Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12829


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Full Text
r
AW0XL1X. NUMERO 29
-------------------------------------------------------------- i
PARA A CAPITAL E Ll'ClUES OJTDE SAO SE PACA PORTE. "
Por-tres mezes adiantados............... # 6#000
Por seis ditjs dem................. j 12JJ000
Por um anuo dem ..'...'............. i 2U>000
Cada numero avulso................. \ ^iO
01MKTA FEHU S DE FEIEREIKO DE 1873.
PARA DEMTBO E t'Il A 1> A PRO VI CA.
Por tres mezes adiantados................
Por seis ditos dem..................
Por nove ditos idem.................
Por um anuo dem..................
69750
139500
209250
279000
DIARIO DE PERNAMBIICO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FAR1A & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvos & Filhos, no Para; Goncalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracatj ; Joo Marja Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jusuo
Pereira d'Almeida, m Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Co6ta Braga, em Piazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Alves & C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio/le Janeiro.

PARTE QUICIAL
>
b
i

\
(>iivi'iu\ incita.
BINDIBXK 00 da 2!) 03 IAN-IBO DE 187J.
/' serrn.
Oficios :
Au coronel command.aite das armas. D
V. S. >.ia> ordens para qoe, amaiih as 10 lluras
;. lia, se aprsente na eaoitania do p irlo una
i .-.iiia de ls pracas, coraimradadas por um infe-
ri-w, afioi de ciiiidu7.il" nove sentenciados do quar-
l,i Soledado, onde se aehain, para bordo do
vapor Guar.
Au director das obras militares. Mande
VjiC. rom urgencia concertar rom a neoessaria
*ilidei ano arromb.iinonto existente em nina 'ja-
nella ilo xadre grande do hospital militar, alim
de prevenir que neta mesna janella se evadara
- preso!) em tratament*, como solicita o eora-
i'.ii Jante das armas uterino, em ollicio de data, sol' n. lii.
Ao conselho de compras do arsenal de gujr-
.'i Auti.riso i> consellio de compras do arsenal
da guerra a promover a acquisicao dos rticos
precisos para supprimeuti do alnmarfado do
mesmo arsenal, constante;; do pedido junto, sob
. -*>7.
2' seccfto.
Portarlas:
O prasidento'da prori icia, attendendo ao que
lequereu <> altores da :t' companhia do batalbao n.
oT da guarda nacional do municipio de Panellis,
Luiz Alfonso Ferreira, e au que nfrmou o eom-
mandante superior raspee vo en. olrhio de li do
crrante, resolve, que lite seja dada a guia, de
ij ie mata o art. W do decreto n. 1,130 de l de
mar(e de 18 3, para o de Agua l'reta, onde pas-
sou a residir.
O presidente da provincia, A vista do ulllcio
do S'r. enefe de polica, n. 176 de 23 do corrento,
resolve exonerar o cidadao Silvestre da Silva (lui-
mares, do cargo de 1" supplente do subdelegado
da freguezia de Beberibe, lo termo de linda, por
> i ter prestado juramento.
0 presidente da provincia, de conformidade
cmi a proposta do I)r. enefe de polica, em otcio
n. M de 15 do corrente, resolve', nomear para o
cargo de subdelegado do ilistricto dos Montes, do
termo de Agua Prela, o actual 1" supplente, Jos
Miguel de Lyra Jnior, passando para substituir
i este o i' supplente Jo Claudiano de linfosa
N'.'ejio, e para preenclier a vaga que este deixa,
o cidadao Joaquim Geniinuno raes Barreta
O presidente da provincia, de conformid ule
: i a proposta do Dr. Cheto de polica, em officio
i. 178 de 25 do corrente. resolve nomear para o
cargo de 1" supplente do subdelegado da fregue-
zia Je Beberibe, do termo de Olinda, o capita Ma-
n I BraslUno d'Arruda Cmara.
t presidente da provincia, attendendo ao
q'te requereu o bacbarel' Jos Manoel de Barros
VTandorlev, juiz substitu! dos Coitos da fazenda,
-.ive eouceder-lhe uiais :o dias de een.a para
tral i r de sua siude.
O presidente da provincia, a vista dos ollcios
di Dr. eliefe de polica, is. 181 e 182 de 25 do
crranle, resolve exonerar i sen pedido, o lente
Horacio Pires Gal vo, do cargo de subdelegado da
fragula do Curato da S i'oiiuda, e Joo Baptista
da Silva Manguulio Jnior, d) de 2' supplente do
lito tufa Idegado.
Oicios.
Ao chele, de polica. Queira V. S., com a
uuior brevidaJe, prestar inlonnacoes sobre
ii. seguales pontos, em que deve tocar o re-
J rio, que tem esta presi leucia de apresentar
.'.- imblea provincial em ;ua prxima reuniao.
. -u' i: seguranca indivklual e de propriedade.
i. i notareis oceorridos captura de criminosos,
lado de prisoes, e beui assim qualipier prov-
d'.:'i:i, que entender convenlia tornar se em lieni
i ivico a seu cargo.
Ao com au lame superior d: Caruaru' e S.
Beato. -Mando V. S. dar a guia de que trata o
i.: 15 do decreto 1,130dj 12 de marco de 1853,
para o municipio d'Agua l'reta, ao alteres da :!
c-tuipanbia do batalbao 57 da guarda nacional do
l nicipio de Pauelias, Luz Anunso Ferreira, de
i trata o seu ofllcio de docorrente.
Ao com mandan le superior doRecife. -Designe
V. s. tres officaes superiores, atim de [azerem parte
i .ata, que em ultima instancia tem deilgar
fu : ilo Conolano da Motil e outros soldados de
:> ,i, no da C de feverero prximo fuluro,
n te palacio, as 11 limas da manila.
Ao uiesino -Expeca V. S. as convenientes
>i lens, aflm de que urna guarda de honra lirada
de um dos batalhoes da guarda nacional, sob o
seu romanando superior, assisa Cesta de .V issa
S-k. ira da Saude, que deve ter lugar 2 de fe-
\ iro prximo futuro, na' igreja matriz da Cre-
gueiia di l'oco da l'anella.
Ao ewnmandanle superior de Olinla Trans-
i t.< a V. S. o ollicio junto, em original, do Dr.
: do polieia, n. 177 de 25 do crrenle, que de-
i i, ai a ile que tome na consderacao que
loe merecer, o que pede o delegado de luda,
in. ulaado o que adiar conveniente.
Ao oonunandante superior da guarda nacio-
i I i Santo Antio e Bicada.InlormeV. 8., com
' rgeaeia, -e ja eommunieou ao capilao Jos Pe-
reira di; Aojo ter sido designado por esta pres-
a, por portara de 26 de dezenibro, para exer-
rer is fnncces de majar do batalbao n. 25 da
ut'da nacional, sol o seu coaunando superior,
rol < Ihe Coi participado ;ai officio de igual data,
caso negativo, deelare a razfio|porque deixou
,z\st a referida commuiiicacao.
Ao juiz de eapellas e residm^ da capital. -
I! imetto, por copia, a Vmc o officio que me dri-
K i i, K.\ui. Sr. blspo diocesano para Vmc. toma-lo
a i sonsideraeio que merecer.
- Ao jui'/dos Ccitos da far.enda.~-Designo V.
S na fazer parte de junta, que deve reunirse
U d> feverei o prximo futuro, ueste palacio, s
11 iioras do da, para julgar em ultima nstaneja,
>- soldados do corpo de polica Angelo Coriolano
lotta, Jos Valdvino de Sour.a e Jos Francisco
ile Lima, cajos procesaos inclusos envo a V. S.
P ti i aprosentar o relaloro do eslylu.
Ao commandante do corpo de p jlicia. Traus-
mitl a Vmc. para a devida execucio, a decisao da
junta que julgou em ultima instancia o soldado do
capo de polieia Jos Francisco Gomes da Silva, e
beca assim o processu do consellfo de julganieiito,
.. que respondeu o dito soldado.
Ao juiz municipal do termo de f.aruar. -
<;ui oflieio por copia junto, do inspector da tbe-
sourarU de fazenda de 25 do correte, respondo
m de V. S. de 11 deste me, ojoanto aos litros que
deve possuir o offlcial do registro de hypolhecas
desea comarca.
2.' mao.
*>jicios:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ci,,;imunico a V. S. para os devidos tius, que a 15
d) corrente, reassumio o bacharel Jos Juliao Re-
gu ra Pinto do Souza o exercicio do cargo d
dei-
aiarca
,;? nonie, que'iuternainenle exercia.
Ao mesmo. -Attendendo ao que cxdo: o te-
netle Basilio Jos de Barros, no requenuiento i
Ilude sua informr^ao de 21 do corren, sob
<. i, serie B. recommendo a V. S. que mande
pigV ao supplicante a quantia dcG6800, a que
le direito,proveniente das fon-agen, para una
)-- i ) bagge n:i riagem une aservij "publi-
co fez villa de Ingazeira, e bem assin a impor-
tancia das diarias abonadas a tres recoltas que
cindu iode Taquaretinga para esta capital, depois
que tiver elle juslillcado ossa despeza com o res-
pectivo prel devidamenie organisado, segundo opi-
na a contadura dessa thesouraria.
Ao inesmo. Tendo nesla lata autorsado o
conselho de compras do arsenal de guerra, a pro-
mover a acquiscao dos artigos precisos para pro-
vimento do almokarfado do mesmo arsenal, cons-
tantes do pedido junto por copia, sob n. 57 ; assim
u coinmunco a V. S. para seu conheciment.
Ao mesmo.A 2:1 do corrente communicou-
me o bacharel Carlos Augusto Var. de Oliveira ter
nessa data assuinido o exercicio do cargo de juiz
substituto do juiz de direito da comarca de Igua-
lass. para o qual foi noinoado por decreto de 10
de julho do ama i passado.
Ao mesmo. -A 16 do corrente reassumio o
bacharel Marcos Carrea da Cmara Tamarindo o
exercicio da jurisdieco da vara de direito da co-
marca do Bio Formoso ; o que communicj a V.
S. para os devidos lins.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os
llovidos lins, que a 25 dj corrente assumio o ba-
charel Jos Domiugues da Silva, o exercicio do
cargo de juiz substituto da comarca de Olinda, pa-
ra o qual foi nomeado por decreto de 10 de julho
do anuo passado.
Ao mesmo. Tendo nesta data autorsado o
engenheiro chefe da repartieao das obras publi-
cas a mandar continuar com as obras do rebaixa-
mento da ladeira Timb, e bem assim approvado o
orcamento supplemeutar junto por copia, para o
excessd da excavaeio em pedrasj calculado em
2:62'*6i2 ; assim o eommuuco a V. S. para eeu
conhecmeulo e fuis convenientes.
4.' secrao.
Acto:
O presidente da provincia, em execueao do
art. 12 do regulainento provincial de. 21 de julho
de 1668, resolve designar o niestre da escola nor-
mal, o bacharel Ayros de Albuquerque Gama, para
servir de secretario da niesma escola.
Oficios:
Ao Kxm. e Bvm. Sr. hispo.Acensando rece-
ado o oficio de V. Bxc. Bvm. de 27 do corrente,
no qual mecommuniea bavero Bvm. vigario geral
da diocese pedido ao juiz de capella que reconside-
rasse o mandado de manutem;o, expedido em fa-
vor da irmandade do SS. Sacramento da matriz de
Santo Antonio. Em resposta cabe-me declarar a
V. Exc. Bvm, que nesta data remello por copia ao
Jilo juiz o alludido officio de V. Exc. Bvm., alim
Je ser por elle tomado na devida consderacao.
Ao Dr. Jos Garateante Ferraz de Audrade,
vareador da cmara municipal da cidade da Victo-
ria.Em resposta ao officio de Vine, de 11 do cor-
rete, no qual me consulta se ha incompatibidade
DO exercicio dos cargos de vereador e supplente do
juiz municipal, tenho a dizer-lhe que so se d o-
;ompatibilidade na accumulacao dos dous cargos
.o no resolveu o aviso de 16 deoutubro de 1872.
Ao lente coronel Manoel Joaquim do Reg
Barros. 1 juiz de paz do 1" districlo da freguezia
los A fugados.Em resposta ao ofcioTle V. S., de
*5 do corrente, consultando a queni compete o
retelo do juizado de paz dos dislrictos dessa fre-
guezia, visto nao terein prestado juramento os
uovos eleitos, tenho a dizer-lhe que devein conti-
nuar os do quatriennio lindo, at que o governo
imperial resolva sobre a validade da respectiva
'leicao.
A' Jos Fernandos Monteiro, juiz de paz do i"
inno da freguezia de Santo Amaro Jaboatao.
luteirado pelo seu olll :io de 20 do corrente de que,
por falta de remessa dos respectivos livros e listas
necessarkis. deixra Vmc. de proceder, no dia de-
agnado por lei, qoattieaeao dos votantes dessa
freguezia, pedindo que seja designado outro dia
para aquelle lim, tenho a dizer-lhe que fica mar-
Gado a 2* doininga de mareo prximo viudouro
para a dita reumao. Becomiendo. porem. i|ue nao
deixe de proceder naquelle dia a referida qoaliii-
ca.aa. cumprinda-llie emtempa requistai' as listas
e livros necessarios a quem de direito for.
Ao vice-presidente da Santa Casa de Miseri-
cordia. -Coinmunico a V. S. para os lins conve-
nientes, que nesta data deferi a peticAo do Dr. An-
gelo lleurique da Silva, no sentido da inforina^ao
de V. S., de 2'i do corrente. Cumprindo portanto
que sejam adinittidas no collegio das orphis,
quando houver vaga, as menores Theodora e lien-
ta, Qlbas do tinado Jo.io Goncalves Lucas Lisboa.
Portara :
A'cmara municipal do Recife. Commuui-
cando o juiz de paz da freguezia de Sanio Amaro
de Jaboatao, em officio de 20 do conenle, ter dei-
xadii de proceder no dia designado por lei a qua-
lificacao dos votantes daquella freguezia, por nao
Ihe serem remedidos os respectivos livros e neces-
saras listas, recommendo Illina. cmara que
trate de cuniprr r seu dever na parte que Ihe for
relativa, alim de que a dita qaalitteaeio nao deixe
de ter logar na 2" dominga de mareo prximo vin
douro. que para tal din designo.
Guar, por cinta do ministerio da uiarinlia, os re-
crutas conslautes da relacao nominaljuuta, assig-
nada pelo secretario interino desta presidencia.
lMttriio que se refere a parlan t supru :
Francisco Ferreira de Paula, Jesuino Antonio da
Silva, Jos Pedro da Cunha, Matbias Jos Figueira,
Jos Anastaco de Souza Lima, Joao Francisco
i~ niitu uu souza o exercicio uo ca i
juiz municipal c de orphos do Rio Formoso,
\ vado a jurisdiegao da vara de direito da com
signo.
5." secrau.
Acto :
O presidente da provincia, attendendo ao que
em officio de hontem datado oxpoz o director das
obras publicas geraes, o qual, sendo encarregado
por esta presidencia de proceder a um exame sobre
o estado da ponte da Boa Vista, opinou pela con-
veniencia de adoptar-se, como medida preventiva,
a prohibi.ao do transito de vehculos pesados, taes
como bonds, carros e carrosas cotn assucar, rosob
vo nomear una commissao composta do engenhei-
ro da reparliciio das obras publicas, do encarre-
gado das obras militares e do engenheiro Paulo
Jos de Oliveira, para examinar a referida pon-
te) emittindo ao inesmo tempo seu juizo a res-
peito
Odelos :
Ao engenheiro Paulo Jos dOliveira. Opi-
nando o director das obras publicas geraes, a
quem encarreguei da proceder a um exame so-
bre 0"estado da ponte da Bja-Vista, pela conve-
niencia de adoptar-se. segundo ver do officio jun-
to por copia, de hontem datado, como medida pre-
ventiva a prohibi.ao do transito de vehculos pesa-
dos, taes como bonds, carros e carrocas com as-
sucar, resolv nesta data nomear urna commissio
composla de V. S., do chefe da repartieao das
obras publicas e do engenheiro encarregado das
obras militare?, para examinar a referida ponte,
emittindo ao mesmo tempo seu juizo a respeito ;
e espero que V. S. nao se recusar ao desempe-
nho dessa incumbencia. Miitnlis mutandis, ao
engenheiro chefe da repartieao das obras publi-
cas.
Ao engenheiro chefe da repartieao das obras
publicas. Autoriso Vmc. a continuar com. as
obras do rebaixamento da ladeira do Timb, em
vista dos inconvenientes quo Vmc. allega poderem
resultar da uterruprao dess servico. Outrosim,
fica approvado o orcamento supplementar, prove-
niente do excesso da excavaeio e n pedras, calcu-
lado em 2:6Vi6i2, que veio annexo ao s u offl-
c o de 22 do corrente, sob n. 29, que fica assim
respondido.
Aos agentes da companhia de.navegafio Bra-
sileira. Providenciem Tutes., afim' de que ssjara
remettidos para a corte no vapor chegado hoje,
dessa companhia, e por conta do ministerio do im-
perio, 18 c.iixe- contendo listas de familia do rc-
censeamento dos municipios do Recife e Olinda,
qie a este acompanham, os quaas devero sT en-
tregues directora geral de estatistica.
Portaras :
- Os Sis. agente; da companhia di navegado
BrasJleira inaudoflijiausporta.' i corlo uo vapor
Fructuoso Lete, Claudino Felippe Santiago, Anto-
nio Francisco Caiuiios e^Ianoel Leurenco dos San-
tos.
Os Srs. agentes da companhia de navegado
Brasileira mandein dar transporte para a corle,
por costa do ministerio da guerra, a quatro pra-
cas da 2o batalbao de infantaria, que vo escoltan-
do os recrutas, que sx-guein no vapor Guar, e
bem assim ao cabo de esquadra, Malheus Manoel
Vicente do Sacramento, e aos soldados Claudino
Antonio Rodrigues e Nicolao Joo Pereira da Sil-
va, qu! vo reunir-se : oprimeiroao 1* de arti
Iharia a p, o segundo e terceiro ao'l" de infantai ia.
Os Srs. agentes da companhia de navegagao
Brasileira mandem dar transporte para a corte, por
conta do ministerio da guerra, no vapor Atoro, a
Antonio Ceciliauo Pereira da Silva, que asseutou
praca voluntariamente nesta provincia com deslino
ao 1 regiment de eavallaria ligeira, ao qual val
reunir-se.
EXPEUlt.N'lK DO SEOHKTAMO.
/' mro.
Olllcios:
Ao coronel coiniuandante das armas interino.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. S. em resposta ao seu ollicio desta
data, sob u. 122, que fica expedida a conveniente
ordem ao engenheiro encarregado das obras mili-
tares, para mandar concertar com urgencia o ar-
rombainento da janella do xadrez grande do hospi-
tal militar. -
Ao mesmo S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S., em resposta aos
seus olllcios de hoje datados, sob ns. 121. 123 e
124, que ficain dadas as necessarias ordens pira o
transporte das pracis mencionadas nos referidos
ollicios.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda decl.rar a V. S., em resposta ao seu
ollicio de 8 do corrente, sob n. 36, que por despa-
cho de hontem se inandou satisfazer o pedido do
2 batalbao de iufantara, de 30 vassouras de piai-
sava com chapas de ferro, que veio annexo ao ci-
tado officio.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, transmiti a V. S. eni satis-
faco ao que solicitou em seu oulcio de 20 do cor-
rente, sob n. 85, as inclusas copias aulhenticas das
representaeoes dirigidas ao mesmo Exm. Sr., pelo
cirurgio-mr de brigada Jos Zacharias de Car-
valho, as datas de 25, 26 e 29 de novembro ul-
timo.
Ao capillo do puto. S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia inania declarar a V. S. que licam
ex|iedidas as necessarias ordens. no sentido de se
Ihe apresentar amanillas 10 horas do dia, a es-
colta que V S solicitou em seu officio desta data,
afim de conduzr os retratas detnarinha parabor*
do do vapor Guar.
Ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia declaro a V. S., em resposta
ao seu officio de 25 do corrente, sob n. 15, que
licam expedidas as convenientes ordens para se-
ren transportados |n}rie, no vapor Guar, os 9
recrutas constantes da relacao aunexa ao citado
officio.
Ao inspector do arsenal de marinha. -Coa-
monteo a v. S. para seu conheciuiento, e de or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, que
em data de 25 d > correle foram expedidas as
necessarias ordens. aiin de seguirem para a cor-
te os aprendizes marinbeiros de que trata o seu
officio d'aquelle dia. sob u. 52i.
Ao director do arsenal de guerra. S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, tendo nesta data su-
jeitado deliberaco do ministerio da guerra a
consulta foila por V S. em seu officio de 10 de
novembro ultimo, sob n 313, respeito da appli-
ca.Tu a dar-se quanlidade de bnm existente
oeste arsenal ; assim > manda declarar V. S.
em resposla ao citado ollicio.
2.* teccao.
OfflcJoB :
Ao conselheiro presidente do tribunal do
commercio. -O Exm. Sr. presidente da provincia
manda aecusar o recebimento do ollicio de V.
Exc, de 21 do correte, transmittindo copia da
acta da eleicao de um deputado para servir no
quatriennio de 1373 a 1876v em substiluicao do
fallecido Alvaro Augusto d'Almeida, tendo obtido
maioria de votos o negociante Joaquim Lopes Ma-
chado.
Ao Dr. cueto de polica.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, transmiti a V. S.o
titulo junto de Hornearn do I." supplente do sub-
delegado da freguezia de Beberibe, do termo de
Olinda, de coiiforindade com a proposta de V. S.
em oflico a. 176, de 25 do corrente.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, transmiti a V. S. os ttulos
juntos de nomeacao do subdelegado do districto
dos Montes, do termo d'Agua-Preta, e os dos 1."
e 2." supolentes do me.-mo subdelegado, de con-
formidade com o seu oBrio' n. 9i de 15 do cor-
rente.
Ao' bacharel Marco? Correia da Cmara Ta-
marindo.O Exm. Sr. presidente da provincia
manda aecusar o recebimento do|o(Dcio de V. S.,
de 16 do corrente, em que pariieipa ter uessa data
reassumidoo exercicio do cargo de juiz de direi-
to dessa comarca.
Ao bacharel Carlos Augusto Vaz de Olive-
ra. O Exm. Sr. presidente da provincia manda
aecusar o recebimento do ollicio de V. S.. de 23
do corrente, communicando ter nessa data assu-
mido o exercicio do cargo de juiz substituto de
Iguarass, para o qual foi nomeado por decreto
de 10 de julho prximo passado.
Ao bacharel lose Domingues da Silva.0
Exm. Sr. presidente da. provincia manda aecusar
o recebimento do oficio de V. S. de 27 do corrente,
em que participa ter a 25 deste inez assumido o
exercicio do cargo Je juiz substituto da vara de
direito da comarca de Olinda.
Ao bacharel Jos Juliao Regueira Pinto de
Souza.-O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da aecusar o recebimento do officio de V. S., de 10
do corrente, participando ter nessa data deixado
o exercicio do cargo do juiz de direito da comarca
do Rio Formoso, e assumido o de juiz municipal
e de orphaos do termo d'aquelle nome.
5.' seccao.
Offlci :
Aos -agentes da companhia de navegado
brasileira.-De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia pdem Vv. Ss. fazer seguir para os
partos do sul aman: a, s 5 horas da tarde, o va-
por Guar, |begado dos do norte, segundo com-
muncam em seu officio desta dala.
Repartieao das obras publicas, 21 de Janeiro de
1873. -Illm. Sr. -Tendo hontem de novo procedi-
do ao exame na lluminacao publica nesta cidade
com o photometro e manmetro desta repartieao,
achei que o poder Iluminante do bico n. 2 empre-
gado na mesma iiluminacao, inferior ao marcado
no-contrato; passando, porm, ao exame do bico n.
4, veriliquei que o seu poder Iluminante era su-
perior sobre a mesma pressao de urna pollegada e
2 decimos.
A' vista, pois, desse ultimo resultado, tratei de di-
minuir a pressao a obtive com o bico n. 4 urna
luz correspondente a 10 vallas ; ora sentk>muto
prejudicial i ios u lores aaRauressao dad
no gazometro, previno a V. S. que no prazo iuipro-
rogavel de quatro dias haja de substituir os bicos
ns. 2 pelos de ns. 4 e baixar a pressao a 4 ou 6
decimos de pollegada, d; maneira que o poder il-
lumiuante do bcojn. 4 seja igual a 10 vellas, se-
gundo estpula o contrato. Esta modilieaco oin
nada alterar o consumo da illuuiinaca > publica,
porque se se augmentar o poder lluminantedo bi-
co, uimjnuir-se-ha na mesma razio a pressao ; di-
minuirn essa que er em favor dos consumido-
res particulares, sem prejuizo algiini para a coto-
panha. Entretanto ciimprc-ine dzer a V. S. que
o poder Iluminante do bico n. 2 deficiente, nao
obstante a alta pressao do gazometro ; que na
experiencia cima alludda ella apenas correspon-
deu de 7 a 8 vella, e por sso a iliuminacao publi-
ca est no caso de ser multada.
Espero que V. S., attendendo fio justas recla-
mac/iesdn governo em favor dos consumidores par-
ticulares, d as devidas providencias no sentido da
*or o consumo reJuzido a suas justas propon;5es.
Dos guardo a V. S. Illm. Sr. gerente da com-
panhia do gaz -O engenheiro chefe-Jo Krfto-
cio Pereira 4 Mngailiae*.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO 3 DE KKVK1IEIUO
DE 1873.
Antonio de Barros Reg. Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Arma Carolina Cesar de Mello. Concedo sup-
plicante o prazo iniprorogavel de 30 dias, para ir
tomar posse de sua cadeira.
Antonio Pereira da Silva. Aguarde o supplican-
te o resultado do processo crime
Ahaixo assignados moradores e:ii Santo Amaro
Jaboatao. Os supplicantes sent proinptamenle
deferidos, se fizercm doagiio provincia de una
casa para escola, com capacidade para 1 0 alum
as e devidainente inobihada ; o que omito pouco
Ins custar, ltenlo o grande numero de inte
ressa los.
Andr Dias de Araujo. Informe o Sr. conego
regedor do Gymnasio Provincial.
Tenenie-coroiiel Antonio Francisco de Souza
Magalhes.Forue.a-se.
O me;ino. dem.
Carlos Alberto Ferrares.Assigne o suppliean-
te a petico.
Demetrio de Azevedo Araorim. Informe o Sr.
coimnaudinte superior da guard i nacional de
Olinda, se deu-se alguma das hypotheses de que
trata o art. 54 da ei n. 60 de 19 de setenibro
de 1850.
Fielden Brothers.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Jos Evaristo dos Santos Leal. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Joao Hyppolito de Meira Lima.Certifique, nao
havendo inconveniente
Joao Baptista Maciel Reg.Seja de novo ins-
peccionado, quanl > a junta entender conveniente.
Jos Caetano de Mello Brrelo. -Nao tendo esta
pre.-nl.-ucia ut.uidad aggregar a batalho algiiiu
desta provimau, como informa o commandante su-
perio t'it ectivo, em officio n. S33, de 28 do mez
prximo passado, e isto por nao ter decorrido o
prazo de que trata o art. 45 do decreto 113 de 12
de marco de 1853, nada ha que deferir, voltando o
supplbunte com a guia que trouxe.
Jos fVntoiiio orreia da Silva. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jos/Luiz de Macedo -Cavalcante. Eueami-
nhe-seJ
Tenante Manoel Carueiro Machado Freir. For-
neca-se
Manoel Jos Correia.Deferido com officio desta
data, dirigido thesouraria de fazenda
Tenente-coronel Sebaslio Jos Bazilio l'yrrho.
-Forneoa-se. *
Bayinndo Nonato da Cunha. Deferido eom of-
licio.desta data, thesouraria de fazenda.
Secretaria da presidencia de Pernamburo. 4
de fevereiro de 1873.
0 porteiro,
Silcino Antonio Borigues.
i 'omiunnilo ul'artel gknkkai, do c.ommamlo das armas
irtmumou peknamblc.o, i de fevereiro
dk 1873.
Ordem do dia n. 6 O brigadeiro cominandante das armas interino
faz publicar para que tenham fiel cumpriinento.
as instruccoes expedidas pelo ministerio da guerra
na data de' -13. que por copia Ihe foram trans-
mitidas com officio da presidencia de 30. tudo de
Janeiro prximo lindo, acerca da nova eseriptura-
eao pelo systema decimal, que principiar a vigo-
rar nos cofpos do exernto e mais estabelecimen-
tos militares, a cargo do inesmo ministerio, do dia
Io de julho do corrente anno'em diante, e do en-
cerramento da escripturacao pelo actual systema
de pesos e medidas.
Instruccoes para uso do systema mtrico decimal
a "que se refere a circular desta data.
Io. No dia 30 ile junho do corrente anno devem
ser encerradas imprcteris-elmente as esrrimura-
$6es de todos os responsaveis, administrara) de
corpos e estabelecimentos do minist to da guerra.
2*. No dia Io de julho deve-se proceder |im-
pre erivelmente o inventario de todos os artigos
existentes nos armazens, depsitos e quaesquer ar-
recadaces a cargo d'este ministerio, pelo systema
actual, afim de ter lugar a tomada de coalas de
todos os responsaveis e seu consequenle ajusta-
ment de contas.
3*. Os inventarios devem ser passados por 1",
2" e 3" vas, devendo as 1", pelo systema de
pesas e medidas ainda em vigor, servir de d<* carga
aos responsaveis ; as 2", j reduzidas ao systema
mtrico, de nova carga aos mesmos responsaveis
do dia 1" de julho em diante ; e as 3", pelo mes-
mo systema ser enviadas repartirlo do qaarlel
niestre general.
4. Do dia 1- de julho em diante nenhum res-
ponsavel poder.i receber, nem entregar objecto
algum pelo systema actual, sob as penas da lei,
5*. Para execueao das presentes instrocedes,
devein ser nomeados empregados de fazenda para
presidirem aos respectivos inventarios.
6o. De todas as oceurrencias qua possam alte-
rar a ordem que se manda estabelecer, deve-se
dar conhecimento ao governo na corte, e as pro-
vincias s presidencias, afim de se providenciar
como os casos exigirem.
Ministerio dos negocios da guerra, em 13 de Ja-
neiro de 1873. -Joao Jos de Oliaeira Jnnqnrtrn.
(Assignado) Joao Guiltierme de Bruce.
Conforme. -Jos Ignacio Ribeiro Roma, tenenle
judante de ordens interino encarregado do de-
tllie.
Repnrti^o da polica.
2.' secso.Secretaria da polica de Pernambueo,
4 de fevereiro de 1873.
N. 259. Illm e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segdndo consta das partici-
parles recebidas hoje nesta repartifao, foram 1ion-
tem recolhidos a casa de detencao os seguintes in-
dividuos :
A' ordem do subdelegado do Recife, o subdito
hespanhol Garcia Navarro, requisico do res-
pectivo cnsul.
A' ordem do subdelegado de S. Jos. Andr Jos
do Sacramento, Manoel Jacintho Bispn, Manoel
Ferreira da Cunha, Gongalo Flix da Silva, Jacin-
tho da Costa, Tito, escravo do Barao do Livrameo-
ta, \lexandrtna Cordeiro, e Mara da Cuaceicaa,
por disturbio e embriaguez; e Pedro, escravo de
Manoel di; tal, por andar fogido.
O subdelegado do 1." districto dos Afogados,
mr ollicio de hontem datado, commiuiirou-iue que
ja remetteu ao Dr. juiz de direito do distrito o
inquerito que procedeu eoirtra Bernardiuo de
Senna, pelo crime de furto de cavallos, de rujo
facto tratei em ininha parte diaria, sob n. 222 de
31 do mez prximo pass.do.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lacena, dignissi-
mo presidente desta provinria. OrheCe de polica,
Luiz Correia de Queiroz Burros.
EXTERIOR.
Per.
Lima, 16 de dezembro de 1872.
No dia 9 do corrente, .-mniversario .la balalha
de Ayacuche, que consoliden a Independencia das
seecdes hespauo americanas, leve lugar a installa-
vontade de commentar a vontura publica, podeui
fazer alguma cousa que seja digna das solinno
circumslancias em que recebemos o sagrado de-
posito que os povos nos confiaram. Se eu. Moho-
rea nao attendesse se nao minha tranquillidade.
e me preoecupasse menos do futuro do paz, espe-
rara l'rianientc que a discusso da ultima verba d-
orcamento vos poaease a frente do dficit porque.
como outras vena, livesaeis que preenrhe-lo por
meio de una daquellas autorisacoes regas ao po-
der executivo, que por solver o conITicto de um
momcnlo, comprometlem de urna maneira defini-
tiva os permanentes interessesdo paiz. Mas a jus-_
ta espectativa dos pavos, oaseida do instinrto da;
suas propiias nccessiddcs,no se pmle boje confor-
mar com esses recursos de expediente ; suas as-
pira-oes, senipre de accordo eom os seus verda-
deros interesses llie- fazem esperar dos seus re-
presentantes a solacio definitiva do princ pal pro-
blema do seu fuluro.
Na actualidade, a adopcao das medidas econ-
micas que o governo propo'z ao congresso, envolve
i a salisfaro de uina dupla exigencia, porque com
cao" do rogresso extraordinario desta repblica, i ellas nao" se trata s de que tique rlara a nossa
NVsse acto solemne o presidente, Sr.'Pardo, leu a litoaelo interior, se nao de fazer possivel a reali-
seguinte importante mensageni-: I saco de grandes opera.oes linanceiras, sem as
Honrados representantes : I quaes (icaria arruinado o nosso crdito, e seria
O congresso de 1872, se reuni em circuin- impossivel a execueao de militas e mui importan-
slancias excepcionaes e verdadeiramenle desfavo- tes obras publicas. Acmissao do ultimo empres-
raveis para os seus trahalhos. A inangurario do timo ea consolidacao da divida fluctuante, siione-
novo governo exiga delle a solucao de mui graves cessidades cuja urgencia se ton felo mais impe-
questoes, quasi de todas as quest'es fundamentaeii riosa medida que tem corrido o tempo de mani-
do probiema politii o e econmico do paiz: e sem testa-las pela primeira vez. Dellas depende a con-
embargo, pela maneira violenta e desastrosa como linuacao de trabalhos publicas, que ainda que ini-
terminou a passada administraran, que era obriga- ciados muitos delles com completo esquecimento d.i
da a dar-vos itninediata conta do estado dos neg- situacao fiscal do Per, nao podem deixar hoje de
cios pblicos, o congresso tinha qoe ver-so, cuino st;r levados a cabo, sem perturbacoes que podem
realmente se vio privado por algum tempo, no mu ser ainda mais graves.
curto espaeo dedicado s suas sessoes ordinarias, A sanrrao do projecto sobre municipalidades, a
dos dados e documentas necessarios para os seus de una le de elei'.oes e outra de registro civiro,
trabalhos. f que satisfacam as exigencias da actualidade, cor-
Apezar disto, o congresso podereonsagrar-se, e aigindo os abusos intruduzidos nos actos eleitorae
se consagren de preferencia, aos assuniptos em e os diversos projertis que esto emvia de discus-
qus, con justiea, julgou nao comproinetlidos os sao ou que devem ser-vos^presentados sebre jas-
interesses geraes da naco, e abundando sempre no li^a e instruccao publica, sao rom os Ulteriores
mesmo proposito, exprssou solemnemente dipois o recursos econmicos, elementos indispensaveis.
desejo de dedirar-se em sessTies extraordinarias para que o governo nossa imprimir um novimen-
dinclusao de tito importantes traballuis, e a todos to regular aos trabalhos administrativos do pr-
os outros de nteresse publico. J submettidos riodo.
decisao da sua sabedoria ; exemplo que fallam em Aim disto ha entre os objectos da convocatoria,
todo o tempo muito alto de autt elevadas vistas e rlguns outros sobre os quaes me pennitte chamar
patriticas aspiraeoes. Ipreferentemen'e a atten'.o do congresso, c entre
Em completa confarmidade com este espirito, o elles devo comecar pelos tratados que o Per ce-
governo fez uso da atlrbuicao constitucional que lebiot ltimamente com muitas das naciks ami-
|he d a prerogativa de convocar extraordinaria- gas e hoje estio submettidas vossa approvaco.
mente o congresso, com o objecto de proporcionar- Fazendo vos esta reconnnenda.o, tenho o prazer
he os meios de cumprir seus votos, dando forma de manifestar ao congresso, que nunca foram mais
de lei aos distinctos projeetos que j por liciativa satisCaclorias que boje, as boas relaroes do Per'
do governo. j pela dos representantes, c-fto sub- com as outras nacoes, e que o novo governo no
medidos sua deliberaco ; projeetos que corres-' curto periodo da' sua existencia tora recebido os
pondem necessidades mais ou menos imperiosas mais claros testemunhos de adhesao pelos priucipio
do servico publico, e cuja sanrrao julga o governo .e poltica que representa,
em sua maior parte indispensavcl para a regulari-! A industria de carvio de pedra est a ponto de
dade da administrarse. Sem ella a espectativa em nasrer no Per, favorecida tambem pelo maior
que o'governo se eeontra ha quatro mezes, teria consumo de combustivel, pelo alto pre.o a que tem
que prolongar-se indefinidamente, porque a auto- chegado c pela aproximaran das estradas de ferro
rsaco do congresss absolutamente ind:spensavel aos terrenos que conten essa preciosa materia
em todos os (Minios submettidos ao seu conheci Fixar os principios jurdicos a que se deve sub-
mento, para que o governo posea obrar legalmentn metiera sua explonv.-o, evitando assim a eonfoso
e dar o impulso devhio ais distinctos ramos que que hoje reina na parte da legislaro mineira
esli sob sua direeco. que a ella se refere, remover os priiicipaej obs-
0 poder executivo actualmente se oceupa eni taculos que na actualidade se oppoem a que o ra-
levar pratira as duas importantes leis que o con- pital feriinda-si' essa industria,
gresso sancrionou snlire eonseriprfio militar urna, o ministerio do governo solicitar de vos credi-
e sobre a guarda nacional a mitra. O governo tos especaes para o Tomento da emigraran europea
est milito satisfeilo dos serviros 6 da lealdade do mtportantisshno problema a que devenios applicar
reduzido exerrito, que pode formar depois da ea- urna sJteoeio tanto mais preferente, quanto mais
tastrophe de julho ultimo, exercito muito inferior ligado est com a sua immediata solacio o nosso
pelo numero s exigenrias doserviro, mas que tr progresso moral, material e poltica, e tanto maior
a nielhor base que se possa dar ao que se brillar esforco, quanto mais desfavoravel a nossa posi-
pela justa appliracao da primeira daquellas leis, cao g'eographica a respeito dos prncipaes centros
purificado do odioso abuso | que sempre se deve da emigracAo europea.
sua existencia entre nos. Nelle, na guinda naco- Legisladores.-Preenclier runipridamenteos de-
nal, tora o paiz o apoin mais poderoso da ordem veres que a constituirn e os povos impoe aos |i-
e das instituroes. e um inexpngnavel baluarte ron- dores pblicos, o minio mais seguro de aliaucar
tra asientatvas daquella porro da soriedade, que apaze de cimentar a ordem constitucional. Os
fazendo da conspiraran om officio, a constante governos qae desempenham a sua missosema
ameaca da pai e da eonstucionalidailde, da riqoe- jactancia da omnipotencia e rom o tirme proposita
xa publica e da privada, e dos interesses das povos de administrar tegalmente as negocio? pblicos,
que vivem do fructo do seu trabalho. sao os que fazem a poltica digna de nossas insti-
Lacados com estas duas leis os verdadeiros al- i tojeoeso da nosso lempo ; u por mais que ons se
cerces ds forra publica, a nova lei de mnnicipali-. tenfiam acostumado a nao ver o poder seoio na
dades. COJO projecto receben lio favoiavel acolbida' torea material, tenho a conlian.;a de que o Per
ios povos, como tendente desperta-tos para vida dar, se neeessario, hoje um novo exemplo de
propria, e na cmara cuja deliberaco est sub-1 qoe a verdadeira foivi dos governos, tem o seu
mettido, vira par sua vez estabelecer as bases I apoto no irresislivel poder do direito e da lei, e na
mais solidas da administracao, desembararando aojeonfianca dos povos.
?a dos pov
Lehisladorrs. Gom o vosso Ilustrado concurso ;
de sustentar a todn
que iveonquistaram. e de
progresso dos povos. I sustenta-las de una maneira permanente, poseo
Agora devo chamar a attencao do congresso so- r,)m D|ena C0l,an,.a assegurar ao paiz a tranquil-
bre os projeetos que se relacionem com o futuro, dade necessaria para levar a cabo a reforma pa-
ecouomico do paiz. J em-uiitra occasiS" '
mesmo tempo os poderes pblicos de md allencSes
secundarias, que hoje contribueni a travar a sao Lq,, a reeolacio dos povos
oer-aoi e dando vida aos verdadeiros elementos doi0 |ranse as |p3erjajes qUe ivronqusUram. e
uio os apre-
econmico
sentei com a franqueza que devo ao posto que a
na'/ao me condol, a verdadeira situacao da fazen-
dajlbltea ; e por fim por mais que os interesses
pblicos ou pessoaes tenham pretendido desfigu-
ra-la. a eloquencia da cifra acabou de formar sobre j
esle ponto a csnsriencia nacional, de modo que
hoje nao ha quem faca illosoea sobre elle. Essa
situacao, como o congresso o sabe, est expressada
nestas duas formulas.
tifica e progressiva das nossas instituroes, o res-
tabelecimeuto de equilibrio da nossa sitiuro eco-
nmica e o dcsenvol v'miento das nossas nonecas,
sombra da paz e das leis que nos regem. to-
wi'l Pardo.
O Sr. Muoz, presidente do congresso respon-
ded :
Cidadao presidente:
O congresso escutou com a mais viva silencio
As entradas do Imano com quo at agora se. e com a mais grata complacencia, a niensagein que
tem attendido aos serviros interiores do paiz.' acabis de lr para inauguraras sessues a que ex-
devem sor completamente absorvdas polo servido, traordmariamente foi convocado pelo poder exe-
da divida externa, desde que se realise a emis-,cntiva
sao do novo emprestimo para as obras publicas r i Bem teriam desejado os representantes dajiac;>
as rendas ordinarias do Estado apenas bastam pa- discutir e resolver no termo das suas seeaoM or-
ra fazer face melado dos seus gastos interiores, diaras todos OS assumptos de que devero OCCU-
licando, portanto, un dficit animal igual outra par-se neste novo periodo dos seus trabalhos, mas
inetade. Cobrir este dficit de um modo penna- como muito bem haveis dito, nao se tiveram com
nente hoje, e ser sempre, o nico meio serio opportunidade os dados o domnenlos necessarios
de dar una solucao verdadeira e definitiva eler.! e se con-agrou de preferencia a todos os negocio.-.
na incerteza da nossa situacao eronoinica; urna [em que julgou ver comproniettidas os interesses
incontestavel base para o crdito exterior, um mo-1 do estado.
vimento regular e ordenado para a administrar io I O congresso muito cordialniente se felicita de
publica, e finalmente uina direeco niethodica (tara que as duas leis que ltimamente, ditou sobre
o commercio o para a industria', livrand.-lhes das conscripco e guarda nacional, tenha encontrado
intermiltencias que occasionam as imprevistas ope-. o governo todas as garantas necessarias para cura-
ra-oes econmicas que o governo sempre tem pnr com os deveres do seu cargo. A representa-
llovido entregar-so. cao nacional tem a mais Ilimitada roniiaura as
quando as entradas do Imano nao estivos- (patriticas vistas do governo, e est segura de que
ipjeUmento embargadas pelo serviro exto- saber conservar ir.alteraveis a ordem, as institui-
ia sempre um dos mais nobres empenhosjojjes e a fortuna publica, sagrados inlcresse- que
ntrogar-
Ainda i
sem com
rior, seria .^...,..v ..... ....... ..
do patriotismo, procurar que o Esta !o vivesse dos tem encommodado ao vosso zelo e que boje
seus proprios recursos naturaes, nao s para nao j recommenda rom o vivo inlercsse que iuspiran as
consumir improductivamente uina riqueza trans- desgravas da patria.
toria, como principalmente para evitar-llie conflictos! O congresso conhece perfeitainenle, coma ac
que era momentos dadis podessem occasionar-lho, bais de recorda-la, que o lamentavel estado uu
camplicaroes1
assim fosse
concebe
a ?.'-.- me:
aliaaaimau > h- nuonm yiuyua^ iinyao c ui/i^auu i mt, pm*~-
buscar dentro de os mesmos os recurso* neces- e na abnegado dos vossos conciaanaos.
arios para viver. Nao com menos mteresse, se ore upara o ron-
Bem sabe o governo que por mais claro que se-! gresso dos oulros assumptos submettidos ao sen
_wi ..- ^...- propno ~ -____------------
menos pode se-lo de um governo que abriga sobre mentes verdadeirameute republicanos,
esta materia convicoes profundas c que oj mti- Rao as amargas licoes de lo funestas com]*
mmente persuadido de que o problema que hojo centes e Instes.rocordaejes que sao o legaao atu-
tratamos de resolver, nao s o problema da ac- [ governos que tem tollo consistir o poder na torva,
tualidade. como principalmente o do futuro. Essas se nio urna profunda conviccao vos inspira o con-
resistencias longe de deter-nos no nosso eaminho,' vencimente de que o honrado e nei cumpn-
devem pelo contrario fazer que redabrem nossos'meato do dever a prenda mais segura da paz. a
esforcos, porque elles uos ensioam qqe com a firme .cuja sombra espera o congresso, que saberois coa-


X


T
IDiaitf) ik Pernambueo Qua$ta feira 5 de Fevereiro de 1873.
servar inclumes as libertades rfmqaittailas i A sabor :
casta de lanos snffiimentos, e levar a cabo" as Narinnacs 230, mulhcrcs 11, etranjjMWS
saneareis reformas, (pie o paiz esperr* dos alto | asoravos 50, osceavas 9.Total 348.
14,
poderes do estado.Ata aoz.
PERMMBCo.
REVISTA DIARU.
Promotor pMic^-Por portara da pre-
.sidciieia ila provincia,- prov
meado o bacliarel Piel Vieira 'le Torras Graageiro,
promotor publico da comarca de Villa Bella, li-
eando sem effeito a sua noiaeaeao para a da Boa-
Vista.
Jury ( fcerite.tela honteni nao pode
ooustituir-se o tribunal por st torera comparecido
7 juir.es de fado, mitivo pelo qual foram sortea-
dos uiais o; seguales Srs. :
Frrtjueziu do IXcC'fe.
Capitalino Goncaives Lessa.
Francisco Jos Jayme Galvo.
Saa'o Antonio.
Jos Joaqun) da Costa Loitc.
Jo-iquim dos Saut is Naves.
S -vera no Bandeira il i Mello.
Uympiu Goncaives Rosas.
Francisco Antonio de Assis Ges.
& los.
Dr. Alvaro Ocka Garateante.
la-lao da yilveira Ainaral.
Uo.t-l'islu.
Vicente Jos Pinto.
Antonio Cosario Mnreira Das.
T.inu.1/. Caraeiro da Cuaba.
Dr. PeUnpe Nory Collaoo.
l.uiz Amavrl Dhourcq.
Frederico Augusto de Lomos
Custodio Moreira Dias.
Domingos Alvos Matlieus.
Antonio de Moma Roliin.
.iffoijndos.
Jos Francisco Branda> Cordeiro.
Jos Joaquim Simos dj Amara).
liarn do Livrameolo.
Bxposlraba proviin'iai. Oeve reall-
-arse se\ta-feira 7 do corrate,) s 6 horas da
tarde, no palacio da presidencia da provincia, a
ultima reunio ordinaria da oinmissao directora
da exposicao provincial de I'ernanibuco, para se
pnMM le: Icitura do relator o que sobre a mes-
illa Dxposicao vai ser dirigido ao poverno, e para
lixar-sc o dia da distrihuieo dos premios confe-
rid i> aos expositores. A" ess:i reunio poden as-
dstir os nnnbros do jury especial.
Faliepiupiito.ps longos padeeimentos
(alicea bonteiii o 3" escripturariu da tbesourana
provincial Jos Januario de C.arvalho Pacs de An-
drade.
TkeatTO Ir Santo Antonio.Reali-
sa-se boje noute ueste thealro o concert ein be-
neficio da distinrta canU'ira a prima-dona Caro-
lina ngel, rom o concurso da eompanbia drama-
tiza do Sr. Vicente Ponas de Oliveira.
A beneficiada, dizem es jomaos do sul do impe-
y\ i. tem Voz fresca o agradavel, par de agrada
ve! preseoea eni sena, predicados que muito re-
oniniemla-a.
Logo que terminar o espectculo baver trem
at Civ.iui.. tocando ein todos os pintos.
Pa^su ment. Deu lionteui a alma ao Crea-
dor, victima de varilas, o eugeabeiroGeorgeGar-
laad Starr, un dos propriet nies da grande fund-
':. de machinas sita i ra da Aurora. O finado
ora horneen de eoahecimento, c de tratJ Ihano e
"avalheiroso.
afro. -Hontem, i 1 hura da tarde, renden a
aba i ao Creador, na idade de 29 anuos, anos Ion-
i .s padecimentos, o Sr. Mantel Joaquini Seve Ju-
arar, mijos restos mortaee se afeham depositadas na
-apeNa uo eemiterfo publico, me, logo me r-
tuteom as ceremonia^ religiosas, as 9 horas da ina-
'i sern ell h inhumados.
N issos sinceros pezaTnes familia do finndo.
PjsspUtotria la Oteetannaria scilflauPagara-se boje as segnintes folhas :
i .i; i d >> feil i-, alfandega, hispo, eathedral e pa-
i-1-11;. :im tsentad e empregados de repartieres
i x'inctas.
K;himi1-o lo navios.Na lat 9 "O' e
long. 0 de Groen wt 31*. 20', o brign portugoez
n i.o, qu! 5 horas da tarde de hootem en-
i; i t ein DOSSO porto f-llou coni 0 briguc suero
Ok-ii; que largara, bavia lo dias, do Bio de Ja-
;..':iii, eom destino a Baltimore.
Ojeraeao elrwglom. Pedem-nos a ue-
fniate publicarlo:
<( Hratieo) no dia .10 do mea passado, no hospi-
tal Pedro II, o Dr. Sarment Filln, a importante
uperaeioda 9o*roloma, nina das niais notaveis
.o i'.iistis da cirurgia moderna. A operada, de
.-vi is do idade, soflria de tira kisto do ovario
ilireila O tumor, do v-duin ; da cabera de nina
enanca de Samaos, eontinlia abundante liquido
<>To-pjnilento, de mistura eom grande parolo de
. tilos onnovelad s o alguna parte de materia i
pirlurosa. A oporacao eonvu som e mnimo I
eidente, e osudo da djente satisfactorio.
- AuBiatiram e ajudaram ai operador os Drs.
Kioi, Malaqaias, vlanna, Nones oaCosta eSantos
'A !!o. C msta-ns ser esta a primeira vez que H
rinciase praticatal oparaeo.
n mesmo Sr. Dr. Sarment Pilho, tambera ja
leve pela primeira voz ocasiao de, eom feliz xito,
pratiear edtro aos a dUBdUnia laqaeacio da snb-
i-j ivea tend i antes era outros dons casos pratica-
laojueafio das cartidas primitivas. Facto*
i. ta od.'ni mnito devem recommeodar o Sr. Dr.
Sanwato Filho no conecito de seus collegas ein
i la aparte.
r.'iaii-.t-i uc!:ois de :':/.cr ;V|iiella> pessoasqu- desejaim assistir
.,.:- loaos de artificio, que smrao quoknados no
largo do Bom-Fhn e na ra do loiu Successo, da
i-.iiie de olila, no domingo (9 do carrete), a
e.icia d is trillios urbanos de (Miada resolveu
.; lelir dapielle ponto para o Hecil'e un trein as
:) horas e laeia da noute.
Ciunnanhia de Santa There/.a.
Ijem tiver defazer rec.laniaci'ies acerca do abasto
rimeato dagua e gas, na eidade de ulinda, deve
i .igi-las fabrica respectiva no Varadouro da* ti
li iras da maah 4 da larde, e-desea har em
diante roa do Aljaba, casada es|uiiia da ladoira
di Boa-Hora
Honroso^- Dos jomaos de Porto Alegre. De
t'.i i Grande do Sal. tnasarovaams o que sesgue.
i j" muito honra un aosso comprovinciano,
:.':i) do aatigo e acreditad) conimercianle de
isa iliaca o Sr. Mauoel Jo quim Banios c Silva,
. qual necio i alli o cargo dejuiz inunicipal.
Km a noite de 23 do mez passado (novembro)
foi o Sr. Dr. Joo loaquim llanos c Silva, juiz mu-
nicipal do termo da Conceicao do Arroio, na pro-
vincia do Hi i Grande do Sil, sorpr hendido na
. casa de sua residencia por un numeroso grupo de
habitantes da Invalidado-que rom urna msica
frente iam felieita-lo pelo brinde que o imperador
leniaBha e rei na Prnssia acabava de fazer-
ii;?, em attencSo tos valiosos serviros prestados
pein momo Sr. por occasiao lo naufragio do bri-
lue allemao Jeun'j. as costas d'aquelle municipio,
sngundo consta d i seguinte olflcio dirigido ao dito
Sr. Dr. Ramas e Silva, pelo coasal do imperio
sSermanico. em Porto Alegre.
Cousuat des Deul-ehen ileschs Porto Alegre,
ii de dezeesbro de 1871 -Toado e;n considerado
n* relevantes serviros que o Illm Sr Dr. Joao
loaauim Hamos c Silva, digno juiz municipal di
lerso da Goaceicaa do Arroio, leve a bondade de
prastar no mez de maio de crreme anno aos
siaufragos do brigue allemao Jenny, e o desinte-
ressa cora que se portn n'apiella oecasiao, sua
nagestade o imperador da Allenianba e rei da
Prssia, resolveu brindar ao mencionado Sr, Dr.
Ranos e Silva, eom um precioso relogio de onro,
orno signal de gratido |>or t.M nobre c generoso
proceder. Esse relogio loge qne chegue, ser
rcinettido ao seu destino.
ET-me, no entretanto, snmmamente agradavel
>o:ler communicar essa resal tico de sua mases-
fade imperial desde ja V. S.', quem reitero os
protestos ne miaba mais distineta consideracao e
respeito.Illm. Sr. Dr. Joao Joaquim Ramos e
Silva, d gnissimo juiz municipal do termo da Con-
ei'-ao do Arroio. -O cnsul do imperio Germnico
W'h-lm br llrnggen
Ao lermos semelbante noiicia, nao podemos
r d: transciavela, nao s para dar a conlie-
eer o apreco em que tido esse nosso compor-
yiaeiapa, como p;ira reunirs nossas elicitacoos
anaellM quee'le alli recebcu.
t-eiai.- Moje 5, deve tei lugar a conclusao
do leilio de duendas no arnu.oin d s Srs. Leaos
& Cieriaeau, ra do Mrquez de Oiinda n. 3 J SESSAO JUDldABIA^ EM_ 3 DE FEVEREIRq
Alimentados a rusta dos cwfrcs pifHh'cos 273.
Movinieato da enfermara do tliu % de fevereiro
de 1873.
Tevcram baixa: ...
Galdino Bernardo da Silva, odontalgia.
Pedro, esxravo, sentenciado, bronenites.
Tiveram alta :
Francisco Jos da Suva,
loa.) Mauoel do Nascimento.
Josi?, escravo da Joaqtiun J-s de Araujo.
t'i-initi-rlo publico. -Obituario do dia %
de fevereiro de 1873 :
Angelo Moraes Barrete, branca, Pernambuco,30
anuos, solteiro, S. Jos; gastro enterite cliro-
nic.i.
Moaalimpio Augusto Jlont-iro, braneo, Pernam-
tmen, 20 anuos, solteiro, P050; sesoes ama-
lignadas.
Hara, parda, Pernambueo, 10 dias, Recife ; en-
va ailidade.
Willam Coda, braneo, Inglaterra, 20 annos,
>li (1ro, Boa-Vista, hospital Pedro II; febre ama-
relia
Maria Therea oe Jess, preta, Pernambueo, 30
naos, solteira, S. Jo^ ; estupor.
-RKOMCA JDDUIAKIJL
TRIBUNAL IIA IIULHK
SESSAO DE 1 DE FEVEREIRO DE 1873.
KhMOKSCIA DO f.\\\. SR. CONSELIIEIRO CAKTA.NO
SANTIAC.O.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas di manb,prosentes os Srs. deseni-
barga lores Gitirana, Louren.-o Santiago, Almeida
Albuqnerque, Motla, procurador da coroa, Doria,
Ragncira Costa. Souza Lefio, Neiva e Araujo Jorge,
abno-se a sesso.
ILGAKNTOS.
Recursos crimes.
Fecorrente Dr. Prxedes Theodnlo da Silva, re-
eorride o Juizo. Relator o Sr. desembargador Do-
ria. Jnizes os Srs. desembarga dores Regueira
Costa, Souza Loao e Lourenco Santiago.Deu-se
piNivimento o recurso eom" advertencia ao juiz
ile direilo Dr. Marlins Pereira.
Recorrentc Dr. Prxedes Tbeodulo la Silva, re-
eor ido o Dr. juiz de direito do Crato. Relat r o
Sr. desembargador Almeida Albuqnerque. Jnizes
os Srs. desemhargadnros Neiva, Lonrenco Sautia-
go o Araujo Jorge.Deu-se provimento!
AOGBAVO DE PRTICAO.
Aggravante Romana, escrava, aggravado 0 jui-
zo. falsas os Srs. deembarg'dores Gitirana, Lou-
renco Santiago e Almeida A buquerque. -Nega-
ran) provinienlo.
APPELLAgKSCRIMeS
Do Inga.Appellante ,0 juizo, appellado Jos
Lopes de Souza.A novo jury.
De Mamangua pe.Appellante o promotor pu-
blico, appellado Jos Vicente Ferrcira.Maudou-se
ottvir o curador geral.
I) 1 Bonito.Appellante Iienriquc Jos Caetano,
app-liada a jusliva. Nullo o processo.
De Cangnaretana.Appellante o juizo, appella-
do Pedro Ferreirada Cruz.Improcedente.
De Canind. Appellante o prom tor, appellado
Virissimo Alves Rispo. -A novo jury.
Da Crania. Appellante o promotor, appellado
Jos Alvos de Caio.A novo jury.
Do Hecife.Appellante Joaquim Bezerra de
Sant'Auua, appellada a justica. Improcedente.
Appellante o juizo, appellado Francisco Har-
ones Coelho. -Improcedente.
Do le i.-Appellante o juizo. appellado Paulino,
escravo.Exigiram novo traslado.
Contlieto de jurisdieca 1 entra osjuizes muniei-
pai-s doNasareth e Boin Jardim.Julgaram pela
competencia deste ultimo.
PASSAGKNS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
batgador Louren.-o Santiago :
I) 1 jury de Bananeiras. -Appellante ojai'O, ap-
pellilo Geraldo Monteiro da Silva.
Do juizo de cap'lias de OlinJa. Appellante o
conego Manoel Tu uniz de Olivoira, appellado o
joi/.i .1" eapaas.
l) 1 Sr.dsscmbargadoTLonreaoa Santiago ao Sr.
desembarga lor Almeida Alhuquerque :
Do jury do Crato. -Appellante Rayniundo So-
nati (I OUveira, appellada a justi;a.
I)' Camaragibe.Appellante o juizo, appellados
Deo lato Aocioli de Lima o outros.
Da linperatriz.Appellante o juizo, appellado
Damiao Erancisco dos Santos.
De Car inliiins.Appellante Jos Agostinbo da
Silva, appellada a justica.
Do juizo municipal do Recife.Appellante Joa-
quim Dias Fernandas, appellado Joaquim da Silva
Costa.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembar-
gad r Doria:
Do jiiizo municipal do Recife.Appellante Joao
Aat mo Gomas Guimaraes, appellado Joao da (al-
alia SoaresGuiuiades e outros.
Do Sr dosembar.ador Souza Leao ao Fr. des-
etabaegador Neiva;
APPELLAQAO CIVEI..
Appellaate tenente-coronel Felippe da Cunlia
Lima HataraOk, appellado Manoel Joaquim Duarte
Giiiinairtes.
Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. dos-
emi argador Giti Do jui o municipal do Crato.Appellante Alei-
xo .los Patricio e outros, appellados Joaquim Fe-
lipje llenicio c outros.
DILIGENCIA CIVIL.
Ao Dr. curador geral:
Do juiz municipal de Iguarass. Appellante
Auna Joaquina da Motta Teixeira Cavalcanti, ap-
peUado Francisco Joaquim i'avalcanti Gal vio.
Do Recife. Appellante Hortencia Amia Al ves
Fe reir, appellado o'capitao Jos Melcbiades Be-
zerra da Silva Costa.
Assignourse dia para julganiento dos feitos se-
guintes :
Dojury doBecife.Apppllanie o juizo, appella-
do Francisco Marques Cocino ; appellante Joa-
qnim Bezerra deSant'Anna, appellada a Justina.
Do leo. -Appellaate o juizo, appellada Paulino,
escravo.
Do Inga.Appellante o juizo, appellado Jos
Lopes de Souza.
Do Bonito.Appellante o juizo, appellado Jos
Esperidiao Bezerra de Mello.
Da AreiaAppellante a cmara municipal, ap-
pellado Manoel Valenliin Barbosa d* Aadrade.
Dojuio municipal do Recife. -Appellaate Eran
cisco Marinlio de Albuquerque Mello, appellado
Urbano Nuncs Machado.
Da Areia.-Appellante Manoel Gomes daCunha
Lima, appellado Beato Corroa Lima.
DISTIUMJIQXi.
Becursos crimes.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Do juizo de direito do Reeife.-Recrreme Rita
Maria do Espirite? Santo, recorrido Manuel Fraa-
cisco de Almeida.
Ao .-r. desembargador Gitirana :
llecorrente o juizo de direito de Flores, recorri-
do Mauoel Sebasliao de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Recrreme o ju zo de direito do Sobral, recor-
rido Francisco 'Jos de Souza.
Ao Sr. deseuibargador Almeida Albuquerque :
Recorreate o juizo de direito de Barreiros, re-
corrido Miguel Ben >vato de Mello.
APPELI,AQ5eS CRtMfS.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Do jury da Granja.Appellaate Joaquim Mau-
ricio de Araujo. appellado o juizo.
Ao Sr. desombargador Gitirana :
De Bananeiras. Appellaate Manoel Eugenio
Cardoso, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Brejo da Madre de Dos.-Appellante o pro-
motor, appellado Joao Gomes da Silva.
AGGRA^OS DE PRTICO.
Ao Sr. desembargador Begueira Costa :
Aggravante Bita, por seu curador, aggravado o
juizo.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
. Aggravante o coasal de Portugal, aggravado o
juizo.
APPKLLAgO CIVEL.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Do juizo municipal de Atalaya. Appellante Jo-
s fia Bocha Lins Toledo, appellado Manoel Jos
de Pontes Jnior.
Levaniou-se a sesso a ineia hora depois do
me i) d;\
Lid*, foi approvda a acta da sesso da 19 de
uozeml>ro prximo passado.
i pratosulla 4o registre de protestos de letras
cargo do eseviva 1 Albuquerque cont; a mes-
as i>amerar > c dala indicadas 11.1 arta da sussao
administrativa de 30*de Janeiro ultimo. O e.*cr-
vio Al ves de Brito ivgistrou o ultimo protesto de
letra a 31 do inez lindo, sob o n. 2,619.
ACCOBUAoS ASSI.NADUS.
Appelkintes Fonccca t Irniio, appellado Lou-
renco Francisco Sam|aio ; appellantes Wilsoa
Rewo & C, appellado Joao Camre ; appellantes
appellados o liaran do Livramonto e outros, ap-
pellantes appellados o admiuistlador da massa
fallida de Fernando Stepple da SHva e outros.
lULOASntNTOS
A pedido dos Srs. depulados adiaram-se os jura-
mentos dos segnintes feitos, entre partes : re-
currentes D. Martnba, Gaadida Areias e outros,
recorridos os admTnistradores da massa fallida de
Luiz da Cimba Mascarenhas ; appellantes Manoel
Eerreira Pinto e outros,'appellado J-^o Fernaudes
Lopes ; appellante Jos de Soaza Rlbeiro, appelia-
do Bonifacio Adedalo Fontanelle; embargante
Manoel Nues Parreira, embargados Corga *
Iroio ; appellaute Joaauim da Suva Costa,
appellados Tasso k Irmio, em Bquinacao ; appel-
lante Manoel Dias dos Santos, appellado Francis-
co Xavier Pereira de Brito ; appellantes Rodri-
gues Irma 1 & Gumares, appellados Joaquim
Silverio de Souza & C
PASSAGEM.
Do Sr desembargador Reis e Silva ao Sr. des-
embargador Accioly : appellaate* Rabe Schinmet-
tau & C, appellado Joao Pereira Moutinho.
Nada mais houve, e encerrou-se a sesso urna
hora da larde menos vinte minutos.
ENGLISH TIA3II OF RIO DE JANEIRO
LIMITED)
(Capital do Banco eai 50:000
ac<;oes de e 20 cada urna 1,000:000
Capital realisado...... 500:000
Fundo de reserva...... 120:505
BALAM.0 DA CAIXA FILIAL EM PERN'AMBUCO,
*EM 31 DE JANEIRO DE 1871
ACTIVO.
Letras descontadas............ I,226:0o7'.t00
Eiuiirestimos e coatas caucionadas 124:9Ui()70
Letras recebar............... 68:006*37
Garantas e valores depositados.. 418:2*IjO
Moliilia, etc. do banco.......... 12:657*510
Diversas coala*............... 463:454*360
Caixa........................ 716:1*8*300
sendo que as II horas ser vendido um gran-
de sorbuic-uto de chapos do dilerentes quali-
daJes.
Auunb(6) conforme est annunciado, ven-
ilcr dilTereatui predios e ter.'eaos.
iHiJd*| oe*no^-Movimento do da
!i'1873:
os) 340, eutraram 9, sahio 1,
Tribunal do soinmercio.
DE 1873.
PnSSIDKNniA DO BUS. SR. COHSBLHEUJO ANSELMO
PRACISCO PBIRTTI.
Secretario, Julio Gaimaiaes.
Ao meio dia doclarou-se aborta a sesso, estan-
do rsunido8 os Srs. desembargadores Silva Gul-
maries, Reis e Silva a Accioly, e os Srs. depota-
dos Oliato Bastos Candido Alcoforado, Reg Me-
deiras e Lopes Machado.
Rs. 3,' 29:513*360
PASSIVO.
Sontas correales afea*
pos.............. 648:734*780
Deposito prazo lixo
eom aviso e por le-
tras ............. 1,468:557*3*0
2,117:292*100
Ttulos em eauco e deposito..... 418:2445930
Diversas eoatas................ 493:976*310
Rs. 3,029:513*360
S. E. & O.
Pemanibnco. 4 de fevereiro de 1873.
F. t. Ill'i.rhum. manager.
L Henderson, accountant.
LONDON 4 BRASILIAN BANK LIMHTED
Capital do B;mco 15,000acedes
S i; IDO.................. 13,333:333*3:10
Accflai emitlidas 13,000...... Il,5'5:553*5v0
Capital |iago E 43 por aceo... 5,200:000*000
UALANCO DA CAIXA KII.HI. KM l'ERNAMBUC BV 31 DE
JASIEIOO DE 1873.
itealao.
Letras descontadas......... 2,061:507*070
Crditos diversos, outros bau-
cos e eaixas liliaes....... 622:242460
Caixa:
Em rnocla crrente......... 368:814*670
Rs........
Patsioo.
Capital fornecido jiela caixa
matriz...................
Depsitos:
Em eonia i;or:
reate...... ti* 7: 158*460
Depsitos lixos
e por aviso. 741:857*590
Crditos diversos, outros ban-
cos c eaixas liliaes........
Rs........
3,052:564*200
888:8S8*890
! _
1,389:816*050
773:850*260
3,052:561*200
S. E. k 0.
Peroaiuiioco, 4 de fevereiro deM873.
W. II. Silln. A:codqUdL
?BLCACOES k PED10C
Srs. Redactores. Deparando n'urna folha a (Pjro-
cincia) sob a epigrapbeQuipap de numer&36,
eumpre-nie poilanto dar tuna cxpeaco ao pu-
blico c nao satisfago a este tresloucado que assim
procura manchar a minha vida publica.
Falta verdade o denunciante, quando assevera
que esto sondo perseguidos atrozmente, todos
aquellos que se prestaram a figurar na poca
eleitoral de 7 de setembro do anuo prjimo
passado.
Se alguns casos de recrutamento se tem dado,
quasi todos nao sao llegaos, visto que, despido de
todo e qualquer preconceito poltico, tenho sempre
procurado investigar os mais aptos para o servico
do exercito.
Como delegado do termo, julgue que nao era
injusliea recrutar Bclarmiuo Tavares Bezerra, que
alm de nao merecer o titulo de filho nico de
mulher vuva, visto que posso provar o cootrario,
o procedimento irregular e pouco honesto deste
moco e de duas irms filbas da mosraa imagiuada
viuva, chama em altos gritos a atteaco pu-
blica. Os documentos prestados pelo pro-parocho
Jos Vicente Eerreira e do sabdolegado seu filho,
nada provam, antes pelo coatrario mais um odio
que me votam, do que esta refiaada clemencia
que procuram infundir no espirito alheio.
E' sabido que a mi deste moco o suas irm
slo mulbcres reconbecidamcate publicas e causa
vergonha ver, que estas duas entidades procu
rassem eom atteslados graciosos,, encobrir o qne
o muado ialeiro (em Quipap) sabe perfeitaniente.
Sogue-se d'..bi que, ou estas autoridades ign-
rala o que booestidade ou quizeram servir aos
seus correligionarios polticos, em relaco mi-
nha pessoa.
Porm, as suas envenenadas sellas, jamis po
dero ferir-me, visto que tive sempre em vista
fazer o ijue a justica e a boa razio aconselham
em taes circtunstancias.
Diz mais o aoticiador, que urna forca ao mando
desla delegada, disfecira um tiro em Augelo
Bezerra e que felizmente escapara.
Esta asserco nao lem razo de ser, poique, nio
se havendo dado tiro aigum em urna diligencia ou
creo que ordciiei a um grupo de criminosos o
ladnios de cavados, Deodato de tal e Antoaio Bo-
Ijorto e outros mais, succedeu que nao foram en
contrados, por cooseguiate aiada guerrcio a ver-
dade do referido aoticiador.
O facto alludido pelo aoticiador, de havereu em
qual idade de delegado rer rulado Autoaio Rosa,
casado e vvendo maritalmente e onerado de sais
lillios, nao exacto que elle vivesse marilalmeate,
visto que de comportamento irregular, leudo sido
recrutado pelo subdelegado de Panellas, por de-
nuncia da propria mulher, o qual passando mi-
nha disposigo, o fiz remetter ao Dr. chefe de po-
lica, declarando-lhe o occorrido.
N;lo appareceudo nesta delegacia reclamago al-
guma, j da parte da mulher do dito Antonio Rosa
em que provasse a illejplidade de tal priso, bem
se ve que nada mais bz, do que outro qualquer,
ein ideticas circunstancias o faria.
Alm disto, o olieio daqunlla autoridade .
exuberanleinenlo, qr.e eu nada tinlm a fazer eom
o supradito recruta, seno mandado autori-
dade superior.
Demais, nenhuma perseguico poda eu oxorcer,
quando ao menos, nem conhecia semelhante
individuo.
Resta-me todava pedir a quem quer que fr,
que, tirando a mascara negra, eom que to cobar-
demente se enfeita, aprsente-se declarando o seu
nome, porque melhormente saberei manier a mi-
nha reputaeo, que est muito cima do infamante
aoticiador, e no caso coatrario, nao darei resposta
alguma.
Quipap, 3f de Janeiro de 1873.
Iziioro Perreira Botelho.
Ihms |mlM\i-as ii h 1'rovinrlst.
I
O athlrtico gabinete de 7 de marco tem soffrid i
a mais cruenta e cruel guerra dos iihfniiiuhs em
ppposi/ao ; o esta tal, que nem tupa os mais
conspicuos varoes do partido adverso.
Se nao por nos contra nos ; e, portanto,
guerra de exterminio contra elle, eis a theora.
Tliearla tesen sata.
Assim como Voltairo dlsse : se nao hn um Deui
preciso wcental-o; assim as folhas da opposi-
<;ao aeste imperio plantam a tlieor : fe o inimi-
yontu tem ma ponto vulneiitvel preciso inven-
id-la.
As folhas em opposico lufam, envid.un todos os
esforcos |iara marear o brilho dos feitos do gabi-
nete de 7 d'aiarco, e nesta lula afanosa e inglo-
ria, porque nio ha emprego de armas leaes, e de
cavalleiros, pareeem correr aro pareo. Vencedor
e premiado ser aquello que mais inventar, e que
usar linguagem mais licenciosa, e descabellada !
Nesta intessante esgrimir contra a verdade dos
fados nada ponpam, nada respeitam, tildo eovi-
dain poalo de (oueatneate irem descubrir a co-
roa ^
Que os reimblicaaos se arrojem tal desvario,
coacedeinos, mas que os liberaes em grita apre-
goem essas ideas, estranliamos.
Fazer opposico nao negar a verdade dos fac-
as, e nem tio pouco deturpal-a.
Urna oppo.;ico sensata, que comprehenda seus
direitos c deveres, torna-se digna de respeito, e
quasi sempre atteadda. Se o direito e a razo
estao de seu lado,aiaguem Ih'os nega. Mirmo-
nos as ulltimas lutas entre Glad:tone e Dis-
raeli
Respeitemos para sermos respeitados.
Comquanto a ojiposico tenba por axioma ser
verdade a mentira militas vezes repetida, todava
aeste seu mal iateacioaado systema, l ama ou
outra vez, ato podendo sahir do circulo de ferro
em que a verdade, a presenca dos factos os aper-
ta, lancam-se s armas do ridiculo, e to mal as
manejan), que os seus tiros gravitam em vez de
attingir meta que visam.
Caminhar assim nao trilhar a senda do pro-
gresso, e nem to pouco instruir o povo, crear
urna escola, que mais cedo ou mais tarde ha de
fazer o mesmo que' Saturno aos lilhos.
II
A Provincia de 28 do correte trouxe um pe-
queo artigo contra o nosso distincto amigo e pa-
tricio Dr. F. L. de Gusm.io Lobo, deputado as-
sembla geral pelo 2. districto dcsta provincia.
Por algum tempo em silencio se conservaram
as folhas da opposico, quer as da ciarte, quer as
desta eidade. Nada disseram em retacto ao Dr.
Lobo ; mas, depois do dia 14 deste, arremessa-
ram-se todas contra elle !
Qual a causa, qual o motivo da uerra ?
NO dia 14 o Dr. Lobo, na assembla geral, pro-
ferio um discurso, que, na pbrase do mais acredi-
tado peridico da corte, reiluzio nada as decan-
tadas aecusavoes da opposico, e desd'essa oeca-
siao, desd'esse momento tornou-se o Dr. I-obo
urna grande espinha lia garganta para os jomaos
liberaes.
Ao abrirem-se as cmaras vieram os arautos e
passavantes annunciar a viuda dos Srs. da opposi-
co, que segundo diziam, no primeiro recontro re-
duziriam ministerio o ministorislistas expresso
mi-* simples, mas cliegado o dia, a hora to ar-
dentemente ambicionada, esvairam-se essas espe-
rancas.
A opposico reduzio-se fazer declamacoes. e
a patinbar nos lugares eommuns,
Comprcssao, tyrannia, falta de liberdade, etc.,
tudo foi esgotado I
De encontr aos celebrados oradores da oppo-
sico ergueram-se os dous albletas, membros do
gabioete de 7 de mareo, o Sr. visconde do Bio
Braneo, e conselheiro Joao Alfredo, que, como
soem em occasioes taes, por mais urna ve-, lizoram
brilhar os seus reconbecidos dotes intellectuaes, o
forca de seus argumentos lizoram os inimigos
voltarem corridos para as suas tenias.
No dia 14 o Sr. Dr. Lobo, obleado a palavra,
entrn em alsumas qiustdes apresentadas pola
opposico. e alongou-se em apoatar as neeessida-
des mais urgentes deste pas, e principalmente as
desta provincia.
Sahio-se bem em a sua estra, e nessa oeca-
siao foi cumprimentado polos ministros c mais di-
putados prsenles, sem exeepeo os da opposi-
co.
No dia 13 sabio a Reforma eom artigos
contra o Dr. Lobo. Nesses tigos a arma predi-
lecta da Jieforma, isto oftaiculo, foi jogado..
in
A Reforma no dia 15 arremessou-se contra o
Dr. Lobo eom todas as suas forcas, nao poupando
nem a injuria e nem to pouco a calumnia.
Hontem a Provincia fazendo-sc ocho da Reforma,
apresentou-nos um desenchabido, c mal alinhava-
ilo ililemma, se dilemma se pdc chamar aquello
conjuncto de patarras.
Tal artigo c um pedaco de o:iro encravado
n'uma columna de lino marmore de Cariara. E
um gallimacias !
Per siimmi rpita. O Sr. Dr. Lobo, o coryplieo
do gabinete de 7 de marco, e tambem elle o
ai auto da materia. Conjplieo, quer dizer clief, se
irundo nos ensinam os mestres da Rogo*. Se o
Sr. Dr. Loba o chefe do gabinete 7 de marco,
onde iicar o Sr. visconde do Rio-Branco ? Arauto,
nfiici.il publico, que declarara a guerra, c final
mente correio, postilho de recados. Como conci-
liar estas duas posieOes tao opposlas e to diffe-
reates ? .
A Provincia declara a guerra ao s aos coaser
rvadores, como aos dicciouarios I
Em preseaca destes dons attributos to oppos-
tos em estada, nao sabemos difinilivameatc qual
a posigo do Sr. Dr. Lobo aa voatade, c desejos
da Provincia.
. Enganamo-nos. Duas linhas mais abaixo, a
Provincia declara francamente o seu pensar.
O Sr. Dr. Lobo rebaixou o cargo de representaa-
te, aceitando a nomeaco de mo^o (dalgo em exer-
cicio da casa imperial, c maliciosamente acercou-se
do throno para dizer-se por elle inspirado I
Ha muita malignidade da parte da Provincia, ou
finge ignorar, o qae nao de presumir um presoa-
ea de sua omaiscicacia, que o Sr. Dr. Lobo, antes
de ser e.leito deputado geral j era fidalgo cavalhei-
ro da casa imperial.
A Provincia para dizer os seus sent meatos,
appresentou um dilerama.
As duas pontas ahi esto, e hem agudas ; pois
bem, nao fazemos escolha, nao preferimos esta
aquella, nao recusamos nenhuma dessas pontas do
dilemma, aceitamos ambas.
0 Sr. Dr. Lobo, assim como todos os conserva-
dores do Brasil, raonarchista constitucional.
Se o representante da nacao exerce um cargo
importante, mais importante o do primeiro eleito.
Seus actos deveai ser respeitados e acatad is.
S. M. o Imperador, querendo' remuoerar ao Dr.
Lobo pelos seus servaos, chamou-o para sua au-
gusta casa. Deveria elle recusar 1 Nao. Obede-
cer ; e "o fez.
Este acto revela que o nosso monarcha nao
ingrato, e que anda tem subditos obedientes, e co-
nhecedores de seus deveves.
Somos, ou nao monarchistas ?
Temos, ou nao urna constituico t
O mooarcha tem, ou ao as suas prerogativas 1
Oade a prohibico para o represeataatc da aa-
cojecusar receber de seu imperante a remune-
raco de seus servieos ?
O partido liberal s teai tal theoria, quaado em
opposico.
isto aos revela a historia coatemporaaea.
IV
O Sr. Dr. Lobo nao precisa acerear-sc do thro-
no para fa ouvido eom attencao, e respeitado por
seus amigos.
A sua intelligencia, o seu saber, os servieos pres-
tados ao partido conservador, do-lhe juz a oceu-
par entre os seus coacidados a posgao, que boje
to dignamente oceupa. -
Se a Provincia quer passar ao Dr. Lobo o diplo-
ma de corypheo e de arauto, julgamos que elle de
boia grado dispensar taatos iacommodos.
No correr da peana deixou a Provincia escapar
as palavras poder pessoal, e juMTinoi
Poder pessoal Questo mui debatida, e que
nenas poucas linhas idea alguma laminosa pode-
remos irazer, mas qnesto esta que nada tende a
prova' .disvirtuar os actos praticados pelo Dr. Lobo, que
sempre se sacrificou, e se sacrificar pelas ideas
de seu partido.
Quahto suzcr-.niu, passemos de largo, nao
deixando de notar, que o Sr. Dr. Lobo por seos
actos tem demonstrada nao obedecer tsennos,
e que aem to pouco se curva mando deste, ou
daquelle.
A Provincia, como peridico da opposico, o co
nhecedor de tudo que se passa no mundo po'itico
brasiliro, mais do que ninguem deve saber, qae
se houvesse suzerama em PeraambucO, o Sr. Dr.
Lobo ao seria hoje um representante eleito pelo
2. districto desta provincia.
11 earaeler do Dr. Lobo, o seu proceder e a sua
intelligencia repeliera a insiauacao aranosa, que
faz a Provincia, quando falla em obediencia dcil,
Por aoje aqui lieamos, e vallaremos carga se
for preciso.
.Rcufo, 29 dr- Janeiro do 1873.
l'm cleitor do 2.* distnclo.
(Jouipanhia Driuu^e.
Cofessou o Sr. en'genlieir fiscal dessa cumpa-
nhia, em saa resposta publicada ao Diario de 31
de Janeiro passado, que muitos apparelhos nao es-
to trabalhaudo regularmente, por falta de suppri-
mento d'agua, mormento os que esto colloeados
nos Io, 2 e 3 andares; porem, que esta l'a'ta ao
asm privado os moradores d'elle fazerem uso; que
ja o:tlciara ao respectivo gerente a insuficiencia
de um s reservatorio dagua para S. Jos eSanio
Antonio; recommendando-lho que, eom urgencia
mandasse construir outros.
Necessariamenle a compaohia traha sciencia da
falta desse reservatorio, qne o deveria mandar
construi-lo indepeadeate da rcclaiaaco do Sr. en-
geaheiro fiscal, jior ser o esseacial da empreza a
canalisa^o d agua para a limpeza dos caaos ; ea-
tretanto a companhia ser paga do servico irre-
gular dos apparelhos.
Cofessou mais o Sr. engeabeiro, que em outros
apparelhos colloeados as casas terreas, e nos pri-
meiros andares, as faltas sao provenientes quando se
dalgum incidente as pocas do macbinisino, o que
raas vezes lem acontecido, sendo feito o concert
em poucas horas, excepto se logo nao se avisa
companhia para providenciar.
Nao passA por certo que, a companhia soja
prompta ao chamado os moradores, p;ira reparar,
os apparelhos; e que se assim continuar, sera pre-
ciso que os moradores tenham empregados para
fazerem avisos no escriptorio da companhia.
O eagoabairo Bacal asseverou quo muitos appa-
relhos lem deixailo de irabalhar por estarca obs-
truidos, devido afumas vezes igaoraacia, e ou-
tras malicia dos moradores.
Sabemos qne alguns apparelhos tem-se encon-
trado obstruidos ; mas temos ouvido dizer geral-
mente, por deleito mesmo das obras; assim parece
vista dos trbateos.
Em resaltado do qoaato disse o Sr. engenheiro
fiscal em sua pu-licaco, ao esto trabalhaado
muitos apparelhos, eom regularidade ; e por isso
me parece, que se o Sr. desembargador Faria Le-
aos tivesse scieacia das faltas meaeioaadas pelo
Sr. engeabeiro nao diria em seu relaiorio que os
apparelhos do 2 o districto continua vara a funecio-
nar regularmente, e nio mandara entregar com-
panhia conlo e oitcnta con tos ; salvo seas irregula-
ridades dos apparelhos appareceram depois do
relatorio de S. Exc.; o que se desoja saber, etc.
Finalmente s teios por fin pugnar pilos DOS-
DOS direitos como proprieUirios.
Vbltaremos.
Recife, 3 de fevereiro de 1873.
Eleito
las i)i*Maw que teni le festejar
a Niintissimu Virgeiit \iwsa
Kcnliora los Remedios la e-
lale le Oliiida, no anno de
1894.
"Jaiz por eleioo.
Joo Flix da Paixo.
Escrivo.
Cosme Francisco da Eucamaco.
Procurador.
Antonio Correa de Mendon?a.
Thesoureiro.
Feliciano Nunes Ribeiro.
Juiza por eleico.
A Exma. Sra. D. Marianna de Oliveira \a>)o, con-
sorte do Illm. Sr. Jos da Silva Loyo Filho.
Juizas por eleico.
As Exmas Sras.:
D. Cesara Francisca llandeira.
D. Maria Amelia de Parias Figneira.
I). Mathildo, c nsorte da Silva Passos.
Juizas protectoras.
As Exmas. Sras.:
D. Rellarmina Gansaga.
D. Tuereza de Jess l-'elix.
D. Maria Francisca da Conceicao.
Kscrivs por eleico.
As Exmas. Sras. :
D. Maria Joaquina da Conceicao.
D. Maria Urbana dos Prazcres.
D. Honorata Maria da Conceicao.
Juiz por eleico.
O Sr. Joo Cassimiro da Silva Machado.
Jnizes por devoco.
Os lllms. Srs.:
Amaro Jos de Oliveira Barcello.
Jos Generiano da Silva.
Manoel de Miraoda Lobo Filho.
Juizes protectores.
Os lllms. Sr?.:
Mauoel Geraldo Ribo ro Sarjen).
Rufino da Sania Cruz e Silva.
Manoel Isidro Gomos do Naseimento.
Escrives |wir eleico.
Os lllms Srs:
Anastasio Joao Ferreira.
Manoel Antonio do Espirito Santo.
Joo Jos da Silva.
Semeas l?)'fssccos S J. *5. Amanil, 200 a Aqui-
no Foncoca &, Successonis, I0J a Ferreira Almei-
da & C. Saratanas .V) barris a C. Alves Barbosa.
O/ eaixas a Antonio Aanos
Tlioioocntina 20 eaixas a G.m^alres Bellro, 10
eaixas a Rarllioloineu 4C
Vinho 21'pipas, 10 barris e 78 eaixas a Aquino
Foaceca Successores, 9 pipas e 1 1/2 dila a
Babolto & C, 19 pipas e 35 Barris a ordem, 5 bar-
ris a M. M. Bibeiro, 1 barris a Reg & trinad, 20
eaixas a J. J. Goncaives Bellro. Vinagre 10 pi-
pas, a Soares Primo. Velas de cera 142 eaixas, a
Aquino Foaceca i Successore*.
Vapor ingles I.anabksiure, consignado a
Simpton cfc C, manifestn :
Biscoitos 10 caisas, a Isidoro Baftos.
Cano 300 toneladas, aos consignatarios. Cei -
veja 408 barr.s, a Saunders Brothers & C. i ha
3/2 eaixas a Webster.
Parraba de milho 224 eaixas, a Siiapson \ C.
Loan 13 gigos, a Keller & C. Linha 10 eai-
xas a Prenlo Vianna & C, 10 ordem.
Machinas de costura 21, a Prente Viaaaa 4 U
Plvora S' 0 barris a Adamson Howie 4 C., 500
ao Baro dcBcmfica.
Tecido 30 volumes a Rabo Schmmeltau, 12 a
Mesquila Cardozo, 60 a Cramer Frey, 6 a Jwhons-
ton, 4 a Adamson Howie 4 C, 13 a Kelh.'r
4 C, 3 a Mills Lalham. Tiata 200 barris or-
dem, 3 a Gaa,
DEd'ACH- S DE EXPOHTACAO NO DI l 3 DE
FEVEREIRO DE 1873
Para os partos do exterior
Na barca ingleza Rebeca, para Liverpool,
carregou : A. Bastos 450 saceos eom 31,500 kilos
de assuear mascavado.
= No navio allemao Alma, para o Rio da Pia-
la, carregou : A. Bastos 378 barricas eom 47,20
kilos de assuear braneo,
Na barca franceza Abulte, para o ''anal,
carregou: H. De La Grange 1,400 saceos eom
I0.>,000 kilos de assuear mascavado.
No briiie ioglez Esmerald, para o Canal,
carregou : H. De La Grange 1,000 saceos eom
75,000 kilos ile assuear mascavado.
No navio liespaahol Despejado, para Bar-
celloaa, carregaraiu : B. Olivoira & C. 230 SaCCa
eom 17,449 1(2 kilos de algodo.
Na barca portugueza Amelia, para o Porlo.
carregaram : B. Oliveira & C. 23 saceos eom 1,8".
kilos de assuear braneo c 173 ditos cora 13,125
ditos .edito imiscavado.
Na barca portugueza Claudina, para o Por-
to, carregaram : Cuaba Irms 4 C. 5 barrica.
eom 208 kilos de assuear braneo.
Para os portos do interior
Para Uruguayana, no navio ingle Xilcet-
I and carregou : A. M. S. Machado oO barrica'
eom 3.816 >|2 kilos de assuear braneo.
Para o Rio Graode do Sul, no patacho bra-
siliro Francoln, rarregaraai : Amorim lnno-
A C. 120 barricas coa) 12,012 kilos de asolear
braneo.
Para o Rio Grande do Sal, no hiato brasilu-
ro AMJfa, carregaram : B. Oliveira & C. 300 sac-
eos eom 82,500 kilos de assuear '/rauco.
Para o Rio de Jaaeiro, ao navio portuguez
Almedina, carregaram : Cuaha Irmos & C. 15
cascos cora 5,280 litros de agurdente e 65 barris
eom 6,240 ditos de niel.
Para o Rio de Janeiro, no patacho brasilciro
Maria Amelia, carregou : A. Basto? 200 sacro;.
eom 13.000 kilos de assuear branca.
Para Mamanguape. na barraca Paragusiu,
carregaram : J. J. de Azevedo 4 barricas eom 240
kilos de assuear braneo ; B. F. Guimares 2 ollas
eom 120 ditos de dito refinado ; M. C. A. Guta-
ries 4 ditas eom 258 ditos de dito.
RECE'IEDOBIA DE RENDAS INTERNAS GR-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendinicato do dia i a 3 2:3"<4*;*'
Idora do dia 4 1811380
. Collegio Abilio.
Os eslatntos des;e afamado estabeleciaiealo de
iastruc.o primara e secundaria, silo no Rio de
Janeiro, acbam-se em distnbnieo na hivraria
Francesa, onde se preslaro todas as iufonnacoes
exigidas pelos iateressados.
$M
ALFANDEGA
Randimento do dia 1 a 3 .
dem do dia 4......
168:485*900
50:641*775
219:1275675
Desearregam hoja 5 de fevereiro de 1873
Patacho inglez Sly toots farteha de trigo j
de-pachada para o caes do Apollo.
Barca ingleza -Hermtonemcrcadorias para al-
faadega.
Bngue inglez Caila mcrcadorias para alfan-
dega.
Patacho inglez .l/roia -mercadorias para alfaa-
dega.
Brigue inglezlleraWfarinha de trigo e aduelas
ja despachadas para o caes do Apollo.
Vapor inglez Lanarkshire mercadorias para
alfandega.
Barca portuguezaAlexandre Herculanogneros
de estiva para o trapiche Conceicao, para
despachar.
Barca inglezaJannie AIbert'arinha de trigo j
despachada para o caes do Apollo.
Patacho iaglezTorest lunabacalhao j despa-
chado para o trapiahe Concaicio.
Vapor inglez Student(atracado na poate) mer
cadorias para alfandega.
Barca franceza Angustin farinha de trigo a
despachada para o caes do Apollo.
Iitiportnetto.
=>Barca portugueza alexandre herculano, p/h-
do de Lisboa, consignada a .lmoran frauio & C,
man ifestou :
Azeite doce 60 barricas a E. B. Babello & C,
22 a Costa Amorim. Alfazema 3 eaixas a S. Bri-
to & Saldanha, 1 a M. S. Faria 4 G Agua mine-
ral 1 caixa a Caors 4 C.,
Batatas 50/2 eaixas a J. J. de Azevedo. Bahus-
tre 5 eaixas a A. T. Corga, 25 a J. J. Azevedo, 50
a Antoaio Aoaes Jacome, 100 a E. B. Babello
4C.
Cera 19 barris a Tliomaz de Aquino Foaceca 4
Successores. Cantara 128 volumes -a Thomaz de
Aquino Fonceca 4 Successores, 54 pedras a M. J.
Goncaives Fontcs. Cal 50 barris a J B. Lima,
100 a Oliveira t\ Filho, 100 a J. R- Tavares de
Mello, 200 a J. J. Ramos, 100 a Gon$alves Bcltro,
WO a J. M. de Barros 4 Filho.
Drogas 5 eaixas a M. S. Faria, 13 a J. Rodrigues
Cotia?, 19 a Brito Silva 4 Saldanha, 9 a J. J. Ri-
beiro.
Esteira 1 rolo a J. B. Res.
Farelo 75 saceos a Tasso Iroiao 4 C, 2C0 a A.
F. Corga, 850 a Rosas 4 Irmo, 2(10 a Prisco Bar-
bosa, 100 a J. J. de Aievedo, 50 a L. J. Silva Gui-
mares. Feijo 50 saceos a E. R. Rabcllo 4 C, 3
a Antonio J. Dantas.
Gesso 2 barricas a F. M. Silva.
Louoa 4 eaixas a Almeida 4 Oliveira. Lagedb
200 varas a J. R. Lima, 50 a J. C. Reao.
Medicameatos 1 caixa a S. Brito 4 Saldanha, 43
volumes a Ferreira Maia, 8 a M. S Faria & C, 4 a
A. i. Alves Ribeiro, 5 a Caors, 5 fardos, 3 ca-
xas ebarris aF. M. Silva. Milho 850 saceos a
Thomaz de Aqoiuo Fonceca 4 Successores, 500 a
Fraga 4 Rocha.
Oleo de bacalhao i caixa a J. J. Goncaives Bel-
tro, dito de linhaca 4 barris a Bartholomeu 4 C.
Phosphoro 1 caixa a Alheiro 4 Oliveira.
8:838*838
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do da lu 30:361*331
Mein do dia 4 .' \. l:8ft|BtV
33:213*3W
MOVIMENTO M ?0fiT5.
Navios entrados no dia 4.
Lisboa-39 dias, barca portugueza Alexandn
Herculano, de 400 toneladas, capito Antonia
Agostinho do Almeida, equipagem 16, carga fa-
relo o outros gneros ; a Amorim Irmo 4 C.
Rio de Janeiro 19 dias, palera porlugueza Asia,
de 908 toneladas, capito Manoel Jos de .Aze-
vedo, equipagem 20, ein lastro e alguns gene-
ros ; a Tito Livio Soares.
Rio de Janeiro 21 dias, briguo porluguez i)-
mido, de 276 toneladas, capito Pedro Marlins
BraDCO equijiagcm II, om lastro ; a E. R. Ra-
bcllo 4 C.
Sabidos no mesmo dia.
Rio da PrataSumaca hespaahoia Mtrceditu, ca-
pito Malhco Olivar, carga assuear e aguar-
dea te.
Rio Grande do Snl Patacho brasiliro FrancoUm.
^ii
EDITIS.
O capno Francisco Antonio de Brito, juiz do paz
da freguezia do Santissimo Sacramento do bair-
ro de Santo Antonio da eidade do Becfc, pro-
vincia de Pernambueo, em virtude da lei etc.
Papo saber aos que a presente carta de editos
Viran ou d'ella noticia tiverem, que por parte do
bacliarel Fraacisco do Bego Bapiista," me foi en-
derezada a pelicao do theor seguinte : ^
Pctico.
Illm. Sr. juiz de paz d freguezia de Santo An-
tonio.O bacliarel Francisco do Reg Baptista
quer chamar conciliacao desse jaizo a Basteo
Alvares de Miranda Varojo, para amigavolmeate
pagar-llie a quantia do 550*000, qae Ihe deve-
Jor, de urna letra de seu aceite, vencida em 24 de
de'cmbro de 1868, bem como os jaros respectivos,
a contar de 38 de abril do auno passado em
dianlc.
E como quer que o supplicado se ache ausente
em lugar nao sabido, requer a V. S. digne-sc de
admitti-lo a justificar essa ausencia, afn de que,
provado quinto baste, se passe caria de IN
cora a dilacao do estylo.
Pede a V. S. deferimento.-E. R. M.
Recile, 16 de dezembro de 1872.Reg tnn-
tista.
Eslava sellada eom urna estampilha na impor-
tancia de 200 ris, inulilisada na forma da lei.
Na qual pcticao dei o seguinte despacho :
Despacho.
Como requer, para a primeira desle juizo.
Recife, 16 de dezembro de 1872.Brito.
Era virtude deste despacho se procedeu in-
querico de testemunhas, que depozeram sob o
juramento dos Santos Evangolho* a respeito da
ausencia e incerteza do lugar da residencia do
justificado ; e sendo tudo auloado e preparado,
me vieram os aatos conclusos, e por mira ndns,
nellos profer a sentenca do theor segointe :
Seatcaca.
Visto provar-se pelo depoimealo das testema-
nhas, que o supplicado Basilio Alvares de Miran-
da Varejo se acha ausente era parte incerta, hei
por iustificada^a sua ausencia, e passe-se caria
de coitos eom o prazo do 30 dias.
Recife. 19 de dezembro de 1872. Francisco
Antonio de Brito.
Nada mais se continha ein dita sentenea, por
bem da qual se passou ao justificante, o hachare!
Francisco do Reg Baptista, o presente cdital eom
o prazo de 30 das, pelo qual se chama e cita ae
referido justificado Basilio Alvares de Miranda
Varejo, para que dentro de 30 dias eompareca
por si ou por seu bastante proenrador, para se
proceder conciliacao na forma da petico, e a
qualquer outra pessoa para que Ihe faca saber
desta mesraa citago, afim de que elle nao fiqe*
iadefezo.
O porteiro deste juizo|publicar este nos luga-
res mais pblicos desta freguezia, c o affixar,
passando certdo em forma.
Dado e passado nesta freguezia do Santissimo
Sacramento do bairro de Santo Antonio do Reci-
fe, aos 16 dias do mez de desembro da 1872.
Eu, Joaquim da Silva Reg, escrivo que o s-
crevovi. Francisco Antonio de Brito.
Ao sello 300 ris. Vaina sem sello ex-causa.-
Brito.
Nada mais se continha em dito original, ao ja*
rae reporto e dou fe
Recife, 19 de^dazembro de 1872.
Sutscrevo e assigno em f de verdade.
Recife, 19 de dezembro de 1871O escrivo,
Joaquim do Silva Reg,

v
>
*



.
T
Diario de.Peraambuco Quarta feira 5 de Fevereiro de 1873.



Eiltinl CMifraia de SAdims.
V 99.
Vela inspectora da allandega de Pernarnbuco se
taz publico, que acnando-se as merendonas comi-
das nos.v^uinas abaixo mencionados no caso do
serein arrematada* para consuma, nos termos do
cap. 6* do Itt. 3 do reglamento do 19 de setem-
bro de 1860, os seus d:>nos ou consignatarios de-
vero despacha-las no praio de30diassob pena
de, Qndo elle, serem vendidas ior su conta, sem
que Ihes ftqu* comaetindo allega contra os ellet-
tns desta randa : *
Armajem n. s.
Marca J L M i C, sem numero -Urna rda, yin-
dao navio inglez Edeln, consignada a J. L. Ma-
chado A C, e descarregada em .1 de abril de 1871
Dita B O. n. 3*>i8Uuia caixa, vinda no vapor
t'rancez Amazone, descarregada em 9 de Janeiro
de 1872, e con-iguada a Bartholomeu & C.
Utta dita, n. 3-"49 Urna dita, idein dem dein.
Pita dita, n. 3547Una dita, idem idem dem.
Ilila dita, u. '6S*Urna dita, idem idem idem.
Dita dita, n. 3551Una dita, idem idem Ufen).
Dila dita u. :"-iii* dita, idem idem idem.
lWa,A>'. n 13Urna barrica, viuda na barca
ingiera H'rmioue, descarregada em 15 do mesmo
me* e armo, e consignada a S. P. Johnston A C.
hita dita, n. 155Fina dita, idem idem idem.
Dita dita, n. 149Urna dita, idem idem idem.
Dita dita, n. loi-l'ms. dita, idem idom em 16,
iikm idem.
I )i< dita, ii. 137Urna dita, idem idem idein.
Hita dita, u. t 8-Urna dita, idem idein idom.
Dita dita, n. 151L'ma dita, idem idem idem.
Wla dita, n. i56 -Urna dita, idem idem idem.
ttita dita, n. 133 -Um:i dita, idem idem em 20,
idem idem.
Dita A F n. 148 Urna dita, idem idem idem.
Dita dita, n. 151Uim dita, idem idem idem.
Sam marca, sem numero Um encapado, viudo
na barca portugueza Pereira Borges, descarregada
i:. 1c de fevereiro do inesuio anno, ignorase a
coiwgnacao. ., .
Marca H L diamante f;, n. 89 -Urna caixa, vin-
da no vapor inglez Gladiator, descarregada em 22
de marco do mesmo anno, consignada a H. Le-
I*- ......
ima dita, n. 90Urna dita, dem dem dem.
Dita dita, n. 91-Uma dita, idem idem idem.
Hila dita, n. 92-Urna dita, idem idem idem.
Dita dita. n. 93-Urna dita, idem idem idem.
EN* H L diamante L C B. n. 88 Urna lita,
dem idum idein.
Dita O B, n. 52i2Urna caixa, viada uo pata-
cho inglez Hritiia, descarregada em 8 de abril do
mesmo anno, e consignada a Otto. Bohres.
Dita P sem numeroTres pote?, vindos no lu-
gre inglez Hebe, descarrct:dos em 6 do mesmo
mez e anno. e consignados a Saunders B. 4 u
Dila J. n. 6 -Uina barrica, vinda na barca in-
gle IMplihH, descarregi.da em 17 do ir-csnio mez
6 anno. e consignada a S P. Jolmston & C.
Dita M C P, n. iS Urna caixa, vinda iy> vapor
inglez Jurisi, itescarregada em4i do mesmo mez
' auno, e consignada a Silva k Cardse.
Dita M J A, sem numero Cinco latas, vindas
na barca ingiera Dotpkim, descarregadas em 7 de
maio do mesan auno, e consignadas a M. Lai aam.
Dila J A A S, n. 1164 l'ma barrica, vinda no
vapor inglez"Z/-f. descarregada em 11 do mes-
mo e anio, e consignada a J. A. Araujo & C.
Dila dita. n. 1266-Una dita, idem idem idom.
Dita dita, n. Is65 Una dila, idem idem em 16,
dem idem.
Dita A V. n. !01i -Una dita, vinda no vapor
uiftei Voijivic, descarregada em 10 dejunho do
mesmo anuo, 8 consignada a Alcoorado Vieira
i C.
Dita J M B & F, P, n. 117 Urna dita, idem
dem e consignada a J. M. de Barros,
Aiaudega de Pernanibiico, 1" da fevereiro de
187
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Res.
Kdit-.il mmh mm/.o de 30 das.li. 911
Peta inspectora da alfaudega de Pernarnbuco
se faz; publico, que Mfcwtdo na as mercadorias
ntrtirltn nos vetantes abatan mencionados no caso
de seren arrematadas para consumo, nos termos
do Cap. 6.'do Tit. 3." do regu lamento de 19 de
oro de 18:50, os seus donos ou consignatarios
deverio despacha-las noira-o de 30 dia-*, s de, lindo elle, seren rendidas por sna conta, sem
que Ihes fique rompetiinl > allegar contra os eil'ei-
tos desta venda.
Armazem n. 6.
Marea A B e A F. Urna caixa n. 23, viu-
da de Soulliampton no vapor inglez Nevar descar-
regada em 26 de fevereir o de 1872 e consignada
a fozard.
Man (i A J e H L. Um barril n. 134, viudo
te Bordcaux no vapor raneas Girontle, descarre-
gado em 11 do marco do mesmo anno e consigna-
do a H. Leiden.
dem T P.Una caixa. sem numero, viuda de
Boreaut ne vapor fraucez Sindh, descarregada
ni 13 de marco do mesmo anno e consignada a
ti et Frres.'
l lem idein.Urna dita, dem, dem, dem.
.de;n E H Maia. Urna dita sem numero, vinda
de Bordeam no vapor francez Amatme, dcscar-
i ida m 9 de abril do mesmo anno, e consigna-
da i orden.
Idem H L.Um barril n. 1 idem dem, enisig-
ii ido a 11. Leiden. .
tdein idem.Um dito n. 2, idem, dem, dem.
(den A B.--Uma caixa n 58, idem, idem, igno-
ra-aa roiMgiia.o.
dem B Oez barris sem nmeros, vmdos ue
New-York, no vapor aiiencano South Amnca,
n^.-arregados em 15 de juuho do mesmo auno e
. iii.guados aHeury Portier i C.
dem idem.Dez da, idem, dem, dem.
Alfaiilega de l'ernambuco, 3 de revereiro de
1875.
(i inspector,
Fabio I. oe Cinvallu) Res
predio?, tomando par-tese as quantias offerecidas.
Mei-agua do largo da G|miin:i n. 3 2JQit0
Casa terrea da roa de S. Jorge n.
92, o a casa terrea da ra dos
Guararapes n. 8R 3:300*000
Casa terrea da ra da Matriz da
Boa-Vis a n. 56. 2:00W00
dem da ra da Gloria, hoie Viscon-
de de Albuqucrque, n. 61 2:0 0*009
Mei-agua da ra de Antonio Henri-
ques n. 26 100*000
Sobrado n. 57 da ra da Guia, hoje
Restaurado 3:000*000
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife, Ia de fevereiro de 1873.
O escrivio,
________________Pedro Rodrigues de Soma.
SANTA GASA DE MISERICORDIA DO RECIFEl
A llhna. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia, autorisada pelo Exm. Sr. presidente
da provincia, jwr ofllcio cotn data de-10 do corren-
te, e de conformidade cora o disposto no 9. do
ai t. 52 do seu compromissos, permuta por apolioes
da divida publica o dominio directo dos terrenos
em qnesto edificadas as casas abaixo declaradas,
tomando-se por bae os preces da avaliacao.
Ra da Roda. .
Ffe. 2 e 16 de Galdido Anlolio Al ves nn ^
Ferreira 200<>00
Js, 4 e 6 do Mosteiro de S. Bento. 400*000
Na. 8, 10 e 12 da Irmandade da San-
tissimo-Sacramento de Santo Auto-
ni0 600*000
N. 18 de Bernardo Alves llnheiro JJt 200*000
N. 20 de Anna Tnereza' do Sacra-
mento 200 N. 24 de Manool Joaquim Rodrigtws
de Souza **aOO
N 26 de Antonio Ferreira Braga 200*000
!f. 28 da irmandade das almas da
freguezia de Sanio Antonio. 200*000
N. 30 de D. Joanna Mara dos San-
tos Moraes 200*000
N. 32 do Dr. Antonio Joaquim de
Moraes e Silva 200*000
N. 34 de Manoel Jos do Amara! 200*000
N. 36 de Antonio de Paiva Ferreira 200*000
N. 42 de Jeronymo Pereira Villar 30(1*000
N. 41 de Joao Pereira Ramos 300*000
N. 46 de Antonio Jos Rodriorues de
Souza 300*000
Ns. 48 e 50 dos filhos de D. Maria
Carolina de Brito C .rnciro 500*000
N- 32 dos orphaos liihos de Francisco
Ferreira Gomes de Menezes 200*000
N. 56 de Jos do Reg Pacheco. 200*000
N. 11 de Manoel Ferreira Braga 250*000.
N. 15 de Jas Leopoldo da Silva 300*0.0
N. 17 de D. Emilia Carolina Madeira
Ferreira 400*000
N. 19 de Emiliano de Mello dos An-
jos Paula 200*000
>'. 21 de Joaquim Pacheco da Silva 200*000
N. 23 de Antonio dos Santos Vieira 200*000
N. 25 de Ignacio de S Lopes Per-
nandes 200*000
N. 27 do Flix Antonio Alves Mas
careulias 200*030
N. 31 de Miguel Joaquim da Cesta 200*1)00
N. 33 de Bernardina Alves Pinhein. 200*000
N. 33 de Maria Francisca da Cuii-
ceiciio c Suva 200*0000
N. 39 de herdeiros de D. Joaquina
Maria Pereira Vianna 300/000
N. 41 de Paulo Maaques e Antonio
Francisco Macota 200";5000
N. 43 de tillios de Jos Rodrigues do
Passo 200*000
N. 47 de Marcelino Jos Goncalves
tartos 40o*ooo
Travessa da ra da Roda.
Pf. 2 de Domingo* Jos Ferreira 200*000
X. 8 de Iguacio de Loyola e S 200*000
Ra das Larangeira
Casa terrea n. 17 360*000
Pateo do Paraiz>
1." andar n. 28 301*000
Recebe propostas em todos os dias de ses?ao as
quintas-feiras, at 20 de fevereiro vindouro.
Socretana da Sante Casa de Misericordia do Re-
nte, 20 de Janeiro de 1873.
O oserivao,
Pedro Bodrianes de Souza.
Francisco de Pauti JWa, FeJippa Pereira N. dq
Anuijo, F. T. da Riwlra Bezerra, Guilliermiiia de
Siqueira & SilvaGe'aani Caluchio, Gustavo G.
Goncalves, Concito V. de Mello, Isabel Maria da
Conceicao,. Jo vina 'Mara da Conceieo, Ismael
Francisco de Barros, J. J. Smelley. Julio Isaac,
Joaquim G. Vieira Guimarea, Joaquim Marques
da silva, J. M. de B Obeia Lhaa, J. de Oliveira
e Souza, Jos G. Carrilho da Vaaconcellos, Jos
omingues .da Sirva, te*; U iaConha Alcanfor,
Jos Privad Jas-tOriaas Saata, JUnna do R. de
Jess, Joao Jo* Hwrguos, tima F. de ouz
Mello, Luiza de Franca de Vasconcellos, Luiz
Keller, MjueJ A. Pereira de Souza, Miguel Ber-
nardo, Manoel F. do Rag Barras, SI O. do Car-
valbo Pinto, M. i'er ira dos fiamos, Mnoel R. PU
meatel, Nabar C Be erra Cjvalcante, Pedro C de
A. Leito F., Policarpo X. Runos, Rosalinda M.
da Conceicao, R. Honorio da Silva, Scveriano Fer-
reira de ouza, Thomaz A-.Espinca, Tertuliano-J.
da Suva Loba
A4miiatraea fevereiro de 1873.
Oeneiwregwlo de Mgistto,
Amaro G: da *. Ramos.
m
Arremataqo em Olinda.
Xo dia 6 do corrente mez, depois de finda a au-
diencia do Illm Sr. Dr. miz do coinne:cio da
comarca de Olinda, tem de ser arrematado em
praea publica, um sitio com casa de vi -enJa, no
lugar de Agu -Fria do Beberibe. penhorado por
exeeucao de Paulo Jos Gomes & Costa, contra
\V. Xebering e sua mulhcr. o sitio todo mura-
do na Trente e gradeado de ferro, com por-
tao, sendo a casa de pedra e cal, nova, com 48
palmos de frente e 83 de fundo, 2 salas, 4 quar-
tos e ozinha, com porta e jauellas na frente, c
janellas para ambos os oboes, clios proprios,
ludo avahado por 8:000*. Eecrivao Cosa Mon-
"teiro.
Alfaadega de Pernarnbuco.
i' !it i3 eoui PPWM tic SO
dAM___\. HO.
Peta inspectora da alfaadega de Pernarnbuco
i ti publico, que achaiido-se ;us mercadoriM con-
fidai nos volunies abaixo mencionados no caso
le setam arreuatada para consumo, nos termos
lo Cap. 6 do Tit. 3" do egulamento de 19 de se-
tembi'O do 1860. os seus donos ou consignatarios
deverio despaeha-las no preso d 3. dias, sb
pena de, lindo elle, seren vendidas por sua conta,
sem que loes ftqm aonaotindo allegar coutia os
effeitos desta venda:
Armazein n. 4.
..Mica ACi '. l'ma caixa n. 2 vinda no na-
vio norte altanan Repblica, descarregada em 26
de fevereiro do 1872, e consignada a A. A. Arau-
jo i C.
Sm marca.l'ma caixa sem u. idem idein,
ign ira-se a consignaran
Marea S I.Una dita n. I, vinda no naviD in-
: llrilhante, descarregada em 9 de mareo do
i anno, e consignada a Saunders Brothers
a C
Idem M B M.Um fardo n. 482, viudo no na-
vio fraucez lenu linptiste, descarregado em 4 de
abril do mesmo anno, consignado a M. Berncl.
Sem marcalina hairica n. 477 idem, descar-
recada em 6 do mesmo anno, e consignada a
M. Berarl. ,. .,
Maoea 1 M C L. -1 dita n. il dem, descarre-
gada em 8 do mesmo moz anuo, consignada
a M. Bernel.
Marea D 4 B.-Uma lila n 201, vinda no na-
vio SeiMto Andr, deseartagada en 27 do mesmo
met e anno e consignada a H. Leiden.
Se! marca. Urna dila n. 202, idem dem
dem. ,
Idee,. l'm gigo sem numero, viudo no navio
Oran Vilte. deaearregado em 23 de maio do me'
mo anno, e consignado a Avila Irmao.
Marca B A F.-30 caixas n. 1, vindas no navio
Mnrqaret, descarregadas em 21 de junho de 1872,
tt.rt*nsignadas a J. M. de Barras Fillio.
Armazem allaudegado, ra do Brum n. 2, barao
do Livramento.
Marca R & D n. 280.- Urna caixa viuda do Ha-
vr<) no navio francez Beitha, desca regada era 23
do fevereiro de 1872, e consignada a Antonio L.
O. Axavedo.
ASandega de Pern.u il-uco, 30 de Janeiro do
O inspector.
Fabio A. di Carcalho Res.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
QUARTA-FEIltA 5 BB FBVEREfRO.
beneficio da prima dona
C AR0LI NA AHGEL
Toma parte no divertimonio a couipanhia dra-
mtica, cajo emprezario, o Sr. Vicente Puntes de
Oliveira, graciosamente se preslou em auxiliar a
beneficiada, dando assim mais urna ve* testemu-
nho de seas elevados ssamenlos para com seus
companheiros d'arte que aportam ao seu paiz.
Pru^ranmia :
!.* parle.
Cavatina 0' mi Femando da opera La Favo
rita do maestro Douizetti. '
2.* parle.
Comedia em um acto Os av improvisados.
3.' parte.
Romance da apura Africana, do maestro Meye-
ber .
Romance da Zarzuella, U Juramento, do maes-
tro Gastumbidc.
4.' parto.
Comedia em 1 acto Tnbulacoes e ventura
5." parle.
Caaconeta pap ar lispanhola Aqaa r.
Todas as pe.as de msica serio cantadas pela
beneficiada, com aeompanhamento de orchestra
sob a direccio do maestro Sr Colas, que obse-
quiosamente se presta a dirigi-la.
EeiAtCuiS.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que do dia 3 do corrente em diante pagam-se nes-
ta tbesou aria os ordenados dos empregados pro-
vinciaes vencidos no mez de Janeiro prximo
lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernarn-
buco, 1* de fevereiro de 1871,
O oficial matar,
Miguel Affonso Ferreira.
SANTA GASA DA MlSERH'.olllHA 65
HKCIFK.
A Rima, junta adminislraliva da santa casa da
misericordia do Recife. manda tazar publico que
na sala de suas sesses, no dia 6 de fevereiro cor-
rente, pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrema-
tadas a quem mais vautagens oiTereeer. pelo lem-
po deuin a tres annos, as rendas dos predios em
seguida declarados.
ESTABELECIMEXTO DE CARIDADE
Ra dos AQOuguinho-.
Casa terrea n. 26..... 98*000
Ra do Amoriin.
dem n. 26........ 303*000
Ra de S. Jarge.
Sobrado n. 30........ 2405000
\ ital ae Necreiros (Cinco Ponas).
Casa terrea n. 12 ... 340*000
PATRIMONH) DOS OUPHAOS.
Ra das Larangeiras.
Gisa terrean. 17.-......360*000
Ra da Madre de Dos.
Gasa terrea n. 4....... 1:400*000
Ra da Senzala-veda.
Casa terrea n. 16...... 2O9.50OO
Os prelendentes dever'o apresentar no arto da
arreinatacso as suas tianeas, ou comparecerem
acorpanhados dos respectivos Madores, deveudo
pagar alem da renda, o premio da quantia poi-
que for seguro o predio que contiver eslab eleci-
mento commercial, assim como o servico da lim-
l>eza c precos dos apparellios.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 1 de fevereiro de 1873.
O escrvao
PMre Rodrigues de Souza.
Sabbado 8 do corrente linda a audiencia do Sr.
Dr. juiz dedireito. da 2." vara, do civel, vai a
praea para ser arrematada por quem mas der a
casa terrea meia agua feita de oedra c cal, em
chaos foreiros, a qnal fica nos fundos da casa ter-
rea da ra da Concordia n. 2; dita meia agua tem
urna porta. 1 janetla, com 22 palmos de largura e
40 de fundo, 1 sala, 1 alcva e mais 1 quarliuho,
sendo a serventa da referida meia agua por 1
besco, que vai ter ao caes do Capibaribe.tendo sido
avahada em 2:000*000: vai a praea pelo pro. o da
adjidicawio que vem a ser por 1:500*000 e vai a
praea por exeeucao de I). Maria Joaquina de Oli-
veira Campos, j fallecida, hoje representada por
seu testamenteiro Joaquim Manoel Ferreira de
Souza, contra-Joao Manoel de Siqueira e sua nu-
Iher._______________________________
Hoje depois da audiencia do Dr. juiz substi-
tuto da i. vara do civel, a qualler lugar s 11
horas do dia, Vio praea para sereno arrematados
por quem mais der os seguintes movis :
12 cadeiras de guarnicao por 48*999
2 ditas de braco por ,"*252
2 ditas de balanco por 30*000
1 sof por 30*000
2 consol* com tampo de pedra puf *5a
1 jardipeira do mesmo goeto por 60|000
Ditos movis eslao em bom estado e sao de ma-
deira de amarello, vio em praea por exeeucao de
Antonio Jos* da Silva Maia Jnior contra o expo-
lio da finada D. Izabel Tavares da Silva Continho.
>A.VL\.C.YS.V DE MISERICORDIA I"0
llEUr'E.
!*rtMlii* venda.
A jjttiti administrativa da sania casa de mise-
-coto do Recife, autpi isada pela presidencia c
laformidade com o sen coaipromisso, leva
prac de renda, jia sala das suas s$ssoes, pelas 3
is da tarde do dia 0 do cvrrcnte, os seguintes
".....CORftEIO GBRAL.
Relacio dos objectos registrados existentes na ad-
hiHMStraeao de cotreto desta eidade, para as
pessoas abaixo mencionadas.
Ahtero Augusto de Abreu, Andr C. Pereira,
Angelo J. da Fonseca Ramos, Abilio de Souza Cou-
tinho, Antonio de Aranja Santos, Antonio Martins
da Silva, Cebo de Magalhes, Delio Luijio, Emi-
lio de torees Ferretra, Eusebiq da Guana B,
SANTO ANTONIO,
EMPREZA-VICENTE..
Oniiita-r<-ira *j tic ft'vt'reifo.
Reentrada da l.1 actriz
Manuela Lueci.
E estra do centro dramtico
Flavio Wandeck.
Representar-se-ha pela primeira vez nesle thea-
tro, o magnifico e inleressante drama em o actos,
traduzido do francez :
\ mu do mkwm
no qual a artista Manuela Lucc e o ador Flavio
WandecK desempenham dbus importantes papis.
O scenario do ultima acto novo e pmtado pe-
lo scenographo L, Chapelin.
Cometa ni s 8 1|2 hora?,
GRANDE
vailim hmm
Vocal e inslruiuenliil
Sextta-lcira 3 tic fc%ci"cii"
NO GRANDK SALO DA ANTIOA ACADEMIA.
EM OLINDA
s S e meia horas da noute.
No mesmo toinarao parte os seguintes artistas :
Sra. Magdalena Brucioni,Sra. Adele Poppe, Sra.
N. ., Sr. Uiovanui Scolari, Sr. Jansen, Sr. Mar-
tins", Vianna, Sr. Mendonga, Sr. Luiz Gonzaga e
o Sr. maestro Poppe.
Progrnauau :
l.'part.
!. Variacoes para l'ophicleide de Gaspar Kum-
mer, maestro allemo, executadas pelo Sr. Jan-
sen.
2. Cavatina da opera Ernani (Verdi), cantada
pelo Sr. Giovanni Sola i.
3." Romance cantado peta Sra. Adele Poppe.
4." Variacoes para clarinetla sobre motivos da
opera Sallo (Pacini) executadas pelo Sr. Martins
Vianna.
5. lavatina da opera Macbet (Verdi) cantada
pela Sra. Brueioni.
6. Roman-a da opera I). Garlos (Verdi) can ada
pelo Sr. Giovanni Scolari.
7. Variacoe para saxofone sobre motivos da
ope a Trovador (Verdi |, executadas pelo Sr. Mar-
tins Vianna.
.' parte. .
8." Serenada da opera Faust (Gounoird) caula-
da pelo Sr. Giovan i Scolari.
9. Cavatina da opera Ernani (Vordi) cantada
pela Sra. Magdalena Brueioni.
10. Cavatina na opera Auna Bolena (Donizzelti)
para ophicl-ide, do maestro Camus, execulada
pelo Sr, Jaosen.
11. Caneoneta, cantada pela Sra. X. S. que gen-
tilmente t na parte.
12. Do da o era Marino Falliero (Donizzetli),
executado pela >ra. Magdalena Brucio i c o Sr.
Giovanni Scolari.
13. Romn.a cantada pela Sra. Adele Poppe.
14. Tercetto de Ophicleide, intitulado a reslau-
raco de P riianibucq, do maestro Pedro Baptis-
t-, executado pelos Srs. Jansen, Mendonea e Luu
Gonzaga.
N. B. Depois do concert haver um trem es-
pecial para conduegao dos concurrentes.
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir tiestas o dias o brigue na-
conal habel ; para o re f lta trata se com os eus nsignatarios Antonio
Luix e Oliv ira Az ved no-s* escriptorio, ra
do Bom Jess n. 57 ( utr'ora roa da Cmz).
Rio Grande do Sul
Pretende seguir com muMa brevidade para 6
referido porto o veleiro palhabote Rosita, p r ter
a maior parte da carga engajada ; e para a que
lhe falta, trata-se cora os consignatarios Joaquim
Jos Goncalves Beltro e Filio, ra do Com-
mercioa s-
CLAUWNA
Parta Parto
Seguir at sabhada 8 do corren!
atada alguma carga e passageiro : a
Guaba Ima A C., ra da Madre
34, tt rom cap la.
, e recebe
Irnlar oom'j
d Doos n.
I
pretende sqjuir nesics qnatro dias a barca portu-
gueza Amelia, podendo anda recehor algum resto
de carga a frete mdico : a tratar na ra do Vi-
gario n. t, 1" andar, escriptorio de Beltrao Olivei-
ra C
i OMPWIIIl
BG
BHVSILEIHA.
Dos portos do norte
esperado at odia
7 dooorrente o vapor
Cruanro do Sk/, eom-
mandaate Te i v e, o
qual depois da demo-
ra do c stume seguir para os do suL
Encommendas de pequeo valor, peso, medida
e tambem dinheipu. rorebe-se at 1 hora da larde
do dia da sabida do vapor.
Para fretes e passageus, trata-se na agencia, ra
do Comnierclo n. 8.
#Vendem-se donabais mansos e novos para
Mraaaa e a vw e tratar- na eiaqio das Cinco Pon-
as, das 3 horas da larde em dianto.
Para o Para
vai cahirat odia 8 do fevereiro a barca portu-
gneza ArabeKa, de i* classe, tem tres partes da
carga |iroinpta, e para o resto que me f:il!a. tra-
ta-so cimii Fwi-eira de Alineida A c.. ra da Ya-
dre de Dos n. 36.
Para
Seguir em poneos dias o patieho portuguez
M&in ; para o resto da carga trata--e com Pe-
reira Vianna C, ra do Vigario n. 11, pri-
miro andar.
do-egregio tribunal da relacn, que jukou unll e
incompetente a mesma areno : 4.* finalnerite que
circumstKiicia de estar em litigio o referido ter-
reno, nao priva o. contestante de poder vender
as partes dos de mais terrenos e das casas que tem
no sitio, nao sugeitas a litigio.
Convem, porem, accrosceutar o seguinte :
Os ttulos, pelos quaes possuia meu finado mari-
do, e outros herdeiros do lenle coronel Floren-
cio Jos Carneiro Mnnleiro o sitio da Porta d'Agua
ao escripturas autheuticas, que exisiem em poder
do Sr. agente de leites Franelseo I. Pinto, e que
podem ser vistos pelos concurrentes.
Quantoaos foros devidos,requereu meu marido e
o deposito, e se effeetuou o dos ento vencidos des-
de 1 de agosto de 1838 at o ultimo de julbo de
1864, razo de 6*400 rs. Os dos outros annos,
deve igualmente ser recomido deposito na thesou-
raria, o (pial deduzido do producto da venda e n-
colhido a deposito garante o direito de quem qutr
que a elle se julgue com direito, e em favor de
quem for ordonado o levautamento, visto que para
elle passa a disputa, como de le.
Nada pode, i>ois embargar venda annnnciada
LEILiO
DE
um sobrado to 2 andares e soto em chaos
proprios), ruados MartjTtos u. 144,
contiguo igreja, com grande quintal, e
porto para a ra do Galrlereiro, o qual
d bom rendimento annual.
QD1NTA-FKI11A G DEFKVKliKIKO.
s 11 1(2 bortfi.
Por nlervencao do agente Piulo, em seu es-
criptorio, rua do Bom Jess n. 43.
leao"
DO
sobrado de 2 andares n. 16, em chaos pro-
prios, na Travessa dos Lxposlos.
Quiita-fciru (i tic fevereiro
s 10 horas.
Por intervenco do agente Pinto.
Em seu escriptorio, rua do Bom Jess n. 43.
LEILO
DE
um terreno na rna Imperial 'solo proprio)
com 110 palmos de frente, e cerca de
500 de fundo, todo murado, prnmpto
para cdificaco, porto para descarga de
material, estando um lado murado.
QUINTA-FEIRA |6 DE FEVEREIRO.
A'a 11 horaw.
Por intervenco e no escriptorio do agente Pin-
to, rua do Bom Jess n. 43.
AVISOS
----------------------------------------*Tv?-------------------------
Bahafc
Segu com mui'a bre id ai para o indi-do
porto o veleiro hiate Garibaldi : ca ga e frete
tratar com os Srs. Tasso Irmaos &.('. ruado
Amorim n. 37.
Para o indicado porto, pretende seguir con p< u-
eos dias de demora a veleira barca portugneza
JVoiw Silencio, navio de !. classe, capilao Ferreira,
por ter mais de dous tercos de seu carregamento
prompto epara o resto que lhe falta e passageiros
( para os iptaes lem bons comniodOs,) traa-se com
os consignatarios Joaquim Goncalves Beltrio &
Filhos rua do Comnmrc'Ki n. *i._______________
Para o Itio d Janeiro.
Vai sabir com brevidade o lugar portu-
guez Almedina por ter a maior parte da carga
Srompta : trata-se ciwi E. B. Habello A C. : rua
o Gommercio n. 48.
LEL0ES.
DE
179 caicas, 184 meias dita e 130 quartos
com possos.
Hoje.
O agente Pestaa far leilo. por conta e risco
de quem perlencer, de 30S eataas com passas
sortidas, as quae serao vendidas para, lechar
conta, hoje s II horas da manha, no trapiche
Concei';ao, da alfandega. '____________
mi! r
LEILAO
DE
Duas casas terreas de pedreecal na povoa-
co do Melao, da provinciu da Parthyba
do Norte.
Duas ditas na Baixa Verde, desta provincia.
L'ma pequea fazenda de gado emS>Bento,
nesta provincia, com meia legua de terra,
toda cercada, e 50 canecas de gado.
QLINTA-FtlllA DE FEVEREIRO
s 11 horas.
O agente Pinto cumprindo o mandado do lllm-
Sr. Dr. juiz especial do commercio, levar lei
lo os bens cima ditos, pertencenles massa fal-
lida de Joaquim Silverio de Son a & C
O leilao ser elTectnado s 11 horas do dia
quart^-feira 5 de fevereiro, em o escriptorio do
referido agente.
fio
COJIPAMLi
DAS
MESSAGERIES WAIll I IllKS.
At o dia 8 do correnta m?z e-pera-se da Eu-
ropa o vapor francez Cambie, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-AjEe*,
tocando na Babia, Rio de Janeiro .e Montevideo
Para condicoe, fretes e passagens, trata-ite na
agencia, rua do Commercia n. 9.
No dia 9 do corrente mez espera-se dos portos
do sul a vapor rancej Mendosa, commapdante
Benigpi, o qual depois da demora do cestmne se
gira para Brdeos, tocando qm Dakar (G0rce) e
Lishto.
Para condiQdes, fretes e pasagens, trata-se aa
agencia, rna do Commercio n. 9.____________
Para o Ri-Grande do Sul.
Bocebe carga afrete o patacho portuguez flo-
mes Castm:.' trata-se com E. Rl ttimp A C
rua do Commercio n. 48.
DE
completo o variado sortiineni" de chu-
pos 8 lazendas-.
Em coutinuaefio.
Hoje
ilo eorretitc.
hemos & Guerineau contnuarao hoje, por in-
aavenfo do agente Piulo, o seu leil i de fazen-
das inglezas, francezas, suissas o allemas ; assim
como tambem um completo e variado soTlimento
de chapeos, em seu armazem da rua do marquez
de Olinda n. i.
EJElJLAli
DE
urna grande propriedade na Porta d'Agua,
em Apipucos.
CONSTANDO DE:
Urna casa grande de pedra e cal, lieira 'da 88-
trada, com 31 palmos de fenle e 3.'i de.fundo,
com grande terreno e boa baixa de capot.
Urna olaria para telhas e lijolles.
Urna casa terrea em frente da primen a, com 43
palmos de frente e Co de fundo.
Urna dita pequea que serve de coebeira, com 19
palmos de irente e 4o de fundo.
Urna dita de 12 palmos de frente e 33 de fundo
Una dita com l palmos de frente e 38 de fundo
Urna dita sem rcparhmento, om a magma frente
a fundo.
Urna dita dila, com um quarlo fra.
Urna dita dita, com 2 palmos de frente e 49 de
fundo. #
Urna dita dita, qoiii 19 palmos de frente e 49 de
fundo, todas edificadas em chaos proprios, ao
lado da levada.
Quinta-feira G de fevereiro
A naca da.
0 agente Pinto levar leilao, hora do dia
cima dito, e em uui s lot, toda a propriedade
cima dita, sendo : cerca de 8 nonas partes por
mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito privativo
dos orphaos, em virlude do requerimealo da viu-
va de Joaquim Pires Carneiro Monleiro, tutora de
seus liihos menores, e cerca de lima nona parte
par alorisaciio do procurador bastante, do her-
deiro que* se acha ausente, o bacharel Augusto
Carneiro Monleiro. %
Os prelendentes podeio. examinar desde ja a
dita propriedade, a qual se torna reconunendada
pela sua posico, entendendo se com o mesmo
agente, e conco'rrendo ao leilao que deve ter lugar
no escriptorio dorererid* agente, rua do Bom Je
sus n. 43.
Contra |rateta.
Hfurtatte Monleiro devotamente autarisado pelo
juiz de orphaos, requer.u a venda das pai lea da
nropricihii}e Porta dAgua, possuida por seu casal.
Ao annnncio da venda, oppoz SyinpflFonio Oh\ m-
pio de Qneiroga o aviso publicado no Diario n.
85 de H de dezeuibro prximo passado. J de
outras vezes Olympio tem feito iguaes avisos ao que
se lhe tem respondido. ; .
Esta a resposta que anida agora reproduznios.
A viuva e ftho da tenente coronel Florencio
Jos Carneiro Monleiro contestam o aviso do Sr..
Stmphronio Ohmpio de tjueiroga, pnbhcado nos
Diarios de 20 21 do corrpnlc declarando : 1*
que o Sr. Svmphronio nao tem dominio pleno no
terreno que se refere, pertencente ao sitio da
Porta d'Agua do Monleiro, mas somente direito ao
foro, que poresse mesmo terreno pagava o finado
Florencio aitinu adonnistraitara do vinculo do
Monleiro : 2. (Hte-ease fro tem sido recolhido ao
deposito, pana ser levantado polo Sr. Syniphronio :
* qu- a acao, por elle proposta pelo juizo muni-
cipal da 1.' vara, com o flm de converter o afora-
mento existente em arreadamento, depois de con-
tostada:, flcou ha mais de iDannos parada, a espe-
ra tabre? do resultado da outra acc,3o ((Nnceraente
aa terreno cndano cm idnlicas circumstancias),
proposto pelo taizo municipal da 2.' vara, e qu
ahid pende de decisa dos ltimos embargos de
I declaraeao do mesmo 3r. Symnhronio ao accordao
DE
na exilenle ehacara
Gento:
Um grande sobrado com 6 salas c 14 quartos,
quintal murado, alera de um grande sitio com
700 palmos de frente e 1,010 de fundo, cacimba
de agua de beber, nimios arvoredos, boa baixa
para capim, e militas oulras accommodacoes.
In estrada le Jodo le Burrox
i. 24.
Quinta-feira ti de fevereiro
s 11 1 \' horas
Por intervenco do agente Piolo.
Em seu escriptorio, rua do Bom Jess n. 43.
O qual foi franstaridawin viaiade da inlerrup-
ro da linlia frrea e e eflVi-Hudo impreteri-
velmcnte
1| ii a i-1 a-feira 99 do carrate
Por aulo isaefio do'Sr. Dr. J cintilo Soares Ba-
bello, que seguio para a corte, o agente Pinito
Borges, vendeni em leil io lodos os objectos cima
declarados, existentes em Ponte de Ucboa, no pre-
dio defronte ao palacete do Illm. Sr, Dr. Augusto
Frederico de Oliveira.
As 11 horas da manhia parar da estaro do
arao de Santo Antonio um trem, parando em to-
das a cstaces, afini de conduzir os concurrentes
do leilao, o qual principiar depois da chegada do
mesmo.
LEILAO
DE
tina caita com chap, duas ditas om
rrragein e miiidezas, duna dita oum aao-
lulia, todas com avuriaML'agua salgada.
SEXTA-FRIRA 7 IKVCOIUIK.N'TE.
1.' 10 lioi e meia do dia.
0 agente l'into levar a leilao |or autorisac i
do Sr. gerente do consulado de Franca, em pre-
senca do seu chancelle* e por conta' e risco df
quem perlencer de duas caixa, marca F V G ns.
78 e 83 e duas diUmarca P o A ns. 3.219e 3,307,
todas avariadas. bordo da'barca franceza San
Imuz, viuda do Havre, e mais una dita marca G
A M n.108. avariad. bordo dt ttfbt iiglez Jh-
risl. O leilao ser effecluado no dta cima din, n<
escriptorio do refeiido agente, a rua do Bom Jess
n. 48.
IfflSOS DVE1S0S
Precisa-se alugar una eserava ou um mo-
Icquc para vender na rna : a tratar na roa d>
Bosario da Boa-vista n. 20.
LEILO.
debengallas
oti
le loques
DE
urna caixa cofu 35 duzias
duzias de cliicotes, e 12 duzias
de osso e sndalo,
lina dita com 9 11]12 duzias de camisas de
flanella e tiO duzias de collarinhos.
Una dita com 100 pares de sapatos de tran-
sa para homens e senhoras (com arara
d'agua salgada).
Sexta-fcira 9 do corrale.
s 10 1|*2 horas em jionto.
O aaente Pinto aulorisado pelo Sr. gerente do
consulado de Franca, levara a leilo em presenea
de seu chanceller, e por conta c risco de quem
perleneer, duas catana, tendo urna a marca S C A
A n. 32, e outra dita marca J I, M A G n. 78, am-
bas avariadas abordo do vapor francez Mendoza ;
e mais urna caixa marca J L M & C n. 100, ava-
riad bordo do vapor Inglez Gttssendi; o leilo
sera effectuado no dia e hora cima .ditos, uo
escriptorio do referido agente, rua do Bom Jess
n. 43.
Fugiram do engenho Cach ira Tapada, fregue-
zia da Escada, no roeiado do mez do dezombm
prximo passado o esrravo llufino, de 18 a 2o
annos de idade, cor |reli, principando ba;o d.-
barba por debaix do queixo, pequeo, secm e
limito espigado do corpo, bucos grossos, ps pe-
qurnos, ohos vivos e cun nina cicatriz d'uiii
coice de cavado por cima dtaate na frente; levoucalcase camisa ile Blgodo
azul e de lstra,uina camisa de batata encimada a
um palito! de casemira esenra e consta ter seguido
para villa de Luioeiro, de onde natural.
Jorge, no dia 6 de Janeiro do corrente anno, de
30 annos de idade pouco mais ou menos, cabra.
pouca barba, bigode e cavaignac. cabellos pretos
e a especie de caboclo, altura' regular e ledo for-
nido, tem os dedos polgar e ndex-da mi direita
duros d'uns tainas, cujas marcas esto bem visiveis,
sahio preparado com trama de roupa, calca e ca-
misa de algodo azul e de stras e nina camisa de
baita encarnada. Presume-se ter feito vtaaetn
para villa de Ingazeira, -crlo de Pujen de Flo-
res, para onde jaba dous anuos, fez nina fgida e
natural; roga-se pata s autoridades polieiaes e
capilaes d campo, a sua captura, que sero gene-
rosamente recoiiipensadi s.
Cazoleta perdida.
Perdeu-se do escriptorio leste Diario al a rm
do Queiinado, una cacoleta com pedra de amhis
os lados, e eiu una d'ellas tem una chapa de
oora com as inciaes M F P e dentro da
mesina cacoleta lem um relalo ; quem achou-a
quereado restituir, pode dirigir-as ao referido es*
criptorio, que compensar.____________________
Eserava
Precisa-se alugar urna eserava que sai ha rn-
goiiiinar, elo. : na rua do Cabug n". 11, loja d.-
joias._________________________^___^_^__
ama Direita n. 2!l primero andar, aluga--'
una eserava propria para lodo servico doroeatic
Para os influentes do car-
naval.
Na rua estreita do totano n. o"\ Mitrado de
um andar, alugam se vestuarios de principe, borda -
dos a ouro com Iodo o gosio, dminos, vestuari -
phantasia, ludo por mallo barato preco. Fax-fe1
pelo gosto de quem quzer, segundo os tiguri:;-
t|ue apresentarem, T.iiiibein na para vender--
vestuarios em muilo bom estado, que alugam-se por
todo o prego, como teja a 3, 4J, oi e a 20 5
Dminos novos e de gosto, filas bordadas a ouro.
para santos, vestuarios para meninos eproprii-
para quem quizer vestir-se i.-m trajo de niulher
O abako assignado faz sciente ao publie i
ao corpo do coinnicrcio que comprou ao Sr. Jo'i
Girreia da Silva a (averna que possuia sita rua
Imperial n. 29f>, hvre e desembarazada de qnal-
quer debito ; e se algueiu se julgar com algn,
direito mesma, apraatatc le na rna do Baagef
n. 69, no prazo improrogavel de lres dias. acon-
tar desta dala.
Becife, 31 Janeiro de 187.1.
Lu/. Ferreira de Alnieida.
LEILAO
DE
210 caisas com sabao inglez, 10 ditas com
mlho d to, e cerca de 40 queijos suissos.
SEXTA-FEIRA 7 IX> COKKENTE
O agente Pestaa far loilo de 2lO eaixns com
sabao inglez, 10 caixascom molho inglez, e carea
de 40 queijos suissos, e tudo ser vendido para
fecliar facturas, no dia cima sexta-feira 7 do cor-
rete s 11 hora da manila, no armazem do Au-
nes, defronte da alfandega.______________^^^
LEILAO
DE
tondas framwis e-inglezas
(AVAJILADAS;
*'vta-cira 9 le leaerero.
A'S 10 l[i HOUAS
Por intervenc,ao do agente Pinto.
Em sen escriptorio, rua do Bom Jess u 43.
LEILAO
Criad.
Precisa-se de um criado livre oa eserava: pa-
ga-se bem ; tratar das ll s 'i horas da lard** n
rua do Marquez de Olinda n. 'i0 I' andar, e as
demafs horas no Corredor do Bispo n. .'>9.
Alvga-se
o predio sito na travessa da rua de S. Joao n. 8.
de um andar e solio, com commodos para gran-
de familia : a tratar na na Duque de ( axias n.
80, tata. ________
DE
llovci"*. loncn e crjsluc*-
SERD0 :
1 magnifico piano de Bowotet fil A C, I rica mo-
bilia do Jacaranda a Luiz XV, 1 citantes paia
msicas, 2 guaedas-roupa de mogn'o, 2 ditos
-com espeUlo, 1 reito para casal, i bidels com
tampe de pedra, 1 avaterio com pedra mar-
more, 1 esplho. 1 inesinha c. m Umpo de pe-
dra, dita para jogo, 2 camas de ferro, 1 oa-
daiva para asseio, 1 cabido, t par d-* esearra
doras de porcelana e jarros, tapates e lustro
para g.tr:
PhviikmiIo ter-reo
l mobilia americana, 1 secretaria, 1 estante, t>
caixas com instrumentos cirnrgicos, i machina
eleetrica, t?0 volumes impressos (medicina) com
estampa, 1 retagio, 1 aarhina de costura, 1
ooslureira, i guarda-loaea,. i aparador, 1 mesa
etastioa, 24 cadeirae de guarnicao, 1 apparelbo
de porcelana para cha,- 1 dito para jantar, t
banheiro de folha de Flandres, copos, clices,
garrafas de crvS&L trem de cozinha e i graaae
- th3n rto forrn" o nntros nertance,' ae casa de
Precisa-se de um menino de 12 ou 14 ajroos,
para caixeiro; na padaria da rna do Itangel n 9
Precisa-se de um feilor solleiro ou casado, qu.-
seja trabalhador e tenha Inia conduela; na tu t
do Duque de Castas, aalipa das Cruzes n. 3i, pri-
meiro andar.
PROGRAMMA
da festa do -lodoso S. Fran-
cisco de Paula, que se ha
de celebrar no domingo 9
do corrente na povoaca o
do Caxan^-.
No sabbado 8 do corrale, as 7 horas da nonti*.
ser basteada a bandera, depois do que taris lu-
araj vesperas.
As cinco horas da inanli do dia 9. urna sah.j
de vnle e um tiros, aanuncinr a festa, na qual
oceupar a tribuna sagrada o distinclo pregad
Bvm. padre Gama.
A' tarde haveran cavalhadas e a msica do r
batalhao da guarda nacional de iiifaiitara exnibi-
r nessa occasio lindas peras de seu escolhid re-
portorin.
A noute haver o Te-Deum, sendo occupada i
tribuna sagrada pelo referido pregada*, depob ou
que ser arread; a hand"ira.
Na segundi-foira 10 do corante ser queimad-
um lindo e novo fogo de artificio.
Durante o dia e a noute subir ao ai* divet>-j~
lia'.oes aerostticos.
O largo da povoae/io estar arborisado, emban-
deirado e illuminado a gjocap,
Para maior facilidade de condac:o, Miei
da companhia dos Irllhos urtfjaos oxpedW tren.-
de hora em hora.
A commissao enrarregada da testa nao lem pom-
pado esforcos para ser ella feita com toda a non -
pa inherente ao'cnlto cnlbolico.___________
fogao de ferro
familia.
e outros per lance? dC
Alu>a-Si4
l'ma casa terrea nos Afogados. bita a rua du
tocolouibo n. 22. con, quintal imitado, eaeio
d'agua de beber, contendo 2 satas, 'i quartos o
iinha fora ; a tratar rua Duque de tiaaaasH. **
loja.
Madame l-aiauv^
lp>w
Boga-so encarecidamente
ikoifiAa It-
esta senhora
que se dtane mandaV concluir o negoci que
na lotidn rua Daqae de Rucias u. 08, aOW
para sto o terapo decorr
\



T
Diario de Pernambuco Quarta feira 5 %k Fewrejro de 1873.
.....'.
i"
-SE I TOBAS AS"PR^'CIPAKS PBiRltiiS
Avisa-se
1 a quem der noticia da escrava Gnilhermina, quo.
Collegio S. Sebastian.
\ln*;i-se
o sobrado n 22 da na do Conde da Boa-Vista
OHtr'ora Fonuosa, Sendo o pavimento terreo, i
i andar e urna grande sota, tudo com bastarte:)
(Diminuios e milito fresco, com estrWia, cocfcei-
ra. eneanailiento a gaz, rano de esgoto, quintal e
eactnha : quem pretender dirija-se ra da Im-
FUHDICAO DE FERRO E BRONZE
FABRICA DE MACHINAS
V ra d liara i di Triumphi (ruad, llriini) ns. 100 a 104
CARD0S0 IRMO
AVISAM aos Srs. de-engenhos ao publico i geral, que teem recebido da Europa
grande sortimetito 4e ferra^ens para -engeniios e para lavoura, e quaesquor outros usos
e misteres da industria agrcola, o que tudo vendetn por preces razoaveis.
r Orinas para aSSUCar piuladas e galvausadas, de diversos tatnauhos.
VnnorPS horisontaes e verticaesj bera conbccidos nesta provincia e fra dclla, os
* mcdliores que teem viudo a este mercado.
JMOenflaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte bem acabada.
M.61&8 niOGCiaS para asseutarem grades de madeira.
laiXaS QC ierrO do ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d'aglia de di>ersos tamanhos.
xvOdaS dentadas de diversos tamanhos eqoalidades.
CViTlOertOS ncertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
' sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Ma.olamvir por encorn oda da Europa, qualquer r.achinismo, ^g^j^^e^dota,^^ ^S^SSS^^Xt
uuwmiuv para o q+ie se correspondem com urna respeitavel casa de Londres ia" "? conywem tratar. ^ ___ prehender tres avallos quena
com um dos melhores engenlieiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litasmachinas, esc responsabilisam pelo bom trabalho das raesinas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
l: N D I C O DE C A R II O S O & IRMAO
Collegio tiseensSo de Maria.
Maria Felismina Pinto, devidamente habi-
w do teneute-coroncl lebruno Joaquim dos San-! nua do Uriana ii. S. litada pela directora da iustruccao publica '
mftSr "Sos "i^*d? ta na "* "fi* de M,tndou^ Me" *& Si ha montado na <"* ** EME ru
f?^=^^ Imperatrizn 37, u, colleg.o sabadeo-
gaz,sea4coi^.muuorer.sta que desappa- punn>0 que tem aberto na ruado Brum n. 73 o minacaodeAscenso de Mana,tendopor
rece* da casa de sobrado n 26 da ra dos Coe- ^n^ Sebastin destinado educr do meni- fim dar s meninas a mais apurada educara,.,
Ihos, qne sera generosamente recompensado.___|oa8 f^no as materias do ensino as' seguimos :' quer pela instrueco moral e religiosa, quer
aos 5:ooo#ooo. ;gasassi^srs ^rtruco ltrri,a ,e scient?ica'occu-
Esto venda os felizes bilhetes da toteria da pro-1 geraes de arithmetica dessenvolvida, francez, in- pando-se no quctOr relativo a lormar urna
vmcia, na casa feliz do arco da Conceicao, loja e glez, dezenho, msica applicada piano, igual- boa mai de familia,
ourives, no Becife. mente ensina-se tambem todos os trabalhos de cos-
turas e bordados, inclusive o bordado a ouro e flo-
res. A directora alem do esforco que emprega por
si, auxiliada por prefessoras e professores para
isso contratados, garantindo todava cuidado e zek)
peias alumnas que Ihe forem confiadas.
ADV0GAD0
i:,. rnANBZsco ss paula
SALES.
BA DIQUE DE CAXIAS N. 37.
Cozinheiro.
portnz
: quem
n. 29,3*
andar, que achara com quem
| Nossa Senhora de Lourdes.
Obras sobre esta celebre devocao, frecuentada
por mais de cem mil romeiros neste ultimo niez
de outubro :
Pesqtiidoitx, Plernagc L urdes.
La Fiance Lourdes, compte rendu offlciel.
; des ftes d'octobre.
Lasserre Notre dame de Lourdes.
Segur, les mervelles de Lourdes.
Ijoyseau, Lourdes, plrinagett plerins.
Livrara Franceza.
150#000
Precsa-se de um que seja bom, paga-se bem :
no hotel da independencia, ra do Imperador n.
os.
LUIS DE \m
Edgard Gmbaro d lices de francez, tanto pa-
ra fallar como escrever esta lingoa em pouco tem-
po e por methodo muito fcil : na ra da Aurora
n. 41,2o andar.
\llHiran.
O Sr. Ant .nio Jos Ferreira, tenha a bondade
de apparecer na ra do Duque de Caxias n. 60
A, loja de Bento da Silva & C, successores de
Manoel Bibeiro Basto-.
Allenco.
& POPULAR FLUMINENSE
Assoc apao de beneficios mutuos
Para <*reaco de capitaes e recitas, e auforfsada pelo go
verno Enperfal
POR DECRETO N. 5022 DE 2i DE JLHO DE 1872.
Gipitai de respomabidade administrativa^
1,000:000^000
CONVERSAD DOS CAPITAESDOS SOCIOS EM APOLICES D DIVIDA PU-
BLICA NACIONAL.
i00!0(0 PAGOS ANNUALViENTE DEVEM
Sea) perda de capital
680/500
2:372*000
6:582*1(10
17:0581500
4o:l28500
I:C00*000 deveproduzir
de Santo Amaro das Salinas e N. S. das
Angustias.
As pessoas que quierem alagar terrenos para
armare i barracas durante os 18 dias de novenas
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
- cima a quem ap-
. naquelle engenho
.No da 19 do eorrente Janeiro de 1873, au- foram furtadus na noute do da 29 para 30 de no- O Sr.....de Araujo Cezar, favor v'r ra
sentara-sc do Jugar denominado Acude do Matto, vembro prximo passado : o'. tem 9 annos, do D que de Caxias n. 60 A loja de Bento da
da freguezia da Oloria do (>oita, a preta de jome castanho e castrado, tem a orelha direiU bastante' Silva & C, successores de Manoel Ribeiro Bastos
Tnereza, altura regular, olhos mrbidos, parece lascada, urna estrella na testa, e no quarto esquer-
ter falta de um dente superior na frente, em con- do tem urna cruz ; o 2. ruco, com pintas ver-
sequenci de os ter muito separados e serem 1~ mellias nos quartos, grande', gordo, com o pes-
mados, soffre cravos nos pes e no rosto- tem mu- coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
tas sardas salientes como bermejas ou berrugas, cangalha, ferrado com a marcaI. B. do lado
levou vestido de chita verde,-urna cubera de ch- direito, e tem a idade de 9 annos; o 3.- rudado
t ta, e duas mulalinhas ambas lilhas da mesma, sanhassii claro, curto grosso, um pouco cainbito,
( urna de nonw Bogeria, de 7 annos de idade, cor castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
clara, cabellos annellados, os ollws mrbidos e os Ono quarto direito : gratitlca-se com 30*000
dentes da frente largos, e a outra de nome Ma- por cada m em presenta da pessoa, em cujo po-
ria, de 17 mezes d idade, menos clara, testa sa- der for encontrado qnaiquer dos ditos cavallas.
No tim de
S anuos
in .cnos
ir acnos
20 anoos
2o annos
Urna nporico un ca de
No fim de 5 anuos
deI0 annos
3e 13 annos
de SO anoos
le 25 annos
PRODUZR :
O id pe: da de capital
993*000
3:115*000
8 >-ii*200
22:102*300
36:637*700
liento, olhos pequeos, cabellos igual a primeira ;
I ambas sao pertencentes ao Sr. Jos Eleuterio da
I Silva. Suppoe-se ler ido em procura de um li-
i Uio que foi o anuo passado vendido ao Sr. Baro
< de N'azarcth por ter descido i>ela estrada de Pao
j d'AHio, e sem duvida ir passando por fo ra por
motivo dos fillios : a pessoa que a tiver em sua
casa e me avisar, ou alguem que der noticia cer-
ta, ser generosamente recompensada ; para in-
formacSes ueste tvpographia.
Bfa-.a a ss
| CONSULTBfllfl *
I MBDIC0-CIRIRGIC0 *
2:132*000
3 8195310
6 8:19*000
12:983*000
23:253*000
)
;:
0 r.bjecto se- d syc:edide, tanto os p bres
como es riitos. p-rifaren no porvir c a g'.rantirein, prr dko da cetnomia, a for moa dos
lilh .a, o pi da velhiee e a tranquilidad1 do ffpir t
A riqueza nos povc, istn a rqaett picncuiar e a riqueza pabllca, lem o o fue-
damenio rrai* Milidn e a >ua_fiitt< man feeoada na Mmples economa'.
A economa a provisto do fainro, O qac boje nos obra qna-i seapre nos (alta
imaobi.
Stnd.i a P(pnlar destinada pn'Dip'in-K'nte pira eoldar do futuro ds* elan>es menos
abastada da v'C j'.ia.ie, a admioisiraco, d e io'urinjdade o : seos esutoios, t'ei:iara :jue
recebe (Dbseriptom por juantlas rajnms ai 10*000 e -em limite para maiores quanlias.
Os sob^rip: res di Popular oe esli sujeilos a mus alguio t cx.-.icts mdicos e atiesta-
dos de vida : '!). eapiues ^CLiirriulados e c.:rc-v:.d,.s vantajesamente passarein, em ca>o
de morte, a eeus herdeiroi naturacs.
As Mits--;pi;oej d; Popular Fluminense padem SPf feas de tres modos disDetos,
conforme o depj > do >oei >, a s-br:
COMBINAQOES.
1* Pagamento das prestados sunnaes ou eiuestraes (de.-de 10*000 t a maior
qnantia cada um) pdenlo liquidar e retirar capital e Inciei em ijualjaer poca depoil
dos primeiros 5 almos ; sm perda do capital em r^nharo caso.
2* Igual ao tpterinr, poim, com perda de capital t jaros no c-so Je deixar de pa-
gar algtMDa d..s prest(5es marcadas ua apolice
3 Pagamento Va cia s ijoautia (nunc-t mt-noi de 100*000) e de nrxa vez e sem
pi-rda (in r.cLbmn riO cm do capital Den dis lucro.
A i' eoaibiiUQio jITerece ao .-ocio a.vanugem e ounca perler o capital ae tiver
entregado;
A 2- arrisca o capital, par^m, o socio qce p'gar ponlualciente as pre;ta5J9, aufe-
rira mala loero* qce os q-ie ptilecQsm a I* ;
A 3" cirxbiuacao el ro;e graoes vautxgeos aos capitalistas, pois sem correr tu-
nhum rita pd se Karan'.ir qne se bao djar.fjr!r. pelomencs, um juro de 120/0 ao anuo.
PJe-se obter q^alioer outra iofirma^ao no e-crlptirio d>- ag nesta.provincia, Auguro l?. de Oliv. ira & C, ra Co Commercio n. 42.
Fugio hontem, 27 do eorrente, o escravo Be-
nedicto, mulato, cabellos carapinhos, corpo grosso,
baixo, olhos grandes e muito flor do rosto, sem
barba e representa ter 18 20 annos.
Este mulato natural da Parahyba, tendo sido
escravo do Dr. padre Moura e por este entregue
ao seu sobrinho padre Moura, coadjutor da fre-
guezia do '"alto, para vende-lo, como de facto ven
(leu-o ao Sr. Joao Pedro de Mello, e este a mim ha
onze dias.
Quem prende-lo, poder comluzi-lo ra da
matriz da Boa-Vista, casa n. 83, onde ser gene-
rosamente recompensado. _____
Criado.
No Collegio Sant Genoveva, ra do Hospi-
cio n. 6-f, precisase de um criado que seia viv
ou escravo.
Aml Precsa-se de una ama para andar
. \ 11 i de da Boa-Vista, antigo Caminho Nevo, n. 78.
AMA
Precisase de urna ama escrava ou
forra, para casa de pouca familia :
na ra de S. Francisco n, 54.
- Precisa-se de urna ama para cozinhar e d
urra mulher de boa conducta para fazer compa-
nhia a urna familia : a tratar na ra do Rosario-
da Boa-Vista n. 18. ________
Precisa-se de una ama para o
servico de casa de pouca fa-
milia : a tratar na ma da Cruz
AMA
n. 18, I andar.
AMA
Precisa-se de tima para casa
de duas peHfNH : a tratar na
ra de S. Pranci eo n. 72.
solteiro
ra da D
Precisa-se de nina ama que
saiba cozinliar perleilamento e
com rar para casa de houic.n
na ra de Pedro Aioiiso n. 12, antiga
raa.
AMA:
Precsa-se de nina ama para
engommar e lavar, pagav-M bem:
a tratar na Passagem da Magda-
lena, largo do Chafarlz, sitio rom gr des de ferro
pintadas de p cto e tres aoqaetros a entra'a.
AMA
Ama de leite.
Precisa-se de una que tenha bom leite, e sem
filho : a tratas ra do Duque de Caxias, co-
tr'oia Queimado n. 70.
m
m
1)0 *
Da*. J. II. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ba do Mrquez de Olinda n. 23, pri- &
metro andar. vg
Consulta das 7 horas s 10 da manh. S
Chamad >s a qualquer hora.
Um hotel venda.
Disp0c-se de um hotel em exceJIente localidade
nesta cidade, bem monlade o muito afreguezado,
por se adiar doente e precisar tratar-se o dono :
quem quizor dirija-se ra larga do Rosario n. 30
que se dir com quem negociar.
Fugiram do engenho Bamburral, na freguezia
da Escada, na noute de 7 do eorrente, os escravos
scguinles: Theotonio, idade 40 annos pouco mais
ou menos, preto, altura regular, cheio do corpo,
ps apalhetados e feios, tem urna peina mais curta
que a outra, tanto que pelo andar se conhece, e
bastante ladino ; Venceslao, idade 49 a 50 annos,
preto, com marcas de bexigas na cara, alto e cheio
do corpo, ps e nariz grandes. Ambos levaram
roupa de algodo azul. Paga-se generosamente
quem os apprehender e leva-Ios ao referido en-
genho. __________ ______
A
usencia.
Al
Evadise o escravo Paolo,
: tripolante, traja do roupa de servicj) de bordo,
| e tem os signaes seguimos : estatura e rosto re-
1 guiares, cabello givnhos, nariz c boc a regula-
res c a apprebenso do mes i o, e conduzi-lo ra da
, Cruz n. 3, aonde se gratificar.
Casa.
Aluga-se a casa n. 153, no Caminho Novo, m
grandes connnodos, tendo 3 quartos no pavimeu-
fto terreo e 4 em cima, cozinha fra, quintal mu-
, rado, cacimba, banheiro e gallinheiro, perto da es-
la.o : a tratar na casa junta n. 133, ou no Be-
cife, ra da Cadeia n. 3, escriptorio.
Ao.
EsoifOS fgidas
200*000
Ausentaram-se dous escravos irmos, sendo um
le iioinu Louivneo. com 26 a 2"' anuos de idade,
estatura regular, cheio do corpo, cor clara, ca-
bellos estirados, rosto redondo e sem barba, levou
calca e camisa branca, obapi i de fdtro preto.
O outro de nome Andr, da mesma estatura, mais
iiovq um pouco do que o outro, tendo os mesmos
signaes do irmio. sendo comprados : Lourenco
ao Sr. Claudino dAlbiupierquc Mello, da comarca
le Patos, da provklcia da Paralaba ; e Andr ao
Sr. Joao Francisco Comes de Amida, da comar-
ca do Limoeiro, tendo fgido iquelle no da 21
do eorrente (Janeiro), e este boje 30 do mesmo.
Suppoe-se que seguiram a estrada do Limoeiro
Serra do Teixeira. Roga-se a todas as autorida-
des policiaes e capitaes de campo, que os appre-
hendam e os conduzam ra do Apollo n. 30,
annazein de assucar, que se gratificar com a
juantia cima. p
Aluga-se
Cm sitio na estrada de Bebeibe, onde ultima- f-
mente inorou o Sr. major Luiz l'rancsco Texeira;
lena bastantes arvores fructferas e trra para plan ; f
tar-se; a tratar na ra do Imperador n. 54, pri- |'
ineiro andar, das 10 horas da manh s 3 horas da
tarde. _____________
Tem-se para alugar orn perita engomma-
deira e costureira : na ra de Hortas n. 112, ca-
a terrea.
livrara universal
Kii.il do Iiiapca'tidor esquina
prorta de II. l'edro II
803
1*000
Precisa-se de um caixeiro que tenha algu-
inapratca de molhado : na ra Imperial n. 167.
A polica.
' Pedc-se ao Fr. subdelegado de S. Jos que to-
me em consiileraco as reunioes que se do em
urna asa de jogadorec, em um dos becces perto
da igreja da Penha.
Escravo.
Precsa-se de urna escrava que desempenhe
as obrgacoes de ama de urna pequea familia :
no largo do Parata) n. 28, obrado.
Caixeiro.
Precisa-se de um rapaz portuguez de 12 a 16
anuos para caxeiro de um estabeleeimcBto no Ico:
a tratar na ra do Haj.mez de Olinda n. 33.
- Aluga-se i- andar do sobrado n. 47 da rui
da Imperatnz : quem o pretender encontrar as
cbaves na loja do mesmo sobrade, e se entender
com sea proprietano ra do Haspieip n 33
E
scrava.
Precisa-se de urna escrava para servico de ca-
a : na ra do Visconde de Goyanna n.^61,
VENDE-SE
A maeooana e o prelado pernanibucano
O marido que mata e o marido que
perdoa
A mulber Iiomemcasamento adul-
terio-divorcio-
Pai;agens por Bulhao Pato
O padastro por Ch. de Jleruardo
PEMOfiES
2sTa travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
COMPANHIA
INDEMNISADORA
Em cumplimento do disposto no artigo 19 dos
estatutos da mesma companhia serao vendidas 10
de suas acedes de ns. 21 a 270. Os pretenden-
tes devero dirigir suas propostas, por intermo-
dio de corretores gerae at o dia 14 do cor-
rente ao escriptorio da companhia, ra do Vi-
gario n. 4,
commercio
Justo Jos- Comes Teixeira, tendo comprado na
presente data ao Sr. Joaquim Bibeiro da^Cruz, a
sua propriedade, no povoado dos Montes, (Una) a
ra do Maurity, n. 14, assim como armario e
I gneros na mesma casa existentes, vem declarar
i pelo presente, que. se alguem julgar-'se credor do
mesmo Joaquim Ribeiro da Cruz, queira vir recla-
mar seu direito ra da Penha n. 8, desta cidade,
I no prazo de tres dias, e que lindo-o referido prazo,
nao se attender reclamacao alguma.
000 Recife, 4 de l'evereiro d 1873.
da
Aluga-se o pavimento terreo da casa da ra
de Vidal de Negreros, oatr'ora Imperial n. 113,
^' proprio para estatielecmento, tendo um soto em
separado e quintal murado : tratar ru do
1*500; Viscondli J(' I'aparica n. 10 armazem.
O bacharel D. Luifc dSilveira, pode
ser procurado todos os dias uties, das 11 ho-
ras da matih at as 3 c meia horas da tarde,
na ra do Imperador n. 27 2." andar, quer
para os misteres de sua prolisso de advoga-
do, quer para os seus negocios inteiramente
particulares.
Criada
Precisa se de urna que cozinhe c engommc com
perfeifo, para casa de tres pessoas : ra da
Uniao n. 67, confronte ao muro do gymnasio.
i iialiiitiatloi |ai'ti sitio.
Precisa-se de um para tratar de um sitio pe-
queo perto da praea : atratar na ra Nova n. 19
1 andar.
CASA DA FORTlil.
AOS 5:000#000.
BILIIETES GARAXTIDOS.
A' ra Primeiro Je MatfO (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes um quarto n. 2334 com 8001000,
tres quartos n. 630 com 100a e outras sortes de
40 e 20| da lotera que se acabou de extrahir
(37.*) convida aos possuidores a viram receber na
conformidade do costume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 2" parte das loteras a beneficio da igreja da
CongregaQo do Recife 38.a) que se extrahir na
quinta-feira 6domez vndouro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meiobilhete 3*000 ,
Quarto 1*300
EM PORg.lO DE 100-?000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*300
Meio bilhete 1*730
Quarto 1*373
Manoel Martins Fiuza.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife S.
AVISO.
Tendo o governo imperial approvado a propos-
ta da directora desta estrada de ferro sobre a
conccsso de passagens gratuitas aos que edifi-
caren! casas prximas as estaces do Boa-Via-
gem, Prarcs, Ilha e Cabo resolved que as re-
ferid s passagens sej.m concedidas sob as'seguin-
tes condiedes.
1.* As casas serao construidas do confunni-
dade com um plano, ornamento ou qualquer ts-
pecificacao approvada pelo superintendente da
estrada de ferro.
.' As casas de um valor de 4:000* do direi-
to a concessao de una passagem de primeira
classe pelo espaco de 10 anuos ;. s de 3 000* a
urna passagem ue segunda class por igual pe-
riodo e as de 2:000* a urna de terceira classe,
dem.
3. Podero usar das passagens concedidas o
proprietario emquanto morar no predio construi-
do, ou o inquilino. O proprietario, porm, s
poder (azer transferencia da dita passagem urna
s vez dentro do anno, devendo disso dar scien-
cia ao superintendente da- estrada de ferro.
4." Estas condicocs vigorarlo dentro de um an-
no devendo ser revistas em Janeiro de cada auno
a comecar de 1874 para seren alteradas se fur
conveniente, mas sem prejuizo das conccssies j
feitas.
As pessoas que quizerem se utilisar desta con-
cessao podem desde ja apresentar ao abaixo as-
signado os planos da casas (pie pretenderem
construir.
' Villa do Cabo, 30 de Janeiro de 1873.
G. O. MANN,
Superintendente.

Precisa-se de una ama
para, cozinhar : na ra de
Pe ro Alfonso, outr'ora da
Praia n. 3.
AMA
Precisa-se de urna
Pedro Alfonso n. 38.
ama : na ra de
Precisa se de una ama para cozinhar e
comprar : ra do Duque de Caxias n. 64, loja.
Na Capunga, ra das
Pernambucanas n. 12,
precisa-se de 2 amas,
urna que cozinbe c
Precisase de una ama, para emgoiiimar e co-
zinhar para casa de pouca familia, na ra de Su
Francisco n. 31.
I'recisa-se de una ama boa coz-
nheira para caa de pouca familia :
na ra do riini n. 84, 1" andar.
Precisa-se de duas mas, sendo
urna para cozinhar e outra para en-
gommar : na ra Direita n. 10
Vantagem
Precisa-se de urna ama de leite c outra secca,
para acompanhar urna familia ao centro desta
provincia, por pouco tempo ; faz-se vanlagem a
quem se qm er prestar a estes servicos : procure
na ra dos Quarteis n. 16, 2o andar."
Precisase de nina ama es-
crava que co inhe e engora-
me para nina casa de duas
pessoas : na na do Commerco n. 14, 2' andar'
das 10 s 3 horas da tarde.
AMA
Ama de leite
tli'!li.'ii.i.
O Sr.....Almeida, qneira ter a bondade de
apparecer na ra do Duque de Caxias n. (10 A,
loja de Bento da Silva & l'., success res de Ma-
noel Bibeiro Bastos.
Precisa-se de urna ama' da leite sem filho, com
bom e abudante leite, para urna casa cstrangeira,
paga-so bem agradando: na na do Bom Jess n.
. 13, taverna.
Na ra da Cruz do Baeife
n. 42, armazem, preeisa-se urna cozinheira forra ou os*
rava, pagando-se bera.
Escravo fgido
loO^OOO de graliteaci.
Desappareceu na noute de 19 para 20 do
eorrente, ua freg. ez a do Poco da Panella, urna
burra com os sign es seguints : castanha, car-
nuda, tendo a mao esquerda um pouco indiada.
tem urna marca na sarn ia, pr veniente de um
gerima : quem a achar, o i dclla der noticia
exacta ser generosamente recompensad'.
Eustaquio Jos das ('.hagas.
Una senhora competentemente habilitada e
autorisada pela directora da instruecao publica se
olTerece ensinar primeras lettras, granimatioa
portugueza, arithmetica, coser, bordar, c outros
misteres de sua protssao, em algum engenho per-
to da praca : a pessoa que quizor utilisar-se do
seu prestimo, dirija-se praca do Cande d'En nu-
mero 13.
AMA
Attei$&o.
Quer-se alugar urna escrava rara o servUo ex-
terno e interno de urna casa de pouca familia : a
tratar na ra do Imperador n. 23, 2o andar.
- Precsa-se de urna ama forra ou escrava pa-
ra cozinhar e lavar para pouca familia : na ra
mperial n. 133, refinaco.
l'recisa-se de una ama livre ou
escrava, para urna familia composta
de duas pessoas ; a tratar rna do
Barao da Victoria n. 12, loja._____
Preci a-se de urna ama para casa de bo-
meni solleiro : na botica bomeopalha, ra do Im-
perador n. 41.
.1
Coiinheira.
Paga-se bem a um cozinheiro ou cozinheira.
forros ou escravos, para urna casa de familia no
Monleiro : a tratar ra do Mrquez de OlinJa.
n. 33.
Aluga-se o armazem da casa n. 18 da tra-
vesea dos Expostos, ladrilhado de novo, e proprio
para qualquer estabeiecimento : a tratar com o
ministro da ordem terceira de S. Francisco, no
consisto io da mesma ordem.
Excommungado'.
Acaba de sahr a luz e acha-se venda esta
linda polck da aclualidade, composicao do muito
sympathico maestro J. Poppe : ra Nova n. 11,
armazem de msicas do Azevedo.
Ausentou-se desde o da 13 de maio de 1872, D. ignes Cavbante de Albuquerque, como ca-
o preto de norae Alfredo, de tnnta e tantos annos, beta 0 casai de seu ,nado marido Ladislao To-
crilo, e bastante ladino; este, preto e perfeito ientino Cavalcante de Albuquerque, coiislitue sen
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes, bastante procurador ao seu cunhado Suriano Mo-
ja esteve no engenho do Sr. Lulu de Caiara, em rera Caixeiro.
No hotel do universo precisa-se de um caixeiro
que tenha alguma pratica de restaurant : na ra
do Commerc o n. .
-----------------------L____________________________________________________
AJuga-se o armazem e o primeiro andar da
casa n. 20, da ra do Bom Jess : tratar com
Cramer Frey. A C, n. 62, da mesma ra.
Relogio desapparecido. i
Do abaixo assignado desappareceu no da 30
de Janeiro prximo passado, um relogio patente
inglcz, de ouro, i olido, cuberto, bastante gra> de,
com urna cadeia tambem de ouro, imitando urna
fita, tendo pendente um es ribo, em lugar de ca-
colet. e um chicotinho servindo de presilhapara
casa do collote: roga portanto, as auto idades poli-
ciaes e mesmo a qualquer pessoa a quom forem
offerecidos ditos objectos, a apprebenso dos n es-
mos e leva-Ios arua larga do Rosario que faz quina
com a ra estreita do Rosario, casa doDr. Fran-
cisco da Cunha Beltrao ; qus ser generosamente
recompensada.
Recife, 3 de fevereiro de W73.
___________ Francisco Pereira d'JA. Cmara.
S. Lourenco da Matta, onde consta ter prenles,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta
praca; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conhecetn, dizendo que
est forro, assim tem podido escapar de ser preso.
Pede-se todas as autoridades e capitaes
de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem
Segundo, quo receber a gratificacao cima de-
clarada^^____________________________-
Precisa-se de um criado para um sitio no
Monteiro : a tratar na ra Nova, loja n. 7.
Caixeiro.
tecisa-se alugar tima escrava que saiba co-
zinhar bem, e fazer todo servico de urna casa de
pouca famih'a, composta de tres pessoas : quem
tiver para ahigar dirija-se ra- velha de Santa
Rito n. 69.________ ______________
Quem precisar de amas secca ou de leite,
dirija-se ao pateo de 8. Pedw n. 3, loja, que
whar com quem tratar.
PERDEU-SE
No dia 3 do eorrente, perdeu-se urna pulceira
de ouro, tendo pendente nma ca;olita com retra-
to de familia, da Soledade ra da Aurora sen-
do o trajelo at o principio desta roa. .feito s
3 hora* da tarde, no bond da linha de Fernandas
Vieira: a pessoa que a achou, q erendo resti-
tuida, pode dirigir-se a mesma ra da. Aurora m.
o!, que ser generosamente gratificada,
ministrar os bens do seu casal ; assim como, o
armazem "de carne secca rua de Pedio Alfonso
n. 7, tudo quanto pertencer ao activo e passivo
do mesmo.
$ Promptido, asseio e 0
0 economia. 0
Francisco Jos Cordeiro, alfaiate, par- 9.
K ticipa ao respeitavcl publico pernambu- A
5J cano, que abri a sua officina na ra do K
W Baro da Victoria, outr'ora ra Nova, n. A
46, primeiro andar. Espera ser procu- 0
~ rado dos cavalheiros da bom gosto, pois X
W. encon-arii trabalho pelo gosto da Euro- 9
pa, e por precos muito menos do que em >X
55 outra parte. S/
0 0
Attengao
Manuel & C, tendo de retirarem-se breve para a
Europa, vendem todo mobiliado, com piano, lou-
ca, crystaes, porcelana, vidros ele, o sitio de suas
residencias no Arraial, lugar denominado Coquei-
ros, travessa do Acude n. 2, com 303 palmos de
frente e mais de dous mil de fundo, todo cerca-
do, com muitas ructeiras, portad de ferro, ca-
cimba, deposito d'agua, banheiro e gaz dentro da
casa, a qual foi reedificada e tem commodos para
numerosa familia; o lugar torna-se recommendavel
pela pureza e frescura do ar, pela sua sitnacao
Joaquim Martinho da Cruz Correia, tendo pitteresca c agradavel e distar pouco das estacoes
de retirar-se para Europa, declara que nada de- da Casa amarella, Monteiro e porta d'agua : quem
ve nesta praca, nem em outra qualquer, e p^de pretender, d rija-se rua Nova n. 23, ou no raes-
aquellos Srs. que ainda lhe devora o obzequio mo sitio._________________
de Ihe pagarem.__________________________j Eu abaixo assignado, declaro que vend a casa
Mnlpriup Ide pas,'. da rua de Mark c Barros> n- 10 se
xtxuivju. j houver algum credor aprsente seus documentos
Precisa-se alugar um moleque c 12 a 14 an- no prazo de trel dias contados desta data. Re-
nos : tratr no armaiem do Campos : rua do cife, 3 de fevereiro de 1873.
Imperador n. 28. J Faustino Peres. J

No hotel de Apipucos precisa-se de um caixeiro!
preferindo-se um menino de 14 a 16 annos, e que
tenha pratica deste negocio.__________.______
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo.
A mesa regedora dest i irm-ndadc comida aos
seus irmos e aos amigos do finado irmao Anto-
nio Jos Goncalves de Azevedo, para assistirem as
missas e memen'o que em sua igreja manda ce-
lebrar por sua alma, quinta-feira 6 do eorrente, s
6 horas da manh, stimo depois do seu falleci-
mento.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito San
to aos 3 de fevereiro de 1873.
O escrivo
Francisco Jos Leite.
Precisa-se de um caixeiro para padaria : na
rua da Sen alia Velha n. 90, de 12 a 14 annos le
idade._______
Companhia
SANTA THEREZA
Os senliores consumidores d'agua e gaz te-
nham a bondade de dirigir as suas reciamacoes
na fabrica da dita companhia, das 6 horas da
marrha s 4 da tarde, e fora desta hora com o
madiinista.Sr.Ciiilliennino, rua do .Aljube, esqui-
na que desee para a Boa Hora, que serao atten-
didos com promptido.
M. H. Chapman,
Mauager.
Dr. Francisco Borges !
de Barros
** MEDICO
A Mudou sua residencia para a rua da 0f
Ponte-Velha, sobrado n. 1, onde contina,
JE no exercicio de sua profisso. S
0
0 00000 0000
Est prompta urna moca solteira, branca,
portugueza, para todo servico interno de casa^ de
moco solteiro : a tratar no becco do Veras n 6,
aonde ella assiste.
Attenco
Constando ao abaixo assignado que o Sr. Jos
Mondes Pereira de Meirelles, morador na villa do
Cabo, pretende vender o seu estabeiecimento, quo
comprou ao abaixo assignado, de cuja compra fi-
cou restando a quantia de 600*00 > em duas let-
tras a vencer-se : previne se a qualquer pessoa
que nao facam negocio algum com dito Meirelles,
visto que est o mesmo estabeiecimento sugeito
ao pagamen o das ditas lettras : e para que nao
se chame a ignorancia faco o presente.
Recife, 4 de fevereiro de 1873.
- Pedro Antonio Argcmiro da Silva
~ Na travessa do Bartholomeu n. A, friza-se,
lava-se, engomraa-se com perfeicio, tanto para
senhora como para homem ; os presos sao muito
commodos.________________ .
Antonio Valentim da Silva Barroca, faz pu-
blico quo tem admittido como socios de sua casa
commercial a seus lllhoe Jos Rodrigues da Silva
Barroca e Antonio Geraldo do Reg Barroca, sob
a Orina de Silva Barroca k Filhos, que toma a
seu cargo a soiucio de seus negocios pende:
Becife, 30 de Janeiro de 1873,

'
Mi
V
,


i Diario de Pemambuco Quartli feira 5 de Fevereiro de 1873.
4
AJLTA lOVIDADE
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOS DE AZEVBDO
Ra do Bario da Victoria n. 11, armasen), e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonie o pubiico em geral encontr, ]sempre o maior e maxs esplendido sortimento de pwuos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.


Acaba de abrir no pritmiro andar do sobrado d. 15 confronte
botica Miurer, am grande sali onde estao expoMos os magnficos
rlJLUa'OS d armarlo, de PleyeL
--------- de meia canda, do mestno intor.
--------- de H. Henri.
--------- da Atoede Thibout.
nico agente tiesta eidade, doa celebres atinados
PIANOS DE MICHER FRSRES
Tambem receben grande sortimento de msicas para piano, piano e
canto e entre ellas as lindas composic5es do mnito sympalhico maestro
F. SAWTINI
A SABER :
Walsa.
Voc me quer
Olga
La Separacioni
Matar ka.
Para canto.]
re miados em diversas exposi;oss om li medalhss de onro e prata.
Sao os onieos pianos qne aqni vem da Europa, prfidamente afina
dos, fetos eom legan ;ia e solides.
D'aqui emBdiante continuar a annundar todas as pnblicacfos qne se (orem friendo as suas offlcinas de msicas.
A Lux elctrica, grande Wa'sa.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Vllela Glope.
Joaninba Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wala.
A Minha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studiente Po ka.
Ultimas publicarse
Feitas as offlcinas de msicas
do annunciante.
Emilia, polka por I. SmoKz.
Circaciana, ichotcb, por Smoltz.
Jardim do Campo das Pricexas,
quadrilha, por J. Popoe.
Chuta de Rosas, Walsa, por H. Al-
bertaui.
CAUTELA!
MEURON&C.
^VISAII
Ao publico.
Quem leu o meu annuncio publicado nos Dia-
rios de 11 a 14 da- deaeiul/ro-ilo anuo prximo
passado, e ler o contraproleslo que ao mcsuio
annuncio otipoe agora a Sra. Henrietl Martina,
ver que ella tonge de destruir o que alleguei
em dito annuncio, mais forca llie d, p is eonfes-
sa seren mos o terreno e a casa da porta d'-
gua, que me deve muitos annos de renda do
mesmo terreno, finalmente que existiam e anda
exitem em juizo, accoes para desapropriar as
bemfeitorias existentes no terreno.
Nao exacto ser foreiro o terreno em questao,
porque antes de pertencer-me por compra que
lz aos herdeiros da administradora do vinculo
do Monteiro, fazia parte do dito vinculo, e o sen
administrador nao podia aforar.
As rendas nao recebi nem fui intimado para
ver recolhe las ao deposito : alm de que, a ren-
da que a Sra Henrietl tem de pagar-me de
2oOOOO por anno, e nao de 6*400 como erra-
damente allega em seu centraprotesto.
Nao sei qual a le que me obrigue a vender o
nieii terreno contra minha vontade por existi-
rem nelle bemfeitorias de outrem, quando ao con-
trario sao as bemfeitorias que estao sugeitas ao
90I0.
Admira-me a facilidade com que a Sra Hen-
rietl, declarando ser o terreno meu, expdc-no
venda como seu.
Ser sectaria do communismo ?
Contino a oppor-me a tal venda, e protesto
baver da Sra. Henriett, ou de quern quer que
comprar taes bemfeitorias e terreno, nao s as
rendas vencidas e por vencer ao preco de 230*
por anno, como est declarado na accao propos-
ta, senao tambem todo e qualquer prejnizo que
me possa resultar da mesma venda,
Syphronio Olyinpio de Queiroga.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife i Olinda c Beberihe.
Compra de solipas.
i^ No eseriptorio desta com-
panhia, comprase constante-
III rlll mente a PreCoS razoaveis,
f r*' '''*ftflT Wll'Pas do ncic* e sa'm'
---------- ca3j ,jas seg^iintes dimen-
s5es : compnmento 10 pal-
mos, grossura 9 pollegadas,
UrKuWTfr!
a^a
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qu os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
FRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de METIRON & C, e a desig-
nado de REA FRETA.
MEURONaC.
grossura 4 ditas.
Contrata-se com o abaixo assiguado na esta-
cao da na da Aurora.
Estrada de ferro de Olinda, 23 de Janeiro
de 1873.
O gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Para maior commodidade dos passageirs
que desejarem assistir aos lindos fogos d'ar-
tificio as festas da Senhora do Bom-Succes-
so e do Senhor do Bomfim, na eidade de
Olinda, no prximo domingo 9 do correte,
expedir a companhia um trera s 10 1/2
horas da noute de volta para o Recife.
0 gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
7Tf
NA
I
Moli,
Est encourac,ado! I
Roga-so ao Illm. Sr. Ignacio Vieira do
escrivao na eidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir* ra Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aqueiie negocio que S. S. se comprometu-u a
realisar, pela terceira chamada dvsto jornal, em
flns de dezembro de 187), e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
c por este'motivo de novo chamado para dito
fin, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de orto annos, e quando o Sr. 9eu filho se
achava nesta eidade.
AO ARMA? 5M
[DO
Eduardo Daniel de Souza e Antonio Alvos de
Souza Fradique, dissolveram amigavelmcnte a so-
ciedade que tinham na padaria n. 8i, roa de
Domingos Jos Martins, sob a lirma social de Sou-
za Irmao, licando desta data em diante o activo e
passivo do mesmo estabelecimeuto a cargo do Sr.
Jos Antonio Fernandes Fradique.
Recile, 31 de Janeiro de 1873.
Eduardo Daniel de Souza.
Anto io A. de S. Fradique.
Ao publico e com especiali-
dade ao corpo do com-
mercio.
Jos Antonio Fernandes Fradique, tendo cedi-
do aos seus. entiados Eduardo Daniel do Souza e
Antonio Alves de Souza Fradique, em 31 de jtilho
do anno prximo lindi, o seu eMabeJedmeato de
padaria, sito ra de Domingos Jes Martins n.
81, sob a razao commercial de Souza c Irmao,
declara que ntsta data tomou de novo conta do
dito eslabelecimenlo, licando a seu cargo todo o
activo e passivo.
Recife, 31 de Janeiro do 1873.
___________Jos Antonio Fernandes Fradique.
Escrava fgida.
Pela segunda vez e desde o dia 18 de Janeiro
ultimo, se acha fgida a escrava Aufa, antojada
Josephina Maria das Dores, que deliaixo deste
nome propoz urna accao de supposla liberdade e
se acha prestes a decidir-sc definitivamente no
meritissimo tribunal da retacan, para nde apel-
lou. Tambem pela Segunda vez se protesta cri-
minalmente contra quern a acoitar ou coiieurrer
para que ella se subtraia s vistas da policia,
quern se uede a apprehenso, levando-a a ra da
Penha d. 23, que se gratificar._______________
Perdeu-se
honlem 1." do fevereiro um relogio de senhora,
juntamente com um alfinetc ludo de ouro, i esde
a praca do Conde d'Eu, aterro de Boa-vista, pon-
te, ra do Baro da Vi toria, Cabug, at a ra
l. de Marco : quern os adiar o qulrer entrga-
los, pode-o fazer na praca do Conde d'Eu n. 9,
1." andar, que ser gratificado.________________
ATTI
i
FUNDICiO DO BOWMAN
RUADO BRUH N. 82
(Passando o chafariz)
Os proprietarios desta fundido recomrr eridam-se aos Srs. agricultores pela boa qua-
lidade das obras que durante mais de 30 annos, a casa lhes tem fornecido.
Possuem sempre um avultado deposito de machinismo e implementos em toda a va-
riedade de tamanho, proprios para todos os mysteresda agricultura, e preparo do assucar
> algodSo; entre os quaes algumas novidales nestaprovincia, merecendo ser vistas.
Vendem a prazo ou a dinbeiro com descontla vontade do comprador.
CAUTELLA
Avisara ao publico que diversas encorr.mendas dirigidas a esta casa, tem sido desvia-
das : pelo que, rogam a exigencia da conta impressa, para prova da procedencia do que
se lhe* forneoe.
Outro sim, que por ah andam especuladores (alguns empregados e obras em concertos,
etc.,) a inculcar enccmmendas e compras de machinismo : acautellam aos Srs. de engenho
contra os taes, lembrindo-lhes, pensem se sem interesa aquella industria e quem paga
as peitas recebidas pelos ditos inculcadoresT
COMMISSOES
Fazem encommenda vontade do pedinte, mediante urna commisso. de qualquer
machinasmo ou obra, dando ao comprador a vantagem obtida por sua habilHaco e oostu-
me no nefocio, tanto era respeito ao prec<) como a qualidade, assim como todo o auxilio
em montar trabalhar com o machinismo ^indo.
HERDEIROS BOWMAN
]>or Albert B. Ghewy, Engenheiro.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
QUESTlO DO DI
(E" pela barriga que mellwr se
goverca o mundo).
Grande agitaco !... Todos fallam 1____gri-
tam!... escreveml... lastimam-se!... cho
ram... e nao comeni ? nao bebem ? .
a
!!
Meditemos, pois...
Alvicaras I... Akgrai-vos, bella e lieroiea ei-
dade do Recife, que vai desabar sobre a cabeca
de cada um de vossos invictos filhoe urna nuvem
prende de mgicas inspiracocs a veracidade
deste annuncio.
Queris conseguir os fins ? empregai os meios:
apurai a vossa imaginacao, vasai na vossa intelli-
f;encia urna gota de inspiraco e tereis reeolvido,
ulminado aquestao do dia,(
Ouereis ?
Pois bem, fortificai os pulmdes, desempedi a
larynge, rgenfinai a voz, adquir o dom da per-
suaso e finalmente abracai sem hesitacao a por-
tentosa inspiraco que voe offereeo e tereis forras
suficientes para discutir, convencer e.. .derrubar,
para sempre a magnaquestao do dia.
Queris ludo islo !
Vinde ao muito preconisado armazem do Cam-
pos, ra do Imperador n. 28, e comprai certas
e especiaes victualhas, (exquisitas e excitantes)
par dos coruscantes e finos vinhos, nao esquecendo
os finissimos e calmantes licores, lembrando-vos
dos rarissimos o delicados acepipes, (alem de eu-
tras i.muitas cousinhas boas que fleam oceultas
nestes.....para despertar a curiosidade dos aman-
tes da....) e veris que depois de teres saboreado
essas finas e delicadas iguarias vos apparecer
urna tao enrgica inspiraco (cousa inaudita) que
vos considerareis metamorphoseado ein algum
prophela, abundando a vossa imaginacao de cal-
culos infallireis que vos faro resolver em um
pice o grande problema que nrende to forte-
mente as voseas atlen^desquestao do dia
Duvidaes ?
N'esle caso l vai :
' Com a barriga vasia
A cabeca arde, enfraquece,
0 corp treme, vacilla,
A razao dcsapparece. -
N. [28 roa do Imperador B. 28
CARNAVAL
Na Chapellerie des D mes ra do Barai da
Victoria n, 16, prepa a- e qual(iuer costume a ca-
pricho, prorrio para o caroavel: o go ti di ira-
balho neste genero j bem conhecido pelos
ai ad res do carnaval portanto inuM elogia-lo.
O vigario Joaquim de Ara-
gao Ebla.
Luiz Pereira de Mello, D. Candida de Arago
Pereira de Mello, Jos de Aragao Ebla, cunha-
do, irmao e pai do vigario Joaquim de Aragao
Eblua, falleciao na eidade da Forlale. a a 22 de
Janeiro prximo passado repassados de senti-
mento, convidam aos parentes e amigos do mes-
mo finado, a ouvirem algumas missas e memen-
to que pelo repouso eterno de sua alma se hao
de celebrar na matriz de Jaboalo, as 7 horas
da man ha do dia quarta-feira 5 de fevereiro.
Imp ial sociedade dos artistas moclianicos
e liberaes de Pemambuco.
Efta sociedade manda celebrar no dia 5 do cr-
reme, as horas da manh, na igreja matriz da
Boa-Vista, urna missa pelo repouso eterno de seu
prezao consocio Flix Jos de Souza, 30 do seu
nassamento, e para assistir a este acto rengioso,
convida aos membros desta sociedade e aos pa-
reates e amigos do finado.__________________
Ignacio Ferreira Temado Lee**
e sua nrulher Emilia Rodrigues
Lessa, Antonio Feitosa de Mello c
sua mulher Isabel Rodrigues Fei-
tosa, Jacintho Soaros de Menezes e
sua mulher Maria do Carino Ro-
drigues e Marianna Amelia Rodri-
gues convidam aos amigos e. parentes para no dia
quarta-feira 5 do correnle, pelas 6 horas da ma-
nila, assistireni missas na matriz da boa-Vista,
Mimo dia do fallecimento de-sna prezada sogra e
iiii Magarkla Lourenga da Cmara Rodrigues.
O eoniiurniladoi- Paaulo le lnio-
rin Salgado.
Antonia Clunaco Moreira Temporal, tendo do
mandar rasar algnraas missas pelo eterno repouso
de seu amigo* committente ocoinmendador Paulo
de Amorim Sak';ulo. tallecido no dia 25 do prxi-
mo passado, em seu engenho Caxoeira Linda, con-
vida aos parentes e amigos do tinado para assis-
tirem as ditas missas que tero tugar no conven-
to do Carino, na quinta-feira 6 do eorrent as 8
horas.
Francisca Crysolita de Carvalho
tendo .de mandar iresar urna missa
pejo repouso eterno da alma de
sua mui querida falla. Emilia de
Carvalho, fallecida no Recife em 15
de fevereiro de 1872, pede aos seus
parentes c amigos o ectecial obse-
quio de assictirem esse acto de religiio e piedade,
que ter lugar no dia 15 de fevereiro crreme,
(Ia armiveisaro), pelas 7 horas da manh, na
igreja da Coneeicao, na eidade de Caruar. o
mesmo pede Alfredo Emilio Calumby todas as
pess.is e amigos que se dignaran! aeompanhar
os restos mortaes de sua to presada e Jeubrada
prima, pira assistirem urna missa no jnesruo dia
e hora, na igreja capella do cemiterio publico ;
pelo que desde j agradecemos cordialineute.
Auzentou-se da casado abaixo assgnado o pe-
lo escravo Antonio, de naco, no dia 24 le janei-
do corrente anno, com calca e camisa azul: quem
o pegar Ieve-o ra de Pedro Alfonso n. 34 que
ser gratificado ; consta que o dito prcto anda
aqni nesta praca.
Recife, l. de fevereiro de 187.3.
_______Antonio Fernandes llames de Oliveira.
ATTEMCO
Precisa-se de urna senhora que queira ir em
companhia de urna familia para Portugal, pagan-
do-se a pa^sagem e mais despezas, gratifica-;do-
se-lhe o seu trabalho : quem cstiver nestas con-
dii;5es dirija-se' ra estreita do Rosario n. 9.
Aluga-se urna casa nova de tijolo com com-
modo para grando familia, com grande terreno
cercado, na Torre porto da margena do Captbailbt:
a tratar na rita da Imperatriz n. 74._______
Victorino Lopes da Costa deixou de ser cai-
xeiro do Sr. Francisco de A-sis Brito desde 31 de
Janeiro do corrente anno. Recife, 1* de fevereiro
de 1873.
O abaixo assignado provine ao-respeilavel cor-
no do commercio de nao fazer trausaegao nenhu-
ma eom urna letra aceita pelo mesma abaixo as-
signado em favor do Sr. Miguel Guerra, visto ser
o dito Miguel Guerra devedor da quantia de um
cont de ris do mesmo abaixo assignado.
1. V. Girarde.
v#
Compra-se um carro americano de dous as-
sentos, c prompto para trabalhar: na ra do Im-
perador n. 22, primeiro andar.
Compram-se
Diarios a 0*000 a arroba : na ra Larga do Rosa-
rio, fabrica de cigarros n. 14.__________________
Vr.N0AS.
Ra lar^a da Rosario n. 22.
'
Mais pechinchas.
Buptis's, fazenda mui o fina d bonitas cores de
HiOO a o'OO rs. o covado.
Cas as muito bonitas ce 600 rs. a 280.
Pares de botes de plaqo fino para punhos de
la a 240.
Magos de pentes de alis r de 2'i00 a l
O Via na s vend- o que barato e bom, an
d m depre sa rorque o barato todos q.mueer
lil'A O B\RA0 DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Aeabam de rhegar muito hons pbnaM fortes : Je
elegantes modelos, dos mais no'aveis e bem co-
nheeidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Bloiidel, Heniy llns e I'leyel NVi.lff C. : no
ranor franeex, roa do llariw da Victoria, ju-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado irancez.
Botinas de luxo e phantazia, brincas pelas e de
differentes cores, tanto para senhora^, como pa-
ra meninas.
Sapatinlios com salto no rigor da moda, blancos
e de cores para noboraa.
Botinas de Melles, de Staier e de l'olak, para ho-
uiens.
Sapatos de cordavao Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-peiiieiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapa tos de verniz com salto para homens.
Abotinados de umitas quididades c preces para
meninos e meninas.
Sapatoes de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e reiilliil US.
Sapatos de tapete, ca;emira, charlot avelludado,
de tranca portUgDOZ e franecz.
No armazem do vapor francez, ra do Baro da
Victoria, oulr'ora Nova n, 7.
Perfumaras.
Finos extracto?, banhas, leos, opiata e pos den-
trilice, agua de II r de luranja, Bflia de toiie-
te, divina, florida, lavainle, pos de arroz, sato-
netes, cosmticos, muitos arligos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamanlios (Tagua de cologne, tudo de pri-
meira ipialidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Plver c Coiulray,
No armazem do vanor francez, roa do Bario da
Victoria, ontr'ora Nova n. 7.
Mascaras para o carnaval.
O mais importante sortimento que tem vndo de
mascaras de mas-a, de rame e de seda, nariz .
com ocolos, barbas etc., precna muito bara-
tos tanto em irosao eomo a rataiho.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outi'oia Nova n. 7.
Para viagens.
Mude boas malas e bobas para viageos dd o
de caininhos de ferro.
Estojos de viageos com os pertenees necessai
para barba.
No armazem do vapor francez, A ra do Baro
da Victoria, outr'ora No\a n. 7.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilhtr-
me, pernelras e meiaa pernelras para homens,
e mei.is perneiras para meninos.
No armazem do vapor franco', ra de Baro
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vinies.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarmcoe;, so-
fs, jardineiras, mesas, conversad ras e costu-
- reiras, tudo isto muito bom por si rom fortes e
leves, c os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recicios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quiiciuharias.
Arligos le ufmrtaubtm gos*to e
|V .-'i!llJ7.tl*i.
Espellios dourados para salas e gabinetes.
Loques para senhoias e para meninas.
Luvas de Joavin. do lio da Eso ci ra iorca.
Caixinhas de costura ornadas com musiea,
Albnns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas eom vidro de augmentar retratos
Diversas obras'de ouro bom de Ici garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para rel<
Brincos ijjiiiitaeao c botoes de punhos de plaqo.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cuuri-
nho de cores.
Novos objertos de phantazia para cima de mesa
e}oile!te,
l'incencz de edres, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oeulos de ac fina, e de todas as gradnac5es.
Bengalas de luxo, caima, com castoes de marfim.
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicoliiihos de baleia e de multas qualidadea di-
versas.
Espoias de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
J)itos de marfim mnito finos, para limpar cabeca.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteiiinlias de madreperula para dmheiro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda Brota para homens :
meninos.
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, d d
n e outros muitos differentes jog'uinhos i -
maes e l'iaucozes.
Malas, bolsas e saceos do viagem de mar o eami-
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil s
enancas.
A 640 rs.
Vendem-se dudas de carreteis de linha
jardas pelo diminuto preco de 640 rs.
isto s no Rival do Recife n. 50 A, ru
quez de Olinda.
da 200
duzia
ra do Mar
- Vende-se a casa de uwlhados, collocada na
estrada que vai do Porto da Madeira paca a po
voaeao de Beberibe, bem afreguezada e com pou-
cos fundos, propria para, principiante : quem
pretender dirija-se mesma taverna ou ra dos
Pires n. 37.
Manoel Joaquim Seve j-
nior.

D. Olympia Lins de Barros Seve,
ferida do mais
doloroso sen timen
to pela perda irreparavel de seu
presado e charo esposo Maooel
Joaquim Se ve Jnior, convida, para
assistir aos ltimos suffragios que
pelo seu eterno repousa se celebrarlo- hoje
as 9 horas da rnanh, na capella do cemiterio pu-
blico, aos seus parentes e aos prenlos e amigas
do nado.
Mesa elstica.
Vende-se urna ptima mesa parajantar, ingleza,
muito bem construida, e elegante c por preeo ra-
zoaveJ; armazem da Travessa do Corpo Santo n.
83^________________________________________
Grades de ferro.
Vendem-se grades de ferro propria s para ter-
rados, e por commodo precj : na ra, da Roda
n. 36.
VENDE-SE
urna taverna na ra de S. Miguel n. 68, em Ar-
gados, propria para principiante : quem a pre-
tender dirija-se a mesma que achara com quem
tratar.
ado
O abaixo assignado declara (jue coinprou a
taverna sita na ra da Restauraeao n. 36, antiga
ra da Guia, livre e desembaracada de qualquer
debito, e pertcnTente ao Sr. Genuino Carneiro da
Cunha : se alguem se julgar com direito mes-
ma, apresente-se no nrazo de 3 dias, a contar da
data deste, lindos os quaes nao se atteoder re-
clamad-So alguma.
Recife, 31 de Janeiro de 1873.
Joaquim Goncalves de .IrtdrgJ
Acha-se fgido desde o dia 12 de dezem-
Iro do anno prximo passado o moleque AJtino,
de lo para 16 annos de idade, com os signaos
seguintee : edr fula, secco do corpo, olhos vivos,
pernas finas, muito ladino, levon vestido calca
e eamisa de algodao de iistras; suppoe-se elle
andar mesmo plo Recjfe, ou pelo matto, na fre-
guezia de Ipojuca, no engenho Pinderama, onde
tem um i mo forro : roga-se a appreheusio do
dito escravo e leva-lo em Olinda no sitio deno-
minado Jardim Botan co, aos seus senhores, que
alm de gratos, recompeosarao generosamente.
Vende-se urna mulata, de trinia c tantos
annos, cozinba, lava, engomma c faz lodo serv -
otf de casa : a tratar na ra do Crtovello n. 23.
Para o carnaval!
Para o carnaval!
Pa?a o carnaval!
Vclbutina de todas as cores; s na ra Duque
de Caxias n. 60 A, toja da esoC?na, de Rento da
Silva A C.
Perfeita novidade.
Grampos com borbolelas, Ixjzouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra. do D que "
Caxias n. 60, receben novos grampos com bor-
bolelas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novidade. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acab.i ra.________
Vende-se uro cabriole! americano de dua*
rodas, pintado de novo ; para ver na floxeir>
do Sr. Pirrai o, ra das Flores, e a tratar na
ra do Fogo a, 20, ou da Penba n. 4.

Argnlitiias de marllni para as enancas niorderem,
bom para os denl s
Ber os de times pan embalancar crnela*.
CesMuhas de rimes para braco'de meiiiii.v
Carrinhos de ipiatro rodas para passeios do crian-
cas.
Vcnezianas transparentes para portas e jauellas.
neverboros transparentes para e:.ndieiros de gaz.
eom escolhidas vis-
magicas com ricas vistas de cores em
Esterescopos e cosmoramas
tas.
Lanteruas
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores pfra illuminaeSes de
festas.
Baldes areosla!icos de plpel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios svstemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinh8 e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas c laniernas. '
Tmteiros de louea branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua'
Quadros j promptos eom paysagena e ota .-uii
bsuimpas avulsas de santos, p'aysagcns e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas
Realejos harmnicos ou accordions de todos, os
tamaitos, e outros muitos arligos de qumqur
lliarias difliceis de nfencionar se.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de lodos
os brinquedos fabricados em differentes partta
da Europa para entretenimento das cri ancas ;
tudo a procos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, ra do Bario
da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
Mascaras.
Mascaras.
Masesns.
Ao ibam de chegar grandes facturas de matea?
ras com todos os sortimeoto, para vender-se em
grasan e a retalho : no .armazem do vapor fran-
cez, ra dy Bario da Victoria, outr'oraNova a 7.

c
_______

i




r
6
Diario de Pernambuco Quart feira 5 de Fevereiro de 1873.
Para scabar %t o flm do anno
Na ra da Imferatriz n. 60
DO PAVO

PEREIRA DA SILVA a O
Tendo os proprietarios deste grande estabelecimento, om avallado sortimento de
fazen Jas em ser, e desejan lo liquida-la, at o fira do correte anno, tem resol ido ven-
de-las por pregos muit > comtnodos, com o llt de apurar dinheiro, a vista do qoe
coavidam os llm. Srs. (befes de familia a virom sorti-re, n3o s de fazendas de prime-
ra.nessecidade, como do fazendas de laxo e gosto, das quaes encontrarSo om sorttmeto
das ruis novas do mercado, cbegadas pelos alimos vapores da Enropa.
FAZENDAS DE LE
CORTES DE :ASSAS A 20500 E 3J0OO.
O Pavio vende corto? de cassas de core,
com padres muito bonitos pelo barato
pre^o de 20500 e 30ODO.
CORTES DE CHITAS A 20400 E 2J880.
t 0 Pav5o vende cortes de rhitas francezas
pna3, com 10 covados pelo diminuto prego
de 201CO cada corte.
.. Ditas com 12 covados pelo prego de
20880 cada corte.
PEQ\S DE CHITAS A 702OO.
O PavSo vende pegas de cuitas fiaas, lin-
dissimos padres, leudo 30 covados cada
-pega, pelo birato prego de 70200 cada
orna milito barato.
LENCO'ES DE BRJANTE.
O Pavo vende leocos de bramante moi-
.to grandes, sendo deum panno s, pelo ba-
ratissimo prego de 20 00 cada om.
CHAILES BARATOS A 10000 E 20000.
O Pavao vende chaile de tarlatam gran-
des pelo barato prego d* 10000 e 20000.
Ditos de lia estampados imitago de
.perico 20OCO.
Ditos de quadros modernos, muito en-
"ornados 30000 e 4#000 ; assim como
grande sortimento dos mais 8nos cbailes
-.repon e merino qoe S-e vendem por pregos
jjnito em cont.
MADAPOLES.
Pegas de madapolSo francez muito fino
com 20 jardas a 505OC e C0OOO.
Ditos com 24 jardas muito superior a
60500 e 7000).
Dito inglez fazenda muito fina 50000,
60000 e 65500 at IftfOOO.
Ditos francezes e insflezes muito finos de
40 jardas para difieren'os pregos.
ALGODOZINHO.
O Pavo vende por prego muito tralo
pegas de algoJSozinbo americano muito
bom com 18 jardas 45000.
Dito com 24 jardas a 40500 e 50000
at 60000.
Dito largo marca T muito eocorpado a
60000.
ALGODO ENFESTADO.
O PavSo vende o verdadeiro e superior
llgodSoziobo de duas larguras para lenges,
Modo muito enoorpado I?5 00 cada vara.
Dito trancado da mesnM Irtrgnra 10280.
CHITAS LARGAS.
Pavo vende esus execelleotes chitas
francezas clara; e escaras com niuito bom
panno 240 ts. rada covado.
Dita mnito fina a 280, 320 e 360 rs.
Percaes finissimos miudiubjs a 300 e
100 ri. cada covado.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
>. parate propria p3ra vestidos a 205CO e
300*0.
Pega de dita muito fina com 10 jardas
tanto tapada como transparente a 40000,
50000 e 60000 at a mais fina que vem
ao mrcalo.
BRAMANTES PARA LENgO'ES.
O Pavo vende superior bramante de al-
godo leudo 6 palmos de largura que s
percisa de I '/i vara para om lengol, me-
tro 10600 e a vara 10800.
Dito de linho pnro so lerior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 23100.
Ditos francezes muito-finos a 20600 e
3.5000.
Peca Je Hamborgo e oanno de linho com
20 e 30 varas, para todos os pregos e
qualidade.
Pegas de bretanha de poro linho, tendo
30 jardas pelos pregos mais barato que se
;ea vk-to.
Pechiachi de Soissimo esguio socelena
sc-m ardas 70OOO.
Py4. 'i finissimo celona com 30 jardas
a 8"* atoalhado adamascado com 8 pal-
mos Ue brgnra a vara 20'"CO.
LAZINHAS DE FURTA CORES.
O Pavjd vende om e'egaote sortimento
de laoobas de farta cores qai briho qua-
sj como seda ten Jo da lodis as cores, e ven-
de 360 rs. o covado.
CALCAS DE CASEMIRA.
O Pavo 'em nm grande sortimento de
ca.gi de casimira, aseim como cortes o<
Bais modernos qoe tem vindo 003 ltimos
Ajerias e em fazenda da.) mais finas e mais
novas ao. mercado, e veode-ae por barato
prego para aporar dinbei.ro assim como cal-
as de brim brioso e de cores por pregos
muito razoaveis para aiabar.
CORTES DE PERCALIA COM DUASSAIAS
A 40000.
O Pavao vende bonitos cortes de precalia
com duas 6aias, sendo fazenda de mu.t i
gosto a 40000, pecninera.
TNICAS PRETAS.
7 O P.Ao receben om grande sortimento
das mais ri-.as tnicas de grs preto, rica-
mente afeitadas, e vende por prego razoa-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3500000 AT 600000.
O Pavo receben uro lindo eortimeoto
dos 'mis ricos corles de cambraia branca,
ricamente bor lados, o com todos os enfei
tes aeceesarios, e vende pelos pregos de-
350000 at-600000-, nao tem vini) nada
fflaii rico nem mais moderno.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A '0500, 80000 E 10000?.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados para cama e ,aneHas, qoe ven-
de Dlo barati prego de 7/J00; 80000 e
100000 o par, tendo at oor 180000, assim
comfl colchas da" damasco para camas de
aoivos, e. graade sortimento de taples tan-
to para 4cadeiras como para camas, pianos,
portas, efe, todo vende por pregos razoa-
Tfii,
FAZENDAS DE G03T0S
BAREJES DE SEDA A 1 0.0 E 1*400 O
COVADO
O Pavo receben pelo ultimo vapor
francez, om grande sortimento dos mais
lindos barejes de seda, sondo em cores
e gostos o melbor qoe tem indo ao mercado,
esta nova fazenda muito propria paca
vestidos para bailes ou casamentos, tendo
entre esta fazenda delicados padres bran-
cos proprio para vestidos de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 10500 e 0000 covado.
O Pavo recebeu om elegante sortimento
das mais modernas e (indas popelinas d
la e seda, e linbo e seda que vendan a
10500 e 20000 o covado, tendo pidre
listrados miado e gratos qoe parecer
propriameote seda, assim como das masmas
tambem tem brancas proprias para vestidos
de noiva.
NOVAS SEDAS A 20800
O Pavo vende bonita e moderna sedi
de ama s cor, tendo de todas as cores, com
delicado lavrores miodinhese vende a 20506
o covado para* vender barato.
CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
O Pavo vende bonitos cortes de-seda,
fizcoda de muito gosto, tendo 18 coados
cada corle e vende por 45SO00
Ditos de 20 covados a 500000
Sao muito baratas em relago superior
qualidade d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE-NO VID ADE
O PavSo vende um grande" sortimento
das mais modernas; baptistas com lista de
cor, proprias para vestido, com as cores mais
novas que tem vindo ao mercado sendo
muito mais largas do que as cortas francezas,
e vende pelo baratissimo prego de 500 rs.
cada covado.
OFFICINA DE ALFAItfTS NA LOJA DO
PAVAO-
Nes(3 grande estabelecimento encontrar
o r .-( .-tavel publico, ama bem montada&>
cia de alfaiale, onde se manda exeenfar
qualquer pega de obra, tanto para, homem,
como para meninos, com a maior pres-
tesa e perfeigo assim como para qoalqoer
luto que de repente apparega, lerdo na mes-
ma otticina om perito official destinado para
farda dos llm. Srs. officiaes de gearda na-
ciooal ou tropa de lioha, sendo esta oQicina
d:rigiia pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Carvalho.
NOVOS VESTIDOS A 40OOG.
O Pavo receben um eleganie sortimen-
to de novos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de cor, e vende pelo
barato prego de 40 cada um; nsito ba-
rato.
ESPARTILHOS A 30000.
O Pavo lem um grande soi tmenlo de
espartiihos, tanto para senhora como para
menina, qbe vende pelo baiato prego de
3/O0O. Dilos muito finos a 40030 a 50000,
sao dos mais moderos que tem viudo a o
mercado.
CHiTAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R3.
CHITAS A 240 RS.
O Pavo vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padroes claros e escuros, ptlo barato prego
dt. 240 rs. o covado, por ter um leve lo-
que de mofo : pechincha.
SAIAS A 20OCO.
SAIAS A 20000.
O Pavo vende saias brancas de orna s
P ; i com fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 20000 e
20600.
Ditas com pregas e bordados a 30000,
pechincha.
LIQUIDAQAO DE CALQAS DE CASEMIRA
O Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira de todas as cores e qoa
licldes, para todos os pregos, e desejmdo
omito li juida-las, resolven vende-las por
mn prego muito em cont), para diminuir a
grande porgo.
CORTES DE FUSTO PARA VESTIDOS A
30000.
O Pavo vende cortes de foslo branco.
ledo 12 covados para vestidas a 33000,
pechincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
60000.
O Pavo vende bonitos corles de cambraia
branca transparente, com bonitas vistas e
lavores, proprios para vestido, tendo 8 va*
ra.i cada corte, pelo barato prego de 60000,
pechincha.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavao vendo bonitas cassas francezas
com bouitos padres, e ,de muita phantasia
pelo baratissimo prego de 240 e 2801 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, naloja do PavSo.
BOURNUS A165OO.
O Pavo recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos josjtoMUie
at hoje sao conhecidos, e em relac^o ex-
cessivabarateza, convidam-se as Exrftas. Sras.
para as verem, para as*ira-admiraran o que
ha de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 60000.
O Pavo vende cortes de cambraia branca
coro linas e lavores da mesma odr, tendo fa-
zenda para um vestido, veada pela-barato
prego de C$000, por ser grande pft$hincha.
Ditos muito finos com habadiuhos blancos
bordados a 80000.
Ditos ditos com listas de cores a 40900 O
50000.
Ditos de cambraia branca eom 20 metros
de babadinhosde cores a 90000. F grande
pOohincaa na loja do Pavo.
111
t *
A MADRESILVA.
Praca da Independencia
ns. 38 e 40.
Acaba a Madresilva do receber diversos
pbjectos, CQuiQ.sejaui .
Ricos aderugos de madreperola braacose
de cores.
Diademas de raadreperola, ditos dourados,
ditos, de mas^sa qh b|Ufalo, ricamente enfeita-
dos, cruzes fingindo brilhautes, cassolelas de
pilqu com votas e sam ellas, imitando
ouro, pulseiras douradas, ditas imitando
tartaruga, rfcp.sortmenio de grampps para
caberlo, stuuV UoboliHas, bestiurws e beija-
flores e outras umitas quaiidades, tudo de
muito gosto, rico sortimento de gravatinhis
tjg,s'.parasihorii, sendo velludo, saa,
setim, gazo, escossezas e de una s cor, a-
zenda inteiramente novidade.
Lindo sortimento de leques de marftm,
madreperola, .tartaruga, ditos dourados, corp
seda e sem Uu al^m deuUis de oaUas mul-
tas qaalidades, que eniadonho serra mencio-
nar, tanto para senhoras' como1 para tne-
lnins.
lU'ot sortimento de ptiohos e golliuhas
bordadas en cambraia de linho ecamiinhas
bordadas para senhoras.
Bonitas guamigoes ou dragona para en-
feites de.Yestfdos, assim eomo os omito dse-
jados cordes de seda,< fazenda imeiramente
novidade oeste raercado^
Rico sortimento do'cai\inlias com prepa-
ros para costura, sendo de tampas de crvstal
e de.olras'mUitaa cpiatklades e taman'iios,
ditas para porta-joias, porta-extractos, rico
porta-relugiosv portu^-chantoe, porta-ciuzav
tjhteiroS, castigaes, tudo sao- objectos de
plaqu, proprios para presenHear a qyaiquer
pessoa,.assim, como diverso objectos para
esoriptotto facas para -cortar pnpel, carteiras
pjar notas caisas para idiosjihoros, caetas
bordadas- o lisas, maracas para eriarujas,. s-
netes para abrir firmas, caitascootendo urna
caeta, un lapis e um'oaiiivete', agulhe*ro6
e dedafts, todeVestes objectos sodemarfim^
fazenda inteiramente novidade, assirr coma
outros nvnitos -que 's'-a vista dos pretendent-
tesse podrfto-TBehCionar.
Vestuarios, para criangas, chapozmhos de
sed, sapatrotw de" merino e setimr incias
db'seda e de aJgodao, broncas e de cores, lu-
do par-baptisads.
KfdO sortimento' d Jxioadrcs para frian-
sls,. liga'S de seda para; senhoras, tenaos
brancos com ramageils, rweias de seda pr
senhoras e meninas, ditas de fio de Escoseiav
o melht que se pode desejar, assim com'
mcias de l, proprias para senhoras.
Rico fiortiiuenbxleescofae-eom costas de
baleia, mrcaetadns de modfeperola, pasa-
roupa. e cabello, erdeoutea* muitas quaS-
iGLHAS E LISB.\S PARA MACUICAS-
A-Madfosilva acaba de recefeer umicom-
pleto bortinwuto dt^agullias e liuhas brancas,
tc cores epretas para machinas-, dos fabri-
cantes Grover & Bakr's, assim como aguJhas
de todas'as quaiidades e linhas1 de seda para
bordar e para eos e sem ellos para noivas, fil-branco com
bonitas raraapuse cm 7 palmos de largura,
fazenda especial: sna Madres-vu
Rico sortimento V flores de Jaranja em
ramas- e sepas, do todos os taannos, para
enfeites- de vestidos uV noivas.
RiASortimento do oollarinhos e punhos
bordados e lisos, de linho-e algodo, para
honteos, assim coniochapos db-sal com
casto de marfim,; eoatros muitos a
TEM, Ai MADRESILVA
bonito sortimento .de jarros, cassigaec.com
pngentes> garrafas e copos para esp|ritos,
frasco, garratnihas de diversos gostos, pro-
pria? para toilettes, assim como acaba de re-
ceber um completo .-sortimenlo de-espeHios
de molduras douradas de todos- os taa-
nnos, de 3 a 9 .palmos.- de altura e largura
regular. .
A MADRESILVA '
acaba de receber um especial sortimento Je
luvas de Jouviu, brancas, pretas e-de cores,
para lioiiKMis.e senhosas, assim eomo tam-
bora para meninas e meninos de 3 annos
para cima.
BOLECAS.
Rico sortimeute de bonecas de todos os
taraanhos c.com rosto de cera.
BORDADOS.
A Madres*! va acaba de receber um rico
sortimento de .bordados em cambraia de li-
nho, fazenda interamente novidade ueste
mercado, seado babados e entreraeios.
Finalmente,,a Madresilva, atm dos artir
gos que vos faz rnengao, tem outros muitos
queeufadouho seria explicar-vos, porisso a
Madresilva espera que vos digneis visita-la
mais. a mido, a quajt vos ficar sempre
grata. _______
UltlUf lUIlillll
Pede obter em pouco lempo com o uso do melbor dos licoresa ijfjmada
HESPERIDINA
Fazjoito annos qoe ceBhecido este precioso tnico, e difficil achar orna peuoa-
qoe, tendo experimenudo peso*lmente, n3o falle em seo favor, j como bom estomacal
e apetiador, tomando em calix dalla antes de jantar, ou como facilitador da digestio
hmando-se depois.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, n3o ba om s habitante do BRASIL (a terr
especial das Iaranjaa) qoe i>ao conhega ai profriedades medicinaes da doarada frucw.
ora bem, a
MACHINAS
DE
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da ra No-
va o. 22, oo> gortimanl de machinas para
costura, das meiborea quaiidades que existe
na America, das quaes omitas j s3o bem
conhacidas pelos seus autores, como sejam;
Yv*eler WHson, Grover Baka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras mnilas.
que com a visl devero agradar aos com-
pradores.
Satas machinas tem a vantagem de faxer
0 trabalho qm trila costureiraff podem
fazer diariamentee cozem eom tanta per-
feic3o como as ais perfeias costureiras.
Garanle-se a sua boa qna<*dde e ensim-se
a trabalharcompeTfeigSo emaoenos de urna
bor. e os precoa sao. lao ctaunodos qoa
devem agradar aos pretendente<_______
hehmann FVr-es endeni
libras sterlinas : a' na do
Crespo n, I64 primeirwandar,
RrTAL SU IGIDO
Chegaram agolhas para- macfciuas, do 3-
bricanta Grover A Rjker. Dm\* a ggOOO.
MASCAItAS.
Amaral, .Nliaco & C. avisam a> rapaxeada ear-
navalasca e- aos habitantes do Gbo, Apipas?*,
Iguartss. Casa-Pr(e, Limoeiro, Afi>gados, Goj-an-
na, Santo AntSo, Nazarc(h, Vanea, Olinda, Mo-
-toeolonib e aos dmw amantes do- carnaval que
irecebaram nm rompido sortimento de mascan
dc pa^elo, sera, seda e rame, para qualquer
carcter ; e franjas, trancas domadas e pratea^
das, ealielleiras, laiUejoulas, vollas etc. Vendem-
se no Bazar Victoria, raa do Bario da Victoria
Iazab victoria.
Amoral, Xabuco & C. acaban) de receber da
Europa pelo ultimo vapor o seguinte, e convd:.m
> Exilias, senhoras a vinem ver:
Ricas cliapelinas para visita, de pnlha, fellro,
velludo e seda* a Rabagasres MontpeEfier, ultima
pst.
Ghapos de palha para pxssoio.
. Enfeites de Mida, de eores e para luto, para ca-
eea de Sra.
Costumes de-oanibiaia para Sra., contando ves-
tido, chapeo (fe- caneca e sol, tudv da mesma
Jiuenda e de ignaos enfeite*
Cortes de vestidos de la e seda, de cambraia
ho-dados aj-ullia, pintaiib e estampados, e de
baptisias de ijwts.
Elegantes gparnic.des de- cores para snhnra.
onleiiilo 1 parda brincos. Iialunte, inicuas,
1 djiadema o unaliinliolet;para cabelbh
lieqiii's de madreperola. binco c nut-imad i r
do rusa, laranjietc. etc. Iis'.> d bordados.
Leques de marlini, liso.-, (Miniados t >.iii soda,
laques de tartaruga.
Loques de madeira, sso ote. etc.
Vciulein-tu i* Razar Victom, RMb>Bar3
Victoria u 2.
em sen estado natnral tem um gosto pouco agradavet, e o mrito da Ilesperidina con-
siste em reter suas boas propriedtdea, e ao mesmo lempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONU oto te nada rjaa iavear as
melhores importages europeas de calbegoria semelhante. Estas, qnandb mnito, podem
ser gostosas, porm a Ilesperidina a combinado perfeita do
AGRADVEL E SAUDVEL
Para prova de qua um artigo no qnal pde-se ter inteira confianza, por aar pvro
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenameote approvada a autorizada pala
JUNTA DE HYG1ENE
do Rio de Janeiro, permitlindo sna livre elaboracao net imperio ; outra
BOA FTOV1
a acceitag2o geral que tem em todas as partes ocdoapreaantada. EM 1804 eslabe-
leceus a primeira fabrica em Buenos-A yres; em 1860 a-segooda em Moetavido; a
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaugurou-se a fabrica qee actealasafite
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a coala do Pacifico tem boa ameilacao,
tanto que rara a casa que considera completo sen aparador sem urna garrafa de
n
w
O bomem velho toma Ilesperidina para oble
VIGOR
O hornea doente toma Ilesperidina para ofcee*
SAUDE
O bomem dbil tona Hesperidlha para obter
Ros bailes as donzellas e os mogos tomam a tiesperidina para obter boa cor a
animao dorante oa loncos gyroa da
BARROS JNIOR di ., roa do Vigano Tenorio n. 7, 1 andar, receben eato
grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguintes :
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Z-ferina Carnero, ra do Comaoercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia n. 2.
Amonio Gomes Pires de C, ra da Cadeia.
Antonio Gomes Pires dr C., caes 22 de Novembro.
Gomes A IrmSo botel da Passagem.
Lziiibas para vestiilos a 320
r.ejs o covado
S oa rea do Du ra do Qaeimado, loja da.esquita, de Beato di
Silva i, G.
Clieguew punte anles!!
i s$wm i s$aw! :;>>oo!
Lindos chapeos campesos, da ultima moda,
para senhora, s na na do Duque de Caxias n.
O A, loja da esquina, de Denlo da Silva & C.
Venderse o sitio da irada da Crui de Almas,
que flea entre o do commendador Tasso e o do
desemftargador Ooria, cotneasa de vi venda, d fl-l
rentes arvoredo, grande haixa de oapin, etc.,
daado os fun.li para a estrada dos trufaos urna^
nos ao pe da cwtacao da Jaqueira : a tratar na>
ra do Amortin n. 37.
Farinha (lo mandioca a. 3$ o
sacco.
Na ra da-. Madre d Dos n. 7 ; a ella, em.
guanto nao so acaba,_______,_______^_
Diademas e attere^os de ma->
dreperola.
A loja da Aguia branca ra uo Duque. do
Caxias n. 50, recebaa urna, pequea porco de|
diadanaa, e adereoos de- madreperola, obras de
tqmrarin gwta______________________
Xarofe d'aigriao do Par
Aptift^c cwu .'itiuMlo. njedicAmerita pasa
uxa dnaaottMias. dos. ongfios respiratorios!,
me a Jly9ica-, bronehites, asthma, etc.,
pprtcafe amih com opfnos res^ludos no
escorbuto.
VenoVse no pknrraacia e drogara de>Bar-
tbolomen C, ra Larga do Rosario n. 3i.
HIIKU
VeDile--t) balancas declauM ant ps quto
coino. ( u.il-.- : na roa dn ImnTalor n. 29.
DEPGS TQ GEML
Phariitacia de P. Maurer &. (X
FPURAT"
!V0
olRG!BER"
Mea&TiO da Academia de Medicina de Pa-iz..
Kadico em chefo da Hospital de S. Luii
ACOafi I'OI|teA E INKALLIVEL
ila cuinjiii'tu na cura .-'-
MOLESTIAS DI PELUi ANTIGS
Virio do anguc. hnpl^ras, eaerofulda e
ite tocio* os iie*l das dornfa* rnnCiiiluiui^ (jpliHiiU-a)
leycn ou Inveteradas
K IIMIFI.MS A OVAlQCKn OVTDO T11ATAMKMO
Este XAIUU-K na.' u rcMc-Ui" .-.-
vaJo |iel,Aca.leraia de ediriua Je Pam. AU-m ilisso,
re$uJU das iuinif n sas cipcrii-Bcias feiUs Bits U ;V '<
de Pr3, de Londiej, etc., etf., qne este depurativo e o
melliur, o mais actito < o uns econmico.
Pabis, n" 2, ra Pois6onnres
Pharmacia DESLABR1ERS,, puccestoi- d Bostkjm
Dtposito em todauu l'hurumcw e casas Ue D.oi/us
^WMB^>
deVAUOUEUSH
Re^ulu dM j)hsery*^c* colUidY peta sunimi-
dades meilicaidei huapitaes de Uacis, que, o Xiirope
peitoral balsmico do oistincto e illiisfro profe-sor
Vaaqi;ili\ c eiupregado com succesdo sempre igual
para curar
A MrUWHK DOS BROCHIOS E FEEC{MS IJ ?T0
conbecidas pelo n<>me etc.
BROBCUSITES. AGUnAS 00 CHR0NICA3
A5THJ1AS. OPPRKS.--1S, CAIAKUU05
nefluxiis, Tosse.s rcbelilcs, ElUilCJo da. voz.
AMASSA.in-loseii nsofacjlcagradaTcb:;bor, .i
precioso medicamento para ai pcssoastine iajan:, w
stlnabrii/otiiu a [tillar milite, Parjs, Pbarru j
VAUQUKLItrl>RSLAUillS, na de CWry, 01,
luaiiii v Ut s PartKD t casu d*Or|ii.
l'nico-deposito, ;.ondeseadia av-nl-, ua
,casa da l?, Maurer ct ,C.
Rua do bnr-:> da Victarit n. -21-.
BARTHOLOMEU et C"
Pliarmaceuticos premiados em diversas exposicoes
n
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATIGO
ESPECIALIOADE
Novo tratamento da Asthma, tosse, convulsa, defluxo catarrhaes, e iodos os molestias dos pulmoes,
que tem feito importantes curas, e que boje o nico acceito pelos melhores Mdicos.
DEPOSITO GERAL, 34, ra Larga do Mario, PERNAMBUCO.
LI0UIOACA0
A
Din!
eiro
ExcllenlB toucihn ir.g!pi fin a'n< je tvMtv
libras'a 900 rs,. a Ta.: no armajera.dA Tasso
Irmics A C.TtM. do Amcmn n, 37.
Ltei sf rliaas.
Vni3a-sa no araasem do faienia '> Acgaap
f. da OUveira & C, a roa lo Comnwrcio o. %t.
Cuitas de cores a 200 e 240 ruis o covado.
Gambraias miudinhas, a 260 ris o covado.
-I.mi/inlas miudas ed listas, a 320 e 100
ris o-covado,
Ditos do fil fazenda moderna, a 400 ris o
covado.
Cambraia transparente fina, a 35 a peca.
Dita victoria fioa,. a 45> a pe^a.
Bramante de 4 larguras, a 1$600 a vara.
Casemira preta lina a 15600 o covado.
Brim hranco-de linho, a 1JU000 a vara.
20Ra do Crespo20
Cotas decores, a 1^800 IJI e 5? urna.
Lenc,oes de bramante a 29 n.
Cobrtasde chiUloriadas,a35 e3jp5U uini-
Ditas de chita sem forro, a 15800 urna.
Cobertores de la, oscuros, a 25 um.
Lancea de cassa ambanhados, a 25 a ilu/ia.
Toalhas aleochoadas,.gratules, a 05 a dtizia.
Brim pardo trancado lino, a i-OOe O r.;N o
covado.
|. Ctales de merinl lizos o estampado^, a 2-"*
um.
Loj
Venho antes que se acaben*!!
ja de GuDiernic L da nlia (.
. ; :;:.-!:>lkt.r.- '
Xovo estabelecimento
de joias.
....
" -
Ra lo lahiis n. 19.
^ Neste etabelecimento se encontrar
um bonito sortimento de joias que se
+g> vendano por tal pre?o que animar au
^ comprador, atiento ao vantajoso syste-
-ir.ina, ganhar pouco para vender iui-
I lo, que eertamente til ao compra-
dor e ao vendedor.
Tambem se compra ouro, prata e pe-
'
-->-
BICHAS DE KAMBRGO
As. mais recentes e utlliuros.
Voudeat-so tui paannacia o drogarad Bar-
tholomeu &C, ra Larga dnsario o R Ce
rvea
3
S
A verdadeira cerveja da Da viera, marca li:-
doira, deuprtior qualidade : veadem Tas<' Ir-
ruios 4 C eui seu armaieiu. da ra do Antariin
numer.) 37.
Veudc-se a tavunia da ra dos Anuiguinhr-
n. 20, oom poucos fundos, prepra pan princi-
piante, reparandoa bealoealidV
mesma.
bea localidade : a tratar n..
*** dras preciosas, bein eomo se fabrica c
^J coucerta toda e qnalquer obra.tendente JJ
j,' mesma arle, ..'.___.___..
'*?Wfffffff T-M-F? i-f fffTTSK i Fio d&aldao da Batea o cal-de Lisboa, r--
Cadeiras oratorias eom assen.o de palbinha eentemonte chegado : lia para vender no es-
iOOM cada urna no caes do Apollo, arma-' eriptnro de Joaquim Jo; Goncalves Beltrlo & Fi-
zern de Tasso lrmoa 4 C. lUjt, HU.da>C Pechincha em..sedas [.Ghapde sol de cabo de
Vendem-se superiores sedas de ce res com toque
de .mofo, pelas baratos precos def,00.rs. o covado
dai mais mofa4a*'e por 800 rs. o covado das mais
llmpas :-na ra Duque de Caxias n. S3:______
Ultimo gosto
Cadeirai prelas douradas e m&rbetadas &i ma-
drepero'a : nes armaucs d&Taso Irowo 4 C,
ao cae do Aoollo.

nwfima 13|000.
itncba : na luja da llosa branca,
irn. 56:
Iia& do" ultima gosto.
pecliincba ; n^Jja ^ B'sa branca, ra da
Iniperatrir n. 56:
A Roa Branca tom as mais lindas lis para \e-
IkIos o vek> a t' o cavado : na ra da Ii..-
necatr 9Cb>
Chapeos, para meninas de
idd 6" mezes at 10 an-
noi.
mui
moeratria n.
Antonio FerrefefeCHiven ia tentpal wn- ^^-^^^'SllSte
der emseu estabelecimentoruTda euXnbva r*h* '>"voc brua' a ffa iS
q. lj cinellad para hamens e seobocas, tapiancoj l Riffr
e sapjtos do tranca para os meamos, borracha "" pana limas, tudo de superior qualidade a per pre-1 Vende*) boNuaba pam lins.A>-oMkW
co commodo ppi- ler viudo de sua conta propria. aut a Cfuz a. 1.
}

K
'



Diafio tle Peraambuco Quarta fiara o de Fevereiro 'de 1#T8.

;


*. ^
Para SBttoivtts
_Riju5?m:s veos da'bleuJ, e*p?llas de cera, l-
ate; < matirprola e m9.s de seda, ludo espe-
ciiPBttMMa a mtfbor Viiend qo em v"uM a
este--mrcalo.
Fetfainarias
Norte artigo Dio dtm ar ptieaci*, basta
fliier-e f fabricantesJi>bn Gosoeill, tooray,
Lubto, Rimel e Lgrnd; jalas psrfamaria de3ta
vei vieram e(n vasos d nodellos doto*. qoe
peta iai Hegancia M torr. md proprios para ora
lindo precote.
Trancas e franjas de mia
branca.
Desia vez o sortimento "eio magnifico, faienia
maito boa, modellos noves e de todas as larguras.
Boaecas de borracha
Cesta? boneeas veio pequen porgar. A iter-
sos tiauntios.
Diademas
Liados e de modellos novos, velo eoosa muito
boa.
Quem duvictor venha ver
Decididamente a Magnolia ra Duuue de Ca-
xias n. i5, convencer aos seus amigo* fi egue-
zes, de sua e?pecialidade em correspondentes, -na
parle raais elegante do mundo ; agora mermo o
allimo vapor chegado da Eoropa trooxe ama par-
te de saas eneommeodas para o tempo de resta,
cooptando do segninte *
Para o bollo sexo
liodisji'mos brincos, alflaetes, erares, pulseiras
c tapetas de tartaruga bordadas a ouro, assim
como bonitos raropos com perolas e ontras pe-
dra para a eabeca : a Magnolia solicita do bello
sexo, que prima sempre no chique e oa moda, que
veoha ver e.......
Luso e bom gasto
Para eoriquecer e aformosear ama sala vieram
lindos jarros e jardmelras de porcelaoa muito Boa
e de bonitos modellos ioleirameote novo, coro
lindos desenos e d jurados; ajsim como ama es-
peiialidade em pannos d>. ebrechet p.ra sof e
ca deiras.
Qual
O moco chiqns a da moda que cao apreciar
urna linda guarolcio de miirm, madreperola, ouro
e piaqnet, cousa liadissinos. e de molde especial e
nunca viudo aqu; ronito bous chapeos de sol com
cabo de trnrlim e bengalas imitacSo de unicornio
con cab de madreperola. por cerlo oenhum dei-
xar de vir i loja da Magnolia ra Duque de
Caxias o. 45, escolher qualquer desles objectos :
eso jcaro I
OWSTlfACAO
Filante l
FVfsu
liu
Illa
IIEVUnfMOS
tllllM
s
^r?PM/mS C
rs^SB* Sebastopol^
ICOMOOOS PURGATIVA
TQMAL-ASA>DITAfSC

*\COMO DOSF. REFRESCANTE^
la
tltolMfr
K mimir
"/.
? ^V^^p' 6AUDE
DEPOSITO GERAL
Ha
Pharmacia e drogara
DB
BARrHOLOME & C.
34Rna larga do Rosario34
Obras de phanlasia.
do Duque de
sortimento de bo-
Fi*crlptoreoiiiiiercal,deconi-
niismiis e forense.
IXrZFELirPE I.EITE.
Ra do Oiro 165 1.
LISBOA.
Executa por commisso quaesquer ordens
das provincias do reino, ilhas c provincias
ultramarinas, bem como do Brasil e outros
paizes estrangeiros.
Retebe consignarn gneros nacionaes,
coltiiaes c do Brasil, para SGrem vendidos
no reino, ou lora tlelle.
E\ecuta ordens para compra e venda de
fundos pblicos, nacionaes e estrangeiros.
Trata da cobrawja dos respectivos dividen-
dos.
l'roinovem-se no inemo oscriptorios, in-
ventarios, liquidae/jes, causas civeis, criines
e commerciaes, appcllac,es c recurso de re-
vista,
Tem os melhores advogados na capital.
Trata-s da arrecadajo de heraucas c ad-
ministracao de bens no continente do reino.
Obtom-so documentos de qualquer dioce-
se, districto administrativo, concerno, ou fre-
guezia do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas.
Solicilam-sc dispensas matritnoniacs e
quaesquer outros breves apostlicos conce-
didos em Boma ou pela nunciatura em Lis-
boa, aniiullac.ao de ordens, o quaesquer ou-
tras dependencias dos tribunaas da Santa S.
N- B.As commissoes sao reguladas pela
praxe desta prnca.
Para os negocios de natureza especial,
como causas forenses, administrarlo debens,
etc., querendo-se, podo preceder accordo
previo conforme I natareza do negocio.
Esta casa tem correspondencias serias em
todos os pontos do reino, em Inglaterra, nn
frica portuguesa, em Maco (MMJj reino
de Sio,ilhas dos Ai ores e Cabo-Verde, e
acceita as propostas que das provincias do
imperio do Brasil lbe forem feitas por corres-
pondencia effectiva ou eventual. Na mo-
dicidade .de suas commisscs, na exactido
de suas contas e no crdito longamente esta-
belecido faz consistir toda a garanta de bom
acolhimento.
Para referencias em Lisboa, s casas ban-
carias do Sr. Fortunato Chamico Jnior, e
dos Srs. Fonsecas, SantDS & Vianna.
Lisboa, 13 de novembro de 1372._______
Mais delles.
Anneis elctricos.
Daquelles anneis elctricos, tao atis para c
nervoso, e que a Magnolia, ra Duque de Ca-
xias n. 45 tem vendido (orcao e qtw por serem
os nicos verdadeiros, .nuito tem aproveitado ;
pelo ultimo vapor veio nova remessa : eHes an-
tes que se acabom. Na Mignolia n. 45, ra Daque
de Caxias.
Ti
Charutos deHavana
Siipeirore
no escriptorio de Tasso Ii'mos k C, rtla do Amo-
rim n. 37.
Vende-se, arrenda se on permut-se, por.
trras que sirvam para plantar canna, urna padaria
sita oo pateo da feira inpovoado d*9 Minies; a
tratar com seu proprietario no mesmo povoado; e
para informacbes, com os Srs. Rocha Lima 4 Gui-
maraes, a roa do Born Jess (outr'ra da Cruz) n.
16, on com o Sr. Nicomedes Mara Freir, no
Cae do Apollo, n'esta c dade._______________
Attenco.
Veade-se do9 excellentes terrenos muito bons
para qualqner editicariio no lugar do Arraial, na
ra da Harmona, temi um 55 palmos de largu-
ra que extrema com o io Sr. Dr. Francisco de
Paula Salles, e o outro com oitenta e ritoco ditos de
largara, na mesma ra do lado do riakho, pre-
prio para plantacoes de capim oo do qualquer
verdura : a tratar com Rufino Manoel da Cruz
Cousseirq, em sua resitlencia. na ra do cpito
Antonio de Lima, em S;.nto Amaro n. 3c, ou cbi
saa offteina na ra do caes de Capibaribe n. b,
que MeBwr {todera escl.-ireeer aos preteadenteg.
VendiM* na rba do imperador B. 40 tn
cabrioiet americano de 4 rodas com 4 assento?,
novo e mnite elegante. ,
A toja da Aguia Branca, a ra
Caxhs n. 50, recebeu um bello
nitas e modernas obras de phantasia, sendo
Brinc s e cruzes pretas, com dourados e nedras.
Outros de n adrep rola queimada com bonitos
(nfeites de delicadas llores.
Ontros t'e lia i dourado cem p nge les de cores.
Outros encarnados c de bonit s moldes.
Rosetas de tino dourado com pedras brancas,
Aderecos d madreperola.
Ditos dourados com camapheo preto.
Ditos encarnados.
Ditos imitando folhas e flores naturaes.
Ca soletas de madreperola
Voltas de grossos aljofares de cor s.
Outras c-c ditos pret s com donrados.
Pulceiras de tartaruga com dourado.
Outras pretas.
Grampos pretos e de cores.
Bonitas abotoaduras de fino dourado, com pe-
dras, coral etc. para abertura de camisas.
Kotoes dourados e de outras qualidades, para
aberturas e collarinlios.
Novas gollinhas e pininos
bordados.
A loja da Aguia Branca ra do Duque de
de Caxias n. 50, recebeu novas gollinhas e pu-
nhos bordados, e outros enlutados com entremeta
e bicos ; assim como recebeu igualinen e novas
guarnieres de gravetas com franjas e lagos para
os cabellos, tudo do mclhpr c mais mod rnos gos-
tos.
Bonitos leques.
A loja da Aguia Branca, ra do Duque de
Caxias n, 50, recobcu bonit s leques d-perfeita
phantasia, pre o com dourados, e outros de apa-
rados gostos ; assim como recebeu ou ros de ma-
deira que se confuudc com o sndalo, e tem el-
los lindos coloridos n c ntro, e ainda assim ven-
de estes pelo barato prego de 4 000 cada um.
Vasos de crystal para toillet.
A loja da Aguia B anea, a ra do Duque de
Caxias n. 50, r cebeu bonitas garrafinhas de crys-
tal em par com ramagens douradas e mui pro-
prias para arranjos de toilet, etc,
Anneis e colares elctricos
A lo> d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu nova remessa dos proveitosos an-
neis e colares elctricos, e continua a recebe-los
mensalmento, pelo que sempre estar prvida de
taes objectos.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
50, recebeu novamente bonitos diademas dourados
e enfeitados com pedias e aljofares, obras de gos-
to e phantasia. Tambem recebeu novos grampos
pretos ou allinetes com flores para a eabeca.
Leques com bouquets e ou-
tros chinezes.
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu urna pequea quantidadc daquelles
bonitos leques com bouquets e outros chinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciar a pelle
A loja d'aguia branca a rna Duqne de Caxias
n. 50, recebeu cold" creme dos afamados fabrican-
tes Labio, Legram e Condray.
^Diademas e grampos de
ac,o.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novaniuiilo bonitos diade-
mas o gra'rpos de ajo.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, rna do Duqne de
Caxias recebeu, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com flores de cores, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
para barias e outros enfeiies de vestidos de gra-
nadme, uu'mediua, c outras fazendas transparen-
tes. Pela commodidade dos pre.os esses bicos tor-
nam-se mai commodo.s e pela novidade de gosto,
preferiveis a quaesquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra. do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e vende-as pelos baratos precos de 3,
4| e 6000. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
cao.__________________________________,
fp francezes sexlavados
De 45$000 a A5--000
o uiilhoiro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrilbar os pavimentos
terreos das casas, porquanto, pouco mais custan-
do do que os feitbs no paiz, sao, sem comparagao
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custam. alm disto menos da
decima parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de diflerentes mosaicos, os quaes nao estao
certamente ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empregados e proprios para as salas princi-
paes. Alm da vantagem que ha no empego
destes tijolos para os pavimentos terreos e casas
de campo, tem estes ainda a de serem os'melho-
res e mais proprios para ladrilhar cozinhas nos
sobrados da ridade, attento a sua solidez e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de serem assoalhadas as cozinhas todas de lijlo,
e nao s a parte junta ao fogo, no que at as
companhias de seguros se deveriam interessar.
Vendem-se nos armazens de farinha de Tasso Ir.
maos & C, no caes do Apollo.
Para acabar at o lim do mez
RA DO MRQUEZ DE DUNDA
OUTR'RA .
Cadeia do Recife n. 53
Tendo o novo proprietario de mudar os artigos deste estabelccimento, desejando li-
quidar at ao fim deste mez, tem resolvido vender por presos muito commodos cora o-fim
de apurar dinheiro e liquidar vista, pelo que convida aos Illms. Sr. ebefes de familia
a virem sortirem-se, pois a occasio opportuna.e encontrando um completo sortimento
de chapeos.
Chapeos de palha de ItaKa para senhoras e meninas, com enfeites e sem elles.
Chapeos de velludo com.enfeites. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
de diTerentf* qualidades, enfeitados, para senhoras e meninas. Chapeos de palha de Ita-
lia, enfeitados, para montara de campo. Chapeos de palha para homens e meninos, de
diflerentes qualidades. Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa pretos e de
cores, para homens. Chapeos de l para homem e menino. Chapeos altos de pello de seda
para homem.
Bonets de differentes qualidades, tanto de seda, como de palha de Italia, panno, case-
mira e alpaca, tanto pura homem como para menino.
Gorros de seda, velludo, l, tanto para homem como para menino.
E muitos outros artigos que s com a vista poderao ser examinados, aianca-se que
nao engeita-se dinheiro.

MAZEM DOS LEES
Ra Duque de Caxias n. 29.
0 proptietarios deste bem montado estabelecimeoto scientifkzm ao
speitavel publico drtta provincia qae se achara com um variado e completo sorti
(Dent de movis, tanto nacionaos como estrangeiros, sendo estes escolhidos por om doi
josios que se acha actualmente na Europa. 0 mesmo tem cootractado com os meihore
fabricantes daquellecoritioeofe as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na oflicma tem os mais Habis artistas deste genero, e por isso pedem qoe re*
aham visitar o estabelecment, aonde cncontrarSo a realidade do qoeacabam de expr
ne se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, a-
mrell", etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., goardi
vestido de amarello, goarda louca de nogtieira e o*e amarello com Umpo de pedra, apa
radores de dito dita, peti toilettes especialmente par /azer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secreta* ia- da Jacaranda e mogoocos tureiras ae mogno, san
asnos, thears para bordar, bercos, lavatorios1 com espelho, de pedra marmore e seos
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos qne deixamos de
mencionar por sobornar enfadonbo
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz u. 72
de Lourenco Pereira MendesGuimares
Declara ae respeitavel publico que, tendo concluido o consmo que fez em sen ea-
tabelecimento da roa da Imperatriz n. 72, declara que o sorbo de novas fazendas pro-
oroprias para a esta do natal, os preces s5o os mais baratos possiveis a saber : ,
LASINHAS A' 120 RS. CORTES DE BRIM A' 500.,
Yende-se I5asinhas para vestidos a 120 Vende se cortes de brim para caica a
100, 360, 400 e 500 rs. o covado. 10500 e 2<50. 0. aJ
OLINDENSE A 800 RS. MADAPOLO A' |#00.
Vende-se urna nova fazenda de seda e Vndese pecas do madapolSo a 34000.,
linho, por nome olindense, propria para 4(t)50(, 5,5000, 6^000 e 8)5000.
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado. chapeos de palha a 2#ooo.
ALPACAS DE CORES A 440 RS Veide-se chapeos de palha, de feltro
Yende-se alpacas de cores, lisas e lavra- de castor, para bomens e meninos, a
das, para vestidos de senhora, i 440, 500, 20500, 30 e 40000.

ALGODAO A' 40000,
Vende-se pecas de algodo americano,
4,50Gf, 5,5000 e OOOO.
BOTINAS PARA SENHORAS A 50000.
.
rs. o covado.
BAPTISTaS A 500 RS.
Vende-se nma nova fazenia por nome
baplislas, para vestidos, a 500 rs. o co
vado. Vende-se bolinas para senhora, a 5^000
SOTANAS A 6i0 RS. e 55500.
Vende-se nma nova fazenda de 15 e seda CAMBRAIAS A 30000.
por nome setanas, para vestidos de senho- yende-se pecas de cambraias lisas para
ras e meninas, a 640 rs. o covado. vestidos, a 30OCO 40000 e 50000.
PHANTASIA A 800 RS. CAMISAS BRANCAS A M000.
Vende-se orna nova fazenda lisa, por nome Vende se camisas brancas a 2<53C0 e 2J.
phanlasia, para vestido?, a 800 o covado. Diias de linho a 30, 30500. 40000 e |
Fiisto brauco a 390 rs. 54000.
Vende-se nst3o branco e de cores, para patitots de panno preto a 50000, 7*000'
vestidos, de senhora, a 32D e 400 rs. o co- e 8,5000. Palitois de casemira de cores, a
vado* n 40, 50000 e 80000.
CHITAS FRANCEZAS A 140 RS. "'sAPATOS DE TRAIGA A 10300.
J*?t* oas4oTS !caafV*!" VeDde-S8 saP2l8 de ,ran^a e ,apele-para
ras, a 240 280 30 e 360 r o covado. fa Jora mQ0 imo e2|.
1 i?.,. Aa Sapatos de casemira pretos a 20500, 30a
com 10 palmos de *., n r
iencoes, a 10600, Vende-se bramante
largura, proprio para
e 20200 o metro.
Grosdenaples preio a *ooo
Vende-se grosdenaple preto a
2*500, 3,5500 e 55000 o covado.
PANNO PRETO A 1/500.
CHALES A' 8C0 RS.
Vende-se chales de 13a cem quadros e ift
itras, a 800 rs. e 10000, ditos de carino
Q \ estampados, a 20000, 3,5500, 40 e 65000.
E outras muit-as fazendas aue fe vende
Vende-?e panno preto para caicas e pa- sem reserva de preco. na loja do barateira
lilots, a 10500, 20500, 30(00, 40000 e( Bazar Nacional.Roa da loperatm 0.
50000 o co\ado. 172.
ASerecos de bri-:
lhantes, esmeraldas!
rubins e perolas,
voltas de perolas.
Sw8sa$83W
Obras de ouroe
prata de todas as
qualidades.
a
ZEO DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRAUSE & C.
DE~^-
GOMES DE MATTOS, IRM.\0S
Reste importante estabeleciinento de primorosas jolas, achara orospcttavel
publico desta capital um grande e variado sortimento de joias de todos os
precos, queja existiam no Muzeo, que sero vendidas com grande reducoao
de preco, alm dos novos objectos recebidos directamente da Europa, que
se venderao por preco animador, bem como sejarn, aderecos de brilhantes,
pulseiras do ditos, broches e rosetas de dito* ditos de differontes pedrarias de
procos; anneis de .brilhantes c de esmeraldas, rubins e perolas, e de todos
mais objectos de valor, quepossam ser tosejados pelo bom gdsto e aprecodas
familias, que sabem dar valor a objectos de primor.
Os propietarios do MUZEO DE JOIAS, convidam as familias que se
queiram prever de excellentes joias, a virem escollio-Ias entre o variado
sortimento dellas, garantindo os proprietarios que sero sinceros para todos
que se dignarem procurar seu estabelccimento.
Entre o grande sortimento de brilhantes, esmeraldas, perolas, e obra
simplesmente de Ouro de lei, se ver um elegante sortimento de obras de
prata primorosamente trabalhadas, que tambem se vendem preco reduzido,
bem comb, relogios de ouro c prata dos melhores autores conhecidos, que
se vendem mediante pouco dinheiro e garanta dos donos deste estabelcci-
mento.
Os homens do centro, que precisaran de qualquer objecto de grande
ou pequeo valor, procurem o MUZEO DE JOIAS, que sero servidos com
attenco e sinceridade.
NOVA LOJA DE
N. 2 ARa do CabugN. 2
DE
IIIRROS A I II.HO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, c
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidara ao respeitavel publico a fazer una visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
CHAPEME DES DAMES
l(~|{iia doltarilo da Victoria--!6
ti
SEGttClXr economa e CELERIDAD
Obtem-se com o uso
DA
INJECCAO SHOST
nica, hygienica, radical e infallivol na cu-
ra das gohorheas, flores brancas c fluxos d
toda especie, recentes ou chrnicas; e que
Os moradores do Poco da Panella e seus subr- offerece como garanta de salutares resultados
bios necessariamente devem receber em suai ca- ron1nn!Uja nnnipar5n nnp spmhrp rom a
sas algunas visitas na vspero e dia da festa da a c?n"nuaaa appticacao que sempre cora a
padroeira daquella freguezia c por isso preciso maior vantagem se tem feito della nos hos-
que de antemo se faca uma^grnde revolucao pitaes de Pris.
A este ostabelecimento acaba de chegar grande novidade como seja: ebapehnas de palha e de, -
eareurao ricamente enfeitadas. chapeos de palha dltalia furnias as mais modernas, grande sooi-
ment de chapeos, chapelinas para luto c tambem lis muito procuradas meias chapelinas de TCie
turna tanta falta no mercado. Recebeu tambem diademas de ac o de metal dourado e grande sor-
tiih.mto de borboletas e flores de metal dourado em grampos que vende de H ate 125 o par, portanto
pedimos as Exmas senhoras que queiram visitar nosso estabelecimento que nelle encontrara manos
objectos de gosto.
Ugfc^K lgico!
A. cosinlia, a dispensa, os a-
paradores e a mesa.
Milagrosa cnlinilina.
Contra panos, sardas e manchas
da pelle.
Belleza do rosto e brllh da
cutis.
Vende-se na loja dos Srs. S Leito, Fonceca &
G: ra do Duque de Caxias n. 45.
Prnambuco.
augmentando, sortindoe recheiando axozitriia,
a dispensa, o; aparadores e a mesa (j se sabe;
com iguarias gratas ao paladar) sem o que nao
se pode passar um dia folgazao e regalado.
Queris que principie a vos indicar um meio
fcil para conseguirdes o fim a que vos (levis
propor para transformares, augmentares, sortpes
e recheiares as vossas eozinhas, dispensas, apa-
radores e mesas ? nada mais fcil...
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ruLargado Rosario n. 34
H
11
O baealbao da Nortega, ere- csixas e uias
ditas : OO cues da AlLudega o. 1, armateai de
Taasn Irmi A C.
^- Vendem-se oito seravas, urnas com habili-
dades e outras sem ellas, de 14 a 3 annos, bem
como dou arttos de io avnos, robustos : na ra
de Hbrts n. 96.
CARNAVAL!
Horradla para limas.
Vende-se borracha de primeira qualdade para
limas de cheiro, nos seguintes lugares : na phar-
macia Control ra do Imperador n. 38, na mes-
ma ra n. 22 o ao pateo da matriz de Santo An-
tonio m. 4, por preco razoavel. __________
Ide a ra do imperador n. 24,
onde vires urna casa com a (ren-
te pintada de encarnado, tendo um lampe) pen-
durado, cujo letreiro se l o seguate : Confei-
taria do Campos.
ella I... E ella !... ella....
Ah deve-se entrar e cncommendar-para cada
casa o seguinte:
i Fiambre preparado.
1 Bolo ingiez.
1 Pao-de-l.
1 Pudn de pao, arroz ou tapioca.
1 empada de carnario oa gaflraha.
1 Torta de fru.-ta.
100 pastis diversos,
1 Per assado no foriio.
1 Peixc idem dem.
1 Gatheairx di la reine.
Vinhos, cervja?, licrea, botaehiiua, twt-nbos
para cha, cha verde superior, pa>, figos, amei-
xas e tudo mais que mesmo impossivl lem-
brar.
S nella, s nella.
Na confeitaria do Canpos.
JARROS
om tripas e dobrsda da
ada om : lo armazem
ra do Amorim o. 37.
varea iogleza a
de Tao Iroiaoi
4*000
& C,
Machinas para limas.
Vende-se ptimas, e mullo convenientes para o
fabrico das mesmas : na pharmacia de Ferrelra
& C, ra larga do Rosario n. 10, e na praea flo
Conde d'Ed n. 19, casa do Sr. Antonio M. M. Fer-
reira.
A COROA DE OURO.
4 ra da Imperatriz
n. 5#.
' Acabado receber de conta propria,
pelo ultimo vapor da Europa, uro com- A
pleto sortimento de objectos de prata
, os mais lindos que tem vinde a ste ier- i
Cdo, serrdo os scgints': aderecos de
flla-grarm, obra de apurado gosto, vol-
tas, brincos, rozetaai oajvas, relogios,
fi palhileiros, colheres etc etc., pelos pre- (
. sos mais resumidos psMveis. AsSltn s
coma um completo sorfimertto de obras 4|
de 6uro : anneis de brilhantes, roleta, '
aderecos etc. o tambero sem brilhantes. (n
TambraiaT


i
ai
3 o;/h.'j 3
80091 O
:
.1 ,9
v aiaig
t.7i*
nJiiiin.*..ei
Samuel Power Johns-
ton & C.
Rua do Apollo n. 38 e 46
a $> a peca.
QMflrato. -aupurento fita a 31 a pe$a: na
ru*d Grteapo n. 20, loja de Guilberme C. da
Ctt^a. Vendem-se
daos casas terreas por pre?o comiBOdo, e alguns
bons terrenos planudos com capim de planta,
tudo no Porto da Madeira em BeberilJe : a tratar
com Tas frqos & C.
Fazem sciente aos seus freguezes qae teem
mudado o sea deposito de machinas a va-
por, moendas o laxas da muito acreditad
fabrica de Lovrlloor para rna do Apollo n.
38 e 40, onde oontmnun a ter o mesmo sor-
timento do costme.
Fazem sciwe tambem qoe teem feito om
rranjo co a tendido gcval, pelo qoe po-
dem offerecor-so para asseotar qoalqner
machinismo e mesmo garant lo.
Appare.bo para fabricar -g5j*c|TR|t|IHiAL
nicos agentes em Pernamoafo a foodicSo gcral.
Para tratar ero aea escriptorio a ra do Apollo n. 38 s W.
Os proprietarios da ondicao geral fartm ,
sdentes aos senhores de engenbo elHMs-
pessoas, qne teem esttbekoto rjma (unte-
S.i de Wrro e brooxe a roa io Brum, jaf ?:
to a 5lacio dos bonds, onda aprontarlo
qaalquer obra de enoommenda com perfei-
cio e promptidio.
Os me?oos rogam as pessoas ue quet-x
ram otilisar-se de sens servidos de deixa-t,
rem as eoeomaeodas em casa dos Srs. Sa-^
mnel Power Johoslon C a roa do. Apol-
lo n. 38 e 40, onde achario pessoa habili-
tada com quem oo?sin aodor-i..
a|MMH.
kfl
I IM


8
Diario de Pernambuco Quarta feira 5 de Fevereiro de 18?3.
MTTERAmA,
A' restonrjncilo do Pernain-
Meu.
AO.n St.NIIORES SOCIOS lrCN IADORES DO INS-
TITUTO AHC.IIEOl OC.IC.O
K OKOGHAPUK.O 1'ER!AMUIV..V.\'0.
Jim longaa remotas oras,
Quando os rochedos arden los
Brotavain verdes aumentes
No deserto abrasador ;
l: quaiiilo os mares o ros
Que revoltosos bramian]
De cht're sern verliam
Em ondas do sangue e dr ;
E quando a voz das montanhas
Em labaredas fervontes
Prega va ao mundo o as gentes
As leis sublimes dos cos ;
Quando o povo altivo c oreute
tm suas santas doutrinas
S recouliccia as divinas
Instituices de seu Deus ;
Ergueu-se a voz de um monai cha
Contra os cos e contra a trra,
Causando intestina guerra
Por meio de leis brotaos ;
Eem seu orgulho inmerso
Se iuigandu soberano,
Fez-so nina fora, um tyranno,
A*s seus instinctos fataes.
Lina raen heroica e nobre
Sob i) seu jugo gomia.
Sobre a qual a tyrannia
Ello oxercia cruel.
PoV ser a prole bemdita
Qifa segundo as propheeias
Traria ao inundo o Messias,
O Salvador de Israel.
Lila ao Eterno clamava
N6 peias do despotismo ;
As plantas do servilismo,
Na? calcetas ila oppresso.
0 iSylo transborda em sangue
>os nossos filhos queridos,
Ouvi-nos, Deus, os gemidos,
Tirai-nos da escravidao !
ii Vos que libortastes Joas
Das entranbas da baleia,
E das mos dos de ('baldea
k I.oth, Moyss, Abraho ;
Vos que vivis as alturas
rara cuidar dos humanos,
tivrai-nos desses tyrannes,
funde de nos compaixo !
"( AS proprias feras navegar.)
<" Pelos bosques livremeute ;
Gozam da relva virente,
Do ar, da luz e do amor ;
Mas nos em nosso retiro,
n tsentos desses encantos,
(i $ temos nos olhos prantos,
S vemos no peito horror !
Coifados (iemiam, tristes,
Atbelos, desam[tarados.
Por mil settas traspassados
Ao fugo vil da oppresso.
Mas, Deus o i viudo seus pra ritos,
Ordena por seus gemidos
Dous archanjos destemidos
Para, sua redempoo.
-Ir
Vo- ter do raonarcha tace ;
Me lonha fatalidade !
liitmiam-lhe a liberdade
i)o santo povo de Deus.
-Mas o inonarcba orgulhoso
Desofendo da Providencia,
NegVlhe a propria existencia,
li -ogue os caprichos seus.
TraVs-se a lula tremenda !...
Ha dous combates renhidos,
Ao sopro dos quaos rendido;
F.oram os poyos reaes.
Humilha se o rei perverso,
Ao ver que os hebreos marchando
Abandonavam-o, cantando
Id/llios de amor e paz.
Mj- inda assim os persegue ;
Km, seu orgulho fendu
-
Si
P0.LHKTIM
A VISGiSCA DA IAR0XEZA
PELO
ViSCONDE PONSON DtJ TERRAIL.
SEGUNDA PARTE
A. crenla.
(Contiuuarao do u. 27).
XI
Oo ou hlitos, o balito fri e cadenciado
do homm o a respirado offcganto c apros-
sada de animal, eruzaram-se, o olhar soce-
gado e terrivel do primeiro encontrou o
olbar feroz do segundo.
Depois, como dous amistas que se mo-
dera durante um segundo antes da luta,
contemplaram-se amediram-secom o olbar,
ora momento antes que os bracos do um se
tiescruzassem e que os queixos do outro se
abrissem. ."
E como o monstro hesita .a anda, ten-
tando recuar ainda um passo, e nao o po-
dendufazer.'ohomcm estndeu os bracos,
, mais rpido que o pensamento, agarrou
em as suas mos finas e aristocrticas na
cuela aborta do javali, atravz da qual pas-
sava a terrivel tromba, e apertou com tanta
forca essa guela, que a fecbou violentamen-
te, abalando na garganta lo monstro um
grunhido de dr.
0 .javali empinou-se, o seu musculoso
pescoco iuiciricou-se; depois, por um re-
pentino movimento, tentou desprendero
focinhodas mos do baro.
SoUtivesse conseguido o barao eslava
perdido ; a terrivel tromba estripava-o. Mas
as suas mos nao largaran a guela espu-
mante, pelo contrario apertiram-a com mais
forga ainda, esmagando, por assim dizer,
as fossas nasaes e interrompendo-lhe a res-
piraban. '
0 rochedo, ao qual o monstro se tinha
enoosjtodo, tornava-se-lhe fatal, impossbi-
litando-o de recusa-, e depois de se ter le-
vantlo as patas trazeiras, todo e qual-
querimovimeuto lhe fieou paralysado.
Por essa urna terrivel luta entre esse* bo-
rn 'iraplacavel e socegado, fitando os seus
olhos. brillantes nos olhos espantados do
monstro, e esse monstro que se debata con-
Ylfaente tentando esc vo fugir dessa
gigfra&a prcisao, c escalan' a essa agona
Nao se julgaudo rendido
Tentou os fazer voltar'.
Enehorga ao longe os levitas
Em um outeiro acampados,
Fustiga os coreis ousados,
Mas j alcane.a-os no mar.
V os archanjos da gloria
Sboh vagas apartando
E por seu leito passando
Toda a hebrea multido
Zomba allim da Providencia ;
Arroja-se ao precipicio,
Mas vio nhi seu flngicio
Ter pena de Talio !...
Depois na face azulada
Do mar se -va lanzados
Espectros despedazados
De urna orgia de pagaos...
Era urna c'ra e um sceptro
Por entre as vagas rolando ;
Era um tyranno nadando
No sangue dos seus irmos !
Foi sempre esse o destino
Dos tv ra 11 ios sobre a trra
E nao sei que horror encona
Essa raoa de viles,
Que sempre passam seus das
A liberdade esmagando.
Para morrerein nadando
No sangue das tnultides !
E qunnto i sublime historia
Dos filhos da independencia,
Sempre foi a Omnipotencia
Sen rgimen liberal.
Nunca a honra e seus direilos
Foram sempre conculcados,
Nem sempre subjugados
Por um governo venal!...
Senhores, a mesma scena
Que no Egypto se dra,
N'um slo de primavera,
Dobaixo de um eo de ail;
Aos raios do un sol ardente
De um rio pelas fronteiras ;
Para glorias brasileiras
Deu-se tambem no Brasil I
Aquellos brazes que os povo*
ia de Israel conquistaram,
Quando as grilhtas quebrara)a
Da ferrenha escravidao ;
E ebrios de f e gloria
Santos'prodigios obrando
Entraran) por Deus cantando
Na tena da promisso ;
Foram tambem conquistados
Por esses hroes gigantes,
Que com seus gladios brilhantes
Hojaram res i seus ps,
Quando abrasados no fogo
Do santo patrio lisian
Se erguoram do servilismo
Do prostituto hollaiidez I
Qual Moyss prodigioso
Formando do mar muralhas,
Ao sibilar das metralhas
Que ribombavam no ar,
Negreiros em nao de gloria
S com Deus e quasi- exange
Arroja-se a um mar de sangue
P'ra sua patria salvar !
Vieira e llenriqne Das
Como seus rivaes no brilho,
Em breve seguem-lhe o tlilho
Nos hombros levando a cruz;
No mesmo abysmo se arrojain
Como loucos inspirados
Dos gladios ensangiientados
Fazendo jorrar a luz !
Goube porm a Vieira,
Reconquistar dos profanos
Aps lutar trinta anuos
Na Babylonia infernal,
As chaves do tabernculo
Ondejaziam privados
Os resplendores sagrados
Do thesouro universal!...
da cstrangulaco que chogava vagarosa,
inexoravel, cobrindo-lhe os olhos com urna
nuvern do sangue.
Quauto tempo durou essa luta ? cinco
minutos talvez na realidadc, urna hora para
o horaem, um seculo para o animal, urna
eterui lade para a creoula, rojo cavallo in-J
telligente, espectador desse combate sem
precedente, afilava as orelhas o estremeca
debaixo dola.
Emfim um ultimo eslretorv imi ultimo
grunhido abafado sabio atravz dos dedos
do baro, da guela estrangulada, do foci-
uho esmagado do raonstro...
E o monstro foi-se inclinando pouca a
pouco, e sempre acompanhado pela terrivel
presso das mos do baro, deitou-se a meio
no solo.
O senhor de Nossac apertou durante um
minuto ainda, durante ainda um minuto pa-
receu querer incrustar o marfim das suas
mos as carnes palpitantes do seu adver-
sario...
Depois, emfim, urna das suas raaos aban-
donou o pescogo para agarrar urna das
pernas trazeiras^ do javali, e levantando-a,
balanceou-o por cima do valle, cujo ultimo
plano so achava seto ou oito ps mais baixo do
que o rochedo, theatro do seu trgico duello,
eatuou-o cenvulsivojainda, masjj sem for-
jas, para um monto de podras onde ca-
do inerte esoltou o ultimo suspiro. -
Ento o encanto impregnado de horror
qne fascinavaa creoula, quebrou-se, o exha-
lando um grito que nenhuma penna poderia
descrever, que nenhuma voz humana pode-
ria roproduzir, impellio o seu cavallo para
o baro que nha de novo cruzado os bra-
cos sobre o peito, e com um sorriso de tri-
umpho nos labios, to socegado como antes
da luta, mas empallidecido pelo esforz su-
premo que acabava de fazer, a esperava
iramovel e de p, sobre esse rochedo que
elle tinha immortalisado.
A creoula, chegada a dez passos do senhor
de Nossac, precipitou-se abaixo do seu ca-
vallo e correu para elle, paluda, offegante,
quasi to fatigada como elle pelo estorco mo-
ral com que tinha acompanhado o seu es-
forco real.
__Meu Deus 1 murmuro. ella em voz
extractanao est ferido I
Elle sorrio-se, quiz fallar e nao o pode
conseguir.
Oh I do certo o est contrauou ella
com desespero.
Acabava de ver a espuma ensangrentada
Nesse dia memora vel
Rosplandeoeu nossa sorte !
0 frico venceu ao forte
Porque o eco protege aos seus.
Rasgaram-se as nuvens negras
Aos raios da tempestado,
Quando ao sol da liberdade
Surgi da tormenta Deus !..
Vos, pois, cuja idea santa
E' perscrutar o passado,
Esse reinado encantado
Dos tempos as serraoes,
Para levardes um brado
Por esse deserto escuro
As gorac,es do futuro,
Das modernas gerar6es;
Relendo os nobres exemplos
Da nossa maioridade;
Deveis ter a liberdade
tlravada no cora^io :
Ella e a espada brilhante
Que forma do co os bravos ;
Por ella nao ha escravos ;
bein ella nao ha razo I
E' ella que tem plantado
No lar santo das ideas
As divinas epopas
Que ornamntala as nacoes ;
A coastellaco sublime
Que em nortea de tempestado
Ulumina a humauidade
^o mar das revoluces !
Foi ella que a raga hebrea
Libertou da tyrannia;
Que os mythos da idolatra
Despedacuu pela cruz ;
Que nos deserlos d'Arabia,
Na Palestina, no Egypto,
Fez de montes de granito
Vulces ardentes de luz I
Sejamos portante amantes
Dessa celeste herona,
Qu'inda a raga predomina
Dos Pharas da oppresso.
A ella e a Deus, apenas
llevemos votar as glorias
Das sacrosantas victorias
Da nossa restaurado !...
Reeife 1873.
Pf.i.ino Guedk.s.
DISCURSO NA 1.' CONFERENCIA EXTRAORDINA-
RIA DAUKllO DO SORTEPELO SEU PRESI-
DENTE DU. AI'RIGIO IUSTTIANO DA SIIXA
r,l'IMAR.\ES.
Meus i Ilustres amigos.A doenga, que
miaba quasi constantes companheira, por
mais desagrados que lhe eu mostr, foi cau-
sa de s agora, e ainda doente, poder o vos-
so presidente offerecer-vos o abraco de agra-
decimento, pela immerecida houra que lhe fi-
zestes.
Eis-me aqui, meus amigos, para ajudar-
vos no patritico servico das nossas grandes
ideas. Se nao vos trago cabedaes tle scien-
cia, trago-vos (haveis de perraittirque o diga)
o thesouro de urna consciencia limpa e tran-
quilla.
Como a todos vos, s me inspiram aqui
as grandes ideas, s miro alvos elevadis-
siraos.
E' verdade que, para chegar ao termo da
viagem, temos de subir montanhas ingremes
e pedregosas, atravessar valles sombros e
paludosos ; e tudo isto a p que assim an-
dam sempre os romeirosdas grandes ideas...
Mas ha tanta placidez em nossa alma,
ha tanto riso e tanta luz no objectivo da
nossa viagem, que nem nos apercehjemos,
eu o espero, das asperezas e ingra ^s do
caminho. ^f
Quando nos congregamos, a conversar so-
bre as bases da nossa vida societaria, duas
ideas nos dominaram : honrar o nosso pas-
sado revivendo as nossas glorias, e preparar
o futuro com as santas lines patriticas des-
se passado ; animar as lettras da provincia,
concorrendo quanto em nos caiba, para que
os respectivos esforcos aqui feitos, e em to/lo
0 norte do imperio, nao se percam, comoj
tudo o que nosso se vai perdendo, nessa
idolatra geral, em tudo e por tudo, pela
corte do Rio de Janeiro.
Em summa : descentralisar a historia (que
que o monstro tinha babado sobre as mos
brancas do baro.
Naodisse elle por um signal, mos-
trando o animal.
Depois, recuperando a voz accreseentou r
E' o sangue delle I
Ento, esse homsm to forte at all, esse
bomom que nao tinha empallidecido nem
tremido diante de um perigo mortal, sentio-
se acoramettido por urna estranha fraqueza,
Sor urna comraoco extraordinaria diaate
essa mulher que fitava nelle um olbar ar-
dente, e vacillou.
Ella amparou-o nos brae-os.
Perdo murmucou ellemas aper-
tei tanto... tanto...
- E desmaiou.
A creoula correu para o fio d'agua que
corra no fundo do valle, e pegando no
seu chapeo de amazona, cuja penna se tinha
quebrado atravz das moutas, converteu-o
em vaso e encheu-o.
Depois, voltou para o baro e atirou-lhe
o contedo ao rosto.
E, como a agua era impotente para o rea-
nimar, sentou-se junto delle, tomou entre as
mos a sua caboca paluda, enoostou-o aos
jolhos e imprimi os seus labios ardentes
na sua fronte, da qual corra um suor ge-
lado.
O contacto dessa bocea fez instantnea-
mente abrir os olhos ao baro, que soltou um
grito doalegria, vendo inclinado para elle o
rosto comraovido e trmulo dessa mulher,
pela qual elle acabava do affrontar a morte.
Ento a creoula sentio que cprava, e aju-
dando-o a sentar-se, levantou-se com digni-
dade e retirou-se para longe.
J tempo, senhora murmuro o
senhor de Nossac.
Que querdizer 7perguntou ella per-
turbada.
Adivinhei-a, debalde tentara occul-
tar-me...
Mas o que?disse ella cada vez mais
comraovida.
' Ama-me I disse o bario triura-
phante.
0 senhor de Nossac esperava urna dessas
palavras, um desses impulsos que sahem do
coraco, s horas da paixo, e que nada pa-
rece poder suspender.
Nao aconteceu, com tudo, a'ssim ; a creou-
la, por urna dessas reac^es sbitas, cujo
sogredo s certas mulheres possuera, e que
sao nellas como urna prova irrecusavel do
desptico dominio da razo 0.dMH|uc Trio
nos dascouhecem as glorias] ; descentrali-
sar as lettras (que nos desconhecera os me-
rec montos) .
E por que a historia de Pernambuco se en-
trelaza das nossas irrasdo norte, e porque
ha urna natural confraternidade nos labores
de todo o genero emprehendidos nesta parte
do imperio, porque nos do norto soflremos
todos do mosmo mal, d'aqui o titulo que
adorna a nossa sociedade, e que implica os
seus nobrs fins.
Unidos, sem intuitos de urna poltica es-
tragadora de actualidade, discutindo ideas
nao partidos, sera intuitos de quebra da in-
tegridade do imperio, mas sectarios firmes
de urna poltica de futuro, nsoparavol dos
estudos histricos feitos com animo patriti-
co, e dos labores litterarios emprehendidos
fiara instruir e conseguintemente para me-
borar a sociedade ; com taos vistas pode-
mos fazer alguma cousa pelo norte do impe-
rio, e portanto pelo imperio.
Nao se pode, porm, preparar o futuro
com o estudo do passado, fazendo-se com-
pleta abstraeco do presente : passando
pelo presente, que atoa histrica ha de che-
gar ao futuro.
Depois das nossas primeiras conferencias,
graves acontecimentos se tem dado na socie-
dade pernambucana, symptomas de um gra-
vo attentado que se prepara contra todo o
Brasil. E' o jesuitismo, expulso em velbas
eras, expulso modernamente de militas so-
ciedades civilisadas, que vem ferir a sua
primeira grande batalha em Pernambuco,
neste Pernambuco que j foi chamado ledo do
norte. Presos corto em tudo, ha de ain-
da licar o nosso pensamento Roma, ha do
ser, de facto, derogada a legislaco que o pro-
tege, por que os jesutas assim querem, por-
que os jesutas governam era Roma o papa,
e por toda a parte os bispos !
A Unlo do Norte, en ten do eu 'mas sub-
mottor-inc-he ao vosso alvitre,, nao pode
voltar cara a este combate.
Ergamo-nos, marchemos, e pelo C.bristo,
o apostlo de todas as liberdades, juremos :
ou nunca mais voltar, ou trazer o louro da
victoria Sejamos os cruzados do seculo
XIX, e soja tambem o nosso brado de guer-
ra : Deus o quer 1
Se buhamos por intuito primitivo lutar
contra a centralisac,o de casa, como nao lu-
taremos contra a centralisaQodops/rangft-
ro, do estrangeiro ignorante, obscurantista
e audaz, e ao mesmo tempo sinuoso e artei-
ro, que intenta calcar-nos com a sua planta
mnuuda !
A sociedade pernambucana como que foi
ferida pelo raio, no momento em que o co
pareca mais azul. Um tal facto, porm, nao
sorprende o observador attento.
Foi sempre assim o jesuitismo.
De mansinho, p ante p, esgueirando-se
pelas travessas e beccos, transitando as
sombras, levantando as suas tendas por toda
a parte. A principio, humilde c at ignora-
do; lempos adiante, acastcUado e audaz,
como por encanto !
Assim foi entre nos.
Uns padres da ra do Pires, t/ue te-m
esrolas de meninos, nem sedizia quequauV
dade de padres eram esses.
Depois um collego na ruado Hospicio.
Depois, de dia em dia, crescendo a casa
do collegio, duplicando, triplicando, e tendb
at nina grande capella, eofn o S.S. Sacra-
mento, por baixo d'um pavimento habita-
do !.,.. E todos espantados, de que um coi-
ligio de meninos d vantagens para to ra>-
pidos e grandiosos augmentes... porque
nao levam em conta o confessionario...
Depois, umatypographiano colldgio.
Depois, a audacia e a injuria no pulpito
da sua capella e na imprensa do seu colle-
gio ; e um squito de itnbccis (que em toda
a parte os ha) .jurando as doutrinas mais es-
tlidas em religio e em poltica. A religio-
e a poltica dos jesutas L..Deqiiem a culpa ?
Nossa ; dos capites que nunca bao de ser
louvados, porque nao tmdaram.
Ora... quera faz caso, de jesuta dizkwn os
desatientos ?
Era justamente o quo-desejavam, deswjaai,
e dosejaro sempre os- jesutas : que nin-
guem Taca caso d'ellcs- emquanto se aeastel-
lam.
Vdo-os agora... J preciso, que nos
armemos !
sobre o coraco, ohou traqiiillaminlo para
o baro, e disse-the :
Engana-se,. senhor.
O-baro recuou ostupetacto.
Senhorcontitiuou ellao perigo que
acaba de correr impressionou-me vivamen-
te ; solfri por si, soccorri-o porque era de-
ver meu. Tremi, porque effoctuava seme-
lhante loucura para me agradar... Toma
acaso por amor esse susto,, esses cuidados,
essa solicitude?
A creoula tremia ligeramente, pronun-
ciando tis ubi as palavras.
Oh Idisse o baro, que aoxaminava
attentamontenao o negu, seuhora, nao o
negu.
Ella oncolheu os hombros.
Fatuo 1disse ella.
Ecomo esse epithetofaziaonrugar a fron-
te do baro, continuo :
Desejava, acaso, ser por mim amado ?
Oh I sim, porquo a amo com todo o
poder da paixo.
A creoula soltou urna gargalhada.
E' porque me pareco com Oetchen ?
O senhor do Nossac recuou e empalli-
deceu.
Naodisse elle, resolutamenteamo-a
porque a mo-a.
E...disse a joven, sempre irnica
c ama-me muito ?
Como nunca amei mulher nenhuma.
Um sorriso de sarcasmo contrado os la-
bios da creoula.
Senhor barodisse ella hontem
noute, depois da ceia que nos effereceu, e
em quanto que, aturdido pelas fumaras do
vinho, se retirava para o seu quarto, o seu
amigo marquez de Simiane contou-nos o seu
casamento e o que a duo-ueza o obrigou a
fazer a sua mulher ; depois, as suas aventu-
ras inverosimes da APemanha, e o seu du-
plo amor por Gretchen e por Roschen.
0 senhor de Nossac estremeceu.
Amava-as menos do que a si disse
elle.
Quera ra'o prova ?
Masbalbuciou elleo que acabo de
fazer...
Arriscou-se muito mais por ossa Gret-
chen, de quem ttnho ciumes.
Amava-a menos do que asi... Agora,
causa-me horror I
Os olhos da creoula briJharam de colera*
mas -o baro nio o notou.
Estava completamente entregue ao enthu-
jiasmo da paixo e cobria do ardentes bei-
Consentireis que vos diga, meus amigos,
que eu sou dos poucos, a quem se nao pode
dizer.Nao cuidastes I
Desde que aqui poz p os jesutas, offore-
ci-lhos a ponta da ininba lanca. Era eu s,
injuriado e escarnecido no famoso Catholico
polas minhas velbas doutrinas de liberdade
de consciencia ; mas, nunca me rendi.
Achoi at um estulto vigario capitular,
que do mim se oceupou n'uma estpida
pastoral (por fnui transparentes allusos,, a
proposito do um discurso no Gabinete Portu-
gnez do I.citura; c eu ri-mo do padre pobre
d'espirito, joguolo dos jesutas, de quem
por corto as jesutas riam comigo ; e nao mo
rend peraute essa santidado niilagreira d'ar-
ribacao.
E o Catholico dos jesutas sernpre a inju-
riar-me, c eu seinpre a dar-Ibes as costas ; e
a par da injuria impressa, a injuria conver-
sada (grande arma jesutica).
E eu sempre firme, nunca doixando pas-
sar urna occasio solemne do dosfialdar a
minha bandeira.
Era eu s, e nunca me rend.
O que ser agora, junto a vos, aqui na
Uniodo Norte, mide o nvys fraco bata-
Ihador mais forte do que eu ? Sinto-uie
inveucivol contra os roupetas do todas as
cores o feitos. Cont com vosco !
Contai comigo !
E nada maisdirei :
A vos cuinpre deliberar :
Se deremos abrir correspondencia cuno
os patriotas das provincias do norte, para
ipie instituam sociedades como a noaM, com
as quaes as1 entendamos, e que coninosco
so ontendam, por bein da uniforaiidado dos
intuitos que n( podem doixar de ser abra-
cados por topos os homens de coraco.
Se devenios ollerccer a rofloxo dos
nossos contidados do norte algum i>laio
de monumento coinmemorativo das grande
gloras do nosso passado.
Se devoraos solicitar do lignina gaze-
t nina columna para a publicaco dos nos-
sos trabalhos o pro]Kiganda das nossas
ideas, emquanto nao instituimos o nosso
orgao.
Se devenios tambem soltar o nosso
brado ante-jesuitieo, por bein da liberdade
de que a honra do passado o a fianija do
futuro.
Se devoraos tambem dirigir a nossa
representaco ao poder legislativo, para que
afasteden os espectros negros, inimigos
tradicioiracs da paz das familias e da honra-c
progresso das sociedades-, j que nao temos
igreja livre no estado livre, j que con-
tinuamos a ter religio do estado.
E o mais quesera dictado pelo vosso llus
irado patriotismo.
A mim curaprc [que m'o impoem os brios
de pernambucano e a-graiido pela vossa
generosa escolliaj zelar dia e noite, obede-
cendo aos vossos dictames, a honra d'esta so-
ciedade, trabalbainlo polo- seu nobilissimo
programma.
Ajude-vos Deus, e a minv, eaUnio do
Norte entFar na luta dos-generosos conv-
inettiincntns d'esta parte do Brasil.
Deus e Liherdads I Deus e a sua Le !
Com este moto em nossas frontes e em
nosjis peitos, a victoria corta !
Planejera por ah luz do velas de cera
amarella... Vivamos ns luz da liberdade,
que a luz do Evangelho-!
Reeife,. 24 de Janeiro de L87.3.
VARIEDADE
GRANDE DICCIONARIO.O Ilustre Mr.
Littr- concl'uiO' o sen ihccionario da lingua
franceza, obra monumental, era que traba-
Ihava ha 28 annos. Os seus amigos deram-
lhe um jantar para festejar a concluso-d'es-
to immenso trabalho.
Mr. Cb. Robin foi o primeiro que- ahi
pronuncian um notavel discurso era honra
do Ilustre sabio, e ter mi non assim :: Nos
saudaraosna vossa possoa o trabalho, que
para o xito de to vasta emproza foi levado
at o-herosmo. Ibroico foi, de facto, esse
lavor a que foi preciso consagrar trinta an-
nos da vossa vida particular, senx por isso a
libertar da nobrepreoecupaco dos devores
e das lutas da existencia collecti.va.
Mr. .ittr respondeu, < no seu discurso
, ha este periodo : Durante o curso de urna
. vida, que j transpoz os lmites ordinarios,
metti a moa differentes trabalhos, e em
todos ellos a philosophia positiva foi-me sem-
pre segura e excellente inspiradora. Nao
quero fallar de poltica ; nio posso todava
abster-mede dier que d'essa philosophia
tiro eu a esperanza de que "o futuro interna-
cional da Europa deixar de ser a guerra e
a conquista, eque o futuro republicano da
Fram;a dar a esta confianza superior im-
monsidade dos seus desastres e grandeza
das nossas disseuses.
No discurso nao menos applaudido de
Mr. Gambetta, l-se este periodo : Um
dia ha de vir seguramente, no qual a poli-
tica, satisfazendo sua verdadeira inisso,
e doixando de ser a arte e o recurso dos as-
tutos e dds intrigantes, renunciando aos ar-
tificios desleaes o prfidos, ao espirito de
corrupcao, e a essa estrategia disimulada-de
subterfugios, se tornar o que deve ser,
urna scienoia moral, cxpresso das relace;,
dos intoresses, dos/actos e dos cosumes, e
vira impor-se s c dictando-Ibes as regras do direito entre as
sociedades humanas. Njesse dia ter trium-
phado a vossa philosophia, e o vosso rwme
ser glorificado entre o ttoincns.
CONSTRLCC.VO SEGURA.Reforem os
jornaes franceses, guiando-sfr por urna carta
de Corte (Corsega,, que na villa de Albcrta-
cio, que fica a 24 kilmetros dej Corte, es-
tando muitas pessoas reunidas- n'uma casa
indo liavia tkJo logar um bito, o sobrado
abaten, morrendo logo 20 pessoaB e ficando
ftidas 14.
CRIME HORROROSO.Em Tulfe (capi-
tal do distinto de Torreze, Pranca) r trata o
juizo de instrncro dos processos dc^nwe-
dor s pesqoizas necessarias para o descc-
briinonto das particularidades do crin?,, qw
se attribuc a urna mulher.
Na coinimmade F^ulrie casara a tal mu."
Iher com um viuvo, que '.inlia do priraeire
laatriinonio quatroHlbos. Esses foram mor-
rendo unsapsoutros, suceussivamento. Des-
confiou-sc que era a madrasta que os enve*
nenara para se ver livre ileHes. As suspei--
tas tomaran oorpos e a Ri cedeu.
Os cadveres das victimas foram exhuma-
dos, e pelas auolyses clt micas-parece nao ha-
ver dimida sob\^ o-genero de paorte a que
suecumbiram.
O HOMICIIHOi'DE ASA..As autoridades
francesas j preudram os autores do homi-
cidio do emigrado hespanhol D. Jos Asia.
Sao i-ib1- : Ignacio \ tu na.-i di, de 24 annos,
Loriano, tle 19 airaos; e Salvador, de 11
annos
O primeiro foi. quera raatou oo cnipanhci-
ro ; e os segundos coadjuvaram.o atsassino,
estando presente n'aquella oecasio-r eaju-
dando-a levar o cadver para o sitia- onde
foi encontrado.
D. Jos Asia era militar e tinha pesto su-
perior,, l entre os revoltosos. Era tsado e
tinha tres filhose tres tilho, duas das quaes
sao casadas. II vinte e tres airaos que Asia
viva em Vllatcal de lava, (provincia de
lava) onde possuia um palacio e proprieda-
des rusticas.
Desde muito que estava reformad; tend
peitencido ao exercito caiiista. porm reco-
nhecra o governo de Isabel.
Agora, como antigo carlista, coraaaandava
um bando de- revoltosos..
Segundo narra urna folha que tesaos pre-
sente, era l>. Jos Aslahomem de bem.
Fora do seio de sua. familia, qus>- muito
ama va, era pouco expansivo. Gosava de
grande consideraeo entre os seus patri-
cios.
ROt.llKFORT.-^iuUi um joanal franctz
que o nomc de Rotbefort estava incluido na
lista dos degradados, que deviam. seguir no
navio a partir para. Nova Caledonia. Qiu;.
essa lissa, porm, tendo ido presenta do mi-
nistro do reino, elle-riscara o aome de Ro-
chefort. Assim continuara ainda na sua ac-
tual priso o famoso revolucionario.
jos as mos brancas da joven..
Senlior barocontinuo olla dos-
grac,adanionte nao sou sua mulher nem
Gretchen, apezar dessa semelbaara (ue
tanto o impressionou ; por consegrante, te-
nha, ao menos, a delicadeza do nao me
fallar de um amor que nao. a seus pro-
prios olhos, seno um amor por procura-
Cao.
Amo-a por si...
Sempre por causa da ininha semeUian-
ca com Gretchen.
Meu Deus exclamou o senhor de
Nossac cora urna impaciencia mal coatida
j esqueci Gretchen ; porquo me falla nolla*
J esqueceu Gretchen ?
E' verdade, senhora.
Senhor, perraitta-rao que seja da opi
nio do seu amigo o senhor de Siraiane.
Hein ?disse o baro.
Est louco I
0 senhor de Nossac ajoelhou e pegou-lhe
as mos.
Senhora disse elle com voz com rao-
vidacreia-me, amo-a...
Como o hei de cror ?
Nao lh'o prove ?
Provou-me que ama va Gretchen.
0 baro bateu com o p no chao.
Olhe disse elle, correndo para o seu
cavallo e tirando urna pistola dos coldres
se me diz ainda que a Gretchen e nao a si
que amo, quebr a cabera.
E como havia na sua voz urna fra e deses-
perada resoluco, e como a creoula vio que
elle o faza como dizia, langou-lhc a mo
ao braco, aboixou a pistola e disse-lhe :
Creio-o 1
0 barb deu um grito de alegra.
E... disse elle, tremendo ama-
me ?...
0 perigo estava passado, porquo a pis-
tola tinha entrado de novo nos coldres.
A creoula soltou urna gargalhada irnica
e espirituosa.
Nao lhe disse issodisse olla.
Mas... eu amo-a...
Crei-o...
Ento de marmore?
A creoula' qlhou de lado para os seus
hombros, que o seu vestido decotado de
caca deixavaver, depois para as suas mos
puras de forma e de urna brancuru deslum-
brante, e respondeu ao baro esta s
palavra
[irimi-la com essa injuria por excelencia
dos amantes desprezados, e cllaacolhia.essi
injuria o recebia-a como um cumprimento. I
Essa resposta enmararon o-baro durcwite
um segundo.
Olhe disse ella estendend. % mo
para o sudoeste nao ve como o co vai es-
curecendo ?
E que importa ?
Vamos ter urna terrivel tetupestade.
Tanto melhor!
Tanto peior, porque nao vejo casa
nem cabana alguma nos arredores que nos
possa abrigar.
Encontraremos, alguma gruta ou en-
verna...
Mas cu pretiro ama choupana. Vamos
meu bello cavalleiro, a cavallo e parta-
mos !
J !disse o baro laucando uraolhar
de pozara esse sitio selvagem, onde tinha
alTrontado a morte por essa mulher e no
qual ella tinha a coragem de o torturar ; por
que elle bem senta que longo do cadver da
sua victima, e entrados de novo na vida pro-
saica e real da sociedade, o prestigio, por
mais fraco que fosse, de que elle ainda esla-
va rodeado, se desvanecera.
Assim preciso disse ella tenho
medo do raio.
Mas como se o raio tivesse aceite essa es-
pecio de desafio, o co que estava intensa-
mente negro ontre-abrio-se, um relmpago
immeuso^ rasgou as nuvens e passou to
perodos dous cacadores que elles ficaram
deslumhrados.
A creoula encostou-se trmula ao" peito
do baro.
Oh !disse ellatenho medo... sal-
ve-me... proteja-rae...
Bem v que j rae amalisseelle tri-
umphantp porque me aceita por seu sal-
vador... ... ,,
0 senhor de Nossac dirigi os od
todos os lados, procurando uin abrigo no
meio dessa natureza selvagem estar,
O valle estava deserto, sem nenhi
bitacao, sem a mais insignificante ehoupan
de um rachador ou de um pegureiro.
Entretanto brilhou um segundo relmpa-
go, resoou um segundo trovo, a cretRilT
soltou um grito de angustia e disse-lhe :-
Meu Deus I Rijamos... tenho raudo !..
E encostava-se a elle cada vez mais.
(Continuar-se-ha.J
!
Q senhor de Nossac tinha i Op-' fvP DO DIARIO RlA Digl
\

^

W^WN


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