Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12847


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Full Text
ANAiO XL1X. NUMERO 47

i
y
PARA A CAPITAL E LICAILKS OXD Ni* fK PAGA F*BT*.
Por tres mezes adiaritados .
Por se ditos dem.....
Por uta nno dem .... i
Cada mihmto avuso
89000
119000
149000
sao
01ARTA FEIKA 26 DE FEVEREIRO DE 1873.

PASA DEXTBO E F*I*A DA PROVIXC'IA.
Por tres mezes diantados. .............
Por seis dito dem.................
Por nove ditos idem................,
Por ufa armo dem. ............ m .
roo
13*00
300350
27*000
DE PERMMBUCO.
____
PROPRIEDADE BE MANOEL FIGUEIRpA DE FARIA & FILHOS.
--------------------------------------------=-------------------,-------,+.
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves d Filhos,
Pereira d'Almciila
no Para; Goncalves d Pinto, no Maranho; Joaquiui Jos de Oliveira d Filho, o Cear; Antunio'W temos Braga, no Aracaty ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da I'uuha; flelarmino dos Santos liulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Frontino Tavaresda Costa, em Alagas; Alves^l CT, na Baha; e Leite, Ccrquiuho d C. no Rio Jde Janeiro.
s
PARTE OFTICIAL.
Miuisierio ila (nzcuiln.
Expediente do da O ite Janeiro de S73.
Circular n. 1, s thesoirarias, declarando, para'
rfni conbecimente e devida exerucan, que os livros
espeoiaes en que se devemregistrar as parochias
os oascimentos e bitos de tl'hus livros de mulhcr
escrava, na forma do artigo 8., j 5." du lei n. 2,o'*0
de 98 de setembro de 1871, esto compreheudidos
as palavras de registro de nutrimentos, baptUmos,
otutmntm e bito* -do artigo 13, 2." do regula -
ment n. 4,."K> do 9 de abril de 1870, e devem ser
mellados antes'de rubricados ou de eoineeaiem a
servir, sob pena de seren revalidados, nos termos
dos artigos J3 n. 8, e .'11 do mesmo regulamento.
Gomo, porm, tenbam alguns parodies reebido ja
-rubricados os livros de qu se trata, e comejado a
oscriptura-los sen o previo pagamento do sello,
.por nao havervm sabido a teni|>o dessa obrigacio.
rumore que es livros, que se aeharem ein laes
rondreo;, sej.vn sellados e 100 ris por f >lha, marcada do citado regulamento.
at ao da 31 do dczwiibro di) correte auno ;
son I a referida pena de revalida';Vi applieada tio
sfuente aos que se apresentarera depois daquelle
dia.
- 17
A' thesouraria de Sao Paulo se communica ter
Caetano Antonio de Maraes, pedindo o pagamento
que lUe Cora nejado pela sesma thesouraria, da
quantia de .TOi.l'.it). proveniente de contas que
tomara Coradas horas do expediente, no exercicio
de 1871 72; porquanto, estando expresad no ar-
ligo 36, 2." >fo decreto de ti de abril de 1868, que
a nenhum empregado se de ve abonar animalmente,
por Irabalhos Coitos Cora das horas do expediente,
-quautia superior a dons toreos d)s respectivos
veacimentos, e j tendo sido o supplicante pago
da gratificara d 6*336334, correspondente ao
sxercicio em que foram tomadas as contas de que
-e trata, nenhum direito tem a qualquer outro pa-
samento a esse titulo; devendo ser elle advertido
d> boucj escrpulo cum (jue procedeu, e do ne-
nhum Cundamenlo da sua prctencn, apenas pre-
textando ter sido calculado em 480 dias o Iraballio
que de facto coaclnio eia menos de um anuo, eoiu
manifesta iufracc do citado decret, e em pre-
juzo dos. coCres pblicos, cujos interesses llio
compre mais cuidadosamente ze!ar.
E porque se reconlieoe ter bavido notavel irre-
gularidade na distribu.o das cenias, vendo-se d:i
rbiaeao ltimamente enviada directora geral da
contehildade que ao reCerido empregado foram
entregues diversas antes do prazo arbitrado para
a liquidar) de cada nina dellas, e sendo de presu-
mir qu asim sucredesse com outros empreados
igualmente iucumbidos do mesmo servieo, se re-
romnienda inesiua thesouraria a stricta obser-
vancia do indicad.) artigo 36, S. do decreto de
8 de abril de 1808, e da circular de 27 de agosto
do dito auno, para que nao se distribua mais aos
mpregados trabaliio algum, que deva ser gratili-
cado, em quanto nao estiver lindo o prazo marcado
para a execuyao de qualquer outro de que tenbam
sido enrarregados e o hajam apresen tado devid.i-
uiente organisado; nao se Ibes abonaulo gratili-
cacoes duplicadas, ou de dias j comprehendidus
em alguin prazo, e procedendo-se ndetnuisaco
aos cofres nacionaes, no caso de so terem verifi-
cado pagamentos abusivos: o que cum pre fazer
examinar, dando conta do resultado ao thesouro.
- 25 -
A' thesouraria do Cear se communica que
sendo presente ao tribunal do thesouro o recurso
tnterpOStO por Maia 4 Irmo, da densa da meama
thesouraria, confirmatoria da daalfandega, que jul-
u procedente no todo a apprehensao, elfecluada
em flagrante, de urna caixa subinettida a despacho,
eoiittndo diversas iiicrcadorias perfeitamente acon-
dicionadas e oceultas em fundo falso, resolveu
negar provimento ao recurso, visto terem sido as
mencionadas morcad >rias bem apnrehendidas,
juntamente com todas as outras cuntidas na refe-
rida caixa, de conformidade com o disposto na 2."
parte do artigo 536 do regulamento de 19 de se-
tembro de 1860; nao podendo ser applicaveis ao
raso o artigo 47 e seguinles do decreto de 31 de
dezombro de 1863, porque os recorrentes nenhu-
ma declarafo lizeram sobre taes mereadorias;
nlo obstante allegarem que nao tiveram previo
coiilieciinento dellas, nem constavam da factura,
i, i publica forma apresentaram.
- 28 -
A' thesouraria da RaIa se communica que tendo
sido presente ao tribunaldo thesouro o recurso
inlerposto por Jos Maria de Souza Castro, da
decs io da dita thesouraria que nao tomou conbe-
cimento da reclamaeao por elle feita contra a re-
cebedoria, que o chissificra como einprezano de
esenptorio de descontos, para pagamento do im-
posto de industrias e profisses, sujeito taxa iixa
de 130*000 c proporcional de 24*000 das tabel-
la* A e D, i.* classe, annexas ao regulamento de
23 de marco de 1869; o o mesmo tribunal:
Considerando que, embora a importancia do
imposto em questo seja interior s aleadas da ro-
(ebedoria e thesouraria, podia-se tomar conheci-
m.M>to do recurso, |)or versar sobre indevido lau-
eamento e tendo em vista nao s os documentos
presentados pelo recrtente, dos quaes consta
que elle nunca exerceu a industria supracitada,
vivendo apenas dos rendin)oiitos de algumas casas
e de urna taverna que potsue ; mas tambem a iu-
formacao do propno lanzador, que declara serem
aquelles documentos mais dignos de f do que os
esclarecimntos que obtivera na occasio do.lan-
eamento :
Resolveu dar piovimento ao recurso, dispen-
sando o recorrente do pagamento das mencionadas
laxas.
- A' de Sio Podro do Rio Grande do Sul, iVm
dem idem, o recurso interposto por A* Vaoder
Kooy, capitio do patacho hollandez Especulatioa,
da decisao da mesma thesouraria, confirmatoria
ti i da alfandega da cidade do Rio Grande, que o
multou em 10*000 por hora, na forma do artigo
36'., 2., do regulamento aunexo ao decreto n.
2t)i7 de 19 de setembro de 18150, por ter dasobe-
decido a intima>.-o que recebra para tomar o an-
eoradouro de Sao Jos do Norte; e o referido
tribunal;
Considerando que, comquanto a multa em
|i -.tT) fosse imposta com fundamento leg.il por
ter-se o recorrente a principio opposto a que o
navio, logo sua entrada, tomasse o ancoradouro
que competa, essa reluctancia nao tivera intencao
reservada.
Considerando que o mesmo navio j se achava
encalhado quando, em 4 de julho de 1872, Ibe Coi
imposta a referida multa, coutehdo alias o despa-
cio a clausula expressi de ser ell contada desta
data;
Considerando que o recorrente, logo que o navio
desencalhou, a 17 do dito mez, seguio para a
ancoradouro que Ihe havia sido designado ;
Considerando, finalmente, que esse aiieoradouro
tora o de Sao Jos do Norte, e nao o de Sao-Pedro
do Sul, que elle prefera, someate em consequeu-
cia do maior callado do navio :
Resolveu, por equidade, dar provimento ao re-
curso, relevando o recorrente da multa que Ihe
tora imposta.
28
A' thesouraria de Pernembuco se remelle por
copia o parecer da eommissao de tarifa da alfan-
deja do Rio de Janeiro, concordando com a cla$-
oi&cacao de cassa de ustras estampadas de i4a,
de quinze lios sujeita taxa de 5*000 o kilo-.
graniuio, na forma do artig 540 da mesma tarifa,
dada por idntica eommissao da alCandega da reCe-
rida provineia ao tecido cuja amostra acompanhou
o ollicio de 21 de dezembro ultimo.
IIiuislr da guerra.
Expediente de 13 de Janeiro de 1973.
Circular s thejtouraria* de Cazenda das provin-
cias do Para, Pernambuco, Babia, Rio Grande do
Sul e Mallo Grosso.Ministerio dos'negocios da
guerra.Rio de Janeiro, 13 de Janeiro Se 1873. -
Manda Sua Magostado o Imperador, por esta se-
cretaria de estado, declarar ao inspector da the-
souraria sen conlic-imeiito e execuco, que os vencimentos
dos euipregaiaa do arsenal de guerra da mesma
provincia devem ser pagos segundo a -tabella do
novo regulamento, desde a data em que foi este
publicado na dita provincia. Joao Jos de Olirei-
ra Jitnqueira.
Gaverno da provincia.
KXI'KIUCNTK UO DIA 15 DE FKVKRKlRODK 1873.
/' SrtflO.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao que
requeren Eduardo Marques Monteiro, resolve con-
ceder-lhe liecm/a para embarcar com destino ao
presidie de Kernaudo de Noronha, no pr.meiro va-
por que para all seguir, os gneros constantes da
relac/io junta, assignada pelo secretario nteriuo
desta presidencia, nao pudendo, porm, eCfectuar
o desembarque dos ditos gneros sem que por par-
te do eommandaate daquelle presidio se proceda a
csame, alim de se verificar se ha agurdente ou
outra qualquer bebida espirituosa. Igual para
Jos Tavares.
Ao coronel coinmaiidaute das armas.Pode
V. Esc. autorisar o capito eommandaate da com-
panhia de cavallaria a comprar dez cavallos com
destino remonta da cavalhada da mesma compa-
ntria, cerlo de que a thesouraria de fazenda tem
ordem para entregar ao referido capito para e-se
lim a quantia de 1:600*, da qual prestar montas
oppnrtunamente Nnesma thesouraria. Kica as-
sn respondido o ollicio d> seu antecessor, de 22
de Janeiro ultimo, sob n. 91.
2." seceo.
Officios :
Ao Dr. chefo de polica.Communicando-ine
o coronel comm indaole superior do municipio de
Olinda em ollicio de ti do crrente, haver provi-
denciado n seulidu de continuar no commaado
do dcstac.uiiento daquella eidadi o alteres a que
alinde o respectivo delegado no ollicio anuexo por
copia, ao de V. S. de 2 > de Janeiro ultimo, sob n.
177 ; assim declaro V. S. para o fazer constar ao
menciouado delegado. .
Ao mesmo. Recommendo. a V. S. a expe-
dir de saas odens no sentido de serem captu-
rsdos os criminosos constantes da relami nominal,
junta por copia, que me Coi remettid palo juiz
municipal do termo de Caruar.
Ao cominaudaute superior da guarda nacio-
nal de Olinda.-Cumpre que V. S. ministre com a
possivel brevidade a informaijao, que lbe foi exi-
gida desde o auno prximo passado, acerca de
urna proposta do 7" batalho do servieo do mar-
va desse municipio.
Ao juiz-municipal do termo de Sauto Anto.
Intcirado de quanto Vmc. expoa em seu officie
de 28 de Janeiro ultimo, tenho a dizer em respos-
ta, que as pessoas que compram cavallos furtados,
nao iguorando que o foram, ou devendo sabt-lo
em razio da^qualidade ou condico de quein os
receberam ou compraran), devem ser processados
como cmplices, desapparecendo assim a difficul-
dade que apona no citado oillcio, i^omo obstculo
reprussao de um crime que platicado ciu frau-
de escala com delrimento da fortuna publica e
particular. Espero, pois, que esse juizo saber
desenvolver toda a ^ua energa o tividade, pro-
movendo com o maior empenho a pnica) de taes
criminosos.
minal e pret juntos em duplicata, que me rcinetteu
o coramandante superior dos municipios de S.
Bento e Carnar com offlcio de 7 do corrente,
mande pagar a Moreira & Braga os vencimentos
do destacamento da guarda nacional da villa do
Panollas, relativos ao -mez de Janeiro ultimo.
4.'$ec$do.
Actos:
: O presidente d provincia, tendo em vista as
actas das eleivoes para vereadores e'juizes de paz,
procedidas a 7 de setembro ultimo, as parochias
de Nbssa Senhora da CooeeMIa da villa do'Li-
moeiro e San;o Amaro de Tiqoarelinga, e a da
apuraco feita pela cmara municipal da villa do
Bom Jardim, por nao ter-se reunido a do Lhnoei-
ro para proceder segunda apuracio ordenada
por esta presidencia, pela falta de observancia de
formalidades legaes na primeira, e mais papis
relativos esta eleico ; attendendo a que das ae
tas de eleicjlo da parochia de Nossa benhora da
Apresentacio da villa do Limoeiro, nao consta os
nomes dos cidadaos que deixaram de volar por
nio terem comparecido, sendo que votando 981,
deixaram de o fazer 1.03 votantes, visto ser a
qualilieacio de 2,004, o que eonstitue irregulari-
dade substancial em vista do art. 49 da lei de. 19
do agosto de 1846, e nos termos do aviso n. I de
2 de Janeiro-do 1871 ; attendendo tambem a que
das actas da eleirao da parochia de Santo Amaro
de Taquaretiuga, verifica-se que foram englobadas
em urna s acta as tres chamadas, contra o que
dispde o artigo da lei citada, que determina que a
terceira seja mencionada em acta especial, o q>e
eonstitue irregularidade substancial en) face do
aviso n. 149 de 3 de maie de-1871 ; resolve, na
coaformidade do arl. 118 da lei snpradita e aviso
n. 340 de 10 de novembro de 1861 e m:is disposi-
voes relativas em vigor annullar as eleieOes das
mencionadas parochias, exuedindo-se neste senti-
do a neoessarias communicaces, afim de que
continen! em exercicio dos cargos de vereadores
e jui es de paz do municipio e'districtos respecti-
vos, os do quatriennio findo. EsU deliberacio
fica dependente da approvaco do governo impe-
rial, a cujo conliecimento ser submettida.
O presidente da provincia, attendendo ao
que reqttereu o conselho director da sooiedade
Propagadora da lnstruc;o Publica da parochia de
Santo Antonio desta cidade, e temi em vista a
informacao do Dr. director geral interino da ins-
truccao publica, de 12 do carronle- sob n. 3-J, re-
solve conceder liceaca aos profssiris pblicos
Dr. Ezequiel Franco de S. Dr. Angitst C irneiro
Monteiro da Silva Santos, Dr. Jos Austreges;lo
Rodrigues Lima, Vicente de Moraea Mello, Antonio
Bazilio Ferreira Barros, Fraacisdr de Assis Mon
teiro Pessoa e J.ao Landelino Dornellas Cmara.
para leccionarem as materias da escota narmil
que o mesmo conselho vai fundar, alim de formar
boas professoras de instruccao primaria, dispen-
sndoos do exame de capacidade de que trata o
art. 81 da lei n. 369 d 14 de maio de 185?, na
conformidade do disposto no art. 8t da citada loi.
CoinuMiuicou-se ao director goral da inttruccio
publica.
Offlcioi :
Ao presidente da provincia da Bahia.Djfo-
rindo o incluso requerimanto de D. Josepha Cot-
ra dos Santos Tasso Machado, vi uva do lfcres do
54. corpo de voluntarios da patria dessa provincia,
rogo a V. Exc. se sirva de providenciar uo sen-
tido de ser prestada por quein competir, a certidfo
que a mesma viuva solicita, para com ella reque-
rer ao governo imperial a penso a que ttrm di
reito.
_ .Ao presidente da provincia do Rio Grande do
Norte. Conforme solicitou V. Exc, em ofllcio do
3 do corrente, acabo de providenciar no sentido de
ser transportado para essa capital o respectivo ca-
pito do porto Jos Avelino da Silva Jaeques, qtia
aqui veio em eommissao do servieo publico, deven-
do a despeza de semelhaute condcele correr por
conta dessa provincia.
Portaras:
A' cmara municipal da villa do Bom Jardim.
-Deixo deapprovar a deliberaco da cmara mu-
coinmando, a qtfeutia de que trata o seu offlcio de
12 deste mez, s n. J73.
Ao luesiml Do ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da premuna, decan a V Exc. para >seu
m
conl)ecnehto
legal.
flus convenientes, que por despa-
*......... '
,$ .'.sec0o.
cho desta data te concedeu oite dias de prazo"ao
recruta Jos Vimi'a de Mello para provar soncao
Ao coramandante do corpo de polica.Ex-| nicipal da villa do Bom'Jardiin, como solicitou e
peca Vmc. suas ordens, afim de ser apresentado
boje ao Dr. chefe de polica um offlcial do corpo
sob seu commando. para acompanliar at a pro-
vincia do Rio Grane do Norte ao alteres Domin-
gos Barbosa da Cunha Moreira, que como ex-col-
lector das rendas geraes daquella provincia foi
requisico do respectivo chefe de polica capturado
nesta capital.
4" seccao.
Oflicios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Inteirado de.quanto V. S. expoz em sua informa-
?o de 13 do corrente, sob n. 46, serie C. relativa-
mente ao pagamento das diarias foruecidas em
dezembro e Janeiro ltimos, aos recrutas vndos
da comarca do Brejo com destino ao servieo do
exercito, tenho a dizer que esse pagamento deve
ser efectuado de conformidade- com o parecer da
contadoria dessa thesouraria, e para esse Um de-
vulvo a conta que me Coi remettid pelo Dr. chefe
de polica, com officio de 21 de Janeiro findo, sob
n. 136, ea que se refere a mencionada infor-
macao.
Ao mesmo.Em vista do parecer da conta-
doria dessa thesouraria a que se refere o seu offi-
cio de 13 do corrente, sob n. 40, serie C, recom-
mendo a V. S. que mande entregar ao capito
cominandantc da companhia de cavallaria a quan-
tia de 1:600* para a compra de dez cavallos des-
tinados remonta da cavalhada da mesma com-
panhia, devendo o referido capito opportuuamcu-
te prestar contas nessa thesouraria da menciona-
da quantia.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. o pret es-
pecial em duplicata, que me remetteu o couunan-
dante das armas interino ein ollicio de 8 de Ja-
neiro ultimo, 13 n. 37, e a que se refere sua in-
formacao de 13 do corrente, n. 44, serie C, reeom-
inendo-lhe'que nos termos do parecer d> contador
dessa tiiesouraria, mande pt'ocossar para ser paga
quando bouver crdito, a divida deexercicos fin-
dos proveniente do gralilicac55s e prestacees
vencidas pelas pracas do 2.* batalho de infama-
ra do exercito, Maooel Joaqum do Nascimento
a Feliciano Pereira de Lyra, constantes do mencio-
nado pret.
Ao mesmo.Coramnnico a V. S. para os flns
convenientes, que em offlcio datado de 20 de Ja-
neiro ultimo, participou-me o hachare} Angelo
Cact mo de Souza Cousseiro, juiz municipal e do
orphios do termo de Villa-Bella, haver na mesma
data deixado o exercicio da vara de direito da co-
marca daquelle nome, e assumido o das funecoes
de seu cargo.
Ao mesmo.Em vista dos inclusos docu-
mentos em duplicata que me remetteu o briga-
deiro commandante das armas interino, con) offi-
cio de 12 do corrente, sob n. 173, mande V. S.
pagar ao ajudante de ordens daquelle commando
a quanta de 12*000, proveniente do fornecimenlo
d agua ao quartel- general nos mezes de dezembro
e Janeiro ltimos, como se v dos mencionados
documentos.
Ao mesmo. Attendendo ao que expoz no
incluso requerimento Manoel Lourenco das San-
tos, mande V. S. releva-lo da multa era que in-
correu, por infraejo do regulamento de 28 de
setembro de 1871, tanto mais quanto segunde 0
parecer do procurador fiscal dessa thasoucar' '.
que se refere a sua, iuformaeao d 13 do "S
sob n. 52, serie, C, nao. nouve para. etta> ^^.
lo plausivo).
Ao insueetor da theaeurar^ proVncial.
newmmend,. /.S.que, il4ta da relar.la no-
iii
seu ofllcio de 4 do corrente, por que, em vista do
art. 66 % 10 |da lei de 1 de outubro de 1828, s
podem as cmaras municpaes resolver sobre a
commodidade das feiras, por meio de posturas de
vidamenlc approvadas pelo poder competente.
Cumpre, portento, que essa cmara orgauise urna
|)0stura, mudando o dia em que se tem de reunir
a feira na povoacao de Surubim, para ser sub-
mottida approvaco da assembla provincial.
A' cmara municipal da villa do Limoeiro.
Transmitto cmara municipal da villa do Limoei-
ro, para sua sciencia e cumprimento, a copia in-
clusa do acto desta data, pelo qual annullei a elei-
cao para vereadores e juizes de paz procedida a 7
de setembro ultimo, as parochias que conslituem
esse municipio.'
5.' seccao.
Officios:
A' directora da Associaeo Commercial Agr-
cola. Agradecendo essa directora a honra que
acaba de conferr-me com o titulo de socio hono-
rario dessa associaeo, o que tenho no mais alto
aprect), asseguro-lhe que os meus fracos recursos
estenio sempre sua uisposicao, e faco ardentes
votos por seu engrandecimento e prosperidade.
Confesso-me cordialinente grato s benvolas ex-
pressoes, de que se-serviram Vs. Ss.; por occasio
de me fazerem essa communcacao.
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.-Informe Vmc. acerca da alterayo que,
no offlcio junto por copia, declara o gerente da
companhia de illuminacao gaz, ter sido encon-
trada no disco do photometro da escola normal.
Ao mesmo.-Mande Vmc. orear o* mel ora-
mentos precisos aos canos de esgoto mencionadas
ein seu oIBcio de 13 deste mez, sob n. 58, afim de
que esta presidencia possa resolver sobre a exe-
cuco de tees obras.
Ao mesmo.Inteirado pelo seu officio de 13
do corrente, sob n. 59, do acharem-se concluidas
as obras do acude de S. Bento, tenho a dizer-Ihe
que nao as receba, sem que sejam previamente
examinadas pelo conductor que para all tem de
seguir.
Ao gerente da illuminacao gaz desta cida-
de.Inteirado de (manto Vmc. expoe em seu officio
de hontem datado, relativamente alteraco que
diz ter sido encontrada no disco do photometro
que alinde, nao posso deixar de estranbar que, ve-
rificada semelhante falte pe empregado dessa
companhia, houvesse Vmc. feito guardar o dito
photometro em caixa lacrada, sem assistencia do
engenheiro fiscal do governo, interessado no verda-
deiroconhecimento da ;d tora cao allegada.
Portara:
O Sr. gerente da ComnanVia Pernambueana
mande dar passagem para a provincia do Rio
Grande do Norte ao c>,pto do porto d'alli, Jos I
OrBcibs :
Ao Dr. A*= de polica. -De ordem do S.
Exc. o Sr. presnente da provincia, declaro a V.
S., em resposU es seu alucio de 14 do corrente,
sob n. 334, que neste date Oca expedida a conve-
niente ordeo ao commandante do corpo de polica
para mandar-lbe apreseutar um oflirial, alim de
acompanliar aM a ju-ovnria do Rio Grande do
Norte, o alferes Domingos Barboza da Cunha Mo-
reira, ex-coIIeCitfrT das rendas geraes daquella pro-
vincia, qu Coi capturado neste capital.
- Ao mesmo.-9-0 Exm. Sr. presidente -da pro-
vincia manda eclarar a V. S que ficam expedi-
das as convenientes ordens, afim de ser fornecido
o lvro que *& ein seu ollicio n 188 de 28 do
mez findo.
Ao conunandaate superior de Caruar.-0
Exm. Sr. presidente da pr viucia manda declarar
a V. S. que a thesouraria provincial tem ordem
para pagar os vencimentos do destacamento da
guarda nacional da villa de Panellas, relativos ao
mez de Janeiro ultimo, segundo solicitou em seu
officio de 7 deste mez.
Ao juiz df direito da !. vara d'sta capital.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S. que nesta data se expedio ordem
ae couimaudaiile do presidio de Fernando de No-
ronha, p.ira enviar para ete capital o sentenciado
Francisco Antonio Pereira Bastes, de quem trata
o seq ofllcio do |2 do corrente.
Ao Indure! Angelo Caetano de Souza Cous-
seiro, juiz municipal de Villa Bella. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda aceusar a recepeo
d* oflluio de 20 de Janeiro ultimo, em que V. S.
communica ter na mesma data deixado o exercici
da vara de direito da comarca de Villa Bella e
reassumido a do seu.
4' seceao.
Officio :
A cmara municipal da villa de Bezerros. -
S. Exc o Sr. presidente da provincia inania de-
clarar cmara municipal da villa de Bezerros
que as posturas a que se refere o |>cu offlcio de
29 de Janeiro ultimo, vo ser subinctdas consi-
deracao da assembla provincial, na sua p'oxinia
ruui;V i.
DESPACHA DA raSSIDKMCIA n>: 22 DS FEVrillSiilO
na 1873.
Auta Maria da Conceict Inieferdo
Antonio da Silva Araujo.Indeferido.
Antonio G..in-s Sitirr.Passe portara na forma
requerida. .
Ceciliano Mamado Alves Pereira.Passe porta-
rla concedemu^ Iriata dias de licencia com ordeua-
4o para tratar de nua san Je.
liecio de Aquino Fonieca.Deferido com officio
de te data thesouraria de fazenda.
Padre Francisco Pi Pereira Campof.Atieste,
q uerendo.
Francis-o Americo de Arago Rabello.Defer-
do com ollicio desta date thesouraria provincial.
Isidoro Theodulo de Mallos Ferreira.Declare o
supplicaute o tem|io que servio na guerra do Pa-
raguay, e porque motivo della se retirou,
Capito Jos Antonio Pinto.Sm.
Joo Baptista da Hocha-Baixa Lias. Reclaine-se
bacharel Joaqum Antonio da Silveira Jnior.
Passe portara na forma requerida.
Jos Ignacio Ribeiro Roma.Indeferido.
Jos Franciscj. Seja posto em liberdade.
Jos do Carino Accioh. Seja posto em liber-
dade.
Luiz Jos da Silva Cavalcaute. Informe a c-
mara municipal de Santo Antio.
Maria Augusta da Silveira.Informe o Sr. Dr.
director geral interino da instruccao publica.
Manoel Fclippe Paos de Luna. -Seja remettido
ao Dr. chefe de polica para tomar na considera-
cao que Ihe merecer.
Philadelpho Leonardo Ferreira Lima.D-se,
nao havendo inconveniente.
O mesmo. dem.
Tranquelino Manooj Soares. Seja posto em li-
berdade.
Secretara da presidencia de Pernambuco, 24
de fevereiro de 1873-
0 porteiro,
SifVJM Antonio Rodi-iguet.
i mu ni nuil a dan armas.
QUARTEL CENKIUL DO COMMANDO DAS ARMAS
iirriamo de pernambuco, em 23 de keve-
RB1RO DE 1873.
Ordem do dia n. 704.
0 hrigadeiro commandante das armas interino,
em vista do offlcio que Ihe dirigi na data de 22
do corrente o Sr. inspector da alCandega desta ci-
dade, ha por ntuito recommendado ao Sr. com-
mandante da guarda dessa reparticao, ebem as-
sim as das demais guardas deste cidade, em as
quaes estejam funecionando os apparelhes da em-
preza Recife Drainage, o maior cuidado e vigilan-
cia para que os ditos apparelhos se conservera em
bom estado|e perfeito asseo, afim de nao se es-
tragaren), como succedeu com os da guarda da
mesma alfandega, que tem sido concertados por
tres vezes, .sem duvida deteriorados por deleixo
das pracas que delles fazem uso.
A mesma reeuinuiendaco feita em relac4o
aos apparelhos estabelecidos ou que se estabcleee-
rem nos quarteis, guardas e mais estebetecimentos
militares.
AssignadoJoap Cuilherme de> Bruce.
ConformeJos Ignacio Ribeiro Roma,
tenente ajuJante de ordens ntoru> oncurre-
gado do (letallie.
H,-,iiiii< Ao | p*loia.
i." seccao. Secretaria da polica de Pernambuco,
23 de fevereiro-de 1873.
N. 415. Illm. e Exm. Sr. Levo ao eonhoci-
mente de V. Exc. que, segundo consta das partir-i-
Lpacoes recebidas hoje oe*tta reparticao, foram hon-
tem recolhidos casa (te detencao os seguintes in-
dividuos :
A' ordem do subdelegado do Recife, Joaqum,
mcravo de Francisco Ribeiro Pinto Guiraaraes,
a reiiueriuwnta desta.
A' ordem do de Santo Auton, Irineu, escravo
de Joo Florentino Cavalcanti de Albuqucrque, a
requerimento de3t$- .
Era date de 16 do corrente deelarou-m o sub-
begunlo participnu-inu a jau mumci|ial d. tet'- |a(:ao liberdade de pensar. Entretanto o ferla-
ino de Ouncury, |wr o:ncio do > do correuti.v as dor conslituinte irecimisou esst restriecao.
5 horas da Urde do da 2tf de Janeiro prximo g ,,ur,,U(, :l Uni indo, na Uzeada ?,. Jos, do district, de Su.os^e porque o Exm. Sr. hispo de Olinda nio-se pro-
NOVoa daquoite termo, Horeucio, escravo do ra- niinciou contra ella t
I I I T i \ il 1 ^ l'li hltlil 1 i .i b i 111 i t A., i.i.i n j
pito Belaruiiiio Gomes Ferreira, assassinou a est
com urna facada. Que o deliuqucule se acha re-
ciilhido respectiva cadeia, undo-nc j proce-
dido ao competente inquerilo para os deviil
lina.
Nesta data coiiuiiuiiicou-ine o delegado da Es-
cada, que na Urdo do dia 12 recudiera cadeia
daquella villa a Folismino Jos Bezeira preso em j,, alt. |0t, ao oasso que aceitara e"lovamo art
flagrante por eriuie de furto de cavallos, e que, ;;. mi eonstituicao do imperio
tendo procedido ao competente mquer.to, o re- Sea religio'catholic.i, apostlica, romana Mto
Evidentemente porque aehavar e achan boa
essa dis|n>sieo constitucional, principalmente
porque aos seus interesses convem que asstm
seja.
Mas. ao menos, moslrein-se nns e otitro con-
seipientes e lgicos nao condeinnei aqui o que;
preconisam all ; nao quiMram regeitar o % XIV
I beneplnruo, c caera &rii terd'ideiru religio a depelidenciu uhece hm fu I su.
Mas, desde, que assim nao ; desde que, ao pas-
so que urna aceita, precoalsada e vulgarsadb, i*
Mira* sao apenas toleradas ou pennettdas, e an-
da assim com numeras restriecoes, cessa inteira-
mente a Justina da asserivit, cabe o castello da
; Unido, e disaparece o imantisiiKi que a amedron-
Em resposta ao nosso artigo de 14 do Corrente, tou-,
acerca do capitulo IV da pastoral dn Boa. Sr. Bis-! Disse a Lmao que a lei i absurda ; porque
po de Olinda. puhlicoii o jornal Unio um escripto,' snl).>rdina ao poder civil o poder ecclesiastico, qn--
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE 2t DE FEVERHttO DE 1873.
.\'*. a llniito o o Dcn^plHcit.
Avelino da Silva Jac.ues,' correndo a respectiva 1 delegado di Itapissuma, da comarca de Iguaras-
despeza por conf^ da ,usraa provincia. su, que no dia 28 de Janeiro ultimo, remetiera
^dkstV do sechetamo, ao respeetiro I juiz de direito o inquerilo poli-
_J~ '.m coronel commandante das armas. S.
^^ ., o Sr. presidente da provincia manda decla-
PjX a V. Exc, em resposta ao seu offlcio de 13 do
corrente, sob n. 174, que nesta date mandou sa-
tisfazer o pedido de trinla vassouras com chapas
de ferro para a fachina do quartel do V batalho
de infantera, que veio anuexo ao citado olficio.
cial, p que proceder pelos factos de estanca-
mente e tentativa de morte praticados por Manoel
Flippe'de Santiago, de que tratei em minha par-
te diaria sob n. 177, de 6 do corrente. .
Por offlcio de 21 tambem do corrente, commu-
nicou-me o delegado de SeriohSem, que se proce-
der a inqnertes policiaes -sobre os factos de fe-
rmenlos graves praticados no distncto de Ga-
melteira aqnelle termo por Jos Francisco e Ma-
?TnSaS,-0^ Exm S7pre & dipro- rmtadTK dos qae. ttalal em minhaipar-
VIncia manda cemmuS a Tec. que neda te diaria n. 26 **S&l!ft^ SSSH
data expedio ordem thesomaria de fazenda no lentes mqneritos remettldos logo a respectivo
seuttdo de ser paga ao ajudante de fleos desse' Dr. jubj mnmcipat.
como opinio de sua redaeco, contestando o que
dissemos sobre a doutrina do beneplaiTto e sus-
tentando as assercoes do diocesano.
Nao conte-taremos o direito da Unto defen ten-
do essa exdrnxula doutrina ; mas cumprimos um
dever retorquindo-lhe, e sustentando o que allega-
mos e provamo*.
Seguunlo a mesma ordem de ideas da Un/lo,
comeen remos p'ir declarar i|'ie a alluso feita
resp.ast.i dada pelos jadeas l'ilatos (Joan. XIX, 7)
ou urna heresia. applieada ao caso do beneplci-
to, ou urna forma banal de desvirtuar alheias opi-
nioes.
0 beneplcito imperial lei do imperio, e, como
tal tem todo o poder de abrigar os cidadaos brasi-
leros ; alm disso lei justa, razoavel e til ao
bem coniinum.
E' juste porque decorro da necessidade e d > di-
reito que tem a sodedade civil de zelar os cus
mltiplos Interesses.
E' raioavvl porque est en) harmona, acha-se
conforme araz', que, discorrendo, raciocinando
e analysan lo no intuito de separar o verdadeiro, o
justo e o hipi, do falso, injusto c man, chega pro-
clamir a conveniencia e necessidade da adop/o
de tal medida, como preciosa garanta para a in-
dependencia e soberana de qualquer corpo social.
E", finalmente, til ao bem coininum, pNrqnc,
com o seu auxilio, tem a soeledade os meos indis-
pensaves para obstar a propagaco de doutrinas
contrarias aos seus fundamenta, destruidoras dos
seus direitos, nociva s sua? prerogativas e ao seu
deseuvolvmento.
E' inexacto que o benej^irito reronhern o.- mi-
nistros das outras retigioes a indi'prndencia i/ue
nega aos da catholica, aposto!ira, romana.
O art. o"* do nosso pacto poltico, determinando
que a religio catholica, apostlica, romana conti-
nnasse a ser a religio do imperio, assim se expri-
mi no tocante s demais religioes: Todas as ou-
tras religioes sero permiindas com sen culto
domestico ou particular, em casas para isso des-
a tinadas, sem forma alguma exterior de templo.
0 legislador consilumte, reconhecendo como
nina medida poltica de alia conveniencia, a tole-
rancia religiosa : reconhecendo mesmo a tendencia
do seclo para essa tolerancia, fez mais do que
tolerar, permittio todas as outras.
Nisto, longe de haver um mal, honve. pelo con-
trario, un bem para a sociedade brasileira. poi-
que da sanciona dessa dsposico resalta facili-
dade, posto que ainda restricta, para a internacao
de co'onos, isto de povoadores uleis ao paiz.
Onde est, porm. o reconheciinento da indepen-
da para as falsas relijoes *
Essa indepencia nao existe realmente e, na 2*
parte do citado art. i" da constituicio. so tanto
mais claro, quanto s se Ihes permute o rttffo >-
m'stico ou partini'ar, c em edificios aM forma
alguma exterior de templo.
Preconisando a religio catholica, apostlica, ro-
mana como religio do estado, e apenas tolerando
ou permittindo as demais no Imperio, o legislador
constituinte, nao s reconbeceu aquella como ver-
dadera e til, nas tambem destinguio-a conmle-
tainente das oufras, cuja doutrina e leis, nao obri-
gando a aceitar, nao tinha carencia de examinar se
guardavam as conveniencias e respeitos (pie sao
devidis s leis civis.
Reconhecendo a religio catholica, apostlica,
romana como religio do estado, a constituicio do
Imperio creou, por esse mesmo facto, a necessida-
de de manter o seu culto, estatuio a obrigaco de
proteger as suas leis, quando estas se nao oppu-
zesscm aos outros interesses, nao menos respeila-
veis, dos subditos do Imperio.
Ora, nao se podendo desconhecer, sen* requin-
tada m f, que as deliberaeoes do poder eccle-
siastico, do poder espiritual, podem ser nocivas s
leis do poder civil ou temporal, por isso que os
dous poderes podem estar, e teem esttido em va-
rias pocas, em manifest antagonismo ; segue-se,
como dissemos U do corrente,. que a doutrina
da art. 1D2 XIV foi una consequencia neeessa-
ria e lgica da parte do art. 5 da eonstituicao
poli tica.
Ninguem conteste, c nos p>r certo.o nao Tare-
mos, que a doutrina do % XIV do art. 102 seja
urna restriecio doutrina do.$lV do art. 179.
Mas, porventura, ser essa a nica restriccao im-
posta pela eonstituicao s liberdades por ella pre-
conisadas e garantidas"?
Porventura nao sero resBeitabilissimas e santas
a berdade individual e a de propriedade f
E foram, e sao respeitedas n totum esas liber-
dades pelas nossas leis, pelas leis das demais so-"j
ciedades ?
Quem ignora que ao eidado brasiteiro corre o
dever de servir no exercito, na armada e na guar-
da nacional?
Quem ignora que ao-chefe d j famea corre o de-
ver de alimentar sua mulher e Unos 1
Quem ignora que os pais tem o dever de dei-
jar aos filhos, os esposos, os prenles, dentro de
cortos limites, une aos outros, urna parte dos seus
havores ?
Quein ignora (jue, nos casos de utilidad publi-
ca, pod o eidado ser desappropriado de sua pro-
priedade ?
Todas essas e outras restriofies, impostes a li-
berdade individual e ao direito de propriedade, *ao
necessarias c uleis au bem communt; dahi veo a
sua adopeo como leis no nosso paiz.
No mesmo caso est a reslncco do 8 XIV do
art. *09 da eonstituicao. E' urna restrecao dou-
trina do S IV do art.*17, mas festrieco tanto
melhor fundada, tanto mais nocessaria, tjuanto de-
corre da obrigaco que tem o poder publico de val-
lar pelo bem commum, quanto djmaua do direi-
to que assiste sociedade civil d conservarse,-
fazendo respeitar as suas leis, a sua soberana-e
a sua independencia.
Demais; negar a redaeco da JJnido que o art.
5a do nosso pacto poltico seja urna restriccao, e
grande restriccao,! liberdade individual, sob o pon.
to da vista religioso ?
Una rego de estado aquastionavelmente
ama imposico, direinos nuimo, urna cruel vio-
Ihe e superior.
.Nao ha tal. Ein primeiro lugar negamos a pro-
eminencia, que se e-tabelece, ile um sobre o outro
poder. Cada um dos dous poderes, na sua esphera.
respectiva, vale muito bem o outro ; e, se assuu
nao diga-nos a Unio, porque razan tantas lu-
las em bavido por causa do iioder temporal dos--
l'a|ias !
Se o poder ecelesiastico sniwrior, como qner a"
Unido, ao |K)der civil; pori|ue rasan ainda hoje
quero minino pontfice juntar sua augusta cora
espiritual urna ingloria corea civil f Porque raso
tem sido derramado taiite sanaue. rontia os prin-
cipios humanitarios, para assegiinr a Santa S o
poder temporal, una primazia pagl que nao valex
religioM '
Nao ; rada qual na sua espbora, os dous poderes,
sao iguaes, e, ambos respeitaveis, devem antes s*
auxiliar reciprocamente, do que se chocar a pfa-
judiear, ein detrimento de suas missese damissao
da humanidad!-.
Em segundo lugar, o beneplcito nao subordina
o poder eccli'stittlirii ao poder dril.
Neste ponto aceitamos a -i." consequencia que
ehegoii o Sr, Dr. Codeen, no artigo que publica-
mos no dia 22 da corrente, e que se acba assini
redigida : n que o beneplcito, entendido com-) 'le-
ve ser entendido, nao urna disposicao olTesiva
mjurosa para a igreja, antes Ihe faz honra porque,
ein vez de ser a espresso de un senilmente de
rivalidade ou de de-eoatianca. jmi curendi. como
o cnteiidem aquel les i|ue nao eolloeain a questao
na sua devida altura, pelo contrario a expresso
do sentimento de amor filial e de plena eonflanea
de quo a primeira destas sociedades se acha .ani-
mada para com a segunda. >
Essa doutrina, a nosso ver, a mais consente-
nea com a ramo, a que melhor se casa com a
aatureza intima das duas sociedades-civil e reli-
giosa.
Demais. peiearre. a reoaaeSe da Unido a historia
do papado, e ver qae.deede os lempos primitivo
ila sua instituicao. a lula esteve sempre travada
entre os dous poderes, cada qual querendo pre-
ponderar sobre o outro. Se as vezes o poder ci-
vil sucumbi na luta, nao raro, e, diremos frequen-
teuiente, loi elle o vencedor,semipi todava dahi
s" pdeme inferir inferioridade de. um em face do
outro poder.
Se o poder ecclesiastico fosse superior ao civil
de que Valeria ento a independencia, a soberana
nacional ?
Sem duvida a Unido almeja que essa indepen-
cia e soberana desapparecam ante as prelenroes
do pietismo de Roma : mas forca confessar que-
no con-iguira o seu intento, nao s porque ?
bom sonso dos brasileiros nao este obliterado, mas
tambem porque, aceitando o Bi-asil a rcligio ea-
th ilica. apostlica, romana, no artigo 5. da eons-
tituicao, s o Cez com a restriccao do XIV do ar-
tigo 102.
Nttin continu a Unido dizer que o beneplcito
contrario ao IV do artigo 179 e ao art. 103 :
porque eolio duvidaremos da sua sinceridade.
quando alunita que inconstitucional aqnillo que
proscripto na propria constirnica) !
Se o % V1V do art. 102 nullo porque, como dk
a l'in ... contrario ao art. &", nesse raso, repe-
timiis, si>ja lgico esse peridico, e declare que
tambem nullo o art. 5. em face do | IV do art.
179.
Se o- Imperador, no art. 103, jura manter a reli-
gio, catholica, apostlica, romana, que, como dis-
se a tf'ttiVTo, condemnou o beneplcito ; tambem
ahi jura elle manter a integridad? e indivtsibili-
dad/r do- Imperio* observar e fazer observar a cons-
tiimcdo e as demais hit du Imperio,
Ora, a Constuivo admitte a doutrina do pla-
cel ; prtenlo o Imperador obrigado a mant-la,
sob pena de ser perjuro, e de dar coates do sen
perjurio naco, que Die confieu os poderes e o
mandato que elle desempenha.
Querer a Unido, qse o Imperador seja perjuro f
Uravar Ihe-aa esse arto o escriptor rathouco?
Veja, pois, a Uiao a que ponto leva-a a sua
doutrina, e- depois responda qual a absurda
se a que sustentamos, ou so aquella de que o seu
redactor se diz sectario, sem medir-lli as conse-
quencia I
Logo, concluiremos n?, ao invr da Unido : a
lei do beneplcito- obrijra tanto a eensciencia dis
brasitoicos, quanto pede obriga-la a dtutrina do
art. 5.a da coitstituigwx
Disse a Ukto. que era fcil retorquirnos a ac-
cusacio que Atamos ao Exm. Sr. bispo de Olinda
visto como feriraos o | IV do art. 17.9.
Engaa manifest I Se ha offensa, o que nega.-
mos, foi ella feita pela propria eonstituicao, que
exigi o placel; portante o argumento da Unida
pecca par capcioso e ftil, tanto mais quanto tan-
to valor tem o g XIV do art. 162, como o \
do art. 179.
Dissemos no nosso artiga de 14, que o benepla
cito era urna conseavencia natural e lgica da
doutrina do art. fi.*, q'nt nem se comprehendia
ifue deixasse elle de existir n coitttttWco; aor-
fue ento, dirigan por funestos impulsos, pafl\v
a sociedade civ brasileira ter despedacatia quan-
do e como uprouvesse ao poder es-pirituai, por meio
de bullas e tutrat leltras apostlicas, m ellas fos-
sem apregoadas i tivessem forra dvUi. indepsn*
nUmnentt do poder temporal.
Contestando, disse a Unida :
a Basta porm lr alternamente o } 1* do art. 105
para, ver que outro foi o intuito do legislador
constituinte.
< A lei citada diz : Conceder cu negar benepl-
cito aos decretos dos concilios e Retiras apostli-
cas equae3quer outras constituiedes ecclaetati-
cas, que te aao oppozerem eonstituicao. frata-
se pois de bullas qu ndo oppondo-tt eonstitui-
pd, nem podem tender a despedacar a noci, nem
a mgerir-se no rgimen poltico. Logo o benepl-
cito tatemo intuito de combater a VV*-*.
Est perfeite e completamente engaada a re-
daecvo da f/aie,' 0 intuito do legiflanr e tuinte foi em duvida aquello que tramTgare*9
claramente da? ftessas palavras, ^ua e, va pat*
r
i
irairi


.IVI UJ
.>..
i .
Jkt*nanibuco Quarta/eira 26 de Fevereiro de 183.

=9
=F
le, corroborado pelo fioal do .wligo const*cin^|i
alias mutilado pela Unido.
O XIV do aruMHM" -
OoRaederouMMfl|eo|daeiLo aos decretos
4o concilios e liftttt i Apostlicas, c quesiuer
oulras c-instituifSR Ktticas, que se nio op-
pozerem constitPB%> precedenio appwcacao
4a nsscmbUa, t: conliverem disposicao feral,
Bem :v a Una > que o legislado/ cotostituiule,
j julgou o assompto ln.frava que o tornan d/pen-
dente da assembla. e evrt >s cas is.
E porque o fez f^^Bi-iitduij: pela razio du
que, mesmo sem uinKa cflHtui;'i'>, caso qi's
ki.i.v FXCI.UH (Mvtn.eTAM nte, poJiaiii essos <"-
ronstiluicdes ecctesiltltca* contar di-ipjsieiies no-
civas ao Dora geral tiaaoci'-dade brasileira, cc-ni)
laes canreereiu.ee ser*, examinadas coiu rtflexfn
pelos inmediatos presentantes da naeao, pelo*
de.iositarios legtimos da oniniao do paiz.
Sein ofendermi constituido, poden), sem cou-
sa que duvida faca, os Itctot dos concilios, as
Irtlras apostlicas, etc. etc., prejudicar a socieda-
le civil, conspirando contra o seu uom ostar, pro-
curando destruir as suas leis orgnicas.
E nio teta direito o piik-r civil de obstar a
'sscs males ?
S o contestar qneiu nao for patriota, quem nao
liver amor s insiimieoes do sen paiz, quem fir
inimigo da ordem, da liberdade e da independen-
cia e soberana nacional.
Se a Unido fdga de estar n'esses arraiaws ;
pelo contrario, nos, e com Deseo a maioria da
apio, nos vangtoriamos de estar nos reductos
cntranos, isto as fortalezas que te:n por atncias
a lbenla di- e a ordem, a soberana e a ndepen-
penciada patria, sobre as ifuaM esieede smis bra-
ci prntetores a Uivina Cruz do RedemptOf da bu-
mandade.
Pondo de parte a quesillo do direit de /> droado
repetiremos que. como defensor lio Kslatlo, tem a
Imperan!-, clu-fe O poder executvo, o dever de
vellar porque tejan eflBeaxea aquellas garanta*,
e que luanifestaoienle o beneplcito- tun poderoso
auxiliar que se Ibe offerecfl para vigiar pelo bem
eaumum e contra nina p i- t-reneia do poder -eclesistico as attribui'.-oes e
prerogavas do |i idee civil.
Quaudo Ueus ereou o boinem Adao, o de i-lbe
por companbia a iiulliar-Eva, c por liabila.ii a
trrao par'iso ; creou a familia, a base ila so-
ciedade civil, com as suts leis congneres.
S depois que boinem, avallando e estudando
a erea.ao, e conlieceiiJ o peccado, pjle elevar-se
>;n espirito at o seu Creador, r:eonlieceudo ou
antBI <-reando a r.-ligiti-t primitiva.
Essa religiao primitiva, poram, rudimenlal e
insuciente anda depois de explicada e desenvol
vida por Moyas, fui semprO) em corto modo, adicta
as circumsUiicias da sociedade civil, cu jos inte
restes nunca procurou (fffender, quaudo sim-era-
incnle platicada.
Dcmais, com o correr dos sculos, e a divisan
da sociedade humana ; com a sep ira.-io das fami-.
lias e tribus, naseer&m as diseeosoM religiosas,
sargia o paganismo, e com ello e n'elle prepon.
liciaraiu qnasi i'\clu S iridiado civil.
llalli que veio dizerDMS, c im a opiniao de
iotaveis .lescriptores, jurisconsultos e historidores,
que a s icedadi: civil irosava de direitos e pivio^a-
tiras peculiares Qsse estado, antes que tivesse
vindo ao mundo o Cardeiro Iniui iculado.
ci; isso mu erro, preferiino-lo diiulrina ex-
clusivista da Unifio, e en todo caso licar-nos-lia a
(vnisciencia tranquilla por deflendertpos a doulrma
drbenepl cit ; visto como ella inquestionavelmen-
!', un grande tropeen peala a rodas do cano por
ventura invasor das nossas liberdades meroga-
tiv.as, lberJ.ules e prerogalivas sen duvida inulto
nrohtiffii ai appfeaadea e pretensos direitos r. un
" quo nos acenain a Mar a suciedad'! actual n'uma immensa coinaiu-
nidade religiosa, e a ierra n'iun grande convento.
-' a doutdna do placea base nasimla, impia.
cir-citli'ilira, injii^n. contra 0 direito, etc.. etc ,
com.) aproare Viua qiuiiiici-ia, certanteule,
tpv Iff annnn df itThtmnii donosso pacto pet-
lieo, tera sido reforma la.
". untante iaa > anda nao acontecen e. ao paan
q ie na assembla e tem >do oflbraoidtM no sentido de mnliiiear e
at rgeitar variosartig-w da Coastitoieio, inelusi-
vaiiente o art >; <} nntnvel, sorprebeniente qno
':i nenlium, ale boje, timba sido mencionado o
; \IV do art IOS.
K o ipie mais de ilutar que. quer na caina-
ra temporaria, quer no senado, aampre tveram e
i i, t 'in ass"iit i di-tiuetos sacerdotes, e que ne-
ii'iivn d'elles anda se lembnsaa de tao importante
objecto! !
i-lo prova, Sis. da l'niio. que a doutrna do
diicel,A despeitu dal coudeiiiiiai;e> de Roma, da
uria c do concilio ecameneo, t geralmente ac-
ceha, C julgada boa, til e salutar.
l'ortanto nio desistiremos Ao nosao proposito do
.i'feide-la contra os ata mes de qoem, sob a gida
d nin poder que Ibo fot confiado pela sociedade
.vil. reliclla-se contra ella e quer abalo-la em
i.:'j zi dos mais caros ntaresse iUpatria que
mecemos.
PBRNAMBM
REVISTA DIARIA.
Supremo tribunal le justi*a. -
i iveram "s seguintes ioJgan mtos:
SesSe do 1 de fevereiro.
Pata. -Revista civel n. 8.i8 (da relacao do Ma-
, ..lo.i-rlecorrcnte I). Taere/.a de lesna l'albe-
... recorrido Antonio Jos Apobnario.Juizes os
no.s senliores Nao to:naram eonheci errto
por caber a cansa na aleada da retfecao de que se
reo,
l'iocesso du reclama;.iu de aatigoidade. -Recia-
.ate o juz de direito Pedro Camelia Pessda.
l'rofero-sc o segunle aceordao :
Valos, osnoatos e relatados estes autos de recia-
;io de antignidade do j:iiz de direito Pedro Car
edlo Psate, julgam provada a dita redamacao
-ta da di-l.era; 11 de 9 de mareo de lew e
, landain que saja eollocad i na ultima relaeSa son
'. IJ. entre os joJaM de direito Eduardo I'indaiiy-
i de Mattoe e Adriano Uanoel Soares, com o ac-
resetmo de tres meses e 27 dias, que se manda
mtar ao reclamante: ficando por consegninte ato
:) de dezembro de 1871 com a antignidade de II
. 'no.-, sete ni'tZiM o dous dias.
flio, t" de faoereiro de 1873.Ilrrto. presidente.
Maran, veucid .. Veiua. vi i -ido.. -Villar";. -
Valdetaro. -Coko.PinP). l.e;V>.--SimOe.Mont-
serraf.
Sesso de o :
-vista coannercial n. 8,id3 do tribunal do com-
oercio de l'ernambaco. Rocomantes, o tenente-
-iiv;l GaspapCavaleanle de Albuqnerque Debi
' oa mullier ; recurrida, I Auna Victoria de Sa
t Alonqnernoe, vinva < mais herdeiros do t"iieo-
It coronel Joao de S e Aibuquorqne -Juizes rela-
jo- o Sr. conselheiro Mariani.Revisores, SimSes
ia Silva c Messjas de Lao. Concederam are-
->sta para o tribunal do commerek desla corte
mira e votj do Sr. ceneemetfo Valdetaro que a
denegava.
Bis o tieo il'i aceordao :
Ketort di sapreito tribunalVistos, exp 05-
e relatad a estes autos d 1 revista civl com-
al. entre part ;. reeorrentes o teaente-eoro-
nerGaspar Cual ante de Albuquerqoe Uchoa'e
.-ilii: d reo irridos a vinva e hetdeiroe do
ate-cor mel laio do Sa e Albuqusrquc
Coneede u revista p o uvMtdado manifesta c in-
juslica notoria dos aeeordaos de fK &A6 e 781.
1.* Por seren iiroferidos contra, outra sentenea
1 ni acv'ao ordinaria, em que se discuti a nullid-
de da iianca com hypdlieca prestada por 6. Cei-
da Catharina do Monte* Smai a favor de seu genro
Manoel Peruira Cuimares, como consta das es-
liptur.is da fls. 28, oO e 98, aoMt da ser pro-
nulgado.o cdigo co.uuii.icial, e nao sendo ella
(iiBioerciante: J
Ora, toruaudo-se ordinaria, pilo reecbiuento
dos embargos, a aecao decendial, para-pagamento
lias notas proniissorias ti. 1J e.seguintes,pass.'r.ks
)\ complemento e na inesma dala da eserptura
de ti. Hi v., elaroque lia idenlidade de causa,
de cousa 011 q lantia podra de pessoas, o caso jal-
jado te o firmado o direito entre as partes e os
aecordos om ontrario incorroin na eensura da
0-d. Liv. 3" Tit. 7imprinc. e eodigo eommercial
art. 42 <.
2. Porque, aiada que nao bauvaase caso julga-
do, nio seria menos contra direito cmdmnar-se
urna molti r urna.flanea a rd. diLiv.
V-Tit. ti 5!; go commereial, a fiadora ou abonadora da leira de
ean>bio ou da turra, nao (Icaria privada dj benofi-
cio da Ord, de que pelo art.. 27 do cdigo, s nao
goza .1 nrilher comniercante, ;e, uao ob-tinte
qualquer iaiul*;So no frauda da lei,
vid.t-iioa 'uie provasc, mu na s au-
tos, no firo, onde_ prevalece a verdide sabida, art.
22 titul > nico do cdigo, que a sua.oDrigarao era
fii-jussoria por maioria ce razio'assira devra
innlUm-se.t auto aq tribuo/-l d> couiiiHicw.dC
Rio de Jai''iro para revisan e novo jnlgatnento.
Rio do Janeiro, 5 de fevereifo de 187.1. Hrito.
presidente, Mariani, bare de* Mont-serrale, venci-
do.. Veiga. Valdetaro, vencido.Costa Pinto,
vencido.Villares.Coito. Simoes da Silva e
Lelo.
.Ilinistrrio (lt maiiiUna.Km D de Ja-
neiro fot expedido o seguinie aviso :
(i N". 130.3' sec'/ao. Ministerio doaneg icios
da mariopa. Rio uWJaneirr; 30 dejaneim dej
1871.-llliu. e Exm. Sf. Em rt'S|iosta ao aviso
desse mini-terio n. 4 He 1G do'correte, teulio a
bonra de communicar nV. Esc ijue nao bn in-
convoniente algum em aceitar-se o cejOA'ile da le
gacao britannica nesta corte para um aecrdo ia-
ternacional relativamente aoj soccorros a man
idieiroa desvalidos; conviiido ptirm, que as de?-'
peas com os que doecerem e tiverem de tratar-
se em trra, ou quaesqcr outras por motivos
igualmente attemliveis, cyrram ]>or conta dos pai-
les a 11110 pertencerem os navios do cujas tripola-
c/>es efles fizo-em parte. Deas guarde I V. Kxc.
-Joujuim Del fino Ribeiro da Luz. AS. Exc. o
Sr. ministro dos negocios estraugeiros.
Em 28 desse mez foi expelido o segu:nle
aviso :
Ao engenbeiro Julio Alvaro Teixeira de Mace-
do. transmit ndo os papis relativos ao pb.trol da
Parabyba, para (pie depois dos uocessari :s eiamos
determine o ponto mais cmivenie'nte para cons-
Iruccio do dito pharol, (lerendo, caso aoja reco-
ehectda a vantagem de mudar-se a posicilo ante-
normente designada (Punta do Mato), orear a des-
pesa' que pal Ventara se tenba de fazer com o
transporte do pbarol para a localidade preferida.
Chcre de polica da Parahyba.Re-
metteram-nos o segnnte : Seguio hontcm de
pasttgem para a Parahyba o l)r. Jos Antonio de
Mendonea. hapouco nomeado clicfe de polica para
aquella provincia.
Cavilbeiro de educ.scao e de nobre carcter, nao
podemos duvidar da jstica. que tem de presidir
08 actos da administrado* do Sr. l)r. Mendonea,
o q:ial. apezar dos scus sentimentos conservadores,
nio se desviar doraminln di bonra o do de ver
de seu espiulnso cargo.
Piteemos votos pela feliz administracao de S. S.
c Ibe desojantes prospera vagem.
A os parabybanos damos, com inleira ronuanra.
as parabens pela aceita la escoma do governo, cor-
tos, como estamos da probidade c moderacao po-
lica do nomeado.
Carnaval. .Terminou bontem o carnaval
com influencia inferior a que era de esperar em
vista do que bata elle sido no primairo dia. To-
dava, o carnaval este auno alm de cert anima-
cao e espirito critico que nianifestou sobre o dos
ltimos, tornou-se notavel pela boa ordem que re-
nou durante os tres dias de loeura popular, p-
dc-se liir; muito principalmente quaudo cortos
espritus visionarios, nutriam infundadas appre-
hernSes ai'Vea de abusos que poderam pratiear
a mascara e e disfarro ; fi que, entretanto, vein
a ponto dizer, anda se nao deu cn're nos de modo
grave, como se teinia.
Si-nuiles miaresinaes.-Puranto a pie
sent ipiaresma baver sennao as seguiutes
igrejas :
Em Santo Amaro das Salinas aos sabhados pelan
6 lloras da tarde, sendo pregador o da eapolla im-
perial Pr. Jo.ao de Santa Thereza. Dora cm diau
te baver tambem missa aos domingos.
Em Nossa Senhora da Paz, matriz da fregueza
dos Alegados, s quintas feiras nouto, sendo pre-
gador o cima dito.
Na matriada villa do Cabo, aos domingos nou-
te, sendo pregador o Rvd. padre Jos Estoves
Vianna.
Em S. J'is do Vanguinhox aos domingos, pelas
0 e meias lionas da tarde.
Via Si era.Xas quartasfeiras da'presente
quaresma, pelas o horas da tarde, baver o Santo
exercico da Via Sacra na igreja da veneravcl or-
dem .'( de S. Franeisco.
I in/is Pelas 7 horas da manh de boje
baver tamban distribuirn de cinzas na igreja de
S. Jos do Manguiubo
Huiiiiciilio. Pelas 6 horas da Urde de 26
do mez prximo lindo, na fazenda de S. Jos do
districto S.f/o.s- Notos do termo de Ourieury, o es-
clavo Florencio assassinou seu senhnr. o eapilajo
Hellarinino Gomes Ferrcira. com nina facada.
I'risia. Em 22 do corrate foi preso na
villa da Escada, em fllagranle. por crime de furto
de cavallos Felismno Jos Rezorra.
It miiIs Em virtude do estado de ruina da
ponte da Ra-Visa, as divergs lianas de bonds
possaram a correr desde bontem tarde pela pri-
mitiva bnna de Santo Amaro, isto pela ra do
Imperador, campo das Prnccas. ponte de Santa
babel, no llm da qual se bifurcam dos seus res-
pectivos destinos.
Kst pelar.-Est peior, muito peor depois
de concertada pelas obras publicas, a sargeta da
ra do Bario de S. Ilorja, de que nos havemes
Decapado por diversas vetea.
Sondo iucap:ir. o reparo que Ibe deram desman-
telou-se em poneos dias, e e-la mais perigdsa
que dame : exige quaudo menos mu outro re-
monte.
Latera. A que se acha venda a 41.* a
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Conccicao
dos Militares, que corre no dia 1 do correle.
Hospital Cedro- II. O niovimento deste
estabeiecUnento de 17 ao dia 23 de fevereiro
foi o seguinie : existiam 21)1, entraram o3, sahi-
raoi ii. falleeer.un 7, existem 295, sendo : 201
bomens e '.'i mulberos.
Adccrtencia.
Foram visitadas as enfermarias uestes das as 7
1 2, 7 IA 8 1/2, 7 1/2, 7 1/2. 8. pelo Dr. Ramos ;
as 11 1/2. II. 12. 11 1/, 12. 12, 12. pelo Dr.
Sarniento : as 9, 9,9 1/2. 9 12, 12,8 1/2, pelo Di.
Malaquias ; as 8 1/3, 9. 8 1/2, 8 1,2, 8 1/2, 9. 9,
P"lo 1)'. Vianna.
I'itlli ubis.
Francisco Felippe de Oliveira : tubrculos pulmo-
nares.
Isabel Sebastiana ; apoplexia.
Pompe ida Costa ; diarrlioa.
-' raphuo Rodrigues; febre amarella?
Jos.'' Mara Pinto ; bypertrephia no coracao.
Francisca Mara de Jess; ronsumpcAo.'
Fraucisca Silvelra ; cachexia.
Passageiros.Seguram para o norte 110
vapor Cm iiy ;
Dr. 'antino de Assis Pcreia .da Rocha e un
criado. Alexandre A. T. de l'rito, Eustaquio Peret
ra Reboucas, Dr. Jacntho S. de Santa Rosa, AlTon-
sp Joao Paulo, l.inriq.ie C. Rodrigues, Dr. Jos
Avelino e um criad 1, Arou lirauu, dous cabos de
eequedra e um desertor.
Ceutiterio publico.Obituario do dia 2
lo'corrente:
Tbereta de Jess de Soasa, preta, frica, 00
anuos, casada, Boa-Vista ; diabetes.
Jos Pereirada Silva, branca, Portugal, l annos,
solteiro, Sx> Jos ; febre amarella.
Fructuoso Emilio Ayrcs, branco, Pernambuco,
12 annos. Boa-Vista; febre perniciosa.
Manoel. branco, Pernambuco, 2 metes, Santo
Antonio: diarrha.
Idalina, branca, Pernambuco. C mezes, Sila Jos;
C .'IlVUlSOS?.
Laarontino Jo* da Costa, pardo, Pernambuco,
3*i annos, casado, Recite ; pneumona.
Manoel Francisco de Ji sus Veras, branco, Per-
narabuco, gnoKuas a idade. casado, Roa-Vista;
hvdropericardio.
23,-
Henriqoeta PorsiaXavier.de Salles, branca; Por
narubuco, 30 annos, casada Sao Jos : tubrculos
puhn .mares.
Jos Ignacio de-Medeiros, branco, Portugal, 08
annos, casado, Roa-Vista ; hepatite.
Francisco, pardo, Pernambuco, 8 metes, Santo
Antonio; espasmo.
Ebrinda Cousseira da Trindade Mattos, branca,
Pernaubuco. 81. annos, viuva,. Sao Jos ; febre
ai I y na mica
Mara, branca, Pernambuco, 9 mezes, Santo An-
tonio ; hepatite.
Jacntho ije Parias, branco, Portugal, 23 annos,
solteiro. Boa-Vista febre amarella.
Rasa Mvia Saraiva, branca,, Pernambuco, 50
annos, casada, lirada; febre maligna.
Redro, oseravo, preto, frica, 70 annos, sojteiro,
Boa-Vista; espismo.
Francisco da Silveira, |>ardo, Pernambuco, 37
amos, sol'eiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; oa
chexia. .
Aurejiaao. pardo, Pernaoabiicq, 7 mezes,' Boa-
Vi; t dtarrbea, -
enie S:uicha, branco, Italia, 40 anuos, casado,
Boa-Viea;Cebce amarella.
aa^'j \j vchiiii^iii.-o wat-
rijTiclr -
a Botelho. Juizes os
alores Gitirana. .oaren.o Santiago,-9lMaQ
'prieurad ir da c ir.ij. Doria, RominguefhSitva,'
egaoiM -PsUb \|iV, falUnd > com calta
dV'aig,v,lj:e> ilmolda Albo |;iorqim, 3o-
,uij 1 .1 jv". ahrio-sea sessa>j.
mt\HK,*(TOS.
Paciente Pitillos Adelino da Costa Doria.Re
queira ao juz de direito.
^..\ego:i-si! orjjya X> paciente
SCSHSOS MtMKS!
Becorronte J^Hde d^Ho d
OJt-ose Anl 11* dos Sanios. Ju
cmbal^adoiesU0fll'onr;i StUtia^
Riegueira Co 4a. InijirocedeO1''.
lie. Mrente o juizo de diroi-o
rido CaiiduBkc. juzos os Sr-j
res 11 -la, pumngn
Neiva.Iinrocedente.
BecrreRfe-R. U. Suifta, eeort
fileni. Julft os Sr. desemharg:
Costa. Iora,.Louivnio Santiago e Domiugues Sil-
va.No.tomarai conUecmento.
\cr,aAV s de ri;Tic
Aggravanto Joao da Motta Botelho. Juizes os
Srs. desembargadores Doria, Rcguetra Costa e flt*
tirana.Negou-se piovmen).
Aggravante Rita Mara da t:'oaebicMPritiizea os
Srs. desembargadores Regueira Costa, Multa e G-
tirana. -Negou-se provimento.
ACi'KLI^yOKS CIVBIS. .
De Macei.Appellante Cesar Augusto Zanotc,
appellado RobertoCalbeiros de MeUp. Confirma-
da a senteu ;a.
Do Recife. -Appellante Antonio de Sonta Rraz.
appellado Jos Alves Barbosa. -;JJcsprczados os
embargos
Appellante o viscond de Wabnop, appollada a
lazenda.Reformada a sentenca.
Appellante Antonio Jos da Silva do Brasil, ap-
pollada a companhia do Beberibe. IJefprmad.t a
sentenca.
Rcdras de Fogo. Appellante Manoel Francisco
da Silva, appellado Joao Coelhd de"Souta.Con-
firmada a sentenca.
Granja. -Appellante Anna Mara da.Penba, ap-
pellado Raimundo Fcroau les Raptisja. Devol-
va-se ao julz de direito a quem compete pelo va-
lor da causa
PAS8M55NS.
Do Sr. dysembargador Gtiran ao Sr. desem-
hargadnr Lourenn Santiago :
Do iuizo municipal de Atalaya. -Appellante Jo-
s da Rocha Litis de Toledo, appellaaos Monoel
Jos de Pontos Jnior c ouiros."
Do jury da Granja. Appellantes Joaquini Ma-
nanto de Arauio e outros, appellada a justiea
Do Sr. desembargador Louronco Sanfiago ao Sr.
desembargador Abnojda Albuqnerque :
Dj juizo municipal da Imperatrz. Appellante
Flix Correia de Aranjo, appellado Antonio Go-
mes dos Santos.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar
gador Domiugues Silva :
' Do juizo municipal de Scrnhaem. Appellante
j'Jos Francisco Acciofi Lins, appellado Feliciano
Jos! Ribeiro.
Da Imperatriz. -Appellante Marcolno Barbosa
de Miranda, apnellado Mainel Pedro de Oliveira.
Do Inga.-Appellante Francisco Marques de
Maccdo, appellado Francelino Carneiro Caliral de
Vascancellos.
Do Sr. desembargad.* Domingues Siha ao Sr.
desembargador Regueira Costa:
Dos mitos da fazenda. Appellante Francisco
das Cbagas Salgueiro, appellado Jos Jacome
Tasso.
Do jury do Bonito.Appellante Jos Luiz Fer
reir, apiteliada a justca.
De BananerasAppellante o promotor, appel-
lado Antonio Botera da Silva.
o Sr. desembargador_Regueira Costa ao Sr.
descmba'gador Soasa Leao:
AFf'GLl.ACOftS CIVBS.
Appellante Joao Antonio Mendes, appellado Jos
Baptistados Aojos ; appellante o preto domingos,
apnellailo' Manoel Joaquim Ribeiro de Couza ; ap-
pellante llosa Mara da Concecio, appellada Ma-
ra das Noves de Miranda Oliveira; appellante
Candido Martins de ("astro, appellado Jos Can
pello de Albuquerque Galvao ; appellante Antonio
llamos, appellada a fazenda ; appellantes Jos Ma-
nuel e outros por seu curador, appellad) Jnstiua-
no los Fernands.
Do Sr. desembargador Ncva ao Sr. desembaf-
gador Aratijo Jorge :
Do jury do Bmque. Appellante Joao Marques
da Costa, appellada a justiea.
Oo jiizi municipal da Imperatriz. Appellante
Felppcda Ciiulia Lima Mataraca, appellado Ma
noel Joaquim Duarte Guimaraes.
DIUGKMCIA ChlMC.
Appellante Joao Mauricio da Nova, appellado
Hermenegildo Martins Bai) : appellante o juizo,
appellado Manoel Nunes de Andrade ; appellante
francisco Concia de Vello e outros ; appellada a
Mstica ; appellante Aprigio da Costa Aratijo, ap-
pellado Ernesto da Costa Villar ; appellante o jui
zo. appellado Antonio Manoel do Monte ; appej
lante o juizo. appellado Francisco Barbosa,, da Sil-
va ; appellante Cesara de Mello o Silva, appella-
da a iustica ; amiellante o juizo, appellado Jos
Joaquim de iroHanda ; appellante Joaquim Gonn-s
da Franca Vi lar, appellado Martmiano Hennque
de Souz ; appellante o joizo, appellado Antonio
Gomes de Andrade; appellante o j.iizo, appellad
o menor Joo Rapsta ; appellante Manoel Igna-
cio, appellada a jostra : appellante Antonio Pran-
csco Rodrigues, appellada a ju--t;a.
APPELL&Cp C1VBL
Ao Dr. curador g?ral:
Da Victoria.-Appellante Joao de Moura Flo-
rencio, appellado Antonio Fcrnandes Peixoto Ro
sal.
Assignou-se dia para julgamento das appolla-
ees civeis :
Do Reefe.- Appellante Bernardino de S Lei-
tao, appellado Manoel Goncalves Ferreira ; appel
lante Lino Ferreira da Silva, appellados herdeiros
de Joaquim Crrela de Araujo.
DtsrniBuiCAo.
Recursos enhv*8.
Ao Sr. desembargador Neiva
Recorrente FraOcerj Jos l.-ureiro, recorrido
o juizo (le i'.ireito lo Recife.
AfPELLAQO CIVEL
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Do Recife.Appjllante Malhias Lopes da Costa
Maia, appellado Jos Joaquim de Castro Motir.
Ao Sr. desembargador Sonta Lelo :
Cannd. -Appellante Manoel Joaquim Sampak),
appellado Joaquim Francisco de Lemosi
APptftxAgi'ipscau'S.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva:
Cal. -Appellante bacharei Joaquim Guenes da
Silva Mello, appellado A. Silva
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Ipil.-Appellante Bernardo Pereira de Oliveira,
appellada a justi/a.
Ao Sr. desembargador Son a Leao :
Sobral. Appellante Vicenta Victorino da Sika,
appellada a Justina.
Ao Sr. desembargador ^ena i
Camaragib.1.Appellante Marciliuo Mac.hado da
Costa, appellada a Justina.
NAo Sr. desembargador Araujo Jorge :
Limueiro. Appellante Ilenriiiue Soares do as
cimento, appellada a juslioa.
Ao Sr. de.seinbargaur Gilirana :
Telha. -Appellante Joaquim Vieira ila Silva, ap
pellada ajust. 1
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Telha -Appellante Raymundo Vieira de Sales
appellada a jstira.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerqae
TelhaAppellante Benedicto Theophilo de Mc-
nezes, appellada a justi.a.
Ao Sr. desembargador Doria .
Alaga Grande. Appellante Francisco do Car-
m Cavalcanti. appellado Antonio Joaquim do Nas-
ci mente.
Ao Sr. desembargador Domiugues Silva :
Fortale a.Appeanlc Joo-^de Gie8 Nogueira,
appellada a jnstica.
. Ao Sr. desembargador Regueira Costa
Piar AfipeUant Antonio Tavares de Miran-,
da. appellado Lucindo Demetrio ale. Brito.
Levantou-sea sessp.a ineia. bora..depois do
incio dia.
=
vKKOMCit JIIIMIAHM
TniBi;.\'4i, 01 m:i.ve io
SKS3AO DE 21 DE- FEVBRfilRO DE 187).
aiMD-NCIA DO KM. SR. CO.NSKLHEIRO CABTA.NO
. SAKTIAOO.
Secretaria Dr. Virgilio Coilho'.-
10 hora da mauna, presentes os Srs. desem-
THESqURARIA DE VAZ&NDA
*t de fevereiro
Foram remeltidos ao Sr. theioareira paja, serem
pagos :
Olficioa :
Da presidencia, mandando, pagar %*$><) Vctor
Tiburtino de Olivaira, a uuantia de, SfinO.
Mandando pagar ao ajoxlmtc d'ordens, de como
mando das anuas, a quantia de I20UO-
Mandamlo pagar a Atoui) Roberto & Filbos, a
quantia de 3 i*0m).
Da faculdade. de droiw, com urna conia.de Ma-
noel FigueiriM de Faria 4 Filbos, na importancia
deliVAlJiO. .
Com urna conta assigoada pelo porlelro Chris-
tovo Pereira Pinto, na importancia de USStlW-
da thesouraria de fazepja. df hv-
1 de fevereiro de 1871.
Servindo de ofrlci .Krnaitirj
M Carlos Joao de Sohzq, (/ht'*-
wttiCCOEs a MBToor
nte a pivuviiicia.
re dfestafwade,
Sr. rS.ucena?Tla
que muito rei-ofle, ja
daviai um seguro penhor do quauteesta a iromet-
"er no futuro ess;i inesma admmistrac,ai. que alias
pava sido amwinciad.1 por synstrosagonros- !
Poucos mnuss.san passados e a opiniao da pro-
vincia vai qUai'^ue unaninieuienteajiiilaudindoos
generosos eafcmgps do cstisaavel pernambucno.
Os partidos de opiniao, que se dispuiam ago-
vernaijio suprema do poder, parece que tem dado
tregoai lula extrema das ambicias desordena-
das, para refaierem a; perdidas forcas infructuo-
samente consumidas; e-nns e outros se abrigam
n'este momento sombra da administracao pro-
tectora e benfica.
- Com efffito Se na ordem puramente poltica
o Exm'Sr. Dr. Pereira de Luceda traduz com ex-
trema fnlelidaJe o pcnsainento predominante,
que caractersa e desenha a vida intima do actual
miuistero conservador, na ordem aduiin strativa
distrbue elle, com igual solicitude e empenhe,
amic'* e adversarios, a mais rigorosa Jusca, para
nao dizer, a mais benevolente eqidade.
Dest'arte vai marchan lo a provincia sem o mais
leve tropero em suas tendencias elevadas, para
novos e promovedores destinos, e os nossos com-
provincianos se entregan! cheios de f c conlaiica
na garanta de sous direitos c na Uanquillidade,
que Ihos resulta da vida dotrahalho commum,
om todos os djllerente-s ramos da acvidade so-
cial.
Por muito devotadosque sejamos causa do nosso
partido, nao podemos levar a mal, que os nossos
antagonistasencontrem da parte de um goyer.o
conservador todo o auxilio e generoso acolliimen-
to, que de balde Ibes havem solicitado em po-
cas, calamitosas de seu exclusivo predominio;
nsto mesmo, pelo contrario, que esta o typo ca-
racteristico ae nossa bandera poltica.
Quando se annnnciou neta cidaile a noticia da
nomeacao do Exm. Sr. Dr. Lacena para presidente
desta provincia, gregos e troianos ensarilbavam
suas armas, para aguardarem, mais ou menos
confiadamente, os actos do novo presidente, o qual
segundi alguns, vera armado hi guerra contra
o partido libral, asegundo outros, devena ser o
ramo de oliveira para trazer aos recolhidos do
naufragio segura esjieranca de paz e salvamento.
Nao taitn entre oa proprios amigos, quem se
inspirasse de infundados e porvenltira frivolos re-
ci-ios pela solidariodade eeoheso dos principios,
que formam a. f poltica do partido conservador;
entretanto nao tardou que, com o fumo se vissem
rapi lamente desvanecidas todas essas temerosas
preoccupacSes, pois que o Exm. presidente apre?
senta-se de face serena, c erguida a fronte, mane-
jando, em vez do sabr aliado da destru ;o, a
penna fecunda, que firma com mo segur. os di-
reitos loa cidadps sem os quaas sao ceriaineiite
incompativeis todo o desenviilvimcnto social, n-
teresses geraes e de ordem publica.
Algiunas pequennas qneixas, certo, tem sido
balbuciadas contra o honrado administrador ; mas
tal a conviccao da improcedencia das meemas,
que-nnealam jamis no espirito publico.
Interesscs puramente individuaos, que tem sido
contrariados em nome o pela honra da moralidad-
dos costames, nao tardam em reconhocer a sua
propria impotencia, e o bom senso da provincia
acode logo cm auxilio da admiaistrago, que tao
discretamente vai desbravando as damnnhas
plantas, que embaracam a seiva vigorosa e fecun-
da da vegetaco social.
E' eertamente trabalho bem ingrato para um
homem de principios severos, o er de lutar, dia
por da, contra una torrente incessantc de desmo-
ralisacao ; mas o Sr. Dr. Lucena avisado como ,
as cousas deste mnndo, perfeitainente compre-
hende, que o caminho da bonra semeado de
espinbos e de abrolhos, e que nao dado, jamis
ao homem colhor os fructos de urna gloria mere-
cida, sem encarar sobrancero as ameacas |e tr-
bulaces do martyrio
A intolerancia dos partidos tem chegado entre
nos a propor.oes depioraveis. O pensamento po-
ltico, que deva sr realisado por qualquer dos
partidos, fcilmente se combina com a justca, ime
p de rigoroso devw, que seja distribuida a todos
indistinctamente. Fpljzmenle parece que vai fu-
gimlo para longe de nos essa poca de paganismo
poltico, qije tao grandes males poda acarretar
sobre o futuro.
Mais moralsados, os nossos partidos aspram a
effeclivdade de suas opnoes, om nome e por
amor das quaes ropugnam para ascenderem
suprema administracao do paiz
Pela sua parte o partido conserva lor tem rea-
lisado e vai realisando as reformas, que mais en-
tendem com as nossas primeiras necessidades.
A lei do ventre lvre, sobre ser um grande acto
de moralidad! publica, foi a revoluto econmica
mais consideravel, porque tem passado este paiz.
Hosonna ao patritico ministerio, pie tao glo-
riosamente emprehendeu o consunimou essa obra
monumental de honra para a niissa patria !
Varias outras reformas, como a da guarda na-
cional, das municipalidades, da lei cleitoral e do
ensino publico, nao tardaran a ser iraduzidas em
lei. .
Dest'arte, se o goveruo manifesta-se animado
dos mais nobres empentaos, e seu delegado ne-ta
provincia nao fica a quem de todos os grandes
commetlimenlos para a regenera;o da causa pu-
blica.
21 de fevereiro.
t ni consercador.
Bem publico.
Para S. Bxe. o Hr. presdanlo
la proviucia ver e provi-
deu ciar.
A CMlima dn monopolio das carnet rcnles,
xm. Sr., vem hoje perante populaco sollredo-
a desta cidade, e a pessoa de V. Exc, provar
Qtcncnie evual I Hria Villar
a publieo. (*j
Apesar de ter iiivitestitdo'iio vir imprensa
responder aos escriptos do Sr. Sabino CasteHo
Branca refiuvamenlciqncstaoda alforria doproto
RomaQ, cm que me intei.cssei pelas raaes que j
relatei ao_ publico, sou fortado a aizer alguma
cousa, visto ter ess.c senhor aludido fados os-
(bhos a mesma qtiestao, proenrando marear a
Biinha repiitacao.
"Antes, porm, de responder a taes allusdes,
10* Ia"hkclaro que peloDr. iuit de direito da 2." vara
stica
mi-
Requermento de JoO Mara Corelro Llrni,
coni evidencia a veracidad; de suas proposigoes
exradas em diversos nmeros deste Diario, con-
tra a companhia de seguro, otonopolisatlota das.car-
verdeSj que se tem constituido urna enormi-
dade sorvedoura do suor do povo, e um abysmo
de crim?s em damnficacao da salubrdade' pu-
blica.
Sem esforcar-nos em capitular todos os pontos
de nossas quexas a V. Exc., venho apresenur
0111 respost ao abaixo assignado dos inurehaniu,
publicado no lornal do Recife de 22 do corrento,
o seguinte :
I." Que, s ganancia inaudka dessa compa-
nhia monopolisadora 6 ime.se' devo a exagerado
de preco a a,ue tem subido na cmara municipal
a arrematarlo dos tainos ; afim de por esse mcio
trancarem c ncurrencia do commercio das car-
nes verdes, os umbraes do mrcalo pubh o.
i" Que, nao o imposto de 2-)00 e mais oOO
rs., pagos fazenda provincial e cmara mu-
nicipal, que motiva a exorbitancia do prego da
venda da carne,, porque se assim fosse, nao se
sobrecarregaria esses irupostos com miis mil rh
cada boi que se mata dexa na -caixa da as-
sociaSo, alm de outros lucros que se usufruem.
* 3.* Que, com o regstrar-se no meretissimo tri-
bunal do commercio esse_ coutr to uionstro, par-
to de hedionda ambicio, nao prova em favor dos
associados, porque aquello Ilustre tribunal nao
lera que ver com os tins das associacoes.
4.* Que, o commercio de carnes verdes nio
prejudicial paja aquellos que a elle se dedicam,
e a prova que vai-se cons'ilundo em direito
hereditario de -uceessio, e qae> jogado) es de fita,
de hontem sao boje ricos e abastados propreta-
*>.* Que o mal primordial do estado pessrmo da
carne verde nao devido senao ao iksmazelo dos
que DreseutemeHte, para nfelcdade nossa, com-
roercam nesse. genere de negocio, e jamis pro-
mettem futuras garantas essa populacho que
soitre por'amar t bem dot senhoret. generaos mar-
chantes.
6 Finalmente, que esperamos que S. Exc nao
se demoracf em attender mos, pois a populacho da cidade est de nosso
lado, com os olhos Uto* em V. Exc, aguardan-
do um paradero, para a venda da carne verde
4 100 rs. a libra.
Sao esses os pontos com que julgamos bornes
ponder aos monopolistas, ms' carnes verdes", e
por sua vez a victima indica ao algoz onde est
,o crime.
E esperamos que V. Exc, col locando so na al-
tura- de sua posicao de independente administra-
dor, continuar a ser digno dos applausos p-
blicos desprezando essa insnuacao que e forma
de pelic^o, dirlgiram a V. Exc. os monopolistas
da3 caraes verdes.
Reci/e, 24 de fevereiro de 1873
Urna victima.
desta cidade "foi mandado proceder-se a aeco de
arbitramento do preto Ronto no Catle do Hocba,
Mo que deve estar satsfeito o Sr. Sabino, que
ontra cousa uao desojava. Como e porque assim
Ittredeu 1
Requeren lo o preto Ronto ao juiz de direito
da 2.* vara que se Ibe dsse um curador c um de-
positario para o defenderem, foi nomeado para
o primeiro cargo o Dr. Angelo Henriques c para o
segundo o abaixo assignado, tendo prestado jura-
mento o primeiro assignado o termo de deposito
o segundo, appareceu em juizo o Sr. Sabino |or
seu advogado o Dr. Assis Rocha e por urna sim-
ples peticar, allegou que era o senhor de Romao,
domiciliario 10 Catle do Rocha, oudedevia correr
a aeco, faltando por essa razo c impctencia ao
Dr. juiz de direito da 2.* vara desta cidade.
O Dr. curador por sua vez allegou a dispo-ico
da ord. do bv. 1." tit. .0 !j ')., por va da qual
tem o escravo o direito de esculha de foro para
litigar, o chuma a atteneo do juizo^ para a
ordem do processo das cxcences, que nao tinha
sido observada pelo Sr. Sabino representado por
seu advogado o Dr. Assis lloclla, sirbindo os ratos
conclusao, bem longe de inandar-se Jar o curso
regular, a excepcao irregularniente apresentada,
chamando-se assim o processo ordem. julgnu ie
o l)r. Manoel Tertuliano i-arecedor de jurisdic.in.
isto incompetente, sem ter o Sr. Sabino ncm se
quer provado onde era o seu domicilio.
Depois disto, pedio o curador, o Dr. Angelo
Henriques exoneracao do cargo, rea ter interposto
o recurso de aggravo ; nao sou entendido na ma-
teria, mas pareee-ma que deva ter sido interpos-
to antes do pedido da exoneraejio ou conjunta-
mente ; concedida a exoneracao foram Borneados
para a substituido os Drs. Maximiano Alves Ca-
valcante Autran c. Barros Re.;o, que se esen-
saram.
Corra o fatal da nterposico do recurso, quan-
do foi nomeado o Dr. Osoro. que se dignou aceitar.
Requeren este ai Dr. juiz de direito inlerpondo
o recurso de aggravo c pedindo que se mandasse
tomar por temi; encontrn um embaraco in-
vencivel da parte do juizo, que impoz-lhc a obri-
gacao de juntar aos autos o conheciinento de ma-
tricula do escravo Romo.
At entao, estou informado, entendeu-se no biro
desta cidade que a obrigaco de exhibir matricula
do* escravo, que litiga por sua alforria. incumba
aquelle tpie allegaba dommi 1 ou posse sobre elle ;
art. 45, parte 3.a di dec. 11. 4,835 de 1 de dezem-
bro de 1871.
V-se, pois, que o Sr. Sabino veio a juizo, alle-
gou dominio sobre Romao e foi ouvido sem exhi-
bir matricula do mesmo, permitlindo assim o Dr.
juiz de direito da %' vara Manoel Tertuliano le-
vantar-se o litigio, sem observancia a una lei tao
recente I
Ampliou onde devia restringir, restringi onde
tlcvia ampliar; e sobre que fundamento T Sobre
o fundamento de |uc o escravo era autor e como
tal devia vir preparado a juizo !! !
O art. 39 da lei citada que impfie a multa de
20 a 103i ao juiz ime assim procede, j nao ga-
rante, letra mora !
Vendo se vedado do recurso, o Dr. Osario re-
quere u a concessao de um prazo para salsfazer
una obrigacao que nao o alTectava, aflu de con-
seguir a sua expodico, mas essa concessao nao
Ihe foi feta e o Dr. jiz de direito mandou entre-
gar o preto Romo ao Sr. Sabino. Por taes res-
triegues iiullilicou-sc o aggravo.
- O que referimos nao invento de nossa parte,
consta dos autos que devem se achar no cartorio
do Sr. escrivo Raptista.
Deste modo, parece-me |uc se temos leis nao
ha respeito a ellas, e assim sendo, predomina
apenas a vontade le seus guardas.
A' vista do exposto, quem nao acreditar que
leve razao o Dr. Leonardo, quando, no carcter
de advogado n'este fi'tro declarou por este Diario
que: a negaco absoluta de jnstica, que se cota
presentemente no foro desta cidade s causas de
liberdade, gerou-lhc o proposito de nao m lis cucar-
regarse deltas t
Qual a razao seria porque tantos advogados es-
cusaram-se de aceitar a curadora de Romao T
Evitar os rancires dos eseravoeratas disfama-
dos em libertadores.
Est sabido pois, o como t'iumphou o Sr. Sa-
bino Castello Branco. O porque, ignoro, e mesmo
nao quero saber.
Atlribuio-me o i>r. Sabino ter dito que o preto
Romo tinha dinbetro para a sua alforria cm man
do Dr. Leonardo.
Em a minha primeira pnblcacao j declarci que
nao havia declinado o nome desse doutor, e que
suppunha o mesmo Sr. Sabino falto de remiras
cenca ; mas instando elle pela deelinaco do
nome que Ihe refer quaudo ihe conversei; e 11-
sistindo cm sua ultima, publica.-a em attribuir-
me o engao do nome, nio tenho o menor escr-
pulo em declina-lo somonte em abono da verdade
dos fados, que jamis rostumo alterar.
Refer, verdade, ao Sr Sabino, qup o escravo
Rumio dando-me algum dinheiro para guardar
eom destino acquisico de sua liberdade, me
havia declarado que tinha mais urna certa quantia
em mo do Dr. Alefato, de quem tinha um docu-
mento firmado.
J v, portanto. o nublico. que o engao na de-
elinaco do nome foi da parte do Sr. Sabino e nao
lo abaixo assignado.
Querendo tocar em sua primeira publicacae
n'esto incidente, o Sr. Sabino entendeu que este
ou aquelle nome lh? servia. O fado en si nada
tem de desairse, desde que o Dr. Aleixo nao se
furtou a aceitar a rcsponsablidade, se verdade
o que me referi Romo ; por isso cntendo que
reerindo nao oliendo susceptibilidades.
Com relacao qoestio de Romo nada mais
direi, digam os lettrados: se houve justca em de-
clinar-se de fi5ro, por urna simples petico que ao
juizo dirigi o Dr. Assis Mocha na qualidade de
advogado do Sr. Sabino; digam se houve justca
em por-se margetn a ordem do processo, que as
leis cstabeleceatn para as excepcoes; digam se
houve justca em consentir-se o Sr. Sabino allegar
dominio sobre Romo sem exhibir o conlieci-
jnento de matricula; digam se houve Justina em
ser attenddo sem ser provado ao menos onde era
o domicilio do senhor de Romio; digam, final-
mente, se houve lastima cm exigir-se do Dr.
Osorio, na qualidade de curador a apresontacao
da matricula, com o lint umeo de nao conceder-
se-lbe o recurso de aggravo !!
Se cm tudo isto houve jnstica, bem proceden o
juiz que recebeu no eflerto devolutivo somente a
appellacao interposta d'um despacho proferido em
aeco de liberdade contra o escravo e assegurou
parte que o seu despacho nao sera reformado;
melhor proceden o tribunal que tal recebimento
confirmou !!
Com muita justiea procedeu o juiz que ex-offi-
cio ordenou um terceiro arbitramento, per ter sido
o segundo faveravel a um escravo-que se pretenda
alforriar; com mais justi'.-a procadeu anda esse
mesmo juizo, negando um terceiro arbitramento,
que fundando-se 110 fado de ter sido o segundo
superior na torra parte ao prego pedido pelo pro-
prio senhor requeren o curador d'um outro es-
cravo.
Agora urna breve respost s aHusoes do Sr.
Sabino B. Saraiva L. CasteHo Branco.
0 Sr. Antonio da Costa c S 110 Diario de hon-
tem sciete do facto das tuteiladas, j deixou ver
ao publico que desse facto tenho razoes muito
fortes para aiegrar-ine; porquanto, tratando-se de
amparar as menores a que alludio o Sr. Castello.
Branco, urna das quaes tinha sido victima de
mos instinctos d alguem, recusando-se grande
numero de cidadios a aceitar o onus da lutella,
en aceitei-o; o que tiu, consta dos autos, que se
acham no cartorio do Sr. eserivSo Hypnlito Silva ;
Saraelbis remeta os curiosos, pois conveniencias
e familia obrigam-me a nao fallar dclalhadamen-
tc de que occorreu.
No entretanto, permtta-mc o publico, que de-
clare : fui felicitado por cidadios probos, pelo
modo com que me soube portar ntssi questi'o.
Portanto, estou tranquillo e continuo a despre-
sar a aprociac, rue adulterando os fados,
algem faga.
A mtrga arma que nao sei manejar, c a
mentira um elemento do que nao se dispar para
captar considerado de ,mens concidados; com
estas rjalavras respondo ao tpico da \iltima pu-
blcacao do Sr. Castello Branco, que referise ao
Sr. bard d Nazafeth.
Recife, 21 d fevereiro de 1873.
Alexandre Auousio de Friat Villar.
O censor da Oyfiftasio ao
publico.
Com quajilo saiba uerfaitanwuta de que f-uilt-
punida parti uma poreo de injurias e calum-
nias, arremssadas sobre minha pessoa, em urna
publicacao feta no Liberal de 22 do corrente i^-
davia, para edincagAo do publico, que de corto
mutj lucrara era conheocr, quem leja esse indi-
viduo que tao profundo amor vota a instrueco
publica, pe^o ao autor de *il publ^aco que dV
ne-se de asignar o seu nome.
Se o tivesse feto logo, talvez nk) e fosse pre-
ciso respoader-lne ; e entao, o pellico poderia
ajuitar se elle como se inculca, api verdadeiio
amigo da instruccao'puboa, ou alfiiiii ente im-
moral e dcspresivel e >pi pretondtfazer de iiiim
urna vctima sobre quem possa Janear sua negra
bilis, emprestando-mc quabdades que, com re-
pugnante cynismo, ostenta posmir.
Andou mal avisado esse Sr. amigo, da instrnccfio,
que bem conllevo ; mude de rumo ; e saiba ijue
nao luuho que justiiicar-uie das calumnia (tut
sobre mim ousou atinar ; porquanto, a minha mo-
ral e vida publica de sacerdote, a minha conducta
as freguezias onde tenho estado, sempre' como
parodio ; e finalmouta a minha conscieacia ite-
rante Deas, nao me permittem descer a justifica-
cues desse genero ; q saiba anda que s me lein-
bro de sua pessoa para lastima-lo e considera-i-
digno do uii-lhor sorte.
Perdo de corar-o essa alma pequ-na a onVn-
sa que procurou fazer-ine ; leinlmi-lbe porw.
qu da vira em que nos amitos comparecemos pe-
anle un juiz a quem nada oceulto, o cnja)uc-
tica '- inl'alhvel.
'Para soiTrer eas e outras calumnia.-, baje lauiu
emroga, tenho bastante resgnai.o e paciencia.
boas exeraples a imtir.
Entretanto procedam as autoridades competen-
tes rigorosa syndicancia a met respeito, corun-
do que s temo aquelle mal que todos os dias peca
a Dos que nos livre a todos.
. Reeonnecda a minha ineptdo para o carfiQ
nue excreto, receberei rom toda a calma a niinnft
ileinisso ; garanto, pnrm. que nao levare! eowi,-
go nem dinheiro tem maldicoes.
(iyntnasio, 23 de fevereiro de 1873.
Padre Herculano Marques da Si fi q
O Liberal contna a calumnar-me !
Nao Ihe dou mais respost.
Oportunamente direi o que ha sobre a quallfi-
cai.-ip dos volantes do S. Bcnto. Aguardo o
me a que o Exm. Sr. presidente da provincia mr.11-
doii proceder no respectivo livro.
Km chamo desde j responsabilidade Q'aillOI
da calumnia, para nio suppor que o quero !:. 11
callar.
Continu a dizfr o que Ihe aprouver.
Assegaro, porm, que inexacto que eu --
besse en propria indo a qualifica;ib de npi
trata.
2 fevereiro de 1873
J. de Mello Rey.
() Por afflueaeia de materia deixou de ser bon-
tem publicado.
CIMMEBCIO.
Angiisl F.dOlioira IC.
A casa commorcial e bancaria de hutyiakj
V. d'Olivoira C., ra do Cummercio 11.
12, encarrega-sc de cxccuo de ordens p*M
embarque de productos, e de todos os nieis
negocios de coiiitnisso, qur commerijiio^,
qur bancarios.
Descorita (ettras, e lomadinheiro's a i>r-
ruio, compra cambines, e saca vista, e a
prazo, vontade do tomador, sobre as ;-
guintes pra;as estrangeiras e nacionaes :
l, loxdon (de responsabilidade illimitadaj -
varias firmas de 1.a classe.
Pnris.^Sobre os Srs. marcuard %*r
UI'.K & <;.*P. GIL, e A. B1.ACQLE VIOAL 0.a l;.VNtUFJRS.
Iliiiiilnirfto.Sulirc os Srs. JOAO si.in
BAC.K Cv FII.IIOS.
Lisboa.Sobre os Srs. fonsecas, sal-
tos & VIANXA, e SEBASTI.VO JOS D'aiREI .
Porto.Sobre o banco it.Mio no ior.-
TO, e 0 Sr. JOAQUIM PINTO DA F0S8ECA.
Para.Sobre 0 banco commerciai. i
PARA, e OS Srs. FRANCISCO GAUOENCIO DA COS-
TA, i ITLUOS.
llaraHhtto.Sobre 0 Sr. JOS ff.rhfi-
RA DA' SILVA JliNIOR.
Cear.Sobre os Srs. j. s. de VA8COS-
cei.i.os & SONS.
Baha.Sobre os Srs. marinhos c/.
Ilio de Janeiro.Sobre 0 banco in-
dustrial E MERCANTIL DO RIO DE JA.NF.PiO,
O BANCO NACIONAL.
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quaesquer ttulos pblicos.
Recebe dinheiro cm conta corrente.simp)es,
em conta comente com juros e por W1-
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Encarrega-se por commisso de quaiqn'!
operaco bancaria.
O expediente principiar, s 9 horas da
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navios e seus carregamentos e contra of
em edificios, morcadorias e roobilias: i.
ra fl


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( ILHftH 1


----- -------..-...... .,,. ? 1 M
Diaria de Pernftmbaeo Quarta feka 26 de IfeVflro de 18^3.
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~~
t8mn coirtra-fugo
M>lf DON A fclOB
GMPMY
AcentoN
SAUNDERS BHOTIIERS A C.|
11Corpo Santo11
THE LIVERPOOL &
INSURANCE
-flMPMHtt ALL ANCA .
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Baha
em 15 de Janeiro era 1870.
CAPITAL i,00:OO#000.
Toma seguro de mefcidorias o dinheiro a
risco maritimo om navio do vela o vapores
para dentro o tora do imperio, assim como
predios, gneros o fa-
l Mida M.rgarjh,
assucsr e agusr-
Rio da. PrataBrigue lioL
capito A. r.eitei-
dente.
CanalPatacho inglez Mary Smith, capitao
carga assucar.
Cook
C1TAES
---------
fogo
sobro
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/.ondas.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Beltro,
rua do Commercio n. 5, Io andar.
ALFANDEGA
ttendimenlo do dia 1 a i\. .
dem do dia 23......
937:8090. w
10:944*891
9i8:7o339il5
escarnan) hojo 20 de fevereiro de 1873
Vapor Inglez ChrijsolUe mercaduras para
alfandega.
Vapor inglez-.\Vt--i.('esperado) bagagens e mer-
cadorias para alfandega.
Lugar mgtoi-Coitstanca Wikon barricas aba-
tidas j despachadas para o caes do
Apollo.
Brigue inglez Murta -bacallao j despachado
para o trapiche Conceieao.
Patacho nortc-allcmo Horisontcmcreadoras
para alfandega.
'..una ingleGlimpse mcreadoras para al-
fandega.
Patacho inglezCharlotte bacalho J despacha-
do para a trapiche Concei.ao.
Patacho italiano Margherita varios eneros
para o trapiche Conceieao, para despa-
chai.
Barca franco -fgaro (atracada na ponte) iner-
cadorias para alfandega.
Brigue austraco Rosibud farinhade trigo j
despacha a para o caes do Apollo.
Importar fo.
Patacho hespanhoJ nouua db Pin. consigna-
ba a lialthar Oliveira <6 C, manifeston :
K arque 20',000 kilos aos consignatarios.
brigue inglez BOCUUBD, viudo de Trieetre,
cetuignado a Johuston Pa'er \ (.'.. munifeslou :
Farinha de trigo J,t)20 barricas aos consignata-
rio*
spa:h s de kxpobtacao no da de
pkvebeiho de 1871
Para os nutrios do exterior
No vapor inglez Chrysolile, para Liverpool,
carrottamn : M. f,-iih;ui C. 1,090 saeeas tora
71.3J8 kilos de algoda.
No avio francs Jean Baptiatf,pan o Havre,
ctrrogaram Kelier A C. 8o saeeas com 5,439
litios de aigodo.
No navio alicorto llorisont, para o Havre,
carfegaram: Deller <& C 391 Mecas com 23,730
kil'M de aigodo.
No patacho inglez Scotia, para o Cinal, car-
a-egjcam : Viuva Bastos l.'Mli) saceos eom 75,0 '0
luios d assucar mascarada ; A. Bastos 1,500 di-
tos eom lll'xM ditos de dito.
No navio inglez Arabian, para o Canal, car
rema : H. Be bu Urange 1,700 saceos com 147,o00
kilos de assucar mascivado.
No patache hespanh 1 Frusi/tuta, para o Rio
h l'rata, earregou : L J. S! Guimaraes 100 bar-
rais caa ,.'ni kilos de assucar braneo.
So brigue allemio J. H. Etpim, i ara New-
> irk, carreg.iram : P. Carne ro 4 C. 4,000 saceos
eorrt 300,01)0 ki os de assucar malcarado.
No brigue portuguez Damido, pa a Lisboa,
iMiregaram : E. R. Rabello & C 130 sacras eom
>, >''tt kilos de aigodo, 1 barrica com 10'J ditos de
assucar branco, 1 dita com 143 ditos de dito
niascarajo e 2 cairas com 141 ditos de dito
br mico.
No brigue naeienal TlureznhaL pac o Rio
d \ Prata, carregaram : Amorim Irinaos & C. 400
IjWrlCis com 45,917 1|2 kilos de assucar branco.
Nj pit.ifthobrasil -iro Itin Jtsus, para o Rio
da Prata, earrej m : A. Bastas, 3*J barricas eom
4"-'98 kilos de assucar branco. .
No brigue hoHandez Itida Varaaret, paran
Rio da PraU, earregou : II. B. Oiiveira Juni r
350 barricas eom 40,003 1|2 kilos de assucar
bMMfc
PMn os portas ilo interior
Para Maranho, no vapor br;isileiro Guar,
iiifgou : T. Christunsen KK) barrica com
II.W3 kilos lo assucar branco e (>.)| ditas com
14.."64 1|2 Sitos de dito.
Para o Para, no navio port guez Arnbelh,
earrogaram : B. Uliveira d> C. 40o votases com
11,484 kilos de assucar branco ; L. uprat 40
ditos eom 4,409 ditos de di o.
Para o Rio tiran le do Bul, na escuna por-
twguoia GhriMiaa, eerregaram A. M. Machado
Innter 200 bnrrleas eom 43,438 kilos de assucar
branco ; i'arvalho & Nogueira 140 ditas eom
lint t|3 ditos de dito, e 10) ditas com 10,614
ditos de dito mas avado.
Para Uraguatanna, no patacho portuguez
Oomtt ira 112 barricas com 15,536 kilos de assucar
lIUUeirlA 6 50 ditas eom 3,748 ditos de dito
branco.
Para Santos, no brigue iuglez Sly Boots, cac-
refDU : J. F. Cardoso Ayres 5 pipas eom 2,400
Utros de agurdenle.
Para Babia da Traieio, no hialc lu'.Kileiro
S. ^o baf com 480 litros de agurdenle ; para Ma-
can, Soares, t.eite Irinais 1 caixa com 36 pares
I. tunaucos ; para Villa da Toaros, Pocas & C.
1 barrica com 60 kilos de assucar retinado.
ftlitul n. OO.
Pela inspectora da alfandega se faz publico nao se tendo elTectnado a renda da mercadoi-ia
abaixo declarada por falla de concurrencia ao
valor ollicial, aunliaciada leilo por edital n,
97 de 19 do corrente, se transfcrc a inesma ven-
da para as 11 notas da manda" do dia 27.
Armaicni n. 8.
Urna caixa marca HBL n. 16. contendo ',o40
grainmas de flores artificiaes em obra em bom
eslabo, avahada por 810*900, rinda de Lirei-pool
no vapor iuglez (Inssemli, entrado neste porto em
17 de otttuliro do anuo prximo passado, e aban-
donadas aos direitos por Monhard Mettler & C.
Alfandega de Pernambnco, 24 de fevereiro de
1873.
O inspector,
Fabio A. de Carralho Keis.
D. Cecilia,
comedia em 1 acto,
Qara
Mocas, ra
TermioarJ
do espirituoso Penna:.
Judian eiM tmblmio le lleluia
i*r|ju1eao.
Futmo, emprendo publico Sr. Vic'onto,
Ambrosio, ca^ltao da guar-
danaeiDMl
Jos Pimeuta, cabo de es-
(jiiadra
Antonio Domingos, velho
ne6cTif
Chi<|iiinha,-ma de Mnenla
Maneota, idemidetn
-m*,>~-
Si Jubo.
jr. Bernardino.

\m 'o.prto
a galera pprttiaefaPyrmef, capitao Justino Ro*
drigues Cardoso, vai saliir com brevidade por te?
a raaioj; pajale de seu arrefanaonto -jrompto :
para o%afj)aagei)s,' para os (juaes tcm eX-
cellentes commodos, tratare com E. R. Rabelo'4
C, rua (KCWmnercio n. 48.
trT
nr-
CAPATA7.IA
/. Midimento do dia 1 a
iJ.mi do dia 23. ,
DA ALFANDEOA
i. lI:82is>57B
. 2138)0
12:035 5408
VOI.U.MKS SABIDOS
to ika I a 24......
'Pruueira porta no dia 23. .
.iaijiindi paria.....
T-reeira porta.....
PrajMeJa Coneeieilo .
SKRVICD MARTIMO
Alrarengas descarrevadas no trapiche
da all';uidega no dia t a 44.
i4tatiu i- o i dia 45. .
S+*m atracados uo Uap. di alfandega
Ai v arengan........
Modrapsn Osaeeico.....
20,197
89
13
120
29,419
7
4
i
79
MKJ-,*ED0R1A DE RENDAS INTERNAS- GE-
tlAES DE PERNAMBCO
1? wimen) do dia I a 2. 39:92044*1
Hw do dia 4-3. .... 3:7804194
43:6764475
*N8n,A90 PROVINCIAL
V*4mV*W**il*\. 179.414879?
IdtM do dia 43. .
1:7061113
178:1204908
m
n II WBTfl
Edital n. 100.
Pela inspectora da alfandega se faz publico, que
nao se endo effeeluado a venda da plvora, abai-
xo declarada, por falta de licitantes, annunciada
leilo por edital n. 98 de 21 do corrente, se
transiere a mesma venda para as 11 horas do dia
48, porta dosta reparlieo. ondo os concurrentes
em-ontrar.lo amostras.
Fortaleza do Buraco.
1,400 barris com plvora avariada, marca dia-
mante H ns. 1 a 1,400, pesando liquido real 13,700
kilos, avahados por 9:0884200, vindos de Glasgow
no navio inglez Lusttania, entrado uCste porto em.
5 do corrente e abandonados aos direitos pelo Ba-
rao de Bemllca.
Alfandega de lVrnambuc 25 de fevereiro de
1873.
O inspector
F bio A. d Carralho Reis.
nECURACOFl
Consulado provincial.
Avisa-se por esta repartifao, que no dia 20 do
corrente ahre-se o praso para recepco dos dife-
rentes
ornamento
Impostos provinciaes consignados na lei
snto vigente de 1872 73 ; us nuaesllev
de
do
l'llk
ser satisfeito- dentro de 30 dias sem dependencia
da multa de 6 0|n, em que incorrero os contri-
buintes, que o deixarem de fazer nesse jirazo
legal.
Consulado provincial, 11 janeiro de 1873.
O administrador,
A Carneiro Machado Rios.
Commaiulo superior.
Por esta secretaria se faz publico a todos os
Srs. pfflciaes e pracas que requeceram ser ins-
peccionados da sade, que pelo Ilhh, Sr. coronel
commandante superior fui convocada a junU me-
dica para o dia 27 do corrente me;, s II horas
da manhS ; deveiido pottanto romparecerm nesta
secretaria no supradiio dia e hora.
Secretaria do command.. superior da guarda na-
cional do municipio do Reeifc, 22 de fevereiro de
1873.
O secretario interino,
Jos Marcelino Al ves da Foneeca.
No quartel da companhia de Cavallnria desla
provincia, compra-se cavallos bous ipiu estejam
no caso da lei, para remonta da mesma compauhia
preferindo-se que sejam castrados.
Recife 20 de fevereiro di- 1873.
Jos Joaquim Ciellw.
Capito commandante
De urdem do lllui. Sr. inspector da theaon-
raria de fazenda desta provincia se convida a quem
quizer se pronor a fazer a impresso de o,000
certid'es para a cobranca do dividas, a compare-
cer na mesma no dii 28 do corrente mor, apro-
sentando suapro osla em cuta fechada, compe-
tentemente sellada, e declarando nella o ultimo
preno por que se propoc a fazer a dita imp essao,
CUjo modelo ser apresentado nesta secielaria aos
pre tendentes.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Por*
nambuco, 22 do fevereiro de 1873.
0 offlcial-m:iM' interino,
Carlos Joiie de fouza Correia.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da orden do Exm. r. pre-
sidente da provincia < 12 de outubro do anno
prximo lindo, manda fazer publico que no dia
6 de mai\o prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mi-siiia thesourarifl se ha de arre-
mata a quem mais der o sitio dos Remedios que
foi adjudicado a fazenda provincial, para paga-
meiiio da divida do e\-liiesoui'eii da repartico
das obras publicas Jos Mareelliuo Alvos da Fon-
eeca, servindo de base a esta arrematarlo a quan-
tia de 3:730JO'K), porquanto foi adjudicado.
E para constar se inandou publicar o presen-
te pelo jornal.
secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 22 de fevereiro de 1873.
O olticial-Diaior,
Miguel Alfonso Ferreira.
SANTA CAJ M MISERICORDIA DO
RrXlFL.
A Rima, junta administrativa da santa casa da
misericordia du Recife. manda fazer publico que
na sala de suas sessws.no dia 27 de fevereiro cor-
rente, pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrema-
tadas a quem mais vantagens ollerecer, pelo tem-
po de um a tres aunos. as rendas dos predios em
seguida declarados.
BSTABELECIMENTO DE CAR1DADE
Rua do Amorim.
Casa terrea n. 26........ 1214000
Run da Gnia.
dem n. 49.........2004000
Becco da Carvalha.
dem n. o.........20040JO
Rua da Lapa.
dem n 8.........3504000
Rua do Pliarol.
dem n. 80........S.'JOOO
Rua dos Acouguirdios.
Casa terrea n. 26 .' 98^000
Rua do Amorim.
dem n. 26......... 3034000
Rua de S. Jorge.
Sobrado n. 30........ 2405000
\ ital oe Negreiros (Cinco Pontas).
Casa terrea n. 112...... 3404000
PATRIMONIO DOS ORPHA.08.
Rua das Larangeira3.
Casa terrea n. 17.......360.40C0
Rua da Madre da Dos.
Caa terrea n. 4....... 1:4004000
Rua da Senzala-velha.
Casa terrea n. 16 ......
Os preteudentes dever'o apresenlar
arrematado as suas llancas,
ac o panhados dos respectivos
HOffiOl
no acto da
ou coinparecerem
Madores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quahtia eci-
que for seguro o predio que contiver estab eop
ment conunerdal, assim como o servico da lim-
peza e procos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 1 de fevereiro de 1873
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza,
SANTO ANTONIO.
EMPREZA VICEITE.
Quinta-feira 9$ de frvereiro.
BsW&a da aalsja
JOAXNA lA^JllA
Prkneira representaco, por esta companbia, da
linda e seiiipre aprt ciada comedia de eostumes,
em 3 actos, original brasiloiro do Exm. Sr. con-
salheiro Macedo. _,
Navio entrado no dia 95.
s^patiiitio'iagtez Rmeintd, de 171
s, eajpUw; Samuel, sv^aipageni 9, carga
is c^iii farinhade trig); \ Johnston
*"
NBWes t^ridos no metmo dia.
Portas do norte Vapor brasiloiro Guar, oim*
Biaadanla Anioak. Imu -Twineii'a, v$t -difle
H.T**niae' l*aiata|fe/ i
em. lastro de areia
I!

Distribuiflio.
Tiliorio, .veih militar
[dtosilio, .*.'<* iriao, lozendeiro
||ea, estu dante de medieme
ancisco, filho de Tilru> ^
c, Miu iiiam
fazendeira veJha
>m*....
..Sr. Flavio.
Sr. Ft#rindi.
8r. *iente.
Sr.Camara.
Sr. Bernardksv
D. Joauna.-
Sr.-Cmara.
D.-Emilia.
D. Olympia.
Priuciiiiar as 8 lii horas
NOVIDADE I
N'om dos ratervallos' ser cxectada pela
diestra urna nova e brilhaute
POKA LUNB'
cemposicao do maestro Colas, e iiititulada :
in'in <|iii-...(|n.. uueiu nao qu vai
anda.. K vcoinnnlio t' ah !
com i>strondnm acompanrramento de pandeiro e
matraca I
GRANDE
CONCERT
Ylll. E
Quo ter lugar na noule de
Quinta-feira 27 do corrente
Principiar s 8 1/4 horas.
N GKAXOE SAI..\0 DA CAPKMIA DE OLI.\l)A.
Soh a protceco da brilhantc Sociedade Carna:
ralesea.
PraajramiHM
l'RIMEIRA PARTE.
1." Symphonia para piano, executada pelo h-
bil maestro Puppe.
2.' Cavatina"da opera Reatrke di Tenda (Bellini)
cantada pela vra. Magdalena Rraccioni.
3.* Rondo la ojiera Qenvna de Ven/y (Donizzeli),
cantado pela Sra. Carolina ngel.
4. Lindissimo duelo da opera Elixir de Amor,
entre. o Dr. Duliamara e Nrozina, cantado pela
Sra. Magdalena Bruccioni e o Sr. Giovanni Scolari
(Donizzeti).
fl." Romance da opera /. fjombardi, (Verdij.
cantado pelo Sr. tiiovanni flirllll
6.c Magestoso duetto da opera Sorma ^Belliiu),
cantado pelas Sras. Magdalena Bruccioni e Caroli
na ngel.
O Sr. Jansen tanto na primeira como na segun-
da parte, toear urna brilhante variaoao para oph-
cleid.
SEGUNDA PARTE.
7.* Symphonia para piano, executada pelo dis*
tincto maestro Poppe.
- 8.' Grande aria da opera Attlu (Verdi), cantada
pelo Sr. Giovanni Scolari.
9.* Seena e romanee da opera Lucrecia liorgia
(Donizzeti), cantada pela Sra. Magdalena Bruccioni.
10 Romance da zarzuella El juramento, canta-
do pela .-ra. Carolina ngel.
11. Canean'dos Aventureiivs da linda opera /.'
Guarany (Gomes), cantada pelo Sr. Cioranni Sco-
lari.
12. A pedido, lindo duelo da opera Marino Ful
liero, (Donbizetil, cantado pelos artistas Sras. Mag-
dalena Brucioni e o Sr. Giovanni Scolari
A venda dos bilhetes na entrada do difiri.

Bahia.
egtie isanvwui'a bre id di para o indi: do
Sirto o veliro'hiate Garibaldi: ca ga c frote
atar c.ffn oTSrs. Tagso Irnios 4 f. a ruado
Arouflm n. |y.
COJWftuIA PERNAMBtfCA.NA
ia>
DE
ilo etotelm a vapor.
M.VMtOAPE.
O vapor Coruripe, com-
mandante HlVa, seguir para
o porto cima no, dia 28 do
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encmnjendas,
passageiros e dinheiro a fro-
te al as inoras da tarde do dia da sabida :. es
criptorio no Forte do Mattos n. 14.
O agante-Poslsfrir farytfto",-por ana 8 riscof
iza a sahir (ki Kandsv, os >leS serio vi-
i. sexta felra W do corrente, is fl boras da
manh, na porta do armazem do Annes.
Tf'fT
firiAo.
SABR DO 29 DO CORRENTE
O agente Pinho Borges far ieao de urna casa
terrea com 4 salas, 2 quailos, cacimba, quintal
grande, em chao proprio, sita na rua do Conde da
Boa Vista, n I4l (outr'ora Caminho Novo), no
seu escriptorio, rua do Bom Jess n. 53. priineiro
andar, pelas 11 horas da inanha.
LEILO
'
avisos martimos
Real companhia de paquetes
inglezes
a vapor.
At o dia 48 do corrente espera-se da Europa o
vapor inglez Neva, eoiiiinamlante H. Bax. o qual
depois da demora do eeatUHM seguir pura Bue-
nos-Ayres. tocando nos portos da Babia, Bio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente oapera-se dos portos do
sul o vapor inglez Douro, commandante Tliwaites.
o qual depuis da demora do costume seguif
para Southampton, tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretos. passagens ote, tratarse na agencia,
rua do Commercio n. O.
PneiSc Slcam \avi^li!;n Cunipaiiy
DVnl Wall Stemtrs.
At o dia 3 de marco prximo, espera-se da
Europa o vapor desta companhia Coidillru, que
seguir para os portos do Parifico da sua escala,
tocando na Bahia, Rio de laneiro o Monterido.
Para toda e qualquer informar > podem dirigir-
se aos agentes Wilson Rowe A C.
N. B. Por qualquer consideracao que seja, nao
se pode receber cartas nesta agencia.
4-RUA DO COMMERCIO-11
Lisboa ePorto.
A galera Asia a sahir em
poucos dias recebe carga a fre-
te mais barato do que outro
qualquer navio;tem excel-
lentes accommodacoes para
passageiros. A tratar com
Tito LivioSoares: rua do Vi-
gario n. 17, Laudar.
Rio e Janeiro.
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o brigue Cecilia Catharinense, por
ter a maior parte de sua carga engajada, e para
a quo Ihe falta e eseraros a frete ti ata-se com
os consignatarios, Joaquim Jos Opafalre; Beltrab
t Filho, rua do Commercio n. 5.
COMPANHIA PERNAMIHJCASA
m
i a %-* ilo roMteina n vapor.
PARAnYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', AliACA-
TY, CEAIlA, HAXUAnu', ACARACL'' F. GRANJA.
o vapor ipojum
commandante Moura,
sejroir para os por-
tos cima no dia 28
do ci,rrente,' s 5 no
ras da tarde.
Recebe carga ateo dia 56-, encomniendas at o
dia 47, passagens e dinheiro a /rete at as & horas
4a tarde do dia da sabida : escriptorio bu Forte do}
Mattos n. 14.
Para Lisboa.
O novo e ajeim brigue portuguez Damido, ea-
pilao Pedro Martins Branco, o primeiro navio
a saliir por ter j a matr parte da carga promp-
ta, tem bous commodos para passageiros : trata-
se com E. R. Rabello c C, rua do Commercio nu-
mero 48.
Para o Rio Grande do Sul
Para o porto cima pretende seguir com multa
brevidade a escuna portugueza Christina, tem
parte de seu earregameuto, e para o restante que
Ihe Taita, trata-se com os seus consignatarios An-
tonio I.uiz de Oiiveira Awredo & C. no seu es-
criptorio rua do Bom Jess n. 37, outr'ora rua
da Cruz.
Para a Bahia.
O navio Italiano Maryherte, recebe carga a fre-
te barato para o porto cima, para o qual segu
em [mucos dias : a tratar com os consignata-
rios E. A. BuTle 4 C.
imu.* .i i..
Para o Rio de Janeiro
o lugre portuguez Ahnedina vai sahir at o dia 2i
do corrente, o pule receber ainda alguma carga :
trata-se com, E. R. Rabell'. & C, rua do Commer-
cio n. 48.
- DE
diversas tondas, um cavallo, diversos obje-
itos, dividas, euin terreno no lugar Tra-
to Grande (eageobo Capricbo
01 'ARTA-FEIRA 5 DE MAIUX)
Espolio du subdito portuguez Domingos An-
tonio Fernandes.
O agente Martins far leilo no dia 5 de. mur<;o
prximo futuro, por aulorisacao do Illm. Sr. Do-
mingos Mara Goncalves encarregado do consala-
do portuguez nesta provincia, de diversas fazen-
das, um excedente cavallo, diversos movis, divi-
das e urna parte de tena no lugar Prato (raudo
doengenho Capricho, do termo de Agua Preta,
comarca de Palmares ; sendo que as fazendas se
ueham avahadas em l.">4350, movis e o cavallo
em 20oiS000. dividas na importaueia de 41.3*000,
e o terreno em l:OOJO00j lodos estes objectos se
achain depositados em mao de Joaquim Jos de
Arolla.
O leilo ter lugar no dia cima, no armazem
da rua do Imperador n. 48, as 11 horas.
VAPOR FRAtCEZ
ayisosowFRSos
LEUDES.
LEILO
DE
MOVIS
iiiiilM-ft-ii-a 99 ln> ftHTcnli-
Sendo : I inobilia de uuarello com 16 cadeiras
de guarnif-ao, 2 ditas de bracos, 2 nanelos, sof e
jardiucira, urna outra mobilia t.unbem de amarel-
lo com pouco uso, I guarda vestidos de aniarello,
1 cama franeeza de dito, 2 pares de lanternas, 1
par de jaraes linos, I espellio grande com mnldti-
ra domada, 1 excellente rohigio para cima de
mesa, 1 candieire gaz, 1 lavator o de aniarello
com oue.a, 1 marijuezo de amarello.
Una mesa elstica de amarello, 1 aparador, 1
quartinheira. I par de garrafas para viuho, I iivu-
queza, 1 bidet, tapetes e o tros objectos de uso de
una familia.
%a i-iia la l'ainia h. 29.
O agente Martins far leilo, por ordein de urna
familia que se retira desta provincia, de todos os
movis cima, os traaos se acham muito beni con
servados, e sern Tiididni [icio maior |>reco ;
princi|iiando s 11 horas do dia cima.
LEILO
* DE
movis, Iohp c crvslaes.
o obras de prata
1 sali-i- :
Um iurtii.i forte, 1 mobilia de Jacaranda, candiei-
ros saz, jarros para lloros, quadros e tapetes.
Urna cama para casados, 1 lavatorio, para duas
pessoas, 1 toilet.
Urna Biesade jantar, 1 guarda-louca, 1 appara-
dor, I sof, 2 conco'os, 2 cadeiras' de bracos,
I inarqoeza, 12 cadeiras, I aimarelho para cbo,
1 dito para almoco, copos, clices, garrafas e
compoteiras.
L'm faqueiro de piala, I salra, I paliteiro, 12
facas e 12 garios linos.
Sexta-feini 28 do corrente
Por intervenedo do agente Pinto.
No primeiro andar do sobrado da rua da Impe-
ralriz n. 1-0.
') leilo principiar s 10 1/2 horas em ponto.
LELAO
Ce
Fazoiiilns nariailas
<^uiiita-fci-M 'i J
  • As 10 112 da maiih
    U'agente Pinho Borges far leilo das seguintes
    fazendas avariadas : aigodo, madapohto e mais
    fazenda;: em seu escriptorio, rua do Bom Jess
    n. 53. primeiro andar.
    LEILiO
    DE
    cerca (L-u saceos wuu uiillio superior.
    .MXYTA-raiU-iT DE IEVEREIHO
    O agente Pestaa far loilao, por cnta e risco
    de quem pei-teneer, de certa de MHI saceos com
    superior milho, e serio V ndidos em am ou mais
    otes a vontede dos licitantes, quinta-t'eira 27 do
    corruiite, s 11 horas da manila, na porta do ar-
    HMuem dn Annes, defronte da alfandega.
    DE
    28 barris com touriuho.
    ^UfNtA-FElU.V 27 DEIEYEIIEIUO
    0 agente Pestaa, far leilo, por conta e risco
    de ijucm pertencer, de 28 liarrts eom toueinho, E
    serao vendidos em i oumais lotat-, ipiinia feira27
    lo correrte, a 10 1/4 horas da manh, na povta
    dt> armazem do Annes, delronle da alfandega.
    CK-?
    Para o Rio de Janeiro
    Pretende seguir para, o pdrto cima o1>rigae
    pertugiiez f> man. tem parte de sen carregamonH)
    engajado, para o resto- que liie falta iiata-se coa.
    os sensoonsigna4aos Antonio Luiz de (tiv;ira
    Azevedo A. C, ao se esci-iptorio. rua do lora
    Jess n. 57, otitr'ora rua da Cruz.
    SGMlfAiHHU W^Ama.NA
    \avcsaciSo c*-teiraa \ hjmn->
    BlACfil, ESCALAS PEXEDO EAraUAJl'.
    O vapor tmu.cota-
    mandante na-rtini
    seguir para os fun
    tos cima no dia
    taveroae aamaaeni de sd durua Imperial
    Ibeie^idel de NegreiroV 137.
    9XTA-FEIRA 28, DO CRRENtE
    O aj-eiili- Martins (ac IfeilTn) por ajitorisa.o, da
    ;iriaai;ao, gneros, paioes-e mais lA-fUiwas, da ta-
    ,vierna arujuem de sai da rua Vidal uto rogrei-
    rusj aulaga rua Imperial n> 137, a qu4 multo
    pTopna para prineipiaute, pur ter poucos fundos
    \ A-H/PtBW^wlk*Jtfl H'ATA t'tlllll l'i
    |J 1 *^T -****1 V*L *lI III "* .
    A'a II bofas do dia aeinif ^ia inesma taverna
    m d hua.
    AOS 5:000*000.
    BILHETES GUIWTIDOS.
    1* rua Primeiro de Mareo (outr'ora rna do
    Crespo) n. 23 e casas do cosame.
    O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
    lizes bilhetes tres quartos ji. i.'.ix'i com 80OAOO0
    e oulras sorles de i0000 e 20000 da lotera
    que se acabou de extrahir (40.) convida aos
    possuidores a virem receber na eonformidade
    do costume sem descont algum.
    Acham-sc venda os felizes bilhetes garantidos
    da 7' parte das loteras a beneficio da igrejade
    Noasa Senbora da Concei.ao dos Militares (41-),
    que se extrahir na ten.a-feira 4 do mez'vin-
    douro.
    PRECOS.
    Bilhete inteiro 6*000
    Meio bilhete 3000
    Quarto U5U0
    EM PORGAO DE 1005000 l'Alt.V CIMA.
    Bilhete inteiro S.'iOO
    Meio bilhete 2*750
    Quarto U37'
    Manoel Martins Fiuzn
    Questao do dia.
    I. vai i-inz-i
    Na rua de Pe ro rei
    Do publico chama attenco,
    A jesutica aniidaeo
    D'uin taverneiro !...
    Na verdade este breeiro.
    De vaidades reipiintado.
    Anda cheiroso. onfrouhado
    No halcao !...
    Sem temer que algum zangao .
    Lhe arrebate as minoradas,
    D desfrutes, faz asnadas
    Todo dial...
    S'i o carnaval o faria
    Da manteiija vir tona,
    Com seu chapeo a amazona
    A entrudar !...
    Causajriso, faz pasmar
    Este bestnnto mociuho....
    Cuidas... cuidas.. inanezinho,
    Com o socio.
    O masca rado
    ________Coiniuercio A Unjan._______
    INSTITUTO ARCHEOLOGICO E GEOC.RA-
    PHICO PERNAMBUCANO-I
    Assembla (leral. Contina a eleico diCoin-
    missoes do Instituto, que tem do servir no auno
    social de 1873-74. Quinta-feira 27 do corrente.
    pelas 11 horas da manli, no sali do conventp
    do Carmo.
    Secretaria do Instituto, 25 de fevereiro de 1873.
    /. Soares d'.lzecedo.
    Secretario perpetuo.
    Coiupaiihia
    Sania Thcreza
    De conf. rmidade
    sao convidados os
    rem-se em
    eom o artigo lo dos estatutos
    Sis. accionistas para reuni-
    1
    do 'eerrenn,
    horas da iarde
    Recebe cami t o di i i ;i-?M}$ s-e
    dia 27, passa>ns e^rnheirb %>rWe1^\'hora
    da Urde do da da sabida : esmaSorlo o Por
    te-Mastae-y. Af.___________
    Pan* n'UWy^dre1sBW*Vahe neste
    ,oto das oldai i|i^TiaaJi^|s/iajn>i clasae, captt*o e praiko Srurt^f
    sis,'j tem'mettde de seu earre]
    wiTa o tesjo lf ata bc coto seu"
    Ro AlHirto dmza^faia^
    n.60.
    -i-hito.
    assemtila geral no primeiro andar,
    da rua do Vigario n. 13, no dia 28 do Correan
    ao meio dia, afim de lhes ser apiesentado o rc-
    iatorio e balan<;o do anno prximo passado.
    Heeife, 21 do fevereiro de 1873.
    O gerente,
    ___________Justino J. de S. Campos.
    Gouipaiihia
    Santa L fiereza
    Eniisso^es de accoes.
    A companhia est autorisada a emittir 1' 00
    accoes de oOuO cada uiiw. As pessoas quede
    sejrem toma-la* i odem entenderse com os di-
    rectores Srs. Bario daSeledad\ Joaquim Bodri-
    ues Tarares- $b. Mello FrancL Setto ou cono abaixo assignado. quedar qual-
    quer infoiniaeae. ,
    Becife, 15 O Janeiro ds-1873.
    0 gerente,
    Justino J. da S. Campos.
    Escravo fgido
    Aueentott-e, desd o dia S de fevereiro deste
    corrente atino, o pivto de nue Beiu dicto. 2,i
    annos pouco mais ou menos, erioulo. msntnt
    ladino, falla mansa, eantador de modas, bom
    carpina, estatura alta, es|kaJaudo, barbada, um
    pouco tato, "tendo a testa pequea, falla do denles
    na frente, ps feios, e eom nma cicatriz on mar-
    ca pi* cima do pe. eeqoenU, que foi um talho de
    toda largura do machado, nasceu ao engenho Bu
    jurv de Goyauna, tendo passado ao Sr. Luiz Ca-
    valionte de Alt)ii:iuenpic, morador na eidade de
    Goyanna, onde tmini e prenles, e deste ao
    Exm. Bario do Nazareth, tendo tambem pasa lo
    mullo tempo no Hrcife. levou em %Ua companhia
    um menino orjftfio. de 13 annos de idade, pardo
    claro, bom cabello e Calado, rujo raenino e tatel-
    lado. Pede-se a luda as autoridades e eapit'es d
    MU pasando [eve-os a rtw da l\n a n.
    iLfilLAO
    DK
    4 e*M com-pliWHita, marta S B a sahir
    $find^WR&HENXE
    O -atseale Baslanu a saitta por sonta risco
    e-avein jenacir,>sk -fe'satsas am pimenta, a
    KilQMnusa, m 11
    ndsUfili
    rua, da treguezia de Santo Amar
    que ser generosamente pBtncad>
    Vo^ i'onomieos.
    fogjoes para I*
    -**M. Iba
    :\& Jmt+ mn masara ingina
    SEXTA-PEmV 28 DO CORltENte.'
    RUA DO BARAO Di VICTORIA
    NT. 7Outr'ora NovaN. 7
    PIADOS.
    Acabain de chegar muito bons plinos fortes c de
    elegantes modelos, dos mais netaveis te bmir co-
    nhecidos fabricantes; como sejam : AI]4mnis-
    Bloiidl.-I, Henry Hers e .Pleyel Wolff C. : a
    vapor francez, roa do Barao da Victoria, >u-
    tr'ora Nova n. 7.
    Calcado francez.
    Botinas de luxo e phaMazl, brancas pretas e de
    differentes cores, laniopara senliora>, como pa-
    ra meninas. .
    Sapatinhos com sallo no rigor da moda, breanw
    e de cores para senhoras. -
    Botinas de Melis, de Suser e de Poiak, para- ho-
    mens.
    Sapatns de corda van Mili spaKt honiens.
    Bolillas |iara menino de qualque tama'nho.
    fi ineiras e meias-pe neiras l;mt~para homens
    como para meninos.
    Sapatdes de Stuer para homens e m*ninos.
    Sapatos de rernz eom sallo para homens.
    Abotinados de umitas qualidades e piceos para
    meninos e menina.--.
    BapaiosB de remii com sola de pao pi%prios para
    sitios, jardins e banhos, sorliiueuto para homens
    e senhoras.
    Sa|alos de tapete, ra-emira. charlol arrMudado,
    de ti'anca portuj-ue/. e frailean.
    No armazem do vapor francez, rua do Bwio da
    Viclori, outr'ora Nova n. 7.
    Pe-fumarias.
    Finos extractos, banbas, leos, opiata e pos den-
    trilice, agua de II r de huauj:i, af ua de ajile-
    te, divina, llorida, tarando, pos do arroz, sabo-
    netes, cosmticos, moilos artigos delicados em
    perfumaria pura presentes com frascos de ex-
    tractos, caixinhas sortidas e -.'arralas de diffe-
    rentes lmannos d'agaa de cologue, tudo de pri-
    meira quahdade dos bem conhecidos fabrican-
    tes Piver e Coitdrar,
    No armazem do vapor francez, rua do Bario da
    Victoria, oulr'ora Nova n. 7.
    Mascaras para o carnaval.
    O mais imporlaiile sorthnento (pie tem vino de-
    mascaras de massa, de rame e de seda, nariz
    com oculos, barbas etc., precos muito bara-
    tos tanto em grosso como a retamo.
    Xo armazem do nnor francez, rua do Barao da
    Victoria, outr'oia Noya n. 7.
    Para viagens.
    uito boas malas a bolsas para viagens de fr
    ele caminaos de ierro.
    Estojos de viagens com os pertences necessai.
    para barba.
    No armazem do vapor francez, Bruaop ario
    da Victoria, outr'ora Novan .7.
    Botas de nioiitaria.
    Novo sorliniento de bolas Jfapoleao e a Gnilber-
    me, perneiras e meias perneiras para homens,
    e metas perneiras para meninos.
    Xo armazem do rapor trance-, ruade-Baii>
    da Victoria outr'ora Nova n. 7.
    Mohilias de rimes.
    i'adeiras de balanco, de braco, de guarnieoes, so-
    f jardineiras, mesas, eonvessaav iras e cestu-
    reiras, ludo isto muito bom por-seren forte* >
    leves, e os mais proprios movis para saletas e
    gabinetes de recrtdos.
    No armazem do vapor francez, ama do Bario da
    Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Quinquilharias.
    irti-ios de fHsTc'rcii(-< s,*ti>* o
    Silimitaxiii'-iv
    os para salas e siihmeles.
    Leques jiara senhoras e para BMsnas.
    Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de camnri-a.
    Caixinhas de costura ornad.K com msica.
    Albnne e qoadrinhos para retrasos)
    Caiiinstas eom vidro sw ammiUMUi. retratos.
    Diversas obras de ouro bom de le enrantidu.
    Gorrantes de plaqu muito bonitas para relogios.
    II: incoa jimitaco e bolees de pimiios ik' pl*nie
    llolsinbas e cofres de seda, de velludo e de contri
    nho de cores.
    Notos objectos de phantazia para cima de mes*
    ejtoiiene,
    Pincenez de cores, de piala dourado, de ac
    tartaruga.
    Oculos de ac finae de todas as griduacoes.
    Bengalas de luxo, caima, com castoes de mariim
    Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
    mens o meninos.
    Chicotinlios de baleia e de mudas qualidades di-
    versas".
    Esporas de larracha para salios delicies.
    Ponieiras de espuma pan chajutes e eiaarros.
    Pentes de tartaruga para desenliara ir e pan
    barba.
    Ditos de mariim muito finos, pnra hmpar cabeija.
    Escora para ronpa, cabello, mitas e para I en-
    tes.
    Caiteiriubas de rnadranarola pan dinheiro.
    Meias para homens e pan menjaas-
    Gravatas brancas e de seda preta pan horneas e
    meninos,
    Campanillas de mola para ehanuir. criados,
    Jogos da gloria, de dama, de jiajatellaa, de domi-
    n e outros maitos mflfrenies-jr-gnliiho alle-
    rnisa e (nneeans. ,
    Malas, bolsas e saceos de viajieni .do mar e eatiu
    nlios de ferro,
    Mamadeiras do vidro de dar leite mui f*wit i
    mancas..
    Argoulias de roartiin para as enancas morder:.>,
    bom para os dente-.
    Beros de rimes pan embalangar crianras.
    Cestinlias de vinies para braco de tnetaas.
    Carrinnos de qnatro rodas para |iasseia de criri
    cas,
    Venezianas transparentes para portas e jaiisa?.
    Heverbeaee transparentes |K.Cindieiros-d gar
    Ksiereoscopos e cosniorainas c*m esctdliidos v:-
    tas.
    I.aolenias mgicas com rete vistas de- coses i
    vidms.
    Vidros *rnlsos para cosnior.iaaas.
    Globos o> pa|tel de cores pa/a illumicacSe^ de
    restas, ;
    Bales aefeostaticos de papel de seda mai faed
    de subir.
    la ir. raaos b- mitos para conservar as t mezas "de
    jantar.
    Machinas de varios sysnjma para cit
    Espanadorcs de palla" ed* patinas.
    le-mirinbase cni\*ets linos.
    Tapetes com vdrilbos pare mangas e muferna.-
    Tinteiros de louea branca."minelo bonita e W>m
    Tiras de molduras douradas e pretaa^aw qoa
    dros..
    Ouadro j promp^).s com paytsigeaoe pb*tez;a
    Estampas avolsas dr>santas, [taysa'p.iia i pnJMt'a
    zias.
    Objectos de mgicas para divertiautnte* em >
    mihas.
    Realejos- pequeas- de vei>s eom bailas pecas
    Realejos harmnicos oti accordimis de tedas
    i.-uiuulios, e uutros mhitos artigos de-qmsji'.
    litarlas dullivis de meocioaar-s.
    No armazem do. va#or trancez. ua do Barao
    nofc
    de I H'-.-
    l-irte
    aneas .
    i-*ivel :
    d Barat.
    Victoria, eutr'ota Nova n. 7.
    Brinquedo pan).
    \ mai-ir varitAide
    pslaiuqoeilos *-'
    da ntiiei para eatrcteaim
    tnaq ?, pncs mais
    no armazem do rapo* ,
    da Vwnuta, outr'ora. mm
    iisanis.

    .. JSttk'ttt.
    nde
    P/iras.
    *mni*M^sj|Kj\ -
    tItTT'JIi'^tTi -
    Precisa-so de unu coiinheir*-*dei-pi
    de pouca familia : a tratar na rua da Alegra a. grosso e a retalho : no tfaam do rapor frau-
    40. cez, rua do Barao da Victoria, outr'oraN'ora a. f.
    jnnea-
    em



    Di^iodePteniambuco Quarta feira 26 de" Fevereiro de; 1873.
    FOHMCO DE FERRO E BRONZE
    FABRICA DE MACHINAS
    A' tu do Bar) di) Triumpln (ra -d Bmm) ns. 100 a IM
    CABDOSO AVISAM aoc Srs. de ngenhos e ao publico em geral, que teem receido da Europa
    grande sortinieiito de fcrragens para engenhos e para lavoura.e quaesquer outros usos
    mistcresda industria agrcola, o quetudo venden por precos razoaveis.
    Formas para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
    "Vfl-norPS borisontaes c verticaes j bem conbecidos nesta provincia e fra della, os
    aru melhores que teem viudo a este mercado.
    MOendaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
    MeaS mOeildaS para assentar cm grades de madeira.
    TaiXaS de ferro de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
    RodaS d'agUa de diversos tamanhos.
    RodaS dentadas de diversos tamanhos equalidades.
    OVIl v*jm,civua ^ faDrca bem montada, com grande e bom pessoal.
    PnPnmmPTldac; Mandam vir por cncommtnda da Europa, qualquer rsachiaismo,
    DilVAiJiiuicuuio pra o que se corresponden eom urna respeitave casa de Londres
    i com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
    ditas machinas, e se respoitsabilisam pelo bom trabalho das mosinas.
    Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
    FUNDI. A O DE CARDOSO & IR-MO
    !

    No fien de SeD perrts de eaj
    5 annos 68050
    10 -rir, - 2:372*000
    15 annos 6:582*1(10
    20 annos 17:OS8*."00
    3 SDDO 4o: 128*500
    )
    )
    )
    A POPULAR FLUMINENSE
    Assoc apo de beneficios mutuos
    Para crea^So de capitaes e rendas, c autorfsada pe go-
    yerno Imperial
    P08 DECRETO N. 5022 DE 21 DE JULHO DE 187.
    Capital de responsabilidade administrativa ,
    1,000:000^000
    COHVERSAO DOS CAPITAES DOS SOCIOS EM APOLICES D DIVIDA PU-
    BLICA NACIONAL.
    TAItEIiLtS
    100,5000 PAGOS ANNALMENTE DEVE.M PR0DUZIR :
    Com perda de capital
    993*000
    3:115*000
    8:hii*200
    22:402*500
    36:637*700
    TJma ipo.=icao nica de 1:100*000 deve produiir :
    No flm de 5 arno* 2:132*000
    de.,10 annos 3:819*510
    de lo ancos 6.839*000
    de 20 annos I2:9a">*000
    de 23 sanes 23:235*000
    O objeclo desta assocucao induzir Kda? as cla?8e< da soriedade, laoto os p.'bres
    como os ricos, a pensarein no porvir e a graulirem, por indo da economa, a fortuna oos
    filbos, o pao (ja velhice e a tracqullidade dj espirito.
    A nqoea dos potos, isto a riquea particular e a riqueza publica, tem o sea fun-
    dameolo mais solido e a sua fonte mais fecunda na -imple? economa.
    A economa a provjso do fuiaro. O qae hoja dos sobra quasi sempre dos lalla
    amanb.
    Sendo a Popular de-tioada principalmente para cuidar do futuro das elaBses menos
    abastadas da soc edade, a adminMracn, de conformidad* cora seus estaintos, declara que
    recebe subscriptor per qonntias mioimas al 10*000 e sera limite para maiores qoantiar.
    Os subscriptores da Popular nao esto sujeitos a onus alpum de eiaraes mdicos e atiesta-
    dos de vida: seus capitr.es acinmolados e accrescidos ventajosamente pasarem, em caso
    de inorte, a seus herdeiros naturaes. ,v
    As subsenpees da Popular Fluminense psdem ser feitas de Ires modos distingos,
    conforme o deeio do socio, a saber :
    combi.vagOes.
    1* Pagamento das prepar"-1* auooaea ou semestraei (ie*e 10*000 it a maior
    qoantia cada urna) podmJo liquidar e retirar capital e lacros em qualquer poca depois
    dos primeiro S :-noos; sem perda do capital em nruftum caso.
    2' Igual a.) anterior, pmm, com perda > capital e juios dj caio de dtixar d; pa-
    gar aliiuma das prest-c5es marcadas na apolice
    3* Pagamento de urna s qnautia (mine* m->noa de 100*000) e de urna ; vez e tem
    perda rin nenbuin caso ijem do capital ucm dos lucros.
    A i* eoDbinaeio offerece ao socio a vaotagem lie ouaca per ler o capital que tiver
    euirf ga.io;
    A 2' arrisca o capital, porm, o socio qae -pagar ponlaalmeote as prestares, aufe-
    rir Dais lucros que M que p- r teugsra a <* ;
    A 3* eombiuacao dllsre^e grandes vantagens aos capitalistas, pois sem eorrer ne-
    uhum ritco pode se garantir que as ho de aufrtir, pelo menos, um juro de 120/0 ao anuo.
    Pe-fe oDter <|-.ali(n'r oulra ormacio no wefiptoflo do agentes da acsoeiaco
    nesta pro* ncia. Aufu^o F. de OI;vrira & C, rna do Gomaiercio o. 42.
    "^ PESlAODOMA.
    AOXD EST
    0 ARTISTA CABELLEIREIRO
    B.ELPECH.
    E' na ra Primeiro de Marco n. 7 A, primeiro andar, aonde pode ser proenrado para
    08 nrsteres de sua profisso.
    No salao tem bons offleiae* para barbea? e corlar cabellos, perneados de senhoras, co-
    me*, tranca*, diademas c topete?, tudo da ultima moda.
    Ra Primeiro de Maree n. 7 A, primeiro andar.
    )
    Nutrmntx)
    MEDICINA!
    rprepjTidospoi
    Lanman & Kenp
    para tsica e lodi
    quahdanta dedo-
    eneas, tjuer ej
    ntgargaota.pei-
    to o a bofes.
    Bxpreisr
    neoie escolbido
    dos melhores fi
    gados dos quaef
    se extrahe o
    oleo, no banco
    4a Terra Nova,
    parificado chi-
    micalraente, e
    suas
    prepriedade
    conservadas
    com todo o ci-
    4tdo,em todoo
    fraseo, se garan-
    te perfeitamen
    te puro.
    Este oleo tem
    sido SBbmetidc
    a um eumt
    nraitosevero, pelos dmkos de mais le-r
    ot,'o governo hesptHteol em Cuba, de-
    velgado por elle e coH*em
    MAIOR PORFI D'IODINA
    de -eme outro qualquer oleo, que eHe lem
    Marinado
    fODINO E'UM PODER SALVADOR
    Em todp o oleo de figado de bacalbo
    e nquelle no qual centm a maior porfi
    d'eta invaluavel .propriedade o nico
    meie para curar tedas as doencas de
    ARGANTA, PEITG, BOFES.FIGADO,
    fsica, bronebites, asma, catarrbo, tosse
    resfriameatos,etc.
    ^jos poneos frascos d carnes ao muito
    magro que seja, clarea a uisU,e d vigor 2
    todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
    Qheoklo na medicina ou sciencia, d tanto
    nutrimento ao systeraa e encommodando
    quasi nada e estomago
    As pessoas cuja organisacSo tem side
    destruida pelas affeccoes das
    ESCRFULAS OU RHEUM.\TISMO
    HIUIACM
    Vitoicao.
    DE
    BARTHOLOME & C.
    3 iRA. LARGA DO ROSARJO-r-a*
    Cataiago de novos KdicanMetos, t-
    nicos, estimutjuHw e estomacaes,
    rOcwitemente descobertospelos
    melhores pkarmaceuticos e
    ckimioas da Europa
    . A SABER:
    PREPARADOS DE AROUD.Virwforrofi-
    so de quina, tnico estomacal, repa-
    rador das frcas dos convalescentes, as
    febres typhoides, as perdas de sangue,
    " etc., etc.
    Xarope concentrado, com bal-
    samo detol e todos principios nutrid
    , Declaran abaixo assignado que tondo compra-
    do com autorinacio do Dr. jnix *e nrphies a phar-
    acia de ks& da Cruz Santos, sita a ron do,Barao
    da Victoria n. 51, livre 6 desembaraoada de qual-
    quer bus, pelo presante dexlara quo nao res-
    Sonsavcl por yansacrito, nem divida alguma ten-
    ert ao niesmo estalHlecimeato, podendo as pes-
    soas que tiverem negocios anteriores recorrer ao
    raesmo juii, uo praio de tres dta a contar da
    data desta publicacao.
    Recite, 25 de fevereiro de 1873.
    Joo da Silva Guimares.
    CURSO. NORMAL
    indura da lBslrarf>.
    SOS de gralilicaco.
    Furtaram de Apipucos, na noute de sabbado
    para domingo 22 para 23. do corrente, do cerca-
    do de Claudio Dubeux, urna varea bastante pre-
    nhe, toda pinada, ao que ch.imatn suruliina, com
    as ponas para dentro e com O ferro CD. Hoga-se
    -1 .r 1 *___ 1 a quem soubcr de a dar parte na escnplorio do
    vos solweisdo extracto de carne-de Lie-'^ c^?o J ^'^ de Sl>wJ,m n. 28,
    De ordera do conselh director da poro-
    chia de Sanio Antonio (ax-se poblico, que a
    matricula para o curso normal de senhoras,
    leclia-se no ultimo dia dest mei; assim
    como, "que se aehaiii designados os dias -27 e
    28 do corrente para ter lugar os exa-
    m.->s das senhoras que se quizerem mostrar
    habilitadas as materias dol.'anno, a tira
    de passarom logo para o 2.* : e pois, aquel-
    las senhoras que estiverem nesse caso, tratan
    quanto antes submetter os seus requerimen-
    tos ao conselho.
    Aderecos de bri-
    Ihantes, esmeraldas
    rubina e pcrola9,
    niltasde perolas.
    Obras de ouro e
    prata de todas as
    qualidades.
    SAPHIRA
    NOVA LO JA DE JOIAS
    N. 2 ARa do CabugaN. 2 A
    DE
    BARROS F1LHO
    Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
    tendo os s^us propnetarios feito urna importante acquisicao de
    joias as mais modernas yindas ao mercado, e de qualidades superio-
    res, convidam ao respeitave publico a fazer urna visita ao seu es-
    tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
    prec,o razoavel.
    V
    VRITABLES
    | ,
    F-s miMNftes e foreatae.
    LUIZFELIPPELEITE.
    Ra do Oiro MS 1.
    LISBOA.
    Executa por commisso quaesquer ordens
    das provincias de reino, i 1 lias e provincias
    ultramarinas, bem como do Brasil e outros
    paizes estrangeiros.
    Recebe consignagao gneros nacionaes,
    coloniaes e do Brasil, para serem vendidos
    no reino, ou fra delle.
    Executa ordens para compra e venda de
    fundos pblicos, nacionaes e estrangeiros.
    Trata da cobranca dos respectivos dividen-
    dos.
    Promovem-se no mesmo escriptorios, in-
    ventarios, liquidatjes, causas civeis, crimes
    e commerciaes, appellaeoes e recurso de re-
    vista,
    Tem os melhoresadvogados na capital.
    Trata-se da arrecadac,o de herangas e ad-
    ministracao de bens no continente do reino.
    Obtenvse documentos de qualquer dioce-
    se, districto administrativo, concerno, ou fre-
    guezia do reino, ilhas e provincias ultrama-
    rinas.
    Solicitam-se dispensas matrimoniaes e
    quaesquer outros breves apostlicos conce-
    didos em Roma ou pela nunciatura em Lis-
    boa, annullacao de ordens, e quaesquer ou-
    tras dependencias dos tribunaas da Santa S.
    N. B.As commisses sao reguladas pela
    praxe desta praca.
    Para os negocios de natureza especial,
    como causas forenses, administrarlo debens,
    etc., querendo-se, pode preceder accordo
    previo conforme a natureza do negocio.
    Esta casa tem correspondencias serias em
    todos os pontos do reino, em Inglaterra, na
    frica portugueza, em Maco (China) reino
    de Sio,Mlhas dos Acores e Cabo-Verde,
    acceita as propostas que das provincias do
    imperio do Brasil lhe forem feitas por corres-
    pondencia effectiva ou eventual. Na mo-
    dicidade de suas commisses, na exactido
    de suas contas e no crdito longamente esta-
    belecido fas consistir toda a garanta de bom
    acolhimento.
    Para referencias em Lisboa, s casas ban-
    carias do Sr. Fortunato Chamico Jnior, e
    dos Srs. Fonsecas, Santos & Vianna*
    Lisboa, 13 de novembro de 1872.
    Comodonas.
    Na ra Estreita do Razano n. 35,1. andar (casa
    de familia),fornece-se comedorias paradora com as-
    seio e pEoinpUtoj e preco commodo.
    Na ra Duque de axias n. 44 se dir quem
    d algum dinbeiro a Juros sob hypetheca nesta
    cidade.
    Na travessa da ra das Cruze* para a dos
    Quarteis n. 14, 2o andar, ba urna escrava habili-
    tada e com pratica para todo servico de" casa de
    familia, para alugar-se.
    luga-se o armazem e o primeiro andar da
    casa n. 20, da roa do Bom Jess : tratar com
    Cramer Frey & C, n. 62, da mesma roa.
    200#000.
    Ausentaram-se dons eeravos irmaoe : sendo um
    de nomo Lciurenv-o, de idade de 26 a 27 annos, es-
    tatua regular, i-heio do corpo, cor ciara, cabellos
    estirados, rosto redondo, e sem barba, levou calca
    e camisa branea, e chapeo de eltro preto; e o ou-
    tro de nome Andr, da mesma estatua, mais moco
    um pouco do que o outro, tendo os mesmos sig-
    naos do irrno. Foram comprados: Lourenco ao
    Sr. Claudino de Albuquerque Mello, da comarca
    de Patos, provincia da Parabyba, e Andr ao Sr.
    Joan Francisco Gomes de Arroda, da comarca do
    Lnoeiro ; tendo fgido aquello no dia 26 do cor-
    rele (Janeiro) e este hoje 30 do mesmo; suppoe-se
    que seguiram a estrada do Limoeiro Serra do
    Teixeira : roga-se todas as autoridades policiaes
    e capitaes de campo que os apprehendam e os con-
    duzam na do Apollo n. 30, armazem de asqu-
    ear, que se gratificar com a quanna acinu.

    \.
    < *
    H* pharma^a BTaurer ra do Bario 4l Vitrtoria n. 25.
    scravo rugido
    IS0$000 de gralikaco.
    Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872,
    o preto de nomo Alfredo, de trintt e tanto* anote,
    crilo,e bastante ladino; este preto perfeito
    cozinheiro, esUtura alta, magro, olboa *randes,
    j estove no engenho do 9r. LbM de Cauri, em
    S. Lournco da Malta, onde eoMtt Mr parentea,
    foi escravo dos Srs. Adriano Catiro, t Ir,
    Jos Joaquim Goocatvea Jaatoa, MfoekDMN dosta
    praca; de todos eslfs 8rs. fei UMffctiro, tea sM
    visto por pesmai ose eaakoeem, diaendo que
    est forro, aasim lea piJaalripar da aer preto.
    Pede-te todas iiOfttidot eapitet
    de campo que o nggwtO tev- a rna Duque
    doCaxiae n. 91, \Z mwaati 4ilONl vQ
    Manda, que reoebera a |ra>l|ai aaa* da
    clarada.
    big, medicamento mais poderoso para
    os phtysicos, -as affec^oos catanrhaes,
    etc., ele.
    Xarope de casca de laranjas
    amabas, com todos os principios nutri-
    tivos soluveis do extracto de carne de
    Liebig, o mais poderoso dos analpticos,
    para os temperamertos delicados e ner-
    voses, estomal por excelleacia, etc., etc.
    ANDl'BAN.Vinho ante-gotos ante-rheu-
    matico, como grande especifico.
    FALIERES.Xarope ante-nervoso e inalte-
    rawl de bromureto de potassio, medica-
    mento especial contra as affeccoes nervo-
    sas e convulsivas.
    SHERRY-KINA.Vinho de quina, tnico
    ante-febril de um gosto agradavel, supe-
    rior ao Madeira, e Vermuth.
    THOMMERET GELIZ.Granulos xaropes,
    banhos sulfo-acidos, para o tratamento
    das molestias de peito, garganta e de
    pelle, de um grande proveito para os or-
    gios respiratorios.
    CHEVRIER.Vinho e elexir de Cocado, P-
    rou, tnico de um gosto agraaavel, esti-
    mulante, nutritivo e estomacal; empre-
    gado com grande vantagem as criancas
    debis, as mu Hieres chlorocas, ataca-
    das de flores brancas, nos velhos fracos
    pela idade e pelas molestias, na aton iados
    orgos digestivos, as gastrites, gastral-
    gias, etc., etc.
    CABPENT1ER.Vinho ferruginoso de rhui-
    barbo, tnico e purgativo agradavel sem
    produzir constiparjes nem alteractos no
    estomaga.
    SAVORY E MOORES.Emulso pancreti-
    ca, muito estomacal, com grande pro-
    veito no tratamento da phtysica, podendo
    ser empregado com grande vantagem,
    quando o oleo de figado de bacalho nao
    possa ser tolerado no estomago dos doen-
    tes; sendo o nico remedio que com
    efficacia facilita a digesto do oleo, fa-
    zendo apparecer o appetitc o o augmen-
    to da nutricio, etc., etc.
    CHANTREL.Confeitos de bromureto de
    potassio, grande especifico contra as af-
    fecges nervosas, ataques hystericos, epi-
    lepsia, tosse convulsa, coqueluche, in-
    somnia, tristeza, delirio e todos os in-
    commodos que tem por causa o erethis-
    mo nervoso.
    MENTEL.Granulos de sub-nitrato de Bis-
    muth. Este medicamento d'uma gran-
    de efficacia contra as diarrhas, choleri-
    na, dysenteria gastralgia e nos casos de
    digestes dilficieis e dolorosas.
    L. BEIIF.Emulso vegetal de alcatro.
    Este medicamento administra-se de urna
    mancira commoda e precisa. O alcatro
    em seu mais, perfeitb estado de pureza,
    vantagem que nenhuma outra .prepara-
    cao de alcatro possue.
    DR. CROLA.Soluco de pyrophosphato
    de ferro e soda. Esta soluco consti-
    tue um excallente reparador das forcas,
    obra sempre as pessoas que tendera
    para chlorose (crs paludas) anemia fra-
    queza geral. Este preparado tem a van-
    tagem de nao ter nenhum sabor.
    GRIMAUD.Confeitos especificos, para cura
    da incontinencia da urina, e os incommo-
    dos das senhoras chlorocas, etc., etc.
    CHAMBAUDCha tnico purgativo e depu-
    rativo, possue um gosto saboroso e um
    aroma suavissimo, e as propriedades as
    mais notaveis sobre os embarazos do es-
    tomago, dos intestinos e do figado, o
    desobstruente por excellencia na cons-
    tipado do ventre e nao tem resguarde
    nenhum .
    L BEUFCoaltar Saponine, emulso des-
    infectante enrgico, cicatrisante das
    chagas.
    H FLONXarope unitivo e peitoral empre-
    gado com vantagem na tosse frequente,
    catarrbo ehronico, coqueluche, e etc.
    etc.
    MENTELGranulos de phosphate de cal,
    medicamento til as molestias dos os-
    sos, fracturas, diarrhas chronicas, dia-
    betes rachitismo, etc.
    HOGGPululas de peprina aciduladas, em-
    prega-se as affeccoes gastralgicas, e em
    todos os casos em que a digesto diffi-
    cil ou impossivel. Com 4rande vanta-
    gem.
    BLISS KEEN & CExtracto hydroalcooli-
    co de condurango, medicamento muito
    estimulante e depurativo, emprega-se
    contra sypbilis, scrofulas, rheumatis-
    mo, ulceras, etc. etc.
    VAUQUELIN DESUURIERSElixir de qui-
    na e caf-tonino especial contra as fe-
    bres neurlgicas, enxaqueca, empobreci-
    mento de sangue, fraquesa geral, cores
    palllidas etc etc.
    DR. CROMIERPululas anti-nvralgica,
    omprega-se com a maior efficacia em to-
    das as affeccoes nevralgicas, nos incom
    modosda menstruaco, facilitando o fluxo
    sanguneo.
    QUERJJGela de oleo de figado de baca-
    Ihau aromatisado, com todos os princi-
    pios activos do oleo de figado de baca-
    lliati. Esta gela nao irrita o estomago,
    podendo os doentes usar delle por moui-
    to sem a menor repugnancia. E' um
    grande especifico para tosse, catarrho
    consumpcao bronchial, tubercular, es-,
    crofula, debilidade geral, etc. etc.
    JOHNSONEssencia de salsaparrilha ver-
    melha da Jamaica, erapregada como o
    nico depurativo immediato do san-
    gue. ?
    ELIXIR ANH-^STHMATICOSedativo Pei-
    toral, applicdo com grande vantagem
    no tratamento da asthma* toase convulsa,
    defluxos.cauaiThaes e todas as molestias
    dos pubnes.
    AOS 5:000^000.
    Bstio venda oslsltesi Maolos da loteria da Ba-
    que ter a gralilicaro de 504000, logo que esta
    seja entregue, e.mesmo roga-se toa Srs. fiscaes
    dos arrabaldfs para mandarem examinar as ina-
    tancas, afn de vr s; juile-se achar o couro,
    gratificando-sc com 25 pelo couro no caso de
    ser appretiendido.__________________
    Um moco que sabe fallar, escrever e tradu-
    zir a lingua franceza e tendo alguma pratica.
    offerecc-se para lecciohar, tanto em sua casa,
    como em particulares : quem quizer utilisar-se
    do seu prestimo pode dinjir-se a ra do Visean-
    de de Inhauma n. 18, 1. andar. ______
    COMPANHIA PEHNA.MBLCANA
    DE
    \avrsneito coateira a vapor.
    Tendo sido diminuto o numero de accionistas
    ue se apresentou hontem para o cumprimento
    io art. 24 cap. 5." dos estatutos ; sao, cm con-
    lormidade do disposto n art. 26, novament-
    convidados os mesmos Sis. a comparecer no pre-
    dio da companhia 1 hora da tarde do dia 4
    de marco prximo futuro, devendo a assenjbla
    geral ficar constituida, com o numero de accio-
    nuitas (pie se acliarem prsenles.
    Recife, 24 defbveroiro de 1873". ^^_____
    Aluga-se
    A loja do sobrado roa da Coweicao n. 8 r o
    pretendeutes dirijam-se ao caf lroperatriz._____
    Aviso.
    Urna pessoa competentemente antonsada p la
    directora geral da instruccao pnelica, declara a
    quem interessar possa pie contina a leccionar,
    nao s nesta cidade como em seus suburbios to-
    das as materias que conslituem o enno efemen-
    tar, e bem assim o ensino di alguna preparato-
    rios : pessoa que quizer utilisar-se de seu pres-
    thno dirija-se a typographia commercial do Sr.
    Geraldo, ra estreita do Rosario n, 12.______
    Terrenos.
    Em Debvrlbe a 'M, 6(, 8* e I0J o palmo, com
    fundos para o rio, na povoacao .* tratar nos do-
    mingos com o Sr. Meaeiros. _______
    Alugam-se duas mei-aguas novas ns. 9 e II
    n travessa das Barreiras (becco do Aquino) : a
    tratar na ra do Cotovellu n. i.____________
    D-se do 6 t-"i:000 a juro mdico, sob
    predios : na ra de Hortas n 112.____________
    Aluga-se
    urna casa na Torre, por um proco muito razoavel.
    com os seguintes coinmodos : 2 salas, 3 aautos e
    cozinha : a tratar na ra do .Mrquez de Olinda
    n. 66,-2 andar.
    Aluga-se um sobrado em Ponte (e IVIia,
    com commodos para grande familia : quem pre-
    tender dirja-se ao caf lmperalriz.__________
    Contina a estar fgido do engenho Califor-
    nia do termo de Serinhaem, comarca do Rio toe-
    auto, em Prnambuco, e escravo Gregorio, de 19
    a 20 anuos'de idade. crioulo, de mediana estatu-
    ra, secco do corpo, feicSes regulares, olhos vivos,
    testa saliente, ps curtos'e dedos iguses, com
    falta de denles na frente, tem urna marca de quei-
    madura na barriga, e algumas de castigo que tem
    soffrido por ser muito fujo. Costuma a mudar de
    nome quando foge e inculcar-se forro, muito
    fallante e cantador : quem o encontrar o poder
    trazer a este engenho, ou no Recife ao Sr. Joao
    Florentino Jnior, na ra Pedro Alfonso n. 31,
    que ser bem recompensado.
    AllOlirll.
    O Sr. Antonio Jos Ferreira, enha a bondade
    de apparecer na ra do Duque de Caxias a. 60-
    A, loja de Rento da Silva .4 C, surcessores >
    Manoel Ribeiro Basto*_____________________
    Atten^o
    Pereira da Silva C, proprietarios da loja do
    pavao, ra da Imperatriz n. 60, rogam a i.wi
    os seus devedores desta pra^a a virem saldar seus
    d-hitos at o tim do mez de fevereiro corrento ; o
    lodos aquella senhores que se acham eom seus
    dbitos atrasados e nao tiverem vindo pagar du-
    rante este praso, tero de ser incommodados judi-
    cialmente.______________________________
    Sitio para alugar.
    Aluga-se um sitio na Capunga ra das Per-
    nainbucanas n. 23, tendo boa casa de vivenda,
    cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
    potavel: tratar na ra da Imperatriz n. 9, pri-
    meiro andar.
    Fugio no dia 2 de Janeiro, o escravo Napo-
    leio, Angela, estatura de 8 palmos, tem buco
    de barba, cara lisa sem suissa, ps grandes,
    tem marca de leridas na poma, levou cai-
    fa de brim pardo e camisa de eslopa : quem o
    pegar ser bem recompensado pelo Sr. Sebastiao
    Jo9 Mendes, morador nos Afogados, sitio do Bo.
    Escravo fgido
    Fugio no dia 23 do corrente, o escravo Vita-
    lino, preto, crioulo, idade 23 annos, alto e cheio
    do corpo, quando falla levanta o beico superior,
    tem falta de um denle do lado de cima, anda al-
    guma couza banzeiro, ps grossos, levou vestido
    calca de riscadinho e camisa de madapolo. este
    escravo j fugio em outubro do anno prximo
    passado e foi pegado na estrada de Page de
    Flores, foi escravo de Antonia Francisca de Jess,
    moradora em Correntes, de onde elle natural,
    e depois foi vendido ao capitao Thomaz Tlieno-
    rio de Albuguerque VilU-Nova, morador em Pa-
    pacara, cojo tem urna fazenda em Buique, de
    que elle era vaqueiro ; suppoe-se que foi acom-
    panhado por um escravo pertencente ao Sr. Ma-
    noel Francisco Marques, tambem preto, crioulo
    e morador para o mesmo lugar. Roga-se todas
    as autoridades policiaes e capitaes de campo, que
    o apprehendam e conduzam ra do Brum n. 74,
    armazem de Jos Francisco Martin* 4 C, que se-
    rio generosamente recompensados.
    tria, na easafeHtJdo roo
    owivoe, no Roe*.
    da Coaeeieio, loja de
    Precisa-se de um ajndante para cozinha e
    de um caixeiro, e algnns criados : no hotel da
    ra das Larangeiras n. 29.
    0
    ^ Promptido, asseio e 0
    S economa.
    9 Francisco Jos Cordeiro, alfaiate, par- jt
    ticipa ao respeitave publico pernambu- fX
    C? cano, que abri a su& offleina na ra do ?
    gr, Baro aa Victoria, outr'ora ra Nova, n. &
    A 46. primeiro andar. Espera ser procu- M|
    5 rado dos cavalheiros de bom gosto, pois &
    9 encontraro trabalho pelo gosto da Euro- W
    ffk pa, c por precos muito menos do que em ig
    ? outra parte. *?
    Joaquim Jos Gongalves
    Beltrao.
    Ra do Gommeroio n. 5, 1. andar.
    Sacca por todos os paquetes sobre o banco
    do Minho, em Braga, e sobre us seguintes
    ulgares de Portugal:
    Amarante.
    Arco de Val de Vez.
    Baroellos.
    Beja. -
    Chaves.
    Coimbra.
    Covilh.
    Faro.
    Guarda.
    Guimares.
    Lamgo.
    Lisboa.
    . Mirandella.
    Moncho.
    Ponte de Lima. -
    Porto.
    1 Tavira.
    Vlpassos.
    Vianna do Casteilo.
    Villa do Conde.
    Villa Nova de Famalico
    Villa Nova do Portimo.
    Villa Real.
    Vizeu.
    Valonea.
    Figueira.
    Criado.
    Precisa-se de urna pessoa livre ou escrava, para
    criado : na padaria da ra do Itaugel n. 9.
    = Um morador na de Marcilio Dias, out'ro-
    ra Direita, nao podendo supportar tanta atrocida-
    de, pede lllma. cmara municipal ou a quem
    directamente competir, urna providencia enrgica
    no sentido de coarctar a requintada malvadez de-
    cenos carroceiros pela maneira desapiedada com
    que tratan os pobres animaes que ditos vehculos
    puxam, nao so em relac.o ao peso enorme de que
    os sobrecarregam,muito alem de suas torcas, como
    tambem pelo brbaro e' infernal castigo que s
    sujeitam, mxime em um paiz de civilisaco como
    o nosso.________________________________
    Cozinheiro.
    Na ra do Imperador n. 75, loja, precisa-se de
    um bom cozinheiro.________
    Moleque.
    Precisa-se alugar um moleque nos : tratar no armazem do Campos : ra do-
    Imperador n. 28._______________
    Precisa-se de um menino, de 12 a 14 annos de
    idade, forro ou captivo, para criado de urna csa-
    le pequea familia, com tanto que saiba fazer
    compras e entenda de servico de copeiro. A tra-
    tar na ra do Capibaribe n". 40._____________
    Escravo fgido.
    Contina fgido o escravo Luiz, que tem os se-
    guintes signaos : 22 annos de idade, pouco mais
    ou menos, estatura regular, pardo, barbado, cabel-
    los carapinhos, rosto redondo, tem urna perna in-
    diada de erysipela, e levou roupa de embarcadico.
    Presume-se que esteja no engenho Sant'Anna, em
    Santo Amaro de Jaboato, onde tem prenles. Pe-
    de-se a todas as autoridades policiaes e capitaes
    de campo, que o apprehendam o conduzam
    ra do Baro do Triumpho, antiga do Brum, ns.
    92 o 34, que serio generosamente gratificados.
    Hypotheca-se urna escrava para o servio^
    de qualquer casa: quem pretender dirija-se a ra
    da Concordia n. 46, que achara com quem tratar
    Copeiro
    Precisa-se de utn copeiro para urna familia par-
    ticular : a tratar na ra Nova n. 25.
    Nao monopolio
    Est decidido que inveja. J nao pergunto
    ao Sr. Moreira e sim scientiheo ao respeitave pu-
    blico e a meus freguezes que s os cigarros que
    nao sao vendidos com o n me de Figueiredo, so-
    os vendidos em casa dos Srs. Joaquim Bernardo
    dos Reis, Bourgard A d, Joaquim J s de Aze-
    vedo e Lapa Primos, e todos s demais que nao
    tiver o nome que cima digo, nao sao por mim fa-
    bricados ; declaro por este annuncio por ter o Sr.
    Moreira -mitado minh chapa, com o mesmo no-
    me de Mflurity, e at mesmo o nnuncio que bo-
    tei ao lado de cada masso, elle para raelhor imi-
    tar botou tambem ; consta-me. que fea Isto para
    servir a nm de mous fre*g^uezes, porm, scienti-
    fico ao Sr. Moreira que nao tiv s essa lem-
    branca do nomo de Maurity e de ofltros
    romo o Sr. nao deve ignorar, tenhe ainda mui-
    los e boas qualidades de fumo para servir a
    meus freguezes, iembranra essa que o Sr. nunca
    teve e sim esperou que eu tivesse para tambem
    roer este o&xtnlto. Nao sei se me entende.
    O Figueiredo.
    Fugio
    a 20 do corrente o escravo de nome Joao, de 18
    a 20 annos de dado, com os signaos segvintes
    altura regular, seceo, olhos grandes, narii grosso,
    dentes perfeito, rosto redondo e sem barba, ca-
    bellos earapinhos, ps chatos ehek de crevos,
    bem esperto e ladino, canhto, i cozinheiro, tero
    bastante pratica de armazem de carne serca ; le-
    vou urna bolea nova eom duas camisas, sendo
    urna bordada, 2 cereta, 1 camisa de meia, I pa-
    res de meras e I chapeo de palha de arroz; ea
    dinheiro levou 514, o mais alguma roupa perten-
    cente a elle : roga-se, portanto, s autoridades e
    aos capitaes de campo que o apprehendam a le-
    vem-no ao seu senhor, ra de Pedro -Affonso n.
    7, que ser generosamente recompensado.
    Preeisa-M de um criado pan o b*al na rna
    de Lambas Valenlnas o. 14.
    Rap areia fina da Bahiaj
    DE
    Moreira & Comparm
    O abaixo assignado, nico agente dessa
    fabrica, avisa-ao publico que tem aberto
    o deposito -de dito rap, no seu escrip-
    torio i rna do Vigarto n. 21, onde os
    freguezes encontraro sempre a quan-
    tioade que precisarem.
    Recife, 29 de abril do 1871
    Domingos Alvos Mafceut
    Nao Ira mais cakellos
    torneos. ;
    TINTURARA japomeza. .
    Se nica approvada pelas acad sciencias, rooonhocida superior- a toda qua
    tem apparecido at hoje. DeaMa anaci-
    pal ra da Cadeia do Roer, 1wje a^r-
    quez de Ob'nda, n. 51, i* andtr# em
    todas as boticas e casas de eabeUei-
    rerro.
    - PreeiM-ee de m eaoaro aa pratica de
    molhadoa, duda nadar de raa oaaet : na ra
    do Marques # Born a. 141.
    1

    !





    .
    r


    -&mBmM

    aiO de Fornambuco Quarta eir 26 de Fevereiro de 1871
    *
    Ir
    .
    *
    5

    lOVID.'IDE
    PIANOS E MSICAS
    AUTTOXIO JOS HE AZEVEIM)
    Ra do B&ro da Victoria n. ll,armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
    t
    Saques
    Sobre o Porto, saeram Cunta Innos & C, a
    prasoe vista j rua da Madre de Deus n. ai: '
    Ra Direita n. 120.
    Aluga-se a loia deste predio, propria para um
    hom ostabelecimonto coaiiuerciai, cobi duas tren-
    tes, e tem agua da companhia de Beberibe. Tam-
    betn se ht negocio com a armaro c gaz que exis-
    te na mesma : a tratar na ra do Imperador u-
    mero 81. v
    Desej-se
    saber onde mora a Sra. D Alexandrina Francoli-
    na ae bouM Marinho, outr'Ora moradora rua do
    alabouco n. 16, e o Sr. Vanoel Archanjo de Mel-
    lo, que toi empregado publico em Sergipe, para
    se ihes entregar carUs vindas daquella provincia,
    a roa do Cabug n. I.
    Precisa-se
    gSKL 3? ^m 9^a^i(,: a traUr rua ??
    aonde
    o
    fH0 &&H4SE3S
    puhltco em geral enoontra \sempre o maior e mais esplendido sortimento deptattos de
    .Pianos, msicas e instrumentos de mnsicas para banda militar
    e orohestra.
    Acaba de abrir m primelro andar do sobrado n. 12 confronte
    botica Maurer, nm gracejo sali onde esto expostos os magnifico
    * < .Ja" CP5 de armar:o, de PleyeL
    de meia canda, do mesmo autor.
    de H. Henrt.
    de Araede Thibont.
    nico agente tiesta cidade, dos celebres aTamados
    PIANOS DE AUCHER FOES
    Temiadosem diversas exposijoss op 14 meialhas de obto e prata.
    Sao es oaiecs pianos que aqni vem da Europa, perfeitamente afina-
    dos, fetos com elegan :ia e solidez.
    Tambera receben grande ?crrimenlo de mnsicas pira piano, piano e
    canto e entre ella? as lindas composiedes do moito sympatbico maestro
    F. S.4 VTIVI
    A SABER :
    Vec me qxter Walsa.
    Olga Marurka.
    La Separscioui Para canto.
    A Lu eleetrfea, grand s Wlsa.
    Franco Braaileiro- Polka.
    Tomada da Vllela C'lope.
    loaoinha Walsa.
    A Libertadora Polka.
    A Primeira espada Wafca.
    A Mioha Lyra Walsa.
    A Natalicia Polka
    Studente Po'ka.
    Ultimas pahllea;5e
    Felfas as offlcioas de mnsicas
    do annnneiante.
    Emilia, polka por I. Smoltz.
    Circaciana, fehoteb, por Smoltt^.
    Jardim do Campo das Pricezas,
    qaadrilba, per J. PoDtie.
    Chava de Rosas, Walsa, por H. Al-
    beftazzi.
    D'?tri emdiante continuar a anunciar todas as pnblicaoSes qne se forera friendo as peas offleinas de tntrsieas.
    Gratificado.
    No Idia -21 de outubro, embarcon no "vapor 'Ba-
    ha, com destino a cidade de S. Salvador (pro-
    vincia da Baha o escravo Raymnndo. que foi
    remeltido por seu senhor, Jos Fructuoso Das,
    para criado de um seu lho de norae Cunegun-
    des, estudante naqut Este escravo, que mulato de 18 annos de
    idade,'foi^entregueao commandarfte do mencio-
    nadovvapor que seguio naquellc mez para os por-
    tos 'do sul do imperio.
    Entreunto, nao tendo o mesmo escravo chega-
    do a seu destino, e ignorando-se completamente
    onde possa elle existir, gratifiea-se a quem pos-
    sa' dar do mesmo exactas informaces no Recite,
    aes Srs. Perdigo, Ollveira 4 C., ou na cidade
    do Feo ao mesmo Sr. Jos Fructuoso Dias.
    HJrgencia
    Precisa-se de urna ama re lerte, que te-
    nha bom e abundante, para criar urna me-
    nina recem-nascida, quer seja forra, ou es-
    crava; porm, sem filho, paga-sc bem :
    nesta typograpbJa a fallar-no i" andar com
    o administrador, das 9 da raanh sS horas
    da noite, ou em Olinda no Oito do Ampa-
    ro, casa grande com porteo de madeira ao
    lado pintado de verde.
    Aviso
    .r-.->r
    Aos proprietrios
    So antigo cartorio do tabellio Lobo, hje exer-
    tdo interinamente pelo eommondader Manuel Ca-
    Driiio Pires Fateao, encontram-so os ttulos dos
    principaes engenhos e propiedades deste provin-
    cia, bem como da Parahyba, Alagoas, Ceara e Rio
    rande doNort adatar do anno de 1600. Os.
    que carecerem de certidoes, doe sobreditos ttulos
    dirijam-se ao mencionado cartorio rua do Im-
    perador n. If.___________________________
    Manoel Rodrigues da Silva C-
    mara eiGraciliano Octavio da Cruz
    Martins, esposo e j[enro da falleci-
    da D. M:ria Francisca da Cmara
    Mello, convidara aos seus amigos e
    parentes para assietircm as missas
    que por sua alma mandam cele-
    brar na igreja de N. S. do Carmo desta cidade, no
    dia 27.do corrente mez, pelas 7 horas da manha,
    stimo dia depois do seu faUecimento.
    xwnw i .....mu i>
    Joaquim Jos Gonc&lves Beltro,
    seu lilho c Aftas, Antonio Goncal-
    ves BeltrSo, D. Con^tanca Perpetua
    Machado e sua filha, tendo recebi-
    do a infausta noticia de ter falle-
    cido no dia 29 do mee passado, na
    cidade do Poto, *eu prezado ir-
    mo, tio e cunado Jos Concalves Beitrae, pedem
    a seus parentee e amigos e aos do finado o cari-
    doso obsequio de assistirem as mm6as ^ue man-
    dam dizer sexta-feira 28 do corrente, trigsimo
    dia de seu fallecimento, as 7 horas da mana, na
    matriz do Corpo Santo; por este acto de earidade
    e religiio fiearSo eternamente agradecido* 4ar-
    se-hio esmolas a 100 pobres.
    FTJNDICAO DO BOWMAN
    . RUA DO BRUM H. 52
    (Passftsdo o chafariz)
    PEDEM AOS seobores de engeeho e ontros agricultores, *mpregadjre* de m
    chiismo o favor de nma visita a seu estabelecMoaoto, para verem o lovo sortimento
    complot] qae abiten); seado tudo superior em qaaiidade e fortido; o que com a ir
    peceo pessoal pode-se verificar.
    ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LlKJAR DE SUA FUNDICAO
    Vannroa A Wiriaa rl^atrnt dos ma'8 modernos systemas eem ta-
    V apuro O lUUaa UagUa maobos convenientes para as diverw
    circumstancias dos senhorea proprietarios e para descarorar algodao,
    MoGndas dfi camia de loos e8 lamanhos' as melbres exisiem.
    para animaes., agoa e vapor.
    Rodas dentadas
    Taixas de ferro fundido, batido e de cobre-
    Alambiques e fundos de alambiques.
    Machinismos
    Bombas
    i FH.MI
    Edgard Cmbaro di Vk.wjs de francoz, tan-
    to para fallar ooetio escrever esta lin-
    guaern pouco tempoe pormethodo mui-
    to mcii : na rua d* Aurora n. 41, 2. an-
    dar.
    & iDOIPnO BIRGOS
    RUA DO MPEHADOR N. 37.
    ! ANDAR.
    p ATTECO
    Preoisa-sc fle urna senhora que queira ir em
    <"ompanhia fie urna familia para Portugal, pagan-
    do-se a p* se-itie o seu trabalho : quem estiver nestas con-
    Qjf/e3 difija-se raa estreita do Rosario n 9.
    Sorvete.
    Hotel da Independencia.
    Rua do Imperador n. 32.
    Ha todos os dias das 5 horas da tarde em diante,
    sorvete de todas as qualidaSes.
    \ WK
    t
    gao i). .'17.)
    AMA
    moho b\..m.
    Trensa-M' ,],, miK, p3ra Cl)in-
    raro, .oinh.ii, Na do Vi|-
    con*'. fe v((lUri ( moga ,i, hr-
    "*.* rua da Cruz do '.ycife n-. i\
    'jrmnzem, procifa-se d<:w. cozi-
    nheira forra ou escrava, (f4gaiiJo-sc
    Afila ^isa-s de 'jma que saib, engom-
    x,viar: no Calderero, caaa de Francis-
    co Joaqun Ribeiro de Strlto.
    Pai pequea fnini-
    Ha precisa-se alu- r I
    counheira c urna cn-
    J*i^iia/ goinmad'ira, peritas e
    e de bi\a conducta. Paga-sc bem, p_eferindo-se
    escravo. A tratar na rua do Bncantamento n. i,
    pnir.eiro andar, de 10 as 4 horas da lafflo.
    Precisa so de urna ama para cozinhar c en
    gomnfar ; a tratar na rua do Hospicio n. 45.
    AMA
    Precisa-se de unta ama pa-
    ra C zinhaj e tumi piar, nu
    lavar e engommar : na rua
    do Barao da Victoria n. ii, antiga rua Nova.
    Precisa-se de urna ama para a
    serijo interno de una perra na
    tortilla : a rua do Duque de Ca
    AMA.
    xiasn. 54.
    Precisa-se &e urna ama que saiba conhar
    cem Derfeicao, sondo forra ou escrava : na rua
    Buque de uta n. 2i, Io andar.
    Precisa-se de urna ama para
    casa de homcm vivo com -
    llios, d-se boa paga agradan-
    do: tratar na rua de Mar-
    cilio Dias c 6f>, loja de ouriv.
    AMA
    Ama de leite.
    Precisare de nma na rua da (abug n. 6.
    Precisa-se. de um bomem para pucha-
    dor de-Foda^ e um menino para recebdor de
    papel-: 'esta typograpbia>
    t
    Precisa-se de
    Ua^sl n. 54.
    una ama de leilo : ia rua do
    AMA
    Precisan de nma ama para todo o
    servido de casa de orna s pessoa : a
    . Tt-aur na rua de S. Francisco n. 39.
    O agente de lefloos, Francisco Ignacio Pinto,
    pode ser procurado das "9 as 4 horas da'tarde
    -em seu escriptorio, rua do Bom Jess- n. 43, e
    daquella hora em di ante em casa de sua resi-
    dencia na rua do Visconde de Goyanna n. 58,
    (outr'ora rua do Mondego, casa em qne morou
    o Sr. Joioitta Cunha Nevcs). ________
    Excommungado.
    Acab 'de sabir a luz e acha-se venda e>ta
    linda pelek da aetoalidade, composicao do muito
    sympatbico maestro J. Poppe : rua Nova n. 11,
    armazn de msicas do Azevedo.
    para mandioca e algodao,]
    e para serrar madeira.
    Podeodo todos
    ser movidos a mo
    por agqa, vapor,
    de patente, garantidas........ f ou animaes.
    Todas as machinas e pecas de qae w c08,oma pre|!Mr-
    de macbiismo, a preco mui resumido.

    Faz qualquer concert
    Formas de ferro
    0 IHm. Sr. Dr. Pr;mcisco Pinto Pessoa, tem
    urna carta na rua do Imperador n. 28, armazem
    do Campes.
    Alllgil-se
    A cata n. 7, Passagem da Magdalena.
    29i000.
    Precisa-se alugar urna escrava que engomme
    perfeitamente bem, -e "faga o mais servico interno
    de unta casa de pequea familia com.esta de
    duas penca* : no largo do Paraizo n. 28. paga-
    se a qnantia cima.
    AMA
    Precisa so de urna ama para o-
    nliar e comprar, agradando paga-
    se bem : na rua Bella n. 23, hoje
    Ima do Carvalho._________
    J Impzrkd sociedade dos artis-
    tas me l?emmnbucot
    No dia 7 do corrente haver sessao ordinaria
    desta. lociedade, que deixou de haver no dia ter-
    a-fci'ra, como est determinado, por ser dia de
    cama val, e sende preciso tratar de negocios da
    interese da mesma soried'de, convido a todos os
    soci-os acomparecerem as 6 1|2 horas da tarde
    dag(uelle dia.
    O 2 secretario
    ___________ F. F. dos Santos.
    no mer-
    tem as melbores e mais baratas existentes
    cado.
    SnCOmUiendaS lQCumDe-se(leBian,larv'",<]o*,Qaer macbiniso i von-!'
    Preoisa-se de inna escrava para alugar se
    para duas pessoas : na rua Direita n. 61.
    Bom negocio.
    Vende-w 45 acedes da companhia dos trilhos
    tade dos clientes, lembrando-lhes a vanlagem de fazerero/urDanDS dodlecifea Ob&da : nesta typographia se
    snas compras por intermedio de pessoa entendida, e qae em qoalqaer necessidade pode
    Ibes prestar auxilio. .
    e instrumentos agrcolas.
    ilvti
    Joa|iim f'rancisco da Si
    Jnior.
    D. Joaquina de Souza Coelho S.'l-
    va pede a todos os seus parentes fl
    amigos deeu fallecido mando pa-
    ra assistirem ae missas que manda
    celebrar na igreja da Coneeicao dos
    7 /
    faM,
    Arados americanos
    RUA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O CHAFARIZ
    QUESTO DO DIA
    m*-***#**-**m&
    o
    0
    *
    m

    tt
    0
    m

    0
    0
    0
    0
    Militares, as
    por sua alma,
    corrente, Io anniversario.
    lloras da jnanha,
    quinta -feira 27 do
    Joaquim Francisco da Silva Jnior.
    I'ra amigo manda resar urna
    aiMsa pela alma de Joaquim Fran-
    cisco da Silva Jnior, amanha 27
    do corrente, anniversario de seu
    falleeimento, na igreja matriz do
    Poco da Panella, e para a qual con-
    vida os parentes e amigos do mes-
    o fallecido, que a ella possam assistir.
    Escravo fgido.
    Ausentou-s* no dia 23 do corrente o escravo por
    neme Antonio, preto, crioulo, idade de 39 annos,
    natural da provincia do Ceara, alto, tem nm sig-
    nal de queimadura no braco direiio, quasi junto
    ao hombro, pouca barba, sem deotee na frente
    tem a falla e andar descansad -, muito sellado
    para a frente, usa de ehapo de couro e alperga-
    tag, j>s apalhetados, levou comsigo roupa de al-
    godao da Bahia e roupa fiua e um par de sapatos
    de tapete ; loi escravo do Sr. Jos Antonio de Fi-
    ueiredo, e vendido por seu procurador aqui, Joo
    'edro de Mello ; suppde-se ter ido em companhia
    do escravo Vitalino pertencenie aos Srs. Jos
    Francisco Martins C.; portante pede-se as
    autoridades policiaes e eapifes de campo a ap-
    ireheneao do mesmo, e condu-am rua ao Apol-
    o n. K) armazem de Manoel Francisco Marques,
    que seao generosamente recompensados.
    * MEDICO-CIRIRCICO
    DO
    Or. J. M. Curio
    OPERADOR E PARTEIRO
    Rua do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
    meiro andar.
    Consulta das 7 horas as 10 da manhS.
    Chamad s a qualquer hora
    0 0-000000 00000
    CAZA DA FORTUNA
    MU i. DE MARQO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
    Aos 20:0008000.
    O abaixo assignado tem serapre exposto venda
    Rio de Janeiro, pagando
    os felizes bilbetes do
    roinptamente, como costuma,
    at o premio de
    Escravo fgido,
    Presos.
    Inteiro.......24000
    Meio...... .' 12*000
    Quarto....... 61000
    Manoel Martins Fiuza.
    PENHORES
    Na travessa da rua
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar, d-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    (F peta barriga que melhor se
    gooerva o mundo).
    Grande agitacio I... Todos fallam I....
    tam I... escrevem I... laetimam-se I... c
    ram... e nao eomem? nao bebera ?
    Fis a confuso! t
    Meditemos, pote...
    Alwcaras I... Alegrai-vos, bella | heroica ci-
    w dade do Recife, que vai desabar sobre a eabeca
    i de cada um de vossos invictos filhos urna nuvem
    prende de mgicas inspiracSes a veracidade
    deste annuncio.
    Queris conseguir os fins ? empregai os meios :
    apurai a vasa imaginacao, vasai na vossa Intelli-
    aeneja urna gota de inspiracao eEtereis resolvido,
    fulminado aquestao do diaj
    Queris ?
    Pois bem, /ortificai os puknoes, desejpedi a
    larynge, rgenlinai a voz, adquir o dom da per-
    suasao e finalmente abracai sem besitacao a por-
    tentosa inspiracao que vos offereco e tereis forcas
    suficientes para discutir, convencer e.. .derrabar,
    para sempre a magnaquestao do dia.
    Ouereis ludo isto i
    Vinde ae muito preeonisado armazem do Cam-
    pos, rua do Imperador n. 28, e comprai certas
    e especjaee victualhas, (exquisitas e excitantes)
    par dos coruscantes e finos vinhos, nao esqueeendo
    os inissimoi e calmantes licores, lembrando-vos
    dos rarissimoe o delicados acepipes, (alera de eu-
    tras 'muitas cousinhas boas que ficam oceultas
    oestes.....para despertar a eurosidade doe aman-
    tes da-----) e veris que depois de teres saboreado
    essas finas e delicadas iguarias ?os apparecer
    urna to enrgica inspirando (cousa inaudita) que
    vos considerareis metamorphoseado em algum
    propheta, abundando a vossa imaginacao de al-
    culos tnfailiveis que vos faro resolver em um
    pice o grande problema que prende tio forte-
    mente as voseas attenedesquestao do dia.
    GABINETE
    Medicotcirurgico
    RUA DO IMPERADOR N. 73, i ANDAR
    0 fi& NNBS DA GOSTA
    MEDICO-OPERADOR E PARTEIRO.
    . BgPECaALdDADES.
    Molestias e operarles de olboe.
    Cara radical e instantnea dos
    eslreitameatos da uretra.
    Consultas: Das 7 s 10 horas
    da maDb.
    Cbamado8: A qoalquer bora.
    GASA DO OURO
    Aos ft:OOOcOOO
    Bilhetes garantidos
    .rfti do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
    ' n. 63. e casa do cosame.
    O abaixo assignado acaba de vender nos seus
    muito felizes bilhetes a sorte de 5:0o0 em bilhete
    inteiro de n. 2795, e quatro quartos de n. 681 com
    a sorte de 100, alem de outr^s sortes menores
    5f *" e "* ua lotera que se acabou de extr -
    lii' (40*>; convida aos possuidores a virem rece-
    ner, que prompt. mente serao pagos na forma do
    costurae.
    O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
    vel publico para vi' no seu estabelecimento cora
    pr,r os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
    tirar qualquer i remo, como prova pelos mesmo*
    annun ios.
    Acbam-se venda os muito fclues bilhetes ca-
    rantidos da 7' parte das loteras a beneficio da
    igreja de N. S da Conceic.ao dos Militares, que se
    extralnra no da 4 de marco prximo vindouro.
    Precosj
    Inteiro 6*000
    *eio 34000
    D lOO-OOO para ma.
    Inteiro 3*500
    Meio 2750
    i> ^Q"3" 1*375
    Recife, 22 de fevereiro de 1873.
    Joo Joaquim da Costa Leite.
    m Novo estabelecimento &
    A ufallbilidade
    fe
    0 po'Jer ttin[toral nu-, le.ujHM aetnaes
    ii
    Jna |uiin Dias di Slnr AtcVedo Lentas.
    OjuscuIo religioso i\r>:ntciiieiiu publicado :
    vende-se na rua Priraeiro de Mar?o n. 2, livraria
    Econmica.
    Preco 21000.
    Madapolo avariado
    a3/ e i000 : na ruada Impcratriz n. 55, loja
    da rosa branca.________^______________.
    CJasae terreno venda
    Vende-sc a casa terrea n. 04 da rua do Hospi-
    cio, a qual tem 2 salas, 4 qu rtos, cozinha tra e
    quintal murado ; um terreno com parte aterrado
    e parte al gado, contiguo a casa n. 64, com 70
    palmos de frente e crea de 420 do fundo, tendo
    duas frentes, urna para a rua do Hospicio e outra
    para a nova rua projectada : a tratar cora oagen-
    le Martins, na rua d' luiperadur n. 48.
    Obras de iliantasia.
    rua do Duque de
    sortimento de bo-
    pedras.
    i bonitos
    de joias.
    i.~
    Terceiro andar.
    Aluga.se o 3 andar do sobrado da rua do Pa-
    dre Floriano com 5 quartos, 2 salas, cozinha e
    eambrone : a tratar na rua larga do Rosario nu-
    mero 22._____________
    MOFINA
    Est encouracado !!!
    Roga-so ao Illm. Sr. Ignacio Viira de Mello,
    escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
    favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
    cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
    reahsar, pela trirceira chamada deste jornal, em
    fins de dejembro de 1871, e depois para Janeiro,
    passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
    e por este motivo de novo ehamado para dito
    fim, pois S. S. se deve Jembrar que este negocio
    de mais de olio annos, e quando o Sr. seu filho se
    achava nesta cidade.
    i Ka do Cabug n. 1.
    I Neste estabelecimento se encontrar ^
    i um bonito sortimento de joias que se &
    | venden, por tal preco que animar ao
    comprador, attento ao vantajoso syste- &
    m raa> gannar pouco para vender mui- EL i
    | ^TJrSSST u,il ao compra- ? Diademas e aderecos de.ma-
    3 Tambera se compra ouro, prata e pe- *
    m dras preciosas, bem como se fabrica e **
    ^ concerta toda e
    * mesma arte.
    A loja da Aguia Branea,
    Caxws n. O, iccebcu un bello
    nitas modernas obras de pliantasia, sendo
    Brinc s e mus pretas, comdonrados e|
    Outros de n adrep rola queimada com
    tnfeites de delicadas limes.
    Outros ("c fin domado cem p ngeMes de cores.
    Outros encamados e de honit s moldes.
    Rosetas de fino di .lirado com pedras branecs,
    Adercco* de ni:i'lrc;irr-ilTi.
    Ditos douradosM'oiu camapheo preto.
    Di'os encarnados.
    Hitos imitando rolhaa e florea naturaes,
    Ca soletas de madrepeToia
    Voltee de grostos ljotares de cor s.
    Outras de ditos pret s cora donradus.
    Pulceira- de tartaruga eoui dourado.
    Outras pntas. f
    Grampos pretos c de cure-.
    Id.nitas abotoadnras de fino dourado, c m po-
    dras, coral ate. para abartora de camisas.
    Hotoes douradol e de outras qualidadcs, para
    aberturas e eullarfaibas.
    Bonitos leques.
    A loja da Agnia Branea, rua do Duip>/ ,ft
    Caxias i, 50, recobeu i'.nit s leques d r>d%ita
    phantasia, pre o com dourado-, e outros, de apu-
    rados gostus; assiin como receben ou os de ma-
    deira (|ue se confunde com o sndalo, e tem e-
    !es lindos coloridos n e atro, e aioda assJn ven-
    de estes pelo barato preco de iOAX) cada um.
    Vasos de crystal para toillet.
    A loja da Aguia li anca, a rua do Duque de
    Caxias n. 50, r ceben bonitas gamflnhas de crys-
    tal em par com ramagens dOQradl e mui pro-
    prias para arranjos de toet, etc,
    Aunis e colares elctricos
    A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias
    n. 50, reci beu nova remessa dos proveitosos an-
    nes e colares elctricos, e contina a recebe-tos
    mensnlmente, pelo que sempre estar pnivida de
    tacs objectos.
    Diademas domados
    A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias n
    50 recelieu novameiite bonitos diademas dourados
    eei.reitados cora pedias e aljofares, obras de gos-
    toe phantasia. Tambem recebea novos grampos
    pretos ou alfinetes cora fiores para a eabeca.
    Leques com bouquets e ou-
    'tros chinezes.
    A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias
    n. 00, recebj-ii una pequea quantidade daquelles
    bonitos leques com bouquets e outros chinezes.
    Cola crome para refrescar e
    amaciar a pelle
    A loja d'aguia branca a rua Duque de Caxias
    n. .jo, receben cold ceme Jos afamados fabrican-
    tes Lubra, Legram e Condray.
    Diademas e grampos de
    ac,o.
    A loja da aguia branca, rua do Duque de
    taxias n. j0, recobeu novaniente bonitos diade-
    mas e grampos de ajo. ^
    Bicos de seda pretos com
    flores de cores.
    A luja da aguia branca, rua do Duque de
    Uxias receben, como novidade bonitos bicos de
    >eda pretos com flores de cores, sobresahindo nel-
    les o preto com encamado, c todos mui proprios
    para barras e outros enfeites de vestidos de gra-
    nadme, u ioe.1,0... e mitras fazendas transparen-
    tes. Pela commodidade dos pre os esses bicos tor-
    nara-so man coramodo.s e pela novidade de costo,
    prefenveis a quaesquer outros enfeites.
    Veos ou mantinhas pretas.
    A loja da aguia branca, rua do Duque de Ca-
    xias n. o0, recebcu bonitos vos ou mantinhas
    pretas de seda com flores, e outras a imitaco de
    ?? \v.end.e"as ,,l,IS baratos Prc:3 <>e U,
    a e 65000. A fazenda boa e est em perfeito
    estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
    150^000
    NVste
    Acha-se fgido desde o dia 9 de Janeiro deste
    anno o escravo Antonio, crioulo, de idade 22 an-
    nos, estatura e corpo regulares, cor preta, eabel-
    fos carapinhos. rosto coronrido, olbos flor do
    nato e amarellos em virtude do vicio de embrea-
    1S^TtM e,ntreg*' ?S2 ?"? C0D8ta que Lcrespw principiando a bncar.'
    aaataa como torro, ja em Santo Amaro e ja em no s^nal & c^l|os no b d
    InSkr^3ta C,aad6. '"ft"8* 3 t0daS M ratn lettras-L. F. N. labV '
    ant*d*8 pohciaes e capities de campo que o
    asjprebendain e conduzam-no a casa de seu senhor
    Est fgido desde o dia 23 de junbo do anno
    de 1871 o escravo Lniz, mulato, alto, cabellos bem
    Tem um peqne-
    y*?*1 ,Jo** fe Almeida Pernambnco, a rua
    Barao a> S. Borja (antiga roa do Sebo) n. 28.
    do
    Criado.
    Preeiea-M de um criado ou escravo us seja
    i, esquina 4a rua Pormosa. """"'
    ler, trabalha de
    , pedreiro, envernisa e pinta.
    Este escravo tem um irmao liberto, qne traba-
    lhava (e pode ser que anda trabalhe) de machi-
    nista de vapor nim engenbo de Abreu de
    Una.
    Poete-so as autoridades policiaes e capites de
    campo q"Ne o prendam e facani-Bo conduzir a rua
    d# matrii "a Boa-Viste, casa n, 33. onde reee-
    bero iSO/OO.
    Iluvidacs ?
    caso l vai :
    Com a barriga vasia
    A eabeca arde, enflaquece,
    O corpe treme, vaclla,
    A raeao dcsappareoe.
    \ 28 roa do Imperador N. 28
    No engenbo Massuass, freguesa da Escada, se
    dar de gratfficaco a quana acjma a quem ap-
    prehender tres cavallos qne naquolle engenho
    foram furtados na noute do da 29 para 30 de no-
    vembro prximo pasado : o '.. tem 9 annos,
    castanbo e castrad!, tem a orefba direita bastante
    lascada, urna estrella na testa, e no quarto esquor-
    do tem urna cruz ; o 1 ruco, com pintas ver
    melhas nos quartos, grande, gordo, com o pes
    coco fino, castrado, tem os qadris feridos da
    cangalha, ferrado com a marcaI. R. do lado
    direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rodado
    sanhass claro, curto grosso, um pouco cambto,
    castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
    Ono quarto direito : gratifica-se com 50*000
    or cada um em presen ca da pessoa, em cuto po-
    er for encontrado qualquer dos ditos cavallos.
    qualquer obra tendente fi*
    WlWifffttf**!
    - O abaixo assignado, tendo justo e contratado
    comprar a D. Hara da Coneeicao da Silva el,
    mando Bento Jos Domingue sua padaria sita no
    largo da rua da Casa Forte n. 69, com todas as
    suas pertencas, faz o presente -para que se al-
    guem se julgar cora direito dita padaria, cora
    pareca dentro de tres dias, a contar da data deste
    a se entender com o abaixo assignado, sob pena
    ae nao ler depois direito algum que altear a tal
    respeito. Casa Forte 24 de fevereiro de 1873.
    ____________Andr Bousson.
    208000 de gratificado.
    Fugio na noute de 19 do corrente mez, da Es-
    tanca, um cavallo pedrea, sellado e enfreiado,
    sendo grande e de cimas cur.'as : quem o achar
    pode eva lo a rua do Trapiche % que ser
    promptemente gratificado.
    COMPRAS.
    Compram-se algumas casas terreas que se-
    jam em boas roas : na i ua de Hortos n. 112.
    Fugio do engenho Ponte!, em 8erinhaem, no dia
    7 do prximo passado, o mulato Simio, com os
    signaos segrales: estatura regular, cor- o secee,
    cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
    nhos e falla descansada: quem opegar leve-o ao
    sen senbor o tenente-coronel Vicente Heodee
    wanderiey no dito engenho, ou no Recife ao 8r.
    Bernardino de Sena Pontuil, na rua da1 Madre de
    Dos n. 36, que receber a grauficicio de lOOd.
    Zr Ouom precisar de urna escrava cozinheira,
    oirtja-se rua de Sanio Amar n., > andar.
    !*a roa da Imperatrtz n. 47, 1* an-
    JSr dar, urna senhera tendo j grande pra-
    g tica do ensino, recebe di npulas de
    ^fy piano, msica e desenho.
    O abaixo assignado, tendo de retirarse para
    Europa com a maior brevidade possivel, afim de
    tratar de sua saude, e nio podendo pessoalmente
    despedir-se de tod s os seus amigos por falta de
    lempo, o faz peto presente, pedindo-lhes desculpa,
    e ao mesmo tempo Ibes offerece o seu pouco pres-
    umo no que mes poder ser til na cidade de Lis-
    boa, onde tem de residir. -O vicario
    __________Antonio H. de Hofianda Chacn.
    Comprase urna escrava.
    Ka rua Augusta n. 248, compn-se urna escra-
    va de meia idade, que 9aiba cozinhar.
    VENDAS.
    h*rt, Mfcf dttas ?888 terreas de taipa, co-
    irJ*. 'flha 5 e,.n chaos nroprios, cojo te reno
    tem 46 palmos de frente e 26 bracas de fundo e
    com bastantes fructeras
    zalla Velba n. 80.
    a tratar na rua da Sen-
    VENDE-SE
    a armaeao de amarello invernisada e toda envi-
    drafada da loja da raa do Bom Jess n. 39 pro-
    pria para qualquer negocio, na mesma casa ou
    para qualquer estbelecmento
    mesma.
    dreperola.
    A loja da Aguia branca rua do Duque de
    taxias n. 0U, receben urna pequea porcao de
    diademas e aderecos de mdreperola, obras da
    apurado gosto.
    Para o carnaval!
    Para o carnaval!
    Para o carnaval!
    Velbutina de todas as cores ; so na rua Duque
    de Laxias n. 60 A, loja da esquina, de Bento da
    ollVA k C
    Perfeita novidade.
    Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
    nhotos dourados e coloridos.
    A loja da aguia branca, rua do Duque de
    .axias n 50, receben novos grampos com bor-
    Iwletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
    perfeita novidade. A quantidade pepuena, e
    por. sso em breve se acabar'.
    Novas gollinhas ornadas com
    pelucia ou arminho
    A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias
    - 50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
    s e novas gellinhas, trabalho de l e seda en-
    neitadas cora arminho, obras estas de muito 'costo
    e rateiramente novas. 6
    a tratar na
    Agua Preta
    Mame! Xavier de S e Amqnerque, solicitador
    provieonado encarrega-se de promover qualquer
    VENDE-SE.
    Vendo-se nm sitio com urna casa terrea de
    pedra a cal. tendo 90 palmos de fundos, em
    chaos proprto : f rua da Floresta n. 2, em Oiin-
    da, para ver e tratar na mesma casa.
    Vende-se
    Urna casa de pedra e cal, na rua de S. Higuel
    no*i Atogados, com dous quarto, daas salas, eo-
    imba tora a quintal era aherto : a traur na rua
    da Santa Cruz n. 74. .
    I
    Cha preto e verde
    Vende-se no bazar victoria cha nreto e verde
    de muito boa quahdade: na rua do7j l
    Victoria n. 2, loja de Amara!, Nabuco 4 C.
    TTEHCAO
    Da?ndrT .S"?5*0 da k)J*da ru de Itaa-cilio
    1": 5r*'eando-se a casa que tem accommo-
    rt~ P* 1ualqer estebelecimento, com en
    canamento dagua, com deposito, banheiro e
    quintal, tendo bomba para levar agua ao sobrado,
    que tambera se aluga, a qual propria para a
    residencia de- quem ti ver de se esUbelecer na to-
    ja, sendo de um andar com solio, com commo-
    dos para familia ; pintado de novo, com. lustre
    de gaz na sala, e bioos em toda a casa, e outras
    bemfeitorios que com a vista melhor se ver : a
    tratar na referida loja.
    Taverna
    Vende-se a taverna da travessa da rua das un
    zes n, 6, com poucos fund w, propria i ara nrinci-
    piante : a tratar na mesma.
    Vende-se um carro para servico
    e um hoi grande muito manso, tudo i
    azoavel : a tratar na Soledide, taverna n.
    I
    de alfandega,
    lo por preco
    fromejojp^art^o^el^rde 'ncruu*'
    ~V*f duas rasas terreas, mido urna
    l?& 8JJo?e n- **> eoatn i rua do Pbarol n.
    rt hunV* Portas: a iAitr a nu do Marques
    de Qlmda, annazem n. 54,



    I
    u
    I I .'i/*


    F
    6
    Diario de Peraaiakto Quarta feka 26 de Fevereiro de 1873.
    Fazendas em liquidado
    N. 60 Rua da Imperatriz N. 60
    di:
    DA SILVA C.
    Tenio o propietario dosto importante estabelecimento, grande vontade de liquidar
    todas as fazen las quo tem em ser, tem resolvido vende-las porpre$os muito mais baratos do
    que se ven lem era >u tra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razo por que con-
    Tida o respuitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento defazendaaop
    lei, como tambera de grande sortimeuto de fazendas finas e do mais apurados gostos1.
    E previno que^s veude a dinheiro vista, por estar em liquidacao.
    iRE-\4IM\FS jOFFICINA DE alfaiate na lojado
    COMLISTK\SDESED1A800RS.OCOVA1)0 Neste grande estabeleeitoeoto encomiar
    O Pavao recebeu um elegante sortimento o rospsitavel publico, orna fceni montada offl-
    das mais lindas grenadinos protas cora listras cia de alfaiate, onde se manda eeotar
    de seda de cor, tendo entre ellas comlistra qoalqaer peca de obra, tanto para bonetn,
    roxa propria, para luto, que vende pelo ba- como para meDinos, com a maior pres-
    raUssimo prende800 ris ocovado ; assim tesa e perfeitfto assim como para qaalqoer
    como dita muito fina com hstra encarnada, lato que de repente apparef a, fendq na naea-
    que Tendea 1#>000 ruis o covado. Esta ma ofQcina om perito offlcial destinado nara
    fazenda vcio pelo paquete chegado ultima- fard3 dos Ilm. Srs. officiaes de goarda aa-
    mente da Europa, e liquida-se na loja do cion.il ou tropa de boba, sendo ata oficina
    Pavio ra da hnporatriz m. 60. dirigida pelo babtt artista Pedro- Celestino
    t:\MBll.VIS ABERTA8 PARA VESTIDOS A' Soares de Carra**
    J-P000 e 10#000 RS. SPARTILBOS A 3,5800.
    O Pavf.o recebeu um elegante sortimento O Pavio tem oto grande sortimento de
    das mais futas cambraias brancas, abertas e es.wtilbos, tanto para ssnbora como pira
    bordadas para vestidos, que vende pelo ba- menina, qbe vende peto barato preco de
    ratissimo progos de 9?, e 109900-rs. o 3^000." Dhos muito finos a W0O0 e 50300,
    corte,, tondobastantefazenda.E'lpecbincba, talo d03 mais-moderos qae tem vindo ao
    na loja do Pavo a ra da Imperatris n. 60. mercado
    LASINHAS BORDADAS A 400 RS.
    ? O COYA DO.
    Pato receben um elegante sortimento
    da* mas lindas lasinhas transparentes com
    ,^(M/ iilns bordadas, tendo do todas as cores
    iiulus ve roxa propria para viuva, e vende
    pelo bari^Ussnao prego de 400 rs. o covado.
    K' pechincha na loja do Pavo a ra da Im-
    p iratriz n. t>9.
    GRENADhNES A 640 RS. O COVADO.
    O Pavao recebeu um logante sortimeirto
    das mais lia las grenadines protas com listras
    brancas e de cores, sendo muito boa quali-
    dade c vende pelo baratissimo prego de 560
    M. o ovado. H'pechincha na loja do Pa-
    vo a ruada Imperatriz n. 60..
    COBERTAS DE ITISTAO ACOLXOADAS A
    4SK)00 RS.
    O Pavo receben um grande sortimento
    de cobertas grandes de fusto, acolxoadas,
    guarnecidas com franja em volta, tendo b ran-
    ease do todas as edros, e vende pelo baratissi-
    mo prego de 4, rs. E' pechinclia na loja
    do Pavo a ra da Imperatriz n. 60.
    CHAPEOS PARA SENI10RA A 12-5000 RS.
    O Pavao recebeu um elegante sortimento
    dos mais modernos chapeos de palba, rica-
    mente enfeitados, para senbora, com os seus
    ooTiDetentes veos, e vende .pelo baratissimo
    prego de 125000 rs. E' pechincha na loja
    f Pavo a ruada Imperatriz n. 60.
    LAS MODKRNAS
    O Pavo vende um bonito sortimento do
    lasinhas letradas, sendo das mais modernas
    que tem viudo ao mercado, pelo baratissimo
    prego de 560 e 000 rs. o covado. E' pe-
    chincha na lojado Pavao a ra da Impera-
    triz n. 60.
    ALPACASLAVRADAS A 640 RS.
    O COVADO.
    Cbegou para a loja do Pavo um elegante
    guatimento das mais bonitas alpacas de cores
    layradas, sendo as caros mais modernas que
    tem viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
    ratissimo prego de 640 rs. o covado. E'
    poebincha na loja do Pavo a ruada Impe-
    ratriz ii. 60.
    Coartes de cambraia, ii!ti:2i:a uo-
    viriadU-. a ?-?000.
    O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
    Enrona cortes de cambraia branca com ba-
    badmbos ricamente bordados, tendo fazenda
    sufficiente para vestido de qualquer modelo,
    estes vestidos sao os"mais modernos (pie tem
    viudo ao mercado, e peb sua escessiva bra-
    teza, tornam-se recommeadaveis as senboras
    de bota gOito. Bazar do Pavo, ra da
    (mperatrii n. fio.
    LENCOS A 29400 A DZIA.
    O Pavo tem urna grande porgo de len-
    cos brancos com barra de cor, muito bonitos
    e boa qualidade, que vende por 29400 por
    t>r grande porgo,
    Ditos todosbrancos abatanados muito fi-
    nos a SJpSOO.
    Ditos chnezes cora barra de cor, muito fi-
    nos a 9#500. E" grande pechincha, na loja
    do Pavao.
    ?? >ineira a 3900.
    O Pavo receben peto ultimo vapor, um
    fiado sortimento de romeiras pretas de fil
    com salprcos, com lindos enfeites pretos ede
    coros, o vende pelo barato prego de 39000
    ca la um, por tel grande porgo.
    Ditos tolos de seda ricamente eufeita los a
    49000.
    PARA 0 CARNAVAL.
    I Asninos
    O Pavo tem um grande sortimento de d-
    minos de todas as qualidades gostos, proprios
    para o carnaval, tsido tam!)em de merino
    fscossez muito iillBiitHI(ttl', que vende ou
    aluga por preeos muito barat s, por ter gran-
    de porgo.
    LENCb'ESDE BRVMANTE.
    O Pava' vende lences de b<-onnle mui-
    to grandes, sendo denm panno s, pelo ba-
    ratissimo prego de 2J'i0 cada cm.
    .aUDAPOLES.
    Peg^s de madmniao francez muito fino
    com 20 jardas a 3#5O0 e 6fl000.
    Dit s cata 24' jardas maito superior a
    6*500 e 700>.
    Di.o ingles* fazfnda'muo finia '5/5000,
    6)00 e 6)590 at4060.
    Dit'.? frmwxe. m?f7!s vanho fiao9 de
    iOjirdaa para dtfaren'ie pregos.
    ALGODAOZMIO.
    O.Piv'j vende por prego muito barato
    aefi; de al(?o13z't)-)-- americano rqait'i
    bom cem 18 jarda a 4000*.
    Dito cora1 24*jardis- a 4->300 e 5l000
    atl 65(1:10.
    Dito largo marca- T mnito encorpado a
    6|foo;>.
    ALGODO ENFESTADO.
    0 Pavo. vend o verdadWro e superior
    lgodiozii.no de dCra's'la'rgrjrs para lengas,
    M'do muito entortle'i'-iTOO cada vara.
    Dit- t,a ic-id d'i ttwama-largura < \&im:
    CORTE-4 1)5 CHWAS-A 20400 E 24880;.
    O'PjvJh f.ndelc'on>is derbitas fraofleaaa
    fina, CHITAS A240R3.
    CHITAS A 210 RS.
    CHUTAS A 240 RS.
    O Pj^o vende chitas franeezas proprias
    psra vestido, sendo muito boa lazenda, com
    padres claros e escoro, pelo barato poeto
    de 240 rs o covado, por ter om Iwato
    lo de mofo : pechincha.
    LIQUIBACiO DE CALCAS DB CASEM1R*
    O Pavio tem^m- grande sorlimanto de
    raigas de casemira de todas as c6res-e qnai
    Miis, para todos os preeos, e desejaodo
    muito limii-las, resolvea vende-las por
    um prego mnito em contu, par dimtaair a
    grande porcSo.
    CASSAS FRANCEZAS.
    0 Pavo vende bonitas cassa franceeas
    com bonitos padres, e de muita phafltasia
    pelo baratissimo prego de 240 e 280 rs. o
    covado, sendo fazenda de muito mais dinhei*
    ro, grande pechincha, nadoja do Pavio.
    BOURNUS A16900W .
    0 Pavao recebeu pelo ultimo paquete da
    Europa, bournusds mais lindos gostos que
    at boje sao conhecidos, e era relajo ex-
    cessivabaratcza,convidanvse as Fama.-. Srasi
    para as verem, para assim admirarera o que
    ha de mais novidade neste artigo.
    CORTES DE CAMBRAIA A D0#.
    O Pavo vende cortes de cambraia branra
    com listas c lavores da mesma cOt, tendo fai-
    zenda para um vestido, e vende peh>bante
    prego de 69000, por sergramle poobinebtu
    Ditos muito finos com babadinhos brancos
    bordados a 89000.
    Ditos ditos com listas de cores a 49000 e
    59000.
    Ditos de cambraia branca com SOmeros
    de babadinhosde cores a 09000. E* grande
    pechincha na loja do PavSo.
    BRAMANTES PARA LENgO'ES
    O Pvo vede soperior bramante de al-
    daj ten j > 6 palmos de largura que s
    percisa de i V* vara para um lengol, me-<
    tro I600 e a vara 1)5800.
    Dito de linho poro soperior muito encor-
    )ado com a mesm3 largura a vara 23400
    Ditos francezes milo fiaos a 2^500 e
    MKKXh
    Pega da Hamburgo e panno de linbo com
    0 e 30 varas, para todos os pregos e
    qnalidade.
    Pegas de bretanha de pnro linho, tendo
    tO jirdas pelo3 pregos mais barato que se
    tem vi-to.
    Pechincha de finissimo e.'gniSo anceleaa
    ;om 6 jardas 1$:0Q.
    Pega de finissimo cekraa com 30 jardas
    de gVD eda ctorvev..
    raras" mu 12 edades pato'preo
    tmo wtfacrtei
    d^
    a '' HJ, ato.illi.ido adamascado com 8 pal-
    mos de largura a vara 25')0.
    C\LQAS DE CASEMIRA.
    0 Pavio tem nm grao'le sortimento de
    silga de casemira, assim como cortes o-
    mais modernos qna tem vindo nos ltimos
    S>urins e em fazenda da3 mais finas e mai
    aovas ao mercado, e vndese por barato
    prego para aporar dinniro assim como cal-
    as de bim Maneo e de cores por pregas
    iiaito razuaveis para acabar.
    TNICAS PRETAS.
    0 Pavo receben om grande sortimento
    das mais ricas tnicas de grs preto, rica
    mente enfeitadas, e vende p k prego razoa-
    vel.
    VESTID03 RRANCOS BORDADOS" DE
    3550000 AT 605000.
    O Pavio receben nm lindo -Bortimento
    dos mais ricos cortes de cambraia branca,
    ricamente" bordados, e com todos os enfei
    tes necessarios, e vende pelos prego; d-
    35^000 al 6041000, nio tem vioi> nada
    mais rico nem mais moderno.
    CORTINADOS PARA C\MAS E JANELLAS
    A ^500, 85000 E 10*00J.
    O Pavo tem um grande sortimento de
    cortinados para cama e janellas; qne ven-
    de pelo barat prego de 7>300; 85 <0) e
    O5000 o par, tendo at por 18#O00, assim
    como colchas de damasco para camas- de
    noiv.is, e grande sortimento de tape'es tan
    lo para 4cadeiras como para cimas, pianos,
    portas, etc., todo vende por pregos razoa-
    els.
    CAMBRMAS.
    0 Pavio vende cortes de cambraia .trans-
    parente propria para vestidos a 2jJ*0O &
    350O.
    Paga de dita mnito fina- comUO jardas
    tanto ta.iada como transparente a-45000,
    '5000 e 65000 at a.mais finai qm ve
    10 mercado.
    CORTES DE PERCALIV COMDA'S SHAS }tfi
    A 45OOO.
    O Pavio. veode bonito* corts-de precalia
    com doas salase senl 1 far.enda de moto
    gosto a 45000; ),ie*Wot!fa;
    IUPTISTAS DE GRANDE N-VIBABR-'
    O'Pavio- vende- om-g^aft^setflnenW
    dafmair nSodertiis, tamistas" com''lisia d&'
    dor, proprias"pira vesiSo, comas-coregaa'a
    tovas qne tem viode-as' marcado sendo
    mnito mais largas do qaa as ebilaifrance^aa?
    o vQ-13 pelo baratissimo preoo. dt^r&OONw
    caa-covdo. "r
    AUenfiKr!!! -:
    A MADRESILVA.
    Praga da Independencia
    ns. 38 e 40.
    Acaba a Madresilva "de reeeber diverso*
    objectos, como sejam :
    Ricos aderegos de madreperola brancos e
    de cOres.
    Diademas de madreperola, ditos dourados,
    ditos de massa ou bfalo, rioamonte enfteha-
    dos, cruzas fingindo brilharrtes; cassohrtas do
    plaqu com voltas e sem ellas, imitando
    ouro, pulseiras douaadas, ditas imitando
    tartaruga,, rico sortimento de grampos para
    cabello, sendo borboletas", besouros beija--
    0ot9 e outras nrahas -qualidades, tudo d
    muito gosto, rico sortimeirto de gravatinhas
    de laces para senbora, sendo velludo, sarja
    setin, gaae, esoosseza e de urna s cor, fa-
    zenda i ntei mnente novidade.
    Lindo sortimento de Jeques de maifim
    madreperola, tartaruga, diiosdourados, com
    seda e sem' ella, alm des tes- de ontras* umi-
    tas qualidades, qne enfadonbo seria mencio-*
    ner, tanto para senhoras como para me
    nina.
    Rico sortimento- de punhos e golhwha*
    bordadas em cambraia de linho eeamizifbas
    bordadas para senboran.
    Bonitas guarniges ow.dragonas para ci-
    foitos de vestido, assim cerno os m irko-deso-
    jados-conloes de seda, iaareada inteiramcnUr
    novidade neste mercado.
    Rico sortimento- decaisinbas com prepa-
    res para- costura, sendo de tampas de c)Sta
    e de outras muitas qualidades e-tamaiihos,
    ditas para.porta-joiasr-, portartractos, rico
    porta-relogios, porta*eharutos,. porta-ciraa,
    tinteiros-, castigaes, tndo sao- objectos dd
    plaqu, proprios para presentear a qualquer
    pessoa, a&sim- como diversos objecto para
    escriptorio;.facas para cortar papely carteiras-
    pera notas,-cautas para phosphoros, caetas
    ibordadas-e-lisasi maraca-para' errangas, si-
    taetes para abrir firmas, caixaseonlendo urna
    caeta, um bpis- e um canivtte, agulheiros
    e dedaes, todo estes objestos sao de-marfim^
    fazenda iiiteiramente novidade, asura como
    ootriwrauitos-que'Sa vista dos pretenden-*
    tes se podero mencionar.
    Vestuarios para criangas^chapozinbosd
    seda> sapatinho- de merin*. e setimy.mcias
    do seda e de algodio;brancas e de coros tu-
    do ira baptisades;
    Rico sertjmeirt de babadores -par ovran-
    gas-j. ligas1- de seda- para senhoras, lencos
    braneoscom raciag^ns, miasJesd3.para
    jonhoma-e meninas; ditas de fio de EsMRMf
    o melbor qu. se-pii dosejar, assim come
    meia Rice> sortimento. lialeiav marchetadaa de madreperola, pata
    roapa o cabello^ e- e-ontraa-- nanitas qgd
    AfiELHAS E LI^AS PAJIA MAGHIKhSt
    A Madresilva acaba de leeebr um eookf
    pleto sortim'n*> dea^aJUas elinhas branoas,
    de cores e pretasipaa machinas, dos faor
    cantes Grovor & ISkr's, aisimeomo attlbas
    de t>lasas*qualidadas e liulaiwde ^edu> para
    bordar e paia 4-aialiat rica apollas- com
    voe-e sem-elleVpara! noivas fiHrbranc?- boBUas-ramagen&e-eom.7 pa&MSsde largan,
    faaenda.especial i sna-lrtadsesisva^
    Reo-8Qrtimoh de- finir; de laranja.em
    ramas e sepas, de todos os tanaanhos, para
    enfeites-de vestkloe^le noivas
    Rico sortimento de collankes-e pvplNfl
    boedadose lisos, de- linhoe algodSo, pra
    homens, assim. t-mnn .cha-wcs de soi:com
    castoo de marlia, eoutros ;\y.tos arttui.
    TEM A. MARRESILVA
    bonito sortimento. do jarres,, castigaos- com
    pingentes; garrafas, o copas para espjtos,
    frascos, garrafmhas de diversos gostos> bto-
    prias para toilettes, assim.eomo,acaba.de re-
    ceber um completo sottimento de espolhos
    de molduras douradas, do todos os taa-
    nnos, de 3 a 9 palmos de- altura e-largura
    regular.
    A'MADRESILVA
    acaba du receben um especial sortunento de
    luvas de Jouvin, brancas, pretas o-de crs,
    para hornees e senhorasv assim oeruo tam-
    bem para meninas, e meninos di> 3 annes.|
    para cima.
    RONECAS.
    Rieo sortimaate de bonecas. de teJos.- e
    tamanbos e com rosto de cera.
    BORDADOS.
    A Madresilva acaba, de reeeber um rico
    sortimento deboedados em. cambraia de ii-
    nho, faienda iuteiramente novidade p.c-slo
    mercado, sondo babados e entremeios.
    Finalmentok a Madrosilva, ajm dos arti-
    gos que vosiaz mengaio, tem outros. muitos
    que enfadonbo seria exj)Uoar7vos> por isso a
    Madresilva espera que vos dignis visita-la
    mais a middo, a qua vos ficar sompre
    grata. ____
    -Napaidaria allctnft'' na ru.i da Cc^iii'n.
    "54> tem para se vender o scgninti-:
    Ervilhas-de tres dilfeventfsqnali laVsy.fei-
    Jaobranco grado, repoi!>e-m barricaai Jn>-
    tilias, sevadiha (Pertey, sagii, amanssV
    niagas e ceieja seccas; tnvbm teny para
    vender duas Salangas grandes rom gar-chos
    e bracos, algus pesos, deas roKnhasdc-me*-
    ta! para carrinbo de mo, uawi forma o um
    forao para fazer hostias c obreias, c urna
    bomba.______________________
    Lazinhas para vestido a 320
    rs. o covado.
    : S na i ua do' Datpie de Caxias n. 60 A, oirtr'o
    ra rea do Qhercado, loja da esquina, de Beata
    da Silva C__________________________
    Rival sn seprnlo.
    Ctj ram agulftas para machinas, do fabiicante
    Crower 4 Baker. Diuia por 2*080.________
    ChegHem qaanlo aules!!
    A^IMIS^N -SSSW!
    Lindos cliapos- eampsties, da uliima iumq,
    para senhora, s.aa ra do Buque de Caxias. n:
    60 A, loja da esquina, do Bi-ato da. Silva & <;. -
    Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
    qne fica entra o docommendadr TSsso e o do
    desembargador Bwia, com casa de vi venda, d ffe-
    rentes arvoredos, grande, baixa de eapm,.etc,
    dando os landos para a estrada dos trillu urba-
    nas ao p da estacan da. Jaquaira : a tratar na
    roa do Amorim n. 37.
    SParinha d mandioca a, ZS> o
    saoco. i
    Na rua da Madre Baos- aj 7 ; a ella, em
    qaanto nao saacaba.
    Xaropo d%grio dePa
    Antgoe conceituado medicamento para
    tura-das imdeaaias dos orgiio&espirMorios,.
    conaoa*hkyswa,.1brofih>tas asnna, eto.>,
    pplicado :idaxeot.nptimr*."re*ltfl(l'ts no
    escorbtrto.
    Vende-se-.na phatmaaia e drogara de^Bar
    olomeu & C, roa LaffR
    I^uslaiwilw.
    i|iBi|5*wn*-d5' *t* t^ljrapw para quanoer
    sfciaa^^^art',n*4*iHlWW5i rt faitm'
    de-se um c^l3rlolel.amepca>lL.Jd^>aUl.a*,
    phaWtt imr c e n b6jn. eslavo r &***.

    MACHINAS
    BE
    COSTURA
    Cliegaraesao Bazar Universal da roa No-
    va n. 22, om sortimento de machinas para
    costura, das melhores qualidades que existe
    na America, as quaes muitas j s3o bem
    condecidas petos seus autores, como sejam;
    Welter V/ilsen, Grover & Bbka, Silen-
    ciosas, Weed e faperiaes e ontras moitas
    qne com a vista evero agradar aos com-
    prabres.
    Estas machinas tem a vantagem' de fazer
    o trafealho que fnta costureiraa podem
    fazer diarimenle e oozem com tanta per-
    feig3o como as mais perfeitas coatureiras.
    GaraDte-w a saa boa- qoalidade e essina-se
    a trabahaf com perfi(3o em menos de urna
    aora, e os preeos sao 15o commodos que
    IdaVem'agradaf aos pretenders
    r
    ExceHente toue**> inglez em latas de qnatro
    libras a 900 rs a-lta : no armazem de Tasse^
    Irmac- k C, rua do Auiorim n. 37. .
    Libras- sterlinas.
    Ven4-se no anaflaem de fazenda de Augusto
    F. de-Ottveira & ., ruado Ccwmercio n. 42.
    ovidade carnavalesca!!!
    BOTOES PARA KJ9H0S COM CASCAVElSf
    t VENDA.
    5\Baza? da rua Pircita=51
    AeRe!' a ell* a> cites? q*estao se a
    baacRk
    (i km fa rau IHrrla ir. SI
    VemU' t;
    firiBiadine oont listras de s*a- para vestides-
    TOK 7DO R$, O COVADO.
    A.melhores uulezas, I*is e mais antas,
    {calidades de caltado franca*,.chapeos para, s^-
    hnras.
    Tem m-lindo sertititento
    Luvas frescas- de Jouvin.
    l'pi-funmiias des mais afaoiadof fabricantes.
    , Parnroa ob graratinhas do ultiu.o gostey para
    saaaoaSr
    Artigas de hixo c jihantasia,
    Tdo por paeco ma s raaasvcl do que MMnttra
    qtiaitfuer-parte.
    N. 51'Baaar da raa Liricta>'. 51.
    0&k Juas casas feitas d-taipa eem mo cs-
    iffSm te^0' editicadusem chaos prtijjrios, na'es-
    ':::::iS ti ada d Caxanfi e muito prosimas
    povearao. 'tendo o terreao 1fiJaSM ae
    predio, fundo snlftrienle para se edificar um bom
    da ditae sitio, po&sar o lugar una; dos mais ;tlt*
    Tasso> povoacao : a tratar com o commenndor
    " "JARROS
    ua tripas e Scbradada vaec ingleza a kfiOO
    n:ta nm : r i arm^ztm de i'.i.-so IriLaos & C,
    rv* rio Aoornu u. .'i7.'
    SEGUIS ECONOMA E CELEJfttDADK.
    Obtem-se- com o uso
    HfeECgA^ SHtJST
    nica, lniriii(.-a,padi('al ckdallivjl na cu-
    ra das gonorheas, ores brancas e fluxos de
    toda especie, roceutaa ou chronifas? e que
    offerece como garanta de salutaresresuhados
    a continuada applicaeo que sempre com
    maior vantagem se tem feito della nos bosr-
    paes de Pis.
    Jmicoilepositapaea o Brasil, Barthalomea
    &C, ruaLargado-Rosario m 34.
    Novamente ohega Yende-se
    ra' botica trncela, rua da Cruz n. 22.
    ! tade galapo
    FasapiftiiOi
    Por Umm Colas.
    Acaba de publicar-ae e acia-se a venda este
    Jjirto~gatope ermp frontispicio especial o anlo-
    go, composto pelvaiuiM' talehloso e simpathico
    Shaasup Cola*.
    Pie ' A.' fu. Nova n-.ll,. anna em da Azevedo.
    item^verdatleii-a
    Atlmo-proot
    ^leWartirtmauprinr-a XMrs. opeeotede
    isas Iflfttfif ata aoabnr,.atMm como-vonda'se. em
    *aW; poresai-paP preoo ommais -. na trav a*
    .aafuauIaTCuz^.n. V.e-ita- ras, ^-.Vljno
    enoudi n> m.
    -I uaiuii! *viiyni
    Pede obter em pooco lempo com o oso do melhor dos licoresa armada
    HESPERDINA
    Faz'oito aoDOs que conbecido este precioso tnico, e difficil achar orna peuoi
    que, tendo experimentado pessoalmenir, nao falle em seo favor, j como bom estomaca
    e apetisador, tomaodo em calis della antes de jaotar, oo como facilitador da digestSc
    tomando-se depois.
    A BASE
    da HESPERDINA a LARANJA AMAIlGA, nao ha om s habitante do BRASIL (a trra
    especial das laranja) qae nio coaliega as propriedades medicinaes da doorada frocta,
    ora bem, a
    -
    em sen estado-naloral lem nm gesto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidint con-
    siste em reter anas boas propriedades, e ao mesao lempo aprsenla-la como
    EXQUISITO LICOE
    A HESPERDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tenr nada qne invejar ai
    melhores importages enrcpas de eitliegoria semelhaDte. Estas, onando muito, podes
    ser gostosas, porm a Hesparidina a combinacJo perfeita do
    AGRADAVEL E SADAVEL
    Para prova de qne nm artigo no qual pde-se ter inteira contonea, por ser poro
    e innocente, basta dizer-se qne foi plenamente approvada e autorisada pela
    JUNTA DE HYGIENE
    do Rio de Janeiro, permittindo saa livre elafeoracSo no imperio ; outra
    B#A- PAOA
    a aeseitaen geral que lem em tudas as-partes onde a-presentada. E i8C4 eatabe-
    leceuse a primeira fabriea em Boeoos-Ayre; em 18G!>' a segunda em> JHbntevido ; e
    oo dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR isaogoroo-se a fabrica qoe actualmente
    trabslba na corte. Em Valparaizo e em toda costa do Pacifico tem boa acceitacto.
    tanto- que rara e a casa que considera completo seo aparador seas orna garrafa de

    -

    hWEIlNtt
    O bomem velho toma Hesperidiaa para obtsr
    VIGOR
    O bomem tente toma Hosperidraa para obter.
    0 feomem dbil loma HesperidiDa paraobter

    Nos bailes as donzellas e os mocos tomam- a tetperidrta psra obter boa edr t
    animagao durante os loucos gyros da
    Htttfc
    RARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n. 7, 1 andar, receberamreie
    grande especifico, e venwm-no nos depsitos segqintesc
    Joaquitn Ferreira Lcbo, rua da Imperatriz.
    Zeferino Caroeiro, ma do Commercio."
    Marcelino Jos Goncalves da Fonte, rua da Cadeia-n. 1.
    Antonio Gomes Pires A C, roa da Cdeia.
    Antonio Gomes Pires & C., caes 22 de Novembro.
    Gomes & IrmSo hotel da Passagera.
    BABTHOL01VIEU et Cu
    Pharmaceuticos premiados em di'Veffeaa exff5ic0es

    Novo tratamento da Atthma, tosse, convulsa, defina* catarrhac^ e todas as molttias dos pulatoes,
    que tem feito importantes curas, e que bojeo uniee accoito pelos melhores Hedios.
    DEPOSITO GERAL, 34, rua Larga do Rosario, PERNAMBCO.

    --/ .
    .Z
    SAP.irrs
    Tinta Inalteravel
    Para escrever
    d P. MAlfim C.
    l>KIV\VMm<<'
    Esta tinta recommenda-se pela sua com-
    posica e fluidez como a melhor e a mais
    segurado toda* as tintas at hoje conheei-
    das. Nao ataca as peonas de ac, dar at
    tres excellentes copias, mesmo muitos das
    depois de escrever, e preferiivel a qual-
    quer outras tintas particularmente para
    livros de commercio, documentos etc de
    que se carena longa conservbaos

    Vende-se na pharmacia de ar ei & C, roa Nova n. 23.

    Cadeiraa oratorias com asseoio de palbioha
    SO^OOO cada ama nn cae do A,i .i, .,:..
    m de Tasso Irmios A C.
    Ai!'* cleelrieosa
    EDquelles aaneis eketricos, tao utei para o
    nervoso, e que a Magnolia, na Duque de Ca-
    xias n. 4o tem vendido portjao 1 e.quc por seren
    os uaico verdadeiroBj incito tem aproTeitado ;
    pet ultimo vapor veio nova'remessa ; elles an-
    tes que se acabeai. Na Magnolia n.- 45, rua D^que
    de Caxias.
    TASSOIRMM3S & G.
    Em seus arniazens rua do Amonm
    n. 37 o caes .de-Apollo'n. '*"
    tera. para vender por preeos commodos :
    Ttfetos encarnados sextavos para ladrlfhn.
    Caaos de+arro para esgoto.
    Cimento Portland.
    Cimento Hydcauticc.
    Maehinas de descarocar al;odo.
    Machinas de padaria.
    F4IUM da Kia n barr.
    Pliospioros de cera.
    Sagn Sowdiaha. em garntfles.
    [^fltMha> cm garrifes:
    1 thum da ai ma ioax.
    Vinbo. d*ipBrtivewoengarrafadD.
    Vinho do Porto superior, di o,
    Vinho de Bordean*, dito.
    Vtotw de Sclierry.
    Vinaa-da Maaeirat
    Potes com linguas e dobradas mglezas.
    Licaraa- fios sonidos,
    CataaaGaWbter Freres.
    Utas datouclah inglez..
    Barri com repino em salmoura..
    BiCH&S DE HJBORGO
    A* mais reeouto^e melliores.
    Vendem-sena pharmacia e drogara d-Bar*
    tholomeu &., rua Larga dosario o Hn. 3;
    Ce
    v\
    t^ja.
    A verdadei.a cerveja da llavierai marca Iw.
    deira, de auprior qualidade venda Tasso Ir-
    nos A,C. em sau armaasm da -roa, do Autornv
    numero 37._________________
    Pio:d'algAdae da Itania e calrt Lisbat r?.
    cememeirte capeado i ha par vender no ee-
    crintfflrtoe Jaaquim Jo< Goncalves Beltrao j Fi-
    Iha, roa d<* Commewi n. S
    (i'izinihira
    Prwisa-se deuma eorin^eira pan urna casa
    e.-trangotrn : a tratanna.raa doCowniarcio n. 38.
    1 andar.'
    Vc^dc-sc
    Duas c.va4at>Jas iuiva\oa, rua jd S. Juo n.
    77 e 79 ; a*im copw, dous battns grandes, eober-
    u*M s4a.(wnvmsoaiaio,; tralat. ni rua de
    IVdrKAITonsn, s boda-de ma.andara i.
    Teadi-se.
    tnauaxwii* na rua da Santa Cm. ni.74<.li
    afreguMut* c ptima par utu pnaoJBtta|e^
    se; vende pama su dono de nmira.an parar a
    Ear*sBf. aitratsay mcMial.
    ....."'' i". '""'........
    4-
    CliarutosK (fe-SaVana
    no.escrintwie da'Ca*iIfmrio*4iG, rtaid Aflak
    rim n. 37. i a
    I 11 I
    111 iln


    o Pernambuco QuarfotM 2 de ^rttfi*) de 1873.
    t
    7

    "Soares teito & IrmSos, com loja de nmule/.as ra do Barao da Victoria n. 28 (ou-
    Ir'ora Nova) pedcra multa alterco para o<. probos abaixo efjpcoihcados:
    Aboteadars para collete a 200 e 320 rs.
    Idm idem para punhos a 320 rs.
    Talheres cajjc de viado ( imitaso a3#000
    duzia.
    dem'idem cabo braiico 2 B a 5#500 a du-
    zia.
    Caixa de-litaba branca oom 40 noveltos a
    500 rs.
    dem idem de maroa a 240 rs.
    Mago de fita chineza a JWOO.
    Coques modernos a 355500.
    Resma do papel pautado liso a 5HJ800, 3$,
    33P50O, 4^000 e 6*000.
    Caixa de papel amisade a 600 rs.
    dem idem idem beira dourada a 800 rs.
    Caixa de envelopes-orrado'a 700 rs.
    dem idem de cores a 500 rs.
    Caixa de pennas Perry a 800 rs.
    dem idem s 400 rs.
    Xivros para notas aj)20 e 400 rs.
    Redes enfeitadas a 1*300.
    Tranca de caracol branca, a 400 rs. o
    maco.
    dem lisas a 200 rs. o maco.
    Microscopios (sem vistas) a 2?M)00.
    Duzia de pecas de cordo imperial a
    320 rs.
    Indispensaveis de couro da Russia a
    10JJ000.
    eques para senhors a 2?M)00, 43)000 e
    7*000.
    Vara de fita escoseza rarga 'heje grande
    novidade) a 4000.
    Duzia de collarinhos bor Jados para ho-
    mem a 82000.
    dem idem lisas a 6*000.
    Duzia de cachimbos pe" de gallinha a
    2*500.
    dem idem de madeira com tampa a
    3*600.
    DE
    Duzia de meias para homem a '3*, e^5*
    6*000.
    dem idem para senhors a 4* e 7*000.
    Lamparinas gaz a l*OO0.
    Grosa de botos de osso para calc,a a
    200 rs.
    Grinaldas para casamento a 2* e 5*000.
    Duzia de baralhos francezes canto doura-
    do a 3*600. '
    dem idem idem lisos a 2*500.
    Garrafa de tinta roxa extra-fina a 1*000.
    Pe^as de fita de velludo de todas as cores
    e larguras.
    dem idem de grosdenaple, idem.
    Sapatos de tranca, tapete, cascmira e char-
    lte.
    Mascaras baratas.
    Chapos para senhors a 8*000.
    perfumaras.
    Garrafa de agua florida verdadeira a 1*200.
    dem dem kananga do Japo a 1,2200.
    dem dem divina a 1*200. .
    dem idem Magdalena (novidade) a 1*500.
    Frasco de oleo oriza e philocome a 1*000.
    dem idem antique a 400 rs.
    Opiata muito boa c fresca a 1*, 1*500 e
    2*000.
    Tnico oriental de Kem a 1*000 o frasco.
    Caixa de pos para dentes a 200 rs.
    dem idem do pos chinez, o que ha de
    melhor, 500 rs. e 1*000.
    Maco de sabonetes inglezes a 600 rs.
    Duzia de sabonetes de amendoa a 2*500
    e 3*600.
    dem idem com flores a 1*500.
    Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
    31500.
    Agua de cologne, banha em frascos e
    muitas perfumaras ile gosto e baratos.
    QUITQUILHARIAS
    Mascaras, brinquedos para crianzas, bollas de borracha, tambores, cobras de madei-
    ra, etc., e muitos objectos que se tornara longo mencionar.
    v
    28 lina iln llamo da Victoria 28

    Arados para lavrar aterra.
    Carrinhos de mo.
    Camas de ferro.
    Cofres de ferro.
    Cestos d'arame para li
    Fogesdc ferro.
    ' Baldes de ferro galvanisado.
    Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
    Pregos americanos.
    Tachos de ferro estanhado.
    Machinas para descarocar algodSo.
    Machinas de cortar fumo.
    Cimento.
    Salitre.
    Balanzas, pesos e medidas.
    EM CASA DE SHAW HAWKES & C
    RIA DOBOM JESS N. 4.
    BAZAR NACIONAL
    RA DA IMPERA! RM. 72
    DE
    Lourenco Percira Mcndes Guinaraes
    Vcnde-se um grande sortimento de domi-
    GROSDENAPLES PRETO V 2*000
    Vende-se grosdenaple preto a 2*, 2*500,
    *?300 e 5*000 o covado.
    PANNO PRETO A 1*500.
    Vende-se panno preto para caigas e pali-
    i..u, a 1*500, 2?500, 3, 4*, e 5*000 o
    invado.
    CORTES DE BRIM A 1*500.
    Yeade-sc cortes de brim .para calca, [i
    t->00e 2*000.
    MADAPOI.O A 3*000."
    Vende-se pecas de madapolo, a 399000,
    4*500, 5*. 6*, e 8*.
    CHAPEOS DE PALHA A 2*000.
    Vende-so chapeos de pal ha, de feltro e de
    astor, para homens e meninos, a 2*, 2*500
    3*e *OO0.
    ALGODAO A 4*000.
    Vende-se pegas dealgodSo americano, 4*,
    **,e6*.
    BOTINAS PARA SENHORS A 5000
    Vende-se botinas para senhora, a 5*000
    f 5*500.
    CAMBIUIAS A 3*000.
    Vende-so pegas de cambraias lisas para
    vestidos, a 3*, 4*, e 5*. .
    CAMISAS BRANCAS A 2*000.
    Vende-se camisas brancas a 2* e 2*500.
    Ditas de linho a 3*, 3*500, 4*000 e
    3*000.
    Palitots de panno preto a 5*000,7*000 e
    8*000. Palitots de casemira de coros, a
    **, 5*, e 8*.
    CHALES A 800 RS.
    Vende-se'chales de l, com quadrose lis-
    tras, a 800 rs. e 1*000, ditos de merino es-
    lampados, a 2*. 3*500, 4e 5*.
    E outras muitas fazendas que se v*nde
    em reserva-depreco, na loja do barateircr
    Pzar Nacional.Roa da Imperatriz n. 72.
    homens e
    5*, "6*, e
    \il< h |Mrtc lgwH do corpo de,quemis
    dependa -a sua esbelteza do que o cabello. Sejam as nssas
    i.jir.-s as mais triviaes e tonhamos um cabellobonito, eis-
    nos com um grande encanto em nos ; pelo coiitrano, seja
    o cabello rugo e spero, eois que toda a nossa physionomia,- ^
    por mais expressiva que seja por sis, esmorece o assume
    um aspecto de velhice. Nao debalde que em geral se p6o
    tanto cuidado em conservar o cabello com aquello bnlho
    e viro, que proprio do da gente moga; per.quanto o
    cabe'llo aquella parte do corpoque mais fielmente demarca
    os passos da idade. Est visto que nao podemos deter a
    . marcha do terapo ; mas com o auxdio da- scicncia pode-
    mos bem prolongar por muitos annos o nosso frescor e a
    sade.- Ora, de ha muito tempo,ajudados por alguns chi-
    micos e mdicos Ilustrados, estovamos a perscrutar nos
    reinos mineral e vegetal, as virtudes que- fossera mais apro-
    priadas para a conservago do cabtio. Agora offerecemos
    ao publico esta preparago que j lem merecido a approva-
    ro cor mao della. Urna experiencia j bem longa e geral tem dei-
    xado plenamente provado que algumas 'vezes esta prepara-
    c> faz a cabello nascer de novo, e que sempre restura-lhe
    acor e impede a sua queda, prematura quo o o signal do
    declinar dos annos. Nao que -ella seja urna tintura,
    como o sao quasi todos os remedios para o cabello, tinturas
    cheias de prata, extremamente pengosas, e que, em vez
    de restabelecerem-lhe a cor natural, mancham e cabello
    rugo com um preto azulado, que tica dizendo a-todo o mun-
    do que urna tintura. E nao s isto : o oxido de prata,
    urna vez recolhido no corpo, mo para a sade, alem de
    ser sujo e de exhalar um chebo repugnante. Podembaver
    outras prenarares que pretendan ter mais ment do que
    esta nossa; ms desaliamos que haja alguma que, melhor
    do quo esta, produza tudo quanto, promette. Nao -se des-
    cobria ainda remeilio algum que em todos os casos fizesse
    vir de novo o cabello as cabe<;as calvas, quando as glandes
    uapillarcs j esto destruidos. Mas, se estas glandes nao -
    verem desapparecido de todo, o VIGOR tara vir logo o
    cabello. Isto mostra, patentemente que elle produz elfeitos
    nao s no proprio cabello, mas tambero na sua raz. Tam-
    bem vc-se a sua eflkacia bem demonstrada, quando, com a
    son applicooo, o cabello fraco, doente e rebentadigo ro-
    assume o vi'co, a copia e a forga da mocidade ; e quando
    deixa de cahir. Este ultimo resultado se coosegue s
    vezes com bem poucas appcages ; e com o uso continuado
    deltas o cabello se renova, e se estimula o seu crescimento.
    ReuovacSo mana ou duas de uso quotidiano do VIGOR, o abeo
    runo, muito secco ou branco, tornar-se-ha fresco e vicoso e
    votar sua cor primitiva. Isto o que acontece sempre,
    oom tanto que so use do remedio com regularidade e que
    se sacuda a garrafa antes de se o empregar. Como j disse-
    mos, o VIGOR nao urna tintura nem contin substancia
    alguma injuriosa. Por isso 6 que elle Bao suja as mos,
    'nemacabega, nem ainda a cambraia a mais fina. Lom
    o seu so frequente e ininterrompido, o cabello fica muito
    preto, quasi negro.
    Depois que elle tem readquh-ido a sua cor natural, deve-
    se empregar o VIGOR mais ou menos urna vez por semana,
    conforme cada um vir quo preciso para conservar-se
    aquella cor. ..
    Mogos e mogas que encanecom prematuramente e queja
    esto cansados*de usar de remedios que restitoam-lhe -a bel-
    leza, ho de exultar de alegra aosabrem do quepodem ah
    cangar com o VIGOR.
    Torna os cabellos macios
    brilhantes
    mi)
    ARMAZEM DOS LCOES
    Ra Duque de Gaxias n. 29.
    &t proprietarios deste bem montado estibelecimento scienlificam ao
    wpeiuvel publico desta provincia qae se acham com um variado e completo sorti-
    mento de movis, tanto nacionats como estrangeiros, soudo estes escolhidcs por uta oo
    losios que se acha actaaliaente na Eoropa. 0 mesmo tem coulractzdo com os msiaore
    fabricantes daquelleconlinent& as remessas das mais ricas mobilias fetas all.
    Na omcina tem os mais habis artistas <1<;stt> genero, por if so pedem que rt-
    obam visitar o estabelecimento, aonde cncontraiao a realirtade do qne acabam de expr
    ue 6e pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, megno, faia, carvalho, a-
    marello, etc, ricae e elegantes camas deja caranda, peo aeiim, ^marello, etc., etc., goarda
    vestido de amarello, goarda looga de nogueira e de amareo com tampo de peora, apa-
    radores de d to dita, peti toilettes especialmente para fazor' a barba, toilettes de jaca-
    randa, imrello, pedra, secretarias da jacaraod e mognbcus tundras ae mogno, san-
    raarios, thears para bordar, berros, lavatorios com espeino, de pedra marmore e sena
    pertenece, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigo qae deiiamos de
    mencionar por fe|tornar enfadobo________________________________________
    *


    i
    COSTURA DE HQWE
    TW

    nos de todas as qualidades, para
    meninos, a prego de 2*, 3*, 4*
    8r000.
    Vende-se um grande sortimento de vestua-
    rios a.carcter pelo barato prego de 5*, 8*,
    10*, 15*, e tambem se alugam.
    Vende-se um grande sortimento de masca-
    r-as de massa e de rame para homens e me-
    ninos por baratissimo prego, e outras fazen-
    das proprias para vestuarios: aqui se-vende
    muito barato.
    OLINDENSE A 800 RS.
    Vendc-se urna nova fazenda de seda e li-
    nho, por nome olindense, propria para
    vestidos, a 640 e 800 rs. o covado.
    BAPTISTAS A 500 RS.
    Vende-se urna nova fazenda por nome bap-
    tistas, para vestidos, a 500 rs. o covado.
    SUTANAS A 640 RS.
    Vende-se urna nova fazenda de l e seda
    por nomo sutanas, para vestidos de senho-
    rs e meninas, a 640 rs. o covado.
    PHANTASIA A 800 RS.
    Vende-so urna nova fazenda lisa, por no-
    me phantasia, para vestidos, a- 800 o co-
    vado.
    FUSTO BRANCO A 320 RS.
    Veae-se fusto branco e do eres', para
    vestid* de senhora, a 320 e 400 rs. o co-
    vado.
    CHITAS FRANCESAS A 240 RS.
    Vende-se chitas franoezas escuras e claras^
    a 240j 80, 320 e 360 rs. o covado.
    BRAMANTE A 1*600
    Vende-se bramante com 10 palmos da-
    largura, proprio para lenges, a 4*600, e
    2*200 o metro.
    CBMTJ1IFCOO
    Acaba de ser experimentado no engenbo Fragozo o apparelho para apromptar o as-
    anear pelo syttema Centrifugo.
    0
    -'
    botea-se dentro de.qaalquer vasilha para
    E' mnito simples.
    Tira se andadora das tasas de coser
    coalbar.
    Logo qne esteja ooalbailo passa-se para o apparelho em partidas de 3 4/2 arroba
    de oda vez.
    Seodjassim ebebe poto emfliovimento, dentro de 5 minutos estar o aainca}
    ^rojspto e-em estado de ser logo remeltido para ser vendido. i
    0 resultado
    Foi fazer-se de 4 4/2 ?2es da assacar 21 arrobas do semenos 4.a sorte. O ffll
    trahfdo pele apparelho tendo sido em nada prejqdicado,pelo prpeesso qne Sjoflreo, a-
    hindo meld'eogenbo ejiSo mel de furo, prestoo-se a ser noyamente cosido, dando fi
    Ifparelho aaaocar deqoalidade e poa:o ioferior ao do 4.0-,proces8o, dando alm disso
    mesmo nar.frmas tao bom resoltado como se fbsse psssado logo das tazas para as mes*
    asas, aprofeitando-se assim mais metade do mel do qoe com o antigo systema.
    Sendo tJo evidente as vantageDS prodozidas por semelhante apparlbo, o qoa po-
    der ser verifleado petos proprios senhores d''Dgeoho, esperam os proprietarios de dito
    apparelho, depois do risco que correrma com semelbante experiencia, merecerem a prth
    Jccio dos lloarado senbore d'eaenbo.
    A'lriUr com os Sr. SamtierPo-wer ohoston C, roa do Apollo nj. 38 o 40. !
    Nao urna tintura, nem contm substancia alguma
    perniciosa !
    Lile d nova vida aos orgos vitaos' do que depende o
    orescimento do cabello, e faz o cabell crescer abundante e
    coso, eomo o da juventude. Se onbe41o est mesando
    aoahir, algumas dses do VIGOR pwran* esta queda. Se a
    n:peida.da cabello apenas parcial e o perieraneo mda est
    coborto do urna felpugem mito fina, *st visto, a eflkacia
    do VKOR se mostra:mais.dapressa do >que quando se-est
    inteiramente calvo-; e a razalisto que *s glandes nesse
    aso nao esto entorpecidas^ de ha^tanto-tempo, e, por conse-
    guinte, menos tempo devana a brotar deiwvo.
    Pai'a restabelecer-se a.cor as.barbas, preciso estregar-
    se muito bem norte com o VIGOB, e> depois pascar un
    panno ou lengo.rodadellas^para consoivar-se abumidade
    ou o calor, ot nuntli-seguite. Estatratamento.dve ser
    proseguido por muitos dtasv peis barba- leva -sempre mais
    tempo a mudar de er, doque o cabella da cabera.
    ReMtuuiacAo do cohollo. Mudas v(izes, mas
    nao sempre, o VIGOR con3egueeer^naseer.cabelloem ca-
    becas calvas e at deipessoasij.diantadas- na-idade. So s
    glandes-se^acham Snente- entorpecidas, ello as estimula de
    funcionar a,pode tiacefinovo cabello. Se ellas, qperm,
    se chamaroubiadasiTeaUagmb oipdres.nV!Te6t ola-
    ro, nada pode fazer pur has.
    0 cabello que renasce prueiraindnte: na-borda p^ada
    ao cabello que ainda existe na cabera, e poucQ a pouco, yai-
    ;e vstendeiiio At,OAltada ^O^^iftcibeilo.jju.ftpri.ut.i-
    .pio.fino e sedoso. .JasejdavSv^wwar^farieiueiito o ca-
    . ello que est assim come$a$d& aj.fiebentar ^wbj,|ja(b^a. L
    ' bom uniavjez por/Otr^tpasaar-lho urna esponja embebida
    njagua morflA e^jcaj?^,pwic^.eo;^o( dedos. Jsto slwwla a ifiiectijf^o e<*h?m*dueza.dtfppria
    da calva.

    SOARES LEITE, IRMOS
    NICOS AGENTES
    A'
    Itia do Baro da Victoria 11. 28
    As mais simples, as mais baratas e as melliores do mundo!
    Na exposico de Pars, em 1867, foi concedido a
    Elias Howo Jnior, a medalha de ouro o a condecora-
    do da Legio de Ilonra, por serem as machio mais per.
    feitas do mundo.
    A medalba de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
    Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
    tura. '
    A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
    estas machinas.
    A 908000
    C:ibe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howo de Nova-
    York, ostabeleccu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
    geral, para em Pernambuco e mais provincias se veuderem as afamadas machinas de cos-
    tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeigo de seu trabalho,
    empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidadedelinhaqucqiialquer-outn,
    e pela introdueco dos mais aperfec,oados apparelhos, estamos actualmente habilitados s
    offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
    As vantagens destasmachinas sao as seauhttcs:
    Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
    circunstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas de Howe em segun-
    da mo.
    Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
    Terceira.Ha nellas menor fricro entre as diversas peras, e menos rpido estrago
    do que as outras.
    Quarta.Formam o ponto como se fura feito mo.
    rbita-Permitte que so examine o trabalho de ambos os fios, o que se noconsegu
    as outras.
    1 Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
    e logo em seguida, sem modificar-se a tenso da linha, cozem a, fazenda mais
    fina.
    Stima.0 compressor levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
    de agulha aoomegar nova costura.
    Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
    decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soiireram
    mudanzas radicaesparapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
    adoptando a optnio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
    augmentado o seu fabrico, e hoje nao atteude a procura, posto que faga 600 machinas
    por dia.
    Cada machina acompanha Uvretos com instruccoes em portuguez.
    A 9^000 A 90S000
    - SOARES LEITE, IRMOS
    A"
    Ra do Baro da Victoria n. 2 8.
    VIGOR DO
    AYE1.
    Brasil-
    Em, capas, com os -Hr.--Jrl.' Ageote'desta proTmeia-^J, tWJ. Doyle, ra do omraercle a. 78.
    J
    COMSTIPAQO
    ^&m&^
    KHEl'tlATmOS
    ll*nt|Ui
    mu
    $rJP(/fAWES y
    =^55E^Seiastopol^
    Q-
    1M1I
    'II.
    PURGATIVA!

    Utalncr
    t.'f SAUDE
    DEPOSITO GERAL
    NA
    Pharmacia c dragarla
    BARTHOLOME & C.
    iKH^M
    e tijoli
    ai* a
    e nao si) a par te judU aa"fMao, au companhias do seguros se deveriara uutressar.
    Vendem-se nos armazens d lariana de Tasso Ir:
    maos & C. ntfWtes do Apello.
    (IIEliOIJ
    0 baclhio da Noruega, em caixaa- e meia?
    ditas : do caes da. Alfandega n. 1, arroaiem de
    Tasso Irmes & Q.
    -i'Vae-se, amatan'*u iiermota.se, por
    trras que sirva ni (ura plantar oaniw, mni p.-ularia
    sita no pateo da feira no povado do M ntee; a
    tratar com sea proprfetarloTW rn'esm> i una le-; e
    paraoformavoef", ara osgrs. oeWa'4.iina*(}i-
    niaraes, ra do Boia lesus(outr'ora da &ni\ n.
    16, ou com o Sr. Nioo/nedes Mafia freir, d?
    Caes do'Apollo, n'esta cidde.'
    Um 'btela venrla
    Dispoe-se de um hotel em etcel ni lade
    desta cidade, bem montado e muito 'repnwido,
    por se achar doente e precisar traa no :
    iiuem qoizer dirija-se ra .larflt d
    130, que se dlt eoq-Quem se eve negociar.

    Tijdlos francezes sextavados
    De 4&9000 a 55rOOO
    * nailkeiro.
    Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
    solidado, sao os melhores e os mais economicc
    pela.9ua baratez para ladrilharos p&vimeBtds
    terreos- das rasas, porquantoi poueo aiais coslan-
    i do do que ot feitos no paiz, sao, sem comp: .^acao
    alguma, superiores a estes pela limpcza de que
    sao saseeptrveis. Cnstam, alm disto menos da
    dcima parte' do de 0*11110,-']*' reprovados, e
    dos de difTerentes mosaicos, 09 quaes nao esti
    . certamente ao alcance de iodas* as (orUnas, e s
    sao empregados e prapaios^ara as salas prinfi-
    Saes. Alm da vantagm que ha no emprego
    estes tijotospara os- pavimentos terrtos e casis
    de campo, em estes inda a de seren 09 melho-
    res e mais propiopara tadriltaarcorintias iks
    ni p 1 1 ii '__ 94 sobrados da cidade, atiento a sua Solidez e popeo
    1----llUa larga UO tvosario u^ipeso, estando mais que provada aoonvenieucia
    =7-----s---------------r-j de serem assoaHiadas as conha loo de tjolo,
    Yead^rBe ou aluga-se
    o sobrado n. 8 da ra do Rio, na fregue-
    ia do Poco da Panella, com 3 salas, 6
    uarlos, lialeu, -despensa, oorinba e quintal mu
    ad, cojo .predio acha-se concectadu, caiade e
    pintado de novo : a tratar com o eommendador
    fasso. __________
    Ultimo gosto.
    Caileiras' relas douradas e marchitada* ie ma-
    dieperola : no caes do Apollo.

    V



    8

    Diario de Pejnambuco Quarta feira 26 de Fevereiro.de 1873.

    AIMES DO HABO
    ROMANCE
    Km
    J. t'nMKc,
    (Contiuuaco).
    Berra-se muito contra as estalageas de
    Hespanha,.^ com razio. Todava, eu dei-.
    me DO^^dvj (juan lo os revezas soffridos
    dojl^H noobrigavam apassara noute
    naMspTdas, ou n'alguma granja, arredia.
    Aconjecturar disto que se v a que
    paii vamos I Estamos anda muito longe ?
    perguntava ella.
    Ests em~ Extremadura, dez leguas
    quando muito afasia la do Castello de Mara-
    villa.
    .De certo .l nao chegaremos ; o co
    ' veaa-nos o aproximarmo-nos. V tu como
    as nuvens engrossam...
    Olhei para o eco, e nunca to ameaijador
    o vira. Observei a Bioudetta que o easa-
    lejo, onde eslavamos, nos abrigara da bor-
    rasca.
    E do trovo tambem ?
    E quo importa o trovo a ti, habi-
    tuada a pairar nos paramos do alto ar, "
    que tantas vezos o viste formarse, e to de
    fundamento Ihe deves conhecer a natureza
    physica |
    Eu nao o temera tanto, se o conhe-
    . cesse menos, Por amor de ti me subpuz s
    causas pliysicas ; e se as temo, porque ellas
    sao physicas o matara.
    Estavamos sobre dous montes de pal ha
    as duas extremidades da Granja.. Entre-
    tanto, a trovoada, annuncando-se ao longe,
    arizinhou-sc riboinbanJo pavorosamente.
    Mi figura va uiu incendio a serpejar ba-
    por contrarios ventos ; os trons dosj
    es, repercutidos as cavernas das ser-
    ranas, otralcjavam hrridamente em redor
    de nos. Nao so sueco liam,* reernzavam-se.
    Ventana, saraiva, chova aportiavam no
    terror do medonho quadro que nos aflligia.
    Relampejou um coriseo que pareca abra-
    zear o nosso abrigo ; depois um estampido
    pavoroso. Bioudetta, com os olhos cerra-
    dos, c os dedos nos ouvidos, precipitou-se
    em raeus brajos, exclamando :
    Ai Alvaro, que cu estou perdida l
    Tentoi socega-la. %
    I'oe'ffmo sobre o raen coracao...
    balbucfou ella.
    E leyou-rae ao poscoco a mo ; e, posto
    que se enganasse dand)-me a sentir as pal-
    pitares em sitio onde o arfar devia ser pou-
    co sensvcl, notei tjue os arquejos eram ex-
    traer dinarios. Abraeou-nio estromeeila-
    mente, e convulsione va-se a cada relmpago.
    Por ultimo, rebrama um trovo mais estri-
    doroso que todos. Bioudetta cingo-se em
    mira por maneira qiieafaisca nao poderia
    fulmina-la sem me ferir primeiro.
    parte, esses precodceHo to tdoziBb:n,e di-
    vulgados, sao o resultado de nossas avei?tu-
    m o perseguiedes que offri em Veneza. P
    lierfidd Bernardillo, que tu nao conbecw
    [?era, wu leu irmo, e ha de incita-Jo a.,.
    - Que tenho eu que reciar de Bernar-
    imlo e de" quantos cobardes abi ha no mun-
    do 7 O peior iirimigo que tenho sou eu
    mesmo. Ninguem poder induzir meu ir-
    mo a vinganga cega, a iniquidad' e a fei-
    tos indignos de um howem de juizo honra,
    Je um rico homam finalmente.
    O silencio fechou este dialogo caoroso,
    d'onda se poderiam geran desgostos recpro-
    cos. Biondetta, porm, instantes depois,
    adormceu.
    Como deixaria eu de ote rever neFl T Co*
    mo contempla-la descommovido T Sobre*
    aquclle rosto radioso de toda as formosu-
    ras, e florescencia de brilhante- mocidade, o
    . i- TU i
    Mas vai j demora o' banquete pa|| a
    rapaziada que querdansar, A' genHEl
    madura emannos curapre condescendeipRn
    ajuv^ntude. Desarm*a-se a mesa, que de
    taboas e bancos : tudo se arruma a um la-
    do, formande-se das pranchas o coreto da
    msica em amphitheatro. Dansam o fan-
    dango, as cganas estalejam as castanhetas a
    pandeiros, a noiva dansa tambem, dansa to-
    do mundo.
    Bioudetta devorava o espectculo cora os
    ol* ardentes. Sem samr do seu lugar,
    agito*-*! imitando* todos os gestos que l
    fazemr,
    rrece-me-dsso ellaque eu amara
    o bailada furiosamente f
    De repente, pega a bailar, e leva-me de
    parceiro. Ao cmecar, pareceu acanhada e
    pouco dostra-; mas d'ahi a nada, desenvol-
    dormir roalgava as gracas nattiraes do ro- reu-se por feitio que toda ella era grafa, 1-
    Pareccu-me singular tamanho' modo, e
    'comecei a recear tambem, nao dre os ef-
    feitos da'.emposta le, mas um plano gisado
    na cabeea della para vencer minha resis-
    tencia aos seos intentos. Posto que mais
    arrebatado do que posso exprimir, ergui-
    rte o dise-lhe :
    .Nao sabes o quo fazos, Biondetta !
    So cega... Os trovos au te ameaeam
    nem a mim.
    l'ez-lhu espauto o met" animo fri ; mas
    ella poda dissimular as suas ideas continuan-
    do a Bngir-se aterrada. Por ventura, a
    tempestado dora o derradoire arranco. -O
    eco abona neo u-se? e logo a blanda le da la
    nos annunciou que nao trabamos que temer
    da inclemencia dos astros.
    Biondetta permaneca no local onde se
    assentara. Sentei-me a seu la lo sem dizer
    p il :<>-. Em quanto ella pareca'dormitar,
    engolfei-mc em tristezas como as nunca ex-
    p'-montara desde o comeco da minha aven-
    tura, a scismar as consequencias terriveis
    da paixo. Darei muito pela rama aquellas
    me litaedes. A minha amanta era formosa;
    mas ou cmeria fazc-la minha mulher. So-
    bresaltou-me o da uestes pensares. Erguir-
    me para ver se poda seguir jornada. Era
    im possivel faze-lo desde logo*. O arreeiro
    que conduza a caleca disse que'as muas
    estovan cscalavradas. Resta embarazo me
    :i).oiUrou Biondetta.
    la-se exhaurindo a paciencia, quando
    um homom de carao sinistro, mui vigorosa-
    mente contornado, appareceu diantc da
    porta da granja, tangendo duas muas de
    boa apparencia. Propuz-lhe lovar-me a
    minha casa, cujo caminho ello sabia, e lo-
    go nos conchavamos no ajuste.
    / Eu ia embarcar-me na caleca quando me
    pareceu conhecer urna mulher da minha
    aldea quo caminhava seguida de um criado.
    Avizinhei-me, fitando-a. Era Bertha, lavra-
    deira honrada da minha trra e irm da
    minha ama. Chamei-a ; parou, oencarou-
    me, consternadamente.
    E' vossa excellencia, Sr. D. Alvaro ?
    Que vai fazer a um lugar onde a sua perda
    certa por causa das desgracas que l cau-
    sou ?
    , Eu, Bertha 1 que fiz eu ?
    Ah Sr. D. Alvaro 1 a consciencia
    nao o aecusa da situaco em que se acha
    sua digna mi, a nossa querida senhora,
    reduzidaa...
    Ella est a morrer ? est a morrer ?
    bradei eu.
    Est...confirmou Berthae morre
    da tristeza quo o Sr. D. Alvaro lhe deu. A
    esta hora, nem ella j vivera... Recebeu
    cartas de aples e Veneza, d'onde lhe man-
    daram dizer cousas que arrepiam os cabel-
    los. O senhor seu irmo est furioso, e diz
    que o ha de denunciar o entregar Justina.
    V, senhora Bertha; e, se c hogar
    antes de mim a Maravillas, diga a meu ir-
    mo que eu l vou ter.
    XV
    E sem mai detenga, convidei Biondetta
    a entrama caleca, e simulei quanto pude
    serenidade de alma, ostentando firmeza;
    mas ella esta v receiosa.
    Pois como isto ? exclamou Bion-
    detia Vamos entregar-nos a teu irmo T
    vamos irritar cora a nossa presenta uma fa-
    milia irritada e um povo al vorotado ?
    Nao temo, meu irm. Se elle me as-
    . stea erres que nio pratiquei, preciso que
    eu o desengae. Se os pratiquei, dero des-
    culpar-me, e move-lo indulgencia e com-
    paixao, porque nao sdu mo voluntaria-
    mente. Se levei minha mi sepultura
    com a desordem da minha vida, devo re-
    parar o escndalo, e chorar to publica-
    mente esta desgraca, que a minha adr pre-
    senciada por todos me absolva de uma culpa
    que seria deshonrosa minha condicao.
    Ah I Alvaro t tu vais perder-me e per-
    der-te Ess85- cartas enviadas de toda a
    pouso com aquelle delicioso frescor e ani-
    maco que embellece a harmona das fei-
    Qes. No vos philtros me avassalarara, a
    delir-me assuspeitas. Cessa o meu< sobro-
    salto ; o, sealgum me resta, porquea-faco
    queriila sacudida pelos solovancos da caleca
    nao sofTra algura mcomraodo. Todo omou
    ornpenho ampara-la- e defende-la do*ba-
    tneos ; mas houve um to rijo que nao
    pude ampara-la ao lempo que a cabeea se
    lorabuu, e Bioudetta expedio un grito. Que-
    brara o eixo, e as muas anda bemque pa*'
    raram. Trato de a soccorrer na mais ancio-
    sa cousteruaco. Eslava ligeireraeute co;
    tusa em um braco. Achamo-nos em umo
    esplanada com o sol a pique era pleno meio
    dia, cinco leguas aqun de minha casa,
    sem promptos meos de seguir jornada, por
    que nao so-avista va logarejo algurn.
    Todava, tanto procuroi ao longe que pude
    entrever fumo por sobre uma selva, copada
    le aivores altas. Entreguei a caleca vi-
    gilancia do arreeiro, e convenc Biondetta a
    seguir-me aquella sitio onde mo preluzia
    algura soccorro. '
    Quanto mais andavamos, mais a esperan-
    za nos animava. J a floresta pareca des-
    tacar-so em duas, o dahi a pouco distincta-
    raento viraos uma avenida com urnas caba-
    nas l ao fundo ; por lint descortinamos
    espajosa granja.
    Savia grande robocp naquefle casal,.
    prmeira vista, solitario. Logo que nos an-
    xcrgarain <)e l, um hornera veio ter*com
    nosco, avizinhando-se cortezmeute. Tem
    un bom aspecto. Veste gibode seda es-
    cura, avivado de canneziro com alamares de
    prata. Oreara entro vinte e cinco e trnta
    airaos. A tez de aldeo, requemaa mas
    ricsa, com ares do robustez sadia. Con-
    to-lhe o desastre que nos all trouxera.
    Senhor cavalleiro-respondeu elle
    bem viko seja a casa do gente bem inten-
    cionada. Tenho aqu forja, e o eixo ser*
    concertado ; hoje, porm, ainda que o fi-
    ilalgo rae dsse todo o dinheico do duque de
    Medina Sidonia, meu amo nem eu, nem
    meuollicial so poriam ao trabalho. Eue
    niiuha mnlher
    viemos agora da
    5reja.
    j
    Esto
    e o mais alegre dia da minha vida. En-
    trera. Wjam a desposada, os meus paren-
    tos e amigos e vizinhos quo esto em festi, e
    depois diro se possivel por hoje mo em
    forja. Domis, se a senhora e o ldalgose
    nao atrigam do estar em companhia de gen-
    te que vive do seu suor desdo o principio da'
    mouarchia, vamos todos para a mesa, por-
    que -boje tudo aqui' reinaeo e folia ; nao
    tem os senhores mais que folgar comnosco.
    Amauh su cuidar B'outra vida.
    E, ao raesmo tempo, ordenou quo fossem
    buscar a calera.
    Aqui estou, pis, hospedo lo Marcos,
    caieiro do senhor duque. Entramos ao
    salo campestre arranjado para o banquete
    das bodas ; eompe-se de arcaras afestoa-
    das do flores, tomando o terreno da eir, a
    emboicar com dous bosquozinhos, por entre
    os quaes a vista se espraia agr lavelmonto
    na esplanada.
    Estavaa mesa posta. Luiza, a noiva, es-
    t entre Marcos e eu. Bioudetta est be ira
    de Marcos. Pais, ms e outros pa rentes
    estao eni frente uns dos outros. A rapaziada
    sentou-se aos lados.
    A desposada abaixava os seus grandes
    olhos negros mal ageitados para olharcm de
    esconso : tudo que se lhe diza, e al cou-
    sas sem allusao nem chisto, a faziam sorrir
    e corar.
    Ao principio, enorme gravidade : o typo
    nacional; mas medida que os pichis se
    vo osvasiando, as caras vo despindo o tom
    serio.
    Cemecava a bulha e o fallario, quando
    de repente os provencaes improvisadores da
    trra apparecem volta da mesa. Sao uns
    cegos que cantara as seguintes coplas, har-
    pejadas na guitarra :
    Disse Marcos a Luizinha :
    E ella disse : Vem igreja ;
    Fallaremos l ento.
    E l, por bocea e por olhos
    Ambos juraram de amar-se
    Com amor de chamma pura.
    E, se vos sois curiosos-
    De ver esposos ditosos,
    Vinde ter Extremadura.
    Tem Luiza tino, e bella-; .
    E Marcos que invejas faz 1
    Mas todos elles desarma
    Porque marido capaz.
    E toda a gente da trra
    Applaude a escolha delles
    Para uma vida to pura ;
    E, se vos sois curiosos
    De ver esposos ditosos,
    Vinde ter Extremadura.
    Que almas to bem ligadas
    Por sympathia leal I
    Seus rebanaos dormera juntos
    Dentro do mesmo curra!.
    Penas, prazeres, cuidados,
    Votos, desejos, os mesmos,
    Uma so vontade pura I
    E, se vos sois curioso*
    De ver esposos ditosos,
    Vinde ter Extremadura.
    Em quanto ouvi&mos estas canc,oes, sin-
    glas como seus autores, os criados da gran-
    ja, desnecessarios ao servico, seajuntavam
    alegremente para comer os sobejos do fes-
    tira. De mistura com ciganos, o cganas,
    convidados a augmentar o prazer da festa,
    formaram sombra do arvoredo grupos de
    variada dansa, que nos aformoseavam a
    perspectiva.
    Biondetta solicitara incessantemente a
    minha attenco para aquellas cousas que to
    docemente a divertan, parecendo arguir-
    mede nao "compartir cota ella da alegra
    quelhedaYam.
    geueza, vertigem e delirio. E nao bavia
    parar, seno quando por instantes ampava
    a cainarinhas d suor com o seu lenco, cowi
    o meu, com quantos eneontrava a geito.
    Eu> nunca me* apaixonei por dnsar ; '.
    naqpielle dia, mol me estar eu c n* intimo
    para me comprazer em dWertimento1 tao fit"
    til. Eseapuh-me^e-entre por ura dos bos-
    ques, i cata de escondrijo-elide podesse sen-
    tar-rai-a-scismar.
    Uma-'grande algadrra 6V pala,vriado> me
    distrahio a meu pezir: Duna- vozes alterca-
    Vam porto- de mim- Simv sim dizia
    umaum filho do planeta, qiie entrar era-
    isua casa.- Olha, Zoradilla, que elle nasce-
    3 de maros 3 horas da raanha*
    - Oh 1 a fallar verdade, Sekagisa^diz-
    a outra vozdesgranados-filhosdeSatumo:
    Aquelle dcscendo de Jpiter, Marte e Mercu
    rio era conjpncc,o trina-com-Venus Ofor-
    .'raoso rapaz q\ie vantagen* -naturaes-uao tem !
    que esperanzas nao poderia nutrirf que for-
    tuna lhe sorri 1 mas...
    Eu sabia a hora em qu$- t.inha naseido, e
    estava all escutando aqwHes poemenores
    to precisamente amiudadosj VoUei o rosr
    tO'e encarei n-its talladoras..
    Vi duas zngaras velhas d ccoras A tez
    esverdeada, olhos cavos e fulgurantes, bocea
    reiutraute, narizes descompassadamente
    grandes e mirrados, tocando com a pontas
    as queixadas, uns farrapos lstrados-de
    branco e azul -volta do crneo meio des-
    cabellado, um manteo a.pender dbs hom-
    bros at aos cncontros-- de modoqsasdei-j
    xava meio nas : em-summa,.umacousa.to
    para nojo como para zombaria..
    Aproximi-rae dolas.
    Fallavam de mira, oreaturas?lhes
    disse, vendo que ellas me contem^Javam e
    se entrefaziara tregeitos.
    Estava a escutar-nos,. Sr..cawalheiro?
    De certo; e quem lhos.disse- lo a pon-
    to a hora em que nasci ?
    Temos outras cousas, que lhe dizer,
    ditoso mancebo ; mas mister. principiar por-
    lhe assignalar a mo.
    Promptamentee deL-lhe um duro.
    Ves, Zoradilladisse a mais velha
    vs como fidalgo ? como, hbil a go>x
    todos os thesouros que lhe sao destinados ?
    Varaos... Alma,a guitarra, e acompauha^
    mo.
    E cantou:
    Ueu-te Uespanba o nascimento,
    Peste cm aples creado :
    Tens da torra o regiment ;
    Se te praz, do otherco assento
    Tw acras o filho amado.
    da mesa, e parece ter at certas alturas de-
    gradado d'alli o recato } at os velhuscos,
    electrbados por lembrangas das rapazices,
    provocam os mocos com urnas chalabas me-
    nos espirituosas que deshonestas. Dava-me
    na vista este quadro; ms minha beira
    passava outro mais tocante e variado.
    . Biondetta, alternadamente" apaixonad e
    despeitosa, com os labios engatillando gra-
    cejos abespinhados de desdora,ou brilhantes
    de sonrisos, acarinhava-me, mofava-me, ou
    beliscava-me at sangrar, e findava por me
    pisar docemfente os ps. Para era breve o
    dizer, no mesmo momento, caricias, favores,
    remoques, ameaess ; por maneira que eu,
    combalido por estas vicssitudes, senta a ca-
    bera estonteada.
    XVII
    nho, apgou nluz, d correu as cortinas do
    leito.
    E ento, tom uma voz enja dogura ven-
    ceria s delicias d mais .divina .meloda,
    me disse :
    Fiz a felieldade do meu Alvaro como
    elle fez a minha? Nao...
    de perigo de vida de minha mi me impres-
    sionavaseniq dbilmente. Com os ^dhos
    pasmodicos, e t bocea berta, eu era me-
    nos homem que automatd.
    O arreeiro perguntou-me se a senhora nos
    esperava na prmeira aldeia.
    Nao respond. Atra*essamosJuma povoaco
    Srf tSiSSA ^ ^o^\7^nZ7^^
    quero. Hei de mebrta-lcde gozos, enche-lo | vist0 ^ ^ dama com taes
    i tinhara
    r uraa dama com tae
    .d^ieA)C'aL^10 a0-fasU?0 das. irande- DisserVm-lhe que nao tinha passado.
    signaos.
    pr>-
    no-
    zas. Querers, meu amor, ser a mais
    vilegiada croatura, subjugar comigo os
    mens, os elementos, a natureza toda ?
    U" querida Biondettadisse eu quasi
    contrafeitotu me bastas, preenehes todas
    as ainbices da minha alma...
    Nao 1redarguio ella *coi veheraen-
    reeiro olhou. para mim a ver a inquietaco
    que tal nova me da va. E, se elle a tal res-
    peito no-sabia mais do que eu, do certo
    veria nos meus gestos grande pertuba^o.
    J fra Ja aldeia, deu-me alma a idea de-
    que o objecto dos meus terrores me deixaria
    por algura tempo. Ah I se en chego a po-
    A promeltida ventura
    E varia, podes perd-la ; m
    So tens tino, ei-la segura ;
    Pois que ella te procura,
    Nao hesites em prend-la.
    Quem este amavel ente
    Que teu poder subjuga ?
    E' elle...
    )
    As velhas estavam na -pojadura da insp-
    ra^'o, eeu era todo ouvidos, quando Bion-
    detta, deixando o terreiro, correu para mim,
    trou-nie polo bra<;o, o obrigou-me a sahir
    d'alli.
    Porque me deixaste, Alvaro ? que fa-
    zias aqui ?
    Eslava ouvindo...
    Como?tornou ella repuchando-me
    pois tu das ouvidos a taes moustros ?
    Bealmente, Biondetta, estas creaturas
    sao singulares, o sabem mais do qt|e se pen-
    sa ; diziara-me ellas que...
    De certoreplicou ella irnicamente
    estavam exercendo o seu-officio : liam-te
    a buena-dicha. E tu crs nisso ? 1 Tanto
    espirito e tanta criancice E gente dessa
    que te distrahe de mim ?
    Pelo contrario, querida filha, ellas
    iam fallar-me de ti.
    De mim ?replicou ella inquieta e te-
    merosaque sabem ellas...,que podera di-
    zer-te de mim? Tu desatinast Has de
    dansar toda a tarde para me compensar des-
    t semsaboria.
    Fui, entrei de novo no bailado, mas sem
    attentar no que via nem no que fazia. Por
    fim, pareceu-me ageitar-se-me ensejo de fu-
    gir : aproveitei-o e meia volta estava com
    as minlias bruxas, que descobri sentadas
    debaixo de uma ramada ao fim da horta da
    granja. Pedi-lhes que me dissessem em
    prosa, senr enigmas, e lacnicamente, tudo
    que soubessem de alguma importancia a meu
    respeito. A conjurado era de costa-acima,
    porque o ouro sahia das minhas mos em
    abundancia. Anciavamos todos, ellas por
    fallarem, e eu por ouvi-das. Logo me capa-
    citei de que estavam sabedoras das mais se-
    cretas particularidades da minha familia, e
    Confusamente da minha ligaco com Bion-
    detta, e de meus receios e esperancas. Es-
    tava eu colhendo importantes avisos, quando
    o nosso Argus me espiava.
    Biondetta, ao lobrigar-rae, voava, nao
    corra. Eu quiz fallar.
    Nada de desculpas 1 bradou ellaa
    reincidencia imperdoavel I
    Has de perdoar-medisse euestou
    certo que sim... E ainda que meestorvaste
    ser instruido quanto eu quera, j fiquei sa-
    bendo bastante...
    Para fazer alguma loucura. Estou fu-
    riosa ; mas nao esta a occasie de dispu-
    tas. Se nos nao respeitarmos mutuamente,
    preciso respectar quem nos hespedou. Va-
    mos outra vez para a mesa, e eu hei de as-
    sentar-me ao teu lado; nao hei de outra vez
    tolerar que me fujas.
    Segundo a nova disposico do banquete,
    Acarnos defronte dos noivos. Estamos am-
    bos reanimados pelos prazeres daquelle dia.
    Marcos tem brasas nos olhos ; Luiza j os
    nao tem to pudibundos ; mas o pudor para
    Sumirararje os noivos. A maior parte
    dos convivas sabio, mis por to, outros
    pof aquillo. lima mulher, tia do granje-
    ro, pegou d'un vela de cera, foi adiante
    de nos, e levou-nos a um cubiculo que te-
    fia doze pe> em (juidrado., cora um leito
    que nao tinha quatw de largura, uraa ban-
    queta e doas cadeira*-
    Scnhores fidalgosdtese ella o ni-
    co quarto, que lhe posso dar, este.
    Pw. o castical sobre a banca e doixou-uos.
    BSowlett* abaixou os; olhos. Disse-lhe
    eu ento:
    Disseste que eramos; oasados ?
    Sim ; csse a verdade. Dstc-me a
    tua p-davra eeu) dei-te a rainha. E'o
    senciaiL As ceremonias sao- prccaui;es to-
    madas-contra a mt f, e eu a mim nao se
    me d tfisso. Se-nos falta aljjuraa cousa, a
    culpa neo minha. Ora agora, se nao
    queres tteitar-te na aiesma carao,, teroi mu-
    jto' pesarem- te ver possar a norte mal. Eu
    epor myin- preciso descansar ; estou muito
    cansada, e-candadas- por
    ros.
    Fallando- assim annadissiraa,
    ijvoltou-sopara a pwede.
    Entoque sao*disse-lhe-eu -Es-
    ts- seriamn zangada* Biondetta Como
    hei de eu expiaras mkrfius culpas-1 Fede-
    ras a- vida..
    Alvarorespondha ella sem- so me-
    xervai consultar as ganas, sobre o mo-
    Ifaoe modo-da restaurar o- repouso>do meu
    coracao e efe ten,
    ciaBiondetta nao te bastante. Este nao (,ler ajoelhar aos ps de minha maipensava
    todas as manei- 'He adora
    deitou-se,
    e o meu nome; deste-m'o, lsonjeou-rae,
    usci o com prazer; mas preciso que saibas
    quem sou... Eusouodiabo, meu caro Al-
    varo, eu sou o diabo 1
    Proferndo estas vozes cora fascinante mei-
    guice, fechava o mais exactamente possivel
    a passagein resposta qiw eu poder* dar-
    Ih. Logo(juepude fallar, disse:
    Bioiidotta, ou quera quer que sajas,
    nao proliras esso nome fatal, nem me re-
    cor Mor. meu amado Alvaro, nao, nao era
    erro u eu (5 que te'embai, eremita Era pre-
    ciso enganar-te pora omlira e dar juizo. A
    tua especie foge verdade. S-aduiilts a fe-
    licidade- cora a cegueira. Fefiz, se o qu-
    zefes ser, has do sMri muito. (uero saciar-
    ito. J vs que nao* sou to fcio como int-
    pintam...
    Este tom zombcQeiro acabou por me
    lesorientae.
    Itesponde-modizia ella.
    Que queres que eu responda-1
    Ingrato, poe a arito sobre esteseio que
    adora ; qpe o teu cerago se alent, se
    possivelfc com a mesraa- pequenaj corarao-
    jpO'de raeu. Deixar eoar s tuas veas al-
    !gum d'este fogo delicioso que me abraza as
    rainhas ; ade;a,. se podes, osom (i'essa voz
    tao hora para inspirar amor, e de qj.ie te ser-
    ea para subjugar a minha alma, tmida e
    Jize-me cmfirov mas dize-m'o cora a- ternura
    e por ti sinto, dizet. Meu caco Bclze-
    butli, adoro-te!
    XVIH
    Este nome fatal, bem que maviosamente
    Pois.o.motivo da tua colera -a minha (referido, fez-raehortur V .4ssorabef>omedo
    plestra cora.as taes- eveaturas? Ento, do
    certo me wes descuipar^ Biondetta. Se
    sonbesses eomo se harmonisam com os teus
    intentos os. avisos-queme ellas denm...'. se
    soubesses qjxe ellas me disseram que nao
    fcsse a Maravillas
    'manh partiremos para Boma, tan Vene-
    za, para Parisv para onde tu qukeres que
    i eu v habitar comtigo.. L espetaremos o
    consentiraanto de minha.familia...
    Biondetta voltou-so para miau Havia
    seriedade-e at severdade em seu semblan-
    te, quando rae disse :
    lumbres-te de que sou, Alvaro ? e
    o que eu esperava do ti,, o o que-eu te acuii-
    selhei quo tizesses? Quando *u discreta-
    mente me servia das luzes de que sou flo-
    tada, nada pude obter de tua contumacia ;
    agora, porm, a nossa regra de proceder
    depende de dous entes perigosissimos para
    mim, o, ao raesmo tempo, desprezives !
    Em verdade !exclamou ella Morosamen-
    tetive sempre n edo dos horaens I Estivo
    hesitando alguns seculos na oscolha de um;
    o agora... cscolhi... fez-so... irreraedia-
    vel I Oh que desgrscaila I...
    E debulhou-sc em pranto, forcejando que
    eu a nao visse chorar.
    Sacudido por violentas paixoes, ajoelhei,
    soldando :
    Biondetta^ nao vs meu coracao ?
    porque m'o ests despedacando ?
    Nao me condeces. Alvaro l e antes
    de mo conhecer, me fars cruelmente pe-
    nar, E' preciso que um ultimo esforz te
    desvende o quo son, e ganhe assim a tua
    confianca e estima, para que eu mais me
    nao veja oxposta a confrontas aviltantes e
    perigosos. As tuas pytonissas inspiram-me
    fundo terror, por isso mesmo que esto lo
    accordo comigo. Quem nos aftirma que So-
    berano, Bernardillo, teus inimigos'e meus,
    se nao disfarcem n'aquellas mascaras?
    Becorda-tc de Venoza. Contrariemos-lhes
    as insidias. com prodigios que elles de cer-
    to nao esperara de mim. Araanh
    vou a Mavillas d'onde elles procurara
    afastar-me. Hei de sor rocebida pelas
    mais esraagadoras e abjectas suspeitas.
    Nao importa. D. Menca uma senhora
    justa ; teu irmo tem uobre alma; entreg-
    me a ambos. Serei um prodigio de mansi-
    do, de complacencia, do dcilidade, de re-
    signaco, rei adiante de suas experien-
    cias.
    Fez uma pausa, e murmurou muito do-
    rida:
    Ser aviltamento de mais, misera-
    vel sylphide ?
    Quiz proseguir; mas embargaram-lhe os
    sulbcos a pala va...
    Que fazer a tantas provas de paixo, in-
    dicios de angustia, resolucoes discretas, mo-
    vimontos de animo heroico ? Sentei-me de
    par cora ella, acaricei-a, ombora me repel-
    lisse. Mas, pouco depois, j me nao afasta-
    va, sem que por isso eu me deva desvane-
    cer ; que a respirarlo lhe escasseava, fe-
    chavara-se-lhe os olhos, o corpo estremecia
    convulso, gelou-se-lhe o suor da fronte,
    faltou-lhe o bater do pulso, e o corpo dir-
    se-hia cadver, se as lagrimas nao golfas*
    sem copiosas pelos olhos.
    O' magia das lagrimas I Nao ha ah
    mais poderoso talismn em mos do amor!
    Desconfianzas, resoluQdes, juramentos, tu-
    do esquec. Querendo estancar a fronte
    fdaquelle precioso orvalho, aproximei os
    meus dos seus labios onde a frescura vapo-
    rava olores de rosa ; e, se eu tentasse retra-
    hir-me, dous bracos de indiscriptivel alvu-
    ra e contornos seriam laicos impossivois de
    desatar.
    rne-confrangeram. a alma. Morta a.cuida-
    ria eu, se l no fundo do cora;c> me nao
    gi-itosse o remono.
    E, nao obstante, a excita;o assoberba-
    va-moto iinpeiiosamenle, pie a razo nao
    E' oque te digo: vingava acalma-la. Eis-me indefeso nos
    vertiginosamente
    /
    O' meu Alvaro 1exclamou Biondet-
    taVenc I sou a mais feliz das creatu-
    ras 1
    Perturbado extraordinariamente, nem
    fallat pude l quedei-me vexado, immovel I
    E ella saltou da cama, ajoelhou-se a meus
    ps, e descalQOu-rae.
    Que isso ?exclameiv que te
    rebaas, Biondeta 1
    Ah ingrato I disse ella serv-te
    quando eras meu despota; deixa que eu te
    sirva tambem agora, meu amante I
    Achei-me instantneamente d3senroupado!
    Com um lacn que tirou da algibera, atou-
    me os cabellos aletriadqs femenilmente. --
    For;a, energa e destreza vencerara quan-
    sevingar pupureja-lhe as faces como mais I tos impedimentos empreguei... Com a raes-
    vivo escarate. Q yinho Xerez gyra. 4 volta impromptidio, fez p seu elegante desali-*
    bracos Tolla, que so seva
    era torpes deleite. Nao rae d tempo a
    tornar sobro mim, e pomlerar na falta de
    que ella, ou olio t mais autbor quo cum-
    plice.
    Os domos negocios esto fitos me-
    disse, sem alterar o tom de voz a que eu es-
    tava habituado.Vesto procurar-me, segui-
    te, servi-te^obsequiei-te: fiz o que do mim
    quizeste. Desejava possuir-te; e era preciso
    para o conseguir, que te desses todo a inim-
    B' certo que-devo ao artificio a prmeira cr,n-
    ilescendencia ; quanto asegunda, eu j to
    havia dito o meu nome ; sabias a quem te
    entrega vas; e nao poders allegar iguoran-
    cia. D'horaem liante, Alvaro, nao se desa-
    tara os aos quo nos prendera ; raas para
    bera assentar nossa sociedade, fon;oso que
    nos cu/ihecamos melhorraente. Como j te
    conherf) por dentro e por fra, quero igua-
    lar reciprocamente as nossas posicoos, raos-
    trando-mequalsou.
    Nem tempo me deu para rcllcctir n'este
    singular discurso. A meu lado sil vou um
    agudissimo apito. Esvai-se sbita a oscuri-
    do que rae cerra.. A cornija que sustvnta o
    sobre co do docol enche-se de enormes ca-
    racoes, cujas pontos, movidas laia de re-
    dou;a, golfa vam tingelas do luz phos-
    phorica, cujo larapejar retlohrava pelo mo-
    viinento.
    Quasi oluscado por este sbito claro,
    lan;o os olhos para-o meu lado, e em vez
    de uma figura esplendida, quo vejo, oheos!
    a horrendissiraa cabera do dromedario 1 E
    ella profere, n'aquella vozeira de tenebroso
    trovaos Clie vuoi, que tanto me apavorava
    na caveraa, espirra uma gargalhada de rir
    humano mais medonho ainda, e vomita uma
    lingua immensa...
    Despenho-me ao chp, metto -rao debaixo
    la cama, fechando os olhos, com a face col-
    lada ao pavimento. Pulsava-me o coracao
    com terrivel forca; sentia-me estrangulado
    como se fosse morrer de asphyxia.
    Nao posso calculo r o tempo quo passei
    n'esta angustia inexprimivel, quando me
    sent puxar por um braco. Augmentou o
    meu terror; focado porm a abrir os olhos,
    uma luz vividissima m'os cega.
    J nao era a luz dos caraces, era elles
    j passeavam pela cornija ; raas era o sol
    que me dava de chapa na cara." Tornam a
    puxar-me pelo braco, teiinam, e ento re-
    conheco Marcos.
    O' senhor fidalgo me disse ellea
    que horas quer partir ? Se quer hoje che-
    gar a Maravillas nao ha tempo a perder, que
    raeio dia.
    Nao respond e elle examinava-me.
    Cpmo o senhor ficou assim vestido na
    cama Pois esteve assim quatorze horas
    sem acordar ? V-se que estava muito falto
    de dormir. A senhora sua esposa bem n'o
    sabia, porque foi passar a noute com minha
    tia para o nao incomraodar; desdo madru-
    gada que tudo est prompto, e pode entrar
    na carruagora, se quizar. A respeito da fi-
    dalga, j c nao est ; demos-lhe uma boa
    mua, para ella ir pela fresquinha da manh,
    e disse que o esperava na prmeira aldeia do
    caminho.
    Marcos sahio. Machinalmente esfregueios
    olhos, e'passei as mos pela testa para achar
    o la;o que me ennastrava os cabellos.
    Nada achei; a tranciina estava como na
    vespera, com a roseta, mas tudo desgre-
    nhado.
    Eu dormira ?perguntava-me au.
    Serei eu to feliz que tudo isto haja sido um
    sonho ? Eu vi-a apagar a hiz. Foi ella
    que a apagou, e all esra.
    Voltou Marcos.
    Se quer almfar, fidalgox, st promp-
    to. A caleca j est posta.
    euse ine posso acollier ao sagrado asylo
    la sua virtude, phaotasuias que me perse-
    gus, onsareis violar o meu santo abrigo ?
    Eu acharofl os sentimeutos uaturaes e slu-
    taros principios de que me tinha apartado, e
    com elles ine farei un baluarte contra os
    inonstros I Mas se as amarguras ocasiona-
    das pola minha libertmgoin rae tem priva-
    do i'aquelle aojo tutelar Ah I ento, vi-
    verei para a vingar sobre mim mesmo* I Se-
    pultar-me-hei 'um. claustro... Obi quem
    me resgatar d*estas~chiraeras gradj* em
    meu cerebro I Valha-tne a mottalha de
    raonge I Mu heces, renuncio par sempre
    aos vossos-encantos I Uma larva iutrnal se
    vestiu de-quantasgragas eu idolatraba.,. O
    que eu visse em H mais seductor i*e- tafia.
    lembrar aquella que...
    XIX.
    Lm meio'd'estas roflexoes jjie rae preoc-
    empavara necolhidauaente, a oaleca eotrou
    na grande avenida do-oastelloi-
    E ouvi estas vozes :
    E'Alvaro I neu filho!
    Ergo os *lhos, e fejp minha mai najaueK
    ia-do seu quarto. Nada excede-a dogura-e
    vivacidade do. sentimento que rae delicia.
    Kotiasce-mo-a alma ; as foiras restaurara-
    t-das a um.lempo. Corro aos iwacos d'ella
    que se me abrera. I'eostro-iue... e exclama.'
    coberto de lagrimas-, e convulso le solucos :
    i Minha mi, inuha roi, eu nao fui o seu
    a.ssassino ? Beeonhec>-uie cora.seu lilho !
    Ah.I minha mi, abrceme .. ;>
    V paixo que rae transporta, a vehemen-
    cia lo rainlwvs attitule.-> por tanta maneira me
    aheraram vuz e fevoes,.que miaba mi fi-
    ea-i assusta*la. Ergucw-uie cwu bondade,
    abeacou-me outra veat e obrigou-me a sen-
    tar-rao. Eu quiz fallar ; mas nao poda-;
    lieije-lhe e-reguei-lhe as raaos . beijos extremosos.
    E ella enearava-i'ie como aombradal
    Suppoz quo rao navMkMecedidei caso es*e>
    iiho, suspifilou at U.sanidadc da minha ra-
    zo. Doraesmo passoque O iesassocego, a
    Jcurosidade, bondail* e termita se manifes-
    lain no*, seus olhares comj>assivos, a sua
    previdoiu-ia mandou: que ice trouxessem
    tudo que-poda utilisar s iiecessilades d'um
    viajante caneado por caminhos longos e in-
    trataveit.
    Os criados scrviam-iue competencia.
    'Corai levemente gor condescender. Todo
    raeu cuidado era j nao vr raeu irmo-;
    pergunte por ollfr-a minha, uii.
    Joo hado Silgar de- sabor que est>
    aqui, pois pie to escreveu. % chamar-te ; raa>
    conijj as- cartas das le Madrid pouco ha que
    partiram, nao to espora vamos to despressa.
    T s coronel lo regiiwuto d'elle, que foi
    vice-rei para a India nomeadopelo rei.
    Cus !osclanieiser falso tudo que
    vi em sonho ? E' impossivel...
    Que sonho tive-to, Alvaro ?
    O mais. longo, espantoso e horriv A.que
    pode sonhar-se !
    E, vencondo. orgulho e vergonha, contei-
    lho por iiudo tudo quo me succedra desde,
    que entrei'na gruta do Portici, at ao mo- '
    ment em que Iho ajoelhra aos ps.
    Aquella respeitavel senhora escutou-mi
    cora attenco, paciencia, e bondade extrapr-
    linarias. Como eu confessava a grandeza
    da minha culpa, achou a boa; mi que en-,
    intil encarece-la.
    -" Mqu querido filho, correste aps a
    :nentira, e mesmo agora ella to auna c3tia>
    ao juizo. Julga-o pela noticia da rainha. do-
    enca, e pelo odio 4c teu irraao. Bertha, a
    quera pensas que fallaste, ha muito tempo
    que est ontrevada na cama. Nunca pensei
    em te mandar duzentos sequos alera da tua
    mezada. Eu temera alimentar os teus des-"
    regramentos, ou abysmar-te n'elles com ui-
    discretas liberalidades. O escudoiro honra-
    do Pimientos morreu ha oito mezos. E ten-
    do o duquo de Medicina Sidonia mil e oi-
    tocentas torres om todas as Hespanhas nao
    tem um palma do trra uo local que dizies.
    Bem sei onde e tudo quo tu lviste n'essa
    granja um sonho.
    Oh senhora Iredarg euO carro-
    ceiro que me conduziu vu tudo corno, eu, e
    at dansou as bodas.
    Minha mi mandou chamar o arreeirt;
    mas elle desatrelra as muas, som esperar o
    salario.
    Esta fuga precipitada, que nao deixra
    vestigios, incutiu algumas suspeitas em mi-
    nha mi.
    Nunesdisse ella a um pagemvai
    lizer ao veneravel Dom Quebracuernos que
    eu e meu filho"Alvaro o esperamos.
    E'oxphcou ellaum doutor de Sar
    lamanca, que possue, porque a merece, a
    minha conhanca, e tu podes dar-lhe a tua.
    No fim do teu sonho ha uma purticularidade
    que me embaraca. Dora Quebracuernos
    conheco os termos, e definir esses casos mui-
    to melhor do que eu.
    O venerando doutor veio logo. Antes de
    fallar, com a gravidade da sua prosenca, j
    incutia respeito. Minha mi mandou-me I
    contar desde o principio a exposi;o sincera
    da minha rapaziada* e dos resultados subse-
    quentes. Escutou-me o doutor attento, es-
    pantado s vezes, mas sem nunca me inter-
    romper. Assim que terrainei, recolheu-se
    por segundos, e disse estas cousas pondero- <
    smente :
    Em vordade, Sr. Alvaro, escapou ao
    maior perigo a que pode expr:se um- ho-
    mem por sua culpa. OSr. D. Alvaro pro-
    vocou o espirito maligno, e forneceu-lhe,
    com successivas temeridades, todos os disfar-
    ces que elle havia mister para conseguir se>
    duzi-lo e perde-lo. E' muito extraordinaria
    m
    Deseo da cama, e mal me tenho em p; J a sua aventura Nunca li pass semelhante -
    dobram-so-me os joelhos. Quero tomar al- na Demoiwmania de Bodiu, nem no Mundo
    gum alimento; mas nao posso engulir. encantado de Bekker. E forca. convir que
    Quero indemnisar o hospedeire da despeza depois quo estes insignes autores escre veram,
    que fiz ; eelle recusa aceitar, dizendo -. jo nosso inimgo refinou prodigiosamente no
    A senhora satisfez-nos liberalmenm O systema de nos atacar, aproveitando as es-
    fidalgo e eu temos duas mulheres de uma' parreUgs que os homens do secuto empregam
    tez 1 para reciprocamente se infernaren!.
    Nao respond ao dito; metti-me na cale-





    I
    Ca, e part.
    Nao sei descrever a desordem da minha
    cabeea ; sei que ora tal que nem j a idea
    [Continuar-se-ha.)
    TYP W DUWO -i RA DUQUg PS-OJOUS


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