Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12833


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Full Text
r
>

AftiXO XLIX. 1VLMERO 33
PARA A CAPIT l BLGABES OJM Vi SE PACJA PORTE.
Por tres mezes adiantados................: (j$000
' Por seis ditos idoin.................. 12A000
Por um anuo dem................\ \ 2i*oo()
Cada numero avulso ....... '. ........ 320
SEGUNDA FEIKA 10 DE FEVEUEIRO DE 1873!
\
PARA DEXTHO E ERA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados................. 687&0
Por seis ditos idera.................... 13&500
Por nove ditos idm.................. 20J250
Por ura anuo dem................... 27J>0U0
#
DE PEM
PROPRIEDABE DE MAMOEL FiGUEIROA DE
& FILHOS.
Os Srs. Geranio Antonio Alves& Filhos.no Para; Conexivos Pinto, no Macanhao; Joaquhn Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracatv ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, om Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarminb dos Santos Bulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferrcira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Alves & C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio Jdc Janeiro.
PARTE OFTICIAL.
<* eruo la provincia.
bSP\tllOS DA PRESIDENCIA DE 7 DE FKVEHEIUO
M 1873.
Benjainin Dyouisio dos Saut us,Ao Sr. inspec-
tor dj arsenal de marrana, eoui oflicio desta dala
Ernesto do Carvalho Paos de Audrade.Oenge
nheiro da obras est auturisado a reeeber a obra
logo que esta esteja concluida.
Francisco Pedro do Maria. Ao Sr. Dr. chele do
polioia, para providenciar em ordem de ser entre-
gue ao supplicanto n sen eseravo.
IzidOfo Pedro da Silva.Siui, rom recibo.
Jos Alfonso dos Santos Bastos.Fieam exped-
das as convenientes ordeus no sentido que requer
suppliranle.
Jo.i(|tiim Gomes do Oliveira e Silva. Deferido
codi o Hca desia dala lliesotiraria provincial.
Major Joo Jos Gomes. -D-se.
Jos Ferreira. -i eferido coa ollleio desta dala,
a Ihesouraria provincial.
Luiz d'> llego Barros. A aposentadora trae o
implicante solioit i, como regente do hospital dos
loncos, importa nina verdadeira merc. que nein
esta presidencia, neui a propria asseuiUca prorin-
eial pdela conceder, porreante londo o suppli-
cante perdido o sen carcter de emprogado pu-
blico com a lei que reformon o estabelooiiiiento de
caridsde, passou a ser como um mero en/ajado,
eoj cuja qualdade tem sido conservado. Alm da
qi;e. quando inesmo ai suppKc&nl assistisse o di-
mito urna aposeut idoiia pelos serrieos que al-
lega ter prestado como regente do hospital dos
loncos e fiscal do PO50 da Panella, essa aposeuta-
doria, nao devera jamis correr por conla dos eo-
hes provinciaes, visto como laes servidos em hy-
pothesc alguma, podem ser considerados provin-
cias propiamente ditos, nao valendo tambera ao
suppHcate a allegarn de que outros em <*ir-
f iimstancias idnticas tem obtdo 0 que ora impe-
tra, |>or isso que um abuso nao Justifica oulro, e
nein da direito a ningtiem. Em vista do exposto,
ndefiro o que requer o supplicaute.
Manoel Pestaa. Informe o Sr. I)r. provedor Ja
Santa Casa de Misericordia.
lente Trajauo Fulpp Nery de BareeUos.
Ecaaaialie-se.
Wenceslao de Carvalho l'aes de Audrade.-
Prejudirado.
Secretaria da presidencia de lVrnamljueo, 8
de fevereiro de 187:;.
O portoiro.
Silvino Antonio Rodrigues.
INTERIOR,
* M-ri|i'Mn!t'iici lo a Durio fio
Periimiibiicu.
1110 DE JANEIKO.
Curte, 31 de Janeiro de 1873.
0 mo habito em que me tenlio posto de s es-
crcTOr ultima hora, causa-me serios embaraes,
e motivo para que nao possa alongar-iue, dan
do Mo. como lora para desejar, completa noticia
do que por aqu tem occorrd no mundo poli-
tico.
Medificou-so o ministerio, sahindo os Srs. Bar-
ro Barrete e Correa, sendo aquello substituido
pelo Sr. Costa Pereira, e o segundo pelo Sr. vis-
conde de Caravellas.
O Sr. Barros Barren, tendo sido atacado de urna
peneumetma, e exigindo os mdicos que elle se
re'.irasse para Minas, aflm de restabelecer-se e
readquinr as Toreas, que o excessivo trabalho do
respectivo ministerio Ihe havia roubado, leve de
deixar a pasta, a qual nao poda licar interina-
mente confiada por lempo Indeterminado a um dos
ivilegas, quand >, achando-se as cmaras abortas,
leein os mini-tros ama vida muito laboriosa. D'ahi
I necMsidide de d irse-lhe successor effectivo,
conforme os son* desojes.
0 Sr. Correa desde muito havia manifestado a
i inca i de retirar-'se, tamben) por motivo de mo-
lestia, que allegara. Assim, pois, effectuon-se no
d.j 27 a modilicacao ministerial, que foi conhecida
no dia ii ; e como 2it nao houve sessao por
fc.Ua de numero, devido ;i ehuva, hontem o Sr.
Paulino logo no principio da sessao interpellou o
gobinete.
Respondeo o Sr. Duarte de Azevedo, ministro
dt justica.
iisse s. Exc. que o Sr. px-ministro de eslran-
geires, sentindo desde mezes a necessidade de re-
pousar das fadigas da admiaislraejio que tao h-
bil ? activamente gerira, nao esperava senSo que
a amara Gzcsse a su i primeira manlfestaelo po-
ntica para solicitar a exoneracao que Ihe era
aconselhada como urna necessidade de sua sade.
A enfermidade que infelizmente -olreu c est a
soSrer o Sr. conseljieiro Barros Brrelo, Sendo de
n dureza grave e nao Ihe permittindo por nenhum
icid) continuar na laboriosa gestie dos negocios
vari idiseimos da sua pasta, transe a necessidade
d! urna reeomposicao ; e o Sr, conaelbeiro Correa
eitendeu que, para poupar urna futura subslitui-
cl*. duvia acoinpanhar o 860 collega demissio-
nirio.
Chamados os Srs. visconde de Caravellas e Cos-
a Pereira. um e oulro ronheeidos por suas opi-
nioes.p ilitiease pelo voto de conlianca que haviain
prestado ao gabinete na redaceao 'do voto de gra-
rv- as duas casas do parlamento, o ministerio
nao altern a sua poltica nem a interrumpen.
Antee, fortificado pelo valioso concurso dos dous
Ilustres ministros, de cujas luzes e conselho o
|i .z tem direito a esperar muito, contina o des-
i'vimento do seu eonhecido programma espe-
rando desempenliar-se com escrupulosa fidehdade
dos comproinissos que lomen perante naco.
O Sr. Correa tomando tambem a palavra, con-
lirinou o que acabata de dizer o seu ex-col'egn e
c mclnio asseguraa-lo o seu apoio ao gabinete.
Voltou o Sr. Paulino carga e ein longo e acri-
mottkMO discurso aggredii. a nova organisa^ao mi-
i (erial, notando a circumstaneia de haver o Sr.
Fi > Branco chamado para seu companheiro a um
innmbro do gabinete Portado, que o havia derait-
lida da misSM do Rio da Prala em 1865.
Respondeu o Sr. Junqueira, que em um anima-
do improviso mostrou a improcedencia das argi-
r >s do chefe da dissidencia.
Toeou a palavra ao catholico Sr. Ferreira Vian-
da, que em um estirado discurso, notavel alias
peia forma e pelas ironas de q je o recheion, nao
-e esiueceu de daclarar, que em suas oracoes,
que as fazia todos os dias, mormente a Santo An-
tonio, que santo de grande valor no co, nao se
vmecia de rogar pelo completo restabelecimento
do seu particular amig, o Sr. ex-mmiatro de es-
tiaugeiros, afim de dosapparecesse a molestia que
i v\\pava aos seus olhos ignorantes.
Fallou, por fim, o Sr. presidente do conselho,
que completou a hora. A cmara estava. anciosa
por ver como S. Exc. respondera ao atcj e ep-
granunatco orador que o preceder, e que real-
mente hava prendido a sua attencTio
Urro'pondeu o nobre visconde do Rio Branco
a espectitiva, comm de o'iro que fechan a discu=9-v e-va.rada esU,
v.irecia que a cmara aindt sj achava ^b a im-
proasao dae palavras de S. Exc. Os amigos cr-
ttim o tllu'trc visconde para felicita-lo, e o pro-
piio Sr. Martinho Campos e algnns dissideutes fa-
ziam parte do grupo que o circundou, mantendo
animada, porni amigavel e jovial pilestra
Moje, oepois do expedie-jte, pedi o Sr. Marti-
nho Camilos, a palavra pela ordem, qnerendo que
continu.isso a interpellaco sobre os motivos da
reeoni|)jsicao ministerial, pois elle e outros anda
Ju.-riam discorrer sobre ella. .Nao sendo attendi-
o pelo presidente da casa, que nao liaba dado
tal materia para a ordem jlo dia ; requereu ur-
gencia, ipie a cmara negou. Provou que o Sr.
Martinho Campos, em violenta explosao contra a
mam la, i|ue energieamente o repeio, trocando
o Sr. i arlos Peixoto, deputado niiueiro, palavras
desagradaveis com aquello.
Terminado o incidente, cntrou em discusso o
parecer da eomiuissao acerca do 1" districto di
Cear. e tomanlio a palavra o Sr. Braga Jnior,
orn por quasi toda a sessao, de modo que nao se
pude passar 1" parle da ordem do dia, que era
o roto de gracas. Esperava-se que falnssem os
Srs. Visconde do Bio Branco e Silveira llartms, o
qual desde j annuncia as inconvenienciase ollen-
sas de que ha decndier o seu discurso.
Iloje provaveluiente, depois de fallar o Sr. des-
emltargador Domngue-, votar-se-ha aquello pa
recer, e acredila-se que sero reconhecidos depu-
tados os Srs. Paulino Nogueira, Alcoforado e Ban-
deira. Se o parecer tivesse sido volado na sema-
na passada, lalvez o resultado fosse ontro.
Pelo 1. districto daquella provincia entraram
os Srs. Jos de Alenear, Caminha e Manoel Fer-
nandos, excluindo este o Sr. Justa, que obvera
diploma. Parece qne este andou inspirado em
nao ler vindo c.
Pelo X" districto foram declarados deputados os
Srs. Raj mundo de Araujo Lima e Araripe.
Nao me restando lempo para fallar-Uie sobre o
debate do voto de granas, deixo essa tarefa para
OUlra oceasiao. Por boje dar-lhe-he apenas noti-
cia de um curioso incidente occorrido ntreos Srs.
Bario de Man e Gaspar Marlins.
Orara aquello, dando a razan por que apezar de
ser libera] prestara o seu voto ao gabinete, em
quanlo nao se convencer de que este nao sin-
cero as promessas de reformas, sendo que a mais
importante tiestas, aquella que o orador mais de-
soja va. a reforma servil, j foi realisada com inui-
ta sabedoria. Tratando do ponto relativo s ae-
cusacoes i!c gov rno pessoal, fez o orador as
ponderaedes seguinle que copio de um extracto
do Diario do Rio.
O Sr. liman de Man :
Guis-Jt ragozijava-sc de que na Ihrono da Fran-
ca se sentasse um monareha Ilustrado, com qnem
era preciso seinpre discutir, unas vetes convencer
e nutras aceitar as importantes ideas t|ue aprsen-
la va ein relaoao ao govern > do estado. Begoz je
mo-nos lanibem de que no throiio do imperio sul-
ainen'c no se sent um monareha ilustrado (apon-
aos), que pode com o seu saber, llustraeno e ex-
periencia dos negocios, auxiliar os seus ministros
a conduzir a nao do estado pelo caininho do pro-
gresso aos altos destinos que fadou-lhe a natu-
reza. -.
O Sr. Sifrrira Marfms: -E !)cus ffi'e d o
mesino resultado que obteve o grande re de
Franca.
0 Sr. Bnao de Man entende que nao se
teria dado esse resultado se o ministerio qu: ro-
deara esse excellente mraareba tivesse feito uso
de todos os elementos de resistencia, que havia
reunido em -tomo de Pars. Xo momento de se
fazer uso desses elementos, o re recuou ante a
necessidade de ser derramado o sangue francez.
Ontro tanto nao succedeu, cerca de um anuo de-
pois, ao cidado Cavagnac.
Se a onda que principia a mover-se do nosso
ocano poltico chogar a cncapelar-se, o orador
espera e confia, em qne qualquer que soja o parti-
do que estoja no poder, nao hesitar em obrar
com a energa e o vigor necessario para suIYocar
os elementos desordetros que queiram perturbar
a ordem social.
O ministerio foi anda severamente estigma-
Usado, no que diz respeito s questoes externas
que se tem aventado. Pergunta o orador: nina
poltica que deu em resultado aqulo inesmo que
desejam os proprios representantes de ambas as
opposioSes queso inanil'estam na cmara, a 000-
serv.vo da paz sem quebra da honra e da dig-
nidade nacional, essa poltica digna das censuras
que Ihe foram irrogadas.
O Sr. Sitoeira martins : Mas houve, quebra
da honra, houve retractarn.
O Si: bunio di Mema acha que n>uste:itavel
a proposicio do nobre deputado. Todos os argu-
mentos da nota argentina foram pulverisados com-
pletamente, um por um, pela argumentadlo solida
do nobre ministro de estrangeiros. Entiende, pelo
contrario, que devenios regozijar-nos de ver que
no gabinete houve a ntelligein-ia c a capacdade
neeessarias para desviar a calamdade de urna
guerra* por nieio da negoca.-ao, que termnou de
urna maneira digna e honrosa para amias as par-
tes contratantes.
O Sr. Sitceira Martins: A opposirao protes-
ta contra isto em nomo da honra nacional.
c O Sr. baiao de Mau, economisador severo do
lempo, nao sendo homem poltico, nao aspirando
ao poder, nao tendo nenliuma dessas ideas exage-
radas com que as opposipSes costumam a cstig-
malisar os governos, nao pode alongar-se mais
nesta discus-o.
O Sr. Silreira Marlins V. Exc. doria dizer
isto aos eleitores antes de o mandarem para c.
(Riso).
O Sr. barao d- Mzii responde que os eleito-
res conhecarn as suas opinoes manifestas durante
nove annos, que leve assento na cmara ; e se po
di'sse duvidar de que o partido liberal de sua pro-
vincia era tao poueo liberal que Ihe tolhia a liber-
dade de aeco, de voto e de eonseienea, nao falta-
ra o exentlo de unta renuncia de mandato.
O Si: Silceira Marlins: -Eu desde j o em-
prazo a fazer isso : ou eu sao ou V. Exc., porque
me comprometto a fazer a mesina cousa.
t Os eleitores decidirn entre nos dous. (Sen-
sarao).
O Si: burilo de Man aceita o repto do nobre
deputado e repele alto e bom so:n que, se os elei-
tores entenderetn que a sua posicao nao aquella
que convm aos interesses do paiz, nica bussula
de seus actos, a sua renuncia nao se far esperar.
O Si: Silveira Marlins : Eu faco a inesuia
cousa; o districto se pronunciar entre nos ambos.
E V. Exc. agora tem mais for.-a, a for-a do cover-
no. (Oh!)
t Vamos a ver o resultado.
O Sr. barao de Mau declara que foi e-ta a
razio porque pedio a palavra : saba muito be
que havia de ser apresentado na sua provincia
como tendo transformado a sua posicao de liberal
para conservador; masa cmara ouvio as ideas
que professa, e que sao as mesmas que anterior-
mente professava. ~ *
, 3 de fevereiro
Tendo-lhe escripto pelo vapor brasileiro, podia
deixar de faze-lo hoje, se nao houvesse promettdo
dar ligeira noticia acerca da dscus^ao do voto de
gra;as, que come^ou ha oito das, mas que anda
est longe de sor encerrada, por causa das nter-
rupcSes havidas; de modo que so tem havido de-
Date durante quatro sessoes.
Quem o rompeu foi o Sr. Ferreira Vianna, cu-
jo discurso compoz-se de tres p irtes. Na primei-
ra Iratoa o orador de si, de seas serviros, seu ine-^
rito, sita abnegac io, no ambicionando nem pr
riirar.d.) cargos ebosiedes. Na segunda ecupou-
?e co:n a di?50liic:w, e ah acltou enwjo para de-
clarar que o nico favor que tem recebido em po-
ltica foi o qne espontneamente Ihe prestou o Sr.
c.onselheiro Paulino, (a quem publicamente agra-
dece) fazondo-o eleger pelo 2. destricto do Rio de
Janeiro, quando no da corte Ihe foram trancadas
as portas.
a leneira parte oceupou-sa com os tratados
feitos com o Paraguay e ltimamente com a Re-
publica Argentina. Mas por modo tal se havia
alongado u!is duas prhneiras partes, que quando
deu a hora (Tda tarde) apenas analysava o 2." ar-
tigo do ultimo desses tratados.
No dia seguinle oecupou a alteneao da casa o
Sr. Costa Pereira, respoiidendo ao anterior orador
na parte relativa poltica interna, revellaudo-se
orador de recursos.
^ Tomn anda a palavra para responder o Sr.
Ferreira Vianna, e insisti uas censuras e recri-
minaeoes ao gabinete, por ter dissolvido a cma-
ra, e assim mantdo a desharmona do partido con-
servador, (piando se resignasse o poder, effeciu.ii-
se-hia a reconciliaco, que o presidente do conse-
lho parece nao desojar,
Fallou depois o Sr. Correa. entao a inda minis-
tro de ejtrangeiros, respondeudo parle do 1.
discurso do Sr. Vianna, relativo ao tratado pla-
tino.
Xo da seguinte coube a palavra ao Sr. Mene-
zes Prado, deputado por Sergipe, actualmente di-
sidente, o ipial explicando a sua posicao, aceusou
o ministerio de ter atreiouad > seus amigos, harn-
do modificado a poltica desde que Uvera lugar a
primeira inodilicacay em 20 de abril do auno pas-
sado, motivo pelo qual o Sr. consellieiro Tlieodoro
Machado se retirara, visto nao querer ser cumpli-
r as perfidias que entao se premedilavam. Tao
estranha e inesperada explicacao, fez com (po
aquelle eottseihetfo pedisse a palavra e se inscre-
vesse no numero dos qu pretenden! fallar no voto
de graca, aguardando .pie chegiie sua vez.
Passando a tratar dos negocios eleitoraes em
sua provincia, disse o orador que all nao honre
eleieo, foi urna pattuteada divertida e ao nu-sino
lempo ama i inmoral id ade!
Coa ? bradoit-se de todos os ngulos do sali.
Pois aceitastes um diploma que o resultado des-
ta patuseada iminoral, e vindjs com elle asseutar-
vos nestas cadeiras ?
Quiz rejeita-lo, diz o orador. Mas depois resol-
vi aceila-lo, para vr aqu protestar contra o que
se fez, e porque tinha deveres mu imperiosos a
cumprir para com o paiz.
Apreciando o proeeoimento do Ilustre represeu-
Uinte da patuseada de Sergipe, (que lalvez ouira
linguagem tivesse se os seus outros companheirw
sahiisem da parcialidade Marum e nao da do se-
nador Diniz) diz um communcante do Jornal do
Commercio :
c O Sr. Prado foi infeliz, foi mesan iiifeli.issiino.
Enterieiraudo a discusso sobre negocios d(! Ser-
gipe, sahiram-llie frente os c mipanheiros de de-
pntacJM) a contestar-lhe em vigorosos apartes todas
as suas infundadas queixas. Propondo-se coinba-
ter a regnlaridade a nina eleieo deque sabio mu-
nido de um diploma, S. Exc. vio-se obrigado a con-
4msm MaflciM Hitara senao para ter a occa^io de ergurr um protesto
contra a poltica realisada em sua provincia.
Vio-se pela primsira vez um reproeentante da
naci a desapreciar o valor poltico do seu proprio
iiiandato.
O que o publico tica esperando dojoren.depu-
lado que. lavrado o seu protesto, renuncie a un
mandato, que reconhece ter resultado da compres-
sao. E" um dover que iiijkk- aS. Exc. a coheren-
cia poltica, esta nobre vrtude de que o'Sr. Mlle-
les Prado a viva (lersonlica.o.
E' preciso confessar que no discurso publicad .
aeha-se modificado o qne foi dito pelo orador.
Subi entao tribuna oSr. Rocha Leao. depota-
lo novo por Hias, un dos Ilustres descouheci-
dos. na phrase do Sr. Silveira Martina; mas qne
provou que ha defazer-se eonhecido. Ein um pen-
co longo, mas animado discursi, procuren explicar
os motivos porque apoiava o gabinete, cwjo proce-
dimento na emergencia de malo do anuo passado
elle snstcntou, dando as plausiveis razos pelas
quacs entenda qne a dissolu.-ao era una so
lucio natural.
Coube a vez do Sr. Duque-Estrada Teixeira, tal-
eontestavelmente um dosmelbores debatedores da
dissidencia. O Ilustre representante do municipio
neutro, porm, nao estava nos seus dias felizes.
Indo instrujr-sd na historia romana, principiou cen-
surando o gabinete, por nao fazer como Augusto,
que mandava fundir de novo as estatuas e olferen-
das que recebia. para olferece-las ao senado : 0
ministerio, para offuscar as glorias do l(i de jullio,
nem se quer consentio que a reforma judiciaria
passasse no senado como tinha ido da cmara, sob
a direeco do Sr. Muriliba, quando at osliheraes,
o proprio Sr. Nabuco pedia que antes deixassem o
projecto como tinha passado no ramo temporario.
Prosegiiiiido ueste gosto, passou depois s questoes
que Pie interessam mais de porto, pois affectam
eleifo da corte.
Em seguida orou o Sr. Eufrazio Corroa, outro
Ilustre desconhecido, que revelou-se homem de
tribuna, e tambem folheando a historia romana,
conseguio incommodar o precedente orador, que
em apartes procurara explicar-se.
No dia seguinte fallou o Sr. Florencio de Abreu.
deputado do Rio Grande, que se nilo fora liberal,
tambem devera ser Ilustre desconhecido, pois a
primeira voz que vem ao parlamento. 0 orador
oceupa-se dos negocios de sua provincia, e faz a
sua profissao de f : nao monarchista, nein rn-
publcan), liberal. Mas nao teta duvida de
c itar a perigosa liberdade do Rio da Prata, se
se convencer que com as instituiedes que temos
nao podoremos realisar reformas liberaes.
O Si: Martinho Campos : Podemos.
Tocou entao a palavra ao Sr. barao de Mau, de
cujo discurso e incidente que o acompanhaou, dei
noticia na caria anterior, que Ihe dirig pe) Pa-
rana.
Depois fallou o Sr. Jos Calinon, oceupando-se
exclusivamente de nossas relacocs exteriores, e
concluind(> por mandar unta emenda no sentido
de suas observaedes.
De entao para c nao houve mais oceasiao de
progredir o debate. No dia seguinte a chova em-
barajou que houvesse sessao. Na sexta feira foi
a sessao absorvida pela discussao da interpellacao
relativa modilicacao ministerial.- No sabbado
nio houve sessao por falta de numero.' O dia
primeiro foi domingo, e hontem (2) foi dia sancli-
ficado.
Votarain contra, e |wr tanto a favor doSr. Ban-
deira, os Srs. : i ampos Modeiro, Cari is Peixoto.
Wiliens de Maltos, Ges Jnior, Ansio. Pinto de
CamiHis, Paula Fonooca. Fausto de Aguiar, Aze-
vedo Monteiro, Camillo Brrelo, Araripe, Cimillo
Fgueiredo, Hurta Barboza, Barres Cobra. Tlieo-
doro Machado, Crrela, Caldoso de Menezes.Ages-
lo, Miranda Ozoro, Balbino da Cunlu, Rocha
I.eio. Henripies, Jos Beuto Jnior, Pinto Lima,
Camiiilia, Tarquiniu, Pereira Franco, Freitas llen-
riques, Gusmo Lobo, Araujo Ges, Monotes Prado,
Cunta Leitan, Duarte de Aaeredo, Correia de Oli-
veira, Junqueira, Teixeira da Rocha, Heraclyto
Graea, Cardoso Jnior,Angelo Aniaral, Taiinay, VX
Ain.mli i continuar a discussao da maposta a
lalla do tlireno, e provaveluieiite fallar 0 Sr. Rio
Branco.
A discussao do orcainonto da justi.a est inter-
rompida.
Ah ceinurou o Sr. Duque-Estrada o contrato
feito pelo ministro da Justina com o Sr. conse-
Iheiro Babueo, para a contagio do projecto do
cdigo civil, o Sr. Duarte de Axevedo responden
com vaiitagein, e anda o proprio Sr. Silveira Mar-
tins o o Sr. Guarnan Lobo, justificaran! o ministro,
abundando em idogios capacidade do Sr. Nabuco.
O Sr. Silveira Martins disse : .
Sr. presidente, a bomenagom que rend > ao
nobre ministro da justica por haver (intratado a
eonfeecao de un projecto d(^ cdigo civil, nao
lilha iti idea di^ partido, por sor o Ilustre juris-
consullo enearregado dessa ardua missao um dos
cor>llieos da reugiio poltica qne professo.
' Ha alguma cousa qne nao devenios sacrificar
aos partidos, s o as glorias da patria em todas as
prossoos o assim como qualquer qne soja aopi-
litan poltica do iliustre Du(|Ue de Cixias, todo o
Brajil se ufana e Orgulha de recouliocer nelle um
dos mais eminentes cdados que Itonram a patria
{apiados feraes), assim taiubem o Sr. conse-
lheiro Nahnc pela sua erudicrio como jurisc in-
sulto, polos grandes serviros prestad pola sua vasta illustrarao una verdadeira glora
nacional. (Xauurosos "poi)
Em ludo o mais o discurso colisin de censuras
e aeousaooes quer ao governo, quer ao sen dele-
gado no Hio Grande.
A remosta (pie anda por essa vez, deu-lhe no
dia seguinte o Sr. Gusinao Lobo, foi completa, e
muito applaudida pela maiora. Como allusao ao
debate entre os dous, apresentoii o Mo*q*'Uo, jor-
nal de caricaturas, o Sr. Bio Brauro e Martinho
Campos, ca la qual com o seu gallo brigador, ati-
rando um sobre o oulro.
A fehre amaroUa tem feito nesta capital estra-
gos lainentaves nos pobres colonos, que van che-
gando, e principalmente os poqmgueEes, o (|ue fez
rom que o governo resolvesse manda-Ios, iiiime-
diatamente (|ue deseuibarcam, para fra pela es-
Irada de ferro. A maior parte se acha as Blen-
das do com neudador Faro, que presta casas gra-
tuitamente p ra tal fim.
Com as abundantes churas que tvemos com
a la nova, parece oue a cousa utelhorou, pois o
lempo refresQOU. O calor era ntensissinio, como
tm k. xac.Mt'ta ka inuitos anuos.
BOtrar-se na provincia de Entre-Ros com cor i,|,a e porlos incoimnuncaveis. lina das modi-
maision nieiios poltica, e por nao perder o costil- das de que se lembrou a junta de anuda foi ele-
ine, fallam de urna pequea invasio de indios pela var de 12a l."i das aquaieulena pan os navios
rronleua do sul. Desta vez os selvagens eram procedentes do Brasil
apenas viute, e deixaram-se lacilinenle bater,
olferecendo assuniiilo para una brilhante parle
offical.
O banquete preparado em Buenos-Arres, em
Honra* do general Mitre, verilicon-se a 2'i| no
iliealro da Opera, posto 0 pavimento da platea ao
nivel do palco para accouiiiudar -mesas em que
hava jiara cima de trezeiitos (albores.
MIHAS-OUUI*.
i presidente da provincia, senador Godoy.
araba de attender a moa das uuis urgentes neces-
sdades, nao s,i da niesma provincia como do pu-
blico em geral. S. Ere. eontratou e conceden
pririlegio aos Srs. visconde de Lagos, Dr. Pereira
Piulo e Jos Meirelles Alves Morera, para a or-
ganisacae de um estbeleciinenlo balneario na>
referidas aguas, com todas as aceoininodaeoes 9
Foi urna festa esplendida, que se prolongoii al
s 2 horas da madrugada, acliainlo-se os cmaro- aporfeiroaiientos, como se usam em iguaes'esta-
les guarnecidos de espectadores. Eryueram-se boleciiiwnlos na Europa.
DIARIO DE PEBNAIVIBUCO
numerosos brindes, exaltando os beneficios da paz
e o mrito do negociador que os havia assegura-
do, e o festim corren animado, alegre, e tranquil-
lo, afora um incidente que se deu logo no prin-
cipio.
O presidente da ciniiuissao levantan o o pri-
meiro brinde, e notando a ausencia do presidente
da repblica e dos ministros da (hienda, estran-
geiros, interior e guern
Do Noticiador de Minas tran crevemos as
seguinte noticias :
Na noute de 12 do corrento evadiram-sc da
cadeia do Sabara os criminosos Jos Lopes Ma-
chado, Jacintuo Ferreira da Silva, Manoel Fran-
cisco Rodrigues o o soldado de policial Manoel Bazi-
ho, que s..' achava de sentiiic-lla na mama cadeia.
Nao noure arrotnhamenlo as prisoes, tendo as
o fez em termos taes, portas sido .iberias com chaves, devido osreriir
(pieo minHtro Di. Avellaneda julgou dever ret- sos pecuniarios do reo Jaeintho, (pieha mutopre-
rar-se. Tomando, porm, em seguida a palavra meditara a fuga.
o general Mitro, hbilmente corngio aquella in- o delegado fez recolher o earcereiro i prisfto.
conveniencia e ludo corren denos sem motivo otummi ninv- -. nmnn de desgosta
Gracas aos esfbreos do Dr. jais municipal do
Tnrro e do capitn Augusto Canos de Oliveira.
foi estiibelecida ordem publica alli ameaijada
pela esclavatura.
Por ordem do supplente do juiz uuincipal do
Arax, lenenle-coionel Antonio Manoel da Apre-
senlacao. foi capturado Luiz Antonio da Silva.
CU aplico no ass.issinalo de Antonio Alves Garea.
perpetrado no districto da Pratinha.
( Polo capito Augusto Carlos de Oliveira, com-
mandanto da torca estacionada na eidade do Tor-
vo, loi ltimamente capturado o importante cri-
minoso Innocencia Foi ivir de Oliveira, pronun-
ciado no art. l'j;i do cod. criin.
Na noute de G do crreme, indo o subdelega-
do do districto da eidade de ll, arompanhado
RE ;IFE, 104)E FEVEREIRO DE 1873.
i
\llU-US lo Slll lllt IllJItTM.
Amanheceu ante-hoiitem em nosso porto o vapor
brasileiro Paran, Irazsndo datas : do Rio da
Piala 2.'i de Janeiro, do Rio de Janeiro 1", da Ba-
bia o e das Alag'-as 7 do eorreiite.
Es o que comemos dos jomaos e cartas rece
nidos :
Hoje toda a sessao foi absorvida pela discussao
sobre o parecer relativo eleieio do 2o districto
de Cear, que foi votado as 1 horas, e approvado
em todas as suas partes, sendo rejePada a omen-
dalo Sr. Leandro Bezerra, que constava de 4 par-
tes. Se a primeira e quarta destas fossem appro-
valas, seria excluido o Sr. Bandeira de Mello, e
e entrara o Sr. deseutbargador Domingues. Ver-
savam ellas sobre a approvacao da eleieio prima-
ria de Sobral, e regeic\ao da de Baturit.
Neste sentido votaram os seguintes, Srs. e porlan-
to afavor do Sr. Domingues: Gomes do Amaral, Si-
queira Mendos, Fernando de Carvalho, ^ilva Maa,
Penalva, Moraes Reg, Araujo Lima, Manoel Fer-
nandes, Sou/a Lea, Arthur Cavalcante, Mello Reg,
Moraes e Silva, Casado, Olimpio Galvo, Sobral
Pinto, Leandro Bezerra, Martinho Freitas, Belizario,
Joo Mendes, Cruz Machado, Florencio de Abreu,
Cunha Ferreira, Oliveira Borges, Ferreira Vianna,
''-"'-' Mt'H liltriiitliff da Silva, Du-
nda, Silveira Martin-,
*/*, togfilo Marliaho Campos, Vi,
m i:\it o.
A nmrte de Jurez, este vulto legeudario, cuja
iiienioi\a ser conservada eternamente nos fastos
da deiiucraca e que a America sempre ha tic ve-
nerar como umadas snas.maores glorias ; foi
causa de sni-tras appreheniocs acerca do futuro
da socio lade mexicana.
Por una sorte de compensadlo providencial a
eleicao de Lerdo de Tejada reio dissipar os re-
eeios e parece garantir ao Mxico um futuro pa-
cifico e grandioso.
Na sua ascenco ao cargo da magistratura su-
prema, todos os opposicionistas rendcram-lhe
preito de homenagem, e o proprio Porfirio Dias
acaba de adherir ao seu governo, vencido pela
uoderacao do presidente que, apezar da demora
desta adnesao, nao lancou mo de meo algiini
para obriga-lo a depor as armas.
Aquelle general, depois de dispensar loda a
sua'gente, annunciou que nao tardara a apre-
sentar-se na capital, prompto a responder ante os
trib'.inaes pelos seus acto? anteriores, caso exigis-
sein isto.
Quando elle apresentou-se, o presidente rece-
beu-o com os bracos abortos, e reslituio-lhe, as-
sim como ao general Trevino, o posto que linham
no exercito. Nngueni os incoinmodar pelo pas-
sado, por isso que a poltica dominante tem por
norma ignorar profundamente as dissencoes ante-
riores.
A ceremonia da posse do novo presidente rea-
lisou-se no dia i" de dezembro ultimo.
Para celebrar com maior brilhautisino este
acontecimento a companhia ingleza emprezaria da
estrada de ferro da capital a Vera Cruz, preten-
da dar por concluidos os seus trabadlos na-
auelle dia, mas todos os seus esforcos foram bal-
ados.
Hoje, porm, deve ella estar prumpta. O tra-
jelo de tre.entas rnlhas e se far em vinte o
quatro horas.
0 ministro das obrjs publicas, por ordem do
presidente, submelteu ao congresso um projecto
imprtame, e bem meditado, para construccao de
una rede de camiuhos de ferro, pital com os districtos minoraos do norte e de
oeste, com as vas frreas americanas alm da
fronteira do Texas, e com o liltoral do ocano ta-
rifico.
O autor do projecto o Sr. Piumb, anterior mi-
nistro dos Estados -Unidos no Mxico. Ha outro
projecto, tambem de um americano, o general Ro-
sencrauz. 0 governo propende para o primeiro,
e de crer nao tarde em ser sanecionado.
CHIHE.
Em Valparaizo foi preso um individuo que, an-
tes de embarcar-se em Antofragasta, a bordo do
Etens, assassinira unta familia intera para rou-
bar-lte vinte mil pesos.
0 assassino nio contou, porm, com o tolegra-
pho. Ao chogar ao porto, una escolta de polica
agarrou-o.
PARAGUAY.
Em Assumftcao deram-se alguns casos de be-
xigas.
As randas da al%ndega da can tal" no auno pr-
ximo' amdo excedem as de 1871 na quantia de
117,288 pesos fortes.
Trata-se de construir um edificio para servir de
praca do commercio.
Diz a Prensa de Buouos-Ayres que em Assump-
(j.i a diplomacia e os chelos militares trabalham
ppr desvirtuar o tratado firmado no Rio de Ja-
neiro, e para que o Paraguay solicite calorosa-
mente a permanencia das toreas brasileiras em
seu tofritorio.
As demais noticias carecem de iateresse.
RIO DA PRATA.
O jornaes de Buenos-Ayres contara historias
horrivi; de assss\nao> que. coutinuavatn a per-
sencia de funecionarioe pblicos, exeepcio de
alguns agentes diplomticos, sendo a elasse mais
niimerosaiiienle representada a do coininercio,
queenectiramente lora tambem a que sempre se
pronunciara com maior resolucau a favor da paz.
Dizia-se que ao general*Mitre seria confiada
agora a missao do ir ao Paraguay negociar os ira-
lados definitivos de paz, depois do que ira tam-
bem Bolivia ajustar as questoes pendentes. No
dia K dizia se anda, tinha havido-entre elle e 08
ministros da guerra e estrangeiros unn larga con-
ferencia, em que se tratara das instruc.oes que
levara o enviado relativamente ao Chaco.
Outros, pe i contrario assureravam que o gene-
ral nao se encarregava desta missao, antes se pre-
parara para una riageui Europa.
Em 19 escrevem de Buenos-Ay> es :
t Na provincia de Eulre-Rios contiuuain as per-
seguieoes e assassinatos polticos, que os adheren-
tes do governo nacional attri uem a ringancas do
partido jonlausta, einipianto outros sao de pare-
cer que leui origein do lado opposto, para crear
diliculdades ao governo de Entre-Ros, indcil s
insinuaeoes eleitoraes de certas inQuoncias inns-
toriaes. Km todo o caso o governo nacional con-
serva as suas tropas de liona em Eulre-Rios, e
para justificar esta medida faz apparecer e reap-
parecer peridicamente como o cuco nos relogios
do Schwarzwald, a ameaca de una invasao jorda-
nieta.
Em Tneunian as eleivoes de Janeiro custaram
sangue.
< Os telegrainuias fallarain de quatorze mortes
c mais de cem ieridos ; mas devo notar aqui una
das inaiores singularidades.
Noticias aterradoras romo estas chegain pelo
tclcgraplio e sao reproJuzidas por todos os jornaes.
Estas malangas couimetlidas no inesmo pan, entre
argentinos nao cliegam a merecer as honras de
um artigo editorial e iicain consignadas apenas
as gazelilhas.
.\iiigueni pede detalhes, exactamente como
se se tralasse da malanga de una tropa de bois ;
pode ser que o governo exija e obtonha informa-
ebes mais explcitas ; mas on nao Ihe fai conla
publica-las para nao revelar ao publico a parlici-
pacau oflieial OU esipiece-se no meio das suas CO-
gtacoes eleitoraes que o poro tem polo menos o
direito dei saber porque umaporriio de seus ir-
maos foi inmolada o caso (jilo se poe una po-
dra em cima das primeiras noticias telegrapheas.
como maior petar meu que loria lano pra/.ereui
expr aos leitores curiosos todas as minuciosida-
des lestes quadros ttricos em que se pinta a n-
dole em materia poltica dos (linos do interior da
repblica.
Para a liga que o general Arredondo fez com
o Dr. Tejedor para levantar a candidatura deste
presidencia, atti iluieiu ao valenle general ni divos
de conservarn propra. Abalado o seu crdito
pelos mil e mil gritos que de loda a parle se er-
guan) contra a sua espada lormidavel, o general
Arredondo, teria lido pouca conlianca no Dr.
Avellaneda, seu protegido primitivo, que lalvez
nao se tivesse atrevido a conservar no poder um
fonecionario lio geralmente execrado ; mas, re-
COObecendo no Dr. Tejedor mais impavidez para
amontar a opiniao publica, akindonou o seu pri-
iiieiro'caudidato e tez liga com o nliimo.
Estas veioes argentinasSo suuimamenteca-
racleristicas para se ver tomo os liomoris pblicos
manejara ou antes maltratam os interesses do po-
vo. Qualquer que -eja a verdade ipie exista no
fundo destas assereoes, o corlo que o general
Arredondo tem tdo violentas alleraeSes com o
presidente da repblica e que uestes dias se reti-
rara bastante desgostoso para as provincias de
Cuyo.
0 funeral ein memoria do infeliz Jorge Mitre
reuni unta concurrencia numero-issima e distnc-
ta, e foi um acto solemne de piedade qne deria
derramar balsamo beuifazejo sobre o coracao do
pai maguado.
Contina no tribunal da justica o escndalo
provocado pelas aecusac5es tremendas contra o
juiz Dr. Agrelo. Hoje ja nao so o escrivo pre-
sidiario que fulmina estas arcusa^oes : sao pes-
soas partculaio e de carcter mu recommenda-
vel que declaran) que o Dr. Agrelo durante va-
rios annos licou com depsitos que devia ter feito
entrar no banco e que s a muito cusi se pode-
ram rehaver delle nesles ltimos dias.
Comlndo, apezar da valeute cruza'da que le-
vantou a Pampa contra a corrupeo nos iribu-
naes, appareceu una reacnao a favor do juiz pre-
varicador, o (pie d a triste prora do jiouco
valor que se da a moral nesta sociedade, em que
mais que em nenliuma outra o favoritismo levanta
a sua nojenta cabeci de hydra. Como sempre, a
Tribuna foi tambera agora a iniciadora da defeza
da causa ni
Pretende-se entorpecer a acru da justica, j
tao lenta em si mesma pelas circunstancias de ser
o juiz aecusado. senador da provincia e conven-
cional ; alm disto, quer-se fazer calar o jornal
aecusador, allegando que brbaro e cruel perse-
guir anda um pobre homem que j est dehaixo
da aeco da le .sabend) perfetanientc que e si-
lencio sera o nielhor meio de fazer cahir ajrrita-
co papular, pelo que s se india debaixo da ae-
co de verdaleiras borrascas. Apezar disso a
Pampa nio se delta intimidar e prosegue no seu
caminhi) e s a ella so dever, se se conseguir fa-
zer triumphar a moral sobre a mais impvida cor-
rupeo.
i Fre Mamerto Equior, que tinha sido noniea- ,,
do arrebspo de Buenos- ures, prefera continuar {oes.
na sua humilde posicao e^m consequencia da sua Constava
do alguiuas pessoas do poro, prender a um criou-
lo sus|eito de lime Manoel Joo, que alli appare-
cera, ha poueo lempo, com uiuemiipanbeiro,tam-
bem suspi;ilo, fra pelo dito crioiilo assassinado a
facadas (i alferes Manoel Sabino da Costa, e sen
lllio Jos, logrando o assassino evadir-se.
Ein viriiidc do impierilo procedido e proras
collegidas, foi recouhecida como autora do assas-
sinato perpetrado em Antonio Vicente, a escolia.
que o a prender para recrula ; nao sendo extra-
nho sua niorte um individuo de n une Joo Car-
los..
O Pliarol, de Juiz de Fura, em data de 29 do
coi rente, diz que a eominissdo nomeada para alli
providenciar solare o acolliimento de immigrantes
e colonos, tinha-j acconmiodariJes para cerca de
2o pessoas.
O Mu nitor Sul Miwiro da eidade da Campa-
nha da Princesa, d eonta do seguinte crime :J1.
perpetrado no da Lt:
Antonio Piao apaixonon-so (Kir Placedina de
tal logo depois qne ella sabio da cadeia, onde cum-
prira urna senloiica. Levoua para a freguezia da.
Mutuca deste termo, e proinetleam-se.em cesa
meato. Mos tratos, porein, que recebia Placedi-
na, obrgaram-na a aoandimnr sen futuro esposo,
l'ugndo para esta eidade. Antonio Pioa persegu'
o aqui enngando indaga de sua residencia, par*
onde dirge-se armado.
Nj meio de forte e offensiva discussao, leni-
bra-se una companbeira de Placedina de soccor-
rer-se da polica, (pie para la seguio inmediata-
mente Antonio l'i rendo-so cercado, puxa de
urna faca c erara na inulher qne o desgreca, e
rendo qne nao era possivel fugir, e depois d
tentar assassinar o conuuandante da escolta, dis-
para ein si nina garrucha por baixo do qiicixo,
saltando-lite um olho e QCando em estado des-
granado.
^ A infeliz Placedina l coiiduzida para a Santa
Casa de Misericordia, onde fallecen 6 horas depois,
e o anida mais infeliz Antonio Piao foi recolhido
cada desta eidade, onde sem poder alimentar-see
depois de por tres das soffrer horrivelmente, fal-
leceu s I) horas da inanlia do dia 16.
PARAN .
As dalas que temos desta procedencia vio
at 26 de Janeiro.
Tomara posse da administracio da provincia,
o coronel Manoel Antonio Guimaraes.
' Xo dia 31 do passado dera-se a seguinle ten-
tativa de homicidio no districto do Campo Largo,
.quarteiro da Ilha do Meio :
Elias Manoel do Espirito-Santo, eonhecido por
Bahano, fra casa de Mainel Joaquhn das Neves
e disparara dous tiros de chumbo que o offende-
ram no braco esquerdo c as costas. 0 subdele
gado de polica Abastado Luiz Conleiro, procede
ra no dia seguinte _ao corpo de delicio no offen-
dido.
Constando que o reo conseguir evadir-se e
promehia rollar a casa do otreml'do para mata-lo,
por falsamente suppr que o havia denunciado
como recrula, enipregarain-se providencias pre-
ventivas para garantir a vida do otfendido e effec-
luar a pristo do delinquente.
Inslallara seno da 7 do correte a ata re-
ginental do esquadro de cavallaria, sob a direc-
c^fio interina do Revm. padre Antonio Vicente da
Cruz, capello do memo esquadro.
Xo dia 8 os protossores Ferdinando Marques
e Oito Fenkousieper abriram um curso nocturno
particular. %
No dia i ;. ca.-a do alloma o Augulo Peilf\
no quarteiro do Paira, fra completamente incen-
diada por ura raio.
Refere o Uezenoee de Mareo, folha de Cunt
ba, provincia do Paran :
0 major Domingos Ferreira Pinto e sua mu-
lher a Sra. D. Mara Ambrosia da Rocha Ferreira
deratn liberdade aos seus escravos seguintes, em
numero de nove.
Joaquim, pardo, 40 anuos de elude, casado;
Ephigeuia. parda, niulher deJ oaqum; lilhos : Sal-
tira, parda, 11 annos; Joao, dem, 9 aunos; Ser-
gio, dem, 7 annos; Engracia, idem. 5 annos; Ge-
mido, dem, 3 annos; Ignez, 1 anuo, idem; e ao
preto Joaquim. de 48 annos de idade.
Ao casal foi passada carta de ahorra coot a
cendico de criar seus fillios at a idade de 2?
ann.s, e ao ultimo cora a de servir mais 4 annos.
s. PAULO.
AJcancam a 27 de Janeiro as ultimas datas.
A presidencia, pondo era ortica urna lei da
assemhlea provincial, ia coiitranir um emprestimo
de 700:0004 que, segundo se dizia, j baviam sido
recebidos e abortas diversas propostas, na forma
de um cdital publicado, marcndose mais 10dia
para os proponenles fazereot as ultimas altera -
i
i w
que esse empreslnno para pagar
renuncia foi nomeado o Dr. Aneiros, anleriormen- mais de 500:-0 '5 que a provincia deve diversos
te hispo de Aulon. Este prelado de bastante eru; particulares e 150:000* de juros s companhias a*
diccao de um carcter excntrico como o Sr. estradas de forre Paulisla, Ituana e Sbrocabana
Sarment e de um fanatismo que vaticina bastau-1 Chegra a Taubal o Dr. Clemente Falca de
tes difficuldades a um paiz em que a liberdade de Souza Filh i, superintendente da estrada de ferro
cultos existe por loi e se torna anda mais indis- do norte de S. Paulo, que para alli foi com o
ponsavelpcla grande influencia de estrangeiros de intuito de agenciar accionistas-para a dita comea
todos os credjs. jnhia.
Um caso de febre amarella occorrido em Refere a Gazela de lampinas que nanoilo
Montevideopoz toda a populacho em grande susto, de 17, nm individuo eonhecido por Chicoihra-
Formoulse logo um obrdao sanitario em torno da guayo, assassinara no Rio d* Campinaa Velna o
casa, especie de cortoo, em qne isto se dera, os portuguez Joao Motta, dando-lhe urna focada na
moradorw delia foram transportados para urna rentre, que po-lhe os intestinos de fra. Q en-



I
I
Diario de PepuambiicQ ^eguiuU bid, 10 de Fevereiro d 1873.
troinoso v*flo-se c pareco^j
deram nrigcm ao tacto
O Sorocab bftbci
perpetrado por un ese..
Campia?, o qual das antes havia perpetrado
outro, por cuja causa audava fgido. E[s co-
mo se passou o facto, no dizer da folna sonta
citada:
Na manila de Ifi do nrrente, no lugar cha-
mado Corrcgo Fundo, na estrada que segu para
Campo Largo, foi eoeontralo assassina k nm indi-
viduo desronheri lo, o qual fura visto no da ante-
rior o noite, cmdazind um preto amarra* rom
non laeo, c que se sappoe lucido, suMeic
e polica fez o auto de corpo de dolfeto; c con*-
aodoao Dr. juiz maoicipal que esse individuo se-
guir caminho de Parto Feliz, este expidi ama es-
rolla em segnimenta do mesmo.
t Esta diliceaeia foi coreada de feliz resultad i,
pis que no da seguinte a escolta entrn pela ci-
dade conduzimli o crimiimso. E*tfl doclarou eha-
niar-se Ambrosio, ser escravo de llienvmliac'f, de
Campias, a ter no sanando, 11 do eorrente, tam-
l)em assassinado a Joaquim, mireeiiciro, em Cam-
pias, na ecrasio em que o qnizeram captara!
<>m casa tic Miguel Menard. O assassinato foi
tioiTorso, pois no cadver encon!rou-se oito fa-
badas.
Propalara-?e em Santos que em um navio
-*jnc estova na barra baviain vanas pessea- ataca-
mas de febre amarella. O Diario de Santos derla-
mu nio ser exacta tal noticia.
Referndo-se a um grande tufan non honren i
da 2:1, diz a mesma folha :
Hontem, as l/' da tarde, depois de algims
jniiutos de cscurido, rompen um forte pampeiro,
om tondo apenas durado segundos, produzioa
parta total do lugar aastraco Giecami l.uizi, ejut
se arliava surto ueste porto.
O sinistro deu-se em frente inissa oITlcina. B
na verdade snrprenaen-nos mnneira porque
proceden a capitana da port. Ido solicita quando
M trata de eb-i.oes. Apenas sentiram os tripn-
lantes que o navio virara, p:issaram-se para a
borda opimsta. onde foram encontrado* [icio bulo
da brigue allemio M-izart. que apeiar do rs6o,
corren ao lugar. eonsegnindo chamar a si todos
os tripolantes. Km seguida, aeompnnliaram-no
outras einlianTicois. taea como botes, canijas, lan-
chas etc., mais nada havia a fazer pirque o navio
ilcsappareceu a ponto de deixar raucamente de
fra parte do cas o e vergas.
U patacho Soco Pensamento, foi arrancado da
ponte 011 Je carregava e levando di matos a an-
ira. pamela ver-s 1 obrtgad 1 a seguir bai ra fra,
qaaido mu mariniciro tornando o Im \ rosolveu
eaeaHmr a navio, a encaminliando-o do encontr
a um moro, mnd tu logo de plano, p >r haver ces-
ando o pampeiro.
o negociante Bndich, consignatario do navio,
ciraiateeen imutediatamentc, e confinan a provi-
denciar.
Depois de salvos os tripolanto*, e qnand > nin-
gnem iliais havia. cora a rapi lez do rain dirigia-S
ao logar nin escaler tripolado p-jr meninos da
ccnp.uiiiia, setn 'i1'1' oomludo o 8r. capitn di
porto se rsolvessea honrar o acto com sua pes-
im. Alaraui remos, espiaran o navio, e voltaram,
de sorie que at agora acredita-so que davaiu eo-
oeeoao exercici i, mis se nao haviam movido por
causa do sinistro.
Mandar meninos para naufragios, extraor-
iliuari 1 Aondo esta 1 os remero-: da eapilania "
Qucni autorisob a sabida dos menores ?
K" milita negligencia.*
Diz o Motatnto de aras, em dita de 2't :
A 2 di eorrente noticiamos a prisao de Fran-
cisco lloreira da Silva, migo Chico Lnciano, o
qual segando informaram pessoas que o foram ver
na cideia, era indiciado as morios que se perpe
trama no rancho do l'iuliciriulio, ternto de Bao-
P'udy. Hitje podemosafllrmir ser elle criminoso
de morte p >r ujr assassinado brbaramente a
las Pedro da silva, e ter-se evad lu da eadeia i
Capivar) (Minas), conforme a caminunieac-i o'li-
eiai d> subdelegado desse lugar, reinettida .10 n so
deioga lo Dr. loa |uiui Francisc > Ribstro Coutiuho,
a q 11 mu senove tao importante ciptura.*
Fallecer na capital o chele do s"-.a> da
Ihes turara de 'azen 11, J e Vicente Correia, natu-
ral de Matto-rosso.
L-se no Di'ii w (/ Sani n de 20 !e Janeiro:
< De nina carta de pcssoadC Sorocaba, dirigida
a outra desta capital, tiram is o seguinl treen 1
..... Soube agora de um assassinato borrr
1 que se deu paraos lados de ilapivary. Un
)n ,'' che..* ia iiiii'- isa, m tito m ilhad 1, a pe lir
pausada; nao eslava o dono, e so a inullier ; esta
dea Ihe um quartinho, onde o romera se arranchan
c tratou de enehugar-se; e como o diuheiro que
irada tambera se molhasse, tratou de secea-lo, para
a (pie a dona da casa emprestou-lhc urna peueira
J. a noite ia amantada quando o cometa pre-
senta barulho de gente que se aproximara da
cama; nm feliz preaentiniento o foi levantar-sa
e ir dormir em uin rancho de cameiros, que es-
tava defronte, e sobre um couro Oquarto em
.que eslava, e que a mullier Ihe dea para ponsar,
eraaquelle em qno costoniava dormir 11111 lilhti
d'ella, que tainh'i andava fra, c que.negando
larde, e de nada-sabeado, foi deitarseem sua
aun.
O rom la, que eslava d ouvido alerta, ouvio
no quarlo. gritos que sedeam : chega inulher,o
dito est seguro ; vem ver o que era. e reconhece
qae o marido e a inullier para o roubarem, jnl-
gaii'lo-o deitado na cania, que Ihe tinliam Jado, as
ftscuras cravaram na ueito do filho muitis faca-
da*, c o detxaram morto,... o
Rio nr ivn!:iro.
Por decretos de 23 de Janeiro foram conce-
didas as exonerarGes que peuiram os Srs. conse-
Iheir is Francisco do llego llar os 'Barretee Manuel
Francisco Correia, aquello do cargo de ministro
da agricultura, eommereio e obras publicas, o
sie ao de negocios estrangeiroa sendo nomeados
para substituir ao prinieiro o 4*. depntado Jos
Feraandes da Costa Pcreira, elao segando o Sr.
enador Visconde de Caravellas.
Na ;.--"!' do senado, do da 3), houve a se-
guinte diseussio acerca da maditicacaa ministerial
111a refer la:
O Se. Pompen pensa que as pratieas do rgi-
men pailamentar estao tao esqdecias no Brasi'
qae receia passar por imprudent dirigindo urna
pergnnta ao nobre presidente no conselho: vai,
entretanto, faze-la, porque facto que acaba di
dar-se inuito grave na vida do ministerio : pela
lerceira 01 quarta vez recomnOe-se o gabinete de
7 de marco, o a gravidade de tantas recomposi-
i;3ej ministeriaes como quo tende a legitimar
tvlo silencio dos ministr .
Amigamente o ministerio corra pressaroso ao
parlamento para dar-lhe conta das uiodiiica.cs
que se verificavam. mas, luje, o nobre presidente
\) eonselbo pouco se importa com isso, porque
nto ha senio urna entidaoVa quem o govemo
presta conta de seus actos, e essa entdade n 10 .
por eerto, o parlamento. Apezar de todo isto, vai
f jrmular as seguintcs iutorrogacoes:
Qu;tl o motivo porque retiraram-so doos dos
iUastres membros do actual gabinete ? Foi por
deamorocorem da confianca nica que sustenta a
vida do robinete ? E, dada essa aitera/ao em sen
pessoal, houve tamben] mudanca em sna politiea .'
Sabe, c teui visto qae o g Karuo de 7 ile marco
fiara vivar, tein -1j procurar ideas ao programina
iberal; mas, boje, escasseaudo-|ho lambem o pes-
soal, foi compltalo nos anaia -s de seus adver-
sarios com a acquisico de um -los Ilustres mem
broa do gabinete de 31 de agosto, aqueilemesmo
que nilgou do convenio de 90 de fevereiro ; fol-
gando o orador de ver o actual presidente do cou-
selho lser assini jostica a ;sse gabinete, porque
snnpde qae o novo ministro dos negocios estrn
geiros conserva anda as ideas liboraes com que
tigurou nesse ministerio. \ entrada do Ilustre
Sr. Visconde de Caravellas para o actual miaiste-
rio prova que o nobre presidente do onselho,
aceitando os principios liboraes, iujoclou sangue
novo no govemo.
Deve, portauto, o nobre presidente do conse-
lho exhibir os motivos que m lvaram a retirada
de dous de seus (Villegas, e declarar ao- senado e
ao paiz se com el'eito, a [ jlitica minsterial soffreu
tambera alteraco, poiso orador les darla prestar
o seu voto ao elementoriibcral.
a O Sr. Visconde do /?'; Braneo (presidente do
eonselbo) diz que no tomoa a iniciativa ueste
debate, expondo desde logo os motivos que ju=ti-
n-am.a retirada iImIoh- de seus [Ilustres colle-
ga^, porque este facto nao i'.r. pareceu extraordi-
nario.
No Brasil, e era toda a parte,os ministerio?
estao sujeitosa idnticas eventualidades: o nobre
ex-ministro d agricultura, cjtno notorio a todo*
os nobres senadores, adocra gravemente, carec .1
de tratamonto demorado, e nessas circumstancias
pedir sua exonera .ao, o que nao Ihe pedia ser,
negado.
Tambera o nobre ex-ministro de estrangeiros,
hi mezes, comraunicara-lhe o debajo de retirar-
se, afleganJo incoramodos de gande, e so a instan-
cias do orador consentir cm continuar at a
apresffl)'.a>to de seu relatorio o a discussao do pro-
jnviB 'espost i falla d thron.o. Tondo, porem,
dflmfrikr-se o 8r. con'selheiro Barroajjarrcto, en
l'iv. reparo algmii qtianlo noiDoa'cao d Sr. de-
Sotado Costa Fereira para a pasta dos negocios
a agricultura, e apenas notou que. osteja fazeudo
parte do actual governo o nobre Visconde de Ca-
ravellas. Lembra. porem, o oradmr a S. Etc., que
o actual ministro de estrangeiros oi seraprc coa-
siderado como um coaswvatw>M>eral, suas eren-
cas foram sempre as mesmas ; as razos que o
deternnaram a fazer parte do governo serao por
ello explicadas quando lho fr oppertaao.
t Os nobres senadores (diz o oradort laboram
sempre ueste orru, 011 antes empregam sempre,
como arma de guerra, a presurnpcao de que os'
conservadores sao intonsos aos principios liberaos;
mas, a verdade que 110 Brasil nao pode haver
um so individuo que seja ihfen?0 liberdade.
Todos quercm a observancia stricta e o desenvol-
vimento lgico dos principios consagrados nacons-
tituicao.
Sr. visconde de Caravellas eslava de accor-
do rom a polica do governo, e bem o manifes-
t 11, assignando o-projecto da resposta falla da
throno, redigido pelo Sr. visconde de Nictherohy.
No raesmo "caso eslava o llusire deputado pela
provincia do Esnirito Santo, que tanibem foi mem-
bro da commissaodc resposla falla do throuo na
cmara temporaria, e assignou um voto suinma-
mentc honroso para o governo. 0 Sr. ministro
dos negocios estrangeiros nao veio alter.w a pol-
tica do governo, que contina a ser o que era no
gen romi'co, como se lean manifestado em lodos
es seus actos. O Sr. visconde de Caravellas Iron-
a sim o concurso valioso de suas luzes, de sua
experiencia e de seu tlenlo superior.
nobre senador notou (e isio pareceu ao
orador pouco generoso) que esteja fazendo parte
do governo actual um membro do gabinete de 31
de agosto, que reprovou o convenio de 20 de fe-
vereiro, c exonerott o diplmala que o negociara.
Pretenden S. Exc, que ser neje collega do nobre
visconde de Caravellas, importa o reconheciiiieiito
por parle do rador de que csse acto do gabinete
de .'II de agosto loi conforme s conveniencias do
paiz, e ;i justiea de que era merecedor o negocia-
dor desse acto diplomtico.
B1 necessario que baja tolerancia. O proee-
dimenlo do gabinete de 31 de agosto em rebelo
esse facto diplomtico, nao poderla ser agrada-
vel ao orador ; boje, porem, esse facto estiolga-
do, a cri5 o oradar que o juizo do paiz nao Ihe foi
desf.ivoravol. Nao deve suppor que o gabinete de
31 de agosto errasse voluntariamente c s pelo
desejo de expor censura publica o negociador
por elle escomido para tao importante missio di-
idoinatica.
O orador contina na apreciadlo desto ponto
c lembra ao Sr. senador pelo Cear, que um dos
primeiros actos do gabinet: de 1( de julho, foi
nomear para o importante cargo de membro do
eonselbo naval ao Sr. conselheiro Das Vieira,
memoro do gabinete de 31 de agesto.
O Sr. Vieira da Stfra: -Nao era lugar de
confianca.
(i Sr. Visconde do Ro JIranro diz que s
existo na imaginarlo do nobre senador pelo Coari
o fado por elle'ntalo de nao adiar o orador
collega de ministerio sento as Rleiras liberaes.
-e nem todos os conservadores se prestara a fa-
zer parte do governo actual, que teem motivos
especiaos, a os nobres senadores, lumcns pratieos
a conhecedores do estado dos partidos polticos,
devem recordar-so que nem sempre poderlo reu-
nir em um governo todas as notabilidades de seu
partido.....
P Sr. Zachara : Ento nao seriara sete S-
mente.
O Sr. Visconde io Rio Braneo :Sete das
notabilidades.
Pede o orador ao nobre senador pela provin-
cia do (loar que u deixe contentar-se com o apoio
que recebe de seus correligionarios; e se S. Exc
nao jul.'a o governo senao pela importancia pes-
soal. altendendo gmente ;i bierarehia, pensa o
orad ir que o mrito do governo deve ser aterido
pelos seas acl is, pela sua dedieacio causa pu-
blica.
Quauto a ler dito o nobre senador pelo Cear
que o governo actual vive gmente de una con-
nan.a, alludindo sera duvida confianca da co-
ra, essa asserjo ( gratuita, porque o governo
lera-vivido, nao s pea confianca da coroa, mas
tambera pela confianca do parlamento; e em-
quauto livor osses dous elementos de vida consti-
tucional ha de man ter-se, se Iba nao faltaren! a-
for as, para prestar uteis serviros ao paiz.
E' aecusacao velha e illusao de seus adver-
sarios polticos a de que anda se servio o nobre
senador pelo Cear, dizende qnc o governo le n
procurado aproprar-se das ideas do partido libe-
ral, como se as ideas liberaes fossem exclusivas de
um partido. E quando sa tratou da loi de 28 de se-
torabro, dessa reforma social qne foi votada cm
1871, tambera Ss. Kxes. pretendern] que esse pro-
jecto era de origem liberal....
O Sr.Zacharia pede apalavra.
O Sr. Visconde do Rio Braneo diz que flCOD
provado qne o governo actual linha tanto direito
para iniciar essa loi, como qualqucr outro gover-
no qne se originasse do seio do partido libera!.
Nao sabe, porfll, que outras ideas liberaes, ac*
cusado o governo de ter usurpado ; mas, se por-
ventura acharem-se o orador e seus collegas de
accordo cora os nobres senadores, pa realisaco de
ideas liberaos, nao haver surpaeo, mas gira
convicii Bincera e desempenho natural e legiti-
nMvda missao do partido conservador. (Muilos
apoiados.)
t Segue-se o Sr. Zacaras, que faz algumas re-
Qexocs, e diz que, mereca censura o Sr. presiden-
te do eonselbo por demasa as explicacocs.
Esl persuadido que, a mudanca havida nao
traz alteraco na poltica, que contiuuar a ser
lo n como foi desde que appareccu o gabinete
de 7 de mareo.
Nao aceita o motivo da enfermidade allegado
pelo n ibre presidente do eonselbo para a retirada
dos dous membros do governo : ha muros moti-
vos que o nobre presidente do conselho no quer
declarar.
O orador adduz anda outras considercoes,
s ojones o Sr. presidente do conselho responde,
voltando de n ivo tribuna.
. Na cmara dos deputados, acerca desse assump-
to, houve a discussae que publicamos em nossa
8.* pagina.
Eis o resumo dos irabalbos da cmara dos
deputados :
A cmara dos devalados reconhecen hontem
(27) deputados pelo 1. distrirto da provincia do
Cear, os Srs. Jos Martiniano de Alencar, Anto-
nio Ferreira dos Sanios Caminba e Manocl Fer-
nandos Vieira.
Qceopoa-so depois com a discussao do pare-
cer da mesma comuiissao roconhecendo deputados
pelo _.'t.u districto da referida provincia, os Srs.
Tristo de Alencar Araripe e Baymundo Ferrei-
ra de Araujo Lima. Oraram os Srs. Libralo Bar-
roso, Jofio Manoel, Wilkens de Mattos, Elias de
Albuquerqoe e Araujo Lima, licando a discussao
encerrada pela hora.
A cmara dos deputados approvou hontem
(til o parecer da 1 commissao do inquerito so
bre a elei^ao primaria fcita na parochia de Santo
Antonio de Tracunhaem, da cieade de Nazareth
da Malta, pe! tencente ao 2." districto da provin-
cia de Pernambuca. K
Approvou em seguida o parecer da referida
commissao, reconhecendo deputados pelo 3." dis-
tricto da provincia do Cear os Srs. Tristao de
Alencar Araripe e Baymundo Ferreira de Araujo
Lima, sendo rejeitadas todas as emendas.
< Occnpou-se depois cora a discussao do pare-
cer da mesma commissao, Feconhccendo deputa-
dos pelo 2. districto da referida provincia os Srs.
Paulinc Nogueira Borges da Fonccca, Jos Ber
nardo Gal vito Alcoforado e Joao Capislrauo Ban
deira de Mello. Oraram os Srs. Paula Pcssoa c
Paulino Nogueira, ficando a discussao adiada pela
hora.
Continuou em ultimo lugar a discussao do
projeeto de resposta falla do throno. Oraram
os Srs. Florencio de Ab'reu, barao de Mau e Jos
Calmen, ficando esta discussao lambem adiada
pela hora.
Foi offerecida a seguinle emenda :
Subslitua-se o 6. periodo pelo seguinle
A cmara espera que o convenio de i'J do no-
v.-mbro de 187?, que res ilven e 1 r .0 governo bra-
sleiroc argentino a desintelligcncia occasionala
pela publicado do tratado de 9 de Janeiro do refe-
rido anno, nq prejudicar aos compromissos con-
ir.Jiidos para cora a repblica da Solivia as re-
versaes do I.de maiode 186").Josr Calmo*.*
t A cmara dos deputados approvou hontem (9),
com varas emendas, o projeeto qne autorisao go
verno para mandar admiitir a exarae das materias
do'l. anno da faculdade de direito do Recite o ou-
viute Jos Caetano M.-tello Filho.
t Approvou em seguida, tambora com emendas,
o projeeto concedendo pensoes D. Mara Guar-
dona de Mnezes fiobrega, viuva do capitao de
voluntarios da patria Jos da Cru: Rodrigues No-
Brega / ao capito honorario do exercito Luiz Fran-
gajs.
Approvoa depois, toado feito algumas-ob.-ei-
vares os t*. Escragnollc Taunay e Duque Es-
trada Teixeira, as emendas do senado proposicao
que augmenta o sold dos ofllciaes do exercito e ar-
piada e os venoinentos dos empregados de fa-
lenda.
1 Continuou em ultimo luga? disenssao do pa
recer da 1.* commissao de iiniuerjlo reconhecendo
deputados pelo 2" districto da, provincia do Cear
os Srs. Paulino Nogueira Borges da Fonoeca, Jos
Bernardo Galvao Alcoforado o foao Capistrano
Bandeira de Mello. Orou o 8r. Pinto Braga, fi-
cando a discu-so adiada pela ora.
Na cmara dos deputados, hontem (10). logo
depois da leitura do expediente, o Sr. Paulino do
Souza intorpellou o ministerio sobre a retirada de
dous membros do gabinete. Oraram, alera do mes-
rao senbor, os Srs. ininislrosda justiea e da-guer-
ra, Correia, Ferreira Vianna e presidente do con-
selho, licando a discussao adiada pela hora.
1 Lcu-se, e licou adiado por ter pedido a pala-
vra o Sr. Campos do Med-iros, o segrate pa re-
cer :
A cominisao de polica, lendo examinado o
requerimento era que o Dr. Antonio Pereira Pinto
propoo a esta cmara ser por ella encarregadode
colligir eni.4>mic os trabalhos legislativos da c-
mara temporaria desde a a*sembla constituinte
at o aira > de 1837, para serem publicados no fr-
malo dos (pie actualmente se publicara ; e
Considerando que as vanfagens expostas pilos
proponentes, em seu j-equerimento, sobre seren
obvias a incontestaveis, j foram reconhecidas por
esta cmara, nao s mandando publicar os sobre-
ditos Animes do anno do 18o7 em diante, seuao
lambem autorizando essa pnblicaco quanto aos
anuos anteriores, como se v da lei i. 1,836 de 27
de setembrods 870, art. 2. 13, cuja disposicao
nao pode ser executada por ser nimiamente Beata.
sa a verba para esse servico;
Considerando que o Dr. Antonio Pereira Pinto,
e pcssoa competente para desempenhar satisfacto-
riamente o trabalho qne se propoe a fazer;
E'de parecer que a cmara dos depnlados
a autoriso a aceitar a proposta e a contratar como
proponente Dr. Antonio Pereira Pinto a pnblicaco
dos trabalhos legislativos da cmara temporaria,
desde a assembla constituinte at o .anuo de 1837,
era Aunan semeibantes aos qne actualmente se
publicara, cora as condieoos que forera mais con-
venientes.
Sala das comraissoes, cm 28 de Janeiro de
187J.J. J. Teixeira Jnior, presidente. Dr.Joa-
quiu Jos, de Campos da Costa de Medeiros e Al-
OMOuerqu*, 1." secretario. Martinho de Freitas
Virira de Helio, 2." secretario interino.Luiz En-
yenio Harta Barbota, 3." secretario interino.
Por despache de 18 de Janeiro foi uoineado
med.co honorario da casa imperial o Dr. Joao R-
lieiro do Almeida.
Por despachos de 23 do mesrao mez:
Foram nomeados:
Coiumendador da nrdem da Bosa, o Dr. Pedro de
Athayde Lobo Moscoso, cm attenco aos relevantes
servivos prestados ao Estado eustruecao publica
ua provincia de Pernarabuco.
Cavalleiros da mesma ordem, o cidado francez
Julio Poppe. por idnticos servicos prestados na
dita provincia; o Dr. em medicina Antonio Mendes
Limoeiro, era attenco aos qne prestou na guerra
contra o governo do Paraguay, quando alumno
pensionista nos hospitacs da cainpauha ; o lente
gradando do D>. batalho de infantaria, Geraldo
Jos de Lemos, pelos qoe prestou na referida guer-
ra.
Foi concedida a jienso de f>0 mensaes a D.
Iiabel Noia da Coaceiejp Barbosa, viuva do capi-
tao de voluntarios da patria, Jos Cornelio Bar-
bosa, fallecido era consequencia de feriiueiitos re-
cebidos era combate.
Foram naturalisados os subditos portogueas
Joaquira Jos de Almeida Coimbra, Boato Jos Ga-
vina, Fernando Rodrigues, Bernardo Jos l iros,
Jos Barbosa Nogueira. Jos Ribeiro de Souza. los
Mara Corte-Real, e o subdito inglelz William
Kenfrow. 1
Pe decretos da 23 de Janeiro foi concedida
ao bacharel Luiz Jacintho Wergno de Abren a
dentssao que pedio do lugar de Juiz municipal e
de orpltios do termo de Maracas, na provincia da
Babia.
Foram nomeados
o bachacbe! Anreliano de Azevedo Monteiro,
juiz de direito da comarca do Livramento, na pro-
vincia de s. Podro do Rio Groada doSul. "
Obacbarel Antonio Saboia de S Leitio, juiz
municipal e de orphos do termo de Chaves, na
provincia do Para.
O capitao Ignaci Luiz de Araujo Costa, lente
coronel ehofe do estado-maiof do commando su-
perior do municipio de Oeiras, da provincia do
Ptauby.
O capitn Jos Florindo de Castro, tentole-co-
ronel coramandanle do batalho de infantaria n. 21
da mesma provincia.
Foi reformado, a pedido, Mauoel Ignacio do Arau-
jo Cesta, tenente-coronel chele do cstado-iuaior do
commando superior do municipio de Oeiras. no
posto de coronel.
Por decretos de 23 do eorrente
Foram promovidos na arma de artilharia, de con-
tra midade cora o decreto n. 3.188 de. 29 de outu
bro de 1863, os officiaes e offlciaes graduados, al-
teres alumnos, cadetes c sargentos abaixo i men-
cionados : -*
l. regimento a cavallo. -Para capito o 1." te-
nente Joao Feeio dos Santos, para a 2." batera,
por estados.
i. batalho a p.-Para capitao, o I." tenenle
Joaquira Alvaro Pereira, para a 1." companhia, por
estados.
4.1 batalho a p. -Para capitao, o capitao.gra-
duado Francisco da Bocha Calado, para a i.' com-
panhia, por estulos.
5." batalho a p.Para capitao, o capito gra-
duado Francisco Antonio Rodrigues Salles, para a
3.* companhia. por estados.
Para l.r< tenentesnaarma, os 2.' teneutes: J^s
Jardira, par estados: Joaquira de Oliveira Fernan-
dos, idem ; Alfredo Fernandes Dias, dem'; Alfredo
Ernesto Jac pies Ourique, idem ; Antonio Candido
Rodrigues idem : Carlos Eugenio de Andrade Gu-
mareSj idem.
Para, 2" teoentes da armaos 2." tenentes
Antonio Fumino de Almeida, GobinoSuzan) Osorio
de Araujo Risouro, Laurindo Jos dos Santos.
Os alteres alumnos: Jos Flix Barbosa de Oli-
veira, Francisco Julio da Conceicao, Jos Babello
de VascoBceflos, Carlos Augusto "de Castro Andra
de; Luiz Mondes de Moraes, Francisco da Cruz Fer-
reira Jnior, Joaquira de Salles Torres llomem, e
1 sargento Jorge de Almeida.
Os 2" cadetes : Antonio Maria Quartim, Aure
lio Lopes Baplista dos Anjos, o 1" sargento Herme-
negildo Alberto Carlos, o Io cadete Hilario Augus
to Ferreira Leite.
Os 2' sargentos: Ricardo Fernandes da Silva,
Augusto Goncalves Gomide C0 2" cadete Raphael
Archanjo fJalvao Sobrinho.
Ficara era aborto 11 vagas de 2o* tenentes que
serio preenehidas com os 11 tenentes graduados,
logo que fizeram o exame pratico da arma de que
se nao pode prescindir, de conformi lade com o re-
gulamento do 31 de marco de 1851 e aviso de 12
de agosto de 183i.
Foi transferido para o commando do 9o batalho
de infantaria, o tenente-coronel comraandante do
5 da mesma arma, Joaquim Cavalcante de Albu-
querque Bello.
Foi transferido para o corpa de estado-maior de
Ia classe, de conformidade com as disposicoes do
art. 0 da lei n. I,i2d- de 20 de iulho de 186i, o
capitao do 5 batalho de artilharia a p, Antonio
Americo Pereira da Silva.
Foram reformados com o respectivo sold por
inteiro, na conformidade das disposicoes do 3o
do plano que baixou com o decreto de II de de-
zembro de 1815, o Io sargento Vicente Ferreira do
Nascimento, o furriel Joo Monteiro Franco e o
anspecada Francisco Benlo das Chagas, todos do
11" batalho de infamara, visto acharem-se ira-
possibilitados para o servido do exercito cm con-
sequencia de ferimentos recebidos em combate.
Anspecada no 3o batalho di mesma arma Fre-
derico Antonio Nina, p ir contar raais de 25 annos
de servicos e achar-se impossbilitado de continuar
no mesmo servico.' ,
Foram conceiidas as honras do posto do-brjga-
deiro do exercito ao ex-coronel de commissao Hy-
polito Antonio Ribeiro, em atten.ao aos relevantes
servicos por elle prestados na guerra contra o Pa-
raguay. .
Foram concedidas ao tonentc aggregado arma
de infantaria Snoridio da Silva Bruno e ao alteres
graduado do 3o regimento de eavaJJaria hgeira Ju-
vencio Pereira Gomes a demissao que pediram do
servico do exercito.
Foi exonerado, a seu pedido, do caigo i)cpre-
sidente da provincia de Mjnas-Geraes, oDr. Joa-
quim Floriauo. de fJodoy, e nomoaJo para o dito
cargo o bachare,! Venancio Jos de OHveira Lis-
boa.
- flor portaras de f do Jan uro focara numoa-
0 arsenal de guerra da corte :
J'ara amanuense o coadjuvanie .do escripia de
' classe do mesmo arsenal Antonio de Drum-
inoiJ.
Para o lugar do professor de- jirinK-iras letiras
lao Jos Pereira de Azorara, e para adjunto do
professor de primeiras lettias Joao Henriquc de
Lemos. ^^
Foi nomeado o tenenle honorario do exercito,
Thoni Madeira Fernandos do Castro, para exer-
cer o lugar de recrutador 110 municipio neutro.
Foram nomeados o tenenle honorario do. exer-
cito Joo Nunes Monteiro para escrivo interino
danolonia militar.do lta[iora e o capito honora-
rio Joo Ribeiro da Silva Peixoto para o lugar de
ajudanto da mesma colonia.
Por portara da mesma dato foi transferido para
o 5n btanlo de infantaria o tenenle do 13* da
mesma arma The adoro Marques Ramos.
Por outro de 25 do mesmo mez concedeu-sc 11-
cen.a para residir nesta corte ao soldado reforma-
do Joan Jacob Holtz, sendo pago de seu sold telas
respectivas eompannias.
O governo inqierial, altendendo nOaJM re-
queu a Asscciago onuuercial do Rio dejoaneiro,
acerca da conveniencia da construeco d ura edi
licio 110 qual BOSSam estabelecercer-sc commoda-
inente a caixa da ainortisa^o, o correio geral c a
praca do cmmercio, oceupando a rea comprehen-
lida entre as ras do General Cmara e do Rosa-
rio, e as do Visconde de Ilaborahy e Primclro de
Mareo, com frente principal para sta ultima, por
decreto n. 3,205 de 23 do eorrente, determinou o
gogoiate:
Art.J0 E'declarada de utilidade publica ge-
ral, para o iini cima mencionado, a dosapropria-
cao dos predios particulares, que forera coniprehen-
didos no plano da obra de qne se trata, o qual ser
importunamente submottido approvacao do go-
verno imperial.
Art. 2 A' Associaeao Commeroial do Rio de
Janeiro concedida, na forma do art. ti do decre-
to n. 353 de 12 de julho de 18io. a faculdade de
promover a dcsapropnaci dos sobrediti s predio-,
preenehidas todas as formalidades legaes.
Art. 3" As reolamacoes e observacoes, de que
trata o art. 8 do mesmo decreto, serio remettidas
directamente ao ministerio da-fazenda.
Ao Sr. general Jos da Victoria Soares de
Andrea foi dirigido o aviso seguinte :
Rio de Janeiro, era 25 de Janeiro de 1873.
Illm. e Exm. Sr. -Toado j sido autorisadas as di-
versas obras de que carece a escola do tiro do
Carap Grande, e couvindo a sua reabertura, no
s por lercn cessado os motivos que occasionaranr
a suspenso de seus trabalhos, como pela necessi-
dade de arenaras instructores para os corpos das
diversas armas do exercito, visto trat.ir-se agora
de una trans'forraacao geral em seu armamento,
adoptando-se o dos systoinas mais modernos ; pro-
videncie V. Exc. para que possa ter lugar a re-
abertura daquella escola at 15 do abril proxini 1,
prevenindo-o de que nesta da'a expeco as ordena
para que de cada um dos corpos do exercito csto-
jam nesta corte at los de marco do eorrente an-
uo um offlcial subalterno e um inferior, escolhidos
de preferencia dentro os que possuiremos cursos
de suas respectivas armas, forera morigerados, e
mostraran aptidao para os lugares de instructor
que mais tarde iro exeicer era seus respectivos
corpos. Para iniciar os trabalhos desta escola, V.
Exc. organisar os pcJidos do material necessario,
B bem assim proporo pessoal de que traa o de-
creto n. 2.422 de 18 de malo de 1839. Deas guar-
de a V. Exc frao Jos:: ae Oliveira Jnnqneira.
Sr. Jos da Victoria Soares de Andrea.
Por portara de 29 de Janeiro, concedeu-se a
demissao que pedio o capito Fernando Ferreira
de Abren, do lugar de oserivo ajudante do di-
rector da colonia do Assunguy, na provincia do
Paran.
Por portarla de 31 de ancho foi nnraeaJo o
capito honorario do exercito, Aristides Ballhazar
da Silveira, para um dos lugares do recrutador na
capital da provincia da Rabia.
Distribuido dos subalternos da arma de arti-
lharia promovidos por decreto de 23 de Janeiro:
P regimnto.Q 1 lente Alfredo Fernandes
Dias. o 2" dito Antonio Firmlo de Almeida.
f batalho. -Os l"- tenentes : Jos Jardira, Al-
todo Ernesto Jacques Ourique, Jiaquini de Oli-
veira Fernandes : os 2" ditos, Jos Flix Barbosa
de Oliveira, Francisco Julio da Couceie o e Au-
gusto Goncalves Gomide..
bntalho.-ti 1 tenenle Antonio Candido Ro-
drigues ; 2" ditos, Carlos Augusto de Castro An-
drade, Luiz Mendes de Moras, Jos Rabello de
Vaaeoneetlos, Joaquim de Salles Torres llomem,
Francisc. da Cruz Ferreira da Silva, Raphael Ar-
chanjo Galvo Sobrinho, Gabina Suzano Osorio de
Araujo Bisouro.
3' bntalhilo.Oi 2<" tenentes,: Laurindo Jos dos
Santos, Jerga de Almeid, Antonio Maria Quar-
tim, Ricardo Fernandes da Silva.
4- batnlhao O 2 tenoute Hilario Augusto T i
Xeira Leite.
:,- bataUo. 0 1' tenente Carlos Eugenio de
Andrade Guiniaraes.
Os 2" ditos: Aurelio Lopes Baplista dos Anjos,
Hermenegildo Alberto Castro.
Lemos no'Jornal do Oomnurcto :
x O presidente da junta central de hygiene pu-
blica, o Sr. conselheiro Dr. Jos Pereira do Bogo,
proseguindo na.organisa.o dos biletins quinze
naes da niortalidade da cidado do Bo de Janeiro,
acaba de publicar o seguinte, relativo primeira
quinzena do eorrente mez :
Causa de morte.Febles intermitientes e rc-
mittenws81, febre amarella 262, varila 1O8, Um-
phatitis (tysipelas) 10, bronchites e pneuranuia 21,
tubrculos pulmonares 00, phlegm isias cerebro-
espinhaes 28, dysenterias 3, diarrhas l, outras
phlegmasias do apparelho digestivo 53, afloccoes
do ligado 18, congestocs pulmonares 4, ditas cerc-
braes e apoplexias 33, les 18, ttanos dos reeemnascidos 8, convulsoes 31,
morios de nascimentos 24, homicidio 1, suicidio 1,
ferimentos I, outras causas 86, soinma 886.
Nacionalidades. -Nacionaes4i3, estrangeiros
<17, ignoradas 6.
Condicoo. -Livres 776, escravos 90.
Sexo..Masculino 603, ferainino 263.
dades. -At 7 anno 23"<, de 7 a 25 222, de
25 a 4 22J, de 40 a 55 95, mais de 55 65, iguo
rada 29.
. Localidade. Domicilios. 495, hospitaes milita
res 13, hospHaes civis 358.
Observacoes. Desta estatistica resulta: que
as pyrexias c'uderaicas teem reinado com frequen
cia e intensidade na presento quinzena.
t Que a varila, apezar de ser sensivel a dimi-
nuico dos casos observados, contina anda a
fazer numerosas victimas pelo carcter de gravi-
dade de que se, reveste, sendo agora oroporcio-
nalraeotemaior a mortandadd no sexo ferainino.
Que a febre amarella assumio mais ceneralisa-
co e intensidade, como prova o crescido numero
das vctimas por olla feito, tendo o seu incremento
se cffectuado de modo sbito; porquanto, sendo
anda no ultimo de_dezembro o numero dos morios
de quatro subi logo no dia do eorrente a 14
Son dominio, por ora, acha-ge como que circuns-
cripto zona comprohendida entre as praias For-
mosa, da Gamboa o da Sade, e.as mas de Sao
Diogo, Principe, Princeza dos Cajueiros, Nova do
Principe e largo da Imperatriz, assira como dos
ancoradouros de carga e descarga, onde as praias
se conservara sempre immundas.
A temperatura tem-se conservado em graos
elevados, nao descendo nunca de 82, e subindo em
alguns dias muitos graos cima de 90.
S houve nesse periodo dous dias de pequeas
chuvas tarde, precedidas de trovoada de NO,
sendo era um acompanhada de vento impetuoso e
d"e fortes descargas elctricas, que nenhuma influen-
cia salutr exorceram sobre o estado sanitario,
antes pelo contrario parecem ter influido desfavo-
ravelmento, augmentando o- productos de infeccao
atmospherica, por serem as oscassas chuvas se-
guidas logo de sol abrazador.
O Sr. commendador Jos Pereira de Faro, fa-
zeudeiro da Barrado Pirahy, offereceu ao governo,
nao s receber em sua fazonda at duzentos es-
trangeiros dos que teem de ser transportados desta
cidade para sorra cima, afira do ser .-m preserva-
dos da epidemia, como tambem suas propriedades,
sitas na j; 1 el las localidades, para accommodajes d 1 -
mesmos estr.mgeiros.
O Sr. ministro do imperio respondeu era 24 do
eorrente que aceitava e agradeca o oftereeiment,
e que ia dar conhecimento doli commissao
nopieada para dirigir o servico do desembarque c
transporte desses estrangeiros.
. No dia 25 a exposicao foi visitada por 221
pessoas de dia e 3 7 noite; ao todo 518.
Desdo o primeiro dia as visitas foram 8,797 de
dia a 18,392 noite; ao todo 27.189 visitantes,
produzinJo urna receila de 8:434*600.
Foi franqueada a entrada gratuitaaos artfices
do arsenal de marraba. *
< Communica-nos o Sr. aldante technico da
directora geral dos telegrapbos: < As chuvas e
trovoadas que reinara ao stil desde o principio do
mez teem icausado serios desarranj-M aas linhas
telegraphicas
Comraunicac5es da Laguna diiom-nos que o
rio Tubarag subi raaijjflbij|ie pa'mos cima do
nivel ordinario, d -'ramae^nasl toda a safra 06"
uiillij e occasionindi a morte de grande quanti
dide de gado. Na noi.c de '22 para 21 do eorrente,
ronwcn-ae a barra do Rio Cainacli)(a 2 leguas
da Laguna), sendo levados pela violencia das aguas
muitos postes da liuha telegraphcay e dando-se a
rotura dos los era diversos lugares. No Rio Ara-
rangu (a 13 leguas da Laguna,), cabio o mastro que
supportava os lios na niargem esqnerda, os quacs
foram arrebentadoi era muitos lugares.
Actualmente s funecona as linhas at La-
guna, sendo naturalmente necessario alguns dias
para que se restaboleeam as coramunieacoos at
barra do Rio Grande e Jaguarao.
Refere o Mercantil de Pclropolis:
' No dia 18 do eorrente mez, passava o Sr. Pau-
lino Alfonso Pereira Nunes, pela estaco do Simio
Pereira, quando vio urna pobre menina braneo, de
nove annos, entre urna porco de escravos, que
com ella ara ser vendidos para o interior da pro-
vincia de Minas; entao o Sr. Paulino cora o con-
curso de seus amigos e torapanheiros de viageni,
proinoveu urna snoserpeao c com ella deu lber-
dado pobre menina. >
t No dia 26 a oxposioo foi visitada por. 866
pessoas de dia e I,5i5 noute; af> iodo 2,411.
i Desde o primeiro dia as visitas foram 9,663 de
dia c 19,937 noute ; ao todo 29,6 )0 visitantes,
produzindo rana receila de 8:916^800.
1 No dia 27 a exposicao foi visitada por 79 pes-
soas de dia e 200 noute ; ao todo 283.
Desde o 1" dia as visitas foram 9,742 de dia
e 20,143 noute ; ao todo 19,885 visitantes, pro-
duzindo urna receito de 9:059*300.
c Foi franquala a entrada gratuito, noute,
s orphs do coHqgio Amante da Instiuccio.
t Por ocesiao do casamento de sua fillia, a Sra.
. Maria Luiza do Mosquita com o Dr. Victorino
Ricardo Barbosa Romeo, a Sra. D. Maria Luiza de
Oliveira desquita, fa.endeira do municipio de Ita
guahy, conferid carta do llberdade a seu escravo
Martinho.
Na dia 28 a exposicao foi visitada por 167
pessoas do dia e 421 noute ao todo 581*.
t Desde o primeiro dia as visitas foram 9,909 de
dia e 20,364 noute, ao todo 30,473 visitantes, pro-
duzindo urna receita de 9:17t>90 >.
O preco da entrada boje 200 res.
A coinniisso superior resol veu pedir liceiica
ao governo inmeriaf para encerrar a exposicao na-
cional no dia 3 de fevereiro
- Recebemos folhas da cidade de Campos at 26
de Janeiro.
t Desabara all no dia 24 fortissimo temporal.
Das 2 para as 3 horas da tarde, depois de v.iias
descargas elctricas, eomecou a cahir copiosa chu-
ya de podra e a soprar rijo vento.
t Ajtihjar por algumas podras qno vimos, maio-
res do ipie um ovo de poniba, diz o Monitor Cam-
pista, de presumir que a chuva causasso bas-
tantes estragos s plantacoes.
t Vendo que eslava a desaliar a trovoada, ura
preto escravo do Sr. Angosto Jos Feppe de Sain-
paio, de nomo Fumino, pedreiro, que trabalhava
era una casa niargem do canal, as Covas de
Arca, suspendeu o servico e vinha descendo por
una oseada, quando ao chegar ao penltimo de-
gro, cabio sobre elle una faisca que Ihe carro
gou parte do chapeo, ferio-ohorrivelmentc em di-
versaspartes do corpo, ineciidiando-lhc toda a rou-
pa pie' trazia c matando-o instantneamente.
t At hora em que escrevemos, nao nos cons-
ta mais ncuhuin desastre.
t Sob o titulo Diligencia importante, noticia o
Indepeniente o seguinte :
Na madrugada do dia 18 do eorrente, o Sr.
Dr. Joaquira Manoel de Araujo, milito digno juiz
municipal deste ierra o, acomp.inliaJo dos Srs. Drs.
Jos Joaquira llercJia de S, Francisco Portella, e
o escrivo Sr. Jos C. Carnciro, dirigio-sc ao lu-
gar denominado-Rio Preto, & fazonda do finado
Jos Joaquim de Almeida Pinto, c ah seguidos dos
Srs. Manoel Nepomuceno, subdelegado da regue-
zia, Ralthazar Rangel e muitos fzcndoiros do lu-
gar, dirigirtn-se ao extremo da mata onde >e
aeliava sepultad 1 ha 12 dias o cadver do mesmo
finado, procedendo-se cora- muita dUnculdade a
exnumaeaO, lazendo aquellos distinclos mediis o
mais minucioso exarae, apezar do adiantado esta-
do do putrefaeco do cadver, e reeonheceran ter
sido amorte occasionada por graves o numerosos
ferimentos na cabe .a, f itos por instrumento cons
tundente, estando o crneo completamente fractu-
rado.
t No dia 30 aexpo-i.o foi visitada por 138 pes-
soas de dia e 31 11 inte ; ao todo 191.
1 Desde o 1" dia as visitas foram 10,067 de dia e
20,651 noute ; ao todo 30,719 visitantes, produ-
zindo nina receita de 9:2i2600.
O Sr. inspcctT geral interino da instrueco
primaria c secundaria do municipio da corle, por
commissao do Sr. ministro do imperio, conlero no
extrnalo do imperial collogio Pedro II, o grao de
bacharel em lettras ao alumno do iternato Geral-
do Correia Barbosa Lima, natural de Peinara
buco.
A alfandega renden no mez li Janeiro-....*
3,143:691^349.
Eis as noticias coranierciaes da ultima data ;
' a Nao houve hoje cota.aoes oflleiees.
O mercado de cambio contina a mostrar li
meza.
i Todos os bancos abrirara francamente trans-
ac.oes a 26 1/4 d. e o pouco papel que da praca
que ha, foi negociado a 26 3/8 e 26 1/2 d., tendo-
se apenas cffectuado neaueaas transaeces. So-
bre Franga sacarara-se sommas reculares a 3S6
rs. por franco, c sobre Haraburgo a 447 rs. por
marco reicksinunze.
i Nao houve ntoviincnto algum em sobera-
nos.
De apolic.es goracs de 6 % apenas foram ne-
gociados Ires insignificantes a 1:060 a d-
nheiro.
1 O morcado d.e occocs estove pouco animado.
N gociarara-se lotes regulares das do banco do
Brasil a 233 e 2343 por aeco a dinheiro ; da
eompanbia de navegara Rrasileiraa {20e 118i ;
da companhia de carns de ferro de Pernarabuco a
2603 a 24.5 e da companhia das dcaa de Pedro
II a 23.
1 As vendas effectuadas no mercado de produc-
tos foram pequeas de caf e menos que regula-
res de assucar para consumo.
Saniram boje tambem para consumo cerca de
mil arrobas de carne secca.
Nao nos constou boje frelainctile algum.
BAHA.
Foi nomeado e entrou no exercicio do cargo de
segundo promotor publico da capital o Lr. Bay-
mundo Mendes Martins.
Desenvolveu-se entre a populado da capital
a febre amarella, a presidencia da provincia n >-
nieou urna commissao, composta dos Drs conse-
lheiro Viconte Ferreira de Magalhaes, vico-direc-
tor da faculdade, Jos de Ges Siqueira, inspector
da sade publica, baro de Itapoa, Antonio /anua-
rio de Faria, Salustiano Ferreira Souto lentcrda
mesma faculdade e dps Srs. Drs. Jos Luiz d'Al-
meida otilo e Silva Lima, para propdr as medi-
das a tomarem-se.
Traba seguido para Santo Amaro, em busca
de melboras sua sade, bastante alterada, o Exm.
eRvin. conde da S. Salvador, dei>ando encarre-
gado do governo do bispado o Bvm. conego to-
oinbargadoi Joaquim Cajueiro de Campos.
Fallecern!: o Rvra. Jos Porphyrio da Sil-
va, vigario da freguezia de Aleobaja; e primeiro
conferente da alfandega, Joao da Silva Romo.
No mez de Janeiro arreeadaram :
Alfandega 1,140*831*036
Mesa de rendas 138:3711408
Correio geral 4:657*340
Recebedoria 37:046*176
O banco Mercantil elegeu os seguintcs direc-
tores :
Jos Pinto da Silva Horcira. 003
Joo Jos Lopes Braga. 561
Jos da Silva e Souza. 487
Antonio Freir Paranhos Jnior 405
Joaquim Jos da Fonceca.
Mesa.
Presidente. Joaquira Elysio Pereira Mari-
nho.
Primeiro secretario. Gabriel Osorio de Bar-
ros.
Segundo dito.Manoel Pinto Noyaes.
Commissao de contas.
Manoel Francisco de Almeida Brando, Joaquim
Jos de Souza Guimaraes e Domingos Fornandes
Moreno.
Aps 9 dias de demora vollra tos Abrlhos
o brigue-escuna de guerra Tonelero.
Lemos no Jornal:
Reunidos uo salao da associaeao commercial
os accionistas da companhia de seguros contra-
fogo Interesse Puulico, passou-se a leitura do re-
lat rio do semestre findo, em cuja discussao to-
raarara parto os Srs. Drs. Alcino Monteiro, Teixei-
ra Soa es, commendador Fernando P. da Cunha e
Manocl Gomes C .s'a.
O relatorio foi approvado por grande maioria
dos accionistas; a directora Lou autorisada a
fazer a cha nada do 6 por eento do capital social
para fazer face ao dficit do balancete, provenien-
,_ des grande^ Mnistros que lev de pagar 110 an-
no passado.
Proceden I .io. den o segrate re-
sultado .
! Mes*
Presidente.Coranieudador Domingos Soares
Pereira.
Vice-presidentc. Commendador Jos Lope-
da Silva Lima.
Secretarios.rorarac-ndador Manoel Joaquim
Rodrigues e Joaquim Jos da Fonteca.
Directores.
. Commendador Fernando Pereira da Conha.
coronel Francisco Jos Ramoso J*sc Joaqnun Fer-
reira, Machado (reelcitos.)
t E.ianie de coalas.
Manoel Gomes Costo, commendador Francis-
co Teixeira Ribeiro e Jos Joaquim Pereira.
AI.AIHIAS
Era eoabecido o resultado da eleicao de um de-
notado assembla provincia], em substituicao BU
Dr. Magalhaes Bastos, obtendo 232 votos o Dr.
Manoel Fernandes de Araujo Jorge.
Lemos 110 Jornal:
' De viageni do Rio de Janeiro para Pernarabu-
co. cm lastro de podro, naufragou na praia to
Undus, cinco leguas ao norte do pontal da baria
do Rio de S. Francisco, no dia 27 de der.embro ul-
timo, o lugar inglez Sarn, comraandante amos
Brown.
Salvon-sc toda a tripola;ao.
Tendo a alfandega de Penedo abandonado u
easc por no coavir arrecadar os salvaoVa, at-
ienta a longitude e difliculdade de transporte e o
pequeo valor deiles, foram vendidos ao negocian-
te Jos Maria QnncalfOB Pereira.
\oli"as Hotite.11 s 10 horas da manha fundeou
no lamaro o vapor fraucez Mendoza, tra-
zendo datas : do Rio da Trata 28 de Janeiro,
S. Paulo 3 o, Id de Janeiro 4, Espirito-
Santo P c Bala T do eorrente. Eis o que
colli emos:
RF.PI IlLIGAS DO PACIFICO.
Sao poucas as noticias do Pacifico. \
questao de limites entre o Chile c a Solivia
foi satisfactoriamente ajustada. As folia-
do Per Irazom detalhos sobre a conspiru-
c4o liara assassinar o presidente da repbli-
ca, eonspiraejio que parece realmente liaver-
se bramado, mas sem chegar a ter principio
de eiecucao, como se disse quando se aBir-
mou que haviam \oado fccom urna explost)
o palacio do '-invern c militas casis ao re-
dor.
iilO UA l'KATA.
As noticias constara da seguinte aorta
de Montevideo :
(( Causa verdadeira satisfagao notar *
animado que reina nesta cidade, cada dia
raais linda, e mais europea, no centro da
America.
Edifica-se c reedifica-se como se fnra
urna mana, c bellos predios se erguen on-
de ha pouco haviam antigos pardieiros, que
osto de nossos antepas-
1
:t
atestaram o mo
saJos.
Montevideo renovarse, e engrandte m
a olhos vistes. Nestes dez ltimos anuos
sua transformarlo completa.
O yosto :t;>!iiio prevalece nestas cons-
trucfoes, leve? na apparencia, masrealineutc
solidas, pela perfeita liga dos materiaes em-
pregados. Km poneos anuos mais ser
nina capital do palacios, ornamentados com
arte e estylo.
Os terrenos tambem adquirem din a d'a
grande valor, e nmitas fortunas se esto rea-
lizando com a venda delles. A especulado
j se aprovetta da febre que se manifest
favor desle negocio nao obstante, a reahda-
de das transacc&es m tra a confianca que
inspira o futuro do paiz.
Esto prximo o dia lli de fevereiro, era
que se tem de eleger o futuro presidente da
Repblica, que governar por quatro _an-
nos. Seja qual for o resultado desta clei-
gao, parece uue nenhum dos partidos se
ach disposto a sahir do terreno legal da hi-
ta, limos, portante, em perspectativa,
quatro annos de paz que se se con verte re m,
em quatro annos de bom governo, nos do-
lar em 1877 om urna situaco florescent',
que boje mesmo nao podemos calcular.
c .A imprensa nao se oceupa de outea eou-
sa senao da questiio das candidaturas pre-
sidencia. O Siglo e La Pas ndvogam com
calor .1 de Muoz, o com este magistrado su-
premo nos promettem a>idade de ouro. Coni-
batem com acrimonia a de D. Tliomaz Go-
mensore, nao se pojando de ataca-lo at cm
sua honra. O Siglo, que sempre rompen
lancas pela probidade deste seu correligiona-
rio, que collamente um homem de bem,
traz agora urna inofina permanente, diaendo
que elle rouba aos cofres pblicos 750 pesos
por mez, pois recebe indevidamentc 1,500
pesos, quando Ihe compete somonte metade !
A Tribuna anda nao apresentou can-
ilidato, mas combate tainbeni Thoma/.
Gomensoro e o Dr. Muoz.
Ante-hontetn sabio luz um novo p->
riodico, o Demcrata, cujo lim miico ad-
vogar a candidatura daquellequo parece sor
o que definitivamente triumphar, embora
os amigos do segundo se mostrem mu ani-
mados.
No departamento do Canelones, eujos
representantes podem influir 110 resultado da
eleicjio, a causa de D. Tliomaz Gomensoro,
acaba de ter um importante reforco com a
apuracao feita, j taxada de fraudulenta por
todos os adversarios. All nao se tinha pro-
cedido a escrut nio porque as autoridades
subalternas se negaram a faze-lo e as duas
parcialidades que disputavam a eleico con-
tavam cada una com a victoria, logo que s-
verfieasse esse escrulinio, as listas lacradas
e selladas com todas as formalidades e depo-
sitadas em poder do alcaide.
Com intervenco do governo, que a cus-
i se prestou a concede-la, c s moYeu-*e
instigado por uns e outros, fez-se este traba-
lho, e o resultado deixou do liocca aberta es
iuteressados.
Tarece que o Hermano andou por all e
fez das suas ; porque as listas encontradas d-
ram a votaco a candidatos com quem nio
se conta va e qne sao votos a favor do actual
presidente do senado, no exercicio do poder
executvo.
Este facto o thema actual da diseussio
poltica dos jomaos, a qual cada vez se torna
mais irritante e violenta.
Passamos ha dias por um grande suato,
que tomou proporcoes aterradoras peso *-
palhaato com que procedeu a junta de hy-
giene que est assombrada, teme ver a fe-
bre amarella era toda a parte.
Succedou que no cortico da ra de trie-
dras n. 7, morreu em ura dia um velho,
e logo no seguinte um pedo, que costuraava
trabalhar na descarga dos paquetes, e ^ue
eiectivaiiiente sooccupara neste servico a
bordo do vapor, francez LaFrance, que veio
directamente da Europa, sera fazer escala .era
naubum dos portos do Brasil.
m. Todos s syruptoraas de enfermklad a
que succumbii-am estesdous homens, e a au-
topsia autorisarom os mdicos que compem
a junta a caraetorisa-lade/eora amarea.
Esta noticia arrebontou como urnaJaasa).-
ba na cidade", e militas familias trataran! Ht
de fugj|>ara o campe.
-
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-c'
Diario de Pernambuco Segunda ffcni 10 de Fevereiro de 1873.
A iida entenHb eftiivoieift I18'09 deeetoB de 0 j? maio d^ 18fl e do 2 - iieiro do i87'.
P

casa em que so leu o'facto 'isferin os
moradores que aiiiila nao unham fgido lil-
la para linas barracas que lizera construir
9 anno passado no Corrto, para violar os
accomrnettlos lo mal.
Nao caliendo todos all, forau. manda-
dos ulgtins para o lazareto, a msturur-*e com
os pobres passageiros que l se acham 1
i Felizmente neulnim caso novo veio aug-
ttentar o modo. Este acontecmonto veio pro-
var que a febre amarella pode aqu appare-
rer repentinamente soni ser por importado,
ti isto nos prcoecupa bastante.
Y vista ilas noticias que chegaram do
desenvolvimento deste llagello abi.^as qua-
rontenas t'orain elevadas a 12 das, a contarda
diegada lo navio a este porto, o em Buenos
Avres falla-sc em fechar os portos as procu-
dencias do Brasil; o que ser um grande mal
para ocommercio, se:n aprordtar no mnimo
a sado publica.
Como ha nesta ciilade o louvdvel costu-
inede caiarem-se as lmss ao cometjaro vo-
iio, ella se acha em cndilo de asseio con-
veniente. E' urna piatica evc.cente, que
j est enraizada nos costuraos pblicos, e
ojua U'in bastante utilidado
< Inaugurou-se po domingo 2? o Prado
Oriental, M quinta Baschental. (" o pas-
soio da moda na presente estagat, e realman.-
te merece attraliir a concurrencia, pois que
;lm da belleza lo sitio, tem um bote! bem
nervido, e commodo nos presos.
Chema do .llatto-Crossu, 8 segu ueste
paquete, o Sr. tenente-coronel Dr. Francisco
Jos Cardoso Jnior, ex-prosidcnle daquella
provincia,-e deputado assembla geral pelo
Rio de Janeiro.
< E" para lamentar que o maa'. to -popu-
lar tenha-o obligado a dentar aquella admi-
nistradlo, onle S. Exc. esteva prestando mui
b mis serviros. A posii.iio especial desta pro-
vincia requer tamben) homens especiaos para
govcrna-la. All lia milito pie-fazer em lo-
ries os sentidos, para conservar a integrida-
do do imperio por aquella fronteira vulncra-
vel.
Vs fortificaodes de Corumb levantadas
uom p mea despeza ecom tanta solidez e es-
trategia, iudicam a aptido do Sr: I).-. Car-
doso Jonior para o alto cargo que exerca e
que para bem da provincia devia reassuiutr.
A limpeza de rios, a abertura de estra-
das, a installaeio de colonias militaros, sfto
nitros tantos serviros prestados por oIIp, e
que soffreram cora sua retirada, por mais
hbil o Ilustrado pie parece ser o seu succes-
sor. E' sacrificio urna coinmissio prolonga-
da em tilo lougiqua tena, mas nao possiii-
inos muitos homens praticos para Inzer niu-
langas todos osdias, e o Sr. I)r. Cr-.rdoso Ju-
nior dote deixar a sua missi completa, para
que sen nomo se conserve ligado com honra
:\ historia da provincia.
S. lAlLO.
UavLun coniecadu < dia ;ii do pasudo as sos-
sota preparatorias da assembla ovincial. **
O presidente da provincia lelegraphra para
Sontos no mesmo da 31 mandando eessar a qoa-
rentsna |uc all se eslabele era pare os navios
precedentes do Itio do Janeiro.
O I)r. Clein uto FalcSo de Anua, \ rosegnindo
tuaexcurs o pelo norte da provincia, excur-
sao empreliendda com o lim de promover a einis
xm das acedes da eonmanhia da estrada de ferro
do lora, que deve ligar a de S. Panto 4* seccao
da le l). Pedro II, licava a ultima data em l'inla-
mnnlungaba, onde convocara nina rouniao para
o dta 16 de passado, ni asa da amara muni-
cipal.
A reuaiao promovida om Tntalo, a (|ue an-
teriormente nos referimos, levo mui Iteongeiro re-
dtado. Depois de ler o Dr. Falcan exposto o lim
I' HuAinita qm.'lla edal e as vae.'apuis da es-
irada deiVrra/do norte., o Dr. Moreira de torros
tiv um discurso domoai-trando i|uo a reionKe-
irada cimUibuir poderosamente para o rpido
dsonvolviirtnto nao do norte
  • S. Paulo oaimo tamben do sal de Minas e Ri) de
    Uneiro c ooni-iuio subsrrevendo em seu nomc o
    n >s dos Srs. coinmendador Autoniu Fi aneisco di
    awreia o CaMro e Luiz Jos da Silva liuimaraes
    TW acQ-ji'. Se exemplo fui seguido e e:n monos
    le meia hbra estavam -ubscriptas mais de 2,00.
    .>croes. '
    BqMrava-se igual resultado em PinJamoaban-
    gaba.
    a capital promowra-ie uma sdiscripoio na
    importancia de .OOD para a oonstrnc;ao de um
    tiieatro semelhante ao da Pkenix, desta corte ; a
    Matseripoao foi promptament- cobcrl.i; mai tar-
    do Btoronse o capital a 8:00i)j. Suppanha-se
    <\u<\ a obra peder concia) -se dentro ae 90 das.
    No Rio Pardi), municipio de Boiuca'., fura en-
    ceatnJa, por Uanael ViceatePerfra, uma iiedra
    le ahilante pouco menor qne um grao de milbo.
    ( Hrterio, di o Diario de S. Paulo, <\ abundante
    da dinmiote-, porai os garfenpeiroi, que residem
    <"ii soas margen^ anda nao encoatraram nenhum
    deste tamanho.
    Da villa de Santa Isabel "haviam eonimnnkado
    aomosm Diaiio iiue nm escravode los di An-
    Irade ferira mort.dnifote o senlior com urna fa-
    vla. O criminoso acliava-se proas,
    Hacidade da Constttuicao (ora assaasinado Jos
    Barbosa, por Bento de Boaxa, a urna emeia legua
    listante da mesan cidade. 0 respectivo del
    di; polica Hiera sojfair nma oseolta no ene.d. do

    iteUnquerttci, que lograra evalir-so liga depois de
    jwrpetrar o crime.
    O delegad) de polica do tena) de Campias
    ansagnira, no dia i~ do eorreatc. effeetaar a pr-
    so do erimin i Francisco l'.iragaayo, que no di
    t7, coma noticiamos. a portagao1 oao da Mona.
    Foram tamberaNrapturadis no bairro de Serra-
    .Negra, pelo delegad i da Uoa.tUui$3o, dons escra-
    \t~ Ingdos, os ifaaes, no interrogatorio <|ue l'nos
    feaijnclla auti ndade, eonfessaram ehamarem-se
    Ghrlspim c Anastacio, perteocerein ao fazendeiro
    Domingos Leite Penieado Jnnior, do municipio de
    Campias, c aeren o? assassinos f^itor do mesmo fazendeiro.
    A mesma antori aje envou-03 a esta ultima c-
    dade.
    0 Ipnninn, peridico de Soroeaba, la a segiiii-
    te noticia :
    Daseobria-se tiue o ioCeliz ssassinadb por ata
    fticravo d is Si i. Bierremh li & Irmio, d.i ampi-
    nas, era un: easaarada do Sr. Kiedari^a' Martina
    le Arauii, legofiante do animaes. 0 ico, depois
    de tor eominettido o erime, reobon .i victima, e
    anda ens ingueatado, comproa uma pistola a um
    in.-pector Je.qaarteiro, apreseataado-Jhe para pa-
    ifameato uma nn! de 30 j.
    Su!) o titulo Utxijai diz a moma ftihi:
    Agora, iiue astaraos eom o bnporcuoo hospede
    em casa, seria occa-i io de experimentar algans
    i'emadms, ultmame te apreg^adaa cwn insisten-
    '<. Mdicos dr Cinipos, onde tem grassado a
    endemia, dim'm que, alem da ter I'alh do em mu-
    tal asc a aecSu preservadora lavacdav, Ueni
    inorrd i pessoas ineeram vaeciadaa, dj tinha i
    iko bsxigas. Acon-.'lliam. com os mdicos ingle-
    msaamorieani.s,. us-j da sarracenia e da x
    iaidade plienol.
    No sealo, no da 1- do corren:--, foram jus-
    tificados e mandados mesa os segalntes projec-
    l*s-;
    A assemb'ea geral resalvo : \
    e 15 o overno aotorisado a mandar matriculta
    ?"farer exsm< s aos alumnos das esaobu seperioi
    es, que por motivos justos fivereav deixada de i
    farer em tempn, ourraas as respectivas (acuidades
    Vo do senado, 1 de feveieiro de 1873. -Jobivi.
    ' A asscmbla geral legislativa resolve :
    Art. t. Contina em vigor a dtsposicSo do
    rt. itt> do cdigo -io jiroi sso criminai de 1" ins-
    ncia, FeLitiamente ao Homero de sessdes pey
    mtheas ii,> jury, rn^ tninos que n.'o forem las/
    cpnaos das prorincies.
    iLf^.itf9^ havemlo-rpcessos preparados
    VSUSrJ^ lrSesTseir^ssao1)fe-
    fiL^i,H, nao "v,;r & wrrf^ar-se dufitro
    The* ana c^ta s >las prwincif,S o na-,
    mero das sessoas d jory --r- ^e fij.'nSrc!td
    Art. 2." Sao revogadas as disposi';oes om con-
    trario.
    Paco do senado. 31 de Janeiro de 1873.
    Muritibu.
    Entraram em 31 discussao e f iram approvados,
    para serem dirigidos sanecao imperial, as pro-
    posioSes da cmara dos deputados, mencionados
    nos pareceres da mesa, us. 4i9, 450 c 431, sobre
    pensoes.
    Seguiram-sc enr 2* discussJo o passaram para
    a 3- as proposiedes da mosnia cmara, menc ona-
    das nos pareceres da mesa, ns. 433, 434, 433,456
    e 437 sobre pensoes.
    Entrou em l1 discussao e passou para a 2a o
    Sarecer da conunissao de coiistuicao, conceden-
    o a dispensa pedida pelo Sr. senador Silveira da
    Motta.
    O 2o secretario, requeren verbalmenle a dis-
    pensa do intersticio e o senado consontio.
    Segtiio-se em 2' e ultima disfcussio o parecer da
    mesa n. 444, sobre anosentadoria com todos os
    vencimentos, roquerida pelo oIBcial da secretaria
    do senado, Cndido Jos de Araiijo Viauna. .
    Entrou em 2* discussao e nao foi approvado a
    requerimento do senador Silveira da Motta, olfe-
    recido na sessio de 26 do setembro de 1870, so-
    bro o governo provisorio do Paraguay.
    Seguio-se em discussao e nao foi approvado o
    reqnerimento do Sr. Ociaviano sobre os projectos
    olTerocidos sobre reforma elcitoral.
    Entrou em discussao o requerimento do 1871
    do Sr. Pompen sobre nogocios da villa da Impera-
    iriz no Ccar. E o seu autor requeren verbal*
    mente para retira-lo e o senado consentio.
    Seguio-se om discussao o nao foi approvado o
    reipierimento.do Sr. Silveira Lobo, de 1871, sobre
    negocios da provincia dj Santa Camarina.
    Neasa cmara, no dia 2 foram litios o man-
    dados imprimir os seguintes projectos :
    t A as-emb!a geral legislativa resolve:
    Art. I aos senadores c deputados durante a
    legislatura em que estes servirem, e dous anuos
    depois de linda a niesma, (' prohibido aceitar ou
    exereer qaalquer empregn publico ou conunissao
    de uomeacao do governo, exceptuado o cargo do
    ministroe secretario de tado, ou nsso especial
    em negocio internacional.
    Art. 2a l.lies igual nenie prohibido requerer
    ou aceitar qualqucr empreza, privilegiada ou nao,
    c bem assim fozer parte do peasoal enoarregado
    da sua direecio.
    Art. 3' l-'icam revogadas as disposKdcs em
    contrario.
    Pa;o do senado. 3 de fevereiro de 1873.
    Stlvei a Lobo.
    A assembla geral legislativa resolve : .
    Artigo nico. K* prohibida a acnimula.-ao
    de ompregos pblicos retribuidos'.
    Os empregiulos pblicos, que actualmente
    exercem dous oa mais empregos, eptaro por um
    delles.
    Pajo do sonado, em 3 de fevereiro dc,187d.
    Silicua Lobo.
    Entra cm 2.a e ultima discussao c approvado o
    parecer da conunlsao de constituirn, concedendo
    a dispensa pedida pelo Sr. senador Silveira da
    Motta. _*
    Seguem-se succssivamanie em 3.* discussao c
    saoapprovailas pan serem diripidas sanecao im-
    perial as proposi.oes da cmara dos deputados
    mencionadas nos pareceres da mesa ns. 433,184,
    435, 436 e 437. sobre pensoes.
    Entram em 3 discussao com a emenda offere-
    cida pela conunissao dt.- fazenda e sao approvadas
    as proposiedes da niesma, c remettidas commis-
    sao de redaccau. sobre a dispensa de prescripcao a
    D. Vicencia Maria Ferrer.
    Segue-se em discussao com a emenda appro-
    vadaem t.*, e foi approvada e remettida eom-
    missao de redac^p a.proposiojio da niesma c-
    mara sobre iseneo de direitos' empreza de Hy-
    gino CorreiaDuro.
    Entram em 2.* discussao com os parecer/da
    comuiissu de instruccSo publica e pens.io para 3'
    as pioposicSes J.i mesma cmara sobre dispaisa
    ios estndantes ijudofi-edo Silveira da Motta, ^r-
    tliur Oetaviaiio Braga e Alfonso Ortaviano Pinto
    Guimaraes.J
    Na cmara d ? deputados nao honve sessio
    nos dias l." o 2.a do corren! .
    Xa seseas de 3 approvou ella,depois de oraron os
    Srs. Bandoira de Mello, Domiiig'.ies Silva. Mal tinha
    Gnanos, ministro do imperio e Leandro Hezerra, p
    parecer da I." commissaode inquerito reconh'Cea-
    do deputados pelo 2." districto da piiivincia do
    Cear os Srs. Paulino Jfogneira B irges da Fooce-
    i-i. Jos Bernardo Galvio Alcofarado e oao Capis-
    trano Bandeira de Mullo.
    Por despachos lo i do corrente fex-se mare
    lo titulo do conseibo d>* S. M o Imperador aoba-
    harel Jos Fernn les da Costa Penara.
    Conceden-*e ao hachare) PergeauV > Savaivi de
    Araujo Galv.io a e\oneia;ao que pedio do cargo
    le secretario de guveni) di provincia do Rio Gran-
    de do Norte.
    Foram nonv ados secretario do governo da pro-
    vineia (lo Rio Grande do Norte o hachare* Braz
    Florentino Henrique de Soasa.
    Ordem da Rosa. Conunendadores^ LTrbatao
    Augusto de (Mivelra Penna, em atteneio aos rele-
    vantes serviros prestados ins|nu-;ao publica;
    G. de Bleichrod r. conselneiro iiifinn na Prusaia e
    la Gama, que era uva do mdico Rotarte- Wal- f Fura concedida ao hachare! Miguel IiWM Pes-
    loa a exonerarao que peJira do lugar de f/rocu-
    rador Bscal da fazenda provincial, e nomeado para
    SdbsfHodb o Dr. Jos C)rra de Ji?sus.
    Fora tambem nomeado o cidadao Jos Joaquim
    le Anacida flibwro para o lugar de inspector da
    provincial.
    AHIA.
    O banco da Babia proceden i|iieiina de. .
    392:70)000 em notas suas recolhidas em virtude
    da le de 22 de agosto de 1860.
    Arribara, para tomar carvo, o vapor inglez
    limphic, procedente da Europa para o Rio da
    Prata. ^
    Lomos no Jornal:
    ' Durante o mez de de embro do anno prximo
    (Indo transitaran) na estrada de ferio da Babia a
    Alagoinha 6,66S passageiros.
    Transportan 2,9 j-t'tonelad s, 878 kil. de mor-
    cadiuias.
    Tr.uisniittirain-sc 103 ielegramma-, eoai 1583
    palayras, das anaes 71 levadas por esprassos fra
    do alcance da iinha
    A receita da estrada foi de 53:401 *308 e a
    despeza do 39 313>!KX), havendo um saldo de. .
    14:0844408. .
    t No dia 4 ao eseurecer entrou da Gibraltar,
    trazendo 43 das de viagem, a crvela austraca
    vaiKr Helgolaiui comuiandanfe William.
    No dia seguate salvan trra e ao cliefe do
    segundo districto naval, correspoiidendo llic a for-
    Mica do mar.
    i O cambio rogulava : sobre Londrps 26 1(8 a
    a 20 3|8, sobre Paris 360 rs., sobre Hamburgo 448
    a 430 rs., e sobre Portugal 108 a 112 por cenlo
    lace Maefaj'iane, de sujo primeiro mair/inonio te
    ve dous fimos, Ignacio Wallace da Gama CaCkra-
    ne e D. Mara Carolina da Gama.
    Do seu matrimonio com ella teve o Dr. Cockra-
    no quatro lillias, de nomes Georgiana, casada com
    o conselheiro Jos Martiuiano de Alencar, Helena,
    Francisca e Eugenia, as quaes sao herd.iras de
    duas tercas partes de sua suceessao^ sendo bordei-
    ra da outra sua mulhcr com quem casou com
    contrato de absoluta separado de beiis que pos-
    suissem e vessem a possuir, pelo que perteucom a
    ella todos os bens oue ella possuir ao lempo do
    faecimento do testador.
    t Nouieou seos testamntenos : em primeiro
    lugar sua mulher, em segundo Ignacio V/allaee
    da Gama Cockrane e em terceiro, Antonio Jos
    Dolarte de Araujo Gondim, abonados em juizo e
    fra delle.
    Reconlieccndo em sua mulher a prudencia e
    a capacidade necessarias para administrar os bens
    de sous filhos nomeou-a totora deHes, para cujo
    cargo aboaou-a em juizo e fra delle. sendo subs-
    tituida por seu onteado Ignaeio e na falta deste por
    Araujo Gondim.
    i Pedio sua mulher que remettesse todos os
    mezes irm do testador Jane Cockrane, residen
    te em Londres n. 22 Princes Street, Cavendish
    Square, de 8!) a I0, podendo ser tirada esta
    quantia da botica.
    Este testamento foi feito em 24 de Janeiro de
    1866, escripto e assignado pelo tentador, approva-
    do pelo tabelliao Carlos Augusto da Silveira Lobo.
    S. M o Imperador, acompanbado de seus se-
    manarios, visitn hontem (1) das 10 horas da ma-
    nha as 2 l/l da Urde, os hospitacs de Santa Isa-
    bel, da Nossa Scnhora da Sadde e a enfermara da
    'hichorra, onde esto recolhdos os infelizes ata-
    cados do febre amarella.
    Sua vagesladc dirigi aos enfermos paiavras
    de anima;-ao e consolo, No hospicio de Nossa Se
    nhora la Saiide dexou a quantia de 200i para
    ser entregue a urna senhora ingleza que all est
    em tratamento, e cujo marido fallcceu ha poucos
    das, deixando-a coin suas fdhinhas.
    No dia 31 dopasSado a exposic3o foi visitada
    por 102 pessoas le dia e 116 .noute ; ao to-
    do 218.
    Desde o 1* da as visitas foram 10,169 de dia
    e 20,768 noute ; ao todo 30,937 visitantes, pro-
    duzindo uma receita de 9,2863200.
    A entrada boje gratuita,
    i Durante as duas" iminzenas do mez dejane-
    ra ultimo foi a exposicao visitada :
    Na 1" quinten!
    distando o bilbe'tc 15000
    Na i'
    (aislando
    ASfO
    200
    ipunzena
    o bilbete loOOo
    300
    ^200
    De dia
    211
    18 2
    4.S44
    6,487
    De dia
    72
    676
    2,832
    De noute.
    817
    3,170
    9,138 ,
    3,123
    De noute
    16S
    1.270
    6,089
    3,580 7,527
    Somente os visitantes na l' quinzena 19,612
    t; na2* ll.IOO, ou um total de 30,719.
    O termo medio dos visitantes foi na 1* quin-
    zena de 1,308, haixando na 2a 740
    O numero mximo de visitantes foi : na 1'
    quinzena, de dia, l,''79 : de nente, 2.934 ; e na 2a
    quinzena, de dia, 1,006 ; de noute, 2,313.
    O mnimo na 1* quiuzcna, de da, 67 ; de
    noute, 47 ; e na 2a de dia, 20 : de noute, 31
    t A receita arreeadada foi :
    t Na i" sminrana De lia De noute
    Cufiando o b llietc 1000 211*000 817,5000
    f 500 9165000 1:585 vino
    520) 8385800 1:827*000
    2:0155800 4:2295600
    De da De noute
    72OO0 1685000
    338500) fi3550n0
    5665400 1:2175800
    Na 2a quinzena.
    distando o btlhete l&ito)
    i 1200
    cnsul geral da Gra-liivtaMha, e II. A. Blialmont,
    coronel d estado-maior e director da Ia divisSodo
    ministerio da guerra na Blgica.
    Olciaes : o subdito belga Augusto Flix Dnfoitr,
    chefe superior da marinlia, e Le n stnde ; o de-
    mitad.) hnngaro Akos de Baresly; e o Dr. Gu-
    llierme Augusto Eichler, director da pnblhxico
    da Flora BratiHens.
    Cavalleiroj : o c'uladao francez Franclsque M-
    i bel Julio de Nagelmakers, cnsul honorario do
    Brasil cm Lige ; Luiz Coense, advogado do tribu*
    nal de Bnuellas ; os subditos austracos Bario
    vVertheim, professor Adolpho Mussafia e Alberto
    Scbuler ; e o subdito dinamarquez Dr. Eugenio
    Warming, collaborador da Flora Braziliensis.
    Ordem di Chritto. '"ommendador o c.ipitao
    David Lopes da Silva Ramos.
    Fui c ncedida a pensao de 84 i mensaes ao ma-
    jor honorario do exercilo, Jos Joaquim de Macedfl
    Cosa Jnior, que em consequenca de ferimento
    recebido em combate, ficou impassiblilado de pro-
    curar os nudos do subsistencia.
    - Por decretos do Io do corrente foi recon-
    duzido o baebarol Miguel Florano de Menees Do-
    ria no lugar de juiz municipal e de orphaos do
    termo de Propn da provincia de Sergipe.
    Foi concedida ao bacharel oio Jos Gomes da
    Silva a dainissao que pedio do lugar do juiz muni-
    cipal e de orphaos do termo de Ajuruoca. na pro-
    unca do Minas-Gcraes.
    Foram nomeados para a guarda nacional :
    O niajor Manoel l'ereira de S, tenente-coronel
    eommandante do 2' hatatliao de infantaria da pro-
    vincia do Amazonas.
    O capitao Cynobclino Ferrcra deCarvalho, ma-
    jor commandante do 1 esquadr.io de eavallar a da
    provincia doPiauby.
    O tenente-coronel Chrislovo de Hollanda Ca-
    valcanti de Albt'.querque, chefe de eslado-maor
    do eonuaando Buperiordo municipio de Paod'Albo
    ila provincia de Pernambuco.
    Foi doclarado que o cidadao nomeado por de-
    creto de 20 de i mo de 1868 para lente-coronel
    :uiniiiaruianu do balalhio de infantaria n. 23 da
    provincia de Sergipe, Simeio Tulles de Menezcs
    Sobral, e nio Simeao Telles de Henezes.
    Foram reformados a pedido :
    Luligero de oraos Reg, major commandante
    do I* esquadra de cavallana da provincia do
    l'aiihy, no posto de tenente-coronel.
    Hiizebo Roberto B:mia, capitao do 1 hatalha
    le reserva da ptovineia do Para, no posto de
    najor.
    Fez^s*. mere da'servontia vitalicia dos oTcos
    para que for>*r:". provisoriamente nomeados |>elos
    recpoaUlQO piesioenles :
    A Casimiro Jos de Carvalho, dos de tabelliao,
    o es rivio do civel, crime, orphaos c ausente?, ca-
    pellas e residuos, do termo da Batalha na provin-
    cia do Piauhy.
    A Leontlno'f:%ur6ntino de Menezcs ('arvalho,
    do de tabalhio e escrvao do crime, cvel o or-
    phos do termo de S. Francisco, na provincia do
    Cear.
    Por decreto de 28 de Janeiro foi nomeado 2
    eiriirgfi do corp'de saudc da armada o Dr.
    francisco de Lima Nobre.
    Por outro da mesma data, foi transferido,
    na conformidadc da le n. 1,204 de 18 de maio do
    1864, para4.?' classe, o capitao-tenente Manoel
    Funeste de Souza Franja,
    Par decreto do di corrente foi concedido
    ioaJfere*do 12" batalhao de infantaria Lzaro
    Visra'-do Amara! a demissip que pedio do servi-
    i0 do xarcito.
    Lomos no Jornal do Corrmetcio
    ttykfan, falitScidn era Pars a il de agosto de
    TOSO.
    a Declarou sr casado" : -tn D. Helena Angosta
    9765403 2:0205800
    Somando a receita na Ia quinzena 0:2i55400
    na i' dita 2:9975200, ou um total de 9;24256O0.
    O numero de visitantes foi :
    Na I* exposicao de 31,663
    -Na 2 dita 25,560
    Na 3- dita 30,749
    O termo medio diario foi:
    Na Ia cxposi.ao de 2,111
    Na 2" dita 1,074
    Na "!' dita 2,048
    _ A terceini oxposi;ao foi visitada menos que a
    priniirapor946pessoase mais uva segunda por
    3,139.
    S< dia Io a v)xposi<;au foi visitada por 607 pes-
    soas de dia e l,!2 nuile : a Desde o 1'" dia do mez lindo as visitas foram
    10,836 de dia e 21,892 noite: ao todo 3t,7i8 vi-
    slantts.
    No dia 2 a exposicSo loi visitada por 3,250
    pessoas de da e 5,250 Roite : ao todo 8.500.
    Durante os 33 das em pie estsve aborta a
    cxposi.ao f i visitada por 41.996 perseas, sendo do
    da 14,306 e noite 27,690.
    Pagaram entradas em 31 das 30,93; pessoas;
    visitaram gratuitamente no3 dous ltimos dias
    10,291, e tiveram entradas por convi e em diver-
    sos dias 768, pessoal de estabelecimentos indus-
    Iriaes e de caridade.
    A foja maconica Silencio, pertencente ao Gran-
    de Oriente luido ao Brasil, acaba de olfertar
    commissao central le soeeorres aos pnrtnguezes
    a quantia de 1:0005. contribuindo assim paran]
    desempenho da humanitaria missao que a si toma-
    ra a cominillo central.
    Se vernade, como diz o adagio, que os mo;
    excmplos pegam, consolcm-nos ao menos os factos
    que estamos presenciando e que demonstram que
    tambem as acedes nobres acham entre nos nume-
    rosos bailadores. Augmenta diariamente o nu-
    mero desque com seus donativos, suas olfcrlase
    seus servicos se alistam na cruzadada da caridade
    para combater a epidemia que gressa nesta capi-
    tal desde nsdoanno paseado; cabe entretanto.
    eommtsslb Ci.iilr.il portuguesa, a gloria da ini-
    ciativa, t
    . A alfandega renden de 1 a 4 do correle ..
    183:0683149.
    Eis as noticias commercaes da ult ma
    dala :
    t Nao honve hoje cotaces olllciaes.
    mercado do cambio conservou-se lirnie, mas
    pouco activo. -
    Sobre Londres clfectnaram-se trausaccoes in-
    signillcantes a 26 *{d. papel bancario, 26 3/8 e
    26 .'i d. particular, c sobre Franja pequeas a
    353 rs. por franco.
    Negoclou-se hoje um lote regular de sobera-
    os a 9*400 a dinhero.
    As apolces gemas de 0 % contiiuam firmes.
    nao havendo vended *rcs francos de lotes superio-
    res a 20 apolces. Ityjc apcuas se negocaram
    dous lotes insignificantes a 1:060.3 e 1:0633 a di-
    nhero.
    No mercado de ac oes apenas nos conslou a
    venda de um pequeo' ote das da Gompanhia de
    Seguros Fidebdade a 335500 a dinhero.
    t As vendas no mercado da productos foram n-
    sigiiilieanles de caf e regulares de assuoar de
    Campos e fernambuco para consumo.
    i As sabidas de carne secca, tambem para con-
    sumo, foram de cerca de 8,000 arrobas. ,
    Apenas se fretou hoje um navio para carre-
    gar 5,500 saccas de caf para Nav> -York ou Bai-
    more a 430 por inieiro..
    Sahiram para Pernambuco : a I, brigue no-
    rueguense Clio ; a 3, brigues Irancezes fapide
    u Adeluvan.
    Esviarro santo.
    No dia 13 reunira-se no palacio da presidencia
    grande numero de cdadaos de iodas as clas-es.
    convidados para Iratarem dos meios para amparar
    a lavoura da provincia, cujo estado nao lsonjei-
    ro. Declarou o presidento Dr. Jlo T.hom, qu
    Ihe pareca conveniente a fundacao de uma ins-
    liinieao de crdito em bem da agricultura. Foi
    adoptada a idea e nomeada uma eavnaiissilo {>r&
    estiKlar as bases da instilaicao e formular os res-
    pectivos estatutos. Esta commissao ficou compos-
    ta dos seguintes Srs. : coronal Manoel Kibeiro
    Coutinho Mascarenhas, capitao Jos Ribeiro Cuelho,
    Dr Francisco Gomes de Azambuia Meirelles, Leo-
    poldo Augusto Diocleciano de Mello e Cunkv e
    Miguel Mara da Noronha Feltal.
    Conlnuavam a ser foilos donativos para a cons-
    truclo do edificio om que devem funecionar as,
    aulas de instruecSo primaria e secundaria da ca-
    pital.
    O atres Fraocis'o da Roelia Tajarra Ifcreccra
    10 duxias de taboa* do pinbo para forro da casa
    projectada.
    Os mpr*gad09 la thesouraria provincial e os
    da recebedoria da CApilal cotiaaFam-se e reunirn!
    a quantia de 1 J5 oue olereceram para o mesmo
    flm.
    O presidente Oa t>rov*cift tnadmMra enge-
    nhero Doftliaf) Mactel *"tevsntar a ptt Ti
    wr o oreamowo da dlaspeea com a osnstnwcSo do
    edificio |iar3k a ir.siruc5.a0 publica.
    5S!^5?
    PEHWAtlBOt'O.
    madns a sessSo de hoje lela .mesa geni desta ir-
    mandail .
    t 6 Que ser eoiisigne na acia um \'olo de louvui
    mesa fegedora pea atlitude firme c digna com
    que tem sabido nwiitcr-sc na presente crise. susci-
    tada pelo diocesano, e fique a iqesma autofisada a
    proseguir no desemiHmlio de seus deveres como
    tem feito at boje.
    Appre<*cu u gaem da freguezia da Boa-Vista, foi apprehendido
    em poder de Manoel Martins Torres, um dos
    rologios fuados ao Sr. Carlos Waller no dia 29
    de Janeiro ultimo, declarando Torres ter-lhe sido
    o relogo eaipenhado por Joo Francisco dos Santo*,
    pela quantia de IO5OOO. Indo Santos presenc.
    da autoridade negou obstinadamente o- fado, cofi-
    fessand entretanto dever aquella quantia a Tor-
    res. A autoridade prosegue.
    Ferimento leve.- Em tenas do engenho
    Cwhoeira Tapada, do termo de Eseada, s 5 horas
    da tarde de 4 do corrente, travaram-se de razos
    Jofio Benvindo dos Prazeres e Caetano Vclalino da
    Silva, resultando sabir levemente ferklo o segundo,
    pondo-se o primeiro em fuga.
    IMnliciro.0 vapor Paran trouxe para
    REVISTA
    DIARIA.
    -Foi expedido o
    Ministerio da justie.
    seguinte aviso : _
    Bo de Janeiro, em 24 de Janeiro de 1873.
    Illm. e Exm. Sr.-Com ullicio n. 18 de 17 de julho
    do anno prximo passado, submotleu o anleci.'ssor
    de V. Exc. eoiisideraco do governo imperial a
    consulta Cuita pelo 1." suppleute do juiz niunicina
    do termo de S. liento, sobre as tres seguintes Iti-
    vidas : -1.a Se no viso de impedimento de um 011
    mais supplentes do juiz municipal, devem assumir
    o exereicio outros tantos vereailoros para presta-
    rem a cooperario que incumbe aos ditos supplen-
    tes ; ou se estes substituom-se reciprocamente.
    2." Se cadi suoplente deve ter protocollo especial,
    ou se txisla o do juiz clTectivo. :t.* Se o juiz mu-
    nicipal pxle declinar para os supplent s o preparo
    dos proqcssos que houver iniciado, (juanto i.'
    duvda, decidi, o mesmo antecessor de V. Exc.
    que. nao conlendo a uova reforma indiciara dis-
    pos.\io alguma especial sobre a subliluiejfo dos
    sqpjdeiiies dosjuizes municipaes pelos voleadores,
    subsiste a regia estabelecida na legisla;ao ante-
    rior, e portaato s no caso le impedimento do juiz
    ell'ectivo c de seus supplentes entrar cm.exerci-
    cio o vereador a quem competir; accresceiido que
    o suppleote, por ter do preferencia exercicio em
    um districto designado, nao esta inhibido de prali-
    car as diligencias de seu oficio, e, sernpre (iue for
    necessario preceder aos actos da formado da cul-
    pa nos outros distrelos, na conformidde do art.
    6., % 4. do decreto n. 4,824 de 2t de novembro
    de 1871 ; e nem as disposi^ues relativas a coope-
    raciia dos supplentes obstan) ajurisdiccau plena
    do juiz municipal, quanda aquellos accide'ntalni'ii-
    te se aelaroin impedidos. Ouanlo 2.' duvda,
    que |Mde haver um s protoc seren as audiencias succes O governo imperial, approvaudo estas decisdes, de-
    clara a V. Exc, quauto 3." duvda, que nem a
    lei la reforma nem o seu regulamento auturizain
    o juiz municipal a declinar para os supplentes o
    preparo das procesaos que tirar iniciado; senda
    que o art. 3. do citado decreto se refere exclusi-
    vameate aos juizes de dimito as comarcas espe-
    ciaos e a seus substitu...*. Deas guarde a V. Exc.
    Mawyel Antonio Diuire de Azev.-l'.->i: presi-
    dente da provincia do Uaranhao. >
    Ministerio da fazeniki. -Em 23 de Ja-
    neiro
    crelo
    subo 11 3,2)1 foi publicado o seguinte de
    Attendcndo ciin-enlciicia de facilitar ocom-
    mercio com a repblica da lioliva pelo rio Madei-
    ra, etendo cm vista o disposto no decreto n. 3,749,
    de Q de dezembro de 1866, e nos arta 17. 20 e 319
    do regulamento n. 2,647 de 19 de setembro de
    1660, lio por bem decretar o seguinte :
    -Art. I.* E permittido aos navios mercantes de
    tolas as nacoes-a avegacao do rio Madeira, na
    provincia do Amazonas, at ao pollo de Santo An-
    tonio margena direita do mesm > rio ; observan*
    do-se_em todo o que Ihe forem appiicaveis as dis-
    posicoes do regulamento annexu ao decreto n
    3,920 de 31 de julho de 1857. *
    Art. 2.* llavera no me ano porto una mesa
    de rendas de I." ordem, habilitada para a impor-
    tacao dos gneros procedentes da repblica da Bo
    liria, bem como para a exportacao dos gneros na-
    onaes e despachos de transito ou de inercadoriad
    navegadas com caria de gaia.
    * Art. 3. E' igualmente pemiltido aos navios
    estrangeiros o transporlarem do dito porto para
    outros lliiviaes da provincia do Amazonas OU do
    l'.n.i. e \ice-versa, mercadoiias deqinlpier oi-
    g-.'m, nos cases do art. 13 do regulaim-nto cima
    citado.
    Art. 4." Fc'a creada uma alfandega de 3.* or-
    daa *na vHIa de Serpa, provincia do Amazonas
    com as altribuicoes conferidas s domis allende-
    gas do imperio, guardadas as disposifSes do regu-
    lamento de que trata o artigo antecedente. 0 seu
    pessoal c os voncimontos deste sere ignaes aos
    da alfandega de Pcncdo, na provincia das Alagoas.
    t Art. 5." As einlnircaooes com cairegamentos
    destinados fnnteira do Per ou da Bolivia, qnan-
    do nao poderem. por >eu grande calado, subir
    alem de Sei|ia, poderao ah, com assisteneia das
    autoridades lncaes da alfanilega, baldear os mes-
    mos gneros para embarcaccs menores.
    c Art. t. Ficam revogadas as flispoSicdes em
    cm'rario.
    Antoritl.-iiles polieiaes.Por portaras
    la presidencia da provincia, de 6 do corrente :
    Foram exonerados : Joaquim Dantas de Ovei-
    ra, Zacaras Soares da Hocha, Manoel Joaquim Pa-
    checo, Claudio Calumby de Azevedo, Francis o
    Paes de Mello o Francisco Xavier Dantas, de i" a
    6* supplentes do subdelegado do Io districto do
    termo de S. Bento.
    Foram nomeados subdelegado, 1', I* e 3 sup-
    plentes do Io districto do termo de S. liento Pe-
    dro Ferreira de Almci.laJ Silvestre Antonio le
    Sorna, Hermenegildo Freir dos Santos e Claudio
    Calumby de Azevedo
    A-ssrinil;i freritl legislativa. Sob
    o n. 2"9711 data de 30 de Janeiro foi publicada a se-
    guinte le d;j asse oblea geral:
    Art. i. O subsidio animal de 6,000 cruzados
    paliaos deputados e de 9,000 cruzados, pan os
    senadores, marcado no capitulo Qr\ ss 2J e-4.,
    das instrurvoes annoxas ao decreto de 26 de marco
    de 1824, deve ser computado segundo o pudri
    monetario da poca em que foram promulgadas
    aquellas nslruecoes, e pago do principio da actual
    legislatura,em dianlo com a difieren a do valor
    da moeda.
    Art. 2. Fcam revogadas as dijposljjoes em
    contraro.
    Irniandailc do Ivspirito Santo.l'm
    numero d duzentos c tantos rinaos, e com assis-
    tencia de alguns espectadores, retinio-se hontem
    (9) cm me a geral, a irmandad; do Divino Espi-
    rito Santo, afim de ifidiberar sobre a pena de in-
    terdiccio, que como j sabid.i, llre foi imposta
    pelo diocesano.
    Guardadas as formalidades do estylo> oceupa-
    ram-se da questao os Srs. Drs. Syinpn aio Couti-
    tulio, Florano CotTa de Brto, Vciga, Lima Ba-
    ro e muitos outros irmaos; resolvemlo-se por
    unanmidade de voto?) o seguinte :
    Que aSezar da senten;a da Interdicto
    lancada capridiosainente pelo diocesano .-obre esta
    groja, a irmantlivtte do Divino Espirito tonto, a
    cuja guarda eUa esfo. decliuo ih condernaacAo
    constante da seteuca de 7 do forran)e, fulminnila
    pelo mesmo diocesano e franqnie o templo quel-
    les fleis que nello (paizerem exereer o culto.
    2" Emquanto a ncga(i.to- dnsefnlltura pcrl-i-
    astca. aos inwos inacons, q* viera a fallecer,
    wttiruiandade deixa' que esta ami-aw cala ;dos-
    moralHada. peio n-i-woiio arbitrio pie a dicto, e-^
    portante esta irmandade deelara-se n>sl\ proceder -ora caso do marte de -algunt irnw ma-jl
    con do mesmo modo por*w o tem feito.
    a mesa regeiWi liqu
    3
    prOviftfia,
    tos ii> WspOiiicebana
    c 4*vu fique susacnso o ordenalo do capellJo,
    omquanto par aofcrc esta irmandaii a. irr"ta o
    diegal interdiefo^pe contra elle foi itdminada.
    Rabo Schmmetau & ('.. ll:0Oa
    Pereira Carneiro & C. 40:00
    Keller & C. '' 20:000*
    Bailar, Olveira k C. l8:0BOi
    Theod nr Christiansen 13:000
    Jos da ConceiQao de O. Figueredo 3:3003
    Jos Leopoldo Bourgard 1:0 03
    Jos Rodrigues de abuza 1:0003
    Antonio Comes Netto 927i
    Joao fos de Carvalho.Moracs 1903
    Fabo A. de Carvalho Res 303
    O vapor Cruzeiro iln Sal levuii para :
    Maeei 60.000j000>
    Rio de Janeiro 302:000*000
    sendo desta quantia-30):000000 para o thesouro
    nacional.
    O vapor francez Modosa trouxe para :
    Pinto Barbosa &C. 20:0n03 Manoel de S Araujo 10:00'000
    Luiz Jos da Silva Coins 2:000000
    .Votas do governo.-rolo vapor Paran
    rierain para a the-ouraria de fazenda .30:0 05 em
    notas de 23 e 130:000.i em notas de lOi.
    Para a Europa. Com 12 reeobidos em
    nosso porto, levou o vapor francez Mendoza 16J
    passageiros.
    Trillios urbanos lie IHiiuI: A m-
    mecar de sabbado (13) em diante resolven a ge-
    rencia desta empreza siippriuiir os trena que par-
    tem s 5 horas da u.anha do Recife para linda e
    vice-versa.
    Cmara municipal 1I0 Reeire.-lloje
    come .a a priineira sessao ordinaria do curreute
    anno.
    Canhoreira llenriiiue Dias.-Para
    commandar este navio da armada brasileira, fui
    nomeailo, pelo ministerio respectivo, o capitao-l-
    ente Arnaldo Leopoldo de Murinelly.
    Commissao nutica. Pelo ministerio
    da manaba determinou-se ao quarlel geral res-
    pectivo que devo_ ex|iedir as necessarias ordens
    para que o capitao de mar e guerra Arlhur Sil-
    veira da Motta siga no vapor llraconnl, afim de
    examinar o banco que existe ao S. E. de Cabo
    Fri.
    ramlc Oriente Unido do Brasil. -
    Esta grande eoi poracao, cuja sede no Itio de Ja-
    neiro, deliberen dirigir a assembla geral legisla-
    tiva urna represe ilaco contra os actos do dioce-
    sano de Pernambuco, aqual conelue assim :
    _ Augustos edigiiissiinos representantes da na-
    cao : o direito olTendido pede a reparacao da jus-
    lica ; as leis postergadas reclaman! a defeca >l k!
    delegados do povo; a soberania nacional desaca-
    tada pede a sua conflrinaeo: < em nomo do
    symbolo augusto c veneravel da rdjao do Chris-
    to, om neme dos mais elevados interesses da so-
    cedade brasileira, que vimos reclamar de vos,
    dos poderes pblicos naciouaes, a defeca dos di-
    reitos inalienaveis da coiiscencia humana o da
    nossa soberana nacional contra o intuito perver-
    sor e contra os attentados manitestos de uma sei-
    la fonalicae intolerante, que anieaca conflagrar a
    nossa patria as chaininas de tima revolucao so-
    cial, sinistra no seu intuito c alternadora nos seus
    afleitos.
    1 Tenham os poderes pblicos no Brasil, com a
    coiiscieiicia dos seus direitos, a consciencia da
    grande responsabilidade que sobre ellos pesa, e o
    Brasil n 1 o se sentir uem aflirontado nem retallia-
    do pelas di^sencoes religiosas.
    Pedem firmeza e juslica os abaixo assgnados.
    Jury.-Xa sessao de sabbado foi subinetlido
    a julgaineiito nesse tribunal o reo Verissimo Pe-
    reira da Silva, pronunciado as penas do art. 203
    do cdigo criminal, por (erimentos feitos em An-
    tonio Ignacio da Cruz, noite de 27 de setembro
    de 1870.
    O conselho de sontenr, 1 foi composto dos Srs :
    Jeronymo Emiliano de Miranda Castro, Pedro de
    Alcntara dos Guimaraes. Pelxoto, Olviniiio (ion-
    calves llosa, Florencio Domngues da Silva, Dr.
    Antonio Witruvio Pinto Bandeira e Aecioli de vas-
    concellos, Antonio Goncalves Pereira Lima, Dr
    Jtraqum Francisco de Miranda. Jos Luiz Inno-
    cencio Poggi, Dr. Candido Jos-Casado Lima. An:
    Ionio Jes marte, Miguel da Fonceca Soares e
    Silva, o Francisco Belarniuio di Santos Freitas,
    . Em resultado das reapostas do conselho, foi o
    reo absolvido, scndolhe logo passado al vara de
    soltura.
    E' segundo julgainenlo em'que entrou, sendo a
    deeisio idetica por igual numero de votos.
    SiM-ie.laile l*ropag:ailora da Ins-
    trucuo Publica.- -A 6 do corrente teve
    lugar a si-ssio do eosselho s penar da sociedade,
    presentas 8 membros.
    o Sr. conego Liso, de parle do conselho para-
    chial de Santo Antonio, participen estar definiti-
    vamente enarcado o dia 13 do corrente para a
    iustallacao do curso normal para habihtacfio do
    senhoras ao magi torio primario, e couvidou o su-
    perior a assistir a|uelia installafao, que deve ter
    lugar s 7 horas da tarde no edificio da escola
    normal.
    O conselho ficen inteirado.
    O Sr. Ur. Pinto Jnior commuiiicou igualmente
    ao conselho superior que a 14 to correnie, s 9
    horas da niauha, deve ter lugar ni povoado lo
    Moiiteiro a abertura da escola primara que resol-
    ven fundar o conselho parochial da Ireguezia do
    Poco da Panella, e no mesmo dia 7 as 7 horas da
    noiie, a da pequea biblioiheca que tamboin resol
    dos morros s prpor;oes que deriaw rtfforeccr dr
    ponto de vista imaginario do ob-errsttof. Aleo
    da hariiioiiia das cores e da observancia das lei*
    da ptica, nota-so oeste quadro uma extrema aV
    delidade levada aos menores detalbes.
    t Sua magestade o imperador dignou se per-
    iniltir que Ihe fosse dedicado este panorama, qu-
    sem duvida merece ser multiplicado pela chromo-
    litliographia, oleographia o gravura em cobre,
    como iniecao do autor se obllver o auxilio ne-
    cessario.
    SisjMometro. Lomos uesse Jornal:
    O Sr. Dr. Miguel Antonio da Silva lente ca-
    tedrtico da escola central, nnaglnou em 1888 a
    construccao de nm apparelUo destinado doter-
    minacao exacta de medida das forjas do origem
    vnlcaica que pntduzem os abafos e as conuno-
    ;es lo solo nos pheoomenas dos lerremotos.
    O apparellio indica nao s a itensidajc das
    forcas que produzem as cuminoyos lo solo, eount
    tambem a directo daiorca vucanica.
    Deste apparelho, qne denominou Sismoup-lra.
    nome eom que sao couhecidos outros destinados
    ao mesmo.lim, acaba o Sr. Dr. Miguel Antonii la
    Silva de publicar uma memoria descriptiva, aconi-
    panhada do juizo sobre elle emittido p-jf diversos
    profe-sores eiuropeus.
    I.oteria.A oue se acha a venda a 39' a
    beneficio da igreja de Nossa Senhora da Piedade
    de Santo Amaro, a qual corre no dia 14 do cr-
    renle.
    Casa le iletencao.Movimento do di
    7 de fevereiro de 1873 :
    Existiam (presos; 344, entraram 10, sahiram 3>
    exislem 351.
    A saber :
    Naciones 228, mulheres 1.1 astrangeiros i,
    aseravos 53, escravas 0.Total 331.
    Alimentados a cusa dos cofres poMinv ;2.
    Movimento da enfermara do da 7 de CeA'ejHo
    de 1873 :
    Teve baixa :
    Eduardo Vicente. Calangro, abeesso.
    Passageiros. Yin ios do Rj de JaneiO
    no vapor brasileiro 'aran.
    D. Maria da Gloria, Candido Frunceno de Mi-
    randa Forjaz, Manoel Jos di Fonceca ariz, Al-
    bino Jos dos Santos. Candil Candido da Silva.
    Antonio Martins, Guiseppe Picmonte, Antonio Fer-
    reira, Jos da Fonceca o Silva, Antonio Telenas
    Goncalycs Torres, Joaquim Antera le Catvauo,
    Joo Moura, Josopha Maria e nm lilho, Constan-
    lino Silva lavare^ Ifarcionillo Comes Coutinho -
    um primo, Sima o Alves da Costa e um lili Jos
    Alvos Costa Amazonas, D. Hara Francisca Messias
    e una criada Hilaria e sua e-crava Luda, Flaviauo
    atonteiro Machado e sua inae, Francisco Amazo-
    nas de Lcenla. Manuel Alves de Aguiar. Janu-
    1I10 Jos Aunes Leite, Joaquim Jos de Uliveira
    Yasconccllos, D. Ilertha Causenar, Francisco Ta-
    varos Costa, Manoel Cotrilil Jnior, Balbiua Maria
    da Conceiijo, Antonio francisco Novaos Mello.
    Augusto Paulino le gneredo, los Luiz dos
    Santos. Odilon das Virgens Lins, Jos Auto, Pedro
    Pacifico Barros Becerra,' Izidio Barros Bezerra,
    Leopoldino F. de Albuquerque, Cypriano Francis-
    co Chagas, Antonio Joaquim e Fanas, Bento Jos
    Ribeiro, Francisco Rodrigues da fos, Antonio
    Fernandos Porto, Antonio Alves de S, Joo Firmo.
    Manoel L. dos Santos, Felippe, escravo de Uoustau-
    tino Tarares e um esavavo a entregar.
    Segiiem para o norte : I r. Domingos Jos.Ro-
    drigue-, sua senhora e um criado, joronymo Pinto
    Ferreira, I). Felicia Leopoldina S. Uonteiro e um
    lilho, Manoel Con alves de Uliveira, lente los
    Joaquim Soares Carne Viva, sua senhora e dous
    Ribos, capitn Adelo Francisco dos Res, Anto-
    nio Andr Lino Maria da Costa, Dr. Francisco
    Borges da Silva, Dr. Jos lulio Albuquerque Bar-
    ros, sua senhora, um irm o. cinco sobruhoe e 3
    creados, Joo uarte Pimentel, dusembargador
    Manuel Jansun Ferreira, lente Antonio Faustino
    da Silva. Guillferme Travasso D.Mlgson e urna
    inn.i. Alvaro Paniplona ebar da Foueeca, com-
    mendador Dr. Pedro Regalado Epijibanio Baptsta,
    Dr. Francisco Julio Xavier e .-ua senhora, Ur. An-
    lonio Alves Pereira Salgado, sua s-albura, quatro
    Glhos o lees creados, Henrique Scheid e uin filho,
    Bernardo Caulier, Dr. Antonio Alvares dos Santos
    Souca, Dr. Feliciano Antonio Benjamn Antonio
    Maximiano Araujo Leite, Lauriauo Pereira, Fe:
    nand Antonio Tavares, Francisco Jos Valeute,
    Domingos Rodrigue- Pinheiro, Fabo Carduzo Los.
    Antonio To'irioho de Castro, Francisco Mara los
    Santos, .1 is Teixeira, Dr Jomj Alvares dos Santos
    Souza, alferes Miguel Muniz Tavares, sua ... 1
    e um filho.
    Saludos para o Sal no paquete bras k'ii 1
    Cruzeiro do Sal : --Antonio Po Mchalo, i). Maria
    A. da Silva, Antonio Jos da Cmara, Dr. Juan
    Francisco J. C. Cnmaraes, e sua s. nhora e 1
    criado, c. dos Santos, Alberto Reg, Jos Montelro
    Pei.xolo, Dr. Paulo M. de Almeida e i criados, Se .
    bastiau M. F. Silva, Maria L. da C. Costa, Amoru
    F. Gigueredo, arlos M. deBarros^Anlonio Joaaui 11
    de Barras -obrinho, Amaro B. A. Maranbao, Dr.
    Joa |uim l". it. de Figueredo, Jos Jeatnilm do Oli-
    ceira Filho, Ildefonso L. A. Dias. AugustoG. Lcssa,
    Coinmendador Galdioo l'. do armo, Antonio 1).
    dr Cont 1, Antonio A.de S. Ma h I le P. da mcui-
    riao, Satyro Pereira da For.seca, Francisco A. Bap-
    lista, Paulina Maria da Conceica <. Manuel s Car
    doto, Joaquim de S. achado,Miguel J. A. da Sil-
    va, Antonio L. de uliveira, Jos i', de 1.arvalho.
    2 escravos e 8 recrutas.
    Sabidos para o norte no paquete brasileiM
    'aran : Daniel A. Res sea senhora, Antonio
    Joaquim A. Guimaraes, Luiz A. M. e Braga, J. B.
    Sonto. Tliomas Cruhane. Jos A. Santos Bastos e
    I lil o Jos Rayuundo de Carvalho, Jos Joaqnim
    ile uliveira Filho, D. Maria Noli o 1 Glha menor
    a 1 cria lo, Bavmnnd II. de Az ve 'o, Antonio Ra-
    lis Ferreira, Ignacio Ferreira Serrano, Pranetsw
    T Barboza, Thoraas A. de Mello Filho. Boaventara
    de S. Carvalho, Joo M. F, de Oliveira, Joaipiini
    Antonio deCarvalho, Dr. AntonioP.de Mendun-
    ea. e 1 criado, Dr. Franci-co P. Pessoa Filho c 1
    escravo, Joo Francisco da silva. Jos le Lima
    Penante, Eloy '". de Souza, Franeiseo P. de Lira
    Cemiterio pulico. Obituario do da 4
    de fevereiro de 1873 :
    Francisco C mies de MaUps, pardo. Ro Grande
    do Norte, 3 anuos, casado, Boa-Vbla ; bexiga.
    Maria, parda. Pernambuco, meces, Boa-Vista.
    denticao.
    Heariqne,'pardo, Pernambuco, 5 meses, Boa-'
    Vista ; dentic.io.
    anoelFrancisco di 1 unir, parlo, Babia, 2!
    ven estabelecer no edificio era que vai luncciouar I BBnos s0n(.n. Boa-vista; hospital Pedro 11; feta-
    a dita escola,, e que o conselho superior onvi-; Il0 irannatico.
    dado a asistir os dous actos, conselho folgou
    com a noticia de que lica inteirado.
    Em seguida foram naneadas as seguintes com-
    inissoes para agenciar socios que devem l'azer a
    eleicao de conselhos parochiaes.
    Em Pesqueira os rs. :
    Dr. Francis?o Brando Cavakanli de Albuquer-
    que.
    Dr. Joaquim Fiaucisco de Barros Brrelo.
    Rvni. vigario Domingos Leopoldino da Costa
    Spinon.
    Na Coneeifao da Pedra om Buique os Srs. :
    Major Amonio Marques de Albuquerque Caval-
    canti.
    Rvm. vigario Nuno Theodoro da Costa.
    Finalmente foi commuuicado ao conselho que
    se inscreverain socios as seguintes Exmas. Sras. :
    D. Mara do Bcifo Bastos, lilha do Sr. Jos Amo-
    nio de Brito Bastos (Vanea)
    D. Maria da Cunta (uimares Sovc, esposa do Sr.
    Dr. Joio Mana Seve (Boa-Vista).
    D. Francisca de Albuquerque Silva Costa, esposa
    do Sr. Joajuim la Silva Cosa (Santo Antonio).
    I. Amelia Machado Halliday, esposa do Sr. Gui-
    Ihenne Halliday (Recife).
    D. Auna Carlota de Albuqueniue Barbos (Boa-
    Vista).
    Panorama. Lemos no Jornal do Commer-
    cio, da corlo :
    Desde o Pao de Assucar at a Punta do Caj,
    desde as piltorescas margena de.-ia magetosa ba-
    ha at fraldas do Corcovado o da Tjnca estes-
    de-se em inagniliea perspectiva a cidado do Rio do
    Janeiro, abrangendo este vasto permetro outeiros,
    vaUes o planicies cobeitos do casarki i da mais
    soberba vpgeta(ao, debaixo de um co profundo
    e seren. i> pincel tem ,reproduzilo vistas de al-
    guns dos militas pontos parciaes deste extenso
    ijuadro, fattava, parm, um panol ama que abran-
    gesse esle betto espectculo em toda a sua gran-
    deza.
    1 Empreliendeu esta obra o Sr. Emilio Baucli e
    a tella para a qiwl etfo com seguros traeos de pin-
    cel passou esta gra.nliosa perspectiva, adiassc
    th*de hontem exposta n:v sala da Praga k> Goro-
    mercio onde apezar da deficiencia da luz e da
    Que a mesa regeV)ra fique autorisidn a, iiessima enlloca;!) do quadro, podem bem juo im-
    pubHcar todo o expediente trocad > as autoridades da prtineift, em referencia aos ac-j veis belleus.
    1 Nao existind-a ponto algura donde a vist;
    abarque toda a cidade foi preciso tomar um ima
    ginario~na baha, ontre a ilha das Cobras e a pon
    ta da armaiao, a> 2,000 .ptis acuna lo nivel donaj/r
    Anna Bernarda, parda, Pernambuco, 82 annu-,
    viuva. Ba-Vista, hospital Pedio II ; veliice.
    Jos Borges do Reg, pardo, Pernamboes) 3
    annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; he
    patile chronica.
    I 'eplia. branca, Pcrnambneo, 4 mezes, (rara ;
    espasmo.
    Rosa, parda, Pernanibiiee, l*i anuos, sulteira, S
    Antonio pntysica pnlmonar.
    Antonio,pardo, Pernambuco, 8 dias, Boa-Vista;
    espasmo.
    Seren Person. hraneo, Suissa, 24 anuos, soltei-
    ro. Boa-Vista : febre amarella.
    - 8
    Amalia Maria da Conceicao, parda, Baha, 4
    annos, solleira, Boa-Vista : imeumn.iia.
    Maria Jesuina da Coneeieao, parda, PcrnamU:-
    co, fl annos, solleira, Boa-Vista; piitysiea pul-
    inonar.
    Joaquim Victoriano de Oiiveira. bmneo, Per
    nainbttco, 30 annos, casado, Boa-Vista ; iufecr;: >
    purulenta.
    Wclhelm P- bi'.meu. AllomuiUa, 21 anuas,
    solteiro, Boa-Vista ; febre amarella.
    Baptista Lanlel, branca Franca. 32 anuos, ra
    sado, Boa-Visto; febre amarella.
    Tertuliiuin, pardo, Pernambuco '9 mezes, Recife.
    febre perniciosa.
    Manuel Joaquina Seve Jnior, hraneo, Cear, 2K-
    ,vinos, taado, Graca ; affeci pulmonar.
    Pialo Moaney, branco, Ini^aterra, 20 anm-s,
    solteiro. Boa-Vista : foitre anoaivlla.
    Bernarda, proia, Cear. 70 annos. solteira*Bua-
    Vista: ervaipeia.
    Joo Francisco dos Santo*., branco. rernainbu
    v>. 42 anuos Casado, S. Antonio; Insigas coa-
    tHasts*.
    iiliriMt 1 Jl WHIAEUL
    TltIl Vtl< Ifcl KKl^Ujl.
    SESSAO DE 8 Di: FEVERRO DK .487:1.
    HBSIOBNCIA DO XII. SB. Jk)KSKLHWUO CAliTA-N'-
    SASVAOo.
    o Dr. Vinttlio Cosiko.
    'damanh.,.. >, Sr.-. le-
    irana, Louvon;o Siutiago, AJuni'i'
    As 10 liorai
    barga lores J tirar.
    Albuqmfquj>, Motta, ruwurador da" troa *K-
    riavBoguoira.t:ota o Arujo Joifl*.
    r-IT-tjnn t 1 Coma 1 a T1 otBeio da R\ m, vigario^ra- poder rep/esentof'todo o 4aorma. Fa tostatragaiexia. aaiaae communica i esta iTwriu-1 mente sa concebe o trabalno. ojne ovia ensXnf a
    fede as pm ae 1h teram-eomiin'';^ -p.h\li)-cxeouc.Udbtal plano, seoton^*iariO'"8iai;/oeii-
    cesan\ se Ihe remeta por copia as Testac?asl\t,nas dedes'eolios parciaes, c r^dwir aivifueaj
    nuqXioria, Regueirat; ila e Araujo Jorfi^i falu
    (tos Srs. desomhargadur'-s Xeiva pm1,'* ^fw>
    na nrovuleneiadojuiv da capita e -Souza U**o
    no de-Pao d'AHto> abtio-se a sessao.
    JULOAlNTUf..
    Reoorsos niuc-s.
    Hecorrutoft#ui'ode +'forw, reeoi'i 1
    &tasarJw Sveisa. Juizes. os >rs. dtwemaai s


    *mw0

    f
    Ai.


    T

    \
    Diario de Pernambueo Segunda^ feira 10 de Fevereiro de 1873.

    adores Gitrana, Almeida Albuquerque, Araujo
    Jorge e Souza Lea. Improcedente.
    Recorrente <* juizo de Barraros, recorrido Mi-
    guel Renovato de Mello. Juizes os Srs. desetn-
    liargadores A. Albuquerque, Doria, Regueira Cos-
    ta, Lou renfo Santiago. improcedente.
    Recorrente Jos Roberto de Souza Galvao, re-
    wrido o juizo -Jo Crato. Juizes os Srs. de.sem-
    hirgadorcs Regueira Costa, Gitirana e A. Albu-
    4luerque.-Conrmaram a pronuncia.
    Recife.
    Recrreme Rita Mara do Espirito Santo, recor-
    rido Manoel Francisco de Alraeida. Juizes os Srs.
    desembargadores A. Jorg, Regueira Costa Lou
    renco Santiago e Doria. Reformou-se a sentenea.
    Recorrente o juizo de Sobral, recorrido Fran-
    cisco Jos de Souza. Juizes os srs. desembarga-
    dores Lourenco Santiago, A. Albuquerque, Araujo
    Jorge e Doria.Improcedente.
    HABKAS CORPUS.
    Paciente Esperidio Barbosa da Silva. Relator o
    Sr. desembargador Lourenco Santiago.Negou-
    se a soltura.
    appkixacoks crims.
    Appellante Raymundo Nonato de Oliveira, ap-
    pellado o juizo do f.rato.Improcedente.
    AppeHante Luiz Antonio de Gcs, appellado o
    juizo do Saboeiro.A novo jury.
    Appellante Manoel Nery Teixeira Borba, appel-
    lado ojuizo.Annullou-sc o processo da pronun-
    cia inclusive cm diante.
    PASSAGENS.
    Do Sr. desembargador Gil rana ao Sr. desem-
    bargador Lourenco Santiago :
    Do juizo da Floresta.-Appellante o juizo, ap-
    pellado Jos Bernardino Pereira Lima.
    Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
    Sr. desembargador Doria:
    Do jury da Independencia Appellante o juizo,
    appellado Camlllo Jos de Souza.
    Do Sobral.Appellante o juizo, appellado Da-
    mio Francisco dos Santos.
    Do Sr. desembargador Lonrenco Santiago ao sr.
    desembargador Alineida Albuquerque :
    Do jury de Scrinhfiem.-Appellante Bernarda
    Mara de Lima, appcllada a Justina.
    Ao Sr. desembargador Motta :
    Do iiiiro municipal de Serinhat ni.-Appellante
    Jos francisco Accioli lia, appellado Feliciano
    Jos Ribeiro. ,
    Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
    gador Doria: _
    Do juizo municipal de Campias.- AppeHante
    Jlo do Couto Silva e outros, appellados Jeronymo
    Jos Barbosa e outros.
    Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
    gador Regueira Costa:
    Do jurfde Ipnjuca.-Appellantos o promotor e
    Francisco Al ves de Miranda Varejao, appcllada a
    justica c Jos Antonio do Monte.
    Do Sr. desembargador Regueira Costa ao sr.
    desatiba-gador Souza Leio :
    APPELLAQOES CB1MRS.
    Appellante Luciano Marques G mes, appollaJa
    a justica ; appellante Antonio Bernardo da Silva,
    appellada a justica; appellante o promotor ap:
    pellado Jos Ignacio Damasceno; appellante Jos
    Rodrigues Torres Jnior, appcllada a justi'.a ; ap-
    pellante Manoel Celestino d) Espirito Santo, ap-
    pellada a justica.
    Assignoii-se dia para juramento dos fetos se-
    rrantes :
    appellacSes crimbs.
    Appellante Jos Duarte de Oliveira Regp, appel-
    lada a justica ; appellante Luiz Antonio de (.oes,
    appellada a justica ; appeKante o juizo, appellado
    Francisco Correia de Athayde Supura ; appellan-
    te Manoel Nerv Teixeira de Borba, appellada a
    justica ; appellante o promotor, appellado Jovmo
    Peres' de Oliveira ; appell uto Raymundo Nonato
    de Oliveira, appellada a justica : appellante o jui-
    zo, appellado Joaquim Antonio Caudcia; appellan-
    te Vicente Adriao do .Nudrimento, appellada a
    justica.
    APPELLAQ5ES ClVEIS.
    Dojuizomunicipildo Crato.-Appellante AleT
    xandrino Jos Baptista e outros, appellado Jote.
    Felippe Benicio.
    Do Recite.-Appellante JooAntomoGomcsGui-
    mares, appellados Joo da Cunha Soares Guima-
    raes e outros.
    DILIGENCIA CIVEL.
    Ao Sr. desombargador pr curador da-corda :
    Do juizo municipal do Reciie. Appellante a
    sama casa de misericordia, appellados Simpnrn-
    nio Olympio de Queirogao outros.
    AH'ElXACAO CR1ME.
    Ao Sr. desembargador promotor da justica :
    Do jury do Brejo.Appellante o promotor, ap-
    peHado Jos Gomes da Silva : appellante n juizo,
    appellado Jos Escoci de Pinho ; appellante Joan-
    na Franklina de Soma Araujo, appellado fos de
    Souza Guimaraes Jnior.
    DISTIUBllCAO.
    Appellacdef erimes.
    Ao Sr. desembargador (iiiirana :
    Do jury de Quixcramol un.-Appellante ojuizo.
    appellado Jos de Queiroz Lima.
    Ao Sr. desembargador Lonrenco Santiago :
    Da villa do Apodi. -Aprel ante o_ promotor, ap-
    pellada Joaquina Mara da Conceicao.
    Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
    De Nazarcth. Appellante o promotor, appella-
    do Emiliano Pereira de Lima.
    Ao r. desembargador i 'oria : >
    Do S. Bernardo.appellante o jui o, appellado
    Jos Joaquim de Hollanda.
    Ao Sr. desembargada Regueira Cosa :
    De Pesqueira. Appellante o juizo, appellado
    Jos Vicente.
    MCJDMPS CHIMES-
    Ao Sr. desombargador Gitirana :
    Fecorrente o juizo de direito do Limoeiro, .re-
    corrido Dr. Emigdio Marques Santiago; recorren-
    te o juizo de direito deS Bernardo,. ecorriuo Joao
    los de Souza.
    AoSr. desembargador Lourenco Santiago :
    Recorrente o juizo de direito de Nazarcth, re-
    corrido Ignacio Bezerra de Menezes l'rummond.
    Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
    Recrreme o juizo de direito do Sobral, recor-
    rido entonto Francisco do Nascimento.
    Ao Sr. desembargador i 'oria :
    Recorrente o juizo de direito de Pwnc, recor-
    rido Justino Florenino Cavalcanti; recorrente o
    juizo de direito do Bom Conseno, recorrido Jos
    Izidro de Oliveira.
    Ao Sr- desembargador Regueira Cosja :
    Recorrente o juizo de direito de Maceio, recor-
    rido Dr. Jacintho Paes de endooca.
    Do juizo de direito do Recite.-Recorrente R.
    O. Suift, recorrido Alberto B. Glemis.
    Ao Sr. desembargador raujo Jorge :
    Recorrente o juizo de direito da Fortaleza, re-
    orri lo Gon--al ulo Lago Fernandes Bastos; re-
    torrente ojuizo de direito do Pilar, recon
    Kyppolito Ferreira das Chagas.
    appkl-acks civeis.
    Ao Sr. desembargador Gitirana :
    Do Becife. Appellante Jos Goncalves da Cruz,
    ..r.pellado Francisco das Chagas algueiro.
    ' Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
    Da Lagoa Nova.- Appellaute Antonio Jos de
    Oliveira, appellados Braga Gomes & C.
    - Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
    Do Limoeiro. Appellante o jaLo, appellado
    Poneiano, por seu curador.
    Ao Sr. desembargador Motta:
    Do Reciie.Appellante Jos Jacome Tasso, ap-
    pellado Manoel Alvos Barbosa.
    Levantou-se a sessao a meia hora nepote do
    meto da.
    no Jornal da Parahyba de J3 do passado, e foi
    devidainentc apreciado o anplaudido geralmente.
    O contrato nao infenso, e nein do forma al-
    guma pode prejudicar a grande estrada de ferro
    proyectada para o interior ; feito sem onus alguna
    para a provincia, importa todava para ella nm
    grande beneficio," e sera por corto uin incentivo,
    servir de estimulo a organlsacSo da rompanhia
    para aquella cstiada ; de modo que em vez de
    pivjudica-la, favorece-a.
    Neste sentido opinou o PMicidor, jornal da
    opposicao c por conseguinte insuspeito.
    O Dr. Teixeira do Sa, administrador honesto e
    sobretodo Ilustrado e justicciro, nao assignaria,
    por certo, um contrato absurdo, como seria pelo
    modo porque noticin o correspondente.
    Nem o Exm. presidente, c nem os contratantes
    dos trilhos, eslo em opposicao rcalisacao da
    grande estrada, pelo contrario, a desejam ; fique
    disto certo o correspondente.
    Aproveito a occasiao para dzer-lhcquc o seu
    comprovinciano o Exm. Dr. Teixeira de S, tem,
    no curto espaeo de sua administrarlo se tornado
    credor do reconhecimento dos parahybanos.
    Tem acabado com certos abusos, tolerados pela
    condescendencia de alguns presidentes, seus an-
    tocessores, e isto tem sido muito salutar as ren-
    das publicas ; o que verdade, que quando
    elle aqu chegou o thesouro estava exhausto ; o
    hoje j tem pago alguma divida, e o corre conti-
    na em estado de salvar os scus cor.ipromissos,
    Entretento ainda tem pile muito que fazer.
    Nada mais digno de mencao, vive-se por ca
    santa paz. "
    O alto serto est quasi tod bem chovido ; sao
    as noticias que ltimamente temos, com grande
    salisfafo, recbalo.
    Al outra vez.
    (Carla particular).
    No trapiche Coneeic/Lo
    25
    GE-
    RECE bEDORIA DE RENDAS INTERNAS
    RAES DE PERNAMBUCO
    Rendiinento do dia 1 a 7 6:*ft?>^
    dem do dia 8 I:aboi7i0
    7:9G89;5
    Rendimento do da
    dem do dia 8
    CONSULADO PROVINCIAL
    ia7
    S5-.1SUIU)
    5:993*671
    61:147*811
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    \'v MA.MAXGUAF-E.
    O vapor Coruripe, com-
    mandante >ilva, seguir para
    o porto cima no dia 12 do
    corrente, as 5 horas da tarde.
    Recebe carga, enconimendas,
    passageiros e dinheiro a fe-
    te at as horas da tarde do dia da sabida : es-
    criptorio no Forte do Mattos n. la.
    Para o Para
    na
    G0MMERCI0.
    PRACA DO RECIPE 8 DE FEVEREIRO
    DE 1873.
    AS 3 1/2 VOSAS DA TARDE.
    Cotaedcw oiliciacii.
    Assucar -mascavado purgado 25400 por 15 kilos.
    Assucar bruto americano superior 2$ 100 por
    lo kilos.
    Assucar-bruto bomljOM por lo kilos.
    Assucar-'Canal 1*600 |>or 13 kilos.
    Algodo=-de Mossor 1" sorte 9*800 por lo kilos,
    hontem.
    Cambio sobre Londres a 90 dv. 2b 3(8 d. c do
    banco 26 l|i d por 1*000, hontem.
    Dito-sobre dilo a 90 d|v. 26 3|8 d. e 26 i[2 d., e
    do banco 26 l|l d. por 13, hoie.
    Cambio sobre Pars a 3 d|v. 365 rs. por franco,
    do banco, hontem.
    Cambiosobre Hamburgo a 90 div. 135 rs. por R.
    M., hontem.
    Cambio-sobre Portugal a 90 d|v. 102 OjO, hontem.
    Ditosobre dito vista 109 0(0, do banco.
    Leal Seve
    Pelo presidente.
    G. Alfonso
    Pelo secretario.
    ALFANDEGA
    Rendimento do dia 1 a 7 363:18*^996
    dem do dia 8...... i8:9:)32o8
    412:0883254
    PBUCACOtS A PEDIDO.
    Farahyba,
    de
    fin fevereiro
    1893.
    O correspondente do sea conceituado Diario,
    em sua missiva publicada em 31 do mez findo, a
    proposito de empreza, diste que o govenio da pro-
    vincia havia contratado com o Exm. Sr. Dr. Justa
    de Araujo, engenheiro civil, e o lr. Assis Rocha,
    i estabelecimehlo de trilhos ou carris de ferro
    as mas desta cidade, estendendo-se at o Pilar
    . Cabodello, pela estrada j cedida i companhia
    ou empreza Conde d'Eu.
    O modo insidioso porque foi dada esa noticia,
    *m preceder a devida explicacao, revela roalig-
    liiade e proposito do correspondente em ferir o
    Bxm. presidente da provincia, Dr. Teixeira de S,
    attribuindo-lt u acto todo censuravel e absur-
    do ; e, ao mestno tempo hosiilisar o contrato por
    jolg;i-lo infens-.i reallsacio da grande estrada
    de ierro para o interior da provincia.
    Par^ restabelecer a verdade, afianjo-lhe que
    os direitos da empreza Conde d'Eu foram esern-
    poktsamente re-"peitados pelo Exm. nresdente.
    A conco'so feita .v s contratantes dos trilhos
    para estende-kw at o Pilar, fui toda condicto-
    nai, obrigan'lo-se elles a retirar os trilhof logo
    me aquella empreza dr co eco aos seus traba-
    mm, sem mus algum ; isto se acha expressa-
    JWRte deciara Vi no contrato.
    O seu correspondente quem quer que elle iieia
    sabe muito bem disto; o contrato rol publicado"
    Descarregam hoje 10 de fevereiro de 1873
    Vapor francez-tamN'c (esperado) bagagens e
    mercadoria3 par* lfandega>
    Barca portugueza Aiexandre HercuUmovarios
    gneros para o trapiche Conceicao, para
    despachar.
    Barca inglczaJn/inie AIbeit\nrioi gneros pa-
    ra o trapiche Conceicao, para despachar.
    Patacho inglez Airla varios gneros para o
    trapiche Conceicao, para despachar.
    Brigue inglez -Luzilaniavarios gneros para o
    trapiche Conceicao, para despachar, e
    cerveja j despachada para o eaes do
    Apollo.
    Brigue ingljz/feraWvarios gneros para o tra-
    piche Conceicao, para despachar.
    Vapor nacional Paran -gneros naeionacs pa-
    ra o trapiche da companhia pernambu-
    cana.
    Brigue inglez Cofia raercadorias para alfan-
    dega.
    Barca inglezaJ/rt-miencmercaduras P;'ra *
    l'andega.
    Brigue hollandcz .1 lidn UargarelhaftTiah. de
    trigo j despachada para o caes do Apollo
    AI.TCUACAO HA PAUTA DOS PBEf/IS DOS GNEROS
    svnrros DIREITOS de EXPORTACAO, na SEMANA
    de 10 15 de fenereiro de 1873.
    Algodoem rama ou la 610 rs. o kilo.
    Assnearmascavado 140 rs. o kilo.
    Carrio de podra estrangeiro, tonelada meinca-
    16*000.
    Alfandega de Pernambueo, & de fevereiro de
    1873.
    O Io conferentcJ. Ribeiro da Cunha.
    O 2o confluente E. Vundim Pestaa.
    Approvo Alfandega 8 de fevereiro de 1873.
    O inspector da alfandega
    Fabio Alexandrino de Carvalho Res.
    DE3PACH S DE EXPORT*CAO NO DI A 7 DE
    FEVEREIRO DE 1871
    Para os portos do exterior '
    No vapor inglez Studenl, para Liverpool,
    carregou : L. A Siqueira 1 barril com 50 litros
    de agurdente.
    No navio inglez Resuld, para o Canal, car-
    regaran : Keller & C. 212 saccas com 13,033 kilos
    de algodao.
    No patacho hespanhol Saplu), para o Rio da
    Prata, carregaram : P. Carneiro & C. 50 pipas
    com 24,0 0 litros de agurdente.
    Na polaca hespanhola Jorert Elisa, para o
    Rio da Hrata, carregaram : P. Carneiro & C. 104
    saecas com 7,4ii kilos de algo o.
    No lugar allemo Aleida, para c Rio da Pra-
    la, carregou : A. Bastos 368 barricas com 44,100
    kilos de assucar branco.
    No brigue brasileiro Victoria, para o Rio da
    Prata, carregou : A. de O. Leite 100 barricas com
    10,819 kilos de assucar branco.
    Na barca portugueza Leopoldina, para o
    Porto, carregou : T. L. Soares 600 saceos com
    45,000 kilos de assucar mascavado.
    Na barca portugueza Amelia, para o Porto,
    carregaram : B. Ol 'eir & C. 298 couros salga-
    dos com 1,946 kilos ; E. Dubeux 100 cocos sec-
    eos (fructa) ; clveiraFilhos& C. 50 couros sec-
    eos salgados com 350 kilos.
    Na barca portugueza Claudina, para o Por-
    to, carregaram : A. P. Gomes 1 barrica com 50
    kilos de assucar branco e 1 dita- com 35 ditos de
    caf; A. Gregorio & C. 129 saccas com 8,711 ditos
    de algodo.
    Para os portos do interior
    Para o Rio de Janeiro, no vapor nacional
    Cruzeiro do Sul, carregou : A. O. Leite 1 caixa
    com H0 kilos de assucar branco.
    Para Santos, no patacho brasileiro Stnhazi-
    nha carregou : A. Bastos 43 pipas com 20,640
    litros de agurdente.
    Para o Rio Grande do Sul, no patacho bra-
    sileiro Pelicano, carregou : C. A. Ribei o 450 vo-
    luntes com 32,591 kilos de assucar branco.
    Para ruguayana, no navio ingle? Stlrer-
    latid, carregou : A. M. S. Machado 78 barricas
    com'9.458 i|2 kilos de assucar branco e 97 ditas
    com 10,608 ditos de dito mascavado.
    Para o Rio de Janeiro, no navio portug^sz
    Almedina, oarrogaram : T. A. Fonseca A C. Suc-
    oemres 100 pipas com 48,000 litros de agur-
    dente ; Lapa Primos 10 ditas com 4.800 ditos de
    dito; B. Oliveira & C 2,000 cocos (fructa).
    Para o Para, no brigue portuguez Adelina,
    carregaram : B. Oliveira C. 30 barricas com
    1,104 kilos de assucar branco.
    Para Mamangoape, na barcaca dalina, car-
    regou : J. J. de Carvalho 1 barrica com 60 kilos
    de assucar branco.
    MOVIMENTO H0 PORTO.
    Navios entrados no da 8.
    Rio de Janeiro e portos intermedios7 dias, vapor
    brasileiro Paran, de 850 toneladas, comman-
    danle Pamplona, cquipagem 59, carga difieren-
    tes gneros ; a Henry Forster & C
    Rio de Janeiro-21 das, barca ingleza Bina, de
    651 toneladas, capitao W. Jones, equipagem 15,
    em lastro ; ordem.
    Navios sonidos iio mesmo dia.
    Rio de Janeiro e portos intermedios Vapor bra-
    sileiro Cruzeiro do Sul, commandante o capitao
    tenente Teive, carga varios gneros.
    AracatyHiaie brasileiro Senhora dos Navegan-
    tes, capitn Clemetino Je de Macedo, carga
    diferentes gneros.
    Hampton-RoadsLugre sueco Nordtsjerman, ca-
    pitao Nordgrcn, carga assucar.
    BabiaVapor inglez Lanar Ksliire, commandante
    Thompson, em lastro.
    PortoBarca portugueza Amelia, capitao Paulino
    Antonio, carga assucar e couros.
    CanalBrigue inglez Ruth, capitao G. Weeks,
    carga assucar. ,
    Ro da PrataPatacho allemo Alma, capitao Tie-
    mann, carga assucar.
    BarcelonaSumaca hespanhola Despejada, capi-
    tae E. Marstany, carga algodao.
    CanalBarca dinamarqueza /. S. Pontoppedar,
    capitao Nissen, carga assucar.
    Liverpool Barca ingleza Saloween, carga as-
    sucar, capitao I. Boyes.
    Observariio.
    Suspenderam do lamaro :
    Para a Baha, a polaca he-panhola Floresta, capi-
    tao E. Mllet, carga'a mesma que tronxe de
    Barcelona.
    Para Barbadoes, a barca ingleza.Lord Nelson, ca-
    pitao Blyth, com o mesmo lastro que trouxe de
    Santos.
    Navios entrados no da 9.
    Rio de Janeiro e Bahia-6 dias, vapor francez
    Mendoza, de 1,496 toneladas, commandante Be-
    nigm, Malpasan 93, carga varios gneros ; a
    Tisset Frere. .
    Terra-Nova-31 dias,lugar inglez Leander, de 22b
    toneladas, capitao Thomaz Davis, equipagem
    10, carga 3,227 barricas com bacalho ; a
    Johnston Pater & C.
    Baha-8 dias, patacho inglez Florence, de 238 to-
    neladas, capitao Holmes, equipagem 8, carga
    assucar, ordem ; veio receber ordens.
    Aracaty 8 dias, hiate brasileiro Gracosa, de 93
    toneladas, capilo Manoel Joaquim da Silve-
    ra, equipagem 6, carga sal e outros gneros ;
    a Bartt olomeu Lourenco.
    Navios sahidos no mesmo dia.
    LiverpoolBarca franceza Mathieu, capillo Co-
    ronne, carga assucar e algodo.
    PortoHarca portugueza Claudina, capitao Jos
    de Souza Amellas, carga assucar e outros ge-
    D6ros.
    Rio de Janeiro-Patacho brasileiro Maria Emilia,
    neros. ., ,
    Portos do norte-Vapor brasileiro Paran, oom-
    vaicahir at o da 8 de fevereiro a barca portu-
    gueza Arabttla, de 1" classe, tem tres partes da
    carga prompta, e para o resto que flie Taita, tra-
    ta-se com Ferreira de Almeida 4 C, a ra da Ma-
    dre de Dos n. 36. -
    Precisa-se de nina ama qoe
    saiba cozinhr perfelamente e
    com rar para casa de homeo
    solteiro na ra de Pedro Ailonso n. 12, .miga
    ra da Praia. _______.
    4M
    A.M A
    Precsa-se de urna ama para
    engominar e lavar, paga-se bem:
    _ a tratar na Passagem da Magda-
    lena, largo do Chafarlz, sitio com gr des de ferro
    piuladas de p eto e tres oqueiros a entra a.
    Ama de leite.
    Precisa-se de nma que tenha bom leite, e sem
    filho : a tratar ra do Duque de Caxias, ou-
    tr'ora Queimado n. 70._____________________
    ATTENCAO.
    Precisa-se do um padre de boa moral, que t-
    nlia os precisos dados para leccionar cinco meni-
    nos, tanto a lingoa nacional como francei elatim,
    garantindo-se nao s bom ordenado, casa, alguna
    capellana de engenho, e mesmo a coadjutora da
    parochia do lugar, que tudo poder render cerca
    de 2:000 animal. O revi rendo que qoizer diri-
    ja-se ra da Cruz, annazein n. 3H, para tratar.
    ~ Oflercce-se de urna Sra. para trabalhar cm
    qi.alqucr casa de lamilla, com_machina : quera
    pretender dirja-se a ra da Praia de Santa Rila
    Nova n. 30, sobrado de 1 andar.
    Precisa se de urna ama para cozinhr Je
    comprar : ra do Duque de Caxias n. 64, loja.
    Na ra da Cruz^o Itecife
    n. 42, armazem, precisa-sede
    urna cozinhera forra ou es-
    rava, pagando-se bem._________ __
    AMA
    Para o indicado porto, pretende seguir com piu-
    cos dias de demora a veleira barca portugueza
    N'oro Silencio, navio de i." classe, capillo Ferreira,
    por ter mais de doua tercos de seu carregamento
    prompto e para o resto quihe falta e passageiros
    ( para os quaes tem bons commodos, J trata-se com
    os consignatarios Joaquim Goncalves Beltro &
    Filhos ra do Commercio n. 5.
    Para o Rio de Janeiro.
    Vai sahir com brevidade o lugar portu-
    guez Almedina por ter a maior parte da. carga
    prompta : trata-se com E. R. Rabello & C.
    do Commercio n. 48. _____
    - Precisa-se de urna ama forra ou eneran pa-
    ra cozinhr c lavar para poma familia : na ra
    mperial n. 153, relinaco. _________^^
    AMA
    AMA
    gel n. 9, 2." andar.
    Precsa-se de urna ama livre ou
    escrava, para urna familia composta
    duas pessoas ; a tratar ra do
    Bario da Victoria n. 12, loja.
    Precisa-se de urna, que co-
    zinhc e engommo para urna
    s pessoa : na ra do Ran-
    Trrenos.
    EinBobvribe a 3, 6*, 84 e I0 o palmo, com
    fundos para o rio, na povoaco : tratar hos do-
    mingos com o Sr. Medeiros._________________
    Aviso
    ra
    Para o Aracaty em direitura sane nestes
    oito dias o hiate Racional Maria, Amelia, de 1*
    classe, capitao e pratico Francisco Thomaz de As
    sis, j tem metade de seu carregamento engajado :
    para o resto trata-se com seu consignatario Anto-
    nio Alberto de Souza Aguiar, ra do Amorim
    n.60. ___________________________,
    U
    Ama
    Precisa-se de urna ama para comprar
    e cozinhr : na ra da Imperatriz n 56
    AH
    Procisa-se de una ama
    para cozinhr : na ra do Se-
    nhor Bom Jess das Crcou-
    lasn. 11.
    Prccisa-sc de urna ama para cozinhr
    e comprar : na ra do Baro da Victo-
    ria n. 28, outr'ora Nova._____________
    Ama
    LUZITANIA
    Proposta (em carta fechada) para os on-
    certos no brigue inglez Luzilania, entrado
    neste porto no dia 5 do corrente, serio rece-
    badas no consulado britannico ot meio dia
    na terca-eira 11 do corrente.
    A especificaso dos mesmos acha-se no
    dito consulado, e pode-se ver a qualquer, dia
    entre s 11 horas da manha s i da tarde.
    A
    Precisa-se de una ama para todo
    o servico de casa e de fra para urna
    s pessoa : a .tratar na rna de S.
    Francisco n, 39.
    LEILOES.
    mandante Pamplona, carga differentes gneros,
    iBritrue brasileiro Victoria, capitao
    carga assucar e aguar-
    Rio da PrataBrigue
    Manoel de Castro,
    dente. ,. ,
    Bordeaux e portos intermediosVapor francez
    Mendoza, commandante Benigm, carga a mes-
    ma que trouxe dos portos do sul.
    BECLARACOES.
    De ordem do Illm. Sr. inspectora thesou-
    raria de fazenda desta provincia se faz publico,
    para conhecimento de quem interessar, que no dia
    8 de marco prximo futuro, perante a junta da
    mesma thesourara, pelas 2 horas da tarde,' ira
    novamente praca para ser arrematado por venda
    o proprio nacional denominado Calabouco, sito
    ra do mesmo nome desta capital, servindo d^ base
    arrematacao a quantia de 2:6804. >
    Secretaria da thesourara d efa*enda Je Per-
    nambueo, 7 de fevereiro de 1873.
    DE
    200 meias caixas com' massas c 10 ditas
    cotn 1000 grozas de phosphoros de cera.
    Hoje
    O agente Pestaa far lelo; por coma c risco
    de quem pertencer de 200 meias caixas com su-
    periores massas, e 10 ditas com 1000 grozas de
    phosphoros de cera, o melhor que neste genero tem
    vindo este mercado, tudo desembarcado semana
    passada, e ser tudo vendido vontade ; segunda
    feira 10 do corrente, s 11 horas damauhaa, na
    porta do armazem doAnncs, defronte da alfandega.
    LEILAO
    DE
    117 saceos com milho avaiiado.
    HOJE
    Ao sueio dia eiu ponto.
    Xo trapiche do Angelo, no caes da Compa-
    nhia Pernambucana.
    O agente Pestaa far leilo de 117 saceos com
    milho avariado, no dia e hora cima, por conta e
    risco de quem pertencer.__________________
    ^
    Precisa-se alagar urna escrava ou
    una ama forra, que engomme c co-
    zinhe para urna diminuta familia,
    nao se olha a preco, na ra do caes
    de Capibaribe, casa n. 34, com grade de ferro
    na frente e porto ao lado. Na mesma casa se
    dir quem precisa de urna mulher de bons cos-
    tumes, que nao seja moca, para fazer companhia
    a rna senhora, dando fiador de sua conducta,
    ainda mesmo com alguma gratificaran.________A
    Ama de leite
    Na ra do Bom Jcsu, outr'ora ra da Cruz, n.
    50,2o andar, precisa-se de urna, que tenha bom
    e abundante leite, paga-sc bem.
    Fugio da casa de seu senhor, pela manha do
    B do corrente, o cscravo llenrique, idade 14 an-
    nos pouco mais ou menos, cor preta, dentes al-
    vos, gengvas prelas, altura pequea, levou calca
    o camisa de rsca.Jiiiho, chapeo de palha da trra
    feicoes mudas c bem ladino ; consta andar no
    bairro da boa-vista, ou ter embarcado para a
    villa do Cabo, e escravo de Francisco Romeu :
    quem o apprehender e leva-lo na ra da Moeda
    n. 33, ser gratificado._____________________
    Orna croula de 18 anuos de idade, de exem-
    plar comportamento, que sabe bem engommr,
    cozer, marcar de agnlha e vestir nma senhora, de-
    sojando libertar-se, procura quem queira dar o
    seu valor, sujeitando ella os seus servicos pelos
    annos que ronvenrionar, podendo tambera servir
    de ama de leite, pois que deu a luz ha dous me-
    zes : quera pretender annunce a sua morada pa-
    ra ser procurado. _________________
    Boi dcsapparecido.
    Dcsapparcceu das maos de um escravo, na noitc
    de 5 do corrente e no eaminbo do Uondego a Pas-
    sagem, um bo-, grande, laranjo lavrado de brann,
    e muito manso : quem dalle der noticia exacta ;i
    ra do Imperador n. 50, 3 andar, ser recom-
    pensado. ______________^____________
    AMA
    Precisa-se de una para cozi-
    nhr para casa de homem sol-
    teiro : a tratar na ra a Moe-
    da n. 45.
    AMA
    Na ra do Fogo n. l, pre-
    cisa-se do urna ama, para cozi-
    nhr e fazer compras.
    Servindo de oflcial-maior. t
    Carlos Jos de Souza Corra*
    Pela secretaria da cmara municipal desta
    cidade se faz publico que a mesma cmara prin-
    cipia a sua ormeira sessao ordinaria deste anno
    em o dia 10 do corrente. '
    Secretaria da cmara mu -pal do Recifc 8 de
    fevereiro de 1873.
    O secretario
    Lourenco B. Carneiro da Cunta. _
    SANTO ANTONIO,
    EMPREZA-V1CENTE.
    Quarta-feira 12 de fevereiro.
    1.' representa ao, por esta companhia, do gran-
    de e aparatoso drama de costumes militares :
    \m de leite -
    Precisa-se de urna ama de leite que tenha bom
    e abundante leite, paga-se bem : na ra Duque
    de Caxias, outr'ora Queimado n. 90.
    Dr. Francisco Borges
    S de Barros
    w MEDICO
    Mudou sua residencia para a ra da 9
    Ponte-Velha, sobrado n. I, onde contina, 0
    no esercico de sua prolissao. g
    ;**** $*&&* #m8&
    Cozinhera.
    Paga-se bem a um cozinheiro ou cozinhera,
    forros ou escravos, para urna casa de familia no
    Monteiro : a tratar ra do Mrquez de Olinda,
    n. 35.__________
    Attencq.
    Urna estrangera Babeado portuguez, e poduido
    dar boas informai-oes, desojara adiar un lugar
    em alguma familia que se retire para a Europa
    para fazer-lbe companhia ou cuidar de meninos
    quem quizer anniincie por este jornal.
    % Novo estabelecimento
    de joias.
    Ran to Cabalga n. 1*.
    Roste e^abelecimento se encontrar
    ^ um bonito sortimento de joias que >e
    S vendem por tal preco que animar ao
    comprador, atiento ao vantajoso syste-
    ma, ganhar pouco para vender mui-
    to, que cortamente til ao compra-
    dor e ao vendedor.
    Tambera se compra ouro, prata e pe-
    ZM dras preciosas, bem como se fabrica e
    B concerta toda e qualquer obra tendente
    i, mesma arte.

    4
    r t
    ...
    *^*
    ..
    SM-
    ---
    t~-
    Mr
    i*.
    COMPANHIA
    Fazeiiilis cariadas
    Terca-feis'a li do corrente
    O agente Pinho Borges far leilto, por conta e
    risco de quem pertencer, de estopa e outras fazen-
    das, e diversas caixas com papel almajo eom to-
    que de avaria, vindas na barca franceza Sanie
    Louis, no seu esenptorio, ra do Bom Jess n. 53,
    pelas 11 Tioras da manh.__________________
    LEILO
    DE
    movis, arrancio, fazendas e mais pertences
    da massa fallida de Manoel Jos Monteiro
    Torres.
    Terca-feira 11 do cUrrete
    O agente Martins far leilo, por mandado do
    Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, dos mo-
    vis, armaeao, fa'ndas e mais pertences da loja
    de fazendas n. 14 da ra Primeiro de Marco (an-
    tiga ra do i respp) tudo pertcncente massa fal-
    lida de Manoel Jos Monteiro Torres.
    A's II horas do lia, sendo:" armacao e faaen-
    das na loja, e os movis no segundo andar do so-
    brado n. 14, da ra do Crespo._____________
    H
    V
    \llencao.
    E
    AVISOS MARTIMOS.
    CAPATAZIA DA ALFANDEGA
    Rendimento do dia 1 a 7
    dem do dia 8 .
    4-086I426
    467*348
    4:553*774
    VOLUMES SABIDOS
    No dia i a 7 ... .
    Pnmeiraportanodia8 .
    Segunda porta.....
    Terceira porta .....
    Trapiche Conceicao .
    SERVICO MARTIMO
    Alvarengas descarregadas no trapiche
    da alfandega no dia 1 a 7 .
    DRas ditas no dia 8
    Navfos atracados no trap. da alfandega
    Alvarengas ,.,....
    7,543
    107
    84
    toa
    640
    857
    n
    Babia.
    Segu com muita bre id d? para o indi > do
    porto o veleiro hiate Garibaldi : ca ga e frete
    tratar com os Srs. Tasso Irmos 4 1. ra do
    Amorim n. 37.___________________________
    Para o Rio-Grande do Sul.
    Recebe carga a frete o patacho portuguez Go-
    mes de Castro : trata-se com E. R. Rabello 4 C.
    ra do Commercio n. 48.___________________
    Para o Rio de Janeiro
    pretende seguir o br gue portuguez Damao, tem
    parte de seu carregamento engajado : para o res-
    to que lbe falta, trata-se com os seus consignati
    rios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k. C-, no
    seu tscriptorio ra do Bom Jess n. 57. outr'ora
    ra da i.ruz.
    Rio Grande do Sul
    Pretende seguir com mnita brevidade para o
    referido porto o veleiro palhabote Bosita, p r ter
    a maior parte da carga engajada ; e para a que
    lhe falta, trata-se com os consignatarios Joaquim
    Jos Goncalves Beltrao A Filho, a ra do Com
    mercio f K.
    LEILAO
    DE
    ferragens
    QUARTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
    O agente Pestaa far leilo de diversas ferra-
    gens, no estado em que se aoham, no dia cima,
    as 10 1|2 horas da manhi, e por conta o risco de
    quem pertencer, no armazem alfandegado do ba-
    ro do Livramento, no caes do Apollo.
    Em cumplimento do dsposto no artigo 19 aos
    estatutos a mesma companhia serao vendidas 10
    de suas aectfes de ns. 261 a 270 Os pretenden-
    tes devero dirigir suas propostas, por intermo-
    dio e corretores cracs at > lia 14 do cor-
    rente ao escriptorio da companhia, ra do Vi-
    gario n. 4,___i
    Barato de.Ansnragy
    Adolpho Targini Accioli convida
    aos seus parentes e amigos e aos
    do seu finado amigo o Bario de
    Amaragy, a assistirem allomas mis-
    sas que por sua alma manda resar,
    na manh de segunda-feira, 10 do
    corrente, na igreja do convenio de S. Francisco,

    Casa.
    \'ende-3C urna parte da casa terrea
    ra da ambn do Carmo : a tratar
    Ligamento n. 6, loja.
    n. 10, sita
    na ra do
    Criado
    Precsa-se de um criado : na ra da Moeda nu
    mero 33.
    Taverna em Belem.
    O abaxo assignado faz scienle ao respeitavel
    publico e ao corpo do commercio, que comprou
    ao Sr. tose Dativo dos Passos Bastos a sua taver-
    na sita estrada de Belem n. 3, denominada o
    Amigo do Povo, livre e desembar''cada de todo e
    qualquer onus se alguem se julgar credor d
    mesma, apresento suas contas no praso de tres
    dias, a confar da data deste ; e passando deste
    praso, nao se attender reclamacao alguma.
    cife 7 de fevereiio de 1873.
    Luiz Antonio de Ohveira.
    Re-
    Para Lisboa.
    O novo e veleiro brigue portuguez Datniao, ca-
    pitao Pedro Martins Branco, o primoiro navio
    a sahir por ter j a maior parte da carga promp-
    ta, tem bons commodos para passageiros : trata-
    se com E. R. Rabello k C, ra do Commercio nu-
    mero 48.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    llavecsteate roeteira a vapor.
    GOYANNA.
    O vapor Tarakyba; se-
    guir para o porto cima
    no dia 12 do corrente, s
    9 horas da nodo. Rece-
    be carga, encommendas,
    passageiros e dinheiro a
    frete : escriptorio no For-
    te sdo nMatte
    AVISOS OVFBSOS
    Exposicao Provincial de Pern&nt-
    tiuco.
    No dia 7 do corrente s 6 horas da Urde ter
    lugar no palacio da presidencia a ulima reunio
    ordinaria da commisso directora da exposicto
    de i ernambuco, alim de ler-se o relatono que
    sobre a mesma exposicao vai ser dirigido ao go-
    verno, e fixar-se o dia da distribuicao dos pre-
    mios conferidos aos xpositores.
    Os membros do jury especial poderSo assistir a
    reuniio, ... ,
    Sala da commisso directora, 4 de fevereiro de
    1873. m m
    Buarque de Macedo,
    Secretario.__________
    Precisa-se de um caxero que tenha pratica
    de taverna: na ra da Santa Cruz, padaria da
    Flor da America n. 3.
    Barharel Bento Jos da osta, juiz do paz
    da reguezia de Nossa Senhora da daca da Ca-
    punga d audiencias as quartas feiras, e quando
    for o dia santificado ou feriado, no antecedente.
    Na ra da ftmte-VeTha n. 6 precisa-se lu-
    gar um menino de 8 at U airaos, fivro ou eoera-
    vo para os pequeos servicos domsticos._______
    Quem precisar de urna escrava cozinhera,
    dirijan roa de anto .Amaro n. 6, 2* andar.
    Al n-fe
    o sobrado de nm andar rna de Hortas
    a tratar na roa Duque de < axias n. 68.
    n. 30
    Alaga-se o sobrado de um andar da ra
    do Bario da Victoria n. 67 : a tratar na loja do
    mesmo. ^_^__
    Aluga-se
    Urna casa terrea nos Afosados, siua rna do Mo-
    tocolomb n. SI, com quintal morado, cacimba
    d^agua de beber, contando i salas, 4 quarto* e <
    zinha fora ; a tratar ra Duque de Caxias n. W
    foja.
    C4RMVAL
    Na Chaiellerie des D mes ra do Bar da
    victoria n, 16, prepa a- e qualquer costume a ca-
    pricho, pro rio para o car avel: o g<> t d ra
    balho ne-to genero j bem raneado pelos
    a i ad -es do carnaval portante inutl elogiado.
    a
    - O abaixo assignado declara gue comprou
    taverna sita na ra da Restauraeao n. 36, antiga
    ra da Guia, livre c desembaracada de qualquer
    debito, e pertencente ao Sr. Genuino Carneiro da
    Cunha : se alguem se julgar com direito mes-
    ma, apresente-se no prazo de 3 dias, a contar da
    data oeste, frados os quaes nao se attender re-
    clamado alguma.
    Reciie, 31 de Janeiro de 1873. .
    Joaquim Gonqilves de A ndi wmm
    - Precisa-se de um erado para uin sitio no
    Monteiro : a tratar na ua Nova n. 7.________
    Precisa-se de urna ama para lavar e engom
    mar paga-se bem : a daleaTlargo do chafanz, sitio com grades de
    ferro pintadas de preto, com tres ps de coquei-
    ros na entrada.
    AVISO.
    No dia 3 do correte mez ausentou-se do en-
    genho Ginipapo, termo de Olinda, o escravo Joo
    Boto, de ni.ao Angola, altura e cerpo regnlares,
    ps chatos, falta de alguns dentes, barba serrada,
    bem preta, rendido de urna verilha, costuma ir
    para o Recife, onde j tem sido preso : roga-se a
    quem appreheader, de fova-to ao- mesmo engenho
    ao seu senhor. _______
    No dia 5 do corrente mez ausentou.-se do en-
    genho Sapucaia de Beberse o mulatinho Athana-
    sio, raca cabocto, ainda pequeo, mas bem nu-
    trido e f irte, idade 14 annos, bem parecido, multo
    esperto e ladino, um tanto gago, foi visto na esta-
    oAo da ra da Aurora, quando saJtava do trem o>
    Beberibe, anda po tanto vagando as roas da ci-
    dade, pelo que roga-se a sua captura.
    Aluga-se urna casa nova de tijoio com oom-
    nvdo para grande famHia, oom grande terreno
    cercado, na forre pe to da margem do Capibaribe:
    a tratar na roa da Imperatris n. 74.
    AttenQo
    Altenca.
    .1
    i'

    O Sr. Antonio Jos Ferreira, tenha a bondade
    de apparecer na ra do Duque de Caxias n. 60
    A, loja de Bento da Silva & C, successores de
    Manoel Ribeiro Banjo*.____________________
    ^JaUenciio.
    O Sr.....de\raujo Cezar, favor \'r ra
    do Djque de Caxiafc n. 60 A loja de Bento da
    Silva & C, successores de Manoel Ribeiro Bastos
    - Dcsappareccu Via nouto de 19 tara 20 do
    corrente, da freguez avio.Poco da Panella, urna
    burra com os sign es sWuintes : caslanha, car-
    nuda, tendo a mao esqueYda um pouco inchada,
    tem urna marca na sarnUa, pr veniente de un
    geriinu : quem a achar, ou della der noticia
    exacta ser generosamente recompensad.
    Eustaquio Jos dgs Chagas.
    Una senhora competentemente habilitada e
    autorisada pela directora da nsiru\:cao publica se
    offerSce ensinar primeiras lettrasj grammatisa
    portugueza, aritlraietica, coser, bordar, e outros
    misteros de sua prolissao, cm algum tengenho per-
    to da pra^a : a pessoa que quizer urhsar-se do
    sen presumo, dirija-se praca do Canoje fl'Eu nu-
    mero i 3.______________________________
    " Eu abaixo assignado, declaro que vefcdi a casa
    de pasto, da ra de Mariz-e Barros, !.n. 10; se
    houver algum credor apre-ente seus dscumeno
    no prazo de tres dias contados desta asta. Re-
    cife, 3 de fevereiro de 1873.
    _________________Faustino Peres. \
    Criada \
    Precisa se de urna que cozinhe e engomme co\n
    perfeicao, para casa de tres pessoas : roa da
    Unio n. 67, confronte ao muro do gymnasio.
    Quem precisar de amas secta ou de leite,
    dirja-se ao pateo de S. Pedro n. 3, loja, que
    adiar rom quem tratar.___________________
    Tlieatro Gymnasio Drama-
    tico
    Einpi'eatu E*piuoa e Penante.
    Sob esta firma tem de funecionar urna com-
    panhia dramtica no theatro Gymnasio Dra-
    mtico, cujo pessoal conta 22 artistas, compro-
    mettendo-se esta empreza amontar dramas de
    grande espectculo, nao poupar despezas para este
    nm, fazer o concert necessrio no theatro e desem-
    penhar integralmente todos os scus programmas.
    A empreza Espiuca e Penante, promelte fazer
    urna nova poca theatral em Pernambueo e para
    isso conta com o generoso acolhlmento e proteccao
    do respeitavel publico, que tao inequvocas provas
    de sympathia tem dado aos novos craprezarios.
    - Aluga-se o Io andar do sobrado n. 47* da roa
    da Imperatriz : quem o pretender encontrara as
    chaves na foja do mesmo sobrado, e se entender
    com seu proprietario ra do Hospicio n. 33.
    ~0 abaixo assignado, credor de Jos Dativo dos
    Passos Pastos, cstabeleeido com venda na estrada
    de Belm ou i ampo Grande, previne que nin-
    guem faca negm-io com este e;tabelecimento sem
    3ue seja'pago da quantia de 18i JOOO, importancia
    e bolacha que lhe forneccu ; do contrario quem
    comp.ar ficar responsavel pela referida quan-
    tia.
    Recife, 8 de fevereiro de 1873.
    Manoel Rodrigues-Pereira.
    loja de
    a t des
    Pereira da Silva & C, proprietarios da
    avio, a ra da Imperatriz n. bO, rogam
    _sj seus devedores desU pra?a a virom saldar seus
    d. Litos at o fun do mez de fevereiro corrente ; o
    todo* aquelles senhores que se acham eom seus
    dbitos atrasados e nao tiverem vindo pagar du-
    rante este praso, terao de ser incommodados judi-
    cialmente____________________\__________
    A polica.
    Pede-se ao ?r. subdelegado de S. Jos que to-
    em consideraeao as reunioes que se do em
    una casa de jogadores, em um dos beccos perte
    igreja da Penha.
    Aluga-se o armazem da casa a. 18 da tra-
    vesa dos Expostos, ladrilhado de novo, e proprio
    ni ra qualquer estabelecimento : a tratar com o
    Sinistro da ordem terceira de S. Francisco, no
    consisto io da mesma ordem..
    Quer-sc alugar urna escrava paran servi'o ex-
    terno e interno de urna casa de pouca familia : a
    tratar na roa do Imperador n. 28, 2 andar.
    Cacoleta perdida.
    Perdeu-se do escriptorio deste Diario at a roa
    do Queimado, urna cacoleta oom pedra de ambse
    os lados, e em unja d'ellas tem urna chapa de
    ouro com as inicies M' F F e dentro da
    mesma cacoleta temom retrato ; quem afhpn-*
    querendo restituir, pode dirigir-se M reforUoes
    criptorio, que eompensari
    *



    '


    fe*y

    i







    I-*-
    Diaiio de Pemambuco Secunda feira 10 de Fevereiro de 1873.
    5 .
    /
    MOl'IDADB
    PIANOS E MSICAS
    *

    MTOWIO JOS DE A25EVEDO
    . Ra do Bario da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
    aonde o publtco em geral encontra]sempre o'tnaior e mais esplendido orf tinento deptauos de
    Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
    e orchestra.
    Acaba de abrir do primeiro andar do sobrado n. 12 confronte
    botica Manrer, am graade sali onde estio expostos os magnficos
    de amano, de Pleyel.
    de meia canda, do mesmo antor.
    de H. Henn.
    -------- de Amede Thibout.
    nico agente Desta eidade, dos eelebrea afamados
    PIANOS DE AUCHER FRSRES
    remiados em diversas exposi ,ss om 14 medalbas de ouro e prata.
    Sao os onicos pianos que aqni vem da Europa, perfeitamente afina-
    dos, fetoa com elegan :ia e solidez.
    D'aqoi emfldiante continuara a annuuciar tedas as pnblicac^ies que se forem (riendo as snas oficinas de msicas.
    Tambera receben grande or tmenlo de msicas pira piano, piano e
    canto e entre ellas aa lindas composic5es do mnito sympatbico maestro
    F. S.1VTIXI
    A SABER :
    Voc me quer Walsa.
    AENCO
    Fugiram do engenho C;irh ira Tapada, fregne-
    lu da Escada, no i nejado do mez de dezembro
    prximo pastado o escravo Rufino, do 18 a 2i
    annos de idade,' cor preta, principiando buco de
    barba por debalxo do queixo, pequeo, secco' e
    muito espigado do corpo, beicos grossos, ps pe-
    queos, olhos vivos e com urna cicatriz d'uin
    coiee de cavado por cima d'ura e tem falta d'um
    dent na frente; levou calca* e camisa de algodao
    azul e de listra, urna camisa de baieta encarnada e
    om palitol de easemira escura e consta ter seguido
    para villa de Limoeiro, de onde natural.
    Jorge, no da 6 de aneiro do correntc anno. de
    30 annos de idade pouco mais ou menos, cabra,
    pouca barba, bigode e cavaignac, cabellos pretos
    e a especie de caboclo, altura regular e todo for-
    nido, tem os dedos polcgar e index da mi direita
    duros d'uns talhosf cujas marcas esto bem visiveis,
    sahio preparado com trouxa de roupa, calca e ca-
    misa de algodo azul e de listras e urna camisa de
    baita encarnada. Presume-se ter feito viagem
    para villa de Ingazeira, serto de Paje de Flo-
    res, para onde j ha dous annos, fez urna fgida e
    natural; roga-se pois as autoridades policiaes e
    capites de campo, a sua captura, que serio gene-
    rosamente recompensados._________________
    GOMPANHIA
    DOS
    TRILHOS URBANOS
    DO
    Recite Olinda c Merhe.
    Olga Mazurk.
    La Separacioni Para canto.|
    A Lnz elctrica, grande Walsa.
    Franco Brasileiro Polka.
    Tomada de Vllela Galope.
    Joaninba Walsa.
    A Libertadora Polka.
    A Primeira espada WaUa.
    A Mmha Lyra Walsa.
    A Natalicia Polka
    Studieote Po'.ka.
    Ultima! publlea^oes
    Feitas as offlclnas de mosteas
    do anannciante.
    Emilia, polka por I. Smoltx.
    Circaclana, schotcb, por SraoltL
    Jardim do Campo das Pricezas,
    quadrilha, por J. Popoe.
    Chava de Rosas, Walsa, por H. Al-
    bertazzi.
    CAUTELA!
    MEURON &C.
    A. m^ M S M, W
    JU-^jy
    __ _Compra de solipas.
    fftfmj^ No esenptorio desta com-
    panhia, comprase constante-
    mente a precos razoaveis,
    solipas de oticica e sapu-
    caia, das seguintes dimen-
    sdes : compnmento 10 pal-
    ay, mos, grossura 9 pollegadas,
    grossur 4 ditas.
    Contrata-se com o abaixo assiguado na esta-
    cao da r. a da Aurora.
    Estrada de ferro de Olinda, 23 de Janeiro
    de 1873.
    O gerente interino,
    Laurentino Jos de Miranda.
    Para maior commodidade dos passageiros
    Lque desejarem assistir aos lindos fogos d'ar-
    tificio as festas da Senhora do Bom-Succes-
    so e do Senhor do Bomfim, na eidade de
    Olinda, no prximo domingo 9 do corrente,
    expedir a companhia um trem s 10 1/2
    horas da noute de volta para o Recife.
    O gerente interino,
    Laurentino Jos de Miranda.
    Mol.
    oque.
    Preciare altifcar um un.Icono r I- < lian-
    nos: trat r no arma eoi do Campos : i u;v do
    Imperador n. 28.
    ttwm :i(l
    2i>faori
    s
    Avisa-se
    a quem der noticia da escrava Guilhermina, que
    foi do tenente-coronel Feliciano Joaqulni dos San-
    tos, e depois comprada ao BarSo de Na areth, re-
    presenta ter 2> annos, tm falta do denles na
    frente e as mos cotn cicatrizes d queimadm-a d
    gaz, secca do corpo, muito regrista, qne desanpa-
    receu da casa de sobrado n. 20 da roa dos Coe-
    lho?, que ser generosamente recompensado.
    AOS 5:000$000.
    Estiio venda os felizes bilhetes da lotei ia |la Ba-
    hia, na ota* folizj do arco da Conccicao,
    ourives, no Recife. '________^^
    loja de
    de Santo Amaro das Salinas e N. S. das
    Angustias.
    As pessoas que quizerem a lugar terrenos para
    armare t barracas durante os 18 dias de novenas
    e festas, poderao dirigir-sc calila do lugar, que
    ahi aeharo com;quem tratar. ____________
    No dia 19 do corrente Janeiro de 18751, au-
    sentara-sc do lugar denominado Acude do Matto,
    da freguezia da Gloria do Goit, a pela de nonie
    Tbereza, altura regular, olhos mrbidos, parece
    ter falta de um dente superior na frente, em con-
    sequenci de os ter muito separados e seren li-
    mados, soffre cravos nos ps c no rosto tem min-
    ias sardas salientes como bermejas ou berrngas,
    levou vestido de chita verde, urna cobcrla de chi-
    ta, e duas mulalinhas ambas lilbas da mesma.
    urna de nomo- Rogeria, de 7 annos de idade, cr
    clara, cabellos annclladosTos olhos mrbidos e os
    dentes da frente largos, e a outra de norae Ma-
    ra, de 17 mezes d idade, menos clara, tesla sa-
    liente, olhos pequeos, cabellos igual a primeira ;
    ambas sao pertencentes ao Sr. Jos Eleutcrio la
    Silva. Suppoe-se ter ido em procura de um h-
    Iho que foi o anno passado vendido ao Sr. Bario
    de Nazareth por ter aerado pela estrada de Pao
    d'Alho, e som dnvida ir paseando por fo ra por
    motivo dos ilhos: a pessoa que a tiver em sua
    casa e me avisar, ou alguem que der noticia cer-
    ta, ser generosamente recompensada ; para la-
    (ormaces neste typographa.
    | CONSULTORIO 2
    1 MEDICO-CIHIRGICO 3
    *
    m
    DO
    Di<. J. M. Cufio
    OPERADOR E PARTEIRO
    Ra do Mrquez de Olinda n. 2o, pri-
    meiro andar.
    ConUlta das 7 horas s 10 da mauh.
    Chamados a qualquer hora.
    AnscnL-iratn-Si) deas rju'raves inu.i t, sendo um
    le o. ule Louiiiic.i, rom ii :\ 27 annos de idade.
    estatura regular, chota do corpo, cor clara, ca-
    bellos estirado, rosto redondo e sem barra, levou
    calca e eamisa branca, chapeo de feltro preto.
    0 mitro de nome Amln-, da mesma estatura, mais
    novu um pouco do que o ouiro, tendo o< nusmos
    sillines do inno, sendo comprados: Lourcnco
    ao Sr. Clandino a'AlbuqnerqHC Mello, da comarca
    ile Ritos, da provideia da Parahyba ; a Andr ao
    Sr. Mo FWDdsW) Gomes de Arrnda, da comar-
    ca do Limoeiro, tendo fii>i lo aquelle no dia 21
    do corren le (Janeiro), e este hfljo 30 do mesmo..
    Soppde-se que segnlrama estibada do LimoelrD
    Serra do Teixcira. Roga:0 a todas as autorida-
    des policiaes e capites da eampo, que os appre-
    hendain e os condiizuin ra do Apollo n. 30,
    ariiiazem de assoear, ana se gratificar com a
    quantia cima.____________
    ATBMI
    O ahaixo asaignade previne ao respcitavcl or- \
    iw do eomrnercM de nao fazer transaeeio nenhu-
    ma com una le tra aceita pelo mesma ahaixo as-
    signado em favor do Sr. Miguel Guerra, visto Wt
    o dito Miguel Guerra devedor da quantia de um
    onto de ris do mesmo ahaixo agripado.
    I. v. Girarde.
    Alun-se o segando andar do predio n. id,
    ra do Son lesos : a tratar M armazem. do
    mesmo.
    COMPRA!
    Omi|>ra-se um carro anv ricano de dou -
    sentos, e prumpto pan trabalbar : na ra do Ii-
    perador n 22, primeiro andar._____________
    Compram-se
    nimios a oSOOO a arroba : na ra Larga do Ro?s-
    rio, fabrica de cigarros n. li.

    VrNBAS.
    -
    *-
    . : '


    aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
    REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
    pois qne os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
    so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
    confundir com o d'aquelles.
    Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
    PRETA, devem para nao serem engaados ver que
    os botes tragam o nome de MEURON & 0., e a desig-
    nado de REA PRETA.
    MEURON ft C. "
    Siippressio dos Iris das 5
    da manli.
    Em consequencia dar completa ausencia de
    passageiros, ficam supprimidos os trens que
    partiam s 5 horas da manh das estaces
    do Recife e de Olinda, contar de sabbado
    15 do corrente cm diante.
    Esenptorio da companhia, 8 de fevereiro
    de 1873.
    O gerente interine,
    Laurentino Jos de Miranda.
    PHARMACIA
    TORRES.
    O abaixo assigMdo, pharmaceutico pela faeot-
    iktde de medicina da Babia, participa ao respoita-
    vel publico e aos senhores mdicos desta oapital,
    3ue tendo comprado a bem conhecida pharmaeia
    o finado Torres, s ta ao pateo do Tere* n. 135,
    sortio-a de medicamentos novos c preparados es-
    peciaes france-es dos melhores autores, asstm
    como avia qualquer receita a qualquer hora do
    dia ou da noute com toda promptido,, esmero e
    anseio sem fazer suUslituicocs.
    P.eotfe 3 de fev->reiro de 1873.
    ________Manoc Thomat Peroira do Rcgo.
    Escravo.
    Precisa-so de'urna escrava que desempenhe
    as obrigacoes de ama de urna pequea familia
    nolargo do Faraizo n, 28, sobrado. ______
    Loufen^o lves Ferreira,
    mscate nesta eidade.
    Queira ter a bondade do vir a loja da'Rosa
    Branca ra da Imperatriz n. 56, negocio im-
    portante. Entando '
    Ausencia.
    Evadio-se o escravo Paulo,
    tripolante, trajardo roupa de servido de bordo,
    e tem os signaes seguimos : estatura e rosto re-
    gulares, cabellos grenhos, nariz e boc a regula-
    res cor preto, crioulo, e sem barba : roga se
    a appreheso do mesxo, c conduzi-lo ra da
    Cruz n. 3, aonde se gra.tilicar.______________
    Acha-s fgido thssde o dia 12 de dezem-
    tro do anuo prximo passado o moleqnc Altino.
    de lo para 16 annos de idade, com os signaes
    seguintes : cor futa, secco do corpo, olhos vivos,
    pernas Unas, wuito ladino, levou vestido calca
    e camba de algodao de listras; snppoe-se elle
    andar mesmo pero Recife, ou pelo matto, na fre-
    guezia de Ipojuca, no engenho Pinderama, onde
    tem um i-mo forro : roga-se a apprehensao do
    dito escravo e leva-lo em Olinda no sitio deno-
    m nado Jardim Botan co, aos seus senhores, que
    alm de gratos, rcc.mpensaro generosamente.
    Aluga-se o pavimento terreo da ca*a da ra
    do Vidal de Negreiros, ontr'ora Imperial n. 113,
    proprio para estabelecimento, tendo um sotio cm
    separado e quintal murado : tratar ra do
    Viscoade de (tapanca n. 1 armazem.________
    O bachaiel 1). I.uiz daSilveira, pode
    ser procurado todos os das uttes, las 11 ho-
    ras da manh at as 3 e meia horas da tarde,
    na ra do Imperador n. 27 & andar, quer
    para os misteres de sua profissao de advoga-
    jo, quer para os seus negocios intoiramonte
    particulares.
    Camisas franeczas braneaf a
    2^, tem pouca a varia.
    O Viaiina vende por motado do scu valor .".<
    fazendas i|ue pode arrematar e por so andar
    dopressa qne pechincha : na larga il i i
    rio n. 22.______________________
    Camisas franeczas de ereto-
    ne de coros a 5$.
    pechincha porque se vendem a .'i i r;.i
    larga do Rosario n. 22 loja do Vianna._________
    Vende-se 23 pipas com niel em barra
    promptos a embarqne : no caes do Ramos n. '.i,
    Borracha!
    I
    Vendc-se da melhor qu tteos no mercado e
    por proco comtnodo : ra de Santa Ibero an.
    no.___________________.
    Cambraias bordadas ultimo gosto.
    Cambraias miudinhas de cores.
    Tailatanas de todas as cores.
    Selim de lindas cores.
    Chapeos de gnl para meninas e seaporas.
    Las para vestidos de apurado gstn.
    \ rosa branca vende estes artigos por procos
    muit baratos e manda levar as casas : na na
    da Imperatriz mjit^portadas enea nadas.
    Madapolo avariado
    a 33 e 4000 : na ruada Imperatriz n. "6, loja
    da rosa branca. ______________
    CllCill'tl
    talara), Sabuco C vendem trancas, franjas,
    lantijoulas, douradas e pratcadas, de todas Bana-
    lidades e larguras, voltas prateadas, do tod.as as
    finalidades e larguras, brincos, cabelleiras bian-
    cas calcas de meia de algodlo e de seda, capace-
    tes de inassa e e metal, etc. ote, e ludo quanto
    necessario para razer-se um chicard, ultimo
    uario. o mais moderno o bonito para uro baiK
    de mascara, gosto francei: no basar Tictona,
    ra do Bario da Victoria n %________.
    ~Cha preto e verde
    Vende-se no bazar "victoria ebi preto e;
    Hdame I iiny. modista^ita-
    liana.
    ^ Refia-sc encarecidamente a esta senhora para
    Jjie se digne mandar concluir o negocio qne tem
    na loja da ra Duque de Caxias o. 58, attendondo
    para isto o tempo decorrido.________________
    de miiiio boa quatidade
    Victoria n. 2, loja de Am;
    na roa do Barao
    ral, Nabnco & C
    A
    FNDIfjAO DOBOWMAN
    RA DO BRUM N. 52
    (Passando o chafariz)
    Os proprietarios desta fundicao recommendam-se ao* Srs. agricultores pela boa qua-
    dade das obras que durante mais de 30 annos, a casa lhes tem fornecido.
    Po9suem sempre um avulwdo deposito de machinismo e implementos em toda a va-
    .riedade de tamanho, proprios para todos os mysteresda agricultura, e preparo do assucar
    e algodo; entre os quaes algumss novidades nesta provincia, merecendo ser vistas.
    Vendevi a prazo ou a dinheiro cora descont., vontade do comprador.
    CADTELLA
    Avisam ao publico que diversas encommendas dirigidas a esta casa, tem sido desvia-
    das : pelo que, rogam aexigencia da conta impressa, para prova da procedencia do que
    se lhes fornece. tifll # -
    Outro sim, que por ahi andam especuladores (alguns emprgados e obras em concertos,.
    etc.,) a inculcar encommendas e compras de machinismo : acautellam aos Srs. de engenho
    contra os taes, lembrando-lhes, pensem se sem interease aquella industria; e quem paga
    as peitas recabidas pelos ditos inculcadores. j _
    COMMISSOES
    Fazem encommenda vontade do pedinte, medianW urna commissSo. de qualquer
    machinismo ou obra, dando ao comprador, a vantagem obtida por sua habilitacjLo e oostu-
    me no negocio, tanto em reepeito ao preco como a qualidade, assira como '
    em montar e trabalbar com o machinismo vindo.
    todo o auxilio
    por Albert B. Ghewy, Engenheiro.
    RA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O CHAFARIZ
    QUESTO DO DI
    (T pela barriga que melhor se
    govervao mundo).
    Grande agitaclo I... Todos fallam I-----gi>
    tam I... escrevem I... lastmam-se I... cho
    ram... e nao comeen? nao bebem ?
    Eis a confusa!!
    Meditemos, pois...
    Alvicaras !... Alegrai-vos, bella e heroica ei-
    dade do Recife, que vai desabar sobre a cabera
    de cada um de vosso6 invictos fimos urna nuvem
    rende de mgicas inspiracoes a veracidade
    este annuncio.
    Qu-jreis conseguir os fins ? empregai os ojeios :
    apurai a vossa imaginario, vasai na vossa intelli-
    S;encia urna gota de inspiracao.enteris resolvido,
    o I minado aquestao do dia,(
    Queris
    Pois bem, fortificai os pulmoes, 4esempedi a
    larynge, rgentinai a voz, adquir o dom da per"
    suasao e finalmente abracai sem hesitacao a por-
    tentosa inspiraqao que vos offereco e tereis forcas
    suficientes para discutir, convencer e...derrttbar,
    para sempre a magnaquestao do dia.
    Queris ludo isto !
    Viode ao muito preconisado arnuzem do. Cam-
    pos, xua do Imperador n. 28, e comprai certas
    e especiaes victualhas, (exquisitas e excitantes)
    par dos coruscantes e finos vinhos, nao esquecendo
    os finissimos e calmantes licores, Jembrando-vos
    dos rariHimos o delicados acepfpes, (alem de eu-
    tras imaitas cousinhas boas que ficam oceults
    nestes.....para despertar a enriosidade dos aman-
    tes da....} e veris que depois de teres saboreado
    essas finas e delicadas iguarias vos appareeer
    urna to enrgica impiraco (coasa inaudita) que
    vos considerareis metamorphoseado em algum
    propheta, abundando a vossa imaginacao de cl-
    culos infcliveh que vos faro resolver em nm
    pice o grande problema qne prende to forte-
    mente as vossas attencesquestao do dia.
    Buvidaes ?
    Teste caso l vai:
    Com a barriga vasia
    "30& A*cabeca arde, eafraqnece,
    O corpo treme, vacilla,
    A razao dcsapparece.
    N. 28 roa do Imperador X 28
    MOFINA
    Est encouracado! 1!
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Millo,
    escrivao na eidade de Nazareth desta provincia, o
    favor de vir i ra Duque de Caxias n. 36, con-
    cluir aquello negocio que S. S. se comprometteu a
    realisar, pela terceira chamada das te jornal, em
    fins de dezembro de 1871, e passou a fevereiro e abril de 187-2, e nada cumprio;
    e por este motivo de novo chamado para dito
    fim, pois S. S. a deve lembrar que este segocio
    de mais de oito a.nnos, e quando o Sr. sea filho se
    achava nesta ci>de.
    Excommungado.
    Acab de sabir a luz e acha-se a venda e-ta
    linda polck da- actualidade,-composicao do muito
    sympatiiioo maestro J. l'oppe ; a ra -Nova n. 11,
    armazem de msicas do Azcvcdo. __^______
    Aluga-se o armazem e o primeiro andar da
    casa n. 20, da ra do Bom Jess : a tratar eom
    Cramer Frey k C, n. 6i, da mesma na._______
    Antonio Valentimda Silva Barroca, taz pu-
    blico que tem admittido como socios de sua casa
    comniercial a seus filhos Jos Rodrigues da Silva
    Barroca-e Antonio Geratdo do Reg Barroca, sob
    a firma de Silva Barrica & Filhos, qe toma a
    sen cargo a soluco de seus negocios pendentes.
    Recife, 30 de Janeiro de 873. ___________
    CEliOIJ
    O baealho da Nuro*ga. em
    titas : ro caes da .V.facdega n
    Taase Irmes & C.
    caixas e meiis
    1, irmitem ie
    Ra larga da Rosario n. 22.
    Mais pechinchas.
    Perdeu-se
    hontem 1. do. fevereiro un relogio de senhora,
    juntamente com am alfinete ludo de ouro, eesde
    a praca do Condied'Eu, aterro.de Boa-vista, pon-
    te, ra do Bario da Vi toria, Cabug. at a ra
    t. de Maroo : quem os achar e -quizer entrega-
    Ios, pode-o fazer na praca do Conde d'Eu n. 9,
    l. andar, que aera gratificado._____________
    Precisa-e de um menino de .W ou li anno,
    para caixeirs ; na padaria da ra do Rangel n.^.
    ATTESCAO
    Precisa-se 4e urna senhora que queira ir em
    companhia de urna familia para Portugal, pagan-
    do-se a pa sagena e mais despezas, gratiticaodo-
    se-lhe o seu trabalho : quem estiver nestas con-
    dijies dirija-se ra estreita do Rosario n. 9.
    Escravo fgido
    Ausentou-se, desde o dia 2 de fevereiro deete
    corrente anno, o preto de nome Benedicto, de 25
    annos pouco mais ou menos, crioulo, bastante
    ladino, falla mansa, cantador de modas, bom
    carpina, estatura alta, cspalaudo, barbado, um
    pouco tato, tendo a testa pequea, falla de dentes
    na frente, ps feios, e com urna cicatriz ou mar-
    ca por cima do p esquerdo, que foi um taibo de
    toda largura do machado, nasceu no engenho Bu
    jury de Goyanna, tendo passado ao Sr. Luiz Ca-
    vafeante de Albuquerque. morador na.eidade de
    Goyanna, onde tem mi e prenles, e deste ao
    Exm. Bario de Nazareth, tendo tarabem pass do
    muito tempo no Recife, levou em sua companhia
    um menino orphao, de 13 annos de idade, pardo
    claro, bom cabello e calado, cujo menino tutel-
    lado. Pede-ee a todas as autoridades e capites de
    campo queos pegando le ve-os a ra daPenhan. 5,
    ou no engenho Pnrna, da freguezia de Santo Amaro
    de Jaboatao, que ser generosamente gratificado.
    Livre ou escrava/
    Precisa-se de urna ama para o servico de duas
    pessoas: na ra do Bom Jess das Crioulas n
    35, sobrado de um s andar, sendo a escada pela
    ra do' alabonco. ^^^_
    Cozinheiro.
    Precisa-se de nm qne soja bom, paga-se bem
    se bote) da independencia, roa do Imperador n.
    31.
    Caixeiro.
    Precisa-se de um caixeiro portugnez de 12 a
    16 aanos, com pratica de molhados : uo.largo d.a
    Bibeira n. 23.___________________________
    Fugio do engenho Una, freguezia do N. S.
    da Las, comarca de P-> d'Alho,,o escravo Venan-
    cio, com os signaes seguintes, cabra de 30 anuos
    pouco mais ou menos, ato, secco, pernas um pou-
    co cambitadas, com cicatrizes de gomma as per-
    nas, ou em urna dellas, cor um pouco paluda,
    com falta de dentes na frente, tem costume de
    andar com a bocea aberta, cabellos carapinhov
    etc. Tem sido visto nesta eidade, wndendo agua,
    no bairro da Boa-Vista, em Fra de Portas e na
    Pas agem da Magdalena : pede-se s autoridades
    policiaes,e capites de campo, a captura do mes-
    mo, que' levando-o ao engenho Una, ou ra
    do Rangel n. 7, serao recompensados.
    PENHOBESI
    Natravessa da ra
    dasCruzs n. 2, pri-
    meiro andar, d-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    Baptis s, fazenda mui o Una d. bonitas cores -k
    13 oo a 500 ra. o aovado.
    Cas as milito bonitas o C) ra, a 280.o
    Pares de botos de i laq fino para puntioj ae
    l a 240.
    Maco de pestes Je aba r Jo 2iO0 a 15.
    0 \ia na s veod que barato e bom, an-
    d m depre sa orine o barato todos qjnaeer
    a padariTallemft na ra da Guian,
    oi torn paia se vender o sguinte, ervtlluis
    de tres dnTerentes qualida-los, feq ,,i-'11,
    graudo, repolbo cm barricas, lentillms.
    yadinba (l'erlo,) sug, meixas macees e
    serojas seccas, tambem tem para vender
    duas balanzas grandes com ganchos e bracos
    alguns pesos, duas rodinhsj de metal para
    carrinlio de mo, nina forma e um forno
    para fazer hostias o obrejas, e umj bomba.
    15 orralia
    para limas, a mellicr c mais nova do mercado \
    1 000 rs. a libra : defronte da alfandega n. 4.

    Colchas
    para camas, que valem8|, a 5|
    ca, ra da Imperatriz n. 56.
    na rosa bran-

    Madapolo avariado
    largo e muito bom, que val 8J, a 5 : na rosa
    branca, ra da Imperatriz n. 56.
    Um hotel venda
    Dispoe-se de um hotel era exeellente localidado
    desta eidade, bem montado e muito afreguozado,
    por se achar doente e precisar tratar-se o dono :
    quem quizer dirija-se ra larga do Rosario n.
    30, que se dir cen quefn se deve negociar.
    Fio de algo lio da Baha e cal de Lisboa, re-"
    conteniente-checr. lo : ha para vender no es-
    enptorio de Joaquim Jo Gonealves Beltrao & ^i-
    Ih'o, ra do Corinierck) n. 5.
    r.-v? 5T.H v5 MfQ .
    Para os influentes do car-
    naval.
    a ra estreita do Rosario n. 33, sobrado de
    um andar, alugam-se vestuarios de principe, borda-
    dos a ouro com todo o gosin, dminos, vestuarios
    nhantasia, tudo por mnito barato preco. Faz-se
    pelo gosto de quem quizer, segundo os iignrins
    que apresentarem, Tambem ha p.tra venderse
    vestuarios em muito bom estado, que altigam-se por
    todo o prego, como sej > a -V. i, Ut o a 20.
    Dminos novos e de gosto, fitas bordadas a ourd,
    para santos, vestuarios para ineni:us eproprios
    para quem quizer vestir-se m trajo de raulber.
    Bseriro
    Precisa-se alugar nma iwi-ava qne saiba en
    gommar, alo. : na ra do Cabug n. H, loja de
    Ijoias.
    Mesa elstica.
    Vcnde-se urna ptima mesa para jaatar, ingleza,
    muito bem construida, o elegante e por preco ra-
    zoavel: armazem da Travessa do_Curpa-SantoTi.
    VENDE-SE
    a mnito afreguezada taverca e armazem de sal n.
    137 da ra Vidal de Negreiros, outr'ora Imperial,
    propria i-ara qualquer pri icipia te, por ter peu-
    cos fundos o com commodos para familia.
    Mulatinho.
    Vende-se um mulatinho ehegado do sprtao, efl-,
    do 15 annos de idade e proprio para 'tmlqner
    servico: alraUr na loja doPavao, ra da liiipe-
    ratriz n. 60. _^____^^_
    Como abarato!!!
    aMiUiQ.s r,,' "'- >t e filo pr.
    i. ntt caw ...i-.. j^?-t:m a
    >im;us frai.eu. fazenda *u|
    A' lalhiid" d- hniinpnrb eom
    uus de Iftrgur, a vara
    V ude-se a ra da "
    no-



    6
    Diario de Pernambiico Segunda' fefra 10 de Fevereiro de 1873.
    Fazendas em liquidado
    N. 60 Ra da Imperatriz K 60
    |pi
    DE
    Wa
    EIRA DA SILVA & C.
    Allcncao!
    A MADRESILVA.
    Praga da Independencia
    ns. 38-e 40.
    Acaba a Mdresilva de recebcr diversos
    objectos, como sejam :
    Ricos adoremos do madreperola brancos e
    de coros.
    C0MLISTR\SDESEDA480RS.OCOVAD0
    le, como tamben de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostos.
    (, previne qucjs vende a dinheiro vista, por estar em liquidado.
    MODERNSIMAS POPELINAS
    Popelinas a l(J5uO e2f0)0 o covado.
    O Parlo receben om elegante sortimento
    dairaa ,rt, ndof>'T "***. mus modernas e lindas popelinas de
    &^^CbSBKTfr '5 e ^da, e linho e aeda que veodem a
    roxnro7ri?MrS^!w^Uf* **0P o covado, tendo padtfes
    ,; J *l ? r*i0 ; assit"1 Pernate "da, assim como das mesmas
    ffAfaftr; taras Taz{m branc3s propri"para ****
    NOVAS SEDAS A 2*500
    bonita e moderna seda
    odo tfe todas as eres, com
    delicado lavrores miudinho3e vende a 20500
    -- ,------r...,,.^vo hicjuj -.imilla- i \(|V\H >
    tfi '-, lT' l;uiJa-^''a 0 Pavo ende
    ia\u> a ra da Imperatriz n. 60. C.WBRUS WAS PARA VSTOW A ,;1S, 1 I
    ouro, palseiras douradas, ditas imitando
    tartaruga, rico sortiineiila de grampos paraj
    cabello, sendo borboletas, bosouros e beija-
    flores e ontras militas finalidades, tudo de
    muito gostr>, rico sortimento de gravatinhas
    de lagos para senhora, sendo velludo, sarja,
    setim, gaze, escssezas e de una so edr, fa-
    lenda in trra monte novidade.
    Lindo sortimento de loques de marfim,
    madreperola, tartaruga, ditos douradas, com
    seda e sem elav alm destes de outra mui-
    tas qualidades, que enfadobbo seria meswio1-
    nar, tanto para seuboras eomo para me-
    ninas.
    1300 e 109000 US.
    beu um elegante sortimento
    0r,,, q'ovado para vender barato.
    das m us linas cambraias brancas, al)
    CORTES DE SEDA A 45,5000 E 50^1000
    Mrj. ..iberias c o Pavo vende benitos cortes de seda,
    estidos.qu vendo pelo ba- fUenda de rauito goSl.Jf leodo 18 covados
    re. o cada corte f- vende por 40* 000
    ratissiino pregos de 9#, e
    corte, teud basiantefazenda.K'.pc.'liinolia,
    na lojado Pavo a rna da mperatris n. 60.
    LASIXHAS HONDADAS A ioo RS.
    O COVADO.
    O Pav.lo receben un elegante sortimento
    das n; i~ lillas lasinhas transparentes com
    Borzinhas boadadas, tendo de todas as cores
    inclusive rqsa pfopria para viuva, e vende
    pelo baratissimo prego de '00 rs. o covado.
    E' pecbincha na Ioja do Pavada ra da Im-
    peratriz Q, til.
    GRENADINES 040 RS. 0 COVADO.
    0 i'.; Oto recebeu un. elegante sortimenio
    las mais lindas grenadines pretas com listras
    bran ;as e le cores, sendo muito ba quali-
    dado, e\ >: de pelo baratissimo proco de 5G0
    rs. o cov.ido. E'pecbincba na ioja do Pa-
    trio a ruada Imperatrizn. 60.
    GOBfllTAS DE PCSTO tCOLXOADASA
    --,000 RS.
    0 Pavo receben um grande sortimento
    de cobertas grandes de fu.-iao, acolxoadas,
    guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
    case detodas as odres, e vende pelo baratissi-
    mopr., i do ',->, rs. E' pecbincba na Ioja
    do Pavo i ra da [mperatrz. n. GO.
    CHAPEOS PARA SKMluil.V A 120000 RS.
    O Pavo receben um elegante sortimento
    dos mais modernos ebapos depalba, rica-
    mente- e.ifeitados, para senbora, com ossous
    compe intes veos", 6 vendepelo baratissimo
    itjy; tic 1 5000 rs. E'pecbincba na Ioja
    rj lv,.', i ruada Imperatria n. 'JO.
    LAS MODERNAS
    , Pavo vende um bonito sortimento de
    listrdas, sendo das mais modernas

    aviado ao mercado, peto baratissimo
    ija do Pavo a ra. da Impera-
    dos de 20 covados a 50000
    Sao rauito oaratasetn reanlo superior
    qualidada d'estes c'les.
    OFFICINA DE ALFAlATE 1CI LOJADO
    PAVAO.
    Nesla grande estabelecimento encontrar
    o r-spaitavel publico, orna bem montada ofi-
    cina de afaiate, onde se manda execajar
    qna!qner pega de obra, tanto para bometn,
    x-rao para meninos, com a maior pres-
    tesa e perfeigo assim como para qnalqoer
    luto que de repente appare^a, tendo na mes-
    ma oflicina nm perito official destinado para
    farda dos Ilm. Srs. ofGciaes de guarda na-
    cional ou tropa de linba, sendo esta oficina
    dirigida pelo babil artista Pedro Celestino
    Soarea de Carvaiho.
    ESPART1LHOS A 35000.
    0 Pdvo'tetn um grande sortimeoto de
    es anhhos, tanto para aanhora como p>ra
    cecina, qb vende pelo barato preco de
    3.5000. Ditos muito finos a 4JO00 e ^OOO,
    >5o do mais moderos que tem vindo o
    mercado.
    CHITAS A 210 RS.
    CHITAS \ 240 RS.
    CHITAS A 240 RS;
    0 Pavo vende cbitas fraaceras propria
    para vestido, sendo muito boa (aseada, com
    psdroos claros e escurot, ptlo bralo prego
    le 2'iO rs. o covado, por ter um leva to-
    qu- de mofo : pecbmena.
    Kico sortimento de puohos- e gollinb
    bordadas om cambraiadeliimo-eeamizinhaa-
    bordadas para senhoras.; .
    Ronitas- gnamigoes ou dragonas para en-
    feites de vestidos, assim eomo1 os muito deso-
    jados cord3es de seda, faBend.irrfeiraniente
    novidade ueste mercado.
    Rico sortimento de caixinbns coV prepa-
    ros para costura, sendo de rampas do eryslal
    O de outras multa* qualidades c tamanhos,
    ditas para porta-joias,- porta-stractos, ricos
    porta-relogics, portnb;irutos> pora-ckitar
    tinteiros, castigaes, todo sao- objectos de
    plaqu,
    Pede obler em pouco ttropo com o aso do mltior dos licoresa pamada
    HESPERIDINA
    Fazroiio anoos qoe conhecido este precioso tnico, e difcil acbar orna penca
    que, tendo experimentado pessoalmente, nao falle em seo favor, j como bom eetomaca
    e apetinador, tomando em calix della antes de jantar, oo como facilitador da digestSo
    temando-so depois.
    i
    A BASE

    da HESPERIDINA a LARANJA A.MARGA, nao ba om a babitaote do BRASIL (a trra
    especial das laraojas) que iac coobega as propriedades medicinaes da donrada frocla,
    ora bem, a
    COSTIIR
    Cbegaram ao Bazar U t versa f da ra No-
    va* n. 22, om sortimento de machinas para
    cosfcnra, das melbores qoaSdaries qse existe
    na America, das quaes raucas j alo bem
    co-ihetidas pelos seas aalores, como sejam;
    Weilor & \filon, Grover Bbka, Silen-
    ciosas, Weed" e knperiaes e entras recitas
    qne 3om a visto devero agradar aos ffom-
    prader.
    Esta machiiT*?terji a vantagr>m de fattr
    o trabsbo que trint costuro>aa podam
    fazer diariamente'ffooiew com anta per-
    feigao cc-nw as raais perfoitas cssiureirar.
    em s?3 estado nal oral tem nm gosto ponco agradavel, e o mrito da Hesperidica con-
    siste e reter soas boas proprifdade9, e ao taesmo lempo apresenta-la como
    EXQUISITO LICOR
    A HESPERIDINA como INDUSTRIA RACIONAL Dio tem nada que invjar as
    melbores iraportacoes europeas de c^tbegoria aemelbante. Estas, qoando muito, podem
    ser gostosas, porm a Hesperidioh a coabinago perfeita do
    AGRADAYEL E SAODAVEl
    Para prova de qna um artig no qoal pde-se ter iateira coD&ttfa, per ser pwo
    e iaaoceote, baata dizer-se que foi pinamente approvaa e antorisada pela
    propnos parepresentear a qualquer
    pessoa, assim como dwersos objectos para Garanle-P9 a sua boa qoaWado e tnsina-se
    escriptorio, facas para eortar papel, carteires a trabalbarcomperfig^.'n meno.>de ama
    para notas, cai\s-para-pbosphoros, caetas- flora, e o pregos sao /3s comneM qoe
    > de GOo t()0 rs. o covad i.
    cba na
    n. G
    LSLAVRADAS A B40 RS.
    U COVADO.
    i. iegi u paraa Lojado Pavo um elegante
    nito-das mais bonitas alpacas decores
    do as ores mais modernas que
    . viudo para vestidos, e vende-so p I > ba-
    i ssiieo prego de tiO rs. j covado. E1
    pecbincha na Ioja .!" Paveo a /cada fmpe-
    i iti.'/1. (i -.
    FAZENDAS DE LFI
    CORTES DE ASSAS A 20500 E T.
    0 p^tfln vende cortos do cassas e cor .
    sea padrijai rauito bonitos peto baiaio
    oreen n* 21300 e 35000.
    ' CORTES D8 CHITAS A 2*400 E 8S0.
    O Pd f) vvjh cortes de rbitaa franceza<<
    Boas. : I i cov?dos alo diajinuto prego
    de -2:>i u ,!ia corte.
    O"-"" com 12 covados pelo >rpgo d
    l$88G c !i corle.
    . ; DE CHITAS A 7J2G0.
    O P*vn vodd prgaa de cbtia Boas, lio
    dis?iT. r.\ oes, tendo 30 covados cada
    pega, pelo b rato prego do 73200 cad*
    e mii o barato.
    LENg O P"' j 'eode lenges do bramante raui-
    to gi >q les, seodo doum panno s, pelo ba-
    :,v.-.:<,j-J ,, egi de 2.-5400 cada om.
    MADAPOLOES.
    Pegia de mdapol3o frar.cez muito loo
    tiom 20 jai s a 50SOC e 50000.
    Dtij'c "i i jardas m'iiio superior a
    '>')> 0 :i Iv- >.
    Oi o in r f-zonda muito fina 5^000,
    . K) e 'i 300 at 1 0000.
    D'. :i fr^ocozeseiogiez^a muito fnos de
    40j r!:^ paradifferentes oreos.
    ^LGOOOZINHO.
    O P '' rauda por preg> muito barato
    pegas da ;.\o auzinho amejicaoo muito
    bo o eom !y? jardas i tOCK'.
    D*i rom 24 jard-a a 4*500 c 50000
    at 000.0.
    Dit) largo marca T atrito eqpcrpado a
    bordadas e lisas^raararae para cnangas, si-
    netes para abrir rmasreiiascontendo urna
    caeta', ubo lapis e um eanivete, agtilheiros
    e dedaasv todos estes objeoftos sao d marfim,
    foznda inteirameate novidiade, assim como
    utros muitos que s a vta dos pretenden-
    tes se poderio meMionar.
    Vestuarios para criaigaa, ebaporinhos de
    sedar sapaiinhos- de- merm -e setim* rneia9
    de sedo-e dfealgodao/bransase de cCres,- tu-
    do para baplisados.
    Rico sortimento 'babadores para crian-
    ga ligarde seda para- sentooras Toncos
    braocoecor ramagen,-. meia do sdspara
    senhoras e meninas, ditas de-fie de Esooesia,
    o rnelhor qc se pd> desejap, assiri? e^nno
    meias de la. proprias;para senlsoras.
    Rico sortimento de escovaom cosa de
    baleia, marchetadas- de madeperol, .para
    roupa eesbelto-, e d*otra* mitas -juali-
    ades..
    GTjLHAS i: L1NHAS- PARA. MACMMS.
    A Mdresilva acaba -de receb#r um coi-
    ALGODAO ENFESTADO.
    O Pavio v-nda o verdadeiro e snpPTior
    aUod: ,.oo de dua larguras-para leogea,
    -..!) muito encarnado I 1^00 cada vara.
    Dito traucado da besma largura 5^280.
    CAMBRAIAS.
    0 Pav3o vende cortes de cambr3ia trans-
    parn o propria para vestidos a 205CO e
    350 C.
    P a; a do dita muito fina cora 10 jardaf
    Doto ta a la como transparente a 45000,
    50000 h 690O0 at a mais fina qjift*iJ
    ^MNff&MU-"rr^"-----"
    CORTES aE PERCALIV COM DUA3SAIAS
    A 40000.
    O Pavio vende bonitos caries de precalu
    com -ias Mas, sendo fazenda aa ntbti
    gost'-. ? 4000-1, JfiecbiDcha.
    BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
    O PhvSi v,nde na grande sortira-;oto
    dasm-tis modernas, baptizas com b?\? de
    cor, prpriasptravestido, com as cores mais
    Bov^s que tt.n viod> ao mercado senda
    muu'i tati* larcas do que as chitas francezas,
    vole felo biratissimo preco de 500 rs.
    id< C'vni,).
    . NOV03 VESTIDOS \ 40300.
    0 P v-io rocebau om elrgante sorliraeo-
    U> ., aros vestidos d? cambraii branca
    com boiitos bordados de cor, e vende ptlo
    bJtato proco de 40 cada um; a maito ba.
    alto li iiida-las, resoiveu vende-las por
    q pregomoito em coat, pura diminuir a
    randa porcSo.
    CASSAS FRANCEZAS.
    O Paviio vende bonitas cassas francezas
    com bonitos padres, e de muita phantasial
    palo I) iratissimo prec,o de 240 e SBO.-rs. ,0
    covado, sendo fazenda do muito mais dinhiei-
    ro, grande pechincha, na Ioja do Pavao.,
    BOL'R.NL'S A 163000.
    O Pavao recebeu pelo ultimo paquete d
    Europa, bournus dos mais lindos gostos que"
    at boje sao conhecidos, c em relagao ex-
    cessivabarateza, convidam-se as Exmas. Sras.
    para as verein, para assim admiraren! o que
    ha de mais novidade neste artigo.
    CORTES DE CAMBRA-LA A 6*5000.
    0 PavSo vende cortes de cambraia branca
    com listas e lavores da mesma cor, tendo fa-
    zonda para um vestido, e vende pelo-burato
    prego de 6^000, por ser grande pecbincba.
    Ditos muito finos com babadinhos brancos
    bordados a 8?000.
    Ditos ditos com listas de cores a 4&000 o
    BtyOOO.
    Ditos de cambraia branca com 20 metros
    do babadinhos de coros a 9*000. E' grande
    pechincha na Ioja do Pavo.
    BRAMANTES PA'tA LENCO'ES.
    0 Pavio venie superior bramante do al-
    jodSo tend 6 p3!raos de largura que s
    percisa de l '/i vara para om lengol, me-
    tro 10600 e a vara 10800.
    Dito de Jinho paro superior rauito encor-
    ;>ado cora a mr-sma largura a vara 25i00
    Ditos francezas muito finos a 2(5500 e-
    10000.
    Pe-;a de H^rnbr.rgo e panno de Ifnho com
    20 e 30 varas, para lados 03 pregos e
    jcadade.
    Pe^as de bretanba de pnro linho, teade'
    5t jardas pelos pregos mais barato qoe se
    :em vito.
    Pecbincha de finissimo esgnilo sncslena
    om 6 jardas 70000.
    P.;i de rjissimo ceiena com 30 jardas
    i 305 ^0, atoalhado adamascado com 8 pal-
    raos de largara a vara 20"<0.
    CALCAS DE CAEMIRA.
    0 P3v3o tem ura grande sortirhenlo de
    'Iga de casimira, assim como cortes o*
    mais modernos qne tem vindo nos ltimos
    rkorins e em fazenda das mais Bone e anis
    aovas ao mercado, o vendase por barato
    prego para apurar dibeiro assim comotal-
    as de brim franco e de cftrea por pregos
    uuito razoaveis para ajaMr.--
    fNICAS PRETAS.
    0 PavSo receben ora grande 8orttmento
    das mais ngr tnicas de grj preto, rica-
    [jiejitfijnVitadas, e venda pjr prego razoa-
    vel.
    VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
    3550000 AT 600000.
    0 Pavo recebeu om liado sortimento
    dos mais ricos cortes de cambraia braoca,
    ricamente bor lados, e com todos os enfti
    tes necessarios, e vende pelos pregas da
    350000 at 600000, na i tem vicio nada
    mais rico aera mais moderno.
    CORTINADOS PARA CAMAS EJANELLAS
    A '0*O>, 80000 E 0OOO..,. .
    0 Pavo tem om graode soriimato i
    cortinados para" cama e jan^Has, que ven
    de pelo barat prego de 70500; 80OO e
    {00000 o par, tendo. at por f80.6o, asm
    emo olebas de'damasco para cimas do
    noiv.s, e grande sortimeoto de tapetes tan-I
    \o para 4 cadeiras como para gimas, p,3.aosJ
    portas, etc., todo vende por prego? razoa-
    veis,
    veo o semillas para noivas, fil branco eom
    bonitas, ramagens u com,7 pabao do lusgura,
    {aleuda espoeiai :i s-ua-Aladrosilva.
    Rico sortuiieiito do flores, de laraaj e*i
    ramas e sepas, do todos os taananhos,. para
    enfeites de vesiiilos de noivas.
    .RicQsoitiineuk.-de coilariubos o punhos
    bordados o lisos, do liuboe algodao,. para
    hpmens, assim como chapeos de ;ol com
    casto de rAarfim, qoutro&nwaitos arttaqs.
    TEM, A MApRSILVA x
    bonito -sortimento do jarros, castigoes com
    pingentesk garrafas- e eopos, pata aspiritps,
    frascos, igiwralluhas Je diversos gestos, pro-
    prias par- toilettes, assim como acriba de re-
    ecbor un, cumplc-to s. tiit-nto do espelhos
    de molduras douradas, de todos- os tama-r
    nhos, de 2 a 9- palmos, de olture^ e largor?,
    regular.
    A MADRESILVA
    acaba de wnber um.especial s .itiimaiui At-
    luvas de Jouvin, brancas, pretss o de crel,
    para bomous o senhoras, assira. como tam-
    bom para meninas e-meninos, do 3. anQQS
    para cima.
    BONECAS.
    Rico sortimente de bonec^s de toos os
    tamanhos e com resto de cera.
    BORDADOS.
    A Mdresilva acaba de receber um rico
    sortimento de bordados om cambraia de li-
    nho, fazenda aiteiramerio novidado neste
    mercado, sendo babados e entremeios.
    Finalmente, a Madrtsilva,. alm dos artL-
    gos que vos faz menguo, tem-outros muitos
    que enfadnnho seria expUcar-v>s, por isso a
    Mdresilva espera ojue vos digneis visita-la
    mais a mido, aqual vos car scrapre
    grata. ^^^
    Chegiiem qnanli antes!!
    a mm! mw! 3800(1!
    Lindos chaptHW campestres, da altima moda,
    tara Senbora, s na na do Duque de i'axi.\s a.
    >0 A, Ioja da esquina, de Bpnto da Silva A C.
    Vende-se o to da estrada da Cruz do Almas,
    que fica entre o do eommendador Tasso e o do
    desemBargador Doria, com easa d vivrtila, d fle-
    rent.es arvorodos, grando baixa de capim, etc.,
    dando os fandbs para a estrada dos trilhos urba-
    npg'ao p da esjaeao da Jaqueira : a tratar na
    ra do Amorim n. ^7.
    Farinha do mandioca a 3$ o
    sacco.
    Na roa da Madre de Dos n. 7
    quanto nao se acaba.
    a ella, em
    Xarope d'agrio do Para
    Antigo conceituado medicamento para
    cura das molestias dos orgos respiratorios,
    como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
    applicdo aiiida com ptimos resultados ho
    escorbuto.
    Tende-se na phrmacia e drogara de Bar-
    tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
    . 'ilri---"
    .Yendoaujiuiikacla iftarretis e lihha di 200
    jardas peW-diumnUo.-pree9 de MO rs. a duzia }
    slo s nb Rival d Recire n. 30'A," fu do Man-
    quez^e Qlinda .
    , ''lWdc-se m cbrllt-J meripao dedii
    rdas, ^fntid de nV; mM na Jpxr
    dft LJrjfli jo^.. ra, das Flores,'a a tratar n
    na do Fogo n. 2P, ou da Pean^ p. 4.
    ^borracha.
    Vende-*-! borr.-ba para urnas d cheiro: na fu
    de ianta Cruz u. 1.
    devem agradar ao pret*ni'tnie
    -o,
    1^
    recbor da
    - eftmvd:.ir.
    Jttnral, Xsbtieo a C. avteanr a rapazeai fe-far-
    rcwaksca e aos- habitaWa d* Cabo, A|i,.h-?os.
    Igiwfass, Ca.n-Pbrte, Liwoei-v.. JTigados, Lnaii-
    n?, Santo Antfiv, NazareA', \ViP3ea, 01 inda Mo--
    toeolomb e a demais mannle <%* ornavai'qoe
    receberam um- mpk'to- sorlimcn*> de mascavas
    de impeli, sera, seda rame, >ara qualqurr
    raaaoter ; e .T.njns, trancas douiclas e prata-
    9as| eabaHeirm; bintejoiiV, voltos->t<\ Vendem>
    e no> Bazar Victoria, reatlo RMB da Vifto.il
    iiizM YKTORA
    Amarsl,'Xabncw A C. jsabain EuaeM pelo ultimo vapor 9 seguinl
    us E\E9as. sen'toras a virem ver:
    Riea cbapcpas para visita, de patn, feltro,
    yeMde seda, a Rabagan Montaonier, ultima
    hieda.
    CaMjos de pai&a para paesoio.
    Enfraes d s da, de c>r> e para '.alo, ?:>ra ca-
    v ert.de Sra.
    CoMumes de oambraia p'a Sra.. i-onleaiio ves-
    lide, ehapi! if cabera e de sol, tada-da mesina
    fai-antfe e de unes entil "
    Corte de vestidos de la e seda, de embraia
    bo>dbdos acslka, piWadB e estampadM>o de
    bapti*"39 de cura.
    'Btepantcs gaomiroes- ue >res para sealiora,
    comenilo t par-de brutee*, 1 alnate,-* pu&eiras,
    t liudi'uia e urna boiboleta,para cabeHo.
    iMIiies de madreperoJa, branco e qae*HMido cor
    d*-resa, laranjaeti*. ete.!i90S. bordillos.
    Lequee d marlim. hsasv bordados-e oin seda,
    Leques de ;artaruga.
    Leques de madeira, sso, etc. ete-.
    Veadem-s3ao Raza Vieloria, rabilo -Bao da
    Vtnoria n. &_______________________
    ->- Najadaria a'oiii: na i 34, tem | ara se vci J-j e segninta : s .
    'rvilhs-de (res diffi>TOntesjHflai&s, feV
    ,fiobrai! i grado, repolho eta barriese, len*
    Vilhas, -.-vadiulu IV-rle,, sag, araeixas,
    ioji.is e a-rejos x seas -. tambam. boa para
    vender dnas bal ^ns> grandes com gancJtu is
    e l>i;u*v, algnos pos, doas rodiiihasale in-
    tal para larrinlK-de mi, uun forma e ura
    fornnpara fazei-.!io->iias e obreias e urna
    I nimba. ^^____
    Loahas para vestido 320
    rsKo covado.
    9&4ai roa do BMae de CaarJaa n. *0 \. onlr'o-
    ra .na do Queanado, Ioja Ja esquina, de Bento
    da silva & C.
    HYGIEN
    do Ric de Janeiro, permitlindo sua livrs elabora?o do inperio; ootri
    BOA PBOTA
    a acee:8Qao geral que teu em todas as partes oade apreaentada. Zm 18t4 estabe-
    lecen-se a primeira fabrica em Bnenos-Avres; em 186 a segoeda e Montevideo; a-
    no dia da chegada de S. M. O IMPEBADOR inaogorou-se a fabrica qoe actcalaiente
    trabalba aa cOrte. En Valparaizo e em teda a costa do Pacifico tem boa acceiVa?ao
    tanto qoe /ara a casa qoe considera completo sea aparador sem orna garrafa de
    HESPERIDINA
    O honiem velho tema Hesperidma para obter
    VIGOR
    0 homaro domte tonta Hesp9ridina para obter
    SADE
    O homem dbil toma Hefperidioa para ohter
    sent
    Clieg ram- anrihas paia marliinas, do fab ii
    Ci-o.ver & Baker. D.izla por 2000._________
    SMOKEB MCON
    KxoelleiiU- toucinl'v inglez em latas de'(u:ni,i
    libras a. 900 rs a libra.: no unaasem de Ipsso
    Irmaos. -.V C-, na do Ainwan a. .'17.
    Libms sorlinas.
    Vende-se no atiimom i1 Ruteadas de Mutisto
    F. do Oliveira &. C. a nu do Commen-io i. \
    Nos bailes.as donzella3 eos mocos tomara a hesperidina para obter boa cor
    acn ta;io durante os loucos gyros da
    BARBOS JNIOR & C, rna do Vigario Tenorio n. 7, t aodar, receberam esta
    jt ande especifico, e vendem-no nos depsitos seguales:
    Joaquim l'erreira Lobo, ra da Imperatriz.
    Zeferino Carne-ro, roa do Commercio.
    Marcelino Jo Gonfalves da Fonte, roa da Cadea n. 2.
    AntoDio Gomes Pires A C, ra da Cadeia.
    Antonio Gomes Pires A C., caes 22 de Novembro.
    Gomes de Irmao hotel da Passagem.
    BARTHOLOMEU et C"
    ~~zt
    Pliarmaceuticos premiados em diversas exposicoes
    ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
    ANTI-ASTHMATIGO i
    ESPECJALIDADE

    Novo tratamenlo da Asthma, tosse, convulsa, defluxo catarrhaes, e toda as molestias dos iw's,
    que tem feto importantes curas, e que hoje o nico acceito pelos melhores Medico. -
    DEPOSITO GERAL, 34, rm Larga do Rosario, PERNAKBVGO.
    Diiilicro
    Vende-se o hotel eereio de Moc.idadc da
    frfgueia doa Afogadnv com poneos fundos, para
    (jnalquer piirieipianti- ; a tratar no xies-ino, das 0
    as 9 horas ib inanha, e das 3 as 6 da. larde.
    DAS
    Para BB.
    POHTl (.AL E BR VS!l
    < nntrntlt t* nrtiROH
    com ma Carta de A. Hercntano, colaherndo por
    mui disfinctos e^e'riptrtres e escriptoras do Rra-
    sil, Portugal e.Hespanha.
    Acffiam d chegar estes Almanaks e adham-sd
    venda as traris ldnoWea, ao pe do arco
    de Santo Antonio, e Industrial ra do ftarao da
    Vietorfa n. 12.
    Tavefla para vender.
    Vende-so a taverna sita rna de Joao Fernaii-
    des Vierra n. ti, muito propria para priacipifint
    por estar bem loealisada, nova a armacao. uo
    tem alcaides, tem rasar de moradia independeate,
    quintal mitrado com cacimba e diversas arveres
    de frncto, garante-s a casa rom um arrewtanif n-
    to por seis armes ; vende-se com generes ousem
    cites o ao comprador se dir o motivo por me so
    vend : a tratar no largo da Santa Cruz n. 0, ta-
    rema.
    Vende-se atavern da rii'a do Amparo n. t. -mi
    Olinda, bem afreguezada, com bastantes eoiotno-
    dos para familia : quem nrctWdeMa pode dirigir-
    e mesma (jne achara cnhi qitchi,'tratar.
    "Granadina
    pta lisae.com llsttas de seda; a rosa brqaa;
    jado muito tffata.:. rna da ImpVatii? n. ,
    Ioja de 4 portas e hombreias encarnadas.
    20Ra do
    ghitasde ecos a 200 c 240 ris o covado.
    Cambraia* miiwlinhas, a 260 res o covado.
    Lanzinlias miudas o ik- listas, a 320 c 400
    ris o covado,
    Ditos de tilo fazenda moderna, a 400 ris o
    covado.
    (ambraia.iraiispareiite fina, a 3? a pera.
    Dita victoria fina, a 4? a peca.
    Bramante de -4 larguras, a'1*9600 a vara.
    Casemira preta fina a i=?600 o covado.
    Briai branco de indio, a 15?000 avara.
    Crespo20
    Golxas do cores, a 1*^800 id c ">? um*.
    Leudos ile bramante a 2T,um.
    Cobertas do chita forradas, a 3? a 39500 un. i
    Ditas de chita sem forro, a l**800uma-.
    Cobertores d la, oscuros, a 2"? um.
    Lencos de oassa ambanhados, a 2v a duzia.
    Toalhas alcocboadas grandes, a 6-*3 a duzo.
    Brim pardo trancado lino, a'iOOo 440 rutO
    covado.
    diales de meiinl fizos e eslauipados. i 2?
    um..
    \'enho antes que se acabem!!
    Loja de Gulherne CL da Cua (I.
    Cadeiras oratorias cum inumo te yjiniuna
    50^000 cala ana no caes rio A?( lio, arma-
    tem ,1a Tasso lrrraoi A ('..
    Mais delles.
    Aunis eleclrieos.
    Dacjnelles anneis eleclrieos, tao uteis para o
    nervoso, e que a Magnolia, rna Duque de Ca-
    xias n. 45 tem vendido ponjiio e que por sapaA
    os nicos verdadeiros, muito tem aprriveitido ;
    pilo ultimo vapor veio nova remessa : cllei an-
    tes que se acabem. Na Magnolia n. 4o, ra IKtque
    de Caxias. '
    TASSO IRMAOSlt
    Em seus armazens ra dolimoriiu
    -n. 37 e caes do Apollo tem para vender por precos obmmodos :
    Tijolos encarnados sextavos paraJadrilho,
    Canos de barro para esgoto.
    Cimento Portlaud.
    Cimento Hjdraulicc.
    Machinas de dfsearoear algodao.
    Machinas de padaria."
    Potassa da Russia om barril,
    hosphoros de cera. _^ ^_
    Sag em garrafoc.
    Sevadinha em garrames.
    Cntimas em garfafSes.
    Rliiim da aJmaira.
    Vlnho do PerV vvlho engarrafatk'.
    Vinho do Porto superior, di o.
    V'nho do Bordaaoi, dito.
    Vinho de Sekerry.
    Vinho da Maildra.
    Potes com linguas e dobradas ingletas.
    Licores finos sonidos.
    ' OotftafrGauhter Frores.
    "afcstouembo inglez.
    arrls cora repolho om sabnoura.
    BICHAS DE HAHBUB60
    As mais rewntes o melhores.
    Vendera-ie-na pbarmaeia o drogatia4a Bor
    tbolorneu/cx C, ra Carga dosario o ftn. 34-
    I
    c
    eneja
    A veixludcira ecivcja da Bavicra, mana baa
    deii a, do superior qualidaJo : venden Tassa Ix-
    mos A em son annazeni da ra do Barba
    niimem 3".__________________________
    I Vende-se a laverna da ra do* Acnuguinrit*
    i n, 2\ com poneos fundos, propr P*0* ^rinei-
    pia.-iic remirando a boa localidade : a tratar na
    roesaia.
    SJIftlNiSil (Uliilliil.
    Centra pniMw. -iMtnlHs mniH'ti*
    . JiteJJv/ti ilo rosto c bi-illio da
    msN.
    VeBdes na'ffia os Srs. ? LcitSo, F'oneefa -V
    C : ra do Duque de Caxias n. 4.'.
    'l Petltmbuco.
    Cliarutos deHavana
    ' awapo#iiofraiB
    - no o*ri>lort34eflPaiaJrmaf i' V, ra 4- .*J*-
    rim n. 37.
    (



    ^r


    7~
    Diario de Pemambueo Segunda eira 10 de Feveieiro de 1873.

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    -HO
    tlSATli!
    VAPOR FR4HCEZ
    RUADO BARAO DA VICTORIA
    ff. 7Outr'ora NovaN. 7
    PIANOS.
    Acabam de chegar muilo bons pianos fortes e de
    elegantes modelos, dos mais notaveis e bein co-
    nhecidos fabricantes; como sejam Alpuonse
    Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C. : no
    vapor francez, ra do Barao da Victoria, >u-
    tr'ora Nova n. 7.
    Calcado francez.
    Botinas de laxo e phantazia, brancas pretas e de
    differentes cores, tanto para senhoras, como pa-
    ra meninas.
    Sapatinlios com salto no rigor da moda, blancos
    e de cores para senhoras.
    Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
    mens.
    Sapatos de cordavao Mili spara homens.
    Botinas para menino de qnalqoer tamanho.
    Perneiras e meias-pernciras tanto para hoinens
    uno para meninos.
    Sapatoes de Suser para homens e meninos.
    Sapatos de verniz com salto para homens.
    Abotinados de muitas cualidades e precos para
    meninos e Tiioiiiiias.
    Sapa toes de verniz com sola de pao proprios para
    "Sitios, jardins-e banhos, sortimento para homens
    o senhoras.
    Jipatos de tapete, "admira, charlot avelludado,
    de tranca portugnez c francez.
    No anuazem do vapor francez, ra do Barao da
    Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Perfumaras.
    l'inos extracto?, banhas, leos, opiata c pos den-
    tiitice, agua de 11 r de laranja, agua de toile-
    te, divina, florida, lavando, pos de arroz, sabo-
    netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
    perfumara para presantes com frascos de ex
    tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
    rentes tamanhos d'agua de cologne, tudo de pri-
    meira qualidade dos bem conhecids fabrican-
    tes Piver e Coudray,
    No armazem do vaoor francez, ra do Bariio da
    Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Mascaras para o carnaval.
    O mais importante sortimento que tem vindo de
    mascaras de massa, de rame e de seda, nariz
    com oculos, barbas etc., precos muito tara-
    tos tanto cin grosso como a retalho.
    No armazem do vapor francez, ra do Baro d?
    Victoria, nutra'ota Nava n. 7.
    Para viagens.
    Hutto boas malas e boleas para viagens de vt.<
    de caminhos de ferro.
    Estajos de viagens com os perlenees necessan.
    para barba.
    No armaz.ia do vapor francez, Bruaop arao
    da Victoria, outr'ora Novan .7.
    Botas de montara.
    Novo sortimento de botas Napoleo c a Guilher-
    me, perneiras e ineias perneras para homens,
    e mei.is perneiras para meninos.
    No armazem do vapor franco ra do Barao
    da Victoria outr'ora Nova n. 7.
    Mobilias de vimes.
    Cadeiraa de balance, de braco, de guanucoes, so-
    fs, jardineiras, mesas, conversad iras e costu-
    raras, tudo istn muito bono por serem forte e
    leves, e os mais proprios movis para saletas e
    gabinetes de recreios.
    No armazem do vapor francez, ra do Barao da
    Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Quinquilharias.
    Artigos de dTcrentcs gosto*. e
    ihnntuzius.
    os para salas e gabinetes.
    Leques para senhoras e para meninas.
    Levas de Joavin, de fio ila Escocia c de camurca.
    Caixinhas de costura ornadas com msica.
    Albuns e qnadriiihos para retratos.
    Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
    Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
    Correutcs de plaqu muito bonitas para relogios.
    Brincos iinitacao c botoes de punhos de plaqu.
    Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e.de couri-
    nho de cores.
    Nevos objectos de phantazia para cima de mesa
    ejMilette,
    Pincencz de cures, de prata dourado, de ago
    tartaruga,
    Ocu'.os de ac fina o de todas as graduacoes.
    Bengala* d luso,' caima, com castes de marfim
    Bengalas div.-rsas cm grande sortimento para ho-
    mens o meninos.
    Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
    versas.
    Esporas de tarracha para saltos de botas.
    Pouteiras de espuma para charutos e cigarros.
    Pentes de tartaruga para desembarazar e para
    barba.
    Ditos de marfim muito finos, pira limpar cabeca.
    . Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
    t'S.
    Carteirinhas de madreperola para diuheiro.
    Meias para homens e para meninos,
    Grvalas brancas e de seda preta para homens e
    meninos,
    Campanhias de mola para chamar criados,
    Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
    n e outros muitos differentes joguinhos alle-
    m'S c francezes.
    Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e eami
    nhos de ferro,
    Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil s
    enancas.
    Argolinhas de marfim para as enancas morderem,
    bom para os dentes.
    Bercos de vimes pan cmbalanear crianzas.
    Cestinhas de vimes para braco de meninas.
    Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
    cas.
    Venezianas transparentes para portas e janellas.
    Reverberos transparentes para eundieiros de gaz.
    Esterescopos e cosmoraraas com escolhidas vis
    tas.
    Lanternas mgicas com ricas vistas de coros era
    vidros.
    Vidros avulsos para cosmoramas.
    Globos de papel de cores para illuminac.oes de
    festas.
    Baldes aereostaticos de papel de seda mui faei
    do subir.
    Encerados bonitos para conservar as mezas de
    jantar.
    Machinas do varios systemas para caf.
    Espanadores de palha e de pennat.
    Tesourinhas e caivetes finos.
    Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
    Tinteiros de ktoca branca, modelo bonito e bom.
    Tiras de molduras douradas e pretas para qm.
    otos.
    Quadros j promptos com paysagens e phantazia
    Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
    zias.
    Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
    milias.
    Realejos pequeos de vcios om lindas pecas.
    Realejos harmnicos ou accordions de todos os
    tamanhoe, e outros muitos artigos de qumqui
    Ibarias difflceis de mencionarse.
    No armazem do vapor francez, roa do Bar
    Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Brinquedos para meninos.
    A malor variedade que se pode desejar de todo?
    os brinquedos fabricados em differentes partes
    da Europa para enlretenlmento das enanca* ,
    tudo a precos mais resumidos que possivel_:
    no armazem do vapor franeezj ra do Baro
    da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
    MES DI
    ci^vrftiFiJco
    Acaba de ser experimentado no engeoho Fragozo o apparelho pira jprmplaro i
    mear pelo sy t-rna Ctntriftigo.
    Vr 8AUDE
    DEPOSITO GERAL
    NA
    PhartuacU e drogara
    DE
    BAhrnoLOMEU & c.
    34Rua larca do Rosario34
    punhos
    Obras de plianlasia. i
    A loja da Aguia Branca, rua do Duque de
    Caxias n. 50, recebeu um bello sortimento de bo-
    nitas a modernas obras de phantasia, sendo :
    Brinc s c cruzes pretas, cum dourados e pedras.
    Outros de adrep rola queimada com bonitas
    enfeites de delicadas flores.
    Outros Ce fin dourado com p nge tes de cores.
    Outros encarnados e de bonit s moldes.
    Bosetas de lino dourado com pedras braucas,
    Aderccos d madreperola.
    Ditos dourados com camapheo preto.
    Ditos encarnados.
    Ditos imitando folhs e flores naluraes.
    Ca soletas de madreperola
    Voltas de grossos aljofares de cor s.
    Outras ce ditos pret s com donrados.
    Pulceiras de tartaruga com dourado.
    Outras pretas.
    Grampos pretos e de cores.
    Bonitas abotoaduras de fino dourado, com pe-
    dras, coral etc. para abertura de camisas.
    tfotocs dourados e de outras qualidades, para
    aberturas e collarinhos.
    Novas gollinhas e
    bordados.
    A loja da Aguia Branca rua do Duque de
    de Caxias n. 50, recebeu novas gollinhas e pu-
    nhos bordados, c outros enfeitados com.entremeios
    chicos; assim como recebeu igualmcn e no'as
    garnicoes de grvelas com franjas e tacos para
    os cabellos, tudo do melhor e mais niod rnos gos-
    tos.
    Bonitos leques.
    A loja da Aguia Branca, rua do Duque de
    Caxias n, 50, retobeo bonit s leques d perfeita
    phantasia, pie o com dourados, c outros de apu-
    rados gestos; assim como recebeu ou ros de ma-
    deira que se confunde com o sndalo, e tem el-
    les lindos coloridos n c ntro, e ainda assim ven-
    de este? pelo barato preco de 4 000 cada um.
    Vasos de crystal para toillet.
    A loja da Aguia B anca, a rua do Duque de
    Caxias n. 50, r cebeu bonitas garrafinhas de crys-
    tal cm par com ramagens douradas e mui pro-
    prias para arranjos de toilet, ete,
    Anneis e colares elctricos
    A loa d'aguia branca rua Duque de Caxias
    n. 50, rec' beu nova remessa dos proveitosos an-
    neis e colares elctricos, c contina a recebe-los
    mensalmente, pelo que sempre estar provida de
    tacs objectos
    Diademas dourados
    A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias n.
    50, receben novamente bonitos diademas dourados
    e enfeitados com pedras e aljofares, obras de gos-
    to e phantasia. Tambem recebeu novos grampos
    pretos ou alfinetes com flores para a cabeca;
    Leques com bouquets e ou-
    tros chinezes.
    A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias
    n. 50, recebeu urna pequea quantidade daquelles
    bonitos leques com bouquets e outros chinezes.
    Cold creme para refrescar e
    amaciar a pelle
    A loja d'aguia branca a rua Duque de Caxias
    n. 50, recebeu cold creme dos afamados fabrican-
    tes Lubin, Legram e Condray.
    ^Diademas e grampos de
    ac,o.
    A loja da aguia branca, a rua do Duque de
    Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos diade-
    mas e gran pos de ac.
    Bicos de seda pretos com
    flores de cores.
    A loja da aguia branca, rua do Duque de
    Caxias recebeu, como novidade bonitos bicos de
    seda pretas com flores de cores, sobresahindo nel-
    les o piejo com encarnado, c todos mui"proprios
    para barras c outros enfeites de vestidos de gra-
    nadino, ou medina, e outras fazendas transparen-
    tes. Pela commodidade dos pre.os esses bicos tor-
    nam-se mai eommodo,s c pela novidade de gosto,
    preferveis a quaesquer outros enfeites.
    Veos ou mantinhas pretas.
    A taja da aguia branca, rua do Duque de Ca-
    xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
    preas de seda com flores, e outras a mtaco de
    croch, e vende-as pelos barates pre.os de 35,
    44 e 6000. A fazenda boa e est em permito
    estado, pelo que contina a ter pr-ompta extrae
    rao.
    Diademas e aderemos de ma-
    dreperola.
    A loja da Aguia branca rua do Duque de
    Caxias n. 50, recebeu urna peq' ;a porfi de
    diademas e aderemos de mdrepv. ra, obras de
    apurado gosto.
    Para o carnaval!
    Para o carnaval!
    Para o carnaval!
    Velbutina de todas as cores; s na rua Duque
    de Caxias n. 60 A, loja da esquina, de Bento da
    Silva A C.
    Perfeita novidade.
    Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
    nhotos dourados e coloridos.
    A loja da aguia branca, rua do Doque de
    Caxias n. 5 boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
    perfeita novidade. A quantidade pepuena, e
    por isso em breve se acabar.
    0 PROCESSO
    para
    E' muito simp'es.
    Tira se a moledora das laxas de coser, botea-se dentro de qnalqoer vjsilha
    ;oa!har.
    Logo que esteja coalbado passa-se pira o apparelho em partidas de 3 \/i arrobas
    ie cada vez.
    Send) assim cheh e posto em movimento, dentro de 5 m'na'os estar o asidor
    prompt) e em estado de ser logo remettido para ser vendido.
    0 resultado
    Fui lazor-se de 4 1/2 p3es de asnicar 21 arrobas do somenos 1.* sor le. 0 me)
    xtraii.do pelo appa;elho leudo sido em nada prtjudica lo pelo processd que soffreu, sa-
    Qindo met d'engeobo e n5> mefde furo, presin se a ser novamente cosido, dando do
    apparelbo assucar do qualidade e pouco inferior ao do 1. processo, dando alm disso
    mesmo as formas la bem resollado como se fosse passado logo das taxas p;ra as mes-
    i as, aproveilando-se as&ioi mais metade > mel do que com o antigo sjstema.
    Sendo t3o evidente as ventageos produzidas por semelbaote apparelho, o qoe po-
    Jer ser verificado peios proprtos seobores d'engeoho, esperam os proprietarios de dito
    ipparelho, depois do risco que enrrerma com semulbante experiencia, merecerem a pro-
    r.ecc3o dos ilustrados senbores d'en;;enbo.
    A' tratar com os Srs. Samuel Power Jobnston & C, i rua do Apollos. 38 e 40.
    11
    AZAR NACIONAL
    RUA DA IMPERA1BIZ N. 72
    k



    ji
    u
    Rua Duque de Caxias n. 29.
    0s proprietarios deste bem montado estabelecimento scienlirkam ao
    respeitavel publico desta provincia que se acham com um variado e completo sorti
    ment de movis, tanto nacionaes como eslrangeiros, sendo, estes escolbidos por nm dot
    iosos que se acba actualmente na Europa. 0 mesmo tem contractado com os melbore
    fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feilas alli.
    Na officina tem os mais babeis artistas deste genero, e por isso pedem que ve*
    nbam visitar o estabelecimento, aonde oncontrarSo a resudada do qneacabam de expr
    ae se pode examiaar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, muguo, faia, carvalbo, a-
    marello, etc, ricas a elegantes camas deja caranda, pao selim, amarello, etc., etc., goardi
    vestido de amarello, guarda louca de nogueira a da amarello com tampo de pedra, apa
    radoies de dito dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
    randa, amarello, pedra, secretarias da Jacaranda e mognocus toreiras ae magno, san
    luarios, thears para bordar, bercos, lavatoriosxom espelho, de pedra marmore a seo
    partences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., a maiios ontros artigos que deixamos de
    mencionar por se'te rnar enfadonbo
    UZEO DE JOIAS
    N. 4 Rua do Cabug N. 4
    JOSEPH KRAUSE & C.
    DE ,
    GOMES DE MATT0S,IRMA0S
    Nesie importante estabelecimento de primorosas joias, achara o respeitavel
    publico desta capital um grande e variado sortimento de joias de todos os
    precos, queja existan no Muzeo, quje sero vendidas com grande redueco
    de preco, alm dos novos objectos recebtdos directamente da Europa, que
    se i-endeio por prero animador, bem como sejam, adereoos de brilhantes,
    pulseiras de ditos, broches c rosetas de ditos, ditos de differentes pedrarias de
    presos ; anneis de brilhantes e de esmeraldas, rubios e perolas, e de todos
    mais objectos de valor, que possam ser delejadosplo bom gosto e aprecodos
    familias, que sabem dar valor aobjectos>oe primor.
    Os proprietarios do MUZEO DE JOIAS, convidam as familias que se.
    queiram prover de excellentes joias, a virem escolhe-las entre o variado
    sortimento dellas, garantindo os proprietarios que sero sinceros para todos
    que se dignarem procurar scu estabelecimento.
    Entre o grande sortimento de brilhantes, esmeraldas, perolas, e obra
    simplesmente de ouro de lei, se ver um elegante sortimento de obras de
    prata primorosamente trabalhadas, que tambem se vendem proco reduzido,
    bem como, relogios de ouro e prata dos melhores autores conhecidos, que
    se vendem mediante pouco dinheiro e garanta dos donos deste estabeleci-
    mento.
    Os homens do centro, que precisarem de qualq,**r objecto de grande
    ou pequeo valor, procurom o MUZEO DE JOIAS, que sero servidos com
    attenco e sinceridade.
    Loiirciico Pereira Nendes (iiiraanles
    VIVA O CARNAVAL
    Vende-so um grande sortimento de domi-! GR08DEHAPLES PRETO A SM
    nos de todas as qualidades, para homens Vende-se grosdcnaple preto a 29, &RO0,
    meninos, a proco de 2*. 355, 4#, 5>, 6, e 355500 c 535000 o corado.
    8?(000. PANNO PltETO A 1-rin .
    Vende-se um grande sortimento de vestua- Vonde-se panno nrotopara calase pali-
    rios a carcter pelo barato pre^o de 59, 8{?, tots, a 155500, W0, 39, 49, e 59000 o
    10JH, 1595, e tambem se alugam. covado.
    VeiKle-se um grande sortimento de masca- f.ORTr.S DE BKIM A 19500.
    ras de massa e de rame para homens e me-' Vende-se cortes de brm .para calcha, i
    nios por baratissinio pre^o, e outras fazen- 155500 c : )0.
    das proprias para vestuarios: aqu se vende
    muito barato.
    OLINDENSE A 800 RS.
    Vende-se una .nova fazenda de seda e li-
    ho, por nomo olindense, propria para
    vestidos, a 640 e 800 rs. o covado.
    BAPTISTAS A 500 RS.
    Vende-se urna nova fazenda por nonie bap-
    tistas, para vestidos, a 500 rs. o covado.
    SUTANAS A 640 RS.
    Vende-se urna nova fazenda de la e seda
    por nomo sutanas, para vestidos de senho-
    ras c meninas, a 640 rs. o covado.
    PHANTASIA A 800 RS.
    Vende-so urna nova fazenda lisa, por li-
    me phantasia, para vestidos, a 800 o co-
    vado.
    FUSTO BRANCO A 320 RS.
    Vende-se fusto branco o decores, para
    vestidos desenhora, a 320 e 400 rs. o co-
    vado.
    CHITAS FRANCEZAS A 20 RS.
    Vende-se chitas francezas escuras e clara.-.,
    a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
    BRAMANTE A 1-^)00
    Vende-se bramante
    largura, proprio para
    255200 o metro.
    1 1 \l f\ f
    com 10 palmos d.
    lenc,cs, a 155600,
    MADAPOLAO A 39000.
    Veiide-se poeas de madapolio, a 39000,
    19500, 59, 89, o 89.
    CflAPOS DE PAI.1IV AS55000.
    Vende-se chapeos de palha, do fellro 6 Je
    eastor, para homens e meninos, a 59, l^soo
    3-?e 19000.
    A.LGOD0 A 19000.
    Vende-se pecas de algod&o americano, 19,
    59, e 69.
    BOTINAS PARA SENHORAS.A '. :000
    Vende-se botinas pira senhora, a I
    e 59500.
    CAMBRAIAS k 39000.
    Vend se p ; ;as de cambraias lisas pi 11
    vestidos, a 39,49, e59.
    CAMISAS BRANCAS A 29000.
    Vende-se camisas hraiH'os n 1T < 2^'iOO.
    Hitas de linlio a 89, 39500, I9U00 e
    59000.
    Palitots de panno protoa 5990 "
    89000. Palitots le raseinira de cores, i
    i9, 59, e 8!5.
    CHALES A 800 RS.
    Vende-se chales de la, com quadrose las-
    tras, a 800 rs. e 155000, ditos de merino es-
    tampados, a 29, 355500, 49a 5#.
    E outras muitas fazendas que se yendo
    sem reserva depreco, na loja do barateiro
    Bazar NacionalRua da Imperatriz n. 72.
    2 ARua do
    DE
    Cabug-
    ECOMOMIA*",E5*CELE
    Obtem-se com o uso
    DA
    ^E lgico!(
    A COSllllia, a dispensa, OS a-. nica,hygienica,radicaleinfallivol nacu-
    paradoreS e a mesa. ra das gonorbeas.aores brancas edios de
    r toda especie, recentes ou chronicas; e que
    Os moradores do Poco da Panella e scus subur- offerece como garanta de salutares resultados
    bios necessananiente devera receber em sua ca- .___,. P r. ... _.
    sas algumas visitas na veepera e dia da festa da a continuada appbcaco^que sempre com a
    padroeira daquella freguezia e por isso preciso maior vantagem se tem feito della nos hos-
    que de anteiuao se faca una grande revoluto pitaes de Paris.
    nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
    & C, rua Larga do Rosario n. 34.
    Mascaras.
    Mascaras.
    AcabAradechegar ^r mies facturas de masca-
    ra* eem todas o soitimemoi, par^ vender-se em
    grosso e a Tetalho : nanntten> to \tptr tr:m-
    eex, rua do Baro da Victoria, outr'oraNVa n. 7.
    Tij alas francezes sextavados
    De 4r>-000 a 5.V4MM
    o ntilhelro.
    Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
    solidado, sao os melhores e os mais econmicos
    pela sua barateza para ladrilbar os pavimentos
    terreos das casas, porquanto, pouco mais mistan-
    do do que os feitos no paiz, sao, sem comparacao
    alguma, superiores a estes pela limpeza de que
    sao suscepveis. Custam. alm disto menos da
    decima parte dos de marmore, j reproyados, e
    dos de differentes mosaicos, os quaes nao estao
    cortamente ao alcance de todas as fortunas, e s
    sao empregados e proprios para as salas princi-
    paes. Alera da vantagem quo ha no emprego
    (lestes tajlos para os pavimentos terreos e casas
    de campo, tem estes ainda a de serem os memo-
    res e mais proprios para ladrilhar corintias nos
    sobrados da ridade, atiento a sua solidez e pouco
    peso, estando mais que provada a conveniencia
    de serem assoamadas as cozinhas todas de tijolo,
    e nao s a parte junta ao fogao, no qne at as
    companhias de seguros se deveriam niteressar.
    Vendem se nos armazens de fannna de Tasso Ir:
    mos 6 C, no raes do Apollo______________
    Vende-se, ai renda so oa nermuta-se, por-
    trras que sirvam para plantar canua, urna padaria
    sita no pateo da feira no povoado dos Manten; a
    tratar com sea proprietario no mesmo povoado; e
    para informaedea, com os Srs, Rocha Lima 4 Gw-
    maraes, rua do Bom Jess (outr'ora da Cruz) n.
    16,ou com o Sr. Nicomedes Mar i a Freir, nd
    Caes do ApnHo, n esta eidad<____J
    se
    augmentando, sortindo e rechiando a cozinha,
    a dispensa, o aparadores e a mesa (j se sabe,
    com iguarias gratas ao paladar) sem o que nao
    se pe passar um dia Tolgazao e regalado.
    Queris qne principie a vos indicar un mete
    fcil para censegnirdes o fin a qne vos deveis
    propor para transformares, augmentares, sortires
    e recheiares as vossas cozinhas, dispensas, apa-
    radores e mesas ? nada mais fcil...
    Ide a rua do Imperador n. 24,
    onde vires urna casa com a fren-
    te pintada de- encarnado, tendo ura lampeao pen-
    durado, cujo letreiro se 16 o seguinte : Confei-
    taria do Campos.
    ella I..: ella I... ella....
    Ah deve-se entrar e encommendar para cada
    casa o seguinte:
    1 Fianibre preparado.
    i Bolo inglcz.
    i Pao-dolo.
    i Pudn de pao, arroz ou tanica.
    1 empada de camaro ou gallinha.
    i Torta de fructa.
    100 pastis diversos. -
    1 Per assado no Corno.
    i Peixc idem idem.
    i Gatheau- d la reine.
    Vlnhos, cerv^as licores, bolachinbas, bol tbos
    para cha, cha verde superior, passa*, ngos. atnoi
    xas e tudo mais que mesmo iiaposetvei lem-
    brar.
    S nella, s nella.
    Na confeitara do Campos.
    CARNAVAL!
    Borracha para limas.
    Vende-se borracha de'primeira qualidade para
    limas de cheiro, nos seguintes lugares : na pbar-
    macia Central mu do Imperador n.^18, na nies-
    ma rua n. 22 e no pateo da. matriz de Santo An-
    tonio n. 4, por preco razoavel.
    Vendem-se oito e>cravas, urnas com habili-
    dades e outras sem ellas, erih a-3t annos, bem
    como dous pretos de 40 annos, robustos: na rua
    de Hortas n. 96.
    DE
    BIIIROS rt I IIHO
    Achando-se completamente reformado este estabelecimento, o
    tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisico de
    joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio-
    res, convidam ao respeitavel publico a fazer una visita ao seu es-
    tabelecimento, aTim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
    prec,o razoavel.
    lr)

    CHAPELERIE DES H_~
    16Rua iloara da Yic(oria--IO
    A este Ostabelecimento acaba dechogar grande novidade como sea: cliapelinas de palha e de
    gorgurao ricamente enfeitadas, chapeos de palha de Italia formas as mais modernas, gratule sorii-
    mento de chapeos, chapelinas para luto e tamban as muito procuradas meias ebapennas de que
    havia tanta falta no mercado. Recebeu tambera diademas de ac e de metal diurado e grande sor-
    timento de borboletas e flores do metal dourado em grampo.; que vende de 5 at 12 o par, portanio
    pedimos asExmas senhoras que queiram visitar nosso estabelecimento que ix'lle encontrar) muitos
    objectos de gosto.
    Machinas para limas.
    Vende-se ptimas, e muito convenientes para o
    fabrico das mesmas : na pharmacia de Ferrara
    & C, rna larga do Rosarlo n. 10, e na praca do
    Vende-M orna mulata, de trinta e tantos
    annos, cozinha, lava, engomma e faz W_ev-|Conde d'Eu n. 19, casa do Sr. Antonia M. M. Fef
    eo de casa :
    a tratar na rua do Cctovello n. 28. reir.
    Casa em Olinda.
    Vende-se urna casa em OUada com commodos
    para familia, e muito perto dos banhos salgados '.
    a t atar na rua do Imperador n. 2%. armazem de
    gra;8e_t>_
    ULtimQ gosto.
    Cadeiras pretas douradas e raarchetadas de ma-
    dfiapamia ; nos acmazcos de Tasso Irrao C,
    no taes do Apolo.
    JA&U08
    om tripas e dqbrada da vacca myteta J000
    eada nn : no armuzem de Tatsa Irnos & C,
    (pa dw Am"nm p. 37.________________
    muito barato.
    Bttrruohu ura lima a 1-^MW>.
    Na rua velha de. Santa Rita n. SO.
    Samuel Power Johns-
    ton & 0.
    Rua do Apollo n. 38 e 40
    Fazem aciente aos sens freguezes que teem
    I mudado o sea deposito de machinas a va-
    ' por, motadas e laxas da omito acreditada
    fabrica de LowMoor para rua do Apollo o.
    38 e 40, onde continuara a ter o mesmo sor-
    timento do costme.
    Fazem sciente tambera qne teem feito um
    arranjp com a fnndicao geral, pelo que p-
    deos otTerecer-M para asseniar qualqner
    mace mismo e mesmo garantido.
    Apparelho para fabricar assoear, do ysteaia.
    vv^ WEST0I*! CENTREFUGAJL
    nicos agentes em Pernamboio a fuodc2o geral.
    Para tratar era sen eecripiorio a rua do Apollo n. 38 e 40.
    S?_*Y_5i
    Os proprietarios da fnndicao feral fa cm
    scientes aos seabores de engenho e mais
    pessoas, qne teemestabelefiido orna londi-
    cao de ferro e brouze a rna do Brum, jun-
    to a eslac2o dos bonds, onde aproo la rao
    qnalqoer obra de encomi-enda com perfdi-
    fo e promptidao.
    - Os me.-mos rogam as pessoas qoe q_..-
    ram ntilisar se de seas servidos do dona-
    ren) as eocommendas em casa dos Srs. Sa-
    muel Power Jobnston & C a rna do Apol-
    lo n. 38 e 40, onde achario pesto
    tada com queui possam eaundar se.


    ____r
    **


    i
    -v
    8
    ;
    ASSEMBLA GERAL
    CMARA DOS DEPITADOS.
    SESSAO EM 30 DE JANEIRO.
    Sr. Paulino de Souza pede palavra
    pela nrdem para fazer urna iiterpellarSo.
    A follia que publica os trabalhos da cma-
    ra Rpnunciou ante-hontem que estava assen-
    tada a reorganisago do gabinete, retirndo-
    se do si ti seio o nuble depulado pala provin-
    cia do Paran c ui illusuv sena lor por Pcr-
    narnouco, tuinamln (.: U gares destes distino-
    tos'ex-ministros os Srs. wscoude do Caravel-
    las e Dr. Jos Fernandos da Costa Penara.
    Neiihum eselarecimento pedio a opposigo
    nese dia porque nao tinham vindo cmara
    as communicacoes da nomeago dos novos
    ministros. Boje, porm, que ellas se lizo-
    ram, ere o orador nao ir de encontr aos es-
    telos, nem contrariar os nobres ministros,
    amumeiando urna iuicipellago nos segumVs
    termos Quaes os motivos que determinaram
    a retirada do gabinete aos nobres ministros
    dos negocios estrangeuos e dos da agricultu-
    ra ? Quaes os motivos de ordem publica que
    determinaram a entrada dos dous distinctos
    parlamentares ltimamente nomeados Fi-
    nalmente, qual o alcance poltico quetem a
    recomposicao do ministerio T
    Estando presentes algn* dos Srs. minis-
    tros, ere o orador nao ser necessai io formular
    anterpellacao por eseripto e pedir dia e bora
    para a resposta ; se, porm, Ss. ElCS. nao
    quizerem lomar a palavra, ento a Formular
    v mandar moa.
    O Si". Presidente declara que feita a in-
    terpellaco e estando presento 0 ministro a
    quein dirigida, tom este o direito escolba
    do, ou responder immediatamente, ou de ac-
    cordo com o presidente designar dia e bora
    para b resposta; mas que no caso vertente a
    pratica tom consagrado o estylo de ser inme-
    di llmenlo respondida a intei pcllaco.
    0 Su. DuARTE de Azi. vedo (ministro da
    justigaj :Peco a palavra.
    0 Su. Presidente :Tem a,palavra o Sr.
    mini-tro da Justina.
    0 Sr. Ministro da Jisnr.v deve apressar-
    se em dar ao nobre deputado pelo Hio de Ja-
    neiro os esclarecuneutos que desoja acerca
    dos pontos da sua iuterpvllaoo.
    Nfto desconhecido cmara o motivo
    pe qual o Sr. ex-ininistro da agricultura
    retirou-se do gabinete. Este motivo da
    ordem daquelles que a cmara nao poder!
    ouvir semmagoa. 0 Sr. conselheiro Barros
    Barroto foi accommettido de grave enfermi-
    dade, o de tal natureza que uaopoderia res-
    tabelecer a sua sade sem retirar-se dos ne-
    % os pblicos.
    Por esta razio de torga maior, completa-
    mente estrenua s evolugdes politicas, teve S.
    Exc. de deixar a pasta, que to dignamente
    oceupou (apoiados), com o maior desgosto
    de >eus companbeiros.
    O Sr. conselheiro Correa desejava, tain-
    bem por motivo de sade (Oh!) ej do al-
    go i n tempo a esta parte, deixar a a luhnistra-
    g dos negocios pblicos...
    0 Su. PBRKIRA da Silva:Acaba tudo
    pordoente 1 (Riso,.
    O Sr. Ministro da Jistioa:... porm
    e -; crava a occasiao mais oppoftuna para fa-
    zc-lo e desejava pedir a sua exonerarn de-
    pois que a cmara tivesse conhecido dos ac-
    tos do gover.no e apreciado a sua administra-
    cao, provavelmente depois da votago da res-
    posta follado throno.
    Ciitirtanlo, dando-se a sabida do Sr. Bar-
    ro, Barreto, entendeu S. Exc. que era ensejo
    i retirar-se, nao s porque nesta occasiao
    - 1 iva urna recomposigo ministerial, como
    porque era inconveniente por fado proprio
    i ccasionar posteriormente outra recompo-
    siefio.
    Por este motivo, e tambem' com desgosto
    dos seus collegas, S. Exc. retirou-se do posto
    que |ao dignamente oceupou at ento. (A-
    poiados).
    Foram convidados para a recomposigo do
    ministerio dous cavalheiros que pelos seus
    talentos e sen (jos se recommendara alten-
    g&o do partido conservador e das cmaras le-
    livas. [Apoiados).
    O Sr. visconde de CaraveUas nao um no-
    i desconhecidd tao paiz, que j Ihedeve
    longos relevantes servigos na administra-
    rj i publica, na alta administracao do estado.
    O actual ministro da agricultura um dig-
    no idado, cujos talentos acamara tem ad-
    ido e cujos servicos se teem recommen-
    dado tambem na administracao das provin-
    cia.
    m -
    i i ralg
    Diario de Pemambuco Segunda fer 10 de Ferereiro de 8?3.
    s
    Feita a BpAo, o orador deve di-
    jerque i alguma se modificou o]
    ponsamento poltico do gabinete, que repre-
    sent a opinio do partido conservador e est
    disposto a proseguir na marcha que encetou,j
    segundo o programma mnunciado e as raa-
    nifestages que cm ambas as casas do parla-
    mento se tem feito.
    Nao sendo devida causa alguma poltica
    a retirada dos ex-rainistros eteudo si lo feita
    a recomposicao com cavalheiros tao dignos,
    l*io estimareis e tao recommendaveis attefl-
    co e considerago do partido, como os novos
    ministros, parece que este facto nao pode sor
    objecto de reparo Mira a cmara dos Srs. de-
    putados.
    Umita-se a estas observagoes.
    ' O Su. Correa tinha intengo de dar c-
    mara a explicaco quo o nobre deputado pelo
    Rio ile Janeiro desoja.
    Ha algiim tempo que, em couseque ucia de
    euferniidade o por conselfio de mdicos, que
    llie prescreviam a abstengo da aturada ap-
    plicago a que era obrigado para o desempe-
    nho do alto cargo que oceupou, falln ao Sr.
    presidente do conseibo sobra a conveniencia
    ar-llie um sui-cessor.
    FOLHETIM
    mum AIIIMIU
    PELO
    VISCONDE POSON DO TERRAIL.
    TE11CE1KA PAUTE
    41 jalacio de ^uac
    [Continuago do n. 31).
    III
    O marquez fez um gesto de profunda
    ,-imirago.
    Das deceiar ?disse elle.
    ou.
    K a quem ?
    A urna sociedade escolbida disse o
    barionumerosa at, aos nossos amigos
    das ceias do regente e a essas meninas da
    opera.
    Aqui ?
    Sem duvida.
    Comtudo, nao vejo preparativos ne-
    nhuns.
    Vem comigo disse o baro e ve-
    rs- .
    E pegando na mo deStmiane, abri urna
    porta, e conduzio-o por um corredor escuro
    at outra porta que abri, e da qual sabio
    urna onda de luz.
    O marquez olhou edeuum grito dees-
    panto. ,
    sala eslava forrada de panno preto,
    soraeado de estrellas do prata.
    No meio estava post urna mesa, sump-
    tuosamente servida. Aos quatro cantos da
    sala esqueletos, perfeitamente mmoveis,
    suslentavam tochas as raaos.
    Eram os candelabros da sala, e a sala la-
    zia lembrar a fnebre casa de jantar do cas-
    tollo de Holdengrasburgc.
    S o esquife The falta va.
    O senhor de Simiane estava aterrado.
    Vi urna sala assim forrada na Allema-
    libadisse tranquillamente o baro e
    agradou-me tanto que a rnitei aqui.
    v Subiste pola escacla principal ?
    Sao.
    d
    Em attenco s ]M)iideraees de S. Exc, fi-
    cou a soluco a liada para depois que a cma-
    ra dos Srs. depurados, eleita aps o grave
    facto de una dissoluco, proferisse o son jui-
    10, por occasiao da votacao da resjKista ao
    discurso da coi oa, acerca da poltica e dos
    actos do gabinete, pelos quaes o orador res-
    ponsavel.
    Dando-se, porm, a lamentare! oceurren-
    cia, que profundamente deplora, da enfermi-
    da le do sen ex-collega, o Sr. ministro da
    agricultura, nao pareceu-lhe acertado que so
    li/.csse ent&O urna modilicaco e depois outra.
    D'ahi proveio a modilicaco ministerial di-
    que a cmara tem conbecimeiito.
    Teudo procurado servir ao jiaiz pela me-
    Ih ir forma que suas forras o perniittiam, pe-
    de desculpa cmara por qualquer falta in-
    voluntaria que houvesse commettido.
    Concluindo, dir (pie, movido por consi-
    deraces de ordem publica, pelas quaes bus-
    ca sempre pautar o seu procedimento, conti-
    na a prestar ao minisierio o seu fraco apoio
    como representante da iaijao.
    O Sr. Paulino de Solza: .Movimento
    de attencao. Silencio). A cmara acaba de
    ouvir ao nobre ministro da justica e ao illus-
    tredeputado pela provincia do Paran a ex-
    posicao dos motivos que determinaram dous
    dignos cx-ministros a retirarem-se do gabi-
    nete.
    Nao posso, Sr. presidente, deixar de acei-
    tar as allegacoes apreseutadas ; nem devo
    por em duvida as asserces dos dous honra-
    dos inembros.
    Sabamos (pie o nobre ex-ministro da agri-
    cultura solTria ha algum tempo em sua sa-
    de ; mas a presenca bem disposta e vigorosa
    do nobre cx-iniiistro dos negocios estrangei-
    ros nao nos inspirava o menor receio por sua
    sade.
    O Su. Pekeiua da Silva : Apoiado, e es-
    pero que contino com boa sade.
    O Sr. Paulino deSouza:Amigo parti-
    cular do nobre ex-minstro, assim como do-
    sejo que seja completo o seu restabelecimen-
    to, estimara que a retirada de S. Exc. fosse
    devida a alguma outra causa, como, por
    templo, nao ter abdicado no ministerio a
    faculdade de pensar e de querer. (Apoiados).
    Nao porm, Sr. presidente, a causa da
    retirada tos ex-miuistros o que mas importa.
    O que interessa sobretodo a esta augusta c-
    mara e ao paiz saber em noroe de quo prin-
    cipios se operou a recomposicao do ministe-
    rio e qual o seu alcance poltico as actuaos
    chvuiiistancias do paiz.
    O Su. Duque-Estrada Teixeira :Sobre
    isto iieiihunia palavra se disse. i
    O Su. Pallino de Solza : Son aritgo
    amigo de ambos os novos ministros edevo-
    Ihes nesta tribuna os termos da maior beue-
    volencia.
    Qual porm, a significarlo poltica que
    trazera ao gabinete? Eis o (pie o nobre mi-
    nistro da justica nao- nos quiz dizer e obriga-
    me a fazer as seguintes observae'oes.
    O nobre visconde de Caravellas foi um dos
    ministros do gabinete Furtado, contra qual
    o actual presidente do conselho, a proposito
    do convenio de 20 de fevereiro, levanten no
    senado as mais amargas queixas...
    O Sr. Martksho Campos:Muitoinjus-
    tas qneixas, sem fundamento nenhum ; fize-
    rara-lhe a merecida justica.
    O Su. Paulino de Solza :... arguindo-o
    de *) terem tratado de um modo menos dig-
    no. Por nao molestar a S. Exc. deixo de
    Est igualmente forrada.
    Que mucura 1
    O baro corren a urna janella e abrio-a.
    Os meas convivas demoram-semur-
    murou elle.
    Com effeito, a ra est deserta,
    Pois bem 1 continuou o baroem
    quanto os esperamos, vou contar-te ssa
    triste historia que me faz morrer.
    O senhor de Nossac indicou um assento
    ao marquez, e deixou-so cahir sobre urna
    caucha com o abandono da fraqueza e do
    desanimo.
    Meu caro amigodisse ao marquez
    nao tenho oito das de vida.
    Que loucura ?
    recordar as expresses incisivas de que ento
    se servio.
    O novo ministro dos negocios estrangeiros
    o homcm politico militante, nem dos quo
    teem cor poltica acentuada.
    Nao obstante, foi S. Exc. um dos que tem
    condemnado mais positivamente os priuci-
    paes actos porque responsavel o gabinete,
    j impugnando e votando no senado contra a
    reforma do elemento servil...
    O Sn. Mautimio Campos :-Fazendo um
    brilhantissimo discurso.
    O Sr. Paulino de Souza :... j procu-
    rando em seu esclarecido parecer no conselho
    de estado obstar ao decreto que dissolveu o
    auno passado a cmara dos deputados.
    S. Exc. era, portante, adversario do gabi-
    nete ; combaten seus actos mais importantes,
    oppozera-se a'suas mais significativas inten-
    coes. Foi o gabinete que arrependeu-se, pe-
    rante o Sr. visconde de Caravellas, de seu
    procedimento politico, ou foi S. Exc. quem
    recuou da posi^o que assumira ? Quaes os
    principios (pie unem agora os dous Ilustres
    ministros nesta recomposicao ministerial?
    E' o que nao sabemor : o que o nobre mi-
    nistro da justiga nos devra ter dito.
    Quanto ao nobre ministro da agricultura,
    a chave que lbe abri as portas do gabinete,
    foi talvez, Sr. presidente, o discurso ha dias
    aqu proferido na discusso do voto de gra-
    bas, e no qual sobresahio S. Exc. o novo"
    dogma politico de serem os ministros antes
    agentes e depositarios da confianza do Impe-
    rador perante a cmara, do que representan-
    tes do parlamento junto da corda.
    Foi sempje, Sr. presidente, a minha creo-
    ca que o parlamento que leva os ministros
    para junto dos degros do throno : elles nao
    teem de desce-los para chegar at nos. (A-
    poiados. Muito bem).
    Na sinceridade das minbas ereaoas sobre a
    forma constitucional do governo do Brasil,
    acroditei sempre que os ministros de um paiz
    livre sao os intermediarios entre o delegado
    permanente da soberana e aquellos que em
    um momento dado mais directamente a re-
    presentam ; nosuppuz que fossem os en-
    carregados pelo poder irresponsavel de ac-
    tuar sobre osdeputaiios por meios ao seu al-
    cance, de congrega-tos para qualquer lim,
    alias ideado na pureza das mais elevadas n-
    tencoes. (Apoiados. Muito bot).
    Representante mais directo e iirwnedia.to da
    opinio de que em cada elei^o recebe novas
    inspiracoes, na cmara dos deportados, mais-]
    do que em qualquer outra corpora^o do es-
    tado, se reflecte vivaz o pensamentedanuco,
    de cujo seio ella se forma peridicamente, c-
    com a qual, por motivos polticos e porden-
    lidade ile outros iuteresses, se acha em cons-
    tante e nao iuterrompido contacto.
    A expressao da contanca publica dcqne o
    voto popular reveste os mandatarios da na-
    5o, pela identiicaQo destes com o ministe-
    rio vem transluzir no governo que assim re-
    parte com a cmara a responsabilidade da
    direcgode grandes iuteresses sociaes.
    Os ministros nomeados livremente pelo
    Imperador, depositarios de- sua conianca,
    nao podem t-la sem que tambem meregam e
    tenham a do parlamento.
    O Sr. Mixistro da Jusfu;a : OSr. mi-
    nistro da agricultura era membro da materia
    da cmara ; isto s explica o facto.
    O Su. Paulino de Souza : Os minis-
    tros nao representam aqui principalmente- a
    confiancAda coru, mas o pensamento da na-
    Qo, auuunciado pelo voto de seus represen-
    tantes. O pensamento da cora nao pode
    ser, porm, senhores, seno o da naco,
    porque nesta forma de governo nao se pode
    separar da nae,o o seu primeiro e perma-
    nente representante.
    1" da harmona do pensamento da corda
    com o pensamento da nago que resulta o
    jogo regular de nossas livres institaQdes- i
    uessa harmona que consiste toda a sabedo-
    ria da realeza constitucional, sabedoria que,
    Ilumina la por dous phares accesos no ter-
    reno das hitas politicas, a tribuna e a mi-
    prensa, impeccavel pela constituigo, por-
    que c deve ser a mais genuina expressao
    da vontade nacional. (Apoiados.)
    O Su. FeRREIRA VlANNA : E dahi que
    vem a sua torga. 1
    O Su. Paulino de Souza : Foram es\Xs
    asdoutrinas que me ensinaram os velhos
    chefes da escola poltica a que pertenco, nao
    as que o nobre ministro da agricultura
    aprendeu em um escriptor, que fonnulou as
    suas vista da constituido da Franca impe-
    rial.
    Seo nobre ministro da agricultura afastou-
    senesta parte da verdade constitucional, nem
    ome achas muito pallilo f
    Com effeito.
    Jno durmo.
    E porque ?
    Porque me impossivel. Lembra-
    me certa historia que meu to, o bispo de
    Marinando me contava, e que era a de um
    missionario que os Cochinchinos tinham
    morto, privando-o do somno.
    O marquez langou ao baro um- olhar
    admirado.
    E quem te irapede de dormiros ?
    Um phantasma.
    O marquez estremeceu.
    Tcns sempre a imaginago exaltada.
    'Vejo bem realmente tedas as noutes
    um phantasma.
    Aposto que o de tua mulher ?
    E'disse o baro com tristeza.
    O marquez soltou urna gargalbada.
    Sempre a mesma historia murmu-
    rou elle.
    Cacas, o fazes mal... E' verdade...
    Quem to diz que nao Gretchen ?
    Cretchen ? disse o baro estreme-
    cendonao, Gretchen, nao est aqu...
    nao Gretchen. ,
    Masemfim porguntou o marquez
    coino se manifest esse phantasma T como
    te impede elle de dormir ?
    __Ah Imurmurou o baro com des-
    alent isso exactamente o que cu queria
    dizer-te. O phantasma habita o meu quar-
    to de cama, e acorda-me quando eu ador-
    mego.
    Ento acreditas nos phantasmas ?
    Pois se eu os vejo I
    O marquez sacudi a cabecil.
    Ests louco Idisse elle.
    O baro sorrio-so com tristeza, conti-
    nuou :
    A primeira vez que dormi nesta casa,
    depois da minha volta da Bretanha, fui
    acommettido por urna angustia inexprimivel,
    por urna especie de terror supersticioso, de
    queme foi impossiveldefender-me.
    Via por toda a parte minha mulher e a
    sala do- baile, onde tantos ditos sarcasticos
    me opprimiram no dia do meu casamento ;
    nos corredores, as escadas, nesse quarto
    nupcial, onde tao fatalmente a abadonei
    para seguir essa maldita duqueza, de quem
    a minha palavra me tinha feito escravo.
    Tive comtudo imperio e razo bastante
    sobre mim para dizer comigo que a morte
    urna cousa rreparavel e que as saudades
    eternas sao impossiveis. Tinhamos corrido
    tres dias em carruagem de post, eu estava
    extraordinariamente fatigado, deitei-me cedo
    e adormec profundamente.
    No meio da coute um barulho monote-
    no, vagaroso, lgubre, acordou-me em so-
    bresalte.
    Abri penosamente os olhos e pareceu-me
    ver urna cousa branca, que passeiava pela
    extremidade opposta do meu quarto, arres-
    tando os pos pelo chao com urna especie de
    cadencia.
    Reconheci essa pobre Helena Borelli que
    nunca foi senhora de Nossac seno dej-
    me.
    Sonhavas meu amigo.
    Assim o acreditei. "
    Adormec de novo seb a oppreso de um
    pesadelo, e quando o dia me acordou, o
    phantasma tinha desapparecido.
    Julguei ter sonhado,
    dia passou-se para mim em diversas
    preoecupages. Fui ver o rei a Versalhes,
    readquiri as minbas relagdes, procurei meios
    para me aturdir.
    Chegou a noute : eu estava* to fatigado
    como na vespera ; adormec promptamente.
    A' meia noute fui acordado pelo mesmo
    barulho da vespera, vi a mesma forma
    branca e com os olhos esgazeados e o.peito
    por isso a sua thesedeixa de ser a expressao
    do actual estado de nossas instituigoes.
    O Sr. Pereia da Silva :Apoiado.
    O Sr. Paulino de Souza : Quem nao
    sent, senhores, que temos apenas a apparen-
    cia e nao a realidade de govorno conslitui-
    cional ? Vemos aqui no centro as cmaras
    legislativas; temos assemblas as provin-
    cias ; nos municipios temos a vereanca ; as
    parochias justigas de paz d eleitores, mis o
    elemento representativo est morto ; o g<>-
    vernt 6 tudo. O jogo pratico das nstitui-
    gesd um resultado to convencional como
    eram convencionaes os presagios do sagrado
    collegio dos augures e o que aos aruspices
    revelavam as entranlias das victimas inmo-
    lados nos sacrificios religiosos do paganismo
    romano. (Apoiados. Muito bem.)
    E'que, Sr. presidente, com* o andar do
    tempo, com o desvirtuamento das institi-
    res, teda a actividade, toda a vida poltica
    do Brasil conccntrou-sc em um nico cora-
    gao, em vez de animar todos os pontos da
    circumsferencia e refluy; para o centro, don-
    de deve e partir alguma animagao, pois que
    s elle tem vitalidade e pode dar impulso.
    Bosultoudahi que todos os olharcs litaram
    em um ponto nico radiante do horizonte, e
    os hornera polticos, os partidos, sao obliga-
    dos a reflecte- essa luz deslumbrante ou a
    perderem-se na amplido do espago, fra
    dessa rbita, cuja attracgo se ternou irresis-
    tivel, e, na qual movem-so sem luz propria,
    como corpos inertes, as vinte estrellas da
    constellago brasileira. (Muito bem.)
    V. Exc. meha depermiHir, Sr. presidente,
    algumas considerages que nao posso prescindir, para demonstrar
    quearecomposigo'do gabinete veio esterili-
    sar o talvez sacrificar por urna vez esta situa-
    go conservadora. (Apoiados.)
    As situages politicas levantm-se e mor-
    rem em nosso paiz por torga de attribuiges
    de um poder que nao impulsor e sim mo-
    derador. Nem pode ser por outra forma,
    senhores, desde que a opinio nop le dar
    o impulso, nao pode mauifestar-se, opprim-
    da petos excessos e abusos de urna legisla-
    go que, desvirti>a dos partidos-, coHocaem geralos homens po-
    lticos na posigoaviltante de moverem-se no
    sentido da machina governamuntal, ou de se
    condemnarem ao sotanate da vida pri-
    vada.
    Lan|M os olhos, senhores, pela superficie
    deste vasto imperio, de sontos pontos do
    qual partimos, para aqui nosreunirmos, eo
    que vedes ? Os cidados sujeitos por coritas
    de eleiges a todos os onus da le da guarda
    nacional, onus que o legislador determinara
    por motivos de servigo publico e de que o
    governo, por meio de seus agentes, Se serve
    para comprimir opinio.
    A organisaeao policial menos ulilisada,
    no intuito do represso dos dolilos, do que
    nodetolher a ei&cvidadc do-direito de re-
    presentago.
    Se a isto accrescontarinos que a magistra-
    tura dependente,, que o recr-utmento
    tambem ama arma de eleicoes, entregue
    polica eempregada para fius eleitoraes ; se
    observarmos anda que a vida local
    desappareceu e que aiacgo do governo se faz
    sentir as nomeagoes- de empregos mnimos
    e-deciifindo em primeira ou em ultima ins-
    tancia todos os negocios, do lugar- anda os
    mais insignificantes ; se notarmos- mais que
    a lei de eleicoes parece feita no intuito de se
    facilitarem, e promoverem todos os abusos
    das oatras leis no sentido-de victoria do go-
    verno ; se considrennos tudo isto, nao po-
    demos deixar de reconheccr que neste paiz a
    berdade poltica urna mystificago seno
    um^iretexto para se opprimirem os cidados
    e tolherera-se-lhes importantissimas garan-
    tas da vida social.
    Admira, Sr. pres este estado, que nao de boje, mas quean-
    tes em opposigo e depois no governo tenho
    assignalado e comigo homens importantes de
    ambos os partidos polticos em que se-divide
    o paiz.
    O itercssc eleitonil.tem cavillaitb por tal
    modo toda a legislago que, se Nicolao Ma-
    chiavel podesse ter conhecido o que se passaj
    entre nos, sorprender-se-hia, como alguem
    disse, de ver como se conseguio, oom as ap-
    parenciasde liberdade, manietai a-.liberdade
    poltica de urna naco inteira.
    O genio da poltica florentina pasmara de
    contemplar a realidade desta obra.gigantesca,
    para a qual nao se dispensa pega alguma
    aproveitavel, elle-que em seus arrojados voos
    mal ousavaconcebe-la (Muito bem. Muito
    bem).
    oppriinido, vi-a passeiar, nao ousando nem
    podendo mover-me, paralysado pelo terror
    e tentando em vo fechar os olhos.
    O phantasma passeiou at s quatro horas
    da mahh.
    No momento em quo rfm primeuo rato
    de dia, filtrava, indeciso> atravz das corti-
    nas e das persianas, v-o afastar-se, como
    se os muros recuassom diantc delle, depois,
    de repente, desapparecer, sem que me fosse
    possivel saber como e por onde tinha desap-
    parecdo.
    E" extraordinariomurmurou o mar-
    quez.
    Na noute seguinte, a mesma appari-
    go.
    Anda 1
    Sempre. Isso renva-se cada noute,
    meia noute, para acabar s quatro horas
    da manh. A angustia conserva-me acor-
    dado at meia noute ; da meia noute s
    quatro horas, o terror impedeme de fechar
    os olhos...
    De sorte que nunca dormes ?
    Durmo, por vezes, com somno febri-
    citante, povoado de pesadelos, to fatigante
    como a propria vigilia.
    E nao pensas, nao podes levantar-te e
    expulsar o phantasma ?
    Nao, porque elle ama-mo.
    A voz do baro era desesperada e com-
    movida.
    Ama-te ?
    Ama. No seu passeio, passa por per-
    te da minha cama, e, ento, olha para mim
    com urna expressao de amor e *de tristeza
    que me faz mal.
    Falla-te ?
    Nunca.
    Nunca experimentaste deixar a lam-
    pada accesa T
    Sem duvida.
    E ente T
    A hora certa, sem que eu possa ex-
    plicar como, apaga-se.
    E' muito murmurou o marquez
    es victima de urna mystificago.
    O senhor de Nossac sacudi a cabega.
    * E' minha mulherdisse elle.
    Ou, talvez, Gretchen.
    Os homens mais eminentes do paMM^po-
    litico a que tenho a honra de'pertencer, teem
    condemnado o nao de hoje este estado de
    cousas. Aspalavrasque ahila ha poucos
    dias o meu honrado amigo deputado pelo
    2." districtodo Rio de Janeiro Jaqui citou,
    do fallecido sonador Euzebiojle Queiroz,
    assaz o denotam.
    Croio pamente que esto Ilustre estadista
    acha va se em 18oS mas prximo de seus
    adversarios do que de seus antgos amigos,
    porque o elementa representativo de nossa
    forma de governo era o queja naquclle tem-
    po precisara de vidac animagao, nao o ele-
    mente governamcntal, que chegou a toda a
    sua puja lira.
    Outros muitos homens Dotarais do partido
    conservador exprimiram-se nos termos os
    mais peremptorios j no sentido, quor sobre
    esta de affrouxarem-se os lagos de exeessiva
    centralisago, que entregain tudo ao gover-
    no, e sujeitam as localidades de mos ata-
    das merc de iuteresses polticos do mo-
    mento.
    O visconde de lirugua) dizia em um de
    seus eseriptos :
    A absorpeo da gerencia de todos os
    nteressos anda de cima e locaes pelo gover-
    no, central mata a vida as localidades, na-
    da Ibes deixa fazur, perpetua nellas a indi-
    Bernca e a ignorancia de seus negocios, fe-
    cha as portas da nica escola em que a po-
    pulago pode habilitar-se praticamente para
    negocios pblicos.
    Um homcm de talento, que dedicou a vida
    inteiradefeza dos principios e dos iuteres-
    ses, que foi longos anuos o seu miis activo
    e distiucto hilador na imprensa, Justinano
    Rocha, cujo nomo tenho a maior satisfago
    em proferir aqu desta tribuna, como urna
    homenagem a seus talentos e a seus servicos,
    dizia alguns anuos antea de morrer :
    Na sociedade assim rganisada fluencia da localdade dcsappareceu, tudo
    parti do governo, tudo ao- governo se ligou,
    o governo foi tudo, e tanto que boje nao ha
    brasileo que mil vezes por dia nao mani-
    fest a *convi(-(;o de que a sociedade est4
    inerte e mora, de queso o govemio vive.
    Um dos mais distinctos chefess de partido
    conservador, o Sr. baro de Cotegipe, dizia
    ao senado na sesso-de 22 dejiinhode 1867.
    A misso do partido conservador nao
    estar sempre ao lado da autoridade : nao,
    nao somos ennuchos- do poijer. A misso
    do partido conservador (e o nome o indica)
    quando a onda revoocionaria pode amea-
    gar a existencia da autoridade estar ta par-
    te da ordem e da autoridade ; mas, quando
    o perigo vier do lado contrario, do nosso
    dever, est no programma- do partido con-
    servador pr-sedo lado do- povo.
    OSu.GusmAo Lobo:Sao as palavras
    mais eloquentes que j ouvi a respeito da>
    misso do partido conservador.
    O Su. Paulino de Souza- : O nobre de-
    putado pelo Rio Grande doSul meu amigo,
    disse ha dias a verdade quando aflirmou qae
    o partido conservador subir-em- julho de
    18 O Su. Silvuiua Mautins (aos tchigra-
    jhos] : Tomem nota da deelarago do Sr..
    lonselheiro Paulino. (Muito bem.)
    Isto honra muito ao nobre deputado.
    O Su. Paulino de Souza :O ministerio'
    de 16 de julho organisou-scem nome de um,
    principio conservador e o seu primeiro acto
    foi mante-lo e sustonta-lo.
    A sua ascensofoi, pois, legitima perante
    os principios desta forma de governo.
    O'cltfM do anterior gabinete, lgico e co-
    herente com as suas doutrinas, recusara a-
    refercuda e execugo de um acto privativo
    do poder moderador. Os conservadores que
    sustentavam, como eu sustento, que as at-
    bbuicdes do poder moderador sao indepen-
    dfcntesdo poder oxecutivo, nicos que podiam
    Resolver o conflicto que se dava entre o poder
    moderador e o ministerio.
    Eramos lgicos, erarnos neis nosa dou-
    trna. Fomos tambem lgicos e fiis s ideas
    que sustentramos pouco antes em opposi-
    co, procurando fortalecer tambem o elemen-
    to representativo da constituico que era
    aquelle que ento mais precisara dc.eoncur-
    so de todos os-amigos do sistema constitu-
    cional.
    Ao contrario do quecm goral tem aconte-
    cido, os liberaos nesta questo de indepen-
    dencia do poder moderador teem. sido, mais
    praticos do que theoricos.
    Os conservadores, segundo quanto ao
    poder moderador a iloutrina clara e expressa
    da constituigo, nao podem, sem, fallar
    verdade eonstitucioaal, deixar de procurar
    na rcalida&i i la forma representativa O con-
    traste, qual o- poder moderador tor-
    nar-sc-ha a nica torga viva e activa de nos-
    sa organisago poltica.
    Foi com o flto de garantir a liberdade
    poltica e a efficacia do direito de represen-
    , tago alm de melhorar a legislago que o
    gabinete, de quefiz parte, promoveu o anda-
    ment da reforma do recrutamento, que l
    est ha tres anuos parada no senado, a re-
    forma judiciaria que, desfigurada c perver-
    tida em sou pensamento pelo ministerio de
    , 7 de margo, est ainda por fazer, trouxe a
    esta cmara mitras reformas, entre as quaes
    a da lei de eleiges e a das municipalidades
    nao eram as de menos importancia para o lim
    a que nos propnnhamos.
    Foi o pensamento de crear um elehorado
    permanente e numeroso, com as precisas
    condigoes de independencia, que me deter-
    minou a propr aqui a eleigao directa, como
    urna base segura em que se apoiasse a re-
    presentago nacional.
    O projecto sobre a administracao local,
    consagrando a liberdade municipal, restitue
    % localidades a gerencia de seus negocios
    peculiares e acostumar a populago aos de-
    veres-da vida publica. Dou, senhores, gran-
    de importancia liberdade municipal, por-
    que, assim como foi ella o bergo da liber-
    dade poltica, o municipio livre o seu na-
    tural e mais seguro sustentculo.
    O Su. MartimO' Campos :O partido libe-
    ral j tinha consagrada- essa liberdade na
    constituico e na lei de 28.
    O Su. Paulino de Souza iA constkttigo
    de todos nos.
    O Su. Mautimio Campos :Devia ser,
    mas nao leua sido ; tem sido s dos Sbe-
    raes.
    O Su. Paulino de Souza -.^Ests refor-
    mas que o partido conservattor iniciou ao
    comecar esta situago poltica, que sustente*
    no governo, desojo-as e pego-as hoje na
    opposigo.
    Os nobres ministros que parecen reconhe-
    ccr quaes as aspira<;'6cs do paiz, pretenden!
    que tambem as querer.
    Foram das annuncadas as fallas do
    throno de 1871 e 1872 e na desta sessfc).
    Onde esto ellas porm? Dous annos-mto
    chegaram para ao menos formula-las...
    OSn. Presidente:Pecolicenga a-no
    bre deputado para fazer-lhe-orna observado.
    Est na- ordem do da o voto de gragrs, <
    ahi me parecem cabidas as f onsideragoes qbe
    est faeendo.
    O Su. Paulino de Souza : Estou fazendi
    una apreciago poltica para eoncluir que a
    recomposigo ministerial obsta-ao intento da.-
    reformas-reclamadas por todas-as- opinies
    politicas. Vou, porm, safcsftzer, pre-
    cipitar a- minha demonstrago.
    O Su. Puesidente :O objecto da inter-
    pellaco- o motivo da modificar -ministe-
    rial. A discusso, segundo o regiment, nao
    pode versar seno sobre este ponto.
    O Su. Euueiua Viajom :E' urna inter-
    pellaco poltica, trata-sode politioa-geral.
    O Su. Pe-reiha da Silva :O orador est
    estabelecendo prmissas para chegar con-
    clusao.
    O Su. presidente :Eu-tenbo xnisentido
    que o nobre deputado O'faoa ; mas devo di-
    'zer-lhe que o regiment nao penstto.
    OSr. Paulino de SouaA :Os ntjjresmi-
    nistros nao acharain ainda tempo no periodo
    de dous amios para ao menos nes- dizerent
    qual o pensamente capital desaas- refor-
    mas.
    O Su. Dihh'e-Estrada TfcixEiuA z% dis-
    so tenho sempre me quexado.
    O Su. Pauunode Soi -,a :KntEetnto es-
    sas reformas-so, como is6e ha dias um il-
    kustrado deputado por Musas, a emaoeipago
    do cidado.
    Eu creio que a timidez dos nobres minis-
    tros seja para nao causar-nos a mais cruel
    decepgo. Quem sabe so seus autores nao
    sao os que se temem dd ver-lhes applicado
    aquelle severo couceito de Tcito : Speciosu
    verbin, re inania, ant ml> dolar.quantoque
    majare libertutisimugine tegebentur, tanto
    erti>tnra in iufenstusitIii,
    O Su. Mimstuo da. Justica daim aparte.
    O Su. Pavi.ino deStBZA -.Como, Sr. pre-
    sidente, pedera o ministerio oxa-recomposo;
    realisar essas reformas que apregoa e cujo
    pensamento ainda ignoramos e talvez que alu-
    da ner&olle proprio-saiba?
    porque Gretchen era minha
    ests mais. lonco do
    que
    Nao-;
    mulher.
    Bom !
    nunea.
    Nao te obrigo a acreditar-me, mas,
    bem sei que nada mas verdade do que o
    eu nao estar louco.
    Ento, talvez a creoula.
    O baro estremeceu e passou a mo pela
    fronte.
    A creoula ?di>se elleA creoula,
    era minha mulher.
    Ainda 1
    Minha mulher morta, que voltava da
    Allemanha, debaixo do nome de Gretchen ;
    Bretanha, do de mrqueza de Bidan ;
    aqui, com o seu proprio nome. para se vin-
    gar, meu amigo, para se vingar do mim.
    Talvez que nao esteja morta.
    O ba So soltou um grito.
    Oh que idea 1exclamou elle.
    E fieou pensativo durante um minute.
    Loucura continuou elleVi-a mor-
    ta na sua cama, encontrei-a, depois, roda
    petos vermes do seu esquife...
    O marquez franzia o sobr'olho.
    A quantos do molestamos hoje ?
    perguntou elle.
    A lide margo.
    Fatalidade 1murmurou o marquez
    s serei livre e desligado do meu jura-
    mento, a manh. Nao posso fallaiv. Se
    elle morresse antes I
    Em quo pensas ?disse o baro.
    Digo comigo quo 6 talvez, urna raisti-
    ficago.
    Ento nao eres nos morios ?
    Muito pouco, e muito nos vivos.
    Ha seis mezes contiuuou o senhor
    de Nossacque quasi nada durmo ; cada
    vez que acord, siuto-mo mais fraco, mais
    desanimado e mais perto do tmulo.
    Havia na voz do baro urna tal expressao
    de verdade, de desesperada conviogo, que
    o senhor de Simiane estremeceu profunda-
    mente, e, murmurou comsigo, vivamente
    imprcssionado :
    Tanto peior 1 faltrei minha pala-
    vra, mas, nio o deixarei morrer i /lir-lhe-
    hei tudo.
    [CoiUicuui-se-ha.)
    E, depois de um momento de hesitgao,
    coutinuou :
    Queros que cu, te de ura conseluo f
    Falla...
    Se esta noute o phantasma appare-
    cer...
    Esta noute nao. apparecer, porque
    nao estou deitado e nao me deixarei ante
    do dia.
    Pois bem, Ento, na noute seguinte..
    Que farei ?
    Se elle te apparecer, saltars abaixo
    da cama, toma-lo-has nos bragos c dir-Ube-
    has...
    O marquez parou, tremendo..
    Acabava de langar os olhos para um im-
    menso espelho de Veneza, e nesse espelho
    tinha visto reflctela, urna cabega paluda,,
    que olhava para ello com ura olhar severo,
    com um dedo na bocea, como para lhe m-
    pr silencio.
    Dir-lhe-hei...disse o baro.
    Pois bem I responden o marquez
    ernbaragadopedir-lhe-has que se v em-
    bora o que te doixe dormir.
    O senhor de Nossac encolheu os hom-
    bros e nao respondeu.
    Eis ahi os meus convivasdisse elle
    Vamos ceiar alegremente.
    Comtudo, nao me {pareces muito
    alegre.
    Ah 1 murmurou o bario, com um
    sorriso de desanimo a minha vida divi-
    dida em duas. De noute, morro ; de dia,
    embriago-me com vnhos, com prazeres e
    com mulheres...
    O baro nao teve tempo para acabara sua
    historia ; a porta abrio-se e os seus convivas
    entraram.
    Um grito de estupefaego, misturado de
    terror, escapou-lho vista dos fnebres or-
    natos da sala ; as mulheres quasi desmaia-
    ram ; \0s homens desataram a rir e acha-
    rara encantadora a lembraaca. Tudo era
    encantador da parte do baro. O marquez
    olhou ento para o senhor de Nossac.
    f

    (Contiuar-u-ha).
    TYP 1)04AUO RA DUQUE HE CAXUi.
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