Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12841


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Full Text

>8gn!3?Fm

AXXO XL1X. MUERO-41
/
-------------------------------------------,----------------------_-----------------------1-------------------------<-------------------------------------------------------------------------
PA11A A CAHt felL K MIGARES O.IDE SAO SE PAGA POBTE.
Pur tres mezes adf i............." '% 6$000
Por seis uilos Mein '................. 12JPOO0
Por um rio dem '............... S4JM)00
Cada numero avulso-.................... 320
DIARIO DE P
01AR1A FEIRA 19 DE FEVEREIH DE 1873.
P>ARA 1H;\TW> K VHA VA PBOVIKCIA.
Por tres mezes adiaatfados................. 6&750
Por seis ditos idem................. 133500-
Por nove ditos idem. ..... ^ ..,...'...?.. 20&250-
Por um anuo idem. '.................'. 27JW00-

PROPMEMDE BE MANOEL FICElROA DE FAMA & FILHQS.
Os Srs. Gerardo Autonio Al ves & Filhos.no Para; Concalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonia de Lcmos Braga, no Aracaty ; Joo Mara'Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal;. Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvha ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penhaj; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Draga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Altes C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio /k Janeiro.
parte ornciAL
Govvi'u pi'ovincin.
BUCMkRTI DO DI.V 8 DK lEVEItlO DE 1873.
/' secrw.
Odieins :
A general conimandaiite das armas interi-
no. |,u- parte do capital do porto suri apre-
Matado nesse quartcl general

i .
o remita Jos
Anastacio de Sonsa Lima, ala de que V. Exc. o
alinde, alistar na roinpanla de cavallaria.
Ao inosmo. Tendo ivsolvido que dora em
diaate sejam depositados a bordo do vapor do.
guerra Recife e nao no qnar'.el da Miledade, corno
se ortica actualmente, os reralas destinados ao
' ser*Co da armada ; assim o conniiunico a V. Exc.
para sen conheciuento.
Ao mesmo. Para cumpriinento do aviso
do ministerio da tierra de 8 de Janeiro prxi-
mo lindo, sirva-se V. Exc. do mandar inspeccio-
nar Be sanie os soldados do 1.* batallio de art-
lharia a pd Manoel las Gomes, do i." batalhao de
infantaria, Manoel Severino Tinoco e Joo Jos
Nieaeio, e do 9.* da inesma arma, Joaqun) Alves
!a Silva, todos em traiameiro no hospital militar
uesta provincia, cuinprindo que me remeta os
respectivos termos, alini de seren traiismiltd is
aqneHa secretaria de estado.
Ao mes no. Transmiti a V. Ese., nara
ic a de vida exocnci >, copia do aviso do ministe-
rio da guerra de 3J de. Janeiro ultimo, marcando
u prazo de 3 nivea para o almoxarife do hospital
militar desta provincia, prestar sua nanea, e in-
dicando as providencias a tomar-se no caso de
deixar o mesino alinox rife de satisfazer semelhan-
le ormalidade, lindo aquello prazo.
Ao mesnio. Tendo sido lixado pelo aviso
du miuistori > da guerra de 27 de Janeiro ultimo,
em SOt-xeis i. vaior da etapa para as piaras de
hti. eni*servi.n nesta provincia, e em IfiO o da
iurragem para a compauhia Je cavallaria ; assim
o eommuni'o a V. Exc. para os fina convenientes.
Ao mesmo. -Mande V. Exc. por em liberdtde
e reeruta .Manuel Luiz de Alliuqiierqiie, visto ter
sido julgado incapaz do servico do exercito, como
se v do termo de inspeecAO annexo ao o'lcio do
anteresaar de V. Exc. de' 21 de Janeiro ultimo,
sota a. 8a
Ao inspector do arsenal de marraba. Re-
mendando uesta data ao inspector da thesou-
i-i.-i i de f.izenda, que todasas ve/es que encontrar
bitas ras coalas do offlcial de fazenda da compa-
uhia de apremli/.es marinlieros. d ciencia da
imp irlanda deesas faltas ao commandante da mes-
illa coiupaiihia para faze-las consignar nos assen-
tamentes do responsavel, conforme determina o
avisd circular do ministerio da marraba de 30 de
Janeiro ultimo, com referencia requisito do
ebefe do corpa de fasenda ; assim o communico
a V. .>. para sen conhecimento e devida execu-
eao.
Ao eouiuian.lanto do iridio uw Femando. -
Em cumprimento do aviso dj ministerio da guer-
- i le iS de Janeiro pretrito, receba V. S. oppor-
-* tunamente nesse presidio o sentenciado Jos An-
tonio Avelino de Mello, que para alii sera renietti-
do da capital da provincia da Babia.
Ao director do arsenal de guerra. De con-
11 midade com o que determina o aviso do minis-
terio da guerra de 28 de Janeiro ultimo, mande
Vmc desligar da companliia de aprendaos desse
arsenal, e entrega-lo sua familia independente-
ii. !,'. de indemni-ac/iu. o menor Joao Jos Bar-
re!
Ao mesmo. Transmiti a A me., para os
Una convenientes, os dona inclusos conhecimentos
dos artifOS remettidos pelo arsenal de guerra da
c irte no vapor Paran com destino j > hospital
militar desta provincia o ao 2." batalhao de infan-
i. beni como a copia do termo lavrado no hos-
pital militar da curie, contntente aos medica-
i: o o drogas de que trata un daquelles couhe-
ci nentos.
Ao mesmo. Para que o governo imperial
possa resolver sobro a dispensa do ponto pedida
i leitor desse arsenal Luz Jos Monten o, que
allega ser de avaucada idade e valetudinario,
mande Vine, em cu nprmento di. aviso do minis-
terio da guerra de 30 de Janeiro ultimo submette-
11 'i inspeccao de saii le, re;iielendo-me o respec-
tivo termo para ser transmittido iqtiea secretaria
de estado.
Ao eageobeiro das obras militares. Re-
i rtutiiendo a Vine, que em prescn;a de pessoa lia-
bilitada da rompanhia de fflaminaco publica, exa-
mino a canalisacAo e registro do deposito de re-
erutas, afim de eonbeeer-se as cansas que dao lu-
gar ao exeessivo o insumo de gaz no referido quar-
lel, providenciando logo no culido de aerea essas
causas removidas.
Ao mesmo. Autoriso Vmc a mandar fa-
ur pela quantia de o, constante do oreamento
anneso ao sen offlcio de 6 do corrente, os con-
aertos precisos na cnamin do fogao do hospital
militar
Ao capilao do porta Tendo resolvido que
d'ora em dianle, sejain depositados a bordo do va-
f.. de guerra lecife e all inspeccionados desan-
de, es recrutas destinados a armada; assim o
conununico a Vmc em resposta ao sen offlcio do
i." do corrente sob n. I2D.
Ao mesmo. Mande Vmc. apresentar ao
brigadeiro commandanie das armas, afim de ser
alistado na compauhia de cavallaria. o reeruta Jo-
s- Anastaeo de Soma Lima.
Ao mesmo. Autoriso Vmc. a organisar
11 ^ inventario dos ubjeetos pertenecntes ao pha-
ro! (la barra, e lanzar em livn proprio. Fiea as-
tri e.spoudido o seu oflicid de 0 do corrente, sob
i>. 31.
Ao cominanlante do vapor tic guerra Recife.
Tendo resolvido que dora em dianle sejam re-
colbidua a bordo do vapor sob seu cumulando, e
ah inspeccionados desande, os recrutas destina-
dos aoservico da armada ; issim o communico a
V. para a devida execujj.
2.1 secp'io.
i .icios:
Ao Exin. conselheiro presidente do supremo
tribunal d*juslica.Particin a V. Exc. (|iie pelo
consolhjiro |iresidcnte do tribunal da relacao foi
roncedido ao bacharcl Jofio Vieira de raujo,
i. i de direito da enmarca do Bom Conslho, 30
lias de lieen.ta com ordenado na forma da lei. para
I .i- de sua sade.
Ao commandantc superior da guarda nacio-
nal de Garanhuns. Envi a V. S. um exeinplar
impresso do decreto n. 3,33o, dd 2o de novembro
- de 1865, nao havendo na secretaria desta presiden-
cia o formulario, que pede em c offlcio n. 6 de
2S do mea prximo passado ; cumpiindo queesse
commando o adquira sua custa.
Ao juiz provedor de capellas.Tendo o Exm.
e .'Mil. bispo diocesano declarado a esta presidun-
cia em offlcio de 6 do corrente, que impozera a
pena de interdicto s irm:miados do Santissitno
Sacramento da matriz de 5. Jos e do Divino Es-
pirito Santo da igrejado collegio desta cidade, cuja
prava torna-se extensiva a esta ultima igreja ; as-
sim o communico a Vmc. para seu conhecimento.
Ao juiz de dtreto das execueoes.Achando-
se doente e iinpossibilitado de fazer- o servico da
fachina da fortaleza do Brum o sentenciado de
jui!ic;a Joao Flix dos Sautns, mande Vmc. substi-
lui-lo por outro que seja r jbusto e esteja uas con-
ipdes de prestar servicc, e cuja pena nao seja
graveaste de muitos a anos e prisa com tea-
i-alUo. -
Ao juiz substituto da vara do coinmercio.
Com o parecer do desembargado^ procurador da
cora, junto por copia, respondo consulta de V.
S. contida em ollicio de 25 d: Janeiro prximo pas-
sado.
Ao promotor publico da comarca de Santo
Antao.Constando-me que os autoras do brbaro
assassinalo praticado na pessoa do tenente-coronel
Aluxaudriuo Martius Cuerea de Barros, se apre-
sentaram ahi para seren julgalos, cliain> a atien-
eiu de Vine, sobre o respectivo processo e julga-
mento. esperando que providencie de modo a se-
rein ellos punidos, trazen 1 > ao conhiTiment desta
presidencia o resaltada do julgamento.
Ao commandanie do corito de polica.Logo
qTie este receber mande Vmc. apresentar ao capi-
to do |>nrlo interino, tres pracas do corno sob seu
commando, para conduzir do deposito de recrutas
para bordo do vapor Cruzeiro do Sul um reeruta
de marinos, que segu boje para a corte no refe-
rido vapor.
.9." srcro.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmiti a V. S. para os fins convenientes, a in-
cln a portara do ministerio da guerra, nomcando
a Avelino Pereira da Cunha para amanuense do
hospital militar desta provincia.
Ao mosmo. Tendo nesta data autorsado o
engenheiro da' obras militares a mandar fazer pela
quantia deoOOoO, em que foraui meados os con-
certos precisos na chamiii do fogi do hospital
militar, a convenientes.
Ao mesmo. -Communico a V. S. para os de-
iilos :ins, que a 6 do corrente entrn o bacharel
Joo Al ares Pereira de Lyra, juiz municipal e de
orphaos do termo do Brejo. no gozo da lieenca de
30 dias que llie fui concedida pelo presidente do
tribunal da rela..n.
Ao mesmo.De conformdade com o dispos-
to no aviso circular do ministerio da marinha de
:<0 de Janeiro prximo lindo, reeommendo a V. S.,
que todas as ve es que encontrar faltas as cuotas
uo offlcial de fazenda da cunipinhia de aprendidos
marinbejjos, d couliecinieiito da importancia des-
sas faltas ao coiiimaiidante da referida companhi.i,
afim de que seja o fado consignado nos asscnte-
mentes do responsavel.
Ao mesmo -Transmiti a V. S. para seu co-
nheciiiiento. copia do aviso do iiiiii*lerio da guer-
ra de 30 de Janeiro ultimo, marcando o prazo de
3 mezes para o almoxarife effectivo do hospital
militar prestar a sua nanea, e indicando as provi-
dencias a tomar-se no caso de deixar o mesmo al-
moxarife de satisfazer samelhante formalidad, lin-
do aqoelle prazo.
- Ao mosmo. -Communico a V. S. para os de-
vdos lins, que pelo presidente da relacao foram
concedidos 30 dias de lieenca com ordenado na
ferina da lei para tratar de sua sade ao bacharel
Joao Vieira de Araujo, juiz de direito da comarca
do Bom Conselbo.
Ao mesmo. Transmiti a V. S. as dez n-
clusasordcns, sendo oito do tbesouro nacional, sob
ns. 1,7 ella Ifi. e duas do ministerio da guerra,
datadas de 28 e 30 le Janeiro Unto.-----
Ao ni.'>mo. Aiimtind i ao que solicitou a
conimissao censuara da freguezia da Escada, em
ollicio do Io de dezembro do auno prximo uassa
do, reeommendo a V. S. que mande .pagar a quan-
tia de ?i lauOO a cada um dos agentes reeenseado-
res daquella parochia. Joao Francisco da Costa
Campos, 'Malinas Bezerra de Barros, Antonio Jor-
ge Guerra. Gilberine Muniz de Sonza e Joiio Fe-
j de Mello.
Ao mesmo. Cmmunicando-me o Exm. Sr.
ministro da marinha em aviso de 28 de Janeiro ul-
timo ha ver solicitado do da fazenda a expodicio
das convenientes ordena, para que pela verba
aventones continu a ser abonada no corrente
exereicio, ao capitode fragata Francisco Bomano
S(epile da Silva, inspector do arsenal de marinha
desta provincia, a gratificado mensa! de loOjOOO,
que Ibe foi arbitrada pela superintendencia das
ibraa do porto a-mu o declaro a V S. para seu
conhecimento e direccio.
Ao mesmo. -Transmuto a V. S. as sete in-
clusas ordens do da em duplicata, expedidas pela
repartilo de ajudantc general, sob ns. t)Di a 910.
Ao inspector da thesouraria provincial.Dc-
viilvo a V. S. competentemente reformados afolha
e piel juntos, tirando vencimentos relativos ao
niez de dezembro do aun paseado, para o offlcial
e pra.as da guarda nacional destacadas na cida-
de da Victoria, afim de que se nao houver niais
ioconvealente, mande pagar a importancia detaes.
vencimentos ao Dr. Jos Joaquim de Almeida N<>-
bre, conforme solciloii o commandante superior
interino do municipio de Santo Anto em offlcio de
t do corrente.
Ao mesmo Providencie V. S. para que, em
vista do pret junto em duplicata, sejam pagos a
Manoel Joaquim Pereira, para isso indicado pelo
coininandante superior nterin > do municipio d"A-
gua-Preta, eai offlcio de 4 do corrente. os venci-
mentos correspondentes ao mez de Janeiro ultnu
dos guardas nacionaes destacados naquella villa.
Ao mesmo. Transmiti a V. S. para seu co-
nhecimento e lins convenientes, copia do regula-
ment dado em 6 deste mez para o servil. dos
lugares de cobrad >res creados para as collectorias
pelo Io do art. 32 da lei 963 de 25 de julho de
1870.
Ao mesmo. Ao Dr. Jos Joaquim de Almei
da Nobre mande V. S. pagar, conforme s licita o
commandante superior interino da guarda nacio-
nal do municipio de Santo Anto, em offlcio de 2
do corrente. os vencimentos relativos ao mez da
Janeiro ultimo, do offlcial e pracas destacadas na-
quella cidade. cono se v da folha e pret juntos
em duplicata.
4' seccao.
Offlcios:
Ao Exm. Sr. baro de Santarem, presidente
da provincia do Para.Acensando a recepeodo
offlcio de V. Exc, de 30 do ni?z lindo, e dos que
por essa presidencia sao dirigidos aos Exms. mi-
nistros plenipotenciarios do Brasil em Franca, Bl-
gica, Boma e ao eon>ul geral em Genova, cbe-
me assegurar a V. Exc. que na primeara opporlu-
nidade darei aos meamos offlcioss o conveniente
destino.
Ao Exm. e Bvm. Sr. bispo dioce-ano.-Ac-
cuso o recebimento do oHeio de 6 do corrente, em
que V. Exc. Bvma. declara ter por acto dessa data
imposte a pena de interdicto s rmandades do San-
tissimo Sacramento da matriz de S. Jos e do Es-
pirito Santo na igreja do Ccllegio desta cidade cuja
pena torna-se extensiva esta ultima igreja. Em
resposta cabe-me dizer a V. Exc. Bvma. que dei
conhecimento do occorrido ao Dr. juiz provedor
de capellas. .
Ao regedor do gvmnasio provincial. -ISao
tendo deixado espolio algiim por ser pauprrimo o
finado Joo Bulino da Silva Bamos que, na quah-
dade de mordomo desse estabelecimenlo ficara al-
cancado na quantia de 408*000. da qual nao pode
em vista disso, ser indomnisado o respesetivo co-
fre, como declarou V. Bvma. em offlcio de 6 do
corrente, o autoriso a dar quitaco ao ecnomo da
quantia de 600*000, que por elle fura entregue
aquelle individuo para occorrer as despezas dianas
do estabelecimento, providenciando no sentido de
nao ser d'ora em diante adiantada ao mordomo
somma to avultada e somente a que fornecessa-
ra para as referidas ^despezas, afim de evitar-se
que no futuro haja igual prejuizo.
Ao vice-provdor da Santa Casa de Miseri-
cordia.Em resposta ao offlcio deV.-S., dohorrtem
datado, sob n. jftVeuho a dir-lhe que concedo a
autorisacosolicitada pjla junta administrativa para
entregar a Jos Joo de Amorim Jnior a menor
Amelia, educanda do collegio das orplis, que S
alilhada de sua mulhcr.
Ao mesmo.A' vista do qne requercu Joa-
Suina Mara da Conce/n Squto e infonnou o mor-
omo de mez no collegio dos orphaos, autoriso V.
S. a mandar admittir uo mesmo collegio, se bou-
ver yaga, o menor filho da supplicante, de nome
Manuel, ao qual se refere a certido iunta.
Ao Bvm. coadjutor pru-pirocho de Papacara.
Em resposta aoo fflcio de V. Bvma., de 27 de Ja-
neiro ultimo, em qne consulta se sempreobli-
gado a exigir airara deliren/a para casamento dos
menores, mosmo daquelles que juram ser maiores
de 21 anuos, tenno a cizer-lhe que esse alvac
somente indispen- sevel para os orphaos, a quem
alisjio pode aprovetar a circnmstancia de |h>-
braca, que V. Bvma. allega em seu citado offlcio,
visto como devem os que estivercm nostas condi-
res recorrer generosidade dos juizes^ de or-
phaos, que no carcter de pas de orphaos non-
uinqa remunereco por cerio exigiro.
Portaras :
A* cmara municipal de Aguas-Bellas.Em
resposta ao ollicio que, em data de 15 de Janeiro
ultimo, uie dirigi a cmara municipal da villa de
Aguas-Bellas, representando contra o proredimen-
to da de Buique por ha rer feit i arrematar por 3 ali-
os o-impjsto sobre miun.as do lempo em que j
se achara creado esse municipio, e pednd i que
seja levado praca a parte, que Ihe parteaos no
dito imposto, tenho a dizer-lhe, que mais curial
Picar sem elTeito a mesma arremataclo quanto aos
inipostos desse municipio, caliendo ao arrematante
o direito de obter daquella cmara o competente
abate, principalmente se nao fer posivel d-scrimi-
nar-se o valor dos que conipetem a cala muni-
cipio.
Isto posto, deve eatf cmara |)r em hasta pu-
blica os referidos inipostos, e haver da de Buique
importancia dos que j tiveram sido arrecadados
ou vencidos, desde a data de sua installaco.
A" cmara da villa do Buique Cnnmuncj
a cam ira municipal da villa do Buique que nesta
dala autorisei a de Aguas-Bellas a levar praca a
parte do imposto de mitineas que lhc peitence e
que essa cmara fez arrematar englobadanientc
por 3jinnos com a desse municipio, depos da
creaco daquelle, ficando o arrematante com o di-
reito salyo de haver d-abate respectivo na mesma
arremataco e caliendo anda dita cmara ser in-
demnisada da importancia dos imp.istos arrecada-
dos ou vencidos desde a data de sua installaco.
A' cmara municipal da cidade de Nazareth.
-Declaro cmara municipal da cidade de Ifata-
reth,para seu conhecnn nt> e fins cenvenientes, qu
segundo consta de aviso do ministerio do imperio
de 30 do mez findo, foi approvada pila cmara "doi
Srs. deputados para a lo." (legislatura a oleicao de
eleitores da parochia de Tra^uiihaem, pertencente
a esse municipio.
A' cmara municipal da villa de Salgueiro. -
Tendo trazido ao meu conhecimento em lo de Ja-
neiro findo, o presidente e dous memhros da c-
mara municipal da villa de ?algueiro que alguns
de sens vereadores se oppozeram a que tosse res-
pondido um offlcio desta presidencia*ob o motivo
de ser elle de data antiga, cabe-me* ponderar
mesnii cmara que estranhando semelhante pro-
eedimento devido sem duvida ao seu pouco' zelo e
palriotisto, cumpre-He satisfazer a que foi exigido
no citado offlcio.
5." secrao.
O.Ticios :
Ao Exm. desembargado!- procurador da co-
ra, soberana e fazen la nacional. -Srva-se V.
Exe. de emittir, e com iiiinuciosjdade, o Beo pa-
recnj sobre os autos de medicSo e lcgtimaclo da
poso de trras no municipio do Bonito, requerida
poi* Manoel Joaquim de VasconCellos, e lien assim
sobre a oppoaicao de Jos Leandro da Silva, cons-
tante de lis. a lis. dos meamos autos, os.qnaos lhe
remeti inclusos c me sero devolvidos.'
* A' commisso censuara da freguezia de Se-
rinhem. Acensando recebidos os trabalhos do
receiiseamento da populacho dessa' freguezia, ca-
be-nie agradecer e hnivar os serviros prestados
por Vmc*- na qualdade de membros da respecti-
va commss i ; certos de que taes servidos sero
oppertunameaie levados ao conhecimento do go-
verno imperial, que nao dexar de toma-Ios na
devida consideracao.Igual commisso censita-
ra da freguezia de Gamelleira.
Portaran :
Os Srs. agentes da companhia de navega?ao
Brasileira, maiidem transportar provincia di Ma-
ranho, por conta do ministerio da guerra, no va-
por que para all vai seguir, a cx-praca do 9" ba-
talhao de infamara, Baymundo cardo de Aze-
vedo.
Os Srs. agentes da companhia de navegacao
brasileira, nandcm dar transporte para a corte
por cont do ministerio da marinha, ao reeruta
Manoel Lourenco dos Santos, que lhes ser man-
do apresentar por parle do capito ^lo porto.
Os Srs. agentes da companhia di navega fio
Brasileira, manJem dar transporte para a corte,
por conta do ministerio da guerre, no vapor Cru-
zeiro d i Sul, aos recrutas Anto Francisco de Li-
ma, Andr Joaquim Carduzo, Felppe Jos Duarte,
Manoel Flix Pacheco, Joaquim Antonio do N'asci-
inenlo Grande c Gratuliano Jos Alexandre.
Os Srs. agentes da companhia de navegacto
brasileira Imandem dar transporte para a corte,
por conta do ministerio da guerra, no vapir CYit-
zeiro do Sul, ao reeruta da provincia da Parahy-
ba, Manoel Moreira da Costa, que diz channr-so
Francisco, o qual no seu trajelo para a mesma
corte desembarcou por doente nesta provincia.
Os Srs. agentes da companhia de navegeeo
Brasileira, manJem dar transporte para a Para-
hyba, por conta do ministerio da guerra, no vapor
Paran, ao desertor da companhia de infamara
da mesma provincia, Manoel Luiz da Silva, e para
a di Maranho aos cabos de esquadra. Lourenco
Gomes de S e Bellarmino Amaro da Silva.
Os Srs. agentes da companhia de navegado
brasleiraj mandem dar transporte de proa, para
a corte, no vapor Cruzeiro do Sul, por conta do
ministerio da guerra, a Paulina Maria da Concei-
cao, mnlher do soldado do regiment de caval-
laria ligeira, Antonio Ceciliano Pereira de Souza,
que para all seguio no vapor Guar.
EXPEDHNTE DO SECRETARIO.
1.' secgao
Offlcio :
Ao Exm. general commandante das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. Exc, em resposta ao seu offlcio de
6 d i corrente sob n. 151, que nesla data se man-
dn substituir por outro, o calceta empregado no
servico da fachina da fortaleza do Brum, Joo F-
lix dos Santos.
Ao mesmo. -De ordem de S. xc. o Sr. pre-
sidente da provincia, declaro a V. Exc, em res-
posta aos seus offlcios de ns. M5,146 e 156, data-
dos de 6 do corrente, que fleam expedidas as ne-
cessrias ordens para o transporte a seus destinos
das pracas e recrutas mencionados nos citador
offlcios.
Ao mesnio. -O Exm. Sr. nresidente' da pro-
vincia manda communicar a V. Exc, que nesta
data expedio ordem agencia da companhia do
navegacao brasileira relativamente passagem da
mnlher do soldado do Io regiment de cavallaria
Antonio Ceciliano Pereira de Sonza, de que trata
em seu offlcio de hontem, sob n. 154.
Ao mesmo.S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc, era resposta ao
seu offlcio de 4 do corrente, sob n 147, que fica
expedida a inveniente ordem para ser transpor-
tada provtiria do Maranho, a cx-praca di 9* ba-
talhao de infantaria Baymundo Bicard i de Aze
vedo.
Aocaiito d i Porto.-S Exc o Sr. presiden-
te da provincia manda declarar a V. S, cu respos-
ta ao seu oficio de hontem, sob n. 3i, qm tica ex-
pedila a conveniente ordem ais agenta* da eem-
paiihia dj envegaco brasiloira.pai'a ser transpor-
tado a corteo reeruta Manoel Loorenca dos San-
tos, e bm |ssim ao commandante do corpo d?
polica paral mandar apresentarlhe tres pracas,
afim de escoltaren] o referido retrata do deposito
para bordo |lo vap 2.' secro.
O;flcios :
Ao Exm conselheiro presidente do tribunal
da relacao. O Exm. Sr. presidente da provincia
manda areusar o recebimento d > offlcio de V. S,
de 6 do corrente, participando ter concedido 30
dias de lieenca, com (ordenado, ao bacharel Jo.o
Vieira de Arnjo, juiz de direito da comarca do
Bom Conselho.
Ao Dr. chefe de polica. S. Exc o Sr. pre-
sidente da provincia manda transinittir a V. S. o
titulo junto da n nneaco do subdelegado de Goyan-
nnha, do termo do Goyanna, de conformidade
com a sua proposta e:n offlcio n. 275 de o dj cor-
rente.
Ao commandante superior interino da guar-
da nacional de Agua-Preta.S. Exc o Sr. presi-
dente da provincia declara a V. S., em resposta ao
seu offlcio de 4 do corrente, qu a thesouraria pro
vincial tein orde para pagar a Manoel Joaquim
Pereira os Venciuieutos constantes di citado of-
ficio, S
Ao coiiMaplanle superior interine da guar-
da nacional de spto Anto.S. Exc o Sr. presi-
dente da provincia, respondendo aos offlcios de V.
S.datado de 2 e 4 do crrente, muida declarar
qne a thesouraria provincial tora ordem para pa-
gar ao Dr. Jos Joaquim de Almeida Nobre os
vencimentos constantes do citado offlcio.
Ao bacharel 4pao Vieira de Araujo, juiz de
direito do B.H11 Conselho.O Exm. Sr. presidente
da provincia manda acensar o recebimento do of-
flcio de X. S., de 7 do eornnte, em que couimuni-
ca ter nessa data entrado no gozo da lieenca de
30 dias, que pelo presidente do tribunal da rehcjjp
lhe foi concedida.
Ao bacharel Joo Alvares Pereira de Lyra,
juiz municipal do Brejo.-4) fxui. Sr. presidente
da provincia manda aceitar o recebimento do of-
ficio de v. S. de 6 do corrente, participando u*.
entrado no goso da liccnfa de 30 dias, que lhe foi
concedida pelo conselheiro presidente de tribunal
da reUjaq,
5.* tcelo.
Offlcios :
A' eomni-sao censilaria da freguezia da Es-
ca 'a. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, levo ao conhecimento de Vv. Ss., que
nesta data foram dadas as convenientes ordens
thesouraria de fazenda, ailm de se cffecluar o pa-
gamento dos cinco agente reeenseadores dessa
freguezia, conforme foi pdr Vv. *-s. solicitad i
em offlcio do Io de dezembro do auno prximo
fimlo.
Ao gerente interino da companhia pernam-
bucana. (kExm. Sr. presidente di provincia man-
da declarar a V. S., em resposta ao seu ollicio de
5 do corrate, que os vapores Pirupima e Manen-
lu. de-sa companhia, podem seguir para os porto?
do nirte esul. al'Granja c Araeaju, no dia 15
do corrente, s 5 horas da larde, conforme sol
cita.
Aos agentes da companhia de navegacao bra-
sileira.-O Exiii.*Sr. presidente da provincia man-
da acensar recebieo o offlcio de w. Ss.. desta data,
em qie coiiiinunican que o vapor Paran, chegado
boje dos portos do sul, partir pura os do norte
amanlii. s horas do costume.
KXPElKENTE DO DIA 10 DE FXViaBISO D 1873.
1.' secro.
Offlcios: '
Ao Exm. general commandante das armas.
Com a inclusa copia do offlcio do presidente da
Bahia, datado de 6 do corrente, sob n. 142, devnlvo
a V. E c o requerimmto e mais papis compe-
tentemente informado do soldado da 7J companhia
do 2" batalhao de infantaria alustiano Bibeiro
Goncalves, de que trata o offlcio do seu antecessor
de 13 de junho do anno prximo nassado, sob n.
593.
Ao mesin >. Tendo cessado o not vo pelo
qual foi determinado que a guara di arsenal de
marinha fuese prestad i pelos artfices daquelle es-
tabelecimento, reeommendo a V. Exc a expedir >
de anas ordens para que d ora em diante continu
ella a ser dada pela for.a de 1* linha.
Ao mesmo. -constando de aviso do ministe-
rio da guerra de 31 de Janeiro ultimo ter sido rc-
movid i para o Para, o delegado do cirurgiao-mr
do exercito n'esta provincia, cirurgo-rar de bri-
gada Flix Moreno Brando ; assim o daclaro a
V. Exc para seu conhecimento e fias convenientes.
Ao inspjctor do arsenal de marinha Auto-
riso V. S. a conceder a -pennissao que pede Adol-
pho Evangelista Marins, contra-ine.-tre da offleina
de carapinas d'esse arsenal para ser tratado em sua
casa o seu mano Gustavo Carlos Hermes, aprendiz
artdice d'esse estahileciraento, ficando assim defe-
rido o requerinient) do supplicante, a que se refere
o seu offlcio desta data, sob n. 541.
Ao mesmo.Tendo nesta data expedido a con-
veniente ordem ao brigadeiro commandante das
armas interino para que a guara d'esse arsenal
seja dora em liante prestada pela tropa de linha ;
assim o communico a V. S. para seu conhecuunto
e era resposta ao sen offlcio de 5 do corrente, sol
n. 53 5.
2" seceiio.
Actos :
O presidente da provincia resilve declarar
que os supplentes do ex-juiz municipal dt termo
de Olinda, continuara a ser do juiz substituto do
dito termo, na ordem em que foram nomeados.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Bellarmino dos Santos Bulco Filho, es-
crvao privativo do jury do tormo de Santo Antio,
resol ce em vista d. aviso n. 343 de 16 de outubrp
.de. 1871, conceder a dito esesivo prorogaco do
prazo para poder tirar o respectivo titulo existente
na recebodoria dis rends d esta provincia.
O presidente di provincia, attendendo aoque
requereu o alferes do 2 batalhao de infantaria da
guarda nacional do municipio do Becife, Jos
O preside.ite da'provineia. attendendo ao que
requereu o alferes fes Bayiujndo Ferreira de
Araujo Sald.inha, e aoque iiiforinarain o c miman-
danto do 4" batamao de infantaria, e o comman-
dante superior d'esta capital em offlcios de 21 e
28 do mez prximo passado, resolve mandar que
seja aggregado o dito alferes ao referido batalhao,
passando a servir m 4* companhia, para cuja vaga
o propfie o respectivo comwandante
O.lirios :
Ao Dr. chefe do polica.Envi V. S. o offlcio
junto do subdelegado do 2- districto da freguezia
d' -anto Amaro Jaboato, afim de que lt>s declaro
que por o'a n.lo pode ser salisfeito o podido, que
faz, de um destaramento, e u advirta de que nao
p;ide directamente dirigirse a esta presidencia.
-Ao eomiiMu lante superior do Recife. -Ex-
pera V.S. assuas prdens, aliui de qne no domingo
16 do corroiie, s 10 horas da manh, uina guar-
da de honra tirada de um dos batalhoes sob seu
Commando, ae aprea -lite era frente da igreja de S.
Jos de Biba-Slar, para assistr fe la que a iriiian-
dadij de N'ossa Senliora da Luz tem de celebrar
alli sua excelsa padroeira.
Ao mesmo.Mande V. S. dar ao alferes do
2"
a sua informa:o de 7 do crranle, concedendo
que continu gratuitamente uo- collegio das orpbas
a sua filha de nome Mara.
Ao juiz de paz mais voftulo di. parochia di
Brejo.-Sendolque ainda se-nao. tenha reunido a
unta de qualifteaco de votantes dessa fraguezia,
deve Vmc convoca-la. para a 'M domiga de abril
prximo vindodro, visto j s adiar approvada a-
eleico de eleitores a que ltimamente ahi se pro-
eedou. cumprindo-lhe obseevaras formalidades da
lei de 19 de agosto de 18'i'i e mais disposicoes em
vigor. Mulatix nuil a mi a aos juizes de paz das
parochias de Cimbres, Al agua de Baixo, Tacarat.
Cabrob, Fazenda Grande. Santa Maria da Boa.
Vista. Petrolina, Salguenov Ingazeira, Oaricury,
Ex e comuiunicou-se s cmaras inunicipaes res-
pectivas. '
Portariaa:
A' cmara municqial da cid ule do Becife.-De-
claro cmara municipal desta cidade, em respos-
ta ao seu offlcio de 24 d.' janoiro ultimo, sob n. 5,
que o art. 18 do riitiNi 7" das posturas iiiuuicipaen
de 30 de junho de 1849. est em ptono vigor, o que
aos Qropi'iotarios corre a obrigacao de conservar
os passeios de suas casas, porquanto ne-te sentido
" bat dho de infantera da guarda nacional d este on providenciar para que |ielos res|ieclivoS
municipio, Jos Francisc Moreira, sobre que versa t ,es seja fijliiwnle observada a postura relativa,
o seu offlcio n. 512 de 6 di corrente, a guia de | g cmara munici|ial da villa de Nossa Se-
que trata o art. 45 do decreto n. 1,130, de 12 de nhora do O' de Ipojuea.Em resposta aos offlcio*
mareo de 1853, para unidos da provincia do Bio ja cmara municipal da villa de Nossa Senhora-
Grnnde do Norte, ondevai residir. .' do O' de Ipojuea de 15 e 30 de jmeiro ultimo, re-
de Mello, a quem allude o seu offlcio de 4 do cor- \iX%i& publica aquellos impostos, ficando essa ea-
rente, a guia de que trata o art. 45 do decreto mar autorisada fazer o abate que solicita, eaew
n. 1,130 de 12 de un;\o de 18-53, para o de Bonito, ,u apparecam licitantes, o que nao de esper.r,
onde actualmente reside. se se der a" nnior publicaco possivel arrcma-
Ao juiz de direito de VilU-Bella. -Indique V. lacu0
S. ainellnr diviso em districtos (tres) que pos-a 5: serrdu.
ter o termo tW Ti iunipho, e bern assim pesaoai ido- ^el0 .
neas n'elles morad iras, que nesaam ser nomeadas q presidente da provincia, attendendo ao quf
supplentes do respectivo juiz municipal. requereu Joaquim Virissimo do Beg i Barros, arre-
' Ao commandante do corp i de pilcia.Mande matante dos reparos da casa que serve de cada
Vmc |nir disposico do subdelegado do dstricfo na vna e ^gua Prota, e tendo em vista o que a
de Arariba, di termo do Cabo, duas pracas d'esse respailo infonnou o engenheiro chefe da reparti-
corpo, para alli destacaran. cao das obras publicas em offlcio de 15 dnovem-
Ao mesmo. Transmuto a Vmc. as decisOes |H.0 doanoo p^oximn passado, sob u. 42', resohv
da junta lanc. idas nos processos juntos de julga- pnirogar por dous mezes o prazo qne lhe foi nar-
iiiento dos sldodts do corpo sob seu comniaiido, caj0 ^in a conciuso dos ditos leparos. Esta
Angelo'Coroliauo da Multa, Jos Valdivno de Souza, ser apreseutada onde competir para os lilis conve-
Jos "Francisco Lima, Miguel dos Anjos Pereira e plantes.
Jeremas Jo- de Lima Oti>jos '.
3* secnlo. Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Offlcios: Becife ao S. Francisco. Becommendo a Vmc, na
Ao inspector da thesouraria de fazenda. quadHdc de engenheiro fiscal desea estrada de
Datlarando-DM o Exm. Sr. ministro dos negocios (om e na de membro da respectiva commisso de
da agricultura, corara rcio e obras publicas, em tomada de.cuntas, que, em cumpriiiento do aviso
aviso de 30 de Janeiro ultimo, que os empregados do ministerio da agricultura, commerciu o obras
da recebedoria de rendas internas desta provincia publicas, de 29 do mez prximo lindo, e attenti
nao podem ser a Hendidos quanto ao arbitramento ,s consideracoes que no oflicio junto |wr copia faz
que requercrain da gialificacao de qne trata o art. 0 engenheiro Francisco Pereira Passos, pr ividen
46 do regula ment approva lo pelo decreto n. cj0 par:l qUe os balanceles e documentes relativos
4,835 do 1* de dezembro de 1871. pelo excesso de .., t0,nada, das mesmaa contas nossain achar-se em
trabalhospnKeniente da matricula de cscravos e Londres no principo doterceiro trimestre de cada
lillios livres de mull :r escrava, nao s por adiar- anil0 conviado que eSses balanceles e os parece-
_ ___ 1 ___ a. 9 -t'-^.l.. ........ i.i ,11. ti i 11 1 *____ *'* -- nJnli*atM
4fui>Huw*. ** *-- i- *- -----;- i ^ rt'Jl IlltJotli'J. ^*tcilici*w i* ran- l Fernn les da Coste Pereira (|e 0 gaoresario da companhia dessa estrada de
i por decreto do 28 de Janeiro ^ )(!IT0 dirigi legaco imperial era Londres, decla-
i de ministro c secretario de es- r;,ndo que o superintendente das locomotivas da
8. para os devdos efleitos. | para o thsouro naci .al.
Ao mesmo.Communico a V. S. que o Exm. ( ^o mesmo.Remeti a Vmc copia da carta
Sr. coiHelhiro Jos Fernn I
Jnior foi nomeado
findo, para o cargo de ministro c secretario ue es- ntfo qUe 0 s iperinte.
tado dos negocios da agriculturj. couimercio e obras inesma companhia, julga neressara* mais duas ma-
publicas. I chinas para seren hincadas nos trilitos daquella
Ao mesmo. Constando de aviso do miiuste- via-ferrea cm 187". alira de que informe a seme-
rio da guerra de 31 de Janeiro ultimo, ter sido re- |Daate respeito.
ni ivido para o Para o delegado do cirurgio mor j ^o mesmo. Couiraunico a V. S. que S. M. o
do exercito nesta provincia, cirurgio mor de br-1 imperador, pir decreto de 28 de Janeiro ultimo,
gada Flix Moreno' Brandi'i >, assim o declaro a |,UVe por licni nomear o Exm. Sr. conselheiro Jos
Y. S. para sen conhecimento. | Fernandos da Cosa Pereira Jnior para o cargo
Ao mesmo.Envo a V. S. para os deyidos ((|c minjgtro e secretario de estado dos negocios da
fins,
esqu
moso,
s, a patente junta do inajor coiiiinandante do 7* i agricultura, coniniercio e obras publicas. Iguaes
uadiMo de cavallaria do municipio do Rio For- m administrador do correio e ao engenheiro Joo
so, Joo Manoel de Barros Accioli. Martina da Silva Contrallo.
Francisco Moreira, vista da informadlo do res-
pectivo commandante superior ein offlcio de 6 di
corrente, sob n. 542, resolve que se lhe d a guia
de que trata o art 45 do decreto n. 1,130 de 12
demarco di 1853, para a do Bio Grande do Norte,
onde vai residir.
O presidente da provincia, de conformidale
com a proposta di tenente-coronel commandante
do 3* batalhao de infantaria da guarda naconil
d'este municipio, e jvista da informa;} do res-
pectivo commandante superior cm offlcio n. 540
de 6 do corrente, resolve nomear para alferos da
3* conpanhia o guarda Francisco de Paula Gime .
O prseidente da provincia, attendendo ao que
requereu o capitao da 5" companhia do batalhao
n. 46 de infantaria da guarda nacional do munici-
pio d'Agua Preta, Pedro Francisco de Mello, e
avista do que infonnou o commandante superior
respectivo em offlcio de 4 do corronte, resol o que
se d a dito capito a guia] de que trata o art. 45
do decreto n. 1,130 de i'ce mareo de 1853, para
o de Bonito, onde actualmente reside.
Ao mesnio -Declama V. S. para seu conlie
dmento e lins conveniente-, que, segundo consta
de aviso do ministerio-da guerra de 31 de Janeiro
ultimo, fora approvada a delbera.ao tomada por
este presidencia'de mandar pagar sob sua respon
sabUidade a quantia de 896*000, em que foram
oreados a caiaco e pintura e mais roncertos pre-
cisos no forte uo Bura so, solcilando-se ao mesmo
lempo do da fazenda a expedirn das convenientes
ordena no sentido de ser essa thesouraria habilita-
da com o crdito da suprarilala quantia por conta
d>S 11obras militares di exereicio de 1871 a
1873.
Ao inspector da thesouraria provincial. -An-
nuindo ao que solicit tu o tenente coronel comman-
dante do corpo de polica em offlcio de G do cor
rente, sob n. 92, reeommendo a V. S. que, era
vista da inclusa conta. mande pagar a Melchiades
& Paulino a quantia de 1:463*000," proveniente de
2tfi pares de botinas, que, em virludc de seu con-
trato, furneccram aquello corpo, razio de 5300
cada um par.
4" secgao.
Offlcios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Pa-
ra.Deferiudo o incluso requerimento do soldado
do 9 batalhao de infantaria Maxiiniono dos Hassos
Alves, rogo a V. Exc. se sirva de providenciar no
sentido de ser prestado, por q em competir, um do-
cumento comprobatorio da allegaclo, leite pela re-
ferida praca de haver marchado para a rampanua
do Paraguay na qualdade de guarda nacional de-
signado do Io batalhao dessa capital.
Ao conego regedor do gimnasio provincial.
Inteirado pelo offlcio de V. Bvm., de 7 do corrente,
de haver a congregarn desse estabelecimento em
aeasio de 3 deste mez delibralo unnimemente
quo me fosse consignado na respectiva acta um
voto de gratidao pelo interesse e dedca;ao que hei
mostrado cm pro do engranlecimento e prosperi-
dade do mesmo estabelecmenlo, corre-me o dever
de agradecer essa manifestarlo de aprero da refe
rida congregacio, assim como as obsequiosas ex-
pressocs doquoV. Bvma. servio se para fazer-me
tal conimunicicao.
Ao mesmo. -Communico a V. Bvma. para os
fins convenientes, que nesta data defin o requeri-
mento de Manoel Xavier Carneiro da Cunha, a que
so refero a sua inforina.o de 8 do corrente, per-
mittndo que fosse admittido nesse estabelecimento,
como alumno interno o seu filho menor de nome
Estevo.
Ao mesmo.Communico a V. Bvnia.jiara
os devdos fins, que nesta data defiro a petifo de
Joo Luiz Bda, a que se refere a sua informaco
de 7 do corrente, concedendo que frequente as aulas
do 1* anno como alumne inte no desse estabeleci-
mento gratuitamente o seu filho menor Aflonso,
cas nao esteja preenchido o numero legal, ou nao
tenha sido concedida preferencia a outros.
A' coinniisso censuara da freguezia do Ca-
bo. -Acensando recebidos os trabalhos de recen-
seamento da populaqio dessa freguezia, cabe-me
agradecer e louvar os serviros prestados p >r Vmcs.
na qualdade de memoras da respectiva commis-
so, certos de que taes servicos sero opportuna-
mente levados ao conhecimento do governo impe-
rial, que nao dexar de tmalos na devida consi-
derado.
BXNHBHTI DO SECRETARIO.
2.' secrao.
Offlcios :
Ao coniniandante "superior do Bio Formoso.
-O Exin. Sr. presidente da provmcia manda de-
clarar a V. S. que oeste data se remetteu para
a thesouraria de fazenda a atete imperial de no-
meaeso de Joo Manoel de Barros Accioli, para
major commandante do 1' esquadro de cavallaria
da guarda nacional d.sse municipio.
Ao commandante do corpo de polica.-S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S., cm resposta ao seu offlcio de 6 do corren-
te, 'sob n. 92, que a thesouraria provincial tem or-
dem para pagar a Melchiades & Pauliuo a quantia
de 1:463*000, constante do citado offlcio.
DESPACHOS DA PUESIDE.N'CIA DE 17 DE FEVEREIH
DE 1873.
Antonio Carlos de Almeida.Seja acceita a di-
sislencia que pede o supplicante.
Autoni i Francisco de Campos.Indeferdo.
Bellno Bastei da Silva Informe o Sr. direc-
tor das obras publicas.
Cvpriano Carlos de Almeida. -Indeferido.
Carlos Alberto Tavares.-Informe o Sr. prove-
dor da Santa Casa de Misericordia.
Flix Athanazio Villa-Nova. -Informe o Sr. juiz
de direito de Garanhuns.
Joao Pedro da Silva.-Sini, com recibo, e nao
havendo inconveniente.
Joaquim Carlos de Almeida.Indeferido.
Joaquim Francisco de Souza- Leo. -Dispensado
o lapso de teinpo, preste- o supplicante juramento
no prazo de 15 das, a contar desta data.
Jos Azevedo de Andrade.Indeferido.
Teuente Jos Ignacio Bibeiro Boma.Aguarde
o supplicante a lieenca que requereu ao governo
imperial.
Jos Narciso d'Asuuipco Pires. -Exba o sup-
plicante a certido de bitos do pai do menor de
que se trata.
Jos Franci-co.-Informe o Sr. brigadeiro com-
mandante d s armas, se o supplicante o mesmo-
de que trata o documento junto.
Jos Alves de Souza Naves.De conformidade
com o dsposto no art. 45 do decreto n. II* de
12 de marco de 1853, apresente-se o auppl.canto
com a respectiva guia ao commandante superior da
guarda nacional de Goyanna.
Monoel Lourenco dos Santos Deferido com
offlcio desta data, a thesouraria de fazendiL

Ao inspector da" sade do porto.Inteirado "* fl0rberto Alves de Lima. -Informe o Sr. ins-
do cantoddo do offlcio de V. S., de 6 do corrente, pector da thesouraria provincial,
relativo interpretacao da segunla parto do aviso i ^erera da Silva 4 Irmaos.Informe" o Sr. di-
do miusterio do imperio de 22 de Janeiro ultimo, I reclor 0 arsenal de guerra
tenho a deolarar-!he que o dito aviso nessa"T>arte se j^o Antonio da Silva Pereira. Passe portara.
retere s pessoas que forem no rebocador e altaran- secretaria da presidencia de Pernambuco, 1*
gas abordo dos paquetes transatlnticos, em cuja e fevereiro de 1873. '
hypothese somonte, trazendoelles carta auja, flcain j Oporteiro,
sujeitos a quarentena.
ao vico presidente da Santa Casa de Misen- J
cordia.-Communico a V. S. para os fins conve-,
mentes, que nesta dato defiro o requerimento ae
Mana da Coaceicao Bastos Ramos, que so refere 1
Sihino Antonio Rodrigues.
i
J


f
-
--_
'"
Diario de-Bernambuco Quarta Jeira 19 de Fvereiro de 1873.

<
Rcpiirtictin ila pollci*.
2.* scelo.Secretaria da polica fe' Pernambuco,
- 181! i de 1873;
N. 360. Illm. e Exm. ,m\ Leve ao confcec-
meato de V. Exc. (ja*, gando consta das partici-
paeoes recebidas hoja neata reparticao, foram hon-
tem recolhidos casa de djtencao os se-guutes in-
dividuos :
A' minlia ordem, Antatfi Rodrigues najboza
Maracl Rodrigues Rartjon, v indos do Pao rAlho,'
como sentenciados appellados, e Pedro Co^ne da
Silva e Antonio Florencio da Paixo, vindos do
termo de Serinhaem, como criminos.
A' ordem do subdrtegado do Recife, Francisco
Loureneo da Costa, a requisicao do cnsul por-
tUgllC'.."
A' urdem do de Belem Antonio, escravo de Joa-
quim Rodrigues -Ventura, requer ment (teste.
A' ardura do d*Pocn, fcnu^no TeNrlra das San-
tos, preso e;n flagrante-pelo crime de ferimeutos
levos.
Em data de 13 deste me' partcpnu-mc o dele-
gado de Iguarass, que segundo llie cnmmunicnu
O sulklologadn do dislricto de MarieoU d'aquelle
termo, tundo Rermino Jos de Sant'Anna, morador
no mesiiio disiricto, seguido no dia 9 com iiaial
carga de fariolia afliu de vende-la pelo litoral d
termo de Onda. ao chegir no logar Giicrar do
referido dislricto, fura aggredido por Caetauo de
Abre-j e sen irmiio Scveiino de Abreu, que pra-
tendiam vingar-se delle polo (acto de nao ter <|uc-
rido casar-se com urna inni dos aggressofes, a
qual so dizia ofTendida por Hermino, que depois de
ranhida lula cim>ognio Hei mino evitar osetettog
da aggrcssao, refugando-se na casa de Jlo Bau-
tista, a hus prxima que pode encentrar, tendo
no acto da lufa (rido a Cactano d-Ahreu rom
O cabo de mu clricote com que se defi'ii lia, que o
respectivo Ur. jniz de direito, a quem altano se
apreseutara com os feriui'iitos, proceden lofio a
cono de delicia e imueriti. para o- devid >s ii is.
Com officio d sta data, do subdelegado de Si i
J is'', f raoi reo ilhidas a esta repartieo dez armas
didVzas alli apprcbcndidas,
Finalmente, o Dr. delegado da capital arate de
eoin uuerar-m.' que do resultado de suas diligen-
eias e roa do faeto do arrombainento da porta da
ca-a di'Manuel Martins Fiuza.de que tratei em
mate parte diaria sob n. 360 de 11 de corrente.
virilicara tereui sido seus autores Pintes Adelino
d.x Costa Doria e Joaquim Levino de llanos, bem
como que este e Marcolino Bernardo Ferreira de
Araujo. havam sido os amores do rOubo que li-
vera lugar no dia 1(1 destr mez, na casa;:. 71.
sita ra do Duque de Caxias, de que liz menean
em Miinba parto diaria do dia II, sendo que todos
es: ts individuos j se aclia.il recolliidos casa de
d-''.'-r,"ei. por maullado do Dr. jniz de direito do
i. distncto criminal, e n viiiude de representaran
do mesum Ur. delegado.
Deus guarde a V. Exc.Hlm. e Exm. 9r. com
m'ola I o- Henrique Pereira de Luccaa, dignissi-
mo presidente d-sia provincia.chele de polica.
I.i'z Crrela de Qiuiroz'B'rros.

REVISTA DIARIA
Jury do Reelfte.Foi hontem sobmettido
a jiilgaiiiento o reo Manoel Francisco dos Santos
G re. pronunciado no art 20o do cdigo criminal,
lo ido por seo defensor o Sr. advogado Romualdo
Alvos de Olveira.
Ocoaselho ilcsentenca rompoz-se dos Srs.: Drs.
Mriool de Squcira Cavaleante, Dr. Gabriel Soares
Rapua i da Cmara, Antonio Caldas da Silva, F:\in-
s.- i Antonio d' .\ssis G-s. Joaquim Rarb isa dos
r. i*, Caetano Pinto de 7eras, Dr. Joaqnim Pranes-
eo d' Minada, Anl mi 11. ion irdo de Menezes Amo-
ri n. PrancSr i Jos Jayme Calvin, Miguel da Fon-
-a Soares c Silva, Jos,' Lniz Minocencio Poggi e
Ipoa sio Alvos Monteiro.
o reo foi absolvido.
I.ls Kerimento.Tondo Hermiiio Jns
de SaotAnna, mirador no dislricto de Maricota,
do termo delgnaramu, seguido d'alli nidia '.i do
eorreoto. co o nina carga de tartana, aflu de ven-
da fe no Ritoral deOlinda, foi aggredido ad che-
gar ao logar Goerre, por Caetano de Abita e
-' irmao Severino de Atara, os noaes pretefl-
di ::n vingar em Hermin i a affronta de negar-se a
::-' ir com una irmJ delles. que se diz ofTendida
|nr aquello.
Hermin >, depois de renbMa lula, eonsegoio re-
fugiar-se em rasa de loao Baptiza, p^r ser a mais
pnxi-na que ene m'ri'i. ferindo na hita a GietnoUs rance/.os.
sentimealo, pro lominant% $* cdde; e t'\ que
un parodio com a iUnsgracao e o dewiLamento
pelo molboraiiwnto da cendicao moral e material
do s'u' relianhp, como o Sr. Dr. I'elinca, o
maior beueeio que b eeo uos pode enviar, no meto
do abandono em que vao as couas da religiao e
a snrtedovpovos.
Aeerea do naufragio lo Xorthflcet.
Os joruaee estraageiros continuam a publicar
extensos promenores acerca do tarrivel naufragio
do Nortkfat.
O Fgaro refere o seguinte, quo I he fot narrado
por utft dos paasageiros que se pode salvar.
Entre os marinheiros havia um negro de for-
mas atlieletieas, que servia de criado ao Capital
Knowles. Por tres vezes quiz agarrar o capitao e
faze-lo. descer forra para ura dos escaleres.
Exasperado por estas jirovas de dedicaciio (po o
deslionravan, o capitao Knowles, tirou do cinto
iiTr revolver e apontou para o fiel criado. Este
ergueu cntiio is bracos, pronunciou algouias paja
vras que o ruido do mar ji$o deixou ouvir e pre-
cipitou-se agua, afogamlo-se. Bmquante isto se
passaya, um engenheiro chamado (liarlos Killick
tirara do bolso a sua carteira de leuibraneas e
parela fazer com a maior impacibilidade alguns
calculo!'.
Cirios perguntou Ihe um dos passagei-
rosque. est o seiinor a fazer ?
Leace me d/o/t-respondeu gravemente oSr.
Killickestou a deitar Antas nimba fortuna o a
fazer o mcu testamento. ,
u Este infeliz foi um dos que morreu.
t A secna mais commqvente c at impossivel
dse de crever, foi a que se passou entre o ca-
-pitio e sua esposa, o isados havia un mez.
Varia-disse-lhe o capitao necessa-
rio descer ao escalor. Deus te p oteja. Amu-le
iiuiilo.
Deixa-mc licar couitig -exclamou a jo-
ven, lauea de dr, lancando-se nos bracos do ma-
rido.
. O capitao cingio-a de encontr o corado,
depois com voz sulfocada pelos solueos, conti-
nnou :
t Parte inmediatamente, Mara; o navio vai
a pi pie. E' aqtti que devo inorrer.... Nao me
esquejas nunca, nao me esque as nunca.
-t ]: fez signal dous niariiilieiros que levarain
a senbora para um dos escaleres. Depois o cap-
tao, vnltou-se para um dosoiliciacs ;
bem triste a nossa unirte, capitao dis-
se-lbe este ; mottendo ua bocea um pouco de ta-
baco.
t E' bem triste, com eToito, John respon-
den o capitao.
E desde esse momento niio tornou a abrir
mais a bocea senao pan dar ordens com o maior
sangue Fro.
Itiquey.a de alguns escriptores.
O Sutil Times, no sen numero de lo de jauairo,
calcula do .'guinte modo a fortuna que p-issuem
diversos escriptorea francezes : ,j
Vctor Hugo, segundo essa nelaJpossuiria coo
mil francos; Jorge Sand, ci'rca ile duas vezes mais
dessa q'iautia ; Emilio Girardin, 8.600:000 fran-
cos ; Alexandre Dumas Filho 400,000 francos;
E Imoiid About, 2o(),000 francos; Alphonse Karr
50,000 francos ; Jules Janin, 570,000, Adolpho
Thiers, 1 milliao ; Victoren Sardn, 500,000 fran-
cos.
Ouanio a este ultimo, diz um peridico fran-
cez que extrabe tambem a noticia, podia-se-lhe
dar o duplo e qaem tal fizesse nao perdera com
a negocio.
Coiuii se desfaz um casamento.
Em urna chronica publicada na poca, de Ma-
drid, encontramos a seuintc curiosa noticia acer-
ca de um casamento que nltmamente se de<-
fez naipiella cidado. Ere como se exprime o chro-
nista:
i As leitorae lembram-s de juna pecasinha do
celebre Len Oozlan, que tem sido representada
nos lseos theatros com o titulo de Gneis a Den?
que $l porin a meta fPois o rompimenlo em
queslio tem grande analoga com o' assnmpto da
referida comedia.
i Amavam-se dous toreas ba niuto tenipo -
dous. tres, seis on olio meses,'o que na poca pre-
sente una eternidade : as familias, que se op-
piinham a o principio, pola pouea idajedos con-
tra!ienti>s. acabaran! por dar o sen consentimento ;
estavaai comprados e teilos os presentes do esty-
lo. convidados os prenles e amigos, mobilada a
casa para os futuros conjuges; emlin, s faltava
designar o diado enlace, eisto foi precisamente o
pomo da discordia.
Urna noute ao terminar a ceta, falln se esse
respeto. entre la poire al le fromage. como dizem
cn^>s dotados de eontratidade entram em con-
tracao sob a iu.l j'ii'oii de irn exoitin'e, q le faz
ateara volitado, que se transmute ao ervo mo-
tor. Ojiando a mirto recente, esta cxritaoao
ovio proluzii-se pola torrente elctrica, obt*iido-
se os ine.-iinos eWealos. Quaudo se introdui um
dos conductores ita medula servical, se se quer
enllocar outro sobre um msculo, a rircalacao
cnwputa-M, e a invente, painauuo p do ervo
motor, excita a Contra cao dos msculos. Foi as-
sim que se procedeu.
..No cadver bem musculado-deigelin, que
craum homem aovo e vigafoso^oainioviinentes
prodH/.iram-se com urna granos inte*i la k. Lo-
go que o raoophoro, Deudo paasadi) sud>ssilamen-
te por todos os jnusculos, fo appcado ao seio,
um som, um rerdadeiro (rito agutf),sabio do ca-
rer mutilado, correado ma calofri or ti
a pa-
tTos i
lefrie por todos
ssava ? l'ma cousa
ile Abren rom o cabo d i chic itc com que wde-
- l'endia.
Armis defecas. Pela subdelegacia da
fivue/.ia de s. J wb forana remottidas dezarmas
prohibidas, tomadas diversas pBSSOtS nnquelle
listrict.i.
i!-iaip:i:i!ia lo Uro.A esforoos do dig-
m delegado do l. districto do termo do Recife,
Dr. Antonio Goii';.ilv.s Ferreira, aeham-so recolhi-
dos casa do iltenco, por mandado do Sr. lr.
juiz de dir ito do 2. di trelo criminal do Recife.
-o viva de ropiisicao da -jn da autoridade poli-
cial. Paitas Adelino da Costa Doria e Joaquim Le-
vio i Leal de Barros, autores do assfttto dado
casa do Sr. aaoel Marth Fiuza, roa Daqoe de
Caxias, e Marcolino Bcroanki Ferrcira de, Araujo.
-1 t, jnnto com o segundo cima, cimmettido
i roubo da casa n. 71, da inesma ra.
Felicitando ao Sr. Dr. Ferrcira pelo bom resol-
lado de saas pesqnlzas e e>foreos, lazemos votos
C raque nao arrefe.a. deimmlo que engrvaao a
leb companbia do tiro, e que avalle o numero
Jos rotibos escandalosos.
C'.irne podre.Pelo medico da saude Btt-
l'iioa o Sr. Dr. Moscoso, auxiliado com o Sr. fiscal
5, Josii. foram anda hontetn, merc do i'.n, re-
tiraloa do mercado, mandad kilos de carne verde, julgada podre, ou no caso de
nao dever ser vendida no pota
Mil toavores ;i quem pr leed i e im t>'!o do enm-
priawato da tee deveres. I.'.na vez qae te qaan
tonda abosar, toda a severidade ser serapre
placa.
Carnaval. A soeiedade recreativa Nova
Unido. ;i ra do BaraO da Victoria n. l. as nou-
lea de 2, 2:i e ti aire os saldes ? folias eama-
v.iescas. As pessoas que ge a^eaentacom deeea-
leaMate Mascaradas, tem alli iagress >. gando apre-
s atadas pelos toctos qor oontribuiram para taes
folgoedoa, se actam las -'ripios na respectiva
lista.
Carnes poifres. Ai ida teutem o 4r. fis-
cal de S. fos, fez doitar fora 113 kilos de carne
verde pedrea e que satava exposta venda ni r-
l>eira de S. Jos'', eram partonoaateg .ao* Srs. loan
ChraostoaM d Albuqnerqu'e e Jos Lucio Ln>.
endo lugar ino as 8 horas da man i.
Porto de Liverpool, l-'ioavam a sabir
para Peraambaeo os navios : Cambrian BeU a 20,
f'Aiy n'ard-n e New B>aj a ii de janein).
Vapor esperado. Os portas do sal do
.-1, at 2 do corrate, espera-se nm dos va-
pores da cempaubia Brasileini, em mgem para o
Par e esaafhs.
\apo:vs sahir. A -S do corrate :
Giftia, para Aracajii e escallas ; fjmfm-a. rara a
Granjae escallas ; e Corar''c para n Mannii-
uape.
Hospital rTorturuen.-i>*:i de semana o
Sr. r.iordomo Praneisco Jos da Costa Aran><>.
O movimento das eafermarfaa de 9 a lo de'le-
vereiro, foi o seguate :
Exisam doentes 55, "atraram 23. saniram 2}.
faSeceram 0, existem 6
lanareh.-Escrevem-E de-ta eidade :
ct >'o da Id teve lu;-;r e-n nossa eidade urna
importante festa, que -esi-'ram'o povo e j
mais radas da comarca
' feudo o Exm. Sr. bario le Nazaivi otltWti-
do a groja matriz um sino grande para a torre em
eonstracfo, oOerta esti uo um grande valor, o
noaao Hlnstrado vigario Rvd. 9r. Dr. Lniz F--rre:ra
Nobre Pel'nca o eonvidon para assistir solemni-
dade do baptismcuti), na qualidade do um dos
pranympliof.
O'Exm. Sr. barao de .Vr^ireth nao se fez es-
perar, e no dia 16 pola manh aeftoo-se neata ei-
dade, onde foi acolmdo por todos, sem dis!iue;.o,
com as Rtaioats daawnBtraeees de con?leracao e
?.pre<;u, aoique elle soube corresponder do moda o
ma-s delicado e atteneioso.
Antes do baptisamento do sino, canton-se urna
missa, eom a pompa possivel no lugar, eem seguid
da deu-ae ecineco aquello acto. O sino achava-se
suspenso sobre um largo estrado, todo alcatifado,
e os paranymphos cleitos se collocaram em .alas,
eabend.7 a precedencia ao digno barao de Naxa-
ret. Por essa occasiao o Hvn. vigario Dr. Peln-
ea proferto um brilhante diseureo anlogo solera-
aidade, e ao terminar, t .moa patentes os sorvicos
prestadoyelo Exm. Sr. barao de Nazaretb, a igre-
ja matrnWe Nossa Senhora. *
.edoto do Rvm. Sr. Er. Peliaca ura tra-
hnrira sua intelligencia e confirma s
Tncrocid is de que^azj como, um das nos
res oradores sagrados.
a estajmici.), tradazindo um grande,
rCTnios tuerce
os mor
a Do.
Sfas fiio dsse o pap dirigindo-se aos
noivosc aecessario que fixes a data da vosaj)
uniio. .
t O Lote que o diga -responden a menina
com um gesto gracioso.
.Nao, diga-o a Carolina.
i Porque he de ser e'u c na i tu ?
Porque a galantera asaba o exige.
Pois bem, eu cedo esses direitos a teu
favor.
e Nio admiti t d eedencia.
' Vamos, nao s.'jm enancas ntervetoa
mai vendo apparoccr ao longo urna tempestaxle.
t Qualescolbem actrescentouopai.Odia
32, 2i ou 26 *
Nfio san eu que o hei de dlaer responden
o mancebo.
era eu tio ponco exclamou a joven.
Se ella me quizesse tanto como eu lhe
quero, acelerara o tenipo da nossa uniao.
Se elle esffvesse realmente enamorado
de mim como assevera, nao andara eom estas
etiquetas.
A razao est toda do meu lado.
E' setapre o que o sonhor diz.
Ola temos arrufas f
" Para o aturar nao bastara a paciencia de
um santo.
i Tmnbem eu julgava que a senbora tinte
melhor genio.
Se lito agora, que ser depois ?
Anda estamos tempo de o evitar.
Felizmente.
i Os pas, at entao indo risos, eoHocaram-se
do lado da (Una.
i A Carolina tem razao Ji-se o pai nina
tolice empregares-te em----
Todos n; horneas sao goaos promiacion a
mam como enjoada logo flo principio se mos-
trara despticos, tyraunico?.
Nao o parecedlsse o esposo, dirigindo-se
sua costeaporque tens feito sempre a ta
santa vontade.
Eu ? respoadea ella furiosa-ltaver rau-
iber matsdesgracadade'qae en ?
As 'toras podem imaginar o final desta see-
aa : fuzihm as recriminacfles durssimas e amar-
gas, trocam se as mesmas tanto entre o matruno
nio futuro come o pretrito, sendo o resultado
disto tira rompimnto formal entre os noivos e
urna di- -.ussao grave e profunda entre os pas. E
todo por oenhura delle- querer designar o mo-
mento qiM como dizem os amante? coroaria a son
felicidad'*!
O Veuvio.Segundo reerem de aples
Patrie, <> Verano prepara novas aorpreas aos
napolitanos.
Ha oito mez^ que estava em socego, porm
na semana passada principiou a lanzar novas
chammas, praeedendai um grande," eslrondo
subterrneo, pie astastoo os habitantes de
Somnu e das duas Torres. Formou-se urna nova
abertura no uio da montanba, da qual come/ava
a lava a correr lentamente. A columna de fumo
eleva-se urna altura pon n.io ha memoria. O
cono principal achatou-se e perigosa neste mo-
mento a ascensao ao cinio da crfttera, pois recetor
se um desabamento interior.
Cr-se ato- que o Vezuvio se abysmar por si
proprio, dando aso lugar formaeao do un lago
oomo os ds Agitano o de Pasara. *Os sabios pro-
curam j explicar como se p'de dar o successo,
O desabamento da montanba teria par causa
principal a ultima erupeo, porque as materias
inflammaveis que formara as lavas do vlelo es-
taara c-gotadas. E' isto o quosuccsJcu mu-
tos vulcoes que existiam na costa occidental do
golpho de aples, em Sulfatara e em mu tos ou-
tros.
Experiencia jiriyslologlea. Os jor-
naes de Besanjon dao a seguinte noticia de urna
curiosa experiencia physiologica que "se operou
ltimamente no cadver de um guifhotinado na
escola de medicina daqueUa eidade :
No dia 6 do corrate, um individuo chamado
Pigolin sofTrea a peiia de irrorte da guilhotina e
logo depois da execucSo foi levado o cadver para
o araphitbeatro da escola de medicina, aflm do se
executarem n'eUe alguraas experiencias phvsiolo-
gicai.
a Um preparador da faculdade das seienetas
munira-se de urna plna electrica.de grande for-
ca, esperando o momento da experiencia. Os d ras
rheojnoros, que forneciam uma forte corrente de
RumkhorfT, deram, por maio do contacto, cente-
Ihas multo vlslveis.
Bis a experiencia : durante a vida os mus- j
da ver mutilada,
os a-si>entee>, O que se
iuto* simples. Os msculos expiradores, entran-
do em rouUac.a violenta, applicavam as membra-
nas do imito aos pulinoe, e o ar, rpidamente
comprimido, fazia vibrar as cordas veeaes. Um
minucioso exame mostrea' depois a ntegridade
destas cordas.' A guilhotina tinbapassado rpi-
damente por cima da gtotti Nao havia nada de
extraordinario, portCrn, comprehenderne-h que
o grito causn nos assistentes urna penosa emo-
e
Repetimos aquellos que aiqda jujgam que a
guilhotina causa dores hornveis que este genero
de ni.me o mais prompfo e o mais sent de
dr, porque instantneo, paraIysindo-se rpida-
mente todas as facilidades, o que nao permute en
lir-se a menor seusaoo
O.sestoe-i de iiiiprensa. Mr. Lissaga-
ray, ex-commssaro geral dos exercitos de sueste
no tempo da coaimuua, encontrando em LonJre
Mr. de Pont Jest, redactor do Fgaro, ameacou-o
de o esbofetear em consequencia das injurias con-
tra elle publicadas naquelle jornal. Mr. de Pont:
Jest puxou por um revolver, e assim se livrou do
seu aggressor que ia arompanhado por nutras
pessoas, e era seguida foi queixar-se polica, pe-
dindo lhe providencias para sua seguranza.
Mr. Lissagaray foi preso e levado ao tribunal
correccional de Malborough-Street. 0 juiz Knox
pedio-lhe expltoacoes sobre o seu procedmento,
declarando que o nao interrogava, porque a le
ingleza prohibe os interrogatorios aos acciusr.dos,
Mr. Lissagaray disse : que o quixoso o tinha ca-
lumniado no seu jornal ; que nao lhe pedir rec-
tificacao porque > calumniador obrava de i ( ;
cpie nao podendn haler-sc como em Franca, resol-
vera fazer justcA por suas maos, e qu Mr. de
Pont-Jest o aine.w;ara enlio de o matar com ura
revolver.
Mr. de Pont-Je-d negou as assercoes do quixo-
so, declarando que em resposla ameaca que este
lhe lizera de o esbofetear, dissera : que se tatse
atrev sse lhe atiraria como um cao.
O juiz, tomando a palavra, disse : neste paiz
nao permettido anteaQar pessoa alguiiia. Mr.
Lissagaray fez mal em proferir as ameacas que
proferto, e Mr. de Pont-Jest tambem nao devia
responder amcacand-j; como ambos delinquirn!
por isso nao applco a le ao acensado ; mas como
elle foi o aggressur lea obrigido a prestar urna
nanea de lO'J f, dando a sua palavra ao magis-
trado e ao homem, que por espaco de 6mezes nao
provocar em Inglaterra Mr. de Pont-.Jest, ne:n
qualquer estrangoiro. promeltendo ftw em paz
com es subditos da rainlia. KsperofijM o aecu-
sido nao ha de faltar sua palavraradvirto-o,
P'rm, que se faltar, ter do snffrer urna pena se-
vera, nao inferior a 6 mezes de trabalho for-
rado.
O juiz manden soltar Mr. Lissagaray.
I.olcria.A que se acba venda a iO' a
benencio do reeullii rento de Iiraarass, qae corre
no dia 22.
I.ellao. lloje contina os Srs. Pereira de
Mello & C o seu leilo de fazeulas por interven
.ao do agente Pinto, em seu armazera ra do
llora Jess n. 03
Casa- le deteoeo.Movimento do da
17 de fvereiro de 1873 :
Existiam ( presos) 319, entraram 0, sabiram
7, existem 3M.
A saber :
Naeionaes 232, mulheres 12, estraageiros ii,
'seravos 32, oscravas II.Total 351.
Alimentados acusta dos cofres pblicos 273.
Movimento da enfermara do dia l 7de fevereirr
de 1873:
Tiverara alta :
Joao AntoiTo dos Santo*,
Antonio Jos Corroa.
Ignacio Pereira Cabral.
Ferrcira da Fonccca, appellalo o tenen'e-coMner.
Mnoel de Mello Montenegro Pessoa.
Do Sr. deseinbargador Araujo Jorge ao Sr. des-
embargadw Gltirana:
APPKI.LAQ.KO CnitJK.
Do Cabo.A'piwlla ntes o promotor c Francisco
Alves de Miranda Varejao, appellada a justiea e
Jos Antonio do Monte.
LIGKNCIAXaUIB. .
Com nista ao Sr. dcsomtergador promote da
(nstia ;
AMelante o jnizo, nprtidbdo Antonio Gomes da
Silv: appeltaaiB Manoel Marthis de Azovedo, ap-
Bellate a jusHea; appellante Candido Rodrigues
ezi na. .ippellada a justiea ; appellante o juizo,
appellados Svirino dos santos Oon?alves e ou-
#os appelIaMoaquim Qorrcia de Araujo, ap-
pellada a juhr appellante o juizo. appellados
ttidro e FrUro, escravos ; appellante Sergio
Clmentino Sonto-maior Albuquerque, ajipellado
Ciaiwa maniaipal /lo Reclft, 17 'do fevo-
reirode 1873.
o procurador,
. Jow Simplicio de Sil Esteva.
PBUCACOES A PEDIDO.
CnROMCA SlW.iHRH.
TRciti \ti- da m;i.vrlo
SE MIESIOBNCIA DO EXM. SR. CO.NSELHEIR0 CAETANO
SAKTIAOO. '
Secretario Dr. Virgilio Coelha. <
As 10 horas da manh, presentes os Srs. Vlesem-
barga lores Gtrana, Loureneo Santiago. Almeida
Albuquerque, Motta, procurador da cora, Doria,
Doniingues Silva, Regueira Costa, Souza Lcao,
Araujo Jorge, faltando o Sr. deseiuhargador Nei-
va, |>or estar na presidencia do jury, abrto-se a
aossae.
JULGAMBNTOS.
Recursos ciimcs.
Recrreme o juizo de direito de Cimbres, r> cor-
rido Galdino Ferrcira de Araujo. Juina 09 Srs.
descnibargadores Almeida Albuquerque, Ar/ujo
Jorge, Domingues Silva e Gtrana.Improcedente.
Rccnrrente o juizo de Cimbres, recorrido Pedro
Mendos Sara va. Juzes os Srs desembargadores
Almeida Albuquerque, Souza Leao, Doria e Re-
gueira Costa.--Improcedente.
Recrrante Joaquim Ramos Machado, recorrido
o juito do Recife. Jnizcs os Srs. desembargadAres
Doria, Regueira Costa, Domingues Silva e Gtra-
na.Improcedente.
Recrrante o juizo de direito da Granja, rocor
anedicto da Silva Souza appellante o promotor,
appellada Auna liuslnlia dclosiis ; atipeflante- o
jaizo, appellado Jos Manoel de Souza Ferraz; ap-
pellante ojuizo, appellado Antonio Manoel do Mon-
te ; appellante o juizo, appellados Bernardo Pe-
reira de Araujo e outros.
AssigTiou-.se dia para jiligamento dos feitos se-
guintes :
APPELLAQOESCHIMSS
Do jury do Sobral.Appellante Maximiano Jos
da Silva, appellada a jusiica ; appellante o promo-
tor, appellado Yulpiano Jos de Mello.
APPKLlACO":S CIVRIS.
Appellante Manoel Ferreira dos Santos Netto,
aftpellado Zoferino Lopes de Barros ; appellante
Cesar Augusto Zanotti, appellado Dr. Roberto Ca-
Iheros de Vello ; appellante Anna Maria da
Penha, appeltado Raymuudo Pernandes Baptista ;
appellantes Dr. Ambrozia Machado da Cunte Ca-
vacanti e outros, appellada D. Carlota Accioli de
Barros e outros ; appellante Jos Jaconic Tasso,
appellado o bario de Una ;, appellante Januario,
por seu curador, appellado Joaquim de Souza
Maia ; appellante Antonio de Sonza Braz, appella-
do Jos Alves Uaibosa.
EMH.KRf.OS REMETTIDOS.
Embargante Galdino dos Santos Nunes do Oli-
veira, embargado Manoel de Azevedo Andrado.
distribuiqXo.
Recursos crimes.
Ao Sr. desemb.irg.idor Loureneo Santiago :
Kecorreufe Jos da Costa Pereira, recorrido o
juizo de direito de Cascavel
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Recrrante ojuizo de Nazareth, recorrido Fran-
cisco Manuel de Lima.
Ao r. desembargador Doria :
Recrrante Raymundo Gomes de Sou a, recor-
rido o juizo de S. Matheus.
Ao Sr desembargador Domingues Silva :
De S. Migue!.Recrrante Francisco de Araujo
Lima Caldas, recorrido Flix Antonio Crrela.
Ao Sr. desembargado/ Regueira Costa :
Recrrante Antonio Firmino Pereira da Cuuba,
recorrido o juizo de Pao d'Alho.
Ao r. desembargador Souza Leao :
Recrrante Manoel Francisco de Salles, recor-
rido o juizo da villa de S. Francisco.
APPEL1.AQ0ES CHIMES.
AoSr. desembargador Domingues Silva :
De Penedo. Appellante Joao Mauricio da Nova,
appellado Hermenegildo Martins Rairo.
. Ao Sr. desembarga lor Regueira Costa :
Do Bonito.Appellante Y rancisco Correia de
Mello a outros, appellado Pedro Antouie de Lima.
Da Granja.Appellante o juizo, appellado Ma-
noel Nunes de Andrade.
Ao Sr. desembargador Souza Leo-;
Da Granja. -Appellante Antonio Gomes da Sil-
va, appellada a justiea.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
D'Agua Prata.Appellaute Jos Francisco de
Araujo, appellado Manoel Ferreira Bapsta,
Ao Sr. desembargador Gtrana :
Do Aracaty. Appellante Francisco Pereira da
Silva, appellada a justiea.
Ao Sr. desembargador Loureneo Santiago :
Do Ico. -Appellante Joaquim Jos de Mello, ap-
pellada a justiea.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do Bonito.Appellante Sergio Clmentino Sou-
to-maier Albuquerque, appellado Benedicto da
Silva Souza o outros.
Ao Sr. desembargador Doria:
De GaranhunsAppellante Joaquim Gomes da
Franca Villar, appellado Marlniauo Henriquo de
Sonta.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :'
I'o Aracaty. Appellante Francisco Domingues,
appellado Manoel Francisco Batalba.
Lcvantou-se a scsso a 1 hora.
A' reelaceSo do Mberal.
Exercentlo desde o dia II de novembro
io atino passado o cargo de secretario interi-
no da presidencia, nao devo deixar passar
em silencio o que diz o Liberal de 15 do
corrente na parle noliciosa sob a epigraphe:
secretaria do governo.
Tenho eonseienoia de liaver scmpfc cum-
Jprido rigorosamente os meus devores, seno.
me afastar dos principios de honra o hones-
tilale c por isso, venho provocar o rc-
daceodo Liberal & declarar so, referem-sc a
mim as alluscs comidas nadita publica-
(;o, equaesas rtorpde e exigencias que se
fazem na secretaria do governo.
Espero que a Ilustre redaccao, por honra
sua, nao se recusar a isto, dan lo lugar a
defendor-me, e a providenciar quanto as
s.rlorrn e abusos a que se refere o Liberal.
Nao sei que hajam mysterios na secreta-
ria do governo, e ignoro quaes as accusacei
severas que o publico toaba formulado con-
tra esta repartido ; convem exclarecer st<>,
pontar os factos, precisar as acctisai;es,
para que S. Exc. oSr. presidente da provin-
cia possa melhor sindicar a respeito, como
desoja o Liberal.
Km materia desta ordem, que cntende com
a reputacao alheia e com os crditos de urna
reparticao publica, nao leve haver duliieda-
dc naaecusaco.
Kxpliquc-se pois, o Liberal.
Kecife, 18 de fvereiro de 1873.
Adolpho Lammka Lint.
ido Valdevino Francisco de Olveira. Juzes os
Srs. desembargadores Ooria, Almeida Albuquer-
que, Araujo Jorge c Souza Leao. Improcedente.
Recrreme o juizo do Grato, recorrido fos Ni-
boiro dos Santos. Juzes os Srs. desembargadores
Araujo Jorge, Souza Lean, Doria e Gtrana. De
rain provmento para ser o recorrido preso.
Recrrante o juizo de direito de Campia, ce-
corrido Jos Manoel de Barros. Juzes os Srs.
des'mbargadores Araujo Jorge, Almeida Albu
querque. Regueira Costa,e Doria.Improcedente.
AOGR.KV S DE PETIQO.
Aggravante Joao Carlos de M. Vasconcelios. ag-
gruvado o juiz i. Juizes os Srs. desembargadores
Gtrana, uoria o Regueira Costa.eu-se previ-
mento.
Aggravante Antonio Annes Jacome Pire-. Jui-
zes os Srs. desembargadores A. Albuquerru
Araujo Jorge e Motta.-Negou-se provimenb .
HADE.KS CORPUS-
Paciento Jos Matia Ribeiro acensado por intro-|
duc'.ao le moeda falsa.Negaram ordem.
PASSACNS.
Do Sr. desembargador Gitrana ao Sr. desem-,
bargador Loureneo Santiago :
Do juizo manicipal do Rio Formoso:-Appt.!ian-
te oe Lu. voateiro do Queiroz, appellad.; Mara
Joaquina da Conceicao.
Do Sr^desembargador Loureneo Sntiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque :
Ira jury do Brajo.Appellante o promotor, ap-
pelaio Jos Gomes da Silva.
Do Sr. desembargador Almeida Albuque quo ao
. desembargador Doria:
Srojury de Saboeiro.-Appellante o juio, ap-
pellado Francisco Andr da Costa.
De Inbamuns. -Appellante o juizo, appellados
Manoel Jos do Barros e outros.
Do Recife.-Appellante o desembargador presi-
dente do jury, appellado Martinho Domingos.
no Sr. desembargador L'ora ao Sr. dsemhar-.
gador Domingues Silva:
Do juizo municipal do Cabo .Appellante D. Ma-
ra do O de Jess Brrelo, appelladas D. Mara da,
Paz Ferreira c seus Cilios.
D* Sr. desembargador Motta as, Sr, desembar-
ra br Domingues Silva :
Do Recife.Appelianto Lino Ferreira da Silva,
appclladns h-'i-deiros de^ Joaquim Cerreia de
Araujo.
De Sr. desembargador Domingues Silva ac.Brj
desembargador Regueira Costa :
Do mizo municipal de Bananeras -Appe.laule
Jos, Manoel e outros, aullados Justiaiaao, Jos
Finlands o outros.
Do Sr. deserabar,; ador Souza Leao ao. Sr. as?
emhargador Neiva; i
APPKLLACES niMEs'
Appellante Clemente Paulo da Silva, appeiiada
a justiea.
Do juizo municipal do Cabo.
Thomaz de A guiar Jnior, ppefiad'Josc
tero da KspoctacJo.
Ao Sr, desembargador Gitrana :
Kl'PELLAC'inS UIVKIS.
Appelianto Bcrnardno de S Letao, .appeliado
Manoel Goncalves Peraelra; appellaote Vicente
f i-iltiniiil il> eoiiniaei'cio.
SESSO JD1CIAR1A EM 17 DE FVEREIRO
DE 1873.
PRESIDCNCIA DO EXM. SU. COXSELIIEIH0 ANSELMO
FRANCISCO PERF-TTI.
Secretario, Julio QaimarSet,
Ao raeio dia declarou-se abena a asado, estan-
do-feonidos os Srs. desenibareidores Silva Gui-
maraes, Reis e Silva e Accioli. e os Srs. deputa-
dos OJinto Bastos, Candido Alcoforado, Reg Me-
deros e Lopes Machado.
Lida, foi approvada a acta da precedente sessao.
O esorvao Albuquerque registrou o ultimo pro-
teste de letra a 11 do presente mez sob n. 2.714 ;
o o escrivo Alves de Brto a 13 do dito mez sob
e n. 2,636.
ACOOBD.KOS ASSIGJADOS.
Recrranles D. Martnha Candida Areas e
outros, recorridos os administradores da massa
'aluda de Luiz da CAha Mascarenhas; appellan-
tes Manoel Ferreira Pinto e outros, appellado
Joao Fernandos Lopes.
JULGAMEOTOS
Juizo especial do commerco : embargantes ap-
pellados reos a viuva e herdeiros do bacharel Ju-
vencio Alves Ribeiro da Silva, embargada appel-
lante autora D. Feliciana Maria Olympia: juzes os
Srs. Silva GuimarSes, Reis e Silva, Olinto Bastos e
Candido Alcoforado. Foram desprezados os em-
bargos, sendo voto vencido o Sr. desembargador
Res e Sil Va.
Juizo especial do commerco : embargante ap-
lante autor Manoel Nunes Parrcra, embrga-
los appellados reos Corga & Irmao; juizes os Srs.
Res e Silva, Accioli. '"andido Alcoforado e Olite
Bastos. Foram recebidos os embargos com o
voto do Exm Sr. conselheiro presidente, sendo
votos vencidos os Srs. Candido e Olinto.
Juizo especial do commercio: appellantes auto-
res Phipps Brotheft 4 C, appellado reo Hvp dito
Dclsuc ; Juizes os Srs. Accioli, Silva Guimaraes,
Oli to .Bastos e Lopes Machado. Foi confirmada
a senteni-a, appellada em parte e em parte refor
moda.
Juizo especial da Granja; embargantes appella-
dos autores Joao Luiz Pereira Bramlao & C, em-
bargado appellante reo Bonifacio Adcodafo Fon-
tanelle; iuizes os Srs. Accioli, Silva Guimarae-.
Reg Medeiros e Olinto Bastos. Foram recebidoi
os embargos, sendo voto vencido o Sr. desembar-
gador Accioli.
Appellante o baro de Campo-Verde, appella-
dos os administradores da massa fallida de Amo
rim, Fragoso, Santos 4 6. Adiado a pedido de
um dos, Srs. deputados.
AGORAVOS.
Juizo especial do commercio : aggravante Fpa-
minondas Honorio de Brito Lvra, aggravados Ol-
veira & Camino. O Exm, Sr. conselheiro prn-
dente den provmento.
Juizo cspcciil do commerco: aggravante Eu-
zebio da ("unha Beltrao, aggravado Jos Francisco
Bittencourt. O Exm. Sr. conselheiro presidente
negou proviraento.
Encorrou-se a sessao urna e meia hora da
laude.
Iftuas palavra* sobre a iioi-tc- lo
'tt[ililii Hilario le .4(Jiayle
Yacouc<*llos. iii^.las Mua
HcoiiMolavel r.ienilia.
Que importa, que na tema sepultura
Maquee o corpa, a victima do nada,
Se triumpha nos cM urna alma pora !
'Itocage.)
Mais um lo de vi la quebrado !.... mais urna
vctima da nexoravel lei MorHMiiini I.... Sini! o
Sr. capitao Hilario de Attevde acate de deixar a
vida !.... C mais una perd que se sjnte, mais
um pai que se chora !....
A' beira de_ sua sepultura esto inconsulaveis
viuva e orphos, reefamando o esposo querido, o
pai carraoso!... Vas que!... chorara debalde,
debalde o chamara, nlngem Ibes responde, o t-
mulo surdo, em rrno delle tudo silencioso e
fnebre, tudo dese.to e pavoroso ningnem os
escuta, nnguem vem consola los Sim pobre
viuva, chorai, chorai infelize- tlhos VOSSO esposo,
vosso pai niio est raai neste mundo, e vos ja co-
mecaos a experimentar os rigores da sohdao to-
dos vos abandonar;io, tolos tero horror as vos-
sas lagrimas, nnguem vii partilhar nossa dr,
nnguem enchugar vo-so prantu. seris peregri-
no era toda parte, at raesmo em vossa patria, por-
11 'i-' 9 lue vos nao brilh.n o ouro. serete finalmente
desprezados emalditos, mas que digo?!.... Oh!
ddr! que antro de norror deseis contigo, que
negror rae cerca !.. quero luz, luz-! Ah sini,
e inens olhos agora volveram-se para cima, ve-
ta o cea, que esplendor! 4 a prora da presenca
de Deus. Deus vela sobre os que horara, porque
Jucr :j:ie sejam consolado? : Deas vela sobre o
ue tem fome, porque qer que sejam farlos !....
Chorai. pois, e esperai que oanjo providencial nao
tarda vir sobre vris. e chamar militas almas gene
rosas e pas para eatregaf-vw a seus cuidad-- e
desvellos.
26 de Janeiro de 1873.
_____________________.r'. >'.' Ubujoterque.
Protesto.
Tedo era meu poder o P iblicafar de i de no-
vembro do anno prximo passado, era que vem
um protesto dos Srs. bacharel Francisco Lucas
de Souza Rangel e tenenre Domjciano Lucas de-
Souza Rangel; sirvomede suas proprias palanas
para reiterar esse seu protesto, queconstando-
me existrera em diversas maos firmas falsificadas
de raen estimado amigo, irmao, padrinho c rom-
p dre Francisco Manee! Carnciro da Cimba, que
le^o-pttfMMaftno reltetoaa if que lod.
acliavam posUidos ton,,, a p;,lava e de im *
so dirigi ao povonmhrado de anWio. YHci-
indo-o ,H*la ereci-ao d fin ,neo^o tempo,faz.
ver qual o motivad nlegrtnJj|nc ansktz
toes de todos e quo grande razio tinhan para-
exultar, porque anda ha poucus minos, all ti -e
va um alicoree mal fondado e boje um i-randr ,,
magnfico templo venerarlo dos dea, um monu-
mento de gloria que legavam posteridado, ter-
minando por chamar a attencao dos habitantes de
Cruangy para os relevantes serviros que acaba de
lhe prestar o muito digno e zejoso Fr. Alberto,
fazendo-lhes ver que deMara corresponder aos
seus bons desejos, segnindo os seus ahitares eon-
seibos, e esforcando-se todos | ara que cni breve
vissem concluido e ornado das precisas alfaias o
magestoso templo da Gloriosa Virgein do Rosario,
acabando o Itvd Pedrosa por pedir aos seus ou-
viutes que cnrre.spondessem a^s seguintes vivas
que foram na verdade enthusiasticaniente corres-
pondidos.
Viva a religao. catholca, a|Kistolica, romana,
viva o Mese sanio padre o inmortal Pki IX. viva
o corpo cardinalicio, vivam todas as ordens reli-
giosas, viva o episcopado brasleiro, vivara todas
as familias r*tholicas brasleiras, vivam os dignos
habitantes da fregaacia de S. Vicente que concor-
rerain [tara a edilicacao deste templo.
Faeto escandaloso.
Ouilt estonios n's !~.
Fomos tesiemiinhas presencaes de ura faeto 08-
eandaloslssimo pratieado, hontem 18 do crrante
pelas 7 horas da manha, no pateo do Carmo da
eidade de Olinda, ei-lo :
proximavamoa para lomar o trem. qnand u-
mos nina forja de guarda nacional destacada
cercando tuna casa, para alli nos dirigimos a
ver se se tratava da captura de algum criminoso
ou reo de polica, porm, oh cscan alo trata-
va-se de destelbar urna rasa que seu proprietario
havia alagado e ijue nao tendo o inqulno pago
o mez vencido ha quatro das era despejado te-
rontiw'uii por seu proprietario que, neteado api io
com a |nesenca do subdelegado do dislricto da Se,
despejava-a nao pelos meios legaes, mas sni Coiii
viofeocia e aibnnriedada, comniettendo amtes
o crime de entrada em casa alheia contra a roa-
taile de sen l no.
Se eslivessemos na S;bera, ou nos dsenos da
Arabia n o nos admiraramos dama faeto ; ponte,
em Diinda, una legua apenas da capital de
provincia, pratcarem-se factos desses Mean*
dalosissimn e para elle chamamos a altcneo do
Dr. (tefe de polica e do Exm. Sr. presidente da
provincbv
Os indignados.
.loss- 1*11 ii lo lo llego llarrelta .#
|iul>lieo.
Fui amigo vmetleu-ine boje o Liberal de l' do
con ente ; s entao vi, que os meus covardes, h< -
dropnobos e pequeos lohnigos, debaixo da ,>
doanonymo, esem ao menos tomaren) a resp i
bilidade do que ecieveui, ainda procurararderra-
mar sobra mim suas bilis venenosas, eom um f.vo
que s pode ferr a quem j han existe ; e rom
qual a oseada publica nada perdeu porque fura
indemnisada, por quem o devia ser; e assim si n
altenert ao rcspeitavcl puhlico, vi-nho dizer qu* a
nesposta eertidSo, que naqaee Lilieral se pabb
con, se ai ha no Diario de Ftnutmbuci de 4
lembrode. 1871. onde o respr.itavel publico en
trari a uvate defeza, e o historiado dos factos com
relacao aquella certido.
Eiiquantn retirada dos meus (adores, era
nada oifeude a niiiiha honra ; antes pelo contrario
com as suas retiradas, conheceu-se do ajuste de
cantas de rinte i tres minos de exerdeio de colbc-
tur, que nada devo fazenda. Ah eslin, 0 com-
raendadur inspector da thesouraria. oDr. nr'-a-
rador fiscal e mais empregados que ajustar.'im as
referidas contas, ellos que o digain. elle-
fallcm.
Protesto desde j a nao responder mais a c iva -
des anonymos, pois estou vellio c nao estou i a -
disposto dar paites .............
Cabo, 17 de fvereiro de 1873.
Jote Paulo do et Barretto.
Nao estou dfeposto a perder tempo com o> :. -
nymos queme insultaiii c calumnaiu pela im-
prensa, o. por i?to nao dou resposla cabal ao ana,
cora referencia a mim, deu o Liberal de U do
correte, que s boje o Ii.
Rio temo a disenssio (ranea, e desejo-a q M a
ella me provoquen!, como cavalheiros. aquellos dos
meus de.-aifecti.s que azem gosto em deprimir de
mim.
Entretanto devo declarar ao publico que nada
sei do que ha sobre os papis alterados e emen-
dados, de que falla o referido jornal, -quercivb)
dar-iuc a autora.
Quanlo luuhilia do instituto agrcola, qu-
letra sempre sob a guardado porleiro, promov a
acquisico della, e foi recolhida reparticao d.
obras publicas em 1871, nicamente para sat^fa-
zer o pedido que me fez particularmente o Sr. se-
nador Barros Barretto, ento presidente do mesan
instituto.
E' calumnia de ura miseravel a quem despreso,
e que nao tera a~coragem de aggivdir-me de fi
b*, o que em contrario isto se disser.
Relativamente estrada de Santo Anio, RSnito
chiIo anda para Iratar-se de um contrato feito poi
| K"!1 IA 'HU IIIIMIIOV 'V *" .'.Mll.tiu tWiK S I
se acba ha lempos gravemente doente a ponto de, vs annos c qiie so ,CVe comeco era 2i de seteir-
n.io pod r fallar nem escrever papel algum, e era br0 (l anno prximo lindo. x
protesto contra todas
mesmo gerir seus negocios
essasIrmas falsificadns. o que e>j tempo tratare
em juizo, nao s para desal'roniar a honra e pre-
cedentes de meu irmao, como tambem para sus-
tentacao de sua vida honrosa em todos os seus ac-
tos ; cumprindo-me ainda accrcscentar, que faco
mencao muito especial de quaesquer transaecoes
qu esses senhores tentetn ei!o, ou possam fazer
em nomo Uaquelle meu mano; e como mais ini-
ciado era seus negocios, exceptu qualquer acto
emanado do Exm. Sr. padre Francisco Pinto Pes-
soa por ter inteira eor'Viecf.o Je se adiar revestido
por aquello meu mano c oderos, que seus hon-
rosos precedentes s me dao a certeza que s lera
obrado o que fr de barmonia com os interesses
da raiiiha familia ; desterrando para muito long
tu lo quanto a hypocrisia jesutica tera aconselha-
do para detrimento da hn*nanldade : o mais para
occasiSo onportuna.
Propredade Una. sitio ,: Biquinte, 20 de Janei-
ro de 1871.
Mathias Carneiro di Cmta.
JodO
ib^-
RESUMO DOS BALANCETES. DA RECEITA
E DESPEZA DA CiMABA MUNICIPAL
DO RECIFE, NO TRIMESTRE DE OU-
TU6R0 A DEZEMBRO DE 1872.
Ezensicio de i7S a 1873.
RECF.IT \
Saldo de moz de setamhro pro-
imofindo......... 18:64JV9i
leceita arrecadada nos tnezes
de outubro, novembro e de-
icmbro...........32:7025i23
51:348*917
SKSPEZ
hnportuncia daspendida nos
mezas deourabro, novembro
c dezwibro ..'.'; ,;v f- ; *. 35:137-? 10 i
Saldo que passa para o moz se-
guinte ...... A .. 16:2119513
51:3*8*917
I Yslitdude eus (i ruaiiigy.
No dia 10 db corrente levo lugar na povoacao
de Cruangy o levautamento da coborta do novo
lanudo de Nossa Santera do Rosario, erecto ni-
camente pelos recursos r povo. sob a direces do
muito'zoloso e d.gno sacerdote o Rvm Fr. Alberul
de Santa Augusta C bral.
No domingo noite o Rvd. fr Alberto eonvidon
o povo a fazer urna novena em honra c louvor da
Virjioni Mae de Deus, em desaggravo pela beresia
inserta as columnas da impia gazeta A Verdade,
orgao da tenebrosa scita maconica e foi bello e
edilicante ver-se o regosijo e alegra de que so
aehavain possuidos todos sen: distnc.vlo desde o
maior at o menor, trazendo cada um, homens,
mulheres e meninos 'una vela con;) symbolo de
urna s f que dominava nos corars de todos e
i de que Mara fra sempre Virgcm antes do par-
to, no parto e depois -do parto, e na occasiao de
enconsar-se a Augusta e Inmaculada Virgem,- ac-
cenderam-so todas as ve'^.s; cujo espectculo foi
tanto mais edificante e arrebatador quanto maior
foi o numero dos devotos de Marn que entao se
acliavam reunidos e todos firmados em sua ci en
ca, era uma-s religao, a cathocn, apostlica, ro-
mana a nica, verdadeira que ba sobre a tena !
No dia seguinte das quatro para as cinco horas
da manha teve lugar urna tntss cantada era cuja'
acto assistirara cinco sacerdotes, cantando a missa
o respectivo parocho,da freguezia o Rvd. Andr
Corsiuo de Araujo Perer.*., sendo dicono o Rvd.
Francisco Raymundo da Cunha Fedrosa c subdia-
cono o Rvd. Augusto Cabral de Vascocello-
Depois da missa que foi executada polo hbil
Srofessorde msica de- Moni*Alegre. Joao Solano
ornes, seguo-se a benco das tsousas e lnhas
do novo templo, e em seguida foram os padr-
nlvos das n.esmas tesouras dopr aos pos de
Mara suas offertas que excederam de i:00| e
logo ordem do padre mestre Ft Alberto, o povo
conduzio toda a madeira para aTOberta do novo
teaqolo,. precdanlo a essetrajecto dehesis a vinte
meninas vestidas d branco c com urna (acba de
fita azul, conduzindo a tndeira da Senhora do
Rosario, acompanhando um banda de nmsiea
marcial sob a alreccao d habif prolessor Fran-
cisco de Paula Gomes, que tocou variadas pecas,
Dropras aquella solemnidadc.
' Ao subir a primera liarla, o RvJ. padre Au-
!;uslo deu uns vivas religiSo catliolica, que
oram corrrospondidos pelo povo subindo, ao mes-,
mo tempo gyrandolas de fogo que atroavam os
ares. Logo Jepois, ao subir a primaba tesoura
o Rvd. Francisco Raymundo da "Cunba Pedrosa
prximo
18 de fvereiro de 1873.
/. de Melh Aaw.
COMMERCIO
PRAGA DO RECIFE 18 DE FVEREIRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
1 oliM'tt*-* ofYlciaes.
Algodode Macelo 1' sene 10COO par 1." m-i*
frete 7|8 d. e .'i 0)0, hontem e hoje.
Dito ile dito 2* sorte 9-36UO por 13 kilos, Ihijc.
Cambio sobre Londres a 90 d-v. 26 1|2 d i *<
3|8 d., e do banco 2G IrV d. par HWk
Dubourcq
Presidente.
Leal Seve
Secret.iriv.
AI.FANDEGA
Rendimenlo do da I a 17. .
Idom do dia 18......
7-V:12^8H7
u-.vmm
Descan'egam baja 10 de ferareira de 1873
Brigue porttiguez Triunipho varios geaerm
para o trapicho i oncecao. para desca-
char.
Marca porrugueza Alexandre Hereiilano ta*
edos para o trapiche Oncecao, para
espaehar.
Lugar ingle -Constanza 117/yon-adnelss para p
trapicho Conceicao, para d spachai, e
farinba de trigo j despachada para o
caes do ApoU ,
Escuna ingleza -Scotia bacalh> j despachar
ara o trapiche Conceicao.
lemao-Wi//ic/w (t Josepb farinha !
trigo j despachada para o caes J2 de
Novembro.
Barca ingleza -llermictu carvo j-despaetiado
para o caes do Apollo.
Brigue ingl zJura bacallao j despacha do f*-
ra o trnpiche Conceicao.
Iiiijiorlaco.
Vapor aatimtl gio'i. viudo tle Aracaj.., ,*a-
nifesiou:
Assucar i 5o saccos,.aI};odao 966 saccas a diversi*.
Couros 3i3 a P. Carneiro & C.
Pedras de amolar 300 a J. J. Goncalves, VtC a
ordem.
Ricino 105 lata a -ordem.
Brigue inglez jura, rindo de Trra Nwa, cod>
signado a Wilson Bowe & C, manifest* :
Bacallao 3.2.0 barricas aos consignatarios.
Escuna iAgkza scotia, linda de Trra.#oa.
consignada a Saunders Brothers C.,tnanifesk:,
Bacalbio 2,600 barricas aos consignatarios
Escuna ingleza climpsk, rinda de Padelfiiui.
consignada a Matheus A ustin C, maniftstou
Farinha de trigo 1,920 barricas aos consigi.-
taros. /
DE8PACH S DE EXPORTACAO NO Dl\ 17 T%
FVEREIRO DE 187.1 \
Para os partos do exterior
Na barca franceza Cotignu,. para a Ha*
carregaram: T. Freres & C. 220 saecas
15,099 kilos de algodao.
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V

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Diario de Pernambuco -r- 0tti! f* *? do Fevereiro de 16?3.
.
No I t/te ingl ara o Canal, carre-
jaran-i: R. Schmmett; u 4C. ."00 saceos com
JT7.500 kilos de a-ssucar uiascavado.
No navio inglez -Irb'nn, para o Canal, car-
regou : H. De La Grange 1,600 saceos com 100,000
fcHos de assucar masca rado.
Sp patacho inglez Gene, para' Hampton
ttoods, carregou: Viu* a Bas os 3,000 saceos com
335 000 kilos de assucar masca vado.'
So brigue hollandez Mida Margare^ para e
Rio da Prata, carregaram: D. Oliveira & C. 50
pipas com ii.OOO litros de agurdente.
-Na barca kespanhola Carlota, para o Rio da
prata. carregou : A. Bastos 3'JO barricas eom
*-k,356 kilos de assueai- branao-
No patacho brasrleiro Comanle Unan, car-
regou : F. R. Bi Guimaries 40G barricas com
W,517 kilos de assucar tranco.
No navio hollando'. Margare!, para o 'lio d.
Prata, carregou : H. 1!. do Olivoira Jnior iOO bar-
ricas com41,98i kilos de assucar branco.
Na barca franeca Atice, para Liverpool,
carregaram : P. Brothers & G. iOU saecas com
36,29i kilos de algodao
Na galera portugueaa Prjmvza, para p Por-
to, carregaram : E. It. I abol o & C 1,000 saceos
esa 75,030 hilos de assucar inaseavad.*.
o brigue portuguez Dainiao, pa-a Lisboa,
c.iregaram : E. H. Kabello & C. 1,00') saceos
com 75,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca porlugueza flote Silencio, para o
Porto, carregaram : B. Olivoira & C. 26"!) saecas
com 28,877 kilos de algodao.
-Tt galera portugi.eza, Asia, para o Porto,
carregou i J. R. T. de Mello 33 pranchojs do
amarello. j
Para os foi tos do interior
s- Para (i Rio Grande do Sul, no patacho bra-
sileiro Toths os Santos, earregaraui: Amorim
fruaos 4 C, 50 barrica com ii,276 kilos de a<-
Sear braiieo e 37ff ditas com 3,879 ditos do dito
uiajcavado
Para o Rio Grande do Sul, no patacho bra-
siieiro Elvira, carregaram : Amorim Irmaos & C.
523 volumes eom 4(,:>25 l|2 kilos de assucar
branco.
Para o Rio Grande do ul, nu hiato brasilei-
r. Rosita, carregou : A. O. Leite 450 barriqui-
nhas com 39,794 kilos dn assucar branco.
Para Santos, no brigue inglez Sin Boots, car-
regou : J. F. C. Ayrcs 3,100 cocos (fructa).
Para o Rio de Janeiro, no brigue portuguez
OamSo, carregaram : A. L. de O. Azevedo & C.
2.000 saceos rain ISO.iH)!) kilos de assucar branco.
I'ara o Rio de Janeiro, no navio portuguez
Almdina, carregaram : 'unha Irmaos A C. 73
Larris com 7,200 litros de mel.
I'ara Alagoas, ua barcaca Mrabella, earre-
ffararn : Braga, Gomes 4 C i barrica rom 65
kilos de assucar branco ; M. A. Barbosa 1 barril
com 96 litros de aleool.
CAPATA7.lt DA ALFANDEGA
ttendi.....uto do din i a 17. 9:101*554
Man do dia t ..... 398*726
Dr. Pedrq.de Athaliyde Lobo Moscose,
Pro-presidente.
JLoureao Bezerra Carneiro da Cunha,
Secretario.
Edital.
Pela administracao dos correios desta provin-
cia, se faz-publico que, no dia 17 de fevereiro do
torrente anno, ter lugar na mesraa reparticao o
concjrso para o provimento da vaga de prat'ican-
e, de conl'onnidade comO $ i." do art. do rq-
gulamento a que se refere o decreto n. 4743 de
23 dejunUode '1871, o art. 38 do renulamento
approvado pelo decreto n. 3443, de 12 de abril de
Os candidatos deverao aprosentar, at o dia 16
do dito niez, folha corrida e certidao de idade.
O concurso constara de exereicio do caligraphia,
ortographia, arilhmetica elementar, comprehen-
dendo o uso do systema mtrico e nocoes geraas
de geographia.
O conhecimenU) das linguas cstrangeiras dar
direito a preferencia.
Corrcio de- Pcrnambuco, 22 de Janeiro de 1873.
O administrador interino,
__________Vrente Ffireira da I'orciuncula.
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria provin-
TiBeial, em cumorimento de ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 27 do corrente, perante a junta da fazenda
da mesma thesouraria, vai praei para ser arre-
matado por quem mais der, o imposto de sessenta
ris (60) por litro d'aguardeate consumida.na co-
marca de Nazareth, servindo de base o prego de
2903900 em tpie est orgada a renda annua do
mencionado imposto.
O prazo da arremataeao ser contado da data
em que-seQzer o contrato al 30 de junho de
1875.
As pessas que se propozerem a esta arrema-
taeao. comparecam na sala das sessOcs da^eferida
junta, no dia cima mencionado, peto incio-dka, e
previamente habilitadas na forma da Iei.
E Dar constar, se niandou pnbhcar o presente
pelo jornal.
"Secretaria da thesouraria provincial do Pcrnam-
buco, 14 de fevereiro de 1873.
(i ollicial-maior,
Miguel A/fonso Fcrreira.
----- i rii-i n^.
do- BarSo da Victoria B.-83 e, ma do Duque de
Caxias n. Bi, sendo a duraci'o da sueiedade por
tres annos.
Be Antonio .pinto'Lapa *, G., de cuja -firma
fazem parte'o indicado Lapa e Manoel Luiz da
Silva, com o capital de 4:329*715, spudo a sede
do estabelecintento de seceos eolhados roa do
Ghristovo (bolombo n. 14, e a durfao da socie-
dade por dous annos.
Disjrato.
De Jos Cardse da Silva Pinto, Jeronymo Fran-
cisco Ferreira e Antonio Francisco Ma'rns, cuja
sociedadegyronest'pr'aca soba firma de Silva
Pinto, Ferreira C, fkando o ex-soelo Jos Car-
doso do "SilvaPinto hcarregado da U<[uidaao
diac*cj t natsivo. T \ '
Secn'taria do irilmnul do fommetcie de Per
nambueo, 17 de fevereiro de 1873.
O offlclal-maior,
_^________ Julio GuiiMrts.
InspecQo de saude de porto
_ de Peruambueo, em 18 de
fevereiro de 1873.
Porordeiu do Illm. SF. inspector da^saude do por-
to faco publico que de hora em. diante perutit-
tido aos vapores de reboque, alvareugas e escale-
res communicarem com. os vapores transatlnticos
ou outra qualqucr embareaeSo no lamarao, antes
de serem visitadaspor esta repartigao, devendo.ea-
tretanto, na volta tracarem na barca da alfandega,
n. 1, para que esta tonha lugar: advertindW/porem.
3ue, no caso to navio trazer carta suja, ou ter-se
esenvolvo durante a viagein alguma epidemia
ou molestia contagiasa abordj, que licarao sujitos
a quarentena todos quantos Uveretu com elle eoni-
inuiiicado, em observancia ao que f i determinado
por aviso do ministerio do imperio de 22 de Janei-
ro deste anuo.
O secretario
FWj'x de C. da S. Lobo.
:------------------
tLABACOES.
r 9:500*080
VOLL'MKr- SAHiDOS No ilia la 17. Prmieirap'irla'no dia 18. Segunda porta..... Terceira porta Trapiche Coneeicao 16,226 129 122 222 445
17,164
SERVCO MARTIMO
Anarengas descarre'gadas no trapiche
da alfandega do dia l a 17. .
L'itas ditas n i dia 18. .... .
Navios atracados no rap. da allandega
Alvareugas ........
No trapiche Coneeicio.....
42
i
46
K'lhliEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
UVES DE PERNAMBLT.0
Iti-odiuiento ilo dia 1 a 17. 2>:496*32o
[jeni do dia 18...... 1:335*025
27:054*351
CONSULADO PROVINCIAL
'Rendjmenw do da 1 a 17. 115:502*992
Ideal do dia 18...... 8:32->*667
123:823*659
MOVIENTE 00 WKU
\ncios entradlos no lita i8.
11 a-Nova8 d'us, escuna ingleza Scolia,
. le 170 toneladas, capito BeoryBowdan,
- eqopagena 9, carga .GOO barricas com
bacabao; a Sauaders Brothers d C.
T-riu-N-'V35 (lias, brigue ingle/ Jura,
de 230 toneladas, capito enry Walters,
Oquipagem 10, carga 3,oO barricas com
bacalbo; \> ilsou Rowe A C.
Phiiadelphia 28dias, escuna ingleza Glinv-
pse, de 160 toneladas,*epit4o Endecott,
eijuipagera 8,'carga ,720 barricas com a-
rinba de trigo e o itros gneros a Ma-
theus Austiu &C
: tyres'31 dias, barca ingleza Bells,
de841 toneladas", eapitaoG. I.ynn, equipa-
. mi 10, ion lastro ; ordem.
Kio de Janeiro10 lias, barca Ijrasileira S.
Jos, de 597 toneladas, oapito Francis-
co Mortins da Costa, equipagem 1-2, carga
i if : a Jos Ja Silva Lojo i Filbos.
Vavos s'iiiiilorno mesmodia.
Rio da PrataPatachobrasileiroS. Luiz, ca-
;iitio L. i', de Sjiit'Anua ; carga assu-
<-ar.
SantosPatacho rnglaz Indtttry, capitao
Oefford, carga assucar.
Obseroafao.
Kuspetadea do lamarao para Macei, c
a ingleza Norma, capilar Coollect,
comomesrao lastro qufe trooxe da Ba-
hio.
De ordem da Illm. Sr inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conbacimento dos isteressados, a reJacio
abaiM transcripta, dos credores de dividas de
reicios fin los, rujo pagamento foi aafbrisado
ti ala ordeai ti > tribunal 4o lueaouro nacional n.
' le -21 de J:iOeiro prximo passado.
S. croiaria da tln?ouraria de fazoida de Per-
ineo, 14 de fevereir de 187:1.
O otieial-maior interino
Carlos loa-i de Souza Correia.
Keiacao a mu se refere o edital supra.
Jua(; Francisco de Salles Naviera 191*782
i,,.. Gonralves do Medeiros 191*782
..noel Antonio Cardse 161*384
I renelo da Costa Olivjir 109*390
loao Rapiista Soare.s 115722
Joa Juveaal da Paz 171*600
Krancisc.) Manoel dos Praseres 38ZWO
Antonio Joaquim da Cosa .o Cunha 289*63!
Aggio Avelino da C-sla Paiva 90'OOO
Francisca Paulo de Moraes 169o(Mi
Anua reates da Foaseoa Figneiredo 248*612
Aana Lucia Peraira Pinto Furtado de
Uendon^a 180 50t
Cirristovao IVrcira Pinto 7*H4"
n'iuim Leonel de Alencar 36*66(1
i-sianoTexeira de dio 2005000
Gregorio da Silva 56*070
Proiceth&i Jos fla Silv: 200*00f>
Mn-Hel Joaquim do Na cimento 177.8985
Candido Jorge Dias S3*370
Trajano Gomes da Silva 56*7o0
linMrin Clainlino Machado 18*990
itdlariTno Fidel 3*3(0
Antafo Vicente Perrei -a 3798800
Antonio Jos Das 36*000
Amalia Neto d Mendouca 1:248* 122
larae.
98*000
303*000
2405000
Pela administracao dos correios desta pro-
vincia, se faz publico que foi espaeado para p dia
21 do corrente s 10 horas da maha, o concurso
para o lugar de praticante da mcsina reparti-
cao.
Comi 17 de fevereiro de 1873.
O administrador interino
Vicente Ferreira da Pirau.-icala.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RIXIFE.
A Rima, junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recife, manda fazer publico jjnc
na sala de suas sessoes.no dia 02 de fevereiro cor.-
rente, pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrema-
tadas a quem mais vaatagens offerocer, pelo teui-
po de um a tres anuos, as rendas dos predios em
seguida declarados.
ESTABELECI MENT DE CAR1DAE
Ra dos Aoougoinuds.
Casa terrea n. 26.....
Ra do Amorim.
dem n. 26 -.........
Ra de S.
Sobrado n. 30.....
\ital ue Negreiros (Cinco Ponas
Casa terna n. 112...... '340*000
PATRIMONIO DOS OI'.PIIAQS.
**! Ra das Laranireiras.
Casa terrean. 17.......360000
Ra da Madre de Dos.
Casa terrea n. 4 ........ 1:400^000
Ra da Senzala-velha.
Casa terrea n. 16...... 2095000
Os pretendontes devcr.o apresenlar no acto la
arremataeao as suas liaiu;as, ou comparecerem
acoTpanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia cri-
que fr seguro o predio que eontiver estab el.mp
ment commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretara da santa casa da misericordia do Re-
cife, 1 de fevereiro de 1873.
O escrivao .
Pedro Rodrigues de Souza,
SAMA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE.
Predios venda.
A junta administrativa da sania casa de mise-
ricordia do Recife, autorisada pela i residencia e
de confonnidade com 20 sen eompromisso, leva
praca de venda, na sala das sitas sessoes, pelas 3
linas da i irdu do dia 6 do crrente, os seguales
predios, tomando por base as quantias offerecidas.
Mei-agua do larga da Campia n. 3 260*000
Gasa terrea da ra do S. Jorge n.
92. a casa tenca da ra dos
Gnararapes n. 83 3:300*000
Casa terrea da ra da Matriz da
Roa-Vista n. 56. 2:000*000
dem da ra da Gloria, boje Viscon-
de de All.aquer.iue, n. 6! 2:0 0*003
Mei-agua da na Je Antonio Henri-
ques n.26 18 WO
Sobrado n. 57 da ra da Guia, boje
Restaurado 3:000*ooo
Sec-retaria da santa casa de misericordia do Re-
cife, 1 de fevereiro de 1873.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
I.NSPECCAO DO ARSENAL Df '
PERA'AMBb'C.
Faz-se publico que a coinmisso de peritos exa-
minando-ua forma determinada no regularoento
annexo ao decreto n. 1324 de 3 de fevereiro de
1854, o casco, macVma, c ldira, a parellio,
mastreacao, veame," amarras e ancoras do va-
por Mandahu, da coinpanhia Pernambucana de
Dvegacio costeira, achou todos esses objectos
|*m estado de poder o vapor continuar no servi$o
em que se emprega.
Inspeecao dn^iwni dertalinha de Pernambn-
co, 13 de fevereiro df 1K7.'I.
Francisco Romano Stepple da Silva
- Inspector.
OBRAS PUBLICAS.
A commissao encarrrgada de promover a desa-
propriacao dos terrenos do inarinha compreben-
didiis no [ingerto da passeio publico, ra da jwi-
rora, convida aos Srs. Jos Al ves da "ilva Guirla-
raes, Joaqnjm Claudio Monteiro (herdeiros), An/0;
nio Ramos, Francisca Amalia Moreira, Manoel Jcf
Ferreira Machado, Jos Luiz do Reg e Jos Grm-
calves Ferreira, que apresentarain os reapeetivo
ttulos de posse.a t imparecerem na reparticao das
obras publicas, i* 11 horas do dia 22 iuipreteri-
velmenle, alim de concordarcn sobre o preco da
desapropriac.io.
Repart ao das obras publicas. 13 de fevereiro
de 1873.
O secretario ,
Feliciano Rodrigues da Silva.

Aeaiawra municipal i'e-ta cidade, temi de con-
tratar'dfornecimento das cadoiras aue forem pre-
c.sa^.piira tJo o pToCpsso eleitoral, convida a-,
f irnecedbres dellas a apresentarem suas piopos
t*?-ja arta fechada,. no dia 19 corrente, indi-
.e.\uao?lojfo o'menor>proco porque forooe'cada
urna diariaiue;;
Paoo da cmara municipal do Recife, 15 de fe-"
voreyo de 1873.
Santa cu*n la misericordia do
Heeife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife se eonvida o prente das menores em
seguida declaradas, para que as vio recnlbcr aq
eouegio das oiT*s em Olinda, visto j ter haTidu
ordem para setom all admitlidas. ,
Digna, (llri fle Joaquina Francisca de SanfAn-
na Barros.
Ermini... filha do Joaquima Rosa dos Prazeres
Souza
Auna, filha de Sophia Carolina de Moraes c
Silva.
Joaquina. Jha de Francisca Mara 4) Espirito
Santo.
Maria. Iilha.de Amelia Augusta de Mello Albu-
qiierque.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife-, 0 de fetereiro de 1873.
> O escrivao
___________' Pedro Rodrigues de Souza.
Tribunal Esta secriaria faz publico que" foram archiva-
do os soguintes:
(kmtratos de socedades.
De AnLoiiio Pereira Martms e Manoel Maria
GDmes da Suva Cunha, sob a firma de Martlns &
Cunha com o capital de 28:561686. para o com-
nercio de compra e venda de seceos e molhados
em os ostabelecimentos ra de Marcilio Dias .
4e rjia da Palma n. 4 ; sendo a durfao daso-
ciedade por tres annos.
Be Cardse, Martins & C, de cuja firma fazem
parte Miguel loaquim Carlos Cardoso, Antonio
Francisco Martins e um commanditari com o
capital de 2'fOOO*, sendo o fundo em comnun-
dita do 10:000*, para o commercio de compra
e venda de gneros nacionaes e ef trangeiro, de-
nomtnado de estiva, uesta cidade do Recife, df-
vondo dita sociedade durar por espaco de tres
annos.
De Jos Maria de Souza e Sirva e m commaa-
dftarioseb a lrma do solidario A C, como capi-
tal de S'.fr 0*, sendo o fuTido em eqmmndita de
3:80'-)*' para o comme ci de compra e Tenda de.
seceos c mojhados em o esfatteleciracntohwf'A,
ruado Duque "de Catjas, "deVado a leJde
duraj por eSMr-o de cinco Mne*.
"De Joi Francisco Manuel e Franiseo MaeMril
CORREIO GERAL.
Relacao dos obiecto registrados existentes na ad-
' liiinistracSo dos rotreios desta cidade, para as
pessoas anaixo rteiVcionadas.
Andni4C. Pffrtffra/ Angelo Jos da Fenseca Ra-
mos,: Antonio de Araujo Santos, Canile Marville,
DelmindThereza da Silva, Delio Luigio, Emilia
dfc Moraes Ferreira. Eduardo de Moraes, Felcsmi-
na Josepllina Bento de'S.', *Vancisco Rodrigues
Monsao, Frederico'Dias de S, Ffaieisca de Paula
Res, F. TtteophuV da Rocha Bezerr, FHppe
P. Nabuco de Aranjo, ifilhermina dff Siqueira e
Silva, Geovani Caluchio, Gustavo Guilhcrm^Gon-
alve,s, Isabel Maria da i'ouceiead, Julio A. Teixei-
ra de'Macdo, Ismael Fiancisco de Barros, 1.1.
Smedlev, Hermina Mafra. Joaquim de Olivoira e
Sonza, Joaquim M. da Suva, "Jos Antonio Fer-
nandes. Fralliquo; Jse Ferreira-dp Souza, Jos I.
de J/edeiros Reg, J. I-.' da Cunha Alcanfor, Luiza
F, de Souza Mell, Luiz Keller, Sirgue! Bernardo,
Manoel Raposo P., Manoel oe C. Brrelo, Manoel
P. dos Santos, S. Ferreira de Suttza, Tbomai A.
Espiuca, V. Ferreira de Barros Araujo.
Administracao do crrelo de Pcrnambuco, 13 de
fevereiro de 1873.
O encarregado do registro,
Amaro G. da S. Ramos.
r: '" vwr*
i
m<
FMl
)I\...
Vi
Beneiicio da arlist EfrfiKaif.amaia.
Subir scena o drama em 5 actos :
a mn-N &m\
Segue-se pela orchestra o galope,
JKSUITAS A TROTE.
Terminar o espectculo com a comedia
Os doussurdos.
A qual desempenbada pelos Illms. ?rs. Dr.
Carneim Villela. Theophilo Silva e Joo F.^ Ramos.
Em obsequio beneficiada.
Comecar s 8 1|2 horas.
SANTO ANTONIO.
Previne se ao Ilustrado publico desta cidade,
amadores da bella folia carna alesea, que o thea-
tro de Santo Antonio abre suas portas para dar
quatro esplendidos bailes de mascaras, nos das
Sabbado 22, domingo 23, segunda 24 c ter-.a 25
do cor ente, para cujo fin prepararse o edificio
com loda pompa, aceio e brilhanlismo.
O programma ser publicado brevemente pelos
jornaes.
AVISOS MARTIMOS
chapi
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\nve^Hpo eoMteira a vivjtor.
PAUAIIYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ABACA-
TV, CEIBA, MASDAHU', ACARACU' E GRANJA.
O vapor IpojHca'
cominandante Mouta-
seguir para os por-
os cima no dia B8
o corrente, s 5 Ik>
^afibfibt~'-","*JTgME> fts da larde.
Recebe earga at o dia '36,*n)conrwiendas at*i o
ia 27, (tassagdns e dinheiro aj frete at as 2 horns
a larde do dia da sabida : es^riptorio no Forte flo
latios n. 12._______ '_________
COMPANHIA PEKNAMBCANA
' DE
\iiie;'U(,i1o costeira a vapor.
MAOEI, ESCALAS, PENKDO E ARACAJU'. ,
O vapor Ginui. em-
mandante Martins,
seguir para os ^or-
tos cima no dia 28
do corente, s 5
Recebe carga' at o dia 28, encommeadas atlo
dia-27. passagens e dinheiro afrete al as 2 hors
da tardo do dia da 9abida : escripterio, no Forte
no Mattoso.'i?.
roiliMAniA
COMPANHIA 'rtH?AMBi:C.ANA
ve,
!%'ave^ac04 oostern a vapor.
MAMANGL'Al'K.
O vapor Corurpe, com-
mandante >jiva, seguir para
o porto cima no dia 28 do
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas,
passageiros e dinheiro a fre-
te at as horas da tarde do dia da sabida: es-
criptorio no Forte do Mattos n. 12.
Rio Grande do Sol
Pretende seguir com muita brevidade para o
referido porto o veleiro palhabote Rosita, p r ter
a niaior parte da carga engajada ; e para a que
Ihe falta, trata-se rom os consignatarios Joaquim
Jos Goncalvcs'Beltro A Filho, ra do Com-
mercio D-
Para Lisboa.
' 0 novo e veleiro brigue portuguez Danu/lo, ca-
pilSo Pedro Martins Branco, o prinn iro navio
a aliir por ter j a inaior parte da carga promp-
la, tem bons coinmodos para passageiros : trata-
se eom E. R. Rabello 4 C., ra do Conlinereio nu-
mero 8.
Vm Wrt
a galera portagiieza Firmen, capito-Justino Ro-
drigues Cardoso, vai sabir com brevidade por. ter
a maior parte de sen carregamento prompto :
para carga e passageiros, para os quaes tem ex-,
cellente* comuudos, trata-.-e com E. R. Rabclo &
C.trua do Commercio n. 48.
Para o Aracaty em djreitura SaS uestes
oito dias o hiato nacional Maria Amelia, de 1
classe, capitao e pratteo Francisco Thomaz de As
sis, jtea Hctade de scu carregamento engajado :
para o reto1 traa-* com sen consignatario Anto-
nio Alberto de Souza Agniar, ra do Amorim
n.60. ;____,
Rio de Janeiro.
Para o referido porto, pretende seguir com a pos-
sivol brevidade o brigue Cecilia Cutkurnteuse, por
ter a maior parte de sua carga engaj.nla, e para
a que Ihe falta e eserav.os a fete trata-se coto
os consignatarios, Joaquim Jos Gonralves Beltrao
4 Filho, ra do Commercio n. 3.
IM9HI1IT0
' Gotu potlca demora oeste porto deve seguir
vai/em a galera pirtugueza Asia, recebe carga a
frete barato c passageiros, para-os.quaes tem ex-
ceHentes aojryiii^dav'ies : trata-se com Tito Li;
vio Soar^s. *rfia do Vigario .-J7.
Pajaro Rio Grande .do Sul
Para o porto cima pretende segnir cm mtiia
brcvidadfe a -escuna portugneza Christina, tem
parte de seu cuTogamento, o para o restante que
Ihe falta/trata-se eom os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Olivoira Awredo k C. no seu es-
criptorio ra do Boni Jesus u. 57, i-utr'ora ra
da Cruz.
wlm
Para o indicado porlo, pretende seguir conr p< u-
(08 dias de 'demora a velt ira barca p-irtugueza
Noto Silencio, navio de l.'classe, capl.ao Ferreira,
por ter mais de dos-tercos do seu carregamento
prompto e para o resto que. lito falla e passageiros
I para os quaes tem bons conunodos,) trata-se.com
os consignatarios Joaquim fionealves BeltrAo 4
Filbos ruado Goimieio n. Sr"
Para o Rio de Janeiro
o lugre portuguez Atmediaa vai sabir at o dia 24
do corrente, e pode receber anda alguma carga :
rrata-se eom E. R. Rabell & C, ra do Commer-
cio n. 48.
Aviso
glez
Tasso Irmaos \ C. consignatarios do brigue in
ez Airlo procedente de N'esv-York, fazem
{Trente' aos rerebedores do carga que o mesino
coudoz, de mandarem proceder ao despacho na
alfaudega, para evitar demoras de descargas das
alvarengas, na certezi de que recaliir.10 sobre
aqnelles que derem causa a tes descuidos, todas
as despezas que sobrevenbam ao navio.
LEILGES
Loilio
DE
FAZKNDA8 .
Em eontiiiuaeao
iloje
lfl> Pendra de Mello A <". continuarn o seu leiio
de fazendas comecado hontem, em seu armazem
da ra do Bom Jesus n. ti3, onde espera a con-
currencia de seus fregueses e amigos, devendo
comeear dito loilo s 10 i/2 horas em ponto por
seren'muitos c (Diferentes oslores.
LEILAO
20 caixus
cun
DE
quiejos
flaniengos.
O agente Pestaa Tara leiio, por conla e risco
de qum'pertencer d 20 caixas com queijos fla-
mengos, eserao venaklas em lotes a vontade,hojo,
s II horas da.inanha, no armazem do Aunes de-
fronte da allandega.
DE
100 caixas eorn vinho Bordeaos, Saint Ju-
licn.
HJoje.
O agente Pestaa fr leil.lo, p>r eopta t risco
de quem pertencer, de IDO caixas com vinho Bor-
deamos quaes sarao venddas,em 1 ou mais lo-
tes, boje i9.-as 11 horas da manila, no armazom
do Annes, defronte da alfaudega.
MJUliPi
Qaina-reira SOilo corrente
As II 1['2 (la maulla
O agente Pinho B-irges far leio d- duas cai-
xas, tima contendo couro de lustre e outra ib du-
zias de coidnro; no seuescriptorio ra do Bom-
Jesus n. 53. primeiro andar- .
DE
MASILHRL
segura |>ark os de nerte.
Pirra fretes e jiassegens.
ra do Commercio n. 8.
Dos portos do ,s
esperado at o dia
22do;eorrenteuuidt>4:
vapores da comp
nhia, o qual depois< a
demora do coslun e.
trata-se a- Ag*n*^,'
B*feia7
Seftie'eV! tkR'n -We td d para o indt:?o
porto o velen tiiate garbUi 1 'e^fa e frete la-
tratar com-es Srs." Tass* Irmlos G- a rttavia da *> eOMtuaWta;k>i|5o.
Amorim n. 37.
-
miudezas e ferragens
Ouinta-fcira 10 do corrente.
\'* 11 horas.
Para fechamenio de facturas, o agente Plnho
Borgcs far leilio das miudezas seguntes :
Guarnieoes para camisas, fitas de sarja largas e
estro tas, neos o dendas, entre-meios bordados e
colarinhos, liuhas de cores e dita branca, extrac-
tos linos e agua de colonia, e muitas ferragens
como sejam fechaduras, ferroihos machados, pas
ditas para relojoeiros machadinhas para jardiuei-
ros, facas, nlheres e mais ol)jcctos que se senara
no seu escriptorio ra do Bom-Jesus n. 53 pri-
mei o andar.
GRAXDE E VARIADO
LEILAO
De nioveis, crjstaes, loma, curros,
arreios c um escaler
A SABER :
l'm pianno forto, 1 mobilia de Jacaranda, tape-
tes, jardiueiras, etagers e quadros.
Urna cama franceza da Jacaranda, eolxese
travesseiros, '1 guarda roupa de mogno, 1 toilet,
3 lavatorios, 1 mesa de costura, 3 commodas e
estantes, cabides, 3 niarqnezas e eolxles, 1 cama
de ferro, cadoiras e espelbos, 1 lavatorio inglez.
Urna mesa elstica,-1 guarda-iouca, 2 aparado-
res '2 cadeiras, louca para cha e jamar, clices,
copos e garrafas de^iao crystal, objectos de elec-
tro pate, 4 bandej"as, 1 relogio, 4 quadros, 1
guarda-comida, mesas, trem de cosinha e muitos
oufros objectos de casa de familia.
filil i 11- Iei ra ? de fevereiro
na Passagem da Magdalena sobrado em frente ao
do commendador Manoel da Silva Santos.
B. Whitinam leudo de ir a Europa, levar a
|cilo, por interveneao do agente Pinto, os movis
e mais objectos existentes em casa de sua resi-
dencia na Passagem da Magdalena, em frente a
chcara do commendador Manoel da Silva Santos.
As 10 1/2 horas da manh partir da estacao
da rnado. Brora um born. <|ue servir de pas-
sagem gratis aos concurrentes ao leiio.
O leiio principiar s 11 horas em routo.
Em continuaco.
e a 1 hora da tarde vender o
meanio agente :
Um cscaler com 4 remos (novo).
Urna victoria em perfeito estado com arreios
para 2 cavallos.
Um cabriole! americano, coberto, de 4 rodas e
arreios.

armac,o, paioes e pertencas do arina/cm do
sal e gneros, do arma/.eiri e venda da ra
Imperial 11. 137, hoje Vidal Ue Negreiros.
Sexta-feira 21 do corrente
O agente Martins far leilao, por aulorisaco,
da armac^o, paioes, gneros e perteu-.as de arjia-
zem de sal o taverna cima, as II horas do da
na mesma taverna. ra de Vidal de Negreiros
n. 137.
*J
Wtmm
DE
urna casa torrea, temi duas salas, dous
quartos, quintal, co/.inlia e tanque, na
ra do conde da Ba-Vista n. 113, on-
trora Caminho Novo.
Sexta-feira 181 do corrente.
A'S 11 HORAS DA MANH
O agente Pinho Borgea far leiio da supradita
"asa, por conta e risco de quem pertenec, no ;eu
escriptorio ra do Bom-Jesus n. 53 primeiro an-
dar.
LEILAO
O agente Pinho Borges far leilio de urna cal-
a eom dminos, e outro.s vestuarios proprios para
o carnaval, os quaes se tornain reeommendados
por-serem todos de milito bom goslo, no seu es-
criptorio, ra do Bom Jesus n. 33, primeiro andar,
1 hora da tarde do dia 20 do corrente.
LEIL
JA.
DE
200 pares de botinas para liomciis o 100 pa-
res do sapatos do dilToa-ntcs qoalidades
para setilioras e meninas.
SABBADO 22 DO CORRENTE
s 10 horas.
O agente Pinto levar leiio, por cont e ris'co
de quem perlen'cer, de urna caixa marca P P n.
83. a variada bordo do vapor -inglez Chrysotite,
na sua ultima viagem este porto ; o leiio ser
effeetuado s 11 horas do dia cima dito, no es-
criptorio do referido agente ra do Bom Jesus n.
43.
LEIIO
LEIUG
DE
inovris. \mm e mstaos.
A saber:
Um iano forte, urna ta*birw, ,de Jacaranda com
tampos de peora, candieiros a gaz. caslicaes,
. mangas e-escarradeiras, tapetes, relogio de pa-
rede.
Urna cartv franeza' do j^rhnd,''ias meias-
comniodaa e um santuario,'
Um jiM36a para jaular, nm guarda louga, mar
Queza, doze cadeiras, louca.nara cha e janlar,
Copos;'balites; g/irra/as. rtmpoteiras. trem dp
eozinha o oetrt)Tol>jeclos decasa de ferniliav -
Sexta-feir* l do corrente no sfcundo-'niif
^tlar do obrado da ra d'Annilo a, i3.
O agente Pinto levar a leilao por contao-ft.orl
DE
diversas fazendas, umcavallo, diversos obje-
ctos, dividas, e um terreno no lugar Pra-
to Grande 'ongenlio Capricho]
OlABTA-FrMH.V 5 DE MARCO
Espolio do subdito portuguez Domingos An-
tonio Fcrnandes.
O agente Martins far leiio no dia 3 de marco
prximo futuro, por autorisacio do Illm. Sr. Do-
mingos Maria Goncalves encarregado do consula-
do portuguez uesta provincia, de diversas blen-
das, um excellente cava'lo, diversos moTeis, divi-_
das e orna parte de trra no lugar Prato Grande
do engenho Capricho, do termo de Agna Preta,
comarca de Palmares ; sendo que as fazendas se
acham avahadas em 154*350, nioveis e o (-avallo
em 2033000, dividas na importancia de 2I3000.
e o terreno em l:O0D000; todos estes objectos se
acham depositados em^mo de Joaquim Jos de
Arolla.
O leiio ter lugar no dia cima, no armazem
da ra do Imperador n. 48. s U horas.
AOS 5:0e0#000.
BILIIETES aRAMWOS.
4' ra Primeiro de Marpo (outr'ora ra do
-Crespo)-n. 23 e catas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seu? fe-
lizes bilhetes um inteiro n. 411 com 800, dous
meios n. 93 coin300jl, tres uartos n. 2983 cotn
!00, e outras sortes de 40? e 20 da lotera
que se acatfou de extrahir (39.") convida aos
Sossuidores a viramV recber na cnformidadn
o costme sem descont algum.
Acham-se venda op felizes bilhetes garantidos
da 8" parte das lotera^ a beneficio do reeoHii-
mento de Iguarass, (40.*), que se extrahir im
saJjbado 22 do crrenteme*.
PRECOS.
fiilhete inteiro 6JQ0O
Meio bilhete 3*000
Quarto 1J506
EM I'OltgAODE 100H)OOpAaA C1.MA.
Bilhete inteiro 34300
.M..io bilhete 24750-
Q liarlo 14375
Manoel Martins Fiuza.
DOS
TRILITOS URBANOS
DO
Recife (lliud e Mmii>e.
Compra
de solipas
No escnuloro desta com-
pauhia, comprase cuustante-
n-'nle a |i;i'i;-'S razoavois.
solipas de o ticica e sapu-
cia, das seguinles dimen-
soAs : comprimento 10 pat-
_ mes, grossura 9 pollegailas,
grossura i ditas.
Contrata-se com o abaixo assiguado na esta-
eao da r a da Aurora.
Estrada de ferro de Olinda, 23 de Janeiro
de 1873.
Q-jereute interino,
LaiirerUinn Jos de Miranda.
Suppressao dos (rens cxlniordina-
rios dos esjH'iianilsaos siIi-
l)il(l)S,
Em consequencia de ausencia compleade
passageiros, deixar4 asta coipaeh^de expe-
dir trens aossabbados, rlcpotfi dos es|vectacu-
los, a comeear de sabbado 2 do corrente en i
diante.
Escriptorio da companliia, 17 de fovo|Bri>
de 1873.
0 gerente hiteriue,
Lanrenlino Jos de Miranda
TINA"
Est encoumoiulo !! !
Roga-so ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mella.
scrivao na cidade de Nazareih ilesta j^uvinja, o
favor de vira ra Duque de Ca-xias ni -Ifi, Boo-
cluir aquelle negocio que S. S. se c-mipromelteu a
reali-ar, pela lerceira ehao-ada deste jornal, em
fins de dezetnbro de 1671, e di-pois para jaeiro,
passou fevereiro e abril de 1872,~e nada cumprio.
p ir e-i- motivo de novo.chamado para dito
(im, pois S. S. se eleve lembrar 'pie este negocio
le mais de oilo anuos, e -pian lo'o Sr. seu lilho se
achava uesta cidade.______________\
- Na ra Duque de Caxia> n. 4i se dir quem
d algn dinheiro a juros sol) livp linea ne^ta
ciilaile.
"7
Moleque.
Precisa-se alupar um moleque 'e 12 a 14 an-
nos : tratar no arma em do Campos : rna d i
Imperad ir n. 28._________________^^^^^^^^
i ulseira de ouro perdida
Na cidade de Olinda perdon-se una pulseira d
menina,enl c ai ruasdeS. Rento. Pa.o Casena
no, S. Pedro at Malillas Ferreira : pede-se
pessoa que a achou o obs<(|uio de mandar entre-
gar na mesma cidade ao Sr. Justino Campos | ra
de B into, que sera gratificado.
Precisa-se de um criado na ra do Barao da
Victoria, loja n. 7.
\viso.
x
Salvador,cabra, moco, cororaetl u um eriie
fugio da casa do seu senlior. Este eScravo 6 mui-
lo conhccjdo as estrada-, da cidade du Recife.
principalmente nos lugares da Uatarlneira, En-
cruzilhada do Tasso e estrada de Agua-Fra ; ues-
tes lugares que se julpa lar ello asvlado : que a
o [reder leve-o para a cadeia, qne ser gratili-
cado. _____________________________
FilhslFilhs!
DUZE5T0S Mil.
Para os tres dias do ontrudo
Domingo, segunda e Ierra
Lea rjuetn quizar o eneummende queu
pulor.
10, -20, 50. 100, 200. 300, 1-.00O, etc.
Grande fabrico, gratule iabrico.
Duzentos mil Blhios!!...
Dous mil litros de mol de assucar pai -
os mesmos.
Tom -se desde a encoramendat e Olios al
a quanlidade d DI7.ENTOS vil,.
Para que nao baja falta, em satisfazer toda
encommendas que temos tidoeque veriham >-
ter dos lo prei-oiiiSado tiIItos da nossa fal.r1
ca, estamos muid..s de una excedente maclia
apropriada, que piule produzir duzentos mil ftBV>-
em seis horas. S na confeilari do Campo-
ruado Imperador n. 2'i. ________
Precisa-se alugar una escrava qiw.sai1--.
vender na ra, paga-se bein : ra do Imperado:*
n. 2, sobrado.
AVISOS DVgHSOS
= Aluga se urna casa na ra da Praia do Cal-
-dereiro n. 21 ; a tratar na ra do Livramento
n. 23.__________________________r
Exposiqo de plantas viudas
da Europa.
Ra l>(i<|Hc-> le C'iixins n. ti
Por L. Pollorce cnegdo nesses dias toda vare-
dado, de plantas, raizes. senii-ntes. batatas, tanto
de flores como de hortalice, que so a vista do com-
prador._______________________________
Otlerece-.se a anudo hotel Central, portu-
Sueza, j de idade, Anna de Araujo. del, para ama
6 casa de hornera solteitfo, ou mesmo para outrb
hotel : a tratar no mesm-v__________
= Na ra da Palma n. 05 faz-se lhs com
ferfel'.-ap, assim como: Wuga-se iirna preta que
.sirva para vender na jua.______________ *
Principiar s 16 l| Ura#
- Una pessoa que s.ibe fallar, esetvar e tra-
dlizir a lingna franceaa, pnpoo-se a iiwiuar leO
sea casa ou em casas particulares, das 3 s horas da nonte : quem de seus prestimos qiMisr
ntilisar-se-pode deixar caita fechada uesta typj-
dem de "pn i-ifpvV'f gao: mudMhde residencial toaplja com a3 iniciaos MjA.
os movei/V'raB'TOT!*c,8 *"-' mencionado W**4
tneutoi nft'jekrado'da ru* do Apollo n. AS? on
daA aa -Jfc-"------* lr>!lan
EscMTa.
Precisa-se alugar urna para o sorvieu nter,-
temo : na ra da. Cruz o. 28, t. andar .
. Antonio Alves de Oliveira Braga, por ii>-
modos de saude, tendo de se retirar para En-p..
vende o seu armazem de ntolhados, no Vardiu-
ro, em Olinda : quem qui er. pois, um bou esta
belecraiento, sem du\ida o mais importa n)ade
loc.didaile. a elle e irija. Bem como JJCp.-i
seus froguezes que se acham debitados. I&bf
quinde saldar as suas cofitas com hrcvidawa.
Companhia peniambuSla'
de navegacao costefra
vapor.
Pelo presento sao convidados os senhores aci
nistas desta companhia a reuuirem se em assei.i-
Ma geral no dia 2i do corrente a 1 hoo da lar-
de no Io andar de seu predio u. 12, atn Je cum -
prir-se o disposto no artigo 'i eaintttldl S dos es-
tatutos. !
l'.ecife, 12 de feveieiro de IV
Os dreeipr-
Sannders Broter* & C-
________________Keller t< C.
AVLSO.
PrevitK'-se ao Sr. Jos Eleulerio da Sv.
dor no Acude do Mato, Irvjniezia da Mhm do
lieita, qne a sua escrava Tlvoreza e sdnas mtv*
se acham receIhidas cadeia desia cftide.
Ao coiftmerfro
Pelo presento sai convidados os credorc
Jos Crlspiano da Silva a rcimreui-sc na p*
sita ra do Vidal de Negreiros n, r47, *)j
pelas tt horas da manh, aftm de i
bre a liquida:aa'--do; seu rtabelecimenlo._________
O Ilhn. Sr. Di". Francisco tinto Patata, 1er-
urna cana na ra do Imperador n. W,.-arttawei
do Campos. -




i
(
1
i rnj nht|

'- "* .-' ,n


4:
Diario de Pernambuco Quarta feira 19 de Fevereiro .de 1873.


FDNBI(A0 DE FERRO E BRONZE
FABRICA D MACHINAS *
A ra do larih i) Tvtajfc (na di>Bniin) lis. 100 a KM
CAKD0S0 IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, queteem recebido da Europa
grande sortimento d e nsteresda industria agricola, o que ludo vendcm por presos razoaveis.
Formas para aSSUCar pintadas o galvanisndas, de diversos taannos.
Vor^Qvps ll0r'S011taes e verticaesj bem cbnhecidos ncsta proviucia e foca dola, os
,T melhorjs que teem vindo a este mercado.
MoendaS complatas de\lversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada. >
MeiaS moeridaS para assentarem grades de madeira. f
JTaixaS de ferro de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d'aglia de diversos tamanhos.
RodaS dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
frniPPQ'trm concertam com promptido qualquer obra ou macluna, para o que teem
VUULCiws sua fabrjc^ijen, rao,nada, com grande o bom pessoal.
Fn^OTTimPTld'1 3 Mandara vir por encoramenda da Europa, qualquor niaclnnismo,
i^u^uiiiiiiciivuuo para q ^ ^ gorr^p^ndem Com urna respoitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; ncumbem-se de mandar assent
^ ditas machinas, o se reeponsabilisam pelo bom trabalho das mesrnas.
Ra do Barao do Tumpho ns. 101, 102 e 104
FUND 0 A O DE C V R D O S O & I R M O
^QESIAO DO DA.
AONDE ESTA
0 ARTISTA CABELLEIREIRL
BEL-PECH. "
/E' na ra Prineiro de Marco n. 7 A, primeiro andary aonda. p4e ser proenrado pura
os m'steres de sua prrfisso. ,' .
No salo tem bons offlciacs para barbear e cortar cabello?, ponteados de senhoras, co-
trneas, diademas c topetes, tudo da ultima moda. v ... i
Ra Primeiro de Maree n. 7 A, primeiro andar.
Qom peaisar de orna escrava cezmheira,
dirija-se ra de ranto Amaro n. 6, 2 andar.
tten^o'1'
Manuel & C, tendo de retirarem-se t>reve_para a
Europa, vendcm todo mobiliado, com piano, lou-
ca, crvstaes, porcelana, vidios etc,*> uo de snas
"residencias no Arraial, lugar denominado Cot|
ros, travessa do Acude n. .2, com 305 paloieV'de
frente e mais de don mil de fundo, todo cerca-
So ciiii militas fructeii'aV urtfc de ferro, ca-
cimba, deposito d'agua, baimelro e gai dentro da
casa, a qual foi reedificada e tem eommodos para
numerosa familia;* lugar tornasse reeopjtoiendavel
pela pureza e frescura: flb ar, fcel ?il| situacao
pittoresca e agrada vr le 'dfslar pouco das estaeoes
da Casa amarella,/Monteiro e porta d'agua : quem
pretender, d rija-se rua Nova n. 23, ou no me*
mo sitio.
AMUrlIO BIRGOS
DVM''
N. 37,
Ama deleite.
inha
Uflll
Precisa-se de urna que tenlia bqm leite, e sem
filho : a tratar ra do Duuue de Caxias, ou-
tr'ora Quemado n. 70;
Pre*isa-se de urna, que eo-
zinhe e engomme para urna
so pe96oa : na ra do Ran-
AMA
gel n. 9, 2." andar.
Terrenos.
Em Bebvribe a 3, 6f, Me M o palmo, com
fundos para o rio, na povoara : tratar nos do-
Tilingos com o Sr. Meoctros.'
Precisase den
nbae e comprar
(hoje Ilha do Carvalho)
paga-se bem agradando. _______,
AMA
una para COM*
:*na ra Bella
n. 23;
\uia de leite
i
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite e
sem tubo : na roa Duque d Casias n. 91, loja de
miudeza' do rival sem segundo. ; _. -_____
RA DO IMPERADOR
!. ANDAR.
ATTE^AO
Precisa-se ie urna senhora que queira ir em
companbia de una familia para Portngal, pagan-
do-se a pa sagem e mais desperas, gratifica' do-
se-lhe o seu trabaHio : quem estiver neslas coa-
dicoes dirija-se ra estreita do Rosario n 9.
Com urgencia
Precisa-se de urna ama idosa que saiba cozi-
nhar. para casa de pouca familia : a tratar na ra
da Alegra n. 40. ______ *
Ama
V ~hT \ Precisa-se de una malpara o
**-';*r^ vico de urna casa de pouca famili
tratar ra* da Cruz n. 18, 3 o anda'.
ser-
ia :
Aluga-se urna
reita n. 61.
escrava : na ra Di-
Ama
AMA
ques,
!
POPULAR FLUMINEHS!
Assoc apo da beneficios tauteos
Para crcaco de capaes e rendas, e auorfada pelo go
verti Itaperlal
POR DECRETO N. 5022 DE 24 DE JULH DEJ872.
Capittl de responraldiidade admini^t'ativa
1,000:000^000
CONVERSAD DOS CAPITAESDOS SOCIOS EM APOLICES DA DIVIDA PU-
BLICA NACIONAL.
TABELAS
PAGOS ANNUALMEXtE
Aluga-se Una escrava moca para o servieo
de casa : na ma de S. Jorge n. 74.__________
CAZA DA FORTUNA
RA 1." DE MAR0 OUTR'ORA DO CRESPO R. 23
Aos 2O:0<}$OO{>.
O abaixo as-signado tem sempreWiposto venda
os feliies bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamoute, como costuma, at o premio de
4:000.
Precos.
Intciro .'....'.. 24*000
Meio........12*000
Quarto a 61000
_________ Mapoel Martina Piuya._______
Aluga-se una casa i; uito fresca, na Capun-
ga, com 3 quartos, 2 alas, corinha fra, cacimba
e bom quintal : bo largo do Haspital h. <4.
Sorvete.
Hotel da Iidpendeiicia.
Ra-do Imperador n. 32.
Ha todos os dias das S horas da tarde em diante,
sorvele de todas as qnalidades.
Precisa-se de urna ama para comprar
e cozin^ar : na ra Duque de Caxias
numero 75._________ -________________
Na', ra i. de Marco, antiga
do Crespo n. 17, loja, precisa-se
de urna ama, somente para cod-
nar em casa de rapazes soltciros.____________
Na ra da Cruz do Recife n. 42,
armazem, precisa-se de urna cozi-
nheira foj-ra ou escrava, pagando-se
Aviso
^ Fugio di casa de sea' senhor, peia manhl do
5 do crrante, o escravo iienriquo, idade 14 an-
uos pouce mais ou menos, tr preta, 'lentes ;i\-
vos, genjfivas predas, altura pequea, .luvoucal^a
e camisa de riscadmno, chapQ de palha da trra
feicoes miudas o bem ladino ; 'consta andar no
balrro da boa-vista, ou ter embarcado para a
villa do Cabo, e escravo de Francisco Romeu :
quem o apprehender e leva-lo na ra" da Moeta
n. 33, sera gratificado. Mbh
Novo estabelecimento t
, **
dejoias. S
Rita do Cahug 18.
Neste estabelecimento se encontrar;i
um bonito sortimento de joias (pie se
vendem por tal prego que animara ao *
comprador, attento ao vailtajoso syste- 2Jr
ma, ganhar pouco para vender mu- fyt
to, que certamente til ao compra-
dor e ao vendedor.
Tambem se compra ouro, prata e pe-
dras preciosas, bem como se fabrica e ?
concerta toda e qualquer obra tendente
3? mesma arte. .i*
i
fi|||f|I|f|f
AMA
Oioito bem.
Precisase de urna ama de leite na Capunga
i tratar na ra da Amizade n. 4o. -
Na ru da Imperatriz n. 47, an- jft
dar, urna senhera tendo j grande pra-
AUeoc-M.
i
10CJ0C0
No flm de
o anees
10 ancos
15 antiis
20 anocs
2o annos
Urna iupi.icao un1'-'
DEVEM
Sem perda de capital
68W500
2:3723000
6:582/ O
17:088*800
|28'.00
a de 1:(00000 dev? produrr
PRODUZIR :
Com perda de. capital
993*000
3:118*000
8 i 5200
S2:4O2S0D
5;637*76d
So flm da ':> ancos
de;., 10 anac
de lo annos
de 20 annos
io anuos
orno
'
)
)

2:132*000
3 8l9"t0
6:839,5000
13:98o*000
de 2o anos 23:258*000
O objecto desta ass^ciscao mdazir todas as classe' da sociedade, lado o pebres
r ce, a ppDfarim oo po-vir e a girantirem. por mtio da economa, a fortuna dos
liiii.s, o-.lia di relbiee e a traoqaliidade do espirito.
A nquea dos povos, isto a riqne?a particular e a riqueza publica, t*m o seo fun-
dameri'.-i mala solida exa ?aa fonte mais feeund na simples economtjf.
A (feeooMa a proviso do faiaro. 0 que h^". uos sobra qaasi serapre nes taita
amsiih'.
Si ': 1 Popular ie?tnarla principilmente para anidar do futuro das ciasses meos
akutadi; da edada, a administro gao, de conformidade com s-n= esUtuJps, declara qoe
recebe -..!; enj.'.or? por qaantlas mioimss al 10*000 e :-em limite para maiores onsntMS.
Os subscriptores di Popular oo Mtio sejeitoa a onu" algnm de exames mdicos e atiesta-
dos d- vida : seos ca|nt?es accumolados e accrescido3 vantaj-ament passarem, em caso
de morte, a seos herdnro oataraas.
As subs:nriro8s da Popular Fluminense pedem ser feilas.de tres modos distinctos,
conforme o deseio do socio a saber: ,
COMBINAguES.
r 1* Pagamento das prestaQO.'S auonaes ou semestraes (de:de 10*000 t a ma>or
qnanlia ca'da oras) pudendo liqbidar e retirar capital e lacres em qualquer prK-a depci
dos primeires annos; sem perd do c^pit:vl em ntnha caso.
2" laoal ao anterior, porm, com perd do capital e jures no cr.so de deixar de pa-
gar aluma d..s prests$5es marcadas ns apolice.
3* Pi(rami.-nio di orna qnantia (our:;;i mfnn de 100*C00) e de urca s vez e sem
perda pra neobam ca?o cem do capital nem dos lucros.
A 1' eocDb'inacao olferece ao soeio a vauta^m de nuoea perder o capital que tiver
entrega lo;
A 2' arrisca o capital, por rir mai* lucros que os que per lene? m I*;
I A 31 eoobiasgao cil-re:e grandes vantapeov aos capitalista, poi? sem correr ne-
nhum risco pode se garanUf ije se hao de auferir, pelo meos, um ju^o^de 12 0/0 ao aBOO.
Ple-se obter qaalaoer oaira ioformacao no ereriptorio dis agentes da associajo
nesta provincia, Aopusio F. de Oliv.-ira & C, roa do Commercio n. 42.
^ AffeB 5*3=2 CSRS MI
PEMOBESI
Na travessa da ma
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nliores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metasepedras.
Escravo.
PrecUa-se de urna escrava que desemf enhe
obrigacoes de ama de urna pequea familia :
aojarga ao Paraizo n. 28, sobrado.___________
ai fabrica
DE
|Rap areia fina da Baha]
DE
Moreira & Comjxinhia
O abaixo assignado, nico agente dessa
fabrica, avisa ao publico que tem aberto
o deposito de dito rap, no seu escri-
torio rus do Vigjirio n. 21, onde os
freguezes encontrarao sempre a quan-
tidade que precisarem.
Recifo, 29 de aljril de 1872.
Domingos Alves Matheus.
Precisa-se de "un ijnenino. de 12 a 14 annos de
idade, f-MVo ou captivo, para criado de urna casa
de pequea familia, com tanto, que saiba fazer
compras e emenda de servieo de copeiro. A tra-
tar na ra do Capibaribe n. 40.
m
> A penoa que tchou urna caixa de tartaruga
com pequea trma de ouro, no caminho de Santo
Amaro, ao amanhe^r realituir, ser gratilicado; na ra da Santa Cruz
fjozinheira
"Preeisa-se de una eozin^eira para urna casa
jfitrangeini: a traar na ra doCommercio u. 38,
fangar. ;
Frecisa-s
4e urna ama para comprar e o iuhar
quena familia a tratar na K a -Saque
t. *i, loja.
f;
ara pe-
Casias
100#000
las
.' Joao Antonio Gomes declara ao respeitavel
publico que tendo apparecido .outo n me igual
ao seu, de boje em diante se assignar JoaaAn-
tonio Gomes Pereira. __________
O agente de leloe<, Francisco Ignacio Pinto,
pode ser procurado das 9 as 4 horas da tarde
cm seu escriptork),' fu do Bom Jess n. 43, e
daquella hora em diante em casa de sua resi-
dencia na ra do Visconde de- Goyanna n. 38,
(outr'ora ra do Mondego, casa em que o orou
o Sr. Joo da Cunba Neves*. _____
Na botica da ra do Rangel n. 62 se precisa
de urna ama ibrra ou escrava. ,
. Excommungado.
Acab de sahir a luz e acUa-se renda eta
linda polck da actualidade, composicao do muito
sympathico maestro J. Poppe : ra Nova n. 11,
armazem de musirs do Azevedo.
f
ck lia do ensino, recebe dncipulas de afc
i& piano, msica e desenho. *u'
Atenco.
Na ra do AragSo n. 32, contina a fazer en-
commendas tanto paca casamentos como para bai-
les, como sejam j bandejas, com bolinhos e oom
armaco, ditas com pasws de nata, bom bocea-
do e aletria de ovos com armacao, bolo ingler,
pao-de-l, podngs semedo, pers, lombo icheio,
e empadaa tambem se prepara prezantos de di-
versas qualidades. Recebe se encommendas de
bouquets da cravos para t>ale8 e casamentos,
com caixos de gmma e figuras. Encarrega-sc
de preparar qualquer mesa, tudo com aceio e
pertVico : ipiem pretender podo dirigir-se a
qualquer hora do dia que achara com quenvtra-
tar. ..____________________
Aluga-se'dma boa casa terrea nos Coelhs,
roa dos Prazeres: a tratar na ma das Cruzes a.
34, 3> andar, i
V
Quem precisar de amas secca ou de leite,
dirija-se ao pateo fle S. Pedro n. 3, loja, que
achara com quem tratar.________________
l'erceiro andar.
Aluga se o 3o andar do sobrado da ra ufi Pa-
dre Floriano com o quartos, 2 salas, cozinha e
rambrune : a tratar oa ra larga do Rosarh|nu-
mero 22.
Ensmo particular/
Salvador Hcnrique de Albuquerque,.presta-se a
ensinar por casas e collegios particulares, ncsta
cidade e seus suburbios, todas as materias do en-
sino elementar, a alumnqs de um e outro sexo.
Ensin- e pepara as se'nhoras aue se quizerem
habilitar para os concursos as cadeirasTle instruc-
cao primaria ; e todas as tardes em sua casa
pode lecclonar aos cstudantes de preparatorios
que precisarem de habilitar-se para o examo de
portuguez.,
Tambem ensiua geometria e arithmetica com
todo o descnvolvimen*) e apnlicacoes.
Os senhores que se-iiuizerem utilisar do seu
prestimo, podem procura-lo no largo do Paraizo
n, 8, segundo andar; pela manh at as 9, -
Irle das quatro horas em dianle. /
O Sr. Antonio Jos Ferreira, tenha a bondade
de apparecer na ra do Duque de Caxias n. 60
A, loja de Rento da Silva & C, successores de
Manuel Ribeiro Bastos______________
AeiiQo
Pereira da Silva & C, proprietarios da loja do
pavaO, ra da Imperatriz n. 60, rogam a t dos
os seus devedores desta praca a virem saldar son*
dbitos at o fim do mez de Jevcrciro corrente ; e
todos aquelles senhores que se acham eom seus
dbitos atrasados e nao tiverem*vinJo pagar du-
rante este praso, terao de ser incommodadoa judi-
cialmente._________________________
Escravo fgido
WOOO de gi-alicaejli.
Ausentou-se desde o da 13 de maio de 1872,
o preto de nome Alfredo, de irinlae tanjo ,ami's,
crilo, e bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, (lhos grande,
j esteve no engenho do Sr. Luid de Catara, enr
S. Lourenco da Malta, onde consta ter prenlas,
foi escravo* dos Srs. Adriano A Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Gojicalves Bastos, negociantes d?sta
praca; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem -ido
visto por pessoas que o cohhcccm, dizendo que
est forro, assira te podido escapar de ser preso.
Pede-se todas as autoridades e cap tas
de campo que o pegando Icte-0 a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de mludezas do Rival sem
Segundo, que receber a fratificaco cima de-
clarada.
0 Promptido, asseio e
economa.
$ Francisco Jos O nie;ro, alfaiate. par-
Mf.ticipa no re*peHavel juililico pernanibn-
X cano, que abri n ? a offleira na ra do
^ Bario da Vleloria. initr'ura ra Sovi, n.
Ai 46, primeiro aud-.r. Kspera ter proeu- m
2 rado dos cavalheiros do bom gosto, pois K
9 encontrarao trabalho pelo gosto da Enro- Wl
fk pa, e por precos mnito menos do que era.
.* outra parte. >
Est fgido desde o da 23 de janho do anno
de 1871 o escravo Luiz, mulato, alto, cabellos bem
crespos c principiando a bncar. Tem um peque-
no signal de c bellos no uueixo; e no braco di-
reito as lettras-L. F. N. Sabe Kr, trabalha de
pedreiro, envernisa e pinta.
Este escravo tem uurirmo liberto, que traba-
Iba va (e pode ser que anda trabalhe) de'machi-
nista de vanor n'um engenho de Abreu de
Una.
Pede se as autoridades policiaes e capites de
campo que o prendara e fa^am-no conduzir ra
da matriz da Boa-Vista, casa n. 33, onde rece-
berao 150*000.
8 Consultorio medico
fi cirurgico.
Dr. Juno Ferreira da Silva pode ser
J, procusado p ra o ejercicio de sua pro-
J ii-sao em geral, e especialmente opera-
y coas, e molestias cirurgicas no antij
5 C msultoiio de seu pa, a ra larga"d
n Rosario n. SO.
1 Consultas las 9 ao meio da das 3
f\ s o horas da tarde Chamados a qnal-
Jf quer hora. Gotfl aos p brea.
fc?QS?OQQCS3 eOCsiK*2RlB
Precisase de um nienitio de 12 a 14 anno.
para caixeiro : na pa-laria da ra do Rangel n. 9*
Aula particular.
Jos Carlos da Costa, pfpfsmr irovisionado
pela instrucc^o publica, tem aborto sua aula par-
ticular instrucejio primaria, na na da Guia n.
42; oflereee seus prestmos aos pus de familia,
para quem dtdles quizer se utilisar.
*
DICO-CIRl-RUCO I
DO % <
Dr. J. M. *ii'io B
OPERADOR E .TEIRO g
n. 23, pri- R
ll'IO
TEIRO
Ra do Mrquez de Olind.i n. 2.
ineiro andXr.
Consulta das 7 horae s 10 da manha.
das-7
Chamad .8 a qualquer hora.
e a
Precisa-so 3e un homein para pucli;
dor de roda, e um menino para recebedor d
papel : n'csta typographia.
\
Acba-se fgido desde o dia 12 de dezenv
bro do anno prximo jiassado o molcque Altino,
de 15 para 16, annos de idade, com os signaes
seguintes : cr fula, secco do corpo, olbos vivos,
pernas tinas, muito ladino, levou vestido calca
e camisa de algodo de litras; suppde-se elle
andar mesmo pelo Recife, ou pelo matto, na fre-
guezia de Ipojuca, no engenho Pinderama, onde
tem um irmao forro : roga-se a apprehensao do
dito escravo e lova-lo em Olinda no sitio deno-
mnado Jardim 'Botan'co, aos seas senhores, qu
alm de gratos, ive mpensarao generosamente.
Escravo fgido
. Do abaixo assignado fugio um seu escravo,
pardo, ou simi-branco, natural desta provincia,
de nome Joao, cabellos quasi carridos, pouca bar-
ba, de estatura regular, qual gostava de carre-
gar canecos d'agua para andar vendendo, ten-
do urna verilha quebrada, o .qual est fgido ha
tres mezes : quem o pegar ter 50*0'J0 de grati-
loaco, e leve-o a seu sonhor ra do Impe-
rador n, 7o, de quem receber a mesma grati-
ficacao ; e protesta o abaixo assignado usar de to-
do o rigor da lei, contra quem o tiver oceulto.
Francisco Raptista de Almcida.
Saques
Sobre o Porto, saccam Cunba
praso e vista ; ra da Madra de
Irniaos & C, a
Deus n. 34,
Fugio do engenho Pontal, em Serinhaem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Sitno, com os
signaes seguintes : estatura regular, corpo secco,
cor alaranjada^ barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descancada : quem o pegar leve-o ao
seu sepbor o tenente-coronel Vicente Mendes
Wanderley no dito engenho, ou no Recifa ao Sr.
Bernardino de Sena Poirtual, na ra da Madre de
Daos n> 36, que receber a gratilicco de 100*.
Aluga-se o 2o andar e sotao da casa n. 34
ra dq Visconde de Itaparica, outr'ora Apollo,
com eommodos para numerosa familia : a tratar
na mesma roa n. 51 com o Sr. Bento de Freitas
fiuimaraes. ___________
-Attentfe.
Quer-se alugar urna escrava para o servieo ex-
terno e interno de urna casa de pouca familia : a
tratar na ra do Imperador n. 25, 2 andar.
' O abaixo assignado pede aos consumidores
de seus cigarros que
que tem em cada mas
bricado, que ha hoje,
nome, de More ra, ra Ii
todos sabem qne, ha m
ao lado de cada mi
a attencao dos consui
tem como se fosse el]
de equivoco faco este
o rime de Figueiredoj
elle fabricados.
Jos Antonia
estem attencao ao nome
de cigarros por elle fa-
ma chapa igual com o
penal n. 149, pois como
de um anno,mandei por
um annuncio chamandp
dores, e at isto mesmo
primeiro, e para livrar
juncio pedindo que leiam
ue sao os yerdadeiros fror
Domingues > Figueiredo
Aluga-se umaTbcrava recolhida, de idade
de 16 annos, qua saM coser, engomraar e eozi-
nhar para o dtario de urna easa ; bem como ou-
tros servicos ordinarios : no pateo do Paraizo nu-
mero!6.
E' elle
O abaixo assignado sendo incumbido de qui-
dar com pessiraos devedores do Sr. Lenidas, Tito
Loureiro. o fez : cujas ordens recebeu vocalmente
por confiar na palavra d'esse negociante matricu-
lado___ razao porque nao exigi que a procu-
racao o declrasse : petante es tribunaes compe-
tentes provar a real liquidaco; pois felizmente
negociantes d'cs'.a praca conhecem a situaco d6
Candido Ladislao de zevrdo, e Jos Nepomuceno
Galvo, com quem liquidei.
Recife 18 de fevereiro de 1873.
_____Jos Luiz da Costa Gomes.
Nafundk*o doStarr.
Precsa-se de\m hbil moldador em ferro, e
de um ferreiro qu seja capaz de fazer obras pe-
sadas e cora perfeiedo ; oj'que estiverem nestas
condicoes p dem apparecer no escrptorio daquel-
la fabrica.
Para cozinhar.
Precisa-se de um ajudante e um criada para
todo servieo : rfla Nova n. 52. 1. andar.
Precisa-se de urna ama para cozinhar o com-
prar : na ra do Imperador n. 16, 2. andar.
Precisa-se
de urna engommadeira perita, para dua pessoas,
pagando-se bom salario : a tratar na ra da Ale
gria n. 38. ____
Nao ha mais cabellos
forneos.
IA JAPQNEZA. .
Soe nica approvada pelas acadimias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido: at hoje. Deposito princi-
pal i ra da Cadeia do Recife, hoje Mar*
quez de Olinda, n. 51, i. andar, e em
tollas as- boticas e casas de cabelki-
reiro, '
AOS 5:000*000.
Esto venda os falizes bilhetes da-loteria 'da Ba-
bia, na casa felizj do arco da Coaceicao,. loja de
ourives, no Retifa.
Mellioilo CasHIho.
Ra da Penha.n. 25, primei-
i ro andar,
Secundino Jos de Faria Simos, professor
particular de instmecao elementar pelo methodo
Castilho, avisa ao respeitavel publico c com espe-
cia I ide aos pais de seus alumnos, que est aber-
ta a sua aula desde o dia 7 de Janeiro ; na,ra
da Penha n. 25, l. andar, aonde recebe pensio-
nistas por preco commodo : o mesmo professor
promette muito se esmerar no adiantamento de
seus alumnos. ____
Hospital Portuguez de Bene-
ficencia em Pernambuco.
Sao convidados os socios dcste hospital, para
comparecerem assembla geral, que dever ter
lugar, domingo 23 do corrente s 11 horas da
manha. afim de se proceder eleico de 3 mor-
demos em substituicao aos que declinaram de
suas nomea';oes. Era seguida ser lido o relato-
rio do anno prximo passado e o parecer da com-
misso de contas e tomarao posse dos seus cargos
com a solemnidade do costume os membros da
junta administrativa, que teem de funceionar no
corrente anru.
Hospital Pertuguez de Beneficencia em Pernam-
bnoo, 18 de fevereiro de 1873.
Luiz Duprat,
Secretario.
Carnaval.
Na ra do Duque de Caxias (antiga ra da
Cruzes) n.j 23, casa do bem conhecido alfa ate An
selmo A. de Azeredo, acha-se um completo sor:
timento de vestuario para o carnaval, nao s par;
homens como para senhora, como sejam ; pier
rots de todas as qualidades, domin?, chicards,
vestuarios nespanhoes, sobresahindo um rico ves>
tuario de senhora.
O abaixo assignado previne a todos os &
3ue se dignaram assignar um vblume de .
e seu finado irmaq o bacharcl Antonio Rangel (e
Torres Bandeira, que breve tem de sahir do pn
lo, que as nicas, pessoas encarregadas de r
cebimento das respectivas assgnaturas, sao
Srs. Dr. Aprigio Justiniano da Silva Guimares
o Rvd. conego Francisco Rochael Pereira de B ji-
lo Medeiros. (
Recife, 18 de fevereiro de 1873.
JoelVcente de Torres Randeira.
ae ,V
Escravo fgido,
Acha-se fgido desde o dia 9 de Janeiro deete
anno o escravo Antonio, crioulo, de idade 22 an-
nos, estatura e corpo regulares, cor preta, cabel-
los carapinhos, rosto comnrido, olhos flor ido
rosto e amarellos em virtude do vicio de embrea-
guez a que se entrega, dentes alvos ; consta que
se aluga como forro, ja em Santo Amaro o j em
autros lugares de3ta cidade : roga-se a todas as
autoridades policiaes e capites de campo que o
apprehendam e conduzam-no casa de seu .senhor
Miguel Jos de Almeida Pernambuco, ru do
Barao de S. Borja (antiga ra do Sebo) n. 8.
Attengo
. Fartaram da ra do Sol, hoje Mrquez do Her-
val, n. 15, um par de oculos de ouro, de grao n.
5, para miope : a pessoa a quem for offerecido, o-
apprehenda e leve-o mesma casa, que ser; ge
nerosamente' recompensada. '
'<
Aluga-sc
A casa n. 7, Passagem da Magdalena.
ltenlo.
Quer-se alugar urna escrava para o servieo
externo e interno de urna casa de pouca familia:
tratar aa 151a du Imperador n. 25, segundo an-
dar___________________f_________
LivreoU'escrava.
precisa-se de urna ama anda mesmo de meia
idade para urna familia de dua pessoas: a tra-
tar na ra do Cabug 3 A, loa do Collar de
ouro.
Engenho
Arrenda-se o engento Cidade de Pars, sil i ha
fregnezia do Cabo, distante tres legoas da estarao
do Olinda, tena muito boas ohms, c-hom d'agua c
de excellente produecio : a tratar com o proprie-
tario, no sitio S. Fitlelis, no mr-smo engenho.
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga ra das Per-
nambucanas "n. 23, tendo boa casa de vwnda,
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na ra da Imperatriz n. 9, pri-
meiro andar.
CZS^s^s >
m
ABJETE
Medico-cirurgico
P.A DO IMPERADOR N. 73, 1 ANDAR
ODR. NNES LA.G0STA
MEDICO OPERADOR E PAbTEIRO.
KSPFX1.-.L1''A0I'S.
Molestase operarles fe olhos.'
Cora radie i e islanoei dos
eslreiUmenbi? da uretra.
Consolas:
da ruanb.
Chamados
D:s 7 s 10 bons
A q:ia!qner hora.
1
Aluga-se o armazem e 0 primeiro andar da
casa n. 20, da ra do Bom Jesjis: tratar com
Cramer Frey & C, n. 02, da mesmajrua._______
^~Perdeu-se na tarde do-sabbado 15 do corren-
te, do caes 22 de Novembro at a igreja de S. Jos
de Riba-mar, um p de Linterna de carro, de me-
tal principe : quem o achou, querendo rest.it.uir,
leve-o cocheira do IgnaeK junto a estngio do
arco de Santo Antonio.
Urna pergunta ao Sr. Morei-
ra da ra Imperial
E' o senhor o proprietario da chapa c titulo dos
Cigarros Maurity e outro, ou o Figueiredo do
boceo Largo ? O senh<4- diz e:n seus massos de
cigarros, que o inventor, nao sei como pode ser
Vine, o inventor hoje, quando elle ha mais de um
anno diz : o fabricante pede como inventor destes
cigarros, que os consumidores reparem para a
firma do rotulo, visto havorem ramios fabricantes
imitantes. Vmc. diz hoje a mesma cousa, isto i
Vine, querer tirar o direito a quem pertcnce, pois
alcm da chapa ser igual Vmc. anda diz, do fado
do niasso o mesmo que He. para poder confun-
dir os consumidores ; mo isto de parecer-si
com outro para poder assira vender sua fazanda.
Mana Cndida Goncalvcs convida
aos prenles o ani gos de seu fnadi
n areo Manoel Luiz Go calves, para
a>si>tirem a missa que manda resar
no dia 19 do cor ente, s 7 horas da
mnha, na orJem 3' de S. Francis-
co, Io anuivcisario do seu falleci-
mento.
-v r-
0 geuro, lhos c mais prenles
do tinado Manoel Antonio Veira
lecen eorwiliDentes pessoas
qiic assistram o enterro do tinado,
e de novo rogam a todos os seus
amigos para asstirem a mista do
stimo dia. dato wtk-lagar na-ma-
triz do Corpo Sanio, quinta-mira 20 & corrente,
s 8 poras do lia ; assim como aproveil m i ocea-
si o para agradecer i ciedade Luso Brasilei-
ra a parte que tomn n"ii sn la morte do mes-
mo Duao.

FlrintlrtPi'HxcdcsflcNaiitAiiua
P.ir alma fiesta Dnadam, manda o
seu sohrmho Joo Pereira da Sil-
velra Jnior e sua mulher dixer
urna nii-M na ordem 3.a do Carmo,
s 7 1|2 hor. s do dia. quarta-fii-a
19 do corrente, 7." dia do seu pa-
samento para a qual convida a seus pareles e
amigos a assistirom este acto drfearidade-_______
SBT
Precisa-se de una cozinheira. e compiadoi-
ra para casa de bomera solteiro : na ra do Pa-
dre. JFIoriano n. C9, 2o andar.
Associaga Poitugueza
Beneficencia
de
V.OS
Uiuprc^ados no connucrcio v> in-
dtMtrin mi Pei'jiiaiubiico.
Scientifico a todos os senhores asossiados qu
em vista de nao ter comparecido, no dia 9 do cor-
rente, numero sufflciente u\s socics com que po-
desse funcionar a assembla geral, foi adiada a
sessao para o dia de sexta-feira 21 do corrente.
Peco aos senhores associados quorain comparece
pelas 8 1/2 horas da noute, nesta secretaria, no da
e hora designados. ,
Recife. 18 de fevereiro de 1873.
Sotante' Y. F. Guimares.
secretario.
Escravos fgidos.
200^000.
Ausentaram-se dus esravos irmaos: sendo um
de nome Lourenco, de idade de 26 a 27 annos, es-
tarna regular, ebeio do corpo, cor clara, cabellos
estirados, rosto redendo, e sem barba, levou calca
e camisa branca, e chapeo de feltropreto; e o ou-
tro de nome Andr, da mesma estua, mais moto
um pouco do que o outro, tendeas mesmes sig-
naes do irmo. Foram comprados: Lourenco ao
Sr. Claudino de Albuquerque Mello, da comarca
de Patos, provincia da Parahyba, e Aodr aoTir.
Joo Francisco Gomes de Arroda, da comarca do
Limoeiro : tendo fgido aquelle n. da 26 do cor-
rente aoeiro) e este hoje-30 do mesteo; suppoe-se
qne seguiram a estrada do LimoeA a Serra do
Teixeira roga-se toilas as autonlaites policiaes
e capites de campo que os appreheftdam e con-
duzm ra do Apollo n. 30, arraaera de assu-
car, que se gratificar com a quantia acuna.
Fogoes econmicos.
Nova qualidade do fogoes para cozinhar, os
quaes cqntm em si fornos para assados e caldeiras
para agua, de diversos tamanhos, pelo que se tor-
nara recommendados pela sua hoa qualidade e
economa.; assim como os j conhecidos fornos
franceses, fogareiros para aquentar ferros cora
muita brevidade, guarda comida e ferros para al-
faiate a" chapeleiros : tudo na rta do Barao- da
Victoria n. 39 (outr'ora roa Nova) loja de ferragen
de Sonta e GfimarJes. _________________,
Iscravo fgido.
Contina fgido o escravo Luiz, que tem os se
guintes signaes : S2 annos de idade, pouco mais
ou menos, estatura regular, pardo, barbado, cabel-
los carapinhos, rosto redondo, tem urna peina ta-
chada de erysipela, "levou roupa de.embarcadico.
Eresurne-se que^teja no engenho Sant'Aona, era
Santo Amaro de Jaboatad, onde tem prenles. Pe-
de-se a todas as autoridades policiaes e capites
de campo, que o apprehendam e o conduzam
ra do Barao do Triumpho, antiga do Bt>mi, tt?.
12 e 94, que.seo generosamente gratificados.
Argemiro Pereira daSlveira e sua umlner Anna
Ciara Pereira da, Sdvdra, agradecem as pessoas
que acompanharam o cadver de sua mui presadi
lia, Rorinda Prxedes de Sant'Auna, ao cemiterio
publico, os mcsraos couvidam os seus prenles e
amigos para assisliren a una missa que tem de
mandar rezar na ordem 3.-1 do Caimo, s 7 horas
da manha do da 19 do corrente. stimo do seu
psssamonto.
Manoel de Jess da Silva Pedrozoe Antonio Sa-
bino Ferreira Callado, agradeecm as pessoas que
acompanharam o cadver de sua mui presada mi,
Flormda Prxedes de Sant'Anna ao cemiterio pu-
blico: os mesmos ^convidam os seus parentes e
amigos para assistrem as mssas do stimo dra
que tero lugar no da 19 do corrente s (
da manh no convento de Nossa *
mo*
Sonhora do Car-
amigos
Jos Luiz Alves Vllela, manda
rezar, urna missa no dia qninta-fe-
r 50 do correte na matriz da
Boa-Vista s 7 horas da mana;'.,
por alma de seu mui digno amigo
Jos Jcronymo de S oza Limoeiro,
e convida a todos os seus prenlos
lara assistrem a este acto de caridade.
i
JllllPLU til llll
Edgard Cmbaro d lices de franpez, tan-
to para fallar como cscrever esta lin-
guaem pouco terapoe por methodo mui-
to fcil: na ra da Aurora n. 41,1.* an-
dar.____________'_______________
Est para alugar-se o 1* andar da casa da
travessa do Duque de Caxias n. 1, pintado e caiado
O abaixo assignado avisa a todos os devedo-
res do seu estabelecimento sito a ra do Impera-
dor n. 26, que nesta data autorisou o Sr. Hugolino
Giraldes a liquidar todas as dividas o mes-
mo estabelecimento, quer contrahidas so* a actual
firma, quer sob as de Rodrigues & C, e Rodrigues
& Freitas,s quaes perteneeram o mesmo estabeleci-
mento sob a denomnatao de braco de 9uro.
Recife, 19 de fevereiro de 1873.
Jos Gomes e tYeias.
i
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
taverna e idade de-15 16 annos: roa da lfee-
da n. 29. <
Sociedade beneficente Luzo-
Brasileira.
Por ordem do irmao presidente facfl*^ a
todos os senhdres socio que as sess&a da ureeto-
ria ficam transferidas paa as qumta-feiras as 7 ho-
ras da noute. Aos senhores candidatos approva-
das convidase virem iniciarse.
Secretarh da sociedade *eneficente Liuo-Braii-
leira, 19 de sVerejro de 1873.
' ^01* secretario,
Bento de Souza Hit





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.
Diario de Pernambueo Quarta feira 10 de Fevereiro de 1873.
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A1LTA MOVID/1DE2
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JTOS! HE AZEVEDO
Ra do Bar&o da Victoria n, 11, armasem, e 12 aniar, antiga ra Nova .
aonde o publico em gwal encontra]sempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos. de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra. V
Acaba de abrir no primeiro andar do sobrado 13 confronte i
botica Msurer, ura i;rande salo onde esio ejpostos os magnficos
MTM.Ai%%Wi9 de armario, de PleyeJ.
-------- de meia eanda, do mesmo autor.
AZEM,
l
de H. Henrr.
de Amede Thibout.
nico agente nesta eidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRHES
rentados em diversas exposi;5ss om.14 medalhss de onro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqu vem da Enrona, peifeitamejite afina-
dos, fetos com elegan ;ia e solidez.
D'anni emolante continuar a annn iciar todas a* pnblicacei qae se. forem nendo as snas officraas de miisicas.
Tambem receben grande sortimento de morcas para pian*, piano e
canto e entre ellas as lindas composicSe? do milito sympatbico maestro
F. SUII\I
A SABER:
Voc me quer Walsa.
Olga Mazurka.
La Separacin! Para canto.
A Luz elctrica, grand a Walsa.
Franco Brasilerro Polka.
Tomada de Valleta . Galope.
J'ninlia Walsa:.
A Libertadora. Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Mmha I.vra Walsa.
A Natalicia Polka
Stndiente Po'ka.
l KiuiaS publicares
Feitas as offleraas de msicas
do annonciante.
Emilia, polka por I. Smoltz.
Circaclaoa, icbotcb, por Smoltz.
Jardim do Campo das Prie za-,
qnadrilba, poJ. Popne.
Cbuva e Rosas, Walsa, por H. Al
bfrtazzi.
QUESTAO DO DA
(/," pela b-Ht/a que melhor se
noverva o mundo).
Grande agitarlo I... Todos allam I.... gri-
tam !... escrevem '... lastimam-se t... cno
ram... e nlo comem ? nao bebem ?
Eis a fniifiso!!
Meditemos, pois... .
Alvicaras !... Alegrai-vos, bolla e heroica ci-.
dade do Recife, que vai desabar sobre a cabeca
de cada um de vossos invictos Albos urna nuvem
prende de mgicas inspirares a veracidade
deste annuncio.
Queris conseguir i fins ? empregai os meios:
apuris vossa imagieacao, vasai na vossa intelli-
gencia urna gota de hspiraeao eterejs resolvido,
fulminado aquestao do dia,(
Ouereis

Pois bem, fortificai os pulmoes, desempedi a
larynge, rgentinai a voz, adquir o dom da per-
suasao e finalmente sirac^ai sem hesitaco a por-
tentosa inspiracao qus vos offereco e tereis toreas
suficientes para discutir, convencer e.. .derrabar,
para sempre a magnaquestao do din.
Queris ludo islo
9
Vinde ao mnito proconisado armazem do Cam-
pos, rna do Imperador n. 28, e comprai certas
e especiaes vidual has, (exquisitas e excitantes)
par dos coruscantes e:inos vinhos, pao esquecendo
os finissimos e caimanes licores, lembrand-vos
dos rarissimos o delicados aceprpes,- (alem do eu-
tras imuitas cousinhas boas' que fieam oceultas
oestes.....para despertar a curiosidade dos aman-
tes da....) e veris que depois de teres saboreado
essas finas e detlcadaj iguarias vos appareccr
urna tao enrgica inspiragao covisa inaudita) que
vos considerareis motamorphoseado em alguna
propheta, abundando a vossa imaginacao de cal-
culos infalliveis que vos farao resolver em um
pice o grande problema que prende tao forte-
mente as vossas atiendesquestao do dia.
FUNDICIO DO BOWMAN
'' RA DO BSUM H. 52
(Passando^ o chafariz)



liliviiliies i
.Veste caso l vai:
Com a barriga vasia
A cabeca arde, enfraquece,
O corpa .reme, vacilla,
A razio dcsapparoce.
S. 28 roa do Imperador N. 28
PEDEM AOS seabores de engenho e ontros sgricoltdr e, e mpregacbres de n
chilsmo o:favor de cma visita asea eslabelecnuento, para verem o iiovo sortUneoto
completo que ah teto; se ido tudo- snperior em qaali.dade e fortido; o que cota a ins
pecoso pessoa I pdese verificar.
ESPECIAL ATTENQOAO NUMERO E LUGAR DE SUA F^DigO
VanhFAft A rn'daa *a ttpur* O I UU4S U 4^ad mach0s convenientes para as diversas
circamstancias dos aenhores proprietarios e.para descarogar algod3o.
HoendaS dfi CS.Hna d8.tod0S o813^"^ asmelaores' qae aqoi
Rodas dentadas..para ^*'agua e varor- J '
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques a fundos de alambiques.
IffAPTlinifttnnR para mandioca ealgod3o,| Podendo todos
uA.aK/Lxiuioiu\JO femara serrar madeira. f ser movidos a m3o
'Rnmhfl.a Pr asaa vaPP
vtuuao de pajtoata, garantidas........ | ou animaes. "I
Todas as machinas ePefa8deqaasecostnmp.recsar-
da macbiitis'mo, a prego moi resur
Faz qualqer concert
Formas de ferro
Encommendas.
no
tem as nulores e mv* baratas existentes
cado.
Iacumbe-se de mandar vir qualquer machinismo vo
tade dos clientes, lembnndo-Ibes a vantagem de fazerem
snas compras por intermedio de pessoa entendida, e qae em qaalqaer necessidade pode
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos e iD8trDtDentos 3gricoIas-
RA DOBRUM N. 52
PASSANIM) O CHAFARIZ
|BO
VAPOR FRANCEZ
RA DO BARO DA VICTORIA
N. 7Outfora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e de.
elegantes modelos, dos mais notavisrc bem co-
nheeidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C. : no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ju-
. tr ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Bi*nas de luxo e phantari*, brancas pretas e d
duTerentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancoe
e de cores para' senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sapatos de cofdavio Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
corno para meninos.
Sapates de Sser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens. ,
Abotinados de muitas qualidades e presos para
meninos e meninas.
Sapates de verniz com sola de pd proprio? par*
sitios, jarduis e banhos, sortimento para hohiens
e senhoras.
Sapatos de tapete, casemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e fraqcez.
No armazem do vapor francez, ra do Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trilice, agua de fl r de laranja, agua de toire-
te, divina, florida, iavande, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractes, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rente? tamanhos d'agna de eologne, tudo de pri-
meira ffualidade dos bem oonhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora' Nova n. 7.'
Mascars para o carnaval.
O mais importante s/trtimento que tem vindo de
mascaras de massa, de rame e de seda, nariz
com oculos, barbas etc., preeos muito bara-
tes tanto em grosso como a retalho.
Xo armazem do vapor francez, ra do Barao di
Victoria, utra'ora Nova n. 7.
Para viagens.
Maito boas malas twlsas para viagens de vtr'..
de caminhos de ferro. '
EstojoS de viagens rom w pertQncos noowsau.
para barba. ,,
No arrrizom do vapor francez, Braaop arao
da Victoria, outr'ora Novan .7.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napolea* e a-Gnilber-
me, perneiras e meia^ perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france, f fa de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.. ..
,Mobilias de vimes, h
Cadeiras de balanco, de braco, de guarnieses, so-
fs, jrdineiras, mesas, conversadi Iras e-cost-
reiras, tudo isto mnito bom por serem- fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Baro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de tliffcrentes gostos e
"ulaantazias.
Espelhos dourauos para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Lavas de Joavih, de fio da Escocia e de eamurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentac retratos.
Diversas obras'de ouro bom de lei garantido.
Correntes def plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos }imitacao e botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
ejtoilette,
Pmcenez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos do ago fina; e de todas as graduales.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chieotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desemjjaracar e para
E:
\
scmvo ld
Ansento-^, def3 o dia 2 de feverein
corren te auno, o preto de nonio Benedicto
anuos punco mais uu nionoc, eiotrlo,< bistanic
ladino, falla Dtatasa, cantador de vdas, Imhh
carpina, estatnra alta, espadando, barbado, um
pouco tato, tendo a testa pequea, ftrffa de denles
na frente, ps feios, e com una cicatriz ou mar-
ca por cima do p esquerdo, q(ie foi um tallio de
toda largura do machado, nasceu no enfrento liu
jury de Goyanna, leudo passado ao Sr. Lniz Ca-
valeanle de Albnquarque, morador na eidade de
Goyanna, ojrio tem mi e parantes, e do;tc ao
Exm. Barao de Nazaivth, tendo tambem pass do
muito lempo no Recifo, lovou en sua comjonbia
um meniHO orpliao, de 13 annos.de idade, pardo
claro, bom cabello e calado, cujo menino tutel-
lado. Pede-se a todas as autoridades o capit es de
campo queos pegando leve-os a ra da Pen a n :>.
ou uo engenho Furna, da freguezia de Santo Amaro
de Jaboatdo, que ser generosamente gratiiicado.
Dinheiro perdido.
O te ente-coronel Manoel iaquJm do Pego Al-
buquerque, perdeu sexta-feira 14 corrente, do
engenho Peres / a esta eidade. a quantia ile um
cont e cincuenta mil ris, sendo tres sedulas de
duzeatos milrs., duas de cem e cinco d<> citcoen-
ta : quem achou este dinheiro, se o restituir ser
genero;aiueiite recompensado._______
Attencao.
A pessoa que sabbado 13 do corrente jecebeu
i barril de vinho branco, que por engao car-
regaram de junto da igreja da Madre de Deas, o
favor de dar parle na travessa da Madre de eus
n. 1, armazem de Ferraz & Pereira.
Atfeiicao ao carnaval.
Na ra estreita do Rosario n. 33, I. andar, tem
um grande sortimento de ricos vestuarios de prin-
cipe, bord dos a ouro e dminos de muito (rosto,
vestuarios proprios para bailes, feilos com todo
gosio ; tem Mrt alagar e vender tudo por muito
barato precojvistuftris em nnito bom estado, para
alugar a o, 45 e i, e os ricos a 3 >j. 20 e lOi,
dminos bordados novos o vestuarios de priucipe.
--------------- .
COMPRAS.
Compra-se penas de ema
da n. 19, 2.' andar.
na ra da Moo-
Compr
Diarkis a 5& a arrobo : na
n. 14, fabrica de cigarros.
am-se
larga do Rosar
na
muito finos, para limpar cabera,
para roupa, cabello, unhas e para den-
MEURON &C
Am^
MI
aos compradores do bem conhecido ci acreditado rap
REA PRETA, qne reparem nos botes e meios botes,
pois qne os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confandir com o d'aquelles.

Os apreciadores qne qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de MEURON & a, e a desig-
nado de REA PRETA. '
uron a c.
barcia.
Ditos de marfim
Escovas
tes.
Carteininhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de'domi-
n_ e outros niuitos differenles joguinhos alle-
mes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagera de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil as
crianras.
Argofinnas de marfim para as crianras morderem,
bom para os dentes.
Berros de vimes pan embalangar criancas.
Cestinhas de vimes para brac;o de mehmas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
zas. ,
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para c-ndieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escomidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
testas.
Baldes aercostaticos de papel d seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores d palha e de pennas.
Te_sourinha8 e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos. para mangas e lanternas.
Tinteiros de louga branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua'
dros.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
cas.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de vetos com lindas pegas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, o antros muitos artigos de quinqui
1 haras dUBceis de mencibnar-se.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
Viotoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desojar de- todof
os brinquedos fabricados em fifferentes partei
da Europa para enlreteniraento das criancas;
ludo a presos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, ra do Barao
'a Victoria, outr'ora ra Nova n. -7.
Mascaras.
Mascaras.
Mascaras.
Aeabam*dechegarvgr-ndes. facturas is com todos os sortimento*, para vender-se em
grosso e retalho : noarmaem do vapor fran-
e, ra do Bario da Victoria, outr'oraNovaq/9;

VENDAS.
OIhms k pfiasia.
Caxi t ."U, ircrliC'.l UM ImUo >ollillh'!i
uiu.s moiloiiias obri ido :
Brinc s eize< prcas, cwiidoui dras.
Outros de < adroj rola queimada Com bonitos
nifites de delicadas flore*
Huiros c'e lin dourado cent pnge tes de cores.
Ohttvs encarnados e de bunit s moldes.
Rosetas do lino rt. nrdo cem pedras braucao,
Aderccos d madreperola,
Ditos dourados cora camaphoo pres.
Dit.ii oncarnados.
Ditos imitando lollias e flores naturaes.
Ca soletas de madrepe
Voltas de grosjsos aljofares de cor s.
Outras re ditos pret s etm dourados.
Pulceiras de tartaruga com lloarado.
Outras pretas.
(ampos pretos e de cores.
Bonitas aliotoaduias de lino dourado, c m pe-
dias, coral etc. para abertura de camisas.
Ilotcs dourados e de outras quajidades, para
aberturas e cullarinlios.
Novas gollinhas e punhos
bordados.
A loja da Aguia Branca ra do Duque de
de Caxias n. 50, receben novas gollinhas e pu-
nais bordadus, e ouU'os enfeitados eem entren
e lucos ; assim con i Igualmen e no' as
guarnirles deprvelas-com franjas e tacos para
os cabellos, tudo do melhor e mais mod ros gos-
tos. N.
Bonitos leques.
_ A loja di Agira Branca, d rua do Duque de
Caxias n, 30, recobeu bonit s leques d perfcita
phautesia, pre o com dourado1, e outros do apu-
rados gustos ; assim como recobeu ou ros de ma-
deira une se confunde rom o sndalo, e tem el-
les lii'dos coloridos n e nfro, e arada assim ven-
de estcf pelo aiat i proco-de ij>yO cada um.
Vasos de crystal para toillet.
A loja da Aguia B anea, a rua do Duque de
Caxias n. 30, rrefceu bonita. gamfinbJl de crys-
tal em ]iar com ramagens douradas e mui pro-
priai para arranjos de. toilel, ele,
Aunis e colares elctricos
A lo.'a d'sguia iu',-.t,ea rna Duque d Caxias
n. 30, rec bea nerya i messa ds osveitososa-.
neis e colares elctricos, .e eooanaa'a recebe-los
mensalmente, p.lo que scjnpre. estar provida de

E'barato
t carreteis de linha branca por iOO rs.
3 grtalas bonitas por 100.
Jpega de bieo bom por .Iflj rs.
'mass de pentes por i-dO.
i par, de botoes de plaqu por iO re.
Por estes preeos so vende o Vianna, rua larga
da.Rosario u. 22.
u <
ma taverna, ou d-se sseiedade, entrando sed)
algum capitel; o motivo pirque o dononlia
se a tratar de ,sua saude : rua da Santa Cruz
n. 7i.
A mstruccaopublica no Bia-
sil.
PELO CONSELllEiriO
Di*. Jas Lilorato BurroKo.
Um volume de'270 paginas por 7000.
Vende-se na livraria EcoQOfflies, ao p do arco
de Santo Antonio.
taes objeetos.
Diademas dourados
A loja d'agnia branca rua Duque de Caxias n.
50, recebeii^iovajiieiite bonitos diademas dot;.dos
e erifeltauos com podras o aljofares, obras de gos-
to e phantasia. Ffrrnbern receben novos gi ampos
pretos ou alfinetes eom lloros para a cabeca.
| Leques com bouquets e ou-
tros chinezee.
A loja d'aguia branca na Duque de Caxias
n. 50, rwebeu urna pequea quantidade daquelles
bonitos leques eom Luif.iets e outros cbinezes.
Cold crene para refrescar e
amaciar a pelle
A loja4'aguiabianea a rua Duqvc de Caxias
n. ."0. re -' a r Id rn me dos afamados fabrican-
tos i.oi.iii. Legram e CondraJ;.
Diademas e grampos de
A infallibilklade
E
0 poder temporal uV> summo Pontfice
nos tem pos actuaos
pon
Joaquim Dia da Silva Azevedo Lomos.
Opsculo reu'gjoso recentemente publicado :
vende-se na ruaPrimero de Marco n. 2. livraria
Ecenomica.
Preco 2*000.
Vende-se urna casa de solea a fioguax de
Santo Antonio', em niuita bom estado, por proco
com i odo vista do rendimento dola, d 1 0|0 o
mez, bom negocio para quem quer empregar di-
nheiro seguro : no largo do Hospital n. li se dir
quem v nde.
Vende-se a taverna don jmii.ada-Flor .Mi-
mosaem Olinda, com poucos fundos, pr pria
para principiante, tendo eommodos para familia
Na mesm i precisa se de um caixeiro que tenha
pratica ; a tratar na mesma ou no largo Jo Am-
paro n. 89.
Cha preto e verde
Vende-se no bazar victoria cha preto e verde
de muito boa guahdade : .na rua 'do Bario da
Victoria n. 2, foja de Amaral, Nabuco & C.
Camisas francezas de creto-
ne decores a5.
pechincha porque se venden) a S : rua
larga do Rosario n. 22 loja do V\anna.
Y Madapolo avarido
a 3 e 45000 : na na da Iraperatriz n. 56,
da rosa branca.
loja
Ven.e-se a armaco c calcados, ou s a ar-
macaodaloja n. 12 a "rua largado Rosario : a
tratar na mesma, ou no Livramento n. lo.;
VENDE-SE
urna taverna no pateo da Santa Cruz n. 2 por
causa do dono so retirar para Europa a tratar
de sua saude : quem pretender appareea na
mesma.
Vende-se
duas casas de pedra e cal com 2 salas, 2 quarlos,
e eozinha externa, cada urna, na Santa Cruz dos
Milagros, em Olinda, corff a frente para os banhos
salgados e os fundos para a linha de ferro, com
alguns coqueiros : a tratar cm Manoel Ignacio
da Silva Braga, na ladeira da ribeira n. 7, em
Olinda._____________________________
ATTENCAO
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Sebastiao,
sito no districto da Colonia de Pimenteiras, fregue-
zia do Boni : o melhor que possivel d'agua,
muito bons terrenos de plantacCes, com propor-
coes para dous mil paes, muito boas matas, nao
so tem madeiras de construccao., como de ania-
rello, para tirar-se de 40 a &) duzias por amio,
alm do louro e cedro que ha em abundancia.
Tem o engenho urna boa distilla^ao, distillando
por dia 30 caadas de agurdente. As uessoas
que all protenderem por u.n ou outro negocio,
poderao se dirigir ao mesmo engenho, ou nesta
praca, rua Duque de Caxias anlig_amele Quei-
maao n. 46, 1. andar, que acharao com quem
tratar.
ac.
A loja da ajraia branca, rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos diade-
mas o gra pos de a^-o.
Bics de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, rua do Duqno de
Caxias recelen, como uovidade bonitos biros de
seda pretos com n res de cures, sobrosaliinlo nel-
leso pretoVom encarnad)), e tilos - para barras e outros enfoitos de vestidns-de gra-
nadino, ou medina, e outras fazendas transparen-
tes. Pela commodidade dos preeos esees bicos tor-
nain-e inai cnmiodo,s e pela novidade de gosto,
preferiveisa quaesquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A laja da aguia branea, i rua do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com Dores, e outras a imitacao de
croch, e vende-as pelos I ralos presos e ?.&,
', e fi-5000. A fazeada boa e esta em pereito
oslado, i>elo que contina a ter prompta cxlrac-
fio.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
A lija da Aguia branca rua Caxias n. 5, recebeu urna m
diademas e aderecos de madr
apurado gosto.
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Yelbutina de todas as Ares ; s na rua Du^ue
de Caxias n. 60 A. loja da esquina, de Benlo da
Silva A G.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, a rua do Deque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novidade. A. quantidade pepuena, e
por i- Vende-se
Cera de carnauba em saceos: na rua da Ma-
dre de Dcus D. 5. 1. andar.
ieu urna pequea purcao de
madreperola, obras
do
Vende-se.
sociei
o'.ivo 'po
rua da
Urna taverna, ou d_-se sociedde, entrando
com alguin capital ; o 'motivo 'porque o dono
retua-se a tratar de sua : rua da Santa Cruz
n. 74. __________________________
Vende-se
-Duas casas terreas novas, na na de S. Jo5o n.
77 e 79 ; assim como, dousbahus grandes, cohor-
tes de sola, sem uso algum : tratar n rua de
Podro Alfonso, sobrado de um andar n. 1.
Borracha!!
Vende-se borracha da melhor
tem vindo ao mercado-, por eommo(
alldade
precu
qio
na
Vende-se a loja de miudezas da ruaila Ira-
peratriz n. 78 A. liv.e desembaracada, com bonita
irmacao deamarello e muito a freguezada, propria
para qualquer principiante ; a tratar na mesma.
Camisas francezas brancas a.
2#, tem pouca avaria. j
O Vianna s vende por metade do scu xalor as
fazendas que pode arrematar e por is>o andar
depressa que pechincha : rua larga do Rosa-
rio n. 22. |
Um hotel venda
Dispoe-se de um hotel em excrente localidado
desta eidade, bem montado e muito afreguezado,
por se achar doonte e precisar tratar-se o dono :
quem quizer dirija-se roa larga do Rosario n.
30, que se dir com quem se deve negociar. x
Aj)r Vende-se urna exceHente cazinha, feila de tijolo
e cal. sita na estrada nova do Caxang, prxima
a estacao dos bonds, (pouco aln da Vills-Secca)
por preco razoavel: quem a pretender dirija-se
a rua da Aurora n. 43, 2. andar, quo achara
com quem tratar.________:
Casa c terreno venda
Vende-se a casa terrea n. 64 da rua do Hotpi-
ci, a qual tem 2 salas, 4 qu -rtos, eozinha fora e
quintal murado ; ura terreno com parte aterrado
e parte al gado, contiguo a casa n. 64, com -70
palmos de frente e cerca de 420 de fundo, tendo
duas frentes, urna para a rua do Hospicio e outra
para a nova rua projectada: a tratar com oigen-
te Martins, na rua do Imperador n. 48.
/
Rival sem segundo.-
Vendera-se camisas muito finas para hornera
a 3*000 e 3*500 : rua Duque de Caxias.n. 9t.
Borracha
Vende-se borracha nmito nova para limas a
U a libra: na rua do Fogo n. 20, taverna.
Vende-se
l'llla ttnbllfc.de Jacaranda, em bom
rua do Bario da Tetona n. 39, toja de feeragn a rua daImpcratriz n 1 andar tm
de Sonsa 4 Guimasaw. 4" s 5 horaste tarMe.' '


1

-a


I
I

p.

Diario de Pernambuco Quarta feira 19 de Fevoreiro de 873.
Fazeudas em liquidacao
Miento!!!
A MADRESILVA.
N. 60 Ra da Imperatriz N.
DE
PERIllA D A SILVA & .
Teudo o propietario tleste importante ostabelecimento, grande vontade> de M^
todas as fazendas que tem em sor, tem resolvido vende-las poi;p;ecos multe^Jja^
que se vendem em outra qu dque'r parte, com o fim de apurar diakeiro r^ao por que ju-
mblico a vir sortir-se, nao so do um avultado sortimento de fazeudas op

e dos mais apurados gestos.
Pratja da Independencia
ns;38e40.
ni.c.ba a Madresilva de receljer diverso^
objectos, -como sejam :
^--w Ricas .uio.n'cfK; ilo mu
vida-o rospritavel publ
lei, como tambera de grande sortimento de fazendas linas e dos it
E previno que> vende a dinheiro rti, por estar em Jiquiaacao.
rnrviuivik lOFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
unLWUIALN pavao.
(:o.MMSTIUSI)F.SKDAA800RS.OC0VAIX) Neste grande estabelecimento encontrar
O Pavao"roecbou um" elegante sortimento o rospeitavel publico, ama bem montada ota-
das mais lindas grenadines pretas com listras cia de alfaiate, onde se manda catar
de seda de cor, tendo entre*ellas com listra qaalqaer per,a de obra, tanto para homem,
roa propria para luto, que vende pelo bV como para meninos, com a maior pres-
raiissimo proco de 800-ris ocovado ; assim tesa e perfeicao assim como para'qoalqaer
como dita mito fina com bstra encarnada, luto que de repente appareca, tendo.na mes-
que vende a 155000 ris o covado. Esta ma uliciaa om 'perito* official destinado para
fazenda veio pelo paquete ihegdo ultima- farda dos Um. Srs. officiaes de guarda -
mente da Europa, o liquida-se na loja do cionat on tropa de linha, sendo estai officina
Pavao a ra da.Imperatriz n. 60. dirigida pelo hbil artista- Pedro Celestino
f VMBRAIS ABERTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalho.
9#000 e lOffOOD RS.
O Pavao recebeu um elefante sortimento
das mais finas, cambiaias brancas, abortas c
bordadas para vestidos, qu3 vende pelo ba-
ratissimo precos de 9$, u 105000 .rs. o
corte, tendo bastantofazenda.-E'lpechincha,
na loja do Pavao amada mperatris n. 60.
LASNHAS BORDADAS A 400 RS.
OCOVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mas lindas lasinhas transparentes com
florzinbas bordadas, tendo de todas as cores
inclusive roa propria para viuva, e vende
pelo baratisskn > pen) de 400 rs. o co/ado.
r.' pechincha na loja do Pavao a ra da Im-
peratriz n. GO.
GRENADINES A (V0 RS. O COVADO. .
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais lindas grenadines pretas com listras
brancas e de cores, sendo muito boa qnali-
ds.de, j vende pelo baratissimo preco de oGO
rs. o covado. E' pechiucha na loja do Pa-
vao a ruada Imperatriz n. 60".
COBERTAS DE T'STAO ACOEXOADAS A
4^000 RS.
O Pavao recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fusto, acokoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
case do todas as coros, e vende pelo baratissi-
mo prego de V>, rs. E' pecbincba na loja
do Pavao a ra da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENHORA A 133900 RS.
O PtvO recebeu um elegante sortimento
dos maij. modernos chapeos de pallia, rica-
mente enfullados, para senbora, com os seus
omoetentes veos, e vende pelo baratissimo
pWQO de 12?S000 rs. E' pechineba na loja
8o Pavada ruada Imperatrizn. 60.
LAS MODERNAS
0 Pavao vende um. bonito sortimento de
[asjflhas listeadas, sendo das mais modernas
que (em viudo au mercado, pelo baratissimo
i de 560 e 600 rs. o covado. E'.pe-
i bifii lia na loja do P&VSo a ra da Impera-
>/. n. G0.
ALPACAS LAVRAMS A 640 RS.
O COVADO.
JOU para a loja do Pavao um elegante
sortimento das mais bonitas alpacas de cores
lavradas, sendo as cores mais modernas que
lera viudo para vestidos, e vendo-se pelo ba-
ratissimo prego de 640 rs. o covado. E"
pechineba na loja,do Pavao a ruada Impe-
ratriz n. 60.
Cortes <9v* cnmlirasa, uUiuta no-
vlade, a ??09t>.
O Pavao recebeu pelo ultimo vapor da
Europa cortes de ambraa branca com ba-
badinhos ricamente borlados, tendo fazenda
SuSkiente para vestido de qualqucr modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
viudo ao mercado, e pela sua excessiva bara-
teza, toniam-se recommendaveis as senhoras
de bom Rosto. Bazar do Pavao, a ruada
Imperatriz n. 60.
LKNOS A 2-HOO A Dl'ZIA.
O Pavao tm urna grande porcSo'de len-
cos brancos com barra de cor, muito bonitos
e boa quada le, que vende por 2-3400 por
ter grande porcao,
Ditos todos brancos abainbados muito fi
nos a 8$S00.
Ditos chinezes com barra de cor, muito fir
nos a 30390. E' grande pechincha, na loja
do Pavao.
RomeYas a3$000.
O Pavao recbeu pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento de romeiras pretas de fil
com salpicos, com lindos enfeites pretos e de
''res, 6 vende pelo barato preco de 3-3009
cada um, por ter grande porcao.
Ditos tolos de seda ricamente euieitados a
4^)00.
PARA O CARNAVAL.
Domin*
O Pavao tem um grande sortimeuto de d-
minos de todas as qualidades gostos, proprios
para o carnaval, ten lo tambem de merino
escosst'x muito inte/essantes, que vende ou
aluga por pregos muito brat >s, por ter gran-
de porcao.
LENgO'ESDE BRVMANTE.
O Pav3o vende lenQes de bramante mai-
t> grandes, sendo denm panno s, pelo ba-
ratissimo preco de 2>i00 cada ora.
M\DAPOL0SS.
P6C2S de m-d^polo francez maito fino
0m 20' jardas a 5^500 e 6^000.
- Ditus com 24 jardas maito superior a
650 e 7,500 >.
Di.o iogtez fazenda moiU) fina u^OOO,
6^000 o 63500 at 100000.
Di*. 'S francezes e inglezes muito fiaos de
40 jardis para difieren tes pregos,
ALG0D0Z1NH0.
O Pavi vende por prego maito barato
pegas d9 aleodSozinho americano (maito
bom com 18 jardas 4,500b.
Dit) rom 24 jardas a 4,5500 e 5^000
' at 0000.
Dito largo marca T muito encornado a
64000.
ALGODO ENFESTADO.
O Pav3o vende o verdadeiro e superior
algodozi'iho de duasdarguras para lenges,
tendo mni'.o en^orpado 15 >00 cada vara.
Dito ,trangdo d roesa lirf ora 13*80.
CORTEJE CHITAS A 25400 E 2880.
O Pava,., venta sirtes de chitas francezas
fina.?, cot 10 covados palo chainato prego
da 201- 0 cda corte.
Ditas coai 12 covadojplo preco'de
2880 xada corte.
ESPART1LH0S A 3,5000.
0 Pavlo tem um grande sortimento. d
esparthos, tanto para ssnhora como para
menina; qbe vende pelo barato prego de
35030. Ditos muitp finos a 45000 e 55000,
s5o do3 mais modernos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
0 Pa5o vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padroes claros a escuro, pelo barato preco
de 240 r3. o covado, por ter nm leve to-
qua de mofa: pechineba.
LIQUlDAgQ DE GAITAS DE GASBMrR
0 Pavlo tem um grande sortimento 'd|B
caigas de casenrira de todas as cores e-qna;
lidadas, para todos os pregos, e desejandpj-
muito liquida-las, resolveu vende-las poir
om prego muito em cont i, para diminuir a
grande porg3o.
CASSAS FRANCEZ.VS.
O Pavo vende bonitas cassas francezAs
com bonitos padres, e de muita phatitasia
pelo baratissimo prego de 240 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais du)he-
ro, i: grande pechincha, na loja do Pavo.
BORNUS A 16#000.
O Pavao recebeu pelo ultimo paquete-da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at boje sao conhecidos, e em relago ei-
cessi va barateza, convidam-se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim admirarem o que
ha do mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIAAWeOO.
O Pavao vende cortes de cambraia branca
com listas e lavores da mesma cor, tendo f*-
zemia para um vestido, e vende pelo barato
prego .le G5000, por ser grande pechincha*
Ditos muito fiuos com babadinhos brancos
bordados a 8^000. -
I),tos ditos com listas de cores a 4#00Q e
5^000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 955000. E'grande
pechineba na loja do Pavao.
BRAMANTES PARA LENQ'ES.
0 Pavo vende superior bramante de al-
>da"o tendo 0 palmos de largora que s
percisa de 1 '/* vara para um tengo!, me-
tro 15600 e a vara 15800.
Dito de linho pnro superior muito encor*
(do com a mesma largura a vara 25400
Ditos francezas muito fiuos a 25500 e
15000.
Pega de Hambnrgo e panno de linho com
0 e 30 varas, para todos os pregos e
qiialidade.
Pegas de bretanha de poro linho, tendo
30 jardas pelos pregos mais barato que se
tem visto.
Pechincha de finissimo esgoio sncelena
:om 6 jardas 7500O.
Pega de finissimo celena com 30 jardas
a :b>5"0, atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a vara 25000.
CALCAS DE GASEMIRA.
O Pavao tem um grande sortimento de
caiga de casemira, assim como cortes o
mais modernos qne tem vindo nos ltimos
Sgurins e em fazenda das mais finas e mais
novas ao mercado, e vende-se por barato
prego para apurar dinbeiro assim como cal-
as de brim hranco e de cores por pregos
aiaito razoaveis para rafear. <
TNICAS PRETAS.
O Pavo recebeo om grande sortimento
das mais ricas tnicas de grs preto, rica
mente enfeitadas, e vende por prego razoa-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3550000 AT 605000.
O Pavo recebea om lindo sortimento
dos mais ricos cortas de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos os enfei
tes necessarios, e vende pelos pregas de
355000 at 605000? nao tem vindo nada
man rico nena mais moderno.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A -#500, 85000 E 105000.
0 Pa*v|o tem -um grande sortimento de
cortinados para cama e janellas, qne ven-
de pelo barat i prego de 7'5500| 85000 e
IO50O0 o par, tendo at por I85O0O, assim
como colchas de damasco para camas de
aoiv is, e grande sortimento de tapa'as tan-
to para 4cadeiras como para camas, pianos,
portas, etc., todo 'vende por pregos razoa^
els.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 25800 e
350*0.
Pega de dita muito fina cora 10 jardas
tanto ta:iada como transparente a 45000,
55000 e 65000 at a mais fina que veo
io mrcalo.
CORTES DE PERCALIA COM DUASSAIAS
A 45000.
O Pavo vende bonitos cortes de prevala
com doas siias, sendo fazenda de muita
f'gostoa 45000, tseebioeha.-
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavlo vende om grande sortirneotoj
das mais moderna, baplistas com listado
cor, proprias pafa vestido, eom-r coros maia,
nova qae tem vioda a* 'aereado sendo
omita mais largas do que as caitas frainKas^
veade pelo1 baratissimo prego d 500r.
cada covado.
Ricos adereeos de raackeprola blancal e
de cores.
Diademas de madreperola, ditos duuraJos,
ditos demassa ou bfalo, ricamente .enfeita*-
dos, cruzes fingindo brilhantes, cassoletas de
plaqu com voltas e sem ellas, imitando
ouro, pulseiras douradas, ditas imitando
tartaruga, rico sortimeato de grampos para
cabello, sendo borboletas, besquros e beija-
flores e oHtros'mukas- qualidades, tudo de
muito gosto, rico sortimento de gravatinhas
de lagos para senhora, sendo velludo, sarjan
setim, gaze, escossezas e de unja s cor, fa-
zenda inteirame'nte novidade.
Lindo sortimento do leques de ruarfim,
madreperola^tartaruga, ditos dourados, com
seda e sem ella,- alm destes de mitras muir
tas qualidades, que enfadnho seria mencio-
nar, tanto para senhoras como para mo-
ainas.
Rico sortimento de punhos e gollinhas
bordadas em cambraia de linho e camizinhas
bordadas para senhoras.
Bonitas guarnieres ou dragonas para en-
feites de vestidps, assim como os muito deso-
jados'cordes de seda, fazenda inteiramente
novidade neste mercado.
Rico sortimento^ de caixinhas cojn prepar
ros para costura, sendp de lampas de crystal
e de outras, muitas qualidades e tamanhos,
ditas para porta-joias, porta-extractos, ricos
porta-relogios, porta-charutos, porta-cinza,
tintiros, castigaos, tudo so objectos de
plaqu, proprios para presentear a qualqucr
pessoa, assim como diversos objectos para
estwiptorio, facas para cortar papel, carteiras
para no\as, caixas para phosphoros, caetas
bordadas b lisas, maracas bara criaugas, si-
netes para abrir firmas, caixascontendo urna
caeta, dm-lapis' eum caivete, agnfneird,s
e dedaes,1 todos ste objectos sao de martirio;,
faenda iriteiramente novidade, assim comb
btros muitos que s a vista dos pretendert-
tes'sc poder ao meneionar.
Vestuarios para eriangas, cbapozhihos de
seda, sapanbos dCTOerid" le setim, meias
de seda e dealgodo, brancas e de cores, til-
do para baptisados.
RioO'sortimento de babadores para eriarj-
gas, ligas de seda para senhoras, lencos
brancos edm ramag^ns, meias d Seda para
senhoras e meninas, ditas de fio dorEscossia,
o melhor que se pode desejar, assim como
Masde l, proprias para senhoras.
" Rico sortimento de escovas CQtn costas de
haleia, marchetadas de madreperola, paral
roupa e cabello, e do outras moitas quali-
dades.
AGULHAS F. LINDAS PARA MACHINAS.
. A Madresilva acaba de receber ,um tonv
pleto sortimento di;aguIbas o linhas-brancas,
de cores e pretas para "machinas, dos fabri-
cantes Grover <& Rakr's, assim como aguijas
de todas as qualidades e Imhas de seda para
bordar e para crochet, ricas capcllas com
veos e sem ellespara noivas, frlbranco com
bonitas ramagense com 7 palmos de largura,
fazenda especial: s nyMadresilva.
Rico sortimento de flores de larauja em
ramas o sopas, de todos os tamanhos., para
eufeites de vestidos do noivas.
Rico sortimento de collarinhos e punhos
bordados e lisos, do linho e algodSo, para
homens, assim como chapeos de sol com
casto de martim, con tros muitos artigos.
TEM A MADRESILVA
bonito sortimento dq jarros, castigaos com
pingentes, garrafas c copos para esprritos,
frascos, garratinhas de diversos gostos, pro-
prias para toilettes, assim como acaba de re-
ceber um completo sortimento de espelhos
de molduras douradas, de todos os tama-
nhos, de 3 a 9 palmos dej altura e largura
regular.
A MADRESILVA
acaba de receber um especial sortimento de
luvas de .louvin, brancas, pretas e de cores,
para homens c senhoras, assim como tam-
bem para meninas e meninos de 3 anuos
para cima.
RONECAS.
Rico sortimente de bonecas de todos os
tamanhos e com rosto de cera.
RORDADOS.
A Madresilva acaba de receber um rico
sortimento de bordados em cambraia de li-
nho, fazenda inteiramente novidade neste
mercado, sendo babados o ntremelos.
Finalmente, a Madresilva, alm dos arti-
gos que vos faz mengo, tem outrosopuitos
que enfadnho seria expliuar-vos, por sso a
Madresilva espera que vos, digneis visita-la
mais a mido, a qual vos ficar sempre
grata.
Pede obter em pouco tirapo com o oso do melhor dos licoresa afamada
HESPERIDINA
Faz^oito annos qne conhecido este precioso tnico, a difficil achar orna pettoa
qae, tendo experimentado pessoslmeole, nao falle em seu favor, j como bom eetomaca
e anetisador, tomando om calis della antes de jaotar, oo como facilitador da digestid
' tomando-ae depois. p ^ i
AMSE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ba om.s habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) qae nic conbeca as propriedades* medicinaes da doorada fracta,
ora bem, a
MACHINAS
DE
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da roa No
va n. 22,/um sortimento de machinas para
costara, das melhores qualidades que existe
na America, das quaes mnitas j s3o bem
cnireeidas pelos sbs autoret, como sejam;
Weller A Wjlson, Grover 4 Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras moitas
qae com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho quetrinta -costoreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feigo como as mais perfidias costuraras.
Garanle-se a sua boa qaalidade e ensina-se
a trabalhar com perfeigo em menos de ama
aora, e os-pragos ao Ao ommodos qne
devem agradar ao* pretende mes .
Na pndaria'aTtema iia rn.' da Guia n.
54, tem .para se vender o seguinle :
Ervilhasde tresditrereulcsqu;di ades, fci-
jobranco grado, repollofcm 1 uricas, lcn-
tilhas, sevadinha (Pcrle),', sag, mimas,
magas e cerejas seccas*; tambem tem para
vender duas balangas grandes com ganchos
e bragos, alguns pesos, dvs rodinhasde me-
tal para carrinho de mo, urna forma c um
fopno para fazer hostias e obreiast e urna I
bomba. ____.
em seo estado oatoral tem om gosto ponco agradavel, e o mrito da Hesperidina doa-
siste em reter saas boas propriedades, e ao mesmo lempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDnNA como INDUSTRIA NACIONAL tia tem nada qne intjari
melhores wportages eoropas^e cathegoria seme'.hante. Estas, qnando maito, podem
ser gostoSas, porem a Hesperidina a combinagao perfeita do
ACRDAVEL E SADAYE
Para prova da que um artigo no qual pde-sd ter inleira coofiaoga, por sor poro
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e autortsada pela

DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo sna livre etaboraco no imperio; outra
BOA PROVI
a acceitago geral que |em em ti das as partes ohd apreaentada. Em 1864 eslabe-
leceo-se a primeira fabrica em Duenos-Ayres ; em 486!) a segooda em Montevideo; e
no dia da chegada de S. M. O IMPERADOR inaognroo-se a fabrica qne actnalmenU;
trabalha na corte. Em Valparaizo e em toda a cesta do Pacifico tem boa acceitatfSo,
tanto qae rara a casa qae considera completo seo aparador sem ama garrafa de
i
O homem velho toma -Hesperidina ;para obter
VIGOR
O bomem ddente toma Hesperidina para obter

r
i
.-
'LUzinlias para vestido a 320
rs. O' eovado.
S na ra do Buque Je fiaxias n. 60 A, outr'u-
ra na do Que'rnano, loja a esiiuina, de Bcnto
da Silva A C.___________________________.
Rival sem segundo.
Cheg ram agullias para machioas, do fbi cante
Crewar 4 Baker. Duiia por 2000.
T'
Chegiiem quatilo mies!!
1 KKi I 'KIMWII S^UUI I
Lindos chapeos campestres, da ultima moda,
para senhora, s na ra do Duque do Caxias n.
60 A, loja da esquina, de Bento da Silva 4
Vende-se o sitjfi da estrada da Cruz de Almai,
que fica entre o do comrendador Tnsso o do
desembargador Doria, com casa de viveuda, d efe-
rentes arvorodos, grande baixa de.capim, etc..
dando os Yndos para a estrada dos trilitos" urba-
nos ao p da estago da Jaqueira : a tratar na
ra do Amorint n. 37.
Farinha de mandioca a 3$ o
sueco.

Na ra da Madre de Dos n. 7 ; a ella, em
quanto nao se araba.
Xarope d'agriao do Para
Antigo e conceituad' medicamento, parft
cura das molestias dqs orgAos respiratorios',
como a phtysica, tfrofccftres, **h'ma, etc.,
paireado ainda com ptimos resultados no
escorbuto'.
Y
Excellente tMinho.ingle! em latas de quatro
libras a 900 rs a libra : n arnmem de Tasso
huaos & C. radoAmorimn. :17._________
Libras sterliuas.
Vende-se no annazcm de fazendas do Augusto
F. de Oliveira & C., ra do Cuiiimcrcio n. 42.
Novidade carnavalesca!!!
J50TES PARA PL'NHOS COM CASCAVEIS,
A' VENDA.
5\=liazar du ra ireila=l
A ellos 1 a clles! a elles que estio se aca-
bando.
0 bazar da na Hreita n. SI
Vcrtile :
Granadine com listras de seda para vestidos
POR 700 Rs, O COVADO.
As melhores tnindezas, bolinas mais outras
qualidades de calcado franco-, chapeos para se-
iihunis.
Ttm um lindo sortimento
Lavas frescas de Jouvin.
Perfumaras dos mais afamados fabricantes.
Parares ou gravatinhas douliito gosto, para
senbo as,
Artigos de laxo o phantasia,
Tudo por preco ma s rasoavcl do que em outra
qualqoer parte.
Pi. 51Razar da ra DirirtaN. 51.

obter boa cor a
0 homem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes a donzellas e os mocos tomam a Hesperidina para
animacao dorante os loncos gyros da
vfflMsa. ...
BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n. 7,'i* ki receberam este
grande especifico, e ven^m-no nos depsitos seguintes :
Joaquim Ferreira Lobo, ra da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, rea do Commercio.
. Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Gadeia n. %.
Actenio Gomes Pires & G., roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires A C., caes-S1 de Novembro.
Gomes & Irtao hotel da Pascagem. \
BARTHOLOM.EU et C,a
Pharmaceuticos premiados em diversas expqsicoes
Novo tratamento da Asthma, tost, convulsa, defluxo catan hipes, e toda as molestias dos palmes,
que tem feito importantes curas, e que aoje o nico acceit pelos melhores Mdicos.
DEPOSITO GERAL, 34, ra Larga do Rosario, PERNAMBUCO.
Veiide-se um cabriolet americano, de dous as-
sentos, muito leve e em bom estado : para ver
na cocheira, do Sr. Corino roa lio Hospicio nu-
mero 86. ,
-se
duas casas Mas d^ laipa e em mo es-
tado, edificadasm chaos proprios, na es-
trada do (Jaxang e muito prximas
povoai.ao. tchdo o terreno 100 palmos du
fuodo sufnciente para se edificar um bom
predio e sitio, por se o lugar um dos mais alt
aa dita povoacao : tratar com o commendador
TassQ. f
zXEBafitnra
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAIRER i C
PE11XA>IBI*<:0
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e fluidez como a mellior e a mais /
segura de todas as tintas at no.je conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, da at
tres excellentee copias, mesmo muitos das
depois de escrever, e preerivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se careca longa conservado.
Veude-s na phafmacia de orer A C., roa Nova n. 25.
Aesa elstica.
Vde-se urna ptima mesa parajantar, ingleza,
umita bem construida, e elegante e por preco ra-
zoavel; armazem da Travessa do Corpo Santo n.
23.
- *"
tlAKiiS
wm iripas e dobr^da >U vacea inglea^ a
:ada um : no itpniem de l'a.-so Ircrsas
rn rt" AnTorim n. 37.

Chicard
Amaral, Xahuflb & C. vendem trancas, franjas
laolUoulas, douradas o prateadas, de todas as qui-
lidades e larguras, apiras prateadas, do todas /s
Iqnafidades e-larguras, brinco, eabdleiras bran-
eas, caigas de meia de algodao e de seda, capace-
tes 4d iwusa e 64 metal, etc. | ote, e tudo quanto
neacsanp para (zer-se um chicard, ultimo vest
uario, o mais moderno e. bonito para ura baile
de mascara, gosto frauoez : too baaar- Vleiofto.
ra do Daro da Victoria n 2. -
figt^EDO ECONOMA E CELERIDAD.
Obtem-se como uso
DA
Bicca dos Quatro-Cantos n 6, tendo
urna porta e duas janellas: tratar
Padre Floriano n. 2!, loja.
INJECCAO SHOST
Cuica, hygk'iiica, radical e rrfallivol n
Vende-se na pharmacia e drogara de Ba
tbolomeu & C, ra liarla do Rosario n. 34. ra das giiurUeas,.flores brancas efluxo
- Vende se urna casa terrea, sitaem 01inte,a ^a^peflfe, raptes ou efcronicaa; e^ue
afe*-
ade
rarfia para limas d
itlulatiaho.
Vende-se borracha [1.1ra limas de cheiro: na ru*
de Santa Cruz f|i.
e freate tafferece como garanta desabitares resultados
na ma do a. continuada applicag5o que sempre com a
diaior vantagem Se tem feito della nos hos-
ile l'aris.
ico deposito para o Brasil, Bartbolomeu
ra Larga do Rosario n. 34.
Vwda.se um fatotfio, cn-i
do 15 annos de wdade. o.-froprio paj^oualcrfler
aervic/); atrataroa-loja dPi*vrua da.*mp}
*tti*n,60 /
(mm
[Vende-so un sitio, no aterro do Giqui,
ros de frftos e bastante
ado, c urna ca Uora
e san ooxeira : tom
mwm qne aftarf<
BICHAS DE HJBRGfl
A* mais recentes e melhores.
endem-sena pbarmacia i'iln>i;arifjJ1fc-
thoiomcu a ('.., ra Larga dosario o RfT8'-
Cerveja
A verdadeia cerveja da Itaviera, marea*bau
maos 4C.(Wi!U ai'iaeein
n'umero -17.
-Fio de algado da Baha e raid.- JJsboa, 1
certtamente chagado : ba para feder no es
crplorio de Joaquim Jo Goncalves Beltflo' 4T i-
Ibo, na do i'iminwrcio n. ti., ^
Gadeiras oratorias cem assento de paJbinba
10*000 cada nma no cae3 da Apello, arnia-
if.m ir Tnsso rmeos & C____________ .
Mais delies.
l Anneis eleclricis.
SB^qulles anneis elctricos, tao atis.para o
nen'aso, e que a Magnolia, ra Duque de Ga- ,
xias n. 45 tem vendido porfo e uo por serem ; dera, de auiwior W*M*te .J1**"
osuaUs verdadeiros, multo temjaproveitado ; -a-.i*raiiid.
pel-ultimo va|or veio nova remessa : elles an-
tes } se acabem. Na Magnolia n. 45, ra Dugue
da Gakias.
ITASSO IRMA0S.& C.
Em Setas armazens ra do Amorim
n) 37 e caes do Apollo n. 47,
tem paite vender pof precos co^nmdos :
Tijolos encamados sextavos para ladrilho.
Canos fie barra para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas do descarocar algodao.
"Machinas de pdaria.
Poiassa da ftussia em barril.
Phspbor8 ra.
Sag m garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
LeBtilhas em garrafSes.
Rhum da aJmaica. .
- Vinho do Parto velho ongariafado^r--
Vinho do Porto superiar, di o.
Virtm da-flerdeaux, dito. a 1 4
Vinho da Srherrv.
- Vrnrto da Madeira.
Potes com linguas-e dobradas iuglezas.
-Ueatfi aeaiardu.. .,
Gegirtc Gaumer Ffere.
Latas de tooolBho- mglcx.
B eewfapolho m saimotm. **
T.iv-o :
AQW ;
1
Ml^lNSl c-Hlii'Hlka.
' al felle.
ellria do roft'e
uti*.
Vwide-sena loja dos Srs."Si tm
: ra do Duauc de Caxias n. 45.
C. : ra do Duque
Pern%mbuco.
Charutos deHava
nrrr^f.
jL' ^ --:_ ^j ^S|jg




I



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Diario de Pemambuco Quarta feira 19 de Feveroiro; de 18T&
T
V
i
Soares Leitedt Irmos, com loja demiudozas ruado Barao da Victoria n. 28 (ou-
tr'ora Nova) pedem nauta atten'oao para os procos abaixo especificados:
MILDEZAS.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Talheres cabe de viado [A imitacSo a 3J0O0
a duza.
dem idem cabo branco 2 B a 5-5300 a du-
zia.
Caixa de linha branca com 40 novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 2*0 rs.
Maco de fita chineza a 19000.
Coques modernos a 3$)00:
Resma de papel pautado liso a 2#800, 35,
39500, 45O00 e 6-5000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem dem beira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem kjem de cre a 500 rs.
! Caixa de pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
I.ivros para notas a 320 e 400 rs.
Redes enfeitadas a 15300.
Tranca de caraeol branca, a 400 rs. o
maco.
Idem lisas a 200 rs. o maco.
Microscopios (sem vistas) a 2-5000.
Puzia do pecas de cordo imperial a
320 rs.
Indispcnsaveis de couro da Russia a
105000.
Teques para senhoras a 2-5000, 4-5000 o
75000.
Vara de fita escoseza larga (hoje
ji.-tvidade) a 4?O00.
grande
Duzia de collarinhos bor ados para ho-
mam a 85000.
dem idem lisas a 65000.
Puzia de cachimbos p de gallinha a
25500.
dem
35600.
idem Puzia de meias para homem a 35, er55
65000.
dem idem para senhoras a 45 e 75000.
Lamparillas gaz a 15000.
Grosa de botes do osso para calg.a a
200 rs.
Grinaldas para casamento a 25 o 55000.
Duzia de baralhos francezes canto doma-
do a 39600.
dem idem idem lisos a 25500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 15000.
Pec,as do fita de velludo de todas as cores
e larguras,
dem idem de grosdenaple, idem.
Sapatos de tranca, tapeto, casemira e char-
lte.
Mascaras baratas.
Chapos para senhoras a 85000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 15200.
dem idem kananga do Japo a 1^200.
dem idem divina a 15200.
dem idem Magdalena fnovidadej a 15500.
Frasco de oleo oriza e philocome a 15000.
dem idem antique a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 15, 1O500 e
2-000.
.?, Tnico oriental de Kem a 15000 o frasco.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
dem idem do pos. chinez, o que ha de
molhor, 500 rs. e 15000.
Maco de sabonetes inglezes a 600 rs.
Duzia do sabonetes de amendoa a'25500
e 35600.
dem idem com (loros a 15500.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
35500.
Agua de cologne, banha em frascos c
militas perfumaras de gosto e baratos.
ARMAZtill DOS LEOES
Ba Duque de Casias n. 29.
Os proprietarios deste bem montado estabeleciir.eDto scieotifiram ao
.espcitavel publico dtsla provincia que se acham com um variado e completo sort
neuto de movis, tanto naciooacs como estrangeiros, sendo estes escolhidos por omdot
osios que se acha actualmente na Europa. 0 mesmo tem contraciado com os inelhoret
latineantes daquellecontinente as remessas das mais ricaa mobiliaa feitas all.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve-
noam visitar o estabeiecment, aonde cneontrarao a realidade do queacabam de expr
ue se pode examinar; ricas o completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, a-
marello, ete, ricas elegantes mas deja caranda, pao selim, amarello, etc., te., guarda
vestido de amarello, guarda ouca de nognein e de amarello com trapo de pedra, apa
florea dedto dita, peti lotlattea especialmente para fazer a barba, to.lettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secuta-a- da Jacaranda e !Coj?nocnstundras oe mogno, san
lanos, thears para bordar, bcrcos, lavatorios com espHbo, de podra marmore e sem
pertences, cade iras privadas, bita; etc.. te. e amitos uotrna artigos que debamos dt
mencionar por seltcrnar eulsdonrn
QUINQUILHARIAS
Mascaras, brinquedos para crianzas, bollas do borracha, tambores, cobras de madei-
ra, etc., o muitos objectos que se tornara longo mencionar.
28 Un do Barlu da Victoria 28
: i
DE
T
orna
AVER
os cabellos macios
brilhantes!!
COSTURA DE HOWE
SOARES LEIIE, IRMOS
A*
Ra do Bario da Vicloria i). 28
Vs mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
:>> exposico de Pars, em 1S67, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a me lalha de ouro e a condecora-
cao da Logo do Ilunra, por seren as machinas mais per_
MU! do mundo.
A-modalha de ouro, conferida a E. HoweJuuor, nos
Estados-Unidos por sor o inventor da_ machina de cos-

%<-.
[''l t Vil 11 Wl^' -:
A modalha de ouro na esppsico de Londres acreditara
estas machinas.
tura.
\ 90000
lista mistura nao tem nada
pernicioso.
VIGOR DO CARELLO
DE
AYER.

Arados para 1 aviar a trra.
Carrinhos de mao.
Camas de forro.
Cofres do ferro.
Cestos d'arame para lloros.
FoaSes de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chepas do ferro galvanizado para cobri. cesas.
i rcgos americanos.
Tachos de ferro ostanhado.
Machinas para dcscarocar algod.' .
Machinas do cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Bataneas, pesos e medidas,
M CASA DESHAW HAWKES RI"A POROTO JESUSA, 4.
i
C:tbe-nos o dever de aiuiuuciar que acompanhia das machinas do IIowo de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Barao da Victoria n. 2ti, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco c mais provincias so vendereni a afamadas "machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamonte apreciadas pela perfei^ao de seu trabalho,
emprogando urna agulha mais curta com a mesiha qualidade do linha que-qualquer outra,
e pela introdcelo dos mais aperfoicoados apparfclhos, estamos actualmente habilitados a
o'crecer ao esa rae publico as melhores machinas do mundo.
As vantogens tiestas machinas sao as seg-mntes:
rrimera.O publico sabe que ellas sao duradouras, para sto prova incontestavel, 9
circunstancia de nunca tercio apprecido no mercado machinas de1 Howe enr segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer dosarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fnecao entre as diversas pe,'as, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formm o ponto como se fra feito maO.
Quinta.Permut que se examine 0 trabalho de ambos os tios, o que eo nao consegue
as outras.
Sexta.Fazem ponto miado em casemira, atravessando o fio de um. outro lado,
e logo om seguida, sem modilicar-se a tenso da lifiha, cozom a. fazenda mais
fina.
Stima.0 compressor levantado com a maior facilidade, quando se tein de mutlar
de agulha ao ooraecar nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tOn tido pocas do grandeza e
decadencia. Machinas outrora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaos parapodercm substituir : entretanto a companhia das machinas, de Howe
adoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, c hojo 11A0 attende a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccoes c-m portucuez.
~' A90J0OO
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
Ra do Barao da Victoria n. 2
BHEUSIAT1SMOS
Ndraljin
Ata
rtc.
^ir0Pl/8AmrEi 55B4Si)as[opl5=
.COMO DOSE P.EFRES
^V DEPURA
fu- V*
I, ..-..,: -
i eustrur
W
Borracha fina deSantarem
para limas de chero.
Vende-se borracha fina de Santarem para
limas de chero, da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado, tanto a retalho
como em ppxeo, e por m^nos do que em
outra qualquer parte, na ra do Baro da Vic-
">" 13, loja de-H. Josc Roberto.-
11
.I^fi'^m^6111!^ da ra uas Cru-
^I^^^P.-opria para principi-
Vende-se um terreno a ra Imn<>rial rom
%<): i tratar na msjma /ua; casa n. 23G.
O baedbo da Nurnega, ea: cixas e meia?
das : co caes da Alfandega n. I, aranero da
Tasso Irraaes & C v
Ra larga da Rosario n. 22.
Mais pechinchas.
Baptis'fs, fazena muio fiaa (h-bonhs cores de
l,00 a 500 rs. o covado.
Cas as muito bonitas oe 600 rs. a 280.
Pares de botas de rfaqa fino para punh03 de
il a 240.
Maco- de pentes de alisr de 2400 a 14. '
O va na 80 vend< o que barato e feom, an
d m depre-sa lorque o barato todos q.mueer
Vende-sa um oilbar com lodos o pertences
em i ra larga do Rosarlo n. 31, Jc andar,
34-
*' 8AUDE
DEPOSITO GERAL
KA
Pharmacia e drogara
DE
BAUTHOLOMEU & r,
-Ra larga do Rogara-
34
Vende-se ou alug-se
o sobrado n.'K da ra do io, na frge-
li&doPOeoda Panel la, com 3 salas, 6
(piarto*, l saleta, despensa, oozinba e quintal imi'
rado, cujo predio acha-se concertad*, ajado *
pintado de novo : a tratar com o commendadw
Tasso.
UVende-se um terreno, aoBeoeo do Es
pkiheiro, fazendo esquina para a ra de'S.'
Soaquim, e muito prximo da estrada dofer-
ro de Olinda; a tratar na-.praca. da Indepen-
dencia n. 39,
Ultimo gosto.
Cadeiraa pretas domadas e iarchetadas de ma-
dreperola : nos armazens de Tasso Irmap & C,
nd caes do Apollo. ~
Tijs Pi(uois cavados
Do 4.VrOOO n 5&*fOO
mllbelro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermellio con--
solidado, sao os melhore e os mais econmicos-
pela soa barateza ipara iadi'ilhar as pavimentos
terreos das casas, porquanlo,j)ouco mais custan-
do do que os fettos no paiz, sao, sem comparacao
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiMeis. Cuslam. alm disto menos -dal
dena part. dos de marmore, j reprovadoe, \t
dos de dlfferentes mosaicos, os quaos au sao,
cortamente ao alcance de todas as fortunas,, e s
sao empregados e proprios para as salas-princi-f
pajes. Alm'da vanlagearqne ha no empregA
destes tijeos para 09*tvanBtos terreos e casas
de> campo, .tem estes inda, a de srem os mrho-
re e mais prorffios'para1aflr!li.r cozirihas nos'
sobrados ida cidaBe, atteoi sna solidez e pouee-
pe^ ertanda mas que prvida a fonTomenria-
de sreru asKoaibadas. as .cozinaw.todas deijoloi
e nao so a parte Junta ao fogao, no que a as
eompanliias de seguros se deveriam interessar..
Vendem-^enas arnnwns de 4arinha de Tasso {ti
mRos C, no caes'do (Apollo. ( i
Vend,e-so, arrenda se ou permuta-se, por^
trras que sirv'am'para plantar cauna, urna padarla'
sita no pateo- 8a' fefft nopovoada dos Montea*, a
tratw com k^MiopriMflrio ootnemo'povoiulo'j'e
pw Mnmi&attfQwtw&n.otiUiljm 4GtHr
n*i?ies,i ra doBam, Jesis,(^utr;or4a|Cruz):n.
t, ou com o Sr. NicomedeS Maa Freir,' no
Caesjo^Apolla'n'estti trdade.
Vorifle-se 6s dos beta cohnec'ids bois'e
carros do finado Antonio de Awveflo Jnior: a
traiar na Tna dea Guararapes n. ti.__________
Vende-ve ;o hotel Oa ra da Sonedla Veiha
n. i, com muito boa freguezia par ter o proprietario de iratar de sua saude; a tratar ao
mesmo.
BAZAR NACIONAL
RUADAIMPEMXRIZN.72
DE
Loumico Pereira Mendcs (iiiinarics
VIVA O CARNAVAL
Vende-se um grande sortirnento do dmi-
nos de todas as qualidades, para homens e
meninos, a proco de 2$, 3-?, 4?, 53?, G, e
855000.
Vende-se um grande sortirnento de Vestua-
rios a carcter pelo barato preco de o?, 8?,
10j, 155, c tambemse alugam.
Vende-se um grande sortirnento de masca-
ras de massa e de rame para homens c me-
ninos por baratissimo preco, e outras fazeo-
das proprias para vestuarios: aqui se vendo
muito barato.
OLINDE.NSE A 800 RS.
Vende-se una nova fazenda de seda-e li-
nho, por nome olindense, propria para
vestidos, a 010 e 800 rs. o covado.
BAPTISTAS A 500 RS.
t Vende-se urna nova fazenda por nome bap-
Ustas, para vestidos, a 500 rs. o covado.
SUTANASAGiO RS.
Vende-se urna nova fazenda de la e seda
por nome sutanas, para vestidos de senho-
ras e meninas, a 6i0 rs. o covado.
PHACTASIA A 800 RS.
Vende-se urna "nova fazenda lisa, por no-
me phantasia, para vestidos, a 800 o co-
vado.
FUSTA0 BRANCO A 320 RS.
Vende-se fustao Tjranco c de cores, para
vestidos de senhora, a 320 e 100 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 210 RS.
.i
Hmde-se chitas francezasescurase claras,
a 210, 80, 320 e-360 rs. o covado.
BRAMANTE A ItGOO "
Vendc-se bramante com 10 palmos de
largura, proprio para lences, a 1?G00, e
2^200 o metro.
GR08DEIUPLE8 PRETO A 2^000
Vende-se grosdenaple prcto a 2?, 2*500,
35500 c 55000 o covado.
j PANNO PRETO A 15500.
Vende-se panno preto para calcas e puli-
tots, a 15500, 25500, 35, 45, e 55000 o
covado.
CORTES DBBR1M A 15500.
Yen 15500 e 25000.
.MADAI'OLO A 35000.
Vende-se pecas de madapolo, a 35000,
455U0, B, 6, e 85.
CUACEOS DE PAI.HA A 25000.
Vende-se chapeos de palliu, de fellro e
castor, para homens e meninos, a 25, 2T500
39 6 15000.
ALGODO A 15000.
Vendc-se pecas dcalgodo americano, 15,
55, o G5.
BOTINAS PARA SKNHORAS A o5000
Vende-se botinas para senhora, a 55600
e j- :(o.
CA.MBRAIAS A 39060.
\ ende-se pecas de cambraias lisas para
vestidos, a .'5, l"1, e 59.
CAMISAS BRANCAS A 25000.
Vendc-se camisas brancas a 2? e 2~300.
Hitas de linho n 35, 3-?.'i0, 45000 ;
55000.
Palilotsde panno piolo a 55000, 75000 o
85000. Palitots do cascniia de core-, a
15, 55, e 85.
CHACES A 800 RS.
Vendc-se chales de la, com qu adrse Us-
tras, a 800 rs. e 15000, ditos de merino es-
tampados, a 29, 35500, 45 e 5*.
E outras militas fazendas que se ver.de
sem reserva depreco, na loja do barateiro
Bazar Nacional.Roa da Imperabas n. 72.
'aMm m& l'&ls 5N$ i&^S m-
Aderemos da. bri- i
lliantes, esmeraldas j
rubins e perolas,
voltasde parolas.
Obras de ouro e
) prata de todas as
qualidades.

%%**
N. 2 ARa do CabugN. 2 A
DE
II iIIIIO* 4\ I 13 IIO
Aijhando-se completamente reformado este estabelecimento, e
leudo os seus proprietarios feito urna importante acquisicao de
joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
Samuel Power Johns-
ton & C.
Ra do Apollo n. 38 e 40
Fazem scieole aos sens fregueies que teem
mudado o seu deposito de machinas a va-
por, rooends e laxas da tcnito acreditada
fabrica de LowMoor para ra do Apollo n.
38 e 40, onde contmuam a ter o mesmo sor-
tirnento do costme.
Fazem sciante tambem que teem feito um
arranjo com a fundico geral, pelo qne po-
dem offerecer-se para assentar qualquer
macbinismo e mesmo garantido.

Apparelho para fabricar ssnear, do systema.
WESTON CENTREFUGAL
nicos agentes em Pernambuco a fundidlo geral.
Para tratar em seu escripiorio a ra do Apollo n. 38 a 40.
i8m3Sa&sjp
Os proprietarios da fundicao geral item
scientes aos senbores de engenho e mais
pessoas, qne teem estabelecido nma lundi-
c5o de ferro e brouze a ra do Brum, jnn-
to a estacSo dos boeds, onle apcontaro
qualquer obra de encommeoda com perfei-
(o e promptido.
03 ine-ii)03 rogam as pessoas que quo-
ram utilisar se de seos ervicos ua aeiza-
rem as eocommendas em casa dos Sr. Sa-
muel Power Jobnston & C a ra do Apol-
I lo n. 38 e 40, onde acbarao pessoa babili-
I tada com quem possam entenderse.
MZEO DE JOIAS
N. 4 Eua do Cabug N/ 4
joseph i; l(Al SE & e.
DE
GOMES DE MATTOS, IRMAOS
Neste importante estabeJecmento de primorosas joias, achara o respeitavel
'.publico desto Capital um grande e variado sortirnento do 'joias de todos os
' prcQOS, qe j existiam no Muzeo, queserao vendidas com grande reducto
i de preco, lena dos novos objoctos reoebidos directamente daDuropa, quo
se vendero por prece animador, bem como sejam, aderecosde brilhantes,
pnUdresde ditos, broches e rosetas de ditos, ditos de differentes pedradas de
precqs ; anneis de brilhantes e de esmeraldas, rubins e perolas, e do todos
mas familias, qu*eabem dax valor a objectos de primor.
Os proprietarios do MZEO DE JOIAS, convidam as familias--que so-
quoiram prover de excellentes joias, a virem escome-Jasioiitre o variado,
i sortirnento dellas, garantindo os proprietarios que sero sinWsos^ara todos
qwe sedgnarem procurar seu estabelecimento.
Entre o grande sortirnento de brilhantes, esmeraldas, petlas e obra
simplemente de ouro de loi, so vor um elegante sortimoQto,do obras de
I, praUprkBorosamentetrabaihadas, qpetambem.so vndemep,rBcoroduzd,
1 bem-no, felogios de ouro e prata dos melhores autoras, caibocidos. que
se veadem-*mediante pouto dinheiroe garanta dos doee deste estabdeci-
mnto.
O homens do centro, .que precsarem de qualquer objecto de granlc
ou pequeo vllor, proeurem o ML'ZEO DE JIAS, que setp servidos mota
attengao e sinceridades
\
v
'-*'

f mam \



8
Diario de Pernambuc Qajta feira 19 de Fevereiro de 1873.

VARIEDADE
O governo
Marte Ir* H. M. aluyerntrlz vlii-
lo lli-axil. Iiii|iirzn de Bra-
anca.
(Concluso)
K' de dous mezas o Inctu nacional decre-
tado pelo fallecimcnto 1 s. M. a impera-
triz sendo um muz de lucio pasudo e
outro allivia lo. Os espectculos foram fecha-
dos por- oto das.
decreto de 1862 que estaboleceua prag-
mtica u s cases de foleeinHnto das pessoas
da familia real, marcava tio s mente lucto
para a curte pala fOOTte da
av do soberano.
porein, que memoria da viiiva do impera-
dor 1). IV 1ro IV, do re soldado, a qnem o
.paiz deve a liberdade o a constituir, par-
tencia tributo inais solemne de consi leraclo
e julgou por isso dever decretar o lucto
nacional.
As camamas legislativas suspenderen) pir
8 dias os seus trbalhos. O despacho nos
tribunaes e repartirles publicas foi suspenso
por 8 dias. El rei eneerrou-se por 8 dias.
A 3 de fevereiro recebe osrumprimentos de
psames.
r.xTiT.no i>r. s. m. n pkrial.
O enterro sabio quart i-fcira, 2!), as 10
horas da manh do [ialacio las Janellas \it-
des, sendo 0 prestito precc lilo de urna for-
ra de cavallaria eseis porteiros de cana ves-
tilos de capa e volta.
Apoz estes tomaran) logar as carruagens
das pessoas c fonecionarios nao pertencentes
corlo nem a corporaefias ou. tribunaes, as
carruagens da cmara municipal c mais cor-
poragoes, as dos trib naes o pessoas da cr-
te, in 10 as dos conselheiros de estado c dos
ministros no logar mais prximo dos coches
reaes, sendo guarda la a ordem c preceden-
cia que sao devilas s respectivas catego-
ras.
Em seguida iam os coches da casa,real,
que conduziam o porteiro la real cmara,
1 servativo da decomposco cadavrica. Este
' liquido foi a dissoluco do chlorureto de fin-
co. A pbarmacia Barral fornocei o liquido
das injocces e todos os materiaes para com-
pletar o ombalsamento.
Assistiram a este acto os testamntenos" e
asonhora condessa de Rio-Maior, D. $a-1
Poi pratieado o embalsamiento pelos Drs.
Banal, Manoel Carlos Teixeira, Barbosa e
Manoel Jos Tei\eira. Quandp o cadver foi
colloca lo no caixao de chumbo, e antes de fe-
cha lo, foram ver sua magestade, e derra-
maran lagrimas ante ella, os Srs. niarquez
deRezenJe, morJomo-mr ; os viscoudes de
i:n> Tutriz, cuino I Abnoida e de Aljozur, seus camaristas; as
eutendeu, damas e todos oscilados de sua~casa. O
Sr. capellao rezou as ultimas oracoes e ben-
zou o corpo antes de fechado o caixao.
o i
larda
da
taz*r
Brasi
Corre que o governo portuguez te'uciona
'ao 3). da fazer pomposas exequias, pelo
eterno descanso de S. M. imperial. A mo-
destia com que alguns dcstes actos se fize-
ram por occasiao do funeral, a suppresso da
exposicao do fretro em cmara ardenteetc,
foi para obedecer s ultimas disposcoes '
augusta finada.
- Diz-se que o Sr. barao de Japur quiz
o funeral expensas do governo do"
, mas que S. M. Kl-rei 1). I.uiz o o sou
governo nao annuiram a este olerecimento
do Ilustre representante de S. M. o impera-
dor do Brasil.
Na cidade do Portoj enmarara m mui
significativas d
buco.
S. M. El-rei expedio um telegramma a
S. M, a rainh da Siecia, dando-lhe parte do
l'allecimento deS.'M.' a imperatriz. Apesar
dos feriados das secretarias, tcm-se traba-
lliado activamente na dos negocios estran-
geros, para se fazerm as participares ao
corpo diplomtico e a todos os governos es-
trangeiros, deste infausto acontecimento.
03 mur ts da guarda roupa, os ajndantes de
campo de snas magostados o mestre-sala, o
marquez mor lomo-mor de sua magestade
imperial, a quem foi confio da a chave do
caixao, o oicial destnalo a acoinpmhar a
< orea e os ecclesiasticos que devora aeompa-
iiar o cadver.
S. M. El-rei o Sr. 1). I.uiz, fez previnir o
Sr. baro de Japur, que lhe estava reser-
vado no prestito para o enterro da impera-
triz viuva um lugar como representante Je
S. M. o Imperador do Brasil. Esse logar foi
no coche em que iam tambera o marque/,
iiordomo-mr da casa real, e o da casa da
fallec la imperatriz.
!a depois o coche de respeito e o coche
com o caixo'contando o calav r de sua ma-
genta le imperial, rmalos ambos ellos em
camarn, co.n panno e coi tinas de velludo
preto.
A cada um das lados do coche que con-
duzia os restos mortaes de S. M., iam G mo-
co-, da real cmara, com tochas accezas, en-
tro duas alas de mocos de -stribera e sol-
dados da guara-rea!, caminhndo mis e ou-
tros a p c descobertos.
A forra da guaruico em alas pelas ra
do transito, formou atroz do prestito e o
acompanhou aS. Vicente de Fra onde den,
findoatos ollicios, as descargas.
A divisan contaya perto de quatro mil ho-
mens, de tolas as armas, commandada pelo
visconde de Sagres.
O.prestito seguia pela clcala do Marquez
do aerantes, Boa-Vista: ra ireita de S.
Patllo ; largo do Corpo Santo ; ra Direita
do Arsenal, Terreiro do Paco ; Ribeira Ve-
lha ; e Terreiro do Trigo ; ra do Jardim do
Tabaco, calcada da Fundco, Paraso; Cam-
po de Santa Clara ; Arco Grande de S. Vi-
nte.
Logo que o prestito chegou a S. Vicente
de Fra foi o caixao tirado do coche c collo-
cado sobre um pouso pelos dignitarios com-
petentes, sendo d'ahi eond r/.ido em um es-
quife pela irinan dado da hiisericordia de Lis-
boa, desde o adro ate prlmeira eca, collo-
ca la no meio da igreja onde a collegiada da
DQ >ma santa casa cantor os responsorios
. da sua competencia, e desse logar foi o caixao
levado pelos dignitarios segunda cea, le-
vantada no centro da quadratura patriar-
chai.
No templo estavam preparadas duas tribu-
nas jura seren ncllas recebidos o corpo di-
plomtico e os pares e deputa los existentes
em Lisboa ; bem como as cadeiras e mais as-
soulos necessarios para a corte e tribunaes e
ii.ua a cmara municipal, corporacoes, dig-
nitarios e mais pessoas qua eonoorrerain ao
enterro.
O Sr. palriarcha, assistindo com o cabido
da santa spatrarchal recepe,o do cadver,
e logo que o caixao se achou collocadona se-
gunda eca, mandn resar as oracoes pro-
prias deste acto.
Terminados os actos religiosos foi o cada-
ver depositado no real ja/.igo, devendo os
dignitarios, que alli o levaram, servir de te's-
temunbas, e nessa qoalidade assignaram con-
junctamente com todas as outras os dois ter-
mos da entrega do caixao e de urna das duas
chaves ao Sr. patriarcha.
Paita a entrega pelo marquez mordomo-
morprestou elle juramento de se arharem
encerrados no caixao os restos mortaes de
A CRIANCA DA PONTE NOVA.
Em urna noite de rigoroso invern qlian-
do o guarda da l'ontc Nova em l'aris fazia
a sua ronda, encontrou urna crianca coberta
ile andrajos em um dos cantos da ponte, a
qual, dehulhada em lagrimas, articulava
algunas palavras inintclligiveis, tiritando ao
tnesino teinpo de fri.
Como essa crianza mostrava ter idade para
responder s perguntas que lhe fossem fei-
tas, o guarda pcrgiintou-lhe mais de urna
vez, como se chamara sua mi c onde mo-
ra va, ao que s responda de um modo in-
comprehensivel.
O guarda, attribuindo o silencio do me-
nino antes sua obstinada do que igno-
echegando-
rancia, saecudio-o com torca,
lhe i lanlerna ao rosto lobrigou falta de in-
telligencia ou inhabilidade de comprehen-
der as perguntas que lhe eram feitas.
Emquanto se passava esta scena, um ca-
vallieiro, ao atravessar aponte, ouvio as
reiteradas perguntas do guarda.
O menino continuou a n3o responder, e
o guarda dispuuha-se a recolhe-lo na sua
guarita quaudo % cavalheiro exclamou :
Esperai um pouco, e emprestai-me a vos-
sa lanterna. E dando coma'lanterna
em oheio no resto do menino, repeli con
voz branda as perguntas que j lhe tinham
sido feitas.
A express do rosto do menino satisfez
ao interlocutor. Voltando-se, porm para
o guarda, o cavalheiro (Jisse : v. Este me-
nino surdo-mudo.
A pessoa que falln assim, e cujos estudo
durante largos anuos a collocaram ^uito
alto, era o abbade de l'Epe, hometn tao
dis neto pelo seu genio, como pela sua
benevolencia.
O abbade de l'Epe, quando anda era
mofo, convenecra-se da passibilidade de
ensi'nar at certo ponto os surdos-mudos,
trela previamente consi lerada inexequiyel,
o cooseguintemente applicou toda a energa
do seu espirito para leva-la ao cabo. Os
resultados foram satisfactorios e grangea-
ram-lhe um nome honroso entre os bemfei-
toros da hiimanidade.
O pobre menino da l'ontc Nova foi feliz
em ter encontrado naquella noite de rigoro-
so invern o abbade de l'Epe.
O guarde erRregou prompamente o menino
ao abbade, a pedido deste, que prometteu
indagacoes necessaria sobre
se lho exi-
sta magestade imperial e de terem sido por venceram ao abbade deque osdefeitos que
elle vistos e recouhecidos antes do encerra-
monto, havendo depois desse acto acompa-
nhado sempre o caixao fechado com as cha-
ves de que foi portador.
A chave e um dos termos da entrega fica-
ram depositados no real archivo da Torre do
Tombo. O outro termo guardou-se no mi-
nisterio do reino. O programma foi o mes-
mo que o decretado para o funeral da rainha
D. Estephania.
Pelas mas do transito as janellas estavam
cheias de senhoras, vestidas de luto rigo-
roso.
A's janellas das secretarias e reparticoes do
estado, ningucm absolutamente foi admit-
tiJo.' ..
A cmara municipal de Lisboa convidou
pore ditaes os seus municipes a darem to-
das as demonstrares de sentimento. As lo-
ias de Lisboa estiVeram com as meias portas
fechadas nos dias 27 e 28, e completamente
fechada no dia do funeral.
Esqu'ceu-me accrescen;ar que deputacoas
de todos os asylos de infancia de Lisboa e ar-
rabaldes, seguiam o'prestito em mnibus. As
creancas iam muito aceiadas. Algumas dol-
as jehoravam pela sua bemfeitora. Faziam
iarte do prestito muitos dos veteranos da
iberdade, e deputacies das corporaQes po-
pulares.
Sua magestade imperial foi embalsamada
pelo nethodo de Ganal, isto pela injeccjio
uo systema cir-culalorio com um liquid pre-
to que o deseuvolvimento intellectual da,
mando lhe proporcionasse recordaQoes
infancia, que lucidassem o myste'rio em que
se envolva a sua existencia.
Quando alguma pergunta lhecra feita ues-
te sentido, o menino apenas se lembrava que
fra trazido para Pars daum lugar remoto :
mas a lembranca dos dias anteriores ao des-
sa jornada se lhe varrera inteiraraente da
memoria, quespoderia ser despertada por
alguma circumstancia imprevista.
Em um dos passeios que o abbade costu-
niava dar.com Armando aconteceu passarem
urna vez por um dos tribunaes de justicia, na
occasiao era que um dos juizes sahia da sua
carruagem.
Armando nao pode eouter jura movimen-
t de sorpreza e coramunicou a seu protector
que um humen) que trajava arminho e pur-
pura costumava carrega-lo nos bracos, e cho-
rando cobri-lo de beijos.
Esse leve resquicio despertou a atten^o
do abbade, que conjecturou logo que Armau-
do era filho de um juiz, e que esse juiz, por
andar sempre com seus hbitos talares, de-
via ter residido em alguma capital, que a
sede dos tribunaes.
Dos beijos e lagrimas de que Armando se
rocordava o suu protector concluio que sua
mi naturalmente havia fallecido.
Outras circumstancias occorreram, pro-
pongo que Armando crescia, que excitaram
vivamente a esperanca que tinha o abbade de
alc;iiicarjustica para oseu protegido, porque
o santo sacerdote estava intimamente conven-
victima dain-
motistraces de sentimento pu- cido de que essa crianca era
Justina do alguem.
entregara
proceder as
seus fate, a quem
gissem.
Levando o menino comsigo, o abbade de
l'Epe convenceu-se de que elle nunca seria
reclamado, porque os defeitos desse infeliz o
tor.iaram victima da fraude e da traico.
Militas circumstancias contribuirn para
que se irmasse nesta opinio.
Observou-o ettentament antes de se lhe
arrancar do corpo os farrapos que o cor
bram, e para os quaes essa pobre xictima
olhou com asco e desprezo ; a a satisfago
e gratidao que patenteou quando lhe apre-
sentaram outros trajes foram obvias.
A pelledo menino Armando ( nome que
lhe deu o seu protector), depois que o la-
vaiam, era to alva comomacia, qualidades
que as manchas lhe cobriam o corpo occul-
tavam.
O seu modo de olhar e de ouvir revela-
vara alguma intelligeucia e nobreza, c con-
esse menino apresentava eram devidos
quilquer circumstancia sobrenatural.
Quando lhe olfereceram diversas qualida-
des de comida, o abbade notou que Arman-
do n i s nao se mostrou admirado, como
at revelou que estava acostumado a ver
diante de si profusao de acepipe? com que
se regalam as enancas da mais alta e esco-
lhida classe da sociedade.
Todas as inquirieres a que o hora abba-
de procedeu para confirmar-se na convic-
Qo emque estava, e todas as declaraijes
que publicou as folhas diarias nao produ-
xiram resultado algum acerca da historia
de Armando.
Entretanto a alfei^o que o seu bemfeitor
lhe dispensava crescia de dia a dia.
A casa do abbade de ha muito que se
tornara urna escola ou um asylo. para os
infelizes da classe de Armando; mas ne-
nhum dos discpulos que at ento a fre-
qu en tara fez to rpidos progressos como
elle na aprendisagem, desses caracte-
res, que o genio do mestre inventou e en-
sir am a fallar e a ouvir.
Poucos annos depois Armando conversa va
por signaos com o abbade com tanta preste-
za e exactido, como se o dora da palavra
nunca existisse.
Conseguido este fim, o maior deleite do
abbade era enriquecer o espirito da mocida-
de com tudo quanto possue o saber e a scien-
citt.
O abbade aguardara tambera aacio?amoa-
Passando nutra occasiao por urna ra, Ar-
mando commoveu-se muito ao ver um fene-
aal e disse ao abbade que se lembrava de ter
acompauhado com umita gente o corpo de
um homein a quem se sepultara, e que des-
de ento nunca mais vira a pessoa que cos-
tumava carrega-lo e dar-lhe frvidos beijos.
Pobre menino I disse o abbade de si
para si, tu s orpho, e algum malvado
aproveiiou-se dos leus defeitos' para rou-
bar-te.
Em outra occasiao em que Armando pas-
seava com o seu preceptor do lado do sul de
Paris, parou de repente e olhou attentaraen-
te para as portas da cidade. Depois disse
ao abbade que fra por alli que entrara em
Paris, e que se recordava que o carro em que
viera parara emquanto se examinou a baga
gem ; accrescentando mais que nesse carro
tinham viudo com elle mais duas pessoas.
Meditando sobre estas circumstancias, o
abbade convenceu-se intimamente que Ar-
mando perder seus pas em urna das cida-
des do sul da Franca. E para coiiseguir essa
certeza, lanr,ou mo de todos os canaes que
lhe parecern) convenientes; mas os seus e#-
foryos foram infructferos, o que, todava,
nao arrefeceu o proposito que se imposera
voluntariamente de proteger a esse desborda-
do da fortuna.
O abbade, depois de profunda meditacloy
resolveu afinal percorrer com Armando os
lugares que mais suspeitos lhepareciam, por
forma a ter occasiao de despertar^ a enfla-
quecida memoria do seu protegido, que ven-
do o sitio em que nascera, sem duvida so
recordara de outras circumstancias.
Mas obstculo quasi insuperaveis se op-
punham realisaco deste plano.
A maior parte da viagem teria de ser feita
a pe, e o menino, comquanto gozasse de
sade e fosse vigoroso, tal vez nao podesse dar
cabo de to pesada tarefa.
Mas o rdante desejo que nutria de fazer
a experiencia sobrepujou as difliculdades que
no comec.0 lhe pareceram insuperaveis; e as-
si.n decidio-se a emprehender a viagem ac-
sui* da Franca.
Qualquer corago menos generoso do quo
o do abbade do l'Epe arrefeceria ante o can-
saco e os obstculos dessa empreza, que taL-
vez fosse tambem mal succedida.
De cidade em cidade, e de aldea em al-
dea, que os viajantes percorrerarn, nem o-
mais leve indicio poderara colher em favor
do pobre orpho.
Mas quaudo, aps tres mezes de viagem,
ambos entraram as portas de Toulouse, Ar-
mando logo que as vio seutio o mais pro>
fundo abalo.
Ao passarem por urna igreja parou instan-
tneamente, e debulhado em lagrimas disse
ao abbade que daquelletemplo foi quo sahia
o funeral, que acompanhira coberto de
crep.
Tmpossivel descrever a alegra e aan-
ciedade que se apossaram do santo sacerdote,
ao ouvir esta revelai;o. .
E continuando ambos na sua corroria,
qualquer objecto era reconhecido por Ar-
mando por lhe ser ento familiar, c a impres-
sao do abbade de que encontrara afinal a
cidade natal de Armando mais o dominara.
Se alguma duvida se antepunha a to fa-
gueiras esperanzas, para logo outro incidente
as remova. 1
Ao atravesaren} urna praca, as recorda-
ges de Armai do mais vividas se tornaran), e
quando ambo por acaso, pararam defronte
do urna mansa > to nobre como arrumada,
Armando soltt x um grito e cahio sem senti-
dos nos bracos do sou melhor amigo.
S depois d algum tempo Armando recu-
perou os"sentilos, e pode informar ao abbah
de que naquela casa foi que nascra, que
al fra acariado pelo hornera togado, a
vivera, depois do funeral, como urna crianza
quasi da sua idade, e cuja physionomia ti-
nha gravada n< i memoria.
A custo pdt o respeitarel sacerdotearran-
ca-lo daquelle lugar, onde passra dias feli-
zes. Mas, aqostumado a obedecer cega-
mente aos dictamos e preceitos de seu pre-
ceptor, Armando, depois de alguma reluc-
tancia, o acompanhou.
O abbade encaminhou se ento para um
hotel, onde ambos se accommodaram, e de-
rara ensanchas emoco resultante de to
feliz achado.
A primeira cousa que o abbade de l'Epe
fez, depois da descoberta que afinal e aps
tantos sacrificios conseguir, foi iuformar-se
da historia da pessoa que residir naquella
casa que anta emoco causara a Armando.
O resaltado dessas indagac,es foi deci-
sivo. /
' O abbade teve conhecimento de que a casa
era qaestio, conhecida pelo nome de palacio
de Harancourt, fra outr'era possesso do
conde de Harancourt, pessoa muito concei-
tuada na cidado de Tolouse; que o conde
uvera um nico fillu que fra causa da
raorte de sua mi no acto de nascer : que
menino Theodoro de Harancourt era surdo-
mudo, e que seu tio materno, M. Arlemont,
delle tomara conta ; que a crianza residir
algum tempo no hotel d'Harancourt em
Tolouse, em companhia de urna tilda da
mesma idade do M. Arlernont; que tendo
este de ir a Paris tratar de alguns negocios,
levara comsigo o meiuo Theodoro que, l-
felizmente, all fallecer, como seu tio pro-[nosso cont,
I vara com documentos incontestaveis ; quo
vista desla oceurrencia, M.' Arlemont her-
dra os bens quo deviam portencer-lhe, na
conformidade das disposices testamentarias
do conde.
Foram estas, em resumo, as nformaces
que o abbade de l'Epe colheu do estalaja-
dero.
xtremamentc salisfeto do que o seu pro-
tegido fosse o legitimo herdeiro de Haran-
court e que M. Arlemont fosse o invasor dos
seus direitos, o abbade tratou de por em
camp todos os recursos para que o seu pro-
tegido obtivesso todos os seus bens. ,
M. Beauvoir era ento o alvogado mais
acreditado de Tolouse, e foi a olio que o ab-
bade se dirigi com Armando. \
Aconleceu felizmente que M. Beauvoir fos-
se um dos maiores adeptos e admiradores do
abbade de l'Epe. E quando este, ao corae-
ijar a expsito de Armando, lhe disse quem
era, M. Beauvoir exprimi em termos muito
lisongeiros o respeito que -consagraraeque
lhe mereca to distinclo como humanitario
sacerdote.
O abbade, depois de agradecer to ben-
volas expressoes, expoz em termos claros,
enrgicos e concisos toda a historia de Ar-
man lo e as informaYoes que minera sobre o
procedimento de M. Arlemont.
Acerca da dentidade do joven Theodoro
de Harancourt nenhuma duvid podia oppr
M. Beauvoir ; mas a respeito do indigno e
injustificavel procedimento de ML Arlemont,
o iutelligente advogado nao pode conter-se,
estigmatisando enrgicamente o seu modo de
proceder. E para que nenhuma duvida po-
desse elle oppr sobre a identidade do her-
deiro do conde, pedio e instou com c abba-
de que viesse residir em sua casa at que se
eoncluisse a investigaro de fado, to escan-
daloso.
Dcixemoso abbade e osen protegido- m
casa do advogado, e traosportemo-nos- ao
hotel de Harancourt.
Imagine o leitor os salos mais sumptuo-
sos, ricamente tapetados e primorosamente
enfeitados, que anda assiiw nao ebegar
conceber o fausto, o luxo e riqueza que se
encontrara alli.
Mas no meio de tanta profus&O, o dono ou
senhor absoluto desse esplendido edificio vi-
va acabruahado de deagosto*-torturado de
remorsos por ter abandonado seu sobrinho
em Paris.
M. Arlemont definhava a cilios vistos, e
apezar das caricias que ter'oamente lhe pro-
digalisava a sua nica e predilecta-tilha Mlle.
Pauline, joven de 18 anuos, M. Arlemont
custo se sorrv.
lima ou outra vez Mlle. Paulino fallava
emseu primev oseu compauheiru- de infan-
que estou pulando por ro-lo
contar.
Quando tal se passou tinha eu um corado
ilo altura e nos annos o triplo dos palmos que
elle contm ; j redes que tinha os ineus no-
re. Era em 1834.
Ouvi este verdico cont a urna velha, que
o contava a duas netas, e quo por signal j
tinham deixado cahir um bom par de malhas
daa meias em que trabalhavam, e que de em-
bevecidas no que ouvara nao acortavam em
dar um inatte.
Era no Alentejo, paiz.natal das fadas por-
tuguezas, e onde tantas lia como de mgicas
bou ve na antiga Thcssalia, qual mais bella
e discreta; isto c verdade ; se nao fosse nao
vo-lo dira.
A velha tossio, tomou sua pitada, espev-
tou a candeia prestes a morrer, c saecudio
o topete por causa das ms ideas.
Comecava quando o velho de barrete de
algodo acordou com o seu impertinente ca-
tharro. Tossio, tornou a tossir : jtilguei
que daquclla arrebentava I um bem appica-
do xarope de amcixas e pwos o- socegou, e
virando para o antro lado, depois de haver
rezado um padre usso, dorinia o somuo da
decrepidez, que bem poder ser to socegado
como o da infancia. A arziobfl comecou
fazendo priineiro o signal da cruz.
Havia alli para as bamlas da Serva d'Ossa
urna velha, muito velha* de quem dizem as
ms linguas que recebera do espirito malig-
no patente de fada, E' caso verdadeii-o. A
boa da minha v.elha tinha duas netasFlo-
rinda e Adozindaambas gemeas: L'm dia
foram-se ellas a passear ao seu jarJim,
era cin abril, abril bem sabis vos que
o mea das flores, tantas flores, tantos ricos
cheiros enlevam a phantasia.
Quera a fala maravilhar as netas com
um encantamento sbito por ondV ficasse
conhecendo o genio de cada urna.
Se bem o pensor, melhor o fez. Ouvi,
ouvi, aqui que vai o chiste.
As agulhas pararam, e e porta da' alco-
va ranseu. R'uim agooroComo vos'dizia
cia, descuidos deque magoava e-ferida de
seu pai, que anda sangrav'a.
Esse estado de cousas durara j4 de ha
muito no hotel de Harancourt, ctal era a
critica e doloroso- posicio de M. Aemont na
occasiao em quoappareceram eio Tolouse o
abbade deT'Epe-e o seu protegido:.
M, Arlemont achava-se no seu gabinete
particular quando lhe annunciaram a visita
do abbade de l'Epe e de M. Beauvcir.
A bem merecida reputaco do abbade na
qualnJade de instituidor e mestre-dos sur-
dos-mudos chegra aos ouvidos de M. Arle-
mont, que lembrou-se tambem que-seu infe-
liz sobrinho era surdo-mudo.
Arlemont ergueu-se ento pallidc-e agita-
do-e fez entrar os visitantes, prociuaudo oc-
cultar a emoco ojie o dominava.
O vcneravel abbade, depois de alguns ba-
.naascumpriraenlo.'i, expoz com toda-asim-
-plicdade-os motivos que o levav;'u> sua
presenta. M. Arlemont contestos a-existen-
cia de Theodoro ; mas quando o reapeitayel
sacerdote lbe expoz que nao s clle-xivia,
como se achara pwto de si, calou-so O am-
bicioso e desalmado tio, contrariado o ven-
cido, contentou-se-cm despedir os visitantes.
Mas nessa occasio-abrio-se rejientinaiiiente a
porta, e por ella entrou o orpho desvalido.
Nao cabe descrever aqui o que occoireu
ento I
O abbade de l'Epe commovki'o ante o es-
pectculo que inesperadamente se desonro-
lou na sua presara, limitou-se, vista da
franca exposigo.feita por Arlemont a dizee
que fra in luzida a commetter o crlme por
instancias de um seu criado, a.deixa-lo in-
cumbido de gprir os bens de Theodoro, que
dias depois se uni pelos lagos- de hymeneu
com sua interessante prima, regressando elle
para Paris afuude continuar i;a tarefa que
tantos e to.gloriosos louros lhe tem con-
quistado.
M. Arlemont suecumbo pouco tempo de-
pois a tanta rergonha e a to profundos re-
morsos, e Theodoro, guiado, pelos couselhos
do honrado M. Beauvoir, soube duplicar a
fortuna que lhe legara seu pai e honrar sas-
cinzas.
o.
SINA M, BEM MAL MERECIDA l
Quando faz muito fri muito fro... e
vento sibila por entre as fendas da janella.ou
porta meia desconjuntada, e a esquiva hiz se
nao apraz de descobuir o rosto luminoso o
as bulbosas estrellas mal ousam destamos-
trar, e a agua cabe a cantaros por essas or-
inas ras da nossa capital, nessas hjorasse
um bom par do cavacos brilbam acesos na
lareira, o seu calor aviventa e auiraa o cor-
po, molesto o regelado ; o veterano S> con-
sola relenda o trelendo os commentarios de
Cesar, ou em meditar no bello livro de Plu-
tarcho, o mancebo vivaz lan^a rao de um
drama de Vctor Hugo e a devora sem respi-
rar, o classico se arremessa affouto a um-ser-
mo do padre Vieira, ou traga com avidez
um capitulo de Ferno Mondes, o mostr sa-
pateiro soletra en) voz alta aos aprendizes
apinhados em torno da mesa cxa c ensebada
o encontr de Roldo e Ferrabraz ou a pas-
sagem da ponte de Mantible a re ha cora
urna saia do bata rerde, touca de panninho,
roupinha de ostamenha azul, com a caixa de
esturro ao p e os oculos na ponta do nariz,
conta s netas e netinhas historias mui bel-
las e ricosas de cavalleiros* andantes, bru-
chas, fadas e lobis-homens, om quanto o av
encovillado na cama com seu barrete de al-
godo, camisa de malha e depois de harer
tomado a usual tisana, scisma no casamento
das netas, nos dotes que lhes ha de dar, at
que adormece, para acordar no utro dia ao
romper d'alva.
Mas com- fadas que nos nos queremos:
as bruchas sao malficas e impertinentes.
Ore nao ha fada que por ria de regra nao
saja bella como as que o sao, senhora do seu
jardim de sete fontes, e de sete mil flores.
Escrero com penna d'ajo e nao posso, que-
ridsimos leitores, chegar-ros ao corceo
com o marioso de ma descripc,8o de belleza
ideal.
Era summa as fadas sao as senhoras, e as
bruchas urnas suas servas. Vamos us ao
quera a fada tomar a sbitas as netas cora
um encantamento-; assim foi, ellas a passa-
rem pela cascata>, que estava na ra do meio
do seu jardim, e a- entrarem n'um cafa*
mancho de rosae-quando viram umjasmim
alvo e puro que brigava1 com urna rosa toda1
pudor, toda carmim N*o era vento, que
btitia as duas flores-urna eon a outra, qus
nem havia venlo naquellc ola, nem que o
'icivessc poderla ello entrar nocaramancho;
era< una briga, muito brigar de to rijos
encontros que as folhas das duas doudinhas
se amarrotavam, muitas dellascahiam e do
lugar donde cahiairoficava- logo escorrendo
o sumo cheiroso, quo- -o sangue das flores.
ltecuaram as meninas espawridas como
querondoduvidar daquillo-que era mais
quo realidade. Ellas a-rocuarem, e ellas a
darem com os olhos n'um- milhafre, que
devorava urna pomba- alva como- a nev.
Florinda e A lozinda- apertaram ao peito
os bontinhos. Tinha lh'osdado um santo
ermit* da serra d'Aimabida.
Minhas netas era'quanto ha f vai,tudo
bem, ato ha ms tenQes e fogera os pen-
samentosruins. Deixaram de pensar nos
seus beotinlios, ficarami perdido. Lia
fada Ibes nao podia raler, estar, escripto
no livro-ds destinos que ambas seriam in-
felizes.
J| historia faz airipiar, ar^kinlia :
mas cont, cont ; queremos saber o resto.
Koia o resto o melhor.
A rosa, a lutarcom o jasmim, c-milhafre
devortudi* a pomba, eram advertencias de
sobejo.. Do nada servirn).Vai seno
quando entram a pensar em casamentes.
De casamentes passau a discorrer em fa las.
tliiera nos dera que houvese urna
fada que cuinprisse todos os nossosdesejos,
disseraiTfc. Sempre haviamos de ser muito
felizes.
Palavras nao erara ditas, e-ucae. fada a
crguer-so como vjiporzinho de cima da
trra.
Que desojis dis fadas aqui tendes
una prorapta a obeubcer aos rosos mni-
mos desojos.
E assim era.
One susto miaba ar que-nao-feriara
as p&b&es raparigas
Assim suppcuho, mas- dellas que
era a-culpa.
K. nao mesabisdizer quem-era a fada ?
A fada, minhas netas,, era a av das
raparigas quo so buba tranformado, e em
vez de touca trazia.um toucado. riquissimo,
e era-vez de saias e rourinhas um manto
claro de nev.
Era urna suspenso vela. A pergunta da
fada ficaram a. principio, attonitas ; mas
toanando em si. disseram, quasi ao mesmo
-tempo que nos.casis,, que nos casis, se-
nhora fada, e que seja para logo ; o que
,'s vos pedimos.
Assim foi. A boa da. fada sacou da sua
varinha de condo. E. ma havia batido
com ella tres vezes na, trra, quando dous
guapos maos ap^areceram. Eram dous
Adonis paa.endoudecerem a outros menos
cobicosos. de se casar quanto mais s nossas
duas louquinhas.
E que fizeran, quo fizeram, minha
ar.
A fada mandou que escolhesse cada
urna am noivo.
E depois ?
Cada qual fez a sua escolha -negre-
gada escolha que ellas fizeram.
Sira 1 Coitadinhas I quo m fada I
e nos que j comeQavamos a querer-lhe
tanto.
Depois desta curtissima interrupQo a re-
Iha esfregou a testa como para se recordar,
e continuou desta maneira.
Um domingo depois, era domingo de
Pascboa, o cufa da freguezia caminhara^
tinha martrrisado a portib*.
E que flzerard fada 1 O rei dessa
trra nao a mandou queimar ?
Nao, minha neta, nao. Dizem que
anda se tornara to pessima que o demonio
n'uma noute muito escura veio mandado
por Nosso Senhor tirar-lbe todos os seus po-
deres, e rasgar-lhe na cara a pateute que
lhe dora, cscriptacom carvoe queem dia
de S. Barthoiomeu a fada fez vispere, e foi-
se para as areias gordas. O caso que de
enio para c do3appareceram as fadas no
Alomtejo.
Amen, disserara una das raparigas,
persignando-se.
Dous vos ouq, minhas netas.
O sero estava por om triz a acabar por
falta de azaitc na candeia.
Passados annos o mesmo que succedera
a Adozinda e Florinda veio a acontecer &
incensareis ouvintes desta mui rerdadeira e
acreditada historia.
MARAVTI.UA VEGETL,
O DAR0METZ, OU 0 C0RDEIB0 fMMMBOt
Entre as descripgjs mais notave dos
viajantes moilernw, poucas ha qiue o4re-
gtm mis interesse do que as que se' referem
ao cordeiro vegetal da Tartaria.
A dcscripcJiO'deste phenomeno, 'qe'96
hornenslidos o os" proprio naturalistas- do
dous n>aisvproximos seclos do intero ere1
dito, i'b sorpreadente que merece mfen-
co. Acredita-se qiw ern uina pla :'t& de-
fraude e.vtenso, ush1 pouco elevada e [incul-
ta, do ladcoccidentai- do fk |Volga, existe
urna creatura admiravel, scnii-animale'
mu planta, qual os nnturaws do paizjdo
'o nomo de Sarometz, qne qoer dizer um
cordeirinho.
Para os ba*er, os trtaros1 semeam na
Ierra urna sement igual db melSo, da qual
em certa poca, nasce essa planto singular,
que lera o feitio de um eordeirittio, com
o ps, os cascos, as ordhas e cabera,
monos os chifres, dStInctaMente fjrmados.
Sua bastea che- 1 altura' de tres ps, e
a raz, segundo a rersode uns.- presa ao
chao por quatro lados ; mas baguen diga
que o>cordeirinho brota do cboonv wn s
talo cwn os pese o corpo j; forrnalos,e
que i.vraudo nesse talo enverga-se' sobre as
hervas- eoin que se alimenta.
Viva emquanto h.3 si; mais- depois que eonsorne todo; moire
cinurclia>.
O pelkccoberto de orna pennosrn'ali.N*f
tao lina cono a seda, #maito estimada- di>-
Tartaros-qjae o arrancara o delle Eazom-bar*-
retes;
.iparte-Htenla ha c.-roa e ossos>e quso-
do-II toca ou feridav deita urna espe--
c9-de liquido somelhanie- ae sangue.
1''fama-que o nico animal que -come
essa-carne sao os lobos, qjjte gostan' iiMiito
deSa.
Os collectrioimadores e pocas remotas-
considcravam> um thescwo-os espxiwens
desta notavol- producto.
Dous difftwres etpecinmm acham-sedes-
criptosnas'Buansaccoes Phdiosophicas, e no
Jardim de Flora de Darwirue-ncontra-:.*)- ou-
tro dosenhoi ebem assim a-idescrip;9>degte
raro pUenomeao.
Ems desenhos foram copiados por artiMa.--
de racrecimento, com a respectiva fabida.
OBromete um produato natural, que
aprosenta certas- parliculawdades, que reu-
n ias- assemeUtam-sc a ume cordeirinho.
O corpo tem. a forma dfe ama porco de
talos de feto >. que geralmc.tc crescem tanto
como-as arroces. Esses talos sao densamen-
te caberlos-de-ama especie de fios de seda
cor dc-ouro.
Na superficie- da trra brotam algunas
raizas, ante* dk> brotarem as-folhas.*
Es6as^folhas. tem carca, de 12 a 14. pee
de enmpeimenio, e o talo conserva-so mui-
to tempo despido dellas.
Os trtaros acreditara qi-.e esses talos-sao
corpos, por isso arrancank, das raizes- todas
as folhas, com excepeo de quatro que des-
tinara, s-pc-auas, duas mais pequenas^iara
as orcluas o o tronco pana a cauda ; depoi-
viraudo o. talo de dentropara fra o eafei-
tam,. apreseutando assim .essa sorprendente
maravifha.
Ofto (que os botanieos chamara Cibo-
tium* kmtmkt \ nasce na Asia Oriental, e
foi ntrodttzido nos conservatorios, da In-
glaterra, onde floresce,.produzindo, depoi>
de alguns. annos de vcgtao, boas especi-
mens.
Os. fios sedosos deste-feto sepen) de re-
medio entre os chins,. para estagnar o san-
gue, applicando-os nos golpes ou. ferdas,
do mesmo modo por que na Europa e em
outras paizes usa-sc do feltro ou da teia de
aranha.
A MIRAGEM, O ESPECTRO MS RUINAS.
O admiravel e fallaz phenomeno conhe-
cido por miragem apresenta Ues epeciesdis-
tinctas. A primeira a que offerece- a for-
ma de um obipeto distante, abano da li-
nha do horisonte a por con6equencia fura do
alcance da vista, o qual parece estar suspen-
so no ar e aili conservar-se algumas vezes
em posico natural, outras as avessas ou de
cabera para baixo, e tambem de um e ou-
tro modo, em que a imagera duplice como
acontece aos navios e ao retexo que pre-
joctam n'agua. A segunda a, em que o
objecto parece estar suspenso so ar, como
urna nuvem ou urna aldea sobre urna mou-
tanha, e deseando ficarem fluctuando em
um vasto lago, entendendo-se algumas roi-
lhas aos ps do observador.
A terceira, que a mais rara, apresenta a
forma do sol recolhendo-se e espalhando im-
mensas sombras dos objectos terrestres mui-
to alera do espaco.
Da primeira espacie de miragens ha excul-
para a igreja to/lo lougo o escovado, raon- p]os pasmosos. Viajando nos mares do
polo em 1822, o capito Scoresby vio a
tado no seu macho preto todo luzdo de
fitas e flores. Naquelle dia havia de celo-
brar dous casamentos. Os sinos repicavam
a bom repicar. Adozinda e Florida casa-
rara-se, por signal que houve urnas bodas
muito grandes, a que assistiram muitas fa-
das, que ninguem vio, mas todas muito
feias, segundo se oontou ao depois naquellas
trras.' Urna das noivas havia esposado
honrado e esbelto' mancebo. Esbelta e hon-
rada era ella, mas os ciumes, os ciumes...
Quem sao os ciumes, avozinha?
Os ciumes, os ciumes, minhas netas,
sao uns bruxos... mas isso nao vem para
a historia.
A velba nao disse mais. Estava realisa-
da a prophecia da luta das flores.
E a outra, dizei-nos, o que foi feito
da outra.
A outra casou com um senhor soberbo,
como o proprio Satanaz ao fim de um
anuo j nio era a mesma bonita sim, mas
defecada, triste e desconfiada. O milhafro
imagera invertida de um navio suspenso no
ar, algumas milhas de distancia. To
bom definido estava o nav o, disse elle, que
pude distinguir por um telescopio as ve-
las, as euxrcias, e o casco, tanto que
julgei ser a Fama, navio de meu pai, co-
mo com effoito verifiquei, se bem que, com-
parando as minhas notas com as delle
quando nos encontramos, reconhecemos que
a nossa reciproca posico, naquella occasiao
apresentara distancia de trinta milhas um
do outro. Em raaio de 1854 o capitSo
do nario inglez Archer, que cruzara no
Bltico, rio outra miragem de toda a es-
quadra britnica, que se compunha de de-
zonore velas. Entretanto a distancia de um
navio aos outros era de trinta milhas. Em
ambos os casos os objectos .parecan) inver-
tidos.
Continuar-se-h.
f YP DO DIARIO RA DUQUE DE CAXIA.
"
.
'

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