Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12835


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Full Text


AMOXLIX. NUMERO,55
T' I i i .
PARA A CAPITAL E LIGARES O* DE SAO SE PAGA PORTE.
Por tres mozes adiantados ,......H......... 6JM>00
Pr^seis ditos dem..............; 12JPO00
Por un i anno idem.................. 2iJM)00
ada minero avulso........". ,......... 320
Ol'ABTA FEIItl 12 DE FEVEKEIRO DE 1873.
PARA IHVT1PJ B FORA DA PBOVI.\(lA.
Por tres mezes adiantados................. 63*750
Por seis ditos idem...... -. .'........ 133*500
Por nove ditos idem.................. 209250
Por ura ara idem. .................. 87JW00
DE PEFM
PROPRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvos & Fimos, no Tara; Goncalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Delarmino dos Santos fiulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em N'azareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Franciuo Tavares da Costa, em Alagas; Alves C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio |de Janeiro.
parte ornciAL.
(mi'i-u EXPEDIENTA DO DA 3 DK FEVKREIUO 1>: {87.1.
1' lecaio.
. Odos :
Ai> brigadeiro Joao Guillierme de Bruce.
Fico interado pelo seu officio do 1 do eonente,
sol n. l.'Ki, de haver V. Exc. n'aijuella data, un
r.imprmente do aviso di ministerio da guerra, de
o de novembro ultimo, assumiJo interinamente o
exenten do cargo de onrnamlaiite das armas
desta provincia.
Ao brigadeiro" c>m:i):iiidan'e das armas nt e-
lino. -Consta!)Jo de aviso d i iiiinister > da guerra,
de 2" de Janeiro ultimo, junto p >r copia, ler sido
:iiprovado o proce lmente d > antecessor de V. Ese.
de turar atfeadite ao recarso que o torow tdor
d.)sge.i.-ris a'imt.iticios a> i1 batalhai de inf.iu-
taria mterpoz para es.se c )ni nando de arma da
decisio do c nnolho ec )ii miic >, que rejeitoa una
pon; lo de carne s.-c'a ju'gida b.n pelo facultativo
deste or|io ; assim o declaro a V. Exe. para sen
< mheciiiunt i e lias r invenientes.
Ao mesial. E^-visi de i de Janeiro ul-
ti.ii i. o Esa. Sr. ministro d i guerra, dedarando-ine
ter conc iido 'aipielli >laia i mezes di' Iteeaca
rom BOld 11' etapa para t "alar do sua mudo onde
ie convier, ao capello da fortaleza do Brum paire
Hanooi da Vera Cruz, determino que se contrate
un capell.o que o sui-titila n aquelle serv .o du-
rante o seu impedimenta. 0 que emimuiiicoa V.
Ese. para a devida execuei >.
Ao coronel Jos Mirla Ildefonso Jacone da
Vetea Pesada e Mello. lnteir.idi pelo san orio
do 1* do corrente. sob n. 135, de haver V. S... em
cumplimento di avsi di mistarte da guerra de
5 de noveniliro ultimi. fe to entrega n'aquei data
ao brigadeiro Joao Giulhi me de Bruce, do cam-
inando das armas desii | rovincia, que pir finya
di lei exeraa interinamente; cabi-me louvar e
a.'iadei'er o. b ius seivinis que V. S. prestan em
tii) importante cargo, que per mais de una vez
ji tein exercido rom a intelligencia, zlo e tea Ida -
de.de que sempre dra pro vas em sua tongae
honrosa earreira militar.
Ao eommandante do presidio de Fernando
de Noronha.-Constando de aviso do ministerio
da guerra de 22 de Janeiro ultimo, ler de ser en-
viado para esse presidio, aim de ciimprir a pena
ti? gales perpetuas em q.ie por decreto de !) de
Otul). i do aun i pasado ii-lhe c minutada a de
ni irte, a que tiniii sido con temnado, o aaeravo
Antonio C; mgo ; assim o eo lumnico a V. S. para
- 'i eoaheeimento.
Ao director nterin > d > arsenal de guerra.
Verilcandi-se do pinto dos euipregidis dessa ar
senil, annexo ao seu o.'Imu d) primfiro do cor-
rente, sob-n. lo), que o guarda do terceiro arma-
zn Francisco das Ciag-.s l'ae Barrete fallen
repartirlo durante tolt o inez de Janeiro proxiuu
QnJ ', sem ciusa. reeumiiondo a Vm:. que o ad-
ra >jsle p>r essa falta, o nao iuelua o sju noiii! ni
i i>ara a percjpjij d.n vencinuntos relativo3
ao referido mez.
Aomesmj. O Vnie. as sms ordens para
serea recebidos nos arinazaos de se arsenal, quan-
d i para alii wrem remettidos os utensilios das
gil .rdas de palacio, da alfanlega.da casada deten-
c2o, e do hospital militir.onipreliendidos no termo
de incapacidade que yai junto, os quaes foram da-
do i- ii eonsn n >, de eonrormidade eom o disposto
ii< a vis i circular ib .omisterio da guerra de 10
d* agosto da 135J, cjiii) declarou-iiie o coiinniii-
l.i:' 1 h ar u i; nterin) emo'lieiode 3Ideja-
neiro oltim, sob n. ^i^.
to c.tptij d) parto. Transmiti a Vine..
[i tr i sao e )nliejm;uto e exeeutjo, c mia d i avi-
mi reular di ministerio di imnn'i.i. de 22 d' Ja-
neiro ultiiu), B.J77, relativaiiiute a responsabili-
dale h exactilio e autlnnticilil: di^aunuivios
oi-ii's sobre o estabeleeiomto de aovoiplia-
J' ttCffiO.
!' irlaria?:
[) presidate di provincia, di eonrormidade
i pr i,i isla do .'. e'i ife da p rficia, a n ol :io
ii. H. d i pr iiir.i d) corrento, resol ve minear
p.in ii I ligare i de oriinnro o tereeiro S'jpplentes
di snbielagada d > Jistrto di N >ssa Sanhora das
Dores di I'oeii do teron de Cimbres, os eidad-tos
sejaintes ni orden da sui eollteael): Tertu-
lia) J..-.' di Silva, Cirnante da Silva Reg.
O presidente da provincia, de eouformid.ide
l'i'oj ista d i Ur. chele de polica de 31 de
i.. r) ului i, sob n. 2!7, resolve nouiear o eapi-
trio il i carpo de polica Ai ionio Jos de Andrade,
i! liega lo dj term i de O ir.cury.
0 presidente da provincia, de conformidade
co.ii a proposta do !) chele de pjlieia era ofllcio
n. 2!*>, e ;l do mez proxiuu passado, resolve no-
mear o eidado Antonio Santiago Paes de Mello,
para o cargo de subdelegad > do districto de Abreu
O l na, do termo de Barreiros.
O presidente da provincia, vista do officio
d>> Dr. chefe d polica, n 2'iS de Wo correte,
resolve considerar de nen iiini ell'eto a nomeaeie
dos cidailios Francisco Viceule de Vasconcellos e
Manoel Viterbo de Souza, para os cargos Qe Io e
;','-upplentes do subdelegado do districto de N.
S. das Dores do Poeto, do termo de Cimbres, visto
nao tcrem prestado juramento.
O presidente da provincia, vista d oficio
do Dr. chefe de polica, n 238 de 31 do mez pr-
ximo'passado, resolve exonerar dos lugares de i"
e 3" SUpolenteS do subdelegado do 1" districto, do
termo uo Huique. os cdalios Joaqun Epipbuno
de Mello e Liiiz Manoel de Siqueira.
O presidente da provincia, de conformidade
Cora a proposta do Dr. chefe de polica, em oflicio
n. 838 de 31 do mez prximo passado, resolve mi-
me ir para os lugares de 1", 2' e 3 supplentes do
subdenttdb do 1 districto do termo do Buiquc,
o> cdada is s 'guintes, na ordem de sua colloca-
. i' : Bernardiiio Joaquim de Almeida, Joaquim
Bernardo da Silva e RoJolpho Rolainberg de Albu
querque.
O presidente da provincia, vista do officio
do Dr. chefe de polica, n. 233 de 31 do mer pro
xii ; > passado, resolve exonerar Manoel Bernardo
Vieira Cavnlcante, do cargo de subdelegado do
distri-toilo Campo Verde, r do termo de Itarreiros.
O presidente da provincia, de conformidade
cora a proposte do Dr. chefe de polica, em ofllcio
n. 233 de 31 de Janeiro ultimo, resolve nomcar o
cid.ilio Jos MachadoDutfa, pera o cargo de sub-
cWegado -do districto do Campo Verde, 3* do ter-
mo de Barreros.
U presidente da provincia, atteudendo ao que
lequcreu o alferes d) servia da reserva Joaquim
Martiniano de Souza, e a vista da informaran do
coramandante superior da guarda nacional "de Pao
dI'Albo, resolve que se lhe d' a guia, de que trata
N o art. 45 do decreto n. 1,130] de 12 de mareo de
1833, para o do Hecife, onde se acha resdinde.
O presidente da pro/incia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica, em ofllcio
n. 'i" de 1 do crrente, resol ve nomear o cidad;lo
Zacaras Barbaiho de Mal os, para o cargo de s ub -
delegado 4o districto de Tura, do termo de BuLiue,
u para os de Io, T e 3" s upplentes do dito subde-
legado, os cidadaos segQintes, na ordem da collo-
cacao : Valeneiu Soares Tllela, Antonio Vieiride
Mello e Antonio Machadc da Silva.
O presidente da provincia, vista do oQeio
do Dr. chefe de polica, n 239 de 31 do mez pr-
ximo passado, -resolve exenerar lo cargo Je 1
supple-nte do delegado d de Naiareth, por
nio ler prestado jurameuto. o cilado Herculano
Raadiira de Moli.-
0 presidente da provca, de conformidade i cata alie me remellen o eommandante superior do
c >:n a proposta do Dr. chefe da polica, em ofllcio municipio do Brejo, com
n. 239 de 3t do mez prximo passado, resolve no-
mear para o cargo de 2' sapplente do delegado do
termo d) Naiareth, o capit o Tliom Correa de
Aojo.
Oi'lleos :
Ao Exm. cnnselheiro presidente do supremo
tibunal de justca. Participo a V. Exc. que l
do mez prximo passado, entrou o bacharel Ma-
noel Franco Fernandos Vieira, juiz dd direto da
comarca de Cabrob, no gozo da licenca di .7 mo-
zes, que lhe loi conced-la pelo meu antecessor a
2o de nuvemliro ultimo.
Ao chefe de polica.Em resposla ao officio
de V. S., n. 22) de 31 do mez prximo passad i,
tenlio a ilizer-lhe que un destacamento de 20 pra-
cas coininaudida por um olll.-al, que saina inspi-
rar-Ibes coragem e desperter-lhes o bro e valor, e
que prefin expor-se a ardencia do sol a gozar da
sombra e ds ocio em seu quarlel, torca mais que
sulllciente para levar a cltoito as mais importan-
tes e arriscadas diligencias, o que faru constar ao
alferes delegado do termo de Floresta, em respos-
la reclamado que faz a essa chefalura no ofli-
cio, que vete annexo ao de V. S.. supra-ctado.
Ao meam).- Reeommendo a V. S. que pro-
videncie no sentido de seren removidos eom a
precisa seguran.-a da cadea da villa de Salgueiro,
para a casa de deteu;o, os sentenciados de penas
graves all existentes, visto acliar-se em mi esta-
llo a referida cadeia, como declaron-me a cmara
municipal d mesuia vilja, em-olllcio de 21 do mez
lindo.
Ao incsiin. Remello nesla dala para a the-
souraria provincial, o contrato celebrado pelo sub-
delegad i do districto do Peres, de urna casa para
servir de quartei ao destacamento, por 3 anuos, e
na raza) de IOS im-nsaes, o qual approvo.
Ao mismo. -Traiismillindo a V. S. o ofllcio
junto em original do subdelegado do districto de
Cruangv, chaiaoa sua aHon.-ao para as quadrilhas
de ladrees de cavallos, que infestara o di ti distric-
to, dando as necessarias providencias, de modo a
seren perseguidos e punidos na forma da lei.
Aproveito o ensejo para recominendar-lhe que
faca sentir ao dito subdelegado, que nao deve di-
rigr-se directamente a esta presidencia, e sim por
intermedio de V. S.
>o meefflO.Do ofllcn do delegado do termo
do liuiqne, a que alinde o de V. S., n. 233 de 31
do m.;.* prximo passado, e de outro que me diri-
g o o juiz municipal do inesmo termo, deduzo que
o subdelegado do districto de Alante de Bai.xo re-
presento;! uma verdad .ra coinedia nadeligencia
que dirig.i contra o bando de criminosos capita-
neado pelo den minado Manoel Chico, pois so se
e (pitea o tacto da dispersa,) de una (toca de 60
h.invns ou pela falta de forra moral e prestigio
dessa autridade, ou pjr conliio com os referidos
criminosos, o que parece mais provavel, visto
com > declaram ti delegado e o juiz municipal que
ura tiliio do predito suJidelegado, eonservou-se no
um ni no ao preaito sumieiegauo, conservou-se no de resi(0,lllerein ao jun,
meio dos ditos cnmuiosos durante o lempo em que Ao ines,.ll._EJ,u ;sl4 Ja Conta unta
ellos estiveram na povoapao. Quer n urna quer ,ca,. e me reieaeu,, Dr. chefe de
ofllcio de 22 de Janeiro
ultimo, sob n. 118, os vencinieutos de urna escolta
da guarda nacional que vete daquella comarca
conduzindo recrulas destinados aa servicodoexer-
cto.
Ao inesmo. Tundo o brigadeiro Joao Gui-
llierme de Bruce, em cumprimento do aviso do
ministerio da guerra, de o de novemtrro ultimo,
assumido interinamente no da 1- do crreme o
exntete do cargo de eommandante das armas
dosla provincia, segundo cummunicou-ine em of-
licio daquella data ; assim o declaro a V. S. para
os lins convenientes.
Ao mesmo, Tomando em considerar io o que
expoteram no incluso requerimento de layinudo
Nonato da Cimba e Joao Aleixo da Cunha, sobre
que versa sua informacao de 30 de Janeiro ultimo,
n. '.il'.i, .-iut'iris'1 V. S. mindar pagara cada um
dos supplcantes uma gratiliracao correspondente
a um mez de vencinieutos, na qualidude de 2." e
3. pharoleros dacidade de Ulnda, duraute o lem-
po que elles cxeiceram esses lugares sem o devido
juramento.
Ao mesmo.Comniunico a V. S. para os de-
vales lins, que a 10 do mez prximo passado en-
trou o bacharel Manoel Francisco Fernaudes Vieira,
juiz de direito da conuaca de Cabrob, no gozo da
licenca que lhe foi concedida por meu anteces-
sor.
Ao inspector da theseuraria provncial.=Ten-
do nesta data, autorisado nos termos de sua-i nfor-
ma;ao de 31 de Janeiro ultimo, o engeiiheiro chefe
da repartcao das obras publicas a mandar fa/.er
os inclliorainentos de que precisan! seis canos de
esgolo desta chinde, collocando nas boceas dos
meamos um sypho e no alcapao uma cliapa, cuja
desposa se acha calculada em 20.i ,00 para o lim
de evitar as exhaladles ptridas em diversas ras
desta i-apii.il; asBlffl o coiumiinico a V. S. para seu
conheciiiiciito e lins convenientes,
Ao mesmo. Conimunico a V". S. para seu co-
nheciniento c lins convenientes que segundo me
declarou em oflicio do 1.- do correute, o conego
Joaquim Francisco de Farias, entran elle naquella
data, no exercicio do cargo de regedor do Uymna-
sio Provincial, para que fura nomeado por porta-
lia de 20 de Janeiro prximo lindo.
Ao mesmo.Ex|>eca V. S. suas ordens no
sentido de entregar-se, vista dos documentos Jun-
tos, ao tliusourero da repartcao da polica, on-
forme sblicitou o respectivo chefe em ofllcio de 31
de Janeiro ultimo, sob n. 242, a Iquanta do...
II4J83, liara ser iudeinisaJo o cofre daquella le-
parlicad, cuja quarlia fora all recebida |>elo sar-
gento do corno de polica, Leobuio Francisco de
Souza e por elle despendida durante treze dias de
vagem com o sustento dos criminosos Antonio
Valerio dos santos, Francisco Kodrigties Lele,
Joaquim Jos Pereira Rangel, Emigdo Jos Flo-
rentino e Jos Vctor da Gama, que seguram desta
capital para o termo de Aguas Bellas com o lim
u'outra hypothese, nio pode esse subdelegado ins-
pirar mais conlian;a, principalmente nas crcums-
taucias melindrosas em que se acha aquella loca-
lidad-), convindo poftanto que proponha a sua
suistituicao, cisii nio preira obter eselarecimen
tos1 mais completos.
Ao mesmo. Declaro a V. S. que nesta data
acabo d-) anlorisar a Ibesonraria provincial a pa-
gar a Francisco I imenlel a qttantia de 48WU,
proveniente da lavagem da roupa das enferma-
rias da casa de deteocao. conform) solictou em
seu ofllcio de 2i de Janeiro ultimo, sob n. 189.
Por esta occasiao julgo conveniente observar-ilie
qne essa roupa dora em diante deve ser lavada
naqueUe estabelecimnlo pelos proprios presos,
que para sso forem escomidos palo re-pectivo ad-
ministrador, paguiidose a estes uma gratilicacao
uieusal. que, com a despeza do sabio necessario,
Dto exceda a melada do que al boje se tem I
pendido eom senielbante servico.
Ao juiz de direito da 2" vara civel.Desig.u)
V. 5. para fazer parle da junta, que em ultima ins-
tancia deve reuuir-se 10 do correute, aw ineio
dia, ueste palacio, para julgar diversas prae.is da
polica, cojos jirocess is Ibes serio mandad" en-
tregar pelo juiz dos bitas da fazenda.
Ao Dr. Joaquim Goocalves Cima, jni/. des
feitosda fazenda. -A" vista do impedimento que V.
S. allegOU, teuho nesta data designado o juiz de
direito'da 2' vara civel para o substituir na junta,
que aC.do corrate deva reunir-se para em ulti-
ma instancia julgar diversas pracas de polica,
convindo que a elle transmita os procesaos, que
tem em seu poder.
Ao eommandante superior da guarda nacio-
nal de Pao d'Albo.Mande V. S. dar ao alferes
Jos Martiuano de Souza, do servico da reserva,
a gua de que traa o art. 4o do decreto n. 1,130,
de 12 de marco de 1851, para o municipio do Re-
cite, onde se acha resdindo.
Ao Io supplenle do juiz municipal do termo
do Limoeiro. Accuso recebido o oflieio de Vmc,
de 7 do mez lindo, no qual cnsul!a se estando no
exntete da vara municipal, e tndo lindado o
qualrienno do juizado de paz, pode presidir a
junta de qualilicacao. Em resposta cabe-me dizer
a Vmc.que nio proceda a reunido da referida jun-
ta, em quanto nao constar ofBcalmente a approva-
Cto da eleif.io de eleilores dessa freguesa, como
recomraeuda o aviso de 14 de noyembro ultimo, que
por copia lhe loi remeilido, devendo esperar para
sse lim que essa presidencia designe novo dia.
Onantoja ter lindarlo o seu quatrieriio e estar Vmc.
no exercicio da vara municipal, nio tendo sido]
approvada a nova eleicao de juizes de paz dessa
freguezia, e determinando o aviso n. 13 de 7 de
Janeiro de 1851, Io que ha preferencia nas fue-
coes de juiz de paz, nos actos eleitoraes sobre as
outras, a Vmc. compre presidir a junta quallica-
dora.
.3" secrilq,
OIBcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Determinando o Exm. Sr. ministro da guerra, em
aviso de 24 de Janeiro ultimo, que seja contratado
um sacerdote para substituir na capellana da
fortaleza do Brum, o padre Manoel da Vera Cruz,
durante a licenca de quitro mezes com sold e
etapa, que naquella data lhe foi concedida para
tratar de sua sadc onde lhe convier, exped nes-
te sentido as convenientes ordens ao brigadeiro
eommandante das armas ; o que comniunico a V.
S. para os fms convenientes.
Ao mesmo. Communico : V. S. para os de-
vidos lins, que a 10 do mez prximo passado, aj-
sumio Washington Ildefonso de Novaos Calumby,
o exercicio da vara municipal e de orphios do ter-
mo de Cabrob.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. para os de-
vidos lins, os ttulos juntos de nomeacoes do major
Justino Rodrigues da Silva, para a serventa vita-
licia de eacrivao de orphaos. e mais annexos do
termo do Bio Formoso, e de Candido Goncalves de
Oliveira, para o de Io tabellio e eserivao de or-
phaos c mais annexos do de itamb.
Ao mesmo.inteirado de quanto V. S. ex-
poz em seu oflicio de 30 de Janeiro ultimo, sob n.
923, serie B, acerca da venia em hasta pubicado
proprio naaonal denominado Calabpuco, tenho a
dizer que sendo o lauco offerecido por acuelle es-
tabelecimnlo insignificante, deve ir novamente
praca, annunciando-se previamente pelos jomaes
de;ti eMaue
Ao mesmo. Mande V. S. pagar a Jeronymo I sentido de liaver uma rgoresa fisclisac"io nos pe-
Perera Marinsou a Evaristo Mendes da Cunha sos de que trato. Neste sentido deve ser eutendi-
'Aievedo, vista da re!a;ao de mostra era dupWdo o que recommendei em 2o" do mez findo, e so-
em du-
plfata que me remetteu o Dr. chefe de uolicia
con ofllcio de 24 de Janeiro ultimo, sob n. 169,
mande V. S. pagar a Francisco Pimeutel a quantia
de 484O0, em que importou a lavagem da roupa
dos enfermos da casa detencao, a contar do 1." de
novenibroa 22 de dezenibro do auno lindo, segun-
do se deprehende da mencionada cona. <
Ao mesmo. Approvo a arremaUi;ao que
peanle a Junta dessa thesouraria, fez Francisco
Carneiro Rodrigues CampeUo com o abate de 28
por rento spbreo prece do oivamentoda obra dos
reparos da estrada de Murbeca, entre os engenhos
Guararapes e Novo, mediante a condicao de rece-
ber o respectivo pagamento depon de concluida a
obra e em preStocio de ti. 12 e 18 mezes, como
conmiunicou V. S. em seu oflicio de 3) de Janeiro
ultimo, ipie fica assim respondido.
Ai. mesmo.-Transmiti a V. S. para os de-
diles lins, copia do contrato-celebrado pelo sub-
delegado do districto do Peres relativamente ao
alugoel de una casa para servir de quartei ao
respectivo destacamento e que nesta data approvo.
i* sea/io.
Afta:
o presidente da provincia, atteudendo aoque
requeren I,u a Clementino Vieira do Mello, pro-
fessora publica da cadera de 1" lettras da povoacao
de Alagoa do Carro, na conimarca de Nazarth, e
t-ndo em vista a informac.ao do Dr. director geral
interina da instruc.-ae publica, de 3) do mez lindo,
sob n. 31, resolve conceder-lhe un mez de licenca
com veucimetos para tostar de sua saude.
Ofllcio: -
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Ma-
ranhoeferindo o reqiierineulo do soldado
do 9o batalhao de infantera do exercito Antonio
Benedicto da Silva, rogo a V. Exc. se sirva de
providenciar para que seja ministrado um docu-
mento que prova haver a referida pra.a, como
allega, marchado para a guerra do Paraguay, na
qualidade de guarda nacional desgnadodo 2obata-
lhao dessa provincia.
Ao presidente da provincia da Parahyba.
Rogo a V. Exc. se digne providenciar de modo a
ter quanto antes cumplimento a precatoria que
foi expedida pelo juiz municipal dessa capital ao
do termo de Pombal quanto inquericao de tes-
temunhas sobre o,crime de bigamia pelo qual est
sendo processado naquelle juizo Antonio Pereira
da Silva, afim de que tenha prompta mnelo o
rtspec ivo processo.
Ao conego regedor do gymnaso provinci.il
Joaquim Francisco de Farias.Fico iutoirado pelo
seu officio do 1 do corrente de haver V. Rvma.
na mesma data entrado no exercicio d) cargo de
regedor do gymnasio. provincial, para que fra
nomeado por portara de 28 do mez lindo.
Ao Dr. director geral interino da instruccao
publica.Dech.ro a V. S. em resposta ao seu ouV
ci de 30 do mez lindo, sob n. 30, que tendo j
decorrido o prazo preciso para a hablitacao dos
candidatos 2* cadera de geographja e historia
do gymnasio provincial, deve ser logo" marcado o
prazo para a inscripcao dos concurrentes.
A) inspector da sade publica. -Era respos-
ta ao ofllcio de V. S., de 23 de Janeiro lindo, rela-
tivo ao sello do attestado de frequencia do escre-
vente dessa repartcao Jos Eduardo de Souza
l.audim, exigido pela thesouraria de fazenda, tenho
a dizer-lhe que bora proceden aquella repartcao,
era vista da ordem do thesouro inserta no Diario
olficial do 1 de outubro do anno findo, que sujei-
ta tees documentos a sello.
Ao mesmo.--Jxpeco nesta date ordens o
engenheiro chele da repartcao das obras publicas
para mandar fazer os melhoramenlos de que pre-
cisam alguns canos de esgoto existentes em di-
versas ras desta cidade o sobre que versou
o officio de V. S., de ia de novembro ultimo, que
tica assim respondido.
Portaras :
A' cmara municipal do" Recite.Ha vende"
suspeitas de serem frequenteraente viciados os pe-
sos dos armazens de algodio do caes do Ramos e
Forte do Mallos, recommendo Illma. cmara mu-
nicipal do Recite que determine aos respectivos
liscaes que s tenliam muito em viste o de vez era
quando verfiquem so elles estao exactos com a
affericao. Corto de que essa Illma. cmara nao se
descuida em promover os legtimos interesses dos
seus municipes, esforeando-se para qne as res-
pectivas posturas sejara plena e fielinente executa-
das, cont que ser solcita em providenciar no
bre o que fez pondereeoes essa Illma. cunara em
o.'tlcii de 22 do dito niez, o qual lea assim res-
pondido.
- A'cmara municipal de Cabrob.-Em res
posta aos officlos da cmara municipal da villa de
Cabrob, de 9 do Janeiro ultim, tafite a dizer que,
neg mnlia approvacao s arreinat.K-es ilosdizi-
mos de mun.-as e legumes, fita pelo Dr. Agnello
Jos fionzaga, de que tratam os mesmos ollicios,
nao so por ter sido ella feita por um ijua trien nio,
contra a disposicao do art. 49 da lei do 8 de mate
de 1843, eomoporque ignmo o pieoo que ohteve
este imposto no ultimo iiennio, cmprin lo por
tanto que se prpeoda iova arrematecao, e que
seja satsfeto o esclarecimento indicado, quando
ella for sujeta a iniulia approvac. o.
A' niena.Neg a ininha approvacio ar-
remataeio durdizraos de legumes da freguezia de
Leojioldna, feita pelo cain'lao Antonio Ferreira Lus-
tosa, de que trata a eainaraJaunicipal de Cabrolni,
em ofllcio de 9 do corrente, porque nao pennitte
a In que as arrematacoes ilos iiui tos inunicipaes
sejaui por mais do um trennio, curaprc por tanto
que se proceda a nova arrematecao e que quando
ella fur sujeita minba apiirovacao, se declare o
proco por quanto foi arrematado dito imposto no
toteado ultimo.
A' mesma. Rcspondondo os ollicios de 9
de Janeiro prximo lindo, em que a cmara mu-
nicipal (la villa de Cabrob subiuette nimba ap-
liruvac.ii as arrematacoes feitas pelo capitn Luiz
Hyppoliio Liina, Manoel Custodio Nery. Mariano
Martns deSe rapitao Antonio Ferreira Lustosa,
de diversos Iwyiiloa de seu municipio, cabe-me
oizer-lhe que ponba navam uite em praca aqoeUes
unpostOS vieto como na forma da le so por trien-
io podan ser feitas as referidas arrematacoes.
Convin, ainda que essa cmara quando liver
de soHeitar a approvaeio das inesmas arrcinata-
(;i's, me informe quanto lenderam taes impostos
uo ultimo toteante
A' cmara municipal da villa de Buiquc.
Declaro cmara municipal da villa do Buique,
em resposta ao seu oflicio de 21 do mez flido, que
em vista do mo estado da cadete dessa toeaJidade
acabo de expedir as convenientes ordens no senti-
do de seren removidos paia esta capital os sen-
tenciados de nenas graves que se ac'iam rtcolh
dos na referida cadeia, e que quanto aos concer-
tos de que ella precisa, upportunamunte se tratar
disso.
A' cmara municipal da villa do Granito.
P. lo officio que em 8 de Janeiro prximo lindo me
dirigi a cunara monte pal da villa do Granito, fl-
eo setenta de haver no dia anterior prestado jura-
mento do estjlo e entrado em exercicio a referida
cmara.
A" c imam municipal da villa de Tacaral. -
Pelo oflicio que em 8 do mez lindo me dirigi a
cmara municipal da villa de Tacarat, lipie in-
teirado de havereni crestado juramento e tomado
posse os vereadores e juizes de paz ltimamente
elcl< para a mesma villa.
A' cmara municipal da villa de Salgueiro.
Declaro cmara municipal da villa do Sal-
gieiro que para ser con edida a approvacao sol
citada em seu oAiVio de 11 ite Janeiro prximo
nudo, faz-se preciso que declare por que proco fo-
ram arrea itados no ultimo trennio os impostes
de que trata essa cmara no citada ofllcio, convin-
do que seja cada um delles devidamenle de-cri-
minado.
A' cmara municipal da cidade da Victoria.
- Accuso recebido o oflicio da cmara municipal
da cidade da Victoria de lo de Janeiro ultim?,
consultando se. nao jateando boje os subdeldgados
as iiifraces de postores, ha mconipalibildade no
exercicio de dito cargo e no de venador ; em
resposta lenho a declarar que o aviso de lo de
outubro do anno lindo, posterior lei da reforma
judiciaria. resolveu que s ha iucoinpatibilidade
no exercicio simultaneo dos ditos cargos.
." scalo. p
Oflicios :
Ao engenheiro chefe da reparlgo das obras
publicas. Pode Vine, mandar fazer pela quan-
tia de 2il0 os melliorainentos de que precsam os
canos de esgoto desta cidade, collocando nas boc-
eas dos niesmos um syph.io e no alcapao uma
chapa, eomo lombruu eni seu oflicio de 9 de Ja-
neiro ultimo sob n. 10 ; tendo em vista a obser-
vacaoque faz o inspector da thesourarte pravin-
cial. n linal de sua informacao de 31 do mencio-
nado mez, junta por copia.
Ao mesmo. -- Fico inteirado, pe'o seu ofllcio
de 31 de Janeiro ultimo, sob n. 38, de haver Vine,
mandado passar ao arrematante do rebaixamentQ
da ladeira do Timbp certificado para o pagamento
da 2." prestaeae, visto achar-se elle com direito
a esse pagamento.
EXPED itiTE DO sncajirAiio.
/." scalo
Oflicio :
Ao brigadeiro eommandante das armas inte-
rino. S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da declarar a V*. Exc, em resposta ao ofllcio desse
comniando de armas de 31 de Janeiro lindo, sob
n. I9, que neste data se officiou ao director do ar-
senal de guerra, para receber nos armazens do
nio-m arsenal, quando para all forem remettidos,
os utensis das guardas de palacio, alfandega, casa
de detencao e do hospital militar, que foram dados
em consumo.
2.' scalo.
Oflicios :
Ao Dr. chefe de polica.0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda acensar o recebimenlo
do ofllcio de V. S., de 29 do raez|proximo passado,
sob n. 210. participando ter nomeado Jos Fran-
cisco de Almeida Doria, guarda da casa de deten-
cao.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia transmiti a V. S. os titules
juntos de nomeacao dos 1 2* e 3' supplentes do
subdelegado do districto de Granito, do conformi-
dade com a proposta de V. S. ciu ofllcio de 29 do
mez prximo passado.
Ao mesmo.-O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que expedio a con-
veniente ordem thesouraria provincial, no sen-
lido.de ser entregue ao thesourero dessa repart-
cao a quantia de que trate o seu ofllcio de 31 de
Janeiro, sob n. 842.
Ao Dr. Delphino Augusto Cavalcaute de Al-
buquerque, juiz de direito da comarca de Olnda.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
cusa.r o recebmento do ofllcio de V. S., de 23 do
mez prximo passado, comraunicando ter nesja
date assumido a jurisdiccao plena do cargo de
juiz de direito da comarca de Olnda, declarada
especial por decreto do Io de iulho do anno proxi-
ino passado.
-r Ao juiz de direito da comarca de Flores.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S., om resposta ao seu ofllcio de 16 do
mez prximo passado, que ficou inteirado' de te-
rom sido qualiiicados no termo deplores 141 jui-
zes de fado na liste geral e 30 na especial, e no
de Ingazera 218 na 1" e 31 na 2* ,
Ao iuz de direito da comarca de Cimbres.
(fExm. Sr. presidente da provincia manda aecu-
sar o recebmento do ofllcio de V. S. da 14 do mez
findo, participando terera sido qualificados nessa
comarca 376 jurados,
Ao juiz de direto do termo de Cabrob, Ma-
noel Franco Fernandos Vieira.O Exm. Sk presi-
dente da provincia>mandi aecusar o recebmento
do oflicio de V. S-, de 10 do mez .prximo lindo,
eorimuniraudo ter nessa data entrado no gozo da
licenca que lhe fora concedida.
Ao eommandante superior do Recito.0*
transferida para o dia 10 do corrate, ao ineio dia,
a junta que devia reunir-se a 1 deste mez, para
julgainento em ultima instancia de varias praeaa
do corpo de polica.
Ao Sr. Washington Ildefonso ile Novaes Ca-
liiiuhy.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da acensar o ivcebimento do oflicio de V. S., do
10 do mez preximo pensado, participando ler nessa
dala assumido o exercicio do cargo de juiz inuni-
cjtal do termo de Cabrob, como sapotele, por
Uuvimos incessantemente echoar era nossos ou-
vdos a voz do Seuli.ir. que nos diz pelo orgo d
prophpia Ezechiel. Filho do homein, te consti-
tu tatela sobre a casa de Israel; por istoouvir-
deminea bocea a patavra e aunuciar-lb'a-lias em
meu nouie. Se, dizendo eu ao impio : morreras
infallivelmente, tu nao lhe fallares para que dexe
o seu rauin io iniquo e viva, morrer o impio em
sua inquidade, mas eu pedir^le-hei o seu sangue.
Se |ieio contoarte fallares ao impo c elle nao se
.i^.uCffe0tivo|mssadJa uxem:r >J*lfistlicfao tle cunverler da sua impedade e de seu mo cami-
nho, morrer elle por certo na sua iniquidade.
mas tu livraste a tua alma. Ese ojuslo dcixar
a sua jusfiea e eomOMtter a iniquidade. porei dian-
te delle urna pedra de lrope;o ; morrer em seu
|eccado, p rque nao o advertiste, e iienhuma tein-
brain.a lcar das suas obras dejustica; (Kirin pe-
dreito.
Pillarla :
Por esta secretara se communtea ao Sr. ma-
jor Justino Bodrignes da Silveira, que nesta data
se remellen pan a thesouraria de fazenda o ite-
cielo que lhe fez mere da serventa dos iflicios
de eserivao de orphaos e mais annexos do termo du-Ie-bei o seu sangue. Se |>elo contraria o
do Rio Formoso. Malali s vmt riids atollado advertir para que nan peque, e el e nao necear,
Gonvalves de Oliveira, de labelliao e eserivao de vivir a verdad-ira vida, porque tu o advertiste e
orphios do (enno de Itamb. assim livrastes a tua alma, i (M
. -'scc'Io. Como bem vedes, lrmaos e Filhos muito ama-
Ollirio : .... dos, se para nos ha rigorosa obrigac.io de fu liar-
Ao Dr. director geral interino tta instnic.ao vos, para vos ha tambein a de cscutar a voz lo
publica. S. Exc. o Sr. presidente da provincia vosso humilde Pastor e de altender s suas amo-
manda eommantear a v. s. para seu conheemMB- ri)S.is suppcas.
to, que par despacho duela data eoacedeo pro-1 c0in lurimu vos rogamos, fien* dc\ ouvi do-
fessma publica Horneada para a cadera de pn- cilmente as nossas exhorlaees e insiancias, a fin
menas leltras da povoacAn da Pedia do Buique, d qne salve-se a alma do Pastor uue vos admttes-
Anna Carolina Cazar de Mello, o prazo impruro- la e das ovelhu que o attendem. (10)
gavel de 30 das pan entrar DO exereino de sua >(>s vos fallamos a linguagcm franca e sincera
da verdade e abnmo-voe o DOMO coraran, lim
------------- do exprimir-nos com a lbanc;.a e simplicidade de
Governo ilu KJMnnilo. "< li para i.....i os seus lllios; por conseguinte.
SAA PASnm.u. DOWSPO dkounda, t'RK- (dihlai-vos igualmente para ewnnosco. (il)
mimndo os skls DIOCESANOS Gosnu AS. D,.sje 1|ue Summos Pontificcs, collocados na
CILADAS K MAQIM1.A0ES DA M.V(;oN\ni.v. eminente tatela da Igreja de Deus; pela evhlen-
I) Fre Vital Mara Goncalves do Oliveira. por cia dos fados se convenceram da malicia diaboli-
meree de Deus e da Santa S Apostlica, liispo ca das sociedades maromeas, coniminarain contra
da diocesc de Olnda,do conselho de Sua Mages- ellas penas gravsimas. Clemenl) XII aiialhema-
taile o Imperador. i lisou-as na Consfil. In Emnienli. liento XIV na
A todo clero e liis das provteeias de Periiam- Constit. l'ioridn*. Pi VII na Constit. Ecclesiam
buco, Alagas, Parahyba o Rio Grande do Norte Jesn Christo, Loto XII na Conslil. Qtio graiiu-
sade, paz e heno i) om Jess Christo, iNosso ra ; c o actual Pontfice, o magnnimo Pi IX. j i
Divino Salvador. i fulininou-as varias vezes : na Eucic. Qai^>luri-
IrmSta Filho Weettttimo om de 9 da Novembro de 1840, na Alloc. Qaibus
Rara tejdo espirito sensato c rclleclido facto mantUqne de 20 de Abril de 18^9, na Encyc.
inconlestavel, que de alguns anuos esta parte tem Xuscitis el nobiscum de 8 de Dezembro de 1849.
surgido em varios pontos do Imperio, como ha bem na Alloc* SinqtUori fumdam de 9 de Dezembro di-
piuco vos dizamos, nina propaganda anti-catholi-] 18'ii, na Encyc. (Juattlo ctinficimunr uuerore de
ca; e se lera levantado una perseguidlo sysleina-110 de Agosto de 1863 e na Constit. .i>ustolca Se-
tica, tanto mais pergosa, quanto hbilmente dissi- Hit de 12 de Outubro de 1809
mulada conlra a Esposa inmaculada de Jess! Ouvi, lrmaos e Filhos dectissimos, como se
Christo e contra a Iteligiao Calholica, Apostlica, exprime o Augusto Marlyr do Vaticano em sua
Romana, l.eligiao garanlidi pelo nosso Pacto Alloeucao Mukiplim nter machinalioncs de 2o
fundameihal. de Setembro de 1863.
Quera de vos ignora os esteraos insanos con que Entre aa muitas niaehinae-oes, e artificios, di/,
alguns espiritos desvarados, nao podendo soffrer o Pontilice da Immaeula4a, petos quas os inimi-
i|iie seja esa a relgiao do excellenle povo bras-: gos do nonie christeo teein misado atacar a Igreja
leiro, tentara senao destru-la, (o que seria rema-' de Deus, e procurado, anda-que debalde, aliatet-a
tada estullica)aoiuenosfalsilica-lae sophsnia-la? e deslruil-a, devenios contar sem duvia alguui..
Qneni de vos ignora o afn com que certos ho-' aipiella perversa sociedade de homens, yulgar-
mens tomados da vertigem do secuto e colij/ulos mente chamada maconaria, a qual a principio con-
em impa nckdaie, HBt>s*pportando < .i tkmtrina tula nas trena e n obscuridade acama por aa-
i arrattii os OHVtaos vtrda*, mpenhOM-tepor nifeslar se para ruina commum da religio e da
descubrir us treta moiutrvos opiniSe de lodo topieinie antean a.
o genero, enrarecendo-tis, winifeslando-tts t diste-! Desde que os DOMOS predecessores, os Ponti-
minando-ns entre o iovo. f (1) | fices Romanos, liis ao seu oflicio pastoril, deseo-
Quera de vos ignoraos estorvos, empecilhos e brrain suas brandes O insidias, julgaram que nio
eiiibara.os mil que a seita inmiga lgadal do Ca- j havia lempo a perder para repriiml-a por sua au-
tholicismo busca pertinazmente oppoi -marelia do {toridade, fulminando anathema e exterminando a
Episcopado Brasileo, s suas vistas benficas e a essa seila que respira criines o ataca as cousas
seus planos salutares ? I santas e publicas.
Era suinina, quera de vos ignora a guerra | Assim, oseo nredeeeasor Clemente XII por
lodo transe que nesles ltimos lempos tem ella suas Letras Apostlicas proscreveu e reprovou i
declarado a todo aquelle que se eonfessa om com- jmesma se la, advertte a todo os liis mo soque
munhao com o Vigario de Jess Christo ? | nao se assoeiassem a ella, mas lamben) que n.io a
A iodos vos por certo bem patente, lrmaos e propagasseni e a animasseni de qualqner maneri
Filhos muito amados, que essa seita tenebrosa, nao que fosse, sob pena de exconiniunh.i reservada
contente com assestar as suas bateras conlra a ao Pontfice Romano.
Igreja de Roma, que ella denomina, oh! dor t en-1 Denlo XIV eonlrmon por sua Constituie.i i
darer pnlrido j decompondo-se em deleterias essa justa e legtima senlenca de enndemnaejio, e
exahl-icves()Xpiocontente com macularas can'nao deixou de exhortar os soberanos catholcos a
didas vestes flo Augusto Chefe do Catholicismo t que consagrassepi todas as suas for .as e solictu-
que ella intitulaO nulto da infullibilidade (3); de em reprimir essa seita profundamente perver-
niio contente finalmente eom impugnar e melter sa perditittimam sertam, i em defender a socieda-
ridiculo os dogmas fundamentaos de nossa santa de contra o perigo commum. Prouvera a Deus
Religio, (pie ella chama fanatismo e sup-rsliaio que esses soberanos ivessem attendido s nala-
(i), arremcss.'i-se tambera contra os Bispos que o. vras de noss'os .predecessores Prouvera a Deus
Espirito Sint) envin p ra govemar a Igreja fe que em negoci tao grave nao tivessemelles obra-
ens (.'i), aos quaes ella appellida tobo e pastores do cora tanta-(raqueta De corte nao teriamos
s i(Mteo*(6); injura-es, ultraja-os e caluinniaos; nunca tido, nem tilo pouro nosses antepassados
procurando alera disso alienar-lhc. as sympathias, que deu'orar, tantas sedir/ies, tantas guerras'in-
a affeco e o amor de seus filhos, empnhando-sc cendiarias que conflagrnranijoda a Europa, nem
em robar sua ternura as ovelhas queridas e tantos e to acerbos males que teein aflligido e
desgarra-las, pregando no meio deltas principios aiiula hoje ii/fl geni a Igreja
subversivos, doutrinas fallazes, theorias vertigno-1
sas e um novo Catholicismo, que nao reconbeee a
autridade da Igreja e ainda menos a dos Bispos.
O que porm faz subir de ponto a nosso admira-
cao, a incoherencia inqualilicavel de alguns dos
filiados dessa seit', homens alias afilados, que a
t Mas o furor dos perversos impiorvm furor
longe de abrandar-se, Pi VII, nosso predecessor.
anatheinatisou uma seita de origem recente, a dos
airtitinnrnis ( seita maronica ) a qual se propagou
principalmente na Italia, onde tinna muitos adep-
tos. E ihflammado- do mesmo zelo pelas almas.
despeito de sua formal desobediencia suprema (Leao XII condemiiou por suas Lettras Apostlicas
autridade do Vigario de Jess Christo, j|lgam sr nao s as sociedades secretas, que acabamos de
com jus inauferivel aos foros o regalas de catho-1 mencionar, senao tambera todas as outras, qual-
bcos. Pasmosa cegucra senao ignorancia a' quer que fosse o seu nome, que conspirassem con-
toda prova da verdadeira signlicaco da patavra tra a Igreja e o poder civil, e severamente as
Catliolho. | prohibi a todos os fiis sob pena de excomnui-
Emquanto a maconaria, desfarcando-se debaixo nhio.
le certis app ireiicias de piedade (7), alardea um culto especial as obras de beneficencia e philan- tiveram os suceesso3-jmie se deviam esperar. A
tropia, trabalha ao mesmo lempo por solapar com seita maronica de que fallamos nem foi vencida
mao sacrilega e mysleriosa os alicerces da autor- nem cohibida, pelo contrario tentse tem desen-
dade eccle-iastica, ora por meio de urna persegu-1 volvido,-que nestes difficeis lempos apresente-se
Cao sorda e pouco leal, ora pregando ostensiva- por toda a parte impunemente, e ergue.a fronte
mente, segundo as suas conveniencias, o menos- miis audaciosa do que minea.
preso religio do no sos avoengos, a profanacao I DeS(le lg0 jU|g.,10s necessario voltar sobre
dos seus mysterios adoraveis a negacao dos seus es|c assumpt0 Vl'st0 QUe em vrtut|c da ignoran-
ilit.nnK 43fro.4.'iiitrw i> 'i iri'ionni-ooi.'ie-io as SII.IS ........._. .______..,__ ___S.__ .__.,-*: jt
I clandestoas iniqutrum eontiliorum qua
Mas, se o Episcopado, em desempenho dos sa-: desliis ii$ catibut ogitantnr, poderiam crer fal-
grados deveres de .sua au1 usa mnalo, al?a a voz smente que a natureza dessa socio lade 6 inoffen-
com o fin de premunir suas ovelhas, tonta man-1 siva, que ella nao tem outro fim que soccorrer os
ter as prescrpeocs da Igreja e pe cm vigor* sua homens, e ajudal-os em suas adversidades e qup
disciplina ; cis que a seita manhosa. abandonan-
do sbitamente a attitudo, provocadora de'algoz m-
placavel, assume o papel do vctima innocente da
intolerancia, dojesuitimo, do ultramontanismo,
eiiifun nada ha temer da parte delh para 3
Igreja de Deus.
t Quem, enta-tanto, nao v miinlo esse modo
de pensar est longe d i verdade ? Que pretende
do roinanismo ou do ca'hoicismo que no pensar entao essa associarao de homens de todas as reli-
e no dizer d"lla est unum et il'ulem ; e fa-Io cora goes e crencas I Para que essas reunios clan-
tamanha sagacidade que as vetes nao deixad ex- j destinas, esse juramento tao rigorosamente exigi-
citar a eountaeejte de alguns ingenuos. do dos iniciados, que. prometiera nunca revelar o
Alin disso, move co, mar e trra ; pite em ac- que possa db.er-lhe respeito ? Porque, finalmen-
tividade todas as suas molas mysterosis e desen- le, es;-a inauditaatrocidade de penas a que se-vo-
volve todos osseusmeios de accao, alini de oppr tara os iniciados no caso em que venham a fallar
uma rbmora ao qu ella chama prepotencia, abso-' a f do juramento ?
lulismo, despotismo e fanatismo episcopal, e forjar Cortamente deve ser irania e criminosa a so-
ao silencio os Prelados imprudentes e temerarios.ciedade que foge do dia e H luz. Quito differen-
Mas nao': na misericordia divina esperamos que | tes dessas sflf is pas associacOes dos fiis que
j iniais doixareiuos de advogar a causa da Sania florecen) na Igreja Calholica Aqu nada ha da
Igreja de Jess Christo. Com os olh s hoe no occullo, nada do segrede nos regulamenlos que a
venerando Ancao prsioneiro no Vaticano, no Im- regem, esto aos olhos de todos, e todos nodciii
mortal Po IX o Grande, o luminoso espelho do' ver tambera as obras de cardade praticauas se-
Episcopado Catholico, zelaremos. anda com peri- gundo a doutrina da Igreja. >
go da proprta vida, os direitos e os sagrados in-1 Em seguida lastima i Pai commum dos fiis.
leresses do mimoso Rebanha commeUdo flossa que as aeseetecSes ratholicas, lito salutares o ti
ternura e solicitude pastoraes. | proprias |iara excitar a piedade e soccorrer a po-
Bem sabemos, pelo uue nos ensina S. Joao Chrj- breza, sejam atacadas-e at destruidas em alguns
sostomo, que s assmi uodereinos tornar-nos lugares, ao passo que a tenebrosa sociedade rea-
agradavel aos olhos do Divino Mestre. (8) I cnica tenebcosa massonka societas tao inmiga
En face 'dos males' incaledlaves que a seita da Igreja e de Deus e tio perigosa para a stxaj-
dos pedreiros livres tem causado ao verdodoiro *iv espirito religioso, nao suffiriente deplora-los animada,
amargamente entre o vestbulo e o altar ; corre-1 E depo's prosegue :
nos ainda o dever Irnprcscindivel de fazer-vos ou- Neste conjunctura, recejando que homens m-
e de pdr-vos de sobra cautos e sbrotud-. a wocidade nao se tteixe eoga-
H
Exm. Sr. presidente da provincia manila partci- RVjH| pafenteando vos toda hediondez dos bi-
liar a V. S.. para os lins |eouvcmentes, que fica fernaes designios do inacnismo.



Diario de Pemanibuco Quara feira 12 de Fevereiro de 1873.
prote
apasto!
*oceia
que, sendo dilterontes na apparenria, formam-se
todos os das cora o mesmo lim, e conspirara
patento ou landestinaroMa contra a Igreja o os
poderes legtimos. E ordenamos sob as ra
penas ja especificadas as fonstoeoe- de nossos
prcdecessores, a tod.is o eftristioS, de qnalquer
eondican, grao ou dignidad c de QOtooen rut
maque terrornm tint, que teiiuam essas se.
edades como proscriptas o reorovadas por i
A' vista >le tantas condemua midas do
Chele Supremo do Catlnlicisnio, sorn por ventora
diguo do nomo de ratholico o tafeli que, cora for-
mal desprjuo do todas asprobbiceseerlenastieas,
inicia-so as sociedades maconieas? Tori direito
aos privilegios e prorogativas de filiio Ja Santa
Madre Igreja aqaelle que as- 'w /""-
e*t Por enro qu3 so; porqnanto dosso noroe e
desse direito so credor, o filh i doetl, su imisso e
obediente,
Tanto mais que, Irmaos e Filhos carissimos, ra-
ines raui poderosas de sabr tivernm os Summos
Pontfices |iara Milu proceder. Quando mesmo
iiiilhares da tactos tristsimas e lamentaveis nao
provassem toda a luz da evidencia, que a maco-
llara tendo a bauir la lace da trra at ;, idea de
Cristianisino, ah esto os seus regaladores, os
. is cerenoniacs c os escripias ahominiveis de
orgos os mais semanas c acreditados.
Oueamos a emiissa i ingenua que, por permis-
saa divina, tora escapado a alguna dos escriptores
mais abalisa los da seita hypocsita. S temos o
eaibararo da escolha.
O IriBao Fisehor diz que Ajtrepfo dcalgumas
I ij.i* particulares, a grande ni ai n-i da Orden nao
so na i admitte o Ciiristiaiiisui >. como at comba-
ta-1 todo o transe. A prora est, dis. na ad-
wissao dan ladeos as lijas insrlen*. (rancezas,
americana*, ii igaa e lia poseo as lojas de toda a
'.llem-.nha 12).
t iruiao Bizoaarl se exprime anda cora mais ida-
reza e energa : Compre dsci'hotisar o mundo,
diz ella; conspiremos unicameute centra Nema.
Hevoe.icimar I Igreja HHM i.vui es un >.vos R
as iivnvstias. Para combater os principes e beatos
ios eatholicos) tolos os meios si i bous. Tudo
p'nuitido para aimiquila-los : a iMima, a trai-
c i i. o fago, o ferro, veneno c o pun'nl. (13;.
fe" tixtual: Que horrores!
u rom Danim citado pelo PadreG\r (li) nega
(tasadamente a r. vela cao divina, c a inspirarao
dis Sagradas Esrripturas ; nega o dogma da San-
t iia Tre, la le. a e'.ernidade da* pe as, a exis-
tencia das tojos, o percudo original; nega era
ullmu analyse a dvinda le de Jess Christo. Se-
;; lado o sen me lo de pensar, a eonceicno de Jess
nada leva de. extraordinario e nem o sen nasei-
meato em cousa lunhuma afastou-se do carso or-
dinario da natureza (!); os seas milagree funun
produzid'M por meios naturaes e pnysioos; a oa
marte de cruz fbula ; o jaizo linal ama me-
laapbora : o baplistuo uma ceremonia, a Eudia-
ristia apenas un -ynib.;! >. que serve de recordar
nao a morte de Jcsns Cliristo. seno a e'ceell-.iucia
da sua doutrina.
Djs'ji's. al ios malos no Ssnlur, ama asga-
em mais positiva EaoaWi o [ruo Rebol:
()< dscipalos d> Jesas ijliristo cercaron o sen
n iseiaiivit'. a sua vida e marte '!<> existir ame o* tlesfiyuraniiH debatu sappa-
meios solares. A ihutriua de Jess C'oristo que
. al e i irmulou todas as erdides adquiridas
na sua pea, v KESau oik a dis ish.'.klitas, a
n qi i \ o s ii!i:iioi'ii-,NTi;s di koyi'M, a s-
H \ nSVLVBHTB Wt A DOS iYM.NaSl'-llsTAS DA I.NiUA.
i r '.';', a i olinsta sanio dos mysteri is di ini.-iacao.
6 a ereac*), os deosea, o aojos, os aconteeimoa-
i is. os dogmnit, as eeramonias, Mes quaes DA-tas
p:ut.im os livros s-;iii ,s, ais s i > ma i reminisc ta-
r, a uns ou meaosfelisrn doaang a deuses, dog-
mas e crea niu dos Branmas, Egipcios i lo)
A Fas o rmte ( H) tenli pergontadn, por
''-rizal <"n tola o i'tn ti mnroieo, u hq Aes-
o menor testigio da Cbruti'misui) religioso,
' o r.oni /> omubc tdo 'fi '/'i".- um.i
-.i'-1 at hm j'irnii'-iiio', ie-|inile toimediato-
ni'iite que. una m ifonnria Arista sera un tr-
enla i/" // tufa, ou UH i[ii l'l-o ivll.di ; O me esta
de icrfeto acord eom o que diz a ir na > M iIIt :
tu verdadeiro pagaalsmj est mais peto de
| niacmis i que o Cbristmismo ( 17
Nada mais peremptorio aera mab) evidente po
tjj9e a Eeeoate deelaraeao do tirando Oriente de
i'.r.'s : c O sunimo e ultimo lim di aossa socieda-
de .i'-'n- consignado na hMtroecfto secreta o ge-
ral da l.oja Suprema, e o mesmo que fji prca-
oi.-.lo por Voltare e pela revolacio Eraaceza ; isto
a eterna deatruieSo di CatboueisaM at a abo-
li.a i da idea clirista, a i(ual. se flear sobro as rui-
i! is de Roma, pode den lis reaascer e fcilmente
nsraetnar-ae I h t.
Oatros mu''- -i tmi ates igea ektes apre-
si ti-vas-luaiiios, lima is e PiMios amad is. se nao
i ai'-s.'inos enadm'-v<*. Eis aqui nn /' sim <
li linguagciu e dos atentos i is m.os da Enro-
la que, em aban i Ja verdad*! compre dizer. leem
mcoiitestavelmeii'e o merecimeato de ser mais
fraaeos e ans ns loantes que os do Brasil ;
i< reeoobece e at < inJassam /ue nl> te pote ssr
11 mmino '/' ManM e calholico ( 19 ).
- ; II
Que a macjin.iria da Europa esteja lom efiVito
J ibaixo dos anatliemas fulminados pelos sobera-
; i Poalifieee, parque aa roalidade tonta demolir
> throno e o.altar, ii qoesto lora dednvida, ver-
ilade geralniente admiitida at palas maoris dac:
n litas no-lo tcem eoofeesaoo ingenuamente :
nidoqur bOHUi ihrmi! ,1 hmrni.
Mas que a maconaria do Brasil estej tambeui
usa as mesmas pona, eis o que nenbuin pe
dreiro livre quer de modo alguin r'.'conliecer; eis
i que todos. Hewsm$u6peg mil, negam a ps jnn-
.- : estes porque a maroaaria braaileka aotaro
- acao algiHiia eom a da Europa, aquel es porque
os nriaeipioaj os-dogmas doutrnas dola em
.onda otrendem a pureza do Catbolieismo, aqnelles
KUtros, em lim, porque as Hullas i>,.n ili'-ias qoe
.. i.itliematis.uu as -o-iedades secretas nao tiveran
aaseotiaiaBto oaaavaa tur do imnerr.nte.
Taes sao os sophismas que recorrem os chefes
i se'rta excommngada para embair a tuba multa
das incaut-js e traaqnil:izar os excrupulos tsmticfs
lio algos iniaos de conscieneia nimiamente timora-
ta, que recaan! incorrer em neceado de desobe-
- i!>i!cj: as leis da igreja.
Imtretanto algumas brevi reflexoes sao mais
-hO ientcs, |ara deraonstar a futilidade des-
s rasaos e de outras de igual quilate.
Insta o estado mais sunerlicial para .convencer
0 qaalquer esiiirito desprevenido, de que a macolla-
ra no Brasil, na Europa, as-m como em qualquer
rasa parte do mundo, urna e a mesma associa-
vnebrosa, eom tendencias idenlcas e laucando
mi dos mesmos meios para attiogir t mesraissi-
in lim.
Se aiguem na dentre vos, Irmaos e Filhos inoito
amados, que nutra duvidas i resucito e hesite em
crer o i|ue mis aJIirmamos babeado em un milhio
de. documentos rrefragaveis eiususpeitos, i|uc nos
-.; i s bministrados pela propria seita, dd-se aotra-
" lialho de cotejar os manuaes, cobridores c regula-
d>res da raacnaria brasileira eom os ca macona-
ria da Europa ; a em todos encontrar impreteri-
veimeute ritos, graos, ceremonias, symbolos, si^-
naes, formulas e experiencias cor tudo analog.is,
-imo ingenuamente confessa -o Mun^Vaa'ama-
cmaria brasileira do auno prximo passado.
Encontrar, alem di"a, o mesmo paganismo, o
mesmo judaismo, o mesmo pantueismo ea mesma
ausencia completa do Christianismo. Encontrar
os mesmoa prmcqiios, as mesmas theerhs, as mes-
mas deaominacues sacrilegas de ordent, altar,
templo,profui".)', ;'. etc., xs mesmas expressoes
herticas, como a de Supremo Jrdtitecto do nai
reno, dada a Deus, rebaixando-sc d'estarte o
Creador de todas as cousas cafhogorla de mero
oordenador da materia. Encontrar os mesmos
juramentos borrivais, prestados coniiredonlio ap-
parato em f de homem h mesto (20)^iu ento de
miQon (21) CiOnsentindi) recipiendario, se vier a
perjurar, que o pesclo Ihc seja corlad*1, o corwfio
e as entranhas arrancadas, o carpo qnmado, re-
Juz'tdo a ciiizas c estas lanzadas ao.vento e que
' o sua menora fique em 'c-xrarao entre iodos os
- rmos (22) I Eaecntrar lina'mente o mesmo se-
gredo ioiqtiajtir.ado, ora s )bre o livro da Sabedo-
ria, ora sobr' pada (2'), poni n Mudo
fabioossu vshm sobre a fronte ) candida-
to (2i).
E ja qa-3 tocamos em materia de wgrda, z
pasagem taremos.a sejuinte in
i!om quantpo Grao Mostr do Grndo Orienta
j! m'unij'e os arautos do maronismo brasileiro
fadigueo em clamar pelas cem tubas da m-
.s.a e por intermedio de sena man Testos (para
declinar;' ensurss fulminada? pela tanta
-S) que no ha segredo as lojas,
visto con por ah eorrem !an-*
uBeidada seus 'manoa-s, sens rabridores, suas
conslitu{oes c seus discurso- ; ha todava myste-
. ras que, seado vedados aes miserea profanos,
lleam eneorrado* no reeinto m templos.
m abono deste nosso asserlo temos Biblioteca
clarando que a explicara} -nsiru,-. "o '
31, 32 e 33 s devem ser ministradas ai can lualo
pelos inn.os de quem est* honcur reetbido suas
inici^Ses (2o).
Ainila ni ais. Ha segredos que ate os prepro*
majods de ^ros inferiores iguoram. Se asslm
nao fosse, qnal a razio porque o Mui Sabio manda
em sua linguagem symboli a que osaprendizes cu-
bran o lemph e so retirem para a taita ds pass s
pe didos, quando os Mui Excedentes e Perfeitos Ir-
maos Cavalleiras llosa Cruz tcem do se reunir om
capitulo para discutir resolver certos negocios
transcendentes ? Para que tal exclusio ? Pois nao
sito todos llhos da riiwn Nao sao todos irmaos e
mulliros le urna sociedado sem mysterios, tendo
or prnciiios fundara ntaessscgundo apregoam, a
ibe'dde, fraternididf e igualdidel
Muito errados ando aqnelles. que, pelo simples
facto de screm Mcslros, Soberanos Principes Rosa
Cruz, Cavsilleiros do Sol, e por haverara attingido
ao grao 33 pensara ter devassado todos os arcanos.
Innocentes I ou.-aui o IrraSO Draes' se: lia m.'on=, diz elle, que mmct ehegormn
a conhecer o n sso se'jredo, nom mesmo pela lojas.;
e nao obstante todos os seus graos nao sao mais
que uns "profanos, embora ostejo sentados ao
Oriente do templo e condecorados eom as insig-
nias de Grao alastra (20). Eis ota tpico que
merece malura rellexo e toda a attenc'u. da par-
to dos mneons Maqueados era sua boa t, cojo nu-
uiero infinitas est. (2i)
Voltaudo agora o nosso assnnip'o, dlzemosipie
amacollara hri'sileia nina ramificaran de gran-
de ar'vore que estende-se pelas cinco partes do
mundo, e a cuja malfica sombra acolhe-so o pro-
testa nte, o judeu, o mahometano, o turco, o bu-
dhlsla, o fetichista, o delta e at o atheo. Ne-
nlnm macn pode negar esta verdade, sem cons-
tituir-se rt'-o de ra f ou revelar ignorancia cerca
dos fins d v maconaria.
Por ventura um dos fins da seita nao ser vin-
cular no? mesmos lacos os diferentes taentbros da
grande familia humana ? Nao ser operar a nui
d i /i .w, como diz o irmfto Guertn l)amast(2*t) ?
I Nao ser rt'i'i.snr n fr.iternUhdc Kwivrsai. segun-
do inculca o Opsculo maronieo intitulado O
Ponto Hegro (29) l'0o. a"maconaria brasil-ira,
sob paaa ile renunciar o scu ome e sen* foros, ro ao 1\; eommura das nossas- almas (33) ;
ileve fazer par.te integrante da familia universal atrar o lodo asquerosa da calumnia sobre
dos pedreiros ivres.
E se assim nao fosse, porvenlura nao seria urna
burla o 2o artigo do Io titulo da constitucao ma-
c mica do Brazil, o qual declara expressamente
que a maconaria brasileira protege n t *, es ma-
ejes expi'llt idos sobre a fee d>i Ierro, e permute
'que tnb Ihem deb ixo d s seus mpidos l j'S de
iniolquer i i' '1 No seriara eminentemente ridiculos,
para nao dizermos, absurdos, os sano manlfostos
que a santa rdigi.io .1; nossos pais esta adultra-
le
i-\ o C.iib.ilicismo ciisiinl i pel Vig
csus-(]iirisUi i: pe >- Ui-pos nao o verd t<
> ,i maconaria conserva intacto odcpjslmda
t ; q r? s ella rnltivu nt*$adosinnenle u arcar,
ewnge! ca e eon rva e.rem: o veriadeiro Catkn-
I cisma despulo do materialismo e da idolatra (43).
Tudo isto sao cofljequenetas necessoras d'aquel-
las promissas, sao corollarios lgicos daquellas
tlicurias de pcrlu,'io,
Como possivl, que linda alguem hesite
acreditar na reqnintada Impiedade da maconaria
bnuileira, quaudo a sua propria imprensa so tem
encarregadd de,no-la demonrar quotidianamen-
te cora pravas as mais convincentes I
Pasmosa ce*ueira 1 triste illusao !
Nao tem ella, Irmaos e Filhos-da miaba alma,
negado abertambnte e" mais de urna vez, por in-
termedio do seus orgos ofliciaes, a divindade do
Filho de Deus, devisando nelle apenas o agitador
por excellencia (44), o pkUosopko sublime (45),
o mancebo de cOsiumes ill>bad s. o purissitno
e anglico tribuno da Qultla. cuja vida fui
urna serie ininterrompida de episodios patheticos e
priticas edificantes t (46).
Nao tem ella negado o dogma da Santissima
Trindade (47), a eternidade das pena do inferno,
(48) a graca (49), a infallibilidade pontificia ? (50)
Nao blaspheinou ella ha pouco contra a divina
Eucharistia ? Vos (Padres) nao servis do calis
da amargura que foi dado ao martyr do Golgota,
mas empuahaes a x\q\ com vinho branco, eom
que no exerccio da inssa regalis i gylla e o
dirigidas a todos os maefles d< cireu'o di gnndt
Oriente &< Brasil, em partcula-, en lados M M hias e:p Ifud'S pli supvficie d> gibo (30)?
Nio loria gravemente faltado a verdade o orador
da lja C ncUtacSo, quaudo dsseo segrate: eEs-
palbados por toda a nopcrficio da Ierra fazemos
urna "eommanidade, tem isa mesma origem.
sabemos os mesmos mysterios, carainhamos p lo
masan caminho, e tm-em s tuu mesmos fins, sn-
jehos sempre mesma regra e dirigidos pelo mes-
iiio espirito (311 ? E* beni claro e positivo.
Domis, com i explicar as pom-'i u iilBriaes tro-
cadas e.itie o Grande"Orieute do Brasil e os da
Europa f i3-i
E' multpara admirar, que ain la alguem duvi-
de >u lliji duvilarda intima rela.-ie communi-
ca.-Ses d; mac inari i brasH ira eom a da Europa,
miando na bern pouco o opsculo maconko su-
[iramen'onado, expondo os principios da mac i-
naria universal, assim su exprime : A macona-
ria brasi( que cima indicara >s e que sao as de rodas as suas
c (-raas baniverso. (>t principiosexpresos cm
m coostitai^io filiam-se jittUe%, (33)
Isto nao ludo. A mesma ohrmha de ouro
c infesa qi; a ma.-ouiria brasileira cmnpre or-
deas da Europa Attimdoi I Reterindo^e lei
summamiinente christa de 28 de Setambro de
1871, s dir a emancipaba i di elemento servil diz:
Tai t'ii i recommoadaoao que aa Grande Oriente
.11 ralle d >s Banadictinos (bara o Grande Oriente
le Franca, quando recoaecoa a sua existencia e
legalidade. (33)
Mi' mal ql Teai :'
De lado o que Ac exposto, lrmios e Filhos di-
lectissimos. dpceheade-se que a nucoaaria brasi-
leira est intmaawate relacionada e ligada com a
da Europa : dondo lgicamente concluinns que
esta igualmente eondemuada. Demais, pelo que
segue-se rereis, que as suas co-inns nao Ihe
pfiein a barra dianto cm materia|de irreligioe
impiedade
ill
De'antemil) ntanos, Irmaos e Filhos carissi-
m is. que tudo quanto pAssamos a dizer, ser em
referencia niaa- inara ia se e a os m:i;ons log -
eos e oonaequeutos. Folgamos de reeonhacer que
macona ha que uto re-ela:n hostilj lile Igreja
de Jess Clirislo; mas is'o apezar de seren ma-
?ons ; porque nai sio bom e t rildeiros mi-
rons; parqusabjrramdospriBeipioa da maco-
naria.
Os mafoas hrasiloiros, imita a i d is da Euro-
pa, punch s tgu'ar respeito e mvavithMO ufa
pura can a. ieUjiH Catkolica, bem com para em
a ioHtiinte pestoa Je Juna C!it*'o, nosso Sal-
radar, a quem tiles se atreven a denominar rfio
mestre t fc/s da ma teita (34), nada to anejosa-
meiite anlielam, como seja a abalico dessa mas-
mareh'gUo sacrosanta, em eujo scio litemos a
ventura' de nascor, para smVtituir-lhe a rtUgtSo
natural c primitiva, isto, o paganismo (35)
Talvez vos pareca icrvel e sera fundamento
este assorto do vosso humilde Pastor. Entretanto
isUi ei|e perfeiMmente apiiado na Bihliotheca Ma-
conica obra reeheaaa di horrorosas blaspiemias
eiimamoras lieresias, e nos eserjptos produzidos
pe orgos da maeanaria na corte, nesta espital
no Para, os quaes n ) eossara do lornecer-nos
testemu hos irreeusavis desta triste verdade.
A obra allndida em mnitoe lugares diz. sem pre-
uiibulos nii circuitos, qie o macn e sectario
da reliijiao piim:'.i>u despula de supersticOes e fa-
natismo : cont.mipla, diz ella ao macn instru'r-
do, conbmpla de longo estas ruinas respeilaveis
(do paganismo), mas n.ri toques esses marmores
quebrados___ As c ilu.n as que ve-, esli hoje
privadas dos ornamentos qoe outi'ora eram ad-
mirados : e as suas doces ii-crip.oes que tizerain
a Ketieidade do raund i primitivo, teem sido des-
figuradas pela faja i.iVi do terapo e pelo ferro da
barbarla.G), Eis establecido o culto di pa-
ganismo.
Segundo asee cdigo teaabroso da maconaria
brasu ra, a Trindade Santissima um invento sa-
cerdotal ; .; o? pudres teem sid forcados a reco-
nhecrr a nidade di DHS, poslo que appaeente-
in viie se a composla de tres essencias diferentes
(27). Santo Deus Que lieresias !
Os podres c'itltoUcos transformaramlodi a dou-
trina deChri'lo ; violaram o pTeceito de tole concia
qneforava a sua essencia ; substituiran of ni-
11sino a razao esclarecida, a escavdiio lber-
dide,as prerogntio-is iguald'de, a nmliicAo do
p der no einfrtete,po titulo de irmao o de S>
nhor, absoluto e fin Imen'.e substituram os penas
EtBBUIAS A I MA IMUOaTAl.IDADE IJR IMETTIDA (38).
O Christianismo primUito era destinad) a exer-
cer umt fronde influencia nicivilisacao do gh-
b>, p.rii'., a doutrina primttmi, do Christo foi al-
terada i lo Sucerd co.
Porers-i k'nsf'rmacao'do Christianismo o-lcs-
potir-m sa.L: rdotal eorrobarov a ignorancia e a su-
peoo; estes dous mmitros alimentaram os
guerras reliijios-s que lee rain ao supplicio mUha
res de v'ctimas innocentes, e gragas ao s'cerdocii
o eixilit cao recuou em tez de vanear (39). Ea
nao seremos ubus.s do Cothdicism, o Christia-
nisno (ma.onici) s ra Iwje univrrsil e teria fei-
lo I Ive.: a feliciiode do genero humo no (40).
Qaipitest envere, c piat.
Au I se o CaUwlismo intolerante, diz a mesma
obra, qi'.izesse preelamar a verdade que dentro em
si concentra, olle nos dira que os padres catholi-
cjs foram os nicos que obstaram a que o Cjiris-
anism primitivo nio seja hoje a religio univer-
sal. Christo confian ao,sacerdocio o cordeiro serrt
mancha, coro o symbolo'espressivo de sua doutri-
ira ; mis o sacerdocio raacutiu a candurade
sua l (41). >
t Ent-e os mysterios exelusivameute religiosos
os do Christianismo sao, som duvida, os man
simples e os mais sublimes, precisUer cv-
es'.ouiigo, e isto com ajida de casto das alcibeiras
da caro'ice? (il). Qae impiedade que blaspie-
mias | Gai-nos a pena da mi 1
Nao Ibl ella", i Filhos dilectissim is, que, nos
paroxismos do furor, ousou ultrajar a Santissima1
e Inimaculada Virgen) Mara (52) c tentou' rou-
bar-lhe una das podras raais prc.iosas da eoroa
de gloria que Ihe cinge a fronte virginal ?
Ah f dar sc-ha por ventura que m depressa j
tenbnes esquecido, bom povo pernambucano, os
insultos que nao ha muilo os modernos Nestorios
anearn) face de aossa Mai celestial, nossa
protectora na vida, nossa ahogada na .hora su-
prema, no;sa rainha no seio da eteroidade ?
Quera a tanto arroja o delirio da impiedade,
toma como desenfado e sem o mnimo excrupnlo,
a tarefa ingloria de vilipendiar as venerandas
cans do Pontifico octogenario! de chamar estro-
de
isqneroso aa calumnia twiro as
roxas vestes de nosses Blspos ; de mimosear nos-
sos sacerdotes'cnin os epithetos inqualilicaves de
porros, hgen-is,p>nthem?, aguias rapices, lolms,
SSpOt, araos, leprosos, nssossinos, incendinos
queimadores de gente, corruptores, defloradores,
tmmor es, ignorantes, inmundos, Umtt negeos
(54) e um sem numero de <-nubilidades tie?te
jaez. Quem porte o mais, pode o menos. N o
pois sem muita razio que o santi simo Padre
Gregorio XVI intitula essa seita tentna de liere-
sias, de sacrilegios e de blasphemias (35).
E nao nos digam que a maconaria nao concor-
da com semelhantcs exeessos. Sobre serem Bra-
ncadas pelos orgos ofliciaes da serta^ que i'orai-
tam todos os das blasphemias horripilantes, he-
reslas tremendas* os mais vis insultos,anda nao
appareceu por parte della sequer um vislumbre
de reprovaco, ncm ao menos o mais inolTensivo
protesto. Logo.....A concluso obvia. Qui
tace! c mentir videtur.
O que vos falM anda, Friuos carissinus, para
vos ileslludirdes f Se nao vos convencen) as
conlissSes e os escripias da maconaria, cedei ao
monos evidencia e iogea irresstivel dos
fados.
Attendei para a perseguicJo encarnicada c sera
treguas movida pelo mafonismo brasileiro,
pretexto nism, ao (aitlioli-ismo, aos sacerdotes que se tor-
nan) recomniendaves pelas suas virtudes, a todos
os leigos infun, que observara os preceitos da
-"anta Madre Igreja, solre cuj-'l rn'nos. dizem os
pedreiros livres, cnn. Attendei fpara o espirito de insuborainaco e
rebelda que vai lavrando por todas as carnadas
da sociedado. Attendei para o m mosproza ge-
ratmente votado ao principio da sutoridade,
Attendei para a flagrante desobediencia s leis
salutirese brandas da Igreja delesos Christo.
Em simima, attendei para o dcenfreamento'e
para o espirito de bbertinagem que tudo ameaea
invadir. Qual a causa eficiente de utos males,
senao o abuso da falsa libe; la le apregoada pela
maconaria 1
O acatamento devido aos-cabellos brancos da
velhire, a suhmissao aos pais, a obediencia, o
praito e homenagem rendidos as autoridades le-
aitmanante constituidas, c outras bellas virtudes
de que ontr'ora fo-nos tastemanha oenlat se tem
afugentado, a medida que val s^; la^roxfmando a
iguidade maeonfra.
Que d'aquelle amor do Deas e d'aquelle fer-
vo-oso sentlmento religioso, que hnpctuan as
massas pira o santo tribunal da penitencia ; que
tornavam, templos espacosos e vastsimos, iusnf-
licientes, por oceasio da etebraeio do incruento
sacrincio de nossos altares, e que Imprimiam um
carcter puramente religioso e;n nossas solemni-
cano, onlo reunir ra se os Bspos das cinc i "p.u
d i mundo, de paizeseaib Kco', protestantes, -
e at tallis: onde' tambe:n legislou o
;lo brasileiro quof im ne liatainegl* ..por
si. i|irr por iatormedio de seas rcproaanlos, as-
sm lallou y grande l'ontice :
Daqueue supremo poder do Romano Pontfice
de governar a Igreja Universal, segue-se que no
exerccio deste seu ministerio, tem elle o direito
de llvreinente coininunicar oom3 pastorea c cora
os rebanaos de toda"* Igreja para que os mesmos
possam ser por elle ens'mados e dirigidos no ca-
caininho da salvajao. Portantq condemnamos e
reprovamos--damnatnus ac reprobamutaduutrk
na daijiielles que assoverara poder-se licitaracntc
impedir esta communi cacao do Superno Cabera
cora os Pastores e coai os rcbanlios, ou que a tor-
namsujeita ao poder secular, a panto do susten-
tarem que tudo quanto pela S Apostlica ou
com auloridade delfa se estabelece para o governo
de Igreja, nao tem {orea ncm valor, senao guando
i confirmado pele beneplcito do poder secular
(61). Nada mais claro.
Os autores eatholicos siio unnimes em estigma-
Usar a hertica invengo do placel, <[ue ninguem
que se prezar de filho ube lente da igreja, pode ad-
inittir, por ser em extremo absurda, injuriosa e of-
fensiva das prerogativas do Primado do Vigirio de
Jess Christo (02).
Todos vos bem sabis, Irruios e Filhos muito
amados, que os principes e monarcliai sao ove!lii<
de Jesm Christo, e [nao pastores ; sao filhos da
Santa Igreja e ml'o pais ; so seus subditos, e nao
prelados (63).
Entretanto adraittir-se a monstruosa doutrina
do plaret, forra aduiittir tamben) que os sobera-
nos teniiioracs sao ao mesmo lempo pastorc -, pas,
prelados e at Summos Pontfices ; que a ellos, e
nao ao Vigario de Jess Christo compete o Pasee
otes meas (64); e que a Cesar, e nao a Pedro disse
o Divino Fundador da Igreja : Eu le darei as
chaves do reino do cos: e tudo quanto ligares
sobre aterra, ser ligado tambem nos ecos : c tur
do iraanto desatares sobre aterra, ser desatado
tambem nos cos (65). Por quanto s por inter-
medio e com o assentmento de Cesar pode este
ap.isccntar o rebanho do Seaihor.
esse hertico parto poltico resulta para as ove-_|
Ihas a incumbencia de pastorear seus pastorea,
para os subditos o dever de dictar leis a seus su-
periores, para os filhos o direito de seren obede-
cidos por seus pais.
Que inversao absurda !
O'ahi resulta que as Bullas, Breves, Constitu-
coes, Eneyelieas etc. cora que os Successorei de
Pedro apascentam o rebanho de Jess Curisto, e as
penas e censuras cora que ligara os fllhoc dscolos-
nao teem vigor nein elfeilo algum, seno dpais do
consentiinento dos soberanos tempanes, de caja
voniade dependan exclusivamente. D'ani resulta
anda que nos paizes shismaticos e nlieis os subdi-
tos eatholicos s podero crer nos dogmas de nossa
Santa lleligiao se*bem aprouver ao Czar ou aoSul-
to. 'ah resulta, ern ultima analyse, que se a
scta inimiga jurada do Catholicfsiiio chseguisse
enllocar filiados seus a frente de lodosos governos
do orbe (o que jamis acintecer), ni mesmo da
todos os eatholicos icariam dispensados e at pro-
hibidos de prestir obediencia ao Pontfice Romn >,
que cindemnou njwtimente umu socedwle para-
mente beneficente.
Scmelhantes paradoxos n"io merecem com-
mento.
Que diriain os qne-to tenazmente sustentan)
que s a soberana temporal, qml imperiosa Sara,
itere semine dominar, emqu nito a Igreja. a imiti-
ca de Agu; deceservir hum'lde (66) ; e, sera o
mnimo excrupnlo, appeliam do legitimo tribunal
da autoridade espiritual para o do poder secular,
o que diram (lerguntamos com o sabio Benedicti-
no Zalveinio) se os sopranos eaie^iasticos, que
Besa cetfaUm ogove n> de sua Igreja, quizessein
fc/Uecla do Espirito tt quteonldfileliuui.
c pedral is a toJas TOtai que
oieui instanto e fervorosacnaine pBa coavert
nosso irmaos e finios desventu-
rad a, mi tanii contristan), e en sua p'eceamlno-
sa reheldia, o cor.iei e&tremaSJ da Santa Madre
Igreja. ...*,.;*.
8.' E para que a presente Nossa Carla Pastoral
tenba taja a publcidade. urleamos seja lida pelos
Rvins. Paroclios e Capcllaes na Esta.o da Mssa
Conventual, sendo depois archivada em livro com-
petente.
Dada e passada em o nosso Palacio Episcopal
da Soledade sob o Signa! e Sello das No.ssas Ar-
mas, aos 2 de Fevereiro do 1873, festa da Purifi-
cacao da Santissima e huagclada Vircem
ABIA.
Lugar f do Sello.
-J- Fre Vital, Bispo de Olnda.
iloaiinando das armas.
QlWlU'KI. C.BXF.IlAt, DOCOMMANOO DAS ARMAS
INTKKINO D l'F.RNAMltfC.O, I.M I I DE KF.VK-
REIRO DI 1873.
Orilem do lia n. Tu:?.
O brgadero coinTnandanle das armas interino
faz publico para coiiliecimento da guaruico e de-
vido el'eito: -
I.' Que segundo conslou de otlicio (da presiden-
cia, datado de 8 do corrente, com referencia ao
aviso do ministerio da guerra de 27 de Janeiro
prximo findo, foi filado era quinhentos ris o va-
lor da etapa para as pcas de pret era servico
nesta provincia e em mil ris o da forragem para
a companhiy. de cavallara DO corrente semestre.
2." Que por ouico da magma presidencia de 10
dcste mez, referente ao aviso do citado ministerio
datado de 31 do sobredito mez de Janeiro, foi re-
movido o Sr delegado do crurgao-uir do exerci-
to nesta provincia o cirurgio-inr de brigada Dr.
Flix .Moreno Braudo, para lugar idntico na pro-
vincia do Pata, para onde deve seguir opportna-
mente.
Em vista desta remocao, e em quanto nao no-
meado pelo Sr. cirurgiao-uir do exercilo a petsoa
que deve substituir o Sr. Dr. Moreno Brandan,
passar a exercer as fancefes de delegado o Sr.
cirurgio-inr de brigada graduado director inte-
rino do hospital Dr. Jos /adiaras de Carvalho,
as de director uterino do dito hospital o Sr. cirur-
tal feria de*; pparecido (42).
Eis, era reurraido quadro, Filhos muito amados
no Senbor, ai doutriafl herticaseinfernaes,con-
essa ebra iqticalada (notai bem) /
completa (/) i> Pcinc-Muqm ; eis a fontc
taipura e envenenada, ondo os mayons brasilciros
hatftr instrarcio e sentimentos religiosos t
Rao i; pois, para admirar qua ora tajiamosa
profunda magua de euvir o!am?-r alto e Mm som,
dade
Ah Filhos muito ainados, o amor de Deus,
caridade, a piedade, a devoo Uem entendida, o
verdadeiro espirito religioso pouco o pouco se
vo desvane rendo com o fumo das giran lolas e
com as ultimas notas da msica toeatral que se
pardas] n^is zimborios dos templos sagrados. O
maeonism i se tem empenhado com Febril acvi-
dal'a em desarraigar do vosso eoracSo o germen
do verdadeiro Catholecismo c eni aniquilar o
culto interno, para fazer-vos presente de ii o-
co catholecismo nao romano Tporquo" pago)
que, praseindindo dos mandamentos da Santa.Ma-
dre Igreja, contentar-se-ha com a crenca na
existeneia de Deus e n>immortalidadi da alma
(o7i.
[inmensos, insnaycis e gravissimos sao os ma-
les que a tolerancia ou a indiferenca masnica
tem falto, est fazendo e ,ura faz r 'as almas in-
cautas e inexperientes.
E poderiamos nos, Irmaos e Filhos muito ama-
dos, conservar-nos raudo, quedo c do bra.os cru-
sados em face Be tantos e tiq grandes estragos
operados no meio de nosso mimoso Rebanho, m-
ximo sendo tao terminantes as leis da Igreja ?
Poderiamos nos ver o komem inim-go (38) somear
a zi ania, o joio c a sement do e ro no meio da
formosa vinna confiada nossa vigilancia, c dei-
xa-los inelrar livreinente ? Poderiamos nos pre-
senciar itidilTerente o lobo devorar nossaa que-
ridas ovelhas, sem emprego.vnios todos os meios
ao nosso alcance para llias tirar das garras ?
Nao Apellamos para o vosso bom senso, para
a vosea conscieneia e para os vossot sentimentos
religiosos. Respondei com franqueza, povj meu
muito amalo; proceder desta sorte acaso nio se-
ra mostrarmo-nus pastor pusilnime e negligen-
te da fossa salvacao ? nao seria faltarmos gra-
vemente aos devores da nossa misso divina ? Nao
seria trahirmos~a causa i Deus (59) ? Nao seria
final nente tornarnio-nos desmerecedor da vossa
afTeiQio c do vosso amor, e Indlgao do seu Pastor
de vssas almas ?
Jamis os cos tal permitan) K
Eniquanto restar-nos as veias urna gotta de
sangue, bavemos. de detTender-vos, cora o auxi-
lio da grac divia ; emquanto tivermos um h-
lito de vida, vo-lo consagraremos.
Pouco nos intoressa a saude ou a enfermidade,
a alegra ou a tristeza, a paz ou a guerra, a vida
oa a morte : tudo nos inteirament indiifcrente,
com tanto que as vossas almas estejam a salvo.
Bonus pastor, animan siwn dat pro ovibm s>.us
m
O beneficio imperial o principal reducto, onde
se acastellam os pedreiros livres, procurando es-
capar aos anathemas fulminados pela Santa S
contra as soc edades secretas; o ultimo recurso
des=es sectarios da novi reV.jia< cithotia nao ro-
m na que vai a iparecendo entre nos.
Os novos filhos prdigos, procucando attennar a
eialdade de seu obstinado n seroi t, revolvem
as frias clnzas do Jansenismo, do Febronianismo,
do Gallicanismo e d'ahi desenterratno fxtquilw,
escudo ferrugento com que se amparamos nlmi-
gos da Igreja; e simulando tranqnillidade e paz de
conscieneia, se deixam flear nos lacos da macona-
rii, a pretexto de qoe as Bullas Pontificias que a
fulminara nao leem efleiro algum no Brasil : por-
quanto falta-lhes o beneplcito imperial. Illusao!
A doutrina horectica do pluctt, tomo vos bem
sabis, Irmes e Filhos earissimos, ji tetn sido in
numeras vezes forida de anathema por varios Sum-
mos Pontfice'', ta por oxeraplo, Inoocencio K,
Alexandre 11, lemeato XI Clemente XJHf Uio
X, Benlo XIV o outros muitos, ctijos nomos omit-
timos por amor a brevidade.
O actual Pontifica, gloriosamente reinante, alm
de outras oceasioos, deca ron, no conaistorio de i
de novembro-do 1jS, f Isa, peruria, fue?
ma, claramente opposla ao divino Primado
cmdemnada a opintao'que ensina, que o plcito
aiTTDAUBBS ET
iTua, E ltimamente com apprp- qu
do Vati-IMi'
tambem oppor'o seu placel os leis aniadas danu-
toridn'e civil, que as mus s s ao estado ecclesia.ttic', su > ninvgas d t Uher-
dades da Igreja, sao entraras a jurisdiecao das
Summns Pontfices e d Epist puh e aH ntnrpa-
doras d's seus iireitOS mi's s grados ? (61).
Mas emfiffl para que tanto se obstinara os pe-
dreiros livres em appollar para o beneplcito im-
perial, guando este de modo algum pose livra-los
das gravissimas censuras c penas commnadas
contra a maconaria?
SUn, de nada Ibes serve o placel pelas razocs se-
guintee :
I.' Porque doutrina eondemuada pela Igreja,
como fica provado"
2." Porque as Bullas In Eminenti de Clemente
XII e Procidus de Bento XIV foram accetas c pu-
blicadas em todo o reino de Portugal c suas col-
lonias, no lempo em que o p'ucet havia sido ex-
tracto i68).
3:1' Por.pie anda mesmo que ello fosse admiiti-
do pela Igreja, de nada Ibes Valeria no caso ver
tente ; porquanto os propros defensores do bene-
plcito reconhecera e confessam que a aeco d'elle
nao attnge as censuras, por screm penas espiri-
iuaes o ecclesiasticas, eslabelecidas no intuito de
conter os fiis c conservar os bons costumes :
Ci censura ntpkiai rec'.am e'nenii normas,
s'.que res spiritualis et ecctesastica juxla eliam
adversarios, el ejus comminatio dirigalur ad con-
tniendos fiilel-s e romease religioso! mores hien-
das, certe) certius, nulli regio plaret indiget, ut
vim habeat snam ; el in hoc omnes consentir de-
ben!, qui snnt firmo ac sanojmVcio pro;lili (69).
i." l'orquo na Allocuco de 23 do Seteuibro de
1893, o incomparavel Po IX prohibi a entrada
na maconaria a todos os cristaos d:-: qualocer
paiz u' cunque lerrarun lint; c declarou for-
malmente que laborara em gravssimo erro os que
pensara que o anathema fulminado contra essa
seita nao tem valor nos paizes, onde ella* tole-
rada pela autoridade civil, iicert' e vehcmen'er er-
ran!.
A' vista disso o rios do maeqnismo ?
' E' fra de" duvida, Irmos e Filhos dilectissi-
mos, que a maconaria brasileira nina sociedado
secreta, em ommnnhao cora a da Europa, in-
trse'ament ma. nraiga da Heli .uo Catliolica,
Apostlica, Remana ; e por consequoncia condcin-
nada, nfi s pela Igreja, seno tambem pelas leis
ue nos regera, como bem se deprehende da Carta
e Lei de 20 de Outubro do anuo de 1823, segun-
do da nossa Inde|iendencia e do Imperio.
1867.
im a iesu Christo
vacio do Sacrosanto Umcilio'Ecnienlco
"7
Nada mais resta, pois, aquellos que teem a des-
dita de ser iniciados nessa seita tenebrosa, senao
abandonarera-na para sempro e laucarem-se nos
bracos amorosos da Santa Madre Igreja, imploran-
do com lagrimas de sincero arrependiinento per-
di o absolvco das censuras era que incorrerara.
Ai do insensato que persiste no caminho do erro,
porque ser punido segundo a medida de sua ini-
qnid'ide (70).
Com todo o fervor da nossa alma exoramos o
Pai das eternas misericordias, Deus de toda a con-
solacao, se digne, nos favoraveis momentos de sua
bondade sem limites, de illuminar-lhes a intelli-
gencia, de tocar-lhes o coracao e deoutorgar-lhes
forras e graras para romperein os iniquos vncu-
los que os prendera seita perversa.
Attendendo a salvacao das almas confiadas ao
nosso amor e solicitude, e das -quaes havemos de
dar rigorosas cuntas ao Supremo Pastor das ove-
lhas (71), resolvemos, depois de consultado o nos-
so Conselho episcopal, establecer o seguinte :
|. Em virtude de Nossa Autoridade Episcopal
e em desempenho de nossa missao divina, con-
demnamos e reprovamos os erros, lieresias e blas-
phemias que tem assoalhado no seio de nosso Re-
banho querido a imprensa impia, especialmente
nm papel intitula JoVerdadeorgo maconco,
cuja leitura e assignattira prohibimos sub grav a
todos os nossos irmaos e filhos muito amadoi in
Jess Christo.
2.* Esgotem os Rvms. parochos todos os recur-
sos da caridade e envidem todos os estorbos no
-intuito de esclarecer e arredar da sociedado ma-
snica aquellos que teem a infelicidade de ser
n'ella iniciados. Mas, se estes, despert de cari-
dosas e repetidas admoestocOes, permanecorem
em sua criminosa obstinacao, sejam eliminados
do seio das lrmandades e Contrarias religiosas, e
goffran) as conseqnencias da excommunho maior
em qne incorrerara ipso facto.
3.' Recordamos aos nossos Veaeraves Coope-
radores a estricta obrigacio qne ihes incum' e de
instru: era as ovelhas confiadas sua vigilancia,
j por meio de praticas familiares e ao alcance
de todos, j pela explicacao constante do Evange-
Iho, j finalmente pelo ensino assiduo da doutrina
ebristf. Forja e confessar, que os tristes desvarios
que ora deploramos do intimo d'alma, sao origi-
nados,' em grande parte, da ignorancia supina ern
majada de religio c da falta de instruccao reli-
giosa de que profupdaneote rcaente-se nosso povo
(72) naturalmente dotado, da ndole dcil e pac
flea. Lembrem-se os Curas d'almas que estrei-
tissimas contas pedir-lhes-ha o Juiz Inrorrup'ivel,
no dia tremendo do Redde rutionetn vilticttionis
tuce (7 i), das ovelhas que perecerem mingua de
pasto espiritual e por negligencia sua.
4. Mandamos a todos os nossos Reverendos Ir-
maos Sacerdotes, tanto 3cuares como regulares,
le ate nova ordem dm no santo sacrificio da
ssa, axep!uando os das de I. e.V elasse, a i
(1) Po IX, Eacyc de 9 de Novambro do lSifi.
(2) Veadade, orgo da macn. Pernamb. 13 de
Janeiro de 1873.
(3) Familia Universal n. 3 col. 6.
(i) Bib'.iotbeca macn, vol. 1. p. 94, edieco de
I86i.
(o) Act. 20. 2 8.
(6) Verdade de 18 de Janeiro de 1873.
(<) Habenles speciem quidem pietatis, vrlulcni
autora ejus abnegantes. 2.a ad Tira. 35.
(8) S quis voliterit ilii ccnunendatos esse cu-
rara habeat ovium illius, publicam quarat ntilita-
tem, l'ratriini siiorum saluti prospiejal: nullum
enim oflicium hoc Deo carus est.' (Homila in
Beattim Pliilogmium).
(9) C. 3. v. -17 21.
(10) Hoc enim faciens le ipsum salvum heles
et eos qui le audiunt.
qnain filis dico, dilatamini et VOS.
(11) Os noslrum palct ad vos. cor nostrum dila
tatumct... Tani|iiam lil- dico, dilatamini et
vos. l'ad Cor. 6, 1113.
(12) Revista masnica. Janeiro h 1818, p. 31.
(13) Des Bappor.s de riiomm; ave le demon,
Tora. 6 pag. 737 e 788.
(il) A Maconaria, pag. 33 55.
(lo) Historia Geral da Maconaria, pag. 301.
(16) Manual para os Maeons, citodo pelo Padre
Gry.
(17) Reforma religiosa, Tom. 3, pag. 288.
(18) Opuse. La revolution par Mgr. de Segur,
pag. 28.
(19) Le inon!c raa;onque, Sai de IS66.
(20) Instruccao da Franc Maconaria, pag. II.
(2i) Bibliotheca inagonica, v I. I II.
(22) Ibidem vol. l pag. 193.
(23) Ibidem pag. 191.
(2'i) Ibidem vol. o pag. 11.
(2o) Biblio. mac. vol. 3, pag. "-
(2 27) Eccles, l-l'i.
(2s) Pibllc maeonic. vol. I, pag--i
(29) Ibidem pag. 14.
(30) Manifest de i 863. |
(JI) Discurso na noit,: de T d -' -' i i>
(32) Manifest de 1863.
(33) O Ponto Negro pag. 16 17.
(34) Encyc. de fio Vil Ecclesi
de 13 de setembro de |KM.
(35) Sao dignas de nienco e reparo a; segra-
les patavras doExm. Sr. senador Cnndjdo Mendos
de Abneida.
Sabe-se o quanto esta associae^o (a macona-
ria) inimigos ligadal do Chnstianisir.i, e os estorcos
que emprega para exlerraina-lo. O clero portuguez
e brasileiro iniciando-so nesta tvnive! assota^o
(lavara provasda eorrapcaa que i'i!io*.lavi"!va, a
que o espirito do Christianismo e da Igreja tintaa
delles fgido. A revolta com a a Igreja e a Santa
S a melhor prova de nosso assetn........ 0
alardo quj fez essa assocbjo de sua abominaval
doutrina, em jomaos e pablicacCes na Blgica,
Franca, Inglaterra.. Italia e Allemanha, nenhunia
du\ida deixam quanto a cnradado do proceder
da Sante S. Os que duvidr.ni do antagonismt
desta associacao com O Chris'.a..'s;n3, ou sao nes-
cios ou querem que o oulros sejam. Direito E'lle-
siastico. lutroduc pag. CCCLVH.
36) Vol. I. pag. 117.
37) Ibidem pag. 30.
381 Ibidem pag. 51.
39) dem vol. I, pag.
40) Ibidem pag. 91.
il) Ibidem pag. 52.
(ilWlbidan) pag. 51
(431 Bibliotheca inaeei. v '
() Veriide n. I.
(o) Discurso do Saldanha Marinl
(16) Verd ule n. lo.
(47) Familia Universal n. 4 e 0 Pueauo
pela Boa Nova do Para n. 67.
(48) "ajrd'iaV n. 14.
(49) Familia Universal n. 4.
(50) Fjente n. 7.
51) Pelic .no citado pela Boa
52) Vtrdaie ns. 23, H. 83
(53) Verdade n. 14.
(34) Vede o Jornti,io Commrcfa -. abril
1872.
(55) Encyc Mirar.
(56) Pelicano n. 35.
(57) Verdade n. 26.
(58) v.onit inimicus et snnersemuumt zisanniD
in medio tritici. Math. 13 e 2o.
(59) In causa autem Dei,ubi coaimumoms pen-
culum est, ctian dissimulare peccatum est non
lev. Santo Ambrosio liv. 2, Oficierum cap. 24.
(60) Joan 1,10 e 11.
61. Constil. Pastor aeternus
62. Profligara o placel Jorge Philips, Bjuix.Tar-
quii, Scavin, Franco, Zallinger, Vecehitli, Pe-
dro Gual, Margotti, Martinet, Ferraris, Goossat, -4n-
dr, Maupied, Gandido Mendes e outros muitos
cuja nomenclatura tornar-se-hia fastidiosa.
E" digno de nota o seguinte trecho do Maupied :
c Illud placitum reipsa nihil aliud est quam nega-
redivinitus esse instituan Ecclcsiam ; jus divi-
num juri civili subordinare ; Denm homrai subji
ere et ad praxim reductum, civilis protestatis ins-
trumentum facit Ecclesiam ; indeque cum tempo-
ris progressu, proveniunt usurpationes omnes pes-
.sinio el lugendie in Ecclesiarum proprietates, cedi-
ficia, in administrationein temporalem, mo spiri-
tualem, el inaudita praetentio de nioribus, disci-
plina et etiam de fidei doctrina judicandi. Unde
nihil reliuquitur Ecclcsiao nisi ut sit instrumenlum
cultos ad arbttrium civilis protestatis quae sic
societatem a Christo fundatam, iotalem et inde-
pendentemannibilat. Posteaquo mirantur impro-
vidi quoi omnis societas humana dissolvatur, de-
fectu et contemptu cujuslibet auclorita'is. Com-
pedium Juris Canonic p. 55.
63: Reges et Praosids oves Christi sunt, non
.Pastores ; Ecclesiae filii sunt, non Patrcs, snbditi
sunt, non Praelati. Pedro Gnal cap. 10. Oracu-
la IHintificia.
64. Joan 21, 17..
65. vath. 16, 19.
66. Sola ratio status poici instar irapenosae
Sarro dominattir; dum e contra ratio status eecle-
siastici veluthumilisAgar servir cogitur. Zalve-
nio Princjp. jus eclesi L. 19 c. 2. .
67 ibidem Liv. I n 177.
68 O placel revogado por D. Joao II em 1487 s
reviven eom .Pombal em 176t ;- c neste intervallo
foram publicadas as Bullas cima citadas, urna de
27 de abril de 17J8 ea outra de 18 de'marco de
1751.
69 -cavini, Tom. 2 pag. ^23 e 4.
7'i Vojimpio im malura; rctribntio enim manuro,
ejus fiel ei (Isai 3. 11.)
71 Heb. 13, 20.
72 ftirvuli petiernnt pr.aam, et non erat qui
frangeret eis. Then.
73 Luc 16, 2.
gala de brigada graduado Dr. Fortunato Ajyj
da Silva, e as de i." mlico o Sr. 2." cirurgiao Dr.
JuvenianoReginaldo Alvmi, easile l.citrgi
Sr. 2." efargiiio I r. Jos i Marques, ih Silva H
(Assignadoi Jofio Guili/ecme de lciice.
Conforme. -Jos Ignacio Jtibetro lioinu, tenente
ajuante de ordena interino encarregado do dc-
talhe.
fERHAMBCO.
REVISTA DIARIA.
Jury do Krt-ifc. Honjem na i he
sesso, por estar doente o Sr. deserabargrdor pre-
sidente do tribunal.
Catlieilral.Na prxima quaresraa occuua-
rao a tribuna sagrada, na cathcdral de Olnda :
no primeiro domingo, o Rvra. conego Lino do
Monte Carmello Luna ; no segundo, o Rvm. Fr.
Augusto da Inimaculada Coueeico ; no terceiro,
o Rvm. Dr. Francisco do Reg Mala ; no quarto,
o Rvm. Antonio de Mello e Albuquerque ; no
quinto, o Rvm. Leonardo Joai Greg ; no sexto, o
Rvm. Frei Jalo de Santa Thereza ; no mndalo,
o IIvm. Jos Rayraundo Baptsta ; e no do doi.un-
go de Paschca, o Rvra. conego Manicl Joo Go-
mes.
Carne verde.Se nos lempos nonsaet i
dos prmeiivs e mais necessanos cuidados de
quem vela pela saude publica, verjiiearque
sejam saos os gneros alimenticios de primeira
naceasdade, manifest qne nos'tompos anarnae
devem subir de ponto esses cuidados, masupe ,
((liando se vive sob o peso esmagadur de urna e;-
ferraidade que so aprsenla coq. carcter epid-
mico.
Ninguem ignora que reinara actualmente, e
desde algum lempo, febres demo carcter nesta
cidade do Recite, e que especialmente algOAS
casos de febre amarella lea appareeido.
tiestas condicoes, aconselham os principios da
hygiene (pie os alimentos sejam saos e perfeitos,
como pelo de evitar causas de grandes males.
Isto, paran), nio 'se tem dado, nem se vai
dando, eom referencia carne verde retalbada
nos acouguea, pois que. alm de ser ella magra e
em geral de aniuiaes caneados, accresce que Dto
raras ve/es entregue ao consumo j Betel
rada e por con-equencia em estado de ser W> a
a saude.
Eer impossivel remediar esse mal, de qne
principalmente soffrea elasse menos abastada (ia
populaco. e porisso mesio a raais numerosa
Nao o rreaios ; c por isso que vimos boje
reclamar da Ilustre municipalidade e dos seus
agentes fiscaes enrgicas providencias que rorlcni
esse abuso, nao duvidando mesmo levar os nos-
reclamos at o Kxm Sr. presidente da provincia,
.ue, sem cousa (ue duvida fac), pi'ide intervir DD)
tal assuuipto, visto cio inleivssa elle saude
publica, ao rgimen da hygiene da cidade do Re-
cite confiada, como toda a provincia, sabed i
do seu governo.
Os lempos que vo enriendo para a popufteao
do Recite nao sao bons, e, pelo contrario, tem eui
seu seio mil grmeos destruidores que cumpre
evitar por meio de uutras tantas medidas salub-
res, eni re as ipiaes se achan aquellas em prol
das quaes pugnamos.
Curaiire, pois. ser precavido, e nao deixar que
o abuso que apuntamos v impunemente o sin
caminho, lavrando tontos no grande jugo em que
a populaco arrisca a vida.
Pran a linilar.-No dia 21 do earreDte
termina o praxo para o recebimento dos impoetes
proviuciaes relativos ao auno de 1872Ti) os
quaes acham-se especificados na deelaraeao da
respectiva reparticio em outra parte deste Diario
publicada. D'ahi por (liante accresce a multa de
6 por centar-
ImMstos il auno tml. o nai o
eioso ja expede guias para pagamento dos unpos-
tos prov'mciaes do auno lindo de 187172, que
nao foram satisfeitos em tempo da arrecadacao or-
dinaria. Quem estiver era debito, pede ir all tra-
las, aflm de nao aearrotar cora maiores despegas
de castas judiciaes.
Carao normal par* senlioras.-A
matricula para esta escola roncorreram mais :.-
seguiuies senhoras, eom as quaes' o numero
raatricuadas chega a 6i : Antonia de Soiua Pia-
la, solteira ; Mara Saturnina Prudencia da Cruz,
s'olteira Mara ihoniazia da Cunha, solteira > An-
ua Francisca d Espirito Santo, soltera ; Alexan-
drina de BoHana Chacn Lorena, casada ; Zcfe-
rinr da Silva Pavo, soltera ; Rufina Eulalia
Freir, soltera ; lsnicna Mirarrdolua Dias, sol-
leira.
Faealdade de direito. No da 8 do
curren'e, fez acto do quinto auno e receben o grao
de bacnirel ero sciencias sociaes e jurides pela
faculdade de direito do Recife o Sr. Doral de
uezes Fraga, tendo sido approvado plenamente _
E una justa se bem (jue tarda compel-,
do que tem solrido o Sr. Durval, condemnado pt
la congregaco da mesraa faculdade pena lo
suspenso de acto por dous airaos, por bajw-st)
excedido um pouco cm defeca de seus collegas.
Rouito.Antes de honlein, pelas horas da
tarde, penetraran) os ladros por arrombamento
123-
v.'. I v,' 10.
atado
Nova
il. 71.
le
no primeiro andar do predio n. 71, sito ru do
Mrquez te Caxas, e leva ara alm de 105 cm di-
nheiro, sendo 6 cm piala e quatio era scdulas, *
geguintes objeetos ; nina cadeia de coral encastoa-
da em or, una escoleta cora forma de livro, um
alllnete para grvala, tira auel cora pedra *0TO>
c um par de*boldes do ouro.
E'mais uio mal sem cura de que estamos sof-
frendo actualmente -a ladroagem. Ser tambem
devido ao ei tor '
f > rMilIfilrm \ socedade benehcui-
te Luso-Brasileira convida a seus membros e t
didatos approvados era scu gremio para a saa
extraordinaria que deve ter lugar no da 15 do
corrente me', como melhor se ver do respectivo
annuncio publicado na Boecio competente.
PaNsaniento. -Victimas de amigos padec-
mentes fallecen antc-bontem o Sr. Juaquim da
Silva Rogo, oscrivo do juizo de paz da fregucaa
de Sanio Antonio.
Prisao. Acham-se presos por crime de fur-
to de cavallos.no termo delguarass, Rernardino
Jos Patricio e Manoel Francisco i marte. E' no
ee&aario procurar extinguir tal industria.
Armas defe/.as. Pela delegacia do Cabo
foram apprehendidas e tveram o conveniente des-
lino tres facas de pouta.
Assassinato. -Era 9 do corrente, o paru-i
canoeiro ciinhecido or Joo Pequenino, assa-si-
nou cara teda a aholMade a sua inuiher, que es-
teva grvida de oito niezcs, e evadio-se.
A desvent irada mulher sentindo-se estaqueada,
de balde procurou soecorro ; lancando-se tora da
cabana onde mora va acompanhada de dous filh>|
pequeos, como que buscando fugr morte, f-i
cahir e suceambir pouco distante. O facto deu-*e
na estrada de Beberibe.
Morte repentina. Do urna adema da
glutte tallcceu repentinamente antes i- hontem,
na casa de sua residencia, sita no largo do Carra-,
Senhorinha Maria dos Prazeres.
Foi preso.-Foi hontem preso no termo de
Olnda o tal ioao Pequenino, que assassinou sua
mulher no da9 do crrente, segundo cima noti-
ciamos. Anda bem. mais um crime que nao
Acara impuro.
Dove-se tao Importante diligencia aos csfor.o
do Sr. captio Olivoira Braga, a quem constando
que o ermimoso se achava comprando algunu
cousa em urna das tavernas do Varadouro, poz-
se-lhe no piso e auxiliado por afumas pessoas do
povo effectuou a prisao, quando ja o criminoso t -
mava o cani'nho do Peixinho.
Navio eneontrado.-O brigue portugoc.z
Tiiumphi, en viagem do Porto para Pernambnco
encoatrou a barca ingleza Velxite, que vinha de
Brdeos c segua mra Bucnos-Ayres, tratia M
das de viagem na latitud sul 6' i' e longituoe
O do Meridiano de Grecnwich 31 22', no dia 9
do fevereiro..
Lotera.A quo so acha, a venda 6 a 39* *
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Piedade
de Sanio Aijiaro, a qual corre no dia 14 do cor-
rente.
Casa de detenco.Movimente do dia
10 de fevereiro do 1873;
Existiam (presos) 369, entraram 9, sahiram II,
exislem 3o-1.
A saber :
Nacionaes 231, mulheres 12, cstraageicos *o, es-
eraros 58, tscravas 0. Total 338.
Alimentados custa dos cofres pobbcosjWt
Movnento da enforniaria do dia 10 de fvtrt;iro
de 1873.
Tevo baba :
Jos Victeri vi de Barros, abeosso.
Tivcrani.'lta :
Jos Domiiq;"s de Almeida.
Eduardo dangro.
Joo i da Silva Nevos. ,
Fian".- i, teravo do Dr. Drummond. -
on^aii aJosepha.
Paasa'feft'o Vlmos no brigjua partugue
\

-


*

J


Diario'de Pemambuco Quarta f eir 12 de Fevereiro de 1873.
aga, Cns'oJia lUlrignos .naram a minha retirada da comarca do Bom Con
Naves, JogiradaSi)ra Torres,Ai Bt- seibo.
nardinoilis-Sanbs Croa, Domingos d
Antonio-Costa, loaquim Autonio da Cosa, Ernesto
da Silva Proa, Maaoel Luiz do Corno, Joao Lou-
renco, Antonio do Sjouza Marns, Joao Ferreira snbstituco por possoas estranhas loealidade;
K' rerdade que se dcrain tactos all que cxgain
bem da moi'aldade publica e seguranca itietivi-
dual a destituirlo de autoridades pblieiaes e a sita
*,,
~-
Antonio Fe-lp* i> Machad> Junior, Joao Jnartins,
Joaquim Borges, Gabriel Antonio* dri Silva.
Cemtterfit publico.Obituario do dia G
d fevereiro de 1873:
Otnrbert Luii, branco, Franca, i" annos, casa-
do, Boa-Vista ; febre amarella.
Mara Martins Pereira, pard i, Pemambuco, 2i
angos, cacada, Boa-Vista ; pneumona.
Ivo, pardo, Pemambuco, 11 mezes, S. Jos;
convulsdes.
Jos, pardo, Pemambuco, meze.s R<;cife ;. en-
torile.
Luiz, preto, P?ruambuco, G metes, Boa-Vista ;
convulsOe .
Joao, pardo, Pemambuco, 'i0 acnos, solteiro,
'-a-Vista, hospital Pedio II ; entorile.
Manoel Franc seo das Cbagas, pardo, Pemam-
buco, 2.' anuos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro
H ; tubrculos pulmonares.
Antonio Jos Cordeiro, branco, Portugal, 2.' an
HAS, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; be-
xigas.
Manoel Morena da Silva, pardo, Pemambuco,
2-'i annos, casado, S. Antonio, casa de deten'.'o ;
1 Anacleto, parlo, Pomambuco, 7 meses, Boa-
Vista ; convulso.;.
Geminiana, pieta, Pemambuco, 6 metes, S. Jos;
hepatitc.
Anna, branca, Pemambuco, lo m v.es, Boa-Vis-
li ; denticao.
idalina, parda, Pemambuco, 2 annos, Recita;
soraanpo.
Joao, pardo, Pemambuco, 1 me/, S. Jos ; te-
tado.
Mara Benedicta da Coneeicao, preta, Pemam-
buco, 70 annos, rasada, Santo Anmio ; gastro
atente.
Candida, parda, Pemambuco. (i nanee, Reife ;
tubrculos- -pulmonares.
Clan Mara d> Espirito Santo, preta, Pernam-
', 5)0 annos, solteira. Boa-V isla ; totano.
Bautista Cliouvelen, branco, Franca, 18 annos,
solteiro, B .-a-Vista, hospital Pedro II fehre-ama-
rella.
Pedro, eseravo, pardo, Pemambuco, 90 anuos.
-it.'iro, Boa-Vista ; hydropizia.
Joao, braneo, Pernainhuco. 3 meaos, S. J <-' :
oivulsi"ies.
Jo.m5, branco, Pemambuco, G me/e-. Boa Vista ;
ivmulsoes.
Jos Jeronymo de Souza Limoeiro, branco, Par-
uamboco, 60 annos, ca ado, I! a-Vista: hydro-
piria.
8 -
IX.iniuy-Mallieos, braiiei, Hespanha, 22 an-
uo*, solteiro, Boa-Vista: labre amarella.
marisco Marques Botelho. branco. Portugal,
'2 annos solteiro, Boa-'.ista ; tubrculos puhno-
Carlota Joaquina da Conccicao, branca, Portu-
gal. 48 ana -. e; sada, Kecife ; paro', le.
Antonio de Campos Lima, branco, Pemambuco,
'' atino.-, solteiro, Boa-Vista ; bronchito.
Serafim Soares dos Santos, pardo, Pemambuco,
2>t anuos, ignora-se, militar, Boa-Vista ; varilas
ftmfltaotes.
f.tiiza Senlioriiiha de Albuquerque. branca, Per-
umbuen, O annos. solteira, S. Antonio; ignora-se
i notostia.
Jnviniano, parln^ Poraambuc i, 3 mezes, S. An-
i- lio ; conviilses.
Joaquini de Andrade- Lima. pard). Pemambuco,
S3 annos, solteiro, Alegados ; eongeatao cerebral.
Luisa, parda, Pemambuco, 7 mezes, S. Jos ;
eoavnlsdes.
Virginia, branca, Pemambuco, 7 annos, -S. Jo-
s ; febre renitente.
Eugenia, parda, Pt-mambueo, 10 metes, Boa-
Vista ; denticao.
Manoel; pardo, Peruainbueo. 0 das. Graca ; es-
pasma.
Livio de Souza c Silva, branco. Portugal, 50
O, Casado, Afogados ; febre adynamica.
Alexandre, eseravO, preto, frica, lo annos,
--iti-iro. Boa-Vista ; cholerna.
9 -
Francisco Gonealves de Oliveira, branco, Por-
tugal, 2o anuos solteiro, Santo Antonio ; febre
atnarUa.
Auguste Koussel, branco, Franca, 2G annos,
solteiro, lio.i-vista ; febre amarella.
'enviuda Leopoldina de Oliveira, parla, Cear,
Vi annos, Soheira, Boa-vista ; febre atxica.
Amelia, parda, Pemambuco, 2 r.nnos, S. Jos ;
..na.
Antojo Tedro da Cruz, branco. Portugal, oo
a.,nos. solteiro, Boa-vista, hospital Portngnet; as-
eite.
AAtonio os Leite, branco, Portugal, W annos,
-..lieii-o. Boa-vista, hospital Portuguez : ttano.
Francolina Haria da Coneeicao, parda, Pernaui-
: co, 40 anuos, viuva, Santo Antonio ; typho.
10 -
Joaquim da Silva Rogo, branco, Pemambuco,
69 annos, casado, Poco ; bronchite.
Julia, branca, Pemambuco, 7 mezo*, Poco ;
ConvulsC-es.
Manoel, pardo, Pemambuco, 1 mezes, Grata ;
' uticio.
Joao Francisco de Oliveira, branci. Pernambu-
i->. 2.'i annos. solteiro, Boa-vista; febre maligna.
Haria Francisca, branca, Pemambuco, 26 an-
eaiada. Boa-vista, hospital Pedro II; tu-
brculos pulini nares.
Raarieh Baiil's, branca, Franja, I annos, sol-
teira, hospital Pedro II ; febre aniarelta.
lhermo Augusto Mues, ufaneo, Portugal,
- annos, solteiro, Boa-vista, hospital Portugucz ;
.tile.
Joo King, 'oranco, Inglaterra, 39 auno?, sol-
teiro, Boa-vista ; febre amarella.
Antonio do Cont Vieira, branco. Portugal, 4o
3 ... os, casado, Santo Antonio; enterite.
ama, brai ca, Prnambuco, 1 me.:, Boa-vis-
i' : bronchite capilar.
Vicencia de Paula, parda, Pemambuco, 3 mc-
/ cjaa dos expostos; conrulsoos,
Mari.i, parda, Pemambuco, 1 dia. S. Jos ; tc-
! O.
Antonia Mana dos Santos, parda, Pemambuco,
7v annos, viuva, Grapa, tubrculos pulmonares.
PUBUMCOES A PEDIDO.
I*i*.i NAiiar (liiviilaM.
foata corrate da appKcaeaa qtte Scverino Jos
Santos Aguiar fez da cpiauta de 2:OooO,
que poz em mi de L. de P. Loaos :
1872 Debito.
.t i:,ciro3L Dinhciro ejoa gastn .'iOOO
dem para inobilia 32G.j'iVJ
Fi-vr. 2fl.Id?m que gastn 620K)
;., 3i.-Id;m 511000
Sna letra liesouraria 16UM70
\ il 30.-Binheiro que gastou G33000
IdiMii para billetes de. lote-
ra 183000
Main 'II. dem que gas! in 501510
; io U-Idiin 70i000
Svacontaa Macha! i 2U640
hlho 13Binheiro qne gastou .*o200
Id un para 1/2 barril de vi-
nho 25?iOO
l'iua ronta que pgou 2G5G30
)ne emprestou a Tito 203000
sua contaronpaa Silva
I ardoso 285000
Para pagar ao advogndo,
para defende-lo no juizo
plcnario da villa do Cabo,
no processo crime de sua
fallencia cjija sentonpa
d pronuncia, se funda-
va na subtraeco de
baltfi h.assa, jogar o
alheio etc. etc., como se
'vd .dos auto* emaisdes-
pzas de transporto
I
i2230
* Hairr.
Dinheiro entregue
por vezes
i.Rnwbido de Jos
Rodrigues" Silva
Bocha
\: 1101740
l:9fi0>
---------:J:O5|0O0
J: Lo 21.Sa,ldoquc recebea 636^260
'JM BNao i jvondo'recibo desfe saldo une o Sr,
nrecelMiB, prssivel que ne{ ue tifreceb-
Boni.Conselko.
.%9kntUKltX'.1i ligeiro reparo piui!ica^io>doJ
#wA>< iMWienl sobre os inotiv* que det*rm
havendo -porem representado en a respeito, foram
demoradas as providencias urgentes que cntio sa-
licitei, o que me obrigon a vir entender-rae com o
Esm. Sr. presidenle da provincia actual e chefe de
polica e depois de conferenciar com estes, fi:aram
plenamente satisfeitas as miuhas vistas, nao s com
a nomeacao de' autoridades que olTereciam todas
as garant.as pela sua idoneidade, como tambem
lelas acertadas medidas, que foram tomadas.
Posteriormente me sobrovicram incommodos
de saude e pessoa muito cara de nimba familia,
precisando tratar-nos fora da cidade, e nao pude
por isso regressar para- aquella comarca ; teudo
ahs de tomar liarte nos taballios legislativos da
assembla provincial que vai abrir-se e da qual
sou membro.
Portanto Roantahi consignados, em homenagem
verdade dos fados, os motivos nicos que me for-
Qaram a sabir temporariamente da minha co-
marea; restando-nie agradecer ao autor da pu-
blicado a que alludo, as espressoes^benevolas que
me dispensou.
Reeife, 11 de de fevereiro de 1873.
Joiio Vie ra de Araujo.
Qiiiu*ti*l do coiuinaiulo do I." ba-
alhAo de arf illiaria da guar-
da nacional do iiiuiiicigo do
Reeife.
Ordem do dia G2.
O lente coronel conimandanle determina aos
senbores coininandantes das compaiihias, que llie
remettam relaedes dos guardas que sendo remissos
ao servico c demo romportamento, e sem isen-
Sftes legaes estivercm no caso de ser recrutados ;
eelarando-se em ditas relapocs as residencias, ou
outros lugares em que possam ser encontrados di-
tos guardas.
Ontra siin, determina em vrtude de ordem su-
perior aos senbores commandantes das compa-
nhias, que comniuniquem immediatamente que
souberem ter sido recrutadj alguin guarda, re-
metiendo a respectiva f de oicio; pois que s
assim poderAo ser requisitados ; (cando entendido
que 0 guarda de mo coriiportamento e remisso
ao servleo o nao ser.
Devendo principiar 16 do corrento as revi-tas
e exercicios, o seguidamente em todos os domingo-,
osSrs. coininandantes das companhias farao apre-
sentar relacoes das praeas quo comparecerem,
qualquer destas ou de nutras fonnaturas, e dos
quo (altaren). '
Como mais de urna vez teuho recommendado,
por assim determinar a le, n.lo* poder ser aceito
para o servido quem nioestiver IcgalmenU; ipiali-
lidado; assirn tambem, devero ser chamados to-
llos os guardas nacionacs que estiverein, c que
teuho determinado.
lteeife, 7 de fevereiro de 1873.
Dedo Teneute-coronel coinmandante.
RIO RE JA^RSRO
28 DE JANEIRO DE 1,873.
Citmnra dos !e]tiit:ilus.
Proseguio hontem a diseas do voto de Bracas.
O Sr. Florencio de Abren, membro. da oppesica
lib ral, veio tribuna dar mais nina prova deque
a pura declamarlo o processo favorito aos Ilus-
tres opposicionistas. Um s fapto nao foi adduzi-
do pe0 orador para roborar as descabidas apre-
ciares, em que se demorn sobre a marcha dos
aconteeimentospoliticos, que em sen eoneeito isa-
zeni desnaturados os partidos, supprimidas as pre-
rogativas parlamentares e avassallados todos os
poderes a um s real podero que Taz e desfaz
os ministerios.
Quando os ugaret conmuta, as declamaees
vagas e as banalidades mais ou meaos sonoras'fa-
zem o programla da opposieao.nao ha que temer
dos sous arreinetlimentos; ella est condemnada
por si inesma.
O Sr. Florencio de Abren disse a enmara um
discurso academic Detcvc-se a repetir que a
coexistencia de djus partidos urna nocesBidade
orgnica de toda a socedade ; que as prerogati-
vas do parlamento sao ouiros tantos modos de se-
do governo^ parlamentar ; que a faeuldado da
dissolucao ue poda ser exercilado sanio era pre-
senea de urna grave situa.ao; e qu>ndo re espera-
va que o orador descesse do dominio da absjraccaO
para o dos fados, das ideas para a sua apnliea-
eo platica no governo da socedade, vimo-l in-
icrromper-se bruscamente e deixar vazia a tri-
buna.
Consa singular : notou a cmara que o Sr. Flo-
rencio ile Abreu nao merecesse -aos seus amigos
polticos sealo urna atteneio calculadamente Ira.
Entretanto tem o joven depatado inquestionado
merecimento e verificada aplidao oratoria.
Ao Sr. Florencio de Al reu seguio-se o honrado
Sr. bario de .Vau, o hooestissime carcter, que,
em una loaga carreira parlamentar, deixou ds-
tinetissiuios o >cn amor ao paiz e aos seus grandes
melaoramentos.
Liberal da vellia tempera, o illustre depoJado
ro grandeuse porpassou em rpida revista as cen-
suras lancadas ao gabinete, e, desfazendo-as em
nomo de profundas conveces adquiridas pela
experiencia e atienta observaeao dos tactos, pro-
testou o seu delicado apoio ao gabinete, de que
deelarou esperar meditadas eopporlunas provi-
dencias as neeessidanes publicas.
Beferindo-se de passagem s reformas, o Illus-
tre deputado deu seguranca ao pan de que as
defendera segundo as vistas liberaes, que nunca
ablicou.
A jastial aos adversarios, disse o concieneioso
representante do Bio Grande do Sul, a irimeira
vrtude dos partidos.
Esta jnstiea nao pode recusar ao gabinete, que
leve a fortuna de fazer volar o grande acto so-
bre o elemento servil, e prometi ao paiz refor-
mas indspensaveis ao seu desenvolvimento.
O modo porque o gabinete soube manler-se
durante o pleito eleitoral d tcstemunho de
sua iinparcialidade. Nao una eamara unni-
me a que veio das urnas ; os varios matizes poli-
ticos estao representados entre os elcitos'da na-
ci. Este fado diz por si s que o gabinete de 7
de marco nao fez ao paiz Ilusorias promessas,
quando o chamou interpr o seu juizo oa con-
tonda politic. que dera motivos dissolucao.
ASSini exprhnimlo-se, o honrado Sr. "barao de
Man protesta ser o orgao doa seus committentes
e advogar segundo os dictamos de sua conscien-
cia, de que nunca se apartou, os legtimos inte-
resses do partido liberal. .
Interronpido oeste ponto pelo Sr. Silveira Mar-
tms, e convidado a renunciar o seu mandato, se
o cleitorado do Rio-Grande do Sul lzessc saber ao
Ilustre mandatario que mal comprhendra as
suas vistas, c mal se desempenha de sua elevada
commisso,. o honrado Sr. bario de Mau ele-
vou-se liiaxma altura que se pode elevar o
hornera poltico, declarando ao scii eompanheiro
de districto que aeccitava o repto c desafava o
Sr Silveira Marlins a que se puzesse em prova o
juizo dos briosos eleitores.
Acceito o repto tao formalmente hincado palo
Sr. Silveira Marlins, o Sr. barao de Mau conti-
nuou a dar desenvolvimento as suas ideas, captan-
do _da maioria da cmara, inequvocos testemu-
nhs do mais merecido aprepo.
Assim que o dia de hontem assignalou para o
Sr. barao de Mau um verdadeiro e invejavcl
trimpho.
O apoio do nobre titular ao gabinete de 7 de
marco dos mais valiosos. O hornera que co-
nhecido no paiz, e fra do paiz pela integridade
do seu carcter; o capitalista notavel, cujo nome
anda assnciado nos dous mundos transaccocs do
maior vulto; o liberal puro e sem dobrez, que
em todos os totopas pugnou pela verdad.- do sys-
tema repreeitaiivo, nao duvidou tributar ao ga-
binete de 7 de marco os testemunhos a que elle
conqtiistou rndiscutivel diroito.
Terminando o seu brilhante discurso entre ca-
lorosas manifestaejes da cmara, o illustre Sr.
barao de Mau ceden lugar na tribuna ao 8r. Jo-
s Calmon, dist'mcto deputado por Minas-Geraes.
Orador flueQte e sympathico, o Sr. Jos Calmon
oieupou.-s-? das relceos exteriores do iiperio
com 1 Repblica Argentina, conefuindo por offo-,
recer urna emenda ao voto do grapas.
Bem qu injustas e mais inspiradas na paixo
politioaJdo (rtie no ostudo dos tactos, as aprecia-
do sr.'1; &lmon nao foram expostas no repre-
hensivel estylo aggrtssivo quo alguns dos nosso*
parlamentares tentam introduzir nos hbitos da
tribuna.
O Sr. presMcnte atmtselF, quo assistio ao de-
bate e prinerpio aoflra, abrir provavelmeote ao-
j a discussao.
O espettaiw.
Jornal do Commerch.
lij-.irlo
DOS
devoto qne tena de festejar a
!%M<8a lxeel.*a Padroeira a
Sehoea da Coaclello nesta
matriz de Hazreth para u
auno de 1^J4.
Juiz por eleipo
O Exm. Sr. Barao de Nazareth.
Juizes protectores
Os Illms. Srs.:
Coronel Amaro Gomes da Cnnha Rabello.
Capitao Joio Francisco Cavaleante de Vascon-
cellos.
Juizes pordevociii
Os Illms. Srs. :
Antonio Tavares Gomes de Araujo.
Reinaldo Gomes da Cuaba Pedrosa.
Juiza por eleicao
A Exma. Sra. D. Anna Cavaleante Barroso de
Muraos.
' Juizas protectoras
As Exmas. Sras. :
D. .Mara de M >racs Vieira da Cunha.
D. Mara de Nazareth, consorte do Illm. Sr. Anto-
nio Vicente da Costa.
Juizas por devopo .
As Exmas. Sras.:
D. Anna Lins de Oliveira.
D: Emerenciana Maria da Piedade Costa.
Escrivao por eleicao
O Illm Sr. Dr. Joaquim Eduardo Pina.
Escrivaes pordevocao
Os Illms. c llvdins. Srs.:
Luiz Jos de Araujo.
JoSo Ignacio de Albuqucrque.
Escriv por etoieao
A Exma. Sra. D. Candida Pinto de Barias Cas-
tro.
Escrivas por devocao
A Exmas. Sras.:
D. Joanna Xavier da Cunha Delirado.
D. Cetarias Villar Barreto Coutinho.
Thesourero .
O Illm. Sr. Conego Dr. Luiz Ferreira Nobre Pe
inca.
Procurador gersl
0. Illm. Sr. major Domingos Jos da Costa
Braga.
Procuradores da festa
Os Illms. Srs.: -
Joaquim N'unes Mahado "outnho.
Jos LnsCarnero de Albuquerque.
Dr. Herculano Francisco Bandeira d Mello,
iogo Cameiro Lins de Albuquerque.
Capitao Lourenco Bezerra Cavbanle.
iogo Antonio Rodrigues.
Mcarios
Os Illms. Srs.:
Dr. Jos Jronyma Pacheco de Albuquerque Mara-
nlio.
Tenente-coronol Antonio Airreliano Lopes CoutK
nho
Major Francisco de Paula Barreto Coutinho.
Major Ignacio Vieira de Mello
Capit io Joao de Araujo Cacar.
Tenante Antonio Claudino Alvos Gomes.
Alteres J is Antonio de Arroda.
Alferes Francisco Gomes de Araujo Vasconcellos
Jnior.
Ignacio Pacheco de Albuquerque Maranho.
Joao Antonio Pacheco.
Bvergisto Gomes de Andrade Luna.
Francisco de Souza Rarcellos.
Mordomos
Os Illms. Sis.:
Coronel Jos Francisco Lopes Lima.
Dr. Jos Ignacio de Andrade Lima.
Dr. Caelao Agripiano Parias Castro.
Tencnle-corond Antonio Aurelano Lopes Couti-
nho.
Dr. Pergentino Saraiva da Araujo Galvao.
Dr. Manoel Barata do Oliveira Mello.
Dr. Liberato Villar Barreto Coutinho.
Joao da Costa Uibeiro e Souza.
Dr. Joaquim Francisco de Mello Cavaleante.
Tenente-coroncl Joao Cavaleante Mauricio Wan-
derlev.
Capitao Ignacio Xavier Carneira de Albuquerque.
Dr. Elisio da Cunha de Moraes Pinheiro.
Major Chnstovo de Hollanda Bezerra Cavaleante.
Tenante Manoel Barroso de Montes.
Tenante Joao Gonrlves Silva do Brasil.
Luiz Carlos da Foceca Piabo.
Capitao Jos Pedro de Oliveira.
Francisco, Pereira de Moraes.
Francisco Pereira de Moraes Nina. /
Jos Joaquim de Saiil'Anna. "
Mordomas
As Exmas. Sras.:
D. Felicia Joaquina Ribero e Souza.
D. Maria Benedicta Cavaleante de Albuquerque.
I). America Brazlica de Albuquerque Maranhio.
D. Capitalina Cavaleante Vieira de Mello.
I). Maria Candida de Moraes Coutinho.
1). Maria Amalia de Arrnda Coutinho..
. Anna Lins Xavier da Cunha Coutinho.
I). Adelia Leopoldina de Muraes Coutinho
. Anna Coutinho de Albuquerque Nave.
1). Francolina Coutinho de Albuquerque liara-
nbo.
D. Antonia Guilherinna de Moma Lima. -
D. Rosa Lvda Coutinho de Borba.
I). Maria Caleciiu Albuquerque Cardoso.
1). Ambrosina de Araujo Cezar.
D. Mara Vieira do Macedo.
D. Anna Borges do Amara! e Mello.
1). Anna Amelia Cavaleante Pina.
1). Mara Jos de Oliveira.
D. Franrelina Falco de Airuda.
Nazareth, 2 de fevereiro de 1873.
O vigari .
Dr. Luiz Ferreira Nobre Pelma.
PRACA DORECIKE 11 DE FEVfc'REIRO .
DE 1873..
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotacdes. officiaes.
Assuearbruto bora 2'or>Qp)r lo kilos, hontem.
Dubourcq
Presidente.
Leal Seve
secretario.
ALFANDEGA
Rendimento do dia l a 10. .' 83:0236)2
dem do dia 11...... 49.232079
martes i: Luz. Chamba JO caixas a J. J. Gen-
calves Boltrao.
Escovas,|l caixa a Prente Vinna 4 C. I a J
M. M., 1 a Netto Cam[ios.
Farelo 100 saceos a A Cueles VnJente. Folha
de ouio 23 saccas a F. da Silva. Feijao330 sac-
eos a M. J. Gonealves Fontos, 141 a Guedes de
Araujo, 105 a Tli Aquino Fonceca 4 Successores,
a J. S. Azevedo.
69 aM; J. C. Cardoso, 30 l a Fraga & Rucha, 3 '
) 80) a E. J- Motta, 80 a Y. da Silva
100 a Antonio J. da Silva, 20 a T. Guimaraes.
.i3J:26I3l'.Sl
Furragem 2 caixas a Moirteir Gregorio & C, 34,
1 Prente Vianaa & C, 107 a E. R Rabello 4 C,
18 a Angelhio Santos Andrade, 5 a J S. Oliveira,
2 a J. O. Torres, i ordem, 20 a Vianna Gui-
maraes, 4 a J. R. Parias. Fmctas seccas 1 a A. .
Sena. Figos 2 caixas a J. B. Oliveira. Figura 80
a M S. M. Nevos, 8 a J M. Cordeiro Luna, 4 a A
A. S. Aguiar. Fio t caixas a E. R. Habar* ^ C ^
Grao de bicco 10 caixas a Guedes de Araujo.
Globos de vidro !2 a B. Campos 4 C. Gigos i
vulumes J. C. Carvalho.
Imagem 1 caixa a A. M. Machado.
Lampada 1 caixa a J. S. C. Guerra. Lnho I
caixa a M' J. Riboiro 4 C, 1 a E. R. Rabello
4 C.
Machados 0 0a Prente Vianna 4 C. 13 a Silva
4 AJvs. Martello 2 caixas a Rabeilo i C. Mer-
cadorias 2 caixas ardan). Misangas 2 cai-
xas a M J. Goneilvi Fontcs. Objeet s diver-
sos 1 caixa a D. A. Matheus, 1 a J. O. Torres, 8
barrLs a Paulo J. Gomes, 1 a I). M. Martina, 1 caixa
a Guimaraes 4 Luz, 4 D T. Bastos, 3 a Basto Oli-
veira & C. Obras de prata 2 caixas a M. Machado
4C.
Peixe salgado 1 barril a G. C. Cunha, 4 a M. C.
Hibeiro, 6 a S. C. Leitc, 1 a A. M. Marlins. Pe-
neiras 4 fardos a Prente Vianna & C, lft a An-
gelinoS. Andrade. Palito 1 barrica a E. II. Ila-
bcllo 4 C. Palitos falsos 1 caixa ordem. Pomada
10 eunhelcs a D. M. Martms.
Betroz 1 caixa a M. Marlins. Rodas de ferro
I a Gon-.alves Puntes. Rozar! I caixa a M. S.
Hibeiro 4 C. Kollias 10 saceos a Braga Gomes s&
C, 30 a A. Santos Andrade Retalho de camurca
1 sarco a A. Santos Andrade.
Sardnha 3 caixas a M. Gonealves Pontos, 26 bar-
rs a M. J. Loureiro. Salpicoes 2 latas a M. J. C.
Carvalho, 2 caixas a S. C Leite, 1 a A. M. C. Ase-
veda 14 a Jorge J. Tasso, 3 a B. J. Ferreira. i a
Gudes de Araujo. Santuario 1 a Lhemah Frcres,
i a A. F. M. Miranda.
Tallieres 30 dnzas a Prente Vianna k C. Tasas
1 runhete a F. J A. Guimaraes.
Vinbo 30 caixas a Moraes t Irmio, 1 barril a
J. C. Rosa, 6-* ordem, 2 caixas c 3 garrames a
M. A. Andrade, I dita e 2 ditos a J. L Gmcalves
Ferreira. 2 barra a ti. A. E. Quintal, 8 a Alvos
Lebre, 63 Cunha lrmao 4C..1 a T. M. l', a Barbosa,
3 a A. F. Oliveira, 13 a J. Rodrigues Mendos, 1
pipa. 2 barra e 6 caixas a J. L. Gm.alves Ferrei-
ra, 3 harria a A. Amorim & C, 5 a Lapa* t Primo,
m. C Azevedo, 20 a Braga Gomes & C, 20 a
ton.alves Bellro, 1 a G. C. da Cimba, 33 caixas a
P. Carneiro 4 C, 13 a Rabello 4 C, I a Lopes Ma-
chado, lia Gonealves Fontes, 1 caixa a S. O. Bas-
tos, 1 aM. A. Lima, 1 a Paredes Porta, 30 caixas
a Cunha lrmao 4 C. Vinagre I barril a Angelino
Santos Andrade, 1 a B, J M. Po.\as. Vazos de tonca
10 pares a J. A. Ferreira, 24 a J. M. Cordeiro Li-
ma.
DESPACHOS DE EXPOrtTACAO 2*0 DI \ 10 DE
FEVEREIRO DE 1871
Para os portas ilo e.cterinr
No brigae inglez Etmerald, para o Canal,
carregou : H De La Grauge 2,000 saceos com
130,000 kilos de assuear mascavado.
Xa barca portugueza Nodo Silinco, para o
Porto, earregarara : U. Oliveira 4 C 30 sacos
com 37.300 kilos de assuear mascavado ; J. B.
Moreira 73 couros salgados com 32-> kilos.
No vapor ingles Sltidrnt, para Nova Orloans,
carregaram : II. Forsler & C 7,300 saceos com
Mi/KM kilos de assuear mascavado.
Ni patacHo haspanaol Saphn, para o Rio da
Prata, carregaram : P. Carneiro 4 C. 3) pipas
com 2t,0 0 litros de agurdente
No lugar .lllemao atufa, para 0 Rio da Pra-
ta, carregou : A. Bastos 2)6 barricas com 31,785
kilos de assuear braneo e 4 ditas com 490 ditos
de dito mascavado.
- No patacho allemo Tlf.uUn; para o Rio da
Prata, carregou : II. B. de Oliveira Jnior 2)0
barricas com 30,283 kilos de assuear branco.
Na polaca hespanhola Joven Elisa, para Bar-
cellona, cirrcjaram : P. Carneiro 4 C. 30 sa'cas
com 3,38i kilos de algolao.
Para os portas do interior
Para o Para, no brigue portnguez Adelino,
carregaram : P. M. Maurv 50 barricas com 3,8 >S
1(2 kilos de assuear branco ; M. J. Alves 100
ditas com o,447 ditos de dito.
Para o Para, n'j navio porfrgnez Ar.belli,
carregou : N. da C. Moreira 400 barricas com
30,284 kilos de assuear branco.
Pa a o Para, no patacho portugus Aieliwi.
carregou : A. O. Leite 130 barricas com 10,583
kilos de assuear branco.
Para ?antos, no navio ingles Indistrie, car-
regou : L. J. S. Guimaraes 300 saceos com 18,000
kilos de assuear mascavado.
Para o Rio Grande do Sul, no brigue brasi-
leo PirMiijn, earregon : F. R. P. Guimaraes 233
volumes com 27,079 kilos de assuear.
Para o Rio Grande do -til, no hiato brasile-
ro Rosita, carregou : A. M. Machado Jnior 230
voluntes com 14,078 kilos de assuear sraneo.
Para Maco, na barcaca R. da Anj-s, car-
regaram : i'unha Irmaos A C. 0 pipas com
2.880 litros de agurdenle o 20 Larris com 1.920
ditos de me!.
Para o Natal, na barraca Const-ncii, car-
regaram : Fernandes 4 Irui.io 6 saceos com 43 i
kilos de assuear ; R. Oliveira A C. 8 ditos com
387 ditos de dito branco ; Fraga- A Rocha 18 vo-
lumes com 1,430 ditos de dito.
Para Acaracii, no vapor Prwp *, carre-
gou : A. C. M. Temporal barril com 30 litros de
mel.
Para o Natal, na barcaca Silrni'i, carrega-
ram : J. M. B. Filbos 4 C. o saceos com 373 kilos
de assuear.
CAP AT AZI A DA ALI-WNDEGA
mrm
. Descarregam hoje 12 de fevereiro d 1873
Lugar franco. Jean Hnplhte {atrasado na
ponte) mercadorias para alfandega.
Barca portugueza' Alexatulre tlerculano -mer-
cadorias para alfaudega e pedras para o
trapiche Coneeicao, para despachar.
3ngue inglez Coila mercadorias para alfan-
dega.
Brigue nortuguez Trimpho varios gneros
para o trapiche i onceicao. parar-despa-
char.
Patacho inglez Airla varios gneros para o
trapiche Concedi, para despachar.
Brigue inglez -hizitani- ferros j despachados
para o caes do Apollo.
Brigue hollandez-Alida Margareth'i -farinhn de
trigo ja despachada para o caes do Apollo
Barca franceza Augustin farinha de trigo j
despachada para o caes do Apollo.
Barca ingleza-/fprmcnc-mercadorias para al-
fandega.
'-1isiportaetlo.
Brimu pjrttigueztrimpho, vindo do Pinto, w-
tignd) a Tito hiri Soam, miriifestou :
Albo 23 canastras a Fraga 4 Rocha, 23 a Anto-
nio P. Vrilela, 27 a Braga Gowes 4 C, 60 A. J.
Azevedo. Ameixas 2 saceos a J. L. Vianna. Arcos
de pu 1-0 rodas a M. T. Bastos, 100 a i M. de
Barros Filho 4 C, 230 a Angelino J. S. Andrade.
Azeitonas 12 aneoretasa A. M. Machado, 50 Ra-
bello 4 C, 2 barrihnhos a Ferreira Montare, 1
ancoreta'e 2 garrafoes a J. B. Oliveira. .Azulejos
24 caixas a A. A. S. Aguiar. 1 embrulho a Du-'
arto Campos. Azeite 3 garrafoes a J. B. Oli-
veira.
Bomba 1 a 3. M. Gonealves Fontes. Buelas de
ferro U caias 'Ferreira Guimaraes 4 C Ba-
cas para latrina 1 ca*a.a J. M. Gonealves 4 Fon-
tes. Bagas i barra a J. J Gon.-ilvs lUltr.'.
Carne de porco kcaila aH. 1. Si Ataujoj Con-
serva 1 caixa a J. J. Gonealves-Heltrao. Cevida 10
saccQS a M. J. GoncaWes Fonts. Cabos de bau37
vblmties a M. J. Aguiar 4 C. 10 a A. M. d Aze-
vedo, KI'aD. CFefreir. Calcado 5 cixptes a
Braga Gomes 4 C, l a M
a J. L. Vianna, 1 a Ro
raes, i a i*^o-Cwnpo4il
ricas 11 barris a Jorge .
jfan
IxDte a Suva 4 Aire?.
'ST
i Gregorio k
Irmio or GMnt
^mingos Lages.Chou
Tasso. CordM df-per-
Rendimento do da 1 a 10. . &OI41I50 8!392i
- 3:823174
VOLUMES SAH1DOS X da la 10...... Pnmeira porta no da 11. Segunda porta..... Tercera porta...... Trapiche Concuie;io . 0,269 20o 149 207 394 10,424
SERVICO MARTIMO Alvarengas descarregadas no trapiche da abandera no da 1 a 10. Ditas ditas no da 11...... Navios atracados no Irap. da alfan leg i Alvarengas ........ Xo trapiche Conccicao..... 27 1 1 ,29
RECEIiEIX)RIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PKItNAMBCO
Rendimento do dia 1 a 10. I1.542J331
dem do dia 11...... 3:039i777
15:5325328
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do iba 1 a 10. 70:119*318
dem do dia II. 8:203#673
78:323*191
*__________ -------------------------------------------------------- *
Navios entrados po dia 11.
Porto 26 das, brgU9 portugiujz Trimnph.'do
279 tonelada?, capitao Man) d Francisco Villar,
etjliipageiii 12, carga varios genero* ; a Tito Li
vio'Soare?.
Rio de Janeiro -So das, brigue austriaro S' ra O,
de i,ti t.Hieladns, capitao PeJro Charsehe?., eqaj-
pgir 1A em lastro, ordem.
s sahdii'
Santos -Pitcb.) bra n '. capitao J.
o; ftfccid
Sal-litigue brasilero Amelia, .ca-
pitao \l. 1. de Castro, carga assuear e outros
generUs,"
|ieel--*;Brigue Inglez /. Couek. era
-tstrode ara.
.SusprindjBii do lamario pjira WesHnai
*' que'troaxe da Baha.
Faculdade de Direito.
Lista dos cstudantes examinados e pprorados
nos exemes de imijuas tm>S7.
Linsua na-ional.
- Approvados plenamente.
1 Adolpuo Taeio da Costa Cirne.
2 Alvaro de Asis, O.-orlo Mundos.
3 Antonio Lins Araujo MacieJ Sobrinho.
4 Antonio Marones de Amorim Jnior.
3. Antonio Martius da Silva Porto.
6 Domingos da Suva Cardoso.
7 F rancisco de Assis Rosa e Silva.
8 Francisco Paulino de Almeida 6 .Vlbuquer-
5ue.
oao Baplsta de Brito.
10 Joao Cabral de Mello.
11 Joao Hcnrimio Vieira da Cunha.
12 Joaquim Cavalcanti Leal de Barros
13 Jos Aniones de Araujo Pinheiro.
Jos da Ponceca e Silva.
13 Jos Francisco dos Santos Almeida.
16 Jos Justiniano de Castilho rrandac.
17 Jos Machado da Molla Pimentel.
18 Jos Moreira Alves da Silva.
19 Jtiventmo Polycarpo Alves Lima.
20 Macario das'Ciiagas Rocha Lessa.
21 Manoel Aurelano de Gusmao.
22 Manoel Carlos Mayrinck Monteire de An-
drade.
23 Manoel Francisco do Reg Barros.
24 Manoel Pinto Brandan.
"*.o Manoel Porfirio de Oliveira Santos.
26 Matltias da Cosa Barros.
27 Miguel Jos Ferreira Guimaraes.
28 Pedro da Cunha Carneiro de Albuquerque.
i9 Pedro Nelasco dos Hus Lima.
30 Raymundo Fernandes de Vasconcelos
31 Rodolpho Borges da Suva.
32 Adalberto C Correa de Su.
33 Adolplio Accioli Wanderley.
|34 Ad-ilplio Moreira Gomes.
33 Alcides Eduanlo Falca o.
36 Alfredo Dutra de miza.
37 Alfredo Eugenio Correia de piiver:.
38 AineroAVaiiderley Jacques'.
39 Angelo Custodio Crrela.
40 Antonio Diniz Barreto.
41 Antonio Epinacho Cavalcanti de AJbuquor-
que.
42 Antonio Franci.-co de Magalhaes B Silva.
43 Antonio Jos Ferreira.
44 Antonio Pedro da Silva Marones.
43 Antonio Pereira da CamaM Lima.
46 Antonio Wandeiiey Navarro Lins.
47 Arlndo Francisco Nogueira.
48 Arthur de Barros Falc o de Lcenla.
49 Arfhur Marines de Amorim
50 Arthur Orlando da Silva.
Si Augusto Paes Barreto.
32 Avelino Candido de Andrade Pcixoto.
53 Benjamn Rodrigues de Frenas Caraclelo.
34 Candido Ale iforado.
3o Casimiro Dias Vieira Junior.
56 Christovo ISrerkleld Vieira da Silva.
37 I avino Nomyso de Aqnino.
18 EmilioMadera Gooealves Ferrei'a.
39 Epaininondas da Costa Travasso.
60 Epphanio Francisco de Sampao
61 Esperidio Theoorio de Albuquerqu .
62 Estevo Carneiro Lelo.
fi3 Felippe Nery de Siipieira Salles.
64 Flix JiKUimm Daltf Cavalcanti.
63 Firmiuo Antonio Dourado da Silva.
6i) Francisco Alves ile Souza Carvalho.
67 Francisco de Assis.
68 Francisco de Assis Borges da Fonceca.
69 Francisco de Barios Wandeiiey.
70 Francisco Carneiro Rodrigues'Campello.
71 Francisco de Carvalho Gonealves da. Rocha.
72 Francisco de Castre S Barreto.
73 Francisco Ferro Ca^lello-Branco J mior.
7i Francisco Ferreira Marlins Ribeiro .'unior.
73 Francisco Francno Alves deAguiai.
70 Francisco Ignacio Pereira do Carino.
77 Francisco Jeronynio de Aibinpienpie Mara-
nho.
78 Francisco Manuel de Oliveira Puarque.
79 Francisco Moreira Das.
80 Francisco de Paula Correia de Araujo J-
nior.
81 Francisco Pedro de Lima Mindelk).
82 Francisco da Rocha Wamlerley.
83 Francisco Romano de Brito Bastos.
84 Francisco de Salles Mein e S.
83 Franklio Cavalcanti de Barros Rabello.
S6 Franklio Washington da Silva e Ah leda.
87 Frederico do llego Barros.
i>3 Frederico de SiquCra Cavalcanti.
89 Gen-sio de Souza Campos Barros.
90 Gregorio Gonealves de Castro Mascarenhas.
91 Guillierme Aus'laico.
92 Gustavo Olympio de Miranda FontOUra.
93 Herarlio Colombo de Cantalca -
94 Hennqne Domingnes da Silva.
95 Henriipie Pereira Maia Vinagre.
96 Hcrmiuo Moreira Dias.
97 Hygiuo de l'astoa Mello.
98 Homero de Oliveira Ribero.
99 Honorio de Barros Wauderley.
100 Ignacio liento d'Avilla Cavalcanti Junior.
101 Ignacio Francisco Collio da Silva.
102 lidefonso Augusto de Oliveira e Azevedo.
103 Ildefonso Leite F.dcao Dias.
104 Irineu Lima-Verde.
103 oao Baptisia Lins Wanderley.
lOii Joao Capstrano Ribeiro de Souza.
107 Joto Lopes de Siqneira Santos.
103 Joo Pedro Bandeira do Mello.
109 Joo do Reg Barros.
110 Joao Vieira da Cuaba.
111 Joaquim Alcibiades Ta vares de Hollanda.
112 Joaquim Cavalcanti de S e Albuquerque.
113 Joaquim Filgueira de Menezes.
114 Joaquim Rodrigues Villares.
113 Jos Antonio da Fonceca e Silva.
116 Jos Antonio Sarava Sobrinho.
117 Jos Antonio Wanderie) Lins Junio.'.
118 Jus Berardo Carneiro da Cunha.
119 Jos Candido da Coila.
12 > Jos Carlos Mayrinck Pires Nabucu.
121 Jos Cavalcanti de Caldas Albuquerque.
122 Jos Cornelio Leitao Raugel.
123 Jos Francisco de Siqueira Salles.
I2i Jos Gomes da Silveira Jnior. -
123 Jos Luiz Baraue Paes Barreto.
126 Jos da Rocha Cavalcanti.
127 JosUmbeliio d Albuquerque Maranho.
128 Julio Thenorio de Albuquerque.
129 Jnstiuo da Motta Silveira Junior.
180 Jovino Maria Rodrigues do NascimcutJ.
131 Jovino Odlon Castello Branco.
132 Laurndo Aristteles Carneiro Leao
133 Lauro Augusto Castello Branco e Silva.
I3i LydioPurpuriano Cavalcanti Simos:
133 Listo Clotlhldes de Azevedo c Silva.
136 Lourengo Caetano de Albuquerque.
137 Luiz Barbosa da Silva.
438 Luiz Francisco de Paula Mosquita.
139 Luiz Francisco Pilla de Albuquerque.
liO Luiz Iguacio de Andrade Lima Jnior. *
141 Luiz Jos Correia de S Junior.
142 Luiz Salazar da Veiga Pessoa.
143 Manoel Barbosa da Silva Jnior,
144 Manoel Caetano Cysneiro de Almeida e Albu-
q erque.
143 Manoel Colho dos Re:s.
146 Manoel Claudino de Mello e Silva.
147 Manoel Clafientino de Oliveira Moret.
148 Manoel Falco de Azevedo.
149 Manoel Marlins Fuza Jnior.
130 Manoel Hibeiro de Carvalho Jnior
131 Marcelino Jos Lopes Fdl.
142 Marcolino Dornellas Cmara Junoi
133 Maxiniiano Francisco Ramos Duart ?.
i54 Miguel Jos de Brito Bastos.
135 Oclaviauo Augusto de Fgueiredo.
156 Pacjlico da Silva Cslcllo Branco Junior,
157. Pedro Cavalcanti de Almeida.
158 Pedro Hygino da Cunha Souto-Maior.
139 Pedro Velio 160 Permino de Araujo Lima.
161 Phladelpho Leonardo Ferreira Lima.
162- Raymundo Pereira Castalio Branca
163 Bodolplu Marcos Tlieopliil j.
164 Salvador Correia de Sa c Benevdt -
163 Telosphoro Gomes de Araujo.
16 i Theophilo Barbosa da Silva.
167 Tbom Francisco Correia de Araujo.
168 Vicente Ferrer de Barros W.nderle\ e
Araujo.
169 Vicente Monos daerra. .
170 Viclarino de Paula. Ramos.
Foram reprobados *4 com atiesta Jos : 8d>
bacharel Antonio- Colombiano Serfico do Asa*,
GarvalhOr 7 do bacharel Jesuino Lopes de Miran-
da, 4, do bacharel Jorge DjrueHas Ribeiro
soa, ida Francisco Borja e liveii Fran-
iftf0, ^^ Rabelh. 3 do b3ciai-u 'sde
I Alves de Queiro? Lima, 2 de
Fre Antonio de S. Gamillo de Lell *, 1 00 Or.
do6w>'ido IwstreJos
l^l^Jiotoildftfcitflarel Qaarc .Peregrino,
mftjr Salvador Heuriqae de Albuquerque, 1
de Manwl Alvej Vianna, I de Anacleto Publio de
Moraes-larvallio, f du Simplicio da Cruz Ribeiro,
1 de Flix Joaquim Ferreira de Ca vallto, 1 A
Jos Duarte Callsto e 14 eixarain de fazer exa
me.
_____ (Cpntinna.i
O Or. Jus Nicolao. Tolentiuo de Carvalho, juiz
- substituto de orphos do termo do Hecife por
S. M. a quem Deus gaaxde etc.
Faro saber aos que o presente edtal v.rem
que por este jni o se lu de arrematar por venda,
a quem mais der, lindas tres piaras consecutivas,
os bens seguintes:
lina casa terrea.sitnada no boceo dos Peccados
Morlaes, n.'i, con'14 palmos ds frente e 39 di-
fundo, porta e janella, 2 salas, 1 quarto o cozinlia,
avahada por 1:*0.
Una dita dita, situada no becco de Joao 'Fran-
cisco, freguezia da Boa-Vista, n, t3, com 18 pal-
mos de frente e t;4 de funl, noria e janella, 2
salas, 2 quartos, qainlal, cozinhae cacimba, ava-
hada i>or 2:0001.
Cujos bens vao a praca a requerimento ilo D.
Rosalina de Sampao Gomes da Silva, inventariautf
do casal deseo tinado marido Casimiro liis Go-
mia da Silva e foram incluidoa em sna meiaco e
sujeitos as dividas passivasdo mesmo casal.
E para que chegue ao conherimento de todos
mandei passar o presente quo ser publicado pela
imprensa e atlixado no logar do costme.
Dado e passado nesta cidado do Reeife de Per-
nambuco, aos 7 de fevereiro de 1873.
E eu Hypolilo Silva, escrivao, escrevi.
Jote Nirolu Tolentino de Carvalho.
Reeife, 8 de fevereiro de 1873.11 >pi lito Silva.
Ao sello 300 rs.- V. S. S. ex-causa. TntrtUinD
de Carvalho.______________________
O Dr. Sebastlo do Iticgp Barros ile i ix-nla,
jtiiz de direito espdpial do COiuiuorcio da
cidado do Recifo do Ponianibu. porS.
M. I., ote.
luco sabor pub prosctile que por este
juizo poudoin mis uitos deexecugao do sca-
lenca entre parles, Manool Jos de tvi Araujo
como cxequenle, Knlino Antonio de Melr
osuamulher como oxocuimlos, 'para, paga-
mento da niesina execugo foi penhorada u
quantia de 2369468 em dinhciro, e aciia-so
no deposito publico, cujo dinhciro perten-
oente aos mesmos e?ecolh'dbs, parte de suas
herangas, e foi aecusada a peobora em au-
diencia iielo procurador do oxci-uente, como
se v" do reiiiierimentosi'guinte :
llcqueiiniinto cm audiencia.Aos 12 de
dezeinbro de 1872, [nesta cwlade do Reeife,
cm audiencia do Dr. juiz de direito especial
do commercio, Sebastin do Reg Barro*
de I.acerda, pelo solicitador Joao Caetano de
Abren, procurador do exequente, foi aecusa-
da o ratificarlo da penbora IVita cm bens de
Rufino Antonio de .Mello e sua mtillier,
requera que se paSISS guia para ser remo
vido o dinhciro ponhorado para o deposito
publico, e que se passass'3 editaos aos credo
res incortos, para o que fica assignado o ter-
nioale dez dias, e seis ;i penhora feita uo-
ii'iisdc raz, di^nando-so o juiz nieuuar cu-
rador niulhor do exeeutaik), visto oslar au-
sente o curador j oomeado. O que foi tu-
do deferido pelo juiz, iiomeando para cura-
dor ao Dr. Francisco Augusto da Cesta.
ExtrabJ o presente do protocollo das au-
dimichis.
tu, Francisco Xavier de Souza Hamos, es-
crivao interino, escrevi.
Pelo (pie chamo, cito e hei por citados os
credores incertos dos referidos executados,
para quo dentro do referido termo de dez dias
se aprsente neste juizo, requerendo o que for
a bi;in de seu direito, sob pena de revelia.
K para que chegue "ao eonhecimento do
todos, mandei passar o presente edital, qta*
ser affixado nos lugares do costume e pu-
blicado, pela imprensa.
Dalo e passado nesta cidade do Retife.de
I'ernambuco, aos 11 de fevereiro de 1873.
Eu, Ernesto Machado Freir lVreiradi-
Silva, escrivao osubscrevi.
Sebaslio do llego Barro* de jicrdu.
Seceoj'. Perista secretara se declara i
quem nteressar possa, que aos 10dias do e inya-
ie mez f r.un confirmadas por 3. Ec. o Sr. pre-
sidente da provincia, e puhii-adas nesta secreta-
ria, as souteneas do respectivo juiz eonuniasari i
nos autos de medicao e legitimadlo das posses r-
queridas por Man i -I J >a Rtifing de Jasas, Mar-
tiniano Gara a de Aranjo e n. Bernardina de Pau-
la Epiphania, todos do municipio da Escada.
Secretaria da presidencia de Porncinbiioo.
de fevereiro de 1073.
O secretario nterin >,
Addph L metA i Lint.
10
SUBftCSEt
j)i\
DO
BEBEMBE
Quinta feira 13 do corrente mez, pelas
12 horas da manh, ha reuniao da directo-
ra desta companbia : o que ter lugar nn
r:\speciivo escriptorio ra do Cabug n. 16,
O secretario.
Jos II. 11. deMeneze..
Arremataco
lloj.'. depoU da aulencia do Dr. juiz substiti' i
da primeira varado civel, a qual tem lugar as II
horas do da, vo orara para serem arremata-
das por quem mais der "os sogdintes movis :
t cade ras de guarnir' por 48?" > I
2 ditas de braco 13*00.)
2 ditas de balance 30i0 ".1
1 sof 5(>
.2 consolos com (ampo de pedra 'Oj
1 jardinelra do mesmo esto G0i0
Ditos" movis esto em bom"estado e sao de ama-
rello, vao em praga por execuco de Antonio Jos
da Selva Maia Junior, canta o espolio de D. Isa-
bel Tavarcs da Sdva Coulinho. __________
C'ouMiilmlo proviucinl.
Xo dia 2i do corrente termina o praso rara o
recobimento, sem dependencia de multa dos iiupos-
tos provinciacs, pertncentes ao auno Enanceiro di*
1872-1871, e que, sao abaixo declarados :
60 res i>or litro de agnarJente ; i.0'M por
rantia de bilheles de lotera ; 2) por cento sol re
estabelecimentos de commercio em jrros.-o c a re-
talho, fabrica de rape, depsitos, casa* de drogas.
tioticas botis, armaiens de algodao e trapiches;
8 por cento sobro escrptorios, consultorios c '.;.:
torios ; 4 por cento s oro estabeleCrtnoni w
mercaes fra da cidade, photographi i?, bolequius
casa do paUo, cocheiras, cavllar.as de lupuel
fabricas; 500 por casa bancara, empresa anmry
ma, ou- agencia ; 250 por casa d cambio .
2:000 par casa de penhores ; 1:0005 por rasa di
joiaa em grosso ; l:fJ00 por eatabelecimenl i
eM'iipt-'iiii em que se agencie ou effectue venda d
plvora^. 2001 por deposito de kerosene ; 103 po
casa qlo vendur kerosn ilao; 100* poi
casa i|U vendQr roupa feita, obras ra, d-
majteineria ou de outra qualquer arte, f
paiz esU-angeiro; 100* [or corretr cjmmerria
e agente de lees'; 2 04 por casa de Irn
sobre escravos ; 30* por casa de mod&a; po
casa de bilh.tr; 30* pr teraro empregado ei
servico de'alvarengas 00 r.
ga n porto ; 1*000 por tonelada do aha-engw
i*006 por bote;-HMM ]>or escravo ganhadt;r
16*90.1 por ca; i I 'das; 10 po
dito de S roda5; 303 por dito de alujtucl; ^,;>
por dmnibusfi* por fl* po
i por civ.illo
ac ;5'i par I
qoaesquei
to coininerciui;
pedra; I.oOj* i
Reeife,
Consulado ;
adiiiiaUtrador.
A. Carneiro y


Diario de Peraaiftbuco Quarta feir 12 de FevereiT <& 1873.
-L.
1

i
THEATRO
SANTO ANT(ji
EMPREZ4 TCENTE.
r
. je:
L-representai;o,.por esta companhia, do gran
de e festejado drama de eosttimes militares, cn
3 actos e 4 quadros, origina, do escriptor portu
iraez Jos Romano r- .

sio ees-
uu
HONRA E GLORIA
Os papis de 29 e de Mara, sua fillia,
T'inpcnliados pelos artistas :
Manuela Lucci
E
Flavio Wandeck.
Tomando tambem parte no drama todas os ou-
iros artistas da companhia.
Fiualisar o espectculo com a linda e applau-
dida "comedia em 1 acto :
Para obsequiar o meu
amigo.
Comeoar s 8 i|2 horas.
rn
] i rin
I)
Para o R pretende-seguir o brguo parte do seu carregamento engajado : para o res-
to que Ihc falta, U"a*a-fe rom os-seus consiguat-
rios Antonio Luiz de iiveira Azcvedo 4 C^. no
-settesoriptorio riiadciltom Jcsus n."57. outrVa
.rua da Cruz.
Para o Rio-Grande do SuL
Itecebe carga a (tote o patacho portugaei Go-
me% de Catn : trata-so com E, R. Rabello & C,
na do Commercio w. 48.
COMPANHIA PKRNAMBUCANA
DE
Vnvesiicili coNteira a vapor.
MACEI, ESCALAS, PENEDO E ARACAJVj'.
O vapor MamUrii,
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 15
do correntc, as 5
*MBnE21(d39HV horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13, encommendas at o
dia 14, passagens c dinhoiro a frete at as 2 horas
da tarde do da da sahida : cscriptorio no Forte
do Mallos n. 12.
Para m Pirto
a galera portugueza Firmeza, capito Justino R-J
drigues Cardse, vai sahir com brevidade |>or ter
a inaior parte de seu carregamento prompto:
para carga e pas-ageiros, para os quaes tem ex-
cellentcs commodos, trata-se com E. 11. Rabe lo &
C. ra do Commercio n. 48.
Para o Para
(TOISIO DKUIATIGO
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS.
IHVERTINEXTO PASTORII
Sob a direci;o de
Jow4- Beruardiiio V. Barros
Recita extraordinaria.
Quinta-feira 13 ile fevereiro.
Dcpois que a orcheslra hnuver executado um.i
brilhante ouvertura, subir scena pela penul
tima vez o lindo drama-sacio em 5 actos :
OS DOS AMOS.
No qual tomam parte todas as meninas.
Os bilhetes podem ser procurados no escrip-
torio do Iheatro.
Os bilhetes passados pelo Sr. Zebedeo, bilheteiro
leste theatro, tem entrada ueste espectculo.
s 8 li2 horas.
THETRQ
SANTO ANTONIO.
QUINTA-FEIRA 13 DO CRREME.
GRANDE
1
Vocal e instniiiontal
Em beneficio do clarinetista Eustachio Pe-
reira Rebougas, com assistencia do -
Eva. Sr. presidente da provincia.
Prograimina :
1." parte.
I." Ouvertura, executada pelos senhores pro-
fessores da orchestra.
2. vmrenir da Norma, do maestro E. Cavallini.
xeeutada pelo beneliciado.
3." A memoria dos morios, composicao do feste-
jado maestro Poppe, contada pela Sra. U. M.
Poppe.
i.1 Aria do Guarany, composicao do maestro
C. Gomes, executada pelo 'r. Scolari, primeiro
babeo profundo absoluto.
3. Aria de Emani, cantada pela prima-don;i
absoluta a Sra. Bruccioni.
6. Canto Grego do maestro E. Cavallini, execu-
tadona clarincta, palo beneficiado.
2.' parte.
i.* Ouvertura pelos senhores profess res da or-
chestra.
2. Luerreia Borato, scena e romanza, cantada
4>ela Sra. Bruccioni.
3." Emani, aria do Silva, cantada pelo Sr. Sco-
lari.
4. Phantasia brilhante, executada no ophiclei-
de, pelo Sr. Jansen.
o.; Phantasia da opera II Trovatore, executada
no saxophone pelo Sr. Antonia Martins.
6." Marino Fallero, duelo cantado pela Sra.
Bruccioni e Scolari
7. c ultimo. // Rigoletto phantasia com va-
riacoes, composta pelo profesor L. F dos Santos,
executada na clarineta pelo beneliciado.
Os acompanhamentos de pianos sero feitos
pele festjalo maestro Poppe, e a orchestra ser
regida palo insigne maestro Colas.
O beneficiado espera muito da generosidade do
povo pernambucano, quem desde j se confes-
sa grato pela sua concurrencia.
O beneliciado no intervallo da primeira para a
segunda parte do espectculo, ira eum;irimentar
aos convidados que se acharem em os camarotes.
Principiar s 8 1|2 horas la noute.
O beneficiado desde j i apresenta aos dignos ar-
tistas qm generosamente se dignaran) auxilia-lo
om seu beneficio, os sens protestos de eterna
gratido.
vai caliir at o dia 8 de fevereiro a barca portu-
gueza Arabella, de 1* dasse, tem tres partes da
carga prompta, e tiara o resto que flie falta, tra-
ta-se com Ferreira de Almeida & C, ra da Ma-
dre de Dos n. 3P.
Para o indicado porto, pretende seguir com pe u-
cos dias de demora a veleira barca portugueza
iVoto Silencio, navio de 1." classe, capito Ferreira,
por ter mais de dous tercos de seu carregamento
prompto e para o resto que Ihe falta e passageiros
(para os quaes lera bonscouiuiodos,) trata-se com
os consignatarios Joaquim Goncalves Beltro &
Filhos ra do Commeario n. &
Para o Rio de Janeiro.
Vai sahir com brevidade o lugar portu-
gu?z Almedina por ter a maior parte da carga
prompta : trata-se com E. R. Rabello & C. : ra
do Commcrcio n. 48.
Para o Aracaiy em direitura sahe nestes
oito dias o hiate nacional Maiia Amelia, de 1*
classe, capito e pratico Francisco Tliomaz de As
sis, j tem metade de seu carregamento engajado :
para o resto Wata-sc com seu consignatario Anto-
nio Alberto de Souza Aguiar, ra do Amorim
n. 60.
LUZ1TANIA
Proposta (em carta fechada) para os cin-
certos no brigue inglez Lnzitania, entrado
neste porto no da o do correntc, sero rece-
bidas no consolado britannico at meio dia
na tnja-feira 11 do corrente.
A especicacSo dos mesmos acba-se no
dito consulado, e podo-so ver aqualquer, dia
entre s 11 horas da manha s i da tarde.
Companhia
de
aiicncana
1 VISOS MARTIMOS:
paqueles a vapor.
At o dia 15 do corrente, esperado de New-
York, i or S. Thomaz e Para, o vapor americano
Merrtmack, commandante W Wcri, o qual de-
jois da demora do costume, seguir para os por-
bs do Sul.
Para Bretes c passagens trata-se com os agen-
tes Batey Postor & C, ra do commercio n. 8.
LEILOES.
LELO
DE
ferragens
e
O agente Pestaa far leilo de diversas ferra-
gens, no estado em que se acham, no dia cima,
as 10 1|2 horas da manha, e por conta e risco de
quem pertencer, no armazem alfandegado do ba-
ro do Livramento, no caes do Apollo.
LEILO
DE
chapeos pretos de seda para homens, ditos
de palha da Italia para homens, senho-
ras, meninos e meninas.
Quinta-reira 13 to corrente
Por intervencao do agente Pinto, em seu es-
criptorio, ra do Bom Jcsus n. 43.
de
Baha.
Segu com mui'a bre id J para o indirrdo
porto o veleiro hiate Garibaldi : ca ga e frete
tratar com os Srs. Tasso Irmos 4 t. ra do
Amorim n. .'17.
Rio Grande do Sul
Pretende seguir com muita brevidade para o
referido porto o veleiro palhaboto Rosita, p r ter
a maior parte da carga engajada ; e para a que
Jhe falta, trata-se com os consignatarios Joaquim dia cima dito, s
Jos Goncalves Beltrao A Filho, ra do Com-1 do armazem do Annes.
inercio n. K -
Para Lisboa.
O novo e veleiro brrgue porlnguez Damiiio, ca-
pito Pedro Martins Branco, o o primeiro navio
a sahir por ter j a maior parte da carga promp-
ta, tem bons commodos para uassagoiros : trata-
se com E. R. Rabello 4 C., ru. do Commcrcio du-
mero 48.
COMPANHIA PERN iMBUCANA
DE
Mavega^tto coste! ra a vapor.
fORTO DE PEDIU, RIO F0RMOSO E TAMANPAR
O vapor Parahyba,
seguir^ para os por-
to? cima no dia 1S
do corrente s 9 ho-
ras da noute,
Recebe carga, en-
cooMnendas, passageiros edimeiro a frete : es-
criptorio no Forte do Mattos n. 12.
LEILO
200 meias caixas com roupas sortidas e
10 caixas com 1,000 grozas de phospho-
ros de cera, tudo vindo de Marselha na
barca franceza Maria Celina, entrada
neste porto em dezembrO de 1872
Quinta-feira 13 do crreme
O agente Pestaa far leilo das mercadorias
cima, por conta e risco de quem pertencer, no
10 horas da manha, na porta
DE
20 caixas marca A. L. 0. A. C. com
queijos flamengos,. 50 ditas da mesma
marca com queijos pratos avariados de
agua do tnar, vindasule Liverpool no va-
por Stiulent
Quinta-feira 13 de fevereiro
O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
de quem pertencer, dos gneros cima mencio-
nados, que sero vendidos no dia quinta-feira 13
do corrente, s 10 e meia horas da maib, no
armazem do Annes, defronte da allandga.
de seu chanceHer, c por conta e wste de qu<;m
pertencer, dei'caixas S S 4. il* con*chapeos;
L V h 123 com 200 duzias de meias, c R R n.
210 com :t *cias de marroqu, Vidas com ava-
ria d'agna Usada. O leilo ser -elfeeluado s
10 l|2 nonM>Ao dia cima meniinade, no ejerip
torio do refondo agente.
9
LEILO
DE
ferragens
para fechar facturas
Sendo : 10 barricas com 600 enxadas, '10 cai-
xes cem 20 duzias de machados, 1 caixao com
22 diuias de facas com cabos de pao, 10 ditas li-
nas sortidas, 15 duzias de tattieres com cabos
brancos, 60 duzias de ditos de differentes qualida-
dos, diversas camas de forro, 1 machina para sa-
pateiro ou selheiro (do autor Wedel, 1 dita para
costura (com caixa para cima de mesa), 1 dita
mais pequea, 1 seraphma, 4 pratos de metal
para fructas, 1 rica caixa de msica, 1 quadro
com a vista da entrada do Rio de Janeiro, diver-
sas nialiinas de cafe de nava iirvencao, e outros
muitos arligos de amostra.
SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE.
, s AO I \' horas
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer, todos os artigos cima, para fe-
chmenlo de facturas e sera reversa, no dia sexta-
fira 14 do corrente, s 10 1|2 horas da manhi, no
armazem da ra do Vigario n. 11.
Em continuaco, ve ider dkorsos movis de
urna familia que'se retira para a Europa, 1 mobi-
lia de Jacaranda com tampos de pedra, l dita de
junco, mesas e concolos com ]>edra, 1 dita de ama-
relio, guarda roupa, guarda louca, quidros, mesas,
cadeiras, e outros muitos objeclos que se acharao
patentes no acto do leilo e no mesmo armazem.
avisos DVERSOS
Bacharcl Bento Jos da rosta, juiz de paz
da freguezia de Nossa Senhora da Graca da Ca-
punga d audiencias as quartas feiras, e quando
for o dia santificado ou feriado, no antecedente.
Na ra da Ponte-Velha n. 6 precisa-se lu-
gar um meoino de 8 at 12 annos, livre ou escra-
vo para os pequeos servicos domsticos.
Quem precisar de urna escrava cozinheira,
dirija-se ra de Santo Amaro n. 6, 2 andar.
O abaixo assignado previne ao respgijarel cor-
po do commercio de nao fazer transaccao iienliu-
ma com urna letra aceita pelo mesma abalxTas-
signado em favor do Sr. Miguel Guerra, visto ser
o dito Miguel Guerra devedor da quantia de un
cont de ris do mesmo abaixo assignado.
I. V. Girarde.
ATTENGAO
O passageiro do vapor Paran, chegado do
Rio de Janeiro no dia 8 do corrente, e que
por engao levou em sua bagagem urna mal-
la franceza com arcos de ferro, e tendo de
um lado o letreiroUr. Borges, Coare do
outroCearsmente, queira ter a bondade
de entrega-la na agencia, ra do Commcrcio
n. 8,1. andar.
Instruc^o primaria-
O abaixo assignado professor particular de ins-
truccao primaria competentemente provisionado,
acha-se em continuaco de seu magisterio diur-
no, ra Direita dos Afogados casa n. 5, e na
mesma recebe gratis adultos, das 7 as 9 horas li
noite, como deliberou oExm. presidente da pro-
vincia.
Povoacao da freguezia de Nossa Senhora da Paz
dos Afogados, 10 de fevereiro de W73.
Manoel Flix Altes da Cruz.
Matriz de Santo Antonio
De ordem do Sr. juiz convido aos nossos cha-
i i- simos irmos para prestarem suas assignaturas
ao recurso que por fiarte desta veneravel irnyin-
dade vai ser presente ao Exm. Sr. conselheiro mi-
nistro do imperio, pedindo-lhe para que seja re-
parada a sentenca definitiva que proferio o Exm.
br. Bispo desta diocese contra a n esma. Para
isso estar nosso consistorio aberlo ds 10 horas
da manha at as o da tarde.
Consistorio da veneravel irmandade do SS. Sa-
cramento i a mairiz de Santo Antonio do Recife II
de feve eiro de 1873.
O cscrivao,
Jos Rulino Chinaco da Silva.
Precisa-fe de urna cozin' eir para una casa
eMrangeira : a tratar na ra do Commercio n. 38,
1 andar.
Caiveiro.
Prec'sa-se de um caixeiro para (averna que sai-
ba desempenhar seu lugar : na ra dos Quatro
Cantos n. 3, em Olinda.
ltenlo.
Na casa do Sr. Francisco Lu' do Carino Ribei-
ro, morador na estrada velha de Santo Amaro das
Salinas n. 2, exUtc urna vacca que enirou era
seu q-intal : quem for seu dono pode vir buscar
ue dando os signaos della, ser entregue, pagan-
depeza do annuncio e da dita vacca.
3ue d
o a
Precisa-se de urna mulher de meia idade,
nacional ou eslrangeira, e que tenha alguma edu-
cac,o, para cuidar de uns meninos : a tratar no
hotel orieute, ra larga do Rosario n. 37. -v
Irmandade lo Santissimo Na-
craucnto de S. Jos do Re-
cife.
' De ordem da mesa regedora convido os irmos
a se reuoirem n'este consistorio no da.i i do cor-
rente as 5 horas da tarde aliin, de em mesa geral,
tratar-se acerca da sentenca de interdiccao que a
irmandade acaba de soffrer.
Consistorio da matriz de S. Jos do Recife, 11
de fevereiro de 1873.
O escrivio interino,
Jos Firmo Pereira do Lago.

Julio Augusto da Cunha Guima-
res manda celebrar algumas mis-
sas na matriz da Boa-vista, n i sex-
ta-feira 14 do corrente, s 7 horas
e meia di manha, em sufTragio da
alma de seu pai oDr. Jos Joaqnim
Gu maraes.
AMA
Precisa-se de ma ana que
om rar para casa de home.n
soltciro ; na ra de Pedro -AiTonso n. dJ, antiga
ra da Praia.
Precisa-se de unta ama para
engommar e lavar, yaga-se bem:
a tratar na Possagem da Magda-
lena, largo do Chafartz, sitioicom p- des de ferro
piuladas de p oto o tres coipi.-iros a entra a.
AMA
Ama de lerte.
Precisa-se de urna que tenha Iwrn leite, e sem
filho : a tratar ra do Duque de Caxias, ou-
tr"ora Queimado n. 70.
Precisa se de urna ama para cozinhar Je
comprar : ra do Duque de Caxias n. 64, loja.
AMA
Na ma da Cruz do Recife
n. 42, armazem, precisa-se de
ama cozinheira forra ou es-
rava, pagando-se bem.____________________
Precisa-se de urna, que co-
iinfle e engomme para urna
s pessoa : na ra do Ran-
AMA
gel n. 9, 2. andar.
A rrin Precisa-se de urna ama para comprar
J vma e cozinhar : na ra da Imperatriz n S6
Precisa-se de urna ama para todo
o servico de casa e de fura para urna
s pessoa : a tratar na ma de S.
Francisco n, 30. ______
Ama de leite
Na ra do Bom Jess, outr'ora ra da Cruz, n.
30,2o andar, precisa-se de urna, que tenha bom
e abundante leite, paga-se bem.
A M A
Na ra do Fogo n. li, pre-
cisa-se de urna ama, para cozi-
nhar e fazer compras.
Ama deleite
Ama
Precisa-se de urna ama de leite que tenha bom
e abundante leite, paga-se bem : na ra Duque
de Caxias, outr'ora Queimado n. 90.
Precisa-se urna, parda ou branca, qu
saiba cozinhar e que d boas abonances:
no largo da matriz de Santo Antonio n. 2, se-
gundo andar.
Precisa-se de urna ama
para cozinhar c comprar :
ra do Barao da Victoria
n. 28, outr'ora Nova.
Precisase do urna para cozi-
nhar e comprar : na ra Bella
JL ux l jl (hoje Ilha do Carvalho) n. 23 ;
paga-se bem agradando.
A M A
AMA
Precisa-se de urna ama para
comprar ; ra da Cadeia n.
53, armazem Unio Mercantil.
Ama
Precisa se de urna am i secca :
tar na ra de S. Francisco n. 44.
a tra-
A TTIfl Precisa-se de urna ama para cozinhar:
ll"'1 na ra do Sr. Bom Je3us das Creoulas
numero 13
Ama de leite
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite e
sem filho : na ra Duque de Caxias n. 91, loja de
miudeza' do rival sem segundo.
Terrenos.
Em Bebvribe a 33, 6/, 8 je 10/ o palmo, com
fundos |iara o rio, na povoacao : tratar nos do-
mingos com o Sr. Mcdeiros.'
Aviso
Fugio da casa de seu senhor, pela manha do
"i do corrente, o eacravo Ilenrii|ue, idade 14 an-
nos ponen mais ou menos, cor prcla, denles al-
vos, gengivas pretas, altura pequea, levou caira
e camisa de riscadinho, chapeo de palha da trra
feicoes miudas e bem ladino ; consta andar no
bairro da boa-vista, ou ter embarcado para a
villa do Cabo, e escravo de Francisco Romeu :
quem o apprchender e lcva-lo na ra da Moeda
n. 33, ser gratificado.
Atteneo.
l'ma estrangeira sabendo portuguez, e podendo
dar boas informacoes, desojara adiar um lugar
em alguma familia que so retire para a Europa
para fazer-lhe companhia ou cuidar de meninos
quem quizer annuncio por este jornal.
'- ^^.*000^'^WwOtg*,%^ vi '*OgP
Novo estabelecimento W-
n de oias. K
"** <*^-
lina do Caliug n. 19. -
"iZ Neste estabelecimento se encontrar ^
^ um bonito sortimento de joias que se <-|*-
^ vendem por tal preeo que animar ao
^ comprador, attento ao vantajoso syste- ^
^ ma, ganhar pouco para vender mu- $&
jjjj t<>, que certamente til ao compra-
9 dor o ao vendedor.
^ Tambem se compra ouro, prata e pe-
g dras preciosas, bem como se fabrjea e ?
9 conceda toda e qualquer obra tendente ^J
^> mesma arte. <&-
<-
lllWH'ilii.
O Sr. Antonio Jos Ferreira, tenha a bondade
de apparecer na ra do Duque de Caxias n. 60
A, loja de Bento da Silva A C., successores de
Manoel lbeiro Basto.
Atencao.
O Sr.....de Aran jo Cezar, favor v'r ra
doD:quede Caxias n. 60 A loja de Bento da
Silva & C, successores de Manoel Riheiro Bastos
Desapparcceu na noute de l'JiaraOdo
corrente, da freg.eza do Poco da Panelh,. nina
burra com os srgn es seguintes : castanha, car-
nuda, tendo a mo esquerda um pouco indiada,
tem urna marca na san ia, pr veniente de um
gerima : quem a adiar, o i della der milicia
exacta ser generosamente recompensad .
Eustaquio Jos das Chagas.
Urna senhora competentemente habilitada e
autorisada pela directora da inslrucco publica se
offerece ensinar primeiras lettras, grammatica
portugueza, arithmetica, coser, bordar, e outros
misteres de sua profisso, em alguin engenho per-
to da praca : a pessoa que quizer ulihsar-se do
seu prestimo, dirija-se praca do Cande d'Eu nu-
mero 13.
AMA
Precisa-se de urna ama que soja boa cozi-
nheira, para casa de um moco ostrangeiro : a
tratar no largo de Corpo Santo n. 15, primeiro
andar.
Preeisa-se de urna ama que
saiba cozinhar perfeilamente e
comprar, pagando-se bom ; pa-
ra casa de homem solteiro : na
ru de Pedro Alfonso, outr'ora ra da Praia nu-
mero 10.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite, que seja forra
e n*o traga filho : a tratar na loja de livros ao
p do arco de Santo Antonio ou no segundo an-
dar por cima de dita loja. -
AMA
Precisa-se de urna ama
reita n, 61,
na ra Di-
AMA
Precisa-se de urna ama para cozi-
> har e comprar : a tratar na ra da
Commercio n. 16, Io andar.
COMPANHIA
INDEMNISADORA
Em cumprimento do disposto no artigo 19 ao'
estatutos da mesma companhia sero vendidas 10
de suas accoes de ns. 261 a 270 Os pretenden-
tes devero dirigir suas propostas, por interme-
dio de corretores geraes at o dia" 14 do cor-
rente ao escriptorio da companhia, ra do Vi-
gario n. 4,_____________________.________
Casa.
V'ende-se urna parte da casa terrea' n. 10, sita
ra da ('amboa do Carino : a tratar na ra do
Livramento n. 6, loja.
Criada
Precisa se de urna que cozinhe e engomme com
perfeijo, para casa do tres pessoas : ra da
Unio n. 67, confronte ao muro do gymnasio.
~abaixo assignado, credor de Jos Dativo dos
Passos Bastos, eslabelecido com venda na estrada
de Belm ou (ampo Grande, previne que nin-
guem faca negocio com este estabelecimento sem
que seja pago da quantia de 18i000, importancia
de bolacha que lhe forneceu ; do contrario quem
comprar ficar responsavel pela referida quan-
tia.
Recife, 8 de fevereiro de 1873.
Manoel Rodrigues Pereira.
Atteneo
Pereira da Silva & C, proprietarios da loja do
pavo^a ra da Imperatriz n. 60, rogam a t< dos
Os seus devedores desta praca a virem saldar seus
dbitos at o fim do mez de fevereiro corrente ; e
todos aquellos senhores qne se acham eom seus
dbitos atrasados c nao tiverem vindo pagar du-
rante este praso, tero do ser incemmodados judi-
cialmente.
ilteiic.
Quer-sc alugar urna escrava para o serv o ex-
terno e interno de urna casa de ponoa famil a : a
tratar na ra do Imperador n. 23, 2o andar.
Precisa se de um administrador pratico e de
pouca familia para ngenho distante 9 leguas da
praca; a tratar na ra do marquez de Oliada n.
60 2." andar, ou em Olinda ra de S. Benlo
n. 24.
CARNAVAL
Na Chapellerie des D mes ra do Barai da
Victoria n, 16, prepaia- e qualquer costume a ca-
pricho, pro rio para o canavel: o go t> di ira-
balho neste genero j bem conhecido pelos
an adres do carnaval portanto intil clogia-lo.
O abaixo assignado declara que comprou' a
taverna sita na ra da Restauraco n. 36, antiga
ra da Guia, livre c desembarazada de'qualquer
debito, e pertencente ao Sr. Genuino Carneiro d
Cunha : se alguem se julgar com direito mes-
ma, apresente-se no prazo de 3 dias, a contar da
data deste, findos os quaes nao se attender re-
clamado alguma.
Recie, 31 de Janeiro de 1873.
__________Joaquim Gongalces de A ndiade.
- Precisa-se de um criado para um sitio no
Monteiro : a tratar na ra Nova n. 7.
Precisa-sede urna ama para lavar e engom-
mar, paga-se bem : a iratar na Passagem da Mag-
dalena, largo do chafariz, sitio com grades de
ferro pintadas de preto, com tres ps de coquea-
ros na entrada.
LEILO
COMPI.NHIA PKRNA.WBLCANA
DE
rlavegaetlo eoteii-a a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACO, JIOSSORO', ARACA-
TY, CEAnA, MANDAIIU', ACARACf' E GRANJA.
O vapor Pirapatna,
eolamandante Azev-
do seguir para os
portes cima no da
18 do.corrente, is 5
he ras da tarde.
Recebe carg a at o da 13, neommendas atoo
4a passagens e dmheiro a. frete at as S bons
da tarde do dia da sahida : esciiptorio no" Forte do
Hattoe d. 12.
DE
fazejidas avariadag
francezas e inglezas
- QUINTA-FEIRA 13 DE FEVEREIRO '
A's O horas.
Por intervencao do agente Pinto.
Era seu escriptorio, ra do Bom Jesns n. 43.
Leilo
nado.
Osmin Laporte.
Um amigo do fallecido Osmin La-
porte manda celebrar algumas inis-
sas por alma do mesmo tinado, s
8 horas do dia sabbado 13 do cor-
rente, na matriz de S. Fre Pedro
Goncalves do Recife, para o que
convida os amigos do mesmo li
D. Maria Francisca de Souza
Limoeiro, convida aos amigos e
paren tes de seu finado marido Jos
Jeronymo de Souza Limoeiro, afim
de assistirem i$ missas que por
sua alma manda celebrar no dia
13 do corrente, stimo dia do seu
passamento, na capella de S. Francisco Xavier e
na Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carino
s 7 horas da manha. .

DE
marroquim, 200
e 55 chapeos de
ditas de
feJtro e
30 tiuzias de
msias linas
a.
(KJINTA-FEIRA 13 DE FEVEREIRO
is 10 lf2 horas.
O agente Pinto levar leilo, por antorisacao
do gerente do consulado de Franca, em presenca
- O abaixo assignado, socio da firma Pereira
Irmos, estabelecidos com armazem de louca na
antiga ra do Crespo, hoje denominada'i* de]
Marco n. 15, faz publico para conhecimento do
corpo do commercio, que desde 31 -de dezembro
prximo findo tem eessado no dito estabelecimen-
to as funecoes de oue o Fr. Jos Monteiro de Si-
queira ficou encarregado durante a sua ausencia.
Manoel Jos da Costa Pereira.
AVISO.
No dia 3 do corrente mez ausentou-so do en-
genho Ginipapo, termo de Olinda, o escravo Joo
Boto, de naco Angola, altura e cerpo regulares,
ps chatos, falta de alguns dentes, barba serrada,
bem prcta, rendido de urna verilha, costuma ir
para o Recife, onde j tem sido preso : roga-se a
quem apprehender, de leva-lo ao mesmo engenho
ao seu senhor.
No dia 5 do corrente mez ausentou-se do en-
genho -Sapuoaia de Beberibe o mulatinho Athana-
sio, raca caboclo, anda pequeo, mas bem nu-
trido e forte, idade 14 annos, bem parecido, muito
esperto e ladino, um tanto gago, foi visto naesta-
cao da ra da Aurora, quando sallava 3o trem de
Beberibe, anda po tanto vagando as ras da oi-
dade, pelo que roga-se a sua captura.
Aluga-se urna casa nova de tijolo com com-
modo para grande familia, com grande terreno
cercado, na Torre perto da margem do Capibaribe:
a tratar na ra da Imperatriz n. 74.
Na ra da Imperatriz n. 47, 1* an- x
dar, urna senhera tendo j grande pra- v2?
tica do ensino, recebe discipulas de
piano, m sica e desenho.
Aluga-se o i. andar e otao da casa n. 31
da ra do Visconde de Itaparica, outr'ora Apollo,
com commodos para numerosa familia : a tratar
na mesma ra n. 51 com o Sr. Bento de Freitas
Guimares.
Para hotel.
Precisa-se de um copeiro e um criado para to-
do servico : a ra Nova n. 52.
Escravo fgido
Io0$000 de gralilicaeij.
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872,
o preto de nome Alfredo, de trinta e tantos ann< s,
crilo, e bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j estove no engenho do Sr. Lul de Caiar, em
S. Lourenco da Malta, onde consta ter prenles,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta
praca; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conhccein, dizendo que
est forro, assim tem podido escapar de ser preso.
Pede-se todas as autoridades e capitaes
de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de midezas do Rival sem
Segundo, que receber a graliGcacao cima de-
clarada.
Precsa-se
alugar una preta escrava para andar com mini-
nos e ensaboar roana : na ra da Imperatriz n.
3'.', primeiro andar._______-
Feitor
No engenho Santos Mendes, precisa-e de um
foiUr |)ortiiguez ou nai-i in,,l, preferndo-se por-
tiuncz, que desoini enhaiidii paga-se bem : quem
'si ver nestas drcuuisiancias di ija-se ao dito en-
genho. ,
ao
Engomtna-se com
da Patria n. 11
pcrtei'.-o : a ra do I'as-
Attencao.
O abaixo assignado pede a todos 09 seus deve-
dores ^ucqueiram comparecer para pagarem seus.
dbitos, no praso de oito dias, alian vero sens
nomes por extenso nesto Diario. Recife 3 de fe-
vereiro^de 1873.
"___________Paulo Guimares.
Escrava
Precisa-se alugar urna escrava que saiba en-
gr minar, ele. : na ra do Cabug n. 11, loja de
}'j^______________________________________i
Casas foreiras.
As c sas dos beccos, dos Peccados Moriaes n.
2 e de Joo Francisco n. 15, que vo praca
pelo juizo de orphos, a requerimento de D. Ro-
slina de Sampaio Gomes da Silva, sao foreiras
Santa Casa de'Misericordia de Loanda. O pro-
rua da Cruz n. 19, pri-
curador desta resido
iieiro andar.
na
Aluga-se o sobrado e sitio que foi do
fallecido Nicolao Hartery, i Ponte d'L'cha :
a tratar no escriptorio de Matheus Austin
di C, na do Commercio.
,Aluga-se o primeiro andar do sobrado ti.
1:1, sito na ra de Marcilio Dia*, outr'ora ra
Direita : quem pretender aluga-lo dirija-se ao
mesmo sobrado, no segundo andar, m ao primei-
ro andar do sobrado n. 30. na mencionada ra.
Aluga-se o primeiro andar e oS da rua
do Visconde de Albuqucrque n. II, tendo og>ft,
g.tz, tanque para banho e um bom quintal com
jj rdira : a Halar rua do Marquez de Olinda r.
ATTEHAO
As pessoas que foram honk'm (10) rua do
Imperador n. i'i mal icular alumnas pai*a o curso
normal que tem de installar-se a 13 do corrente,
facam favor voltr.r a mesma casa, afim de racti-
Qcar essas matriculas, por quanto extraviaram-
se as que foram feilas nesse dia.
Aluga-se
urna casa na Torre por um pre?o muito rasoavel,
com os Commodos seguintes : 2 salas, 3 quarlos e
cozinlia ; a datar na rua do Marquez de Olinda
n. G 2." ailar.
Botica.
Na pharmacia americana rua do Duque de
Caxias ii. 57, precisase de um offlcial com pra-
tii'a.
D. Candida Isabel dos Santos Arrea, tendo de
fazer una viagem provincia do Para, deixa en-
carregado de seus negocios, o Sr. Jos Ricardo de
Faria.
Aviso.
200#000 de gratificado.
No mez de outubro do anno prximo passado
fugio do engenho Ajudante da freguezia da Esea-
da, o escravo de nome Gnilherme, o qual tem os
signaM seguintes: 23 annos de idade, cor acabo
ojiada, olhos grandes, naris um pouco arquiado,
cabello crespo, altura e corpo regulares, pos com-
pridos e seceos, com algumas marcas de fSrida
pelas costas : levou coir.sigo um cavallo castanho-
rosilho, tendo no lado diireito esta narcaE.
Dsconlla-se que tenha seguido para a cidade da
P.irahyba. Roga-se s autoridades policiaes e ca-
p tiles de campo a captura do referido escravo,
q;ie poder ser entregue no dito engenho ao seu
senho Emilio Pereira de Araujo, ou nesta pra-
ca, ao respectivo correspondente Firmino Correa
Pesada de Mello, rua do Apollo n. 56.
jg PromptidOj asseio e
economa.
4^ Francisco Jos Cordc r, alfaiate, par-
rti ticipa ao respeitavel publico pernambu-
"o, que abri
oda

Aos Srs. de engenho
Fugio no 1- de janeire do corrente anno o es-
cravo Marlinho, mulato de cor alaranjada, natural
da ilha do Itamarac, altura regular, fornido do
corpo, cabellos um tanto acaboclados, com um
taino na testa entre as sobrancelhas, proveniente
de um couce que levou em pequeo, pelo que se
torna bem conliecido; tendo mais n'uma das ve-
rilhas, ou em ambas, cicafrizes bem vizivels de fo-
ridas em consequencia do buboes que soffreu.
Este escravo andou fgido mais de um anno, ten-
do sido capturado nos lins de novembro de 1872,
no lugar d Agua-Kria, do termo de Olinda, qnando
vinha do engenho Mtissupinho, do termo de Igua-
rass, para um sitio em Beberibe, lagares esses
onde elle mui conhecido e eostumava trabalhar
a jornal, dizendo ser forro c chamar-so Joaquim;
tanto que em Mussnpinho tratado por Joaquim
Butijao. Ha toda certeza de ter este escravo con-
duzido ltimamente de trras d'aquelle engenho
urna mulher livre, de cor preta, chamada Josepha
(com quem dizem se ter elle casado durante o
tempo da primeira Tuglda) -com um filho de pou-
cos mezes e um quarto magro com cangalhas e
cassuaes, tomando a direceo de Pasmado, onde a
predita Josepha tem um irmo all morador, ho-
mem preto, conhecido por Ignacio Cabaco. A'
vista do taes predicados, pelos quaes se torna f-
cil-a captura do sobredi lo escravo, rogase aos
Srs. proprietarios de engenhos, que tenham em
lembranca este annuncio, dando suas ordens a
que seja elle' agarrado, por onde de presente pos-.
sa andar, e conduzido a esta cidade ao terceiro
andar do sobrado n. 3i da rua das Cruzes, onde
encentra rao pessoa autorisada para o receber e
bem gratificar.
0
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de taver-
na : a tratar na rua do Mrquez do Henal nu-
mero 160.'
Paga-se bem
Na rua de S. Franoisco n. 72 preeisa-se de urna
ama que cozinhe o diario e engomme com per-
feicio, para-dnas penoaa.
Precisa-9e de um menino de 1) a 14 anno.
para caixeiro; na padaria da rua do Rangd n. 9b
Quem precisar de amas secca ou de leite,
dirija-se ao pateo de S. Pedro n. 3, loja, que
achara com quem tratar.
* Precisa-se de um hornera para pueba-
dor de roda, e um menino para recebedor de
papel : n'esta typographia.
Precisa-se
' De um caixeiro de 14 a 10 annos que tenha
pratica de taverna ; rua da Santa Cruz n. 74.
Engenho
Arrenda-se o engenho Cidade de Paris, silo na
freguezia do Cabo, distante tres iegoas da esttcao
de Olinda, te n muito boas obras, bom d'agua e
de excellente produccao : a tratar com o proprie-
tario, nj sitio S. Fidelis, no mesmo engenha
Atteneo.
Roga-se ao Sr. Tristao Jacome do Araujo o
favor de vir a rua do Imperador a. 84, 3.* andar,
a negocio de seu particular nteresse,
cano, que abri a sua officina na rua do
Bato aa Victoria, outr'ora rua Nova, n. 5t
46. primeiro andar. Espera ser procu- jaK
rado dos cavalheiros do bom gosto, pois S
cncontraro trabalho pelo gosto da Euro- Wt
pa, e por preces muito menos do que em >g
outra parte.
Est fgido desde o dia 23 de janho do anno
de 1871 o escravo Luiz, mulato, alto, cabellos bom
er pos e principiando a bucar. Tem um peque-
no signal de esbeltos no queixo; e no braco di-
reito as lettras L. F. N. Sabe 1er, trabalha de
pedreiro, enverniga e pinta. _
Este escravo tem um irmo liberto, que traba-
Ib;, va (e pode ser que anda trabalhe) de machi-
nista de vapor n'um engenho de Abrcu de
Una.
l'ede-se as autoridades policiaes e capitaes de
campo que o prendara e facam-no condnzir rua
da matriz da Boa-Vista, casa n. 33. onde rece-
bero 15OJ0O0.
5 Consultorio medico 2
v cirurgico.
S Dr. Joo Ferreira da Silva pode ser
f. procurado p ira o exercicio de sua pro-
fisso em geral, c especialmente opera-
coes e o ulestias cirurgicas no antgo
cmsultorio de seu pai, a rua larga do
Rosario n. 20.
Consultas das 9 ao mcio dia e das 3
s 5 horas da tardo. Chamados a qual-
quer hora. Gratis aos pe bres.
Protesto.
O abaixo assignado, consenhor e rendeiro do
engenho Quiaombo da freguezia de Jaboatao, em
-vista do abai o a-signado de alguns Srs. de eli-
gen io e outros proprietarios do terreno da Esca-
da, que se l nesle Diario do 1* do corrento mez,
e no qual se diz que dito engenho serve de homi-
zio a ladrees de eavallos o assas^inos; vem pro-
test; r, como protesta contra to revoltante calum-
nia, pois que no referido engenho s habitara ho-
mens morigerados a laboriosos : nao podendo dei-
xa r do attribuir seno a urdidura de inimigos,
que tem, este meio to baixo e vil de que lanca-
ram mi para desconceitua-lo, o quo por certo
nao conseguirn ; e to negra calumnia o mesmo
abaixo assignado entrega, como deve, ao mais so-
berano desprezo.
Engenho Quiaombo, 6 de fevereiro de 1873.
Olympio Curios de Figueiredo Cruz.
Sociedade Beneficente Luso
Brasileira.
Sessao extraordinaria da assembla geral no
dia 15 de fevereiro s 6 i[2 da tarde.
Por ordem do presidente e em nome da direc-
tora da mesma socio lado, sao convidados todos
os Srs, socios e candidatos approvados para as-
sistirem a sessao cima, afim de apreciaren! a
reprasentaco qne a mesma sociedade,tem de
enviar aos poderes do estado, contra a seita je-
sutica pedindo a sua expnlsao, segundo foi de-
libeado e approvado na uluma sessao.
A questao por deraa s grave, porque nao s
interssea aos consocios macpns, como a aquellos
que o nSo sao, visto que a perseguicao se apr-
senla em raassa, e por isso da esperar que
ninguem faltar a ella.
Riicife II de fevereiro de 1873.
O secretario.
Beato de Souza Mira.




-

-i

.


**
r^


{
Diario dePernambc Qarta feira 12 de fevereiro de 1873.
ALTA MOVIOAnK
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOS DE 1KEVEHO
Ra do Barfto da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonit o publico em geral encontrahempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orohestra.
Aeab 4a abrir no primeiro andar do sobrado d. 11 confronte a
botica Mauro, wn grande sali onde estfo expostos os magnficos
r JLAi^ "JS de armarlo, de PleyeL
de mea canea, do meimo antor.
>------- de H. Henn.
-------- de Amedee Thibout.
nico agente nesti cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRRES
herniados em diversas exposi;6ss om 14 medalhas de onro e prata.
Sao os onieos pianos que aqni vem da Europa, perfeitamente afina-
, Jos, fetos eom elegancia e solidez.
Tarobem receben grande sortimento de mnsicas para pi'.no, piano e
canto e entre ellas as lindas composi?5es do mnito sympatbroo maestro
F. S.li'TIXI
A SABER :
Voc me qner Walsa.
Olga Matorka.
La Separacioni Para canto.
A Luz elctrica, grande Walsa.
Franco Brasilero Polka.
Tomada da Valleta GMope.
Joaninba Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Minba Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Stadlente Po ka.
Ultimas pnbllea^es
Feitas as offlcinas de mnsicas
do annonciante.
Emilia, polka por I. Smoltz.
Circaciana, reboten, por Smoltz.
Jardim do Campo das Priceza,
qaadrilba, por J. Popoe.
Chnva de Rosas, Walsa, por H. Al
beriaizi.
D'aqni emfldiaiHe continuar a aonnneiar ledas as publicares qoe se forem frzendo as snas offlcinas de mosteas.

>
.f
MERON&G.
itVIitlI
ras
fm
aS compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PBETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qu os ha de rap de outra fabrica e neme diver-
so, e eom papel da mesma cor, cujo desenbo se pode
confundir eom q d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.

MEURON ft C.
t?J
m

FUNDIDO DO BOWMAN
RA DO BRffl N. S2
(Passando o chafariz)
Os proprietarios desta fundicao recommeaiam-se as Srs. agricultores pela boa qua-
lidade das obras que durante mais de 30 annos, a casa lhes tem fornecido.
Possuem seropre ura avultado deposito de machinismo e implementos em toda a va-
riedade de tamanho, proprjospara todos os mysteresda agricultura, e preparo do assucar
e,algodo; entre os quaes algumas novidades nesta provincia, merecendo ser vistas.
Vendm a prazo ou a dinbeiro eom desconto/^ vontade do comprador.
CAUTELLA
Avisam ao publico que diversas encommendas dirigidas a esta casa, tem sido desvia-
das : pelo que, rogam a exigencia da conta impre"* para prova da procedencia do qu
se Ibes fomece. Mi
Outro sim, que por ahi andam especuladores (algu.is empregados e obras em concertos,
etc.,) a inculcar encommendas e compras de machinismo : acautellam aos Srs. de engenho
contra os taes, lembrando-lhes, pensem se sem interesse aquella industria ; e quem paga
as peitas reeebidas pelos ditos inculcadores.
COMMISSOES
Fazem encommenda vontade do pedinte, mediante urna commisso. de qualquer
machinismo ou obra; dando ao comprador a vantagem obtida por sua habilitaco e cost-
me no negocio, tanto om respeito ao prego como a qualidade, assim como todo o auxilio
em montar e trabalhar eom o machinismo vindo. *
HERDEIRQS BOWMAN
W por Albert B. Ghewy, Engenheiro.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
QUESTODODIA
(E pela barriga que mellior se
goverva o mundo).
Grande agitacao I... Todos fallam I.... &i-
taml... escreveml... lastimam-se!... t
ram... < nao comem? nao bebem ?
lis a conuso! 1
Meditemos, pois...
, Al viraras 1... Alegrai-vos, bella e heroica ci-
dade do Recife, que vai desabar sobre a cabeca
de cada um de vossos invictos filhos urna, nuvem
prende de mgicas inspirac5ee a veracidade
deste annuneio,
fuereis conseguir os fins ? empregai os meios:
apurai a vossa imaginacao, vasai na rossa inlelli-
!;encia urna gota de inspiracao e tereis resolvido,
ulminado aquestao do dia,J
Ouereis
Pois bem, fortifleai os. pulm5es, desempedi a
larynge, rgenlinai a voz, adquir o dom da per-
suasao e finalmente ahraeai sem hesitacao a por-
tentosa inspira^ao que vos offereco e tereis torcas
suficientes para discutir, convencer e.. .derrubar,
para sempre a magnaquestio do da.
Ouereis ludo islo ?
Vinde ao mnito preconizado armazem do Cam-
pos, ra do Imperador n. 28, e eomprai certas
e especiaes victualhas (exquisitas e excitantes)
par dos coruscantes e finos vinhos, nao esqueceniio
os finissimos e calmantes licores, lembrando-vos
dos rarissimos o delicados acepipes, (alem de eu-
tras tmuitas cousinhas boas que ficam oceultas
nestes.....para despertar a euriosidade dos aman-
tes da....) veris que depois de teres saboreado
essas finas e delicadas iguarias vos apparecer
urna tao enrgica inspiraban (cousa inaudita) que
vos considerareis metamorpnoseado em algm
propheta, abundando a vossa imaginacao de cl-
enlos infalliveia qne vos faro resolver em um
pice o grande problema que prende to forte-
mente as vossas alinelesquestao do dia.
Dimdaes ?
fTestecaso l ytr:
Gom a barriga vasia
A cabeca arde, enfraquece,
O corpa treme, vacilla,
A razao dcsappareca.
l. 28 roa do Imperador SI. 28
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recite Oiimla e Beherilie.
Compra
grossura 4 ditas.
Contrata-se eom
de solipas.
No esenptorio desta com-
panhia, comprase constante-
mente a precos razoaveis,
solipas de oticica e sapu-
eaia, das seg^uintes dimen-
s5es.: compnmento 10 pal-
mos, grossnra 9 pollegadas,
.. o abaixo assiguado na esta-
cao da r. a da Aurora.
Estrada de ferro de Olinda, 23 de Janeiro
de 1873.
0 gerente interino,
Laurentino Jos de Miratula.
Para maior commodidade dos passageiros
que desejarem assistir aos lindos fogos d'ar-
tificio as festas da Scnhora do Bom-Succes-
so e do Senhor do Bomfim, na cidade de
Olinda, no prximo domingo 9 do corrente,
expedir a companhia um trem s 10 1/2
horas da noute de volta para o Recife.
0 gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Suppresso dos trens das S horas
da manha.
Em consecuencia da completa ausencia de
passageiros, ficam supprimidos os trens que
partiam s 5 horas da manh das estacoes
dp Recife e de Olinda, contar de sabbado
15 do corrente em diante.
Escriptorio da companhia, 8 de fevereiro
de 1873.
O gerente interine,
Laurentino Jos de Miranda.
PHARMACIA
TORRES.
O abaixo assignado, pharmaceutico pela facul-
dade de medicina da Baha, participa ao respeita-
vel publico e aos senhores mdicos deta capital,
3ue tendo comprado a bem conhecida pharmaeia
o finado Torres, sita ao pateo do Terco n. 135,
sortio-a de medicamentos novos e preparados es-
peciaes francezes dos melhores autores, assim
como avia qualquer reccita a qualquer ora do
dia ou da noute eom toda promptido, esmero e
asseio sem fazer substituic5es.
Recife 5 de fevereiro de 1873.
Manoel Thomai Percira do Reg.
Escravo.
Precisa-se de urna escrava que desempenhe
as obrigaroes de ama de urna pequea familia :
no largo do Parajzo n. 28, sobrado. _______
Louren^o Al ves Ferreira,
mscate nesta cidade.
Queira ter a bondade de vir a luja da Rosa
Branca ra da Imperatriz n. 56, negocio im-
portante. Entende ? _____________
MOFINA
Est encoura^ado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquello negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
eor este motivo de novo chamado para dito
(nr, poisS. S. sedeve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qtiando o Sr. seu fllho se
achava nesta cidade.
Perdeu-se -
hontem !. do fevereiro um relogio de senhora,
juntamente eom vua alfinete tudo de ouro, cesde
a praea do Conde d'Eu, aterro- de Boa-vista, pon-
te, ra do Baro da Vi loria, Cabug at a ra
!. de Marra : quem os adiar e qmzer entrga-
los, pode-o fazer na praja do Conde d"u n. 9,
1. andar, que ser gratificado.
ATTE.MGA0
Precisa-se de urna senhora que queira ir em
companhia de urna familia para Portugal, pagan-
do-se a pa sagem e mais despezas, gratifica' do-
se-lhe o seu trabalho : quem estiver nestas con-
difoes dirija-se ra estreita do Rosario n. 9.
Escravo fgido
Ansentou-se, desde o dia 2 de fevereiro deste
corrente anne, o preto de nome Benedicto, de 2>
annos pouco mais ou menos, crioulo, bastante
ladino, falla mansa, cantador de modas, bom
carpina, estatura alta, espalaudo, barbado, um
pouco tato, tendo atesta pequea, falla de dente>
na frente, ps feios, e eom urna cicatriz ou mar-
ca por cima do pe esquerdo, que foi um talho de
toda largura do machado, naseeu no engenho Bu
jury de Goyanna, tendo passado ao Sr. Luiz Ca-
valcante de Albuquerque, morador na cidade de
GoyaiMfc, onde tem m'i e parentes, e deste ao
Esai. Baro de Nazareth, tendo tambem pass do
muto tempo no Recife, levou em sua companhia
um menino orphao, d 13 annos de idade, pardo
claro, bom cabello c calado, cujo menino tutel-
lado. Pede-se a todas as autoridades e capitaes de
campo gueos pegando leve-os a ra daPenan. 5,
ou no eiig^nho Fuma, da freguezia de Santo Amaro
de Jaboato, que ser generosamente gratificado.
Livre o escrava.
Precisa-se de urna ama para o servico de duas
pescoas : na ra do Bom Jess das Crionlas n
35, obrado de um s andar, sendo a escada pela
ra 4o i alabouso._________^_^_____
Cozinlieiro.
Preesa-e de nm que seja bom, paga-se bem :
no hotel da independencia, ra do Imperador n.
32.
Escravfts Cogidos
200^000
Ausentaram-se dons escravos irmtos, sendo nm
de nome Lourenco, eom 26 a 27 annos de idade,
estatura regular, cheio do corpo, er clara, ca-
bellos estirados, rosto redondo e sem barba, levou
calca e camisa branca, chapeo de feltro preto.
O outro de nome Andr, da mesma estatura, mais
novo um poueo do que o outro, tendo os mesmos
signaes do innlo, sendo comprados : Lourenco
ao Sr. Claudino d'Aibuquerque Mello, da comarca
de Patos, da provldcia da Parahyba ; e Andr ao
Sr. Joo Francisco Gomes de Amida, da comar-
ca do Limoeiro, tendo fgido aquello no da 21
do corrente (Janeiro), o este hoje 30 do mesmo.
Suppoe-se que seguiram a estrada do Limoeiro
Serra do Teixeira. Roga-sc a todas as autorida-
des noliciaes e capitaes de campo, que os appre-
hendam e os conduzam ra do Apollo n. 30,
armazem de assuoar, que se gratificar eom a
quantia cima._________^^
Precisa-se de um caixeiro que tenha bastan-
te pratica de molhados alguma de padaria, para
um estabelecimento fra desta praca, e que abo-
ne a sua conducta : a tratar na ra estreita do
Roiu-io n. 5 7.
Mo!e<|ue.
Camilas fnut'v/;** braiicaa a
J'r. ;. i. fue i l- i l -''li-
nos : :i trat r no anua em d.; Campos : a i na do
lm|Hji.td.>r n. 8. '_______________________,
Avisa-se
a quem der noticia da escrava Guilliermina, ftt
fui do tenentc-coronel FeHciano Joaquini dos San-
tos, c depois comprada ao Bario de Na areth, re-
presenta ter 2 annos, Pm falta de deatee na
frente e as Raos cora cicatrizes de queiniadur; J
gaz, secca do corpo, muito regrbla, que dasaifa-
receu da casa de sobrado n. 26 da ra dos (loe-
Ihos, que sera generosamente reconipeiisadu.
AOS 5:0004000.
Estao venda os felizes bilhetes da loteria |ila Ba-
hia.jia oasafelizjdo arco Ja Concei^ao, leja, de
ourives, no Becife.
de Santo Amaro das Salinas e N. S. das
Angustias.
As pessoas que quizerem litigar terrenos para
armare i barracas durante os 18 dios dfl novenas
e festas, poderao diiigir-se capaila do lugar, qne
ahi acharao eom quem tratar.___________
No dia 19 do corrente Janeiro de 1873, u-
sentara-se do Ingar denominado Acuda do Vaito.
da freguezia da Gloria do Goit, a prata de nome
Thereza, altura regular, oihos mrbidos, paraca
ter falta de um dente superior na frente, em < m
sequenci de os ter muito sepai ados e scrcm li-
mados, soffre era vos nos ps e no rosto tem mili-
tas sardas -salientes como bermejas ou berrups,
levou vestido de chita verde, urna robera de chi-
ta, e duas miilalinhas ambas filhas da mesma.
urna de nome Rogeria, de 7 annos de idade, ior
clara, cabellos anneilados, os olhos mrbidos e os
dentes da frente largos, e a outra de nome Ma-
ra, de 17 inezes d idade, menos clara, testa ca-
liente, olhos pequeos, cabellos igual a primeira :
ambas sao pertencentes ao Sr. Jos Kleuterio da
Silva. Suppoe-se ter ido em procura de um fi-
Iho que foi o anno passado vendido ao Sr. Bario
de Nazareth por ter dcscido pela estrada de Pao
d'Alho, e sem dnvida ir passando por fo ra por
motivo dos filhos : a pessoa que a tiver em sua
casa e me avisar, ou algaein que der noticia cer,-
ta, ser generosamente recompensada ; para in-
formales neste typographia.
| CONSULTORIO %
I MEDICO-CIRl'RGICO 1
& DO fe
2 Dr. J. M. Curio 2
g OPERADOR E PARTKIRO
&. Ra do Mrquez de Olinda n. 2.", pri- 9
(X meiro andar. '%
X Consulta das 7 horas s^lO da manha.
* Chamad .s a qualquer liora.
usencia.
A
Evadio-se o escravo Paulo,
tripolante, traja* do roupa de servico de bordo,
c tem os signaes seguintes : estatura e rosto re-
gulares, cabello' grenlios, nariz e boc a regula-
res cor preta, crioulo, e sem barba : roga se
a apprehcnsao do mes ro, o conduzi-lo ra da
Cruz n. 3, aonde se gratificar.
Acha-se fgido desde o lia 12 de dezem-
tro do anno prximo passado o moleqne Aluno,
de lo para lo annos de idade, eom os signaes
seguintes : cor fula, secco do corpo, olhos vivos,
pernas finas, muito ladino, levou vestido caifa
e camisa de algodo de filtras; suppoe-se elle
andar mesmo pelo Recife, ou pelo matto, na fre-
guezia de Ipojuea, no engenho Pinderama, onde
tem um imo forro : loga-se a apprehcnsao do
dito escravo e leva-lo em Olinda no sitio deno-
m nado,Jardim Botan co, aos seus senhores, que
alm de gratos, rec mpensaro generosamente.
O bacharel D. Luiz da Silveira, pode
ser procurado todos os dias uties, das 11 ho-
ras da manha at as 3 e meia horas da tarde,
na ra do Imperador n. 27 2. andar, quer
para os misteres de sua profisso de advoga-
do, quer para os s^us negocios inteiramentc
particulares.
Excommungado.
cab de sahir a luz e acha-se venda e;ta
linda polck da actualidade, composieo do muito
sympatliico maestro J. Poppe : ra Nova n. 11,
armazem de msicas do Azevcdo.
Aluga-se o armazem e o primeiro andar da
casa n. 20, da ra do Bom Jess : tratar eom
Cramer Frey C, n. 62, da mesma ra.
'!:>. le uca aviia.
(i Yi;in.:i -i'i vcinl.' |ki> ntrtMk dii s.u
fazoiula* que i-ile niTtiiiut.ir < |Mi ia*
di.-piV: -;(. qiu' c p.-cliiin tu : na larga do Buta-
riu n. 22.___________
Camisas francesas de creto-
. nc de cores a 5^.
porhiurba porque se vetidem a .'ij : ra
largado Ko'sario n. 22 loja do Vianna.
Vcndc-sc 23 pipas.com mc| cm harris
promptos a embanrae : n Ramos n. i,
"^Caibraias irdadas ultimo goelo.
Cambraia inimlinlKis de ires.
Tai latinas de todas as cores.
Selitn de lindas coro?.
diapnos oe s>l para meninas c senhuras.
Lia para vestidos de apurado oslo.
A rosa branca vende e-tes arligos por, preces
muit > baratos c manda levar as casas : na-
da Imperatriz n. 56, portadas enea nadas.
Madapojo avariado
a 33 e -5 da rosa branca.
loja
liiieard
Amarnl, Nabueo lantijoiilas, douradas e prateltas, de todas a= qua-
IMades e largura?, volta* prateida, de todas as
qoalidades e largura*, brmcea, cabellciras bran-
caa, alcas Je meia de algodo c de seda, capace-
tes metal, etc. or., e tudo qu
necessario para fater-se nin cliieanl, ultimo vest
iiario, o mais moderm) e bonito para um i
de mascara, gosto francez : m bazar Victoria,
na ilo Bario da Victoria n 2.
Fio de alipidao da Babia c cal de Ufba, re-
ceiitenieiilc efaegado : ha para vender no es-
criptorio de Joaqun] Jo 6 Gonealvtt Beltro & Fi-
Iho. ra do onuneicio.n. '>.
awm
0 baealhao da rWnvga, en ri\x*t e rcflas
ditas : io caes da Alfandega o. I, armazem 'ie
Tasst' Innacs C. ,_____________________
Ra larga da Rosario n. 22.
Mais peeiiinclias.
Baplis s, fazenda nii o lina d bonitas ccre.- de
1 00 a;00 rs. ocovado.
Cas as nuiio bonitas i c 600 rs. a 280.
Pares de botes de laq lino para punlios de
U a J40.
Maro de penies de alis r de 2j'iOO a 1.
O Via na s veml i que barato e boin. ...i-
d m depre sa or ,ne o barato todo q.min'er
Na padaria alloma na ra da Guia Q.
5i tem para so vender o seguinte, entinas
de tros dilTercntes qualidados, I'eijao brauco
gratulo, rcpolho .em lian iras, leutillias, >
vadioha (rodo,) sug, amuivas maces e
serojas soccas, tambem tom para vender
duas bataneas grandes rom ganchos c bracos,
algnns posos, duas rodinhas do metal para
carrinho de mo, urna forma o um forno
para fazer hostias o obceias, e una bombo.
Borracha
para limas, a mellior c mais nova do mercado a
11609 rs. a libra : defrontc da alfandega n. i.
Colchas
para camas, que valem8i. a ;i : na rosa bl
ca, ra da Imperatriz n. Mi. _____________
Madapolo avariado
largo e muito bom, que val 8, a 5 na rosa
branca, ra da Imperatriz n. 56.
Caixeiro.
Um hotel venda
Dispde-se de um hotel em cxeellentc localidade
desta cidade, bem montado e milito afreguczado,
por se adiar doeate c precisar tratar-se o dono :
quem quizar dirija-se rua larga do Rosario n:
30, que se dir eom quem se deve negociar.
Mesa elstica.
Vende-se urna ptima mesa para jamar, ingleza,
muito bem construida, e elegante e por preep ra-
zoavcl: armazem da Travessa do Corpo Santo n.
23.
VENDE-
Precisa-se de um caixeiro portuguez de 12 a
16 annos, eom pratica de moldados : no largo da
Ribeira n. 23.________________________
Fugio do engenho Una, freguezia do N. S.
da Luz, comarca de Pao d'Alho, o escravo Venan-,
ci, eom os signaes seguintes, cabra de 20 annos
pouco mais ou menos, alto, secco, pernas ura pou-
co cambitadas, eom cicatrizes de gomma as per-
nas, ou em urna dellas, cor um pouco paliida,
eom falta de dentes na frente, tem costume de
andar eom a bocea aberta, cabellos carapinho?,
etc. Tem-sido visto nesta cidade, vendendo agua,
no bairro da Boa-Vista, em Fra de Portas o na
Pas agem da Magdalena : pede-se s autoridades
noliciaes e capitaes de campo, a captura do mes-
mo, que levando-o ao engenno Una. ou rua
do Bangel n. 7, scrao recompensados. .
Escravo fgido,
Fugio no dia 8 do corrente, e dJsconfia-'e ter
embarcado como forro e de nome trocado, em
alguma das barcacas que do dia 8 10 sahiram
deste porto para e norte, o escravo Benedicto,
mulato alvaco, de 38 40,annos, grossura de
corpo e estatura regulare?, e eom urna grande
ferida na canella esquerda. Este escravo ja fugio
e passou por forro eom o nome de Manoel, na
estrada nova do Caxang, onde p r dnus mezes
esteve bomisiado : quem o capturar pode mnda-
lo entregar na rua da Imperatriz ao Dr. Nabor,
ou no engenho Cunhahii, di Rio Grande do Nor-
te, ao Dr. Amaro Carnciro Bezerra Cavalcante.
Perdeu-se um embrulho contendo canto e
quarenta e tanto mil ris, em urna nota de 100|
e o resto em miudo, envolto- em urna conta pa-
Sa, passada pelos Srs. Azevcdo & Maia, e isto
esde o largo do Collegio at o pateo da Penha,
passando pelas ras do Queimado, Livratnento,
Penha, Becco do mesmo nome, rua Dircita, becco
do Cirigado, dito da Carvalha, Abobada da Penha
e pateo da mesma : a pessoa quo tiver achado e
quizer restituir dirija-se ao pateo da Penha n. 19,
que ser gratificada generosamente, por ser a
pessoa que perdeu nimiamente falta de meios.
a mnito afreguexada taverr e armazem de sal n-
137 da rua Vidil de Negreiros, outr'ora Imperial,
propria i ara qualquer principia te, por ter pou-
cos fundos e eom commodos para familia.
Mulatinho.
Vende-se um niulatiuho chegado do sertao, len-,
do 13 annos de idade e proprio para qualquer
servico: atrator na loja doPavo, rua da Impe-
ratriz n. 60. ________
Como bar ato! I!
Basquincs de crochet e fil preto rica-
mente enfeitados de setim a 4000
Chitas francezas, fazenda superior 240
Atoalhdo de linhopuro eom 10 pal-
mos de largura, a vara 2800
Vende se na rua da Imperatriz, loja n. 32.
, Vende-so um terreno no Ceceo do Es-
pinheiro, fazendo esquina para a rua de S.
Joaquim, e muito prximo da estrada sier-
ro do Olinda ; a tratar na praca da Indepen-
dencia n. 39.
Manual de couts feitas
Na linaria encyclopcdica rua do Mrquez de
Olinda, antiga ru da Cadcia. vende-se o bem co-
nhecido e apurovado manual de.contas feitas paia
o mercado de assucar^ por precos muito com-
modos.
Aluga-se
urna casa na povoaeio de Apipucos : a tratar eom
o Sr. Ramos, na estaco de Apipncos.
COMPRAS.
O abaixo assignado deba de ser procurador
d Sr, Lenidas Tito Loureiro. Recife 10 de fe-
vereiro de 18)3.
Jos Soars da Cesta Gomes.
O ?t. Antonio Carlos de Almeida qu ira por
sua bondade apparecer na rua Duque de Caxias
n. 60 A, loja de Bento da Conha & C, successo-
res de Manoel Ribeiro Basto.
Preciia-se de nm trabalhador de padaria
para vender pao etrabalhar na mesma : a tratar
na Capunga,rua das Pernambucanas n. 38.
Compra-se um carro americano de dous as-
sentos, e prompto para trabalhar: na rua do Im-
perador n. 22, primeiro andar.
Compram-se
Diarios a OOO a arroba : na t'L'i targa do Rosa-
rio, fabrica de cigarros n. 14.
VrNDAS.
Borracha
A 1300 a libra : na rua Direita n. 14. esquina
do beco de S. Pedro.
Borracha
Vende-se borracha muito nova para limas a
2 j a libra: na roa do Fogo n. i), taverna.
Vende-se a 45 o palm de terreno, cora 3( 0
do Tundo, na estrada nova de Beberibo : quem
pretender algum, dirija-se rua de Joao Pernan-
des Vieira fi. 24.
0 hmr da m Diroit i. SI
Vende :
firanadine comlistrasde seda pasa vestido
POR 700 Rs, O COVADO.
As melhores miudezas, bolinas e mais outras
qualidades de calcado franco/, chapeos para se-
Tem um lindo sortimento x
Luvas frescaa de Jouvin.
Perfumaras ios mais afamados fabricantes.
Parares ou gravatinhas do ultimo gdsto, para
senhor as,
Artigas de luxo phantasia,
Tudo por proco ma s rasoavel do que em outra
qualquer parte.
N. 51Bazar da rua DirietaN. 5P.
Cha preto. e verde
Vende-se no bazar victoria cha preto e verde
de muito boa qualidade : na na do Barao da
Victoria n- 2, foja de Amaral, Nabuco C
- Vende-se
bafauvou troca-ge por tijolo e telha nm escravo,
de 50 amws, possante. proprio para sitio ou para
engenho na rua da Impcratrit b. 4g, andar.
Vende se urna casa terrea, sita em Oiinda a
Blcca dos Quatro- antos n 6, toado de frente
urna porta e duas i hellas : a tratar na rua do
Padre Ploriano n. 21, loja.
Criold.
Vende-se um cabriolet americano, de dous as-
sentos, muito leve e em bom estado : para ver
na cocheira do Sr. Cerino rua do Hospicio nu-
mero 86.
fe Vende-se ou alnga-ae
Eft o sobrado n. o da rua do Rio, na fregue-
iia do Poco da Panella, eom 3 salas, 6
qnartos, 1 saleta, despensa, cozinha o quiolal mu
rado cujo predio aeba-fe concerUdu, calado e
pintado de novo ; a tratar eom o commendador
Tasso.

Y


Diario de Pernambuco Quarta feira 12 de Fevereiro de 1873.

Fazendas
liquidaco

?
Rna da Iniperatriz N.
DJG
PEREIRA DA SILVA & C.
Ten lo o proprictario doste importante estabelecimento, grande vontade de liquidar
t .las as fazondas que tem em ser, tem revolvido vende-las por precos muito mais baratos do
que so vonJcm em outra qualqner parte, com o fim de apurar dinheiro, raziSo por que con-
vida o respeitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avahado sortimcnto de fazendas op
i :, como tambem de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostos.
K previne quejs vende a dinheiro vista, por estar em liquidado.
n>F\Uil\*\ I MODERNISSIM.\S POPELINAS
aiiVli;iU^ Popelinas a 1500 e24000 o covado.
i Oti LISTRAS 01- SEDA A 800 RS.O COYADO o Pavao receben am elegante sortimento
O Pavao recebeu um elegante sortimento das np.is modernas e lindas popelinas de
dastnaislindas greuadiues pretas comUstras II e seda, e linbo e seda que vendem a
de seda Vor, teudo entre ella* coin listra i,$500 e 2tS00<5 o cavado, tendo padrSes
rosa propria para, luto, que vende pelo ba- listados m.ado e graados que parecem
ratissimo pre$o de 800 ris o corado ; assim propriameate seda, assim como das mesmas
como dita muito fina com lista encarnada, timbem tem brancas proprias para vestidos
loja
que Vende a lr*000 ris o corado. Esta
fazenda veio polo paquete chegado ultima-
mente da Cu ropa,-e liquidarse na loja do
Pava o ru i 11 [inperatriz u. 60.
i! \ HBt VIS ABERTAS PARA VESTIDOS A
!>?;)00 e 10-tOOO US.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas, abortas e
bordadas para vestidos, que vende pelo ba-
ratissimo -procos do 90, e 0?000 rs. o
corto, tend a bastante fazenda.E'jiechincha,
na loja do Pavao a ra da Imperatrs n. GO.
I.ASIMIVS BORDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Pari rocobeu unv elegante sortimento
das mas lindas lasinhas transparentes com
ilorzinhas bordadas, tendo de todas as coros
inclusive rosa propria para viuva, e vendo
pelo baratissimo proco do 400 rs. o covado.
K' pechineha na loja do Pavao a ra da Lra-
p ratri*n. 60.
r.RENADIXES A 6i0 RS. O COVADO.
0 l'avao rocobeu um elegante sortimento
das mus lindas grenadines pretas com listras
i as e de loros, sondo muito boa quali-
1 ', a vendo pelo baratissimo prego do bGO
rs. o cov.ido. I" p'chincha na loja do Pa-
vita a ruada (mperatriza. 60.
COBERTAS DE FISTaO ACOLXOAMS A
i-'OOO US.
O Pavao recebeu-u grande sortimento
de caberlas grandes de fusta o, aeolxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
dase do todas as cores, e vende poro baratissi-
mo preco de i:>, rs. E'pechhicha na loja
do Pavao a ra da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENHORA A 12?000' US.
O Pavao receben um elegante sortimento
dos mais modernos chapos de palha, riaa-
raente enfoitados, para senhora, com os sous
compe sotes veos, e vende polo baratissimo
..do 129000 rs. E'.pechincha na
do Pavao a ruada Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS
'> Pavo vende ura bonito sortimento de
abas listadas, sondo das mais modernas
I i vindo ao morcado, polo baratissimo
; do 580e 680rs. o covado. E*pe-
uncha na loja do Pavio a ra da linpcra-
n.60.
ALPACASLAVRADAS A 0.0 RS.
O COVADO.
Chegou para a loja do l'avao jira elegante
- rtimento das mais bonitas alpacas de coros.
odo as coras mais modernas que
.i viudo para vestidos, e vondo-sc polo ba-
-ii.io proco de 6i0 rs. o covado. E'
pechineha na loja do Pavao a ruada Impe-
iz n. 60.
FAZENDAS DS LE
CORTES DE ASSAS A-20300 E 3/JH00.
0 Pavo vende cortea de cassas de cor??,
com padrdes maito bonitos pelo barato
pre^o (le i-j-'iOO e 30U0.
CORTES DE CHITAS A 25400 E 2,5880.
O Parlo vende cortes de chitas francezas
'/. 10 covados peto diminuto preco
da 25 i 9 cola corte.
Di'.ss con 12 corados pelo preco ds
2<$88Q cada corta.
PEQkS ds chitas A 7*200.
0 Pavao vendo p- cas de cbihs fioas, lio.
dissimos padrSes, tendo 30 covados cada
i, pelo barato-, preco de T&iOO cada
ucaa i mii o barato.
LENCO'ES DE Bu IMANTE.
O Pavo vende lences de bramante mui-
t; grandes, sendo de una p'aono s, pelo ba-
ratissimo preco de 2$ 100 cada om.
MADAPOLES.
Pecis de rr.?dipolao francez moito fino
COta 20 jard s a 5-SoOC e GtfOOO.
Ditiscnm 24 jardas moito superior 3
00 e 7J0O).
Dho ingle* f-!Zsoda muito Qna 000,
63000 e W5Q0 at 1 WXK).
Di', s francezes e ingleses maito Qaos de
i' arda para ddlaren'es precos.
ALGOD0ZNH0.
OP'i retida por preco moito barato
peC3 do algo 13 ixinfco americano muito
bom com 18 jariu .10000.
Dito com 24 jard s a 4*500 e 80ODO
at 65000.
de noiva.
NOVAS SEDAS A 20500
0 Pavo vende bonita e moderna seda
de urna s cor, tendo de todas as cores, com
delicado lavrores miudinhose vende a 2*300
o :ovado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 4o5000 E 50*000
O Pavo vande b mitos c.-tes de seda,
fa7.tn.la de muito gostj, tendo 18 covados
cada corte o vende por 453000
Ditos de 20 covados a 503000
Sao muito baratas em relaco superior
qualidade d'estes cortes.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Nasls grande estabelecimento encontrar
o rosp-itavel poblico, orna bem montada offi-
cina de a la i a te,' onde se manda pxecutar
qnalqner peca de obra, tanto para homein,
:omo para meninos, com' a maior pres-
tesa e perfeic^o assim como para qoalquer
Iiito que do repente sppareca, tendo na raes-
rna oflicina am perito olbcial destinado para
farda dos Ilm. Srs. officiaes de goarda na-
cionM ou tropa de linha, sendo esta officina
duigila pelo "babil artista Pedro Celestino
'So3ccs de Carvalho,
ESPARTILHOS A 35000.
0 Pavao tem om grands sortimento de
s artiibos, lauto para smhora como para
mcoina, qbe vend, pelo barato preco de
33000. Ditos muito finas a 43030 e 50900,
sao do3 mais modreos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 2i0 RS.
CHITAS k 20 R3.
CHITAS A 240 RS.
0 Pavo vende cbitas fraacezas proprias
osra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padres claros e escaros, pido barato preco
de 210 rs. o covado, por ter am leve to:
que de mofo-: pecbincba.
LIQ1DAQA0 DE CALCAS DE CASEMIRA
O P.vao tera um grande sortimento de
'li;is da casemira de todas as cores e qua
id .dos, para todos oa procos, e desejando
inoito ijuida-las, resolvea vende-las" por
om prejo muito em conti, pira diminuir a
grande porcao.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavao vende bonitas cassas fraucezas
com bonitos padres, e de muita phantasia m^"a^VMdoftnoim"
Dito largo marca T cwilo encorpado a
00.
ALGODO ENFESTADO.
O Pavo vende o verdadeiro e superior
IgodSozioAo de dua^ larguras para leofes,
loado muito enmrpado 13 00 cada vara.
Dito tracado da mesma largara 1*^80.
CAMflRAIAS.
O PavSo ven-le cortes de cambra a trans-
parente propria para vestidos a 2*500 e
UO 0.
Peca de dita muito fina com 10 jardas
tanto tacada cosno transpa/eote a 4*000,
5*000 e 63000 at a mais fina que vocu
a o mercado.
-CORTES DE PERCALIA COM DUASSAIAS
A 4*000.
O Pvo vende bonitos caries de preca.ia
com dnas saias, sendo fazenda de mu ta
gosto a 43000, jaecbincha.
" BAPTSTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavo v-indo ura grande sortimento
dasmais moderms,-bajistas com lista de
cor, prrpria'pnrarej'.id, comascoresmais
novas que, tm vind) ao mercado sendo
moito C'iiii larcas do que as cbilas franoozas,
e v-nte pe4obwats3irti) proco de 30 rs.
cada ovado.
' NOVOS VESTIDOS A 4*000.
O Pivo receben nm elegante ortiaien-
to Je ao-os' vestifJoi de cambraia braja
cora-hoaitos bof dadt de cor, e ynde.pl* t> para tetimn eonwparaeamas-, pjiqos.
barato preco de 4*xadi um: muito bu-
rato.
polo baratissimo preco de 240 e 280 rs. o
covado, sendo fazonda de muito mais dinhei-
ro, grande pechineha, na loja do PavSo.
BORNS A 16?0*00.
0 Pavao recebeu polo idtimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at boje sao conhecidos, e em relaco ex-
cessivabarateza, convidam-se as ExmaS. Sras.
para as vercm, para assim admiraren! o que
na de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A C-5000.
0 Pavao vende cortes de cambraia branca
com listas o lavores da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
proco de G?000, por sor grande pechineha.
Ditos muito finos com babadinhos broncos,
bordados a 85000.
Ditos ditos com listas de cores a 4$000 e
5#000.
Ditos do cambraia branca com 20 metros
de babadinbosde cores a 9JJ0OO. E* grande
pechineha na loja do Pavo.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pava o vende soperior bramante de al-
godao tenia 6 palmos de largura que s
percisa de 1 '/t vara para um lenco!, me-
tro 1*600 e a vara 1*800.
Dito de nho puro soperior muito eneor
palo com a mesma largura a vara 23400
Ditos fraacezas maito os a 2*500 e
2*000.
Pega de Hambtirgo e panno de linbo com
20 e 30 varas, para todos os preces e
qualidade.
Pecas de bretanha de paro linho, tendo
10 jardas pelos procos mais barato qoe se
tem visto.
Pechineha -da finissimo esgoilo sncelena
om 6 jardas 7*. 00.
Peca de finissimo celena com 30 jardas
a 3*50, atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largnra a vara 2* f 0.
CALCAS DE CASEMIRA.
0 Pavo tem um grande sortimento de
c;lca de casimira, assim como cortes os
mais moderos que tem vindo nos ltimos
Uurms e em fazenda das mais finas e mai?
covas ao mercada, e vende-.se por barato
preco para aperar dinheiro assim como cal-
as de brirn hranco e de cores por prec-os
maito razoareis para acabar.
TNICAS PRETAS.
O PavSo receben om grande sortimento
das mais riess tnicas de groa preto, rica
mente enfeitadis, e vende por preco razoa-
vel.
VESTIDOS RRANCOS BORDADOS DE
3530000 AT'603000.
O PavSo rccehfu om lindo sortimento
dos mais ricas cortes de cambraia branca,
ricamente bor-faJos, e com todos os enfei
tos necessarioa, -e vende, pelos prec de
35*000 B'.a 60*000, nao tem vindo nada
mais rico nem mais moderno.
CORT1NADSPARA -CAMAS E JANELLAS
A '*50), 840Q-E 10*000.
O Pavo tem um grande sortimento,de,
cortinados para cama 9 janlls, que ven-
de pelo barat'preeo de 7*300; 8*000 e
10*000 o par r tendo. a t por 1*3000. aastm.
como colchas de dagid>co para amas do
ooiv is, eMgMod*of*imeoto de tapeea Mtf-!
A MADRESILVA.
Pa^a 4a Independencia
ns. 38>e 40.
Acaba a -Madresilva de receber 3iversos
objectos, como sejain :
Ricos aderecos do raadreperola-braocos e
de coros.
Diademas de madreperola, ditos dourados,
ditos de massa ou bfalo, ricamente enfeita-
dos, cruzes fingindo brilhantes, cassoletas do
plaqu com voltas c sem ellas, imitando
ouro, pulseiras douradas ditas imitando
tartaruga, rico sortimento de grampos para
cabello, sendo borboletas, besouros e beija-
lores e outras muitas qualidades, tudo de
muito gosto, rico sortimeuto de gravatinhas
de lajos para seuhora, sendo velludo, sarja,
sotim, gazo, escossezas e de urna s cor, fa-
zenda inteiramente novidade.
Lindo sortimento de leques de marfim,
madreperola, tartaruga, ditosdourados, com
seda e sem ella, alm destes de outras mui-
tas qualidades, que enfadonho seria mencio-
uar, tanto para senhoras como para me-
ninas.
Rico sortimento do punhos e gollinhas
bordadas em cambraia de linho o camizinhas
bordadas para senhoras.
Bonitas guamices ou dragonas para en-
Teites de vestidos, assim eomo os muito deso-
jados cordes de seda, fazenda inteiramente
novidade ueste mercado.
Rico sortimento de caixinhas com prepa-
ros para costura, sendo de tampas do crystal
e de outras muitas qualidades e tamanhos,
ditas para porta-joias, porta-extractos, ricos
porta-relogios, porta-charutos, porta-cinza,
tinteiros, casticaes, tudo sao objectos de
plaqu, proprios otra presentoar a qualquer
pessoa, assim como diversos objectos para
escriptorio, facas para cortar papel, cartearas
para notas, caifas para pbosphoros, caetas
bordadas e lisas, maracas para crianzas, si-
netes para abrir firmas, caixasconteudo-uma
caeta, um lapis e um caivete, agulheiros
e dedaes, todos estes objectos sao de marfim,
fazenda inteiramente novidade, assim como
outros muitos que s a vista dos pretenden-
tesse poderao mencionar.
Vestuarios para criancas, chapozinhos de
seda, sapatinhos de merino e setim, mcias
de seda e de algodao, brancas e de cores, tu-
do para baplisados.
Rico sortimento de babadores para crian-
Cas, ligas de seda para senhoras, lencos
brancos com ramagens, meias de seda para
senhoras e meninas, ditas de fio de Escossra,
o melhor que se pode desojar, assim como
meias de la, proprias par senhoras.
Rico sortimonto de escovas quid costas de
baleia, marchetadas de madreperola, para
roupa e cabello, e de outras muitas quali-
dades.
AGULHAS 1 LINHAS PARA MACHINAS.
A Madresilva acaba de receber um com-
pleto Sortimento deagulhas e linhas brancas,
de cores o pratss para machinas, dos fabri-
cantes Grovor & Bukr's, assim como agulhas
de todas as quididades o Imhas de seda para
bordar e para erochet, ricas capellas com
veos e sem ellos para noivas, filbranco com
bonitas ramogeie com7 palmos do largura,
fazenda especial: s na Madresilva.
Rico sortimento de flores de franja em
ramas e sepas, de todos os tamanhos, para
Pede obier em pouco trmpo com o oso do ffelbor dos licoresa ffamada
HESPERIDINA
Fazpoito anoos qoe conbetido este precioso tnico, e diflicil achar cma pessc
qoe, tendo experimentado peseoalmenlc, n5o falle em seu favor, j como-bom eatomaca
e apetisador, tomando um calis della antes de jaratar, ou como aci'itador da digestir
|jmando-8e depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, Q2o ba um habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) qne lc conbeca as propriedades medicinaes da doorada frocta.
ora bem, a
COS!
Cbegaram ao Razar Universa! da roa No-
va n^22, nm sortimento de machinas para
costera, das melhores qualidades que existe
na America, das quaes multas j sao beiu
conhecidas pelos seus autores, como sejam;
VVeller A Wilson, Grover & Buka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras mofas
qne com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho qne trinta costnroiras podem
azer diariamente e cozem com tanta per-
feic5o como as mais perfilas cosiureiras.
Garante-se a saa boa quaiklnde e ensim-se
a trabalbar com perfeigao em menos de urna
hora, e os precoJ s3o tao eomjnodos que
devem agradar aos pretendenie*
Rico sortimonto do collurinhos e punhos
bordados e lisos, de linho e algodo, para
bomens, assim como chapos- de sol com
castao de marfim, eoutros muitos artigas.
TEM A MADRESILVA
bonito sortimento de- jarros, casticaes com
pingentes, garrafas e copos para espiritos,
frascos, garrainhas de diversos gostos, pro-
prias para toilettes, assim como acaba de re-
ceber um completo sortimento de espelhos
de molduras douradas> de todos os tama-
nhos, de 3 a 9 palmos- de altura e largura
regular.
A MADRSILVA
acabn do roceber um especial sortimento de
luvas de Jouvi^ brancas> pretas e do cores,
para homens o senhoras, assim .como tam-
bem para meninas e meninos da 3 aimos
para cima.
BONICAS.
Rico sortimento de bonecas de todos os
tamanhos c com rosto de cera.
BORDADOS.
A Madresilva acaba do receber um rico
sortimento de bordados em cambraia de li-
nho, fazenda inteiramente novidade neste
mercado, sendo babado* e ent^meios.
Finalmente, a Madresilva, alm dos arti-
gos que vos faz mencao, tem outros muitos
que enfadonho seria esplicar-vos, por isso a
Madresilva espera que vos digneis visita-la
mais a mido, a qual vos ficar sempic
grata.
Amara!, .Sabuco C. avisSm a raia'adft rnr-
navalesca e aos habitantes *i Cabo, Apipncos,
Iguarnss, Cai-Forte, Limoeim. Afognitos, Go>ank
na, Santo AiHo, Nuzuretli, Vnra, Olinda, io-
tocoiumb c < demaia amante do rarnavaJ jue-
receberam um eompleto sortimonto do mascaras
de papeUo, sm, seda c rame, para qoalqaev
carcter ; o franjas, trancas lloaradas e pratea-
'das, cabt'llciras. lantejoulas. voRa ote Vendem-
so no Bazar Victoria, ra do liarao da Victoria
MZAB VICTORIA.
Amaral, Ifabueo : C. acabam de receber da
Europa pelo ultimo vapor o seguinle, e con vid un
s Exmas. senhoras a vircm ver:
Ricas cliapclinas para visita, do palha, feltro,
velludo e seda, a Raiagaree Montpein>ier, ultima
nwila,
Ehapoa de pallia para passoio.
Enfeites de seda, d-cores e para luto, para ca-
ceea do Sra.
Costumes ile cambraia para Sra., cnnfrndo ves-
tido, chapeo de eaben e de sol, tudo dn nessa
Cueda e de igaaos emites.
Cortes de vestidos de S e seda, de eambraia
bodados a.sulha, pintados e estampado, e de
bapl>ias de cores.
Elegantes puarnicoej de cores para seuhora,
contando 1 par de briMOS, t allinele. 4 puleeiraA
i diadema c nina borbolMa para cabello.
Leipies de madreperola, branco e queimado cor
de rosa, laranja etc. ele.lisos e bordados.
Lopes de niaifim, lijos, bordados e cota seda,
l..'i.iu'< de tartaruga.
Leqiips de madeira, iso etc. etc.
Vemlem-sc no Bazar Victoria, majdo Bariio da
Victoria n. 2.
em sen estado natural tem nm gosto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidina con-
siste em reter sua3 boas propriedades, e ao niesmo lempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL oSo tem uada qne invjar s
melbores iraportaces europeas de cathegoria semelhante. Estas, qoano moito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a comLinagao perfeita do
AGRDATEL E SADAVEL
Para prova de qua um artigo no qoal pde-so teriterrt confiaofa, por ser pero
e innocente, basta dizer-se que oi plenamente approvada e aotorisada pela -
JUNTA DE HYGINE
do Rio de Janeiro, permittindo sua livre elaborado no imperio; ootn
BOA PROTA
a acceitacao geral que tem em todas as partea onde apresentada. Em 1864 estabe-
lecen se a primeira fabrica em Rueoos-Ayres; em 1869 a segunda em Montevideo; e
do dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaoguroii-se a fabrica qoe actoalmente
trabalha na corte. Em Valparaizo e em tod a costa do Pacifico tem boa acceiUco.
tanto que rara a casa que considera completo seu aparador sem orna garrafa de

sra
O bomem velho toma Hesperidina para obfer
VIGOR
O horneas doente loma Hesperidina para obter


SAUBE
O hornera dbil toma Hesperidina para obter
1%
Nos bailes as donzellas e os mocos tomam
asimago dorante oa loucos gyros da
a hesperidina para obter bo cr a

Cliegiieni (iranio antes!!
"AS$8t!S$00e!5$0e0!
Lindos ehapoa campestre?, da ultima moda,
para senhora, s na ra do Duque de faxias n.
60 A, loja da eseptma, de Benloda Silva & C.
Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
que fica entre o do commendador Tasso o o do
desembargador Doria, com casa de viveeda, d ffe-
rentes arvoredos, grande baixa de Capis, etc..
dando os fundos para a estrada dos trilhos urba-
nos ao p da estacao da Jaqueira : a tratar na
ra do Amorim n. 37.
No padaria aHeui na ra da Guia n.
34, te* para se vendes o seguinte:
ErvUhaS de tros dil'tueiitesqualidadevTei-
j8obranco grado, repeihoem barricas.len-
tilhas, sevadinha l'oilo;, sag, ameisas,
iii,i,< o enrejas seccae-; tambem tem para
vender duas balancas glandes com gancho
ebran>s, algtins pesos, duas rbdinhasde me-
tal- para carrinho de raSo, urna forma 8 ara
torno para fazer hostias- e obioias, e una
botaba. ^^^^
LazHihas para vestido a 320
rs. o covado.
S :ia ra do Duque de Caxias n. 60 A, ouli'o-
ra rua-do Qoeimado, loja da esquina, de Bento
da S;!va & C._________________________
Iliva! sea segundo.
Clwg ram agulhas para machinas, do fab icante
Crower A Baker. Dnaia mr 2000.
RARROS JNIOR & C, roa do Vigario Tenorio n. 7, 1" andar, receberam ee->
grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguintes :
Joaquim Ferreira Lobo, ra da Imperatra.
Z"erino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia b. 5.
Antonio Gomes Pires & C, ra da Cadeia.
Antonio Gomes Pires A C., caes 2 de Novembro.
Gomes & Irmo hotel da Passagem.
BARTHOLOMEU et C*
Pharmaceuticos premiados em diversas exposicoes
)
^
.'1
'e qoatro
IMV tkJLfe
K.o'ollcnle toucinbo inglez em latas
libras a '.00 rs a libra : no armazem de asso
Irni.f- >\ C.. na il> Amorim n. 37.
Libras stcrlinas.
Vnlo-se no armazem de fazendascV Augusto
F. i! uliveira k ('.. ra do Cominoreki n. .
Novo tratamento da Asthma, tosse, convulsa, defluxo catarrhaes, e todas as molestias dos fulmoes,
que tem feito importantes curas, e que boje o nico acceito pelos melhores Mdicos.
DEPOSITO OERAL, 34, ra Larga do Rosario, PERNAMBUCO.
-
Vende-se o r*rf<'l lU-creio de Slrjcid&de da
Bvguetfa dos Atogados, com poneos fundos, para
tfoalquer prinripiaote : a tratar no sesmo, das 6
s 0 horas da mnalia, e das 3 s 6 da tarde.
Farinha de mandioca a 3^ o
portas etc^tudo- vende por presos rizoi-,
vIs,
sacco.
Na ra da Madre d Dos
quafito nao se acaba.
n.. 7 ; a ella, em
Xarope d'agriao do Para
Amigo o conceituado medicamento para
cura das molestias -dos orgos respiratorios,
como a phtjsica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Rar-
tholomeu C, ra Larga do RosaTio n. 34.
5 640. rs.
Vendm.&B du&*-4e -earreteis de tnha do 200
r4aspelo.dirrtinnwpr>co-deJ)tO rs. a duzia:
moa-no'llivnl d>9.Mfv-n;.? A, rna do' Mr-
quez de 01 inda
'* Vende-se uai cateioJet-americano d duas
roasv'iiHttado 'd mvb i par, ver na coseira
dOvSrj-Jfirmi o, ra to&motct, a tratar na
|>ta4oPttn.tO,'q''ttjffli>fi>n.4.
Borracha.
s Vadoeo'bon%** paWlimas de eheiro: na ra
SantaGruzQ. t.
i tmi'iuli) 1S>SJ artigo*
Chilas-u'n cores a 200 e 240 ris o.covado.
Cambraias miudinhas, a 260 ris o covado.
Lanzinhas miudas e do listas, a 320 c 40O
ris o covado,
Hitos de filo fazenda moderna, a 400 ris-o
cpvalo.
Cambraia transparente una, a 39 a peca.
Dita victoria tina, a 4? a'pc^a.
Bramante de 4 larguras, a 1$600 a vara.
Casemira preta fina a t?i00 o covado.
Dinheiro
20Ra do Crespo20
Colxas de coros, a 1^800 4-5 e 3-5 urna.
Lengoes de bramante a 2? um.
(loberas de chita forradas, a 35 e 35300 uiiu
Ditas de chita sem*fono, a 15800 una.
Cobertores de la, oscuros, a 2-5 um.
Lencos de oassa auilxinhados, a 2r a duzia.
Toalhas alcochoadas> grandes, a 69 a duzia.
Brim pardo trancado lino, a 400 e 440 ris u
covado.
Chales de merinl hzos- o estampados, a 2>
um.
Briiu branco do linhcs a 15000 a vara.
, Venho antes que se acabem!! -
Loja de Giiillierme (1. k Cuulia ^ (.

Cadeira.i oratorias com assanin ce paiDinna
?0fl00 cada un; na caes do Ap lio, arma-
tero de Tas?o lrmlos & ('
Mais del les.
Aunis eledrieiss.
BICHAS DE HAMBRG)
As mais recentes e melbores.
\Cndom-sona pharmacia e drogara de Bar-
i tholomou & C, rna Larga dosario o Rn. 3i.
Cervej
a
.
Daquelles anneis elctricos, tao uteis para o.
nervoso, e que a Magnolia, ra Duque de Ca- i A verdadeira cerveja da Bann, marca ban-
xias n. 45 tem vendido porcao I .o que por sercm deira, desuiierinr qualidale : vendin Tasso rr-
os nicos verdadeiros, multo tem apio\citado ; indos & C. em seu armazem da ra do Amorim
com urna carta de A. Herculano, colaborado por pelo ultimo vapor veio nova remessa : riles an- nomer.i X
mui distinctos eseriptoros e eseriptoras do Ura- tes que se acabem. Na Magnolia n. lo, ra Daque j
sil, Portugal e llespanlra.
1 Aeabam de cliegar estes Almanaks e acham-se
n venda as rivrnrias Econmica, ao p do arco
de Santo Antonio, c Industrial ra do Bario da
Victoria n. 12.
Tavema para vender.
Vende-se a taverna sita rna de JoSu Fernan-
das* Vieira n. 24, muito propria para principiante
par estar bem loealisada, nova a annacfto, nao
tem alcaides, toio casa de pMAadia ind-pendente,r
quintal morado rom cacimba e diversas' aores
de fnieto, gnrnnte-se a casa nm nm anHMidaufcia-
to por seis anuos; vende-se com generes ou seip
eltos, o ao cen^irador se dir o motivo por que sV
vende : a tralar no largo da1 Santa: Cruz n, 1, ta-
verna.
Grana-dina .
preta lira o com Hidras de da ; a rosa branca
vende limita barato: Da rn*:Ula Inipcatriz h. '>6,
loja il'- t iMrtae-*9nmr Novidade- carnavalesca!!!
BOT0l1*ill'WHHI9S COM CASCA VEIS,
TSRDA. ,
=Ba:ar da ra Dimita5
-A e!le? ? a ell^s! a-elles'!- qnest5o s ik*
bando.
de Caxias.
TASSO IRMAOS k C.
Em seus rmazens i ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
ttfn para vender por precos commodos :
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Pnrlland.
(JinenlO Hvdraulicr.
Machinas de descarocar algodao. ,
^'Machinas de padaria."
Potassa da Hussia em barril.
I bosphoros de cera.
Sag m gamfoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiihas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho dr/ Port velho engarrafado-
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho d60Meaux, dito..
Vinho d Sflherry.
Vinho dh Madeira.
Potes com lingnas e dobradas inglezas.
l.icaces nos^ociidos.
Vende-se a Caverna da ra dos Acouguinhos
n. 20, com poueos fundos, pronri para princi-
plante, reparando a boa localldade : a tratar, a
mesma.
Hihgftsa -iiIhuIjii.
( ontra pnnos. *nrrlnj.emnn.!.M-
ln pello.
IXttilmxt*- la rosi e brillio da
utim.
Vende-se na loja dos Srs. S Leitlo, Fonreea &
C : ra do' Duque de Caxias n. i5.
Prnambnco.
Me AmfrMr Frercs.
da ttuciaka ttglei.
Barris com rep&lho em saluwura.
Charutos de Havana
.ihnfc* f., -rualb Afflo-
Bo-eserijflorio de
rim n. 37.
.1
T


>
h
>
\
I
RA DO BARAO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes c de
elegantes modelos, do mais notaveis e bem eo-
nuecidos fabricantes; como sejam : Alpliouse
Blondel, Henry Hers e Pfeyel WollT C. : no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, >u-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado franccz.
Botinas de luxo e phantazia, brancas pretas e do
differentes cores, tanto Dar senboras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Mclis, de Suser e de Polak, para lio-
mens.
Sapatos de eordavao Milt spara homens.
Bolinas para menino de qualqner tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
SaiKttSes de Snser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens.
Abotinados de muitas qualidades e precos para
meninos o meninas.
Sapa toes de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhora s. .'
Snalos de tapete, casemira, charlot avolludado,
de tranca porluguez e francez.
No arniazui dj vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den
trilice, agua de (1 r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavande, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presantes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamanlios d'agua de cologne, tudo de pri-
racira qualidade dos bem conhecid-is fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do va;ior franccz, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Mascaras para o carnaval.
O mais importante sortimento que ten vindo de
mascaras de massa, de rame e de seda, nariz
com oculos, barbas etc., precos muito bara-
tos tanto cm grosso como a retomo.
No armazem do vapor francez, a ra do Barao d^
Victoria, outra'oia Nova n. 7
Para viagens.
Muito boas malas c bolsas para viagens de vt'
de caminhos de ferro.
Enojos de viagons com os pertenecs necessan.
para barba.
No armazem do vapor francez, Bruaop arao
d,i Victoria, outr'ora Novan .7.
Botas de montara.
, Novo sortimento de botas Xajtoleao e a Guilhcr-
ne, perneiras c meias perneiras para homens,
e inei.ts perneiras para meninos.
No armazem do vapor (ranee', ra de Bato
da Victoria, outr'ora Nova n 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guamic.ocs, so-
fs, jardineiras, mesas, conversaderas e costu-
reiras, tudo isto milito bom por seran fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, roa do Barao da
Victoria, outr'ora N'uva n. /.
Quinquilharias.
%rtigos ilc liflcreutcs
Jihnutazins.
os para salas e gabinetes.
Loques para sonlioras e para menina-.
Lavas de Joavin, de fio da Escocia e de eamurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Ubuqs e qnadrlnhos para retratos.
Caixinhas coto vi.lro de augmentar retratos,
nivelas ohras'ile ouro bom .de lei garantido.
Gorrentes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos jimitaco e botdes de punnos de plaqu.
Boisinbas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Nevos oMeotos de phantazia para cima de mesa I mas e graipos de ac.
** *^ry 8AUDE
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
DE
BARriiOLOMEU & P,
34Ra larga do Rosario34
Obras de plianlasia. i

gOSlOS
A loja da Aguia Branca, ra do Buque de
Caxiis n. SO, receben um bello sortimento de bo-
nitas e modernas obras de phantasia, sendo :
Brinc s o cruzes pretas, comdourados e pedras.
Outros de r> adrep rola queimada com bonitos
enfeites de delicadas llores.
Outros i'e fin i dourado cem p nge te? de cores.
Outros encarnados e de bonit s moldes.
Rosetas de lino dourado com pedras brancas,
Aderecos d madreperola.
Ditos dourados cora camapheo prcto.
Ditos encarnados.
Ditos imitando folhas e flores naturaes.
Ca soletas de madreperola
Voltas de grossos aljofares de-cor-s.
Outras de ditos pret s com domados.
Pulceiras de tartaruga com dourado.
Outras pretas.
Grampos pretos e de cores.
Bonitas abotoaduras de fino dourado, com pe-
dras. coral etc. para abertura de camisas.
Botos dourados e de outras qualidades, para
aberturas e collarinhos.
Novas gollinhas e punlios
bordados.
A loja da Asuia Branca roa do Duque de
de Casias n. SO, receben novas gollinhas e pu-
nnos bordados, e outros enfeitados com cntremeios
e bicos; asslm como receben igualnien e novas
guarnieses de grvelas com franjas clacos para
os cabellos, ludo do melbor e mais mod rnos gos-
tos.
Bonitos leques.
A loja da Aguia Branca, ra do Duque de
Casias n, 50, receben bonit s leques d-perfeita
pllanl isia, pre o com dourados, e outros de apu-
rados gostos; assim como recebeu ou ros de nia-
deira que se confunde com o sndalo, e tem el-
los lindos coloridos n i c ntro, e anda assim ven-
de estes pelo barato preco de 45000 cada um.
Vasos de crystal para toillet.
A Iota da Aguia B anca, a roa do Duque de
Caxias n. 50, r ceben bonitas garrafinhas de crys-
tal era par com ramagens douradas e mu pro-
prias para arranjos de toilet, ote,
Aunis e colares elctricos
A lo'a d'aguia branca roa Duque -de Caxias
n. SO, recibeu nuva remessa dos proveitosos au-
nis e colares elctricos, e contina a rerche-los
mensalmente, pelo que sempre estar provida de
taes objectos
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
30, recebeu nos-amento bonitos diademas dourados
e'enfeitados com podras e aljofares, obras de gos-
to e phantasia. Tambera recebeu novos grampos
pretos ou alfinetes com llores para a caneca.
Leques com bouquets e ou-
tros cliinezes.
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. oO, recebeu nma pequea quantidade daquelles
bonitos leques com bouquets e outros cliinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciar a pello
A loja d'aguia branca a roa Duque de Caxias
n. .j'O. receben cold creme dos afamados fabrican-
tes Lubin, Legram e Condray.
m
M
Diario de Pernambuco QuartaJteira 12 de Fevereiro de 187&
m

CENTHIFCGO
Acaba de ser experiraeniado no emjenho Fragozo o apparlho para aproroptar % as
uear pelo tj tema Ct-nti--
0 PROCESSO
E' mnito simp'es. ...
Tira se a meldpra da? Uxas de coser, botea-se deolro de qnalqner vasilha para
'ollsr.
Logo que esleja coalhado passa-ss para o apparlho em partidas de 3 I/2 arrobas
le cad vez.
Seod> assim chio e posto em movimento, dentro de 5 m nulos estar o assncjr
aromph e em estaio de ser logo remettido para ser vendido.
0 resultado
Foi fazer-se de 4 1/2 p3es de assncar 21 arrobas de somenos I. sorte. O mel
xtraiiido pelo apparlho lendo sjdj tm nada prejodicado pelo procetso qne soffreo, sa-
aindo'mel d'engenho e nai mel de furo, prestoo.se a ser novamente cosido, dando no
jpparelho assocar de qualidade e pooco inferior ao do I.* processo, dando a!m dio
infsmo as formas 15) bom resaltado como se fosse passado logo das tasas para as mes-
i as, aprovtitando-se assim mais metada d-j mel do qoe com o amigo systema.
Sendo 15o evidente as vantagens produzidas por semelhante appare.'bo, o qae po-
jer ser verificado pelos proprios senhores d'cngeaho, esperam os proprietarios de dito
ipp;relbo, depois do risco que correrma com semdbante experiencia, merecerem a pro-
tee(fo dos Ilustrados senhores d'engenho.
A' tratar com os Srs. Samuel Power Johnslon & C, i roa do Apollons. 38 e '0.


m
BAZAR NACIONAL
BUADAIHPERATRIZN.72
DE
Loiirenco Pereiralleudes Guimaraes
VIVA O CARNAVAL
Vende-se um grande sortimento de domi- GROSDENAPLES PRETO A 2r000
nos de todas as qualidades, para homens o Vaode-W grosdcnaple preto a IWW,
meninos, a pree.0 de 29, 35?, 53, 6, c WeWOO'iewaJ).
gjsQOO. PA.>.>0 TUhlU A I90UU.
Vende-se um grande sortimento do vestua- Vtmde-se panno preto para calcaso p^. li-
rios a carcter pelo barato preo de 5, 89, tots, a 19500, 2C500, 39,49, o 590U0 <>
109, 159, e tambem se alugam. orado. ....
Vende-se um grande sortimento de masca-
ras de massa e de rame para homens e mc-
f r
S LEES
Ra Duque de Caxias n. 29.
Os proprietarios deste bem montado estabelecimento scientificam ao
i'espoitavel publico desta provincia que se achara com om variado e completo sorti
ment de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolhidos por um doi
osos qne se acba actualmente na Enropa. O mesmo tem contractado com os melhore
fabricantes daqu'ellecontinente as rmessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na ofBciDa tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qne ve*
nham visitar o estabelecimento, aonde oncontraro a renlidade do qne acabam de expr
ne se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, msgno, faia, carvalho, a-
marcllo, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., gaarda
vestido de amarello, guarda louca de nogtieira e de amarello com tampo de pedra, apa
raderes de dio dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba toilettes de jaca1
randa, smreo, pedra, secreta* ia= da Jacaranda e mqgnocus tureiras oe mogno, san
ttnros, thesrs para bordar, berfos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seut
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontrs artigos que deixamos t
mencionar por se^icrnar enfadonbo
nios por baratissimo preep, e outras fazen-
dasproprias para vestuarios: aqu se vende
muito barato.
OUNDENSE A 800 RS.
Vendo-sc urna nova fazenda de seda e li-
nho, por nomo olindense, propria para
vestidos, a 640 e 800 rs. o covado.
BAPOSTAS A 500 RS.
Vende-sc urna nova fazenda por nomo bap-
tistas, para vestidos, a 500 rs. o covado.
SLTANASAC'iO RS.
Vende-se urna nova fazenda de l e seda
por nomo sutanas, para vestidos de senho-
ras e meninas, a Q40 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Vcnde-so urna nova fazenda lisa, por li-
me phantasia, para vestidos, a 800 o co-
vado.
FUST.lO BRANT.O A 320 RS.
Vende-se fusto branco e de cores, para
vestidos de senhora, a 320 c 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCESAS A 240 RS.
Vende-sc chitas fraocezasescurase claras,
a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
BRAMASTE A 19G00
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura, proprio para lenc,'es, a 19600, e
29200 o metro.
Diademas e grampos de
ac.
megie
A loja da agnia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, receben novrnoste bonitos oiade-
ejtoileite,
Pineenoz de curo?, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ajo fina, e de todas as gradaacoes.
n. _';!.'.- de luxoj eannn. com castOes de niarfim
das diyersas cm grande sortimento para lio-
mens o meninos.
Chieotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espnma para eharotos e cigarros,
i" otea de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim mnito finos, pira limpar cabera.
BseoTas para roupa, cabello, unhas e para den-
les.
^rteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e paja meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para nomens c
meninos,
Oampanliias de mola para hamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagateUas, de domi-
n e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e Iraneezes.
M?las, bolsas c saceos de viagem de mar e cami
nhiis de ferro,""
Mamadeiras de vidro de dar leite mu fcil as
enancas.
llanas de marfim para as enancas mordercm,
bom para os (lentes.
Berros de vimes par embalanear erianea*.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
Venezianas transparentes para porUs e janellas.
Reverberos transparentes para c.:.nibeiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas cjm escomidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores jwra illuminaQoes de
festas. .,
Baloes aereostaticos de papel de seda mu racil
de subir. v
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systema i para cat.
Espanadores de palha e de iiennas. -
Tesonrinhas e caivetes na.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de lonca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
rof, i jj
Ouadros j promptos com paysagona e phantazia
Estampas avulsas de santo*,-paysagens e phanta
zias. ,
Objectos de mgicas para divertimentos em la-
milias.
'alejos pequeos de veio eom Iradas pecas.
Realejos harmnicos u aiordion9 do todos o*
tamaito, e ontros muitos artigos de quinqw
' lharias ditBceis de mencionarse.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brnquedos para meninos.
A maior variedade que se> pode desejar de. loof
os brinquedos-tabricado. em differentes parte
da, Europa para enirctnimento das enancas ;
tudo a precos mais resumidos que possivel :
no annazem do vapor .francez, ra do Barao
da Victoria, outr'ora roa Nova a 7.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias receben, como novidade bonitos bicos de
seda pretas com llores de cores, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
para barras o outros enfeites de vestidos de gra-
nadino, ou medina, e outras fazondas transparen-
tes. Pela commodidade dos precos esses bicos tor-
nam-se ma coinmodo.s e pela novidade de gosto,
preferiveisa qnaesquer outros enfeites.
Yos ou mantinhas pretas.
A leja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. SO, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, c vehde-as pelos baratos procos de 3$,
4 5 e GyOOO. A fazenda boa e est em perforo
estado, pelo que continua a ter prompta extrae-
cao.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
A loja da Aguia branca ra do Duque de
Caxias n. 30, receben urna pequea porcao de
diademas c aderecos de madreperola, obras de
purado gosto.
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Velbutina de todas as cores; so na ra Duque
de Caxias n. CO A, loja da esquina, de Bento da
Silva & C.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Doque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor:
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo e
perfeita novidade. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
ti
ZEO DE JOIAS
4 Riia do Cabug N. 4
EPIl KRAUSE & C.
\ BE
GOMES DE MATTOS, IRHAOS
Resto importante estabelecimento de primorosas joias, achara o respeitavel
publico desta capital um grande e variado sortimento de joias de todos os
preces, queja existiam no Muzeo, que sero vendidas com grande reduccao
de proco, aln dos novos objectos receblos directamente da Europa, que
se venierao por prego animador, bem como sejam, aderecos de brilhantes,
pulsaras de ditos, broches e rosetas de ditos, ditos de differentes pedradas de
presos; aunis de brilhantes e de esmeraldas, rubins e perolas, e de todos
mais objectos de valor, quepossom ser desejados pelo bom gosto e aprecodas
familias, que sabem dar valor a objectos de primor.
Os proprietarios do MUZEO DE JOIAS, couvidam as familias que se
qiu iram prover de excellentes joias, a virem escolhe-Ias entre o variado
sortimento deltas, garanlindo os pioprietarios que sero sinceros para todos
que sedignarem procurar seu estabelecimento..
Entre o grande sortimento de brilhantes, esmeraldas, perolas, e obra
simplemente de ouro de lei, se ver um elegante sortimento de obras de
prata primorosamente trabalhadas, que tambem se vendan prego reduzido,
bem como, relogios de ouro e prata dos melhores autores couhecidos, que
se vendetn mediante pouco dinheiro e garanta des donos deste estabeleci-
mento.
Os homens-do centro, que precisaren de qualquer objecto de grande
ou pequeo valor, procurem o .MUZEO DE JOIAS,. atteni;o e sinceridade.
Vende-se cortes do brim para calc, a
19500 e 200O.
MADAPOLip A J^OOO..
Voade-se l'ecas de madapolo, a 35000,
l500, 99, 69, e 8-r.
CHAPEOS DE PALHA A 2*000.
Vende-6e chapeos de palha, do feltro c de
castor, para homens o meninos, a 25, 29&6Q
39 e '-:90.
ALGODO A *800.
V:ii(le-so pecas dealyudao americano, l,
55, o 09.
B lil.NAS.r.UU gENHOBAS A 59000
Vonde-sc botinas para senhora, a .'' I
e 59300.
CAMBRAIAS A 39000.
Vcnde-so penis de cainoraias lis.'.s
vestidos, o 39. W, eSft
CAMISAS BRANCAS A 29000.
Vende-se camisas brancas a 2? e 29*
Ditas de linho a 35, 89500, 19000 :
59000.
l'alitotsde |>iaio preto a 59000,J900
85000. PalittS de cas"iiiiia de cores, )
19, 59, e 89-
CHALES A 600 US.
Vende-se chales de la, com quadros e lis-
tras, a 800 rs. e 15000, ditos de merino --
lampados, a 29, a500, 59.
E outras muitas azendas que se vendo
sem reserva depreco, na loja di. barateiro
Bazar Nacional.Ba da Imperatriz n
Obras de ouro e
N0i
N. 2 ARa
BARROS ril.HO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas viudas ao mercado, c de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar c comprar urna joia de gosto por
proco razoavel.
Tilv! tJWZi iW?< 3rt jTC*
CHAPELEBIE DES
1 -Rua doitar o da Victoria16
A este ostabelwiniento acaba decliegar grande novidade como seja: cl.apelinas de palla c .
gorgurao ricamente enfeitadas,chapeos de palha de Italia formas as mais mojtaias gui d, sor ,-
Siento de chapeos, chapclinas para luto e tambem as muito procuradas netas chaiK'ina de qu
havia tanta falta noniecado. Recebeu tambem diademas de ac e de metal doui do e grande fr-
umento de borboletas e flores de metal dourado em grampos que vende de M"^'1^
pedimos as Exroas soihoras que queiram visitar nosso estabelecimento que nelle encontrarao muitos-
objectos de gosto.
lgico!
A cosinlia, a dispensa, os a-
paradores e a mesa.
Maseras,
Mascaras.
> Ac.diftm'de chegar gr ndsa faetora de raea-
ras com todos os sortiwentos, para vnder-se em
aros*) o a rei'w no armazem do vapor ha-
cez, ra do Barao da Victoria, outr'oraNov a n. ?.
Tijolus franeczes sextavadas
De 455000 a 5&9000
o mllhelro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
terrees das casas, porquanto.jiouco mais custan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparacao
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custara alm disto menos da
decima parte dos de marmore, j reprovados,_e
dos de differentes mosaicos, os quaes nao estao
cortamente ao alcance de todas as fortunas, c so
saa empreados c proprios para as salas prinei-
paes. Alem da vantagem que ha no emprego
destes tjolos para os pavimentos terrees e casas
de campo, tem estes anda a de serem os melho-
res c mais proprios para ladrilhar coznhas nos
sobrados da cdade, ltenlo a sua solidez e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de sepem assoalhadas as corintias todas de lijlo,
a nao s a parte junta ao foaao, no que at as
companbias de seguros se aeveriam ipteressar..
Venaern se nos armasen* de farina de Tasso Ir:
rnaos A C., no caes do Apollo ______
Vende-se, arrenda se on permuta-se, por-
trras que sirvam para plantar canoa, urna padarla
sita no pateo da feira nopovoado dos Mentes; a
tratar com sen proprietario nomeama^pvoado; e
para nformac5es, om os Srs. Roclla Luna 4 Gui-
mare, ra do Bom Jess (outr'ora da Cruz) n.
'.6, ou comoSr. Nicomedes Maria Freir, -na
Caes do Apollo, n'eta cidade.
SEGftEDO ECONOMA E CELERIDAD
Obtem-se com o uso
DA
INJECCAO SHOST
nica, hygienica, radical einfallivol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
Os moradores do Poco da Panella e seus subur- olerece como garanta do salutares resultados
bios necessariamente devem receber em smu ca- continuada apnlicaco que sempre com a
qne de anteno se faja unta grande revolurao
augmentando, sortindo e- recheiando a cozinna,
a dispensa, o< aparadores e a mesa (j se sabe,
com iguarias gratas ao paladar) sem o que nao
se pode passar um dia folgazao e regalado.
Queris que principie a vos indicar um meio
fcil para conseguirdes o flm a que vos deveis
propor para transformares, augmentares, sortires
e recheiares as vossas cozinhas, dispensas, apa-
radores e raesa3? nada mai= fcil...
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 34._________
Ide a ra do Imperador n. 24,
onde vires urna casa com a fren-
te pintada de encarnado, tehdo um lampeao per-
durado, cujo letreiro se l o seguinte,; Confei-
taria do Campos.
ella !... ella I... E ella....
Ahi deve-se entrar e encommondar para cada
casa o seguinte;
1 Fiambre preparado.
1 Bolo inglez.
1 Pao-de-l.
i Pudn de pao, arroz o tapioca.
1 empaa de cmara.) ou gallinha.
1 Torta do fructa.,
ICO pastis diversos.
1 Perd assado no forno.
i Peixe idem idem.
1 Gatheaox d la reine.
Vmhos. crvela-, licores, bolachinhas, bol nbos-
CARNAVAL!
Borradla par lina.
Vende-se borracha de primeira qualidade para
limas de chero, nos segurles lugares : na phar-
macia Central ra do Imperador n. 38, na ms-
ma ra n. 22 e no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 4, por preco razoavel.______________
Vendem-se oito escravas, urnas com habili-
dades e outras sem ellas, de t\ a 3%. annos, benr
como dous pretos de 40 apnos, robustos; na ra
de Heras n. 96.' _______. .
Casa em Olinda.
Ve;nde-se urna casa em Onda com commodos
para1 faniai, e muito perto dos banhos salgados !
a t alar na ra do npecador n 22, anBa^em d%
para
xas
brr.
S nolla, s nella
Na confeitaria do Campos.
Machina paua limas.
Vende-se ptimas;- e multo convo'lentes para o
fabrieo das mesmas : na pbarmaclade Perrajra
& C, ra larga do Rosario n. 10, e^ajraca_do
Ultimo ffOStO,
;
Cadeiras pretas Aturadas e marthetadas de ma-
areperola': Ms< Srfaatfe,!de TassO^nnft* tE.-,
no aas do Apollo. ^_^_________
Vende-se os dous bem conhecidoa-.ibws x
arros do finado Antonio da Azevedo Jnior : a Conde d'Eu n. 9, casa doSr. Antonio Jf. M. Fer-
tratar na ra dos Guararapea n. 14. reira.-
wm tripas e (^obrada d iof^1^ iJ0^
da ora ; no itvnem 4e Tasio irafaqs s u,
rna do amrtm n 37________'
maito barato.
Borracha jparta Mimas m tVQto*.
Ka ra velha do 8*b RHa n. 0.
Samuel Power Johns-
ton & C.
Rua do Apollo n. 38 e 40
I Faza setenta aos seus fregnexes qne teem
I mudado o seu deposito de mseblnss a va-
I aor, moendas e laxas da muKo acreflitadt
i-hbriea-de LowMoor para rua do Apollo n.
38 e aO, onde conbnuam a ter o maamo sor-
, timeoto do costme.
Fazem seiente tambem que teem feito um
['.rrmjo oom a randic^o geral, pelo que po-
Os proprietarios da lundcao geral faiem
acienles aos senhores da engenbo e mais_
pessoas, que teem estabelecido urna fund--
cao de ferro e brouze a rua o Brum, jun-
io a estacao dos bendg, onda a*rjotarao
qnalquer obra da encommenda cum psrfai-
cao e proropiido.
Os mesmoa tegan as pessoas que qacl-
ram ntiltsar-sa de sena awvicos
Mmanewcer-se para assentar qualquer ame! PowerJonnatan A C. a,gu M Apo
a-h isa* e msmo gsrantilo. I lo n. 38 e 40, onda aeharlo pesoa habi-
Apparlho para fabricar assucar, do "ys^uia.
nicos egentes em Pernamtiueo a-fuodicfc.geral.
Para tratar em seu escriptorio a rua 3o Apollo o. # e w.


N


8
Diario de Pernambuco Qi^arta feira 12 de Fevereiro de 1873.
A^fMDTA fr1 *1 4 T I I,eJ|)"obro deputado fosse verdadeiro, cus
AOuljiuDltijil IIL11 AL1 | ria*fito pheuotheno de poneos dias ou ent
-
CAMBIA DOS IMPUTADOS.
SKSSAO KM 30 DE J.V5KIUO.
(ContllUUglO)
K a questo do elemento servil boje una
qtiesto linda 'apoiados), hoje trajuzida
em urna lu do estado, e*os nobre Siembros
da dissidoneia teem rope'do at a socieda Ir
que esta questo nao pude ser boje objecto
'Ir divergencia. (Apoiados).
O o p!> v vis Caravellas mn eida-
dAo respetad lasasteis e limito mais
d urna reforma fiesta ordem, S. F.v. liel
ejecutor da lei de'28 de setembro de 1871
em ludo quanto depender do ministro los es-
trangeiros, e jamis pora no seu caminho o
menor obstculo,
Outro lado presentado pelo nobre repre-
sentante do Rio de Janeiro, conteniente a
ter esse Ilustre senador pertencido ao minis-
terio presidido eni 186*4 peio Sr. consolliciro
Furtadd. tambera nao pode ter a procedencia
que S. Exc. Ilie quiz emprestar.
Na successo dos negocios pblicos, diante
de fartos momcntosi, as vezes osgovemos
como os individuos, como as corporales
motis, sao tomados de um certo equivoco.
O gabinete presidido pelo senador Portado
nao apreeiou ooin to la a verdade, porque as
cireuinstancias contribuan! poderosamente
para isto, np.apreciou de urna maueira con-
veniente os suceessos que acabavam de pas-
sar-se diente dos muros de Montevideo. 'A-
pbiados).
Mas o que rt-rto (pie d'abi lia algura
lempo todos os brasileos eonipreherideram
o alcance do grande triumpho diplomtico,
do assignatadissimo servico prestado pelo Sr.
vis onde do Hio-ltranco quando assigoou o
convenio de 20 de fevereiro. 'Apoiados e nao
apoiados .
O fado, portanto, a que alludio o nobre
deputado pelo Kio de Janeiro, nao traz o
menor desar ao Ilustre viseonde do ftio-
Branco. O ministerio de 1864 foi induzido
aquelle equivoco pela forra das circumstan-
das < por militas nutras colisas que a cmara
sabe perfeitainente.
Entre os Srs. viscondes do Ro-Brunco e
CaraveHas nq ktove a menor questo pes-
soal ; foi una questo de apreciar-o de ser-
vido publico, e este tem suas exigencias im-
periosas. Passados annos, conhecidas as
eircumstancias, modificados os actos, dous
cavalheiros que: estaVara em divergencia
completa em una certa occasiao podem
aebar-se perfeitamente em barmonia de vis-
tas acerca da questo de servico publico,
como agora acontece entre Ss'. Kvs.
O illustre viseonde de CaraveHas tem pres-
tado no senado ao actual gabinete o sen va-
lioso apoio, tundo assigifado uida ha [tonco
a resposta ao discurso da corda. Ora, do-
pois ueste tacto, que sorpresa pode causar
queS. Exc. tenha entrado para o gabinete f
tila fei eminentemente lgica, e muo con-
veniente, porque o nobre deputado pelo Kio
de Janeiro, Sera o querer, teceu o maior elo-
gio os qualidades do Ulustre viseonde de Ca-
ravellas, declarando que S. Esc. nao era po-
ltico militante, isto que como senador do
imperio procutara cumprir o seu dever sem
levantar questes a todo o momento, cora?
prebendendo muito bem o mandato superior
de que est investido.
Alm disto, a mo leraco do seu carcter,
i --iis talentos, osseus estados, os seus ser-
vaos sao garantes de que o Sr. viseonde de
G iraveas ha de ser no ministerio um roop-
cador eficaz e muito valioso, e ao mesmo
lempo um coinpanbeiromoderado que tenha
por ini nicamente auxiliar aos seus collegas
em tudo o que coflrorra ao bem publico, sem
que S. Exc. esteja eivado derancor politico,
desse desojo de desunio, a que o nobre de-'
p i lo alludio por tantas TOZOS.
Quanto ao nobre ministro do agricultura,
a excepeo levantada pelo nobre representan-
te do Rio de Janeiro fundo i-soem um pon-
to, que nao parece ao orador ter o menor
vislumbre de procedencia. Disse S. Exc.
que o honrado ministro enunciara ha dias
'.:' a casa a proposig-io de que os ministros
eram commissarios da cerda.
Quem conbece o carcter desse Ilustre ci-
dadab, quera conbece os seus precedentes,
de maneira nenhuma pode acreditar que S.
Exc. viesseaqui dizer urna bcresia em mate-
ria constitucional e urna heresia desta ordem.
Portanto, o Ilustre deputado laborou em
grande equivoco ; e se esta c a nica sllega-
que tem contra a entrada para o ministe-
rio do Sr. Costa Pereira, ministro da agri-
cultura, nao tem razo nenhuma de oppr-
se a ella.
0 nobre deputado pelo Kio de Janeiro,
por entre eonsidoracoes um pouco nebulo-
sa-, fez entrever cmara que neste paiz s
exista urna estrella fulgurante em roda da
qul tudo mais gyrava como muito medio-
cres satellitos, recebendo aquella a luz e a
\ i la. Esta aceusagoj se vai tornando um
pouco sedica, porque repetida por todos
aquellos que osto fura da drecgo dos ne-
g ios pblicos. E se o quadro apresentado
FOLHETIM
A lISUMCi DA BIMim
PELO
yiSCONDE FONSOM Dtf TERRAIL.
TERCEIRA PARTE
O pulacfo de ossac.
(Continuago do n. 33).
V
O que fez baro, com que fosse pas-
sar a noute das suas bodas nos bracos de
urna amante. Eis um singular amor I
D'onde sabe isso, senhra?
Sei-o, isso basta.
O senhor de Nessac tornou-se de repente
triste e solemne.'
Que pensara sehboridisse elle
de um fidalgo que dando a sua palavra,
calcasse aos ps essa palavra T
Dizia que esse fidalgo era um cobar-
Os olhos do baro brilharam de alegra.
Pois bem Idisse elleouga ento 1
Eu tinha urna amante,-estava arruinado,
o regente icabava de morrer.
Eu nunca tinba visto a mulher com quem
devia casar, casei, pois, com ella, sem amor
e para me salvar da miseria,
Mas era preciso a todo o custof/livrar-me
da minha amante, e uve a fraquza de lbe
azer um juramento,
Promet-lhe, a partir do dia domen ca-
samento, uma noute i sua escolba...
E depois T disse o domin com vi-
vacidade.
se-
pheuomeno de poneos dias ou ento
j devi ser de muito tempo conhecido por
S. A
Mas na nossa ustronomia poltica o nobre
deputado nunca denuiniou a existencia des-
se sublime planeta, c s agora, acbando o
paiz atirado de repente no alrysmo, que S.
Exc, einpunhando nistruuientos desconbe-
cidos at hoje, o descobrio. 0 orador nao
ere queS. Exc. podesse passar por essas re-
3 ethereas sem ver os ratos fulgurantes
do planeta que denuncia.
O Su. Pal-uso di: Sola :Nao liz allu-
soe.-, nem ha segunda uion$io em niiuhas
palavras. Descrev som-?nteo estado politico
do |iai/..
% O Sr. MiMS'rr.o d\ Gl'EfRA :Declara
que o nobre deputado est engaado, que
nao existe tal planeta, que S. Exc. vio tudo
isso por meio do vidro corado da paixo po-
ltica, que o actual gabinete tem a maioria
da cmara e a confianza da cora, e que
portanto repelle a allegoria por dignidade
do mesmo gabinete 8 da cmara.
0 nobre deputado pelo Kio de Janeiro
appellou para os vultos antigos do partido
conservador. Se o orador podusse nesla oc-
casiao fazer sabir do tmulo em que esto
Euzebio de Qoeiroz, viseonde de Uruguay e
outros conservadores distinctos, e chegarem
barra desta cmara, ellos haviam de admi-
rar-se do espectculo que se apresenta.
Elles eheontrariam um ministerio sabido do
seio do partido conservador, um ministerio
que para que este partido consefvasse sem-
pre brilhantee grande a sua bundeira, lo-
mou por norma realisar as reformas que o
paiz rerlainava, um ministerio queso poz
fronte da reforma- do demento servil e da
reforma ju liriaria ; encoutrariam esta sciso
no seio do partido conservador e ficariam to-
ma'los de espanto, o sem duvidaas suas pa-
lavras seriam da mais completa reprovai.o
aos actos da dissidoncia.
Elles diriam'qne osnobresdeputados nao
sao liis poltica conservadora, e que tem
feito um mal inmenso ao partido, procuran-
do dividido, porque, como todos sabem, a
uniao faz aforca, e unido que o partido
conservador ha de demonstrar ao paiz que
o mais proprio para dirigir convenientemen-
te os negocios pblicos.
O Ilustre deputado nao tem razo quando
disse que .Nicolao Machiavet se ressuscitasse
e viesse agora ao Brasil licaiia admirado de
ver a sua obra, a sua poltica aperfeicoada,
porque o que aqui se passa nada tem de
connnuin com as mximas do publicista flo-
rentino.
E depois as sociedades humanas nao an-
lam aos saltos. Se estamos to degenera-
dos, isto nao p le ser obra de dous anuos ;
deve ser de mais tempo este moviraonto de-
cadente.
O orador recorJa (pie Roma levou seculos
para sabir das virtudes republicanas atca-
hirnos abysmos.de Tiberio.
0 nobre deputado polo Kio de Janeiro
Uunbem nao tem razio na censura que fez
ipianto a centralisacao.
Os fados que a este respeito se apresen-
tan!, ou sao factos antigos que revelara
doencasque nao podem ser curadas de um
dia para outro, ou nao podem ter existencia :
sao chaves de tolas as opposices. 0 ora-
dor, nao desconhecend que entre nos exis-
te urna certa centralisacao, eutande que se
tem querido armar popularidade, trazbdo
para a discusso esta incaiidesceute reforma.
0 brasil, se nao tem inaicliado a passode
gig inte, vai marchando de maneira que tem
alisado adiniraco em alguus paizes cultos :
estamos sem duvida muito mais adiantados
do que esta vamos ha vinte anuos passados.
Se ha alguma cousa o fazer-se no sentido da
desi 'iitralisaco, todava nao lia necessdide
de reformas to importantes, como alguus
tem querido apresentar.
O partido conservador deve, sem duvida,
estar observando a marcha da autoridade, o,
quando por ventura una autoridade qual-
quei tornc-se forte, de forma tal que possa
por era perigo as liberdados publicas, a mis-
sao do mesmo partido deve ser temperar essa
tendencia, fazendo com que 0 elemento po-
pular nao seja suiTocaJu. Portanto, o illus-
re Sr. baro de Cotegipc declarando, como
disse o nobre deputado pelo Rio de Janeiro,
que a misso do partido conservador era
esta, nao fez sena" estar de accordo com a
'maioria, seuo unaniniidade do seu partido.
0 orador nao ve que d'aqu se possa ti-
rftr o menor detrimento contra a actual si-
tuaco poltica, porque o gabinete actual
nao tem querido dar autoridade forya
maior do que deve ter, nao tem querido
que ella lique em estado de plectora, e a
prova est as reformas que tem feito votar.
Mas disse o nobre deputado pelo Rio de
Janeiro, que o ministerio actual o pouso
de discordia, que com elle nao pode unir-se
o partido conservador. Se fosse possivel na
calma do debate, sem a menor paixo poli-
tica, conveitcer o actual gabinete de que esta
aecusacao era fundada, o caminho que elle
tinha a seguir estava tracado pelo seu pa-
triotismo ; mas o orador pede perinisso
para dizer em primeiro lugar que a politice
do imperio nao somonte a poltica da pro-
vincia do Rio de Janeiro.
0 Sr. DuyK-EsTRADA Teixeira : N
apoiado; na opposi$o iigucam niembros de
todas as provincias.
0 Sr. MniSTR da Gckria, deixando a
questo da provincia do Rio de Janeiro, diz
que o ministerio actual nao o embaraza a*
unio do partido conservador. Qs argu-
mentos, de que se servio o nobre deputado
pelo Rio de Janeiro, sao de duas poutas, e o
orador vai fazer reverter contra S. Exc. a
ponta que quiz atirar contra "o gabinote.
Disse o nobre deputado que existem con-
tra o gabinete tres elementos : a opposigao
dos dissidentes, a dos liberaes e a dos radi-
caes. Pergunta o orador : no din em que
o ministerio se retirasse por violenta oppo
sicao, que nega pao e agua, e a Ilustre disi-
dencia consegiusse formar um ministerio
mais ou menos epbemero, nao teria contra
si os mesmos tres elementos ? Por certo que
sim.
0 illustre deputado anda dir que o nobre
presidente do conseibo declarara no senado
que dese-java prolongar a vida do ministerio
para entregar o poder ao partido liberal.
0 Sr. Presidente do Conseluo faz sig-
nal negativo.
0 Su. Ministro ka Glerra declara que
o Sr. presidente do conselho est presente, e
a sua negativa eloquente.
Anda que S. Exc. nao estivesse presente,
faria o orador a negativa era seu nomo, por-
que conbece muito o carcter e a llastra-
i,o do honrado presidente do conselho, o
nao o julga capaz de ter dito semelhante
cousa.
Respondendo a ultima parte do discurso
do precedente orador, diz que o ministerio,
longe de escrever o nine de S. Exc. e de
seus amigos emqualquertaboa' de proscrip-
to, deseja queS. Exc. e seus collegas este-
jam presentes na cmara para auxiliarem.
com os seus grandes talentos aqselles que di-
rigirem a nao do estado, assim como igual-
mente desoja que, modificadas certas ideas
que no momento podem afastar do gabinete
a dissidencia, aida una vez" o partido con-
servador possa continuar unido, e o nobre
deputado preste a esto partido e ao paiz os
servidos que sao de esperar de sua grande in-
telligencia. (Muito bem}'.
0 Sr. Ferreira Vian.na :Senbores, eu
serei breve as obervayes que teuho de fa-
zer sobre a retirada dos dous honrados mi-
nistros e a entrada dos novos.
Se fosse necessario firmar a minha opiniao
quando tive couhecimento da deeomposico
ministerial...
0 Sr. Martiniio Campos :Diz muito
bem ; verdadeira phrase.
0 Sr. Ferreira Viaxnv :... bastara a
ultima parte do discurso do honrado minis-
tro daguerrapara fortalec-laeconstituir-me
em fe inabalavcl do que o actual gabinete de
27 de Janeiro vai entregar infallivelmente o
poder aos nossos adversarios polticos.
0 Sr. Martiniio Campos :Isto ninguem
pode advnhar, um segredo.
0 Sr. Frreira Vianna :Nao pode dei-
xar de faze-lo. Digo-o antes de demonstrar,
aguardando o futuro, que a raelbor das
demonstrarles, porque ao mesmo tempo
urna sanocao a que se nao pode resistir.
O Sr. Martinho Campos :Deus o oui;a.
O Sr. Ferreira Vianna :O Sr. ministro
da guerra disse que tinha uma maioria^ a
qual seria obstinadamente adversa no dia
seguinte combinaco de qualquer outro
ministerio.
0 Sr. Ministro da Guerra :Jaquclla
hypothese^ nao falle enf these.
0 Sr. Ferreira Vianna :-Qual bypo-
these ?
OSr. Ministro da Guerra :De se que-
rer conquistar o poder bayoneta, de se
querer nos intimar o mandado de despejo.
0 Su.Dlole-Estkada Teixeira :A nos-
sa bayoneta a palavra.
0 Sr. Terheira Vjanna :Enfeudo que
as questes polticas nao se resolvem por sen-
timuntos |Mssoaes e os motivos de divergen-
ca que actualmente dividem a cmara tem
alcance maior do que talvez pensara os no-
bres deputados. Se impossivel a combi-
nadlo de qualquer outro ministerio, porque
a maioria se revoltaria, qual a coucluso
a tirar ? E' que a dissidencia ficar perma-
nentemente na opposiyo e o ministerio com
a maioria governar o paiz sem interrupeo,
perpetuamente.
Eu, porm, que nao acredito que a poli-
tica conservadora, estando o partido dividi-
do, possa manter-se frente dos negocios
cora vantagem para o paiz, entendo que es-
tamos diante de um problema que cumpre
resolver com promptido e desinteresse : o
partido conservador, dividido, pode gover-
nar o paiz t Se ninguem contesta a impos-
sibilidade, antes todos a reconhecem e sen-
tem, tempo deestudar o meio pratico de
resolver o problema, affroatar a diliculdade
e nao illudi-la de plano ou torce-la por ti-
midez.
' Quando vi minha mulher, amei-a.
Ab 1 era muito tarde para me desligar do
meu juramento Na noute das minhas bodas,
no momento em que acabava deconduzir
minha mulher ao quarto nupcial, quando
tocava quasi uma dessas felicidades que eu
nao mereca, um criado disse-mc algumas
palavras ao ouvido e eu seguio-o.
A' porta do palacio estava uma carrua-
gem, e dentro della a minha amante. Re-
clamou ella a execucao da minha promessa
e fui obrigado a obedecer. Oh qne-infer-
nal noute I As torturas sem nome, as sau-
dades mortaes, que soffr, durante essas ho-
ras, nao tem defiuico possivel I
Via-rae enllocado entre uma mulher ama-
da, adorada, e entre uma amante, velha j
e depravada. 0 meu coraco chamava o
amor de uma e repellia as caricias da ou-
tra... Pois bem I era esta, essa mulher
odiada, que me reclamava em nome da iri-
violalfel lei do juramento. A ella, parten-
cia eu sem restrc^o, sera mesmo ter o di-
reit de rae defender. Devia ser seu escra-
vo durante vinte e quatro horas, fazer da
saa vontadeaminha, obedecer, como ceg,
aos seus estranhos caprichos. Quando soou
a non da minha liberdade, corri ao palacio
Eorelli : minha mulher tinba partido para
a Bre;anba.
/Entrein'uma carruagem de posta e corri
atraz della. No caminho, fui alcancado
pelo novo amante de minha amante. Era
un formoso rapaz, amoroso e cavalbeires-
co, como o sao os mancebos "de vintej
annoj..
Deu-me uma furiosa estocada, que me
obrigou a ficar de cama, durante quinze
dias n'uma hospedara. Quando pude met-
ter-me a caminho, quando cheguei casa
de minha mulher, estava morta !...
0 baro parou e cobrio cora as suas mos,
convulsas, a fronte, caberla de un suor
gelado.
0 domin tinba-se pouco a pouco, apro-
ximado delle. De repente, pegou-lhe na
tno, e disse-lhe com voz coramovida :
Ento nao tinha, senhor, um amigo
neste mundo T
0 senhor de Nossac pareceu sahir de um
penoso sonbo, e disse :
Porque me faz essa pergunta ?
Porque me parece extraordinario que
nao tenha confiado a ninguem o segredo do
seu estranho procedimento.
E' justo, mas vou-lhe explicar o meu
silencio, senhora. Eu tinha sido fidalgo e
cavalbeiresco bastante para respeitar o meu
juramento, e tive a cobarda de nao me atre-
ver a confessar, n'um seculo, em que tudo
coraeca a desapparecer, velha bonra e leal-
dade, a nao me atrever, digo, a confessar
aos meus antigos companheiros, de prazeres
e de orgias, a minha religiio da promessa
jurada e o meu amor por minha mulher.
Eu tinba apenas um amigo intimo, o marquez
de Simiane ; elle era um libertino e um
sceptico; ter-me-hia cruelmente escarne-
cido. 0 orgulho fechou-me a bocea, ca-
lewne.
O domin fez um movimento.
Senhor barodisse elle est" bem
certo de que sua mulher esteja morta 1
0 senhor do Nossac estreraeceu profun-
damento.
Estoumurmurou ellevi o seu ca-
dver roido palos vermes.
>|Enganou-se ; nao era
0 honrado ministro da guerra subordinan-
do a cmara e os destinos do partid > conser-
vador existencia do actual gabinete, j era
adiantado desfalleciraento, julga impossivel
qualquer outra soluedio que a de raanter-se
a todo o preco o ministerio; resolve o pro-
blema recollocando-0 em toda a sua dureza.
S. Exc. insiste em impedir a unio, e cada
vez'raais efunda a diviso do partido conser-
vador, tornando irapraticavel a soluco par-
lamentar da crise.
0 Sr. Mi.nistro da Guerra :N,o fui eu,
tomei as palavras do nobre deputado pelo
Rio de Janeiro.
O Su. Ferreira Ylanna :Nestas inllex-
veis cpndiges o iobre presidente do conse-
lho trarisraittir o poder aos nssos adversa-
rios polticos.
0 Sr. Dioco Veliio :Ante isso.
OSu. Martinho Campos :Ninguem pode
saber.
0 Su. Ferreira Vianna :Menos rae in-
quieto com esta solugo, queprefiro ao des-
mantelamento e decadencia constante do par-x
tido conservador. A lco da historia poli-
tica dos partidos nos deve ter convencido que
na adversidade que as graneas sacrilicadas
por inflis interpretes revivem e se preparam
para melhores das.
Reputo mero adiamanto da crise a deeom-
posico de 27 de Janeiro. Nao sei que ques-
to lia resolver no conselho intimo, ou em-
baraco a remover ; mas a MecoinposiQo de.
27 de Janeiro evidentemente um adiamanto
uxecuQo de plano oceulto e em que o par-
tido conservador ser sacrificado. Fundado
iib suppopta impossibilidade de vingar qual-
quer outro gabinete, e figurando-se como
certo que a maioria prefere o sacrificio da
cmara e do partido conservador a retirada
dos ministros, o plano concertado clandesti-
namente sera consuinmado, lancando-se
respunsabilidade sobre-as victimas.
Talvez por franco, sincero, de boa f e por
andar innocente (riso) nestas conteudas polti-
cas, faijo aos honrados ministros a justica de
acreditad que nao esto todos de posse do ul-
timo segredo da stuayo; eu sei que muitos
del los teem ntralo e sabem do gabinete ca-
sualmente e s movidos pelo desejo de se
prestarom a servir o paiz. 0 depositario da
derradj;ira palavra da situaco um e nico
Iriso), o Sr. presidente do conselho a-quera
entretanto, duvido que fosse communicada
toda a evidencia do futuro.
Seto sao os segredos da nossa ordem po-
ltica e eu presumo que o nobre presidente
do Conselho nao r alm do segundo o j nao
pequea grac,a.
Apreciemos a deeomposico de 27 de Ja-
neiro e cont quo chegaremos todos ao meu
primeiroconceito: que nao se resolveu enera
se quer resolver j a crise; adiou-se para
dar raelbor occas o a urna nova sorpresa.
0 empenbo que nao fique oprece lente anar-
chico do parlamento influir sobre a orgaui-
sa^ e decomposii;o dos ministerios.
O nobre presidente do conselho nao podia
deixar de excluir os seus coilegas de Qombi-
nages to confidenciaes e que para feliz evi-
to do plano era n lispensavel a impreviden-
cia delles. Succedera-se ministros a minis-
tros, mais admirados da sorpresa da exon-
ratelo do que foram da nomeaco,..porm o
que importa o plano e este segu sem es-
torvo sensivel para a desojada execugo.
Senhores, assim comb o mar deve estar
saciado por tantas victimas que o nobre pre-
sidente do conselho lhe tem atirado do bor-
do da nao do estado, dormentes devem estar
os bragos de S. Exc. pelo peso da carga que
alijou. _Nunca se vio um chefe to iuexo-
ravel.!
Se reunirmos os ministros de 7 de marco
contemplados em todas as sas decomposi-
ces, a recomposigoes, seria estreito para
conte-los o circulo nesta casa reservado aos
agentes do poder executivo.
Tres ministros, um de importancia poltica
no paiz, sabiram,foram alijados na decom-
posigo de 20 de abril.
Outro chegou a ser i nomeadt), mas recu-
sou o encargo. Sao quatro.
Na deeomposico de 27 de Janeiro, o du-
ro Sr. presidente de conselho alijou mais
dous. Sao seis victimas ( Riso).
E aquelle que no meu conceito nao foi
mais infeliz, porque livrou-se da crueldade
do chefe, renden sua alma a Deus. Sete
ministros que desappareceram : e ainda te-
mos diante de nos eutros sete e todos cons-
tituem o famoso gabinete 7 de margo ( Ri-
so).
Sempre acreditei, senbores, que o minis-
terio uma ollicina de trabalho, sobretudo
ueste paiz de centralisacao, de trabalho in-
grato e muito doloroso, por superior acti-
vidadee intclligencia humana. A chronica
do ministerio de 7 de marco, as diferen-
tes decomposicoes que tem soffrido, desmen-
te aquelle meu prejuizo.
0 honra lo ex-ministro dos negocios es-
trangeiros, na plenitude de sua viribdade,
com uma physionomia radiante de vida,
saudee vigor, nao obstante-os longos e at-
tentos trabalhqs suscitados pela questo do
Rio {da Prata, escrovendo extensas notas,
que ciigiam estudos^iprofundados da nossa'
volumosa historia diplomtica, retira-se dof!
ministerio ; e o meu muito honrado e dis-,
tinelo mestre viseonde de Caravellas, que no
senado queixou-se de falta de sa le e do
embargo que palavra lhe oppunham re-
commendagoes de seus mdicos, entra para ,
substituir o honrado deputado pela provin-
cia do Paran ( Riso).
Parece que o ministerio presidido pelo
Sr. viseonde do Rio Branco ao mesmo tem-
po a ollicina em que se esgotam as forjas e
a enfermara destinada convalescenca ; o
campo debatlha anule se arruinara.os na-
vios o o dique em que sao reparados I
! Hilarilade prolongada ).
Eu tambera estou dociite. Nao sei se
permitlido a um simples mortal queixar-se
de falta de saude por occasiao de entradas e
sabidas de ministros. Nao pensem que sou
candidato ao ministerio. ( Riso).
Vina boje cmara, entend nao poder fal-
tar para Cazar guarda de honra ao meu antigo
amigo ex-ministro dos negocios estranguiros,
que se retira respirando vida e forga, e ao
nobre ministro da agricultura que entra, ao
que parece, ebeio de animago e esper-angas.
Desculpe-me S. Exc. que mais profundas
sejain as minhas continen:ias ao amigo que
sai do que ao que entra, porque as victimas
doj poder me inerecem particular affecto e
consideragao.
O nobre ex-ministro de estrangeiros osca-
po pelo menos da infelicidade de ser de
novo alijado p.;lo severo presidente do con-
selho.
Entretanto, Sr. presidente V. Exc. que
acompanha os negocios cora olhos longos e
mais ligio da experiencia do que eu, seria
do opiniao que a nao do estado nao ia mal
navegada, particularmente o ligeiro, fino e
galliardo cter dos negocios estrangeiros,
'Riso geral ). Bem armado, guarnecido,
velas largas e cheias, mar macio, ventos
suaves ; as ondas oneapelladas tinham pas-
sado.
O piloto era prudente e cauteloso ; nao,
se arriscava a fortunas e experiencias. 0
cter relejava a panno sollo; nao l por
mar em fra, o piloto nao era para essas
afoutezas? mas trra a torra. ( Riso .
Achou o perigo onde contava-se cora a
maior seguranga.
O nobre presidente do conselho piloto
mestrado, porm t u ido e sera f riso ) ;
sempre junto da bitacula *e pensativo. Ob-
serva bem as estrllis,' con hoce os ventos,
estudou muito as monges, mas navega
nial, porque qualquer nuveiii negra no bo-
risonte o assombra c seu nnico expediente
langar carga ao mar. (Hilaridade).
0 cter corra suavemente sobre um liso
mar.
Eis que urna podra... uma rocha...
0 Sr. Martiniio Campos : Um penedo.
O Su. Ferreira Vianna:...un pene'
do, verdade, que ui estava na carta (hi-
laricade ), apparcceu na proa.
Navegantes anteriores referiain que por
essas paragens de certo tempo apparecia
desapparecia aquella inminencia, aquelle
penedo, como que erguido por peridicas
erupgoes volcnicas, porm asseguravam
que nao toru tria a supercie ; foi riscado do
mappa.
Mas ah fatalidade de improviso a po-
dra volta tona d'agua, o cter solTreu um
choque, estreraeceu eo nobre. presidente do
conselho, atordoado, e imputando o siaistro
negjieeneia, seno falta de coragein, lan-
gu inmediatamente ao mar o cauteloso ex-
ministro dos estsaugeiros, ( Hilaridade;.
Eis como o povo figura o sinistro. Eu,
porm, acredito inteiramente na expUeaeJto
que S. txc. deu: est doonte, seriamente
doente. (Hilaridade Nao era o caso do
nobre ex-ministro expr, como o finado ba-
ro de (launa, a vida pelo estalo, nao,
quando o nobre prssdento do conselho li-
nlia facilidade eux aidiar um successor para
os negocios estrangeiros, e poderia conti-
nuar a' dirigi-los. O paiz e a cmara sabem
que o nobre presidente do conselho inftuio
d rectamente e o principal responsavel p%
las diliiculdades que appareceram e pelas
solugoes dadas as pendencias diplomticas.
Por seus olhos passaram todas as questes
e as mais insignificantes minuciosidades.
Nao obstante, me parece escusado repe-
tir proras de particular affecto ao honrado,
Sr. ex-ministro dos negocios estrangeiros,
que se retira, consternando-me, por doenga
grave ; prometlo-lhe que as minhas ora-
ges, e as fago iodos os dias riso ), hei
de pedir a Dense a minha devogo de Santo
Antonio, que tem particulrr e grande au-
diencia no co, para que o nobre ministro
se restabelega de prompto e completamente
de seus inesperados incommolos 'apoia-
dos ),- ainda que occullos eno estojara de-
ixiixo da iuspecgao de nossos olhos igno-
rantes.
(Contmuar-se-haJ
O baro recuou :
Quem lh'o disse ? exclamou ello.
0 domin arrancou a sua mascara. O
baro soltou um grito e encostou-se, des-
fallecido, ao fogo.
Gretchen 1murmurou elle.
Nao, Cretchen, mas sim a creoula...
nao, a creoula, mas Helena !
Helena 1
A mulher que vio era minha collaga.
Em quanto a mira, nao estava morta, e
part na noute que precedeu o meu en-
terro.
Baro continuou o domin em voz
abafadajulguei-me offendida, quiz vin-
gar-me, perdo I...
O senhor de Nossac, vacillante e paludo,
tomou sua mulher nos bragos e nao pode
proferir palavra, to commovido estava I
O -castello de Holdengrasburgo
proseguio a baronezaos cagadores"negros,
o castello de Kervgau, *HeitorRoschen e
Yvonnetta, tudo isso era uma detestavel e
terrivel comedia que eu tinha combinado,
custaderios deouro, com miseraveis es-
tudantes allemes que eu tinha comprado
em corpo e alma, e que me serviram...
Mas exclamou emfim o baroRos-
chen T
Essa valia mais do que os outrosr..
Era uma pobre rapariga ignorante que re-
presntela o seu papel por amor, e que foi
victima delle.
E... Yvonnetta I
Yvonnetta era a amante de Samuel,
que se chamava Heitor na, Bretanha, como
Roschen e,ra a de Wilhelm.
0. baro levou a mo fronte.
4- Estou buco 1murmurou elle.-
VAREDADE
PADRINHO EM Dl'EU.O. A assembla
Naodisse a baroneza, cahindo-lhe
aos psnao est louco e vivir, porque "
amo I...
Foi uma deliciosa noute, essa que elles
passaram ambos, com as raaos enlatadas,
esquecendo o resto do mundo.
No momento era que o primeiro raio de
sol illuminava o quarto, abrio-se a porta e
entrou Simiane.
Senhoradisse elle cora frieza po-
dio-me dous annos de siloncio ; os dous
annos eipirarara e vou fallar.
E' intil disse a baroneza j sabo
tudo. '*]
O baro olhou para elle admirado.
Que queres dizer? perguntou elle.
Ougacontinuou a senhora de Nossac
na primeira noute que se seguio ao seu
duello, dormio delirado ; coraprei o seu
hospede a peso de ouro, entreinoseu quar-
to, eucostei-lhe uma pistola fronte, e arre-
batada pelo furor, ebria de vinganga, quiz
mata-lo.
Um homem tinha corrido atraz de si.
Esse hornera appareceu porta e deu
um grito. Ao ouvir esse grito hositoi, atra-
vossou-me o cerebro uma nova idea e disse-
lhe : A vida do baro pertence-rae ; se bra-
dar por soccorro'mata-o I E como o terror
o detinha no seu lugar, con'.iouei : Once-
do-lhe a vida do haro, com uma condi-
gno.
Qual ?perguntou elle.
Quero vingar-meprosegu eu : du-
rante dous anuos, obedecer-me-ha cegame"-
te, ser raudo.
E nao o matar ?
H&o'. D-me a sua palavra.
fraitceza por 393 rolos contra 845 dehberou
qun fosse entregue ao poder judicial para ser
julgado como cmplice na mone em duello
de Mr. Appletonf o deputado Mr. Carr Ke-
risonet, por ter assistido como padrinho
aquelle acto.
OLTR.1 EXECUGO. Na manh de 10
de Janeiro, foi executado em Reims, Pierre
Garel, cortador de talho, contando vinte e
quatro annos de idade ; o qual em 12 de
agosto de 1872, assassinou sua amasia ua
estiada de Cbalons.
ESTATISTICA.0 movimento da popu-
lag.0 dacidade de Bruxellas no anno de 1878,
est publicado j.
Foram dados ;.o registe do estado civil
6,428 nas'ciuieiitos e 5,213 bitos, dando
uni saldo a favor de 1,215 nascimentos. Ce-
lebraram-se 1,958 casamentes c tiveram lo-
gar 25 divorcios.
Em 1871 a estatistica aprtsentou os se-
gu ates resultados: nascimentos 5,741 e
t,283 bitos ; 1,835 casamentes e 15 di-
vorcios. Neste anno a epidemia variolosa
roubou 958 vidas.
A actual populago de Bruxellas apro-
ximadamente de 185 mil habitantes.
Tomos pois que em 1872, a mortalidade
foi inferior era 1,070 bitos, ao passo que
bou ve mais 087 nascimentos.
Os casamento! tambem excederam aos dos
anuos precedentes em 123 ; e os divorcios
tiveram um accrescetamento de 10.
Os nascimentos Ilegtimos contam-se por
um quinto da totalidade delles.
O augmento medio annual da populago,
nos ltimos dez annos, de 3,000.
Dos quadros estatisticos resulta a seguinte
coinpararago : 29,73 habitantes por cada
nasciiiiento 130,38 por cada nascimento Ile-
gtimo ; 33,31 por cada bito ; 99,46 para
cada casamento.
lluvia 7,115 oledores no recenseamento
politico; e 923 eleitores para o tribunal do
comrercio.
INNOCENCIA. Em uma audiencia cor-
reccional ou vimos o dialogo seguinte :
JuizE' V'rac. aecusado de ter subtra-
bido uma caixa de pastillas n'uma phar-
macia ? -
AecusadoSr. juiz, a culpa no. minha,
porm do meu facultativo. Eu andava cons-
tipado, e olle disse-me: Precisa tomar
uaia caixa de pastilhas. Eu tomei um
caixa de pastilhas. 0 Sr. juiz faria o fnes-
mo.
PRKCAUCAO. Quando em comoco de
dezembro lindo, se fallava era dissolugo da
cmara frauceza, eos radicaos fomenta vam
as assguaturas dj represen tagnes, ura jor-
nal de Paris contava esta anedocta i
<( Hontera, em Versailles, no momento
em que nos sentavamos mesa em casa do
baro deX... um dos nossos mais amaveis
e opirituosos deputados, entra um criado
trazendo sobre uma salva uma carta e um
almanack.
0 carteiro apresenta ao Sr. baro OS
seus cumprimentos de boas testas pelo anno
novo, diz o criado.
J exclamaran] os convidados.
Est bora, da-lhe cem sidos, disse o
baro.
O criado volta...
O carteiro faz os seu1 agradecimentos
ao Sr. baro.
Bora. Disse elle poique veio to
cedo *
Sim, Sr. baro.
Ento porque foi?
Receio a dissolugo.
ALLMNO PACIENTE. lia dias o Sr.
Enastado encontrou s, na ra, o menino
Adlpho, fillio de um amigo seu, crianga
de 0 para 7 andos.
Aon le vai o menino s ? pergunta
ello.
Vou para escola.
E o que faz o menino na escola ?
Espero pela sabida.
CONUEMNACO. Em Inglaterra foi cou-
deiMiado a do/e mozos de priso com tra-
balho James Homer, secretario da compa-
uliia TValverliamptou, por se provar que
distraala cm seu proveito duas mil libras,
por diferentes vezes, abusando da confian-
ga que n'elle depositavam como empregado
da i esma corapanbia.
BITO HE l M HOMEM NOTAVEL.
Acaba de fallecer Mr. de Sancken Julien-
felda, mcrabro da cmara dos deputados
prussiana, oque por trinJa annos successi-
vamente della fez parte,
Era de carector austero e foi invariavel-
meiite firmo as suas conviccoes Ubesaes.
Morrendo na idade de 74 annos, chegou
a ver era sua vida realisados os factos com
que desde a infancia sonhara.
Elle deu-m'a e tornou-se meu cumplice,
para o salvar.
O baro estendeu a mo ao senhor de Si-
miane.
Euganasto-te, meu amigo, julgaste
salvar-me...
- E ento disserara elles, tremendo.
Ento ? todas essas oraoges gastarani-
mo a vida... morro 1
Um grito escapou i baroneza e ao, raar-
quoz.
0 senhor de Nossac tomou entre as suas
mos convulsas a cabega paluda de sua mu-
lher, depoz n'ella um beijo supremo, mur-
murou uma palavra de adeus, e cahio para
traz.
Nao se deve brincar cora a imagina-
goodisse elle ora voz extractaa vida est
no cerebro.
E morreu...
Durante muito tempo, os camponezesdo
Leonez viara errar pelas tardes brumosas e
frias, debaixo das arvores do parque, ou
pelos prados amarellecidos, urna mulher
vestida de preto, paluda, com os olhos bri-
lhantes de lououra, caminhando a passos
desiguaes, uma especie de phantasma que
canta va, oom risadas de desespero, a le-
genda do cacudor negro.
Jt te alguem perguntasse a um delles
quem era essa mulher, '.responda elle com
terror :
E' o phantasma da baroneza.
FIM
TYP DO DIARIO RA IWK DE CAXU3;
,

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