Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12822


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Full Text

AKXft XL1X. NUMERO 22
_ i i .i ii 'i *' ..' i i
PABA A CAPITAL E LIGAHIS OXDE \\0 SB PAGA POttTE.
atMantados T' ." ......... 6JH>00
l'or seis ditos iif/em................... 12&000
Por unj ar no, idem ..............w iJ'OOO
ada numero'avulso...............,'. 320
TERCA FEIRA 28 DE JANEIRO DE 1873.
PARA I>i:\TRO E FBA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiautados............# .
Por seis ditos idem..................
Por nove ditos idem..........,......
Por um anuo idem...... *..........-
W7S0
139500
209250
279000
PROPRIEDADE DE MANOEL F16EIR0A DE FARI & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Amonio Alves Filhos, no Para; Connives Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira d rilho, no Cear; Ajrtuiiio tle Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, noNalal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, en Mamanguapc ; Augusto Gomes da Silva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa dafreida; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, eni Nuzaieth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Fraucino Tavares da Costa, em Alagej); Alves & C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Bio.de Janeiro.
PARTE OmCIAL.
1hovci*iio - N. i.-Eslrada de ferro do Recife a Oliuda e
Beberibe. Escriptorio fiscal, de Janeiro de 1873.
Illnv c Exm. Sr. De en formdade cmn o ar-
ligo 60 du rt'ritlaniento de I i de Ottlabro do auno
prximo pausado, venho enuiprir o doloroso dever
de informara V. Ese. acerca de um triste accidente
havido lioje nesta via frrea por volta das 8 1/2 In-
ris do da no lugar chamad i l'undi, do ramal do
H'l)cribo. 0 laclo deu-se assim :
Trabalhava no ramal do Beberibe desde cerca do
DIB mez a locomotiva n. 2, que, eooi aljamas car-
iocas do servieo, earregava aterro o lastro para
diversos pontos da estrada. Dingia-a o maehi-
nista CaetMO Villas Moas, tendo como foguista o
individuo de nome Aj res Ferreira da Croz. Ira-
urudente e levianamento estes individuos, que, na
forma das orden; -pie tinliaiu, deviaiu eOect'iar as
manobra:; da sua machina nos intervallos das via-
v nidos trens de passageiros. afastaram-se dessas
ordens, e flzeram descera re rida machina antes
quo tivesse subido otreui, i|tie, segando o horario
K'UTihe as 8 horas e 18 minutos da manh. Sltp-
i-)i:do, segundo disseram, poder cruzar eom esse
i: ni no logar Ana Fra, onde ha um desvio,
aventurarara-se elles na empresa, sein calcular
wn duvida as conse.pieiicias de sua imprudencia.
Ao ehegar poueo antes do lagar l-'un ISo, onde a
linlia e mu declivio rapilo e em curva, avistaran!
cites e foram vistos pelo livm cima referido, que
tendo largado da Bnerutithada alguns minutos
depois da sua hora, vinha todava satisfazer o sen
dever. o maehinista doirem que'conduzia a ma-
china n i, 8 se chama Pontos Marinho, apenas vio
i machina n. S descondo rpidamente emsentidu
contrario ao trem que elle guiava, procuron e
eoosegiiio parir completamente o sen trem, mas
nao o pode fazer retrogradir lempo de evitar
um choque, que elfertivamentc se deu entre as
duas machinas, l'or sen lad i o maehinista Villas-
Itas informou-me que enipregou todos os esforcos
para fazer parar a sua locomotiva, naooconse-
guindo, nao p jr ser o terrero em declivio rpido,
mas tamben) porque as rulas nao obedecern) a
-aceo do freio. (Jomo quer que fosse, deu-se o
choque, c gracas a Divina Providencia e somonte
a ella, nao foi elle tan doloroso cuno poda ter sido,
alientas as condicoes em que leve lugar e as cir-
eumstaucias do lugar do accidente e da hora. A
machina n. 4 lieou eom os para-choques diautoi-
roS quebrados, o bem assim eom a plataforma do
roesmo lado machucada. Nada solreram os seas
C'inductores.nem tan poueo os passageiros dos car-
ros que ella rebeca va, os qup.es apenas experimen-
taran! um grande susto.
licou estragado mu carro de ?." classe. A ma-
china n. % norein, solTreu Instante, pois queque-
brou-se intetramente o rylindro propulsor esquer-
So e he assim a cre.iialheira e a alavanca do
freio, niacliucando-se-llie o ietorcendo-se diversas
pecas do apparelho de moviinento e aplata-forma
posttrior.
0 maehinista Villas-Bns foi queimado pela
agua quente da caldeira no braco e na man es-
i1 Ja, e bem assim receben um talho de vidro
no joeiho esquerdo, alem d-5 unta forte pancada
n >^ peitos. O foguista tambeui saldo contundido
i;; quailril e-.i_in-i-.t > n >r urna gjanie^pane.ida,
i defrhii sitii-rmnf'. Amtins-ienraTam saltar
da machan apenas se lhe aligaron-, inevitavel o
;que, e d'ahi vem as fertes pancadas que rece-
berara ao cahir da plata-forma da machina. Ape-
nas tiveram sciencia do acdente, os directores da
ompreza, Dr. Estevo Cavalcaute de Albuquerque
p o major Laurentiaq Jos Je Miranda, remet-
ieran) soccorros para os feridns, indo o Dr. Esto-
van em trem expresso, nio so prestar-lhes os
seus serviros mdicos, mas tambem {determinar
-rvico d s passageiros, ordenando ao mesmo
lampo a reposi;ao de nina das machinas que des-
nc'rrilhara sobre os trillios
Tudo sto se fez eom rcgularidado; os feriaos
i raa tratados e couduziJos para urna casa das
iniiiiediacoes do lagar do accidente, o servieo dos
treas oontinuou depois de nina demora de "cerca
de uma hora, e a machina foi reposta nos trilitos,
Meando a linha livre e de-impedida e sein nenhum
indicio do trist; accidente. Lugo que "iva conlie-
cimeato do accidente, por emumunicacao verba!,
i aci um carro que a coinpanltia poza roiulia dis-
posiflo, em falta de trem, e segui para o lugar em
que elle se dou. And-, uoremde all, ehegar, en-
c-' itrei a estrada nova do Beberibe as duas ma-
chinas que se tinliam chocado ; sendo que a de n.
\ reboeon a de n. 2 e emp rrava o carro de i.'
:,. m, que flcou deteriurado. Pi parar o comboyo,
e depis du ter me informad', do accidente, que at
otan apenas me constava is lidamente, c semde-
ialhcs, e antea affirmativa do que no lugar da tris-
te occurrcnc a nada mais havia voltei para o Reci-
fe na referido comboyu.
Ao ehegar este na curva da Soledade foram dea-
encanilbadas a machina n. '. e o carro de i.' clas-
se, motivando esse desencarrilhamento urna oran-
cbl de madeira que cabio do dito carro sobre es
trilhoj e sobre a qual montaran) as rodas dos ve-
liieulos antes que fosse possivel parar o comboyo.
Baje accidente secundario determhiou a demora
na partida dos trens de carga de cerca de33 mi-
MUtoSfBois que tantos foram precisos para wpor
rebieulos sobre os trilhos e ehegar o comboyo
is oflicinas, depois de termettido no desvio que fia
na Soledade o carro de 2." classe. eujo transporte
tornou-se desde ento perigoso. Chegado as o 11
ctoas, fiz partir em contineate o trem decaiga
para (Miada, mas demorei i de Boberibe algum
ump em quanto fui a reparticao da polica expor
a natureza do accidente ao Sr. Dr chele de po-
lica e ver se S. S. quera tomar providencias sobre
h|'. ou interrogar es presumidos autores dellc,
iu- se achavam, cmno ja db.se no Fundad Ante o
que me ponderaram os Srs. Drs. chefe e delegado
de polica da capital, voltei para a estacao s, e
lis i.'iiinediatainente partir o trem de carga de He
b ;r>e, 1 hora da tarde, iu lo nelle para o lugar
li accidente. Ah chegando, encontre os olTendi-
dos Villas-lfoas e Ayres em casa de Firmo Jos
i > ,>ilva,ea ambos interroguei em presenca dos di-
rectores cima referidos, ijn; foram em nimba
rompanhia, interrogando igualmente ao sea hos-
pedeiro Firmo, que apenas ine sonbe dizer que
aptias vira o -choque, mas que ignorava como
ello se dera e porque se den. Villas-Boas c Ayres
foram accordes em dizer que a machina n. i, eoi
llague a seus cuidados, havia cerca.de tita inezque
estando oceupada no servieo do movimento de Ier-
res e lastro, tinha por habito r a Enerazilhada
fazer aguada ; aproveitando-se na forma das ins-
ir :Qoes receb das, das horas murtas do trafego de
|M.:.igeiros eUBfll as-im dos intervallos das via
dos trens de Beberibe ; que assim praticava
Parque,, havendo pouca ag ta em Beberibe, e re-
ceiavam enes, seus guas, qie viesse ella a faltar
parijas machinas do servieo de passageiros; e que,
-.iendo elles que o trem de passageiros andava
*WT ,anl atrazalo em suas viagens, e suppon lo
Wetn temoo de gaahar o disvio d'Agna Fria, po-
zenm-se caminhi para all, porque era urge i-
la pai i sua machina, alem de que
lendo os I feadores do^lastro deixado o servieo
"ent*p teaj-, ficava Ibes urna hora de re-
jj, i,-r Joaqmn d*. Silva, cal da c .nsn-vacao da
^i.-ad, a querntambem iaterroguei, disse que,
.. J,;-se elle em seus tra ,dhos ua Eucruzllhada
vira ehegar do Becife um trem de passageiro
guiado pela macliina n. 4. o qual depois de insig-
uilicmite demora, Beguira para Beberibe. eom al-
guns minutos de alra/.o |iela hora da tabella ; que
poueo antes disso, d all ( eneruzilhada i partir
tambem para Beberibe a machina n. guiando
alguns carros de lastro, que tinhaui vindo trazer
trra para os reparos da linha na estrada nova
do Beberibe, e que lhe pareca certo que o ma-
coiui.-ta da locomotiva n. tinha visto o referido
trem de passageiros ehegar Eneruzilhada e
pre.lis|nir-se para continuar a sua viagem, como
era pruche e eslava prescrqilo no horario dos
trens.
Esta informacao foi-me depois ratificada nao
so |ielo conduiir do dito trem, de nome Antonio
Jos Pereira da Costa, como taiubem pelo maehi-
nista Pontos .Marinho, guia da macliina n. 'i, a am
b is os quaes interriguei no mea regresso ao He-
me. Alem disso o directores, a quem ja me le-
ii.'iii referido, [iiormaram-me que Ibes onstava
que era eo-lume de Villas-B.ias, gua da machina
u. 2, ir todos os das almocar eom sua familia a
Eueruzilliada, onde elle mora, e que assim ia pra-
tcar quando se den o accidente, leudo previamen-
te recusado parllhar do frugal almo;o dos traba-
Ihadores ilo lastro, emboia fo-se infringir as or-
dens que tinha.
Esta informacao foi-me depois coulirmada pelo
i-ilada Amaro Je Barros i orra, o qual m'a refe-
ri espontaueaineiite, achamb-se. em nimba casa,
aliirmaudo-ine, entretanto, que em Beberibe havia
sempre e ha agua sullicente para todo o servieo
s machinas da linha.
Sentelhaniemenle me informon o Sr. major Lau-
rentiao Jos Miranda, queem Beberibe sempre ha-
via e ha agua su llcente para o servieo, sem
cojtar que do FiiuJiio quelle sovoado a dis-
tancia muilissmo menor que para a eneruzilha-
da de Belem. Em faee dessas asseroSes dosappa-
rece o conveniencia e urgencia da tomada d agua
ua En. ruzilhada, para, a meu ver, predominar o
capricho do maehinista Villas-Boas, em querer al-
mocar naqueile ponto eom sua familia.
Mas, ainda aduiittindo essa nece-sidale c urgen-
cia; nada o pode justilieaide ter infringido as or-
dens recebidas, tanto mais quanto, sendo Beberibe
mais porto que a Encruzthada, esabendo ele que
o trem de passageiros se achava ueste [ionio, nao
levia meelier-se do lugar em que eslava, ou. quan-
lo o lizesse, devia seguir na inesma direecan, eui
que devia eaminhar o trem de passageiros. Por
eousequencia sou (breado a ehegir a conclasao de
que deram aso ao accidente : em prmero lagar
o maehinista Villas-Boas, como director e chefe da
machina n. i, o pial mfringindo ordens, executoa
imprudente e levianamente urna manobra desne-
cessaria e arriscada ; em segundo lugar o foguista
Ayres, que leudo sea quantum de responsabi-
lidade, nao se oppoz ao capricho d'aquelle inaclii-
nista. Acredito que o maehinista Villas-Boas nao
teve inteucao de piovocar o choque de ipie elle
sabia, seria a primeira victima, como foi; e bem
assim (pie elle teve em vi-tas alcancar 0 desvio de
Agua-Fria ; mas me parece que Isto nao o salv
da re-ponsabilidade, especialmente pirque elle in-
fringi nstrueooes que tinha recebido, pondo as-
sim em eminente risco de vida os passageiros
do trem de Beberibe. Me parece em consequen-
ca, muito conveniente, e direi mesmo udispensa-
vel, inflingir-seibo algum castigo, alguma pena,
que alem de oulros devora producir o Batatar be-
neficio de acaulelar o futuro contra semelhantes
abusos e peccamiuosos procedimentos.
Qual devora porm, ser esse castigo, eis o que
OSCapa i minlia perc-pelo, visto como nao encon-
tr nenhum, nein no regulamento fiscal de 11 de
outubrede 1872. nem no regulamento de 2 doja-
Iho de 1870, elaborado de conforinidade eom o art.
S V do contrato de 22 de julho de 188.
Alem disso, a companhia, escudada eom o art.
73 de II de outuhM, ainda nao executou o dis-
posto no art. io ; e, pois me acho inteiramente
despvovido de meios de punir o referido Villas-
Boas, sendo de notar que a propria companhia,
que foi muito prejud cada, quer material quer mo-
ralmente, pelo fado do accidente, apenas pode ha-
ver algum remedio, dando quexa contra elle por
erime de damno.
Nestas condicoes, tendo cumprldo o dispost ne
art. 00 ja Citado, aguardo as ordens de V. Exc. pa-
ra me dirigir por ellas; aecrescentando para fe-
char esta informacao. que tanto Villas-Boas como
Ayres, foram transportados ao Fundan no trem de
carga, que deseen para o Becife, o primeiro at a
Eneruzilhada, onde mora, como ja refer, e o se-
gundo para a Soledade, onde igualmente reside.
Deas guarde i V. ExcIllm. e Exin. Sr com-
mondador enrique Pereira de Lueena, dgnissmo
presidente da provincia de Pernambuco. Fclippe
de Figueira Finia, engenheiro lisca'.
EXTERIOR.
\tr.tn\o ni.
("arlos Luil Napoleao Bonaparte. que foi impe-
rador dos francezes, nascea em Pars, no palacio
das Tuilhcrias, a 2 i de abril de 1808. Sea pai fu
o irmao do imperador, Luiz Napoleao B aparte,
rei da Hnllanda, principe honrado e que deseeu do
throno sem saudades, segundo as patarras de seu
lilho, mal vio que nao era possivel conciliar os
interesaos da Franca eom os do povo cojos desti-
nos tinha sido chamad > a reger. Os irmaos de
Carlos Luil Bonaparte morrerarn um, Na|ioleao
Carlos, o maisVelho. na cidade da Haya, e o ou-
tro, Napoleao Luiz, em Forli, onde foi accomnietti-
do de urna d' enea repentina e expirou apoz dous
dias dt.1 convulsoes nos bracos de sea irmao, Car-
los Luiz.
Contase que n imperador tinha tanta amizade
a este ultimo, que quando o vio pela ultima vez.
na Malmaison, durante os Cem das, foi preciso
arranear-lhe quasi dos bracos o soDrmho.
Luiz Napoleao fez a ua educacao em Augsluir-
go (Bavera), para onde emigrara" sua rniii, a ra-
nha Hortense, entaoj separada do marido. Se-
guio os cursos do gymnasio de Augsburgo, estu-
dou compaixao a historia e as sciencas exactas,
mostrando grande aptidao para estas ultimas. En-
tregava-se smullaneamente a todos os exereicos
corporaes, adquirindo tanto na esgrima como na
cavallaria e na nata^ao. grande superioridade de
forra e destreza.
Na Suissa, para onde depois passou eom sua
mai, exercitou-se na arte militar, applicando-se ai
mesmo lempo, e esiiecialmente, ao estudodas ma-
nobras de engenharia e artilhara, no qual adqui-
ri os conhecmentos de que se Servio quando pu-
blcou o sen Manual de artilhara, para uso dos
ofteiaes de artilhara da repblica helvtica (Zu-
rlch, 1836).
Quando foi a revolucao de julho. Carlos apo-
lelo o seu irmo Luiz pediram ao rei Luiz Felip-
pe permssao para voltarem para Franca ; mas
como Ihes foi recusada, passaram a servir a cau-
sa da revolucao em Italia, figurando testa das
columnas de revoltosos que- sitiaram Civita-Cas-
tellana. Foi _pnr esta occasiao que morreu, em
Forli, Napoleao Luiz. Sou irmo Carlos tambem
cahio doente, e, salvo pela dedicaejio do sua mai,
sabio de Italia eom ella e conseguirn), disfarcados,
ntrodu ir-se em Frailea. O governo, porm, man-
ilou-os immediamente sabir, e elles embar aram
para Inglaterra, dondo depois voltaram a Suissa.
No flm do anno de 1831, os chefes de iustrrei-
cao polaca olferecerain o commando das suas. le-
'mi i aajAibrittho do maicr mitc lo tofts, os
**
seeulos, c dizem que lhe prometieran) a cora
da Polonia. No caniiuho, porm, soube Napoleao
que Varsovia eslava em po ter dos russos e vultoa
para troz. Toruou a |>cdir ao governo da Luiz
Felippe, permissiio para voltar para Franca, a qual
lhe foi nnvameute rocusada (1832).
A morte do duque de Reischtadt, filho do im-
perador, a 22 de julho de 1832, fez natcer m ani-
mo de Napoleao esperancas cuja realisacao devia
ser o objeeto de todos os "seus pensinenlos e n iiui
de'^noda a sua existencia. Segundo a le de suc-
eessao dos 28 floreal auno XII e 3 frimario anuo
XIII, Carlos Luiz Bonaparte ficava seudo o suc-
ces or de Napoleao I.
A imprensa republicana, que va no bonapar-
tismo expatrado uma das forras da opposicao,
animava pela sua parte Luiz Napoleao, eiogiaudo
as publicacoes polticas e militares que elle fez
por esta poca (de 1832 a 183i. Artnand Cai-
rel dizi.a um dia no Sational : i As obras de
Luk Napoleao revelam urna boa cabera, e un) no-
bre carcter.
Em 183b" resolveii elle sabir da obscuridade do
exilio por meio de uma tentativa audaeiosa. De
conibinac'o eom o coronel Vaudrey, que esta-a
em Straslmrgo commandando ol1 regiment de
artilhara, que lora aquelle em que o imperador
operara as suas primeras faeauhas, e secundado
pelo fulur i duque de Persigny. Luiz Napoleao
sublevouna manha de 3J de oiitubro o refarido
regiment.
Os revoltosos apossarain-se do telegrapho, co-
mecaran) logo a impriniir-se varios doerct is e pro-
clainacfies ; mas de repente espalha-se que o sup-
posto sobrinho do imperador pura e simples-
nenie o sobrinho ou filho do coronel Vaudrey, e
no meio da confusao promovida por este boato o
prncipe preso.
Como os pares de Franca hcsitassein em julga-
lo, e o governo tivesse me lo de faze-lo julgar pelo
jury, einbarcaram-o em mu navio e inaudarain-o
para a America
Temendo alguma nova conspiracao, o governo
trance/, pedio a Suissa, onde Luiz Napoleao tinha
ido assistr aos ltimos momento.- Je sua mi, que
o maudasse sabir do territorio helvtico.
O povo suisso subleva se contra esta pretencao,
o governo federal manda reunir na fioiileira 20 a
25,000 homens, quando sbitamente 8 principe
declara que, para evitar maiores perturbantes
Suissa, saldr voluntariamente do territorio hel-
vtico.
Assim fez, e refugioii-se en inglab ira. Aqu
publcou um lvro, Ideas mtpoItMiCat, que tevo
em Franca nnowrosas edicoes e foi traduzido \m\\
a maior parte das linguas europeas Era a apo-
loga da monarebia de Napoleao. como emanacao
da soberana popular e ron agrac/o Je todos os
fados e deas legitimas da revolucao, de que Bo-
naparte nao era para assim dizer mais que o exe-
cutor testaiitentario. Ao mesmo tempo criava
Luiz Napoleao em Franca um novo orgao, o Capi-
tolio, para ajiidar o Jornal do Commercio ua pro-
paganda das ideas napolenicas.
Em I8M), por occalio da tra>ladac'o para
Franca das natal do imperador, no qual o Sr.
Tiiers declarava reconhecer um rei IcgitituOyfez
o conspirador do Strasbujcjo uma,.noy.}. MKilv'aj
para se fazer acclaniar imperador"
Depois de mandar imprimir varias fjromma-
;oes, uma dellas emprazaudu o suffragio uui ver-
sal a optar entre a dynastia de julho e a dyuas-
tia napolenica, e de redigir differenles decretos,
um delles nomeando o Sr. Tbiers chefe do gover-
no provisorio, Carlos Luiz Bonaparte m Ptte-so a
bordo de um vapor nglez. coiq amas cincuenta
pessas, entre is quaes havia algumas -o Sr.
de Persigny, o general de Moiitboloh. o Dr. Con-
neau e outros que estavain ao laclo dos desig-
nios do principe, e desembarca, ua nootede (i de
agosto, a urna legua de Bolonba. Na praia e.-pe-
revam-o apenas tres individuos, um delles len-
te de ama das eorapanbias que davdui guarnicfto
acdale. Os soldados, elctrlsadoa pelono:nede
Napoleao, acclamaram-o e estavam promptoa i
segui-Io ; mas a energa do commandanie da
gitarnicao fez gorar e.-ta nova tentativa, e nao
obstante o tiro de pistola disparado pelo principe
contra o commandante. este consegote repelli-lo
e mais aos seus companieiros. Alguns detam-
sea nado, mas aQnal todos i'o presos.
Desta vez Luiz Napoleao comparecen pecante a
cmara dos pares, constituid;' em tribunal para o
julgar. Tinha por defensores Berryere Ferdi-
nanl Barrol, mas elle mesmo ojlalo*, na primei-
ra audiencia (23 de seteathro), urna especie de
manifest que defina do SCgumte modo o seu
pensamenlo e a su i attitode : i Duas palavras
ainda. ineus senhores ; represento aqui um prin-
cipio, urna causa e una derrita. O principio a
soberana do povo, a causa a do imperador, a der-
rota a de Warterioo... Represeataate de uma
causa poltica, nao posso aceitar para juiz das
minhas vonlades e dos meus actos-, ana jurisilic-
CO poltica. As vossas formula nw illudem nn-
gueni. Na lula que se rava, ha so um vencedor
e um vencido. Se estaos do iado do vencedor,
nao posso esperar juslica de vos. e quanlo i vos-
sa generosidade, regeitu-a.
No dia immediato i 10 de OUtubru quelle em
que o tribunal dos pares profero contra o princi-
/) Carlos Luiz Napoleao Bonaparte a pena extra-
legal de priso perpetua, parta elle para o forte
de Ham. N'uma caria escripia d'aqni, dizia elle :
Nao dezejo sahr d'aqui; porque o meu lugar
aqui : quem tein o nome que eu tenho necessila
da sombra d'um carcere ou da luz do poder.
Luiz Napoleao em Ham cullivava Reres, lia Pierio-
la e escrevia ; sao do lempo do seu captiveiro na-
quella cidadea mnitas das obras que elle dexou
enlre oulras urna acerca de E.cliiW'}30 do paupe-
rismo (1810).
Em 1846 receben a noticia d-- que seo pai esla-
va perigosamente enfermo em ilalia. c pedio que
o dexasseni ir ver. conipromettendo-se elle, sob
sua palavra de honra, a -ulregar-se novamenle
priso. Nao foi satisfeito es o pedido., e o preso
resolveu evadir-se. Effectivamentc, na manha de
26 de maio de 1816 sania elle do forte de Ham,
vestido de Irabalhador e eom uma taboa as costas.
Os soldados nao o conhocerm e deixaram-o
passar.
Qumdo se recebeu a noticia da revolucao de
fevereiro em Lndres. onde elle entao se ahava,
correu a Paris e ollrreceu os oeus serviros ao go-
verno provisorio, que este porm nao aceitou.
Todava os eleitores, as eleicoes parciaes para a
Constitunte, nomearam-o deputado por Pars e
mais tres departamentos. Lamartine pedio que
fosse applicada contra Luiz Napoleao a le de 1832
que bauira de Franca os nembros das familias
reinantes desthronadas ; mai a cantara validoa a
eleicao do princijie. Esla frase delle: Se o
povo me impozesse deveres, havia de cumpr-los,
provocou no seo da asscmbla uma violenta tem-
pestado contra ello. Os oradores da estllenla pro-
testaran todos contra i aquella leclaracao de
guerra de um pretndeme- No dia seguinle Luiz
Napoleao enviava a sua demUso ao presidente da
cmara e sahio de Franca.
Reeleito em selembro por cinco departamentos,
comecou a fallar-se nelle para a presidencia da
geni 'al Cavaignac e it,0 iO a Ledru-Bolliu e Ras-
pad, candidatos do partido ntdeal. No dia 20
pret iva o successor de Cavaignac no poder jura-
me ) de ser fiel a repblica.
D iqui em diante, a Mographia de Luiz apo-
cometa a confundir-so cun a historia de
a, da qual vamos referir os aconleciinentos
Rolavefs, indicando a intervencau que leve
nellab. e ao mesnu lempo nos dastiuns do paiz. o
1 invidente da repblica, depois imperador dos
fraolezes.
Ojirimeiro acto ih) presidirte, apenas investido
da mais alta magistratura da repblica, foi Ho-
rnear ministerio, escollado as diferentes fracees
ila fiaioria da asseinbla, e confiar ao general
Chaagaruier, um dos cheles do partido ordeiro, o
MiiMiiauJo das tropas de 1.' diviso mililar e da
guanta nacional. Por um duplo sentimenlo de
descnnliaitca e conservacao pessoal, a cons ituinte
resolve prolongar a duraeao do seu mandato, mas
cede o lugar a ouira asseinbla mais favoravel ao
poder perante o movimento organisado no paiz a
favor da dissolucao.
Eleita e reunida a legislativa (28 de maio de
1819 i. renascem os conllielos enlre os eleitos do
povo e o presidente. A ex|tedeao de Italia, o cerco
de Roma, donde o papa tinha fgido diante da pro-
elamaciio da repblica, provoca da parte da Mon-
t.uiha urna propo-ta para ser mettido em julga-
nienlo o presidente e os seus ministros e a tenta-
tiva de osurreJcSo de 13 dejoaho, capitaneada
por Ledru-Rollin, que era o chele da Montaulia
Apezar disto, o presidente alcanca da assembla
( 15 de marco de 1830) uma le sobre a organisa-
co do ensino eom carcter clerical. A esle mo-
viinento progressivo de reaccao da poltica presi-
dencial responden) os eleitores nomeando devala-
dos socialistas as eleicoes parciaes de, 12 de mar
co e 19 tic abril. A mainria e o ministerio, pela
sua parle replican) a esta eleicao eom a famosa
lei de 31 de maio, reslringindo o sulragio univer-
sal, fadada para ser o principal pomo de discordia
entre a assembla e o presidente. Nao contente
eom isto, a maioria concede ainda ao governo una
lei rigorossima sobre a imprensa.
A prorogaeao da assembla, do 11 de agosto a
II de novemiro, d lugar a novas discordias. To-
dos os partidos se agitam : os montanhezes publ-
calo mnnfestos; os reali-tas fazem peregrinacoes
a Claremont, onde acibava de fallecer Luiz Felip-
pe, e a Wiesbaden, onde o conde de Chambord
tinha urna verdadeira corte. Pela sua parle, o
presidente visita os departamentos, inaugura ca-
nutillos de ferro, assste a banquetes oficaes, pro-
nuncia discursos, e passa revista as tropas no
Chainp de Mars e em Satory. De modo que a
reuniao da assembla assigualada por discussoes
ardentsimas, discussdes que se prolongaran al
o golpe de estado de 1831.
No comeos deste histrico anno, Luiz Napoleao,
como'que para experimentar forcas, tirn t.nlos os
podares ao general i hangarni-rj que exeivia tu-
tela sobre elle c era apresen'ailo por todos os par-
tidos como o Monck da reslauracao monarchica.
0 acontecimeoto 'de-nuior importancia que pre
ceden o golpe de estado foi a tpiesto da levisao
da lei eluitoral de 31 de maio. A revisan tnlia
contra si na assembla um i forte minora, mas o
presidente quera-T Pela sua parle, o paiz entre-
va gmn paixao no debate. Tinliam apoiado as pe-
tioffes 1 favor d;i revisan os votos de 80 o.nselhos
eraes, Multiplicavam-se as prisfios, os processos
contra o- jornaes; rebentavam tnmultos nos de-
pari nentos ; os do Cher e da Nivre iran deca-
radi,s em estado de sitio ( 21 de outubro). Final-
impue o miuislerio era substituido por oulro mais
doftjl ao pensamenlo pessoal do presidente e roso -
vido a sustentar, pirante a assembla, o projecto
de rastabeleiinento do sulTragio universal.
A asembla, porm, coulinuou a oppor-se a este
projecto. e na sessa > da 13 de novemb.o rejeitou-O.
A situacao nao poda ser mais grave. Ailaran
no ar boatos de golpe de oslado, e lodos esoeravam
que. de um dia para o oulro, a assembla fosse
dissolvda ou o presidente da nqmblira mandado
para Vincennes.
Realisoti-se a primeira hypotlicse Na noiite de
2 de dezembro foram presos os chefes do partido
democrtico e dos parldo: realistas juntamente
cm granile numero de deputad'is, c logo pela ma-
nila um decrelo do presidente, merendado pelo
duque de Morny, declarava : dissolvda a assein
bl aacii nal, rev gada a lei de 31 de maio, retfa-
belecido o sulfragio universal e convocados os elei-
tores. Para fazer face a qualquer revoluc/io, de-
clarado Paris em estado tle sitio.
Teuta organisar-se a resistencia legal. O alto
tribunal de juslica pronuncia Luiz Napoleao Bona-
parte pelo criinede alta Iraicao, mas os magistra-
dos sao obrigados a ceder ante a faifa das bayo-
netas e nein teem lempo tle assignar o decrelo. Na
mnirie do 10." distrcio constituem-sc en> assem-
bla nacional mais de 220 denotados, sob a presi-
dencia do "r. Benoit d*Azy, e declaran) demittido
o presdeme da repblica. Berryer val janella
e aununcia esla decisao ao povo. Mas a este lem-
po ja as tropas tem a tnarie cercada e os depula-
aos nao tem remedio senao dis|iersar-se.
sabido o sangue que corren em Paris. Foi
por esla occasiao que Baudin, representante do
poyo, morreu defeudendo uma barricada.
A repressao armada em Paris e nos departa-
mentos, seguio-se a intitucao das celebres eom*
missoes mixtas, encarregadas de julgar summa-
riamente os homens pengosos ou snspeitos. Fo-
ram iuaudaJo, assim para Cayenna e Lambessfe
mais de 10.000 individuos.
Nomeado em plebiscito, por parto de 7,300.000
votos, presidente da repblica por mais des arates,
Luiz .Napole') promulga uma constituicao ( 11 de
'aneiro -de 1832 ), o decreto expoliando dos seus
icns os Orleans, urna lei de imprensa sujetan-
do os jornaes s advertencias da aduiiiiistracjw,
suspensao e suppressao, e depois de escolher se-
nado e conselho de estado, eoinpe um cirpo le-
gislativo em que os deputados sao obrigados a
prestar-lhe juramento de fidelidade.
Cometa aqui de facto o reinado de Napoleao
III Para ser imperio falla-lhe s o nome que
adoptado, todava, a 2 de dezembro de 1832, de-
pois de um novo appello ao suffracm universal.
que foi o instrumento de fortuna de Lu z Napoleao.
Como fcilmente se conlprehender, este modes-
to resumo biographico nao pode ter a pretencao
de coulinuar a seguir passo a passo uma existen-
cia que a historia de 10 annos de reinado.
Alm disto, sao tao eonhecidos os acontecimentos
que, na paz e na guerra, na adminisiracao e na
diplomacia, na fazenda e as obras publicas, en-
cheram aquelle reinado, que achamos escusado
recorda-los. Aprecia-los, nao tarefa que caiba
nos curtos lmites d'unia Mographia, e a occasiao
seria mal escolhida para o fazer.
rinda Dr. enrique Pereira do Lacena a eom-
mandaaJe das armas interino coronel Jos Mafia
Ildefonso, sao aeomoatihad is pela respectiva com-
misaao ios lagares, que Ibes haviam sido destina.
dos ; e, estando presentes as ollicalidades de dif-
fereutes corpos de linha e guarda nacional, com-
missao da soeiedade dos Henriques, varas pe.-soas
gradas e um crescdo numero de ddados de
todas as classes. verilicoii-se igualmente a pre-
senca dos segointes socios Sis. Drs. Aprgio Jus-
Iniiano da Silv.i liuimaraes, Jos Soare- de A/.eve-
do, Ignacio de Barros Brrelo. Joo Ba|Misla Rt!
guaira osla, Manoel Joaquim Francisco de atoa-
ra, lunocencio Seraphico de Assis (iarvalho, Ger-
vazio Bodriguis Cainpi'llo, Benjamn Soares de
Azevedo, Francisco Jaeutho de Sampaio, Joao Jos
Piulo Jnior, Antonio Wtruvio Pinto Kaiideira e
Accioli Vasconc los, Joao Diniz Itibeiro da Cimba,
Alexaadre tle Soasa Pereira do Quino, deseiiib.r-
gador Alexaadre Benurdiao dos Res a Silva, ca-
pitao de fragata Francisco Romano Stepple da
Silva, coronel Antonio Gomes Leal, brigadeiro
Francisco Joaquim Pereira Lobo, coronel Jos Ma-
ria Ildefonso, lenle coronel Alexandie Augusto
de Fras Villar, iitajores Jos omingiies Code-
ceira, Salvador lleariiiue tle Albuquerque, conego
Lino do Monte Carmelo Luna e eirurgiao An Ir
Foi reir de Almeda.
O Sr. presidente depois pronunciou algumas pa-
lavras em relario ao assompto o declarou aborta a
sessSo.
o Sr. secretario perpetuo proceden a leitura do
relatoiio do auno social lindo.
0 Sr. Dr. Aprigio, como orador, leu o seu dis-
curso.
Os Srs. Peliuo Guedes e Gregorio Nazianzeno
Baptista Doarte recitaran aquelle urna p esia e
este um discurso por parte da soeiedade dos llea-
riipjis.
O Sr. Dr. Joaquim do Aquino Funseca.obtendo a
I,m-I;i i'.ien ron veniente^- (i Sr. Dr.
Rayinundo Mendes Vianiia pede-nos para dectarar-
inos tpic S. S. natural da provincia do Maranhao.
e nao da do Rio de Janeiro, como foi menciona-
do na relacao mandada publicar pela cmara mu-
nicipal do Recife.
Fullt'i-iiiii'iito.No hospital de S. Jos, da
cidade de Lisboa, fallecen no dia' do corrente, i
tlistincto professor de piano lunocencio Smoltz.
que por muitos anuos aqui risidio, gozando geral
syinpathia e merecidos applauaoa.
EenaoMm que amigos seus e algnmas de ana-*
discipulas d'aqui, preieiidem inandar-lhe satra-
gar a alma eom um solemne otcio fnebre.
O Sr. A. Jos de Azevedo, i ra de Barao da
Victoria u. II, est aulorisado a recabar os dona-
tivos das pessoas que por nina ou outra razio s-
queiram aasociar aquella manilestaco.
t imiii:nhiii hulemnisailora Rea-
lisou-se bontem a assembla geral dos'accionistas
dessa companhia de seguros eom o lim de ouvir
a leitura do relalorio annuo e proceder eleic.
de nova directora para o anno corrente.
Achando-se publicado no numero de hontcn
desta folha o relalorio e conla cornmte do and-
prximo lindo, foi dispensada a leitura de taes
pecas, passando-se a eleicao que produzio o se-
guinle :
Aisemblia geral.
Presidenle.Counnendador Antonio Gomes d*'
Miranda Leal.
Vico-presidente. Manuel Jos da Silva Gui-
mari s.
I' secretario. -Manoel Joao de Amorim.
2' dito.Jos da Silva Lovo Jnior.
Directores. Joao de Silva Regadas, Antonio Jos<-
Leal Iteis. Francisco Ferreira Baltar.
Supplenles. .los Antonio de Carvalho C JoaV)
Jost'i Rodrigues Mendes.
Coimnissao fiscal.Luiz Jos la Costa Amorim.
palavra, offorece ao Instituto por sen acto expon- Joao Quirino de Aguilar. Jos de S LeRio Jnior
laiii'o e desejos manifestados por S. M. o Impera-
dor, a copia in.inn.-cripla de uma brochura raris-
sima que exi-ie na biblioteca de Santa Genoveva
em Paris, eom este titulo -lriece retalio ietEIat
de Phe nuMbuai dedie f AsMKtbl des XIX
SWetl Ind. par
Festiviiluile r torcircuuis-
tancias extraordinarias, tleixoude ser celebratLi
no domingo ultimo (2li| a testa de Jossa Senhora
da Coiiceicao t|iic se venera na capella da estrada
de Joao de Barros, tirando transferida para do-
mingo prximo vudoiiro (2 de fevereiro) eom
note sera
intermedio do tao todo o esplendor e magnificencia. A'
queimado um lindo fogo de artificio.
I Ji.-aii-i Pelo successo ipie ha obtido a
i epresenlacao do naufragio ia frag n Iheatio de Santo Antonio ser elle aimla levad
i scena as noutes de boje, amanlia e depois.
i'j'it^-r.'iiiiniti Com este numero distri-
buimos o prognmma do curso normal para seoho-
ras, creado pelo conselho director da soeiedade
in.-ti uecao publica, na parochia de
pour la tres nuble coowagiiie
Amjuste Gnetle, tiblida por
festejado historiador do Brasil o Sr. Fernando De-
niz. bibliotecario daqullee celebre repositorio ; e O
mesmo Sr. Dr. Aquino promeite tambem fazer
p esente ao Instituto de una collecciio completa do
Th'/phix Pernanibacaao do fallecido Frei Joaquim
Caneca a outros mpressos e maaaacriptn de
grande mrito histrico e bem assim nina ntoeda
de ouro do lempo dos bollan, lezes.
0 Sr. Dr. Apngio oftertoil ao Instituto em nome propagadora Ua
do Sr. Francisco do Brasil Piulo Bandeira e Ac- Santo Antonio,
eioli de Vasconeellos. um Elogia dramtico em Hospital portu^no/.- Est de semana
app/uN0 oo dia -7 Janeiro, preceditlo de uma Sr. inordouio Manoel Francisco Pontea.
ole offerecida aos manes dos restauradores de 0 movimento das enfermarias tle 19 a 23 de
Pernambuco eao Instituto. Janeiro foi o seguinle: existan) doentes 6o, en-
O mesmo Sr. Dr. Aprgio proceden a leitura de traram 31. sahiram 23, fallecern) existen) 60
urna memoria sobre Joao Fernandos Vieha, em 3uti<*i;is Ruin. Des jornaes de Por-
refutaeo is proposiedes emittidas pelo Sr. Adollo lugal extrabmos os seguintes telegramuias de Ko-
Varnhagen em sua obra Historia das lulas com ma, em 21, 28 e 30 de dezembro, e 6 de Janeiro
Ot liollan:h':e< n. Brasil. curenle :
Terminado assim o acto, retiratn-se os Exms. o papa ao rereber os einpregados tos tre?
presidente da provincia e commandante <*> ar- niinisierios. que ihe foram apre-entados pelo car-
inas interino com as niesinas formalidades com deal Berardi e pelo Sr. egroni, respndeu is
que entraran!. I suas MieitaeSes o seguinle : As grandes cala-
0 Sr. presidente, convidando os socios reiini- midades |Ue ferem os dous mundos sao avisos do
rem-se a 13 de Ibttreiro em assembla geral de reo para que os homens se convertam. Fallan-
eleicao. den pur linda a sessao. |doem seguida das oracoos e peregrinacoea que
MoeieAade Propaxiadura la Ias-,por toda a parte se fazem, e da firma constancia
Irne^Att Kaabllea. sb a presidencia do Sr 0 episcopado. Pi i\ disse : Deas livrar-nns-ha
Br. OlympioMarques, realisou-so no dia 19 do'a linal d lanos males, e dar paz ao mundo.
corrente a primeira sosso ordinaria do conselho Sua santidade recommendou constancia na f e
paroehial de Santo Antonio, com assisteacia dos obediencia i Santa S. Q'iando btncou a henea..
meinbros do ronselho director, fallando apenas, sobre as pessoas prsenles, linha o ro.-io marejad
sem cans participada,oSr. Lino,abre-se a sessao. de lagrima.-.
l..'--c e approva-se a acta da installlacao do I Os ministros do Brasil, da Blgica da Austria
conselho director o eleicao de seus fnnecionarios.' e da Bavera foram f-.-Mfit.tr o papa por occasiao
Sob proposta do Sr. fheaoureiro siin approvados I da sua fasta patronal. Pi IX recebeu em seguwLi
para socios os seguintes senhores : Oiymnio Gou-1 os antigos offlciaes do seu exercito, aos quae-
cal
Felippe da Costa. A. J. da Silva do Brasil, A. Gon-
calv de Azevedo. J. dos -autos Lima, Domingos
F. ta Silva, M. IVi\-:ira Bacellar, J. Narciso da
Silva. J. J. de Oliva. Clementino de F. Tasares.
Manoel J. d^ Arroda. J. Geuiiniano de Anuda,
Pedro .1. de Arruta, J. Baptista da ruz, J. de
Azevedo Aiidrade. J. Monteiro da Cruz, Bernardi-
no r. de Rozende Reg, A. dos Santos de Oliveira.
Joao Alves de Quintal, M. Jos Carneiro, A. V.
da S. Barroca, J. R. da S. Barroca, A. G. do R.
Barroca, J. J. da F. Bastos, A. A. dos Santos Por-
to. Viviano da S. Caldas. Belarmino G. de Albtl-
querque. Ilemelerio M. da Sih'.i. Manoel R. da
Silva Filho, F. de Paula Mindello, J. Olintho Bas-
tos. Demetrio A. de A. Bastos, C. A. do Assis Ges,
Joaquim Antonio de Mello, Drs. J. E. F. Jacobina,
Gervasio R. Campello, Floriano Coi rea de Brito.
Manoel R. da Silva, F. Pereira da Silva e a Exm.*
Sr.* U. Jnanoa F. da Bosa e Silva.
Sao igualmente approvados sob proposla de di-
verso- menibros do conselho os seguintes senhores:
Drs. A. Epamlnondas de Mello. Manoel Netto C.
de S. Bandeira, Alvaro Cainiilia Tarares da Silva,
Miguel Figueira de Paria, i osme de s Pereira,
Felippe do Figueira Paria, J. A. dos Sanios Mel-
lo, de.-eiubargadorF. Domingues da Silva. Jos
Alexandre Ribeiro. A. J. Rodrigues de Souza, A.
J. Duarle Coimbra. Ilenritpic J. Alves Ferreira,
Hvppolito J. Roberto, J. Walfredo de Medraros, J.
F. de Medeiros. J. Pires da Silva, Manoel Antonio
fhmcalves, M. Antonio Viegas Jnior, M. Marlins
Piusa, vigario Antonio Marques de Castaa, A.
Domingos Pinto. Albino da S. Leal, Francisco da
S. Rege. J. Goncalves de Medeiros, Barao de Na-
rareth, Antonio'Christani. Tboma< P. de "arvalbo,
M. Moreira de Souza, Antonio Bernardo Quinleiro,
J. Nogueira de Souza. Mimrrvino de Souza Leao.
Florencio D. da Silva. Guilhcnne A. de Athayde,
Pedro O. de Cenpiera. Drs. Jos Diniz Brrelo, J.
B. I ciioa i .ivalcanli. F. tle Piula Peana, P. Gomes
Prente, Ignacio Alcebades Velloso. Alfonso Ar-
thur C. Je Albuquerque : e as Exinas Sras. DD.
Joaquina A. into da Silva. Olindina C. Franco tle
-a. alaria lialvo de A. Dornellas, Maria Candida
B. de Magalhaes e Margarida Alves Vianua.
O r. tlk'soiireiro piope que se devida a paro-
chia ein secodes de uma ou mais ras, conforme
as conveniencias iconselharem e se nome para
repblica. Para ganhar o apoio da burguezia e
da democracia.intelliger.t3, Lui Napoleao publcou
um manifest eleitoral no qual promettia respeilar
os intereases e os direitos da ordein, da religio,
da familia e da propriedade. O re.-ultado desta
linguagcm, junta ao prestigio do norae de Napo-
leao, foi, no dia 10 de dezembro, ser eleito presi-
dente da repblica francoza Carlos Luiz Bonapar-
por 3,itt8,83i voto? oin !,'-o9,l66 daJos ao
PERNAMBUCO,
REVISTA DIARIA
Instituto Arqueolgico.Eis o tran-
sumplo da acia da sessao magna do Instituto Ar-
cheologico e Geographicn, que hontcm teve logar:
Sessao em assembla geral do il. anniversaro
do Instituto em 37 de Janeiro de 1873.
Presidencia do Exm. conselhciro luonsenhwr
Muniz Tavares.
A' i hora da tarde, depois de recebida a con-
tinencia da brigada, postada em frente do edificio,
os Exms, Srs. oommendador presidoutQ da pro-
cada uma tlessas sceles urna connnissao destina-
da a aagariar o maior numero possivel de socios
as condicoes marcadas nos estatutos da soeie-
dade. Assim se vence.
Sob proposta do mesmo Sr. thesoureiro sao Ho-
rneados oj Srs. Antonio Goncalves de Azevedo, J.
Olintho Bastos e Vivan) da Silva Caldas para
membros da commisso q\ie tem de procurar e
obter socios na Ia seccio da parochia, ras do
Mrquez de Caxias e largo do Livramento.
Nao havendo mais nada a tratar, levauta-sc a
sessao. Eram 9 horas da ntte.Olympio. Mar-
ques da Silva, presdoute. -Joao Ferreira Villela,
secretario.Albino Jos da Silva, thesooreiro.
Jorge Dornellas Ribeiro Pessoa. Jos Augusto
Ferreira da Costa, eonselheiros.
Vapor-." a sahii. Boje a tardo o Cnru-
ripe, para Mamanguape ; no dia /!, o Gjjho, para
Aracajd e escalas, e o Ipojuca, para a Granja e
escalas
Roubo.-Os ladros |>cftelraram na casado
Sr. Jos Joaquim Pereira. Je Oliveira, ra do co-
ronel Su i.-suna, prcot^ado a arrombamento das
portas da mesma e, ^onseguindo roubarem "cerca
de 80* em sedttfog e diversas obras de ouro o
prata. 0 que extraordinario que isso deu-sc no
dia 23 do cor^ento s 13 e meia horas do da (I)
disse .
Regozijo-me por vos ver am redor demim
Estaos desarmados e a causa disso est na male-
volencia dos lempos ; comtudo nao desejo a guer-
ra, porque a paz um dos mais bellos doa do
co. Da mesina forma que saccedeuaGohafltc
a Holt.ferncs, a revolucao roorrer s suas pro-
prias maos, porm s Dense quem sabe quando
chegar cse momento O discurso do papa Cd"
umitas vezas interrompido por applauaoa.
0 papa receben honlem 311 muitos romano-
pertencentes uobreza. Respondendo a sua feii
ciiaeao, iio IX fez elogios aristocracia queflet. i
Del. Disseque 'esasamart a aristocracia,eque
elle propro qulzora tambem naseer nobre. A
aristocracia o o clero, accrescentou, sao osdoo"
apoios do Ibrono. Os llironos sustentados pelas
classes inferiores e por aquellas que vivera na
ineredulidade sao nuiiio fraeos, Se os thronos, a*
mais justos, nao teem resistido ao choque, com
poderao resistir os thronos fundados sobre l
justica, o roubo o a calumnia ? 0 papa termi-
iiou lembrando alguns fados da Escriptura Sa-
grada o instando para que se espere em Deiis
lioje d>- uaiih Pi IX receben o pessoal dos seu^-
Iribunaes e o collego dos prelados. Respondend'
sua felicitaeao, o papa recordoii a historia de
Tobas, que consoiava e ajudava todo o mundo,
aecrescentando que elle fazia teinbem todo o pos-
sivel para imitar aquelle.
c O papa receheu honlem o una numerosa de-
putacao de irlandezes. l'm magistrado do cantS')
de Kerry oflreceu a Po IX urna somma para >
dinheiro de S. Pedro e leu urna felicitaeao, na qual
se enumeravam os beneficios prestados peto pa
pado e se deplorava a ingratido dos povos. En
seguida pr.ileslon, em no.e do^seus compatriotas,
contra a espotaco feita ao soberano pontiiice, a
guerra movida 'igreja e a siippres-o das ordens
religiosas. ) papa respondeu agradecendo o
accrescentou que tinha mnitas 'pravas da dedi -
cacao dos irlandezes a Sania S. a Nao de ad-
mirar, disse, que o papado seja victima da ingra-
tido, pirque Jess soifreu a inesma surto. E
Deus que assim o quer ; continuemos no entre-
tanto a pugnar pelos nleresses da igreja, por meio
da f e da persoasao. Pi IX concimo |M>r alwn-
goar a Irlanda, felicitaudo-a por continuar a con-
servar a f.
rVaufragfn do Genuany.-Em noas i |
pagina damos hoje a narracao do naufragio d i
vapor inglez fermany, que serv de complemento
ao quo dissemos chegada ao nosso porto o vapoi'
francez Mendoza,
Krro da polh-ia fiancer.a.-Ba p
foi roubado um joalheiro de Paris, o Sr. aWieri.
Segundeas indiracoes por este dadas, a oolii'iv
franceza capturenVin Bolonba una senhi-ra m-
gleza, lady Flakner, consorte de nra ligur:u.
que habiU eh Londres, e obrigaramii ir a
Paris.
Ah se reconhecou o erro commettido de
prender pessoa completamente innocente.
Deram todas as satisfacoes possiveis a
Flakner; porent ella nao se conten
com palavra?.
Agora, o governo inghz, por intorvoncao u
lord Lyons, reclama ao governo franeez tic
para erein perseguidos ante os tribunaes os a,
tes de polica, quo attentaraui cojvtra a h..i.ra o
consderaco d'aquella senhora. ,
isto uma ospecie do caso Rosa* que tanto na
feito gomor prelos oni Portugal.
Qae Iuko. -As loiascom asArennes ou co.-
somUs do Nata!, em Paris, eto luxuoaoicaie
a.lV
soui uto



t

Ja-.
{%


^MHpM^MW
ti
Draiiodc Peniambuco Terqa fcira 28 de Janeiro de 1873."
Y
i
-preparadas, apresen)ando o mais
aspecto.
Ha prineipalmt-nti orna i[uc est arrancada,
como qualquer jala da onais alta elegancia pa-
risiense. Tem 5 las '.res riqu ssimos c del piaras
de crysial e bronVe airado ; ; illumir-agae c toda-
a stearina de core; as pareces sao forradas de.
seda azul; o tapete da prmjira quaidade, e as
cadeiras e canaps estojados, de velado e 'ro
maior aevihtc; mas o que sibri
all a Malicie do publico a I i
de todos os objctds que cstao a
dcshuabrante Um paceepr diijusm., cerra da pejkP lo
Gahlrno .Vives Ferrara.Ao emHWkfo, para de-
clarar era que condiciJes est a casa e n se
valor.
O Jiro du licalda fregucia (lo S. Fiei Pedro
Goncalves; communieando ter abatido cano 4
esgoio. das aguas puiviacsjio caes do.Apollo.
Que se leve ao conhecimento da presidencia," pe-
dindo que mande concertar.
apresentan a
tudo diaina
4a exposigao
venda .
Ten sido cxtrafrmiiaria a concurrencia as
lojas de prmeira ondeo; lia pessoas que esperara
mais de uina hora para poder eeiuprar qualquer
objeclo. As caxehras, que vendem u'essas lojas
>o todas raparigas col 11 idas pela sua ormosura.
vstao penteaibjjse vestidas a ultimo p.to. II
finalmente certa lojas q**1 i.iais parvean man-
sao de fadas, que eslabelecmejuos de venda.
Cara Pearl. A celebro Gen Pearl, alias
Kraraa Crutch, muito conhec:da era Paria e as
cidades de aguas pela sua vida galante, tendo re-
refeMo irdein do cnmmtssario depotre par sabir
de Pars, pedio-lbe algnns das de demora, atim de
arromar os seus negocios; ac (pie o coniinissario
de poicia respondan que dara piule lo pedido ao
pi-efto.
Mr. Duval, a quera nos j nos referimos n'outra
noticia, tera tido mnita febre, e arha-so cm graHde
estado de exaltaco, rom a idea de que mandara
vihir de Paris (Jora Pearl; motivo porque ella
contina a residir na capital A |tropria miie de
Mr. IHtyal, que si; ac a muito afflieta cota a doen-
ea d i filho, insta tambera para que a beroina d'es-
t" imraoralissirao roraanre ii so veja obrgadi
p ir ora a sair de Paris Mr. Duval quer que ella,
wmo subdita inglcza que irequeira embaixa
"di competente, atim de nao ser eonstraiigida a
abandonar as margase do Sena
< isas de cintii-estimo.-Era Inglaterra
protunlgnu-so agora urna nova lei sobre as casas,
a que entre nos o vulgo chaiaa de prego. BFsSM
lei obrigam se as casas de eir prestaos sobre ps>
nMores a pagarera una licenga dedez libras cada
ana.
(Juandi) algtun estabelecimento d'aquella nature-
/1 l'ancciona sera a competente autorisaeao, paga
a multa de rtnceeota libras.
A mesina lei torna os dono? d I 'i'imeutos i'esponsaveis pelo risco de fogo, para
neta os dorios dos objectos eiupenhados, durante
o tempo convencionado do emprestimo ;para
so os emprestadores licam autorisados a fazer
tiaaa seguranca geral coi seu aonie.
Havendo ministro, o emprestado!- pagase do em
presumo e do juro que estivr vencido, e rcstitne
ao mutuario o exresso d) valor do objecto empe-
i hado.
Sniritlfo.No dia ie Nalal chegou a Msrsej
< vapor iagesi Qreat Britain, viudo de Mel-
InlMIMI
A tripul-ir i do vap-r deu pirle que o cominan-
daote captii Cray. It. N. K, desapparecera ao
calo de tr.n'a dias de viagem, suppondo-se, posto
rae ninguem isso vira, que se laucara ao mar da
jaasHa do sen c imari n, [lo-'s ilesde que nina ina-
f.'v. para alli dra visto entrar, nunca mais appa-
rerera .
Pica-so dnvidoso se Mr. Gray cabio involunta-
rlam'Mite ao mar, 011 se o suicidio foi a causa do
seu desapnarcciiBcat*.
0 captis (ray c.mtava cincoenta equatroairaos
>k ilade. era casado e tinha tres tubos, todos os
:ata liaiiibini era Liverpool
i-li tnlxtu a llbf-rditilr.-l iii horaem
ie cu IH.' |V,i;i eondemaado prisan perpetua
>ra solt lia pone*, em virtudo das eommutaeoes,
qna por mais d" tima vez o tiiiMara favorecido.
Vnda assini vinte ano havii c insumido a vid
c ideia.
Sabindo agora, i'ii pira sita casa, pereraahi en-
urtrarara-no enfir&tdo.
\o deixou escripto algum. ignorando-so por-
tanto <|ual losse o uobH ipie evon a dar oatti
da Ida. miando todos peusa<-am apreciar o sui-
ida a liberdale pardida por tantos anuos, e (to-
sejar viver airada os anuos que poderia existir,
'-to contar seesenta e tres da dada.
Pensando fazerem-IMe na I neieiorentregaade
preso :. saoiedade e deixando-o gozar o ar da
fberdade, tornarara-o um suicida.
Trrrivel pfrttirha-ai> de hiii f^s-
fi.De um serio desastre d:i conta o Tinten
'' V-
N i sali das missoes de Salford estavara du-
n atas pwseaa, iki dia de Natal, tomando um eha.
que era ofercido pela COy SRttion Stnieu,
loando sabitanoatneMeo sobndo abateu, catatado
'ii deposito de carvao, gente, cadeiras. bancas
a servicodo cha, .
L*ma senil ira ten urna peina quebrada, sete
ia< Vmrii maltratadas por eontasaoo urnas
' escaldadas con o cl anuido as urnas
:tr.s. /
.Viada hueve mais dcaaaoii pessoaa feridas, das
^s oito nio podarain ir para.suas casas.
Vo muito apreciavei o modo de construir
lasas, em que estabilidade da construecao tao
.muco se atiende.
VIullier nuil!.....nada marte.
siagk de ser pronunciada urna sentenca de mor-
nitra nina mnlber, por crine dfbomicidio,
UM iiiaiiil.ii.uia e cnaJjtivan e.
ya inegera, como Ibe chaina a Opininu Sacio-
!e, era casada cora nm tcabalhador do campo,
itrctinl.a relaeoe rrimiu isas coa nm propnot
: ario chamad.) Anscl.
A niulher por iniis de urna vat tentara en vene-
nar o marido, ora coin massa pliosphoriea, ora
i verdete.
'ir lim. aaensalhoa ao arate de malar o
ido: oometho que foi tomado, assalariando
1 um inicravcl para o eo:jljuvar.
.'.lando o homicidio se. eslava perpetrando, a
ira infernal bradava ao amansa:
Estrangula o; aperU-lbe a garganta I
Qaajnmmado o crirae, o-< dais assassinoshvol-
raan o cadver njuma japona e for m lanoa-fo
uma ribetea.
A justica apodaroa-ne da mulher infama e do
.' laute, escapando um dos criminosos.
O tribunal condemnou a megera inorlo,
a sen complica a irabanos faraanoa perpetua-
. ente.
s-eiUu-s. Caafuamc esta nnnarladn dan
r tugar boje, por iuleivcneao do agente Pinto,
. venda era leilao de diftareatas voluraes cora
lia d'agua salgada, contend chapeus fran-
a, calaados, etc., s 10 e tocia horas da manlia.
escriptorio do mesmi agenta; cal hora da
1 a d; lX) cuuhules do ac em verga, no ar-
uiasam da ra da Zenzala Vclfea n. lli
FawisaR-elrws.Viudos de Maasaagaapa no
vapor brasileiro Cunt pe :
3o Aivus l'eiieira da Cti.iba, Jos Joaqnim
i'->-nveira, Vkonw Ferreirade Carvalhe, Manoel
I .pe- Angelo, Epaminoiidas I. Brito, Marcelino
' i mdido da Nevos, Jos Flix do Hugo Barros.
Jas Ferreira de A adrado, Fraucisco PulcherioJ.
ndiade Filho, teiienle-coi onel Francisco Hru-
i Jaaowu I. -yyii.i. Jos (aicia do Amaral, Cle-
': Lima Joao Fraucisco Maia, Joao Pinto de
M iraas Navarro. Manoel J.; da Silva Araujo,
' 3 feravos a entregar.
indo que mande concertar. de que acjm
Oiitra do iMcal di fregueeia de Santo Antonio, ^icsideriefa o
cimmunicando que. sogindo lhe inforiuou o di-
rector das obras publicas, pertencem ia obras dqJ
blicaa as ni.tdeiras existentes no armazoai dj (.:u-
lahouco, e que devem ser removidas d'aquelle
predio os nuares objectos que alli tem a cma-
ra, |>or elle ter de ser vendido era basta publica.
Ao procurador pira remover.
Oittro do fiscal da fragueiia de Nossa Senhora
da (rara, remetiendo um termo de vistoria feit
na anea n. iTsrfct a- ra do Venlnra Ao ar-
chivo.
Outro do administrador do inaiadourq. do Ptjo
da Panella, solicitando da cmara diversos tMTji-
sis de qae precisa aquelle estabelccimcnto para o
Sttl f*il "ff^T.'^^n CT'lnt!1^T*H,> 11** p**ftfM3.
Urna carta de Enler Waeny P-.. olTerecendo
cmara a venda dos pesos e m didas do systema
mtrico -Inteirada, e que se responda.
lima peti(,ao de Jos Francisco -Airas Quintal,
pedindo licenca para abrir a refliiaria da casa
n. 5)' da ra do Baro do Triampho.-A' com-
raissio de sade.
(.ilro do bacbarcl Manoel Pereira de Moraes
Piabeiro, pedindo exoneracao da lianca pie pras-
lou ao capitao Joan Jos da Gnu Muuiz noemprego
de cobrador do imposto de 310 ris mensaes des-
tinados ao servicn da limpeza da cidade, visto
acbar-se extincto aquelle lugar. Ao contador.
Outro de Maria Candida Ferreira. pedindo li-
cenca para abrir a podara ra de Capitao Lima
n. 4. A' coramissao de sade.
Outro de Jos Manoel de Araujo, como procu-
rador do arrematante da obra do mercado publi-
co, pedindo caraira que se antecipe em pedir ao
Banco do Brasil o importe da segunda prestan.
do oiiipresihno ontrahido eom o me-uio Banco
para a construccao de dita obra, para que esteja
prorapia a importancia do pagamento no lempo
apra/.ado.Que se ollleie ao Banco.
Outro da fiara Isabel Egydia Poggi de Figuei-
redo, pedindo o pagamento de" :1005. preco por que
cnntratou a desapropriacao do terreno, que faz
praca na jonecao da ra do Corredor do Bisp)
Quo junio o sen titulo.
Outro de Libanio Candido Ribeiro. pedindo li-
cenca para mandar construir uma salgadeira de
taina no lugar do matadouro do Peo da Panella.
Ao engenheiro.
Despaeaaram-sa as petigSes de Aniorim & '>..
Antonio limaco MoreiraTemporal. Antonio Hilar-
te Carneiro Vianna, Antonio Joaquim Conralvos
Fraga. Braga d; Pimentel (2), (jOStodio Maria Car-
duzo, Domingos Bernardino da tamba, D. P. Wild.
Francolina Mana Carduzo e outras, Francjsco de
Soma Mego Monteiro, Francisco Paulino 1-opes de
Ahueida, Frederico de Castro Carneiro. Francisco
de Araujo Nett i, Francisco Antonio de Albuquer-
que e antros, Herinanu Walter. Jos Jacome Tasso,
Jos Ignacio da Silva Porto. Joao Lopes Ferreira
Jnior, Joao Jos da Silva, Joaquim Manoel Fer-
reira de Soma, Joaqnim Jos de Parias, Joaquim
Francisco de Mello, Leopoldo Ferreira Martin? Ri-
iK-iro. 1-niz Jos da Costa Amorimli), Sbnoai
Jos da Silva, Manoel Pinto AleNandre, Manoel
Antonio de S, Manoel Spiu lula de Mendonra, Ma-
noel Pimentel da Motta, o mesa regedora" da ir-
mandade de S. Benedicto, Maria Joaquina da An-
niinciacao, Octaviano do Monte Donato Paraizo.
Pelino llerculano de Figueireclj e Pedio da H^ra
Santiago, c levantou-se asesao.
Eu, Lmreneo Sezerra Carneiro da Caaha, sacre*
tario subscrevi.
liento Jos ila Costa. pro-pre-i ra Freir (lameiro. Dr. t'e.tirJ-j Qometi
Sottza Pilaihja. Manoel Joaquim do Reyo e A'-
bwjnfrqae. Dr. Silrio Tcrqu'nv^ Vlat-Bcf.-
Dr. Pedro de Athuijde Lobo motcoto.
9
:UUCACOES A PEDIDO.
E p ir que os poderes competentes c o publieol
dfivum ter rabal conliecimento daasBbjAlwias i
que sederem en qic-tV. laijiravc, cobayl
que entea.le ciut os ineresscs raes da y
que o .Ibaixo assignilo a Haz la/, d-i pablici-
dae, aguard^ado-se para dejwis, epportunatnento,
se necossario for, desvendar os mystcrios todos
della, porque os ha; visto como, a representacao
iuia se trata pende anda de decisao da
^
dj sejulga
a can
sobre a di
assignail
crranle,
tnettai M
dMnnara umnicip, que abida nio
rasiimidea sobra ella. ^H
T>'iulo-se aggravado o Sr. I-Yanjaico Rufino Ba-
tia^.i lli-ag.i que, na q lafidade de tirelianti, que,
"jdicado Rom o iitMb da presiden-
ininipal, chamando -ia attencao
cao ila saqreiladij qae tem o abano
nra de dirigir; foi, no .lia 23 do
gar de seo traball^ e all o accom-
palavras iuiariosas e amcacas, publi-
camente ;# que tem fcbaixo assfgnado testemn-
nhas cima de toda a excepcao. Foi grande a pro-
vocabas, foi grande" asanidala qn atbaiio
assijajil, purm, eatajkdcu alodvrr respidee
senao pelos meios que alui faculta em taes casos.
Isl<> dte-, eiini|M e ai* abaixo as-iatiado doelarar
(uc nrio ven ao publico para fugir respbpsabiH-
dade de mu acto em (pro solidaria tola a aaso-
ciacaj dos talhadores da carafl verde;' mas sim,
para que o ]>ubco, o Sr. presidente da provincia
e a cmara municipal avaliem c julguem dos di-
reitos daqaella associacao em faco do procedimen-
to d i Sr. Batinga Braga. -
Em lace desse aeontecimento de esperar que
a justica se torne effectiva.
AUiim site de Furias.
Fui macn, mais lvoje nao o too mais, e jamis
o screi.
Joaqnim Cavaleante dos Santos.
Rasco (kiinemal ilc
Pci'iiiiinhieo.
A directora do Banco Commercial de
Pernajubuo} oonvida o Sr*.. aacioniilas a
reafiar, *M& dia 20 de levereiro ucoxituo,
iia escriptOfio Jo Batido, taa do Vicario n.
1, priiiii'iro mi'lar, a .terceira prefUtc^o do
10 /0 do valor de suas ec/ies, dejado tra-
zer as resa^vas cautelas para e-annotar
dita presta.
Recifc, iS de Janeiro de 1873.
() directores,
Manoel da Silva Santos.
11 ^j Hmwvfite MefiMrdef-drOliiwra.:
Joao da-Siloa HegadA
ScgtiN -Cinlri- f ig
CO.WANT1IA
NORTHERN.
. 20,000:000!>000
8,000:00?000
Agentes,
Mills Lutham C.
RA DA;CRZ<. 38.
F.-iriulM.iiaoifijjo 3,998 barricas, a J. .
Capital.
Fundo de reserva.
Go:n
Ka
ive
250 a ordena.'
acensa or.lem.
-* \ ujjoi ltiionai curuuipe vitelo de
Manuiujnape, consignado a companhia
PeJ'nanJ)uainay manifestn:
' AlgoJo 500 saccas, assucar 706 ditas.
Couros 03, tuJo a Sander Brothers & C.
MDVSMNTO DO PORTO
ir.'! icncia dos
'*.YiV'.> entrados no dia 27.
Mamanauapclt horas, vapor brasileiro Curu-
ripe, de 25 toneladas, commandante Jos Heu-
rique da Silva, equipagem 17, carga algodio
assucar e eourosj a companhia Pernambu-
cana. *
Rio de Janeiro21 dias, lianta portugueza Noio
Silencio, de 3o) toneladas, commandante Jos
Antonio Ferreira, equipagem 16, carga caf e
ontros generes; a I. J. G. Bcltrao.
Saltidos.
Canal -Brimie ^ co Ce.org O. Neill, capitao Wes-
tman, carga assucar.
Cabo Verde-Patacho brasileiro Bello Destino,
commandan'- Vidal, em lastro.
EfJITAES,
\ si-i(i.lii ni arle de i.iiiiha chara
irmi Amia Ailelaide Pinto de
Iji*]nn.<4. no tctai'i da de .eu
|i:issam;>ala.
Partiste, irma querida, e de saudade
Partido ticou meu coracao...
Tua alma, ao desprender-se d;i materia,
Se deixou deste mundo de illusao.
E subi ao co... p irqu; os anpis
Na trra nao se aooml conserv;.:
Tu eras do co, deixaste a trra,
E l fostes p'ra semprc repousar.
Mas oh oos I eu chorei tanto
A peda da irma querida !
Vag-'iiir: do racu pranto
.Na lagrima de dr vertida^
Quando junto ao sen leito
Vi arqtiejar o seu peito,
E desprender-se-lhe a vida !
A dor tr.ospassou-rae a alma,
E flquei tao abatida,
Qae perdi o tino, a calma,
Xessa hora dolorida!
A vista, sent turvar-se
E alguem a mim ciiegar-se...
Estava desfallecida I...
Foi uma hora tristonba
De doloroso soffrer...
Ver sua bocea risenha
Dosiuaiar e fenecer
llon era cheia de vida,
Hoje... como a flor cabida,
Desfolhar-se, eminurehecer I
Nessc transe angustioso,
Que a dor nos suljea a voz,
lia um terror pavoroso,
Que se apodera de.nos :
E' a morte, qae glida
Passa de'fronto erguida
Era sita marcha veloz I
CMARA MUNICIPAL.
RE530 r.XTRAORDIXAKLX AOSloDE J \.\EI-
|U0DE 1873. \
inU!Di:\.lA DO -B. ..VMBIRO.
nmaeatM os Srs.. Dr. Pitsnga. Hago e Albu-
uuergae, Angelo Henriqaea Dr. Villas-Roas e Dr.
Hoscoso, aln io*se sessao, e t 'i Kda e approvada
k acta da aateeadeate,
Lcu-se oseguiMfl
EXPXIENTE :
' :u oftlcio do Exm. Sr, presidente da provincia,
tranamittindo cmara o exemplr.r impresso da
falla, rom pie Sua Magcstade o imperador abri
i j*riraeira sessao da 13.' legislatura da assembla
^eral no dia 21 xle dezetnbr j do auno prximo
linio. Ao archivo.
Outro do mestno, ordenando cmara muaici-
ial gue forneca os dados nece* sarios para a con-
" i do relalorio dessa cmara que tem de ser
ilrentatio assembla legislativa provincial na
'U.i prxima reuniao. Que se remeta cora a
maior brevidade.
Outro do mesrao, recomniondando cmara
qje faca remover os olijecto iiertententes essa
cmara, e que oceuparn parte do proprio nacional
denominado^, alaboueo sito travessa dos Qoar-
teis.
Outro da cmara municipal da cidade de Goyan-
na, communicando acbar-se inirada da posse d
actual administrador da provin ;ia.Inteirada.
* Oatro dojuiz de paz da rregnezia de Santo An-
toeio, commnnieando ter deixido o exoreicio de
sea cargo, por haver expirad o tempo de sua
junsdiccao.-Inteirada
Outro do engenheiro cordoacior, remartendo- o
novo ornamento dos reporost qoa neeessita a es-
tmda nova mnnieinal- clapovoao da Vanea, naa
condledes exigidas, pt Rsm.. residente da pro-
vinciaQue se.ramaHa.a.g.Eic.
O a l.tfuTui de 'i i do correitte
e o disirieto da Slagdalena.
Disse um senbor amse.rcad'ir d" estrada, eaare-
vinbadoe ou noticiadoc do Liberal, t mal informa-
do do que se passa no districto da Magdalena, que
a impuniuade em dito districto assnstadojrae ao-
tocisa por isso meamo a repetteao de crimes; e
para prova do que avancou, articula alguns botas
criminosos dados alli, cajos autores, diz o eserevi-
nbador, Ocanun impunes.
Vejamos so a impunilade. esse id 'entiro para 0
crlme, umvem da inepcia ou relaxameuto da au
toridade dauuelle districto, ou so esta, na rbita
que por Id lhe est traeada, deveres. e entao falso ntamaioso tudo que diz
o Liberal.
Vamos por partes:
E' verdade que Simplicio Rodrigues C.wuo.Ui
deu um lacada en Antonio Vitalino Sqbra) em a
noile de 23 de dezembro prximo p;ssado ; mas
7"/i/ Mas se nao foi preso em flagrante, se o t'ori-
ment foi julgado leve, e se o olendido, que nao
pessua miseravel, nao deu a competente queixa?
Responda o noticiador, ou antes reforme a lei,
se ik'ide.
Conveui notar que a esse lampa eu estava em
Goyanaa, exercia a sobdategaeia o Sr. tenente
Joao Ribeiro, o-qual den as providencias que o
caso requeria.
Agora vamos a Manoel Jaciniho, do quem ( Li-
beral Saz um bere do crime. e vejamos se. real-
mente elle ten dado facadas c cacetadas eu
gsto e impunenientepor ser cap;uga eleitoral.
PermiUa-se-nos a este respeito una observado:
pana que ludo nosta trra se resol va era q'ies-
lao poltica, e que estejam os partidos fazendo um
ao outro a aecusacao de (|ue aculara, ou pelo me-
nos doixam impunes es caaaaa de seus agen.es
eleitorafs,-jfef(/' e'tle em frase chistos?. e
maila.
Quantas vezes como agora easaa accusaces pi-
sadas i repisadas pelo orgiio da opposicao, a as
quacs os fados sao adulterados caprichosamente
ou da n f, sao de todo infundadas!
Veja o publico o que se passou ComrelaoSaa
Manoel Jacintbo e um escravo do Sr. Machado.
E-lava eu sentado em casa do Br. Bbnto Joa-
quim Gomes a conversar com o Sr. commendador
Albino Jos da Silva, quando vi um inividoo, qae
depois veriliquei ser escravo do dito Sr. Machado,
correr para junto de iniui edizcr-oie: estoa la-
tida.
Maudei prender o offensof ^Manuel j'aoiuttio> por
duas pracas que ahi se achavara, o qual resistindo
ellas, armado de uma faca,logiou evaob
O offendido foi vistoriado, o lerimento foi coiisi-
derado leve, e seu senhor 'nao deu a competente
qneixa. Pergunlo : em face da lei o que polia
eu mais fazer ? Bespondam-me.
Anda com relacaoa Ifaooel Jacintlio c Jos Ca-
vallara tenho a dizer que aijuelle foi processado
pelo attentado coramettido na pessoa do dito Ca-
vaUaria, e despronunciado pelo juiz municipal de
>r. Dr. Paulino Chaves. '
anuo, o Sr
Basta quanto a Manoel Jacintho.
Relativamente tentativa de morte contra Ma-
noel Hespanhol, ao assedio do engcubo do Meio e
seus sitiadores, ignoro todas estas cousas, qae nao
se passaram em meu districto ; nem tao pouco
fui eu quera responden ao Dr. chefe de poiioia,
que nao conhecia no meu disicto nenhum ins-
pector de nome Vicente.
Finalmente, diz o Liberal, que La na Magdalena
um grupo de desordeiros difllceis de conler, cada
uta dos quaes anda armado de faca e punhal, e
nao corrido, nem tao pouco reprimido em seus
excessos criminosos porque a polica local nao
tem Jorcas pana isto, visto que precisa dalles, vive
di-lles e com ees... Risum tenealis.
Concluindo, peeo encarecidamente ao comervai-
br de estrada que decline o nome de cada um
desses desordeiros, assim como o seu proprio, se
qufcer merecer dora em diantc a honra aaaaa
resposta.
Nao descuto os neus aetos com anonymos.
Re.-ife, 27 de jaaeiro de 187a
Beisrmm do Rtgo Barros.
Se o pranto que por ti, ir.na; vertemos
-La na etherea inanso, for despertar-te,
.Nao acenses aquelles, que te amarara,
I'os jamis dentar podem de chorar-te.
E cama nao ser asatm irma querida,
Se prematuro foi ten passainento !...
Quando a aurora da existencia te sarria ;
.Vcio a morte ccifar-te n'utu momento!...
Aileos irm... nuis nao omu
Con meu canto amargurado,
Despertar o teu repouso
.Nesse leito dofinado :
Aqu tico irma querida.
Que o eorac nao resiste :
Ha tanta roagoa comida
Dentro do peito da-triste
Que. de dor sinto quebrado 1
Seguro conlra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & OLOR
INSURANCE COMPANY
A^enteM
SAUNOERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
COMPMHIrT ALLIAKCA
seguros martimos e teiTes-
tres estabeleeida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL i,000:000)000.
Toma seguro de morcadorias e dinheiro a
risco martimo cm navio de vela e vapores
para dentro e fura do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, gneros e fa-
zendas.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Beltrao,
ra i lo Commercio n. 5, Io andar.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRAE FOGO.
A companhia Inderrmisadora.estabehjcida
nesta praca, toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregamontos a contra fogo
em eJificios, mercadorias e mobias; na
ru do Vigario n. I, pavimento torreo.
Rooife
17 de Janeiro de 1872.
Mura UopoUim Pinto da ileeira.
1
Maia uma das taes.
lasmo em cima da buxa, apanhei em pou-
ca verdade, a afflrmaco, que em f de paro-
cho, nos attesta pelo Diario do hontem, na scc-
cao das -Publicaijoes a pedido-o muito Rvd.
padre mestre vigario da freguezia de Nossa Se-
Senhora da Graca, que sem gra^a, diz chamar-so
AajmsM Franklin Mireira da Silva, islo se nao
ha entro da igual nome com a mim a a um Sr.
Guimaraes, despachante da altandega,. aeonteceu.
Diz o dito vigario nao ser sennao encjiMiundor
do, mas que foi smente collado, os nomos dos ou-
tros irmos. ch voto de adhesao de 3 de agosto
passado, que, se e crime no temporal, deixa de o
ser m espiritiftl ; polo que passaremos adiante.
Trinta e" nove diz o hoinem, teren assignado
na/|uella lipoca o papel, mas eu eontei 41 ; embo-
na isto nao venha ao caso, passo sempre a protes-
tar em nome da verdade episcopal quo nao o
tal jornal: contra a assignatura do meu prente
e amigo o Rvd. Sr. padre Jos Affoaso de Lima e
S, que naquella datase achava centenas de le-
guas distante desta provincia, como passarei a
provar com a lista de passa^eiros entrados no va-
por Pai, viudos do sol cm 9 di novembro do
aaaa passado.
Ja v o Sr. Augusto, padre reverendo, que o
dilemma a resolver-se o seguinte :-Ou 8. Exc.
Rvma. nio ten a aeeitacao que se aprega entre
os seus fiis e dilectsimos lilaos, visto que pre-
cisou de longos quairo meses para a obteucao de
Jfcl adlieroutes, em cujo numero est coilocado o
telerid) meu prente, ou acuellas assignaturas
nunca tiveram lugar no mez de ogosto, como S. S.
auirma.
Quando eu digo que alguns dos defensores de-|
S. Exc. Rvma. que estao perturbando mais a
situaco, nao me acreditara I?
Pow bem, vou cscrever ao Exm. e Rvm. Sr.
hispo, dando parte de tudo isto.
Rocife, 27 de Janeiro de 1873.
.lutoato da Costa e S.
COMMERCIO.
COmffiRCttl
DE
O abaixo assignado, presidente d associacao npJnntT itfr.c A,\HL^L a
denaninadaAfiwrfirt.^iceadostaihadi'rosde ^'Conta lettras de cambio, de
me verde, associacio que;.em bem dos seus ia- qiaesquer ttulos potticoiL
teresses e dos do publico eurgeral, ergnermo-se Recebodmhoiroemconta*onntesinu)les,
n^^^y1^. qae u^!nimeBlJse,tem *d*fW cont cosrent com juros1 e por
no mereado de carne verde desta- cidade dWatof i,BC j ^
ao Exm. Sr. presidente da provincia. uma o ti-3* '*
Ao Ixm. Mr. pr-%s,l>tt(e da pi*s>
vinria e uo puhlieo.
assignado, presidente d associacao
smunos
CONTRA-FGO
Bua de> Coiumereo n. 38, pri-
metro ansiar.
W. G. F
COMPANHIA -
Pheiiix Pernaml)ucana
Toma riscos maritimos em mercadorias,
frotes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vaporas, navios vela nu
bai'cacas, premios muito mdicos.
RIA 1)0 COMMERCIO N. 34.
SEGURO
CONTRA FOGO
IMPERIAL
Ksabelecido em 1803.
Preiaizos pagos .'IO.OOOiOOO-^OOO.
W. G. FO.NL1.Y,
Agente.
RA DO COMMKRCIO N. :W.
PRAQA DO RECIPE 27 DE JANEIRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HOB.VS DA TAROS.
CotaeSes oflleiaes.
Assucarmascavado purgado 2i00 por l'i kilos,
sabbado.
Dito dito dito americano 23300 por lo kilos, sab-
bado.
Algodio da Parahjba 1' sorte IIJ100 por la
kilos posto a bordo a frete de 1|2 d. e o
0|0, sabbado.
Cambio sobre Londres a 90 d,v. 26 3|8 d. por
13 sabbado.
Descontdo letra* 11 OjO ao anuo.
Dubourcq
Presidente.
luiporlaeito.
Vapor inylez douro, vtulo dos portos
da Europa man i festn :
Carga de Liverpool.
Amostras 2 caixas a W. Wiat, 2 a Cramer
Frey & C, 1 a Carneiro Nogueira, 1 a Gon-
calves & Irmo, 2 a Monteiro Gregorio & C.
Chapeo de sol 1 caix a Keller & C. Cha
14 caixasaL. A. Siqueira, 3 a J. Lopes
Machado &C, 10 a J. M. defiarros Filho
C, 75 a Pereira Carneiro (fe C,, 20 1/2 ditas
aAlvesLebre. Charuto i caixa a ordem.
Falcado 2 caixas a Lyra & Vianna. Carne
defumada 1 caixa a W.vWiat.
Fumo 1 caixa a Luiz Antonio Siqueira.
Joias 1 catxa a Lehman Freres, 1 a Hyver-
nal, 1 a Alves Lebre.
Livros 2 caixas a De-Lailhacar, 1 a WaK
fredodSouza.
Manteiga 30 barris c 20 1/2 a Th. Chris-
tiansen, 4 caixas a Linden Weydman &C,
1 a Alves Matheus. Mercadorias diversas 5
caixas a Vaz Jnior & C, 8
a Keller AC, 2 a Vaz & Leal, o a Cramer
Frey 'C, 1 a D. P. Wd, 1 aL.Sequeira,
tOaOkelijBindlos, 30 a W. Wiat, 1 aGoncal-
ves & Irmo 2 a Albert Gheny, 1 a J. J. Aze-
vedo, 1 a J. Chris'tiani, 6 a ordem, 1 a Lin-
den Weydman, 3 a Monhard Mettler C., 2
a Lehman Freres, 1 a C. Lecrerc, 2 a Rodri-
gues Souza Guimares.
Objectos de esgoto 2 caixas a companhia
ar.
BANCO
terra
let-
que raotivon o oHkio de S. Exc. dirigkiVB cmara,
municipal tm H-, epubKoadit n,o Diario de S3, todo
o corren te mez : aehase artseacado emesdi
reito e prejndieado em seus iatrasses, visto qae
rer-se, todo-o transe, te.rna-l> elle'-R, res-
ponsarei por um acto detU>erade par toda a asso-
ciacao, em tuna rcuaio de awemblea geral.
EBe#rrega-se>pof canuDiase deqaalquer
oppraco bartcana.
' manila, e fiadar.s.4 Rt* d Vsjarw n. i; pnmeiro an-
dar..
Drainage, dito de escriptorio 1 caixa a L. A.
Seqaeira, dita diversos 3 a M. Wessbjtoo. i
Panno 1 caixa a.M. M. Crochet.
Oueijo 10 caixas a Costa Araonnv8 a Go-,
mes Pires, Tasso Irmo & C, 28 a J. I. Costa, 3 a
Amorim Irmos C, 30 a J. S. Amaral, 80
a Monteiro Rocha, 6 a Corga, 65 a Rarros Fi-
lho <$ C, 61 a J. J. Goncalves. Reltro, 10
a J. i. Azevedo, 2 a Cramer Frey, a J. J.
Alves, 40 a Prisco Rarbosa, 40 a Marcelino
Rosa & Filho, 10 a Alves Lebre.
Ralogios 1 caixa a Lehman Freres &
vernatc
. Vinho 6 caixas a Cramer Frey, 3 a W
Wiat. J
Barca /raneasa a*jguiiim,< vinda de
Montevideo,cottsifnMktaF.'A. Burle&C.
incmifestoii :
Faculdadc de Direito.
D' ordem do Exin. Sr. conselheiro director in-
terino, so faz publico o programma que ser ob-
servado nos exain >s de sciencias, os quaes devero
comecar no dia L4 de fevereiro prximo vindou-
ro, as horas da manlii de confonnidade com o
aviso imperial de i~ de setembro ultimo, que al-
tern as instruccoos que baixaram com o decreto
n. 4,430, de 30 de outobro de 1869 ; assim como
se faz igualmente publica a lista de todos os ins-
criptos as materia* sobre que tem de versar os
referidos exames.
0 secretario,
los H< >noro ftezerra de Menezes.
ARITHMETICA.
1. Numeacio decimal.
2. Multiplica. a> dos nmeros uteiros.
3. Divisao dos nmeros inteiros.
4. Reduca das frac;oes ao inesato denomi-
nador.
0. Rediii'co do* fraecjjei expressao mais sim-
ples.
fi. Opera^oes subre as frae^es ordinarias.
7. Operacoes sobre as fraccoes deeiniaes.
.8 Systema mtrico.
9. Operacoes sobre os nmeros complexos.
10. Divisiliilid;.i!" d is nmeros.
11. Dizimas penoJic;ts.
12. Quadrado e raz quadrada.
13. Cabo e raz cubica.
14. Prop-Teoes por difTerenca c por qujc.ente.
13. Regrade tres simples c composta.
1G. Regra de uros p de descont.
17. Regra de companhia
18. Progressoes por differenca.
19. ProgressO's por quociente.
20. Theoria elementar dos logorithmos
ALGEBRA.
1. Addico c suL^raccao algbrica.
2. Mullipiicacf;o algbrica.
3. Divisao alg< lrica.
4. Opera(oes sobre as fraccoes algbricas.
0. Mximo eammuro divisor algbrico,
t. Equayoo. e | roUemaa do 1" grao, a urna s
incoguita.
7. Equacck^s a problemas do Io grao, a las in-
cgnitas.
8. Formulas naos para re-olucao de um systa
mu qialquer de cquai;es do 1 grao.
9. Solacees negativas dos problemas. Theoria
das qttaatmades negativas.
10. Discussoes das e|uaioes do Io grao.
11. Diaeasala do problema dos correio.
12. Aualvse ndoterminada do 1* grao.
GEOMETRA.
1. Theoria das perpendiculares e obUqnas.
i. Theoria das paca.'lelas.
3. Theoria dos tringulos.
4. Dos quadrilateros e suas variedades.
5. Dos polygonos convexos.
6. Da cireumlerancia e suas oombinacSes con
a linha reata. Propricdade da perpendicular abai-
xada do centro do circulo sobre uma corda.
7. Medida dos cngulos central inscripto, cir-
cumscripta e excntrico.
8. Em Ipd o triangulo e emtodo o polygono re-
gular sempre possivel inscrevere circumscrever
imi circulo.
9. Dos circuios seeeantas e dos circuios tangen-
es.
10. Liabas proporcionaos.
11. Semelbaaea Jos tringulos e dos polygo-
nos.
12. Propricdade ila perpendicular abaixada do
vertic e do ngulo recto de um triangulo rectn-
gulo sobre a hypotheiiusa.
6 quadrado da qualquer lado de um triangulo
igual somma, dos quadrados dos outros dous,
se recto o ngulo opposto ao primeiro ; e se
obtuso ou agudo, mais ou menos o dobro do pro-
ducto de um desses lados pela projeceao do outro
sobre elle.
13. Dous paraiielograiamos da mesma base e
da mesma altura s2o equivalenies. Dous rectn-
gulos quaesiper sao proporcionaes aos productos
das bases pelas altaras. A 'rea da rectngulo, do
ptuallelogrammo, d i triangnw e do trapezi recti-
linio.
14. A'rea do >J'yBono regular, do circulo, do
sector circular c do irapazio circular.
lo. Relacao entre ?.s reas de dous polygonos
semelliantes e de dous -'redos de raios dillcrcn-
les.
A rea do quadi\ida construido sobre a hypo-
thenusa igual somma dis reas dos (puadrados
construidos sobre outros dous lados.
16. Linha= proporcionaos consideradas no cir-
culo.
17. AvaUacT.0 dos lados dos polygonos regula-
res.
18. Das reem e dis planos perpendiculares e
obliquos entre;si.
19. ngulos diedos c sua medida. v
20. Das rectas c planos parallelos.
21. Dos ngulos polyedros.
22. Dos polyedros convexos.
23. Seinelhanca dos polyedros.
24. Dous parallepip^dos da mesma base e da
mesma altura sao equivalentes. Todo o partlleli-
pipedo obliquo, pode ser transformado em um pa-
rallebpipedo i eclangulp. Todo o prisma obliquo
metade de nm pr.ralle'ipipedo de base dupla e a
altara igual do prisma.
2o. Djus parallelipipedos rectngulos da mesma
base sao proporcionaes s suas alturas. Dous pa
rallelipipodos rectngulos da mesma altura sao
proporcionaes s suas bases. Dous earallelipipe-
dos rectngulos quaesquer sao propureiouaes aos
productos das bases pelas alturas.
26. Dous tetraedos de bases iguacs da mesma
altura sao equivalentes. Todo o tetraedo a ter-
ca parte de um prisma triangular da mesma base
e da mesma altura.
27. Volante do parallelipipedo, de prisma, do
c> lindro, da pyramide c do coqp.
28. Superficie lateral do prisma, do cylindro
recto, da pyramide regular e do cono recto.
29. Toda seccao fcila na esphera um circulo.
Todo o plano perpendicular ao raio no extremo
tangente a esphera.
30. A'rea e volume da esphera.
rHiLOSOFHIA.
1. Oblecto, utilidade c divisao da philosophia,
sua utilidade c rea gao com as mais sciencias.
- 2. Das faculdades da alma : sensibilidade, cn-
tendimento, vontade.
3. D sensibilidade : seus caracteres; seusa-
goes, sentimentos, paixoea
4. Das nossas ideas cm^eral; suas diversas es-
pecies.
8. Daperccpcio exterior, da auenaj.e corapa-
racao.
o. Da abstraccao, fbrmacao das ideas geraos.
7. Da memoria, associacao das ideas, imaginar
gao.
8. Do juizo e raciocinio.
9. Dos sigaaes, e em particular dos .vocabulos,
sua relaga como'pcusamento.
10. Da aetividado espontanea e reflexa) descrip-
iM.dos acts da vontade.
TT o.metbo6>: analysfte synthcse.
12. Das proposicCea, suas especies, converso e
oppoeicio.
13. D deSnirOj divisao de classiucacaa
14. Dd seuso inbmo : evidencia, certeza, axio-
mas e demoustragee.
15. Da obeervagip-exteraa^. induego, analogia
e paobabilidade.
16. Do testemunba humano : regras de crtica
retorica. -- A
17. Do/?yllogfmo :ras (. |.
garas.
18. Da argirnfcnfacaii.. suas frihas o regras.
19. Dos nopbismas e ca
20. Da origen tle noa< apieciacao do
upuiio dos autores. '
21. Das ideas fundameiites de en'.cndimcnto
humano ; substancia, causa, tempo, espaco infi-
nito, '(mito, nmaaa, tu rpo,
21 IViiionsiracfao dalVr
motivos sobre a vontade.
%i. Do Km, sua nnidade e iJdHUadc. Espiri-
tuaJidade da alma.
24. Exposicao e critica das hypotlv-e; sobre a
uniio da alma com o corpo.
">. Da knmortalidaile da altua,
26. Da idea do um ente supremo 11 ova mela-
phvsica' de sua existencia.
7. Prova physica da cxisteneiaae Di-us.
28. Prova moral da existencia de Deus.
29. Dos at.'ributos metaphysicos de Jeus.
30. Dos attributos moraes de Deas.
31. Da providencia considerada dativamente
a existencia do mal. --
32. Dos motivos dos actos humanos.
33. Critica das principacs opiiK los phyi ii-
phos sobro a natureza do dever.
3i. Demonstragao da lei natural loi lOSsfVa.
35. Consciencia moral, impulago.
'<6. Do mrito e demerito, pena c premio.
37. Moral religiosa ; culto interno 8 exteroo.
3&-Moral individual ; d s dever-", relativos ao
esjiirilo.
39. Das deveics relativos ao corpo c aos bww
extrnsecos.
40. Moral social dos deveres de bei e'Ieencia
41. N'ocoes do direito, devores ler.us dain--
tica.
*4i. Dos deveres geraes na soeiedadc domsWHea
e civil.
GEOGRAI'HIA.
1 Geographia : lea, sua Agora ..viniente-.
superficie ; eixo, polos, equador, uieriemnoa, pa-
rlenos, trpicos, circuios polares e zonas da trra-
Divisao da superlicie.do globo em trras c aguos.
libas e continentes. Prmeira divisao das larras.
Ocano e suas divisos, i osla, gruj > do ilhas, ar-
chipe'ago.
2. Horisonte visual. Pontos cardeaes o Collate-
raes. Rego, pala, nagao. capital. Mares, coi-
rentes, campos, uiiilanlu- do ( lio. F.'.nJo do
mar, sua cevacao at a superficie exterior das
aguas.
3. Praias, ribas, dunas, pennsulas, isthmos
cabos. Planicies, montes, ierras, valle, grupw e
systemas de montanhas, volcoes, neves perpe'.u;^
c geleiros, massicos e sleppes, desertos c oasis.
Lagos, taguas, palanos, ros, canaes, bacas c vci -
tentes.
4. Limites, divisao, mares, golpeos e estrados
da Europa. libas, pennsulas, isthmos c cabos da
Europa.
5. Montanhas, volcoes, massicos, valles, pi-:ii
cies, steppes e deertos da Europa. Vcrtentes,
linhas de divisao das aguas, lagos, rus e lagunas
da Europa.
6. Limites, divisao. maro-., golphos c eslroitus
da Asia. libas, pennsulas, isthmos e caitos da
Asia.
7. Montanhss, voledes, massigos, depressi>s,
valles, planicies, steppes e desertos da Asia. Ver-
tientes, linha de. divisao das aguas, lagos, ros e !..-
ganas da Asia.
8. Limites, divisao, mare>, golphos e astreiloe
da frica. Ilhas, peninsulas c cabos da frica.
9. Montanhas, volcoes, massicos, valles, plani-
cies, steppes c desertos da frica Vcrlentcs, tac
gos, ros e lagunas da frica.
10. Limites, divisos, mares, gol^hs e estroitos
da America. Ilhas, rjeninsulas, isthmos e cabos da
America.
11. Montanhas, volcoes. ma:sicos, valles, plani-
cies, steppes e desertosda America. Verteutc?, li-
nha de divisao das aguas, lagos, ros e lagunasWa
America.
12. Limite, divisao, mares, golphos e eslreitosda
Oceana. libas, pennsulas e cabos da CKoaaia.
Montanhas, volcoes, massigos, plaiticies, steppes o
desertos da Oceania. Vertente?, lagos, ros e la-
gunas da Oceania.
13. Repiao natural, poltica e etnographica. Es-
tados, soberanas c meio.- soberanos ; divisots
empregadas na sua descripcao. Superficie de
um paiz. Populagao absoluta e relava. Govecno
e suas formas principaes. Religao c suas .di-
visos.
14. Divisao dos povos segundo seu aspecto ex-
terior e dosenvolvimento moral. Clima physico,
suas causas e influencia sobre a distribiugo dos
vegetase a anhaaas na snperfieta da trra. Iatiu-
de e longitude.
13. Limites, stuacao. superficie, divisao, gover-
no c relg ao dos diversos estados da Europa occi-
dental e si'ptenlrional. Capitaes e cidades prin-
cipacs. N
16. dem da Eurona occideutal central.
17. dem dauropa occidental meridional.
18. dem da Europa occidental.
19. dem da Asia septentrional e orfrnla)..
20. dem da Asia meridional.
21. dem da Asia occidental.
22. dem da frica septentrional.
23. dem da frica occidental.
2i. dem da frica meridional.
2o. dem da frica oriental.
26. dem da frica ceutraL
27. Malasia c Australia, Polinesya e trras An
tarcticas.
28. Situagao, extensao, superficie c conUgara-
go da America. Sua divisao.
Aspecto geral, climas' e produegoes.
Populagao, ragas, linguas, religioes e governos
da America.
29. Rrasil : situaco, limites, extensao, superfi-
cie, conligoragao e divisao do Brasil.
Bahas, portos, cabos, estreitos, recites; ilhas
montanhas, cordilheiras, planicies, vertentes do
Brasil.
30. Linhas de divisao das aguas, lagos, ros do
Brasil. Capitaes, cidades, villas principaes dan
provincias do Brasil. Aspecto geral, clima, popu-
lagao, produegoes, riquezas naturaes, renfrao-e
governo do Brasil.
31. Repblica Oriental do Urugnay. Confedp- -
rago Argentina, Repblica do Paraguay, Chile.
32. Boivia, Per, Estados-Unidos de Venezuela,
Columbia e Equador. l'atagonia.
33. Guyanas. Antilhas. America central c Pa-
nam.
31. Mxico. Estados-Unidos da Amerita do
Norte. Ten-as rcticas dinaniarquezas. Grue-
landia.
3o, Islanda e ilha de Joao Mayen. Nova Br*
tanha.
Terrlurio de Alaska.
36. Astros e sua divisao em' estrellas propia-
mente ditas. Planetas c cometas. Espherace-
leste. Rotagao apparente. Polos e eixo dar-s-
pber.i celesto.
Estrellas proprianiente ditas. ConsIeH>ee>'.'
Scinfi Iagao, grandeza, cor, distancia da tem r
movimentos das estrellas. Estrellas variavei,
temporarias, duplas c mltiplas, nebulosas. Vftv
lctea.
37. Sol : volunte, movimentos, constitugio
manchas do sol. Systema solar. Cometas, pac-
tes de que se compSem, densidade e dfrnen*fs:'
Cometas peridicos. Planetas. Divisao, drstanea
do sol, volutnc, massa, tempo da revolugao e re
tacao e mais particularidades dos planetas. Aste-
roides, aerolithos, bolides, estrellas cadentes, bis
zodiacal.
38. Systemas de Ptolomeu e Coperuico. Luis
de Keplr. Attracgao e repulsao, leis deatlracgio.
^Figura da terra : demonstragao de sua redone- .
za e verdadeira forma, do sua rotagao e revolugim.
Circuios da esphera celeste e da terra ; equador,
meridianos ; culminarn dos astros, horisonte ra-
cional e apparente ; meridiano, pontos cardeae*.
Rosa dos ventos. Eclptica. Zodiaco. Discordan-
cia entre os signaes e constellacoes lodiacaes.
39. Anno sideral e trpico ou civil. Estacos.
Explkacoeddragodasestacoes. Paaicao. da es-
ph ra: recta, obliqun, paralella Dtmaninarsao oa
posigao da es|ihera para qualquer iMRE-do globo.
Dia natural e artificial, sideral e solas,, civil, vsr-
dadeiro e niodico. liefracco : aamneato des
dias naturaes pela refraegao ; cceptfccnlo. Dia
solar maior que o sideral. Causas de sua>*-
riago.
40. Loa : seu volunte, diame&X-jJslancA da
trra e movimentos. Revolugao 4sw>. e synu-
dica. Aspecto e falta de atuiosphera : libraaio.
Phases. Eclipses do sol e da loa.
41.' Mares. Latitud.; e lonsptude tarresf
Metliodo de as determinar.
HISTORIA.
1. Creagao do mundo. DfldviOy VoeaHo. de
Abrahao. Moyss.
2. Estabelecimeotos dos israelitaa aa^erraJa
Promisiio. Juizes. DavM e SalomS
reino. Destrulgao-,dos reinos 1
Jud.
3. Primeiro e segundo iamerio
Imperte de Babylonia
4. Egypto, ConquistaaJ
H


I
*:9Mari* d'Friiafibite ter^A eira 2& deJaiiSVo de 1873.
-u-
8. Gtrorrarn
de Kgyj
t Grcfii. TVmposJietwkw. *- mmm
tonta, Tk#km amia 44fe/:i. fnv
J%*. lionero. M< ,
7. Lycurgo, oJ>.^jfonW gjwas.
L*^as.. tratado de Clfhon.
ioeratos. Enjwdieao
la- o Epaminondas.
nrcdmria. Demosthcnes. Ale-
n."f*h-i- [oc Alexndro. Mnccdo
itia c %" isla iritis Romano.
i2.4lKvstirtof!i. FdndarSo detroflra. 0
ra* ate a ahnl(fitfRa realeza.
13. flstafvtocltewitos da renduiiea. Guerra com
Prsica. CrtfisraoO. Iirctadufi. Trlmnato. De-
c^flrtros. invasSo dos Gatttezos.
l ^tftlfltlsTa fia Itnli?. Guerra, eom os "Latino?.
HitftaidN, TlrfO c Trente.
S. Trmjep o Mantua guerra p juica.
id. f.!im-i> ciVis. ifi eSylla. Primeiro til-
timwtln O'Aar e Porcpeu.
ff^KftWi'Jo t taKHvldto. Antonio "Octavio.
feftEeTechhento do Imperio. Reinado de Au-
pittk
W. r> TflicVio a Marco AflroKo. Os Cejares.
Mariis a Jviltonfiros. De Com'th'odo a Deocleeano
l. fHijJmn f pmirre>?o dohristanismo. Per-
egnite--'- Cmstantibo Magno. Triuiipho do Chris-
fiffllTSWA
#..l*frMo do impert.'. Inva.-iio dos Barbaros.
Uuedadi imperio do Ore dente. Principis esta-
d<>:. fmlt**r. Wn sotos provincias.
tl.%r*raireos\ Chv s. Carlos Martel. Pepi-
no <) Breve. Tartos Mapno. Itestabelccmento do
Knffrrte- d*> 'Veidente.
25. MaUomet e sua celifiao. Conquistas dos
Acates, iniiiiadas o Abassidas. Califados de
Itasdad de Cordova.
13. Imperio Itysantino. Justiniano I. Hora-
dio*. Isannos; Macedanios. Gomnemos. Pa-
lelogos.
Si. Dviio do Imperio de Carlos Magno. Fin
flos florlovin.jios na Franca e na Allcmanh.i. Co-
meco do imperio, da Alloinauha, Dynastia de Sa-
M'tiia.
t>. I)>-iia i,i de Francom'a e de Snabia. Lula
com o l'oiitii-.tdo. Gregorio VII, Innocencio Al.
26. grasadas.
"27. Franca. Gapetiugios.
28. Fran,;. Valois a! S Carlos Vil. Guerra dos
cent anius.
M..Intlat rra. Conquista dos NuniiainLis. Dy-
uastia jos PiafltefaMta*. Origeui da constituirn
injlcza. Ma;na Carta.
30. Hespaiiha. Portugal at oflm do 13." se-
culo. Dyna-tia deBorgiuha edeAvz. Fernan-
do c Iz'abol a Catholira.
31. Botado la Italia. Milao. Yeaeaa. Floreii-
ea. Genova e aples.
3% Kranea. Garlos VII l.uiz XI. Duque de
liorgonha; 1*uissa.
33. IngMtm no lo." seculo. Guerra das Ro-
sas.
di. Garra da Italia. Carlos VIH. Lu/. XH.
:>.'>. Carie V. Frauci-eo I.
3-i. Cbristovao Coloiulii. Vasco da Gama. Pe-
dro Al Vare: Cal'ral,
37. Retal na religiosa. Lutheru. Talvino. Go-
eiHo Trrdmtino. Couip.iiiliia de Jess.
38. wMrra de rcligiao em Franca. Fin da ca-
sa de. Valois Casa de Ucurbon. llenrique IV.
31. ti ,r.'/.% e d.'ca'I 'liria da llspanba cofu a
dvntBtia da Ausrria. Pbilippe II. Independencia
da Molan la Reuniao te Portugal i Hespanha.
udepcidourJ de L'o.tugal.
'40. Faglalc-na. Dyntstia. Tudor. Dynastia
Stuarl RevuhifM CrOmwoil.
41 Franca l.uiz XlH e Riirhelieu. Guerra dos
iiinla ains
41 Vrnaq<. Luiz JHV.
13. Franca. Luiz XV. Guerra da adflotsao
da Austria. Guerra dns sete anuos.
'A. Origei do imperio da Russia. Pedro o
Glande eCitins XH, (latharina II. Divino da
Vrfnnia
i-">. Bsprflo de reforma Frederieo II. Mara
Tbrtta. tes II. (]aros Iil em aples e na
Hespanha. 0 marones loPombai.
4. Inglaterra, segnnda revolucao. Ascencao
da dynasiifl llanover. Jorge I. Jorge II Jor-
[I III. Cor.auista da independencia dos lsl; I -
i nidos.
'?". Revohtcao franceza. Asscmbla constituin-
le. AsEnwlea legislativa. Convenfao. Directorio.
43. Xapi lo. Consulado. Imperio.
V:l Braw CaiMtaHia hereditarias. Estabeid-
cimenta de un governo gara!. Thoni de Soiza.
Dnarte <\i\ RMsta, Mondes de S. PondaeSo do
Rio de Janeiro.
80. O Bra-41 no dominio bespanhol. Hostilnl.i-
des e invasor doe ingleies, franceses e hollande-
ze v l orda ? restaoraci da eidsde do Salvador.
ti. invrisf > e establirimento dos hollandezes
i. Peruarabeo. Rompimento da insuireioao
. rnanibiiriiM. e guerra ik independencia alea
relinda dos hollaadeies.
2. ReHgiio de Bekman. Destruicao dos Pal-
mares C-". ras civis dos Maseates e dos Kmboa-
bas.
.';3. LvJe Moa os bMtUdioes aosul. Doelert
Uu !V. Desenvolviuieiito i projresso do Rrasil no
i'oiiiado de I). Joao v.
.'>.">. Penalo de D.Jos. QuesWes e luta- ac
sol do Bfcit. Extinceiio dos jesutas. O mai-
Hoez de 'o '.bal.
56. Pfirai ira- ideas de independencia do Brasil,
conspira^! mallograda O Tira-dentes.
r7. TrariJiiigracSo di familia real deBraganc^i
para o Brasil. Rio' de J ineiro capital da monar-
qua portogueza.
58. Guerra com os hespanhoes ao sal, e com es
trancez s m norte.
59. Revolucao ile Portugal em 1820 e scus ef-
fettos no Brnl. Regresso da corte portugueza
ara LiAi i
60. Priineiros mezfs da regencia de D. Pedro
oBrasil. De^le odia do tFico at odiado
Ynranga. ACclamaeao e eoroaeSo do primeiro
inqierador lo Brasil, (uerra aa independencia.
RHETORICA E POTICA.
I. Dehuico e ulihda le da rhetorica e dxe).
uencia
?. Gener. > de eloqutncia.
3. Parte- do discorso.
4. Biord .
i. Narra :a >.
. Cofirmaeao.
7. MMntfto
t. Diaposicao.
*. Kloei' ;a i
to. Crna'o oratorio.
11.' Bloquoncia pohiV.
12. Eloqueltciaforeilfe.
1"3. Eioquoncia do pulpito.
14. lio mido de escrever a historia, obra.* pm-
l.taophcas. dilogos, epstola*, novellas e romanes
historeos .
15. Da aeeao ora&ntt. a
lij. Da >i igeiu e" aelliiicao da poesa e da poi:-'
tica.
17. Da rilieac.io.
18 De genero lyrico.
I*. 1)o g nero opino.
W. B gnvro dramtico.
St. Do genero didctico.
2. Do genero elegiaco.
23. Do genero naatoril.
4. Das envilaa cines ice, romntica c realista.
23. Da critica litteraria.
-t.- Dgosto, do bello e do sublime.
licUtal ii. ?.
Pela iisj.oeto'ria da alfandega de Perhainbuco
* taz publico, o;ue achando-se as lercadoras
eonfldas no* votames abaixo meneioftados no ca-
no de serem arrematadas para consumo, nos ter--
-tm ^o r*r. 6* do tlt. 2* do regulamento de 19 de
Miembro d; dfrverao diiacha-las no prazo de 30 da*, sol)
pena de, fin) elta, seTem vendidas por sua oen-
ta, em que Mies'fique cowpwittcto allegar Mitra
ftsefleltos lsa vwid.
Atraa;< i. I.
Marca M I. *"''., ^onra mar%a L. N. 1487 m*a
caixa, vindi *rBordea flo vapor francez Anu-
con detmTfegiift ewl'ejaeiro de 1872 e con-
signaa a.HeuoLbo. -,."
Mara' tVnfiu I.?L. ee4ra rea l f \ N.
.232 irma ifitT Viikte'tl)!!* nd 'mi frafccoz
tm Itttpfiff, d^warregfida m 6 .abrtf"o
Aosffio anuo e l*>rWlglrnr.la a1. Le^W.
aKr V. L; "eddWi toea-f 3987 vao-dr-
;x Mi i*-irt en 8 de n *al:
M*rea li A fl. N "a oH *m> *JiMP*ft*
t*>mrtttto*:ii*r: iwyeeartfaia-m
aMI de-UffBi-is e*g*i aireV'H ff. navio fran/ S. Iirfiil^es(rfeg Anltdfly^i
dem ccon-ijnai
Mem. K Jlwdrta
dem. N. .'U9f urna iiita ido ni dem idem.
dem. li. 3199 mpa dita idem dem ideinf 1
Jlreat Wt!f9/uWa|lih idff flan >o|*
tr.da--; WafOedSellaleirosl Til I
dem X. 8 ama dita idem idem desearregada*
em i de maio idem.
Mein. X. 10 urna dita idem ideti) idem.
idem. N. 11 una (Uta ideni id
Marea J Pt. N.'l'tthla dita, vinfla do Hayro noj
navio francez Graat)i//,-dfe9c*rreVa em 2'de
mal) de 1872. cont|fida a i, P. dolemos.
Marca triacifulo-H,^.-cdti* marca I. ik V.
N. 3260 ulna ca*, viuda rio Havre na barca
franceza Grunvill?, deseanegada em 21 de maio'
do 1872 e consignada a H. Legar.
Morra A L H. X. I83 infla'caixaMe-m idem eht
27, idem consignada a ordem.
Marca J D P B. N. 681 urna dita idem idem em
29 idem consigpada a J. de Pkilio Surge.
Rabe, Sclmiettau &.C.. Letreiro. Um embrullio,
vindo no vapor inglez mee descarregado em 3 de
Janeiro de 1872, e consignado a Rabe, Setimottau
*C.
Vaz A Leal. Letreiro. Um dito, vindo de Sou-
iam|don no vapor inglez Douv. deivcaircgade ehi
29 de Janeiro de 1872, consignado a Vaz & Leal.
Joaquim A. A. & C. Letrewo. l'm dito vindo de
Liverpool no vapor inglez SJiuknl descarregado
em 30 de Janeiro de 1872, consignado a Joaquim
A. A. & C..
Marc i C F & C. N. 91/2 pm ato idem idem
idem, consignado a Keller & C.
Altadega de Prhambco, 20 de janetfo de
1P73.O inspector, Fabio A. ric Carraflio llri*
t Certido.de dade mainr le yunnos.
2* Cermli4e^A2 abojl*,lsA,rfi- e contar.
3" Certidao ig- crimo offensiYO/ moral u religip "do estado.
E nara que chegne o conhectemo de todos)
rhandou o Sr. Dr. director lavrar c pnblicar oJ
preserit^.
Secretaria da* Escola Normal de Pemambnco,
10 de aneiro de 1873.
Aj res de Albuquerqe Gama
.------.^Ml,l, tP^^-l----------i.
De-ordein do Hlm. Sr. inspector d theson-
aria de fazenda se tai publico para conhecimonto
de qneni IntoressAr, que no dia 29 di) corren'te es-
tar novuient" m prata para se* arrematado
por venda e a qtm malr ju;o ofcjrecer o pro-
urio nacional denminatlv CalabodW, sito ra
ufisse Dome, poV detraz do quaTtel de polica;
sendo este ivroprio um afdiazem terreo com 81 1|2
palmos de frento e, :i6 1\ palmos de fundo, ser-
vifid de base a arrematacao a quantia de 2:2H)
ja offercrdlu
Os pretendentes pbleVJO comparecer na referida
thesourria no dia da arv^uiatacao a I horada
tarde, e anres dsso .1 ijualquer hora de seu expe-
diente para procuraV Cselarecimcntos.
Secretaria da tbesouraVia di- fazenda de Per-
nambeo em 21 de Janeiro do 1873.
'SefvTndo "de oIBcial-maior,
Manod Jos Pinto.
-----
i-niihI ii. n.
Pela inspectora da Ifandega R' faz puMico qtle
}>(liando-se as mercadorias contidas nos vidnms
abaixo mencionados no caso de serem arrema-
tadas para consumo, nos termos do cap. 6 do
tt. 3." do regulamento de 19 de setemnro de 1860,
Os sens dorios ou consignatario* develo despa-
cha las no prazo de 30 dias. sob pena de. lindo
elle, seren vendidas por sua eouta, >em que Ibes
fique competindo allegar wntra e- effeitos desta
Teada:
Armazeni n. 2.
Marca T G S, sem numero. I feixe de y s-
.- mas, vindo do Porto na barca portugueza So-
. descarregado em 29 de julho de liv/, e con-
signado a Cosme Jos dos Santos Callado.
Marca A G S C, sem ninnero. I c ixa viuda de
Hamburg no patacho inglez .l/IV. desearpegada
em 22 de setembro de 1871 consignada Otlo
Bohnt.
J & C. contra marca P. sem numero.1 volq-
ue de ferro, vindo de Liverpool na batea reglen
Woodvillf, descarregado em 30 de outubro de
1871, e consignado a ordem.
Marca J M S, sem numero. 2 e:ix->s, v ndas
da I Iba de S. Miguel no patacho pertuguez Mi-
ekatme, descarregadas em 17 de Janeiro de 1872,
o consignadas a O iveira Miranda A I".
Marca S 1 dita, vinda do Porto, no patacho
portuguez Olindu, descarregada em 18 de Janeiro
de 1772, gnora-sc a consignadlo.
Sen} marca e sem numero.I baliuzinlio, dem,
idem, idem.
T F L, sem numero. 1 saC0 viudo da ilha
de S.Miguel no patacho portugusMichtuteiut,
decarregado em 22 de Janeiro de 1872, consig-
nado ordem.
Marea S R sem numero. 1 barrica, vinda.
de Liverpool no vapor inglez Sl>ulct, descar-
regada em 'K> de Janeiro de 1872, consignado a
Samiders Brothers 4 O.
Mana M C A sem numero. 1 eaixa, vinda de
Liverpool n > vapor inglez Stttd'ni, descampada
em 1 de fevereiro de 1872. consonada a Keller
& C.
dem n. 128. 1 dita, idem ideru,
dem n. 12 1 dita, idem idem.
idem n. 130. 1 dita, idem dem.
Marea diamenle V no centro S B dos lados,
Sem numero. 1 barril, viudo de Liverpool no
vapor inglez Mfff, descarregado em 13 de feve-
reiro de 1872, consignado a SaundiTs B others
& C
Marca V, sem iininero. 20 panellas. vinda?.
de Liverpool no vapor inglez Ariet, descarre-
gadas em 26 de marco de 1872. consignadas a
Da i ente Vianna.
Alfandega de Pcrnamlmeo. 21 de Janeiro de
18"3. O inspector, PMo A. C.'imillio Rr*.
dUal n. 99.
Pela mspectoria da alfandega se intima agen-
cia da companbia que segurou a caixa marca S E
5 4 C. n. 3,247. vinda do Havre a barca franceza
6 Luiz, entrada neste porto em 11 de dezembro
ultimo, para vir despacha-la dentro do prazo de
tres das, visto ter sido a mesma caixa abandonada
ao seguro, por Souza S 4 C.; sob pena de, findo
est; praze, ser a referida caixa vendida ; sem que
the fique competindo allegar contra os offeitos des-
ta venda.
AHahdega de Pernambuco. 2:'. de Janeiro de
1873.
O inspector.
Fabio A. de i arvallio Reis.
aTllal n. 83.
Pela inspectora da alfandega =e faz publico que
s 11 horas do dia 28 do corrente se ha de ar-
rematar, livre de direitos, porta desta reparticao,
"as mercadorias abaixo declarada- abandonadas aos
direitos por Costa Maia & C.
Armazem n. 1
Marca CM. & C. n. 20. Urna caixa. contendo 96
chapeos de tecido de la avadados, no valor de
9t;5000 .vindo do Havre no vapor inglez Jvrist, des-
carregado an 3 de dezembro de 1872.
Marca dem n. 22. Una dita conlenda 120 cha-
peos de palba da Italia entaitado-. para meninos,
avadados, no valor de 12OS0OO, idem idem.
Marea dem n. 21. Urna dita contendo 116 ditos
de dito, no valor de 1165000. idem idem.
Alfandega de Pernambuco, 23 de Janeiro de 1873.
O inspector.
Fabio Alexanddno de Carvalho Reis.
Edital n. 8,4.
Pela inspectora da alfandega se taz publico que",
nao se tendo eflectuado a venda da plvora abaixo
declarada, annuneiada leilo por editaos, ns. 71 e
79, se transiere, pela terceira vez. a me*ma venda
para as 11 horas do dia 28 do corrente porta
desta reparticao. onde enemtiario os licuantes
amostra da referida plvora.
Fortaleza do Buraco.
Marca diamante T. 120 barr.-, pesando liquido
legal 1,692 kilogrammas de plvora avadada, no
valor de 1:3954000, vindos no patacho inglez
Ecleplie, entrado neste porta em 2irde dezembro
do auno prximo paseado, e consignado? ordem.
Alfandega de Pernambuco, 24 de Janeiro de
1873.
O inspector.
FuIho A. cf,'. tteis.
Edital n. 85.
Pela inspectora d alfandega se intima aos do-
nos ou consgnala rws das mercadorias abaixo de-
claradas, para despacha-las dentro do prazo de
tres dias, visto se acharem as mesmas mercado-
rias em mo estado, sob pena de Ando este prazo
serem vendidas, sem que llies tique competindo
allegar contra os efltosatesta vend.
Armazem n. 6.
Marca S. -1 canastra contendo uoze.-, consigna-
da a L. de M. Sai ment, viuda- do Rio de Janeiro
no vapor ligiez Xeti, entrad'' em lezembro dej
1872.
IdemSerodio. 1 caixa contendo sangttejupas;
consignada ordem, vinda de Bordeaux no vapor
francez Mendoza, entrado em 10 do corrente.
dem J P F-2 caixas com batatas e castanhas,
consignadas a Jos de Souza Barrelros, rindas no
mesmo vapor.
Alfandega de Pernambuco. 24 de Janeiro de
1873.
. O inyector,
Fabio A. it C. fteis.
l'.ditI n. 97.
Pela inspectora da: iiTfahifga se faz publico qnej
ca trauslorida para o dia Ski do corrente a ter-
cera, e ulfima praca daplvora anuuhciada le-
lao por ediial n. B de 22 de-te ne'z, aflm de que
possH ter jugar nbva visloria que ?e vai procenfir
na roesma pelvora.
kltandega de PernarabuCi., 14 de Janeiro de
3. ,
O'ioipecmr,
Fabio Alejfandmo de QarraVio luis.

h*.
'-
Faz-'se publico a quero bTessa.- possa que as
niariculas desta ^escola' Qtf%ffiAff$*!^, ** ^
raer,
-a|ta-^dun\"idB''a),,'iOi everidobsque seuueBmm V auna
apreseatar:
CQHmWA > HNlJMfrtc\ M
m
^veHr*to ewttohr vapor.
^AfiTIlA, -NATlL, WKcHO'i MOSJIORp', ATtAr.A-
MANDAIlli AOAR.
K GKAXA.
. vanor pojuc**
panuantu MoO-
COiYSL'LADO HlOVINClAL.
Avisa-se por esta r^artieS, ipre na dia 20 do
corrente abre-se opraso para recepcao dos dife-
rentes impostes provinci;ies designadf na lei ao
orcamenlo vigente de 1872-73 ; os quaes devem
ser salisfeitof. dentro de 30 dias sem dependencia
da inulta de Ti 0|0, em que incorrerao os oontr:-
buintes que o dWxarem de fazernesse praso legal.
(Consulado provincial, II deiaifeiro Jo 1873.
. o adm'strAder
Antonio Caroeiro Machado Rios.
r r i i' L fl" i -
Comhiaid das anias,
O Hlm. Sr. coronel eommandante das armas in-
terino, competentemente utoTisado pela presiden-
cia, contraeta,cm falta de capcllaes militares, dous
capelles civis para o presido de Fernando, com
os venetmentos do capello aleres da reparticao
ecclesiastica do exercito, pereebendo o que se en-
carregar da escola 'de ptimfras lettras do sexo
masculino, a gradracao de seiscentos mil reis
.inmutes, na forma do regulamento de 11 de feve-
reiro de 186">.
Os Srs. sacerdotes que quizerem prestar este
servico, tenham a bondade de comparecer no quar-
tel do coinmandn das armas, das 9 lloras da ma-
nila s 2 da tarde, nos tiias uteis.
Secretaria do nominando das armas de Pernam-
buco, em 23 de Janeiro de 1873.
FYancitco Ctoietlo Pessoa de Lacerda.
TenenteWronel secretario.^
'api!una do porto le Perinnii-
buco 94He jHnvirn de I*i9.'l
AVISO AOS NAVEGANTES.
Por esta capitana se faz publica a declaraeao
abaixo transcripta, da capitana do porto da pro-
vincia da l'araliylia.
Pela capitana do .porto se declara que ehi
frente da |tovoac^a de Tambad, litoral da costa
desta provinciav'e na distancia de 15 militas ao
mar, no fundo de 12 brabas, pouco mai- ou me-
nos, se acha fondeado o casco do vapor norte-ame-
ricano Shep Kze J. N. Y., de 1,500 tonelladas
incendiado na madrugada do dia 2 do corrente
me \ CapKaiiia Uo potte de Pertiaibnco 4 de
Janeiro de 1873. Cnctatto Alces te Souza FU-
nucirs.'
Est conforme.O secretario,
' feno de Aqaiii'i Fomeca.
n
fu,
rn
l
EfdPREZA-yiCENTE.
I'lxti-aoi'iliit rio nncceMSO.
Ultimas repr^sentaQes.
do importante drama martimo de grande appa-
ralo fin 1 prologo e 4 actos :
0 NAUFRAGIO
DA
FRAGATA MEDU7A.
msica, dansas, combate naval etc.
Ornado de
etc. .
Ailriirao.
A empreza, tendo de por em secua na prxima
semana um drama novo, partecipa que as ultimas
representacoes do
\\nio d\ m\)\ i\
terso lugar impreterivelmente
Hoje 'iS.
Ininh *
K qnintn-fcira 30.
Depois da3 quae ser retirado definitivamente
da scena, para dar lugar a oulros espectculos.
Hoje 28
As olo c Mciu horas.
FRACIO DA ME1ILZA
\nl<--|it"nili:iia i-epre-
sentncito.
CONCERT
VOIAL I\SIRI1MU,
Que ter lugar *ixln-iVj-a 3f
de Janeiro
Iloje
EM OLINDA
NO GRANDE SALVO ]>A ANTK.A CASA EM QUE
Fl".NOCIN Ol' \ AC.V1)1.M1A._
Neste concert temrito parte o artista baixo
Giovani Seolar, a Sra. Magdalena Brucioni, o^
Srs. maestro Pope e sua senfiora e o Sr. Henrique
Jansen. ...
Ililhote de entrada 2 00
Depois do concert partir da cstacao do Vara*
douro um trem expresso e servir e conduccSo
aos concurrentes. m
Na vespera do esjiectaculo ser publicado o
programma.
IViSOS
leal
ntia dfe paqtieteN
^.ezes vapor.
conina
ijilez
evyfronte, espera-sel
da Europa, o vapor
inglez Douro, com-:
mandante Th\yaits, o
qul depos da de-
mora do coslumc, seguir para BUenos-Ayres,
tocando nos portes da Baha, Rio do Janeiro e
Montevideo.
No dia 96 do corrente, isperfcrse dos portes do
snl, o vapor tl^lez Bol/Be, *cofhmaftflanre. Reeks, o
tal depois 4a demora de costante, 'seguir pitra
ui*aAlpS, tocando nos portos de S. Viceute fe!
Lfebea.
Vtfa'jtaMAgft'S', rrefe, ele: tratt-se Wl m
ca, me4o*eNSofe W.
Recebe can
dia 30. psssa|
da tarde do t
Mallos n. 12.
^BXl
com:
ra, Seguir para o
ubrfot acTma no ola
'*1 do cobrante, as 5
horas da ta rde.
commendas at o
ete at as 2 horas
ploro no Forte do
; Para o Porto
fepiiir com a maior brevlda ieira e fatm oonhocida baria |Mrtugneza Ciawli-
'na, iwIit: parte da carica engajada: para o res-
to e paesageiros, aos quaes deroce excellerftes
oomintklos : irnta-se Com T,unha Irmaofe & C. ra
da Madre de DCus n. 34, on rom 'capitn, na*
praca.. _______ _
i Ym RiD-4tmiMle M.
Francoln.
Para o referido porto recebe carga troteo
patacho trasleiro Fcanedlim : tratar com
se s^ignateensarios Atnorim Iruios & C.
os
Para o Para
val cahir at a dia 8 de fevereiro a barca portu-
gueza AmbeHn, de I' dasso. tem tres partes da
carga proMptat e para 9 hsto qti flie falta, tra-
ta-sfccwn Ferrei-a de Al molda & C, ra da a-
drede Dos n. )t&
Pai'
Seguir em poneos dias o patteho portugnez
Adtfinn ; para o resto da carga trta-se com Pe-
reira Vianna fc C, hia d"o Vigarto n. II, pri-
m iro andar.
ll I II -I I
mm.
\i\n
LEILO
E
eaiva con charcos o tima dita com
rrmulczas 'amrwrs avariaJas.)
twmwm i>a mamiv
O sgenite PfiWto fhr K-ilo, pOr fnitmisacito do
Sr. gerente Ai consulado de Franca, em prlsertea
desett ehanceller e por omita e risco de Vmem
pertencet, de nma caixa inafca C M n. 108.
cottendo Chapeos avariMos bordo do vapor
fram*z furisl, e urna lita marea P. S. C, A. L.
n. 183S, cwntendo RVtHkteA avadadas A hotilo do
vapor francez lfewfc;. O leitSo sier ef-etuado
no dia e hora cima mencionado*, no escriptorio
do referido agente, ra do Bmn Jess n. 43.
LE10
DE
HO |>i''suntos para la!re
Terca-feira 28 do corrente.
HO.IF.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem perteneer, de G0 presuntos para fianibn',
e serao Vendido* em um ou mais lotes, terea-fira
28 do corrente, s II horas da manila, na' porta
do armazem do Aunes, defronte da alfandega.-
J
LEILAO
DE
utna caisa marca P V, coiitra marca R, n.
8,005, eontenJo 50 duzias de botinas
pora seiilioras, avariada*> d'ngua do rnar,
' vinda pelo vapor ingle/. Gasle-iuli.
Terca-feira 28 do corrente
AVIO horas lo lia.
Por conta o risco de quein perteneer
Por intervengo do agente Pinto.
Em seu escriptorin, ra do Bom Jess n h 3.
LEILAO
DE
100 cunhetes de aeo em verguinhas, ava-
riado.
Itijf
I hora etu ponto.
O agente Wuto fara leilao, pdt conta e risco de
quem perteneer. de 100 conh'etes com ac em
verguinhas, avadado d'agoa salgada, vindos de
Liverpool no navio inglez Ruth, existentes no ar-
mazem n 92 da ra de Domingos Jos Martins,
antiga ruada Sanzalla Velba. aoade se elf-etnar
o leilao, no tlia e lera ai-iria luencionds. *
LEILAO
DE
1080 oaixas com 21(i0 latas com gaz a va-
riarlo, scihJ* ; marca C & M 200, trian-
gulo PC I (00, e idem A 280.
Quarla-leira 5 'A's 11 horas da manh.
O agente Pestaa Iegahnente autorisudo far
leilo, por conta e risco de quem perteneer, de
1080 caixas com gaz avadado, vindas de fevv-
York na barca ingleza ak Po//, arribada com
agua aberta S. Thomaz, e ltimamente de S.
Thomaz para ste porto, as btbzue Htgle! Floren-
ce, ebegado em dezembro de 1872, cujii hilo se-
r feito em preseno do Sr. cnsul dos Estados-
Unidos, e de um empregado da alfandega, para
issn nomeaib, no armazom alfandegado do barao
do Livramenlo n. 2, ra do Bru, no dia ci-
ma quarta-feira 29 do edrreate, s 11 horas em
ponte. ~ t^. -
DE
unin graide proprieilale na forta d'Aguaj
' km Apifncs.
CONSTANDO DE :
Una casa grande de pedr'a e cal, beira da esJ
trada, com 31 palmos de' frotm 'i 36 de fundoP
com grande terreno e bop baixa de capim.
Urna olaria para telhas e bjoUos.
Urna casa terrea emYrerW' da pKmeira, com 43
palmos de frente e 65 de fndo,
Cinit dita peipiena que serve de cocheira; com 19
palmos de trente e 43-de ftlhdb.
Unta da de 12 palntos de frente e *i de fundo
I'nrt dfita com 12 psiiios de frente e SS de' fundo
lima ta seth repartimft, efn a mesma frente
e fando.
Urna dita dita, com un quarto ^a.
Omadtadita, eom ti palmos de frente % 4 de
rundo.
Urna *ta ta, Com <9 fillmos de frente e 19 de
fn*, tedias edfflMdrs 'rtn'rtiSiW ptoprios, ab
lado da levada.
8t!ATA-FE!RA 3 DE FEVEPPBmO
f o ittefo tlln.
Oage,ite Pinto levari a. leilao, ftpra do (fia
cima dte, e em um s Ib& tona a propriedacit'
cima dita, sendo :;'l",lalSmmas partes por
mandado do IFHA. |r. Dr. juitfBB-dfreito privativo;
dos orpliaos, eW.V4rtude do reatterimento da viu-
COSlPAWH PEFtfAMBCL'AfiA
HAie^ito er^lVrt a vapar.
O vapor Coruripe, ttm-
HMwflinte Silva, seguir para
o porto aete no da 28 do
i Resecar,
wtm
te tffas 2 noris1 m
criptorto no. Forte to
MOVIS
Quinta-feira M- do corrente
iii WrnWw ii. 82.
Una mobilia de Jacaranda com 12 cadeiras de
guarncSo, 2 ditas de bracos, 1 sof. I concollos
e mesa redonda com pedra, 1 excellente n-logio
d parede, 3 pares de jarros finos, 4 bollas de
cores, 2 redomas para flores, 1 candieiro gaz,
2 pares de escarradeiras, 1 cama franceza de
amarello com colxo, I lavatorio grande com
pedra, 1 columna para vaso, 1 mesa dejantar, 2
aparadores de amarello e 1 inarqueza de dito.
O agente Martins far Icito, por ordem de una
familia que se retirou dosta provincia, dos movis
cima, existentes no sobrado n. 82 da rui Direita,
boje Marciliu Dias __________
LEILAO
DE
um sobrado de 2 andares e soto 'em daos
proprios, ruados Marlvrios D. lii,
contiguo igreja. eem grande quintal, c
portao para a rnn do Cahlereiro, o qual
d bom riMidimeiito annual.
(?lAKTA-FKIRA 5 MFKVKKKIUO.
s 11 I}2 horas.
Por intervenco do agente Pinto, em seu es-
criptorio, ra do Bom Jess n. 't'l.
Leilao
DE
ende:
l'm,grande sobrade com 6 salas e 14 quartos,
quintal murado alin de mu grande sitio com
700 palmos de fronte e I.OM) do fundo, cacimba
de agua de beber, muilos arvoredos, boa baixa
para capim, e muitas outras accommodacoes.
\n extratla de JoSo de Barros
n. I.
Qiiarta-loira 3 de fevereiro
s 11 11*5 horas
Por intervenco do agente Pinto.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
LEILAO
DO
sobrado-de 2 andaros n. 16, em chaos pro
prius, na Travessa dos Expostos.
uartu-feira 5 (le le ereiro
s 10 horas.
Por intervenco do agente Pinto.
Em sen escrijitorio. ra do Bom Jess n. 13.
Lcilio
DE
Duas casas terreas de pedre e cal na povoa-
co do Melo, da pro\incia da Parahyba
do Norte.
Duas ditas na Baixa Verde, desta provincia.
Urna pequea fazenda de-gado em S. Bento,
nesta provincia, cpm meia legua de terra,
toda cercada, e SO caberas ue gado.
QUARTA-FEIRA 5 t)E FEVEREIRO
s 11 horas.
O agente Pinte eumprndo o mandado do llbn-
Sr. Dr.jifiz especial ilo couimercio, levar lei
lao os bens cima ditos, |>ertencentes massa fal-
lida de uaquim Silverio de Soa 4 C
O le'uao ser elfectuado s lf horas do dia
quaru-feira o de fevereiro, em o escriptorio do
referido agente.__________. ______________
LEILO
DE
va de Joaquin tamefrpirtleiro,. tufora de
seos HU^tenW-^ceM'WMli ^ios "partei
por autorisacaMfc^irocurador ttaitante, do her-
deirb que se rtW ausente, o baflharel Augusto
Carneiro MontMKV'
Os prelendentcs pdderio exaifwr detde j a
dita propriedaie, a spot taraa recommendada
"Ta-* co|jv
v^enjtc, ra d
Henriette Monteiro dBvidwnente i
lio eis. loitea e rr st ars.
, SE.SlX):.
1 magnifico piano de Boisolet firs & C, I rica mo-
bilia de jacadintlA a I.iz XV, 2 estantes para
msicas, 2 guarda-ronpa de nioggo,'2 ditas com
espelho, 1 leto para caa!,-i bidets eom lampo
de pedra, 1 lavatorio con podra marniore. 1 es-
petan, 1 mesinha com tampo de pedra, 1 dita
pnra jogo, 2 canias de ferro, 1 cadeira para as
seio, 1 cabide, 1 par de escarradeiras de por*
eclana c jarros, tapetes e lustro para gaz.
Pavimenta erre.
'1 mobilia americana, 1 secretaria, 1 estante, fi
eaixas com aslruuientis cif urgicos, 1 machina
elctrica, 120 voluntes impressos (medicina), com
estampas, 1 relogio, 1 machina de custura, 1
eosturira, 1 guarda louca, 1 aparador, 1 mesa
elstica, 2 cadeiras de marnicao, 1 apparelho
de porcelana para cha, 1 dito para janbr, 1 ba-
nhefo do riha de Flamres, Copos, catires, gar-
rafas de crystal. treme coiinha e 1 grande fo-
gao do ferro o ontros perfehees ele casa de fa-
SABftADT>.M>E FVW\K1R0.
Por autorisacao do Sr. Dr. Jaeintho Soares Re-
bello, que seguio para corte, o agente Pinho Bor-
ges, vender em letllo lodosjjs cWectos cima de-
a clarados, existentes em Ponte dlfclioa, no predin
_! cenrrotale ao ftabeete do Hlm. Sr. Dr. Augaslo
Frederieo de OrlVeir*.
A'ff 10 1/2 horas da mnha partir da estr^ao
do arco de Santo1 Antonio nm trem, aflm de con-
dmh* ratis o rencurrentes do lellio ,o qnsfl prin-<
clDlara Wwis da besada do meno.
!85dt:Il do d".'.fflTbro proemio passado. Jado
dtttrs vate Oiy/itpio teon/eifo iguacs avisos :v
se lhc tem responcBov.
Esta aresposta (fot-anda a|rora'reprodnr.imos.
' A viuva e fillm do teuente rotenei Florem-io
'Jos Caftieiru Montejro rontestam o aviso do Sr.
3\mphroiito Olynipio de Qoeiruga, pnWirado nos
morios de 20 o 21 do comente, declarando ; 1.
trae o Sr. Syinphronio nSo tem dominio pleno no
trrreno que se refere, perieneente ao smo tki
PVirta d'AgUa do Monteiro, nas some'nte dlreito ao
foro, pj por esse hwsmo terreno paga va o finado
Florencio ultima administradora do vinculo do
Monteiro Tt? |ne esse foro tem sido recollrido'ao
deposito, pwa ser levantado pelo Sr. Svmbnronio :
S miJ a -aceSo pertle iroposia pelo'jiiizo inuni-
elp.it da 1.* rara, com o nm de coni-erter o afora-
menti) existente em arrendamento, depois de con-
tesiada, licou-ha maisde 10 annos parada, a espe-
ra talvez do resollado da outra aceao (nmeerneut^
ao terreno contiguo em idnticas' circumstaneias),
pro|K)ste pelo juizo municipal da 2* vara, oque
anda pendo de decsao dos ltimos embargos de
'declaraeao do iik-siiio Sr. Symplironio ao accordio
do egregio tribunal da rola fui, que julgoii milla e
incompetente a mesma accao : 't, Imalmente qne
a circHinstcncia de estar em litigio o referido ter-
reno, nao priva o 2." contestante de poder vender
as partes dos de mais terrenos e das casas que tem
no siiio, nao sugeitas a litigio.
<*ifiiveni. pomo. aecre Os titidee.fielos qnaes pesswta meo finado mari-
do, e outros bereiros do teneftte coronel Floren-
cio JosCarneiro Monteiro o sitio da Porta d'Agua
sao esrripturas anthcnticas, que existem em poder
doSr. agente de WliVs Francisco I. Pinto, e que
podem ser vistos petos concurrentes.
QuaBtoaos foros devidos, requeren meu marido o
o deposito, e se effectuou o dos entao vencidos des-
de 1 de agosto de 1858 at o ultimo de julho de
1864, razao de 400 rs. Os dos outros annos,
deve igualmente ser recolhido driiosito na thesoa-
raria, o i|ual dediuido do producto da venda o re-
colhidn a deposito garante o dirato de quem quer
que a elle se julgue Com diroito, e em favor de
quem fr ordenado o levantamento, visto que para
elle passa a disputa, como de lei.
Nada pode, pob embargar venda annuneiada
-Ict.'.jIai^M.*, iiakn.*. 4wraa
'lil.1. naac.'. to. esp.*. Tlt.*.
Itraz.'. la ub.-. *;. ch.-.
Core.-. Llv.. Pota,', na HIh..
sob aa ausp. Oe .. M... ..
ir. D. F.-. ... e ... ... a.*.
em reroIJo aaaiverMarfc
de sita feliz ns Aw vinte. e cinco dial do^imeko inei do au-
no do nascimenlo de >'i*ssd Snlior le^m fthrlsl..
ele ltl7.% na easa sita > m do Loramente n.
2o, 3* andar, roaoi* matetara, os Irs.-. na
sata de seu* \r;>.: /o pej.> mnriti dep^ep.
comp. dos Srs. M.-. J. G.\ de "Ar. Calanho, 11.
M.-. dos Santos, A.-. I.v d-.t Silva, ammnciado
achar-sc o templ.;. aberre, a romuaao do re-
cep.-. comp.-. dos' Sri.A.% J T. tfandeifa. M
A.-. F.-. Chafase t.: M.-, da Paixo, di.ii in-
gresso a todos os ir .. (uc cecuparam os'lo/a-
res dos seus gr.-. cec-v. f.-; S.-. .-. nV .-..
orad.-. M.-. do X: K.-. Frwca, as oMo tw s du
noute, depois de preecclii teda* as uliiid -
des a di.p.-. no esp.. rit.. bras,. oi pd0 cite..
p-op.-. d ord.\ abert,. a seas.-. man.. do annt-
versario com a ven.'. : o ot.: reciton um bello
discurs anlogo a acto, sucred.. na ti*.-. o>
Srs. J.. M da S.. Mendos, P.-. M.-. de Seuza J.
A.-, de Carvalho, M.. A.. lo G.. lkuideia, J
M.-. A.-, de Lima, e li.\ J., Martins, qutj pro-
n ncaram succintas mas crleganTes attocu^des.
Em seguida a comni. de librra comp sin dos
Sr.-. J.% L.. da C: W>nleiley. h.. E.-. S.-.-de- .
I rito, M.. da (.'. Jnior, apresen!..! .un a liber-
tada II ruiina, de propriedade do llfm. Sr. Joa-
quim Francisco Pessoa, ira os associi! :s em
regosijo a memoria df> dia, offfN'Ar mi'vacara
de liberd de ; Sr. U.: Waisne) tvrumi aUo-
c cao anloga e |irecederam mitro
O ebef., assuut.-. .a palv.. e rectou um di<*' r-
so cheio de animacao aos c r.-. In-as.-. eneer-
rando-se assim s trab.. depMs -de ireerretilas
o.tas as fonnaliiLides-da grad.. se s.*. napi.-.
do regosijo, as des e moia horas 'a noute.
Eu, neuei.. J.. S.-. F.-. de Melo,^icrevi.
ATCFXQO
A sociedade cai-navnlesea de Aag de
Fan, declara que nao responsavel por di-
vidas fcitas por seus socios, a *Hulo de" ser
para a sociedade, e que os que se julgarem
oredores procurem receber seus dbitos da
dessoa qc os fez ou contraMi
E com a polica deS. Jos
Pede-se ao Sr. Dr. snbdalogado *da M^ntiziade
. Jos, que lance soas vistas para tona zmi de
tabolagem rna Augusta, onde jogam da e noute
as classes menos abastadas da sociedade, diMn-
do o licito barato ao dono da easa. A algizarra
infernal que a noute ah ha, di lugar a qne os
transentes parem admirados, tai o desregra
ment de palavra sem ordem. Cmuprc que o ac-
tivo Sr. Dr. subdelegado faca dtsapparecer sse
antro de immoralidade3 e prejuios para Os fttx-
perientes._______________ "
Urna senhora habilitada ao ensie de- pri-
meiras lettras, offerece-se para ensmar em aipiio
engenho nao muito distante -da rapital : quem
pretender dirija-so ra do Imperador u. K>, 3'
andar.
1
Aviso.
Pre\ine-sc a quem tem ohjectos para faraetia
de sua divida no hotel Oriente, ra Nova .52,
3ue se no praso de 15 dias uo rcalisar sua divi
a. se vender para seu papamente ditos fihjerto-
Po'i-ife 27 de Janeiro de 187<. ^^^^^
NO
HOJE
HOTEL DO UNIVERSO
SOPi N \RT4Rl^
________RA DO' COMMEIt K) N. t.
A09 5:000^000.
BILHETES GAUWTIOS.
.1' roa Primeiro de Margo (outr'ora rita, do
Crespo) n. 23 e casas docostume.
O abaixo assignado tendo vendido nos sena f<-
Hies bheles quatro quartos ns. 1S9 com 300i.
um meio n. lato com 100J e-outras sortes d>
40 e 20 da lotera que se acabou de exfrahir
(36V) convida aos possuidores a virsm receber na
conf irniidade do costuine. sem descont algum.
Achain-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 6- parte das loteras a beneficio da matriz d
Escada (37.*) que se entrahir na quinta-feira "W
do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteir 61000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM POItgiODE 100.*000PAIIA CIMA.
Bilhete'inteiro 5500
Meio bilhete 2*750
Quarto l*3'75
Manoei Martins Fiuza.
Companhia
SAMA THEREZA
EMISSO DE ACTES.
De ordem da directora se faz constar qt
at o dia 31 do corrento aclw-se aberta a as-
signatura para a emissAo de'l.OPO act.oes de
50-? cada urna, parte ilo augmento do capi-
tal autorisado por decreto n. 5,149 de 7
de noverabro ultimo.
Aspessoas que desejarem tontar ac^fies
podem entender-se com o abaixo assignado.
ou com os Srs. directores barao da Soled*-'
de, Francisco G. Nelto e Joaquim Hodrigue-
Tavares de Mello.
Recife, 15 de Janeiro de 1873.
0 gerente,
Justino J. de S. Campos.
CASADAFOUTIJXA
Rna l do Mario
(Outr'ora lo Crespo) h. t*
O abaixo assignado tendo veniSui) nos seu- fe-
lizes bilhetes da lotera do Rio n. 'i-H5* a sorte dv
4:U05* em qnatro miartos de n. 2403 ; convida o-
possuidores a viran receber, rp pron^tament
serao pagos, eomo do costume-
Manoei Martins Fiuzal
......WJOOft
......12*000
...... M0
Man)l Martins PSw
M0F1NA
Est oncoura^iMlo !! !
pi de Qwroga o aviso nublii
.iil'l i ,'.
W1S0SDVERS0S
Sr. tet)K> VielM de Hdto,
!e^^aaW*eta?irov-i^is,
Oaixooiro
escri*a*'ea cnlide'^e -ftjsalS*f _
fcvor de vir ra Duqtepte Caxlas n. 3o, aJgB-
Cluir aquello negocio que 8. S. S- compnoneWSl a
realisr. ^A'*iafMnt namda ste jvna<
Qns de dezMubro ite WHh .depois para ja:
passou I' ;diHl de 187l,e hada cuBipfi.
novo caamnfln para W"
so d^ve lmhrar que, este a
.. mais de cito annos, e (piando o Sr. sea Dhi s"
nesla cidade.
:.: -*idS.Jouitoflo.
vo
le um r -r f r ,'raj*-1" a- [vhirife, na caaa telii do aro* eo*f
aa ra do ImperadoV a: tyW andar
vlno^, na caaa telij
O'imes.aoRwire.

CAZA DAF01TOA
ria 1. nt maro outr'ora no cuesto*, i '
ios nkmum.
O abis assignado tem sempre exposto wnA<
os fefizes bilhetes do R'o de Jaeirn,. paga'
prompta*aente, onao eostosaa, itrj 4:d8*.
Fnteiro
Meio .
Qitarlo


4
Diario de Perftaiakjcp Tcica feira 28 de Janeiro xi
O GRANDE PURIFICAD OR DO SANGUE,
Esta exceUeste e admiravel medicina, t
preparada d'uma maneira a mais scientiii
ca por Ctateos a Droguistas mui dootos
d'uma instruc^o profunda, tendo tido mui-
dos anuos de experiencia ao par d'uma Ion-
gae laboriosa ortica.
A sua eom|>oscSa nio consiste d'um sim-
ple extracto d'um so artigo; mas sim,
composta d'o tractos d'um numero de rai-
les, honras, (aseas, e fainas, possuindo to-
das ellas, sua. virtude especial ou poder
m curar as molestias as quaes teera sede
ou essento, no saogue ou nos humores;
e estes differentes extractos vegetaes, achara-
te por urna tal forma combinados ponto
de conservaron! em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
^per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produxida as Honduras, a que
nos usamos nesta prepiracao, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
-e estimam. Na composicao da Salsa-
parrllha le Brislol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
u3o encerra em si cousa alguma, que pos-
ea por leve ser perigosa ou {injuriosa
aade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella mteiramente
diversa de todasuessas mais preparares,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, soaccoadkionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui dinunutas d'uma colher de cha por
cada vex. Nos pelo contrario engarrafa
mos a
SALSAPARRffiA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
preverte e vaotagem alcancado por aquelles
que acondicionara sua preparaco emg/ '
rafas pequenas. Cada um dos frascos da
oossa Salsaparrilha de Brlstol
oonteem a messa quantidade igual porcc
contida naqcellas garrafas pequenas, e alem
disso, possue anda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
eis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tante mui natural, que aquelles, que se
cbam oceupados em preparar e vender a
suas produccoeg, em garrafas pequeas
murmuran e gritem contra os nossos fras-
cos grandes proclamando, que a nossa Sal-
aparrillia de Brlstol nao possue a
menor virtude; porem quao effectivamen
te sao elles postos em silencio, quando indi-
Damos, ou simplesmente referirao-nos para
com essas centenares de certidoes e tes-
temunhos authentieo., por nos receidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagjm de termos os nossos pro
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, dogas, hervas, e plan-
tas de que :>e compoera as nossas medicinas
sao produzidas, que nos habilita exer-
ser aquelle constante cuidado e disvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga
rante uniformidade de excellencia.
Em quarito que, per outro lado, nos n<
nos poupamos era dinheiro, nem dili-
gencias ; alim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artipc
ou ingrediente que ertra na sua composi-
cao ; pois levados e compenetrados 11
tois firmee persuasiva confiariga; quepo
demos afoutamente dizer aos doentes de to
das as nacces, e de ledos os paizes, que na
ftalsaparrllha de Brlstol. possuen
am remedio mais efficaz e seguro; do que
nenhumoulro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das seguintes enfermidades
Os abaixo assignaflos deetaram a publico c
om espeeudidade ao corpo cmmercial desta pra-
ca, que nosta data disso! veram de cotmuuat at-
eordo a sociedade que tiaham na taverna fila
rna estreita do Rosario a. 47, debalxt da firma
[-de Antonio Luiz dos Santos A C, cand todo o
activo c passtvo cargo, do socio Antonio Luiz
dos Santos, e o socio los da Cosa Cazefro pago e
satisfeito de sea capital c lucros a x presente
data'e exonerado de toda e qualquer respoosa-
bilidade. ReciTc 27 de Janeiro de 1W3.
Antonio Lui dos Santos.
Jos da Costa Ca eiro.
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha,
Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades dt
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral
Febra e Malignas e
Febre e Sazoes
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
ErupcSes,
Herpes,
Salsagera
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sira, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apuntadas o adan
amento da cura, grandemente promovi-
do e apresurado; u?ando so ao mesmt
tempo das nossas raui valiosa pllnlat
vegetaes assncairadas de Brlstol.
tomadas era doses maderadas em connec-
v"3o ou conjunctamenlecoma Salsaparrilha;
Has fazem remover e expellir grandet
quantidades; de materias morbicas e bu-
mores viciados que sa desprendem e livre-
mente circulara esp alhados pelo systema
sto causado pelo utso da Salsaparrilha; e
por esta foi*ma faciliar a volta e o exercicio
normal das .operacoes funecionaes,
A qual preparada smenle pelos unicoi
__________________________________
O professor de latn da freguezia de S. Jos
desta cidade, abaixo assij.nado, tendo recebido da
directora ge -al da instrueco publica, segunda os>
lein revogando a que h vi a dado, acerca das fe-
rias de sua aula, faz setente ao publico que desde
o dia 15 do (torrente se ba aberta a matricula
da mesma, e que os seu > trabalhos lectivos come-
ijarao no dia 3 de fe ver ;iro prximo vindouro
quem se quizer matrici lar dirija-se ao sobrado
ii. ', no largo da ribeira da referida freguezia.
' Man jet Francisco Cocino.
**i&mmi&
Fugio na eoute do dia 25 do corrente a es-
crava Benigna, com os seguintes signaes: cor pre-
U, baixa, cabello rente e tem a uan do dedo Jun-
to ao mnimo da mo direita Mino blco de napa-
gaio, levou vestido de azulaoe camisa de algodao:
quem a pegar pode levar ae Chora-menino, sttio
da CapeUiiha, perlencente -a Jos Antonio Mar-
ques, quo ser recompensad*. E desde j protes-
ta contra quem a tiver ocoalta.______
Aqu
oonvier.
Preca-se de um ^oeio com habiltticScs-ai-
gtm capia! para ama t A'tM|iatMiMalo-
calisada. Carta nesta typographia $n aa im-
iaes P. S. T.
No Caxang.
Prccisa-se alagar urna casa .neqnejBajiia Jugar
cima, que fique perto do rio e da^Aacie : a tra-
tar na ra bstreiU do Rosario e. *, farmacia
Oriental..
ip areia fina da Baha]
TE
Morara & Compankia
O abaixo assignado. nico agente des
fabrica, ivita ao publico que tem aberto
odeposio ife dito jap, no seu escrip-
torio ra do Vibrio n. ti, onde os
freguezes encontrarao sempre a quan-"
lidade que Drecisarcm.
Recife, 2I de abr de 187f.
Oormngoi AlvS Matheus
4TTE\Gli
(tllerece-se urna senhora casada, p )rtua,
sem filhos, e de bons coimes, para casa de fit-
milia, engomma com pprfeicao, o seu marido tem
oceupafao fra, s assistem casa is noute- e das
santo- : a pessoa que fuizer, dando commodo
mulber e marido, annuncie sua resi leticia por
este Diario para >er |roclirada._____________
l'.sri-iptorio couimei'ciul, dec*m-
miixili' e 1'oiM'iiwc.
Ll'ZFKUPPKLElTE.
Ra do Oiro 165 1.*
LISBOA,
Executa por cominissao quaesquer ordeos
das provincias do reino, i I has e provincias
ultramarinas, bem como do Brasil c outros
paizes ustrangekos.
Recebe i consignado gneros nacionaes,
coloniaes e do Brasil, para s<>rem vendidos
no reino; ou ra delle.
Executa ordens para compra e venda de
fundos puldicos, nacionaes e cstrnugeiros.
Trata da cobranca dos respectivos dividen-
dos.
Promovem-se no mesmo escriptorios, in-
ventarios, liquidaces, causas civeis, crimes
e commerciacs, appellar;oes e recurso de re-
vista,
Tem os melhores advogados na capital.
Trata-se da arrecadacao de herangas e ad-
ministraQo de bens no continente do reino.
Obtem-se documentos de qualquer dioce-
se, districto administrativo, cnncelho, ou fre-
guezia do reino, Bitas e provincias ultrama-
rinas.
Solicitam-se dispensas matrimoniaes e
quaesquer outros breves apostlicos conce-
didos em Roma ou pela nunciatura em Lis-
boa, annullaco de ordens, e quaesquer ou-
tras dependencias dos tribunaas da Santa S.
>. R.As commissoes siio reguladas pela
praxe desta prai;a.
Para os negocios ele natureza especial,
como causas forenses, adininistraco debens,
etc., querendo-se, pode preceder accordo
previo conforme a natureza do negocio.
Esta casa tem correspondencias serias em
todos os pontos do reino, em Inglaterra, na
frica portugueza, em Maco ''China; reino
de Sio,ilhas dos Acores e Cabo-Verde, e
acecha as propostas que das provincias do
imperio do Brasil llie forera feitas por corres-
pondencia eflbetiva ou eventual. Na mo-
dicidade de suas commissoes, na exactidao
de suas contas e no crdito longamente esta-
belecido faz consistir toda a garanta de bom
acolliimento.
Para referencias era Lisboa, s casas ban-
carias do Sr. Fortunato Chamico Jnior, e
dos Srs. Fonsecas, Santos iv. Vianna.
Lisboa, 13 de novembro de 1872.
Trapiche alfandegado do
Guerra.
Tendo passado a administracSo deste trapkdie a
o treni, acha-se elle em estado de recolher quaes-
quer gneros por preeps mais commodos que ou-
ti" qoalqoer. Os seanores consignatarios de bar-
cacas e de navios, cojos gneros precisaran de
sor recolliidos com satisfacao e presteza, tero alli
tuda commodidade paasivel. U algodao, bem como
toda casia de gneros seceos que se demoraran por
mais de :0 das, serao seguros contra o fogo ex-
ensa do administrador actual, ministrando os
ecolhedores uma nota de seus valores para a
ffectividade do seguro. Entrada pela ra do Vi-
gario Thejiorio n. 3, e pelo caos n. 6.
AVISO.
Ao ilcjiois iiiii se ijiicixciii
-Biinardino da Silva Costa Campos, com arma-
Ziiu de vveres, na ra do Imperador n. 28, pede
encarecidamente, pela srguuaii vez, aos seus de-
vedores IlEMISSOS, o especial obzequio de viren
quanto antes saldaran os seus dbitos ; do con-
trario est definitivamente resolvid a chamar aos
mesaos por este Diario, declarando os seus no-
mes por extenso, quantia e lempa a que devem,
e se isto nao for bastante, Janear ino dos meios
judiciaes; pelo qne, conveniente que os seus
devedores (remissos) que mo quizerem passar por
es em que estao engolphados, vindo, logo que to-
nham conhecimento deste, saldarem os seus d-
bitos.
Aviso.
Fngiram do engenho Bambuna!, na freguezia
da Escada, na noute de 7 do corrente, os escravos
seguintes : Theotonio, idade 40 annos pouco mais
ou menos, prelo, altura regular, cheio do corpo,
ps apalhetados e fofos, tem urna nerna mais curta
que a outra, tanto que pelo andar se conhece, e
bastante ladino ; Venceslao, idade 40 a 50 annos,
preto, com marcas de bexigas na cara, alto e cheio
do corno, pes e nariz grandes. Ambos levaram
roupa de algodao azul. Paga-se generosamente
quem os apprehonder e leya-los-ao referido en-
genho.
954
A casa feliz do arco da Conceicao venfleu nes-
se numero a sortede 5:000* da lotera da Bahia,
extrahida a 15 do corrate.
Para servico de casa e de alguin mandado prc-
cisa-se de um criado de 15 annos ; paga-se bom:
no caes do Apollo n. 69._________
Nos abaixo assignados declaramos que a
contar de 31 de dezembro prximo passado dissol-
vemos amigavelmente a sociedade que tinhamos
ra da Madre de Dos n. i2, sob a firma de Bas-
tos & Lima, retirando-se o ex-socio Lima pago e
satisfeito de seu capital e lucros, e desondrado de
qualquer rcsponsabilldade tanto do activo como
do passvo da mesma firma, "euja liquidaco Ccou
pertencendo ao socio Bastos, a qual contina no
mesmo ramo de negocio sob a sua firma indivi-
dual. Recife 25 de Janeiro de 1873.
Francisco Goncalves Bastos e Sa.
_________Joaquina de Souza Lima.
15($UU0.
No eogenho Msos., fr'-gaeii da Escada, st
dar de gratifteaeio a qototia cima a quero ap
pretender lie cavaliM que naqoella eoaein
toram (orlados na oouie do dia 29 para 30 de no-
veaibro prximo passado : o tm 9 anoo*.
eastanho e eastrado, um a Of<4na direita bastante
lascada, orna tanelia ua ie*b, e uo quano eiqaer
do tem ama cruz; ofr ruco, com pitias ver-
melbas oos qaario.<, grande, gordo, e>m o pes-
eep floo, estrad-j, tem os qntdrt fcriio da
eaogalha, (tirado com a roaretI. R. -4do lado
direitn,' e leo a idade de 9 auooa; o J rndado
sanbai claro, curto t g-ossj, om booco canabiio.
( ca.-irade, pequea, a ata (errado con a enarca
-O-no qnarto dinsite : graflca-se eom 0*000
por cada om em'fjmejifa da psssoa, am cn)i)0-
dw for encontrado qdKqqor o* dlips a?Jgs,
Vende-se o engenho Velloso ma-margem do rio
Mamanjasape, aas saguinies cundicoes : varzea
suCficienie para safreiar de 2 a 3jd00 pSe* de as-
sucar, sendo mais-de metad* de madto grosso e
parte terreno de agiur; arisco para plantar-se
rocas, (eijio o o mais necessame para o costeio;
um exceiente cercado, (e'rttt quasi toda a cerca
no 4>rrcnte anno ; tem elle bastantes baixas, on-
de pelo vero pode-se botar 4gna para refrescar ;
um segundo cercado natural onde plo invern
jhpoV se ter de 80 a 100 fceis ; raizes de canna,
planta, soca e rissocas paca mais de 2.00:> paes
de as su car, 'odas tratadas convenientemente ; ro-
cas velhas, etc.
Tem o engenho um exoellente porto a puncas
Jirafas dos armazens, per elle passa todo com-
merro de Mamanguape, quer feito por lurcacas,
^uer por vapor.
Quanto edilicacao nao de primeira or-
dem ; porm segura, de gosto e commoda, sen-
do a maior parte eita e tijotlo. O que precisa-
se em um engenho nelle se encontra. No dia que
concluir a safra, tica apuntado para a seguinte.
Faz parte do engenho metade da malta deno-
minada Carapuceina, onde sao consenhores
os Srs.. tenente-coronel Bruno e capitao Jos Pon-
ciano; mais a tcr.a parte da Matta de *-Japun-
g, onde tem mais de una legua de extensao.
Adverte-se que sendo a venda eita em parte
para pagamento de credores, vista, ou cousa
que isto valha.
A venda coraprehende tambem bois, animaes
de roda, carros e o mais que se convencionar.
Quem pretender pode apparecer no mesmo en-
genho de Janeiro de 1873 em diaute a tratar com
o abaixo assignado e nao ames, por ter de seguir
para x comarca do 'Inga, onde vai residir.
De fevereiro em diante ficam encarroados de
seus negocios particulares os Srs. capitao Fran-
cisco Ivo d' Andrade e l)r. Benjamn Franklin de
Oliveira e Mello; para este fim flcarao elles com
plenos poderes.
Mamanguape v8 de novembro de 1872.
Augusto Carlos.
Aluga-se
uma casa pintada do doto, np Montoiro junto do
sobrado grande : para ve-la, as clurves esto na
taverna do Sr. Nicolao. Aluga-?e tambem o 2*
andar d sobrado n. U da ra do Torres do bair-
r do Recife, prximo da praga do Corpo "Santo :
a tratar na ra do Imperador n. 57, Ia andar.
Fuga de escravos.
Evadiram-se no dia 20 do corrente, do engenho
Bento-vclho, da freguezia de Santo Antb, os es-
cravos segu ntes : E equiel, pardo, Jos, preto,
No? preto, Jorgo, cabra, Martinho, acaboclado o
Sabino, mulato, todos imberbes, a excenco de
Jorge, que tem poura barba, representando terem
de 16 a 24 annos de idade. Os cinco prlmeiros
escravos foram comprados cm dezembro prximo
passado ao major Jeronymo Tbeotonio da Silva
Lourei o, professor em Paje de Flores, sendo
EzequH e Jos de sua posse, Jorge e Martiritio
por procuracao do Dr. Levno Lojies de Barros,
morador em Cabrob, e No por procuracao do
Sr. Antonio Lote da Silva, morador em Caruar.
*abno foi comprado ao Sr. Thoma1 de Carvalho
Soores Brando, morador nesta cidade. Rogamos
a todas s autoridades da capital e do centro da
provincia, onde appareccrem ditos escravos, se
dignem segura-los, c prometinos boa recompen-
sa a quem os capturar e leva-Ios ao referido en-
genho, ou der delles noticia.
Attenco.
Graliiica-se com 800f a quem entregar ou der
noticia de 2:800 j.que foram hontem das 5 para 6
horas da tarde perdidos desde a refinacao do pa-
teo do Paraizo at casa do Sr. Luiz Correia
Duartc, na ra Duque de Caxias, antiga ra das
Cruzes em seguimento ra de S. Francisco, ra
do Imperador, travessa do bilhar dt* arcos ao
sahir no.caes onde a estacao dos trilitos urbanos
ao Caxang, pela ponte 7 de tetembro, caes do
Apollo at o largo do chafariz, ra do Brum, onde
mora o abaixo assignado, cu]a quantia eslava em
(las notas de 500i do governo, i dita da caixa
filial do banco do Brasil, 3 notas ou 4 de 200, 3
ou 4 de HMi. 3 de 50|, sendo duas do governo c
1 amarella do mesnio banco do Brasil, e mais ai-
gumas sedulas de l>, 2, 105 e 20J : pede-se a
qual'iucr pessoa a que o forem dadas a trocar, o
favor de ver as costas de urna das notas de 500
do governo que tem cscripto-Recebido de Silva
& Alves 7333840, outra sedula de 500 do banco
do Brasil tendo escrpto com tinta de escrever
50 na face da nota em lettras grandes para se
differencar das de 1005 do mesmo banco, outra
de 504, 4* estampa, tambem tem escrpto rece-
bida ou trocada pelo moco que comprou o saque,
uma outra de 50, 4* estampa, ambas do governo
e de n. 6,966 ou 6,696, tambem est cscripta as
costas.
Manoel dos Santos Yillaca.
No engenho Jacar, da comarca de Naza-
freth, contina a precisar-se de um feitor de cam-
po, nao se repara nacionalidad?, paga-sc bem :
quem estiver nestas condicoes dirija-se ao mesmo
engenho, ou a casa dos Srs Leal h Irmao, ra do
Mrquez de (Hinda n. 56, 1. andar.
Precisa-s de uma ama : na ra do Cres-
po n. 7, loja de miudezas. __________
Monte Pio-Portuguez.
De ordem do BJm. Sr. presidente do conselho
fiscal deste Monte-Pio, sao pelo presente convi-
dados os demais Srs. funecionarios do mesmo
conselho, a reunrem-se no lugar do eoslunie,
quarta-feira 29 do corrente mez peJ? 6 1|2 lio-
ras da taide, alim de ser apreciado o balance-
te das contas relativo ao trimestre de outubro
a dezembro de 1872 ; assim como o memorial
que o acompanhou, enviado pela illustrissima
directora.
Secretaria do Monte Po Porttiguei em Per-
na buco, 27 de Janeiro de 1873.
Jos da Silva Rodrigues,
1*'secretario.'
Avisa-se
a quem der noticia da escrava Guilhermina, que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaqum dos San-
tos, c depois comprada ao Bao de Na areth, re
presenta ter 2 > annos, t^m falta de denles na
frente e as maos com cicatrizes de queimadura di
gaz, socea do corpo, mnito regrista, que desappa-
receu da casa de sobrado n. 26 da ra dos Coe-
Ihos, que ser generosamente recompensado.
1PENHOBES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
GASA DO OURO'
Aoh .:000-000
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do cosame.
O abaixo assignado acaba de ve ider nos seus
muito felizes bilhetes garantidos a sorte de
5:000000 em dous meios de n. 1894 e dous
ni' ios de n. 2205 com a sorte de 8O0. alem de
outras sones menores de 40000 c 20a0i0 da
lotera que se acabou de extrabir (36*); convida
aos possu dores a viran receber, que prompta-
mele serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabeleciniento con-
Srar os muito felizes bilhetes, que nao deixar
e tirar qualquer premio, como prova pelos mea-
mos annuncios.
Acham-se a venda os muito fclies bilhetes ga-
rantidos da 6' parte das loteras a beneficio aa
igreja matriz dafecada, que se extrahir no
da 30 do corrente me'.
Inteiro 6J000
Meto 34000
' Quarto 1*500
De lOOyOO para ma.
Inteiro 54S00
Meto 21750
Quarto 1*375
Recito, 22 de Janeiro de 1873.
_________m Joafum da CAtta LeiU.
Quem precisar d pessoa habilitada para
balancar qualquer ca de molhados, ou de fa-
z-ndas, dirij e 4 roa Impe i 1 e -eguimebto
aa Alocados, casa n. 270 que encontrara das seis
horas da ananhi e ais da t.i Trocos
Na ra do Rangel n. 7, troca-sc cobre i>or se-
dulas, nao menos de 50* : que n quizer alli pode
apparecer.
FESTA DO POCO
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife Caxang.
De 23 at o fim do corrente mez nos dias
uteis haver um trem do Recife, s 5 horas
e 40 minutos da tarde para o Caldereiro,
donde voltar s 9 horas e 25 minutos da
noute, tocando em todas as cstacoes inter-
mediarias.
Escriptorio da companhia, 18 de Janeiro
de 1873.
. C. Balterbe,
Gerente.
. ftwisa-se alngar urna escrava quifandeira:
na rna la Faltna n. 65.______. _______
Para eozinhar.
Prccisa-se alagar uma ama, forra ou cap-
tiva, que saiba eozinhar o diario de uma
casa de pequepa familia. Trata-so na ru
do Capibaribc o. 40.
MiTsica
Vocal e instrumental.
Manoel Augusto de Menezes Costa, tendo-se des-
pedido de professor da cadeira de miisica do ar-
senal de guerra, propoc-se a tomar alumnos de
ambos os sexos para leccionar, tanto em sua casa
como as em que for convidado. Tambem se en-
carrega de leccionar c ensatar a bandas de msi-
cas militares, ou de alguma sociedade particular,
tendo a seu favor a longa pratica de 26 annos de
ensino, que ihes tem conferido os meios mais con-
ducentes para o rpido adiantamento de seus dis-
cpulos, como bem patente ao publico ; quem se
quizer utilisar de seu prestimo, pode dirigir-se
ra Augusta n. 187, 3* andar. ______
Escrava fgida
Contina ausen'e desde o dia ildc dezembro de
1872 a escrava Manuella, negra, de idade de 45
annos, estatura baixa, com una orclba radiada,
pelo que nao pode pendurar br neos, falta de den-
tes na frente, ps grossos e com siguaes de cravos
as pintas dos dimos ; levou vestido de chita es-
cura c chale de la com riscas de cor ; foi com-
prada a algnns ezes ao Sr. Francisco Jos Go-
mes, desta cidade : quem a capturar queira le-
va-la ra da Cadeia n. 6, ou na Capunga, ra
da Ventura n. 10, que se gratificara.
Jardineiro
Precisa-se de um jardineiro de idade, que tenlia
bom comportamento para trahalhar em um peque-
o jardim, e que se sujeite tainbein carregar co-
medorias da ra Imperial a rna Direila n. 104.
Aluga-se o priineiro andar c soto do so-
brado n. 25 da ra de Santa Rita, estando elle
em bom estado : tratar na ra Duque de Caxias
n. 44.
Vistes ? /)lha elle!
Segundo sem rival, Sr. Cazuza I cuidado, senjo
a 1 ja vai embora; ser nos pastoris I en nao
sei, elle contina, acho bom, cautella.
O frisa esqaerda.
i
Vo publico.
Quem leu o meu annuncio publicado nos Dia-
rios de 11 a 11 de dezembro do anno prximo
passado, e ler o contraprotesto que ao mesmo
annuncio oppoe agora a Sra. Henriett Martins,
ver que ella longe de destruir o que allegue!
em dito annuncio, mais forca Ihe d, p is confes-
sa seren meus o terreno e a casa da porta d'a-
gua, que me deve muitos annos de renda do
mesmo terreno, finalmente que existiam e ainda
existem em juizo, aceites para desapropriar as
benifetorias existentes no terreno.
Nao exacto ser foreiro o terreno em questa",
pon pie antes de pertencer-me por compra que
lz aos herdeiros da administradora do vinculo
do Monteiro, lzia parte do dito vnculo, e o seu
administrador nao poda aforar.
As rendas nao reeebi nem fui intimado para
ver recolhe las ao deposito : alin de que, a ren-
da que a Sra Henriett tem de pagar-me de
oOOOO por auno, e nao de 0*400 como erra-
damente allega cm seu contraprotesto.
Nao sei qual a le que me obrigue a vender o
meu terreno contra minha vontade por exist-
rem nelle bemfeitorias de oulrem, quando a > con-
trario sao as bemfeitorias que cstao sngetas ao
solo.
Adinira-me a facilidade enm que a Sra Hen-
riett, declarando ser o terreno meu, expSe-no
venda como seu.
Ser sectaria do commnnismo ?
Contino a oppor-me a tal venda, e protesto
haver da Sra. Henriett, ou de quem quer que
comprar taes bemfeitorias c terreno, nao s as
renda! vencidas c por vencer ao preco de 250*
por anno, como est declarado na aeco propos-
ta, seno tambem lodo e qualquer prejuizo que
me possa resultar da mesma venda,
Syphronio Olympio de Queiroga.
Precisa-se de batedores de assuea- para a
refinacao do largo do Arsenal n. 8.
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a (Hinda e Bekrihe.
_Compra de solipas.
No eseriptorio desta com-
panhi, comprase constante-
mente a preces razoaveis,
solipas de oticica e sapu-
caia, das. seguintes dmen-
soes : comprimento 10 pal -
_ mos, grossura 9 pollegadas,
grossura 4 ditas.
Contrata-se com o abaixo assiguado na esta-
cao da r. a da Aurora,
Estrada de ferro de Olinda, 23 de Janeiro
de 1873.
O gerente interino,
Laun'iilino Jos de Miranda.
ADVOGADO
IB. FSASCIUO D ?AU
SALES.
RCA DUQUE DE CAXIAS N. 37.
Gollegi Vseencode Mara.
Mara Felismina Pinto, devidamente habi-
litada pela directora da instruceo publica,
ha montado na firegueiia da Boa-Vista, ra
Imperatriz n. 37, um collegio sol) a deno-
minagodc.Vscensao de Mara,tendo por
fim dar-as meninas a mais apurada oducacao,
quer pela instrueco moral e religiosa, quer
pela instrueco litteraria e scientilica, oceu-
pando-se no que fr relativo a formar urna
boa mai de familia.
B-^w<*-o muro -mm
Joaqum de Sa Lopes Fernn
des agradece do intimo (Taima
a todas as pessoas que se digna-
ram acoinpanhar ao centerio pu-
blico os restos mortaes de seu pre-
sado irmao, Jos de S Lopes Fer-
nandos, e de novo roga-llics o obze-
quio de assistrem as missas de stimo dia que por
alma do mesmo finado se ha de celebrar na igre-
ja do Espirito Santo, s 8 huras da manh do dia
29 do corrente.
I
wsssu
Jacintho Mart>r de Oliveira J-
nior se confessa extremamente gra-
to ao Sr. Francisco RodrffOOS dos
Santos pelo paternal auxilio, inle-
resse e cuidado que tomou durante
a enfermidade at a morte e en-
terramento do finado Francisco Ja-
cintho Sergio de Oliveira ; assim como a todos os
seus collegas e amigos do finado, e a cada um de
per si ; agradece igualmente todo c qualquer au-
xilio prestado ao finado, e o caridoo obsequio de
acompanhar seus restos mortaes ao cemiterio, c
aproveita o ensejo para rogar aos meamos senlio-
res para assistrem duas missas que pelo descan-
so eterno do finado manda celebrar na matriz da
Boa-Vista, s 6 horas da manh do dia 30 do cor-
rente ; pelo que desde j agradece cnrdialinente.
Aviso aopovo.
A eommissao encarregada de execular as deli-
beracoes tomadas pela assembla soberana do po-
vo maconico, tem resolvido fazer chegar s maos
do Exm. Sr. presidente da provincia, no dia 28 do
corrente, a representacao que vai ser dirigida ao
poder executivo, protestando o pedindo providen-
cias contra os abusos e attentados pratcados pelo
Sr. bispo e jesutas aqu residentes.
Convida-se a populacao desta cidade, bem como
todas as sociedades beneticeutes, artsticas e litle-
rarias, e r dacedes de jornaes, para que encorpo-
rados todos nos dirijamos palacio, alim de fazer
entrega ao Exm. presidente de dita representacao.
O ponto da reunio ser o pateo da igreja do
Corpo Santo, na freguezia de S. Fr. Pedro Goncal-
ves do Recife, acmeio dia.
Mudanza
Franc seo Antonio de Albuquerque Mello mu-
dou seu estabelecimento alfandegado de recolher
algodao, no caes do Apollo ns. 73-75, por estar
em concert, para o lado do arsenal de guerra nu-
mero 3.
- O Sr. JoSo MtAo Soxm V-amlho ouel-
ra ehatar i Cambia do Camw a. 3, a necocio de
wu i Mresse.
Irmandade das almas da ma-
triz da Boa-Vista.
De oedem do irmao juiz convido aos nossos cha
rissimos irmaos para coraparecerem no dia 29 do
corrente mez.pelas 6 horas da tarde, em. nosso
consistori j, anu de em mesa geral ddiberarmos
sobre a senten$a de interdicen) que foi lancada
mesma irmandade, visto j se achar em discussao
a mesma materia e nao se ter concluido, visto no
acto da yotaco ler se retirado alguns irmos pre-
sentes, o que deu lugar a flear adiada a discussao
por faiu de numero legal.
Consiitoro em mesa geral, 24 de Janeiro de
1873.
Oescrivao
Francisco das Chagu Pereira.
O Padre Jos Vicente e Gouveia Accioly"e mu
pas o capitao Francisco Vctor de (jouveia Moura
e D. Ermina Joanna Accioly Li/is, penetrados da
mais intima magoa pela peda irreparavel do sen
nunca esijuecido mano, tillio e amigo sincero Se-
bastio Accioly de Gouveia Lins, a quem o Crea-
dor houve por bem levar desta para melhor vi-
da no lia 30 de dezembro do >nno passado, re-
solvern! mandar fazer ofttcio solemne jielo cier-
no repouso de sua alma, quarta-feira 29 do cor-
rente na igreja de S. Jos da Capunga, das 7 as
9 horas d manh, cclebrando-sf. e alem disso na
mesma igreja outras missas, segundo a mesma
intcn o. E por isso desde j agradeeem cordial-
mente ao cus parentes o amigos, e a todas
aquellas pessoas que dignarcm asistir lo
pi acto. v
Escravo fgido.
Contina fgido o escravo Luiz. que tem os se-
guintes signaes : 22 annos de idade, pouco mais
ou menos, estatura regular, pardo, barbado, ca-
bellos carapnhos, rosto redondo, tem una pei-
na indiada e Jlevou roupa de enibarcadico.
Presumc-se que csteja no engenho Sani'Anna, em
Santo Amaro de Jaboato, onde tem parentcs. Pe-
de-se a Pidas as autoridades policiaes e capitaes
de campo, que o appreliendam e o condusam
ra do liaran do Triumpho, antiga do Brum, ns.
92 e 94, que sarao generosamente gratificados.
Sitio para alugar
Anda aluga-se o sitio do fallecido Bos, no prin-
cipio da estrada do Hospital portuguez n. I, onde
sempre param os bonds, eom muitos arvoredos de
ructos, baixa para plantacfics, viveiro de peixe, e
casa de azulejo com bastante commodos para gran-
de familia ; os pretendentes dirijam-se ao mesmo
sitio para ver, e tratar na ra de Santa Theroza
n. 50, _____________________
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos
de idade, para caixeiro de taverna, com pratica'
ou sem ella : na ra das Nymphas n. 4.
Na ra estreila do Rosarlo, sobrado n. 3o,
fornece-se comedorias para fra ; algumas pes-
soas "que nao tiverem portador manda-so levar em
suas casas, e as horas que determinarem, serao
bem servidos, pois nido se faz com asseio e com-
modos procos.
Precisa-se de um criado que saiba eozinhar
para casa de h miem solteiro : na ra da Camboa
do Carmo n. 21, 1* andar.__________________
Uma casa para alngar, com 2 pequenas sa-
las, 1 quarto, quintal, ppeco de 14| por mez, sita
ra de S. Joo n. 48 : a tratar na ra estreita
do Rosario n. 17, 1 andar.__________
ATTENCA0.
O JSr. Francisco Agostnho Madeira queira ap-
parecer na ra Duque de Caxias u. 60 A, lojas de
gento da Silva & C. Successores e de Manoel Ri-
te iroBastosj____________________________
Com multa urgencia.
Precisa-se de uma ama idosa que tenha bons
costumes para andar com uma menina de 10 me-
zes, e tambem de um criado de 12 a 14 annos,
forro ou escravo : a tratar na Passagem da mag-
dalena, botequim do Beato n.27.______
Precisa-se de uma ama
para casa de rapazes sol-
teims; a tratar na ra 1*
de Marco, outr'ora do Cres-
po n. 17, teja.
Furtaram do engenho Poeta, na freguezia
da Varzea, do capitao Manoel Correia de Arante,
duas burras na noute de 2U para o dia 21 do cor-
rente mez, sendo uma castanha amarella e a ou-
tra cinzenta clara, tendo a primeira os signaes
seguintes: uma estrella na testa, uma balido ero
um dos olhos, uma marca de um taino em urna
das maos no lugar do piador, c tem a iitx rea
mais grossa, tendo um ferro ; a segunda tem o
signaes seguintes : uma belide em um dos olbos,
a sarnelha g ossa, tem uma pona do .uadrilho
mais baixa do que a outra, uma mo na junta no
lugar do piador indiada e com o ferro seguinte 8
em um quarto e no pescoco ; ambas est bem
cortivadas do servico, esto carnudas sao nem
novas. No dito engenho Poeta d-se a gratilira-
cao de 504 pr cad< uma a quem as levar ou der
uma no tcia exacta dolas.
Precsa-se de uma ama para com-
prar e cosinliar para casa de peque
\ na familia, preferindo-se escrava :
andar.
ra estreita do Rosario n. 32, 2.*
\^V
goiniuar
dar.
Prrcca-jo de uma atea pa-
ra casa de bailia do dais
peasoas para eoz'Ohtr o cd-
tratar oa la Direila d. 28,2* an-
1914
papa-e bem :
Prect-i--r d i.ifi'. un que sai-
b*m eoznlur (f'ira no n.-crava,)
t roa Nova lr| i n. II
Precsa-se de uma ou duas amas de teil*
ua ra da Imperatriz n. 84.
.No largo do Paraso n. 28, pre-
cisa-se de uma ama para en-
gonimar c preparar sallas.
AMA
Precisa-se de uma i na na de S.
Bom Josus das Creoulas n. ?5, sobra-
entrada pela rna do Calabouco. *
AMA
do
AMAS
mado n. 70.
Prccisa-se de urna para enzi hai
e twtra para eng mmai : tratar
na ra do Hospicio n. iG, ou Quel-
k M k%
Aragao n, 37.
Prccisa-se de uma ama para
imprar e eozinhar : 4 roa do
'isconde de Pelotas, antiga do
i
Para rasa de duas pessoas le fa-
precisa-se de uma ama para
eozinhar e engommar : a tratar no
l'asseio Publico n. 54, loja._______
Precisase de uma ama para casa de fami-
lia, preferindo-se escrava ; na ra Direita n. 86,
loja de miudezas.
ran
\ milia,
A cozinh
a, p.-ws!
Prccisa-se de urna
trabar : a tratar na
dencia n. 39.
Ama
ama que saiba ce
praca da Indepcn-
Preeisa-se de uma ama, forra ou es-
i que se preste a tolo servico
Ama rny.
agradando paga-se bem, casa de pouca familia
ra de S, Francisco n. 5i.
Amn Precisa-se alugar uma escrava para
^xlllcl senico interno e externo de casa de pou-
ca familia : tratar na ra de Mariz e Barros n.
11, armazem de gneros.____________________
Na ra da Cruz n. 9, se-
gundo andar precisa-se de
uma ama para comprar eco-
AJ a
zinhar.
AMA
Precisa-se para eozinhar e comprai
de urna ama : ua ra nova de Santa
Rita n. 63.
A jy. n Precisa-se de urna ama para eozinhar
1 \ 11111 e engommar para duas pessoas : o tra-
tar na ra do Baro da Victoria n. 37, no segun-
do andar._______________________________
A TVift Precisa se de uma ama para tratar de
\.\\V& enancas : na ra do Visconde de Goy-
anna n. 161.
Precsa-se de urna ama para eozi-
nhar e comprar : ua ra da linpe-
ratriz n. 56.____________________
Precisa-se de uma ama para o serv o in-
terno de una casa de pouca familia : a tratar.no
armazem n. 29, ra Duque de Caxias.
Prccisa-se de urna ama para andar
com u:u menino de necea : na ra Con-
de da Boa-Vista, mitigo Cainnho Nevo, n. 7*.
Precisa-se de urna ama pa-
ra comprar e eozinhar para
una pessoa : na ra da Pal-
Ama
AMA
ma n. 76.
i GABINETE
Medico-cirurgico
BA DO IMPERADOR N. 73. ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operaefies de olhos.
Cura radical e Lstantanea dos
e.-ireiUmenlo da urelra.
Consultas :
da maiiba.
Chamados
Djs 7 s 10 boras
A qualquer hora.
Botica Popular.
Precisa-se de um ofBcial com bastante pratica
do pharmacia, e capaz. Da-se 1:000*000 de
ordenado annual.
Escrava.
Precsa-se de una escrava para servico de ca-
sa : na ra do Visconde de Goyanna n. 161,
STO
Para tratar dt um pequeo sitio c mais algum
servico, precisa-se de um homeui que seja acti-
vo e cuidadoso : no caes do Apollo n. 69. ___
Precsa-se de um caixeiro com pratica de
taverna, de 14 a 16 annos: na Camboa do Carme
numero 3.
Caixeiro,
Prectea-sede um cozinneiro de foraoe fogao
que seja perito na Sua arte, paga-se bem, a de om
ealxelr para o hotel: na ruado Bispo Sariinha,
| antiga do Encantamento, n. 1.
Severino.
Anda fgido, desde o dia 6 do corrente, o es-
cravo Severino, pardo escuro, d altura regu-
lar, de 13 annos, pouca barba, ps chatos e maos
grandes, tendo em ambos os jarretes uma marca
foveira de queimadura, enculca-se de forro e an-
da calcado, veste, ora paletot saeco e ora justo,
ambos de panno : quem o apprehender sera ge-
nerosamente recompensado, tra.endo o 4 rna do
Mrquez de Herval n.,31. _______
Caixeiro.
Quem precisar de um caixeiro* eom pratica de
taverna, dirija-se i roa do Padre Floriano n. 5,
taverna iue achara com quem tratar.
Cozinheira.
Preeisa-s* de uma eoainhelra que seja boa : tra-
ta-se na roa do Lasserr n. 6, na Capunga, ou na
roa de i ommercio n. W, eseriptorio,
Deseja-se um menino de 14 a 16 annos, de boa
conducta, para um estabelecimento de niolhado'
no Gi.jui : quem se achar nestas. condicoes, dir-
fa-se ra do Coronel Suassuna n. 149._______
Osabaixoassignad(is declaram ao publico
especialmente ao corpo eommercial" desta praca.
que nesta data dissolveram amigavelmente a so-
ciedade que tinham na taverna sita roa de Do-
mingos Jos Martins, outr'ora Seivala-velba n. 80,
de baixo da firma de Costa & Santos, fleando tods
o activo e passivo cargo do socio Jos da Costa
Ca eiro, e o socio Antonio Luiz dos Santos pago t
satisfeito de seu capilar e lucros al a presente
data e exonerado de toda e qualquer responsai-
lidade. Becife 27 de Janeiro do 873.
Joc da Costa Cazeiro.
Antonio Lui dos Santos.
EXTRAORDINARIO
GRATOITAJIENTE. S na confeltari do Cam-
pos se dar eryela de quaesquer qualidades ax
mui digna commiseao e >o resto d respeiUvel pu-
blico que tem de fazer boje entrega i S. Ene. o
presidente desta heroica provincia, da represenu-
o ante-jesuitica, mediante a mdica quantia 4*
la por cada duas canecas, pagavol entrada, 4
estawlocimenio. N. S. a cerveja da exeommusv
gada, quem uio quiw nao venha ei. As mais
soocleaeias ao esto wtcommungadas.______
"^"Pwta-se *e ama a a aar eesioha^par
trae peasoas: na roa t Sant- Amaro. *,
2
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_-,.____:_


Diario de Peranibuco Terea feira 28 de Janeiro de 1873.
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ALTA IOVIDADB
PIANOS E MSICAS
AMTOMIO JOS DE AKEVEllO
Ra do Barao da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aont

,.M o publico em gtral encontra]senpre o maior e mais esplendido sortimento de pianos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda multar
e orchestra.
Tambera recebeu grande sortimento de msicas pir pis.no, pisno e
canto e entre lias as lindas eomposi$5s do mnilo sympalWco maestro
F. SAWTIMI
A SABER : -
i Klma* ubllea$*e
Acaba de abrir no prmeiro andar do sobrado n. 12 confronte i
botica Haom, nm iirande saiio onde esli expottos os magnficos
PIA A S de armario, de Pie y el.
----- de meia canda, do mesmo autor.
------- le H. Henri.
------- de Amedee Tbibout.
nico agento nesta eidade, dos celebres
afamados
PIANOS DE HUCHEA FOES
remiados em diversas exposi;5ss om li medaihas de onro e prata.
Sao os onicos pianos que aqni vera da Europa, perfeitamente afina-
dos, fettos com eleganaa e solidez.
Caqui enllante continuara a annnneiar todas as publcacSes qne se forera friendo as suas offlcinas de macas.
Voc rae quer Walsa.
Olga Mazorka.
L Separacioni P*ra canto.)
A Lu elctrica, grande Walsa.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Vllela Glope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal A MiBha Ljrra Walsa.
A Natalicia Polka
Studeote Po'ka.
Feius as offlcinas de msicas
do annonciante.
Emilia, polka por I. Smoltt.
Circaciana, scbotcb, por Smoltt.
Jardim do Campo u Priceus,
quadrilhi, por J. Popue. Li
Chuta de Rosas, WaUa, por H. Al-
berleiti.
V -*
CAUTELA!
MEURON &C.
AVISAII
>,
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nacao de REA PRETA.
MEURON a C.
.
c>
FUNDIQAO DO BOWMAN
RA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
Os propritfjrios destafundicorecommendam-se aos Srs. agricultores pela boa qua-
lidade das obras que durante mais de 30 annos, a casa lhes tem fornecidd.
Possuem afame um avultado deposito de machinismo e implementos em toda a va-
riedade de taraanho, propriospara todos os mysteresda agricultura, e preparo do assucar
algodio; entre os .quaes algumas novidades nesta provincia, merecendo ser vistas.
Vendem abrazoou a dinheiro com descont, i vontade do comprador.
CAUTELLA
Avisara ao publico que diversas encommendas dirigidas a esta casa, tem sido desvia-
das : peto que, rogara a eiigencia da conta impressa, para prova da procedencia do que
Outro sim', que por ahi andam especuladores (alguns empregados e obras em concertos,
etc.i a inculca- encommendas e compras de machinismo : acautellam aos Srs. de engentio
contra os Ues, embrando-lhes, pensem se sem interesse aquella industria : e quera paga
as peitas recebidas pelo ditos nculcadores.
Escravo fgido
!S0$000 de grailica$o.
Ausentou-se desde o da !3 de maio de l'i,
o preto de nome Alfredo, de trinta e tantos aan/s,
crilo, e bastante iadino; este preto pereito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar, era
S. Loureneo da Malta, onde consta ter prente*.
fbi escravo dos Srs. Adriano k Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Gonyalves Bastos, negociantes desta
praya; de todo estes Srs,. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conhecem, direndo que
est forro, assitn tem podido escapar de ser preso
l'ede-se todas as autoridades e eapitaes
de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de miudezas do Bival sem
Segundo, que recebera a gratificayo cima de
clarada.
Aviso.
COMMISSOES
Fazem encomraenda vontade do pedinte, mediante urna commissao. de qualquer
machinismo ou obra, dandoao comprador a vantagem obtida por sua habilitado e costu-
me iw negocio, tanto em respeito ao preco como a qualidade, assim como todo o auxilio
em montar e trubalhar com o machinismo vindo?"
HERDEIROS BOWMAN
por Albert B. Ghewy, Engenheiro.
RA DO BRM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
200#000 de gratificado.
No mez de outubra do anno prximo passado
fugio do engenho Ajttdante da freguezia da Esea-
da, o escravo de nome Guilherme, o qnal tem os
signaes seguintes: ?3 annos de idade, cor acabo-
colada, ojhos grandes, naris um pouco arquiado,
cabello crespo, altura e corpo regulares, ps com-
pridos e seecos, cora algumas marcas de ferida
pela? costas: levou comsigo ura cavallo casttnho-
lado. diireito esta marcaE.
rosilho, lendo no
P
Parahyba. Roga-se as autoridades noliciaes e ca-
= poli'
eferid
Desconfia-se que tenha seguido para a eidade da
as autorid;
pitaes de campo a captura do referido escravo,
que poder ser entregue no dito engenho ao seu
senho', Emilio Pereira de Araujo, ou nesta pra-
a, ao respectivo correspondente Firmino Correa
ssa de Mello, ra do Apollo n. 86.
IOOKXK)
Fugio do eogeobo Fontal, em SerinMem, do
dia 7 e roei prximo pastado,o mulato Simio,
com os signan sigoiptes: sutura regular,
corpo mcco, cor alaraojada, barba serrata, ca
bellos carapinboi e falla descancada. Qoem e
pegar leve o ao seu seabor o teoenle-eoroMl Vi-
cente Mend*s Wa*d*rl#y, no dito enienho, on b
Red fe ao 8r.Broardloo a Sena Ponina!, na roa da
Uaare de 0eu a. 36, qne reeeberi a graflcacio
de 100*.
BARTHOLOMKL t C.
iRlA LARGA 1)0 ROSARIO&4
Catabgo de novos me nicos, estimulantes e estomacaes,
recentemente descobortos pelos
melhores pharmaceuticos e
cbimicos da Europa
A SABER:
PREPARADOS DE AROl'D.Vinho ferrugi-
noso de quina, tnico estomacal, repa-
rador das torcas dos convalescenti's, as
ebres typhoides, as perdas de sangue,
etc., etc.
Xarope concentrado, com bal-
samo de tol e todos principios nutriti-
vos soluveis do extracto de carne de Lie-
big, medicamento mais poderoso para
os phtysicos, as affec^oes catarrhaes,
etc.,etc.
Xarope de casca de laranjas
amargas, com todos os principios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
Liebig, o mais poderoso dos analpticos,
para *s temperamentos delicados e ner-
vosos, estoinal por excellencia, etc., etc.
ANDURAN.Vinho ante-gotoso ante-rheu-
matioo, corno grande especifico.
FALIERES.Xarope ante-nervoso e inalte-
ravel de bromureto de potassio, medica-
mento especial contra as affeecoes nervo-
sas e convulsivas,
8HERRY-KINA.Vinho de quina, tnico
ante-febril de um gosto agrada ve!, supe-
rior ao Madeira, o Vermuth.
THOMMERET GELIZ.Granulos xaropes
butlios sulfo-acidos, para o tratamento
das molestias de peito, garganta de
pelle, *de um grande proveito para os or-
gioswspiratorios.
OIEVRICR.Vinho e elexir de Cooado, Pe-
ro, tnico de um gosto agradavel, esti-
mulante, nutritivo e estomacal; empre-
ado com grande vantagem as criancas
debis, as mulheres cbloroticas, ataca-
das de flores brancas, nos velhos fracos
pela idade epelas molestias, na aton iados
orgos digestivos, as gastrites, gastral-
gias, etc., etc.
'CARPENTIER___Vinho ferruginoso de rhui-
barbo, tnico e purgativo agradavel sem
produzir constipa<;esnem altcraces no
estomago.
SAVORY E MOORES.Emulso pancreti-
ca, muito estomacal, com grande pro-
veito no tratamento da phtysica.podendo
ser empregado com grande vantagem,
guando o oleo de figado de bacallio nao
jiossa ser tolerado no estomagados doen-
tes; sendo o nico remedio que com
efficacia facilita a digestao do oleo, fa-
zendo apparecer o appetite e o augmen-
to da nutrico, etc., etc.
CHAJTREL.Confeitos de bromureto de
potassio, grande especifico contra as af-
fecedes nervosas, ataques hystericos, epi-
lepsia, tosse convulsa, coqueluche, n-
somnia, tristeza, delirio e todos os in-
commodos que tem por causa o erethis-
mo nervoso.
MEJiTEL.Granulos de sub-nitrato de Bis-
routh. Este medicamento d'uma gran-
de efficacia contra as diarrlias, choleri-
na,dysenteria gastralgia e nos casos de
digestoes difficieis e dolorosas.
L. BEUF.Emulso vegetal de alcatrao.
Jjstc medicamonto administra-se de urna
maneira eommoda e precisa. 0 alcatrao
*m seu mais perfeito estado de pureza,
vantagem que nenhuma outra pmpara-
i^o deaicatro .possue.
1 )R. CROLA.SoluQo de pyrophosphato
i de ferro -e soda. Esta solu^o consti-
tue um exallente reparador das forcas,
obra sempre as pessoas que tendera
.para chlorose (cores paludas) anemia fra-
queza geral. Este preparado tem a van-
tagem denlo ter nenlium sabor.
(HUMAUD.Gonfeitos especificos.para cura
da incontinencia da urina, e os incommo-
dos das senboras chloroticas, etc., etc.
CSHAMBARDCha tnico purgativo e depu-
rativo, possue um .gosto saboroso e um
aroma suavissimo, e as propiedades as
mais notaveis sobre os embarazos do es-
tomago, dos .intestinos e do figado, o
desobstruente por excellencia na cons-
p&Qho do vaatre e Qio fem resguardo
nesbum
i BEUFCoaltar Saponine, emulsao des-
infectante enrgico, cicatrisante das
chagas.
S f LONXarope unitivo e .peitoral empre-
gado com vantagem na tosse freqnente,
catarrho ebronico, coqueluche, e etc.
te.
MI y TVA.Granulos de pbospbato de cal,
raedicamento til aas molestias dos os-
sos, fracturas, diarrheas chronicas, dia-
betes rachitismo, etc.
HOGGPululas de peprina aciduladas, em-
prega-se as affecces gastralgicas, e em
todos 06 casos em que a digestao di (Vi-
ril ou mpossivel. Com 4rande vanta-
gem.
BUtsS KEEN & CExtracto hydroaicooli-
co de condurango, medicamento rauito
estimulante e depurativo, emprega-se
centra a syphis, scrofulas, rheumatis-
mOj ulceras, etc. etc.
VALQEIiN DESLAURIERSElixir de qui-
na e .caf-tonino especial contra as e-
bres nevralgicas, enxaqueca, empobred-
mento de sangue, fraquesa geral, cores
palllidas etc etc.
DR. GROMIERPululas anti-nevralgica,
omprega-se com a maior efficacia em to-
das as affecedes nevralgicas, nos incom-
modosda menstruaejio, facilitando o fluxo
sanguneo.
QUERUGela de oleo de figado de baca-
Ihau aromatisado, com todos os princi-
pios activos do oleo de figado de baca-
lhau. Esta gela nao irrita o estomago,
podendo os doentes usar delle por moui-
to sem a menor repugnancia. E' um
grande especifico para tosse, catarrho
consumpo bronchial, tubercular, es-
crfula, debilidade geral, etc. etc.
JOHNSONEssencia de salsaparrilha ver-
molba da Jamaica, empregada como o
nico depurativo imraediato do san-
Joaqiiiiii Josc onealvt-.
Beltrao.
Raa o Coiumcr^lo q. S, 1. nndur
Sacca j)or tixlosos paquetessobi"fi o bunio
do Minho, em Braga, m fcbr*rvrsegwiufcs
lugares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Bareellos. "^
B.jn.
Chaves.
AO A
Coimbia.
Covtta
1-aro.
Guarda.
Guimaraes.
I.amgo.
Lisboa.
Mirandclla.
Moncao..
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico.
Villa Nova do Portimo.
Villa Real. .
Vizeu.
Valcnca.
Figueira.
Engommadeira e coziuhcira.
Precisa-se de una mulher,' que faiba coznhar
e engunimar com perfeicao, e aaiio : tratar no
engenho Jacar, comarca de Nazareth, ou com
Leal & Irmios, na ra do Mrquez de 01 inda n.
56, 1." andar. ___________
'ari
Edgard Gmbaro d licijes de francez, tanto pa-
ra fallar como escrever esta lingoa em pouco lem-
po e por methodo muito fcil : na ra da Aurora
n. 41, andar. ___________
Aviso.
Machado 4 Brando, liquidatarios da rxlincla
firma Silva Hocha a Machado, previnem ao pu-
blico queninguem faca negocio com Manocl Anto-
nio de Souza Hibeiro, relativamimte a heranca e
legado que o fallecido tio Antonio loaquim de
Souza Ribciro lhes deixou em tostamnw, visto
que o dito.Manoel Antonio de >'ouza Hbeiro lhes
devedor por letras vencidas desde 1869. Reee
27 de Janeiro de 1873._____________________
Fugio hoje o ineti cs-mvo Felippe, bem pre-
to, de 26 annos de idade, sem barba, boa aliara.
ps grossos e chatos, esperto, cortado de chicote
as costas, nadegas e no peilo, porin oslas mar-
cas j sao antigs, e foi comprado ao Naro de
Nazareth. 0 escravo natural de Pesquera, foi
do fallecido Thomaz de Araujo c passou depois
para o podf r de seu genro Lnb Cavalcante, mo-
radores em Bitur : quein o prender o ironxor a
este engenho sera generosamente gratificado. T
pera 23 de Janeiro de 1873.
Miguel Felippe de Sonza I.eao.
CARNAVAL
Na Chapellerie des D mes ra do liara i da
Victoria n, 16, prepa a- e qualquer costume a ca-
pricho, pro rio para o car avel: o go t d ia-
balho ne amad res do carnaval pulanlo inul 1 clogin-K
Hotel da Independencia,
ra do Imperador n. 32, precisa-se de um copeiro
page a-se ben.
VAPOR FRANCEZ
UFA DO.BARAO DA VICTORIA
X. 7Outr'ora NovaN. 7
-PIANOS.
Acabara de rheRar muilo boas pianos (orles e de
elegantes modelos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricamos; como sajara : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wo||T4 C. : no
vapor francez, ra do Bario da \ ictoria, ju-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e pliantazia, brancas pretas e de
dilTcrentes cures, tanto para seuhora*, como pa-
ra meninas.
Sapatiuhe* cmn sallo no rigor dajnoda, urancoe
e <|e cores para senhoras.
Botinas de Melles, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sajiatos de cordav'o Mili spara bemens.
Bolinas para menino de qualqaer tamanho.
Permiras e meias-perneiras tarto para homen
como para meninos.
Sapatk'S de Suser para hornero; e meninos.
Sapatos do verniz com sallo para horneas.
Abotinados de muitas qiialidades e procos para
meninos e meninas.
Sanatoes de verniz com ob de pao proprios para
sitios, jardins e banlios, brtiaMM para horneas
o senboras. _
Sapatos de lapete, caiemira, cliarlot avelludado,
de tranca iortugue< e francez.
No armtm do vapor francs, ra do Barao da
Yicioria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trificc, agua de ll i de laranja, a?ua de toiie-
te, divina, florida, lavande, p< de arroz, sabo-
ncies, cosmtico*, muilos artigo* delicad.is tro
perfumara para presentes com frascos de ex-
tiados, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentcs tamanhos d'agria de cologne, indo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tos Piver e Coiidray,
No armazem do vaoor francez, ra do Bara.j da
Victoria, oulr'ora Nova n. 7.
Mascaras para o carnaval.
O mais importante sormento qne 0*m viudo du
niascias de massa, de rame e de sed;:, nariz
com oculos, barbas etc., preco muito bara-
tos tanto em grosso como a retamo.
No armazem do vap francez, ra do Barao da
Victoa, ouaoia Nova n. 7.
COMPRAS
Attcnco.
Compra-se una escniv de 3o a oO anuos, que
saiba coznhar; na thesouraria das loteras, ra
1." de Marco n. 6.
No armazem de materlaes da praca da Con-
cordia n. t, compram-sc casas Irrrcas, iesrao
em mo estado, sitas na na Imperial, ou em ou-
tro lugar que tenha porto de embarque.
Compra-se
Quarenta travs de qualidade superior com 40
ialmos de comprimento o 10 pollegadas em pa-
iro ; bem assi e, 100 caibros : na ra do Bom
Jess n. 51, escriptorio.
Aluga-se
i sala e aleova do 3 andar, e parte do
ofendo b 70 i ra Daaae da Cun :
da (ja.
solio do
tratar
gue.
ELIXIft ANTI-ASTHMATTCOSedativo Pei-
toral, applicado com grande vantagem
do tratamento da asthma, tosse convulsa,
defluxos catharrhaes e todas as molestias
dos pulmoes.
A profeeiora pnbliea da 1* cadelra da fre-
gea d Santo Antonio funeciona no andar do
sobrado n. 43 da. ra de MarfcfH Das._______
Q- Alvaro Angusto de. Ahnaida k C declara
ihm fregu es que o Sr. Caetano Maneto Bote-
UkTWxou de ser seu caiteiro desde o da 2^ do
correaid.
Compra-se
mnaescrava qocsaba coz'mbar : na loja da llosa
Branca, ra da Imperatriz n. 56.
VrNDAS.
DO
Afit- nio Ferreira de Oliveira Maia tem para ven-
der euiseu estabelecimento ra da ^enzala-nova
n. i, chinellas para homens e senhoras, lamancos
e sapatos de tranca para os mesmo?, borracha
paraJimas, tudo de superior qualidade a ior pre-
co commodo por ter viudo de sua conla propria.
rara viagens.
Vuto boas malas e botas para virgen* de mar e
de eaminhos de ferro.
Eslojos de viagens ton os perlences neoessaiio-
para barba.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria, oulr'ora Nova n. 7.
Botas de montara.
Novo sormento de botas Napofeao e a Guilher-
me, perueiras e mofas p;rnc ras para homens,
c mei.is perueiras para meninos.
No armazem do vapor trance ra de Barao
da Victoria onlr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarmeoes, so-
fs, jardineiras. mesas, conversad- iras e coslu-
relras, tudo isto muito bom por serem forte e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios. '
No armazem-do vaper francez, a na do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinqiiilharias.
Artigo* de diflereutes g*t* e
IiUantazias.
os para salas e gabinetes.
Lequcs para senhoras e para menina.
I.uvas de Joavin. de lio da Bseeds e f
Caixirtua de co-mra ornadas com mnsica.
Albims e quadrinhos para retratos.
Qiixinhas com vidro de aagmcMai retrato*.
Divei-sas obras Je ouro-bom de le g i antido.
Correntes de plaqu muito bonitas para re
Brincos imlacao e botoes de partios de plaqu
Bolsudas e cofres de seda, de velludo e de conn-
nbo de cores.
Novos objeclos de pliantazia para cima de mesa
e"oileite,
Pineenez de cures, de prata doorado, de a^o c de
tartaruga.
Oculos de ayo fina, e de todas as graduacoes.
Bengalas de luxo. camui.'com castes de n rfiui.
Bengalas, diversas em grande sortimcnlo para ho-
nens o meninos.
Chicounhos de balea e de militas qualidade- di-
versas.
Esporas de tarraeba para altos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Peana de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marim muilo finos, pira limpar cabea.
Escovas pararoupa, calillo, unha3 c para den-
les.
Carteirinlias de madreperola para dinheiro.
Metas para bomens e para meninos,
i .lvalas brancas e fle seda preta para bomens c
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da glora, de dama, de bagfctcllas. d. dimi-
n e ouiros muilo- aifleromu jegainhos all
mies e fiani-ezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami-
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil s
Diademas domados
A loja Taguia branca ra Duque de Caxias n.
KO, recebeu novamente bonitos diademas dourados
e enfeitados com pedras e aljofares, obras de gos-
to e phantasia Tambera recebeu novos grampos
pretos ou allinetcs com flores para a cabera.
Leques eom bonquets e ou-
tros chinezes.
A loja d'aguiabranca ra Duque de Caxias
n. 30. recebeu urna pequea quantidade daquelles
bonitos leques eom bouquets e outros chioezes.
Ookl creme para refrescar e
amaciar a pelle
A loja d aguia branca a ra Duque de Casias
n. SO, reaebeu cold creme dos afamados fabrican-
tes Lubin, l>gram e Condcay.
Borracha
Borracha
Borracha.
Vende-se borracha especial para limas de chei-
ro, em porcjto e a retalho : na ra travessa da
jUadre de Deus n. 5.
Caf
de boa qualidade, do Rip de Janeiro, ven-
de-ee a retalho ou em poredo, na ra do
Commrcio n. 32, 2o andar, por cima do
London Brasilian Bank, entrada pela ra do
Torres.__________________________
' Vende-se nma escrava parda, perfeiu en-
gommadeira e coziiiheira, moya, o 90 se vende
para engenho : na ra do Imperador n. f se dir
quem vende.
Ra larga da Rosario n. 22.
Mais pechinchas.
itis'-s, fazenda mui o fina d. bonitas cores de
de
J JOfi a 500 rs. o oa
Cas as muito bonitas e &>0 rs. a -280.
Pares de botoes de > laq fino para punbos
M a MO.
Maca de pentes de al r de tltOO a U.
0 Via na so vend o que barato e bofo, an
fl'.m dejire 9 or^iw o barato todo q.mueer
enancas.
Ariiolinnas de marftm para as crianyas moTderem,
bom para os dentes.
Bor os de vimes par embalancar criancas.
ilcslinhas de vimes- para braco do meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeics de crian-
cas,
Venezianas trans|Kirentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para ct.ndieros de gaz.
Estereosco|)os e cosmoramas com escomidas dis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminayoes de
festas. ^
Balos aereostatieos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encelados bonitos para conservar as mezas de
janlar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadorcs de pal'ia e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrithoe para mangas e lanternas.
Tinteiros de louya branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua-
dros.
Quadros j proniptos com paysageps e phantazi.
Estam|ias avulsas de santos, paysagens e phanla-
ziaa.
Objeotos de mgicas para divertimenlos em fa-
milias.
Bealejos pequeos de veios com lindas pecas.
Bealejos harmnicas on aeeordions de toaos os
tamanhos, e outros amitos artigos de quinqui-
lharias difiteeis de mencionar se.
No armazem do vapor francez. ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A manir variedade que se pode desejar de todo.*
os brinquedos fabricados em difieren tes partes
da Europa para entretenimenlo das crianyas ;
tudo a oreos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, ra di Bario
da Victoria, outr'ora ra Nva n. 7.
Mascaras.
Mascaras.
Mascaras.
Acabaarte chegar gr ndes he turas de masca-
ras enm todos os gonhlaii, pan wBder-se em
grosso e a retalho : no armaaem do vapor frail-
ee, ra do Bario da Vttwia, tfr'eraNova n. 7.
-


o
Diaria de Pernambuco Terca feira. 28 de. Jabetrt d# 1873.
1:1
Par acabar at o fim do airao
Na ra da Imperatriz o. 60
LOJI DO
FEREIRA 1>A SILVA ft C-
Temi os proprietarics deste grande eslabelecimento, om avahado sortiaeoto dp
fazendas ena ser, e desejaaio liquida-las at o fim do correte anoo, tero resoltido ven-
de-las Dor presos raaito coaimodos, cora o fin de aparar dinheiro, a vista do que
convidara o* lira. Srs. ctaefes de familia a virem sorti-.re, nao s de fazendas de prime-
ra.nassecirtade, como de fazendas de laxo e gasto, das quaes ene ratraro om sorlimelo
das mais novas do mercado, colgadas pelos nliimos vapores da Europa.
FAZENDAS DE LSI
CORTES DE :A!5SAS A 24300 E 3j;00.
O Pao venda cortes do cissas de cores,
com piiioei milito b mitos peto barato
preco de 5300 e 3<$000.
CORTE' DE CHITAS A 2$ 100 E 25830.
O Pavlo vende cortes de r hilas francezas
fiaa3, cora 10 covados pelo diminuto prefo
de 25V O cida corte.
Ditas com 12 covados peto preco de
258S0 cada corte.
PECAS DE CHITAS A "200.
O Pa*5<> venda pecas dachitis finas, lio-
dissions padroes, tundo 3G covados cada
FAZENDAS DE GOSTOS
BAREJES DE SEDA A 15020 E 10S0O
COVADO
O PavSo receben pelo ultimo Vapor
francez, ora grande sortimento dos mata
lindos barejes de seda, sendo era Cores
e gostos o melbor qne lera finio aomercado,
esta nova fazenda milito propria pana
vestidos para bailes ou casamentes, tendo
entre esta fazenda delicados padroes bran-
cos proprio para vestidos de norva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 15500 e 2500 o covado.
O Pavio recebeu om elegante sortimento
peca,
urna
pelo b'rato prego de '75200 cada das mais modernas e lindasi popelinas de
muiio barato.
LENCO'ES DE MIMANTE.
0 Pavao vende teoges de bramante mni-
Ij grandes, sendo deum panao s. polo ba-
ratissimo preco ele 25100 cada om.
CHAILES BARATOS A 15300 E 25000.
OPj-3) vende chailes de tarlatana gran-
de pelo barato proco de 1,0000 e 2500O.
Pilos de 13a estampados imitado de
meri- 250:0.-
itos de qmdros modernos, muito en-
cornados i 35000 e 45000 ; assim como
grande sortimento dos mais finos chailes
erepon e merino qoe se venclem por precos
muito etn cont.
MADAPOLES.
Pefis de madatinlao francez muito Ono
com 20 jard?s a ,'55500 e iOOO.
Ditis cim 24 jardas muito superior a
6#590 e 7500).
Di-.o ingrez faiteo da mnito fina 35000,
65000 6 'J5500 at 100000.
Dit >s francezes e inglezes muito fiaos de
40 jardas para difl'ereo'e* prego?.
ALGOAOZiNHO.
O Pava) vende por prego muito barato
p?fjs de lKoJSozinho americano muito
bain com 18 jardas i fc#00(>.
Dito com 24 jardas a 4-5500 e 55000
t fatuto.
Dito largo marca T muilo encorpado a
8* 00.
ALGODO BNFJC3TAD0.
O Pavio vend o verdad-Jiro e suprior
a;; ftotfnbo de dras larguras para lences,-
leidi toado encorpado 15 00 cada vara.
Dito t-ancado da raesraa la-gnra 15-80.
CHITAS LARGAS.
O P**l vende esias exe;elleotes chitas
frcezas clara; e escuras com muito bom
O 140 rs. cada covad).
Dita muito fina 280, 3*0 e 360 .>;.
Pereaiies fioissimos miudiohos a 360 e
400 rs. cada covado.
CAMBBAIAS.
O Pavao venia cortes de cambraia trans-
parente propria para vest los a 25500 e
350 0.
Peca de dita mulo fina com 10 jardas
tanto ta ada como transparente a 45000,
55000 e 65000 at a mais ana qoe vem
ao mrcalo.
BRAMANTES PARA LENQO'ES.
O PavJi.i vende soperior bramante de al-
g-;(13o ten h 6 palmos de largura que s
percisa ite 1'/i vara para um lencol, me-
tro 1,5600 e a var 15800.
11 e seda, e linbo e seda qoe vendem a
15500 e 25000 o covado, tendo padr&es
letrados mindo e graudoa qoe parecem
propriameate seda, assim como das mesms
tambero, tero brancas propUias para vestidos
de noiva.
NOVAS SEDAS A 25500
O Pavo vende bonita e moderna seda
de nma s cor, tendo de todas as cores, com
delicado lavrores miadinbose vende a 25500
o covado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 455000 E 505000
O Pavao vende b mitos cortes de seda,
ftnda de muito gostj, tendo 18 covados
cada corte 6 vende por 455O00
Ditos de 20 covados a 5OJ000
Sao muito baratas era relafao soperior
ijoalidade d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavao vende um grande sortimento
das mais modernas, baptistas Com listado
cor, proprias pira vestido, com as cores mais
novas qui tem vindo ao mercado sendo
muito mais largas do que as chitas francezas,
e vende pelo baratissimo preco de 500 re.
cada ovado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Nesta grande etabelecimebto encontrar
o r ?p3itavel publico, orna bem montarla 'offi-
cia de alfaiate, onde se manda ejecutar
qualquer pefa do obra, taut > para humero,
jomo para meninos, com a roaior pres-
tesa e perfeico assim como psra qoalqoer
A IADRESILVA.
' Prat& M hiqfirtdtwfa
' as. 3fie0.
AoriM .wMiUlresilva de reoebor diverso^
objectos, coiio s*jm :
Ricos'adqrorot itemlr*peiold b raucos^
de cores.
Ifcarieruas Ae madrqierola, ditos dourodo-,
ditos de roassa ou bfalo, Ticamente eafeiu-
do, cruaes fingiod&briUiaBtes, cassolelas de
ipUqu *otn Tahas o sem ollas, imaiidji
ouro, pulsuiras douradas, ditas ikaud()
tat-tarKgav rio sertiinento *fc grnmpos parfc
oabtO'send^boAlotas, Hbesoros e beija>-
flores e outraS' muitas quulidades, todo k
muito gosto, rico sortimeiito de gravatiiiba^
de lardos {tna seahor*, -seudo velludo^ sarja,
setim, gaze, escossezas e de urna s cor, faf-
primei- eida intiramoate tiovidade.
Liitd sortimoiUo de letfuus de marlim,
madmpecola,' tartaruga, ditos dourados, com
sed e sem fia, alcm testes ie outras umi-
tas quabdacbs, que eufadunbo seria mencio-
na r. tauto para senboras como pora mo-
Mt
Rico sortirnento de ;punhos e goUinliate
bordadas em cambraia do linbo e camiznhas
bordadas para senhoras.
Bonitas uaiiiicoes ou,dragonas para eii-
foites de vestidos, assiiueomo os muito deso-
jados cordes de soda, faaenda iiiteirameuo.'
oovidade noste mercado.
Rico soptiiaettto de caiviubas com prepaf-
ros para costura, erklo decampas de crystl
e de outrasi muitas qnlidades e tamnhos),
ditas para poita-joiae, porta-eittractos, ricos
porta-relogiOs, porta-charutos, porta^inzai^.
tinteiros, casticaes, ludo sao objectos dfc
plaqu, ^ropris para preeentuar a qualqudr
pessoa, assim como diversos objectos part
eacriptorio, facas para tortor, papel, carteirars
para notas,' cakas para pliospboron, conetais
bordadas c lisas, maracas para criangas, s-
nets para a\mt firmas, e&ixasfioirteiide urna
aaetav um lapis e ora aniveto, agukiciros
e dedaes, todos estes objectos sao de marfim,
fazenda inteiramonte novidade, assim como
lMfe muits qtio s atista cos pretendon-
tes^se podero ineneiotiai.
: O i
MACHINAS
DE
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va o 22, om sortimento de machinas para
costora, das melbores qoaiidadea que existe
oa America, das quaes muitas j siu bem
conhecidas pelos aeus autores, como sejatn;
SMM*'Wsoa, Orover Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaea e outras muitas
qne com a vista deverao agradar aos com-
pradores.
Esias machinas tem a vantagem de faier
o trabalhe que trala costureiras podem
fazer diariamenie-e cozem com tanta per-
feii?3d eotoo s mais perfeitss costureiras.
Garante-re a sua boa qaa'i-lade e eni!ii-se
a trabaibar com perfei^o em menos de urna
iiora, e os presos sao i5o comino dos qne
devem agradar aos preted(>Bti><
*lhiiMinn Freces endem
libras sterlinas : a* na do
Crespn, l, l primara andar,
AL SE SEGUNDO
egararo agolbaff para mactiinas, do fa-
Do/ia a 5000.
luto que de repente apparecs, tendb na mes-' bonitas raniasens'cconi 7 palmos de largura,
Dito de linbo prro superior mnito encor-
pado com a mesma largura a vara 25100.
Ditoc fraacezes muito Saos a 25500 e
30000.
Peta da Hambu'-go e panno de linbo com
20 e 30 varas, para todoa os precos e
qaadade.
Pe;as de bretaoha.de porc linho, teno
3-) jirda- pelos precos mais barato que so
tm vi-to.
ma oficina nm perito oflicial destinado para
farda dos Ilm. Sfs. officiaes de guarda na-
cional ou tropa de linha, sendo esta officina]
dirigida pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Camino.
NOVOS VESTIDOS A 45000.
O Pavao receben nm elegante sortirxea-
(o de novos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de cor, 6 vende pelo
barato preco de 45 cada um; muito ba-
rato.
ESPART1LHOS A 35000.
O Pavao lera um grande sortimento de
espartilhos, tanto para senhora como pafa
menina, qbe vende pelo barato preco de
35000. Ditos muito Qnos a 450JO e 55000,
sao dos mais moderos qne tem viudo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R3.
CHITAS A 240 RS.
0 Pao vende chitas francezas proprias
Pechincln de Baissimo es^aio sncelena
om 6 jaras 70000. '
Pe^a de fioissinn celena com 30 jardas
a 355'X), atoalbado adamase ido com 8 pal-
ai s de l-rgora a vara 25'H.O.
LAZINHAS ,0E FRTA CORES.
O Pavu ^ende nm elegante sorlimento
d ISazi'ihasde furia cores qee brilhio qaa-
s Como seda tendo de todas a 5 crs, e ven-
6 i 360" rs. o covado.
CVLgASDECASEMIRA.
O Pavao tem ou graade sortimento de
calcha de casimira, astim como cortes os
mas modernos qne tem vin 'lo nos nltimos
fi^orias e em fazenda das mais finas e mais
aovas ao mercado, e vndese por barato
pco para aporir dinheiro assim como cal-
as de broi hnaco e de cores por presos
a rio m.iaveis para atibar.
CORTES E PERCALiA COM DAS SAIAS
A 45000.
O Pavo vende banit03cort38 de precalia
com duas salas, senda (azenca de mnito
gosto a -45000, pecWncha.
TNICAS- PRETA5.
TO Pavo receben ou grande sortimento
das mais fi-as tnicas de gr preto, rica-
meaie enditadas, e rauda por pre^o rzea-
vel.
TESTID05 BRANCOS BOEDADOS DE
3550000 AT6q50OO.
O Pavao receben ota lio do tortlmebto
dos mais ricos cortas de camferala braeea,
ricamente bordados, e com tocios OS enfei
tes rt*cesario.<, vende pelas precos de
33-iOOO at 60TO1, ta tea viudo nada
mais rico nem ntti'.modtrao.
CORTINADOS PARA CAMAS E> JANELLW
A /55O0,.8,^000 E j4if)|&
O Pavao tem om grande fortimento de
cortinados para cama.jhiM;|s, qoe vea-
dapelo baratlfcStfK&TlIft); 85000 e
105000 o par, leudo ata por 185000, assim
obd colchas dat damasco para camas de
novoe, a graod'soitiaiento do tapetes tan
to para 4 c-ideirai cio para cimas .pianos,
portas, etc., fotT
mv
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padroes claros e escuros, pelo barato preco
de 240 rs. o covado, por ter om leve to-
que de mofo : 'pichincha.
SAIAS A 250CO.
SAIAS A 25000.
O Pavao vende saias brancas de orna s
pecj coro fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 25000 e
2-oOO.
Ditas com pregas e bordados a 35000,
pacbincha.
LIQUIDAClO DE CALCAS DEUSEMIRA
0 Pavao tem um grande sorlimento de
caifas de casemira de todas as cores e qoa
lidades, para todos os presos, e desojando
rauito lijnida-las, resolven vende-las por
um prego muito em conli, para -diminoir a
grande porQ3o.
CORTES DE FUSTO PARA VESTIDOS A
3500O.
O PavSo vende cortes de fustao branco,
tendo ti covados para vestidas a 35000,
pecbincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
65000.
O PavJo vende bonitos corles de cambraia
branca transparente, com boaitas vistas o
lavores, proprios para vestid 3, tea do 8 va-
ras cada corte, pelo barato prego de 65000,,
pecbincha.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavo vendo bonita easafls francezas-
cora bonitos padroes, e de mua phantasfn
pelo baratissimo prego de 240 e 28b rs. o
covado, sendolazgnda de kuito mais dinhei-
ro, grande pfechjiBha, ntloja do Pavo.
BOURNUS A16JO00.
O Pavo recebeu polo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos qile
at boje sao conhecidos, e em relay ao et>
cessvabarateza, coevidam-s# as ExffiasvSrasi
para as verem, para assim adrairarem & epa
ha de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 6*000.
O Pav"a vend Cortes de cambraia br,
icom. listas e lavores da mesma c4r (tondo fa-
zdUd para um vaetido, e vente pelo bart4
preyo de 65JOOO, pop ser grande chincha.
Ditosmuho osrtrtwfcafll^-brancos
bdrdaios a 8WJ00.
Ditos ditos cora MU de edr ^-WM.J
kapoo.
Ditos dcmbraia branca com 20 afeara*
precos"ftea*j de babarliBhndf coresk vmo. gw#le
pei)tiiocMR''ftf leja do Pari.
fazenda esi>ecial: s na Madresilva.
Rico sOrtiliieuiO' do flores de latanja om
ramas a sopas; do todos os tamanlios,
oiifeites' de vestidos de noivas.
Rico sortimento do collarinhos e punlus
boroMOi o liaos-, de linho o algodo, pai
homens, assim como chapos de sol com
asto deinrlM, eoutros muits arligos.
TEM A M.VDRES1LVA
bonito sbrtiinento de jarres, castigaos com
pingCites, garrafas e eopos para espiritos,
frasvos, garrAfinhas de diversos gustos, prc^-
prias para toilettes, assim como acaba de re-
ceber um completo sortimento de ospelho
de molduras dourtidas, de todos os tam-
nhos, de 3 a 9 palmos de ahora o largura
regular.
A NADRES4LVA
acaba do receber om especial sortimehto de
luvas de Jouvin, brancas, pretas e de cores,
ara humean o .sonlioras, assim como tam-
m para meninas o meninos do 3 anuos
para cima.
BONECAS.
Rico sortimento de bouecas de todos os
tamnhos e com rosto de cera.
BORDADOS.
A Madrcsva acaba de receber um rieo
sortimento de bordados em cambraia de li-
nho, fazenda inteiramente novidade ueste
mercado, sendo babados e etitremeios.
Filialmente, a Madrcsva, alm dos arti-
gos que vos faz menyao, tem outros muitos
que enfadoflho seria expliear-vos, por isso a
Madresilva espera que vos dignis visita-la
iUI
a do Mrquez de Onda
n. SO A.
Vestuarios para crianzas, chapoeiidios 1
seda, sapatinhos de merino, e setiin, de sedae dehlgodo,braiicasc decoros, tu-[lfrjcante Grover & Hiker.
,do para baptisados.
Rico sortimento de babadores- para crian-
gas, ligas de seda para senhoras, longos
raseos com rarhagcns, meias de soda para
senhora^ e moninas ditas de fio do Escossia,
O'inelhor que se pod desojar, assim como
ImeiaS de l, proprias pard senhoras.
Rico sortimento do eseovas 00hj' costas de
baleia, marchetadas do madrqieMln, para
roupa e cabello, e de otftras muitas quali-
dades.
AOILHAS E LINflAS PARA MACHINAS.
A- Madresilva acaba de receber um coni-
ttto sbrlimeiitb dt'agulhas e buhas baancas,
de cores e pretas para machimas, dos fabri-
cantes (irover & Bakr's, assim como agulhas
de todas asqualidados b linhas do seda para
bordar e pora erochiet, ricoi capelas com
> eos c sem -elles para noivas, lit braneo coai
qoe
Pede obter em penco lempo com o oso do melbor dos licoresa aflamada
hWERIDINA
Faz'oito noos qo conbecido^ste precioso tnico, e djficil achar orna pessoa
tnflo experaentado pwsoalmenle, n5o falle em seo favor, j como bom estomacal
apetisador, tomando tm calis della- antes de jantar, 00 como facilitador da digestio
timndose depois. mh- mm V*nu*m- m^
A BASK *V
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, alo ba um s babjtante do BRASIL (a trra
especial das taranjas) qoe cao Conheca al propriedades medicinaes da d#brada frocta,
ora bem, a
LARANJA AMARGA
em seo estado natural tem nm gosto pooco agradavel, e o mrito da Hesperidina -con-
siste em rtter snas boas prepriedades, e ao mesmo tempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR *
A HESPERIDINA COBO INDUSTRIA NACIONAL tflnteflMfia q* f|ir s
melbores importayes europeas de cathegoria semlhante. Estas, qoandD mnito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidioa a combinaco perfeita do
p AGRADAVEL E SDAVEL
Para prova de que nm artigo no qoal pde-se ter inteira coaiaoia, por sarfwo
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente apprbvada e autortsad p*U
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo sna livre elaborado no imperio; ootra
BOA PROVA
e a accekaco feral que tem em todas as partes onde apresehtada. Em U4 estaLe-
leceo-se a primeira fabrica em Boeoos-Ayres; em 1869 a segunda m Motteido ; e
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica dte icttrSittttite
trabalba na corte. Em Yalparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitaco,
tanto qne rara a casa qoe considera completo Seo aparador sem nma garrafa de
HESPERIDINA
O bomem telho toma Hesperdma par oWw
VIGOR
O bomem docntv toma Hesperidina para o&tef
.
SAUDE
Tei para vender 09 seguiotea c\]~?.\ fftewslonjdos, pelos presos mais resumidos, como
ejim : (loques moderos a 2JO0O, pecas de en-
treraaios borda^lo^ de diverjas largaras a S00 rs.
dattas '. co'larioho? de liobo a 4^5CO, dito* mai
Osos fe 5/000, lencos para alRiheira a 200 rs. boa
faaenla, Imbas de carritel de 200 jardas a 60 rs.
% pafa bordar a 5/000 libra, leques a milacao
eaia com papel amizade a 600 rs. ditas com di
to sBferior a 700 rs.. envelopes a 400 rs. o cea-
to, balmas nacioDaes para homem a 4S0O, feo
para r-riaocas a 1/500, aguihas francezas a 40 rs
o papel, saboneles de alcatrao a 500 rs. agua fl>
rida Jtrdadeira a i/200 a garrafa, dita ioferiori
1/0M, frascos com sndalo a 1/000, ditos con
(Heo pjnilocome i 800 e 1/000, ditos com dito ba-
bosa ja 320 rs. ditos com agua de cologae a 240
400 rs. pegas de galops branco para enfeites dt
paila 't> peas ft tranca^ branca a 240 n ditos com
Itas le c5res*a 30 e 400 r*.. dntias de phaspho
rm iie|iurai| a 540 rs. e a grosa a 2&4G0, e ou-
tfoi Boitos atlig"os, que para do tornarmo-nr
iMtoh.'ts deixamos d^ mencionar, os quaes sn-
4m .# biraloT rti ar.abw.
0 hornea dbil toma Hesperidina para obllr j
FORCA
Hesperidina para
WS

obter boa cU a

Nos bailes as doozellas e os mocos tomam a
pnima^ao durante os loncos gyros da
BARROS JNIOR i C, roa do Vigario Tenorio n. 7, Io andar, receber ene
grande especifico, e vendem-no nos depsitos segaintes :
loaquin l'erreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, rna do Cotnmercio.
Marcelino Jos Gonfalves da Fonle, roa da Cadeia a. 2.
Antonio Gomes Pires & C, rna da Cadeia.
Antonio Gomes Pires & C., caes 22 de Novembro.
Gomes A Irajo-bote] da Passagem.
NOVIDADES E PEC1HNCHAS
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA
OFFICINA
DA
LOJA DO PAPAGAIO
par
ber
mais a miado, a jal vos fienr sempr
gpata.
Laziahs para vestidos a 320
tia o covado
S oa roa do Duque de Caxias n. 60 A, ottr'ora
ru do Qaeimado, loja da e'sqtina, de Bnio i
Silva di C.
Oiegiien qiianlo untes!!
tS0Mft!8|$N;S0Nt!
Lirido cfiaptts eampestres, da ultima .modai
para senhora, s na ra do Doqil^ de r'axias n.
mA. Itya ila esquina, de Benlo d3 ftrra ft .
Wndt'-se o sitio da estrada da ti u? de Alma.-,
que ea entf o do cmmenddor Tasso o da
desembargador Doria, com casa d vvetela, d JTe-
remes rvoredus. jjrand Htixa de Tnplrn. h.,
Jando os fundos |wra a estrada dos U'illios urba-
nos ae p da esiac,ao da Jaqueira : a tratar na.
ra do Amorlm 37.
Farinha d mttdtoea1 a 8$ o
a-'Dos o. 7; SietlS, em'
-Na Ena du Madre
quanto nao s-acaba.
-*ku-------i
e-se
Amlrat, Xabuco A C. avisam a rapaxeada far-
nnvalesca e aos halutantcs do Cabo, Apipiu*os,
I(ii:irassd. CaRKfVnRc, Limoeiip, Afogados, Goyait-
h^, Sam.i SntSt, aEBth) Varzca, Onda, JVi-
tOcohjBiIj e aos dfniais amantes do carnaval que
rpr?l)drani um completo MPtimeito do' pajielo. safa, soda e rame, pan quatquer
caraeltT ; c franjas, trancas dounulas e prakw
dus, alH'flPiras, Iftalejanlas, volas ete< Vendem-
c no Bazar Victoria, ra do JBariio d; Victoria
BAZAR VICTORIA.
Amaral, Xabuco A C. acabara de receber da
Rnropa pelo ultimo vapor o segrate, e convid m
s Exmas. scnljora- a virem ver:
Ricas chapelinas para visita, de palha, felin>.
vellndo e seda, a Rabagares Montpensier, ultima
moda.
Chapos de pallia para passoio.
Enfeites de seili. d* eorea e para luto, para ea-
ceca de Sra.
Costumes de cambraia para ?ra., tonteado ves-
tido. cbai*;r de rtdwc.i e Je sol, ludo da mesma
fazenda e de iguaes eufeite*.
C'irftsde vestidos de la e seda, de cambraia
bo dados a ngulba, {fintados e estampados, e de
bnptisias Je cures.
negantes guafniros de cores para senlioiTi,
confcAl> 1 par Je Hrinco, alfnoto, i pulceii-s,
1 (Tadcina o utsa borbotla pafa cabello.
Leques de ir&afcpetoh, luaiieo e (iiicimado r
de rusa, lranja ele. etc. lisos e bordados.
Jaques de luarlim, lisos, bordados e cora seda,
Leques de faitavilg*.
Leques de inadeini. sso ele. etc.
YCndein-se iio Haziu' Victoria, ruajlo laiai" da
Victnria n. 2.
Tendo por raestre Mr. Charles Lunrent
EUA DA IMPEEATRIZ 40

Mendes Carvalho scientifica ao respeitavel publico, qne acabm de receber t
completo sortimento de fazendas fioas de todas.as qoalidades, tacto de la como de J
oho,- seda e algodo, o qne ba de mais moderce do oelhor gosto, e portanto codvi
daca as Exmas. familias amigas da ecoDomia domestica, a Virm onmandarem na LOJ
DO PAPAGAIO, e verlo qoe comprara fazendas bonitas e baratas por meaos prefo jamis comprarSo.
COMO SEJAMi
Granadinas de seda de ama s cor, lar- Cbilas francezas de todas as qoalflae
gas a 15600. : da 320 rs, al os crotones 4t 560 rs.
Poupelin3s sarjadas de forta cor boa lar- vado.
gpra, a 1,5200 o covado.
Cortes de cassa brancos bordados cofc
Alpacao de cores com listras de seda para babados de seda de cor, e branco, e Wrtr*
Vende-fe balanzas iec\ma tanto peqnen
como gndes : na roa flo llhpetador n. 29.
.T.MVM
Elxclente tdaenho iagle em latas a qualro
ibra$ a 900 rs. a liwra-: do armazeai d* Taaio
trtcacs C., rna do Amorim n. 37.
Bic^s Vende .b a HJ s cent-i, 2, multo barato : n
rttk da Crttt n. 2^, 1" andar, salab de cabellel'-
#etrt>.
Kerosene
enfeite. a 800 rs. o covado.
Llazinhas de cores, em grarjde qoantida-
de, de 320 a 500 rs. o covado,
Cachenez francezes para senhoras e me-
ninas, a 35000.
Cretones francezes para coberta9, cor fixa,
a 800 rs. o covado.
Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
nas, do 500 a 800 ts, o eotado.
C- bertas de fastSo de 13 e de oitras
qualidadfrs, brancas e de cores.
Poopelinas de seda, de flor e de qnadro
a l|$800o covado.
Pecas de cambraia bordad! para cortinado
com 25 varas.
Ditas de cambraia adamascada com 20 va-
ras, a 12)5000.
Saias bordadas mnito finas de-4 e 5 pan-
nos.
BalSes de chita e de cambraia a 25000.
Nansouks e baptistas com listras para eo-
eitar.
Diversas qoalidades de 13asiiihs e alpa-
cas em retalhos, para todos os precos.
Bramantes de liobo para leores, de 5200
at 4i5000.
Dito -de a!g)do muito largo a 14800 a
vara.
de primeira qalidad, maroa evea, v
Pereira d CiioJ> Irmo?, ra* d& MarqUe de
Otinda D. Si. V andar.
ttfSt
itmn, ata na fMa aTtpalas (Ca
V*B^*ia*m>r* de' trharetTrarCa
servn*;
(Capunga.)
_._* Cs ter-
re!emllfoprtpri,ta.ioilrub dtvaMbrtf(Ca,
tanga}. .sirawr na> na '-PiidMio de> airo n.
,- ,>...., -,-, ,.
Diademas e
DirUic nr uamottopa
BlLHAa Uh liAlnBuKliU
As mais rejfcB*Btj-meUioresi
Vendem-se ua pharmacia e drogara de lio r-
tliolomeu .C, ra I^irga dosarto o Un. 34.
-Venue-se duas casa* terreas edificadas de
iWvo nafrna de S. Mo frecnezla de S. fos tos.
T7 e 1&\ a tratr Ta ra de l'edro AfRmsnt obra-
da n. *.
mi i
*-?
"I1L -----------------1------" '' > ii
PafaocamaTal.
(a ra das frtncheiras n. ll. loja du citifuai-
ro, vende-se franjas e enfeites dourados e pratea-
dos pwa Testuaiius de "
Lihriiss
p amasa 4tajBadas'le...
C, ra v Ccomarclo n. W
VaadiiMijp araa*am d*-taBdas Jlo-Afusu c
Algodo largo paralences, a 15000 a
ra.
Atoaibado adamascado de linbo e algo-
do.
Espartilboade liobo fiaos, de 35000 para
cima.
Laazinbas largas com listras de seda, a
800 rs. o covado.
- Madapoloes ioglezes e francezes de 55000
at 125000.
Algodiosinbo de todas as marca*, Tvet-
soS precos.
Bireges com listra da seda, a 500 t. *
covado. p
Cseas francezas de cores fixa e izas
com barras, os padroes mais bonitos qoe se
teem visto.
bordados com listras.
PARA JLTO.
Veos de fil de seda pretos a 85000.
Merinos para vestidos, bombazina, caii
15o, alpacas, isitinhas, crep, cassase cbi
tas, todo em qnaotidade, e para diverso--
precos.
Grosdenaples pretos, de 1)5600, 2|00
2,5500 at 650a
'Seda prata coa listras asstinad?* par.
vestidos.
Cbapios de sol de seda para meninas, *
4J0CO, e forrados.
Ditos pa borneo fowmo at 20,5000
Ditos de lpicas de cor Mreto, para di
versos presos.
Tapetes avellodados desde os mais pe-
queos aieos Tiaiores.
Damasco carmezinj para colchas, o m
Ihor.
Pabaos de eroh para cadma e io-
pbls.
CaiBbraias victorias da todos os km
ros. N
Ditas trabspflrentes ioglette soirt**, cb*
j a farpnra de lartatana.
Fil de linho e de seda, bracee* e pre'.o
I liso, de sa'p'co e de flores.
Camisas bordadas para senhora, de dt
versos preco*.
Meias para seabosas, das ais iaftriwts
at as mais superiores que tewM'apptar*
PABA HOMfiNS E -MBMM0&.
Neste estabelecimento se a*ten bm.
ottkm, e qualqaer hMDcn ^ qwrier te
lir com gosto, acbar muila variedade en
camisas de cores, pannes fios e casemr
o-ttrtiiif i- ba no mercado, roopa feiu
es qunhliate, assim como camisas frao
ci mglezas, lisas e bordadas, cerouta
de loko ede aioao, awias, follariobts eo
grande ^oaoiidada, grvala de todos o
lekius,.camisas de DMia> a aomma eotot
trad lado %o pteisar. para v4sirco
gosto e elegancia.
FORNECE.M-SE AS AM06TRAB # QUE fHfflWT E W fIGURINOS I


'

j



Diario* de ?ewii^c^-^;'l)eii6i;Aira 2^ deiJaiii4-o de lf.
----------------------;____________
yRiqniSMaicsveoi'fleklnod, eipelfos de.MaJo-
ques de midteiMrol e loe.aa de seda, lu sye-
a'nrilber fczW gir f*m tMb *

Nasle artiga 4*o prec-i da tta-ieicSes, basla
diMr-se rs fabicame3 Juta Qesjjeill, Cou4ray,
Labra, Rrrtel e Legram ; eatai parfuaHlag desta
vHitram era sos il odeltos botoj, e qne
pe! sua eli>guota m l oro ia pmerio para om
lindo nwfeiue;
Traagas e franjas de seda
hriinca.
DeM vej o sorlhomt > veio aaioiffeo, razada
anato toa, ooodeilos nova e de todas as larguras.
Bonecas de borracha
fiestas boneeas vo pequea porfi e de diver-
so* lamaotDs.
UWaII
! ve^adeira ceneja da rfavUra, marea ban-
t.ra, desoperior qnalidada : vendem Taaso Ir
Hit C. em seo Artoaxat da roa do Ansorlm
IIEHAIISUOS
tinlfiu
kMHM
llaus
att.
Diademas
Liodos* do,raodello novas, velo cansa ainKo
boa.
Quem duvktar venlia ver
Decedidarsent a Magiolia i raa Diurno de Ca-
sias u. 45, convencer a 3 seas amigos e trege-
se?, da sua especial i dado en correspondentes, na
parta mais elegante do mondo ; agora mesmo o
ultimo vapor etfegaSo da Europa trooxe urna par-
le dsaas eotommeBdai para o tempo de festa,
coostaBdo d>? segninte :"
Para o bello sexo
Lindsimos brincos, alfioetes, croxes, palaetras
e tchelas de tartaruga bordadas a ouro, assim
como boottl* grampos ernn perolas e outras pe-
dras para a cabeca : a Magnolia solicita do bello
seso, que prima sempre no cbiqne e na moda, qne
vepka ver -.
Laxo e bom gosto
Para enriquecer e aformosear urna sala vieram
lindos jarros e jardineiras de porcelana muito lioa
e de bonitos modelios inteirameale novos, eom
lindos desenbos e donrados ; assim como nina es-
pecialidad*, em paanos de carocbet p.ra sof e
cadeira?;
^rP{//}AT/VS <<
= 55 B* Sebastopol^
CL
tu
PURGATIVA!
)Dir4f-
tatilafar
9
DEPUfA
*** SAUDE
DEPOSITO GERAL
HA
Pharmacia e drogara
BARIIIOLOJJEU & C,
34Ra larga do Rosario34
Qual?
O mococMirnt e da moda qn? rao apreciar
urna Hada giiamico ds narfloi, raadreperol, aro
e plafcaet, masa luidiasiica de molde especial e
nooea viudo aqu ; roailo boas chapeos de sal com
cabo de tiurfim e bengala? imitacSo de unicornio
conr eatn 4V tmdrepero a, por certo heirn? dei-
nw d* vtr \ luja da Magnolia i roa Draque de
Casias-a. 45, escolbar qualqner destee objectos :
oao caro I
Borracha para limas.
Vende-so Gorracha para limas, eliegada hontem
no vapor americano Ontario, por menos 12 por
cento porque se vcmlc en outra qualquer.jarte :
a ra Nova n. 61; e no pateo do Carmo n. 3,
lalrarmaeia.
vonae-sepnr precos que milito convem, sac-
eos eom milho mnito novo, barris co o brea c ca-
xas cor* hiscotrtos mgleaee : no armaiem da ra
de Do i ingos Jos Martns, ontr'ora .Senzaiavvelha
n. 106, de Matheus Auslin C.
IIIEOI
Fio df algodo da Baha c cal de- Lisbi, re-
lemente roegado : lia para vendnr no .'s-
i-riptorio de .Toaquim Jo i C.-jaralves Beltrao & Fi-
lio, a na do Commerrio n. 5.
E
O |ii'(iI;iil;> rernaiiihueanu
i pr<|aos>ito do actual confliete
r<-l;;io*o
Esto opusculo, que ten tido tanta acccitacio por
part do publico imparcial tfesta cidade, continua
a vender-se as livrarias Franeea, Universal na
i na do Imperador, Industrial na ra Nova, c na
roa da Cadeia n 27
Preco 600 risS
Simrer.
.-->v
;nu^-s.oaquo su retira para lra dapioviu-
inia machina de costura do afamado fa-
ca vende
brieante Sioger, lealo apealas 2 mezes de pouco
o-o. Para ver e Halar na ra Augusta a. a&
W 3S000
E barato
Vi udeM urna (afila e urna blusa4e panno
lino aiudj dow. uma espada, un Maja* e iioiwt.
propiio para onicial de linha ou Je guarda na-
cional : quera pois qnizer comprar, dirija-sc a
sta. typOgppMa, a fallar con o adminitnidor.
das9 I r:-, i i aor diaiit.'.
Mirir ipiatdade.
Vende-s horrscha mtiito boa, chegada ultima-
mente, por menos qne em outra;, qualqner parte :
na ra da Concordia n. 2, taverna na praca do
< ond d'^:n, ?sfnina da ma do .\rag5o-
0 baealbo da Noruega, em caix:s e meias
ditas : ro caes da Alfandega o. I, armaiem de
Tasso Irroaes & C.______
Obms de iliaiilasia.
A loja da .Vguia Branca, ma do Duque de
Caxi s n. SO, recebeu um bello sortimonto de bo-
nitas e modernas obras de phantasia, seudo :
Brinc s e cruzes prctas, comdourados e pedras.
Otitros de rradrej) rola qneiniada com bonitos
(nfeites de delicadas flores.
Outros e Un dourado eem p'ngc tes de cores.
Ouicos encarnados e do bonit s moldes.
Bosetas de lino domado com pedras blancas,
AnVrecos d madreperola.
Ditos donrados com camapheo prcto.
Ditos encarnados.
Ditos imitando folhas e flores natnraes.
Ca soletas de madreiwrola
Voltas de grossos aljofares de cor s.
Ontras M ditos pret s com donrados.
Fulceiras de tartaruga coui dourado.
mtras pretas.
Grampos pretos e de cores,
i Bonita* abotoaduras de fino dourado, com pe-
dra. coral etc. para abertura de oamisas.
. Botoes dourados e de outras qualdades, para
aberturas e collarinho*.
Novas gollinhas e
bordados.
A luja da Agnia Branca, ra do Dnque de
de Caxias n. 00, receben novas gollinhas e pu-
ntaos bordados, e outros enfeitados com cntremeios
ceos : assin eomo receben igualmeh e novas
gnarnicoes de grvelas com franjas e lacos para
os cabellos, ludo do melhor e mais mod rnos gos--
tos.
Bonitos leques.
A loja Ca Aguia Branca, ra do Duque de
tenias n, -JO, recobtu bonit s Jeques de peifeita
phantasia, prcto com dourados, e outros de apu-
rados gustos; assini como recebeu ou ros de ma-
dira us se confunde com o sndalo, e tem el-
lep lindos colorido*: n > c ntro, e ainda assim ven-
de esles pelo barat>>pieco de 4^000 cada um.
Vasos de crystal para toillet.
A loja da Aguia B'anca, a na do Duque de
Cxas n. 50, r cebeu bonitas garraflnhas de crys-
tal em par com ramagens douradas e mui pro-'
prias para arranjos de" toiW, etc,
Anneis e colares elctricos
A loja f aguia branca i ra Duque de Caxias
n. oO, recebeu nova remessa dos proveitoios an-
neis e colares elctricos, o contina a reeebe-los
mensalmente, pelo no sempre, estar prorida de
tacs objecto?
grande;
Para ate al h h m'
RA DO MRQUEZ BE OLINDA
Ol'TIVOrU
Cadeia do Reeife n. 53
Tondo o novo proprietnrio de mudar .os artigos deste cstabelecuoento, desaojando li-
quidar at ao fim dse mez, tom resolvido vender por prajos muito comrados com o lira
de apurar tliulioiro e liquidar vista, pelo que convida aos Illuis. Sr, cheles de familia
a virem sortircm-se, pois a eccasiao opporluna, e encontrando um completo sortimentQ
de chapeos.
Chapeos de palha de Italia para senhoras e meninas* com enfeites e sen elle*.
Chapos de velludo com eufettes. Gorr6 de velludo com cuteitas. Chapeos de palha
de dfferontes qualidades, enfeitados, para senhoras e meninas. Chapeos de palia de Ita-
lia, enfeitados, para montaria de campo. Chapeos de palha para homens e meninos, ale
differentes qualtdadcs. Chapeos de fcltro para homem. Chapeos, de massa' pretos e de
cores, para ho>nens. Chapeos de l para homem e menino. Chapeos altos de pello de seda
para homem. .' i
Bonets do dilTVentes qualdades/tanto de soda, como de palha de Italia, panno, case-
mira e alpaca, tanto para homem como para menino.
Gorros de seda, velludo, la, tanto para homem como para menino.
E muitos outros artigos que s com a vista pdenlo ser examinados, alanca-se que
nao engeita-sedinheiro.

punhos
BAZAR NACIONAL
Ella da Imperatriz n. 72
de Lourenco Pereira Mende&Guimaraes
Declara ao respeilavel publico que, tendo concluido o constrto que fes em seo ei-
?*dbelecimento di roa da Imperatrii d. 72, declara que o sortto de novas fateoda pro-
pioprias para a festa do natal, os preces silo os mais baratus possive s a saber :
LASINHAS A' 120 RS.
Vende-se laasinuas para vestidos a 120
100, 360, 400 e 500 rs. o covado.
OLLNENSE A 800 RS.
Vende-se orna nova fazeoda de seda e
linho, por nome ondense, propria para
540 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado.
CORTES DE BRIM A' 4A500.
Vende-se cortes de brim para, caica a-
1^500e 200."
MADAPOLO A' 3#00.
Vende 6e pecas de madapolao a 3000,
4550C, 5:5000, 60000 6 8|J000.
CHAPEOS DE PALHA A 2*000.
Veide-se chapeos tre palha, de feltro e
ALPACAS DE CORES A 440 RS
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- de castor, psra borneo; ~6 meninos,
das, para vestidos de senhora, i 440, 500, 2J50V, 3,5 e 45000.
rsr o covado. ALGOOAO A' 40000,
BAPl STaS A 500 RS. Vende-so pecas de algodJo americaoo,
por nome 4^0. 55000 e 65000.
ARMAZEM DOS LEOES

;/^>
Eua Duque daCaxias n. 29.
G pioptietarios deste bem montado esubelecimento scientififtan so
respeilavel publico^ d*sta provincia que se achara eotn um variado o completo sort)
oento de movis, tanto nacienaes oomo estraogein, Modo estes escolhidos por um doi
losios que se acba actualmente? na Europa. O mesmo tem contractado com os melhorei
fabricantes daquellecontinente a* reroessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na officina tem os man habis artratae ^ese genero, e por isso pedem quo ve
nbam visitar o estabelecimento, sonde nceiitfarSo a realidade do qoeacabam de expr
n se pode examinar; ricas e completas aobilias de Jacaranda, mogno, faia, carva'.bo, -
marello, etc, ricaa e elegante* cateas deja caranda, pao Mtim, amareHo, etc., etc., goard
vestido de amarello, guarda louca de noghein e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores de dito dKa, peti toilettes especiateierile para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secreta-ias de Jacaranda e mognocas tnreiraa oe mogno, san-
toarioa, thears para bordar, beroos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e eoif ^
pertence8, cadeirss privass, bids; etc., etc., e moios ontroa artigos que deixamos del
mencionar por Mjtorear enfadonbo Ify
a
Vende-se oma nova fazenla
baptistas, para vestidos, a 500 rs. o co-
vado.
SOTANAS A 6i0 RS.
Vende-se nfca nova fazenda de 15 e seda
por nome setanas, para vestidos de senho-
ras e meninas, a 640 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Vende-se oma nova fazenda lisa, por nome
pbaniasia, para vestido?, a 800 o covado.
Fusto brauco ai ItO rs.
Veode-se fustJo branco e de cores, para
vestidos, de sennera, a 320 e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas escuras e cla-
ras, a 240. 280, 320 e 360 rs. o covado.
BOTINAS PARA SENHORAS A 50000.
Vende-se bolinas para senhora, a 5C00
e 55500.
CU1BRAIAS A 35000
Ven de-so pecas de cambraias lisas par
vestido* a 350C0 40000 e 50000.
CAMISAS BRANCAS A JOOO.
Vende se camisas brancas a 2500 e 20.
Ditas de linho a 30, 305X0, 40000 e
55000.
Palitots de panno preto a 50000, 70000
e 80OOJ. Palitots de casemira de cores, a
40, 50000 e 80OC0. ;
SAPATOS DE TRAN\ A 10300.
Vende-se sspaios de tranca e tapete, para
\ bornees e senhoras, a 10500, 18< O e 20.
e 20200 o metro.
Crosdenaples preto a 2#000
Vende-se urosdeoaple preto a 20000,
20500, 30500 e 55000 o covado.
PANiNO PRETO A 1*300.
Vender panno preto para calcas e pa-
litots, a 10500, 25500, 30OO,
50GO o covado.
BRAMANTE A 10600.
Vende-se bramante com 10 palmos de j f JEJ* C8semira PrelOT *5300, 3 e
CHALES A'8CORS.
Vende-se chales de la cem quadros e lis-
tras, a 800 rs. e 10000, ditos de mrin
estampados, a 20000, 30500, 40 e 50000.
E outras imitas fazendas que te vende
sem reserva de preco. na loja do barateira
40OOe|Bazar Nacional.Raa da Imperatriz r.
72.
Samuel Power Johns-
ton & G.
Ra do Apollo a. 38 e 40
\TTENCA0
1
Vende-se um excellente cofre com segre-
do, obra eita na trra ^orn muita segoran-
ca: a tratar na tbesouraria das loteras,
ra Io de Marco o. <3.
JAMOS
coa iripai e dotrada da
:ada om : co arinazeui
raa do Amor u. 37.
i
vaeca mpleza a 4*000
de Tasso Irma a & C.,
loja do \ iaima
Coraprou em lano graade qnantidade de fazen-
da*, as quaes vende eom pequeo lucro, por se-
guir o svstema deganliai- poucoe venderdepressa;
quem le comprar ter eertesa que compra por
poueo mais d qner outra parle. E' irajeiso vir ver depressa
poripie acabase logo, como sompre Ibe aeontece
.jando tem pecbiuchas como agora.
BalSes eom arqninhos para Senhoras, de 4 a l.
Chitas escuran e claras, de 400 a 240
Ditas percalia* mullo (Iras, de 480 a 320.
Cassas de flores e de listra;, d.- 800 a U\0.
Ditas miudinlias, de 640 a 240.
Pessas de madapolao filio, de 9* a 1*000.
Ditas de. dito de 8J a 5000.
Ditas de dito de 7 a 4#l00.
Ditas de algodao, de 6* a 4|fl00.
Meia casemirr. de 3 a ij^OO.
Algodao americano de liatras, de 520 a 320.
Pessas de esguiio muito Ino de 28/ a 20.
CALCADOS
Itorzciruias de caime^batao para Senhora a 4^300.
Ditos de dito alto para'seakorasa ->o.
GRANDE PECHINCHA
Borzeguins francezes para homens, de bezerro,
i ordavao, e gaspiado, com botos de 121 a 14*, e
de 8* cr 9*. ~J
Grande sortinNto de todas as melhores quaJi-
ilades de calcado, paralioraeiM, senhoras, Bieni
TudO v
o ha mais cabellos
brancas.
Tir.tararia japoneza.
So e Matea anpravaas pelas auademias de
idiocias, reeoobecid snperior a toda qoe
tem apparecido at buje. Deposito prin-
cipal rua-da Cadeia do Recite, boje Mar-
qoez de Onda d. 51,1. andar, e em to-
das as botieas e casas de cabeileireiro.
TijoSos francezes sextavados
De 1VOOO m. .5-000
o riiilhi'iro.
Estes ijo'os, farcados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
trreos das casas, porquanto, pouco mais custan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem compararao
algn, superiores a estes pela limpoza de que
sao suscepveis. Gustara, aleo disto menos da
decima parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de differentes mosaicos, os quaes nao estSo
certamen^ ao alcance de todas as fortunas, e s
sSo empregr.dos e proprio.s para as salas princi-
pies. Alein da vantagem que ha no emprego
destes tijolos para c^ pavimentos trreos e casas
de campo, tom est<:s ainda a de serem os melho-
res e mais proprios para ladrilhar cozinhas nos
sobrados da cidade, atiento a sua solidez e ponco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de serem assoalhadas as cozinhas todas de lijlo,
e nao s t'ompanhias de seguros se deveriam interessar.
Vendem se no6 armazens de farinha do Tasso Ir:
ni5os te C., no caes do Apollo._______________
CARNAVAL]
Borradla ira limas.
nose meninas.
rende barato.
/ma
Vende-se borracha de primeira qualidade paraJ
limas de cheir, Bosseguintes logares :'na phar*
macia Central a ra do Imperador n. 38, na mea-
ra ra n. 22 e no pateo da matriz de Sanio An-
tonio n. 4, por pra'co razoavel.
Uli;
ftrgje s ee-iwwniif os
Nova qualilad de fozpes para cozinhqr, os
quaes contm,em srfornos para assados.e caldeira
para agua, le dnwsoe tmianhos; os qnaes se-
tornarn recommendados ita sua boa quallaaite e
grande economa ; assim como os ja cenheciaot
fimos franc* es, fogareiros para aquentar ferros
"om malta bievidttle, gutda-tomida, ferros para
ilfaiate e chapeHein: jai n* na do Barao'd*
Victoria n. X, otilara na Nova, teja de ferra-
gens, de Soma & Guinuie.
1IB0 gosto
Cadeiras pretas donrafas e mar^hetadas de ma-
dreperola : nos armasens de Tasso Irmio & C.
no caes do Apollo. __________
Mais delles.
Anneis elctricos.. *
Daqaelfes aomis eleetxicos, to utvw para, o
nervoso, e que i Magnolia, ma Duque de Ga-
llas o. 45' tem vendido por cao I e que por serem
es nicos vwdeiros, amito tem aproveitado ;
peto lomo vapor vwo nova renwssa : i Ite as
tes je se aeabem. Na. Magnoa o. 45, roa .Dit^ue
n,~. Pma <* CaMa-ti-njieB, roa Hamaw 4*
Olindan. 21, reaiim otegaiMo.:
C Oltados par a. Itero 4e carro.
Polaso da Ruiiia.
Vioho do l'iario. floo, irn caigas.
II! SalfiapaiTilha III
Da mais neva qae ha no mercado ; vendem
i'efeira Vami^ A G,' *:f.j^ an Vigario n 11, F
UZEO DE
X 4 Ra do Cmg
JOSEPH
x
C.
. DE
COMES DK MATT08, BMVOS
Seswe importante estabelecimento de primorosas joias, ax-harorespeitavi-l
publico desta capital um grande e variado sorrimeiito de joias de todos o?
precos, queja existima no Muzeo, que serao Ycndidas.com grande redurco
le proco, alem dos nows objectos recabifos directamente da Europa qoe
se veudero por preco animador, bem eomo scjain, aderecosde Brafitntes,
pulseiras de ditos, broches e rosetas dedtos, ditos de differentes pedrarias (fe
precos; aunis de brilhautes e d esmeraldas, rubins e perolas, e de todo*
mais objectos de valor, que possam ser desojados pelo bom gosto c apreco das
familias, que sabem dar valor a objectos de primor.
Os proprietarios do MVZEO DE JOIAS, convidnm as familias que H
queiram prever de excellentes joias, a rircm escolbc-las entre o variad..
sortimento dellas, garntiodo os proprietarios que sero sinceros para todos
que se dignarem procurar seu estabelccimcnto.
Entre o grande sortimento de brilhautes, esmeraldas, perolas, e obra
simplesmente de ouro de le, se ver um elegante sortimento do obras de
prata primorosamente Irabalhadas, quetainbem se vendem preco reduzido,
bem como, relomos de ouro e prata dos melhores autores couhecidos, qu<;
se vendem mediante pouco ditiheiro e garanta dos donos deste estabeleci-
nento.
Os homens ou pequeo valor, procuiem o MTEQ DE JOIAS, que sero servidos com
atlencao e siuceridade.
Fazem aciente aos sena fregnezes qne teem
modado o seu deposito de machinas a va-
por, motadas e laxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para ra do Apollo n.
38 e 40, onde continuara a ter o m6smo sor-
iimento do costme.
Fazem seieme tambem qoe teem feito nm
arranjo com a fondicao geral, pelo que po-
dem offerecer se para asseniar qaalqaer
macbinismo e mesmo garant lo.
Os proprietarios da fundido geral fa>em
scientes aos senheres de engenbo mais
pessoas, que teem estabelecido lima undi-
cao de ferro e brome a raa do Brum. jnn-
to a e>tacao dos bonds, onde aprontarSo
qualqner obra de encommenda cem perM-
?ao e promptldo.
Os me-moa rogam as pessoaa qae qaei-
ram ui:-ar se de teas servicos de dena-
rem as eneommendas em casa dos Sr-. 3a-
mnel Power Jotrasuo A C a rna do Apol-
lo n. 38 e 40, onde achare pesoa bahili-
tada com quera possam entender t.
Apparelho para fabricar assncar, do systema.
WESTON CENTKEFGAL
nicos agentes em Pernarobaco a fuodicio geral.
Para tratar em seu esen'ptorio a ra do Apollo n. 38 a 40.
figk^E lgico!
*
Xarope d'agriao do Paja,
Amigo e ooncaitoado medicamento para
cura das nekatia as o^osreipiralOBios,
epmotphtj^ifift^Dtpeiitev asuma, etc.,
Aplicado ainda cem ptimo* rniaaiadu no
reacrfc&le..
' Vende-se na pharmacia e drogara de Bar*
taJlotoeu A C, MtLarga do Roaao n. ai,
- VtadM Mi mobBfa, e amarello co
mutjmm iw: a miar na ra de 8.- Mirad!
los Aflofados, casa b. 30.
:do"T.co5olfA T, celerdaW::
Obtem-se com o u so-
da
INJECCO SHOST
A COSintia, a aiSpeiMa, OS a- nica, hygicnica, radical einfallivol nacu-
pai'adores e a mesa. r\aas 8n?rhcas. k**braQcas e flnxos de
. l _, toda especie, recentes ou chronicas: e que
t^SSt^S^TsSZ ffCT C0T ^rantiadesalutajesresultal^
sas algumas visitas na vespera e dia da fesa da a CQnnua(la applicac;ao que sempre com a
padrocira daquella freguezia e por isso c nreciao maior vantagem se tem feito dlla nos hos-
que de antemao se faca una grande revolucao pitaes de Pars;
augmentando, sortindo e recheiando a cozrnlra, i l'nico dprwtitn n*ri r. Rn a dispensa, o aparadores e a mesa (j se sai^l J;"^ ysito parao Brasil, Barmolomeu
con. iguarias gratas ao paladar) sem que uio L" rua,-argado Rosario n. 34.
se ude passar um dia folgazao e regalada). % fe T < ri a
Queris que principie a vos indicar um meio
fcil para conseguirdes o flm a que vos deveis-
propnr para transformares, augmentares,'sortirea Er i fARi BP AHDft
e recheiares as vossas cozinhas, dispajasasj apt jO\ UVHVJI DL UUAl.
radares e mesas? nada mais fac... x*/ A ruta ala Imperatriz
H. 5.
Acaba de. receber de eonta propria,
peR uRime vapor da Eutepa, um oom-
pleto sortimento de objetot< de jurai* ^
omais liudas queIBmvindea estemer- f
fado, sendo, os segiwntes ; aderecos de-'
fili-granna; obra de aprailo gosto, vert &
tas* fcrincw, rozelas salvis, rto|rio8,
palhiteiros, colheres etc. etc., pelos pre-
cos maja) resumidos possiueis. Assim
.epraa. um irtiploto' sortimen de obra,
de ouro : aTmetf de brimante?, mzrt,
aderemos etc..e tambem sem brilhanfo*
-
Ide a rpa do Imperador n. 2i,
onde vires urna casa com a freis-
te piatada de encarnado, tendo um lampea [en-
durado, cujo letreiro se l o< seguate : Goaci-
taria do Campos.
ella!... ella ... ella....
Ah deve-se entrar e encoinrtodar para cada
casa o seguinte:
1 Fiambre f reparado.
i Bolo inglez.
1 Pao-de-l.
1 Pudn de pao, arroz, ou tapioca.
1 empnda de carnario ou ganinhn/-
1 TorU de fructa.
100- pastei diversos.
1 Per assado no folm
! 1 Peixe idem dem.
1 Gatheao^d li reiae.
Viaho, cerveja, hcwj, bolMtiinhas, hoi'ubas. 1
para chai d ojue tamat^ passas^ Bmee.,
xas.e tado mais que mesrao npbssi.vej lem-
brar.
Se-neUa, s neHa:
! Na confeitaria do Campos. .
CABBRAIAS
a 3#:^p6^af.
IjCamr/rata. traTWparelBeJnst a Ma-peca : na
fiado Crepo n.O, loja ele Gnilherme G. "
11
r*ra.
_*_
Ikffa
*
Aderemos de bn-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltas de perolas.
SAPHIRA
DE
CabugN. 2 A
LOJA
N. 2 ARa do
Achano-se completamente reformado este estabeiecimento, e
temi os leas proprietarios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio^
res, convidam ao respoitavcl publico a fazer urna visita ao seu es-
tabeiecimento, aiin de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
O MAIS PODEROSO
TNICO E FEBRFUGO
r-aeauno por .. acabemia be iBtii.it, f. naiti
ledallia JilT Jm
DI
Ouro.
auiNA
Po*
elixir tnico, febrfugo, fortificante e -REPASADOR.
aperlor Tlnhos e zarspeat dr faalna.
Exprimentada com pleno successo nos hospites, a Quina Laroche (ou Extracto compl>ti\
dt Quina) urna preparacAo excepcional, por ser privada do amargo da Quina. Agrada pe
Lconseguue as pessoas as mais intolerantes c aos paladare os mais delicado, pois era
mnito doce nem muito viscosa, sendo de oma limpidez constarte. Emprega-ie com naulioj
aroveito nos casos de : gastralgia, dysptpcia, nevralgia, anemia, marasmo, cuthfras,
magrtaa, fatuo tem causa apparent, convaUtcencas demoradas, chlorost t escrophuias.
E 0 ESPECIFICO DAS MOLESTIAS FEBRIS.
QDHU LAROCHE FERKGIHOSA bk pabiz,
ItBJodo todas u propriedads do Ferro tt da Quina. 15, rae rouoi.
!
Na pOarmacia Maurer ra do Baro da Victoria n. 25.
Novo estabelecimtnito
de joias.
vp"*
' lluadoCabuguii.lt.
Neste estabelecamento se encontrar ~,
um bonito sortimento de joias que se 4
vendem por tal preco que animar ao 2
eomjfador, atiento ao vantajoso syete- E
ma, ganhar pouco para veador muj- S.
to, que certameate til ao compra- #
dor e ao vendedor.
Tambem se compra onro, prau e pe- t
dras"preciosas, bem coaio o fabrica ."ja*
concerta toda e ajualquer ohxa tendant \
i mesma arte.
Ra larga d Rosario n. 22
0 Vianna tornou 9 arrematar mais rehincha*
para vender barata.
Vejaba : t-
Cortes de brim branco. mancado que
da urna cal;a
Ditos de ditp patito trancado muito lino
Ditos de dito de buho puro (cur do hnl.o
Gambraias
Ghitas
Poae de inadapelao fiaw.
drotone para coberta
Borzeguins para senhora.
Ditos de bezerro, orN e gaspiados
pira horaeaa, obra nla. aoa, qw ae
. vende a Ha,
Machinas para teas.
le-se ptimas, e muito convenientes
1 tfcis mesmas : na pnaamacia-de L.
* C, Na (arfa 40 Rosario. i#, e na praca do Vende-se mantelga ingleza flor a 800 rs. 14099 '
Conde d'Eu n. 19, casa da Sr. Antaaio-M. M; Fer- e 1/280 a libra, no progresso do ateo do Carme [
n;9.
Insignias nacnifis.
Amaxal, Nabuco k C vendem insignias maco- ij
Cas de diversd grw : no Baaar Vktdrra, roa *
lioa
2AN00
a>
*>
4AW-
4M
r
1 o Barao da Victoria n. 8.
, Caeeira or^iorias cora auoai ao paKiioh
504000 cada urna ao caes do Apollo, arma-
I tom de Tasso lrmlo* k C.
Borracha
muito boa; vende o Ramos da Caroboa du Carraa
1. 3, taverna.


Diario de Pernambuco Terca fira 2 de Janeiro de 1873.
EDICVCVO AGRWOLA NA PRUSSIA.
(Conchisio.) '
A estas cantas ha de ac npanbar o con-
trato que o 'jjjrieiari* tiver celebrado
rom as pessoas q m o honverem de'ajudar
na ensino, que gJlKdmente sao o m#stro-os-
oola*, o cura-, o medico ou o phar. cetico
h o veterinario ; ij cmim bu o mestre-escla
ensillara a ivligifo (ja qual fr e os estu-
ltos a que chama reaos acadmicos; o, ino-
dico ou opharnricouiico e si na tu os cstu-
dos seientilieos ; o veterinario, a crcai;So eo
tfjtamento dos inimaes, c, linalinente, o
proprietario do terreno, a cultura ou a agri-
cultura proprianvmte dita, A subvcnco que
o governo d a ej.da escola lependc do nu-
mero de alumnos, cuja instrucc;ao liscalisa-
da por inspectores que viajara por todo o
reino com esse encargo.
Segundo os dados apreseiitados na expsi-
to de Taris, a nais anti.;a dessas escolas
era a de Kieenrodt, que Coi fundada om
J843 e a mais moderna a di Palko, funda-
da em 18t). Nestas oselas oducam-se os
mordomos agrcolas.
Intermedias entre estes as reaes acade-
mias, existeitl mais de 200 escolas chamadas
no paiz Forlbil daugschtUec, que, mal tra-
du/.ido parauiosso idioma, querdzeres-
colas de aperfeicoainento,as quacs ensi-
ua-se de um uiotto pratico, e se.n nada de
Iheoria, oaperfcic,oainento da cultura.
As escolas espoliis sao innmeras; em
Neussadt ha urna escola florestalj dus ve-
terinaria;- em Berlim e em .V unster; tres de
pa/ticuilura om krameuz, em Janorritz e
em Siegen ; urna escola.espi eial de horticul-
tura em Postdan ; 143 escolas de culturada
macieira, eneravadas smente na Prussia
propriainente dita : U dullas estao na pro-
vincia de Silisia ; na de Posen todos mostre-
escolas tem urna oxtenso de terreno de 8
morjundestiuados oxcliisivai.ii-utc ao cultivo
da maricia, e quaudo os alumnosconeluem
o primeiro ensiiio zo> doze anuos, ho de
saber tambera tud> o que relativo dita
cultura.
Mas isto nao Ludo : nao basta que abun-
den* escolas, pois era lodos, os pas teein
dinheiro para mandar a ellas seus ilhos,
nem to pouco todos toem facilidade para
isso; uein, finalmente, tao pouco sao os
meninos os nicos a quem se tem de ins-
truir necessario instruir .ios bomens, en-
sinar-lhes os instrumentos i.ovos inventados
naquelle auno, as niodficacoes ntroduzidas
na cultura, as eiifermidado que se tenhain
desenvolvido, etc., etc., e d'aqu.i a nocessi-
ikule de nao explicar gmente as escolas c
nal povoac,es, m.is de levar tambem o en-
cino agrcola ul'ima cabana do reino: d'a-
qui a formado de sociedades, cu jo fim a
inaintenco dos Wuuder Struktoren ins-
tructores ambulantes)'; cada um destes ins-
tructores recebe a principio do curso a nota
das povoacoes que ha de percorrer, e a ma-
teria acerca da qual ha de dar explicacoes
om cada povoacio ; estas pr.-loccdes nao du-
rara nunca mais de quiuzc dias cada urna;
de sorte que o professor tem quinze dias do
explicado e outros quinze pqra transportar-
se para o seu novo destino o organisar a no-
va conferencia ; nestas lines o instructor ex-
plica as modificayoes que convem introduzir
na cultura daquella localidade. cita aos agri-
eultons as localidades que levem ir visitar,
u\i convencercm-se da ulilidade de suas
pa
proposicoes. .
uvi citar com elogio na expsito de
Londres e na de Taris,' os nomos de Gasscll
e Schneider, como os dos apostlos agrco-
las que toem tido mais xito as suas predi-
cas rhenanas. Anida que- estes instructores
sejam completamente pagos pelas sociedades
particulares, comtudo o governo da nacao
premeia j com premios metlicos, j com
premios honorficas, aos que mais se distin-
guen! no seu apostolado.
' Mas nao basta pregar; a agricultura exige
alera da theoria a pratca, o, apenas se co-
meca a praticar a theoria, conheco-se a nc-
cessidade de analysar as trras, os cstrumes
e as plantas, e como por encanto nascem as
Macos chimicas ; primeir miente estas em
Salzmunde,. em.Rogenwalde, em Laesfort,
em Insterburg, em Ida-.Marienhutte e em
Dalme. Posteriormite os discpulos destes
laboratorios, espalh ndase por sua vez por
todo o runo, /undain ottros que, posto que
nao sejam officiaes, nem por isso prestam
menos servidos ao paiz.
Mas nao basta explicar nem to pouco
anda nn.tly.4lr: a eiplicaijlo e a anaiyse,
juntamente eom a -'tipplicACo das demais
sciencias phyflcas ensinam a uecessidade do
fazer urna imnaensidadode coasas, tacs como
valles, arrastamento de trra para mudar a
composicao do terreno, etc., mas ha militas
potras que podem sor feitos somonte pela as-
socincSo: 519 associacoes existiara na Rus-
sia, contando com .000 membros e com
um producto animal de 141,000 talheres.
Estas sociedades teem eomo regrageral
um modesto local e nina bibliotheca de lit-
teratura rural que se procura mauter ao cor-
rento dos progressos modernos ; organisam
cxpnsicoes e concursos; offerecem premios
is memorias escripias sobre objectos deter-
minados, e, finalmente, discutem ellas pro-
prias as quostes de interesse palpitante,
testas sociedades especiaos do sivkutorcs,
de apicultores, de destiladores, de fabrican-
tes de asentar, os quaos se reunem, ou pe-
ridicamente, ou quando o julgam opportu-
no, alim de que 9011S membros se commuui-
quem suas observarnos f progressos, ou an-
da alim do defender os interesses commuue.
O governo nao tem a menor intervenc*>
nestas sociedades ; nem as guia num as sus-
tenta, nem sequer as. iusjxx-ciona. 0 go-
verno prussiano s tem intorvenvo lias so-
ciedades que teem por ftin os inelhorameu-
108 dos terrenos (Laudes Metioratkmeuj, com
o fim de dar torcas s decises-da maioria
contra as opposices systomwtcwdas mino-
rias, s quaos na generalidad ck casos
necessario fazer o bem forjas O estado
empresta, em occasioos determinadas, a es-
tas sociedades quantias a un pTerw&sum-
mameiito moilico.
Os gastos feitos pelo governo- para mi-
nutencao de todas essas institniedes m*> so-
bem amis do que a uos 13,000,000 de
reales animaos, contando com o apue-custaw
as remontas e os estabelecimonto* de caval-
los pastores.
Falta dar a ultima pincellada a este-qu-
dro?
D'onde, como e porquo a nago prussiaua
obtm essa docilidade to assombrosa? iVs-
ta mesma tarde, no dia ein que escrevo estas-
liiihas, um proprietario aragonez lamentava-
se om meu laboratorio da falta de-dc*ilda-
de em seus colonos.
E' intil, dina-rae, pregar-lhes, pois
que nao ha meio deque fac^am o que se bes
diz. > Outro proprietario leridano deria-
me hontem, fallando dos estreos: Minlia
gente far o que en mandar om quanto ou
estiver presente ; mas fa-lo-bo sem f, e-,
por conseguinte, quando virar as costas, nao
o faro. Como que o fazcm os pruu-
sanos?
A resposta a esta pergunta muito sim-
ples ; quem a faz nao o criado, o amo.
Existe na Prussia o noviciado agrcola do-
mosmo modo que o noviciado de todos os.
oflicios. Nos os estrangeiros escancaramos-
un palmo de bocea ao visitar os rillerguter
quando achamos ^como mordomo da
casa o lilho do um banqueiro, de um titulo
nobiliario de primoira ordem ou do um pro-j
prietario.
Estes lovantam-so ao amanhecer como es
criados, prendeiu os cava Uos ao carro de
rojo ou ao arado e aram durante toda a'na-
nh : ao meio dia regressam casa, mettem
os.cavallos na estribaria, tratam delles, ves-
tem-se e sentam-se mesa do amo, a quem
nao sao inferiores nem pela nstrucco era
pela oducaco; terminada a refei^o, tor-
nam a vestir a blusa do trabalho e trabalham
at o por do sol. Este o o segredo dos pro-
gressos da agricultura.
0 trabalhador o o colono creem ein tudo
o que Ibes diz o proprietario, porque sabem
que este pode fazer tudo o que ellos fazera, e
por sua instrueco sabe o que ellos nao sa-
bem, ao passo que entre nos o colono e o
trabalhador nao creen) no que O proprieta-
rio Ihesdiz, porque sabem que esto nao pode
fazer o que ellos fazem, e, crendo-se supe-
riores a eHe na praca, e nao comprabenden-
doa theoria, desdeuhaiA todos os seas con-
sffcoso indicasdes, corjsideMnoVos como
emanados de um inferior. *
Os francezes aecusam Berhm de que todos
os seus edificios sao de tijolos e de que sao
teem esgotos. E no sei o que raelhor,
se ter urna capital qua, ^omp Pars, attrahe
si to.los os imliviilues qid teem alguma
ousa que gastar e (fie consom em seus
boulevards, theatros o ornamentago em ge-
ral, todas as forjas da Franga, augmenran-
tlo-se assim a despopulacao rural, o dimi-
nuindo o capital agrcola, ou se ter urna ca-
pital que felicita com suas condiroos aos
proprietarios, obrigando-os a viver em suas
trras, augmentando assim a populacho ru-
ral o nao malbaratando o capital agrcola.
' NAUFRAGIO DO GERMANY.No Cmr-
rier de la liochelle encontram-se os segrate*
pormenores acerca dessa terrivel catastro-
pite.
No domingo i n<;ite, pelas oito horas e
meiii.o patro Tristn Jos, pescador da ilha
de Grot, chegou Rochella, trazendo a seu
bordo urnas cem possOas. Espalhou-se im-
meiliatamente nacidade o boato do um gran-
de sinistro martimo ; c fui no meio de urna
multido enorme que os nufragos desem-
barcaram.
Era um espectculo doloroso. Aquelles
infolizes mal podiam andar ; *i suas roupas
estavam foita pedamos, e eompletamenie ..
togadas pela agua do mar. N'aquelle trita-| l'ma unii vaga arrastou ama pobre nai de
alguinas muiheros, cuj timilia com os seus quatro aliios-. Telas cin-
jo de attr>i.'"flr ptos seus cuidados, o horror
da boss si tu avio.
Nao podernos descieVf qu*nto foi gran-
de pa'ra nos a stia benevolencia, e os estorbos
que empregaram para no&jBaUiviar ficaro
sempre gravados na nossa memoria.Um
offkxal de bordo.
0 que aquelles infolizes nao dizeai, foi
os aoffrinrentes horrivois que experimentaram
daraate dezoo longas horas,.sond doze de
escura e fra noite.
Alguns instantes depois do Germony&a-
calhar, o mar agitou-se com tal violencia que
o navio encheu-se d'agua; foi ento que a
vida de todos esteve no maior perigo ; era
do noite, o navio movia-se de momento a mo-
mento, de manoira que era mpossivel perma-
necer na tolda, varrida da proa pdpa, e de
espaco a espado pelas vagas furiosas.
A's oito horas, cahio o mastro grande.
Meia hora depois, cahia tambem o mastro da
popa, levando coinsigo sete desgranados, que
se tiuham refugiado nos apparelhos. Foi
este um horrivel momento para aquelles que
a)nda estavam agarrados a diffcrenles objec-
tos, a cada instante se Olivia o estalar sinrs-
tro do navio ; o Germany desfazia-sc peda-
zo a pedaco, e aqui e all, no meio da noite, bilhetes contra o pwgamriito de preco estalie-
seirtiam-sc gritos desesperados, invocacoes lecide pela muniripalidade do BruxeUasy 0
alllclrvas, a que se nao poda responder, dos
amigoarra&tados pelo mw, aos quaos so nao
podia prster soccorrosv
Asgrossas vagas iroo entiavam conti-
nuamonfe'no-iMvio levarawi1 algunos pessoas
JT.GAMENTO Sl?WBI.AR. AVISO AOS
EMPRESARIOS DE THEATROS.-No tribu-
nal do Coramercio de Brutellas se dirimi
agora urna questo, talvenova nos annaes
judiociarios, como se vai ver.
Um espectador, nio dizemos bem, um
pretendente a espectador, ntentou urna ac-
o intra o director do theatro da Mon-
nriie, em Bruxellas, por frita de lugar
na platea, para onde o autor hava compra-
do o competente bilhete.
Era pois autor o Sr. Gobor, o reo o Sr.
Avrillon.
' A sentenCa conferida pelo dito tribunal
foi rcdigida'nos seguintes tormos:
Atteudendo a que constante o fado
do haver o reo em 27 de abril entregado ao
autor dois lugares de cadeiras da orchestra
(lugares com esta denominado nao ha
nos nossos theatros |, para a represontaro
da opera a Muda de Porticc, que ioi dada
s 7 horas da tarde no theatro real da .1/on-
, e (pie foi impossivel ao arruinador
nata,
encontrar lugar onde accominodiir o autor,
quer as cadeiras- da orchestra, qiMrcm lu-
gares de prego equivalente ;
Attendendo a que entregando ao autor
arlejo uotavaift-se
nublante paludo e contrahdo apreseutava
aiiitla.os vestigios das terriveis agonias coitra
as piaes tinham tato que lutar. Secnnda-
da pelo mov ment espontneo da popula-
co.-a administrago-municipal tomou imme-
ihatameMe medidas para so prodigalisaTeni:
aos iiifelries naufragos-osprimeiros cuidados.
l)istriburam-e vveres, e compraram-se
roupas ; dividiram-se en grupos, sendo os
naufrago alojados nos-difieren tes hoteis da
ciliado, e- no hospital de-S. Luiz ; o hospital
Aufredi twnbea' recebea* alguns, e outros
foram recolhidos palos pn >ptios habitantes.
O terrivel drama produzio-se entrada
da (lironda. O magnifico-vapor inglez Gw-
many, capitao Trooks, da Unlia Alian, tinha
partido de Liverpool a 1* de dezembror
tarde, para TaniRac, levando a bordo um pra*
tito da Gironda, ahm do evitar a demora i
entrada do R. No sabbado noite, 21,
foi cabir atraaos da ponte se despedacava coBqdetamen'e.
Do rolatecio dos olliciaes trahimos a
seguinte passageu: i
VaportitriMHHtj,deLvobqooIparaNov
Orloans, por vi, de Bordeus^ Santander e-
Qnuiha.
O vapor qj*e tinha sahido' ile Uverpoot
eo horas da manh, urna menina de 18 an-
uos, que tinha pateado a licite na proa do
imvio, o que a> desesperanca- enlouquccera,
quiz encaininbar-se para o torabaitilho. Lan-
cala por tena por urna vaga, apesar dossoc-
cwros de um oflh-ial, foi um pouco langada
con* violencia no- por do navio' onde ficou
despedacada. Os- seus ulljmo^ momentos
de agona foram borrveis.v Os seus gritos
eiiehitMi) do susto todos os seus ompanliei-
rosi
Qttando desjtontou o dia, a primeira
passagem do vapor para l?rdp dodiarco da-
pesca, fci um desastre, aquellos pobres in-
felizes, laucos de desespero e de ttr, preci-
pitaranvse na embarcado; o seu iaoviinen-
to dasordenado fez cora que se enehesse
dagua.'eoto seisseafogaram.
Denando-seo naio, tevo-se de abando-
nar, envolvido em una cobertor, o cadver
de urna cteanea de seSe mezes, que morrera
naos bracos-do seu pobre pai, n'aquella horri-
wl- noite.
a Orehrtorio dos oflkiaes de bordo, de
que mencieoainos um frugmento, attribue a
erradas manobras do piloto a peda ito- vapor
k
POLHETTM
k
a 18 de dezembro, i laucado- costa en-
trada do rio de Bordeus, pontale la Coubre,
a 21, s oito horas da noite.
Os escalones teudo sido submergidos
pelo mar, era impossivel abandonar o navio.
Quando despontou o dia, seeonheceu-se
que um dos escaleres, anda que ein mo
estado, podia anda utilisar-sev. Lanou-se
pois mo delU>,.o navegou-se gara, a trra,
foi ento que aquello escaler encontrou o bar-
co de pesca J. T., patro Jos- Tristan,
da
autor oceupasse o tgar indicado no bilhete,
para a representantede 27 ; conveucao ae-
cordada entre as dua* partes, e que tinha o
seguinte 'feomprraisso, a sabtn-:que o reo
devia fazcrassistir'o aator i feprcseiitac.o
do 27 de outubro da o[0ra a Muda de
Porticci, e facililar-lhe dutts entradas na
orchestra;
Attendoiulo a que era- urna vemhvleira
abrigando de fazer a que devia prnstar o
roo ?
Attendeirlo a que nos termos do> wligo
,14? 0 cdigo civil a obriyafo dv, fuer
se resolve em' perdas-e dainos, no caso- de
nao exeeuco ufa parte do devedor, nao pode
entrar em duvida o diroito de obrigar > neo
a fazer representar Muda de P//cy* M
semana em que tem lugar o presente %**
ment, e de por duas-'cadeiras da- orches*Pa
d- disposico do autor ;
(i Mas atteudendo frqueasadm.iiistraefc*
thoatraes nao podem dar ao publico que
se apresonta- a comppar bilhete antes da-
abertura das portas do theatro, sonro o nu-
mero de biltetes eorrespendente aos lugares
ojie anda estao devoluto-na sala ;
Que a ellas que compete certificar-so,
durante todo-o tempo que dura a disribui-
gao dos b'ilhotes, se tal ou tal cathegw-ria de
logares est ou nao liara ;
Atlendendo a que o-facto do que se
qaeixa oautor- oonstitue un vrdadeiro abu-
sa, desde muito lempo aatejlta no theatro
Resulta, pek> contrario, da de- da-.lfoHni>,.Bftm outros theatros de Rru-
ularavo do-piloto que,, no momento-de en-
trar no rio^quando o plrol do Cordonan
ra tomadopelo do Qraaalo Banco, Cordonan
inha desapparecdo, em consequencia da
uevo. O nav achava-se ento entre Man-
jvaile e a ponta de Coubre. 0 piloto den
?logo ordem para doixar a. barra a bomberdo,
mas era muito tarde, e a proa do ivmany
^.ostava pnesa. Mandu-se comtudo pro-
ceder a um inquerito.
0 Germany era um magnifico vapor, que
tinda mais de 8,075 toneladas de lota$o.
ilha de Groix, o.qual voltou para bordo do Tinha a Ixrdo na <^*^ ** P,ard*.J^
vapor, assim tmo a canoa de fogo fluc-
tuante.
.
dous paraMarsclha, mandou all tres das
.suas embarcbaos, e toH na. nufragos pi>-
deram ento abandonar o vapor.
Merece grandes elogios o- patro Jos
Tristan pelos esforcos que empregou para nos
salvar, e podemos assegurar que sem o seu
auxilio opportunOi teriamos de lamentar a
perda de muita gente.
Devoraos tambem manifestar toda a
.nossa gratidao ao capito e equipagem dova-
por Mendoza,, pelos servicos que nos presta-
rara, por isso que se o Memloza tivesse ap-
parecido no logar do sinistro algumas horas
mais tarde,, mais de cincoenta pessoas tenam
cortamente perecido.
Quando todos os nufragos seachavam
a bordo do barco de pesca, o patro Jos
Tristan conduzio-nos Rochella, onde todos
os habitantes nos mostraram o molhor dese-
PELO
V1SC0ND PONSON D TERRAIL.
SEGUNDA PARTE
A creoula.
I
rCoutinuao do n. 20).
verpool 1*7 pessoas, sernio 98 que-faziam
parte da eo/Hpagem e 29 passagews: 13
0 vapor Memloza, que sabia de Bo^ passageirc*e 13 homii.s da equipagem de-
sapparecelara. Lm marinheiro, que tinha
um ponv nuehrad.. fien a bordo do MeW
doza, para onde foi transportado.
Nao sabemos os uomes dos quc-sobrevi-
veram ; mas abemos, que todos o&oficiaes
de bordo assim como-o doutor J. J. Wolf o
o comrrassario A. (.'Jarke. foram salvos.
Juotamo-nos aos officiaes do vapor para
felicitar os inarinieiroa do Josepb Tristan e
ocapito do Mendoza, osquaes, pela sua co-
ragem urna morte certa anus cein pesspAa. 0 pro-
cedimento do Tritio, ospeeialmente, nao
ha palayras para, o lomar ; foi s suas ma-
nobras Husada* que sdete todo o xito da
salvaro. Aquelle valeuto marinheiro j
possu'e urna medalha de honv-i. Ern 1889
salvou no mar a wiuipagem ebnavio /.Prnth,
no momento, em que ia sossobrar.
xellas :
Attendeivlb a que o autor soffreu< un
prejuizo real, sendo privado de assistir -re-
presentaco de 27 de outubro ; prejuizo de
que o reo lhe iteve repara^o, nos tennos
do artigo 1,11* do cod. civil;
Attendondoa que a somma do okieo
francos novecentos ris reclamada pelo
autor nao exagerada :
Por estes motivos :
0 tribuualU pondo as partes a salvo, de
todos os fuis e conoluses- contrarias, sem
sedeter com o offcrecimento foto pelo-reo,
que nao satisfactorio, o coudemna a pagar
ao-autor: Io a.somma de doze francos, pelo
proco dos logares tomados no local da ven-
da i>elo autor, em 27 de outubro ; 2o na-de
incos francos a titulo de perdas e dairaios ;
w condemua,.alm dissenoa motta juuicia-
fia e as custas
Ponhain aqui os olhos. os eraprezaiios de
theatros, e lembrem-sede que pde-m em
um dia de enflente encontrar por clalgum
outro Gobor, e-faze-lo responder por fado
anlogo auto as justgas do Portugal, que
certamen te nao seri.un, monos rigorosas
contra os que burlasscm os pret&nm espec-
tadores.
19 de detembro funccicaiou a golhotina
em Pars, na praca da Roquete, s 7 horas
da manh.
A sentenca capital fra proferida, como
opportunamonte dissemos, pelo tribunal das
assises do Sena, em 29 de outubro ultimo.
0 condemnado chamara-se Aiphonse Eu-
gene Joly. Tendo sido primeiro condem-
nadoa trabalhos pblicos perpetuos, fra
mettido na priso d'onde devia partir para
Cayeuna, no primeiro transporte.
Nao so conformara, porm, Joly com a
sua sorte, e sem ambqges dijera que antes
quera morrer no cadafalso do que ir para
to longo arrastax a vila d forcado; qiw
se se lhe deparasse occasio, commetteria
um novo crime, afim de lhe ser aggravada
a sentenra que devia cumprir.
Com eteito a malvadez do assaeaiiw eu-
controu victima ; o que sempre viria a acon-
tecer logo que as damn.Klas tentjdcs do ce-
lerado eram firmes e decididas.
Joly quera ir ao parlatorio fra das ocea-
sioes prescriptas no regulamento da cadeia,
por isso fra mandado retirar por um guar-
da chamado Havanez.
Em 23(tejunho, estando de servio o
dito guarda, vcio Joly, como de costume,
para o parlatorio. 0 guafda ordenou-
Ihe que so retiaaese, e eBe- obedeeeu sem
dar mostras de repugnancia. Foi porm
armar-aa do um -pao grosso, esoondeu-se, e
(wan Havanez iapassando, dei>-lhe taraa-
nho golpe na cabga, que O infeliz nao
inorreu, mas esteve em grande perigo do
vida.
Toi, po, este novo* erime que aecarretou
a condemiKHjo morte, nica aj^rava^
que podia 1er a pena a que antes esteva
eoniSemnudo.
Ao ouvir 1er a terrivel sctitenca, Joly di-
rigio-se ao jimy, o.soltou esta palabra
m| ,|-,-*|. i..
Nos jr.meiros' dias mosrrava desejo- de
ver executada a pena ; toduvia, nasaados
oito dias esse dcSejo soffiou profuida alL
terafo, o oome-pu a nutrir esrjerana' de
commutaro. A ventado de* mojsrr -hawa .
lesapparacido completamente de seu spiri
to. Aindh permanecia nessa esperanca nO'
.totopo em-qpo o executor de ai la itfe>era
prevonido ile que tinha de fencrionar. O
coiKlemnado' esta va nesla occasio jogando
as carttis.
O caiofaito*comec,9u-a arman-sa s 3 ho-
ra* da oaoh, sendo ento anda, pouco nn-
nieroso os espectadoros.
As cioco horas tudo esta va prompto.
AS seis horas e meia o director;da priso,
0-chefe ale sewigo de segiiranca-e o padro
Caoee entraran-a cellnla do condemnado.
Jaly nao. dorma ;. e eo*n resign5ao rece-
beuafatnl noticia.
Naorespondeu o marquozao rae-
uos nao ocreio. Elle pretende entrar as
guardas do roi o nao pensa em amor.
Como tu, no forncecdor de qne as
fallar-me oque abandonaste para mo fazercs(
urna longa descripQo do jastollo o do seus
hospedes. ,
E' justo; voltems ao fornecedor.
Tassou elle porta do castillo, n'uma tarde
de outono ; esteva fro, o sol prestes a reco-
lher-se a um len^ol nardacento o maculado
de manchas vermelhas, o vento chorava
atravz das sebos s>m verdura e dos bosques
despidos do folhagcm, a torra nao nha
derretido a neve era todo o dia.
O fornecedor estava regaladamente em-
brulhado no seu casaeo russo e os ci-
dros da berlinda cuidadosamente fecha
dos.
ora tudo, tinha fri quando um sopro
da briza lhe chogava ao corpo, e procurava
com olhar triste um abrigo conveniente para
.-a sua importancia, quando avistou as torres
pardacentas do castollo.
Mandou parar o postilho, e a berlmda
ficou estacionada entrada da ponte le-
vadiza. ... i
Depois, como a ponte levadla esteva des-
cidahaviaum secuto, paisou-aeentrou no
paAo'barulho das rodas e dos cavallos,
abrio-se aporta do castelto o appareceu um
criado.
Era o" mais vett-o dos tres que n ee vi-
viam- V
- Quando o pobre hornera soube da bocea
do*postilhid qiie o estraegeiro pedia hospi-
talidade, corae|ou a tremer ; seu amo era
to pobre 1
fi esteva prestes a jesponder que seu?
ames estavam aiisantesT'quando o castellao
ajiparsoeu e disse :
Bemvindos sejam es estrangeiros
.
- --------------------------------
0 fornecedor foi recobido cordial e no-
bromente, apezar da penuria do castollo;
por mais magra que estivesse a gallinhcira,
foi posta em contribui(;o, as ultimas garra-
fas de vinho velho foram desarrolhadas
sem compaixo, o copo dourado dos aute-
passados foi tirado do bah onde estava
cuidadosamente guardado, e a joven cas-
tell cedeu o sou quarto, o nico do castollo
que era apresentavcl.
0 fornecedor notou ossa profunda mise-
ra, notou tambem a deslumbrante belleza
da joven, e como hava muito tempo que
procurava ennobrecer-se um pouco por um
casamento, julgou chegado o momento e a
occasio escolente.
Como acreditar-se, quando se tem muitos
milhoes, arranjados por contrabando, que
se ser recusado por urna joven pobre como
Job e que fia desde pela manh at
noute 1
O fornecedor passou dous dias no cas-
tollo.
No terceiro pedio descaradamente a seu
pai a mo da castell.
0 velho senhor saudou-o profundamente,
tomou-lhe o bra?o, conduzio-o. a urna ga-
lera empoeirada d'onde pendiam das pare-
des os velhos retratos da familia.
0 meis velho datava de Philippe Augusto
e representava um cavalleiro, coberto de
ferro, combatendo na batalha de Bouv
as.
0 mais novo
to do castellao.
Eis-aquidisse elle nico dote de
minha filha ; mas, para ebter a sua mo,
necessario possuir m, pouco mais ou
menos, igual.
0 fornecedor mordeu os labios, entrn
na sua carruagom e parti.
Com a breca exclamou o senhor
de Nossac acho o pai tio nobre, que co-
meto a namorar-me da filha. Onde se
oceulta semelhant thesouro, T
" A duas leguas, pouco mais ou menos
do tmulo de tua mulher, perto do teu cas-
telto doLeonez.
E chamas ao castellao...
0 conde de Ifcervgan.
E a sua filha...
Yvonaette.
Lindo nome I
Vamos, pOr conseguinte, entrar na
ooss earruagenu
comecas
representava um cardeal,
Mas cu nao te disse...
-Nao me disseste nada, mas partire-
mos.
E' impossivel 1
Porque?
Porque amo Cretchen.
0 marquoz encolheu os hombros.
Amars Yvonnettadisse elle.
Nao o creio...
E eu afflrmo-t'o.
Alm d'isso..'
0 marquez parou.
Alm d'isso ters aoscolha, porque
ella espora urna prima.
D'onde ?
Da America... Urna radiante creou-
la, dizem, o que seduzio no Brasil todos os
ofl'iciacs da marinha portugueza.
0 baro sacudi a cabera.
Tudo isso bem seductor raurrau-
rou elle.
Pois bem 1 ento...
. Mas amo Gretchen.
Adeus 1disse o marquoz
a tornar-te insupportevel.
Pois bem seja assim ;
amanh.
Nao, immediatamente.
Porque 7
__ Porquo d-aqui at amanh tornars a
enlouquecer. ,
0 senhor de Nossac hesitou anda.
Vamos. Manda buscar cavallos.
Olha disse o marquez levando-o a
urna janella olha...
No pateo do palacio de Sumarie estecio-
nava urna carruagem de posta, puxada por
quatro cavallos, com os postilhes ji a seus
postes. ... ,
Toda a objeceo era j impossivel.
__Partamos, pois disse-Uie o senhor
de Nossac. .
Depois, encostando-se ao bra^o do maP-
quez, perguntou4he :
, E esse primo ?
Pois bem I esse prim...
Ests certo de gue ella o nao
j?
0 marquez desatou a nr.
Bem vs que j /a amas sem
partirei.
11
0 senhor de Simane teve, verdado, al-
gum trabalho em expulsar, momentnea-
mente, a lembranc,a de Gretchen do-espirito
do baro.
Durante todo 0 primeiro da de- jornada
conservou-sc elle melanclico e pensativo
isolando-se no seu canto da carruagem,
As seis boca e meia o- carrasao e seu
aj-danto foram vestir a^ Iva ao-condem-
nado.
Meato mometito "Joly reeomme-adou sua
mulher ao padra capello e lhe rogou de
agradecer em sen- nome ao prefeite de poli-
ca os beneficia-que lite-fuera durante sua
priso.
N^o tinha My competado anda-pan-
nos-, mas havb. sido levalo ante-oo tribu-
rwes dezenove vezes, ficando sempre con-
demnado, segsindo os delictos ou. crime
que bavia coEamettido.
A' hora aplazada chegeva o lagubre pres-
tito, junto ao cadafalso. Estr*ava-sc urna
gmthotiua noaa A caeea do Joly n'um
ahur e (ochar J oIWog (ai separada do cor-
po. Estava concluid- a terrivel trage-
dia:!
Ocriminoso expiavaa- sua cuipa perante
a justica sociali pelo modo que primeiro
desojava, quando pretera
desterro perpetuo.
BOA PROVIDENCIA.Em Franca os ins-
pectores dos acotigues foram munidos dos
necessark>s instrumentos para o ostudo mi-
croscopiso das ca res ex postas venda.
F.XECICVO DECENA CAPITAL.No dia
araa
a ter
vate.
Nao respondeu com indiffereo^a o
senhor de Nossacmas sou cioso de todas
as mulheres; em raifa?i principio.
Pacha 1murmurou o marquez.
endo fugir as arvores da es'.rada com essa
vaga tristeza que tantas vezes se apossae
fogo, como um remojo ou. urna forida no
oorac,o. ,
No segundo dia esqueceu-so ,a ouvir lian-
te do confortavol almoo de urna hospeda-
ria, alguns gracejos que o seu amigo lhe
dizia, com ar de seriedad.
Nada provoca tanto o riso como um ho-
mem que cbalaca e graceja, sem nunca
se rir.
0 senhor de Nossac teve alguus accessos
de alegra, que lhe recordaran! o seu bom
tempo.
A' tarde nao contou j as arvores da es-
trada, e comeQOU a crer que Sirniape era
bem insupportevel om nao lhe fallar mais
na castell deKervgan.
Com effeilo, o marquez, como hab tc-
tico, nao lhe tinha mais aberto a bocea a
semelhant rospeito, contando bem mais
casos o seu silencio do que a velleidado do
enthusiasmo
Com tudo, o baro nao teve animo para o
questionar, e contentou-se eem se encostar
a um canto da carruagom, para pensar
n'essa mulher desconhecida anda, e que
elle estava disposto a amar.
Nada mais encantador do que essa me-
ditaco que tem por alvo urna mulher que
nunca se vio, urna mulher que se presente,
que se adivinha, e que, por isso raesmo que
est envolta no mysterio do incgnito, se
reveste com o prisma da imaginaco.
0 baro teria vivido dez annos dessa me-
ditacio sem notar o andar do tempo, se nfto
eiperimentasse esse cansago que acaba por
seapossar do viajante mais intrpido, de-
is de um certo numero de noutos passa-
a cavallo ou n'uma carruagem de posta.
Havia dous mezes que o senhor de Nossac
percorria a Allemanha. dormindo mal, en-
mend pouco, pensando em Gretchen e ar-
rebentando cavallos.
Pelas onze horas da noute, quando a
berlinda de viagem entra va era trra breti,
apossou-^se d'elle o somno, e adormeceu
profundamente, para s acordar s
donde, quatorze mezes antes, elle tinha
aristado, pela vez primeira, os trreles do
caste'.lo de sua mulher.
Olhalisse o marquoz estomljendo a
moalli tens o teu castello.
Bem o reconheep..
E' alli que nos apoaremos-
__ .\h 1disse o senhor do Nossac com
ar de contrariedade porque nao ser em
casa do caro conde de kervgan?
0 marquez rctorceu as guias do sou b-
gode com ar de impertinencia.
Meu pobre amigodisse elleou ti-
nha medo de ter muito trabalho para te
fazer apaixonar ; mas vejo que me enganei,
j ests namorado.
Ora l
A prova pareco-rac bem patento.
Em quo ?
Em que nao pensas que apearmo-nos
em casa do conde do Kervgan que pobre
quando tu, baro de Nossac, tens to perto
urna magnifica propriedado, expo-lo a urna
humilhaco o a um embarazo dos mais pe-
nosos.
E'justodisse
o baro pensativo
'

oadafalsa a<
PRESO POR DLLI.IST.^uOcollbora-
dor da PbtVfe, Mr. Cavalicr, foi condemna-
do a seis dias de cadeia, por se haver batido
em dueltocom Mr. Ordinare, tambem jor-
nalista ; desafio em que este ficou ferido
com urna estocada.
___^ T .n*r,- A/\rvtiriitr\ll I nhA Utntw _a___
E partir para o Leonz connuou aho.
imperturbavelmente o marquez. 1 Grttchen eslava vencida !
apear-nos-hemos em minha casa.
E amanh montaremos- a cavallo e
iremos fazer urna visite aos hospopes de
Kervgan.
- Porquo, amanh ?
Porque nos preciso, supponho eu,
tempo para doscancarmos.
0 baro tirou o seu relogio.
Sao oito horas disso elle chegare-
mos s nove.
Bem o sei.
Almocarcmos s dez, o nao vejo nada
que nos impeca de partirmos ao meio dia.
Urna cousa muito esseacial.
-Qual? :
Urna terrivel precisao que tenlio de
dormir. ,
Ento nao dormiste na carruagom ?
' Bella pergunta I como se seraelhante
somno interrompido, sobresaltado, febril,
nos descansasse alguma cousa..'. Decidida-
mente s partiremos amanhi...
Mas com tudo...
Com tudo, meu caro amigo, de veras
pensar um pouco em Gretchen para te en-
gaares a ti raesmo e ajudar-te a passar o
tempo at amanhi.
0 baro mordeu os labios e nao respon-
deu.
E depois parece-me connuou o
,marquM com fleugm que poderlas pe*-
p:^Kh^ ."-==*5i*. **- ^ "** wn>to d8 -
mulher e cons^rar-lhe alguma horas de-
saudades...
0 senhor dio Nossac estreiueceu e nc
oiisou responder ; mas a castaBft de Kerv-
gan cessou durante alguns minutos de pa-
voar a sua imaginaco, e comeeou. a pensar
n'essa arrebatadora o fresca joven K que ti-
nha apenas visto, o que o sou estouvamento
tinha matado !
Depois da lembranca d'essa morte. amada
passou de Gretchen que era a sua imagein
viva, o Gretchen, esquecidh por um momen-
to, apagada algumas horas de sua memoria
e do seu coraro, n'elle onlrou de novo e
oceupou-o s.
Durante esse tempo. a berhnda nao tinha
cessado de rodar, o breve chegou grade
d'esse parque centenario sob a sombra do
qual dorma o seu ultimo somno a barooeza
de Nossac.
Os criados do. castelto eram os niesmos
que o baro l tinha encontrado no anno.
precedente.
Estavam graves, tristes, e traziaw anda"
luto por sua dfunta ama.
Um sentimento de inexperiento tristeza
apossou-s" do baro ao entrar a porta do
castelto ; subi a oseada cora o corado
comprimido, foi diroito ao quairto da morte
que por sua ordem se tinha deixado no mes-
mo estado, o encostou-se cama anda des-
feita.
Ama-la-hei ainda ? murmurou
elle.
E em quanto Simiano se mergulhava vo-
luptuosamente n'um banho de leite, desceu
elle ao parque e dirigio-se para tmulo o da
baroneza.
Nos intersticios do marmore tinha naseU
do algum musgo quo cerca va de verdea ins-
cripeo tumular. Por cima dajumulo os
castanheiros do. parque sacudiam a sua es-
pessa flhagem ; atravz das folhas appare-
cia por inter vallos um pedazo do and'celes-
te, e algumas rosas da India, abertas. em
torso d'elle, acabavam de dar um ar de
festa e de risonha tranquillidade a esso t-
mulo quo apenas encerrava sem duvida^um
esqueleto rodo pelos wmes.
A tristeza do baro, de sombra que era,
passou a urna vaga melancola, e esses per-
fumes do ostio, esse co azul, essas arvores
verdes que o vento faiia gemer, tiravam a
esse tmulo o que elle podia ter de fnebre
e'desesperado-
(Contimr-s*-h'
TYP DO DIARIO RA DCQDK Dfci CAXIAS.
*


1


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Full Text
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