Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12848


This item is only available as the following downloads:


Full Text

AMO XL1X. NUMERO 48
PARA A CAPITAL E M CABES OXDE SAO SE PAGA POETE.
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos dem
Por um anno dem .
Cada numero valso
6&000
129000
2*9000
320
QUINTA FEIRA 27 DE FEVEREBt* DE 1873.
PBA DEXTKO E FOBA 1A PBOVIKCIA.
Tor tres meses adiantados.
Por seis ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Por um anno idem. .
6750
139500
209250
279000
DE
PROPRIEDADE DE MANOEL FICE1R0A DE FAR1A & FILH0S.
G'Srs. Gerardo Autouio Alves Filhos, no Para; Connives & Pinto, no MaranhSo; Joaquitf Jos de Oliveira d Filho, no Cear; AHuiio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Suva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da a; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, eraNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyaflna; Francino Tavares da Costa, em Alagos'I Altes & C, na Baha; e Leite, Cerqunho C. no Rio Jde Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Goveruu ila prolucia.
SPAClIUS UA PRESIDENCIA DE ti DK KEVKllEIilO
de 1873.
Antonio Francisco l'cha. Rcmettdo .10 Sr.
capitn do porto para fazer inspecionar o suppli-
cante.
Major Antonio Feitosa de Mello. Seja o suppl-
conte transferido para a fortaleza do Driuii, at
.que tenha conveniente destino.
Companhia l'emainbuco Street Railway. Iu-
fonhe o Sr. director das obras publica-'.
Glaudino Alexaudre Trigueiro. Indeferido.
Esmeraldina Francisca Pereira de Moraes. -De-
fi.-rid 1 com officio desta, data dirigido ao Sr. inspe-
ctor da thes v.iraria de fazenda.
Capitn Francisco de Paula Pereira de Andad).
Informe o Sr. inspector da thesouraria de tt-
Ztada.
Invino Bandeira. Informe o Sr. director das
obras publicas declarando qud a pena imposta ao
arrematante por nao ler concluido as obras no pra-
o marcad >.
#'oao Baptista de Medeiros. Informe o Rvm.
l>r. regador d 1 gy.1ur.1sio provincial.
Joo Francisco'PaesJlarrcto. Entreguc-se, me-
diante re'ib 1. "
Joaquim Gomes de Oliveira e Silva. Deferido
om omclo desta data, dirigido ao inspector da
taesonraria provincial.
Lino Machado Dias. Informe o Sr. brigadeiro
fommandante das arma* interino.
Manoel Piulo dos Santos. Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marraba.
Manoel Virgolino da Souza. Re pieira ao go-
rerno Imperial.
Maria Alexandrina Cavalrant de Albtiquerquc.
Deferido com officio dada data ao Sr. eotiego
.vg.'Jor do gymnasio provincial.
Manoel Pereira Cavalcanti. Indeferido.
Manoel Joaquim de Jess. Encaniiuhe-se.
Thomaz Pereira Lopes Guitnares. Inde-
ferido.
Vicente Ferreira 4e Paiva Simoes. Sim, cora
re-iho e nio havendo inconveniente.
Gerente da eouipaubia da empreza do gas.
Sella los os documentos, volte por meio de reqne-
rMolo.
- 33 -
Antonio Carlos Stares de Arelar.Informe oSr.
inspector da thesouraria de Hateada., ouvindo as
etttcons competentes.
Companhia de Beberibe.Informe o Sr. enge-
Dbeiro chef.' da repartir*) das obras publicas.
De Lailhacar A CInforaw o Sr. r. regador
-4j gymnasio provincial.
Frederico Ulysses de Almeida e Alhuquerquo.
Informe o Sr. coronel coinmaiidantc superior da
guarda nacional do municipio do Recito.
Baeharel FeJippe de Figucira Paria.D-te por
certidao, se nio bouver inconveniente.
Jos Gomes Pinto Informe o Sr. coronel cora-
mandante .-uperiur da guarda nacional da ca-
pittl.
Jlo de Carvalho Searet Branda). -Certifique,
nao havendo inconveniente.
Tenento-coronel Joaquim Cavaleante de Albu-
pierqne Bello".Fonicca-se.
.) mesmo. -dem.
Maivel Rodrigues Piubeiro.Concedo lo dias
da praz >.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 26
de fevereiro de 1873.
O porteo,
Silvino Antonio R-idriyiteS-
A
I
Repiirilcfto lt polica.
fc Moaio. Secretaria da polica de Pernambuco,
26 de fevereiro de 1873.
N. 421 lllm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
uteato de V. Exc. que, segundo consta das partici-
pac-des recebidas boje nesta repartieo, forambn-
tem rccolbidos casa de doteneo os seguintes in-
dividuos :
A' ininlia ordeni, Francisco Caelano Ribeiro,
eomo criminoso de mofle no termo de Santo
Antao.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ri-
eardo, wcravo de Antonio Maia de Brito, a reque-
rim.'iito deste.
A' ordeni di de S. Jos, Damian Nareiza Jos
Mondes da Conceico, por suspita de ser escrava e
andar fgida
Por officio de 21 deste mez, communicou-me o
subdelegado do Poco da Panella que, pelas 9 ho-
ras do dia anterior* no lugar denominado Ferraz,
d'aqtielle distrieto na casa de Francisco Cardse,
Manoel Ramo* da Silva eonhecido por Cliibio, tra-
vando-se de razoes com Francisco Rodrigues de
Souza, assasinou a este com urna Tacada, che-
fiando nessa occasiJo Joo Felippe de Souza, innao
do assassinado, e exigindo de Manoel Ramos que
lhe deelarasse qual o motivo porque havia morto
seu irmao, recebeu em remosta duas facadas, de-
poia do que evadio-se o delinquente; que procedeu
as competentes vistorias e prosegua nos detnais
termos do Inquerito, alim de remettc-lo ao Jaita
competente, e logo que isso fizesse daria sciencia
esta repartirao.
Com officio dest a data, do delegado do Cabo,
oram recolhidas esta reparlteio 9 armas de-
fezas all apprehendidas.
O subdelegado do 2 distrieto de S. Jos, com-
miinieou-m'--pie as 11 horas da manha de hon-
tem, no principio na ra Imperial daquelle dis-
trieto, travaram-se de razoes Manoel Antonio da
Silva e Clementino Machado Breves, resultando
re semelhante lula licar ferido Silva ; que o de-
linquente fra preso em tlagrante e que a tal res-
peito ia pro>eguir nos demais termos do inque-
rito, afini de remettelo ao juizo competente, de
cija remesa me darla logo sciencia.)
1v*us guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com
meadador Henrique Pereira de Lueena. digniss:
no presidente desta provincia.Ochefe de polica,
mz Crrela de Qneirm fanot.
DIARIO DE PEHNAMBUCO
RECIFE, 27 ItE FEVEREIRO DE 1873.
liaipirHiii4N noticiaM la Europa
Amanheceu hontem em nosso porto e vapor in-
glez Nevo., trazendo datas de Lisboa at 11 do
corronte.
Sao importantes as noticias de Hespanha c de
Portugal, corno melhor verio os leitores :
nunca.
O acontecimento mais importante desta quinze-
na foi o discurso pronunciado pelo Sr. Thiers no
dia 3 perante commissao dos Trinta. Dividem-
se as opinides sobre a sua influencia na maioria
dos commissarios, mas todos reconhecem que fi-
caram bem patentes os pontos de dissentimento
que se oppoem a um accordo entre as duas
partes.
0 Sr. Thiers comefou por declarar que o^seu
mais sincero desejo era conseguir um accordo
com a commissao ; que aceitara o projecto da
commissao em tudo o que a sua consciencia liie
permittisse adoptar; n,as que declararia o que
os seus deveres lbe impunham, e qiuies 09 limites
que lbe nao era permittido transpor ; que a com-
u)1s5o ao redigir seu projecto nio ti vera omito
em vista a resolucao adoptada pela assembla;
que una haviam votado que era urgente tratar de
dar ao governo os meios de viver, e os outros ha-
viam decidido que era preciso tratar de restringir
a iotervene 10 do presideute da repblica nos de-
bates da assembla.
a Como se far viver o governo ? disse o Sr.
Thiers: E' este o ponto mais importante. O paiz
uiio se oecupa da presenea 011 da ausencia do pre-
sidente da repblica na "assembla. mas do que
vira a ser a Franca.
t Ora, para se conformar comas preoccupaco.s
do paiz, devia.a commissao ter tratado de fazer vi-
ver o governo mais ovi menos tempo, tw-se oceu-
pado antes de tud) da organisaco da segunda c-
mara.
Duas cousas preoeeupain o espirjtj publico :
a forma que se deve dar ao poder para 'que posta
subsistir e estabelecer o accordo cutre a assem-
bla e o presidente da repblica. A commissao
deu o segundo lugar questao principal, que a
da segunda cmara.
Sr. Thiers examinou depais o projecto da
commissao : comecando pelo prembulo, disse que
a sua redaccao suscitara discussoes muito anima-
das ao scio ila subcommissao ; que elle pela sua
parte nunca pensara em coujestar o direito cons-
tituinte da assembla ; que eslava persuadido que
esse direito derivava do seu mandato, mis que
oeste momento acbava a. quesUio talvez inoppor-
tiiua.
Analysando o art. Io que esrnbelecc que o che-
fe do poder executivo comnitniica com a assem-
bla por mensagem lida por um ministro, e que
ser ouvido pela assembla quando elle o julgar
necessario, depois de a ter informado da sua n-
ten-.ao por urna mensagem motivada.
Sr. Tniers proput nina nova redac.ao, estabe-
leceudo a excepcao das mensagens pelas quaes se
abrem as sessoes que serio lidas pelo presideute
ou por qualquer dos ministros, l'assando aos y
2- e 3" deste artigo, disse o Sr. Thiers que deso-
jara que o presidente podesse ser ouudo mais de
urna vez, e accrescentou que no anno passadp em
nina dlseussao linanceira a sua inlervon.Tw fra
por rnuitas vezes absolutamente necessaria ; e
que levantar logo a sessfu depois de recebida a
mensagem, seiia perder una sessio ; que
mister que o presidente possa >er ouvido inime-
diatamente o que permaneca na assembla at
que so encerr a dscu.-sao.
Qaanto ao^ ido art. 2'o Sr. Thiers reclama
para a proclamaeao das leis urgentes quiote dias
menos, porque tres dias gao moitas vezes insufll-
cieutes.
Relativamente ao art. 3" que diz que as inter-
pellaeoes nao podui ser dirigidas se nao a'K mi-
nistros, e nunca ao presideute da repblica, o Sr.
Thiers deelarou poeiiivainente que nao podia acei-
tar os estreitos limites em que este artigo o quer
encerrar.
Como admittir que a pvsa mais responsavel
perante a assembla se nao possa fazer ouvir ? E'
preciso que ella se |K>ssa justificar. Admitte-so a
iotervencao do presidente quauto aQS negocios ex-
ternoj mas estes muitas"vezes ooinplcain-so com
qnestcies internas.
Relativamente ao firt. \> o Sr. Thiers disse que
chegar a um accordo com a commissao, comtanto
que estabelecido e principio, se trate de estudar
a questao de organisacao.
Concluio com oslas palavras :
Acreditar, meus senhores, que nio do po-
der que me queris deixar, que o paiz vos ha de
pedir contas. Se eu Deasse reduzido a receber
um ordenado em uin palacio, que vos me tves-
seis dado poralguns dias sera ter o direito de me
fazer ouvir as grandes cireumstanehis, o poder
em taes condicoes parecer-me-!iia a cousa mais
desprezivel. Cheguenios unido? perante a assem-
bla ; se atteodesseis lioguagem dos dipiomatas
estrangeiros e dos Itomens de negocios, vertis que
todos ligara um grandeapreco nossa uniao.
No da o comparecen novaaiente perante a com-
missao o Sr. Thiers que deelarou que se devia en-
tender que a commissao lhc apreaeiHava primeiro
que tudo o que Gizia respeito pessoalmenle a elle
presidente, porque sobre S80 j ella havia rcsol-
vido, mas que devia Bear bem estabelecido que
ella continuara a sua obra sein a desamparar.
Den depois a sua opiniao sobre a questao das
duas cmaras, acerescentando que o chanceller o
Sr. Dufaure apresentaria una proposta formulada
com toda a clareza a este rspeito.
J foi apresentada na assembla a segujnte
protxsta :
Estatuir-se ha c >m a maior brevidade por
meio de leis especaes ;
1.' Sobre a composieao e o modo de eleieao da
assembla nacional que na de substituir a assem-
bla actual.
i." Sobre a composic.) e modo de eleieao e
as attt ibucoes de urna segunda cmara.
3." Sobre a organisafo do poder executivo
para o intervallo que decorrer entre a dissoluciio
da asserab a actual e a composieao das duas no-
vas assemblas.
Esta atlitude enrgica e decisiva do Sr. Thiers
perante a commissao tein sido bem recebida pela
opiniao publica.
As follias liberaes e reoublicanas. instgam o
presidente a nao fazer mais concessoes, sob pena
de se indispor cora o paiz.
Na sessao d) dia 8 na commissao dos Tirata fo-
ram j adoptados os dous primeiros artigos do
projecto da snbcommtssao, tomando em conside-
rarlo as emendas reclamadas pelo governo. Deste
modo o presidente da repblica ter o direito de
lr a mensagem de abertura das sessoes da c-
mara, bem como a de provocar urna nova delibe
rac,ao das leis, votadas cora urgencia, ainda que
elle mesmo tenha tomado parte na sua discussao,
e ter o direito de velo suspensivo da execucao das
leis por um prazo menor de tres mezes.
Anda se nao tomou um 1 resolucn definitiva
na questao das interpellaQoes, mas julga-se que
ser approvada a emenda proposta pelo Sr.
Thiers.
- Excita a attenciio publica o modo porque
ser recebida a proposta do Sr. Dufaure, que re-
presenta nm verdadeiro projecto de constitui^ao,
problema que a commissao se nao prestava a re-
solver, mas a que ter necesariamente de dar
una solucab.
O governo apresentou seu programma, mas o
Sr. Tniers j tein tornado conbecidas as suas ideas
sobre este assumpto.
Relativamente a constituirao das duas cmaras
que incontestavelmente a questao mais impor-
tante, a dea do presidente da repblica que os
membros da segunda cmara sejam escolhidos pe-
lo sulTragio universal dentre urna lista de notabi-
lidades, como antigos ministros, conselheiros do
estado, deputados, senadores etc.
A' drcita nao convern constituir o prefere con-
servar o stalo quo indecisa e instavel, que nao dei-
xa de ser favoravel aos seas proectos monarchi-
co3; aos radicaes nao convem tambem a organ-
saeo de urna seguoda cmara formada de elemen
tos conservadores, que se poderrt conyerter em
reaccionarios, contra a repblica que sao destina-
dos a cpservar.
A assembla nacional j terminou os Jongos e
perigosos debates sobre os contratos de Lyon, vo-
tando ima ordem do dia motivada, proposta pelo
Sr. Paris, e concebida nestes termos :
A assembla, censuraulj o procediraento re-
volucionario dos individuos que, era pcesenci do
iriimigo arvoraram a bandeira v?rmeltfa na cida-
de de Lyon enva o relatorio da commissao dos
contratos aos ministros do interior, das finanzas
da guerra e da justica.
Esta erJom do dia foi approvada por- 339 vo-
tos contra 42,depois de inutos discursos proferidos
pelos Srs. Ordinare. Perrot, d'Audiffret-Pasquier,
Challemet-Lacour, Raoul Duval e Keller.
Deu tambera lugar a numerosas declaracoes in-
cidentes, a siguilieai-.o que se devia dar moeao
de ordem do Sr. Paris.
O Sr. Turquet deelarou que os seus amigos da
esquerda'Votariam a ordem do dia do Sr. Paris,
mas que s entendiatn censurar a bandeira ver
mellia e nao o governo da defeza nacional.
O Sr. Baragbon manifestou a esperanca de qne
o governo attendera ao estado de sitio em que se
acha ainda a cidade de Lyon e tomara medidas
para o fazer eessar.
A assembla tein dl-cutdo tambera urna M ref-
gulamentar do trabalhj profissional das creancas.
O seu projecto tendo sido reenviado oiminis-
sao, para ser modificado, foi, ha dias, novamente
discutido.
Segundo este projecto, as creancas nao podem
ser tiradas das escolas de instruccao primaria pa-
ra s empregarem no trabalho profissional, antes
da ida le de dez annns.
Esta disposico j est approvada, apezar de
muitos deputados proporem que a idade do tra-
balho fosse aos doze anuos; estabelecese tambera
jue o trabalho das creancas dos dez at aos doze
airaos nao possa durar mais de seis horas em cada
da, sendo dividido por um descanco.
Depois dos doze annos as creancas podero tra-
ba! liar doze horas, tendo dous dcscances, o nao
devendo o trabalho comecar antes das cinco da
manha nem acabar depois das nove da noute.
0 ministro da inslrncco publica o Sr. Jules
Simn teve urna conferencia cora a commissao da
liherdade de ensno publico, para dar seu parecer
sobre o projecto que a mesina commissao propOe.
O Sr. Jales Simn pedio que se rodeasse de mais
garantas o direito de conferir graos, outorgado
as faculdades lvres, pelo novo projecto, c deelarou
que se o nio satisfizessem nesle ponto combateria
o projecto quando fosse discutido pela assem-
sembh'a.
0 Sr. Thiers mandou pedir commissao mi-
litar que tivesse prompto para os primeiros dias
de marco o seu segundo relatorio sobre a reorga-
nisaco do exereito.
O Sr. Thiers teve una entrevista com os de-
legados dos refinadores de assucar e dos armado-
res, qne teein o assucar por frete principal dos
seus navios.
O presidente da repblica quiz ter sebre este
assumpto todos os esclarecimentos desejaves da
parte dos homens da profiss'io,
Assistiram conferencia o ministro da blenda
e os directores da alfandega e das contrbuicoes
indirectas.
_ O governo anda nao tomou una rcsolU'.o de
unitiva sobre esto assumpto,
No prximo mez do julho deve estar comple-
tamente lagos o quarto milhar de milhoes da in-
demnisacao de guerra, eutrando-se em negociacoes
para as garantas financiars d l>)do ou de parte
do quinto milhar.
Diz o Joni'tl ilo Menrthe e dn Voxgrs, que a
guarnicao alloma que oecupa Epinal evacuar
aquella cidade no prximo mez de marco em con-
seuuencia do pagamento antecipado do quarto
milhar. Aquellas tropas trio para Belfort.
Afflanca-se que o Sr. Tniers manifestara desejos
de ir Vienna d'Austria, por occasio da exposi-
cao para concorrer aquella festa da industria e das
arles, mas diz-se que o principal intuito encon-
trar-so com o prncipe de Bismark em um terri-
torio neutral, e ah combinar o meio de conseguir
a completa c rpida evacuacao das tropas alle-
inaes de todo o territorio fraucez.
A to decantada fusilo entre os differentes ra-
mos da familia de Orleans, nao tem adiautado um
passo.
0 Monde attribue ao conde de Chambord as sc-
guinti's palavras :
Tcnho semjire desojado urna reconcliaco
sincera cora a minha familia : purera hoje desejo-
a mais que nunca.
Se verdade que o conde de Pars tem desejo
de me ver, recebe-lo-hei de bracos abertos e fa-
cilitar-lbe-liei os meios de o fazer at ao ultimo
limite do possivel. '
O duque de Nemours mandn rectificar pelo seu
secretario a narrativa da sua conversaco com o
general Maudhuy.
A carta do Sr. Gauthier concebida nos seguin-
tes termos :
Meu caro Sr. :
No seu numero de 27 vera contada una con-
versaijao entre o duque de Nemours e o general
Mandluiy.
O S. duque de Nemours encarrega-me de
lhe pedir a rectificac|tdas palavras que Ihe sao
attribuidas.
a Disse o principe que se a monarclua constitu-
cional tivesse algum dia de ser restaurada pela
vontade da naci, para elle o representante natu-
ral da idea monarchica seria o primognito dos
principes da casa de Franca; que em caso uenhum
elle encontrara competidor na sua familia, e que
os principes d'Orleans j por diTerentes vezes se
tinham expressado em sentido anlogo.
Qnanto ao laco e bandeira, o principe, de-
pois de fallar d'uma obra publicada ha mezes a
respeito das bandeiras francezas, limilou-se a no-
tar, autorisad por essa obra, que a Franca tem
mudado de bandeira mais de urna vez.
Accrescentou que elle mesmo tinna trazido o
laco branco antes de trazer o laco tricolor, e que
no mesmo caso eslava o general do Maudhuy.
0 principe, recordando esta circumstancia,
quiz simplesmente mostrar, por meio de um exem-
plo, que quando urna na;o muda de bandeira e
de lago, como se vio d'antes n'outros p'aizes e co-
mo se tem visto em Franca, nao ha deshonra, pa-
ra ninguein, seja quera for, em conformar-se com
essas mudancas.
a Aceite, meu caro Sr., a expressio dos meus
cordiaes sentimentos.
o Paris, 26 de Janeiro de 1873. J. Gauthier.
Esto difinitivameale fixadas as relaees com-
merciaes entre a Franca e a Inglaterra. O minis-
tro dos negocios estrangeiros, e o embaixador da
Gran-Brctanha trocara m era Versailles, no dia 29
de Janeiro, urna declarara* em que se iixa defin-
tiv;unente a pauta dos direttos compensadores, an-
nexa ae tratado de comraei co celbralo entre a
Franca e a Inglaterra 5 de noveuibro ultimo.
BLGICA.
O ministro da fa enda, o Sr. Malou, annuncou
cmara dos deputados que j havia sido assigna-
da a convencao relativa compra do cainraho de
ferro do Luxemburgo.
Contina na ordem do da a questao dos cem-
terios ; toda a imprensa tem tomado parte nella
com maior ou menor pendencia, em artigos mais
ou menos acrimoniosos; o Jornal d Bruxellas
confessa que se o clero catholco, se linitasse
bencao de cada sepultura, como acontece n'outros
paizes, e mesmo em lguns outros pontos da Bel-
gica j nio existira a questao dos cemiterins.
Forraou-se em Bruxellas urna sociedade deno-
minada dos enterros, que tem por (un ministrar
aos seus associados, sepultura condigna e harm-
nica com as leis dos seus cultos, havendo para seu
proceder estatutos approvados. As difficuldades e
contestacoes que possam advr, sero julgadas por
commissao do consellio administrativo ; praticaro
o juizo dos morios, conforme o uso do antigo
Egypto, o, no caso de desfavor, appellaro os p-
renles do aado pata o papa, cuja deoisao, se nao
idavel, reverter aos trihnnaes civis, onde
se pode desenvolver a diplomacia judi-
SL'ISSA.
.esles religiosas tem assmnido na Suissa
anloga que teeui tomada na Ale-
se a eonfereacta diocesana de Bale para
a destituidlo do seu hispo Mr. Lachat,
desprezado as ordens do poder civil, pr.i-
!o o dogma da infallibilidade, procedendo
qaelles que se haviam negado a reconhecer
ima.
fereneia diocesana nao se limtou a demit-
expulsou-o do paco episcojial, e orde-
" mdimentos da mitra. O hs-
pelo capitulo e a convencao
S vdtaraui contra a deposicao do bispo de Bale,
os delegados dos cantoes de Lucerna e de Zug.
O Jornal de Genebra narra do seguiute modo as
causafiesle conflicto.
a Na mez de seterabro de 1870, o governo de
Soleur ilnha dirigido ao bisno de Bale, om nouie
da conferencia dos estados diocesanos, um protes-
to no qjual se declama cathegoricameute, que es-
tes estilos nao podiam reconhecer o '-ogina da
infallilnldado do papa.'e manifeslavama esperanca
de ipie o hispo, n'uma justa apreciadlo das rela-
coes existentes entre os estados e ello, se absteria
de publicar na diocesa as docises do Vaticano.
Jolcaso de que esta publicarlo tenha logar,
aceresftntava o governo do Soleare, empreare-
mos as1 medidas que nos parocrremjupportunas ;
num estado de cousas tio profundantute modifi-
cado, a prupria convencao de 1828, relativa ao
roslab4jcimen(o do bisjiado do Bale, podera ser
posta por nos em questao.
Durante alguns mezes o bispe parecen ler em
onsidrajio este aviso ; s foi era fevereiro do
1871, quo lie procurou n;trodaar n'uma extensa
pastoral a proelamacao do dogma da infallibilida-
de ; o? governos dos cantos diocesanos conserva-
rain eutao una attitude espectaote ; apezar deste
heto, ipie bastara para motivar da sua parte as
medidas a que fizeram allusao na sua carta de sc-
tembro de 1870.
a Era outuhro de 1872 o bispo, animado por
osla attitude, fulminou a excommauMo canta o
parocho de Starrkich, nicamente cansjada pela
recusa esto ecclcsiastico a admittir o dogma da
Qfallibilidade.
Os no-sos leitores sabem qual foi o, resaltado
deste desafio feito aos catholicos liberaes e ao i di-
retos do estado ; a resposta foi-lhe dada iramodia-
tajnente pelas novas resolucoes que torapu no dia
19 de novembro a conferencia dos estados diocesa-
nos, e pela grande assembla popular .celebrada
eni Olten no l* de dezembro.
A replica do bispo communicii;o das deei-
ses da confereu ia, nao foi seno urna recusa
cathegorica opuu.ta a todas as recUmavoes formu-
ladas ifelos estados diocesanos, urna nogac,rio pura
e simples da autnridadejrivil junta aafllrmativa ab-
soluta da iuallibilidade da autridade occlosiasti-
ca. Desde eutao o conflicto entrn no seu periodo
agudo e desappareceu toda a probabilidade de ac-
cordo.
O capitul > do bispad? de Bale recebeu inti-
macao^fa conferencia dos estados para nouiear no
praiode li dias um adminisH-ador interino para
a diocese. A maora do capitulo redigio una
resposta em que alleja, que nao estando vaga a
s episcopal, nem por raerte, nem por exconimu-
nhao do seu bispo. nem tendo este resignado, nao
havia direito para nouiear nm administrador para
a docese.
O bispo tenciona consultar o captulo sobre se
deveficar em Soleare como bispo inpartibut infi-
delium, ou se se deve retirar para um dos cantoes
que lbe ficaratu liis.
O arcobispo de Besaucon offeroceu-lhe hospita-
lidad.-.
Outro confelo : o encarregado de negocios
da Santa S, n tilirou ao presidente da confedera-
ban helvtica, em nome do cardeal Antonelli, a no-
meaeao de Mr. Mermillod para vgario apostlico
do cntao de Genebra.
Os vigarios apostlicos dependem directamente
da Santa S ; nomeiara os parodio?, dispoem dos
beneficios, gozam emftm de todos os privilegios
episcopaes. A deciso do Vaticano eria tima si-
alK introduzido o servico militar obligatorio, se- Este desenlace fez-se tranquilla e dignamen-
gundoo systeraa alleraao. te, sera elfus'm de una sguita de sangue. Caso
Reoelteu-se de Bomhaim ura despacho que talvez siagular na historia das ii.ouarchias I
annuncia uraa invasao de Abdiil-Rhaman-Khanno A situacao da monanmia actualmente na Hes-
Afglianislan; este prncipe sobrinho de Shere Aii, panha era to precraria, que ha muitos mezes se
soberano de Balk no Afghan-Turkestati u de todo eslava prevalido a sua prxima queda, qur fosse
o territorio entre o Hindookorth e o Oxus, e allia por una revolta, quer por aejo espontaneo do rei.
do de Inglaterra. A ser verdadeir.i a noticia, ltiniamente a siluaco poltica se aggravra era
Abdul-Rhaniankan pier desthronar sen tio, e con- Madrid. O rei desejava chamar ao poder um ga-
la com a amizade da Kussia. A Inglaterra ver-se- bnete conservador, mas os radicaes auirmaram-
lii.i na dura alternativa 011 de abandonar o seu al- lhe tiuc esse acto seria c.-usa immediata de urna
liado Snere-Ali ou de dar um pretexto Russia reyoluro que derrubaria a dynastia e a monar-
para intervir em favor de Abdtil. ehia. Por outro lado os conserVodores diziara a
Estao quas terminadas as grves dos minei- D. Amadeu que a conservacao do ministerio radi-
ros em differentes pontos da Inglaterra. Os ope- cal seria a causa immediata da queda da dynas-
rar-os sao victimas da sua falta de trabalho ; a fo- ta e da monarchia. E corroboravam esta amea
me e a miseria teom chegado ao seu auge. O ca com factos, porque o duque de la Torre fugia
subsidio que Ibes abonado peia Uniao insgni- ( de figurar em actos offlc'aes ao lado do rei, e a
episcopae
toarlo nova para o cantan de Geuebra, desmera-
brando-o da mocase de Lausanne.
Mr. Mermillod tiiiha feito communicacSo do nre-
ve que o nomeava, ao clero catholico do canto
de Genebra, e o breve foi lido em todas as igrejas
catholicas do canto.
O governo e o conselho federal nao reconhece-
rairi o breve por ter sido esta nomeacao feita sem
que a autnrdade civil fosse consultada.
O conselho de Genebra puni cora inulta os pa-
rochos que fizeram ler as suas igrejas o breve
nomeando vigario apostlico.
O desmeuibramento da diocese de Lausanne
pela curia, sera previo consentimento da autori-
dade civil, constitue una das questoes federaos
que a consiituicao de 1848 delegou ao poder cen-
tral. Ser pois em Berne e nao em Genebra que
se discutir a questio e se tomar medida para
terminara siluaco anormal do canto de Ge-
nebra.
I.1GLATRRRA.
Affianca-se que no dia 23 de fevereiro ia partir
para o Brasil urna commissao de inquerito, afim
de fazer un relatorio sobre as quexas feitas por
alguns emigrados de nacionalid ide ingleza.
as cmaras inglezas depois da letura do
discurso da cora, reuniram-se estas para imrae
diatamente discutirem a resposta a mensagem
real. Lord Granvlle declaren na cmara alta que
os tulegrammas publicados pelos jornaes sobre a
questao da Asia central nao tinham fundamento
algum, a que as negociaees ltimamente entabo-
lados com a Russia se referam nicamente a ar-
ranjos de que as duas napoes, ha rauito tempo se
oceupam, e que alem disso a questao da Asia cen-
tral nao propria para causar receios.
O Sr. Gladstone na discussao da resposta ao
discurso da cora deelarou na cmara dos com-
muns que o governo havia entabolado negoca;oes
preliminares com a Hespanha para se levar a ter-
mo um tratado para ax exlradiccao de crimi-
nosos. .
A mensagem de resposta rainha Victoria foi
unnimemente approvada as duas cmaras.
Foi desmentido pela gaseta de Cobourg o
boato de ter sido o conde de SchouwalofT encar-
regado de ajustar o consorcio do prncipe Alfredo
cora tima gran-duqueza da Russia. O nm especial
da misso do conde Schouwalo* foi a questao da
Asa central, segundo parece mais acredilavel;
pois innegavel que o general russo-Kautlinan que
havia sido encarregado do commando da exped-
cao, retardou a sua partida at chegada a S. Pe-
tersburgo do conde Schouwaloff, e s doqois desta
e de terem ambos assislido a ura conselho de mi-
ni-tros parti para o seu destino.
Diz-se que a Russia est prompta a reconhecer a
neutralidade do Afghanstan, e que a fronteira do
Afghanistan ser determinada por urna commissao
mixta nomeada pelo viee-rei da India e pelo go-
vernador geral do Turkeslan; e que depois de de-
terminada a fronteira do Afghanistan concluir a
Russia um tratado com a Inglaterra, reconhecendo
formalmente a linha fronteira das suas possessoes
na Asia central, devendo a Russia retirar as suas
tropas de Khva tres mezes depois de ter conse-
guido o resultado da expedido.
A Russia tem hojo um exereito de 748 m'' ''0'
meas, com urna rmsrva de 621; alem disso vae ser
licantissio; regula por 2 schellings por semana.
Os operarios que teem sido condemnados pelos
tribunaes veem-so obrigados a implorar do gover-
no o seu indulto ; reconhecem as suas faltas e ex-
prtmem o seu arrependmento.
Sao calculados cm 2 ou 3 milhfies do Khras
os prejuizos causados pelo incendio do arsenal de
Woolwich, nao entrando no caleulo os objeclos
d'arte e monumentos historeos que se perde-
rain.
ALLEMAMHA.
No parlamento alleinlo explieoii o Sr. de Bis-
mark, por occasio da discussao do orcaraento dos
negocios estrangeiros os motivos de ter pedido a
sua demissio de presidente do conselli de minis-
tro, aHribiiiiuloos ao seu precario estado desade;
mas, accresceuton, que a poltica do ministerio nao
fora alterada com a sua sabida nem era possivel
que olle deixasso de estar de accordo com o go-
verno, porque entenda que um ehaireller do im-
perio, que nao eslvesse possuido de sentimentos j
prussuianos nao era admis importancia da uno da Prussa cora o m'periu al-
leinao, noiio que se d na pessoa do soberano im-
perador da Allemanha, e rei da Prnssia.
O discurso do chanceller pro luzio na cmara
grande impresso.
Falla-se na crearlo de um mini;terio para tra-
tar exclusivamente dos negocios pertencentes ao
imperio, medida que daria em resultado a trans-
formacao dos representantes diplomticos da Prus-
sa nos outros estados da Allemanha em simples
empregados d'esse ministerio ; oque tornara mais
real a anidado germauica. Nao so podo tratar
por meio de cominissarios de um ministerio, com
nacoes independentes, o deste modo os soberanos
dos differentes estados allemaes seriara conside-
rados como simples vapaltos, mais tarde como func-
ionarios do imperador, em quanto nao fosseni des-
pedidos.
O re da Baviera contina a resistir contra esta
marcha nvasora da Prussa, e a resistir aos seus
ministros, pondo-os cm crise; em primeiro logar
oppondo-se a que o goveruo retire do junto da
Santa S o representante da lfl|M_ *ppro-
vaudo plenamenl' a resistencia i\ne n ministro da
guerra, oppoo ts modificarse? que se prefendem
inlroduzir no exereito bararo, e em ennseqneneia
das quaes elle pedir a sua demissio; pie nao re
aceitn. 'ei.
O pessoal superior do exereito havaro foi modi-
ficado, sendo postos de parte os oficiaos ipie se
mostiavam favoraveis oraanisacio prussiana.
O socialista Bebcl toi reeleito deputado ao par-
lamento prussiano, o que muito conirariou o go-
verno prussiano, pois eonsiderou tal reeleicaocomo
um protesto contra a sentenca que codemnou
Bebel prisao em una fortaleza pelo crime de
injurias contra o imperador.
O governo deu ordem para se activar o estado
das medidas que se deven) ad pl ir contra o socia-
lismo, o que j fez objocto especial de tuna confe-
rencia entre os representantes da Prussia e da
Austria.
O governo preocupa-se seriamente com a
crescente emigracji para a America, e pensa em
tomar providencias tendentes a moderar este mo-
viinento ipie priva o exereito de grande numero de
soldados ; mas por ora piada na loumu resolucio
algiima a este respeito.
O conde de Eulemburgo, respondendo a urna 11-
terpellacao de Mr. Gottbeig, deputado, disse rjue
as restrieces ao direito de emigrar serian) contra-
rias ao priuc po de lvre escolla de domicilio ;
que as medidas de polica nio davam gerajmente
resultado e que o melhor meio de reter os habi-
tantes no seu paiz natal era melhorar a sua silua-
co, o tornar-lhes a vida mais fcil.
Iloiive um conflicto na front.'ira da Russia
entre um pequeo destacamento russo, coninian-
dado por um capillo, e um inspector prussiane,
que foi ferido por aquelle, por querer obstar a que
os soldados russos destruissotu ura a.ude existente
em territorio prussiano.
O facto em s de pouea importancia, e nao
de natureza a destruir a harmona entre as duas
grandes potencias da Europa, mas deixamo-lo aqui
regs rado, porque a imprensa allem referindo-se
a elle se exprime com tal animacao e at mesmo
quasi com verdadeira animosidade, que se pode
aggravar de tal modo que seja a origem de mais
graves acontecimentos.
O governo allemo soub da existencia de urna
convence entre a Inglaterra e a Hollanda, garau-
tirulo ainglaterra a Hollanda a integridade do seu
territorio.
Esta noticia produzia grande irritaran.
Al'STIlO-Hl'MilllA.
Fallecen a Imperatriz Carolina, av do imperador
d'Austriu. O imperador Fernn Jo to do impera-
dor est gravemente doente.
O ultimo discurso do Sr. Szlavy. presidente do
gabinete hngaro, na dieta de Pesth,' oi muito con-
ciliador.
O ministro da fazenda tambem fez, quando apre-
sentou o orcaraento, um discurso de tal modo h-
bil e patritico que a minora da cmara est se
dspondo a apoiar o governo em vez de o comba
ter a todo o transe como tinha protestado.
O ministro da fazenda disse que ao concurso il-
lustrado da esqUCrda da cmara dever o paiz as
reformas porque aneeia, o que evidentemente a l-
songeou.
Os delegados leheques haviam convocado em
Praga um meeting, alim de protestarem contra o
systeraa de eleieao directa que o governo de Ber-
I1111 quer introduzir na constituir') ; o governo
prohibi a reunio ; a cidade, os arrabaldes e os
re, e
duque/. 1 pedir a dcmisso do alto cargo que g^
exwi i a no paco.
a Nao erara porlauto pequeos, nem pouco se-
rios, os motivos de desgasto c de roceio para D
Amadeu.
Outros dzlam que se a abdicarlo chegasse a, '
verilicar-se, o verdadeiro motivo d'ella teria sido
a ni., vontade manifestada pelo exereito era ter-
mos claros e positivos.
Se el-rei D. Amadeu nao abdicaste, teria que
estabelecer brevemente ura systema enrgico da
compressio contra o partido conservador, o qual,
tendo grande inlluenciano exereito, conspirava
aberlamente contra sua dynastia.
1 Kis os artigos da const'iluiclo hespanhola rela-
tivos al I cacao :
TH'iio v
o Do rei.
Art. 7i. O re precisa da ser aulorisado por
una lei especial.
S '.' Para abdicar a cora.
Titulo V.
a Art. 83. As curtes nomeiam a regencia para
governar o reino.
Arl. 8i. Al que as curtes nemeiera a regen-
cia, ser o reino go ornado pelo pai. na sua Talla
pela mi do rei, e na falta destes pelo conselho Je
ministros.
Art. 85." A regencia exercer toda a
Dublicarao
autori-
s act dade do rei, em cujo nome se
do governo.
Os jornaes d'aqui resintiera assini os fados oc-
corrdos :
0 governo radical nomeou para um comman-
do na Catalanha o general Hidalgo. Este general
mal visto pelos artilheiros que o accusaui de ser
o autor dos assassinatos dos seus cantaradas em
julho de 18G6. J cm novembro. por occasio da
noniea.o deste general para capilo-general das
Vascongadas, os artilheiros nao o quizen.111 acei-
tar. Ento o governo ceden. Hoje mantera i no-
meacao de Hidalgo ; os offleiaes de artilhara pe-
dirain as suas deinssoes, o governo aeeitou-M o
apresentou cmara uraa reforma do corpo de
artllbaria, O rei era contrario ao governo nesta
questao, porni como as cmaras tinham volado a
lei quo o governo Ibes propozera, Amadeu como
constitucional devia roferendar essa metan
Assignou pois o decreto o prevenio logo o
governo de que renunciara cora. O governo
quiz dissuadi-io. A nada se curvou Amadeu. Pa-
livra de re nao torna atraz.
A reuuncia effectuou-se no dia 11, dia em
que se leu a mensagain di rei para este um
Em seguida relatamos o que se passou as
sessoes dos dias 10 e II :
Na sessio do congiesso do dia 10 o deputado
Pignoras, republicano, perguntou ao presidenta
Rivera se eslava diepo&to a excitar o governo c
presentar-te na cmara ou a abrir discussao a
respeito dos casos que estavam occorrendo. Ri-
vero, radical e presidente do congresso, disse que
j linha chamado o governo, o com eleilo entra-
mo logo Zorrilla, Mosquera e Montero Rios. Zor-
rilla disse que a conjunctura era grave e pedio
a Figueras que renovaste a pergunta, o que elle
fez.
Eolio Zorrilla deelarou que o governo nao
estivera no congresso, porque os mtareetes da l-
liberdade exigaos qne estivette reunido em 0B-
tra |tarle; que nada havia ainda para di.-cutir
olficiahncnte, e |iue o governo era obrigado a
inanter o exercico dos poderes pblicos c a or-
dem. Narrou que el-rei lhe declarara na ante-
vespera a resolucao de renunciar a cora, anear-
regando-a de o dzer aos seus collegas, o que hon-
tem insistir nesta dehberaco de modo irrovoga-
vel ; que o governo expozera sua magestade
todas as reflexes conducentes a obriga-lo a mu-
dar de parecer, modificando ou despedindo o ga-
binete, e que el-rei pedir cntao 2 Ion 48 horas
para rellectir ; que nada havia de exlraordinar'to
nisto ; e que vindo a completar-so a renuncia,
nio faltariam meios legaes para a cmara resol-
ver. Agora, porm, nada havia a fazer, a nao que-
rerem que se obrigasse o re a partir, o que se-
ra indigno. Que era natural quererem os repu-
blicanos aproveitar a conjunctura, poim que a
maioria de certo nao se esqueceria de que era
monarchica.
Aconselhoit em seguida a todos os partidos
que mantivessem a ordem publica, e disse que o
governo para conserva-la, raorreria as ras, se
tanto fosse necessario. Concluio manifestando a
convieco de que na maioria nao havia quera de-
sejasse transformar a cmara em convencao. Um
deputado, Damao, radical, exclamou : Detejo en,
e foi applaudido pela minora.
a Leu-so enlS) nina pmposla do Figueras e de
seis deputados cimbrios e republicanos, para que
o congresso se deelarasse em sessao permanente.
Figueras aecusou o governo por nao ter dado
conta as curtes da resolucao de el-rei, tendo-lhe
sido coinmunicada bavia dous dias. Falln da dy-
nastia com pouco apreco, disse que el-rei j nao
podia retirar a sua renuncia sem precipitar o
paiz na ruina. Zorrilla pronunciou-se contra a
proposla. Marios, radical, deelarou que bradaria
i-i'tirt a naco quando o rei tivesse partido, e que
q patriotismo requera socego e prudencia. Cas-
tellar, republicano, fallou a favor da proposta de
Figueras, e censurou o procediraento do rei. Para
defender este, Olave pedio a palavra.
u Depois do alguns incidentes, Marios pergun-
tou se a sessao permanente era para deliberar.
Figueras disse que nao significava desconfianc
e so tinha por objecto velar pela salvacao da pa-
districtos prximos esto oceupados militarmente., tria e estar de prevencio para o que podesse suc-
As tropas sao sufficentes para reprimir (ualquer ceder. Marios concordou, e Rivera propoz a no-
tentativa do revolta, mas a cidade est muito ag- meaeao
tada. a mesa
(i miiuna a afflrtnar-se que a Austria a Rus- pois a sessao.
sia, a Italia e a Franca propozeram ao ministerio deu a sessao al as oito horas da noite. Reu
Grego a reun "o de um tribunal arbitral pica se nio-se de novo as dez, e o presidente dirndo que
resolver a questao intermioavel das m as da' o governo nao podera comparecer, nomeou um
Laurium. O governo grego aceita a arbiiragem, commissao permanente de JO membros, e encer-
dA tima commissao de 50 deputados com
para estarem no edificio, e suspendeu de-
0 senado reunio-se, mas suspen-
com a eondiccao das potencias declararem a ques-
tio internacional, e nao"de direito civil.
HHSPANHA B POKTUOAL.
A'cerca destes dous reinos, escreve nosso cor-
respondente de Lisboa, a li do crrante:
A's mais graves noticias cabe o primeiro lugar,
e este de direito pertenee da abdicaeo e re
rou a sessao s dez e um quarto.
a No dia li o congresso abrie as 5 horas, leu-s
a renuucia do re quo abaixo publicamos, e o presi-
dente Rivera propoz que se convidasse o senado a
reunir-se com o congresso. Salaverria, deputado
affonsino, deelarou que o seu partido nao opporia
diCBouldades organisacao do estado. Ulloa, con-
mnela formal do"rei de Hespanha D. Amadeu no servador, disse outro unto em nome dos conser-
congresso legislativo, por si e sua descendenoia.! vadores da revolucao, aeguindo-se os tramites
Esta noticia foi recebida em Lisboa sem gran-! legaes. Fallaram depois Castellar e Marios, esos
de sorpreza, mas com verdadeira sympathia pelo pendeu-se a sessao, ma^dandose commnmcacao
nobre procedimento de um soberano, que, fllho o, senada. Todos se mostrara animados do raator
da eleieao popular, ao cabo de dous aonos se patriotismo e dispostos a grandes sacrmcios em
convenceu de que a sua pre3enca no ihon'o bes- prol da nacao.
panhol era incompativel com o estaijtf'ac'ual da- | Em seguida d-se leitura mensagem, que e
quee pas. wucebiua nos termos seguintes



NN



Bitb de Pmitmbuco Quinta feira 27 de Fevereiro de 1ST3.
Ao congresso.-Grande foi a honra qne me- di sen presdeme. Pifetow* dcrlara ci naco hespanhoh, (legendo-mo para oecu'- ne ni aposentar candidato (a'-OToraco1 Nou-
ir o seu thnrao, h em i.iofo ntais apwciada por villas Fui aomeado capitn general di; Madrid. A
par -
jium quanto se. me olTreotti, ladeada das diuicul
dades c perigos i[,ie trai eemtigo o encarga do go-
bernar um paiz tao profundamente perturbado.
Animado, todava, pela" dffciso propria'dia mi
"nha familia que antes busca o pongo do que se
esquiva a elle, decid lo a nepiTar-mc nicamente
no bem do paiz, c a eollooar-m-! cima le todos
os partidos, res ilvido a edmprir religiosamente o
juramento prestado p>l mi.u peranta as cortes
constitaintes, e prompia a axor tedes os sacrifi-
cios pora d r a este valeroso povo a paz de que
neeessita, a liberdade que merece, e a grandeza a
-que Ihe do direito a sua gloriosa historia e a vir-
tude e constancia dos seAe lUli-is, aereditoi quo a
curta experiencia da micha vida a arte de man-
dar seria supprida peto lealdado do mea carcter.
e que adiara p4eroso auxilio para conjurar os
perigos e vencer as difflculdades que nao se me
oceultavam, as sympathias de todos os hespa-
nbes amamos da sua patria, e desejosos ja de
por termo s sanguinolentas e esteris lulas que
lia tanto tempo dilaceravam as suas entranhas.
Conhecn qvie me enganou o mea bom desejo.
Dous largos annos lia que cinjo a coroa de lles-
panha, e a Hespanha vive eni ronstanle kita, veu-
* do cada dia mais distante a era de paz e de ven-
tura que t) ardontemento anhelo. So fossem os-
irangeiros na ieraigos da sua ventura, enlfio,
frente (lestes soldadas t;o valenles como soffre-
dores, seria o primeira a combtelo ; mas todos
aquellos que, com a espada, eoui a pena, e com a
palavra aggravam c perpetuam os males da a-
fio, sao bespaulioes ; todos invocara o doce ame.
da patria, todos pelcim a so agitam pelo sea bem;
e entre o fragor do combate, entre o confuso,
atroador e contradictorio clamar dos partidos, en-
tre' tantas e tao opposta* maufesta.-oes da opiniao
publica c impossivel aflirm ar qual a verdadeira,
e mais impossivel ainda adiar o remedio para ta-
annos males.
'rocurei b vidamente dentro da le, e nao o
eneonliei Fra da le nao lia de busca-lo quem
prometteu obs;rva-la. Ninguem apodar de fra-
meza a animo a minlu resolucao. Nao haveria
perig que me movesse a desprender-me da cora.
-e julgasse que a conservara na cabecil para bem
das hespanlioes ; nein me amedrontou o que cor
reo a vida de minha augusta esposa, que n'este
solemne momento manifesta como cu o vivo de-
sejo de que em teinpo competente se conceda in-
i aos autores d'aquelle attentado.
reno, porem, boje a lirmissima convierta de
eriam esteris os meus esforeos c irrealisa-
veis iis meus intuitos.
Estas sao, senfiores deputado, as razoes que
me inovem a devolver naco, e em seu nomc a
vos otros, a cora que.ineofferecen o voto naci-
nal, fazeudo esta renuncia por mim, pojr meas fi:
Ibas e suebessores.
Estae seguros de, que ao desprenderme da
ena, nao me esprendo do amor a esta Hespa-
nha, uto nobre como desgranada, o de pie nao
levo oulio pesar, que nao seja o de nao icr po-
dr i g.angear-lhe t mi a ventura qu mea leal
cor.i.o llie appeteeia. AmtdtH. Palacio de Ma-
diid, II de fevereiro de 1873.
Logo depois de I! la a mensagem se reuni o
situado ao congresso, e o presidente d'eate, Hive-
jo, declaran que as duas cardaras reunidas se
esnathuara em cortes soberanas. Martos pedio a
palavra e disse que Zorrilla nio poda comparo-
eerj que o re manifostou a Brote resoraeat) de
renunciar coia ; que o ministerio, de que elle
'-.i Miembro, se demittia e concluio fazeudo votos
pela liberdade.
A renuncia do re aceita unnimemente.
As cortos (tornearan! logo urna wmmissSo encar-
i '.-.ida de redigir a monsagom de respostae urna
oi-s.io n-ra acompanhar o rci frontoira.
I' y Hargall, republicano, apresenton e snsten-
190 urna propo'ta declarando que a assemWea na'
Cjonal assumia os p teres nomeando o governo
xe-poneavel : quo oufa a;semblea seria cucar-
rega la de determinar a forma de repblica.
A oroposta divi lio-se em partes. A primeira
parte estanetecendo a repblica, e disenao que a
asseudflca assumia os poderes, foi apprOvada por
'Hi votos contra 'M.
>. Km seguida as cortea adoptaran! o resto da
proposta de Pi y Margal!, o deputado rcpnbli-
.:a) Nicolau salmern apaion-a. e roe nmendou
u:i:";o e reconciliaco de todos os partidos ao re-
'. i da bandoira da repblica. Nao lia republica-
nos da vespera, disse elle, somos todos bespa-
nhoes.
Zorrilla pedio que antes de e votar a proposta
lo Pi, se nomeasse o governo. Rivero disse que o
presidente das curtes responda pela ordem. Zor-
rilla insisti pela nimeacao do governo. Rivero
nvoeoTJ o patriotismo em nome da patria e orde-
n tu a Zorril a que tomasse lugar no banco minis-
t'rial. Marios deplirou o emprego da hrannia
i m imento em quo a monareli acabava. Ri-
" abandonou a presidencia c deixoo a sala. Pi-
i >'.;\. radical e presidente do senado, substi-
:; na presidencia.
o Tratou-se depois da nomeacao do governo e
ia este constituido do seguinte modo :
Cstanislan Pigueras, republicano, presidente
geni pasta, por 2ii votos.
> Francisco Pi y Marga, republicano, reino.
. 213 votos.
<> Emilio Castellar, republicano,estrangeros. por
143 votos.
- Nicolau Salmern, republicano, justiea, por
' Echegaray. radical, l'azenda. por 248 votos.
. Cbrdova, radica!, guerra, por 2:tO votos.
>' Beranger, radical, marinba, por 2iti votos.
i Becerra, radieal,obraspuliHeas, por 113 votos.
i i'rancisco Salmern, radical, ultramar, por
: 18 votos.
< Devenios notar que Eeuegaray, Cordova, Be-
to Becerra erain ministros do governo de
' iz Zorrilla e qne Francisco Salmern era vice-
f i.-silente do congresso.
. Logo depois de eleito, o governo OCUpou os
is dos ministros. Pigueras lovantou-sc como
e do governo e disse que deve a sua nomeacao
a eooequeociaa piliticas. que se Orense KvesM
estado presente teria sido Horneado, e que ne-
s.irio que as etei fies sejara livres. Leu depois
lelegrammas partcipando que. reina a ordem por
a 11 a parte. Disse que esperaya que a repblica.
iicasse estabeleeida para jempre em Hespanha..
\ reendo justa influencia no occidente da Europa.
a Disse que Inlga que as nutras na:5es da rafa
latina nlo tardarlo a imitar a Hespanha. O go-
v'iiio. disse elle, asseg ira a integridade.nacional.
Depoisdestc discurso-a sossO encerrou-se e
hoje 13, dia em que se dovia eleger o presidente
das cortes, diz-nos o t.'legrapho que foi eleito Mar-
tos, que era ministro dos e-trangeiros no governo
radical.
Em.volta do congresso havia grande mullidlo
a qual se agitara e d'ava vivas repblica. Por
nijitas vezes lhe fallaram Rivero, fogueras, Zorril-
la. CtMetar, o general Nouvilas, republicano, e un-
irs pessOM importante-. Por lim a tropa fez
eom ape [se evacuassem aqneltes sitios at Car-
rera de San Jeronymo. Na tribuna respectiva do
r -; i eslava ndo o corpo diplomtico, excep-
to 9 ministro de Italia
O marquez del Duero e outro militar de alta
era luacSo, em nome de varios generaos do part-
io conservador, aseira como urna commissao do
i de artilharia, apresentaram-se ao rei Ama-
offerecen lo-se marchar ao* quarlk trazer a
guancSo de Madrid pava as ras, dando depois
rataHia siluaeSo radical. O rei responden (pie
eoBUfnonarena constitucional nao faria mais do
q::e ?Ubaietter-se decisiin das cortes, e de nnnei-
ra alloma obligar pela forra e pelo derramanten
lo de sangue, que o pafz aeeftsse determinadas
MBfSes.
Con a souuna de 70:00) duros, qoantia ue
Victo! Manuel remeltia todos os mezea a seu fiflio
Amadeu, mandou este pagar os atrazos que hou-
.vesse.em palacio.
o O rei Amadeu liaba cncarregado o mordomo-
mr de enfardar c cncaixotar todas as alfaias e
joias de seu uso que tivessem as ineiaes do duque
de Aosta, prevenindo tenninanteineiito que pres-
cinda le tudo quant fosse adquirido desde a sua
proclainacao, i.icluindo os trens, carruagens o ca-
vallos que tinha mandado vir de Italia iriiinc liata-
nente depois da sua cliegada a Madrid.
Tal a situac/o da llespaoha ; a isto levaram
as ambieoei inesq'uinhas c as c becas esquejadas
dos polticos liespanhes.
da rainha que den luz ni dia 30 um principe
que no d.a 2 do coi rente recebeu o nome de Luiz !
Porara padinaot o rei e a rainlia de Portugal.
>( Os ltimos tclegrammas. aqui recebi os
e Madrid, 12.Os ministros estio reunidos em
consalho. L'm dos primeiros actos do novo gover-
no ser conceder o perdo aos individuos condem-
rados a morte, que deviam ser executados est
manha em Barcelona. Vai dar-se grande impuIo
M arroa.'iiento do povo. a
Madrid, 12.A asserablT decidi por 132
fjos ecalra 65 proceder immediataraente 4 eleieao
toBca. foi proclamada ei Barcelona", reinando
ordem completa; as-.tropas .fraternsarin come
povo. A repblica, tem sido proclamada tranquil-
lamente as pfincipas cidads. Pi V Mrgall est
doente de cama. Ghristino Martos eleito presiden-
te da assembla por 292 votos toptra 20 que obte-
ve Rivero ; houve 16 listas brancas.
Madrid, 1 i. A mensagem da'assembl res-
pondendo do rei, termina duendo, que quando
os perigos ostivorera conjurados eos obstculos
vencidos, o povo liespanlii nao poder oflfaracer-
llie a coroa, mas offere^er-lhe-ba outra dignidade :
a de cidadao de um povo independente e Tivre. O
mp'trcial assegura que a renuncia de Amadeo foi
un arto de vontade pesseal, e que seu pai se lhe
oppuuha, A ti'aiiquillidade contina. As janellas
estd embandeiradas. A assembla elegeu vice-
presidentes : Perales, Sonai, Ooeies, Chao; becre^
tarios Lpez, Moreno, Belart, Benot. Martos oceu-
pa a presidencia pronunciando lim notavel discur-
so republicano, insistmdo na uecessidade de man-
ter a ordem. Termina dizendo- que esperava, no
caso de anarehia, que a assembla soberana con-
ferira ao governo ampios poderes para salvar o
povo. A sessao Icvautou-se,; a prxima est fixa-
da para sexta-feira. Illuminacao geral em Madrid.
Tranqullidade. A Correspondencia er que a ban-
deira da repblica ser cor do violeta, branca e
vermelha. Annuncia que Moriones telegrapliou
de Victoria adherindo repblica. As noticia* das
producas sao satisfactorias.
Madrid, 13.A Gazrta diz que os bandos car-
listas de Valis, Snico, Miret, Cadiraire, foram bati-
dos ua Catalunba. O general Contreras foi resta-
belecdo no seu posto. Todas as autoridades civis
e inililares adherom s decsocs da assembla.
Tranqullidade por toda aparte, Tertu'ia Pro~
yresu.sla na reunio de bontem noute felicitara
Salmern pela sua elcicao de ministro, e approvou
a conducta dos radicaos ua assembla.
Madrid, 13. -Annunciase uui deereto suppri-
uii.ido toil.'s os ttulos nobiliarios e as condecora-
coes civis. A commissao das cortes voltou de Ba-
dajoz, depois do ter deixado D. Amadeu em Portu-
gal. O rei despedio-se, faxendo votos pela pros-
peridade de Hespanha. As juntas revolucionarias
que se tinham formado as diversas provincias
dissolverara-se, obedecendo s ordene do governo.
Rcoebem-se fecilacdee de todas as provincias. O;
Estados-Unidos reennheccram inmediatamente a
repiililic.u Acredita-se que outras potencias os
knitarao. E' prova*'el que Orense vi de embaixa-
dor para Pars, Abarzuza para Londres e Fol
pira Bruxellas. O ministro de Hespanha na Prus-
sia conlerencioD duas horas com Uisinark. Cr-se
que a Allemanha reconhecer immediatamcutc a
repblica. Assegura-se que a Fran;a a reconic-
ceu j. A America decidi fazo-lo. O governo
est disposto a desenvolver graude energa para
provar que a repblica a ordem.
, Madrid, 13.-Os Estados-Unidos reconheccram
oieialniciite a repblica hespanhla. Esparten i
fez adheso ao novo governo. Est completamen-
te re-tabelecida a ordem em Malaga. Todos os
governadores das provincias tim reconhecido a
a'utorilade do novo governo. l'avia, noiueadoi ge-.
neral em chefo das tropas em opera.-es na CaUr
lunlia. inarchou j a tomar o cominaudo. Attir-
mava-se que 0 palacio real ser tiansfornudo cm
musen e academia artstica.
Pelas 6 1/2 horas da manha do dia 12, part >
de Lisboa para Badajoz um coinboio real para re
ceber 1). Amadeu I, sua esposa e lilhos, porquanto
fura annunciado a el-rc D. Luiz I e a seu governo
que o ex-*oberanQ de Hespanha vira por Portuga"
de passagom para a Italia a visitar aqui os seus
prenles.
i Foram esperar U. Amadeu o Sr. Caldoso Ave-
lino, ministro das obras publicas, o Sr Sovcral, o
Sr. Francisco Chamico por parte da direceao supe-
rior da companhia dos caminhos de ferro poitu-
Ruezes, e outros cavalheiros. A ajfiutdega expe
da ordens para o transito das bagagens. i
1). Emilio Castellar vai dirigir um memorn-
dum s nacios eslrangeiras, indicando qual a
poltica externa da repblica hespanhla.
Fina commissao de 7 denotados c 7 senado-
res hespanhes, acompanhou o ex-rei de Boepanha
a Portugal. Partiram D. Amadeu deSahoya c sua
esposa as 6 o meia da manha do dia 12. Prestou-
Ibes as honras militares at fronteira una com-
panhia de infamara.
A ex-rainha de Hespanha levantara-se -pela
primeira vez, depois do seu bom successo i\ dia
10; apezar de mui debilitada revelou a maior in-
teireza de carcter e tranqullidade, tanto m s de
admirar no seu delicado sexo.
_ Parece que foi preso como suspeito o general
Gaballero de Rodas, que segundo algumas fillia-
A Corres
diz que a ba
ta, branea e
A asscm
les, Sorni, Go
reno, Itelarl,
Ptarios Lpez, Vo-
*. Intre a mullidlo de pessoas quo esperawm
na esta; o, houve multas .que se seiisiliilisararB te
ver a ex-rainha n.^taHP wctiria coiiduzid^^F
Jiracus prestar dnontev.r* lilhis ni; ora ;os^H|
aias, e tola esta, familia dignissiina, dando B/n
excuuilo uni de> aliucajo e i-avalueirismo.
PareCe que ertl Merma fizeram fogo sobre o
comboio real, e que em Badajoz houve tamben) al-
binias inimest.'ie^os. de desagrado. A cortotia
do pailainento liospaohol. o comporUnnento do
povo e Madrid contrastan! com aquella selvage-
ra.
t Os'reaes viajMfcs estn hwpeiMM no pac o
dt Beltn.
ria (.h"gada bojp de Madrid'
da repuWiemsera cor de viole-
llha.
clegoli vicepresidentes: 'Pera-
Chap? e flP
oot.
a Foi proclamada- a repblica em Barcelona
outras cidades. Oiflem"tilleta. As tropas kt-
ternisaram crom o povo.-- IV- Christine Hartos foi
eleito presidente da assembla por 292 votos con-
tra 20, que obtve Rivero. Listas brancas 16.
E' esperada no Tejo- a esqnadra italiana, que
eslava em. Cartagena.''
Algumas palavras sobre a attitude da iiiqirf li-
sa e do panamento porluguez nestes ltimos
diaa.
Deram-se treguas s recriminadles que nos
jornaes polticos.abada fazia^ echo .s mil e una
objurgatorias que se dispararam reciprocamente
na cmara electiva de todos o lados da cmara
por oceasiao dos debates da resposta ao discurso
da coi-a,a qual j se tinha votado ha dias por im-
portante inaioria.
Estas treguas manifeslaram-se desde qu o
lolegrapho comecou a transmittir para quem da
fronteira as graves noticias dos successos que se
estavam passando na visinba Hespanha.
E' preciso termos juizo; mas muito juizo, se
queremos conservar a nossa udependencia, eis o
tliema variado com todas as modulacoes do estylo
jornalistco c parlamentar.
Alli, as cortes, foi um dos mais enrgicos tri-
bunos da opposicao quein levantou a saudavcl an-
tiphona.
parcialidades em redor do governo do paiz nesta
gravissima conjunctura, porque cima de todas as'
conveniencias partidarias, est a patria. Ei* o
thema lambem. Ist > como de crr, foi muito
anejado por todos os lados da^ cmara, e nao prova
sean ordura e patriotismo.
Alguus praguentos orm di/em que tendo a ni
noria feito estas declaracoes importantes no seio
da representacao naoional, lodav a andar combi
nando em fazer urna mensagem ac re de Ponu-
gal. para que demitta o actual ministerio, por sao
estar verdadeira altura das circunstancias. II
E qual dos partidos militantes entre nos pede-
r neste momento ufanar-se de estar altura ias
circumslancias ??
Juizo e mais juizo, c o qne nos precisamos, e
cus: pouco.
Moderemos as uossas velleiddcs, aimla mes-
uio as de intempestivas explosdes de patriotismo.
A forma republicana transpor a fronteira,
quando a monarchia tiver entre n< feito o >co
tempo j E' urna cousa fatal.
u Nao ha conloes sanitarios que nos livrem des-
le contagio (como lhe cbamaram no parlamento
porluguez). quando fr chegado o tempo a todo o
occidente da Europa, de se emanciparen! os povos,
c As ultinjae noticias de Maro, alcan.-.'m a 2i
de dezembro.
lieinava -tranqullidade.
Foi ordcBi corveta /). Imi.i, que estiva cm
Cabo-Verde, para largar imm diatamentc... para
Angola.
0 invern ci no reino vai indo frigidissimo
A varila menos intensa. No paiz socege inalle-
ravel. .m
Aeflleest debito por. maisOdlas, pela
morte da mc do imperador da Austria...
T|ra gente'nnda de preto em Lisboa. To-
dava os theatros encliem-se eos bailes publcos
do carnaval ja prinripiarain.
madrileas, c muito conhecdo por suas ideas re-
trogradas, nao obstante ter servido lugares impor-
tantes durante o periodo revolucionario.
Hontcm (13) pelas 10 horas e um quarto da
manha, entrn ni estaco do caes dos Soldados (em
Lisboa), o comboio con luzindo o generoso princi-
pe que nos ltimos dous annos regeu os destinos
da Hespanha, acompanhado de sua esposa e li-
lhos,
t Eis como nina folha hontem noite descrevia
a chegada de I. Amadeu deSahoya, duque d'Aos-
ta, a esta capital:
Desde antes das 8 horas estavam esperando
os seus reaes hospedes suas majestades e'-rei D.
Luiz e a rainha a Sra. I). Hara Pa. sua alteza o
Sr. infante D. Augusto, os ministros da cora e al-
tos limccionaros, os membros do corpo diploman-
<0, a cmara municipal, o director geral das al-
fandegas, e grande numero de pessoas da corte e
de particulares.
Suas magostados e o Sr. infante estavam
acompanhados dos Sis. conde de Mafra. viscondes
da Laucada e do Seise!, e dama da rainha D. Ga-
brielta.
A rainha de Hespanha deseen do wagn com
bastante difliculdade, amparada por varias pessoas
da sua comitiva, o passou logo para urna cadeiri-
nha sustida por quatro criados de libr da casa
real, seguindo com o Sr. D. Amadeu e com seus fi-
lhos para as carruagens, na primeira das quaes
parti o principe recemnascido eom a ama.
A rainha de Portugal tomou na sua cr.rrua-
gem a Sra. D. Mara Victoria. Seguia-se em ou-
tra el-rci o Sr. D. Luiz com o Sr. D. Amadeu, e na
inmediata o Sr. infante. Vinham depois as car-
ruagens nr'to numerosas das duas comitivas reaes
o dos ministros e funcionarios portuguezes, do
corpo diplomtico, o do administrador delegado da
companhia dos caminhos de ferro o Sr. Francisco
Chamico.
A- ras do transito,estavam cheias de mi
sa gente que saudava com benvola cortea os
reaci viajantes. O re Amadeu corresponda com
o maior agrado todas as manifestarles de sym
palhia. Em lodas as ras at .ao largo de Rclem
havia immenso povo. A rainha D. Mara Vid ria
agradeca eom milita affabilidade as saudacSes que
lhe eram dirigidas.
Nao houve precaucocs policiaes sen.io as ne-
cessanas para que a agglomerarjio de pessoas nao
impedisse a passagem, nem fosse oceasiao de des-
gracas. A attitude da populaco era respeitosa e
syupatlica.
Pela Icaldade constitucional de sen proceder,
e pela almegacao c-im que termmou o sen reina-
do, sahindo de Hespanha honrado e bemquisto, l-
rei Amadeu ha de inspirar a toda a gente senti-
nien'os de maior consideravo, principalmente cm
Portugal onde as accoes generosas excitan) vene-
raedo e enthusiasino.
A Hespanha despedio-sc com saudade do to
nobre principe. Portugal reeebe-o coi as honras
e respeitos que se devem sua alta jerarebia, e
mais ainda s cavalheirosas qualidados de seu ca-
rcter. '
O comboio real sabara de Madrid no da 12 s
6 da manha e chegou a Ciudad Roal ao meia da,
percorrendo em 6 horas os 263 kilmetros que
medean entre as duas cidades. Do Ciudad Real
sabio s 2 da tarde, e chegou antes da meia neite
a Rajadoz, partindo para El vas s 12 e 35 minutos.
Em Elvas houve demora de duas horas, porque
leve 0 wagn em que vinha a Sra. D. Mara Victoria, e
1 galo ao trem real portnguez que dalli eonduzio
o ex-rei D. Amadeu e a sua comitiva at Lisboa.
Em Badajoz despediram-se dos reaes \\u..li-
tes os 14 membros do congresso que os aoom-
nliavain. Traziam os principes por nica lefeza
seis guardas de palacio, armados na occasio da
partida.
Vicram com os soberanos resjguatarfos de
Bwpanha os generaes-D. Jos do la Gndara, Ros-
sel o Burgos, o conde de Benafajo, o medico D.
los Carretero, o deputado D. Jos Luiz Albareda,
e en irmao, os ajudantos de campo Barcal e Ville-
campo, o marquez e marqueza Dragonetti, c o Sr.
Mandes Leal, nosgo embaixador em Madrid, com
sua esposa c cunbada.
a Antes que a Sra. D. Mara Victoria na es'aco
de Lisboa dcscesse do wagn nos bracos do medi-
ca e do general Gndara, subi carruagem onde
ella vinha, a rainba de Portugal, descondo logo de-
fois. A caderinha que servio nesta oceasiao, nAo
acciona va desde o reinado de D, Joao IV.
sem sobresaltas nein anarehia, dcixando os res de
os tutctl.ar, mas espontanea e livremente, como
acaba de demonstrar nobrementc pelo exeinplo, o
filho de Vctor Eimanuel.
Juizo e mais juizo, para que a nasegnte re-
pblica que temos ao pe da nossa, porta,.senlo
le ubre um dia de (isongearas massas, on ditratiir
os seus descontentas com o souho duurado de fe-
deraeSo ibrica antipathica aos portuguezes.
Este fado antecpado ou precipitado, seria
una verdadeira calamidade para ambas as na-
ffSes.
ConquLstar Portugal n'um golpe de ino seria
exequivel, tal vez, attendendo a mprevidencia com
que hoje.anda nos achreos to desguarnecidos e
desmantellados em nossos me'os de defeza, como
quando em setembro de 1868 se proclamava em
Cadi a proseripcao da irrevogvel da dvnastia
bourbonfea de Hespanba. Twlos os avisos da pru-
dencia foram aqui dcsattendidos. lima tentativa
audaciosa co!locar-nos-hia dentro em poucas ho-
ras sob o jugo estranho.
Mas como seria sustentada essa audacia ? ?offre-
la hia o povo portuguez tao cioso de sua indepen-
dencia o nacionalidade ?
Ativer-se-ha urna naci dilacerada pela
guerra civil ha mais de dous annos, dividida e re-
h"da de bandos e faccocs no proprio gremio li
tlha
beral, a conservar cm Portugal, tao acoidenlado de
monlanhas um exercito de ocenpacau? Onde,
que o tem, que lhe nao falle para defender-se em
sua propra casa das innmeras grrimas carlis-
ta que renascem e se multiplicam com as escar-
mueas e com as derrotas de todos os dias?
E' loucura rematada em que nenhum hp-
mem de estado alli ousa pensar a serio. 5o
haja portante receios da conquista, porque nao
por ella que esta extremidade da Europa se aggre-
gar s formas democrticas da nacao visinba. O
tempo e s o tempo que h.lo de por ventura le-
var-nos a es>c camnho.
O acto, se algum dia se realisar ha de ser li
rrimo. O pacto dynastico se drssolvcra se tiver
de dissolver-se; mas sem violentas coannocoes
que nos arruinaran! de todo. E' questo de tem-
po e de bom senso.
Assm peosa, amigos redactores, umita gente
cirenmspecta que tem achado intempestivas tantas
demonstracOes de inopportuno sobresalto, porque
a Hespanha proclamou a repblica de um dia pa-
ra outro, licando o sen ultimo re leinbrado cora
saudade na estima daquclk povo, como bons aini
gqs, emflm, que se separam sem odiar-se.
Esta vai longa, e s muito a correr lhes direi
que ha dia;, antes dcslas noticias publicavain to-
dos os peridicos de Lisboa um telegramma dirig-
d i de Liverpool casa commereial Zagury, dizen-
do que por cartas vindas de Loanda a 2 do passa-
do inez e chegadas. a Inglaterra, constava que na
vespera de Natal fura encontrado exange e sem
sentidos nis ras de Loanda o governador geral
de Angola Jos Horta, e seu amigo o coronol pre-
to Vandannem. Parece que foi espera e tentati-
va de assassinato, provenientes de mas particula-
res, ou desalTronli riumenta. ,
Eis como aqui se nterpretou a noticia, mas
como se dizia no mcsuio telegramma qne os Dem-
bos pretos estavam de posse de Golungo Alto e
Cazengp o nao sei que mais, ligurou-se maior
parle da gente que o ataque c ferimentos do go-
vernador fra j em resultado de uina invasao re-
belde da pretos na propra capitel da provincia.
Den isto lugar a longo tirotcio parlamentar, aecu-
sando-se o governo de imperdoavel desmazcllo,
por quanto fura muitas vezes a.ivertido do deplo-
rave estado a que tem chegado Angola, e das
qualidadcs negativas de que o infeliz gover.iador
era dotado para regla.
O governo pedio logo cmara autorisacao
para gastar por ora, uns cent contos de ris com a
partf cacito da provincia; passou este projocto em
ambas as casas do paramento
f No dia la sahira a corveta Sagres, levando a
seu bordo o chafe de divisad o deputado Baptisla
d'Andrad-, com poderes descripciooarios, a lim de
tomar desde que alli chegue as redeas do go-
verno.
Logo em seguida parlar a corveta Bartulo-
mu Dias com una forea expedicionaria e gente
do desembarque. Pelo primeiro paquete d'frica
deverao chegar noticias mais recentes.
c Aquella noticia do attentado chegra a Liver-
pool pelo vapor Yonta a [8 do corrento. Como
so aspalhasse a noticia de urna sublevarlo de pre-
tos em Angola, como j disse, e nio bouvesse ou-
tro navio vindo de Loanda, pedio-se de Lisboa
direceao x A frican Steam SA/>, ndieaco de
quanto soubesse a ul respeito, visto que o|Vor/ilu;
lhe pertence.
A resposta felegrapliiea recebida bontem em
Lisboa notinba, e espedida de Londres urna
hora e 46 minutos'da tarde diz:
O Vii; na n.io traz noticia alguana de insur-
reiejio. Houve apenas um assalto ao-governador,.
motivado por quesles particulares. >
Duina carta particular de Loanda. de 2i de
dezembro de 1872, viuda peto.mesmp vapor, cons-
ta que estavam interceptado os caminaos.no o*
lungo Alto. Que osdobasda-negraria vao-se re-
bellar.do successivainente e que preciso socow-
ros proniptos.
i Or:., isto o que (aindA,queyUUijwuco tarda),,
se v.ii fazer >gora
(i Es:roocia-inc dizedn*#."ue!ba.dia loi-cete-'-
brada na f reja de S. Lu dos (ranceaes por,ni*
ciativa do Sr. bario.defapur, ministro do.Brasil
cm Poitjgal. una missa pelo eterno repouzode
S. M. a senhora duquesa de Braganca. Assist-
ram a corte, e representantes da pessoas reaes, te-
da a legaco brasileira, mu tos membros do corpo
diplomtico, as damas que foram da augusta fina-
da/e mailas outras pessoas.
PRNAlBtfCa
---------------- -----------------------" -*
REVISTA DIARIA
.Vss'iniila .provinviaLC/unecam hoje.
as secos preparatorias deste corpo legislativo.
Gyinmnst provincial.lu portara da
presidencia da provincia, de 22 do corrente, foi
nomeado o bacharel Joaquim Antonio da Silveira,
repetidor interino do gymnasio provincial.
Atrio!amento ale Indios. Por portara
da presidencia da provincia, da 22 do corrente, foi
exonerado, sob proposta do director geral dos in-
dios desta provincia, o director parcial da aldeia de
Ipanema, na freguezia de Aguas-Bellas, Adrio
(.orreia de ArHui, e uomeado para o subsiituir
Flix Alves Machado.
Guarda iaelonal.Por portara da presi-
dencia da provincia, de 21 do corrente, mandou-se
dar guia da passagem para o municipio do Becife,
ao capillo Jos Antonio Pinto, do 7." batalbao de
infantera do inesmo municipio.
Autoridades policiaes. Por portaras
da presidencia da provincia, de 21 e 22 do cor-
rente, foram exonerados, bem do servico publico:
Francisco Velloso da Silveira, de 1." suptente do
subdelegado do districto da liba das i lores, no
-termo de Bonito ; e Luiz Bandeira de Mello, de 3."
supplente do subdelegado do 2." districto de Una.
Instituto arclieologiei c geo^ra-
pli'o. Deve ha ver hoje sessao ordinaria para
eleicao das roiuuissiles da casa.
Sciiad.- Encelamos hoje em a nossa 8.'
pagina a publicarn da discussao ha vida no senado,
por oceasiao de se ti atar do projecto de resposta
falla do throno.
iYdmnistraeao dos ennrios.-Sendo
o corrente mez de 28-dias, a repart expedir amanh ao meio dia as matas para as
agencias da Victoria, Grvate, Bczerros, Caruar,
Altnho, Ipojuca, Serinhiem, Rio Formoso, Barre-
ros, Iguarassii, Goyanna e Itamb, as quaes cos-
tumam ser expedidas nos dias 2 e 30 de cada
mez.
Seminario de Oliiida. Abro-se na se-
gunda feira (3 de man/)) este estebelecimeiito de
edueacao religiosa.
IViekeL O dinheiro desta espeete, rindo do
thesouro nacional para a thesouraria de l'azenda
desta provincia, eleva-se a 20:00ii000. sendn me-
lada em muela de 200 ris e o restante na de
100 ris.
Viajrem rpida.O vapor eca, (Ui com-
panhia re*/ imjlea, c iiicontestevelmente um dos
barcos mais velozes que atravessam es mares.
Para afllrmar urna vez mais os seus bem merecidos
crditos, fez este ultima viagem de Southamptun
Lisba^em 67 horas I Nao ha memoria de outra
viagem tao rpida entre Inglaterra e Portugal,
Accresce que o eca em cbmuiodidades .e em
assek) um dos mais bellos barcos que navegam
para o Brasil.
Fui transito.O Neva trouxe seu bordo,
enwiagem para o su) do imperio, 178 passageiros.
Dinlieiro. O vapor inglcz Neva, lavou de
nosa praQa para a do llio de Janeiro, l:82b'000.
Concert ciu Olinda. Dcixa de ter lu-
gar o concert annunciado para boje, por motivos
independente dos artistas, o qual ter lugarjquan-
do de novo for annunciado.
Criminoso. -Foi recolhido casa de deten-
fio, como criminoso de morte no termo de Santo
Anteo, Francisco Caetatto lbeiro.
Morte e ferimento.-- Pelas 9 horas da
noite de 23 do corrente, no lugar denominado
Ferraz, do districto polica* do Poco da Pancha,
Manoel Bamos da Silva, conhecdo por Chibio,
achando-se em casa de Francisco Carduzo, tra-
vou-se de raides com este e assassinou-o com urna
faeada. Chegando infelizmente nesse numnto
Joao Felippc de Souza, irmao da victima e como
era natural exigiudo de Manoel Rauios_que lhe
de. larasse pelo que havia morte seu inno, rece-
beu era resposta duas facadas.
Em seguida evadio-se o delnqueme; que nao
fique porem impune.
Conflia-to e ferimento. Antes de bon-
tem pelas 11 horas da manha ano principio da
roa Imperial, travaram-se de razos Manoel Auto-
no da Silva e Clementino Machado Breves, resul-
tando do conflicto ticar ferido o primeiro, e ser
o segundo preso em flagrante.
Aranas dere/.as Pela delegaeia do Cabo
foram appreheudidas nove armas prohibidas, que
tiveram o conveniente destino.
Coiupanhia l'crnainliiii-aiia." Por
ordem superior Oca transferida para o dia l. de
marco, a sabida dos vapores Ipojuca e (liqui,
para os portes do norte c sul.
Carne podre. Ainda hontem foram lan-
zados ao rio, por ordem do Sr. fiscal de S. Jos,
cento e seis c meio kilos de carne verde podre.
Nao haver urna punicito a impor-se aos desal-
mados que insisten) tao tenazmente em envenarem
a populaco dessa maneira?...
Ponte ala Boa-Vista.Foi julgada total-
mente arruinada a ponte de madeira, segundo o
parecer dos peritos que a examinaram, c o qual
daixamos de publicar hoje, por atJlueuca de ma-
teria.
Thcatro. Estrcar hoje no Phantasmi
branco, que sobe scena no theatro de Santo An
tonto, a Sra. D. Joanna Januaria, chegada ltima-
mente da corle.
Sociedad- reercativa naiva unio.
Aflluiram aos bailes carnavalescos dados por
esta corparacao, ra do Baro da Victoria n. G3,
cerca de mil mascaras as noites de 23, 2i e 2.1,
aluin de um crescdo numero de socios a visitado
res. As salas estavam ornadas com elegancia e
simplicidade.
Governo do !ispalo.-^cliani-se na se-
cretaria respectiva as sepuintes owpcnsas matrimo-
niaes, vindas da nunciatura apostlica no Bo de
Janeiro, com autorisacao do Exm. e Bvm. Sr.
bsno diocesano para despacha-las :
Antonio Berliuo da Cruz c Francisca Maria da
Conceico.
Antonio Moreira da Silva e Alexandrina Maria
dos Santos.
Antonio Cardozo da Cmara e Apotema Mara
Gomes da Cunha.
Claudiano Bezerra Cavalcante e Rachol Enedina
Araujo Cunha.
Francisco Paraba de Mello e Mara Gomes da
Concccao.
Francisco Vieira de Menezes e Joanna Maria de
Jess.
Felisberto de Moraes Novarro a Maria de Nnvaes
Navarro.
Joao Felippe de Souza Araujo a Josepha Guedes
de Moura.
Jos Correia de Moura e Maria da Conceico.
Jos Honorio Bezerra de Menezes e Bemviuda
Bezerra de Menezes.
Joaquim Jos de Sant'Anna e Alexandra Ma-
ra da Conceico.
Joaquim Jos de Andrade e Maria Thereza da
Conceico.
Joao Baptista do Nascimento e Izabel Maria da
Conceico.
Luiz Tavares de Araujo e Candida Maria de
Mello.
Manoel Henrique Pcrcir de Lucaoa c Mello e
Lauriuda Mara Phikimena de Mello.
Manoel Correia de Oliveira Lima a Isabel Fran-
cisca da Cunha.
. Pedro Celestino da Silva e Josepha Maria da
"Coaceieao.
Elias Jos da Silva e Cosraa Maria do Espirito-
Santo.
Avelino Alves de Souza e Joaquina Elvida de
Souza.
Lotera.A quo.se acia venda a 41.' a
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Conceico
dos Militares, que corre no dia 4 do moz vudouro.
Leilao. Hoje tffecla o agente Mai tin-, s
H horas-do da, o leilao de movis, conforme est
aununciado, na casa n. 27 da ra da Palma.
Passaeiros.Vindos dos portes da Euro-
pao vapor Neva:
Edouarde Mettler, Mara Metlk-r, Rosa Schittli,
Richard Gale, Joaquim Narciso da Silva, Antonio
Pereira Diniz, Joaquim Antonio Rodrigue Sobri-
nbo, Augusto da Costa Guimarcs, Manoel Martins
Ribeiro, Serafim Alves Rodrigues, Jos Gomes Viei-
ra, Bente DomingosSerra, Joaquim Antonio, Fran-
cisco de Souza, Manoel Martins Pelojo, Jos Gon-
oalvee Macaos, serafim de Azevedo, Joaquim Pa-
reara, Jos .Aitonio Ramos, Jos- Francisco da
Silva.
1 Septum para o 1*1 no paquete inglcz .Y M :
Cosme Emilio o i criado, Francisco Corbinano
de Arantes Fran >. Antonl i Albuquorque, Jos 'J..
Fcrreira Velloso, T..Darte de CantaJiep, Manqel
Goncalves Pereira Luna, E l'aivi, Constantino
Jos Ferreia Pinto, Jos da Fonceca a Silva, Joa-
quim Nunes, Antonio dos Santos:
Vndos de Mamanguape no vapor nacional Ca
ruripe :
Vicente Filixaba, Pedro Guida, Bernardno de
Salles Ramiro, Antonio Ferreira Borges e I escra-
vo, Jos da Costa Pereira, Antonio Raphacl de
Mucedo, Antonio Domingos Maia. Evaristo Gomes,
Galdno T. Pinheiro, Quintino l'avao de Vasconcel-
los, vigario Fredcrico do Abncida e Albuquerque,
Manoel Lopes Angelo, sua senhora e I criado, Joao
Lima, sua senhora, 3 lilhos c l criada, Custodio
Rodrigues Ferreira Can, Jos Luciano de Macado
Zeca e Ficmino Alves de Macado.
Casa de aletenco.Movmcnto do dia
26 de fevereiro de 1873 :
Exstiara (presos ) 345, entraram 3, sahio I,
existem 347.
A sabor :
Naconaes 226, mulheres 13, estrangeiros 42.
escravos SI, escravas 13Total 317.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 273.
Movimento da enfermara do dia 21 de feveren
de 1873:
Tiveram baixa :
Benedicto Gomes da SilvaHhcumatismo.
Joaquitn, escravo de Franciseo Rbeiro Pinto Gui-
marcs Cephalalgia.
CHRONICAJlHWMRlai
Tribunal SESSAO JUD1CIARIA EM 2i DE FEVEREIRO
DE 1873.
PRESIDENCIA DO EXM. S8. CU.VSEUIEIRO ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
Secretario, Julio Gaimaraes.
Ao meio dia declarou-se aberta a sessao, estan-
do reunidos os Srs. desembargadores Silva Gui-
maraes. Res e Silva e Areioli, e os Srs. deputa-
dos Olinto Bastos, Candido Alcoforado e Lopes
Machado, faltando com participaco o Sr, depu-
tado Reg Medeiros.
Lida, foi approvada a acta da precedente sessao.
O escrivo Albuquerque registrn o ultimo pro-
testo de letra.a 21 do presente mez, sob on
2,717 ; e o escrivo Alves de Brito a 18 do dilo
mez, sob o n. 2,641.
ACCORDAO ASSIGNADO.
Embargante o barao de Campo-Verde, embar-
gados os administradores da massa fallida do
Amorim, Fragozo, Santos & C.
lULGAMStVTOS.
Juizo especia! do coinmercio : embargantes ap-
pellantes autores Guimaies i Goncalves, embar-
gada appellada r D. Mariana Augusta da Rocha
Bastos ; juizes os Srs. Silva f.uimaraes, Reis e
Silva, Olinto Bastos e .'andido Alcoforado. Foram
desprezados os embargos.
A pedido dos Srs. Sealados adiaram-se os jul-
gamentos dos feitos em que sao partos : appcllan-
tes Rabe Schmmetteu & C, appellado Joao Perei-
ra Moutinho ; appellanlo Domingos Pinto de Frei-
tas, appellado Antonto Ferreira Braga.
Nao estando presente o Sr. deputado Reg Me-
deiros, nao foi por isso proposto o feito adiado na
sessao paseada, entre partes : appallante Joao do
RegoLima, appeliadus Barbosa i C.
ACGRAVO.
Jiiizo especial do commercio : aggravante An-
tonio Montciro Ferreira da Silva, aggravados Sil-
veira A C.
O Exm. Sr. conselheiro presidente negou provi-
mento.
Encerrou-se a sessao meia hora da tarde.
COMMUNICADOS.
laliiii*ie-ata;alo VII
Continuando a apreciar os actos da administra-
cao actual, vemos que o Exm. Sr. Dr. Pereira ale
Lucena, se torna cada vez mais credor da estima e
considoracao publicas.
A opiniao publica cm geral se mostra satisfeita
com a administraco, c deseja que seja duradoura ;
entretanto alguns descont .tes se teem erguido
contra essa mesina admitiistraco til e proveitosa
em todos os sentidos, atiranuo-se descommunal-
mente contra S. Exc, a quem inimoseain com ep-
thetos que nao merece c a quem censurara, aecu-
saui e injuriam racsmo'sem motivos que autorisem
semelhanta tratamento.
Nao usamos das represalias, que devem ser abo-
lidas as discussoes seras, c servindo-nos da lin-
guagem civil c delicada em coinpcusacao da que
se ha empregado varias vezes, passaremos a op-
por algumas consideraQoes a essos solados julzoe
com relacao admimstrac^o da provincia.
Sao injustos e por dentis injustos os que, inver-
tendo os factos, tiran! dos aeonleciuientos mais
dignos de apreco c consideracio pontos para
exprobrajocs acres e destituidas de fundamento.
O ardor da poltica traz a xageraco, fazeudo
esquecer os principios de justiea que a nobilitam ;
mas a reflexo cedo ou tarde mostrar semprc a
verdade.
O procedimento do Exm. Sr. eommendador Lu-
cena ainda nao forncea opportunidade para que
sejam por tal modo depreciados os actos de seu go-
verno que, iucontestavelmente, teem sido indepen-
denles e imparciaes, salvo o juizo apaixonadodeum
limiadissiino circulo de descontentes (|ue, entre-
tanto, j fueram a S. Exc. a justiea que hoje, com
sorpreza nos-a, desconhecem I
Os que com calma vo acomanphandfl a marcha
dos negocios administrativos, nao cessam de pres-
tar merecida homenagem ao administrador Ilus-
trado, que tem sabido tomar una attitude condig-
na do seu carcter e indicadora de suas inteucocs
bastantemente manifestada;: cm ama serie de factos
bem aceites c applaudidos, repetimos ainda, por
caracteres importantes do partido liberal.
Os que duvidavam da posibilidade de se admi-
nistrar esta provincia com a nigarcialidade embal-
de desejada, vem com saJisfaajao, que S. Exc. nao
se tem afastado do terreno dos bons principios e da
Iegalidade ; nao transige DO cumprimente de seus
deveres para lisonjear ateresses indvduaes a ha
procedido de modo, que M seus actos produzcm
os banaficos resultados exigidos as questoes de
publico interesse e as oecasioes criticas e mo
mantesas.
vas porque se maoifeslan) tao c-tonsivamente
contra Exc. ?
Por mais que analysenv ntecimeatos, nao
podamos lobrigar a caus& legitima; s vemos
transparecer o despeito dos que isso sao levados
por consideraeoes, labres, que nio nos dado pres-
crutar.
Quaes as inconsequenciu dos actos de S. Exc,
que provocara lauta ogerisa t
Nao ha ; e contra os que tal afirmara, ap-
parecem protesta ido em todos os jornaes conser-
vadores e liberaes honestes, que una ooce, fazoin
a S. Exc. justiea e o considerara as coiidieoos de
administrar a' provincia cora a independencia e
terca de vontade com quo tem firmado todos os
seus actos.
Os servaos prestados por S. Exc. a causa pu-
blica, as importantes o complicadas commissoes
de quo se tem encarregado, o mais solemne des-
mentido aos que, no furor do despeito e na ausen-
cia depravas oue fundamcnlein as suas injusta*
aecusafoes, assaeaiu-lhe baldona c injurias.
No Cear, como chefe de polica, prestou S. Exc.
relevantissimos servicos, dedicou-se exclusiva-
mente preveueo e con -. ccad do crime, tendo
obtdo pela- sua mcaneabiUdade a prislo do cri-
mnosoj em numero superior a 800.
No Rio Grande do Norte, manteve sempra urna
attitude independente e franca, conseguiudo aira-
vessar o difflcil periodo da lucia eleitoral, sera ex-
citar os odios de seus adversarios.
Nesta provincia iudivijada e sobreearregada de
oneroso emprestmo, vai S. Exc. manteado o equi-
librio das financas, cortando as fabulosas despezas,
que diariamente ropetiam-sc, esendndo os con-
tratos projudicaes; prohbindo as concessocs fa-
cis, e tornando providentes os oreamento's das
obras contactadas e arrematadas, no intuito e lou-
vavol empenh) de salvar os cofres publicas dos
compromssos, que teem concorrido para o seu cn-
fraquee imente.
Tem S. Exc. se tornado, no cacto periodo de
sua administraco, um perfeite protector da jus-
tiea e da honestidade; atiende os reclamos da im-
prensa sensata, verdadeira orgo da opiniao publi-
ca ; ampara o direito do fracu, profliga a fraude c
a violencia e corrige os abusos que ja vo consti-
tuindo urna le revogadora dos principios mais
puros o salutares.
Entretanto, assm procedendo, dizam os descon-
tentes, que a sua juslifa tem limites, s vas ao
fraco e poupa o superior, que pode punir sua ou-
sadia.
O que das pravas para correorar lal allega-
cao filha do odido c do despeito?
Nao foram exhibidas e nem o serao; porque de
encontr se ergue o expediente com regulari-
dade nubcadruia fnlha uflici*|, ondOfcse ral
S. Exc. consiilera nina verdade a iguaidailo da
lei. que cntao era tima flrfto ; que S. Exc, fh
m modo'qHe oenswa e corrige o empregado
subalterno, cenjurae btrjipe o raais alteraenie
collocado oque giranocirculo de suas attribui-
cues como se v em canos espedientes j publi-
cados c l-sc no oflico (jirigido ao coronel com-
mante superior da guarda nacional de ttirnnhuns,
publicado n Diario de l't do crvente nez.
Sim. o expediente prava a convencer, que S. Exc.
em vez de ser o administrador rmulescendente e
11 miih) no duer dos descontentes, um adminis-
trador illuslrado. enrgico e independente c que
nao aceita os interesses poljticps e as convenien-
cias pessoaes, com preterico dos interesses pbli-
cos e das conveniencias peraes.
Apreciando a successao dos actos administrati-
vos encontramos um extenso capitulo que vem
contestar o dizer dos descontentes, a sendo isso
enfadonho escolheremos os mais nnlaveis e para
ellos chamamos a atten?to do leitor atiente ao*
grandes acontcciincntos da provincia, cuja admi-
nistraco quasi seuipce procurada para o alvo. m
dos desabafos e dos enredos da poltica.
[fessa peea offlcal v<}- e, que vo sendo demit-
li.las as autoridades policiaes acoimadas de negli-
gentes e desidiosas, para seren substituidas po*r
pessoas em condi.oes favoraveis ; notando-sc que
na escolha desses empreados S. Exc. se desvia
da poltica para apreciar o mrito, predicado es-
sencial em taes nomeacoes.
Ve-se ainda, que S. Exc. nao se tem descuidado
da puiiic.'m dos criminosos e que lia empregado
esforcos, para que sejam capturados e punidos os
que, ha muito processados, vivera infestando di-
versas localidades, afrontando o poder publico,
protegidos por influencias malficas, que procu-
rara loralos a acea) da justiea e evitar a sua
punicao.
. No proposito de augmentar a reccita da provin-
cia a liscalisar as rendas publicas, acaba S. Exc.
de fazer um regulamento para a cobran.a, DOS
prazos legacs, dos impostes lancados ou outros
quaesqiier que devem ser pagos as villas e po-
voados, excepto os das sedes das coUedOnar,
em qne funecionam ns collectores. como se v no'
txpediente de > do corrente, publicado no Diario
o/hcial sob n. 38.
Inconlestavclmenle, esse procudiiiiento da S. Exc
de subido alcance, por isso que a arrecadacao
de diversos impostes e mxime o de 25i>00 sobre
cabera de gado vaceum cargo das coHectorias,
era fi-ita em varios lugares por pessoas commis-
sinnadas pelos collectores e boje realzada, segun-
do a letra do regulamento, por empregados allan-
tados, sero fiscalizadas e canamente produzirao
um cHcito superior ao que (lava a cobranca per
commissoes independentes de fianca.
Visitando o arsenal de guerra c reconbecendo. -
que esse ostabclecimento nao offerece proporeSS
para ser augmentado ou inelhorado, resolve?
S. Exc. mandar sustar a execuco das obras exi-
gidas pelo respectivo director, solicitando oppor-
tunaraenli- do governo imperial autorisacao para,
fundar, em local apropriado, um outro arsenal
que preeneba convenientemente os seus fins e
corresponda a impoitancia da provincia.
Nestas vistas noraeou urna conunisso para.es-"
eolher o local apropriado a organisar a planta e
o respectivo on/amente, como se le uo expediente
de 6 do corrente mez, publicado no Diario officil
sob i. 38.
Quarendo providenciar cora verdadeira conhe-
cimente sobre os inconvenientes da illuminacao
gaz que faila de modo prejudicial, acaba.S. Exc.
de nomear urna commissao de engeubeiros para
proceder a um rigoroso exarae sobre os effeilus
da prensan o do poder Iluminante, nao s da jl-
Inmlnaclo publica como da particular, como u le
no expediente do /. do corrente, publicado no-
diario oficial sob o n. 34.
Do que Mea exposto v-sc. que S. Esc. conti-
nua com sincera perseveranra a remover os malos,
supremos que amgiam esta provincia c qui vae
mostrando achar-se cima das conveniencias e
exigencias da poltica.
Continu a proceder do mesmo modo, desproe
essas aecusa^oes tystematicM e sera razao de ser,
contanto que no fira da sua fecunda e auspiciosa
administraco sahir ao como desejam os descon-
tentes, mas radiante de gloria c cora a palma do
um esplendido triumpho.
Felizmente existe una opiniao publica Ilustra-
da que apreciando o verdadeiro inerecimento oVi
S. Exc. e os seus importantes servicos lhe far
justiea.
BecifeFevereiro1873.
F. ".
i
f
BUCACOES A PEDIDO.
I.. P. liO|es ao |iro(eto do Mr.
S>\ a't'ina (le l;niiir.
Era attenc.ao sonicnte ao respeilaval publico rc-
nho dar urna succinta resposta ao destacado pro-
testo do tal Severioo Jos dos Santos Aguiar, pu-
blicado no Diario de 23 do corrente ; e se nao fcra
o amor qne lenbo inhiba reputarn, e o respailo
s pessoas a quera devo consideradlo, entregara
ao mais expressivo desprezo aquella peca de ra-
quinlado cyuismo.
Essa resposta a mais eloquente que posso dar
questo, o consiste em provocar o dito Severino
de Aguiar para que, sem perda da tempo cura
pra a sua promessa feita no seu publcate
protasto : porque ser no juizo competente que es-
se Severino, j tao clebremente conhecdo, mais
urna voz sa exhibir como um ingrato calumniador
e falsasio, contra todos aquellos de quem tem if-
cebido confianca e favores.
Eu o fico esperando, e nao tarde.
Recife, 26 de fevereiro de 1870.
l. p. Lopes-
Carnes, verdes.
Paira H. Exc. olr. presidente da
provincia apreciar.
Consta-nos que o parecer dado polo oSr.I'r.
Moscoso, romo vereador da cmara municipal,
sobre a fallada peticao dos talbadores de cars
verdes, em nadafoi favoravel a associacio Amor
Beneficencia dos talbadores de carnes verdes.
As inforniacoes inexactas ; falta de cabaea
ei-nhecimentos deve-se attribuir os equvocos e
ausencia de verdade d aquelle parecer, pois deve-
nios fazer justiea inteireza de carcter do Si.
Dr. Moscoso. S. S. foi, e est Iludido.
Ao Sr. Dr. Moscoso, como a cmara municivJ,
explicronlos oque ha, afini de que aquelle pare-
cer produza um alfeto eontrario aquello que te ve
era vista quem osou abusar da boa te do Sr; Dr.
Moscoso.
Entre oulras cousas de mo cITeilo, assevean
doo Sr. Dr. Moscoso cm seu dito parecer (por ou-
tras palavras) que a sociedado dos talbadores era,
romposla de gente runn, cabangueiros, campia*,
etc. parece-nos que collocou aquella associace
na mais degradante persicao peranle a cmara niu-
nicipaJ, que lera de julgar do direito de uua sua
|)etc.io.
Nao. E' raister que se diga alto e bem alto,
que o Amor o Beneficencia dos talbadores de car-
nes verdes urna associacao dujna de respeito .
como todas as outras suas irmfs, coraposta de
homens pobres sim, mas honrados, de homens
obscuros sim, mas de pondunor; porque a honra}
a vergonha, o bro nao sao cousas que soraentc o
ouro compre.
. De modo algum admitliremos que se pretenda,
julgar a companhia de seguro, monopolisadera tie.
carnet verdes, ou associacao d>s marchantes mais,,
digna de respeito e attencio que a associacao ot>
talbadores.
Desta vez, nesta momontosa questo, a justiea
ha de decidir-se sem procurar saber era qup con,,
cha da batanea este a moeda de oure.
E' vordado que na associacao dos talbadores ba
homens ruins, como em todos os corpos conecti-
vos os ha ; mas, e justamente para expurgar a
corporaco desses raaos membros que essa asse-
ciacao pretauda, e pretende cora lana ju.sti.a, que
o alcancapi cercar-se de garantas a sombra des
quaes possa florescer e tornarse rcspeilaval como,
as demais sociedades.
E' cora esse nobre intuito que os lalhadores de
carnes verdes, reclamara da cmara municipal
una matricula para os que so quizerem dedicar,
aquelle genero de vida, mas qual s dever f
admittido quera apresentar urna gm'a de capacj-^
dade, passada pela assocagio, nica do caso ge
poder jubzar do prctendente
E' com esse nobre intuito, que os telhadores a,
carnes verdes querem banir do seu gremio o *-
cra\, esse individuo que nio tem signifJcacSo mo,
ral na sociedado.
Para que o publico melbor julgasse do direito c
justiea que assiste a oausa que ora se agita peranh.
a cmara municipal, parece-nos que jma muito
conveniente a publicarlo dos estatutos da socied*-.
de dos talbadores; visto como, do estatuto delles
se conbeceria quaes os fins elevados dessa asso-
ciaco, impondo siloncio aos seus calumniadorts.
0 espectador da tomara.



"'I1

Diaio dePernambuoo Quinta feira 21 de Fevereiro e 71
frjip^^^u agricultor quo goeto de ler
{ os, jofifaoB,da Mnha *o.vineia, e agora tenho lulo;
cora praz'et oepfedieule da presidencia pa |,rovut-
cia e Drifl^inie imnarpialidade, que vio carac:
terisando as ordns do Exm. Sr. Dr. Luceua,
eeeio que iremos rauito melhor do qne coru os
_s,eufl,antoceores. Pira miai est decidido, que
os melhores presidentes que tem tido Pernambuco,
aie os filhos dos agricultores porque cuidan> da
poltica com iroparcialldade, c ao mamo tempo
o bem da nossa provincia.
i Qwwinde o Eun. Sr. r. Lacena como vai, que
*s Mciutahucapo* independemos Ihe scnio grajos
-: Inc faiio justica.
' Nao tenho a honra de cooheccr o Exm. Sr. Di'.
Lttcena, porisso no aereditem que o quero li-
Engenlm (iuijaii de Haixo, 20 de evereiro de
. .1873.
Jos Francisco de Sonza Uo.
%
Sr. redactor. Nao est nos meas liabitos iicar
m silencio, quando vejo o publico melhorar.
Hivia in:iis do um auno, Sr. redactor, que usie
2. districto do termo do Recife se achavaseni de-
legado do p ilii.ia, e vendo o cuidado que vai toado
nasua ajiiiiaistraead.o Exm. Sr. Dr. Lucen i, j
estava com algumapatarras escriptas, para o sau
jornal, clianando a Mtelo de S. Exc. para este
Cacto, tanto mais inexplioave' quanto n'esta fre-
i.ueiia existent maitas pessoas capazes de exercer
tal cargo.
'Finalmente sou agradavelinente surprehendido
com o.appareeinieiito da nomeaeao do Sr. Dr.
; Amaro Joaquim, da Fonceca e Albuqurque.
Nio coaheco do perto o Sr. Dr. Amaro, porm
jpelr quu oa.u dizer, um cidado intelligente,
e> prudenu a praeo, e por isso dando parabens aos
habitantes d'este termo, espero que o Sr. Dr.
Amaro faca justica no exercicio do seu cargo, e
observe com escrpulo a le, sera perder de vista
o joven subdelegado do 1 districto, que quer eri-
gir a sua vontadeem lei.
linrja de Baixo, 2dde fevereiro de 1873.
Jos Francisco de Souza Lelo.
CfHRWL
PERNAMBUCO
Descorita lettras de cambio, de Ujxra
quaesquer ttulos pblicos.
Recebe diuheiro etn couta corrente simples,
era conta corrente com juros e pqr let-
tras.
Eacarrega-se por commiso ,de operaco bancana.
O expediente principiar s 9 horas da
manlia e lindar s 4 da tarde.
Ra do Vigario n. 1, primeiro an-
dar.
Capital
Fundo
Segur<> iMuilra-ftigo
COMPANHIA
INORTHERN.
.... 20,000:0005000
de reserva. 8,000:0008009
/ Agentes,
IfiU Latkam & C.
RA DA-CRUZ N. 38.
l'.iujj'c/.ii di> gazde Pernaiulmco.
94 leuanrcM HIhi. e Exm. Sr.-Tenho a honra de aecusar a
reeepco do ollicio de V. Exc, de 22 do corrente,
recebido boje, acompanhando urna copia do oflicio
do Sr. Dr. Tiburcio a V. Exc. em 17 do corrente,
<> qual ja.o tiuha lido as paginas do Diario de
boje.
Nao era de mtnha intencao dar a V. Exc. por
ora bjabalho com correspondencias sobre a ma-
teria em questao, se a isto n;lo fosse obrigado
nWo paragrapho, aceusando-me de ter imputado
motivos indignos honrosa cominissao nomcada
por V. Exc.
>. Se nos uieus ofltcios pausados bou ve alguma
phrase que podesse ser construida por qualquer
pes*oa sensitiva, como una insinuaco contra os
motivos da commissao, posso-asegurar a V. Exc.
que foi involuntaria, |wis tenho plena confauca
no ultimo resallado das suas inveslgacoes.
O que eu lenho, nao insinuado, porm manifes-
udo o beni claro, que qualquer conclusao de-
rivada das expe encas, como as fez o Sr. Dr.
. l'wuri-io (uo.a commissao) necessariamente seria
sem valor algum. Minlias declaracocs tem sido
aseadas em fu-tos, muitos d'js quaes tem passa-
. da con-'lu-o a que a fommissao podesse chegar :
-. ra claramente do meu dever denunciar quaes-
quer irregularidades em obter as bases sobre que
tal conclusao havia de ser formada.
. Sejneu modo de proceder preeisasse de j usti-
iicaco, encootrava-a no ollicio do Dr. Tiburcio,
- publicado no Diario de huje, e do qual V. Exc.
W dignou euviar-mo urna copia. Neste ollicio
. Sr. Dr. Tiburcio admitte inais ainda do que
Ihe aciiusei e oonfessa que com o ntrunieuto
O inais exacto e approvado, boje em: uso, nao
IKuha clir'ara um resultado exacto, a respeito do
numero da velas correspondente a llaimna do
jraz, e quo querendo alcancar una condusao mais
exacta elle altera o disco, e naturalmente aehou
qu o tinba inufalisado.
Agora o photometro de Bunsen que o instru-
mento cima referido, o producto de muitos
anr.os de estados e experiencias, e o disco foi fa-
bricado por Sugg de Landre*, f;ibricaute o mais
attamonte reputado para os apparelbos, degaz.
Quo o Sr. Dr. Tiburcio nao poda fazer expe-
riencias exactas com este inslruiuenlo cuja sabia;
porm qoe elle enteudesse-de raellierar o disco, e
melhorar {*) de ta! maneira, escurecenJo um lado
com tinta b coliriivlo o outro coin mu pedazo de
papel ensebado, nae acreditara, se eu mesmo
na tiv sse visto ese elle nao o confessasse.
Gonheca pnefritamente o systema. de Count Uun-
ffd c referido pelo Sr. Dr. Tiburcio, porm tem
siJ,i assa systeina gurulniente abandonado, em
favor du mais simples e mais exacto plano inven-
tado por Bunsen.
Era ctmelusao venbo declarar a V. Exc. que
sxonew QteiranMBle a commissao de ter concor-
(Kdo no toethodA de manipular o disco emprega-
dopelo 'r Dr. Tiburcio, e ainda que eu tenha
toda a t na ultioia decisao da commissao; peco
cenca para lembrar a v. Exc. que o Sr. r. Ti-
burcio,Jliscal da illuminacao publica,como membro
du cunmissio, aecn^pa "ao mesmo lempo os lu-
8de icciisador e de jote.
ftenovo a V. Exc. es uieus protestos de alta esti-
ra. e consideracao.
Deus guarde a V. Exc. -Bita, e Exm. Sr. com-
aiendador lienrique Pereira de Luceua, mui
digno presidente da provincia.Thewloiv Ncwbij-
i'" i, gerenle!
O estado e a igreja.
Hotroios na q lansuia, e eis'ine as vultas com
ven ai'ticulista A. dr Siqtteira.
O rapai di'<'a feta sahio-se da grividade inte-
rior estudada mmieamenla ao espelho, para se
caracterisaM pelo Jornal d* Recife ora em.Julio
Sim o, ftr* em Luifrre. Eu tesando, .deSc
. qu'ii'i, como o maior plagio e copilador do se-
ea!o.
Para que entrrmos em discusso com .-l de Si-
mura, se as d.citrinas apregoadas o Jornal
< i Recife estao mximamente eondemnadas pr>r
nao passarem de verdadeiras utopias.' Se vejo
nWlas sniente os mmMi doiirados de mancebo
-quo pretende um luuar na diplomacia brasileira,
para o que j por duas vezes viaiou Europa
par-obra e graca do Espirito Santo ?! Se vejo a
(dado iroleiniosa do urna nMrMwlf presente
e faln ??
-Mas nao A. de Siyii'ini um vulto, e a histo-
ria Ihe far a devida c reverente jusca, recoobe-
IMttdo-0 cuino um athleta das liberdades publi-
CAS-; a as gaotes futuras, levadas pela con-ciei-
n do dever e da gratidao, nao deixarao de man-
Jirerguer na praea 4" capim urna estatua a .1.
de .li'iueira. que deber para recordacfio das lutas
- oVboje, trazer iia/tiio direit&vani badalo de sino
'i a durmta da iJreJa, na oaquerda
syniboR8a4j,l I06"3
em formaNte g"1"10
]ue recordara ai luta-
ta Imprensa.
l'.iMliark. Tiiiers, G:i,our*,Tsba! Napooo I,
Garibaldi, mu das rinlias belo-/su.s-,t3.iodos
os fosaos hitos, hoja nada sao. A. de 8u$eij"Jk
ros eclipsoo.
E te sado, A. dk StQUIBA
2iJ de fevereiro de 1873.
SEGUROS
M4R.TM
CONTRA O FOGO.
A companhia Indemnisadora.estabelecida
nesta praga, toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias o mobilias; ta
ra do Vigario n. \, pavimento terreo.
Seguro ooHtra-fogo
THE LIVERPOOL & LO.NDON & GLOB
INSURANCE COHPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS & C.|
11Corpo Santo-<-ll
COlPANHir ALLUNC4 |
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na-Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0005000.
Toma seguro de mercadorias e diuheiro a
risco martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, gneros e fa-
zendas.
Agente : Joaquim Jos GoBQalves Beltro,
ra doCommercio n. 5, Io andar.
PRAGA DO RECIFE 6 DE FEVEREIRO
DE 4873.
AS 3 1/2 HUllAS DA TAUDE.
Cotac8cs oficines.
Cambio sobre Londres a 90 djv. 26 3|4, e do
banco 26 1|2 uor U. hontem.
Dito -sobre dito a 90 d|v.' 2o 1|2 e 26 |8 pir 1,
do banco, boje.
Cambio sobre Hamburgo a 90 d|v. 448 rs. por
lt. M, banco, hontem.
Cambio sobre Pars a 90 d|v.354 rs., e do ban-
co, 357 por franco, hontem.
Cambio -sobre Portugal a 90 d[v. 10J OrO de pre-
mio, hontem.
Dito sobre dito a 3 d|V. IOS 0|0 de premio, ban-
co, hontem.
A. P. de Lemqs
Pelo secretaria;
Leal Seve
--,.__ Pu-rnresidcute.-
.1. de S.
ALFANDEiiA
Uendimento do Jia t a 25.
dem do da tt......
948:7o3J946
30:981 #499
979:7359i-)'
Descarregam boje 27 de fevereiro de 1873
Uarca francezaFgaroi atracada na ponte) mer-
cadorias para alfandega.
Vapor ingles Clirusoiit* mercadorias para
alfandega.
Patacho italiano Marghertta varios gneros
para o trapiche Goneeioao, para despa-
cliar e vinho para deposito no trapiche
Caoba.
Lugar ingle,Can. tidas ja dspcbadas para o caes do
Apollo.
Brigue austraco Rosibui farinha de Irigo j
despacha a para o caes do Apollo.
Brigue inglcz Mura bacalbo j despachado
para o trapictie Conceicao.
Patacho norte-alleffltso Uormnlcmercadorias
para alfandega.
:0WMIBfll6
COMPANHIA
Phenix Pernambueana
Toma riscos martimos em mercaduras,,
Trotes, diuheiro a risco e finalmente de qual-
tjtter naturraa, cm Taporcs, navios vela ou
bardtfgM, -premios mu ho- mdicos-.
' SEGUROS
i l I \ I I I I) i 'lili 'II Qi
llll]01'!l4>ll0.
Vapor in(/lez -Nkva, vind'i dos torios da Euro-
pa, consignado a Adamsnn Houie &C.,mam-
festn :
Lisba.
Agua ingleza 1 oaixa, a M. G. Ferrcira da
Costa.
Conservas 8 eakac, a Guedes de Araujo.
Diversas mercadorias 1 caixa a D. C. Lages, 52
a l'n.-as Si C.
Joias Lcaixa, a Hyvera.it & C.
l.ivros I caixa, a Lailbacar.
Salpicos 12 barris, a RabeJIo 4 C.
Toacimio 50 barris. a Hbello & C.
Bouthanptoc.
Cha 47 caixas a Foncefa k Successores, 28 a
J. M. fhrrot k Klhos, 30 a Lebrc & Ried. Calca-
do o caixas a Rodrigues lrmo & Guimaraes, i a
J. A. Araujo 4 C, 1 a L. A. Siqueira, 4 a Porto
A liastos, 1 a Yaz Leafc 1 a Oliveira Sohrinho,
2 a J. P. Arantes. 1 a s. Castro & Almeida, 1 a
Mendes Lobo k i., i a Faria i C. Chales 1 cai-
xava l>. A. Siqnera. Camisa 1 caixa, a Pereira
Sfinoes & C. Confeicocs I caixa a Cimha & Man-
ta, 1 a Cunha 4 C. 2 a Linden vV^dman.
Di/ersas mcrcadon.'ts 6 caixas firamer Fry ^
C, 1 a P. da Silva 4 Cascao, 1 a Lhidej We/fl-
man C. 2 a Oliveint Sohrinho, I a Kocha 4 C,
2 a Malurino Barro*, 1 a Monteiro Uregorio 4
C. 2 a J. F. Mpei,.' 4 a F M. Silva, 9 a Yaz 4
Leal. 10 a. Yaz Jnior 4 C, i a Burle 4 C.
ritas I caixa, a Bocha 4 C.
Joias 2 caixas a Lolimaon Frros, 1 a Hyver-
nat 4 C. la H. de la Grange, ditas falsas 1
taixa a-SUM e S. & C_-1 a Cuaba 4 Manta.
iJvros i eaixa a W^jdo &-Sooza. Luvas.^
ta, a Hftreira Dias. *
*.MedieaBuentos 2 caixafe>-4A- Caors. Modas!
diV a Joao- Pereirn Mwnbo.
pcL leal xa a Lailbacar, b a J. Nogneira de
Srt, 2 ordem. Plaqu 1 caixa, a Ljlimaim
Frrj. Pelle .le caie4ro 1 caixa, a PJftira Si-
moe 4 c. IVrfui.tarii 1 caixa, aL^BdfeSi-'
queiri
ftufoos lOcaixs'a Alvs Lebre, J3-;3TS>uza
^^V'ivC, 16 a CosuAmorim, 110 UGdmes
Pires, a Correa Bcsga, 10 a Tasso 4 C, W a
Soares maral, Vi a Magalhae* 4 lunao, 6ia'J.
J. Alves. j.
Vapor *acJoH*kG>nuninvinio de Hdntfngua\
pe, maiftst* :
Algolil 6M saccas. a Saunders Brothers 4 C
nlfAWf'ldor flsal da tbesourana provincial de Pernambuco, declara aos cWtflWlntg
os impostorTfiruecnna, quatro e oito por rento e 20i000 por cada pussoa que mascafuor, cargo
collectorta* de Pi d 41ho e Nuarelh, do exercicio de 1871 a 1872, que Ibes llca marcada o
CAPACHOS DE EXPOBTACAO NO DA 25 DE
FYERE1R0 DE 1878
> i Para os portos-do exterior
Ko-aario francez, lean Bapiste, para o Ha-
vre, carregaram: Keller 4C 1W laceas com
8,457 kilos de alcodio.
yo patacho brasileiro S. Luii, para o Havre,
carregaram : Keller 4 C. 102 saccas co.n 13,021
kilo* da algydao.
(OMvio ajcrao Lsmor, para o Canil, c r-
rgaram : Keller &- C 200 saceos com |1,000
kilos de assucar tranco.
No patacho inglet Scotia, para o Canal^car-
regou -: A^fiastos 1.25* saceos com 93,720 Kilos
de assucar" mascavado.
fQjjatacho.brasileir om Jesut, par o Rio
da Prata, carregou : A. Bastos, 227 barricas com
26,141 kilos de assucar beanco.
-r No brigue portugnet Damiao, pa a Liboa,
rarregaram : J. B. G d Silva 1 pa de aedra ;
E. R. Rabello 4 C. 20.saccas com M" Ws de
algodo ; H. B. de QlWeira Jnior 2 barrica com
125 Ifi ditos de assucar branco.
No vapor inglet Donro, para Lisboa, carre-
gou : J. B. G. da Silva 1 caixa com 15 kilos ae^
doce.
Na barca portugueza Luzitanta, para-S. Mi-
guel, carregou: J. dos Santos Silva Lbarrica rom
70 k.iks de caf.
' Para os portas do interior
-* Para o Rio de Janeiro, no brigue pottuguez
Jamao, eairegaram : A L. 0- Azovedo 4 C. 300
saceos com 22,*00 kilos de assucar branco
- Parao-Rio de Janeiro, -no- navio poruguez
Almetuu, earrogou : J. C. R. Fontes 10; pipas
com 4,800 litros do aguldente e 10 ditas com
4,800 ditos da alcool.
Para o Rio de Janeiro, no brigue brasileiro
Pnngp,-arregoa': F. N. 6. Ferreira 400 saceos
com 30,000 kilos de assucar branco.
-r.Pari Natal, no.vapor brasileiro-Zpe/Mca.
carregou : M. C. Antunes 1U0 pares de tamancos.
Para o Natal, na barcaca 7or do Jariim,
carregaram: Fraga 4 Rocha 250 pares de taman-
cos, 2-.voluntes com 36 kilos de doce, -2 barricas
coi 160 ditos de assucar refinado e 16jralumes
com 92 i ditos de dito branco ; para Maro, Faria
4 Fimos 2 pipas e 4)2 ditas com 1,920 litros de
agurdente.
I'araMamauguape, na'bareaca flor dto Nor-
te, carregou : B. de F. Guimaraes 1 barrica -otrt'
65 kilos de assucar reinado.
branca judicialmente, fazendo publicar para isto a refaci dos devedores aliaixo transcripta.
Seceso do contencoBO provincial de Pernambtfco, 24 de feroiro de 1873.
O procurador fiscal,
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado.
COLLBCTORIA DE PAO DALHO.
Relaco da dttida-do exereicio de.187J 1872, proienimte dos impostas da decima, cargo da 'col
lectora de PJo iAIIw.
1
>
[S
-8

i ' ,-i
i i
I
&
CAPATAZIA DA ALFANDEGA Rendimento do dia 1 a 25. 12:03544*8
17:38#5^8
VOLMES SAH1DOS No dia 1 a 25. Primeira porta no dia 26. 3egunda porta..... Terceira porta..... Trapiche Onceie.o SERYICO MARTIMO Alvarengas descarregadas no trapiche da alfandega no dia 1 a 25. Ditas ditas no dia z6. Navios atracados no trap. da alfandega Alvarengas........ No trapiche Conceicao ..... 19,419 llfl 27 .-383- 3 .303008
79 2 2 83
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE t.N'.VMBIJCO
Rendimento do dia 1 a 25. -.43:6763475
dem do dia 26...... 1:846*924
45:5225393
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 25. 178:163*754
dem do dia 26...... 3:564*294
.181:728*048
MBViMENTO 0C-WRT8
Navios entrados no dia 26.
Southamptun e pollos iiiiennedios 15 1/2 dias?
sendo do ultimo porto 12, vapor inglez Ntvd
de 1,653 toneladas, enmmandante II. Bax, eqiii-.
liagem lf'2, carga varios geneivs ; a Adamson
Howie & C.
Mamanguope -13 horas, vapof brasileiro Coruri-
pe, de 222 toneladas, comuiandantc Silva, equi-
pagem 17, carga algodo e outros generes ;
companhia Pernambueana
JV Livcrix.iol Barca franceza Mee, cupilo Geran-
- deau, carga algodo.
SantosPatacho inglez % Boots, rapito Dart-
rhowth, carga agurdente e outros gneros.
Rio da Pi-ata e portos intermediosVapor inglcz
eca, commandante Bax, carga parte da que
tesase dos portos da Europa.
Estrada-Nova.Luiz Pereira de Amorim
Dita.Placido Ferreira Guimaraes
Livrainento.Severina Mara do Espirito-Santo
Bita.Francisco Jos das Neves
Marac nj.-Francisco Jos de Sant'Anna
Vira.ao.-Theetonio. Feliciano de Assis Padiha
Acougne. Antonia Francisca de Barros. Lima
Povoajo da Gloria. Estevo Jos Rengues
Dita -Manoel de Barros Ferreira
Dita.-Joao Alexandre CorreiaLima
Dita. O mesmo
Dito*-Jese Salgailfl de Albuquefque
Dite.^ Loiz Jos da"8ilva
Dita. -Joao Paz da .lacena
Dita. Joa,o Baptista Cabra!
Povoaco daLu.Jv Velloso da Silveira
Dita. -IdaJio Mif andolina de Siqueira
Dita.A inesnia
8
ta
3*240
3*240
5*400
5*<00
4*320
o*4t)0
*40J
4*320
4*120
9*000
17*280
7*560
4*320
::i4i:n
5*400
2*160
4*320
3*240

#097
*097
*162
16J
*129
#16
#162
#129
#129
#270
518
226
#129
#t62
#162
#064
#129
#097

3
#291
#291
#486
#486
#388
#486
#486
#388
#388
810
1A555
#680
#3-8
#486
486
#194
#388
291
s
3*628
3628
6*048
6*048
4*837
6 #048
6048
4 #837
4*837
10#080
19*355
8*466
4*837
65048
6*048
!#488
4 837
3628
C0LLET0R1A DE NA/.ARETH.
1
.
Bom. Jess ni. Honorato Ferreira Xavier 10*800
iu n. 14. T-flermogenes da Costa Lyra 5*400
WU n. 32.-Yieen Anastacio Serpa 5*400
Dita n. 48. -Joaquim Affoim Ferreira 3*400
Onrtwdia n 21. -lexandre Ferreira da Gama 5<4(M)
Hedro II. Josde Mello YatoonceHos 6*480
Riachuelo n.-13,^A fluva de Candido Olympio 5#i00
Wtan. 17.---'Candido Celestino Velloso da Sil-
veira 5*400
Dito n. 2i;Thomaz Jos de Mello 9#720
Barroso n. LOs herdeiros de Goncalo Jos Lopes
de Albnbuerque 5#4C0
Pavsandu n 3.Antonio da Motta Silveira Caval-
eante 5*400
Oka n. 5.Francisca Carolina Cavbante-de Albu-
<|uerque 7*560
Dita n. 9. -A mesiu.-i 8*640
Dita Mi H.^-Major Ignacio Vieira de Mello ltzX)0
Dita n,-17. Dr. Jo* -Maria Cardozo 10*80!)
Hora n, .--Antonio de Lemos Souza Jnior (1*489
ALAGOA SECCA.
Commercio n. 8.Manoel Stares da Fonceca 5*400
Baixa n. 7. Manoel Soares da Fonceca 5*400
Baixa n. 7. --Bente- AlvesPrasini 5*400
Dita n. 8.Joaquim Marques Ribeiro 8*640
Dita n. 13. -JoauuinkFrancsco do Prado 55400
Dita n. 15. Jos JUbeiro-da Silva 5*400
Direita. da Vicenria n. 40. Joaquim (kimes de
Souza 6*480
..TRACUNHAEM
5*400
Pateo da Matiz n 14. -Tnomaz de Aquim Lima
I
a
c
o
1
T3
<
324
162
162
#162
#162
#194
516
#162
291
162
162
226
#239
#486
324
194
162
162
#162
#259
#16!
#162
194
#162
9
S5
1*001
500
500
#500
#500
600
#300
#500
#900
500
500
700
#800
l501
1* 600
#500
#500
#503
#800
500
#500
#600
500
2

!
12*125
63062
6*062
6*062
6*'62
7*274
I6
6*062
10*911
6*062
6*062
8*486
95699
18*187
12*123
7*274
6*062
6*062
('.062
9#699
6 062
6*062
7*284
6*062
2
i
Bom Jess n. 1.- Honorato Ferreira Xaviir. venda 4*800
Dita n. 11.Hermogenes Manoel de Castro,- dita 24400
Pedro II.-^-Terencin AlbaUo Ferreira, dita 4 800
Soledade n. 20. Miguel Firniino dos A ojos, dita 1*440
ALAGOA SECCA
Baixa n. 8. -Joaquim Marques Ribeiro, venda 3*840
TRACUNHAEM.
Pateo.da Matriz n. 14.Bento Barboza do Sacra-
mento, venda 2*400
Nova n. 14. Jeromino Barboza de Almeida, dita 960
LUGABES DIVERSOS.
ElilTAS,
Cha-do Carpina n. l.Jo Pereira Gomes, venda
Dita n. 2. Manoel Frrneisco Cavalcanle, dita
Campia da Vassoura n. 1Joao Rodrigues dos
Anjos
Estrada do Colnmbi n. I.Manoel Paulino de Gou-
'veiai dita
Trigneiron. Lloo de Oliveira e Silva, dita
Dita n. 3. Jos Francisco dos Anjos, dita
Ribeira Grande n. 1.- 'Joaquim Marques Ribeiro.
dita
Piado n. L Antonio Thom
Cachoeira n. I.Antonio Jos dos Santos, dita
>' Campestre n. 1 Damin Machado, dita
Pao d'Alves n. 1. Justino Ferreira dos Santos.
dita
Anglica n. 2.Manoel Joaquim de Mello, dita
Dita n. 3. -Antonio Jos* Penado, dita
ilbeira de Pedias n. 1.-Joaquim Marques, dita
Boa-Vista u. 1.Bellaimino do llego Accioly
Dita n. 2.Jos Francisco de Oliveira Brito, dita
Phares n. LJoao Gentes de Araujo, dita
0 Dr. Augusto Egydio de Castro Jess, juiz mu-
nicipal do temi de ^erinhem, por Sua IKges-
tade Imperial e Constitucional, a quem Deus
guarde, etc.
Faco saber pelo presente, que nos termos do art.
! do decreto n. 1,695 de 15 desetembro de 1869,
dentro do prazo de trinta dias (exceptuando todo
o feriado) contados da publicado ueste edual, re-
cebera este juizo propostas em ca tas fechadas pa-
ra arrematacao por venda dos es era vos : Areidio,
rrioulo, avahado em 1:3004. Samuel, por 1200,
Thomaz, criblo, |or 1:300, Porfirio, Angola, por
6 0#, Lucio, crioiilo, por 900*, Manoel, rriouJo,
por 1:200, Gajlberine, por '600*, Jos, crioulo,
por 1:100*, Juba, por 1:0003, Flora, por 1:000*,
AUdre-a, por 4003, Anua, por60n ; cujos esera-
vosforam penhorados por execuco de Manoel
Alves Ferreira, a seu devedor Francisco das Cha-
gas Cavalcante, e su neham doposilaflos em po-
der do depositario particular, Dr. Jos Eugenio da
Silva Ramos, morador no engolill' Qutlcba ; sen-
do prclixo para a aireinataco o dia 27 di mez
de l'ewreiro do ,'iniio prxima vindourn.
E para qne chegue ao conhecimonlo de ttidos.
mandel passar o presento que ser publicado o
afflxado no lugar do costume
Estava nma estampilha de rtuzontos ris imitili-
sada com a data e assignatur:. seguinte :
VHIa de Serinlicm, 18 de dezembrMe 172.
Eu,Joo Affoii?oReguera,-escvvo oscrevi.
Aiiguslo Egydio de Castro'Jess.
Est conforme ao proprio ovginal; ao que me
reporto.
Villa de Serinhiiem, 18 de dezembro de 1872
0 Qscrivo, Joo Alfonso Regneira.

r'fR lo Cominerci u. HH^-mt-i-
niiMi'ii andar.
W.
!CLY.
40, a J.
Gon-
3* a Minteire 4 Rocha, 11 a A. F/Corga?-4i
J. Costa. 60 a Barros Filho 4 C/ 38' a J. 5.
Jalve* "leliro, 117 ordem.
HelofljOJ i enixa, aHvvemat 4 C.
TocidoSitt.fardos *4-etnx Mills Lhmann*
C, 1 diV) f, a dita? a Crtwyiof'Fry 4 C 3 ditotie
3 ditas j.mdert Wevdmau, 3 caixas .a-Feriteira
4--M**eHS, 7"Rer k C. I a-Manod'4 C.J 2 ai
ijaparifhano, 3 a A. L. F. Elias, 6 hUlsts 4
Sflya," 12 a Duarte Ttiilo, 4 fardos 17, iixas a
Okir BnJoS, I Alvaro A, Almeida,. 4 a Hurle-A
' oTnWMf" dit-V de seda 5 c.dxas a LirjddH
We>-dman &,, 1 tt'trente Vianna 4 C.,' 2 h P.
da Silva V Cascan, dito de iinnO 1'tais a a D. A. 1873.
"Majheus.. Tapete i caixas, a F. H. Caris
Vtlrt caix, a Otto Bohres 4 C.
"i
Ililital n. H&.
Pela iuspodoria da alfaudoga so faz publico qne-
nao se leudo effecluado a yenda da mercadoria
abaixo declarada por falta de concurrencia ao
valor ofllcial, annunciada leilo por edilal h,
97 de 19 do corrente, se transiere a mesnia ven-
da para as 11 horas da nianh do dia 27.
Armazeni n. 2-
Cina caixa marca "MBL n. 16. contando'''9,340
gfaminas de llores artiiiciaes em obra em bom
stabo,, avahada por 8I0900, TindaideiLivi*po(il
no vapor ingle Gassendi, entrado ueste port *erti
17 de oulubro do anuo prximo passado, e aban-
donadas aos dircitos por Monbaru Htller & V.
'Alfandega de-Pernambuco, 24 de feVereiro de
1873.
O inspeotor,
Pabia A. Ae'Carvalho Res.
24O0
2*400
2*400
2*400
2*400
3*400
2*400
24400
2*400
2*400
2*400
2*400
2*400
2400
2400
2*400
2 400
8e
s
140
072
144
043
113
#072
#028
#072
072
#072
#072
#072
#072
#072
*072
#072
*072
#072
#072
#072
#072
#072
#072
#072
#444
#222
444
#133
#335
S222
#088
*f22
#222
#222
#222
122
#222
#2:2
#222
*!22
#222
222
#222
iii-i
#222
122
122
#222
2
3*388
2*694
5388
1*616
4 *;io
2*694
1*076
#2694
2#694
2*694
2*694
2*694
2*694
2*694
25694
2*694
2*694
2*694
2*094
2 69 4
2*694
2*694
'2*694
25694
S
mi" Tmim+smiammo^- n
RuaidottAceiqailnlios.
Casa terrea n. 26 08*000'
Ra do Amorim.
dem n. 26 ......... 3fi*000>
Ra de S. Jerge.
Sobrao n. 30........ 3fcO|0Of>
Vital ue Negreiros (Chico Ponas).
Casa terrea n. 112...... 24O00O
PATRIMONIO BOS ORPHAOS.
lina das Larangeiras.
Casa torrean. 17....... 36000O
Ra da Madre do Dos.
Ca?a terrea n. 4....... 1:400*000
Ra da Seala-velha
Casa terrea n. 16 ..... J0900(
Os pretendentes deverio apreaentar n#acto da
arrematarlo as smm l)>ogiiii, ou conparorcrcm
acorppanhados dos respeetivos fiadores, evendi
pagar alem da renda, o premio da quantia cer-
que for seguro o pnilio tpie -eontiver estali eUop
menlo commercial, assim como o sorvico da lini-
peza e procos dos apparelbos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 1 de fevereiro de 1873.
O escrivao
________ Pgqro Rodrigues de .Souza.______
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em rumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 12 de outubro dn auno
prximo lindo, manda lazer publico que no dia
6 de 111. l i prximo vmdouro, poraate da fazenda da mesma thesouraria se ha de arre-
mata' a quera mais der o sitio dos Remedios qne
foi adjudicado a fazenda provincial, para paga-
mento da divida do ex-ibesourciro da rcfarticao
das obras publicas Jos Maroelliuo Alves-la Fon-
ceca, servndo de base a esta arrematar ta p quan-
tia de 3:75O#O0O, porquanlo foi adjodica'o.
E para constar se tnandou publicar n presen-
te pelo jornal.
Secrotaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 22 de fevereiro de 1873.
O ofllcial-m iior,
_______________Miguel Alfonso Ferreira.____
AdmiflistracAo dos correios de Pernambuco
20 do fevereiro de 1873
Por esta administraco se faz publico ue em
virtude de ser o corrente mez do 28 das, as malas
que se drigem para Victoria, Guvat, Buzerrcs,
Caruar, Altinbo, Ipo'nca, Sorinliaem, Rio Formo-
so, Barrfjros, Igurass, Govanna e Itambe, e
que deveriam ser fechadas nos dias 2te :ttfko
exiiedidas no ultiaui dia do mez vigente. '
O adininishadr interino
Vicente Ferreira da Porciuncula.
SANTO ANTONIO.
EMPREZA-VICENTE.
0iiila-l'ri 9? do fcivert-iro.
Estra da ^ju
JOANNA JANUiWIA
Pruieira representaco, por esta companhia, da
inda e seiupre apn ciada comedia de coslumes,
em 3 aclos, original brasileiro do Exm. Sr. con-
selheiro Macedo.
o niMiA wm
Pedro II n. 17. Orlando Miquelrno de Abneida,
cartorio
Pavsandu n. 1LIgnacio Vieira de Mello, dito
LitVn. 2:1. Demelrio Jos Pinto, solicitador
Dita n. 25.-Jos Mara Cardozo, escriplorio
i.
00
7 #680
14400
3i840
3*840
I!
fe
i.\o
#432
#115
#115



#711
1334
355
355
8*621
16*166
45310
4*310
Tracunliaem. t- Leouiilo Luiz^ Carneiro de Albu-
ipierque, maseate
Dito.Urbano Gomes de Sonza. dito
Naaaretb.I'ascboal de tal, dito
%
20*000
20*000
20*1.00
a-.
f600
#600
#600
i
1*834
1*834
1*854
I
22*434
22:4
22 i 454
Dislribtii'.o.
Tiberio, velho militar
Basilio, seu irmo, lazendeiro "
Juca, cstudanlc de medicina
Francisca, filho de Tiberio
Antonio, idem dem
Galathaa, fazendeira volita
Mariipinlias, sua filba
Julia
Clara
Mocas, rapazes, fetores etc.
Terminar com a jocosa
do espirituoso Peona:
liiilti* mi Kahlmdo do Aloliiia.
Distiibui.o.
I'u>tiin, empregado publico Sr. Vicente,
Ambrosio, capilo da guar-
da nacional
los l'imeiita, cabo de es-
qnadra
Antonio Domingos, velho
negociante .
Cbiiiuinba, lilba de Pimenta
anela, dem idem
Sr. Flavio.
Sr. Florindo.
Sr. Vicente.
Sr. Cmara.
Sr. liernardino,
D. Joaona.
1). Manuela.
I). Emilia.
D. Cecilia.
comedia em 1 acto.
Sr Jubo.
Sr. Iternardiao.
Sr. Cmara.
D. Kniilia.
D. OI\mpia.
Principiar as 8 1|2 horas
NOYIDADE I
N'um dos iutervallos ser execulada pela or-
chestra una nova e brilbant
POLKA 1.1X1)1
composicao do maestro Colas, e intitulada :
t|ii*in'ju>...|ii... quciu na |ii vai
amli... Evfoiuiiniao t ah !
com e-trondoso aeompanhameiito de pandeiro e
matraca !
*mm martimos
Real companhia de paquetes
ingleze.s a vapor.
At o dia 28 do correle espera-se da Europa o
vapor inglez Neta, coiiiiiiandanle 11. Bax, o uual
depois da demora do co-tume egnir raaBiie-
nos-Ayres. tocando nos portos da Baba, Rio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 28 de corrente espera-se doa pofM do
sul o vapor ingle/. Domo, c ininandanlj Tliwaites.
oqualdepuis da demora do cistnme seguir
liara Soutliainpton, locitdo nos portee do S- Vi-
cente e Lisboa.
Para reies. pas.-agens etc., trala-se na agencia,
ra do CiHimercio n.40.
Seccao do contencioso aruviucialde Pernambco, 24 de fevereiro de 1873.
O i* ofllcial,
Horacio Walfrido Peregrino da Silva.
EE2LARC0ES.
r Consulado provincial.
Avisa-se por esta repartirn, (ue "no dia 20 do
corante abre-se O tpfaf para Mdeprllf) dos di (Te-
rentes imposlos provinc'aes consignados na lei do
orea ment vigmte de 172 73 ; os iioaes devem
ser satsfito. dentro de 30 dias sem dependencia
da multa d 6 0|Q, em que ineorrero os contri-
buintes, que o deixrein de fazer uesse prazo
legal.
Consulado provincial, 11 Janeiro de 1873.
O -administrador,
A'. Ctneiro M.irtiad'o Rios.
-No ipartel'd cotntaliia de CavslUria desia
provincia, tottpra-se cavallos -lione que estfcjam
no caso da-ler, para'remonta-da' mosma companhia
preWlridiV!*que*jam asnad.*.
r Rcire -20 de fevereiro de 1873.
1 Jos Joaquim Cr.elho.
Capillo commandante
Edit n. im.
Perrnspecbria da alfandega se Tasrjrablico.'qwe
a Prisfld Barbo"sa(i38 a llosas Fllhei4nJse'^ndo''eflectuado a Venda da plvora, alia*
xo declarada, por falta de licitautevaanunciada
knliio por eital n.'-98 de 21-do-brreate,1 se
transiere a mesma venda para as 11 horas do'dia
S* S'porta desfa reparicao, rjrtde'os'chturrehles-
'MiooMfaWo .amostras.
Fortaleza do Biuaco.
1,200 barris com plvora avaniada, rtarca flia-{
mantell ns. 1 a 1,200, pesando liuuido real 131700
kilos, arwtid ivr r.088#2U0fvimlos de Glasfow
no navw ni|r1ei f.utiHmia, entrado "neste portoTe
otdacorente e abandonados :um dircitos pelo i\-
rtk daJemfira.
Alfandega de Pernambuc^'i'* di lewTeiW d
Pl
O in-qwclor
Fabio A. de CarialJio Res.
estabelecimedto social situado ra do Conde
d'Eu n. 17.
De Collares lrmo A C, de cuja firma Ibzem
parte Manuel Francisco da Cfinlia, Amonio Lou-
ren'co Collares c Jos Lourenco Collares, proro-
gaudo por mais tres annos a sociedade que gyr.>u
sob dita firma na cidado do Ico, provincia do
tetra, sendo o capital social de 138:bo0#, para o
commercio de mercadorias nacionacs c estrui-
geiras.
De Alheiro Oliveira &; C, de cuia fir na faziam
liarte Manoel de Oliveira Jnior e Jos Lopes
Aljiero.
tsta secretaria faz publ eo que nesta data foi
inscripto no competente livro da matricula dos
negociantes matriclalos o cidado portuguez
Antonio Luiz Teixeira Elias, casado, de 34 anuos
de idade, domiciliado e eslabelecido nesta cidade
do Recife com sua casa de co mcrcio de fazendas
p-'i g ros so ^ a retalho.
Secretaria do triliunal do commercio de Per-
umbuc' 22 de fevereiro de 1873.
0 offlcial-maior
_____ Julio Guimaraes.
SAIM'A CASA 1>A MISERICORDIA DO
RCIFE.
A Mima, junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes,no dia 27 de fevereiro cor-
rente, pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrema-
tadas a quem mais vairtagens offerecer, pelo lem-
po de um a tres annos, afc rendas dos predios em
PtirilSc Site feipiti n ConipBy
Wm\ M\ SleaRUM's.

r- At o dia 2 de marco prximo, espera-s- da
Europa o vapor fiesta companhia Cordillera, qne
seguir para os portos do Pacifico da sua errata,
tocando na Babia, Rio de Janeiro o Mniitev.di-o.
Para loda e qualquer informar podem dirigir-
se aos agentes Wilsuii Row A C.
N. B. -Por qualquer consideracao que seja.n.i
se pt'ide retseber carias nesta agencia.
14-RA DO COMMERCIO14
TRIBUAt'j)0^tl|Hi:iO DI- PER-
Esta eeeretaria IwpuWicp nue'*wm .trehiva-
dosoe*egintes contratos' Oe"s#cidades e dis,-
trato :
Contratos.
De Jos Aitgoskv Pto 4 C, deicaija.firma fa-
aein pacte e iadicad Pinto e-nm-emwinamHttnd,
mi o eapialde 4:<06*-740, sondo o -biado em seguida declarados.
OHiiHimdit de i8WlH2> "para oitunereio de t 1B8TABHLEF.IMENTO DE CARIBADE
aouiprae venda de /aaemlas- wvistentes < ne-esla- Roa do Amorim.
beIwulosiii)-i-iU'da.*8eada 'desta provin- Casd terrea n. 26 .....121*000
t 1 devead bu *-idade. 4nraf-i>o.-spaO'e I Ba *v Gia. ^0
Ires anuos. dem n. t.........awOw
De, Ber^ardinp- da jlos^ Serrotrn. e Antomo, Boceo da'Carvalha. mnA,n-li
'Piato daiMotia|nwsir, H a rmo d Ferreira-A dem n. &.........!WOvm
Jott^oomoeapilalde^SOO* para o^ commercio. fina-daLapi- ,-4ftAft
por tBe*.4awos^de eompra e venda aretalbbde dem u 8....... *>'*U0
gneros solidos e lquidos, nacinaes. e eitranfcei- ftua do Pbarol. ,
ros e ludo quanto for commercio licito ; sendo o dem n. 80........ioiituoo' n. t>0.
Lisboa e Porto.
A galera vl.^asaliir m
poucos das recebe carga.re-
te mais barato do eme Outro
qualquer navio;tem expel-
ientes accommodacoes para
passageiros. A tratar com
Tito Livio Soares: ra do 'Vi-
gario n. 17, Laudar.
COMPANHIA PER.NAMBl'CARA
DE
\avr;ai;ilo oosiii'Irw *!
PARAIIYBA, NATAL, BIAtiVO, MOSSORO', ARAC\-
TY, CF.ARA, MANDAIIU ICARAOO' E GRANJA.
(i vapor
fommandaii
seguir par* os por-
tos atina no dia 2
rrente, s 5 ha
ras tlalanl
Recebe carga at o da 2ti, cnconimenflas 1
Jia 27,passagens e*rjitiheii is^g^oras
1,1 tarde do dia da sahid : escripforio'B'IWt--
Mallos n. 12._____________________^_j_
Para o Arai-;Hjf em dir*ura sahe nest"*
oito das o hiato nacion **"'" Amelia, de 1"
classe, capifci c pratico dbeiieo Thooua de
sis, j tem raetsde de sen enrrepimento engajada :
para e res trata- com ee eonsgantario Anto-
nio Alberto de Souaa Agujar, Toa do Amana
.
O
n



Diaria Rk -de Janeiro.
'ara o referid* parlo pretende st&nr com a pos-
-sivel brevidae o'brigue Cecilia Cfkminnief>wr
'ter a maior parte sua rarga engajada, e para
-a que Ihe Calta e scraros a frelrata-se com
-os consignatarios, loaquindusc 6eeatves BKrao
& Filho, ruad% Commercio a. $.
COMPAA PERNAMBUCANA
DE
TVavegafOo eosieirw* vir,
MACEtVRSCALAS, PENE6 E ARACAJ*.
-vapor Giqw, com-
maiulanle Martins,
seguir para os por-
los cima no dia 28
fio correte, s 5
hora* da.tarde.
Recebe carga at o dia 28, eucomuieadas at o
dia 27, paeagens edinheiro afrete at as 2 horas
da tarde do da da sabida : eseriptorio do Forte
do Mattosm. 12.
quimil I
)iide Un
rrea com S salas, 2 pxartos, cacimba,
grande, em cko (Ttiprie, tita na ra 4o Conde
Hoa Vista, n. 1*2) :(or'ra Camina Novo), ~M
s;a eseriptorio, ra lio Hom Jess a. 53, ."prlmolro
andar, pefcrs 11 'horas &> manh.
LEILO
DE
l.'O saceos com aun, marca B, e 50 artos marca
CU, a sahir da alfandega.
0 agonle Pestaa far icilio por conta e risco
do quem perteoeer, de 200 saceos 'cem arroz,
das marcas anima, em perfeito estado, chegados
recentemente mosvapores Gladiator, Gassendi e
Student, e a -sabir da alfandega; saMiado |1.* de
marco, s 11 horas da manha. no armazem, do
Annes.
0 arroz ser vendido por atacado, ou em peque-
nos lotes a vmftode dos compradores.______^^
Para o Porto
a galera pertugueza Firmeza, capitao Justino Ro-
drigues Cerdoso, vai sabir com brevidade por ter
a maier parte de seu carregamento prompto :
para carga, e passageiros, para os ccllentes commodos, trata-se com E. R. Robe lo k
C,ruado Commerciu n. **i.
Baha.
Segae eom raui'a hre;id di para o 'indi:do
porto o veleiro hiate Garaldi : ca%'a e frete
tratar com os Srs. Tasso -Irmaos di ti. ra do
Amorta*. 37.
COMPANHIA PERNAMBICANA
DE
\a vegacito costeara a vapor.
AMANGU*PE.
0 vapor Coruripe. com-
mandante -ilva, seguir para
o |i irlo cima no ilia 28 do
correle, s 5 horas da tarde.
Recebe-carga, cneommendas,
passageiros c dinbeiro i fre-
te at as 2 horas da tarde do dia da sabida: es-
criptorio no Forte do Mattos ji. 12.
Para Lisboa.
O novo e veleiro brigue portuguez Damiao, ca-
pitao Pedro Martins Branco, o primeiro navio
a sahir porrter ji a maior parte da carga promp-
ta, tem bons commodos para passageiros : trata-
se com E. R. Rabello i C, ra do Commcrcio nu-
mero 48.
Para Para o porto cima pretende seguir coro muita
i>revidade a escuna pnrtugueza Chrislina, 'tem
parte de seu carregamento, e para o restante
Ihe falta, trato-se com os seas consignatarios
tonio Luiz do Oliseira Aevcdo i C. no seu es-
criptnrio ra do Bom Jess n. 57, outr'ora ra
da Cruz.
B
Pama Babia.
O navio Italiano Marykerle, recebe carga a fre-
te sarato para o porto cima, para o qual segu
em poucos dias : a tratar com os consignata
rios E. A. Burle & C
LEILOES.
LEILO
MOVIS
Quinta-IVi-a 99 do corrento
Sendo: t mobilia de amarello eom 16 cadeiras
de guarnicao, 2 ditas de bracos, 2 contlos, sof e
jardineira, urna outra mobilia tambem de amarel
lo com pouco uso, 1 guarda vestidos de amarello,
1 cama franceza de lito, 2 pares de lanternas, 1
par de jarros finos, 1 espelho grande com moldu-
ra dourada, 1 excedente relogio para cima de
mesa. 1 candieire gaz, 1 lavatorio de amarello
com louca, 1 marquezo de amarello.
Una mesa clstica de amarello, 1 aparador, 1
quartinheira, 1 par de garrafas para vinho, 1 mar-
queza, 1 bidet, tapeta c o tros ohjectos de uso de
nina familia.
.la rtia la Palma n. 23.
O agente Martins far leilo, por ordem do urna
familia que se retira desta provincia, de todos os
movis cima, os quaes se acham muito bem con
servados, e serao vendidos pelo maior preco ;
principiando s 11 horas do dia cima.
LEILO
DE
Faldillas avariailas
Quinta-feira 9 de fevereiro
As 10 1|2 da manh
0 agente Pinho Borges far leilo das seguintes
fazendas avariadas: algodo, madapolao e mais
fazendas; em seu eseriptorio, ra do Bom Jess
n. 53, primeiro andar.
DA
Armario, fazenflas e mais pertencas da loja da
ra' Primeiro do Marco n. 14, antiga ra do
Crespo, e garante-Be a casa ao comprador, mas-
sa fallida de Manoel Jos Moateiro Torres.
SEGl'KDA-FEIRA 3 DE MARCO.
O agente Martina levar novamente a leilo, por
despacho 4o IHm. 8r. Dr. juiz especial do com-
mercio, a arraaeo, fazendas e mais perteneas da
loja de fazendas dama do Crespo n. 14, perten-
rente ruassa fallida de Manoel Jos Monteiro
Torres.
O leilo terlugar na mesma loja, s 11 horas
do dia cima.
LEILAO
DE
movis, oupa -t crystacs.
abras deprata
A saber:
Um piano forte, i mobilia de Jacaranda, candiei-
ros gaz, jarros para flores, quadros e tapetes.
Urna cama para.casados, i lavatorio, para dua
pessoas, 1 toilet.
Urna mesa de jaatar, 1 guarda-louca, 1 appara-
dor, 1 sof, 2 coacolos, 2 cadeiras de bracos,
Jl marqueza, 12 cadeiras, 1 ajrparelho para cha,
I dito para almoco, copos, clices, garrafas e
compoteiras.
l'in faqueiro de prata, 1 salva, 1 paliteiro, 12
facas e 12 garfos finos.
Terca-feira 4 de marco
Por intervengo do agente Pinto.
So primeiro andar do sobrado da ra da Impe-
ratriz n. 8Q.
-O leilo principiar s 101/2 horas em ponto.
LEILAO
DE
iliversas fazendas, um cavallo, diversos obje-
ctos, dividas, c um terreno no lugar rea-
to Grande (engenho Capricho)
QUARTA-FEIRA 5 DE MARCO
Espolio do subdito portuguez Domingos An-
tonio Fernandes.
0 agente Martins far leilo no dia 5 de margo
prximo futuro, por autorisacSo do IHm. Sr. Do-
mingos Mara Goncalves encarregado do consula-
do portuguez nesta provincia, de diversas fazen-
das, um excellente cavallo, diversos movis, divi-
das e urna parte de trra no lugar Prato Grande
do engenho Capricho, do termo de Agua Preta,
eomarca de Palmares; sendo que as fazendas se
aeham avahadas em 1541350, movis e o cavallo
em 2033000, dividas na importancia de 213*000,
e o terreno em 1:000*000; lodos estes objectos se
acham depositados em mo de Joaquim Jos de
Arolla.
O leilo ter lugar no dia cima, no armazem
da ra do Imperador n. 48, s 1 i horas.
AVISOSDVERSOS
- O Sr. Olympio Fran-
cisco de Mello tem urna car-
ta nesta typographia.
LEILO
DE
cerca de 500 saceos com milito superior.
QUim-FEIRA 27 DE FEVEREIRO
O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
de quem pertencer, de cerca de 500 saceos com
superior milho, e serio v ndidos em um ou mais
lotes a vontade dos licitantes, jiuinta-feira 27 do
corrente, s 11 horas da manh, na porta do ar-
mazem do Annes, defronte da alfandega.
DE
28 barris com toucinho.
QIINTA-FEIRA 27 DE FEVEREIRO
O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
de quem pertencer, de 28 barris eom toucinho. c
-rao vendidos em 1 ou mais lotes, quiota-feira 27
do corrente, s 10 1/2 horas da manh, na porta
do armazem do Annes, defronte da alfandega.
?
DA
taverna e armazem de sal da ra Imperial
(hoje Vidal de Negreiros) n. 137.
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
O agente Martins far leilo por autorisa.o, da
armacao, gneros, paioes e mais pertencas, da ta-
verna e armazem de sal da rna Vidal de Negrei-
ros, antiga ra Imperial n. 137, a qual muito
propria para principiante, por ter poucos fundos
* acommodacoes para familia.
A's 11 horas do dia cima na mesma taverna
LEILAO
DE
15 saceos com pimenta, marca G R a sahir
da alfandega.
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertencer, de lo saceos com pimenta, em
1 ou mais lotes, sexta-feira 28 do corrente, s 11
horas da manh, no armazem do Annes.______
LEILO
DE
,20 barris com manteiga ingleza marca
quadrado J C B 61, a sahir da alfandega.
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE.
O agente Pesua rara leilo, por conta e risco
de quem pertencer, de 20 barris com manteiga
ingleza a sahir da alfandega, os quaes sero ven-
didos, sexta feira 8 do carente, s 11 boras da
ruana, na porta do armazem do Annes.
LEILO.
SABBADO 29 DO CORRENTE
O agente Pinho Borges far leilo de urna casa
Companhia Recife Drainage.
A companhia avisa aos Srs. proprietarios e aos
moradores das casas abaixo declaradas que ppdem
fazer uso dos appurclho que foram collocados as
suas moradias :
Ra da Cruz, de n. 43 63 e de n. 2 32.
Becco do Abreu, de n. 2 6 e n. 1.
Ra do Torres, de n. 14 20.
Ra dos Mascates, n. 1.
Ra da Senzalha Velha. de n. 2 48, de 62 80 e
de 1 11.
Becco Tapado, de n.' 3, 5 e de 2 8.
Itecco da Lama, de n. 2 16.
Becco das Miudinhas, do n. 1 15.
lina da Senzalla Nova, de n. 11 21.
Becco da Lingueta, de n. 1 5.
Ra de D. Mara de Souza, de n. 1 7.
Ra do Torres, de n. 2 12.
Una do Commercio, de n. 2 24. ,
Travessa da Ra do Vigario, n. 1, 3.
Ra do Vigario, de n. 6 26.
Largo do Corpo Santo, n. 2 e 4.
Ra da Guia, de n. 1 57.
Becco dos Portes, n. 2 8.
Travessa da ra da Guia, n. 1.
Rna da Madre de Deus, de n. 24 36.
Travessa-da Madre de Deus, de n. 2 18.
Becco da Cacimba, n. 1 e de n. 2 10.
Ra da Cadeia, de n. 1 45.
Ra do Encantamento, de n. 4 20 e de 1 11.
Districto de Santo Antonio e S. Jos.
Ra de Santa Rita Nova, de n. 1 19.
Travessa da Ribeira, ambos os lados.
Ra de Pedro Alfonso, de n. 1 a 63.
Caes do Ramos, de n. 2 44.
Travessa do Carioca, n. 2.
Travessa do Arsenal de Guerra, de n. 1 17. '
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000*000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' ra Primeiro de Margo (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes tres quartos n. 1,984 eom 800000
e outras sortes de 404000 e 20*000 da lotera
que se acabou de extrahir (40.*) convida aos
possuidores a virsm receber na eonformidade
do costme sem descont algom.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 7' parte das loteras a beneficio da igreia de
Nossa Senhora da Conceiro dos Militares (41*),
3ue se extrahir na terca-feira 4 do mez vin-
ouro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete :t*000
Quarto 1*806
EM POR^AO DE 100900Q PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meto bilhete 2*790
Quarto 1*378
Manoel Martins Fiuza
tijjjHKn.
Pede-se ao Sr. Mr, Antonio Gomes, re!
te em PenuMfeuro, favor de vir no armazem
de louca da roa laga do Rosario n. 25, -a nego-
cio de seu irtfAreMa.
INSTITUTO ffHCHKOI.WICO E W-OORA-
PHK5 PERtfAMBUCAN**.
Assenilea Gfl. Continua a eleirwn das com-
missoV doinitituto, que tem de swvir no anno
social do 1873-74. Quinta-feira 2P -do corrente,
pela* 11 horas da manhi, no sali do convento
do Carmo.
Secretaria Uto Instituto, 25 de fevsreiro de 1873.
J. Soares dAzewio,
_________________Secretario perpetuo._____
Companlu*
Santa Thereza
De conTormidade com o artigo 15 des estatutos
sao convidados os Srs. accionistas para reuni-
rem-seera assembla geral no primeiro andar,
da ra do Vigario n. 13, no-dia 28 do corrente
ao mo flia. afim de Ihes ser -apresen tado o re-
latorio e Jnlanco do anno prximo paseado.
Recife, il de fevereiro de 1878.
O gerente,
_______________Justino J.lifi S. Campos.
AITEHCAO
mam.
Fugiram di. engenho Rola, freguecia da Esca-
da e do engenho I .age, freguesa de Gameleira,
provincia de Pernambuco, os eseravos seguintes:
Em dias de Janeiro de 1860, o escravo Ansel-
mo, cabra de 40 annos de idade, pouco mais ou
menos, altura regular, secco do corpo, rosto com-
prdo, desdentado, cabellos carapmhos pouca bar-
m dias de fevereiro de 1865, s. escrava Anto-
nia, abocla, de idade 30 annos, pouco mais ou
menos, altura .regular, cabellos de caboclo, de
bom orpo, .rosto redondo, feices regulares, um
dedo de urna das naos aleijado, muito ladina ; j
estove um anno aeoitada na villa da Eseada, pas-
sando por forra.
Em .dias de outubro de 1871, o escravo Herme-
negildo, mulato, de idade 20 annos, pouco mais
ou menta, altura regular, cabellos acaboclados,
rosto redondo, sem barba, falta de um dente na
frente, grosso do corpo, pernas e pos grossos,
com maceas de ftida em urna das pernas, mui-
to regrista, jogador de cartas ; j estove no ar-
senal de mannha um anno como forro.
Em dias de abril de 1872, o escravo Jos, ca-
boclo, de 38 annos, pouco mais ou menos, al-
tura raguiar, cabellos de caboclo o estirado*,
bastante barbado, olhos u.u pouco apenados,
corpo regular, tem o braco esquerdo corlado,
gosta do beber agurdente!; natural da eida-
de ce Sobral, na provincia do Cear.
Roga-se s autoridades e capites de campo a
apprehenso de ditos eseravos e levarem ra
do Livramento n. 33, em casa do Sr. Bruno
Alvaro Barbosa da Silva, ou no engenho Lage,
que serio recompensados com a quantia cima
mencionada por todos quatro. ____________'
Aluga-se
o terceiro andar do sobrado sito na ra larga
do Rosario" n. 44 : a tratar na ra do Vigario
n. 31._____________________________
Os abaixo assignado fazem sciente ao res-
Seitavel publico e eom eepecialidade ao corpo
o commercio, que desde o dia 31 de Janeiro
ultimo, dissolveram amigavelmente a sociedade
que tinham na padaria da ra de Joo do Reg, a
qual gyrava nesta prc,a sob a razio de Teixei-
ra & Innao, ficando a cargo de Manoel Rodri-
gues Teixeira t"do o activo e passivo da dita fir-
ma.
Recife, 27 de fevereiro de 1873.
Manoel Rodrigues Teixeira.
____________Joo Rodrigues Teiieira._______
Acha-se fugjdo o cabra Benedicto, com
idade de 17 annos, tem um Gibo direito cgo,
tem o dedo pollegar da mo direita torio, fugio
em 8 de dezembro do anno de 1872, o seu senhor
Joaquim Justino de Almeida : quem o pegar
leve-o na ra de Pedro Affonso, antiga da Praia,
a Genuino Jos da Rosa, que ser recompensa-
do ; consta que anda vendendo fructas, e fi vis-
to em Agua-Fria de Beberibc.
ESTRADA DE
DO
Recife Caxang.
Do dia i. de rnai$o
prximo em diante, o
trem que partir do Recife
s 8 boras e 20 minutos
a manh, seguir pela
liuha dos Afflictos, e o
que partirs 9 horas e 15 minutos, tambem
da manh, seguir pela linha principal.
0 trem de 2 horas e meia da tarde ir at
Caxang, donde voltar s 3horas e 25 mi-
nutos, devendo chegar no Recife s 4 horas
e 12 minutos emvez de 3 horas e 58 mi-
nutos, como presentemente chega.
Os trens at S. Jos, tocaro em todas as
estaces intermediarias.
Eseriptorio da companhia, 26 de fevereiro
de 1873.
R.C.Batterbe,
Gerente,
FURO
Assoctacao dos guarda
livros.
Tendo de haver domingo 2 de marco prximo
futuro, na sede desta sociedade,*rua do Imperador
n. 43, a 2* sesso ordinaria da assembla geral,
no presente anno social, para, de eonformidade
com o disposto no artigo 19 do capitulo 3o dos
respectivos estatutos, se commemo ar o 1 ani-
versario da mesma, e dar-se posse seus novos
funecionarios ; de ordem do actual presidente sao
convidados todos os senhores socios de qoalquer
classe que sejam, comparecerem no referido
di, s 11 horas da manhi.
Secretaria da assembla geral da associaco
dos guarda-1 vros, 25 de fevereiro de 1873.
Frederico Ulysses de Albuquerque
t* secretario.
mmm
Eseriptorio.
Aluga-se o l. andar da casa n. 10, ra do Bom
Jezus : a tratar com Cramer Frey k C, n. 6i,
da mesma ra.
A\isa-sc
a quem der noticia da escrava Goilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim'dos Sa> -
tos, e aepois comprada ao Baro de Nazareth,
representa ter 25 anuos, tem falta de denles na
fente e as roaos com cicatrizes de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa ae sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que 'ser generosamente rooompensado. i vista, ra da Aurora, a enienoer-te eom o
' __ precisa-se de urna eaerava, para duas pe j. I Jlo Augusto, prometeBdo-M gweroaa reeoo
loas : aa ra Direita n, 61. i enea.
Hospital portuguez de bene-
ficencia em Pernambuco
Nao se tendo reunido no domingo 23 do corren-
te moi numero legal de socios para em sesso de
assembla geral proceder-se a eleico de tres mor-
domos m substituirn aos que declinaram de
suas nomea?6es, e om seguida ser apreciado o
relatorio do ultimo anno, dando-se posse nova
junta administrativa, sao pele presente novamente
convidados para esse fim os socios effectivos dea-
te hospital a comparecerem na sala das sessoes
no domingo 2 de marco prximo, pelas 11 horas
da manhi. A assembla geral ser constituida
com o numero de socios presentes.
secretaria do hospital portuguez de Beneficen-
cia em Pernambuco, 26 de fevereiro de 1873
Luiz Ouprat
Secretario.
Urna preta, a quem (ora confiado um saquinho
de couro da Russia, com a marea Amelia, per-
deu-o, vindo do litio chamado-Jardlm Botni-
co,em Olmda, para o Varadauro: conlinha
elle urna luneta de coro eom trancelim de tabel-
lo, dous alHnete* pretos de ouro e onyx, um par
de argolaa de oayx eom brlhante, uns tx>ntinnos
com trancelim de ouro, caeta de marfim eom ca-
ivete, croehot, teaoura, escovas, pente de ttrta-
ruga, um crucifixo de madeira nm rosario de
oliveira. um livro em francs sobre a fundacio
da ordem dos jesutas, aiem de oaos objectos :
quem aulxer restitui-los, dirija-se ao dito sitio do
jardim botannico, ou i casa da Coadetsa da Boa-
Vista, ra da Aurora, a entender-se eom o Dr.
DE
BARTHOLOMEU 34RA LARGA DO ROSARIO34
Ctatego de ervos medicamentos, to-
mos, estimulantes e cstomawres,
rocen temen te descolorios petos
mlhres pharmaeeutioos e
rihimicos da Europa
A SABER:
PREPARADOS DE AROD.Vfcho ferrugi-
no6 d quina, tnico estomacal, repa-
rador Aas forejas dos conv4escentes, as
febres typhoides, as perelts de sangue,
etc-, Xarope conoetrado, com bal-
seno detle todos principios nutriti-
vos soluveis do extracto de carne de Lie-
big, medicamento mais poderoso para
6 phtysicos, as affeccoes catarrhaes,
ote, etc.
Xarope de asea de laranjas
aiacgas, com todos os principios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
Liebig, q mais poderoso dos analpticos,
para os temperamentos delicados e ner-
vosos, estomal por xcellencia, etc., etc.
ANDJJRAN.Vinho ante-gotoso ante-rheu-
watico, como grande especifico.
FALIERES.Xarope ante-nervoso e inalte-
ravel de bromureto de potassio, medica-
mento especial contra as affecc,es nervo-
sas e oonvulsivas.
SHERRY-KINA.Vinlio de quina, tnico
ante-febril de umgosto agradavel, supe-
rior ao Madeira, e Vermuth.
THOMMERET GEL1Z.Granulos xaropes
banhos sulfo-acidos, para o tratamento
das molestias de peito, garganta e de
pelle, de um grande proveito para os or-
gios respiratorios.
CHEVRIER.Vinho e elexir de Cocado, P-
rou, tnico de um gosto agradavel, esti-
mulante, nutritivo e estomacal; empre-
gado com grande vantagem as criancas
debis, as mulheres chloroticas, ataca-
das de flores brancas, nos velhos fracos
pela idade epelas molestias, na atoniados
orgos digestivos, as gastrites, gastral-
gias, etc., etc.
CARPENTIER. Vinho ferruginoso de rhui-
barbo, tnico e purgativo agradavel sem
produzir constiparles nem alteraces no
estomaga.
SAVORV E MOORS.Emulsao pancreti-
ca, muito estomacal, com grande pro-
veito no tratamento da phtysica, podendo
ser empregado com grande vantagem,
quando coleo de figado de bacalho nao
possa ser tolerado no estomago dos doen-
tes; sendo o nico remedio que com
efficacia facilita a digesto do oleo, fa-
zendo appareccr o appetitc e o augmen-
to da nutricio, etc., etc.
CHANTREL.Confeitos de bromureto de
potassio, grande especifico contra, as af-
fecc,es nervosas, ataques hysterieos, epi-
lepsia, tosse convulsa, coqueluche, in-
somnia, tristeza, delirio e todos os in-
commodos que tem por causa o erethis-
mo nervoso.
MENTEL.Granulos de sub-nitrato de Ris-
nnith. Este medicamento d'uma gran-
de efficacia contra as diarrhas, cholcri-
na, dysehteria gastralgia e nos casos de
digestes difiicieis e dolorosas.
L. REUF.Emulsao vegetal de alcatro.
Este medicamento administra-se de urna
maneira commoda e precisa. O alcatro
em seu mais perfeito estado de pureza,
vantagem que nenhuma outra prepara*
gao de alcatro possue.
DR. CROLA.Soluco de pyrophosphato
de ferro e soda. Esta solur-o consti-
tuc um cxcallcnte reparador das forgas,
obra sempre as pessoas que tendem
parachlorose (crs paludas) anemia fra-
queea geral. Este preparado tem a van-
tagem de nao ter nenhum sabor.
GRIMAUD.Confeitos especficos, para cura
da incontinencia da urina, e osincommo-
dos das senhoras chloroticas, etc., etc.
CHAMRARDCha tnico purgativo e depu-
rativo, possue um gosto saboroso e um
aroma suavissimo, e as propriedades as
. mais notaveis sobre os embaracos do es-
tomago, dos intestinos e do figado, o
desobstruente por excellencia na cons-
tipado do ventre e nao tem resguardo
nenhum
L BEUFCoaltar Saponine, emulsao des-
infectante enrgico, cicatrisante das
chagas.
H FLONXarope unitivo e peitoral empre-
gado .com vantagem na tosse frequente,
catarrho ehronico, coqueluche, e etc.
etc.
MENTELGranulos de phosphato de cal,
medicamento til as molestias dos os-
sos, fractura!, diarrhas chronicas, dia-
betes rachitismo, etc.
HOGGPululas de peprina aciduladas, em-
prega-se as affecc,es gastralgicas, e em
todos os casos em que a digesto difli-
cil ou impossivel. Com irande vanta-
gem.
BLISS KEEN & CExtracto hydroalcooh-
co de condurango, medicamento muito
estimulante e depurativo, emprega-se
contra a syphilis, scrofulas, rheumatis-
mo, ulceras, etc. etc.
VAUQUELIN DESUURIERSElixir de qui-
. na e caf-tonino especial contra as fe-
bres nevralgicas, eHxaqueca, empobreci-
mento de sangue, fraquesa geral, cores
palllidas etc etc.
DR. CROMIERPululas anti-neyralgica,
omprega-se com a maior efficacia em to-
das as affecQes nevralgicas, nos incom-
modosda menstruaco,facilitando o fluxo
sanguneo.
QUERUGela de oleo de figado de baca-
lhau aromatisado, com todos os princi-
iios activos do oleo de figado de baca-
hau. Esta gela nao irrita o estomago,
podendo os doentes usar delle por moui-
to sem a menor repugnancia. E' um
grande especifico para tosse, catarrho
consumpeo bronchial, tubercular, es-
crfula, debilidade geral, etc. etc.
JOHNSONEssencia de salsaparrilha ver-
melha da Jamaica, empregada como.o
nico depurativo immediato do san-
gue.
ELIXIR ANTT-ASTHMATICOSedativo Pei-
toral, applicado com grande vantagem
no tratamento da asthma, tosse convulsa,
defluxos catharrbaes e todas as molestias
dos pulmes.
M de gratilicacao.
Furtaram de Apipucos, na naute do sabbado
para domingo f 2 para 23 do corrente, do cerca-
do de Claudio Duocux, urna vacca bastante pre-
nhe, toda pintada, ao que chamain surubina, com
as pontas para dentro o com o ferro CD. Boga-se
a quem souber della dar parte na eseriptorio do
mesmo Claudio, no caes 22 de Noveinbro n. 28,
que ter a gratifica cao de 504000, logo que esta
seja entregue, e nesmo roga-sc aos Srs. liscaes
dos arrafcades para mandarem examinar as ma-
toneas, afim de ver se pode-se adiar o couro,
gratincando-se com 2o* pelo couro no caso de
ser apprehendido. ^^_____^^_
(Jm moco que sabe fallar, escrever e tradu-
rir a lingua franceza e tendo alguma pratica,
offerece-se para leccionar, tanto em sua casa,
como em particulares : quem quizer utilisar-se
do seu prestimo pode dinjir-se a ra do Viscon
de de Inhauma n. 18, l* andar. ______
COMPANHIA PERNAMBLCANA
DE
ll'avegacito riwtcirii a vapor.
Tendo sido diminuto o numero de accionistas
que se apresentou hontcm para o (vimprimcnto
do art. 24 cap. 5. dos estatutos ; sao, em eon-
formidade do disposto n art. 26, novament
convidados os mearnos Srs. .a comparecer no pre-
dio da companhia 1 hora da tarde do dia 4
de marco prximo futuro, devendo a assembla
geral ficar constituida com o numero de accio-
muitas que se acharem presentes.
Recife, 24 defevereiro de 1873.
CURSO NORMAL
Propagadora da 'Inslrue?ao.
De ordem do conselho director da p8ro-
chia de Santo Antonio faz-so publico, que a
matricula para o curso normal de senhoras,
fecha-se no ultimo dia deste mez; ass;m
como, que se acham designados os dias 27 o
28 do corrente para ter lugar os exa-
mes das senhoras que> se quizerem mostrar
habilitadas as materias do I.* anno, afim
de passarem logo para o 2.*: epois, aquel-
las senhoras que estiverem nesse caso, tratera
quanto antes submetter os seus requerknerv
tos ao conselho.___________^^^__
Terrenos.
Em Bebvribe a 33, 6J, 8* e 10 o palmo, coi
fundos para o rio, na povoaco : tratar nos do-
mingos com o Sr. Medeiros.
Alugam-sc duas meiaguas novas ns. 9 e II
n travessa das Barreiras (becco do Aquino) : a
tratar na ra do Cotovello n. 25!____________
D-se de 6 15:000| a juro mdico, sob
predios : na ra de Ilortas n 112.
Aluga-se um sobrado em Ponte de Ucha,
com commodos para grande familia : quem pre-
tender dirja-se ao caf Imperatriz.___________
Fugio no dia 21 de Janeiro, o escravo Napo-
leao, Angola, estatura de 8 palmos, tem buco
de barba, cara lisa sem sansa, pes grandes,
tem marca de feridas na poma, levou cal-
a de brim pardo e camisa de estopa : qnem o
pegar ser bem recompensado pelo Sr. Sebastio
Jos Mendos, morador nos Afogados, sitio do Bo.
Escravo fgido
Fugio no dia 23 do corrente, o escravo Vita-
lino, preto, crioulo, idade 25 annos, alto o cheio
do corpo, quando falla levanta o beico superior,
tem falta de um d>mte do lado de cima, anda al-
guma couza banzeiro, ps grossos, levou vestido
calca de riscadinho c camisa de madapolo, este
escravo j fugio em outubro do anno prximo
passado e foi pegado na estrada de Page de
LFlorcs, foi escravo de Antonia Francisca do Jess,
moradora em Correntes, de onde elle natural,
e depois foi vendido ao capitao" Tlimnaz Theno-
rio de Albuguerque Vil Ir-Nova, morador em Pa-
pacara, cujo tem urna fazenda em Buique, de
que elle era vaqueiro ; suppoe-se que foi acom-
panhado por um escravo pertcncentc ao Sr. Ma-
poel Francisco Marques, tambem preto, crioulo
e morador para o mesmo lugar. Boga-se todas
as autoridades policiacs e capites de campo, que
o apprchendam e conduzam ra do Brum n. 74,
armazem de Jos Francisco Martins & C., que se
rao generosamente recompensados.
Alinelo.
O Sr. Antonio Jos Ferrelra, tenha. a bondade
de apparecer na ra do Duque de Caxias n. 60
A, loja de Bento da Silva & C, successores de-
Manoel Ribeiro Basto .______________^^^^
Sitio para algar.
Aluga-se um sitio na <'.aponga ra das Per-
nambucanas n. 23, tendo boa casa de vivenda,
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na ra da rmperatriz m 9, pri-
meiro andar.
Precisa-se de urna pessoa livre ou cscra-va, para-
criado : na padaria da rna do Rangel n. 9.
Precisa-se de um menino, de 12 a 14 annos do
idade, forro ou captivo, para criado de urna casa
ie pequea familia, com tanto que saiba fazer
eompras e entenda de servieo de copeiro. A tra-
tar na ra do Capibarihe n. 40.________
Hypotheca-se urna escrava para o servieo
de qoalquer casa: qupm pretender dTrija-se a ra
da Concordia n. 40, que achara com quem tratar
Copeiro
Precisa-se de um ajndante para cozinha e
de um caixeiro, e alguns criados : no hotel da
ra das Larangeiras n. 29.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Ra do Commercio n. G, 1. andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre us seguintes
ulgares#le Portugal:
Amarante.
Afco de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Larago.
Lisboa.
Mirandella.
^Mon$o.
Ronte de Lima.
-Porto. a
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Popular fluminense
Augusto F. de Oliveira k C. fazem publico que
daizaram de ser gerentes da companhia popular
fluminense.
' tima escrava boa engommadoira, lavadeira e
cozinheira, precisa de achar urna pessoa que Ihe
empreste a quantia de 800*, h>pothecando os seus
servieps pelo tempo que convencionar : dirija-se
ra da Concordia n. 46.
Aluga-se urna casa no alto da Torre, com al-
guns commodos, muito fresca ; a tratar no caes
do Bamos n. 10.
O abaixo assignado declara ao respeitavef
corpo do commercio, que comprou a taverna do
Jeronymo Acacio da Serra Chuquacra, sita na
travessa das Cruzes n. 6, livre e desembarazada;
quem, pois, se julgar com direito, annuncie no
prazo de tres dias.
Antonio Jos da Silva Pereira.
Precisa-se de um copeiro para urna familia par-
liciilar : a tratar na ra Nova n. 2o.
Nao 6 monopolio
Est decidido que inveja. J nao pergunto
ao Sr. Moreira e sim seientilico ao respeitavel pu-
blico e a meus freguezes que s os cigarros que
nao sao vendidos com o n me de Figueiredo, sao
os vendidos em casa dos Srs. Joaquim Bernardo
dos Beis, Bourgard & C, Joaquim J s de Aae-
edo e Lapa Primos, e todos s demais que nao
tiver o norae que cima digo, nao sao por mim fa-
bricados ; declaro por este annuncio |>or ter o Sr.
Moreira 'mitado minha chapa, com o mesmo no-
m de Maurity, e at mesmo o nnuncio que bo-
tei ao lado de cada masso, elle para melhor imi-
tar botn tambem ; consta-me que fez isto para
servir a om de meus freguezes, porm, seienti-
lico ao Sr. Moreira que nao ti ve s essa lem
branca do nome de Maurity e de outros
como o Sr. nao deve ignorar, tenhe anda mui-
tos e boas qualidades de fumo para servir a
meus freguezes, lembranca essa que o Sr. nunca
teve e sim esperou que eu tivee para tambem
roer mt ossinho. Nio sei se me entende.
0 Figueiredo._____
Futri
b1
a 20 do corrente o escravo de nome Joo, de 18
a 20 annos de idade, com Os signacs seguintes:
altura regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
denles perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
bellos carapinhos, ps chatos e cheios de cravos,
bem esperto e ladino, canhto, cozinheiro, tem
bastante pratica de armazem de carne secca ; le-
vou urna bolea nova com duas camisas, sendo
una bordada, 2 cerolas, 1 camisa de meia, 2 pa-
res de meias e 1 chapeo de palha de arroz ; em
dinheiro levou 541, e mais alguma roupa pertcn-
cente a elle : roga-se, portante, s autoridades e
aos capites de campo que o apprehendam e le-
vem-no ao seu senhor, ra de Pedro Affonso n.
7, que ser generosamente recompensado.
Vio ha mais cabellos
i.
TiraURU JAPONEZA.
Se nicaapprovada pelas academias du
sciencias, reconhecida suporior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
Companhia
Santa Thereza
Emisses de acc,es.
A companhia est autorisada a emittir 1000
accoes de 504000 cada orna. As pessoas que de-
sejarem toma-las rodem entender-se com os di-
rectores Srs. Baro da Soledade, Joaquim Bodri-
goes Tarares de Mello e Francisco Goncalves
Netlo ou com o abaixo assignado, que dar qual-
quei- informaco.
Becif, 15 de Janeiro de 1873.
O gerente,
Justino J. da S. Campos.
reno.
Precisa-se de um caixeiro com pratica e
molhados, dando fiador de sua conducta : na ra
do Mrquez d Herval n. 141.
Comedorias.
Criado.
i se/a
Precisa-se de um criado ou escravo que sela
copeiro, e paga-se bem : na roa 7 de Setembrofc.
13, esquina da ra Formosa. i
Na ra Estreita do Bozario n. 35, 1. andar (casa
de familia),fornece-se comedorias paradora com as-
seio e prompto, e proco commodo. m^.
200#000. 7
Ausentoram-se dous esravos irmos: sondo un
de norae Lourenco, de idade de 26 a 27 annos, es-
tatua regular, cheio do corpo, cor clara, cabellos
estirados, rosto redendo, e sera barba, levou caiga.
e camisa branca, e chapeo de feltro preto; e o ou-
tro de nome Andr, da mesma estatua, mais moco
um pouco do que o outro, tendo os meamos sig-
nacs do irmo. Foram compradas: Lourenco ao
Sr. Claudino de Albuquerque Mello, da comarca
de Patos, provincia da Parahyba, e Andr ao Sr.
Joan Francisco Gomes de Arruda, da comarca do
Limoeiro ; tendo fgido aquelle no dia 26 do cor-
rente (Janeiro) e este hoje 30 do mesmo; suppoe-se
une seguiram a estrada do Limoeiro Serra do
Teixeira : roga-se todas as autoridades policiaes
e capites de campo que os apprehendam e os con-
duzam ra do Apollo n. 30, armazem de assu-
ar, que se gratificar copia quantia cima.
sajUjHs
deVAUQUELIN
AOS 5:000#00Q.
Eatao i venda os felizes bilhetes da lotera 'da Ba-
hia, na casa felizj do arco da Conceico, loja de
ourives, no Recife.
Precisa-se de um criado
de Lambas Valentinas n. 44,
para o hotel na rna
Resulta du observees
kIm medicas 4t beaplues
dadM
WPFJTO
colhidai summ-
de Pari. o Xampe
peitoral balsmico do distincto e IIL e profcssor
VADOocLun i empregado com succesao sef>Pre '8"*!
para curar: 1
AS UniDUfSES IOS BE01CH10S E AITECC0E<
conhscidas pelo nome de
BRONCHITES AGUDAS OU CHROl
MTaiiai, OPeapsaoEs, c*trri1
Defluxos, Toases rebeldes, Exncci
A MASSA, pelo seu aso fcil e agradan
precioso medicamento para as peesoasqu^
lio otrigfdmi a fallar muito. Paris.l
VAUQOELIN-DESLAURIER8, na de I
'all m HmaiiM wm stl
nico deposito, aoode se acl
casa de P. Maurer d C.
Ra do baro da Victoria
Escravo fgido
OSOOO de nli'liciH'Ji.
Ausentoo-se desde o dia 13 de maio de 1872,
o preto de nome Alfredo, de trinta e tontos annos,
crilo, e bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar, em
S. Lourenco da Matto, onde consta ter prente,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desto-
praca ; Je todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conhecem, dizendo que
est forro, assira tem podido escapar de ser preso.
Pede-se todas as autoridades e capites
de campo que o pegando leve-o a ra do liuquo
de Caxias n. 91, loto de miudezas do Rival sem
Segundo, que receberi a graticacao cima de-
clarada.________________________________
Crioulo Francisco
No dia 17 de Janeiro prximo passado
auseutou-se omoleque Francisco, bonita fi-
gura, de 17 annos, bons denles e ps gran-
des, ua cintura tem signaes de antigs sevi-
cias, andou algum tempo como servente
as obras da Penha, e foi negociado a pou-
co com a Sr. Maia, logista da ra do
Crespo.elcomo consta ter andado as immedia-
oes de Iguarassu e a poucos dias foi visto
no rancho do cabocolo Sancho em Taep,
perto da mesma villa roga-se s autorida-
des e pessoas do povo a sua apprehenso
tnanda-lo a ra do|l mperador n. 2 que gene-
ros Amentre gratificar.
I


* -
Diario le Fernanibco Quinta feira 27 de Fevereiro de 1873;

Silbes
PIANOS E MSICAS
AMTOMIO JOS HE AZKVE1M)
Ra do Bario da Victoria n, 11, armasen), e 12 1.a andar, antiga ra Nova
aonie o publtco em geral encontraisempre o maior e mais esplendido sortment deptauot de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Sobre o Purto, iami GunllV Wioaos & a, a
praso e a vista \ Vua da Mndrojc tteus n. H.
Ra Direita n. 120.
Alga-e a loia dtste predio, propria para um
H5i estabelcciimMito coiTinei vial, com doas fren-
tes, e tem agua da compannia de Beberibe. Tam-
bera "se fac negocio com a armacae c gaz que exis-
te na mesma : a tratar na ra do Imperador nu-
mero 81. .
Precisa-se
de urna engommadeira perita, para di* pessoas,
pagando-c bom salario : a tratar na rtia da Ale-
gra n. 38.
A M A
Ama
IVciivi-'c de tima para cam-
inar e r.w-inhar, a rus W ^ S
fin n. 3ir_ *___ _____1___
PtcWw-so <4e urna que saiba OBgoW-
. maci *to ptMoriro, easa de Francis-
co Joaqftiin.ftftfilo de Itrttij._______ f. ____
Para popiMa iaitii-
lia precisa se alug f i
roiinheira e urna en-
gommedetra, peritas e
e de boa conducta. Paga-sebcrn, p ofertado-*!
escravas. A tratar na ra do Encantamento h o
primeiro andar, de tO as 4 liaras da tarde-.
A
infallib^jpde
licoes de nmu
Edgard Gmbaro tt lines de francez, tan-
to para fallar como escrever esta lin-
guaem pouco. tempo e pormethodo mui-
na ra da Aurora n. 41, 2.a an-
to fcil
dar.
Precisa-se de nina ama nrffa onziaaar c ei
gotnmar : a tratar na ra do Hospicio ti. 45.
Precisa-se de una ama para
servio 'interno de una pequ na
Familia : a Tan do Duque de ( a-
8
'ontifice
'..i-1. snmtio
nos le ii|)Os adunes
roa
Jna;nim lijas ih Silva Axcvodo tomos
Opsculo rcOgioo rocentomente publicado :
Vemk-se na ra Primeiro de Marco n. 2, livrana
Econmica. '' __
Pmrojim____________
Madap'lo avariado
a3*e i 000 : amada mperatriz r. 38, loja
da rosa branca.__________
4MA
xiasn. 54.
Precisa-se do nma ama que saiba cozinhar
com perfeicao, sendo forra ou escrava : na ra
Duque de Caxias n. ti, 1" andar._____________
Acaba fe abrir no primar* andar do sobrado n. 12 confronte k
botica Maurer, um grande safo mi esli expoftos os magnficos
PIJjIIS da innr.0, de Pkyel.
de Mi candi, do mesmo autor.
-------- de H. Henn.
-------- te Amede Tbibout
nico agente ueeta eidade, dos celebres afamados
PUOS DE ftUCHER FOES
onro e prata.
perfeitameute afina-
Tambera receben trnto sortimente de musiese pira plano, piann e
canto e entre ellas as Hadas composiefles do moito fympatbico maestro
r. SAWIMI
A SABBR :
Walsa.
'remiados eo (versas exposices om 14 med aftas de
Sao os coicos pianos qna aqu vem da Europa,
do?, fets com legan :ia e solides.
D'aqai em'dfante contmnar a inaunrr todas
Voc me quer
Olga Mazurka.
L Separacionl P*ra canto.
A Luz elctrica, grande Walsa.
Frnco Brasilero Polka.
Tomada da .Vllela GMope.
Joanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Waba.
A Minba tvra Wilsa.
A Natalicia Nk*
Studieote Po'ka.
IItimas pnblIcacSe
-Feitas was offleinas e mosteas
So annnncUnte.
Emilia, polka por 1. Smol.
Circaciaa, chotch, por Smolts.
Jardim do CeBpo das Pricezas,
q'nadrifca, por i. Poone. .
Chnv de Bosas, WaU, por H. Al-
leriatti.
^ADOLPHO BIRGOS
f AD70WD0
RA DO MPERAOOB
L- ANDAB.
AHEMCAO
Precisa-se de tim liomem para puclia-
dor de roda, c trm menino para recel>e papel: n'estatypographia.
AHEHCAO.
Precisa-se de
Ba gel n. oV.
una
ama de leite : na ra do
AMA
Precisa-se de urna ama para lodo o
servico de casa de urna s pessoa : a
tratar na ra de S. Francisco n. .I9.
Cha prcto e verde
Vendo-so no bazar Tlceria cBi preto e _verde
de nmilo boa qnalidado : na roa do Barao
Victoria n a, lote de Amaral. Nabato x C
da
AEICAO
AMA;:
publtcacSes qne se forem frzendo as saas offleinas de msicas.
(iralilicarilo.
No dfe 21 do outubro, embarcou vapor Ba-
ha, com destino a eidade de "S. Salvador /pro-
vincia da Baha) o escravo Raymundo. que loi
remltido por seu senhor, Jos fructuoso Dias,
Sara criado de um seu filho de uome Cune min-
es, estudante nafaella eidade.
BEste escravo, qse muWte de 18 anao?; de
idde, foi entregve ao commmdante do mencio-
naido vapor que seguio naquere mez para os por
tos do sul do imperio.
Entretanto, nio tendo o mesmo escravo chega-
do a seu destino, e ignorando-se completamente
onde possa elle existir, pratiiira-se a qaom pos-
sa dar do mesmo exactas informaedes no BecHo,
PNDIyAO DO BOWMAN
RA DO BRM N. 52
(Passftido o ckafariz)
Precisa-sie *e urna senbora que quelra 'fe- em
companMa de ma familia para Portugal, -pagan-
do-se a pa sagem e mais espesas, gratificando-
se-lhe o ^eu Vrabalho : qoem esliver nestas con-
dicoes dhija-^e ra cstreita do Bosario n. 9.
Sorvete.
fetel da Independeiicia.
Ra do imperador n. 32.
Ha'4edos os dias <8as 5 horas da tarde em diante,
sorvete de todas s qualidades. _______
Precisa se de urna ama para co-
zinhar e comprar, agradando paga-
em : na ra Bella n. 23, boje
Ilha do Ca valho. ^__
Precisase de urna ama que seja boa cosi-
nheira, preleriudo-se escrava, para casa estraii-
geira : a tratar no largo do Corpo Santo n. 15,
! andar._________;______________________
Precisase de una ama que so; a boa cosi-
nheira para c*sa de um moco estrangeiro : a tra-
tar no largo do Corpo Santo n. 15, 1 andar.____
Vendc-se a armario da loja da. ra de Marciho
Dias n. C5, alngado"-se a ean que tem accommo-
dacQt's para (fanlpier estabelc-imento, com en
caiiainento d'asua, c.mi deposito, banheiro e
quintal, tendo bomba para levar agua ao sobrado,
ipie tainbom se alaga, a mal propria para a
resideHc-ia de quem livor de se estahelecer na lo-
ja. sendo de mu andar eam sotao, com con
dos para familia ; palada de novo, com
de gal na sala, e bicos em toda a casa,
benileiturius que: m a vista melhor
tratar na referida Wa._________
lustre
o mitras
se v \
A Liflgua Franceza
AMA
Quem precisar de urna ama p
coser e engommar, dirija-se ao b
cu do Lima n. 4.
ara
tiec-
PEfEM AOS seabores de engenho e ontros agricoUores, e mpregadore* de w
chioismo o favor de orna visita a seu estabelecnuent, para verem o novo Krtiloerjto
aos Srs. Pertfigao, Olivcira & 0,^ na cT4ade[omptt)qae ahi tena; seado todo soperior em qualidade e fortidSo; o que coro i tas
uo Ico ao mesmo Sr. Jos Fructuoso iias.
^Urgencia
Precisa-sc de urna ama' de leite, que te-
nha bom 'e abundante, para criar urna me-
nina recem-nascida, quer seja forra, oo es-
crava; porm, sera filho, .paga-se bem':
nesta typographia a fallar no iB andar com
o administrador, das 9 da matfki s $ horas
da noite, ou em Olinda no *3iao do ampa-
ro, casa^rande ooai portao de madeira ao
lado juntado de rde.
Aviso
Aos proprietarios
N antigo cartorio do tabellio Lobo, hoje.xer-
eido inerinamentet.BeIo eommeadader Manoei Ca-
milloPires Falcao, -encontram-se es ttulos dos
principaes engenhos e propriedafles Uesta provin-
cia, bem como da Parahyba, Alagoas, Ceara e Bio
Crande do Nort; a datar do anno de 1600. Os
3ue carecerem de-certhlSes dos sehreditos ttulos
irijam-se ao mencionado cartorio 4 rua do Im-
peradar n. 12. __________________
Manoei Bodrigaes da Silva. -Ca-
ira.-e Graciliano Octavio da Cruz
lartms, esposo e ^enro da faileci-
ana
Siai
Aa D. laria Francisca da Cmara
Mello, canvidam aos seus amigos e
parentes para assistirem.as missas
brar na igreja de S. S.o Carmo desta eidade, no
dia 27 do corrente mez,.pelas 7 horas da manh,
stimo dia depois do seu fallecimento.________
qWfc^ei jimii mimi waaawii'0
Joaquim Jos Gon;atves Beltrao,
sen filho c filhas, Antooio Goncal-
ves Beltrao, D. Constanza Perpetua
Machado e sea lilha, leudo recibi-
do a infausta noticia da ler falle-
cido no dia 29 do mez panado, na
eidade do Feto, seu prezado ir*-
mao, tio e cunhado Jos Gonealves Beltrio, pedem
a seus parentes e amigos e aes do filiado o cari-
doso obsequio de assietrem as missas filie man-
dam dizer sexta-feira 28 do torrente, trigsimo
dia de seu fallecimento, as 7 horas da .tianh., na
matriz do Corpo Santo; por este acto de cajdad
e religio uranio eternamente agradecid'os : dar-
se-nao esmolas a 100 pobres.
peccio pessoa 1 pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgAOAO NUMERO E 'LUGAR BE SUA R0NDIQA0
Tfnnanna a wnAfia /^'orrrn dos mais modernos systema em 4*-
V ApurOS O TOllclO U igUa maribos convenientes para as diversas
eireiMKUncias dos enhores proprietarios e para descarocar algodao.
Moeadas de canna SS!oslamaohw'asm9lbores *****
Rodas dentadas *****"*;
Taizas de ferro fandido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
Bombas
para mandioca e algodao,'|
e ptr-a serrar madeira.
I'odendo > todos
ser movidos a mi
por agua, -vapor,
de patente, garantidas........ |ot: animaes.
Todas as machinas -m**m*********
apreso mni resumido.
Fax qnalqner concert *******
Formas de ferro
Encammendas.
tem as eiliores e meis baratas existentes ao mer-
cado.
t cumbe-se de mandar-vir qualquer macbmismo i von-
tade dos clientes, lembrando-lbea a vantagem do fazerem
'suas compras por ioieemedio de pessoa entendida, e qae era qaalquer neeessidade pode
lhes prestar aoxilio.
Arados americanos
e iaetramentos.agrcolas.

BA UO BRIM 1 S2
PASSAJNDO O CMAFARIZ
*0 agente de leilbes Francisco Ignacio Pinto,
poee ser procurado das 9 as I horas da tarde
em seu escripwrio, rua do Bom Jess n. 43, e
daqueUa hora em dianto em casa de sua resi-
dencia na raa do Visconde de Goyanna n. 58,
(outr'ora Tua do Mondego, casa em que tnorou
Sr. Joio da Cunha Neves).
Excommungado.
Acab de sahir a la e acha-se venda esta
linda polckda actualidade, composicao do muito
sympathk maestro J. Poppe : rua Nova n. 11,
armazem^de msicas do Aievedo. ____
lm. Sr. Dr. Francisco Finta Pessoa, tem
unta carta na rua do Imperador u. 28, armazem
do <3ampoe._________________________
Aluga-se
Imperialsociedade dos aiiis-
tas mchameos e liberaes de
Pernambuco.
No dia 27 do corrente haver sessao ordinaria
desta sociedade, que dcixou de haver no dia ter-
ca-feira, como est determinado, por ser dia de
carnaval, e ende preciso tratar de negocios da
interesse da mesma sociedade, convido a lodos os
socios comparecerem as 6 1(2 horas da tarde
daquelle dia.
O 2o secretario
- F. F. dos Santos.
POR
1#000 re.
rpido c nril de encinar
o franc*l
Melhode
pelo
flr. .Ihilio CrMr Borges.
Livraria fmnceza.
Gramnatiea |ortgiieza
A mais barata de todas as grammiticat,
500 re.
Brg-
Livraria franceza.
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
20)000.
Precisa-se alugar urna escrava que engomme
perfeilamente bem, e faga o mais servico interno
de urna casa de pequea familia Icomposta de
duas pessoa e de outra que cozinhe com precisao:
o largo do Paraizo n. 28, pagase a quantia
cima.
Precisa-se de
para duae pessoas
urna escrava para alugar se
na rua Direita n. 61.
Jwaiiuii
* w .
liM|ium Francisco da Nil a .*
Jnior*
D. Joaquina de Souza Coelho Su-
va pede a todos os seus pare ites e
amigos de seu fallecido mando pa-
ra, assistirem as missas que man'da
celebrar na igreja da Conceieo dos
Militares, as 7 horas da manha,
por a'ia alma, quinta-feira 27 do
corrente, 1* aaniversario.
Escrayo fgido.
Ausv^ntou-se no dia 23 do corrente o escravo por
none Antonio, preto, crioulo, idade de 39 anuos,
natural da provincia do Ceax, alto, tem um sig-
nal de queimadura ao brago direilo, quasi junto
ao hombro, pouca barba, ser denles na frente,
tem a falla e andar deteancad >, muito sellado
para a frente, usa de chapeo de couro e alperga-
tas.pes apalhelados, levou omsigo roupa de al-
odio da Baha e roupa fina e um par de sapatos
tapete; loi escravo do Sr. Jos Antonio de Fi-
gueiredo, e vendido por sen procurador aqui, Joio
Pedro de Mello ; suppde-sa ter ido em companhia
do escravo Vitalino perteneente aos Srs. Jos
Francisco Martins 4 C.; portanto pede-se as
autoridades polieiaes e capitaes de campo a ip-
prehensao do mesmo, e condu'am rua do Apol-
lo a. l(\ armazem de Manoei Francisco Marques,
-que seao generosamente reconipensados.
9. IlINSIIITfM *
m
*
*
*
*
MEMCtf-CIRIRGICO
DO
Dr. J. H. < rio
OPERADOR E PARTEIRO
Ba do Mrquez de Olinda a. 25, pri-
m
m
*
te

Escravo fgido,
Acha-se fgido desde o dia 9 de Janeiro deste
anno o escravo Antonio, crioulo, de idade 22 an-
nos, estatura e corpo regulares, cor preta, eat'el-
los carapinhos, rosto comprido, olbos flor do
rosto e amarellos em virtade do vleio de embria-
guez a que se entrega, denles alvos ; consta que
*e aluga como forro, j em Santo Amaro e ja em
autros lugares desta eidade : roga-se a todas as
autoridadee polieiaes e capitaes de campo que o
apprebendam e conduzam-no casa de seu senhor
Miguel Jos de Almeida Pernambuco, rua do
Bario de S. Borja (antiga rua do Sebo) n. 28.
Precisa-se de 5004, dando-so por joros os ser-
vicos de urna escrava: quem quizer fazer este
negocio, dirijo-ae rua Augusta n. t\8,
Fogoes econmicos.
Nova qualidade de fogoes para cozinhar, oa
quaea eontm em si fornos para assados e caldeiras
para agua, de diversos lmannos, pelo que se tor-
nan, recommendados pela sua boa qualidade e
economa; assim como os j conhecidos fornos
- franceses, lbgareiros para aquentar ferros com
muitt brevidaie, guarda comida e ferros para al-
taiafe e ehapaleiros : tudo na rua do Bario da
Victoria n. 34 (oulr'ora rua Nova) loja de ferraren
de Souza e Guinuries. ^
meiro andar.
-Consulta das 7 horas as 10 da manhJ.
Chamados a qualquer hora. 9.
CAZA DA FORTUNA
ftTJA l.pBE*ARgO OT&'ORA DO CRESPO N. 23
Aiis 20:000$000.
O abaixo assi^nado tem sempre exposto -venda
os felices bNbetes do Bio de Janeiro, pagando
rompumente,
000*.
QUISTAS SO DIA
(E" pela barriga que melhor
goverva o mundo).
Grandeagitacao 1... Todos fallaml.... gri-
tam!... escreveoa 1.. lasuroam-se !... cbo
ram... e nio comeo.? nao bebem 1 '
Eis a .OHfnsao
Meditemos, pois...
Alvigaras 1... AJegrai-vos, bella e heroica ei-
dade do Bccife, que Tai desabar sobre a cabeca
de cada um de vossos invictos Albos ;uma nuvem
prende de mgicas inspiraedes a veracidade
deste annuncio.
Queris conseguir os fins ? empregai os meios :
apurai a vossa imaginacao, vasai na vossa intelli-
aencia umagota.de insplraeao egtereis tesolvido,
fulminado aquestiki do dia,f
Bom negocio.
Venderse 25 acedes da companhia dos trilhos
urbanos do Becife a Olinda : nesta typographia se
dir.
GABINETE
Medioo-cirurgico
BA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. HNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOB E PARTEIRO.
ESPECALIOAOES.
Molestias e operarles de olbos.
Cora radical e instantnea dos
estreitameotos da uretra.
Consultas: Das 7 is tO horas
da manol.
Chamados: A qualquer hora.
CASADO ORO
Aos 5:0007000
Bilhetes garantidos
Hua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63. e casa do cosame.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:0t<0j em bilhete
inleiro de n. 2795, e quatro quartos de n. 081 com
a sorte de 100J, alem de outri sortes menores
de 40 e 204 da lotera que se acabou de exlr -
hi- (40*j; convida aos possuidores a virem rece-
ber, que prompt costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para v<- no seu estabelecimento com
pr r os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se venda os muito feli'.es bilhetes ga-
rantidos da 7' parte das loteras a beneficio da
igreja de N. S. da Conceig,ao dos Militares, que se
extrahir no dia 4 de. marco prximo viudouro.
Precos|
Inteiro 65000
Meio 3*000
Quarto 5003
De KKa-4M0 para ana.
Inteiro 5*500
Meio 21750
Quarto 1*375
Becife, 22 de fevereiro de 1873.
Joo Joaqmm da Costa Leite.
|falOtl< I :'*itt|
Novo estabelecimento

de joias.
Ba do Cag* n. t.
Neste estabelecimento t'e .,en0
.-
como costuma, at o premio de
freces.
Inteiro ....... 24*000
Meio........12*000
Quarto ....... 6*000
Manoei Martins Fuza.
PENHORES
la travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Onereis ?
Pois bem, fortifleai os puknSes, desempedi a
larynge, rgentinai a voz, adquir o dom da per-
suasao e finalmente abracai sera beitecao a por.
tentosa mspimcao que vea ofTereco e tereis forcas:
suilcientes para discutir, convencer t.. .derrubar,.
para sempre a magnaqaeato do dia,
Oaereis ludo isio ?
Vinde ao multo preconisado armazem do Cam-
pos, rua do Imperador n. 28, e comprai certas
e esseciaes vfetuatnas, (exquisitas e excitantes)
par dos coruscantes e tinos vinhos, nao esqueeeado
os finissimos e calmantes licores, lembrando-vos
dos rariesimos o delicados acepipes, (alem de .en-
tras imuitas eousinbas boas que fleam oceultas
uestes.....para despertar a enriosidade dos aman-
tes da) e veris que depois de teres saboreado
essas finas e delicadas iguarias vos apparecer
urna to enrgica inspirtfo oousa inaudita) que
vos considerareis metaHiorpnogeado em agum
propheta, abundando a vosm imaginacao de cal-
ilos infalliteis que vos farSo naolver em um
Terceiro andar.
Alnga-se o 3o andar do sobrado da rna do Pa-
dre Floriano com 5 quartos, 2 salas, cozinha e
cambrone : a tratar na rua larga do Bosario nu-
mero 22.___________^_ '
MOFINA
Est encouraqado!!!
Boga-se ao nim. Sr. Ignacio Vieira de Mallo,
ascrivao na eidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Buque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
achava nesta eidade.
S um twmto sorlinujnto de jW q"l !! %
ig vendem por tal preco que anin... *" m
5J comprador, atiento ao vantajoso mu.
m ma, ganbar pouco para vender mui-
m lo, que ceriamente til ao compra-
se dor e ao vendedor.
m Tambem se compra ouro, prala e pe- !
m dras preciosas, bem como se fabrica e
8 "
m
Querem ver como
VE.M1AM
A RftS\ IIAtfi
Chapees de Sol de cabo .!e marlim a 12
Anqoinbaa a l*500i
Granadino preta a 800 o eovado ultimo gosto
para easaduinlio e segunda saia.
Cambras transparente fina a '** e S|a p'.a
com 8 1/2 varas,
Chapeos para baptisados ou meninas pequeas
e consa muito chique a 4*.
Caiiibraia- de cores reos gostos* 440 o eovado
o mais ordinar as a 280 o eovado. ,
Rico atoalnadoa 1*800 a vara muito &no e
tem os mais I i nd -s desenhos.
(bichas para camas a **J00 tio colchas que
todos vendem a "*,
Cassa lisa tina a 55 a pira.
Tudo isto muito barato
porque a Rosa Branca s compra a dinheiro c
vende pelo mesmo systema, nianda-se levar as
casas na rua da Imperatriz n. 86. __________
Milho de Mamanguape
Vende-ie por preco commodo : na rua da Ma-
dre de Deus r. a, primeiro andar.

OBRAS
no
e qualquer obra tendente ff*"
pice o grande problema qne
mente as voseas attenedesqueai
rade tio forte-
) te dia.
150*000
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de gratihcacao a quana cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram fuados na noute do dia 29 para 30 de no-
veeabro prximo passado : o i. tem 9 annos,
eastanho e castrado, tem a orelha direita bastante
lascada, urna estrella na test, e no quarto esquer-
do tem urna cruz ; o ruco, com pintas ver-
melhas sos quartos, grande, gordo, com o pee-
coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
cangalha, ferrado com a marca-I. B. do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3." rudado
sanhass claro, corto grosso, um pouco cambito
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
-Ono quarto direito : gratiflea-se com 50*000
por cada um em presenta da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalquer dos ditos cavallos.
concerta toda
mesma arte.
mmmtm.
O abaixo assignado, tndo justo e contratado
comprar a D. Maria da Concecao da Silva e seu
marido Bento Jos Domingue sua padara sita no
largo da rua da Casa Forte n. 69, com todas as
suas pertencas, faz o presente para que se al-
guem se julgar com direito dita padara, com
pareca dentro de tres dias, a contar da data deste,
a se entender com o abaixo assignado, sob pena
de nao ter depois direito algum que allegar a tal
respeito. Casa Forte 24 de fevereiro de 1873.
________ Andr Bousson.
Atiendo.
Declara o abaixo assignado que tendo compra-
do com autorisaco do Dr. juz de orphos a phar-
macia de Jos da Cruz Santos, sita rua do Baro
da Victoria n. 51, livre c desembarcada de qual-
quer onns, pelo presente declara que nao res-
ponsavel por u-ansaeco, nem divida alguma ten-
dentes ao mesmo estabelecimento, pudendo as pes-
soas que tiverem negocios anteriores recorrer ao
mesmo juiz, no prazo de tres das a contar da
data desta pnblicacao.
Becife, 25 de fevereiro de 1873.
_____________Joto da Silva Guimaraes.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
raa Uireitr n. 8, com commodos, caiado epintado
todo de novo : a.tratar na loja do mesmo.
Dr. Abilio Cesar Ilorges
Methodo de Alm para o en-
sillo pratico e fcil da lin-
gua franceza, traduzido
pek)
Dr. ilili fosar Rwjes.
Temos a satisfacao de annunciar venda em
nossa casa mais um litro de summa utilidad*
para o cnsino da niocidade, que acaba de ser,
com o titulo cima, publicado na corte pelo cons-
tante e incansavel proimgnador dos melhoranien-
tos da instmecao nacional, o Sr. commcndadnr
Dr. Abilio ("esar Birges.
Apenas publicada, teve esta nova obra tal|acei-
tacao, que em menos de 6 mezes esgotou-se, s
na corte, a primeir.\ edieflo : sendo o autor obri-
do a tirar iminedteuiente segunda, que, me-
g, H e augmentada, acaba de sabir dos pre-
Uiorau. "^urapliia Laeinmert.
los da t)p.. '"mo-la, pois, com toda a confianca
Becommc'nu.. provincia, e especialmente aos
do publico desta *ras dt' collegios e profus-
Sr*. directores e direc.
s res de francez. Meressante prologo,
A obra prendida de. um i "des vantagens
em que o autor demonstra as gra,. ****;
do methodo e explica a maneira de o
1 bonito volume, 2*000.
Primeiro Limo de Leitura 500
Segundo dito dito, Bruxellas 1*500
dem dito dito, Paria ^ 2*000
Terceiro dito dito 2*5(0
Graminatica portugueza 500
Dita franceza 1*000
Diacursos sobre edueacao 5*000
Livraria franceza.
Mobilia.
i
i
Vende-se urna mobilia
erfeito estado : a tratar na
eus n. 5, 1. andar.
de Jacaranda em
rua da Madre de
Vende-se urna escrava de 17 annos de ida-
de, com principio de engoinmado e costura : na
rua da mperatriz n. 41, das 6 as 9 horas da ma-
nha e das 4 as 6 da tarde.
Ec
Est fgido desde o dia 23 de junho do anno
de 1871 o escravo Luiz, mulato, alto, cabellos bem
crespos e principiando a bucar. Tem um peque-
no signa] de cabellos no queixo; e no braco di-
reito as lettras-L. P. N. Sabe ler, trabalha de
pedreiro, envernisa e pint.
Este escravo tem um irmao liberto, que traba-
lhava (e pode ser que anda trabalhe) de machi-
nist de vapor n'um engenho de Abreu de
Una.
Pede-se as autoridades polieiaes e capitaes de
campo que o prendam e faeain-no conducir rua
da matriz da Boa-Vista, casa n. 93, onde rece-
berio IKM000. *"
Duvidaes ?
N*este caso l vai:
Cam a barriga vasia
A cabeca arde, enfraquece,
O corpe treme, vacilla,
A razao dcsapparece.
N. 28 roa do Imperador N. 28
100*000
Na rua da mperatriz n. 47, 1 an-
dar, urna senhera tendo j grande pra-
tiea do en sino, recebe discipulas de
piano, moaica e desenho.
0OOSA
-'O abaixo assignado, tendo de retir?.r-se para
Europa com a maior brevidade possivel, afim de
tratar de sua saude, e nao podendo pessoalmente
despedir-se de tod s os seas amigos por falt de
tempo, o faz pelo presente, pedindo-lhes desculpa,
e ao mesmo tempo Ibes ofTereco o aeu pouco pres-
umo no que loes poder ser til na eidade de Lis-
boa, onde tem de residir. O vicario
Antonio H. de Hollanda Chacn
COMPRAS.
Compram-se algumas casas terreas que se-
jam^ern boas ras : na rua de Hortas n. 112.
Comprarse urna escrava.
Na rua Augusta n. 248, compn-se urna e-cra-
va de meia idade, que saiba cozinhar.
VENDAS.
Cambraias
Cambraia transparente a 3* a peca.
Dita dita fina suissa a 5*.
Dita de cores a 260 o eovado.
Dito preto e lpicos brancos a 2i0 o eovado
Dita para forro a 2* a pega.
Na raa do Crespn 20, na loja de Guilherrae
c. da Lunna & C.
onomia
(aos pais de familia )
Lences de bramante a I*0d6 um
Dito algodao 1*400
Cobertas chita 1*800 una
Ditas cretone forradas a 3*500 urna
3*500 e 4*000 *dan,Mcadas forradas a 3*000,
Colchas de fusto brancos e de cores a 3*500
pitas de crochet brancas, grandes a 5*000
fobertoras de algodao a 1*20J
Ditos de 1 escuros a 25060
dnunta? C Cre,P 20, '^ de "heruieiC.
Fugio do engenho fontal, em Serinhaem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Simao, com ce
signaos seguinies: estatura regular, corpo secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descaneada: quem o pegar leve-o ao
seu senbor e- tenente-ooronej Vicente Mendos
Wanderiey no dito engenho, oq no Recife ao Sr.
Bemardino de Sena Pontual, na rua da Madre de
Deoe n. 36, que raceber a fratificejo de 100/.
nabar: na rua de JUafe) a, ff, ^
Agua Preta
Manoei Xavier de Si e Albuquerque, solicitador
provisionado, encarrega-se de promover qualquer
eobraoea amigavel ou judicial, e reside no povoa-
do dos Montea (Una).____________________
Na fabrica de cerveja rua do Brura
se precisa de um homem para trabalhar em
urna fatroea de um cavalfo. Na mesma fa-
brica se compra naranja da trra a 600
rts o eeato. /
iw,-. I ?fit: aas v1?8*8 terreas taiP*' co-
berto de tetha e em chaos proprios, cujo te reno
tem 46 palmos de frente e 26 bracas de fundo e
com bastntes frncteiras : a tratar na rua da Sen-
zalla Velha n. 80. a
A Borboleta
_ ",,a <0 vramonti u. 5.
Vende aqueimar botinas para homem, calcado
ingles, de sola grossa a 7*.
Tem um piano forte para vander barato do
mellier fabricante Blondel VigneV um lustre de
3 bicos para gaz.
VENDE-SE
Vende-se um sitio com urna casa terrea de
pedra e cal, tendo 90 palmos de fundos, em
chaos proprio : rua da Floresta n. 2, em Olin-
da, para ver e tratar na mesma casa.
Taverna
Vejide-ee a taverna da traveasa da rua das Cra-
zes n, 6, com poneos funds, propria jara princi-
piante : a tratar na mesma.
Vende-se um carro para servico de alfandega,
e um boi grande muito manso, tudo por preco
raxoavel : a tratar na Soledade, taverna n. 40, de-
fronte do quartel do deposite de recrata.
VENDE-SE
a armacao de amarello invernisada e toda eavi-
dracada da loja da rua do Bom Jess a>. 39 pro-
pria para qualquer negocio, na mesma casa, ou
para qualquer est'bele*'
mesma. ~
ilecimento
a tratar na
Vende-se duas casas terreas, sendo urna
rua de S. Jorge n. 35, e outra rua do Pharol n.
46, Fo-a de Portas : a tratar na roa do Marque*
de Olinda, armazem n. 54,
L



6
Diario de Pernambuoo Quinta feira 27 de Fevereiro de 1873.
Fazendas em liquidaco I Obra* de phanlasia.
NA
e
Ra da Imperatriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & C.
- Tendo o propietario deste importante estabelecimento, grande vontade de liquidar
todas as fazendas que tem em ser, tem resolvido vende-las por precos rauite,mais baratos do
que se vcndem em outra qualquer parte, cora o fimde apurar dinbeiro, rajao por que con-
vidado respeftavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento de azendas ep
lei, (Jomo tairibettt de grande sortimento de faiendas finas e dos mis -apurados gostl.
E previne que^s vende a dinheiro vista, por estar em liquidago.
A toja da Afilia Brinca, rtia 8o Durme de
Caxiis n. SO, recebeu un bello sortimento de bo-
nitas moderna obras u> phaatssta, sendo :
Brihc 9 e cratos pretas, com acarados e fiedras.
Outros de n adrep rola queimada cooi bonitos
f afeit de delicadas flores.
Outros de fln dourado cem p ng es de cores.
Outro encarnados e de bonit s uarides.
Roletas de fino aovado con pedras. brancas,
Aderecos de madreperola.
itos dourados eora amapheo preto.
Ditos pieanados.
Djtos imitando- folhas flores naturaes.
Ca soletas de madreperola f,
Voitos tle grossos aljofares de cor s.
Outras de-ditos pret s com donrados.
Pulentas de tartaruga com doeado.
Giras pretas
Grajnaes preto e de oores.
Bonitas al
abotoaduras de fino donra&V), a "m pe-
ers/ ectart ote/ para abwtrrr* 5e camisas.
_. Baties dourades de iitrasqnalidad^s, para
OFFICINA DE ALFAIATE NA L0JA. 00. abertma collariafaos.
PAVAO- niirtfv IfiniiAct
COM LISTRAS DE SEDA A 80011S.0 COVADO Neste grande estabelecimeoto encontrar r^\j T> T
O Pavao receben um elegante sortimento | o respaitavel poblico. orna bem montada offi- rAAlfcSB&SSSk S^dSSfcS
das raais lindas grenadines pretas com I stras cia de alfaiate, onde 8 manda execotar phata9i, pie o coralaowato'. e outros de apu-
de seda de cor, tendo entro ellas com liitra qoalqoer peca de obra, tanto para homein, raaos gostus; assim como reeeneu ou roside a-
roxa propria para luto, que vende pelo ba-' como para meninos, com a- maier pre* d.eira. que se confunde com o sbalo, e aera et-
ratiss.mo preco de 800 ris o covado ; assim tesa e perfeicao assim como para qaalqwr g S^Xo%$. fc'iSJBad'f SueB"
como dita muito fina com hstra encarnada, luto qoe de repente appareea, teodo na mes- TToc/W di* nrwatal noM frwtllof
que vende a 10000 ris o covado. Esta ma ofilcina om perito oXicial destinado para ( *bU> WW^UIjfltW pdra-lUiiiei.
fazenda veio pelo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaes de goirdalia-1 A. loja da Agnia Banca, a ru* do Djique de
mente da Europa, e liquida-se na loja do cional oo tropaidaliaba 16*iJK offlefe ^ ^^SiTSSffT&'^
Pavao a na da Imperatriz n. 00. duiglda pelo haba artista Pedro Celestina pras para arranjos de toilet, etc,
CAMBIIAIS ABEHTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalho.
99000 e 103J0OO RS. ESPART1LH0S A 3,0000.
O Pavao recebeu um elegante sortimento O Pavao tem om grande sortimento de
das mais linas cambraias brancas, abertas e espartilbos, tanto para sanhora como para
de
bordadas para vestidos, que vende pelo ba-
ratissimo presos d 95, e 105000 rs. o
corte, trtndobastante fazenda.E^pochincha,
na loja lo Pavao a ra da Imperatris n. 60.
LSnUAS BORDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mas lindas lasinhas transparentes com
florzinhas bordadas, tendo de todas as cores
inclusive raza propria para viuva, e vende
pelo baratissimo prego de 400 rs. o covado.
B* pcchinchanaloja do Pavao a rua da Im-
peratriz n. 60.
ORE NAINES A 640 RS. O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais lindas grenadines pretas com Ostras
brancas e de cores, sendo muito boa quali-
dade, e vende pelo baratissimo proco de 560
rs. o covado. E' pecliiue'aa na loja do Pa-
vao a ruada Imperatriz n. 60.
COBERTAS DE FUSTO ACOI.XOADAS A
4$000 RS.
O Pavao recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fusto, acolxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
case de todas as cores, e vende pelo baratissi-
mo preg de 4/5, rs. E' pechincba na loja
do Pavao a rua da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENORA A 12-5000 RS.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
dos mais moderaos chapeos de palba, rica-
mente enl'eitados, para senbora, com osseus
Bomoetentes veos, o vende polo baratissimo
preso de 125000 rs. E' pechiucha na loja
1 Pavao a ruada Imperatriz 11. G0.
LAS MODERNAS
O PavO vende um bonito sortimento de
Usinba listeadas, sendo das mais modernas
que tem viudo ao mercado, pelo baratissimo
preco de 360 e ooo rs, o covado. E' pe-
chincha na loja do Pavio a ru da Empera-
triz n. 60.
ALPACAS LAVOADAS A60 US.
O COVADO.
CbegOt para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais bonitas alpacas de cores
tarradas, sendo as odres mais modernas que
tem viudo para vestidos, o veode-se pelo la-
ratissimopreco de 640 rs. o corado. E'
pechincba na loja do Pavao a ruada Impe-
ratri n. 60.
CWtesj i camba*!*, uii.iu,i uo-
vj!ai!i'. a 9o003>.
O I'avo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sullicienti! para vertido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos. que tem
viudo ao mercado, e pela sua excossiva bara-
ten, l'irnam-serecominendaveis s senhoras
de bom gusto. Bazar do Pavao, rua da
(mporatriz n. G0,
LENCOS A 25400 V DLZI.V.
O Pavao tem urna grande porcao de len-
cos bramos com barra de cor, muito bonitos
e boa qualidade, (ue vende por 25400 por
U-i grande porcao,
Ditos todos Drneos abainhados muito fi-
nos a 29800.
Ditos ehinezes com barra de cor, muito -
os a 3?.VJ0. E' grande pe-chincha, na loja
do Pavao.
Romeiras a 35000.
O Pavao recebeu pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento de roraeiras pretas de l
com salpicos, com lindos enfeites pretos e de
cores, c vende pelo barato proco de 35000
cada um, por ter grande porcao.
Ditos todos de seda ricamente enfeka los a
4*000.
PARA O CAHNAVAL.
ItlMIlillH
menina, qbe vende pelo barato preco
3,5000. Ditos muito fiaos a k&OOQ 15*000,
s3o dos mais moderos qoe tem viodo ao
mercado.
CHITAS A240RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS k 240 RS.
O l'.f'-o vende chitas fraocezas proprias
psra vestido, sendo muito ba lazeoda, com
padres claros e escuro, pelo barato preco
de 240 rs. o covado, por ter um1 leve to-
que de mofo : pecbincha.
Anneis colares-elctricos
A loja d'affuia branea rua Duque da Caxias.
n. 30, jec<*eu aova reaiesea dos proveitososan-
iitie.calares eletrico, p continua a recebe-los
Hiensliaent, pulo que senipre estar provida de
taej objectos.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca rua Duqna d Caxias n.
30. recebeu novauuinie bonitos diademas donrados
e enfeitados com pedras aljofares, obras de gtis-
to phantosia. ^ TajnbeineJrecebeu no vos grampos
pfetos on alfinetes on' flore para a caneca.
Lequescosi boiiquets e ou-
. tros xliinezes.
i A loja d'afoia branca rua Duque de Caxias
n. 30, receben urna pequea q&antidade daquelles.
LIQUIDAi;AO DE CALCAS MCASEMlRAbomtoaleqiwswinlMuquetse outros chineres.
0 Pavjo tem nm grandenofiimeote: de OoM "reme para refrescar e
calcas de casemira de todas as cores e qua .r ..
lidadas, para lodos oj precoa, e desejando .' amaciar a> pelle
muito limida-las, resolvea vende-laf por A lojad'aguiabraac.aarua Duque de Caxias
om oreco muito em conti, para diminuir a n-80recebeucetdcreme dvs afaniadosi fabrican-
grande porco. --------t^bHvLegrameCondray.
assAs FRANCEZ-is. (,!l>iaaemas e'grampos de
O Pavao vende bonitas cassas freScMas .aro
com bonitos padrees, e de muita buaitasiaj ,. "/'. Vu#
nelo baratissimo nreco de 240 e 280 rs o'^'A lel* dai ag brataca, a rua do Duque de
peiooaiausbimo preco ue4U e wu rs. o Caxias n. 50, recebeu no>-ameme^ bonitos diade-
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei- mas egramps-de ajo
ro, grande^hi^^rHlii Pevo. J> Bic(5s de ,fa. ^^ com
O Pavao recebeu pelo ultim' paquete da; flores de COTeS.
Europa, bournus dos mais iindos'gostos que \ a loja da agoia ^branca, rua do Duque de
at boje sao conhecidos, e emrelaoao ex- Caxias recebeu, como novidade bonitos Meo e
cessivabarateza, convidam-se as Exmas. Sras. '-fe*'preto*com flores de cre#robtesabindo nel-
nari is vornm napn nm adr>Vrr para as verem, para assim adrrtirafem o que pitatmP 9Qatro infeites de vestidos de gra
ha de mais novidade neste argo. aadiae? on vedioa,- 9 utras fazendas tnansparen-
CORTES DE CAMBRAA-A9000. tes. Pela conmodidade dos prefos esses.bicos tor-
0 Pavo vende cortes de cambiWbraflCa ao-^iBis wmtfVM pla com listas e lavores da mesma fcdr','tdO'tri1>'Tl*'9a, zenda para um vestido, vende pelo barat'"V'eOS OU' majltmnaS pretas.
prego de C5000, por ser grande pfeehinehaiJ ->-A'Na aguia. Ditos muito finos com babadinhos brancosf3'11- JO, recebeu bonitos vos-noer. mantinhas
hnnlailnc n Rono : Vn^ m seda wm-(tere?, eoutras a- itiitacao de
DoriadosaWUUU. ,^An ;-croch,-e vende-as pelos barato prcos dV3,
^ Ditos ditos com listas de cores a 45000 e;'j( e"60O0.- A- fazenda boa e est m per'eito
55000. estado, pelo que contina a ter pr-ompta extrac-
itos de cambraia branca com 20 metros $;
de babadinhosde cores a 99ooo. E' grade Diademas e aderecos de ma-
liechincha na loja do Pavao.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
dreperola.
Aguia branca rua do
O Pav5o vende soperior bramante de al- Caxias n. 50, recebeu urna pequea porcao
diademas o aderegos de madr
apurado gosto.
jodio tendo 6 palmos de largura qoe s
percisa de 1 '/* vara para um lenco!, me-
tro I 600 e a vara l&SOO.
Dito de linliu puro superior muito ancor-
pado com a mesma largura a vara; 25400.
Ditos franceses moito fiuos a 34500 e
iJOOO.
Pcc d.e amburgo e panno do Hubo com
0 e 30
qualidade.
Pe^as de brelanha de paro
Duque d(
por(o de
fperab, obras de
Para o carnaval!
i{%iil carnaval!
Para o carnaval!
.DE
Pede obier em pouco lempo com o aso do melhor dos licoresa tramada .
HESPERIDINA
Faz^oito aDnos qne cc.'ibaudo este precioso tnico, e difcil acbar orna penoa
qoe, tendo experimentado pescalnisote, nao falle em seo favor, ji como bom estomaca
e apetisador, tomando em calix delta antes de jantar, 00 como facilitador da digettao
tomando-ee depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ha nm s habitante do BBASIL (aterra
especial das laranjas) e^ie lJo conbBca es propiedades medicinaes da doorada frocu.
ora bem, a
COS IRA
ChegKam ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, am sortimento de machinas para
costera, das melhores qnalidados que existe
aa America, das quaes moitas j sao bem
conhecidas-peleeeeoe autores, como sejam;
Weller & Wilson, Grover i Boka, Silen-
cilas, Weed e Imperiaes e outras muitas
qne com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo qne trinta costuraras podem]
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feicao como as mais perfeitas costnreiras.
Garante-pe a sua boa qnalidade e ensina-se
a trabalbar com perfeicao em menos da urna
aora, e os procos sao tan comniudos qne
devano agradar aos-pretndanles
VelbutHKi de todas as tres ; s na rua Duque
de Caxia.- n. ti J A, loja da esi|iua, de Bento da
varas, para todos os preces e Silva c-
Perfeita novidade.
ld0Grampos com borboletas, bezouros
>0 jardas pelos procos mais barato, que se
tem vi-to. '
e gafa-
'
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Pecbincha de finissimo esgaio syceleoa Caxa8 n- 50 recebeu novos grampaa com bor-
com 6 jardas 7CO (.boletas, beamros e gafanhoto?, o que de certo
Peca de finissimo melena com 3Q jardas ^Z StsaS* WBm
^uw^w!"**9* NoYas gollinhasornadaaeom'
-- Na pedaria ajlem na rua la Guia n.
51, tem para se vender o seguinte :
Ervilhasde tres dilTerentesquali lados, fei-
jobranco grado, repolhoem barricas,, len-
tilhas,. sevadinha (Perle), sag, ameixas,
macas- e eerejas seccas; tambero tem para
vender duas bataneas grandes com ganchos
e bracos, alguns pesos", duas rodinhasde me-
tal para carriuho de mo, urna forma e um
forno para fazer hostias e obreias, e urna
bomba. _____________ _________
Lazinlias para vestido a 320
rs. o covado.
S na rua do Duque de Caxias n. 60 A, outr'o-
ra rua da Queimado, loja da esquina, de Bento
da. Sirva & C.___________________________
Rival soni segundo.
Cheg ram agulhas. para machinas, do fab icante
Crower A Baker. Duzia por 000._______
SMOKED BACON
Excellente toucinho inglez em latas de quatro
libras a 960 rs a libra : no armazem de Tasso
Irmos & C, rua do Amuriin n. 37._________
Libras sterlinas.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
F. de Oliveira & C, rua do Commercio n. M.,
Vende-se
duas casas feitas d laupa c cm mo es-
tado, edilicadasem chaos proprios, na es-
trada do Caxang e muito prximas
povoai;ao, tenJo o terreno 100 palmos de
fundo sufficiente para se edillcar um bom
da ditae sitio, por ser o lugar um dos mais altos
Tasso. povoacao : a tratar com o comniendador
em seo estado natnral temum-gesio pooco agradavel, e o mrito da Hesperidina co-
siste em reter seas boas propiedades, e ao mesmo lempo pmenta-la como
.EXftlUSITOLICOE
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL n3o tem nada qne inviar ai
melhores importaees europeas de cathegoria semethante. Estas, qoando moito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinado perfeita do
p -AGRADAVEL E SAUDAYIL
Fara prova de qu8 om artigo no qoal pde-se ter ioteira coDfiaoca, por ser poro
e innocente, hasta dizer-se qoe foi plenamente approvada e autorizada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permUmdo>eoa livre elabora?5o no imperio ; oolra
VUh\ PttOVA
e a acceitaco geral que temem todas as partes onde apresentada. Eo I8<54 eslabe-
4eceu se a primeira fabrica em Boeoos-Ayres; em 1869 a segooda em Montevideo; e
no da da chegada de S. M. O IMPERADOR inaogorou-se a fabrica qoe actualmente
trabalha na corle. Em Valparaizo e em toda a cesta do Pacifico tem boa aeceitaclo,
tanto qoe rara a casa qoe considera completo seo aparador sem orna garrafa de

HESPEIIDNA

O homem velho toma Hesperidina para obter
0 homem doente toma Hesperidiaa.para oble
0 bomem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes as donzellas e os mocos, tomam "esperidina para .obter boa cor
animagao dorante os loucos gyros da
BARROS JNIOR d C, a roa do Yigario Tenorio n. 74f aodar,Fftceberam eaia
grande especifico, e ven(im-DO nos deposjtus, segaintes:
Joaquim Ferreira Lcbo, roa da.Imperatriz.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fopie, roa da Gadeia a. 2.
Antonio Gomes Pires d C, rda da Cadeia.
Aotooio Gomes Pires 4 C caes & de Novembro.
Gomes A Irmao holel da Passagem.
,.
MA
BARTHOLOMEU eiC
Pharaaaceuticoa premiados egij-dt'vweyBaaB expices
predio
JAiOS
: ui tripa JcbraJ da
:ja um : uo annaum
d do Amrim o. 37.
vacea ioglea a
de Tafso Irmo
I4CC0
& (1,
i
OQGS
O Pavao tem um gfflflde sortimento de d-
minos de todas as qualidades gostos, proprios
para O carnaval, tendo tamben do merino
escossez muito inturessantcs, que vendo ou
aluga por procos muito baral >s, jior ter gran-
de porcao.
LENCO'ES E BREANTE.
O Pavfi. vende bocees de bramante mui-
to grandes, fi*o leum panno s, pe'o ba-
rtissimo preco de 2,5Wo cada wn. '
MADAPLOES.
Pecas de midapoiao francez muito Qno
Wi 20 jardas a 50500 e *i<5000.
Dt.'Siwoi 2i jardas mjio superior a
) e 70>.
Di.o Idglez fdz-nda moito fina 55000,
U'JJO t 'i 300 at tfBCO.
Di i .s fi tioezes e ir/iflez-s .ajilo fiaos de
40j^rdjs para dilferntes oreos.
ALGODOZiNHO.
0 P.tv, vdde por prego muito barato
pe^as d$* .'djzoi.izinb> americano nfaito
bera )>i IR Jardas i^OCH. i
Dito com 24 urd/s a 4J500 e 5,000
at amo.
Dito' hrgo marea T mui.'o eocorpado a
WOOO.
ALGODAQ. ENFESTADO.
OPavSovcnde o verdadairo e
rgura a vara 2#0CO
CALCAS DE CASEMIRA.
0 Pavao tem nm grande sortimento de
caifa de casemira, assim como, cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
fi?orins e em fazenda das mais finas e mais
novas ao mercado, e vndese por 'barato
preco para aporar dinheiro assim como cal-: \ TampOS^ Pl'lliCOS Q VOMmi
s de britn hranco e de cores por precos | ourados
auno razuaveis para aiabar. uu : :" ^. _
r I Aloja da agina,, hranc.i, a, ruado .Duque de
TNICAS PRETAS. | Caxias n. 50, tesebsu no\i*inewte,.l)anilosi gram-
il PivSn ranahan nm orando nrtimontn p5, br?cos o rezeas, duurados,.;, assim como
u ra receDeo om grande sortimento novos diademas de ac, e como sempre comi-
das mais ricas tnicas de grs preto, rica- 'ma a vende-Jos por precos razoaveis.
mente enfeitadas, e vende por prego rjzoi-!
vel.
pelucia ou armiuho
..A lojald'aguia.tran>a rea Duque de Caxias
- SO, resello nina pequea quantidade de boni-
s e.novas gollinjias, trabalho de l e Sijda, en-
neitadas co-n arminho, pbra estas de muito gosto
o inteirarreute-novas.
VESTIDOS BRAN'COS BORDADOS D
35,50000 AT 604000.
O Pav3o receben om lindo sortimento
dos mais ricos cortes de cambraia braoca.
(iiicieiH|iiiilo mos!!
4 tmtfflW! SSOOO!
Lindos chapeos 'campes,tres, da ultima moda,
, j de Caxii
60 A, loja dasqnina, demento da Silva ,\ C.
ricamente bordados, e com lodos os etfei fteJ^JbJ&t&!&mB'
tes necessanos, e vende pelos pregjj de
35OOO ala O^OO, d5o tem vindo nada
mais rico nem mais moderno.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A. .,5500, 8^000 E 1000[>.
0 PavSo tem um grande sortimento de
cortinados para cama e janellas, que vn
8KI REDO \ HCOaOMIA K CEI ERIDADE.
t~\ Obtem-se com o uso
r BlJOfAO- SHOST
L'uica, higinica, radical einfallivol na cu-
ra das gonorhoas, flores brancas e ilusos de
toda especiey:recentes ou chronicas; e que
offerece eonio garanta desahitaras resultados
a continuada applicago que sempre cora a
maipr vantagom se tem fcito della nos hos-
pitaes de Pars.
., Uqc deposito para o Brasil, Bartholomeu
',., rua Larga do Rosario n. 34.
Novo traumento da A$ihma, fosee, convulsa, tkfluxo catanhaes, e (oda* as molestias ios palmes
que tem feito importantes curas, e que boje o unie aoceko petes melhore* Jfcdicos. ^^'
DEPOSITO GERAL, 34, rua larga do Rosario, PERNAMBUGO.
tade-gflli>pe
Para piano.
l^rfaff. Mbanio Colas.
. Aciba- ^|ip'ublirar-se e aclia-se a venda este
JiaJ'galopjiic<)m froutespicio cspeciatv^-analo-
gn, compupto ^h) muito lalunlos-i o 9nj(ititlii.-o
maestea (,J>ls. >. *'
Preo B00^.
A' rn Nova u II, anua era do Azevedo.
I
2a&gjtsiaatt&
>
Tinta Inalteravl
Para esorever
&
WEIWAMBCO
Esta tinta recommenda-se pela suacoin-
posica e fluidez como a melhor e a mais
eegur de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as peanas de ac, ti at
tres excellentes copias, naesmo muitos das
depoia derecrevar, e prefevivel a qfcal-'
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos et-de
que se careca longa conservaba.
Vende-so o sitio da estrada da Cnu de Ahn.is,
que flea anfre do coninindador Tasso e o do
5 desenHirgador Doria, coni pasa de .'vlvendi d fte-
! entes a:rvoredo9, grande baixa de capiuij etc.',
dando tw fundos para a errada dos tr]hus urba-
nos ao pd da e*tac9 da Jaiiueir : a tratar na
rua do Amorim n. 37.
Araiuta verddeira
i-Admira o prec.
Venderse araruta sponos f* r^. o paeote.de
npa libra, para acabar, assim como vende se em
grandes porgues por preco commodo: na trav s-
sa da roa d* Cruzes n. &,.a>na rua du Vigrio
Thcnorio n. 26.
Vende-se na pbarmacia de are C.,roa Nova n. 25.
Cadeiras oratoria com assn:o de palbraha
9040OB cada una no caes do Apollo anoa
Mais delles.
^ Anneis- rlcilikos.
de pelo barat) pr(,o de'7iS00;'< 8^000'*
i00000 o par, lendo at por 18)9000, assim
711.1 \ iJ^nde ortimento-de tapefes.tan- F^11^10; UO, aiailAiOCa a jp. O auuahotditor no de-8. jos n.
superior
algodaozino de ddas fargoras para enejas,
i muito aaooroado -i l5rt00 cada vr
lo para 4ca jeiras como para cimas, pianos,
portas, etc., tudo venle por precos rzoa-
els. r *~*
CAMBRAIAS.
0 Pav3o vejid cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a idSOQ e
30)0. '
Peca de dita muito fina com 10 jardas
tanto tapada como transparente iiJOO.
w^Lio000 3t a mais>'a ^ veoi
GOIlTE DE P^ERGALIA COM OAS SAJAS
A 4000. ; SP
0 Pav5p vende bonitos cortes de orep^ila
coa.duas saias, gortefftdqja de "muu
gosioa 4/J000, 'J,jcb!diMa.
'TrT'^^ ^'^MtNlVlOADE,. i
O Pav3b vende om.^ranld sortiineetoi
das mais moflarnts, baplistas com lista de'

sacco.
Na rua da.Vadre de Dos n. 7 ; aellajem
panto n5o se acaba.
Xrpe d'grto do Para
Aatigoe concuado-jpedicafflentQ para
cura das ni-leitias *!' ORgas-cespiratorios,
ff9mo a pb':ym* Jwoncbitcs,, asthma,.'te.,
3ppcado auBda eom- ptimos fe3u,Itadosi no
eafcorbuto.
. Vende-sc, na, pb^rroacia,c.dcgaria4d*3ar-
t|fo]lptaen,4 (T w^fcaagaidedapsafio- 34i;
' : ,y.i u..:.' '-'. ----------------
NOVO ASSESSOR FORENSE
h Vel l>r. tfilA ^ort>4-n Ir \nni|<
?i no fuiae riawnali -segundo a -iwvfssiina' reforma
judiclaria ^ suas disnosicOes acompanhadaa das
disposi;0|< da lei a qfcoellas 4f reFereirt e mais as
formulas|para if)jBlgrm'iitoa.f jury e nos crlmes-
poiiciaes. Esta obra tra-se um auxiliar indis'pen-
savcl a todos os Srs. advofKfdos, prooirradoro,
pariese inajscuipregados no foro, i vol. com400
Daquelles anneis elctricos, to uteia- para o
nervoso,te xias n. 45 tem vendido poreao eraue por serm
os nicos. vendadoiros,^ muito* te 'aproveitado ;
pelo ultimo vaporiveio nova remessa : 'elles an-
tes crae se'ac
de Caxias.
BICHAS DE HAHBURGO
As iii.iis lecentes e uielbores.
VtMidein-se na pbarmacia edrogariade Bar-
tliolomr-u & (',., rua Larga dosario Rb. 35
A rerdadeifa cerveja da Uavra, marea ban-
dejra, deuprir.'qualfda3e : 'vemleni Tasso Ir-
mos & C. ea stiu uriuazem da rua do Acerico
nuiK'i'.i 37.
m. Na Magnolia t, 48, rua Dicquo i po. dp ahjodo da Bahia e.cal de Lisboa, re-
i'riiteiMMi*.-.c*'|adu' ''a para^vnili-r no es-
criptotki de Mujtiini lo' 6Gonral\'es Beltrao & Fi-"-
lho, i rua db' Commercio n. 5.
II
I cjvudoi muito^aisJargii^rifalkiatMfraj^i,.

41
*iu^
wwra
A>**4ft-riu-

fm,esi do.fledra t rhl, na nh de SrlMTgtelV
J%
da,e veij .pelo'baratii'mof'ptmwm)isp m.^^ tyfc/to*i*4li!*Mi>**t*;*Um
''
paginas,. enci:8jo00.
Tratado.dtt'|)riie materia'criminal pelo'Dr.
Milterniayor^lradidido o annolad" pelo advogado
/IbjftOyABtonio Soarfs,2 grosios vols. tic. 1000!\
if Ktillppino ou wilcnacoes eleis dn>Reino
de Portugal, pur Candido. Mcade. ua-Atweida, 1
grande e grt*ni v"gi.Ml.l303'!O'.'-
Auxiliar pVrtWOTief-Vindo de ippi'ndirc ao.co-
ii]ig)i*lliili"|Bniijpelo>aie5imo.'airt(ir, a*/17ri.
... wiuiflmio-
^I'E IWAAHit '?:>
a.
1
III

Em seus rmazens rua do Araorim
n. 37 e" caes do ApoHo n.' 47,
lem par.a vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrillio.
Caaos de barro:par&asgoto.
Cimonto Portland.
Cioiento Hvdrftulicc.
M;tchinas da descansar algodao.
Machinas dapadaria.'
Potassa da Russia em barril.
' Thosphoros de cera.
Sagd 'Sevadinha om gaTl'afSes.
'qLonti-has ei^-trt-afoes.
tllmm da amaiea.
'Viaho da-Porto *ell*t) eaga'rr;*do.
Vinho do Port si^erior; di o.
Vao.do tfordeanvdito.
< Viaho deSelie#rv.
Vinho da Wdeira".
Potes com linguas e dobradas inglezas.
.Litares finos wtidos.
A fflttgnae -&nitew>Brere?.
n tnas detoucmho *gte.
Barris com repolho em saluwara.

Cnznmrira
Pxeeisn-tc dB-uma eoainheira para uroal casa
atrnijeira : a tratar na rua dOotmneroio n. 38,
t aadar.
r*
Duas casas terreas navas, na rifa de S. Jofo n.
77 e 7'.' ; assim cojo, dous-bahs grandesj^ber-
tbs df sala, sem uso atgum :. i^ratar mnia de
Pedri Afonso, 'sobrado de am andar u. 1.
Venderse.
!)
i-ii|'WbH n
Urna'taberna na rua da Santa .Cfoz n. rtfbem
te ; s
para a
afreguatda.a.eptiw P^ra ma.Brtlciplante ; s
se rade imr icr setf ^oiro'dnHirar-se
a-*atar'fla,nic*ma.
M


*n srtiitteri'teTasso liftiiS*! C-,' nal tb Am-
rim n. :J7.




f

i
Diario de Pernanibuco Quin^ fei^.,2.7 de.feyoreiix) de 18,73.
7
FBBigAO DE FERRO E BROHZE
FABRICA DE MACHINAS
Vtw do Barih CARDOSO IRMO
AVI8AM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que teem recebido da Europa
grande sortintento de ferragehs para engenhos e para lavoura.e quaesquer outros usos
e misteresda industria agrcola, o quetudo vendern por pregos razoaveis.
01'maS para aSSUCar pintadas e galvnnisadas, de diversos tamanhos. ,
VanOFPS horisontaes e verticaesj bem conhecidos nesta provincia e fra della, os
i^ melhores que teem vindo a este morcado.
MOeilClaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
3leiaS moeildaS para assentarem grades de madeira.
laiXaS de ieirO dc ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
XOdaS d ag'lia de diversos tamanhos.
xtOdaS dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
CoilCCrtOS c00061"13"1 sua fabrica *bem montada, com grande o bom pessoal.
EnCOlTimCTldaS Mandam W Por encommenda da Europa, qualquer rsachnismo,
j wuuno iao ^ara q ^ue se correSp0n(jem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisain pelo bom trabalho das mesinas.
Rua do Barao do Triumpho ns. 101, 102 e 104
F N D I C. O DE CAR.DOSO d.IRMO
MITA ATTENCfl
J
Soares Leite & Irmaos, com loja de miudezas rua do Baro da Victoria n. 28 (ou-
trora Nova) pedem muita attcngo para os presos abaixo especificados:
MIUDEZAS.
4botoaduras para cohete a 200 e 320 rs.
dem dem para punhos a 320 rs.
Talheres cabe de viado ( imitaco a 3JK)00
a duzia.
dem idem cabo branco 2 B a 55P500 a du-
DE
/%"V*M
Duzia de meias para homem a 39, e"5#
69000.
Idojn idem para senhorasa i e 7P000.
caiga a
zia.
Caixa de linha branca com *40 novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Mago de fita chineza a 1?H)00.
Coques modernos a $?500.
Resma dc papel pautado liso a 2^800, 3$,
3-7500, 4-7000 e 07000.
Caixa de papel amisade a G00 rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas Perry a. 800 rs.
dem idem a 400 rs..
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Redes enfeitadas a 17300.
Tranca de caracol branca, a 400 rs. o
mago.
dem lisas a 200 rs. o maro.
Microscopios (sem vistas) a 27000.
Duzia de pecas de cordo imperial a
320 rs.
Indispensavcis de couro da Russia a
107000.
Leques para senhoras a 27000, 47000 e
7700O.
Vara de fita escoseza "larga (boje grande melhor, 500 rs. e 17000.
novidade) a 43000. '
Duzia de collarinhos borJados para ho-
mem a 87000.
dem idem lisas a G-700O.
Duzia de cachimbos p de galliuha a
27500.
dem idem de madeira^com tampa a
:*T600.
Lamparillas gaz a 17000.
Grosa de botes de osso para
200 *rs.
Grinaldas para casamento a 2? e 57000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do a 37600.
dem idem idem lisos a 27500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 17000.
Pegas de fita de velludo de todas as cores
e larguras.
dem idem de grosdenaple, idem.
Sapatos de tranga, tapete, casemira e char-
lte.
Mascaras baratas..
Chapeos para senhoras a 87000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 17200.
dem idem kananga do Japo a 1^200.
dem idem divina a 17200.
dem idem Magdalena novidade) a 17500.
Frasco de oleo oriza e philocome a 17000.
dem idem antique a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 17, 17500 e
27000.
Tnico oriental de Kem a 17000 o frasco.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
dem idem de pos chinez, o que ha de
Mago de sabonetes inglezes a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa a 27500
e 37600.
dem idem com flores a 17500.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
37500.
Agua de cologne, banha em frascos e
militas perfumarias de gosto e baratos.
QUINQUILHARIAS
Mascaras, brinquedospara criangas, bollas de borracha,.tambores, cobras de madei-
ra, etc., e muitos objectos que se tornara longo mencionar.
28 lliiii do Bardo da Victoria 28
irados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fi
Fogcs de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarogar algodSo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balangas, pesos e medula.
EM CASA DE SHAW HAWKES RUA DO BOM JESS N 4.
$L
Aderecos de bn-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas,
VoUasde |"-lulas.
Obras dc curo e
prata de todas as
qualidades.
K 2 A-
LQJA DE
-Rua do CabugK 2 A
DE
IC \ ItltOS rt I II.II
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus ^roprietorios feto uma importante acquisigo de
joiasas.mms modernas vindas&o mercado, e de qualidades superio-
res, convidara ao respeitavel publico a faaer uma visita ao seu es-
talxiecimento, afim de apreciar e comprar uma joia de gosto por
prego -razoavel.
!\'a Iih parte ulgMinM0 corPO deque.jajs
dependa a sua esbelteza do que o cabello. Sejam as oos^as
teiges as mat trviaes o. tentemos um cabello .bonjto, .eis-,
nos com uin grande encanto em nos ; pelo contrario^ seja
o cabello rugo e spero, e eis que toda a nossa physionomia,.,
por mais exprossiva- que soja por.sis, esmorece e assumo .
um aspecto de velhice. Nao debalde que em geraj se p$e .
tanto cuidado om conservar o cabello com aquello Drilho
c vigo, que proprio do da gente moga ; perquanto e" o. ,
cabello aquella parte do corpo que mais, fiehneute demarca
os passos da idade. Est visto que nao podemos deterja
marcha do tempo ; mas com o auxilio.da sciencia pode-
mos bom prolongar por muitos anuos o nosso frescor a
sade. Ora, de. ha muito tempo, ajudadospor alguna chi-
micos e mdicos Ilustrados, estavamos a perscrutar nos
reinos mineral e vegetal, as virtudes que fossem mais apro-
pradas para a conservagao do cabello. Agora offerecemps.
ao publico esta preparaco que j tem merecido a approva-
gao cordial e a gratidao de militares, que teem laucado
mao della. Uma experiencia j bem longa-e geral tem dei-
xado plenamente provado que algumas yezes esta prepara-,
rao faz o ca'oello nascer de novo,e que sempro restaura-lhe
a cor e impede a sua queda prematura que o signa), do
declinar dos annos. Nao que ella seja urna tintura,
* como o sao quasi todos os remedios para o cabello, tinturas
cheias de prata, extremamente perigosas, e que, em vez
de restabelecerem-lhe. a cor natural, manchara o cabello
rugo com um preto azulado, que fica dizendo a todo.0 mun-
do que uma tintura.. E nao s isto : o oxido de praia,
uma vez recolhido no corpo, mo para a sade, alm de
ser sujo e de exhalar um cliciro repugnante. Poden haver
outras preparages que pretendam ter mais mrito do que
esta nossa; mas desaliamos que haja alguma que, melbor
do que esta, produza tudo quanto promette. Nao se des-
cubra anda remedio algum que em todos os casos fizesse.
\ir de novo o cabello lias caberas calvas, quando as glandes .
capillares j esto destruidas. Mas, se estas glandes nao tj-
verem desapparecido de todo, o YlGOft far. vir logo o
cabello. Isto mostra patentemente que elle produz effeito^
nao s no proprio cabello, mas tambem na sua raz. Tam-
bera ve-se a sua eflicacia bem demonstrada, quando, com. a
sua applicago, o cabello fraco, doente e rebentadigo re-,
assume o vigo, a copia e a forga da mocidade ; e quando
deixa de cahir. Este ultimo resultado se consegue s
veMS com bem poucas apphcages ; e com o uso continuado
dellas o cabello se renova, e se estiqula o seu crescimento.
ReiiovacSo da cor do cabello.Com uma se-
mana ou duas .de uso quotidiano do VIGOR, o cabello
' rugo, muito seccoou branco, tornar-se-ha fresco e vigoso e
voltar sua.cor primitiva. Isto o que acontece sempre,
com tanto qne se use do remedio com regularidade e que
se sacuda a garrafa antes de se o empregar. Como j disse-
mos, o VIGOR nao uma tintura nem contm substancia
alguma injuriosa. Por issoque elle nao suja as mos,
nem a cabega, nem anda a cambraia a mais fina. Com
o seu uso frequente e ininterrumpido, o cabello fica muito
preto, quasi negro.
Depois que elle tem readquiido a sua cor natural, de ve-
se empregar o VIGOR mais ou menos uma vez por semana,
conforme cada um vir que preciso para conservar-se
aquella cor.
Mocos e mocas que encanecem prematuramente e quej-
esto causados'dc usar de remedios que restituam-lhe a bel->
leza, bao de exultar de alegra ao saberem do que podem al-
cangar com o VIGOR.
Torna os cabellos macios
brilhantes! V

VINHO
\\
vrs\
. DO D_R DELOR
Preparado por H. BEJSIER, Ph" da Eschola de Pari.
O VINBO DEPURATIVO DO DOTOR DELO& ao Diesmo
t i10 que purifica o sangue d'uma maucira enrgica nao o altera e Ihe |
conserva a sua tooiciadc primitiva.
Tul o resumo dos numerosos atteslados enderecados ao Douter DELOR j
depois j experiencias feilas pelos priucipacs Mdicos de Franca, da llalla,
da Russia, da Allemauha e da Blgica.
O Vinho Depurativo do De DELOR i o nico producto, que, nao s
elimina do sanguc lodos os principios morbiilos que o allera, como
tamlieiu Ihc conserva a sua forca c a sua consliluca primitiva.
E por mo que os Mdicos apressario -sa dc applicar a ora preparacio
Iberapculica do lloulor DELOR.
O Vinlio Depurativo do D' DELOR dcia longe dc si as prp-irncocs in!itulada< .
depnratiins, lacs que xaropes, robs, essencias, e as quaes em lugar dc purilicaj
O sangiK' o i'iifra<|iii'eein, e cujos tlleilos sao antes nocivos do que uleis.
O Vinho depurativo do D' DEI.OR einpregado Cuui etilo contra as Bstrofulm,
fhtijn* nMiyis, Ulceras, Ferida ulcerosas, ''amores. Abemos, l'osihemns,
E va cois, Herpes, Salsugfn, Iinpigcns, Lepra, 'l'inliu, Syplutis (ou mu! venero)
e lodatai nioleilias di pellc. E um preservativo eerto contra as Fcbres ama-
re lia e \Ypko\it. Todas aspessoasaliclasde Elrplianlimis, llydroccle. Sarco-
cele e de IMM as molestias proven entes du Lymplui jhi leni empregui-ocoin ito.
l'AUA ltETALUO : 14, rua de Lancry.
VENDA POR ATTACADO : i, bouUcuJ Sl-Marlln. PARS.
1". cit* < *A r. y \ ) TW
kfkW
^'a^iiMiJ
^kiiii
Na pharmacia Maurer rua do Baro da Victoria n. 25.

COSTURA IIE IIOWE

SOARES LEITE, IRfflAOS
NICOS AGENTES
, A'
Rua do Baro da Victoria ii. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mando!
Na exposigo de Pars, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
gao da Legiao de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, no
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposigo lo Londres acreditan
estas machinas.
A 90000
Un* mVilltOtftn % i ~ Vffl JJUtt diUti uisujwj. lerrjB qUe, yrvam para plantar canna, nina padaria.
Vende-se uma: casa va rua Impeflal n. 240/-sha no pateo da eira nopovoado dos Mciites; a
leciweaio, leudo cozinhai interna, cun m hwu paraiaformaedea, oom asSra. Rocha Lima4 fioi-
umrnu iodo murado, com cacimba e sahida o maraes, rua do 8om!.Jesu(ouir'ora da Cruz) a.
fondt : a triUr na "casa' n ,236, na mesma 1f, oa^comoSr. Niooraedes Marja Freir, no
I Cites do Apollo, n'esta cidade. __________
Chitas
e madapolo com
pouca avaria.
-^jrn do Cfep- n. JO.
Terreno na cidade.
Vea4e9e un terreno na ru* Imperial, cera
JH palraoe de frente e 640 de fundo, solo pro-
Srio, atterrado, -porto no fundo para descarga
e materaes : a tratar na casa eontigua n. 236,
' on na rua Nora, loja n. 7.
Nao urna tintura, nem contem substancia alguma
perniciosa.!!
Elle d nova vida aos orgos vitaos de que depende o
crescimento do cabello, e faz o cabello crescer abundante e
vigoso, como o da juventude. Se o cabello est comgando
a cahir, algumas dses do VIGOR parara"esta queda., Se' a
perda do cabello apenas parcial e, o pericraneo anda est ,
coberto deuma felpugem muito fina, est visto, a eflicacia
do VIGOR se mostra mais depressa, do que quando se est
inteiramente calvo ; e a razio disto qe s glandes nesse
caso nao estao entorpecidas, de ha tanto tempo, e,.por conse-
guinte, menos tempo levam a brofar de nov.1
Tara restabelecer-se a cor as barbas,, preciso esfregar-
se uito bem noite com o VIGOR, e depois passar um
panno ou lengo roda dellas, para, consorvar-.se a humidade
s ou o calor, at manha seguirrie. Este tratanien^o, cevp ser
proseguido por muitos dias, pois ,a barba leva sempre mais
tempo a mudar de cor, do que o cabello da cWbeca, '
KcstanracJt do -nitrito. Murtas vzes, mas
nao sempre, o A'IGOR consegue fazer nascer cabello ,em oa-
begas calvas e at depessoasj adiantadas na idade.. Se as
glandes se acham somente entorpecidas, elle as estimula, de
funecionar e pode nascer novo cabello. Se ella,s, prem,
se acham atrophiadas, estragadas iOu podres, errtao, stela-
ro, nada pode fazer por ellas.
O cabello que renace primeiramerrte na brki'pegada
ao cabello que anda cxjste pa eabeeae pouco a pouoo vai-.
se estendendo at o alto da cabega um cabeto pi fino e sedoso. Nao-s deveiescovar forteroehte-a* caT
bello que est assim comgando 9 rebentap pele oabec.
bom urna vez por outrapassat-Jhonma-espe^a'-eBbebida'
n'agua moma e acalcar o pwicrapeo tod^eom as peottf'ds'
dedos. Isto estbnula -a cireula^io obvia a \it^woj)rra
da calva.. '
,r
AYER
Km capas, com o dieeres era porfagu, com os noaws.dos, agentes geracs no
BrasilW. R. ( ael C.
Agente desta provinciaJ. OC, DvU, rua doi Conmerio n. 38.

C;be-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe do Nova-
York, estabeleceu nesta cidade rua do Bario da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeigao de seu trabalho,
empregando uma agulha mais curta com a mesma qualdade de linha que qualquer outra,
e pela introduegao dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintcs:
Primeira.O publico sabe que ellas s3o duradouras, para isto prova incontestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas de Howe om segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frieco entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mao. *
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os (ios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-se a tenso da linha, eozem a, fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
dfiiagulha ao comegar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem titlo pocas de grandeza o
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudangas radicaesparapoderejp substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao altende a procura, posto que faga 600 machinas
por da.
Cada machina acompanha livretos com nstrueges em porttiguez.
A 9(^000 A 90S000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
Rua do Barao da Victoria n.
2 8.
COTSTlPACAo
IlIMnKl
Rifan
toa
liln
RIIEI'.MATIMOS
Iwilftll
Id,i|,bi
^t DPUATlVES C^
af5B* Sebastopol ss-
O-
PODSE PURGATIVA!
IAL-ASAbDEL
) D0SEREFRESCANTE.
OEPUftA)
*? vend
I utm .
'Hwur ^'s^r SAUDE
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
DE
BARTHOLOUE & C.
34JUw larga do Rosarirt-r-34

vede-se ou aluffa-se
o sobrado n. S da rua d,o Rio, na fregne-
ria do Pijo da Panella, com 3 salas, 6
quartos, 1 saleta,despensa, cozinba e quintal rea.
rano, cu.io. predio m-ha-fe concertado, caiado e
pjtadp/e,npvo.: a tratar com o commendador
TjSSO,. __________\_________________
Ultimo gosto.
Cadeiras pretas douradas e marchetadaa de ma-
drpperoto ; nos armazens de Taeso Irmao,4t C,
no caes do Apolla,, _______
CHEGOIl
0 bacalbio da ^oraega, em caixM'e maia
ditas : no caes da Alfaadega b. armaiem de
Taasolraias & G.
ijiilos francezes sextavados
De I o millieiro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
' solidado, sao os melhores e os mais econon:
pela sua barateza para ladrilhar os pavimei^ue
terreos das casas, porquanto, pouco mais custo-
do do que os feitos no paiz, sao, som comparago
alguma, superiores a estes pela limncza de que '
sao snsceptiveis. Custam. alm dist menos da
(decima parte dos de marmore, j reprovados, e
I dos de dilTercntes mosaicos, os quaes nao esto
I certamente ao alcance de todas as fortunas, e so
sao empreados e proprios para as salas princi-
Saes. Alem da vantapem que lia no emprego
estes Jijlos para os pavimentos terreos -a.casas
de campo, tem estes anda a de screm os melho-
res e mais proprios para ladrilhar corintias nos
sobrados da cidade, atiento a sua solides e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de serem assoalhadas as cozinhas toa> de tolo..
e nao s a parte junta ao fogao, no que ate as
companhias de seguros se deveriam nteressar.
Vendemse nos armazens de larinha de Taas* Ir-
maos & C, no caes do Apollo-______________
Vende-se
o enenho Boui-tom, stp Jegua e mei dictanto da
villa de Barreiros, onde e" o embarque; c.jm vapor
para moagem das canna, eftando toda as obras
em bom estado, pode safrejar *,000 p> ^nnuaes,
tendo muito boas casas para lavradores, e mft i i
escra-voa, 8 bpis mansos, ,6 vaccas, 4 oiurtos, bar-
ros e mais aceessoris uq 'mesmo r
lar com o sen proprietario Maxim Roca
Wanderley, no me me engento). ^ta mnigraj-
phia se dir ajjessoa nesta praca .que pode f
nfruiayoes a respeito deste negocio.

Vende-se vinho superior do Porto e chara-
s da Bahia ; na na da Madre de Dea n. ,
tos
i. andar.




8
Diario de Pernambuco Quinta feira 27 de Feverelro de 8?3.
LITTEEATRi

AMORES DO MAM
ROMANCE
POR
I* C'azolte.
(Conchiso)
O diabo copia exactamente a natureza c sabe
escolher ; emprega o expcJientejdos talentos
amareis, arma banquetes bein con limenta-
dos, eiisina as paxes a fallaron) a sua lin-
guagm insidiosa, e ale coito ponto remedaa
virtude. Este caso mo aclara a vista para
eu ver muitas cousas que por abi passam.
Bastantes grutas soi eu que lia por aqui niais
porigosas que a de Portici, e l est multido
de obcessos que desbragadamente nao cui-
dara que o sao. Quanto ao que diz respeito
ao Sr. D. Alvaro, se se precavir sabiamente
para j e para o futuro, julgo-o de todo livre.
Oneoseu iiiimigo o dei\ou, isso nao soffro
dunda. SeJuzo-o, corto ; mas nao lo-
grou corrompe-lo ; que o intento e o remor-
so o preservara, contanJo com os extraordi-
narios soccorros que lbe acudiram. Pelo
que, tanto o triumplio do diabo, como a der-
rota do D. Alvaro, nao montano mais que
uma illuso que o arrependimento acabar
de desvanecer. .\o tocante a Belzebuth,
corto que fez urna retirada forjada ; mas uo-
tein como elle soube disfarga-la, e deixar, ao
partir, a perturbar i no espirito do possos-
SO, e cortas entidades intelleclivas no cora-
Co para renovar o ataque, assi.n que des-
mu uma aberta. Depois de o Iludir quanto
I). Alvaro quizser engaado, o demonio,
forrado a mostrar-se om toda a sua ealda-
de, obedeceu como escravo que fermenta a
robelliao ; e nao quiz doixar-lho alguma idea
razoavel o distincta ; antes quiz mesclar o
grotesco ao medoulio, o pueril dos caraces
luminosos e a cabega brrenla, einim,
mentira e verdade, vigilia e supilaineiito, de
maneira que o confuso animo de Alvaro
nada estreme, epossa erar que a viso que o
Derret era menos cffeito diablico do que
sonlio causado por vapores do cerebro ; elle,
porm, separou astutamente a idea do plian-
UHM agradavol-de que se servio para per-
verter a victima. Se 1). Alvaro llie abrir oc-
casd, cssa magcm reapparecer. Entre-
tanto, nao aconsallio que 1>. Alvaro llie cou-
trapenha a barreira do claustro. A sua vo-
cago est indecisa. As pessoas .instruidas
sao tambem precisas fra dos mosteiros.
aggloiiiiiftigaa de pessoas accommettidas de
varila nos hospitaes e casas de sade situa-
das no centro da cidade, a necessidade de
sei-em removidos para pontos afastados, sir-
va-se V. Exc. de providenciar para que tenha
inteira oxecugo aquella medida, abrindo-se
mais duas enfermaras cora a possivel bre-
vidade.
Este aviso reconhece que bavia casos de
epidemia, nicos que autorisam a exigencia
de tres enfermaras. Seis dias depois de re-
cebido o aviso estavam as enfermaras func-
cionando.
Como, pois, a 22 de dezembro induzio o
nobre ministro a S. M. a dizor que as molet-
tias que tinbain apparecido nao eram de
grande intensidade 1 Isto nao era exacto ;
j naqueile tempo a varila existia com ex-
traordinaria intensidade e a febre amarella
ostavatambom grassando. O orador nao
comprebende, tica tonto quando v uin mi-
nistro induzir cora a faltar assim a ver-
dade.
Encherga uin motivo para este phonome-
no. Uata de muitos mezes a maneira pouco
amig.ivel por que se procede as repblicas
do Itio da l'rata com relago aos vexames ii-
postos a titulo de quarentena nos navios que
vo do brasil, para attenuar esse proced*-
ment alli exagerara os casos da febre ama-
rella que se do no Itio do Janeiro ; nos
quizemos reagir contra essa exagerago, e
cabimos no excesso opposto, negando a exis-
tencia do que era patente. E' habito con-
trabido pelo govorno, nunca expdr as cousas
como olas sao.
At bouve quem surgisse o arbitrio de
supprimir nos jomaos a publicacao do obi-
tuario, ao que oppoz-se o orador na parte
que Ihe tocava como provedor da Santa
Casa, o que fez lembrando-se que j atra-
vessamos quadras terrivois de epidemias sem
que nunca a empreza funeraria oceultasse a
verdade quanto ao numero do bitos diarios.
Tal a explicado que pode dar ao proce-
dimento do govorno, aconselbando corda
que nao dissesse a verdade, mas a explica-
cao nao serve.
No seio ila commisso em resposta falla
ilo tln;on, quando seredigioo voto degra-
das, disse o orador o que agora est expondo
ao senado. Nao podo, pois, aceitar a tarda
emenda do Sr. visconde de Nithorov.
accordo de 19 de novembro. O que se fez ?
nada mais do que uma retrataco da nota
de 27 de abril. Com effoito oa arts. i.*, 2/
e 3. confirmam a solidaredade da allianga
e a indivisibilidade das negociaos. O art.
6.* estabelece que o Brasil e a repblica Ar-
gentina rctiraro as tropas que tem no Para-
guay at 3 mezes depois de celebrados pelos
alliados os tratados definitivos de paz com o
Paraguay. A divida pelo art. 7. torna-se
commum aos alliados. O art. 9." dispe
Alten la-me o nosso amigo. Contraa lejjiti-
uts cs oom urna possoa do sexo amavel ;
que sua respetavol mi presida a tal esco-
Iha. E oxal que a doiuella que lbe for es-
comida por tal nafti tantas gracas e mereci-
mentoi toaba, que oSr. D. Alvaro nanea
ge veja tentado a pensar que olla soja o
diabo.
UM
June concluidos os ajustes definitivos dos al-
iados, licar om pleno vigor a garanta col-
lectiva de todos elles em favor da indepen-
dencia e integridade da repblica do Para-
guay.
Por consequencia o accordo de 19 do no-
vembro, nao foi seno o reconhecimento dos
principios sustentados na nota argentina de
27 do abril c negados na nota brasilea de
20 de jiuilio.
De protocollos v-se que a 8 de* novem-
bro o plenipotenciario argentino offerevBU as
bases do accordo, e que da mfWao-de i do
inosmo" mez o Sr. marquez doS. VKeule as
aceitou eom ligeira.s- modificaej&es.- (L*o
protocolk) : O pleBpotenoiarie> brasileiro-
declarou ^pe tinba a viva satisfago a
olTerecia w*'plonipotencirioargentsoa mais
affectuosa gratido peros1 sentimeutos- de
jusliga e de- firme considerando coin uie S.-
Kxc. acaba vade referir-se-ao" Brasil, suos
ideas e ao scii-caracter pessoal. Que tinha>
procurado eMnpenefrar-se'bem- do pensa-
mento do S. Exc. colindo us bases que lbe
offitreceu e daequaes derivara oseu projectt
com-ligeiras modifieages, paraestablecer a
devkla harmona.
Louva o nol)remarquez por ter assim prc
cetlido ; mas esse proeedimento importa a*
coralomnacao i'*.nota de 20de junbo e dos
minrlros que a-approvaram^ Pses ca-
sos qneserve .x-mutaco dos miuisierios
quaodo uin ministro comprometle-s como
coinprometteu-t:e oqueassigeon a m>*a de -2D
de juuho, e ilepoi&so reconhecequoalie nao
andou-bem, qu.>errou, vem oatro ininitroe
chega. razo.
Nesta quostoa tercorra vez qu* bres ministros inadam-de opiuiao. Ai prin-
ciporam secta rioado diroito Ja for^a^aiehau-
do-seassim em discordancia om os iiburaes.
Em 1871 sua lin^nagem. j ora outra-;. tor-
Se o ap|iarocimonto da epidemia foi ante-1 naracarse enlo aaito ainante do d'aMguay.
ASSEMELJEA GER4L
BESADO.
Stsio of. t DE iE\r.r,f.mo.
hucimao do voto de pragm
O Sr. Zacaras ra justificar
emendas que offereceu ao voto de gracas
Entendem muitos que
Este to-
a consciencia do
algumas
jn
seria conveniente
reduzir o voto de gracas a uin acto de cor-
te/i :i cora : nao est longo de concordar
cu..! isto ; mas sol a clausula imprescindi-
vcl de inspirar a falla do throuo na verdade
dos tactos : se em vez de serena documentos
dessa ordem, os discursos da cora forem
forcas caudillos sob as quaes teuiam de pas-
sar os representantes da naco, nao pode
concordar em quo o voto do gracas soja urna
simples cortezia ao throno ; ento ser indis
pensare] entrar na aualyso dos actos do go-
verno e censurado pelas faltas om que tivor
incorrido.
No segundo periodo da falla da abertura
da presente scsso, l-se : O imperio goza
de tfanquiUtdade interna, e o estado sanita-
rio em geral satisfactorio,
que teem apparecido em algumas povoaces
uo sao de grande intensidade, e espero em
Deus que brevemente cessarao.
pico nao verdadeiro ; na ce
ministro que o inspuou cora estava a
verdade de que a epidemia lavrava no piz.
O Diurio Oflkial do 10 de Janeiro traz
um boletim assiguado pelo presidente da
unta do hygione publica, coutendo oquadro
da mortalidado da ci la lo do BJo de Janeiro
na qumzena de 16 a 31 de dezembro de
1872 ; consta dosse documento que fallece-
rn de febres intermitientes e remittntes 52
pessoas, de febre amarella 48 e de varila
130, alm de outras molestias. 0 quadro
acompanbado das seguintes observagos :
Vc-se deste quadro que as molestias que
figuran) com maior quota na mortalidade da
ultima quinzena, com exclusao dos tubrcu-
los pulmonares, sao a varila, as febres re-
mitientes e intermitientes
reila.
Aprimeira (vnola), comquanto tenha
diminuido do frequencia, tem-se revestido
de mais gravidade, causando no periodo in-
dicado 130 fallecimentos, quando na pri-
moira quinzena s detormino. 114.
As segundas (febres remittntes o iuter-
rioraSl de dezembro, cumpro assignalar a
falta da verdade do discurso da corda ; se,
porm, ella s se manifestou depois daquella
i lata, ento passe o voto de grabas como
est, ponjue esta peca nao o mais do que
parapbrase da falla do throno.
Mas a emenda do Sr. visconde de iithe-
rohy n serve, porque a epidemia grassa
muito antes da obertura das cmaras ; e,
ueste caso, a emenda dove ser radical,
como a que o orador offereceu, coucebida
uestes termos :
0 senado congratulare com V. M. Im-
perial pela completa tranquillidade do im-
perio, o, recouheceudo quo o estado sanita-
rio em geral satisfactorio, espera em Deus
que cessarao brevemente as molestias que
teem apparecido, algumas com bastante in-
tensidade em diversas povoac,oes.
0 goveruo nao podo pretender quo noJ
tem noticia do bpri-beri que assola algumas
provincias do norte. Essa terrivel molestia
ataca o muta sem que por ora os mdicos te-
nha m dcscoberto outro remedise nao meiv
ter o mar em meio ; de maneira quo o rico,
que podo entrar em um paquete e ir para a
Europa, salvase ; o pobre est sacrificado ;
uma epidemia que s respeta a alta.aristo-
cracia pecuniaria. Coinm estuda-!a;: Deus
podopr lbe termo; mas a Divina Previdencia
nao dispensa o govorno de fallar a verdade
em todo caso, e de tomar providencias para
remover esse mal terrivel quo assola algu-
mas de nossas provincias.
Offereceu' tambera urna emenda acerca dos
negocios estrangeiros.
Diz a falla do throno : A desinteihgen-
cia que occorreu entre o govorno do Brasil e
o da repblica Argentina, relativamente aos
ajustes dormitivos de paz com a repblica
do Paraguay, est felizmente resolvida, em
termos justos e honrosos para ambas as par-
tes, pelo accordo assiguado aesta corte a 19
do mez ultimo.
A em3uda diz assim :
Foi grato ao senado saber que a dos-
hitelligencia, que occorreu entro o governo
do Brasil o a repblica Argentina a proposito
dos ajustes definitivos de paz celebrados com
a repblica do Paraguay, est folizmente re-
solvida pelo accordo assiguado nesta corte
aos 19 de novembro ultimo : o direito e a
houra das duas nacoes assim o oxigiam.
Explicar seu j>ensamen'.o. Muitos libe-
raes, amigos do orador, entendem que o ac-
cordo de 19 de novembro foi deshonroso
para o Brasil. Nao pensa assim; a desintel-
ligencia entre os dous governos foi resolvida
em termos justos e honrosos para ambos os
paizes ; mas o proeedimento dos ministros
nao susceptivel do louvor que merece o ac
curdo de IU de novembro. 0 nobre mar-
quoz de S. Vicente fez o que roclainava a
honra e o interesse das duas naQes ; porm
o ministro quo escreveu a acta de 20 de ju-
nbo nao ora competente para aconselhar a
cora a pronunciar-se sobre o convenio de
19 de novembro nos tormos em que se pro-
minentes), tambem grassaram com maior- nunciou.
frequencia e intensidade no periodo em
questao, victimando 52 pessoas, quando na
primeira quiuzeua s causaram 40 niortes.
a A terceira (febre amarella) recrudesccu
igualmente nesta quinzena, arrebatando 48
pessaas, ou 3, termo medio, por da, quando
na primeira apenas fez 23 victimas.
E', pois, evidente que reinaran nesta ci-
dade j na primeira quinzena de dezembro
essas epidemias, porquanto prova-se com as
observases do boletim da junta de hygiene
que na segunda quinzena desse mez ellas
nao fizeram mais do que recrudescer.
Mas palavra anda mais autorisada do
nobre ministro do imperio vem laagar toda
a luz lrta questao. Encarregando-se da
empreza funeraria, a Santa Casa da Miseri-
cordia contrahio a obriga?o de manter tres
enfermaras para os enfermos atacados de
molestias epidmicas. Em 1855, attenden-
do o goyemo divida contrahida pela Santa
Casa afira de desenipenhar os encargos da
empreza funrfaria, concedfiu por decreto
qua s ficasse existiudo uma enfermara. No
da 6 de dezembro ultimo, o Sr. ministro do
imperio dirigi ao provedor da Santa Casa o
seguinte avis ;
< Tendo licado a Santa Casa da Miseri-
cordia, pelo art. 1. % 3.' dp decreto n. 583
de 5 de setembro de 1850, a encargo de es-
tatolecer, manter a conservar nos casos de
epidemia al tres enfermarias om lugar con-
yeniente para tratmenjo dos doqtes, e ha-
vendo a junta de hygftne repreSfitado, pelo
perigo que resulta para a sade publica da
Em que consista o conflicto que se levan-
tou entre os governos da repblica Argenti-
na e imperial ? 0 que sustentava o governo
argentino ? Sustentava que a solidaredade
de allianca nao se limitava quadra da
guerra, que durava alm desta; o nosso
ministro entenda que acabada a guerra es-
tava finda essa solidaredade.
izia a nota de 27 de abril que a garanta
solada do Brasil quanto independencia,
soberana e integridade do territorio da re-
publica do Paraguay era um atteutado con-
tra a allianca. 0 nobre ministro na uota de
20 de junho tratou de demonstrar que essa
garautia podia ser solada e individual.
A nota do Sr. Tejedor reclamava contra a
occupaQo militar do Paraguay por forjas
brasileiras. 0 nobre ministro defendeu essa
oceupagao, tanto mais que o Paraguay con-
senta.
Outro ponto de dissidencia foi o pagamen-
to das despezas da guerra. 0 que quera o
governo argentino ? que nao houvesse cre-
dor privilegiado ; que as tres naces allia-
das fossem credoras om commum. 0 uobre
ministro sustentou que o Brasil estava no
seu direito havendo a indemnisagao de suas
despezas de guerra, sem curar do que fa-
ziam os seus alliados a tal respeito.
Anda mais : o governo da repblica sus-
tentava que as questes de limites podiara
constituir o casus fiederis, previsto no trata-
do de allinga. 0 nobre ministro ua nota
de 20 de junho negou essa doutnna.
Estabeleceu-se, pois, o conflicto, e veio q
Agora voltam acs-dirokos .dovictoru&teinpe-
rado&coM as ideas dos tratados.
Ouotivo porque oSr. (Jmutana lotapeu
com o Sr. Bartode Cotegipeoi porfo poz-
se eiai.duvida que a questao d limites gales-
so lar lugar accosus fusderis. Ora, o que
est ateste respeto estipulado no acem^do de
19 dbiwvembn? SeajrepubUca^lojPara-
guav.niktse prestar a un accordo iiugavel,
os alliados examinarte a fjuestao a ujuiUua-
ratfaatre si os^ meios mais proprics^para ga-
rantii- a paz, superando as dilficcldades.
Oudia m li na rodaccao deste artigo, ou|
aqu est a guerra se o Paraguay nao quizer
aanuir s clausulas soboa limites.
Faz justiQa ao Sr. Barao deCotegipa: ten-
Ai foi o tratados em separado,, coneordou
omoSr. Tejedor que elles constituam.um.
ifacto.; mas que celebrados, todos os mais
alliados com,o Paraguay, todpe^Ues devisara
ficar sobre a garanta assentadBdo art. 17 do
tratado-Jb alhanga. Esse raoio,couciliatoro,.
proposto na nota de 27 deabril, servio de-
base ao accordo db 10 de-aovembro. Quem
ficou mal ? foi o.nosso lainistro, o Sr. Coiy-
ra, que assignatti a nota de 20 de junho^. e-
nao o Sr. Tejedor, que MHgpou a de 1,7 do-
abrd, cujos principios fixam. consagrados, no
accordo.
Do quo ;*aba de dizeu-se, conclue-se-que
o proeedimento do aobre presidente dc-con-
selho nesta questos. uin dos muitos. ttulos
que S. Exc. tem indsposico pubica.
Passa agora a outra emenda, isla o, re-
lativa s finanzas.
Diz o discurso da cora : O oroscimento
das rendas publicas tacto coraprovado pe-
las tabellas estasticas do thesouro, que vos
sero presentes. Estas prosperas coudises
da riqueza nacional tem permittido fazer face
aos grandes encargos quo nos legou a guerra
do Paraguay c activar o impulso dado aos
melhoramentos moraes eraateriaes.sem per-
turbar o equilibrio das finanzas do estado,
antes verificando-se excesso das receitas so-
bre as despezas ?
Este tpico obrigou o orador a offerecer a
seguinte emenda:
0 senado ouvio com o maior regosijo
Vossa Magestade Imperial declarar que o pro-
gressivo crescimento das rendas publicas
facto comprovado por documentos incontes-
taveis, e pensa com Vossa Magestade que essa
prospera condgao da riqueza nacional ha
eficazmente concorrido para fazer faee aos
grandes encargos que nos legou a guerra do
Paraguay e activar o impulso aos melhora-
mentos raoraes e materiaes do paiz, posto que
se nao tenha anda realsado excesso das re-
ceitas sobre as despezas.
Tratando da primeira parte deste tpico da
falla do throno, observa que era desnecessa-
rio appellar para as tabellas estasticas do
thesouso, aQm de aflirmar que o crescimen-
to das rendas publicas facto comprovado.
Ninguem duvffla de que a renda cresce. 0
paiz nao estacionario, embora seus recur-
sos latentes anda estejam desprezados. 0
crescimento da renda incontestavel, nao
precisa de tabellas do thesouro para ser de-
monstrado.
As rendas crescem ; mas como ? No re-
latorio de maio de 1872 dzia o nobre mi-
nistro da fazenda que a renda do Brasil cres-
cia annualmeuta 4,000:0005?. Ora, nesse
augmento entra o producto de muito impos-
to dolorosamente votado pelo corpo legisla-
tivo ; a renda que apresenta o imposto no-
varaente creado nao attesta o progresso do
paiz ; pode, pelo contrario, attestar sua mi-
sera e seus soffrmentos.
0 nobre ministro no seu ultimo rotatorio
mudou de opinio a respeito do augmento
da renda. Eis como se exprime : Ponde-
rei-vos na exposico anterior que o progres-
so da renda no ultimo decennio fra, termo
medio, do 4,000:000 annuaes.
Com effeito. este o resultado a que se
cheg'a pelos algarismos da arrecadaso dos
dez exercicios de 1861 a 1871, comparados
com o do exercico de 18601861. Como,
poras condiges da riqueza nacional tem-per-
mittido fazer face aos grandes encargos que
dos legotr guerra da Paraguay, etc. Isto
incontostavclinente inexacto. Qualquer
que fosse o crescimento natural da rea la
nao podia permittir fazer face ao augmento
de despezas que nos trouxo uma guerra que
custou mais de 500 mil contos de ris.
Tomando o ornamento v-; que a renda
est oreada em 98,000:0005oa despeza em
90,000:000?, deixanJo portante uin saldo
de 8,000:0OOJ>. Mas em que proporcoes
entra nosso ornamento o augmento do renda
trazido pelos impostes creados no tempo dos
ministerios de 3 de agosto e do 10 de julbo ?
Eases impostes produzem annualinaiite......
30,000;0009, cowo se conhece do quadro
que vem a paginas 7 do relator do nobre
ministro.
Pois1 abata 20,000:01 dos 98,900:000?
em que est oreada a rbteita, e 1 i carao.....,.
18,090:9009 para fazer' face a uma despeza
de 99,000:000?, deixanite um defic de
12,000:0909. Como eritc o nobre minis-
tro aconeelbou a Sua Magnlade para aosove
rar no AMMH* do throno que as prosperas
condii.'e da1 riqneza nacional' tem-nos per-
mittido fazer fate aos grande encargos lega-
idos pela goma do- Paraguay ct;tivar o im-
;plso dado ana mellwrameutos moraes o m*-
fcvi.-i'S sem perturbar o equilibito das tinan'
c^ftpublicas, antesveTticando-seescessodas-
recettas sobre as-dspe/as f O governo ficou
habilitado paraf faer iUco s 1. --j.'/.is da
guwt?a:por qucfforam wgmnnlidm..........
20,:000 de-impostc*; logo D90 pode
di/i*r i^ne foi issd'devido-'ao cresciraento na-
tural ota' renda ii'.'estailo.
Na ftltima par* deste perodo a falla do
thronoRiduzio o sobre iniMstro da faeenda
or a dizer quetem: havido excesso da
receita-soore a despeza* E-aqui tem S: Exc.
contra si ama ciroamstaneio'aggravan6re
.que j'-iO"discurso '.iacorv de maio boma
Sito dizer a'mesmjvcousa:r A receit do
ultimo Mi liiiauc iro exceilon despee*, e
jise recoiihiece que ooxercKo>*orroute'o-
Ixm apresenta rsalii;
E* precisequese 3iba o quet receita*|at-
bto'Segundb osckeamentos-officaes do
Biasil.- Destle o aitiyo da CMHtuifo pie
traiai do'orgamento da-receitao- despezaot
s- alwltas do tbesouno;.o que- se- v qttt a
reajda>d estado nao sompreteude recums
obidospor eaoprestioies
>*s- \esperas de af parecuoonto- da guerra
o exercieio de 18031861 aprosentou umi
mMt) Como foi ess saldo aueciado pato
Sr-Viscande de Itaborahy ? AJii'estA es
tal t>tas- do sea tempo : ellas mwstrain < v
a retla arrecadada uochegow,prtra*as v.k~
pe/a-.publicas do aaoo ; eiUVetauto, teauM
ha > i- um ciuprostao cstrai^geiro, memeto-
naui.es.siks tabellas uasaldo ; mas saldo-de
que?'saJlo de caixau Comparada a renda
arreeadada com a dspeza cilafc acha-se-ntn
dficit de 2,000:000, tondu,. porm, ha*do
upi xa.nesse exercico...
Os rotatorios do nobre rostro da fazcla
amda.dizera mais .Juque as tabellas doaSr.
Viscoudu de Itaboraby. Todos os rtatenos
trazem um tabtla (los recuesos do thosou-
re,;: ellesmostrjaque em.186818'J9 bou-
W-saldo, que em 18091870 bouve tam-
bem-s;ddo ; auara juste quo houvesse-ago-
ra igualmente^
Mas como denomino o. nobre presidente
do conselho osses saldos.? E' fcil rc^onhe-
rcer. Afeada.arrecadada om 1868-^-1869
foi de 87 mii contos ; Bi despeza myntou a
151 mil costos.; logo borne um dficit de
receita de 64. ml contos ; todava jpparece
um saldo dfc-9 m(l coUos. Porque f porque
tomam adianteira. Cada ministro ailgmen-'
ta .as despezas por sua parto, e at hoje atilda!
nao bouve excesso de receita.
Passando o orador ao tpico da elei^o, o
que mais o admirou foi ver a coragera com
que o governo procurou Iludir a popula-
cao. To lo o paiz (menos o nobre minis-
tro), reclama com todas as forcas uma mu-
danza de systema eleitoral, emquanto que
o governo n;lo trepida em alterar a questao,
dizendo que os abusos deploraveis que viciara
o processo eleitoral provm do estado dos
costuraos polticos, oque um modo de de-
monstrar que as altas regies nao se trata"!
de acliar t> ineio de remover esse mal, desde
que elle espera quo a accao do tempo v
dominando pouco a pouco at conseguir a
reforma dosss coMQlnWi e fazer dcp da reforma de eostuines politicos a rafePDM
eleitoral, como- que lizora cora :\ NO'
vos afervoris pela inodifcaijo do systerae'
cteitoral; quero que fique permanecendo a
eleic^ao segundo a constitu0Qv
l>e maiK'ira que a cora-, illtidindo a refor
ma eleitoral, impoe o prescrove logo|aos re-
preseataotes da naco o- modo porque de-
vora quero-la.
E que riza) tem a corita'de levaiHar esse
conflicto entre ella o o paiz ? que rcwo po-
do haver para (pie ella, impondo que seno
estabelec.* eleii.^ao directa-, provoque esse
conflicto t Ha rezan ostensiva, e lw tam-
bora razo'socreta: mas o' poviv fhwn
ton) razo ostensiva esecrct.
A primetm- razo ostensiva da cor* fun-
db-SO era qive a olehjao directa: cOntrjnia
censtituico do'imperio, o to'contraria que
o nobre preslenle do consello; sempre-tfio
placido o sereno; quando se toca nesse pm-
to,moda de ck.
Ointinuando*, dizo orador que rapoBl
in limive a ele;O' directa, sebro proteato
de ser ella confe a constituico,- nao loati
lugar; assignala-algn de seus- artigos que
nao Ca sillo gi^trdados ; e quanto eleic.au
actual nada mai que o despojo do direito
de volar de lodos aquate-s que ulMto no di-
reito de votar. (Apoiatfes.)
0 8b. V. r.TArtamo : Muito- apoiado-
0 S. Zacaras1.*D que o- direito de-
votar !ioe o da< n.'vwlha, do Gtusete, do
insulta e da embrtaguez que homeus na
qualiddee condcios por exornlo, do Sr.
senaar Giichorrv,-, trm sido elkoinados
desse dii'cito, emquoste qae outre-,- at raes
mo seiaidvjniclio,t*:m-sido chamados1 a oxer-
co-lo,.e:a eleico directa ha do operar no
paiz airestttuioftodb dirtitodo vutac.
0 povo-tambem'Jinsma razo-ostensiva
contraa eteito inroota. O povo-eotende
(c o ccailor tambem oeoiendo, ionque do
povo..soldado da democracia o- j o de-
clar::a.em 1804) qsea eleico iudirecta
um absurdo, que iImis graos inaannediarios [.dic-r;
entro o .votante e o Bcpovsentante eleito en- '
fraquecema base elaitoral; o pevo tambora
sabe qjjeiitsse artigo-da constituBjo que cs-
tabclcce os dousgrisde eleicaer. ba uma
hoineBagen falsa ao- vuto uivcrsaU ba uma
Outr'ora, apenas um ou outro se intitula-
re republicano, mas hoje todos dizem que o
sao, da mesina sorte que dizem todos serem
macons, isto do partido da igualdade.
Assignala o orador na m direceo dos
negocios pblicos a prncedencia desse par-
tido, pois que, nao sdmente na corte, mas
em toda a parte do Brasil, ha muite
ndisposi^o contra a monarebia e o reme-
dio nao pode ser outro seno por-se ella a
caminho : observem-se as praticas parla-
mentares e o nobre presidente do conselho
ver orno desapparecem os recetes da rep-
blica.
Analysa detidamente qs tpicos do disci*r-
so da coro, justificando a emendas apre-
sentdas, e diz que o nobre presidente do
conselho descobro uma panacea : que no
Brasil todo o conservador por forca libe-
ral ; mas o orador volta osta arma e diz
que, nao s no Brasil como em todo o mun-
do, e segundo o propria expresso do Sr.
Thiers ltimamente, ndo ha liberal ("Oe nao
iseja conservador.
Os liberaos sao anda mais aman es da
ordem (lo que os proprios conservadores, e
por experiencia prapria- sabem que os
seus-adversarios pblicos- inettem med ao
rev, com- amea<;as de dsonfem por pcfte
do'j- libcrfcS, para alcnif;aren o poder t-ia
essa1 estrategia.
C* Sp.-. Pwm.xo :Eu aprecGf ordem,-
quaialb-a consequencki'dft llerd* O Su. /.ai iivs diz qotrv senwior Vas-
concelos j- Iktha dito: Se *jueres ver
um c(ipirador, fechai os- olhos agarrai
em unvconservador.
Censura o oradora excessva despeza que
O governo "tem -jeito, pagarlo'a qutn o de-
(enda \*\* impveiisa, elogiando ar quanto
discurso* se pronuncia a favor do ministe-
rio, eleVMid os respectivos oradore>eiw-
vens e abfctottob aquellos quc-lhe sao ontra-
rios ; e a proposito, pede ao nobre presiden-
te do coflMhVo noticias de uma follw qite
poarecea chauwiloa .Yupao^folha owiis-
iterial.
!fota aijd'que- entre os defensores do
.bnnisterio ebegoia aappareceram individuo
phf, assignaado seise sete artigos com no-
fes diverses, era i> emtanto um s o q<;
i-ecebia cora-autos de todos, o-nikel do
nosoaro.
Termina lamoiitaadu que estejam CODSar*
Bpodoma bataneo coaaaaradnresn porque es--
|tas eso mais ebefOOBS ao throno, consti-
'tniudo assim- um poetlo aulcc^.oquo gar-
lej-to nao poda iiie-jecw o seu elogi.
0SI\. VISCONDE l>E MT1UHOY tora o*
Mover de roscoudor a- oobre senador,. mem-
iSco-da comcuitjso de resposta.. falla d6-
Stbrono, que hunteaituinou a pdvra para
|Btificar as cnieiiia&. que offereceu e nO
am ser aceitas, pela maioa da com-
misso.
O governo -nao imluzio em trro a cora
qifciuido a aconaelbatt a dizer que as moles-
ai guraas
estava foito-o.corpo eleitoral, o govoroo
tete quera lhobatesse o. p; e suppoitdo-
s.e que o elcitor um individuo que tem
carta renda -muito na-tiral que no.so dei-
ve levar pelos, sorrisos do- nobre presidente
do conselho^ porqup sar um cleituf- indo-
pendente. Por consequencia, a razimsecre-
ta que moae-0 governo- para nao querer a
oleicao dkecta, o ruineipio do Mttgo ab-
solutisnio,.dividir para reinar e dermirtran-
quillo.
Oucij
mais, porgunta o oimlor, pode
porem
nos annos de 1867 e 1869 crearam-
se e augmentaram-se differentes impostes, o
incremento da receita do estado nos ltimos
annos nao deve ser attribuido exclusiva-
mente ao progresso natural da renda.
Isto uma retratago; mostra que o no-
bre ministro de maio para c aprendeu mui-
to, e por isso felicita a S. Exc.
A verdade que, posto de parte o aug-
mento de impostes, o incremento annual da
renda fica reduzida a 2,099:909, como o
nobre ministro mesmo reconhece.
ProseguQ a falla do throno; Estas pros-
o govcrnteve recuosoeextraordinarios, era- do orador no senado. Masato caso era que
pregou isoios de- crciKto.
O mosmo-diU-se- 00 exercicii). de 1869
l879,.comp. se #do relatorio /> nobre mir
nistrov.
Tratando, doe-xercicio de 18701871,
mostra. o, oradoj-, com as taboMttfl dos relat-
nos do nobre presidente du conselho,. que
esse armo, deixou um dcfici de receita de-1.6
rail conloa.
Passando do exercieio. de 1871 a 1872,
observa que na tabella u. 12 do relatorio do
nobre ministro est consignado no dficit de
5,090:0005 de que faifa o relatorio,. verifi-
cando-se completamente essa pievisao, que
honra os trabalhos do thesouro. l'.onseguin-
temento ainda em relacao ao exercieio de
1871 a 1872, nao bouve excesso de receita,
apenas um saldo em caixa.
Chama a attenoao do senado, para o rela-
torio da fazenda, de dezembro,. onde se v
a pag. 11, quo a renda arrecadada foi de...
100,000:000310 a despeza 10a,000:OOOJ06
havendo um de/ieit de 3,000:000S?, c um
saldo de 8,000-000 considerando-seos re-
cursos na importancia de 21:000:009?; mas
a renda nao chegou para as despezas do auno,
e o nobre presidento do conselho labora em
perfeito engao confundindo recursos com
receita, e chamando recursos de caixa aquil-
lo qu$ propriamente um dficit da re-
ceita.
Proseguindo restas consideraQes, pergun-
ta : se a receita acoropanhou a despeza de
18711872? Nao, sem duvida ; se hou-
vesse economa havia de chegar, mas, fa-
zendo-se as despezas que se fazem nao ha de
chegar, nao tem chegado ate boje, e foi por
isso que na cmara temporaria a commisso
que redigio o voto de grabas, retirou aexpres-
so excesso de receita sobre a despeza.
Se a existencia de saldo em caixa fosso urna
demonstrado de prosperidade, ella se teria
verificado em 1868 -1869 e 18691879 :
mas ninguem o disse ; e se do facto tivesse
havido excesso de receita sobre a despeza, o
nobre presidente do conselho teria reduzido
os impostes.
Ha de, porm, ficar consignado na memo-
ria do paiz, que houve, no anno da greca
de 1872, um ministro quo se lembrou de di-
zer cora que tinha chegado o momento em
que as rendas publicas prospera vara, sera
que esse momento se tivesse anda aproxi-
mado. E se disse isso fazendo-sc alluso s
tabellas do thesouro, quando com essas
proprias tabellas que se prova que nunca se
commetteu um erro igual.
No relatorio de dezembro, o nobre pre-
sidente do conselho, tratando dos encargos
do thesouro, por engao, talvez, dissere-
ceitaem vez de dizer recursos. E foi,
sem duvida, esta noticia, que levantou esse
prurido de augmento de vencimentos; e
por isso que o orador diz ter o direito de
dizer mais uma vez que o nobre presidente
do conselho o autor desse assalto. Os sal-
dos annunciados levantaran! esse assalto ge-
ral; e se nem todos tm as tabellas do the-
souro, que importa, se todos ouviram a co-
rda proclama-lo do alto do throno !
0 estado das financas prospero, a recei-
ta vai crescendo, mas nao cresceu anda de
modo que chegue para as despezas que lhe
BtS que appareceranu em alguraas povoa-
|oes nio eraovde grande intensidade. Ao-
razacieservada. A corea pode,- por seus. ;tmp0 que foi deliberada a faltado throno
mlnistoua, nao quesee iw systema. eleitoral wta as molestias- que gra-savaoo,- nao ti-
uma reforma que torne o elcitovedo inteira-
raeulj iudependcntejjdividdo ei.dous graos
tornados duas entidades da nolieia, ter
soiiqrc ministros em condiy-os de conter
duas te- teas DAS nI---.
Nacampanba da Russia, que lioi a tenta-
tiva da victoria de-Teixcira Jnior, o nobre-
presidente do ecuselho perdOBa o seu trabar
liio, porque o oltiterado estava fwto ; fez-se
l'torm, ura novo-recorreu-se- guarda na-
cional, isto &-.)rui.isega a ituisseya influjo,
a polica intervoio, e o Sr.'Seixt-ira Jnior,
cm um destes dias, ser um oovo colloga
fiar-seeniimoraliiade de mesas, parochiaes,,
vista do que so-fcz na corte e do opi-
nio que einnenhuma outra eteicao o par-
tido liberal se aprosofite ; esse o conselho
que dar aos seus correligionarios polticos,
porque, depois do que se fea, melhor com-
pleta abstouso.
A razo porque o povoquer a cleieao di-'
recta o contrario. Segundo o mecanismo
do sistema do governo,, a volitado do mo-
narcha impera desde a Prata ao Amazonas;
a omnipotencia da vontade do raonarcha
completa : portanto da parte desse elemen-
to poltico, na) podo haver desejo algum de
quo se toque na arca santa da constituico.
Mas o povo ess despojado de nm direito
sagrado, e por consequencia o povoquer que,
com a eleigao directa, cada um tenha o di-
reito de votar, isto quer oppr um obsta-
culo omnipotencia do governo.
A luta existe eo conflicto entre a ora e
e povo brasileiro ah est evidente.
0 orador cita o exemplo da Inglaterra,
onde nao foi preciso quo so alterasse princi-
pio algum da constituido porque os partidos
se eutenderam entre si; nao podendo conti-
nuar o estado do cousas no Brasil, onde o
que existo de facto o elemento monarchi-
co, contente e satisfeito, dominando tudo, e
o povo por toda a parte dominado, vexa-
do, rebaixado e pagando impostes para tudo,
nao fallando seno na repblica.
No da em que os deputados forom os
verdadeiros eleitos pelo povo, a cora ba
de procurar ministros na altura competente,
e preciso que isso se fa$a, se os Brasiloros
quizerem legar a seus Albos uma patria
digna. (Apoiados.)
0 Sr. Saraiva : Apoiadissirao, a gran-
de questao.
0 Sr. Zacaras, passando a tratar do se-
guinte tpico : O lugar que j oceupa o
Brasil entre as naces cultas attesta o poder
moral do povo brasileiro, etc. diz que
sua cabeea alta de mais para poder passar
por debaixo dessa forca caudina. Ahi falla-
se da oxcellencia das instituices constitu-
cionaes, e nao acha o orador que ellas este-
jam ameacadas para que a cora nesse tpi-
co de seu discurso procurasse faze-las sobre-
sahr. Nao est o Brasil as condiges de




Main tomado tal intensidade, que mereces*
em ser asaigoaladoa-oatno epidemia conside-
-rovel em um .doiauneuto daquella ordem;
Nem o aobre senador conseguio demons-
trar que a molestia, tuilia tomado as propoi-
Sjtos e a luteiidesidadeque S. Esc. enxergou,.
un a e\ibbo da. ordem do 6 de dezem-
bro ; o que essa ordem prova nao que-a-
epidemia.esvcsse desenvolvida ; mas que
havia motivos para ter-se esse receto e que
com cena anteseiteocia tomovam-se povi-
dencias. A.vedade que- naquella qua-
dra, nom mesmo a epidemi r da varioa- ha-
via tomado as. pro{orces (jue o nobre-sena-
dor f^urou.
O uobre sanador precisou o tacto- de
ter-sa at pretendido fazer calar a publi-
cagao do obiiuario, ao que ello nao se pres-
tou.. Visto quo S. Eso, julgou dever tra-
zer isto iliscussao, con*ria que cooune-
morosso totlias as circumstancias qpe- se de-
ram ; ao proprio nobre senador oumo o ora-
dor que aquella medida fra lembrada por
alguns cnsules estrangeiros ; a< idea, pois,
nao parti do governo.
Pas-siuulo segunda emenda, do nobre se-
nador, a respeito do- negocios, estrangeiros,,
obse va que fez-se -clavel o modo por quo
S. Exc. considerou, o. goveouo imperial e.
seus agentes em retacca esse assumpto ;.
com elloito, o nobre -senador distribuio elo-
gios ao Sr. ba rao-ile Cotejripe o ao Sr. mar-
quezdeS. Vicente.recoubecendoquehaviam
procedido de maneira digna de louvor *, en-
tretanto fez calar todo o peso de suas. cen~
suras sobre o gpverno. que escolheu e eo>-
pregou esses agentes, de sua plena confi-a-
ca, e deu-lhes as instrneges que eies oiiser-
varara ; ua opiao do nobre senador o Sr.
conselheiro.Corra retratou-se, eo, governo
argentino cantou victoria.
Acha cscusado-entrar em grande desen-
volvimontos a este respeito. As. notas esto
publicadas e sao conhecidas e dosno-
bres senadores e do paiz; o convenio
de 19 do novembro por si s falla bera alto,
e o nobre senador reconhece que elle dig^
no das duas nages. A nota argentina da
27 de abril negava a procedencia e vigor
dos trat idos celebrados pelo Sr. baro de
Cotegipe: o convenio ostabelecou a proce-
dencia e o vigor dessos tratados e sal sfHr>
nos; tambem deu satisfagan repblica
Argentia na questao do protectorado, con-
vcucendo-a de que o Brasil nunca leve wn
vistas constituir um protectorado exclusivo
do Paraguay.
Se na sua emenda o nobro senador cou-
fessa que a desintelligeiicia que occorreu
entre os dois governos foi felizmente resol-
vida pelo accordo de 19 de novembro, como
exigiam o dfreito c a honra das duas nages,
nao se concebe que S. Exc. sustentasse que
o governo nao se conduzio bem nessa ques-
tao, e que o ministerio devia ter-se retk
rado.
Na sustontago da emenda relativa s fi-
nangas. tornou-so tambem muito notavel
que o nobre senador achasse que o governo
nao foi exacto, quaudo disse na falla do
throno que as rendas publicas crescram,
havendo excesso das receitas sobre as des-
pezas. Ao passo que S. Exc. sustentava
com tanta tenacidade essa opinio, era tor-
eado a reconhecer, como reconheceu, quo
a reuda est orgada em 98,000:0005 e a
despeza em 90,000.000 ; o nobre sen

-
1850, era seguida a uma rovolugao ; mas na0 mpugnou este orgamento, aceitelH
sem duvida o pensamento desse periodo, Nugo nao pode negar um excesso de. .<^B
foi uma alluso ao nascente partido repu- 8,000:000. E note-se que neste orgamen-
blicano. Mas, para que langar nesta res- to entra s a renda ordinaria, nao conta
posta ao discurso da corda a luva ao partido com outros recursos do thesouro.
republicano, que, na opinio do orador,
est no seu direito, empregando esforgos
por sua conviego ; est no seu diroito de
propaganda, e seu apparecimento annuncia
o declive das formas parlamentares.
[Continuarse-ha.,
TYPDd DIARIO-RA DUQUfi DE.CAXIA3


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EK4QVKICI_GR8SD1 INGEST_TIME 2013-09-19T22:05:31Z PACKAGE AA00011611_12848
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES