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Diario de Pernambuco ( Monday, February 24, 1873 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12845

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, February 24, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12845

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12845

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, February 24, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12845

Full Text
11 ' '"" '' '
AKKO XLIX. KHHERO 45



PARA A CAPITAL E Ll ABES OA'DK Slff SE PAGA POETE.
Por tres mezes adiantados...............'. 6900
Por seis ditos idem.............'..... 12jf000
Por ura anno idem............_....... 24000
Cada numero avulso ".............. 320
SEGUNDA FEIRA 24 DE FEVEREIRO Q 1873.
^- --------- i > i.
PARA DENTRO E FRA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados. ................. 6&750
Por seis ditos idem.................... 13?500
Por nove ditos idem.................. 20*250
Por um anno idem.................. 27JW00

DE PEMAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves & Filhos.no Para; Gongalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Olivcira & Flho, noCear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmiuo dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazaretli;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Alves & C, na gala ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio Jde Janeiro.
PARTE OFTICIAL.
Govcruo la pro acia.
K\>KlfiNT DOMA II MtFRVI Km ) Di; 1873.
/ / secr'iu.
Oftlcios :
Ao Exm. y -n.iral comtnan danto da* armas
interino.Declaro a V. Exc em resposta ai seu
-oeio de 12 do oomnte, sub n. 171, i|ue io pede
MC tomado eiu considerar > por esta presidencia
n pedido do I" mdico do hospital militar l ir. los
Zacaras de Carvalh, constante da sna petieao, qne
inclusa dovolvo, por ser esse o pedido extemporneo
e nao guardar os preeeitos disciplinares, tem po-
der-ia proceder as inspecooes militares seuo nos
caso* previstos na legislar/u militar.
Ao. mesmo.' Sil va-so V. Exc. de dar suas
OOleni para que a I hora da tarde de boje esteja
trastada do arsenal de ni irinh i urna guarda, afioi
de fazer as dones devidas ao Eiu. presidente Ho-
rneado para a provincia de Santa Catliaiina, Pedro
Alfonso Ferreira, por oecasiao de sea embarque.
Ao inesmo.Teiid* na ilata di! Iioutem aber-
tu o crdito precio para elTectiiar-sc o pagamento
dos venciiiH'iiiis do pessoal do arsenal de guerra e
do corpo de saude do exercito, rotativos u mez
de Janeiro ultimo ; assim o declaro a V. Exc. cm
resposta ao sea odkio de 11 do correte, sob .
Ao mesmo. Depois de previamente inleui-
uisada a fazenda nacional da despeza feitu com o
vecrula Pedro (lemcntino de Larrar. que se acha
com pra.a na coiupanuia de cavallaria, mande V.
Kxc. dar-lhe baixa e entregar a Francolino Car-
neiro do i.acerda, que o reclama como seu es-
cravo.
Ao mesmo.Sirva-ge V. Exe. de mandar por
em liberdade osrecrojias Heieodoro Mues Pereira,
e Joa Rulino da Silva, que provaram isencao legal.
Ao inesmo.Mande V. Exc. por ein kberdade,
visto t r pmvado isencao legal, o recluta"' Manuel
Fernandos da Silva.
Ao inesmi. -Sirva-se V. Exc. de mandar por
em Uberdade o reernta Vicente Alves Ferreira,
que provou ser casado.
Ao inesmo. -Sirva-se V. Exc de mandar por
em liberdade os remitas Joan Vicente Ferreira de
jaojusa, Pedro Manuel da (lumia e Lino Paulino da
Paz.
Ao cnsul de Portugal. Devolvendo ao Sr.
cnsul de S. M. Fidelsima nesta provincia a queixa
do subdito portuguei Mogo Pereira de Souza, que
ooui o corpo de di-lieto velo annexa ao s.u ollicio
o. 2 de 6 do correte, tenho a dizer-lhc que, se-
gundo se v do oficio do i. chele de polica, u.
320 de 12 do corrente, junto por copia, foi esse
rwrtuguez que olTendeu a Candido Francisco dos
Santos, se bem que no Diario de PernmnJmco se
apresentasse como victima. Tendo o mesmo cliefe
xigido do delegado do termo de Bonito novas iu-
forinades, logo qne est s sejain ministradas a esta
presidencia, as tran-mliireui ao Sr. cnsul, que
deve ficar corto de que ser observada a lei e pu-
nido; aquelles que tiverem delinquilo. Renov ao
Sr. consol o.s ineus protestos de estima e couside-
raeo.
' Ao commandante do presidio de Frenando.
Espera V. S. suas ordens para que sejam reinet-
tidos a u"sta capital com a necessaria segurauea, a
ser apreseotado ao Dr. chefe de polica o sentencia-
do Krederico Antonio Pereira Bastos, que foi requi-
si'ado pelo juiz de direito da 1* vara, em ollicio de
12 do corrente.
Ao director do arsenal de guerra. Queira
Vrac. informal- se uos artigo- viudos ltimamente
da corle no vapor Parin acha-se incluido o far-
da;nento do 2 balallifio de ufaataria.
Ao capitiio recrutador. Provando o recruta
Vicente Alves Ferreira, mencionado sob o n. 2 na
relaeie annexa aoseuofflek) de II do crrente, ser
Casad > com Maria Innocencia Leite Ponteado, man
dei-o por em liberdade, e recommendo a Vine, que
ni) recrute pessoa alguma, que tenha isencao le-
gal, leo pena de respoiisabilidade.
2' secco.
Oficios : .
Ao Dr. ebefe de polica.-Providencie V. S.
*ii. ordem a ser proeessado Francisco Tavares, que
ind ciado na morte barbara de Francisco Jos
Velloso, como se v da Renuncia junta por copia,
dada pelo cidado Hapliael Soares de^yoira, con-
servando se com toda a sogaranca ^^prsao em
que se acha o italiano Francisco Roar, co-ro
uesse crirne. Convem outrosm que V. S. mande
syndicar do procediniento do delegad) de polica,
a que alinde a mencionada denuncia, quanto
Dfiteecao dada ao referido Tavares, que ainda nao
foi processado, nem capturado.
Ao mesmo.Providencie V. S. para que se-
jam remettido3 para Setinhaem, a ser apresentados
ao respectivo juiz municipal, os indiciados no cri
me de ntroduc.-ao de notas falsas Scbastiao Accio-
li Santiago Ramos e Speridio Barbosa da Silva,
que so ac' ani na casa de dcteiiQao, e que pelo dito
juiz municipal sao requisitades em ollicio de 11 do
or rente.
Ao mesmo.-Publicando o Jornal do Recife e
o Diario de Pemamhuco, que a prisao de JoJo de
taJ, conhecido por Joo Pequeo, fora devda a ini-
ciativa e esforcos do capitn Olivera Braga, devo-
ra o subdelegado, sendo isso exacto, declara lo em
ua communica.ao, para que fosse dito cidadao de-
vdamente louvado, como o louvo, por esse acto de
venladeiro patriotismo.
Ao commandante superior do Recife.-Expe-
ci V. S. suas ordens, aliiu de que se aprsente
couimissio encarregada de festejar a excelsa Se-
nhora da Paz, na igreja matriz da freguezia de
Afeados, no da 16 do corrente, urna guarda de
bonra tirada de um dos batallioes sob o seu com-
mando superior.
Ao juiz provedor de ea|>ellas. Transmuto
por copia a V. i. o ofcio que nesta data me di-
rigi o Exm. e Rvm. bispo diocesano sobre a vio-
lacao do interdicto da igreja do Espirito Santo,
para toma-ln ein consideradlo e providenciar como
oo caso couber.
Ao juiz executor de sentencias.Tendo o tri-
bunal da relaciio, como informou o respectivo pre-
sidente, em ofllcio de 27 de Janeiro ultimo, em ses-
-io de 6 de jullio do anno prximo passado, man-
dado sujeitar a novo julgamento o reo Paulino Al-
voi de Mendonga, tirovidencie V. S. no sentido de
cr posto sua disposicio o co-no Ezequiel Hono-
rio Gomes Palmera, que, segundo o seu ofllcio de
20 de Janeiro ultimo, foi condemnado a li annos
de prisao simples, senten.a que passou em julga-
K afim de que cumpra a dita pena.
Ao jui de direito da 1* vara. -Designo V. S.
e o Dr. promotor publico testa capital, para irem
ao presidio de Fernando de Noronha no primeiro
vapor, que para all seguir, afim de examinaren) o
modo porque s o tratados os sentenciados, quaes
de,te cumpriram as respectivas penas, e se al-
gn individuo all existe como preso, sem que
conste a sen tenca do juizo que o conde mnou ; e
bem assim se no presidio existem guias de todas
que all se acham. No examo que terao de fazer
coavm que vo tomando seus apontamentos para
proBerom aquellas medidas, que entenderem con-
veHentos, quer disciplina a tratamento dos pre-
sos, quer a admnistracio do mesmo presidio.
Mufatit mutandis ao promotor publico da capi-
IiM.
Ao juiz de direito da comarca do Brejo. -
iuo a aitencio de V. S. sobro os Cactos graves,
quo facera objecto da denuncia junta, procedende
a rojtpoito de conformidade com a lei. Igual ac>
juiz municipal do termo do Brejo.
Ao promotor publico da comarca do Brejo.
Transmittindo a Vmc. a copia junta da denuncia,
(jiie a esta presidencia apresentot Rapliael Soares
de Olivera, llia rccomniend) que proceda de con-
formidade com a lei, sobre os fados criminosos de
que traa a dita denuncia.
Ao Sr. Sizciiando Sergio dos Santos, supplen-
te do juiz municipal de Agua-Preta. Declaro a
Vine, em resposta ao sen ollicio de 31 do mez pro-
ximo passado, ijue deve dar audiencia no distrcto-
ein que tem jurisdiccao.
3.' secciit.
OflSas :
-- Ao inspeetor da tbesourcia provincial.
Mando V^ S. fornecer, do conformidade com a sua
infonnaeai em ollicio de 12 do corrente, o livro
que, para entradas e sabidas depreson, pode o ad-
ministrador da casa d dotencao, segundo o do Dr.
chelo de polica, n. 188, de 28 do mez prximo
lindo.
Ao mesmo.Annundo ao que solictou o
procurador fiscal da thesouraria de fazenda, em
ollicio dosta lata, sob n. 2, recommendo a V. S. a
expedeo de suas ordens, para que o 2." escritu-
rario dessa reparlicao Cbrstovao da Rocha Cunta
Sonto Maior, se aprsente no ilia 17 do corrente,
pelas 10 horas da inanh, na casa de residencia do
Dr. juiz dos feitos da fazenda, alim de depor como
testemunha no processo em que tem o mesmo pro-
curador riscal, de provar o eompleto abandono ilo
convento de Not Senhora do Carmo em Olinda.
Ao mesmo.Commuuico a V. S., que por
acto desla data marquei o prazo de quatro mezes
ao arrematamenlo da obra da ladeira do Timb,
Jos Fernandi's Monteiro, |iara concluir as obras
suppleraentares, provenientes do augmento do ex-
enveto na invortancia de2:62l6l2.
Ao mesmo.Atlendendo ao que expoz no in-
cluso roquerimento o baro do iiricury. auUiriso
a V. 8. a mandar con verter em apolices de 1:< 001
cada urna, as que ello possue da divida provincial,
na importancia de li 00)0, de 0OO4OOO, como j
so tem pralicado com oulros em idnticas circums-
tancias.
Ao mesmo. Devolvendo a V. S. os inclusos
documentos que vierain annoxos ao seu ollicio de
12 do corrente, sob n. 61, tenho a dizer que pode
proceder a respeito do pagamento da despeza com
o sustento dos presos pobres que seguram desta
capital para a villa do Aguas Bellas, conforme in-
dica a cuntadora dessa thesouraria em seu respec-
tivo parecer, visto como a diaria para a alimen-
ta; 10 dos presos pobres do interior se acha esta-
belecida no art. 19 i' da lei n. 963 de 25 de julho
de 1870. J
4.' seccao.
Offlcios :
Ao Exm. e Rvm. Sr. bispo diocesano.Ac-'
cuso a recepeto do oflicio que V. Exc. Rvma. diri-
gio-ine nesta data solicitando providencias para
que se nao reproduza a viohrio quo se dora hon-
tem do interdicto laucado sobre a igreja do Espi-
rito Santo.- Em resposta cabe-me dizer a V. Exc.
Rytna. que dei conbecimento do occorrido ao Dr.
juiz provedor do capellas, alim do providenciar
como no caso couber.
Circular :
~ Ao Jniz de paz mas votado da freguezia
de S. Jos desta cidade.Designo a segunda do-
minga de abril prximo vindouro para ter lugar a
nstallacao da junta de qualilicaQio de votantes
dessa freguezia, caso ella ainda nao se tenha reu-
nido, visto como, segu do consta de participacao
ollk-ial, i se acha approvada a eleicao de eleitores
a que ltimamente ahi se procedeu, cumprindo
que Vmc. observe as formalidades da lei de 19 do
agosto de 1816, o mas disposico;'s em vigor.
Mntaiis mutandis aos jnizes de paz mas votados
das freguezias de Nosu Senhora da Sadedo
Poco da Panella, de Nossa Senhora do Rosario da
Varzea, de S.'Lourenco da Malta, do S. Salvador
da So de Olinda, de S. Pedro Martyr de Olinda,
do Nossa Senhora dos Prazeres de Maranguape,
de SS. Cosme e Damin de Iguarassu, de Nossa
Senhora do Desterro de Itamb, de S. Vicente ein
Itamb, de Santa Anna do Bom Jardn), do Divino
Espirito Santo de Pao d'AIho, de Nossa Senhora
da Luz de Pao d'AIho, de Nossa Senhora das Dores
do Caruaru, de S. Caetano da Rapoza, de Nossa
Senhora da Conceicao de Qupap, de Nossa Se-
nhora da Conceicao do Bonito, de Jess, Maria,
fos, de Papacara, ede Nossa Senhora da Concei-
cao de Axilas-Bellas.
A' cmara municipal do Recife.-Communi-
co a cmara municipal do Recife para seu conhe-
cnnenlo e dovides flns, que nesta data designei a
nhora do Rosario da Varzea, e S. Lourenco da
Matla, caso ainda nao se tenham reunido as mes-
mas juntas.-Iguaes mulata mutandis as domis
cmaras municipaes.
5." seccao.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo a que
o contrato celebrado com o barao de Bujarv para
o encanamenlo d'agua potavel da cidade de Goyan-
na, autorisado pela lei n. 799 de 2 de maio de 1868,
deixou de ter execuc^o por fallecimento do referido
con: ratnte ; e considerando de urgente riecessi-
dade a realisacao dessa empreza, atienta a falta
d'agua, de que quasi sempre se resento a popula-
cao daquella cftladc ; resolve que esse contrato seja
efectuado cora Justino Jos de Souza Campos, me-
diante as seguintes clausulas, que serao reduzidas
a termo na thesouraria provincial, na forma do qae
dispoe o artigo M da lei n. 963 de 25 de julho de
1870: '
1 O contratante obriga-se a fazer o encana-
mento d'agua potavel para a cidadade de Goyanna,
exentando para esse fin todas as obras, qne forem
necessarias de modo a poder abastece-la d'agua
precisa para o consumo de sua populacho actual,
e com abundancia ; devendo paja este tira execu-
tar todas as obras e trabalhos necessarios, cujas
despezas correrao por conta do contratante, e obri-
gando-se construcrSo de maiores depsitos,
proporcAo que a populacao for augmentando.
2.' A submeter approvacao do governo da pro-
vincia a escoiha d'agua da fonte, agude, ou ribeiro,
que dever ser encanada, assim como a direcc,ao da
linha do encanamento, os ornamentos e planos ge
raes e pancies de toda a obra.
3." A colwcar quatro cbafarizes de quatro tor-
neiras cadaVim, nos lugares que, sob proposta da
respectiva cjmara municipal, forem designados
pelo presiden da provincia.
4.* A forneaer agua ao publico pelo preco de
vinle reis ( 20\rs. ) o balde usual, nao podendo
em hypothese aiguma elevar esse preco.
5." A fornecer gratuitamente agua para a extinc-
cao-dos incendios, \uier as pessoas encarregadas
deste serVico pelas at^pridades, quer as pessoas dd
pvo, que se quizerent prestar ao sobredito ser
vico.
6.a A vender aos particulares, que o quizerem
penas'ou annels d'agua por mais ou menos tempo
at a expiraco do pryVileglo, mediante as clausu-
las e condicoes que com os mesmos particulares
forem contratadas, com tanto que o prego d'agua
nao exceda nunca ao que fica taxado na clausula
quinta.
7.* A orgac' e subm?tter approvacao do
governo da prl acia e fazer publicar nos jornaes
os regulatnonn, necessarios para a conserva^ao
das obras, I i rapaza c polica dos acudes e chafari-
zes e em geralypara a seguranja e garanta do pu-
reza.
r em perfeto estado de conservacao
do.privilego, todas as obras e de-
blico e da em
8." A man
at a estiaccj
*fc^,
pendencias da empreza. que ficarao sob a inme-
diata e effeetiva liscalisacao do governo da pro-
vincia por meio dos agentes especiaos, que para
este lim designar.
9.' A entregar em bom estado de conservajab
ao governo da provincia, lindo o tempo do privi-
legio, e sera dependencia de indemnisacan alguma,
sob qualquer pretexto que seja, a empreza com
todas as obras e dependencias, acudes, encana-
mento, caixas d'agua, chafarizes, torneiras, etc.
10.' Todas as desapropriaceles que forem indis-
pensaveis para a exeeucao das obras do encana-
mento, correrao por conta do comratante.
II." O governo provincial, nos termos da lei
n. 799, j citada, concede ao contratante o privi-
legio exclusivo, por tempo de cincoenta annos, da
venda d'agua potavel na cidade de Goyanna e su-
burbios, eomprehendidos na demarca.-ao da dci-
ma urbaua, e concede mais quatro annos de pri-
vilegio por cada novo chafariz que a empreza col-
locar por ordem do governo, sob proposta da res-
pectiva cmara municipal.
12." O governo provincial (briga-se a solicitar
da assembla geral legislativa, por intermedio do
governo imperial, os favores e isencoes concedi-
dos pelo art. 26 da lei n. 243 de 30 de noveuibro
de 1811 companhia de Beberibe e por outras
leis e regulamentos geraes a outras emprezas se-
melhanlc*.
13." Obriga-s'*, outrosm, a promulgar os regu-
lamentos nccessrrios para a garanta do privilegio,
estabelecendo multas contra os contraventores e
as mais penas administrativas que forem conve-
nientes, assim como o modo de as tornar effectivas.
11." O contratante dar principio as obras den-
tro do prazo de um anno, a contar da data do
contrato, sob pena de pagar a multa de um cont
de ris. Este prazo, entretanto, poder ser pro-
roga o pelo governo, havendo justas e attendiveis
razoes para isso.
15." As obras do encanamento deverao ficar
terminadas dentro do prazo improrogavel de dous
annos, a contar do lim do prazo ou da proroga-
cao de que trata o artigo autecedent, sob pena
de pagar o contratante a multa de um cont de
ris por cada seis mezes de demora.
16." Se por imperfeico das obras ou falta de
reparos e de conveniente lim'ieza, houver inter-
rupcao ou deficiencia no forneemiento diario
d'agua, pagar o contratante por cada da, que
durar essa interrupcao'9u deficiencia, a quantia
de 204000.
17* Ser prohibida a quaesquor particulares a
venda d'agua, e logo que funecionar regularmen-
te a empreza, serio fechados os pocos pblicos.
18." Para garanta das multas do presente con-
trato, prestara o contratante lianca idnea, na for-
ma da lei, devendo ser effectuada dentro do prazo
de trinta das, contados da assignatura do presen-,
te contrato, a que se refero multa do art. 14 e a
que garante as outras multas, logo que se achem
concluidas as obras da empreza e tenha de comc-
?ar o fornecmento d'agua.
19." As multas estabelecidas no presente con-
trato deixarao de ter lugar se os motivos que as
determinaren) forem devidos forca maior, a jui-
zo do presidente da provincia.
20." O contratante gozar de todos os favores e
vantagens concedidos pela lei n. 799.
21." Poder fazer ccsso do seu privilegio a una
sociedade ou companhia, a qual (cara subrogada
nos direitos e obrigacoes estipulados no prosete
contrato.
22.' As duvidas que occorrerem acerca das clau-
sulas e condicoes do presente contrato sero deci-
didas de conformidade com as leis em vigor.
23." As isencoes e favores concedidos empre-
za do gaz da mesma cidade sao extensivos d'agua,
quer seja urna ou nutra levada a-elTnilo pelo con-
trtame, quer pela pessda ou companhia a queni
transferir.
24.* 0 presente contrato fica dependente da ap-
provacao da assembla legislativa provincial.
O presidente da provincia, attendendendo ao
que expoz o engenheiro chefe da reparlicao das
obras publicas em ollicio de 10 do corrente, sob
11. 53, resolve marcar o prazo de quatro mezes ao
arrematante das obras do rebaixamento da ladei-
ra do Timb, Jos Fernandes Monteiro, para con-
cluir as obras supplementarcs na importancia de
2:62iiti2, provenientes do augmento de exea-
vacio.
Oflicios :
A' commissao censitaria do Buique. -Accu-
sando recebidos os trabalhos do recenseamento da
populacao dessa freguezia, cabe-me agradecer e
louvar os servicos prestados por Vmcs., na quali-
dade de merabros da respectiva commissao, certos
de que taes servidos serao opportunaraente leva-
dos ao conhecimento do governo imperial, que nio
deixardo toma-Ios na devida consideracao.Mu-
tatis mutaniis as commissoes censtarias das fre-
guezias de Nossa Senhora da Conceicao da Pedra
e de Una.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
x seccaa.
Offlcios :
Ao general commandante das armas. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. Exc. para seu conhecimento e fins con-
venientes, que por despacho desta data concedeu
oito dias de prazo ao recruta Antonio Jos Hen-
riques para provar isencao legal.
Ao mesmo.De ordem da S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia declaro a V. Exc, em resposta
ae seu otile 10 de 11 do corrente, sob. n. 167, que
nesta dala se mandou satisfazer o pedido annexo
ao citado officio.
2" seccao.
Offlcios:
Ao commandante superior do Recife. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S., para os devidos fins, que, vista do expen-
dido em seu officio n. 544 de 10 do correte, e
de conformidade com o disposto no art. 65, !.
da le n. 602 de 19 de setembro de 185'), Pedro
da Silva Lemos Guimaraes foi privado do posto de
alferes, para o qual foi nomeado a 18 de outubro
de 1871.
Ao juiz de direito de Itamb.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusir o recebi-
mento do ofllcio de V. S., de 4 do corrente, em que
participa ter orneado promotor publico interino
d'essa comarca, o bacharel Jos Eustaquio de
Olivera e Silva, que n'essa data prestou juramen-
to e assumio o exercicio.
3.' seccao.
Officio:
Ao procurador fiscal da thesouraria de fa-
zenda.Sua Exc. o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S., que nesta data expedlo a
conveniente ordem ao inspector da thesouraria
provincial no sentido de providenciar que o 2.*
escripturario d'aquella reparlicao, Chrstovao da
Rocha Cunha Sonto Maior compareca no da 17
do corrente, pelas 10 horas da inanh, em casa da
residencia do doutor juiz dos feitos da fazenda
para o fin de que trata o seu officio de hoje, sob
n. 2.
despachos da presidencia de 21 de fbvereiilo
dr 1873.
Bellioo Bastos da Silva.-Como requer, obrigan-
do-se o supplicante a assignar o respectivo termo
de responsabmdade na repartieo das tbras pu-
blicas.
Fielden Brothers. -* Informe o Sr/inspector da
thezour*ra de fazenda.
0 raesmo, dem.
Francisco Jos Ferreira Guimaraes. Passe por-
tara.
Francisco Comes da Silva.S tisfaca o su pil-
cante a ^exigencia da thesouraria de fazenda.
Joo Cesar Cavatcante de Albuquerqiie. Passe
nao havendo inconveniente.
Joo Alves Bezerra.Selle o documento.
Manoel Joaquim de Miranda e Suiza.-Deferido
cora officio desla data thesouraria provincial.
O mesmo. Informe o Sr. inspector da the-
souraria de fazenda, ouvinde o Sr. administrador
da recebedoria de rendas geraes.
Victorino de Al neid (tabello. Informe o Sr.
engcnhsiro director das obras publicas.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 22
de fevoreiro de 1873.
O porteiro,
Siloino Antonio Rodrigues.
Empreza do :az em Pernambuco, 11 de feverei-
ro do 1873. lllm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
communicar a V. Exc, que da commissao Hornea-
da para examinar a illumincao a gaz dosta cida-
de estiveram hontem a noute nesta fabrica os Srs.
Drs. Tiburcio, Olivera e Coutinho.
Ignorando o resultado do exame ao que entao
procederam e a deciso a que chegaram estes se-
nhores, nao posso ao mesmo tempo deixar do pro-
testar a V. Exc. contra a maneira em que as ex-
periencias foram feitas as quaes pareciain ter por
lim nico a rartiliraojio das ideas j de anteino
adoptadas pelo Sr. engenheiro fiscal, e nao podem
servir como base para se formar qualquer cuuclu-
sao a respeito ou da presso, ou uo consumo, ou
da despeza relativa do gaz que fornecemos.
As razoes que me inlluem em fazer o dito pro-
testo sao as seguiutes:
1.* A vela adoptada' pelo Sr. Dr. engenheiro fis-
cal nao da qtialidate e discrpra < exigida pida
clausula n. 4 do contrato.
2.' A experiencia feila por nini em presenta da
commissao provou conclusivamente que se podo
dar a luz exigida com um consumo muito mcuor
do que aquce que o ir. doutor diz ser neces-
sario.
3." A maneira em qu foram Vitas as experien-
cias do Sr. Dr. Tiburcio, na minha opino mul-
to irregular e inesmo inexacta ; e as eonclusocs
bascadas nellas nao podem por formo argoma sor
consideradas como fiis e satisfactoria, taes expe
rienda necessitando de maior delicadeza e exac-
tido.
Em conclusao, estou prompto a provar a qual
quer hora e em presenca de quem quer que seja,
que os precos pagos, tanto pelo governo como por
particulares, estn era harmona com o contrato.
Assegurando a V. Exc. o meu constante desejo
de Oem e fielmente cumprir o contrato feito com
esta companliia, aproveilo da oecasiao para reno-
var a V. Exc. os protestos de minha estima e con
sideracao.
Djus guarde a V. Exclllm. e Exm Sr.com-
mendador Dr. Henrique Pereira de Lucena, multo
digno presidente da provincia. Ths. Sewbggnig,
engenheiro gerente.
cf.es precipitadas que tem dirigido a V. Exc, sem q Sr. Antonio Barboza, acha-se em grave risco
previo conhecimento do resultado das mesinas ex- <],. vda, e a autoridade, proseguindo em busca dos
periencias. i criminosos, no que deve ser incansavel.
Deus guarde a V. Etc. lllm. o Exm. Sr. Dr. | Roubo.-No da 6 do corrente, foi roubada a
Henrique Pereira do Lucena, diguissiino presiden-
te da provincia. O engenheiro chefe, Jos Ti''/ -
ci Pereira de Magalhdes.
Empreza do gaz. Pernaiobuco, 14 de fevorei-
ro de 1873. lllm. e Exm. Sr. Em addilamento
ao meu ollicio de 1 i do corrente, que reinetti a V.
Exc, protestando contra o accordo irregular por-
que foram feitas as experiencias dirigidas pelo
Sr. Dr. Tiburcio, na oecasiao ei que parte da
commissao naneada visitaram esta fabrica.
Confirmando o que exp'uz em dito ollicio, tenho
a honra do communicar a V. Exc.'que; maudando
lioje a pedido verbal da. mesma commissao trans-
ferir o plwloinetro da escola normal (onde ante-
hontcm a commissao fez diversas experiencias)
para o arsenal de marinha, achouo meu empre-
gado, udisco alterado de tal forma, que julguci con-
veniente gurdalo em carxa lacrada, tirando dis-
to certido publica do estado de alteraco em que
foi adiada dita peca, para futuras oDJcccocs.
Com o fado que relato a V. Exc, de novo pro-
testo eontra qualquer conclusao desfavoravel (pie
a commissao possa baswar em suas experiencias,
feitas de nina maneira que, com o mnimo conhe-
cimento da materia, mostrara seren sem valor.
Renov a V. Exc. os protestos da minha estima
e considerafo.
Deus guarde a V. Exc.-lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, muito dig-
no presidente da provincia. Ths. Newbigging, ge-
rente.
N. 65.Pernambuco.Repartieo das obras pu-
blicas, em 17 de fevereiro de 1873.Illra. e Exm.
Sr. Informando, como V. Exc. me ordena, o olli-
cio por copi i do gerente da companhia da Ilumi-
na, o a gaz, acerca da aJteraco que elleencon-
trou no disco de que se servio a commissao para
apreciar o poder Iluminante do gaz, devo dizer a
V. Exc. que a commissao, tendo feito repetidas ex-
periencias com o photometro e mamoinetro no an-
dar terreo do edificio da escola normal com o dis-
co fornecido pelo mesmo gerente, e achando que
nio poda precisar exactamente o numero de ve-
las que a luz do cembustor apresentava com o
mencionado disco, visto como a differenca de urna
vela na aprecaio era quasi insensivel, tratou
depois de ter tomado as notas das experiencias fei
tas, de alterar o mesmo disco, afim do ver se as-
sim poda conseguir ura resultado mais aproxima-
do, e nao obtendo com essas tentativas, deixou
por inutilisado o disco, que o mesmo gerente
guardou lacrado e vistoriado para futuras objec-
c,des, caso le seja' desfavoravel o resultado da
commissao.
Na experiencia subsequenle a esta, que teve lu-
gar no edificio do arsenal de marinha, nao so
servio-se a commissao de novo disco fornecido pelo
Sr. gerente, como de outros, dando sempre as ex-
periencias os mesmos resultados.
A commissao, no intuito de apreciar da melhor
maneira o poder Iluminante do combustor, tem
acompanhado as experiencias feitas com o photo-
metro do systema ingler e com o donominado
t Rumford.
'A commissao por ora trata de conhecer em di-
versos pontos a presso do gaz, e bem assim o
consumo correspondente, afim de tomar a media ;
o que feito, ir de novo ao edificio do gazometre
e na presenca do Sr. gerente far repetidas expe-
riencias, tomando por ponto de partida a media
das pressdes obtidas, segundo se convencionou
com o mesmo Sr. gerente.
So depois de to repetidas experiencias ter a
commissao a base mais aproximada para obter o
consumo medio do combustor, cujo poder Ilumi-
nante vem indicado no contrato.
eslas condiedes v V. Exc. que a commissao
vai caminhando em seus trabalhos com a cautela
precisa, e nao desoja ser precipitada era suas apre-
ciaedes.
Aproveito a opportunidade para em nomo da
commissao levar ao conhecimento de V. Exc, que
ella no desetnpenho dessa ardua e melindrosa ta-
refa ha de revelar justica e equidade, e que nao
tem por fim esbulhar a companhia de seu direito,
porm, sim esclarecer com franqueza e lealdade
o resultado das repetidas experiencias, afim de
que V. Exc possa dar as providencias que o caso
exigir.
O receio que tao visivel e infundadamente nu-
tro o Sr.-gerente sobre o resultado das experien-
cias o induz asuppor m f da parte da commis-
sao, segundo se evidencia dos offlcios dirigidos a
V. Exc, e por copia transraittidos a esta direc-
tora.
Em nome, pois, da mesma commissao peco li-
ceo-ja a V. Exc. para devolver ao Sr. gerente da
lluminaco a gaz as insinuantes que elle malevo-
lamente temas-acado wmmisannas participa-
Cunimanilo la arma.*.
UU.VRTEL GENERAL 1)0 COMM.VN'DO DAS ARMAS
INTERINO DE PERNAMUCO, EM 22 DE FEVE-J,
REIRO DE 1873.
Ordem do da n. 703.
O brigadeiro commandante das armas interino
faz publico, para os fins convenientes, que nes-
ta data o Sr. eapell) da fortaleza do Brum, co-
nego Manoel da Vera-Cruz eiilrou no gozo de 4
mezes de licen(;a com veucimento de sold e eta-
pa, que Ihe foi concedida por aviso do ministe-
rio da guerra de 24 du Janeiro do corrente anno
para tratar de ua saude, e que de conformidad
com o disposto no citado aviso acaba de con-
tratar Rvd. fre Flix da iS'atividade Pimentel,
pan substituir o mencionad Sr, capelln duran-
te o seu impedimento, media de a esportilla do
oOOOO mensaes.
Assignado'Iodo (juillierme de Bruce.
ConformeJos Igmcio lUheiro llonut,
tenente ajudante de ordens uterino encarre-
gado do detalhe.
Rcparticito 2.' seccao. Secretaria da polica do Pernambuco,
22 de fevereiro do 1873.
N. 395. lllm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das partici-
par-Oes receidas hoje nesta repartieo, foram hon-
tem recomidos casa de detengo s seguiutes in-
dividuos :
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Joanna. es-
crava de D. Maria das Hroes, por andar fgida.
A' ordem do da Bo-a-Vista, Jos Cercello, por
disturbios.
A' ordem do do Poco, Manoel Barboza da Silva,
por d isturbios.
Por officio de 10 do corrente, commumcou-mc o
delegado do Buique, que pelas I horas da tarde do
, na oecasiao em que o cidade Jos
dia anterior,
Manoel Diniz, morador no lugar Moroco, 6 leguas
distante daquella villa, se aproximava jla casa de
sua residencia, acompanhado do cidadao Antonio
Barboza Cavalcante Jnior, juiz de paz da fregue-
zia da Pedra daquelle termo, fura brbaramente
assassinado por diversos individuos que lhe sahi-
ram ao encontr, os quaei depois de assim havo-
rcm pralicado, roubaram 3 contos e tantos mil
ris que a victima conduzia, dos quaes 1 cont e
tantos mil ris em dinheiro c o reslante em lettras;
sendo nessa mesma oecasiao ferido gravemente o
raen onado Antonio Barboza. que lie.nva em perigo
de vida ; que apenas soub! de semelhante fado di
rigiu-se ao lugar do criine, fez as competentes vis-
turas e prosegua nos demais termos do inquerito
policial e que de seu resultado e rameada ao juizo
competente, me dara scicncia
Em data de 14 do dito me', coniniunicou-mc
ainda o mesmo delegado que, no dia 6, no lugar
Tres Riachos -do disiricto daquella villa, fora
roubada a casa de Jos Francisco do Souza, por
Manoel Thomaz de Souza, que foi preso c recomi-
do ca lei a ; sendo que a tal respeito eslava pro-
seguindo nos termos da lei, e que do resultado de
seu procodimenlo e romessa do respectivo inqueri-
to ao juizo competente, dara sc'encia esta re-
partieo.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com
mendador Henrique Pereira de Lucena. dignissi-
mo presidente desla provincia.0chefe de policia,
mz Crrela de Queiroz Barros.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Autoridades policiaes. Por portaras
da presidencia da provincia, de 19 do corrente, foi
exouerado Francisco do Barros e Silva, do cargo
de delegado do termo de Bonito, e foi nomeado
para o substituir o tenente coronel Mathias Fer-
reira de Mello.
Guarda naeional. Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 19 do corrente, mandou-
se dar guia de passagem para provincia do Ama-
zonas ao alferes da 8." companhia do 1 i. batalho
de infamara, do municipio de Goyanna, Vicente
Ferreira unes de Paula.
Matriz de Santo Antonio.- Abaxo
publicamos a sentenca laucada nos autos de pro-
testo desta irraandade, pelo Exm. Sr. Dr. juiz de
direito provedor de capellas :
t A sentenca de interdiccao lancada sobre a ir-
raandade do Santssimo Sacramento da freguezia
de Saato Antonio, nao suspendeu a execuc.o do
coinpromisso porque ella se rege, nem extingui
a mesma irmandade. Os effeitos dessa sentenca,
sao apenas os que constara das declaracocs feitas
elo Rvd. vigario da freguezia, por ordem do Exm.
r. bispo desta diocese, e, salvo essa restrieco
decretada por autoridade competente, contina a
irmandade do Santssimo Sacramento no exercicio
dos seus direitos, e obrigada a cumprir os onus
pios estabelecidos pelo seu compromisso. Deve
portanto a referida irmandado como at hoje, pro-
seguir no desemiienho dos piedosos flns de sua
instituio, guardando entretagto a censura eccle-
siastica, que lhe foi imposta; e se contra esse acto
tem motivos a allegar, cumpre que essa allegacao
seja feita de conformidade com as regras de
direito.
Nesles termos julgo improcedente e sem fun-
damento o protesto requerido pela irmandade do
Santssimo Sacramento de Santo Antonio, c con-
demno-a as rustas. Recife, 17 de. fevereiro de
1873. -Manoel Ce me atino Carneiro da Cunha.
Irmandade do Espirito Santo.-Por
senten.a do Exm. Sr. Dr. juiz de direito provedor
de capellas, de 22 do corrente, foi suspensa a mesa
regedora dessa irmandade, e nomoaua urna com-
missao composta dos Srs. Dr. Joaquim Jos da
Fonceca, Manoel Barboza de Arajo e do Rvm.
Chrjstovo de Hollanda Cavalcante de Albuquer-
3ue, para dirigir os negocios d mesma irraan-
ade.
Est curada.A Sra. operada de orarioto-
mia pelo Sr. Dr. Sarment filho, de que ltima-
mente demos noticia, est radicalmente curada,
devendo por estes dias deixar o hospital Pedro II,
onde ein menos de um mez, conseguio recuperar
a sade.
Felicitamos ao Sr. Dr. Sarment filho, pelo resul-
tado lisongeiro da sua operacao, urna das .mais
arriscadas e difflceis da cirurgia.
casa de Jos Francisco de Souza, no lugar Tres
Hiuchos, do districto da villa de Buique, por Ma-
nuel Thomaz de Souza, que foi logo preso e reco-
lhido cadeia d'aquella villa.
FaeHldade de direito.Acha-se aberta
a matricula para as aulas da Facnldade de Direito,
sendo a inscripeo permittida para o 1* anno at
31 de marro prximo, e para os demais annos so-
mente at i." desse mez.
Imposto* provineiaes.Termina hoje
(2'i) o prazo para o pagamento, livre de multa,
dos seguintes impostos provinciaes: 60 rs. por litro
de agurdenlo ; 1 lOOiOOO por garanta de bilhe-
les d lotoria; 20 por cento sobre estabelecimentos
de comnierco em grosso e a retalho, fabricas de
rap, depsitos, casas de droga, boticas, botis, ar-
mazens de algodo e trapiches ; 8 por cento sobre
esr.riptorios, consultorios e carlorios; 4 por esnto
sobre estabelecimentos commerciaes fra da cida-
de, phctographias, botequins, casa de pasto, cochei-
ras, cavallaricas de aluguel, fabricas ; 500*000 por
casa bancaria, empreza anonvma, ou agencia ;
200*000 por casa le cambio ; iiOOOJOOO por casa
de penhores; 1:600000 por casa de joias era gros-
so; 1:00030 0 por estabelecimenlo ou escripterm
em que se agencie ou effectue venda de plvora;
200'MX) por deposito de kerosene; 10*000 por
casa que vender kerosene retalt.o ; 1004000 por
casa que vender rupa feita, obra de celeire, de
marcineria ou de outra qualquer arte feitas em paiz
estrangeiro ; lOOOOO por corrector coinmereial e
agente de leiloes; 2001000 por casa de transaeces
sobre escravos; ."10*000 por casa de modas;
WiOOO por casa de buhar; 30*000 por escravo
cnipregado em serviro de alvarengas ou canoas de
carga c descarca no porto; 1*000 por tonelada
de alvarengas; 2*iW0 por bote ; 2*000 ifi escra-
vo ganhador ; 16*000 por carro particular de 4
rodas ; 10*000 por dito de 2 rodas ; 30*000 por
dito de aluguel; 25*00 por mnibus; 40*000 por
carro fnebre ; 6*000 por carroca ; 5*000 por ca-
vallo de aluguel : 2:000*1^00 por joalheiro qua
mascatear na provincia; 20*000 por mscate;
50*000 por tavernas que vender miudezas ou ou-
tros quaesquer objectos ; 5*000 por es'abeleci-
mento comrnercial; 200*000 por deposito de ca-
nos de pedra : 1:500*000 por casa ou agencia de
seguros ; e 5 por cento sobre o capim vendido na
cidade do Recife.
Companhia Santa Thereza.-No dia
28 lo corrente deve reunir-se a assembla geral
dos accionistas desta companhia, alim de ouvir a
leitura do relatorio annuo e do halanco corres-
pondente ao auno de 1872.
Inlraco de postura. Informam-nos
que, contra a expressa disposico do art. 8.* do
titulo 8. das posturas da cmara municipal do
Recife, teem sido enllocadas empanadas lixas em
fronte de diversos estabelecimentos desta cidade,
sem que os Srs. fiscaes tenham cumprido o seu
dever.
E' caso este muito digno da attenro da cma-
ra municipal.
Carnaval. Nao obstante o mo tempo que
desde antes de hontem ameacava umita chuva, nao
tendo-esta cahido, conservando-se apenas nebulo-
so todo o dia de hontem ; .correu o primeiro dia
do carnaval com una influencia, que j nao era
de esperar, em face do que ha ellesido nos annos
ltimos.
Alem do muitos mascaras (lis tinelos pelo lustre,
plianlasia ou critica de seus vestuarios, tornou-se
notare) interessando gcralmente, o Club dos Azu-
crlns os ques so mostraran! perfeitos azucrin?.
azturiuando o ceu e a Ierra com espirito delicado.
11ouw nmita agua a despeito das posturas mu-
nicipaes ; mas o que fazer ? os costumes de oni
povo nao se refonnam de um dia para oulro.
Sermoes quaresmaes. Ein todas as
sextas foiras da prxima quaresma, note, devora
ha ver predicas doutrinaes na igreja da Santa Cruz,
oceupando a tribuna sagrada o Rvm. Fre Joo de
Sania Thereza.
.1 ury do Recife.Encerrou-se no sabbado
a primeira sesso judiciaria do jury do Recife, no
corrente anno, a qual foi presidida pelo Exm. Sr.
desembargador Manoel Jos da Silva Neivar
Proclamas.Foram lidos no dia 23 do cor-
rente, na matriz de Santo Antonio do Recife, os se-
guintes :
i* denuncacao.
Paulo Jos Alves, com Custodia Maria de Oli-
vera.
Manoel Bautista dos Santos Lobo, com Senhori-
nha Emilia Ferreira.
Jos Pinto Bessa, com Maria de Franca Mon-
teiro.
Candido Augusto Maciel da Costa, com Vicencia-
Baptista da Costa Vascon.-ellos.
Joo Antonio de Carvalho, coin Felismna Maria
da Conceicao.
Thomaz Garrett Jnior, com Donata Prietti.
Bernardino Olivera, com Tertuliana Maria da.
Conceico.
Joo Joaquim Alves de Albuquerque, com Ar-
minia Cavalcanti de Albuquerque.
2' denuncacao.
Joao Satyro Barbosa, com' Adelaide Rosalina
Bittencourt.
Joo Baptisla de Siqueira, cora Lydia de Brito
Costa.
Antonio Manoel da Costa, cora Isabel Maria dos-
Prazeres.
Basilio Gomes Pereira, com Maria Constancia
da Paixo.
3' denuncacao.
Antonio Folippe de Mello Santiago, com Narcisa
Francisca Rodrigues da Cunha.
Martiniano J. Elias de Gouva, com Francoln*
Mara da Conceicao.
Joao Ludovino das Mercs, com Josepha Maria
da Conceicao.
Manoel Furtado do Mello, com Maria Catharina
de Senna.
Miguel Antonio Colho d'Almeida, com Adelaide
Deltina Perpetua da Silveira.
Lotera. A que se acha venda a 41." a
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Conceicao
do) Militares, que corre no dia 4 do mez prximo
vindouro.
Cemiterio publico. Obituario do dia 19
do corrente:
Maria, preta, Pernambuco, 12 boras, Boa-Vista ;
ttano.
Maria, parda, Pernambuco, 1 mez, Recife; espasmo
Amella Meda, branca, Franca, 25 annos, solteira,
Boa-Vista ; febre amarella. .
Um prvulo que foi encontrado na porta na
matriz, Pernambuco, Sao Jos; ignorase a idaae o
a molestia.
Manoel, branco, Pernambuco, 1 mez, Santo An-
tonia ; gaslro enlerite.
Maria, escrava, preta, Baha, 34 annos, solteira,
Ferlraento e homicidio.-Pelas 3 horas
da tarde de 9 do corrente, ao regressar da villa de, Sao Jos; phtysica.
Buique, para sua casa em Moror, seis leguas dis- Ignez Maria Fragoso Caraarao, branca, Pernam-
tante d'aquella villa, o cidadao Jos Manoel Diniz, buco, 83 annos, viuva, Santo Antonio; cooiumwao.
acompanhado do Sr. Antonio Barboza Cavalcante Raul,>ranco Pernambueo, 2 annos, Boa-Vista;
Jnior, juiz de paz da Pedra, d'aquelle termo; congeslao cerebral,
j na vsinhanc,a da casa de Jos Manoel, foram i 20
arabos brbaramente accommettidos por diversos Francisco, branco, Pernambuco, 1 hora, Santo
individuos, que sbitamente Ibes sahiram ao en- Antonio; convulsos.
contro os ques, depois de haverem assassinado o 1 Jos Pedro Duarte, pardo, ignora-se, 40 annos,
primeiro e ferido gravemente o segundo, rouba- Boa-Vista, hospital militar; dysinteria.
ram quelle, tres contos e tanto, sendo dessa im-1 Jos Leandro da Silva Moreno, branco, ignorase,
portancia, um cont e tanto em dinheiro e o resto 30 annos, ignora-se, militar, Boa-Vista, hosNul
em lettras. Em seguida evaliram?se. militar; hemorragia proveniente de ferimeatos-
L
O
.

.



Manoel, pardo, Pernambuco, 3 annos, SSo Jo*CV
bexigas confluentes.
Jos hidoro, branca, Portugal, 20 annos, solteiro,
Boa-Vista; febre amarella.
Peter M. NalhV, branca, Inglaterra,- 2'J annos,
oUeir, Boa-Vista ; feble amarella.
Andr, escravo, preto, frica, 70 annos, Graca;
|aralysia.
Manoel, pardo, Pernanibieo, I hdfe, Boa-Vista.
ao nascer.
Innoecncio, preto, Peniamburo. 3 annos, Boa-
Vista; saraupo. '
Jos Mara Pinto, pardo, Rio de Janeiro, .17
annos, solteiro, Boa-Vista, hospital portugucz, I y-
pertmphia do coraroo.
Francisca Maa de Jess parda. Perinmhnco, 45
annos, casad4 Boa-Vista, hospital Pedro II ; r m-
sninpeio.
Leopoldina, branca, Pernambuco, 2. mezas, sao
Jos; convulsoes.
Bazilia, parda, Pernambuco, 9 mezes, Sao Jos ;
entorila.
Antonio, pardo, Peroam'.tuco, l anno, Sao Jos;
varilas.
Mara Carlota, preta, Pernambuco, 00 anuos,
soBeira,Gra.a; congesto pulmonar.
tnioNtr\ ii itiruRiA..
TlUllAll- 31 \ RKLAC.tO.
SESSAO DE 22 DE FEVEBEIRO DE 1873.
RiiM'J/SCU 6" KM. SU. OOKSKLHEIRO CABTANO
S.\NTi\r.O.
Serrrt-irio Dr. Virgilio CaeUto.
As 10 horas di manha,presentes os Srs. desem-
barga lores Gitirana, I.ouren.o Santiago, Almeida
Hhillimrqin. Motn, procurador da corea, Doria,
Domingucs 'Silva, Souza Leao e Araujo Jorge,
faltau'li cun causa os Srs. desenibargadores He-
g;ueira Costa e Neiva, abrio-se a sessao.
J'.'LGAWFNTOS.
Recursos crinus.
Kccor rente Francisco Venancio de Salles, re-
corrido o juizo de direito da Imperatriz. Juizes
os Srs. desembargadures lourenco Santiago. Do-
mingues Silva. Al.neida Albuquc'que e Gitirana.
Improcedente.
Beeorrenie Jos da Costa Pereira, recorrido1 o
luizo ile dimito de Cascare!. Juizes os Srs. des-
eniharga tures I. tu renco Santiago, Araujo Jorge,
Almeida Allniquerque e Doria. Deu-se piovi-
in.'llM.
Recrreme Hayinundo Gomes do SoBit, recor-
rido o juizo de s Matheu*. Juizes os Srs. desem-
barca lores Doria, Souaa Lean, Lourenco Saniiago
e Omeidn Alhiiquorqne. Improcedente.
Recrreme o juizo do dimito de Nazaretli, rc-
earriie Francisco Man ni de Lima. Juizes os Srs.
desembarga btr.-~ Almeida Alboquerqae, Araujo
Jorge, Doiiiingues Silva o Lourenco Santiago.
Improcedente.
De S Miguel de Alagoas. -Recrreme Francis-
co do Araujo Lima Cridas, recorrido Flix Anto-
nio Cuneta. Juizes os Srs. deseniliaigadores De-
miugues Silva. Almeida Albuqtiorque, Doria e
Souza Leao. Dene provimento.
De S. Jos de Mipib. Hecorrentc Jo.io do Al-
buquojjue Maianhao Ctinha, recorrido Felfa
Antonio Kerr ira de Albuquerque. Juizes os Srs.
dcsambargartores Domingues Silva, (tirana, Lou-
: i. > Santiago e DoriaImprocedente.
liecorrente Manuel Francisco de Salles, rocer-
rido o juizo de direito da Imperatriz. Jui es os
Srs. desembarcadero* Souza Leao, Almeida Albu-
fperque, Aranjo Jorge e Uomingiies Silva.-Den-
se provimento.
HABRS aneas.
Pariente Jos Mara Hiboiro. Relator o Sr. des-
embargador Sonza Leo. -Nao tomaram conheci-
mhte
CARTA TESTEMOXHAVgL.
Delfocite.Aggravante Maximianoda Silva, ag-
s\ iv-idos Dr. Angelo Hearique da Silva e otro.
Jiil/es us Srs. riesemhargadores Loronlo Santia-
go, Doria e DindaguesSilva. Deu-seprovin.euto.
APPELLACSeS QRDUCS.
Appcllante o juizo de Bananeiras, appellado Ma-
noel Geraldo Mooteiro da Silva. A novo jury.
Appcllante o juizo de Camaragibe, appellado*
D)dat) Atcioli Lins e outros.A novo jury.
Da Floresta. Appcllante o juizo, appellado Ber-
nardo, escravo.Nao tomaram conhecimento.
Do Sobral. Appcllante Maximiano Jos da Si!-
>;:. amellada a justica, A novo jury..
Ce Ipojnca.Appellantes o promotor e Francis-
co Arres de Miranda Varejo, appeilada a justica
I >-: Antonio do Monte.Julgou-se improcedente
a appelrafo do r Varejao e mandon-se oreo
M ?'Hc a novo jury.
ArPEi.'.Ar,n>s crvEis.
Do Reeife. -Appellante o preto Jairaarjo. por
curador, appellado Joaquini da Silva Safa.
D presados os embargos.
Appellante D. Clara Sopliia Fenton, appellados
luraciros de J"i Slmo de Almeida. -Reformada
a ue n tenca.
ApncHantes herdi irod da Beruardmo Jos Mon-
teir", appeilada Maa Annunciada da Carmo Ro-
efta Costa.Desprezados os embargos.
\npellani? Jdaqntm Das Fcrnandes, appellado
's^uinda Silva i''>"tn IVsprczados os embar-
gas.
Do Limoefro.Appellante Mara Luecna Barbo-
-.: da Silva, aopeltado Manol da TrindadeCaniel-
i.. i>eoa.Confirmada a seoMnra.
MSSAOKKa
Da Sr: desembargador Gitirana ao Sr. desem-
< irgador Doureneo Santiago
i'o juizo mnnieipal d) Reeife.AppeUante Jos
JDaqniBI da Costa Mata, appellado .Virques San!, s
A C
Do Assii. -Appellante Vi-ente Pe reir da Pon-
eca, appeliado M..noel de Mdlo Montenegro IVs-
De orph.ios de Olinia.Appeltontc a prcta Ca-
ftarinapor seaefirador, appellado Manoel Dioni-
io Gomes d<' Reg.
Do Recite.Appellante Francisco Luiz los San-
tos, appellados os herdeiros do mcsino.
De jury de BatMnetrs. -Appellante Man-vIK i-
jfMHO Cardoso, appeilada a justica.
Ao Sr. desembargador Domiogues Silva :
Do juizo mnnieipal do Reeife. Appellante Br-
ardinode S Leitao, appellado Manoel Goncalves
Ferreira.
1>o Si-, desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
- mbargador Alnvida Albuquerqne :
Do jhzo mnnieipal do Recite. -AppeHantc Bor-
(acia Anua Alves Ferreira, appellado capito 04
Melquades Bezerra da Silva Costa.
De caoellas de Olnda. Applfante o conejo
M-'tuoel Thomaz de CMivelra, appellado o jnlzo.
Dj Sr. desembargador Almeida Albnquerque ao
Sr. desembargador Doria:
Do jury da Madre de feo.Appellante a jns-
ica. appellado Jo/lo Gimes da Silva.
Ai Sr. desembargador Domingues Silva :
Do jury de i.amaragibe. Appcllante Hlo Fran-
:~: > Altes da Silva, appeilada a justica.
Do Sr. desembargador Doria a<* Sr. desembar-
gador D-iniiiigues Silva :
Do jnizo uVis feitos da f.izenda Appellante Fran-
cisco das ('.hagas Salgueiro, appellado Josi^ Jac-
ve Tas^o.
Do jury do Bonito. Appcliante o juizo, appefa-
i.) Jos Luiz da.Silva.
Do Bananeiras.Appellante o nr^niot r. appe!-
adi Antonio Bezerra da Silva.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Regueira Costa :
Dojoizo municipal di Inga.Appellante Mat-
uteo de Paula Monteiro, appellado L'ureiieo Fer-
Teira Borges.
Ao Sr. desembargador Souza Leso ;
De Gpyanna Appellante Manol Paulino da Cu-
ata wuveia, appellado Joo Carneiro de Mesmiiu
amara.
Do Sr. desembarador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Iveiva;
Do Becife.Appellante Mathias Lopes da1 Costa
Maf; appellado Antonio Caemiro de (tonVeta.
Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. des
nnbargador Gitirana :
Do jury da Granja.A ppellante o tato, appet-
Jados Jfiarfim ALirianno de Araujo e outros.
nTtfGHNCIA CRIME
ARff. desembargador promotor da jwti?a
Appellante Joaquim Jos de Sant'Anna, appd-
iada a justi.p ; appcllante o jnizo, appellado Peilro
Jos Monteiro dos Santos ; appeHante o juizo, .t*
^tltadn Pedro Xavier de. CHivcira ; appellante o
juizo. appellado Ponciano, por 9eu eurudii-; ap
lellanleo jnizo, appllado Joaqnim Cdrreia de
Araujo ; appellante o promotor, appettadas "aria
Joaquina da Conecico outra ; appclla&to Joa>
ijnin Jos de Mello, appe lado o jar o ; appelhtn-
te o promotor, appellado4oio Rodrigues de Frei
tas e% outros ; appelianie Francisco Pereira da IHl
va, appeilada a Justina.
Asignou-se dia para julgatnento do9 feilos w-
gnintes :
APriU-AcSCRlSUS.
De pejuea. App-'llantes, o promotor e Frsai-
cisco Alves de Mirada VareJSo, appellados o
jui o Jos Antonio do Monte.
Lima, appelladada a justica.
APPELIACO'S CIVRIS.
Do Limoeiro.Appellante Mara Lucena Barbosa
da Silva, appellado Manoel da Trindade eamello
Pessoa.
Da Areia. Appellantes herderos de Manoel
Gomes da Cunha Lima, appellado Manoel Fran-
risco Alves Gama.
Do Beeifc.AppellantO Joaquim Das Eernan-
les, appe'lado Joaquim da'Silva Costa.
ntSTRiRi;icXfi.
Appellacoes crimes^
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do jnry de Agua Preta. Apellante Joaquim
Jos de Fauta nna, appellado o juizo.
Ao Sr. desembargador Ar-ujo Jorge :
Do jury de Bonito. Appellante Jos Francisco
da Silva, appellado o juizo.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Do jury da Misericordia. Appellante Pedro
Lopes de Abreu, appellado...
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do jury do Cabrob. Appcllante Aprigio da
Costa Araujo, appellado Ernesto da Costa Agr.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerquc :
Do Jnry de Cabaceins. Appcllante Tite Car-
neiro de Mello, appellado Alfonso Pereira de Cas-
tro.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do juizo de direito Jo Ip.-Appclhnte Cosario
de Mello Silva, appeilada a justica.
AGGI1AV S DK PP.TigO.
Ao Sr. desembargador Doria :
Aggravante Jo.o da Molla Botelbo, aggravado o
juizo.
Ao Sr. desembargado!- Domingues Silva :
Aggravante Manoel Ignacio de Jesus, aggravado
o juizo.
Levantou-se a sessao as 2 horas.
O mesni Exm. Sr. oraenou aos oscrmws Al- ruram suunieuiin a ninncj nos ai nopiw""
unuernuo c Alves do Brito que infonnasse so no os segtnntcs livros : copiador de Francisco Ribsiro
ns i do:Wn,y8e o jvcurso de revista de acor- Pinto Gumaraes, e diarios de Olfveira Pilhos i (..,
m orofwidrt pote mesmo tribunal na hvpothesa Francisco Ribeiro Pinto Guimares e Jese Tbalcs
T>e Omirt*ilV-Apm*t#RtB e nizo. anpcMadAs*)' O mesmo Exm. Sr. ordenou aos scrivaes Al- Foram snbmettidos rubrica dos Srat dopirtattos
Doodato Accioli de Lima e outros. bnquer "
De Bananeiras. AppbllaRte o jnizo, appclla'do ta
Manoel Geraldo Monteirs. ; Jho proferid* jiote
De Floresta. Apuellantc. Barnardino Pereira do art. Sftl -1 regiibimento n. 537, tem sido o
orase exlrliir-se traslado ou senteuca, e nests
ultimo caso (nal o fundamento legal de seme-
ntante procedimento.
Encerran-se a sessao una hora #3/1 da
tarde.
de Mello i C.
Ao meio dia nada inais bavenda a despachar, o
Exm. Sr. conselheiro presidente cncerrou a sessao.
a
mUCAGQES~A PlfiW.
Ti'biial ilo coninicrcio.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 13 DE
FEVEREIRO DE 1873. '
PRESIDENCIA DO BXJI. SR. CON.SEUIEIRO ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
A's 10 horas da innliS, presentes os Srs. de-
putados, secretario Ulinto BasUis, Candido Al-
colorado, Reg Mcdeiros e Lopes Machado, o Exm.
Sr. conselheiro presidente abri a sessao._
Foi Hila e approvada a acta da sessao do 10,
Mta a declaraban de ter estado presente o Sr des-
embargador fiscal sessao a que a mesma acta se
refere.
EXPBD1KKTE.
Offlno da junta dos eorretoros, respondendo ao
do tribunal eoni a data de.7 do correntc.Foi
inand ido archivar.
Foram mandados rubricar os seguimos livros :
Copiador de Bastos e Silva, dem de Jo:
lavares Cordeiro 4 C, dito de Gomes de Mat-
tos limaos, diario de H. M. da Silva k C.
DESPACHOS.
Requeiiinentos :
De Shaw Ilawives i C, apiescnUindo a registro
a uomea;ao de setu caixeiros Eduardo Correia
Mesijiiita Cardoso e Antonio Luiz Bezerra Caval-
canti. Como requerens.
Dos meamos, reduciendo certido de se achar
registrada a nomeacao de sea caixeiro despachan-
te Israel Affenso Ferreira.-Passe-se atertidao re-
querida.
De Keller & C, requerendo o registro da no
meacao de caixeiro despacoante por ellesdadaa
Joao Ferreira de Carvalho.Registre-se a nomea-
cao apresentada pelos supplcantes, que nao pro-
varam ser brasileiro o caixeiro nomcado.
De Frederico Sodr da Cimba Motta, sujeitan-
do a registro a autorisaeao que Ihe (lera sen pai
Candido Alberto Sodr da Motla para poder com-
nierciar em seu.proprlo nome. O tribunal resol-
veu que a secretara, em addltamcnto a informa-
ra i que prestoo. em virtudo de autorisaeao ver-
bal, declare o que huuve no anno prximo passa-
do a respeito de um innao do supplicante.
De Joaquim Jos da Costa Fajozes Jnior c Jos
LaureRtino de Azovedo, mpetrando de novo sua
rchabilitacao em \ista do aviso de 17 de dezem-
bro ilo auno prximo passado e do constar dos
respectivos actos as qnitacocs que Ihe deram seus
eredores. Junte-sc a peticao aos autos, c seja 04
Sr. desembargador liseal convidado para assistr
a decisao do tribunal em a prxima sesso.
De Ferreira & Motta, offerecendo a registro o
seu contrato de sociedade.Vista ao Sr. desem-
bargador liseal.
Do oQlcial tbesourciro dos emolumentos que se
Brrbeadam na secretaria deste tribunal, mostran-
do acbar-se lavrado petante a thesouraria do fa-
zenda o termo da respectiva flaneaO tribunal
ficou scicnte. e resolveu que seextrahisse urna co-
pia, alim de ficar' em poder do atibumado, sendo
archivado o original.
De Antonio Pinto" Lapa e Manoel Luiz da Silva,
mostrando ficar satisfeita a exigencia do parecer
fiscal de, i do correntc sobre o registro de seu con-
trato social.-seja registrado o contrato na forma
do decreto n. \ 3 De Moreira Reis & C, pedindo permissao para
servirse do livro copiador q:ic Wra sellado u ru-
bricado para a firma individua! de Joao Jos Mar-
ques. Com requeren!.
INFORUAfllO OA SBCaKTARtA.
?obrc o requer ment do cndor Francisco
Jos Silveira, pedindo o registro da nomeacao de
seus caixeiros.Foi adiada a decisao a requeri-
neato do Sr. Lopes Machado, approvado por to-
dos os Srs. denotados, votando contra o adiamen-
to o Exm. Sr. conselheiro presidente.
(Esta peticao ficou em poder do Sr. Lopes Ma-
mado.)
Sobre igual pmteneZo do corretor Hetfriqoe
Gui liienne Steppie.dem.
! (Ficou esta peticao em poder do Sr. deputado
Reg Mcdeiros.)
O tribunal resolveu que sejam extrabidas co-
pias desta peticao o da do corretor Francisco Jos
Silveira, afn do licarem archivadas para os fies
convenientes, quando taes peticoes houvcrem do
s.er entregues as p.irtes.
Summario ex-oticio contia D. Vicencia Espin-
dola de Mendonca.Contina adiado.
1 Propondo o Sr. deputado Reg Mcdeiros que se
insistisse com a junta dos corretores acerca do
que Ihe foi exigido em 7 do correte, por nao ter
ella dado solucSo ao que Iho fOra reeoramendado
em 27 de deznibro do anno prximo passado,
approvou o tribunal a proposta, esperando-se, po-
jviti, at a sessao dj segunda-feira 17 do eor-
reute.
' O tribuoal reaohaa que se offleiassc junta
dos corretores, alim de que informe so j foi cum-
plido o que dispoe o art. 5." 6." do regiment
interno da mesma junta.
Senda 11 horas e 3/4 da manha, e nao havendo
mais nada a tratar-se, o Exm. Sr. conselheiro pre-
sidente encerrou a sessao.
SESSAO JDDICIARIA EM 13 DE FEVEREI-
RO DE 1873.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. ORSELHr'.r.o ANSELMO F.
PEPETTI.
Ao meio dia, presentes os Srs. desembargado-
res Silva Guimares e Reis e Silva e os Srs.
deputados Oliato Bastos. Candido Alcoforado,
Reg Medeiros e Lopes Machado, faltando o Sr.
desembargador Accioli. o Exm. Sr. conselheiro
presidente abri a sessao.
Lida, foi approvada a acta da sessao de 10.
Assignou-sc o accordo proferido na appellaco
entre partes : appellante Jos Antonio Goncalves
Penna, appellados Augusto Marques Ribeiro i C.
Por nao ler comparecido o Sr. desembargador
Aeeioli, deixou de ser propostn o julgamen:o
dos seguintes feitoe :
Embargante appellante Manoel Nunes Parreira,
embargados appellados Corga Irmaes; appeHante
Bonifacio Adeodatrt Fontanellc, appellados Joo
Luiz Pereira Brandao & C.; appellante o barao
de ..ampo-Verde, appellados os administradores
da rrussa fallida de Amorim, Fragozo, Santos
&C.
Tendo o Exm. fr. conselheiro presidente dosig-
nado o dia de boje para o julgatnento dos autos
entre partes : appellante embargante Feliciana
Maria Olympia, appellados embargados a vuva e
berdeiros do bacharel Juvenc Alves Ribeire
sorteado o Sr. Candida Alcoforado em substitaicao
do Sr. S Lefio ; adiou-se o jitlgamento.
PASSAOKM.
Do Sr. desembargador Sil> a Guimaries ao Sr.
d gemhargador Reis e Silva : appellantes embar-
gantes Gumaraes &. Goocalve3, appeilada embar-
gada D Mariana Augosta da Rocha Pinto.
AUBRAYOS.
Juizo espeeial do onunereio : aggravante An-
dr Barbosa Soares, aggravados es herdu.ros de
D. Victoria Rufina de Azevodo; aggravante Jos
Monteiro Torres de Gsstro, aggravado Manoel Al-
ves Guerra ; aggnwante DommgiM Francisco Ra-
ma ho, aggravado Joaquim da Silva Lopes.
S. Exc. o Sr. cflnsomero presidente nogou pro-
vimento a elles.
ACTA DA SESSAO'ADMINISTRATIVA DE 17 Di
PEN'EREIRO DE 1873.
PRESIDF.NCIV DO EXln. SU. COKSKI.HKHIO ANSELMO F.
PKRRTTI.
A's 10 horas da manea, reuiidos os Srs. depu-
tado secretario Oltato Bastos, Candido Alcofora-
do, Reg Medeiros o Lopes Machado, o Exm. Sr.
conselheiro presidente declarou aberta a sessao.
Foi, depois de lida, approvada a acta da sessao
de 13.
EXCEOHCNTR.
Cffleo da jnnta dos corretores, enviando o
' oletim das ctales olllciaes da semana de 15 a
20 do correntc. O tribunal mandou archivar.
Olflcio da mesma junta, com data de 13 do a-
ilante, acompanhado dus outros, que foram exi-
gidos por este tribunal em 27 de dezembrj ultimo
e em 7 do crrente. Para o archivo. E o tribu-
nal resolveu que se juntasse cada um dos offi-
cios juntos ao summario que dz respeito, segun-
do a rcsluco anterior, indo ambos os summa-
rios ao Sr. desembargador fiscal para offlciar.
Livro de registro da correspondencia olkial re-
gularmente escriturado at o n. 21.
Distribuiram-se os seguintes livros :
Diario de Hlva iiarroca & Filhos, dito de Ge-
nuino Jos da Rosa, dito de Moreira Reis A C,
copiador e diario de Innocencio Garcia Chaves.
DESPACHOS.
Reqiierimentos :
De Ricardo Cordeiro de Miranda e Manoel Joa-
quim Vieira. successores no estabeleci ment com-
mercial da firma extincta Oliveira Miranda k C,
pedindo que "se Ibes transliram os livros diario e
razao para servirem firma Miranda k Oliveira-
Como requeren!.
De anocl Cardoso Ayres, para se Ihe passar
por certido a matricula de seus caixeiros Joao
Francisco Carden Ayres c Antonio Cardozo Ay-
res.- Passe se a certido requerida pelo suppli-
cante, que nao provou seren brasilciros, como
diz, os caixeiros nomeados.
De Manoel Gomes da Cruz, rei|nerendo que de
novo subam conclusu deste tribunal os autos
de sua rehabilitadlo commercial, alim de Ihe ser
ella concedida, em vista da decisao dada con-
sulta que Ihe fizera o toesmo tribunal sobre osla
materia.-Junte-se aos autos, e seja convidado o
Exm. Sr. desembargador fiscal para assistr ao
julgamcnto na prxima sessao.
De Francisco Jos Silveira, corretor gerai, em
que pede o registro da nomeacao de seus caixei-
ros.Adiado.
De Hcnriquc Guilherme Steppie, dem. A-
diado.
IN'KllRACi:S DA SKOltKTUii A
Com data de 8 do crreme, e que por despacho
de 10 se mandou preencher o espapo que existia
cin branco.Vista ao Sr. deseinbargador liseal.
Com data de 15, sobre a falta do sello fixo nos
exemplares do contrato de nrorogacao de socie-
dade da fuma Collares Irmaos 4 C Procede a
duvida.
Em consequencia da resolucao tomada em ses-
sao de 13 do correntc, sobre "a pretenc-ao de Fre-
derico Sodr da Cunha Motta A autorisafao deve
ser provada por esenptura publica, nos termos
do art. 1." 3. do cdigo commercial.
Em cumplimento do despacho proferido sobre
a pretenclo de Manoel Alves (iuerra e seu filho
do mesmo noujo.Jante o que assignou a peticao,
proeuracao d seu tilho do mesmo nomo.
dem dem proferido na peticao de Antonio Vi-
cente de Magalhaes c Vicente Augusto de Maga-
IhSes.Proceda-se com os outros mencionados na
informa ao.
Summario pelo qual foi assignada a rehabilita-
c5o impetrada pela firma fallida de Fajozes Junii r.
Azevedo.Foi concedida a rehabiliuwao nova-
mente requerida, sendo condemnado as custas
ex causa.
COS O PARECES FMCAL
Requerimentos :
l'e Fem.'ira & Motta. registro de seu contrato
de sociedade.Registre-so, nos termos do decreto
n. 4,39i.
De Jo^ Augusto Pinto c Augusto Joaquim da
Silva Potti, dem. Registre-se, nos termos do de-
creto n. 4,391.
De Antonio Luiz TeLxeira Elias, matricula de
commerciante.Na forma requerida.
irocesso instaurado contra D. Viceneia Espin
dola de Mendonca, preprietaria e armadora do
Itiate Matu-fthu?.Vista ao Sr. deseiobargador
fiscal.
Nada mais havendo si-l 1 submellido a despacho,
o Exm. Sr. conselheiro presdanle encerrou a
sessao ao meio dia.
mmBm
Curuca veriton>*
Nao se incoiamodem tanto os Srs. abaixo assig-
nados do Ao publico inserto na Jornal do Be-
cife de sabbado ultimo ; a justica havia de ebegar
um dia e parece que esse dia est prximo: Deus
consenb', mas nao para sempre.
Aos clamores justamente indignados da victima
do Diario de Pernambuco, sahem Ss. Ss. em defe-
za da corporacao dos marchantes ; mas impoten
te, iiH'llica deteza aquella I
E' sempre a qaestao w.llia, cadnea j, do im-
posto da cmara, dos 2 300 das despezas emfim,
que pesam sobre esse negocio, como sobre qual-
ijuer outro tambem pesa urna certa e determina-
da despeza.
E' de mais 1 Nem tanto so podo e deve abusar
da atteocao publica.
Porque razao, somonte os eoinmerciantes de car-
nes verdes precisam de um monopolio violento, de
una sociedade ou li^a offensiva e ikensiva para
se manterem e negociarem ? Todos os genoro de
negocio pagam impostos como aquellos ; os im-
poste" sao entre nos, gracas a Deus, proporcionaes
natureza do negocio ; todo o negocio di para
suas despezas u lucro corelalivo ; somonte a car-
ne verde ha de ser vendida podre e a peso do ou-
ro, nio para dar ganho quelle que com ella nego-
cia, mas para nao perder; visto como os Srs.
marchantes tribalham gratuitamente para o pu-
blico, por amor do publico: perder, porcm, o
que nao querem.
Aqui s ha urna cousa a dizer aos Srs. marchan-
tes : Nos somo-- pacientes; mas nao somos tolos.
Felizmente a luta est travada ; a turca nica
que, afora a aceito do governo, pode intimidar a as-
sociaco dos Srs. marchantes a assofiiatao Amor
e Beneficencia dos talhadores, ein quo alias muilo
eoufiam s.
En-eUnto respondam os Srs. marchantes por-
que : pagando anuuamenU canvira municipal
1:000i por um pequeo tipacfi de 7 palmos onde
e vende a carne (o que extraordinariamente
exorbitante e prejudicial) deixam de alugar a
quem de fra do privilegiado grup,, queira matar
boi, aquelles seis talho da nucir? Ganliaro
elles fechados com que pagar os respectivos alu-
gueis E cerca de 20talhos mais particulares,
que tambem estao fechados, como ganharao para
seus propietarios os Srs. marchantes, o aluguel
que |>or elles pagam ?
Nao haver porventura quem queira alugar o
talh do pateo do Paraizo f...
Picar para depois, mas para breve, responder-
mos ponto a ponto, o estirado artigo de 21 de fe-
vereiro correntc, onde a banca rota da verdade
chega ao ponto do querer-se fugir parte higi-
nica da quostao pela tangente do matadonre.
A sainara municipal, a despeiu dos esforcos dos
interessados, ha de ser j hoje quando menos, [le-
la forca das dwunwtnriaa, lgica e justiceira
para som a peti<;ao dos taadores, que hoje o
espanta ho dos Srs. marchantes.
Nos que vemos isto de parte, com a verdadeiro
inteifissts que a tudos inspira urna questao de vida c
morte social, como esta, podemos dizer : nao ces-
saremos de reclamar d poderes competentes a
excluso dos escravos da corporacao dos talltado
res de carnes verdes, alim de que ella possa cons-
tituir-se e noltlur-se de modo a assumir na socie
dade aquolla posipio assignalada a todas as insti-
tuiees livres; sem o que se perdero bem inten-
cionados esforcos, visto como, muilo de industria,
procura-se enfraquecer aquella associacao, man-
tendo-se em seu eleiiiento^nslitulivo o principio
intoleravel da escravidiio.
O monopolio das carnes verdos urna mons-
truosieade ; ha de cahir como todas.
Continuaremos...
O algoz.
BANCO COMMERCIAL
DE
PERNAMBUCO
Descorita lettras do cambio, de te rra
quaesquer ttulos pblicos.
Recebe diuhei ro cor conta co rrente si mples,
em conta corren te com juros o por let-
tras.
Eucarrega-se por commissao de qualquer
operacao bancaria.
O expediente principiar s 9 horas da
manha e lindar s 4 da tarde.
Ra do Vigario 11. 1, primeiro an-
dar.
C0MPANHIA
Phenix Pernambucana
Toma riscos martimos em mercaduras,
fretes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
oarcacas, premios milito mdicos.
RA DO GOMMERCIO N. 14.
arados
C0NTRA-F0G0
lara^Hi
lanTO *
No patacho hespanh 1 Pr^Hita, para
da Prata, carregou : L. J. S. Guinarcs H
wcas com 28,TO 1|2 k il> de sssucar bral
100-diias com H.oi'l ditos de t., maseavada.
. Na barca Vespanbola Cartea, para o Bo da
rala, carregeu : A. Bastos 7,358 kilos de assucar branco.
No pitacho brasileiro Bom. Jetus, para o Rio
la Prata, carregou : A. Bastos, 223 barricas coi
27,113 kilos de assucar branco.
No briguc portugus DmiSo, pa a Lisboa,
rarregaram : Carvalho k Nogueira 10;) barricas
son 10,890 kilos de assuear mascavadt; E. B.
Ilabello & C. 200 saceos com 15,000 ditos de dito.
Paro os portos do interior
Para Mossor, no hiate brasileiro S. Joao.
carregaram : M. A. da Costa 20(4 barricas com
1,308 Kilos de assucar refinado ; para Maca,
Adolplm Cordero, 2 pipas com 960 litros de agur-
dente e 2 caxas com 31 kilos de doce ; J. F. Pin-
to de Magalhaes .1(2 barricas com 195 kilos a
assucar branco.
-- Para Santos, no brigue nglez Shj Boots, car-
regou : p. M. Maury 13 pipas com 7,200 hlres de
alcool, 1,000 saceos eom 6,756 kilos de assucar
branco e 500 ditos com.2,378 ditos de dito mas-
cavado.
Para Santos, no navio allemao Alberte, car-
regou : A. Bastos 1,500 saceos com 90,000 kiki
de assucar masca vado.
Itua iiieiro andar.
Agente,

38.
pri-
\V. G. FENNEI.LY.
Capital. .
Fundo de
Smn cnlra-fig)
* .0MPANH1.V
NORTHERN.
. 20,000:00059000
Para o racaty, no hiate brasileiro Graciota.
carregaram : Co ta & C. 32|2 barricas eom 2,6G9
l|2 kilos du assucar 1 raneo,.
Para Maranbo, no vapor brasileiro Ornar)
carregou : M. da S. Sampaio K!0|2 barricas con
7.292 kilos de assucar branco e A0 ditas din
4,372 ditos de dito.
Para Mamauguapc. na bareara Flor do Bar-
te, carregou : J. A. Costa Siqucira 10|2 barricas
com 594 l|2 kilos de assucar refinado.

CAPATAZIA DA ALFANHFGA
Rendimentododlal a 21. I0:873il7'r
dem do dia 22...... 7W*3.W
ll:037.rif4
reserva.
Milla
8,000:0003H)00
Agentes,
Lntham & C.
ACTA4)A SESSAO ADMINISTRATIVA BE 20 DK
FIVEBEIUO DE 1873.'
ritHS!DEroji rxi exm. sr. consei-hriiio anslmo
PirANCISOO PBRKTTI
As 10 horas do dia, reunidos os Srs. deputados,
secretario Onto Bastos, Candido Alcoforado, Bege
Medeiros e Lopes Machado, tendo comparecido o
Sr. desembargado? fiscal. S. Exc. o Sr. conselhei-
ro presidente declarou aherta a sessao. Foi lida
e approvada a da sessao da 17.
DESPACHOS.
Bequeriineuos:
De Gabriel de Carv lho e Abreu, Adriano da
Bocha Pereira e Jos Gencalves Nogoeira, decla-
rando, ipie achando-se associados sob a razao so
cial de Abreu, Bocha & C. pedem o registro de
seu contrato commercial. Vista ao Sr. desembar-
gador fiscal.
De Collares, Irmlo 4 C-, firma social, tendo sa-
lisf lo os despacios do tribunal de 10 e 17 do cor-
rente,' pedum seja registrado o seu contrato.
Cuniora-w o.despacho, de 30 de Janeiro prximo
passado, urna vez que acha-se satisfeita a duvida
ila secretaria.
De Jeronymo da Costa Lima e Helyodoro Fer-
nandos da Gnu, socios da firma social Lima k
Cruz, offerecendo registro a retiencace do art.
7." do seu contrato,que fui registrado em i.* de ju-
Iho de 1872.Vista ao Sr. desembargador riscal.
Dos directores da companhia de segaros mariti
mos e terrestres Indemnisadora Joo da Silva
Begadas e Antonio Jo Leal Beis, solicitando o
registro da parte da acta da sessao da assembla
gcral de 27 de Janeiro prximo passado, que se
refere e!ec/w dos funecionarios que tm ne ser-
vir no correte bennio.Registre-se.
De Manoel Antonio Pi5go, ex-soeiodaraiaoi-om
mercial de QMMM Jos Leitae 4-C, pedindo per-
missao para continuar a sua escripturacao nos li-
vros que serviram aquella firma, visto ter o sup-
plicante ficado com o cstabelecimento em que se
deu a referida sociedade. -Deferido.
De E. B. R' bello k C, declarando que tendo
feito protestar em 20 de novembro ultimo, por nao
acceito um s..qu* que receberam de Londres
a sua ordem a 90 dias de vista, succedeu que o
escrivio Jo-; Marianno recusou-se a faer o pro-
testo allegando que a 18 do correte, dia em que
foi o mesmo saque apresentado para ser protesta-
do por nao pago, fazlam 94 Jias ene fra pro-
testado p- >r falla de acceite, em vista do que os sup-
plcantes recorrern! para e Exm. Si\ coaserheiro
presiden te des-e tribuna)-, o qual declarou que
*outros casos idnticos ja-tem deeldido, contando-se
os dias de vista pelo nodo porque entendea es-
crivao; e corri quer que isto pode oecasionar
grave con>pr,tmetnmerito aos portadores de taes
saques,, peiem ao meritissino trbua!, que se
digne decidir porquo mede se dvem contar oV
dias de vista na caso eirpesto. Viste aa Sr. des-
embargador flsdal.
De Frcderrco^odr da CurJia Motla,.imp.etrando
O Illtn. Hv. tonontc-coronel Ale-
\niidir Augusto Fras Villar
- o Hv. Wahiiiu B. Maraiva S.
C'astollo-atranco.
Deparando neste Diario de sabbado 22 do cor-
rente, com um artigo do Sr. Sabino Castello-Bran-
co, e encontrando nelle algumas asserc.Ses pouco
verd.iileiras, e me pareeendi que S. S. fota mal
informado e nimiamente injusto para com a pessoa
do Sr. lente-coronel Frias Villar; e estando con-
vencido que S. S. ignora completamente a historia
da tutora a que se referi, passo pois a informa^ 1)
do (ue convem, deixando em segredo as razoes
que levaram ao fallecido Dr. Alleluia, supplente
do juiz de orphos em 1*38, a nomear o dito Sr.
tenentc-coronel tutor dessas raparigas.
A' instancias minhas somonte e contra a vonla-
de de minha fallecida ia, niulhor do mencionado
Sr. Frias Villar, aceitou elle em 10 de agosto da-
quelle anno, a referida tutora, recolhendo-a no
dia 12 do mesmo mez c anno no convento da Glo-
ria desta cidade, onde essa mo^a se conservou por
vonlade propria at o anno de 1867, e com grande
diffleuldade pode tambem recolher naquella poca
as duas irmls menores ao collcgo das orphs.
So alguma cousa se podo dizer ao j menciona-
do Sr. tem-nt -coronel FrlLs Villar com relacao
essa tutora, somonte bem.
O mais dexamos que se perca no p infamante
da ngratido.
Agora duas palavras tambem com relacSo ao es-
escravo Romao.
Lembra-me que ha poucos dias, quando uve oc-
casio de conversar eom S. S. em urna lja ra
Primeiro de Marco, em presen a do Sr. Dr. Gon-
calves Ferreira, delegado da capital, di^se-lhe que
durante juasi seis mezes, a contar de marco de
1872, em que minha familia se acliava fra da ci-
idado, en resid em casa do Sr. tenente-coronel Frias
Villar, e .que l nunca vi o eseravo em questo,
M que S. S. respondeu que era de setembro para
; j se v. pois, que se alguem anda engaa-
do e pisando em terreno also em toda essa histo-
ria S. S.
Peco-lhe desculpa de me haver envolvido cm
quostoes que em nada me dizein respeito : mas
sou somente a ellas arrestado para esclarecer a
verdade, em favor de quem quer que seja.
Reeife, 23 de fevereiro de 1873.
Antonio da Costa e S.
RH DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA E0 FOGO.
A compaaiii.i Iinleiniiisadora.estabelecida
nosta prega, toma seguros martimos sobro
navios e seus carrogamentos c contra fogo
em edificios, inoreadorias e mobilias; na
ra'do Vigaiio n. i, pavimento terreo.
Seguro conlfu-fogo
THE LIVERPOOL A LONDON & GLOB
INSURANCE COHPANY
Agentes
SA.NDER9BROTHERSC.|
11CorpO Santo11
VOLUMES SABIDOS
No dia I a 21. .
Primeira perla no dia 22. .
Segunda porta .....
Tci'ceira porta .
Trapiche Conceicao .
SEBVICO MABITIMO
Alvarengas desearregadas no trapiche
da alfandega no dia I a 21. .
Ditas ditas no dia 22......
Navios atracados no trap. da alfdhdega
Alvarengas .......
No trapiche Conceicao.....
2-,;7Y
2S3
87
77V
lliil
26,791
7
71
BECEBEDOBIA DE BENDAS 1NTEBNAS GE-
RAE8 DE PERNAMBUCO
Bendimento do da la 21. 3i:Wfc#>
dem do dia 22...... L.lti*"'bi
35:689|0%
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimenio do dia 1 a 21.
dem do dia'. '. .
iW:S.'9ib0V
;:917137:I
i
seguros
COMPANHIA ALLIANCA
martimos eterres-
tres" estabelecida na Baha
cm 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0009000.
Ttoma seguro de merendonas e dinheiro a
risco martimo em navio de vela c vapores
para dentro o fra do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, gneros e fa-
zendas.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra do Cominercio n. 5, 1* andar.
PRACA DO BECIFE 22 DE FEVEBEIBO
DE 1873.-
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotaces oilleiaeni.
Assucar-americano bom 2jllOOe taloO por 15
kilos, hontem.
Algodai-di; ace6 2'sorte 9|700 por 15 kilos
posto a bordo a fretc de 7[8 d. e 3 OjO
nontem.
Cambiosobre Londres a 90 div. 26 1[2 e 26 .'[8,
c do banco 26 3(8 d., hontem.
Dito -sobre dito a 90 div. 26 lj2 d., lude.
Cambio-sobre Portugal a 90 qv. 101 OjO de pre-
mio, boje
nbonrn
Presidente,
leal 8eve
Secretario.
De /os Bernardo Mendos e Joaquim Pacheco da
Suva, assiiciados por contrato mercantil, celebra-
do em 4 de iunho de 1870, solicitando ser archi-
vado o seu distrato de .sociedade, o qual offereceaa
em duplcala.Vista ao sr. desemlugador fiscal
Informadlo da secretaria, ordenada por despa-
cho de i do crrante,- exarado aa peil;.ui de Fran
cisco los Silveira, corrector geral d'csta praca, a
qual pede o registro da nomcagao de seu caixei-
ros Bud Kruckeraberg e Jlin Arfred TRoa. -
Adiado.
dem dita dita m enmprimeoto da despacho de
10 de fevereiro correntc, proferido em requerl-
mento do (lenriqne Guilherme Steppie. corretor
geral desta pra^a, o qual ignaluiente pede O regs.
tro da nimeacJ qne elle eoncedeu a seus caixei-
ros Huerique OeiUi, Eduardo Patn e Eduardo Ce-
sar Steppie. Adiado.
Autos de rohabi rita cao de Manca! Gomes da Crin,
cuja conclnsao fra ordenada por despacho de 17
do crreme.Foi concedida a rehabllitacJo.
Bem publico.
Par S. Ex*. Sr. presidente
ta pravineia ver e providen-
eiar.
Eolgamos, Exm. Sr., em reconhecer que os nos-
sos clamores tem encontrado echo e repercutido no
animo das autoridades, tanto mais quanto o mer-
cado publico est se tornando um foco immundo e
pernicioso da salubridade publica.
Todo o rigor da le sobre esses verdugos da hu-
mandade anda poueo. O mesmo, Exm. Sr., que
neste momento escreve estas linhas est sendo ator-
mentado por molestia de pessoa de sua familia
qua-nao teve outro motor seno, o mo estado da
carne que era um desles dias foi innocente crea-
tura ministrada ao iantar; e que somente j tarde
poude ser recoohecido pelas pessoas adultas da fa
milia.
E ap/esso-me em denunciar a V. Exc. e a toda
a populacao que a iadigestao, a que deu origem
aquella infeccionada aumentacao, acompanliada
de todos os syrapthomas, aterradores da cholera.
Supplicamos pois a V. Exc. em nome das leis do
paz e do bem estar da populacao a nuuico mais
severa contra estes infractores, alm de se mandar
deitar fra a apodrecida mercadoria, Ibes devem
ser applicadas as penas estabeloeidas na lei.
Ha atada um outro pont < de culminante impor-
tancia com relaco ao imposto de subsidio, que
Uirna-se necessario a bem do publico e da con-
currencia do cmmercio ios cartee verdes: 6 que
V. Exc. mande syndicar, como sao os lucros que
em vigsimas quintas partes perlencem a certos
associado*. m '
Xo pretendemos lembrar a v. Exc a maneira
fcil de sobreestar s tropclins monepolisadoras
patinadas por parte dessa associacSo de narchaiir
tes, porque os recursos V. Exc os tem, e com bas-
tante discernlnieuto peder usar dollos.
Mas o que preciso,- que a administraco de
V. xc, que ate. boje tein se constituido urna ver-
dade no direito e na Justina, coustitua-se tambera
a defensora dos interessea dos hablantes desta
r-idade qu "se acham expostos a srdidas esfleeu-
lc6es de tneia dusia de hamens sem consciencia.
j tarde Iemos o artigo de Jornal do Reeife e
delle nos oecuparemos de outra vea
Recito, 22 de fevereiro de 18'3.
Urna victima.
OV1MENT0 00 P0RT5.
Navio entrados no dia 22.
Bio de Janeiro-20 dias. patacho hespanhol Puna
de 158 toneladas, capilao Salvador Carro, enui-
pagem 13, em lastro; orden).
Bio de Janeiro -20 dias, barca hespanhola Bktm,
de 350 toneladas capitao Manoel Puelciro, e pagem 15, em lastro ; ordem
Buenos Ayres -30 dias, briguc inglez Aura, oV
256 toneladas, capitao Kaar, equipagem 7, tm
lastro ; ordem. Seguio para Barbadoas.
Terra Nova 30 dias, brigue inglez Mana, de 4*
toneladas, capitao I. B. Dexler, equipagem 12;,
raiga 2.K77 barricas com bacalho ; a Juhw*>
Pater & C.
MurfM mUJn iw rmmm dia.
Bio Grande do SulPatacho brasileiro Ttus vs
Santos, capitao Agustinho G. da Silva, carga as-
suear.
PortoBarca portuguesa .Vow silewio, capu-i
Jos Antonio Ferreira, carga assuear e outr'
gneros.
Havre-Barca franceza Coligny, capitao MeaM,
carga algodo e outros gneros.
Observaco.
Suspendeu do lamarao para o Aracaty o brur
inglez Florence, capitao Edward ; con a meM-.
carga que trooxe da i aliia.
Navio entrado no da 23.
Bio de Janeiro13 dias, barca portugueia Altfm,
de 345 toneladas, capitao Antonio Ferreira de
Carvalho, equipagem 13, carga Caff ; a E. K.
Babello & C.
Navios sabidos no mesmo dia.
Canal-Barca inglcza M-irgorrt Wilkie, capifcVj
Alexandre, carga assucar.
Bio da PrataCarca hespanhola Carlota, capitn
Gamillo Balmania, carga anuear.
Macei Brigue inglez Herald, capitao Luce, em
lastro.
Antilhas Patacho inglez LaJy Marte, capitao IW-
rov, em lastro.
Barbadoes Barca ingle/.a Jennie & Albert, caj>.'i-'~
S. Osborn, em lastro.
ALFANDF.OA
Bendiraeno do dia 1 a 2i. .
dem do dia 22......
914:1735739
Descarregam hoje 24 de (evereiro de 1873
Vapor nacional -pojucc-qmeros nacionaes pa-
ra o trapich da companhia pornambu-
cana. '
Vapor inglez CkrytOUe mercaderas para
alfandega
Barca franceza -Figuro (atracada na ponte) nier-
cadoras para alfandega.
Patacho italiano Mcrghcrita varios gneros
pata o trapicho. Conceicao, para despa-
char.
Lugar francet Jeati Baptate (erro para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Lugar inglez -Constanza Wilson barricas aba-
tidas j despachadas para o caes do
Apollo-
Escuna inglezaGftmpi-uuraoe.farraha de trigo
ja despachada para o caes do Apollo.
Patacho nmle-airemao Horisonteferros para
o trapiche Concejero, para despachar.
Brigue portuguez Triumpho varios gneros
para o trapiche conceiQo, para despa-
char.
Patacho allemo-WiMcto; Josepl farinha de
trigo j despachada jara
de Novembro
EOITAES.
885:9625tk) Edilal n. 9H.
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
que s II horas do dia 25 do cortante e bj de
arrematar Iivre de dircitos de consumo, pieria
desta repartico, onde os licitantes encontrara.
amostra, a mercadera abaixo declarada.
Fortaleza do Buraco.
Marea II triangulo, ns. 1 a 1200, mil o dimit-
ios brris com plvora a variada, pesando liqui'o
real 13,700 kilos, avahados por 9:0882C0, vina.*
"de Glasgow no navio inglez Lusitana, entrado
em 5 do corrente,. e abandonados ao* dircitejt
pelo Barao de BemGca.
Alfandega de Pernambuco, 21 de fevereiro fe
1873.
O inspector,
Flix A. de Carvalho Bels.
O Dr. SebasliSo do Bogo Barros de Laeerda, ju"
de direito especial do commereio nesta cidade du
Becife capital da provincia de Pernambuco, p'
Sua Magestade o Imperador, que Deus guard*
etc, etc. _^'^J"
FafO saber nos que n presente pj/M virem *
delle noticia tiverem, que piir parnrfBaforeira***-**
A C., me foi dirigida a peticfirTio theor segninb :
Illm. >r. Dr. iuiz da-weito do commcrcki
Dizcm M'wclra Beis " C, eommeiTiantn desta
prac., o caes 22 >ela"quantia de4:715i5l40, cunstantes' das lettra-
ALTERACAO NA PACTA DOS PBSOOe DOS GIWEROS
SUITOS D1REITOS DB RXPOIWaAa, M* "**
DE 24 OE FEVERKll O l' MABOO D 1074.
Algodoem rama ou l 606 rs-alito
Assucar -mascavado 126 rs. o kc> .
i ouros-de boi seceos salgados 664 f- *.
Carvo de podra G3trageiro,.toneMtiac,nca-
16*000. .
Alfandega da Pernambuco, ti da fevereiro de
1873. A n .
81' conforente-Jos Aiiuncia ao-Ouwteo. .
X couferente -Ernesto Augast de Aihayde.
Approvc.AlEmdega 22. d*,teveraro^e. ISiX
O iuspecVf da airandega
' Fabio Alexanarino de Carvalho Beis.
DESPACH. S DE EXPOBT^CAO NO DI \ 21 DE
FEVEBEIBO DB 1873
Para os portos ? exterior
franceza Atice, para Liverpool,
rmap
Na barca ..
carregaram : Gonpdres Irmap C. IW saccas
com 13,44 kilos de algodo. \
Na barca iugleza Margara VPV* Una1,
carregaram : B. Schmmettau -' 00 saceos
eom 60,000 kilos de assucar ma* ima.
No patacho inglez Gene, l>ara Ilamptoa
Bood, carr-earara: M. Aust n kY* MQO saceos
com 10" 000 kilos de assocar masiavado.
No brigue hollandez Alida Mdnarit, parae
Bio da Prata, "carregou : H. B. CQiveira Joraor
250 volumes 26,394 kilos de assucar\branco
juntas, alm dos jnros, por elle aceitas j venci-
das, e por que nao as houvesse elle pago, ewbora
chamado conciliaco, documento incluso, yen-o!<
supplcantes pedir V. S. que se digne de manda'
notilica-lo, para na primen-a audiencia ver asjir-
naremse-lhe os dez dias da lei, alim de o*e
prazo allegar por embargos as excepcjjes e d(fza
que tiver o qne o relevem do pagamento, e n^o ?>
fazendo, ser condemnado a p3gar dita quantia, ju-
ros e castas, ficando lego citado para todos orter-
mos da cansa ate sentenca final e execuco,_ jw
de revelia E romo quer que se ache o suppne-
do em lugar incerlo e nao sbulo, requer mais %u
V. S. se digne do marcar dia gara iosticat* a
ausencia do mesmo, e depois de joleada por *ee-
ten^a, se passe editaes na forma ""te'LPJJJI.*??'
lugar a citafio referida. Pedem a V. S. dep*-
ment e recebar merc. Becife, H de ferariw
de 1873.-0 advogado Bsteviu de Oliveira. Btt-
va sellada dita petirao con o sello de estampa*
na importancia de duzenlus i-is, le|m*il-
inutilisada na forma da tei Na qual d o Sm-
cho seg'aiute : Distribuida como requeren!, .
quiri.o ser a 15 di> corrente, hora e hAf t
costuine.Becife, 13 de fevereiro de IW-t.-^Hes
de Laeerda. Depois ee via a replica do theor r-
gninte:
Illm. Sr. Dr. juiz du commereio.Os suppeaa-
tes vem respeitosameute requerer a V. S. na
digno mandar o dstiihuidor faca a distrinatf**'
por dependencia ao escrivao Manoel Mara, visto "*>
oarestoonde existem as lettras por copia tim
a elle pertencente : assim Pedem a V. S. owwt-



..
[ BWB


II I
iinmin"
ym~

Diario de Peniambuco -j Segunda feira 24 de Feverejro de'l8?S.
3
iito. E recetar merr.'-.^Q procurador, jai-
ta Cavbanle de Uullanda Albuqtu'r.iii.'. Do-
* diM 0 despacho segfiint :-Sim, sem pretoizo
oulro escrivo. Recife, 13 de fevereiro tie 1873.
(Bajros de Lacerda.
Em virlude deste meu Jespaclio fura a petico
distribuida ao escrivo deste juizo Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento. E londo os sapplieau-
es produiido suas te-temunlias, que.'jurara n
aehar-se o supplicado Joao Mendes Ferreira, au-
sento, e devedor da referida quanlia, sellados e
preparados os autos, subiram uiiuha cncluso a
M&es aroleri a sentenca do theor seguate -Hei
j)or justificada a ausencia do Joao Mendes Ferra-
ra, pelo que,-por editaos com triuta dias do prazr,
atuxadus epublieados, ser citado para o- ius re-
queridos fca pelicao iuicial. Cartas ex causa. Re-
cife, 17 de fevereiro de 1873. Sebastio-do Rogo
Barros de Lacerda.
Por forra desta niinlia senten.a o escrh'iio fe/
Masar o proslito odital, polo qual chamo, cito e
Oei por intimado o dito stip.ilicad Joao llm^es
ttarrira, para que fique sciente de todo o expon-
' dido.
E para que ohfigue ao Cunlimmonio de todo*,
maaiei pastar o pyente, que, ser publicado pela
imprensa e atflxado nos lugares do eostume.
\JidaJe do Recife de l'emambueo, 19 do wverei-
M de 1873.
Eu, Uaitoel Maria Rodrigues do Xastimento es-
_______Sebastiao do Jkg) Baos d Lcenla.
0 Dr. tXvuipio Marques da Silva, juiz de paz em
errieio da fr.guezia do ?antissimo Sacramen-
to do bnirro do Santo Antonio da cidade do Re-
cife provincia de Pernambuco, em virtuJe da
le, etc. -
Taco saber aos qua a presente carta de editos
viren ou dola noticia tivorom, que por parte de
Neves Quciroz & C. e Cruz Xogueira 4 C, me foi
n.'.ressda a petieilo do theor e forma segainte .
/ Hetijao) Ulni. Sr. juiz de paz da fregne/.ia do
SaiHoAatnJ0 Dizcm Nevos Queiroz & C o Cruz
.SotfHeira A G, q." "'* *e"do i{>*0 Antonio Perei-
ra, devedor da guarna de G7G3170, suido a de
3'U178 aos primeiros e >0S segundos a de
335*390, querem os suppliraiites ftu-.los pan vir
C'iiioiliar-so, e porque o supplicado esteja BJS&nte
a lugar incerto nao e sabido, requorem os snppli-
cantes se digno V. S. admitti-los a justificar a au-
sencia o incerteza do lugar em que se aclia o sup-
plicado, para que justificado quanto basto, soja osle
t-ado por carta de edito* na forma da lei, para a
primeira deste juizo, sobpena de, nao comparecen-
do. ou nao quoreudo conciliar-so, havor. m-se as
partes por nao concilladas, e cusas. Xcstes tor-
mosl'ede a V. S. deforiinonto. Esper o.-eb r
iMK. Recife, 7 de fevereiro de 1S73.Eliziario
Gomes de Mello, procurador. Eslava sellada a
Botieo na forma da lei. Na qual peticio deu o
lespaelio seguate : Justificado; deferiJo. Santo
Antoni 7 de fevereiro de 1873.Marques da Silva.
Km virlude de qual despacho so proceden a inqui-
rieaii do teslcmunlias, que depozeram sol o livro
dos Sanios Evangclhos a respeito da ausencia e in-
rerteza d i lugar da residencia do justificado ; e
sendo tudo autoado e preparado, me yieram os au-
tos onclusos, e por mim lidos, nelles profer asen-
tenca di t licor segrate : Hei por justifcala a
au-eneia du indicado Joao Antonio Ferreira. em
parte ineerta. Passe carta de editis com o termo
i\-- 30 das, santo Antonio, 17 de fevereiro de
1873. Olympio Marques da Silva-
Nada njais se contralla em dita sentenca dada
o aillos, por bem da qual se passou ao= jnsticin-
-tes o presente cdital, pelo qual se chama c cita ao
referido justificado, para que dentro de trinta dias
compareca por si ou por seu bastante procurador
para se proceder a terma de conciliacao na forma
da peti.ao, e a qualquer entra pessoa para que
lli fa.;a saber desta mesma citaco, afim de que
elle nao fique indefezo. O porteiro deste juiz j pu-
Mi eir r-ste nos lugares rnais pnblicos desta fregu-
7.i3 o alxar, passando rortidao em forma. Dado
o passado nesta freguezia de Santo Antonio do Re-
cito, 20 de toverelro ile 1873.
En, Joa inini da Silva llego, eserlvao, que o liz
eserevar. -Olympio lfart]0ns da Silva. Ao sello
trtenlos ris Valha sem sello ex-causa.-Marques
da Silva.
Nada inais se oontinlia em dito original, ao que
me reporto e don fe
Recife, 20 de fevereiro de 1873.
Subsorovo e SMgmK Km fe de verdad", o e v,V> Jiiaquim di Silva ego.
-Juizo dos feitos,
Ministerio
fio 2* da til.
da juslica Justica de 1." instancia.
> Pessoal da polica,
da guerra. -Consignaciies dos ofilciaes
do exercito e outras.
-Ollciaes reformados,
da fazenda Mariuliagem e guardas da
alfandega.
Receboria.
da agricult.'Correio geral.
n Empregados da estrada
de forro.
No 3." da til.
Ministerio do imperio -Empregados de visita de
saudo, instituto vaccinieo.
da guerra. Rracasdo pret reformadas
Arsenal do guerra.
j da marinha Capitana do porto', arse-
nal de marinha, eempa-
nhias d artfices o mari-
nbeiros
No 4.' iia til.
Minitoriu do imperio.Culto publico.
ii Emiiregados do recensea-
niento.
da justicaGuarda nacional,
i da fazendaAlfandega.
'. Aposentados.
No 5 dia ulil.
Ministerio da marinha.Navios da armada.
da fa'.enda,Pensionistas.
JVo 6 dia til.
Ministerio da guerra. -Hospital militar e quaesquer
unecionarios que nao fe-
nham recebido seos vemei-
mentos nos dias que fhe
foram marcados.
I
(PRMP.IRA E ULTIMA DESTE AUNO)
VIVA A RELLA E AGRADAVEL
FOLLV CARNAVALESCA
.GRANDES
BAILES DE MASCARAS
NOS
Safos tale llieali'<>
NOS OLAS
Meguuda *4,
E iew-a 5.
Os bailes CQUiegaro as 9 horas e aeabar-se-ha
logo que tocar grande
(altl|lf illIVl'llill.
1.
"O navio' ftalano Manjherlr, recabe carga a fre-
te barato para o porto cima, para o qual segu
em poucos dias : u tratar com os rimsigaata-
rios^ E. A. Burle 4 C. __________[
Para o Rio de Janeiro
i *
o lugre portuguez Mnwilina vai sabir ate o da 2^
do corrente, e pode receber ainda alguma carga :
trata-se eom E. R. RabeU i & C, ra do Commer-
cio n. \8,
Ser rigorosamente observado o regulatento
policial. '
PRECOS.
Camarotes com o entradas
Entrada para cayalheiro
Dito para dito vestido de dama
Dama vestida de homein
Dita vestida de domin
Ditas mascaradas, ou sem mascara
O director do baile,
A. Cnnha.
I I III | 'I l^Mt
lODOO
2S0OO
I0O0
#00
000
Gratis.
Para a Baki;
LEIL0IS
mmt MARTIMOS
Qburvaqao.
Os pagamentos tlverao principiar ;is dez hora*
do dia e lindar as duas e meia horas da tarde.
:zvi
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conhecimento dos intoressados, a relacao
aaixo transcripta, dos credores de dividas de
oxorcicios lindos, cujo'pagamento foi autorisado
pela ordem do tribunal do thesouro nacional n.
11 de 21 do Janeiro prximo passado.
Secretaria da thesonraria de fazenda de Per-
nainbuoo, li de fevereiro de 1873.
O official-maior interino
Carlos Joao de Souza Correia.
Relacao a que se refere o edital supra,
Jos Francisco de Salles Baviera 191 78!
Jos Goncalves de Medeiros 49178
Manoel Antonio Cardoso rW*38\
Florencio da Costa Oliveira M8*390
Joao Baptista Soares 11^722
Jos Juvenal da i'az 171 000
Francisco Manoel dos Prazercs 3824500
Antonio Joaquim da Costa o Cunha 289403!
Aggio Avelino da Costa Paiva 9Oi'4000
Francisca Paulo de Moraes ifi9500
Anna Pontes da Fbnseca Figuoiredo 284012
Anna Lucia Pereira Pinto Furtado d"
Mendon?a 1804000
Chrstovao Pereira Pinlo 1474847
Joaquim Leonel de Alencar 364600
Cnssiano Texeira de vello 2003000
Gregorio da Silva 56*070
Vomelhou Jos da Silva 2004000
Manoel Joaquim do Na cimenta 1774985
Cndido Jorge Dias 534370
Trajano Gomes da Silva 56J7H0
Jannario Clau lino Machado 188990
Belarmino Fidelis 34510
Auto, io Vicente Ferreira 3794800
Antonio Jos Dias 364000
Amalia Neto de Mendonca 1:2484122
No qnirtel da ciinpanhia de Cavallaria desta
provincia, eompra-se cavallos bons que estejam
m casto daloi, para remonta da mesma eomp&nfaia
ricefi-rlndo-se que sejam castrados.
'Recifo 20 do feterelrodo 1873.
Joi Joaquim CoetO.
Capito commandante
Por esta reparticao so faz publir.) para co-
heoimonto do todos o rogulamento -policial do 12
le fevereiro de 1855, abano transcripto:
Art. Io E' expressaroente prohibido o jog) dj
-#ntrudo o o laucar- e agua sobre as pessoas fue
mositarem'palas mas, quer seja isio feit por
aioio de vasos ou so ingas, quer pelo embrego de
ias limas de cueiro, e bem assim o uso Je tintas,
lama c outros objectos que tem sido em regados
ca tao pernicioso jogo.
Art. 2 Sao permittidos os grapos de mascara-
das caraeterisados por qualquer modo, porm
sem allusoes e especialm ntc das que digam res-
pattoi religiao o sous iiiinistros.
Art. 3." Nos dflerentes caracteres com que
se ttpresentarem os mase iras, nao sera permittido
Mar do outras armas que nao sojain de papelo
ou madeira frgil.
Art. 4" Nao por modo algum permittido a in-
troducrao de eseravos no mcio dos mascara-, o
es quo entre ellos forem encontrados serao presos
e correccionados.
Art. 5" Os mascaras po tar-se-bo com decen-
cia, nlo praticarai insultos, e Ihes nao ser per-
mittido vagir pelas ras depois das 9 horas da
Holtc.
Art. 6* Aqnelles quo formarem renuiao para
bailes nos theatros prohibido dar assobio, gritos
c.praticar assoadas. Sera respeitado o segreto
il )^ rail 'arios e mascaras, e ninguein poder di-
ri^ir-ios iiergunuis e travar com elles convera-
gio que au sejam dei.'3nt.;s e dignas de repetirse
as mellnres reunios. Do mesura modo se h -
vario o*mascatBM uns para com os outros, e
trincipalmcnte para com as familias das camaro-
i a qu ^e dirigirem.
Ar!. 7 Toda a pessoa ma-carada que par al-
gum m)do offondor a deconcia, promover rixas e
pCnurbir a ordem mantida nos sales, ser inan-
djtl.i retirar iinmediatamente.
rt Na falta de observancia das provden-
eias cima,.a polica proceder contra os infrac-
t>res como desoliedientus.
Secretaria da polica de Pernamb co, 22 do fe-
vt-ti de 1873.
O secretario,
Eduardo de Barros Falco de Lacerda.
De ordom do lllm. Sr. iuspector da thcjpu-
rariade fazenda desta pro melase convida aquem
quizar se propr a tazar a impressao de 5/ 00
.vrlid es para a cobranca de dividas, a compare-
rna mesma'no dii 28 do corrento mei, apre-
noaianio ana pro osla em carta fechada, compe-
tentemente sellada, e declarando nella o ultimo
prejo par que se propSe a fazer a dita imp essao,
cijo modelo ser apresentado nesta secretaria aos
Intendentes.
..'retara da thesouraria do fazenda de Per-
aimbuco, 22 de fevereiro de 1873.
Oofii'ial-maior interino^
Cario Joao de Souza Correia.
De ordem do lllm. Sr. inspector da tlmson,-.
paria do fazenda desta provincia se faz publico,
{ara conhecimento de tolos Os fiincconariojjm-
(Hcds da provincia, jion-ionistas e mais pessbas
. (jue reeeberem mensatidades pela paga nr a da
iiuMma, qU'1 para regulaiidade do expediente der-
U, tem defiberado o mesmo Ulm. Sr. inspector
que do'l'de marco proiirne. fetnrom dianta se
oliservena Ata pagailorla a Tabella ahaixo trahs-
crinl. ,
Secr/taria da thesouraria de razenda-de Per-
ITWttuct), '22'de fovcroir- de 1873.
'O'Oflcial-malr Interino
Carlos Joao de Sofiza Corral
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
vinclal, em camnriinento de ordem do Exm.'Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 27 da corrente, petante a junta da fazenda
da mesma thesouraria, vai praca para ser arre-
matado por quem mais dr. o imposto de sessenta
ris (60) por litro d'aguardente consumida ha co-
marca de Nazarelh, serv ndo do base o preco de
2904900 om que ost creada a renda annua do
mencionado imposto.
O prazo da arrematarn ser contado da data
cm .-ue se lizer o coatrato at 30 do junho de
1875.
As pessoas que se propozereni a esta arrema-
taco, eonpareeam na sala das seasOM da referida
junta, no dia cima mencionado, polo meio-dia, c
previamente habilitadas na forma da lei.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial da Perna.m-
buco, 14 de fevereiro de 1873.
O official-maior,
Miguel A/fonso Ferreira
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Fxm. Sr. pre-
sidente da provincia do 12 de outubro do annn
prximo (indo, manda fazer publico que no da
6 de marco prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria se ha de arre-
mata a quem mais der o sitio dos Remedios que
foi adjudicado a fazenda provincial, para paga-
meata da divida do ex-luesourcirb da reparticao
das obras publicas Jos Marcellino Alves da Fon-
coca, servindo de base a esta arrematado a quan-
lia de 3:75040jO, porquanto foi adjudicado.
E para constar se mandn publicar o presen-
te pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 22 de fevereiro de 1873.
O ofUcial-maior,
______________Miguel Alfonso Ferreira.
Consulado provincial.
Avisa-s1) por esta reparticao, quo no dia 20 do
carrente abre-se o praso para recopeao dos dilTo-
rentes imposte* provinciaes consignados najei do
orcamento vigente de W2-73 : os quaes^evom
ser satisfeitO' dentro de 30 dias sem dependencia
da multa de 6 Om, em que incorrerao os contri-
buimos, que o deixarem de fazer nesse prazo
legal.
Consulado provincial, 11 Janeiro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Rios.
Oommando superior.
Por esta secretaria se faz publico a todos os
Sr?. ofilciaes o pracas que requereram ser ins-
peccionados da sade, que pelo lllm. Sr. coronel
commandante supeor fui convocada a junta me-
dica para o dia 27 8o corrente mez, s 11 horas
da manhi ; devendo portanto comparecerm nesta
secretaria no supradito dia e hora.
Secretaria do commando superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, 22 de fevereiro de
1873.
O secretario interino,
_____________Jos Marc-lino Alves da Fonceca.
CORREIO GERAL.
Relacao dos dbiectos registrados existentes na afl-
tiiiaistracSo (fes eorreios desta cidade, para as
pessoas anaixo mencionadas.
Andr,C. Prelra, Angelo Jos da Fonseca Ra-
mos, Antonio de Arauio Santos, Camille Marville,
Delminda Thereza de Silva, Delio Luigio, Emilia
de Moraes Ferreira, Eduardo de Moraes, Felesmi-
na Josephina Rento de >., Francisco Rodrigues
Monsao, Frederico Dias de S, Francisca de Paula
Ros*, F. Theophilo da Rocha Bezerr, Felippe
P. Nabnco de Araujo, Guilhermina de Siqueira c
Silva, Georani Caluchlo, Gustavo Guilherme Gom
calves, Isabel Maria da < onceicao, Jnlio A. Teixei-
ra de Macado, I-miaol Francisco de Barros, I. I.
Smedlej,'Hermlna Mafra, Joaquim de Oliveira e
Souza, Jarmim M. da Sirva, Jos Antonio For-
nandes Pwidique. Jos Ferreira de Sorna, Josij I
de WedelroK Rea, J. >L. da Cuaha Alcanfor, Luiza
F. deSotrfaleMa, Luiz Keller. Mignel Rernardo,
Mannrt fiposo P^Hanrvrt ae C. Barreto, Maaoel
V. das ^antw, *. "Ferreira de Stroia. Thomaz A.
Espiuca, V. Ferreira de Barros Araujo.
A4iftail!rafto aVi f^ri-eio de Pernambuco. 15 de
rfcv*T*twte*W.
O eBearregado do registre,
Amaro G. di s. Raaos.
i*"3
-

l'abclla los din* en i
vena veriflaar as ilivorass pia-
ameniaiH, que .ttito a carpo
'la uaxaiorlf leAta he.(ii-
-rria.
. No /. 4itt til.
Miniiterio dpimperioPfflsideticia.
Fcldade de direito.
rda 'nsffa. ^Relacao.
-"Tribual On eevnifewi.
da guerra Pret e folha dos offlekfes.
0 da fazenda Thesouraria.
Real companhia de paquetes
mgleies 'a vapor.
Al o dia 28 do corrente spera-se da Europa o
vapor inglez Nena, commandante II. Bax, o qual
depois da demora do eosinine seguir para Bue-
nos-Ayres. tocando nos portos da Babia, Ro de
Janeiro e Montevideo.
No'dia 28 do corrente espera-sc dos portos do
sul o vapor lliglez Douro, commandante Thwaites,
o qual depois da demora do eostume seguir
para Southampton, tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para frotes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio n. 40.
Lisboa e Porto,
A galorar Asia a saliir em
pocosdiasrecebe carga afre-
te mais barato do que outro
qualquer navio;tem exced-
ientes accommoda^es para
passageiros. A tratar com
Tito LivioSoares: ra do Vi-
gario n. 17, 1. andar.
Rio de Janeiro.
Para o referido -porto pretende seguir com a pos-
sivcl brevdade o brigne Cecilia Catharinense, por
ter a maior parte de sua carga engajada, e para
a que Ihe falta e esclavos a frete trata-se eom
os consignatarios, Joaquim Jos Goncalve? Bcltro
* Filho, ra do tfommorciu n. 5. _____
COWPAIIIIA rEUN.VMBUCA^A
DE
\a vc^nctlo eoflteira a vapor.
PARAIIYBA, NATAL, MAC\0, MOSSOUO', AUACA-
TY, CEAI, MANDAIll"', ACARACf' E GRANJA.
O vapor Jpojnra
commandante Moura,
seguir para os por-
tos cima no da 28
do corrente, s 5 lio
ras da tarde.
Recebe carga ar o dia 20, encommendas at o
dia 2?, passagens e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte do
Uatlos u. 12.
Para o Rio de Janeiro
Pretende seguir para o porto cima o brigue
portuguez D o, tem parte de seu carregamonto
engajado, para o resto que lhe falta trata-se com
os seus consignatarios Autonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no son escriptorio, ra do Bom
Jess n. 87, ontr'ora ra da Cruz. ___
COMPANHIA PEIWAMBl CANA
DE
\nvencrio coateiraa vapor.
MACEI, ESCALAS, PEUEDO E ARACAJ'.
O vapor Gqui,com-
mandante MarHns,
seguir para os por-
tos cima no dia 28
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 28, encommendas at o
dia 27, passagens e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do dia da saluda : escriptorio no Forte
o Mattos n. 12.____________________________
Baha.
Segu com mui'a tire id d< para o indi-do
porto o veleiro hiato Garibaldi: ca ga e frete
tratar com os Svs. Tasso Irmos & U ra do
Amorim n. 37.
t Horisonte. |
f

Keller & U.. consignatarios desto ha-
vi i chegado hontem de Antuerpia avi-
sam aos recobedores da carga or-
dem de terem a bondado do co pa-
recer no seu escriptorio ra do Bom
Jess n 55, afim de drirem seus no-
mes.
Reeife. 19 de fevereiro de 1873.
9$&&*#&&$S
COIPA^IIA PfRMMBUCA'SA
DE
\nvesacJo roiloia a vapor.
' MAMANGUAPE.
O vapor Coruripe, com-
mandante Uva, seguir pira
o puto cima po dia 2a do
corrente, s 5 "horas da tardo.
Recebe carga, encommenlas,
passageiros e dinheiro a tro-
te at as 2 horas da tarde do dia da sabida : es-
criptorio no Forte do Matlos n. 12.
4
Para Lisboa.
O novo e veleiro hrigtie p*1ugu*z DamXt, ca-
pitao Pedro alsrtins Bnrneo, c o pfnrefro *a"lo
a sabir |K>r ter j a aiaior parte da carga proftip-
ta, tem bons cofbmiSdos para passageiros : tritv
* eam E. R. Rabello & E-, ma do -Gommercio taB-
fnero 48.________________________
a calera .portagueza Firmen, .apito Justino -Ro
drlgues Cardoso, vai sabir com breviaa'de por Wr
a maior parto de seu carregamento pr'mpto :
para carga e ps-ageiros, para os aixes to'rh'et-
eellentoscominodos, trata-^e eom E. H.."R"be lo*
C, ra d xmm#rcio ti. i$.
-.. >---------M------.' "!' ,y\ ...-.} U t **
Para o Aracaiy em direitura, j>ahe stes
Olio dias, o uiate nacional Maria Amelia, ile 1
Classe, oaintio o patice francisco Thomaz. -3e'As
sis, j tem met'ae &e ao carregraen'lo enlapo :
para o resto ?reta'se copj seu consignatario TlnMi-1
nio Alberto e Souza A guiar,' ra do Amttrii*,
* -lv. ht > l IwttW W ^^
Para o Rio Grande do
DE
diversas tozeiidns, flm cavallo, diversos olije-
ctos, dividas, eiim terreno no lugar Trac-
to Grando (tjgeuho Capricho)
-yiABTA-FKUU 5i;maiv(;o
Kspolio do subdito portuguez Domingos An-
tonio Fernandes.
O agente Hatns far lello no dia 5 de marco
prximo futuro, por auloriaco do lllm. Sr. Do-
mingos Mara Goli^alves encaiTegado do consula-
do portuguez nesta proviueia, de diversas fazen-
das, um oxcelfente cava'lo, diversos movis, divi-
8 'urna parte de trra no lugar Prato Grande
do engonho Cap iclio, do termo de Agua Preta,
comarca de Palmare* ; wndo que as fazendas se
arbam avahadas em loia-lof). movis e o cavallo
em 05-5000, dividas na importancia de 2l3B0OO,
e o terreno em-!:0(ld00t); todos este< objectos se
achain depositados em mo de Joaquim Jos de
Arolla.
O lei 15o lera lugar no dia cima, noarmazum"
da ra do Imperador n. 48, s 11 horas.
avisos pyeasos
UU14 IllTi.4.
AOS 5:000#000.
BIU1KTES GARANTIDOS.
V rita Prmeiro di Marro outr'ora ra do
Crespo) n. 53 e canas do vosturm.
O ahaixo assignado tendo rendidu nos sens fe-
lfees bRiets Iresqnartos n. H,98V com 80000
e mitras sunos de iO.j.0.mi e 20OOU da lotera
que se avaliou de oxtrahir (W.*) rinvida aos
pussuidores a viram receber na conl'mnidade
do costme sem descont algnm.
Acham-se venda os felinos liilhetes garantidos
da T parte flus loteras -a beneficio da igrejade
ossa Senhora da Conoei'.ao dos Militares (41'),
que se extrahir na teri.-a-'feira 4 do mez vin-
otiro.
FBEgOB.
Rilhete inteiro 0000
Mei.i blliete 84OO
Quarto 1^500
E POK(,:SO-DE 10O00PAUA CIMA.
Buhte inteiro 55lK)
ci bilhete 27,'i0 ,
Quarto 1 i'IJ.'i
.Vciitoc Martins'Finzn
Est fgido o moleque Leoldno, alto, secco, ca-
nallas linas, com marcas de fe.idas e urna ainda
arando, bigodes, traja roupa de servico ; co:
nhecido na Roa-Vista c nos arrabaldos da cida-
de, principalmente na matarinelra : quem o
npprehender leve-o ao sitio do Arraial, ou o re-
colha casa de dtteneao, que ser recompensa-
do________________________________________
Nao c monopolio
Est decidido que invoja. J nao pergunto
ao Sr. Moreira e sim scienliheo ao respeitavel pu
blico e a meus froguozos ipie so os cigarros que
nao sao vendidos com o n me de Figueiredo, sao
os vendidos em casa dos Srs. Joaquim Bernardo
dos Res, Bonrgard & C, Joaquim J s de Aze-
edo e Lapa Prlmns, e todos s deuiais ((ue nao
tiver o nome que cima digo, nAo sao por mim fa-
bricados ; declaro por este annuncio por ter o Sr.
Mgrciro mitado nilnlia chapa, com o mesmo no-
irte 4e"Maurity, c at mesmo o nnuncio que bo-
fei ao lado de cada masso, elle para melhor imi-
tar btou tambem ; consta-me quo fez islo para
servir a om de meus freg^uezrs, porm, scienti-
fico ao Sr. Moreira que nao tivs so ess lem
branca do nomo de Maurily e de outros
orno o Sr. nji deve ignorar, tenhe ainda mul-
les e boas quaUdades de fumo para servir a
mera freguezes, (embreara es* nue Sr. nunca
teve e sim e roer ene osstHho. Nao sei se me emende.
* O Figuoiredo.
Furio
a 20 do corrente o escravo de nome Joo, de 18
a 10 annos de idade, com os ^ignac3 seguintes :
altura regular, seceo, olhos grande?, nariz grosso,
dentes ferfeitos, rosto redondo c sem barba, ca-
bellos carapinhos, ps chatos e eheios de cravos,
bem esperto o ladino, eautito, cozinheiro, tem
bastante pratica de anaiueiii de ca no secca ; le-
vou una bolga nova rom duas omisas, sendo
urna bordada, 2 cerolas, 1 camisa de meia, 2 pa-
res de uicias e I chapeo de palha do arroz ; em
dinheiro lovou ola, o mai.^algunia roupa perlen-
cente a elle : roga-se, portanto, s autoridades c
aos capites de capipo que o apprehendaui e le-
vem-no ao seu senhor, ra de Pedro Alfonso n.
7, que ser generosamente recompensado.
A Sr. Jorge de Couza.
Cruz, cruz, cruz, p de. pato, en te descOnjuro,
diz o que queros, da parl de Deo- e da Virgem
alarla, jezmta de casaca, Tost atacado de hydro-
phobia, ouestaes allucinado? Que aranzel e esto
que vem no jornal do Recife sob a tua assignatu-
ra ? Quereras porventura sub itu r o Dr. O' Pes-
ananos seus suculentos esoriptos? Parece que
nao, por pie para esta yaga exislem niuitos candi-
datos do grande erudiccao ; verdade , que. no
Iuediz respeito a oratoria e potica, ningnem po-
er i>or certo conquistar-te a palma.
Lamartine.
Fogocs econmicos.
Nova (|iialidad.o de fogoes para coainhar, os
quaes conten cm si fornos para assados e caldiras
para agua, do diversos tamanhns, polo que se lor-
nain recommoodados pe Sua noa qnaliuade e
econonlTa ; assim otfmo os j eonheeidos fornos
fraucezes, fugareiros para aquemar ferros eom
muita brevidane,.guarda comida e ferros para al-
faiate e chapele(ros : ludo na ra do liaran da
Victoria n. 99 (oufr'ora rna lova) luja de ferragen
do Souza e Giiiniares.
Escravo fiigi4t
Contina fgido o escravo Luiz, que tem os se-
guintes signaos : 22 annes de iilaite, iionco mais
ofc Wno,Ulur rtegHla,*parrV*,Hado, eabet-
los oar;i,puhs, rosto redondo, tem urna penis mv-
cb.ida ae orysipelu,e 1'lvu roupa de einbarcaeico.
Prosiuno-sc que esieja no encbnlio Sant'Anna, em
Snio Aniaro do JabbtSn, onde tea prenles. Pe-
de-se a todas as autriJados poliJiaes e capkaes
de "rtmpo,' que o, ajjprcliehdam i'o ivindoam
ra do Bao do TriumpUi, ahtiga do Bnim, ns.
92 e 94, que s,erQ-ne:"smoliio gratificados.
Pxraofwffin'matit prewaiM sncoir, 09a
tirertdade a WKigHeka'CaWaat-
narte de seu carroganento, o para-o-resttt
tw> raUa, Vajasse om w ;seis 'oraiauRanos
toniqJ.ua,df ^livelra A'ovedo.A C^n, c.
criptorio a raa do Bom Jess t.T>S,> outr'ora.
da Cruz,
. AO ARMAZEM
|DO
VAPOR FRANCEZ
11UA DO BARAO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de enejar muito bons pianos fortes c de
elegantes modelos, dos mais nolaveis e bein eo-
nheeidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Blondel, Hcnry Hers e Pleyol W'olT 4 C. : no
vapor francez, ra do Baro da Victoria, iu-
Ir'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e pliantazia, brancas piolas e de
ditlerontes cures, tanto para seuhoras, como pa-
ra meninas.
?Ttpatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de Cores pala soulioraS.
Botinas do Mns, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sapatos do cordavao Milip spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-ponieiras tanto para lamen*
como para meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens. .
Abotinados de militas quahdades e precos para
meninos e meninas.
Sapatoes de vt-rniz com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e sonhoras.
Sapatos de tapete, eajemira, chailot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extracto?, banlias, leos, opiata o pos den
trillce, agua de ti r de laranja, agna do toilo-
te, divina, florida, lavando,pos de arroz, sabo-
nctes, rnsinotieos, muitos ai'tgos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de difle-
rentes lmannos d'agua do colome, tudo do n'i-
ihoira q'ualidade dos bem eonheeidos' fabrican-
tes Piver c Condray,
.\o armazum do vaoor francez, A ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Mascaras para o carnaval.
O mais imprtanle sortimento que tem vindo de
mascara!) de massa, de rame e de seda, nariz
eom oculos, barbas etc., precos muito bara-
tos tanto em grosso como a rctalho.
No armazem do vapor francez, ra do Baro df
Victoria, outra'ora Nova n. 7.
Para viagens.
.Vuito boas malas e bolsas para viagens de Ff
de caininhos de ferro.
Estojos de viagens cam os pertences necessai.
para barba.
No armazem do vapor francez, Brtiaop aro
da Victoria, ontr'ora Novan .7.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoloo e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homoiis,
e meus perneiras para meninos.
Noarinazem do vapor france-, ra de BaiiUi
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de times.
Cadeiras de bataneo, de braco, de guarmeoes, so-
fs, janlineiras, mesas, conversad iras e costu-
raras, tudo islo muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de rocreios.
No armazem do vapor francez, ra do Baro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilliarias.
le lifTereniest gosto <*
phniitnzias.
Eiqielhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
I.uvas de Joavin, de lio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Alliiuis e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correles de plaqu milito bonitas para relogios.
Brincos jlmilaclo e btes de pnnhos de plaqu V
Bolsinhas c cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de coros.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
ejtoilette,
Pincenez de cores, de praia dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de'aco fina e de todas as graduacoes.
Bengalas de Juxo, canna, com castes de marfini
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicdtinhos de baleia e de mnitas (pialidades di-
versas.
Raparas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras do espuma para charutos e cigarros.
Pontes de tartaruga para desembaracar e pan
barba.
Ditos de marflm muito finos, pira limpar cabeca
Escovas para roupa, cabello, unlias e para den-
tes. ,
Carteirinhas de madrcperola para dinheiro.
Metas para hoinens e para meninos,
firavalas brancas e de seda preta para homens c
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e ontros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de vagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeifas de vidro de dar leite mui fcil s
enancas.
Argolinns de marfim para as enancas morderem,
bom para os dentes.
Ber os de vimes par cmhalancar criancas.
Cestinhas de vimes para bra?o de meninas.
Carrinbos de qnatro rodas para passeios de crian-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para c-ndieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas vis-
tas.
Lanteras mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacdcs de
testas.
Qaloes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encorados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas o cauivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanteras.
Tiuteirns de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras aburadas e pretas para qua
dros.
Quadriis j promptos com paysagens e phantazi
Estampas avulsas de santos, paysagens e plianta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
' iiiki-.
Realejos pequeos de vetos som lindas pecas
Realejos harmnicos ou aeeordions de todos os
tamanhos, e outros muitos aTligoe de qumqii
r Iharias difflceis de mencionar se.
No armazom do vapor francez, ra do Barao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A mlor varidade que se pode desojar "o' lodo?
os brinquedos fabricados em dflerentes parte
da Eurapa para eniretmmenlo das crianzas;
tudo a precos mais resumidos que .possivel :
no armazem do vapor Traneez, ra &-\ Rarao
da Victoria, outr'ora roa Nova n. 7.
Artigo
il
S#e imicatapprova'ift. odas scirbnifls de
I*
irua
jup'ite Oiaa, n. 51, i.
'das 'w'ftMtons -e 'ts
fro.
M^r: em
]% llei-
Mascaras.
Mascaras.
ra^Sttt^^^
attmao e a reuitoo : n armazem. do, vapor fran-
cez, ra do Baro da Victoria, outr oraNova n. 7.
8ARTH0L0MEU 31ULA LARCA DO ROSAKIO84
Catalogo do novos medicamentos, t-
nicos, estimulantes e estomaca.es,
recentemente descolxirtos pelos
melbores plmrmacouticos e
chimicos da Europa
A S-iiBEH:
PREPARADOS DE AROUD.Vinho ferrugi-
noso de quina, tnico estomacal, repa-
rador das foroas dos toiivaloscentes,aias
febres typhoides, nas ponas de sangue.
etc., etc.
Xarope concc,ulrado, com bal-
samo de tol e todos principios nutriti-
vos soluveisdo extracto "do carne de Lio-
big, medicamento mais poderoso para
os jibtysicos, -lias aleccoes catanbaos,
etc., etc.
Xarope do tasca de lM'airjas
amargas, com todos os prititipios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
Liebig, o mais poderoso dw aunJepticos,
paraos teiriperamtrutosidehi.iJi-. e ner-
vosos, eslomal por excelleiicia, etc.. etc.
ANDURA.X.Vinlio anlc-golosn uite-ilitst-
matico, como graiulo espeoilii"
FALIERES.Xarope aitisnervosu a inaUe-
ravel de bromureto de potassio, medica-
mento especial contra as affoccdes nervo-
sas e cimvulsivas.
S11ERRY-K1.NA.Vinho de quina, tnico
ante-febril de um gusto agridavel, supe-
rior ao Madeira, o Vermuts.
TH.MMKRET GEI.IZ.(.raniikis jaropes,
banhos sulD.w'idos, para o tralamento
das molestias do pcito, garganta e de
pellc, de um grande provoitpara os or-
gos respiratorios.
l.HEVRIKR.Vinho e clexir do Qtatb, P-
rou, tnico de um gosto agradaVel, Kti-
mulanti', nutritivo e cstomacat; empre-
gwlo com grande vantagein nas'cnaBcn'i
delis, nas nmlheres cliluroticas, ataca-
das de flores brancas, nos vellios fracos
pela idade e pelas molestias, na atoa iados
igaos digestivos, nas gastiik-s, gastral-
gias, etc., etc.
CAHPETIEK.Vinho ferruginoso ile rhui-
barbo, tnico e purgativo agradavel sem
produzir constipantes nnu alterar no
estomaga.
SAVORV E MOORS.Emtilsao pancreti-
ca, muito estomacal, rom rrafle pro-
veito no tralamento da jilitvsia^podeBdo
ser empregado rom grande vantagem,
quando o oleo de ligado do bacalbo nao
possa si.T tolerado no estomago dos doea-
tes; sendo o nico remedio que com
ellicaeia facilita a digesto do oleo, f-
zendo apparecer o appetite e o augmen-
to da nutriciio, ole, etc.
CBAJTREL.-Confeitos de iH-omureto de
poiassio, grande especifico contra asaf-
i'ccces nervosas, ataques hvstericos, epi-
lepsia, tosse convulsa, coqueluche, m-
somnia, tristeza, delirio e todos os in-
commodos que tem por causa o eretliis-
iio nervoso.
MEal'El..Granulos de sub-nitrato de Bis-
muth. Este medicamentod'umagran-
de eflicacia contra as diarrhas, choleri-
n:i, dysenteria gastralgia e nos casos de
digearaes dillicieis e dolorosas.
L. BEUF.Eniulsao vegetal de alcalrau.
Este medicamento administra-se de una
maneira coinmoda c precisa. O alcatrao
em seu mais perfeito estado du pureza,
vantagem que nenliuma outra nrenara-
cao de alcatrao possuc.
DR.'CROLA.Soluco de pyrophoupSiato
de ferro e soda. Esta soltirio consti-
tue um excallente reparador das torcas,
obra sempre nas pessoas que tendom
para chlorose (corespaludas] anemia fra-
queza geral. Este preparado tem a van-
tagem do nao ter neiilium sabor.
GRlMAlil.ConfeitOS esiiecificos.para cura
da incontinencia da urina, e osincfinlmo-
dos das senhoras chlorotioas, etc., etc.
CHAMBARDCha tnico purgativo e depu-
rativo, |iossue um gusto saboreo e um
aroma suavissimo, e as propriedade as
mais notaveis sobre os.einliaracos do es-
tomago, dos intestinos e do ligado, o
desobstruefite por excelencia na cons- .
tipac.30 do ventre e nao tem resguarda
nenhum
L BEUFCoaltar Saponine, emnlsSo infectantc enrgico, "cicattisante das
chagas.
H FLONXarope unitivo e pettoral empre-
gado com vantagem na tosse l'requeiite,
catarrho chronico, ccMpielucho, e etc.
etc.
ME.NTEI.Granulos de phospliatn de cal,
medicamento til nas molestias flos os-
sos, fracturas, diarrhas chronicas, dia-
betes rachitisnio, ele.
HOGGPululas de peprina aciduladas, em-
prega-se nas affeeges gastralgicas, e em
todos os casos em que a digesto dilfi-
cilou impossivel. Eom UraMAe vanta-
gem.
BL1SS kEEN & CExtracto b.vdroalcooli-
co de condurango, medicamenlo muito
estimulante o depurativo, emprega-se
contra a syphilis, scrofulas, rbeumotis-
mo, ulceras, etc. etc.
V'AliytiEI.IN DKSI AllUKRSElixirdequi -
na e caf-tonino especial contra as fe~
bros novralgicas, ewxaqueca, empobteri-
ment de sangue, fraquesa geral, cor,-
palladas ote etc.
DR. CHOMIERPululas antHiT-vralgHrt
oraproga-se com a maior ellieacia eej to-
das as affeecoes ni vralgicas, nos incom-
modosda mtinstruacao, facilitando o-fluv
sanguneo.
0UERTJGela de oteo de ligado do bate*
lhou aromatisado, com todos os princi-
{ios activos do oleo de figado de naca-
liaO. Esta gela nao irrita o. estomago,
podendo os doentes usar deltepor moui-
to sem a menor repugnancia. E" urrr
grande especifico para tosse, catarrhi.
consumpeo bronchial, tuliercular, es-
crfula, debili laile gefaA, etc. te.
JOHNSONEssencia do salsaparnlba vwr- -
melha da Jamaica, entprlwida fomo o
nico depurativo inmedialn do sai,-
eue. _
tXIU ANTl-ASTII.MATir.0SeJ.itixu Poi-
toral, applieado com gicnk \iautage.iu
no tralamento da asthma, tosse oQvulsa,
dofluxos catharrhaes e to las as mutesliss.
dos pulm5es.__________|t..-___
- No da 2 d feveriio des^i|irenou, (Jo eu-
genhu Salgadinho um-nioloque de nom, Joao, pre-
to, de idade de U a 13 an os, seceu do corpo,
pernas finas c testa grande i tevdU ha* pa-
lha, camisa de alfodioiinho, eeronla de wmd|
eaipa : quem o, pBa.r o tivurxw ao onfeapa,
gadinho, ou no ' & i rna larja do 1
24, i andJr,

. Ti

.....
Jl


Diario de Pemambuco Segunda feir 24 de Fevereiro de 1873,
MUITA ATTENQAO.
Soares Leite & Irmos, com loja de miudetas ra do Bario da Victoria n. 48 (ou-
ir'ora Nova) pedem mura attenco para os preeos abaixo especificados:
MIUDEZAS.
Sfssr
Abotoaduras para collote a 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Talheres cabe de viado ( imitado a 3JW00
a duzia.
dem idem cabo branco 2 B a 5*500 a du-
zia.
Caixa de linha branca com 40 novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Maro de fita chineza a 19000.
Coques modornos a 39500.
Resma de papel pautado liso a 29800, 39,
39500, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
" Caixa de-pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Redes enfeitadas a 19300.
Tranca de caracol branca, a 400 rs. o
majo.
dem lisas a 200 rs. o maco.
Microscopios (sem vistas) a 29000.
Duzia de pecas de cordo imperial a
320 rs.
Indispensaveis de couro da Russia a
109000.
Leques para senhoras a 29000, 49000 e
79000.
Vara de fita escoseza larga (hoje grande
novidade) a 49000.
Duzia de collarinhos bor .lados para lio-
mem a 89000.
dem idem lisas a 69000.
Duzia de cachimbos p de gallinha a
29500.
dem idem de madeira com tampa a
8*600.
Duzia de meias para homem a 39, o"58
C9000.
dem idem para senhoras a 49 e 79000.
Lamparillas gaz a 19000.
Grosa de botes de osso para calca a,
200 rs.
Grinaldas para casamento a 29 e 59000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do a 39600.
dem idem idem lisos a 29500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 19000.
Pecas de fita de velludo de todas as cores
e larguras.
dem idem de grosdenaple, idem.
Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
lte.
Mascaras baratas.
Chapeos para senhoras a 89000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200.
dem idem kananga do Japo a 1#200.
dem idem divina a 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco de oleo oriza e philocome a 19000.
dem idem antique a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 19, 19500 e
29000.
Tnico oriental de Kem a 19000 o frasco.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
dem idem de pos chinez, o que ha de
melhor, 500 rs. e 19000.
Maco de sabonetes inglezes a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa a 29500
e 39600.
dem idem com flores a 19500.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
33500.
Agua de cologne, banha em frascos e
muitas perfumaras de gosto e baratos.
* CONSULIDRIO 5
I MEDIC0-C1TORGIC0 *
DO
Dr. J. M. mo
OPERADOR E PARTEIBO
fifc Ba do Mrquez Je Olinda n. 25, pri- Wt
Qt meiro andar. *&
** Consulta das 7 horas s 10 da maulla. S
Chamad >s a qualquer hora. jW
m 8H88 880 0 0 8
CAZA DA FORTUNA
RA 1. DE MAR^O OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Vos 20:000$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os Mus bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
iromptamente, como costuma, at o oPtimio de
:000*.
Presos.
Inteiro.......24*000
Meio........12*000
Quarto....... 64OUO
Manoel Martn Pinza.
QUINQUILHARIAS
Mascaras, brinquedos para crianzas, bollas de borracha, tambores, cobras de madei-
ra, etc., e muitos objectos que se tornara longo mencionar.
28 Rini do llamo da Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para flores.
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casas.
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descansar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balancas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES & C.
RUADOBOM JESS N. 4.
BAZAR NACIONAL
RIJA DA IMPERA 1RIZ N. 72
DE
Lonmini Pereira IMendes (iiiimara es
GROSDENAI'I.LS PRETO A 29000
Vende-se grosdenaple preto a 29, 29500,
39500 e 59000 o covado.
PANNO PRETO A 19500.
Vende-se panno preto para caigas e pali-
tots, a 19500, 29500, 39, 49, e 59000 o
covado.
CORTES DE BRIM A 19500.
Vende-se cortes de brim para caiga, [a
19500 e 29000.
MADAPOI.O A 39000.
Vende-se pegas de madapolo, a 39000,
49500, 59, 69, c 89.
CHAPEOS DE PALHA A 29000.
Vende-se chapeos de palha, de feltro e de
castor, para homens e meninos, a 29, 29500
39 e 49000.
AEGODO A 49000.
Vende-se pegas de algodao americano, 49,
59, e69.
BOTINAS PARA SENHORAS A 59000
Vende-se botinas para senhora, a 59000
"59500.
CAMBRAIAS A 3*000.
Vende-se pegas de cambraias lisas para
vestidos, a 39, 49, e 59.
CAMISAS BRANCAS A 29000.
Vende-se camisas brancas a 29 e 29500.
Ditas de linho a 39, 39500, 49000 e
59000.
Palitots de panno preto a 59000, 79000 e
89000. Palitots de casemira de cores, a
49, 59, c 89.
CHALES A 800 RS.
Vende-se chales de la, com quadrose lis-
tras, a 800 rs. e 19000, ditos de merino es-
tampados, a 29, 39500, 49 e 59.
E outras muitas fazendas que se vende
sem reserva de prego, na loja do barateiro
Bazar Nacional.Ra da Imperatriz n. 72.
Vende-se um grande sortimento de dmi-
nos de todas as qualidades, para homens 0
meninos, a prego de 29/ 39, 49, 59, 69, e
89000.
Vende-se um grande sortimento de vestua-
rios a carcter pelo barato prego de 59, 89,
109, 159, e tambem se alugam.
Vende-se um grande sortimento de masca-
ras de massa e de rame para homens e me-
ninos por baratissimo prego, e outras fazen-
das proprias para vestuarios: aqui se vende
muito barato.
OLINDENSE A 800 RS.
Vende-se urna nova fazenda de seda e li-
nho, por nome olindense, propria para
vestidos, a 640 e 800 rs. o covado.
BAPTISTAS A 500 RS.
Vende-se urna nova fazenda por nome bap-
tistas, para vestidos, a 500 rs. o covado.
SUTANAS A 640 RS.
Vende-se urna nova fazenda de l e seda
por nome sutanas,' para vestidos de senho-
ras meninas, a 640 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Vende-se urna nova fazenda lisa, por no-
me phantasia, para vestidos, a 800 o co-
vado.
FUSTO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco e de cores, para
vestidos de senhora, a 320 e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas escuras e claras,
a 240, 08O, 320 e 360 rs. o covado.
BRAMANTE A 19600
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura, proprio para lenges, a 19600, e
29200 o metro.
CENTRIFUGO
Acaba de ser experimntelo 00 engenho Fragozo o apparelho para apromptar o j
jo car pelo y.- tema Centrifuga.
0 PROCESSO
E' mciito simples. *
Tirase a oteadora das lazas de coser, botea-se dentro de qualquer vasilha para
coaltaar.
Logo qoe esteja coalbado passa-se para o apparelho em partidas de 3 1/2 arrobas
de cada vez.
- Seod> tfsim ebeio e posto em movimento, dentro de 5 minutos estar o auocar
4>roBpto e em estado de ser logo remeido para ser vendido.
0 resultado
Foi lazer-se de 4 1/2 p5es de assncar 2t arrobas de lmenos I.* sorte. 0 mel
-xirabido pelo apparelho tendo ido era nada prejodicado pelo processo qoe soffreo, sa
aiodo mel d'eogeoho e o > mel de foro, presin-se a ser novrseme cosido, dando no
apparelho astocar de qoa|idade e pooco inferior ao do 1.a processo, dando alm disso
. j&esmo as trmas iSj bom resoltado como sa fosee pastado logo das taza para as mes-
'i as, aprovritando-se assim n>ais'melad > mel do qoe com o amigo systema.
Sendo i* evidente as vantagens prodoiidas por semelhante apparelho, o qoe pe-
der ser verificado pelos proprios senbore d'-ngeobo, esperam os proprietirios de ditt
apparelho, depois do titeo qoe correrma cm $emdbante experiencia, merecerem a pro-
lcc8o d. A' tratar com 01 Sra. Samuel Power Jobastoo 4 C, roa do Apollo na. 38 e 40.
Escravos fgidos
2001000
Ausentaram-se dous escravos irmos, sendo nm
de nome Lourenco, com 26 a 27 annos de idade
estatura regular, cheio do corpo, cor clara, ca-
bellos estirados, rosto redondo e sem barba, levou
caiga e camisa branca, chapeo de feltro preto.
0 outro de nome Andr, da mesma estatura, mais
novo um pouco do que o outro, tendo os mesmos
signaes do irmao, sendo comprados : Lourenco
ao Sr. Claudino d'Albuquerque Mello, da comarca
de Pato?, da provdeia da Parahyba ; e Andr ao
Sr. Joao Francisco Gomes de Amida, da comar-
ca do Liraoeiro, tendo fgido aquelle no dia 21
do corren te (Janeiro), e este hoje 30 do mestno.
Suppoe-se que seguiram a estrada do Limoeiro
Serra do Teixeira. Roga-se a todas as autorida-
des poliriaes e capites de campo, que os appre-
liendam e os cnduzam ra do Apollo n. 30,
armazem de assucar, que se gratificar coma
quantia cima.
peSes
Na travessa da ra.
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Ensino particular.
Salvador Henrique de Albuquerque, presta-se a
ensinar por casas e collegios particulares, nesta
cidade e seus suburbios, todas as materias do en-
sino elementar, a alumnos de um e outro sexo.
Ensim e prepara as senhoras que se qui.xerem
habilitar para os concursos s cadeiras de iristruc-
cao primaria ; e todas as tardes em sua casa
pode leccionar aos estudantes de preparatorios
que precisarem de habilitarse para o exame de
portuguez.
Tambem ensina geometra e arithmetiea com
todo desenvolvimento e applicacoes.
Os senhores que se quizerem utilisar do seu
prestimo, poden procura-lo no largo do Paraizo
n. 8, segundo andar; pela manh at as 9, e a
tarde das quatro horas em diante.
100#000
Fugio do engenho Pontal, em Serinhaem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Simio, com os
signaes seguintes : estatura regular, co*( o secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos oarapi-
nhos e falla descancada: quera o pegar lvelo ao
seu senbor o tenente-coronel Vicente Mondes
Wanderley no dito engenho, ou no Recife aa,Sr.
Bernardino de Sena Pontual, na ra da Madre Ue
Dos n. 36, que receher a gratiticgo de 100 j.
Queni precisar de urna escrava cozinheira,
dirija-se ra de "auto Amar n. 6, 2 andar.
Escravo fgido
150^000 de gr.tlificaci.y
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872,
o preto de nome Alfredo, de trinta e tantos ami'S,
crilo, e bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j esteve no engenho do Sr. Lnl de Caiar, em
S. Lourenco da Matia, onde consta ter pareutes,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Joaquini Goncalves Bastos, negociantes desta
praca ; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conhecem, dizendo que
est forro, assim tem podido escapar de ser preso.
I'edi'.-se todas as autoridades e capites
de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem
Segundo, que receber a gratificarlo cima de
clarada.
200#000.
Ausentaram-sc dous esravos irmos : sendo um
de nome Lourenco, de idade de 26 a il annos, es-
tatua regular, cheio do corpo, cor ciara, cabellos
estirados, rosto redendo, e sem barba, levou calca
e camisa branca, e chapeo de feltro preto; e o ou
tro de nome Andr, da mesma estatua, mais moco
um pouco do que o outro, tendo os mesmos sig-
naes do irmao. Foram comprados: Lourenco ao
Sr. Claudiuo de Albuquerqne Mello, da comarca
de Patos, provincia da Parahyba, e Andr ao Sr.
Joao francisco Gomes de Arroda, da comarca do
Limoeiro ; tendo fngido aquelle no dia 26 do cor-
rente (Janeiro) e este hoje 30 do mesmo; suppoe-se
qoo seguiram a estrada do Limoeiro Serra do
Teixeira: roga-se todas as autoridades policiaes
e capites de campo que os apprehendam e os cn-
duzam ra do Apollo n. 30, armazem de assu-
car, que se gratificar com a quantia cima.
Alugam-sc duas mei-aguas novas ns. 9 e lt
ni travessa das Barreiras (beeco do Aquino) : a
tratar na ra do Cotovelk n. 23.
Imperial fabrica
DE
SRap areia fina da Bahia;
DE
Moreira & Compartida
O abaixo assignado, nico agente dessa
fabrica, avisa ao publico que tem aberto
o deposito de dito rap, no seu escrip-
torio ra do Vicario n. 21, onde os
freguezes encontraro sempre a quan-
tidade que precisaran.
Recife, 29 de abril de 1872.
Domingo? Alves Matheus.
JULIO
Escravo fgido.
Acha-se fgido desde o dia 9 de Janeiro deste
anno o escravo Antonio, crioulo, de idade 22 an-
nos, estatura e corpo regularos, cor preta, cabel-
los carapinhos. rosto comprido, olhos flor do
rosto e amareUos em virtujM do vicio do embrea-
guez a que ve entrega, dentes alvos ; consta que
e aluga como forro, ji em Santo Amaro e j em
eutros lugares desta cidade roga-se a todas as
autoridades polkiaes e capities e eampo que o
aepreh. ndam e cnduzam-no 4 casa de sea senhor
Miguel Jos t Almeid* Pemamboco, ra do
Bario de S. Borj-(*ntig* ra 4o Sebo) n. 28. I
OGRANDE PURIF1CAD0R DO SANGEI
Esta excellente e admravel medicina, e
preparada d'uma mane ira a mais scientifi
ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
i'uma instrucco profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma lon-
ja e laboriosa pratica.
A sua composicao nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo ,* mas sim, e
composta d'extractos d'um numero de rai-
ces, bervas, cascas, e folbas, possuindo to-
las ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos bumores;
s estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
qs usamos nesta prepararlo, sendo a qua-
idade que todos os mdicos mais prezam
s estimam. Na composicSo da Salsa-
parrilha de llrlslol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
ao encerra em si cousa alguma, que pos-
ia por leve ser perigosa ou {injuriosa i
iade; e tanto n'este, como em quasi to-
los os mais respeitos, ella inteiramente
liversa de todas essas mais prepararles,
is quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iba, sao accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
w diminutas d'uma colher de cha por
jada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos .a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
)m frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcanzado por aquelles
que acondicionam sua preparaco emgi '
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
aossa Salsaparrilha de Brlstol
oonteem a messa quantidade igual porc5
oontida naquellas garrafas pequeas, e aln
sso, possue ainda muito mais forca e
Tirtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa adiar contida dentro de
eis garrafas de pequeo tamanho. Por-
lanto mui natural, que aquelles, que se
icham oceupados em preparar e venders
mas produccoes, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
es grandes: proclamando, que a nossa Sal-
aparrllha de Brlstol nao possue
menor virtude; porm quo effectivamen
^ s5o elles postos em silencio, quando indi-
tamos, ou simpiesmente referimo-nos para
xim essas centenares de certid&es e tes-
munhos authenticos, por nos recebidos
de todas as clasjes da sociedade, nos quaes
plenamente attstam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compoem as nossas medicinas,
35o produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvcllo m
minuciosa escolha; e o que assegura e ga
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por oatro lado, nos nic
aos poupamos nem dinheiro, nem dili
jencias; afim de alcancarmos o melhor
} nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiento que entra na sna composi-
;5o ; pois levados e compenetrados 11
mais firme e persuasiva confianca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
las as nacoes, e de todos os paizes, que m
Salsaparrilha de Brlstol. possuern
im remedio mais efficaz e seguro; do que
aenhum outro, que vos tenha sido offere-
iido at hoje, e o qual por certo nio hadt
mallograr vossas expectativas, na prompU
s effecti va cura das seguintes enfermidades
Escrfulas, Tinha.
Chagasantigs, Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Ulceras, Humores Escrofu-
losos,
Feridas Ulcerosas, Irregularidades de
Sexo
Tumores Feminino,
\bscessos Apostemas, Nervosidade,
Srupcoes, Debilidade Geral
Herpes, Febra e Malignas e
salsagera Febre e Sezes
(mpigens, Biliosas,
Lepra, febres intermitientes e remitientes
hydropesra e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-h,a, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apuntadas o adian
lamento da cura, grandemente promov
lo e apressurado; usando s ao mesme
lempo das nossas mui valiosa plala*
vegetaes assnearadsjs de Brlstol.
tomadas em doses moderadas em conneo
;5o ou conjunctamentecoma Salsaparrilha;
jilas fazem remover e expellir grandes
juantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprenden! e livre-
mente circulam espalhados pelo systema
sto causado pelo utso da Salsaparrilha; e
por esta forma aciliar a volta e o exercicio
lormal das operacQes fuaccionaes,
V qual preparada smente pelos unicoi
Prop.Mrietaos,
Agentes _________
Na ra de Santa Izeliel n. 9, aluga ou vende ves-
tuarios a carcter ou a fantasa por diminuto preco,
iio bein conlieci Jos seus vestuarios.
Aluga-se
Precisa-se duas amas, sendo urna enfromuia-
deira e outra cozinheira, para casa d pouca fa-
milia, e paga-se bem agradando : a tratar ra
do Visconde de Goyanna, out-'ora Mondego, casa
.ti_________ _____________
Aluga-se o 2." andar oa casa n. 19 da ra
do Xogueira : a tratar na ra do Apollo n. 20.
203000 de gratificario.
Fugio na noute de 19 do corrente mez, da Es-
tancia, um cavallo pedrez, sellado e enfreiado,
sendo grande e de dinas cur;as : quem o adiar
pode leva-lo ra do Trapiche n. 8, que ser
promptamente gratificado. _____^^
Previne-se ao dono da casa do penhores
da travessa da ra das Cruzes n. i, que nao cu-
tregre os objecos constantes da eanwb de n.
786, e das lettras C e B, senao ao proprio dono.
visto o mesmo ter perdido-a. _______________
Ao Sr. Francisco Cordeiro
Falco.
Peco que diga se a burra que comprou, segun-
do seu annuncio publicado na Diario de 20 do
corrente, se castaoha, se tem a sarneia grossa,
por ter tido gerimum, se tem leves signaes nos
peitos, por ter sido de corroca, a mo junto ao
c seo mais grossa (a esquerd), muito mansa, nao
me lembro dos ferros, foi do engenho Bello Mon-
te de Pao d'Alho, a qual furtaram na noute de
19 para 20 do mez passado, no Poco da Panella;
nao mando ver por nio saber onde o seu en-
genho.
Eustaquio Jos das Chagas.
Gonipanhia
Santa Thereza
De confiirniidade com o artigo 15' dos estatutos
sao convidado^ os Srs. accionistas para reuni-
rem-se cm assembla geral no primeiro andar,
da ra do Vigario n. 13, no dia 28 do corrente
ao meio dia, allm de Ibes ser apiescntado o re-
latorio e balanco do anno prximo passado.
Recife, 21 de fevereiro de '873.
O gerente,
Justino J. de S. Campos.
Escravo fgido
Auscntou-se, desde o dia 2 de fevereiro deste
corrente anno, o preto de nome Benedicto, de 2*
annos pouco mais ou menos, crioulo, bstanle
ladino, falla mansa, cantador de modas, bom
carpina; estatura alta, pateado, barbado, nm'
|kuco tato, tendo a torta paqueos, bita do dente!
na frente, ps feios. e enffl una cicairiz- ou maT-
ca por cima do p e-.ierdo, que foi nm taino de
toda largura do machado, nasceu no engenho Bu-
jury de Goyanna, tendo passado ao Sr. Luiz Ca-
valcante de "Albuquerque, morador na cidade de
Goyanna, onde tem m i e prentele deste ao
Exm. Baro de Nazarcth, tendo tambem pass do
muito tempo no Recife, levou em sua eonipanhia
um menino orphao, de 13 annos de idade, pardo
claro, bom cabello c calado, cojo menino tutel-
lado. .Pede-se -a todas as autoridades e capities de
campo queos pegando leve-os a ra daPen'an. 5,
ou no ciignlio Furnn,da freguezia de Santo Amaro
de Jaboato, que ser generosamente gratificado
CURSO NORMAL
!
Methodo Gaslilho.
Ra da Penhan. 25, primei-
ro andar,
Secnndino Jos* de Paria Simoes, professor
particular de instruccio elementar pelo methodo
Castilbo, avisa ao respeitavel publico e com espe-
cialide aos pas de seos alumnos, que est iber-
ia a sua aula dede o dia 7 de Janeiro ; na roa
da Peana n. 25, 1.* andar, aonde recebe pensio-
nistas por proco commodo : o mesmo professor
promette multo se esmerar no adiantamento de
seus alumno. _______________________
Est fgido desde o dia 23 de jubo do anno
de 1871 o escravo Luiz, mulato, alto, cabellos bem
crespos e principiando a bocar. Tem nm peque-
no signal de cabellos no queixo; e no braco di-
reito as lettras -I.. P. N. Sabe ler, trabalha de
pedreiro, envernisa e pinta.
Este escravo tem um irmio liberte, qne traba-
Ihava (e pode ser qoe ainda trabalbe) de mach-
nista de vapor n'um engenho de Abreu de
Una.
Pede-se as autoridades poticiaea e capities de
campo que o prendam e faoam-no eondozlr a roa
da matriz da Boa-Vista, casa o. 33, onde reee-
berio 160*000.
Predsa-sc de um amassador e fornelro para
(Ora da cidade, paga-se bem : a tratar no caes do
Apollo n. M.
Prt-pagadtfa h Instrurc^.
De ordem do conselho director da paro-
chia de Santo Antoniofaz-se publico, que*
matricula para o curso normal de senhoras,
fecha-se no ultimo dia deste mez; assim
como, que se acliam designados os das 27 e
28 do corrente para ter lugar os ow-
mes das senhoras que se quizerem mostrar
habilitadas as materias do 1. anuo, afnm
de passarem logo para o 2.: e pois, aquel-
las senhoras que estiverem nesse caso, tratem
quanto antes submetter os seus roquerimen-
tos ao conselho.
Aluga-sc
A loja do sobrado roa da Conceicao n. 8 : o
prctendentes dirijam-se ao caf Imperatriz.
Companhia
Santa Thereza
Emisses de aeges.
A companliia est autorisada a emittir 1^00
accocs de 50*001) cada urna. As pessoas quede
sejarem toma-las i odem entender-se com os di-
rectores Srs. Barao da Soledade, Joaquim Rodri-
gues Tavares de Mello e Francisco Goncalves
Netto ou com o abaixo assignado, que dar qual
quer informaco.
Redfe, 15 de Janeiro de 1873.
O gerente,
Justino J. da S. Campos.
D-se de 6 15.000* a juro mdico, sob
predios : na ra de Hortas n 112.___________
Aluga-se
urna casa na Torre, por um pre^o muito razoavel,
com os seguintes commodos : 2 salas, 3 quartos e
cozinha : a tratar na ra do Mrquez de Olinda
n. 66, 2 andar._________________________
Na travessa da ra das Crine para a dos
Quarteis n. li, 2o andar, ha urna escrava habili-
tada e com pratica para todo servico de casa de
familia, para alugar-se.___________________
Paco de Cnmaragibe.
O Sr. Antonio Vasconcellos de Mcndonca, mora-
dor no Paco de Camaragibe, chamado a ra Di-
reita n 8i, a negoci que nao inora.
Ala-u lefatos.
O Sr. Salustiano Pereira Quaresma, filho do Sr.
Manoel Peroira Quaresma e genro do Sr. Jos dos
Santos e Silva chamado ra Dircita n. 8i,
negocio que nao ignora.
B Flix Joaquim Fcrreira de Carvalho, 5
Q corapetentemonfe autorisado, lecciona em G
A casa de sua residencia, ra do Coro- >ft
X nel Suassuna, antiga ra de Hortas n. 2
01 114 primeiras lettras, c aslinguas, lati- f
S na e franceza, prometiendo todo zelo i
35 e assiduidade a seu alcance. ^
0 8080 00000 0000
Continua a estar fgido do engenho Califor-
nia do termo de Serinhaem, comarca do Rio Her-
moso, em Pernambuco, e esrravo Gregorio, de 19
a 20 annos de idade. crioulo, de mediana estatu-
ra, secco do corpo, feicdes regulares, olhos vivos,
testa saliente, ps curtos dedos guies, com
falta de dentes na frente, tem urna marca de quei-
madura na barriga, e algumas de castigo que tem
soffrido por ser muito fujao. Costuma a mudar de
nome quando foge e inculcar-se forro, muito
fallante e cantador: quem o encontrar o poder
trazer a este engenho, ou no Recife ao Sr. Joo
Florentino Jnior, na ra Pedro Aflonso n. 31,
que ser bem recompensado.
ALUGA-SE
O 3. andar do sobrado da ra do Vigario n. 5
com bons commodos para familia ; a tratar no
armazem da Travessa do Corpo Santo n. 25.
Comedorias.
Na ra Estrella do Rozario n. 35, 1.a andar (casa
da familia),fornecc-st' comedorias paradora com as
seio e prompto, e proco commodo
Na ra Duque de axias n. 44 se dir quem
d algum dinheiro a juros sob hyp theea nesta
cidade. ,
Fugkt no dia 21 de Janeiro, o escravo apo-
leao, Angola, estatura de 8 palmos, tem buco
de barba, cara lisa sem suissa, ps grandes,
tem marca de feridas na poma, levou cal-
ca de brim pardo e camisa de estopa : qnem o
pegar ser bem recompensado pelo Sr. Sebastian
Jos Medes, morador nos Afogados, sitio do Bo.
GASA DO 0M0
Aon 5:0005000
Bilhetes garantidos
Ra do Baro da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63. e casa o costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizas bilhetes a sorte de .VOOO* em bilhete
inteiro de n. 1795, e quatro quartos de o. 681 com
a sorte de 100*, alem de outm sortea menores
de 40* c 20* da lotera que se acabou de extr -
ni (40*/; convida aos possuidores a viran rece-
bar, que prompt mente serio pagos na forma do
costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi no seu estabetecimento com
pr r os muito felizes bilhetes, que nio deixar de
tirar qualquer premio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se venda os muito felnes bilhetes ga-
rantidos da 7' parte das \oU ria* a beneficio aa
igreja de N. S. da Concei?,o dos Militares, que se
extrahir no dia 4 de marco prximo vindonro.
Pircos
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto *S003
De OOSOOO para ma.
Inteiro 5*500
Meio 1*750
Qunrto 1*375
Recite, ti de femeiro de 1973.
Joto Joaqum d* Costa UHt.
Urna pessoa competentemente autorisada p la-
directora geral da instrurcau pdica, declara a
quem interessar possa pue continua a leccionar,
nao s nesta cidade cuino em seus suburbios to-
das as materas que eonslituem o ensino elemen-
tar, e bem assim o ensino de alguna preparato-
rios : pessoa que quizer utilisar-se de seu pres-
umo dirija-se a typographia eomniereiai do Sr.
Geraldo, ra estreila do Rosario n, 12.
Caixeiro
Precia-sc de um caixeiro: na padaria da tra-
vessa da ra dos Pires n 9.
Pn
:ecisa-se
de una ama de leite : na ra do Rosario da Boa-
vista n. 30.
Terrenas.
Em Bebvribe a 3, 6*. 8* e 10* o palmo, com
fundos para o rio, na povoacao : tratar nos do-
mingos com o Sr. Medeiros.
Allciinio.
O Sr. Antonio Jos Ferreira, tenha a bondade
de apparecer na ra do Duque de Caxias n. 60
A, loja de Rento da Si^va 4 C, successores de
Manoel Ribeiro Basto-.
Attenco
Pereira da Silva & C, proprietarios da loja do
pavo, ra da Imperatriz n. 60, rogam a U.aes
os seus devedores desta praca a vi rom saldar seus
d- bitos at o fim do mez de fevereiro corrente ; e
todos aquelles senhores que se acham com seus
dbitos atrasados e nao tiverem vindo pagar du-
rante este praso, terao de ser ineommodados judi-
cialmentc. ______________
Engenho
Arrenda-se o engenho Qdade de Paris, sito na-
freguezia do Cabo, distante tres legoas da estacao-
de Olinda, te ri muito boas obras, e bom d'agua e
de excellente producto : a tratar com o proprie-
tario, no sitios. Fidelis, no nvsmo engenho-
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capnnga ra das Per-
nambucanas n. 23, tendo boa ca-a de vi venda,
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na ra da Imperatriz n. 9, pri-
meiro andar.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeirc-que tenha pratica de
taverna e idade de 15 16 annos : ra da Moc-
da n. 29.
Precisa-se de urna pessna livre ou escrava, para-
criado : na padaria d ra do Rangel n. 9.
= Um morador ra de Marcilio Dias, out'rc
ra Direita, nao podendo supportar tanta atrocida-
de, pede Urna, cmara municipal ou a quem
directamente competir, urna providencia enrgica,
no sentido de coarelar a requintada malvadez de
certos carrocciros pela maneira desapiedada com
que tratam os pobres animaes que ditos vehculos
puxam, nao s em relacao ao peso enorme de que
os sobrecarregam.muito alem de suas forras, como
tambem pelo brbaro e infernal castigo que 9
sujeitam, mxime em um paiz de civilisacao como
o nosso. __________^^
Precisa-se de um caixeiro de idade de 10 x
12 annos, com pratica de taverna : a. tratar na
ra de Santa Thereza n. 15.
Caixeiro.
No hotel de Apipucos precisa-se de um menino
para caixeiro, pre erindo algum que tenha pra-
tica._________________________________
Precisase de um am ssador : na padaria
de Santo Amaro das Salinas n. 77. Na mesma se
compra um ou dous escravos de inda idade.
Alenco.
Na ra de Marcilio Dias n. 30 precisa-se do um
ou dous homens para moer caf.
Escra
va
Aluga-ee ou compra-se urna escrava quo.co/i-
nhe e engomme : na ra 7 de Setembro, esquina.
da ra Formosa n. 13.
Cozinheiro.
Na ra do Im|>erador n. 75, loja, precisa-se de
nm bom cozinheiro.______________________
Moleque.
Precisa-se alugar um moleque Ce 12 a 14 an-
nos : tratar no armarem do Campos : ra do
Imperador n. 28._________________________
= Aluga-se urna casa na ra da Praia do CaJ-
dereiro n. 21 ; a tratar na ra do Livramento
n. 23
Precisa-se de um menino, de 12 a 14 annos do
idade, forro ou captivo, para criido da una cas
le pequea familia, com tanto que salba faaw
compras e entenda de servico de copeiro. k trn-
lar na ra do Capibaribe n. 40. _____
Atiendo.
Quer-se alugar urna escrava rara o sorviio et-
terno e interno de urna casa de pouca Canil* : a
tratar na ra do Imperador n. 25. 2* andar.
ton urgencia.
Preeisa-se de um* cozinheira idosa para eart
do pouoa familia : a tratar na ra da Alegra-*.
46.




\<*vJs-t*'*i'-

Diario Je Pernambuco _x'
Nafundico doStarr.
" Prceisa-se de um hbil moldador ein Ierro, e
de um ferrelro qu- seja tapaz de, fazer obras pe-
sadas e com perfeicSb ; os que estiverem mus
condicSes p den apparecer no scriptono tlaquei-
la fabrica. < ______
Precisa-se
de urna engommadeira perita, para duas pessoas,
pagando-se bom salario : a tratar na ra da Ale-
f na n. 38.__________________________
LICOES DI FRA1IZ
Edgard Cmbaro d lines de francez, tan-
to para fallar eomo escrever esta" lin-
guaem pouco tempoe pormethodo mui-
to fcil: na ra da Aurora n. 41,2. an-
dar.
3KS
ADOLPHO BDIMS
DVDGADO
AniA Pwpl*?-** de una ama qnc cozinlic 0
iVilll eng i:nm i para ua su peseoa : na ra
do Rangel n. y, j andar.
3C
F
i i Precisa-se de unta para coui-
1 Wl 1 prar e cozinliar, ra do Vis-
X lTX /T. coude de Pelotas ( antiga doAra-
g*o_n. 37.)______________________. ..
Na ra da Cruz do Recife n. 42,
annazem, precisa-se de nina cozi-
nlieira forra ou escrava, pagando-se
MJA DO IMPERADOR N. 37.
l. ANDAR.
AHESCAO
Precisa-se de una senhora que queira ir fin
companhia de urna familia para Portugal, pagan-
do-se a pa sagem e mais despezas, gratifica do-
se-lhe o seu trabalho : quem esliver tiestas con-
di;oos dirija-se ra estreila do Rosario n 9.
Sorvte.
Hotel da Independencia.
Ra do Imperador n. 32.
Ha todos os das das 5 horas da tarde em diante,
sorvete de todas as qualidades.
AMA
muito bcm.
Ama Precisa-se de urna ama que saiba co-
""d zinhar e engommar para duas pessoas:
paga-se bem : na ra Direita n. 10._________
Ama Precisa-se de urna que saiba engom-
-tt-flldj mar. no caidereiro, casa de Francis-
co Joaquim Ribeiro de Brito.
AMA
Precisa-se na Torre, de urna ama
para casi de familia : a tratar na
roa do Mrquez de Olinda a. 66,
2 andar.
Precisa-se de urna ama de leite na Capunga
tratar na ra da Amizade n. 45._____
Para pequea fami-
lia precisa-se alug r i
.. cozinheira e urna en-
\%) gommadeira, peritas e
e de boa conducta. Paga-se bem, p eferindo-se
escrava. A tratar na ra do Encantamento n. 5,
primeiro andar, de 10 as 4 horas da tarde.
Precisase de urna ama para cozinhar e en-
gommar jatratarjiaj^a_doJios|Mcioj^
m m Precisa-se de urna ama forra ou
A Ifl A escrava> Que s *** para uma Ciai de fa-nia^ paga-se
bem : na ra Nova, loja n. 11.______
Preclsa-se de uma ama pa-
ra t zinhar e comprar, ou
- lavar e engommar : na ra
do Bario da Victoria n. 28, antiga ra Nova.
i Precisa-se de uma ama muito boa
\ cozinheira, para casa de homem sol-
jl W teiro : a ,ratar na ra do Livramen-
AMA
M \ \ cozinheira, para casa de homem sol-
t n. 6, loja.
O agente de leiloe-, Fraicisco Ignacio Pinto,
pode ser procurado das 9 as 4 horas da tarde
em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43, e
((aquella hora em diante em casa de sua resi-
dencia na ra do Visconde de Govanna n. 58,
(outr'ora ra do Mondego, casa n que morou
o Sr. Joio da Cunha Neves).
Excommungado.
Acab de sabir a luz e acha-se a venda esta
linda polck da actualidad, composicao do muito
sympathicu maestro J. Ponpe : ra Nova n. 11,
armazem de msicas o Azevedo.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 an".
para caixeiro: na paiaria da ra do Rangel u. 9s
O Illm. Sr. Dr. Francisco Pkito Pessoa, tem
urna carta na roa 4o Imperador n. 28, armazem
do Campos. ___
xias n. 54.
Precisa-se de uma ama para o
..jrv^co interno de urna pequ na
familia : a ra do Duque de O
\ \1 A servio interno de urna pequea
Precisa-se de uma ama para cozinhar o com-
prar : na ma do Imperador n. 16, 2.a andar.
Aengo
Furtaram da ra da So), boje Mrquez do Her-
val, a. 18, um par de oculos d ouro, de grao n.
S, para miope : a pessoa a quem for offerecido, o
apprehenda e leve-o i meshia casa, que ser ge-
nerosamente recompensaba.
Ataga-se
A casa n. 7, a Passagem da Magdalena.
AUen<#>.
Quer-se alagar uma mulber livre para o s,ervioc
'externo e interno ce uma casa de pouca familia:
i tratar na na do Imperador n. 25, segundo an-
dar.
Livre ou escrava.
Precisa-s* de urna ama anda mesuro de raeia
idade para uma familia de duas pessoas : a tra-
tar na roa do Cabug n :i A, loja do Collar de
ouro.__________-________________________
20>000.
Precisa-se alugar uma escrava que engomme
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno
de uma casa de pequea familia eomposu de
duas pesoas : no largo do Paraizo n. 18, pag-
is a quantia acuna.
Precisa-se de uma escrava para alagar se
para duas pessoas : na ra Direita n. 61.
Bom negocio.
Veade-se 25 aceites da companhia dos trilkos
urbanos do Reeiea Olinda : nesta typographia se
dir.
Medieo-cirurgico
t f.UA DO IMPERADOR N. 73,1* ANDAR
ODR. 1TOIES DAGOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias opera^oes de olbos.
Cura radica iDstaDtanea dos
eKtreiUmeatos uretra.
Consultas: Das 7 s 10 horas
daoiaoba.
CUamados: A qoalque hora.
toa.^r""rriUUlLiJriTli|M
Terceiro andar.
Aluf ase .0 3* andar do sebrado da ra do Pa-
ere Floriano com 5 quartos, 2 salas, cozinha e
arabrone : a tratar na ra larga do Rosario nu-
mero t.
Ama de leite.
Precisa-se de ftma na ra d.o Cabug n. 6.
Companhia pernambucana
de navegaco costeira
vapor.
Pelo presente sao convidados os senhnres accio-
nistas desta companhia a reuuirem se em assem-
bla geral no dia 24 do corrente a 1 hora da tar-
de no Io andar de seu preilio n. 12, afim de cum-
prir-se o disposto no artigo 24 capitulo 5 dos es-
tatutos.
Recife, 12 de fevereiro de 1873.
Os d rectores
Paunders Brothers & C.
________________Keller & C._____________
Aluga-se o armazem e o primeiro andar da
casa n. 20, da ra do Bom Jess : tratar com
Cramer Frey & C, n. 63, da mesma ra._______
O abaixo assignado previne a todos os Srs.
que se dignaran) assignar um volume de poesia
de seu finado irmo o bacharel Antonio Rangel de
Torres Bandeira, que breve tem de sabir do pre-
lo, que as nicas pessoas encarregadas de re-
cebimento das respectivas assignaturas, sao os
Srs. Dr. Aprigio Justiniano da Silva Guimaraes e
o Rvd. conego Francisco Rochael Pereira de Bri-
to Medeiros. ,
Recie, 18 de fevereiro de 1873.
Joae Vicente de Torres Bandeira.
Urna pergunta ao Sr. Morei-
ra da ra Imperial
E' o senhor o proprietario da chapa e titulo dos
cigarros Maurit\ e outro, ou o Figueiredo do
becco Largo ? O senhor diz em seas massos de
cigarros, que o inventor, nao sei como pode ser
Vmc. o inventor boje, quando elle ha mais de um
anne diz : e fabricante pede como inventor destes
cigarros, que os consumidores reparem para a
firma do rdtaio, visto haverem muitos fabricantes
imitantes. Vmc. diz boje a mesma cousa, isto
Vmc. querer tirar o direito a quem pertence, pois
alem da chapa ser igual s me. ainda diz, do lado
do masso-o mesmo que He, para poder confun-
dir os consumidores ; mo isto de parecer-se
com outro para poder assim vender sua fazonda.
= Na ra da Palma n. 5 faz-se fdhos com
perfeirAO, assim como aluga-se uma preta que
sirva para vender na ju;i.
Precisa-se de um homem para pucha-
dor de roda, e um menino para recebedor de
papel: n'esta typographia.
Acha-se fgido desde o dia 12 de dezom-
rro do anno prximo paseado o moleque Altino,
de 15 para lo annos de idade, com os signaes
seguintes : cor fula, serco do corpo, oihos vivos,
peinas Anas, - muito ladino, levou vestido caifa
h camisa de ^Igodao de li-tras ; ;uppde-se elle
andar mesmo pelo Recife, ou pelo mano, na fre-
guzia de Ipouica, no engenho Pinderama, onde
tem um irmo forro : 1 oga-se a apprehenso do
dito escravo e leva-lo em Olinda no sitio deno-
m nado Jardira Botan co, aos seus senhores, que
alm de gratos, rec mpensarao generosamente.
Aula particular.
Jos Carlos da Costa, professor pvovisionado
pela instrueco publica, tem aberto sua aula par-
ticular de instrueco primara, na ra da Guia n.
42; offerece seus prestimos aos p >is de familia,
para quem delles quizer se utilisar.
Saques
Escrava.
Preeisa-se alugar uma para e servico nter-
trae : a roa daroz n. 28, 1.* andar .
MOFINA
Est en<3ouracado! 11
* Iterase ao lm. Sr. Ignacio. Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazaretfa desta provincia, o
favor de vir a ra Duque de Casias n. 36, con-
cluir aqoeUe negocio que S. S. se compro me tteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
aonava nesta cidade.
150^000
No engenho Massuassd, freguezia da Escada, se
dar de gratificaco a quantia cima a quem ap-
prehender tres cava los que naquelle engenho
foram fartados na noote do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o !. tem 9 annos,
castanbo e castrad-i, tem a orelha direita bastante
lascada, uma estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem uma cruz ; o ! ruco, com pintas ver-
melbas nos quartos, grande, gordo, com o pes-
cooo fino, castrado, tem os qoadris ferdos da
caafalha, ferrado com a marcaI. R. do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rodado
sinhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
e castrad, pequeo, e est ferrado com a marca
Ono quarto direito : gratifica-se com 60*000
per eada um em presenca da pessoa, em eujo po-
der for encontrado qoalquer dos ditos cvanos.
Na roa da Imperatriz a 47, ! :.b
dar, urna senhora tendo > grande pra-
ca do ensillo, recebe dsclpulae de a
Piano, msica o desenbo. '$&
Sobre o Porto, saccam Cunha Irmaos & C, a
praso e vista ; rna da Madre de Deus n. 34.
Ra Direita n. 120.
Aluga-se a loia deste predio, nropria para um
bom estabelecimento co<> inercial, com duas fren-
tes, e tem agua da compannia de Beberibe. Tam-
bem se faz negocio com a armaco c gaz que exis-
te na mesma : a tratar na ra do Imperador nu-
mero 81.
Desej
a-se
saber onde mora a Sra. I) Alexandrina Franceli-
na de Souza Marinho, outr'ora moradora ra do
- alabonco n. 16, e o Sr. tfanoel Archanjo de Mel-
lo, que foi empregado publico em Sergipe, para
se Ibes entregar cartas viudas daquella provincia,
ra do Cabug n. 1.
COMPRAS.
Compram-se algumas casas terreas que se
jam em boas mas : na .ua de Hortas n. 112.
Vr:NDAS.
CHEGOI'
O biealbio da Nornega, em csixas e meias
ditas : no caes da Alfandega n. I, armazem de
Taase Irma? A C_________________________
Vende-se duas casas frreas de taipa, eo-
berta de telba e em chaos proprios, cu jo te reno
tem 46 palmos de frente e 26 bracas de fundo e
com bastantes fructeiras : a tratar na ra da Sen-
zalla Velha n. 80. H
VENDE-SE
a armaco de amarello invernisada e toda envi-
dracada da loja da ra do Bom Jess n. 39 pro-
pria para qualquer negocio, na mesma casa, ou
para qlquer est mesma.
Araruta verdadeira
Admira o preco.'
Vende-se araruta superior a 600 rs. o pacot de
uma libra,* para acabar, assim como venae-se em
grandes porcoes por preencemmodo : na trav-s-
sa da raa das Cruzes n. 4, e na ra do Vlgario
Theporio D. KJ.
;0>
DE
\fto ha parte algama do corpo de que mais
dependa a sua esbelteza do que o cabello. Sejam as nossas
feioes as mais triviaes e tenhamos um cabello bonito, cis-
nes com um grande encanto em nos i pelo contrario, seja
o cabello ruco e spero, e eis que toda a nossa physionomia,
por mais expressiva que seja por si s, esmorece e assume
- um aspecto de velhice. NSo debalde que em geral se pe
tanto cuidado em conservar o cabello com aquello brilho
e vico, que proprio do da gente moca ; porquanto o
cabello aquella parte do corpo que mais fielmente demarca
os passos da idade. Est visto que nao podemos deter a
mareba do tempo ; mas com o auxilio da sciencia pode-
mos bem prolongar por muitos annos o rtosso frescor e a
sade. Ora, de ha muito tempo, ajudados por alguns chi-
nacos e mdicos Ilustrados, estavamos a perscrutar nos
reinos mineral e vegetal, as virtudes que fossem mais apro-
priadas para a conservado do cabello. Agora offerecemos
ao publico esta preparado queja tem merecido a approva-
co cordial e a gratido de milhares, que teem lancado
mo della. Uma experiencia j bem \onga e geral tem dei-
xado plenamente provado que algumas vezes esta prepara-
cao faz o cabello nascer de novo, e que sempre restaura-lhe
a cor e impede a sus queda prematura que o signal do
declinar dos annos. Nao que ella seja urna tintura,
como o sao quasi todos os remedios para o cabello, tinturas
cheias de prata, extremamente perigosas, e que, em vez
de restabelscerem-lhe a cor natural, manchara o cabello
ruco ccn um preto azulado, que fica dizendo a todo o mun-
do que uma tintura. E n5o so isto : o oxido de prata,
uma vee recolhido no corpo, mo para a sade, alem de,
ser sujo e de exhalar um cheiro repugnante. Podem ha'.er
outras prenaracoes que pretendam ter mais ment do que
esta nossa; mas desafiamos que haja alguma que. melhor
do que esta, produza tudo quanto promette. Mo se des-
cobrie ainda remedio algum que cm todos 'os casos fizesse
vir de novo o cabello as cabecas calvas, guando as glandes
cepillares j csto destruidas. Mas, s estas glandes nao ti-
verem desapparocido de todo, o. VIGOR far vir logo o
cabello. Isto mostra patentemente que elle produz effeitos
nao so no proprio cabello, mas tambem na sua raiz. Tam-
bem v-se sua efficacia bem demonstrada, quando, com a
sua appbcao, o cabello fraco, doente e rebentadiro re-
assume o vigo, a copia e a forc da mocidade j e quando
ydeixa cte cabir. Este ultimo resultado, se consegue as
vezes cora bem poucas applicacdes ; e com o uso continuado
aellas o cabello se renova, e se estimula o seu creswmento.
Renovar lo da cor do cabelU.^Com uma se-
mana ou duas de uso quotidiapo do VIGOR, o cabello
ruco, muito secco ou braaco, tornar-sr>ba fresco e vicoso e
voltar sua cor primitiva. Isto o que acontece sempre,
com tantoque se use do remedio -com regularidade e que
se sacuda a garrafa antes de se o empregar. Como j disse-
mos, o VIGOR nao ^ima tintura nem contm substancia
alguma injuriosa. Por isso que elle no suja as mos,
nem a-cabeca, nem ainda a.cambraia a mais fina. Com
o seu uso frequente-e ininterrompido> o cabello fica muito
preto, quasi negro.
Depois que elle *em readquirido a sua cor natural, deve-
se empregar o VIGOR mais ou menos orna vez por semana,
conforme cada um vir que preciso para conservar-se
aquella cor.
Mocos e mocas que encanecem prematuramente e queja
esto cansados de usar de remedios que restituam-lhe a bel-
leza, ho de exultar de alegra ao saberem do que podem al-
canzar com o VIGOR.
Toma os cabellos macios
brilhantes!!
ARMAZi
I?
Ai
OES
liua Duque de Caxias e. 29.
%i proprielarios deste bem neniado (-sL-belecimento srcntifir.am 10
^^p^'-vel publico desu provincia que se ata com um ^ u ITtfumltt
So de moveia, lauto nacior.aes como *&*&"> "*- " 2i^lS2
soaios qoese acha actualmeite oa Enropa. 0 me^m. tem 2* melbrM
fabr.cantea d?.quellecoutioote as nmmu ^ mm r.ns mobilta reitaa amu
Na officina te^os mais habe.s mistas dcstfi gen-ro '-^' '^XmVeLr*
oham visiiar o esubeiecmeuto, aonde OoeontratSo a realidade do rae alaban de eijor
6 se pode examinar; ricaa e completas ttob.lias de Jacaranda, wjjo, hia, carv.^o,.*
mareUo%lc, ricaa epates camas deja caraodi, mgk STSA 2&PS
vestido de amarillo,
radore de dio dita. ,
randa, amarello, pedra, b
tnarios, thears paVa bordar, bercos, lavatorio.com MpeibO, de podra mimo reMM
pertencea, cadeiraa privadas, bids; etc., etc., e mu.tos oniros arjoi que de.iamot
mencionar por seltcroar enfadonho__________^ __^_____________________*--

;aa Wgutea camas deja ca anda, po MtB. *_JKMo, e^'ftev.8"rra'
relio, guSrda omja de nocir 8 ^ iwiJto c Um 1*J* J
j diu, pe toilettes especialmente para fazer a barba, toilette de }. a
9, pedra, secretaria* da Jacaranda e mognocoi tare irai oc.mogo,

COSTURA DE H0W8
neis pwo'tios
SOARES LEUE, MOS

A'
ri


Rna do Barao da Viclorl: -i m. 4&.
mais simples, as mais baratas c p A meii10rcs 0 mUndo!
Na expsito de ^^ cm ^ w conceddo a
Elias Howe Jnior ^ a nMdaUia de ouro e a condecora-
do da Legio < e uonr5j p0r serem as machinas mais per.
feita do raur ^
A medr ^ ^ ouro> CUfc.,ia a j:# ]iowe Juaior^ nos
Estados ..(-nidos p0r ser 0 inventor da machina de cos-
tura.,
A. medaHia de ouro na exposirao de Londres acreditan)
Velas-madrinas.
A 90S000
incontestavel, a
Howe cm segun-
Csbe-nos o dever de a;.munjr que a companhia das machinas de Howe do Nva-
le*, estabebjceu westa cidade- ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Vernambuc c mais provincias se venderem as afama-las machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela poioiro de seu trabalho,
empregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de Hnha que qualquer outra,
e pela introdcelo dos mais aperfoiroados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exime publico as melluires machinas do mundo.
As vantagensdestasmachinas sao os seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova !
circumstancia de nunca terern apnarec. ;do no mercado machinas de
da mo.
Segunda.Contera o material preciso ara.reparar fualquerdesarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frieco em " *s divorsas i)ccas, e monos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fia f, '*. mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho dedunkos os los, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponte miudo em casemira at ***ei8'lllo o fio de um outro lado,
e logo em -rtguida, sem modificar-se a ma, " * u,llia' coem a. fazen,,a mais
fina. **
Stima.0 compressdr levantado com a maior ^^''a'^i quando se tem de mudar
-de agulha ao comecar nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura *' tm ti(1 tipocas de 8randeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares sao hoie nuasi dcsconheculas, outras soreram
mudancas radcaes parapoderem substituir ' entretanto a coi nPa"1,ia das """chinas de Howe

Nao urna tintara, nem contm substancia .alguma
perniciosa! I
Hieda nova vida aos orgos vitaes de que depende o
creciraento do cabello, e faz o cabello crefecer abundante e
vicoso, como o da wventude. Se o cabello est comecando
a cahir algumas dses do VIGOR parara esta queda. Se a
perda do cabello apenas parcial e o pericraneo ainda est
^f?nteUm*felpUgem Tto'finest vist> a efficacia
do VIGOR se mostra mais depressa do que quando se est
inteiramen e calvo; e a razo disto que as glandes nesse
cas nao estao entorpecidas, de ha tanto tempo, e, por conse-
grante, menos tempo levam a brotar de novo. -
*Para restabelecer-se a cor as barbas, preciso' estocar-
se muito bem noite com o VIGOR, e depois pastal um
panno ou lenco roda dellas, para conservar-se a humidade
ou o calor, at manh seguinte. Este tratamento deve ser
proseguido por muitos dias, pois a barba leva sempre mais -
tempo a mudar de edr, do que o cabello da cabera.
Ilosiuura ilo do eabello. Muitas vezes, mas
nao sempre, o VIGOR consegue fazer nascer cabello em ca-
becas calvas e at de pessoas j adiantadas na idade. Se as
glandes se acham gmente entorpecidas, elle as estimuia de
funeeionar e pode nascer novo cabello. Se ellas, porm,
se acham atrophiadas, estragadas ou podres, ento, est cla-
ro, nada pode fazer por ellas.
O cabello que renasce primeramente na borda pegada
ao cabello que anda existe na cabeca, e pouco a pouco vai-
se estendendo at o alto da cabeca um cabello que a princi-
pio fino e sedoso. Nao se deve escovar fortemente o ca-
bello que est assim comecando a rebentar pela cabeca.
bom uma vez por outra passar-lhe uma esponja embebida
ii agua morna e acalcar o pericraneo todo com as pontas dos
dedos. Isto estimula a circulacao e obvia a dureza propria
da calva.
VIGOR DO CABELLO
DE
A-YEA.
Bras-w!:aS!'CMrfdlc.em portuguw,e comosnomes>s entesgeraes no
jente desta provincia-J, Ve, Poyle, ra do Commercio n. 38.
.__. "1-.rA.u.nn wuMHuur : entretanto a coi -------------
adoptando a opin.o de Elias Howe, mestre em artes mec ,an,cas em
Cada machina a^mpanha livretos com instrueces em port "^e.
constantemente
600 machinas,
A 9.00 K 9v00
SOARES LEITE, IRMAt
Ra do Barao da Victoria n. 2
COWTOACiO
iiiinnrrsMdi
lapif.ii
!
SAUDE
DEPOSITO GERAL
Pharmacia e drogara
DK
BARTHOLOME & T.
4Ra larga do Rosario-
_34
Vende-se ou aluga-se
0.90.bradi0 * da rna do Rio, na freRue-
fia do Poco da Panella, com J salas 6
quartos, 1 salet, despensa, eozinha a quintal mu
rado eujo pred.o aia-e concertado, calado e
Rimado de novo : a tratar com o commendado?
Ultimo gosto.
Cadeiras pretas douradaa e marehetadas de rat-
dreperola : m armazens de Tasw Irroio & C,
no caes do Apollo.
1

Borracha
Vende-se borracha multo nova para limas
H a libra: na ra do Pogo a. %), taverna.
i
I Hjte francezes seximfcs
De I n &5^000
O inilfirii o.
pe a sua barateza ium iX ih,, econonuco
tete pie 4, (kS^%SSSLii
ffjff Para o Pavimentos temos e casL
Je campo,, tem estes ainda a de serem os melh
ISraV^" CT"08 para ,adrilhar C02in',as nos
sobrados da cidade, atiento a sua solidez e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
ae aerem assoalhadiu as cozinhas todas de tijolo
e nao s a parte junu a forao, no que at as
companhias de seguros se deveriam interessar
vendem se nos armazens de tarinha de Tassn ir-
maos & r, no caes do Apollo. "
- Vende-se, arrendase ou permuta-se, por-
torras que sirvam para plantar canna, uma padha
sita no paloo da lira no povoado dos M ntc
tratar com seu proprietario no mesmo povoado; e '
parajnrormacaes, com os Srs. Rocha Urna 4 Gui-
maraea, a ra do Bom Jess (outr'ora da Cruz) n
&^a C.m ?, Sr. Nic<>nedes Maria Freir, n"
Caes do Apollo, n'esta cidade.
.
Um hotel venda
Disp5e-se de um ho:el em excel ente localidade
desta cidade, bem montado e muito afreguezado,
por se achar doente e precisar tratar-se o dona:
quem quizer dirija-se i ra larga do Rosario a,
190, ^ue se dir com quem se deve negociar.



Diario de Pemambuco Segunda feira 24 de Fevereiro de 1873.
Fazendas e liquidaeo
bordadas para vestidos, quo vende pelo ba-
ratissimo presos de 9?, e 103*000 rs. o
corte, tendjbasUintofazenda.Enchincha,
na toja do Pavio a rua da Imperatn's n. 60.'
I.ASI3HAS DOHDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Pari recebeu ara elegante sortimento
das masadas lasinhas transparentes com
tl..rzin!i is bordadas, toado de todas as cores
inclusive rosa propria para viuva, e vende
M"!o!)arAtKsimj prego de 400 rs. o covado
!.' peohii; luna luja do Pavao a rua da Im-
>ratriz n. 60.
CiipvDINKS A GiO RS. O COVADO.
O i'avao recebeu um elefante sortimento
[asm lis lindas grenadines pretas com listras
trancas e de cores, sendo nuito boa quali-
dade, e vende pelo baratissimo proco de 560
rs. o cov.ido. E' pechincba na loia do Pa-
vao a ruada Imperatriz n. 60
COBERTAS DE FISTO ACOLXOADAS A
i?000 RS.
O Pavao receben nm grande sortimento
decobertas grandes de fasto, acolxoadas
guarnecidas com franja em vulta, tendo bran-
cas de t idas as cores, e ven le nr-Io baratissi-
mo n-aPrt lP 4. rs. F ivi'lmwli ~
i"1 i ......-..^ na
do Pavio a rua da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS "PARA SF.N'IIOJU A 12-3000 RS.
O Pavio recebeu un elegante sortimento
dosimls nodernos chapeos do palha, rica-
mente enfeitados, para_jenhora, com osseus
SOTirK-icntes veos, e vende pelo baratissimo
pr odo 129000 rs. E' pechincba na loja
i > Pavio a ruada Imperatriz n. 60.
L.S MODERNAS
o Pavio vende um bonito sortimento de.
lsinbas listeadas, sendo das inais modernas
que l ni rindo ao mercado, pelo baratissimo
preco de 560 o 600.rs. o covado. E'pe-
la loja do Pavao b rua da Impera-
lCASLAVRADAS A6i0 RS.
O COVADO.
Ch >gou para a loja do Pavio um elegante
iortii i las mais bonitas alpacas l radas, s-ndo as coros inais modernas que
tem mu I > para vestidos, e vendo-se pelo ba-
ratissimo preco do 6*0 rs. o covado. E'
1' cbincli i i i luja do Pavao a ruada Impo-
z n. 60.
?*> >ibvan, ultima no-

N. 60 Rua da Imperatriz N. 60
DE
PEEIR A DA SIL Y A & C.
TenJo o propietario doste importante estabelecimento, grande rontade do liquidar
to las as faien las que tem em ser, tem resolvido vende-las por precos milite mais baratos ido
que se venlem em outra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razio por que con-
vida o respeitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento de fazendas ;>p
le, com tambem do grande sortimento de fazondas finas e dos mais aparados gosts.
F. previne que_s vende a dinheiro vista, por estar cm liquidado.
(lElUMES \omaM DE APf^B NA ""* D
COAILISTRASDESEDAA800RS.OCOVADO Nss grande, estbelecioaeoto Mfltrlri
O Paviio recebeu um elegante sortimento o nspeilavel poblieo, oma bem montada ofli-
das mais lindas grenadines pretas com listras cia de alaiate; oUde e manda Piecotar
de seda de cor, tendo ontre ellas com listra qoalqner peca de obra, tanto para bomein,
roxa propria para luto, que vende polo ba- como para meolos, com a maior pnes-
ratissimo prende 800 ris o covado ; a9sim tesa e perfeico assim como para qnalqier
como dita .muito fina coro listra encarnada, luto quede repente appare?a, leudo $M mes-
quo vende a 1-3000 ris 3 covado. Esta ma officina um perito oficial destinado pra
uzeada voio pelo pa.pioto chogado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaes de goarda os-
mete da Europa, e liquida-se na loja do ciml oa tropa de linba, sendo esta offleina
rmii^mKX^K^mn^ diiigiia pelo hbil artista Pedro Celestino
C\MBl,\'s A REUTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalho.
93000 o 10-5000 RS. ESPARTILHOS A 30000.
O lavao recebeu um elegante sortimento' 0 Pav5o tem um grande sortimenlo k
is mais imas cambalas brancas, abortas e espartiibos, tanto para senbora como pafa
menina, qbe vende pelo barato preco de
3000. Ditos muit finos a 450JO e StfOiOO,
sio dos mais moderos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 2i0 RS.
CHITAS A 2i0 RS.
CHITAS A 240 RS.
O PjvJo vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazen la, com
padroes claros e escuro, pelo barato pfeci
de 210 rs. o covado, por ter um leve to-
que de mofo: pechincba.
LIQU1DAQA0 DE CALCAS DE CASEaflRA
O Pavao (em um grande ibriimeolo de
calcas de casemira de todas as cores e qaa
lidadjs, para todos o? precos, e desejwdo
amito limida-las, resolvea vende-las Ipor
um pre^o muito em cont i, para diminuir a
grande porco.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavio vende bonitas cassas franqezas
com bonitos padres, e do muita phantasia
pelo baratissimo prego de 2i0 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro,- grande pechincba, na loja do Pavio.
BOUMU8 A 16J090.
u ia>ao receoou poio ummo paquete da
Europa, bournusdos mais lindos gostos que
at boje sao conhecidos, e em relaco ex-
cessivabarateza, convidam-se as Exmas. Sras.
para as vecem, para assim admirarem o!que
lia de mais novidade neste artig.
CORTES DE CAMBRAIA,A6a>000.
O Pavao vendo cortes de cambraii branca
com listas o lavores da mesma cor,- tendo. fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
preco de 6-3000, por ser grande. pechincba.
Ditos muito finos com babadhAos branoos
bordados a 8,3000.
Ditos ditos com listas de cores a 4?M)00.e
3000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 93000. E'grande
peclnclia na loja do Pavio.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pavio vende sapericr bramante de al-
godio tendo 6 palmos de largora que s
aarcisa de i '/i vara para um lenco!, me-
-.ro 1^600 e a vara 1,51800.
Dito de linho poro superior muito eocor
oado com a mesma largura a vara 25400
Ditos francezes motto finos a 20500 e
10000.
Pefa de Hamburgo e panno de linho com
zQ e 30 varas, para todos 03 precos e
qnadade.
Pe;as de bretanba de pnro linho, teado
10 jardas pelos prefos mais barato que se
tem vito.
Pechincha de fiaissimo esgai5o socelena
eom 6 jardas 7|J00.
Pe?a de finissirao celena com 30 jardas
a 3(V>:,0, aloalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a vara 25v>CO.
CALQAS DE CASEMIRA.
O Pavo tem um grande sortimento de
jalea de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo,nos ltimos
dorios e em fazenda as mais finas e mai-
aovis ao mercado, e vende-se por barato
preco para aporar dinheiro assim como cal-
as de brim hranco e de cores por presos
acuito razoaveis para ajabar.
TNICAS PRETAS.
0 PavSo receben om grande sortimenlo
das mais ricas tnicas de grs preto, rica-
mente enditadas, e vende por preco razoa-
vel.
VESTIDOS RR\NCOS BORDADOS DE
35.J0OOO AT 605000.
O Pavio recebeu cm lindo sortimento
dos mais ricos cortos de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos os enfpi
tes necessarios, e vende pelos presos d
35^000 ata 60^000, nio tem vindo nada
mais rico nem mais moderno.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A .'0500, 80000 E 10*003.
O Pavio tem um grande sortimento de
cortinados para cama e jmellas, qae ven-
de pelo barat preco de 70500; 80009 e
100000 o par, tendo al por 180000, assim
c>mo colchas de damasco para camas do
noiv is e grande sortimento de tapetes tan-
to para 4cadeiras como para cimas, pianos,
oortas, etc., todo vende por precos raioa-
els.
CAMBRAIAS.
O Pavio vende cortes de* cambraia trans-
oarente propria para vestidos a 20500 e
300 >0.
Peca de dita mnito fina com 10, jardas
tanto ta >ada- como transparente* 10QOO,
50000 e-60000 at a mais fina 'Hjk>e veoa
io mrcalo.
CORTES DE PERCALH COM DUAS9AIAS
A 40000.
0 Pavio vende bonito- cortes da precalia
:om rtuas stias, senda fazenda de" fcoit)
gosto a 401)00, jaecbincha.
BAPTISTAS DE GRANDE MOfAQE
O Pavio vende um grande sortimeoio
das mais. moderis, baptistas com lista de
cor, proprias pira vestido, cora.ssTjrjrestta:s
novas que tem viudo ao pafreado sedo
m lito miii lrgasdo qni as chaus francezas,
e vende pelo baratissimo preco dfl 50 rs.
cada covado,
Aliento!!! '"
A1ADRESILVA.
Prc;a da Independencia
ns. 38,e 40.
Acaba a Madresilva de receber diversos"
objectos, como sejam :
Ricos adereoos de madreperola brancos o
de cores.
Diademas de madreperola, ditos dourados,
ditos de massa ou bfalo, ricamente enfeita-
dos, cruzos fnrgirfdobrilhantes, cassoletas de
plaqu com" voltas e som ellas, imitando,
ouro, pulseiras douradas, ditas imitaudo
tartaruga, rico sortimento de grampospata
cabello, sendaborboletas, besouros ecbeija-f
flores e outras muitas qualidades, ludo de
muito gosto,.rico sortimento de gravatinhasj'
do la$os para senhora, sondo velludo, sarja,
9etim, gaze, escossezas e>de uma.s cor, fa-
zenda inteirameinte novidade.
Lindo sortimento de leques de marfim,
madreperola,. tartaruga^ 'ditos dourados, com
seda e sem ella, lm destes de outras mul-
tas qualidades, que enfdonho sera mencio-
nar, tanto para senboras como para ni"'
ninas.
.Rico sortimento der punhos e gollinhas
bordadas em cambraia de linho e camizinhs
bordadas para senho'ras.
Bonitas guarnices ou dragonas para eri-
feites de vestidos, assimemo os m'uito deso-
jados cordes de seda, fazenda inteiramente
novidade odsfe mercado.
Hico 9orfreiehto de caixi'nhas com prepa-
ros para costura, sendo de tampas de crystal
e de outras mulfb qualidades e tamanhos,
ditas para porta-jow*,... porta-extractos, ricos
porta-relogios, porta~chiv.rutos, portanjinza,
tinteiros, caslicaea, liido o objectos de
OS TIRA
Silen-
oulras muitas
"r aos com-
vi...:.J;', n -r'Oft^.
''-> recebeu
0 Pa
-i receben pelo ultimo vapor do
!'. irop i cortes de cambraia branca com ba-
badinbos ricamente bordados, tendo fazenda
siiffi iente para vestido de qualquer modelo,
estes vesti ios sao os mais ru leruos que tem
vi: lo ao morcado, e pela sua excessiva bara-
teza, ternam-sa recommendaveis as senboras
de I "i; _' ato. Bazar do Pavo, rua da
lrnperat>*T n. 60.
LENCOS A o^ioo 4 DZIA.
O Pavao tem una grande porjao de len-
COS braaCQS eom barra decdr, muito bonitos
e boa qualidade, ' ir grande -orea,
Ditos t< [os brancos abiinlmlos muito fi-
BOS a WOO.
Ditos clnnez^s com barra de cor, muito fi-
nos a 39500. E' grande pechincba, na loja
' I'avao.
15 >mehu* a ;;:?!.
O Pav i recebeu polo ultimo vapor, um
lindo sortimento do romeiras pretas de fil
com salpicos, com lindos enfoites pretos c do
coros, e ven le pelo barato preco de 39000
rala um,, r ter grande porejo.
Ditos todos de seda ricamente enfeitados a
WMM>0.
PARA O CifUAYAL.
ncminri
lsde todas as qualidades gostos, proprios
\ na o carnaval,. ten lo tambem de merino
pseossez muito intaressantes, que vende ou
alaga por presos muito barat.is, por ter gran-
el orc&o.
LENQ0*E5DE 3PAMANTE.
O PavJu vende lences da bramante mui-
to grandes, sendo deum panno s, pelo ba-
ra!i"m^ preco de 20IDO cada om.
MADAPOLES.
Pecas de midapilo francez mnito fino
COC". 0 jar iS a 50iO e 00000.
Ditos enm 24 jardas mailo saper!or a
65"^i e 70OO.
Dio ingle*, fiz^nda muilo fina 50000,
60)00 e 80800 t* 1H#000.
Dit-is franc^zes e in^lez^s moito fiaos de
10 jardas para dT-iremes breos.
. ALGODOZINUO.
0 Pava) vende por preco muito barato
p?Qas i ?!?ol5)z;.nho americano muito
bom om 18 jarda? 40000.
Dito com 24 jard'S a 4,5500 e 50000
" at G0O1O.
Dito largo marca T Djoito .eocorpado a
60000.
ALGOD&O FNPESTADO.
O Pavao v-nde o verdadeiro e superior
llgodozi'.oo de dnas larguras para lenc-s,
sendo 'un'to eocorpado 10 00 cada tara.
Dito t'3-c.do di mesTialargaral'5'H'J.
CORTES DE CHITAS A 20400 E 4*880.
O IVaa vnndecoriis de rl)iia9 fr^ocezas
finas, rom 10 cavados pelo diumato preco
de 0i o c*da corte.
Ditas cu-a 12. covados pelo prc/ d
08*) cada corte.
plaqu, proprios para present^1* a qualque
pessoa, assim como diversos objetos 'parf
escriptorio,'facas para eortar. papel, carteirs
para notas, caixas para, plwspboros, canelas
bordadas e lisas, maracasjwra 'criangas, si-
netes para abrir fimas, caiaconteodo urna
caeta, um^pise um cariiVefe, agilheiro
e dedaes, tqtlos estes objectos so.de ntarfifti^
fazenda inteirametite novidade, assim cmo
outros muitos que s a vista dos piMettten-
tes se podero mencionar.
Vestuarios,para crianzas, -^apoznios d
seda, sapatiiihos de merino' e setim, weias
da seda e dealgodo, brama e de cresr To-
do para baptisados.
Rico sortimento de babadores para crian-
Cas, ligas de seda para seiiftoras, lencos
brancos com raujagens, meias de seda para
senhoras e meninas, ditas de fio e Escossja,
0 illhor qu so pode desejar, a*m cono
meias de la, proprias para senhorasv
Rico sortimento de oseo vas com cestas de
balea, marobtadas de madreperor*-, para
roupa e cabello, e do outras muitas qiroli-
AGULHAS.E INHAS PARA MACHINAS.
A Madresilva; acaba de receber um com-
pleto sortimtenlo'deagulhas e linhas brancas^
de cores e pretas- para >8cbinas, dos fabri-
cantes Grover & akr's, aseim como agulhas
de todas as qualidades e linbas de d para
bordar e jara crofehet, ricas apellas oofli
veos e sem ellespararioivaSffifibranco-cbm
bonitas ramagens e corn^T palmos de largura,
fazenda especial: s> nrf Mbdresitva.
Rico sortimento de ^Tes-^de-larainjft om:
ramas e sepas, do todos os tamanhos, para
enfeites de vestidos de noivas.
Rico sortimento de collarinlios- e punhos
bordados e lisos, de linho e algodo, para
homens, assim como- chapeos d so^com
casto do marlim, eoutros-niuitcs artigse
.TEM A MADRESILVA
bonito sortrmeuto de jarros,. cwsfBJNS com
pingentes, garrafas e copos para espiritos,
frascos, garrafinhas de diversos gostos, pro-
prias para toilettes, assim como acaba'de re-
ceber ura completo sortimento de, espelhos
de molduras douradas, de todos os tama-
nhos, de 3 a O palmos de altura elnrgura
regular.
A MADRESILVA
acaba de- seceber um especial sorbrnerrto de
luvas, de Jbuvin, branca^, pretas o de-odres,
para homeus e senhoras, assim como tam-
bem. par meninas e nwninos de 3". annos
para cima*
RONEAS.
Rico sortimento de bonecas de todos os
tamanhos-e com rosto do cera.
BORDADOS.
A Madresilva acaba de receber una rico
sortimento de bordados- em cambraia de li-
nho, fazenda inteiramente novidade neste
morcado, sendo babados e ntremelos.
Finalmente, a Madrosilva, alpi dos arti-
gos que vos faz meajo, tom outros muitos
que enfadoobo seri* explicar-vos, por isso a
Madresilva espera qe vos digneis visita-la
mais a mido, a qual vos ficar sempre
grata. ____________
Cbegsraib a0 B^zar Universal da rua .No-
va n. 22, om soflimento de machioaa para
costora, dsjrmelhores qualidades que existe
oa America, o'^ qae3 moUas s3 bem
conhecfdas pelos f^19 alores, como sejam;
Weller & Wilson, GroC &l <3>
ciosas, Weed e Imperiaes
que eom -a vista deverao agrao
praores.
Estas machinas tem a vantagem de l*.**
o Irabalbo que triata costureiras podeni
fizar diariamente e cozem com tanta per-
[feic3o como as mais percitas costureiras.
Garante-je a saa boa qoslidade 6 ensiua-se
a trabalhar com perfeicao em menos do urna
boratos precos s8o i5o commodos que
devem agradar os_ pretendente* _________
'Napadaria alenla na rua da Gua n.
54, tem,para"se vender o seguint :
Ervilhasde tres-dHTerentosqnali.iades, fe-
jobranco grada, repollro em barricas, k-
'illi-is mavoAtrM lFmW ana, amcixa,
tem para
ganchos
Pede obter em pooco lempo com o aso do mluor dos licoresa armada
BESPERIDINA
Fazloito annos que contiendo este precioso tnico, e diflicil adiar oma pesso
tendo experimentado pessoalmente, nao falle.em seo favor, i como bom stomaca
e apetisador, tomando sm calix della antes de jantar, oa como'fici'itsdw da digestid
tomaodo-se depois.
ABASE
da HESPER1D1NA a LARANJA AMARGA, n3o ha.om s habitante do BRASIL (i te/ra-
especial das laranjas) qae tao coDbeca as propried'ades medicinaes di -doorada frocta.
ora bem
qae
tlhas, sevadinha (Perle), sa
tncs e cerpjas secca*; tambem
vender duas blangas grandes rom
bracos, aiguns pesos, dEs rodinhasde mo-
tad para carrhbo de mao, urna forma e um
forao para ficer hostias e breias, e urna
bomba. ^^_________________________
Laznhas paa vestklo a S20
rs. o covado.
gnarua-db Dtiquo de Casias n. 60 A, outr'o-
ra ru*.do Jbeiuiad, loia-da esquina, de BeiU
da Silva, t C.________________________
Rival sem segundo.
Chograuv agulhas para maaWdss, do fabriUSj
Crower 4 Baker. Duzia por iOO.
em sea estsdo natoral tem om gosto poaco a^radavel, e o mrito da esperidina eon-
siste em reler suas boas propriedades, eao Mamo lempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPEHIDINA Como INDUSTBIA NAaKt^L d5o tem nada qpe iavjar ai
melboreS jmporlacoes oropas de catbegoria sememaate. Estas, quodamoito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinaco perfeita do
, AGRADVEL E SAD4VIL
Para prova de que um artigo no qual pde-se ter inteira confianc, por or poro
e ionoceote, basta di2r-se qae foi plenamente approvada e autorizada pela
um de m\mt
do Rio de Janeiro, permittindo saa hjre elaboraco.po'rimperio; otra
O A SMM>rVA
e a acceitac2o geral qae tem em todas as panes v* ap'eaenrada. -Em 1864 estabe-
eceose a primeira fabrica em Boeoos-Afrea; mi}*!!*a segnoda^-en Montevideo; e
do oil' da ebegada de S. M. O JMPEKADOR inaaguroo-se A.hriea ^oe tolmente
trabalba ua corte. Em Valparaizo e em toda a-e^sta do -Pteffkb lwn boa ceicio,
tanto qae rai.a a casa qae considera completo sea aparador em urna b;

O homem velho toma Hesperidina para obter

O bomem doente toma Hesperidina para obter
Y

O bomem dbil toma Hesperidina para obter
(
n-
Excellente toucinho inglez em laftts fle qnatro
iferas a 900-rs-**bra : no arrasKei de Tasso
ftwSos i d, ru A> Amarm n. t?7. _______
Libras sterlinas,
?end-se no arciazem de fazentlas de Augusto
F. de'OIveira & C, roa do Coiunrercio n. 43.
Nos bailes as donzellas e os mocos toman a theeperidm para obter boa cor
animisao dorante os loncos gyros da
BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigano Tenorio n. 1,'i* andar, recbera este
grande especifico, e venom-no nos depsitos segnintes:
Joaqnim EerreiraLobo, ruada Imperatriz.
Zfiferino Carneiro, roa do Commercio.
Marceliao Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia d. i.
AotoDio Gomes- Pires 4 C., rua da Cadeia.
Antonio Gomes Pires d- C., caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmao hotel da Passagem.
BARTHOLOMEU et C,a
Pharmaceuticos premiados em diversas expicoes
IJovidde* carnavalesca!!'!
BOTES PARA PUCHOS EOM (StSCAVEIg,
A.* VENDA.
5\=l'uznr da nta Dir*ita=Si
Aeifcj! a ctle! a elles qae esta* se aea-
bamib.
Cheguem ftanto aMes! 1
a :m<) ? %%m; :;simio \
Lindos chapeos, campestres, da ultima moda,
para senhora, a na rua do Duque de -Caxias. h.
60 A. loja da estpiga, de Bonto (ta Silva 4 C.
Vende-se o sitio da estrada da Gfuz d* Almas,
que Oca entre o do commendador Tasso e o do
desembargador Dara, eom casa de viveeda, d ffe-
rentes arvoredoa, grande balxa do capim, etc.,
dando os fundos para a estrada dos trilhos urba-
nos a* p da eatacao da Jaqueira : a tratar na
rus do Amorjrn n. 37.
Farinha de mandioca a 3)8 o
saoeo.
Na rua da-Madre de Dos
quanto nao so acaba.
a. ; a eHa, em
Xarope j'agriio do Para
Antigoe (conceituado raedicaiwnto para
cura das molestias dos igaos rospiratortos.
como a pbt^sica, bronJaites, asthna, etc.,
applicado rynda cora ptimos resaltados so
escorbuto.
Vende-se na pl>armacia. e drpfsrja de Bar-
tholomeu & C., ra Larga do Rosario , 31.
fr bazar (lrriui Direil il 51
t-cnit" :
. Granadme com -hstzas de seda piara veitJos
POR 70 Rs, 6 COVADO.
As-meibon-s miaiseai. ROtUS e-mac ontrus
qualiailtf? de calcad* france-, chapees-para se-
nlwsa?.
Tem um lindo sortimento
Luvas r#cas de Jbuvin.
I-Wifuaarias dos mais afamados fcbricantes.
Rirures ou gravatnhas do ulti'io gosto, pan
seiil i as,
. Artigos-de luxo c-pliantasia,
Tildo por prew na s rasoavel n- que e outra
qualoueF parte.
^..&1Bazar da. rua E. 51:
Yende-se

duas casas feitas d laifa e em mo es-
; tado, edificadas om daos proprios, na es-
'?j$ trada do axang e muito prximas
povoai.ao; tendo o terreno 100 palmos de
pnk funJo sufhciente para se edificar un l>nni
da (Ktae sitia, por ser o lugar um dos mais altos
T?.r*o. pnvotioo.: a tratar com. o commendadar-
JARUOS
ua tripas e Atbfz-U a*
rj*, vaco. ing'eza a
rtc fa.*so Irrraos

SBRLlK> ECONOMA E CEI.ERIDAPE.
Obtem-se coto o uso
A
INJECCAO SHOST
nica, hygienipa,.radical e infalb-vol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda specie, recoates nu chroaicas; e que
offerece como garantalesalutares resultados
a continuada appbcacao que sempre com a
maior vantagem se tem fet della nos hos-
pitaes de Pars.
nico deposito para o Brasil, Barlholomeu
4 C., rua Larga do Rosario n. 34.
mi
Mulatinho.
Vende-se um mulatinho cligado do serto, 'en-,
d() 15 annos de idade e propria m mnuirr
servico: a tratar na loja do Pavao, aTrpi oifcipe
ratrir a 60.
Mudapolo avariado
a 3| e 4*000 : na na da fmperatri n. |5, tef,
datosaaranea,
ias
Novanaente chegadas.
Yende-se
ta botica (rance?a, rua da Cruz n. 22.
P
or
.1T*8 \
kmk galope
, Para piano.
F. LiTmnio Colas.
Acaba de publear-se e acha-se a venda este
lia4a -galope *m {rontespicio fpVcial e analo
imposta, pilo uho talentoo e limpathleo
o Cola*,
-Preco WWT.
A' rua No\-a n. II," arma m do Azev.
la- iuc4r,
Borracha
para limas
V)%-m aJglWf l*r i na ru
^ajTcUirirn.C. loja de /oo Joaqa'
rua do Bario
m da Casta
i
Novo tratametato da Asthma, tosse, convulsa. que tem feito imporUntes curas, e que boje o mico acceito pelos awlhores Mdicos.
DEPOSITO GERAL, 34, rua Larga 4o Rosario, FERNAMBUCO. %
'zssamiBSxta
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAIRER & C\
PEItKAMBl'CO
Csta tinta recommenda-se pela stia eom-
posica e fluidez como a melho e a mais
segura de todas as tintas at hoje oonhec-i-
daB. Nao ataca as pennas de ac, da at
tres exoellentes copias, me*mo muitos dias
depois do escrever, o prefevivel a qual-
quer outras tintas' particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se careca longa conservacao.
Vende-s na pbarmacia de ar ei d C, rua Nova n. 28.
Cadelras oratoria eom aenio de palbinha
SO^OOn cada um no caes do Apollo, nm v
lem de Tasso lrroios & C
Mais delles.
*
Aooeis elctricos.
QDaqx. siles annels elctricos, tao uteis para o
nervoso, e que a Magnolia, rua Duque de Ca-
sias n. 45 tem vendido porcao I e qne por serem
os nicos verdadeiros, muito tem aproveilado ;
pelo ultimo vapor veio nova remessa : elles an-
tes que se acabetn. Na Magnolia n. 45, rua Duque
de Caxias.
TASSO IRMOS k C.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por preoos commodos ;
Tijolos encarnado sexttvos para ladrimo.
(anos de barro pw e|*to.
Cimento Portland.
Cimento Hydraidicc.
Machinas de descampar al^ndao.
Machinas de paflar.
Potas? da Hossia cm barril,
l'hospnrhs d *era.
Saga em garrnfB. \
Seradinha em f arrafoes.
lientllias em parrafees. I
Rhum da alffiaka. f*-'
Vinho do Porto velho engarrafaos
Vinho di Porto superior, di o. *
V1k) de Bordeaux, drto. -
Vinho de Scherry.
inho da Wa Icira".
utos cot Iln'guas e fl .Draflas logleSis.
Licores finos sofllos.
Cognac Gaulliier Preres.
Lata* de toheinho Itlgfez.
Barris eom repolho ein salmonra.
BICHAS DE HAMBTJRGO
As mais rebutes e melliores.
Vendem-SP ns^iharmacia e drogara de Bar-
tholomen & C, rua Larga dosario o Rn. 34.
Ce
rvea
eJ
A verdadeira cerveja da Baviera, marea ban-
de-a, de superior qifih'daie : vendem Tasso r-
meos & C. em .-'U anoazciii da rua da Acorira
numer.i 37.______________________________
Fio de atg*fio da Babia e cal d' Lisboa, re-
centemenle- rhegado : ha para vender m es-
criptorioo JMquiB io' Goncahes Beltrio & Fi-
llio, rua do Oommercio n. 8.
MMirira
Precia-?e fle urna pori^efra para trna casa
tstranoeira : T?ttkt na ma do CoWmercio B. 38.
Io andar.
____________ *
V&itfe-se
Duas eas *Wafe ts, la rua do S. .teo n
! 77 7S ; asstwieoo Ordous bahu gaatt, ober
Hs de sol, w^Wtt|!U : raj ap
r%dr Affoiw, y-hradh * ni andar, i.
Teade- tMA, *a nvlhor ^alj^que
t n \1ndo ao'm4_p__jr _??!"_?w?rfe: na
' rua do Bar?a;;'.y_fW " W3 5 wragens
de Sou7.i XlJlMpsIto.
i.-i m

I
nwa. r
ri'm h. '37.


Diario de Pemanibuco Segunda feira 24 de Feverero t 1&Z&
.



AMJVJ'L MOVIDADE
PIANOS E MSICAS
A*TOSI JOME. IIE ASEE VEDO
Ra do Bario da Victoria n. 11, armasen., e 12 1. andar, antiga ra Nova
111^ MMMMWM
aonde o publico em geral encontr, ]sempre o maior e mais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir no primeiro andar do jobrads o. 12 confronte i
ootica Minrer, nm grande sa'io onde esto expostos os magnficos
PlJiilOs de araara, de Pleyel.
------- de meia canda, do memo autor.
------- de H. Henrx.
de Amede Thiboot.
I'o ico agente nesta ridade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRC.RES
Tarobem recebea grande sortimento de msicas psra piano, piano e
canto e entre ellas as lindas composicSes do muito sympatbieo maestro
f. sa*ti*i
A SABER :
Voc me quer Walsa.
remados em diversas exposi.oss om li medaibas de ouro e prata.
Sao. os onicos piano; que aqu vem da Earopa, perfeitamente afloa-
of, fetto cora elegan ia e solidez.
D'aqni emCdiaole contianara a annuneiar todas as publicacoes qne se forem friendo as anas offlcioas de mosieas.
Olga MaiQtka.
La Separad.-ni Para canto.
A Lu elctrica, grande Wal?a.
I-Cuco Brasileiro Polka.
Tomada de Vllela G'lope.
Joanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Walsa.
A Minba Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studiente Po'ka.
FIHMCAO DE FERRO E BRORZE E' 'ra.
i 12 carreteis de linha branca or 4AO rs.
FABRICA DE MACHINAS
V rui di tal> di Triumpho (ra daBruin) ns. 100a 1M
CAEDOSO IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que tecm recebido da Europa
grande sortimento de ferragens para engenhos e para lavoura, e .quaesquer outros usos
e misteres da industria agrcola, o que tudb vendem por precos razoaveis.
r OrUiaS para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
Y"opQ]ag horisontaos e verticaes j bem cormecidos nta provincia e fra della, os
* raelhores que teem vindo a este mercado.
-M-OeilQaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte c beru acabada.
MeiaS UlOeniaS para assentarem grades-de madeira.
laiXftiS Qe ierro lOQaS Cl agua Je diversos tamanhos.
xvOtlaS UClltadaS de diversos tamanhos e qualidades.
CoUCertOS eoncertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bonr pessoal.
EllCOniIliendaS Mandam v"r Por encommende da Kuropa, qualquer reachinismo,
para o que se correspondem com urna rcspeitavel casa de Londres
e com um dos merhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, ese responsabilisam pelobom trabalho das mestnas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
Ultimas publicares
Feitas as offleinae de msicas
do annoneiante.
Emilia, polka por I. Sroolti
Circaciana, jehoich, por Smoltt.
Jar Jim do Campo das Prieeza,'
quidrilha, por /. Ponne.
Chuva de Rosa,'Walsa, por H. Al- j
bertoiii.
FUNDI
I R M A O
QUESTO DO DA
(E' pela boiga que melhor se
goeerca o mundo).
Grande agilacau !... Todos fallam I gii-
laml... cscrevem!... lastimam-sel... cho
rtm... o nao comem? nao bbem ?
is a ciinfiso!!
Meditemos, pois...
Alvicaras I... Alegrai-vos, bella e heroica ci-
iade do Recife, que va i desabar sobre a cabeca
'le cada uro de vossos Invictos fllnos ama nrtvem
prende de mgicas inspa^cs a veracidade
leste annuncio.
Queris conseguir os fim ? emprega gs meios:
*purai a vossa imaginaria, vasai na vossa intelli-
yencia urna gota de inspiracao e jtereis resolvido,
fulminado auesto do dixj
Ouereis ?
Pois bem, fortificai os puhnoes, desempedi a
larynge, rgentinai a voz, adquir o dom da per-
>uasao e finalmente abraca i sem hesitaejio a por-
tentosa inspiracao que vos offereco e tereis forcas
suficientes para discutir, convencer e.. .derrabar,
para sempre a magnaqnetfao do dia.
Queris Imlii islo

Vinde ao muito preconisado armazem do Cam-
pe >s, ra do Imperador n. 28, comprai certas
e especiaes virtual has, (exquisitas e excitactes)
par dos coruscantes e finos vinhos, nao esqueeendo
os linissimos e calmantes licores, lembrando-vos
dos rarissimos o delicados .cepipes, (alem de eu-
'ras Imuitas consinhas boa que ficam oceultas
oestes.....para despertar a curiosidade dos aman-
es da....) e veris que depois de teres saboreado
ttssas finas e delicadas iguarias vos apparecer
ama tan enrgica inspiracao (cousa inaudita) que
vos considerareis metamornhoseado wn algum
propoeta, abundando a voss. imagiuacao de cal-
..ulos infalliveii que vos farao resolver em um
pioe o grande problema que prende to fbrto
nK'nte as vossas altencoesquestao do dia.
FNDigAO DO B0WMAN
RUADO BRll H. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS seobores de engenho e ontros agricaltores, e mpregad jres de m
chinismo o favor de cma visita a seu estabcleciowntu, para verem o novo sortimento
complet) que ahi iem; sejdo todo superior em qualidade e fortidao; o que com a ios
pocrao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENQO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIDO
VnnnrAi a rnria.q ^AP'nl dos mais molernos f**" " ta-
V ilJO%3 O lUUaO U agua maahos conventeutes para as diversas
circumstancias dos seohores proprietarios e para descarriar algodao.
Moendas de canna 2! 8 tamanh08'as melbores qae aqoi
Rodas dentadas "tBtalM,; +"*"1
Taixas ie ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
Bombas
Aderecos de bri
Ihantes, ef mera Idas
rubios e perolas,
voltasde perolas.
A
W
Obras de ouro e
prata de todas as
qualidades.
para mandioca e algodao.j
e para eerrar madeira.
I)nvii!;ies 1
(TMe eajv la vai:
0>m a barriga vaia
A cabeca ardo, enfraqueoe,
O corga trem-, varilla,
A :;u'io dcsapparece.
\. 28 ra do Imperador \. 28
- Vondo-se un cavaDo ruto pedrez grande,
'lente para cabriole* : ara ver na coxeira da
ra da Roda, e a tratar na ra Direita n. 10
PodeDdo todos
ser mondos a mao
por agoa, vapor,
de patente, garantidas........ 1 oo aniraaes.
Todas as machinas e pecas de 5e se C08t0ina precisar
Fass qualquer concert de machillismo'apreco mui r68umid0-
Formas de ferro ^i^^%^lmmim^ no raer'
PnAAmmanrlaa Iacumbe-se de madar vir qoalqoer macbioismo a von-
r-'flUlJlIlIIlcimdS. tade fjos clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
suas compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qnalqaer neeessidade pode
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos i0i,rom,n,M >^ico,a,
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
SAPHIRA
NOVA LOJA DE JO I AS
N.
2 ARa do CabugN. 2 A
08
BARROS li I II,IIO
Achaiido-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios foito urna importante acquisic4o de
jolas es mais modernas vindas-ao mercado, e de qualidades superio-
res, couvidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar c comprar urna joia de gosto por
preco raxoavel.
12 carreteis de linha branca por 400 rs.
3 grvalas bonitas porllOOO.
1 peca de bico bom por 500 rs.
i masso de pentes por 1 t 00. '
l par de botes de plaqot por 240 rs.
Por estes precos so vende o Vianna, ra larga
do Rosario n. 22._______ .___________
CABRIOLE!.
Vende-se um cabriolet americano, de dousas-
sentos, muito leve e cu bom estado : para ver
na cocheira do Sr. Orino, ra do Hospicio nu-
mero 86. ____ _____________
A infaliibilidade
E .
O poder temporal do stimino Pontfice
nos tempos actuaes
POR
Joaquira Uias da Silva Azevedo Lomos.
Opsculo religioso recentcmente pubcado :
vende-se na ra Primeiro de Marco n. 2, livraria
Econmica.
Pre?o 2*000. _______
Vende-se mu sitio em Beberibe, contendw
100 palmos de frente t 4(0 de fundo, com una
casa nova de tijoloe cal, contenda 2 salas, 1 ga-
binete, 2 quartos, despensa e coziuha : a tratar
na ra de llortas n. 24. ______________
Borracha!!
Para limas, a melhor e mais barata do merci-
do : defrunte da alfandega n. 4.
Vende-se urna preta crioala, de idadede 18
amos de muito bonita figui a, reeothida, sem vi-
cio c sem acbagoe, com bom principio de habi-
lidad*', e outra preta, peifeita cngomniadeira e
cozinheira, de 28 annos de idade, o du:is fluas
desta, urna de 10 annos c a outra de 9 annos do
idade, pretas e bonitas negrotas : ni ra de Hor-
tas n. 110._______________.____________
Taverna
Vende-se a (averna da travessa da ra das Gru-
zes n, C. com poucos fundos, prypiia j ara piinci-
piaute : a Halar na mosma_______________
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou ariniup
A luja d'aguia branca ra Duipie de CaxlM
- 50, receben una pequea quar.tida le de boni-
J s e novas gollinhas, trabalho de li e se '.a, en-
neitadas com armiubo, obras estas de muito goto
e interaoientc novas.
1
O 33SAIS PODEROSO
T0WC0 E FEBBIFG0
rHEHItD. rK LA ACADEMIA BE MEDKCINA, E PAR!
ledallia
MT
Oiw.
auiNA
LAROCKE
Premio
6,000 Ft0'
ELIXIR TNICO, FEBRFUGO, FORTIFICANTE E REPARADOR,
aportar TtlkM e xsrapca ae Quluu.
Experimentada com pleno successo nos hospities, a Qdira Larochb (ou Extracto computo
de Quina) urna preparacio excepcional, por ser fvivadtnd amargo da Quina. Agrada por
oonfgutnle as pessoas as maii inloierantes e aos paladares os mais delicados, pois ncm
mato oca nem muito viscosa, sendo de urna limpidez constante. Emprega-se eom muito
jroveit* M casos e : gatiralgia, dvsptptia, nevratgia, antmia, marasmo, cachexias,
magrua, ftutio wn cama appartntt, convaUscmcat demoradas, cMorost t cscrophulas.
E O ESPECIFICO DAS MOLESTIAS FSIKIS.
QmA LAROCHE FERRUGINOSA m pab,
lkanindo todas is propriedaies de Trro et da Quina. 15, ru Drouol.
e^Sk
Na pharmacia Maurerruado Baro da Victoria n. 36.
Casa e terreno venda
Vende-se a casa terrea n. 64 da ra do Hospi-
cio, a qual tem 2 salas, 4 qu rtos, cozinha fra e
quintal murado ; um terreno com parte aterrado
e parte al gado, contiguo a casa C. Ci, com 70
palmos de frente e cerca de 420 de" fundo, tendo
duas frentes, urna para a ra do Hospicio e outra
para a nova ra projectada : a tratar com o agen-
te Marti ns, na rua do Imperador n. 48.
Borracha fina de Santarem
para limas de cheiro.
Vende-se borracha fina de Santarem para
limas de cheiro, da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado, tanto a retalho
como em porf;ao, e por menus do que ei/t
outra qualquer parte, na rua do Baro da Vic-
toria n. 13, loja de II. Jos Roberto.
Cha preto e verde
Vende-se no bazar victoria cha preto e verde
de muito boa qualidade : na rua d Baro da
Victoria n t, loja de Amara!, .Sabuco c C.
Exposicao de plantas vindas
da Europa.
Ilua llu|iie Por L. PoDorca chefado Mobom das toda varie-
dade, de plantas, raizes, senicntes. batatas, tanto
de flores como de hortafieo, que s a vista do eom-
prador.
:: }
-,

.i*
s

Novo estabelecimento
de joias.
Rua lo Cabngii n. 19.
N'esto estabelecimento se encontrar
um bonito sortimi'nto de joias que se
vendem por tal preco que animar ao
comprador, attento ao vanfcjoco t.,-ste-
ma, ganhar pouco para vender mui-
to, que eettamente til ao eonipn-
dor e ao vendedor.
Tambem se compra ouro, prata e pe-
oras preciosas, nem como su fabrica
coucerta toda e qualquer oir f.-ndeute
mesma arte.
Tfffffil
. -
irr

'.-
40
a
8.
DOS PREMIOS DA U. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 330, A BENEFICIO DO RECOLHIMENTO DE IGUARASS', EXTRAH1DA EM DE FEVEREIRO DE 1873.
S. 1 PREMS. NS. PREMS. NS. REMS.INS. WEMS. m. PREMS. s M 165 a* 329 6 519 Ot* 713 O0 934 H 1119 U 1306 (4 1490 W 1624 60 1793 u 2002 6A 2485 2376 63 2567 64 2820 ,64
9 68 ~- 30 24 14 U 35 27 7 99 26 1803 3 92 82 10 84 23
18 7! 32 52 18 38 30 mm* 16 1503 28 4 6 93 93 6* 89 25
3 78 34 61 19 40 47 ... 30 5 38 t 6 7 . 95 2401 90 - 28
ib 83 39 62 ' 31 49 49 - 35 7 36 64 8 1 2200 12 95 29
8 86 47 63 33 53 54 lO,) 39 8 42 20 15 5 17 2601 30 *
34 94 58 64 48 58 14 63 U 42 18 . 49 22 26 41 48 iOfi . 27 31 64
36 98 59 67 59 60 MU 66 44 49 53 23 . 3G 42 22 u 31 46
37 200 67 75 63 *w 63 641 69 ^^ 47 23 54 mi 29 . *4 44 29 35 54
38 5 71 ' 77 ' 65 64 65 76 ^i. 51 i 27 66 30 ! 71 26 33 o> 38 52
43 7 76 MMI 80 66 79 82 5S i 28 72 mm. 40 73 39 34 w 40 69
49 8 94 u 81 - 74 _ 87 86 __ 64 -n 33 - 78 45 77 44 1 52 12 407 84 77 m 87 _ 72 ' . 35 82 52 -- . 79 46 63 45 49 73
50 13 10 88 83 M| 1000 3 91 __ 74 48 JM 88 84 ,90 58 51 61 74
sft ' 14 13 97 92 6J 3 I04 / __ 76 57 ' 91 im 67 2105 80 57 66 81
64 18 i 15 96 803 9 OA 4 __ 91 I 58 -. 95 ^B 77 6 94 79 67 98
67 - 22 , 26 601 __ 4 14 Ci 5 _ 94 ^ 59 1702 79 2304 80 7 2907
72 28 27 4 14 O 15 10 *u 1407 62 i 6 1 94 l 9 *% 5 88 74 - 15
82 29 31 10 12 65 22 44 ^Si 8 . 1 -1 64 ja 1 * L 99 mm H 7 94 81 V^l lo
85 _ 38 44 38 __ 21 ^_. 14 24 12 __ re 65 _L' 20 1909 ._ W 13 96 89 18
87 _ 40 f* 1 45 38 0^ 22 . 27 20 l 20 -j 70 l -22 ;2$ 14 99 90 23
88 ^_ 46 47 mM 42 ... 34 _- 33 29 __ - 25 -4 74 tm 23 24 _ 25 22 2506 w 2706 27
89 8t ' 48 - aU 45 OA 36 ' 38 37 27 t 77 u ;. 27 k M -xa. T 3J< io 24 . i 7 64 11 31
90 mm , 56 50 47 cu 42 j 57 48 __ 28 a 79 _ ; 2*' Ua ' Si _ " 80 64 26 11 27 * 36
105 60 ^^ 59 , 48 54 ^* : 61 57 34 *M 80 . 44 * ,1.38 1 1 di 1 30 15 33 47
14 69 62 54 i 74 K 62 61 36 84 i ,36 f i 35 31 27 34 5j
16 83 64 M ' 56 SOOA 72 1 65 62 ^ 39 -H 85 ^ 7 9lM k 39 T l 32 28 38 04 55
28 85 ; 75 _ ; 62 1 78 _ ; *78 63 uu 41 87 .;.yj M ,J * _l 41 _J 44 30 48 64 5* 7-
24 *m ! 94- , 78 m^ 69 88 _ > __ 64 ^^ 42 | 88 58 -y i j 4* 46 36 64
30 98 * 70 > 69 , _ '78 mm , 74 44 H 92 ;st 1 80 48 39 68
31 i 99 90 __ 80 90 a 84 -+ 3. __ 83 99 i *8 *i a-.* 60 55 42 *JO0 74 c
38 61 303 93 81 *t 94 97 __ 75. 54 . ^ 1607 63 76 ! 64 . , 58 45 64 81 *
40 -^ 12 1*4 94 _ 83 8| 96 m 4408 ^M 76 _ 60 *-> 14 i 79l aB 1 W 1 m* 73 62 54 *!>
42 4K 64 97 $*9 87 905 . . 7 83 _ 65 O! l . __ 80 ' < 9 s 63 : *8 - V t 6 i !? ttfW1'1
44 18 98 U . 90 6 40 __ 94 ^_ :66 BJ 45 82 # i m 07 \ I7 2805 *. ; -
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.,--J y II V / --** - i


t
8

Diario 4e Pernambuco Segunda eira 24 de Feverero de 1873.
que boje.o desbalisaram do seu dinheiro.
Este trecho cientfico era bocea infantil-
fre*ecasionaram-me colefrios, urna trans-
pirago gltfci.il como a que sora debaixo da
aboba Ja de Portici. Encarei em Biondetta,
quando desceu os olhos, e dsserlhe :
Neo quero mestre; receio aprender de
inois; mus v h se me convences de que um
fiJalgo pode saber tnais ulgumn cousa no
jogo, c aproveitor-se dessa sciencia sera des-
falque de sua honra.
' Ella aeeitou a iliese, e aqu vai o resumo
da sua domonstrai.o :
A banca combinada sobre a base de
um lucro exorbitante que se renova a cada
tttio ; se ella se nao arriscasse, a repblica
roubara manifesta o seguramente os parti-
culares. Mas os clculos que podemos fazer
sao conjecturaes, e a banca faz sempre bom
jogo, lutando contra jama pessoa esperta per
cada dez mil parvos que logra.
A conviego foi-me insinuada com mais
algumas demonstrares. L'ma s combina-
gao apreudi, simplissima ao que pareca ; os
principios nao Ih'os porcebi; mas o certo
que naquella note lhe couheci a infallibili-
tia le no resultado. Em pouoo o diroi : ga-1
nhei quanto havia perdido, paguei as divi-
das, e restitu a Biondetta a qftautia que me
emprestara para tentar fortuna.
Eslava menos mal de meos ; mas cada vez
mais illaqueado. Reuovavam-se-me as sus-
pcitas dos intentos do ente nocivo, cujos Ser-
vidos eu aprorctra. J eu nao sabia ao
certo se puderia aparlar-me della. Como
quer que fosse, mingoava-me coragem para
o desojar. Km lava della os olhos, e em to-
da a parte a via.
Ojogoj me nao era dissipacao distracti-
va. A banca, to apaixonadamente deseja-
da, assim que perdeu o perigo, j nao me era
bastante estimulo. As jogralidades carna-
valescas anojavam-me ; os espectculos abor-
IJTTERATBRJL
AMORES DA MARO
ROMANEE
POR
J. f'nzotcr.
(Continiacio).
Com a bolsa tao proposito/* recheadqi
vi.ni alegremerrto para o hotel, e oustan-ino a
encontrar Biondetta no remoto quarto. onde
se hospedara'. A entrada para cafe quarto
era urna eseadioha particular listante d
minha porta, Topa-a casualmente. Esprei-
tui, e vi-a, aa p de urna janolla, curvada a
ajuntar e a gradar os destroces fl'um piano.
Ja" tenho dinheiro -- exclamei Aqui
te trago o que me emprestaste.
Ella crnu, o que sempre lhe succodia
Bltn 'l" fallar. Procurou o met titulo le
divi'" intr'egou-m'o, reci'beu o dinheiro, e
<1 laqnenu era pontualissimo, e que
ella des.-jara sentir por maistempo o pra-
zer de me ter em obrigagao.
Masen anda te deyo a importancia
dos transportes.
Ella tinha a conta sobre a mesa : paguei-
Ih'a.
Sahi com apparentc serenidadu. Pedi-
me que lUo dsse as minhas ordens; eu nao
tinha ordena, a dar-lhe, e deixei-a reposta a
compr o cravo, voltan lo-me as cosas.
Observei por algum tempo. Parecou-me
muito cntretida, empregando na sua tarefa
tanta aetividadc como sciencia.
Fui scismar no meu qnarto.
a Kis alli a parceira do tal Caldeiro que
accendia o cachimbo de Soberano ; e posto
que ten ha uns molos asss distinctos, nao
procede de melhor familia. So ella se nao
tornar exigente eincommoda, se nao tiver
mais Otttns pretencoes, qus importa que cu
a conserve ? Alem de que, ella affirina que
eu possodesfa/.er-medasua companbia quan-
do quizer. Porque he d eu querer j o
quo posso querer logo ?
hilen oiiiporam-me estas reflexes, annun-
eiando que estara o jantar na mesa.
Sentei-me. Biondette servia-me em gran-
de libr. Estava atraz do mim, solcita a
/ prevenir os meus desejos. Eu nao precisa-
va voltar a cabega para a tr. Tres espelhos
a ora lempo lhn repetan) todos as gestos,
rindo o jantar, levantei-mo.'e ella sabio.
Entrou o alborgueiro. que eu j ca-
nheca.
Era tempode carnaval. A minha chega-
da pareceu-lhe naturalissima. Deu-me os
i-mboras da minha equi pagem, que denun-
ciava prosperidade, e elogiou grandemente o
meupagem, o mais lindo moco, o mais
yleicoado, ntelligente c meigode que elle ti-
nl'.a noticia. Perguntou-mese eu tcnciona-
va folgar no carnaval. Disse-lho que sim.
Visto um domin, e embarquei na minha
gndola.
Percorri a praca, fui ao Uieatro e ao Hi-
ilo'tn. Joguet, ganbei quareuta sequos,
rccolhi-mc tarde, extravaganciando por toda
a parte onde a libertinagem me levod.
O meu pagem, com a tocha em punho,
receben-me no pateo, entregou-mc aos des-
velos d'uin esculoiro, e rotirou-se, pergun-
taudo-me a que horamandava eu que se en-
trarse nos meus aposentos.
A do costumerespond sem saber o
que responda, sem pensar que ninguem
sabia os meus hbitos.
Ergui-me tarde e ves;i-me testemente.
Acaso relancei a vista s cartas de minha
11 ..'i. Digna senhora exclamei Que
faco aqui ? Porque nao vou acolher-mc aos
teus prudentes conselhos ? He de ir, hei ir ; que nao me resta melhor refugio.
Deram tent de que eu estava acordado,
porque fallei alto. Alguem entrou : era ella,
0 abysmo da minha razo. Entrou affoctan-
dodesioteresse, modestia, submisso, e por
tudo isso me avultou anda mais perigosa.
Innunciou-nn o alfaiate com as uzeadas.
Feitas as compras, desappareceu at a cea.
Comipouco, e corr ao redemoinbo das
folias de Venen. Envolvi-mecomoscama- pia, amar fosse quem
radsa, ouvi c disse sembonas, fui ao theatro, me dstrahisse da incli
e depois ao jogo, at ento minha paixo
preddecta. D'esta vez ganbei muito mais
que na outra. /
Vil
Rasvalaram dez dias na mesma situarn
de coraro,e espirito, e nos mesmos desva-
-. I)epararam-se-me velhos e novos ami-
gos. Fui apresentado as assemblas mais
do toin, e admttido ao jogo das casas mais
gradas.
Tudo ira s mil maravilhas, se a fortuna
do jogo me nao desandasse. Urna'note,
perd no Ridolto mil e trazantes sequins que
tinha ajuntado. Com tamanha infelicidade
ninguem andajogou 1 As 3 da manh sahi
sem um ceitil, devendo cem sequins aos
meus conhecidos. Todo eu denota va a
grande amargura que me ia na alma. Bion-
detta mostrou-se consternada ; mas nao pro-
ferio palavra.
Ao outro dia, levantei-me tarde.- Eutrei
a passeiar no quarto batendo rijo no chao
os enormes passos. Serviram-me o almoco,
que nao pude comer. Retirado o servigo,
Biondetta, ao envez do seu costume, ficou.
Fitou-me alguns momentos, e dsse-me com
as lagrimas no rosto :
1). Alvaro perdeu, e talvez nao possa
pagar.
E, se assim fosse, como hei de reme-
diar isto ?
Isso offonder-me. Cont com os
meus servicos pelo raesmo prego ; mas cur-
tos serian elles, se to somente cifrassem era
faze-lo contrahircomigo obrigacocs que lhe
impe o Mever de resgatar sem delongas.
Consinta que eu me sent. A commocao
nao me deixa estar em p. De mais que te-
nho cousas importantes que dizer-lhe. Quer
arruinar-se ? Porque joga tao destempera-
damente, se nao sabe jogar ?
Jogos de azar quein que os nao sa-
be? Quem me ensinaria regras em tal
jogo?
Alguem. Os jogos de sorte, que D.
Alvaro chama de acaso, estudam-se. No
mundo nao ha acasos ; tudo e tudo ser
sempre um eeadeamento de combinages
necessarias, que s se percebem com a scien-
cia dos nmeros, cujos principios sao, a um
tempo, to abstractos e profundos, que nao
ha fixa-los sera iniciaban de raestre; mas
faz-se mister que O discpulo se lhe d, e a
elle se identifique. Eu s tenho urna ima-
gen) para lhe poder pintar este sublime co-
nbecimento. A cadeta dos nmeros forma
a harmona do universo, regula o que abi
chamara casos fortuitos e suppostas predesti-
nagdes, forcando-as a pender cada urna a
seu lado, mediante uns invisiveis fiis de
'aquella sbita proposta de me dar um mes- ambas. Dizera-me que tendes tanta discri-
promette a todos, o que todos os dias me
jura, bem que determinado a trahir-nos
reciam-me. Se eu vesse cora^ao lvre para
me alisar a alguma das mulheres da alta
plana, sentir-me-hia repellido pelo languor,
ceremonias e aborrimentos das damarias e
roquebros do uso. Hestava-me as tabolagens
da alta sociedade, onde eu j nao quera jo^
gar, e a sociedade das loureiras.
Entre as mulheres desta hitla havia al-
gumas maisdistinctas pela elegancia de seu
pompear e gal bofa de sua convivencia, que
por agrados do suas pessoas.
Nessas casas achava eu urna liberdade de
mo cbeiaquc me dava prazer, um rir es-
trondoso que me aturda, se me nao agrada-
va ; emfun um incessairte abuso da razo
que, a inlervallos, me despertava das angus-
tias la- minha. Eu galanteava todas as mu-
lheres daquella estofa onde era levado, sem
apontar a alguma nenbum intento ; mas a
mais celebrada de todas nutria a meu respei-
to planos que logo pz em acgo
Cbamava-se Olympia. Tinha vinte e seis
annos, extremada belleza, talento e graca.
Deixou-me logo enti-aver que me tinh sua
conta ; e eu, que nao senta nada, deixei-me
levar, para mais cedo me livrar della e de
mim.
Principiamos nossas ligaces desabrida-
mente ; e, como nenhum prazer me davara,
cudei que seriam outro tanto para ella. Es-
pera va eu que Olympia, enfastiada de mi-
nhas distraci.oes, buscara logo amante que
melhor a inecnsasse, sendo certo que a mais
desinteressada paxiio fra base daquelle en-
lace. Outrps fados, porm, nos destinara o
nosso planeta. Estava sem duvida escripto
que esta mulher soberba e iracunda fosse
castigada amando-me, e que eu por ella me
visse enredado eip novas tramas.
Eu j nao era senhor de ir noite para o
hotel; e, durante o dia, tudo erara bilhetes,
recados c espides.
I.astimava-se da minha frieza. Cimes
sem objeeto attentavam contra todas as mu-
lheres que podiam merecer-me leves atten-
cs. Qycreria at que eu as tratasse gros-
seiramente, se o meu carcter se prestasse a
tanta abjcco. Dissaboreava me este conti-
nuado tormento ; mas era forzoso tolera-lo.
De boa f mo osforgava eu por amar Olym-
fosse, com tanto que
naeo perigosa que me
avexava. No entauto, um lance de tnaior
cstrondo se prepara va.
Eu era clandestinamente espiado no hotel
por ordem da tal dama.
Desde quandome perguntou ella
lena tu o bello pagem que tanto te interessa,
que tantos cuidados te d e tanto segues
com a vista quando te serve .ne teu quarto ?
Porque o forras a to austero recolhimento ?
Poique que ninguem o vio ainda em Ve-
ne za ?
E cu respond:
O meu pagem um mogo de boa fa-
milia e de cuja educago eu por dever me
encarreguei. E'...
E'replicou ella iracunda e fulmina-
tiva, traidor 1 urna mulher Urna das
minhas confidentes vio-a vostir-se, atravs
da fechadura.
Dou-te a minha palavra de honra que
nao mulher.
Nao ajuntes a mentira traigo. Esta
mulher nao feliz, porque ha quem a vio
chorar. Tu s sabes atormentar os cora-
Ofies que se te do. Enganaste-a, como a
mim, e abandonaste-a. Manda aos pas
essa pobre menina ; o, se as tuas prodigali-
dades te impedem de ser bom, eu a recora-
pensarei. Deves-lhe um destino... Eu lh'o
dare; mas preciso que ella amanh des-
apparega.
Olvmpia !repliquei o mais serena-
mente que pudejuro e torno a jurar que
nao mulher ; c praza ao co...
Que querem dizer essas imposturas de
praza ao co, monstro I Despeae-a, torno
a dizer-tf^ seno... Mas tenho outro meio...
eu te arrancarei a mascara, e ella ouvir a
razo, se tu nao s capaz de ouvi-la...
Acbrunhado por tamanha torrente de in-
jurias e ameacas, mas fingindo-me insensi-
vel, fui para minha casa, bem que j muito
a deshoras.
A minha entrada irapressionou os criados,
e particularmente Biondetta, que pareceu re-
ceiosa do meu estado de m sade, bem que
I eu lhe afirmasse que estava bom.
Depois de me ligar a Olympia,. raras vezes
lhe fallara, sera que todava o proceder della
coraigo se alterasse levemente. O rosto,
porm, denunciava a melancola e prostra-
co da ajma.
Ao outro dia, apenas despertei, Biondetta
entrou minha ale va com urna carta abor-
ta. Entregou-m'a e eu li:
< Ao supposio Biondetto.Nao.sai quem
sois, senhora, uem que azeis em casa de
D. Alvaro ; mas sei que sois nova de mais
para ser indesculpavel, e que estaes em po-
der de sujeito mo domis para que se nio
5q quanta fonnosura : " pois de esperar
que vos aproveite um bom onsclho. Es-
taes em idade, senhora, de remediar a cul-
pa que houverdus commettido ; e urna alma
sensivel vos abro a occasio. Nao se pansa
nos-sacrificios necessarios seguraba de
vosso repouso. Custeoquecusfar. E'mis-
ter que elle seja adequado vossa posigo,
aos intentos cujo abondono vos aconselha-
rameaos que podis aspirar no porvir, e
por tanto vos n.esma pautareis vosso des-
tino. Se persists em querer ser Iludida e
desgraciada, en folvendo outras em vossa
miseria, acaiitelai-vos contra tudo que a
desesperacao pode inspirar mais violenta-
mente a urna rival. Espero resposta.
I.ida a carta, restituida a Biondetta, c dis-
se-lhe :
Respondo a essa mulher que tola ;
e tu sabes melhor que eu quanto ella tola.
D.Alvaro eonbece-a... Que julga
della ?
Julgo que ella me enoja ha muito,
e por isso a deixa ; e para mais sobre o se-
guro me livrar della, vou esta manh alu-
gar urna linda \ venda que me offereceram
sobre a Brenta.
Vesti-me logo e fui alugara casa.
Durante a ida, fui reilectindo as a mea-
gas de Olympia. Pobre louca 1 dizia eu
quer matar a... E nao pude nunca,
sem saber a razo, proferir a palavra.
Concluido o contrato, voltei para casa,
jantoi, e, receiando que a forga do costume
me levasse para Olympia, resolv nao sahir
mais.
Lancei mo de um livro ; mas logo o de-
puz, por me nao poder applicar leitura.
Fui janolla, e tudo me atediou em vez de
me divertir. Entrei a passeiar rpidamen-
te no meu quarto, buscando tranquillisar o
animo com a continua agitago do corpo.
VII
Neste caminhar ao acaso, dirigi-me a um
guarda-roupa sombro, onde os .meus cria-
dos guardavam cousas precisas ao meu ser-
vigo, mas improprias da minha attengo.
Nunca alli tinha ido. Seduzio-me' a escu-
rdo do sitio. Assentei-me sobre um co-
fre, e quedei-me alguns minutos assim.
No termo desta .curta pausa ouvi rumor
no quarto prximo ; um raio de luz que me
ferio a vista attrahio-me a urna porta pre-
gada. A luz vinha do orificio da fechadura.
Espreitei.
Vi Biondetta assentada em frente do seu
cravo, com os bragos cruzados, em postu-
ra do pessoa que devaneia profundamente.
Rompeu ella o siLncio.
Biondetta I Biondetta 1 Charaa-me
Biondetta. E' a priraeira e ultima palavra
cariciativa que tem sahido dos labios delle.
Calou-se, e pareceu recahir profundeza
de suas cogitages. Depois, assentou os
dedos sobre o teclado do cravo que eu lhe
vira concertar. Na estante fronteira estava
um livro fechado. A meia voz, e acorapa-
nhando-se, preludiou e cantou.
Logo atinei que ella cantara urna compo-
sigo improvisa. Attentei o ouvido, e ouvi
o meu nome e o de Olympia. Improvisava
em prosa sobre a sua situago e a da rival
que reputava mais feliz ; emfim, sobre o
meu rigor o suspetas que davam azo in-
confidencia que me expulsava da bemaven-
turanga ; porque ella me seria estrella con-
ductora s grandezas, opulencia esabedora
cousas necessarias sua felictdade. Ai I
dizia ella E' mpossivel 1 Quando elle
e da natureza Que ditoso eu sou em s
haver boje couhecido esta fechadura I Quan-
tas vezes eu aqui nao viria delici ar-me, e
collaborar no iucu proprio engao Fora
d'aqui I vou para Brenta amanh, e desde
j me escaplo I
CJiamei inmediatamente um criado, e
fiz passar a urna gndola tu lo que rae era
urgente a passadio de urna noute aa minha
nova residencia. ,
Sor-me-hia penoso esperar que auoute-
cesse. Sahi. Andei ventura. A esquina
de urna ra, pareceu-ine divisar entrando
n'um caf aquello Bemardillo que fra com
Soberano a Portici. Outro phantasma a
perseguir-me ! disse eu Baldeci-me
minha gndola, e corri toda Venena de canal
em canal. Davara as onze quando mere-
colhi. Quiz partir para Brenta ; mas os
gondoleiros fatigados recusaram-se. Chamei
outros quo viciara. Os meus criados, sa-
bedores do intento, cntraram diante carre-
gados coin as suas bagag'ens. Biondetta
seguio-me. .
Mal eu pozera o p no tombadilho que
alguns brados me fizeram voltar a face. Em
mascara apunhalava Biondetta, gritando :
Queros valer mais jo que eu ? Morrc,
morre, odiosa rival !
IX
Tao rpido foi o attentado que um dos
gondoleiros, que licava no caes, j nao po-
de acudir, la elle sobre o assassino raetten-
do-lhe o ardite cara, mas outro mascara
sobreveio minacissimo, com urna voz tro-
vejante que rae pareceu ser a de Bernadillo.
Saltei para tena com a cabeca allucinada.
Os sicarios fugiram, e, luz do facho, vi a
lvida Biondetta, banhada ein sangue, a ex-
pirar.
Nao ha doscripgo para o que eu sent !
Nenhuma idea mepreoecupava j que nao
fosse estar alli urna mulher adorada, vic-
tima de prevenges ridiculas, sacrificada
vas e extravagantes conliangas, o at aquel-
lo momento aviltada pelos ultrajes crude-
lissimos que lhe eu fizera.
Curvo-rae sobre ella, e ao mesmo tempo
brado por soccorro e vingan;a. Chega um
cirurgio attrahido pelo tumulto desta iven-
tura. Fago levar a mulher apunhalada pa-
ra o meu quarto, e, receando que a nao le-
vassein coin cuidado, sou eu quem ajudo a
con luzi-la.
Quando a despiram, e v aquelle corpo
gentil e ensanguentado ferido por dous gran-
Fomo lili residir. mulher ha sois mezes o figura-se-me que a
Dei-lbe duas criadas para seu servigo lo-minha paixo ainda nao conta umdia. Per-
goque seu sexo foi reconhecido pela ecos- da-me se to suave sensago embriaga urna
sidade de lne pensar os ferimentos. Cor- alma que nenhuma outra commocao eiperi-
quei-a do tudo que poJia conspirar sua montou. O que eu quera era ensinar-te e
amar como eu amo ; entao, sim, com essa
s sentiinento, te exaltaras sobre todos os
homens; mas outras sao as aspirages do
orgulho humano. A natural inquietago
lhe nao concede possuir urna felicidade, se
outra raaior lite nao avulta era perspectiva.
Sim, Alvaro, hei de instruir-te. De bom
commedidade, e todo o pulso envidei era
omsola-la, aprouver-lhe e distrahi-la.
Restauraram-se as forjas a olhos vistos;
c. quanto a belleza, era ara rebrilhar de
gragas a mais nao ser. E j quando o con-
versarmos largamente nao poJcria molesta-
la, lhe disse : 'grado posponho o meu interesse, pois que a
Biondetta, amo-te .em extremo, j minha grandeza impendo da tua; mas nao
creioquenao s um ser phantastico, con-.bastaapromeasa de viveras comigo; pre-
venci-me de que sou amado, pesa-rao o pro-;cisoque te dfisa mim para sempre sem re-
coder vil que comtigo Uve algum lempo. serva.
Mas tu bem sabes o fundamento das minhas Est ivamos sentadosem umeomoro de reir.
inqttagpes. Dize-rae o raysterio da estra-isob Uma capa de madre-silvas n'um recanto
nha apparigo que me aterrou na abobada Jo jardim. I.ancei-meeinjoelhos.e disse-
de Portici. Donde veio, e para onde foi n,e
aquelte hrrido monstro, e aquelle cao que
precederam a tua vinda V
Quem eraai elles? Quem st? Tran-
qutisa um corai;o que se te da, to la a
vida quer ser teu.
Alvarorespondeu ellaos nigroman-
tes, espavoridos de tua audacia, quvzeram
Querida Biondetta, juro-tea mais am-
pia lidelidade.
Nao, que me nao conheces ; nao me
conheces... Quero nina absoluta MMUCia-
go; s't isso me traiKpiillisa e satisfaz^
Beijei-lhe a mo cora enlovo, e repeti o
juramento, ao qual ella sabia com seos re-
ludibriartepor meio do terror, jcliegar perCeio.IIoarJorQ^diafogjb^ioasiinftcaslpco-
csse processo a reduzir-te a baixo escravo dwfamutuamente e oa latios encontrara-
de suas volitados. Pre lispozerain -te de an-
temao para o molo, provocando-te evo-
Cacto do utais poderoso 8 fonmdavol espiri-
to ; e, auxiliada por outros cuja categora
dominara, aprusontaram to um espectculo (ju,;/. coin que me haviam preseweado. Todo^
se... Eisqueeu sinto que me puxam pel;r
aba do cosaco e m'o sacuden cora estrauhos
euipuxes,
Era o ineu|eo, um cachorro dinamaa-
que te inataria de pavor, se o vigor de tuaj(>,jjas meentrotnna a ensna-iW atirando-
airaa nao voltasae contra elles sua propria
cilada. Em vista le tua heroica intrepidez,
os sylpbos, as salamandras, os gnomos e on-
dinas, encantada [>or tua coragem, resolve-
ram dar-te a suprema vantagem sol)re leus
adversarios. Kir SOU sylphide de origem, e
tima das mais distinotas. ApparetH sob a
forma de eadellmlia, ncabi as tuas ordens,
e tedas competencia nos desvelamos- ein te
servir. Quanto ma*?altiveza assunwas, e
resolug&o e iptelligencia era regular nossos
actos, mais em dobro recrescia a aossa ad-
tniracjto e zalo em te servir. Man laste-ine
que t-fosse pagem, e te-recreasse como canto-
ra. Submetti-me coirr jubilo, e tantas deli-
cias me deu a submisso que resolv consa-
grarla para sempre. Decid o que me cum-
pla ser para gozar a elicidado. Abando-
nada no vago aereo a incertezas necessarias,
sem sensagoes, sem gozos, escrava dos es-
des golpes, que pareciam/omperas pnnci- conjuros dos cabalistas, ludibrio de phanta-
balanga.desdeoquepassa mais importante teuha pena de vos. E' de presumir que
uas altas espheras, at aos miseraveis acasos lesse cavalheiro vos haja promettido o que
soubesse quera sou, meus debis encantos
nao lograriam capt va-lo ; que a outra...
No rapto da paixo, as lagrimas suffoca-
vara-na. Ergueu-se, pegou de um lengo,
enxugou os olhos, e voltou para o cravo.
Ao sentar-se, deu tent de que a pouca al-
tura da cadeira a constrangia. Tirou o
livro da estante, p-lo sobre o tamborete,
abancou, e preludiou novamente. Percebi
que a segunda scena de msica seria diver-
sa da primeira. Reconheci a msica do,
uma barcarolla muito na moda entao em
Veneza. Repetio-a duas vezes. Depois
com voz mais distiucta e firme, cantou estas
trovas :
Ai I que illusao foi a minha I
Filha do ar, filha do co,
Por Alvaro eu perdi tudo,
0 amor delle me perdeu 1
J sem forga, j sem brilho
Rojo-rae escrava no chao.
E qual paga me compensa T
Despreza-me a servido l.
Corsel, a mo, que te guia,
As crinas te ha de afagar ;
Tu vais captivo, opprimido ;
Mas nao te querem magoar.
0 esforgo a que te obrigam
D-te garbo, honra e valor,
E o brido, que te reprime,
Nao te punge aviltador.
0' Alvaro, outra te prende
Longe de meu corago I...
Dize os philtros com que pode
Sopesar tua isengo I
Cuidara que ella sincera ;
Do-lhe f, porque ella o diz...
-Ella agrada... ou nao agrado..
Suspeita-se da infeliz...
A desconfianga acerba
Empegonha o corago.
Se estou presente, intimido ;
Na ausencia, odio me dio.
Ai I tormento imaginario I
Sem razo, ge raen do estou...
Se fallo, minto e rae imponho ;
Se me callo, treda sou.
Amor, s pai da impostura...
Impostura eu sou, Amor?
Ai I desta injuria nos vinga ;
"Pune quem culpado fr.
D que o ingrato me conheca
E deteste essa que ,
E quem quer que seja, enlevo,
Se eu nao sou, de sua f.
Decide da minha sorte
Atriumphante rival ;
Ameaga-me a desterro,
Ou talvez golpe mortal !...
AL nao quebris vossos ferros,
0' zelos do corago,
Que nao vades causar odios...
Silencio, minha afflicgao I
0 som da voz, o canto, o sentido do
poema, o rythmo, levantaram em mim un
alvorogo que nao sei deserever.
Ente phantastico I perigosissima impos-
tura Iexclamei sahindo rpidamente do
local onde me deuvera longo tempo -*
Quem melhor imitara as fei^oes da verdade
paes fontes da vida, disse e liz rail desa-
tinos.
Biondetta, ao que parecia, desinaiadaj
certo rae nao ouvira ; mas o alborgueiro e
seus criados, um cirurgio e dous mdicos
entendern) ser perigosa para a doente dei-
xarem-me ao p della. Arrebataram-me
para fra do quarto.
Ficaram comigo os meus criados ; o en-
tao, dizendo-me um delles imprudentemen-
te que os n edicos julgavam mortaes as fe-
ridas, eu prororapi em altos clamores. Ex-
tenuado em im ile meus transportes, cahi
em prostra;o qual se seguio adorme-
cer-mo.
E vi ento minha mi em sonhos. Con-
tei-lhe a minha desventura ; e, a fiui de a
sensibilisar, quiz leva-la s ruinas de Por-
tici.
Nao vamos ahi, meufilhome disse
ella que ests em grande perigo.
Ao passarmos por uns alcautis onde eu
me embrenhava com p firme, de sbito
sou arrojado por mo tranha ao despe-
nhadeiro. Recoheci que a mo era de
Biondetta. Cahi. Outra mo me levantou,
e achei-me nos bragos de minha mi.
Acord ento arquejante de pavor. 0'
terna mi exclameitu nao me desampa-
ras, sequer nos sonhos E tu, Biondetta,
queros perder-me f Mas este sonho o
effeito das perturbarnos do meu espirito.
Ah I Repulsemos ideas que me fnriam es-
quivo gratido e a sentiraentos de huma-
nidade !
Chamei um criado, e mandei saber della.
Es'a va com dous facultativos. Haviam-
na sangrado copiosamente; mas recea-
ja-sefobre.
Ao outro dia, levantado o apparelhos
decidirn) que as feridas nao erara perigo-
sas seno pela profundidade ; mas a febre
sobreveio, redobrou, e foi mister quebran-
ia-la outra vez.
E eu tanto pedi que me deixassem entrar
no quarto que nao houve recusarem-m'o.
Biondetta delirava repetindo a miudo o
meu nome. Contemplei-a. Nunca me pa-
recer to linda.
Eis aquipensava eua mulher que
eu cuidava um espectro luzentissiino, um
complexo de vaporages esplendorosas que
mo illudiam os olhos Ella viva da mes-
ma vida que me alenta, e perde-a, porque
eu nao quiz nunca ouv-la, e voluntaria-
mente a expuz. Que monstro, que tigre
fui 1 Se morros, ente digno de ser adora-
do, nao te sobreviverei, jjquc tao vilmente
respond s tuas caricias. Morrerei, sacri-
ficando-te sobre a campa a infame Olympia!
Se vveres, serei s teu ; reconhecerei teus
bepeficios ; coroarei tuas virtudes o resigna-
do ; ligar-nos-hemos por indissoluveis la-
gos, e cumprrei um dever volvendo-te fe-
liz com a oblago cega de meus sentimentos
e vontades.
Nao descrevore os penosos esforgos da ar-
te e da natureza para revocar vida um
corpo que parecia dever suecumbir aos" re-
cursos empregados era seu allivo.
Vinte e um dias derivaram sem poder-se
decidir entre o receio e a esperanga ; final-
mente, remitto a febre, e a enferma deu
ares de recuperar o alent.
Chamei-lhe querida Biondetta, o ella
apertou-me a convulsa mo. Desde este
momento em,diante, deu ten'.o de tudo que
a rodeava. Eu eslava cabeceira do leito,
vendo a cora olhos lagrimosos a fitar-rae
amorosamente.
Quando me ella encarava nao sei dizer
que expresso graciosa lhe divinisava o sor-
riso. Chora Biondetta Imurmurava el-
laEu sou a cara Biondetta de Alvaro I
Desejava fallar-me, mas fui compellido a
sahir do quarto..
Resolv alli ficar em sitio obscuro onde
ella me nao visse. Por fira, consentirara
que eu me aproximasse do leito.
Biondetta disserlhe euos teus as-
sassinos sao perseguidos.
Ah 1 perdu-lhesrespondeu ella
deYO-lhes esta felicidade. Se eu morrer,
morro por ti. Se. vi ver, viverei para te
amar.
Foroam-me razos a abreviar os ternissi-
mos lances que entretivemos at a dia em
que os mdicos permittiram que eu trans-
ferisse Bondotta para as margeos do Brenta,
cuio clima seria bom a vigorisar-lhe a con-
Yalescene.a.
a
siosos, forzosamente delimitada em minhas
prerogativas e conheciroentos, hesitara na
escolhailos meos que poden) nobilitar mi-
nha esseucia ? E'-mo licito ser corpo, e
uuir-rae a um hornera ? Eras tu. Se me
converto em mulher, poniendo uessa volun-
taria transformago o natural dirito das
sylpbides, e a assistencia de minhas compa-
nheiras, fiuirei a ventura de amar e ser ama-
da. Service o meu vencedor; ensinar-lhe-
hei a sublimidade do meu ser, cujos privi-
legios elle ignora. Elle avassallar, com os
elementos do meu imperio abandonado, os
espirites de todas as espheras. Alvaro
feito para ser o re do mundo ; e eu serei a
rainha, e rainha que elle adora. Estas re-
llexoes mais rpidas do que tu podes imagi-
nar em uma substancia desimpegada de or-
gos, decidiram-me sbitamente. Conser-
vando o meu semblante, adoptei um corpo
fominino, queja agora deixarei eom a vida.
Ao vestir a minha esseucia deste corpo, Alva-
ro, dei tent de que tinha corago. Admi-
re-te, amei-te... Mas que passou em mim
quando repugnancia e odio me transluziam
de tuas palavras e gestos I Eu j nao poda
transiigurar-rne, ncm sequer arrepender-rae!
Submissa a quantos revezes pesam sobre crea-
turas do tua especie, victima dos odios dos
espiritos, e implacavel rancr dos nigroman-
tes, eu, sem a tua protecgo, me ternaria a
mais desgranada creatura que cobre o sol.
Oue te dire mais ? Desgragadissima seria
eu j sera o teu amor I
Ao prestigio desta iuteressante narrativa
ajuntai as rail gragas que lhe abrilhantavam
o rosto, a acgo, e o argentino da voz. Eu
pouco ou nada percebera do que ouvira;
mas qual era o lado intelligivel da minha
aventura ?
Tudo isto mo parece um sonhodizia eu
entre mimmasa vida humana que outra
cousa que sonho Estou sonhando mais
desatinadamente que qualquer outro ; o eis
ahi tudo.
Eu, pois, a vi quasi s portas da sepultu-
ra, percorrendo todos os termos daconsump-
go e da dr, sob a influencia dos recursos
da medicina.
0 hornera um mixto de lodo c agua.
Porque nao ha de a mulher ser feita de ro-
co, de vaporages terrenas e raios lumino-
sos, de partculas condemsadas do arco-iris?
Onde est o possivel? Onde estoimpos-
sivel ?
Em resultado de minhas reflexes, deixei-
me ir ao sabor da inclinago, cuidando que
o raciocinio me levava. Desvelei-me em ca-
ricias innocentes e esmerados desvelos com
Biondetta. E ella deixava-se afagar com
encantadora dooilidade, e com um natural
pejo que nao resultado da relexo nem do
receio.
XI
Nestas embriagantes doguras decorreu um
mez.
Inteiramente restabelecida, Biondetta se-
guia-me a todos os passeios. Mandei-a ves-
tir de amazona. Assim trajada, com um
grande chapeo ondeante do plumas, attrahia
todas as attengoes ; e, sempre que appare-
camos.a minha felicidade era assumpto para
os uvejosos que povoam, durante o esto, as
formosas orlas do Brenta. Propriamente as
mulheres parecan) haver renunciado.ao ciu
me de que as malsinam, quer subjugadas
pela superioridade quo confessavam, quer
desarmadas por uma negligencia que deno-
tava menos prego de toda a superiori-
dade.
De todos conhecido como amante queri-
do de to deslumbrante mulher, o meu or-
gulho igualava o amor, e tanto mais nte des-
vaneca quanto era sublimada a origem de
Biondetta.
Certo estava eu de que ella possuia raros
conhecimentos, e com razo presuma que
m'os havia de transraittir; todava o fallar
de Biondetta versa va sobre assumptos com-
rauns, como quera, embebecida no seu amor,
tudo mais esquecera.
Como passeasseinos, urna noite, sobre o
terrago do meu jardim, lhe disse eu :
Biondetta, quando to lisongeiro affecto
rae fez dign de ti, e tua vida se ligou mi-
nha, proraetteste-me dar-rae a saber cousas
nao sabidas do coraraum dos homens. Pa-
rego-te agora indigno dessa uobilitago? To
ardente e to delicado amor como o teu re-
cusar engrandecer-me ?
0' Alvaro -respondeu ellaeu sou
lhe o longo. Como elle me fugina de casa,
ita vespera, ijnde-o prender pwa que nao
se escapasse ; n is, quebrando a gjamalhei-
ra,eguialopeli>faro,lera,comigo eptKtra-mc
polo lat) para me mostrar o seu conteirtamentc
e desafiar-raobrincadeira. Enxotevocoui
palavras ; gestos; mas nao houve afas4ar-se.
Corra, e voltava, latindo volta de raim ;
por ultimo, vencido da impertinencia, ^to-
raei-o pela coleira, e recon bijti-o a casa.
Quando voltei para Biondetta, um criad"
que me segua, deporto disse-me que esta
va o jantar na mesa, epor tanto seutamo-
nos. Biondetta p Je ser que se sentisse en*-
lio confusa, se felizmente um mogo nobr<
nao viesse passar comnosco o sarao,
Ao outro da, fui ao quarto de Biondetta,
disposto a pjiutLcipar-llie urnas judiciosa>
reflexes que me trabara preyccupado du-
rante a note. Estava ainda na cama : seu-
tei-me sua beira.
Hontemlhe disse ou estivemos a
ponto de praticar urna loucura qe me seria
remorso para toda a vida. Minha mi quer
que eu me case. Eu s posso ser teu, e
sem ti nao posso contrehir enlace grave. Ora
eu, que j rae afiz a considerar-te minha es-
posa, querida Biondetta, quero respeitar-te.
E nao devo eu tambem respeitar-te,
Alvaro? E tal sentinoento nao sera amorfo
do amor ? o seu veneno ?
Ests Iludidalhe disse eunao seria
veneno, seria antes um delicioso cooii-
raento.
Bello condimento Que ar gtacial
esse !... parece que eu mesma me estou
empedrando 1 Ah Alvaro I Alvaro eu
felizmente nao tenho ideas de conveniencia
nem inconveniencias, uem pai, era mi, e
quero amar com toda a alma sera condimen-
tos dessa natureza. Tu deves respeitar tua
mi ; natural ; basta, porm, que a sua
vontade conferissea uniode nossos coiages
desnecessaria a procedencia d'ella. Entre
vos os preconceitos enxamam mingua de
luzes, e quer raciocinen), quer desvariem,
os homens proceden! to dispralos quanto
extravagantes. Submissos a verdadeiros de-
veres, aceitara outros cujo cumprimento ou
iuipossivel ou intil ; finalmente esfor-
gara-se por sahir da vereda por onde lhe?
foge o objeeto cuja posse ardentemente de-
sejaai. Pelos modos, o unirmo-nos depen-
de de albeias vontades. Quera sabe se D.
Mencia me achara de gerago asss Ilustre
para entrar na casa sola renga de Maravillas'
E serei por issorejeitada ? ou, em vez de te
haver de ti mesmo, me ser preciso obter-
te d'ella ? E' um homein predestinado ao
alto saber que me falla, ou um rapaz que
vera l das serras da Extremadura ? E devo
ter menos delicadeza quando vejo que s<-
acata mais a dos outros que a minha ? Alva-
ro, Alvaro, alardeara por ahi o amor dosbes-
panhoes : o que elles tem muito mais forte
que o amor o orgulho.
Eu tinha presenceado scenas muito ex-
quisitas; mas nao estava preparado para
esta. Quiz eu desculpar o acatamento a
minha mi: prescrevia-m'o o dever e a gra-
tido, e o affecto, mais forte que o dever.
Nao a impressionei.
[Continuar-se-ha.)
YARIEDADE "^
OBRA COI.OSSAL0 governo russo. de-
signou um. crdito de 2,080:000 rublos para
serem applicados construego de um vasto
ancoradouro mercantil em Poti, para subs-
tituir o actual que reconhecidamente aca-
nhado para o grande moviinento de embar-
cagoes, que fazem o commercio entre o mar
Negro e o mar Caspio ; commercio muito
dilatado pela abertura do caminho de ferro
entre Poti eTifls.
O encarregado de planear e dirigir a cons-
truego o general Falkenhagen, o qual j
construio o excellente ancoradouro de Pe-
trovek (Russia) no mar Caspio.
Retirei-me inquieto e faminto das ideas
novas com que eu esperava saciar a minha
curiosidade favorecida por Soberano que
assim se chamava o meu camarada. Vi-o
no dia seguinte, e nos outros todos; segui-o
como a sua sombra ; nenhuma outra pai-
xo me avassallava. Fiz-lhe centenares de
perguntas ; urnas deslisava-as arteiramente ;
a outras responda com ares sibyllinos. A
final, apertei com elle sobre o artigo da re-
ligio seguida pelos seus sectarios. E' a
religio natural respondeu.
Entramos era particularidades. Os seus
dogmas quadravam me'.hor s minhas pro-
pensoes que aos meus principios; mas, para
chegar ao meu intento, era prudente nao o
contradizer.
Tu exerces imperio sobre os espiritos
lhe disse eutambem eu qu ero estar em
'ntelligenca com elles. Desejo-o ardeotis-
simamente.
chave da sciencia deque me fallas? Se-
gundo ouvi aos nossos camaradas,*o pro-
priamente os espiritos que nos ensinam ?
ha meios de nos identificarmos com elles T
__E' isso mesmo, Alvaro ; por si mesmo
que nao ha ah aprender cousa nenhuma;
quanto possibilidade da identifica?o vou
dar-te urna prova irrecusavel.________
TYP DO DIARIO RA DUQUE DB.CAXlA
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