Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12843


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Full Text

A.WO XL1X. MUERO
O
PAB.l A CAPITAL E LIGARES 0\DE \0 SE PACA POSTE.
Eantados ______ fc j1| M* 69000
....... 12JH>00
24$000
320
^#
7^
SEXTA FE1BA 21 DE FE\rERHtO DE 1873.
Por seis
Por nove ditos'Itk'm
Por ura aaao idem. .........

IA'C1A.
6750
ap&oo
20M5O
27JK)00
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA & FILHOS.
i
X

Os Sra. Gerardo Antonio Al vos Fillios, no Para; Goncalves Tinto, no Marauho ; Joaquina Jos de Oliveira & Filho, no Cear; ABonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Maria Julio Chaves, no As; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira- d'Almoida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da ftnha; Belarmino dos Santos Blco, em Santo Anto-j Domingos Jos da Costa Draga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; .Francino Tavares da Costa, em Alagaa| Alves & C, na Baha ; e Leite, Cerquiuho & C. no Rio/le Janeiro.

parte ornciAL
ftitlikturt 1 i3 't]Uiui**o Direc-
tora ln i'i vjis; ji vincia I
Ib 2"*raniiilni? *ii tSJl.
film, c l'ni Sr.Cuin;irind) oque determini
4*42 'I art. 7* di iv.'.il.viiU) de .10 de fitftho
le 1872. a i:n;ii:s vincial i' Pcr,ia:nli:i <>. tem a honra d-s apreseu-
i, i V. F.xc ii seguinto rol dorio.
Nbm ida ''.a 18 d jullio, e s i-> I.iiiil > reunir-
se em -' d' inesmj uij, para dirigir os trabalhos
de uina exposicao fui.* 1 *via efleetnar-se 91 das
dpois. a cMiimisso t-ria, por si** faci, escusa
julficient'' para ser relevad) desusa numerosas
faltas, se porventaru nio rcronhceessn que sua
insufUoiencia (ara a missiu uno Ihe foi confiada
se deve o seo acaiihadi.deseropenlo..
Eui tio chivito espapo de (empo. ora baldad)
tnbalhu se leu'asso a o';n:i)i>sfio seguir a marena
trac.i la na- precedentes exposieoes para reunir
yniit'.ii fus ipm iigur.isstii c mi utilidadu e vanta-
jtem ni novo fis'im poruainlmcano. Isto cxplo
Sf-sc limitad') a aunuaciar i exp isiea i, e dirigir
convite; i'.'li i ii.n-.'.i-i aos industrian da provin-
cia, c, p U-.s.ins'.'sl'ir.^s individuaos, alcanzar o
oacurso doalguus cxpjsitjras, que all Sgararam
i-.im dstiiirrao.
Jf'esla a lerceira eXiKMfli provincial queso
tvlisa ut'-ta provin n. o d enlium i dallas pare-
; o ivsull ido esperad >. Soria dif-,
fiedassigualai'as em>as deste lacio lainentavol.
Seno parle so pidcria aitribui-lo ao limitado des-
.*ajBHni-'iil i di industria faiiril na- pr.iviin-.ia, nao
.' inleiraui -al'- oxiranii > a-i m d a ausoncia de me-
didas auxiliadoras, porque taut i pugnaram as
i'omiaiiso'? directora.- das duas | remedentes expo-
.-iooes. ^
Y. sob esla relami confessi a commissao que as
saas esperan 'as nio pareeeiu hoje mais funda-
das.
Se, nao obstante, tratar em seguida deste as-
sumptj, ser mais por observancia as prescrip-
p5es que llie nipozcram, do que pela confian?
que nutra de qno suas parca- olisorvacies possaiu
-i- iitendidas.
\ oxpo>icV) provincial de I87 foi inaugurada
no .lia i) de outubro s i I horas da manba, e
mcerrou-se no da ii do mcsino niez as 40 horas
da noite Uovidn instancia rom que a commissa i
central redamara a rwMa dos productos desra
provincia para a exposieao nacional, nao poude a
..liiiinissao prolongar aq'ue lo estreitissinio prazo,
apelar do deseontenlamenlp publico que isto cau-
sou. Nao podoria ella |irev>ir adiamento da expo-
-ieio nacional!
Ao acto do inauguracn, que leve luger no paco
4a assanda provincial, assisliram S. Exc. o Sr
presdame da provincia, a commissao direcUn, e
ei'-sci4) uuniero d pesMias ito todas as classes.
Pofessa occa-iao pr.iferiram S. Ew. o Sr. des-
''luOOTgador presidente da provincia o a commis-
vi> (friura, pelo urio Uo seu secretario, os lis-1
cursos appen3ns soh ns. i e-2 a este relatono.
A entra la pira a exposiel) foi gratuita, sendo
esta visitada por S.itN pessois. be acerdoconi
isprescriBfck's e classilicaeio adoptadas no regu-
imenio de 10 de junho, confeerionoii a eommissao
<< catalogo annexo sob n. I. que l'oi distribuido
ut'.tluilameute pelos visitantes.
Kssc catalog est incompleto, e resente-sc sem
! '.vida de numerosas lacuna- ; mas foi impossivel a
immissio organisa lo molhor no curto espaco de
4ft horas interrompidas, uuie s de que dispoz, e no
ni. io da ceaJTusfu ipi trazia a entrega e acondi-
i-ionamentb de producios, em sua quasi totalidade
remeltidos para o edificio da exposicao na vespera
do dia em que deveiia realisar-se a inauguracao.
Fi^uraram na exposp "l productos.
A cxposi.iio proviarial de I87 nao foi abun-
dante de productos raros e tralialhos de paciencia.
Debaixo ueste ponto de vista, foi menos artstica e
curiosa do que as que a precedern!; mas em
compansacao or receu um carcter maiscommcr-
cial, c potanto de mais imniediaU utilidad) pra-
ii'-i. Aindapssiui esa exposicao, como as de
i sol e 18t>Vmal representa a verdadeira riqueza
r. tural, agrcola e fabril da provincia.
A provincia de l'ernambueo tetn aingido no
periodo p istjri >r a I8i(i um grao de, [irosperidade
l1 e se traduz pelo notavel acerescimo do valor da
produegao Essa prosperidule nio entretanto
i a so podiiria esperar da riqueza do slo, se es-
ta toas9 ajudad i de melboramentos que debalde
reclama a lavoun. Ni> sn uiuitos, nem comple-
tos os anxiliaivs da pi-oviii-.-ia nem poneos os es-
iorw.
?io numero dos primeiros distinguem se prin-
cipaMiente as va- do coi.oiiiunica;.Vi. A pro
vieta'tonta III > 1.1muOr is construidos de estra-
das de rodagein, e l'i de estrada de ferro de grau-
il transport'. '
iSesle numero nao se comprebendem as linhas
urbanas qre s indirectamente auxiliam a agricul-
tura.
E' evidente que esta provincia contando ricos
rosjde proiluccao em disUmcias de qiiinlientos
i- rentos kilmetros, pequeo beneficio recebe
ai.ida das vias de coinmunicaeo. l.'m vasto das-
eavolviment) destas seria urna das primeiras m-
rudas a reclamar dos poderes pblicos em favor
A\ lavoura. Sem auxilios mais efficazes do Esta-
i >. e sem um pouco mais de oragem da parte
1 -> adiajpi'stradores da provincia, esta s a passos
muito lentos caminliai nessa senda do mais til
de todo* os mlhorainentos materiaes.
A experiencia te n demonstrado at evidencia
\m\ apezar do todo enerauenao futurojqiie possa
ittTerecer una estrada de ferro" projectada no Brasil,
eoa rara excepcOes o capitalista inglez. que por ora
i- o uniro que nos auxilia, fardella' objecto de em-
prego do seu dinheiro, sem qae este- tique a salvo
de maior risco por pina garanta de joros. E
por lauto trab.ilhar sem resallado o decretar li-
nbas de estradas completamente desajud das de
auxilios pecuniarios do Estado on da provincia
ijocoi nu r que tiver acertado conhecimento deste
aiSOmpV. e fallar sem calculo e sem paixao, dir
que aiuda estamos amistados da poca em que o
par possa eximir-se dosses auxilios, que entre
iruto reverlem super.ibundantemcnte na prosperi-
dade que acarralan) industria.
Se tivusse a commissao^de suggerir alguma dea,
q:.- oesta parte Ihe parcesse, de patente vanta-
era, lembraria a absoluta necessdade da decreta-
e.,u de urna rede de eslrada, para a provincia,
comecando-se a sua coustrueco pelos troneos
prir.oipaeiae se dirigissem aos grandes centros
productores.
Esses Unncos sao: Io o do sul da provincia,
que pode tomprehender o prolong-.men'to da estra-
da de ierro do Hecife S Francisco, nao coui o
iinioi^^Hb alcanzar qualquer parte navegavcl
, 'l.umen^BBnas de aproveitar especialmente os
grandes e rico- terrenos de criacao do gado, e
planto do algodo, que possuiuios; 2", o do con-
tro, que inclinando-se para o norte em certa dis-
tancia, alcancaria o interior das provincias do Rio-
grande do Norte e Cear, principalmente desta,
e altrahiria ao mercado de Pernainbuco, sua natu-
ral s^hida, os productos que difficilincnte chegarao
^ *<*4pNatal e da Fortaleza.
4^truiJas"TSlas principaes arterias, impossiseis
te realisaco sem {podei'n-j concurso do estado,
fcilmente se estenderiainja- ramlficacfles, para as
es io seria difncil contribuir a provincia.
Gallando poderoso aux'li.r da agricultura -o
i>s Uf aijos.
Com quanto, urna parte da pr,)duccao da pro-
vincia seja o fr'ucti do iralolho livre, boni ou mal
ensatado, certo que a eseasse do brigo escravo
iuilmr passagL'iramente no futuro da lavoura, e
que considerayel extenso de terreno existe im-
productivo, abandonado falta de cultura. Por
oi.sada pie seja a pretensao dos que aprcgam
que o norte do imperio nao carece da imiuigracao
europea, os fac as desnii-iitein cada dia este con-
cento; o, ao menos qnanto a provincia do Pernain-
buco, e.ssa lecessidade sensivel, o sua satisfacao
nao pode ser adiada.
O clima da provincia nao tao favoravcl como o
do sul do imperio para a Hiiugraco; c sobretudo
os frequenie.s rasos de febre amaraella que se dao
no ancoradouro faein suspeitar da salubrdade
publica; entretallo esla circumstancia, alm de
exagerada tora d'aipii. incubar a capital da pro-
vincia, onde sao dispensaveis com eleito os inuni-
gr.in'es. Todo o interior salubre, e offerece
boas eoudieoes para receber o colono europeu,
que possa supportar un clima tropical.
Esses obstculos ao desenvolvimento da inmigra-
ra) nesta provincia poJem ser coui|)ensados por
maior soturna de vanlagens que se possa pryjior
cionar ao immignnle. Embora estas nao attinjam
randes proporcocs. nem se derramem tao abun-
dantemente qne altraiam rrescido numero de bra-
cos, como provavelaicnle acontecer no sul do
imperio, muitos accorreram para l'ernambueo; e
nao estaremos, como hoje estamos, exclusivamente
mere da sorle, sem recurso deste genero que
nos possa valer-em una conjnnrtura inesperada.
As tentativas, feilas na provincia, para a immigra-
ca > tea sido mallogradas por causas diversas das
que cima se apontara.
Hecentemente o governo ensinuou a creacao de
nina soeiedade de imiuigracao em Pernaibnco.
A idea foi acceita. e amma'dos das promessas do
mosmo governo aigons cavalheiros fundaran) a so-
ciirdade conhecida sob a denominadlo de A uxitia-
doM da immigriu'iin e rolonsarao em Pernnmbco.
Submedidos a approv cao do governo os scus
estatutos, foram estes devolvidos para serem alte-
rados, entre outros fundamentos, pelo fado de
nelles estarem contemplados como recurso da so-
eiedade os donativos e outros auxilios com que
conlribuisse o Estado, que di ia o governo, nao se
obrigava a dar laes auxilios. Entretanto foi o
proprio presidente da provincia que em reuuiao
solemne prometteu esses auxilios !
Como era natural este fado foi sufllciente para
desacorocoar os que tinliam fundado a mais e>-
peranfOsa soeiedade de iinuiigrarao encorporada
na provincia.
Hoje assumpto de que ningucm cuida absolu-
tamente, nem mesmo o contratante Dr.Bento Costa,
a quem fez o governo urna concessao para adquirir
colonos, mediante rasoave) relribuicao. Este fado
digno de seria attenco dos poderes do Estado.
A questao de capitaes para a lavoura se revela
em Pernatrbnco nis niesmas condices que no
resto do imperio.
O lavrador a victima da clevaeao da taxa.
Embora seja, em (odas as crises, o rnelbor devedor
da prava supporta a consequencia do* longos
prar.os dos seus'pagamentos. Sem a prudencia,
que nem sempre earacterisa a todos; e as abun-
dantes colheitas destes ltimos annos a lavoura es-
tara arruinada nesta provincia, tal a exorbi-
tancia do juro. Este mal dos mais sensiveis
lavoura, porque s o abastado cultivador, e por-
tante aquello que dispoe de maiores recursos, pode
obter capitaes para desenvolver e aperfei^oar a
sua industria, e superar os embaraces das erises.
Nfio lem bavdo na provincia ensaios, cujo xito
possa minorar o mal; e nem isto de fcil tenta-
tiva, considerando-so que a.questao do crdito
territorial ou real tao complexa, e depende de
elementos em cuja posee nio estamos nem esta-
remos tao cedo, que s um esforc supremo dos
poderes publico o concurso decidido dos part-
neniares poderiam proporcionar-nos tao til me-
Ihoramento.
E esses meios nao sao facis, quando a expe-
riencia mostra que no pan poneos curam da causa
publica.
entre os litis que s propoc realisar a recen-
tissim soeiedade Auxiliadora da agricultura em
Ptrnambuco que foi apenas installada, destaca-se
o de preparar e facilitar, e at memio ensaiar ope-
racoes proprias de associacoes de crdito agrcola,
conforme o permittirem as leis vigentes. Como
ve-se trata-se apenas do nina aspraoao.
A commissao letnbra, que ao menos convera
que desde j ensaiasse o governo organisar o ca-
nastro da propriedade agrcola da provincia.
FeitO lito estara vencida urna parte essencial
dos embaracos, que se oppoe em Pernambuco,
como em todo o imperio, creacao de estabeleci-
menlos de crdito territorial.
Quanto ao ensino iirofessonal, de que tanto po-
deria esperar a lavoura, lem sido baldados os pou-
cos esforcos at hoje felos para fundar na provin-
cia una escola pratica de agricultura, ou outras
iii-tituicoi'.- de immediata utilidade para a cultura.
Nao obstante os signaes intermitientes que de
sua existencia lem dado o Instituto Agrcola, nio
tein este conseguido levar por diante o seu louva-
vel projecto de crear ama fazenda modelo, ou es-
eola pirtica, onde, rifutr de modesta e variada ins-
iruc.ao protessionaf, se ensaiem os mais aperfei-
coados processos de cultura e manipolaco.
Ao passo que tal j o deploravel atraso em que
ost a instrucco profeesloDal, cujos rudimentos
nem ao menos sao assnmpte de estudo as escolas
primarias, pralicameiite observam os agricultores,
BW poucos ensaios que nesta provincia se fazcm,
os seus maravilhosos resultados: o maior deveria
ser por, este fado, o seu esforeo para abaudona-
rem a retina.
Infelizmente assim uo acontece.
Nao conta a jirovincia de Pernambuco o desen-
volvimento que se devia esperar n industria fa-
bril. Esta existe, e nio >e pode dizer retrograda
nem mesmo estacionaria. As proporvoes deste tra-
balho nao permittem dar grande espaco a dsorip-
co que converia fazer do estado dessa industria
na provincia, do que. entretanto, se oceupr per-
funrtoriamente a commissao em dilferentes artigos
deste rotatorio Nao obstante tara mencao aqui de
um fado capital e digno de serio exame.
l'ernambueo. sendo um grande centro produc-
tor de algodao. uSo possue urna s fabrica d te-
cdos ou tiaeao! x .
E" por certo um laclo singular e porventura in-
juslificavel, se alteudermos que em taes condices
da provincia, dispondo abundante c coramodamen-
te da materia prima, a industria dos tecidos e fia-
cao de algodfto seria liona das mais lucrativas.
Quando vernos prosperar todas as fabricas senie-
lhantes de oulras provincial, e sabemos que a
nica que em 1826 existi em Pernambuco nao
dava sahida a procura que tinlia, e que por outra
causa suecumbio. s a indifferenca ou a falla do
iniciativa se podera atti ibuir a ausencia de esta-
beleciinentos induslriaes desta ordm.
Na exposicao provincial de 4872 foram repre-
sentados quatorze grupos classificados as instruc-
i/es de 40 de jnlho do mesmo anno e um espe-
cial, como se observa do catalogo annexo.
Segundo a ordem estabelecida as citadas ins-
trueces, eis o que tem a commissao a referir
tcerca de cada um delles.
I. GRUPO.
Productos df minas, pedreiras e metalrgicos,
i iHlis, etc.
A exjiosicao dos productos que figuraran) ueste
rrpo nio d por certo idea da riqueza mineral
da provincia di Pernr.rnburo: sob eeta^relac po-
jemos dixer, que ''.do c-u quasi todo ignoramos.
Percorrendo-se o catalogo observa-so a pobre-
sa da colleecao de miiieraes exp isla.
Na exposicao provincial de 1866 paicnteou-.se
igual resultado. Sobre tildo era entdo seusivel a
ignorancia completa em que estavamos acerca da
natureza e fonnacao dos terrenos da provincia.
A commissao julga digno de mencionar espe-
cialmente neste grupo o mnerio de ferro ( ns. 3
e 4 ) exposto pela cmara municipal do Bonito,
Tacas ao concurso do sen activo pro-presidente
Fcbx Fernandes Portella.
Como ver V. Exc. do catalogo annexo, o mi-
neral encontrase em abundancia flor da trra,'
no lugar denominado Donitinho a una milha de,
distancia da villa do Bonito, tu a 7 leguas da es-
taeao final da estrada de ferro do Becife ao S.
Francisco, sendo que j est projectado ou con-
tratado um ramal da dita estrada, que passar
junio s jazidas.
Pelas informaei'.s que recebeu a commissao,
existen* naquella localidade minas de ferro c pre-
sume-sc me de carvo de podra, opiniao que pa-
rece conlirpiada por alguns engenlieiros que visi-
tram a localidade.
A este respoito refere o Sr. Fernandes Portella
as seguintes informai.es, que parecem dignas de
aqui ligurarem.
N i anuo de 486*, remetiendo a cmara mu-
nicipal delta villa ( Bonito ) amostras sementantes
para o Rio de Janeiro, mandouo ministro da agri-
cultura, por aviso de 42 de junho do mesmo an-
no, que esta cmara mandasse dar cortes profun-
dos sobro algumas das inftcxes ondeos mincraes
de fetTo se encontram, para que, segundo o pare-
cer do professor Ladislao Netto, se podesse bem
conheccr, nao s a expessura do deposite alu-
vial, como principalmente conhecer-se a poca a
que deve pertoncor o terreno peculiar dn Bonito.
Por falta de verba .para as despezas dos cortes
c observacoes geolgicas, at boje nenhum traba-
Iho se lem feito, o que para sentir,tanto mais, que
se teria tal vez descoberto alm di inporlancia das
minas de ferro, a existencia de carvo de podra.
Quando fallo na probabilidade de existir tamheiu
carvo mineral, nao certamente sem nenbiiin
fundamento; porquanto, quando foram remedidas
para o Bo de Janeiro as amostras de ferro.foi tam
bem outra amostra de um combustivel, que eu
hava encontrado no riacho Bonito que passa nesta
villa, e cujas aguas vee n do monte Bonitinbo.
O Sr. Ladislao Netto recoubeceu ser verdadeiro
linhiio a amostra que Ihe foi prsenle, a qual de-
via ter sido acairelada pelas aguas de suas jazida
etc. Anda depois disto encontrei um fragmento de
carvo semelhante ao que tinha mandado para o
Rio de Janeiro.
A colleecao de argas que figurou naexposi-
(o foi variada, e seus dilferentes expecimens tem
numerosas applicacoes industria na provincia.'
Existe o kaoli i em grande abundancia, e sen
uso na illia de Fernando de Noronha.
Parece conunissao que to rico producto de t
applicacao ao fabrico da lou-.-a nio deveria ficar
desaproveitado como est.
de.ma
destas
urna ri
estrai
urna
gacao.:
Al
mentoj
De
em dil
na cor
tal de
arte os Balearios, que sao abundantes na
a, o trap j e a rocha grantica sao as pedras
n emprego em Pernambuco. I): prtmeira
pOhae existe conlie :ida o em expentelo
ja podreira no engentio Nha, 4 margenrda
[de ferro do S. Francisco ; e da segunda
ura em Nazareth do Cabo, porto de uave-
Ls stas roc-Uas sao applicadas ao calca-
la ctdade do fji-ife. .
loruiaeues ministradas commissao, existe
rentes" pontos da provincia, nomeadanieiite
irea do Rio Foriposo, abuudaHcia de cris-
:ba.
2. (iRP.
Agritultina. horticultura e silvicultura. Plan-
tas hwdicinaes.
Esttvgrupo dislinguio-se principalmcnlo pelas
eollecows de libras vegetaes, c de madeiras que
Hgnrarain na exposicao.
A mkis til ea mais iinportaite de todas as fi-
bras vegeta s o algodao.
A Historia da lavoura deste reo producto em
Pernambuco fel-a a commissao directora da expo-
sicao provincial de 48tki em seu relatorio- ao go-
vurntv
Cabe hoje actual commissao tratar deste pro-
ducto Sob o ponto de vista das transfonnaees e
progressos que ulteriormente tem lecebido.'
Embora se observe um certo desenvolvimento
na cultura do algodao, fora de duvida oue sub-
sistein anda os mesmos embarazos apoutados um
1866 qne retardam o seu progres O.
O principal delles a ausencia quasi total de
facis transportes para o producto. Esta nica
eireumslancia teria abatido consideravelmcutc a
industria algodoeira mt provincia se durante o pe-
riodo de 1866 a 1872 tivessemos de registrar al-
guma crise idntica a de I8'i9, que fez descer o
preco do produelo a 6 e SjOOO por arroba. Da
reproduc(o de tamaita calastropbe nao estomos
livres, porque absolutamente nada se ha feito em
ordem a evtala.
A produc.-.io do algodao nesta provincia, nos
exercicios de 1867 c 1868 a 1874 e 4872 foi de
572:32-"l sa "cas de cerca de 75 kilogrammas tendo
sido de 128:93o pft quinquenio precedente, se ac-
eitarmosos dadps-soprc que foram atrecadados
os direito* proAincijies de exporteio.
numero dO; snceas, porm, que vieram ao
mercado, coiniirfbnilidas as das provincias liuii-
hophes, foi de l.(Ki(ii331 no prinieito quinquenio
citado, e" de 68i:769 no ultimo.
A commissao obligada u confessar que tacs
algarismos nao iuspirkm intuir confianca ; e que
pnxlucco da provincia llie parecendo superior
a indicada cima, j..-sv.-I que parte d,. algodao
de Pernambuco fenha sido exportado cwno de
procedencia diversa.
- Os seguintes quadros dao o inovimento do algo
dao nettes ultimo^dez anno.:.
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Acredita a commissao que a cultura do algodao
em Pernambuco objecto digno de especial estu-
do dos poderes do Estado.
Alm da prande importancia que este rico pro-
duelo tem no mundo, e conseguintemente da in-
fluencia que a sua abundancia ou escassez pode
produzir as classes laboriosas e consumidoras,
a situaeao da provincia transforma-o em elemen-
to ossencial do progresso desta parte do imperio.
Esta vbrdade se evidencia da simples coinpa-
racao da cultura e preparo dos dous grandes pro-
ductos de consumo c exportacaoassucar e al-
godao.
Embora abundante e prospera actualmente a
cultura da canna, fora do questao que a deficien-
cia de bracos, a imperfeicao dos processos de fa-
brico, a falta de capitaes a farao definhar logo que
a fon;a da concurrencia tornar seusivel a ausencia
de taes elementos. Estes s custa de grandes
esforces-e sacrificios serao proporcionados.
llavera, portanto, urna poca em que aquello
dos dous producios que reclamar mais simples
auxiliares lera maior desenvolvimento. E' o que
acontecer com o' algodao. Para que este tenha
vasto impulso, bastar principalme te proporcio-
nar-lhe transporto barato.
Os mdhoramentos de ontra ordem que reclama
a sua cultura sao de prompta realisacao. Bracos,
se nao os tem j em abundancia, a subdivisao da
lavoura, que transforma hoje todo o habitante do
sertao em plantador de algodao, tornara quasi
imperceptivel esta necessdade logo que as cen-
tonas de almocreves que trazem o producto ca-
pital, por falta de estradas de ferro, foram dispen-
sadas dessa pesada tarefa e se empregarem na
sua cultura.
Capitaes sao anda necessarios ; mas a forma
que loma a lavoura proporciona facilidades para
(lie estes se subdividam e possam mais fcilmen-
te ser encontrados.
Quanto aos processos do preparo do producto,
que actualmente nao reunera anda a pereicvio a
rapidez do trabalho, sao j conhecidos e de fcil e
uommoda applica^o na provincia.
Por outro lado, a qualidade do algodao de Per-
nambirco nao tem que temer a concurrencia se o
producto conservar inteira a sua libra.
Resolvidos assim todos os embarazos que abada
eslorvam o desenvolvimento do algodao, basta di-
minuir ou suppriinir os pesados impostos de ex-
portacao para que possa dcsassombraJo competir
nos centros manufactrenos com os mais ricos
productos similares.
Parece portanto a commissao, que se uina
acertada providencia procurar quanto antes ativar
e favorecer o planto do algodao na proyocia de
Pernambuco, onde, quer a zona do interior, quer
a do norte da provincia sao apropriadas a esse
Seero de lavoura, seria fcil minorar os eiTeitos
e qnalquer crise ou abalo que vesse, por qual-
quer eireumslancia, affectar a cultura da canoa
Das amostras de algodao que foram exhibida/, e
3ue dao urna Ha mais ou menos- approximada
a riqueza do producto o da importancia do seu
cominercio, dalinguiram-seas seguimos:
Algodao herbceo em rama (gossipium her-
bacium). Foi xposto pelo presidente da c-
mara municial do Bonito. Esta cultura eslava
pouco generalisada em 1866, como se v do rela-
torio da commissao directora da exposicao daquelle
anuo; agora, porm, apesar dos incinvenientes
all apontados, -tem tomado rpido desenvolvi-
mento.
Acerca deste producto jbsse o expositor:
E'i cultura adoptada pelos habitantes deste
municipio, principalmente nos campos mais ao
longo das serras. O algodao herbceo cultiva-
| de neste municipio ha cerca de oito annos; tem
' adquirido subido crdito, tanto pela presteza com
' que da a sua carga, como aiuda pela sua boa qua-
hdade e extensio da fibra.
I t Mota-se o inconveniente de ser muito rastero.
perdendo-9e aseim parto do producto, que, sendo
arrastado no solo pelo vento, sida-so.
Tambem as suas maraes verdes, que sao ado-
cicadas, scivcinde pasto s cobras casca veis, que
sSo assim attrahidas, o que do grande perigo
para os cultivadores.
Tem sobre o algodao rreouln (arbreo) as
vantageus de produzir mais, e, sobre todas, a de
resistir aos aguaceiros.
Com o algodoeiro herbceo, quando ebeio de
suas magacs, o agricultor est certo de collier o seu
piodilcto; nao perde o seu lempo. A prodiicco
do municipio regula, termo medio, seis a seto iml
sacras animalmente. A espesi do transporte
para o Hecife le 3300 a 4000 por sacra (
isto devido sem duvida a facilidade que pro|ior-
ciuiia a p;u te desse transpone feito ein estrada de
ferro.) v
Nos inconvenientes cima apontados nota a
commissao que nao ^e fez mencao de ter o algo-
dao herbceo a sement entre os fios, donde nao
poden) extiahi-la fcilmente os desea rocadores or-
dinarios.
Seem Bonito se tem podo remediar osla difli-
culdade, de grande vantagem animar e dt-sen-
volver a cultura deste algodao, que permute a co-
lheita tros mezos depois de senieado.
Algodao arbusto e arbreo (gossipium urborium
A lilia de Fernando expoi algOdo em caroro,
em rama e descai-ocado em bolandeiras.
Desta especie quasi lodo o algodao que ven;
ao mercado da capital.
Nao a primeira vez que a ilba de Fernando
concorre s xnQ8c5e3 desta provincia, e sempre
com vantagem quanto aos seus productos da in-
dustria algodoeira.
O planto de algodao devia ser um poderoso
elemento de renda da iilia, que pode produzir at
u Sea Slmii! de libra louga, o mais rico producto
desta industria.
Escusado a commissao pedir novanicnte a at
tcnco do governo sobre este aisuiiipto, porque
j o filtran) sem asilo algum as coimnissoes d;s
duas precedentes espoeicOM provnciaos.
Foram tambenl exhibidas pela commissao tres
fardos de algodao das tres i|tialidades ordinaria-
mente remettidas para O mercado.
O coronel Coiiolano Velloso da Silveira ex|ioz
urna amostra de dgodao cultivado em sen enge-
nho Ribeiro, situado uiargem da estrada de
ferro do Hecife a S. Francisco, na freguezia de
Serinhaem. producto exposto mostra, como
aflirma o expositor, que as estaeoes regulares
possivel nos terrenos ikstinados" no planto da
caima collier algodao igual em qualidade ao pro-
duzido nos sertoes da provincia.
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SE' digno de ser aqui mencionado o fardo de
aleodo, preparado pela machina hidrulica do
Sr William Vanghan, situada a ra "do Vlscondc
de Itaparica n. 26 nesta cidade. A vantagem que
olferece o algodao assim enfardado conside-
ravel. O producto ebega ao seu destino tal qual
parle deste porto; o frete inferior ao das saccas
ordinarias, e o preco do mercado quasi sem
pre mais elevado; o espaco oceupado sendo o
mesmo que o dos fardifc," estes teein um ptiso-j
triplo. O peao liquido do fardo exposto ou dp
oulros semellianles de cerca de OU kilogram
mas ou mais conforme a qualidade do producto.
O preco do enfardamento de 5*500 por fardo.
E" da maior utilidade generalisar esle processo.
dc aeondicionamento do algodao, que c o mesmo
empregado nos Estados-Unidos com grande van-
tagem.
As domis libras vegetaes que foram exhibidas
tem apenas applicac o a trabalhos secundarios.
Do catalogo ver V. Exc. que a maior parte dolas
sao destinadas cordoara e ao calafeto. Nesta
parte a-exposicao de 1872 foi das mais pebres
desta provincia.
E' ccilo que para isto concorre a ausencia qua-
si completa de industria, onde laes libras teuliam
apolicaco.
Nesta seceo, depois das libras vegetaes, que se
distinguirn) espe.-ialmenlo por causa do algodao,
oceuparam lugar importante as madeiras.
Com quanto fosse menos consideravel a vareda-
de das madeiras que figurara m na exposicao de
1872 do que as exhibidas em 1866, certo que as
primeiras dcraiu idea mais completa dos nossos
producios florestaes, o as snas amostras eslio me-
nor preparadas.
Julga a conunissao dispensavel repetir no pre-
sente relatorio a serie de nforiiiaooes mais ou me-
nos completas que mbueionou no catalogo, e que
foram as nicas que colheu. Como complemento
dessas informacoes, a commissao refere-se aos da-
dos minuciosos que acerca desle assumpto se en-
contram no relatorio da commissao de 1866, e que
teein hoje inteira applicaco ao estado da provin-
cia.
Nio deve, porm, eximir-se de chamar instante-
mente a att iiieao do governo para a devastaeao
Incessante das maltas.
OBSERVACOES.
Segundo as eliservatxic* ebimicas e o grani*
consumo, todas estas prepararles lem obtido ver-
daderos triumplios na cura da clorse, anemia,
escrfulas, rachitismo, blenorrliagia. leuc.orrba,
fibras interiiiitlenles e amenorrlia. etc. etc. etc.,
sumi |)artieularmeiite elllcazes, no tratamonto das
senhoras, as prep;iracot>s eompotlH de ferro.
A jurnbeba, eonheeida |Mr este nomeno Brasil,
perlence a familia das solaneas, e tem a denomi-
naiao de Solaumt paniculalum, que foi dada por
Lyno.
O xarope do fedegoso applicado eoia fetta soe-
cesso como poderoso calmante di> systeina nervoeo
na paralysia, asthma, tona convulsa on coquelu-
che, tossos recentes e antigs, salTocacSos, cathar-
ros pulmonares, e em geral contra todos os soffri-
roen:os das vias respiratorias: um exceUentn
linitivo para os phtysicos, e de reoonhecida ef-
c acia contra o tolano ou espasmo.
Esta planta, conhecida nesta provincia com o
nomo de fedegoso, no Rio do Janeiro e no sul d*>
imperio pelo dtW- crista de gallo o tiaiidmt
utilissimum oaJiaridium elorgatum de Schum, e
o hrlrotrovium carassattimu de Mart; pertenCe a
familia das boragineas.
(A) O xarope de rabo de tat uit precioso pei-
toral; e tem sido applicado com vantagem contra
a tosse de qualquer carcter. Anda nao conUe-
eida a classificacn desta planta.
Hecife, 16 de outubro de I87.
Ferrvira & C.
A fabrica de gaz desta cidade ; sob a gerencia
do Sr. Thomaz Nowbigging, alm do relevante-
concurso que presin, forneeendo gntuitamen-
te todo o gaz necessario a illuminaco das tres
noutes em <|ue tovo lugar a exposicao, exhibi o-
[.coke, picho e a agua amoniacal, productos prepa-
rados na mesina fabrica.
Alm destes, ornou a exposicao com uina rica
cari da colleecao dos productos extrahidos do car-
vo, os quaos por nao scrom nacionaes, servirn
apenas para dar urna idea dos producios que da
Jita fabrica sahrao em prximo futuro.
Merecen devido apreso o sabocommunni fa-
bricado no estabelecimento do Sr. Antonio Joa-
de Vasconcollos.
Sem um cdigo florestal, o arbitrio a nica lei
que regula boje o corto das madeiras, porque nem
mesmo as brencas, outr'ora invo adas para o uso
das maltas doEslado, se fazcm mais necessarias;
tal o abuso dos devastadores.
A consequencia de facto tao lamentavel alm
do mal que traz salubrdade publica a ausencia
das florestas, a escassez das madeiras de construc-
eao naval e civil, piando mais necessarias se fa-
zem, a clevaeao dorrespectivos preces de mer-
cado.
E' sabido que s a grando distancias cncontram-
se anda madeiras de construrco nesta provincia ;
e que a maior parte das que sao empregadas nesla
capital vem da provincia de Alagas.
Urna curiosa colleecao de cinzas figurou na ex-
posicao. A applieacao que esto producto lem na
industria poderia animar o seu preparo na pro-
vincia.
Foi das mais pobres a exliibicao de pelles cruas,
classificadas neste grupo. Apenas una pello de
lontra o outra de viado, deram signaes da exis-
tencia desla especie do productos.
3." GRUPO.
Industria cinica.
A commissao considera que a industria chimica
fez, no periodo ulterior a 1866, insiguiUcantissiino
progresso.
Como cnto, ainda nio se conta em Pernambu-
co um s estabelecimeuto-laboratorio de productos
chimicos.
Apenas o que neste genero suppre una peque-
a parte das variad! simas necessidades da indus-
tria e da sciencia, o que existe as pharmacias.
O progresso a notar comprehendo simplesmcnie
a arte chiinico pharmaceulica. Pelo catalogo
dos productos expostos pelas differentes pharma-
cias desta capital, esse progresso seusivel. Den-
tro esses productos distinguiram-s< os preparados,
em satisfactorias condices de serem exportados
das pharmacias regularmente montadas dos Srs.
A. Caors e Ferreira & C.
Os Srs. Ferreira 4 C forneceram conunissao
o seguinte quadro, que por completo deve aqui fi-
gurar :
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s a
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E' um producto que pode com vantage n con-
correr com o similar estrangeiro. A materia pri-
ma, porm, est ainda muito sobre carregada df
impostos, e a esta circumstancia devido sem du-
vida o modesto desenvolvimento da fabrica do
Sr. Vasconcellos.
O Sr. Antonio Raymundo Paos de Lima expo
urna amostra do graxa do sua composi^ao.
Embora seja urna industria de pequea utilidade,
nem por isso deve dispensar qualquer animacao.
Eis como se exprime o expositor, que se diz na
posse de um segredo, que nao quiz revelar, para
o fabrico do producto exposto.
Nao exponho a graxa como novidade, mas
smente por nio me constar que nesla provin-
cia e mesmo no Brasil se fabrique esse producto-,
cpelo grande consumo, como sabido, que ac-
tualmente tem este genero no nosso mercado.
A boa qualidade da graxa mencionada, que re-
sulta j do seu lustro, j da sua duracao, po
conserva-se por muito mais tempo do que a im-
portada do estrangeiro ; a propriedade que tem
ella de fazer conservar e amaciar o rouro do cal2
cado; a sua preparaco em que s entram ele-
mentos inoffensivos ao calcado ; tudo isto muito
a recommenda. Nao declaro quaes sejam esses
elementos por ser isto um segredo. Ja tenho da-
do amostra dessa graxa a diversos sapateiros deS-
ta cidade, afim de experimentaren), e todos teas
reconhecido a superoridade delta, como poderet
provar sendo necesserio ; e se a commissao jol-
gar por si mesma c a examinar ver a verdade
do que aftlrmo.
Espero que a commissao julgadora com o
seu parecer muito coadjnvara a urna industria
que se hoje pequena pode do futuro tornar-
se grande at o ponto de satisfazer as necess-
dade de consumo, e ainda mais, no caso de me-
recer auxilio, declaro que peder competir em
preco com o producto similar vindo do estran-
geiro, e mesmo para menos segundo o desen-
volvimento qne tiver na industria.
O cabelleireiro Sr. Jayme E. Gomes da Silva,
que em 1866 concorreu vantajosamente expo-
sicao, exhibi urna colleecao de perfumaras, to-
das fabricadas 110 seu estabeleciraento, as quaes
vo mencionadas no catalogo supplementar com
os seus respetivos preeos.
A fabrica de perfumaras do estabelecimento e>
de parcas proporedes. Nao porm, sem m-
rito o esforco do artista que, embora com em-
baracos, pode collier os productos que por duas
vezes expoz o Sr. Jayme.
O photographo Sr. Joao Ferreira Villela ex-
poz urna variada colleecao de productos chimi-
cos do seu fabric que revelan) urna capacidad*
astistica cohgenita, o urna forja de ventado dig-
na de toda a animacao. Eis como descreve o pro-
prio expositor e fabricante os productos a quo
se retere a commissao :
a phuikiro enera Tinta df escrever.
t N. 611 bis do catalogo.R'gina purpura. Esta-
tinta preparada por mim sem auxilio algum es-
tr-nho. Creio qu est em condicedes deofferecet
garantas de inalterabilidade, o que proenrei ob- -
ter juntando-lhe um mordente especial. A basa
desta tinta a indisina.
o No mere do acham-se osualbadas tinta vio-
letas da mesma base, fabricadas ouasl toda* sera.
a menor precaucao, e nao podenio conseguinltv
menta (fferecer permanencia.
< Como sabis, as cores anilinas nao san esta-

II


-


V
Diar#* de Pernambuco Sexta ,feira 21 de Fevereiro.
-


vela, o quasi todos os especuladores.^ tte^Ba
II* ?.Id,
a lur
apenas em dtanlver ataan
la-la, e procurar-le comprador, impanantio-lnes
ponco que o eseriptoT (cito com Urna tal disso-
lucfio evapore-se,, deixando o papel como su nun-
ca tivessc recehiJo lefn*. Junto una noticia es-
pecial que acomp.inlia cada frasco/da tntn,JUic
expoaho a ve da, [Mica orientar-vos sobro os mis-
teres a que ella se presta, S|n) do da escripia.
O preco do frutede lfcca* desta trota 4 de
1* Bui fandej qojantidadjas faro mil abate sen-
N. 612 Tinta votota-Dbalia Imperial. '
Esta tinta ten a mesina base da precedente ; e,
menos rica em materia colorante. Acli.v
porem,
.He exposta ..taBda som o meu neme, i
:ff,
boMac
Mora daianua cin Peram-
pseudonvnioll Jlwn Sro.'fer como sen fabricante.
Naos X s<> a istojou a ser barata drvo ter tHta
em poucos nier.es un c insumo dt alguns mil potes,
em quanto queda tinta Regina Parpara n> tenho
Tendido uiais de um dcimo em relacao aquella.
ire;odo jiote de 12 oneas 750 ris ; abate de
f5 % cin porcoes superiores a 100 potes.
M. 633. Tinta imhro-Negra. Excellente tinta
commiim para esoripturaeo, e foniece copia, Ex-
posta tauhom venda sob o mime de John ScoHer,
tein adiado mni a sabida. Preco do frasco de 12
nucasW ris : em porfo abate de 20 v
H. (534.Tinta Japoueza. Superior a precedente.
Peneque a tinta iIj copiar que vem do estrangeini
nio melhor. Estas duas tintas sao o resoltado
A' una estudo particular aturado e comparativo
piraubtor boa tinta e por baixo proco, l'ie.o di
BOtede 12 on;as30) res : abate de 10"(.
o N -.033,636 e 037. Tintas azul, verdee encar-
nadas perfumadas sendo a encamada tambero dou-
Jtada. As perfumadas sao adrada veis para tsore-
Ser^as^jiao perfumadas sao excedentes para tiugir
3S, soda, nlflbdao, penas, ossos.ete., ote. Proco das
perfumadas: IjftHJ por litro.
S. 63S. -Tinta de ouro propria para pbadtaaia,
tiordades em papel escr pto, etc.
N. 6 ti".-Tinta de marcar roupa:'Preparo (inta
fle arcar r upa por todos os processos conlieciitos
e ensillados as m Ihorcs obras decliiinica e phar-
iaa. Din preferencia ao processo di que expuz
parque aleni de ser excedente de fcil uso. des-
pensando a applieaoo de mldente ni panno que
*eqer marcar, o botando apenas passar-se um
Jktn de engommar quente sbre o lucido, osere-
wr-si' de novo passar se o ferro, e logo a tinta
tama uini cor ngra o indelevel
2" (ari'i. l'rotlncfas chimieot pkotOffl> tipian.
X. 610. Collodio normal. Tomando por lias as
pur/wipoes aconsdhadas por De Van Mnuck noven
en seuexcellcnte Traite General de la PhatpgrapMe,
/ui uiodilioondo-as as dotes de etber. ale iot e py-
ionI i. i propina i que a experiencia de intuios
Minos da pralica da pholograpbia me aconselbava,
assini consegu obter um colloilio em todas as
eu'idif'M s deaejaveis para un clima quente como
ftiMMso l'reeo: 7j<*> p u libra.
N. 641. 612c =43.-(.ollodios photographie is sen-
ejveis resultados da experiencia de mnitos anuos
ilRi de trabalhus photographeos e de estudo dos
Wilrnri's autores di'obras de photographia com.
ttjam, I).- Van .Minokhovon, liarreswil e Davanno.
I.: Ur.i\. Harn, Uros. De l.atreille, Walda.-k, les-
fela, De la Illaiicliee, Vaill.it, Hurgess. e miiitos
iHtrus. Todos esees ccllodios aeliam-se modifi-
ca-! *s por inim. e poss.i alrmar que nao s<; pare-
um oui aquel! >s de onde partiram. Sao rpidos.
de una fineza extrema, clsticos, de profundidade
irs mibras, inalleravois e tanto que no fim de
I'' cu ii inezes ile preparados, dio os mesmos re-
sultados que dav.uu nos iriineires dias de sua ten-
sibilisacio. Previ: 12-3 a libra.
( 3- fiUPO. V*rMM* tili'iloijniphinx. 35. t'ii'i.
Vuiniz diamante. Formula de iBurgerss. Excel-
lente para ambrotypes u ui"laiiot\|His. Prew 8>
D litro.
<< \. (ii3. Vitiiz Diaplano.-C'iinposicaoiniulia.
t!)ti;lu a costa de longos e persistentes estmlos para
alcanrar um bom veini negativo, eoroado pelo
oais bello resultado, que poda desojar. Esta es-
pecie de veraiz de-nma gran le necessidade um
pltograplia'para preservar os chicm's de se des-
'ruireni na iinpressao, rene as quididades mais
apreciaveis para o lim a qu destinado ; Huido.
bjutparunte, Moativo, naoenfiaquecendo o clich,
.-onservando-o indiliiiiilamen'e, resiotindo peri lita-
mnte ao contado do papel sensivel, assim como
.o calor doa mos solares. permNndo rrnwi larga
iM-'en, e adsoiUtndo hei rotte retocar-e o lidi
qaer a lape<, quer a nanl- un. ten sido mu apro-
ado por lodos os photographos a queni o teubo
1 iinv'M.i. nelusire o mu nwtliiete pfcolograplio J.
Jusley Pachol do Hio de Janeiro
n. fii6. Vei-iiz ncitro. l'rocesso gealmente
inh;'iMiln ao hitiiuie da Joiie.-i. anmav nvjlhnwdo
|.ir niini pola addii.ao de caoOKOOOC aliin de o
lomar non is estalMioo.
N ii'i7.Voi-nizjn'iiographii'i.'i>roc-i c 'iiln'-
N. Ci48-Encaustique ld grande atraso
huco.
A fommissao sent a neeessidado.de tornar bem
patentes os males desta lavoura ; e por isso que
uisitte as m]iercicocs do fabrico do assucar ..A.
primeira deltas a perda consideravel da materia
saccliai ina na extraccio do caldo. E' queslio que
so poder considerar resolvida logo que se posta
dispensar o bagaeo ou paite deste como combatir
v 1. Quanto a este, o sen emprego lera de dimi-
nuir consideravelmentc logo que f r modificado o
sys!ema de cosimento ; foito isto, e melliorada a
nianipolacao do asiucar, est resol vi do o grande
problema de obter jnelbor producto com menor
dispendio.
Ucst'arte se conclue, que do deploravel emprego
de caldeiras impurfeitas vem o inaior mal jio fa-
brica do assucar.
pregado no engcnlio Ti\
mull i:aiiiiuitapSegund
UMinr lj r.ofi'rfd ea
"ato por qnOf
p iude t-er examinado pela coinn
onde foi adoptado.
ahricado o
descripio sa-
autnr. bo.ii
no lugar
Pelas pone *s |l.wras do Sr. Schmals, que o re-
lisou na propriedade do Sr. bario de Mornos,
consi*^ simplcmonte no descoumeuto du caldo
ila eanna ao sabir das moendas pot meio do gat sul-
furoso," e no aiprego dn uro otoontamento'sensi-
velmeate a|ierfeicoado.
Para a priipeiraoperaoo empffga o Sr. SchmaJs
um apprelta que diz de sua vencao, e com o
qual taz gnia iuji'egio rpida c nreiSpitada do
giiz, purificado de suas pirtes de acido sulfrico
A vantafein que parece offerorer este meio de
d&corar callo da canna eonnste em mdlificar
defde lofo os germens da fcrmotacu, e poder-s*j
obter o assucar mais crystals"ado'e mals fortes
entretanto nao sabe a commssao se o emprego dt
gaa trazendo depois nti desagradavel sabdr ao at-
iHi vomnel Jos Flix da llamara Pfnreulel premia-
Sob esta relacao pode-te afflrmar que si.rans-. sucar nio reclamaiiautros nieios para cvita-lo.
N. tio'. .Nitrato il pian fundido negro. Pro-
reato de Barpetwil < Devanne combinado por mi m
mi de De Van Moneklievcn. Esta subsloocia
negra eoottitue o melhor nitrato Je prata para os
nanhos das chapas collodionadas e uo papel |iosi-"
;\o. B1 V'Tilade que <.U: suas rela.-oes hiinicas
tal nitrato nao pon, n ist > contar olida de cobre :
.'in, dissnlviiin em agua u filtrado, o oxido de
ubre fica sobre o filtro o elle pasta puro atravez
-i inesmo. Prec : 38 | ov 1 hra.
X. ti '1. Nitrato de prata crystaKsado, obSdo
dij precediiit". Preco : lis por libra.
"N. ti-'i. Pyroxilo',obtido pelo noVe proeetto en-
tinado por De Van Moncklioven na .V e ultima edi-
! sen iratado g-'ial de pbutngrapbia. Bspuz
frasco*, um mu pyroiilo sacn, outm com
pyr.ixik niergulbado eni igua.doMiUda. Ptoeo :
234 por libra.
-tabei-'ini uto do Si-.'Viiell.i Vi posto dis
.; i da commissao paja alii fazc-lo exaeulor
algasdos seus trabamos. 0 poueo tempo de qtie
OMpos a cominissin io Itio peroHio usar d -ste
".; i que llio proporcionoii para ntlhor ajuizar
do mrito do artista.
i'GBUrO.
s*''. ,hi;,;.'...',./. rte.
Foi i -i- um dos mai- rif is : variados grupos da
oajjosici), u que seachou legularmeute reproson-
tsdi. nibora nao dsse idea completa do valor
agrio .'a i; nduslrivl da pi'vjucia com|relac5o aoa
lucto- que ahi figuranun. ) maisjmportante
producto exposto ueste guipo fui o ssucar. Sendo
este o principal genero de prodcelo e exporia;ao
dnta provincia, nao ped" a eomiois-ao deixarde
spoecupar coin aigum desenvoJvjmeote das sua<
condiooe-. edo- nielUoraineutos que reclama, quer
a cuitara da oanua, quer o fabrico do niesnio pro-
ducto. E' curto que ncnliuma nova observarao
tora a cunuiii'-sao accri : ut. ao que sobra mi
impto i -i mdid < ; mas tal a sua ii;
Bortancia, c ipo'.i?a atteucao-qae ha merecido,
fue nao icccia ser impertiuente cepeliudo nettj
MJcasio. o qui de outu te;u sidouilo.
:jA provincia de !'ei la ibuco pottue acoudicau
cttciu'iat pa .i o cultivo da cuma, que a rique-
xa Ao solo. au soul') u'.ieianto itto sulBtienle,
Tii'i sao iiiulos os iteursos deque dispoe e os
roeios que empraga par;. al ir essa riqueza.
" assiui que muito pequen anda o ppogwsso
teit > na forma de cultura. Em goral o logo que
tionearregade abrir os novos campos, depois de
abandonados o- cultivad is, q lasi exulusivaov at|
,wr falta de amanlio.
Podo-e dizer que em jwral existfl ainda, oomo
lia dozen i-i de anuos la-sad k, oinesmo oortejo de,
imperf-i;.' no preparj do lerreno e planto da
canna.
Em relacao sos Lira; -. a!uda vemos/ 5ta eni-
."'.1 s ein todos os servidos que. c-m maior pro
eo. [i'deriam ser confiados aos instrumentos ara-
is. Esta ciieumsUincia s ptr si eleva cuusi-
eravclriienle b preco da producjaOj slm da tuo-
id -ni; desta. Nao pp.rcce commi-sao qu-i este
ja devdamente estndado a forma de planto e que
ie.-ta crenmstancia nao possa pro*ir perda na
quantidde de materia sacharDa E' Tai lo notorio que os meios, quer de esgot
partidos de canna, quer dos terrenos a estes
tinados o itpf-erfeitos, e merecem em geral
mito. imea attemjo dos cultivadores; ao pasto
que 0 sabido quanto ette asumpto iutorcssa a este
ra de lavoura.
i uifi l.-om systeuu do irrigado o uzo do9
inttmmentos aratorios, e o emprego dos restos da
canna, que se recomniendara com! o melhor es-
trnme, o eulti, ador poderia-evitar ainceasaale fe-
as#slj das ttoru-Un v'rgens, '|u anda se cncon-
:ram rjas viziuhinean do sna propriedades ou de
inajjrrrjfr arvo.edo para ganhar terreiw.
H^) t entretanto na uglgencia Diijnpeiefio
oaf que so faz o planta da cauna que reside o
maior mal, embora este facto c ulr.bua para a
das ikspczas de pffttoc'cao. E se assjm
. .ob;ccc isto' dovido a riqueza saccliaina da
planta.
A vantage,ni q'u,j perOc o asquear da canna des-
a orov^'i., quer oei c i cin .o preiu
nido as cetonias hetpanhoi?, inglezas e fcanco-
simos os melhoramentos fetos em Pernamboco.
Continua o velho systema de sujuitar o caldo da
canna. depois da delecacao, ao fogo violento que
directaitiente se comumnca a urna batera de va-
sos, dos quaes o ultimo e o menor onde maior
acca i exer:e o calor.
0>m esto processo, hoja condemualo, e que e
qnas sempre dirigido por trabajadores |iouco
aptos, nao raro ver quemado o assucar.
Pens a commissao que tempo, c urge abando-
nar scmelhante systema, adopUndo-se apparelhos
aporfei;oad.is para que se possa fabricar o assucar
ni vacuo. S assini poderemos culher. apar da ex-
celencia do producto, a diijiinuic.to do combust-
vel ipie directa ou indirectamente accarreta consi-
d'Tavel dispendio ao agricultor.
Sao tao poucos os eosaios que para este fim se
toen] feito na provincia, que mal conhecemos os
sena resultados ; nao obstante, a commissao tem
o dover de mencionar os dous ltimos de que tem
noticia, o que foiam objecto de estudo na expu-
sioa>.
O emprego das turbinas roconbecidoeoiw dos
mais uteis e apcrfe.oados para a enstasari'O do
assucar. Sluilo vulgarisado talvcz em outros pon-
tos do paiz, om Pernambuco quasi una novidade.
Tal fui sem duvida o motivo porque os concei-
tuados coiiimerciantes Jesta cidade Samuel Pawer
J hn-ton & C. chamaram a attenco dessa. prus-
deneia para o a|ipardho centrifugo que collnca-
ram no engenbo Fragoso, e com o qual fabrcou-se
urna amostra de assucar exposta pelo proprietaro
do inesmo engenuo.
Assumpto de tamanlio nteresse nao poda deixar
de merecer acurado exame.
Xomeada una commissao para examinar o ap-
parellio recommendado pelo Sr. Samuel Power A
C, deu ella um conciso e rantajoso parecer, cuja
parte essencial a commissao passa a trauscrever :
E' um apparelho centrifugo para preparar o
assucar. pudendo funeconar con) qualqucr dos
motores, geralmente em nao. Compe-se de urna
bast; de ferro batido de 1"' 1,S de compri-
men to e o fiii de dimetro, presa na extremida-
de soneri r um systema de engrenagem, que
Ihe imprime inoviniento de rotacao tao rpido
quanto se quera.
Xa extreniidade inferior recebe, por meio de
ntios, o fundo delatan de nina baca cylindrica de
0,"7 de dimetro e 0."'(i de altura, sendo a parede
constituida de urna rede- meKihea, forrada de um
crvo de cobre. Os espa;os vasios do fundo da
bacia ( entre os raios i sao' fechados por urna es-
pecie de funl de latan (ou campnula), que, cor-
ren lo ao longo da baste, atenlo no fundo : elles
serven para dar sabida aos detritos do assucar.
Esle cylindro (on baca ) cuntido em outro de
ferro bitido, com 1/8 de.polegadade espessura na
parede; lando no fundo um orificio, pelo qnal
corre o inel.
a K I." cyliii'lro suspenso na baste completa-
mente independeiite do 2 o dentro do qoal gyra.
a Modo de fiinreionar.Desoda a campnula no
cylindro interno despeja-se o niel grantado, e d-
se impulso ao appaielho.
Pola torca centrfuga todo o eontedo afasto-se
do centro, projectando a parte liquida, que sabe
p i- orificios do efivo e di rede metlico, as pa-
redes do cjliudro concntrico, donde corre pora
vasllhas, que o receben) ; e a parte granulosa do
uii'l ada[)(a-se ao crvo iuteruo, que Oca coliertn
em toda altara, e na esuessura de 0," o 2 6.",o
3. conforme a quantidade.
EMPREGO DO APPARELHO.
1.' optfafSo.
So oall, e eosimeuto seguc-se o processo coube-
oido, usando-sc das taxas etc.
i Proparada a melladura uassa-se para vaslhas
pruprias, ein que sofro, psMacidas a Jo uiaior >u-
perncie. para que a operacao camiube cun mais
celeridade. Depois de fro c granulado o niel, lan-
oa so 'Vi poivoes de 3 a 4 arrubas, e procede-se
como tica dito. Xo lim de 3 minutos precisos est
Iprompto o assucar,que se retira fcilmente abrjn-
d-i. com una pequea p de madeira, um tulco de
alto h.'iixo c eireularuiei.te na baso.
"Assiin rerceado oassucar ee em lascas promp
lo e sufQcentemento secco, o os restos sahoni
pelos buracos at euta i tapados pola campnula
qin' se suspeftdo.
2.' operara!}.
< Tendo-SC concluido o niel, renne-so o que cor-
ren do apparelho, procede-se nove cosimento,
novo fabrico etc.
Qualidade do assucar o mol que corre naocca-
siio do fabrico. O assucar geralmente conbecido
por somenos; secco, e expostuao ai em menos de
nina horatica bastante consistente. Sua cor pode tur
nar-sejuas elara, laneando-se agua na turbina, na
occasao do fabrico. A gri depende da qualidade da
eanna; pode ser muito lija, porem val degenerando
nao tirageas subsecuentes, isto depois dos novos
cosiinentos do niel: no ene-se o gos o da canna,
o liri rioo cuino o outro do? principios saecba-
riuus.
co, uma pela perfei;4o do trabalho, 0>V>s* iodos
como ubjctd dn cpinmervio.
Astuvar branoa porgado. ~(l' SQfte,
catlogo'.
Fui exposto pulo proprietaro do ^ngenho Gai
O caldo assiui prejiarado sujoita-o o Sr. Schmals
ao seu systema de cosimento, qne se distingue
nao so pelas foruattias pomo pelo aventamoitodos
vasos. '' *
Informa o mesmo Sr. que o seu systema est
adoptado e seguidn em Campos.
A commissao tcnle nao ter oblido do seu autor
maior somtna de informacous^nada Ihe parecendo
existir de,novo noemnregodo gaz sulfuroso, como
descoranle do caldo Ja canna,
Sendo ouvido o barao de Morenos acerca da ex-
celleucia deslu melborameuto, adoptado na sua
propriedade, ennsiderou-o reconhecidainente til.
A contmissio recommenda-o ao govenio com as
sumpto que merece ser melhor estudado, tanto
mais que o process) ou sj stema descripto, ouou
tn.) muito seniellianie est adoptado com vantagem
em Cuba e Porto Rico.
A nica menea de dous melhoramentos entre-
gados em tao limitada escala prova qno distante
est o fabrico dos assucar nesta provincia dos ap-
parelhos aperfeicoado ( qua entretanto'no sao nem
nuuieroios nem completos T que adoptaran! as co-
lonias de Cuba, Martinica, Uuadalnpe etc. ; e se
bretudo quanto estamos a quem dos processos do
fabrico do assucar da beten aba !
A comniiss.'io acredita que tempo de fundar
dentro das ricas >onat de producro desta
provincia alguns estaheleeimentos contraes desti-
nados exclusivamente ao fabrico.
Avisinha-se a poca em que sera impossivcl
ao cultivador da canna fabricar elle propro o as-
sucar, a menos que nao sacrifique a quantplade a
qualidade do seu producto : j boje diflkil a um
plantador, ainda dos'mais prvidos de recursos,
fabricar vinte mil arrobas do assucar tOMU que
par.c desie, nao seja sacrificado.
A dililcnldade que principalmente se oppoc
rcalisaeo de toutil idea depende quasi exclusiva-
mente dos meios de transporte. Ministre esles o
Estado, constrnindo algumae pequeas estradas en
trum Kimls nos cenliiis assucaieros, que a inicia-
tiva particular montar urna ou mais fabricas
contraes.
E' escusado tornar patentes as vantagens de
taes estabelecimentos. de cuja existencia depen-
den! em roturo muito prximo a prosperidade da
lavoura da cuma em Pernambuco S assiin
a provincia, que nao unta muitos agricultores
abastados, poden ver ad-iptados em vastas pro-
poVfUoi nielhnranientos ulilissimos cultura da
caima e fabrico do assucar mas que por seu ele-
vado eusto nao esUio ao alcaace dos pequOBM es-
tabeleciinentos.
no awrea) ooM provincia. durante o decennio
de outubro de 1862 a setembro de 1872 :
lo com urna medalba de ouro por um producto
semclhante na exposigio nacional de 1866.
O assucar desta auiqttra c fabricado pelos pro-
cesos cMMiin^da provincia. MI alvuni a amos-
tra rene ua gr forte.
Xi producto que ordinariamente se encorare
no. morcado; mas fatibem nio fui especialmente
preparado pira figurar na exposi(to.-
A aoiottra apresentada eonfinua a opiniao que
tem a ceMlsso de uue mesmo com os actuaes
processo' 40 fabrico, dusik (|ue a este pudor o la-
vradur applrar mais anidado, pusslvol alcangar
excellenla producto, o que por sua vez confirma a
idea e necessidade da sopara<;5o da cultura da
canna do preparo do assucar.
No mercado o atsucar exposto pplo coronel P-
mentol cucontraria prego superior a 30QO a
arroba.
jtmenr bruto, preparado no engenho do birio
de llrenos polo -processo. Schmals cima des-
criplo.
Este producto forma a collecco do catalogo ns.
449 A, i\9 O preco dest assucar de....
2">00 e 32M) por 15 kilogrammas, n. 12 typo
hollandez ; e 41500 purgado.
Asnear bruto, preparado pelo apparelho cen-
trifugo, do engenho Fragoso, j descripto.
Collecriio de ussucares cristalizados, em pao, em
po, etc."
Foi exposto por Lvio de Souza c Silva, proprie-
taro da refinaria da ra do Manjuez do Herval
n 32, c figura no catalogo sob ns. 40 a 45o.
E' una das mais bellas e mais completas collec-
cues (leste grupo.
O fabricante e expositor distinguise as expo-
eflesde 1861 a 1866
Os seus productos nao tecm competidores nesta
provincia. Alum disso aos- seas esforens ndvi-
duaes se deve exclusivamente o incremento que
tem dado sua industria.
Acerca dos productos que compoeni a collec;
So exposta, fornece a commissao os seguintcs
dados:
i Xs. do catalogo :
li0 -Assucar verdadeiramente refinado ou
cristalizado c.n pi. A sua forma primitiva as-
sucar somenos u mascavado superior. Depois
de limpo filtrado atravez de grande massa de
carvao animal ; convenientemente concentrado, e
lanoado em vasos para purgar, o que se obtein
pel rharo[ie do mesmo assucar ou barro.
Esta opera.o dura de 2.*i a 90 dias. ;.;
O klogramma rusta S40 rs.
451-Assucar cristalizado em p. Emprega-
sc o mesmo processo da amostra precedente, o
nual dura de 53 a :W das. E' redundo a po por
>.
.i- S.5 F?B 5 5
fe- P 58
f-: p 3:
.....
i"
3" -
e'
v.
i O ni 'I 'mi e tvi gr is. i en > o q 1; ch i-
mam ujel de engenbo.
EXPEBI enca.
Da experiencia t'uita em' ~\m" 1 Holladura de 174
kilog 11 as i'-pojadas em i porcGcs n apparelho
resaltaram da !. tiragera 67 killos de assucar e
1-7 de piel.
11 Levado este ao tugo. BCOU rcdUZiuO 3 8-*>, que
dorm 33 kil do assucar e 'O de mel.
Nao se pondo proseguir por caasa de um desar-
ranjo no engenbo. Em vista, porem, do resultado
anteiior, pode-se snppor, que levados de novo ao
figo os SO kil. lcaiiaui reduzidosa 40, i|ue produ-
zuiain ainda 15 kil. de a tanto os i"i Itilog. dorarn 1.a uragem 2. y. 3" ( provavel 1 ssucar e 2-' rte mei por (\7 kil. 38 lo .<
117 kil.de assucar 2 de md
142
l .i tan< a 38 kil. p< 1. os I74|vte que polas o-
sediiKis a rtevda ii i'azao de 18 '/.,
COMPAHAQO.
aUma ropera pode pr iduor pelo s\ stema actual
:.-'< arrobas de assucar 1 rut a MSOO... 10x8w.
Mel 1
1." dita f pelo apparelho eentrifugio 1 d 8 arro-
bas a 3*200...25*00J (117kilo?.
Pequea qnantidade de mel s
(merenga em favor do apparelho 8J600 pm1 ca-
li indadara
V-.NTS, ENS DO Ari'ARri.HO.
*. Noassuca del lempora 8600 de diffe-
ranea
2.* Em 1 ou 2 horas passa-se do mel ao assu-
car >W).
3.* Com 2 turbinas. 10 'decurs. citado, fabri-
cam-sc 16 arrobas de assucar.
4.a Aproveita-se todo niel, icaudo apenas o ne-
cessario para o eonsrjmo da fabrica.
';. Qualquer peosoa pude dirigir o apparelho.
ti.* Despensa casa qe fgtr, andaime. tan-
ques, lomes ate.
'." Economa de pesso.il no fabrico.
M.* Economa de tempo O une eonsegne-se em
huras, 9 systema actual il em 8 a 15 dias..
DESVANTA KS-.
i.' Opeso do apparelho sobreearregado ainda
de inel pode arrninar a baste, pela temperatura
qne se na de desenvolver coi o cyro.
c Converia ir.elhorar o systema da haste de modo
que podesse ser substituida faeilinente.
a As outras pecas sem duvida deteriornnvse em
nao longo espaco de tempo ; paran esta falta
milla em comparado om os bellos resultados,
que ilfercce o apparelho.
Nao somonlereste. resoltado que recoinrqenda
particularmente o emprego das turbinas : estas sao'
e npregadas no importante cstaiielecimeuto de re-
linaria de Sr. Livio de Souza e .Silva nesta ci-
dldr.
A commissao nao descobre serio embarazo a
vencer para que se generalizem as turbinas na
crystalisacSo do assucnr em Pernamfcnco.
0 segundo melhoramento, qne servio de objecto
de rpido exame na exposigio, foi o recetitemente
;: T- is ?- :
.* ^ .... 1 O'
ie.is.ii'a,*-*sOa
-J i". ILl #- -1 3.1- X -i-

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9 . -- x i j ;*""- i' c; 1* l:-ff.- sce-i-s--"
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liimocer.l4(|panrr.:faR por dia
:j(i:i.iji) 1 las amostras expoSTi
n.-446.doi po s
o.iii>iunjiT^^HJjBM)0^|l^rBPB
Jiao anda eonsideravel o uso da e.ervdJK ein
Petiuuubuco; mas patente o seu augmento quasi
diario.
Nao ha razao para que esse consumo nao attinja
grandes preporces. Em 1848, a nica fabrica de
cerveja do Sr. Leydein 110 Rio de Janeiro fornecia
ao commercio quinhent;is grrrafls^or da; e de
1866 a 1868, quaado quatorze oa dezeses aovas
fabricas estavam estabelecidas, ese consuno
attingio a 2,500 garrafas.
O actual preco da cerveja desta provim-ia regida
240 res agarrafa eu 140 a meia garrafa, sem o
eaoeo>
Acreditan) 05 fabricantes que, com a clevac/io
do cambio, c maior extraccao possivel dniiiuiir
esse custo de 10 at 15 /.
Mereccu tamb.em subido seno superior apreeo
a cerveja fa!uic;wla o taiubom exposta sob 11. 44
llos Srs. Ferreira & C.1 etabetecidos na ra do
Llrum n. 76 desta cidade. Estes fabricantes exhi-
birn) igualmente urna numerosa collecco de lico-
res das dillerentes fructas do paiz alguns dos quaes
de um sabor delicioso. Estes ltimos productos
figuraran) na exposicao com grande vantagem, e
se achavam tao bem" acondicionados que s por
esta eiicunstaueia, quandn outras nao os recom-
mendassem, chaiiiaram a atten'.Ao dos visitantes.
No fabrico de violto de dlferentes fructos do paiz
(com excepedo da uva ) tem-se distinguindo. o
Sr. Joao do Amaral Raposo, propretaria do esta-
beleciinento da rna de Cinco Ponas n. 1 Vi nestt
cidade. Os seus productos estam mencionados no
catalogo, sob o 11. 183.
Dos [iriuieir is ensaios fetos pelo Sr. Raposo para
o fabrico do vinho de caj apenas poude obter vi-
nagre e agurdente. Su um 1863 foram coroados
os seus esfor.;os, e consoguio fabricar 100 garrafas
do dito vnho. .
D'ahi em diante o seu modesto estabclecinienlo
ralador. Custa
I
_ 5
^ s

t
s
t
M
i
5"
c
t
A pa.te des..", algo ismos quo perteneo exclusi-
vamente a esi., .-ovncia, e que foi exportadada,
esl contompkda no sfgainto quadro, que com-
preh'-nde iaralmte o peo do assucar e a impor
Hapcia dos diHHW
ge x x x x e
M-iaaes?
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(P -j ove cj: -ji O
os9to^iw^ico<
i*5<: csC:Oor
S>
A feguint.es amostras da assucar foram consi-
deradas c?rno productos dignos de especial men
una machina que se denomina
480 rs. o klogramma.
432 Assucar de machina. O mesmo processo
que das duas precedentes amostras; porem pur-
gado pela machina centrifuga ou turbina em 12 a
13 minutos. Estas qualidades de assucar sao pre-
paradas por meio. de una pequea machina a
vapor.
451 a 466 -Assucar areado ou refinado pelo
melhodo ordinario :
! qualidade. A sua forma primitiva assucar
branco bom. Seu custo de 5J12013 Wlogram-
mas.
2" qualidade. Sua forma primitiva e assncar
branco baixo. Seu custo 4*48!)13 kilogram-
mas.
3* qualidade.. Sua forma primitiva assucar
mascavado superior. Seu custo 35840 -13 kilo-
grammas.
4* qualidade. Sua forma primitiva e o masca-
vado regular. Seu costo 3$300 -13 kilogram-
mas.
Estas qualidades silo preparadas em taxas a fugo
n; sendo limpos, coados. e devdamente concen-
trados sao batidos com collieres de pao at se re-
dudrem a p.
A tancarrefinado ou me-nlo (11. 676 de 6/; do
catalogo) exposto por Luis (encalves Pena. O
fabricante expz duas amostras, sendo una de 1*
qualidade, preparadas pelos processos communs.
Sao productos de commercio de boa qnalidade.
O Sr. Pena exhibi igualmente com vantagem
prodnetos de sua refinaria em 1866.
NYiihHm progresso parece ter feito a cultura do
caf na provincia, a julgar a commissao pelas pou-
cas e Insignificantes amostras que se contavam na
expesiejo. Apenas o activo pro-presidente da c-
mara municipal do Bonito remetteu as amostras
[que tecm os ns. 42ti e 417 do cataloga, e o Sr. Au-
usto Rufino d'Aliwida, do Kiu Formoso, as de
n. m
Acerca da cultura do caf no municipio do Bo-
nito disse o expositor.
Produz bein as encosUas dos montes. Flore-
ce de novembro a dezembro, conforme a ostacao
do anuo, sendo a matarafio dos DrOctos de julho
at sutenibro.
Produz u Ihor em terreno argilo ferrugi-
noso.
O planto do cal oeste municipio ainda nao
est bem desenvolvido; erara, purcui, cada dia, e
promette.muito para o l'ut ro.
As safras regulan) em cada auno cerca de
15800 a 21000 arrobas, que se venden) na fera
da localidsde. O sen' preco de 7 a li-OO por
arroba conforme a procura.
Alem do Bonito, sabe a commissao que e caf
cultivado em alguns pontos do serto da provincia,
mais ainda em nroporoo muito limitada. E' para
lamentar que nao se tenha dado maior impulso a
cultura do afamado caf da Muribcea nesta pro-
vincia, e que sabido revalisa com o de melhor
qualidade de outros puntos do imperio.
Tamben) nao se destnguio a pane deste grupo
relatvaaos crcaos c legumes. Emboraseja a farinha
da mandioca um dos principaes pruduefos alimen-
tares da ixipulacAo, u seja fabricada na provincia
com algum esmero, foram muito coinmuns as
amostras exhibidas.
O inilho, como a mandioca, um cereal cultiva-
do em tintos os pontos da provincia, e de grande
riqueza de produce io. As amostras de nmeros
42S a 434 do catalogo forman) una collecco que
se rcconi menda pela variedade.
E' cultura snsceptivcl de grande desenvolviraen-
to logo que se faclitem os meios de transporte.
No mesmo caso est o arroz, que mal figurn na
exposicao.
O fejao foi o nico legme socco exposto. Qua-
si todas as suas variedades foram exhibidas.
Em conserva, porem, expoz Adolpbo Berenger
dous fraseos, que se recommendam como excel-
lente ensaio, que mais tarde nos far dispensar a
importarjSo de productos similares. O preco de
cada frasco do 1000.
Dillerentes gommas, extrahdas da mandijca c
outros farinacios, f.iram olferecidns exposicao,
onde eram admiradas; nao passavam entretanto
de productos superiores da occasao, porque nao
sao encontrados no mercado.
Poderiamos preparar gommas desta especie tao
perfeitas como as que importamos.
E' diguo de meiisao noste luxar a variada ex-
posicao V mel de abelhas feito. ontre outros, pelo
barao de lluique ( catalogo n. 437 a 466.) O em-
prego deste prodneto, quer como substancia ali-
ment3ria, quer como medicamento mostra, o valor
desta parte da expose/io.
O fabrico da cerveja, vbIkis, licores, alchool etc.
industria que lia muito preocupa o espirito de al-
guns iiomons activos nesta provincia. Disto deu
patente demonstiaco a exposicao de 1866.
A imperial fabrica de cerveja de Henrique Leiden
i C. estabeleeida na ra do Barao do S. Bo ja n.
3a desta cidade, e Que a mais importante da pro-
vincia, expez urna collecco de productos coniposta
de: 1" cerveja nacional (branca o preta); 2 vina-
gre idem ( branco o tinto); 3" limonada e agua
gazoza, sob o nem.:- de limonada e ambrosia; 4
uitter aromtico e estomacal.
aa pod* a cmmisso- descrevur aqu o pro-
cosso da fabrica: da cerveja, os seus defeitos e
meios de aperfeLeoa-lo. Far somentc algumas
observaoes.
A8"ciintlicc,es do clima do Brazi nao permiltem
por nra obter das nossas fabricas de cerveja um
producto rival do que impoitamo do estrangeiio. nem
E" facto que entre nostr&duz apenas a repro-
duce,Ao do que se observa em todos os paites in-
ler'upicaRs. Sobre ludo a variacao brusca da
temperatura perturba a ferment..c o, que, como sa-
bemos, operacao essencial to fabrico
E nao admira que isi.'fo do no Brasil quando
i Europa a cerveja re-euie-se muito da simples
murianca alimisplierica. Releva anda notar que
empregamoso lupnlomezes depois de colhldo e
quando tem este perdido parte do seu perfume.
Faltam-nos tamben) cavas onde so poesa con-
servar a cerveja em urna temperatura fresca, e
jwpossivel erapregar por ora o gio para obter-se
una fermentacao mais prolongaJa.
Cercada de tantas contrariedades no fabrico, a
cerveja nacional nao podo ser ainda examinada'
sob o ponto de nula de um producto porfeito.
A fabrica dos Srs. Henrique Leiden k G. pode
foi prosperando no meio de considera veis tropeos.
Em 1871 j a fabrica producto para mais dede
mil garrafas de vinho de caj alem de cerca de
2,300 de vinhos de janipabo, laranja, caima c de
abacaxi.
Foi sensivel o progrosso que posteriormente a
1866 fez 0.fabrico do vinho de caj deste estabe-
lecimento.
Naquelle aun 1 o producto que ligurou na ex-
posicao apenas aleaneou una medalba de cobre, o
em 1872 o que exhibi o fabricante foi julgado de
superior qualidade.
Eis os procos dos vinhos da fabrica do Sr. Raposo:
vinho de caj :
1/ qualidade............ 143000 a duzia.
2." b ............ 123000 a
3." ............ 10000 a
4.' >, ............ 8000 a
Vinho do abacaxi........ 20^000 a
de janipabo....... 143'WO a
A fabrica eonta apenas tres prensas e appare-
lhos diversos. O seu capital e diminuto. O fa-
bricante, por este facto, luta cen grandes dillieul-
dades, e u digno de aniniaco pela perseveranta
com que procura desenvolver urna industria que
pode ser muito til provincia.
Sob o n. 47a do catlogo, figuraram 14 garrafas
de vinho de caj f.bricado pelo lente coronel
Antonio JuvencioPires Falcao, proprietario do en-
genho Canoas.
No processo empregado pelo fabricante, e que
de sua invencao. o vinho nio fermentado.
Apenas exige tiiuta dias para o seu fabrico, e
leva pequea porco de alcool, e um ponco de
Icite. 1 celaron o expositor que o vinho por elle
preparado nao se corrompe, c geralmente prefe-
rids ao fermentado. Eraprega-se como excellente
remedio as felices iuiorniitteutes, astbina, delluxos
etc. etc.
Foram atuda exhibidas outras amostras do mesmo
producto, que se encontram nos n."' 476 e 478 do
catlogo.
l'ma rariadajrelloccao de aguas-aj-dentes, que
foi exposta por diftronti s proprictarios de engv-
nhos, cuufirma a opiniao de que este producto
de exccHenle qualidade nesta provincia, e revela
o progresso da arte de dislilar.
Os n." 467 a 473 do catlogo e-juiprehendem as
amostras exhibidas.
O bitterl n. \S2 b do cal), tnico muito uzado
boje, oquo t'oi exposto polos Srs. Heurique I.eideu
& (i* jiareee ser fabricad > por um processo. que
nao semeiUanle aos de outros eslibelecimentus
que o producen). Di:em es fabricantes, que
esle tmico, la! i.-' v preparam, muito usado na
armada gci-mauiea, c que reconhecido mu dos
mclhores. Nao leui a commissao motivo para con-
trariar este Cftceito. 0 seu precio de 15.00 s
U300 a cairafa.
Ai limonadas : agtuu avotat i679 do cal.
supp.), expostas iguauoonte p>ios Srs. Henriqna
Leiden (V''.. sj productos muito conbecidus e
de glande consiu.io, que substituem as aguas m-
neraes. No ouinero d'eUes esi a ambrozia, que
feila com mu cliaropc fabricado polos mesmos
similores.
Os procos denles lductos sao :
Limonada lOris a garrafa.
Ambrosia -6X) r s idom idem.
Sviihao d'agua gaz -160 ris idem idom.
2/2 o -120 ruis idem idem.
Os vasos bao esia.. comprchendidos uestes pie-
eos, c sao propriedade dos fabricantes.
O vinagre devia ser producto de grande^ fabri-
co nesta prorincia, e destinado exporta-, o, al-
tendendo-SQ riqueza dos alcools. Infeluinent_;
a competencia nio justificada do producto simi-
lar eetnogeiro tem feito cousorvar quasi estacio-
naria esta industria
As amasjras ns. 487, i8 e 489 do catalogo
foram as nica- deste pioducjo qne figuraram na.
exposicao. As ii;:as primeiras sao da fabrica tlus
Srs, H. Leiden & C.
E' fabricad o este producto em apparelhos acce-
leradores.
A nica materia prima usada o alcool, prepa-
rado, eom o emprego de apparelhos desinfectado-
res, em alguns dos engenhos de assucar desta
provincia.
E" opiniao dos fabcurtes que o nielhor alcoo1
para o vinagre o dos engenhos S. Joao e Barba-
llio, situados na comarca do Cabo.
Por um preeoneeitoiaexplicavel o vinagr bian-
00 bao o que tem maior consumo, talvez poi
se pre tar menos faWfieafao. As materias co-
lranles eraprogadoi tao bagos de Mbugueiro, flo-
res de niaha, etc.
Nao s,io proveitosos os residuos da corxeja papa
o fabrico do vinagre.
A lubrica, dos Br* ;.I Leiden i C. pode produ-
zir cerca de 300 pipas anaualmente. 0* seus
prefos regplam, som os involucros :
Pipa63*000
Quinto14#000.
Canad i-liOOO a U20I
Sarrafa300 a iOO r
Reclama:\. con. razao, os Srs Leiden A; C con-
tra asoguinta BjuaHea :
A cerveja o o \inagre pagam 6 por cuito de
direitos de e.xi)oitaco, quer para tora do imperio,
quer simplesioenlc da provincia.
A pauta da alfandega estabeleee senianaluientc
o preeo sobre qne sao pagos os direitos, mas falo
indistiEctamo'ite, quer o producto exportado seja
nacional, quer eotrangoiro.
E' assim que a pauta fixa o proco do viuagie a
300 ris o litro uii 1338 a pipa, quando o vinagre
nacional custa 6KJ, isto em vez de 6 por cento
paga assi n o roducto do paiz 12 por cento !
A cerveja. a pauta cabula em400 ris a garra-
fa, eesta cusa, sondo nacional, 300 ris ; isto ,
paga de diiuito J por cento mais do que o que
legalinente divido
As conservas (.< ninJBnlM mulagaetos em caldo
de Tuoupi (n. 486. do cat.) expostas peloSr. te-
nento-corone! Antonio Juvencio Pires F lejo po-
dem formar urna pequea industria de utilidade
aos paizes oiide nao seja abundante a pimenta.
A conserva do Tucupi ou Tucupey foi deseo-
berta polos indgenas da provincia do Para. E'
feita do sueco da mandioca, vulgarmente denomi-
nado m-mipuetiQ, que, perdeodo- todas as suas
parles venenosas, transforma-se em producto dc:
cxccllen'e sabor.
Nao coiamum o sen uso nesta provincia,
objecto de comnicrcio.
Os rs. Marques & C possuem nesta cidade una
pequea confeilaria, onde os seus productos sao
prenarados som esmer'.
Concneiam exposiyo com a variada coMec-
cao de exceilentes doces das melbores fructas do
paiz, mencionadas, no catalogo sob os ns. 666
a 670.
D'ontre a- massaa fabricadas,-que cooeorreram
evposi.o, merfceram grande apret as bola-
chinhas de farinha de trigo (n. 694) cxposUs pelo
ri Pedro Manuel daTriodade, proprietario de urna
padari no Campo-Verde desta cidade. Opre;o
deste producto do 95 cada lo kilogrammas.
Apuzar da riqueza do solo da provincia para a
cultura do tabaco, pequeo incremento tem reee-
birie esia i iv.uira. Urna r amostra, de tao rico,
producto d" v.ossos seriScs nao figurn na expo-
sicao. J
abricl imperial do raplos Srs. Mearon &
iros qualidades dos seu* excullciiics pru-
rap princra lino (n, 48') ; idein gros-
Wfmm) )dem areia invia in. 4
taiiolcc!.....nio v iaooHhecdo o
concorren vaatajpsatnenla exposioode'1866- Os
seus productos foram considerados ao superior
qualidade.
O fabrico de ehrrrutos e cigarros, com quanto
seja udu-liia muito derramada na provincia. d>i-
xa ainda muito a desojar quanto a pprfeicao dos
productos. Sob o n. 493 do catalogo cncoafc}.
se urna colleecao variada de amostras de tamo
preparado e de cigarros fabricados no paiz f-to
estabclecii-.iento ilu Sr. Antonio Maia do Urito.
5. GRl'PO.
Industria de tecidos e seu prrparodos.
A ruuiuiisso sent verdadeiro pezar'ao-duei
no presunto relatorio (|ue a provincia de Pernam-
buco una das mais pobres do imperio na indus-
tria de tecidos.
Quem quer que estudasse os recursos da
provincia, disse a commissao de 1866, reconhore-
ria que as fabricas de Uicido seriaui de todt*o->
eslabeleciinentos fabrs os de maior utilidad* e
vantageus para o commercio e agricultura, por-
tpianto sao porveatnra os nicos que renen) as
duas principaes condeoes de prosperidade da
manufactura : baratera de materia prima e con-
sumo dos seus productos.
Estas palavras, que dizem a verdade, estao lon-
gs de se Iraduxirem por factos ueste grupo. Nwi
s a exposicao de 1872 ve mais nma vez reve-
lar-nos a amencia CQnipletu de e>iabelceiuicu:s
fabrs desta especio, coolo apenas da una vant;.-
jjosa id.'a dos irabalbos de renda passamaiie-
bordados.
Noste genero sobresabio de urna manera adini-
ravel a exposi.o pelos rquissiuios producios do*
staboloaimenlos de raridade, rollegios particula-
res, e irabalbos de senhoras de nao vulgar aptidiio.
Dentro lodos disliuguom-se os objectos mencio-
nados no catlogo sob ns. 320 a sabor :
Froiihas e leni-i 1 do labyrintho; toalhaa ida
gdrros, ebarntelras e outros objectos bordado* *
ouro ; riquissimas altnofadas idouietc.
3JI--a" saber :
Camisas, vestidos, tpalos oto. bordadoa.
326-Una rica bandera nacional bordada a
ouro.
327a saber :
Almofadas bordadas a ouro e a matiz, reufft
branca bordada ele.
Todos estes objectos foram exhibidos pelas cia-
dos exposlos e das orpns.
N.... Urna riquissima estola bordada a toro Bu
cullogu de 8. Vicente de Paula.
330- nma fina colcha de crochet, IrabaHM .ia
Exma. Sra. Julia VVandcrlcy.
Todos estes objectos tle primoroso goslo podin
ser adquiridos nos estabelecimentos de caridade
por procos raaoaveis, que entretanto nofui.un
enviados a comiuisso.
A industria tle alfaiale foi regularmente repre-
sentada, o os seus producios dorarn una tibia
exacta do progresso da provincia noste rama Esto
juzo est confirmado com os objectos consunto
dos ns. 331 u 332, e oulros que nao ligiiram n*
catalogo, mas que foram vistos na exposicao.
E" digno de especial nrcnco o trabalho da tm-
turara nesta provincia. Os' pi'ogrcssos desta n.
duslria se ruvularam do 11:0a maueira admira vi
com os producios exposlos pelas olliciuaa do Sr.
Biusson, estabelecidas a ra da Impcratriz nosU
cidade (n. 336 do catlogo).
As amostras exhibidas comprohendem una v-
riedade de (alendas de la. seda, liiiho, quer em
pecas quer em obras.
Tambem tem sido sensivel o incremento que re-
sabe cada da a chapellara, cujos productos, la-
bricad-is com a materia prima estrangeira, OBO-
rocem toda aperfeicio.
Figurn na exposicao una collecco de pbapui
ilu diffrontes (cipos e qualidades nianulaelurad'S
na chapelaria de Pinto e Gom.alves da Mac., oa
Independencia nesta cidade. Os procos bit-
productos, reputados 110 caso de competirn o
os molbores fabricados, sao os que seguem :
Chapeo tle gorgurap de seda 7O
ito a Vctor Euunauucl luorguio de
seda) 6*800
Dito de pasla SffOd
Dio castor branco fi izado 7 Dito triangular para padre iHffM-
Dito de seda p ispontado 1 forma ingleza) ojSM1
Dito de pollo alto 13400U
Dito castor branco alio (rizado 130(in
Dito de gorgurao de seda aleoxoado i^OOO
ilo armado para general 30*000
Dito do castor (forma ngleza) 9|0*)tt
Dito de dito branca alto 13jOfl"
Dito de dito (forma iagleta) 7MK>
Dito do pelo mar sacerdotei iiaOOi
Do de dito alto 4i*0tH>
Dito de castor ^para sacerdotei 13000*'
Dito dito branco a Vctor Einmanuel igfW
Dito de seda grosdenaple 3A'>'^
Hito de dita soliui 7rtt*t
D1I0 de castor branco (formaingleza) 7*3
Dito gorgurao de soda (forma ingleza.1 fioOb
ito castor preto (forma ingleza) hon
Dito de pello WJOM
Dilfercntes Irabalbos de pbanlasia qno oeste
guipo figuraram na exposicao, sao dignos ,
menciunadus, laes como os de ns. 522 a 52-i, &HK
a 329 do catalogo, que eomprehendem llores aft'-
ficiaes de apurado gusto \.$ o n. 540 primor^.'
trabalho de berras marinhai olferecido por un.a
senhera da sociedade pernambucana. No mosii. 1
caso est o quadro com llores do cera n. 540 f>-
posto por duas outras sentaras.
As duas nicas amostras de la de carneiro B.
496 e 497 deram prova de que possivel c fcil
obter na provincia esia rica materia prima par*
a industria textil.
Dillerentes libras preparadas moslram tambetu
quanlo lamentavul o desprCso a que votamos a
immensa riqueza que nesle genero recebe api-
vincia.
6." GRUPO.
Industria Na provincia de Pernambuco o fabrico do cal-
cado tem adquirido inrrecido apr 'co pela poffe;.-
^io dos seus artefacto?.
Das amostras que figuraram nesle grupo uwiito
se distinguirn! as apresentadas pelos rubrican'.'--
Jos de Barros e Hraz Januaro Fernandos.
Ainda urna vez concorreu a casa de deioni^o
com dilfercntes pe.as de calcado fabricado pelos
dtenlos; revolando assiin quanto su poderia la-
crar do trabalho organisado_n.nque.lle eslabelocv-
mento, se causas diversas nao o fivessem de
tado completamente, apezar dos grautles
e esforcos do seu director.
0 barao de Buique e oulros cidadaos, rerofll
rain exposicao diirercnles pollos que estao lita
Clonadas no catalogo com os ns. 540 a 533, (jtt f
563, e que todas poden) ter applicacao na. '.oife-
tria. ...
O Sr. Andr Dtduuche offereccu a oomruisaao o
resultado de diversas experiencias que fia para a
conservado dos couros verdes, remotlado urna
amostra antg >. que por esta cuvunisfancia tal*' 1
nao correspondes^.. ;ill- eneit .s lesejados do cu
cesso descripto.
Eis como se expivssa o Sr. Dotoucliu :
Tenho a honra de apios ntar o resultado de
diversas experiencias, que tenho feito com ocer-
curso de diversos negociantes de Pars. Sobre
conservacao dos couros verdes, que se quoirairi
exportar,' apresentei autos da gueraa fraaoo-f
siana| una amostra que tinha passado por ur:a
immerc.o de 8 a 10 huras, cui HydrocarbBreto.
O resultado fui o melhor possivel, como deolaro 1
a oammissao Horneada na Hale do couro de Pars.
Mas, quando levo de se curtir, notuu-se o iaoc
veniente do processo, que a cal n o podia fa':
cabir o caliello, sendo para isto necesario.aaap;.
lo ; e que depois de curtido fia a pelle todaip.-
cada de pontos pretos das raizes do cabello. 6$*u
forma perd em valor o que l.avia ganho em iu
chegado sem avaria. No entretanto iiara-ren
diar esle inconveniente, basta que o couro Irasco
viudo do maladouro, seja posto dentro d'um ltit"
de cal, e fique assiin por espaco de 2 a.&das..Par tirar o cabello coro umita facilidade, empMfj**'-
urna oparacao muito fcil de praticer-soaesh-
paiz, nao sendo mais trabalhosa do que aude*alg^-
lo, e fazedo soccar, principalmente no (t:mpp"
iuviuo. Depois de o ter lavado para r a cal
mergulha-sc o couro por espaco dM
deutro de um tanque com Ht/drocasftmo, U
Sourde do alcatriu do gaz ; ucixa-se em sefOJia
OKorrer, enrola-so, e assim preparado podoioor.-
ervar-se anuo. Tem-se-rae aflirniado qoA'i
obtm na Europa o mesmo proco que 1 o 1
(roseo.
O Hydroearbureto pdese alcangar aqu ptx
pico muito barato, visto nao ha ver ""Bliiartaj';
cao do alcalrao do ja; Em Pars casta SO !rar
eos um hectolitro. Creio que esta experiooc*
pode ter alguma vantagem e inesmo intoresso par >
este paiz.
Acredita a commissao que nao ser l*|aj,seo;
Srovuto procurar estudar o melhorar
o Sr. DoloucKe que por simples po*

'
. -
K



v*


>J
'V
1
I
i



Pemambco -- S&xta feira 21 de Fevereiro de 1S78.
iiiiiiiri ~ r -i-.r
utilid.
p.'lidioSiS
O Sr. Jos VV- -te d*^H^
de -sulla branca^rarroteil
tudo per un processo .
sua iBTOeao (ns. O a'oS doratalogo.l
Itesume-se o processo de que trata o fabricante
HA seguate exposicao por elle feita :
n Primeiramentc* mergulbada e:i\ agua pura
at Arar bem lavada, depois eni agua de cal, em
seguida tira-se-lhe o pello ; d'alii passa a ser fer-
mentada om farnha. E' passada por pedra bu-ne,
saeite cs;d;c finalmente lavada em agua de po-
Ussa. ,
s Depo s do 11 los estes prepares une icaui des-
cript, a sola torna-so perfuita. como a amostra
ipw'wntto ; podando applear-se para o que for
tnM conveniente : tal como corroanle, etc.
r comino-ai em a bonra de chamar a attn-
rM do fiwi'iM pii'a as pulles de palo- Irminho,
oram expostas sol) ji. "'.!!, pr Costa Mala
i C.
E' un producto do industria que substituo coi
{{lelamente n nrniinlio ini|iortado, e cujas pelles
vendem-se a (J0SU0O cada urna; ao passo que
aquellas'pouco excederio do 5600. A ave nao
da provincia, oj pelo menos nio condecida, e
i expositores giarJaram Completo aegredo acerca
da sua proco leuda. Entretanto nao sao desconlie-
cidas de outras pessoas, e consta seren encontra-
da1; em diTerentes pontosdoim eriu.
Os productos ns. 5j9 e 3(30, sao dignos de ne-n-
c.io, numeadameute, o primeiro, que urna pello
ae carneiro cortida em forma de earmuea e de
grande utilidad'* a Industria.
o nico producto da arte de selleiro que fui
(aviados e\posirao,cst mencionado na catalogo
seto n. 5ftt.
E' um hem acabado scllim, fabricado na cidade
do Kio Formoso, pele artista Antonio Itenevides
l-'alr 'o.
A commissao, sem encarecer a porfeicao do tra-
balho, spplaude todava o esforc de um intolligen-
.(artista, que se inoti-ju mais patriota do que os
seHeiros desta cidade, que todoa so recusaram
iliilor una si amostra dos productos de suas
fabricas.
O eusto do scllim exposto de 100J.
7 GRUPO.
Industria dos meUset.
F." notorio o progresso que tuffl feito na provin-
vi< de Pernambucoa industria dos metes. Isto
revela-se ao simples exaoM dos productos que
vao mencionados ueste grupo.
\oid.i aftm muilo maior dovia ser a exposiao
destesj objec'.os.
Mereceraiu ;'. principal listn--.- \ os obyectos
tos pelo Sr. J. MarchigianL proprietario da o-
liciua establecida ra do Imperador desta ci-
liado, e que rasen) parte do catalogo sob 11. '>5.
Osobjeetos de ourivesara que llguraram na-
quclla rica e hteressante roiieee/io, sio fabricados
pelo itclligentc artista Amonio ilaudolph, aetual-
uionte preso na casa de dtencio desta cidade.
pelo erime do faencia.
V aorfoci) de taos trabamos adinirawi e
nas iudagaces e exames a que proceden o
jury esp ra I, iian seriam tidos como productos do
pai.
O mesnnjury. na falta de melhor recompensa,
pedo ao g.jverno o perdao do resto da pena a que
ib condi'ninad i o artista Gandolph.
A commissao associa-se com prazer aos votos
djiry.
Os curiosos e artsticos oamapheus, trab.ilho do
artista Antonio Ilcardi, san dignos de subido apre*
.-< pela sua-perfeic 1.
Ni catalogo e-la incluidos esses objectos, sob o
n. B63 os quaes remana seguinte colleccao
' f'o
T=
brinco;
\-.impm
noODO
IlOOOO
803100
tj^OOO
45JOOO
SO000
70000
75SOOO
toOOO
6000'J
40 000
105000
i.jjOOO
.103000
:10400o
1 pabeira. eom brilhante
t'dita. 1 alfmete e 1 par d<
(mosaiso|bisanlioo.)
I (lila dilo dilo
1 dita dito dito (mysaico lln
i alfmete e I oar de brincos (cam
pUeus)
:tdito dilo dito
1 dilo dilo dito
i dito dito (camaplieu de aples)
I dito diio :ni saico bis-antino)
1 dilo dito dilo
i dito dito >li; >
I dito dito (ui isaico de Roma)
1 dito dito dito
fc alfmete 4 1 par de rselas (mosai-
co de lio::) a 1
1 dito dilo dito
f dito dito do
i dilo dito dit)
f dito dito d.to
I pulseira (mosaico azul)
t pares ilc rselas
t 'iliinete (cauapbeur .MOOO
1 dito dito 3340 0
i dito dito 455000
! dito dito 404000
Alfmetes (eamanueu) :15400o
dem dem 20*000
dem ileiu 20 00.
t par de botos para punhos 0O4OOO
O arsenal de guerra desta cidade contbalo
pan as duas precedentes cxposijoes com um cres-
ivl) numero de pro.luel >>, que em sua mejana
revelaran) a aptidSo e pericia dos s eus ope-
rarios.
Na oxposie 1 de I872: o mesmo estabelecknen-
< i apenas apresenJou um globo 'c um tinteiro
dsc-.-bre doma do e plateado (n. 5W) fabricados
leio artista Manoel MalaquiasCamargo.
Neste grupo deve a commissao mencionar anda
as brillas de ferro e instrumentos diversos, fabri-
cados por Caodido Jos de Ges Halles, um dos
ma's habis operarios do arsenal de guerra,
Im incisco Ferreara do Nas-iineato c Manoel Gre-
gorio ilo Xasiiuenl>. e-te residente en Rio For-
moso. Estes objectos teem os nmeros 567, 568,
570, e 09G a W do ca'alogo.
Cono obra de l'ollia de llandres, os productos do
8r Francisco Teixeia fia iroso los. 5tS e 500) na-
da deixaram a de-ejar.
8." GIU'PO.
Jc facli de Dividas etc.
Este ramo de iudu.-iria da provincia tem pros-
, lo, anda que lentamente.
lixistem nesta ciJade nuiitos eslabeleetmentos
1 ircencna, que expoem ao commercio cresei-
rt numero >le movis de oso ordinario e de luxo.
>'ae obstante foi muito limitada a exposico deste
H'entre os poneos productos que figuramos, s
distinguiv.ui-sj d > c iinmum os que fosam expas-
pelas olli.uas do arsenal de inarmha, a sa-

Urna commoda imbuti<)a de differcdtR qua-
Bajdes do inadeira do paiz^(541).
iideraua por todos que a
naram obra primorosa (342).
^ O Sr Remigio Kneip, un ds ni.lis liabeis fabri-
eani's de movis dcsh cidale, proprietario de
grandes ollicinas regularmente moiuadas, expoz
ii.:- c mso!os ( um t mcador de acaran la (ns.
-V.4 Lis e :'i'i a 546), objectos bem acabados.
Hual ineusj 1 merece a n.sa oval (n. 543), cx-
posta pelo fabricante Antonio Domingos Pinto
0. GAtPO.
Ar-i fastos itpedra, barro, etc.
. Neste grupo deve-i. tlguriruma rica colleecao
de productos ceramie is.
v.-sini ni 1 ae nite:ei; e .^t) tamo mita la-
rnir.'iv.'!. ijuaiito a d flelnseja desta parte da ,ex-
(KMicao tra Iu o atraso da arte cermica na pro-
vincia.
tfeora este a reJuttado qiie so davia esperar
na iu ludria q ie dtapbe-de grandes elementos
Inlcos
grupo
vamente os
01a sooedade.
A sociedade dos Artistas Meehanicos c Liberaes,
Iue runcciona n.'sta cidade, fdinstailada em 21
'. outubro de 1841. Tem por principal missio
inslruir os artistas, aperfeieoaudo os oficios, e pro-
porcionando q casino professional.
O mutuo auxilio dos sens consocios na erapreza
dos seus traballtbs, e o soocorro- na indigencia,
nao sao actos d>Js menos generoso! que pratica a
^0C1cdatre.
O ensino da geometra e do desenlio constituio
0 seu primeiro irogramoia de iastruQao em 1842.
Anualmente coala as seguintescaleiras ; instrue-
?rto primaria, grammttiea portugu.'za, francoz, ari-
tlnnetjca, geomelria deseaba linear, arcliitectura e
tiicuigrapliia.
As joias e as niensiiidades dos sucios, as sb-
vencoes annuaes da provincia o donativo? particu-
lares fnruiain os recursos da sociedad;, que cons-
true^ aStualiaeute um edificio de vastas propor^Ces
destinado aos seus trabamos cas fuluras exposi-
''V- ila provincia.
J em I8G0 concorreu a socieda.de com alguns
productos a exposicAo de Pernambuco.
A quasi totahdade dos objeclos que figuram nos
te grupo, desde o u. 590 a 603 do catalogo, se re-
eommndi pela sua perfeieSo.
Em esculptura, a imagen) de Cbristo, feita jielo
I artista Antonio1 Bemvenuto Selime, sohresahio a to-
dos os mais trablnos desle genero. E" obra digna
le figurar entre as obras ds mais iutelllgontes ar-
tistas.
O esculptor Bemvenuto o mesan inlividioa
quem a commissao directora da exposica) de 13 iC
d''i a carta de liberdade, om pivmi) de um tra-
balho de esculptura por elle presentado. Acredi-
ta a commissao que se a cougenila capacdaile ar-
tstica de Bemvenuto for aproveilruh. e puder elle
rocebr as lcoes dos granls mostres, em poueos
anuos ser urna glora nacional.
As magens da Conceieo e nutras, os cyros c
a ernz. do estabelccimentu do; Srs. Durvilie & C.
dueles, muito se recommendain.
Poneos productos das offl'.nas de marceneriado
Sr. Moreaa, um dos mais disiinrios arlislas desta
cidade, foraiu enviados exposca0. este grupo
encontravam-se urna escrivaninlia e outros objec-
i'os dn phantasia, que do idea do mrito do ar-
1 s a, e do que capaz do produ :ir a sua ol-
cnn.
O calcado, que expoz a socie lade dos "artistas,
era muito regular, e urna das suas pecas provoca-
va a ct.rosidade publica, por nao mostrar costura
por onde se conhecesse a sahidada forma.
Urna pedra tumular de mannore branco, sobre
. qual se distinguan) perfeilos relevos, foi um dos
traballios que com mais vantagem figuraran ne-
le grupo.
Da fundicao do Sr. Villaea via-se neste grupo
unta coUeceao de excellenle's productos de meial,
laes como sinos, bombas, jTin^os etc. E' esta um 1
das industrias mais antigs da provincia, e da qual
infelizmente s as poucas amostras expostas pelo
Sr.Villaca pode a commissao a qui mencionar.
13- GRU1>,),
Marhina* e ni"!os ie transportes.
Ricardo Farner Bram, de idade de 10 anuos,
aprendiz de serralheiro da fundica 1 do Gardos > k
lrmo, construio ama machina a vapor de peoue-
nas dimensoes. que figurn na exposijao (11. 710) e
provocou applhusos dos visitante?. O cylindro da
ma'liina tem-0J'"05 de diame-tro.
Durante todo o tempo da exposic\o funecio-
nou regularmente, sein nunca desarranjar-se. Nao
pode a coauntaso esqaecer aqu o nomo do me-
nor B-am, para recommenita-lo como um dos mais
victoriados expositores, e dlgCJJ de merecer que o
governo anime-o rom o seu auxilio, alim de >|ue
em prximo futuro venta a prestar ao paz os Bar-
vicos que deve esperar de 8U4 phenominal ap-
do.
Manoel Eduvirges da Silva conslruio no arsenal
ile marmita, que expoz, urna machina de sua in-
rencao para corlar, furar e tazer rehiles.
E um ulilissuno ulensil iueclianco, que muito
lecominenda o mrito do artista.
17." GRl'l'n
Mrinaii.
ommiss?
compr-lienoe vjoimisSao p.
xhibidos pela mes- tfdr realce exposi^ao,
rente provinciaes. Foi
mas que sa oxtranl
M pkcamms.sao pr|M hSape-ur
1 mes- dar realce a exposiCao, creando p
oxtranhas a sua von-
para pr.)sjierar.
Ttdos os prou-'.os
1,-'.
nili
desta industria,
olfereceran dsna
qne fo-
de mei-
rin\ exhib
sao.
O Sr. M. .1. A. da Punte expoz urinas de mar-
e ;n. :>* 1) serradas em suas otlicina, que po-
i > \ prestar immenso servido industria.
10." GRU'O.
0'yecftit Je '/(- inauitkat'ta e phantasia, etc.
' A variedad'! dos objectos que comprebende este
1, a n:.; r pan.; dis quaes pouco se dislia-
g/fr,jL obrga a commissao a oceupav-se apenas
d" essenciaes.
e,-te luimei-o :\ i ;.-oiiestaveline,i!e as velas
, boiilidas-iu. .'"(')), exp jslas pelo fabricante
co Jo- des Pasaos Gnimara s. E' um los
"i-jnas peVfei! is que oeste ge.iero tem ap-
tfla provincia.
.HaBios de Mbello do Sr. Libanio Lojies
reir fn. S87) conlirmaoi a justa reputaeao de
ig.i/Ao progress) desla industria 11a pro-
vi ocia.
Sr- A. J. Aio*.- lo expoz dous ricos albuns de
jrrislea (n. :WV) ntdam^nte mpressos.
A sua oITkin 1, ui\i sj jxecutou a (iielle traba-
Iha.saoas ntelli os'! qi* possoe a provincia.
Waalmente 1110 d >ve a commissao esqnecer a
r)ailacoi!eey\o..ieobj-'1'lo de tartaruga"(n.,.706),
vposta pelo Sr. J.-vpitei u-irnardino de Castro.
OftUPO ESPECIAL.
tetas d'is'T.ieiiie dy, artistas me-
dtaiUan.
- i-^n da soedade das Ar-
Oe dous nicos modelos de navio mercante e
il'uma eanbonoira a vapor, que indica e catalogo
(ns. OO B e 601), foram expostos polo arsenal de
iiuariiiha e sao de industria e fabrico de francisco
Gomes de Figaeiredo.
Muito pode fazer o arsenal de marnha desta
provincia em bem da arle da conslruccao naval,
qiasi abandonada.
Em geral as suas oficinas sao regularmente
montadas ; mas sera para desojar que recebes-
si m novos me I hora montos, alim de prestaren)
armada e queles que a esta se deliran) todo o
servfoo que demos esperar de semelhante es-
tabelecimentn.
1S. GRUPO.
Euij.'uliaria civil, arcliiUctuiii, tts.
Apenas a reparticao do obras publicas desta
provincia expoz urna collcccio dos seus ltimos
projoctos de pontes c edificios pblicos, que |de-
M'in ser contratados e construidos nesta cidade
Todos os trabalhos represenlam conslrucces
simples, e nao olferecem nada de origina', que de-
rote algum melhorainentu oti progresso na arte
da engenharia. Rcvelam nao obstante a atteneao
que merereni na provincia os malhoramenios ina-
teraes c a solicitude aquella repartir"10.
25. GRUPO.
Helias artes, architectura, phDtOgraphia, etc.
Em 1861 figuraran) na exposlyao desta provin-
cia nnm rosos producios desle grupo : em 1866,
porm, quando teve lugar a segunda expi-ea >, es-
ta reveloa-se,neste ponto, complolanente despida
d3 galas, exhibiulo apenas trabalhos muilo insig-
ficantes, n que rebaixaram o nivel das bellas ar-
tes nesta provincia.
Nao isto muilo de admirar, considrando-se'
que nao existe anda no paiz estimulo bastante
para implantar o gosto de semelhante in lustria.
A exposcao de 1872 conten alguns productos
desta ordem, que, se considerarmos opoucocul-
t,vo que temos ainda das bellas arles, nao sao no
todo inferiores.
Entre ellus destinguiram-se as pinturas a oleo
tos Srs. Leo Cliapelin, qpe representan) paysa-
gens ; as do Sr. Perch, representando a sacra fa-
milia, c o quadro do Sr. Rotli.
Os trabalhos de pholagraphia dos Srs. Alberto
llenen, e Ferreira Vidala sao dignos do apreco
que em geral tiveram dos visitantes da exiosicio.
A commissao insere com prarer neste velatorio
os nomos das Exmas. Sras. D. Eysa de Souxa Pi-
tanga.D. Ma-ia Magdalena l'asy.D. Isabel Au-
gusta Campos Mello.D. Constancia de Vascon-
celos Silva.D. Isabel Clirstina do Barros e Al-
buquerque.D. Davina Al ves Be Arauio.D. Ma-
ra ile Siquera Sales.'J. Augusta GuilBinina
llallday, que enviaram exposicSo descnfiosla
filmo, a creyio e eseumilha, que pelo esmero do
faballio deram um lisougeiro padrlo do talento
de suas Ilustres autoras.
A fabrica de Marcelino Jos i.i.ncahcs da Fon-
te, montada com serrara a vapor para marmores
c maderas, expoz um arco c m l irdesl de mar-
more branco e cinzentojn. 619). trabalho qne se
rocommendou como producto de ofDcinas muito
rendares.
A confraria dos capnchinhos de Nossa Senhora
ila Penha nesta cidade construe neste momento
um tempio sumptoose, que honra a ordem, e o
espirito dos liis que para elle concorren).
O modelo desse notavel monumento arcliilectu-
rial fez parte daexpasjao de 1872, c deu aun
idea das prporf 5es do prpjectado templo.
t Representa as divisSes di edificio em cons
trueca).
. Tem este a forma de, urna ejuz Iaioa com trez
naves.
t As dimencoes principies sao :.
Cumprimento 65 i:ietr<*s.
Largura ~%i, >
Fachada 28 *
Altura das torres 40
t No projecto adoptou-se a ordem corintliin,
urna das mais ricas en aroWfectnra, equo a dilli-
culdades de exepu^ao da ordem gothjca ten) (eito
admittir na construciJ^D das tein;j."-s rabolkos.
G^apie uraofo de columnas t ar a'das esulift-
lecem ai boas condlcoes de segnrani-a^ be\leza do
edificio. -
DOpUMKNTp.- <">'F.
Ae presente relatorio aeompanlia a acta dases-
so de inaugura cao da exposicau, o catalogo o
0"
!
mo, _
1)secretario fltj,i cni;n^ssae a Den assun o pa-
recer do jury cspeoil aren ifc!rior!to e valor dos
proda Jtes^oxpoatos. -
CO>ra.ujLii.
Nao dispunha a eonrmisMO ilc -:o;!< .s esp"-eiiis,
nem elomentos de nutra ordem para relatau os
trabalhos da exosi;) de l'rnambuco or forma
melhor do que o fez.
E' natural que tenha ucorrido em fallas deplo-
0 estimulo e
creando pretiiios mera-
por isso que, de sua pro-
pria iniciativa, mandbu cunhar inedalhas de prata
e brouze, que vai distribuir queles que mais se
distinguirn) mi festim de 20 de outubro de accor-
do com a oplnio de um jury especial, que esco-
Iheit dentre os homens mais Ilustrados da pro-
vincia.
Para tudo mai que^sb o ponto de vista de
simples nformacoes, podsse a commissao dizer.
aleo) do, q e se le na primeira parte' deste relato-
fo, refere-so ao discurso ann'exo, que eui seu no-
mo' proferio o secretario no acto da abertura da
exposjoo, e que completa este trabalho.
E' grato ommisso 'confssar que do dign
iutecessor de V. Exp. .recebeu a mais decidida
c.KipcreJ ; e mencionar, a concluir, os nomes
dos cidadaos e eslabdacimontos que mais contri-
buirn) pelo seu auxilio para o xito da exposcto
de 1872, distih'gulndo-se denfre todos" o Sr. vr.
Rufino Augusto de Almeida, ropreseutaute da ex-
posifio provincial va corte
Eslablecimntos decaridade. Sociedade dos
artistas meehanicos e liberaes. Arsenaes de mari-
oha e de gu )lra.Presidio de Fernando de Noro-
nha. -Rrepartico dasjibras publicas. -Flix Fer-
naiulcs Portella, pro-presideute da cmara do Bo-
nito.
Augusto Rufino do Almeida, residente em Rio
Formoso.
Antonio 1-eite de Magalhaes Basto* eommerciau-
to no paveado dos Montes.
Estes dops cidail ios nao s promovern) a ac-
quisigao demitps prixluctos, cuino desponderam
somma superior a 200 cada um.'
Joaqnm Augusto Xavier da Main, pharmacen-
tim 110 pevoado dos Montes.
Anslrieliano Pergeutno de Alinuida Andrado,
liharuiacoulco-no poyoado de Gaiiielleira
llarao do Buique. residente na coinrrea do"
Brejo.
.Major Joaqun) Gonjalves de Albaquerque Sil-
va, commercante no povoado dos Montos.
Antonio Mara O' tonel Jersey, commercante
no povoado dos Montes ; mando a sua custa por-
tadores em procura de madeiras na comarca de
Garanhuns.
Jos Victorino da Paiva, commereianle no po-
voado dos Montes.
-Major Jos'- Pedro Velloso da Silveira, commer-
eianle em Gamelleira.
Coronel Coriolano Velloso da Silveira, propric
tario do engeulio Ribero.
Nada mata se olercce a commissao accrescen-
tar. '
Deus guarde a V. Exc. Ilh: e Exm. Sr. Dr.
delinque Pereira de Lacena, dign-simo presiden-
te ila provincia de Pernambuco.
Rec'ife, 7 de fererc ro de 187.1. fanm do V-
vi-amento, pre-dente. Manoel- Bitarqite de
ilaeto, secretario c relator. Francisco da
Reno HarisM de Ijtcerda. tfr. Manoel do Nnsci-
iiwuto Jfoek -iln Portella. Francisco Romano'
Stepple da Silc 1.
P'rojiitsla ~
  • a distribuirte la.* rrrimjic*i-
    maa fias pessims que enneorre
    "' "".-^
    Tversas qnHdades e feilio,
    Osea defeiEw apparea
    quafl^H
    maneii ^Hbmpetir com os fabricantes es-
    trangero^HHrldrf Ssm um lugar distinti na
    classe dos antigos e lons fabricantes de chapeos
    desta cidade, que nao eunCofretam presente ex-
    poscao.
    Iu. A Exma, Sra. D. Julia \Van\lerley. por urna
    colcha de crorheL
    Foi um dos memores tralollios dn grupo-In-
    dustria de tecidosque figurn na exposicao, ri-
    valisando com a da casa das exposlas.
    H." Ao cougo das brpRs, pelil boa rollecc3o
    de variados trabalhos de agulha c llore- que apre-
    sentou ; todos bem fet.is,"e mostranS quo as di-
    S0
    fna's ir.uaes
    belecimento de oducacao sol)
    de caridade, que dirigen) esse esta-
    e oducacao sol) a auinmistracao da
    Santa Casa de Misericordia, continan) a merecer
    a justa recompensa que obtiVeram em 1860. S o
    lo c a iotelgencia sob o niluxo da verdadera
    caridade obtem em pouco lempo, que meninas pe-
    la major parte sen) hbitos de trabalho e sem ius-
    truccao algm.1, como scm ser as que se rebo-
    Ibcih a esse estabelecmento possam trabalhar
    com tanta perfeic...
    12.* A casa das expostas. E' este cstabeleci-
    mento o que regularmente produz melhor e maior
    qnlntidade de trabalhos de agulha e bordados, os
    mais bem feitos que a industria' podo apresentar;
    e Desse genero de trabalhos oceupou incoo testa vel-
    mente o primeiro lugar na cxpnsieau.
    As, dignas irmls ile earidado que dirige) esse
    ostabelecimenro, mereeem um auxilio do governo
    geral. quem o jury ri*ommeii(la, enteudendo
    que com mais aguns "recursos pecuuiarios e a re-
    i'oii-lr:iccao d acanliadi elilieio em que se aehani.
    poderiam lorneciM1 ao conn-reio nviitos produc-
    tns qne a inovincia hitp-nta, e crear-urna b>a es-
    cola de trabnlhbs de agulha.
    i:i.* Ao collego de S. Viente do Paula, por
    urna estola brdala a oum. obra de gosto e gran-
    de primor
    Vi? A V.o'mm. A Silva.
    lo.' A" Arroda4 luna >.
    Wl* A' Silva Gardoz)4 C.
    Alfajates esl-ilielecid is roa do Barao da Vicio-
    ria polas primoresas pecas de sua arle, que exp >-
    se rain.
    17.* A Jos de Barios.
    18.' A Braz Jatmario Fernandes'
    Pelo calcado que expozeram.
    A M ireelino lose 6 catres di l-'onie. c 1111
    IV
    Ir Per a a 11a
    ao ue naiiguraeao.aa exposigau, o caiaiogo o
    is discursos, prp'Ieridus. por essa ocia-uaj pelo
    xnt Sr. desembargad *r Francisco de Fn'a-L <-
    nosTna quaTida" Je presilen-o da pYovlnciS.e pe-
    raiu a e.vpoNicuo
    bueo ra 1999.
    Ecm. Se. des"in'iari/i'lar presidente da
    pmvincia:
    Srs. membros da commissao directora da exposi-
    cao provhu-ial. Em satisfaeo ao convite com que
    nos uonras'.es, vimos hoje apresentar a proposta
    para dislribuicao de recompensas s pessoas que
    concorreraiu a ex|X)*i;io provincial de 1872, con-
    forme preceilua o regulainento de 12 de seteinbro
    do corrento anno.-
    Vs sabis seuhores, que no curto prazo de tres
    das nao era possivel examinar cuidadasamenle
    uts de setecentos objectos; umbaraeados como
    nos aehainos, aloi disto, pela preseuca de grande
    numero de visitantes, e se nao fora a nossa robus-
    ta couviccao de ver esa proposta dbvidamenle cor-
    rgida por vos, que, alea) dedtapowai d: abun-
    dancia de recursos ntellecluaes e pralicos, exam-
    nastes os objectos um um para os apreciar e
    qualiliear, teriamos pedido dispensa de lao ardua
    quao mpraticavel commissao.
    Empreamos todos 01 esforcos para nao prati-
    carmos injustica alguina absoluta 011 relativa ; po-
    rui nao nos asstate a onvccu) de termj.~ oblido
    esse resullado, qae boje conseguiremos com o vos-
    so auxilio pelo ilireito que vos reservastes no ari
    13 docilado regulamento; rosta-nos sement a sa-
    tisae,ao de poder assegurar a.todos os Srs. c\p ni-
    tores e a vos, dignos membros da commissao direc-
    tora da exposicao, que em nossas deliberacOe- nao
    inlluram relacoss de amisade nem pedidos de re-
    compensas, e se algnmas houvereui por ventora
    menos regulares foi so devido ao erro de julgamen-
    to e nao a causas inconfessaveis.
    Em 186 os membros da commissao directora da
    exposicaojulgando incapaz de receber recompensas
    honorficas quem nao liaba direitos civis, pagiram
    por elevado proco a carta de iiberdade de um ho-
    ineiudc condcao servil que mandara para a.pidla
    'xposie/io un objecto pelo qual o jury esp :cial le
    conceden urna medalha de cobre; nesle anuo um
    caso semelhante acontecen; mas os mcios do sol
    ver a diiculdade csto fra de nossas attri.bui-
    coes.
    Antonio Gandolph, preso na casa de detcn?io,
    expoz 11111 dos objectos que mais altraho a atten-
    eao do jury cdo publico, nico trabalho de or e-
    saria que figurou na presente exposii.-ao. As obras
    'fetas pelo Sr. Gandolph foram julgadas dignas da
    maior recompensa e a melhor que q jury llie pode
    ofierecer a liberdade de que est privado e de
    que mertcedor, vista day jnforma .oes que ob-
    tivemos.
    A' vos-a Exc, Sr. presidente da provincia,
    cabe sollicitar do poder moderador o perdi do
    resto da pena a que foi condemnado o Sr. Gand I-
    ph, c a nos agradecer a V. Exc. iqais este aclo de
    juslica e pnilaulropa.
    Medallnts (/<- p uta.
    1.' Ao Sr. Aulonio de Vasconcollos, doim de
    urna fabrica de sabao na ra do Bruin, a nica das
    qne existen) nesta cidade que concorreu a expos-
    cao. O sabao comuiinn fabricado pelo Sr. Vas-
    concellos lao bem feilo quauto se pode desojar,
    circumslancia esta reconhecida pelo publico ,que
    nao me permute conservar em djpssiio senjo mu
    pequeas porcoes, apezar de se poder fabricar dia-
    riamente.....lulos, A imporlacao nao aprsenla no
    mercado mejboz sabao para os usos domsticos.
    Se niio fora pesados impostes lanados sobre
    a materia prima, a industria eslrangeira nao p > ra conqiettr em uosjo mercado coiuos fabricante;
    naconaes, a n;io ser nos prmlnetos de qualdad'e
    su|erior. volganuente chamados sabonetcs.
    i." A Caors, pharmaceulico a ra da Cria.
    3.' A Ferreira A C, pharmaceuticos a ra dos
    Quarteis.
    Pelos productos de pharmacia apresentados; lo-
    uos bem preparados e bem conservados e em con-
    dieoes de poderem ser expprlados.
    O empregb das plantas mediciiyies do paiz se vai
    geoeralisando entre nos com reconUecidas vanta-
    gehs, en mitos casos de m ileslias de dileil cu-
    ra; e assinisj rneroo-drcs de elogios edistaccoes
    os pharmac'eufcos. que teepv procura lo ilar-lhes
    as formas cjuvenieutes para serem cominodaincn-
    te usadas, prcpaian.lo-as a 1 mesin leinoo ue nio-
    do_que possam ser exp oladas,_porque desta arle,
    alera do service numanilari dio comegoa um gc-
    aerq de negocio, que pode pata o futuro tomar
    grandos proporges.
    I." Ao Sr. Buisson, com eslabelecuneido de tin-
    turara a ra da Imperjttriz.
    E' esta urna das mais justas rocompensas pro-
    postas ; porque os trabalhos d udos, sao tao pcrfeitos,.que quasi se podo dizr
    que urna nova industria em Pernambuco, apezar
    de so fazer aqni trabalhos desse genero ha multes
    anees.
    o." A Joao do Amaral Raposo, pelovinho de ca-
    jViucontestavelmente o inolhor da presonte c pe-'
    sien, e tambera pelos licores de varias quatidades.
    tk" A denriqu? Lwde. c C, com fabrica d
    torreja e outros productos- a ra do barao e S,
    lefia.
    A fabrica de eerveja dos Srs. Leyden A C, a
    mafer que ha nesta cidade, e seus productos teem
    sempre merecido boa aceitacao.
    7.' A Ferreira'AC, pela bd) ceHeccao de cer-
    cja c licores fle diversas qtoalidades outnas bebi-
    das alcoolicas que fabrican) om seuestaboleciinon
    lo a ra do Bruu
    A eerveja posta por es^es sanhores-tei consi-
    derada a superior qne velo a esta expolio;
    os outros produelos loram juUjadee muito bi
    qualidade o acondicionados com esmero.
    H.1 Ao coronel Jos Flix da Cmara Pimentel,
    pelo assucar e .outros productos fabricados em
    seu engenho.
    9,J A Pinto & Goncilves, com chapelaria pe*
    M da ludependi-neia
    :-0 Sr.'Pinto 4 GoncaWes expozeram vsnle o
    fabrica a vapor de serrar madeiras e podras, e
    ofllchia do canteiro, 110 caes deCapibaribe croa
    da Intperatriz.
    Urna tabia de amirello de grand.-s dimensoes,
    dous pdanos de m innores serrados, Iraballns de
    canteiro e um arco com bustos e floroes latnlmm
    de mirmore moslram que nos eslabeliicimentos
    do'Sr. Pontes se trabalda com pericia e intellgen-
    cia e se empregam bous apparellios-.
    20." A Manoel Ruino de Barivs.
    21. A Antonio Rufino de Barrds.
    Esses ditos artista* do arsenal de marinha, fize-
    raiu uoia commoda com ciu'oulidos de inadeira de
    diversas qualidades. e e un quanto nio satisfizes-
    seni coinpletamenteao gosto que preside a -factu-
    ra das obras da naireneria moderna, fui essa
    commoda um dos objectos que mais agradou ao
    publico, peo bello lleito que produzia e tem aca-
    bado de quasi lodas as suas partes. O jurv pro-
    pondo para cada um destes dous artistas nina me-
    dalha de prata, associou-se de bom grado ao jul-
    gament 1 do publieo que visitn a exposvao e pa-
    gou um tributo ao mrito ariistieo.
    22.' A Adolpho C. Harmes, artista do arsenal de
    inariuha. pela costurera de inadeira, que figuren
    na ex|)osii'ao, e. se propoe a recompensa de urna
    medalha i prata ao Sr Harmes, porque nao se
    tem melhor ttulo a oflkTOM ; mas de coiiforun-
    dade com o art. 19 do regulameuU) de li do se-
    lembro, o jury rocommettda-0 a munificencia do
    governo imperial.
    23.' A Mireau, entalhador e marciiieiro a ra
    da Imperatri'.
    O Sr. Moreau expoz varios objectos feitos com
    muito g.isto e umita delicadeza de trabalho. e
    111 isfrou, nio s que digno de conservar a re-
    eompensa qae Ibe foi dada na exposicao de sbt,
    como que contina a se manter no pnmelro lu-
    gar entre os artistas desta cidade, que seoecupam
    daqiarle mata delicada da mareeueria.
    2i.J A Len Chapoln.
    2o.J A Pierrelh.
    <6.- A Rolh.
    Sao estes os pintores que mata traballnii) nesta
    cidade, e execulaiu quasi lodas as obras de algu-
    nu uiuorlaucia.
    Nenhumdos qliadros expostes pole ser consi-
    derado couw olia prima em pintara ; mas adia-
    se lao alrazada essa bella arle em Pernambuco,
    que se pode considerar bo:is os qua Iros esposiot
    c os squs autores meiecein coa) jUStica, a -ecom-
    pensa proposta.
    27." Alberto Hench.
    28;' Joao Ferreira Vllelo, photoarapbos no lar-
    go da nutriz de Santo Antonio ; cada um con) seu
    estatwleciraen-j disiincio.
    Sao muito boas as photogjaphias de qualquer
    d->ses dous arlislas, e o Sr Villela merece um
    voto de louvor pelos esl'or;os empregailos para
    ,luel .orar ls diversas preparacoes usadas na pho-
    tographa, de que apresentou una colleccao, as-
    sa) com) de tintas de escrever e copiar, com una
    descrip ao impressa, pela qual melhor se pode
    avahar o grande numero de boas prepararles que
    elle faz em seu estabelecioiento.
    2U.' A Antonio Bem ventilo Cellni por seus tra-
    baliios de esculptura. sobresahindo 11111 crucihxo
    eln emburana. Moco ainda, esta recompensa llie
    servir de novo incentivo para se dedicar com-
    pletamente a sua arle, pudendo assim vir a ser
    um esculptor de notavel mcrecimcnlo, em qual-
    quer parle do mundo.
    3)." A uiville & Guedes, com estabeleciuiento
    ra da lmperatrz, pela bonita colleccao de
    magens de diversos trnianlios, entre as quaes, al-
    gumas ha muito bem Jeas e que eodam figurar
    em qualquer exposicao.
    31." a Antonio Rcardi," pelos camapheus que
    expoz.
    Alguns desses trabamos sio tao porfeitos, que
    diversas pojsoas pozeratn em duvida sua e.xecu-
    ;;io nesta cidade, pelo que o jury entondW ser ne-
    cessario obter nforirm^-oes a esse respelto, ein-
    bora nao tivesse ralio para suspeilar da boa fe
    do expositor o Sr Marcbigiani, com olllcnia a ra
    do Imperador uesla cidade. Essas informa/oes
    conurmaram a opinio dos membros do jury.
    32.' A Jo.io de Amorim Lima, com ofttcina-a ra
    do Imperador, pela podra tumular com emblema
    em relevo, trabalho de muita perfeicio.
    33.' A Frane-co Jos dos Passos Guimaraes.
    com (ifikina da obra de rei'a a ra da Cruz. Os
    luenoro do jurv nao se recordara de terem visto
    r. i- decora ta bem feitas, como apr sentn o
    Sr. Gu(Tuar'uvs. nolaiido a par do esmero e mlelli-
    jenca na mi d'ubra, um gosto artstico, digno
    da recompensa que prupo mu. .
    3i.a A Pedro Manoel da trndade. com padaria
    n. C rama-Verde, pelas Bolacbiobas de familia de
    triso que espoz.
    Nao lia nesta cidade urna s nadarla que fabri-
    qde biilachiuhas linas, semelhantes as qne recebe-
    mos da Euwpa. Urna tentativa para mndar um
    eslabelecimento nessas condmoes nao teve xito
    por rausas que ignoramos.
    Oju-y recouliecemLi nos producto.- aprsenla
    dos pelo Sr. TrinduL grandes mollioraiiicHtos,
    nao hesitou em dar llie a mais alta recompensa, c
    a que sirva de" incentivo'para elle colloearo
    son esiabelecnientoem condifdes de poder com-
    petir com as fabaicas da Etijopa.
    3">.' A Livio de Souza .ilva, com eslabelecimen-
    to de refinacao ra Ao Raro do Herval.
    O Sr. Livo obleve um lugar dlstinclo as duas
    exp 'sires ik,- .Hii 1 e 186 >, coujpetwd* "m a gran-
    de oilieina do Monleiro. sem auxilio aljju n dos co-
    fres pblicos o s com a sua ntolligencja e perse-
    veran;?, atravessou seai suceuuditr (odas as cry-es.
    manteiuM a porPeieao- d seus pribiclus de manei
    ra a rivaltaar com os malhaasda Europa, c a nao
    ter mais competidor em Pernanibin->.
    X.io podeuilo o jurv dar ao Sr. Livo mais que
    una nt I Uta de prata, o recajuinenda^a munifi-
    cencia do (Invern imperial.
    36.\A,Meuron,vC. oum fabrica de rape a ra,
    do.Mi/ud-'go. E' 4!s*e um dea mvi a)g)|s estabe-
    ItcVuentos ioduslriaesdesUprftVi'icia,ea boaacei-
    ta^-io que do publico lom^ewpru Im o seos pro-
    ductos, prova qua Aym da recompensa pro-
    posla.
    37.* A. Antonio Man de Brilo, com fabrica de
    cigarros a thptfr, tna dos Quarteis.
    O Sr. Brto expo- u na b*a colleccao de cigarros
    de diversas aualidarifiyqiiir saliaiiz-ram ao capri-
    eboso gos!a.dt)S amadores tambera diversas qua-
    Bda les da fumo, mostrando, que ni Uiu dewvi-
    receu da reeomponsa que Ihe foi dada em 1860.
    Cem ais aifum osfor.-o o Sr. Brto poder fazer
    cemp()enca ao* fabricante*, do sul do imperio, J-
    vrandva prjviawa d)m,iru<:o.deuioductog to
    siuples.de auia iadu*ti-, quecraprea-i feralmen-
    te operarios de menor idade.
    38.".A JoeddoSantos VUlatft, eom fstabVleci-
    nteitedc eaidararia-.raa do Bruai. -Os objectos
    . IsWs site : torneira"', abra^ideiras, nos
    Iu lo de b,' ir.:- e be'o f'il fltstiHca o
    bom conceiiode quejosa oSr. Vill*i?i em sua pro-
    lissao. 0-
    39.' A Francisco Gomos de FigueireJo, artista do
    iMenal de marnha, pelos modelos de navios apre-
    HMados. Ne ssoas habilitadas na difllcil sciencia de ejistrucerw
    naval que o jury n'10 hesitou em dar nina "meda-
    lha de prata ao Sr. Fgneiredo, animando-o assim
    a me prosiga em seus estudos e se aperfeife na
    proliss.1,1 para que niostra to grande aplida'o.
    40." A Ricardo Farmer-Bram, com 10 annos de
    idade.
    Causn geral aJmuw.'iio e attrahio eonstane-
    ini'iite a a'teiii'io dos visitantes da exposicao urna
    machina a vapor com nuonda para moer canna,
    em mui pequeas proporeiles. O cylindro da ma-
    china tem de dimetro 0,"VS (menos de duas polle-
    gadas). Colloi-ada em um canto do xagun da
    casa funecionou continuadamente da e noute, du-
    rante o lempo em que o publico foi admttido a Ai-
    sitar a exposi. ao, sem jamis cancar a natural cu-
    riosidad'! dis visitantes, observando-se sempre
    maniie-tas provas'de a Imiracio por tao bem aca-
    badp machinsmo e em tao pequeas propor-
    fiiCS.
    O Sr. Ilieardoltraiu. ainda aorendiz de serra-
    lheiro na funcao dos Srs. Cardse t Irmao, i ra
    do Brum, a par c msegunte, anda pode vr a ser
    um engenheiro mac.hinsti de primeira classe, se
    ti ver te upo e recursos pecuniarios para fazor estu-
    dos regulares.
    O jun dando ao Sr. Bram urna medalha de pra-
    ta, recominenda-o ao governo para que llie pro-
    porcione ns metes e e*tudar as olllcinas da Bl-
    gica u;i outra ua>;ao adiantada as artes meclia-
    ncas.
    41.a A Manuel Eduviges, ariisla d 1 arenal de
    marnha, con > inventor de nina nova machina de
    cortar ferro, furar e fazer rehiles, cinslruida neste
    estabelecmento. .
    42.' A fabrica do gaz pelos diverso.^ productos
    como soja o cock. o piche e a agua anunoniacal
    que sao predoetos do grande consuinmo eatre
    us.
    43.' A Augusto Rufino de Almeida.
    44." A Aulonio Leite de Magalhaes Bastos.
    43.a Ao Bario de Buique que maior e mus va-
    riada culi cea 1 mandaran para a expootajio, como
    sejam : amostras de madeiras e de minoris, plan
    las medicinaos a outros objectos dignos de serem
    exposi is
    Pelo zelo iiilelligente com que prepararan os di-
    MNI objeclos, q pelas despezas a que se Batalla-
    ran) para re>poBderem ao convite da commissao
    directora nierecendo um voto de agradecinienlo.
    W." Libanio Lopes Moreira con) olllcna de sii-
    guero e obras de 'cabello, no largo da nutra de
    S, Antonio
    O Sr. Moreira expoz coi urna vitrina grande nu-
    mero de objectos feitos de cabello em tranca per-
    feitainenle acabado e que reunan) todas as quali-
    dades exigidas en) trabalho d'essa ordem.
    Medalha d;' cobre.
    1." A Joao Augusto X. d.i Maia.
    2." A Austricliano d'Almeida Andrade.
    3.^ A Manoel Braz O. Pestaa. Pela variada col-
    leccao de amoslras de diversas substancias vege-
    tan e preparacoes pharmaceuticas que mandaran)
    para a exposii; 10, os quaes exigan) trabalho e des-
    pezas.
    4.a A Ferreira Maia & V,. phannaeouticaj ra
    do .Queiiuado. Este expositor apresentou diversas
    preparacoes pharui iceuleas medicinaos brasilei-
    ras mais usadas, cuino sejam. jurubeba, veame,
    fedegoso e oulros, e paisa o jury que brevemente
    poder rivalsar com us mais amigos e acredita-
    dos que se oceupam em preparar esses medica-
    memos.
    3.a Ao coronel Paulino Pues Falcan.
    6." A Iriueu Januario de Olivera, pela aguar-
    lente que prepararan) e o seus eugenhos, que foi
    julgala na exposijao de superior qualidade.
    7.a Ao leante-coronel Juvencio Pjres Falclo,
    pelas boas conservas que expoz.
    8.' A Marques A G, confeiteiros e-tabelecidos
    ra do Imperador. Os doces eos bollos expostes
    por esses fabricantes sao bem feitos.
    9." A Odilon Duarlo A Iruiios, cabelleireros
    ra da Impcralrz, por diversos cokes e objectos
    boje em moda para enfeiles de cabellos.
    I 10." A vittVa Bento E. d.' Souza Castro, com fa-
    lirca de vellas de cera ra do Cabana, lixpoz
    em una vitrina una vella de cera enfeada com
    varias llores, obra de multo trabalho.
    11.* A A. II Paos de Lima, fabricante de velas
    de carnailba. t'oram recouhecidis como muito
    boas as vellas ex postas.
    12.a A Manool Malaquias Camargo, artista do
    arsenal de guerra que expoz um tinteiro e outros
    objectos de metal do rados e prateados.
    13.* A Candida J. G. Tollos, pelas bridas perfei-
    tamenie acabadas e em boas propon.oes. O Sr.
    Teltes vanlajosamente couhecido pela peiiVica 1
    de suas ebras.
    14." A A. J. de Azevelo, com estabelecmento
    de imprimir muzcas ra Nova. O Sr. Asevedo
    expoz dous, albuns de muzica, impressos coai ni-
    tidez. E" o nico eslalielcciinento d'esse genero
    que ha n'csta, cidade.
    15 a A Schiappa, dono do Cstabelecimento de cha-
    pellara de Daines roa Nova, pelos chapeos o
    chapellinas que ex|H>z. feitos com gosto e bons
    materiacs.
    16.a A Antonio Rayiiiuudj Falcio, d Rio for-
    moso, pelo sellm que expoz feto por elle e con-
    forme os modelos inglezes. Foi elle o nico sel-
    leiro que cocorreu a exposicao.
    17." A Jos Victorino de Paiva, que expoz diver-
    sos productos entre os quaes se achara algumas
    substancias vegeten com emprego vantajoso no
    fabrico da plvora.
    Mensrs hanrosas.
    1.a A lllui. cmara municipal do Bonito, nica
    corporacao municipal da provincia que den sig-
    nal de sua existencia na exposicao deste anuo, re-
    mettendo grande numero de productos vegetaes e
    mineraes.
    2.a Ao comraandaute da Iba de Fernando de
    N'oronha pelos productos que rcmettett daquella
    ilha.
    3.a A renartiao das obras publicas pelos exem-
    plares de uesenho de pontes c edificios.
    4.* Ao arsenal de marnha, pelas excelentes
    obras all executadas," cujos autores merecern)
    recompensas de modalhas de prata e cobre.
    3.' A associacao dos artistas pelos exeniplares
    de trabalhos tahigrapbicos e oulros e por sua
    cooperacao.
    6." Ao collegio da Conccicao por diversos traba-
    lhos de desenlio a fumo feitos pilas aluuinas.
    7.' A D. Augusta Guilhermna Halliday por um
    quadro desenliado a escomlha, representando o
    eardeal rei D. denrique.
    8.a A J. F. Bitteneourt pharmaeeatic) a roa da
    Victoria, pelo alcaloide do caf por elle extrahido
    e apresen lado.
    9." A Bellino Bastos da Silva, pelos pos dentii-
    ficios de sua fabrcacao.
    10.* ao barao de Morenos.
    11.* A Antonio Jos Frreira.
    A commissao nio pode dar a estes dtatihetos ex-
    positores mais do que una inensao honrosa, por-
    que sendo ainda um ensate os processos por ellos
    empregados para o fabrico do assucar que expo-
    zer,^mx ignorara por era quanto as vantasens que
    a n lustria assucarelra possa dclles aufenr.
    12." A Luiz Antonio Goncalves Penna,
    boas amostras de assucar refinado.
    13.a A Joao Pinhciro Catete, por vinho de caj
    e varios prejiarados.
    14.* A B. Beranger, pelos frascos de conserva
    de legumes bem preparados e em bom estado de
    conservaso.
    15.a Ao Dr. Lourenco Bezerra Carneiro da Gu-
    nba, como espositor de finas preparacoes de man-
    dtoc.i e railho
    16.a A I). lnea Carregal, modista eslabele -ida
    ra do Uarao de Viclor.a |ior um corpo de ves-
    tido de seda branca.
    17.1 A D. Carolina Thear, modista eslalielecida
    a ra do Barao da Victoria, por un vestido e ou-
    tros objectos.
    18.' Al). Mara Clara Macliado Ros, por um
    quadro de flores de cera.
    l!>,a A D. derolides de Oliveira Castro, por um
    quadro frito de objectos marttUos, representando
    urna cesta de (teres.
    20 A 1). Mara Fortunata Maciado Ros, por
    um quadro de flores do cera.
    21.- A Antonio Oominguos Piulo.
    22.a A Remigio Knote, por diversos lraba,lqos
    de marcinera.
    23. A J.>ao da Malla Rodrigues, por urna cadei-
    r do poti mirfim, nio toado empregado ueste
    raovel material algum rslFajigei.ro.
    2i.4 A. Alberto Carneiro da Silva Brillo, por um
    palueiro de inadeira.
    23.* A Antonio Mara O' C raucl Jersey, por di-
    versas amostras de madeiras e outros obi>et;s.
    56.' A Joaquim da Costa Maia, pela coleepao de
    amostras o oaibro) do talas as uuoiiiu :
    7.* AAjtonio Vonanco Qvalcantl de Albu-
    Huer.iMe,.pela.boi oile.-Qio.de. amost.as do ca-
    bios de todas as qU'ad,ad*i goralmonie emprega-
    dos.
    28.* .0 coronel Coriolano Velloso da Sllvcra.
    29. A Manoel Jos de Oliffl^tlma: or dlwr-
    sos iiroduatos aninaes.
    30. A Joaquim Francisco de afeita Ca, blir-
    cante de cal om IguarassA por diversos pro lacios
    relativos a sua prottsSo.
    31.' Ao major Joaquim Antonio Gonnlves ef
    Alliuqiierque Silva, por diversos productos ve-
    getaes.
    32." A Costa Maia \ C. pelo anuinho nacional
    feito do pelles de av.s do paiz o ijue snppre per-
    feifaueiiie e por menor pre? o anniilte estra-
    gero.
    33." A Jes Vicente Godiubo, pel la de frtumo que expot
    fi(34.a A Francisco Ferreira do Kascimenj), pete
    brida e instrumentos diversos de ferrara.
    31." A Francisco Teixeira Barbosa, pordtawr-
    sas obras de fothas de llandres.
    3,a A Alexanlii' de Barros.
    37. A Manoel Crysostomo, pelos canos de fcrrir
    fabricados na rilara de cada um deltas.
    38 A J. Marcbigiani pela boa expos$o qM fcc
    de obras de ourvesara e outras.
    39." A Jacob Ferreira da Costa, do Rio Fonos>,
    pelas botas de montara que. mondn a exposi?*).
    40.a A Manuel Gregorio do Nasciincnto, do RW
    Formoso. por una brida e oulros objeelos de aco-
    41.'A Joaquim Beruardiuo de Castro por di-
    versas obras de tartaruga.
    43," A Manoel Ribeiro da Silva Cavaleant, por
    una caeta e pena de tartaruga bem acabala.
    43.* A Francisco Jus Lisboa, por nina regaa de
    Jacaranda cora embutidos de madrep" la,
    Bei-il'. Ontubro de 1872.
    Gervasio Roridgues' Compeli
    ,'oao da Siha Hamos.
    Thomtiz Carneiro da Ctmko
    Poni Jos de O'ireirit,
    Joao (ios- Santos Ferreira h^rrm.
    fos Tibor rio Pereira ri- Mayalhilet.
    Manoel de Horros Hat reto.
    I. Kirchofer.

    pe-las
    DIARIO DE PEBNaMBUCO
    RE :ii-;C. 21 l)E FEVEREaO E 1873.
    \u(t*tiM da .Ciii-opa.
    Ainanltecou hontei un aisso portu o
    vapor trance/, (jambir, Iti/rdiIo jiu'iiacs de
    Lisboa da O.ilo Jailiantoiiilu |M)rtautu um sA
    dia do Patagonia, que tocn em nosso por-
    to na si^uiila-eira.
    Acerca do norlo da Europa diz o Jornal
    do Commercio, ile Lisboa :
    Km Lonilrcs, os augurios ; respeito d)
    questo russa na Asia central vo tumaudo
    um carcter pessimista.
    The Dauy Vetees ili/., com rufeieucia a
    noticias de Constantiii[iolo, que os movi-
    meotos Jastropas russas maisparecem aioea-
    car a Turqua lo que a ludiaiugleza.
    Sendo isto corto, surgira a temerosa
    questQ do oriente, quamlose julga qu dio
    setrata seoo d'uma laiiqianlia secundaria
    para determinaras froteiras das |>ossesses
    russasn Asia. Mas, seinelliautcs iusinua-
    coes iuvolvcm deinasiala gruvidade parast*
    (nos ilar crdito emquanto nao se npoiawm
    em liados positivos.
    O Journal de S. Peler.sbin-ij, orgu-
    flicioso da cbancearia imperial da Russia,
    allirma que as relances entre os gabinetes
    d'aquella potencia o do Gr-Bretanhi sao
    exceentes na actualidado, e nao presu-
    inivel que fallasse d'este modo, estando a
    ponto de rebentar um conllicto no oriente.
    De Berln desmente-se que o luto de
    oito dias, em honra de Napolen III dil.iilo
    pela corte do imperador Guilliermo, tenlm
    nJnliuma signillca^Be poltica. Longo d'issn
    a Gazetu da Alie/nanita do Norte, uepois
    de assegurar quo foi consequeiu ia do MU
    tradicao constante em tudas as untes, uBM-
    conta que o que ter veri 1 leia sigiiicacL
    ser o ver derogado esse costuine.
    Esta reforma ha de formar partes da*
    militas que, para a conslituicao deiiiiitiva d<
    novo iinpciio allemo, medita o gi*A celler prussiano.
    A discussao dos projoctos relativos or-
    ganisafao militar da Dinamarca continua
    oeeiipando as cmaras d'aquelk poiz. A
    maior parte dos doputados reconhei e a con-
    veniencia de sustentar a lei do 186!), que
    tem por base o serviro toreoso. Nem que-
    rem um exereito re luzido de volantarios,
    110:11 Ibes parece bom o sysloma adoptado tu
    Suissa,
    Depois de urna discussao de Ires dias,
    o projecto do governo passni a una com-
    missao especial do quiu/.e Miembros, quo
    emittir o seu parecer. Como o pensaroen-
    to d'aquelle abraca a organisaijao da nari-
    nha e quanto se refere a fortilioacoas, os
    crdito que se poden) caniuia popular sao
    objectos ilo crticas vivas, como succede om
    toibis as partes, trajando-se desta classe de
    recursos.
    Segundo as ultimas noticias de Constan-
    tiuopla, o gra-vizir, .Mebeuied Hu luli.set;-
    liudo-se muito quebrantado na sua sade,
    rogou ao sultao que lbe a Imilla a deinisso
    ou Ihe confie outro lugar do menor respon-
    sabihdade.
    Nao o eutende, porem, assim o gr-
    senlior, oqual, longo de responder ao deso-
    jo manifestado pelo seu primeiro ministra,
    seempeuha em que esto contino debanipe-
    nhandooseo cargo, com qnatito pareca luv
    ver-llie promottido que tratar de olliviaro
    [eso das suas tardas.
    Por agora, o governo turco uo
    mostra interessado senao 0111 azor sentM o
    peso da sua nuloridade aos peridicos que-
    nao lbe sao affectos. Supprimio uns, sus-
    pendoii a publkacao d'outrose viga OS de-
    urai.s.
    Enlretonto, os orlbodovos e os vrsiaati-
    cos da igreja grega entregani-so ao furor
    proprio das contendas religiosas. As igreja -
    foram thoatro de lulas s.uiginio- e ate 1
    treas tropas annenu-calholicas nccorrcttni
    desordena graves.
    A Torta, teniendo cniiipiomotlr-so
    com as naooes protectoras rsped i vas-, U-
    mita-se a aconselba a calma o a modVra-
    cao aos coutendontes.
    A missio fcil.
    UESI'AMIA
    Acerca deste reino escreve nosso c\i-
    respondente de I.isbfia :
    Como nolicioi na miiiba ultima, os.Qo.r-
    listas incendiaran) nina estacan tolograpbka,
    azondo umfHzilamento; teudo anlos incen-
    diado outros, c praticado mais fuziliq^P-
    Agora, consta, que o cura Santa Crup, fiuiU
    mais quulro alcaides em Ciiquiscu*. Yc
    horror tamanlia foroci laile, mas au admira,
    visto que parece teivui icebido do seuiv.
    iuslruocoes no sentido deinlimidar u**^
    nistas, sendo onriouiual meio paralpl, od*>-
    Iruir e assassinar. l'oi publica |o tu /tuL -
    pendencia Haiga, urna tonospou.lenoi*
    tavol, da qual ciurei mu tivctio.
    Recebemos ordoin uha. l-'altam-nos os recorso ntfHBtt
    Deram-nos aviso de que deveriau|q
    gar-uos sem cuiupai\ao ao iambu
    soes, em piimeiro lugar puwi
    de nos sustentar em r-aiup;), c oin,|
    lugarpaiaaspantai os., Tibe
    votado causa catisU, r^uigna-a
    cer: alguns norem, j eiiiiatum, <
    rindo esse ba/Wo ujwso do n
    O.e


    Diario de Pernambuco Sexta feira 21 de Fevereiro.de
    =
    Affirma-se que o celebre guerrilheiro
    Caresa e outros foram demittidos do servido,
    3r e terenvractisndo. a entrar, ten Jo de vi-
    vera cusa de extorsoes e roubos. Tambem
    se dit.quo Saballo dirigir um manifest aos
    atalaes; o que inostra que D. Affonso
    d'Este anda nao tomn conta do seu com-
    tundotm che fe.
    i Contina pessima a situarao da Catalu-
    ft; O capitao general liaminde nao den a
    wr prova de que capaz de debellar a in-
    Boo govorno devia tcr mandado
    P um homem como Moriones, que,
    no norte, tem praticadn prodigios de va-
    lor.' Por outro lado das Vascongadas e Na-
    varra tambom nenhunias vnntagcns, por
    ora, se aiinunciam; mesmo porque os
    tidos ipiasi semprc em fuga, nao dao
    lugar aellas.
    Quanto ao parlamento, nada posso rela-
    tar que olfmva interesse :nada raais lia
    do que o triste espectculo de confusao e fal-
    ta de intelligencia, que tao precisa se torna
    para a boa ordem de trabalbo. Esperanzas
    alguma, pois, posso dar de promptas melho-
    ras e^muto menos, de cura radical.
    A' proposito. O ministro dos estran-
    geiros da Colombia, acaba de tomar urna
    iniciativa que vai augmentar, por um lado,
    os nrigos da Hespanha. Mandou urna cir-
    cular aos governos das domis repblicas
    americanas, para ellas secundaren o govorno
    dos Estados-Unidos, na consccucao da auto-'
    nomiade Cuba, in lemnisando-se a Hespanba
    a custa de todos', se tal fr nccessario.
    Os constitucionaes vo-se acercando do
    palacio de D. Amadeu. Foi all do visita o
    unionista marquez de Santa Cruz, ex-presi-
    dente do senado e o ex-ministro sagastino
    Monteijo Robledo ; c Ros Rosas, ex- presi-
    dente-do congresso, a cbamamento do re.
    Assevcra-se, porm, que o duque de la Tor-
    re, persiste em conservar se apartado, cscu-
    sando-sc a duqucza de aceitar a honra de
    apresentar o novo infante.
    A liga insiste na sua campanha contra
    o govorno ; e as recentes noticias dos Esta-
    dos-Unidos, devem-no enfraquecer muito,
    em face dola. Documentos apresentados
    polo ministro los negociosestrangeiros, ame-
    ricano, mostrara que o govorno de Madrid,
    cede humildemente ao de Washington, na
    questo de Cuba, eque Marios acabou do en-
    gaar os deputados com o que declarou no
    congr.'sso, e que cu noticei ueste lugar "n'uma
    das minbas correspondencias passadas.'
    Apresentou-se em Sevilha, ltimamen-
    te, no quartcl do Carolo, ocrupado pelo re-
    giment de Zamora, um commandantc, ou
    pelo menos um homem assim uniformisado,
    tranJo >)n salan (juo serve de dormi-
    torio de urna das companhias, pretendeu su-
    blevar os soldados e conseguir que alguns o
    ajudassem a arrombar as portas dos calabo-
    50S, onde se achavam presos, um cabo e um
    sargento, implicados no cri.nc de incendio,
    occorrido ha mozos no quartcl dos Tercei-
    ros. Estes fugiram com o pretendido com-
    mandantc, ignorando-so at agora onde pa-
    ram. Levaram as armas e corrame ncces-
    sario, que depois se encontrou abandonado
    em urna das ras prximas do quartel
    Na noite de 20, a sentinella do ministerio
    da guerra, foi ferida s coronhadas, por in-
    dividuos desconheeidos, que fugiram. O
    soldado tienu horrivelmenle mutilado nos
    dedos. Est em tratamento no hospital mi-
    litar.
    as provincias Vascongadasforam feitos
    prisioneiros 133 individuos, dos quaes 96
    sao carlistas e 43 republicanos. A columna
    Cabrinoty alcancou em Viladram a accao
    commaudada pelos cabocilhas Saballs, Cer-
    tosa, Vila de I'rat, compost de 800 ho-
    mens, e desalojando-a de suas posicoes, dis-
    persou-a, causando-lhe dois morios c tres
    prisioneiros.
    Vo ser condu/idos a Valladolid os in-
    dividuos da part la carlista de Apolinar (lon-
    zales feitos prisioneiros em .iou pelas forjas
    do exercito.
    A partida do cabocilha Nazamc, acha-
    va-se ltimamente em Trcgo, quando o bri-
    gadeiro Villacampa sahio em sua persegui-
    $o, com o m de impedir a sua entrada na
    Catalunha.
    0 congresso approvou. por unauimida-
    de, o voto de agradecimento aos voluntarios
    de muitas localidades da Catalunha, pela
    maneira porque se carlistas.
    O conselho de estado 'xaminou no dia
    22 do correte os estatutos lo Banco Hypo-
    thecario.
    No dia 24, houve um mceling aboli-
    cionista no theatro real de Madrid. Assisti-
    ram a sociedad? Abolicionista, a Tertulia
    Progressita, e muitos homens polticos.
    Fizeram-se notaves discursos em favor da
    aboligao.
    Assegura-e que Mon'pensier escreveu
    para Hespanha a um homem poltico impor-
    tante, autorisando-o a declarar que se sepa-
    ra c impletamente da causa atl'onsina.
    No dia I." do jrrente comecou a trans-
    missao de livros entre Portugal e Hespanba,
    em conformidade com os artigos addicionaes
    do novo tratado postal.
    Celebrou-se em Madrid urna conferen-
    cia entre o ministro dos estrangoiros, o em-
    fcaador portuguez, o Sr. Mendes Leal e o
    director dos correos de Portugal, o Sr. Les-
    sa, para serem tixadas as Lases d'um novo
    convenio postal entre ambas as naces.
    Um assassino de nomf Diego Soler Gui-
    rao, nao podendoohtereommutagodapena
    capital pronunciada contra elle pelo tribunal
    upremo, houve de conformar-se a morrer
    pelo garrotonl, novo apparclho de sacrifi-
    cio. Durante dois das, estove o condemna-
    n'uma cellula especial, durante quarenta e
    -pito horas, entregando-se oraees em pre-
    senta de imagens sagradas.
    A's oito horas da manh do terceiro dia,
    o capello e o carrasco entraram a" fnebre
    cellula e, pouco depois atravessando urna
    enorme multido, chegava o condemnado ao
    j> do cadafalso, levantado como em outro
    empo, lora da porta de Bilberd, n'nra vasto
    lerreno baldo, chamado o Campo das Cuar-
    tas. O instrumento do supplicio era novo, e
    o carrasco novi;o. Era pois um cnsaio a
    valer.' Guirao foi sentado na banqueta fatal.
    Esteva lvido, e os cabellos ericavam-se-lhe
    acabeca desmolera. 0 carrasco, visivel-
    jnente perturbado, esiava rerplexo. Final-
    mente, passou volta do pescoco do pacen-
    jrrivel gravata de ferro. Era muito
    estrella. Foi preciso que a \ictima. auxiliada
    t pessoas, se levantasse para permit-
    lir ao executor, sobre modo commovido, que
    abrachasse a gravata. A multido, engaa-
    da por e6te incidente, julgou que o re hou-
    vease perdoado, e rompeu em applausos. To-
    tlavia o carrasco Janeando nio d'um martel-
    lo,omecou ajustardo o marte-Hadas agra-
    va!
    Esta operaco durou sete ou oitomiuutos.
    Pouco depois Guirao era cadver.
    r .Tl-i'.AU
    Em 6 do correnta, oscreve nosso corres|>on-
    dentc de Uaboa:
    N'd parlaiueiito itortugucz tan a oppooi$to ma-
    nifes:ado desusada impaciencia iuis aggressde,
    noe, na cmara electiva, tem feiio ao goverun M
    dise< sao da respriMa falla do tarono, Ksiava ja
    em i'ostumv, desde annos, icimtar ca incnsagein
    Voni smi(les ilucinneiito de a>rti-7.a iiesso U.i
    soperano, e guardarem-se as hostilidades para o
    camp i dos debates especiaes, a proposito de cada
    projecto de le que o ooverno fosse submetteado
    i discussao e sanc^o 3a3 corles.
    Parece, porm, que o governo se nao tem agas-
    tado demasiadamente com estes attaques, pois con-
    ta coi n a maioria, e como a opposicao gasta a sua
    plvora no discurso da coroa, espera o gabinete
    que s diminuam os aUrictos as postoriorijs dis-
    cussoes dos proje'ctos fazendarios.
    t A verdad?, todava, que q paiz goza de urna
    tranquillidade ijiie a nossa irrequieta vizinlia Hes-
    panba nos inveja ; e nao preciso queeja a Hes-
    panba, pois a Franja, a Inglaterra, a propria Ita-
    lia, e ainla mesmo a Allemanlta, nalando em mi
    nares de milhoes extorquidos Franca, citam este
    cante da Europa como os verdadciro's elyseos do
    o"rbe terrqueo!
    Assim que os canitaesforasteiros vem. sur-
    dirna e com ps de la bater-nos porta, sjlicitan-
    do emprego; s situaroes fazem-se graves, deixam
    esperar os agestes s portas dos gabinetes, dizem-
    Ihcs que venham amanh, que hoje ha sarrabulho
    no palacio do S. Bento, que hontem solevantara
    na cmara popular urna tempestado n'um copo
    d'agua, e que nao tenliam pressa pois o que, Deus
    d, sao das......'..,.........................
    Na cmara dos denotados contina, corno lhes
    disse, a discuss.1o da resposla ao discurso da co-
    nia. Eslao inscriptos, alm dos deputados que j
    leeui lomado parte na (Uscas->io, 2 oradores para
    fallan ni a favor e contra: -Por ultimo orou o pre-
    sidente do conselho de ministro o Sr. Fontes Pe-
    reira de Mello. Defendcu o projecto com argo-
    mentos qoe pareceriam irresistiveis se a opposicao
    nao adduzisse outros que por sen lado nao oeram
    menos. A pugna tem sido brilhante, e estando ha
    l dias o projecto em diseussao, ainda nao foi jul-
    gad i a materia sufllcientemcnte discutiila.
    l'oi estallada a eonuoissio de gnern, licando
    presidente o baro de Zezerc, e secretario o Sr.
    Mximo Monteiro.
    O Sr. Jayme Mnniz, dea pare de dosnle.
    Teve ter eir leituraa propoeU da reforma da
    carta constitucional, apresentada peloSr. Francis-
    co Mendes. .Nao fo ailmittida por 49 votos contra
    29.
    Foram nstalladas as commissoes : de admi-
    nistraban, sendo eleito presidente o Sr. Perdigao e
    secretario o Sr. Mocha ; as de iHruccao, sendo
    eleito presidente o Sr. Mamede e secretario o Sr.
    Al ves Passos ; a de obras publicas, licando o Sr.
    Lobo d'Avila, presidente, e o Sr. Lourenee de Car-
    valho secretario.
    Xa cmara dos pares, tomn assento o Sr.
    Carlos Eugenio de Almeidaj fillio do fallecido par
    Jos .'dara Eugenio de Almeida.
    Foi BeqMada urna commissao, compost dos
    Srs. conde de Rio-Maior, Martens Ferro, visconde
    de Cliancelleiros e Costa Lobo, para rever, o re-
    giment.
    Esta commissao anda nao pvncipiou discos
    sao alguma importante, pois aguarda os projectoi
    que Ihe bao de passar da outra casa do parla-
    mento.
    Tem astado muito mal o conde de Mesqnitella.
    t S. A. a Sra. inlanta I). Isabel .Vara tambem
    tem estado gravemente enferma.
    i 0 governo, publicou na sua folha ofllcial, urna
    portara dirigida aos mamadores civis do reino,
    para que laeam cumprir Belmente a lei do recru-
    tamento do excreito.
    Dcu-sc em Lisboa no da 19 do passado, um
    ligeiro tremor de trra. 0 nico prejuizo de vulto
    a mencionar, foi a queda dis abobadas, recente-
    mente construidas, dos rmaseos pertencentcs
    alfandega grande de Lisboa, situados no jardim do
    Tabaco, e que substtuiram os que ha tempos ar
    derani. Cslcula-se a perda em mais de 20 contos
    de rdis. A opposicao parlamentar lancou logo
    meio deste sinistro que entende ser casaal, visto a
    recente construeco, para interpellar o governo.-J
    Foi iiomcada ama commissao de inquerto, para
    astud.ir a causa do desabamento. Fram nomca-
    dos ce tres inspectores de engenberia, os Srs. Ta-
    bordi. Victorino Damasio e Valentn Evari to do
    Conipoz o aoaaellio de
    Camudo lofl^^B> Lima. An
    reir LiinajVP^ ll( Fin
    Antonio de Motira K diiu, I
    Pinto Bandeira Accioli de Vas
    Pinto Je Veras. Antonio Jos Uarte, Antonio Cal
    Jas da Silva, Florencio Duningiies'da Silva, Fran-
    cisco Bellarmino dos Santos Freitas. Francisco los
    Jayme Galvfio e Joaquim Barboza dos Res.
    A aeeasaejto foi agitada pelo Sr. Dr. promotor
    publico, e a di.'fez i pelo Sr. Dr. Manoel Francisco
    de Barros llego.
    Em vista das respostas aos quesitog, foi a acensada
    absolvjda.
    Exposi&o provincial. Sob a rubrica
    Parte Oficial, damos boje os relatoiios da com-
    missao directora d ultima exposicio nesta pro-
    vincia e do jury julgador do mrito dos objeetos
    expostos, para cujos trabalhos chamamos a aUcn-
    fo dos leitores.
    \ovi Thalln.-A socledade dramtica par-
    ticular, assim intitulada, dar hoje o seu segundo
    espectculo no theatro Santo Antonio, levando
    scena o drama Vampiros sociaes, e a comedia
    o dous sardos.
    Si-uhor S:nt Cliristo.-- Com grande
    ailliiencia de povo cantou-se ainda hontem o terc.o
    imagem do Senhor Santo Quisto, que se venera
    na igreja do Espirito Sanio ; nao obstante in-
    teraTccio pe ainda sobre essa groja peza.
    Carne podre. Ainda hontem /orara reti-
    rados do mercado de Sao Jos cento e Untos kilos
    de carne verde, julgada m mo estado, pelo medico
    do dia ao servico da sade publica, o Sr. Dr. Se ve,
    e uuia outra porcao do mercado da Boa Vista.
    Nossa pertinacia j criminosa, em querer-s8
    mercar popularlo carne podre e a peso de ouro,
    pode ter bem graves consequencas.
    I.cilo.Hoje elertua o ajenie Martins, s II
    horas do dia, o leilao de amia;o, pa'os, gneros
    e mato pertaoeas do armazem de sal e taverna da
    ra Imperial n. 137.
    Hoje (21) concluem os Srs Pereira de Mello
    k C", por intermedio do agente Pinto o seu leilao
    de fazendas comecado no dia 18 do corrente; em
    seu armazem da ra do Bom Jczus n. 63.
    Amanh ellecta o mesmo agente, o leilao
    de cacados (as 10 horas em ponto) em seu escrip-
    toi io .'rua do Bom Jess n. 43, e em continuae.o
    o de movis, louca etc.; no segundo andar, sobrado
    n. 43, da ra do" Apollo.
    Passasrelros.^eguiram para os portos do
    sul no vapor francez Gambie:
    Capitio Jos Urcino Paes Barren <, Paulo da Cos-
    ta Esninlicro, Clotilde e Augustine irraes de
    caridado, Joaquim de Souza Azcvedo Pires, Canti-
    diano Jos de Oliveira, Joo Jos Bhigas, Joao
    Klein, Munier, Francisco Jos de Lima, Luize di
    Michele Orico, Anna Maria Casullo, <}ustave An-
    toni Casullo, Jiiovani Baptiste Casullo^ Carmini
    Linaldi, Aron Bruun.
    Ceniitcrio publico..Obituario do da 18
    do correiUe :
    Augusto, branco, Periiamlmco, o mezes e meio,
    Becffe jconviilsocs.
    Cecilia, parda, Pernambuoo, 13 mezes, Boa-Vis-
    ta ; dentieao.
    Grozinda Candkh Galvao, branca, Pernambaco,
    37 annos, casada, S. Jos ; febre perniciosa.
    Isabel Sebastiana, prota, Pernambuo, 68 annos,
    v'mva, Boa-Vista, hospital Pedro II ; apoplezia.
    Francisco Felippe de Oliveira pardo, Pcrnam-
    bueo, 22 annos, solteiro, Boa-Vista; hospital Pedro
    II ; tubrculos pulmoncres.
    Pompcu da Costa, prcto, frica, 33 annos, sol-
    teiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; diarrha.
    Seranhim Rodrigues, branco, Hespanha, 22 an-
    nos, solteiro, Boa-Vista ; hospital Pedro n ; febre
    amarella.
    Joanna Maria da COBeeieSo, parda. Pernambuco.
    40 annos, solteira, Boa-Vista ; asyio de mendici-
    dade; anazarca.
    Luiza Sette de Barros Gomia, branca. Peniani-
    buco, 36 annos, casada, Boa-Vista ; entente chro-
    nica.
    Eliza, parda. Pernambuco, 9 mezes, S. Jos ;
    Ciiiivulstcs
    Antonio Rodrigues Castilho, branco, Portugal,
    22 annos, solteiro, Boa-Vista febre amarella.
    Maria do Carmo, preta, Pernambuco, 19 annos,
    solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
    Ben'o, branci. Pernambaco, iW mezes, Graja
    Ittencgite.
    Pedro Capipe, branco, Saissa, 09 annes, casado,
    S. Jos; arthretes.
    M. Carlsan, brinco, Su'issa, 33 ftnnos, casado,
    Boa-Vista ; febre amarella.
    Barca franceza -Figaro(atracad na ponte) fer-
    ros para o trapiche (H^Ha. para despacliar. -
    Lugar ranceai^H Ble farrapara o m
    trapwBBPipio^fara despachar.
    Patacho allemao-Wuk -Im & hseph farinha de
    trigo j despachada para o caes do
    Apolo.
    Escuna inglezaGlimpse -farinha de trigo j des-
    pachada para o caes do Apollo.
    Brigue ingl iJura -bacalho j despachado pa-
    ra o trapiche ConeelcJo.
    Escuna mglczaicotiabacalhi j despchalo
    para o trapiche Conceieao.
    Barca portugueza Alexandre Herculano pe-
    dras para o trapiche ConceicAo, para des-
    pachar.
    Brigue portuguez Triumpho varios gneros
    para o trapiche Conceieao, para despa-
    char.
    Lugar inglet -Constanza Wihon -aduelas para o
    trapiche Conceieao. para d spachar.
    Patacho nglezCharlotte bacalho j despacha-
    do para o trapiche Conceieao.
    dem do da 20.
    CONSFL:
    Rendimento do dia 1 a 19.
    dem do dia 20. .
    IN'CAL
    132:891*964
    9:518/1853
    142:4104817
    MOVIMENTO 90 PORTO.
    Reg, director geral dos telegrapU s do reino. -
    Os operarios mandaram cantar um Te-Deum por
    Icrcm escapado ao sinistro. Foi um acto cdifica-
    tivo em que orou um dos melhores pregadores de
    Lisboa, creio que foi o padre Sargadas.
    Teve reunido, a assembla geral do banco de
    Portugal. Foram eleitos : presidente o visconde
    de Porto Corvo, vicc-presidente o Sr. Margiochi,
    secretario?, os Srs.*Libanio Ribero e Duarte Ser-
    gio, rce secretarios os Srs. Henrique de Assis e
    Antonio Joaquim \f Oliveira. O relatorio lido e
    approvado diz que o estado do banco satisfactorio.
    Os lacros lquidos sobem a 385:7621367. A d-
    reecao propoe um dividendo de 3 por rento no
    segundo semestre, fleando de resto I2i:55tl42,
    que sarao levados em consolidaco do capital. A
    eomrotosio propoz, porm, que o dividendo soja
    eleva do a 4 por cento; ficando, ento, para aquel-
    lo fim 40 contos de ris.
    a A junta consultiva de obras publicas deu j
    o seu parecer, approvando o contrato provisorio
    celebrado entre a cmara municipal do conselho
    do Porto, c o bario de Massarellos. para o abaste-
    cimento d'agua daquella cidade. Ter-seha em
    breve mais urna obra colossal digna de ver-se. Cal-
    cula se em 200 contos esta obra.
    n Falleceu o primero contador da junta do cr-
    dito publico o Sr. Jos Candido de Assuinpcao.
    Dizem ser um empregado zelozo e activo.
    Contina a commissa da exposico de Vien-
    na 'Aastria (em Lisboa) a receber productos
    para all lgurarem naquelle certamen universal.
    Vi um lbum, contendo alguns desenhos exe-
    cutados por intelligentes alumnos de urna escola
    primaria de Lisboa, e que sao destinados a figurar
    na exposicao universal de Vienna dAustria. O
    digno professor da escola satisfez, assim portara
    do ministerio do reino, que convidou os professo-
    res dfflciaes a mandarem excmplares de calligaphia
    e desenlio feitos as suas escolas. A execuc o
    dos lesenhos ptima e digna de figurar no cer-
    tamen industrial.
    c A companhia de explorado do Iousas de Va-
    longo, denominada The Vallongo slatc anol mar-
    ble quarries company da qual agente o Sr.
    Cari }s Coverley, enviou para o governo civil do,
    Porto eatxoes com Iousas das suas pedreiras, e
    que devem figurar na prxima exposi.-ao. Com-
    prehende esta eoUeeetD urna mesa circular, outra
    quaclrilonga, outra redonda com p triangular,
    uro tanque quadrilongo, urna lousa para exerci-
    cios goometricos, amostras de Iousas para telha-
    dos, cales e pavimentos, e varias Iousas para me-
    sas. Um dos voluines eontm urna lousa para
    mesa de buhar, notavel pelo seu peso, o qual ex
    cede a 1:000 kilogrammos. Esto tambem depo-
    sitados na referida estao, 8 volumes com lousa
    esma Itada. Este trabalbo, execulado em Inglater-
    ra, c primoroso .
    " PERNAMBUCO'
    7UBUMG0ES A PEDIDO.
    Illl|l*|-(U(*iO.
    Vapor francez gambie, vindo da Eu-
    ropa, consiijiuido a Tisset Freres, manifes-
    tou:
    Agua de ne 2 caixas ordem. Artigo de
    Paris 1 caixa a Costa & Irnio, 1 a Bastos Oli-
    veira & C, ditos para fumantes 1 caixa a Ber-
    nardo dos Res.
    Calcado 1 caixa a Porto & Bastos, 1 a Lyra
    & Vianna, 1 a Satyro S. da Silva, 1 a Oli-
    veira Sobrinho, 1 a J. P. Arantes, 1 a Duar-
    te & Irinos, 4 ordem. Chapeo 2 caixas
    a D. P. Wild & C, 5 a Burle & C, 1 a Vaz
    Jnior, 2 a Armio Moreira, 1 a Maturino
    Barrozo. Cutelaria 1 caixa a V. tiran Jin.
    Camisas 1 caixa a Duarte Irmo, 1 a Amaral
    & Motta. Cerveja 21 barricas a Rlein <& Ir-
    mo. Couro 1 caixa a A. M. Guimares.
    Conserva 20 caixas a V. Grandin, ""3 or-
    dem.
    Jotas 1 caixa a Lehmann Irmo, 3 a Hy-
    vernat, 1 a Vaz & Lea!.
    Luvas 1 caixa a S. S & C. Livros t dita a
    Walfredo & Souza, 2 ordem. Licor 90 cai-
    xas a V. Grandin.
    Mercadorias diversas 1 caixa a M. Santos
    de Aguiar, 1 a Lopes Machado, 2 a Manoel
    itC, i ao consignatario, 4 a Oliveira Sobri-
    nho, 1 a Netto Campos, 3 a Carvalho Guima-
    res, 1 a P. S. Casco & C, 63 a V. Grandin,
    83 a I". Paula Ramos, 2 a J. A. Araujo, 11
    ordem. Manteiga 300 barris ao consigna-
    tario. Modas 1 caixa a Keller & C.
    . Oleo de oliveira 1 a caixa ordem. Ob-
    jectos diversos 1 roja Vale, 1 a Amaral
    Nabuco & C, la Cario Leclerc.
    Papel 1 caixa a Oliveira Sobrinho. Per-
    fumaria 1 caixa a G. de Oliveira, 1 a Santos
    Aguiar. Panno 1 caixa a Monteiro Grego-
    rio & C.
    Sardinha 90 caixas a Sodr da Motta, 30
    a Theodoro Christiansen, 3 a V. Grandin.
    Sanguesuga 1 caixa a Serodio, 10 a Gran-
    din.
    Tecidos 1 a caixa a Paulo Guelphe, 2
    Burle & C, 1 a Linden Weydman, 2 a Car-
    neiro & Nogueira, 4 a Keller &C, 2 a Ro-
    drigues & Guimares, 1 irm Chanve-
    roche.
    Vinbo 4 harris a H. Muesch, 6 a Sodr
    da Motta, 2 a Labele, 6 a Grandin, 4 ao con-
    signatario, 1 a Meuron, 1 barril e 2 caixas a
    J. F. Fontes, 4 a Gassier, 1 aCaors, 18 a F.
    P. Ramos,.50 a Manoel S. Faria, 1 a Monhard
    &C.
    Patacho ingle* garlte, vindo de Ter-
    ra Nova, consignado a Johnston Pater &
    C, manifestou :
    Bacalho 3,013 barricas aos consigna-
    tirios.
    Navios entrados no da 20. -
    Bordeaux e portos intermedios17 dias sendo do
    ultimo porto 7, vapor f ancez Gambie, de 1586
    toneladas, commandantc Doig, equinagem 95,
    carga differentes gneros ; a Tisset Frres.
    Buenos-Ayres30 dias, brigue allemo I.il. Eh-
    ping, de 176 toneladas, capitao H. Bulow, equi-
    pagem 10, em lastro ; a Pereira Carneiro k C
    Buenos-Ayres24 dias, barca sueca Hedoig, de
    367 toneladas, capitao I. ScJson, eqnipagein 12,
    em lastro ; ordem.
    Martinica38 dias, barca franceza Mari Laure,
    de 397 t meladas, capitao Ilrelioir, equipagem
    18, carga mantimentos e lastro, ao mesmo ca-
    nto. Traz 283 passageiios eliinezes. Veio re-
    rescar e segu para Pondeehery, na China.
    'Navios sahidos no mesmo dia.
    S. Thomaz Barca iogleza Moselle, capitao M.
    Bay, m lastro
    Liverpool por MossorBrigue inglez Queen of
    the Ex, capitao S. B. Purle, em lastro de as
    sucar.
    ParaPatacho 'portugnez Adellno, capitao Abreu,
    carga assucar e agurdente.
    ParahybaPatacho inglez Prarie Flower, capitao
    Dorey, em lastro.
    Portos do sul -Vapor francez Gambie, comman-
    dante Boig, com a mesma carga que trouxe dos
    portos da Europa.
    Observaco.
    Suspendeu do lamarao para a Baha o patacho
    inglez /{. liaal, capitao Branscombe, com a mes-
    ma carga que trouxe de Tena-Nova.
    3.
    la 4.
    B tere t&.
    Desde jpreviiic-so aos rre.-pi^ Hadores distes di-
    vertimentos que o palco acha-se augmentado afn
    de nellc onconlrarem um grando s.-iiao onde po-
    derda ronladc dar expansto a foilfa.
    h A banda marcial dirigida pelo hbil professi r
    de msica o Sr. (.:u:naiues Pei.vlo tocai nova-s
    e escolnidas
    Quadrilhas,
    Walsas,
    Polka=,
    Schotzk, eXe.
    O muito festejado proessor da dansa o Sr. Ba^
    lista, dirigir o salo como mestre sala.
    Os bailes coinccaro s 9 horas c acabar-sc-aa
    logo que tocar o grande
    Galope infernal.
    1000f>
    2&0OO
    2400O
    2|000
    2..000
    Gratis.
    '
    Ser rigorosamente observado o repulamcnto
    policial.
    MUSGOS.
    Cantantes com .'i entradas
    entrada para cavalheiro
    Dito para dito vestido de dama
    Dama vestida de homem
    Dita vestida de domin
    Ditas mascaradas, ou sem mascara
    O director do baile,
    _ A. Cunta.
    O proprietaro deste theatro tem o prazer de
    annuncar aos amantes dos bailes de mascaras,,
    que nao tem poupado esforeos para preparar com
    o brilhantisnio o gusto necessarios os salos dos
    bailes.
    A boa ordem que tem precedido a e-;es di-
    vertimentos nos annos anteriores, resultado d
    bem pessoal que os f cquenta, urna garanta
    para os concurrentes, que a par da boa admi-
    nistracfto policial, o anima ni a esperar coadjn-
    vacao do publico, quer do bom tnm, que- da
    inundo elegante.
    EDITAES
    FACLDADE DE DIREITO.
    Copia.
    De ordem do Exm. Sr. consclbeiro director in-
    terino faco publico que estao aij'Ttas as aulas do
    curso preparatorio, sendo est: servico regulado
    pela forma segunte :
    Lingua nacional, das 10 s 11 horas.
    Latm, das 10 s 12 horas.
    Francez, das 11 s 12 hora.
    Inglez, das '' s 10 horas.
    Plnlosopha, das 8 s 9 horas.
    Geometra c ilhmetca, das 10 as 11 horas.
    Goographia e historia, das 8 s 9 horas.
    Bhetorica, das 9 s I horas.
    As matriculas de sciencias estao abertas at
    o dia Io de abril, e os que a pretenderem deverao
    requerer ao mesmo Exm. Sr. consclheiro director
    interino, juntando documento em que provem ter
    aprendido latm e francez, se a matricula for de
    philosophia ou de rhetorica, e francez somentc se
    a matrcula for de goographia e historia.
    As matriculas de linguas podem ter lugar in-
    dependente de requerimento at 31 dejulho.
    Secretaria da faculdade de direito da Becife,
    3 de fevereiro de 1873.
    O secretario,
    Jos Honorio Be erra de Menezes.
    VSS MAWTlMOS.
    COHS*A\lll\
    DE
    mmCM BRVSILEIH\,
    ful
    da
    Dos portos do
    esperado at o
    22 do.'ci.rrente um dos
    vapores da compa-
    nhia, o qnal depois da
    do costume
    Edital n. 97.
    as
    incaui niao ue iouo v> nww iimibuo
    que se prezam, para atssalharem as
    t alheias, sem que de mira tivesseni rece-
    REVISTA DIARIA.
    A *.su-i:i eommercial benefi-
    eemte^Esta corporaao acaba de dirigir ao
    Exm.Sr. commendador Henrique Pereira de Lucena
    o sefimte offlcio:
    \. 33. Associacao commercial beneficente
    de Pernambuco, em 17 de fevereiro de 1873.I Im.
    c Exm. Sr.-Esta associo teve a honra de rece-
    ber (i offlcio que V. Exc. se dignou dirigir-lhe em
    data de 4 do passado, convidando-a a adoptar tam-
    bem como sua a idea que preoecupa e que V. Exc.
    desejava ver realisada, da edficacao de um novo
    hospicio de alienados em subslituifo impropria
    o incommoda habtaco onde actualmente acham-se.
    recolhidos estes infelizes.
    !)esejando esta associacao corresponder ao
    convite de V. Exc, e partilhando de iguaes sent
    mentos de humanidade, apressa-se em communicar
    que em sessae de 6 do coorente, abri a direccao
    urna subscripcao para esse fim, cujos resultados
    oppotunamentc os levara ao conhecimento de
    V. Etc.
    Nao espera .esta associacao poder obter um
    resultado tal como o merece o fim caritativo a que
    attinf e, urna vez que as circunstancias excepcio-
    naes em qne se acha o commercio o nao permute ;
    mas conta poder dar algum auxilio para a realisa-
    cao de urna Ideia tao justa e humanitaria.
    Deus guarde a V. Exc Jos da Silva Loyo,
    presUtenle. Luiz Duprat, secretario.
    lury.Entrou hontem em julgamcnto Enedina
    Perroni de Sant'Anna, como indiciada em ferimen-
    tos ftito no preto Antonio, na freguezia de Sao
    Fre Pedro Goncalves, tendo sido por isso pronua-
    ciads. no arl. 203 do cdigo criminal.
    Sra. redactores. A minha dgnidade exige que
    exponha ao publico imparcial o motivo que me faz
    romper o silencio, que muito de proposito tenho
    guardado al hoje sobre certos fados a nmn attn-
    budos por alguns nmigos gratuitas, que nesta lo-
    calidade lancam mo de todos os matos indignos
    de homens
    reputicSes
    bido a mais leve ouensa.
    Atroz c infamemente calumniado por esses
    meus desaffectos, que a todo transe procuram fa-
    zer convencer s autoridades superiores da pro-
    vincia, que bou um homem em todos os sentidos
    indigno de oecupar o cargo de delegado de poli-
    ca, que ha nove mezes etreo, com verdadciro'sa-
    crificio de minha sade e interesses, julguei ser
    agora a occasio opportuna, para urna completa
    defeza, fazendo invocar sobre o mcu procedimery
    to,quer como autordade, quer como cidadao.o
    testemunho, nao dos meus correligionarios polti-
    cos, com quem tenho estado sempre em inaltera-
    vel accordo, mas d aquelle que pela sua posico
    e ideas polticas, nao pode ser suspeito aos ollios
    dos que de animo desprevenido tm de julgar-me.
    Quem assim pratica nao tem por certo receio
    de que os seus actos, como autordade, sejam su-
    jeitados a mais rigorosa apreciaco dos que anda
    sabem fazer justica ao adversario politice
    Creio, em summa. responder cabalmente aos
    que me iceusam de modo tao dcscomraunal, pu-
    blicando o seguinte attestado do Dr. juz de direito
    da comarca.
    Garuar, 15 de fevereiro de 1873.
    Joao Joaquim da Silva LUneira.
    Ilim. Sr. Dr. juz de direito. Joo Joaquim da
    Silva Limeira, precisa a bem de sea direito, que
    V. S. com toda mparcia idade se digne attestar
    o seguinte : 1. se o supplicante no desempenho
    das funecoes do cargo de delegado de polica
    deste termo, tem procedido com independencia,
    zek e actiridade, esforr,.ando-se por bem cumprir
    os seus deveres ; 2. qual a sua conducta civil e
    moral; 3." finalmente, se o supplicante, sem de-
    trimento do servico publico, pode exercer o mes-
    mo cargo de delegado de polica. Neftes termos
    pede a V. S. deferimeato. E H. i. Mfe Joa-
    quim da Silva Limeira.
    Atiesto que o supplicante tem sempre exercido
    o cargo de delegado de polica deste termo cam
    activdade c imnarcalidade, e zeloso no curapri-
    mento de seus de veres; que a sua cond cta moral
    e civil illibada, pelo que est as condi$es de
    bem exercer o referido cargo.
    Cidade de Garuar, 15 de fevereiro de 1873.
    Antonio Buarau e Lima.
    (Est sellada e rcconhecjda.)
    COMMERCIO.
    PBACA DO BECB7E 20 DE FEVEHEIBO
    DE 1873.
    KS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
    (otaren IHeiaes.
    Assucaramencano saperier S 100 por l kos,
    hontem.
    Assucar-Canal 1J600 por 13 kilos, homem.
    Algodo de sorte 104000 por 15 kilos.
    Algodaode Penedo sem inspeccao 9|2li0 por 15
    kilos.
    Algodao de Macei sorte 10*000 por 15 kilos
    Sosto a bordo a frete de 7{8 d. a 5 OjO
    ontem.
    Dito de dito 2' sorte 9*600 por 15 kos posto a
    boado a frete d 718 d. e 5 OO, houtem.
    Cambio sobre Londres a 90 drv. 56 i\i d., por
    1*000, hontem e hoje.
    Leal Seve
    Pelo presidente.
    Vwcancclk*
    Palo secretario.
    Brigue inglez maumon, vindo de Glas-
    gow, consignudo aSaunders Brothers & C,
    nan i festn :
    i irvao 49o toneladas aos consignata-
    rios.
    DE-.PACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 19 DE
    FEVEREIRO DE 1871
    Para' os portos do exterior
    Na barca franceza Alice, para Liverpool,
    carregaram : B. Oliveira & C. 60 saccas com
    3,916 kilos de algodao.
    Na barca ingleza Peruarense, para Liverpool,
    carregaram : E. B. Babello & C. 400 saccas com
    26,6t0 kilos de algodao ; Goncalves Irmo & C.
    101 ditas com 7,6i5 ditos de dito ; Rocha Lima
    Guimares 26: ditas com 23,114 ditos de dito.
    Na barca austriac i Maria, para Livorpool,
    carregaram : E. R. Rabello & C. 204 saccas com
    17,207 kilos do algodio.
    No navio allemo Leonor, para o Canal, cr-
    regaram : Keller & C. 1,700 saceos com 127,500
    kilos de assucar mascavado.
    No navio hespanhol Francisco, para Mar-
    seille, carregaram : Keller & C. 500 saceos com
    37,500 kilos de'assucar mascavado.
    No brigue hollandez Alida Margaret, parae
    Rio da Prata, carregou : H. B. Oliveira Filho 400
    barricas com 45,176 1(2 kilos de assucar branco.
    o brigue portuguez Damio, pa-a Lisboa,
    carregaram : E. H. Rabello & C. 30) saceos com
    22,500 kilos de assucar mascavado e 975 ditos
    com 73,125 ditos de dito branco.
    Na barca portugueza Leopoldina, para o
    Porto, carregaram : J. F. A Quintal 4 garrafoes
    com 64 1 tros de agurdente ; V. Carneiro & C.
    1,437 couros com 10,3s7 kilos.
    Na galera portugueza Firmeza, para o Por-
    to, carregaram : E. R. Rabello 4 C. 460 saceos
    com 34,500 kilos de assucar branca e 400 ditos
    com 30,000 ditos de dito m^cavado.
    Na barca franceza Colignu, pira o Havre,
    carregou: David Lery 1 barrica com 74 kilos
    de caf.
    Para os portos do interior
    Para o Para, no navio port iguez Ariibella
    carregou : L. Duprat S90JI barricas com 26,588
    kilos de assucar branco.
    Para o Rio Grande do Sul, no brigue brasi-
    lero Pir&ngy, carregaran : F. N. G.' Ferreira 4
    G. 500 saceos com 37|500 kilos de assucar branco.
    Para o Rio Grande do -ul, no hiato braslei-
    ro Rosita, carregaram : B. Oliveira 4 C. 16 sac-
    eos com 1,200 kilos de assucar branco; A. O.
    Leite 400(2 barricas coro 27,872 kilos de dito e
    50 barricas com 5,197 ditos de dito mascavado.
    Para o Rio Grande do Sul, no patacho bra-
    sileiro Todos os Santos, carregou : A. M. Macha-
    as 80(2 barricas cora 5,886 kilos de a sucar
    branco.
    - Para Santos, no brigue inglez Sly Boots, car-
    regou : P. M. Maury 50 pipas com 24,000 litros
    de agurdente.
    Pela inspectora da alfandega se faz publico, que
    11 horas da manha do dia ? 2 do crrante se
    hode arrematar livre de Ilcitos de consnmo, a
    porta desta arremalaco, as mercadorias abaixo
    declarada :
    Armazem n. 2.
    Urna caixa de marca M B L n. 16, contendo
    9340 grammas de flores artficiaes em obra, em
    bom estado, avahada em 810i903, viuda de Liver-
    pool no vapor inglez Gasscndi, entrado neste porto
    em 17 de outubro do anno prximo passado, e
    abandonadas aos dreitos por Monhard, Mettler 4
    C,
    Armasen) n. 3.
    Um fardo de marca R 4 I n, 27, conteudo 2D
    pecas de panno de l, nao especificado, pesando
    liquido'4040 kilos, avariado,no valor de 2:2405400,
    vindode Liverpool no vapor inglez Studant,entrado
    neste porto em 30 de Janeiro prximo inde, e
    abandonado aos dreitos pelos negociantes, Rodri
    gaes Irmaos 4 Guimares.
    Alfandega de Pernambuo, 19 de fevereiro de
    1873.
    O Inspector
    * Fui A. de Carvalho Reis.
    -* demora
    seguir para os do norte.
    Para fretes e passagens, tratase na agencia
    illa do Commeicio n. S.__________^^^^^^^
    Real companhia de paquetes
    inglczes a vapor.
    At o dia 28 do corrente espera-se da Europa o
    vapor inglez Ncva, -commandantc II. Bax, o qual
    depois da demora do costume seguir para Buc
    nos-Ayrcs. tocando nos portos da Babia, Rio do
    Janeiro e Montevideo.
    No da 28 do corrente espera-se dos portos do
    sul o vapor inglez honro, commandantc Thwaites,
    o qual depois da d.;inora do costume seguir
    para Southamplon, tocando nos portos de S. Vi-
    cente e Lisboa.
    Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
    ra do Commercio n. 40.
    LE1L0ES.
    Leilao
    BECUBACOtS.
    Inspeccjio de saude de porto
    de Pernambuco, em 18 de
    fevereiro de 1873.
    Por ordem do Ulm. Sr. inspector da saude do por-
    to faco publico que de hora cm diantc permit-
    tido aos vapores de u Iciqu alvarengas e escale-
    res communicarem com os a apores transatlnticos
    ou outra qualquer embarca.?-'." no lamarao. antes
    de serem visitadas por esta rcpareao, dovendo en-
    |tretanto,na voltajatracarem na barca da alfandega,
    n. i, para que esta tenha lugar: advertindo, porem.
    que, no caso do navio trazer cara suja, ou ter-so
    desenvolvido durante a viagem alguma epidemia
    ou molestia contagiosa abordo, que licaro sujeitos
    a quarentena todos quantos tiverem com elle com-
    mumeado, em observancia ao que f determinado
    por aviso do ministerio do imperio de 22 de Janei-
    ro deste anno.
    0 secretario
    ________________________Fit; ds C. 4a S. Ijobo. '
    No quartel da companhia de Cavallaria desta
    provincia, compra-se cavados bons que estejam
    no caso da lei, para remonta da mesma companhia
    preferindo-se que sejam castrados.
    Recife, 20 de fevereiro de* 1873.
    Jos Joaquim'Gnellio.
    Capitao commandante
    CAPATAZIA DA ALFANDEGA
    Rendimento do dia 1 a 19.
    dem do dia 20. .
    9:932*682
    270*576
    ALFANDEGA
    Rendimento do dia 1 a 19. .
    dem do dia 20.....
    821:438*676
    24:715*585
    844:<5423
    Descarregam hoje 2< de fevereiro de 1873
    Vapor inale Ckrysoliu mercadorias para
    alfandega.
    Patacho norte-auemao Hqrisatikferro para o
    trapicoe Conceieao, para despachar.
    VOLUMES SAHIDOS
    No dia la 19......
    Primeiraportanodia20.
    Segunda porta.....
    Terceira porta.....
    Trapiche Conceieao .
    10:203*258
    17,818
    121
    158
    313
    1,368
    ttenco.
    Hoje, depois da audiencia do juo de orphos,
    irao praca, atim de serem arrematadas as casas
    terreas do becco dos Peccados Moi :aes n. 2 e de
    Joao Francisco n. 15, a requerimento da viuva
    do finado Casimiro Reis Gomes dr. ilva, para sa-
    tisfacer o passivo de seu casal.
    Fiscalisa^ito da freguezia ala
    Haa-vista. SO de fevereiro de
    1893.
    Por esta tiscalisacao se faz publico quem in-
    teressar, que se acha depositado um cavallo, ap-
    prehendido no sitio de D. Maria Braga, destruindo
    plantacSes : quem se julgar eom direito ao mes-
    mo, co> pareca, que satisfazendo o disposto no
    art. 16 do til. 9' das posturas de 50 de junho de
    1849, Ihe ser entregue.
    O fiscal
    ______________Jeronyni Jos; Ferreira.____
    19,678
    SERVICO MARTIMO
    Aivarengas descarregadas no trapiche
    da alfandega no da 1 a 19.
    Ditas ditas no dia SO.
    Navios atracados no trap. da alfandega
    Arrarengas ........
    No trapiche Conceieao .
    49
    56

    RECEBEDOMA DE RENDAS INTERNAS GE-
    RAES DE PERNAMBUCO
    Rcndinwnto do da 1 a 10. S:040*444
    .
    SANTO ANTONIO,
    IMPORTANTE E SUBLIME NOVIDADE
    (PRIMEIRA E ULTIMA DESTE ANNO)
    VIVA A BELLA E AGRADAVEL
    FOLIA CARNAVALESCA
    GRANDES
    BAILES DE MASCARAS
    NOS
    Salees deste Ekealro
    DE
    FAZENDAS
    Em continuaco
    i
    c para cnncluso
    Hoje
    Pereira de Mello k C conclulrao amanhajl
    do corrente. o seu le So de fazendas comcrado
    np da 18 do corrente, em seu armazem, ra do
    Bom Jess n. 53.
    armario, paioes c pertencafi do armazem de
    sal c gneros,, i! > !\rwr.yn c vonda da ra
    imperial n. 1UT, iioje \i O agente Martins far leilao, por autorisacio,
    da armagao, paioes, gneros e perlencas do arma-
    zem de sal e taverna cima, as 11 horas do da
    na mesma (averna, a ra de Vidal de Negreiros
    n. 137
    LEILAO.
    DE
    tima casa terrea, lendo finas salas, dous
    quartos, quintal, cozinlia e tanque, na
    ra do conde da Boa-Vista n. 113, pu-
    trora Caminlio .Novo.
    HOJE
    AS 11 HORAS DA MANHA
    O agente Pnho Borges far leilao da supradita
    asa, por conta e risco de quem pertcncer, no sea
    escriptorio ra do Bom-.lesus n. 53 primero an-
    dar.__________________^^_
    LEILAO
    DE
    200 patvs de hotina para homens e 100 pa-
    - res de sapatos de ditlerentes qualidade6
    para senhoras c meninas.
    SABBADO -li DO CORRENTE
    s 10 horas.
    O SfeatO Pinto levar leilao. por ronta e risco
    de quem pertencer. de urna caixa marca PPn.
    85, avariada bordo do vapor inglez Chrysolite,
    na sua ultima viagem este porto ; o leilao ser
    effectuado s 11 horas do dia cima dito, no es-
    criptorio lo referido agente ra do Bom Jess n.
    43.

    *-
    Al
    -






    --
    LEILAO
    DE
    movis, loma e crysta
    \ saber:
    Um i ano forte, urna mobilia de Jacaranda cob\
    tampos de podra, candieiros a gaz, casticaesr
    mangas c cscarraleiras, tapetes, relogio de bjmi
    rede.
    Urna cama franceza de Jacaranda, duas meias-
    commodas c um santuario.
    Urna mesa para jantar, um guarda louca, mar
    queza, doze caderas, louca para cha c jantar,
    copos, clices, garrafas, compoteiras, trem da
    cozinha o, outros objeetos de casa de familia.
    Sabbado22 do corrento no segundo andar
    do sobrado da ra d'Apollo n. 43.
    O agente Pinto levar a leilao por conta 9 or-
    dem de urna familia que mudou de rosidMeia,'
    os movis o mais obiecto* cima mencionados
    existentes no sobrado da ra do Apollo n. 43, oar-
    de se cffectuar o leilao.
    Principiar s 10 1)2 horas.
    LEILAO
    DE
    10 caixas marca R R, contendo erviUtfse
    conservas
    SABRADO 22 IX) CORRES
    IO horaai
    Oasnte P'nto'levar ai j*>^'
    m


    io de Pernainbuco Sexta feira 21 de FevereJBo de 1#78.
    **--
    LEILAO
    DE

    diversas fazendas, um avallo, ditersos Obje-
    ptps, dividas, eum terrene no lugar Pra-
    t Grande (engenho Capricho)
    QIARTA-FEIRA 5 DE MARCO
    * Espolio do subdito portuguez Domingo! An-
    tonio Fernandes.
    O agente Martins tari leilio no dia do mar;o
    prximo futuro, por autorisacio do Illm. Sr. Do-
    mingos Mara Gonealves fincarregado do consula-
    do portuguez nesta provincia, de diversas fazen-
    das, um excellente cavallo, diversos movis, divi-
    das e una parte de Ierra no lugar Prato Grande
    do engenho Capricho, do termo de Agua Preta,
    comarca de Palmares ; sendo que as (atondas se
    acham avahadas em 154*350, movis e o cavallo
    em 203*000, dividas na importancia de 213*000.
    e o terreno em 1:000000; todos estes objectos se
    acham depositados cm mao de Joaquim Jos de
    Arolla.
    O leilio ter lugar no dia cima, ne armazem
    da ra do Imperador n. !,8, s 11 horas.
    Vi i

    MOVIDA II]
    PIANOS E MSKAS
    A\TO\TO JOSf. HE AZKVEIIO
    Ra do Baro da Victoria n. 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
    AVISOS DVERSOS
    I"a;i de < 'unanraglbe.
    O Sr. Antonio Vasconcellos de Mendonca, mora-
    dor no Paco de Camaragibe, chamado a ra Di-
    reita n 81, a negocio qmf nao ignora.______^^
    Alu^Aa (IoGhIm.
    O Sr. Salustiano Pereira Quaresma, filho da Sr.
    Manoel Pereira Quaresma e genro do Sr. Jos dos
    Santos e Silva chamado a ra Dircita n. 81,
    negocio que nao ignora.
    *& ^<*&0& ***
    Flix Joaquim Ferreira de Carvalho, J
    9 cmipetcntomone autorisado, leccioaa em 9
    mL easa de sua residencia, ra do Coro- XK
    * nel Suassuna, antiga ra de Hurtasen. ~*
    14 primeiras lettras, e as linguas, lat- fif
    na e franceza, prometiendo, todo zelo ||
    e assiduidade a seu ilcanc.
    Continua a estar fgido do engenho Califor-
    nia do termo de Serinhaem, comarca do Rio For-
    moso, em Pernambuco, escravo Gregorio, de 19
    a 20 annos desdado, crioulo, de mediana estatu-
    ra, secco do crpo, feigoes regulares, olhos vivos,
    testa saliente, pes curtos e dedos guies, eom
    falta de denles na frente, tem urna marca de que-
    madura na barriga, e algqmas de castigo que tem
    soffrido por ser muito fujao. Costuma a mudar de
    nome quando foge c inculcar-se forro, muit9
    fallante e cantador : quem o encontrar o poder
    trazer a este engenho, oa no Recife ao Sr. Joo
    Florentino Jnior, na ru Pedro Alfonso n. 31,
    que ser bem recompensado. _________'
    Juizo substituto dafazenda.
    k
    P 1
    Depois da audiencia respectiva rao a prafa no
    dia 7 de marco vindouro, as 11 horas da raanha,
    os seguintes predios: a casa n. 114 sita ra da
    matriz da villa da Escada, com 2 portas e 2 janel-
    las de frente, tendo cincoenta e seis palmos de
    de fundo,.'lo ditos de frente,duas salas,um gabinete,
    tres quartos, cozinha fora e quintal em aborto ;
    penhorada a Thomaz Rodrigues Pereira pela fa-
    zend* provincial, e avahada em 600*(09.
    dem, n. 52 sita ra da matriz da villa do
    Cabo, com IG palmos de frente, 80 ditos de fundo,
    duas salinhas, dous peque ios quartos cozinha in-
    terna, quintal em aberto em mau estado, situada
    em terreno fbreiro, penhorada pela mesma fazenda
    Manoel Ignacio da Silva, e avahada em 100*000.
    Recife, JO de feverciro de 1873.
    O solicitador interino
    M. Falcao.
    Joao Fernandes de Figuei-
    redo Paiva.
    Antonio Fernandes de Figueirc-
    do paiva, Antonio Duarte de Fi-
    gueirede e Joaquim Duarte de Fi-
    gueiredo, mandara celebrar urna
    missa na matriz de S. Jos, se-
    gunda-feira 24 do corrente as 7
    horas da manh, por alma de seu
    presado irmao e primo loao Fernandes de Fi-
    guetredo Paiva, fallecido ao engenho Ca-me-vou,
    comarca do Bonito : rogam por isso a todos pa-
    rantes e amigos do finido para assisiireni a
    este acto de reipo e caridade.
    NA m
    Lulz Antonio Gonzaga.
    D. Adriana Francisca de Souza e
    scus lilhos agradecen! cordialmente a
    todas as pessoas que acompanharam
    ao cemiterio publico os restos mortaes
    de seu sempro chorado esposo e pai
    Luiz Antonio "ionzaga, c convidara a
    todos os seus prenles e amigos o ca-
    ridoso obsequio de assisiirem -as missas do stimo
    dia de seu fallecimento, que serio ditas no sabba-
    do 22 do corrente, as 6 horas da mauha, na matriz
    da Boa-Vista, do que ficaiao eternamente agrade-
    cidos por este acto de caridade e religiao.
    A presidencia da sociedade Ke-
    crealiva Javcntude convida aos
    Srs. socios para assistirtn urna
    missa por alma do nosso conso-
    cio fallecido Manoel Caetano de
    Almeida, que dever ter lugar no
    dia 21 do corrente, pelas 7 horas
    da m:nha. na matriz de S. Jos.
    Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
    de fevereiro de 1873.
    Francisco Vianua.
    !. secretario.
    aonde o publico em geral encontra}sempre o maior e mais esplendido sortimento depiauos de
    Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
    e orchestra.
    Acabk de abrir no primelro andar do sobrada d. 12 confronte i
    ctica Msnrer, um grande salo onde estao expostos os magoiBcos
    PIAjIOS-de armario, de Pleyel.
    -------- de meia canda, do mesmo autor.
    de H. Henri.
    de Araede Thibont.
    nico agente nesta cidade, dos celebres afamados
    PIANOS DE ftUCHER FRHES

    recebe
    Tambera receben grande fortimeoto de msicas pira piano, piano e
    canto e entre ellas as lindas composicSes do milito sympatbico maestro
    F. SAWTINI
    A SABER :
    Voc me quer Walsa.
    remiados em diversas expsitos; om 14 medalhis de onro e prata.
    Sao os onieos pianos que aqni vera da Europa, perfeitameote afna-
    lo?, feloa com elegan :ia e solides.
    D'aqui emdiante continnar a annnneiar tedas as pnblicacSes que se forem friendo as snas offlcioss de mnsieas.
    Olga Ilasoika.
    La Separacin! P'ra canto.
    A Luz elctrica, grande Walsa.
    Franco Brasileiro Polka.
    Tomada de Valle Galope.
    Joaninha Walsa.
    A Libertadora Polka.
    A Primeira espada Wal-a.
    A Mmha Lyra Walsa.
    A "Natalicia Polka
    Studiente Po'ka.
    I'lflmai publlea^es
    Feltas as offleinas de msicas
    do snnuncisnte.
    Emilia, .polka por I. Smoliz.
    Circaciaoa, chotch, por SmoHc.
    Jardim do Campo das Pridezas,
    qnadrilh, por J. Popne.
    Chova de Rotas, Walsa, por H. Al
    bertazzi.
    SUESTAO DO DIA
    ( pela barriga que melhor se
    goverea o mundo).
    Grande agitarlo I... Todos fallam I gri-
    lam I... escrevem I... lastimam-se!... cho
    rara... e nao comemr nao bebem ?
    Eis a conlusol!
    Meditemos, pois...
    Alvicaras I... Alegrai-vos, bella e heroica ci-
    lade do Recife, que vai desabar sobre a cabeca
    le cada um de vossos invictos filhos urna nuvem
    irende de mgicas inspiraQdes a veracidade
    deste annuncio.
    Queris conseguir os fins ? empregai os nietos/,
    apurai a vossa imaginado, vasai na vossa intelli-
    ijencia urna gota de iupiracao e jtereis resolvido,
    ulminado aquesto do dia,J
    Ooereis ?
    Pois bem, fortificai os puhndes, desempedi a
    larynge, rgenlinai a voz, adquir o dom da per-
    suasao e finalmente abracai sem hesitacao a por-
    tentosa inspirando que vos offereco e tereis torcas
    suficientes para discutir, convencer e. ..derrubar,
    para sempre a magnaquesto do dia.
    Queris ludo slo
    9
    Vinde ao muito preconisado armazem do Cam-
    pos, ra do Imperador n. 28, e comprai certas
    e especiaos vidual has, (exquisitas e excitantes)
    par dos coruscantes e finos vinhos, nao esquecendo
    os flnissimos e calmantes licores, lembrando-vos
    dos rarissimos o delicados acepipes, (alem de eu-
    tras imuitas cousinhas boas que ficam oceultas
    aestes.....para despertar a curiosidade dos aman-
    tes da....) e veris que depois de teres saboreado
    ssas finas e delicadas iguarias vos apparecer
    ama to enrgica inspiracao fcousa inaudita) que
    ros considerareis metamorpnoseado em algum
    prophela, abundando a vossa imaginacao de cal-
    culos infalliveis que vos farao resolver em um
    pice o grande problema que prende to forte-
    mente as vossas attenc Dovidaes ?
    lfrte caso l vai :
    Com a barriga vasia
    A cabera arde, enfraquece,
    O corga treme, vacilla,
    A razao dcsapparece.
    I. 28 na do Imperador R. 28
    FUNDICAO DO BOWMAN
    RA DO BRUH N. 52
    (Passarido o chafariz)
    PEDEtU AOS seDbores de engenho e ontros agricohores, e empregadores de m
    chiismo o favor de orna visita a sea eslablecimento, para verem o dovo lorlimepto
    completa que ah teui; seado todo soperior em.qaalidade e foriido; o que com a ios
    pecco pessoal pode-se verificar.
    ESPECIAL ATTENgOAO NUMERO E LUGAR DE SA FUNDICAO
    Vonnvoa a vndafl Acalma dos mais molernos systemaa e em U
    VctpOrOa O rOdab U agua mauhos convenientes para as divenas
    circumstancias dos seDhorea proprietarios e para descaroejr algodSo.
    Moendasde canna ^108UmaDh08'a8raelhores qoe ,qai
    Rodas dentadas p >-. w-p-
    Taixas de ferro fundido, balido e de cobre.
    Alambiques e fundos de alambiques.
    WfoAliiniflmAa para mandioca e algodJo,| Podendo todos
    lILai/illilloillUo eparagerrarrmdeira. (ser movidos a mo
    Rnmhaa ., por ?gaa' vapor*
    DUlliUao de patente, garantidas........ |oaanimae.
    Todas as machinas e pccas de iBe 8e c08loma Precisar-
    Faz qualquer concert de machidismo'apreco mDresumid0-
    Formas de ferro **^****"** no raer-
    ffnnnmmanilna Iacumbe-se de mandar vir qoalqaer machinismo von-
    CjHC JlIinieilUlab. tade dos clientes, lembrando-lhes a vaolagem de fazerem
    snas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
    lhes prestar auxilio.
    Arados americanos e a"">mmo> ,ico1"-
    RA DO BRUM N. 52
    PASSANDO Q CHAFARIZ
    *
    CASA DO orno
    Aos 5:000-000
    Bilhetes garantidos
    Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
    n. 63. e casa do costume. ,
    O abaixo assignado acaba de vender nos seus
    muito felizes bilhetes a sorte de 100 eni bilhete!
    inteiro de n. 737, alem de outns sortea menores
    de 40| e 0# da lotera que se acabou de extr.-
    (39*;; convida aos possuidores a virem rece
    \
    103
    REUNUO NA CAVERNA
    DOMINGO 23 E. TEROA-FEIRA 25
    S 2 1(2 HORAS DB TARDE.
    comparecimecto
    O
    multa de le.
    ni
    na formado
    Joaquina de
    i:i la.
    Araa;o
    . Sabbado 22 do corrente,
    p>:las 7 horas da manh,
    ceiebra-sc na igreia matri-.
    di freguezia da Boa-vista,
    urna ni^sa por alma do
    pidre Joaquim de Aragao
    Ebla, vigario collado na fregneaia de Muriboca,
    fallecido na provincia do Ciar a 12 de Janeiro
    ultimo Kara ease acto de religiao e caridade s >o
    Convidados os iarentes e amigos daqueUe finado
    JDUO
    ber, que prompl mente serao pagos
    costume.
    O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
    vel publico para vir no seu estabelecimento com-
    pr r os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
    tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
    annun ios.
    Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
    rantidos da 8* parte das loteras a beneficio do
    recolhimento de Iguarassi, que se extrahir no
    dia 22 do correute me.
    Precos
    Inteiro 6i000
    Meio 31000
    Quarto 15003
    De lOO-OOO pora aua.
    Inteiro 51500
    Meio 21750
    Quarto .11375
    Recife, I i de fevereiro de 1873.
    _____ Joao Joaquim da Costa Le te.
    deiois dessa hora trara a
    V. de Borbolela,
    Secretario do presidente.
    Refinador.
    Na ra de Santa lzebel n. 9, aluga ou vende ves-
    tuarios a carcter ou a fantasa por diminuto prero.
    o bem conhecidos seus vestuarios.
    Precisa-se de um refinador
    pateo do Terco n. 48._______
    na refinacao do
    Carnaval.
    ALUGA-SE
    O 3. andar do sobrado da ra do Vigario n.
    otm bons commodos para familia; a tratar nc
    annazcm da Travessa d) Corpo Santo n. 15.
    Condolas.
    -. Na ra Estreita do Rczario n. 35, 1." andar (casi
    de familia),foruece-se cumedoriaspara^fora com as-
    seio e promptau, e prego commodo.___________
    Pede-se a todas aa pessoas que tem recebid)
    patentes da futura irmandade do milagroso Sant)
    Amaro das Salinas, e anda aquellas que ness-
    soasio se queiram inserever de irmaos, o rampa-
    Fecimento no consistorio da respectiva capell;.,
    domingo 23 do corrente as 10 horas da manh,
    afim de se disentir e approvar o espeetivo com-
    ^pomisso.
    Abuso.
    Perguuta-se a pessoa que mandou buscar na
    loja da Madresilva um livro de amostras de bicosl
    se ainda nao achou portador para mandar traze-
    lo, pois nao deve ignorar que sua falta torna-se-
    nos scnsivel, por isso tcnba a bondade de o man-
    .Q ...... ^ c'i
    Na chapellerie des dames
    se recebe toda e qualquer encommenda de fatu
    para o carnaval. O pessoal deste estabelecimento
    acha-se augmentado, afim de que possa baver
    toda a poulualidade na entrega das obras: na
    ra do Barao da Victoria b. 16.
    0 abaixo assignado tendo comprado una
    burra, nos ltimos das de jane to e sessenta mil ri, a Antonio Jorge, morador
    na propriedade denominada Ouro, e deparando
    com um annuncio publicado no Diario n. 24 de
    30 do dito mez, cm o qual se reconimenda duas
    burras, que foram furtadas no engenho Poeta, na
    noute de 20 para 21 do mencionado mez, e con-
    ferindo alguns signaes da dita, com os ue veem
    jdecla'ados no annuncio (a excepcSo do ferro)
    vem pelo presente pe'ir encarecidamente ao Sr.
    annunciante a bondade de mandar pessoa hah -
    litada, c que tenha perfeifo conhecimento das
    ' Vttll l' -.'-' 'I'1 nu.t .l:il.l I|1UTI
    ^ VIII.I ,j,gr!iui; lsij j.ii.i.s'- |i --ii.i :
    fti h.r.i-'4\f-, 'Mi.l.r. ___^J_ __
    /. Iitq'i'
    ni ru;
    \ M As
    g"w n. 37. i
    Preci&a-M do tnjp | ..i .i nmi-
    corjuliar, ; ni1 iln Vis-
    do Pelotis (antiga iAr-

    Ama de leite.
    Precisa-se de urna que tenha bom leite, e sem
    iIIm : a tratar na do Duqac de Caxias, ou-
    tr'ora Queimado n. 70.
    AMA
    Na ra t. ilc Uarcn, antiga
    > Crespo n. 17. loja, precisa-se
    e una ama, somonte para co/.i-
    nar em clisa d .Na ra da Cruz do Recife n. 42,
    arma/.om, precisa-se. de una coz-
    nheia forra ou escrava, pagando-sc
    muito bem.
    A m) Precisa-se de urna ama que saiba co
    - vttltt jjuhar e engommar para duas pessoas :
    paga-sc bem': na ra Direita n. 10.
    dar trazer se nao quer ver seu nome estampado mencionadas burras, afim de verificar se ou
    neste jornal, por causa de um llvro de amostras:'"
    Madresilva, praca da Independencia n. 38 e 40.
    Caixeiro
    Precisa-se 4e um caixeiro:
    W9sa da roa los Pires a 9.
    na nadara da tra
    2i Pre ^^a de ieite; na ra do Rosar) da Bo;.-
    Consistorio da contraria de
    N. S. daSoledade, 19 de
    fevereiro de 1873.
    Por ordem da mesa regedora convido a todos
    os Irmaos confrades a comparecerem neste con-
    sistorio no dia 2 de marp prximo vindouro s
    10 horas da macha, afim de rennirem-se em me-
    sa geral, para eleicao dos membros que faltam
    para completar a mesa regedora e tratar de ne-
    gocios de infere se da contraria.
    O escrivao,
    Emiliano E. de M. Tamborim.
    20000.
    Precisa-se alugar urna escrava que engomme
    perfeitamento bem, e faga o mais servico interno
    de urna casa de pequea familia composta de
    duaa pessoaa no largo do Paraizo n. K, paga-
    se a quantfa cima.
    Na ra Duque de Caxias n. 44 se dir quem
    d alfum dinheiro a juros son hypotheca nesta
    cidafle.
    nao urna da> ditas, para lhe ser entregue.
    Engenho Urue, 16 de fevereiro de 1873
    Francisco Cordeiro Falcao.
    TRILH0S URBANOS
    DO
    Recife Olinda e Belieribe.
    _Compra de solipas.
    No esenptorio desta com-
    panhia, comprase constante-
    mente a precos razoaveis,
    solipas de oticica e sapu-
    caia, das seguintes dimen-
    s8es : compnmento 10 pal-
    mos, grossura 9 pollegadas,
    grossura 4 ditas.
    Contrata-se com o abaixo assignado na esta-
    rlo da r.'a da Aurora.
    Estrada de ferro de Olinda, 23 de Janeiro
    de 1873.
    O gerente interino,
    Laurentino Jos de Miranda.
    _ ,
    Suppresso dos trens extraordina-
    rios dos espectculos aos sak-
    kados,
    Em consequencia de ausencia completa de
    passageiros, deixar esta companhia de expe-
    dir treus aos sabbados, depois dos espectcu-
    los, a comecar de sabbado 22 do corrente em
    diante.
    Escriptprio da companhia. 17 de fevereiro
    de 1873.
    O gerente interine,
    Laurentino Jos de Miranda
    i ma Piecisa-se de urna que saiba cngoin-
    axllld/ mar no Cldcrciro, casa de Francis-
    co'Joaquim Ribeiro de Brito._______________
    Vmt No Corredor do Bispo n. 5 precisa-so
    -i-IIIoi ^ unu ama para o se vico de una casa
    de pequea familia.______._________________
    Precisa-se BTorre, de una ama
    para cas de familia : a tratar na
    roa do Mrquez de Olinda n. 60.
    2 andar.
    Precisa-sc de una ama de lete na Captin ga
    tratar na na da Ainizade n. 45. _________
    Companhia pernambucana
    de navegaejio costeira
    vapor.
    Pelo presente sao convidados os senhores accio-
    nistas desta companhia a rounirein so :ii assein-
    bla geral no dia 24 do corrente a i hura da tar-
    de no Io andar de seu predio n. 12, afina de eum-
    prir-se o disposto no artigo 24 capitulo o dos es-
    ta tntos.
    Recife, 12 de fevereiro de 1873.
    Os d rectores
    Fannders Brotliers & C.
    Keller A C.
    AVISO.
    Previne-se ao Sr. Jos Eleuterio da Silva, mora-
    dor no Acude do Mato, freguezia da Gloria do
    Geit, qne a sua escrava Thereza e sduas Binas
    se acham recolhidas cadeia desta cidade.
    Ahiga-se o armazem e o primeiro andar da
    casa n. 20, da ra do Bom Jess: tratar com
    Cramer Frey 4 C, n. 6i, da mesma ra.
    Precisa-se de una pc-woa livre ou escrava, para
    criado : na padaria da ra do Rangel n. 9.
    = Um morador 4 ra de Marcilio Dias, out'ro-
    ra Direita, nao podendo supporlar tanta atrocda-
    de, pede Illma. cmara municipal ou a quem
    directamente competir, urna providencia enrgica
    no sentido de roarrtar a requintada malvadez de
    certos carroceiios pela maneira desapiedada com
    que tratam os pobres animaes que ditos vehculos
    puxam, nio so em relajo ao peso enorme de que
    os sobrecarregam.niuito alem de suas torcas, come
    tamben) pelo brbaro e infernal castigo que s
    sujeitam, mxime em um paiz de civilisacao como
    o nosso.________________________________
    Precisa-se de um caixeiro de idade de 10 a
    12 annos, com pratica de Inverna : a n-atar na
    ra de Santa Thereza n. 15._______________
    Caixeiro.
    No hotel de Apipucos precisa-se de um menino
    para.caixeiro, prc.crindo algum que tenha pra-
    tica/_________________________________
    Precisa-se de um ain ssador : na padaria
    de Santo Amaro das Salinas n. 77. Na mesma se
    compra um ou dous escravos de meia idade.

    ' rravo Jugiflo
    A..- le o lia de. I'ewivii'ii ,!
    eorfent* auno, o r.-io Je iime I!
    :'.:iiins pouco in.rs i u ineiiu-1. .iiui:l-. r
    ladino, falla niaii';^ c.nt.iiioi il>:
    rarpina, estatura alta, espaiaudo, ba
    ponco tato, leudo a Wsta noquena, fal
    na frente, pes Wos, e com ama cica
    ca puTfiBii ifcj e*HMfdn, ine fui
    toda largura ff inarhado, aseen no <
    jorv de Goyauna, temi passado ao
    valcante do Albu juerque, meradtff na
    Gnyanna, onde tem ni i o prenles, j
    Exin. RaiTio de Nseireth, tendo tambem p
    muito tenip.) no Hecife, levuii m sua coni^^
    um menino orphao, ik; 13 an;: de Midej^Kr
    claro, bom cabello e raalo, eiijo ineniiiir
    lado. Pede-se a todas as autniilades e caplH
    campo qaeos pegando leve- a ra da]
    ou uo ciigenlio Furna.da freguezia de S;:ut
    de Jahiiat.io, que ser generosamente f/
    Allencilo ao cania\;
    Xa na SStrei'ii do Rosario n. .'!."i, 1 andar, tem
    un grande sortiment) de reos vestuarios de prin-
    cipe. Iiord do< a ouro e doinins de niuil > gosto,
    vestuarios proprios para bailas, feitoj oi>a\i
    foslo ; tem para alugar e vend ti.dn ,
    barato privo,* vi.-tun.-s em miiiio limii r-!:ido^^ft
    alugar a .'i, '; J e '<}. e os r,, a 3 ', J^^^M
    dminos bonlados ivos e vestiiaiios de pr^H
    CURSO'OHMAL '
    tfipqpm da iisli'ii({*a(r.i
    I>o ordenri do eonscio ilircctor da paro-
    cliia matricula para o curso normal lo sculioras,
    fecha-se no ultiioo lia ileste mez; assim
    como, que so acham 28 do corrente para ter lugar os exa-
    mos las senioras que se qnizerem mostrar
    habilitadas as materias ilol.'anno, alim
    de passarem logo para o >/ : e pois, aqueta
    las genhoiMS que estivoiv! nusso caso, Iratem .
    quanto antes submetter os sotis requem^^l
    tos ao conselho.
    Aluga-se
    A loja do sibradc ara da Cenceicao h. 8 : os
    pretendentis dirijam-sc ao caf Imperatriz.
    Aviso.
    Urna pessoa competentemente antorisada p la
    directora geral da instrncen pueliea, declara a
    quem iuleiessar possa pue contina a leccionar.
    nao s nesta cidade cmo em seus suburbios to-
    das as materias que constitueni o ensino elemen-
    tar, e buin assiiu o ensino d? algns preparato-
    rios pessoa que ipiizer utilisar-se de sen |ires-
    tmo dirja-se a tjpographia cominercial do Sr.
    Geraldo, ra estreita do Rosarle n, 12.
    Na ra de lfarcilio Dias n. 30 precisa-se do um
    ou dous homens para moer caf.
    Esc
    rava
    Aluga-se ou compra-se urna escrava que co>-
    nhe e engomme : na ra 7 de Sclembro, esquina
    da ra Formosa n. 13.
    Na ra do Imperador n.
    um bom coznheiro.
    Cozinheiro.
    73, loja, precisa-se de
    Moleque.
    Precisa-se alugar um moleque e 12 a 14 an-
    nos : tratar no armazem do Campos : ra do
    Imperador n. 28._________________________
    = Aluga-se urna easa na ra da Praia do Cal-
    dereiro n. 21 ; a iratar na ra do Livramentn
    n. 23
    Precisa-sc de um ineuino, de 12 a li annos de
    idade, forro ou captivo, para criado de urna casa
    de pequea familia, com tanto que saiba fazer
    compras e emenda de servico de copeiro. A tra-
    tar na ra do Capibaribe n. 40.
    Coziuheira
    Precisa-se de urna corim eir para una casa
    estrangeira
    I* andar.
    a tratar na ra do Cotnuiercio n. 38,
    Precisa-sc de
    para duas pessoas
    urna escrava para alugar se
    na ra Direita n. 07.
    Pttli para alugar.
    Pnci a-se de um na padaria da travessa EOS
    Pires, padaria n. 9.
    Bom negocio.
    Vendc-se 2." aerSos da companhia dos trilhos
    urbanos do Recife a Olinda : nesta typograpliitSB
    dir.
    Una pergnnta ao Sr. Morei-
    ra da na Imperial
    E' o senlior o proprietario da chapa c ttulo dos
    cigarros Maurily e outro, ou o Figncirelo do
    becco Largo O senlior diz cm sojs inasls de
    cigarros, que o inventor, nao sei cuino pude ser
    Vine, o inventor boje, quando elle ha mais de nm
    auno diz : o fabricante pede como inventor destes
    cigarros, que os consninideres reparen) para i
    firma do rotulo, visto haverem mbitos tabricuMes
    imitantes. Vmc. diz Iroje a mesma eyusa, i-to i
    Vine, querer tirar o direto a quera pertenee, pois
    alem da chapa ser igual vme. anda diz, do lado
    do masso o mesmo qne He. para poder confun-
    dir os consumidores; nio slo de pareceras
    com nutro para poder assim vender sua fazonda.
    Precisa-se
    de urna ama para comprar e co in'uar para-
    quena familia : a tratar na r a Duque de Guias
    ii. 64, loja. *J
    Precisa-se de urna ama para eozinhar o com-
    prar : na ra do Inipe/a lor n. 1(J. 2." andar.
    Vr:NDAS.
    E' barato
    12 cairelis de linha branca por 400 rs.
    3 grvalas bonitas por I OO.
    I peca de bio bom por 00 rs.
    i masso de pealas por ltOO.
    1 par de botos de plaque por 240 rs.
    Por estes precos s vende o Viauna, ra larga
    do Rosario n. 22.
    Unu pessoa que sabe fallar, escrever e tra-
    duzir a lingua franceza, propoe-se- a insinar em
    sua casa ou em casas particulares, das 3 s 10
    horas da noute : quem de seus prestmos quizer
    utilisar-se pode deixar carta fechada n'esta typo-
    graphia com as iniciaos M- A._______________
    Exposicao de plantas vindas
    da Europa.
    Ra Duque de i a vas n. tt
    Por L. Poilorce chegado nesses dias toda varie-
    iade, de -plantas, raizes, sementes, batatas, tanto
    de flores como de hortalice, que s a vista do com-
    prador. ,
    FilhsIFilhs!
    - DUZENTOS MIL
    Para os tres dias de entrudo
    Domingo, segunda e terce.
    Leia quem quizer e encommendequem
    puder.
    '10, 20, 50. 100, 200, 500, 1,000, etc.
    Grande fabrico, grande fabrico.
    Duzntos mil lillis! !... .
    Dous mil litros de mel de assucar para
    os mesmos.
    Tom'-se desde ja encommendas de filhos at
    a quantidade di DUZENTOS MIL.
    Para que nao haja falta em satisfazer todas as
    encommendas que temos tido e me vendamos a
    ter dos to preconisado i-filhos da nossa fabri-
    ca, estamos munidos de urna excellente machina
    apropriada, que pode produzir duzntos mil filhos
    em seis horas. S na confeitarii do Campos
    ra do Imperador n. 24.____________
    Precisa-se de um caixeiro para taverna : na
    ra de Lomas Valentinas : a tratar no hotel de
    Aguas-Verdes n. Ci.
    M0F1NA
    Est encourac,ado!!!
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
    escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
    favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
    cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
    realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
    fins de dezemoro de 1871, e depois para Janeiro,
    passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
    e por este motivo de novo chamado para dito
    fin), pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
    de mais de oito annos, e quando o Sr. seu lho se
    achava nesta cidade.
    Ao rom mere io
    Joao Baptista da Silva tem justo e contralado
    com os Srs. Costa & Rosa a coa pra do hotel sito
    na casa da ra estreita do Rosario n. 10, livre e
    desembara^ido de todo e qualquer debito : por -Srs. Dr. Aprigio Justiniano da Silva Guimares
    isso quera se julgar com dircito ao mesmo.. queira
    apresentar sua reelamacio dentro do praso de
    tres dias, a contar de hoje, findo qual nao ser
    jnais attendido. Recife 10 de fovereiro de 1873.
    Associac,ao Portugueza de
    Beneficencia
    DOS
    Eitipi'egados no comiiierclo e isi-
    luti' cita Penaaiuhuco.
    Scientifico a todos os senhores assossados que,
    em vista de nao ter comparecido, no dia 9 do cor-
    rente, numero sufflciente de socios com que po-
    desse funciionar a assembla geral, foi adiada a
    sessao para o dia de sexta-fcira' 21 do corrente.
    Peco aos senhores associados queiram comparecer
    peas 8 1/2 horas da noulo, nesta secretaria, no da
    e hora designados.
    Recife, 18 de fevereiro de 1873.
    Sa/t' secretario.
    Est para alugar-sc o Io andar da casa da
    travessa do Duque-de Caxias n. 1, pintado e caiado
    O abaixo assignado avisa a todos os deveni-
    res do seu estabelecimento sito a ra do Impera-
    dor n. 26, que nesta data autorisou o Sr. Hugolno
    Giralda a liquidar todas as dividas do mes-
    mo estabelecimento. quer contraliidas sob a actual
    firma, quer sob as de Rodrigues & C, e Rodrigues
    & Freitas.s quaes pertenceramo mesmo estabeleci-
    mento sob a denominado de braco de duro.
    Recife, 19 de fevereiro de 1873.
    ________________Jos Gomes de Freitas.
    O abaixo assignado previne a todos os Si's.
    3ue se dignaram assignar um volume de poesa
    e seu finado irmao o bacharel Antonio Rangel de
    Torres Bandeira, que breve tem do sahir do pe-
    lo, que as nicas pessoas cncarregadas de i*e-
    cebimento das respectivas assignaturas, sao os
    o Rvd. conego Francisco Rochael Pereira de Bri-
    to Medeiros.
    Recife. 18 de fevereiro de 1873. .
    Joo Vicente .de Torres Bandeira
    CABRIOLE!.
    Vende-se um cabriolet americano, de dous as-
    setos, muito leve e e n bom estado : para ver
    na cocheira do Sr. Cerino, ra do Hospicio nu-
    mero 86.
    A
    Grande galope
    Para piano.
    Por F. Libcio Colas.
    Acaba de publicar-se e acha-se a venda este
    lindo galope com frontispicio especial e anlo-
    go, composto pelo muito talentoso e simpathieo
    maestro Colas.
    Preso 2*000.
    A' ra Nova n. 11, annaicm do Azevedo.
    ''ende-se um cavallo ru<;o pedrez praz*
    excellente para cabriolet: para ver na coxeira d*
    ra da Roda, e a tratar na ra Pirata n. II
    Vndese um nilhar com todos os _
    ^m a ra larga do Rosario n. 31, andar.
    A infallibilidade
    E
    0 poder temporal do summo Tonlifice
    nos lempos actuaes
    1KR
    Joaquim Das da Silva Azevedo Lemos.
    Opsculo religioso recentainente publicado
    vende-sc na ra Primeiro de Mareo u. 2, livraria
    Econmica.
    Preso 2*000.
    CARNAVAL
    Vestuarios novos
    O Vianna ra Larga do Rozario
    ga os mais bonitos vestuarios, dominsj
    caio, principe, matulo, tudo foi boje arreifl
    leilo, portante o nico que mais barato*
    allnga, todos sainaos.____________^
    Madapolao avariaj
    a 3* e 4*000 : na na da Imperatriz JH
    da rosa branca. _____________/9

    Vende-sc
    duas casas de pedr.a e cal com i salas, 2 q
    e cozinha externa, cada urna, ni Santa C
    Milagres, em Olinda, com a frente para os banhoe
    salgados e os fundos para a linha de ferro, com
    alguns coqueiros : a tratar com Manoel Ignacio
    da Silva Braga, na ladira da ribeira n. 7, om
    Olinda.
    *


    >
    I
    I
    I
    *r




    -
    Dhuo de Pernambueo Sexta feira 21 de Feveieiro de 1873.
    Fazendas em liq La^o
    N. 60 Rua da Imperatriz N.
    I>E
    PEREI1R DA SILVA & iC
    ifeo^C^Cinde sorteo de fazendas finase^, apure** ***.
    K previne que s vende a dmheiro v*ta, por estar era liquidaeio.
    i niYtiutTv lOFFICINA DR ALFAIATE NA LOJA DO
    COM LISTR VS DE SEDA A 800 RS.O C0VAD0 Neste grande estabelecimento encontrar
    O Pavo recebeu um elegante sortimento o rospeitavel publico, orna bem montada om-
    das mais lindas grenadines pretas com listras' cita de alfaiate, onde se manda acolar
    desudada cor, teado entro ellas com 4ra qaalqoer peca de obra, tanto para nomem.
    roxa nropria para luto, que vende pelo ba-como para meoinos, com a maior pres-
    rassimo preco de 800 ri: o covado ; assim tesa e perfeicSo asara como para qualrjner
    como dita muito fina cora hstra encarnada, loto que de repente appareca, teodo na mes-
    que vendo a 1|*G0 res o covado. Esta ma officina um perito oficial deatmado para
    fazenda voio pelo paquete ciiegado ultima- farda do Ilm. Srs. officiaes de guarda n
    mente da Europa, e ljquida-se ua loia do cional ou tropa de liaba, sendei esta officiia
    Pavo rua da Imperatriz n. 60. dirigida pelo babil artista Pedro Celestina
    fAMBRYlSABERTVSPARV VESTIDOS A Soares de Carvalbo. ;y_ .
    900Pe 10*000 RS. I ESPARTILHOS A 3,5000.
    O Pavao recebeu um elegante sortimento 0 Pavao tem um grande soUmento da
    das mais Unas cambraias brancas, abortas e esjartilnos, tanto para sanhora
    ftordadas para vestidos, que vende pelo ba-
    ratissimo presos de 9$, o 1033*000 rs. o
    corte, tendobastante fazenda.Enchincha,
    na loja do Pavao amada Imperatris n. 60.
    I.ASINHAS BORDADAS A 400 RS.
    OCOVADO.
    O Pavao receben um (llegante sortimento
    das mas lindas lsinhas transparentes com
    florzinhas bordadas, tendade todas as cores
    inclusive roxa propria para viuva, e vende
    pelo baratissimu proco de 400 rs. o covado.
    K' pecbinclianaloja do i'vo a rua da Im-
    peratriz n. 60..
    (IRi:YVDINKS A 40 RS. O COVADO.
    O Pavao recebeu um elegante sortimento
    das mais lindas grenadines pretas com listras
    brancas e de cores, sendo muito boa quali-
    dade, o vende pelo baratissimo proco de 560
    rs. o covado. E' pechincha na loja do Pa-
    vao a ruudaJmperatrizi... 60.
    COBERTVS DE FUSTAO ACOI.XOADAS A
    43000 RS.
    O Pavao rocebeu um grande sortimenlo
    de cobertas grandes de fusto, acolxoadns,
    guarnecidas comfranjaera volta, tendo bran-
    case de todas as cores, e vende pelo baratissi-
    mo proco de 4$, rs. E' pechincha na loja
    do Pavao a rua da Imperatriz n. 60.
    CHAPEOS PARA SENHORA A 1-2?000 RS.
    O Pavo recebeu um elegante sortimento
    jos mais modernos chapeos de pallia, rica-
    mente enfeitados, para snhoi a, com os seus
    oometentes veos, evenJopolo baratissimo
    pr-code 12?000 rs. E| pechincha na loja
    io Pavao a ruada Imperatriz n. 60.
    LAS MODERNAS
    0 Pavao vende um mito sortimento de
    . das lastradas, sendo das mais modernas
    qu> lona viudo ao mercado, pelo baratissimo
    prego de 5G0 e 600 rs. o covado. E' pe-
    chincha na lujado Pavan a rua da Impcra-
    :.- n. 60.
    ALPACAS I.AV1UDAS A 40 RS.
    O COVADO.
    Chegou para a loja do Pavo um elegante
    i into das mais bonitas alpacas de coros
    lavradas, sendo as coros mais modernas que
    tcm vindo para vestidos, e vonde-se pelo ba-
    ratissimo prego do 640 rs. o covado. E*
    P'>' hincha na loja do Pavao a ruada hnpo-
    r.triz n. 60.
    C'ore le ciiiivn, u3(iaa:a :>-
    vi.liulc. n 3-NlOO.
    O Pavo recebeu polo ultimo vapor de
    Encopa corles de cambraia branca com ba-
    badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
    suffcMOte para vestido de qualquer modelo,
    cates vestidos sao os mais modernos que tora
    vinlo ao mercado, o pela sua excossivamara-
    teza, tornam-serecomnuaidavcis as senhoras
    debomgosto. Bzr.r do Pavo, ruada
    Imperatriz n. GO.
    LENCOS A 2*400 A DUZIA.
    i) Pavo to;n urna grande pon;o de len-
    cos braneos com barra de cor, muito bonitos
    < boa qualidade, que vende por 2^400 por
    ter grande porcan,
    Ditos todos orancos ajambados muito li-
    nos a 2*800.
    Ditos chinezes com barra de cor, muito fi-
    nos a 90500. E' grando pechincha, na loja
    do Pavo.
    Romearas a 39000.
    O Pavo recphen pelo ultimo vapor, um
    lindo sortimento de romeiras pretas d fil
    i salpicos, com lindos enfeitcs pretos c ele
    erkes, e vende pelo barato prego de 3?000
    cada um, por ter grande porco.
    Ditos todos de seda ricamente enfeitados a
    4*000.
    PARA O CARNAVAL.
    Domin*
    ' O Pavo temum grande sortimeuto de d-
    >sde todas as qualidades gostos, proprios
    i o carnaval, ten lo tambem de merino
    pseossex muito interessaules, que vende ou
    en por presos muito barat is, por ter gran-
    orco.
    LENCO'KS DE MIMANTE.
    O Pavo vende lencei de bramante mui-
    1} grandes, sendo de un panno s, pelo ba-
    ratissimo preco de -Ji00 cada cm.
    MADAPO1.0ES.
    Pegas de maoV'Dnlao rancez muito fino
    com 20 jardas a 5,5500 e GfiOOO.
    Ditos com 24 jardas muito superior a
    UoM e 7(500-.-
    Di.o ingiet fazenda muito na 5)J000,
    DOO e 6^500 at 1^)00.
    Dit')s franceMf e iogkwa muito finos de
    40jardas para difftrentes precos.
    ALOOD0ZINH0.
    O Pa\3) vende p>ir prego muito barato
    pegas da aloi5ozinho americano muito
    botn cim 18 jar las a 4|cU>0C>.
    Dito eo"m 24 jard s a U500 e 50000
    at 6^000.
    Dito largo marca T muito encorpado a
    6J0OO.
    ALGODO enfestado.
    O PavSo valide o verdadeiro e superior
    algodSozhiho de duas larguras para leocea,
    aeado ujaito encorpado i lJ''00 cada van.
    Dito traitcido da mesiia largara 1:5*80.
    CORTE* >E CHITAS A 240 E 5830.
    Pava., -unlo orlos de rbuaa fr*ncezas
    Han, cna lo ovados polo diminuto prego
    i iV 0 cida. corte.
    Ditas eam !2 covad,js pelo' oreco &>
    880 cada corte.
    menina, qbe vende pelo barato prago de
    3/iOOO. Ditos muito finos a 40030 e 50000,
    sSo dos mais moderos que tem Nodo ae
    mercado.
    CHITAS A240RS.
    CHITAS A 240 RS.
    CHITAS A 240 RS.
    0 Pav3o vende chitas fransezas proprias
    psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
    padres claros e oscuros, pelo barato preco
    de 240 rs. ocovado, por ter um leve to-
    que de mofo : pechincha.
    LIQUIDAS AO DE CAL? AS DE CASEMIRA
    O Pavao tem um grande sortimento de
    calcas de casemira de todas as coros e qua
    lidadas, para todos o? precos, e desojando
    palito limida-las, resolveu .vende-las por
    orn precojQaito em cont, para diminoir a
    randa porcSo.
    CASSAS FRANCEZAS.
    0 Pavo vende bonitas eassas fraacezas
    ce m bonitos padres, e de muita phantasia
    pt lo baratissimo proco de 240 e 280 rs. o
    covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
    ro, c grande pechincha, na lojado Pavo.
    ROURNUS A 1630000.
    0 Pavao recebeu pelo ultimo paquete da'
    Europa, bournusdos mais lindos gostos que
    at' boje sao conhecidos, e em relagao ex-
    cessivabarateza,convdam-se as Exmas.Sras.
    pura as verem, para assim admiraremo que
    ha do mais uovidade neste artigo.
    CORTES DE CAMBRAIA A fWOO.
    O Pavao vende cortes de cambraia branca
    com listas e lavores da mesma cor, tendo. fa-
    zenda para um vestido, e vende pelo barato
    peco de 65000, por ser grande pechincha.
    Ditos muito finos com babadinhos braneos
    bordados a 83000.
    Ditos ditos com listas de cores a 49000 e
    5-3000.
    Dilos de cambraia branca com 20 metros
    do babadinhos de cores a 9$000. E' grande
    pechincha na loja do Pavo.
    BRAMANTES PARA LENQO'ES.
    0.Pavao vende superior bramante de al-
    ^)do tenJ) 6 palmos de largura que s
    psreisa de 1 '/* vara Para am 'enCoJ. me-
    iro I 600 e a vara 4 #800.
    Dito de linho pnro superior muito encor-
    pado com n mesma largura a vara 25400
    Ditos francezes muito finos a 2$500 e
    30000.
    Peg de Hamburgo e panno de linho coa-
    20 e 30 varas, para todos os precos e
    qualidade.
    Pecas de breanha de puro linho, tendo
    tO jardas pelos precos mais barato que se
    lera visto.
    Pechincha de fiaissimo esgaiSo sucelena
    eom G jardas 7.C0O.
    Peca de finissimo relena com 30 jardas
    a 3o5'0, atoalbado adamascado com 8 pal-
    mos de largura a vara 25000.
    CALCAS DE CASEMIRA.
    O Pavo tem um grande sortimento de
    c9ca de casimira, as?ira como cortes o
    mais modernos qne tem vindo dos ltimos
    tuorins e em fazenda das mais finas e mai
    novas ao mercado, vndese por barato
    preco para apurar draheiro assim como cal-
    as de brim hmneo e de cores por precos
    amito razoveis para a;abar.
    I"
    TNICAS PRETAS.
    0 PavSo receben um grande sortimento
    das mais ricas tnicas de groa preto, rica
    diente enfeitadas, e vende por prerjo razoa-
    val.
    VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
    3550000 AT 605000.
    O PavSo receben ora lindo sortimento
    dos in?is ricos cortes de cambraia branca,
    ricamente bordados, e cora todos os enfei
    tes necessarios, e vende pelos pregos d*
    355000 at 605000, n3o tem vindo nada
    maia rico nem mais moderno.
    CORTINADOS PARA CAMAS E JAELLAS
    A '5300, 85000 E 105000.
    O PavSo tem um grande sortimento de
    cortinados para cama e janeMas, que veo-
    do oelo barat preco de 75500; 85000 e
    100080 o par, tendo at por 185000, assim
    emo colchas de damdsco para camas de
    ooivus, e grande sortimento de tapetes tan-
    to para 4cadeiras como para camas, pianos,
    portas, etc., todo vende por precos razo-
    veis.
    CAMBRAIAS.
    O Pavo vende cortes de cambraia trans-
    parente propria para vestidos a 25500 e
    150-0.
    Pega de dita muito fina com 40 jardas
    u no taaada como transparente a '45000,
    55000 e 65000 at a mais lina que vem
    n mrcalo.
    CORTES DE PERCALIA COM DUASSAIAS
    A 45000.
    0 PavSo vende bonitos cortes de precalia
    con duas saias, sendo fazenda de muito
    gotto a 45000, )r>echinoha.
    BAUTISTAS DE GRANDE NOYTOADE
    0 PavSo vende um grande sortimento
    dan mais modernas, baptUtas eom lista de
    cor, proprias pira vestido, com as cores mais
    novas que t^ra vindo ao mercado sendo
    m- ito maU largas do qae as coi tas francezae,
    \miQ pelo baratissimo preco de 500 ri.
    ca'Ja covado.
    Mlenciio!
    A MADRESILVA.
    Prac;a da Independencia
    ns. 38 e 40.
    Acaba a Madresilva do receber diversos
    objectos, como sejain
    Ricos adoremos de madreperola braneos e
    de cores.
    Diadear wa*U-eperola, ditos doucadiM
    ditos de masa ou bunio, ricamente eafi'
    d plaqu com voltas e sem ellas, imitaedo'
    ouro, pulseiras don radas, ditas invitando
    tartaruga, rico sortimento, de granpos para
    cabello, sendo borbolotas, besouros e be i ja-
    flores e outras murtas qualidades, tu do de
    muito gosto, rico sortimeuto de gravatnhas
    de lacos para senhora, swdo velludo, sarja,
    setim, gaze, escossezas e do orna svj'cr, fa-
    zenda inteiramente novidade.
    Lindo sortimento de leques do marfim,
    madreperola, tartaruga, ditos douradoe, com
    seda e sem olla, am destes da.outras,mul-
    tas qualidades/que enfedieiiho seria mencio-
    nar, tanto para senhoras como para me-
    ninas.
    bordadas om cambraia de linho e camizinhas
    bordadas para senhoras.
    Bonitas guarnices ou dragonas para en-
    feites.de vertidos, assim eomo os muito dese-
    jados cordoes" de seda, fazenda inteiramente
    novidade ueste, mercado.
    Rico sortimento do caixinhas com prepa-
    ros para costura* sendo de tampas de crystal
    e de outras muas qualidades e tamauhos,
    ditas para porta-joias, porta-extractos, ricos
    porta-relo'gios, porta-charutos, porta-einza
    tintiros, castigaes, tudo sao objectos de
    plaqu, proprios para presentear a qualquer
    pessoa, assim como diversos objectos para
    escriptorio, facas para cortar papel, carteiras
    para notas, caixas para phosphoros, caetas
    bordadas e'lisos, i*araos para criaaras, sir
    netos para abrir fruas, caixascontoudo urni
    caeta, um lapis e um caivete, agulheiros
    e dedaes, todos estes objectos sao de marfim,
    fazenda inteiramente novidede, assim coreo'
    outros muito que s a vista dos pretendan-
    tes se poderlo mencionar.
    Vestuarios para criancas, chapozinhos de
    seda, sapatinhos de merino e setim, meins
    de seda e de algodo, brancas e de cores, tu-
    do para baptisades
    Rico sortimento de babadores para crian-
    cas, ligas de seda para senhoras, lencos
    braneos com ramagens, meias de seda para
    senhoras e meninas, ditas de-fio de Escosaia,
    o melhor que se pode desejar, assim como
    meias de l, proprias para senhoras.
    Rico sortimento de escovas com costas, de
    baleia, raarchetadas de madreperola, para
    roupa e.cabello, e de outras muas quali-
    AGLLHAS E LINHAS PARA MACHINAS.
    Atfadresilva acaba de receber um com-
    pleto sortimento deagulhas e linhas brancas,
    de cores e pretas para machinas, dos fabri-
    cantes Grovor Bakr's, assim como agulhas
    de todas as qualidades e linhas de seda para
    bordar e para crochet, ricas capellas com
    veos e sem ellos para uoivas, ilbranco com
    bonitas ramagens e com 7 palmos de largura,
    fazenda especial: s na Madresilva.
    Rico sortimento do flores de laranja em
    ramas e sepas, do todos os tamanhos, para
    enfeites de vestidos de noivas.
    Rico sortimento de collarinhos e punhos,
    bordados o lisos, do linho e algodo, paa
    homens, assim como chapos de sol coip
    castao de marfim, e outros muitos artigos.
    TEM A MADRESILVA
    bonito sortimento de jarros, casticaes com
    pingentes, garrafas e copos para espiritos,
    frascos, garrafinhas de diversos gostos, pro-
    prias para toilettes, assim como acaba de re-
    ceber um completo sortimento de espelhos
    de molduras douradas, de todos os tama-
    nhos,de 3 a palmos de altura e largura
    regular.
    A MADRES1LYA
    acaba de receber um especial sortimento de
    luvas de Jouvin, brancas, pretas e de cores,
    para homens e senhoras, assim como tam-
    bem para meninas
    para cima.
    BONECAS.
    Rico sortimente de bonocas de todos os
    tamanhos e com rosto de cera.
    BORDADOS..
    A Madresilva acaba de receber um rico
    sortimento de bordados em cambraia de li-
    nho, fazenda inteiramente novidade neste
    mercado, sendo babados e entremeios.
    Finalmente, a Madresilva, alm dos arti-
    gos qua vos faz moncao, tem outros muitos
    que enfadonho. seria explicar-vos,~por isso a
    Madresilva espera que vos digneis visita-la
    mais a mido, a qual vos ficar sempre
    grata.
    I
    MACHINAS
    COSTURA
    Cbegaraei Basar Universal dama No-
    va n. 22, um sortimento de machinas para
    costura, das melhores qualidades que existe
    na America, das quaes modas j s3o bem
    conhecidas pelos seos autores, como sejam;
    Weller d- WiUon, Grover 4*Boka, Silen-
    ciosas, Weed e Imperiaes e outras mnitas
    que com a vista devero agradar aos com-
    pradores.
    Esias machinas tem a vantagem de fazer
    o trabaloo que trinta costureiras podem
    fazer diariamente e cozem com tanta per-
    feic3o como as mais perfeitas costureiras.
    Garante-se a saa boa qualidade e ensina-se
    a trabalhar com perfec3o em menos de urna
    hora, e os precos sao tao commodos que
    devem agradar aos pretndante^_______.__
    Napadaria allem na'rua da Guia n.
    54, tem para se vender o seguinlr-:
    Ervilhas de tres difierentesquali lades, fei-
    jobranco grado, vepolboem barricas, hm-
    tiUias, sevadinha (Perle), sag, amoixas,
    ma?s e cerejas seccas; tambem tem para
    vender duas balancas grandes com ganchos
    ebracos, alguus pesos, duas rodinhasde me-
    tal para carrinho de mi, urna forma e um
    forno para fazer hostias e obreias, e urna
    bomba.________
    Pede obter em ponco lempo com o oso do mlbof dos licoresa afamada
    HESPERID1M
    Faz!oito annos que conheeido este precioso tnico, e fficil acbaroma peiso
    qoe, tnd experimentado pessoalmente, nBo fttle em seo Arwr, g bem estomaea
    e apetisador, tomando um calis delta antes de jaatar, on cerne MM* da gesta*
    toowndo-se depois.
    A BASE
    da HESPERID1NA a LARANJA AMARGA, nio ha o ao habilanie. do BRASIL (a especial das laranjas) qoe n3o conbeca a propriedades medidoaes da dourada frcla.
    era bem, a
    LARANJA AMARGA
    em seo estado natural tem om goslo pouco agradtvet, e n> mrito da Hesperidina oo-
    siste em reter suas boas propriedades, e ao mesmo lempo apreaenta-Ia como
    EXQUISITO LICOR
    A HESPER1DINA como INDUSTRIA NACIONAL nflo tem. nada qne vejar ia
    melbores importaces europeas de catbegoria-- tumelhaye. Batas, e/aando mnito, paem
    ser gostosas, porm a Hesperidina a combinac3o perfrta do
    AGRADAYEL E SADAVEL
    Para preva de qne om artigo no qual pd*-ae ter inteira confianea. por ser ptux.
    e innocente, basta dizer-se qne foi plenamente approvada e autorisada pela
    1
    1864
    JUNTA DE MYGtENE
    do Rio de Janeiro, permittindo saa livre elaberac3o no inrpeno; ostra
    BOL PRO VA
    a acceitac3o geral que tem em todas as partes onde apreaeotada. E
    leceu-se a primeira fabrica em Bueoos-A.yreu; em 1869 a segunda em Montevideo/; e
    ao da da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogurou-se a fabrica qee adaelnwrte
    trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa accertacao.
    tanto que rara a casa que considera completo sea aparador sem orna garrafa de
    HESPERIDINA
    0 bomem velko toma Hesperidina para obter
    VIGOR
    0 bomem doente toma Hesperidioa para obter
    f
    e meninos do 3 annos
    Chegnem quanlo antes!!
    A 3SDM! 5$0M! &IHI0!
    Lindos chapeos campestres, da ultima moda,
    para senhnra, s na rua do Duque de Caxias n.
    60 A, loja da esquina, de Bento da Silva 4 C.
    Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
    que tica entre o do commendador Tasso e o do
    desembaxgador Doria, tora casa de vivenda, d ffe-
    rentes arvoredw, grande baixa de capim, etc.,
    dando os fundos para a estrada dos trilhos urba-
    nos ao p da estacao da Jaqueira : a tratar na
    rua do Amorim n. 37.
    Farinha do mandioca a 3$ o
    sacco.
    Na rua da Madre d* Dos
    quanto nao sa acaba.
    n. 7 ; a ella, em
    Xarope d'agriao do Para
    Antigo e oenceituado medicamento para
    cura das molestias dos orgaos-respiratorios,
    oomo a phtyaica, Uronohites, asthma, etc.,
    applicado ainda eom ptimos resultados no
    escorbuto.
    Vende-se na nharmaeia e drogara de Bar-
    tholoraou & C, rua Larga do Rosario n. 34.
    Vende-se
    Cera de carnauba em saceos
    dre de Deus n. 5,1." andar.
    na rua da Ma
    ' Borracha.
    Vende-so borrt ha para limas de chairo: na roa
    de Santa Cruz n. <_______________________
    Mulatiiiho.
    Veade-ae wn awiatinbo nhef ado do serto, 'en-,
    SO ISaonoade iaife-a pn$m para qoahpieH
    servjco; tratar aa toj* d<> Patio, i roa da fmpe-
    ratri.W. ^
    Lzinhas para vestido a 320
    rs. o covado.
    S na rua do Duque de Caxias n. 60 A, outr'o-
    rua do Queimado, loja da esquina, de Bento
    ra
    da Silva.fc.C.
    Rival sem segundo.
    Cheg ram agulhas para machinas, do fabricante
    Crower A Baker. Duzia por 2 000.
    SMOKED BACON
    Excellente toucinho inglez em latas de qnatro
    libras a 900- rs a libra : no armazem de Tas
    Innaos & C, rua do Amorim n. 37.______
    Libras sterlinas.
    Vende-se no armazem de fazendas de Aus
    F. de Olivcira & C, rua do Commercio n. 1
    isto
    Novidade carnavalesca!!!
    BOTES PAILA PINHOS COM CASCVVEIS,
    A' VENDA.
    5l=I>nzar da iu Diveita=51
    A tiles l a elles! a elles que estad se aca-
    bando.
    0 bazar da ma Mreita n. SI
    Vemlc :
    Granadine rom listras de seda para vestidos
    ron 700 ts, o covado.
    As memores mmdeas, bolinas e mais outras
    qaalidadce de calcado franco-, chapeos para se-
    nhoras.
    Tcm um lindo sortimento
    Luvas frescas de Jouvin.
    Perfumaras dos inais afamados fabricantes.
    Paruies ou gravatnhas' doultuo gasta, para
    senho as,
    Arfaras de laxo c phantasia,
    Tudo por preco ma s rasoavel do que eiu potra
    (|iia!i|uer parte.
    N. 51Bazar da rua Dirifta>". 51.
    Yende-se
    duas casas feitas d laipa e em mao es
    lao, edificada* em chaos proprios, r.a es-
    trada do Caxang e muito prximas
    tovoago, tendo o terreno 100 palmos de
    un lo sullicenle para se edificar um bom
    aa tiiiae sitio, por ser o lugar um dos mais altos
    Vasta povoacao : a tratar com o commendador
    predio
    Mesa elstica.
    .Vende-se urna ptima mesa para jaatar, ingleza
    muito bem construida, e elegante e por prec ra
    znnvet; armazem da Travessa do Corpo Santo n
    ^ JARROS
    :cm tripas debala i
    :ada am : io rm.uein
    n do Aun rim n 37.
    vacca ingleza a 'OOO
    de rese Iriraos A C,
    SEGREO ECONOMA E CELERIDAD!-..
    Obtem-so com o uso
    DIJECgO SHOST
    l'nica, hygienica, radical e infalli val na cu-
    ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
    toda especie, recentes ou chronicas; e que
    offececo como garanta de salutares resultados
    a continuada.applicaco que sempre com a
    maior vantagem se tem feito dola nos vhos-
    pitaes de Pris.
    nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
    & C, na Larga do Rosario n. 3^._______
    AflCO
    Vcndc-se on arrenda-se o engenho S. Sebastiao.
    sito no districto da Colonl&de Pimenteiras, freguc-
    zia do Bonito : o melhor que possvel d'agua,
    muito bons terrenos de planfacpes, com propor-
    joes para dous mil pies, muito boas matas, nSo
    s lera maderas de construegao, como de ama
    relio, para tirar-se de 40 a 6 duzias por anno,
    alm do lotiro e cedro que ha em abuudancia.
    Tem o engenho urna boa distHacao, distillando
    por que alli preteaderem por um ou mitro negocio,
    podero se dirigir ao maimo engenho, ou nosta
    praca, rua Duque de Caxias amigamente Quei-
    mado- n. 16, !. andar, que acharao com quem
    tratar. ^_^^^
    SAUDE
    Vende-ie urna excellente caziuha, feita de tiiolo
    o cal, *lta na estrada nova do CaxaB. prxima
    aeUcaodoJ*nds, (pouco alm da Vi"Se
    or precfftaWSTOl ; piem a pretender rBa-se
    Trua da MM^.-43, andar. & aftari
    com quem tratar.
    O bomem dbil toma Hesperidioa para obter
    Nos bailes as doozellas e os mocos tomam a Hesperidina para obter boa cor a
    animacSo dorante os loucos gyros da
    BARROS JNIOR 6 C, roa do Vigario Tenorio n. 7, Io andar, weberam esta
    grande especifico, e veniiem-no nos depsitos seguintes :
    Joaquim Eerreira Lobo, rua da Imperatriz.
    Zeferino Carneiro, rua do Commercio.
    Marcelino Jos Goofalves da Fonle, roa da Cadea a. 1.
    Antonio Gomes Pires d C, rua da Cadeia.
    Antonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
    Gomes A lrmao hotel da Passagem.
    "-'-L-
    *Ei
    BARTHOLOMEU et C,a
    Pharmaceuticos premiados em diversas exposicoes
    ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
    ANTI-ASTHMATICO <*
    ESPECIAUDADE

    Novo tratamento da Astkma, tosse, convulsa, defluxo catarrhae$, e todas as molestias dos pulmofs,
    que tem feito importantes curas, e que hoje o nico acceito pelos melhores Mdicos. T-
    DEPOSITO GERAL, 34, rua Larga do Rosario, PERKAJIBGO.
    .l:;i.7.:it-
    Tinta Inalteravel
    Para escrever
    de P. MM1RER 4 C.
    MSMUMWfiO
    Esta tinta recommenda-so j>ela pa com-
    posica e fluidez como a melhor e a mais
    segura de todas as tintas at hoje conheci-
    das. Nao ataca as pennas de ac, da at
    tres excellentes copias, mesmo muitosdias
    depois de escrever, e preferivel a qual-
    quer outras tintas particularmente para
    livros de commercio, documentos etc de
    que se careca longa eonservacad.
    Veade-se na phacmacia de ar er C, roa Jpva n. 25.

    BICHAS DE HAMBURGO
    As mais recntese melbores.
    Vendem-se na phormacia e drogara de Bar-
    tholomeu & C, rua Larga dosario o Rn. 3.
    ' Cadeiras oratorias com a?sento de palhinha
    OOOO cada nma no caes do Ap:l!o, aruu-
    iern de Tasso lrmio & G.____________,
    Mais delles.
    Amis elctricos.
    Earru'-'lles anneis elctricos, tao uteis para o
    nervoso, e que a Magnolia, rua Duque de Ca-
    xias n. 45 tem vendido porcao e que por serem
    os nicos verdadeiros, muito tem aproyeitado ;
    pelo ultimo vapor velo nova remessa : elles an- numen i.----------------------------- ------
    tes que se acabem. Na Magnolia n. 43, rua Duque, Fk de algndao da Bahia e cal d LisBoa, re-
    de Caxias. cernemente cl*gado : lia para veatler no es-
    ----------------------------------------------------- criplorio de Joaquim Jo Goncarfe-s Bellrlo & ti-
    lho, rua do Commercio n. !f. ^^^^^_
    Ce
    rveja
    ivier,
    A verdadeira cerveja da Ha viera, marea" ban-
    deira, de suprior qualidade : vendem Tasso Ir-
    ruos&C. em'seu armazem da na do Amor a
    TASSO IRMAOS&G.
    Em seus armazens rua do Amorim
    n. MT e caes do Apollo n. 47,
    tem para vender por precos commodos :
    Tijolos encarnados sextavo3 para ladrllbo.
    Canos de barro para esgoto.
    Cimento Portland.
    Cimento Hvdrauec.
    Machinas de descaro?ar algodo.
    Maehin:s de nadarla.
    Potassa da Russia em barril.
    rhosphoros de cera.
    Sag em garrafoes.
    Sevadinha em garrafoes.
    Lentiihas ern garrafSes.
    Iiluini da aJmaiea.
    Vinho do Perto velho engarrafado
    Vinho do Porto superior, di o.
    Vinho de Bordeaux, dita.
    Vinho de Scherry.
    Vinho da Wadeira.
    Potes com linguas e dubradas nflezas.
    fcicores finoiortidos.
    Cognac Gaijpr Preres.-
    f.te1 de tonBnho Inglez.
    J|Barris convtepolho em saunoura.
    Vende-se.
    Urna taverna, ou dase sociedade, entrando
    com algum capital; o motiTO t pormie o dno
    retira-se a tratar de saa : i, nt aa Santa Gwz
    n. 74.
    Venderse
    Duas casas larreas aovas, ua rua de S. Joao o.
    77 e 79 ; assim deas bahus grandes, eober-
    tos de sola, sem no alj^m : tratar n\ ma de
    Pndr Alfonso, bradn de um andar n. I.
    Borracha! (
    Vende-ae borracha da melhor miadade. que
    t^m vindo ao mercado, por commoao preco
    rua do Bario da Victoria n. TO,- loja de feragea
    dfiSousaA Guimaiiat,______
    4TTICR
    Charutos xie&^na
    wiuprrlMNM
    |no escriptorio eVoso frnwosTiX., rt4o Aja*-
    rim n. 37.


    Karo de PemamLuco Sexta eira. 21 de Ferereiro de 1873.

    i*
    )k



    Soases L^ile^ Irroos, con loja do miudezas t ru do Baro da Victoria n,, 2# (ou-
    tr'ora Nova) pedeta muita attencao para os procos abaixo especificados :
    MRDEZAS.
    Aboloaduras para collete a 200 o 3'20 rs.
    dem idem para pu'nhos a 320 rs.
    Talheres cabe de \iado ( imitacjlo a3#000
    a duzia.
    dem idem cabo branco 2 B a 55500 a du-
    zia.
    Caixa de buha branca com 40 novellos a
    500 rs.
    dem idem de marca a 210 rs.
    Mago de fita chinela a i?J000.
    Coques modernos a 39500.
    Resma de papel pautado liso a 29800, 3#,
    3*500, 49000-e 655000.
    Caixa de papel amisade a 600 rs.
    dem idem idem beira dourada a 80Q rs..
    Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
    dem idem de cores a 500 rs.
    Caixa de pennas Perry a 800 rs.
    dem idem a 400 rs.
    Livros para notas a 320 e 400 rs.
    Redes enfeitadas a 1*300.
    Tranca de caracol branca, a 400 rs. o
    maco.
    dem lisas a 200 rs. o mago.
    Microscopios (sem vistas) a 2$000.
    Duzia do pegas de cordo imperial a
    320 rs.
    Indispensaveis de couro da Russia a
    10*000.
    Leques para senhoras a 2*000, 4000 e
    7*000.
    Vara de fita escoseza larga (boje grande
    novidade) a 1*000.
    Duzia de collarinhos bor.iados para ho-
    mem a 8*000.
    dem idem lisas a 6^000.
    Duzia de cachimbos p de gallinha a
    2*500.
    dem idem le madeira com lampa a
    355600.
    Duzia de meias para homem a 3$, c*5?
    C$000.
    dem idem para senhoras a 4$ e ~-?000..
    Lamparinas gaz a 155000.
    Grosa de botoes de osso para caiga a
    200 rs.
    Grinaldas para casamento a 255 e 555000.
    Duzia de baralbos francezes canto don ra-
    llo a 39600.
    Idem-idem idem lisos a 29500.
    Garrafa.de tijita roxa extra-fina a 155000.
    Pecas de fita de velludo de todas as cores
    o larguras,
    dem dem de grosdenaplc, idem.
    Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
    lte.
    .Mascaras baratas.
    Chapos para senhoras a 855000.
    PERFUMARAS.
    Garrafa de agua florida-verdadeira a 155200.
    dem idem kananga do Japao a 1200.
    dem idem divina a 1*200.
    dem idem Magdalena 'novidade) 19500.
    Frasco de oleo oriza o philocomc a 155000.
    dem dem anlique a 400 rs.
    Opiata muito boa e fresca a 15?, 155500 e
    255000.
    ; Tnico oriental de Kcm a 1*000 o frasco.
    Caixa ile pos para dentes a 200 rs.
    dem idem de pos chinez, o que ha de
    melhor, 500 rs. e 19000.
    Maco de sabonctes inglezos a 600 rs.
    Duzia de sabonctes de amendoa a 2*500
    e 3*600.
    dem idem com llores a 155500.
    Frasco com Salsap;irrilha verdadeira a
    35)500.
    Agua de cologue, banha em frasese
    muita* perfumaras de gosto e baratos.
    ARMAZEM DOS LEES
    Ra Duque de Caxias n. 29.
    08 proprielarios desle bem montado estabelecrmeoto scientificam ao
    respeitavel publico des la provincia qae se acbam com um variado e completo tort
    Delito de movis, tanto nacionaes como estrangeuos, sendo estes escolhidos por um doi
    iosos qoe se acba actualmente na Earopa. O mesmo teca conlraclado com os melhore*
    fabricantes daqnellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
    Na oicJna tem os mais habis artistas tiesta genero, e por isso pedem qoe ve
    aham visitar o estabelecmento, aonde encoDtrarao a re^lidade do qoe acabara de expr
    ne se pode examinar; ricas e completas mobilia9 de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, *-
    marello, etc,.ricas e" elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc.,etc.,gnardi
    vestido de amarello, guarda louca de nogoeira e de amarello com tampo de pedra, apa
    radoies de ddo dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
    randa, amarello, pedra, secretaria* d Jacaranda e mognocosInreiras oe mogno, san
    marios, thesrs para bordar, berros, lavatorios cora espelho, de pedra marmore e sem
    pertences, caneiras privadas, tiidas; etc., etc., e mullos ontros arligos que deixamoa t
    mencionar por ejtcrnar enladoiibo
    QUINQIILHARIAS
    Mascaras, brinquemos para enancas, bollas de borracha, tambores, cobras de madei-
    ra, etc., e muitos objectos que se tornara longo mencionar. .
    28 Rna do Bario da Virioria '28
    T
    orna os cabellos macios
    hrilhaios!!
    e
    la
    -
    C
    O
    o
    vicon
    do
    CABELLO
    C- Vende-se as principa
    >; l"j;i- de nuudeza
    $
    /.
    VIGOlt
    DO
    \BELLO
    V-iii). na* princfpaes
    I tica!.
    I

    -i
    o
    3
    O
    zt>
    Q
    C"
    O
    o
    Arados para lavrar a tena.
    Corrinos ie mao.
    Camas de ferro.
    Cofres de ferro.
    Cestos d rame para dores,
    logosde ferro,
    baldes de ferio galvanisado'.
    Chapas d ferro gslvaoisado para oobrii casas.
    Pregos americanos.
    lachos de lVrro estuuhado.
    Machinas paca descarocar algodio.
    Machinas de cortar tumo,
    i.huerto.
    Salitre.
    Balancas, pesos e medidas.
    KM CASA DKSHAW HAWKES k C.
    RA DO ROM JESES >'. i.
    Taverua
    Vende-sea taverna da iravessa da ra das Cia-
    n n, 6. com pdnow fantis, prupria jara princi-
    i'iank : a tratar namesnu.
    Novas gollinlias ornadascom
    pelueia ou arminho
    Alja d'agnia branca iua Da.iue de Caxias
    . 50, reeobeu urna penuena (|uantidtule de boni-
    s e novas gollinha, traballio de U e seda, en-
    siladas co.u arminho, obr.u csusde muito gosto
    e iateir.qrr.cnto novas.
    CHEflOi;
    vende-se mu
    10.) palmos ie fieme e i'O
    asa nova do tijolo o cal, contada
    i/inate, 2 quart >. depen! e coziaha
    na, ra d iurus n. 4.
    0 L.'.calhj da Nornega, era esixas e meias
    ditas : lo caes da Alfaodega n. 1, armazem de
    Tagso Iraiws & G
    (Visa e terreno venda
    Vendo-se a casa torrea n. 61 da ra do Hspi-
    >do, a qual tem satas, 4 qu ros, eozinha fra c
    quintal murado ; um terreno com parte aterrado
    - o parlo al gado, contiguo a caa n. iH, com 70
    ____ I f almos de fronte c cerca de 420 de fundo, tendo
    sitio ero- Beberibe, oouteudo duas fenles, urna para a ra doJlospicio e outra
    de fundo, com nina para a nova ra projectada : a tratar com o agen-
    2 sala?, i pa- ta Martins, na ra do Imporador b. 4.
    a tratar
    Bid-
    ias
    COSTURA DE HOWE
    OARES LEITE, 1RI0S


    Itua do BarSo da Victoria n. 28
    As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
    Na exposico de Pars, em 1867, fo concedido a
    Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
    ',.io da Ligio de Honra, por serem as machinas mais per_

    BAZAR NACIONAL
    RDADAIHPERATRIZH.72
    DE
    Loiiroiii;o Pereira Meudes (imanes
    VIVA OCAMAVAL
    Vendo-se um grande sortimonto de dmi-
    nos de todas as qualidades, para banana e
    meninos, a prc^o de 2?5y 3??, 4-?, 5?, 0^; c
    85000.
    Vcude-se um grande sortimento de vestua-
    rios a Carcter pelo barato prero de 59, 8?,
    10?>, 15?>, e tambem se alugam.
    Vende-se um grande sortimento de masca-
    ras de massa e de rame para homens a me-
    ninos por baratissimo prego, e outras fazen-
    das proprias para vestuarios: aqu se vende
    muito barato.
    OLINDOSE A 800 US.
    Vende-se urna nova hienda de seda e li-
    nho, por nojne olndcuse, propria para
    vestidos, a CiO c 800 rs. o covado.
    BAPT1STAS A 500 RS.
    Vende-se urna nova fazendapor nome bap-
    tstas, para vestidos, a 500 rs. o covado.
    SUTANASA GiO RS.
    Arendc-sc urna nova (azoada de la e seda
    por nome sutanas, para vestidos de senho-
    ras e meninas, a 640 rs. o covado.
    PHANTASIA A 800 RS.
    Vende-sc urna nova fazenda lisa, por no-
    me pliantasia, para vestidos, a 800 o co-
    vado.
    Fl'STO RUANCO A 3-20 RS.
    Vende-se fustao branco e de cores, para
    vestidos de senhora, a 220 e 100 rs. o co-
    vado.
    CHITAS FRANCEZAS A 2*0 RS.
    Venderse chitas francezas escuras e claras,
    ; 240, 80, 320 e 360 rs. o covado.
    BRAMAiSTE A 1?600
    Vea largura, proprio para lcnces, a 1??600, e
    25200 o metro.
    GROSDEXVPLES PRETO A 2^000
    Vende-sc groadenaple preto a 2-"\ 29500,
    39500 e 59000 o covado.
    PANNO PRETO A 19500.
    Vende-se panno preto pura calcas e pali-
    tots, a 19300, 29500, 3--*, 4-?, c 59000 o
    covado.
    cortes di; imi.M a 19500.
    Vende-se cortes de briin para caiga**
    19500 6 29000.
    MADAPOI.0 A 3-?000.
    Vende-se pe;as de madapolo, a 3^000,
    (9800, 59, -, o 89'
    CHAPEOS DE PALHA A 29000.
    Vende-se chapoede palhs, de fultro o de
    castor, para homens e meninos, a 29, 29500
    39 e 49000.
    ALGODO A (9000.
    Vende-se pegas dealgodao americano, 49,
    59, e 69*
    BOTINAS PAR SENHORAS A 59000
    Vende-se botinas para senhora, a 58000
    e 59500.
    CAJ1BRAIAS A 39000.
    Vende-se pecas de cambraias lisas para
    vestidos, a 39, 9, '' 59.
    CAMISAS BRANCAS A 29000.
    Vende-se camisas brancas a 29 c 29500.
    Ditas de nho a 39, 39500, 49000 c
    59000.
    Palitotsde panno pelo a 59000, 7-TOOOe
    89000. Paltots de casemira. de cote, a
    49, 39, e 89.
    CHACES A 800 RS.
    Veude-se chales de la, com qnadroso hs-
    tras, a 800 rs. e 19000, ditos do meriuo 00-
    tampados, a 29, 39500, 49 e -'i?.
    E outras muitas fazendas que se vende
    sem reserva depreco, na laja do barateiro
    Bazar Nacional.-rlluu da Imperatriz n. 7.
    S*S ^ i^^ W if ^ ffi W%(
    * ^aV^ft AjI'I'.wm^ rio hri- fl WP Ohroo /1a nur.^ a fikV'^k. ^
    M.
    feitas do mundo.
    A medalha de ouro,: conferida a E. Howe Jnior, nos
    Etados-lndos por ser o inventor da machina de eos*
    tura. -
    A medalha de ouro na.exposgao de Londres acreditan! ^
    estas macliiuas.
    Adereces de bri-
    Hiantes, esmeraldas
    rubias e perolas,'
    -^^ voltasde perolas.
    A 901000
    C ibe-nos odever de (Uiiuineiar que a coinpanhiada6Jna,cliias de Uowe de Nova-
    York, estabeleceu nesta cidade ra do Rarao gcral, para em Pernambuco e mais provincias se vendenem. as .afamadas- machinas de oos-
    tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreoiadas/pela perfuifo de scu-tiabalho,
    empregando urna agulha nais.cwita com a mesna quaUdade delinhaque qualquer outra,
    e pela ntroduegao dos mais aperfeicoados jpparelhos, estamos actualmente habilitados a
    olerecer ao exame publico as uielhores machinas do mundo.
    As vont Piimeira.O publico sbeqoe ellas sao duradouras, para isto prova incpntestavet, a
    circumstancifl de nunca terera appWeCido no mercado machinas de Howe em segun-
    da mao.
    Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
    Terceira.Ha aellas menor fricgo entrevas diversas pegas, e menos rpido estrago
    do que as outias.
    Quarla.Forman) o ponto como se fura (jeito mo.
    Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os lios, o que se Soconsegu
    as outras. fu 0
    Sexta.Fazem pont^ rniudo em casemira, atravessando o fio de u.. .-tro lado,
    c logo em seguida, sem moditicor-se a tenso da linlia, cozem at fazenda mais
    fina.
    Stima.O compressOr >' levantad') com a maor facilidade, quando so tem de mudar
    de agulha ao eoaiegar nova costura.
    - Otava.Aluitas ompaubias de inachinas de costura, tem tdo pocas de grandeza o
    decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
    mudangas radicaos parapoderom substituir : entretanto a companhia das machinas dt Howe
    adoptando a opiniao de Elias Howe, mostr em artes mechanicas, tem constantemente
    augmentado o scu fabrica, e hOje nao atiende a procura, posto que faga 600 machinas
    por da.
    Cada machina acqmp/uiha Hvretos com instruccOes em po/tuguez.
    \ 90*000 A 9.0O.00
    SOARESIJIITE, IMOS
    A'
    11 a a do Baro da Vicrtoria n. 28.

    t Obras de ouroe
    JJ prata de todas as
    ,' <|ualidades.
    NOVA LOJA DE JOIAS
    2 ARa do
    DE
    CabugN. 2
    u.iiutos a i ii.iio
    Achaudo-se completamente reformado este estabelecimeiito, c
    leudo os seus proprielarios fcito urna importante acquisigao de
    joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
    res, convidam ao respcitavel publico a fazer urna visita ao seu'cs-
    tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
    prego razoavel.
    Samuel Power Johns-
    ton & a
    J^Rua do Apollo n. 38 e 40
    j-gS Faieai sciente aus seus fregueti que teem
    *S2i mudado o seu deposito de machinas a va-
    ^ por, motadas e laxas da umilo acreditada
    'jjfib, labrica de LowUoor para ra do Apollo o.
    S} 38 e 40, onde eonunuam a ir o mesmo sor-
    tmenlo do costme.
    Fazem scienie tambem qne teem feito um
    arraojo com a fundicao geral, pelo que po-
    dem offerecer-se para assentar qualquer
    maehini.-mo eme&mo garantido.
    Os proprielarios da (uni^ao aeral aicm
    scieotes aos senhores de engenho e mais
    pessoas, que teem esiabtiecido urna ftradi-
    (io de ferro e brouze a ra do Urur.. ion-
    io a" eslaco dos bouds, onde aproniaiao
    qualquer obra de eucommeuda Cuza perfei-
    cao e promptido.
    Os me^mo9 rogara as pe??oas qv fael-
    ram utilisar se de seos aervicos de deixa-
    rem as eoeommendas em casa dos Srs. -
    mael Power Johusion 4 C a rna do Apol-
    lo n. 38 e 40, onde acbaro pe^soa habili-
    tada com quem possam entender-se.
    Apparelho para fabricar Msaear, do systema.
    WESTON CBNTKEFUGAL
    nicos agentes em Pernambuco a fundicao geral.
    Para tratar em seu escripiorio a ra do Apollo n. 38 e 40.
    H11LI ATlSMO.
    NmlglM
    |
    ' I
    .S 55B*Sj3Ss topols:

    ; PRGAIlVrt
    I
    Novanionte chegaxk.-.
    Vende-se
    v ''..'':. finoeM. rja-da Cruz n. 25.
    VENDEN
    Barba para o carnaval.
    : Borracha fina de Santareru
    para limas de cheiro.
    Vende-so borracha fina de Santarem para
    . urnas de cheiro, da melhor qualidade que
    I tem viudo a osle mercado, tanto a.retalho
    como cm porgSo, o por monos do que em
    i)utra qualquer parle, na ra do Bario da Vie-
    ! ora n. 13, loja de II. Jos Roberto.
    tn-
    . ftSFRSC*nf E /y
    Omisas francezas brancas a
    2$, tem pouca avaiia.
    Q Vianna s vonde por metade do soa valor as
    "Ro-fKo nav tx JJuiriJdi p*llti O \5aiiilai\ dtj' depres^a que pechincha : ra larga do Rosa-
    a 4#000.
    H:a do Macquoz de 'Olinda
    n. &1,
    primeiro andar.
    Flor" Vil-
    Vende-so a taverua donomi.ada
    asa-era Olind.i, com poucos fundos,
    - pnac^at, tnde commodos para
    me.- n. j
    pr pna
    familia
    lio n. 22.
    _
    Cha preto e vende
    Vende-se no bazar victoria cha prete'e vrte
    de mallo boa qualidade : na loa do B&rao da.
    Victoria n. 2, foja de Amaral, Nabco'&
    34-
    .V SAUDI
    DEPOSITO GERAL
    M
    Pharmacia e drogara
    BARTHOLOMEU & C
    -Ra larga do Hosario-
    34
    Tijirli>s francezes sextavados
    I. l.VO#0 n. 55^000
    o millieii'u.
    Estes tljcT'os, fabricados de bario vermehio con-
    solidado, sao os memores e os mais eeonomioos
    fel sua banteza para, ladrilhar es pafimentos
    I icrrfvs das .easas, porquanto, poiii-o maid cuslan-
    I do do que os feitos no paiz, sao, sem comparaao
    : alguma, superiores a estes pela linipeza de que
    'sao suseeptivtis. Cuslam, alem dista menos da
    decima, parte dos ck marmore, j j tpr> ivadu*, c
    | dos de differentes mosaicos, os quaes nao eslae
    i certamente ao alcance de todas as fortunas, e s
    sfio empregados eproprios para as sala1 prtnci-
    paes. Alai 4a mniagem que ba ao cwpr.jtu
    destes lijlos para os* pavimentos terreas e casas
    de campo, tem estes ainda a.de aerem os niejbo-
    res e mais. .proprios para ladrimar cozkhas tos
    -sobridos fla edaae, ttewo saa sondee io p^uco
    '.ppso, estand* mais qtfe -provada raveoieneia
    4e'*t*eiH assoalhadas. as qainlias toda> de tyolo

    ^SaBo.
    ----------------------------a------- aeit*eqi assoainaaas. as qwiin,aB wu e w^,
    Vende-feCOU ailla-SO eaSosaparte.jmHa aooKao, no que ate X
    v^j.v.^ ^v v friV (compnhas de seguros se devoriam intoressar.
    trae.
    o sobrado n. 3 da ra do Uto, na fregne-i'Vetftem-sfe sw rmaze** de tannh.i de Taso Ir
    lia do Poco da Panella, com 3 salas, ft'maos 4 Ct,,ooieaes'do-Jpollo. 0
    quartos, 1 saleta, despensa, eozinha o quiotal mu ... ........... ,...... -------
    rado eujo predio atlia-ta coneertado, caiado e, .Venae^ arreada.: u .penunto-^for
    pji
    TSisse.
    intado de novo : a traur com o cminendador. trras que sirtampa/aplantar canna,inapaBaria
    VENDE-SE !
    . ama taverna no pateo da Santa Cruz n. 8 por
    precisa se de um caixeiro que t^nha :ausa do dono se retirar para Europa a tratar
    ,nui, a ja.- nacieioia-ou-M-iargo d^ra-de sua saude quem pretender .appaieja naj
    I;iesma. *
    UltiiiO gosto.
    Cadeiras preas douraiiaee marchewdasideoav-
    ........Ii'lljllji iiji.....'! w;"i ii
    sita-no pAtto m #i aoffttoa'do dos M%*; a
    IHfer o* Ma>fW*prieUrio nt.mw:oopoaado j e
    ^iLimnaf5^,-06TOsSrs.lnt<:ha.ibiiar*Xiui-
    -iraes,i.riw d BoeB Jesus,(qun",oxa.da.pr(iz).fl.
    /ou cibtfSf./lsicaMedL's Matia Prtfre, nt)
    ie caes
    Borracha
    Umnotel a venda'
    c) n< ai
    Dwp5e-e um hfttl em exet meo toeaWade
    - esia ciditde, bn montad e muito afi egvczaV,
    por se acbar doente e precisar tratar-sp_ o dono :
    Vende-se borracha muito nova para limas a quem quizer dirija-so ra larga do Rosario n.
    2/ k libra: na roa do Foro n. 8o; ta's-craa. .30, que & dir eom-qnem se-ccYe negodar.
    HUZEO DE JOIAS
    N. 4 Ra do Cabuga N, 4
    JOSEPH KRAUSE tV C.
    E
    GOMES DE MATTOS, IKMAOS
    Jlesie importante esUbeleciuiento de primorosas joias, achara o respeiUvol
    ipublico desta capital um graude e variado sortimento de joias de tous Os
    prec,os, queja existiam no Muzeo, que sero vendidas com grande reduccao
    de prego, aleai dos novos objectos recebidos directamente da Europa, que
    se vendern por preyo animador, bem como sejam, aderemos de brilbantus,
    pulseiras de ditos, broches e rosetas de ditos, ditos de differentes pedrai ias de
    preoos; atinis de brilbantes e de esmeraldas, rubios e perolas, e de todos
    mais objectos de valer, que possam ser desejadospolo bom gosto e apreco das.
    i fanvilias, que sahm dar xalor a ohjeclos de primor.
    -Oeproprielarios do 14UZEO DE JOIAS, convidam as familias que se
    tqueiram >prover de exoellentes joias, a virem esoottie-las entre o vanado
    sortimento dellas, garantmdo os proprietarioe que sero sinceros psra todos
    .qoe se diguareni procurar seu eslahelecimonto.
    .Intre. o grande sortimento de brilhantes, esmeraldas, pereda^, e obra
    ^pitamente de ouro de lei, se ver um elegante sortimento de obra* de
    pra*iplrimorosamentgtTabalhaJas, quetambem setandemapreijoredueida.-.
    bem como, relogios de ouro e prata dos melhores autores conhecid^s, que^j
    o veadem mediante pouco diht-iro e garanta des donosdeste estabelec;-
    tKJO- i i_ u- j i
    Os homens do centro, que pruetsarem de qiwiquer obyecto de grande
    OUpequcoo valor, procurem o MU2E-0 PE JIAS, que sero servidos com
    ttonco e sinceridade.





    8
    Diario de Feraambuco gexa fe*a 21 deTeverero de 8T3.
    ondo em Li- disposto de forma que permita que e
    i lo um internacio- cilla guando^ navio se inclinar a bo
    -ta. Um cae nte a este, conse-do ou a ottijtrdo, aeri governado
    giinlo penetrar dentro da tea do tribunal,' vimento) por um apparelho liydrau
    depois de rnuito esperar, saltou a acariciar estar inteiramente sob as vistas de um',
    com remita alogria tanto o dono como w/n'mem, cujo dever ser conservar o convs'
    _JPMBE
    -----------------------....... _. : ^
    DRAMA 1)0 MAR.WsmencJMI
    n'um jornal que o Timei do Nova Orloans
    refere que houve um terrivel naufragio no
    estraito do Magellau.
    0 navio americano th>l kn-flind, per-
    deu-se uas costas da Patagonia.
    Quator/c homens da tripclaco pormane-
    cerSm sobre, as aguas ser toparen) com
    quem os soccorresse, qnire:;ta 6 oito das,
    un dous frageis ba! >is.
    4quelles desgrana los (hegaram ao extre-
    mo do devorar a chimo le eir.oo oompa-
    nheires, que tinlium morri lo A tome.
    Quando alinal urna, ombareagao os eneon-
    treu, os infelizos estavam reiuzlos s pro-
    porgoes de esqueletos.
    ESTLDANTLS REVOM CIONADOS.
    llouverobollio no}Uceu de Ni/a, provocada
    os alumnos mais abantados nos estu-
    do salo horisontal, era todas as circurastan-
    cias.
    Cada vapor ter 350 ps de comprimert-
    to ( cento o seis metros e meio), 43 de lar-
    gura no van do convs ( treze' motros e se-
    tenta centmetros),' e 65 de, largura as ca-
    dos magistrados all presentes
    Do coidiecimento intimo do cao cora
    aquello funccioiiario judicial se*lirarn infe-
    rencias compromottedoras. para elle.
    DADO CURIOSO.Ainda nftft ba muito
    que sobre as exposicoes nis eu viraos n'uma rcunio familiar discutir, mandar 7. ps e 6 pollegadas de agua ( dois
    preferencias a um desses viajantes pouco os-metros e vinte e oito centmetros ) o mosino
    (Tiipulosos, qu?abusara da crejulidade das queosactuaes vapores, e ser movido cora
    pessoas que nao sahein do pai.z, e que sao urna velocidado de 20 milhas por bora, por
    pouco da las ;1 leitnra dos jornaes. jdous pares de machinas com a forga colfec-
    Dizia elle que o esparo Jestiundo espo- tiva de 4,660 cavallos.
    sico do Paris cm 186Tnada ora vista da Os outros dous pares de rodas estavam
    proposito da expulso de alguns estil-
    les, suscitaram-se quuixas contra a ali-
    mentago, fez-se motiin ; o a maior parte
    da povoago do collegio abanlonou-o, sem
    previa liconga, offendoudo os devores da dis-
    ciplina.
    Ogoverno francez ni mdou una com-
    inissao svudicar ilo occorrido.
    REPRESSAO l>V EMBRIUX 17..A as-
    SBtnbla nacional de Fran.a approvou por
    grande maioria um proj >clu d le, que tara
    por m repimr a embriaguez, t) ebrio
    paga pela primeira vez apenas a malta de 5
    francos,inas a pena aggrava-se pela 2\ 3*
    e ia vez, elevando-se at 601) francos de
    multa, 2 mezes de priso, e perda dos di-
    reitoscivi por dous anuos.-
    \\0 E' SO" EM HESPANHA. No cami-
    ubo de ferro da Irlanda, p Menenlo COIB-
    panhia Great Soutliern and Western Rail-
    Vays, um guarda de comboyo steve a pon-
    to de ser inoito. Urna gri. le podra, arre-
    medada por mo tlesconbecida, c que fez
    om pedamos urna jauclla, por railagre lbe
    nao acert, pois que passou mui prximo
    do niesmo empregado.
    Isto aconteceu n'um sabbado, e logo na
    segn la-feira se repeli outro igual atten-
    tado. lu pcdrcgulho laucado sobre o
    comboyo; amolgou a macbina no ponto
    aonle bateu. 1) machinista o o fogueiro
    correram grande perigo.
    TltABALHOS DO MAR.Refere um te-
    Jegramraa de Brest, datado de 28, que se
    perder alli prximo um*brigue grego, por
    uome Pangaloa-Siosif, capitao Mayotto-
    , Pouflotte, indo de Tanga: og para Falmouth
    com t-arregarnento de trigo.
    Era a tripolago composta de nove lio-
    nion>, dos quacs inorrerara oito !
    HUMANIDADE. Referindo outro dia
    a lgubre noticia dos ltimos fuzilamentos
    no Campo do Satory, de tres comuiunistas,
    dissemos que no com mando de fogo ao pe-
    loto de execugo se notara una difierenca,
    pois que o oiicial commandante, proferir
    a voz :fogo; nao se limitando, como d'an-
    tos ao signal com o sabr.
    Lssa altcrago proveio do cirurgio-mr,
    Mr. Baumetz, lia ver representado para que
    ella so verificasse.
    Este facultativo tem sido, desde que co-
    me; arara os procossos da communa, enear-
    regado daquelle tristissimo servico no cam-
    po de Satory ; e tiulia elle o cuidado de
    observar quantas balas baviam sido emprc-
    gadas no corpo de cada executado ; a pro-
    porgo eslava abaixo do 8 para 20.
    Inferi Mr. Baunctz que isto provinlia
    uecessariamente de defeito no modo de com-
    mandar o fogo. Os soldados tendo de at-
    tender ao acono da espada, firmar a ponta-
    na e dar ao gatilbo, prejudicava a exacti-
    do do tiro essa necessidade de repartir a
    jtiencao, desviando os olbos do ponto ob-
    jectivo.
    A ordenanca prescrevia que oollicial com-
    mandante do pelotao se collocasse direita,
    um metro afastado do primeiro hoincm, da
    . primeira liieira, conservando o mesino offi-
    eial a cara virada para o eondemnado. Es-
    tando tudo prompto, elevava a mao que
    man ti nba a espada at cima da cabega, e
    este movimento equivala i voz de : utleiv-
    ''io. Depois baixava a espada, o era este
    acono, que servia para o pelotao disparar.
    agora o oiicial ao baixar a espada brada :
    fogo.
    Asseguram qne assim o fogo nada perde
    da rapidez de execucao, senao que melho-
    ra, ealm disso o numerle bailas queat-
    tingem o corpo do desgraciado que est liga-
    do ao poste, maior, em razio dos soldados
    nao prdeisarem nem deverem volver os
    oibos para obserrarem o movimento da es-
    pada do oiicial, e somonte ostarem alientos
    voz, para desfecbarom promptainente,
    sem jamis deixarem de filar o desgranado
    quem a Ici manda tirar a vida.
    Assegura o humanitario medico militar,
    que assim, a inorte do eondemnado ser mais
    rpida, e que a victima nao ebegar a ouvir
    a voz de fogo, porque ser coberta com o
    estampido das detonacdOs das espingar-
    das.
    INFLUENCIA DA GRAVATA.Ira peri-
    dico francez transmitte aos scus leitores o
    resultado das locubraces de um medico,
    amigo da redacQ&o da mesma folha, acerca
    das vautagens das dimensd>js das gravatas.
    Com clTeito, diz elle, as constipacoes, as
    bronebiteseoutras affeccocs da laryge tem
    augmentado na razao inversa da altura das
    gravxtis, ou loncos do pescoco dos ho-
    mens.
    Em 1630, o lenco do poscoro dava tres
    . ou quatro voltas. Poucas bronchites.
    Acontar de 185,0, j nao se usava seno
    com urna volta. As consti^goes abun-
    daran).
    Em 1850, a altura da gravata dimiuuio,
    e apenas ao lago se ligava importancia. Os
    defluxos tornarara-sc numerosos.
    Do 1870 para c, fica limitada essa par-
    te componente do trajo a si mples indicacao.
    A bronchito causa devastares crueis.
    Em 1873, a gravata est reduzida a um
    simples lago, que se prendo ao boto da
    gola da camisa. A fluxo de peito entra
    por urna vigsima parte na raortaUdade-de
    vPiris.
    LM COCHOCALHEIRO.-J dissemos,
    por m is de urna vez, que era Franca algu-
    mas prisoes se tem feito do individuos que
    formam parte da Internacional.
    Uojo encontramos referido um caso en-
    granado, o,uo succedeu qaQdo ante o juizo
    ama OCClipada pela exposicao de Londres em
    1862; e finalmente que a exposicao de Pa-
    r. em 1867 era apenas a feira do Campo-
    Gr ni le imito augmentada...
    Nao deixava lo ser curioso ver a attencao
    Cesp tilosa com caturra, ipio lioje reeebido na nossa pri-
    meira sociedade ; attencao quo o bomein de
    dinhoiro orabora nescio, ou gabarola, dos-
    perla seinpro entra espiritos vulgares.
    Despertou-nos a lembraiica desta conversa
    cancata, o seguinte curioso dado que encon-
    traraos n'ura jornal que nos merece iieiro
    ere lito.
    i. Espaco em metros quadra los que se tem
    destinado s exposicoes nniversAOS :
    Londres em 1851 81,591
    Parisem 1855... 103,105
    Londres em 1862 l"86.12>
    Pars em 1867.. 4U.750
    Viennaem 1873. 2,330,631
    O espaco ipie a exposicao universal de
    Vieima d'Austria oceupar, vem a ser o
    quintuplo da de Pars, e doze vetes maior
    que a de Londres no anuo de 1862.
    O SIIAII DA PERSIA. Este soberano
    que se diz vira visitar a Europa no prximo
    me/.'le abril, deixar provavelmeiite os seus
    subditos n'uma das mais desagradaveissitua-
    i;oes. Escreve um jornal, tratando daquelle
    paiz, que o invern ser terrivel para os po-
    bre, por isso seu preco habitual. O trigo est todo as
    mos de alguns monopolistas.
    O proprio govcTno da provincia de A/.er-
    bijan comprou, segundo se diz, o grao a seis
    sluibis cada bu tman, e vende-o a retalbo na
    razao de 26 shabU ; portanto elle o pro-
    prio interessado em nao fazer baixar os pre-
    cos.
    Por outro lado, o governador do Uama-
    dan, Tansasp-Mrza, (pie seria um dos ho-
    mens mais notaveis da Persia, senaofosse
    lo orgulhoso e tao avaro, parece cumprir
    conscienciosamentc com o seu dover.
    Recouliccendo, sua ebegada, que o povo
    moma de fome, quando havia urna abun-
    dancia relativa, mandn proceder um in-
    querito para se averiguar a causa daquella
    situago, e os nomes dos principaes cul-
    pados.
    Munido com as prova;, convidou o Cazi
    em chefe para Ihe fazer urna visita, c diri-
    gio-lhe a palavra nestes termos : Cos, que
    diz a lei religiosa acerca do castigo daquel-
    les que monopolisam o grao, etn quanto que
    os verdadoiros erantes inorrum de fome T
    Semelhantecrime merece a raorte, replicou
    o Casi, Es tu que o confessas, exclamou o
    govoniador ; em seguida chamou o carras-
    co, o a lei interpretaila pelo proprio Cazi,
    teve contra elle mesmo a sua primeira ap[di-
    oac&O. No dia seguinte o pao nao custava
    mais do ijueseis kabis cada batman.
    IMPORTANTES INVENCES DE CONS-
    TIUCCO NAVAL.-Referimo-nos j ao
    plano le um barco a vapor, riscado pelo
    Sr. E. J. Roed, C. B, (cavalboiro do Ba-
    nbo) ex-constructor naval em ebefe de ma-
    rraba e pelo Sr. Bessemer, conhecido prin-
    cipalmente como autor de grandes innova-
    coes na manufactura de ferro e aro. De-
    mos rapidissima noticia do fado : agora fa-
    rcinos a descripeo desse plano, que real-
    mente mqjto interessante.
    0 Sr. Bessemer, movido, naturalmente,
    pelos queixumes contra a inferioridade dos
    navios movidos a vapor que ora fazem con-
    tinuado trajete de Dover a Calais, c peles
    incommodos que padecer os passageiros
    quo fazem a'quella pequea viagem, que
    apesar de ser breve, nem por isso deixa
    muitas vezes de ser arriscada e de causar o
    enjo do mar s pessoas attreitas a esse
    grande incommodo, concebeu um plano.
    No intuito de reunir a seguranza e pres-
    tesa da navegacao ao beneficio n u aprecia-
    vel de evitar o enjc, que o referido plano
    foi pensado e ideado. *
    Iraaginou pois o Sr. Bessemer um saldo
    suspenso, o qual, segundo o machinismo
    que passamos o |descrever, dever, na opi-
    nio do inventor,.obviar ao enjAo.
    0 invento j nao est someute no pa-
    pel.
    Um modelo foi construido, para mostrar o
    movi ment em urna seccaodo navio salo ;
    modelo que foi examinado por rauitos ho-
    rnera., j praticos, j scientificos.
    Dois navios .* egundo este plano, esto ac-
    tualmente em construcc_ao, para o trafico de
    passageiros entre Dover e Calais, sendo ty-
    pos de duas differentes classes; um" dese-
    nhado pelo Sr. Reed, o outro pelo capitao
    Diccy ; porm a invon^o dos saloes suspen-
    sos, com urna applicago reguladora pela
    forga hvdraulica, e a parte essoncial do sys-
    tema e portence ao Sr. Bessemer.
    Ni o podendo dar os desenhos convenieni
    tes para melhor se perceber este invento
    que oromette ser coisa muito notavel, dili-
    genc aremos traduzir, com a maior clareza
    que nos fr possivel. a descripcao que en-
    comiamos escripia em inglez e ajudada
    pela pavura,
    distancia de 106 ps ontre si.
    A accommodago para os passageiros con-
    sistir do salo de Bessemer, que tora 70
    ps de crapriinento ; ( 21 metros e alguns
    oentinatros) 35 de largura ( pouco mais
    de t() metros e meio ) 20 do pontal (6 me-
    tros ) ; um salo fixo em urna das extremi-
    dades, cutre o convs e a coberta, com 59
    psde cuniprimemo ; e urna linhado ca-
    marotes fixos de cada lado do navio, entre
    as catx is das ro las. Esta linha de cmaro
    tes ixos ter deoxtenso total 150 ps, in-
    cluindo casa de refreseos, casa para fumar,
    lavatorios, e pequeos camarotes no con-
    vs. A bagagem ser arrumada n por&o,
    que fica do lado opposto ao salo dos passa-
    geiros.
    O salo Bessemer ser incontestavelmente
    a melhor cmara que desdo muito tem sido
    disposta nos navios. Sua grandeza e por-
    tal far com que soja perfeitamente ventila-
    da, ao envs da cmara ordinaria entre o
    convs e a coberta, a qual lo desagrada-
    vel, quo as sonhoras e pessoas delicadas
    preferem supportar o peior terapo no con*
    vs, doque conservarem-so abrigadas alli.
    Porm, urna das maiores vantagens d'este
    salo, que soja qual for o movimento que
    as vagas deem ao navio ( movimento que,
    em consequencia da forma do barco adapta-
    da a aguentar-se entre as ondas do canal,
    ha de ser pequeo ), o salao estar sent
    delle. .
    E' a meio do navio, em referencia ao
    comprimento e boca; e o eiio de rotago
    est a urna altura onde ha menor movimen-
    to ; de modo que, pelo quo diz respaile
    sua posigo, aquella em que os movimien-
    tos verticaes e lateraes produzidos em todas
    as partes do navio pelo balanco de popa
    proa o pelo de bombordo a estibordO, sero
    to pequeos, que se tornara inapreciaveis.
    A cmara tarabem nao ha de tor movi-
    mento sensivel no sentido de popa proa,
    porque a forma do navio tal, que torna
    rapossivel ao mar do estreito de Dover o le-
    vantar-lhe as extremidades mui considera-
    velmente, e mesmo o pequeo effeito pro-
    duzido nestas ser reduzido de um stimo
    nos extremos da cmara.
    O balango de bombordo a estibordo, no
    servido a que o navio destinado, nao podo
    ser muito grande, em consequencia da resis-
    tencia das ps das rodas, bem como da for-
    ma, taraanbo e velocidade do barco ; mas o
    que hou ver nao se comraunicar cmara,
    porque a perfeita acc,ao do apparelho hy-
    draulico de Mr. Bessemer, o que um facto
    estabelecido e nao um assumpto mantido no
    campo das conjecturas ou puramente espe-
    vel.
    O governo deste salo suspenso consiste
    n'um apparelho hydraulico de forga, ligado
    parte interior do sobrado, e disposto de tal
    arte que, rolando o navio para qualquer
    lado, a presso ou resistencia produzida pela
    agua, instantneamente posta era acgp e
    utilisada para reprimir o movimento. )
    O chao, por baixo do salo, composto
    de vaos de ferro cravado, onde inserem chas-
    sos mais pequeos. Este chao, nos extre-
    mos e em dois pontos intermedios do seu
    comprimento, assenta em eixos d'aco, polo
    dimetro do eixo motor de urna locomotiva.
    As cantoneiras que o supportam est Ji-
    xas com seguranca ao duplo fundo do na-
    vio.
    Este chao susceptivel de movimento
    como o embolo de urna bomba; e collocan-
    do-se por k* peso morto que contrabalance a parte supe-
    rior da cohstrucgo, o salo estar em esta-
    do d'equilibrio e capaz de se mover sobre
    o seu eixo. Nestas circunstancias, est su-
    jeito a ser posto em acgo pelo movimento
    dos passageiros ou pela forga do vento, so-
    prando contra a parte de cima. Mas a for-
    ga hydraulica aqu applicada evita qualquer
    movimefito desordenado e fornece meios de
    conservar o salo n'uma posigo vertical,
    vontade do hornera, que pe em acgo o ap-
    parelho, apozar do navio em que descanga
    se mover por baixo delle.
    Para se conseguir isto, est fixado ao eixo
    principal e central da construego um sec-
    tor dentado de grando dimetro, e debai-
    xo delle urna forte chapa de estrado bem
    segura ao taboado do navio. Sobre esta
    chapa esto dois cylindros hydraulicos, aos
    quaes ajusta um esporo de duas pontas,
    sendo a parte central delle munida d dentes
    que entram no sector.
    Portanto, quando o navio est em repou-
    so, o escorregar dos esporoes (raras) para
    dentro e para fra, far com que o salo se
    raova sobre o seu eixo, sendero movimento
    suave mas poderoso. Estes moviraentos,
    comtudo, sao moderados por um par de vl-
    vulas de equilibrio, reguladas com todo o
    escrpulo.
    Por aqui se v que, oscillando o navio no
    mar de bombordo a estiborbo, esta possibi-
    lidade de actuar sobre o salo, habilita o- ho-
    mem do lerae a conservar o salo serapre
    n'uma posigo perfeitamente vertical; em-
    0 navio tem duas proas e raovido por quanto que o chao do navio se elevae cahe
    quatro grandes rodas propulsoras, duas de por baixo delle.
    cada lado. 0 ponto ossencial desta disposigo
    As extremidades sao' mais baixas cora o que o apparelho hydraulico nao tem de
    lim de diminuir os effeitos produzidos pela por o salo em movimento, mas simples-
    acgo do vento e do mar, e a parte media mente evitar que o adquira. Alm dis-
    suflicientemente alta para poder navegar so, a vis inertia de urna estructura como
    com grande velocidade, cortando os gran- o salo, que ha de pesar urnas setenta a
    des mares que tiverem de encontrar. oitenta toneladas, ha de concorrer muito para
    Uro. leme collocado em cada extremida- resistir a tendencia inicial do movimento.
    de, podendo tornar-se fixos, e deste modo I A outros respeitos, o salo de Mr. Besse-
    o navio poder navegar em qualquer. direc- mer offerece vantagens indubitaveis. Des-
    go, nao necess.tar fazer rotago uo anco- cangando era quatro supportes axiaes assen-
    radouro. tes sobre urna base elstica de grande rea,
    A grande innovago, porm, neste ge- (ostar completamente isolado, e nao senti-
    ncro de construego, consiste em haver em r os fortes estremecimentos communica-
    cada ombarcago um grande salo, suspen-' dos pela machina e rodas. Ainda mais : as
    so no meio do navio, de tal rado que pode violentas pancadas do mar no costado do na-
    raover-se segundo o eixo longitudinal paral- vio, to incommodas em camarotes construi-
    l^na sor
    de 70.
    de cinco ps ern^H
    das quaes, de faj
    le desligado..
    salo, segundo um p1
    50 ps de comprido, em
    Conforme .tragado por Mr. Read, tora em
    cada extremo quatro quartos principaes
    para senbora e quatro para homens ;
    quartos que; bem como o tombudilbo,
    sarao acceveis sempiv por tuna lar-
    ga oseada iseiita de todo o movimento.
    LM FIL1I0 DESN VTUUADO.Um-jornal
    refere o seguinte :
    ltimamente um agenta de polica con-
    duzio, ou para melhor dzer, levou citid lo-
    satnente ao commissariado do polica do Pero
    Lachaise, em Pars, urna mulher banhada
    em sangue, em consequencia deter um gran-
    de o profundo ferimento na cabeca. A po-
    bre mulher mal poda fallar. 'Era a,vuva
    Bilbault, coinmorciante d vinho, o comdios-
    podaria na ra dos Amaiidiers, 5, que la
    queixar-se de ter sido re luzida aquello esta-
    do por seu JilhoClaudio Bilbault.
    Este lilbo tendo entrado no servico mi-
    litar aro 1856, foi coudemnado en 5 de de-
    zembro d'aquidle mesmo auno, pelo segundo
    conseio de guerra ila oitava dviso militar,
    na pena de outrtc por actos de violencias
    pralicidos contra os seus superiores.
    Aipiella infeliz mai, (pie se linha priva-
    do de tu I > pira lhe pagar um defensor, ap-
    pellou para a clemencia do chele do estado,
    o a pena de Bilbault foi commutada na de
    dez annos de trabalhos pblicos. E esta
    pena foi tambera attenuada, em 1862, vol-
    taudo Bilbaul um regimo.ito.
    Em 16 de outuliro de 1868, o primeiro
    consellio de guerra la nova divisao, con lem-
    nava-o do novo morte, e ainda d'esta vez
    por insultos c por violencias para com os
    seus superiores.
    Sua mai appareceu de novo em campo,
    e ainda esta pena foi coinmutada na de vinte
    anuos de grilheta.
    Commutada a pena, passados cinco
    annos, Bilbault nao se corrigio, e o sen
    tno procedimento e a sua brutalidade, lera-
    rain-n'o a 11 dejuiiho de 186!), peante o
    primeiro cnselho de gmrra na provincia
    de Constautiiio, que lhe applicou dez anuos
    de grilheta.
    Ainda so conseguio a favor de Billiault,
    que esta pena licasse reduzida a sete anuos,
    e em 15 de jiuiho ultimo, sua mai inundava-
    Ihe o dinheiro necessario para regressar
    Paris.
    Ento recomegou o seu antigo modo de
    viver, nao ipierendo trabalhar, e indo de
    quando om quando pedir dinheiro sua
    mai, a qual constrangia com ameacas o al-
    gumas vezas com pancada, para lhe dar
    quauto tinha.
    ltimamente foi, como era do seu cos-
    tme pedir dinheiro. Sua mi resolveu-se
    a recusar-lh'o. Claudio Bilbault qulz ento
    lancar tno de um cangiro -de cobre para
    o ir vender, e como a pobre mulher tentasse
    impeli-lo no seu propostiu, elle agarrou
    n'um banco e deu-lhe com elle urna terrivel
    pancada na cabega. A infeliz cabio banha-
    da em sangue. O parricida fugio, levando
    todo o dinheiro que havia na gaveta da vic-
    tima; mas depois foi preso. A viuva Bil-
    bault, depois de cuidadoso tratamento,
    achava -se era estado muito satisfactorio.
    NOVO MOTOR.Annuncia-se um novo
    motor do Sr. I.ambrigot, applicavol na pe-
    culativo ; c alm de nao se communicar dar quena industria. Funcciona com espirito
    a certeza de estar o chao sempre delri*. 40 vinho, ou de alguma essoncia mineral, c
    lelo quilha.
    dos junto ossada do barco, serio inteira-
    moYimeuto deste salo, o qual ser_ mente inapreciaveis, por isso quehayer. um
    applica-se s bombas ordinarias, s machi-
    nas de coser, s machinas agrcolas, ote.
    CRLME.A toda a hora se esto deparan-
    do exemplos (pie, at certo ponto, Justifican)
    o celebre magistrado francez, que entenda
    ser o mobil dos crimes, embora mais ou me-
    nos prximo, a millker ; e por isso, em todos
    os casos judiciaos-criiirinaes que se lhe de-
    para vara, proferia logo a phrase: Clterches
    la femme procurai a mulher como
    para indicar o meio mais prompto de se che-
    gar ao descobrimento exacto do crime que
    se ndiciava, e as vordadeiras circumstancias
    que tivessein originado o desojo de fazer mal,
    e encaminhado o delinquente realisago
    do seu funesto intento, quer ollendendo phv-
    sicamente algueni, quer fraudando-o nos
    seus haveres.
    Nao deixar, pois, de ser judicioso o em-
    prego da tradicional phrase, logo que tenda-
    mos noticia de algum facto reprehensivel em
    maior ou menor gru. Sobretudo, em tac-
    tos de aggresso de bomem para honiem,.
    nao fra de proposito proferir o conecito,.
    dizendo ; Che relie z la femme .
    Aqui temos j un facto, e a par d'este os-
    tros poderiamos quotidianamente referir,
    que tomamos de una folha franceza, e suc-
    cedido ha mui poucos das.
    Na ra Folie Mwicourt ouvio-se a de-
    tonago de arma de fogo, e logo muitos. cu-
    riosos correram para o ponto d'ondft lhes
    pareca que partir o som. Encontraran)
    um mancebo muito pallido e atarantado, e
    um hornera ainda moco, temi este um re-
    wolver na mo. Alguns dos mais animosos
    avangaram sobre o que logo 1 tomaran) por
    aggressor, e desarmarain-n'o, sem olleoppor
    resistencia.
    O mancebo tinha urna ligera eontuso no
    estomago, porque a bala, havon lo batido
    n'um boto do paletot, se desviara, e nao
    penetrara.
    Apurado o caso, soube-so quo o aggressor
    era o Sr. Diniz P., cominerciante de viuhos,
    e o mancebo, o Sr. Aloid, caixeiro de urna
    viuva, ainda moca e desajavcl.
    Ora, o Sr. I\, residindo junto da casa da
    viuvinha, tivera ensejo para lhe admirar os
    encantos, e d'ahi urna paixo ardentc e de-
    cidida. Estes sentimeatos, posto que mani-
    festados directamente, e com a eloquencia
    natural" (por vezes efficaz ) do quem se
    sent devras preso pelas cadeias do deus
    Cupido, nao actuaran) no animo da viuvi-
    nha, que ropellio as apaixonadas declara-
    ges, e permaneceu firme om nao aceitar os
    effluvios de um corago que desejava ser os-
    cravo d'ella. 1
    O Sr. Diniz coraegou a querer descortinar
    os motivos da repulsa, e imaginou que nao
    podiam ser outros seno os de ter a sua in-
    grata visinha outra inclinago por um ente
    mais feliz do que elle. Esse, tambera, no
    entender do desprezado amanto, nao poda
    ser outro seno o caixeiro.
    Desde que esta idea tomou raizes, princi-
    piou a nutrir odio ao rapaz, mo sentimento,
    que nao,esmoreca com o decorrer dos dias
    e das semanas, seno que tomava maior vul-
    to, e se avantajava a pssos rpidos.
    A dea de destruir a existencia d pobre
    mancebo, reliooa-lhe na imagraagaa, e foi-
    se-lhe tornando grata ao espirito, e por lim
    o ganUou completamente.
    en
    pn
    luplanwi
    criminoso proertrra as sombras
    disfarce "a traico, emfim, para commettero
    homicidio.
    Eis aqui, pois, como um hornera at ento
    biMiiquisto e reputado, desvair, e n'iim mo-
    mento perde o seu beta estar, torna-se de til
    cidadSo n'um criminoso, pratenilndo des-
    truir um lio nem quo nunca lhe quizara mal,
    nem lhe causara voluntariamente damno I
    E porque I Por causa da mulher, sem-
    pre da mulher !
    Be tantos bens, tantas delicias derrama ella
    no viver mundano, tambera a par d.'sso
    causa lora de gran les miles o de grandes des-
    venturas.
    LITTERATURA,
    HMES !)0 1H\R0
    ROMANCE "
    POR
    J. Ciizottr.
    I
    En era capita.) das guardas do ro de Na
    polos, aos vinte e chico annos. O noss
    viver do rapazas era raulberio 0 jogatma,
    era quanto havia diulieij : e, quando elle
    seacabava, philosopbvamos no quartel,
    mingoa de melhor OCCupagt.
    L'ma noute, exhauridos os raciocinios de
    variadas castas volta. de una garrafa de
    vibo de Cbypre e castanbas piladas,'a pa-
    lestra descamo para a cabala o cabalistas.
    Havia um que, tinha 00:110 sciencia ver-
    dadoira a cabala, com as suas operacOes
    exactas ; em quanto quatro dos mais novos
    arguraentavara quo til cousa era um acer-
    vo de al'surdezas. um minancial de em-
    bustices, proprias a lograr pessoas crdulas
    ecnlreter creanras.
    O mais idoso de 10 los, flamengo de na-
    Cflo, furaavao sen cachimbo distraliiilanien-
    te, o nao dizia nada. Aquello ar frioe iu-
    differente impressionaram-ine em meio da
    estrondosa altereago que mo atordoava e
    impela de ser parte em disputago desor-
    denada de mais para que me uteressasso.
    Estavamos ento no quarto do caraarada
    que fumava. Alta noute, apartamo-nos,
    Geando soziubos, naquelle quarto, o fumista
    silencioso e cu.
    E elle continuou a cachirabar lleugmati-
    camento ; c eu em frente delle, cora os co-
    tovelos sobre a banca, sem dzer nada. Por
    li.n, disso elle :
    Por que nao entraste n'essa ruidosa
    disputago que ahi se fez I
    E' porque eu prefiro calar-me a fallar
    no que nao percebo. Eu nem se quer soi o
    que vem a ser a palavr cabala.
    Tem muitas sgnificagoesrespondeu
    ellemas nao del I as que se trata ; da
    COUSa^m si. Crs que possa haver sciencia
    que ensino- a tranformar metaos, e a sub*
    raotter os espiri'.os nossa vontade ?
    Eu de espiritos, comegando pelo Tueu,
    apenas sei quo os ha. Quanto a metaos,
    sei quanto vale um caclin nojogo, i>aesta-
    lagetn e no mais, mas uo posso allirmar,
    neiwi negar a essoncia dos metaes, nem as
    modificacoes c impressoes que Ibes sao
    pro-prias.
    Meu rapaz, apraz-mea tua :gnoraucia,
    que vale tanto como a sapiencia dos outros.
    Tu, ao menos, nao erras; e, se signorante,
    tes capacidade para ser instruido. Agra-
    dany-raeo teu natural, a Ihaheza doteu ca-
    rcter o rectido de espirito. Sei alguma
    cousa .nais que o vulgar dos homens. Jura-
    mo tu o mais inviolavel segredo sobro tua
    palavra do honra ; promotte-me ser pruden-
    te,, e sers raen discpulo.
    0 exordio que rae fazos -me agrada-
    bilsimo. A altaba mais torio paixo a
    curiosidade. Confesso-te que sou pouco
    amartellado de saber o que por ah se sabe
    ordinariamente; tudo isso se me figura li-
    mtadssiniO. Mas agora como que estou
    adi.vinhando as altas regioes a que tu me
    queros exalcar. Qual porm, a primeira
    chavo da sciencia. de (pie me fallas? Se-
    gundo ouvi aos noisos cmara las, sao pro-
    piamente os espiritos que nos onsinam ?
    ha meios de nos klentificarmos com ellos ?
    E' isso mesmo, Alvaro ; por si mesmo
    que nao ha ahi aprender cousa uenhuma;
    quanto possibilidade da identificago vou
    dar-te urna prova irrecusavel.
    Ao dzer estas palavras acabou de fumar,
    dospojou a cinza batendo tros pancadas cora
    o cachimbo emborcado .sobre a mesa, porto
    de mira, e exclamou : Caldeiro, vera
    buscar o meu cachimbo, accende-o, o traz-
    m'o.
    Proferida a ordom, o cachimbo sumi-
    se ; e, ainda antes de eu refleclir no modo
    como, nen perguntar quera era aquelle
    Caldeiro uncarregado de taes ordeas o ca-
    chimbo voltou acoso, eo meu nfcrlocutor
    estava de novo fumando. .'
    E continuou, nao tanto para deliciar-se
    as aspiragoes da nicotina, como para sabo-
    rear o espanto ora que rae via. Por firn,
    ergueu-se e disse : Assim quo fr dia, hei
    de estar de guarda : preciso ropousar. Yai
    tu dormir; se discreto, o fallaremos de-
    pois.
    Retirei-m inquieto e faminto das ideas
    novas cora que eu esperava saciar a minha
    curiosidade favorecida por Soberano que
    assim se chamava o rribu camarada. Vi-o
    no dia seguinte, e nos outros todos ; segui-o
    como a sua sombra ; nenhuma outra pai-
    xo me avassallava. Fiz-lhe' centenares de
    perguntas; urnas deslisava-as arteiramente ;
    a outras responda com ares sibyllinos. A
    final, apertei com elle sobre o artigo da rc-
    lgio seguida pelos seus sectarios. E' a
    religio natural respondeu.
    Entramos em particularidades. Os seus
    dogmas quadravam- melhor s minhas pro-
    pensoes quo aos meus principios; mas, para
    chegar ao meu intento, era prudente nao o
    contradizer.
    Tu exercoj imperio sobre os espiritos
    lhe disse eutambem eu quero 'estar em
    intelhgencia com ellos. Desejo-o ardentis-
    siraamente.
    E's ardente de mais, camarada I Ain-
    da nao cumpriste o tempo da prova ; nao
    satisfizesto algum das condges quo per-
    niittem sem receio attingir esta sublime ca-
    tegora. ..
    E' preciso muito tempo ?
    Dous annos talvez.
    Ento, desisto. D'aqui at l mor-
    rena cu.de impaciencia 1 E's cruel, So-
    berano I Nao imaginas a vivacidade do de-
    sojo que alvorogaste era mim... urna la-
    bareua...
    Cuidet que eras mais circunspecto,
    ie por mim... Pois
    te a evocar espiritos
    LicigdW...
    acontocewne ?
    igo que alocuamente to'acon-
    tega niaU so elles tora sobre nos poder, a
    nossa oobardia que lh'o d; que o domna-
    los prerogativa nossa.
    Ah eu os dorainarei 1
    Siin... quetens um animo rijo jmas
    se desvairs, so elles vingam aterrar-t^..
    Se a condig) nao os temer, eu Os
    provocarei a amedronlar-rao...
    Oh'-.... e se visses o Diabo 1
    Cu cortara as orelhas ao proprio
    diabo maioral do inferno !
    Bravo se contas assim comtigo, po-
    des arriscar-te, e te proraetto a minha ass-
    tencia na prxima sexta-feira. Jantars-
    com dous dos nossos, c levaremos a aven-
    tura a cabo.
    II
    Estavamos em terga-feira. Ifudcl entre-
    vista de galn foi almejada com tamauba
    impaciencia. Chego em fin) a hora,
    Achi'i emeasa de meu camarada dois sujei-
    tos de catadura sombra. Jantamus. A
    conversacao versou sobro cousas vrUg^res.
    iK-pois do jantar, dolibeiou-so un pas-
    si-io a p s ruinas do Portici. Mottemo-
    nos ao camtaho, < chegamos. Aipicllas rc-
    liipiias moniimontaes derruidas, trmicai'as,
    osparsas, cobertas de silvdos, influram na
    meu animo sonsacos extraordinarias. Ei
    aquidizia ena acgo do tempo sobre a
    obia da soberba c industria dos homens.
    Embrenhamo-nos as ruinaras, e 1 hegamos
    em lim quasi s apalpadollas, ao travs
    desses desliocos, a um recesso to ennoite-
    cido, qHe nenhuma luz exterior l pene->
    trava.
    t) meu camarada coiidu/io-mo pedo bra-
    co. Do]tois, paramos. I 111 do, irvs ferio
    lume e accondoii rima vela. A estancia
    aluiniou-se froiixaiutTrte, e descubr que
    lavamos debaixo de una abobada bem
    servada, de vinte o finco pos quadrados
    pouco mais ou monos, com quaUo- sabi-
    das.
    Estavamos profundamente silenciosos
    O meu cantarada, com urna bengala1 a
    que se encostara no caminho tragn um cir-
    culo a volta de si sobre a areia movediga
    que cobria o terreno, c depois do escrever
    alguns caracteres, disse-mc: Meu vakjn-
    te, entra n'este panthaclo, e nao saias sen
    bous indicios .
    Explica-te melhor. Qoaes indicios
    me bao de guiar ?
    Quando tudo te obedecer ; mas, an-
    tes (fisso, se o terror te desalremar, corles-
    inmensos periges.
    Deu-me em saguimento, urna formuladle
    evocago curta, com alguma palavras que
    eu nao olvdaroi jamis.
    E ajuntou :
    Bacila este esconjuro cera firmeza, e
    invoca tres- vezes claramente- llelzebutk, e
    sobre tudo nao esquegas o (pie promet-
    tes-te.
    Recordei-me ewto que proinettera cor-
    tar-lhe as orelhas.
    Nao. faltarei ao promeltido insist
    uo queteudo ser desmentido. ^
    Desejamosnre o melhor xitovoltou
    elle, e accrescentou:Quando liveres con-
    cluido, avisa-nos. Ests era frente dajporta.
    por onde has do irter comnosco.
    E retiraram-se.
    Anda nao hou ve valentago que se topas-
    so em crise mais aportada I Estivo a ponto
    de os chamar ; mais seria enorme a vergo-
    nba, alm de ir n'isso a renanciaco de to-
    das as minhas esperangasv Retive-me so-
    bre o posto, e meditei alguns momen-
    tos.
    Quizciam alerrar-rae.^.dizia eu en-
    tro uinnquerom verse eu sou cobarde.
    Estes- homens, que -rae experimentara, estay
    perto ; o logo que cu faga a invncago, d-
    esperar que elles Ligara o que- quer que seja
    parame assustar. Coragem Volte-se a zom.
    baria contra os chacoteadores de mo-gosto 1.
    Esta deliberago foi nipida, posto que-
    algum tanto perturbada pelo rainalhar dos-
    mochos e corujas que habitejvam os arredo-
    res e at o interior da caverna.
    Algum tanto socegado por aquellas refle-
    xoes, aprumei-mc, impectiguei-me, firmei o
    p, e profer o csconjuro com voz clara e-
    rija, engrossando-a cavameute quando cora
    tres brados a interxallos curtos, cliajaei
    Jlelzebulh.
    Corria-mes veas un) calofri, ao passo
    que os cabellos se mc-erigavam.
    Mal acabei a evocago, abre-se de- pal-
    era par uina janella era frente de mim no
    alto da abobada. Ura golfo de luneira
    mais esplendente que a do sol jorra por
    aquella abertura urna cabega de camello,
    horrenda no tamanio eno feitio, assuxge na
    janella; as orelhas principalmente- erara
    descompacadas! O phantasma badonda es-
    cancffra as fauces, c com um ronco proprio
    de tal monstro, rosponde-rae:
    Che vuoit
    As abobadafe subterrneos ifc om volta
    ochoaram porfa.o hornbillismo che vuoi ?
    Nao sei doscrever o raeu estado ; era sei
    como a minha coragem se leve, que eu nao
    cahisse fulminado pelo espectculo c ainda
    mais pelo estridor quo me ribombava nos.
    ouvidos.
    Sent procisao de rao valer de todo o
    meu bro o forras, quebrantadas por um
    suor glacial. Esforcoi-me, quanto era pos-
    sivel.
    Faz-se raister que nossa alma seja dota-
    da de enorrao vigor c urgentes recunos l
    Que multido de sentimientos, ideas e refle- .
    xcs me sobresalteara espirito o coraeSo,
    impressiotiando-as todas simultneamente i
    Yema reaego ; consigo sopesar o meu
    tenor, e Pito, rosto a rosto aespoctrM
    Quo queres t de mira, disfargado
    com esse medonho aspecto ?perguntoi.
    O phantasma titubeou por monientos. I
    Chamastc-me...respondeu elle com
    a voz mais alquebrada.
    0 escravo pretendo aterrar o sephor ?
    Se vens receber minhas ordens, apresenta-
    te convenientemente o cm tom de servo.
    Seuhor 1volveu o espectroera que
    forma quer que me aprsente para lhe dar
    gosto f
    Como a primeira da que me occorre
    foi um cao, respondi-lhe :
    Vem na forma do cao hespanhoj
    Proferida esta ordem, o espante
    mello alongou os dezeseis palmos
    go, abaixou a cabega at ao meio"
    monto, e vomitou um cao branco da
    sedoso e brilhante, e orelhas quan
    pelo solo.
    Co>Uimiar-3e-hiLtL
    f
    *.
    TYl DO DLUUO RA DUQUE DE CAXlAtf

    >
    >
    >


    V



    >


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