Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12844


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Full Text
ANNO XL1X. NUMERO 44
i
A
>
i
CAPITAL K LIGARES O.TOE K.lO SE PAGA POSTE.
kdcs................ 6000
................. 12&000
. ................ 24J9OO0
*............. 320
SABMO 22 BE FEVERE1R0 E 1873.
' i '
PARA lK\TRO E PBA BA PROVISCIA.
TV
Por tres me**s adiantados.
Por seis ditos dem
Por nove ditos idem
Por ui anno dem
W50
43&500
2035O
275000
PROPMEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARI & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvosd Filho., no Para; Gonealves Pinto, no Maranho; Joaquini Jos de Olivoira filho, no Cear; Antonio de Lenios Braga; no Aracatj ; Joo Alaria Julio Chaves, no Ase; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Perda d*Ahneida, em Malnanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvha ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peona; Bvlarmino dos Santos Pulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna"; Franciuo Ta vares da Costa, em Alag6as; Al ves & C, na Baha ; e Leite, Cerqunho- C. no Rio ;de Janeiro.
m.
4j* erno i.'l.i provincia.
EXFKl'IK.M'lC UJ DA 13 DE FKVKIIKI 10 DE 1873.
/" snaiu.
i inicios :
- Ao Exin general coniraandante das armas
interino. Sirva-se V. E\c. de dar as suas urdeus
par que a I liura da lardo de boje esteja postada
u> arsenal de marraba uuia guarda tirada de un
dos batalhcs do linha, para fazer as i ouraa devi-
das ao Exm. presidente nouiead i para a provincia
de Sania Cal harina, I'odro Alfonso Ferreira, por
oCCiSiu do. son embarque.
Ao niesm i. Ten Jo na dala de hontem aber-
t.. o crdito preciso pea elfec'.uar-se o pagamen-
to dos vcncimenl is d> pes ra e do corpo Je saudo do exercito, relativos aa
me/, de Janeiro ultimo ; assini o declaro a V. Exc.
c>o_reiqs.i ao sen oillrio de II di corralo, son
170.
2.' srcrCtv.
Acto :
o presidente da provincia, a vista di olBcio
ii i coiiiinandaiiii' supe ior da guarda nacional do
municipio do Itecife, n. 'ti de lo do correato,
resolve, de conforuMuadu com o disposto no an
o $ I." da le n. li de 19 de setembro de 1830,
privar do posto de altares da i." companhia do
1> batalliao ile infamara, o guarda l'edro da Sil-
va Soares Guinaraes.
cilicios :
Ao coiiselbeiio presidente do supremo tribu-
nal de justiea. Peco a V. Exc. se digne provi-
denciar, aliin de que soja devolvido a esta presi-
dencia o litulj do juiz le direito da comarca do
Flores, Jos Antonio Corroa Air Silva, que foi re-
luettido a V. Exc. para ser registrado.
Ao Dr. chafe d polica. Kespoadendo ao
>:ii -.io de V. S. de 11 do corrate, sob n. 311, que
no arsenal de guerra se est concertando arma-
monto, o qual lugo que est-ja prouipto ser remet-
lido a V. S. para lee o conveniente destino.
yuauto agua e luz para o quartel do destaca-
ra.'lito, deve o sen or.iecimento ser' contratado, de
Conformidade coma tabella em vigor,
i Ao niesmo. TrunsmiUiodo a V. S. o oli-
to junio, por copia, do promotor publico da co-
marca do Bonita, de 3 do mea: prximo passado,
llie recomineiido que tomando em considerarlo 0
Hue uelle se refere, pro ion lia as medidas necessa-
rias, no sentido de ser punido o individuo indi-
ciado no assa*Miialo de Basilio de tal, e o dele-
gado supplente de Hczerros, suspeilo de crear em-
ii.iiM'.'ijs tal punirn.
Ao juiz ce direito da comarca do liio Formo-
so. Ein resposta consulta de Vine, cuntida ei i
offlcio de 3 do corrate, teabo a di er-lhe que, em
q lauto au as?umirein os juizes de paz do actual
qmtriennio u exercieio de suas funecues, devesi
oontiadar os d iju.itreuuin lindo.
Ao proin. f iblico da comarca doHonilo.
Uespondend 'i io de Vine, de 23 do ni;.
pioxiniu passaiW| .abo, a dizer-.lie. que devry
ir denunciado contra a pssoa ein quera recado
o> indicios de ter sido autora do brbaro assassi-
dato de Basilio de tal. B bem assim contra o sui-
pieoM do delegado, por ter-se negado a proceder
as diligencias requeridas era ordein a descubrir-te
o-, verdadeiros dclraquentes. Anda lempo, (ie
promover urna e outra cousa, pois na posso K-
Fecar que ura aitenlado de toinaiiba gravidade fi-
que impune, e que un agente da autordade se.ia
o primeiro a por estorvos marcha regular da
juitiea publica.
Ao commaiidanlf do corpo de polica. Man-
de .Vine, destacar em localidade prxima a Ci-
|)neiras,onde liouvcr dcsiacuneulo,a praca Joaquiai
Beraarai Ibrinho Falcan, que pide, quandu tiver
de relrar-se, trazer a sua familia, licando assin
r'-.poudidu o seu ofllriu n. 100 de 10 do cor-
r> ate.
Ao mesino. Em res|)osla ao ofQcio de
V.nc, n. 99 de 10 do crrenle, tenho a dizer-lbe
que pude a praca Joi Augusto da Silva Braga,
que trata o seu dito Ollcio, ir destacada em
ubstitoJco a outra, para a cidade de Garuar,
ou qnalquer outra localidade, onde houvcr desl -
Ca liento.
3' fcecffo.
CTicios :
Ao inspector da lliesouraria de azeuda
r, luetto por copia a V. S. o ollcio de 3 do crren-
le, era que o presidente da cmara municipal da
(dade do Rio Forraos participa que anda nio
rliegaram aoseu destilo as eaixas os. ',1j7, mar-
ea A 11, 1,230 B 11 c 1,236 C 11, contendo pa-
droes de pesos e medidas do sjslema mtrico fran-
cei, aliui de i|iie providencie a respeito.
Ao mesino. Transmuto a V. S. as folbas
juntas, que me remeneu o inspector de saude de
porto cora olBcio do 1.* do crreme, adra de que
n.;.nde pagar ao secretario e guarda daquella -e-
partieao as gratiflcaeSes relativas ao inez do Janei-
ro ultimo, e bem a/si n as do patrao e remado es
d> escaler encarregado da desnfecfo dos navios
surtos no porto (testa cidad.-, e do vigia das'al/a-
rengas, visto nao baver inconveniente nesse paga-
mento, segundo se v do parecer da contadoria
:jsa tliesourana a que se refere a sua iiifurmaiao
de 1- deste inez, sob n. 39 serie C.
Ao niesmo.Cominunico a V. S., para os devi-
d >s iins, que, pelo juiz de d reitu da comarca de
tumb, ful noineado o bacliare! Jos Eustaquio de
uveira e Silva, promotor publico interino da dita
comarca, o qual preUou juramento e entrn em
e-vcrctcio a 4 do correute, por ter o effectvo entra-
do no gozo de licenca.
Ao Husmo. -O inniunico a V. S. para os ds-
vidoa lins que, a l do inez prximo passado, re.is-
siiuiio O ba liarel Joan Carlos de Mendoii'.a Vascon-
ce'los o exercieio do cargo de juiz municipal i de
-phaos do termo de Barreiros, dexando o da vara
de direito da comarca de Palmares, por ler assu-
iiiido o exercieio da j uisliceao della, o juiz muni-
cipal de Agua i reta.
Ao incsiuo.Communico a V. S. para os
d -vdos lins i|ue, a ti do corrate, o bacharel Joa-
iim Francisco de Anuda, juiz municipal c de
de Natarelli, nervindo do base a proco de 290^900
em que se aeha breada a renda aiuual do mencio-
nado imposto.
Ao niesmo. -Mande V. S. pagar a Domingos
Ferreira das -Xeves Guina-aes vista da conta
junta, a quantia de iG7), proveniente do for-
neciineiito de ubjeclos no raez de Janeiro ultimo.
para o expediente da secretaria desla presidencia,
segundo se depreheode da mencionada conta.
4.' sfi'io.
rollara:
O presidente da provincia, atlendend ao
que requeren Harta Leopoldina alachado, professo-
ra publica da sadeira de prueiras lettras da fre-
guozia de Muribeea, e tendo em vista aiatormaeju)
do Dr. director geral interiao da inslruccao publi-
ca, le 8 do crrenle, sob n. 37, resolvc conceder-lbe
inai- (i) das de licenca, em coiitinua.ao da proni-
rogacao que nbteve por pr|ria de 20 de dezembro
ultimo, para tratar de sua sade.
OlUcios :
Ao regador d) gyrahaiio provincial.Cora-
munico a V. Itvm., pura os lins conveniente""' me,
esta dala, deliro a pethjao de Felippe de *usus
Pavao, concedendo que sen filb Jos Alaria l'av.io
de Canallio frequente, como alumno externo gca-
tuio, as aulas do primeiro anuo deste estabeleci-
mento, no caso de baver vaga.
Ao presidente da cmara municipal da cida-
de do Hio Forraoso.Accusu recebido n olBcio de
3 do Borrante em que Vine, parlicipando nao le-
rom aiuda cnegado all os eaixoes-eontendo pailroes
de pesos e medidas, sob n. 1,197 marca A 11, 1,230
He 1,363 CU, consultase, nao obstante essa
falta, pode mandar afiliar e litaes, para que co-'
mecar do din 1" de jullio prximo vindouro, tenba
execucao nesse municipio a le n. 1,157; em res-
posla tenho a dizer-he que pode mandar aflixar os
referidos editaes.
5.* ttecao.
Acto:
O presidente da provincia resol ve conceder a
exonerneau que pediu o cunductur da reparticao
das obras publicas Joaquina Alvares dos Santos
Soma.
Oficios:
Ao engenlieiro rhefe da reparticao das obras
publicas. Remeti a Vine, copia do offlcio de 11
do correte, que dirgio-me o gerente da empresa
do gas, aim de que, cora os dentis membros da
commisso nomeada para examinar a respectiva
illnminacao, tome o na consideracao que merecer,
esperando que a mesma commisso proceder a
respeito do conformdade com os principios de jus-
lica e equidade.
Ao gurente'da empreza da ilhuuinaee gas.
-Inteirado do uue expde Vine, era ullciu de 11
du curren e, teiilio a di/er-lbe qu>. nesta data re-
meti copia do m:srao a eomausso, para proce-
eer un exaine sobre, os ell'eitos da presso e do
poder Iluminante uesta cidade, alim de que toine-e
na devida eiasdera. >; e, cinlando no inconles-
lavei iotoresse e probidade da referida commisso,
composl.n d? pessoas professionaes, espero ipic ella
da^- a sen parecer, ((p coiUorraidade com as con-
'dicoes do contrato e cun os principios de Justiga.
e equidade.
EXP8DIRNTE DO SECRETARIO.
siocia. O engenbeiru ebefe, Jos Tibmxio Pereiru
de Magnlhaes.
Pernambuco, lOde fevereirode 18.3. -Illm. Sr.
Acenso o recebiineiito do offlcio de V. S., de 8
du correte, no qual rae pede qqc informe acerca
do contedo do offlcio de S. Exc. "O Sr. presidente
da provincia, cuja copia me enva, e em respjsta
tenbo a dizer que V. S. bem comprebende que, a
ser verdadeiru o quauto inforinaram a S. Exc, o
calcamenlo da cidade se na i conservara no estado
era que se aeha (salvo estrago); e grande seria o
meu jirejuizo, porque, sendo eu responsavcl pela
cunserva.ilu da obra feita durante o meu contra-
to, muito tena a despender em reparos. Quando
se (/.erara no Forte do atattos as escavaeoes dos
alicefees do proprio nacional, a corapanbia |cr-
uanibiicana inandou deilar dentro o lixo de seus
armazens; mas foi retirado quando se fez o calca-
mento ; talvez seja esla a base da informaeo
Sabe V. S. qiu teiuo na direcciio dos trabalhos da
empreza o Sr. engenbeiro Manoel de Barros Br-
relo, e concordar era que esse senhor, se nao
prestara a dirigir o calcamento da cidade, se as
ras se abrissem grandes buracos, e, depois de
ebeios de lixo e lama, su sentassem os paralelli
pipedos e nein a essa repartirn, cuja liscalisacao
estii sujeita a empreza, passar desapercebido un
tal processo. Julgu ter informad > o quanlo ne-
cessario. .
Deus guarde a V. 8.Illm. Sr. Dr. Jjs T.burcio
Pereira de Alagalhes, director das obras publicas.
O erapreileiro do calcamento da cidade, Baro
do Lierunenlo.
Cora olUcio datado do>lioittein. du subdelegado
de Agua Preta, foram recolbidiis a esta repartii. iu
17 arma dte a, por elle ajtprebendidas no dis-
trictu de sua jorisdiecio.
Deus guarde a V. Exclllin. Exra. Sr.com
mendador Henrique Pereira de Lacena, dighissi-
mo presidente desUi |>rovnca.-Odele de iwlicia,
Imz Crrela ie Queiroz Uniros.
DIARIO DE PERNAMBUCO
urphos do termo de Limoeiro, reassu.nio o ejer-
cicio do dito cargo.
Ao niesmo-.Communico a V. S. para os de-
-videa lins que, por portara de hontcm, foi reraivi-
> da comarca do Ra Furinoso para a do Bonito o
promator publico bacharel Seb:islio Cordeiro Go-
IhO Cintra, e da segunda para a primeira das di-
las comarcas o bacbarel Joo Ribeiro da Costa Ma-
ciiado. Igual ao inspector da thesouraria pruvin-
eiaL
Ao inspector da lliesouraria provincial. Em
vista da inclusa conta documentada, que me rc-
metteu o Dr. cnefe de polica, conv offlcio de 11 do
crrante, sob n. 31;!, mande V. S. pagar a quan-
tia de 4:378l4, era que imporlou a despezi
feita, durante o mez de jaueiio ultimo, com o
-intento e dietas dos presos pobres da casade d-
jenlo.
Ao mesmo.Fecommendo a V. S. que, a vis-
la da folha e pret juntos em duplicata, que un re-
iujtteu o cuuunaniiantc superior de Ohnda, com
omeio de !0 do eerrt nte, mande pagar os vnnei-
mentos, relativos ao mez de Janeiro ultimo, dos
d staeaimnlos da ruarda nacional existentes na
-Ha cidade o na rilla de Iguarass.
Ao mesmo.Inteirado de quanlo expoz, em
inurmacao'de 8 do crrente sob u 59, cura
r rMaja pareeer da^contadora dessa tbesou-
T-jSm ^i/a nwndar por em piara o im-
p;'9Wlrw^por'ittro de agurdente u;i contarca
serrao.
Offlcio :
Ao general coinmaudaule das armasDe or-
dein de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, e-
elaro a V. Exc. era respOsta ao seu offlcio de l do
crrante, sob n. 167, qne nesta data se uauduu sa-
tisfazer o pedido annexo au citadu offlcio.
21 seccao.
Offlcius :
Ao Dr. chefe de polica.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
nesta dala autorison a thesouraria orovincil a pa-
gar a despeza, deque trata o seu offlcio de 11 des-
te mez, sob u. 312.
Ai/ juiz de direito da comarca do Ro Formo-
so. OExm. Sr. presidente da provincia manda
coiiiuiuncar a V. S., para os devidos iins, que por
portera de liontem foi removido o promotor publi-
co dessa comarca, bacbarel Sebastio Cordeiro
Colbo Cintra, sendo substituido pelo da do Beni-
to, bacbarel Joo da Costa Ribeiro Machado.
MtUalii mutandii ao juiz de direito do Bonito.
Aviso: .Vi
Por esta secretarla se commumea ao Daclia-
rel Sebastio Cordeiro Colbo Cintra, que por por-
tara de hontem foi S. S. removido do cargo de
promotor publico da comarca do RioFurmoso para
a do Bonito. Mututls mutandis ao bacbarel Joo
da Cosa Ribeiro Machado, removido da do Boiiitu
para Riu Furmoso.
3' seccao.
Offlcio:
Ao inspector da thesouraria provincial. -O
Exin. Sr. presidente da provincia in inda conimu-
nicar a V. S., que por acto desta data conceder
exonerarlo pedida pelo conductor da reparticao
das obras publicas, Joaqujra Alvares dos Santos
Sonsa.
4' secciio.
Offlcius:
Ao inspector da sade do porto. -O Exm. Sr.
presidente da provincia manda coinmunicar a V.
S., que nesta data expedio ordm thesouraria de
fazenda, no sentido de serem pagas as gratilica-
f,3es de que Ira'a o seu offlcio do Io deste mez.
A' John Donnelly. De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, declaro a V. S., para
seu conbeciiiienlo, que por aviso do Io do corren-
te commiinicou o Exm. Sr. ministro do imperio
baver o govemo imperial resolvido nao entrar em
ajuste algura sobre a compra da Iba de Sanio
Aleixo. pudendo V. S. dispor della como llie
appronver.
5" seccao.
Offlcios : "
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. O Exra. Sr. presidente da provincia
manda coinmunicar a V. S., que por portara des-
ta data eonredeu a exonerapo que pedio o con-
ductor dessa reparticao, Joaquim Alvares dos San-
tos Soiiza.
Au mesmo. Rugo a V. S. se sirva remet-
ter-ine urna ola do valor dos contratos celebrados
com'o Dr. Manoel do Figueira Faria,'para a cons-
truccao de urna estrada do'ferro de Una ao rio Ja-
cuipe; e com Joto Cardoso do Araujo e William
James Lindsey, para a construeco de outra, que
partindo dentre as estagoes de Una e Agua-Preta,
va terminar no povoado Bebedor.
Pf. 57. Pernambuco, reparticao das obras pu-
blica*, em 12 de fevereiro de 1873.Illm. e Exm.
Sr. Tendo a honra de passar as mios de V. Exc,
por copia, o offlcio de erapreiteiro do calcamonto
desta cidade, a que mandei ouvir sobre o contedo
de offlcio de V. Exc, datado de 5 do corrente. De-
vo accrescentar a V. Exc. que o engenheiro en-
carregado da obra do calcamento por parte do
dito erapreiteiro, me merece toda a confianza.
E' verdade, e talvez soja este o fado a que se
referem as pessoas que a V. Exc. informaram,
que o erapreiteiro, na execucao do calcamento da
ra Imperial, tem mandado extrahir areia dos la-
dos do Mac-Adam existente, para regular o aba-
hulameojo dos paralellipipedos, obstrutndo depois
esses buracos com as pedras do Mac-Adam ; o que
mp parece em nada prejudicar o calcamento,
aoja eonservacio o empreileiro responsaveJ^
auno depois de sua concluido. E' o que ti
honra do Informar a V. Exc
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Ext
Henrique i'eicira de Lucena, presidente
DESPACHOS DA PBESIDKNCIA DE 19 DE FEVEREIuO
DE 1873.
Abaixo assignados, professores pblicos de ins-
truecio primaria. Informe o Sr. director geral
interino da instrueco publica.
Tenente corunel Antonio Guedes Gondiin.
Aprsenle o menor ao Sr. director do arsenal de
guerra.
Bacharel Bento os da Cosa. Informe o Sr.
engenbeiru che'e da reparticao das obras publicas.
Benjamn Martiniano dos Aojos. Indelirido.
Bernardinu da Silva Costa Campos. Passe por-
tara.
Conipanhia Recife Drainage Informe o
Sr. engenheiro fiscal da companbia < Recife Drai-
nage .
Oeusdedit Firmino Xavier da Fonceca. Inde-
ferido por que nao tendo o supplcaute ordenado,
percebendo soraente urna' diaria, nao pode ter li
cenca com vencimentos.
Francisco Alves de Morana Pires. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda, juntando
a esta os papis a que se refere o supplicante.
Henrique Jos Alves da Silva. Indeferido.
Hermenegildo Marcellmo de Miranda. Passe
portara concedendo a gratificaco requerida a
cuitar desta data.
Isidoro Theodolo de Mallos Ferreira. Informe
o Sr. brigadeiro camuiandaato das armas interino.
Jos Hygiuo de Souza Galvo. Deferido com,
offlcio desta data, ao Sr. inspector to arsenal d
marioha. -i*isr r
Joaquim Hugolno da Silva Fragoso.* faforu*
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda, ouvinoo\
o administrador da recebedoria.
J ivhm Bandeira. Deferido cora offlcio desta
data dirigido, thesouraria provincial.
Jos Anacida de Souza Cssta. Junte a relacao
nominal dos indigentes qun lorara tratados pelo
supplicante.
Joio Correia de Araujo Vasconcellos. Tendo
o liliio do supplicante quasi 19 annos, nao pode
ser admitido como interno no gyranasio.
Jos Hilario Paes Barreto. Passe portara na
forma requerida.
Bacharel Luiz de Menezcs Vasconcellos de
Druramond. Passe portara concedendo a exo-
ueracao que pede o supplieante.
Manoel Francisco Gomes dos Santos. Indefe-
rido.
Manoel Alves Barbosa. Certifique.
Marcelina Furlado da Silva Cabral. Indefe-
rido.
Salvador Barbalho Uchoa Cavalcanti. Nao ha
vaga para ser admittido o filho du supplicante co-
mo informa o Sr. Dr. regedor do gymnasio.
Visconde de Suassuna. Concedo a licenca
requerida, com a condicao de conservar o suppli-
cante os muros de encost ou outra qualquer obra
que ficar sobre a estrada.
- 20 -
Antonio de Barros Reg. Passe portara na for-
ma requerida.
Antonio Leonel de Alencar.Aguarde o suppli-
cante que o govemo imperial marque a gratifica-
cao que deva ter o juiz municipal desse termo.
Clara Henrique Corre deLinhares.Informe o
Sr. director geral da instruecto publica.
Francisco Carneiro Rodrigues Campello.Passe
portara rescindindo o contrato, pagas pelo sup-
plicante as multas em qae incurren ; contratn-
dole a obra com o major Jos Thomaz Pires Ma-
chado Portella, com as condicSes por elle offereci-
das.
Francisco Ameri -o de Arago Rabello.Infor-
me com urgencia o Sr. inspector da thesouraria
provincial.
Henrique Soares de Azevedo. -Em vista da in-
onnaeu do Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda, nao ha que deferir.
Dr. Joo Maria Seve.- Deferido c m offlcio des-
ta data ao Sr. conego regedor do gyranasio pro-
vincial.
Joaquim Elias de Albuquerque BarrosNao
pode ser aceito o offerecimento do supplicante, vis-
to como a cadeira est oceupada por outre pro-
fessor.
Joo Evaugelista de Car val lio.Concedo o pra-
zo pedido.
Jos Juvenal da Paz e Paiva.-'-Iudeferido.
* Joo Antonio da Silva CabralCertifique.
Manoel Rodrigues Pinheiro. Indeferido.
Salvador Henrique de Albuquerque. Era vis-
ta da infojinaco do conselheiro director interino
da Facaldade de Direito, deve o supplicante diri-
gir se ao goveroo imperial, a quera compete pro-
rogar o prazo da lei.
Vicente Alves Machado.Concedo a licenca pe-
dida ; devendo este ser reraettido ao Sr. inspector
da thesouraria do fazenda, para os lins convenien-
tes.
De Lailhacar & CSelle os documentos.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 21
de fevereiro de 1873.
O porieiro,
Silvine Antonio Rodrigues.
Itriiiii'tirilo da pollela.
2." seccao. Secretaria da polica de Pernambuco,
21 de fevereiro de 1873.
N. 33S. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das partid-
pac3es recebidas hoje nesta reparticao, foram hon-
tem recolhidos casa de detencao os seguintes in-
dividuos :
A' ordein do subdelegodo de S Jos, Manoel Se-
bastio Alves Uariiho, por disturbios e insu tos.
A' ordem do da Magdalena, Angela de Olveira
Jess, por insultes.
Por offlcio desta data communicou-me o dele-
i, que ne da 17, Manoel Flix Sarni-
a sarra no menor Amero Ant nio
proceder a corpo de delicto e vai
orar o respectivo inquerito policial,
te-lo ao Juiz competente, do que me
logo que isso tenia lugar.
RE JFE, 22 DE FEVEREIRO DE 1873.
Noticias do norte do imperio.
. Atnanheceu hontem em nosso porto o vapor bra-
sileiro IpnjHca, trazendo Altas : do Cear 13, do
Bie Grande 19 e da Parahyba 20 do corrente. Eis
0 que colbemos dos jornaes:
orara'.
Foram sanecionadas as seguintes leis pru-
vinciaes:
N. 1,499 de 21 de dezembro de 1872, que marca
o limites da freguezia de Nossa Senbora da Con-
ceico de Mecejana.
N. i,50>damasina data, que ftxa a funja poli-
cial da prnviaeia para u annu linanceiro de 1873 ;
sondo augmentadas- mais dnas CJMiipanhias, lican-
do por tuto cun 600 praca*, a saber 1 tenente
coronel coininainlau'.e. 1 major, 1 alteres ajudante,
1 dito quartcl inestre, I diio secretario, i medico,
fl capitaes, 6 lenles, 6 alteres, 8 I" sargentos, 13
- ditos, 6 furrieis, 38 cabos, 1 eorneta-mr, 18
msicos, li cornetas, 481 soldados.
N. 1,501 de 22 de dezembro, que concede a Pan
lo Gonealves de Sonta, liador do ex-cullector das
rendas pruvincia-'s do Pe eiro, Jos Manoel de Mi
randa Franco, urna moratoria de 8 annos para
dentro della pagar annuabnente, sera juros e em
prestares iguaes, a quantia de 2:'iuiM't3, impor-
tancia do alcance daquelle ex-cullector pan cora
a l/end.i provincial.
N. l,S2.de23 de dezembro,queapprova artigos
de posturas da cmara municipal da cidade d
Fortaleza.
N. I,SJ3 da mesma dala, que autorisa o presi-
dente da provincia a reformar a secretaria do go-
verno.
N. l,*J0i da mesma data, que croa o offlcio de
S* Ubellio e escrivo do crime, civel, orpbos e
mais annexos no termo da cidade de Maranguape,
e nos das villas do Jardira, Barbalba e Telha.
ti. 1,30$ da mesma data, que oraa a receita e
fixa a despeza da Santa Casa de Misericordia para
o annu eompromissal de 1873.
A receita foi oreada era 46.3CU791 e a despeza
luda em 32: !320J0.
O lhe?oureiro do estabelecmento passou a per-
ceber 1:0:H)*0H) de ordenado, dexando porera de
ser meiubro da mesa administrativa, sendo no;
meadu por ella e appruvado pelo presidente d
provincia.
Foram noraeados promotores pblicos das
comarcas : do Jardira, Dr.1 Manoel Roliin de Alen-
tar; do Inhamuns, Dr. Francisco Prim.'nio de
Araujo Cit.
A Sra. D. Vicencia "bandida Barbosa deu li-
berdade ao seu escrav.nho Severno.
Ao sahir a barra do Aracaty naufragou, m
dia V do corrente, o brigue sueco Express, que
d'ahi segua para o Canal cora 2,00;) saceos cora
assucar e 1,520 sacras cora algodio. O navio, que
ia rebocado pelo vapor Plrapama, da companhia
pernambucana, tendo se llie partido una das es-
pas, comecou. a baler sobre os bancos e a fazer
tanta agua, que foi indispensavel encalha-lo. Sal-
vou-se a tripotefo e procurava-se salvar o al-
godio.
O vapor nglez Cenrense levou para Liverpool
2,417 saccas cora algodo, 2,50 saceos cora assu-
car, 93 fardos cora borracha c l,2i6 couros sal-
gados.
Era virtude da le da assemla provincial,
loram noraeados para o corpo de polica:
CoramandanteCoronel Jos Nunesde Mello.
Major fiscal -Jos Franklin de Alencar Lima.
Alferes ajudante -Alfredo Milln Souza Leo.
t secretarioJoaquim Jos dos Prazeres J-
nior.
c quartel-inestre o actual -Casimiro Ferreira
Chaves.
Medico o actual-Dr. Francisco Alves Pontes.
1* companhia.
Capitio o actualAntonio Verissimo Barroso.
Tenente Joaquim Victoriano de Almeid Pi-
nheiro.
Alferes Amaro Pedro de Olivoira Reboucas.
2* companhia.
Capito o actual-Luiz de Franca Sombreira
Tenente Jos Roberto de Souza Galvo.
Alferes-Francisco Dias Maia.
3* companhia.
Capito-Prudente Gomes Brasil.
Tenente -o alferes Pedro de Araujo Sarapao.
AlferesMartiniano Jos de Farias.
4" companhia.
Capitio -Alexandre Beviiaqua.
Tenente o actualAlexandre de Bruto Paiva.
AlteresRymundo do Carmo Ferreira Chaves.
5" companhia.
Captaoo alferes Carolino Bolvar de Avaripe Su-
cupira.
Tenenteo alferes Antonio Justino Nogueira.
Alferes o actualJoaqnm Ribeiro de Menezos.
6' companhia.
Capito Antonio de Vasconcellos.
Tenente -o alferes Rozendo Monteiro de Lima.
Alferes -Jos Caetano de Lima.
A presidencia da provincia nomeou urna
commisso, composta dos Drs. Manoel Soares-da
Silva Bezerra, Vanoel da Silva Reg e Flix *os
de Souza Jnior, para confeccionar um regula
ment sobre a arreeada$ao da taxa de herancas e
legados.
A directora da sociedade beneficente porlu-
gueza Dois de Fevereiro fcou assiin organisada
Presidentes : Francisco Joaquim da Rocha,
comraendador Luiz Ribeiro da Cunha, Antonio Pe-
reira Motta.
Secretarios :-l-, Joio Joaquim Simoes, 2, Er-
nesto Adolpho de P. Vidal.
Thesoureiro:Antonio Fernandos defaria.
Director fiscal: -Abel da Costa Pinheiro.
Procurador:Manoel Pereira Valente.
Conseibo director:Joo da Silva Villar pre-
sidente-Bernardo Jos Pereira, Francisco Mar-
tins Aguiar e Silva, Luiz do Carmo, Jos Martins
Aras, Joo Antonio do Amaral.
No da 16 do corrente devi ter logar, na ca-
pella da Conceieo da Prainha. a ceremonia de
cenferir o bispo diocesano ordeus de presbytero
aos dous diconos Mximo Martins Ferreira o
Apollooio Quintino de Moraes Reg, da diocese do
Maranho.
Achava-se na capital o Exm. e Revui. D. Li-
no Deodato Hodrigues de Carvalho, bispo conlir-
mado de S. Paulo, afim de preparar a sua sagra-
co.
Seguir no vapor Maranho para o Piauhy o
Exm. Dr. Gervasio Cicero de Albuquerque, presi-
dente para essa provincia nomeado.
Fallecern):
Na villa -ViGosa, com 80 annos de idade, o
Revm. Joio Chrysostorao de Olivera Freir. Era
natural de Pernambuco. Tendo recebido ordons
de presbtero no Rio de Janeiro em 1817, exerceu
as funccSes de parodio encommendado em Porto
Alegre (Rio Grande de Norte), Canind, S. Rente
d'Amonlada, Sobral nesta provincia, e as de coad-
jutor da frepieria de Vicosa, desde |wo. Era
gerolmonte estimad*) n'aquo*la va, de que loto
fumlador. Ao seu enterro comparecern) para
mais de 300 peanas de tudas as cundices.
Na capital, u mitigo commerciante Manoel Jus
Salgado Couto, victima do e.suxigaincnto d'unia
nio na moeuda du seu engenbo Jubaia.
Na capital, o ltevra. Miguel l*aeiencia, profes-
sor de pbilosopbia no seminario episcopal.
A alfandega renden de la 12 do corrente
56:311374.
HIO MANOS.
Nada roeeh un is desta provincia
PABAinilA.
Foi nomeado promotor publico da comarca
do Pombal, o Dr. Alminiu Alvares Alfonso.
Durante o auno de 1872 foram sepultados,
nocemiteno publico da capital: pessoas livres
346 e escravas 32; sendo 192 homeus e 186'in >-
Iberes,' 74 casados, 260 solteiros e 44 viuvos, :-*J8
brasileiros v 20 eslrange ros.
Fallecer, no Pilar, Claudino Rodrigues de
Paiva, agricultor importante,
i'ERfi
HE VISTA DIARIA.
Cumurv de I*imrass Por portara
da presidencia da provincia, de 18 do corrente, foi
designado o tabelli.io publico Lnil Ferreira Bandei-
ra de Mello para servir de omVial d> registro ge-
ral de hypothecas na comarca de lguarass.
Citiiiarv do Rio Furiuosu.Por por-
taras da presidencia da provincia, de 18 do cor-
rente. foram exonerado*, seu pedido, de adjun-
tos do promotor publico da comarca do Rio For-
raoso, no termo desse nome e n > de Serinhem,
os hachareis Joaquim Cordeiro Coelho Cintra e
Luiz de Menczes Vasconcellos de Druramond.
*> diii isii proviinul.Ior portara da
presidencia da provincia, de 18 do corrente, foi
concedida a Hermenegildo Marcelino de Miranda,
bedel da gymnasio provincial, a gratificaco por
mais de trinta anuos de.servico, a contar da pre-
sente data, nos termos da lei provincial n. 683 de
o de niaio de 1856 art. 5."
Jury. -Era sessio de hontem entrou em jnlga-
inento Antera Jos Rodrigues, pronunciado as
penas do art. 203 do cod. crim., por haver prati-
cado em Severina Ignacia feriinentos classificados
como graves.
Compozeram o eonselho de sentenca os Srs: Jos
Luiz (nnocencio Poggi, Ignacio Aves Monteiro,
Francisco de Assis Ges, Dr. Antonio de Siqueira
Cavalcanle, I). Antonio Joaquim Ayres do Nasc-
mento, Fran isco Jos Jayme Galvo, Frederico
Augusto de Lomos, Florencio Domingucs da Silva,
Jeronymo Emiliano de Miranda Castro, Dr. Fran-
cisco de Paula Penna, Antonio Gonealves Pereira
Lima e Joan Manoel Pereira do Couto.
A aeensacao correu pela proinotoria publica, e a
defeca foi promovida pelo Sr. Dr. Corte Real.
Em vista das respostas dos quesitos formulados,
foi o acensado, condemnado as penas do artigo
da pronuncia, grao medio.
S de Olin li. -S. Exc. Rvuia. distribuir
as ciuzas na s de Olinda, naquarta-teira prxima,
e assislir a lodos os serrados quaresniaes o actos
da semana santa, na quella cathedral.
Iiiii'i.'iro.: vapor Ipojucu trouxe para :
Antonio Alberto de Souza Aguiar 43 8!)3j070
Saunders Brothers 4 C. 6:1063940
Jos Duarle das Neves 2:000*000
Jos Rodrigues do Souza 1:600*000
Moraes & Irmo 1:0000:)0
Gonealves Irmo i C. 768 920
Dr. Joo da Silva Ramos 764*00)
Thomaz Fernandos da Cunha k C. 4663000
Joo Jos Rodrigues Mendes 4533000
Administraban dos crrelos. -Rea-
llson-se hontem o examc dos concurrentes aos lu-
gares vagos de praticantes da admimstraco dos
correios, sendo examinadores os Srs. Drs. Augus-
to Carneiro Monteiro da Silva Santos e Manoel Pe-
reira de Moraes Pinheiro, e major Salvador Hen-
rique de Albuquerque.
Os concurrentes Manoel Alves Tllela e Joaquim
Henrique S Barreto nao foram julgadcs habili-
tados.
Capital garantido.A companhia Santa
Thereza-est autorisada a emittir 1,000 accoes de
50* cada urna, importancia despendida naconclu-
sao de suas obras.
Para sciencia dos interessados damos em segu
da urna das condiedes do contrato da illumnaco
agaz, a cargo daquella companhia, pela qual o seu
capital se aeha garantido pelo governo da provin-
cia, o que certamente grande vantagem para as
pessoas que desojaron empregar algum capital.
Art. 13. O contrato e privilegio durarao por
30 annos a contar da data em que comecar a
funecionar, e findo este prazo o governo, caso nao
seja renovado o contrato, pagara aos emprezarios
o valor da empreza, cflnforme a avaliago feta por
arbitros, e quando esta nio possa ser immediata
e totalmente paga, o governo o lar por annuida-
des, segundo as torcas dos cofres provinciaes, pa-
gando um juro de 6 / da quantia que restar at
a extir.cjo da divida .
Vmiiversarlo. Fazem boje 65 annos que
chegou ao porlo da Bahia a familia real portu-
gueza.
Diario de Pernambuco.- So chegar
hoje o vapor brasileiro, do sul do imperio, distri-
buiremos amanh nosso numero de segunda feira.
Club dos A/ucrins.Esta sociedade car-
navalesca dar hoje note, cora todo o esplendor,
o soiree, ha muito annunciado.
A carnavalesca 01inden.se.Hoje,
noite, ter lugar em Olinda una esplendida par-
tida carnavalesca, devida aos esforgos de alguns
mocos do commercio, tendo como directores o Dr.
Gomes Premele os Srs. Gonealves Netto e major
Antuncs.
Intolcravel. E' intoleravel o estado de
immundicias a que se deixou chegar o becco da
Cacimba, modernamente becco do Barretto de
Menezes.
Parece-nos que isto entende muito de perto coni
o cumplimento de deveres do fiscal de Sao- Frei
Pedro Gonralves; pelo que, isto dito, esperaremos
as provindencias que o caso urge.
l.aus perenne na igreja dos Mila-
Sres -" Olinda.Amanhae nos dias segn-
i e torea feira, haver na igreja dos Milagres, o
exercieio do Laus perenne, com cxnosicjio do San-
tsimo Sacramento e pregaeo, pelas cinco horas
da tarde.
>*urra.-Na villa do Cabo, Manoel Flix Car-
nicero, em data de 17 .do c irrente, deu urna larra
no menor Antero Antonio de Paula.
Atropello. Hontem, pela, raanh, um bond
ao descer a ponte da Boa Vista, para entrar na ra
do Baro da Victoria, atropellou urna carraca pu-
chada a boj, em que vinham sentados o guia della
e urna mulher; tendo-se apenas a lamentar a car-
roca que ficou quebrada e o boi que perdeu um
clnfre, arrancado pelas rodas.
l.oteria.A que se aeha venda a 40" a
beneficio do recolhiuiento de Iguarassd, que corre
hoje.
I.e4o.-Hoje, s 10 horas em ponto, eftectda
o agente Pinto, o leilao de dez eaixas com ervilhas
em latas, assim como urna caixa com botinas e sa-
patos avarados, que sero vendidos s 10 horas
em ponto, porque as 11 horas, tem de baver um
ontro leilao de movis, na roa do Apollo.
Casa de deteneo.Movimento cw dia
V) de fevereiro de 1873.
Existan) I presos ) 353, entraran) 2, salaran
6, existera 3'fi).
A saber :
Nacionaes 223, inulhcres 12, estrangiros 4*>.
eseravos SI, eseravae 12-.Total 349.
AlimenUidos a costa dos cofres pblicos 282.
Movimento da enfernraria do dta 2>de fevereiro
de 1873:
Te ve baixa:
Flix, oseravo de Jos Manoel Poirtual. anemia.
Tiveraraalla :
Jos Joaqnin da Paixo.
Antonio Piulo da Silva.
I'assajeiros.-- Vindos dos iturtos do norte
no vapor piquen :
Dr. Manoel Firmino da Suva e sua familia, An-
tonio Rufino de Lima, Joo Muniz Falco, Luiz Pe-
dro de Mello Cesar, Antonio Moreira Villar, Fre-
derico Augusto da Silva GuimarVs, Alberto Jos
da Costa, Henrique Binto Alves, Eduardo Jeanre
naud, Francisco toaqnira da Rocha e sia senhora.
Vicente Liberalino de AlbU(pierque e um criado.
Luiz Moreira Puntes. AQbnso Lui< Pcroira da Silva.
Juvenal Rodrigues Pinheiro e ura criado, padre
Constantino Gomes de Mallos e dous irmo?, Ma-
nuel Pereira Cen os, Virissimo Ferreira Gomes,
ixidre Sebastio Constantino de Medwros, Vktahno
! Gomes da Rocha, Francisco Herculano A. da S
'Jos Luiz Cavalcanle de 01 i veira e sua senhora.
Joo Pereira da Motta Oiiveira, Ignacio Gomes da
Silva c ura menor, Candido Antonio du Sacramento
Antonio Carlos Ferreira, Jos Farias da Silva
Jos Ribeiro da Silva, Manoel da Cosa Vasconcel-
los. Manuel Alves Vieira. Ignacio Jos Ribeiro, D
| Maria Paula da Silva e una escrava, Urbano Joa
quii Lovola e um filho. Jos Lucas da Costa, Joo
Antonio Sanios e Silva e sua senhora, Domingos
Marques de Frailas e sua senhora, Phylomlla
Paiva. D. Antonia Mara de Amonio, D. Joaqun..
Emilia Vedeiros Souza. Antuvio Joaquim de Si-
queira Braga, Jos de Lima Penante e ura criado.
Henrique Jos de Pontes Jnior, Antonio Jos Men
des Paiv.'.-. Manoel Marinho Falcan, Francisco Pe-
reira de Lyra, Ezequiel Antonio Rodrigues, Manoel
Ferreira, I). Firirana Leopoldina fle Souza, Juven-
cio Freir Marinho. bol Clintanio de Mello Ferro.
padre Joio1 Berta, Dr. iicinlho Silvano de Santa
Rosa, loaqiiiui Antera de Carvalho, major Lntgardes
Anreliano Poggi de Figueredo e um flio, tres
escravos entregar.
i'RRONICA JI lili IARIL
I i-ImieiuI do coniniercio.
ACTA DA SESS..0 ADMINISTRATIVA DE 3 DE
FEVEREIRO l)E 1S73.
PRF.SIOKNCIA DO EXM. Sil. CONSELHEIRO ANSELMO
nuHctsco muran.
A's 10 horas da maulla, presentes os Srs. de-
putados, secretario ulinto Bastos, Candido AJ-
coforado, Reg Medeiros e Lopes Machado, o Exra.
Sr. conselheiro presidente abri a sesso.
Foi, depois de lida, approvada a acta da sesso
de 30 de Janeiro ultimo.
EXCEDIENTE.
0:Hcio do secretario da presidencia, aecusantto,
de ordem do Exra. Sr. presidente, o recebimenlo
do oJDoiodfi 21 dejaneiio prximo passado.-Para
o archivo.
Offlcio de Lui Sande i C, negociantes matri
culados. declarando que cessiira de ser seu cai-
xeiro Pelro Theopbilo Gaspar de Oiiveira* o qual
passa a ser substituido por Jos Antonio Pereira
Pacheco. O tribunal inandou fazer as competen
tes anntacSes.
Joma! oficial dens. 17 a 20.-Para o archivo.
Livro de registro da corres|K)ndenea offlcial re-
giilarini'iiie eserptnrado at o n. 17.
Distribuir ra-se os seguintes livros :
Copiador de Bento de Freitas Guiraare?, dito
de Joaquim Jos Gonealves Beltrao 4 Filho, dito
de Aiiihade A Mello, dito de Clemenlino de Farias
Tararos & C, dito de Joaquim Juvenco da Silva,
diario de Antonio Duartc Carneiro Vianna, dito de
Jos Ignacio da Silva Porto, dito de Teixeira
Marques 4 C
Foi expedida a carta de registro do vapor bra
sileiro Imperador, armado a hiale, tendo o seu
proprietario e armador o Sr. bario do Livramento
prestado o juramento estatuido no art. 103 do c-
digo commerci.il.
DESPACHOS.
Requerinientos :
De Joaquim Juvenci' da Sijva, subraettendoa
registro a nomeaco de seu caixeiro Luiz Janua-
rioda Gaina.-RegsIre-se a nomeaco apresen-
tada pelo supplicante, que declarou, )nas nio pro-
von ser brasileiro o caixeiro nomeado.
De Albano Irinos, da cidade da Fortaleza, pro-
vincia do Cear, submettendo tambera a registro a
nomeaco de caixeiro que deram a Raphael Jos
Theup i.-Registre-3e a nomeaco feita pelos
supplicintes, que nao provaram ser brasileiro.
como disseau), o caixeiro nomeado.
De Souza Castro 4 Almeida. tambera submet-
tendo a registro a de caixeiro despachante que
conferirara a Augusto Carlos de Miranda Henn-
ques.Na forma requerida.
De Antonio Valentn) da Silva Barroca, apresen-
lando a registro unta nomeaco de Francisco Joa
Juiui da Rocha.-Junte u supplicante procuraco.
ando-lhe poderes para requerer o registro da
nomeaco junta.
De Antonio Duartc Carneiro Vianna, pedindo
que se fhe permita lancar a escripia do sua casa
conimereial relativa ao mez de Janeiro prximo
findo, no livro diario que era submette rubrica,
para assim ficar combinada a escripturaco do .
borrador.Nao tem lugar o que reouer o supph-
plicante, o qual enibura a sua peticao esteja data-
da de 29 de Janeiro prximo passado, so a apre-
sentou com o diario a que se refere no dia 30, de-
pois da sesso, sendo que ein dito livro apenas de-
ver ser hincada a escrptura(ao, acontar da data
dos termos da abertura e encerramento
De Bernardinu de Azevedo Pereira Maia, offe
recendo a registro a nomeaco de seus raixeiros
Jos da s|va .Neves e Antonio Pereira Lopes.
Seja registrada a.....neai.au apresen! ida pelo sup-
plicante, que nao proven serem brai im, come
disse, os caixeii'os nuiueados.
e Joo Francisco Maia e Luiz Jos Monteiro.
apresentando, para Ibes ser ngistrad<), o eu dis-
trato social.-Junte o que *4BBbu a peticao, pro '
curasao d'aquellesem eujo a*pe requer.junUndo
iguabnenle um segundo exemplar da escriptura
junta.
De Teixeira Marques 4 C, pedindo que se lhe^
translira um copiador que se aeha em lknpo e
pertencra firma huje extracta de Marques, Su-
va 4 C.Como pedem.
De Freir Irmaos, pedindo que se Ibes entre -
guom os documentos que aeompanharam a peti
fo em que requereu a mudanca para hiato da B
barcaca Flor do Jarinn, visto nao se ter elTecluadi
tal mudanca.Como requerem, nao havendo in
conveniente.
COS O PABECER FISCAL
Requerimento de.AIhero, Oveira 4 C, distra-
to social. -Seja registrado us termos do decreto
n. 4,39*.
Nada mais havendo sido submattido a despacho
o Exm. Sr. conselheiro presidente^ encerrou a
sesso as 11 horas e meia da manbi.
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE DK
FEVEREIRO EE 1873.
PRESIDENCIA DO KXm SR. CONSELHEIRO ANSELMO t.
HaSTTL
A's 10 horas da manhl, reunidas o Sra, depu;


'



Diario-, ile Pernambuco Sabbado 22 de Fevereiro de 1873.



lados secretorio Olinto Masios, Candi* Aletf *^ *#* nwtoaw4*,* mi da M*
di, R*-gn Med-uros e L ij>- Machad>, o Bxtt*. Sv.
nselheiro presdeme deca ron abarla a sessai.
Foi ida'e aperova-Ja a acta d< *
* RXPCDIKI'TB.
Ofllcio do sncfetort da capitaftia, serondo de
capitao do porto, em respesta aooffloia do tribi'i-
nal, de t3 da Janeiro prximo passado.Fo mau-
llado archivar.
Offlcio do mesan secretario, participando ter
sido exonerado do eraprego le capitao do porto o
capitao de mar egaerragmcialoaquim da Foii-
oeca. O tribunal ficou inleirado.
0Jk*io da junla dos corrotores, com data de- 1
do crreme, remetiendo o bnfetim das entapies
iiflkiies da semana de 27 de Janeiro ultimo al o
1 de fevereiro. L Sendo este ofllcio entregue na
secretaria no 4ia 3 ao meio dia, depois de termi-
nada aeaat*ndibjttistratrr:i. o tribunal roolven
qne se olucmBSr junta. Ion brando-llie a demora
que honve cu seuiolhane entrega.
WWrHirwB-se os tres seguimos livros :
Diario de Azevedo Pires les da Costa & C, copiad tr de l.uit da Silva 4

DESPACHOS.
Requorimentos :
Be Francisco Rucha. Ctmhada & SObrinhos, fir-
oucMiMerc al ostabeleeida na capital do Ceara e
composta de Francisco Joaquim da Rocha, portu-
gnez, loan na Mendes da Rocha,-viova de Manoel
Antonio da Rocha Jnior, e de seus sobrinhos
iuilherme Cesar da Rocha e Manoel Antonio da
Rocha Filia, brasileiros e natnraes da dita pro-
vincia, pedindo ser aduiittid;, matrcula. Olfere-
re em prova do b un euneeilJ de une goza, um at-
testado firmado p r Luiz Ribciro a unha Snbri-
nnos c Francisco Cocllv.1 da Foneec.a & Filho.
Vista HoSr. desembargador liscal.
e Joao Anastasio Gomes, comuierciante matri-
culado establecido tambciu na capital do Ceara,
pedindo que se elimine do registro competente o
nomo de son cx-caixeiro A-nonio Jos de Freitas.
Como roqner.
' lio corretor geral Francisco Jos Silveira. apre-
seatando para ser-lhe registrada a nomeaco de
seus caiwros Hud Krucketnberg e John Alfred
Thom.Informe a secretaria : I se o supplicante
*m alguma poca requeren a matricula de ca-
seiros ; *. sj as possoas que indica em a m-
meaeo junta toem sido apostadas pela junta dos
orretores, cuno zangues, cujas traiisaccoos sao
sanerionadns pelo supplicante; e 3." se o tri'-
buual tem mandado proceder contra os denomina-
dos zaugc; oao s em virtude do que dispoe o de-
creto n. 8U, mandado ex water nesta pro\uria
p4i decreto n. 808. como tambem em virtude de
orden* superiores.
le Jos Antonio Pereira Pacheco, olfereccndo
a registro u nomcacii de caixeiro que Ihe fra
dada pela casa o iiimeivi.il je Luiz Sand 4 C, da
jiroviuci.t do Ceara. orno requer, nao estando
l ovado por documento competente, ser o suppl -
raate de uacionalida le hrasileira.
Da Joa ili de ter sido ou nu reco liida ao archivo desio
oilianal ararte do registro do brigue Aureliun.
< ndo-se-llio tembeni re lidio do despacho que
irlea mj tal rccolliiiuento. Como reiuer.
e Manoel Antonio llego, suecessor da firma no
*~! iljelociuicuto comraercial da tirina de que fut-
ra parte de Cactaao Jos Leilao A C.; pedindo
p'i-mioa.) para fazer s:ia escripia individual e a
que f-ir ten lente liquidado da lirma extracta
nos livros que ella pcrtcncerain. Xo tem
tsar.
De Viaim.i Castro 4 (]., para se dar baixa no
i'inpelente registro, visto liaver desde 31 de ja-
M-iro ili'ixadu de ser seu caixeiro Fabio Marinho
l'aes Barreto. Xa Corma requerida.
De Vueacia Bspiadola de Ueadonoa, declaran-
do, para que to l.vain as competentes' aanoteedes,
haver-se pcrJi.lo o liiate Matn-fame, e com elle a
carta de registro q:ie Ihe lora expedida por e*le
i; nial.-Diga a secretaria.
uvida )a gecretaria para.serein Hniformisadu9
> esemplares dodistrato de Albeiro,Oliveira 4
C, visto con'er em um del les nina palavni subli-
nbada que. nao existe escripia nooatro.-Com-
prarse o despacho desl tribunal, depois de se fa-
ar desapparecer a I igeira falte apuntada na pre-
sarte tluvid.i.
Id*m dem em razan de nSo se acharem sellado
' segundo e terceiro exemplares do contrato de
P'-orogacao d>; socieda le de Collares Innaos 4 C.
eonter erro de data quanto ao praio de daia-
i de dita sociedadeProcede a duvida quanlo
primeira parte, e quantu segunda declare a
secretaria se os segundos o lorcwros exempbrea
B r eontrntos de sociedade estao sujeitos ao sello
'ixti. em virtude de algun;. disposi'.rw de lei 00
irdeni competente.
COM I.NFOUMAC.U 00 Sil. OKSKMIIARC.Uton FI-CAL
Requeritnento de Genuiuo Jos da llosa, para
er matriculad) rommerciante.Coma pede.
De Jost'- Faustino Porto, para ser nonieado coi-
tor peral desta praca.N;io tem lugar, por ter
pwjltado o tormo marcado no editel.
!>'. loao Francisco Manoel e Francisco Maestra-
li cntralo social.Regfelre-sc o cntralo na for-
ma do decreto n. i,394.
Me Carduzo, Martins 4 C.. tambem contrata
-al.Soja registrado a contrato nos termos do
Da Francisco de Assis loncalves Penna e Jos
Xaria de Socza e Silva, dem.Registre-ce, em
conformidade com u decreto n. 1,39*.
De Antonio Pinto Lapa e Manoel I.uiz da Silva,
lien.SatWfacam o parecer liscal.
De Silva. Pinto Ferreira 4 C. distrato social.-
"itre-se. nos termos da decreto n. ',394.
Snmmario ex-olcio contra o corretor geral
ijeorje Palchett.-Seja convidado o Sr. desentliar-
ir fiscal atim de assistir ao julgamenio, que
cr lagar na prxima primeira sessao
r.ESoi.ui;AO.
O 'ibunal resolveu que se offlciasse junta
ios eorretores, exigindo com urgencia o eumpri-
iiHmto do que Ihe foi ordenado em ollicio de 27 de
i sembr ultimo para o ardamento dos suinma-
rios instaurado* contra o; eorretores Silveira
Stepple.
R nada niais havendo a iratar-se, e sendo li e
oeia horas do dia, o Exm. Sr. conselheiro presi-
drate eacerran a sessao.
S1-1S.SAO JODICIARA E.M W DE FEVERE1-
RO DE 1873.
MDKNi IA Di.1 EXM. sn. COSSSUIEtBO AN-l".l.'Io F,
ntBETTL
S i'iiin interino, a o/cial Torres.
Ao meio dia, presentes os Sis. desembargado-1
.-es Silva i,:[maraes, Reis e Silva e Accioli, eos
Hrs. depu: i.lis Olinto Bastos, Candido Alcoforado
c Loji^s Uacliado, faltando com causa o Sr. dep-
ralo Reg M leiros. o Exm.Sr. conselheiro presi-
dente abrii a Foi litla e. approvada a acta da sessao de G do
ccrente.
O Sr. secretario Julio Augusto da Cunlia Gui-
nare? cormnunicon achar-sc aniiojado pelo fallo-
cimento de sen pai.
O protocollo do esciivao de piutc-dos Jus M.i-
riauno de Albuquerque t-m o n. 2.708 em data de
S i'o corrente, e o protocollo do eserivo Brilo,
Sefli o n. 2,831, m 5 do metmo inex.
. ACC0UD0S.
Foram depois de lidos assignados os que sese-
?.uem :
Relator p Si. Silva Guiro.jaes Appellante \i;t-
: el (lias dos Santos, appellado Francisco Xavier
Pereira de Brito : appellanes Rodrigues Irmuo
4 Guioiaraes, ajipellados Joaquim Silverio de
Soma 4 C
Relatur o Sr. Reis e Silva.Embargante J<*a-
,uim da Silva Costa, embargado Tasso irniao. em
iqnida^o.
Relator o Sr. Accio.Kmbar,r;an,<: Bonifacio
"lato Fontanelli. embargado Jos de Souza
P.lbeiro.
TOLOAMSNTOS
Adiado das sessScs de 'i <: 19 de dezetnbro ulti-
00 t 9e 6 do corrente : supremo tribunal de [as-
tica. Recrrenos autores D. Marlinha Candida
reas e outros, recorridos reos os adiuinistrado-
da massa fallida de Laiz da Cunha Masca-
rWlttt.
Foi, por unanimidade de votos presentes; julga-
da procedente a aeco.
'.diado das sessoes de 12 e 13 de dezembro
i oximu passado e 3 do presente m*n : yiuo es-
[K"*i.nl.App^fTintcs autores Manuel Ferreira Pin-
to e ontrV, appellado reo Jr-So Fernandes Lopes :
min Accioli (relator), Silva Guimaraes, Omito
Bastos e Candido AJcofrac. -Confirmada a aeu-
"fn.a.
Adiado- da s'fao de 6 do corrente : juizo e.-
JMhl do conjmercio.Appellante Jos^ntonlo
otratfes Peana, appcWadus Aagusto Marqnes
Rifieirod C. : juizes Ri5 e Silva (relato:-;, Ac-
cioli, Lopos Itchado e Olinto Bastos.-Foi refor
mada a seritciica.
Pj!0Ba\B o jirtgamento do feito que peni* de
embargos cntfcBurtes '. cinfcargnntt Manoel u-
ia!Hrwrg.dOsCii%*41iin:io; Exm
Sr eimseiheiro presidente adiou o julgamento, por
tai* da reaovar-se o seu voto de-qualidadv.
Por nlotSr comparecido o Sr. depotado Reg
Mdciros, deix( u de ser proposto o feito entre
pjirtef : appellante Bnnitocio AdcrattAO Fontanelli,
ai alados Joao Luic Peraira Brandao 4 C.
Enrerrou-se a sessao i ama o moia hora da
t:irnde.
StiSSO JUD1CIARIA EM 28 DE FEVEREIRO
DE 1873.
PllRSIDKNCIA DI EXM. SR. CiNSBLIIEIRO ANSELMO
"PBXNCISCO rBRFTTI.
Srrrrar/o, Jtlie Gatmaraei. _
Ao meio din derlarou-se berta a sessao, estan-
do reunidos es Srs. desembargadores Silva Gui-
miraos, Reis e Silva e Accioli, e os Sis. deputa-
des Olinto Bastos, Caudid) Alcoforado, Reg Me-
deims, faltando o Sr. detputado Lopes Machado,
ue se retirou tuiando se uliimaram os trabalhus
sessae administratHia.
r
a segunda oceupa-se dalle para procuraiMhe a fe-1 E*s verdades nao podom ser Clnlola4*9^ao
licidade temporal de qu se pt'ide goiar na Ierra. I jwr aJttelles que, fechando os olhos lux, nao qito-
Lida, t approvada a acta da precedente sessao.
ACCOROAOS ASSIGNADOS.
Embargantes a vinva e herdeiros do bafharel
Juvencia Alves Ribeiro da Sirva, embargada D.
Feliciana Matia Olympia ; embargante Mauocl
Xunes Parreira, embargados Corga 4 Irmio ; ap-
pellantes Phipps Brothers A C, appellado Hypo-
bio Delsuc ; embargante Joao Luiz Peraira Rran-
il.iu 4 C, embargado Bonifacio Adeodatu Fonta-
nelii.
JILUAMEATOS.
Jiiizo especial do eommcrcio : emkargante ap-
m liante autor o barao de Cam-io Verde, embarga-
dos appellados reos os administradores da roassa
fallida de Amorim, Fragozo, Santos 4 C, ; juizes
os Srs. Accioly. Silva Guiniaraes, Candido Alcofo-
rado e Olynto Bastos.Foram desprezados os em-
bargos, salido voto vencido o Sr. desembargador
Silva Guimaraes.
A pedido dos senhores depntedas adiaram-sc
os julgamentos dos feitos entre partes : appellan-
te Rabe Scbmmeltau 4 C, appellado Joao Perei-
ra Moutinho ; appellante Di mingos Pinto de Frei-
tas, appellado Antonio Ferreira Braga; appellan-
te Joao do Rogo Lima, appellados Barbosa 4 C.;
appellantes Guimaraes 4 Goncalvcs, anpellada D.
M iriana Augusta da Rocha Bastos,
Nada mais houve, e encerrou-se a sessao urna
hora da tarde menos um quarto.
THESOURARIA DE FAZENDA.
20 de fevereiro.
Foram reuiettidos ao Sr. thesouxeiro para seren
ragos:
Olllcios :
Da praideneia, mandando pagar ao Dr. Jos
Joiquim deOliveira Foneeea. a quantia de.
lif'AI 'MI.
Mandando pagar ao delegado de polica do ter
ino do Broto, a quantia de 32760.
Da alfandega, remetiendo cuntas da empreza do
Jornal lo Ret-ife, e de Francisco Henrique Carlos,
na iiii|H>rtancia de 256080. [
Do arsenal de tarinha, com cunta las despezas
feitqs no me1 de Janeiro ltimo, pelo enfermeiro
Antonio Francisco da Costa Pernambuco.
Foram igualmente ronettidos ao Sr. pagador:
Reguerimentos:
De Ravinundo Nonato da Cania.
De Joao Aleixo da Cunha.
Secretaria da thesouraria de lazenda de Per-
nambuco, 20 de fevereiro de 1871.
Servitido de otlicinl-inaior,
Carlos Joo de Souza Correa.
C8MMUNICAD0S.
OA A!
Sendo designado o
merHoda appnar*3 a
Tliipps Brothers C,
sarteW'.i'.-^ < ^rs. Olinto
io elsne,
es Machado,
Nora m<*p*irio o ltcno|ilaclfo
lew koy'M'iion f*is ;-i-n nena
ItlllIitN e ".'JIstE lll'iit'M |lflltifl-
ci pii'Mim |h>oiIii/.h- n<* eflTei-
losji.iro {lie m IcMfiiaduw!
Esta questao, bem que discutida muitaas vezes
e por intolligeneias esclarecidas, anda nao foi re-
SOlvida.de modo satisfactorio, contralizendo-se as
opmides Qonforme os sentimentos de que cada um
se.aeba animado.
Aquellas que preferem o Interesse do estado ao'
in eresM da igreja, adoptam a allirmativa, aquelles
que preferem o interesse da igreja ao interesse do
estado, adoptam a negativa.
Entretanto, bem considerada e enllocada na al-
tura em que deve ser collocada, parece-nos que
peder ser fcilmente resolvida de modo satisfac-
torio para ambas as sociedades, nao sendo nenhu-
in i deltas offendida em sua soberana e iulepen-
dencia.
A igreja tem toda a razio de raprovar e con-
denmar a doutrina do beneplcito, entendida como
a entendem os apaixonados do poder civil, porque,
asiim entendida, videntemente contraria ;i sua
soberana c independencia : o estado no paizes
calholicos, tem toda a razio de sustentar essa don-
Ir na porque sem o direito de conceder ou dene-
gar o seu beneplcito as bullas, breves e c nsttui-
(iies pontificias, nao podera elle deseuipeuliar de
modo conveniente a missao importante de que se
acha encarregado de defender e proteger os Inte-
resses de seus subditos e os seas propnos, porque,
pela legislacao de tees paizes es ias bullas e consli-
tuicoes pro'JMzem eifeitis civis alm dos effetos
e-pirituaes que Ihes sao proprios.
V se, pois, tute cmi[uanto urna iatellgenca im-
p;.rcial, tio amiga da igreja como do estado, nao
adiar um meio de harmonisar os direitos das duas
scciedades, ambas com razio, zelosas de sua sobe-
rana e independencia, a questao continuar a ser
d'batida, como at aqoi, sem nenhum result do
d(*linitivo. porque partindo os contendores de prin-
cipios Qppostos, nao podenio cliegar seii.io a cou-
sequencias tambem oppostes.
Queremos dizer, aquelles que poe a soberana e
IndepcnJencia do estado adiante da soberana e
independencia da igreja, ebegacSo sempro a con-
sequencias otTensivas para esta, e do mesmo mo-
do, aquelles que poe a soberana e independencia
da igreja adiante da soberana e independencia do
estado, chegarao semjno a consequsncias otTensi-
vas para este.
Assim que os primerias sustentan! ser o bene-
plcito nina disposicio fundada no direito e na
razan, e os segundos" pelo contrario, urna disppei
c^io sem nenhum fundamento e at absurda.
Isto mesmo acaba de ter lugar agora cutre nos.
O prelado dioee-ano (a quem todos deveniosobe-
d .enca e respeito, nao somonte pela autoridado de
que se acha revestido, senao tambem pela alta dig-
nidade a que se acha elevado na igreja, ombora
n i desempenho das fnnecoes do seu sublime mi
n sterio tenha de contrariar muitas vezes as opi-
nioes e aleii.-oes de alguns como nao pode deixar
de acontecer sempre a toda a autoridade, quor fa
triliar, quer civil, quer ecclesiaslica com relavao
aos scus subditos) apoiado na opinio de numero
sos juriscon-ultos, as decsoes de alguns papas e
na constituijao do ultimo concilio ecumnico, a
maior autoridade moral qae se conheco no inunde,
stistenta em sua pastoral de 2 do corrente (fe e-
roiro) a segunda das propiceles cima enunciadas,
e a redaefao deste Diario, a quem a provincia es-
t acostumada a ovr com deferencia, apoiada
tambem em autoridades respeitaves, posto que
(pedimos uceara para dizMoi nao tanto como as
primeiras, sustenta a segunda.
Ora, sendo a verdade urna s, e ha endo ba f
e sinecridade de ambas as partes, claro q e so-
meute algum mal-entendido pode ser causa da di-
vergencia, e que por consegumte, expirado o que
pi'acisa ser explicado, e distncto o que precisa ser
distincto, chegarao todos a um aecrdo e ficar es-
tabelecido para sempre :
, que a igreja tao soberana e indepcndiite
as consas spiri'uaes e et.inrrs quanto o estado q
as eoBMi tempor-.es e ornoraes
2o, que as leis e dispoMCocs de Cada una desta
sociedades, naqnilio que se refere ao objecto de
su,imiss5o, obrigam aos seus respectivos subditos
independentemento da approvacao ou reprovacao
da outra;
3o, que o beneplcito, entendido como deve se
entendida, nao ama 'disposicao oftensva c inju-
tfSD para a igreja, antea he faz honra porque, em
ve! de ser a expressao de um sentimento de riva-
liaade ou de desconfiane_a, juscavrndi, como o en-:
tenderh aquelles que nao collocam a questao na
sua devida altura, pel contrario a expressao do
sentimento de amor filial e do plena confianza de
qitj a primeira dostas sociedades se acha animada
pa:a epm a segunda.
li
A igreja e o estado sao, por sua natureza, duas
sociodades dislinctes, tendo cada urna a sua mis-
sc parlieular:
Ambas tois carjijiiiicUimcnte com a familia, i*
di: io las rilas, eaU am no |ilano do Creador, e ene-
cutanvStts altos designios com ralac/io ao haawm
ueste Hud\
A amilia,gl estado, prtegendo-o e defendendo; a igreja pre-
parando-o para o co a que Ue destinado.
Daqui ve-sa que a familia nio pode deixar de
sor, como urna sociedade mu restricta por-
que i I'j c a Mae tem de trabalhar pintos para
provor sustentacao e educaco dos m|io< ; que a
estada nao pode deixar fe sar, amo +., urna socie-
dade numerosa, mas nio lie numerosa que cu-
pe teda a extensao da Ierra, neo urna parte mu
eonsider.ivcl dalla, porque onta sua aecao](prote-
gendo ou defendendo) nio poderia ehegar promp-
te e efllcazi nente a lodos os paitos de sua domi-
aacao; e que a igreja j nao p*4e deixar de sar,
como urna sociedide universal, por !sso que o
seu fin conducir toda a kum'iuid'ult k Mcidade
eterna.
V-se mais que, assim como a familia liga a to
dos os individuos que hab tem a mesnia casa, fa-
zendo-os dependentes do mosmo chefe; e o estada
a todos os individuo que habitara o mesmo paiz,
fazendo- >s dependentes do mesmo poder c sujei-
tos as mesmas leis; assim a igreja liga a todos os
homens, qualquer que seja o lugar da Ierra em
que habitem, fazendo-os dependentes da mesma
autoridade e ensinamlo-lhes a professarem a mes-
ma doutrina.
V-s( ainda que, se fra da familia o hornera
noo pode ser gerado, alimentado e educado; se
(ora do estado nio pode elle ser protegido e de-
fendido, tambera fra da igreja nao pode ser san
lineado. O que prova a tixla- as luzes a verdide
da mxima catholica : Fra da igreja nao ha sal-
vnaio.
Com effi-ito, se o homem podesso ser gerado,
alimentado e educado convenientemente fra da
familia; se fra do estado podesso elle ser efflcaz-
incnte protegido o defendido ; e se fra da igreja
odesse ser santijicado salvo, torca seria con-
cluir que Deus teria produzido urna obra intil es-
tabelecando e fundando estas tres sociedades no
inundo. Coiise piencia iipia e ao mesmo lempo
absurda
.Nao nos daremos ao tralulho do a<|ui mostrar
por que razo fra da familia nao |Kde o hornera
ser uerado, alimentado e educado, nem fra do es-
tadojirotegido e defendida, porquanto tees razos
nao podera eteapar a nenhuma intelligencia es-
clarecida : diremos |torni, que fra da igreja
nao pode elle ser santificado nem consegunte-
mente salvo, porque smente ella foi dotada por
sen Divino Fundador, com os motos necessa-
rios para o bom desempenho desta obra su-
blimo.
Estes meios sao principalmente os Sacramentos,
a comecar pelo bapiismo, que apaga em nos o pee-
cado original, 8 nos faz christaos, fazendo-nos ir-
nos ediscipulnsde Jess ('hristo, transformando-
nos assim de escravos do demonio em lilhos de
Deus e herdeiros de sua gloria, at extrema linc-
ean, que acaba de purifi'jar-nos de nossos pecca-
dos a remittidos pelo Sacramento da Penitencia,
fortifica-nos contra os ataques do demonio, ajuda-
nos a soffrer com paciencia os males e dores que
nos atormentan e nos dispoe a fa:er urna santa
mort'' !
Com etfeito. onde adiar fra da igreja crasa al-
guma t]iie com isto se p reca
E como sem o soecorm da graca que nos com"-
mullicada por Deus medanle esses Sacramentea,
poderomos obaewrat seus mandamentos, evitar a
peccado, praticar as virtudes christas necessarias
para a salvacio, e afinal morrermos santamente,
sendo nossa natui-ezaiao inclinada ao mal e viveudo
mis eercados do tantas tentaees 1
Quem ha ah, a nio estar roneo, que v pedir ao
estado ou aos seus agentes o |ierdao dos peccado*
que baja comnietlido. ou que encommendem a
Deus a sua alma para que a receba na bemaren-
turanca eterna ?
.Nao' seria digno de riso ura tal perdlio-dado per
unt ministro, por um presidente de provincia, por
mu chefe de polica, por um delegado, subdelega-
do ou inspector de quarteirao em nome do poder
civil, ou mesmo em nome de Deas I
Certemente que shn.
E o que prova isla ?
Prova (pie basta o simples bom senso para reco-
nhecer que o estado, qualquer que seja a prolen-
so dos seus apaixonados, nenhuma missao nem
autoridade tem as cousas espirituaee e eternas,
tendo-a toda as cousas tomporaes e corpo-
raes.
A igreja, universal ou catholica pela sua missao,
deve ser uit-i pelo seu lira e urna pela sua dou-
trina. Lli
NiO sendo catholica, nao poderia sua iccio es- ^i
tender-se a kdus os pantos da trra
santa nao poderia santificaros homens
de una nao pod'ria reun-los todos em tima s fa
milia.
Se < raso, por si st, basta p;H*a mostrar que a
veidadeira igi-eja deve ser universal, santa e nina,
esta verdad resulta anda mais clara tiente das
palavias de Jesns Christo, transcriptas no I5vfmge-
llio e tambera d dos prophetas da ntiga lei trans-
brtptel 00 ve!ho te-tameBto :
Eu vos darei as naefles em hemiica e estn-
lenderet vosso reinado at as extremidades da
torra.
E vos me seris testemunhas era Jerusaleni,
em toda a Infles, na Samara a at as extremidades
da torra.
Isaas represente a igreja levantando-se do
deserto, tendo a fronte radiante de luzes a os ps
abracados pla multdo das nacoes.
Malachias v o sacrificio do orViro sem nim-
ba renovado em todas as partes do mundo e o
singad da victima pura offerecdo todos os das
pelos sacerdotes, desde o occideute. al ao o-
rtente :
Sede perfeitos (isto santos), assim como vos-
so Pai Celestial perfeito.
.i Fazei bem aquellos que vos aborrecen!, oai
por .aquellas que vos perseguem e calumniara
> Quando fizerdes esmolas, fsaei-o de fdrma
que a mi esquerda nao saiba o que da a di-
reito.
Vinde a mliu bemdictos de meii pai, porque
tve fijme e inc ilstes de conn.T, tive sede e me
dstes de beber... Em verdalde vos digo que to-
das as vezes que lizestcs isto aum destes pequeninos
a mini que o Tuestes.
a Eu sou o caminho, a verdade e a vida, e nin-
giiei;-. chega ao fai senao por mim.
< Eu sou a vinha, vos sois os ramos, >,e o sar
ment adhere a hastea, produzir muto, senao na
da : po-lQ-h;Xo fora o fe seccar, lanca-lo-ho ao
fogoe elle arder.
Ru sou a porte, se algnern entra por mim no
aprisco sera salvo, mai se alguem nao entra pela
porta e quer escalar por ontro lugar, um la-
dreo que s veui para rouhar, assassinar c des-
truir.
<( Meu Pai, ea nio vos rogo smentc por estes
(os apostlos), mas por todos aque'ies que ho de
erer em mim pela palavra delles. Sejarii elles to
dos juntos um assim como vos, meu Pai, sois em
mim o eu em vos.
Procurai primeiramente o reino de Deus
sua jostica o todas as mais cousas vos serao dadas
por aecrescimo.o
A escriptnra exige anda da verdadeira igreja
urna doutrina apostlica, porque foi smente aos
apostlos que Jess Christo disse: Todo o po-
der me foi dado no co, na ferra ; assim como meo
Pai me enviou, eu vos envi a vos (isto com os
mesmos poderes) : Recebe! o Espirit Santo. 11
uMru: Mdas as naeoes e nsiuai-lnes a guardar
os rnandaiefi os que vos tenha dado. Tado o que
ligardes na trra ser ligado no co, e tndo o que
deslgudes na trra 3er"desligado no co.
Eis que cu sou cotnvosco at a consummacio
dos seculos. Os peccalos serao perdoados
quem vos os perdoardes e serio con-ervados
quem vos os eonservardes. QUem vos recebe
a mira me recebe e quem vos despreza a mhn me
despreza e quem me despreza, defspreza ao padre
que me envin. Se aJggem pao onvjr a igreja,
tende-o como um pagito e am publicano \
V-sc, pois, que aquMla igreja qu noTr nmti,
santa, catholica c'apos.tolica, isto 6, que nao tirar
.seus poderes dds'apostrjli, aos quaes foram elles
dados por Christo, n o a verdadero igreja en
carregada Ue santiupar as almas e de levar o tiu-
mens a bemaveiiUira otrn.
O imperio e a missao dgste igreja, digam o que
qulzercm os mundanos sao mudo mais sublimes
que os do e tedo,'nao s> porque se exercem solire
o espirito, ser muito mais noble que o corpo, se'
nio tambem pnruuo procurara ao tiomqia a bema-
ventura eterna ae que se goza no co, bem murtd
maior do que a iiuperfeita feliqidado. que a estado
Iba pode procurar na (erra, e anda mijs porque
sua accao e nu daminico se esteudem a toda a
biiiuanidade. pratenso. que p estado um pude ter
purq-ieisto (he 6 impossivel, cono a Listona /
rem efer na existencia de Deus, nem na iinuiorta-
lidade d'alraa, era conseguiatoiantf em urna vida
Interna depois da presente.
' III.
Mas qnal ser na trra essawciedade urna,-san-
ta, catholica e apostlica, que constitue a verdadei-
ra igreja encarregada da santiflcacao das almaste
dotada dos. meios necesaarios para a consecufio
j-do tao sublime (ira ?
Este sociedade nP/pde ser outra que a igreja
|TOjnana, pois que stiente ella se aprsente cora
estas notas da verdadeira igreja, como todos nos
caufcssanMe todas as veas que recitarnos o syra-
boto, proissao de f de todos os fiis espalhdos
polo mondo; Cro na jianla igreja, catholica,
apostotic* de Roma.
. Estes olas da verdadeira igreja, diz um escrip-
tor ciMilemperaneo, raferind-se unidade, catho-
licidade e apostolicidade, sao tres factos. O i* per-
tence historia; o 2 geographia; o 3* enro-
nologia.
Para acliar a primeira destas notas na gre'a ro-
mana, basta ler os seus aunaos; para verificar a
segunda, baste mostrar os seus limites; para veri-
ficar a teraeii, baste mostrar a sua data. Dizer
que a igreja romana urna, catholica e apo-tolica
dizer o que eHa at onde vai e donde vem.
Para ver a unidade nesta igreja, baste abrir os
olhos e ciliar para a historia, assim como para ver
o'sol baste abrir os olhos e olhar para o co.
O sabio escriptor distingue duas especies de
unidade, urna de direito, outra de facto. A unida-
de di* droito elle a mostra na igreja romana no pro-
pro principio que a constitue.
Ha nesta igreja, diz elle, una cadeira a quera
todas escutm, uiua s elevaija aciina de todas as
ss, urna autorid de da qn.il dimana e despende
tod i a autoridade. Nean s assente-se Pedro,
aquelle por quem Jess ChrL-to oruu, aquelle a
quem cncarrogou de confirmar seus iruiaos assim
como de apascentar suas ovelhas e seus cordeiros,
dando-lhe para isso as chaves do reino do co e
promeltendo-lhc que tndo o que desligaste na trra
sera ligado no co e que ludo o que ligasse na tr-
ra seia desligado no io. Pelo episcopado a igre-
ja romana grupa em tomo de si todo o sacerdo-
cio ; pelo sacerdocio todos os liis; pelos liis o
mundo inteiro. O feixe das almas e dos coracoes
, pois, vizivel em suas mos.
A unidade de facto, continua elle, tao vsi-
vel Da igreja romana como o a de direito. A
mesma f por tuda a parte professada porque
por toda a liarte ensillada. Ella acha-se a mesma
na bo ca do rico como na do pobre; na do sabio
como na do ignorante; na do iei como na do pas-
tor, nos seculos de persegoico como nos de tole-
rancia, nos de proteceo e nos de paz. As mesmas
tontos de graeas sao abortas por toda a parle. Por
toda a parte a mesma agua que baptisa, a mesma
uueco pie fortifica o christao, que reanima o mo-
ribundo, e que consagra o sacerdote ; a mesma
absolvirao dada aos percadores e a mesma bencao
dada aos esposos. Por toda a parte n mesmo chefe
reconhecdo, bem dito e acclamado, etc., etc
A catholicidade da igreja r miaa, uao pode ser
seriamente contestada, visto que sua doutrina
professada, qnr publica, qur particularmente em
todas as partes do mundo. A geographia nao in-
dica no iiuppi um s paiz no qual a historia nao
diga que os missionarios catholicos tenham j pe-
netrado para ahi pregarem a religio de Christo.
Esta note tranquillisa os mais ditTlceis, mostrando-
Ins que pertencem a urna igreja, na qnal se er
o que crido por toda a parte, o que crido por
todos, o que tem sido sempre crido. QumI semper,
quod al) mnibus, qnod ubique.
Fenelon celebra era una linguagem magnfica
os emhaixadores catholcos enviados s christanda-
dos novas.
Ei-lds, ex'ilama o Ilustre hispo, ei-los estes
conquistadores novos que vem sem armas, excep-
to as eruzes do Salvador Povos que os vistes
vir, qual nao foi o vosso espanto e quera ha que
possa renresenta-lo ? Homens que vera a vos som
ser attrahidos jior neaadm motivo, noni do coin-
mercio, nem de Rnrbicao. nem de curosidade, que,
sem vos torera nunca visto, sem saberein mesmo
onde estaes, araani-vos tornamenle, deixam tudo
por vos e buscara-vas atravs de todos os maces,
com lanas fadigas < perigos, para partir coiuvos-
co a vida eterna quedescobriram! Naces sepul-
tadas as sombras da niorie, que bu sobre vossas
eabecas
Porque razAo, minha palria, perguuta um
escriptor francez contemporneo, vos toma anda
Roma vossos mais iiobres corajes e vossos mais
altivos esplritos ? Para continuar hoje esse mag-
nifico apestolado as Indias, no Thibet, na China,
jrnr jusiitlcar o titulo de catholica, para fazer en-
ir ao mundo inteiro este ponte tao viva a lio pe-
etrante da espada de S. Paulo, para acabar a con-
> "%* 9n* todas *s oulfa, quaasqtier que nejara
as suas protences, sao falsas igrejas, pois qiw
em opposiijio a verdadara ;
,2.-* Que quera esf fora da igreja catholica,
apostlica, romana, anda que esteja dentro do
qualquer.outra, ste fr do caminho da salvacij,
porque smente ella a igreja fundada por Jess
Christo, a nica encarregada do sautificar as
almas e dotada dos meios necessarios para conse-
guir este fin.
Se nao basta a opposicio era que se achara a
heresia e o schisma para com a igreja romana, a
UHica verdadeira, como fica provado, para tornar
patente a falsidade deesas intituladas igrejas, mos-
tremos mais claramente este falsidade, fazendo
ver que Ibes faltam os signaes com que approuve
Providencia assignalar a sua greja para que
fosse de todos reconbecida ; tiremos-Ibes a mas-
cara com que se cobren) e mostremos a desco-
berto a sua hediondez.
A primeira note da verdadeira igreja a uui-
dade. J vimos como este-signal maravilhoso se
acha na igreja rouiuia, teuto a unidade de direi-
to como a unidade de facto; qu por esta uni-
dade maravHhosa que ella liga o presente ao pas-
sado nos tempos, o os homens entre si no espacp
'; a groja a santificacio dos fieis,.ou
a f reparaco aellas para a vida futura, o estado a I.por Varias vzes o tem mostrado, qur eUe se*"asei
pp'tec o edefeza dos cidadaos na viAt preset". J personificado em iabucodunosor, qur em Cvre,:
A primeira destas sociedades deenpa-se di* I-1 qur em Alaxaadre, qur cm Cesar, qi
men para procurar-lhe a felicdade eterna do c, 1 polcao.'
n.lo sendo, qnista da torra, i
; nao sen-1 Tal a u iversidade da igreja a que pcrlenec-
iik. Ao mesmo lempo iinmensa era sua expan-
sio e forte em sua "vida eooeentiada, catholica no
radamente de seus lienelkios, ella romana era
seu centro.
Consultemos agora a chronologia e veremos que
i igreja romana,"una em sua essancia, catholica
m seu dosenvolviinento, aprsenla anda a ter-
ceira note da verdadeira igreja, pois que aposto-
Rea por sua data e por suas tradivoes.
De todas as ss fundadas pelos apestlos, Itae
em urna obra moderna, ha urna, mas urna s, na
qta! se acha ao mesma lempo una doutrina sem
manchas e urna lista de pontfices sem interrup-
cio. E' a s de S. Pedro.
Deus, para fazor brilhar em todo o seu ex-
nlendpr, a verdadeira igreja, permittitf que as ou-
tra^ igrejas de origem apostlica, ou se mmassera
presa do err, ou deixassera alguma duvida sobre
alista exacta e sobre a continuidade chronologica
de seus pastores, mas nao acontece assira com
feliz igreja, na qual, como diz Tertuliano, os apos-
t los derramaram sua doutrina com o seu sangra.*,
na qual Pedro foi comparado ao Salvador, pelo
genero de morte (crucificado) e Paulo obteve a
mesma cor que Joao Bautista (dgolado).
a E' pela igreja de Roma, diz S. Irineu, que us
nos gloriamos de possuir a f annunciada aos ho-
mens o t.-ansmittida at nos Com a suecessan das
blspos : por ella que confundimos a todos aquel-
les, que por amor proprio. vangloria, ceguera,
malvadea, cn^raam diversamente do que con-
vm.
Nos sabemos d molo a nao admit ir nenhuma
duvida, que S. Pedro foi succedido. em sua cadei-
ra, de Roma, por Lino, este por Cielo, este por
Clemente, este por Anacleto.
Sabemos m?.fs que a dynastia dos papas, assim
comejada, se tem mantido de secuto em sceulo,
uo sera do christiansmo, ao abrigo das varlac^es,
das vicissitudes e das- intorrupcoes ordinarias aos
poderes temporacs.
Sabernos anda que este suecessao se estabele-
cera muito lempo antes que os povos que hoje oc-
cnpam nra lugar na historia, tivessem um nome
as linguas da trra Ella contava quatro secu-
los, cuando CloVis fundou o imperio dos Fran-
cos ; contava dez, quando Guilherme o Conquis-
tador, estabelcecu na Inglaterra a casa dos res
angla-normandos ; contava doze, quando a casa
de Hapsbargo foi elevada ao throno da-Al lema-
nita contava u" zesseis, quando a casa de Roraa-
noff fra chamada ao throno da Russia contava
dezoito, quando Bonaparte tomou sobre o altar
a cor:"a dos Francos e se chamou N'apoleJo.
Um vigor desconhecido, diz o cardcal Wise-
mau, parece animar esta rifa de principes sa-
gradiis. As outras ss desapparecem da superfi-
cie do globo, o Oriente e a frica tem perdido as
mais ilustres ; s a s deS. Pedro subsiste sem-
pre. Sempre o pontfice succede ao pontfice,
despein de todos os'obstculos. O conclave
algumas vezes reunido em provnolas distantes
da Italia, ora er Franca, ora na Allemanha, mas
sempre um successor e legtimamente cleito e re -
ronhseido, e todos os esforcos que se tem feito
para quebrar este cadete continua tem ticado vaos
e sem efffeto 1o
Quanto santidade, quem ha que a recusa a
igt-eja romana ?
Bastara que lancassemos os olhos sobre ura
martyrologio, ou mesmo sobre um kalendario
para vermes a multidSo do santos que nella se
tem formado.
Todas as virtudes, ainda as mais heroicas, tem
sido e sao nella Brancadas, quer publica, quer par-
ticularmente.
Quem baver que negu a sautidade a um S.
Vicente de '"aiilo, a um 5. Joao de Deus, a um S.
Francisco de > ssis, a urna Santa Isabel de Hun-
ria, a urna Santa Rosa de Lima, a urna Santa
gnez c a tantos outros santos e santas que tem
honrado este igreja e quenoTla sa tem santifica-
do p*la que ella p'refessa, pelos sacramentos
que eHa dispensa e pela subtnissao saa disoi-
plioae as suas Jais t
Seria isto wjgai\ ku ao rae0 di.i
Pruvudo cjuio fic que Igreja. romana urna,
santa, calnplica c apostlica, provado .fica tembem
er elte averdadi ira igreja, visto que 3
uoU. pcUj qaasis D*os qai; que estaj
Iieclaa &
D'onde egue-se :
l'ossuir tambem este signal o schisma ou a here-
sia ? Nao. A triste victima do schisma ou da
heresia nao acha nenhum toco nem no presente
uera no passado, nem fra de sua estrella igreja,
nem mesmo com os fiis que compoem essa
greja desunida.
Com effeito, a doutrina professada por urnas nao
a mesma que as outras professam ; o chefe rc-
conhecido por urnas nao o mesmo a que as
outras obedecem, basteriam as diversas deno-
minantes debaixo das quaes sao conhecidas, pro
testante, lutherana, calvinista, presbiteriana, an-
glicana, methodisto, etc., etc., para convencer
todos de que nellas nao existe este priineiro signal
da verdadeira igreja a unidade I
Sim, a Providencia permitlio, para que uinguein
fosse Iludido, que ellas toraassiMii dilferentes de-
nomiuac5es e at que abandonassem o nome do
fundad'.-r da verdadeira greja e adoptassem os
de seus respectivos chefes, como urna prova ma-
nifest de sua diversidade, de sua novidade, de
sua nao catholicidade c conseguintemente de sua
fal-idade.
A segunda note da verdadeira Igreja a sauti-
dade. Esta note acha-se hrilhantemente impressa
na greja romana que, sem temer eontestocuo, ex-
pe era seus altares as imagens de innmeros de
seus filhos que fiis sua doutrina, sua discipli-
na e s suas leis, tora pralicado todas as virtudes
que fazem dos homens ir.naos dos anjos, para que
seu exeraplo leve os outros a se fazerem como el-
les iierfeitos.
har-se-aa esto signal no schisma ou ua here-
sia, ou mesmo era alguma outra associac.to ?
De modo nenhum. Se dos proprios fundado-
res destes pretendidas igrejas c dessas associaedes
nao se pode dizer que nenhum fora santo, como o
seriara os que vierain depois delles ?
Quem ha ahi que creia sinceramente na efflca-
cia da inlervenco de Phocio, Luthero, Calvino,
ele, etc., junto de Deus e Ibes dirija oracoes para
obter do Allissrao aquillo de que julga ler neces-
sidade ?
Os proprios sebsmaticos e protestantes nao se
atrevem a isto.
Se se quer ter modelos de santidad-, loria
busca-Ios na igreja romana, onde sement da se
acha, visto que smente esta igreja, como a verda-
deira igreja que foi encarregada da santificaran
das almas e dotada pelo seu Jivino fundador com
os meios necessarios para levar a effeito esta mis-
sao sulilinii.-sinia.
A terceira note da verdadeira igreja a catho-
licidade. Este signal consiste em derramar ella
cm todos os lempos, e em lodos os lugares os
meios de santificar-o. e abrir seu seio e seus bra-
cos a iodos os homens sem distinct.-ao de dado, de
sexo, de patria ou de goveiuo.
J. vimos que esta note acha-se na greja roma-
na, pois qne ella possue essa expamao maravilho-
sa que Ihe permitle Qorescer debaixo de tolos os
ses era todos os estados, no seio de todas as ra-
gas, o que faz de sua geograp'ia a propria geo-
graphia do universo ; mas existir este signal no
schisma ou na heresia ?
Oh de nenhum modo O schisma nao cuida
mesmo de vi ver longe do sceptro que o protege,
e a heresia semeando com suas biblias o so espi-
rito de conirovei-sia e do divisao, deixa a doto-
Iras, na pbrase de um escriptor moderno, tantos
falsos christos qoantos densos falsos elles j l-
nham.
Cora efTeito, quem que era Franca, na luda-
trra, na Italia, ua Allemanha, no BrasiJ rc nos
outros paizes da America er na missao divina i
igreja grega, a nao ser algara subdito do czar que
ahi se ache residiudo ?
Quem que nestes mesuras paizes er na d-
vindade do mahometismo, a nao ser algum subdi-
to do sulto que nelles igualmente se ache do pas-
sagem i
Quem ha que possa sinceramente sustentar que
o lutlieranismo, ou o calvinismo, ou o anglicanis-
mo crido c professado em todos os ponfos da
trra ?
'Cojamente ninguem, nem mesmo os seos mais
apaixonados sectarios.
Passemos quarte e ultima nota da v.-rdad-i-
ra igreja,, a aposlolieidade.
Consiste esta nota em ter ella reeebido dos
apostlos a sua doutrina, o seu mandato, e cm
nao ter cessado de ensinar c de goveir.ar sem
utiTiupe.io, como sem usurpaco, desde o dia era
que Jess Christo deu aquelles a sua missao.
Ja viraos que este signal se acha ainda ua gro-
ja romana, que ella possue esta maravilhosr. dv-
nastia que remonta de secuto em seculo, desde
Po IX at S. Pedro, sentada na mesma s, depo-
sitara das mesmas chaves, sempre antiga. sempre
nova, sempre semelhanle a si mesnia : a in-
mortal dynastia dos papas vlgarios de Jess
Christo.
Encontrar-se-ha este sgaal no asbisaia ou. na
heresia ? Evidentemente nao. A dala d: suas
fundacoes, suas propras denominaccs, provatn
sua novidade, c conseguintemente sua nao apos-
lolieidade.
V-se, pois, que smente a igreja romana pos-
sue as notas distinctivas da verdadeira groja
unidade, sanlidade, catholicidade e apostolicid.ide.
Sua unidade, diz um dos escripiores .. qne ci-
ma nos temos i referido, a figura do ilomom
Deus no mundo ; sua catholicidade a figura do
Homem Deus no espaco ; sua apostolicidado a
data da apparieao do Homera-Peus no lempo,
Sua sanlidade, accrescentareraos nos, a vida
do Homem-Deus na humanidad^
' Urna, santa, catholica e apostlica, a groja ro-
mana pois, a iuearnacao viva e permanente do
Homem-Deus no mundo.
Todas as mais nao passain, pois, de caricaturas
da verdadeira igreja, inspiradas pelo espirito do
malpara desviar os simplices do caminho do bem
e da verdadeira felicdade, assim como_ as unioes
temporarias do hornera e da mulher sao caricatu-
ras da familia, e as faccoes e a tyrannia cari.rtu-
ras do ostedo.
Todas estes caricaturas sao o producto de pai-
xoes ruin?.
As falsas igrejas (a heresia e schisma e os Lu-
sos estados (as lac;oes c a lyrannia) productos da
soberba que leva os homens a negarem a obe-
diencia devida s autoridades constituidas, assim
ecclesiasticas-como civis, e a robellarem-sc contra
estes autoridades, separ.rado-se das sociodaics
que ellas d.r.goin.
As falsas familias (a manceba) produelo da vo-
luptuosidade, que nao permittindo que o homein
se sinla nunca satisfeito, o leva a mudar sempre
de companliia o de prazeres.
D'oikc seguo-se que tendo a familia, o estado o
a igreja poderes e direitos porque formara verda-
deiros seres raoraes creados por Deus com uta
fim proprio e dotados por elle dos meios necessa-
rios para a consecucao deste m, a heresia,-o
schimia, as facedes, a tyranua e a manceba, ca-
ricaturas destes sures, sem fim proprio nem mis-
sao divina, nio tom nenhum poder no sentido ju-
rdico desta palavra, nem neuhuid direito, porque
nenhuns podem reclamar as paixes ms de que
ellas tirara a sua origem.
Vejamos agora quaes os poderes e direi'.osqu*
coinpetem greja catholicu, apostlica, romana,
como a nica verdadeira igreja que e-procu-
remos harraonisar estes ptderes e estes direitos
cora aquelles que compelem ao estado.
(Continua.)
Dr. F. A. CaUh,-.
liscal -da illoratiiaaio -^aboac dirigido a V. Exc.
em data de 31 do mez prximo passado, e pnbh-
caik no Diario de Pernambuco de~l 7 do crrenle.
Posto (|u dito fMo fasse eseripto deaeseto
duas, e um documento publico, ir liando de ma-
teria gravissiuu para os nteinsses desta empreza,
a qual tenho-a honra de representar, nao s de-
xaram de me transmittir copia, como tembem nao
receb intima.* alguran sobre o mesmo rjiflcio ;
ignora va nteirainente a existencia delle, at que
appareceu publicado as patinas do Diario.
Para salisfazer ao publico e mostrar que nTu
houve negligencia de nossa parte em responder as
asserces do engenheiro fiscal, tomo a libcrdadl
de mandar copia do prsenle, dirigido a V. Exc,
aos jomaos desta cidade.
Qualquer que seja a opinio de V. Exc. sonre a
materia em questao, apres lhe que o assumpto de que trato aquelle ofllcio,
um em que este corapanhia naturalmente tom3
suinmo nleresse, (pois temos devotado muitos an-
nos de profundo pensamento e cuidadosas expe-
riencias aos pontos importantes discutidos peto
Sr. fiscal) e tendo em viste ipio a materia nos to-
ca mudo de ierto, esperava que V. Exc. nos dse
sem perda de tempo occasio de responder a elle.
O Sr. liscal di |ntr informacoa V. Exc, urna
serie de experiencias, que o mesmo tem feito so-
bre o podjiM- illumiiiante e pressio do gaz desla ci-
dade e as concluses ipie destes deduzii.
Que o Sr. Dr. Tiburcio tenha feito as varias ex-
periencias que descreveu, e do moflo com que as
inanipiilou chegasse a aipiellas concluses, a isM
nio ponho duvida, portn, atrevo-me a afiinnar a
V. Exc. que deduci.oes como as (Citas por elle nio
podera ser supporladas por experiencias fidedig-
nas e feitos regularmente : as quaes eslou promp-
to a fazer peanle a respeilavel commisso nomea-
da por V. Exc. logo que para isso fr chamado.
Assevero e estou promplo a sustentar esta mi-
nha assereio cmn provas lefias peanle testetnu-
ubas competentes, qne o gaz que se suppreao p -
blico de tal qualidade c poder lluminanle, qne
cora ura consumo de tres ps e quatro decini"-.
(ou menos) passado por um bico Fisbtail, os quaes
s.io gerahnente usados (icios nossos consumido-
r -i se ple obter nina luz igual em intensidale a
que se obtiver cun dez velas de spcrmacele, con-
suniindo a razao de cento e viole graos por hora,
e que nao existe nem nunca houve ura tal consu-
mo de cinco ps cbicos por hora nos lampeoes
pblicos, para se obter a luz estipulada. Se por
descuido dos empregados desta empieza em ajtts-
tar as tonairas dos lampadas das ras, se gastar
nos bicos dos mesmos mais de tres ps e quatit
decimos de gaz, a perda claramente desta em-
preza, e ella smente quem fica proiudirada.
Estou prompto anda a ir mais onjre. e provav
que com um consumo smente de tres ps eubic s
de gaz, se- obten a luz estipulada ; tres ps entl-
eos a nove ris, prefaz vinte e sote ri?, e ronm
esta quantidade de luz se obteni com o bico Fsh.
lal, (de uso'quasique geral dos consumlores;,
segue-se que os particulares pagara s vinte
ris pela luz do contrato ou dez por cento BMnos
do (|Ue paga o governo.
A differenca ainda maior, tomando em consi-
deraran que os particulares nunca foram obrig.i-
dos a pagar conforme o valor de ouro, como est
estipulado no contrato. ( |
O cambio sobre Londres durante os tres anuos
prximos paseados provavelmentc nao chegou ter-
mo medio a vinte c quatro d., entretanto os pagamen-
tos do governo sendo feitos ao cambio de vinte e
etc d., faz anda mais a diflerenca de onze por
cento em favor dos consumidores particulares.
Com notavel ingenuidade, porm, o Sr. Dr. Ti-
burcio, era seu ofllcio sabio do caminho, para prw-
var este mesmo ponfo, me os consumidores par-
ticulares pagam um preeo menor que o g)-
verno.
Fallando o mesmo do resultado das experiencias
qnefez com um < bien econmico), declara que
com a pressio doze decimos e nm consumo de seis
ps cbicos por hora, o poder Iluminante era
igual a tirata velasde spermacete. sendo exacta-
mente dez velas por dous ps cbicos de gaz (an
proco de nove ris por p) logo *r pagam os parti-
culares dezoito ris pi'la luz estipulada.
Porm, nao tesemos nos objeccao alguma que s-
consumidores osem taes bicos, dizeraos sempre :
'-lisera dos bicos que Ibes apruverem, porm.
depois nao se queixcm das emitas.
Todos os consumidores leeiu perfeito liberdaoV
para adoptaran p bico que Ihes convtor ou seja
este para oscurecer as luzes das suas casas, ou
sejapr.i desenvolver o poder Iluminante al o
ultimo extremo, mas una coincidencia singui. i
que o augment as contes ^ xossos consurni-
dores date mais ou menos ipo em que sf
i
1
-
i
UBUCACOES i PFBIOR
Copia do ol'Icio que nesta Bata
dii-i^iu o geresaie la enaureza
lo gaz ao Exm. Sr. pi^sidente
. da provincia.
npreza do gaz em Pernambuco, 19 de feve-
de 1873.Illra. e Exm. Sr.-Acaoode r
^Huguha sorpreza o OOfcio do Sr. Dr. Tiburcio,
iuiqijcou a introduzir os lieos eeonomi-
cos (Tj,~ agor.a^_taci jUamenie recomraendadok
pelo engenheiro fiscal.
Estes bicos era grande numero foram compra-
dos pelo publico, o liem caro costn a econon
como bom nos mohecemos, eso depois de retira
rem os economisadores (?) e voliarem aos do
amigo modelo approvada, foi que as contas torna-
rara sua importancia normal.
O Sr. Dr. Tiburcio falla da vanlagem qne resi:1-
te para esta empreza snpprfr gaz com urna pn --
sao mus baixa. Neste ponto concordo perfei' -
mente rom elle.
Todos os en.ienheiros de gaz, bem conheccir
vanlagem que ha em conservar a pressao men i
possivel. Durante os tres anuos que tenho estad
encarregado desta fabrica, meas esforcos tem sido
devotodqs em conservar a pressao a mais baixa
compativel para salisfazer as necessidades do pu
blco.
O consumo, porm, tem crescido com rapidi
imprevista, tem-sc exigido mais gaz c tem si to
preciso augmentar a pressio gradualmente para
tatiafazer as exigencias do consumo crescido c da
nova cxtenslo que se este supprindo.
Nao lia ninguem que mais tenha feito clamor i i
seus pedidos para mais pressao do que o propri i
Sr. Dr. Tiburcio, c tambem nao ha ninguem q: e
conheca melhor do que elle minha reluctancia i
augmentar a pressio, at que a isto fui abso!u; '.-
mente forcado.
Frequenteincnie tenho declarado ao Sr. eng- -
nheiro fiscal, nao s em meas offlcios. como vei-
baJmante (e tomo ainda esta opportuidade para
repetir) que o consumo de gaz para ser maior o i
menor est dependente da vontad do consum -
dor. Se bicos de na construccao velbos ou d -,
feituosos s) usados, c se deixar o gaz sahir s a
livre vontade, o resultado urna luz pouco sat
factoria e urna conte rrescida. Quando pelo con-
trario o uso de bicos proprios (como os que n -
vendemos por um prego nominal) com o minii o
cuidado cm ajustera lorueira do registro, quan
a pressao formis que a necessaria, assegura -.
boa Iiiinii.i.-ao e un coiisurao regular.
Na verdade a agitecao que se teradado inst
dous ltimos mezes, tem sido causa para ura gran-
de numero de consumidores prestarem alten
a estes pontos; como csi claramente pro-ado,p-
la red ucean que temos ti do no consumo ajftna.',
Sendo menor do que uutr'ora de vinte a Tin
cinco por coate, e isto succede sem se fazer a un
or reduccao ua pressao.
Pode V. Exc ficar certo de que qualquer pi
pasta tendente reduccao do preco do gal n.<
ser almittida, e mesmo' parece una requintara
crueldade suggerir um pensaniento semelBut'-,
quando se tomba que tein so dado urna subida di
auzentos a Irezentos por cento no pre;o tMV-
Lvo, e de cerca de cen por cento no-pre-.o de t< -
das as outras materias concernentes a fabrbjmflb
e. distribuico do gaz.
O preco pago pelos consumidores partirdntTs
sempre tem sido menor do que, o que paga o g -
verno. Durante o longo tempo da baixa do cau-
bio causada pela guerra passada, esta empre: .
crabora tlvesse legtimarnentc direito pelo eontr,.-
to para regular o preco do gaz conforme as flu. -
tuatjoes do cambio, nao fez com os particulares
e continuou a receber em pagamento o. deprecian:*
papel moeda.
Este empieza desde os sous principios tem lia
do constantemente grandes perdas aos seus dpnos,
porm, ni obstante isto e as continuadasjiegl-
gencias iL) governo era fazer seus pagamentos i
devido tempo, os pronrietarios toem* feito vSfio a
seu alcance para cumplir honradaraenie,a3 ct>;
difoes dj contrato a que se sujeitaram.
Em conclusao, peco liecn.-a para poaderataY.
Exc. que tees teutatvas por parte das atjWrid,.
des responsaveis deste paiz com o fira de^mudir
as'cundiles de um contrato claramente express-',
e emjf to cumpriment) severo do qasl tem--
expendido una grande somma de dinheiro.
podem.ter por eleito sen o abalar o credi'*
goza o Brasil nos paizes donde toe vem a jaaipr
parte dos seus captaes.
Henovo a V. Exc. os meus protestos de niWa
estima o conskleracao.
Deusgsarde a V. Exc. \an e Bxm.Sr.<
mendador Henri.(ue Pereira do Ueena,mua>dig--
no presidente da provincia.-l*wr Ntmlgp*c.
gerente.
Srs. Refacieres.A palxaq i .uniulia sempre
c quando desam-ocha em actos de-lnanes*|*
!* lawtoi
S
i
ti

"*
,
u





Dwfe d Penfanibco -7 gabbado 22 de Fevereiro ele i $74.



l
\
nu* ss'vel e.sc.) m niesrao simular-se.
. *a Wi%^deueia do W Dr Abilo Zacaras
4e CarvalhuB|ieolieada no /rft/ do w/ de 13
4o corrate cnlra o veterano e mu distinelo co-
ronel Jos Mara Ildefonso Jacorae da Vega Peswa
.aino commandante interino,das armas, est urna
das atritas edutir uaroes dista verdade.
O <>!ijec:o dajaea correspondencia, verdadeiro
tecido uc lalsidade einveHcoes indigestas, foi a pri-
sao rirrcccional do Dr. Jos Zacaras de Cirvalho
medico do hospital militar, ordenada por aquel!
mandante das armas, por nsubordinacao e
Jaita dp respeito papa cora sen superior; tal cor-
respondencia elaborada por um lilho do preso, do
Jena ter sido dlUida e presidida por raformacOes,
este. fisto naj pode entrar duvida.
E' o corono! J s Mara, totes de lodo, d.Snha-
do naquea correspondencia como urna autoridad*
militar dspota, e insensata. E porque ?
O nico argumento era pro! desta animosa e in-
juriosa assereo, que all se Id, o o seguinic :
Como que o commando das armas uipoV ao
ttr. Zacaras urna peni correccional de 13 dias de
iirisia : em a nota da culpa que por este foi rejue-
da,-no llie dizque elle vai ser submettido a pri
sao : lindo aquelle plazo manda so!ta-lo e rfeaasu
lir as funeeoVs de director interino do hospital, e
12 dias depois em despacho um secundo reque-
rimento do Dr. Zacaras, declara que elle vai ser
submettido a coiisellio de unestigacao ? Poissoffri-
iuo ser ella imposta i
'w ausur''u existira, se os faetus houvessem
rnelo como aquelle correspondente disse; mas,
4'el6 contrario o que se den foi inui diverso. Ello:
Xaa se pode confundir a pena correccional de
rulo imposta pelo superior ao inferior, que Ilu-
ta! t a com o respeito devdo, com nutras penas
inaiores. que possain ser impostas pelo conseibo de
guerra, seoconselho de tarostigacio adiar cri.-ni-
nalidadc, que as mereca.
(.Ira, pr-so o Dr. Zacaras pelo commandante das
armas por express-s olTeusivas e injariovis en
nlEeios por aquelle dirigidas a este, sea superior,
qud^pouendo conserva-lo preso p ir mais tempo,
no lim d<- II das mandn sdia-Io por commisera-
e3o e a pedido de amigos, sendo o 8r, Dr. Ramos
um dos que pelo Dr. Zacaras intercederain !
Solt o Dr. Zacaras em vez de moslrar-se corre-
gido, pelo contrario apareceu pedindo em requn-
rimento ao commandante das armas nota de sua
culpa, c declaracao de ejotes as patarras o olT.msi-
t'SS deque liavia usado, recalcitrando ueste pedido
fue da priuieira vez o (-ominando das armas por
benignimdade daixara de despachar, para nao le'
tifacjo a dar-llie e nao querer ter occasio de
preode-lo segunda vez.
Diz a lei militar : aiiuelle que depois de preso
prendeu, este podar prendero segunda vez por
s.-i uiezes.
Mas, com quer que, para taescasos, alera desla
peua, ha oulras, que podeni ser fulminadas pelo
C 'iiseiho, foi isto o que o commandante das armas
entend u dever fuer, sendo esta a razan porque
despachou a segunda peticio do Dr Zacaras, de-
Jarandj que o seu proced ment a ser submet-
fdo a eonselho de investigarlo perante o qual sa-
l-cria en to qual o seu crime.
Se o Dr. Zacaras pelo seu orgaUlo nao quer
'Imietter-se a obediencia e respeito militar,.e se
acha em extremo riguroso, se ni > tyramnico. o re-
ulamento do Conde de Lippe, para que continua
a ser medico do exercito ?
Pcrgunta o Dr. Zacaras ajuaas foram os tara h
ofensivo- dirigiihis em seos offlcios ao cumulando
das armas.
Que innocencia Se isto nao motejo, na i se
sabe o que saja.
(Mensas e lujurias beta formaos sao estas, que
aleta de nutras, se lecui em seus offlcios de 2o de
decembM de 1872, de.26 e 29 do mesmo mez trans-
criptos naquclla correspondencia, nos quaes atril
vs do muito respeito, que o Dr. Zacaras pretex-
tara ter ao commandante das anuas, o feria selv-
ticamente, considerando-o ceg instrumento do se-
cretario do commando das armas o tenente-aoro
nel Pesada ; o apreseatava como incapaz de deli
Iterar pela sua avanzada idade, incapaz em lim de
exercer o commando das armas nesla provincia
Ouerein inaiores injni as, moior aninosidade, e
inaior insolencia de um inferior para sou supe-
rior t!
Que simplcidado a do Sr Zacaras} elle pensa,
que, qual morcgo, o sopro d in:iligno elogio tira
a eriaiualidade de oll'ensas calculadas, que se se-
gtMA
liemeto u luitor para aquellas offlcios do Sr. Dr.
Zacaras transcriptos naquilla correspondencia,
auestl partee o que basta para ver-so um reo
couftsso, e reineidente as ottensas e injurias di-
rigidas a um distinelo militar do nosso exercito,
d.- longa vida do ser vi.-os e de glorias : um dos pa-
'-. iarcias da independencia de sua patria, por amor
da qual estove quatro annis preso na Danta espe-
Mtido todo o da o supphcio da mortc, pelo q wl
i uaviain passado alguns companjieiros de infor-
muo; cleito por tres legislaturas membro da c-
mara legislativa temporaria : o ni lis votado em
11 -tu. trplice para senador do imperio, esem em-
briagar-se com seu interesse pessoal, oceupava
nempre e honrosam -nte os bancos da opposicao :
ia uuibid nao si em lempos iioiianeosos, como e:n
lempos citicos de es|iinhos,is conunissdes, que dos-
empenhara cam roliz xito pala sua honradez, le-
aidadd e dedcacao a causa publica.
Ah .' Sr. Dr. Zacaras, S. S dase que, cun iu--
lico, reconheciaa mpossibilidade de ser a repar-
ticao do ominando das armas de Pernambuco di-
rigida por um hoinein da idade do coronel Jos
M lia, e dominado de nios sentiinentos nao re-
flectio que nesta sua anmosidade medica e insu-
l> irdinacau militar, se espinilla a sor objeelo de ir-
i ou de corupaxao.
isto posto, enmare esclarecer o publico, expondo
i negocio c uno elle foi em sua orige: e em sua
. o.-eii.i progressiva.
Ao passar segundo as ordens do gorerno impe-
l a amiga euermarin I liospital militar, e cho-
cando o E.vui. brigadeiro honorario Francisco Joa-
l'.iim l'oreira Lobo rom i director do novo hospital,
desde logo e>,'ii-;)M car mrala hit i entre este
director, o delegado cirorgo mor do exercito, Dr.
!'eiix Moreno, e o Dr. Zacaras primevo medico
Bates dous nltiiDscampeOes di-tingairara se era
r stoneias eontra aquelle duv.-tor, pareeaoda nao
quercrem respeita-lu como seu superior.
D'ali venl ijue alguns ollicios dO Dr. Zacaras,
dirigidos ao coniraandante das arma*, nao tiverain
atislactoila resji isla parque aobrigaclo do Sr.
i>r. Zacaras e.a dirigr-se primeramente aidi-
r tetar, e o commandante das armas nao eslava
i.-posto para dar azo capricho, que revelavain
i ibordiuai; ies.
i'ui od,-legado cirurgilo mor do exercito remo-
vido pelo g vern i imperial pira o Para : ao de-
pois o diree! >; apresentara una licenc de tres
meses, pelo que segundi as leis e instruccow vi-
j,.iitcs, passou n Dr. Zacaras a ser director in-
i.-rino do h i-ii.t.il militar, e eatrou em luta co n o
'orara todo das armas, e se l'antes u director of-
ivo era o alvo de soas intrigas, para as quaes
niiou o enramando das armas de porta fechada,
i -ta occasiao o alvo de suas injurias e ataques
-i o socretario do mesmo commando o tencnle-
C'M'ooel Psssoi, eo iuc-iii) cinraanliute d.is ar-
i-, apreseut i lo hostil e iujusi.uii -nt i como mero
;..-trumento de seu secretario
t foi oeste ponto que o autor d'aquello corres-
i iidenca. lilho do Dr.-Zacaras deu toda a ex
pausan asi olios de seupai contra o secretario,
"-revenrlo contra este as calumnias atrozes, que
- lm em dita correspondencia.
O tenente-coronel Pessda nao precisa de defezas
contra taes insultos. Nao para eetranhar o haver
ello, ciaio secfdtftrlo o com n indo dis arma', mu-
i-cido plena con/inn.a do oronel Jos Hara seu
a.-ligo aelonga data, quando a tein merecido igu.nl-
ruenlfl de lodos os comnandautes das armas desla
provincia. Sua probidile, lluslracai, percii,
activdade e long.i pratca n i e ercick) dcste seu
ompreio o levam a altura, onde n i pndem chegar,
as setas envenenadas do Sr. Dr. Zacaras.
Dermis alguns detalhes d'a ptella corres-
piiuticia.
icoherla* com 'Viga* Pt/tvitM (coram-
me : por pessoa qualilicada fcW foi dito ee.
Continuando disse o cori-eiporidente neo bom
velho-levava horas a assignar; porque" a cada Ietlra
lava um cochilo, e adormeca profundamente.
Oh meu Deus, como se mate assim na impreo-
sa de Pernambuco, onde o corone! Jos Maria
jeralmcnle couhecido, o sio muitas aspessoas nao
admiram a ctividade, fortaleza e sailde, que aquel-
"(i ancilo apre enla sempre disposto a travar lon-
| conversaedes, mormentc sobre a historia, siUii-
d> todos os fados e suas. datas com intoira exacti-
d.to : incansavel no andar; de moda que sem ter
carro, nein cavallo,- mora em Santo Amaro, donde
vun e para onde volla todos os (Mas urna e mais
vtizes, ordinananieate a pe, apeiarde ter a couduc-
cao dos bonds; um movimeoto prompto e constan-
te, eis o que todos notam nesse veterano olllcial
un exercito, dado pelo correspondente, contra o
testoinunho publico, como um velho sem accSo e
dormnhOco.
E falso o haver miniado o coronel Jos Maria
oiferecer urna proposla pelo Sr. Dr. Jlo da .-Uva
ao r. Dr. Zacharas, de solta-lo, nina vez que sob
p ilavra promettosse nao continuar com as reprc-
simtacoos contra o commando das armas pelo
contrario aquelle Sr. Dr. Ramos foi que primeira-
mente pedio ao coronel Jos Maria a soltura da-
uieile prezo, ao que accedeu o dito coronel, dizen-
do-lhc que sim, e esperava que o Sr. Dr. Zacharas,
pensando inulhor, se abstivesse de continuar em
um procedimento que Ihe nao eslava bem. Ceder
a um pedido cora legitima esperanca propria de
quem nao dezeja fazer nial, difiere muito de una
proposta no sentido referido por aquelle corres-
pondente.
Pique o Sr. correspondente sabendo que o coro-
nel Jos Mara Ihe perdoa de corarlo todas estas
offeneas ; pois que d o devdo descont a-uin fimo,
qtteescreve em favor do pai sob as inspira.oes
apaixonadas deste, nico responsavel.
l'ma imputado bu recriminadlo se" l naqoella
D. Mal la Aurelia, 'flina dolllm. V- BpuI'Joaquim
de Miranda Henriques.
CommiaeJcMWiWia ib resta '
Os Iltuw. Sis..:
lose Ribero da Guuha. 2 il
Josd Ferrera topes rteis.
Augusto Carlos de Miranda Henriques.
Julio Cesar Cardo*) Avre.v
Franktin Bnmjainin Theotonio Peixoto.
Escrivao da commissio
O Illm. Sr. Felinto Elisio de Miranda Peixoto
Vrente
O coadjutor pro-parodio
Varia rei-m-de A
mmqwfiu.
.aun
correspondencia, que merece especial resposla, e
o nao haver dado o commando das armas soluto
guata -imprtente eommonlcaeao. que Ihe baa
feto o Dr. Zacharas a respeito do nao poder sabir
do hospital um doeate, que livera alta por haver
sido extraviado pelo portuiro o el do armasen)
una calca e um par do bolinas.
O commando, certo, nao responden pessoal e
directamente a esta conimunicacjio do Sr. Dr. Za-
charas ; visto como elle deveria dirg-la ao direc-
tor Ofleetivo, comptenle para e-te lim o que como
tai o Sr. Dr. Zacharas caprichosamente nao quera
reconbece-lo.
Ma*. por mitro lado que solncao melhor e mais
larga poderla dar o commando das armas, do
uoniear una commissio para examinar o est,
do armazem, o que foi cumprido, conhecendo-se
de extravos comineltdos pelo depositario, que foi
da li expelldo.
Os homens circumspectos e experimentados,
como o Sr. coronel Jos Mara, assim procedem
sem bulla e sem ostroudo, que satisGac-aoi senti-
ineitos de vinganra de quem quer queseja
Aquelle correspondente prometteu continuar, e
promette acompanha-lo
O defensor do wrer'nneiito.
Eleico
i
Dow devotos |ue tcui le fcstcjisi'
o Si-uhin- is >jii Mtmmm los Pus-
sos. na snntrix do Poco da
Panrlln. no anuo de 1*93 a
Provedor por elcao
o Illm. Sr. commendador Jos lacome Tasso.
l'rovcdoa por eleiclo
A I'.mii.i. Su. 1). Clementiaa Darriler, esposa do
film. Sr. Augusto Octaviano de Sotua.
Provedoros por devncao
Os lllius Sis. :
Martinho de Oliveira Il^rges.
Jos Cleiiieiilino Ilenriques da Silva.
Provedoras por evocan
Ai Exmas. Sras.:
I). Emilia Passos, esposa do Illm. Sr. commendador
Euxebio Ranhael Rahello.
1). I irtencia Bnrrilier de Assis Cartalho.
Secretario por eleicaO
O Illm. Sr. capillo Jos Eleutcrio de Azevedo.
Secretaria por eleieao
A Exma Sra. D. Hermlna, esposa* do Illm. Sr. Fe-
IjjjiC- Duarte Pereira
Secrelacio por devoeao
O Illm. Sr. capillo Ernesto Viera de Ara ojo.
S"Tetaria por devoeao
Exm. ?ra. D. Maria, esposa do Illm. Sr. Dr.
Celso QuinteUa.
Procurador geral
O Illm. Sr. alferes Aristides Duarte Carneim da
Cunha Cama.
Procuradora geral
A Exma, Sra. D. Clementiaa, esposa do Illm. Sr.
Joio IVreira do Rogo.
Thesotirero
O Illm. Sr. Cussi Juvenal do Reg.
Thesourera
A Exma Sra. l). Josapha Piras Lobo'.
Provedor perpetuo
capitn Antonio da Rocha Accioli
Sr.

O eorrneUos Mari i, ,, octogenario, limita
va-so a asslgsa* os p.ei-iis que o socrelario 11-
ar>reseniava, asim disse aqu-lle correspondente
Qiiando ?*) soja veixh.de, que motivo poder*-of-
fsraoepara rocrimina.ao- ou censura ? O sacre-
uno priiheirameot aprsenla ao commandante] Fra icisco de Paula e Silva,
d* arinart os.requt>riiiieiii.^, que ha a despajar,! \uj;uato Gomas Netto.
O II ni.
I.I1IS.
Provednra perpetua
A Kxma. Sia. D. Emilia, esposa do Illm. Sr. Fran-
cisco Jos Pinto.
Mordemos
os Ilims. Srs. :
Dr. Joio Jos Pinto Jnior.
Dr. Fehppe Figu^roa de Paria.
Etclvino Aureliano de Castro LeSo.
Capfio Jos Henriques da Silra Gnmaraes.
Ediardo I-Vnton Jnior.
Ma.ior Jos Theodoro de Senna.
Jos- Camello do Reg Barros.
Dr. Jos Mariano Carneiro da Cunha.
Dr. Ceeiliao Mamede Alves Ferrera.
Dr. Amancio Goncalres dos Santos.
Cirios Eduardo Riedel.
Phelomeno Hennno dos Guimaraes Peixoto,
Joa-|uim Nicolao Ferrera.
AlFxandre Eduardo Rodel.
Alfredo Gomes Netto.
Jos Francisco Cardoso Avres.
Car'os Jcrs Pereira.
Adnlphn (lomes Netto.
Heraclio Francisco Lavra.
Manoel Antonio Rodrigues Pinheiro.
Gervasio Pires Ferreira.
Manoel Paula de Souza.
Rrimo Alves da Silva
loio Manoel da Veiga Seixas Filho
Mordomas
As Exilias. Sras.:
D. Uuilliermina FalcJo, esposa do Illm. Sr. Carlos
i e Me-.quira Falco.
D. Francisca Almeida, filha do Illm. Sr. Francisco
Baptista de Almeida.
D. Joaquina Fialho.
D 6 iiilhermiiia Candida Cobo da Silva.
D. Maria Tiieolora da Costa Ferreira.
I). Viria Carolina Tavares da Silva.
D. Florimla Perpetua do Reg Motta.
D. Amia do Kego, esposa do Illm. Sr. Miguel do
Rgo.
D. I.ydia.
D. Eugenia, esposa do Illm. Sr. Joio Martins de
Barros.
D. Carolina Cecilia da Gama Lobo Pires.
D. Amalia Carolina Lavra.
D. Mara Thomasia, esposa do Illm. Sr. Torquato
da Silva.
D. Anua Scimodouse, esposa do Illm. Sr. Dr. Lufa
Antonio Pires.
D. Francolina, filha do Illm. Sr. Dr. Antonio Jos
da Costa Ribero.
D. Ja-quilina Carneiro de Albuqnerque l,a-
ctrda.
D. I.eonilia, esposa do Illm. Sr. Severino Duarte.
D. Carolina Puntes.
D. Franjea Carolina, esposa do Illm. Sr. Jorge
Tasso.
1). Mar.aCatharina Peres V Maranhio.
D. Olegaria Esmeugalda da Costa Gama.
D. Thereza, esposa do Mira. Sr. TfxTm do Reg
Borros.
D. Cecilia, esposa do fliu. Sr. Luiz Mavignier.
Procuradores
Os iTtfns. Srs. :
Rvm. Vienld Mara Perrer de Albuquerque.
Iielacfto.
JttHwppudncia.
Um jolgamerito' nov e d grailde alcance para
o ftW acata de se dar lio trflmha'l da relS'/ao
dj;sra cMade.
Para que una decisao tao'importante. e dbe i
nosso ver Ilegal, nlo fique, como muitas. anteas,
encerrada em uns autos, qne,yao dormir o snmoo
da etarnidade e que depois nao seja- invocada
como preclene laeeito por foos. pipsajtnos a
iranscreve-la.'fnroTido siAor-- ella urna llgelra ana-
lyse :
Accordao era relacao. Que confirmara a sen-
tenca appeilada em arabas as suas partes era vista
dos autos e pague o appeltante as cnstas.
Recile, 17 de dezembro de 1878.
Santiago, presidente.Com voto de desempate
para confirmar'a sentchea eto todas as suis par-
tes. Almeida e Albuquerque, vencido porque re-
formo a seotenea em todas as suas partes otta,
vencido em parta Doria, confirmo a sentenca em
todas as snas partes.
Este julgninento Ilegal quer em na forma,
qper em sua doutrina.
Em sua forma ponme o Exm. conselheiro pre-
sidente da relacao, coni a devda venia, nao tera
voto quer uas appel|a;5es civeis, quer as cri-
nles; na doutrina que estabeleceu, porque revi-
ven o ait o." 1. da lei de 13 de outubro de
1827, qne est revogado, e que entretanto servio
de fundamento decisap transcripta.
Por boje limlarine-hei em provar o primeiro
ponto, isto que os presidentes das rclacoes nao
pdete intervir no juramento dos feitos.
De feito, o^ regulamento de 3 de Janeiro de
18M dispunha i|ue os Ojitos civeis seriara na rala-
cao pislas-c jiU'julos por cinco juixes inclusive o
relator.
. Esta disposijao foi anda repetida cora mais
clareza, se 6 possivel, no decreto de 23 de junlio
de 1834 que diz no a t. 7."que no jnlgamento
t podan inlerrir os einco juizes que virara o
feito.
A nova lei da reforma judiaria no art. 27 % <*.'
diz o segu nte :
Os feitos civeis serlo na relacao vistos e jul-
gados por tres juizes incluindo o relator que de-
ver fazer por escrpto o.relatorio da causa, esta-
nelecdo |>elo regulam'ehto do processo cora
mercial.
Portanto, a nova lei de 20 de seterabro de 1871,
apenas restringi o numero'dos juizes que tinham
de julgar as relacoes os feitos civeis; em vez de
cinco sao boje tres os desembargadores que po-
dem intervir nos julganiehtos dos feitos.
Entretanto no accordo transcripto interveio o
txm. conselheiro presidente da relacao com rolo
de desempate.
Parece, pois, que foi Ilegal esla iutervenclo,
desde que a le determina e flxa o numero de
juizes que tenrde tomar conhecimento dos feitos
que sobem relacao por appellaro, desde que
exprossameiite determina que somente aquellos
que vasas o feito podem nelle intervir, clam que
um julgameuto em i|ue ntervem quatro juizes
illegal.
m materia de jnrsdicco nao se pode presu-
mir ; s a lera aquelle a quem a lei positivamente
o Conforto; ora, as attrbuicoes dos presidentes
das relajees eslo mencionadas no regulamento de
3 de Janeiro de 1833, augmentadas hoje pela lei
de 20 de seterabro de 1871; em nenhuma dessas
leis se" encontra disposicao alguma que autorse
v-ito de desempate ao presidente da relajar..
E ncm a lei poderia prever tal hypotliese de
desempate uina vez que, sendo o jnlgamento por.
tres juizes nao pode haver empate, dous sao sem-
pre vencedores.
Para haver empate seria preciso que o jnlga-
mento fosse por um numero par da jui/.es como
s d no tribunal do commercio, pelo que o de-
creto de 1 de main de 185.*. no arte 35 conferio ao
presidente voto do desempate.
Ora. se no tribunal do commercio, onde o jul-
gameuto por um numero par de juizes e conse-
guinteraenle dov-se dar, e efiectivamente so-do,
repetidos empates, para que o seu presidente t-
vesse vol fe preciso que a lei expresamente o
dsse ; que diremos do iulgainento as rcla-;oes
era que nao ha possiblidade do empate e em trae
a lei nao conferio voto de qualidade alguma a seu
presidente ?
O accordo transcripto nao um accordo, por
que o accordo o resultado do que decidi a
maioria dos julgadores. e aqu no houve matoria.
O vol do con-elheiro presidente da relacao em-
jiatou; era preciso um quinto juiz para desem-
patar.
.E se ha accordo, entao preciso convir que
elle foi lavrado contra o vencedor; os dous mizes
que -se assignaram vencidos sio os vencedores.
E de feito, os Srs. dosembargadores Almeida e
Albuquerque e Motta, que foram vencidos, refera
maram a sentenca a.pellada, anda que para us
diversos.
Um annullava todo o processo, o outro reform f
va a sentenca ; C resultado de qualqner dostes dous
votos era o mesmo, isto a improcedencia da ac-
cao.
D'aqui resulla que o accordlo, como actualmen-
te se acha, e que est tendo execucao, uina ver-
dadeira dictadura judiciaria.
Nao concluiremos entretanto sera apresantar al-
gumas considera?5es, que temida applicaeio
hypothese vertente.
A senteue i proferida, individual, ou col/retira-
mente, sem serem vistos os auto-, milla, porque
se presume ser dada sem conhecimento de causa.
Pereira e Souza, nota 567.
Esta doutrina est consagrada as Ords. do L. 3*
tit. 6-> e L. Io tit. 6 | 16; pelo que diz respeito s
relacoes no Reg, de 3 de japeito de 1x33.
Ora, os presidentes das relaepes nao vem os fei-
tos, sio at mesmo expressamente excluidos das
distribnicoes, e conseguinlcmente nao podem vo-
tar.
Agora mesmo temos em vista a gazeta jurdica,
onde voiu publicado um accordo do supremo tri-
bunal de justiea, annuMando o feito em que ro-
corrento Theotonio dt Souza Mendos e recorrido
(j^,** parta do mira, por io mesmo qm- nao
nliet --1- n*>*"ia attrlbui-uu- defeitus ; se
ouve entehd'-se" *om o Sr. ttieute-eoroet Fras
Villar.
J?nto que a negaruo abs.'*!'1 *' /'f'V 1W se
a presntemele no [oro d'es'-1 c'dtde tecw>*
d Itberdade, lenha tidoo poder de geT"''*** 8- S
o proposito de nao mais encarregar-se ,.'-'"'
. E" pena qu \sij ac.mle.a ; mas me paree* 1ue
b. s. esta engaado ; e bom nao irrogar la-
minilla injuria a um foro lio Ilustrado como o
d esta ridade ; soja isto dto de passigem, porque
rcouftecao nao ser. de minlia muta.
Contfhnahdo com o Sr. Fra< direi que 3. S.
esqneceu-se, o.estravo' Rouio //e procurou a casa
de S. S. ioipoiUlulo proteCt/tu para se alforriar,
fufoo o meu pod^r mi invembio de 1871, c nao
eianeteiulro dp auno find...
Era melhor que o Sr. Fras uro; me lain.asse
em roste a hospeuVweni que reeeb em sua casa e
em sus ausencia. Piidia respondci-lho pelo caso
dn peraiinta ; mas sempre soube respeitar estas
conten fenc as...
O 9r. tenenle-coronel tronxe a discussAo urna
tpJPStao qae sustentamos contra una nossa es-
crava e seus filhos, persuadido talvez que nos en-
vergonbaia : mas peideuseu tempo.
. Essa qnestao que tornon-se celebre pelas viciss-
tudes porque passoti. bm oohhecda ueste foro ;
obUanim do nuporior tribunal da relacao desta
edade dous accordlos cm ustentacao do nosso
direilo, que, vnrdde, foi anual' dosconliecido
pelo supremo tribunal : mas neur por sso fomos
convencido.
J que o Sr. Fras Tillar gosta de fazer euea-
va;oes nao ser raao que llie record aquella ce-
lebre questo de tutora em que S. S. andou
envolvido, e qu. termuou ttiando S. S. para
o convento urna sua tutelada moca, e para o colle-
go duas outras menores. Ma nao fallarmos
en i cousas passadps ; iembre-so S. S. do que se
d^se entao a respeito, at jiefos jmaos desta ci
dade.
Sera talvez jura boneficiaif sua tutelada o motivo
qOeo JeAou a abrir I0!a com ella e incerra-la no
convento f
0 Sr. Fras fez cmnigo a rabsraa coosa; nao
ronstgHlfiQ levar a efterto o seu intento, roqui reu
deposito do escravoi; sera duvida um honiem de
grande recurso '
O Sr, Frias aiiidi euganou-se guando dis-e que
sem ter dado scieacia a S. ., procorei aoiotosa-
raentoi por intervear-lo do digno Dr. delegado desta
cldade, appreheiHler o escravo que se achava era
sfcu poder.
Eu sou iucapaz de praticar seraelhaule acto. O
"qiiufliz ftii CoiiLscloucia de S. S.
neto,MHiestL) foi S. S. o prlineiiVi a rooipar ;
negou-se a fallar cninrgo estando era casa ; dei-
xou de responder una carta em que Ihe peda o
obsequio de marcar o dia e hora em que poda ir
receber o escravo de meu pai; e foi a raizo re-
querer deposito para dito ejcmo.
V o publico que o Sr. tenente-coronel foi o pri-
ihero a querer macliucar-ine, e' nao terli razio de
queixar-se.
Quanto ao oJfcrecinento do Sr. bario de Naza-
relb tambe* nao foi oceulte a S. S. ; seja mais
fiel, verdade, e lemhre se que ou e meu co-
ntado di.sseios a S. S.; o que deu lugar a ir S. S.
ter cou aquelle bario e dzer-llie (lie uao fizesse
td compra pois o escravo ludia dinhe ro para al-
lorrear-se; dizendo-nos que nao uzesemos nogocio
domo bario poique elle costumava a tratar mal
ios sertenejos, comprando o escravo sempre por
menos de seu valor.
i Tambera nao exacto que cu quizesse Vender o
escravo por ter precisa de dinneiro nao disse
tal a S. S., anda nesta parle nlo foi fiel ver-
dade.
Concibo declarando ao publico qne nao tive ca-
pricho nesta questo, o que nunca me oppuz e
in meopponho alforria.do escravo ; esou que
este negocio o tal escravo nenhuma culpa lem,
toda ella recua no Sr. teneiUe-ooronel Frias Vl-
naviir? un edificios, mercad,nas e.niohilias ;
ra do Vigario n. 4, pavimenta terreo.
coii(ra-u
na
THK LIVERP
)0L lONDONd G.OB
JNSUR4NCE COMPANY
A^enieai
S\t'5DEiH BUOTHEKS C.|
iCorpo Santo11
seguros
COMPANHIA ALLIANG1
martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAFITAI. i,000:000?OO.
Toma seguro de mercadorias e dtnhciro a
risco inariliino em navio de vela e vapores
para dentro e loca do imperio, assim como
fogo
sobre predios,
fa-
contra
/.endas.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra do Coinmercio n. 5, Io andar.
PR.M.A DOREC1FE l DE FEVEREIRO
DE 1873.
As 3 1/ HORAS DA TARDE.
*'.slu;sl<\i ofQcincis.
Algodlo Algod ode Cioyanna i* soite0580por lo kilos.
Algodlo da Paralnba 1J sort; 107o por lo
kilos p.isto a bordo a fete de 1| d. e o
hoiitein.
- sobra Londres a 90 d|v. 26 3i8 d., por
lOOO, honleni.
uubourrq
Presidente.
Lea! teve
Secretario.
Para o Uaw.no nario pori-'guz rbtttn
carregiroin : D. Oliveira cO. 3<* barricas COnt
28,91)1 kilos do assucar blanco.
Para Mossor, na barcaca Flor 4o iwiim,
carregaram : Braga Gomen C. 1 eaixa com 74
k i los de doce.
Para Macei, n.i barcaca Duas IrtKis, car-
regaram : Feniaudes k Iniio 2 barricas com
171 kilos do assucar branc.r
CAPATAZIA DA ALPA.NDEGA
Hendimeiito do da i a *). 10 aTtl'aW
dem do dia 21......
10-.872J3UK
VoLl MES SABIDOS N" dia 1 a 20...... Priuii-ira porta no dia 21. Segunda porla..... Terceira wrta .w Trapiche Conceiclo . - 19,678 3,IM
1>74
SERVICO MARITlak)
Alvarehgas desrarregadaa ao trapieb.:
da allandeita no dia I a 20. -
Ditas ditas no dia 21..... .
Navios atracados no Irap. da alfatidega t>
Alvarengas ........
No trapiche Coiiceirjo..... Z

7
RECEBEDORIA DE RENDAS INTlNAS GaV
RAES DE PEBNAMBUIMI
Rcndimento do dia l a 20. ;ii:.15iJftJB*
dem do dia 21.....,. l:89iJ2!
:ii.ifU2;i
Cambio
CO.NSiq.ADO PROVINO Al.
ALFANDF.CA
Reudiinenlo do da i a 20. .
dem do dia 21.... .
8V6:I3U2U3
39.8082-)7
885:962*560
Retraiido-ine para o meu sertao. nlo me 89000-
cefei jamis da lie.o ipie rae deu o Sr. Frias, dau-
4o por linda esta* discussao, nao voltare mais
auprensa ; o publico que jnlgue a mira e o Sr. le-
eute-ceone.
Recite, 22 de fevereiro de 187:1.
Sabino B. Stiraim h. Cnstello Branca.
COtftMMCM.
' .llirii (lllllimTciill (le
Peruambiico.
A directorio do Banco Commercial de
Pernambuco convida os Srs. accionistas a
realisar, at o dia 20 de fevereiro prximo,
no escriptorio do Banco, ru do Vigatio n.
1, primeiro andar, a terceira prestarlo de
10 /0 '* valor de SDasacr^Ms, devendo tra-
zer as respectivas caulelas para se annutar
dita prestadlo.
Kecife, 15 de Janeiro de 1873.
Os directores,
Manoel da Silva Santos.
Henrujne Heanles de Olircim.
Joo da Silva Regadas.
Descarregaui hoje 22 de fevereiro de 187.1
Vapor nglez Chrysolite mercadorias para
alfandega.
Brigue poitugnez Triamphi varios gneros
para o trapiche Conceiclo. para despa-
char.
Patacho iiorte-allemoMoi'/'soiifcvarios gne-
ros para o trapicnc Concedi, para des-
pachar.
Sumaca hespauhola Antoniela pipas vasas
para o trapiche da companbia.
Lugar inglet Constanea Wilson barricas aba-
tidas para o trapiche Conceic,ao, para
d spachar.
Brigue ingl zJura bacalh > j despachado pa-
ra o trapiche Coneeicao.
Patacho alleino WiUnlm A Josefk farnba de
Higo j despachada para o caes do
Apo lo.
Barca portuguesa Alexandre lerculnno po-
dras para o trapiche ConCeicAo, para des-
pachar.
Patacho inglesCharlotte bacalh i j despacha-
do para o trapiche Coneeicao.
Patacho italiano Maiyherita varios gneros
par o trapiche Coneeicao, para despa-
char.
os olickfa a responder, ele : o commandante das
armas dita-ttie o sentido era ouc derer eserfivor
os d -,> ic'ms e nfonnacliis, e depois os assigna.
pSileoJa deixar de le-los ne.-ui oca-iflu se teu toda
a Qualiao^a e.n scii secretario : isto mcsm> SO dl
is praiieotos do pr.,viucij, c ouiros Cha-
i. le ni(>artioiSus, se;a que a jlgaus de seas su-
ordmads seja lcito l.nnr-'lie- cantas disto. 0
qanaMtoupWieate e cy loila: te do Si*. Dr. Zaca-
ras at niito se mandbt).
No intuito maligno >te api'ef.entar o coronel como
rait salto IpiM a ptseafteniiaiscencja.a oswei-
"5a*)jlgrmi-: que A* rediculo
Padre ThWphilo Alves da Silva.
Moiietto de Rogo Baptista.
AntonA Jos-Leal Rois Junior.
Basilio BaptstA Kiiiiado.
Bao lino Augusto Pexoty.
I oao Jos Heurijae.
1 Pr-oeuralras
i A.i Exmas. Sras, :
D. A'ona Piras-Lobo.
S. Jjveamia Carttero Monteiro.
. Uorjanua Ferrein Lopes Res.
D.Mmliailva, lil lia do lilra. Sr. Francisco JaPau-
_____ liva Silva.
iraieaa,eaos intrigantes c calmuiadores fBO se D. Carolina Cecilia de Miranda Peixoto.
Marcelino Barbosa Ribero, pelo fundamento de tei
intervindo no jnlgamento um desembargado? que
nlo vio o feito.
0 nosso parecer, pois, que os presidentes das
relacoes nao teem voto o* juramentos; porque
em materia de jursdiegio, que e urna importante
questo de direito publico, nlo se pode presumir ;
so a tem anuelte a quera a lei expressamente a
conferio; ella n|o depende da vontado das par-
tes, ncm dos juizes e sua confuslo de grande
damno.
Entretanto ficarei contente, se fr convencido
que estou em erro. y
Era outro artigo trator-nios do ponto d? doutri-
na cstabelecido pelo, accordo transcripto, dando
execucao a urna lei revogada.
Recife, 21 de fevereiro de 1873.
Gumes Prente.
i "
O Hv. tenente-coronel ftVrias %il-
lar, e Wabino i 'atello Branca.
Motiva de ordum superior me obrigou a nlo
voltar logo imprertsa para dar a dVma resposta
ao Sr. tenenle-coronel Frias Villar a respeito do
que disse este Sr. no Diario de 15 d) corrente, o
que venho agora fazer.
Antes, porem, nao posso deixar de manifestar o
nosso recoiiheciinento ao digno e Ilustrado juiz de
direilo da 2* vara desta cidado, que eoUocndo-se
na verdadeira altura do magistrado independente
e justcero, soube fazer justi.a ao pobre e desco-
nhecdo sertanejo, mostrando assim ao Sr. tenente-
borunel|que cima d'elie, -e ergae majestosa o im-
ponente a lei, qntidos* devenios relatar.
O -r. Frias, que velo mprensa por deferencia
shrieytte ao pubtica, me purmlttir.i que dei*c se*
resp i$ta a muitas de saasr asAeraOea; nao porqna
deixem de marcf, mas para-'uso ma teraar sobra
modo enfadonho.
A falta de reminisceaeia partinrle 9: Si.estoa
bem lerabrado de m ter filiado no Sr. Dr. Leo-
nardo ; mas se nao este Sr.Lqu- tem m seo
poder dnheiro do soravQ. como estou hoje con-
vencido pelo que' ti*H.S. 6 aquelle Sr. no
Diario cima menrionadOj, compete a S. S. dizer
qual o. Dr. que tem este dmhero.
6 de A!n^*itrtn'tambein
coaaMatorr. me des-
nlotasma a que disa 3> S.
COMMERCIAL
DE
PERNAMBUCO
Descoma lettras de cambio, de te rra
quaesquer ttulos pblicos.
Recebe 11 i nhei ro em conta cor rente si mples,
em conta cnrrenle com juros e por let-
tras.
Encarrega-se por commisso de qualquer
.operario bancaria.
0 expediente principala s 9 horas da
manha e timlar s 4 da tarde.
Ra do Vigario n. 1, primeiro an-
dar.
COMPANHIA
Plieuix Pcruambucana .
Toma riscos martimos em inrcadorjas,
fretes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, premios muilo mdicos.
RL.AD0C0MMKRCI0N.3i.
SEGUROS
CONTRA -F0
M
n 3o Commereio n. 3S. pri-
Uioil'O asi I ir.
Agente,
WvG. FENNEILV.
Spgnn atAnt ,p
COMPANHIA
yT/^T>ri
Capital..... 20,0U0:U05>G0
Vautio de reserva. 8#00:000?i000
Agentes,
Mili* Ltbem&'C.

U4U1TIUAC
A" compaa-lwd*mniga^ro**,e*beloid
fipsfa pra-ra, Mr4;5og^^'fQarit)in'os sobra
l:ii|or(acilo.
Vapor nacional ipoji'ca, viiulo de
Granja, contignado acoipanhia Pernam-
hucaua, manifest :
Aigodao I saceos a (iongalves Irtnao,
332 ordem.
Couro O a J. B. Oliveira.
Gomiua asaceos a Jos (lonealves vV Ir-
Dato, 1 u lanos Jnior C.
Ovas 2 caixotes ordem.
l'eixe 1 barril orJem.
Sola 70 meias a (lonealves Cv lrmao, 2o<)
ordem, 502 a J. I.. Davin, 1,380 a Mo-
raes & lrmao, 200 a Joo llamos, 382 a.l.
J. C. Moraes, 387 a Fernn les t Irma.
Briijue inglet stf.li.a, vindo de Ter-
rd Nova, consignado a Saundirs Brothers
it C, manfestn :
Bacallio 3,131 barricas aos consignata-
rios.
Patacho hes/HiiJtol PRIM, vindo de
Gaulegitachi, consignado a J. J. Gonoalves
Heltro & Filho manifeston :
Xarque 180,000 kilos aos consignata-
rios.
SimiacaItespanholaw rOMETA, viada
ile Sanies, consignada a P. Stawry, mani-
fcslou :
Aducios 344 atados. Barrisvasios 100/5.
I'ipas vasias 250 ao consignatario.
Patacho italiano m.vkgiikkita, otndo
de Genova, consignado a Burle &t\, ma-
nifeston :
Alpiste 80 barricas. Albo 20 canas-
tras.
Enxolrc GO barricas.
Farello 200 saceos, figos 150 caixas.
Feijo 174 saceos.
I.yrio 20 barris. Lagedo iOO. I.adri-
lbo 400 caixas.
Marmore 171 pedras. Nassa 80 caixo-
tes e 1,175 caixas. Medicamentos 40 volu-
mes. Milho 409 saceos.
Tapel 121 fardos*
Vinbo GO pipas, 104 barris do quinto,
100 de dcimo, tudo ordem.
DE-PACR S DE FAPOIVF.ASAO NO DIA 20 DE
FEVEUEIIIO DE 1871
Para os portos do exterior
"Na barca franceza i'oiigny, para o Havre,
carregou: T. Freres Ii3 saccas com 12,'i'i0 Ij2
kilos de aigodao.
Na barca franceza Alice, para Liverpool,
earregaram : S. Brethers 4 C. 300 saccas com
23,85i kilos de aigodao.
No navio hespanhol Fr ncisco. para Mar-
seille. carregaram : Keller St C. 2.2'X) saceos com
165,000 Kilos de assucar mascavado.
Na barca feespanhola Carlota, para o Rio da
trata, carregou : A. Bastos 563 barricas com
65,418 kilos de assucar branco.
No patacho brasileiro Constante Unifio, para
o Rio da Prata, carregou : F. R. P. Guimaraes 10
barris com 960 litros de agurdente.
- No brigue hollandez Ama Margare!, para o
Rio da Prata, carregou : H. B. Ol.vera Juni r
200 barricas cora 2?0,584 kilos de assucar branco.
Na galera portuguexa firmeza, para o Por-
to, carregou : A. O. I.eite 450- saceos com 33,750
kilos de assucar branco e" 200 ditos com 13,000
ditos de dito mascavado.
No brigue portugus Dmniao, pa a Lisboa,
carregaram : II. B. Oliyeira Jnior 90 saceos eoi
6,750 kilos de assucar branco o 69 ditos cora
4,500 ditos de dito mascavado J J. da Silva 2r2
borricas com 149 1|2 ditos de dito branco e 1 bar-
rica ora 51 dilds de caf.
Na barca portugueza Luzitawa, para S. Mi-
fsl, carregou : J. Santos Silva 79 barricas com
90 kilos de assucar bran.-o e 108 ditas com
.482 1|2 ditos do dito mascavadb.
l'iirt o portas do interior
', Para o Riu Grande do Su!, no patacho bra-
sifero Pj-obidade, rarr--gafam : Oliveira Filhos 4
r4. 5-0 barricas com 45,513 kifos de ssuc ir bran
co ft 50 ditas com 5,139 dit is de dito mascava o.
. Para b Rio de Janeiro, no. brigue pprtuguez
fla-i.a^ auefiaram ; A. L. de 0. Azcvodo & C
cora .'IIVOOO kiJos do assacar branco.
i, uo pauclto portugus
.acam Carvall).) & Ro-
los de aasucax
endiineiito do dia I a 20.
Iilt-iu do dia 21.
142:4154767
6:943*840
149:3594607
^OViMENTO DO ^RTO.
Nados entrado* no din .
Rio de Janeiro 20 dias, brigue sumo Vlio, 0>
378 toneladas, eapitao P. W. Norluud, equipa-
gem 9, era lastro a Kcll. r A: ('..
Navios tahidos ao mesmo dia.
Parahyba Patacho ingles Praire ? Flotea; eapi-
tao Dorey, era lastro.
Navios entrados no dia f.
TcrraNova 38 das, lugre nglez SteHa, oV
2il toneladas, eapilu Metckell. equipafBil,
carga 3131 barricas cun bacallio ; a Sawn-
ders Brotoers & C. Seguio para Macei.
Biienus-Ayres 28 dias, brigue sllamSa Hedwey.
de 208 toneladas, capitaO Kieff. eipiipagem 10.
em lastro; a Aniorini lrmao \ C
Sanios 24 das, sumaca hespanhola Antonietu,
de 139 lonchadas, eapitao Joaquim Roses, equi-
pageni 9, em lastro ; a P. M. Maury.
Gnaleguakl hu 30 dias, patacho hespanhol Prim.
de 132 tonelladas, eapitao Ajtosiia Paratt, ei|ui-
pagein 8, carga 3000 quifltaes de carne ; a
J. J. G. BeUro & Pilho.
Rio de Janeiro 17 dias, brigue francez Alde
baran, de 282 loneladas. eapitio Manie. cqui-
pagem 9. em lastro ; a Tiasai Frerea,
Montevideo 22 dias, patacho alloman Margarita,
de 130 teneladas, rapilao i. H. Jacob, equipa-
geni 7, em lastro : a Jos da Silva Loso Fi-
lho.
Granja e polios intermedios 8 das, vapor bra-
sileiro Ipojuca, de 360 toneladas, comman-
dante Moura, equipagein 30, carga aigodao e
ontros gneros : a companhia Pcrnaubucana.
Socios subido* no mesar da.
Rio-Grande do Sul Patacho brasilhoilti Etein\
eapitao A. da Coneei-.-ra carga assucar
Canal Patacho alleuiao Ligante, eapitao Sps-
sen. carga assu ar.
Observafao'.
Suspenden do lamarao para West ludios, a)
barca ingleza Bjalo ol Sarawok, capilio J. !*a*-
lon, cora o mesmo lastro que trouxe do Rio d^
Janeiro.
____I__L
EDITAE1
Edital n. 07.
Pela inspectora da alfandega se faz publico. i|s*
as II horas da inanlia do iba 22 do crrante
han de arrematar livre de direilos de cinismo >. a
poiia desla aireniaiacao, as mercadorias abnrxe
declarada :
Armazem n. 2.
lina eaixa de marco M II I. n. 16, coillcudo
9'>4() grammas de llores artiiciaes era obra, em
bom estado, avahada em 810490.1, viuda de Liver*
pool no vapor ingles Gassendi, entrado ueste porta
em 17 de outubro do auno prximo passado,
abandonadas aos direitos por Mouhard. Metiler k
C.
Armazem n. 3.
1'in lardo de marca H \ 1 n, 27, c infudo W
pecas de panno do la, nao especilicado, pesand
liquido 4040 kilos, avarado.no valor de 2:240440^
viudo de Liverpool no vapor iuglcz Stuatit,Vtnm
neste porto cm 30 de Janeiro prximo finde, e
abandonado aos direitos pelos negociantes, Rodri-
gues Irraos t (lolmaries.
Alfandega de Pernambuco, 19 de fevereiro *
1873.
O iif-peclor
Fnbio A. de Carrafho Rris.
Facultlade de Direito.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino loco publico que desla data em diante pav
derao os alumnos desla faculdade pagar a laxa
correspondente prmeira matricula, que c-dar
aberta do da 1 de marco at 31, para os qne
prelenderem requentar o primeiro anno, e m
o dia 15 smenle, para os demas anuos. .
Secretaria da Facnldide du Direito do Recife.
19 de fevereiro de 1873
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezesi
Edilal a. *.
Pela inspectora da alfandega se faz publiri.
que s II horas do dia 23 do corrente se h de
arrematar livro de direitos de consumo, jiorta
desla repartidlo, onde os licitantes onconlranV
amostra, a mercadura abaixo declarada.
Fortaleza do Huraco.
Marca II triangulo, ns. 1 a 1200, mi! e duzei:-
tos barris cora plvora avarada, pesando liqui <
real 13,700 kilos, avahados por 9:0884200, vmdBl
de Glasgow no navio nglez l.nsitania, entrado
em 3 do corrate, e abandonados aos direitos
pelo Barao de Bemlica.
Alfandega de Pernambuco, 21 de fevereiro A*
1873.
O inspector,
Flix A. uo Carvalbo Hes.
UffJURACOEf.
Inspecc/io de snude deporto
de Pernambuco, entufcfc
fevereiro de 18731
Por ordem do Illm. Sr. inspector da saude dn |
to facu publico que de hola cm diante permti-
ld.) aos vapores de rtboque, alvarengas r tsrsfc-
ros cominunicarein com os vapores rrausatlantPH*
ou ontra qualqner embarraban no lora ario, ante-
de serem visitadas por esto rp^irticao, dVvciidot-ii-
Jtrelaulo,na voltajatracareni naiwtca da alfandega.
n. 1, para que est lenha lugar: advertindo, porein.
3ue, no caso do navio trazer carta suja, ou ter-sc
esenvoRiio durante a vi as .-ra algnraa epilew
ou molestia contagiosa abordo., que licar.o sujeita
a quarentena todos quanlos tiv.rcnl com etle (um
mullicado, em observancia au qne f i deterniiaaA
por aviso do ministerio do imperio de 24 do Janei-
ro deste anno.
0 secrelajtOv
_______Fefixde C da S.fy*.
No quarterda companhia de CavalUria 6f5*
provincia, i ouipra-se cavallo, bous nao
no caso da lei, pam remonta dajuesma companMi
preferiado-se qui
Recife. 21) fe
1

'
II -
1




Dkrto'do Pemanibuco Sabbado 22 de Feverenx) de 1673.
h mjx.
da, do ex
ta publioa^o
lmi guias, all;
nao pifando dentro
contribuimos lea no porto? *000 por
Esca- 1*000 por bote ; 2*000
conta-
o*as ros*
recolherem seus debitas proveniente* dos nJ|taoB imposto*, certos Je que
este prazo, proceder-sc-ha a eobranra juictelnente, fazendo publicar para
tonelada de alvareogas;
por oscravo ganhador ;
187.1
.*)" relacao dos devedoros abaixo transcripta.
' Scelo do contencioso provincial de Pernambuco, 18 da fcvereir de
O proedrador fiscal,
Cijpriana Ptteln Guedes Aicofonulo.
ECTORIA PROVINCIAL DO MUNICIPIO DE SANTO ANTAO.
HOftoda
vicio de 1871 1872, proveniente dos imposto* da dcima, 4 e 8 por caito'
da collectoria provincial do municipio de Sani Antao.
Ra Imperial n. it. Dorotho de Souza Telles,
dcima
Dita n. 73.-0 mesow.dita
Dita n. 16. O mesmo, dita
Dita n. 34 O mesmo, dita
Boa-Vista n. 16. Jos Theodoro do Nascimento,
dita
Dita n. 8. Manuel Francisco, dita
Geuipapo n. 24.Mara, viuva do Maciel
Alte do Arougue n. 8. Herdeiros ift Dr. Dantas,
fita
Dita n. 6. O mesmo, dita
Ferreiros n. 13. Joao Antonio de Miranda, dita
Dita n. 14.-Dorotho de Souza Tellis,-dita
Dita n. 12. Manoel Carpina, dita
Dit* a. 36 -Luiz de Franca, dita
Ponte n. 3.Manoel de Holanda, dita
Dita n. 5. O mesmo, dita
Recreio n. 8.-Manoel Antonio de Jess, dita
Jardim n. 3 Tbemotneo de tal, dita
Goncalo Joj p- 63.Lourenco Bezerra de Moraes,
dita
Imperatriz n. 54.-M.ajor Joao Francisco de Araujo,
dita
Dita n. 32. O mesmo, dita
Alegra n. 10.-O mesmo, dita
l.ivramento n 19. load" Francisco Pereira de Mo
raes, dita
Dita n. 22.Carolina Maria da Silva, dita
Cruz das Almas n. 43. Joao Francisco de Araujo,
dita
Dita n. 14.Vicente Ferreira de Sanl'Anna, dita
Maus n. 13.Manoel Tei.vei.ia de Mello, dita
Estrada-Nova n. 1. Homualdo Correia de Mello,
dita
5*400
0*480
4*310
4*320
3*20
3*210
2*160
3*240
10*S00
2*700
3*240
2*700
3*i40
1*620
1*020
2*700
2*160
8*040
6*480
6*480
2*160
114980
5*400
2*160
2*160
6*480
5*400
i
*486
*686
*394
*394
*214
*:94
*196
*294
*972
343
294
*243
*:9i
150
150
5243
*196
A780
580
580
5196
15170
486
*190
196
586
i 86
1
Maus n. 13.Manoel (Vivir de Mello
Quiltro por cento.
Imperial n. 38.
Bastos
Francisco das
Oito por unto.
Chagas Pereira
2*880
3*600
260
324.
COLLECTORIA DO MUNIWK) &0 CABO.
?
c
c
c
Ra da Matriz.Antonia Francisca do Rozarlo, 2 semestre
Dita.Maria Zeferina l Iros, dito
Dita.Joao Damasrrno e Silva, 1* e 2" semestre
Dita.O mesmo, dito
Dita.Jos Camello C. de Albuqucrque, dito
Dita.-Manoel Joaquim Torres Galindo, dito
Bita.Josepha Maria da Concei.ao. 2 semestre
Kta.-Thoiuaz ItodrL'u.'- I'ereira, 1" e i semestre
Dita.-O mesmo, dito
Corninerciq.Firmino .11-; Fr.ii.--oo dito
Cadeia, lado direito.Auspicio Jos da Assumpeo, dito.
Dita.Maria do Carino da Conceicao Barros, dit
Cadeia, lado esquerdo.Vicente tas V
Dita. Thomaz Rodrigues Percha, dito
ito
Virgen?, dito
Dita0 mesmo, dito
Dita.-O mesmo. dito
Dita. O mesmo, dito
Goiabeira, lado direito.Procurad,! JoiO Paos do Nascimento,
dito
Dita.-Simplicio Gomes da Silva, dito
Dita.Andre* Brrelo do S, dito
tita.-O mesmo, dito i**J
Goiabeira, lado esquerdo.-Martinho Garcia de Araujo, dito
Dita.-Antonio Florencio de Barros dito
Dita.-u mesmo, dito
Viraco, lado esquerdo.Luiz Gomes de Atevedo Campos,
dito
Dita.-O mesmo, dito
Dita. Antonia Francisca Pmheiro, dito
Dita. Francisco Marques da Silva, dito
Dita.-Jos Soares Rosas, dito
Boa-Vista, lado esquerdo. Antonia Unibelina de Senna, dito
Dita. -A uiesma. dito
Dita. Candida Eudocia Pessoa, dito
Dita. Thercza Maria de Jess, dito
Dita. Delfma Maria da Conceicao,dito
Dita. Angela Maria da Conceicao, dito
Dita.- Roque Ferreira da Costa, dito
Barra, lado direito. Joao Leandro de Barros, 2* semestre
Dita. Jeronymo Jos de Castro, dito
Dita.-Antonia Jos de Mello, 1 e 2 semetrs
Dita.- Silvino Francisco Lamparina, 2* semestre
Dita.Antonio Gomes do Nascimento, dito
Dita.-Francisco Cavalcante de Lacerda, De* semestre
Dita. Joao Cabral, dito
Barra, lado esquerdo.-Procurador Manoel Lourenco. rtite
Dita.Antonio Simes Fortuna, dito
Dita. O mesmo, dito
Dita.-O mesmo, dito
Dita.O mesmo, dito
Dita.-O mesmo, dito
Dita.-Joao Antonio de Souza, 2o semestre
Dita.- Maria do Espirito-Santo, dito
Dita.Manoel Ferreira Salvador, Io e 2* semestre
Dita.-Maria dos Reis, dito
Dita~A mesma, dito
Dita.Bernardina de Paula Epiphania, dito
Dita,-Venancio Jos das Chagas, dito
Flores.Alexandre Teixeira Pinto, dito
Dita lado direito. O mesmo. lito
Dita.O mesmo, diti
Dita.T-0 mesmo, dito
Dita.O mesmo, dito
Dita.- O mesmo, dito
Dita.-O mesmo, dito
Dita.AntoniJ Valerio, dito
Dita.-ABtonio Colherico, dito
Flore lado eaquerdo.-Marti.il Garca de Araajo, 2* semestre
Meriquits, lado direit. Manoel Rolcmbcrgue de M. Bastos.
! e 2* semestre
Dita.-Moreira & Braga, dito
Dita. O mesmo, dito
Dita.Mafia Carolina, dito
Diia- Moreira Braga, dito
Dita.O mesmo, dito
Dita.Antonio RoJrigues de Moma. 2 semestre
DlU.-Herdeiros de Juseplia de tal, 1* e 6* semestre
Dita.Nicolao Tolentino da Ponccca, dito
Dita.-Avelina Cavalcante Lio?, 2' semestre
Dita.Joaquina Rodrigue-1 da Silva, dito
Dita.Omesmo, dito
Dita.-Ojtemo, dito
Dita.O mesmo, dito
Dita.O mesmo, dito
Qutro por cento.
Commercio.ladoesqu.'ido.-Mau.rl Sev.ro Cavalcante de Ai-
buquerque, taverna, 1" e f semestre .
Ommerco lado esquerdo. Jos Soares Rosas, dita dilo
ido direito.-Jos.- de Souza Pereira, dita dito
morocho de Souza, botica, dito
ardo. Antonio Tenorio Cavalcante .de Albu-
qaeraue, taverna. dito _
lerdo Carlos Griz, fundicao, 2 semestre
Hosas, taverna, 1 e 2 semestre
raco izG. de Azevedo Campos, botica, dito
io.-Jos Anreliano Cesar di M., taverna dito
g
a
3*780
3*240
6*480
18*000
8*640
58000
5*400
10*800
10*800
21*600
8*640
6*480
8*640
12*960
8*640
12*960
2H600
55400
6*480
8*040
7*560
4*320
6*480
8*640
>2*960
12*960
6*480
8*640
5*400
12*960
K*4i:0
6*430
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5*100
4*320
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2*700
2*700
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2*700
2*700
5*400
3*400
8*64<)
8*640
8*640
8*640
8*640
7*560
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6*480
4*500
7*560
2*700
4*500
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8*640
5*400
7*560
8*640
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8*640
6*480
4*320
7*000
8*640
8*640
5*400
5*400
5*400
2*700
5*400
5*400
4*320
21*61)0
10800
8*640
8*640
8640
9*600
65000
4*880
4*800
4*800
2*400
4*800
5*760
6*720
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2*400
2*409
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6*0i8
5864
*50
4439
#432
#432
*164
#432
*518
#604
18 de evereiro de 1873.
Seccao do contencioso provincial de Pernamb ex, 18 de ev<
% O i* oficial,
Horacio Walfride Peregrino da-Silva.
16*000"por carro particular de rodas"; 10* por
dito do 2 rodas ; 30* por dito de aluguel; 25*
por offnibus; 40* poi- carro fnebre; 6* por
cumva; 3* por cav.illo de aluguel ; 2:0" 0* per
joaneiroi que mascatea'r na provincia; 20* por
mscate ; -50* por tavernas que vender iniudezas
ou outros quaesqner ohjectos ; 5* por estabeleci-
mento comniercial; 200* por deposito de cano de
pedia ; 1:50'* por casi ou agencia de seguros ;
b S Eot cinto sobre o cap'un veudido na cidade do
Recife.
Consulado provincial, 10 de evereiro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Rio*.
do fevereir* de
Fiscallsa^ito di
Bou-viatH, O
1893.
Por esta fiscalisajao se faz publico quem in-
teressar, que se acha depositado um cavallo, ap-
prchendido no sitio de D. Maria Braga, dostruindo
plantacSes : iuem sejulgar com direito ao mes-
mo, ro pareca, que satisfazendo o di.-posto no
art. 16 do tit. 9' das posturas de 30 de junho de
1849, lhe sera entregue.
O fiscal
. Jeronymo Jos Ferreira.
COMPAMA PERNiMBICANA
DE -
ftavegAC&o cteira m vapor.
MACE1, KSCALA.S, PENEOO E ARACAJl''.
0 vapor Giqui,eT6-
mandante Martin?,
seguir para os por-
tos cima no dia 28
do correte, s- 5
lioras da tarde.
Recebe carga at o dia 28, encommeadas at o
dia 27, passagem e dinheiro a frote at as 2 horas
da tarde do da da sahida : escriptorio no Forte
do Mattos n. ll _________________
Bahia.
Segu com mui'a bre id d para o indi do
porto o veleirohiate Garibaldi : ea ga e fretc
tratar cora os Srs. Tasso Irmaos A C. ra do
Amorm n. 37.
| Honsonte. f
Keller i C. consignatarios dste na-
vi) chegado hontcm de Antuerpia avi-
sam aos recebedores da carga or-
dem de terem a bondade de co pa-
recer no seu escriptorio ra do Bom
Jess n 53, atim de darem seu? no-
mes.
Recife, 19 de fevereiro de 1873.

K
3i26
4*032
i 006
3*434
7*063
195620
9*417
3*458
3*450
11*772
11*772
23*544
9*417
7*063
9*417
14*226
9*417
14*226
23*544
55886
7*063
9*417
8*241
4*780
7*061
9*417
11*226
14*226
7*068
9*417
3*886
14*22
5*886
7*063
7*063
5*882
45706
11*778
2**62
2*862
9*412
2*866
2*862
5*e87
5*887
9*417
9*416
9*417
9*417
9*417
8*241
5*724
4*579
7*063
4#90>
2*250
2*862
4*905
5*886
5*886
9*417
5*886
8*241
9*417
9*417
8*417
7*063
4*579
29*430
9*417
9#417
5*886
5*886
3*886
2*862
5*886
5*886
4*579
23*542
11*97*
9*417
9*417
9*417
SANTO ANTONIO.
IMPORTANTE E SUBLIME NOYIDME
(PRIMEIRA E ULTIMA DESTE ANNO)
VIVA A BELLA E AGRADAVEL
FOLIA CARNAVALESCA
GRANDES
HULES DE MASCARAS
NOS
Salos doste thealro
NOS DAS
Sabhado <,
Domingo 93,
Segunda 34, n
E ter$a 35.
Desde jprevine-so aos frequentadores destes di-
vertimentos que o palco acha-se augmentado aflm
de nelle encoi trarem um grande sali onde po-
dero a vontade dar expanso a follia.
A banda marcial dirigida pelo hbil professor
de msica o Sr. Guimaraes Peixoto tocar novas
e escolnilas
Quadrilhas,
Walsas,
Polkas,
Schotzk, etc.
O muito festejado professor de dansa o Sr. Bap-
tista, dirigir o sallo como mesre sala.
Os bailes comecarao s 9 horas e acabar-se-ha
logo que tocar o grande
Galope infernal.
Ser rigorosamente observado o regulamenlo
policial.
PRECOS.
Camarotes com 3 entradas "10*000
Entrada para cavalheiro 2*000
Dito para dito vestido de dama 24000
Dama vestida de homem "^/wi
Dita vestida de domin 2*000
Ditas malcaradas, ou sem mascara Gratis.
O director do bailo,
A. Cimba.
O proprietaiio desto theatro tem o praier de
annunciar aos amantes dos bailes de mase jras.J
que nao tem poupado esforcos para preparar com
o brilbantisino e gosto necessarios o* saldes dap
bailes. v
A boa ordem que tem precedido a esses ui-
vertimentos nos anuos anteriores, resultado do
bem pessoal que os fiequenta, urna garanta
para os concurrentes, que a par da boa admi-
nistracao policial, o aiiimam a esperar coadju-
vaco do publico, quer do bom tom, quer do
mundo elegante.
i i ni
f
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Mavegneao coteira a vapor
MAMANGCAPE.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 do
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas,
passageiros e dinheiro
te at as 2 horas da tarde do da da
criptorio no Forte do Mattos n. 12.
DE
800 gigos com batatas desembarcadas lion-
tem.
" Hoje.
0 agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quem pelencer, de 800 gigos com excedentes
batata?, os quaos sern vendidos hoje. em lote? a
vontado, s liberas da manha, noarmaiem o
Annes.
LEILAO
DE
diversas fazendas, um cavallo, diversos obje-
ctos, dividas, e um terreno no lugar Pra-
to, Grande (engenho Capricho]
QUAftTA-FEIRA 5 DE MARCO
Espolio do subdito portugttez Domingos An-
tonio Fernandos.
O agente Martina far leilao no dia 5 de marco
prximo futuro, por autorisacao do llltn. Sr. Do-
mingos Maria Goncalves encarregailo do consula-
do portuguez nesla provincia, de diversas fazen-
das, um exccllente cavallo, diversos movis, divi-
das e urna parte do trra no lugar Prato Grande
do engenho Capricho, do termo de Agua Preta,
comarca de Palmares ; sendo que as fazendas se
acham avaliadas em 154*350, movis e o cavallo
em 205*000, dividas na importancia de 213*000,
e o terreno em 1:000*000; todos estes objectos se
acham depositados em mao de Joaquim Jos de
Arolla.
O leilao ter lugar no dia cima, no armazem
da ra do Imperador n. 48, s 11 horas.
a fre-
sabida: es-
Para Lisboa.
O novo e veleiro briguc portuguez Damiao,c&-
pitio Pedro Marti ns Branco, o primeiro navio
a sabir por ter j a maior parte da carga promp-
ta, tem bons commodos para passageiros : trata-
se com E. R. Rabello i C, ra do Comiuercio nu-
mero 48.
Aviso
MSSIMHSOS
JULIO
Tasso Irmaos 4 C, consignatarios do brigue in-
glez Airlo procedente de New-York, fazem
se ente aos recebedores de carga que o mesmo
condiiz. de mandarem proceder ao despacjio na
alfandega, para evitar demoras de descargas das
alvarengas, na certezi de quo recahirao sobre
aquelles que derem causa a t..es d 'scuidos, todas
as despezas que sobrevenham ao navio.
Para o Prto
a galera portugueza Firmeza, capitao Justino Ro-
drigues Cardoso, vai sabir com brevidade por ter
a maior parte de seu carregamento prompto :
para carga e passageiros, para os quaes tem ex
cellentes commodos, tr ita-se com E. R. Rabe lo &
C, ra do Commercio n. 48. _______
AVISOS martimos.
Para o Aracaty em direitura sabe nestes
oito dias o hiate nacional Maria Amelia, de 1*
classe, capitao e pratico Francisco Thomaz de As
sis, j tem metade de seu carregamento engajado :
para o resto trata-se com seu consignatario Anto-
nio Alberto de Souza A guiar, ra do Amorim
B.60.______________________________^___
Rio de Janeiro.
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o brigue Cecilia Cutharmense, por
ter a maior parte de sua carga engajada, o para
a que lhe falta e escravos a fretc trata-sc com
os consignatarios, Joaquim Jos Goncalves Bcltrao
& Filho, ra do Commercio n. 3.
Para o Rio Grande doSul
Para o porto cima pretende seguir com muita
brevidade a escuna portugueza Christina, tem
parte de seu carregamento," epata o restante que
lhe falta, trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Atevedo & C. no seu es-
criptorio ra do Bom Jess n. 57,_oulr'ora ra
da Cruz.___________________________________
Para o Rio de Janeiro
o lugre portuguez Almedina vai sahir at o dia 24
do corrente, e pode receber a inda alguma carga :
trata-se com E. R. Rabell i & C, ra do Commer-
cio n. 48.
Na ma de Santa lzebel n. 9,aluga ou vende ves-
tuarios a carcter ou a fantasa por diminuto pie.o.
sao bem conbecidos seus vestuarios. __________
Aluga-se
Precisa-se duas amas, sendo una engomma-
deita e outra cozinheira, para casa d i pouca fa-
miffa, e paga-so bem agradando : a tratar ra
do Visconde de Goyanna, out-'ora Mondego, casa
n. 42._____________________________________
Aluga-se o 2." andar < a ca-a n. 19 da ra
do Nogueira : a tratar na ra do Ap dio n. 20.
203000 de grailicacao.
Fugio na noute de' 19 do corrente mez, da Es-
tancia, um cavallo pedrez, sellado e enfreiado,
sendo grande e de clinas cur.as : quem o achar
pode lvalo ra do Trapiche n. 8, que ser
proinpt'amentc gratificado.__________
Previne-so ao dono da casa de penhores
da travessa da ra das Cruzes n. i, que nao en-
tregre os objec'os constantes da cautella de n,
786, e das lettras C e B, seno ao proprio dono.
visto o mesmo ter perdidh-a.__________________
Ao Sr. Francisco Cordeiro
Falcao.
Peco que diga se a burra que comprou, segun-
do seu annuncio publicado na Diario de 20 do
corrente, se castanha, se tem a sarneia grossa.
por ter tido gerimurav se tem leves signaos nos
peitos, por ter sido de corrosa, a mo junto ao
c seo mais grossa (a esquerda), muito mansa, nao
me lembro dos ferros, foi do engenho Bello Mon-
te de Pao d"Alho, a qual furtaram na noute de
19 para 20 do mez passado, no Poco da Panella;
nao mando ver por nao saber onde o se en-
genho.
Eustaquio Jos das Cnagas.
Coinnanliia
Santa Thercza
Escravo fgido
Ausjmtou-se, desde o dia 2 de fevereiro deste
corrente auno, o preto de notue Benedicto, de 25
anuos poticO mais ou menos, cronk, bastante
ladino, falla mansa, cantador de modas, bom
carpina, estatura alta, espalando, barbado, um
pouco talo, ten do .i testa po.mcna, f.d'a de denles
na frente, ps feio. c c ca mt cima do p c ucido, ijue fd mn taino de
toda largura do machado, nasceu no engenho Bu-
jury de Govanna, tendo passado ao Sr. Luiz Ca-
valcante de Albuqucrque, morador na cidade de
Goyanna, onde tem m i e parentes,e deste ao
Exm. Bario de Nazareth, tendo tambem pass do
muito tempo no Recife, levou cm'sna companlua
um menino oniho, de 13 annos de idade, pardo
claro, bom cabello c calado, cujo menino tutel-
lado. Pede-se a todas as autoridades e capirics de
campo queos pegando leve-os a ra da Pen'an. 5,
ou no engenho Furna.da freguezia de Santo Amaro
de Jaboatao, que ser gen, rosaiii'-nti* gratificado.
Aliento ao carnaval.
Na ra estreita do Rosario n. 33, 1. andar, tem
um grande sortimento de ricos vestuarios de prin-
cipe, bord dos a ouro c dminos de muito gosto,-
vestuarios proprios para bailes, feitos com todo
gosto ; tem para alugare vender tudo por muito
barato preco^vistuaris em muito bom estado, pasa
alngar a 5*, 4* e 35, e os ricos a 3 % 20* e 10-,
dminos bordados novos o vestuarios de principe.
CURSO NORMAL
Propagadora da liMe(ifi.i
De ordem do consolho director da paro-
chia de Santo Antonio faz-se publico, que a
matricula para o curso normal fie senhoras,
fecha-se no ultimo la deste mez; assim
como, que se acliam designados os das 27 e
28 do corrente pan ter lugar os exo-
rnes das senhoras que se qiii/.eivm mostrar
habilitadas nas materias do 1. auno, afim
de passarem logo para o 2.": e pois, aquel-
las senhoras (pie estivereui n.-sso caso, tratein
quanto antes submettor f>s seus roqnerimen-
tos ao consclho.
Aluga-st;
A loja do sobrado r. a da Conceicao n. 8 :
iiretendentes di rija m-se ao 'cal Imiteralriz.
08
Aviso.
<-oiii%\iiiv
DE
Y4VEC4C4I BR4SILEIRA.
sul
dia
Dos-portos do
esperado at o
22 docorrent um dos
vapores da compa-
nlua, o qual depos da
demora do costume
seguir para os
Para fretes e
do norte,
passagens,
ra do Commercio n. 8.
trata-se na agencia,
10*464
0*540
3*319
3*232
3*232
2*344
3*225
6*278
7*324
/ Consulado provincial.
yo dia 24 do corrente termina o prazo para o
fabricas
ma, ou
500*por casa bancaria, empreza anony-
agencia ; 200* por casa de cambio;
wimcnt "em dependencia de multa dos mpos- 2:000* por easa de penhores ; 1:000* por casa de
%os provincies nenencentes ao anno financeiro do jolas em grosso ; 1:000* por estabelecimento ou
*87-187;, e que sao abaixo declarados : esciiptorio em que se agencie ou effectue venda de
JO ris por litro de agurdente ; 1.000* por a- PoWora i 200* por deposito de kerosene; 10* por
rtffca de bilhetes de lotera ; 2).por cento sobre casa que vender kerosene a retamo ; too* por
lafoelecimentos de commercio em grosso e a re-
taino, fabricas do rape, deposito*, casas de drogas,
Iwras hotei". awnazeoa (k algodio e trapiches
* jor cento sobre nsltorios e car-
torios; i por cen tlecimentos com- _
jnerciaes fra da cidade, phoographas, boteqnins, caat d bilhar; 30# por eecrav
4a sade pasto, cocheiras, ca^allarlras de alugnel. str'ico de alvaengas ou canoa* *
casi que vender roupa feita, obras de selleiro, de
maxineiria ou de outra qnaJquer arte, feitas em
pai. estrangeiro; 109* por erretor eommarciaj
e agente de leudes ; 200* por
sobro escravos; 30* por eaM de
Real companhia de paquetes
inglezcs a vapor.
At o dia 28 do corrente espera-se da Europa o
vapor inglez Seca, commandante H. Bax, o qual
depois da demora do costume seguir para Bue-
nos-Ayres. tocando nos portos da Bahia, Ro de
Janeiro c Montevideo.
No dia 28 do corrente espera-se dis portos do
sul o vapor inglez Douro, commandante Thwaites,
o qual depois da demora do costume seguir
para Southampton. tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio n. 40.
Lisboa e Porto.
A galera Aszhasahir em
poucos dias recebe eargaafre-
te mais barato do que outro
qualquer navio;tem expel-
ientes accommodacoes para
passageiros. A tratar com
Tito Livio Soares: ra do Vi-
gario n. 17, 1. andar.
Para a Bahia.
O navio Italiano Marghtrte, recebe carga a fre-
te barato para o porto aeima, para o qual segu
em poucos dias : a tratar com os consignata-
rios E. A. Burle k C._______________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\uvegacao eostolra a vapor.
PARAHYBA, NAfAL, MACXO, M08S0R0', ARACA-
^.TY, CEAR, MANDAHU', ACARAC' E GRASJA.
O vapor Ipojvca
commandante Moura,
sepir para os por-
tos cima no dia 28
do corrente, s 5 ho
rao da tarde.
Recebe carga at o dia 16, encommendas at o
dia 27, passagens e dinheiro a frete- at as i horas
da tarde do da da^sahida : escriptorio no Forte do
Mattos n. 12.
Para o Rio de Janeiro
Pretende seguir para o porto cima o brigue
Iguez Diimio, tem parte de seu earregamonto
jado, para 0 resto que lhe falta trata-ae eom
eonsignatarios Amonio Luiz de Oliveira
i A C, no seu escriptorio, ra do Bom
$7, outr'ora ra da Cruz.
LEILOES.
LEILAO
DE
200 pares de botinas para hornens e 100 pa-
res de'sapatos de diferentes qualidados
para senhoras e meninas.
Hoje
s 10 horas.
O agente Pinto levar leilao, por conta e risco
de quem pertencer, de urna caixa marca P P n.
83, avariada bordo do vapor inglez Chrysolite,
na sua ultima viagem este porto ; o leilao ser
effectuado s 11 horas do dia cima dito, no es-
criptorio do referido agente ra do Bom Jess n.
LEILAO
DE
movis, liMica e mslaes.
A saber:
Um iano forte, urna mobilia de Jacaranda com
tampos de pedra, candieiros a gaz, casticaes,
mangas e escarradeiras, tapetes, relogio de pa-
rede.
Urna cama frauceza do Jacaranda, duas meias-
commodas o um santuario,
Urna mesa para jantar, um guarda louca, mar
queza, doze caeiras, louca para cha e jantar,
copos, clices, garrafas, cmpoteiras, trem de
cozinha e outros objectos de casa de familia.
HOJE
Sabbado22 do corrente no segundo andar
do sobrado da ra d'Apollo n. 43.
O agente Pinto levar a leilao por conta. e or-
dem de urna familia que mudou de residencia,
os movis e mais objectos cima mencionados
existentes no sobrado da ra do Apollo n. 43, on-
de se effeetuar o leilao.
Principiara s.10 1(2 horas.
De conformidade com o artigo 13 dos estatutos
sot convidados os Srs. accionistas para reuni-
rem-se em assembla geral no primeiro andar,
da ra do Vigario n. 13, no dia 28 do corrente
ao meio dia, aim de Ihes ser apiesentado o re-
latorio e balanco do anno prximo passado.
Recife, 21 de fevereiro de 1873.
O gerenlc,
Justino J. de S. Campos.
Comphia
Santa Thercza
Emisses de accoes.
A companhia est autorisada a emittir l> 00
accoos de 50*000 cada urna. As pessoa* que de
sejarem toma-las i odem eutender-se com os di-
rectores Srs. Baro da Soledade, Joaquim Rodri-
gues Tavares de Mello e Francisco Goncalves
Xetto ou com o abaixo assignado, que dar qual-
quer informado.
Recife, 15 de Janeiro de 1873.
O gerente,
Justino J. da S. Campos.
modic". aob
Urna pessoa competentemente autorisada p la
directora geral da inslruccao pdica, declara a
quem interessar possa pue contina a leccionar,
nao s nesta cidade como em seus suburbios to-
das as materias que constituem o cn-dno elemen-
tar, e bem assim o ensino d alg ns preparato-
rios : pessoa qjic quizer utilisar-se de sen pres-
timo dirijase a Hpographia commercial do Sr.
Geraldo, ra estreita do Rosario n, 12.
Joao Fernandes de Figuei-
redo Paiva.
Antonio Fernandes de Figueire-
dn paiva, Antonio Duarte de Fi-
gtieirede e Joaquim Djiarte do Fi-
gueiredo, niandam celebrar urna
nii-sa na matriz de S. Jos, se-
gunda-feira 24 co corrente s 7
horas da nianh, por alma de seu
presado irmao e primo Joao Fernandes de Fi-
guciredo Paiva, fallecid ) no engenho Ca-me-vou,
comarca do Bonito : rogam por isso a todos pa-
rantes e amigos do finado para assisrem a
este acto de religio e caridade.
liiiix Aiitoiii Coiizu^a.
D. Adriana l'rancisca de Souza e
seus filhos agradecem cordialmente a
todas--a* pessuas que acompanharam
ao cemiterio nuhlico os restos mortaes
de seu semprl chorado esposo e pai
Luiz Antonio Gonzaga, e convidam a
todos os yus prente* e amigos o ca-
rdoso obseqnio de asBstirem as missas do stimo
dia de seu ralleeimento, que sero ditas no sabba-
do 22 do corrente, s 0 lloras da manha, na matrii
da Boa-Vista, do que Bearao eternamente agrade-
cidos por este acto de caridade e rehgio.
viga rio
Joaquim I lila.
LEILAO
DE
10 caixas marca R R, contando ervilhps em
conservas
Hoje
a 1 horas en* ponto
O agente Pinto levar leilao, por autor isacao
do gerente do consulado de Franca, em presenca
de seu chanceller, e por conia e risco de quem
pertencer, de 10 caixas marca R R cem ervilhas
em conserva, com avaria d'agua salgada; o lei-
lao ser effectuado s 10 horas do dia cima dito,
no escriptorio do referido agente, ra do Bom Je-
ss n. 45. ._______
LEILAO
DE
15 caixas com, que
lE,
engos.
D-se de 6 15:000* a juro
predios : na rna de Hurtas n 112.
Aluga-se
urna ca=a na Torre, por um preo muito i azoawl,
com os seguintes commodos : 2 salas, 3 quartos e
cozinha : a tratar na ra do Mrquez de Ohnda
n. 66, 2 andar.______________________.
Na travessa da ra das Cruze para a dos
Quarteis n. 14, 2 aadaf, ha urna escrava habili-
tada e com pratica para todo servico de casa de
familia, para alugar-se. _________________
Paco ilo Canaaragibe.
O Sr. Antonio Vasconcellos de Mendonca, mora-
dor no Paco de Camaragibe, chamado a ra Di-
reita a 84, anegoci que nao ignora. _______
Alagda ile (atoN.
O Sr. Salustiano Pereira Quaresma, tilho do Sr.
Manoel Pereira Quaresma e genro do Sr. Jos dos
Santos o Silva chamado* ra Dircita n. 84,
negocio que nao ignora.
5? Flix Joaquim Ferreira de Carolo..),' ?
& competentemonfe aatorisado, lecciona em 9
caa de sua residanca, i ra do Coro- g
nel-Suassuna, antiga ra de Hortas'n
114 primeiras lettras, e, as linguas, lat
na e franceza, prometiendo todo zel
e assiduidade a seu alcance.

*
*
Continua a esur fujgido do engenho (califor-
nia do termo do Serinhem, comarca do Rio For-
moso, em Pernambuco, escravo Gregorio, de 19
a 20 annos de idade. crioulo, de mediana estatu-
ra, secco do corpo, feicoes regulares, olhos vivos,
testa saliente, ps cuetos e dedos guies, com
falta de denles na frente, tem urna marca de quei-
madura na barriga, e algjamas de castigo que tem
soffrido por ser muito fujao. Costuma a mudar de
nome quando foge e inculcar-se forro, muito
fallante e cantador : quem o encontrar o poder
trazer a este engenho, ou no Recife ao Sr. Joao
Florentino Jnior, na roa Pedro Affonso n. 31,
que ser bem recompensado.
ALUGA-SE
O 3.* andar do sobrado da ra do Vigario n. 3
com bons commodos para familia ; a tratar no
armazem da Travessa do Corpo Santo n. 25.
Condonas.
O agente Pestaa far leilao pata fechar con
de 16 caixas com queijo flamengos, hoje s 11 h
ras da manha, na porta do armazem do Anne.
I cid
Na ra Estreita do Rozario n. 35, 1." andar (casa
de familia),torneee-sooomedoriaspara|lfora com as-
seio e prompto, e procp commodo.
la roa Duque de' axias n. 44 se dir quem
i algum dinheiro a juros ^soh hypetheca nesta
Sabbadn ?2 do corrente,
pe a 7 h iras da manha,
celeb ase ua igreia matriz
da freguezia da Boa-vista,
una missa por alma do
padre Jdnquim de Aragao
Ebla, vigario collado na fregnezia de Muribeca,
fallecido na provincia do Cear a si de Janeiro
ultimo Para esse acto de religiao c caridade sSo
convidados os prenles c amigos daquclle finado.
Gnxeiro
Precisa-se de um caixeiro
vessa da ra dos Pires n 9.
na nadara da Ira-
Precisa-se
de una ama de leite : na ra do Rosario da Boa-
vista n. 30_ ________
Terrenos.
EmBebvribe a 3*, 6*, 8* e 10* o palmo, com
fundos para o rio, na povoacao : tratar nos do-
mingos com o Sr. Medeiros.
^ Novo estabelecimento
de joias.
i*
Ra ilo Cabug n. 19.
Noste estabelecimento se encontrar
!^ um bonito sortimento de joias que se
Md vendem por tal preco que animar a* &
38 comprador, atiento ao vanlajoso syste- "
2 ma, ganhat poaeo para vender mui-
- to, que certamente til ao compra-
^< dor e ao vendedor.
.* Tambem se compra ouro, prata e pe-
W das preciosas, bem como se fabrica e
|f concerta toda e qualquer obra tendente r."
3 mi.-snia arte. f-
Alinelo.
O Sr. -Antonio Jos Ferreha. tenha a bondade
de apparecer na rna do Duque de Caxias n. 60
A, loja do Bento da Silva A C, successores de
Manoel Ribeiro Basto-.
Attenco
Pereira da Silva 61 C, proprietarios da loja do
pavo, ra da Imperatriz n. 60, rogam a todos
os seus devedores desla pra?a a vina saldar seus
dbitos at o fim do mez de fevereiro corrente ; o
todos aquelles senhores que se acham eom seus
dbitos atrasados e nao tiverem vinJo pagar du-
rante este praso, terao de ser incommodados judi-
cialincnte.__________________________________
Engenho
Arrenda-se o engenho Cidade de Pars, site na
freguezia do Cabo, distante tres legoas da estacio
de Olinda, ten muito boas obras, bom d'agua e
de excedente produccio : a tratar com o proprie-
tario, no sitio g. Fidelis,. no mesmo engenho.
Sitio para alugar
Aluga-se um sitio na Capunga roa das
nambucanas n. 23, tendo boa casa de TlTonda,
cocheira, estribarla, arvores frucyferas e agaa
potavel: trator na roa da Imperatriz n. 9, prt-
meiro andar.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro qne te
taverna e idade de.15 16 anoos :
din. v"
1
5

'





i





rnambuco.
loll deste hospital, para
compa ipv fassembla gciil, que #vera ter
lugar,' MAmgQ 23 o eorrentB 11 horas ua
manhi, afim de se proceder i kioao or-
domos em substituicao ao* que declinaraiu de
suas noraeacoes. Em sepulda sara Mdo o relato-
rio do anno prximo pagado e o parte* da com-
missao de eontas e turnara poae dos seus eartms
com a solemnidade do cosame os membros da
junta administrativa, que teera de ranceronr no
corrate an_o. _
Hospital Pertuguez de Beneficencia em Pernam-
buco, 18 de evereiro de 1873.
Luiz Duprat,
Secretor.
Na fundicao do Starr.
Precisa-se de um hbil moldador em ferro, e
de um ferreiro qu seja capaz de fazer obras pe-
sadas e com perfei^io ; os que estiverem nestas
condicSes p dero apparecer no escriptorio daquel-
la fabrica.
Precisa-se
de urna engommadeira perita, para duas pessoas,
pagando-se bom salario : a tratar na ra da Ale-
gra n. 38. __________
Carnaval.
(antiga ra das
alfa ate An-
Na ra do Duque de Caxias
Cruzee) n.l 3, casa do bem conhecido al
selmp A. 3e Azerede, acha-se um completo sor-
timento de vestuarios para o carnaval, nao so para
homens como para senhora, como sejam : pier-
rots de todas as qualidades, dminos, chicards,
vestuarios hespanhoes, sobresahindo um rico ves-
tuario de senhora.
bado ? de Fevereiro de 1873.

-

RWI
M

PIANOS E MSICAS
Edgard Cmbaro d lines de francez, tan-
to para fallar como escrever esta lin-
guaem pouco tempoe po'rmethodo mui-
to fcil
dar.
na ra da Aurora n. 41, 2. an-
IMPERADOR
ANDAR.
/adolpiio
I ADVOGADO
^rV RA DO I
^^SSOSi
ATTE^CO
Precisa-se de urna senhora que queira ir em
companhia de urna familia para Portugal, pagan-
do-se a pasagem mais despezas, gratificaudo-
se-lhe o seu trabalho : quem estiver nestas con-
digSea dirija-se ra estreita do Rosario n 9.
Sorvete.
Hotel da Independencia.
Ra do Imperador n. 32.
Ha todos os dias das 5 horas da tarde em diante,
sorvete de todas as qualidades.______________
O agente de leUBes, Francisco Ignacio Pinto,
pode ser procurado das 9 as 4 horas da tarde
em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43, e
daquel la hora em diante em casa de sua resi-
dencia na ra do Visconde de Goyanna n. 58,
(outr'ora ra do Mondego, casa em que morou
o, Sr. Joao da Cunha Neves)._______________
Excommungado.
Acab de sabir a luz e acha-se venda esta
linda polck da actualidade, composicao do muito
sympathico maestro J. Poppe : ra Nova n. J1,
armazem de msicas do Azevedo.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 anno.
para caixeiro: na padaria da ra do Rangel n. 9s
O Illm. Sr. Dr. Francisco Pinto Pessoa, tem
tuna carta na ra do Imperador n. 28, armazem
do Campos.________________________
Precisa-se de urna ama para cozinhar o com-
prar : na ra do Imperador n. 16, 2.' andar.
Aengo '
Furtaram da ra do Sol, hoje Mrquez do Her-
val n. 15, um par de oculos de ouro, de grao n.
5, para miope : a pessoa a quem for olferecido, o
apprehenda e leve-o mesiiia casa, que ser ge-
nerosamente recompensada.
AA TOVIO JOSf. DE ASEE VEDO
Ra do Bario da Victoria n, i 1, armasen., e 12 1.* andar, antiga ra Nova
aonde o publico em geral encontr, hempre o maior emais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas e ius trunientos de msicas para banda militar
e orchestra.
A^aba de abrir no primeiro andar do sobrado n. 12 confronte i
lotica Msurer, aro grande sa:o onde esli expostos os magnficos
ti __ 1% "51 de armario, de Pleyel.
-------- de meia canda, do mesmo antor.
-------- de H. Henrx.
-------- de Aroede Thiboot.
nico agente cesta cidade, dos celebres
afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
Tambem receben grande sortimento le mosieas pira piano, piano e
canto e entre ellas as lindas eompcsicSas do moli tympainico maestro
F. gAOTUVI
A SABER :
Voc me qner Walsa.
Olga Mazorka.
Lt Sp paricin i Pra canto.
A Lu elctrica, grande Walsa.
re miado? em diversas exposi;5s3 om 14 medalhas de onro e prata.
Sao os onieos pianos que aqu vera da Europa, perfeitamente afloa-
i'.i, fetos com elegan :ia e solides.
emulante continuar a annnnelar todas as publicares ojos se fofem friendo as soas ofBclnas de mnsieas
Franco Brasileiro Polka.
Tomada da Valleta 6lope.
Joaninha Walsa.
A Libertadla Polka.
A Primeira espada Wal.-a.
A Mmha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Stndiente Po'ka.
liilmaa publicares
Feilas nss offlcioas de msicas
do snnonesnte.
Emilia, polka por L Smoltt.
Cireaciioa, icbotch, por SmOltt.
Jardim do Campo das Pricezas,
quadrilha, por J. Popne.
Chava de Rosas, Walsa, por 11. Al
bertsszi.
D'aqni
QUESTO DO DA
{K pela barriga que melhor se
goverra o_ mundo).
Grande agitado !... Todos fallam I.... gri-
tam I... escrevem I... lasmam-se I... cho
ram... e nlo comern? nao bebem ?
Eis a coiiiisau!!
Meditemos, pois...
Alvicaras I... Alegrai-vos, bella e heroica ci-
dade do Recife, que vai desabar sobre a cabeca
de cada um de vossos invictos filhos urna nuvem
prende de mgicas inspiracScs a veracidade
deste annuncio.
Queris conseguir os flns? empregai os mcios:
apurai a vossa imaginado, vasai na vossa intelli-
encia urna gota de inspiracao e iteris resolvido,
tminado aquestao do dia,(
Ouereis ?
desempedi a
dom da per-
Pois bem, fortifleai os pulmes,
larynge, rgentinai a voz, adquir o
suasao e finalmente abracai sem hesitacao a por-
tentosa inspiraran que vos offereco e tereis forcas
suficientes para discutir, convencer (...derrubar,
para sempre a magnaquestao do dia.
Queris ludo isto
9
Vinde ao muito preconisado armazem do Cam-
pos, ra do Imperador n. 28, e comprai certas
e especiaes vidual has, (exquisitas e excitantes)
par dos coruscantes e finos vinhos, nao esquecendo
os finissimos e calmantes licores, lembrando-vos
dos rarissirnos o delicados acepipes, (alcm de eu-
tras 'inuitas cousinhas boas que ficam oceultas
nestes.....para despertar a curiosidade dos aman-
tes da....) e veris que depois de teres saboreado
essas finas e delicadas iguarias vos apparecer
urna tao enrgica inspiracao (cousa inaudita) que
vos considerareis metamorpnoseado em algum
propheta, abundando a vossa imaginario fle cal-
nulos infallitei que vos farao resolver em um
pice o grande problema que prende to forte-
mente as YOHfcs attencoesquestao do dia.
Duviilaes ?
Aluga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
Quer-se alugar urna mulher livre para o servioc
externo e tnterno de urna casa de pouca familia:
tratar na rua do Imperador n. 25, segundo an-
dai^_____________________________
Livre ou escrava.
Precisa-se de urna ama ainda mesmo de meia
idade para urna familia de duas pessoas : a tra-
tar na rua do Cabug n. 3 A, loja do Collar de
ouro._______________________,______ -
150#000
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de gratificacao a quantia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naqueile engenho
foram furtados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado :' o '. tem 9 annos, e
castanho e castradi, tem a orelha direita bastante
lascada, urna estrella na testa, e noquarto esquer-
do tem urna cruz ; o 2. ruco, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o pes-
*"} da
lado
rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito:
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
Ono quarto direito : gratiflea-se com 50(KXi
or cada um em presenca da nesoa, em cuio po
er for encontrado qnalquer ao9 ditos cavallos.
iVeste caso l vai:
Com a barriga vasia
A cabeca arde, enfraquece,
O corno treme, vacilla,
A razao dcsapparece.
Ji. 28 rua do Imperador N. 28
^fc-nhc (
.VWlt ...,.:-;i;i,j jn-;, u.|,;i s,;, pessoa :' n nm
loR.M"| *|,'-nail.ir.
n-
VI \ prar e czhlbar, i
iT.I \ conde de Pelotas ( an
gao n. 37.)
nina para coi
lila do Vis
(antiga ditAra-
mito bem.
.Na rua d Ci uz do Kecife u. 42,
armazem, prefia-.se de urna cozi-
nheira forra ou escrava, pajiauJo-se
A ma Procisa-se de urna ama que saina co
^ vina zni,ar e engommar para duas pessoas:
paga-se bem : ua rua Direita u. 10.__________
Ama Pfccisa-se de urna quesaiba engom-
- vniti mar. Il() Caldereiro, casa de I'raucis-
co Joaquim Ribeiro de Brito.____________ ___
Ama ^ ,"rre(,or do Rispo n. 5 precisa-so
ililldi c uuia auia para 0 se vi^j (je uuia eac;i
de pequea familia._______________________
l'iecisa-se na Torre, de ujna ama
para cas de familia : a tratar na
rua do Mrquez de Olinda *a. 66,
2o andar.
J
Precisa-se de urna ama de leite na Capunga
tratar na rua da ^Amizadc n. 45.
Para pequea fami-
lia precisa-se alug r 1
cozmlieira c urna en-
gommadeira, peritas c
e de boa conducta. Paga-se bem, p eferindo-se
escravas. A tratar na rua do Encantamento n. 5,
primeiro andar, de 10 as 4 horas da tardo._____
Precisa-se de urna ama para cozmhar e en-
gommar : a tratar na rua do Hospicio n. 45.
Precisa-se de una ama forra ou
escrava, que saiba cozinhar bem,
para urna rasa de familia, paga-se
na rua Nova, loja n. 11.
AMA
bem
AMA
teiro : a ,ratar na rua do Livramen-
Abuso.
Pergunla-se a pessoa'que maudou buscar na
loja da Madresilva um livro de amostras de bicosl
se ainda nao achou portador para mandar 4raze-
lo, pois nao deve ignorar que sua falla torna-se-
nos scnsivel, por isso tenha a bondade de o man-
dar trazer se nio quer ver seu nome estampado
ueste jornal, por causa de um livro de amostras:
Madresilva, praca da Independencia n. 38 e 40.
Consistorio da contraria de
N. S. da Soledade, 19 de
evereiro de 1873.
Por ordem da mesa regedora convido a todos
os Irmaos confrades a comparecerem neste con-
sistorio no dia 2 de marc > prximo vindouro s
10 horas da manh, afim de reunirem-se em me-
sa geral, para elei^ao dos membros que faltam
para completar a mesa regedora e tratar de ne-
gocios de interese da contraria.
O cscrivao,
Emiliano E. de M. Tamborim.
FUNDIQlO DOBOWMAN
RUA DO BRDH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDE- AOS *eDbores de engenho e otros agricoliores, e mpregidore de m
chinismo o favor de tima visita a seo etabslecimentu, para verem o dovo lortimeDto
completa que ah tem; seado tudo soperior em qaalidade e tordio; o qae com a ios
pecc5o pessoal pode-se verificar. -.
ESPECIAL ATTENCOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FNDigAO
TT-. _.-..- _. _.^J Jt.mnA dos BMM molernos systemas eem ta
YapOreS 6 rOdaS Cragaa maQbos convenientes para as diversas
circumstancias dos senhores proprietarios e para descarogar algodJo. m
Moendas de canna S.JSS!08UmaDb0S'a8melborM qQfl Iqai
Rodas dentadas para aDimae8'agDa e vapor*
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
1WoAli.v..civina para mandiocae algodao,I Podendo todos
Ulcil/Illliloli-Uo e para serrar madeira. fser movidos a mSo
ti l (por agua, vapor,
DUIllL-t:. de patente, garantidas........ |oaanmaes.
Todas as machinas *<" *ia"""""
Faz qualquer concert ^^'^- w -'13-
Formas de ferro >-"*- mer-
d-,vAilnfl Iocumbe-se de mandar, vir qnalqaer mach:nismo von-
JtSinCOmTnenuaS. tade dos clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
snas compras por intermedio de pessoa entenda, -a qae em qaalqaer necesaidade pode
Ibes prestar auxilio. \ ,
Arados americanos M-^
RUA DO BRUM N. 52
O CHAFARIZ
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife Olinda e Bckribc.
Compra de solipas.
No escriptorio desta com-
panhia, comprase constante-
mente a precos razoaveis,
solipas de oeica e sapu-
caia, das se^iintes dimen-
sfies : compnmento 10 pal-
mos, grossura 9 pollegadas,
grossura ditas.
Contrata-se com .o abaixo assiguado na est-
cao da roa da Aurora.
Estrada de ferro de Olinda, 23 de Janeiro
Precisa-se de urna ama pa-
ra c zinhar e comprar, on
lavar e engommar : na rua
do Baro da Victoria n. 28, antiga roa Nova.
a | 7~ Precisa-se de urna ama muito boa
VI \ \ cozinheira, para casa de homem sol-
to n. 6, loja.
Companhia pernambucana
de navegac,o costeira
vapor.
Pelo presente sao convidados os senhores accio-
nistas desta companhia a reuuirem se em assmn-
bla geral no dia 2i do correntc a 1 hora da lar-
de no 1" andar de seu predio n. 12, afim de cum-
prir-se o disposto no artigo 24 capitulo 5 dos es-
tatutos.
Recife, 12 de evereiro de 1873.
Os directores
' .caunders Brothers & C.
________________Keller & C.____________
Aluga-se o armazem e o primeiro andar da
casa n. 20, da rua do Bom Jess : tratar com
Cramer Frey A C, n. 62, da mesma ru;u______
lili.
Precisa-se do urna pessoa livre ou escrava, para
criado : na padaria da rua do Rangel n. 9._____
= Um morador rua de Marcilio ias, oufro-
ra Direita, nao podendo supportar tauta alrocida-
de, pede [lima, cmara municipal ou a quem
directamente competir, urna providencia enrgica
no sentido de coarelar a requintada malvadez de
certos carroceiros pela maneira desapiedada com
que tratam os pobres animaes que ditos vehculos
puxam, nao so em relacao ao peso enorme de que
os sobrecarregam.muito alem de suas breas, como
tambem pelo brbaro e infernal castigo que s
sujeitam, mxime em um paiz de civilisacao como
o nosso.________________________
Precisa-se de um caixeiro de idade de 10 a
12 annos, com pratica de taverna : a tratar na
rua de Santa Thereza n. lo.
1
- .i
uh
}.- .i ri i ; : !;!c." :
tin.i.ii i i!i.-a.:rr.'i. primaria, na
i_ J oflc! ece seu i pre-imo :ms
para quem d'-lles qui/.-'i -< n:i
Sobre o Pmt, saccaai i
praso c vista ; roa da Sladra de
Iimans vi fl, a
Deis n. I,
COMPRA?,
Compram-M algnmas casas terreas que se-
jam cm boas mas : na ua 'le Iloitas n. 112.
VrNM8.
E' barato
12 carreteis de liuha bram a por 400 rs.
3 gravaus bonitas por 1*000.
1 peca de bieo bom por 300 rs.
t masso de penis por 1.<00.
1 par de botos de plaque por 240 rs.
Por estes amen* s vende o Vianna, rua larga
di i Rosario n. :i_.______________.__________
"CABRIOLE!.
Vende-se um eabriuleff americano, de dous as-
ientos, muito leve e e i bom estado : para ver
na coebeira do Sr. Ccrino, rua do Hospicio nu-
mero 86.
\
Grande galope
Para piano.
F. Liba nio Colas.
pulilicar-se e aclia-se a venda esje
com Droniespicio especial e anato-
pel) muito (alentoso s simuatblco
l'or
Acaba de
linio galope
go, rom posto
maestro Colas.
Preco 200i.
A" na Nova n 11, arma em do Azcvedo.,
Vende-se um cavallo ruco pedral grande,
excellente para cabriolct: para ver na coxeira da
rua da Roda, e a tratar ua rua Dir.'ita n. 10
A infallibilidade
E
do
sumtno Pontfice
Caixeiro.
No hotel de Apipueoa precisa-se de um menino
para^caixeiro, pre:erindo algum que tenha pra-
tica/______________________
Precisa-se de um am ssador : n:i padaria
de Santo Amaro das Salinas n. 77. Na mesma se
compra um ou dous cscravos de meia idade.
O poiier temporal
nos tempos nctuaes
POR
Joaquim Dias da Silva Azcvedo Lemos.
Opsculo religioso recentcmente publicado :
vende-se na rua Primeiro de Mareo n. 2, livraria
Econmica.
Pceo 2.000.______________
^ARMVAL
Vestuarios novos
O Yiann rua Larga do Rozarlo vende, c ala-
ga os mais bonitos vestuarios, dminos, penis, la-
caio, principo, matuto, tudo fui hoje arrematado eia
leilao, portante o unico que m.iis barato vende ou
alliiga, todos sa) n vos.____________________
Madapolo avariado
a3 e 45000 : na ruada Iniperatriz n. 5, loja
da rosa branca._______________
0.
Na rua de Marcilio Dias n. 30 precisa-se do um
ou dous homens para moer caf._____________
Escrava
Aluga-se ou compra-se urna escrava que co i-
nhe e engomme : na rua 7 de Setembro, esquina
da rua Formosa n. 13.
BLIB DOS .M
HOS DIGNATARIOS
REUNIAO NA CAVERNA .
DOMINGO 23 E TEROA-FEIRA 25
S 2 Ij2 HORAS DB TARDE.
O comparecimecto dewis dessa hora trara
multa de lei.
V. de Borboleta,
Secretario do presiden le.___
Ulenco.
Quer-se alugar urna escrava para o servico ex-
terno e interno de urna casa de pouca familia : a
tratar na rua do Imperador n. 25, 2o andar.
_2i d f f R f* 813_r <@>'
ftp w w vv W va ?v S ^'
Na roa da Iraperatriz n. 47, 1* an- m
dar, urna senhera tendo j grande pra- 1
ti^a do ensino, recebe di>cipulas de
piano, msica e desenho.
" m
Ensino particular.
Salvador Henrique de Albuquerqae, presta-se
ensinar por casas e collegios particulares, nesta
Cidade e seus suburbios, todas as materias do en-
sino elementar, a alumnos de um e outro sexo.
Enaint e prepara as senhoras que se quizerem
haW_t_r para os concursos s cadeiras de instruc-
co primaria ; e todas as tardes em sua casa
Bode leccionar aos estudantes de preparator os
^ue precisarem de habUltar-se para o examo de
^Tambem ensina geometria e arithmetisa com
todo o desenvolvimento e applicacto.
Os senhores que se quizerem utihsar do leu
presumo, podem procura-lo no largo do Para
n. 8, segundo andar; pela manhi at as 9,
tarde das quatro horas em diante.________
..0000.
Precisa-se alugar urna escrava que engomme
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno
de urna casa de pequea familia oomposta de
duas pessoas : no largo do Paraizo n. 28, paga-
se a quantia cima. ______^^^^
Carnaval.
Na chapellerie des dames
se recebe toda e qualquer encommenda de fatos
pai a o carnaval. 0 pessoal deste estabelecimento
acha-se augmentado, aflm de que possa baver
toda a pontualidade na entrega das obras: na
rua do Bufo da Victoria n. 16^______________
Na rua do Imperador n.
um bom cozinheiro.
Cozinheiro.
75, loja, precisa-se de
Moleque.
Precisa-se alugar um moleque de 12 a 11 an-
nos : tratar no armazem do Campos : rua do
Imperador n. 28.______________________
= Alugase urna casa na rua da Praia do Cal-
dereiro n. 21 ; a tratar na rua do Livramento
n. 23 ______
Precisa-se de
para duas pessoas
urna escrava para alugar se
na rua Direita n. 61.
Prelo para alugar.
Precisa-se de um na padaria da travessa dos
Pires, padaria n. 9. *
e a
ioo#oeo
Pugio do engenho Pontal, em Serinhaera, no ia
7 do prximo passado, o mulato Simao, com os
signaes segnintes : estatura regular, corpo secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descancada: quem o pegar leve-o ao
Ma senbor o teneme-coronel Vicente Men-les
Wswierley no dito engenho, ou no Recife ao Sr.
Benurdino de Sena Pontual, na rua da Madre de
Seos n. 34, que receber a gratificacao de 100*. [ mero 21
Bom negpcio.
Vende-se 25 aceOes da companhia dos trilhos
urbanos do Recife a Olinda : nesta typographia se
dir.
Muirwnuunf|M8
GABINETE S
Medico-cirurgico
ROA DO IMPERADOR N. 73, f ANDAR
0 DB. NNES DA COSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operares de olbos.
Cora radical 6 instaQtalea dos ,
eslreitameutos da uretra.
Consultas: Das 7 s 10 boras
da mauba.
Chamados: A qaalqaer hora.
O abaixo assignado tendo comprado urna
burra, nos ultimo das de Janeiro ultimo, por cen-
to e sessenta mil ri, a Antonio Jorge, morador
na propriedade denominada Ouro, e deparando
com um annuncio publicado no Diai io n. 24 de
30 do dito mea, em o qual se recommenda duas
burras, que foram furtadas no engenho Poeta, na
noute de 20 para 21 do mencionado mez, e cpn-
ferindo alguns signaes da dita, com os ue veem
declarados no annuncio (a excepclo do ferro)
vem pelo presente pe ir encarecidamente ao Sr.
annunciante a bondade de mandar pessoa hab -
litada, e que 'enha petfeifo conhecimento das
mencionadas burras, atim de verificar se ou
nao urna das ditas, para lhe ser entregue.
Engenho Uruc, 16 de fevereiro de 1873
Francisco Cordeiro Falcao.
de 1873.
" 0 gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Precisa-se de um menino, de 12 a 14 annos de
idade, forro ou captivo, para criado de urna casa
je pequea familia, com tanto que saiba fazer
jompras e entenda de sen-ico de copeiro. A tra-
tar na rua do Capibaribc n. 40.
Expsito de plantas vindas
da Europa.
Rua Duque de Caxias n. O
Por L. Pollorcc chegado nesses dias toda va re-
dade, de plantas, raizss. gementes, batatas, tanto
de flores como de hortalice, que s a vista do com-
prador.
Vende-se
duas casas de pedra e cal com 2 salas, 2 quartos,
o cozinlia externa, eada urna, ni Santa Cruz dos
Milagros, em Olinda, com a frente para os lanhos
salgados e os fundos para a linha de trio, com
alguns eoqneiros : a tratar com Manuel Ignacio
da Silva Braga, na ladeira da ribera, n. 7 e:n
Olinda.______________
Vende-se um sitio em Bebaribe, MOteodo
100 palmos de frente e 4(0 de fundo, com urna
casa nova de lijloe cal, contenda Isaas, 1 ga-
binete, 2 qoartos, despensa e cozinha : a tratar
na rua de lionas n. 24._______________
Borradla!!
Para limas, a melhor e mais barata do merc_-
do : dcl'roiile da alfandega n. 4._____
Vende-se urna preta motila, de idade de 18
annos de muito bonita figura, recolhida, sem vi-
cio e sem achaque, com, bom principio de habi-
lidade, e outra preta, peifcita engommadeira e
cozinheira, de 28 annos de idade, e duas filhas
desta, urna de 10 annos c a outra de i) annos de
idade, pretas c bonitas negrotas : ni rua de llor-
tas n. 110.______________________________
Borracha
para limas
Vende-se a I 200 a libr. : na rua do Bario
da Victoria n. 63, loja de Joao Joaquim da Costa
Leite.__________________________________
Taverna
Vende-se a taverna da travessa da rua das Cru-
zes n, 6, com poucos fund?, propria jara princi-
piante : a tratar na mesma._________________
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias
.- 50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s c novas gollinhas, trabalho de li e seda, en-
neitadas co:n arminho, obras estas de muito gosto
e inteirarnenle novas. ^^^^^^
Terceiro andar.

FilhsIFilhs!
DUZENTOS MD_
Para os tres dias de entfudo
Domingo, segunda eterna
Leia quem quizer e encommende quem
puder.
10, 20, 50. 100, 200, 500, 1,000, etc.
Grande fabrico, grande fabrico.
Duzentos mil filhs 11...
Dous mil litros de mel de assucar para
os mesmos.
Tomi-se desde ja encommendas de filhs ate
a quantidade d- DUZENTOS MIL.
Para que nao haja falta em satisfazer todas as
encommendas que temos tido e aue venhamos a
ter dos tao preeonisado filhs aa nossa fabri-
ca, estamos munidos de urna excellente machina
apropriada, que pode prodozir duzentos mil filhs
em seis horas. S na confeitarii do Campos
rua do Imperador n. tt.
Suppresso dos trens extraordina
ros dos especlacolos aos sal)
hados,
Em consequencia de ausencia completa de
passageiros, deiiar esta companhia de expe-
dir trens aos sabbados, depois dos espectcu-
los, a come^ar de sabbado 22 do corrente em
diante.
Escriptorio da companhia, 17 de fevereiro
de 1873.
0 gerente interine,
Laurentino Jos de Miraiula.
O abaixo assignado previne a tolos os Srs.
que se dignaram assignar um volume de poesa
de seu finado irmio o bacharcl Antonio Ranjel de
Torres Randeira, que breve tem de sabir do pre-
lo, que as nicas pessoas encarregadas de re-
cebimento das respectivas asignaturas, sao os
Srs Dr. Aprigio Justiniano da Silva Guimaraes c
o Rvd. conego Francisco Rochaet Pereira de Bri-
to Medeiros.
Recife, 18 de fevereiro de 1873.
Joe Vicente de Torres Bandeira.
(MliOl
O bacalhJo da Noruega, em cixs e meias
ditas : co caes da Alfandega o. I, arnia*B Tasso Irmnf & C _______*
Aluga-se o 3* andar do sobrado da roa do Pa-
dre Floriano com 5 quartos, i salas, cozinha e
cambrone : a tratar na f na larga do Rosario nu-

Precisa-se de um caixeiro para taverna : na
ma de Lomas Valentinas : a tratar no hotel de
Aguas-Verdes n. 64.___________________
MOFINA
Est encouraqado 11!
Roga-se ao nim. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor _e vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembrode 4871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
8m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito atmos, e quando o Sr. seu nlho se
achava nesta cidade.
Umapergunta aoSr.Morei-
ra da rua Imperial
E' o senhor o propretar'o da chapa e ttulo dos
cigarros Maurity c outro, ou o Figueiredo do
becco Largo ? O senhor diz em seus massos de
cigarros, que o inventor, nao sei como pode ser
Vmc. o inventor hoje, quando elle ha mais de um
anno diz : o fabricante pede como inventor destes
cigarros, que os consumideres reparen para a
firma do rotulo, visto haverem muitos fabricantes
imitantes. Vmc. diz hoje a mesma cousa, isto e
Vmc. querer tirar o direito a quem perlence, pois
alem da chapa ser igual Vmc. ainda diz, do lado
do masso o mesmo que i lie, para poder confun-
dir os consumidores ; mo isto de parecer-se
com outro para poder assim vender sua fazonda.
= Na rua da Palma n. 65 faz-se filhs com
perfeicao, assim como aluga-se urna preta que
sirva para vender na jua.___________________
Ao conmercie
Escrava.
Precisa-se alugar urai
temo : na rua da Cruz .
ara e sorvico inter-
!. andar
Joao Baptista da Silva tem justo e contratado
com os Srs. Costa & Rosa a con pra do hotel sito
na casa da ma estreita do Rosario n. 10, livre e
desembarcelo de todo e qualquer debito : por
isso quem se julgar com direito ao mesmo, queira
apresentar sua reclamacao dentro do praso de
tres dias, a contar de hoje. findo o qual nio ser
mais attenddo. Recife 19 de fovereiro de 1873.
Casa e terreno venda
Vende-se a casa terrea n. 64 da rua do Hospi-
cio, a qual tem 2 salas, 4 qu rtos, cozinha (ora e
quintal murado ; um- terreno com parte aterrado
e parte al gado, contiguo a casa n 64, cora 70
palmos de frente e cerca de 420 de fundo, tendo
duas frentes, urna para a rua do Hospicio e outra
para a nova rua projectada: a tratar cora o agen-
te Martins, na rua do Imperador n. 48.
Borracha fina de Santarem
para limas de clieiro.
Vende-se borracha fina de Santarem para
limas de cheiro, da melhor qualidaoVguc
tem vindo a esto mercado, tanto areHbo
como em poreo, e por menos do. qpMeta'
outra qualquer parto, na rua do Baro da Vic-
toria n. 13, loja de H. Jos Roberto.,,
Precisa-se de um homem para pucha-
dor de roda, e um menino para recebedoi' de
papel: n'esta typographia.
'Acha-se fgido desde o dia 12 de dez?ra-
bro do anno prximo passado o moleque Altino,
de 15 para lo annos de idade, com os signaes
seguales : cor fala. secco do corpo, olbos vivos,
pernas finas, muito ladino, levou vestido calca
e camisa de algodao de listras; suppoe-se elle
andar mesmo pelo Recife, ou pelo matto, na rre-
gueza de Ipojuca, no engenho Pinderama, onae
tem unurmio forro : .oga-se a apprehensao do
ditoescravo e leva-Io em Olinda no sio dono
m nado Jardim Botan co, aos seus senhores,
aJm de .gratos, rec mpensarao generosamema.
Camisas francezas brancas a
. 2#, tem pouca avaria.
O Vianna s vende por metade do seu valor as
fazendas que pode arrematar e por isso andar
depressa que pecbincha : rua larga do Rosa-
rio n. 22.________________________
Cli preto e verde
Vende-se no bazar victoria cha preto e verde
de muito boa qualidade : na ma _o Bario da
Victoria n. 2, loja de Amaral, Mabuco 4 C
VENDE-SE
urna taverna no pateo da Santa Cruz n. .2 por
causa do dono se retirar para Europa a tratar
que de sua saude : quem pretend>r apptwca na
I mesma.



6 Jh
______________ v ____________________________-
Fazendas em hquidaQo
Diario de Pernainbuco Sabbado 22 de Fevereiro de 1873.
3=
NA
2

N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
DE!
PEtAEIRA DA SILVA & C.
Tea lo o propietario destc importante estabelecimento, grande vontade de liquidar
tolas as fazendas que tem em ser, tem resolvidc vende-las por precos muito maisbaratos do
que se vom Jem em ou tra qualquer parte, com o ftm de apurar dinhoiro, razio por qufe ctr-
vida o resp Mtavel publico a vir sortir-se, nilo s de um avultado sortimento defazabtfasap
lei, como tambnm de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostos.
E previne quo^s vende a dinheiro vista, por estar em liquidagio'.
(1IF\\I)I\FS OFFICINA DE-ALFAIATE NA LOJADO
COM LISTRAS DE SEDA A 800 RS.O COVADO Neste grande e3tabelecmeoto encoatrari
O Pavao recebeu um eleganto sortimento o rjspeitavel publico, ama bem montada oli-
das mais nulas grenadines pretas com listras cia de alfaiate, onde so manda xecotar
de seda de cor, tendo entre ellas com listra qaalqaer peca de obra, tanto pa/r homem,
roxa propria para luto, que vende pelo ba- como para meninos, com a nuior prei-
ratissimo proco de 800 ris o corado ; assim tosa e perfeicSo assim como para qoalqoer
que vende a 1JH>00 ris o covado. Esta ma officina um perito fficial destinado para
uzeada voio pelo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaes de guardatib
monte da Europa, e liquida-se na loja do cional oa tropa de linha, sendo esta oflksbaj
Pavao ra da Imperatriz n. 60. |d rgida pelo hbil artista Pedro' Celestino
CIMBRIS AM-RTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalbo.
95000 e 109000 RS. ESPARTILHOS A 33000.
O PavSo recebeu um eleganto sortimento O Pav5o tem om grande sortimento tfe
das mais finas cambraias brancas, abortas e esoartilhos, tanto para s sobn como pwj
bordadas para vestidos, que vende pelo ba- menina, qbe vende pelo barato prefo de
ratissimo precos de 9?, c 1O3J000 rs. o 3J00O. Ditos moito finos a 40030 e 50000,
corte, tendo bastante fazenda.E',pochincha,
'na loja do Pavao ama da Imperatris u. 60.
LSINHAS BORDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Patria recebeu um elegante sortimento
das mas lindas lisiabas transparentes com
fiorzinbas bordadas, tendo de todas as cores
inclusive rota propria para viuva, e vende
polo baratissimo prono de 400 rs. o covado.
E' pechinchinaloja do Pavio a ra da Im-
peraba/, n. 60.
Giii.N UH.NKS A 640 RS. O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
>las mais lindas gfenadines pretas com listras
brancas e do coro, sendo muito boa quali-
dade, vende pelo baratissimo preco. de 560
rs. o coy nl>. E' pechinchana loja do Pa-
vio a ruada Imperatriz n. 60.
COBERTAS DE Fl'STO ACOLXOADAS A
49000 RS.
O Pavao recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fustao, acolxoadas,
guarnecidas com franja om volta, tendo bran-
case de todas as cores, e vende polo baratissi-
mo preco de l&, rs. E' pecbinclia na loja
do Pavi i a ra da Imperatriz n. 60,
CHAPEOS PARA SENIIORA A 12^000 RS.
O Pari recebeu um elegante sortimento
dos mais molemos chapos de palha, rica-
m 'uto enfeitados, para se'nbora, com os seos
eomoetontes veos, e vende pelo baratissimo
preco de 129000 es. E' p-i-liincha na loja
) Pavao a ruada Imperatriz n. 60.
LAS MOMIRNYS
0 Pari i vende um bonito sortimento do
i inhas lustradas, sendo das mais modernas
quo ten indo ao morcado, pelo baratissimo
proco de 560 e 600rs. o covado. E'pe-
chincbana loja do Pari a ra da Impera-
triz n. 60.
ALPACAS LATEADAS A 640
0 COVADO.
Chcgou i>ara a loja do Pavao um elegante
sortimento das mais bonitas alpacas de cores
lavradas, seudo as cores mais modernas que
tem vin lo para rostidos, e rende-se pelo ba-
ratissimo preco do 640 rs. o covado. I"
p chincha na toja do Pavao a ruada Impe-
' itriz ii. 60.
Ci'tc3 Ii- cambraia, iriikaa ua-
virinilc, n 3rOl>.
O Pavao recebeu p?lo ultimo vapor de
Europa cortes de cambraia branca com ba-
ba buhos ricamente bordados, tendofazenda
suficiente pa a vestido de qualquer modelo,
estos vesti los sio os mais modernos que tem
rindo ao ni Tea lo,-e pola sua excessiva bara-
teza, lomam-seaecommendareis as senhoras
debata gosto. Bazar do Pari, ruada
Imperatriz n. 60.
:.Y;0S A 29100 A Dl'ZIA.
O Pavio tem urna grande porcao de lon-
gos brancos com barra de cor, muito bonitos
e boa q i.ili lado, quo vende por 29400 por
t t gran le poi*C&0,
Ditos to los brancos abainbados muito fi-
nos a 29300.
Ditos chin es eosn. torra de cor, muito fi-
nos a :i J'). E' grande pocliincha, na loja
Atlciu'iii!!!
A MADRESILVA.
Praqa da Independencia
ns. 38 e 40.
Acaba a Madresilva de receber diversos
objectos, como sejam :
Ricos aderecos de madreperola brancos e
to cores.
Diartemas de madreperola, ditos dourados-,
to de massa ou bfalo, ricamente Yifeita-
os, mneSUngnro brlfhantes; cassolets'd
laque com v voltas e sem ellas, imitando
uro, pulseiras douradas, ditas imiffind
tartaruga, rico sortimento de grarapds palla
ibrflo, sendo borboletas, besburos e beija-
ores e outras muitas qualidades, tudo lie
ftiuito gosto, rico sortimento de gravanhas
[de lagos para senhom, sendo velludo, sarja,
setim, gaze, escossezas e de urna so cor, fa-
zenda inteiramente novidade.
, Liodo sortimento de leques de marfim,
snad&perbla, frtaVug'a, ditosdourad's, com
seda sem-olla, aln destey*de outras mui-
RS.
do IV.
lim^|ras a 3&009.
. O Pari recebeu-pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento do romeiras pretas de fil
salpicos, com lindos enfeites pretos o de
cOiW, o_ ven lo pelo barato proco de 39000
ca la un, por ter grartde porcao!
Mitos tolos de seda ricamente enfeitados a
49000.
PARA O CARNAVAL.
j. I* t min
" O Pavio tem um grande sortimento de d-
ios de u.' las as qualidades gostos, proprios
parcamaval, tenlotambem de merino
escossez muito inteiessahtes, que vende ou
aluga por procos muito barat >s, por ter gran-
dt? porcao.
LEN(JO'E3DE BRVMANT.
O Pavao vonde lencas de brammte mui-
to grandes, s.mdo denm panno s, polo ba-
ratiasimo preco de ifiO cada om.
MADAPOLOESi
Pees do m-dmoio francer. muito fino
com 23 jardas a 5J500 e G5D00.
Ditisc-m 24 jardas mailo 8op8rior a
6,53^0 o 7')0 '.
Oi p ingle/, f,zonda muito fina 5S000,
63 XK) o 6>500 at i ^000.
Dit '8 franc-ize e inlezes muito fiaos de
49jirda3 para diff-rentes precos.
ALGODlOZNHO.
O Pava > venda por preco muito barato
iafa do alio 15 izinho americano moito
sao dos mais moderos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 10 RS.
CHITAS A 240 RS.
O Pavio vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo moito boa fazenda; com
padres claros e escaros, pelo barato preco
do 240 r3 o covado, por ter um -Mvw
qua de mofo: pechincba.
LIQUIDAQAO DE CALC4S )K CASEMIRA
0 Pavao tem um grande soriimento 'do
talcas de casemira de todas as cores a qna
i.'.d3s, para todos 03 precos, e desojando
muito liquida-las, resolveu vende-las por
ura preco muito em cont i, para diminair a
granla porco.
CASSAS FRANCEZAS.
0 Pavao vende bonitas cassas francezas
com bonitos padres, e de rauita phantasia
pelo baratissimo preco de 240 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mis diifiier-'
ro, grande pechincha, na loja do PaVb.'
BOURNUS A 169000.
O. Pavao recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
al boje sao conbecidos, e em relacAo x-
cessiva baratoza, convidam-se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim admirarem 6 qu
lia de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 6Wei'
O Pavao vende cortes de cambraia brhcaf
com listas c lavores da mesma cot,;1nd fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
proco de 69000, por ser grande pechincha.
Ditos muito finos com babadinltos brancos
bordados a 89000.
Ditos ditos com listas de cores a 43JOOO e
59000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de baliadinbosde coros a 99000. E' grande
pechincha na loja do Pavio.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
0 Pavio vende superior bramante de al-
ifodid tendo 6 palmos de largora que s
oercisa de 1 '/i vara para um lencol, me-
tro I|J600 e a vara 10*00.
Dito de linho paro superior muito encor-
?a<1o com a mesma largura a vara 23400
Ditos fraocezes maito finos a 20500 e
10000.
Pefa de Hamburgo e panno de linho com
20 e 30 varas, para todos os precos'fc
qualidade.
Pecas de bretaoha de poro linho, tendo
10 jardas pelos precos mais barato que se
'.eu vito.
Pechincha de finissimo esgniio suceleua
om 6 jirdas 70.00.
F'e^a de finissimo celena com 30 Jardas
30o 0, atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de largura a vara 20u(iO.
CALCAS DS CASEMIRA.
O Pavio tem um grande sortimento de
5'lfa de casemira, a&sim como cortes o*
mais modernos que tem vindo nos ltimos
5-jorras e em fazenda das mais finas e mai
como dita muito fina com bstra encarnada, luto quede repenteappareca, teado tameB-' ** qa'"iades, que-nnabbno senameneio-
ar, tanto para senhoras como para me-
pinas.
Rito: sOrtimehtb do punhos e golinhas
aord'das" em cambraia de linho e camizinhas
bordadas para senhoras.
Bonitas guarniges ou dragonas para en*
leite de vestidos, assim como os mito deso-
jados cordes de seda, fazenda inteiramente
Aoridadft'Doste 'mercado.
Rico sortimento' de caixinhas com prepa-
ros para costura", sendo do tampas de crystafl
e de outras muitas qualidade e tamanhs,
ditas para porta-joias, porta^oxtractos, ricos
porta-M-oogios, porta-charutos, porta-cinza,
tnteiros, casticacs, tudo sio objectos de
plaqu, proprios para presentear a qualquer
pessoa, assim eomo-diversos objectos para
scriptorio, facas para cortar papel, carteiras
parifnots, cixs rjafa/iilibsphtrps, caiidUsfl
bdru^idal e lisisi m.-rtaas para 'crianca, si-
^ieteskpa1'aiabi,ir' firnra, carxscbrt'tendoSrma'
paneta, um lapis e um caivete, agulheiros
'i dedaes, todos stes'objecto sio domarfim,
azenda inteiraiiciit' novidaej assiw como
utros muitos qjueadta vistaf* dos prftenden-
ies se podero mencionar.
Vestuarios para crianzas, -thapiiteiiilros de.
seda, sapatinhos de merin^d stfrrV,'rr/eias*
de seda e de algodo, brancas e de cores, tu-
Opara bipftdos,:
Rico sorrimento de babadores para crian-
ca ligas de -soda para senhoras, lencos
brancos com ramagons, meias de seda para
senhoras e meninas* ditas de fio do Escosia.t
0 nielhr'quo se pds desojar, assim como
meias de li, proprias para senhoras.
Rico sortiiBBBto do escoras com costas de
balffi, marcTOladas: de madreperola, para
Soupa e cabello, e de outras muitas qualid-
ades.
AGULHAS E LINDAS PARA MACHINAS.
A. Madresilva acaba do receber um com-
Sletb softmirjntd'deaglhas e linhas brancas,
e cores o pretas para masbihas, dos fabri-
cantes Grovor & Bakr's, assim como agulhas
de todas as qualWades e linhas de seda para
bordar e para crochet,- ricas 'cpeBas com
yos e sem cllospara oivas,: filbraheo com
bonitas ramagons e com 7 palmos de largura,
fazenda especial: s na Madresilva.
Rico sortimento de flores de laranja em
ramas e sepas, de todos os tamanhs, para
enfeites de vestidos de noivas.
Rico sortimento de collariiihos e punhos
bordados e lisos, de linho e algodo, para
homens, assim como chapeos de sol com
ast de marfim, eoXitros muitos artigos.
TEM A MADRESILVA *
bonito sortimento de jarros, casticaes com
ingentos, garrafas e copos para espirito,
frascos, garrafinhas de diversos gostos, pro-
prias para toilettes, assim como acaba de re-
ceber um completo .'sortimento de cspelhos
de molduras dobradas, de todos os tamah
nhos, de 3 a 9 palrrfos de altura elargura
regular.
A MADRESILVA >
acaba de receb?' m especial sortimento de
luras de Jouvin, brancas, pretas e de cores,
para homens e senhoras, assim como tam-
bem para meninas e meninos de 3 annos
para cima.
BONECAS.
Rico sortirtiente de bonecas de todos os
tamanhs e com rosto'de cera.
BORDADOS.
A Madresilva acaba te receber um rico
sortimento de be*dado3^em cambraia de li
MACHINAS
DE
C OS TUBA
Chegaramao Bazar Universal dama No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costara, das melhores qualidades que existe
oa America, das quaes muitas'j sio bem
conbecidas pelos seos autores, como sejam;
Weer-4 Wilson, Groter & Boka, Silen-
ciosas, Weed 6 Imperiaes e outras muitas
qae com a vista deverao agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo que trinta costure-iras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feicao como as mais perfeitas costureiras.
Garante-ce a saa boa qnalidade e ensina-se
a trabalhar com perfeicio em menos de ama
Sora, ej os precos sao lio comaJorJs que
((evem'agradwr aos pretendemos
Na padaria alloma na ra da Guia n.
54, tem para se vender o seguintu :
Kn-ilhas de tres differentesqiisli lados, fei-
jiobranco graiido, ropolhoom barricas, lon-
tilhas, sovadinha (Perle), Sag, ameixos,
macas e cerejas seccas; tamben) tom para
rendir duas batofiras grandes com ganchos
e bracos, algurs pesos, duas rodinhasde me-
tal para carrinho de mi, urna forma c um
forno para fazer hostias e obreias, e urna
bomba.
Lznhas para vestido a 320
rs. o covado.
S na ra do Duque de Caxias n. 00 A, outr'o-
ra ra do Queiuiado, loja da esquina, de Bento
da Silva k C.________ -_______________
Rival sem sepndo.
Cheg ram agulhas para machinas, do fabricante
Crower A Baker. Duzia pur 2000._________
SMOKED BACON
ExceHente tourinho inglez em latas de qnatro
lihras a 000 rs a libra : no armazem de Tasso
IniliM & C, ra do Amoriin n. 37._________
Libras stcrlinas.
Vendc-se no annazem de fazendas de Augusto
F. de Oliveira i C, ra do Comniercio n. 42.
Novidade carnavalesca!!!
BOTES PARA PINHOS COM CASGAVLIS,
A" VENffA.
!ji=Bn:nr Ja rita Vireita=5-
A elle?! a elle?! a elles que estao se aca-
bando.
aovas ao mercado, e vndese por barato' "ho, fazenda- iiHeiramente novidade -neste
mei'cadO.sendoibabadOS e entremeios.
Finalmente, a Madresilva, alm dos arti-
gos que ros faz meacaoy tem outros muitos
que enfadonho seria? explicar-vos, por isso a
MadresilT*espera que ros digneis visita-la
mais a miudo, a qual.vos ficarS sempre
grata.
oreco para aporar drabeiro assim como cal
as de brim hranco e de cftres por precos
maito razoaveis para aiabar.
TNICAS PRETAS.
0 Pivo recebeo nm grande sortimeato
das mais ricas tnicas de grs preto, rica
mente enditadas, e vende pjr preco razos-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3550000 AT 60^000.
0 Pavio recebeu om lindo sortimento
dos mais ricos cortes de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos os enei
tes'necessarios, e vende pelos pre^is d
355000 at 600000, nio tem rindo nada
mais rico nem mais moderno.
1) bazar da ra Direila n. 51
Granadme rom Hstras 9a seda para vestidos
POlt 700 Its O COVADO.
As nielhftrs rtiudezas, bolinas e mais outras
qualidades decalcado franoe-, chapeos para se-
noras.
Tem inn lindo sortiiitcnto
Luvas fraseas do iourin.
I'erfumarias dos mais afamados fabricantes.
Ptrnrea ou gravalinbas do ulii i o gosto, para
senho-as,
Artigas de lino e phantasia,
Tudo por preco ma s rasoavcl do que em oulra
qualquer parto.
N. 51Bazar da ra DiriftaN. 51.
Yende-se
Clicgiioin quanlo antes!!
A SUN* 5S960! SgflOO!
Undw chapeos camposrei, da ullima moda,
Safa senhora, s na roa o Duque de Caxias n.
3 A, loja da esquina, de Bento da Silva & C.
bom cita i8 jarda* a 40900,
Dito rom 24 i.ird s a 4J500 e 55000
ate 6/h o.
Dito argo marca T moito encorpado a
65000.
ALGODO ENTESTADO.
O Pavio venda o rjrdaro fi superior
algM i de .la.* larguras para lenf^s,
leodo muito en-ornado 15 >00 cada vara.'l
Dit- i a .< iio d mesiia larc-iu-a l-J'SO.
CrtHTI-^D' CUITAS A 2i5j S -5SSJ-
O i' 8o v, a!, 0,j-Bj de rbjtas f^ncezas
fiaa na i -, ,dm pelo diminuto preco
dti 2t5i O .d corte.
Oi'is cim l corados
2588=) cada carte.
jatdas
pelo prfo di
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A '0509, 80000 E 100005.
0 Pavao tem um graode sortimento def
cortinados para cama e janellas, que ven-
de pelo barat. preco de 70500; 8090) e
100000 o par, tendo at por 180000, assim
orno colchas de dnico para caans de
noiv s, e grande sortimento de tapetes tan-
to para 4cadeiras como para cimas, pianos,
portas, etc., todo vende por precos. razoa-
"als.
CAMBRAIAS.
O Pav3o rende cortes de cambraia trans-.
parante propria para vestidos a 20SOO e
300 -O.-
Pei;a de dita muito fina com 40
tanto ta aada como transparente a
MOOO e 65000 at a mais fina' que1 veo
io marca to.
CORTES DE PERCALU COM DASSAMS
A 45000.
0 PavJo rende bonitos corles ds prsoat*
gosto a 40000, jjechincha.
BAPTISTAS DE GRANDE NOtDBE '
O Pavio vdnde um grande sortim^o'o
das mais modrnis, baptizas' com lista d
cor, p-op-ias pira vestido, com coreaaia
oova< qoe trat viado ao mercado-sendo
miito mii< largas do qua as chitas frartr^as',;
e vrale pelo bi.-atissan prefo d"5wrs.
cada covado.
duas casas feilas d taipa e em uio es-
tado, edificadas om chaos propiios, ca o-
trada do Cxang e muito prximas
l>ovoai.au, ten lo olerreuo 100 palmos de
limJo sulliienio para se edificar um boa
da ditae sitio, por ser o lugar um dos mais altos
T.-iss. povoarao : a tratar eo:n .o coinmcndsdor
(Tedio
JAUK01S
m iripas e li htitoJi
S! mn ; ro rou&an
vacwi inglezn i 5 00(1
d r.*eo Ira iei 4 C ,
Vende-seositio da estrada da Cruz de Almas,
Jue fica entro o -do coinnieodador Tasso e o do
e3mbarfcn:ai>r Doria, comasa de viver.da, d ffo-
rentes .arrotiaeto; grande banca de cap, te.,
dando os fundos para a estrada dos .trilhos urban
osao.ida:e9aca9;,da JaqueiFa : a tratar-na
ra do Amorim n. 37.'"
Farinha de mandioca a 3| o
sacco.
Na ra da Madre de .Dos, n. 3 ; a ella, em
quanto nao se traba/
Xarop d'grio do Para
i Anti|o|o! ooboeituado. madcamonto para
curadas molestia*.;do&; orgos.respiratorios,
Qoraat^^krtrjsieaBpbronchito, aathra, eto.,
applicado ainda om ptimios resultados po,
loscrbuta*
V'eadeWjaa, phrmaoa'e drogariavte Bar-
thotqiiwn CW'fle1t'araafib'a'^ili"KaeedS : na- ra da Ha'
dre de Deu-^ n. 5,1. andar.
Borraeha.
TSf^V^br H" I* de ebeiro: a ra
SHt^EDO ECONOMA E CELERiDAOB.
Obtem-se com o uso
INJEGCAO SHOST
nica, hygienka, radical e infalli vol na cu-
ra das gonorboas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes-ou ebronicas; e que
offrece como garanta desalutaros resultados
a continuada applicagao que sempre com a
maior vantagem se tem feit delta nos hos-
pitaes de Paris.
L^iico deposito par,ao Brasil,, Bartliolomcu
<& C, rualjga do Rosario n. 3>.
Vende-se urna excellent.-. eamiha, feita de lijlo
e cH Nta n estrada nova do Ciixang, prxima
a csta-ao dos bonds. (pouo alm da Villa-Socea)
por preco raroavol : quein a pretender dirija-sr
a ra da Aurora h. 43, 2." andar, que achara
dom quem tratar..
Pede obler em pouco lempo com o uso do Oieibor dos licoresa .fuada
Faz^oilo annos qne conheddo este pr|5coso'tWco,'j diffcl actar urna pesso
qoe, tendo experimentado pessoalmente, nao falle em seo favor, j cmo bon eatomaca
e apetiaador, tomando nm calix della antes i jairtlh1 'oo tomo fscilHdo*- da digtmo
tomando-se depois.
da HESPERipiNA a LARANJA AMARGA, nio ha nm s babitantdoBRJS'sli: (a trra
especial das laranjas) qae lSo conbeca as propriedads medicina** da dooad*- frocU^
ora bem,
em seo estado natural tem um gosto pouco dgrdavel,"e o" mrito" da Hesperidiai Mu-
siste em reter suas boas propriedads, e ?o ipesnnrti-uMio apreseuta-la como
EXQUISITO Jjbo
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL n5o tem nada qm>* invtar as
melhores importaces europeas de calhegoria setoffiah'tel Estas, qoandb mnilo, pode
ser go8losas, porm a Hesperidioa a combmacio per feita do
p ACRADAYEL E SADaTEE
Fara prora de qua om artigo no qual pde-se ter inte-a eonfiaota, por ser poro
e innocente, basta direr-se que foi plenamente approvada e autorisada pela"
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiltindo soa livre elabora{io no imperio; outra
BOA sPH a acceitaco geral que tem em todas as parte onde' apresenuda'. Em' 1864 estabe-
leceose a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 1869 segohdi'eni Rntevido' e
no dia da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR inaogorou-se a fabrica qoe actnalment
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacific tem boa acceitacJo.
tanto qne rara a casa qne considera completo sea aparador sem ama garrafa'de

O bomem velho toma Hesperidioa para obtt



0 bomem docnte tom: Hesperidioa para obtef

O homem debit toma Hesperidioa para obter
Nos bailes as donzellas e os mocos lomam a HeSperldiha para obter boa cor
animaco dorante os loncos gyros da
BARROS JNIOR C, roa do Vigario Tenorio n. 7, Io andar, receberam eate
grande especifico, e ven m-no nos depsitos seguintl:
Joaquim Eerreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zferino Caroeiro, rna do Commercio.
Marcelino Jos Gonfalves da'Fonte, ra da Cadea n. i.
Antonio Gomes Pites cV C, ra da Cadeia.
Antonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes Irmlo botel da Passagem.

m?,im t?",,en! da ^?^ ,0Me' c0"1*0/ defl*octarrh*es, e todm as molestias dos pulmn,
que tem feto importantes curas, e que hoje o uni eceit pelos melkom'thdiajt ^?
DEPOSITO OERAL, 34, ra Larga do Rosario, PERNAMBUCO.
:
vj&wuRm
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAIMR & C\
PERA'AMRUCO
L
Esta tinta recommenda-se i^ela sua com-
poBicad e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, d at
tres excellentes copias, mesmo muitos dia*
depois de escrever, e prefevivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
Hatos de commercio, documentos eto de
que se qareca longa conservaca.
111 i i i" ni i




Vende-s na pharmacia de are; deC., rna Nova n. 25.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes o melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C., ra Larga dosario e Rn. 34.
Bicha
S:
NovamBrate elbegads.
Yendo-so
pa botica france;a,'rua da Cruz n. 22.
. Cadeirag oratorias com ausenta, de palhinba
IOS00O cada urna no caes do Apollo, arma-
tem d Taso lrm4o$ & C.
Mais delles.
Anncis eleclricos.
f^Oaqi.oltes anneis elcetrieos, tao uteis para o
nervoso, e quo a Magnolia, rna Duque de Ca-
sias n. 45 tem vendido porcao | e quo por seren
os nicos verdaderos, mtuto tem aproveitadi; maos & C. eai oii nnazein da ra c A1..011
pojo ultimo vapor veio nova remessa : elles an- numen 37.
fe rZ a' Na Magn0la" ^'rUa DttqUC Fio de algoso da Babia e caldo Lisboa, re-
> i^axia.. conteniente rliegado : ba para vender no s-
criptorio de Joaquim,Jo Goncalves Beltrao & Fi,
iho, ra do 1 lunnjmo u. o.
*\
eja
. A verdadoira cerveja da liaviera, marca ba
deira, de superior qualidale : vendem. Tasso
Ven
de.S
stttWkc.. ~;
Vm^-scnm t^atN^ell^ito'd6lsni(l$i'iK
'dar/4itM09-He"'iKk jpffWor p-qnWaw
wtnm ^trtimr m S>WPaWfc.,irPua 6'1^
ratri Wtt
SE
BArba para, o cain a va!.
Barba para, o carnaval,
; la do Marque/ d Glittda
n. 51,
primcironiito,,
*
TASSO MAOS A C.
Em sous armazens rna do Amorim
n. 37 e ,ca.e$ do Apollo n. 47,
tena para vender por pregos commodos :
Tijilos encarnados, sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Ctnenlo Porttaod./
Cimento Ilvdrauicc.
Machinas do descaro'ar.algodo.
Kfadhinas de padaria.
Tqtassa da RaSsia em barril,
l hosphoros de edra.
Sagn em garraf3es.
Se^'adinha em parraf6>.
Lant i has em garrafSeS.
Rluin da aJmaica.
Vfiho d.vPert*. valho engarrafado.
Viho do Porto superior, d^ o.
Vtnh de- Bordaaux, dito.
Vmho de Scherry.
Vinho da Va-kinv.
Potes com tinguas c doradas inglezas.
Lwores- finos soriidds.
Ofoac. Gaulhier Fwres,
I*ta de- loucinha iaglei.
SJBarris com ropclho em salmourJh*<
I
n2uUeJra
Precisa-Fe de-uma fozin'eira para una casaj
e.-lrangcira': a iralnr na ra do Commercio n. 38Ut
1 andar.
Areiifle-Ke
Dna .casas ,teiT.'as.ni|vaj, na ra de S. Jlo n.
77 e 79 ; assim co 1 o, aoiiAaluis grandes, eotff:
todp iaU,som, usOjalipu^r tratar, n(,rua e
Pedr Alfonso, S':bi:ad^e um aod^f,p.,|.;i
Bio^acliai'!
VenJe-se Imrraolia .da aieJlmr qiialioaijto-
t m vindo ao in'i-ca.loi. por commad proco :
ra "do Bario da .VKtona'n.,^' loja dr Terra,
de Souza & HiniUsaeS"^ "
Oti^tQ^d^giiy^Raf
Nii|>er<(crM
noccnptorio dTas*vinnaos.&iOc, ra fe Ama-
rina 11. 3X.

BSH^BIB^BHSHpjjpjpjsja


f
____________
D ario de Jgeimnibuoo Sbbado 22 teiiFeraiw de i8?3.
7
\rto ha parte nlgiima do corpo de quemis
dependa a sua esbelteza-do que o cabello. Sojam as nossas
fei$6es as mais triviaes e tenhamos um cabello bonito, cis-
nes com uto grande encanto om nos ; pelo contrario, seja
o cabello rujo e spero, o eis que toda a nossa physionomia,
por mais expressiva que seja por si s, esmorece e assume
um aspecto de velhice. Nao debalde que em geral se pe
tanto cuidado em conservar o cabello com aquello brilho
e vico, que proprio do da (ente moca ; porquanto o
cabell aquella parte do corpo que mais fielmente demarca
os passos da idade. Est visto que nao pojemos deter a
marcha do tempo ; mas com o auxilio da sciencia pode-
mos bem prolongar por muitos annos o nosso frescor e a
sade. Ora, de ha muito tempo, ajudadospor alguns^hi-
micos e mdicos Ilustrados, estavamos a perscrutar nos
reinos mineral e vegetal, as virtudes que fossem mais apro-
piadas para a conservacao do cabello. Agora offerecemos
ao publico esta preparado que j tem merecido a approva-
580 cordial e a gratido de milhares, que teem laucado
mo delta. Urna experiencia j bem longa e geral tem dei-
xado plenamente provado que algumas vezes esta prepara-
do faz o cabello nascer de novo, e que sempre restaura-lhe
a cor e impedo a sua queda prematura que o signal do
declinar dos annos. Nao que ella seja urna tintura,
como o sao quasi todos os remedios para o cabello, tinturas
cheias de prata, extremamente perigosas, e que, em vez
de restabelecerem-lhe a cor natural, mancham o cabello
rugo com um preto azulado, que tica dizendo a todo o mun-
- do que urna tintura. E nao s isto : o oxido de prata,
urna vez rccolhido no corpo, m;io para a sade, alm do
ser sujo e de exhalar um cheira repugnante. Podera batee
outras preparacoes que pretendam ter mais mrito do que
esta nossa; mas desafiamos que haja alguma que, melhor
do que est, produza tudo quanto promette. Nao se des-
cobria ainda remedio algum que em todos os casos izesse
vir de novo o cabello as caberas calvas, quando as glandes
capillares j estao destruidas. Mas, se estas glandes nao ti-
verem dcsapparecido de todo, o VIGOR far vir logo, o
cabello. Isto mostea pateuteni'iiite que ello produz effeitos
nao s no proprio cabello, rnas tambein na sua raiz. T3m-
bem v-se a sua efneacia bem demonstrado, quando, cora a
sua applicaco, o cabello fraco, doente e rebentadic,o re-
assume o vi$o, a copia e a forc,a da mocidade ; e quando
deixa de cahir. Este ultimo resultado se consegue is
vezos com bem poucas applieacoes ; e com o uso contiuuado
dellas o cabello se renova, o se estimula o seu crescimento.
Renovaco da cor do cahcllo.Com urna se-
mana ou duas de uso quotidiano do: VIGOR, o cabello
ruco, muito seccoou branco, tornar-se-ha fresco e vinoso e
voltar sua cor primitiva. Isto o que acontece sempre,
com tanto que se use do remedio com rcgularidadc c que
se sacuda a garrafa antes de se o empregar. Como j disse-
mds, o VIGOR nao una tintura nem contera substancia
alguma injuriosa. Por isso que elle nao suja as mos,
nem a cabera, nem ainda a cambraia a mais lina. Com
o seu uso frequentc e ininterrumpido, o.v cabello fica muito
preto, quasi negro.
Depois que elle tem readquirido a sua cor natural, deve-
se empregar o VIGOR mais ou menos urna vez por semana,
conforme cada um vir quo preciso para couservar-se
aquella cor.
Mocos e mocas que encanecem prematuramente e queja
estao causados de usar de remedios que restituam-lho a bel-
leza, bao de exultar de alegra ao saberan do que podein al-
cancar com o VIGOR.
'
ARMAZEM DOS LEES
Ra Duque de Caxias n. 29.
0 proprietarios deste bem montado esUbeleeimeoto scieotififam ao
respeitavel publico desta provincia que se achara cora om variado e completo torti
ment de movis, tanto naciODats como estraogeiros, sendo estes escolaos por nmdoi
iosos que se acba actualmente na Europa. 0 mesmo tem coatractado om os melhoret
fabricantes daquellecoalinente as remessas das mais ricas mobilias feilas alli.
Na oraciha temos mais habis artistas deste'genero, e por isso pedis que ve*
oham visitar o estabelecimento, aonde encontrado I ralidade do que acabam de expr
ue se pode examinar; ricas e completes mobiKas de Jacaranda, mogno, faia, camino, a-
marello, etc, ricas a elegantes ramas deja caranda, pao selim, amarello, te., etc., goardi
vestido de amarello, guarda louca de nogueira e de amarello com lampo de pedra, apa
radones de to dio, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, peora, secretaria* dw Jacaranda emognocostoreiras ae mogno, san
taarios, thears para bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seot
pertences, cadeiras privarlas, bids; etc., etc., e^ mettos orrtros artigos qne deixamoa dt
mencionar por ejtcrnar cnfado.ibo
Torna
os cabellos macios e
brlhaiitos!!
1
' r

o
te
(t
&-

rr-
B
C"
c"
COSTURA DE HOWE
SOARES LEIIE, IRIAOS
NICOS AGENTES
i*
lliiailollarilaVirloriah. 2S
As mais simples, as mais baratas e as melhores
i do m
mundo!
>'a exposice ;de > Pars/ -iem '1867, i foWne'edido a
Elias Howe Jupior., a medaibadeouro e a: coudecora-
c,ao da Eegio de Honra, por sercra os machinas .mais per_
feitas do- mundo.
A medalha do ouro, conferida a E. ilowe Jnior., nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro iia,,ejpQS estas machinas.
\ 900J0
BAZAR NACIONAL
RA DA IMPERATRIZ H. 72
DE
Lourenco Pereira Heniles Guimares
VIVA O CARNAVAL
Vendo-so um grande sortimento de dom- GROSDENAPLES PRETO A 23>000
nos de todas as qualidades, para homens o Vende-se grosdenaple preto a 2?, 2?50O,
meninos, a preco do 2, 3??, J, 5, 65?, e 3?500 e5-*000 ocovado.
8?J000. I PANNO PKETO A IrSOO.
Vende-se um grande sortimento de vestua-1 Vende-se panuo preto para calcase pali-
rios a carcter pelo barato preco de 59, 89, tots, a 19500, 29500, 39, 49, e 59000 o
109, 159, e tambem se alugam. covado.
Vende-se um grande sortimento de masca-! CORTES DE BBIM A 19500.
ras de massa e de rame para homens e me-' Vende-se cortes de brim para calca, 'a
nios por baratissimo pre^o, e outras fazen-
das proprias para vestuarios: aqui se vende
muito barato.
OLINDEN'SE A 800 RS.
Vende-se urna nova fazenda de seda e li-
nho, por nomo olindense, propria para
rostidos, a 640 e 800 rs. o covado.
BAPTISTAS A 500 RS.
Vende-se urna nova fazenda por nome bap-
tistas, para vestidos, a 500 rs. o covado.
SUTA.NASAGV0 RS.
Veude-se urna nova fazenda de la e seda
por nome sutanas, para vestidos de senta-
ras e meninas, a 640 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Veude-se urna nova fazenda lisa, pomo-]
ru phantasia, para vestidos, a 800 o co-
vado.
FUSTO BRANCO A 320 RS.
Veude-se fustao branco e de cores, para
vestidos de senhora, a 320 e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
Veude-se chitas francezas escuras e tiaras,
, 240, 80, 320e 360 rs. ocovado.
a
BRAMANTE A 19600
Vende-se bramante com 10 palmos de
iaigura, proprio para len^es, a 19600, o
29200 o metro.
39000,
19500 e 2-r000.
MADAPOLO A 3-^000.
Vendc-se pecas de inadapolao, a
49500, 59, 6i?, e 89.
CHAl'OS DE PA1.HA A 29000.
Vende-se chapos de pal lu, de fltro e de
castor, para homens e meninos, a 2?, 2*500
3?e 4?000.
ALGODO A 49000.
Vendc-se pec,as dealgodao ameiicano, 4?,
59, c 69.
BOTINAS PARA SENHORAS A .i^OOO
Vende-se botinas para senhora, a 5C000
e 5--S0O.
CA.MBRAIAS A 3C000.
Arende-so pec,as de cambraias lisas para
vestidos, a 3$, 49, e 59.
CAMISAS BRANCAS A 2-^000.
Vende-se camisas brancas a 29 o -^OO.
Ditas de linho a 39, 3-7500, 4^U00 e
59O00.
Palitots de panno preto a 5.^000, 7-rOtOe
89000. Palitots de casemira de cores, a
49, 59, e 89.
CHACES A 800 RS.
Vende-se chales de la, com quadrosc lis-
tras, a 800 rs. e 19000, ditos de merino es-
tampados, a 2, 39500, 49 e 59.
E outras muitos fazendas que se
sem reserva depreco, na loja do harateiro
Bazar Nacional.Ra da lmperatriz n. 72.
vende
Nao
(
e urna tmtuia, nem conten substancia alguma
perniciosa!!
Elle d nova vida aos orgos vitaes de que depeude o
crescimento do cabello, c faz o cabello crescer abundante e
vicoso, como o da juventude. Se o cabello est.comecando
a cabir, algumas dses do VIGOR parara esta queda. Se a
perda do cabello apenas parcial e o pericraueo anda est
coborto de urna elpugcm muito fina, est visto, a efficacia
do VIGOR se mostra mais depressa do quo quando se est
mteiramente calvo ; c a razao disto qse as glandes nesso
caso nao estao entorpecidas, de ha tanto tempo, o, por conse-
guinte, menos tempo levam a brotar de novo.
Para restabelecer-se a cor has barbas, .preciso esfregai-
se muito bem noito com o VIGOR, e depois passar um
panno ou lenco roda dellas, para conservar-so a bumkjade
ou o calor, at luanha seguinte. Este tratamenlo rieve ser
proseguido por muitos dias, pois a barba leva sempre mais
empo a mudar ile cor, do que o cabello da cabera.
H<'s.{it;ii-avao do cabello. Muitas vecs, mas
::3o sempre, o VIGOR consegue fazer nascer cabello ero.ca-
bevas.calvas e a,t de pessoas j ediantadas na idade. (Se as
. glantles se achara somente entorpecidas, elle as estimla de
fcincciohar c pode nasces novo cabello. Se ellas, porm,
so achara atrophiadas, estragadas ou podres, entao, os'. cla-
ro, nada, pode fazor por ellas.
. O Cfbello que ronasce primirameute na bordo pegada
ao cabel o que anida existe na Cibera, e pouco a pouco vai-
se estenden-Jo ate o aRo da cabera um cabello que a princU
po fino q sedoso. Nao se devo escovar, fortemente o ca-
bello que est assim comecando >a rebentar pelarcabesa. E
^ora orna vez por outfa passar-lho urna esponja embebida
'agua morn c acalcar o ;pericr.uieo todo com as pontas.dos
dedos. Isto estimula a circulac,o o obvia a dureza propria
da cajva.
C;dje-nos o de ver doaniium iar qac aiCfi#panhia.1d4S,raavhmafi.).d(eiUo\vo do .Jwa-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro. da Y^toria, n...28B,uiu d*M)Mto eAgeuvio
geral, para em Pernambuco e mais provincias se'.yeodereni .a$ aatftadas macttinas,d cos-
tura de Howc. Estas machinas sao justamente,ipretiadasi|elA.perJfefto de eouUabalho,
empregando urna agulha mais curta cora a mosuia quulidadti delinhaique qualquer outra,
e pela introduccao dos mais aperfeigoados apparelhos estauos actuakneute. irajjilitados a
otterecer ao exame publico as mlhores machinaa do mundo.
As ixuikujens destas maeMms sao as segmies:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para, istoprova hicontostavel, a
circumstancia de nunca torera appareckloino mercado machinas de' Howo cm segui-
da mo.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira;Ha nollas menor frtceJo entre as diversas pe^as, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fvafeit mo.
Quinta.Permitte quo se examine o trabalho de ambos os fios,' 0 que se nao consegue
as outras.
Sexta.Fazom punto miudo em casemira, atravessando o. fio dp um outro lado,
e logo em seguida, om modilcar-se a tenso da linha, cozem \ fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a maior facilidado, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tra tido pocas de,grandeza
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas; outras soffreram
mudanzas radicaos panpo'ierom substituir : entretanto a companhia das machinas de^Howe
adoptando a opinio de Elias Howo, mestre em artes.raechamcas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, o hoje nao altcride a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos cqra iustrueges em pochiguez.
901000
11
SOARES LEIIE,
A'
R a a 1 o B a r o a^Vi<31 o r f a. n. 2 8.
CCXTIPACAO
Ina
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I COMO DQSE PURGATl
[TOMAi-ASibDE.
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DE
AYER.
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im/amS' -^m os (''zercs em portuguez, e com o* nomos dos ageiii'."- s- f oes fO
W. R. Cas09 ft c. *
*g.?u^deeta;proyino(a~J. W. Doyle, ra do Cominercio ..
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DPUA T/i'A
So
ME I
'.r-
BAUDE
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
DB
BAHrHOLOMEU kC.
3"4Ra larga do Kasao-
iijilDS fraiu-ezes snlavatlos
mh*Mo.
Estes tijo'os, fataindoe'dc IMNMMIMBW tm
, ju!i(klo,.su W ollwres e Muais.etiiuwnicus
pcia sua, baracza para; ladrilhar os pavirneutos
(erreos das .ca^as, porquanto, pouco maia custanr
; do do que os Fcitos no paiz, sao, sem comparacaj)
'aigoma, superiores a 'ses pela limpeza de que
, sao suscaptiveis., .-Cutam:.alm disto menos. da.
i dcima parte dos de marmore, j. reprovados^e
, dos. de d(Terentes mosaicos, os quaes nao .tCsta
; rtamente ao aleanee^e todas as (ttunas, e s
sao empregados e' ppoprios para as atas prine$-<
pes. i Alui, di.- vautagem. que, ha, no oiprt go
, i e^tes tijiilo6pa4a.ps,pavimentos tariws ^asap
j de, cao)po, tem estes ainda a de serem os melhoi-
I ''res e mais proprios parar ladrilhar cozmhas n
_ L sobrados da cidade, attento a soa^Mlidei' pi'
m
peso, eetando i. mano qoe fm#u\> a ooveatenc
. de serem assalhada^^as. Minha toda 4e;lo|<)>
rVcadfri.se ou a*uga-s6. no_!l.:Ap^rte.Junla *fe^^^ .**".
ta do i'i\) da Paneila, com 3 sakwj'- 6
inultos, 1 saleta, despi'usa, cozinha.quinlal mu I
i rado cuja predio acka-^e ccneeitado, cajado. e]
pintado d novo : a tratar com o. cojnui.ep4ador terra
'I companhias de seguros se" (
.+eeP nos .wmarene*.I
maos a &v no am ipteressarL
o sobrado n. d rea do Rio, na fegue-t**** w'mareneA3 JtttBha c Tasso t
Tasso.
. Ultimo agosto.
ifciras.pTatasidouradfte'mawhetede**'^
dreperola : nos armazens de Tassa IrawA Q,
no caes do Apollo. .*-!. ^
B1 '''^--------------
orracha
Vcndc-sc borracha muito n ;a para lunas a
H a libra: na ru do'pgo D. ?>, tarerBa.
, arr^fla'se:i ou.r nerrautaFse4 pot
aile sirvain parapUntar'canna, urna
sitaiw. pito"* fefrado'pevobo' du"M. nte.-)- a
Ra do Cabug2s. 2
DE
BARROS A I II II'>
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisicao ile
joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
h
V.STS

Samuel Power Johns-
tot & 0.
Ra do Apollo n. 38 e 40
Fazpin sciente aos sens fregneiss que teem
mudado o sen deposito de machinas a va-
por, moflidas e laxas da muito acreditada
abriea de LowMoor para ra do Apollo n.
38 e 40, onde eoniiDuam a ter o mesmo sor-
timento do costnme.
1 Fatem seienie tambem qne teem feiio um
arranjo con a fundilo geral, pelo que po-
dem offerecer se para assentar qualquer
juachinismo emsmo garant lo.
Os proprietarios da tundic.o geral faiem
seientes aos senbores de engoDho e mais
pessoas, qne teem estabelecido orna furdi-
co de (erro e brouze a ra do Brum, jun- \'^
to a estadio dos bonds, onde aprontaro ^
qaalqner obra de encommends em ptrfei- (^s-
co e promptido.
Os mesmos rogam as pessoas qne qnei-
ram otilisar se de eus servicos de dena-
rem as eneommendas em casa des Bt> *-
mnel Power Jobnstun & fl a rna do Apol-
lo n. 38 e 40, onde acbarao pe.-'soa nabili-
*awoom seupMprietafMtnoi^enw pcjvauioii' e
. flaca jfotnaWs.cpin fjs5r9>^r^,tiina^k^ra>,
Caes do Apollo, n'esta'Adade. .
Um hotel veada
Dispoe-ea ombetot emetcetontei-localidade
desta cidade, bwamontado, a muito afreguezado,
por se arhar doente e precisar tratar-sa o dono ".
auem quizer dri]a-se i ra larga do Rosario tt
30, que se dir "ewn quem s dyfl negociar.
tada com qoem possam entenderse.
Appirelho para fabricar assncar, do systema.
WESTON GNTREFUGAL
tnicos agentes em Pernambneo a fundi(io geral.
Para tratar em sen escrlptoric a roa do Apollo n. 38 e 40.
MmmM
MUZEO DE JOIAS
N. -4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRAUSE & C.
DE
COMES DE MATTOS, IRMAOS
Keflie importante estabelecimento de primorosas joias, achara o respeitavel
publico desta capital um grande e variado sortimento de joias de todos os
npregos, queja eiistiara uo Muzoo, que seio vendidas com grande reduc^o ,.
de pre^o, alera dos no vos objoctos recebidos directamente da Europa, que
fewnderoi por prec<>animador, bem como sejam, adereepsde brilhaiites,
pJnbeiras de ditos, broches e rosetas.de ditos, ditos de differentes pedrarias de
.presos ; armis dehriihantes e de esmeraldas, rubins e perolas, e oe todos |
! mais objectos do valer,' que possam ser desojados pelo bem gosto e apreco das
Q i queirami prever -de esoellentes joias, a virein eseo>he-lasentre o vanado
bttorliDntpdrilas,' garantrado os proprietarios quesero sinceros para todos
j'que-sedignarem procurar seu estabelecimento.
i.fiptr* o grandsortimento de brilhautes, esmeraldas., perolas, e obra
isinafilesmoiue de ouro. de lei, se ver um eleganto sortimento de obras de
iipnala-^imoros&aMntetrabalha.las, que tambera, so veudem i peo reduzido,
MU como, relngios de oaro e prata dos moUiores autores conbecilos, que
Mtmm mediante pouii di&Wiro a^atatia dos don -.deste estabelo i-
ra .Os borneas dti iwulrp, !"- (re.^.... :* qualquer r.bjeito de grande
lOt.VS, '; s '. i sorvidos coiti

'

.i, que
ou attciivao ftuwetwa l>'.


%


Diario de Peraambuco Sabbado 22 de Frerejjp de 18.78.

AS .MULHKUKS E OS MENORES NASFA-
BRICAS'.Discute-se na assembla franceza
o projecto dolei relativo ao trabalbo dasmu-
Iherds e ds menores as fabricas. K' a mo-
dilicario da lei de 18\l ; mas parece que
nao resolv; os principios dTeMntesdq situa-
nte actual.
MELO TVPOiliUPillCO DE R9TAC.V0.
Esto novo prclo mo d'obra sui mais simples expresste. O
pap-'l collocali nas las extremidad.-s su-
periores da machina, formando dois. rolos,
de 1"', 30/) de obnipriinenlo por 0, 600
de dimetro. Exgotado um dos rolos 6 a
machina alimentada pelo outro.
O papel, quanlo s:\lie ao rolo alimentar,
molhado mechanicamente em um appare-
o especial, e depois eleva-se parte central
superior da machina, onde impresso, de
um lado, por urna das formas redondas, que
gyranlo continuamente recebe a tinta de-urna
serie de rolos engen liosa mente dispostos. Esta
primeira forma, com o sen tinteiro, oceupa
a parte direita da machina. Na parte esquer-
da e\Ute um systoma seinelhanto, que impri-
me o papel ilo OUtro lado fazendo a retira-
cao. Imprimem-so simultneamente dous
. exemplares dn jornal. Ao sabir da segunda
parte da machina o papel cortado meoha-
niameiite. Lu contador adjunto indica o
numero dos ejemplares impressos,
Quando a machina funeciona regular-
mente, sendo Rom* o papel, impriman se
24,000 exemplares por hora. Sendo im-
pressos, ao mesmo tempo,-dois exemplares,
velocidado do papel pode ser de -2'", 830
por segundo.
A grande dilliculdade da operado cousis
te na previa formadlo ilos rolos de papel,
que devora ser muito perfeitos. pira que seja
regular a tiragem.
PKOCESSO DO PRINCIPE NAPOLEAO.
O prncipe .leronyino Bonaparte, expulso do
territorio francez em 12 dcoutubro de 1872,
va recorrer aos tribunaes judiciaes para es>
tes julgarera sobre a justica ou injustica do
proco limento do governo.
Para haver os precisos documentos, citou
Vctor Lefranc, ministro do reino, Len lle-
nault, prefi ito da polica, e l'atinot, chefe do
gabinete do prefeito, para apreseutarcm o
Dfocesso. verbal da execucte da ordem do
ministerio que oexpulsou de Franca. O
tribunal civil do Sena decidi que nao tinha
funfamento o pedido, por nao lerendos
citados em seu poder o documentos reque-
ridos.
TRATA DO-COMMERCIAL FRANCO-BIU-
TANNICO.L-se na France de 31 de Ja-
neiro :
O Sr. de Kemusat c Lord Lyons assig-
naraui hontem o protocollo regulamentando
as tarifas apreseutadas pela commissoiast-
tuida em rirtude do tratado com a Inglater-
ra. Este protocollo dio ser ratificado pelo
presidente da repblica, seno depois de ter
sido subinettido assembla nacional; mas,
leudo os ministros inglezes o direito de re-
gular as tarifas, nao precisar de ser apresen-
tado ao parlamento inglez.
O Si;, de Remusat propoz aoSr. Teisse-
renc de I'ost a creaco de una conimisso
internacional, composta de delegados das
potencias contratantes dos tratados de 18(i0,
alim de facilitar as negociacoes commerciaes
nc fut.ro. Nesta coiqmisso serte ouvidos
membros ou delegados das nossas principaes
associaces commerciaes. Os ministerios dos
negocios estraugeiros, ila agricultura e do
commeroio o das (mancas, bem como a ad-
ministraco da alfandega, tero alli repre-
sentantes.
NOTICIAS DAS FILIPINAS.As noticias
das Filipinas alcancam a 14 de dezembro e
referen) o seguinte:
Na noute de 18 de setembro houve na
provincia de Alba; urna erapete lo vlete
Mayong acompanbada de um grande ruido
subterrneo arremedando por espaco de meia
hora grandes chammas o muita quantidade de
lava e cinzas. Igual phenomeno repetio-se
DOS dias seguintos at 23, continuando o vul-
cao a cxpcllir chammas e lava que descia at
meio do monte.. As participacoes de 9 de
outubro diziam que continuava a erupeo,
mas sem perigo para os habitantes das pro-
vincias, nao se dando desgraca alguma pes-
soaj.
k Na provincia de Samar houve tambern
un grande sinistro. No dia 12 de outubro
sentiu-se um tremor de-terra, que chegou a
estender-se ate Manilla, tendo produzido gran-
des estragos. Abateram muitos edificios p-
blicos, taes como escolas, igrejas, depsitos,
etc., .sendo o total das casas destruidas V97.
Nao houve desgranas pessoaes.
0 CASAMENTO DO IMPERADOR DA CHI-
NA. Um correspondente de Swatow, refere
o seguinte Independencia Belga :
Permitta-mc que lhe d mais alguns
succintos pormenores acerca da Unido do
Dragao com a Phcnix, titulo porque co-
nhecido em Pekn o casamento do impera-
dor da China. Esta noticia conforme com
o programla olicial publicado por ordem
do imperador, para servir de nformaco
todos os que existen) debaixo da roda do
sol.
A ceremonia leve lugar no palacio do fi-
Iho do co. Os principaes personagens de-
signados para ligurarem no cortejo pene-
traram em urna sala onde se postaram em
circulo, do maneira comtudo a deixarem
una aberurade lado do norto. No meio
d'este circulo foram collacadas tres mesa
magnificas, sobre urna das quaes, a "da es-
querda, so via urna boceta de ouro ornada
do podras finas, dentro das qual estava urna
outra, o em urna terceira, cuidadosamente
fechada, achava-se urna lamina do ouro, ten-
do gravado na face superior o consentimento
dado unio do imperador, pelas duas impe-
ratrizes, a impecatriz mi aimperatrz viuva.
A referida lamina estava ornada de um cordo
de podras preciosas. Na meza da direita
via-se o sello imperial e na do centro o scep-
tro. Tomadas estas disposices, um mem-
bre do conselho de astronoma proclamou
em vez alta que a hora da felicidade ia
MMT.
Neste momento appareceu o imperador
vestido de dragao, acorapanhado da sja
guarda, tendo entrado por urna porta do
lado do sul. S. M. avanepue foi acciamado
por todos. Tocaram os sinos, as trombe-J
tas, ostamborins, os pandeiros e mais ins-
trumentos. 0 imperador, guiado pelo graa-
mestre de ceremonias, acercou-se das raosis
ode estavam coUocdos o scej^rp, o sello

ii a triplico bocota contendo o consentimon-
':<5 ; examinou se tudo estava em ordem e
jm seguida dirigio-so para o. pvilhte do
dragao, ende estava o throno, o no qual to-
mou assento. Logo que S. M. se asseruou,
os ofliciaes da cora o os mombros dos seis
oonsolhos aproximaram-se das mpsas, cada
um por sua vez e ajoelharam se tros vezes
(liante d'ellas, prostraivlo-so profundamen-
le mitras tantas vezes, com o rosto voltado
para o sul. Durante oslo tempe os pandei-
ros, trombetas, tamborins e sinos continua-
raen a sua symphonia.
Terminada a ceremonia, cossdu tam-
bora a msica. Um ara uto pedio, cada
um dos convidados para se levantar e vol-
tr-se para o N rto. Um segundo arauto
annunciou um edito da imperatriz Ilustro,
misericord osa, a mais feliz entre todas.
Um terceiro proclamou que a volitado de
SS, MM. asdiia* imperatrizes fosse con heci-
da. Ento um dos grandes dignatarios da
corte, j designado, avancou, com o rosto
voltado para o oeci lente, e leu em voz alta
o consentimento, acerescentando : Em
nomo daquelle quo est assentalo no thro-
no do dragao, os funecinarios investidos
ihste mandato apr-esentem a Ah-Lou-Ti o
sceptro com,o qual ella dove govemar, a
lamina de ouro e o sello, que a investem na
autoridade imperial. Agitaram-se.os pan-
deiros e em seguida a msica de S. M. to-
cn o hymno. O imperador triumpha .
Estava ooncluida a ceremonia.
0 DUQUE W. S. RICAItltO.-Felleceu
no dia 29 de Janeiro, em Paris, o duque de
S. Ricardo, irmao do infaiito do Hespanha
I). Francisco de Assis. Os funeraes tive-
ram lugar na igreja de Sint-Honor, de
l'assy, presidindo ceremonia D. Francisco
de Assis. A raiaha Izabel, toda a familia
real de Hespanha e os principes de Orleaes
assistiram igualmente aos funeraes. 0 cor-
po va ser transportado para Madrid. O
Joven principo suecumbio a una' doon$a
dialctica, estando DO perfeito uso das suas
facilidades intellectuaes, quando exhalou o
ultimo suspiro. Momentos antes de mor-
rer, murmurou em francez : Bemdito seja
Ik'iis I
I). Ricardo de Bourbon e Arredondo, du-
que do S. Ricardo, tinha sido iiomoado
grande de Hespanha de 1* classe pela ex-
rainha Izabel. Nao usava de outro titulo
senao do de. duque. Tinha apenas 21 an-
uos de idade.
UTTfiRATURA,
MORES 1)0 1)1 \B0
ROMANCE
POK
J. (u/tille.
Fechou-sea janella, evolou-se a viso, e
s eu e o caozinho Acarnos debaixo da abo-
bada bastantemente aluminada.
0 cao andava volta do circulo, sacu-
dinao a cauda e dando pinchos.
Seuhor -disse elleeu quera lam-
berte as ponas dos ps; mas o terrivol cir-
culo, que nos separa, impede-me.
Como a minha'conlianca orcasse j pelo
atrevimento, sahi do circulo, estendi o p,
e o cao lambeu- ; fiz um gesto do quein
lhe (pieria arrancar as orelhas, e o cao
voltoursc de pernas ao ar com modos sup-
plicaotes. Doscobri cntao que era urna fe-
neazinha.
Levanta-te I bradei-lhe perdo-te.
bem sabes que vim acom])anhado. Algu-
mas pessoas nos esperam porto d'aqui. O
passeio fatigou-as : quero dar-lhes um re-
pasto. Querem-sc fructas, conservas, gola-
dos, vinhos gregos. Entcndo-me bem. t A
sala Iluminada e decorada sem pompas,
mas com aceio. Findo o repasto, entra-
rs como artista do priinira plena, com tua
harpa. Dar-tc-hoi signal quando houveres
de entrar. Olha l como te desempenhas.
Dame exprsete ao canto, o ao mesmo tem-
po decencia e comedimento nos tuas altitu-
des.
(Jbedecerei, senlior, mas com qual
condiQo ?
Com a condico de obedecer como
escravo. Obedecer sem replica, alias...
Tii nao me conhoces, senhor, so nao,
de outro modo taha veras comigo... Con-
dico te poya eu urna que te desarmasse e
comprizessc.
Mal o cao concluir o seu dito, que, a
meia volta que fiz, vi inhibas ordons execu-
tarem-se mais de prompto do que se trans-
forma um scenario na opera. Os muros
da abobada, dantos negros, hmidos, mus-
gosos, vestiram-so de coros suavissimas o
agradaras docoragoos; era um salo de
maimore jaspeado. A Srehitectura mostra-
va um cimbre assentado sobro columnas.
Cito serpentinas de crystal contendo cada
urna tres volas, illuminavam por todo o
mbito com igual claro a improvisada
sala.
III
Instantes depois, mesa o aparador resal-
tan) colmados de todas as vitualbas mais
cubigaveis : fructos o confeitos da mais rara
qualidade, do melhor paladar e mais rega-
lada apparencia. A porcelana do servido
o do aparador era legitimo Japo, A ca-
dellinha saracoteava-se na sata, gaifouando
em redor de mim, como a dar valor ao ser-
vico c a perguutar-me se eu estava con-
tente.
Muito bem, Biondetto 1lhe disse en
veste urna libr, e vai dizer aos senho-
res que ahi esto fra, que eu os espero, e
que est posta a mosa.
Mal desviei os olhos um momento, que
para logo entrou um pagem com a minha
libr, guapamente vestido, com um castigal
acceso ; logo depois voltou conduzindo o
meu camarada flamengo o os seus dous
amigos.
Predispostos para o que quer que fosse
extraordinario vista da chegada e cum-
pa ment do pagem, certo nao' previam a
rnudanca feita no local ondo me deixaram.
Se o meu animo nao estivesse to preoecu-
pado.muitq me divertira com o espanto
delles, que proromperam n'um brado, com
as physionomas e posturas conturbadas.
Meus senhores mes disse eu ento
por minha causa fizestes grande carai-
nbada ; e para voltarmos a aples temos
que palmilhar muito. Entend pois que
e>te hgeiro repasto vos nao desprazeria, e
me desculparieis da pouca escoma e defi-
ciencia, attendendo promptidio.
A minha placidez assombrou-os anda
majs que a mutaco da scena e o espect-
culo da elegante merenda para a qual eram
convidados. Dei tent disso, e resolv aca-
bir depressa urna ventura de que eu inte-
riormente nutria ruins suspitas. Forcejari
do, pois, em trazer baila toda a alegra'
congenial do meu genio, aproveitei iodo o
cmico compossivel situado.
Instoi-os a sentarem-so, em quanto o pa-
gem chegava as cadeiras com- maravilhosa
presteza. Estavamos abancados, enchi os
copos, servi os fructos, comi o fadlei, em
quanto os outros s tinhara bocea para se
abrir do espanto. Nao obstante, muito ro-
gados por mim, resolvaram comer'. >Fiz um
brindo a mais formosa loureira de aples :
bebeu-se. Fallei da opera nova, da impro-
visadora romana chegada recentemente, c
cujo talento andava muito soado na corte.
Voh^ a discutir as artes bollas, msica,escul-
ptura, e por vir a talho dei-lhes como mo-
delos alguns marmores que adorna vam a sala.
Carrafa vazia era logo substituida por ou-
t'ra mais generosa. O pagem multiplicava-
so, e o servido nao esmoreca um instante.
Relancei-llu! a vista a furto. Imaginemo
amor trajado de pagem.Os meus companhei-
roslobrigavam-no com misares irldiciativos
de sorpreza, prazer e sobresalto. Molesta-
va-me j a monotona de tal skuaro : achci
que'era tempo do quebra-la.
Biondetto disse eu ao pagem a
signora Florentina prometteu-mo conceder-
me alguns momentos : v l se ella j viria.
Biondetto sabio.
Era ainda.escasso o tempo para os meus
hospedes se maravilharem da extravagancia
da meiisagem, quando a porta do salo se
abri, e Fiorentina entrou com a-sua harpa.
Vinha trajada com um corto desatavio mo-
desto, chapeo de viagem, e um fil transpa-
rente no rosto. Pousou a harpa junto de
si, cortejou graciosamento, e disse :
Sr. D. Alvaro, eu nao fui prevenida
de estar acompanhado ; alias, viria vestida
com menos dcsalinho: estos cavaHieiros
queiram desculpar urna viajanfe...
v Sentou-se. OlTerecemos-lhe competen-
cia os restos do nosso banquetezinho, quo
ella aceitou por condescendencia.
Como possivel, sen hora, que pas-
sando em Napplcs a nao retivessem l
perguntei.
Sou obrigada por escriptura a ir a Ya-
pan, onde fui muito cordiajmente aeolbida
.no carnaval passado. Forjaran) me a pro-
raetter que voltaria, e j aceitei dinheiro por
conta ; sem isto nao me esquivara s van-
tagens que me propoz a corte, e esperanza
do grangear os suffragios da fidalgua napo-
litana, que em gosto s avantaja a toda a
Italia.
Os dous napolitanos nclinaram-se respon-
den lo ao elogio, to convictos j realidade
da scena, que esfregavam os olhos. Ped
cantora que nos deixasse entrever um relan-
ce- do seu genio. Estava ella um tanto cons-
tipada e fatigada : receou, com razio, des-
merecer em nosso conceto. Por fun, de-
terminou exacular um recitativo obrigado e
urna ariajflfca sentimental quo fechava o
acto 3o da^pra em quo ella havia do es-
trear-se.
Pegou da harpa, preludiou com a mi
pequea, comprula, branca e ao mesmo
tempo. purpurina da carn lisa que a vesta,
com uns dedes que insensivelmentc am
atinando nas extremidades, d'onde sahiam
urnas unhas do inconcebivel graca. Estava-
mos todos arroubados, e crentes de que as-
sistiamosao concert mais aprazlvel.
Cantou. Com tanta voz, tamanha alma
o tanta expresso nio tem ninguem. Nin-
guem dzia tanto com to mnimo estoco.
Todo eu era urna vibraeio at o intimo do
seio, e j me nem lembrava que era eu o
creador dos amavios que rae arrebata vam.
A cantarna enderocava-me exprosses
mavosas do seu recitativo e canto. AsQo-
xasdos seus olhos coavam-se pelo veo. Eram
de urna docura e penetrago incomprohen-
siveis : aquellos olnos nao rae erajn desco-
nhecidos. A ti nal,- combinando os tragos
que cntreluziam atravz do veo, reconheci
em Fiorentina o velhadhz de Biondetto;
porm, a elegancia o donaire das formas
sobresahiam mais loucs e gentis no trajar
mulbcril que na libr de pagem.
Concluido o. cntico, elogiamos devida-
mente a artista. Empenhei-me para/ que
nos cantasse urna aria alegre que nos occa-
sionasse admirar-lhe a variedade do talento.
Naorecusou ellaconforme a dis-
posigo em que estou, sahr-me-hia mal;
de mais disso, os cavalheiros de certo nota-
ran) o esforz que fiz para lhes obedecer. A
minha voz resento-se da viagem ; falta-lh
timbre. J sabom que parto esta noute.
Vou n'um carro alugado, e estou s ordons
do boleeiro ; pei.o-lhes pois que me descul-
pem, e concedam que me retire.
Dito isto, ergueu-se, e quiz transportar a
harpa. Tirei-lh'a das mos ; e, depois de
ir acompanha-la at porta por onde en-
trara, torneipara os. companheiros.
Parece que eu deveria ter motivado ale-
gra ; pelo contrario, note tristeza em todos
os semblantes. Appellei para vinho de
Chypre, que o havia delicioso, e me dera
forrase afouteza de coraco. Redobrei 9
dse. E, como a noute j a alta, disse ao
meu pagem, j reposto no seu lugar atraz da
minha cadeira, que chamasse a minha car-
ruagem. Biondetto sahio logo a cumprir as
rainhas ordens.
Tens aqui trem ?! perguntou Sobe-
rano. .
Tenho ; ordenei que me seguisse, pre-
vendo que, depois de longa demora, lhes
seria mais comraodo nio ir p. Bebamos
mais um copo, visto que nio ha perigo
de escorregarmos na estrada.
Apenas eu disse isto, entrou o pagem com
dous cocheiros vestidos com a minha libr.'
i Sr. D. Alvaro-^ disse Biondetto nao
pude fazer chegar a sua sege : ella est alli
tora dos cntlhos que atravancam o accesso
a este lugar.
Erguemo-nos. Seguiram-nos o pgem
e os criados. A caminho 1
- Como nao podamos ir todos ao par por
entre os fustes das columnas desabadas,
Soberano, que ia a meu lado, apertou-me a
mi, dizendo ;
Amigo, dste-me esse ptimo regalo,
mas ha de sahir-te caro.
E u repliquei:
Meu amigo, se isto te deu prazer, sou
muito feliz ; dei-t'o pelo prego que o tenho.
Chegamos carruagem; encontramos
mais dous sotas, um trintanario, um posti-
Iho, urna sege de viagem, tudo s minhas
ordens, comquantos confortos cabiam no
desojo. Fiz as honras de convidante, e io-
nios velozmente carajobo de aples.
IV
Nada se disse por algum tempo, at que
um dos amigos de Soberano, falleu assim i
Nio lhe peco o seu segredo, Sr. D.
Alvaro; mas forzoso que as suas conven-
coos praticadas sejam singulares 1 Anda
m-, trabalhando ha quarenta annos, anda va-as,-bellezas da segunda.
te pude lograr a quarta parte das compla- Aqtielle melodioso cantar quo cu ouvira
cenpias que se deramcomo senhor om uraa na caverna, a toada daquella voz deleitosa,
s nouto I J nio fallo da mais celestial aquellas vozes que soavam como "vibrages
viso que imaginar-se pode : disso provmapaixonadasdo coracio, resoavam ainda em
afflicgio para os olhos que se illudeiu com
esperadas delicias. Erafim, o senhor l sa-
be... E* rapaz... Na sua idade, sao to
accelorados os dosejos quo nio dio passa-
gem razio... oque se quer levar de
assalto os deleites.
Bernardillo, assim so chamava o sujeito,
minha alma com excitacos de singular estre-
mecimento.
Ah Biondetta Idzia eu comigo.
Se tu nao fosses um ser phantastico, se tu
nao fosses aquello horrendo dromedario...
Mas que raptos so apossaram de mim ? SoJ
venc o terror, atrevo-mc a entrar no amago
de-
escutava-so quando fallava, e por Isso me de um mais porigoso sentimento. Oue di
deu tempo de pensar a rcsposla. eias me podem advlr d'ahi ? Ni'serte
Nao seiredargcom que dreitos ellas sempre einpeeonluidas de sua orgom ?
pude obter favores distinctos. Agouro que 0 logo daqueOe to penetrante olhar, to
serio curtos, e todo o prazer (juo me resta- doce, venen atroz. Aquella tao formosa
r have-los aquinhoado com bous amigos, bocea, to nacarina e fresca, e de tao inno-
Notaram que eu era pouco expansivo, e cont apparencia, urna fonte de impostu-
d'ahi oesflriamento da palestra. Noentanto ras. Aquello coraco, se que alli lia co-
o silencio don azo a reflectir. Recordoi-me raco, s traiges poderiam inllaniina-lo.
do quo lizora o vira ; comparoi os dizeres' Em quanto* ou me dosvairava em pensa-
do Soberano e de Bernardillo ; e conclu mentos suggerdos pelos varios niovimontos
queacabavade sabir do-peior passo aqueta quem agitaran), a la, apontando no alto
v e temeraria curiosidado poda expor um do hemisphero em co puro, dar dejava seus
homem como eu. Eu nao era escasso do raios no meu quarto atravz de tres grandes
luzos. Ataostreze anns estive sob a ius- jaiiellas.
peccao de D. Bernardo Maravillas, meu pai, I u remechia-me phreneticamente na mi-
gentil-lioniem sem nodoa, edo 1). Mencia,' nha cama. Lis que, em razio do leitosor
minha mi, a mais respeitavel o religiosa usado, a madeira d do si, o as tres pinochas
dama que houve na Extremadura. O' mi-'que nmparavaui o enxergao, cahem cim
nha mi 1dizia eu que julgareis do vossu grande cstralido.
filho, so o houvesseis visto e o visseis agora? i Erguo-se Biondetta, e corre para nni tom
Mas isto ha de durar pouco... Palavra I ares de assustada, exclamando :
Neste cmenos, a carruagem chegou a! Oue desgraca lhe succedeu, D. Al-
Napoles. Fui levar a casa os amigos de So-
beraoo. Este o eu voltainos ao quartol. O
brilhantismo da minha equipagem ofuscou
assentinellas dianto das quaes passamos;
porm, a" formosura do Biondetto, quo a
na almofada do carro, dou maior rebate ao
espanto dos espectadores.
varo r
Apezar deste accidento, ou nao tirava os
olhos dola. Va-a levantar-se, e correr.
Vesta urna camisa de pagem ; e a luz da la
tocando-lho nas pomas pareca ter-se alinda-
do no rellcxo.
Incominodado pelo mo arranjo da minha
0 pagem despedid a sege e cocheiros, pe-cama, que cra de modo a me deixar pcior
gou da lanterua que um trintanario brava, (do que estava, peior me achei ainda operta-
o atravessou as casernas parame conduzir do nos bracos de Biondetta.
aos meus aposentos. O meu esendeiro, mais Nao me succedeu mal ienhunlhe
pasmado que s outros, quera pedir-me disse euretira-te. Andas em palmilhas
novas da nova equipagem quo eu osten- pelo soalho... V lase te constipas... Vai-te
embora...
Mas o senhor assim nao est bem...
Mal me sinto eu comtigo aqui... Reti-
ra-te... E, se queros estar deitada comigo ou
minha boira, mando-te quo vas dormir
naquella teia do aranha que acola est na-
quel le canto.
Nao quiz ouvir o lim da ameaca : foi doi-
tar-se na esteira, solui;ando baixinho.
Vinha apontando a aurora, quando eu,
tara.
Basta de perguntas, Carloslhe disso
cu recolhendo-me ao meu quartopodes ir,
que nao s c preciso. Vai deitar-to : ama-
nh? fallaremos.
Estamos sos na mesma cmara. Biondetto
fechou a porta. A minha situaco era mo-
rios embarazosa entre os sujeitos -quo dei-
xara, o nos lances tumultuosos que percor-
rera.
Quercndo por termo aventura, rccolhi- vencido pelo cansaro, dorm alguin tempo
me um instante. Relance-a vista ao pagem,
o vejo-lhe os olhos era vados no soalho. 'ur-
pura-se-lhe o rosto ; denuncia nas postu-
ras grande acanhamento e comuiocio. A
final, delibero fallar-lbe.
Biondetto, serviste-me primorosamen-
te ; realzaste os servicos que me fizeste com
muitissima galantera ; mas, como entendo
que j do antemo estavas pago, creio que
esto saldas as nossas contas.
1). Alvaro muito nobre para so julgar
quite com to pouco.
l'os so lizesto mais do que devias, e
eu te devo, d-mo a tua conta ; mas nao
promotto pagar-ic do prompto. O sold
desto mez est devorado. DevQ na tabola-
gem, no hotel, no alfaiato...
Isso gracejar fora de tempo.
. Se forcoso abster-me de gracejos,
pedir-te-hei que te retires, porque tarde,
e quero dormir.
E manda-me a tal hora e to descor-
tezmento embora ? Eu nao esperava tal in-
delicadeza do um fidalgo hespanhol I Os
seus amigos sabein que eu vim para aqui;
os seus soldados e criados viram e adivinha-
ram o meu -sexo. Se cu fosse urna vil ra-
Acordei, j dia alto. E' fcil suppr que di-
reccao dei aos.meus olhos. Procuroi os do
pagem. Estava j vestido, mas sem o gibo,
sentado em um tamborete, desennastrando
as madcixasjque ondeavam at ao pavimento,
cobrindo-lho com flucluantes espraos o dor-
so e hombros, c o rosto inteiramente. ,
A' falta de melhor estojo de toucador, des-
enri<;ava os cabellos com os dedos. Nunca
pente de mais bello marlim jierpassou em
maisespessa cabelleira de louro-cinzenta.
Aquees lios de ouro diziam com as outras
perfeicoes. Como eu, acordando, memecbi
brandamente no leito, ella afastou com os
dedos as traucas que lhe cobriam a face.
Imaginera uraa aurora de primavera alvore-
jando d'ontro as neblinas da manh com os
seus orvalhos, fresquido e fragrancias I
Biondettalhe disse eupega do pon-
te,-que est ahi na gaveta dessa papeleira.
Obodeceu.
E logo, atados com una fita, levantou os
cabellos sobre a fronte com tanta elegancia
como destreza. Vestio o gibo, ataviou-so
completamente, e sentou-se na sua cadeira
com timidez, estranheza e urna certa inquie-
tacao que solicitava vivamente a piedade. Se
meira, pode ser quo D.Alvaro me tivesse cu tinhadizia eu comigode ver boje mil
em alguma considerante ; mas esse proceder quadros, a qual delles mais provocador,
infamante, ignominioso I Nao ha ahi
mulher que so nao considerasse humilhada
com tal feito I
Ento, pelos modos, apraz-te ser
agora mulher para conciliar respeitos I Pois
v l Para te resguardar do escndalo
da sabida, toma a tou cargo oscapulir-tc
pelo buraco da fcchaduia da porta.
Pois devras ? sem saber quom sou...
Pois nao sei ?
Nao sabe, digo-lh'o eu. D. Alvaro s
escuta os seus preconceitos... Mas quem
quer que sou, eis-ine a seus ps com as la-
grimas nos olhos. Supplico-lhe como quein
invoca um defensor. Urna imprudencia
maior do quo a sua, talvez perdouvel, por-
quo D. Alvaro a causou, me fez boje arrojar
a tudo para lhe obedecer, ser sua, o segui-
lo. Conjurei contra mim as mais cruas o
implacaveis paixes. Protecco nao tenho
alguma seno a sua ; asylo tenho s o da
sua aleo va. Fecha-m'a Alvaro ? Dir-so-
ha que um cavalleiro hespanhol tratou com
tal rigor e severidade alguem quo lhe sa-
crificcu urna alma sensivel, um ente frgil,
desvalido de todo amparo que nao seja o
seu? em urna palavra, eu... urna mu-
lher 1?
Recuei tanto qaanto pude para me esqui-
var ella, norm, abracava-me os joelhos,
e soguia-nie quasi a rojo
tei-me parede.
Ergue-te I bradei-Sem o pensares, I ^onsorh ,do nigromante. D aqu a
nao esperare por isso. Vamos ao desenlace,
se possivel.
E fallei-lhe assim :
E' dia ha muito, Biondetta. A decen-
cia est salva ; podes sabir do meu quarto,
sem reeeiar a irriso.
Presentementedisse ellaisso j me
nao assusta ; o quo inais me intimida sao os
seus interesses e os meus que nao permittem
separarino-nos.
Explica-te.
Vou oxphcar-me, Alvaro. A sua ju-
ventude e imprudencia nao o deixam ver os
perigos que amontoamos volta de nos.
Quando o vi na abobada, fiquei sua captiva,
ascravisada pelo heroico denodo com que
atlrontou aquella hrrida viso. E eu disse
ento a mira mesma : Se para chegar fe-
hcidado, hei de unir-me a um mortal, tem-
po do me fazer corpo : eis aqui um hero
digno de mim. Embora se rovolvam os des-
preziveis rivaes que eu lhe sacrifico : corra
eu o perigo do odio vingativo delles, que
importa ? Amada do Alvaro, unida a Alva-
ro, elles e a natureza nos obedecero. 0
restante sabe-o D. Alvaro. As conseq-ien-
cias sao estas. Inveja, cimo, despoito e rai-
va tecem-me os mais crs flagicios a que po-
de ser submettido um ente da minha especie*,
degradado por seu livre alvedrio, se Alvaro
reos- me n* proteger. Desde que rompeu a ma-
'nh, os delatores vio caminho dos tribunaes
sera lceiica, Eu vou bojear carruagem ;
80-
uina
for^as-me por um juramento quo fiz. Quan-
do minha mi me deu a primeira espada,
hora..!
Basta Ibradei eu cerrando os punhos
ninguem assim foi obedecido. E eu, de
fez-rae jurar sobre o punho que toda a mi-. contra os olhostu s o mais ladino e insig-
nha vida seria desoppressor do mulberes,, ne dos velhacos I Fallas-me do amor, ali-
e a nenhuma recusar meu braco. Quando velas a mascara do amor, filtras peconha
mesmo seja o que pens que hoje ... 'nessa idea sublime... prohibo-te de me dize-
Poisentio, cruel, seja o que for, per- res a tal respeito urna nica palavra. Dei-
'mitta-me que eu fique )io sou quarto. | xa-me ver se consigo tranquillisar-me, para
Concedo pela raridado do successo, e deliberar o que devo fazer. Se orcoso
por coroar a extravagancia da minha aven-. que eu resvale s raaos da Justina, nao he-
tura. Trata de te agazalhares de modo que sito, neste momento entre ti e ella ; suppos-
eu te nio. veja nem ou^a. A primeira voz to, porm, que tu me salvas deste lance, com
ou movimento que me inquiete, eu engros- que partido o fazes ? Poderei apartar-me do
sa^ei o som da minha voz, para a meu tur- ti quando me aprouver ? Ordono-to que me
no te pprguntar : C/ie vuoi ? respondas em termos claros o precisos.'
Voltei-lhe as costas, o acorquei-me do leito Para separarse de mim, Alvaro, bas-
para me despir. tar-lhe-ha quere-o. Eu mesma deploro
Quer que o ajude?perguntou. que a minha submissio seja forjada. Se l
Nte : sou militar, e c me sirvo. ao adiante, Alvaro souber o que eu.lhe sou,
Deitei-me. ser indiscreto e ingrato, se...
V Nio quero saber de nada seno que
Atravz do cortinado do meu leito vi o- devo j partir. Vou chamar o meu escu-
supposto pagem arranjar ao canto do meu deiro... E' preciso que ello me arranjo di-
quarto urna alcatifa velha que encontrou no nheiro e transporte... Vou a Veneza fallar
guarda-roupa. Amezendeu-so em cima, com Bentinelli, banqueiro de minha mi.
despio-se completamente, envolveu-se-em | Precisa dinheiro ? Felizmente que eu I
um capoto meu que achou no espaldar de me preveui. Aqui o tenho sua disposi-
uraa cadeira, apagou a luz, e a scena por en- cao...
to findou desta sorte; mas^d'ahi a pouco, I Guarda-o. Se tu es mulher, eu nio
recoraeQou no meu leito oriqe eu nao podia praticarei o vilissimo feito de t'o aceitar',
adormecer. / | Nio dadiva, emprestirao que lhe
Dir-se-hia que o retrato do pagem estava fago. D-me uraa ordera sobre o seu ban-
suspendido no baldaquino do catre e nas qua-queiro. Faga urna lista do que deve em
tro columnas u nio via outra cousa. De- aples. Dixe na sua papeleira ordem a
balde forceji por associar aquella imagem Carlos para pagar. Escreva ao seu com-
encantadora a idea do pavoroso phantasma mandante a desculpar-se, allegando que um
que a tinha visto ; a primeira viso realc/t- negocio indispeasavel obriga a ausentar-se
ik
mas, antes diste, Alvaro, eu, forcad^
parar-me, sidto-me alanciada de Diga estas palavras: Kspito, que s por
ser meu e so meu tomaste forma corprea,
aceito tua vassallagem e te concedo a minha
proleccao.
Prescrovendo-me esta frmula, abra^ou-
me polos joelhos, mobando-nio as mios de
lagrimas.
Eu sentia-mc desnorteado, sem saber que
lizesse. Deixoi-a beijar a mos, e balbuciei
as palavras que to importantes lhe pare-
ca m. Depois do quo, lcvanlou-se o excla-
mou com transporte:
Sou tua! Agora sim I posso attingir,
a suprema felicidade humana !
Instantemente, envolveu-se n'um ampio
nanto, carregou sobre a fronte a aba de um
pande chapeo, e sahio.
Fiquei estupefacto*
Procuroi o rol dos mous credores. Es-
crevi margeui a ordem de pagar, e cont
o dinheiro preciso. Escrevi ao cumman-
daute, e a um dos imeus mais ntimos ami-
gos, cartas que elles Iwviam de adiar dispa-
ratadas. Ej o chicote- do boleeiro o o ro-
dar da sege se ouviam a chegar porta.
Biondetta, sempre rehgala no manto,
chegou e levou-mo. Carlos, espertado pelo
ruido, appareceu em camisa.
Vailisso-lhceu-minha oscrivani-
nhaquo l deixei as minha* orilens para ti.
Vou para lora.
VI
Biondetta entrou na carruagui comigo,
sentaudo-se frente. Ao sahaos da cida-
de, tirou o chapeo que a escoodiav Os ca-
bellos levava-os cingidos com um listo car-
mezim ; nio so lhe via senao a a^ulheta,
feita de perolas e coral. Sem outro ornato,
aquello rosto bastavam-lhe as proprias-perfei-
coes. Aquella tez pareca envolta ein O que
quer que fosse transparente. Mal pedera
conciliar-se a esperteza que lhe coru6cava
nos olhas com tanta docura, candidez e in-
nocencia I A meu pozar, estas observai,es
iam-me dominando; o, se as tinha coino
nocivas ao meu repouso, fechava os olhos
para nao as contemplar.
Quiz dormir, o consegui-o. Sonhos deli-
ciosos vieram serenar miuha alma oxagitad
pelas desvairadas ideas que a tinhain alque-
brado. Foi longo aquello dormir ; e minha'
mi, mais tarde, me disse que aquello tor-
por era desnatural. Ao despertar, achei-me
orla do canal onde o embarque para
Veneza. A noite ia adiantada ; seuti que rae
ttravam pelo braceo, era um carrejo que que-
ria.levar-me a bagagem. E eu nem sequer
leva va um barrete de dormir I
Biondetta appareceu-me outra porti-
nhala, dizendo-me que estava prompto o
barco em que deviamos partir. Desci auto-
mticamente, entrei na fala, e recahi no
letliargo.
Na seguinte manha, achei-me na praca de
S. Marcos, no ms luxuoso aposento da
melhor hospedara de Veneza. Eu j o cc-
nhecia, e reconheci logo. Boa roupa bran-
ca, e um rico robe de chambre boira do
meu leito. Imagineiquc isto seria deferen-
cia do albergueiro que me-via desprovidode
tudo.
Ergui-me, e observe so cu ora o nico en-
te vivo" a morar naquelle qjiarlo. Procurei
Biondetta.
Corrido desta fraqueza,. dei gracas mi-
nha propicia fortuna. < Aquello espirito e
eu lio eram, portanto, cousas inseparaveis ;
eis-ine liberto dola ; e, depois do meu des-
atino, se eu nao perder seno o meu posto
nas guardas do rei, devo considerar-me
muito venturoso.
Animo, Alvaro 1prosegua ou ha
niuitas cortes, ha inais res- alm do de ap-
les ; isto sirva-te de correec,o, se nao s m-
corrigivol, e depois andars melhor. Se re-
cusarem teus servicos, a mai carinhosa, e
um patrimonio modesto na Extremadura te
abrem os brai;os.
Mas que rao quera aquello trasgo que
vnto e quatro horas rae porseguio ? Que
seductora cara ello arranjou Emprestou-
rae dhiheiro, que eu quero pagar-lhe.
Nisto, apparece-nie o credor, conduzin-
do-mc dous criados e dous gondoleiros.
E' precisodisse elleque so sirva
com estes om quanto Carlos nao vein. Aflan-
carani-mo a fidelidade e a iutelligencia djltes
borneas, o aqui tem os mais valeutes arraes
da repblica.
Estou satisfeto com a tua escolha,
Biondetta. Pernoitaste aqui ?
E e pagem cora os ollios em trra res-
pondeu :
Eu dorm nesto mesmo hotel, mas no
quarto mais apartado do do vossa excelleu-
ea, para lhe ser o menos incomraodo que
possivel fosse.
Pareceu-mo bem e delicadissima a distan-
cia que elle inlerpozera. Quiz-lhe bem por
isso.
Quando maldisse eu commigodei-
xar andar o espirito no vago do ar, se lhe
apraz exercer o seu maleficio invisivelmente.
Eu calcularei as distancias, quarido elle esti-
ver em sitio onde o veja.
Contente com estas razes, approvei
tudo.
Quiz sabir procura do correspondente
de minha mi. Biondetta providenciou ao
meu guarda-fato ; e, assim que me apara-
mentei, fui onde tencionava.
0 negociante acolheu-me do modo quo
me fez espanto Estya oscrivaninha
ej de longo me sorria, e veio ao meu en-
contr.
D. Alvarorae disse nao o julgava
c. Chegou muito a ponto para evitar que
ou praticasse urna inconveniencia. Eu ia
mandar-lhe duas cartas e dinheiro;
A mezada ?
Sini, e mais alguma pousa. Aqui esto
duzentos sequins chegados esta manhi. Um
vclho fidalgo a quem passei recibo ra'os en-
tregou da parte do D. Mencia. Como nte
tenha recibido noticias suas, sua mii jul-
gou-o enfermo, o encarregou um hespanhol
seu conhecido de rae dar u dinheiro para
lh'oeu transmittir.
Disse-lhc o nome?
Escreyi-o no recibo : D. Miguel Pi- .
mientos, que diz ter sido escudeiro em sua
casa. Como ignorava a sua estada em Ve-
neza, nio lhe perguntei onde resida.
Embolsei o dinheiro. Abr as cartas. Mi-
nha mii lastimava-se da sua doenca, do
meu descuido, e nio me fallava do dinbeiro
remettido. Fiquei sensibilisadissimo-J""
tanta bondade.
*
(Cortomar-u-ha).
T? DO DIARIO RA DUQUE PE.CASIAS


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