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Diario de Pernambuco ( Monday, February 03, 1873 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12827

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, February 03, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12827

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12827

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, February 03, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12827

Full Text
*
ANNO XL1X. NUMERO 26
,1-,
PAMA A CAPITAL E LIGARES O.fDK SAO SE FAA PORTE.
Por tres mews adiantacos................ 6$0 Por sois ditos dem.................. 139000
Por un anno idem .-......*...... 2W*M)0
Cada numero avulso...... ........ 7 .* 320.

SEGIXDA FEIM 3 DE FEVEBlEIRO DE 1873.
----------------------------------i----------------------------------------,,-----------,
PAMA UEXTKO E I'RA DA PB\I\(lA.
Por tres mezes adiantados................. 6&750
Por seis ditos dem. .'........ \ 13S600
Por nove ditos dem .,..........._*..... 209250
Por um anno idem. '........"......... S790OO
y
DIARIO DE PERMMBUCO.
PR0PRIEDADE DE MAN0EL FIGUEIROA DE FARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardc Antonio Al ves & Filhos, no Tara; Gunr;alves & Pinto, no Maiuuhau; Joaquini Jos de OlivciradcFillio, no Cear; #Uonio do Lemos Braga, no Aracatv ; Joao .Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio .Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
ftreira d'AlmeiJa, em^Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Tarahyba ; Antonio Jos Gomos, na Villa (itpeiiha; IMarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jos da Cos.a Braga, em Nazaretlt;
Antonio Ferreira de.Aguiar.em Gcryanna; Fraucino Tarares da Cosa, em Aiajflfcy* Alves & C, na Baliia ; e Leite, Crqinho & C. no Rio,'de Janeiro.
t
PAUTE 0FFIC1A1.
Miuisieri I fuzciidu..
oEC.ilETO H. &203* 13 DK JAXEIKO m 147:1.
Na conformidade do art * da lei n. l.UW de
*"< Je setembro do 18i>); bel par beiu que na ex
traecao das loteras distribuidas para o anuo de
l7;, se observe a orden) marcada na taball'i que
oOflJ este baixa, assiguada pelo viseando do l.>
Ufanen, eonse'ueirn Je estado, senador do imperio,
idate de eonsellio de ministro?, ministro e
retar de estado dos negocios da (azoada e
presdeme do tribunal do thesouro nacional, que
assim o ti-nba entend lo e laca execular.
'alacho do ltio de Janeiro, em 13 de Janeiro de
1*73, $r da ni tapendi neia e do ImperioCom a
rubrica de Sua Mmesl.ide.o imperador.VitCOH fe
<*> Hio Brame :
Retorno das loteras aiuu de fr<7o.
|*. A 3 para as obras da matriz de Nossa Se-
tiiiora da Gloria do municipio da corte. Decreto
u. 2,001 de 23 de agobio de 1871.
2". A "' para af obras da matriz de Sant'Anna
di corte.Decreto u. 1,693 de l.'rdo setembro de
18*9.
3\ A i* pra as obras da matriz de Nossa So-
nliora da Gloria do municipio da corte.Decreto
n 2,01*1 de 23 de agos o de 1871.
i'. A 3" e ultima para as obras da matriz de
S. Joo Baptista da Lago, do municipio da corte.
Decreto n. 2.000 de 23 da agosto de 1871.
5'. A 3a a fav,.r da innandade de Nbsaa Senho-
ra da Batallia, erecta lia matriz de Sun Amia da
-Decreto ii. 1,'Jli'.) de 23 de agosto de 1871.
6 A 4' para conclusao das obras da nutriz lo
Santissimo Sacramente do municipio da cort.
Ixtcreto n. 2,007 de 30 de agosto do 1871.
7*. A 100* para orionte-pio dos servidores lo
Estado.-Deereto a. 1,226 do 23 de agosto do 188V
le n. 1,681 de 18 de agosto de 189.
8". A 27* pata a eoiistriieccao de mn theatro
i ta corte.Decreto u. 87o de 10 de setembro
de 1856.
. A 8' para as obr. s da matriz de Sant'Au i.i
da corle.Decreto n. 1,6U3 de 18 de setenibroale
1863.
10*. A 7* para creacao do fundo de entanci-
I aoLoin. 1,64') i e 8 de setembro de 1871.
Ii. A 13a para as obras do hospital da Sauta
Casa da Misericordia i'a curte.-Decreto n. 1,6'3
d lo de selembiM de 1869.
12'. A BM para o monte-pi Jos servidores do
t -iado.Decreto n. 1:226 de 22 de agosto delStii
.....i n. 1,681 de 18 de igosto.de 1860.
13*. A o* para as obras do hospicio de Podro II.
Decreto n. 2,036 de 27 de setembro de 1871.
l't". A 102* para o inonte-pio dos servidores do
Estado.Decreto n. 1,220 de 22 do agosto de 18i>i
de 18 de agosto de 1869.
IV. A 14" para as rbras do hospital da Santa
Casada HSseruordia da corte. t'eereto u. 1,091
d^ l.i de setembro de 1869.
16*. A 8* para creacao do fundo de emancipa-
ra Le n. 2,' 40 de 28 de setembro de 1871.
17*. A 103' para o nonio pi dos servidores do
Estado.Decreto a. MSN de 22 de agosto de 1861,
e li n. 1,681 de 18 de agosto de 1869.
18*. A 68* para inellioraineuto do estado sani-
tario. Decreto n. 698 de 14 de setembro de 1830.
. A 7* a favor da innandade do Santissinio
ramento da livgue/.ia da Candelaria, como
administradora do imperial hospital dos Lazaros.-
Decreto n. 1,733 de 6 de ouuibro de 18i'.
)'. A 1'4 para o nionle-pio dos^ servidores do
Estado.-Decreto n. l,'J26de 22 de agosto de 1861,
e lei ii. 1 681, de 18 de agosto de 18!i9.
81.A 13 para as obras do hospital da Sania
Casa da Misericordia a corlo.- Decreto n. 1,693
l: l"> 4esetembro de 1869.
22-. A 76' para as o iras da ca>a de eorreccao.
isereto de 19 de outubro de 1833.
:? A 103' para o loonte-pk) dos servidores do
Estado. -Decreto n. 1,SM lie 22 de agosto de 18t'i,
'e lei n. 1,681 de 18 de agosto de 1869. "
9
nliora da Gloria, do municipio da corte.Decreto
n.2001 de 23 de agosto de 1871.
30.'. A 9.' para as obras da matriz, de Sant'
Auna, da corte.Deereto n. 1693 de 13 de seleni-
bro de 1869.
31. A 28. para eonslruoi;ao de um theatro ly-
rico nesta corte.Decreto n. 873 de 10 de setem-
bro de 1836.
32. A 6/ para conclusao das obras da matriz do
Sanssinio Nicrainenlo do municipio da corte
Deereto n. 2007 de 30 de agosto de 1871.
_33. A 7. para as obras da matriz de Nossa
Seiiliora da Gloria, do municipio da corte. -De-
creto n. 2001 de 23 de agosto de 1871. #
31. A 29.* para conslruccao de un theatro ly
rico nesta corte.Decreto n. 873 de 10 de setem-
bro 1836. .
33. A 10. para as obras da.matriz de Si id'
Auna, da corle.Decreto n. 1693 de 13 de setem-
bro de 1869.
36.* A 30.' para eonstruccao de um theatro lri-
co nesta corte.Deereto n. 873 de 10 pe setembro
de 1836.
37. A 4.' a favor da innandade de Nossa Se-
nliora da Batalba, -erecta na matriz de Sant'Auua
da corte. Decreto n. 1999 de 23 de agosto de
1871.
38. A 8.* para as obras da matriz de Nossa
Senhora da Gloria, do municipio da c"re.Decre-
to n. 2001 de 23 de agosto de 1871.
30.* A 7.* para conclusao das obras da matriz
ilo Santissimo Sacramento de municipio da corte.
Decreto n. 2007 de 30 de agost de 1871.
60." A 31." para eonstruccao de um theatro ly-
ricu nesta'corto.Decreto u.'873 de 10 de setem-
bro de 1836.
llin de Janeiro em 13 de Janeiro de 1873. -Vis-
wndf'/" Ato Bronco.
lliuisterio ilu jiistit'H
Rio de Janeiro em 22 de Janeiro de 1873.lilui.
e Bxm. 81".Com olflcio d 19 de novembro do
anno prximo passado o antecessor de V. Ex*, re-
metteu copia do quelhe dirigir o juiz especial do
commercio da capital dessa provincia, informando
que, depois de ler expedido una ordem de habeas-
corpus a favor de Alexandre Hamos de OUteira,
que fura preso como recluta e nao eslava anda
com praca, reconheceu-se inicoinpetente, visto
aehar-se o mesmo recruta na capitana do porto
disposi'.ao dessa presidencia.
Em resposta declaro a V. Exc. para seu couhe-
cimento o para o fazer constar aquello magistrado,
que, tendo a lei n. 2,033 de 20 de setembro de 1871.
no art 18, conferido expressaineule aos juizes de
direito a attribuico de conceder hahtat corpas no
caso de que se traa, cunipria-lhe tornar eTecliva
a sua ordem, requisitaudo a apresentacao do pa-
ciente e todos os esclarecinieutos que lossem ne-
eessarios.Deuskuarde a V.Exc.Manocl Antonio
Dmartede Aztveao. -Sr. presidente da provincia de
lVrnaiubuco.
HUl(M-0
Aon nv-ocios ewtran-
S'-iniv
Legaoio argentina no Brasil.-Hio de Janeiro'
24 de dezeinbro de 1872.
Sr. Ministro.Tenho a honra de levar ao conhe-
cimento de V. Exc. a nota pela qual o goveino da
repblica me coiniuunica haver'approvado defini-
tivamente o accordo celebrado em 19 de novem-
bro, sen lo o theor daquella nota o seguinte :
> Ministerio das relacoes exteriores da repblica
Argentina.Buenos-Avres, 11 de dezembro de
1872.
Sr. ministro.Tenho a satisfaca de participar
a V. Exc. que S. Exc. o Sr. presidente da rep-
blica appruvou o accordo celebrado por V. Exc. em
19 de novembro prxima passado, o qual ser op-
portunamente commnnicado jo congresso nacio-
nal.
De.us guarde a V. Exc. -A' S. Ex brigadeiro general I). Bartholom Mitre, enviado
extraordinario o ministro plenipotenciario d.repu-
blica argentina no Brasil'Carlos Tcyedor.
Congratulando novamento a V. Exc. por esta ap-
A 6 para as obras do hospicio de Pedro
II -Decreto n. 2,036 de 27 de setembro de 1871.
M*. A 9" para creacao do fundo de emancpa-
lo. -Li n. 2,040 de 18 d: setcnibiM de 1871.
26". A 196" para o inonte-pio dos servidores do
EAtado. Decreto n. 1.226 de 22 de agosto le
1^4, e lei n. 1,681 de 18 de agosto de 1869.
2.7*. A * para COOtinjiaco das obras do hosjii-
cio de Pedro II e maiiutej;ao do* alienados.
Decreto n. 1,83S de 27 de setembro de 1870.
8. A 69a para melhnramento do estado sani-
tario.-Decreto n. 398 de 14 de setembro de 180.
29.* A 107.* para o montepo dos servidores do
estado.Deereto n. 1226 de 22 de agosto de 1864'
e !oi n. 1681 de 18 de agosto de 1869.
39.' A 10." para creacao do fundo de eman-
ripacite. Lei n. 20'0 de 28 de setembro de
1871.
31." A 16.a.para as obras do hospital da santa
casa da misericordia da corte: Decreto n. 1693 de
1-1 do setembro de 18ti9.
12.* A 108.' para o montepo dos servidores do
- tdo.Decreto n 1226 de 22 de agosto de 1864,
e lei n. 1681 de 18.de agosto de 1869.
58." A 34. para as depezas do hospital da sarda
c i de misericordia da corte.Decreto n. 92 de
20 de outubro le 183).
34. A U' para ci cacan do fundo de emanci-
I- io. Lei n. 2041 do 28 de setembro de
137J,
"'< A 109.* para o montepo dos servidores do
.tado.Itecreto n. 1:!26 de 22 de agosto du 1834,
. n. 1681 de 18 de agosto de 1869.
36.'A 100.'cujo beneficio deve ser repartido
p-la santa casa de misericordia, exposlos, recolhi-
mento das Qrphs, c illegio de Pedro II e semina-
rio de S. Jos. Decreto de 23 de maio de 1821.
37.* A 12.* para crea Co.-Lei a. 9040 de 28 de setembro de 1871.
38.* A 110.' para o montepo dos servidores do
.-; ioDecreto n. 1226 de 22 de agosto de I8W,
e lei n. 1681 de 18 de agosto de 1869.
39.* A 70.* para melhorainento do estado sa-
i. artel-Decreto n. 898 de 14 de setembro de
1830.
40. A 77. para a obras da casa de correecao.
'iecrelo de 29 de ojtlubro de 1833.
41.' A 7. para as obra? do hospicio de Pelro
il. Decreto n. 2010 de 27 de setembro de
1871.
42." A 101. cujo beneficio deve serreparlido
pela saata casa da u isoricordia, cxubsIos, rtco-
4o.uu.ento das.orplia:-, collcgio de.Pedro II e se-
minario de S. Joc.Decreto' de 23 de maio de
IMI
43.* A 111. para o montepo dos servideres
dj estado.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
64 elci n. 1681 de 18 de agosto de 1869.
44.* A 8. a favor da irmandade do Santsimo
Sacramento da freguezia da Candelaria, como ad-
ministradora do imperial hospital dos Lazaron.
Decreto n. 1733 de 6 de outubro de $$>.
43. A 8.* para a.1 obras do hospicio de Ptdro
I!.Decreto n. 1036 de 27 de setembro do 1871
46.* A 5." para an obras da matriz de Nossa
Senhara da Gloria, d > municipio da corte.De re-
to u. 2001 de S3 de agosto de 1871.
47. Al. para patrimonio do hospicio de Pe-
dro U.Decreto . 875 do 10 de setembro de
',8." A 5. para r fia matriz
lssitno San clrle.
.-toernto ii. 27 dtlfi
provaao, que ultima definitivamente o accordo
dos alliados e prepara convenientemente os ajustes
ulteriores, asegurando a paz no presente e no fu-
turo, -ine grato saudar a S. Exc. o Sr. ministro
com a ininia mais alia e distincla coiisideracad.
Deus guarde a V. ExcA' S. Exc. o Sr. minis-
tro e secretario de estado dos negocias estrangeiros,
de Sua Hagestade o Imperador do Brasil. Barto
m Mitre.
c advirta o dito Inspector pelo seu irn-gular |ro-
ceditaento.
Ao mesni).Chamo a artciclo de V. S. para
i artigo do Liberal a. 2 do 24 do corroute, pedin-
lo providencias contra os intitulados onrrtnres,
que se reunem ora as prensas do algodo, ora
no Arca de Santo Antonio, e caes Vintc e Dous
de Novembro. ora na praca da Independencia,
para o tm de roubarem por meios fraudulentos aos
ahnocreves ; obji'do este de que j tratei em meu
olflcio reservado de 4 deste Otee.
Ao mesmo. Communico a V. S. para seu
conhecimento, que eiu data de houtem laucei o
cuinpra-se no exequtur imperial concedido no-
meacao do Sr. Joao Jos de arvalho Moraes, jjara
cnsul da repblica da Costa Rica, nesta pro-
vincia.
Ao mesmo.Inteirado de quanlo V. S. par
licipa em seu oflicio n. 161 de 23 do correte, Ihe
recoininendo que louve o iflsiieclor de quarteirao
ilo lereeiro districto de Alagados Hulino Baptista
le Almeida, pelo importante servico que acaba de
prestar, prendendo o desertor de manaba Hulino
Jos. Barbosa e ppprehendendo' o cavalo ftirlado,
que conduzia.
Ao mesmo. Transmiti a V. S. para seu co-
nhecimento o olUcio junto em original do juiz de
direito da comarc|do Cabo com o que Ihe dirigi
o delegado de polica do termo de lpojuca, quan-
to evasio do preso Joaquim Ferreira de Athayde.
Ao uiesmo. Mande V. S. roeollier casa
de delencao os calcetas Manoel Joaquini_ e Feli-
ciano de tal, que para esse fhn ser-lie-hao apre-
sentados de parle do commaudaute do corpo de
polica.
Ao juiz substituto do quinto districto emui-
nal. Informe Vine, ijual o estado em que se acha
o processo do desertor da armada Malaquis Jos da
Silva, que declarou quando foi preso chamar-se
Man >el Jos da Silva, contra o qual apreseutou urna
denuncia em 1871 o promotor publico'desta capi-
tal, dando os motivos pelos quaes nao se concluid,
passados mezes, a formacao da culpa, estando o
reo preso.
Ao commandante do corpo de polica.Fa-
ca Vine, recolher casa de detencao os calcetas
Manoel Joaquim e Feliciano, para que se ofcia
nesta data ao Dr. chefe de polica.
Ao meso. -Mande Vine, apresenlar ao en-
genheiro tist-al da via frrea do Recife a S. Fran-
cisco, as 7 1/2 horas da manha do dia 26 do cor-
rente, dez jnacas desse corpo, para fazer a polica
dos trena e estacoes durante o dia, at que linali-
se a festa da villa do Cabo.
Ao mesmo. Informe Vmc. se o calceta Ma-
noel Joaquim caso-se ltimamente no quartel, on-
de vive com a inujher.
Ao mesmo. Informe Vine, se exacto, co-
mo publicon o Liberal de 24 do crrente n. 2, ter
o alteres Marcohno da Cosa Raposo extraviados
sold do de tacamente que commandara.
Ao mesmo.Pode Vmc. engajar no corpo,
sob seu coinmando. sendo idneo, o paisano Igna-
cio Antonio de Paida Madureira, de queni trata o
seu oflicio n. 50 de 23 do corrente.
Ao mesmo.Verilicando-se das diligencias
por esta presidencia ordenadas, que o furriel des-
se corpo Pedro Jos Bezerra Cavalcante, na noule
de 12 para 13 do corrate, abusando da forca de
que dispunha. prendera sem razao procedente o
alteres do 3' batalhao de infamara da guarda na-
cional deste municipio, Henrique Francisco de Mo
Giuveruo da proviuct*.
EXPEPIE.NTB lio DA 23 DE lAMBBO DE 1873.
/.' secciio.
Oflicios:
Ao corone] commandante das armas interi-
no. Respondo ao o ilei i de V. S. de honlein, datado,
soba. 103, dizendo-lhe que faca seguir para a pro-
vincia das Alagas na primeira opportunidade e
debaixo de seguranca, o soldado da companhia de
inlaiilai'ia da mesilla provincia Tiiomaz de AquJOO
Paes Brrelo, a que alinde o citado otllcio.
Ao mesmo.Pode V. S. reiuelter para a cor-
le os recentas mencionados na rela.o annexa ao
seu oflicio de honlein datado, sob n. 104, corto
de que licain dadas as necessarias ordens, afim de
serem elles transportados ao seu destino ao vapor
que se espera dojxurte.
Ao mesmo.Mande V. S. svndiear dos fac-
tos praticados pelas praeas de 1* linha a que allu-
de o oflicio juu o por copia do commandante su-
perior deste municipio, n. 533 de 23 do corrate,
providenciando de modo a seren punidas as que
se iuvolveran no conflicto havido por Moasii do
regresso da guarda de honra que acjiopan'nou a
imagem da Senhora daPiedade a 19 deste miz.
Ao capitao do porto.Coniiiiuncico a V. S.
para seu conlieciiiiento. iiue em data de hontem
lauoou-be o cumpra-se no exequaturde IpSoJos de
Carvalbo Moraes para, cnsul da repblica da Cos-
ta Rica, nesta provincia.
2." secciio.
Portara* :
O presidente da provincia reserve uomear
promotor publico da comarca de Iguarass o ba-
charel Francisco de Paula Cavalcante de Lacerda
de' Almeida.
t presidente da provincia, visto do oflicio
do Dr. chefe de polica, n. 159 de 22 do corrente,
resolve nomear o bacharel Amaro Joaquim da
Fonceca e Albuquerque para o cargo de delega-
do do segundo districto desta capital, que se acha
vago.
O presidente da provincia, atlendendo nro-
posla do Dr. chefe de polica em oflicio n. 16o de
23 do corrente, resolve exonerar do cargo de ter-
ceiro supplente do delegado do termo da Escada,
por nio ter prestado juramento o cdadao Fabio
Velloso Freir. .
O presidente da provincia, atlendendo a pro-
posta do Dr. chefe de polica- em oflicio n. 16o de
23 do^correnle, resolve nomear para o ear$|o de
terceir supplente do delegado do termo da Esca-
da o tnsate Manoel Candido de Albuquerque.
Offleios :
Ao Dr. chefe de polica.Tendo verificado
das diligencias, que ordenei, que o inspector de
quarteirao Antonio de Araujo Franca, do districto
da fregnezia de Santo Antonio, abusivamente pren-
dera sem razao procedente ao alteres do 3* ba-
talhao de infantaria da guarda nacional des-
te municipio. Henrique Francisco de Moraes, fal-
u ito divido as honras de que goza
utlk'ial, concern -que V S. dele
I
que goza o referido official, determino que seja re-
prehendido em ordem do dia o dito furriel por
esse reprovado procedimento e punido com cite
das de priso.
Ao mesmo.Informe Vmc. se exacto o que
refere o Liberal n 2 de 24 do corrente. com rela-
cao as tarinibas e luz nos aljamenos dascompa-
nfflas desse corpo.
3.' secciio.
Acto :
O presidente da provincia, atlendendo ao que
reqnereu o 3 escrlpturario da Ihesouraria de fa-
zenila Arseno Ai vellos Espiudola, e em vista do
que informou o chefe daimella reparticao, resolve
coneeder-lbe .'Odias de licem;a sem vencimentos,
para tratar de negocios de seu particular inte-
resse.
OfflciOS :
Ao inspector da thesouraria de fatenda.-
Transmitto a V. S. o incluso cxemplar impresso
do relatorio com que^ o E.xin. desembargador
Francisco de Parias Lemos passou-nie a 23 de no-
vembro do anno lindo, a adniinistracao desta pro-
vincia.
Igual, mntatis mutandis, ao inspector da
thesouraria provincial, ao dito da alfandega, ao
administrador do consulado provincial e ao dilo
da ecebedoria.
-| Dito ao inspector da thesouraria de fazeuda.
L" peco nesta data as convenientes ordens ao
gerente da estrada de ferro do Recife S. Fran
cisco' afim de receber e mandar conduzir a seus
destino* nos trens daquella companhia, os cai-
x6es, ido pesos e medidas, dirigidos diver
sas cmaras,a que alinde V. S. em seu oflicio de
23 do crrante, que fica assim respondido.
Ao mesmo.Remello a V. S., para seu co-
nhecimento e lias convenientes, copia do termo do
contrato que nesla data approvei, celebrado pelo
engenheiro encarregado das obras publicas geraes,
com Antonio Paes de Lacerda, afim de se encar-
regar este da execu>;ao dos reparos da rampa da
Lingueta, meJiante a quantia de 500JOOO.
Ao mesmo. Communico a V. S., para seu
conheciinento c fins convenientes, que em data de
hontem lancei o-cumpra-_scno exequatjir impe-
rial concedido no.neac.ao do Sr. Joao Jos de
Carvalbo Moraes, para cnsul da repblica da
Costa Rica, nesla provincia.
Ao mesmo. Alteudendo ao que expoz no
incluso requerimento Manoel Joaquim Bello, ca-
pitao do 13* batalhao de infantaria do exercito,
recommendo a V. S., que de conformidade com o
art. 10 das instruccoes de 24 de julhp de 1857,
mande abonar ao supplicante um mez de sold,
visto ter de seguir no prhneiro vapor esperado do
norte, para a provincia _do Rio Grande do Sul,
reunir-se ao dito batalhao.
Ao mesmo.Communico a V. S., para es de-
vidoslins, que por portara de hontem foi nomea-
do o bacharel Fiel Vieira Torres Grangeiro para o
cargo de promotor publico da comarca da Boa-
Vista.
Ao mesmo.-Expeca V. S. suarordens, para
que por essa thesouraria se ajuste contas e passe
5uia de soccorrimento ao capitao do 13. batalhao
e infataria, Manoel Joaquim Bello, que tem de se-
guir para a corte no vapor que se espera do nor-
te, afim de reunir-se ao sea batalhao.
Ao mesmo.De conformidade com o art. 20 do
regulamenlo annexo ao decreto n. 3,403 de 11 de
fevereiro de 1863, transmiti V. S. pari os fins
conveniente*1, o incluso pedido dos objectos' preci-
sos para abastecimento do almoxarifado, pharma-
cia, igreja e enfermara do presidio de Fernando,
o qual me foi enviado pelo respectivo comman-
dante, com oflicio datado de 8 do corrente, sob n.
258. .
Ao mesmo. Communico a V. S., para os
devidos fins, que a 33 do corrente tomou posse e
entrou no exercicio do cargo de juiz de direito da
comarca de Iguarass, o bacharel Hermoffna
Scrates Tavares de Vaseoaceilos*
Ao mesmo. Communico (a V- S., paHios
devidos fins, que por portara ddih'dje, foi nomea-
d(T promotor publico da comarca l de Iguarass, o
*a*vr4.i
de Afcneida.Igual,"rti/'-i/<'.< mutandit, ao inspec-
tor da thosouraria provincial.
Ao inspector da thesouraria prov nci.il. Em
visi i do recibo junto em duplcala, que me reme!-
teu o Dr. chefe de polica, coui oillcio de 18 do
canate, sob n. 121, mande V. S. pagar ao tenen-
te duartel mestre do corpo de polica, Antonio
Josa de Souza e Silva, a quantia de 40, em que
importou urna corrente de ferro e 4 gargalheiras
compradas pelo delegado do ternu de uricurx,
em virtudo de'aulonsaca-) desta presdein;a, jiara
seguranca dos presos da cadeia daquelle ter-
mo, por occasiao de sahirein ao servierda a-
rbiaa.
* Ao mesmo.Tendo nesta data autorisado o
engsnUt'iro chefe da reparleao das obras publicas
a mandar augmentar o alicoreo dos pilares da pon-
te de ferro sobre o rio Tahyba, da qual arrema-
taiite Amlr de Abreu Porto, de conformidade
con\a o ramento que for sen lo orgauisado o sub-
mettidu approvac.io desta presidencia ; assim o
communico a V. S. para sea conhecimento e tiits
convenientes.
4-secciio.
.\#to:
O presidente da provincia, atlendendo ao que
requeren Joao Ferreira Villela de Arajjo profes-
sor uoiueado para a cadeira de primeiras lettras
du pocoudo do Cedro, comarca de Curuar, re-
solve conceder-lhe 30 dias/de prazo, que se conta-
r dopois (lo manado uo edita) de 7 de dezembro
prximo lindo, pelo director geral interino da ius-
Iruccao publica, para o referido professor p^der
ea*i no exercicio de seu. magisterio.
, .jjpcios
TWAoExm. e Rvm. Sr. bispo.-Ne.-la data of-
ficio ao Dr. juiz de direito de capellas e resi-
dnos desla capital, para providenciar como for de
direito acerca da materia de que traa o oflicio de
V. Exc. Rvm., de boje datado, visto ser elle de sua
competencia.
Ao Dr. juiz de capellas. Remello a Vine, os
oilleios juntos por copia, para que providencie
como for de direito, sobre a materia de que tratain
os ateaoio* oilleios, rotativamente s deliberacoes
tomadas pela mesa geral da innandade do Santis-
simo Sacramento da freguezia de Santo An-
tonio.
Ao conegu regador do Gymnasio Provincial.
Informe V. Rvm. com especilicacao, quaes as
verbas que sao incluidas na folha da despeza dia-
ria, e quaes as que constiluem despozas extraor-
dinarias, o pessoal (nominali alimentado e entreti-
do pelo estabeleciinento, e beiu assim o numero de
oreados nelle existente.Igualmente enve-me V.
IWina. um exemplar dos regulameulos que regem
esse gymnasio.
5.* sec{0.o.
OiDcios :
Ao engenheiro chefe da reparticio das obras
publicas.Em resposta ao oflicio de Vine, de 23
do corrente, tenho a recomineudar-lhc que insista
com o conductor em commissao no interior da
provincia pela remessa do orcameuto para os re-
paros do a:ude de Villa Bella, e a que se refere o
svu citado oflicio.
Ao mesmo.Auloriso Vmc. a mandar aug-
nvjaiar o alicerce dos pilares da ponte de ferro so-
bre o rio Tahyba, recommeiidanlo ao engenheiro
do respectivo districto exactido e economa pos-
si\eis no orcamento a que vai proceder para a
dija aiterai'o; devendo o mesmo orcamento ser
18 deste mez, soo n. tigos enmaradas, 8rs.-oWeUoj ematajapw, eeou-
' to com bem mudadas esperancas, ser por todos
que trata o sen olflcio d
124.
- Ao ioiz de orplos d i termo desta capital.-' oadluvado no sertlw actoaalT mok^tm
OExm. Sr. presidente da provincia manda de- ,.ue baja a menor quebra da disciplina, que se
clarar a V. &, para os devidos fins, que por por- mateBBa inalterav.-l a onlem c o respeito devido
tana de lioiitem loi designado o esenvao desse jui- ;is antJwryaes, para cujo lim empregarei todos o<
esfor/os i'iuo me cuuipre, fazendo exacta justira
a quem de direito for.
raes, fallando eom o respeito devido s honras de siionUido a minh a apfeciapo, uo termos indica-
dos no final do seu oflicio de 13, a que se refere o
de 21, todos deste mez, q'ue ficam assim respon-
didos.
.Ao mesmo.-Eutenlendo-se Vine, eom o em-
preileiro do calamento desta cid ule, bario do Li-
vramento, mande fazer de preferencia o das mas
Sete de Setembro e Pedro Affon Ao engenheiro das obras genios.Examine
Vmc. sem perd de lempo o estadi da Ponte da
Boa-Vista, informando-me se ha risco de transitar
por ella carros e aniniaes.
commissao censitaria da freguezia de Pa-
pacara.Accuso recebido o oflicio de Vmcs. de 13
de outubro do auno prximo paseado, e em respos-
ta tenho a dizer que, adiando por dentis excessi-
va a retribuicao pecuniaria de 109i, propostal por
Vmcs. parajeada um dos agentes receiiseadores
dessa paroebia, reduzi a 50i. e neste sentido ex
|wdi ordem a thesouraria de fazenda para se elfec-
luar o pagamento.
Portaras:
O Sr. superintendente da estrada de ferio
do Recife ao S. Francisco mande receber e condu-
zir a seus destinos nos trens dessa companla de-
zoilo caixiJes contendo padroes de pesos e medi-
das do sys'.ema mtrico decimal, enviados s c-
maras muuicipaes de Bezerros, Bonito, lpojuca,
Escada, Cabo e Agua-Preta ; os quaes Ihe sero
remullidos pelo inspoctor da thesouraria de fa-
zenda.
Os rs. agentes da companhia de navega.o
brasileira inandem dar transporte para cor.e, por
conta do ministerio da guerra, no vapor quejise
^espera do norte, ao capitao do 13. batalhao de in-
fantaria, Manoel Joaquim Bello, e bem assim ao
soldado Antonio Francisco Luiz Wanderley, que
foi transferido para o asylo de invlidos.
Os Srs. agentes da companhia de navegacao
brasileira deem suas ordens para.que sejam traus
portados corte, por conla do ministerio da guer-
ra, no vapor que se espera do norte, os recrulas
do exercito constantes da inclusa relarao nominal.
Relacao que se refere a portara supra : An-
tonio Estevio de Mello, Antonio Luiz de Almeida
Jnior. Antonio Jos Perera, Antonio Torres Ga-
lindo, veliuo Ferreira Oura, Balduinn Alves, Cae
tao Moreira de Mendonc, Generoso Domingos
raido de Lima, Jos Alves dos Santo?, Jos Macha-
do da Silva, Jos Francisco de Aleacar, loao Flix
da Silva, Jacintho Alves Mucunan, Manoel Coelho
de Mello, Manoel Fecreira de Campos, Manuel Mar-
celino, Paulino Alves dos Reis, Satyro Antonio da
Costa, Sotero Bernardo Gomes, Vicente Damii de
Oliveira.
Os Srs. agentes da companhia de navegado
brasileira, mandera transportar para corte, por
conta do ministerio damarinha, vinte e um apren-
dizes marinheii-os, os quaes serao para isso apre-
sentados pelo inspector do arsenal de marinha.
EXPEDIENTE DO SEC.aET\UO.
/* seccau.
Oflicio: '
Ao coronel commaudaute das armas. >.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S. em resposta a> seu oflicio de 23 do
corrente, sob n. 100, que pjr despacho de hontem
datado, concedeu sessenta das de hcenca para
tratar de sua sade, ao enfej'ineiro do heeptel mi-
litar Manoel Francisco de Jess Vera, o qual de-
ver solicitar desta secretaria a respectiva portara,
afim depoder entrar no gozo da referida licenca.
2' ffdo.
OUcs:
Ao chefe de policaDe ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, transmiti a V. S. os t-
tulos juntos de nomeagao do delegado do segundo
districte desla capital, e-do terceir supplente do
ii teraoda Escada, de conformidade com os seus
officiosns. 139 e 161 do ti e 23 do corrate.
ao me*no. S. Exc. o Sr; nr*siaente da
provincia manda cominuuicar a V/8. que nesta
data-acaba de autorisar thennrraria provincial a
Mgar ao tenante auartel-meslre dJ cQrpo de poj-
rh *>uto>>io Jo) de Sima e Silva, a qnanua de
io UynpoJito da Silvapara cncarregarse do ser-
vico do registro, de que traa os arls. 66 e 72 do
decreto n. 3,133 de 13 de novembro prximo pas-
sado.
- Ao juiz de direito da comarca de Iguarass.
Communico aV. S., de ordem doExni. Sr. presi-
dente da provincia, para os devid is fins, que por
portara desta dita foi nomaado o bacharel Fran-
cisco de Paula Cavalcante Lacerd i de Almeida,
para o cargo de promotor publico dessa comarca.
Ao mesmo. o Exm. r. presidenta da pro-
vincia inania ac :sar o recebimento do oillcio de
V. S. de23 do mente, coinmunicaudo ternessa
data tomado posse e entrado em exercicio do car-
go de juiz de direito da comarca de Iguarass.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Recite. O BxnL Sr. presidente da provin-
cia maula declarar a V. S. que nesta dala seden
conhecimento ao euininandante das armas, para
que providencie conveaienfei^eutc sobre os tactos
a que alinde o seu offlcil 533 do 23 do cr-
lenle.
Ao mesmo. O Exm. Sr. presiden.e da pro-
viuce manda declarar a V. S., em resposta ao seu
ollicio n. 531 de 21 do corrente, que nesla data
se expedio ordem ao chefe de polica para mandar
rcprwieuder o inspector de quarteirao da fregue-
zia de Sanio Antonio, Antonio Augusto de Araujo
Fratica e ao commandante do corpo de polica,
liara reprehender em ordem do dia o prender por
oito dias o furriel Pedro Jos Bezerra (avavakan-
te, pelos fados abusivos e desrespetosos por elles
praticados para com o alferes Henrique Francis-
co de Moraes.
Por esta secretaria se coiumuuca ao Sr. ha-
charo] Francisco de Paula Cavalcante Lacerda de
Almeida, que por porlaria desla data foi S. S. Ho-
rneado promotor publico da comarca de Igua-
rass.
.' seccao.
Oflicios :
Ao engenheiro das obras geraes.S. Exc. o
Sr. presidente da provincia manda aecusar recebido
o oflicio de V. S., datado de 22 do corrente, remet-
iendo copia do lenno de coutral i, que Antonio
l'aes de Lacerda catabrn para a execucaodos re-
paros da rampa da Lingueta, pela quantia de......
3004000. *
Ao gerente da companhia perii.mibucana.
Pode V. S., de ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, fazer seguir no dia 31 do corrente s 5
horas da tarde, para os porto? do norte e sul os
vapores dessa companhia, lpojuca, e Giqui, se-
gundo solicitou em seu oflicio de hontem.
DESPACHOS DA l'HES|DEM:i\ DE 31 DB Himno DK
1873.
Jos Vicente Ferreira.Informo > Sr. inspector
da thesouraria de (alenda.
Joao lhppolito de Moira Lima. Re pieira o sup-
pliciute a thesouraria provincial.
Jos Fernandes Honteiro.Passe portara, pro-
rogando por seis meses o prazo que ao supplican
te foi marcado para a conclusao das obras de que
trata.
Jos Tavares Pinheiro. -Auloriso a transferen-
cia requerida, pagos os direito* nacionaes.
Lourenco Rodrigues Bezerra. Passe porlaria,
na forma requerida.
Lniz Cyriaco da Silva. Informe o Sr. Inspector
da Ihesouraria provincial
Manoel Tiiomaz d'Albuquerqne Maranho.-In-
forme o Sr. engenheiro chefe da reparlicao das
obras publicas.
Capitao Miguel Ferreira Velloso. NSo pode ser
arbitrada ao supplicante gratiilcaeSo maior duque
a lixada no meu despacho anterior, tanto mais
porque o supplicante nao eximo a relacao nominal
dos presos que foram tratados. Quanlo aos me-
dicamentos compre que aprsente j;:s receitas em
original, sendo inadinissvel para provar a justilr-
cacao que juuiou.
Pedro Francisco de Mello. -Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional d'Agua-
Preta.
Secretaria da presidencia de Pernambuco. 1
de fevereiro de 1873.
O porteiro.
SUtM Antonio Rodri'jues.
Coiuiiiuiiilo das nriun*.
L'a'uTEL no COMM.VM10 DAS AUMAS DK PER-
NAHDCCO, 1 DE lEVEIll'.IRO DE 1873.
Ordem do dia n. 69.~>.
Chegando a esta capital no dia 29 do mez pr-
ximo lindo o Exm. >T. brigadeiro Joao Guilherine
de Bruce, inspector das tropas desta provincia,
acabo, em cumpriiuento do aviso do ministerio da
guerra de 5 de novembro ultimo, de entregar-lhe
o commando das armas que interinamente exer-
cia : o que faco publico para os fins convenientes.
Felicito a guarnico por ler sua frente um
general Ilustrado.'e que pela sua tonga pratioa
no servico militar e revestido como se acha de
ampias attricuicoes, saber supprir com as suas
luzes as lacinias que neeessariamente se encon-
trara na miulia interina adniinistracao.
Agradeco o anoio "que me prestaram os Srs.
commandantes ae eorpos, de fortalezas e chefes de
estabelecimentos inililare's; e tambem os Srs. offl-
ciaes que junio a niiiii serviram. pela dedica.-ao e
lealdade com que se hoiiveram no cumprimenlo
de seus devores.
AssignadoJote Maria Ildefonso /co-
me da Veiga Pessoa e Mello.
ConformeTote Ignacio Ribeiro Roma,
tencnte ajudante de ordens interino encarre-
gado do detalhe.
Assignado) Joiio GttUMtrme de Bruce.
Coninrme. -Jos lunado RHienvHomo. tenvuto
ajudante de ordens (jlerino encarregado do de-
talhe.
2.' seccao. -:
lkV]irfrli I i polfcia.
i'cao. -Secretaria da polica de Pcrnambueo,
1 de fevereiro de 1873.
N. 245. Ilhn. e Exm. Sr. Levo ao conheri-
meulo de V. Exc. que, Segundo consla das partid
paees recebidas boje nesta repartico, foram hon-
tem n-colbidos casa de delencao os segundes in-
dividuos :
A' miiiha ordem, Joaquim, escravo, (ignora-seo
senhor) por andar fgido; c Epainiuo das Hono-
rio de Brito Lyra, disposicao do Dr. juiz d-' di-
reito especial do commercio.
i' ordem do subdelegado d,c S. Jos, Joao de
Deus Eufrasio, dis|iosi';io do Dr. juiz de direito
do 2' districto, por es ar pronunciado as llena-
do arl. 201 do cdigo criminal; e Franrelfna, por
suspeita de ser escrava c andar fugid.i.
O delegado do termo de Bonito, por oflicio* d*
10 dr5 Janeiro ultimo, communicoii-nie que pelas 4
horas da tarde do dia 5 do mesmo mez. Mam el
Torquato Nogueira, dirigira-se casa de Manocl
Francisca das Chagas, depois de iojuria-lo, des-
fechou sobro elle nina arma de fogo, do que re-
sultou licar 0 mencionado Chagas feveineute feh-
do, por ter em lempo se refugiado delra' de una
porta ; iiue o criminoso tora preso em flagrante >
contra elle proeedia o respectivo inqoerito, afim
de remette-lo opportunamentc ao Dr. juiz muni-
cipal.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. coni-
mendador Henrique Pereira de Lucena. dbjniasi-
mo presidente desla provincia.O chefe de polica,
nis Crrela de Queiroz Barrot.
DIARIO D'PERNAlBUQ
_^____..._____________
RECIFE, 3 DE FEVEREIRO DE 1873.
\..lirias lo sul Fundeou sabbado no lamaro, s 10 horas >
dia o vapor americano Ontario, trazendo jornae
do Rio de Janeiro de 23 a 26 do passado, e da
Babia de 28 a 30, dos quaes colhemos o que vai
sobre a rubrica Parte flinnl e o que se segu :
m.vtto batato.
As datas recebidas alcan.am at 22 de de-
zembro.
Encerraram-.c no da 4 os trabalhos da as
sembla provincial, leudo sido votiidas as leis an-
nuaes, e oulras de iuleresse publico.
No dia 2 de dezembro, pelos 7 horas da nou-
le, instaltou-sc a Soeiedade Emancipadoura, ha
ponco organisada em Cuyab. Verilicou-se o acto
em casa do Sr. Baro de Aguapehy ; esliveram
presentes muilas pessoas gradas, os estofes das re-
parlicdes e os empregados pblicos. .Fra alfor-
riada nina enanca.
No dia l. o presidente da provincia offere-
eera iun jantar aos membros da assembla pro-
vincial, os quaes por sua. w/.. i.uiibeni olferece
rain oulro S. Exc, no da 4.
nil) CRANDE D.)SI I..
Sao de 13 de Janeiro as ultimas datas :
Havia j tomado posse do cargo de inspector
da alfandega do Rio Grande, o Sr. Gamillo Jos -
de Carvalbo.
Aenmreza da estrada de ferro de Porlo-Ale-
gre S. Leopoldo linha comeeadoo assentanieuto
dos Irilhos na ra do Caminho Novo. ,
O Jornal do Commercio de Pelotas passara *
ser propriedade de Arlhur de Lara Ulrich.
Segundo noticia a Reforma de Poito-Alegre.
a Soeiedade Libertadora da Cruz Alta, alternara
sua casta, durante o anuo lindo, sele escravus.
e conseguira de mais sete pela generosa coad-
juvacao de algumas almas caridosas.
"A directora da^coiupnhia de bonds de Por-
te-Alegre, destribuira o rendimento do dia da
inaugurarlo dos seus trabalhos pelas tres socie-
dades beeficentes. Tocara a cada urna 30000.
Em Sant'Anna do Livramento, um hllfo do
maior Flix Martin.-, assassinara com um tiro de
revolver um tal Dias. Fora o crime perpelrado
por occasiao de ninas corridas. Dizia se,fue Das
provocado por Flix Martins, de quem receben
urna chicolada no rosto, dera-lhe com o cabo de
ferro de um relho urna pancada tao forte, que o
prestara por trra. Chegando enlao o lilho de Mar-
tins ao lugar do cdfcto. e vendo seu pai naquehe
estado, destechen sobre Dias o seu revolver.'
Sob a opigraphe Desacato na igreja -refe-
re o Commercial de 17 :
A igreja da freguezia da Vaccana acaba de .
ser lestemunha de um estrondoso desacato provo-
cado por um propria padre. Eis oque nos contam.
t Acabava de dizer missa o Hevd. padre Manoel
Ayres, quando entrou pela igreja dentro, como
um possosso, o padre italiano Nicolao Berardi, que
cmnefou a insultar aquelle bom sacerdote, injo
rando-o atrozmente e empurrando-o finalmente
Sara fra do templo. Em auxilio do yalente pa-
re Nicolao veio logo seu emanado Jfjo Baptista,
tambem italiano, e que se gaba tambem de ter
enveiheclde na alda. Armado de um revolver
quiz ferir o padre Ayres, e jiijuriou a nmitos cida-
daos que haviam corrido para impedir o conflicto
At a propria autoridade policial, o honrado roa
ior amargo, que proceden com toda a euergia,
quiz Jeao Baptista tornar alvo de seus insullos.
O padre Nicolao tem odio ao virtuoso padr
Ayres, porque este um verdadeiro sacerdote,
eniquanto que aquelle um verdadeiro cigano.

\
Ordem do diq n. G! Declaro para sciencia desla guarnico e para
onde mais for preciso, que nomeado por aviso do
ministerio da guerra de 5 de novembro, publicado
na ordem do dia n. 88 da repartico do ajudaiw
te general, de 12 do mesmo mez, tudo do anno de
1872, para interinamente commandar as armas da
provincia, e chegado da provincia do Amazonas no
vapor Guar, esta capital a 19 de Janeiro Ando,
considerando que no seguinte dia 30, tafia de se-
guir o mesmo vapor para corle, e ser com elle
aviada a" imprtente correspondencia do comman-
do das armas,, sem que em poueas horas eu po-
desse inteirar-m dos assumptos que por^ ventu-
ra ella tratasse, para, sciente do seu contando, eu
a podesse assigaar: sendo alera disso nosultimos
dias do me?,aoapresentar-me ao ExmSr.Dr. pre-
sidente da provincia, Uve-a honra de fazer-lhc al- tromba d agua, e a diligencia
gunias ponderales a respeito, e S. Exc. annuio nove cavallos o arrelMtada-
a que a posse tivesse lugar nesta data: acabo por
tees motivos de hoje assumiro interino commando
que me passou o Exc. Sr. ooronel da 2" elasse do
estado mai-w Jos .Maria Ildefonso facime di V.
Pessoa e MSlo. que torna a entrar no commando
da fortaleza do Buraco, passando o Sr. tcnente
honorario do "exercito Antonio Machado Revoredo
a ex creer as suas funches de ajudante do in-
furte -..
O Sr. lenle honorario do exercito Jos Pedro-
da Silva Sonto entra no exercicio de ajudante de
ordtns d Pessoa.

que so tem em vista gauliar dinheiro com avidez
c usura, como costuma pralicar t?ssa alluviao di-
padres papistas, que dirigem a maior parte das
parochias da provincia. Informam-nns que a au-
toridade policial trata de instaurar o competente
processo, e j relatFa o facto ao Sr. Dr. chefe de
polic'a. .
0 Correio de Bag narra nos segrales ter-
mos urna lamentavel desgrana, occorrida prximo
Santa Rosa, no lugar do caminho Zanga Honda
t O anno estreou-se aqui com una grande des-
grana. A diligencia que vinha do'Salto paral'ru-
guayana atolou-so ao chegar esta povoa.ao. na
Zanga-Honda. Os passageiros nao quizeram sanu
da diligencia, e emquanto omaioral procurava
os meios para safa-la. desprendeu-se urna gi-a"nde
- com pas-sageires e
Omaioral salvou
se a nado com um menino, e bem assim os dous
postiloes e um passageiro. Oj outros, que eram
todos passageiros, em numero de oito, perecern!.
Erara elles tres sen-horas, tres meninos e dous h>
niess ; uu a argentino e negociante n .-
tavel. e o Qutro italiano.
Os que p^recerafn sao : . Annibal (anm, d
Salto, com tres filhos; D. Zeferi Ballhar, nego-
ciante i" dnas mulhercs italianas e um italiano,
cujos nomej nao se sabia.
c Com as muilas phvas do mex findo (du v
ma folha) eoxheu. repentioaaaeDte e de um*
Ficam e n vigor as ordens existentes, era qtianto maneira espantesa.o rio QuaraWm, causando im-
- modiflcawj m.'iwos prejutoos as planlases, e
a experiencia nao aeonselhar a sua
Coagratulo-nte n'esta occai!te cora o gwfl? aq
>**"
ana impetuosa carreira multas anta
IIIIIMFRIRn INRRRRFTa I
x
i
f~m.


Diarto
arraochamcnto de.ama gtiq'd
naqclle ra foi arrastado pela oh. ia con
honvens que alfcpt "l,Kl
Iber edousfilhosp-,
e sendo encontrad: es alg tus dos cada-
veros presos a uns cercados .de rame, e_entre
lies o da iafelij mulher com um das enancas
anda nos braco*. Passou-se' o tacto laido da
noute, pe) que'fnramftlos aquclk'S iafe^es
preendidos om Mas camas. > '
Oatra diligencia fac segua di Salto para a
Rivera, villa frnnteitraSam'Aaaa perdera-se eomdetatbnte no rio Arapehy. Feliz-
mente naoJrazia pamageiro algttm.
Aecresenta o Jornal do Commevc-o de Pola-
tas, que chovia con^utivamente, latvia oito (lias,
om Sant'Anna, segtiadp asseveram cartas tfatli
con data de 8. Tinham raliido mu)tos raies. que
mataram urna crianea c algtiiis aminaos eavafla-
res e bovinos.
Saviatn fallecido: e.n Canguisii o escrivao
ma!
u,q
le orphaos da |uelle.ternio Jos Ignacio .Voroira ;
no districto das Carrereas, Leonilo Correa Simr.es;
e em Bsg o* octogenarios Jos V-az c D. FYan-
oisea IHreira.
fc L-se as folhas da cidade do Rio-Grande :
ntrou na burra desta provincia, no dia 19,
procedente detSisuuw a galeota hoHandeaaReint
Pieter, com vatios gneros consignados a Wigg &
rving. Em Viagem | tripnlaeao cemousta de tres
marinhelros e um piloto, sublevai-a-se, 'roobra
parte da carga e atieutra cintra a via do capil i
H. It. Tap e suasenhora.
O nawo ancorara-no jmrto de i. Jos do Nor-
ia no dia 13, e o Sr. Len Bergman. vice-consul
da HoHaada, tendo recehio, por uin pratico, urna
carta do eapitao, f.jra atonto, prendera a tripola-
cao. e a fuera recoHicr radeiatusta cidade.
' O referido coosul commuiiitou a oceurrencia
nos segrales termos ':
O navio era tripstado rom tres marnbeiros,
ora piloto e um nw. o. Em viageni o capilo ob-
i 'iilugar, at que vio que era pava tomar eerve-
ja; o piktt) dfesedlta que era tesponsavd pela
'-arga, e que tinha bstanle dinheiro para pagar
indi..
A tri pelaran vivia oor.stantemente embriaga-
da ; o quando' ne vara lencos de sed e outros artigos de valor ao
mar; tiravain de alguiis caxes loupa feita, com
que se ves;tiam. Nao pjssivd calcular por ora
os estragos que uzeraiR.
Quaniln e .Minti dizia qualquer cousa, mos-
iravain-lhe a laca ; quando os reprehenda e pe
di< mais atteuc.io ao /cinc, respondan! mostraudo-
Ihe as faca*.
Combinaram fagJT, logo que o navio ehegasse
a este porto, b, se o'eapitao se nipuzesse a isso,
untar ambos, *ll' e sua senhora ; esta conversa
loi ouvida pelo moco,'que.de ludo dea parte no
capitio.
O e-apitioarigin-me uaucar'a, que remetu-u
pelo pratieo, para informar-me do oeeorrido. Lo-
go tpieiwebi ama cara fui a bordo do dito navio,
r.oin lora policial e prend toda a tripolac/io.
Todo o navio e triplaeao, datn-mc bastantes
pr iras que houve urna rebeiliaonc alto mar, como
talvez amida nao baja exeinplo.
Enitim, freio que o capitn portou se com
incita prudencia : porque, se se tivosseopposto a
isso rom umita energa, matarL -hiain e a sua
mulber tainbem, e tal vez o navio nunca chegasse
.i <-ste destio. ,
Nao lia va nenliiini que iiuizessctrabalhar, o
navio traz priva disso ; nao bziam itada mais do
que btier e d nnir.
Segando refere a lii-fonm de Parto- W< gre,
dlecera em sua estancia no municipio de S. Ga-
iiriel, o an'go servidor di Estado ) rico proprela-
cii daquelle mmicipii, Joao Baria Gama Lobo
d'Era. bar.io de Saycan. O tinado era ogro do
Sr. juniie da Porto-Alegre.
PAOAS.
Aleaii.-am a 18 de Janeiro ai ultimas datas :
Cbegaram a AoJouina no .la 13, a bordo
il.> OusSm, 300 colonos ItjglecM pira a colonia do
Assunguy.
Maifestara-se nidia 17, eui Antonina, um
violento incendio no tocto do edilicio onde est o
igaabo a vapor do Si-. Joao SIa;niel Kilteira V-
.iiina. Ao signal dada pelos sinos acndiram mais
i!e 2'K) pessoas, que extinguramo fogo. limitndo-
se o prejuizo a '! ou i:0LK), apegar de haver no
dito engenho grande abundancia ile material, nao
menor deposito de herya em bruto, e estarem oa
palees cheiivs de herva beneficiada, lenba, barri-
vas, papis, etc.
o <;o .'/i rcio do Paran >, idlia deParana-
L-.i.'i. diz em data do 17 :
O vapor CaMBes na viagem c!o dia 13, viudo
de Ro, pr.-gn-nos urna peca digna de nota. Pelo
ue pareca estar assenta I \ coin o agente do cor-
,1 -io. di'via o vapor no seo regreso de Vntonina,
i ade foi desembarcar colonos ingtnes, ienwrar-so
i li ira para receber as malas. Asim foi que
i oiiimerdo prevenido tratou d> preparar aeor-
renfondoneia, a quil fieou prouq tn na agencias
s h iras da tarde espera que a fossein receber.
t) vapor, p >r n,c!ie2 ih de 4.ntoniito, c partte para
o Rio sem se importar com a visiti de polica, que
para elle se diriga, nem com as malas, que tica-
i;i: m eorreio.'
Este fado ni? precisa cimuniHar-se, porque
t 'dos mais o meos coubooein o nal que dell re-
hidtj ao comm ircio da provineia em peral Os
v.p >res da linba do sul sao largamente subvencio-
nados c obligados a comluzir as ralas, &p trtanto
' imprc que o givemo olhe com toda atten.a)
para o que vimos de narrar, aflu de que para o
rutara se nao reproduzam casis semelhante-, que
tanta pnjndfcan ao govern e ao coramercio,
' :n cujo boot alimentado esU vapor, que lito
il sabe eomprebenier os seus devees.
- A ddad de Horretes acaba de conseguir um
importante meihuraineiRo, ha i mito rectanaado
ion ama das mais argentes neeessMades ; a es-
trada que a liga ao Porto de Ciin i. O plano do
Sr. Luiz Parigot e a execu.ao dos Srs. Joaipilm
totonio Codlho e Jorge de Drusine. Mede ella
ii 200 metros de eitenso sobre 6,4 m de largura,
i la perfeitamente maeadamisada. -A partir de S.
iteaedicto, segu a estrada urna linba recta de
."i,490 metros, vai terminar no morro do Cary, on-
de, pela-; ciicnrnstanrias geolgicas do terreno,
recebe tima "pequea curva. I) ibi vai ella sabir
oo pateo da igreja do Porto de Cima e contina a
'ammunioar com a grande ponte que tem de atra-
vessar o importante rio dessa povoafio. O rii
Waruntby, conheeido pelo da Ponte Alta.'f des-
viado do seu leito pp.ra lugar mais apropriad i da
Irada, Horrendo por baixo do urna magnifica
panto. E-t.i estrada, em relaeln antiga, encur-
!ou a distancia a pfeorrer caica de 1,500 me-
tros, z
Fallecer repentinamente o subdito allemao,
ef-fAotO de mua barca que se aeba ancorada etn
Paranagu, Tbeodnni Schuter.
, S\NTA >:\TII\ l\ i
As ultimas datas sao de 2 de Janeiro.
Noticiam as Colijas da capital :
o Foi observado por umitas pessoas desta eapi-
taL I I/i hora da tarde de doningo 2 do cr-
rante, am plieuomeno interesante^nuia trotnba
''agua. V:itava rijo do E, c eomqnauto nao sai-
bamos em que altura se formar;, vimos comtudo,
que ella caininhava rapdi com dreccao ao O.
Ao paasar, o mar agitava-sc e as ondas preci-
Mtavam-sc com violencia para o orificio inferior.
Felizmente nao temos a lamentar desgrana alguma.
segundo nos consta apenas um bite que se achava
fundeado na (ira i a do lado alm do Estreito, M sub
mergido.
Nao podemos calcular a sua altura ; entre
tuito, vista, daqui pareceu-nos Jjt.e o sen dimetro
sao passaria de 8-, 8. Felizmente para a populacao
doarraialdo Estreito, que j estiva toda sobresal
tada, rompen-sc ao tocar a trra. *
Em coiisequencia das continut.s e fortes chuvas
aompauhadas de vento E, que renam desde al-
guns das, diversos muros tinhatn desabado e ca-
hira o panno da (rente do telhadc da casa n. o < da
raa do Senado, em rae mora cara sua familia o
Sr. Vargas, empregado do telegrapbo elctrico.
Felizmente nenbuina pessoa fra pisada.
Tinham fallecido : o Rvm. padre IzidroDnarte e
Silva e D. Eliza Flora de Souza Conceaio, esposa
do coronel Manoel Jos da Silva i^ncei^ao.
s. PAULO.
As ultimasda tas recebidas sio : Sorocaba 16,
ampinas 19, capial e Santos 2'l^do corrento.
Tinha coui-cado a implanta.ao dos pusjes da
linba telegraphica que deve servir ostradade
ferro soroca baa.
A folhas da capital dizera que as reparti-
edes respectivas havia falta absoluta de sellos para
arias. Do mesmo mal qoeixam-ae tambera as de
Campia.
Commjm>a'-am ao Areens qne a estaeao da
-sirada de ferro em Rezede se' inaogurada no
lia 15 do corrate.
Ld se" na mesrna folha ;
Ha tempos noticiaram os jamaos-desta pro-
viada, o (acto lauito extraordmirio de ter desap-^
pareeido da casa de scu pai Pedro Concalves dos
que kt. vr-na prcta h' to i
i do grito, sentcnem litui,
ful mais \ista aptar de t
da polica. .Vjpra temos vista urna
do i eledo. pai da mcuina, e que nos foi con-
fiada por um amigo", era ^roe se di* ter adiado
os osos da infeliz enanca, em um mato distanto
da isa. u
Refere o Ypanma de Sorocaba amo dia 11,
s 8 hora 5 da noute, um cflxeiro de Goncalves
es, chamado' Bento do Carvalho Pint>\ dora
uma-acala em Quintiliano Martins da Silva, por
questBesile jogn, tirando estoem perico de vida e
a qii'lle levemente ferido
Pal eceram : era Santos, o antige negociaste
porlaguet Jos Antonio l.emcs ; e na capital, o
imputan e faiendeiro da l.imeira los da Silveira
Flanco.
EsCreverafn de Caragnatatnba:
Os moradores desta villa n;lo tivorawi felzes
entradas do anuo novo.
No d a 1 do correte mez o anno, pelas 4 ho-
ras da tarde, foram seriamente assaslados e algnns
couideravelmet prejodicados com um aWc-
vido fnracao, que rompen do rumo de NO, mide
v ti miara menonha trovoada. A impetuostade
lio tent fi tal que airrancou arvores, derrbou
cer as e muros, atiron telhfts de casas a conside-
ra veis di:4ancias c arrenicssou o mar candas que
i'stavam aa praia.
Os miradores das casas, qne nao eram fon-a-
das. en prefenca da queda das telha*, fugiain es-
pavaridoi para o largo, e, seno setaavaffl nm pon-
to ! e api-io, eorriam o risco de perder o equilibrio
e sorem snvohridos em moctes le arela c destroi.-o*
que a te npestade impellia com vkMteh etn redo-
itiui'tue I
Aps o furacao, que durou cerra de 10 mi-
nutos, c; bio abundante'chuva de mdras.
Pessoas eompcUmles de Piedamonliangaba
aianeamqae a prxima colheita nao pode, ser abuu-
dante", visto a irregularldadc da florescencia dos
caeeiros, que alias pnmiettiam muito. Nao se sa-
bia a qur attrbuir isso.
1110 DK JANEU10.
o senado anprovon, em .' discussio, o pro-
jeclo augmentando o sohlo dos otflciacs do exerci-
to a armada e os vencimentos dos emiiregados de
fazenda.
Eis o resumo dos tralwlhos da cmara dos
deputad"s :
Acamara dosdeputadosaiip^-ou honlem (2'i)
o p.irecir da 2." commissio de p'.leres, reronhe
rendo deputado pelo 4." districto provinoia de
Rinas-Gsraes o Sr. Antonio Gabriel de Paula Fun-
ecca, o qual prestou juramento e toniflu assento.
Approvou em seguida o requeritnento do Sr.
SHveira Martin-, pcdinlo para retirar aquella que
offereeera em sessao de 21 do crrente, e em que
pedia i.foima.oes ao governo sobre as muflidas
tomadas para preve as epidemias que se tem
desenvolvido tiesta cia*uO.
Approvou depois ain una s discoasie, com
varas ei lendis, o projecto declarando que apeu-
sio de tV' mensaes concedida a D. Bonuacia An-
nina de Miranda, mai do eapitao do corpo de po-
lii'ii da irovineia de Pernambuco, Manoel Grma-
no de I randa, deve entender-se concedida rliar-
tidihienle entre- ella e sua lilha D. Mara Eulalia
de Miraada.
Approvou tambera em urna s discussao, com
emendas; o projecto quo aulorisa o governo para
mandar adnuttir a exarne das materias do 1." anno
medico la faculdade de medicina do I io de Janei-
ro o alumno do 1." anno do curso phannaecutico
da tiio-o ia faculdade Jos Tristao de Carvalho.
i Occ ipou-sc em ultimo lugar com a discussao
do i oj vio de rosposta falla do throno. Oraram
i Sis. Costa Pereira, Ferrefra Vianna e ministro
de estrangeiros, ficando a discussao adiada pela
hora.
Fui a imprimir o parecer da commssao sobre
as efcifdcs do 2.* districto da provineia do Ceai,
eoocliiindo assim: ,
A vista do exposto, a maiora da commssao
de parecer :
1. Que sojam approvadas as ele^oes ilas fre-
ffaezias de San a Qniteria, Tan'boriL Cabind,
Pentecosts. S. Francisco e Imperatriz.
i i:1 Que soja ailiado o recouhecimento das
eleicocs primarias e secundarias das fregu-
zias de liaturt e Acarap, cuja acta da elc
fio secundaria deve ser requisitaJa por interme-
(Bo do governo imperial.
t 3. Que sejam annulladas ambas as eleieSes
da freguezia do Sobral, presididas, nina pelo 1.
jiiir. do pai do districto da Matrjz, e oulra pela l.
ju?; de paz do districto da Mruoea.
i.c Que sejam igualmente anudadas ambas as
ele .oes da l'regue/.ia de Santo Antonio do Aracaty-
Ass, presididas, urna pelo 1.- juiz de paz e outra
pelo i." todos do districto da Matriz.
"." Que sejam approvadas as elei/oes das fre-
gUOZias do Iptl, feita na matriz s ib a presidencia
lo 1.* juiz da paz, Antonio de Mel Marrana; da
Virosa, feita na matriz, presidida pelo 4." juiz de
pa;:, Raimundo Bunicio da SHveira ; do Acarac,
feita na matriz sob a presidencia do 2. juiz de paz,
Francisco TfcixMra*Pinto ; de Sant'Anna, feita na
matriz o presidida pelo !. juiz do paz, Francisco
Rodrigues Lima Jnior ; de Granja,, feita na ma-
triz, presidida pilo l. Ja de paz, Antonio Fausti-
no da Ricba; da Palma, feita na matriz, comecada
sob a presidencia do l." juiz de paz, Antonio (Jrc-
gorio Moreira, e conduida pelo 2." juiz de paz do
districto da Moruoca, Narci-o Marques lo Azevedo
6. Que sejam anudadas as eleicoes das fre-
gnozias : do Ipil, comecada pelo 1. juiz de paz
do districto deS. Goncal, Manoel dePnho Jnior,
LConcluida pelo 2." do districto da Matriz, Carlos
Rernardiuo, que njceeerara" diplomas, mas nao sa-i rocruta-lorda proviodo do Minas Geraes o-afU-
hiii oude ue I '! uifantana Rodrigo Pinto Uomeui.
i
T^K
inr smf-rT.v i
idade, qae estando a cantar, nasila, dea um grito
Felippe de Souza ; da Vi;o-a, fita na casa de re-
sidencia do lente coronel Vicente do Espirito
Santo Magalhaes, sob a presidencia do Io juiz de
pa;:. Jo> Antonio Coelho de Albuquerquc ; do
Acarad', fe ta na casa de resideneja do 2." sup-
plente do juiz municipal, Francisco Th'ophilo Fer-
reira, s ib a presidencia to 1." juizjde paz, Antonio
Lopes Je Araojo Costa ; de Sant'Anna, feita sob
a presidencia do l.-juiz de paz, Antonio CarneitO
de Araujo ; da Amarra .ao, feita na matriz sob a
11 -i i' i i a do 1. juiz de paz, Joaquim Rodrigues
da. Cosa.
( 7.' Que sejam descantado? ao Dr. Paulino Xo-
gu lira res votos dos 41 que obteve no collegio da
Granja.
< 8." Que tendo obtido maiora de votos os Drs.
Pauliuo Nogueira Borges da Foneeea, Jos Ber-
nardo Galvao AiVofirauo e conselheiro Jlo S-
pislrano Baudeira de .Mello, sejam os mesraos re-
co.ihecidws deputadus pelo i." districto da provrai
ci;. do Cear.
Sala das commissoes, em 18 de. Janeiro de
187-1.Jojo Mauocl. Elias F. de Ameida e Al-
buyuerque. Dr. Ciuiha sito.Dr. Campo* de
Ude.iros. Joan (Vilkens de M'-titos, com restricciio
qnanto deicao da parochia d Sobral, por en-
te ader que deve sor approvaila a feita na matriz,
sob a presidencia do l.* juiz de p;iz.Ftiusfo de
i'IMi'ii, vencidos.
t Quanto nulldade da ele.ao feita na matriz
do Sobral, sob a presidencia do 1. juiz de paz, a
qual consideran! legitima c vlida, por estar pro-
vado niio sj que a aualificacao de 1872 eslava fin-
da e acabada legalmeate, como tjue no livro da
qualifica^o nao existem as pretendidas emendas,
raspaduras e troca de nomes, sendo, portaoto, le-
gal o procelimento do 1.' juiz de paz, em fazer a
chamada pela qualifica.'o do anno de 1872.
Quanto nullidade da deicao feita na matriz
do Araraly-ass, sob a presidencia do 1.- jb.il de
pjz, a qual conderam legitima e vlida, por nao
estar provado legal mente quo tal cle;ao se nao
Ikesse, ou que fossem preteridas as frmulas b-
seneiats do processo eleitoral, evdenciando-setla
nropri;. acta que a elei.ao se fez e correu regu-
larmente.
* Quanto eleicao de Baturt.por entender que
deve ser annullada, attenta a dfferenc,a de 9,923
votos que se d entre-a somma total das 2,311 ce-
du'as recebidas para os 52 eleitores que d> a fre-
guezia, e a somma dos votos apurados, o que por
si s revea vido radical na eletcSo.IzUro Hor-
Qts Hoifciro.Ferreira Vitmna, tambera vencido
qii auto eleico da fregaezia de Santa Anna, feita
sob a pre8denda do 2." juiz de paz, a que consi-
dera igualmente tambera nulla, prevalecendo como
vlida a do l.' juiz de paz.
Ac parecer da commissao de inquerito sobre
as ddi oes do 2, districto do Cear, offereeera as
se ?ura:es emendas :
I.' Que saja approvadb a clecSo feita na igre-
ja malriz da pariebia de Sobral, presidida pelo
1. juiz de paz do districto, com maiora de eldto-
res e .upslentes, sera vicio algum provado, como
se v a comdusio do parecer.
2.' Que seja appiovada a elei^ao feita na igre-
ja matriz da freguezia-de Santa AHaa, presidida
pelo i.' Juiz de paz Antonio Carneiro de Araujo,
con eltitores o sunplente, e sem irregularidade
privada, como so deduz da conduao do parecer \,
sendo annullada a qur'se diz feita pelo 2. jui^
iz por ser simulada, porquanto o profiri se-
rio da mesa jura que fora feita em casa do
da um ds candidatos, sera form
i, s.e:n concursa do lavrando-se as
o ultimo que, Cttulo deitor suppleiUc, nao vo'ra
para fonnac o >.h mrjn, ontrotanU que ua acta se
tliz que eti'wra pre.'onle e votara I
3.' Que soja appfovada a eleico da paiochia
de Santo Antonio do Aracaty-assu, presidida na
igreja matriz pelo 1. juiz de paz do districto, coin
maiora de eleitores e suplientes, e a respeito da
Sal apelas se allego^cderidae na eonclusao
! trabalbo. .
, i.* Que seia appmvkda a'meidlo eta na
Igreja matriz da fi-eguaia do'f, presidida ao
principio polo'!. juiz de paz do distiict mais w-
sinbo, e concluida pilo t? do district" da matriz ;
annullada a que se diz presidida pelo !. Jniz do-
paz Antonio de Millo Varirrho. por simelada,
como provaro participa^oes officraes e urna certi-
dao do escrivao do juio de paz.
5.a Que seja annullada a fleicuo primaria da
parochia da Granja, em que, alm de vicios subs-
tanciaes nq, processo, foram elettos 28 em lugar
de 13 eleitores, contra o que tcnrimirtemelue dc-
clarou o nresidehte da [trovincia em ofudo dirigi-
do antes da deicao primara ao 1. juiz de paz da
parochia, e o seguinte :
l'eclarando em satisfavao ae seu offlcio de 3
do correte, que foi annullada a qualliea.-Ie de
votantes que se procedeorna parochia da "Amar
raeao, sendo que os actos eleitoraes da dita paro-
chia llovera ser fulos pela ultima qnalificacao re-
gularmente terminada, e quMlo distribuicao do
nttmeivi rfc tteitret dessa parochia eda Ammia-
fin, twmpre Inervar a recito o qtie actu'almeni*
vigora.*
O nnmero de eleitores que vigorava, ppro-
vado pela enmara dos deputados em 1869, era o
de 13.
6.* Que se annulle a eleicjio primaria da pa-
rochia da Villa da Palma, por mi existir acta da
organisai.k) da mesa parocbal, e por ter sido
substituido o 1.* juiz competente pelo 2. do dis-
tricto de Memora, termo diverso, seiu que fos-
sem chamados os 2.*, 3." e 4.", que se achavam no
districto.
7." Que se approve a eleico primaria da fre-
guezia do Acarac, presidida pelo t.juiz de paz
do districto, Molino Lope* de Araujo Costa, fora
da matriz, por achar-se esta cercada por torca
armada ; annullada a que presidio o 2.* juiz de
paz incompetente por achar-se o 1. no lugar, e
nao se haver recusado em ir cumprir seu dever
na matriz.
8.a Que seja annullada a eleico primaria de
Buturit, porque alm de terem sido convocados
para organisacio da mesa eleitores e supplentes
residentes na nova parochia do Acarap, consta
da acta da apuracio dos votos para eleitores, al-
tarero 9,923 votos, o que influe fia designa.'o de
nraitoa eleitores e prova nao ter havido no-pro-
cesso a necessarta regularidade. v
9.' Que seja aiqirovada a eleico primara de
Villa Vicosa, presidida pelo l. juiz de paz, fra
da matriz, por haver sido expulso da igreja viva
forca, quando dava comeen organisaeo da
mesa ; annullada a que s diz presidida pdo 4.a
jui de paz depois de laucado fra da igreja o 1.*
e sem ser chamado o 3., all presente.
10.a Que' sejam approvadas as eloieoes dos
collegios eleitoraesda cidade do Sobral, Ipil, SaHa
Anna, Villa Vi. osa e Acarac4, constituido* p^los
eleitores, cuja approvacao se propoz na presente
emenda, contados no eolb-gio da Imperatriz os
votos dos 16 eleitores da -eleico do Aracaty-ass
presidida pelo i jtiiz de paz. *
11.a Que no caso tic ser approvada a eleico si-
mulada que se diz feita pelo 1.* juiz de paz no
Ip, se julgue nudo o collegio em que vntaram os
eleitores dessa clei-ao, porque nao existe a acta
da nslallaeo do mesmo collegio.Francisro Do-
mingues da S'lon. -Francisco de Paula Pes Filltn. Domingo1 Jos Pinto Braga Jnior.
Propnnno como emenda ao parecer da com-
tnis-ao sobre o 2. districto eleitoral do Cetra:
1." Que approve-se a eleico feita na matriz
do Sobral, sob a presidencia do l. jui. de paz,
e com assistencia da maiora de eleitores e sup-
plentes ; porquauto, nao tendo a maioria da com-
mssao dados para instituir juizo sejitm, dovra
antes concluir pela- approvacao da referida elei-
co, que tora em seu favor toda a presuuipcao le-
gal, alm de que reproduccao da victoria que de
longa data obteve o partido conservador daqUetla
parochia ; e que se approve o respectivo collegio,
nao contando-se, o voto de Jlo Martiniano Bc-
tarra, que, nao estando qualilicadn, nao poda Mr
eleilor.
2. Que seja .umullada a elei'.o feita pelo
Por titulo de 23 tfe Janeiro, foi nomo?.(ta Jo3q
Damasceno Vieira Fernandos para o luiar da pt'a-
tMla tneswoftiria de S. PcJr o fiio Grande
lo-ful.
Por portara de 24 de Janeiro, foi-transferi-
do do 10. batalhio-de nfantaria para o 14." da
mesra arma, o lente graduado .-rftndsj Fex
de Araujo.
Foi rcstabelecido o prendi de S. JoseAs'Mar-
tyrios em Goyaz as proximidades da Carreira d
Lampos, una legua abarxo das Itaipanas.
LeoMB.no Jornal do Cvmmreeio :
< Jitf dia 23 a exposigo foi visitada por
23 pcssode dia e 5V noite; ao todo 80.
Desde o primeiro dia as visitas foram 8,527
do dia e-18,033 noite; ao "lodo 26,580
visitantes, produzindo urna receita de
8:28o-?500. Foi franqueada a entrada gra-
tuita, de rnanh, aos surtios e mudos e
tarde aos menores dos arsenaes de guerra e
marmita. >
No dia 24 a exposic^o foi visitada por
59 pessoas de dia e 32 noite; ao todo 91.
Desde o l. dia as visitas foram 8.58G de
dia e 18,085 noite ; ao todo 26,671 visi-
tantes, produzindo urna receita de.........
8:33l000. Foi franqueada a entrada gra-
tuita, do nanlia, a aIguns/i/>;-e*io;t-eA' Ar-
lUlisiros.
Sendo manifesta a conveniencia de "re-
tirar do centro desta cidade, onde grassa a
felire ainarella com carcter e pidemico, os
estrangeiros que chegaretn ao nosso porto, o
governo imperial resolveu, em seguida
urna conferencia que teve'lugar em casa d
Sr. ministro do imperio, notnear urna com-
missao que se incumbisse de encamittliar os
estrangeiros, logo que chegassetn, de bordo
para a cidade do "Juiz de Fra, onde scrao
convenientemente accommoJados at que
melhore o estado sanitario.
Foram Horneados para membros desta
commssao os Srs. Dr. Ignacio da Cunha
Galvao, agente oflicial da colonisaro ; Dr.
Daniel da Silva Ribeiro, cnsul geral de Por-
tugal nesta corte ; Manoel Joaquim .Uves
Macbado, Jos Francisco Malveiro c Jerony-
ino Jos de Mosquita.
Esta commissao mandar receber a bor-
do cin vapores ou barcos apropriados os
colonos ou emigrantes que se. adiaron a bor
do dos navios, quo nao passaro do ancora-
douro de Villegaignon, nao podendo os co-
lonos ou emigrantes desembarcaron sem pre-
via autorisacao do respectivo cnsul.
Antes que se verifique o desembarque
sur roquisitado da directoria da estrada de
ferro de Pedro II o trem especial que deve
conduzi-losatacstacao de Entre-Ros, para
que nao haja longo intervallo entre o desem-
barque de Bordo dos navios e a partida do
trem. De Entre-Ros seguro para Juiz de
Fra, onde sero accommodados por urna
commissao encarregada deste servico, na-
quella local ida de.
k despeza do transporte ser gratuita
para todos; a da aliinenta<;o e habitago
dos colonos ou emigrantes correr por coala
'lo ministerio de agricultura, salvo a dos in-
digentes que ficar a cargo de ministerio do
Imperio : a dos que tiverem meios su far
por conta propria, po.leudo em t lo o caso
realizar-se pelos recursos da commissao para
ser mais tarde indemnisada.
O governo pz disposit;o da commis-
sao a quajitia necessaria para occorrer a es-
tas daspezas e que ser entre-quelle do seus
membros que fr designado.
l.-se no Agricultor da Parahyba do
2. juiz de paz de Santa Anna, em vista da justi- Sul em data de 23 de janeiro :
Saalos, morador no Sap, urna se filha de n as cama se Tora feiw na matriz; tambem ju- f
Reacio em que contra a mesma juraram um dos
secretarios da propria mesa, e dous eleitores, alm
de outras irregularidades.
3." Que seja approvada a eleico feita na
matriz do Aracaty-ass',, sob a presidencia do 1.a
juiz de paz e ciin' maiora de eleitores e supplen-
tes, pois que contra esta eleico s foi allegada a
celtridade de trabadlo, e nao simulacao, como at-
ti ibue a maioria da commssao.
t 4. Que seia annullada a eldco primaria
'eta em Balurito, visto que consta da acta que
rocollielheram-se na urfla 2,311 cdulas com 52
nomos oda urna, e assim a apura.o final devora
apfcsenlar o resultado de 120,172 votos ; entre-
tanto,^ contados os votos distribuidos a diversos
cid a daos para eleitores, sotnmain 110,249, faltan-
do, por cons-queneia, 9,923, o que altera a dei-
cao, caso passi-m estes votos distribuidos pelos
supplentes figurados.
Etn cmara, 22 de Janeiro de 1873.-O depu-
tado, Jiicintlto Bezerra.*
A cmara dos deputados approvou hoiitetn S4
etn 3.a discussao o projecto que aatorisa o gover-
no a eonee lar Companhia Estrada de Ferro de
Macah a Campos isoi/o de dreitos de irnpor-
ta.ao do material rodante e fluctuante, que rece-
ber da Europa.
Foi tambera approvada a seguinte emenda :
E' o governo autorisado para conceder Com-
panhia Brasil Industrial sene-o de direitos pira
todo o material que a companhia importar para
ser empregado na construceao das obras e edifi-
cios das respectivas fabricas e o lidnas ; assra eo-.
i no a restituir os direitos de importacao que j
houverem sido pagos pela mesma ; ilxando o go-
verno previamente a quantidade e qualidaJe dos
objectos que tiverra de ser favoreddos com a
senco.
Approvou igualmente era 3.a discussao, depois
de algmnas observares dos Srs. Araujo Ges e
Martinho Campos, o projecto trae autora o go-
verno para conceder a empreza da estrada de fer-
ro-do Recife ao Limoeiro o seas ramaes, na pro-
vincia de Pernambuco, isenoao de direitos de im-
portadlo do material vindo'da Europa para seu
servi.o.
Foram-Ihe offerecdas c approvadas duas
emendas, estendendo o mesmo favor empreza da
estrada de ferro de Casias a Theresina, do Mara-
nliao ao Piauhy, e s estradas de ferro que na
provincia da B ihia parte da cidade de Santo Ama-
ro at a freguezia do Bom-Jardim.
Approvou ainda era 3:' discussao. sem deba-
te, o projecto que autorisa o governo para conce-
companhia c. trada de ferro de S. Paulo fabri-
ca de ferro de Ypaneraa isen;o de direitos de im-
portacao do material que para ella vier da Eu-
ropa.
Approvou, igualmente sera debate, em 3.a dis-
cussao, o projecto qHe antorsa o governo para
conceder sonrio de direitos de importacio ao va-
por que para navogacao do Rio Muriahe, no mu-
nicipio de Campos, provineia- do Rio de Janeiro,
man larara vir da Europa diversos cidadaos do-
miciliarios daquelle municipio.
Approvou depois em 2.a discussao o projeeto
que autorisa o governo a despender a quantta de
3:670f para cumprimento da lei n. 1,745 de 13
de outubro de 869
Aprrovou mais, em urna s discussao, o pro-
jecto que autorisa o governo a conceder ao guar-
da mor da alfandega da Babia, Jos Gou.alves
Martin-, ura anno de licen.a cora vencimentos,
para tratar de sua saude.
< Foi tambera approvada urna emenda estenden-
do o mesmo favor, por seis mezes, ao inpector da
alfandega da provincia do Amazonas, Raymundo
Torquato de Oliveira Gomes.
Cmtiouou em i*mo lugar a diseussi do
projecto de resnosta falla do throno. Oraram
os Srs. Menezes Prado,- Rocha Leto, Duque Estra-
da Teixeira e Eufrasio Correia ficando a discus-
sao adjada pela hora.
t Nao hoarB hontem (fS) sessao na cmara dos
deputados : sendo, entretanto, lido o saguinte pa-
recer ; '
A i* commissao de inquerito, tendo exami-
nado a acta da eleico de eleitores da parochia de
Santo Antonio de Tracunhaera, da cidade de Na-
areth d Matta, portencente ao 1 districlo dd'
toral da provincia de Pernambuco, e nao bavendo
encontrado irregurariawe,!e de parecer que se-
ja approvada referid
. 8>la das conmirsoos. em 28 de ndro da
< Hontem noite algumas pessoas viratn
[lo da freguezia da Encriiziiliada urna
1luz que espalhava viva claridade, e que sonc-
lhava-sc' luz elctrica, como que surgin lo
da trra e olcvando-se s nuvens ; depois de
certa altura, contao-nos ainda essas pessoas
que essa luz desceu com rapidez, esplhan-
do-se como as lagrimas de u:n foguete, e ca-
hindo on varios pontos da torra r para as
pessoas timoratas este plienonieno prenun-
cio de epidemias, e, por conseguinte, de
mortandade ; nos, porm, acreditamos que
nao seja isto mais que exhnlaces phosplio-
ricas devidas ignico dos corpos metaloi-
des e materiaes cotnbustiveis que se encon-
tram debaixo da Ierra, submettidos ao in-
tenso calor que entre nos se tem pro.lu-
zido.
Um horroroso assassinato acaba de dar-
se na casa commercial d Antonio Vieira da.
Cunha Brandao, no municipio da Barra-
Mansa, freguezia do Amparo. No da 20 do
corrente um carpiuteiro, Je nome Luiz Cor-
rea Cardozo, travou-se do razoes com Joao
Gumares ; interveio nesse acto Manoel
Henriques da Cruz, gerente da referida c sa,
procurando accommoda-!os, quando Luiz
Cardoso, puxando de um revolver, descar-
regou-o sobre o desgranado Cruz, acerl'n-
do-lhe tres tiros, todos mortaes, .'
O assassino retirou-se tranquillamete
vista de mais de dez pessoas, que all si
achavam, e nao se sabe quaes as prov|Jen-
cias que se tem tomado para a car' a do
reo, sendo certo queja fo visto na? uarra do
Pirahy, na freguezia dos Quatis, etc., Cruz
falleceu hontem s 6 horas da tarde.
Pecp-lhes que chamon a attenro da
rain os eleitores, coronel Luiz Hopriqaes e Jos I Por
F

polica para este facto horroroso, tanto mais
grave quanto dizem que o assassino de Cruz,
j em Portugal matou um seu cunhado, o
que o obrigou a fugir para o Brasil.
Durante o violento temporal cahiram
raios nq; Ponta do Caj e na ra de Estacio
de S. No Caj a faisca elctrica cahio sobre
o pao da bandeira collocado em frente casa
onde reside o Sr. commendador Menezes.
0 raastro media 72 palmos de altura^:
a faisca reduzio- a milhares de estilhaeps,
que foram arremessados at a distancia de
60 palmos, cahindo muitos fragmentos so-
bre-o telhado. A parte inferior do mastro
ficou enterrada no mesmo lugar, mas parti-
da ao raei.' Parte do paredo onde esta va
o mastro ficou estragada, e os degros de
cantara foram- tirados do ponto em que se
achavam antes.
N ra de Estacio de S4, cahio o raio
sobre urna casuarina, rodou-a e arrrancou
o portal de um cortico a pequea distancia.
- Em nenhum dos dous casos houve des-
granas a lamentar, mas indizivel o susto de
que se possuiram as pessoas que moravam
nqs lugares onde cahiram as faiscas.
Eis as noticias commerciaes da ultima
data :
Conforme previmos hontem (25) o mer-
cado de cambio abri boje activo e em alta.
Por volta do meto-di o banco commercial e
o industrial cncetarara francamente transac-
c,oes a 16 1/8 d. e o da praca foi negociado
a 3S 1/4, 26 3/8 e 28 f/i d. predominan-
do o*s transaecas regulares queso elTectua-
ram, as duas Jltmas taias. i)s outros ban-
cos do-ara a cjbntmcer, s uhtmas horas,
28 1/8 d.
Foi ainda ouco activo & roovinjento dos
soberanos a 9f 400 a dinheiro.
As apolicos geraos do 6 /0 contiauaramje apenas ficaram ferides e contaste qtian
a mostrar ainda toie^extrema firmeza, il-,duis dentro es passageiros, sendo qne tres
canaaado algnns lotea" peritmnos o-praro doTSenW-l,nl'"' *** Ul" ?a [r0^ e "1 "'
lho. e ftralinente Hat mais dolooSBIBente, q
1:080"*, que os possuiuores, por Bm, rccti-
saru'u aceitur, elevando ua pretencoes para
1:0909 a dinheiro ; um pequeo lote de
apolces geraas de menos de A :0009 nominal
foi negociado razo de' 1:0G09 e nutro de
apolices-provincias de 3009 de i :0309 a
dinheiro.
Continuou a ser isongeira a posico das
acedes to Banco Industrial e Mercantil, das
quaes foram negociadas cercado 2,500 a 559
e 559 por ac^o a dinheiro, 369 para o lim
do mez ; 569250 para 15 de feverciro e
599 para o ultimo dia de transferencia.
Para as aecoes do Banco do Brasil bou-
ve pouca procura. Um lote regular desses
ttulos foi negociado a 2539500 a dinheiro e
outro das do Banco Rural e llypothecano a
!219tambom a dinheiro.
As aecoes da Coinpauuia Locomotora
tiveram igualmente movimento regular a
1959 e 2039 cada urna a dinheiro.
No mercado de productos houve peque-
as vendas le caf a regulares de assncar
para consumo.
As sabidas de carne secta, tambem
para consumo, f>ram arrobas.
A almodfga rendeu
neiro 2,603:7879260.
Sahiram para Pernambuco 24, bar-
ca 5. Jos; c 25, barca hespanhola Rota y
Carmen, e barca ingleza WttUam Jones.
.MIIA
Ealleceram, na capital, o tenentc-oro-
nel Jos Pinto da Silva, abastado agricultor,
e o Dr. Alexandre Houan, destincto ho-
mwpatha francez.
Dizia-se ter sido nomeado 2.'' promo-
tor da capital o Dr. Raymundo Mendos Mar-
tins.
A alfandega rendeu tic 1 a 30 do pas-
sado l,06'i:i8<'iV9.
O cambio regulava
26 1/4 d.
de 1 a 25 de ja-
sobre Londres
REVISTA DIARIA
Thesnirariaprovincia!.-Por portarla
da presidencia da provincia, de 31 de Janeiro, foi
exonerado Joao Catar i'.avalcante de Albuquerque,
do lugar de i." esi-ripturario da thesouraria pro-
vincial, por falta de liabltacoes para exercer o
lugar.
Autoridades polieiacs. Por portaras
da presidencia da provincia, de 30 de Janeiro, fo-
ram Horneados : subdelegado e 2." supplente do
districto do Curato da S de Olinda, Luiz do Reg
Barros e Marcelino da Foneeea Manguinho.
Guarda tiaeional. Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 30 do corrente, mandou-
se dar guia de passagem para o manielnio de Seri:
nhem, ao alferes pirta-estandarte do 53. batalho
de nfantaria do municipio de Agua Preta, Umbe
lino de Barros Accioli Lins.
i> iiiiiisitt ProvincialIloje s 9 hars
da manlia, deve ter lugar a abertura solemne das
aulas deste estabelecimento de educado.
Concurso.-Pela directora geral daitvstruc-
qo pnbliea foi designado o da 3 de mareo pr-
ximo para o concurso para provinieran da se-
gunda cadeira de geographia e historia do Gym-
uasio Provincial, vaga pdo falleciinento do pro-
essor Dr. Antonio Bangel de Torres Bandeira.
Ecriiueiitoleve-.Vs i horas da tarde de
a do corrente, Manoel Torquato Nogueira dirigi-
se casa de Manoel Francisco das Chagas, na
villa do Bonito, e ah, depois de injuria-Io, dea-loe
um tiro, ferindo-o levemente.
Hedida conveniente- Pelo ministerio
do imperio, era il do correte, dedarou-se a pre-
sidencia da provincia de Pernambuco, em solu.ao
do offlcio de 26 do mez passado, que (ka approvada
a dellieracao tomada pelo seu an ecessor, sobre
proposta d i nspeei;ao de sadc do porto da capi-
tal da mesma provincia, de conceder que os esc i-
leres e alvarengas que se dirigirem aos paquetes de
Southainpton, Bornaux e New-York, possam ir
ao laniarao, antes da visita da sade, a qual toda
va peder realisar-se simultneamente, se os res-
pectivos empregados forera a bordo do vapor de.
reboque ou dos meslos escaleras e alvarengas em
tempo opportuno, e sem dar lugar a demoras, e
bem assim que, no caso de nao trazerem os pa-
quetes carta liuipa, ou d* ler--e desenvolvido
nelles alguma epidemia, iiquom as pessoas que
foivm nos referidos rebocador e alvarengas, snjei
las quarentena, anda' que nao tenham ido ;
burdo dos mesmos paquetes.
Populacao do Paraguay^ Segundo
ura recenseainento ltimamente feito, a populacao
da repblica do Paraguay, adia-se assim coinposta :
llonvns: de 1 a ti annos..... 39,602
15,084
de lo i\
de 25 a 60
Muflieres: de I 14
de 15 a 2i
de 23 70
Resumo : home'ns .
raullieres
13,693
'i6,562
45, 78
60,677
68,379
162,817
To'al..... 231,196
Estrada de ferro do Recife a Sao
Francisco.Tendo o governo imperial appro-
vado a proposta da directora desta estrada de
ferro sobre a conccsso de passagens gratuitas
aos que edificaran casas prximas as estacos de
Boa-Viagem, Presares, liba e Cabo, resolveu que
as referidas passagens sejam concedidas se-b as
segnintes eondkefles :
I.* As casas serao construidas de conformi-
dale com um plano, or.amento ou qualquer espe-
eifieaeo approvada pelo superintendente da es-
trada de ferro.
2.a As casas de um valor de 4:' 00*000 dao
direto a concessio de una passagem de primera
classe, pelo espaeo de dez annos i as de 3:0t0000
a una passagtrai de segunda classe por igual pe-
riodo e as de 2:i00OOO a urna de terceira classe,
idem.
3.a Podcrao usar das passagens concedidas o
proprietario em quanto morar no predio cons-
truido, ou o inquilino. O proprietario, porm,
so poder fazer transferencia da dita passagem
urna s vez dentro do anno, devendo disso dar
sciencia ao superintendente da estrada de ferro.
4.a Estas condiccOcs vigorarao dentro de um
anno, devendo ser revistas em Janeiro de cada
anno a comecar de 1874, para serem alteradas se
for conveniente, mas sera prejuizo das concessoes
ji feitas.
As pessoas que qukercm se utilisar desta con-
cessao podem desde j apresentar ao gerente os
planos das casas que pretenderen! construir.
Estrada de ierro do Recife a Olin-
da c Beberibe. Ante-liontein, por volta das
8 horas da noite, deu-se mais ura serio e grave
accidente na via frrea de Olinda, do gual todava
apenas resultaran! alguns pequeos ferimentos c
contusoes.
Suba o trem que do Recife parte para Olinda s
7 i/2 horas da noite, quando, ao chegar no lugar
Encrtzilhada de Belein, a machina n. B, que o
conduzia, foi violentamente precipitada fra dos
trlhos, desencarrilhou, descreveu um quarto de
crculo, e, atravessando-se completamente sobre
os trilitos, torabou para o seu lado esquerdo, fi-
cando cora as quatro rodas erguidas.
Um carro de passagdros de 2.a classe, qae es-
lava immediatomente aps a machina, suspendido
por esta, nao s pelo eagate, mas tambera por um
dos parachoques posteriores, desenearrilnoo, e,
tumbando para a esquerda, cabio sobre urna cerca
de toros de coqueiros, entrando pelas janeJIas do
carro as pontos desses toros.
Sem duvida deu lugar ao accidente, e isto pare-
ce evidente em face da observacao dos -tintos ma-
teriaes, alguma pedra ou outra materia resistente
collonada por mao perversa no cruzamento de li-
ndas existentes na Encruzlhada.
O malvado quera quer que fui, tere a cauteUa
de esgueirar-so depois de consumado o seu- ne
fanio criiiie, qae, todaria, nao leve as terriveis
con-eqaeneias que era de esperar de lal desastre.
O trem em.questio ia atopetado de viajores, e o
arfe que nos referimos nao levava menos de
quarenta passaj anto, e apezar de ter
virado a macUiaa de um moda- extraordinario,
nada sofXrcram nem o macbinista nem o fogu
o Bidad?.') Joo Priiiicisco Regs da Luz, o quat,
quereiKlo saltar do carro em questo, ficou eom-
priraido entre elle e ura dos toros de coqnejro de
que j ;i llamos, recubendo urna forU-contusac nos
petos e braco esquerdo.
Bm enn.-eqiicnc'ra dade?atre rti a liii'na in-
teirmenle interceptada, e os t'ens,-depois de oito
horas, focara todos retardados. 0 transito de p;is-
sageiros uao licou porm cortado, pois .
trens fizeram o servco dos passa*iros, pat v'ndo
dos extremos da lnha e do ramal, e indo troca-
os transentes na Encrtuilhada^
Logo que se deu o accidente, a companhia exce-
di para a Encruzlhada os precisos soccorros, e.
tendo-se trabalhado toda a noite, conseguo ella
que s 4 1/2 horas da manila estivessem a machina
e o carro repostos ua lnha, a esta inteiramente
reparada, de sorle que o primeiro trem de hontem,
domingo, s 5 horas da manha, j pode fazw o
seu trajecto alt; Olinda, sem nenhom entrave.
Polo t|ue levamos dito-, bem se v que o dess-ti e
foi grave, e qne s por um milagre da Divina Pr i-
vitlenca, nao determinou a morte de murtas pes-
soas. Entretanto para lamentar que nao sedes-
cubra o seu autorje que escape elle accio das
leis do paiz, ficando impune rever-se na u*
obA.
Como, poivm, tlescobr-lo, se o Ingar bastaiitf
ermo, a noite ora escura e favoravel a maebinacjjes
infernaes ? E' dfficil, mas nao iuipossivel; -,
a p lcia quizer intePvir, pode ser que MHl
fort;a de paciencia, deseobrr esse irarvada
para ser punido como mef>ee, de sorte prev i
o futuro contra toes attentados.
Ra da Uniao.-Das 10 para 11 hora a
noite de 31 de Janeiro piando estovara coavanaado
porta de sita casa dous moradores da na ('a
Iniao, atraz do ("lyaiiiazio, virara dirieir-se para
elles um cavalleiro, que lhes parecen brando,
montado u'um cavallo russo, trajando cai^a bran-
ca; pah?tot preto, e chapeo desabado; o qual pe-
quea distancia, parou, ouvindo elles entao o es-
talldo de arma de fogo, sem cora tildo apparc- i
a expieso. Dirigindo-se um dos moradores ne^*a
occasio para sua residencia, foi seguido pelo ca-
valleiro, tue, ao chegar prximo da casa de"*
morador, retrocedeu, fugindo para os lados de
Santo Amaro, ao reconheer que nesse pMw
liaviam ainda pessoas acordadas.
lnfiruiam-nos tpte nesse lugar nao ha lanoctor
de quarleiio, e por ali nunca se reconh'C-u
ronda de pnlicia.
Pa^adoria la Thesouraria de Fa.
zenda. Pagam-se hoje as seuintes foll;:.
eorreio geral. justica da primera instancia, pe-
soal da polica, folh i dos guardas e marinhagen
da alfand'ga. consgnacoes de oIBciaes e oupa*
Faenldadff de direito. Comecara ho.
oa exatnes preparatorios matricula na Fani'dade
de Direito do Recife, sendo as baucas de oxaaes
assim urganisadas :
Geonrupltia'e Historia .-Presidlite, Dr Jo-e
Antonio tle Fgneredo; examinadores, padre ir.
Joaquim Oraciano tle Araujo e Dr. Jos Soare f^
Azevedo.
Pltilosophia .-Presidente, Dr. Manoel do Nas-
cimento Machado l'ortella: examinadores, Dr. An-
tonio Herculano de Souza Bandeira e Dr. JosC^i-
riano de Souza.
Rlietorica .-Presidente. Dr. Grariliano de Paula
Baptista ; examinadores, Dr. Innocencio Seraphico
tle Assts Carvalho e Dr. Joo Pereira do bkfta
ipnor.
Geometra i Arithmettca : Presidente, Dr. Mo
Jos Pinto Jiiiiierr; examinadores, Tiacnarel Joio
Vicente da Silva Costa, e padre Francisco JoSo de
Azevedo.
Sociedade propagadora da ilK-
triicea publica.No dia 14 de Janeiro r a-
lisou-sc a 6.a sessao ordinaria do conselho paro-
chial de f anto Antonio, sob a presidencia do Sr.
Olympio Marques.
A's 7 horas da taru>, com numero legal, al
se a sessao, e l-sc c approva-se a acto da ante-
cedente.
O secretario menciona o seguinte expe'ientc
um oflirio do socio Andr Ferreira de Alnv;ida,
aceitando e agradeceudo a nomeafao de socio euV-
lvo.lnterado.
Outro do mesmo aceitando a nomeacito de mem-
bro do urna das eommiss5et en'carrogadas de
agenciar socios e prometiendo fazer quanto e-
ver a scu alcance para secundar s vistas da so-
ciedade, no til e philantropico lim a que se pro-
poz. /trchive se.
Outro do Dr. Ignacio-Alcebades Vdlozo, recu-
sando a nompaeao de socio effectivo a vista do
estado de suas 'naneas. Inteirado. (
Sao propostos e approvados socios SflDOtivM *
Srs. Henrique Albino de Parias e Manoel J' aqwira
Dias. Os nomes (lestes Srs. foram apresentado,
pelo socio Andr Correia de Alraeida, meml.ro 4>
commissao ta 8.a scelo de agencia de socios, e
proposto pelo secretario do conselho.
E' ldo, tliscutido e npprovado, o programma de
estndos para o curso noimal para senhoras.
Resolven-se que fosse a ereaco do dito curso,
corainnnicada ao conselho superior; publicado o
programma pela imprensa e annunciada dbrT-
tui'a das matriculas.
Levanlou-se a sessao s 9 1/2 horas da noite.
No da 21 de Janeiro, realisou-se a 7.a tanSo
ordinaria do mesmo consdho parochial de Santo
Antonio.'
A's 7 horas da tarde, achando-se presentes ts
membros do conreino era numero legal, abre-se a
sessao, e depois do lida.e approvada acta da
antecedente,
Nao houve'expediente.
O secretario prope que sejam publicadas as
actas dos trabalhos do conselho no Diario de
Pernambuco, desde a primen a acto dos trabalhos
do conselho at a ultima e que sejam mandadas publicar todas s actas que se
tenham de escrever as futuras sessdes. -Assim
so vence.
Sob proposla do mesmo autorisou-se a despena
para canalsacao de gaz no edificio da sella
normal, aonde tem do funecinar o curso norHKJ,
para senhotas; autorisando se tambem a des-'
peza necessaria para a limpesa accio e tconomia
das aulas.
Nao havendo mais a tralar-se, levanta-se a
ses-ao, s 8 horas da noite.
Casa de tabolagcm.- 0 Sr. Dr. subde-
legado da freguezia de Sao Jos, ante-hentera fez
una visita inesperada urna das casas de jocos
prohibidos, sita no pateo do Ter;o, e prended
nove individuos que se achavam jugando/ inclu-
sive ura sargento do corpo de polida chamado
Neves. Os presos >o, na maior parte, ptimos
recrutas; Icinbramos-lhe que os faca approvdlar
para o exercilo ou marmita. .
Protestos de lettras. O escrivao dos
prote-tos Jos Mariano, esto de semana, cartorio
onde foi a secretoria de polica sala do lado da
it ar.
Lotera.A que se acha venda a 38.*, a
beneficio da igreja da Congregaco do Recife, que
corro no dia o.
l.,eilao.-ll.ije (3 do corrente) effectua o asen-
te Pinto, no anuazem d i rita do Mrquez de Oliu-
da n. 1, dos Srs. Lcinos s liuerineau, o leilao de
muitas e diflereiites fazendas de seda, linho, K
algmlo, todas pi-oprias do mercado.
Estatistica postal.A admiuistrieio do
eorreio expedio malas para a Europa, pelo vapor
nglcz Boyne, contendo 3809 cartas com 4728 per-
tes, 168 jornaes can 490 portes, 3 amostras eeiu
21 portes, e 7 seguros cora 8 portes, sendo para :
Portugal.
'
3098 cartas com 117 jornaes Italia. 6 i carias com 3651 portes. 333 74 portes.
2 jornaes 7 7 seguros 8 Gran-Bretanha. 267 cartas com 4H. parles.
40 jornaes 136 Franca. 281 cartas com 392 portes. 1 jornal 6 3 amostras 21 Outros pmzes. 89 cartas com 137 partes.
8 inrnaes
Casa de detencAo..MfimBla do-dw
31 de Janeiro de 1873 :
Bxistiam (presos) 351, entraram 4, Airam *,
existem 347:
A saber :
Nadouaes 231, mulberes 18. estraugwra 45,
escravos 51, eseravas 10.Total 34T.
Alimeotodos acusto dos cofias puWie**2*).
Movimento da enfermara d*dia 30 de lanwro
de 1873.
Toveranvbaixa :
Jos Domingues do Almeida, febre.
Fran o do Dr. Drummiad, UcoocinU>.
Tiveram alta : .
Manotl le Antoai de Carvalho.
I
'
'
V,



r
T


D-nataj-rserav de Jos Francisco.
r*tapiros. -Viudos do Rio Je Janeiro e
Uahlfcjn psquRle aracr.cano Ontario :
ODUidraJe P{nt* d Mendonca. 3. M. Shyker,
Miguel Jos da Costa M ideira, A Q, de Almeida,
Io> TSomaz de Aquiuo, Constantino Jos Ferreira
Ptat>, 1 escravo e 1 esciava.
Sabidos gara o noi lo, no mes.no paquete :
Met A. Pm>. Pedro J. Sonto Maior, !>r. Hen-
rique JfUtaede de Almei la, Charles A. Cosa, John
Luzl*" Costa, Jos Rivera. Nicolao Credldo.
" "Vierto da Rnropa, n vapor inglez Shulrnt :
Afi'xandrc Joseph Dlf.
Safiido para Lisboa, na barca portugueza
Vemtt:
Jw'Mnria do Carrao.
Cfemiterio publico.Obituario do da 31
te- Janeiro de 1873 :
Sergio; branc>, Perflanibao, 10 me :es", Boa-Vis-
la deirtieJo.
Ka ra. branca.. Pernambuco, 18 mazes, S. .'os ;
ronvuSS
Ititartina. parda, Pen ainbuco, 7 annos, Santo
A.-itonh ; anemia.
Dtofio de Peraaitbueo S&gi&kda feni ^ de Feveriro ele I$73.
I
I 'Mpha Maria do Roso rio. parda, Pernambuco,
:5 anntis, viuva, Boa-Vista, hospital Pedro-II; be-
xigas.
/os Piount, branco, I-'ran.-a, 30 annos, sol;ero.
Roa-Vista, hospital Pedro II ; liebre amarella.
k'zero, branco, Frang. 23 annos, seltTro, Boa-
Vista, hospital Pedro II ; febre amarella.
Mara Rosalina Freir branca, Pernambuco, 20
annos,'casada, Santo Antonio ; febre biliosa.
Rita, escrava, parda, I ernambueo, 48 annos, sol-
lewa,-Boa-Vista : bexigas.
AWenivJoB Concalves de Azevedo, branco, Por-
tugal, 70 annos, viuvo, Santo Antonio; anasarca.
Ildefonso, blanco, Pernambuco, 1 horas, Sanio
Antonio; eonvulsoes.
Csleyo. escravo, pardo, Pernambuco, 14 a-anos,
t> a-Vista; infvcco purulenta.
Anua Joarjuina de ulvera, branca, Pcrnambu-
I', 20 annos, viuva, Sanie Antonio ;, marasmo.
foan'Teixera de Souzi, branco, Portugal, 58
anHjs, casado, Boa-Vista, hospital Porluguez ;
COfl$$l*ao.
Cordelina Joaquina de Moura, parda, Pernam-
buco, 27 annos, casada, Boa-Vista, hospital Pedro
II; hepatite chronica.
Aria do flimimf H). parda. Pernambuco. 18
Mino-,. olleira, Boa-Vista : ignora-sc a molestia.
Aquilino, pardo, Pernambuco, 4 annos, Graca ;
vp.-i-mo.
HKONK 1 J( IhMIrtBiA.
TAtiB! vti, i:t ki;i\*< lo
SK3SG AO ! UE FEVEREIRO D 1873.
MBatMNCM DO BXM. Mi. CONSKLHBIRO CAErA.NO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha presentes os Srs. desem-
li oradores Uitirana, Lourciico Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, procurador da coroa, noria,
Sonta Leao, Neiva e Araujo Jorge, faltando com
cansa o Se. desembargador Regueira Costa, a'jrio-
9 i mssSo. .
JULQAMi-STOS.
Hatea corpas.
Paciente.Espirido Barbosa (la Silva.Conce-
deu-se a ordcui para oda do corrente ouvida
a competente autoridade.
APPBLLAOOES crimks.
B jury do AssariAppellante ojuizo, apnel-
lado.-> Manoel Cassano dt Araujo e outros. Nao
i !'*r*H*#oiih>-'-iii('ul<> da appeIla';;io.
De Tacaral. Appellante ojuizo, appellado Dio-
n'.-- i Antonio da Silva. A novo jury.
AI'FELLA^AO CIVKL.
DO juizo dos feitos Appellante a fazenda, ap-
p-4lada O. Rila Cecilia d< I-'ran.-a e Mello. Confir
.indi* atenlenea.
AGGBAVO JE PETIC"1-
Agravante Dr. Joaqun Jos- do Campos da
'.'oslar Medeiros e Albu pieri|ue. Juzes os Srs.
lesembargadoies Doria. Neiva e Lourenco San-
lii'o- -Negou-se pruvimsnto.
FANAOWn.
:o ftr. desembargador Gilirana ao Sr. desenl-
ia, gador Lourenco Santiago :
Do juizo municipal do Rerife.Appellante Jos
l .jot.i Tasso, appollado i baro de Una ; appel-
laatta herdeiios da Bernardino Jos Montoiro; ap>
; 'ii.i'ia liara Annunciaila do Carino Rocha Cos-
i.'.
!h Alagoas.Appeliai.le Francisco Alvos da
:>v<, appell ido padre A itonio Jos Pinto.
0 > tu -y do Ico.AppeUanie o juizo. appellado
i*, dio, escravo.
Do Sr. desentargador Almeida Atnaqnerqoe ao
Si desembargador Motta:
,1, juizo municipal uo RecifcAppellante Joao
ARIA PROVLST-
CIAL.
Exereiciodel872al873.
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A PEOIDC.
O l-lxin. Hr. Di*. I,renii.
Vellio republicano, qtn bS tenho transigido
coiri os ulicos do rei, nada gue ver com a obe-
diencia dos seus delegados na provincia,sangrando-
me apenas o cmelo por ver tao bella patria sa-
crificada agiotagem poltica dos improvisados
grandes e nofoivs que, como as sanguecugas, sus-
tentam-se do suor. das fadigas e das lagrimas do
povo.
Mas, quando vejo um dolegado do rei nao sa-
tisfazer smente as aspiraroes dos sete escolbidos
e tratar de promover os interesses dos seus ju-
risdicioBados, nao posso deisar de'erguer-nic da
nullidade em que vivo para bem dize-Io.
Nao sou amigo do Sr. ]l>r. Lacena, porque
obscuro e repubteano. no ultimo quartcl da vida,
nao posM ser amigo de quem esta no fastigio do
poder.
Mas, como todo o man anbelo ver prosperar
0 Brasil, mxime esta provincia, onde pela primeira
vez vi a luz do dia, nao licar mudo diante dos
actos meritorios do Sr. Dr. I.ucena, s por ser elle
de Cesar
realista e eu republicano : o que de Cesar a
tatoalo Gomes Animara., appelladoVJoao da Cu-1 Cesar, o que de Deus a Deus,--dse Jess Chrjstp.
SoaresGuimaraes; appellante Lino Ferreira Tem o sr. Dr. Lucena, i tlbado o taimnlio (
da
.
Ja Silva, anadiados lnvdeiros de, Joaipiiiu Cor
i ,%.a de Araujo.
DeCampjna GrandeAppeHantes Joao do Couto
a Svi e outros, appcllatlos Jerunvmo Jos Itarbo-
-.i o outros.
\Otr. desombargador Doria :
he jury d? Mamauguap. Appellauw Sabinc
I. s liias e muros, apoel ado o juizo.
lo lampina.Appellante o juizo, appelladc
I mi Lopes de Souz.i.
Ov Sr. desembargador Doria ao Sr. de*embar-
ador Regueira Costa:
Lio jury do Cabo. Anpcllante Vanocl Celestino
.tirito Santo, almelada ajusti a.
Bonito. ApieUanle o promotor, apiicdado
V> pi.iuo Jos de Mello. '
,,. Ingazoira. Appellante o juizo, appellado
ocisco Curreia de Albuquerque Siqueira.
Reeife. -Appellante Jos Duarte de bveira
Reto, appellada a justie i.
l'ao d'Alho.Appellante Luciano Marques
i. ir es appeJladaa justii-a.
IIEVISTA CW
.. rrento Honorio Curreia Range!, recorrid :.
Do jobo de dimito do Reeife. Appellaute An-
i mi W da Silva do Brasil, appellada a compa-
niado Beberwe.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque
D i inn da Imperatriz -AppeUante ojuizo, ap-
tyliadp Francisco, esenn
:>!;'Sc. desembargadoi' Neiva ao Sr. desembar-
.< Araujo Jorge :
('rimeAppellante ;. cmara municipal
\ >.,, ;.ppe'lada ajusti-a.
>j Rinito. AppeUanie o promotor, appellado
,,-iaiio Bezerra d- Mello.
; i Nazareth.Appell inte Antonio Jos-; 1'eJrosa
.ipjilada a jostica.
fk mizo municipal dt Crato.Appellantes Alei-
%. 'Us Baptista e outros. appellados Jos Felippe
itcnicio ejoutros.
iury doCabo,A ipell.int: Bazdio Alvares
1 Mu-anda Varejao c o juizo, appellada a justica.
nlLIGH.NCIACRIHR.
A*t sr. de-i'oiliaru'adoi' prom-itor da u-tiva :
i jury a.! imporairi'.. -Appollanleo juizo, ap
pewnRPrancisco. escravo.
;e Bananeiras. -Appollante o promotor, aptiel-
Intoni i It-.-erra da Silva.
MUflnWIA CVEL.
Ao Dr. curador geral:
Aupellanteo juizo. appellada a parda liara.
Assignon-se dia para julgamento dos felos se -
a oites : .
'.ivel -Do juila dos feilos. -Appellante a f
, da, appellada Rita Cjeilia do Franr-a Mello.
CIll.MRS.
!>e Tacaratd. Appellante o juizo, appillado-
Minnrij Cassiano do Araujo.
DUTBIBUCAO.
Recursos cunes.
1 j .m-. d'-sfmbiirgadoi- Almeida Albu.pierquo
.Jatei-rente Dri'Praxe les Tboedulo la Silva, rc-
4o o Dr. juiz de direito do Crato.
i Sr. desembargador Doria :
.?.ecotrente ur. i raxt des Theodulo da Silva, re
corrido o mizo
\ Sr. datnbargador Regueira Costa :
Becorrent Jos Roberto do Souza Galvao, re
orqdo o juizo de direito do Crato.
tou-se a sesso ao meio dia.
superior a necessaria, acha um meio excellen'e
I taxaudo essa anota individual.
r Nao estar as suas attribub/oes i
Certameiito que sim, tanto mais quanto . um
beif. .
O acto daxistencia da msica todo volunta'
rio, Be flo oonvm s praras, to a teeftm, &
Exc. Intervlndo na questao foi cora o proposito de
sanar esse almso, e com a medida proposta elle
tica sanado.
A opposipao deve mui bem saber, e compre-
hender que fe a presindencia punn^crimes, e abu-
sos nem pr isso dve pflr i|uilquer.faUa;quepos-
sa ser eoirifidA com nnia ardmoastalo'e esta Jao
publica como foi a da quostao, impDr urna pena
uto dura e severa cuino seja urna (leutk*io.
EQtretanto a opposicao deve convciv^er-sc que
S. Exc. nao foi tmido, incompleto ou leciano, S.
Exc. asss sincero e lgico.
E' verdade flue nao com meias medidas que
S. Exc. se lia de mostrar administrador fecundo,
onsado e independente, ooino diz a opposijao, mas
nao tambera esqubentiu sua posicao. e aceitando
largamente todos os dltos: e acusa'.-ws da opposi
c^o como condemna.-ao, e exeeutando-as, para
que ella o possa glorilicar, que elle o ser.
A opposicao faz o seu dever nao gosta do com-
mandante do corpo de polica, quer vel-o sob o
peso de uuia demisso e de nra prooesso.
E' poltica.
Mas fiqne certa a opposicao que a independen-
cia de S. Exc. nao apregoada pelos seus offiVio-
sos defensores, por ella falla o Espediente do go-
verno, ea opinlao publica j formou* juico. *
31 de Janeiro de 1873.
Collegio Abilio.
Os estatutos deste afamado estabeleci ment de
nstruccao primaria c secundaria, sito no Rio d
Janeiro, acham-se em distriboleSd na Livraria
Franceza, onde se prestarlo todas as iiifonnacSes
exigidas pelos interessados.
K^ianno iHtniiiKitco. eiin l<|iitlttcfo. aoi
:SU le jaueir de ISJ3.
i a* proieidas
jMuc'ds maraes .
,'..:. .
AC.riVM.
121:59G07i">
16:1894076
18.474 730
136:ao9896
rectidao e da independencia, terrado e protegendo
com a espada da Justina aiv grande e ao pequeo.
S. Exc. tem feito mar nesses poucos dias, do
que os (pie tem obtido pomposos elogios e nume-
roso aeompanbamento quaqdp embarcara.
Nao afraque S. Exc, qne tem alada rauito ser-
vido e importante faier, para enemlnBar satis-
factoriamente os negocios da provincia.
Aproxiuia-se a abertura da assembla provin-
cial, nao se esqueca S. Ese. de iniciar os inelbora-
raeutos que instantemente reclama provincia.
Depois do finado Praneicca do i'ego barros, nda
nao se sentou na cadeira d provincia quem de
veras se tenha oceupado dos interesses dos Per-
nambucanos; e se S. Exc. tomar en pansidjBra-
cao esta mxima questao, obter .i cofx rmmar-
cesNVel do trimnpbo.
Nada pretendo do Sr. Dr. Lucena, nunca roendi-
guei proteccao. emprego, peior agora que cstou
veteo, ceg e no ultimo quartel da vida, o que al-
mejo (jue os pblicos negocios s-.-jara satisfeitos.
Acceite o Sr. Dr. I.udena ineiis prrabens.
Digno o que siulo, e o que vejo.
Reeife. i de feveriro de 187;'..
9 Airen (TOIhvira
O I-iviii. Hv. eoiuiiieutlHilor II.
P. de Lueeia. o -.il.ili*raln e
Provine! u. rewpei* I
eorpo de polica.
A Provincia e o Liberal appareeeram censu-
rando o Exra. Sr. commendador H. P. de Lucena
Dor nao ter derailtido o cummandante do corpo
de polica, desde que recouheceu ter bavido ex-
torsoes praticadas pelo comniandanie.
E' sobre este poni que versa todo o deduzdo
do artigo Um acto iwim/toto o de fundo do
Liberal.
Vejamos a sua procedenci
Chegando ao conbeciraento do F.xni. Sr. com-
mendador II. P. de Lucen;, aecusaees graves so-
bre o corpo de polica, S. Exc. immediatamente
oflicou ao respectivo cemmandante pedimo as
mais urgentes lformaeSes sobre os captulos ac-
cusaloros.
As respostas dadas pelo comntaadante foram
entregues a a|ireciaea > publica o publico era
juiz, e como tal tuba voto.
Entretant essas atousaefiea. de tao longo tempo
apregoadas, |iareceram licar destruidas ante a
a opiniao dos aecusadores. .
Quer o publico, quer a imprensa opposiciorasta
calaram-se, cas provas de defeza doaceusado ii-
caram intactas.
Se a opposicao que nao. deve gostar do cora-
mandante, deixou de rebater a sua defeza e mos-
trada improcedente, nao era o Exra. Sr. commen-
dador que deveria lavrar a demisso por factos
3uo sao indevi lamente attribuidos ao comman
ante do corro de polica,
O corpo de polica tem urna.banda de msica
por vontade propria, visto que nao determinada
por le. e ella organisada pelos officiaes e pra-
cas, eora o proposito de tornaren o corpo mais
considprado, abrilnantando-o assim era todas a3 oc-
casioes quetem de sabir em publico. Para a sua
existencia elles- se quotisam. Nao =eudo cousa
nova a banda de .msica na polica, e sendo ate
urna escola onda se podem aperfueoar noniens
com gosto pela msica, -procedentes das rivalda
des bem conhecidas ()ue sempre apparecem entre
as bandas dos diversos corpos, fazendo assim so-
brosahirem-se urnas s outras, e apurando o dedi-
cado gosto, achar-se-bia justificado s por este
lado tal existencia.
O corno quz ter urna msica ; mas apparecem
aecusaces de que, a pretexto, da tal msica, se
eigia de cadairaca quantia superior a necessa-
ria para a* sua sustentarlo
Ouvido o canimandan; a respejto da quantia
Remedios (I* Dr. #.lC. Ayer
rKITORAL DE" CKKEJA '
PAR CVRAU
as MOLESTIAS n.\i;.vm;AST\, peito e.i>w.m6ks
Este medicamento j conta mais de um
quarto de secule do existencia. Foi o pri-
meiro remedio caseiroque sahio do labora-
torio chimico do Dr. Ayer, e a grande eel-
bridade e conceito de que boje goza arguelle
doutor, foi estabelecida com o appareeiment
do farotas oe Ceueja.
Foi logo adoptado na clnica medica, e
boje receitado pelos primeiros mdicos dos
paizes civilisados.
Para a cura de toasen, rouqoidfio, e as ou-
tras affecr-es da garganta, sem duvida o
melhor especifico que temo; e no tratamen-
to das mais serias desordena do peito e dos
pulmoes, mesrao da phtysica pulmonar,
iioiilium utro me-lieamcnto Uin conseguido
fazor tantos btmefkios non too pouco, salvar
tantas pessoas.
Quando se trata do molestia, deve-se sem-
pre procurar o roelhor remedio que ha, an-
da que custo mais caro.
O Peitokal de Cereja, porm, upozarde
sor o MELiion remedio que se couhecc para
estas molestias, nao tao caro como rauitos
eutros preparados ; sendo composto- em
grandes porces, a vapor, e s^ndo as vendas
muito avultadas ( cima de l,oOO frascos
por dia ), possivel rfo-lo ao povo por um
preeo muitissiuio razoavel, attendendo a ca-
resta das drogas finas e raras de que -com-
posto.
Se por acaso acontecesse que quwlquer
um de nos s agentes e entpregados do Sr
Dr. Ayer, solfressemos de urna tosse, ou da
garganta, immediatamente laucaramos- mao-
do Peitokal de Ceueja, certissimos c con-
voticidissimos de que no mundo inteiio no
encontraramos um remedio tao ellicaz.
As molestias que se curam com o Peito--
RAL de Ceueja de A-yer, sao : tosses, dejtu-
xos, clarrlu), dore inflaminnr.o da gar-
ganta, asthma, bronrkitis, togueluclte, -ui-
giita, rowjuido,etc., e mesmo a phigska
pulmonar..
Cada frasco, traz no rotulo todas a cxpli-
caeoes necessarias em porluguez, e traz no |*
rotulo o nomc dos nicos, agentes geraes nu
Brasilsern o que nao se "deve aceitar como
genuino.
11 /(. Cu.sseh &. C.x
Agentes-Geraes
carrt|u : A. Bastos 1,000 sacc >s W 7,'i,000
kilos'de assucar masravado.
Na galera portugucia America, para Lret--
pool, carregaram : S. Brotbers A C 100 saccaa
fom 7.1S6. kilos de algpdao.
; No navio hcspaflno) Despejado, para Bar-
eellma, evregaram : U. Oliveira & C 83 saccas
com fp,780 kilos de algodo.
o patacho liespaubol Mereedita, para o Rio
da PrUa-, car egaram ; Amorim Irimos \ C. 100
barricas com 11,114 kilos de assucar branco.
= No navio alleno Alma, para o Rio da Pra-
ta, carregou ; A. Loyo, 341 -barricas com 34,993
kilos de assucar brjtnoo,
No brigue braailoiro Vkforki, para o ilio da
Pr te, carnjgou : A. de O. Lene 300 barricas cora
31,458 kilos do jflsucar branco.
Ha barca porluguez Ijizitun/i, para Lisboa,
carregoa: h I*, fiwneii-o da Cmiha 250 coraos
salgado* cora uO kilos.
Na barca portuguesa Leopoldina, para o
Porto, carregou : J. R. T. de Melio 42 planchos
de amarell-..
" Pura ot porto do interior
Para Urugaayaima, no navio ingle Silcer-
lani. tarnegou : A. M. S. Machado 28 barricas
com 28,551 kilos do assucar mase vado.
--i Para o KioGrande doSul, no pataebo bra-
sileiro Francoln, earregarara : Amorim lrmaos
A L.fi30 volumoscoin 311,136 Iji kilos de assiicar
branco o 10 barricas cora 2,608 \\1 ditos de dito
mascavado.
Para o Rio (Jrande'd > Sul, no patacho bra-
siieiro Vehcano, carrogairam : Silva A C scao 250
barricas.cum 2I.42 Ij kils de assucar masca-
vado, e 50 sac os com 3,750 ditos de dito blanco.
Para o lo Grande do Sul, no brigue brasi-
leirutianb'fi, carregou : i. li: Kerrera 150 saceos
com 11.250 kilos de assticar branco e I00dil>s
com.-7,300 diinsde dito mascavado.
Paran Rimtle Janeiro, no patacho brasileiro
Maria Emilia, carregou : A. Luyo 1/D0O-sarcos
com 75.000 kilos de assucar branco.
ifara o Uio de Janeiro, no brigiR' brasileiro
Isahtl, <"arrogou : A. B.istus 1,100 saceos coro
8.500 kilos de assucar branco
Pitra Santo*, no lii^re brasileiro Amelia,
carregou : J. V. ti. A res 30 sacc s enm 2,917 1|2
kilos de assucra- Ivanco e 130 ditos cwn 8,813 1(2
di ios de dito niaseavado.
Para Mossoro, na barcada Rtarhitetlo. carre-
gou : M. A. I. Moreira 1 barrica com 8? kilos de
assiicar rentado..
RBNMMENTO DA EMPRSZA DAS
CAPATAZIA DA AI.FAtfDEGA DE
CUCO, RELATIVO AO ME/. DE
DE l7:t
Verbas dj recelM Qnantias
Taxa de embanpie . *
Dita de desembarque .
Dita de armazenagera .
Dita de embareacoes .
Dita de alvarenvas ...
Dita de bagagens . .
Dita de diversas .
Total 17:58ri3i0
Tltesouraria ib empreza das obras e canataia
da alfandevM de Pernambuco, 1" de frv.-rero de
1873. .
Antonio 'os Leal Res- Pilho
Ajudante do toMmmro.
Conbrme.Jos* Agente auxiliar interino.
UIvRA' E
1'Kl-pAM-
ftitBM
arrecadadas
5883'ViO
4;01O8(>
8:91l*<:>i
499A80&
1:3?3800
70*900-
1:3804430
i.APAT.VZIA
Rendimerto do da 1
DA A1.FAM)EG;V
W494
VOLUM*> r*AHII)'
Primeira porta no dia-1 .
Segunda port : .
Tereeira porta ^
Trapiche; ^Coiiceicao
SERVRX) MARTIMO
Alvaemtas descrrmnds no-trapich,-
da altnd-'-ga no dia I
Navios atrae:"!:-- no lrap dn al'sndeg
Alvarengas .......
o trapiche (kn;eicSo.....
I2i
MI
m
t3M
i
RECfc.MKDORIA DE
RAES DE
Rendinierdo lio dia l
KENDAS- IfTERNAS GE-
PERNAMIilTCO
. 7892120
r.ONSILVDO PROVINCIAL
^flfendtoento do -lia r
-J----*-
5:25oit;LI
OQMMERCiQ,
(iaiva lilial do Banco do
Brasil mii Pernambuco,
oin liquidadlo.
Paga-s'c o 38." dividendo das acedes do
Banco do Brasil inscriptas nesta extinct caixa
razo de 8#000 por aceao ; i ra do Mr-
quez de Olinda n. i).
Uecie, 30 de Janeiro do 1873.
PRAGA DO RECIPE 1 DE FEVEREIRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TAHDE.
Cota Assucar-raa-eavatlo [turgado 2^3* por 13 kilos
bontem
Assucar bruto americano superior 2M30 por
15 kilos, hontem.
Assucar1>rut0 boin 25100 por 15 kilos, hontem.
Algodao-da Paralnba 1* sorte 10ji70i) por. 15
kilos posto a boitlo a frete de 3j4 d.-e 3
OjO, hontem.
Algodao de Aracaj 10 por 15 kilos posto a
bordo a fret de 3(4 d. e 5 0i0, hontem.
Cambio sobre Londres a 90 d,v. 2b 1(2 d. por
lOOO, hontem.
Oubourcq
Presidente.
Leal Seve
ecrelario.
ALFANDEGA
Reudimento do dia 1 .... 106:188fMi9
MOV^EHTO W PORTO
PASIVO.

apiUl.....
Funde de reserva .
Slttsas taUidAs a earge
******
(roas
do Banco.
. .
& E. e U.
46:VA*50J
10M:44f*iO
1)185787
400*400
7:341*719
eligida, confirma o que sonstava i presidencia.
O que fez o Bktn. Sr. ccmraendador Lucena f
A' vista da confirma*. >o do eomraandanle e
do desojo *> corpo de ter urna msica que o torne
btlhantc, rcsolveu que pt-opoite. o respectivo
commandante' urna tabella da qaota que.,nevera
Caber'1* cad> praca c offi^:-.! do rpo- .
O rtu lia de arbitrario da parte da presidencia.
em quo se funda esse tn tterrador acto de sj
Ene para- raa^cc^acao da npposifio-?
m: Sj". commendador Lucena, abra de evi-
rtappartf-am abu9os;;qaoseesija quantia
Descarregam hoje 3 de feveriro de 1873
Barca portugueza Arabella canos de pedra
para o caes do Apollo.
Vapor nacionalGuar -vtnho e sal. .
Barca ingkiza -llemumtmercadom para al-
f^ndga, sabio e latas de feRti.
Barca hespanhi'la Carlota--ipas vasia'.
Patacho he-panbol Sapho passas.
Vapor inglez -S/wrfenmercadorias para alfan-
dega.
Patacho alleinaoElegante meicadorias pura al-
fandega.
ALTEBAgAO NA PAUTA DOS PRECOS DoS GRNMO
SUfBITOS DIBEirOS BE EXfORTAC.XO, NA SEMANA
UE '! A 8 OE KENERB1RO DE W73.
Algodao em rama ou la 62 i rs. o kilo.
ASncar -mascavado 148 r9. o kito.
Caf*-escolh'a ou-reslolho 442 rs. o kilo.
P.ouros -de boi seceos salgados 675 rs. o kilo.
Carvao de pedra estraigeiro. tonelada raetrea-
161000.
Alfandega de Pernambuco, Io de feveriro de
1873.
O ! conferenie ^Jos Aiuaacio dw.Ckimi-o.
O 2 cnnifereniB AITou de Paula^ Je Albu
querque Maranhao.
Approvo.-Afcmdega Ir de fevejrieiro de 1873.
O inspector, da alfanueaa
Fbq Attndrino it T/njafHo neis
LpE$PAH^S4>E EXPORT\CAO N0IA-31 D
s WNEfflO DB 1871
Paia t /orlos do tkrimr
. M barca ingfcza Rebeca, para, Liverpool
tatiux enisudoi no dia 1.
i;,- de Jansiro 24 dias. brigue portuguezi) de 261 toneladas, capitn Antonio J. Vianiia,
equipag-Ciu 8, carga caf e raas gneros ; a
Antorio L.de O. A/evedo i C.
Rio de Janeiro e Babia6 dias, vapor americana
Ontar'i-, de 3,450 toneladas, coiiimaiidanto Slo-
sum, equpagehi 81, carga msreadoms; a Hen-
ry Forster c C.
Terra Bov. 29 dias, patacho inglez Fiarst tiiny,
de 158 (oaelaas, eaplfio Henry Ducknyham.
t-quipagcn 7. carga 2,00S barricas com haca-
Uio; a Juhuston Pater & C.
Rio di Janeiro 35 das, barca inglesa Stensitt, de
417 t&nt|ada>, capio J. I. irowse, eqnipagem
10. era Estro; a De la Granjc.
Silbidos no mesmo dio.
Marotiiil'.itcito hollandez Tace orue'issen, ca-
pitio B. Y. Hoc-kM'ina, em lastro de ara.
LiverpoolGalera portugueza America, capitao
Joatjuira de Souza Amellas, carga assucar e al-
godao. .
Canal Lugar sueco Forenngru, capitao I. P.llor-
bcrg. carta assucar.
GolheinburgoPatacho alimono Ahorne, capitao
1. Schade, carga assucar, coraos e outros g-
neros
Porto brigue portugucr.l/Woio, capitao Manoel
Joaquim da Silva, carga assucar, gomma e ou
tros gneros.
Macei -Brigue iuglez Rusalie, capitao II. Ila-
milton, em lastro.
New-York por S. Thomaz e Para -Vapor amon
cano Ontario, commandante Slocurn. carga a
uiesma que trouxe dos portos do sul:
U^enHirih).
Suspeuderain do laraarao para :
Paralaba, a barca iuglo/a Mirandu, capiUo Nabb,
cora o mesmo lastro que trouxe daBahi.
Macei. a barca ingleza Queen o{ ommera, ca-
pitao N. Me. Dougalle, com o iues/trto-'lastro que
trouxe da Babia.
dem, a barca iuglvza Sesters, capitao Jost, cora o
mesmo lastro que trouxe do Rio de-Janeiro,
UarbadC-e.-'. bi igue francez Beaufort, capitao R-
souliere, ci^m o mesrao lastro que trouxe de
Montevideo.
Natos futrados no da .
Glaseo* -21 dias, vapor ingle/. LaHarkshice, de
56 toneladas, conuiiaiidaute Tborap.-oB, eiw-
jtoem 2:t. -arga plvora e outros gneros ; a
Srapson & f.
lamburgo -64 dias, brigue inakjz Coila, de 173
toneladas, capitaowexandre Reddie, equipagein
% e.'i-ga diversas irlfrcadorifts ; a Domingos .Vi-
ves iSbeus.
Subidos no mesmo- dia.
Gyial -Barca ingleza hland Btlle, capitao David
Toom-v, carga assucar.
ParabybaRrigue iogiez Daisy, capitao Ra.lotbrd,
?nt astro
o no da 30 ao meio ,H,a * ala das audienna-
oum'rao oscredores, paia 1er '"gar a aum
de depositario determinado pe.'* rt- 8" (, 90tl,l{
flommercial, sendo sua cenvocaejio C publicacao
ifcsla sentenca feilas por^edtaes. Pag';:? 3* Cus-
tas pela massa. Reeife, 25 de Janeiro de 187J.
Sebastia i do Reg Dama de Lacerda. E tendo
Francisco Teixoiia Mendos, socio da dita firnia,
aggravadod'-taminliasciiteiifa, e depois desistido
do mesmo aggravo, subrara os autos inhiba con-
cluso, nelles profer o despacho segrate :
Designo o dia 31 para ter lugar o inventario
e o da 4 de feveriro prximo para reun'u ci-
se os crednie-, ag 11 horas e no lugar j indicado.
Recifo 30 de Janeiro de 1873.Ranos de Lacerda.
E para que chegue ao conheciinenlo de todos,
mandei passaro presoate, que ser publicado pela
impreusa e alllxado nos lugares do costme.
Cidade do Reeife, 30 de Janeiro de 1873.
Eu, Manoel Mana Rodrigues do Nasciniento,
escrivo, o subserevi.
S-bastio do Reg Barros de Lcenla.
fcditnl "7 .
Pela inspectora da alfaudega se faz publico,-
que as 11 hora* do da 3 de-feveriro, anorta
desla reparlcao se hSo de arrematar livres do di-
reilos 2.1 carrinhos de niadeira para crianea ava-
hados por 289250, os quaes faziam parte do con-
teudo de 4 caixas marca F ('. A, viudas de Lisboa
no vapor ingloj A'w entrado ueste porto em 39
de dezembro tic 1872 e foram abandonados aos di-
reitos por Pranelseft Gncdes de Araujo.
Alfandega de Pernambuco, 31 de Janeiro d*
1873.
O inspector,
Fubi A. de Cnrvailto Ruis.
KiHhI n. t.
Pela inspectora ta alfandega so faz publico,
que s II bon-s do dia 3 de' feveriro, porta des-
la reparticao e livre de direkos, se, bao de arrema-
tar as niercadorias abaixo declaradas ; visto nao
ten-in os seus donos ou consignatarios viudo des-
pacha-las dentro do prazo (pie Ihe foi mareada
por editaes ns. 8 i e 85.
Armazem n. .,
Marca 9 E S tt ('.. Una caixa n. 3,217, con-
temlo grarapos de ferro variad09> pesando liqui-
do 190" kilos, vnda do Havre na barca fraaeeza
. Lu. entrada neste porto era H de dezembro
de 187, avahada por liOOO
dem S. l'ina canaslra sem numero, cerniendo
nozes, pesando liiiuido legal 24 k los, a-valados por
64384, viuda do Ro de Janeiro no vapor Neta, ni-
trado em 30 de dtzembro de 1872 e cumognada a
L. de M. Sarment.
Serodi-. Urna caixa contendo sanguesugas
era ino estado, pesando bruto 37 kilo?, vinda- de
Rordeaux no vap r francez Mendosa, entrado em
10 do corrente, avahada por 2i>' 0.
Marca V V F Urna caixa contendo magas ar-
ruinadas, viuda no mesmo vapor, consigda a
los de Souza Rarreiros, e avahada por l 00.
dem dem, -lina dita, contendo 4i> kilos dfexjas-
tanhas verdes, no valor d'6j000, e :10 kilos dutia-
tatas ni valor de l2i), vmaa.no mesmo va?or c
jonsignada ao mosino.
Allaiidi-ua de Pernambuco. 31 de Janeiro d'
1873.
O inspector,
Fabio H- AeCarralho Reis.
WSBSA ronanruxo tic 30 lia*.
v wm.
Pela iiispeclora d.i alindola d-: Pernambuco sl-
laz publico, que atbando-se as nereadorias cou-
das nos volum s abaixo mencionades no caso de
lerem arrematadas para consumo, nos termos do
cap. 6' do tit. 3' do reulamenlo de 19 de setem-
bro de 186''. os seus donos ou consignatarios de-
verao do-pacha-las 00 prazo de 0 dias sob pena
de, lindo-elle, seren vendidas por sua conta. sem
que Ibes iqi compHiudo allegar contra os ell'et-
tos dsta ma :
Aiii.izem n. 5.
Marca J L M \ C, sem numero ma roda, vin-
da no navio- inglez Edelh, consignada a J. L. .Ma-
chado & C e di'scarrcgida-cm 3 dn abril do 1871.
Dita R O, n. 3518 l'ma caixa, viuda no vapor
francez Amusone, descarregada em 9 de Janeiro
de 1872. e con-igiiad.t a Baitliolometv k C
D-ta dita. a. "I>4'.l Urna dita, ideni idein dem.
Dita dita, n. 347Urna-dita, idenndem dem.
Dita dita, n. 3o50UnM dita, dem idein idein.
Dita dita, n.355lUrna dita, ideni' ideal idoin.
Hila dita n. 3346Urna dita, idein dem dem.
Dita A F, n 150Uma barrica, viuda na barca
ingleza H'.mione, descairegada em 13 do mesmo
inez e anuo, e consignada a S. I'. lohiiston & (..
Dila dita, n. 155 -Unta dita, dem idein idein.
Dita dita. n. 149Uin dita, dem dem idem.
Dla dita.n. 15.-l'ina dita, dem idein era 16,
dem dem.
Dita dila, n. 157Caja dita, idni dem idera.
Dia dita, n. 158 -Uma dita, dem idera idtetn.
Rila dita, n. 151 Uma dita, dem iJein dem.
Dita dita, n. 156-Uma dita, dem idem dem.
Dita dita, n. 153 -Uma din, idein idem em 20,
..'ieiu dem.
Rita A Y n- 148 -Uma dita, idem idem dem.
Dita dila, n. 154 L'ma dita. dem dem idem.
Sem marca, sem numero Un encapado, viudo
i a barca portugalesa l'ereira Bornes, descarregada
i m 1- de feveriro do mesrao anuo, ignora-se a
consignado.
Marca H L diamanto H, n. 89-l'ma caixa, vin-
da no vapor iuglez Gladiator, descarregada em 22
SANTVCASA DE MlSI.ll 1CORD1A DO
Pa9ilios tenida.
A junia administrativa da san a rasa de mise-
ricordia do Herie, autorsada pela i residencia f
de conformldade com o seu comprorrfisso, leva
Erar.a de venda, na sala das suas sessoe1*, polas 3
oras da tarde do dia 5 do crrente, os segunles
predios, tomando por base as qnantias offeferidas..
Mei-agua do largo da Campia n. 3 f OOOO
Casa terrea da ra de S. Jorge n.
92. e a casa terrea da ra dos
Guararapes n. 83 3:30#0*
fiasa lerna da roa da Malriz'da 1
Boa-Visa n. 56. a 2:000*001
dem da ra da Glora, kojB Ti?con-
de de Albuquerque, n. \ 2:000*008
Mei-agua da ra de Antonio ffenr-
ques n.*26 lO^WJfl
Sobrado n. 57 da ra da Git*. hoje
Restaurae.-to 3:000*fiA>
Secretara" da santa casa de misericordia do Re-
eife, 1" de feveriro de 1873.
O eK?iVao.
"Pedro Rodrigues dV Soiua.
Aricmatacao em Olinda.
No dia 6 do corrente mez, depois de linda a au-
diencia do film Sr. Dr. juiz do comrae ci &
comarca de Olinda. tem de ser aireij*taaV n
praca publica, um Sitio com casa de vircnJ, <
lugar de Agu -Fria do Reberibe, iteiihoradb- p*r
execue.io de Paulo Jos Gomes da Costa, <*ontr
\Vand:-iley Nebering c sua mume. o sitio'tbdV
rmirado na frente a gradeado de ferro, con* por-
fo, sendo a casa de pedra e cal. nova, -c.i.a 4*
palmos de frente e 8* de fundo, 2 salas, i quin-
tos e cjzinha. comporta e jauella* u.t l.-ote, e*
janellas para ambos os oitfies, chaos pr^pros,
tudo avahado por 8:000. Escrivo Costa Mor*-
teiro.
IaM|et*cao lo ui*n*uhI de
ntnriHliii
Paz-se pnbReo que a eommlssao de peritos exa-
minando, na furnia determinada n regulamen!-
annexo an decreto n. Ii24 de S de feveriro d>
1854, o casco, madrina, caldeira. apparelho,
iHaslre;n-ai>. veame, amanas e a evocas d> va-
por Gi*
navegaeo costeira, ach.'/tf t"d"s esse.- objsfllnt
em estallo de poder o vapor cimtinuar no servir .
em (pie se emprega.
. Inspecen do arsenal do Mnrlha de Pernamliu-
"o, 31 d Janeiro de 1873.
' Francisco Rmnam Stepnle da Silva
luspi"-tor.
Pela thesonrarfa provincial se faz publico,
que do dia 3 do coiTen'.e em diairte pagam-ae nes-
fa fbesou aria os ordenados dos empreados pro-
rinciaes vencidos no mez de Janeiro pntshn
lindo.
Secretarla da thesenraria-provinrinl de lVrnam-
bum, l'de feveriro-d 1871,
fl ofllcial maior,
Miguel A/fonso Fh reir.
THE&TRO
SANTO AHTONIO.
(JUARTA-FI-IHA 5 DE FEVERBBO.
Renelicio d: [irinia dona
CAROLINA ANCCL
Tiima parte no divertiineiito a coinpanala dra-
mtica, eujo eraprezario, o Sr. Vieenti Puntes >
Oliveira. graciosamente se precian em auxiliar a
benelicaila. dando assim inais uma vez toteara-
nho (' seus elevados sentiinentOs para com sen
conir-'i'beirosdarte que apottam ae sou paiz.
l*roj$i*uuimn-:
1.' paro-..
Cavatina O'mi Fernando-A* Ufen L*Favw
rita do maestro DonizetU.
2.a parte
Gn.edla em um acto ()s avs iniprcvtsad -
li parte.
Ri.inar.ce da opera Africana, do maestro M-
ber
Romanee da Zarzuella, ' ttuxinunto, !< mw
tro Ga-lunibide.
4." parle.
Comedia em 1 acto Tribukicoes e venti r.
5." parte,
i an (rtitt popuar bespanhola A'/na t
Toda- ;s pe-as de msica sero cantadas pela
beneliciada. com aeoiiipan'iamento de orrtiastra
sob a direcjSo do maestro Sr Cotas, qne i
quiosamef B? se presta a dirigi-b.
de marco do mesmo anuo, e consignada a H. Le-
ger-.
Dita dita. u. 90Uma dila, dem dem dem.
FJtta dita, n. 91 -Uma dita, idem dem idem
Dita dita, n. 92 L'ma dita, idem idem. ideiu. .
Dita dita, n. 93 Urna dita, idem idem ideai.
Bita H L diamante L C B. n. 88 Uma dita,
dem dem idem.
Dita I) 11, n. 5242Uma caixa, viuda no pata-
cho iuglez llclina, descarregada era 8 tic abril do
raesiiK) auno, e consignada a Otto Bohres.
lula F sem numeroTres putes, vindos no lu-
gre inglez Ilebe. descarregados em 6 do mesmo
mez e anuo, e consignados a Saunders R. & C.
Dita J. n. 6 lina barric.i, vinda na barca in-
gleza olphim, descarregada em 17 do mesmo mez
e anuo, e consignada a S. P. JOhnston & C.
Dita M C P, n. 45 Urna caixa, viuda no vapor
inglez Jaris'. descarregada em 24 do mesrao mez
e auno, e consignada a Silva & Cardoso.
Dita M J A. sem numero Cinco latas, viudas
na barca ingiera Dolphmi, descarregadas em 7 de
niaio do mesnnauno, e consignadas a M. Lathain.
Dila J A A S, n. 1:64 Uma barrica, vinda no
vapor inglez Zembra, descarregada em ti do mes-
mo e anno, a consignada a J. A. Araujo & C.
ltla dita. u. 1266 -Uma dita, idem idem dem.
Dila dita', n. 1:65-Uma dita, idera idem era 16,
idem dem.
Dila A V. n. 1014 Uma dita, viuda uo vapor
inglez Cognac, descarregada era 10 dejunlio do
mesmo auno, e consignada a Alcoforado Vieira
' Dita J M R A F, F, n. 117 Urna dita, idtm
dem e consignada a J. M. de Barras,
Aifandena de Pernambuco, lc de fovereiro de
1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis
FOIIhI.
Faco constar a quem conwer, que o Illm. Br.
Dr. director geral interino tem designado o da
de margo prximo futuro, pelas 11 hoaas da ma-
nba, para oesta secretaria ter lugar o concurso a
2a caueira de geographia e historia do gymnasio
provincial, vaga por fallecimento dn professor que
a regia, hachare! Antonio Rangel do Torres Ran-
iL'ira. '' "
As pessoas que fe qmzcrem oppor a dita ca-
deira, devera nserever-se ne forma das instrucfOes de 11 de junlio de 18S9,
at o da 1 do mesmo mez.
Secretara da insti-uc.-ao publica de Pemambuco,
3 de feveriro de 1873.
Osaerean".
AMrWtiio- A* P. de CarmlliO.
Si
P:
I
T'l
EMPREZ-VICENTE.
^uiutw-l'efa O dt* levorer.
Reentrad;! da I,' actriz
Mauuela Lucei.
E estra do I." centro dramtico
Ffctvio Wandiek.
Primeira represeota^io do excellentc BtTaav
BU 6 ocios :
\ fili\ di mwm
o papel d? protogonfsta iMimnealudl \ artista
MANUEL \ LVCCI
sendo tamben) importantissiua a parle coaiLJj
ao artista Flavio \\ and ck.
<> progamma ser publicado por extenso pa
vespera e ala do espectaculfv.
&VIS0S
Baha.
Segu eom mni'a bre id di para o imi
porto o vi i'-iro hiate Qaraidi: ea ga i trete
tratar com es Sr>. Tasso iranios i ra
Amorim at 37.

....
Q Dr. Sebastio (Jo Reg Darros de Lacerda, ;iuz
de direito especial do commercio d'esta eida-
. dedclU-'ife de T'eroambuco, por S. M. I., etc.
Piuo saber aos que o presente odital virera e
d'oUe noticia tiverero, que reaoerraetito de Mo-
nbvd Mettler t C. je acha aborta a TahVncia da
urina social Mandos A Carvalho, pela senten:a do
-leadoMrraa social Meados i-'.arvalho, cora
estabeleciniento de toja de fazondas a ra da Impe-
ratrii nesta cidade, cessado seus pagamentos, o que
eit privad* pelas teslemunhas e documentos de
folhaAfldos pelos credores Moniard Mettler
fljrl peto requerimento de ulhas 13, de Fran-
cisco Tcixeira Mcndcs, que se diz uraco represen-
tante da firma, hei por declarada a abert
sua faljenci% a datar do, dia 18 dos!
ridos cretlores que prea*
i 28 proceder-se-ha ao
itario da Lija, fechada aoje.
curadvires flsea
Uti|hrai:ien'
ax^MMariooom o.
DECLAiUCOiS.
0HIMM114
MrSrVliKBES SUffltTUHSL______
At o dia 8 do corrente ra^z e-pera-seda El
ropa o vapor raneez Gamlti?, o qnal depbis U-
demora do costuntf seeuir pa-ra Ituenos-A-
Km ando na Baha, Rio de Jamuro e Montevideo
l'aia condieoei.fretes e |ssagen, trata-:'-
agencia, ra lo Commercio n. 9.
No dia ftdo crrante ms?. esjie,a-se dos pni
Jo sal a vapor francez Mendoza. comuMUMrate
Benigni. o qual depois ds, dem ea do costear se-
guir para Cerdeos, -tocando em Dakar
Lisboa.
l'ara Conm>WS, heles e v.as-a^eos, tratft-se M
""enca, ra do Commerrio h. 9. ____
?ar o Rio(juaii i njijmi;* do porto de Peraam-
buco *4 dt juneiro de 1S$3
AVISO -OS NAVEGANTES.
Por esta capitania se faz publica a deelaricio
abaixo transcripta, da capitana do porto-da pro-
vincia da larahyba.
c Pela capitana do porto se decan que era
trente da puvoacao de Tambad, litoral da eestal
desla provlneia, e na distancia de 1S mhaa ao
mar, no fundo -de 12 bfacas, pouco mais ou me-
nos, se acha fondeado o casco do vapor norte-ara-
ricauo Shep JBsa J. flf. Y., de I.&IO tonelladas.
irtcendindo na madrugada do dia i do correni
Capitana do porto tfe Pernambuco 4
------- r li.....I., Crt.t-
Pecebe carga
Mtt de. Castlf
de
Souzj FU-.
mo
dia 18 doste inez, e nomeio Janeiro de 1873. > X&etam Alen
gueiras
KtWfttvXaJt-Oiefireiarra,. .
Dec* de AWW Popu-n
a fre.1 o. patacho poiMga-
trata-se cora E. R- BA"
ra do Commercio n. 48; ____________
Para o Rio de Jiimgb.
Pretendo seguir nastes oilo dis.o 1
conal bhibei ; paia o reslu da carg* .
f lia trato se eora ^ ws c it^natarife Ai.
Iji eUiv iva Az v,-.l ua..-i .-.^i(.lorie.
do Dora Jess n. 57 t utr ra ra..1a Ctij*,-

Rio (irattifc k M
me begu: hr.-vipl
*or. paibida c
i
J* Cu.
I TCLWC.


\
Diario de Pernambuco Segunda feira 3 de Fevereiro de 1873.
------------------"JSl-------------------------------------------------------------;----------------------------:-------------------------------
./
Para o Ri-Grande do Sul.
Segu fiestas das o brigue nacional Amelia ;
para o rea o da carga que (alta trata-se cora os
seus consignatarios Antonio Luir, de CMiveir
Azevcdo. n seu ose ipt rio, ra do B m Jess d.
S7_ (outr'ora ra da Cruz.)_________________
Para o Para
vai cahir at o dia 8 de fevereiro a barca portu-
gueza Arabetla, de 1 classe, tem tros partes da
carga prompta, e para o resto que fhe falta, tra-
ta-se com Ferreira de Almeidi. & C, ra da Ma-
dre de Dos n. 36.
Para
Seguir em poneos dias < patacho portuguez
Adelina ; para o resto da carra trata-se com Pe-
reira Vianna A C, ra do Vicario n. 11,
tn iro andar.
pri-
Para o indicado porto, prett nde segnir coin p( u
i'os dias de demora a veleirn barca portugueza
.Voto Silencio, navio de 1." classe, capitilo Ferreira,
por ter inais de dous tercos de seu carregamento
prompto epara o resto que Ihe falta e passageiros
( para os quaes tem bons commodos,) trata-se com
os consignatarios Joaquim Gjncalves BeltrAo i
I"iltios ra do Coininercio n. 5.
Para o Rio de Janeiro.
Vai sabir com brevidade o lugar portn-
guez AImedina por ter a maior parte da carga
prompta : trata-se com E. R. Rabello & C. : ra
lo CotuiHWcio n. 48.
Tasso trinos & C, consignatarios do brigue
inglez Airlo, procedente de New-York, fazein
eiente aos recebedores de carga que o mesmo
conduz, de mandarcm proceder ao despacho na
alfandega, para evitar demora de descargas das
alvarengas, na certeza de que recahiro sobre
aquellos que derem causa a taes descuidos, todas
as despezas que sobnivenham io navio,
LEILOES.
DE
H barricas com cerveja branca em rm
garrafas, de superior qualidade
HOJE
O agente Pestaa far leio, por* eonta e risco
dequem pertenec', de 8 barricas com cerveja
I ranea, superior qualidade, e serio vendidas se-
mnda-feira :i do corrente, s 11 horas da manha,
no trapiche Conceicao.
LEILAO
DE
' PAZE3SDAS
Buje
Lemos Gucrineau levanto leilao, por nter-
veocao do agente Piulo un completo e variado
sortimento de faiendas francezas, inglezas, suis-
sas e aliems, existentes em seu armazem, ra
'lo Mrquez de Olinda n. 1, onde esperara a con-
urrncia de seus i.nmcrosos fregueses.
reno, nao priva ofi.* eont.',ante de poder vender
as partes dos de inais terrenos e das casas que tem
no sitio, nao sugeitHs a litigio.
Convem, porni, acerescentar o seguinte :
Os ttulos, pelos quaes possuia mcu finado mari-
do, e outros herdeiros do lente coronel Floren-
cio Jos Carneiro Monleiro.o sitio da Porta d'Agua
sao escripturas authenticas,queexistem empoiler
doSr. agente de Icilocs Francisco I. Pinto, e que
podem ser vistos pelos concurrentes.
Cuanto aos foros devidos, requereu mea marido e
o deposito; e se eflectuou o dos entao vencidos des-
de i de agosto de 1858 at o ultimo de julbo de
1864, razao de 6400 rs. Os dos outros annos,
devo igualmente ser recolhido deposito na thesou-
raria, o qual deduzido do producto da venda e re-
col! lido a deposito garante o direito de quem quer
que a elle se julgue com diroito, e em favor de
quem for ordenado o levantamento, visto que para
elle passa a disputa, como de lei.
Nada pode, pois embargar venda annnnciada
LEILAO
DE
um sobrado de 2 andares e sot 'em chaos
proprios), ruados Martyrios n. 144,
contiguo igreja, com grando quintal, e
para a ra do Caldereiro, o qual
,iorto
l. bom rendimento annual.
QUINTA-FEIRA 6 DE FEVEREIRO.
s 11 1{2 horas.
Por intervencao do agente Pinto, em seu es-
criptorio, ra do Bom Jess n. 43.
LEIL'AO
pro-
DO
sobrado de 2 andares n. 16, em chaos
prios, naTravessa dos Expostos.
Quinia-feira 6 de fevereiro
s 10 horas.
Por intervengo do agente Pinto.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
Leilao
DE
[.Duas casas terreas de pedre e cal na povoa-
Qo do Mlo, da provincia da Parahyba
do Norte.
Dues ditas na Baixa Verde, desta provincia.
Urna pequea fazenda de gado em S. Bento,
nesta provincia, com meia legua de terra,
tuda cercada, e 50 caberas de gado.
QINTA-FEIRA 0 DE FEVEREIRO
;s 11 horas.
O agente Pinto cumnrindo o mandado do Illm-
Sr. Dr. juiz especial do commercio, levar lei
!ao os bens cima ditos, pertenecntes massa fal-
lida de Joaqun) Silverio de Sou>a A-C
0 eilao ser eflerlua*!,: '? hora do dia
piarta-feira 3 de feveieiro, em o escriptorio uC
referido agente.
hiendas e niiudezas
Terca-feira 1 do corrente
AS 11 HORAS DA MANH
') agente Pinito Borges far leilao de ano es-
p) eneldo sortintento de alinderas, sendo : lilas de
sarja, bico laneez, guarn-'"'os para punlios e
intutos "itros artigois, ediveisaa faiendas, entre
as quaes algumas avaladas; era sea escriptorio
arna doBun Josas n. 53.
LEILAO
DE
movis, Una t \m
1LR.CA-FF.IRA i 1(0 CORRENTE.
O agente. Pestaa, autorisado por una familia
queso retirm para lora d>> imperio, far leilao de
una mobilia de Jacaranda coi i lampos de podra,
com 12 cadeir.is. -2 Jilas de bracos, 2 de balando,
cngolos etc., 1 dita de amarello nova, 1 dila usa-
da, aparadores, commodas, guarda-louca, guarda*
roupa, loilete. mesas, loucas, vidros, quaaros, espe-
Uns, canias, figuras, inarquez; s, inarquezoes, ea-
deiras. e muitos outros objectos que se acharo
patentes, e se tornam necessarios, sendo effectua-
do o leilao terea-eira do corrento, s 11 horas
da manha, no arraazem Jrua do Vigario n. II.

LEILAO
DE
um terreno na rna Imperial 'solo proprioj
com 110 palmos de frente, e cerca de
500 de fundo, todo murado, prompto
para edificarlo, porto para descarga de
material, estando um lado murado.
QUINTA-FEIRA 6 DE FEVEREIRO.
%' I I horas.
Por interveneao e no escriptorio do agente Pin-
a ra do Bom lesos n. 43.
lo.
Leilao
DE
una PxeeBfiite ftaf ara
NoikIo :
Un nrande sonrod com 6 salas e 14 quartos,
quintal murado, alm de um grande sitio com
7<"0 palmos da.frente e l,(K0 de fundo, cacimba
de agua d? beber, muitos arvoredos; boa baixa
para capiui, 6 nuutas outras acconunodacSes.
\i chmela ii. 94.
Ouinta-i'oia do fevereiro
'( (1 1|'3 ftfr"H
Por interveneao do agente Pinto,
r. a s.;u escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
RE1EDI0S DO DR. J. C. \W,
Vende-se o engenho Velloso na margem do rio
Mamanguape, as seguintes condirSes : vanea
sufficiente para safrejar de l a 3,000 pies de as-
sucar, sendo mais do metade de matto grosso e
parte terreno de aguar; arisco para plantar-se
rofas, feijo e o mais necessario para o costeio ;
um excellente cercado, feito quasi toda a cerca
no corrente anno ; tem elle bastantes bailas, on-
de pelo vero pode-se botar agua para refrescar ;
um segundo cercado natural onde'pelo invern
pode se ter de 80 a IW bois ; raizes de canna,
planta, soca e rissocas para mais de 2,00) paes
de assncar, odas tratadas convenientemente ; ro-
tas velhas, etc.
Tem o engenho um excellente porto a poucas
bracas dos armazens, por elle passa todo com-
mercio de Mamanguape, quer feito por barcacas,
quer por vapor.
Quanto edificacao nao de primeira or-
dem; porm segura, de gosto e commoda, sen-
do a Bator parte feita de tijollo. O que precisa-
se em um engenho nelle se encontra. No dia que
concluir a safra, fica apontado para a seguinte.
Faz parte do engenho metade da malta deno-
minada Carapucema, onde sao consenhores
os Srs. tcnente-coronel Bruno e capitao Jos Pon-
ciano ; mais a ter a parte da Matta de Japun-
gii, onde tem mais de urna legua de extenso.
Adverte-se que sendo a venda feita em parte
para pagamento de eredores, vista, ou cousa
que isto valha.
A venda comprehende tambera bois, animaes
de roda, carros e o mais que se convencionar."
Quem pretender pode apparecer no mesmo en
Collegio S. Sebasliao.
Ra do Bruna n. J3.
Manoela Augusta de Mendonca Helio Bego, au-
torizada pela directora da instruccio publica tem
a distincta honra de communicar ao respeitavcl
publico que tem aberto na ra di Brum n. 73 o
Collegio S. Sebastio destinado edue,aco dermeni-
as ; sendo as materias do ensino as seguintes :
primeiras ledras, grammatica portugueza com seu
desenvolvimento, leitura dos Evangelhos e nocSes
geraes de arithmetica dessenvolvida, francez,in-
glez, dezenho. msica applicada piano, igual*
mente ensina-se tambero todos os trabaIhos de cos-
turas e bordados, inclusive o bordado a ouro e flo-
res. A directora alem de esforco que emprega por
si, auxiliada por professoras e professores para
isso contratados, garantindo todava cuidado e zelo
peias alumnas que Ihe forem confiadas.________
Nossa Senhora de Lourdes.
Obras sobre esta celebre devocao, frequentada
por mais de cera mil romeiros neste ultimo biez
de outubro :
Pesquidoux, Plerinage L urdes.
La France Lourdes, compte rendo officiel.
des ftes d'octobre.
Lasserre Notre dame de Lourdes.
Syur, les mervelles de Lourdes.
I.oysfiu, Lourdes, plerioagett plerlns.
___________Livraria Franceza._____________
150^000 .
No engenho Massuassii, freguezia da Escada, se
dar de gratificacao a quantia cima a quem ap-
genho de Janeiro de 1873 m diante a tratar com prehender tres cavallos que naquelle engenho
o abaixo assignado e nao antes, por ter de seguir! forarfl furtados na noute do dia 29 para 30 de no-
para a comarca do 'Inga, onde vai residir. vembro prximo passado : o i." tem 9 annos,
De fevereiro em diante ficam encarregadns de castanho e castrado, tem a orelha direita bastante
seus negocios paiticulares os Srs. capito Fran- lascada, urna estrella na testa, e noquarto esquer-
cisco Ivo d' Andrade e Dr. Benjamn Franklin de, do tem urna cruz ; o 2. ruco, com pintas ver
Oliveira e Mello; para este tira flearo elles cora
plenos poderes.
Mamanguape ,8 de novembro de 1872.
Augusto Carlos.
Avisa-de
a quem der noticia da escrava Guilhermina, que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaqnim dos San-
tos, e depois comprada ao Baro de Na areth, re-
presenta ter 2i annos, t?m falta de dentes na
frente e as maos com cicatrizes de queimadura de
gaz, secca do corpo, muito regrista, que desappa-
receu da casa de sobrado n. 26 da ra dos Coe-
{hos. que ;cr ^onerosamente recompensado.
Precisa-se
de um ajudante de cozinheiro e de um criado :
! o Bestaurant Sa ta Isabel n. 2, ra da F oren-
tina.
(laixoii'o.
Na ra do Bangel n. 43 precisa-sc de um cai-
f^ciro que de" fiador sua conducta.______'
AOS 5:000|000.
Estilo venda os felizes bilhetes da lotera da pro-
vincia, na casa feliz do arco da Conceicao, lflja de
ourives, no Recife.________________________
\luga-se
o sobrado n. 22 da ra do Conde da Boa-Vista
outr'ora Formosa, sendo o pavimento terreo, Io
andar e urna grande solea, tudo com bastantes
commodos e muito fresco, com estribara, cochei-
ra, encanamento a gaz, cano de esgoto, quintal i
cacimba : quem pretender dirija-se ra da Im
peratriz n. 29, 3' andar, que achara com quem
melhas nos quartos, grande, gordo, com o Des-
coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
cangalha, ferrado com a marcaI. R. do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3." rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
Ono quarto direito : gratifica-se com 50JO0O
por cada uin em presenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalquer dos ditos cavallos.
Roubo
, Collegio iseenso de laria.
Maria Felismina Pinto, devidamente habi-
litada pela directora da iustrucco publica,
ha montado na freguezia da Boa-Vista, ra
Imperatriz n. 37, um collegio sobadeno-
minacodcAsccnsao de Maria,tendopor
tim dar s meninas a mais apurada educacuo,
quer pela instruc^omoral o religiosa, quer
pela instruccio litteraria e scientifica*, oceu-
pando-se no quofdr relativo a formar urna
boa mi de familia.
Cozinheira.
Precisa-se de urna cozinheira que seja boa : tra-
ta-se na ra do Lasserro n. 6, na Capunga, ou na
ra do commercio n. 48, escriptorio.
Cozinheiro.
Precisa-se de um que seja bom, pagasebem :
no hotel da independencia, ra do Imperador n.
32;___________________________________...
LIIS DG S\\i:h
Edgard Gmbaro d licoes de francez, tanto pa-
ra fallar como escrever esta lingoa em pouco lem-
po e por methodo muito fcil : na ra da Aurora
n. 41, 2 andar.
Tendo o meu escravo, mulato Jovino sido
encontrado no becco do Veras em casa de duas
mulatas, na occasio de ser preso fugi > pos mu-
ros de cinco casas, e por isso pe>;o a todas as au-
toridades policiaes e aos capites de campo que o
prendam que scro bem recompensados.
Tenente-coronel Joio Valentim Villela
llll'lll'illl.
O Sr. Ant-jnio Jos Ferreira, tenha a bondade
de apparecer na ra do Duque de Caxias n. 60
A, loja de Bento da Silva & C, successores de
Manol Ribeiro Basto-.
O Si'. .
do Daone
Silva A i
lcnco.
. de Araujo (]ezar, favor v'r rna
le Caxias n. 60 A loja de Bento da
successores de Manoel Ribeiro Bastos.
rand<
DE
propriedade na Porta d'Agua,
em Vpipucos.
CONSTANDO DE :
L'r.ia casa grande de pedra c cal, beira da es-
irada, com 31 palmos de i'r;nte e 35 de fundo,
com grande terreno a boa biixa de espira.
U .1,1 olaria para tenas e tijolk>s.
L'ma casa terrea em frente da primeira, com i'
palmos de frente e ii-"i de fundo.
Ulna dita pequea que serve ele coebeira, com J
palmos de rente e ''; de fund i.
tina dita de 12 palmos de frente e3S de fundo
Kinadita com 12 palmos de frente e 3o de fundo
Urna dita asm repartim< uto, com a mesma frente
e fundo,
l'ma dita dita, eom utn quartc fra.
Urna dita dita, com 2 palmo.' de frente e 49 de
fjndo.
Urna dita dita, com 19 palmos "le frente e 49 de
rundo, tul. s edificadas em chaos proprios, ao
lado da levad i.
Quinta-feira G de fevereiro
A uieio ti ia.
< agente Pinto levar a leilao, ahora do dia
.. ima dito, e era um s lote, toda a propriedade
acuna dita -endo : cerca de '< nonas partes por
nandado do Illm. Sr. Dr. juiz le direito pr vatvo
los orphao-, em vlrtude do rw uerimento da viu-
va de Joaquim Pires Carneiro Monteiro, tutora de
?us filhos menores, e cerca de una nona parte
por autorisac, do procurador bastante, do her-
deiroque k acha ausente, o bacharel Augusto
'larneiro Monteiro.
Os w'^ndentes poderSo examinar desde j a
'lita propriedade, a qual se torna recommendada
jiela sua posicao, entjndendo-se com o mesmo
.igente, e eoncorrendo ao leao que deve ter lugar
no escriptorio doreferido agente, ra do Bom Je
13 n. 43.
Contra |mm>h**o.
Henriette M'.nteiro devidamente autorisdo pelo
juiz de orphos, reouereu a venda das partes da
iiropriedade Por*a d Agua, possuida por seu casal.
Ao annur.cioda venda, oppoz SymphronioOliym-
f-io de Queiroga o aviso publicado no Diario n.
85 de 11 de d< '.."rabro prximo passado. .la de
outras vezes Olympio tem feito :gu.v>s avisos ao que
v lbe tem respondido.
Esta a resposta que anda agora reproduzimos.
t A viuva e tilho do tenente coronel Florencio
Jos Carneiro Monteiro contestara o aviso do Sr.
gphronio Olympio de Quei-oga, publicado nos
IHeriof de 20 e 21 do corrente declarando : l.
terreno que se refere, pertencente ao sitio da
Porta d'Agua do Monteiro, m3s mente direito ao
toro, que poresse mesmo terrero pagava o finado
Florencio ultima adnnnistracora do vinculo do
IMonteiro : 2. que esse foro tem sido recolhido ao
deposito, para ser levantado pelo Sr. Symphronio :
3 qu- a aeco por elle proposta pelo juizo muni-
cipal da 1.* vara, com o fin de con verter o afora-
inento existente em arrendamento, depois de con-
. testada, ticou ha mais de i0 annos parada, a espe-
ja talvez do resultado da outra aegao (concernente
ao terreno contiguo em idnticas cin-umstancias),
proposto pelo juizo- municipal da i.' vara, e que
anda pende de decisao dos ul irnos embargos de
eelaraQao do mesmo 8r. Ryiriptironlo ao accordao
do egregio tribunal da relajao, que julgou milla e
incompetente a mesma aegao : &.* finalmente que
a cireumstvncla de estar em litigio o referido ter-
LEILAO
DE
ltiein]as froacexas e inglezas
AVARIADAS]
Nexa-feir 7 le iev"i,eii,.
A 'S 10 1)2 1IOUAS
Por interveneao do agente Piulo.
F.m seu escriptorio, na do llora Jess n. 43.
LEILAO
DE
Movis, louea e cry(aei.
SENDO:
1 magnifico piano de Boisolet lils & C, 1 rica mo-
bilia de Jacareada a Lnii XV, 2 estantes paia
msicas, 2 guardas-roupa de tnogno, 2 ditos
cora espolho, 1 lei lo para casa!, 2 bidets cora
lampo de pedra, I lavatorio com pedra mar-
inare, 1 espellio, t nesinlia c m tampo de pe-
dia, 1 dita para jogo, 2 camas de ferro, 1 ca-
dera para asseio, 1 cabide. 1 par de escarra-
deiras de porcelana e jarros, tapetes e lustro
liara gaz.
Pavimento terreo.
1 mobilia americana, 1 secretaria, i estante, 6
caixas com instrumentos cirurgicos, 1 machina
elctrica, 120 voluntes imprcaos (medicina) eom
eslampas, 1 relogio, 1 machina de costura, 1
eostureira, 1 Kuarda-louca, i aparador, 1 mesa
elstica, 24 cadenas de gnarnicao, 1 apparelbo
de porcelana para cha, 1 dito para jantar, 1
banheiro de folha de Flandres, copos, clices,
garrafas de crystal, trem de cozinha e 1 grande
fogao de ferro e outros pertences de casa de
familia.
O qual foi Transferido em virtude da interrup-
i;o ca linha frrea e ser effeetuado impreteri-
velrasnte
juarta-feira 'ft do torrente
Por auto isacao do Sr. Dr. J.cintho Soares Ba-
bello, queseguio para a edrte, o agente Pinho
Borgjs, vender em leilao todos os objectos cima
declarados, existentes em Ponte de Ucha, no pre-
dio (lefronte ao palacete do Illm. Sr, Dr. Augusto
Frederico de Oliveira.
A'310 l]2 horas da nianhaa partir da estacao
do arco de Santo Antonio um trem, afim de con-
du ii gratis os concurrentes do leilao, o qual prin-
cipiara depois da chegada do mesmo.
Aluga-se o Io andar do sobrado n. 47 da ra
da Imperatriz: quem o pretender encontrar as
chaves na loja do mesmo sobrado, e se entender
com seu proprietario fu do Hospicio n. 33.
TOAS
le Santo Amaro das Salinas
c N. S. das
Angustias.
As pessoas que qutaeosm alugar terrenos para
armare r barracas durante os 18 dias de novenas rosamente recompensado,
o festas, podero dirigir-se capella do lug *
ah acharo coi^quein tratar.
Hontem, por volta das 11 horas da manh,penc-
trarara os larapios em casa ao abaixo assignado,
morador em o pateo de S. Pedro n. 10, levando
os mesmos larapios diversos objectos, inclusive
urna cadeia de cabellos encastoada em puro, e um
relogio patente hnrisontal de ouro de n. 8402 : ro-
ga, portante, s autoridades policiaes e a qualquer
relojoeiro a qnem for offerecido, a apprehenso
dos mesmos objectos, e ao mesmo vendedor, para
provar donde vcio.
Francisco Mauricio dos Santos.
Fugio hoje o meu estravo Felippe, bem pre-
to. de 26 annos de idade, sem barba, boa altura,
pos grossos e chatos, esperto, cortado de chicote
as costas, nadegas c no peito, porm estas mar-
cas j sao antigs, e foi comprado ao Baro de
Nazareth. O escravo natural de Pesqueira, foi
do fallecido Thomaz de Araujo e passou depois
para o iK)d=r de seu genro Luiz Cavalcante, mo-
radores em Bitur : quem o prender e trouxer a
este engenho ser generosamente gratificado. Ta-
pera 23 de Janeiro de 1873.
Miguel Felippe de Sonta Leo.
Fugio hontem, 27 do corrente, o escravo Be-
nedicto, mulato, cabellos caraninhos, corpo grosso,
bateo, oaos grandes e muito flor do rosto, sera
barba o representa ter 18 20 annos.
Este mulato 6 natural da Parahyba, tendo sido
escravo do Dr. padre Moura e por este entregue
ao seu sobriuho padre Moura, coadjutor da fre-
guezia do Cabo, para vende-lo, como de facto ven
deu-o ao Sr. Joo Pedro de Mello, e este a m;ra ha
onzo dias.
Quera preude-lo, poder conduzi-lo ra da
matriz da Boa-Vista, casa n. 33, onde ser gene
ADVOCADO
rs. nm:::
SL3.
BA DUQI'E
Furtaram do engenho Poeta, na fregneiia
da Varzea, do capitao Manoel forreia de Araujo,
duas borras iia noute de 20 para o dia 21 do cor-
rente mez, sendo urna castanha amarella e a ou-
tra cinzenta clara, tendo a primeira os rignaes
seguintes: urna estrella na testa, urna belide em
um dos olhos, una marca de um talho em nma
das.mos no lugar do piador, e tem a dita mao
mais grossa, tendo um ferro ; a segunda tem os
signaes seguintes : urna belide em um dos olho,
a samelha g ossa tem urna ponta do quadrilbo
mais baixa do que a outra, una mo na junta no
lugar do piador inchada e com o ferro seguinte 8
em um quarto e no pescoco ; ambas est o bem
cortivadas do serrico, estao carnudas e so bem
novas. No dito engenho Poeta d-se a gralifira-
eao de 50 por cad urna a quem as levar ou der
una noticia exacta deltas. .
Precisa-se de urna para eozir.har
e outra para ong minar : tratar
na ra do Hospicio n. 46, ou Que*-
mado n. 70.
\ 1T1o Precisa-sc de urna ama para tratar do
-. vi i i anna n. 161.
AMAS
ima
Precisase de una ama para andar
cora u:n menino de mezes : na ra Con-
de da Boa-Vista, antigo Caminho Nevo, n. 78.
Procisa-se alugar urna escra-
ou ama forra, que cozinhc e
ngomme para diminuta fami-
lia : na ra do caes re Capiba'-
ribe, na casa n. 31, com porfi e grade de ferro.
AM A^
Ama de leite.
,:iiN-.
AMA
.'.Ul que
A au-
olatto.
Precisa-sc de um caixeiro que tenlia algu-
maprauVa i>: niolhado : na rna Imperial n. 167.
Aviso.
Fugiram do engenho Bamburral, na freguezia
da Escada, na noute de 7 do corrente, os escravos
sguinles : Theotonio, idade 40 annos pouco mais
ou menos, pete, altura regular, cheio do corpo,
ps apalhelados e feios, tem urna peina mais curta
que a-outra. tanto que pelo andar se eonhecc, e
bastante ladino-; Venceslao, idade 40 a O annos,
preto, com marcas de liexigas na cara, alto c cheio
do corno, ps e nariz grandes. Arabos levaram
roupa de aigodao azul. Paga-se generosamente
quem os apprchender c leva-Ios ao referido en-
genho.
Criada
Precisa se de una que cozinhc e engorante cora
perfeicao, para casa de tres pessoas : ra da
llnio u. 67, confronte ao muro do gymnaso.
No dia 19 do corrente Janeiro de I87jt, au-
sentara-sc do lugar denominado Acude do/watto,
da freguezia da (loria do Goit, a preta ere uome
literata, altura regular, olhos mrbidos, parece
ter falta de um dente superior na frente, cm con-
sequenci de os ter muito separado! e cerera li-
mados, solTre eraros nos ps e no rosto tem mili-
tas sardas salientes como bermejas ou bernigas,
levou vestido Je chita verde, una coberta de chi-
ta, e duas mulatiiilias ambas lilhas da mesma
urna de nomo Hogeria, de 7 annos de idade, *r
clara, cabellos anueilados, os olhos mrbidos e os
dentes da frente largos, e a outra de nomc Ma-
ria, de 17 raezes d idade, menos clara, testa sa-
liente, olhos pequeos, cabellos igual a primeira ;
ambas sao pertencentes ao Sr. Jos Eleuterio da
Silva. Suppoe-se ter ido em procura de um fi-
lho que foi o anno passado vendido ao Sr. Baro
de Nazareth por ter descido pela estrada de Pao
d'Alho, e sem dnvida ir passando por fo ra por
riiiotivo dos filhos : a pessoa que a tiver em sua
casa e me avisar, ou alguem que der noticia cer-
ta, ser generosamente recompensada ; para jn-
formacoes neste typographia.
| CONSULTORIO *
I MEMCO-CIRURCICO
m do S
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Um hotel venda.
Dispoe-se de um hotel em excellente localidade
nesta cidade, bem montade o muito afreguezado, conftrmidadedo cstume sera descont algum.
por se adiar doente c precisar tratar-sc o dono : | Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
Molequc.
Preeisa-s alugar um moleque de 12 a 14 an-
nos : trat r no armaiem do Campos : ra do
Imperador n. 28.________________________
(MDAFORTll
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' ruth Primsiro de Margo (outr'ora ma do
Crespo) n. 23 casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes um quarto n. 23i com 800*00!),
tres quartos n. 630 com 100 e outras sortes de
O e 20* da lotera que se acabou de extrahir
(37.*) convida aos possuidores a viram receber na
avisos DVEBSOS
Imperial sociedade das artistas mechanicos
e'liberaos de Pernambuco. i
As aulas do lyco desta sociedade abrern-se no
dia 3 do corrente, e as matricula das aulas de
nstrucco secundaria estaiio" abertas at o dia
ultimo do presante mez. Itecife 1" de fevereiro de
1873.
O ^cretario
__________Pero Paulo dos Santos.
O abaixo assignado, empregado no correio,
sende chamado pelo Diario de Pernambuco para
comparecer rna Duque de Caxias n. 60, decla-
ra raui formalmente que nao tem negocio algum
oom aquello estabelocimento, e provoca ao seu
prwpr etario para declarar se com elle se entende
oreferido aununcio. Becife 3 de fevereiro de
1873.
Antonio Jos Ferreira.
quem quizor dirija-se ra larga do Bosario n. 30
que se dir com quem negociar.
Ausencia.
vadio-se o escravo Paulo.
tripolante, traja- do roupa de servido de bordo,
e tem os signaes seguintes : estatura e rosto re-
gulares, cabello grenhos, nariz e boc a. regula-
res cor preta, crioulo, e sem barba : roga-se
a apprebensio do mes o, e conduzi-lo ra da
Cruz n. 3, aonde so gratificar."
da 2' parte das loteras a beneficio da igreja da
Congregado do Becifc 38.*) que se extrahir na
qunta-foira 6 do mez vindouro.
PBECOS.
Bhete inteiro 6000
Meio bilbete 3*000
Quarto 1*300
M POBCAODE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Mero bilhete 2*750
Quarto 1*373
Manad Sartins Fiuza.
{Jscravo fgido
IS0$000 de graUrieaci).
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872,
o preto de nomo Alfredo, de trinta e tantos annes,
cndlo, bastante ladino; este preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j esteve no engenho do Sr. Lul de' Caiar, em
S. Lourenco da Matta, onde consta ter prente?,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Gon^alves Bastos, negociantes desta
tem sido
dizendo que
i podido escapar de ser preso,
radp, cacimba banne.ro e gallraheiro, perto da es-, lvde.se a todas as autoridades e capites
ata n. 153, ou no Re- de campo que 0 pegando leve-o a *ua do Duque
, de-Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem
Segundo, que receber a gratificaao cima de-
clarada.
Francisco de Assis Pinto declara que desde
31 de Janeiro de 1873, deixou de ser seu empre-
gado Victorino Lopes da Costa
Caixeiro.
Na nadara da ra de Hortas n. 5, precisa-se
de um caixeiro, dando fiador a sua conducta :
Criado.
No Collegio Santt Genoveva, ra do Hospi-
cio n. 63, precisa se de um criado que seja livre
ou escravo.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife S.
AVISO.
Tendo o goveruo imperial approvado a propos
ta da directora desta estrada de ferro sobre a
concesso de passagens gratuitas aos que edifi-
carem casas prximas as estacos de Boa-Via-
gem, Pran-res, Ilha e Cabo resolveu que as re-
feridas passagens sejam concedidas sob as seguin-
tes condicoes.
I." A Casas scrao construidas de conformi-
dade com um plano, orcamento ou qualquer fs-
pecificacao approvada pelo superintendente da
estrada'de ferro.
2.* As casas de um valor de 4:000* dao direi-
to a concesso de una passagem de primeira
ckisso pelo espaco de 10 annos ; s de 3 OO* a
una passagem de segunda class i por igual pe-
riodo c as de 2:000* a unu de lerceira classe,
idem.
3.' Podero usar das passagens concedidas o
proprietario emquanto morar no predio constru;
do, ou o inquilino. O proprielario, porm, s
poder fazer transferencia da dita passagem urna
s vez dentro do anno, d vendo disso dar scien-
cia ao superintendente da estrada de ferro.
4.* Estas condicoes vigoraro dentro de um an-
no devendo ser vvistas em Janeiro de cada atino
a eomecar de 1871 para screm alteradas se for
conveniente, mas sem prejain das concessoes j
feitas.
As pessoas que quizerem se utilisar desta con-
cesso podem desde ja apresentar ao abaixo as-
signado os planos das casas que pretendereni
construir.
Villa do Cabo. 30 de Janeiro de 1873.
G. O. HANN,
Superintendente.
Precisa-se de urna sera fimo, cora bom e abun*
dante leite : em Olinda, ladeira da Misericordia
n. 3, paga-se bem agradando.
Precisa-se de nina ama para eii-
nhar e comprar : ra do Baro da
Victoria n. 28, outr'ora Nova._______________
Amn Precisa-se de ama ama para tomar
.\ Illa ponij ,je meninas, que seja de boa coa*
ducta : na ra da Imperatriz n. 37, 1.* andar.
Precisa-se de urna ama escrava on
forra, para casa de pouea amilii :
na ra de 8. Francisco n, .'ii.
AMA
- Precisa-se de urna ama para eonhar o de
un a mulher de boa conducta para fazer eonipa-
nhia a uraa familia : a tratar na ra do Rosario
da Boa-Vista n. 18.
AMA
Precisa-se de urna ama para eo-
linhar e engommar para casa de he-
niem solteiro, ou cofinhar somente :
na ra'do Livramento u. 37. _____________
~ Precisa-se de um.1 ama para o
servico de casa de pouc fr.-
inilia*: a tratar na ra da Crnx
AMA
n. 18, 3. andar.
ltenlo.
A M A;
Precisa-se de una para cas;.
le duas pessoas : a tratar na
ua de S. Franci co n. 72.
Precisa-se de una ama que
saiba cozinhar perfeitamente e
com rar para casa de homem
solteiro : na ra de Pedro Alfonso n. 12, antisa
ra da Praia.
AMA
i || Precisa-se de una ama par;i
1 U i engommar c lavar, paga-se bem:
(I. ITx il a tratar na Passagem da Magda-
lena, largo do Chafariz, sitio com gndes de ferro
pintadas de p eto e tres coqueiros a enlraia.
Ama de leite.
Precisa-se de uinaque tenha bom leite, e.scra
lillio : a tratar ra do Duque de Caxias, ou-
tr'ora Queimado n. 70.
Precisa-se de una ama
para cozinhar : na ra de
Pe ro Alfonso, outr'ora da
Praia n. 3.
Ama
Precisa se
Brum n. 53.
de una ama : ia roa o
AMA Pedro Alfonso n. 6&
ama : na ra f
O Sr......\lnieida, queira ter a bondade de
apparecer ua ra (lo Duque de Caxias n. 60 A,
loja de Bento da Silva & i;., success res de Ma-
noel Ribeiro Bastos._______________________
Precisa-se de una senho-a ou mesmi bo-
n:em que se queira cncarregar de ensillar pri-
meira* lottras a alguns meninos no en, cubo ijin-
dahy, do termo de Barrciros : a tratar na ra
larga do Rosario n. iO, com Antonio da Bocha
Hollanda Cavalcante._____________________
Precisa-se
de um caixeiro com pratica do taverna, prefsre-se
portuguez : na ra de S. Gonzalo n. 27. ____
Precisa-se de 20:000* a juros para pagar-se
em tros prestacoes annuaes, dando-se por garan-
ta um grande engenho as melhores condicoes a
todos os respeitos, visto ser muito bom d agua,
de muit) boas trras, c prximo a urna estacao da
via-ferrea : a pessoa a quera eonvier este negocio
an.iuncic para s>.t procuiado.______________
Dcsappareccu na noute de li> i ara 20 do
corrente, da fregieza do Poco da Panella, urna
burra coro os sign es seguintes : castanha, car-
nuda, tendo a mao esquerda um pouco inchada,
tem urna marca na sarn ia, pr veniente de um
germu : quem a achar, ou della der noticia
exacta ser generosamente recompensad'.
Eustaquio Jos das Chagas._____
Urna senhora competentemente habilitada e
auiorisada pela directora da insiruci;ao publica se
offerece ensinar primeiras lettras, grammatica
portugueza, arithmetica, coser, bordar, e outros
raisteres do sua prolissao, em algum eogenho per-
to da praca : a pessoa que quizer utilisar-so do
seu prestido, dirija-se praca do Cande d'Eu nu-
mero 13.
A cmpanhia Recife Draina-
ge fas publico para conhecimento dos morado-
res do bairro do Becife, que mudou o seu escrip-
torio da ra de D. Maria Cesar para a ra do
Commercio n. 10, segundo audar.
i
GABINETE
iVJedico-cirurgico
RA DO MPERAUORN.7D ANDAR
ODR. NNESDAGOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIOAOFS.
Molestias e operares de oifcof.
Cura radical e iusiaolanea dos
csireilamenlos da uretra.
Consultas
da manh?.
Chamados
Das 7 s 10 hora9
A qualquer bora.
Precisare de nma escrava para servico de ca-
sa : ua ra do Visconde de Ooyanna n.161,
Furtaram.
Atteielo.
Quer-sc alugar urna escrava para, o servro ex-
terno e interno de urna casa de pouca familia : a
tratar na ra do Imperador n. 25, 2o andar.
Aluga-se o armazem da casa n. 18 da tra-
vesaa dos Expostos, ladrilhado de novo, e proprio
pira qualquer estabelecimento : a tratar com o
ministro da ordem terceira de S. Francisco, no
consisto io da mesma ordem.
Furtaram hontem das i para 3 horas da taidt
da ra da Imperatriz n. 18, loja de relojoeiro de
Garlos Walter, 6 relogios de ouro cobertos, sendo
um horisonlal n. 2506, nutro patente suisso D.
21431, sendo este de repeticao, outro patente suis-
so n. 43088, outro patente" siiisso n. 17377, ou
tro patente inglez n. 20446 c outro finalmente pa-
tent inglez de n. 22,231: roga-se por tanto ?
pessoas aquem lorem offerecidos o obsequio de a|3
prehende-los e dar scicncia cm dito cstabeleci-
niento, que -erao recompensadas generosamente
Est fgido desdo o dia 23 de junho do ann<
de 1871 o escravo Luis, mulato, alto, cabellos bem
crespos e principiando a hucar. Tem um peque-
no signal de cabellos no queixo; e no braco-di
reito as ledras -L. F. N. Sabe ler, trabalba de
pedreiro, envernisa e pinta. ^
Este escravo tem um irrao liberto, que tral.'-
Ihava ; pode ser que ainda trabalhe) de machi-
nista de vapor n'um engenho de Abren de
Una.
Pedese as autoridades policiaes e capites ik
campo que o prendara e fa^am-no conduiir ra
da matriz da Boa-Vista, casa n. 33, onde rece-
bero 130*000.
Casa.
Precisa-se alugar urna escrava on um mo-
leque para vender na rna : a tratar na ra do
Rosario da Boa-vista n. 20. ^
cite, ra da-Cadeia n. 3, escriptorio.
Imperial Nociedade Aoh artistas
meohanieos e liberaes de Per-
nauabueo.
O abaixo assignado, secretario da mesma socie-
dade, scientilica a todos os socios, que no dia 4 do
corrente ha ver sessao ordinaria s 6 1|2 horas da
tarde, e qne ficam designados os dias de tsreas-fei-
ras para as referidas sessdes, que sao ebrigados
a comparecerem os socios enectivos, de conformi-
dade com a lei. Recife ,0 de fevereiro de 1873.
Pedro nota dos Sa 4o*.
Precisa-se de um criado para um
Monteiro : a tratar na ra Noy, loja n
i sitio
CASA DA FORTUNA "
Ra i* de Mar$u
(CHitr'era do Crespo) n. 93
O abaixo aseignado tendo vendido nos seos fe-
lizes bilhetes da toteria do Bio n. 436' a sorte de
4:000* em quatro quartos de n. 2403; convida os
possuidoree a virem receber, que promptamente
pagos, como do costume.
Manoel Martins Fiuzal I do mesmo.
Cmpanhia
8ANTA THEREZA
EMISSO DE ACCES.
De ordem da directora se faz constar que
at o dia 31 do corrento acha-se aberta a as-
signatura para a emisso de 1,000 acedes de
50J5 cada urna, parte do augmento do capi-
tal autorisado por decreto n. 3,149 de 27
de novembro ultimo.
As pessoas que desejarem tomar accoes
podem entender-so com o abaixo assignado,
ou com os Srs. directores baso da Soleda-
de, Francisco G. Netto e Joaquim Rodrigues
Ta vares de Mello.
Recife, 15 de Janeiro de 1873.
O gerente,
________ Justino J. de S. Campos,
D. Ignex Cavalcante de Albuquerque, como ca-
beca di casal de seo finado marido Ladislao To-
lentino Cavalcante de Albuquerque, constitue seu
basiante procurador ao seu cunhado Silvino Mo-
rUra dos Santos Cavalcante, com poderes para ad
ministrar os bens do sea casal; assim como, o
armazem de carne socca ra de Pedro Aitotso
I a 7, tudo quanto pertenoer ao activo e passivo
ffimm nuos
f ADVOGADO
RA DO I.MPEBAPOR
I. ANDAR.
SS>3
Aluga-se a casa n. 63 da ra da Palma : -\
tratar' com Bernardino de Senn Pontual, ra
da Madre de Deus n. 36, !. andar. ___.
i
'
Procisa-se d > um amassador : na ra da
Guia n. 54, padara.
0
Promptido, asseio #
economa.
0
0
0

0
0
0
Francisco Jos Cordc ro, alfaiatc-, par-
ticipa ao respeitavel publico pernambu-
cano, que abri a sua officina na ra do
Baio da Victoria, outr'ora ra Nova, n.
46. primeiro andar. Espera ser procu-
rado dos cavalheiros do bom gosto, pois
encontrarlo trabalbo pelo gosto da Eiro-
A pa, c por procos muito menos do que ol
X outra parta.
f 0000*-00-00 *
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; Diario de Pemambuco Segunda feira-3 de Fevereiro de 1873.
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PIANOS E MSICAS
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ANTONIO JOS DE AZEVBllO
Ra do Bario da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
donde o publico em gral encontr, ]sempre o mawr.e maxs esplendido sortimento deptauos de
Pianos, msicas e ios trunientos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acbi de abrir no primeiro andar do sobrado n. 12 confronte a
botica Miarer, uro grande uaiio onde esli expostos os magnficos
PMA NOS de urinario, de Pleyel.
.------- de cieia canda, do mes no sotor.
-------- de H. leon.
-------- de Amede Thibout.
nico agente nesta cidade, dos celebres afanados
PIANOS DE UUCHER FRRES
remiados em diversas expos;oss om i i medalhas de
Sao os onieos pianos que aqu vera da Baropa,
dos, fertos com elegan ;ia e solidar.
TaniLem receben grande sortimento de msicas pira piano, piano e
canto e entre ellas as lindas composicSa do mnito ympalbico maestro
f. sivn^i
A SABER :
Voc me qner Walsa.
Olga Maiurka.
L Separacioni Para eanto.I
A Lu elctrica, grande Walsa.
onro e prata.
perfeitameDte atina-
Franco Brasilero Polka.
Tomada de ValleU GMope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Po'ka.
A Primeira espada Waba.
A Minha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studieole Po'ka.
I 11 lina* pufoHeatjSes
Feitas' as offleinas de mnsicas
do annnnciante.
Emilia, polka por I. Srooltz.
Circaciana, tehotcb, por Smoltz.
Jardlm do Campo das Priceta,
qoadrilha, por J. Poooe.
Chava de Rosas, Walsa, por H. Al-
berlaui.
D'aqni emlanle continuar a annnneiar todas as pnblicacSes que se forem frrendo as snas offlcinas de msicas.
CAUTELA!
k3
sss
Troces
Na ra do Rango! n. 7, troea-se cobre por se-
dulas, nao muios : queai quizer alli pode
appareceC._______________', _________
Ao publico.
Quem leu o meu annuncio publicado nos Dia-
res de 11 a 14 de dczembro do anno prximo
passado, e 1er o contraprotesto que ao mesmo
annuncio oppue agora a Sra. Hcnriett Maitins,
ver que ella longo de destruir o que alleguei
em dito annuncio, mais torca Ihe d, p is confes-
sa screm meus o terreno e a casa da porta d'a-
gua, que me deve muitos annos de renda do
mesmo terreno, finalmente que cxistiam e ainda
exitem em juizo, accoes para desapropriar as
bemfeitorias existentes no terreno.
Nao exacto ser foreiro o terreno em quest",
porque antes de pertencer-me por compra que
liz aos herdeiros da administradora do vinculo
do Jbnteiro, fazia parte do dito vinculo, e o seu
administrador nao podia aforar.
As rendas pao recebi nem fui intimado para
ver rccolhe las ao deposito : alm de que, a ren-
da que a Sra Hcnriett tem de pagar-me de
230*000 por anno, e nao de 6#40o como erra-
damente allega em sea centraprotesto.
Nao sei qual a lei que me obrigue a vender o
meu terreno contra minha vontade por existi-
rem nelle bemfeitorias de outrem, quando a > con-
trario sao as bemfeitorias que esli sugeitas ao
solo.
Admira-me a facilidade com que a Sra Hen-
riett, declarando ser o terreno meu, cxpoe-no
venda como seu.
Ser sectaria do communismo ?
Contino a oppor-me a tal venda, e protesto
haver da Sra. Hcnriett, ou de quem quer que
comprar taes bemfeitorias e terreno, nao s as
rendas vencidas e por vencer ao preco de 2501
por anno, como est declarado na accao propos-
ta, senao tambem todo e qualquer prejuizo que
me possa resultar da mesma venda,
Syphronio Olympio de Queiroga.
Caeoela perdida.
Perdeu-se Itonlem. telas duas luris 'la larde.
do serJutorfa desta Muri at n lita d> QtMtfaa-
df, nina rail >i<'t.j com |m; .i 'le ambos o.- Indos, e
em iinn ifiMias lem una chapa do ouru ccui as
iniciaos MEF -, e dentro da Resma candela
tem um retrato ; quem achou-a, querendo resti-
tuir, pode dirigir-se ao referido eserplono, que
se recompensar.
MOFINA
Est encouracado !!!
gBoga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira do Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se compromelleu a
realisar, pela terceira chamada dvsto jornal, em
fina de dezembro de 1871, e denois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
(Un, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu fillio se
achava nesta cidade.
AO (JO.
Eduardo Daniel de Souza e Antonio Alves de
Souza Fradique, dissolveram amigavolmcnte a so-
ciedade que tinham na padaria n. 8i, ra de
Domingos Jos Martins, sob a firma social do Sou-
za Irma", tirando desta (lata em diaute o activo e
passivo do mesmo estabelecimento a cargo do Sr.
Jos Antonio Fernandes Fradique.
Recite, 31 de Janeiro de 1*73.
Eduardo Daniel de Souza.
Anto io A. de S. Fradique.
COMPANH
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recite Alinda e Beberibe.
Compra de solipas.
No esenptorio desta com-
panhia, comprase constante-
mente a preces razoaveis,
solipas de oticica e sapu-
caia, das seguintes dimen-
s5es : comprimento 10 pal-
_ mos, grossura 9 pollegadas,
grossura i ditas.
Contrata-se com o abaixo assiguado na esta-
cao da r> a da Aurora.
Estrada de ferro de Olinda, 23 de Janeiro
de 1873.
O gerente interino,
Lanrentino Jos de Miranda.
CARNAVAL
Na Cliapelleric des D mes ra do Barai da
Victoria n, 16, prepa a- e qualquer costume a ca-
nricho, pro:rio para o car.avel: o go t di ra-
alho neste genero j bem conhecido pelos
a- ad 'es do carnaval portante inut 1 elogia-lo
B
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qns os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confndir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botis tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
Ao publico e com especiali-
dade ao corpo do com-
mercio.
Jos Antonio Fernandes Fradique. lendo cedi-
do aos ses entiados Eduardo Daniel do Souza e
Antonio Alves de Souza Fradiqui", em 31 de julho
do anno prximo (indi, o seu estabelecimento de
padaria, sito rua de Domingos Jos Martins n.
fe, sob a razio commercial de Souza & Irmo,
declara que nesta data tomou de novo conta do
dito estabelceimento, licando a seu cargo todo o
activo e passivo.
Recife, 31 de Janeiro de 1873.
Jos Antonio Fernandes Fradique.
e*i
O vigario Joaquim de Ara-
gao Eblua.
Luiz Pereira de Mello,, D. Candida de Aragao
Pereira de Mello, Jos de Aragao Eblua, cunha-
do, irmao e pai do vigario Joaquim de Aragao
Eblua, fallecido na cidade da Fortalea a 22 de
Janeiro prximo passado, repassados de senti-
mento, convidam aos parentes e amigos do mes-
mo finado, a ouvirem algumas missas e memen-
to que pelo repouso eterno de sua alma se hito
de celebrar na matriz de Jaboato, as 7 horas
da mann do dia quarta-feira 8 de fevereiro. ^
Imperial sociedade dos artistas mchameos
e liberaos de Pcrnambuco.
Este sociedade manda celebrar no dia 5 do cor-
rente, as 7 horas da manh, na igreja matriz da
Boa-Vista, urna mis?a pelo repouso eterno de seu
preadf consocio Flix Jos de Souza, 0 do seu
passan te, e para assistif" a este acto religioso,
convid: aos membros dcsU sociedade e aos pa-
rentes amigos do finado._____ .
csnMJhe".^a(*s *****iii*IBIi '[TWir-MMnOBWHBt'
Ignacio Ferreira Temudo Lessa
e sua mulher Emilia Rodrigues
Lessa, Antonio Feitosa do Mello e
sua mulher Isabel Rodrigues Fei-
tosa, Jacintho Soaros de Menezes e
sua mulher Maria do ('armo Ro-
drigues e Marianna Amelia Rodri-
gues convidam aos amigos e parentes para no dia
qua la-feira 5 do corrente, pelas 6 horas da ma-
nila, assistirem misas na matriz da Boa-Vista,
stimo da do fallecimento de sua prezada sogra c
mai Magarida Lourcnca da Cmara Rodrigues.
Escrava iigiila.
Pela segunda vez e desde o dia 18 de Janeiro
ultimo, se acha fgida a escrava Anta, ntttulada
Josephina Maria das Dores, que debaixo deste
nome propoz urna ac.o de SHpposU liberdade e
se acha prestes a decidir-sc definitivamente n"
meritissimo tribunal da relaco, para ndc apd-
lou. Tambem pela segunda vez se protesta cri-
minalmente contra quem a acollar ou concorrer
para que ella se subtraia s vistas da polica,
quem se pede a apprehensao, levando-a a rua da
Peulia d. 23, que se gratificar.___________
Perdeu-se
hontem 1.* do fevereiro um relogio de senliora,
juntamente coin um alflnete tudo de ouro, i esde
a praca do Conde dEu, aterro de Boa-vista, pon-
te, rua do Bario da Vi toria. Cabuga. ale a rua
i.0 de Marco : quem os adiar e quizer entrga-
los, podc-o fazer na prava do Conde d'Eu n. !t,
1.a andar, que ser gratificado.____________
O Sr. Sausiiano Pereira Qoaresma, filbo do
Sr. Manoel Pereira Qoaresma, morador em Ala-
goa de Gatos, chamado rua Jhreita n. 8i a
negocio que o ignora.____________________
ARMAZEM
IDO
Auzentou-se da casa do abaixo ass gnado o pre-
to escravo Antonio, de naQo, no dia 24 de janei-
do corrente anno, com calca e camisa azul:: quem
o pegar leve-o rua de Pedro Affonso n. 3i que
ser gratificado ; consta que o dito preto auda
aqu nesta praca.
Recife, 1. de fevereiro de 1873.
Antonio Fernandos Raines de Oliveira.
ATTINCIO
Preeisa-se de urna scnbora que queira ir em
companla do urna familia para Portugal, pagan-
do-se a pa sagem e mais desposas, gratifica do-
se-lhe o seu trabalho : quem esiiver nestas con-
di.-oes dirija-ge rua cstreila do Rosario n. 9.___j
Alagare una casa nova de tijolo com com-
modo para grande familia, com grande terreno
cercado, na Torre peito da margena doCapibailp :
a tratar na rua da Imperatriz n 74.
rsi
MEURON a C.
Antonio Lopes da Costa deixou de ser ca-
xeiro do Sr. Francisco de Assis Brito desde 31 de
Janeiro do corrente anno. Recife, 1' de fevereiro
de 1873.
COMPKAS.
Esa
FUNDiviO DO B01MAN
RUA DO BRUM I. 52
(Passando o ohafariz)
Os nropnetarios iesto fundido rocomraendam-sc aos Srs. agricultores pela boa o.ua-
lidade, das obras que durante mais de 30 annos, a casa lhes tem lomeado.
Possuem sempre um avultado deposito de machinismo e implementos em toda a va-
riedade de tamanho, proprios r,ara todos os mysteresda agricultura, e preparo do assucar
e algodoi entre os juaes algumas novidades nesta provincia, merecendo ser vistas.
Vuflem a prazo ou a dinheiro com descontla vontade do comprador.
n
QESTO DO DA
(JF pela-taniga que melhor
goverva o mundo).
Grande agitago !... Todos fallam !.... gri-
tam !... escrevem I... lastimam-se !... eho
rain"... e uo comcm? nao bebem ?
Eis a confusao!!
Meditemos, pois... .....
Alvicaras I... Aiegrai-vos, bella e heroica ci-
dade do Recife, que vai desabar sobre a iabeca
de cada um de vossos invictos filbos urna .nuvem
prende de mgicas inspiracoes a veracidade
deste annuncio.
Queris conseguir os fins ? empregai os meios:
apurai a vossa imaginacao, vasai na vossa intclli-
jencia urna gota de inspira?3o e tereis resolvido,
'ulminado aquestao do diaj
Maria lo Corac*o Jrsas Seve
i iiiiHiii.
Justino Lopes Cardim, do 9* batalho de infan-
laria, convida aos seus parentes e parentes da sua
fallecida esposa Maria do Cora;ao Jesns Seve Car-
dim bem assim como aos seus amigos para assis-
tirem as missas que por alma da mesma manda
celebrar no dia 4 de fevereiro. pelas 7 horas da
manhS. na igreja de N. S. do Carmo.
BaifeW O abaixo assignado declara que comprou a
taverna sita na rua da Restauracao n. 36, antiga
rua da Guia, livre e desembarazada de qualquer
debito, e pertencente ao Sr. Genuino Carneiro da
Cunha : se alguem se julgar com direito mes-
ma, apresente-se.no prazo de 3 dias, a contarda
data deste, lindos s quaes nao se attender re-
clama-ao alguma.
Recife, 31 de Janeiro de 1873.
Joaquim Goncalves de Andrade.
No armazem de ntateriaes da praca da Con-
cordia n. 1, compram-se casas u rreas, mesmo
em nio estado, sitas na rua Imperial, ou em ou-
tro lugar que tenha porto de embarque..
Compra-se
Quarenta travs de qualidade superior com 40
palmos de comprimento e lo poUegadas em quar
dro ; be;n assim. 100 caibros : ira rua do Rom
Jess n. 51, escriptorio.____________________
Compra-s
urna escrava quesaiba eoiinbar : na lja da Rosa
Branca, rua da Imperatriz n. 86.____________
"ompram-se joruaes (Diario de Pcrnambuco i
140 rs. a libra : na rua do Coronel SoMSOna
n. 1, anliga rua de Hortas.
Compra-se um carro amcricaiirde dons as-
ientos, e prompto para traba liar : na rua do Im-
perador n. 22, primeiro andar.
VENDAS.
CAUTELLA
das
Avisara ao pubL.co que diversas encommendas dirigidas agesta casa, tem sido desvia-
pelo que, rogaia a exigencia da conta impressa, para prova da procedencia do que
sft llifis foniccc *
Outro sim, que f or ahi andarri especuladores (alguns empregados e obras em concertos,
etc.,) a inculcar enccmmendas e compras de machinisnio : acautellam aos Srs. de engenbo
contra os taes, lembrando-lhes, pensem se as peitas recebidas palos ditos inculcadoresi
/
commissOes
Queris t
Pois bem, forticai os pulmSes, desempedi a
larynge, rgentinai a voz, adquir o dom da per-
suaso e finalmente abracai sem hesitacao a por
tentosa inspiragSo que vos offereco e tereis Coreas
suficientes para discutir, convencer e.. .derrubar,
para sempre a magnaquestao do dia.
Queris tudo isto
9
Fazem encommenda vontade do pedinte, mediante urna coramisso. de qualquer
machinismo ou obra, dando ao comprador a vantagem obtida por sua habilitaco e costu-
me no negocio, tanto em respeito ao preco como a qualidade, assim como todo o auxilio
era mentar e trabalhr com o machinismo vindo.
IIERDEIROS BOWMAN
por Albert B. Ghewy, Bngenheiro.
RIJA DO BRUM N. 52
PASSAjNDO O C
Vinde ao mito praconisado armazem do Cam-
pos, a rua do Imperador n. 28, e comprai certas
e especiaes vidual has, (exquisitas e excitantes) a
par dos coruscantes, e finos vinhos, nao esquecendo
os finissimos e calmantes licores, lembrando-vos
dos raris9imos o delicados acepipes, (alem de eu-
tras imuitas cous'inbas boas que fleam oceultas
uestes.....para despertar a curiosidade dos aman-
tes da....) e-veris que depoi9 de teres saboreado
essas finas e delicadas iguarias vos apparecer
urna tao enrgica inspirado (cousa inaudita! que
vos considerareis metamorpnoseado em algum
propheta, abundando a vossa imaginacao de cal-
culos infailiveii que vbs farao resolver em um
pice o grande problema que prende to Corte-
mente as vossas tlencSesquestao do dia.
FARIZ
uvidaes t
PENHOBES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os nies-
mos metaesepedras.
Perdeu-se.
Um brinco de ouro com tres perolas e um ru-
bim, da rua estreita do Rosario n. 17, t" andar,
at o pateo de palacio, indo pelo pate do Col-
legio, berando a mar ; pede se perianto, a
pessoa que o achou o favor de ent ega lo, n ca-
so de querer, na mencionada rua, que ser gene-
ro-ameme recompensada._______
Rua larga do Rosario ji. 22.
O Vianna tornou .a arrematar mais pichinchas
para vender barato."
Veja ni :
Cortes de brim branco trancad) que
d urna calca .
Ditos de dito pardo trancado muito fino
Ditos de dito de linho puro (cor do linho)
Cambraias
Chitas
Pe^as de madapolao fino
Crotone para coberta
Borzeguins parasenhora_
Ditos de bezerro, cordavao e gaspiados
para homem, obra muito boa, que se
vende a 12* a
213M
2j 2^000
200
200
UO-XI
?60
'ifiOOO
SilH^O
Rua larga da Rosario n. 22,
Mais pechinchas.
O .1- ______* I' ^. ] I i i i 11 >.
bonitus cores de
de
Baptis's, fazenda mui o fina d
1 *:00 a 500 rs. o covado.
Cas as muito bonitas e 6 o rs. a 280.
Pares de botes de ^laq fino para punhoi
Maco de pentes de alis r de 2*'0O a l-.
O Via na s vertd que 6 barato e liora. an
d ni depre sa orjuo o barato iodos q.muecr
Criado.
!
N'este caso l vai:
Com a barriga vasia
A cabeca arde, enfraqueoe,
O corpa treme, varilla.,
< A razao dcsapparece.
Hi. 28 roa do Imperador N. 2Js,&r
-ittL
Precisa-se de nm criado livre.ou escravo: pa-
ga-se bem tratar das 9 s 4 horas da tarde na
rua do Mrquez de Olinda n. 40 i* andar, e as
demais horas no Corredor do Bispo n. 59.
Aluga-se
o predio sito aa travesa da rua de S. Joo n.
de nm andar o sotto, com commodos para
a tratar na rua Duque de Cax!
JARKOS
om tripas e dobuda de
ida oro : no sitmaiftm
ro do Amorim n 37.
viicc iogleza a 4/OO
de l'asso Irisaos & C.
Fio de algodao da Bahia e cal de Lisboa, re'
eentemente chpgado : ha para vender no es-
criptorio de Joaquim Jo Goncalves Beltrao & Fi-
Iho, rua do Commcrcio n. 5.______________
Ven^e-se na rua do Impera lor n. 20 um
cabriole! americano de i rodas com 4 assentos,
novo e rauito elegante.
RUA DO n IK-W DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaX. 7
PIANOS.
Aeabam do etaagar muito bVms ptamoa forte o Je
elegantes modi.los, dos mais nota veis e bem co-
nliecidos fabricantes; como sejam : Alplionse
Blondel, ll.mry Aers Ployel Wolf* C. : no
vapor francez, rua do Bario da* Victoria, >u-
tr'ora Nova n. 7.
(/aleado francez.
>
Botinas de lnxo e pliantazia, branca pelas o de
diferentes cures, tanto para sonbom, como pa-
ra ligninas,
'ipatiiiluis com sallo no rigor da moda, braaraa
e de cores para senhoras.
Botinas de Melles, de Sosar 0 de Polak, para ho-
mens.
Sapatos de cordavao Mili spara honions.
Botinas para menino de qualquer lumanlio.
Perneiras e metes-perneiras tanto para horneas
como para meninos.
Sapato>s de Sosar para honiens < meninos.
Sapacm de vernb com sallo para hooieaa.
Abotmados de militas quahdades e precos para
mollinos e meninas.
SapaUles de verniz com sola de pao proprios paro
sitios, jardins e banhos, sortimento para lameos
C seiilmias.
Sa patos de tapete, casemira, charlol avelludado,
de tranca prtuguez < francez.
No armazem do vapor fraiKcr, rua do Barac da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banh.v, cieos, opiata e pos den-
tiilice, agua de II r de lar.nija, agua de toiic-
te, divina, florida, lavandc. pea de arroz, salmo-
netes, cosmticos, niuit" arogoe delicado- c.-n
perl'umaria para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidu e garrafas de diffo-
rentes tamanhos d*agoa de cologne, tudo de pri-
mara qualidade dos bem eonheeidos fabrican-
tes Pivcr e Coudrajr,
No armaaem do vaoor franrez, rua do Bario da
Victoria, ontr'ora Nova 11. 7.
Mascaras para o carnaval.
O mais importante sortimento que tem viudo de
mascaras de ma--a, de rame e de teda, nariz
com ociiliis, barbas efe. procos muito bara-
tos tanto em grosso como a retalho.
Xe armazem do vapor francez, ma do Bara ia
Victoria, ontia'oia No-a n. 7.
Para viasreDS.
Vuito boas malas e bolsas para viageos da >
de caininlios de ferro.
K para barba.
No armazem do vapor francez, rua do Bario
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napnleao e a Guilber-
uie. i,ri!iias e n.i'ias peiuejas paia lioOMi,
e mel is |K>rneiras para meninos.
No arniazeiii' do vapor trance rua de Baro
da Victoria ontr'ora Nova n. 7.
Mobilias de viines.
Cadeiras de bataneo, de braco, de gnarnieoes, so-
fs, jardineiras, mesas, conversad Base costo-
retras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios. ,
No armazem do vapor francez, i ruado l'arao da
Victoria outr'ora Nova 11. 7.
Quinquilharias.
ArtteM le lilT*fesio.< s<
pliitnta7.<.
Kspelhos donrados para salas c gabinetes.
Loques para senboras e para meninas.
Lavas de Joavin, de lio da Escocia e i2c fai
Caixinhas de costara oreadas com msica.
Alliiins e quadrnbos para rctrati 3.
Caixinhas com vtitro de afgmentar retrati -
Diversas obras" de ouro bozo de lei garantido.
Ciirrentes de plaqu mmto bonitas para rtanos.
Brincos |imitae|o e b"jtcs >lo puanos de plaque.
Bolsinhas e cofres de Jda, de velludo e de cour.-
nlio de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mci
e]!oilette,
l'iucenez de cures, de piala domado, de ac 11
tartaruga
Ocotes de ac fina e de todas as grado
Bengalas de luso, canna, com castocs de m.-rftin.
Bengalas diversas em grande sortinente para no-
ineiis o mentos.
Chiconbos de baleia e de muitas qualidaaes di-
\crsas.
Esporas de tarracba para -altos de botas.
I', .i'. ! s de 1 spuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga pan dosombaracar epara
barba.
Ditos de marflm muito Bnos, p>ra bmpar eabeca.
Eseovas para reupa, eateOo, unlias e para den-
tes. .
Caiteiiinlias de madivperola para duilieiro.
Meias para homens e para meninos,
Clvalas brancas e de seda peta para nOZOOBS
lliellillOS,
Campanliias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, d bagatcllas, de I
n e ..mos muitos differentes jogulnhosalle-
inaes e l'rancezes. .
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e CI
iluis de ferro, .
Mainaileiras de vidro de d;u' leite mu fcil as
enancas.
Argotinhas de marflm pa as enancas morderem,
' bom para os dentes.
Ber os de viines pan embalaii'jar rrianea*.
Cestinhas de vimos para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de cnaa-
cas. ,
Venezianas transparentes para portas e janettas.
Reverberos transparentes para c:.ndieiros de faz.
Esterescopos e ootmoranias com esooMdas vis-
tas.
Lantemas mgicas com. ricas vistas do cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
ii\nbo> de papel de core* para illummacScs -,
BaBes aereostaticos de papel de seda mol rae il
do subir. ___.. .,
Encerados' bonitos para conservar as mezas 1
juntar.
Machinas de varios systemas para cafe.
Ecpanadorcs de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes linos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louqa branca, modelo bonito e bom.
Tiras do molduras do-iradas e pelas para^ua
Quadros ja promptos com paysagens e l*a^
Estampas avulsas de santos, paysagens o pau'.a
tes de mgicas para divertiinentot^jf. fa-
milias. .. _..
Realejos pequeos de ve.os com lindas pecas.
Rcaleies harmnicos ou accord.ons de toi' os
tananhos, e outros muitos artigas de nmqui
lharias difliceis de mencionar se.
No armazem do vapor francez, rua do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Briuquedos para meninos.
A maior variedade oue se pode desojar de todof
os brinruedos fabricados em diirerMte> part<
da Fnropa liara er.treicnimento da? mancas ;
tudo a precos mais resumidos que possivcl.
no armazem do vapor francez, rua d Bario
da Victoria, outr'ora rua Nova, n. 7.


Cervcia
A verdadeira cerval da Rav..-ivi. 1.1.-1 i>
deJra, de superar in.-al'da : vene
Mist'irs.
Mascaras.
mios & C em seu ipMKeni
aamero 37.
da rua do Amorun
-.JO"
, i*r pr nifcs fecru ea-
ras c ni i<
ws.1 n a reflh.1: rftt arnazem do >
cez, roa do Bario da Victoria, outr'ora'N 7.
r
1


6
Diario de Pernambuco Segunda feira 3 de Fevereiro de 1873.
Para s oabar at o fim do anuo
Na ra da Impera.z n. 60
PAVO
m
o
PEREIRA DA SILVA 8: C-
Teriilo ns proprietarios deste grande estabelecimento, um-avultado sortimento de
fa^adis em ser, e desejaao liq^ida-la1, al o fim do corrate aono, tem resolvido ven-
da-las por precos muito cemmodos, com o fia de apurar diuheiro, a vista do que
convidara os lim. Srs. ebef de famila a virem sor-re, nlo so de fazendas de primei-
n.nesgecilade, romo de farendas de laxo e gosto, das qoaes encontrarao om sortimeto
das mais novas do mercado, chegadas pelos olmjs vapores da Europa.
FAZNDAS DE LEl FAZfcNDAS DE GOST08
CORTES DE ASSAS A -J0E5OO E 3rOO.
O Pj\To venda cortes de cassas de coro,
coso pair,-.! muilo binitos pelo barato
preco da 2#H)0 e 350)0.
CORTES OE CHITAS A 2-J100 E 2SSSD.
O PdV.lo varado corlss di rbilas fraocezas
ha, com 10 covados pelo diminuto preco
de 2fH O oda corte.
Ditas com 12 covados pelo preco d3
588 coila corte.
PEg.S DE CHITAS A 720O.
O Pjvo vende pe?as d9 cbitis fioas, lin-
dsimas padis, tendo 30 covados cada
peja, pelo b nlo prego de 73200 cada
ama milito barato.
LE.\gin:s de breante.
O Ps'io teode leoces de bramante mu-
l. ^rsaiie, sendo de um panno s, pelo ba-
ratissimo preto de 2#V0O cada om.
CHAILES BARATOS A 1*000 E 2*030.
O Pa3o vende cailes da tarlatana gran-
de pelo barato prego de lJO0Oe 2^KJ0.
Ditos de 12a estampados imitar^ de
merino a" 'SOjO.
Ditos de queros modernos, muito en-
corpidos a 300Q e 40000 ; assim como
raride sortinnnto dos miis finos chailes
repon e merino qoe se veodem por precos
awito cm cont.
HADADLO ES.
Pecas de madapoln francez muito fino
com 20 jardas a 50500 e (5(5000.
Ditis C"rn 24 jardas mailo superior a
6500 e 700 .
Dio ingle/, fazenda muito fin o000,
65'KK) n 65500 at i-"900.
Dit s f : >: z-s o iusjlezes muito fiaos de
40 jardas para differeo'es aregos.
ALG0D0Z1NH0.
O Pavo vende por prego muito barato
M$as de algolSozicho mericaoo muito
bom coai 18 jardas 4/50Di'.
Dito com 24 jardas a 4A500 e 5,5000
0i)i)0.
Dito largo marca T muito encorpado a
djOOO.
ALGODO ENTESTADO.
O Pivo v-ndti o verdadeiro o superior
i de duas larguras para leoges,
modo uiaito encorpado lj 00 cada vara.
* Oito ?'H !i;-dn da rces'na largara 4^280.
* CHITAS LARGAS.
Pav3 eode esi fraocezas clara i e escuras com moito bom
ao i i rs. carta encarto.
ita omito fina 280, 320 e 360 rs.
Parca es oiseimos miadiofaja a 3 e
tUO rs. cada oovadn.
CAMBRAIAS.
O Pa1 ven le corles d-s cambraia irar.s-
nte nropria para vestidos a 250U e
3 O -0. '
Peca de dita muih> fina com 10 jardas
tanto ta 'a-' corro transparente a 45000,
5,5000 e C JO ate a mal. fia3 que vera
ao me>ca lo.
BRAMANTES PARA LENCO'KS.
O pa-i vende superior bramante de al-
:. 15o tend) 6 pdreos de largura qoe s
rcisa de I '/ vara para uo lenco!, me-
tro l Dito de linbo puro superior muito encor-
pio com a nrsma largara a vara 2-5iO
Ditos fra^cezis maito fios a 2^300 e
2,5000.
Pe$a << Hambu"go e prnno de linbo com
2> e 30 varas, pan i.Jus os piejos e
qnalidad.
Pejas de bretanba de puro linbo, leuda
30 ardas p los prego? mais barato que se
ten v ti>.
Peebincba de fioissimo esgaiSo sacelena
com 6 jardas ;i 7(5300.
Pega do finsimo calea com 30 jardas
a 3.)'>0, atoalbado adamascado com 8pal-
mos de | LAAZiNHvS DE PORTA CORES.
O Pavlu onde um elefante sortimento
Uzldmde farla cftres q io brlhrlo qua-
Bi como s da leo lo de todas as cores, e fer.
O i 380 r*. n ovado.
C\Lg.\S DE CASEMIRA.
O Pav3o tem um grmle sortimento de
caiga da casamira, assim como cortes os
mais modernos que tem \indo nos ltimos
Cjoricn p. em fajeada das itttk finas e mai<
BAREES DE SEDA A I^OjO E 1^400
COVADO
O Pav3o recebea pelo ultimo vapor
francez, um grande sortimento dos mais
iij.i.-s barejes de seda, sendo em cores
e po itos o melbor que tem vinlo ao mercado,
esta nova fazenda muito propria para
vestidos para bailes ou casaraentos, tendo
entre esta fazenda delicados padrea bran-
cos proprio para vpst-d js de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a t55oO e 2)5000 o covado.
O Pavo recebea om elegante sortimento
das m 13 e tea, e linbo e seda qoe vendem a
10500 e 2^000 o covado, tendo padrSes
Iletrados mmdo e. graudos que parecer
propriameate seda, assim como das mesma
Urabem tem brancas proprias para vestido;*
de noiva.
NOVAS SEDAS A 20500
O Pavo vende bonita e moderna seda
de urna s cor, teodo c*e todas as cores, com
delicado lavrores miudinbose vende a 25-)00
o vivado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
O Pavo vende b mitos cortes de'seda,
fdzinda de muito gost), tendo 18 covados
cada corte e vende por 45OO0
Ditos de 20 covados a 5OJ00O
Sao muito baratas em relago superior
qualidade d'estes cortes.
BATISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavo vande um grande sortimento
das m lis modernis, baptistas com lista de
cor, proprias p>ra vestido, com as cores mais
novas qua t'.m viado ao mercado seado
muito maii largas do que as cbilas fraocezas,
e vende pelo baratsimo preco de 500 rs.
cada c ivado.
OFI-ICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Neste grande euabelecimeoto encontrar
or sp-iitavel publico, ama bem montada offi-
cia de alfainle, on le se manda fxeeuiar
qualquer pega do obra, tanto para hornera,
como para meninos, com a maior pres-
lesa e perfeigiio assim como pira qoalquer
luto que de repente apparega, tendo na mes-
ma oficina om perito official destinado para
farda dos lim. Srs. oliciaes de goarda ns*
cion A ou tropa de linba, sendo esta officina
duigiia pelo babil artista Pedro Celestino
Soares de Carvalho.
NO VOS VESTIDOS A 40090.
O I'ivao recebeu um elegante sartimea-
lo Je no vos vestidos de cambraia branca
jom bonitos bordados de cor, e vende pelo
barato prego de 40 cada um; maito ba-
rato.
ESPARTJLH03 A 30000.
O Pavo tem um grande sortimento de
aeoartiibos, lauto para sanhora como para
merina, qbe vende pelo barato prego de
35000. Ditos muito finos a 40030 e 50OCO,
sao dos mais modernos qae tem \indo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
C Pavo vende chitas fraocezas proprias
psrs vestido, sendo muito boa fazenla, com
padrSes claros e escuros, ptlo barato prefi-j
de 240 r3 o covado, por ter um leve to-
qui do mofo: pech oca.
SAIAS A 250CO.
SAIAS A 20'JOO.
O Povo vende saias brancas de orna o
pegj co-n fazenda eqoivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 20000 e
2j5J0.
Ditas coa pregas e bordados a 30000,
pichincha.
!3 ao oletead, e venda se por barato
prago para aporar dnbeiro assim como cal-
as de brioa h anco e de cures por pregos
motto raznaveis para aibar.
CORTES DE PERGALIA COM DUAS SAIAS
A 40000.
O Pav vende bonitos orles de precali,
com dms salas, send'* fazenda de mu;to
!-os'.oa 4J."', pechineba.
TUMCAS PRETAS.
"'.. O Pavo re.eb3a om gnnie sor'.imenlo
dts DBaia ri'-as tnicas de grs prelo, rica-
menle enfeitadas, e vende por prego razoa-
vei.
VESTIDO? BBANCOS BORDADOS DE
35*0000 ATE 600000.
O Pava receben om lindo sortimento
dos inifo ricos corleado cambraia brao:a,
ricamente hu."a los, e com todos os enfei
tes nnce.sa'!ve vende 9^* pregas d
35^001 at fio^ooo, nao l,em vind) oda
mais rico ne o mais moderno.
COKTiNvD S PARA CAMAS E JANELLAS
A 0".O), 85000 E 10500;/.
O PaviS) era cm grandu sortimento de
corticadds pr.i cama o jinMhs, qae ven-
da cei" r> ra., praco de 7(!>300; 8^003 e
IpjiW) o par. teodo al per 185000, assim
como colcha.* de dam roiv . e groada sorlimolo de ta^cfos tan-
t pan 4 fedftaj como paia camas, pianos,
partas, etc., ludo vnue por precos razoa-
?^s.
LIQJIDACAO DE CALC\S DE CASEMIRA
O Pavo tem um grande sortimento de
calcas de casemira de todas as cores e qua
(dadas, para todos o precos, e desejmdo
muio i juida-las, resolvea vende-las por
um prego muito em conti, para diminuir a
W grande porgo.
CORTES DE FUSTiO PARA VESTIDOS A
30OO.
O Pavo vende corles de foslo branco.
tendo 12 covados para ves.Jo; a 3>0Q0,
pect racha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
60000.
O Pavo vende bonitos cortes de cambraia
branca transparente, com bonitas vistas e
lavoes, proprios para vestido, tendo 8. va-
ras cada corte, pelo barato pcegode 60000,
pichincha.
CASSAS FRANCEZAS.
O I'avio vende bonitas cassas francezas
com bonitos padros, o de rauit^, pfymtasja
pelo baratissimo prego do 240 380 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loja do Payo.
BOURNUS A l5?000.
O Pavo rocebeu pido ultimo paquete da
Europa, buumus dos mais lindos gosto's que
ate hoje sao conhecidos, e em relago ex-
eessivabarateza,convidam-se as Exmos. Sras.
para as verem, para assim admiraxem o que
ha de mais novidade noste artigo.
.Vllera!!!
A MADRESILVA.
Prwa da? Inependrtca
ns. 38 e 40.
Acaba a Madresilva de receber diversos
objectos, cotno sejain :
Ricos adereces do madreperola broncos e
de cores.
Diademas de madreperola, ditos dourados,
ditos de massa ou bfalo, ricamente enfeitn-
dos, cruzes fingindo brilhantes, cassoletas de
plaqu com voltas o sem ellas, imitando
ouro, pulseir.is douradas, ditas imitando
tartaruga, rico sortimento de grampos para
cabello, sendo borboletas, besourus e"beij
lloros e outras muitas qpalidades, tudo de
muito gosto, rioo sortimento de gravatinhar
de lacos partt snbora, sendo velludo, sarja,
setim, gaze, escossezas e de urna s cor, fa-
zenil* intei ramn te novidade.
Lindo sortimento de loques de> martim,
madrbperola, tartaruga, ditosdourados, com
seda e sem ella; alm destes de outras mui-
ts qualidades,que enfadonho seria mencio-
nar, tanto para senboras como para me-
rinas.
Rico sortimento de p'uhhos e gbllinhas
lardadas em cambraia de linho e camizinhas
bordadas para sonhoras.
Bonitas guamicoes *ou dragonas para en-
fites' d vestidos, assim como os mito deso-
jados conloes de seda, fazenda inleiramentc
novidade'tieste mercado.
Rico sortimento de cauunhas com prepa-
ras para costara, sendo de tampas de crystal
ede outras muitas qualidades e tamaitos,
ditas para portarjoias, porta-extractos, ricos
porta-relogios, porta-charutos, porta-eiliza,
anteiros, castigaos, tudo sao objectos de
plaqu, proprios para presentear a qoalquer
[pessoa, assim cOtno rdivrsos objectos para
eseriptorio, facas para cortar papel* carteiras
pjara notas,' caixas para-pbosphoros, caetas
bordadas e lisas, maras para criangas, si-
refs'para abrir firmas, caixascontendo urna
caeta,.um lapis e um caivete, agulheiros
e dedaes, todos'estes Objwaos sao de marfim,
fzeftda inteiraniente novidade, assim como
outros rauitos que s a vista dos pretenden-
ts se pderao mencionar.'
Vestuarios para criancas, chapozinhos seda, sapatinhos de merino o setim, mcias
de seda -e do para Ijaptisados.
Rico sortimento de babadores para man-
gas, ligas do seda para senboras, lengoi
nrancos com ramagens, meias de seda para
snhoras e meninas, ditas de fio de Hcossia,
o melbop que se pode desojar, assim ionio
metas de 1A, proprias para senboras.
Rico sortimento do oscovas com CStaS ao
baleja, marchitadas do madreperola, para
nuipa e cabello, e do outras multas quali-
dades.
AGULHAS E LIMIAS PARA MACHINAS.
A Madresilva aealMt de receber um com-
pleto sorrJHitnto de agulhaso linhas brancas,
de cores e prctas para machinas, dos fabri-
cantes Grovr : Bkr's, assim como agulhas
de todas-as qualidades eludas do seda p#re
bordar e para crochot, rioas capeilas com
veos c sem ellos para noivas, ftl'branco com
bonitas ramagotts e com<7 palmos do largura,
fazenda especial: s nn.Madresilva.
Rico sortimento do flores de laranja em
ramas e sopas, do todos os taroanho?, para
enfeites de vestidos de noivas.
Rico sortimento do collariulios o piuibo>
bordados e- lisos, de linbo c algodao, pare
homons, assim-como chapeos do soAconi
CflSto de marlim, coutros maltas artM>>.
TF.M A MAHRESILVA ]
bonito sortimento do jarros, casti(aM\COm
ptngentas, garrafas o copos jiara espiritos..
fiascos,- garrafinbas de diversos gosto, pro-
prias para toilettes, assim como acaba de re-
cobw-um< completo sortimento do espellius
de molduras douradas, de todos os tama-
nhos, de 3 a 0 |>almos de altura e largura
regular. ^
- A MADRESILVA *
acaba de receber um especial sortimento de
luvas de Jouvin, brancas, pretas e de odres,
para homeus o sonhoras,. assim como tam-
ben para meninas o menino de J anuos
para cima.
BONECAS.
Rico BOrtimeute de bonecas de todos os
tamanhos e com rosto de cera.
BORDADOS.
A Madresilva acaba de receber um rico
Sortimento de bordados em cambraia de li-
nbo, fazenla inteiramente novidade neste
mercado, sendo babndos e ntremelos.
Finalmente, a Madresilva, alm dos arti-
go? que vos faz mengo, tem outros muitos
quo enfadonho seria explicar-vos, por isso a
Madresilva espera que vos digneis visita-la
mais a miado, a qual vos ficar seiupr;-
grata.
Laztahas para vestidos a 320
res o covado
S na roa do Duqu* i' Cnus-o. 60 A. oulr'ori
l
Pede obter em pooco lempo com o uso to melbor dos licoresa animada
HESPERIDINA
Faz'oilo afinos que sonbecido este precioso tnico, e difficil achar orna pesoi
qoe, tendo experimentado pessolmente, nao falle em seo favor, j como bom estomacal
e apetiaador, tomando um calix della anles de jantar, oo como faci'itador da digestio
t .manitn-dA dunriis
A
tomando-se depois.
ABASE
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Univert.al da roa No-
va n. 22, nm sortimento de machinas para
costura, das melhores qualidades qae existe
pa America, das quaes muitas j sao bem
ennhecidas pelos seos autores, como sejam;
Weller & witscm, Grover 4 Bka, Silen-
ciosas, Woed e Imperiaes e outras muitas
qoe com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureras podem
fazer diariamente e cozem om tanta per-
feigo como as mais permitas cos'.ureiras.
Garante-.9e a sua boa qnadade e ensitn-se
a trabalhar com perfeigo em menos de tima
lora, e os pregos sao tai comnK-dos qoe
devem agradar aos pretpndemr--
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ba um s habitante do BRASIL (a torra
especial daslsraojas) qae ls conheca as propriedatles medicinaes da doorada frocta,
oa bom, a
em sen estado natoral tem um gosto ponco agmdavBi; e o mrito d Hesperidina con-
siste em reter suas boas propriedades, e ao mesmo lempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qoe nyjg r
melhores iraportages europeas de cubegoria semelbaftte.- Estas, qoando nfoito, podfem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinago perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qua um artigo no qual pde-se tr inteira conflanga, por ser pero
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e autoriada pela
%
JUNTA DE HYGIENf
,
-
Letiaiin Frn-s vendem
libras sterlinas : a' ra do
Crespo n, 16, pHmeiraandar,
RIVAL SEM SEGUNDO
Chegarara agulhas para machinas, do fa-
bricante Grover A B.ker. Dnxia a 23000.
MASC4R4S.
Arnaral, Nabuco A C. avisam a rapazeada car-
navalesca e aos habitantes do Cabo, Apipacos,
Iguarass, Casa-Forte, Limoeiro, Afogados, Goyau-
na, Santo Antao, Nazarcih, Varzca, Olinda, Mo-
tocoiomb e aos domis amantes do carnaval que
receberam un completo sortimento de'mascaras
de papelao, sera, seda e rame, para qualquer
carcter ; e franjas, trancas douradas e pratesr
das. caWleira--, lantejoulas. voltas etc. Vendem-
se DO Bazar Victoria, rita do Bario da Victoria
BAZAR VICTORIA.
Arnaral, Nabuco & C.. acabam d" receber da
Europa pelo ultimo vapor o seguinte. c convidsm
s Exmas. snhoras a virem ver:
cas chapetonas para visita, de palha, filtro,
velludo e seda, a Rauagares Montpensier, ultima
moda.
eiupos de palha para passoio.
Enfeites de seda, de eoies e para luto, para ca-
Sees de Sra.
Costones de caatitsaia para Sra.,contmdo w
tido, chapeo de cabeea e de sol, tudo da mesma
fazenda e de iguaes enfeites.
Cortes de vestidos de la e seda, de cambraia
bu dados agulha, pintados e estampados, e de
baptisias de. cores.
"^Elegantes guarnientes de cores para senbora,
eoMendd I par do lirinro*. 1 .-illinele. pulceiras,
1 diadema c urna bmStokeii para cabello.
]. ques ilc inadreperola. ttranco e quriinado cr
jo i.sa, laranja etc. etc.lisos P-boi"tlad'>s.
I.'ipif.s do marlim. Iisa<, bordados v cotn seda,
laipies de (artanita.
I.eques de madeira, sso ele. etc.
Vdcni-s" no Bazar Victoria, ruajdu Itaro da
Victoria n. 2.
UUNU
Wude-e balancus i'ectniKS IhIo pequen
como jnd^s : n* ra i!< Imp'ia'or n. 29.
uU
Bxoattcnte tuuciobn roglez ira latas de pittrc
"tir.s a DOfl r< i !i ri : do srroxzetD d Ia30
Iru asi ^-. m-i t" Amorio o. 37.
do Rio de Janeiro, permiltindo sua livre elaboraco no imperio; outr
BOA PROVA
6 a acceitago geral que tem em todas as partes onde apresentada. Em (864 estabe-
lecfo-se a primeira fabrea em Buenos-Ayres; em 1869 a segnoda emMontevidto; s
no dia da ebegada de S. M. O IMPEBADOR inaugnrou-se a fabrica qoe actoalmente
trabama na corte. Em Valparaizo e em toda a cesta do Pacifico tem boa acceitsco,
tanto qne rara a casa que considera completo seo aparador sem ama garrafa de
HESI'EIM
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 homem doente toma Hesperidina para obter
SAUDE
0 homem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes as donzellas e os mogos tomam a hesperidina para oblar boa cor O'
?nimar;o dorante os loncos gyros da
BARROS JNIOR & C, ra do Vigano Tenorio n. 7, Io andar, receberam este
grande especifico, e vendero-no nos depsitos seguiotes:
Joaquim Terreira Lobo, ra da Imperatriz.
Zeferino Carne ro, rna do Commercio.
Marcelino Jo; Goncalves da Fonte, roa da Cadeia n. 2.
Antonio Gomes Pires & C, ra da Cadeia.
Antonio Gomes Pires A C, caes 22 de Novembro.
Gomes A Irm&o hotel da Passagem.
-
OS DO R. .1. C. A VER.
BARTHOLOMEU et Cu
Pharmaceuticos premiados em diversas expoaiQpes
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Yendem-se na pharrjaaciae drogara de Bar-
thiluiiieu & t'.., rna Larga diasario o Bu. 3\.
Para o carnaAal.
.Na ra das Trincheiras n. it. loja do ciriguei-
ro, vende-si- franjas e enfeites douradps e prajea-
dos para vestuario.-, do mascaras.
| ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATICO

ESPECIALIOAOE
Novo trataraento da Asthma, tosse, convulsa, de/luxo catarrhaes, e todas as molestias dos pul/ms.
que tem feto importantes curas, e que boje o nico acceito pelos melhores Mdicos
DEPOSITO GERAL, 34, ra Larga do Rosario, PERNAMBUCO.
Libr
.ti
ra do Qaeimado.
S.lv &(',.
toja da esqaiaa, de Beato d;>
Chegiiem (jiHtnlo mies!!
A SJm! 5S000! S$000!
Liados chapeos campestres, da ultima moda,
para senjtora, s na ra do. Duqty) de, Caxi^s n
W A, loja d.vesqniria, d'e Bento da Silva A C.
Yenda-s no arouMM de faz-jjidaa. dt Awasu
9. da Oliveira & C, ra lo Commer^u o. 4
Sovo estabeleciniento
de joias.
II uu 2 Ciibug n. 12.
CORTES DE CAMBRAIA A 6006.
O Pavo vende cortes do cambra|tt branca
com listas e lavoros da mesma cp,tendft r,
zend i para uro vestido, e vende pelftJbarato
prefictle C?000, por ser grande pachucha.
Ditos muito finos com babadinhos braneos
bordados a 8P000.
Dilos ditos com listas de eros. a W000 e
&??00.
Djitts de cambraia branca com, 9^-metsos
rJebnbadinbosde cresaWO'OO. 8' grande!
jieekncha na loja do Pavo.
Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Aunas,
que flca entre o do commendador Tasso e n do
desemhar^ador Doria, com casa do vi Venda, dife-
rentes aryoredos, grande haixa de capim, etc.,
dando os Cantos para a estrada dos trillaos urba-
nos ao p da estanao da Jaqueira : a tratar na
ra do Am'rim n. 37.
Farinha de mandioca a 3$ o
iacco.
Na ra d^ Xr.^Uv de Deo; n. 7 : a .-.,, ,
qunto nao se acaba._______________
Diademas e aderemos cty ma-
dreperola;.
A loja da Agnia branca ra do Duque, de
6axtas n. 66, receben urna peqnena porr,o de
diademas e adrenos de madreperola, obras dt.-
apurado gosto. _____
Xaropo d'agrio do Para
Angc^e conceituado rnedicaroeuto para
cura das molestia? dos orgjios respiratorios,
como a phtysica, bronchitos, asthma, etc.,
applicado ainda oom ptimos resultados no
egcorhiHQ.
Vendarse na pharmacia e drogara de Bar-
thoiomu* C, re Larga de Rosario a. 34. i
-
m
|H Neste eslabelecimento se_
j um bonito sortimento de joiay
S?> vendem por tal preco que
jg comprador, aliento
^ ma, ganhar. pouco para vender inui
ss to, que cerlamenle til ao compra-
J dor e ao vendedor.
a. Tamhem se compra ouro, prata a pe-
dras preciosas, "bem como se fabrica e g
e qualquer obra tendeo i
i
encontrar
que se
animara ao v
ao vantajoso sj-ste- ;.;..

^ concerta toda
-. i mesma arte.
fe
Ca-feiras oratorias com a.'9en:o de palbinha
JOOOO cada urna na cae do Apollo, arm-
F
0 jM'ehul) Pernaiiiluu'ii)
A |M'.oy.wto lo Aeliinl eontlieto
Este opsculo, qno iQnFtW) lauta Mrei1act>*por
parte do publico imparcial i'o^tn cidado, Contoaa
a vender-se as livrarias kVanccza, Universal na
ru.i do Impr-rador, ladostrtat na rna Hora, c na
ra da Cawfa n. 27
Preco 60-0 rk
exiosi;o UNIVERSAL DE 185
MEDALHA OE I' CLASS:
ALF. LABAURrVOlFE & C"

QDIHIUI LABRBAQE
APPROVAOO PELA ACADEMIA OE MEDICINA OE PAAlZ
Pccliincha em .>edas
Vendem-se superiores .-eil>~ dcci i com toque
de mofo, pelos baratos i '.tO rs. o covado
da mais mofadae por 800 rs. ( cav do !'- mais
limpas : na ra Duque de (axia- p. SS.
imo^ti
! ras pratas dourads e tn>rt)etad*s ds tna-
rfperol : nc arm^z-r.-- .d= :-?: Irrn3 1 C,
oa?s do A:
0 Qiiiniuna Labarraquo,
um vinho etninentenieiilc t-
nico e febrfugo que deve ser
perferido todas as outras pre-
prameos de quina,
Os vinbos de quiHa. ordinaria-
mente empvegados na/elkina
preparam-sc com cascas de quina
cuja riqueza em principios acti-
vos cxlreniantente vanavel; a
parte disso, em raza? de seu
modo de preparuv, llos conlem apenas v^t'gio' de
principios activos, el cao pro-
poi^Ses sempre varjavsjs-
O Qolnium tabarrajue,
approvado pela AeaAwm dicipa, coflitituc Fio vOiiU-aro
um iuedicitmenlo de composi-
cSo detetfltinad-i. rij ' prfl-
cipios activos, e com o "l^al os
1 mdicos e os doentcs podem
sempre contar.
O Quinium Labarraque
prescriplo, com grande c.xib is
pessoas Vacas,.debilitadas, seja
por diversas causas d'esgota-
mento, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida creseenca, s meni-
nas qui tem diffiruldade em se
formar e doemoher: s mulhe-
res depoisdos parlo; aos velljos
enflaquecidos pela i.hule ou
docnca. x
No razo de ehlorosis, anemia,
cotv~ OtUflas. ote vinho um
poderoso auxiliar d. lerrogino-
so-. loiu^do jimio, ;wr exeni^^
com as.pulas de Vau&t, pruidux
effeitos marawlltosos, p rpida acr5o.

j, PrU. L. ntFItfc, r *eoh, a.
Na pnarmaci^. Maurer ra do Barao da Vicaria Q. ift
_ i
U

i


;
, a ww
N
-

:<

*
Diario de Pernambuco
beg
foira 3 da Fevei'ciio de
-Vf!-----*"

*L?ara asoivas
5?R que? do midr^perola a rae.ts #e sefl, talo tope-
a al novioad* i awlbor fMend* ote ten Tiitdo a
este mereda.
Perfuma ras
Nesle artigo nao pren'llar MtaeSes, basta
dizerse 09 fabrte'atHe--Jdho' flfosbelll, CoOrxy,
Labio, Bimel Legnbd ; ectas perfumaras desu
vez vieram em vasos d< modellos novos, e que
pela 3iia elegancia sa toroio proprioa para om
Hido "presente.
Trancas e franjas de seJa
branca.
Desla vez o sortimento vc-io aagcieo, f.iz-n la
maito bol, modellos novos e de todas as largara!.
Bonecas de borracha
Dests bonecas veio pequea porfi e de diver-
sos lmannos.-
Diademas
Liados e de modellos novos, velo eoasa omito
boa.
Qaem duvidr venha ^er
Deeedlda'mente a Vaga Mia ra Duque de Ca-
xias o. 45, convencer aoi seas amigos e fregu-
zes, de sua espeeialidade em correspondentes, na
parte raafs elegante do mundo ; agora me.-nio o
ultimo vapor cbegado da Europa irooxe urna par-
te de saas eacomodendas para o tempo de testa,
costando do seguate:
Para o bello sexo
Lindissfmos brincos, allketes, crnies, puls&iras
e escoletas de tartaruga bordadas a oaro, assim
:omo bonitos grampos com perolas e ontras po-
dras para a cabeca : a Magnolia solicita do bello
sexo, que prima sempre do chique e na moda, que
venba ver e~...~
Laxo e bom gosto
Para enriquecer e afornosear ama sala vieram
lindos jarros e jardmeira- de porcelana muito fina
e de bonitos modellos iiteiramente novos, cor
lindos deseobis e dorados; atsim como ama es
pesiatidade em panbos de cbrocbet p.ra sof e
ca letras.
rXCiO
fltJIUi
v'j

O.
; aiSMOft,
1 ;*;,'* a
I fie.
...T=*
GOMO OOS'EPURGATIVfrf
TQyiAt-AS'tbDE!Tjf-S'[ \
34-
>.\COMO OOSE REFRESCANTE /
^\. DEPUftA T/VA /#'
^ ^~ "-^ fc^ SAUDE
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
DE
BARTHOLOMEU & C.
-Ra larga do Hosario-
34
CIIEliOl!
O bacalhio da Noruega, em eaizai e nv?ia>
ditas : ro caes da Alfandega n. I, arn atem de
Tassf IrmSes & C.
Qual?
O moco cbiqna e da moda que rao apreciara
ama linda guarulcio de mirQm, madreperla, cure
e plaquet, cousa lindissma e de molde especial t
oncea vindo sqoi; maito bous chapeos de sol com
cabo d marflra e bengalas imitacSo de nnicornin
com cab> de roadreperola, por eerto nenhnm dei
xar de vir luja da Magnolia ra Duque de
Canias n. 45, escolher qui.lquer destes objectos :
co jearo I
Itocrlptorio eoniimercial, le rom-
ims8cs e> forense*
LUIZFELIPI'E LEITE.
Ra do Oiro 165 t.0
LISBOA.
Executa por commissao quaesquer ordens
das provincias do reino, tlhas e provincias
ultramarinas, bem como do Brasil e outros
paizes estrangeiros.
Recebe consignado gneros nacionaes,
coloniaes e do Brasil, rara serem vendidos
no remo, ou lora delle.
Executa ordens para compra e venda de
fundos pblicos, nacionaes e estrmgeiros.
Trata da cobranca dos respectivos dividan-
dos.
Promovem-se no menino oscriptorios, in-
ventarios, iijuilaces, causas civeis, otases
e commerciaes, appellajoes e recurso de re-
vista,
Tem os mellioresadvogados na capital.
Trata-se da arrecadaco de herancas e ad-
ministraro de bens no continente do reino.
Obtem-se documentos de qualquer dioce-
se, districto administrativo, concelho, ou fre-
guezia do reino, Ibas o provincias ultrama-
rinas. VHp
Solicitam-se dispensis matrim)niaes e
juaesquer outrns breves apostlicos conce-
didos cm Boma ou pela nunciatura em Lis-
boa, annullaco de ordons, e quaesquer cu-
tres dependencias dos trihunaasda Santa S1''.
N. B.As cornmisses sao reguladas pela
praxe dista praca.
Para os negocios do natureza especial,
romo causas forenses administraco deben*.
etc., qniremlose. pode preceder accordo
previo conforme a natureza do negocio.
Esta easa tem eorrespondenias serias em
lodos os pontos do reino, em Inglaterra, na
frica' portuguesa, em Macao (China) reino
de Sio,ilhas dos Acores e Cabo-Verde, e
acceita as propostas que das provincias do
imperiodo Brasil lhe feremfeitaspor corres-
pondencia effectiva ou eventual. Na ir.o-
dicidade de suas commissocs, na exactido
de suas con tas e no ere lito longamente esta-
belecido faz consistir toia a garanta de bom
acolhimento.
Para referencias em Lisboa, s casas ban-
carias do Sr. Fortunato Ghamico Jnior, c
dos Srs. Fonsecas, Santos & Vianna.
Lisboa, 13 de noveinbro de 1872.
Vemle-se a aruiacatc> da loja n. i da travs
-%. Daejue do Caxias, anti^a travessa das Crur.cs
Po7^3fi|000
E barato
Vende-se urna aida e urna blusa de panno
tino ainda nova, Tima espada, um talim e bonet,
proprio para nlflcial de liiha ou de guarda na-
cional : quem pois rjuier comprar^ dirija-s ta tjpographia, a tallar em o administrador,
das 9 horas do da por diaite.
Mais delles.
Anuas cli'cms.
Dit nervuso, e que a Mafinulia. roa Duque de Va-
xias n. ''5 tem vendido porcao I c que por serem
ss nicos verdadeiros, mailo tem aproveitado ;
pelo ultimo vajxir veio nova remessa : elle* m-
tes que se acaliem. Na Magnolia n. id, na aquo
Je tazias.
Charutos deHavana
Saperire
no escriptorio de Tasso Irmios X C, ra do Amo-
rim n. 37. mt
Vende-se, arrona si on permuta-se, pir.
ierras qne sirvjm parxpaamar eanna, urna padaria
sita no paleo da feira no lovoadodae Lates; a
tratar com seu prdprietark. nu raesrao povoado ; e
para informaedes, com sSrs. Rocha l.iraa 4 Gui-
maraes, m do Borfl e#i(outr'*rraida Cnn) n.
16, ou com o Sr. NfcnaMles Maria freir, no
Caes do" Apoo, v'gsia ctdade.____________
Attenco.
Veode.se doos exnikmics tatreaos muit btus
para <|uiO(uer a6eaM w liiaar.do Arraial, t
ra da Uariuonia, tende na*$-&tiaQ* de,largu-
ra qu extrema com o do Sr. Dr. Francisco da
Paula Salles, e o outro com oiMota a cinco diaea da
largura, na meama ra i< lado do riacbo, ni-,
prio para plauU.es e (MU- on de qualquer
verdura : a tratar com ftufino. Manoel da Cniz
Gonsseiro, ero >ua residencia na ra do capillo
Antonio do Lima, en Sant) Amaro n. 39, ou f m
sna offleina na raa do c\es de ("Jipibaribo a 8,
.qae melfcor jd e punhos
Obras de phanlasia.
A loja da Aguia Branca, ra do Duque de
Caxi s n. O, recebeu um bello sortimento de bo-
nitas e modernas obras d pbantasia, sendo :
Brinc s e cruzes pretas, j"om dourados e pedras.
Outros de n adrep rola imeimada com bonitos
i nfeites de delicadas flores.
Outros i'e lim dourado cem p nge les de cores.
Outros encarnados e de bonit s moldes.
Rosetas de lino dourado com pedras brancas,
Aderecos d madreperola.
Ditos dourados com eaaptaeo preto.
Ditos encarnados.
Ditos imitando.foihas e llores naturaes.
Ca soletas de madreperola- ,
Volt as de crossos aqolares de cor s.
Ontras o ditos pret s com donrados.
Piilciras d tartaruga com domado.
Outras pretas.
Grampos pretos e de cores.
Bonitas abotoaduras de lino dourado, com pe-
dras, coral etc. para abertura de eamleas.
Hotoes dourados e de outras qnalidads, para
aberturas e rollarinbos.
Novas gollinhas
bordados.
A loja da Aguia Branca a ra do Duque de
de Caxi.is n. 50, receben novas gollinhas e pu-
nhos bordados, e outros enfeitados com entremeios
e bicos ; assim eomo reeebcu igualiuen e no'as
guarnieoe3 de gravetas com franjas e lacos para
os cabellos, ludo do melhor e mais mod mos gos-
to s.
Bonitos loques.
A loja da Aguia Branca, ra do Duque de
Caxias n, 50, recobeu bomt s leques d perfeita
phantasia, preo com domados, e outros de apu-
rados gostos; asshn como recebeu oh ros de ma-
deira que se confunde com o sndalo, e tem el-
les lindos coloridos n c ntro, e ainda assim ven-
de estes pelo barato preco de i aOO cada um.
Vasos de crystal para toillet.
A loja da Aguia Banca, a ra do Duque de
Caxias n. 50, r ceben bonitas garraflnbas de crys-
ial em par com ramagens dpuradas e mui pro-
prias para arranjos de toilet, ote,
Anneis e colares elctricos
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu nova rcmessa dos proveitosos an-
neis e colares elctricos, e continua a recehe-los
mcnsalmente, pelo que sempre estar provida de
laes objectos.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque'dc Caxias n.
50, recebeu novamente bonitos diademas dourados
? enfeitados c(Jh pedras c aljofares, obras de gus-
to e phantasia. Tambem recebeu .novos grampos
pretos ou alflnctes com flores [tara a cabera.
Leques com bouquets c ou-
tros chinezes.
A loja d'aguia branca na Duque de Caxias
n. 50, recebeu nina pequea-quaiilklrnte-daquellesl
lionitos leques com bouquets e outros chinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciar a pelle
Aloja d'aguia branca a roa J)uquc Je Caxias
n. 50, recebeu cold creme dos afamados fabrican-
tes Luiiin. Legram c Condray.
^Diademas e grampos de
ac.
A loja ila aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novameiite bonitos diade-
mas e gra'i pos de aro. .
ij 1 s Iranczes mtawtm
De 452000 a 55-;000
o milhciro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os molhores e os mais econmicos
1 ela sua baratea jiara ladrilhar os pavimentos
trreos das casas, porquanto, pouco mais custan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparacao
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custam alm disto menos da
decima parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de differentes mosaicos, os quaes, nao estao
yertamente ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empregados e proprios para as salas princi-
paes. Alm da vantagem.que ha no emprego
oestes ti jlos para os pavimentos terreos e casas
le campo, tem estes ainda a de serem os melho-
res e mais pronrios para ladrilhar eozinhas nos
obrados da eidade, atU'nto a sua solidez e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
te serem assoalhada^ as cozinhas todas de tijolo,
e nao s a parte junta ao fogao, no que at as
tompanhias de seguros se deveriam interessar.
Vendem se nos armazens de farinna de Tasso Ir:
tnos 4 C, no caes do Apollo.
GR ANDE UQIDAfO BE CHAPIS
hn acabar at o Hm do
' RA DO MRQUEZ DE OLIDA
OLTR'ORA
Cadeia do Recife n. 53
Tendo o novo proprietario de mudar os artigas deste estabelecimento, desejando li-
quidar at ao (Un deste mez, tem resolvido vender por pre de apurar diiibeiro e liquidar vista, pelo que convida aos Illms. Sr. chefes de familia
a virem sortirem-se, pois a occasio opportuna, e encontrando um completo sortimento
de chapeos.
Chapeos de palha de Italia para senhoras e meninas, com enfeites e sem elles.
Chapeos de'velludo com eufeites. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
de differentes qualidades, enfeitados, para senhoras e meninas. Chapeos do palha de Ita-
lia, enfeitados, para-montana decampo. Chapeos de palha para homens e meninos, de
differentes qualidades. Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa, pretos e de
cores, para homens. Chapeos de l para homem e menino. Chapeos altos do pello de seda
para homem.
Bonets de differentes qualidades, tanto de seda, como de palha de Italia, panno, case-
mira e alpaca, tanto para homem como para menino.
Gorros de soda, velludo, la, tanto para homem como para menino. '
E muitos outros artigos que s com a- vista podero ser examinados, afianra-se que
uSo engeita-sedinheiro.
BAMTEIfiO
DO
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
de Lourenco Pereira MndezGuimaraes
Declara ao respeiuvel pui lico que, leudo concluido o consirto qu ferea stm aa-
tabelecimento da roa da Imperatriz n. 72, declara qaeo sortio de novas fazenia f!*^
proprias para a festa do natal, os preces s3o os mais barato possive s a saber :
LAASINHAS A* 120 RS. CORTES DE BRIM A' 105.
Vende-se laasinhas para vestidos a 120 Vende se cortes de brisa para saf?i a
WO, 360, 400 e 500 r. o covado. 1)51500 e 20 0.
OLINDENSE A 800 HS. MADAPOLO A' W-Ob.
Vende-se ama nova fazenJa de seda e Vende se pecas de madapol2o a 3JM*,
linho, por nome ondense, propria para 4A50, 5(000, 6(JeOOe 8,J0O.
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado. chapeos OE palha a 2*000
ALPACAS DE CORES A 440 RS. Veide-s* chapeos de palha, de felro %
Vende-se alpacas de core, lisas e lavra- de castor, para homens e meninos, a 3#,
das, para vestidos de senhora, i 440, 5C0, 2^500, 34 e 4OO0.
rs. o covado. ALGODAO A' 400O,
BAPWSTaS a 500 RS. Vende-se pecas de algodao americana
Vende-se ama tan fazenla por nome 40()f, 5000 e 630'>O.
baptistas, para vestidos, a 500 rs. o co -
vado.
SUTANAS A 640 RS.
Vende-se ama nova fazenda de 13 e seda
por nome scUnas, para vestidos de senho-
ras e meninas, a 640 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Vende-se orna nova fazenda lisa, por nome
phantasia, para vestidos, a 800 o covado.
Fnsto braceo a 3SO rs.
Vende-se fustSo branco e de cores, para
vestidos, de senhora, a 320 e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas escuras e cla-
ras, a 240. 280, 320 e 360 rs. o covado.
CARNAVAL!
Borracha para limas.
Vende-se borracha de primeira qualidade para
limas de chairo, nos fceguintesHugares : na pnar-
inacia Central ra do Imperador n. 38, na mes-
i ia i ua'n. 22 e no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 4, por preco razoavel.
flil.ijpi.sa mliiiiliii.
Contra panos, sardas e manchas
da aaelle.
Belleza do rosta e brilbo da
cutis.
Vnde-se na inja dos Srs. S LeitSo, Fonceca &.
C.-: ra do Duque de Caxias n. 43.
Pernambuco.
(]hap6os de sol de cabo de
marfima 13#000.
|MhiBeba ; ua loja da Rosa branca, ra da
Imperatriz n. 56.
Las do ultimo gosto.
A Rasa Braaea temas oais lindas las para ves-<
bdota-vaoos a 1*2*0 o covado : na ra da Im-
peratriz b. Si.
Chapeos para meninas- de
idade 6 mezes at 10 an-
nos a
A Rosa Branea-Mm.ebapeakthes mui "o deli-
cados e o prefo barato, ra da Imoerairiz n. 36.
MAZEM DOS LEOES
Ba Duque de Caxias n. 29.
0* proprietarios deste bem montado esubelscimento scienlificam ao
refpeirva) publico dosta provincia que se acbam com um variado e completo sort
aento de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolhidds por um doi
iosos qoe se acha actualmente na Europa. O mesmo tem cootractado com os meltaoret
fabricantes daqoelleconlinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na officina tem os mais babets artistas deste genero, e por isso pedem qae re*
aham visitar o estabelec:meato, aonde encontrarlo a realidade do qae acabam de expr
ae se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, agooj aia, carvalbo, a
marell'i, etc, ricas e elegantes cimas deja caranda, pao setimr amarello, etc., etc., gaardi
vestido de amarello, guarda lou?a de nogueira e de amarello com Umpo de pedra, apa
radoi;es de d to dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secretarias da Jacaranda e mogoocostan-iras ae mojrno, san
tnarios, thears para bordar, ber?os, lavatorios com espelbo, de pedra marmore e seo
pertencps, cadiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros rtigos que deisamos df
tnenck)ar',rjt)r-ietcrnar enftdonho
1HUZE0 DE JOIAS
w K 4 Ruado Cabg N. 4
JWGPH KKAUSE&C.
DE
T.0MES DE MATTOS, IftMAOS
Xcs.c importiiiite 'stabclecimcntode primorosas'joias, achara o rcspr/itavcl
publico dosta capital um grande e variado sortimento de joiastle todos os
procos, queja existiam no Muzoo, que sero vendidas com grande reducc
de preco, akm dos novos objectos recebidos directamente da Europa, que
se venderao por preco animador, bem como sejam, aderecos de brilhantcs,
pulseiras de ditos, broches e rosetas de ditos, ditos de differentespedrarias de
precos; anneis de brilhantcs e de esmeraldas, rubios e perolas, e de todos
mais objectos de valor, quepossam ser desejados pelo bom gosto c aprecodas
familias, que sabem dar valor a objectos de primor.
Os proprietarios do MUZEO DE JOIAS, convidam as familias que se
queiram prover de excelentes joias, a virem escolhe-las entre o variado
sortimento dellas, garantindo os proprietarios que sero sinceros para todos
que se dignarom procurar seu estabelecimento.
Entre o grande sortimento de brilhantes, esmeraldas, perolas, e obra
simplesmente de ouro. de lei, severa um elegante sortimento de obras de
prata primorosamente trabalhadas, que tambem se vendem preco reduzido,
bem como.TcIogios de ouro e prata dosmelhores autores conhecidos, que
se vendem mediante pouco dinhoiro e garanta dos donos deste estabeleci-
mento.
Os homens do centro, que procisarem de'qualquer objecto de grande
ou pequeo valor, procurem o .MUZEO DE JOIAS, que sero servidos cora
atten^o c sinceridade. -
BRAMANTE A 156(0.
Vende-se bramante com (0 palmos de ^os de casem.ra pretos
largura, proprio para iencoes, a '600.
e 20200 o melro. \
Grosdenaples preto a 2COO
Vende-se grosdenaple preto a iJOOO,
20500, 30500 e 55000 o covado.
PANNO PRETO A t*500.
BOTINAS PARA SENHORAS A 5#DO.
Vende-se botinas para senhora, a 5|OC
e 50500.
C'.MBRAIAS A 30000.
V vestidos, a 30000 40000 e 50000.
_ CAMISAS BRANCAS A 8/000.
Vende se camisas brancas a 0500 e t&.
Ditas de linho a 30, 305CO, 40000 e
50000.
Palitots de panno preto a 50000, 70000
e 80000. Palitots de casemira do cores, a
40, 50000 e.80O(O.
SAPATOS D TRANQA A 10600.
Vende-se zapatos de tranca e tapeto, para
homens e sen'oras, a J05OO, 108CO e20.
a 20500. Ut
305(0.
CHALES A'8C0RS.
Vende se chales de 15a cem quadros e lia-
tras, a 800 rs. e 10000, ditos de seria
estampados, a 20000, 30500, 40 e 50000.
E outras muitas fazenlas que se vtr.de
Vender panno preto para caigas e pa- sem reserva de pieco. na loja do baratero
litots, a 10500, 20500, 30(00, 40OOO e1 Bazar Nacional.Roa da" Imperatriz a.
5,5000 o co^ado. 72.
DO DR. .1. C. kXM.
Aderecos de bri-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltasde perolas.
Obras de ouro e a
prata de todas as
qualidades.

a^,E lgico!
A cosinha, a dispensa, os a-
paradores e a mesa.
SEGREDO ECONOMA" E CELERID.
Obtem-se com o uso
,f .da
INJECCiO SHOST
Coica, hygienica, radical e infallivel na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas: e que
Os moradores do Poijo da Panella e seus sabur- 0(rereoe como a irntiadpsalutarpsrpmilta7lns
bios necessariamente devem receber em sua- ca- ~? j 6jranliaaesalularesresuitauos
sas algunias visitas na vespera e dia da feta da a c^^uada applicaao que sempre com a
padroeira daquella freguezia e por isso preciso maiar'Tantagem se tem feto della nos hos-
que de anteiuo se faca urna grande revoluc)) pitaos d Paris
augmentando, sortindo e recheiando acozinha,, ificodenosito narao Rrafiil Rartholnmpu
a dispensa, o> aparadores e a mesa (i se sal e r deposito para o raen, JJartnotomeu
con iguarias gratas ao paladar) sdm o qua-aao LV ruaLaTgado Rosario n. 34.
pode passar um dia fulgazao e resalado. ^^a^^^^4!
CHPETEME DES DAKS
I O-Rua doBaro da Vidwrn-16
A ente ostabelecimento acaba de chegar grande novidade como seja : cliapelinas de palha e da
gorgurao ricamente enfeitadas, chapeos de palha de Italia formas as mais modernas, grande sorii-
hmento de chapeos, chapelinas para luto e tambem as muito procuradas meias chapelnas de que
havia tanta falta no mercado. Recebeu tambem diademas de ajo e de metal dourado e grande sor-
timento de borboletas e flores de metal dourado em grampos que vende de 2f at-12 o p^BportauX*
rarat
se pode passar
Queris que principie vos indicar am meio
fcil para conseguirles o flm a que vos devera
propor para transformares, augmentares, sortires
e recheiares as vesas cozinhas, dispensas, apa-
radores e mesas ? nada.mais fcil...
ACOROA DEOURO.
M. ra da Impcrulriz
, n. 5. Acaba de receber de cont propria,
pelo ultimo vapor da Europa, un com- a
pleto sortiinaato d objectos de prata ^
Xfi os mais lindos .que tem vindo a este uier-
* cala, sendo os segumtes : aderecos d
flt'granna, obra de apurado gocto, vol-
tas, brincos, rozetas, salvas, retogios,
aHhiairos, colberes ele, etc., palos pre-
CO mais re-uniidos possiveis. Assln
coma um completo sortimento de itbtaA
1i4eouxo anneis'e'brilhanlea,'roets,
aderecos etc e tunbeo sem brilhantes.

Ide a ra do Imperador n. 24,
onde vires urna casa com a fran-
te pintada de encarnado, tendo um lanipaao ph-
durado, cujo letreiro se o suguinte : Goutei-
tria do Campos.
i ella I... ella I... , ella....
Ah deve-se entrar e encommendar para cada
casa o seguinte:
i Fiambre preparado. -
1 Bolo iuglez.
i Pao-de-l.
1 Pudn de pao, arroz ou tapioca.
i empada de carnario ou gallina.
i Torta de fructa.
100 pastis diversos }
i Per assado no furno.
i Peixe idem dem.
i Gatheaux d-- la reine.
Yiulios, e8Fvnjas,Jjcrs, ttoiaQkinhas, Jm OPaiu
para eh, l: verie-aufl^rir, *a*s|, %m.omir\
xas e ludo mais que -mesmo. mjwssive. laia-
brar. Gambraia (tansparemte una a M>* >a(a i-aa,
Snella, s nella. irtaad JMipo n. i, Juja de Gflliwuie- U. da
Na confeitaria do Campos. i Cjjaba^B^
i@#i^#@:s
Machinas paraiimas.
a 24 apega.
Vena
em-se
i
mm LOJ DE JOIAS
N. 2 ARa do CabugN. 2 A
DE
BARROS ti I II IIO
Achando-sc completamente reformado este estabelecimento, e -
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
prego razoavel.

pedimos as Exmas senhoras que queiram visitar nosso estabelecimento que nelle encontrai
objectos de goslo.
maitw
Vede-se ptimas, e multo convenientes para
fabrico das mfsmas : na pharmaei de Ferreim k C. roa larga do Rosario o. 10, e na praca do taw terratwa plantados com capim de punta,
Conde d'Eu i 9, casa do Sr. Anin M. M.J^^^^^^^^H^^H^Hfl|^BHl
reir.
"tf1T

ii r^S
X
muito barato !
* Abotinados Ingieres de bezerro com biqu iras
*& ferro, para menino de 3 a 10 annos, e pelos
diminutos procos de 21, 34500,34 e 34500 ; obra
murto fresca e Xsrte: na praji da Indapeden-
Icia n. ti.
Vende-se a taverna da roa dos Ac/mguknhos
n. 20, com poucos fundos, pronria par* princi-
reparaudo a boa localidad : a tratar aa
'\ .----------.
ClftDO
Antonio Fecraira de Oljveira Mat tem para vea-
der em seu estboleciiudiito ra da Fonzala-nova
n. 1, chineHas para h iqos
| e sapatos de tranca para os mesmos-, borracha
para limas, todo Ae uperior qaalid: pre-,
j owmwkpr ter yiuiiy de m enff r'^PlrV


-----L
DisKo de Pemambuca Segunda feira 3 de Fevereiro de 1873.
***.
JURISPRUDENCIA.
^~
Pai'oecr do rau**i*lh le eatailo
sobre eonecM^Ao de Mirad
de ferro.
(Continuaeo,.
Seria sobretodo um/ctoimiita impoltico,
Jmr.;'/itndo, em filiaba opini8o,0 atraso go-
ral do imperio, polo tardamente do seu
progresso material, a'passaquo constitui-
ra assignaladaprova di regresso a todos os
respi i'"- nijnstiii avcl, seyo perigoso.
E tanto mais fra istb de estranhar, qu n-
do cm 1838, predominante j uos aramos
de muitos de ttossos boraens de estado a eon-
viceo da necessklyde do eohibirem por
meiodelei interpretativa abusos das assera-
blas proviuciaes provenientes de exorbitan-
cia de attribuimes, q3o s foi- respailada, e
portante recoidiocida em lei a sin compe-
tencia para decretarem a construcc-o de es-
tradas de ferro as provincias, e conceder
para este fim privilegio; exclusivos; mas
ainda nein os autores di lei de interpreta-;
r,ao, promulgada dous anuos depois, se lem-
brarain di incluir em algum deseus artigos
qualquer restriceao genoralidade da l'a-
culd ido concedida s assemblas das provin-
cias pelo 8., do, art. It) do acto a Idio.o-
nal, como o fariam, se neiisasscm que Ibes
nao caba legislar sobre estradas do Ierro.
Assim, pois, otendo que convia manter-
S60 que se ehoAStabelecido sobre este as-
sumpto, pela forma mi ito bem desenvolvi-
da na parecer do Ilustrado relator das sec-
ones reunidas, e com a> distimroi's por elle
f''tas p-r-vi das palaros finaos do citado'
8. do art. H) do acto adicional.
Nao me demo\em diste modo de pensar
os argumentos do meu honrado colfoga au-
tor do voto separado, eoinquante. rospote,
como devo, sua Ilustra,ao. Prin iranvute
portille alguns desses argumentos provara
demais, e com a devida venia, nao me
parer-em procedentes.
Kaveraade, seapezarda exprassio gene-
rica -estradasdo 8.", art. 10 do acto
addicional, se entender (pie nao osto nell''
comprehendidae as estradas de ferro, ou ser-
vidas a vapor, quaudo j existiam. o erara
ba aun os condecidas ; porque a ellas Bao se
'referi o acto addicional, torea ser convir
que a palnvranavegacaoquu se acba no
dito paragrapho, nftt abrange a que feita
a vapor,"porque desta tambera nao fez ex-
pressa menco o legislador; sogiiindo-se
ilalii que embora s assemblas pcovinciaes
compita legi-lar sobre a navegac&o no inte-
rior das provincias, nao Ibes portenoe com-
tudo a mesina fac'uklade relativamente a que
se eflrtuar a vapor.
A razao por certo a raesraa em ambos
os rasos. Quasi tanta distancia vai da na-
vegacao a remos, velas ou sirga, da que
frita era barcos de vapor, como a que se d
entre as estradas ordinarias para cavalleiros
e pedestres'c as de roda geni e normaos, das
que sao construidas para applicacao de lo-
comotivas a vapor. Por outrolado.se to-
das as entradas do ferro nao pdem deixar
de pertencer <1 administracao garal do esta-
do pelas dilieuldades que apresentam, e
complexo de circumstancias que exigera, c
sobretudo pelas grandes soiimas de capi-
taes que mistar cora ellas despender, alem
de dererem ser subordinadas a um plano ou
rystema uniforme, ento o raesmo se deve
er das grandes estradas normaes, atravs
irras e montanbas, e as quaes sem du-
vvida alguma deinandam ditlicilimas e dispeu-
Aiosissimas obras d'arte, absbrvem sonmias
enormes de caphaes, e muito til seria lam-
ben! subordina-las a UOQ systema uniforme,
de modo que unas se podessem ir ligando
- outi'asat constituirtra ara plano ge ral
de viaco para todo o imperio, sobretudo na
i das estradas de ferro, ou einquauto es-
tas nao fosseni desenvolvidas em mais vasta
escala.
Accresce quanto ao argumento fondado
na importancia de capilaes, que ba lugares
em nossas provincias, onde urna estrada de
ferro detO, 12/ou mais leguas, atravessan-
do terreno plano, ou* poneo accidentado, e
dispensando porisso gandes pontos, ator-
ros, escavaces e muradlas custosas, como
utoce com a de Juniauy a It, pode er
menos dispendiosa, do ([ue outra de rodagein
FOLHETIM
n \mm\ n moma
PELO
VISCONDE POffSOU DU TEHRAIL.
SEGUNDA PARTE
A crdula.
Vil
^Contnuaco da n. 25).
Razao de mais. Barba virgem, fa-
t rosadas, ollios a>ues, estatura delicada,
raaos de oiullier, sorriso de aojo, mais
do qije preciso para virar a cabera a urna
mulher de vinte e oito annos. E elle tena
tudo isso;
Oh 1disse o bauo cora desdera.
Noscontinuou o marquez nos, os
bomens de trinta annos, j empallidccidos,
gustos, saturados de gozos precoces, s te-
mos prestigio, meu caro, parajovens irigc-
nuas, ignorantes, que procuram no marido
um senbor e um mestre, e nao um discpulo
e um cscravo, como essas mulheres que
inostram os seus cientos brancos adolescen-
cia n'um sorriso provocador.
E' justopousQM osenhor de Nossac.
Mas o seu orgulho irapedio-o de confessar
era voz alta essa reflexo.
Pois bem 1dis>e elle com colera
;quero qae essa mulher me ame... e amar-
me-ha...
Louoyra I
O bario levantou agujosamente a ca-
neca, -e disse :
Cbamo-me Noss.c !
r Cbamavas-te baio...
Que quer es db:er?
Quejnem s sombrado ti tnes-
rao.
O baro estremeceu e vio, n'um espolbo
vizinbo o seu rosto paludo e fatigado.
E's apenas a sombra desse baro de
Nossac, que Pars iteiro-, que Versal bes
adrairavam ba um anuo, pela elegancia do
seu vestuario, pelo bom gosto da sua osa,
pelo fausto da sua existencia, pela fir.ura
do seu espirito e pelo numero das s-ias aven-
turas... j nao esessse libertino perfumado
que veleva debaixo das var&ndas como D.
roio...
Entao estou bm muflado ?
Tens o rosto abatido, magro, qua.au-
e normal de i ou tt leguas, se esta tiver ne-
sessidade de passar pelo meio de serras al-
eanttladas, de terrenos pedregosos, e nao
poder ser levada a efleito sem viaductos,
en cortos extraordinarios e gigantfecas mu-
ralbas, ponti magestosas e outras obras
desta maguitude, e qesse C9&0 fra preciso
iiue estas estradas tahibera ticassera frt da
competencia das .assembtfas proviaciaes.
)'outri-sorte, procedendo o argumento, a
que rae refiro, do entongo c risco de grande
lomina de capitaes, seria inexplicavcl con-
ceder-so s provincias o direito de contra-
tari'iii ou mandarem construir estradas nor-
mis d i rod igcra, arriscando seis coito mil
(ontos, ou ainda mais, c rocusar-sc-lbes a
competencia do legislarem sobre estradas de
farro, embora estas cm muitos casos impor-
tassem na metadi: daquella soniina.
Km segundo lugar nao me parece igual-
mente procedente, so bem comprebendi o
argumento deduzido da lei de 26 de junho
de 1832.Esta lei comquanto bem conce-
bida, e providente , rana le ordinaria, e
nao. poda cona > bem ooservou oSr. viseon-
de Souza Fimiico, restringir a ampia facili-
dad;1 dada s assemblas proviuciaes, por
mna" loi constitucional, de legislarem sobre
estradas uo interior das provincias sem dis-
tinguir a sua natureza OU systema.
Demaisem meu modo de pensar a lei
de 2G de junho nao determiou que toda o
qualquer estrada s possa ser construida
depoisde apBrovado-o respectivo contrato
pela assemba goral.Diz o art. 2..
(( Seoppariceretfl com.pi ninasrjaenepro-
ponhatn a construir caminhos dt ferro em
quaesquer outros autos do imperio, poderd
c 'jooerno igualmente contraltlT com ellas
SOBAS mksm.vs bases -declaradas no artigo
antecedente. Nestecaso,porm.serdoosres-
pcriiros contratos tbmettido* it approva-
po do carpo legislativo; a fim de resolver
sobre a- conven leticia da linlias prOjectadat,
i.1 opportunidadeda empresas e a responsa-
bilid ule do thesourq.
A ntegra deste artigo basta para conven-
cer-me,, e com isto respondo ao 3." quesjto
que a ct:ufci le, autorisando o governo
para contratar urna estrada de ferro, que
partindo da corte fosse ter a algum ponto das
provincias de .Minas e S. Paulo, sob as ba-
ses largas, e valiosos favores coudos no art.
I..", nao ipirz deixar ao governo smente
a faculdaue de contratar outras estradas para
diversos ponto*com as inesmas bsese
(fuaes sacrificios do estado.
Estatuio por iss i no art.-2. a clausula de
licarcm os contratos dependentes da appro-
vaco da assembla goral, mas nao prohibi
ao gov.rno do contratar livremento quaes-
quer outras estradas, urna vez que quem as
qBeira emprebender, nao exija favores e con-
dicoes que dependam do poder legislativo ;
tomo a concesso de garanta de juros, a
senco de direitos, a concesso gratuita de
torras e outras desta ordena, que constituem
as bases do artigo 1.", e menos anda privar
as assemblas proviuciaes do direito de de-
cretar a sua construcQo sem a menor res-
ponsabilidadc ou onus dothesouro nacional,
urna vez que nao passe das raas da provin-
cia o nao pertenca administracao goral do
estado, neni sejam conferidos favores que s
possam ser concedidos pelo poder goral, sera
torna-Ios delle dependentes nesta parte. Foi
o que acontecen em 1838, vista da lei que
tive a honra de citar.
A assembla goral nella respeitou a con-
cesso da estrada, o privilegio e os favores
que cabiam as facilidades da assembla pro-
vincial, e quanto aos outros tratou de exami-
na-los e Quthorgou-os por assim o entender
conveniente. O raesmo tem-se dado com as
demais estradas de forro proviuciaes, a que
me refer. Foram ellas autorisadas e con-
traetadas pelo poderprovincial, mediante ga-
ranta de juros paga pelos cofres da respec-
tiva provincia, e com os favores que nao ex-
cedam (fesua competencia. S depois se
apresentaram ao poder central os empreza-
ros, solicitando iseiu.o de direitos, e outros
favores, que a assembla geral concedeu
naturalmente por achar uteis s eraprezas
contratada^, mas que poda reouar se as
cousiderasse prejudciaes ao estado, ou to
inopportunas e inuteis, qu nao conviesse,
OU nao valesse apena acoruroa-las, auxilian-
do-as com as vantagens dependentes da lei
geral.
do, os olbos encovados e a barba mal ta-
Ihada. As tuas raaos engrossaram durante
a ultima campauba,"-a tua estatura -perdeu
a sua elegancia, as tuas faces o seu bri-
Iho...
Exageras, meu carodisse o seuhor
Je Nossac, readquirindo,- durante um se-
gundo, esse tora de leviana fatuidade que
tinba outr'oraexageras, e aposto mil lui-
zes em como a creoula me amar.
~ Aceito a aposta pelos raeus credores.
Mas primeiro, se nao queros que as proba-
bilidades sejam todas a meu favor, procura
meio de acabares com esse passeio sentimen-
tal, com que a creoula e sea primo hon-
ram as alamedas do leu parque.
E o marquez, sempre irnico, indicou
com o dedo a bella creoula; indolentemente
encostala ao braco de llritor de Kerdel...
Os olhos do barao brilharam de colera,
l.evou com vivacidade a raao sua espada,
e murinurou : i
Mata-lo-hei !
O senhor de Nossac oncolhou os hom-
bros.
Mata, meu arigo, mata disse-lhe
ellea responde pelos -raeus dez luizes.
Como ?
Eh? sem duvida I ella ama-o e elle
seu primo. Se o matas, odiar-to-ha para
sempre. S urna burgueza que perdoa a
um amante fidalgo o ter-lhe mandado es-
pancar seu marido, pelos seus lacaios.
E'justo Idisse o senhor de Nossac,
convencido.
Era teu lugar prefera afasta-lo hbil-
mente.
Mas como ?.
Nao s coronel de um regiment de
drages ?
Sem duvida.
D-lbe um posto de teen te, e depois
delle ter aceitado a patente, ordena-lhe que
v immediatamente unir-se ao corpo.
A fronte do baro desanuviou-se repenti-
namente.
E' issodisse elle vai dizer-lhe que
lho quero fallar.
Porque nao vas tu l T
Porque ella faz-rae medo.
Singular amor o teu I tens medo da
mulher amada?4
Tenho, mas vencer-me-hei.
Deus o queira.
jt-Eella ainaivrae-ha.
I Pode ser mas lembra-te de queja
sirmoso. O^apara tocar o corceo
t
A
Quanto ao 2.* quesito: /
Gonformo-me cem as obsryaaes e dis-
thn>f686fitas pelo Ilustrado Sr. viscoude d*
kniaa Franco e com a concluso dallas li-
rada.
Quanto ao 3.s^-Coistaa minhaopinio do
que expuz quando tratei do 1 .* quesito ; e
quanto ao i. 'e 5.* quesitos concordo com
o voto da 'maiori| das'ecoSes reunidas.
Voto em separado do ronselkeiro de eskiio
viscoiufe de Mdhcroy.
Discord do parecer do Ilustrado relator.
Nao posso reconhecer, coraapplicaQo ques-
to c dando para Sua fcil solibio, a proce-
dencia' do principio que prestabeleco, dedu-
zido da classificaco de estradas que ja a loi
de 29 de agosto de 1828 havia estabelecido,
o nao restringi, antes ampliou o acto addi-
cional, firmando a desceutralisar;o dosinte-
resses lcaos.
Diyergem, tanto das estradas ordinarias de
que trata a lei de 29 de agosto as de ferro,
que nao dado confundi-as, e nera por mera
brypothese sujeita-las sinesmas condjel.
Aquella lei, as suas referidas disposic^ra,
nao eontomplou, nem podia contemplar as
estradas de ferro, que, pela propria nature-
za, importancia e alcance de servicos que
prestara, csto absolutamente fra da catego-
ra das vias ordinarias de communicao. s
Nao urna servidlo publica franqueada
viai;o geral que curapre, quanto fr pos9-
vel, em qualquer logar estn ler para fcil
e gratuita communicaco, ao contrario, ca-
racterrisa a estrada de ferro um grande pri-
vilegio da natureza a mais complexa, com-
prelieiidendo exclusivo transporte e condc-
elo, arredando qualquer concurrencia e ani-
da o mais limitado transito pelo leito da es-
trada.' Os gastos do estabeleciracnto, con-
servaro e custeio sao enormes : cm geral
nao cabera as forcas de firma individual ou
collectiva : muitas vezeshamister directa ou
indirecta interferencia de subsidios do esta lo
ainda em adjutorio s mais opulentas com-
panbias, sem fallar no cortejo de favores e
garantas indispensaveis cora derogago ou
restriccoes das regras communs.
. Era todo caso, esscncial que a sede do
urna estrada de ferro tenha condices pro-
prias igualha da importancia de to gusto-
so estabelecimcnto, que assim como o mais
poderoso instrumento da civilisaQo moder-
na, assim tambera o mais ditlicil de ser al-
cancado e raantido, e irapossivel sem que o
mais attento c discreto disceruiraento presi-
da determinaco systematica que ha mister
era taes fundarnos que, feitas, io^so corri-
gem, e, se nao aproveitam, tudo se perde
cm o grvame do descrdito para novas era-
prezas. Proclamar a proposito de estradas
de ferro a descentralisago, o mesmo que
recommeudar a renuncia de um systema ge-
ral de estradas de ferro para a geral com-
municaco do imperio, cahir em erro fa-
tal I
Nao pareca que limitada a questo s pe-
quenas buhas de interosse local, que se com-
prehendem dentro da raesma provincia, nao
tenha importancia que ninguem contesta s
grandes linhas de comraunicago geral, e
que daquellas s teve era conta o Ilustrado
relator, propugnando pela descentralisac,o.
Pondo de parte a estrada de D. Pedro II,
que pelas propor^es a nica no presente
que excede a coraprehensao de urna provin-
cia, toda e qualquer a emprohender, ou j
emprehendida estara, prevalecer a dou-
trina do Ilustrado relator, fra da compe-
tencia do poder geral; ora, nao ha, nem
pode baver, estrada de ferro, por pequea
que seja, que nao tenha proporcional vali-
mento e deixe de merecer a maior oonside-
racao, j pela importancia dos capitaes era-
ponbados, j pelos servicos de todas as or-
dens que devem prestar, se for sensata a sua
fundaco : sao funda^oes permanentes que
devem ter desenvolvimento, e logo se con-
siderara cora direito adquiridos, e muitos
interesses creados, a esmo eraprehendidos,
constituem pelo menos um embarazo, seno
um bice ao desenvolvimento c applcar.o
do plano geral das grandes linhas. E como
se operar a fundaco das grandes linhas, a
nao ser pela lgacao das pequeas que se fo-
rem creando, as nicas que cabe uo possi-
vel ora emprebender ? E tomo se o conse-
guir, se nao bou ver um systema predomi-
nante que imprima a direcr,o conveniente ?
Deduz o Ilustrado relator a competencia
da administracao local cloque j determina-
ra a lei do 29 de agosto, e ampliara o acto
addicional, o arge a le de 26 de junho do
1852, quede positivo decreta as estradas de
ferro do Brasil, de contraproducente. A
anliga lei empresta sentido a disposico que
nao tom, accrescenta-lhe sua lettra e
substancia oque nao fra cogitado ; e a le
wo lerna, especial' e terminante no texto e
sentido, nega toda forca de autofidade !
J o mostramos: aquella antiga lei nao
contemplou nem poda contemplar em suas
proscripf;es estradas de ferro, creaco mo-
derna e essencialmente to diversa na sua
natureza e predicados, que muito para se
estranbar que por taj modo se confundara.
O acto addicional tambera nao fez a mi-
nina referencia a estradas de ferro, e na
sua geral determiuacao, longe do autorisar,
declina a competencia das assemblas pro-
viaciaes acerca.das estradas pertencentcs
administracao geral do estado. Era portan-
te a questopertence ou nao, adminis-
tracao geral do estado o assumpto especial
de estradas do ferro ?
A nica lei que propriamento trata do asr
sumpto, a lei de 2G de junho, autorisando
o governo geral a contratar sobre as bases
declaradas na raesma lei.a coastrueco de
estradas de ferro, sena nera urna distincc&O,
reserva ao poder legislativo a anprovaco, a
lim de resolver sobre a conveniencia das li-
nhas projectadas, a opportuniJade da em-
preza e responsabilidade do thesouro. E
or certo contraproducente a disposico
desta lei doutrina que raanifesta o nobre
relator ; mas nao o a todos os principios
que entendem com este iiuportanto objecto
que foi SdmprO, e nao palia deixar-de ser,
questo de estado, reservada ao poler legis-
lativo, ainda %ia mesma Inglaterra, torra
classica da iniciativa individual.
E' admiravel que o Ilustrado relator
trouxesse para apoio da sua opinio o exera-
plo da Franca, emquauto pela lei de 1865
comraetteu aos departamentos o eommunas
os estados acerca das estradas de ferro se-
cundarias, oude interesse local Para que
so reconheca a contrajToducencia do argu-
mento, basta citar a dsposii;o seguinte do
art. 1" da referida lei de iullio de 1805,
quo se inscrevo Loi relativo aux che-
rains de fr d'nteret local Le conseil
general arrete, aprs l'ustructiuu pralable
par le prefet, la direction dos chemins do
for d'nteret local, le mo le ot los condic-
tions de leur coiistructiou, ansi que los trai-
tes et les dispositions necssaires pout* en
assurer l'exploitation.
L'utilit publiquo est declare, et l'oxe-
cuton est autorise par decret deliber ou
conseil d'tat sur le/raport dos ministres de
'l'interieux edestravaux publiques...
Eis aqu como a invocada lei franceza
descarrega o poder geral da alta fiscalizando
e deliberaco quanto s raesraas estradas de
ferro de interesse local!
E releva observar que esta lei veo de-
pois de estarem decretadase em grande par-
te executadas as grandes linhas de circula-
rlo geral, na extenso de 20,902 kilme-
tros, dos quaes 13270 j effectivamente con-
cluidos (era 31 dejulbo do 1865, e o
vidual, em- quo o. seu riscb seja dado- a cona o padro de gloria das decretado** res-
qualquer correr as aventuras; entende sem- pectivas; emfim o ilmitado numero de
pre directamente com servicos de ordem do preteudentes que sem distncc,o de capa'ci-
raais rnnscedeute interesse publico, e indi- (dade ou pecuniaria ou scientiQca, em nome
Rectamente basta o descrdito- resultante do proprio e quasi sem dsfarce de vistas do cu-
mallogro de um semelhante estabelecimento (binado trauco da concesso, de todas as par-
para trazer gravissimo prejuizo, seno at tes surgera, e algumas vezes nao sem funda-
o desvio eom o desauimo dos cepitaos para o Jas esperangas d xito I
i
enlprego to til, como necessario ao de-
senvolvimento dos caminhos de ferro.
Assim, OU se trata da fundado deum
caminho le forro entre os mais importantes
A proposito das concessdes em nome pro-
prio requeridas e al caneadas cabe aqui pon-
derar.
A lei de 26 de junho de 1852, tanto em
centres de prodcelo, ou ainda era o lugar (referencia estrada quo destinadamente d-
menos importante, ha sempre razao para crotn, autorisando o governo a contrata-la,
quo a questo do estabelecimento seja resol-!como quanto s outras qu possam ser, co-
vida pela autoridade competente que o bcrentementc exprime qae o contrato seja
governo geral na rbita em que est autor- (foito, ou possa ser feito com companhias :
sado e o mesmo poder legislativo quo a ti- ym o Io artigo diz : Fica o governo auto-
nal decide da conveniencia e opportunida-
de da projeclada estrada de ferro.
S pode estabelecer-se por tempo deter-
minado e com autorisacao do governo ge-
ral, dependente da approvar;o do poder le-
gislativo, quau lo baja de go/.ar de algum
privilegio, qualquer couipaubia ou sociela
de anonyma ; e ba razao, que se nao con-
testa, para que a alta adiuiuistraro do es-
tado exorna assim tutelar inspecro era ,res--
guardo do publico e garanta de capitaes
que se congregara sem firma social, 0 V0
ser geridos por mandatarios rovogaveis, em-
bora as mais das VOZBB de roduzda impor
tancia seja o fundo capital das respectivas
companhias. E pde-se contestar a decisiva
risAdo para conceder a urna ou mais compa-
nbias a construeco totab ou parcial de um
caminho de ferro, etc. , e no 2" artigo :
So apparocerom companhias, que se pro-
ponbam construir caminhos de ferro em
qiiaesqucr outros pontos do imperio, pode-
r o governo igualmente contratar, etc.
Nao foi indilferento a expresso Compa-
nhiaso nao qualquer firma individual, ou
mesmo collectiva (fallo com a consciencia de
quem teve a honra de baver na cmara dos
deputados tomado parle especial na colla-
boraco desta lei, o della foi redactor) : ti-
nha-so muito cm vista afastar pretenges in-
dividuaos e collocar emprezas de tal ordem
na altura conveniente, cima da explorarn
mais era activa constraccaw
Ora bem de ver que assim determinadas
as grandes linhas, o que propriainente de
interesse locahsc toma opportuno e fcil,
sem riscos de conflictos prejudciaes^ as
circumstancias notorias do imperio, seria to
desrasoavel, como prejudicialissimo o insen-
sato, prescindir do urna regularidado siste-
mtica que s o poder geral pode mantor
na intera administracao do estado.
Enera, as circumstancias do Brasil,
concebivfl que se eraprehenda a construc-
o de qualquer estrada de ferro, que nao
seja procurando os maiores centros do produ-
cto : repugna qile possa baver prelenro
^e collocar fora dos lugares de maior con-
currenc a nina estrada de ferro.
E quando por temeridudo ou capricho al-
guein tal emprehondesse, era o caso de ser
embarazado pela administracao publica e
pelo voto do poder legislativo, que reservou
a si decidir da opportunidade de qualquer
linha projeclada.
0 estabelecimento de urna estrada de fer-
ro nao empreza de mera deliberaco indi-
das mulheres preciso ou belleza, ou es-
pirito, ou coragem. A tua belleza vai des-
apparocendo, o teu espirito soffre terriveis
somnolencias sob a impresso da lembranca
de Gretchen, eem quanto<& tua coragem...
Hein ? disse o liaro, franzindo o
sobr'olho.
Bem sei que sempre a mesma ; mas
preciso que encontres occasio de a mos-
trares.
Conheces o- paiz, nao assim ?
Como Versalhes.
Ento procurar-me-has, uos arredo-
res, algum fidalgote taciturno, a quera eu
possa desafiar a fornecer urna boa estocada...
Com a breca I
Que queres tu ? aos grandes males,
grandes remedios. 0 amor tem crueis exi-
gencias.
Meu caro disse philosophicamente
o marquezo duello urna brincadeira ;
todo o mundo se bate, at os tratantes. Um
duello para fazeres prova da audacia Ora
adeus I
0 senhor de Nossac mais urna vez foi
ohrigado^a concordar comsigo que o marquez
tinha razao.
Pois bem I respondeu elle se eu
lutasso diante d'ella, corpo a corpo, com
um urso ?
Nao ha ursos na Bretanka.
Com um javali ?
E' possivel. Isso seria mais engenhoso,
sobre tudo se tivesses a felicidade de ficar
ferido n'uma perna. Os amantes coxos tem
vantagens infernaos.
Caca, mas estou decidido I %
E quando dars esse espeetaculo ?
Hoje raesmo.
Baro, meu amigo, j ests menos
louco : tornas-te espirituoso.
Experimento-odisse modestamente o,
senhor de Nossac.
0 marquez chegou-se de novoSJanella.
Bom Idisse elle eis que os nossos
apaiionados desapparecem debaixo das"ar-
vores do parque.
Os olhos do baro relectiam urna chm-
ala de ciume, e o mancebo deixando Simia-
ne estupefacto, correu para as -oseadas, des-
ceu-as quatro a quatro, e dirigilo para o
parque.
VIII,
A creoula e ojOvenHitor tinbam entra-
do n'um pequeo mirante, coberto de ver-
dura, atravz da qual o sol de balde tentava
penetrar.
r.^l
interferencia da alta administracao quanto Je qualquer agiotagem. Era urna previden-
ao ostabeleciinento de estradas de ferro, em
que com a importancia do um capital enor-
me sobrepuja transceii3onte interesse de or-
dom publ ca, que em verdade as constitue
mais ostabelecimeiitos pblicos do que em-
prezas commerciaes.
Sendo de sua propria natureza um com-
plexo de privilegios, sem os quaes impossi-
vel a fundaco e mantenga, de um lado nao
sobresane a relevancia do principio quo de-
termina a necessidado da approvaco do po-
der legislativo, ainda quaiido o nao recla-
masse o mximo interesse social erapenhado
em toda a sua escala desde o commolo indi-
vidual at a mais elevada conveniencia po-
ltica ?
De outro lado, nao intuitiva a necessi-
dado de so harmonizarera todas as linhas
rorreas, que reciprocamente se auxiliara e
favorecen) lauto, quanto so prejudicario,
se faltar o nexo harmnico e succedor con-
flicto ruinoso ? E qual o centro natural au-
torisado, e nico competente o capaz para
manteressa ordem e estabilidade que ba
mister ; ser a alta administracao geral do
esta lo, ou a desparatada administracao
local das provincias ? ?
Pde-se conceber, sem iuverso de todas
as regras e principios, a conveniencia da
descentralisago era assumpto desta nature-
za ; e quo se a proclamo com desprezo da
terminante dispoico da lei, acoimada de
contraproducente, e assim sem mais attcnco
posta de parte, nullificada ! Em que tem;
pesado ou pode pesar |s provincias a supre-
ma" deciso do poder goral para o estabeleci-
mento de qualquer estrada de ferro, quando
certo que taes emprezas nunca podem e
devem ser improvisadas, e bem ao contrario
requerem estudos o mor circuuispecco nos
exames do iuvestigacoes antes de se chegar
adopro de uin plano ? Seria mais do quo
temerario o acodamento de se levar de im-
proviso a offeito urna qualquer estrada de
ferro.
Quem reflectir a que excessos tem chegado
a desenvoltura do espirito de avidez do lucro,
*arrojando-se a todas as emprezas privilegia-
das, sem distincro de ubjectos, desde o lixo
at a colonisai;o goral do imperio, e quanto
Quando o baro, guiado por um secreto
instincto, chogou casa de fresco, estar a
creoula recostada n'um banco de relva, pas-
sando com distraerlo a sua bella nio bran-
ca pelos cabellos annellados de lieitor, sen-
tado a seus ps.
0 senhor de Nossac estreraoceu e sentio
urna violenta dr no cora^o ; mas essa dr
produzio um effeito salutar, porque o prc-
servou dessa indizivel emoro que tinha
resentido na vespera, em presenta da creou-
la, e quo tena soffrido mais urna vez, sem
duvida alguma.
A creoula, ao barulbo dfe seus passos, re-
tirou com vivacidade a mo ; depois, voltou
lnguidamente a cabera, em quanto o jo-
ven Heitor se levantava, corando e um pou-
co embarazado.
Senhoradisse o baro, inclinndo-
seprocura va-a...
E' muito amavel, senhor baro.
E' meu dever de castellao, senhora ;
vinha renovar-lbe as rainhas humildes des-
culpas...
Quo desculpas, senhor baro?
Pelo meu louco proceder de hontem.
Pelos labios da creoula deslisou um sor-
riso indolente.
Ento, pareco-ine muito com Gret-
chen ?
Oh Idisse o baro ella !
Que loucura I
0 senhor de Nossac fez um movimento
de impaciencia.
Ainda essa palavra murmurou elle.
Perdo, "senhor, quera eu dizer quo
ha semelhangas extraordinarias.
Sm,'senhora, muito extraordinarias;
parece-se tanto com Gretchen, qnetem como
ella as mesmas rugas aos cantos dos labios,
as mesmas phalanges as mos, a mesma
covinha no queixo...
Heitor tinha recuado, um passo e olhava
com ciume para o baro, que continuava a
apertar entro as suas a mo da creoula.
0 senhor de Nossac sorprendeu esse olhar,
a sua colera, por um momento socegada,
assaltou-o de novo 6 fez-lhe lembrar a riva-
lidade que existia entre elle e o joven.
Senhor de fcerdel disse elle cat-
eador ?
Sim e nao, senbor.
Porque sim e nio ?
Porque tenho todos os instinotos da
hobre sefencia, sernos poder por em pra-
tica.
E porque f
te cautela estatuir, que directamente a con-
cesso fosse feita a nina companhia habilita-
da, sempre monos suspeita de abusos ardi-
losos ou do caprichos, do que o manejo in-
dividual, armado do direito exclusivo, que
tantas vezes se torna recalcitrante', como
dilicil de ser coutido. Alias s pela aggre-
gaco do grandes capitaes era possivel alcan-
zar o necessario para eraprezas de tal mon-
ta : qualquer concessionario sem os adequa-
dos meios, nunca podia propriamente em-
prebender semelhantes obras, teria de pro-
vocar o concurso de outros capitalistas, e as-
sim constituir-se elle mesmo o negociador,
em segundo, da empreza, auferindo o maior
proveito sem nonhuma responsabilidade,
nem proposito serio de execuc,o. Infeliz-
mente a experiencia tem trazido repetidas
conlirma^es: sempre que se tem cabido
as concesses individuaes tem apparecido o
trafico da concesso ; e d'ahi o avultado nu-
mero de preteudentes especuladores em ge-
ral destituidos de capaciclade profissional e
de capitaes, e que s almejm o dom &<
privilegio para a venda lucrativa.
(Continuar-se-ha).
VAR1EDADE
nesta gran le escala figurara proteures a es-
tradas de ferro, deve reconhecer o que re-
sultara da facilidade das concesses proviu-
ciaes I
Reiova ponderar no alcance que tem o
complexo das seguintes circumstancias :
O prestigio que, como titulo de recominen-
daQo, sempre tem qualquer empreza desta
ordem, para sor aceita e favorecida :a na-
tural rivalidadc das provincias, cada una
no mpeuho de mais sobresali- na acquisi-
co de to avantajado melboramento ;o
pendor natural do geral dos presidentes em
assignalar suas ephemeras administrac,es
Porque meu tio pobre, e nao temos
monteiros, raatilhas nem cavallos.
A creoula sentio que pela sua vez corava
ao ouvira confissao que o mancebo acabava
de fazer, e este sorprendendo essa perturba-
Qo, levantou com orgulho a cabera e pare-
cen ter tanto orgulho na sua pobreza como
um rei na sua cora.
0 senhor de Nossac cmpallideceu, tudo
se virava contra elle, at a humilhaQo do
seu rival, que o amor exaltara, para della
fazer urna gloria.
Por isso continuou com os dentes aper-
tados :
Pois bem I cacar hoje.
Hoje?
Vinha rogar-lhe -para assistir a una
cacada ao javali, que Simiane e eu projec-
tamos.
Com prazerrespondeu a creoula.
Partiremos depois do almeno. Tenho
excellentes cavallos.
Tanto melhor bar-me-ha o mais
fogoso. v
E a mim o mais manhoso.
A creoula soltou um pequeo grito, um
grito de susto e de amor quasi maternal.
Nao o quero! disse ella.
Porque Iperguntou o mancebo.
PoTque' quebrara os bracos e as per -
as, estou vado I
E passou-lhc de novo a mo pelos ca-
bellos.
0 senbor de Nossac tornou-se lvido de
colera.
Socegue, senhoradisse elle cora
surda ironao senhor de Kerdel bom ca-
valleiro,; em menos de urna hora aguou-me
um cavallo.
Heitor, pela sua vez, fez um movimento
de colera.
E quero castiga-locontinuou desde-
nhosamente o baro.
Heitor tomou a attitude de um homem
quo espera ser provocado.
Faco-lhe presente do pobre animal,
collocando-o na "Obrigacjo de o guardar,
meu joven amigo.
0 tom de voz do bario era protector.
Aceito-o disse Heitor no mesmo
tom.
E como preciso que um tenente de
drages tenha um cavallo conveniente, per-
mittirque lheoffereta outro.
Eunio sou tenente de drages !,
disse o mancebo, estupefacto.]
ESTATISTICA FRANCEZA. 0 governo
francez publicou os quadros do recensea-
inento da populacho da Franca era 1872.
A repblica franceza divide-se em :
87 dstrictosprincipaes.
. 362 sub-districtos.
2:865 conselhos.
35:989 municipios.
0 algarisino total que representava a po-
plago diminuio. Agora nao ascendo a
mais de 36 milhes cento e dous mil nove-
centos e vinte e um habitantes.
Pondo de parte a populaco das provin-
cias cedidas Allemanha, o numero actual
de francezes ainda apresenta urna diminui-
do de 366:936 almas, Comparando as actual
com a estatistica de 1866.
Nos quatorze grandes districtos em que es-
to situados os centros industriaes, a popu-
laco augmeniou ; porui uos setenta o tres
restantes diminuio.
As causas que apresentam como fautora.
d'aquelle decrescimento da populacho, con-
sistein as doenc-as epidmicas de 1870 c
1871 ; na diminuirn do numero dos cala-
mentos, e no dos nascimentos, que sao in-
feriores ao numerodos bitos.
EXPEDIC9 AO POLO DO NORTE.0
almirantado inglez respondeu sociedade
geographica de Londres que nao enviara
nova expedico ao polo do norte, conforme
Ihe era pedido por aquella corporaro scien-
titica.
Ignora que eu sou coronel de um re-
giment ? .
Absolutamente.
E que tenho yma patente de teuenu
era branro ?
Os olbos do Heitor brilharam.
Oracontinuou o senhor do Jiossac,
a quera esse papel de homem liberal dava
vantagenss lhe falta escrever um uoms
e so o permittir, esse nome ser Heitor de
Kerdel.
0 mancebo soltou um grito de alegra,
mas esse grito foi immediatamente reprimi-
do pela creoula.
Nao o quero !disse ella em tom im-
perioso e ao mesmo tempo meigo.
Ah I minha prima...
Quando fr tenente o senhor baro
nianda-lo-ha fazer-se matar.
Ou conquistar um posto de capito
disse Heitor com enthusiasmo aceito, se-
nhor baro.
Se eu o quizer disse a creoula.
Oh I minha priminha munmirou
Heitor, cahindo de novo aos ps da andalu-
zaminha priminha, permita...
Pois bem I murmurou ella comino-
vidaveremos...
0 senhor de Nossac trema de furor.
Comprehendeu que era preciso alguma
cousa para nao recuar indefinidamente e
respondeu :
Seja assim I fallaremos disso depoi.-.
Agora vamos almocar e procuremos o se
nhor de Eervegan sua o filha.
Partirara esta manh " disse Heitor.
E porque ?
Para mandar preparar o quarto de
minha prima. Ma. esperam-nos a todos
esta noute. Mascontinuou Heitortem
urna boa matilha?
Doze caes apenas.
i E'insufli cente para correr o javab.
Por isso nao o correremos.
Ento que conta fazer T
__Cont mata-lo s facadas - disse o
baro, cora soberbosangue fri.
Uma nuvem de admirado passou pela
fronte da creoula, que em lugar de tomar o
braco de Heitor, aoeitou o brago do, bario,
ao qual se encostou como urna muHierse
encosta ao que forte,
(ContinuarseJia.'
TW DO DIARIO RA DUQUE DE.CAXIS.
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