esses bicos tor-
nam-se mais ttommodo^ e pela novidade de gosto,
preferiveis a quaesquer outros enfeites.
Veos ou mantiuhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque do Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinbas
pretas de seda com flores, e outras a Imitaco de
croch, e vende -as pelos baratos presos do ''< -5.
4 e (i000. A fazenda boa e est em per'eito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac
cao.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
A ioja da Aguia branca ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu urna pequea porco de
diademas e adereces de madreperola, obras de
apurado gosto.
Para o carnaval! i
Para o carnaval! .
Parado carnaval!
Yelbutina de todas as cores ; s na ra Duque
de Caxias n. 6) A, loja da esquina, de Bento da
SUva A C.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bozouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novidide. A quanudade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca Tua Duque de Caxiag
- 50, recebeu urna pequea quautidade de boni-
s e novas gollinhas, traballio de l e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteirawente novas..
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rea do Duque de
Caxias n. 50, receb?u novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e eomo sempre conti-
na a vende-los por precos razoaveis.
MACHINAS
DE
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, om sortimeeto de machinas para
costnra, das melhores qoalidades que existe
na America, das quaes muKas j sao bem
conhecidas pelos seos autores, como sejam;
Weller A Wilson, Grover 4 Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras muitas
que com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o traba I bu que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozom com tanta per-
feico como as mais perfeilas costureiras.
Garante-s a sua boa qualidade e ensina-se
a trabalhar com perfeico em menos de urna
hora, e os.precos Sao t> copmiodos qoe
devem agradar aos pretendentes
iWTl\tll
Pede obter em ponco lempo com o aso do melhor dos licoresa aflamada
HESPERIDINA
Piz'oilo annos que conbecido este precioso tnico, e difficil achar orna peiso
qne, tendo experimentado pesfloalmenle, nao falle em seo favor, j como boro estomaca
e apetisador, tomando um calix della antes de janlar, oo como faci'itador da digestir
t 'm-do-se depois.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ha um s habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) que lo conheca aa propiedades medicinaes da doorada frocta,
ora bem, a
LAMM ilMU
em seo estado natural tem nm goslo pouco agradavel, e o mrito da Hesperidioa con-
siste em reter suas boas propiedades, e ao roesmo lempo presenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qoe invjar i
melhores importaces europeas de cdhegoria semelhante. Estas, qoando muito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinaco perfeita do
AGRADAVEL E SAUDAVEL
Para prova de que um artigo do qual pde-se ter inleira eonfianfa, por ser pare
e innoceme, basta dizer-se que foi plenamente approvada e autorisada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo sua livre elaboraco no imperio; outra
BOA PHOVA
a acceitaco geral que tem em todas as partes onde apresentada. Em 1864 estabe*
lecen-se a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 1869 a segunda em Montevideo; e
no da da chegada de S. M. O IMPERADOR inanguroo-se a fabrica qoe actoalmente
trabalha na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitaco.
tanto qoe rara a casa que considera completo sen aparador sem urna garrafa de
tliegiiem quanto antes!!
A KJOIMI! 3$I00! 3S000!
Lindos chapeos campestres, da ultima moda,
para senhora, s na ra do Duque de Caxias n.
O A, loja da esquina, de Bento da Silva A C-
Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Amias,
que fica entre o do commondador Tasso e o do
desembargador Doria, com ca.sa de vivenda, d Ife-
rentes arvoredos, grande baixa de tapim, etc.,
dando os fuqdos [>ara a entrada dos irilli^ urba-
nos ao pe* da estacao da Jaqueira ; a tratar na
ra do Amorim n. 37.
'

Na padaria allem na ru;> la Guia n.
54, tem para se vender o seguinlo :
Ervilhasde tras differentesquali lados, fei-
jobranco grado, repolhoem barricas, len-
tilhas, sevadinha (Perle), sag, ameiiM,
mags e cerejas seccas; tambera tem para
vender duas balancas grandes com ganchos
e bracos, alguns pesos, duas rodinhas de me-
tal para carrinho de mo, um forma e um
forno para fazer hostias e obrcias, e urna
bomba._________________________^__
Lazinhas para vestido a 320
rs. o covado.
S na ra do Duque de Caxias n. 60 A, outr'o-
ra rea do Queimado, loja da esquina, de Bento
da Silva & C.__________________________
Rival sem secundo.
Cheg ram Ignjhas para machinas, do fabiicante
Crower & Baker. Duzia por 2i00o._________
SMOKED BACON
Excellente toucinho inglcz em latas de qnatro
libras a 900 rs a libra : no armazein de Tasso
Irmos & C, ra do Amorim n. 37. ____
Libras stcrlinas.
Vende-se no armazcm de fazendas de Augusto
F. de Oliveira A C., ra do Commercio n. 42.
Vende-se
duas casas feitas d taipa e em mo es-
tado, edificadas em ohos proprios, na es-
trada do Guanga e muito prximas
i!>vuni;5i>. tendo oterreBO too palmos de
predio tundo siiiliciente para se edificar nm bom-
da ditae sitio, por ser o lugar um dos mais altos
Tasso. povoacao : a tratar com o coininendador
JAEK8
:i>m tripas < debrada de
;'ii um : co rtoazi'ni
roa do Amorim n. 37
vjeca ingleza a
de fas so Irmios
t 000
A C,
SEtiREUO ECONOMA E CELKRIDADE.
Obtem-sc com o uso
DA
DUEGTJAO SHOST
Cuica, bygienica, radical e infallivol na cu-
ra das gonorhoas, flores brancas e fluxos de
toda especie, rocontes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada apjdicaQo que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, rus Larga do Rosario n. 34.
i
(iiande galope
Para piano.
F. Libanio Colas.
Por
Acaba de
linio galope
publicar-se e acha-se a venda este
com l'ront":>|iii-io especial e anlo-
go, coinposto pelo minU) talentoso e simpatbico
maestro Colas.
Preco OO".
A' ra Nova n. U, arma em do Azevedo.
Araruta verdadeira
Admira o preco.
Ycndc-se araruUi superior a jOO rs_o pacote de
urna libra, para acabar, assim como vende se em
grandes poredes por preco commodo : na trav s-
sa da ra das Cruzes n. 4, e na ra do Vi gario
Thcnorio n. 20.
0 bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 bomem doente toma Hesperidioa para obter
SAUDE
0 homem dbil toma Hesperidina para obter

Nos bailes as donzellas e os mocos tomam a Hesperidina para obter boa cor
auimaco durante os loucos gyros da
BARROS JNIOR 4 C, ma do Vigario Tenorio n. 7, Io andar, receberam esta
grande especifico, e veniiera-no nos depsitos seguintes :
Joaquim Kerreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, ra do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia n. 2.
Antonio Gomes Pires d C, ra da Cadeia.
Antonio Gomes Pires d C, ces 22 de Novembro.
Gomes A Irmao hotel da Passagem.
BARTHOLOMEU et C,
Pharmaceuticos premiados em diversas exp"icoes
Novo tratamento da AUhma, tosse, convulsa, deftuxo catarrhaes, e toda* as molestias dos pilmoe,
que tem feito importantes curas, e que boje o nico acceito pelos melhores Mdicos.
DEPOSITO GERAL, 3, ra Larga do Rosario, PERNAMBUCO.

ibiwffiLKxr
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. HAURER i (?.
PERAAMBl'CO


Eeta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, d at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e prefevivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se careca longa conservaca.
Vende-se na pharmacia de ar er d C, rna Nova n. 25.


Farnha do mandioca a 3^ o
sacco.
Na ra da Madre de Dos n. 7 ; a ella, en)
quanto" nao se araba.
Xarope d'agrio do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
esorbuto.
Vendfi-6e na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Lar^a do Rosario n. 31t-
Vende-so'nm cabriole i morieao, d w* as
sonU,niwto' ~b en bom estado< para ver
mcro 86-______ y hmiflif rata d i kiswtm
KMREIT0.
Vcnde-se no Rio o Janeiro na liviana de Cruz
Coutinho. editor, ra de S. Jos n. 7o.
NOY ASSESSOR FORENSE
IV1> Dr. I iti: \:iliui-o de Aranjn
?:Conlendo todas as formulas do procsso crime
no juizo criminat, segundo a novissinia reforma
judiciaria e suas disposiooes, acv>mpanhadas das
dispost'. oes^da lei a que ellas se referem e mais as
fl'muts para ;o julgan\>nlo no jury e nos-crimes
poiii:iaej. Ksla obra torna-.-* un anxilmr iinlispt-n-
savel a ludus os Srs. advocados, procuradoi'os.
parles e mais empreados no niro^ 1 vol. cora iOO
paginas, ene. 8009.
Iratadn da prova em materia rrintinal pelo Dr.
Jfcttonnnyer, tradmido e annotado peto advogado
Mberto Antonio Soares.^ gr^ssos vols. ene. 4000>.
Cedigo.Pftilip|iino ou ordonaedes etuis do Reino
de tfnrtngal. por andido Mend oe Almeida, 4
ffrande aflBoseo vol. ene," 30**0'.
auxiliar pcrnlico servinde de ai^icndlre ao co-
ipak-ptiHinfrian, pelo mesmo-MMer, ene. W|.
...
"T^Tife^e
11 Das ea5 lerr^ae nbvas, na ra de'8. Jbj
77 n ; assim cok, dous nabHs flrande,
los de. sol*,.sem uso aifuin : .(retar iH-n
Pedro Affonso, sobrado de um anaar a-i
peto^r. TltoKabuco 66 Arnujo,
JbjymriaFraiocza.
Cadeiras oratorias com a.-seo:o de palhioha
f'000 cada una no caes do Apollo, arma-
wm de Ta.ao Irmos & C.
TASSO IRMAOS & C.
Em seus armazens rna do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos :
Tijolos encarnados sextavos para ladiilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento l'urtland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaroear alQdao.
Machinas de padaria.
Potassa da Hussia em barril.
Phosphoros do cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiihas em garrafoes.
Rhuiii da aJuiaica.
Vinho do Forto velho engarrafado.
Vinho do l'orto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho Ja Madeira.
Potes com linjmas e dobladas inglezas.
Licores finos sortidos.
Cognac Gaullor Freres.
Latas de toucinho ingjet.
Rarris cora repclho em salinoura-
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na phannatia e drogara d*8at -
tholomeu & C, ra Carga dosario o Rn. Si.
Ce
rvea
eJ
A verdadeira cerveja da BavJra, marca bjn-
deir4i, da'spHrior qualidade : vendein Tasso
mos 4 C. e;u s'U armazem da ra do An^riic.
numero 37.______________________________
Fio de algodao da Rahia e cal de Lisboa,'rt--
centemenie chegado : ha para vender no r--
criptoriodc Joaquim Jo Goncalves Betlrao di .F-
Iho, ra do Commercio n. 5.
Charutos deHavaiaa
Sai|evoreai
#o escriptorio de Tasso limaos A C, wa .do Amo-
rim n. 3?.__________________________^
Milho de Mamanguape
SVendtMC por pre?o. commodo : na roa da Ma-
dre de Deus n. o, primeiro andar.
Economa
. ( aos pais de familia )
Leuces de bramante a jW0 um
Dito .< algodao u t MO
CoborUs >( chita 1*800 urna
Ditas t ci elone.tarada a 3*00aiv
Ditas a adahi^eadas LM-radas a 3/80"
3*500 e 45000
Colchas de fusto Utancos e de cores a 3oW
Dita de prochot iWanfae, andes a ofOLO .
roliertnrasde Igodo a llOJ
Ditos de li escaros a 500B
96 na ra do Crespo n. 20, loja de Gumernio,!
daCunha & C. ^ _______ (| _
_ Vende-s* dua casas torreas, rtm^ym*
ra de fi. iorgn a. 35, o outra a rua^OfPharo
46,F-ad,Prtas: a twui' na> ra do M*r ;
de OhniU, armaiem u. H.
Vende-se uina esrrva',lfff f annwdid*-
rto, com principio de VnpMnmUo e costrt* : na
ru da Impcratfix U, das d is lo8 da-a*
nh e das i as 6 da tarde.

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Diario de Ptrnanifcci Sexta fok-a.28 de eveidr de/ 163:'
.7
FUUfl
v E
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FABRICA DE MACHINAS
r h Baro (I) Triunph (na di Bru) ns. iOOa 104
w CARDOSO A IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que teem recebido da Europa
grande sortinieijto de fcrragens para engenhos e para lavoura, e quaesquer outros usos
e misteres da industria agrcola, o quetudo vendem por presos razoaveis.
t Orillas para aSSUCa' pintadas e galvanisadas, de diversos tarnanhos.
VaDOreS borisontaes e verticaes j bem conbecidos nesta provincia e fra della, os
melhores que teem viudo a este meroado.
1t10CI1Q3/S completas de diversos tamanbos, obra muito forte e bem acabada.
JlCllS TllOenflS para assentarem grades de madeira.
i 0.1XIS ClC ierro Rodas U agua je diversos tamanbos.
XOdaS deltadaS de diversos tamanbos e qualidades.
CoUpCrtOS concertam com promptido qualquer obra ou macliina, para o quo teem
sua fabrica bem montada, com grande cbom pcssoal.
' EllCOnimCndaS ^an<^am v'r Pr encommtnda da Europa, qualquer niacbinismo,
para o que se correspondem com urna respeitave casa de Londres
-e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-so de mandar assentar
.litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
Ra do Barao do Triumpho ns. 101, 102 e 104
F L N DI C-O E CARDOSO & I R M O
. MUITA ATTENCA0.~~
Soares Leitc Irmos, com loja de miuilezas ra do Baro da Victoria n. 28
tr'ora Nova) pelem malta altcnco para os presos abaixo especificados :
MIl'DEZAS.
ou-
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.'
dem dem para punhos a 320 rs.
Talhores cabe de viado [i imitaco a$J000
a duzia.
dem idem cabo bramo 2 B a 32300 a du-
zia.
Caixa de linha branca com 40 novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Maco de lita cbiueza a ifOOO.
Coques modernos a $?500.
Resma de |>apcl pautado liso a 2^800, 3S,
39500, 4#000 c 69000.
Caixa de papel amisade a 600 rs..
dem idem dem beira dourada a 800 rs.
Caixa do envelopes forrados a 700 rs.
dem idem do cores a 300 rs.
E Caixa do pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Redes enlutadas a 19300.
Tranca de caracol branca, a iOrs. o
ma^o.
dem lisas a 200 rs. o maco.
Microscopios (sem vistas) a 29000.
de cordo imperial a
da Russia a
Duzia de pegas
320 rs.
Ludispensaveis de couro
109000.
Leques para seuboras
79000.
Vara de lita escoseza larga
novidade) a 49000.
Duzia do collarinhos bof Jados
era a 89000.
dem idem lisas a 69000.
Duzia de cachimbos rx de gallinha
2.T500.
dem idem de madeira com tampa
:*600.
a 2*000, 49000 e
|uje grande
para hc-
Duzia de meias para homem a 39, e^59
C^OOO.
dem idem para senhorasa 49 e 79000.
Lamparillas gaz a 19000.
Grosa de botos de osso para calca a
200 rs.
Grinaldas para casamento a 29 o 39000.
Duzia de baralhos francezes canto doma-
do a 39600.
dem idem idem lisos a 29300.
Carrafa de tinta roxa extra-lina a 1-7000.
Pecas de lita de velludo de todas as cores
c larguras.
dem idem de grosdenaple, idem..
Sapatos de tranca, tapete, casemjra e char-
lte.
Mascaras baratas. ,
Chapos para senhoras a 89OOO.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200.
dem idem kananga do Japo a 1^200.
dem idem divina a 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco de oleo oriza e philocome a 19000.
dem idem antique a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 19, 19300 e
29000.
Tnico oriental de Kem a 19000 o fraseo.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
dem idem do pos cliinez, o que ha de
melhor, 500 rs. e 19000.
.Maco de sabonetes inglezes a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa a 29300
e 39600.
dem idem com flores a 19300.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
335O0.
Agua de cologne, banha em frascos e
umitas perfumaras de gosto e baratos.
QUINQUILHARIAS
Mascaras, brinquedos para crianzas, bollas de borracha, tamborc
1.1, etc., e muitos objectos que se tornara longo mencionar.
28 lina do Baro da Victoria
s, cobras de madei-
. Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fl
rogesde ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobi ir c< se
Pregos americauos.
TacKos de ferro estanhado.
Machinas.para descarogar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balancas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES t G.
RUADO BOM JESS N. 4.

T
DE
%^ i:is
\to lia turte lgnma 80 cot;po de que mms
depen la a sua esbi-Heza do feifjoes is mais tiiviacs o tenftfmos Um cabello "bonito, eis-
nos com un grande encant em nos; pelo contrario, seja
o cabello rugo e spero, c eis que toda a nossa ph'ysionomiaj
por inais expressiva que (a por sis, esmorece e assume
um aspecto de velhice. Nao debaldc que om geral se pe
tanto cuidado em conservar o cabello com aquelle lbrilho
e vilque proprio do da gente mo<;a; perquauto o
cabello' aquella parte do corpo que mais fielmente demarca
os passos da idade. Est visto que nao podemos detor a"
marcha do tempo ; mas com o auxilio da sciencia pode-
mos bem prolongar por muitos anuos o nosso frescor o a
sade. Ora, de ha muito tiempo, ajudados por alguns chi-
micos e mdicos Ilustrados, estavamos a perscrutar nos
reinos mineral e vegetal, as virtudes que fossera mais apro-
priada* para a conservai;al) do.cabello. Agora offerecemos
ao publico esta preparaco que j tem merecido a approva-
0o cordial o a gratido de milhares, que teem laucado ,
mo dclla. Urna experiencia j bem longa e geral temdei-
xado plenamente provado que algumas vezes esta prepara-
0o faz o cabello nascer d uovo, e que sempre restaura-lhe
a cor e impede a sua queda prematura que o signal do
declinar .dos annos. Nao que ella soja urna untura,
como o sao quasi todos os remedios para o cabello, tinturas
cheias de prata, extremamente perigosas, e que, em vez
de restabelccerem-lho a cor natural, manchan o cabello
ruco com um preto azulado, que ieadizeudo atodo o mun-
do que urna tintura. E nao s isto : o oxido de prata,
una.vez recolhido no corpo, mo para a sade, alm de
ser sujo e de exhalar um cheiro repugnante. Todera baver
outras preparages que pretendam ter mais mrito do que
estanossa; mas desaliamos que baja alguma quo, mclhbr
do que esta, proiluza tudo quanto promette. Nao se des-
cobija aiuda remedio algum quo era todos os casos fizesse
vir de novo o cabello as cabis, cal vas, quaudo as glandes
capillares j esto destruidas. Masase estas glandes nao ti-
verein desapparecido do todo, o VIGOR far vir logo o
cabello. Isto inostra patentemente que elle produz eteitos
nao s 110 proprio cabello, mas tambera na sua raiz. Tara- .
bem ve-sc a sua efticacia bem demonstrada, quando, com a
sua applicaeao, o cabello fraco, doente e rebentadico re-
assume o vqo, a copia e a orca da mocidade ; e quando
doixa do ca'bir. Esto ultimo resultado se consegue s
vezes com bem poucas applicagoes ; e com o use continuado
dellas o cabello se renova, e se estimula o se crescirnento.
lU'iittiiu-u da cor do cabello.Cora una se-
mana ou duas de uso quotidiano do VIGOR, o cabello
rugo, muito secco ou bronco, tornar-se-ha fresco e vicoso e
vafear sua or primitiva. Isto o que acontece sempre,
com tanto que se use do remedio com regularidade e que
se sacuda a garrafa antes de se o- empregar. Como j disse-
mos, o VIGOR nao urna tintura era contera substancia
alguma-injuriosa. Por issoque elle'no suja as mos,
nem a cabeca, nem ainda a cambraia a mais fina. Com
o-seu uso requentc e ininterrumpido, o cabello fica muito
preto, quasi negro.
Depois que ello tem readquirido a sua cor natural, deve-
se empregar o VIGOR mais ou jmens.u.nia vez por semana,
conforme cada um vir que proviso para eonservar-se
aquella cor.
Mocos e mocas que encanecem prematuramente e queja
esto cansados de usar de romedios,que restituam-lbe a bel-
leza, bao de exultar de alegra ao.saberem doque podera. al-
cancar com o VIGOR.
macios
orna os canenos
brilhantes
ViNHO
E RE1C0NSTITUANTE
DO D_R DELOR
Preparado por H. BEZIER, Ph da Eschola de Paris.
O vwuo joepkativo DO noioa delor o mesmo l
lempo que purifica o sangue d'uma mancira enrgica nao o altera e Ibe ,
couserva a sua toaiciilade |iriiuiiiva.
Tal o resumo dos numerosos alleslados enderezados ao Doulor DF.I.OR
'depois i eiperencias Teias pelos principaes Mdicos de Franca, da lialia,
da Ilussia, da Allemaulta e da Blgica.
O Yiiilio Depurativo do Dc DELQR o nico producto, que, n.-i s
elimina da sangue lodos os principios mrbidos que o alterad, corap |
(amheni 1 lio conserva a sua fun;a e a sua consliluca primiliva.
E por isso que os Mdicos apressario -se de applicar a nova preparara
llierapcutica do Doulor DELOR.
O Vinho Depurativo do D' DELOR deixa longe de si as prOpnracnt-s intituladas
depurativas, taes une jaropes, rol, essencias, e as quaes eio lugar de purificai
o sangue u enfrai|uecei!i, e cujus cffeitos sao antes nocivos do que uleis.
O Vin'io depuialivn de O' DELOR empregado Cola Clitocoalra as Escrfula*,
C.kaQtu iiuiigm. Ulceras, Ftridus uletrotai, Turnara, Abcosot, l'osihcmat,
Bmpcocl, Herpes, Siilsugei>,Impigcnt, Lepra, Tml.a, Syphilit (ou ma! venero)
c Indis as molcilMsd.i pelle. K um preservativo cuto contra as Fcbrcs ama-
reta '. typhoitle. Todas aspessoasalllictasdc BlepkhalUuU, Ilijdroccle, Sarco-
ttlt e de todas as molestias provcuiciitesda Lympha po :em empregal-ocoin eto.
I'AUA UETAI.UO .1!, ra Je tMncrg.
VENDA l'OR ATTACAO : 4, boulecanl Si-Mor Un. PAUIS.
K iit H2
F
1]
, \4 r* Vfv
Na pharmacia Maurer ra do Baro da Victoria :i. 25.
COSTURA DE 1I0WE

SOARES LEIIE, MOS
UHI60S AGENTES
Ra k Barao da Victoria n. 28
As Inais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposicao de Pars, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha do ouro e a condecora-
cao da Legio de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Juniur, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicao dc Londres acreditara
estas machinas.
A 90>000
N. 2 ARna do CabugN. 2 A
DE -
it vimos i uno
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitave publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim do apreciar e comprar urna joia de gosto por
prec,o razoavel.
t- Vende-se, arreada se ou permuta-se, pon
' torras que srvam.para plantar canna, urna padaria
Boa acquisico.
Veade-se uma casa na ra Itnperial n. 2,0, sita no "pateo da feira no povoado- dos Mentes; a
Je pedra e cal, em caixaa, pr >pria par estabe- tratar com seu proprietaro no mesmo povoado; e
tendo cozigha intert.1., 'om um bom parain/orinacSes^comosSrs. Rocha Lima t Gui-
iBaraes,- ra do Bom.Jej>us (outr'ora da Cruz) a.
16, ou comoSr. Nieomedes Maria Freir, :no
Caes do Apollo, n'esta cidade^______________
todo murado, com cacimba o sabida no
a tntar na casa n,,S36, na mosma
Chitas e madapolo com Terreno na cidade.
o* o -ivo Vende-se un terreno na ra Imperial, com
yuui^tl Chitas de cores a 900 e 2i0 o Ovado, madapo- prio, atterrado, porto no fundo para descarga
to largo uno a 3#500, 4$, n 7 a pefa : na de matriaes : a tratar na casa contigua n. 236,
m do Crwpo b. w. oo na nut Nova, loja c. 7,
Nao uma tintina, nem conten substancia alguma
perniciosa!!
Ello d nova vida aos orgos vijaes de ,que depende o
crescirnento do cabello, e faz o cabello crescer abundante c
vicoso, como o da juventude. Se.o cabello est confiando
aoahir, algumas dses do,YICOR;param esta queda. Se a
peda do cabello apenas parcial e o pericraneo ainda est
coberto do uma felpugem muito 'fina,' est visto, a dlicacia
do VIGOR se nostra mais dopressa do que quando se est
inleiramente ealvo ; e a.rato disto que as-glandes nosso
caso nao esto entorpecidas, de ha tanto tempo, e, por conse-
grante, menos tempo.levam a brotar de novo.
Pararestabelecer-se acor oas barbas, preciso esfregar-
. se muito bem noite com o VIGOR, e depois passar um
panno ou lenQO roda dejlas, para conservar-se a humidade
ou o calor, at raanlia soguinte. Este tratamento deve ser
prosegujdo por muitos das, pois a barba Uva senipre mais
t-mpo a mudar de cor, do que o cabello da cabeca'.
itcviniiructio do cabello. Murtas vezes, mas
uo sempre, o VIGOR consogue fazer nascer caballo em ca-
beras calvas c at de pessoas j adiantadas na idade. Se as
glandes se acham swuente etprpeddas, elle as estimula de
funecionar e-pde nascer novo cabello. Se ellas, porm,
se acham atrophiadas, estragadas ou jjAdres, ento, est cla-
ro, nada pode fazer por ellas.
O cabello que renasce primerramente na, borda pegada
ao cabello que ainda existe-na cabera, e.pouco a pouco val-
se estendendo at o $lto da qabe^a \}u\ cabello que a princi-
pio fino e sedoso. Nao se fleve escovar fortemente. o caT
bello que est4 assm'comecai|do a rebentar pela cabera.
bomuma vez por outra passar-lhc uma esponja embebida
n'aga moma e acalcar o peficraneotodo com as pontas dos
dedos. Isto estimula a circUcaoe obvia a duteza^propria
' da calva.
O
m
Em capas, eot.n os diaeresemportuguez,e com.06nonwsidos agentesgeraes no
BrasilW. R. asel C.
Agento desU provineiaJ. Ot, D}1, ru*4o Commercie fi, $,
Cabe-nos o dever deannunciar que a companhia das machinas de Hovvo de No\a-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria u. 28, um deposito e ageuca
geral, para em l'ernarabuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeigo de seu trabalho,
empregando uma agulha mais curta com a mesina qualidad de linha que qualquer outra,
e pela introduccao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados *
oft'erecer ao exaine publico as melhores machinas do mundo.
As vantwjens tiestas machinas sao as seguitites:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas do Howe era segun-
da mo.
Segunda.Contera o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friecao entre as diversas pepas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Forraam o ponto como se fra feito mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os os, o que se noconsegu
as outras.
Sexta.Fazom ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo era seguida, sem modificar-se a tensao da linha, cozem a, azenda mais
fina.
Stima.0 eompressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oita'va.Murtas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi deseonhecidas, outras soffreram
mdanos radicaes parapoderem substituir : entrejanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, raestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e Iioje nao allende a procura,, posto que fat;a 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruc^oes em portiiguez.
A 9mO A 90S000
SGARES LEITE, IRMOS
A'
Ra do Baro da Victoria n.
28.
I
man
lapifoj
MSCANTC
DEPURA
w
Utln
lenstnir ^"**-_*'*' 8AUDE
DEPOSITO GERAL
PharmacU e drogara
J>E
BARTHOLOMEU & C.
34Ra larga do Rosario34
A Vende-se ou aluga-se
I o sobrado n. 5 da ra da-gio, na freguo-
^, \a, do-.Pco da Panella, com 3 salas, 6
quarto, 1 saleta, despensa, coziuba e rjuintal mu
rado, culo predio acna-se concertado, caiado e
pintado ue novo : a tratar com o comiuoudador
Taa80._____________________________________ .
Ultimo gcsto.
Cadeiras pretas douradas e marchetadas de ma-
dreperola : nos armazens. de Tasso Irmao &
no caes ao Apollo. _^^^^__
Tjolos francezes sexlaadus
De I5NMIO ti :. H>00
o imllielro.
Estes lijlos, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores e os mais economices
pela sua barateza para ladriHiar os pavimentos
; terreos das casas, norquanto, pouco mais custan-
i do do que os feitos no pait, sao, sem c:'aparac>o
alguma, superiores a estes pela li .peza de que
sao susceptiveis. Custam, alm disto mnos da
decima parte dos de marmore, j reprc '
dos de ditTerentes mosaicos, os quaes nao estao
i certamente ao alcance de todas as fortunas, e .so
sao empregados e proprios para as salas prisci-
paes. Alm da vantagem que ba no emprego
oestes tijolos para os pavimentos terreos e asas
de camp, tem estes ainda a de pcrem os melbo-
res e mais proprios para ladrilhar cozinhftiijos
sobrados da cidade, atiento a sua solidez efco
Seso, estando mais que provada a con^eweiicia
e serem assoalhadas as cozinhas tuda de 7C0'0'
e nao s a parte junta ao fogio, no que ale as
companhias do feguros se deverijm intereMar.
Vendem so nos armazens de lariha de Tasso ir:
maos A R., no caes do Apollo-______________
a,
O baealMo da Nornfg, m eixs e meus
ditas : no caes da Alfaides >- l4rmwn) de
Taes Iroiss & G.
, arm
Vende-se
o engenho I3om-tom, sito legua e raeia dictaato da
villa de Brreiros, onde o embarque, com vapor
para moagem da caimas, lando todas ,aa obras
em bom nado, pode safrejar 2,000 pies auouaes.
lendo muito boas-a*as para lavradores, e mais 1
escravos, 8 bois mansos, 6 vaccas, 4 quarto, car-
ro* e mais twaso: es do mesmo genlio; a til-
lar floD o s'U proprvtario M3si^auo da ftocha
Wanderloy, no nio ma egnbo. Vosta.Hi*igra-
phia sediraapessoa nesta praca qu.' pode dar
nformacocs a respeito deste negocio
Vende-ge viho'supriijr do Por e cbarn-
tos daBahia; na ma da Madre 4*9w *-.
1.* andar,



1
Diario de Pernambuco Sexta-feira 28 de Fe ver
=
ASSEMBLEA GHW
SENADO.
6 DE 1* ItK rEVEREIRO.
iswsso do vol (le grabas.
(Continuado).
Km lnguygem econmica, crdito sem-
pre foi capital c. capital precioso. 0 nobre
entoor eutondc quo quem pede emprestado
nao pode dizer que t -:n cxcesso' do receita
sobr a despeza; inisha lespsza ordinaria
e djfeeza extraordinaria ; para a despeza
ordinaria chog* a ;i :> ~:i ronda e delta so-
bras se for necessario faz sr despezas extraor-
dinarias, sem duviJa nao ser sufficieute a
reuda creada e ter de usar-so do crdito,
nao estamos, porm, nosso caso.
Quem tcm maidr divida quo a Inglaterra ?
Entretanto suas (naneas esto prosperas por
que a ronda chega de sabr para as despezas
do estado.
O nobre presidente do conselho dir o
mais que eonv.n observar sobre este as-
sumpto ; o orador vai agora oceupar-se
coiu a emenda do nobre senador concer-
nente seleige?.
Aqar subi S. K\c.d ponto fullou na
eoragem con que o governo procura. Ilu-
dir urna aspirago nacional, adiou nesta
questo o cunos bdli entre o povo o a co-
roa, porque os nriistros a- mseiharam ao
Impera lor este tpico da fulja do tbrono ;
tratante da reforma eleitoral.
Nossa propra experiencia e a deoutros
povos ensiuain que os lamentareis abusos
que militas vezes tem perturbado e viciado
o precesso eleitoral nascem principalmente
do esta lo dos costumes polticos, que s o
tempo pode melhorar.
Sendo, porm, essencial aos governos
representativos que as cleigos expriman
fielmente a opinio o a forca do voto popu-
lar, releva que procuremos cerca-las de no-
vas e mais providentes garantas.
Este resultado, que to los desdamos, de-
pende e mullo nao s da.ver la le das quahli-
cagos e estricta observancia da le pelas me-
sas paroehiaes, mas ainda da segranos que
cm to lo o processo eleitoral oleroga assim
s materias, como s minoras considera-
reis, que polo systema actual sao. quasi
seinpre privadas da represeutago a que as-
piran).
Quer na lettra, quer no espirito, este t-
pico rreprehensvcl, signilica a maior
attenco a um ponto essencial do systema rc-
presentalivo. Nao era uso, na falla do tbro-
no, de aventar a questo de preferencia deste
ou daquelle systema eleitoral ; em tempd
cpportuno e lugar proprio soca* esse assurap-
to debatido e sem envida conveinenteinente
resolvido pelas cmaras.
E, portanto, precipitado e temerario o jui-
zo que o nobre senador forma quando cn-
chei'ga neste tpico opposigo e reluctancia
contra o lacio que porventura o corpo logis-
lativo tenba de reconhecer mais azado para
a verda le das eleiges.
O que ueste tpico se nota que rocona-
menda muitoque nao se suioque o voto das
minoras, e assim se procure evitar o escn-
dalo de cmaras unnimes, tque s por nn-
posigo violenta poderium ser levantadas no
paiz. Nao obstante o nobre senador julga-
se autorisado para entomler que o pensa
ment acodar a idea da eleico directa, essa
panacea que S. Exc. reputa o nico meio de
regenerar a verdade do systema representati-
vo no brasil.
Nao a eloigo djrecta que ter a vrtude
de sanar todos os abusos e trazer inteira
verdade s nossas eleices ; pelo contrario,
tornar mais intensa e mais arriscada a luta
nos comicios populares.
Mas o maior inconveniente ainda nao est
nisto, est em restringir-se o censo eleitoral,
limitar se muito a classe dos votantes, reti-
rando-se o voto quasi unversalidade dos
brasileos, que boje a tem. A eleigao di-
recta nao pode ser admittida sem um censo ;
nas eondiges do nosso paiz, essa restriego
ten >'% ser forte ; limitad issimo ser ento o
nume.o dos votantes j e baver razo para
queixas e arguiges que nao podera deixar
de actuar nas fibras seusiveis da multido
que se ver privada de direito to precioso.
Nao concorrer, pois, para que o partido
conservador faca semelbante reforma ; so a
fizesse, recahiria sobre elle a odiosidade da
restncgo.do voto ; os clamores do paiz se-
rala iramensos, entao os liberaos nao doixa-
riam de abracar a idea do voto universal,
como correctivo c o sonado sabe o que o
voto universal corn a eleigao directa o ao
que elle conduz.
Em que se lirmou o nobre senador para
enebergar o casas belli que igurou ? Ape-
zar de resalvar o principio constitucional de
que os ministros sao respousaveis pelas opi-
nies da cora, o nobre senador dirigio-se
directamente cora, tornou-sc solidario
coin os que entoiidein e apregoam que lia
um poder pessoal, no qual tudo se resume
entre nos e que d'alu vem que o povo nao
tem mais direitos e est tyrannisado.
. E' de pasmar que se levante esta grita de
tyrannia, inventando-se para isso errtes de ra-
dessa ordem, e vindo-se dizer no seio do
sdo e face do paiz que vem dcima urna
ja que tudo avassalla Os factos ah es-
to. Em lempo alguin se vio tainanba li-
berdade ; mais que liberdade, verdadeira li-
bertinagem. Nao esto todos vendo a im-
prensa a praticar o attentado de pregar s es-
cancaras a repblica ?
Quando o orgo dessas ideas subversivas,
falta de meios ia finar-se, foi sustentado
por um estrangeiro ousado, graude especu-
lador que assim procura ter apoio para suas
espoculages. De sorte, que a tolerancia j
nao s para com osnacionaes,' estende-se
at aos estrangeiros. Em uenhum paiz do
mundo semelbante estrangeiro seria tolera-
do ; aqui procede impunemente de modo to
reprovado.
Onde esto csses vexames contra os direi-
tos sociaes o polticos, contra a liberdade in-
dividual I Ainda nao se vio administraco
alguma que menos do que a actual podesse
ser acoimada de taes excessos. Nuuca os
principaes liomons do partido adverso ao go-
verno receberam deste tamanhas provas de
considerago. Nao tem, portanto, signifi-
cago alguma esse p de cantiga que se adop-
tou, proclamando o paiz fra da lei e tyran-
nisado.
O nobre senador foi sua ultima emenda,
que se refere ao seguinte periodo do voto de
gragas : Sonhor.O lugar que j oceupa
o brasil entre as nages cultas atiesta o poder
morar do povo brasilea e seus graudes ele-
mentos de prosperidade. Nestes est prnci*
plmente a excelleucia das instituiges cons-
trlucioBaes adoptadas e a fortuna do ter por
moa V. M. Imperial, emquem a
pfBlVViNMto a^ryso.aJo patnotismi
fta opinio de 9. Exc. este tpicoencerra
o requinte da lisonja, e levou-o. ao ponto de
declarar que su'dignidade pessoal ropugna-
va aceitar semelhanta linguagoin.
Disse o nobre sonador : Para que men-
cionar a excellencia das instituiges constitu-
ciouaes que nos regem ? Tal menguo como
que urna provocago ao partido extremo que
ataca taes iustituiges. Quando o orador
ouvio isto, disse comsigo : Razo de mais
para ter escripto esto periodo. ^'
Com efoto, se ao nobre senador parecesse
escusado a mencao feita, allegando que as
institiiiges estavam aceitas por todos, nao
soffram contestago, nao duvidaria o ora-
dor a Imiltir a procedencia das razes do no-
bre senador. Mas S. Exc. assim se exprimi
para que nao se faga affronta' aos republica-
nos Ou quando no senado se, manifesta o
pensamento do transigir com os inimigos de
nossas nstituicoas, nSo tempo perdido,
antes dever, de alta conveniencia fazer-
sc a roanco que se acba neste tpico do voto
de graras.
O nobre senador nao admilte que se faga
ostentago de brmdade de nossas iustituiges,
e diz que o lugar que occnpamos no mundo
civilisado attosta o valor moral do povo bra-
sileiro e seus elementos de prosperidade e
grandeza. Mas a que 6 devida essa grande-
za se nao s nossas mstituigo^s ? Que presi-
deiitezinho podena manter reunido e conter
o norte e o sul ? Que p:dre Feij (e os Fei-
js sao raros) po loria susle'ntar este todo 4-
galo, a nao ser a excellencia de nossas ins-
ti'.uices ? Escolha-se o nosso maior homem.
poltico, d-se-llie a presidencia da repbli-
ca, e veja-se se elle capaz de conseguir
manter unido o norte e o sul, j nao diz por
mozos, mas por semana^ Como entelo dei-
xar de mencionar, como origen de nossa
grandeza, a excellencia de nossas iustitui-
ges ?
0 nobre sonador impugna, sobretudo, es-
las palavrns : e a fortuna de ter por chefe
[supremo a V. M. Imperial, emquem a na-
co ufana-so de reconhecer as qualidados
que asseguraa o xito feliz das arduas em-
piezas o-o mais acrvsolado patriotismo.
N.V> quizS. Exc. vrnoste trecho duas cousas
amito distinctas: frmula de cortozia con-
sagra la e aceita cu todas as nages, e tam-
bein justiga devida.
Nao era precisa esta ultima condigao para
aceitar o trecho ; bastava receb-lo como
frmula de cortezia, attendendo a que peste
ponto a resposta dirige-so particularmente
pt-ssoa do monarcha, visto tratar destas pa-
lavras da cora : E' este o voto que do
fundo d'alma vos dirijo, assim como a todos
os nossos compatriotas para nao ser ob-
jecto de contestago.
Mas justiga devida, o voto que asta na
consciencia do sonado, convencido como
est de que o paiz muito tem lucrado com a
fortunado ter um tal chefe do estado.
Estes cumpriiiientos de civilidade em ou-
troi paizes so teem constantemente dirigido
a monarchas em condigos muito diversas
do nosso. O que ba, pois, de estranbar no
trjeho do voto de gragas, quando em paizes
que nos podem servir de modelo ha exem-
plos de muito mais requintada cortezia ; e
quando at mesmo nos votos de gragas das
nossas cmaras se encontram frmulas seme-
Ihautes? As deste trecho do voto de gragas
foram quasi que copiadas ijmsverb'ts do vo-
to de gragas de 1858, approvado pela cma-
ra, quando era presidente do conselho oSr.
marquez de Qlinda, o membro do gabinete o
Sr. viseonde do Sou'za Fr.mco.
O nobre senador nao quiz dar o vordadei-
ro sentido a esto trecho ; foi escogitar quaes
podiam ser as arduas emprezas, como.se a
que cutre nos toca cora nao fosse urna
das mais arduas, e nao tivesso nella encon-
trado as mais elevadas quahdades I Nem
no voto de gragas se trata de outra qitc np
seja essa.
u;*o ufane de recoahecer ^ quahdades
Chcgou o nobre senador a commemorar a
dissolugo da cmara como um exemplo do
desvio das regras constitucionaes; entendeu
que esse acto to grave fra deliberado e
executado, s para conhecer-se se deyia go-
vernar Hio-Branco, ou Paulino. Visto que
se trouxe este facto como demonstrago de
tal theso, conveniente fazer urna observads"b^^
gao a respoito desse eto. fl(!tns pflM nnunar-se ao trabalho
A dissolugo foi determinada, porque era
ebegada aoccasio de tomar-se essa medida,
ou dar-so a retirada do gabinete Rio-Bran-
co, com grave damuo dos negocios p-
blicos.
A razo da dissidoncia era a reforma do
elemento servil. Operada essa reforma,
aceita pelo paiz com a conviego de que re-
solver urna grande difliculdade, eslava aca-
bado o motivo da dissidoncia ; entretanto
ella tomou entao terso contradictoria ao mi-
nisterio, por espirito de antipathia pessoal.
(Muitas roclamages).
Agora j essa^mtipatbia chega ao ponto de
fazer coro com as faeges mais exageradas-
que querem reformas radicaos. E se dizem
conservadores \ Nao ; nao o sao ; mas de-
generages do partido conservador.
Nao pode mais restar duvida ; ahi est o
manifest publicado no Jornal do Commer-
cio de 6 do corrente, e constante desse dis-
curso preparado ha muito, para ser profe-
rido na discusso do voto de gragas, mas
que foi antecipado. O homem de ideas
mais exageradas, nao recusar aceitar as
opinies ahi emittidas.
O Sr. Zacabus :los sao degenerados;
mas outrs sao coveirosr
O Sr. Saraiva :Os degenerados sao os
que andu'm com o paiz.
O Sr. Presdeme realama attengo.
O Sr. Tiscoxde de Nitheroy observa que
j nao dizem nada acerca da reforma do ele-
mento servil; saltam por olla como gato por
brazas ; nao querem que se toque mais nes-
se assumpto, quando aind ha pouco consi-
dera va-se semelbante reforma um attentado,
um roubo feito lavoura ; o que existe, o
que chega maior exaltagor a guerra pes-
soal aos ministros.
Nao venham, portanto, cora historias do
partido conservador; este compe-se de to-
dos os que commungam com suas ideas,
grandes e pequeas ; todos os que recusam-
se s reformas radicaos querem a ordem pu-
blica e o principio da autoridade revestido
de forgas e de todo o prestigio. Esses
que sao consejadores, e nao os que se con-
sorciam com as faeges mais exaltadas, vi
vendo com ellas no mais intimo commercio
de amor e-"amzade ; esses nao sao seno
urna dageneraoo do partido conservador.
Voltando dissolugo. Feita a reforma
servil, a opposgo ficeu composta dos que
combateram essa medida, repelliam o gabi-
nete por antipathico, nao davam razao algu-
ma do soa divergencia, norn podiam dar,
a,
to do Metiente. iBFf5^eipao e paj
tava essa reforma, cora ella ae regozijava e
apoiava o ministerio que a bava promovido
e feito passar, como podep-se-hi normal-
mente entregar o governo aos opositores,
que tudo tl/.eram para embaraga-Ia, mas que
nao o poderam conseguir T Se tal aconte-
cesse, que se poderla dizer que havia poder
pessoal, e que este absorvia tudj.
- O nobre orador faz ainda algumasconsi-
deragos neste sentido, e termina votando
contra as emondas.
O Sa. Viscos de do Rio-Brasco (presi-
dente do consol boj':Lamento que o nobre
senador pela Babia notando impropriedade
no segn lo periodo da falla do throno, nao
encontrasse para justificar a emenda que
olereceu, aenu inlerpellages odiosas.
Entenleu S. Exc. que neste periodo hou-
ve proposito de Iludir o paiz, oceultandoa
verdade a respoito do estado sanitarip, e de
levantar urna forca candna sob a qual pas-
sassem os representantes da nag.
Entretanto, seso comparara fallado tbro-
no com a emenda, ver-se-ha que nao ha
motivo para tanto escarceo.
Na emenda reconhega o nobre senador,
que o estado sanitario 6 em geral satisfacto-
rio, e aeerescenta que espera em Deus quo
cessaro brevemente as molestias que tm
apparecido, algumas com bastante iatensi-
dade em diversas povoages: por mais,
porm, quo o nobre senador se esforgasse
nao conseguio convencer o senado de que
quanlo foi redigid o discurso da coraj
lavrava com o carcter epidmico e a int'en-
silalo quo actualmente teol a molestia qu
invadi esta capital.
Ouvio ao nobre senador (em um aparte)
que a varila esta va nesse caso. E certo
que a varila grassava; mas nao constituio
epidemia to grave quo raerecesse ser men-
cionada esplicitamente em um documento
da natureza da falla do throno.
Cltou o nobre senador o aviso do minis-
terio do imperio, recommerdando Santa
Casa da Misericordia o comprmante de seu
compromisso em relagao existencia de tres
enfermaras, nesta corte, nos casos de epide-
mia. Esse aviso, entretanto, nao prova a
favor do intento do nobre sonador.
Se a Santa Casa eslava abrigada a estabe-
locer essas enfermaras, sempre que lavrasse
epidemia, o S. Exc. ainda as nao tiuha
mandado abrir, mostraisto que o nobre se-
nador nao tiuha reconhecido que na capi-
tal existisse epidemia.
O Sr. Zacaras: A Sania Casa nao
manda cstabolecer essas enfermaras, se nao
em vista do recommendago do governo.
baseada em rcclamago da Juntado Hygiene
Publica.
O Sr. Viscosde do Ro Biusco observa
que quem conhece o zelo do nobre senador
convence-se deque o digno proredor da
Santa Casa nao esperara sugesto do go-
verno se estivesse conveneido de que exista
na cdado do Rio de Janeiro urna epidemia
em tal auge como agora parece a S. Exc.
Quaudo foi rodigida a falla do throno j
havia receios de que a epidemia viesse a to-
mar maiores proporges; nao porm,
monos certo de que ella eslava muitt ara
principio e longe deapresentar a intensidade
que depois tomou. Assim, nao era prudente
que somelliante documento tralasse desse
assumpto em termos que no estrangeiro se
prestassem exagerago, ao passo que pu-
dessem vir a ser desmentidos pelos factos
posteriores.
O discurso da cora nao um bojetim
da junta de hygiene, nao era por elle que
a populago teria de informar-se di estado
sanitario. Porque pois, quiz o nobre sena-
dor enxergar um proposito de occultar a
verdade ? Nao sendo a fcila do throno um
boletim da junta de hygiene, nao faltou
verdade, sem todava commotter a indiscri-
co de tocar a rebate, podendo muito pre-
judicar-nos no exterior. Pode notar-se
neste periodo discripgo ; nunca o propo-
sito de Iludir o povo.
Com que iuteresse faltara o governo a
verdade neste assumpto ? Para evitar des-
pezas com soccorros.pubcos ? A tendencia
da oposigo antes acusar a governo de
ontosdo que de parcimonia nos
gastos. Para poupar-se ao trabalho das
providencias precisas ? Por mais injustiga
que o nobre senador faga aos ministros
nunca a levar a tal ponto.
Mas S. Exc. attribuio essa omisso que
enxergou na falla do throno ao interesse
que o governo poda ter de evitar que nas
repubbcas do Prata fossem ainda mais exa-
geradas as quarentenas que all vexara o
nosso commercio. O facto referido por S.
Exc. em abono de semelbante juizo, de ter-
se pretendido supprimir a publicago do
obituario, nao pode tor a interpretago odio-
sa que o nobre senador lhe dea.
As quarentas rigorosas que se observam
nos portes do Rio da Prata foram estabele-
cidas quando no Rio de Janeiro nao havia
febre amarella, e em Pernamhuco e Babia
apenas dava-se um ou outro caso espordi-
co. Os- propros argentinos aqui residentes
reconhociam e declaravam que a exagera-
gao de semelhantes precauges orignava-se
no pnico que nas repblicas vizinhas causa
a febre amarclla. Os navios que de nossos
portes seguiam para alli levavam cartas de
saude limpas, visadas pelos cnsules argen-
tinos, e todava as quarentenas nao cessa-
vam, cada vez tornavam-se mais rigoro-
sas.
Os governos platinos justificavam-se de
ter ordenado essas medidas com os reclamos
da imprensa argentina e oriental ; essa
mprensa justifica va-se enumerando os ca-
sos de febre atoarella que encontrar no
obituario aqui publicado. Ora, a verdade
exige que se reconhega que esses casos eram
raros, nao bem averiguados ; alguns m-
dicos s vezes enganam-se nos diagnsticos
quofazem, e langam conta de febre ama-
relia casos que talvez nao existissem, em
que pelo menos nao eram reconhecidos por
funecionariof de confianga. do governo.
Releva observar que por sua parte a nos-
sa imprensa reclamava ento com insisten-
cia, a intervengo do governo imperial, em
ordem a fazer cessar os vexames que nosso
commercio soffria no 'Prata, com as exage-
radas quarentenas alli postas era. pratica.
Pareceu ento que alguma cousa poderia
fozer-se, no sentido de attenuar as ineacti-
des do obituario ; mas o nobre senador
sabe perfeitamente que nao houve nenbuma
tentativa official; apenas em conreina parti-
cular se perguntou a alguem seo era ou
nSo possirel, com o fito de tirar pretexto
de exagerages das quarentenas.
Quanto ao primeiro tpico, er que tero
dito bastante, e que pode passar adiante.
s circiHOsti
remediar o effefocKlO^^W
da do nobre relator da caimisso do vote
de gragas, e uo a emenla do nobre se-
nador.
E' dos bons estylos parlamentares que,
quando no voto de gragas procura-so fazer
alguma censura ao governo, nunca se es-
guece que esse documento dirigido cora,
usa-so sempre da maior delicadeza na ma-
neira de exprimir a censura. O nobre se-
nador, porm, s procurou om sua emenda
affirmar cathegoricamento um facto, quo a
fallj do throno nao avancou, nem pod a
avangar, porque nao existia ento.
Passan lo ao outro tpico, observa que o
nobre senador aceita e louva o que disse o
discurso da cora acerca do accordo de 19
de novombro ; reconhece que o direito e a
honra das duas nagos exigiam quo a dos?
ia'.elligencia que se dra entra ellas fosse re-
sol vida como felizmente conseguio aquello
accordo.
Todava nao se corrtuntou o nobre sena-
dor cora o periodo do voto do gragas que
sob este mesmo ponto de vistas considera
aquello accordo, quiz accentuar om urna
emenla ponsameulo diverso ; mas ella nao
["diz mais nem monos do quo o voto do gra-
gas ; s nao to expressiva, nem to ele-
gante na forma ; servio apenas para quo S.
Exc. tivesse thema para ssu discurso, na
parte concornente a este assumpto.
J o nobre visconle de Nitheroy notou
que S. Exc. ao passo que louvava o proce-
dimento do negociador brasileiro, o Sr.'
marquez de S. Vicente, eonderanava o go-
verno de quem foi agente. Com eloito o
nobre senador attribue todo o mrito do
aecordo aos dous negociadores argentino e
brasileiro, e talvez que era tereeiro lugar ao
effeito de alguns artigos que na imprensa
liberal appareceram nesta corte a respoito
da nota do 20 do junho.
Na opinio de S. Exc. ao ministerio nao
cabe parte alguma no merecimeuto daquelle
acto ; o nosso governo retratou-se, aceitou
que havia recusado nos termos mais ex-
plcitos.
E distribuindo algumas expresado? ben-
volas ao nobre baro do Cotegipe, aprosen-
tou-o de perfeita harmona com S. Exc. e
com o governo argentino, e em profundo
desaccordo com o ministerio de que o ora-
dor faz parte ; a benevolencia do nobre se-
nador chcgou a ponto do que, enxergan 1 >
tambem retratago da parte do nobre baro,
declarou que por isso nao mereca censura,
antes louvor ; censura s cabom, c severas,
ao ministerio porque tondo se retratado na
opinio de S. Exc, nao deixou por isso o
poder.
E'almiravel o esfrgo'cmprogado pelo
nobre senador com o in de dar nesta ques-
to iolaa prudencia, razo e justiga ao go-
verno argentino, iputaulo ao governo im-
perial a violago de seus devores. Mas o
que reclamava o governo argentino ? Re-
clamava contra a nogociago separada do
Brasil, que ia nisso urna quebra do tratado
da trplice allianga, sustentando quo nao
era hcto a nenhum dos alliados tratar sepa-
radamente com o Paraguay, ain la depois do
accordo preliminar de paz de 2o de junho
de 1870 e do occordo previo celebrado en-
tre os alliados de dezembro de 1870 a Janei-
ro de 1871, reclamava anda contra as es-
tipulages dos tratados brasiloiros quo di-
zem respoito garanta dada independen-
cia," soberana e integrdade da repblica do
Paraguay, in lemuisagao e permanencia
de forgas.
Ponderou-se por parte do governo, que o
tratado do allianga nao impedio a negocia-
go separada, que a negociago conjuncta
nao era obligatoria, que era possivel tratar
separadamente, sem faltar a uenhum dos
comprotnissos daJilliaiiga ; quo a respeito
da udomnisago de guerra, tinba-so estipu-
lado no Paraguay o mesmo que fra previs-
to e autorisado pela accordo previo dos al-
liados ; quo o Brasil nao reclamava o privi-
legio do pagamento como um favor que nao
devesse ser feito aos alliados.
Pelo que respeita permanencia das for-
gas brasleiras, o governo mostrou que nao
havia iunovago, e comquanto j se tivesse
celebrado os ajustes de paz com o Paraguay,
esses ajuetes nao tinhau ain la principio de
*\
nem os tactose as razo o jusuiieaiivas uo pro- Dem 0 torio coinm.'
i li liento do governo brasileiro, exaltara-se Itaborahv autori'"
contra o Brasil. Mas o nobre Baro do Co- pela B'alua' ua0 rec'
tegipe lora |Mr diente, os tratados foram ce- scn,.,^ jlssera ei
nao houve
ue se deu
--------------------------------- -Jkdes da-
sep iradamente, rospoitan lo tolos os corri-'^n^fSniJ^V^HII denle de
promissos da aHanga ; e todos sabem, quo'reuJa cuj0 pr(>gresso3H| rifica no
a imprensa argentina, levada pelasprimeiras ultimo relatocio.
impresses, o talvez inesioo nao conbecendo' se tivesse havido erro def^^
bem os factpse as razes justificativas do pro- Dem o teria commettido o nobrj
dade que o. i*
recusa e le o qu
.... em seu relitorio
lebrados, c quando S. Exc. vottou a Buenos- a p.^ 10(j
Ayres j a impresso era outra, a verda le Mas S. Exc. tora feito crer que o actual
comecava a apparecer assurmudo o sou leg- minstro (la fazeilda anJa ncukanat mara-
timo dominio. O Sr. ministro dos negocios Y|lias qu nao existetn r08pe\{0 0 f}uan-
estrangeiros da repblica Argentina teve en-' QaS| exagerando o estado prospero do the-
to essa conferencia que consta dos docu-|SOUro : mas para defendor-so contra esse
montos publicados fra mais* circumstan- jiuz0 ,j0 s. Esc. le tambem o que disseram
ciadameiito exposta na carta do nobre Baro a eie rCspeito essa autoridade que acaba de
de Cotegipe. 1 declinar, no citado ralatoro.
O Sr. Tejedor proj>unha nessa couferen-j x uma autoridade to competente, um
ca, quo o Brasil declarusso que mantinha.espirito to cauteloso em materias de filan-
os compromissos da allianga, que eslava ^as so exprima nesses termos a que allude
IM'ompto a dar as garantas emanadas desse orador, nao se pode ver uma .exagerago.
execugo, e tanto mais quando o governo
argentino continoava a usar do mesrap di-
reito.
A garanta dada pelo Brasil repblica
do Paraguay nao era uma violago do arti-
go que lhe correspondente no pacto de al-
lianga ; conforma va-se com essa estipula-
gao do tratado de allianga, ratilicava-a e
confirmava- expressamente ; e o Brasil,
tratando s por si, nao excluia a grantia
collectiva. Antes, porm, de comparar a
reclamago do governo argentino e a respos-
ta do governo imperial com o accordo ce-
lebrado e aceito por ambas as partes, o
orador quer observar ao sonido que o Bra-
sil nao tratou separadamente, porque ti-
vesse desejo, ou julgasse mais conveniente
separar-se de seus alliados nessa negocia-
go.
Durante dois annos, todos os esforgos do
governo imperial tendern a obter essa ne-
gociago conjuncta, e a por termo a esses
ajustes que pareciam adiados de da om
da, semumprzo'a querpudossem chegar
definitivamente.
0 Sr. Mrquez de S. Vicente :E'
exacto.
OSr. Viscoxde do Rio Bkanco (presi-
dente do conselho) diz qqp o plenipotencia-
rio brasileiro resolveu negociar separada-
mente, porque o da repblica Argentina
pretendeu, como cndigo previa a seu con-
curso, que os alliados ficassein obrigados a
sustentar comovum direito porfeito os limites
indicadosno art. 16 do tratado de 1 de mar-
co. E seus collegas do senado nao quize-
rara sustentar como alguem pela imprensa,
que era direito perfeito que o Sr. Quintana
exigisse dos plenipotenciarios brasileiro e
oriental, que reconbecessem como direito in-
contestavel da repblica Argentina os limi-
tes do Chaco. Nao o faro porque SS. Excs.
teta opinies escriptas nos annaes do senado
a respeito deste questo; e entre elles, alguns
cujos nomes o orador declina, disseram que
o tratado de allianga nao tragava fronteiras,
3ue a guerra nao tiuha por lira cquisgo
e territorio.
0 Sr. Mrquez de S. Vicente :Nao era
uma conquista.
O Sr. Visconde doRioBranco (presiden-
te do conseho) diz que esses nobres senado-
pes,a que allude foram ao ponte de dizer que,
se os alliados p reten desse m impur um trata-
do de limites ao Paraguay, elle poderia en-
trincheirar sua fraque'za em um appeo aos
paizes civisados,- contra tal exigencia.
acloopo loria ratificar os seus tratados; que
um plenipotenciario argentino ira a o Para-
guay entender com o governo sobre os limi-
tes e ento viria ao Brasil para redigircm a
termos do um protocollo o que fosse neces-
sario.
A resposta do Sr. Barao de Cotegipe esta-
v*a prevenida pela nota que declarou quo o
governo do Brasil mantora to los os com-
promissos da allianga, e conseguintomento
o governo argeutino uo aprociava com
justiga o procedimento do Brasil. A nica
divergencia eslava em considerar o governo
Argentino, quo a negociago separa la ofen-
diia, seno no fundo, na forma, o tratado
de allianga, e o governo imperial em pensar
diversamente.
Do modo que o governo ratilicou os trata-
dos feitos pelo nobre Baro de Cotegipe, nao
s p da conviego firmo em que eslava de
que esses tratados em naJ quebrantavam
as rea j js de allianga, mas porque esse acto
estava j previsto c aceito pelo governo im-
perial.
Nao obstante, diz o orador, roio a nota
de 27 de abril, causando profunda mpres-
so no animo dos brasiloiros. E se alguns
cuten loram que essa nota nao devia sor con-
testada, mas sin devolvida, o governo im-
perial, bem considerando o caso, julgou que
polia resguardar adigiidade do imperio, e
melhor consultar os sausdireitos e iutoresses,
nao recambiando a nota de 27 de abril, mas,
mostrando a sua sem razo e injustiga, os
fon lamentos do seu legitimo procedimento,
dando assim lugar a quo. a rellexo do go-
verno argentino o aconsolhasse a desvanecer
a fmpressO que naturalmente doveria pro-
duzir as ouusas intencionaos que ahi po-
diam havor dignidadedo imperio.
0 governo imperial se inspirara nas ra-
zes da prudencia e dos interesses recpro-
cos dos dous oslados, son quebra de honra
para nenhum delles; c teve a fortuna do
ver que sua prudencia foi bem aceita, cora-
prehendida o correspondida pelo governo ar-
gentino/
0 orador faz menso do relatorio doste
anuo onde se acba annexa a nota de 25 de
slembro de 1872 na qual o mesmo Sr. Te-
jedor deu explicages dignas de seu governo
ao do Brasil sobre as reclamages que este
fuera a respeito do estylo e de algumas pro-
posices da nota de 27 do abril ; e diz que,
ning'uem que tenba lido, sem prevengo, a
nota de 2o de setembro, que lhe fra dirigi-
da pelo governo argeutino, deixar de roco-
nhecer, que o procedimento do governo im-
perial foi o mais providente e o mais feliz em
seus resultados. (Apoiados.) As impres-
ses mais dosagradaveis des desintollgou-
cia ucaram completamente desvanec las o
os dous governos, pelo intermedio do seus
plenipotenciarios, tiveram d3 entender-so
placida e amigavelmente sobre as questes
pendentes para dar-lhos soluco digna c hon-
rosa.
Vai agora ver, se o accordo de 19 de no-
vembro como dissora o seu collega pela
Babia, a negagao de tudo o quanto tem o
governo confirmarlo, e a concesso do tudo
quanto havia reclamado ; so uma retrata-
gao, ou um ajuste era quo ambas as partes
ce lerain, e procedoram no sentido de resol-
ver o conflicto de um modo satisfactorio, nao
s para a repblica Argentina e o Bra-
sil, mas tambem para a repblica do Para-
guay.
E para demonstrar que esse accordo satis-
faz completamente e verifica a segunda con-
clusa >, o orador le e analysa um a um todos
os seus artigos, com nentan lo-os minuciosa-
mente.
Cv orador d-so por muito satisfeito, desde
que o nobre senador pela Babia approva o
resultado, erabora censure os ministros quo,
bem que pezc a S. Exc, tambem tiveram
sua parte nesse triumpbo. O governo im-
perial pode ter errado, e o nobre senador
Iela Babia entendo que o governo que com-
inette um erro nao podo repara-b, e que por
isso mesmo preciso que haja uma mudan-
a de pessoal. Mas, nas relages de gover-
no a governo nao dove predominar o ca-
pricho, o amor proprio. Quando o proce-
dimento do duas nages manifesta a convie-
go do direitos recprocos em boaf, nolhes
(ica mal ceder, como nao licou mal ao go-
verno dos Estados-Unidos ceder da questo
de prejuizos indirectos. O governo impe-
rial nao teve, porm, de reparar um erro :
procedeu conforme o direito e segujido dic-
tamos da prudencia, e o acto que o" nobre
senador pela Babia julga to honroso para o
governo argentino nao o menos para o go-
verno do Brasil. (Apoiados. Muito bem.)
Paseando ao periodo da falla do throno
relativo s iinangas, diz o orador, que o no-
bre senador pela Babia a respoit desse
periodo foi to severo como a respoito da-
quelle que se reforo ao estado sanitario.
Com toda a autoridade do muito digno ad-
ministrador da Sjinta Casa da Misericordia
chamara o orador a contas sobre esse assump-
to, pretendendo que, nao ha em todos os pe.-
riodos da falla do throno uma propo*igo, que
seja exacta ; mas o orador prope-se a de-
monstrar quo, como todos os outros, esse
tpico exactissimo.
S. Exc. nao contestbu que as rendas pu-
blicas tenham de facto crescido, mas para
nao perder o tempo dissera que se as rendas
uma iiforinago com o im de Iludir as-
sombla geral e ao paiz nas palavras de que
usou a falla do tbrono, e que so lem no
relatorio do actual ministre da fazenda.
As rendas publicas teem crescido de fac-
to, ou se contemple os novos impostos, ou
sejam ellos eliminados.
A croagode impostos um meio de ni-
vollar a despeza com a receita, e desde qu>.
as despozas cresccm, e em um paiz novo
como o brasil nao pode deixar de apresen-
tar-se este phenomeno, necessario que o
estado recorra s fontes de impostos, para
manter seus crditos, sem estar recorrendo
ao emprestimo publico.
Nao dove o nobre senador pela Babia di-
zer, quo os impostos devem ser j elimina-,
dos, porque os encargos da guerra uo ces-
saram ainda, duraro por muito lempo, e
alm dese psalo onus, existem os recla-
mos dos melhorameutos moraes e mate-
riacs.
Nao quer o oralor'dizor quo uo se sua-
vise algumas das contribuices, mas o nobre
senador pola Babia nao dove dizer, com a
sua autoridade, que o governo nao carece
mais da impostos, por que elles foram crea-
dos polas necessidades da guerra.
O nobre sonador pela Babia tem sempro
presente, que a administraco da fazenda
contrahira dous emprestimos om 1870, den-
tro c fra do paiz, o quando os documentos
ofliciaes fallara em prosperidade publica em
relacn ao estado do tliesouro, lombra-se logo
desses emprestimos e attribue a essas opera-
ges o estado lisongeiro de que o governo
faz mencao, quando essas operages de cr-
dito foram foitas para resgatar ou consolidar
a divida fluctuante consistente de bilhetes
do thesouro, entendendo a assembl% eral
em sua sabedora, que os poderia applicar -
ao prolongamonto da estrada de ferro D.
Pedro II. Nao foi preciso, porm, fazer para
essfi fim applicago de toda a importancia
desses emprestimos, o dahi vieram alguns
fundos que so conservaram disponiveis na^
caixas do thesouro.
Mas as despezas extraordinarias que secon-
tinuou a fazer com a permanencia de forgas
no Paraguay, e outras despezas da mesma .
natureza que occorreram por causa da even-
tualidade do conflicto argentino e pela pos-
sibilidade de um conflicto com a Alleinanha,
alm do prolongamento da estrada de ferro
o muitas outras semelhantes, que tm sido
contratadas e vo recebondo mais forte im-
pulso, nao poderiam ser feitas nicamente
com a sobra desses emprestimos Se as
rendas publicas nao tivessem elTectvamente
crescido os saldos provenientes desses em-
prestimos estaara quasi que de todo absor-
vidos.
Tem ou nao havido excesso de renda so-
bro a despeza 1 Aqui, diz o orador est a
chavo do rupto que lhe olereceu o nobr<-
senador pela Babia, que contesta a exacti-
do desta phrase pela accepgo que 'elle d
palavrarcceita,que, segundo elle o
producto das contribuyos, ou de outros
quaesquer rditos do Estado. Os fondos
que o thesouro obtem por qualquer opera-
gao de crdito nao fazem parte da receita,
porque o nobre senador denominarecur-
sos : recurso o genero, rcceita a'es-
pecie. Para isso, o nobre senador recor-
rer a u na tabellado relatorio que o orador
apresentou em maio, desta vez prestando f
implcita a tabellas.
Mas," receita, quer dizer tudo quanto st
reJhlhe ao thesouro para sor applicado -
despezas publicas, ou seja o produelo d
contribiiiges, ou sejam donativos, ou toja
producto de emprestimo.
A palavrareceita segundo a accepgij
etymologica, segundo a phrasiologia da le-
gislaco linauceira -do Brasil, segundo a ex-
presso da constituicodo imperio, tem uma
accepgo mais ampia do que a que lhe deu
o nobre senador pola Baha. A palavra
recurso tambem applcada, masespecwl-
mento aos mais eventuaes do renda, tendo,
porm o defeito de ser um galicismo^
O orador ero t'T demonstra lo quo, usan
do da palavra como deve ser ella entendi-
da, e nao no sentido restricto que lhe don o
nobre senador pela Babia, a falla do throno
nao exprimi uma illuso.
V que a hora est abantada, o pede li
cenga para inlerromper o seu decurso, fue
continuar no dia seguinte.
O SU. SAR.UVY diz que a experiei:
lhe tem demonstrado a estril id a le das dis
cusses polticas nos paizes onde o governo
parlamentar nao existe, ou c apenas uma
fiego ; tomou, entretanto, a palarea par*
que seu silencio nao possa parecer appro-
vago tacita apoltica do actual mnrstc.
Outra considorago induzio-o tambera a
nlervir neste debate; o nobre senaik
pela Baha olereceu emendas importante
que expriraemo pensamento do paiz'Mfe
em questo de maior alcance, e entendeu
que nao devia deixar de vir em auxilio do
nobre senador, no intuito de mostrar <
sem por em risco as iustituiges nao e j
resistir a uma aspirago nacional.
J teve occasio de dizer que seda
de mil votos todos dara contra o rain
actual. O nobre presidente do. congfto
escarnecen deste dito, porque rma alta
mposto:
a isto um erro de apreciago. A razo, po-
rm, dessas ciscumstanciasfoi nao ha ver tem-
po para, no relatorio de maio, o ministro da
fazenda fazer as discriminages que foram
feitas no relatorio de dezembro ; todava o
relatorio de maio nao apresenta um facto que
nao seja verdadero.
Tomando o periodo de um decenaio, que
.iiago'do gabinete prejudica todosjtta-
ressos conservadores do imperio,
[Continuar-st^p.)
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