Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12816


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Full Text
f
A\i\0 XLIX. NUMERO 16
VAHA A CAPITAL E ILtCABES OH DE M*0 SE FAGA
Por'tres meies ndiantado>~ ...............
Por seis ditos ide Por um auno dem .................
Cada numero avulso.................
> i |.
1J3000
*QO
Mfr.'iU


TERCA FEIRA 21 BE JANEIRO l)E 1873.
PAR MElfMM> E rA"AP*M%lA.
Por tres mtzes adjuntados................
Por seis ditos idem.......-........ .
Por nove dtfos idem...............
, Por um anno idem......,.... -k*
wrw
. Mina
%T9m
PROPRICDADE DE MANOEL BCUEIROA DE FARIA & F1LH0S.
Os Srs, Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Goncalves Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de OlheiradiFuho, no fiiBd; Antonio de Lemos Braga, no Aracatv Joo Mara Jubo Chaves, no Ass; Antonia Marques da Silva, noKatai; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na PaY&hyba ; Antonio Jofftomes, rft^|ada Penda; Btlurmino dos Santos Bulto, em Santo Anto ; Domingo Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Goyanna; Francino TavaresiaCoita, eot Alagos; Alves & C, na Baha ; e Leite, Cerquinho de C. no Rio jde Janeiro.
>
PARTE OFPICIAL.
no w\ 10 oe urano os 1873.
.
sxMDicrrs
Actos ;
O presidente da provincia, de eonformidade
eom a proposla do Dr. el efe de polica a. 60, de
10 do Crrente, resol ve nomear para o cargo de
suldelegado da fregua de Santo Antonio, que
se acta vago, o baeharel Sebastio do Bogo Bar-
rus. Commuuicou-se ao Dr. chefe de polica.
O presdeme da provincia, vista da pro-
posta do Dr. che de polica, em ofllcio n. 61 de
10 do correute, ivsolve exonerar do cargle sub-
dalegado da freguezia de S. Jos, o cidado Fran-
ceuo Augusto de Hollaiula Cliucon.
O presidente da pri vincia, de conformiJade
coui a proposta do r. citte de polica n. 61. Je
10' do crrente, resolve nomear o baeharel Jos
Maria de Araujo subdelegado d > dirt\ricto Ja fre-
guezia de S. Josa fe/, se igual coiuaiunicaco.
Ojjreideaje da provincia, vista do olHeio
.'W de do torrente, resol ve exonerar do cargo
de subdelegad) do distric:o de^Abreu de l"na, do
termo de Barreiros, o :dado Manoel Moreira
Uorges l'cha, por tar se aiudido para (ora do
istricto.
O presidente da provincia, de eonformidade
con a proposta do r. chefe de polica em offlcio
u. $0 do 8 do corrente-, resolve nomear n atieres
Manoel Paulo de Souza pitra o ea go de subdele-
gado do distrkto d Preguiea, do termo de Agua-
Preta, e para o de !. suplente do dito subdelega-
do, o cidad.) Joao di C analta da Cunlia Si'juei-
ra Aadrade. -Fez-se igual communicacao.
0 presidente da provincia, atleadouda ao
que req&ereu o capilao ila 3.' companhia do i.
b.Ualho Je iof intaria da itiarda nacional do mu-
nicipio di Recife, Thoniaz Jas Marinlio, o vista
4o oOci > do commandante superior respectivo,
n. Mt, de 7 do crrente, e do parecer da junta de
sade, reaolve transferir a dito capitao para o ser-
vir da risorva, flcaudo aggrogado ao 1." balallio
deste serviroiCoinniiinicou-se ao :orcnel coni-
waudan'e superior do Rerife.
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o aliares Ltz Moreira de Carvalho,
< vista lo ofllrio do c -: malandante superior da
nai-da. nacional deste municipio n. 33 i de 7 do
eorrente, resol ve conceder ao dito alfares dispensa
4o lapso de lempo, aihii A< que possa apostillar
SU patente no praio de laureola e cinco das, a
contar desta data. -Fez-se ujual cotnuuicarTu).
JTlcio : I
Ao coronel commardant? das armas, re-
metteudo copia do avis* do ministerio da guerra
de 30 Je dezeiabro ultimo, relativamente exigen-
cia da ti.-> iv ira de fajtmda, de serom os p--di-
i" para supprimento do) corpos acoinpanliados
4e orcame'ito dos o')ject' nelles mencionados,
aiim d se poder verificar sn.a dospeza a fazei-se
>t na forja los crditos concedidos s rubricas,
canta dos quaes tenj to correr.Ofnciouse no
mean sentido ao inspector da hesouraria de
azeiM.
Ao mesmo, rei.iettendo a guia de soccorri-
menlo Jo alferes do ." batallo Antonio de Bar-
ros Teixeira, que desembaroou as Alagoas por
doente, e veiu para esta capital.
Ao mesnio, declarando que em vista do que
i'i-qtiereu o saldado do 9.* ijatalulo, Rufino Jos de
Santa Anna e do termo de inspec.rao a que se su-
jeitou, concedeu-se-llie ne.-ta data o prazo de daos
uiexs cota sold e etapa, para tratar de sua sali-
da fura da hospital.
Ao mesuro, derla-ando Bear inteirado
de terern sido Horneados, sob proposta do
alinoxarife do hospital militar, o ajudante do por-
(eieo Manoel Caelano da Paz para o Uigar de
porteiro, e Antonio Hamos da Silva Gusmao, para
o lugar d'aquelle Omimuncou-se ao Inspector
da thesouraria de fazenda.
Ao mesni), mandaud> por em liberdade o
rtvmta Pedi'o Jos Pereira, que lite foi apresenta-
do p-lo Dr chefe de polica, con o aome de Pedro
Jost- Pereira Xavier, visto ter provado isoncao
legal.
Ao mesmo, ileni o le nome Jos Francisco
Dorgaa, por ter sido julga lo incapaz do servico.
Ao Dr. chelo de polica, declarando que, em
vi.ita dc> aviso do ministerio da guerra de 2!) de
noveinbro de 186!l, nao pode ser attendido o pedi-
do do delegado do termo da Escada, a que allude
e offlcio de 7 do trrenlo, sob n. 3.
Ao inspector da thesouraria de fazonda, re-
uiettndo a ordem do thesuuro nacional, n. 48i, e
cinco ordens do dia em duplcala, expedidas pela
repartida do Ajudante funeral, de ns, 896 a KW.
Ao mesmo, remet Mido copia do aviso do
ministerio da agricultura, commereio e obras pu-
blicas de 2i de dezemlro ultimo, approvaitdo a
deliberacao da presidem ia de mandar pagar ao
t. oflicial da reparticao do correio, "oacharel Joa-
qnim Fci'reira Chaves, a |;ratiftcac5o que Ihe com-
petir por ter exercido i lagar de contador no mez
de outuhro.
Ao mesmo, remetltado as portaras de no-
meafao de Francisco Antonio dos Santos ebuco
Ottoni de Alencar, para o* lugares de agente e
ajudante dos correio3 cas villas de Paoellas e
Granito.
Ao mesmo, mandando pagar ao tenentc Pe-
dro Paulo dos Santos a quantia de76il40, em que
iiiiportaram as diarias abonadas a sete remitas que
vieran de Cimbres e foran desudados ao servico
da armada, com excepca> de um quefugio do po-
der di escolla, e de otro que foi posto envhber-
dade. por ter provado .sengo legal.Commuui-
cou-se U Dr. chefe de poli.ia.
Ao mesmo, mandindi pagar aos agentes re-
censeadores da fregaezi* dos Monto, Joao Her-
mino Forreira de Aimeida, Nstor de Queiroz
Coutinho, Manoel Gomes Leal Jnior e Antonio
Francisca de Carvalho, a quantia du 30J a cada
um.
Ao msmo, mandando pagar a Antonio Jos
da Silva Gracio a quantia de 264, proveniente do
transporte de dous caixdes que vieran da Flores
Baixa-Verde, conlendo listas de familia.Gom-
municou-se s respectivas commissoes censi-
tarias.
Ao inspector da t&esouraria provincial.
Nao ubstante as ordens desta presidencia, man-
dando siutar a continnagio das obras da provin-
cia, auenta a deficiencia da seus cofres, comtudo,
sendo do urgente que sejain fet tos os reparo. da
estrada do Munbeca -entre os engenhos Guararo-
pe$ e Noto, ames da estacao invernosa, e sendo
mani'eslamente reconhe<:ida de grande vant.geu
para a provincia propoMa feta pelo inajor Jos'
Thomaz Pires Machado Fortella, qrte se olfereceu
a receber a respectiva importancia em prazrs de
seis, nove e doze mezei, depois de concluidos os
referidos reparos, obri?ando-se a da-tos por
promptos at o mez de inaio prximo vindouro ;
mande V. S. por em huta publica aqualla abra,
servind de base o ornamento e clausulas inclu-
sos, organisados pela .-epartico das "obra* pu-
blicas.
Outrcaim, recommendo-ihe que fa;a publi);ar a
mencionada proposta,^b9m como a que junta lhe
. remeti em original, de Francisco Xavier Caraeiro
da Cunha ; e se no prai de oito das, visto sasin
exigir a urgencia daquella obra, m>o apparoesrem
licitantes, contrate V. s. com o primeiro propo-
nente, cuja proiwsta Inconieslavelmente a mais
vantajo*.
Ao uiesroo, mandando pagar i Manoel Joa-
fuim de Mirantla Souz a quaa/ia de 306#000
om que importou a encadernacao dos oDBcios diri-
gidos presidencia no anno de 1869.
Ao mismo, mandando pagar 'a Francisco da
Costa Maia, os vencimenlo! do destacamento da
guarda nacional da villa de Ipojuca, relativos o
tuez de nivembro do auno passado.Communi-
cou-se ao coiumandaute >uperior do Cabo.
Ao mesmo, mandando pagar ao contralanl
da obra do pacv Ja asseuiblea provincial, a quan-
tia de 7o7J20, proveniente da collocarao de doze
oculos no ziniborie daquelle ed fico, segundo foi
ordenado |>ola presidencia. Communicou-se ao
eogMlteiro chefe da reparticao das obras publicas.
Ao coiumandaute superior doRecife, recom-
mendando que expeca ordem para que seja dw-
jieosado do servico' activo da guarda nacional a
prara do o.* balalnao de infamara Frederieo So-
dr da Cunha Molla, por ter a seu favor a isenjao
do j 5.* do art. lo da lei n 002 de 19 de sctembrt)
de 1850.
Ao Dr. Jos Maria doCouto.accusandorecebi-
do o seu ofllcio de 21 de dezemhro, em que par-
ticipa :er nessa 4ata entrado no evercicio da car-
go de director geral interino da cstatistica, por ter
tomado assento na cmara dos Srs. deputados
o Dr. Joaqun Jos de Cainpos da Costa de Me-
deirose Albuquerque, eleito pela provincia'do
Maranhao.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia,
autorisando, nos termos do art. 31 9 do respec
tivo compromisso, a venda dos cincoeota e un ter-
renos doados por Francisco Luiz Paes Barfeto e
sua mulher ; sendo o producto convelido em
apolces da divida publica, e observando-se o pa-
recer itodesemJ>arador procurador da corta e a
declaracio los doadores. que por copia se remotte.
A uii de direito da 1.' vara civeL mandan-
o que Informe00 que jnizo foram sentenciados
Charles Branden, Francisco Ribeiro do Carmo e
Candido Jos Rufino, que estao eiiniprindo senten-
qik no presidio de Fernando. Offlciou-se no mes-
mo sentido ao commandanle do referido presidio-
Ao commandante do corjio de polica, remet-
iendo para a devda execucao a .k-cislo da junta
que em ultima instancia julgou hoje a pra^a desse
corpa Julo Domingos Toixeira, cujo processo se
devolve.
Ao mesmo, mandando eliminar a prac,a Cus-
todio Jos da Silva, por ter sido jugado incapaz do
servico.
Ao director interino do arsenal do guerra,
mandando que informe sobre b que diz o cabo de
.'squadra da companhia de operarios militares daa-
se arsenal, Justino Calistrato dos Santos, allm de
que se possa satisazer o que pede o Exm. Sr. mi-
nistro da guerra.
Ao presidente da cmara municipal do Li-
inviro, declarando, em resposta ao seu olcio de
21 Je dezembro, que nao ha inconveniente em que
lunecione a cmara municipal em outro edificio,
visto como o em que costuma reunir-se e'o mesmo
que serve de cadea, onde grassa a varila que ata-
morisa os vereadores, i;npedindo-as de compare-
cor s sessoes.
Portara :
A' cmara municipal da villa do G lw, ac-
ensando a recepto do eu oBcio de 7 do corren-
te, om que participa terera nesse dia tomado posse
o enlrado em exorcicio os vereadares eleitos para
o quatriennio de 1873 a 1876.
J*X4KD1K>'TK 00 SKCaETAIlOl
Oakio :
Ao inspector do arsenal de marinhi. reeom-
mendando, de ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, tarde no Caes 22 de Novenibro a galeota da pro-
sideneia allm de conduzir jiara bordo do vapor
Guan o Exm. presidente do MaranUao-r Dr. Silvino
Elridio Carnelro da Cunha.
Ao engonheiro chefe da reparticao das obras
publicas, declarando, de ordem do 'mesmo Exm.
Sr., que a petiro de Antonio Pedro do S Barreto,
arrematante do pedagio da punte de S. Joao, teve
o seguinte despacho : Fica o supplicante auto-
risad a mudar a barreira para outro ponto, que
inellior se preste cobranca do respectivo peda-
gio ; se a sua custa quizer fazer a casa para a
morada do cobrador. Quanto s pravas para ga-
ranta da referida cobranca, sendo o supplicante
obligado pelo art. 13 do regulamento de 23 de
agosto de 1839 a ter um ou mais cobradores, na-
da ha que deferir a semelhante respeito.
Ao Sr. Francisco Maria Duprat, devolvendo,
de ordem do mesmo Exm. Sr., o requerimento qu
dirigi ao governo imperial, pedindo, na ifualidade
de incorporador da companhia Edificadora, a au-
torisac^o do mesmo governo para poder ella func-
cionar, bem como a approvago dos respectivos
estalutos, afn de que sejam cumpridas as dispo-
sicoes do decreto n. 2,711 de 19 de dezembro de
1860, e especialmente as do art. 4 do mesmo de-
creto ; como determina o aviso do ministerio da
agricultura, commereio e obras publicas, de 23 de
dezembro ultimo.
DESPACHOS DA l'RUSIDSNCIA D3 DA 17 D2 JANKIKO
DE 1873.
Antonio Floriano de Mello. -As duas vagas do
coi'i'O de polica, acabam de ser preenchidas por
officiaes addidos ao mesmo corpo, e que a ellas li-
nhain direito, por isso deixa de ser atindala a
pretenco do supplicante. que deve aguardar occa-
sio opportuna que o possa empregar e remune-
rar os servicos que allega ter prestado.
ltacharel Antonio Leonel de Alencar.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Braz Jos das Reis.Requeira ao governo impe-
rial, a quem compete deferir-lhe.
Exequiel Honorio Gomes Palmeira. Infor-
me o Sr. Dr. juiz de direito das execucoes erinii-
naes.
Irmandade deN'ossa Senhora da Paz.O estado
deficiente dos cofres provineiaes, nao permittem
por ora atteader ao podido da supplicante.
Joao Flix Nepomuceno. Informe o Sr. com-
mandante do corpo de polica.
Joaquim Ignacio da.Fonceca. Sim. ,
Jos Raymundo Ferreira de Araujo Saldanha.
Requeira pelos canaes competentes.
Joao llippolito de Meira Lima.-Indeferido, por
nao ter o supplicante direito reclamarlo em que
insiste, devendo dar-sc por satisfeito com o queja
renten.
Capito Jos Joaquim Coelho.Forneca-se.
Joaquim Antonio de Castro Nunes. -O suppli-
cante contina a pernotar a gratificaco de 12 e
25 annos, nao porque estas constituan um favor
ou direito de que eslivesse o supplicante exclu-
sivamente de posse antes de sua jubilagao poste-
riormente julgada soni effeilo, c sim porque um
favor concedido pela lei, a lodos .os professores
que estivessem as mesmas condicoes. O mesmo,
porm, nao se d com a gratificacao por leccionar
mais de 60 alumnos, a qual foi um favor espe-
cialmente feito ao supplicante que o perdeu com
a jubilacao que obteve. A circumslancia de ter
sido esta julgada sem effeito seu pedido, nao
lhe d direito a reclamar um tavor que j tinha
renunciado, e que nao Jo de novo outorgado pelo
poder competente. Em vista do exposto subsiste
o meu despacho anterior, para o Qm de negar ao
supplicanfe a izratiQcacao que solicita.
Jos Pedro de Alcntara do 0'.Informe o Sr:
inspector da thesouraria de fazenda.
Major Manoel Ferreira Escovar. Concerte-se.
Tenante Manoel Carneiro Machado Freir.For
neca-se.
Pedro Bernardo de Vasconcellos. Seja posto
om liberdade.
t- croe d lllpwd*.
OLINDA. 31 DE DEZEMBRO DE 1871.
Exm. oRvdm.,rrSendo felizmente iocooi
tavel o zelo com que V. Exc Rvm. vai eslr
seu episcopado, cuidando em, extiqar do n.
confiado os seus disvelos, urna seita denomi
Maconaria, a qual principalmente esta i
est causando males incalculaveis na familia
tholica, e isto |>or meki de subterfugios e m
cajiciosos, para desti sorte chamar ao seu gi
as i e o de mais Rvdo. clero o seu digno pastor lev.;
tar a voz prevenind seus filhos espirituaes e
maclinanji.' to funestas s.ilvaeo das i
nonodem deixar de applaudir o procJ'
da V. Exc, Rvdm., unindo deste modo seu..
ao do veneravel pastor da diocese Olindease, e
condemnando urna socieade justamente anathemar
lisada por muilos soberanos pontfices e ullimal
monte por Pi IX, o Grande.
MARIO DE PEBNAM3UC0
Re-tro*|^ct potllic* il ani
dr IHJt.
RECIfE, 1.* 1>E JAMCmO DE 1873.
guerra que seria tanto mais tMftttNN c cruel, e dcve;n ser um bice aos nossos justos recia
qniu nviiores sao os inleresses do dous povos em nio*.
viver unidos pela pa- e esforcando-se p BllASII.
] Para a nossa extremeeida patrha, para o grande
lado sul-americano, que tem por soberano cons-
titucional e seu defensor perpetua o Ilustre prin-
cipe D. Pedro, segundo de nomo e lilho do funda-
dor do imperio, os dias do anno, que ven d.i lindar
corrern alguin tanto agitados, quer no tocante i
poltica externa, quer ainda no que di? respeilo
potitica interna.
Depois que em 1879 a ousadt vilantia do gene-
ral Cmara M procurar no? recnditos de Cerro
iiifi 3 fra guarany, tyrannj L)pez, quo ihi se
, j tinha ido refugiar em conse juencia das derrotas
E noslo que em V. Exc. Rvm. nao falte un pleeessivas dj sen t'xercito, e qllL. a'ii tn.'iram-se
grande fe, um exemplar fervor, urna constanejft a* agua do Aquidaban com o sangue 'do despota
heroica, assim como una paciencia verdadeirir e dos seus ultimas anecia*, inarto? em leal com-
mente evanglica repassada de caridade em des-
culpar filhos dscolos, esta corporago desejosa
que o governo de V. Exc. Rvm, em nada dasraa-
ree.a iLi glandes bisjios que teem flurescida
na igreja de Deus: admirando os estorbos dp lTfj
Exc, pede-lhe permisslo para dingir-Ihe palavra
de animaco ao meio dos combates. Esfureai-
yos, pois, o esclarecido prineipe desla floresceiie
igreja! Obrai de tal maneira que os vossos sub-
ditos reconhecam em vos ess.; genio de Chrysoo-
ino, qui-.quando falla va do alto da sua eadeira
episcopal urna cidade populosa, nelle se va a
luz celeste, se senta essa grande unco que so
Deus a pode dar.
Exm. Sr.! Se os homens pertinazes em seus
erros emprehenderem voltar aos seculos dos apos-
tatas, devem por uina vez convencer-se que ai
faltar*) na igreja santa liis imitadoras dos mar-
tyres.
Chantre Jos Joaquim Camello de Andrade.
Conego Marcellino Antonio Dornellat, mestre-ea-
cola.
Arcediago Manoel Thomaz de Olivara.
Conego Firmino do Mello Azedo.
(Conego Jos Diniosio Gomes Jo Reg.
Conego Antonio Jos de Souza Gomes,
tonego Jos Marques de Castiiha.
Conego Ignacio Antonio Lobo.
Conego Manoel Joao Gome*.
Conego Jiko Chrysostomo do Paiva Torres.
Conego thosoureiro mor Podro Jos da Queirot o
S.
Conego penitenciario Joaquim Goncalvos Forreira
da Cruz.
Conego Joao Baptisia Pereira de Mello.
Padre Joaquim Graciano de Araujo.
Padre Agostinho de Lima Cavalcaate de Laceria.
Vigario Tbemistuclea Roniao Pereira dos Santos.
Padre Francisco Aniano de Souza Araujo
Padre Francisco Alves di branles.
Conego vigario Antonio Marques de CasUiUa.
Vigario Augusto Franklin Moreira da Sih'*.
Vigario Antonio Manoel da Asiumpeso.
Padro Getulio Vespasiano Augusto da Costa.
Padre Dr. Francisco do Reg JMaia.
Padre Jos Vicente de Gouva AceMi. *
Padre Valeriano de Allelaia (^orreia.
Padre Christovo de Hollanda Cavalcanle.
Padre Antonio do Mello e Albuquerque.
Padre- Leonardo Joao Grego.
Padre Thomaz Coelho Estima.
Padre Juvoncio Virissimo di Anjos.
Padre Victorino Jos dos Santos Forunato.
Padre Jos Esteves Vianna.
Padre Francisco Jos Alves.
Padre Jos Gregorio da Silva Cambio.
Padre Joo Servido Teixeira.
Padre Herculano Marque da Silva
Padre Ralduino los da Silva.
Padro Telesphoro de Paula Augusto.
Padre Ernesto Ferreira da Cunha.
Padre Joaquim de Assumpco.
Padre Vicente Pereira da Silva Guimarios,
Padre Jos Francisco da Silva Borges.
Padre Frederieo Augusto Raposo da Cmara.
Conego Lino do Monte Carmello Luna.
Padre los Affonso de Lima e S.
Padre Ignacio Francisco dos Santos
Padre Flix Barreto de Vasconcellos.
Padre Miguel Americo Pereira de Souza.
Vigario Joo Baptista da Silva.
Padre Jos Raymundo Baptista.
Padre Graciano Villar Barreto Coutinho.
Vigario Lourenco de Albuquerque Loy- Vigario Galindo Firmo da Silveira Cavalcaute.
He-partir .lo da ooliriu.
i.
I
secgao.Secretara da polica de Peraambueo,
20 de Janeiro de 1873.
N. 137. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
ment de V. Exc. que, segundo consta das par-
ticiparles recebidas hoje nesta repartifo, foram
reeolhidos casa de deteneao osseguintes in-
dividuos :
No dia 18 do corrente, ordem do subdelegado
do Recfe, Manoel Salvador de Maceno, por distur-
bios e Silvestre, escravo de Gustavo Leimando
Fuado, requisicao deste.
A ordem do de S. Jos, Jacintha Tranquilina de
Franca, por embriaguez.
A ordem do dos Afosados, Alexandre Flix dos
Re, por desorden.
ordem do de Belem, Joo Amaro da Conceicao,
por desordem.
No dia 19, minha ordem, Manoel, escravo de
D. Maria Patn e Jos Francisco Barbota, presos
em flagrante por crime de ferimontos.
A ordem do subdelegado d^Reelfe, Joanna
Dias do Espirito Santo e Francisca Maria da Con-
ceicao, por offensas moral publica.
A ordem do de S. Jos, Francisca Maria da Con-
ceicao, Filomena de Lima, por embriaguez e des-
ordem.
A' ordem do da Boa-Vista, Antonio Jos Bitten-
court, por desordem.
Em data de 10 do corrente commumcou-me o
delegado do termo de Panellas que no dia i, ora
recolhida prisio Mara -Rosa da Coneeicio. all
pronunciada as penas do art. 203 do Cod. Crin.
0 Dr. delegada da capital, por ofllcio desta data,
participou-rae que o subdelegado do Recite lia
comniunicara, que hontem, pelas 9 horas da noute
o dinamarquez Herodes Basi'en, dera tres facadas
em Jorge wiltian, sendo este recolhido no hospi-
tal depois de visioriado, qualificando os peritos
serem os ferimeotos graves,qne o delioquenle
fora preso em flagrante, e contra eHe ia prose-
guir nos termos da lei.
Communieou-me ainda aquella autoridade que
o referido subdelegado do Recife tamben lhe par-
ticipara que a crioula Isabel, lavadeira, indo des-
pejar um vas) no caes denominado Companhia,
cahira ao mar, resultando perecer, e que fiera
a competente vistoria.
Que, quanto ao prineiro faeto rae participara
da remessa do respectivo inqnerito ao juizo com-
petente.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de lueena, dianissi-
mo presidente desta provincia.chete de polcia,
Imx Correia it Qveiroz Barros,
bate: ficou sm duvida satisfeita a clausula iv^gra da
Matado da trplice allian;a do t* de mao de W>'>
nas na llcm comphm a obra da allianc i. porque
deviam ainda os illiados celebrar tratadas dj paz
fm o pat venVi 1 >, pondo assim o ultini) remate
ajcfiuada erguid contra o infeliz Paraguay.
Em Cerro Cor? foram erguidos o entoados os
ptlmeims hymnos da paz, depas de 3 penosos an-
m> flk fratreeida lula, e esses hymnos, que cia-
rart agradavelmenie om tivdos os coraeoes pario-
tis n adidos s ideas" humanitarias, reboiram tam-
tam festivos e siegres nas plagas do pul vencido,
cerno quesigitifieando-lhe que era chegada i ha-
ra da sua entrada p u*a o rami* dos povos livre*,
para o seio Ja earilisaco e da liberdade.
Vencida o lyraano eo seu governo. contra ds
,<|Uaes pelej.ivm os alliados, segn b era expresso
00 tratado dj alliaoca, surgi em tolas os espiri-
to* a iilade que ssriamassgnad>> tratados delini-
|ivo-de paz e amizade, sendo elles regulados pelas
UispoMCoes da tratado do 1* de m do de 18'53, i
aceito neis governo provisorio do Paraguay pelo
protoijllo de i junlw de 1889, posto que com a re-
serva ah contida no ajuste dos limites entre os
s ansiarte desse tratado e o governo do pafc ven-
cido.
Eslava evidentemente no interesse d.* todo- que
^cas*e de urna ver. eenclsido e*se noneio, e ei>e-
eialnwnit* o Brasil convinha que assim fosse.afim
4o que, livre desse e#>rvo. p>ie*s? ell cuidar
com fteacia do iaU-Tosse d*s ses subdito*, cuja
vida e pnv^riedade coafinoavam ameacadas na
repblica Ori^rtat do Urugoay.
A repubhra Argentina, sempre dominada pelos
poquenes sentimentao e netas largas ambifoes de
conquista que a devoram. nao julgou, porm, opjvir-
tuna a celenracao definitiva esss tratado;, e aore-
soatou a i4*a m Talados provisorio, sendo cele-
brados os d-nnitivos depois de c anstiiuido t gover-
M effectivo do Paraguay.
Sem mesmo disentir semelhante proposla, ostra-
vagante e excntrica d) tratada de allianca. o Bra-
sil aceitou-a, na^ s para evitar dincnlides, mas
tainlwm para ns> crear eubanifs a accao d*
4riuinvirato, que eiito geria os negocios do Para-
guay.
Celebrou-se, pois, o tratado provisorio de paz, e
pelos protocollo* de 9 demii" eWdejunho de
1870, llcaram reguladas temporari menle as rela-
eales das paitos intiressados na guerra dos cinco
annos, acbando-se estatuido, sem eonsa qu* duvi-
da lizesse, que as qnestoO] de limites seriara rs-
solvidis i vista dos ttulos que ea la interessads
aprejentasse em apoio das mas reclaraaedes.
Na mente da repblica Argentina continuaram,
porm, ferver as vulcaoicas idM de conquista, o,
assim como ellas lhe aeonselharam a netesao dos
arts. 1 e 17 no tratado da allianca i-i 1* de maio
de 186"!, assim tambem lhe firam aconselhando a
orolelaro da feitura das tratados definitivos, nio
s parque a sluacio do Paraguay n > era favora-
vei sua poltica de amhicoes. mas tambem por
queera-lhe impossvel apresentar documentos com-
proiMtm'ios do direito que dizia ter aos terrenas
disputados entre ella, o Paraguay e a Bo'ivia.
Entretanto tinha-se organlsado ogoverno effetivo
do Paraguay ; e a coiifcderaco platina, nao po-
dondo furtar-se abertamente sua propriu pro-
posta, entrn usar de subterfugios, ridiculos ex-
pedientes, simuladas apprehensoei e Mi owaat/,
com tanto que se esquivasse ao cumprimento da-
quelle dever de honra.
Assim passou-se cerca de 18 mezas sem nada se
resolver, al que, em fins de 1871, nomearain as
partes inlej-essadas os seus plenipotenciarios, que
so reunirn em Assumpco para o tira de cele
brar os tratados definitivos ds p:u e amizade.
Todos saliera o que succedeu enta >, nw ha
quem ignore a retirada do ministro oriental, que
pouco depois foi seguida da retirada do ministro
argentino, e bem assim nao ha quem desconlieca
qual a attitude dos governos do Paraguay edo Bra-
sil e a eonsequente celebraco dos tratados em se-
parado entre estes dous ltimos paizes.
Por seu proprio decoro, por sua propria segu-
ranc, pelos seus proprios interesses, nao poda
ncm devia o Brasil deixar que continuassc en-
sombrada a sua poltica externa do lado do Para-
guay, e muito manos que continuasse indecisa a
solueo da queslo de limites com essa nacao,
quastao pela qual tinhamos sacrificado o nosso
sangue e a nossa fortuna, tanto mais quanto a
parte principalmente interessada, que -era a na-
ci veucida, nao fazia a manor obieccolaos limi-
tes que sarapre reclamamos, fundados em direi-
tos validos e inconlroversos.
Se fosse o Brasil aguardar que a repblica Ar-
gentina se resolvesse tratar juntamente con elle
e o Uruguav cora a repblica do Paraguay, certa-
raente ainda estaria hoje sera tratados, e prova-
vplmento longos annos teria ainda que esperar
para chegar esse almejado tira. Por isso fez
bem em ^tratar separadamente, tanto mais quan-
to nao lhe era isto inhibido pelo tratado da al-
lianca, como imprudente e levianamente enten-
dwa'm os jomaos e o governo argentino, que,
por occasio da'iiscusiio de tal objeclo, usaran
da sua costumeira linguagem apaixonada e uisul-
tuosa.
6 Brasil, que reconheceu o Paraguay, expon-
do-se "a urna guerra con Rosas ; que promoveu o
reeonliQcimento desse estado nas diversas cortes
da Europa, expondo-se s iras daquelle dictador,
en urna poca em que lutava con tantas dilucul-
dades internas ; nio podii, nom devia de certo
consentir em que a sua poltica fosse nullificada
pela repblica Argentina, depois de tantos sacrifi-
cios de sangue e de dinheiro, e somente em satis-
faco as ambicies da irrequieta repblica pla-
tina.
Carecamos sahir da falsa siluaco em que nos
chavamos collocados pelos erros do governo ar-
Sntino, e, gracas ao nosso plenipotenciario, ao
. bario de Cotegipe, sahirao-nos delta com hon
ra para nos e sem vexames para o vencido, o f-
caraos assim descancados acerca de futuras que-
rellas com o Paraguay, onde j se acha urna com-
misso mixta dos dous paizes, tratando de fixar es
limites tracados nos tratados de paz e assim pon-
do termo definitivo essa antiquissima questao.
' A celebraco desses tratados em separado tnoti-
vou. porm, as queixas e violencias da repblica
Argentna. de que j nos oecupamoi noutro capi-
tulo, e por tal ftrma exeitou os odios que nos vo-
ta esse povo, que, por nm tria, estere em vesperas
de determinar nma ruptura de relao&es e quica
uau guerra aire o imperio o a repblica platina,
nhar pela suma da eivilisac) e do progresso.
Houve um rstante, dolorosssimo instante f.ii
esse sem duvida, en que estove eminsale essa
terrilicante guerra ; e, nesse instante, ambo os
paizes foram al o ponto de concentrar forcas nas
sitas fronleiras e dispar algn* elementos bellicos
para u possivel combate, em quanto por seu lado
a diplomacia emprCgava os ltimos esforcos por
chegar a um accordo honroso para ambos.
Gracas Providencia Divina, porm, nao foi
mister o ap[iello s armas de combate; n) foi
mistor recorrer forca bruta ; nio foi mister ap-
pjllar para a fore deliberativa do eanhio. A di-
plomacia rooolveu o connieto, a 19 de novnmbro
o general Mitre, plenipotenciario argentino junto
ao governo de S. Chrisluvo, ilrm.au urna conven- tendido. S* .. .. v,^
cao de [>.i7. com o Sr. marquez de i. Vicente, de- oiistinaj-ao fatdica, o trataii-j d>) de maio **
&ML o governo brasileiro, salvando assim os 1863 nao teria dado lugar ao procedimeeto argen-
Jons paizes dos horrores de nina
con-
vencidos de que com s civilizadoras armas da
diplomacia lud> poden alcanrar as nacoes, quau-
do se escidam com o direito. E* por isso qu>*
preconisamos a poltica dos Estados Unidos, at>
|i i-vi i|uc oondemnainos a poltica da Prussia.
isto a poltica da forca bruta e dos esraagaroen-
tos militares.
Para chegar esse resultado o que antes di*
tudo conven ter bon* diplmalas nos estados do
I "ra a e no Paraguay ; nao nos detxarntos cegar
pvlo brilho, s vezo* falso, de agumns poeic*-.
ordinariamente gauha nos vaes-vens di poltica
interna.
Os dtplomatas niose fazem da noke para o da,
do p para a rao, como erradamente se ten pre-
no forae*** erro,* nao fura ev-.
pai/.es dos horrores de nina guerra, e des-
viamio da fronte lhe derigiam as paiX'tes excitadas e o fofo orgnlho
de am povo onrmentomoate amigo do estridor da
anuas.
Pelo convenio de 19 de novonibro flcou. >os,
resol vid) o conflicto, sem choque nem offensa para
neuhum dos paizes, e sem que licassem prejudica-
d >s os tratados celebrad a.- com o Paraguay, cau-
sa explcita das reclamacaies argentinas.
Os dous paizes continuaram, pois, nas melhores
retaceo! diplomticas, e. no fin do anno de l*7i,
ach >u-3e o Brasil no mesmo p em iiue o com ;<;a-
ra. relativamente s suas relaco.'s exteriores, isto
, gazanlo de paz 0 de amislade com as demas
incoes, preciosa garanda dos seus reciprocan inte-
resses, qu va > de dia para dia multiplican lo-se e
wigramlee.endo-sc.
Con o lim de inelhor salvaguardar esses inle-
resses foi sem duvida que o governo imperial en-
lebrou tratadas de extradeco con os governos
argenlin >, p Tingues, italiana e britnico, toado
romo objecto evitar que escapen nenia da jn-
tica e a pnica >, eommmada nas ieis dos respec
tivos paizes, e"sses tantos criminosos que emigrara
da Injnr do criuv e va) procurar acolhimmto
s>)mbra de pavilhe. amigos, dmand i a sociea-
de indignada contra os seas nefandos actos e sem
poder app iear-lhes o merecido castigo.
Foi anda com o masffl) lim, de proteger e ga-
rantir aquelles interesses, que o governo impi'rial
pnaseguio, de eomatum accordo com o V) Per,
na doTimitac > pratica das respectivas fronteiraa,
na conformidad dos trtalos, etijue outro tanto
pralicou com referencia ao Paraguay, segundo j
iiidiearaus, gerabnsnte sabida, e foi presTipto no
tratado de iimites, assignalo en Assumpco, em
jaaeiru prximo fia lo, e ractilic:ulo depois no Rio
de Janeiro.
Prisa aos ceas que, seguiado seoipre os dirimes
dessa sabu paitara, acnnselhado sempre nelos
saos principias d > ilireito das gentes, nao descure
j ui.ns o gnverno do Brasil os tantos e ta-".arii-
dos iulcresses que ligara o pavo brasileiro aos ou-
tros povos, poni em primara linha os que se re-
feren aos paizes limitrnpl'.'s d sul, onde a sua
poltica deve sur dictada por um i prudencia bem
'Hendida, e por senlimeotos de tolerancia accordes
com as neceseidades do desenvolvim -nto da sua
inliieneia, que dve ser imposta, nao pela forca,
mas pela pratica -iucera, pasto que enrgica, dos
salutares principios de una amintde despida de
preconceitos, e e-coima la de veleidades de inter-
ferencia u.,s u gocios internos da cada um desses
paizes.
Con ve:-.! que, sem esqueeer o passado, tenlia o
governo sempre presente sua raza o poltica as
tantas licoei que temas coiliido nemes paires,
onde, despoito da nossa hodierna atti'ude, ainda
perduran os odios movidos contra nos pela polti-
ca de inlervene) indabita e insultuosa nos ltalos
negocios.
() quo diriamos mis, se contra os consellios e
sabias licoes da historia, qualqiier naca se arro-
gasse o direito de interferir-se nas nossas penden-
Oas intestinas, nas lulas d 0 que disseaios nos. o que disse a nossa im-
prensa e a opinio publica universal acerca da
nterwnco franceza no Mxico ?
l'oiiiiamas a- cousas nos seus devldos termas.
Ninguent gosta, nnguem apraz que os extranhos,
aindi masmo vizktaos amigos, mlervenham nos
seus negocios domsticos ; e, pois, urna vez que
admitliraas o principio, sujeitenio-nos s couse-
quencias. e nao vamos ingerir-nos nas pendoneta
intestinas dos nossos vzinhos do Prata.
Anda no anno lido accusou-se-'nr.s alli de se-
melhante indebta interferencia, posto que sob a
capa do anonymo. Foi isso falso, faisissimo, bem
o sabemos ; mas forca coiifessar que o nosso
passado at corto ponto justifica essas suposic5es
e a consequente virulencia da linguagem da lm-
prensa platina.
Hoje que, embora o convenio de 19 de novem-
bro, como que se acham os nimos excitados, os
odios exacerbados, e as paixoes desenfreadas, na
repblica Argentina ; hoje, que, nao obstante a
nossa longanimidade e os bons offlros que lemos
prestado, como que se acham recrudeseidas as
animosidades do povo uruguayano contra nos;
hoje, diremos, mais quo nunca, conven que seja
sabia, circuraspecta, tolerante e preyidente a nos;
sa poltica no Prata, a fin de que nao tenhamos
lamentar algum desastre e soffrer-lho as excru-
cantes consequencas.
Isto nao quer dizer que tenhamos obliterados os
sentimenlos patriticos, nem que queiram >s a paz
todo transe, ainda mesmo com sacrificio da hon-
ra e da dignidade nacional, (fio, nao isto o quo
anhelamos, nem almejam >s quo o Brasil deixe ir
aguas abaixo da poltica, cora censuravel indiffe-
renca, os tantos sacrificios que.tem feito para ser
respeitado nos estados do sul do imperio.
O que queremos, o que querem lodos os brasi-
leros, que, sen quebra dos principios de hones-
tidade, sem desprestigio do programma que tra-
duz o nosso auri-verde pavilhao, seja de paz e de
harmona a poltica brasleira no Prala, sem deixar
de ser protectora dos mltiplos e variados interes-
ses que alli temos, incluindo-se nelles as garantas
que reclaman para as suas vidas e propriedades
os subditos do imperio alli establecidos
Ninguam ignora, todos perceben, todas carao
que appalpam um cantro roer os interesses bra-
sileros no Prata. Esse cancro o odio invetera-
do de que j fallamos. E' nelle que tem origem
os alternados de que de ordinario" sao victimas os
brasileiros domiciliados nos estados do Prata. ro
delle que nasceram os crimes de que ainda foram
victimas, no anno lindo, no Uruguay alguns cida
daos do imperio.
Bem sabemos, que os agentes do governo nao
se poupam esforcos com o fin de atenuar, de mo-
lhorar esse estado de cousas. Jnas eonvem nao
esqueeer um s instante esse mister ; mas conven
ser enrgico, sera deixar de ser prudente e pro-
vidente.
Nos Estados-Unidos temos um excellente mo-
delo. Copiemo-lo, guardando todava as conve-
niencias c a deferencia que as fraquezas soem
inspirar. ,
Sem deixar de almejar a paz, sem deixar de
quebrar lancas por ella, a Untao Americana con-
seguio reparacao jontra as queixas que nutria, da
Inglaterra. Por que naso nao nos havemos de
collocar na mesma attitude, no Prata
Ha ali fraquezas, ao passo que na Inglaterra
ha va forca. Respeitemos essas fraquezas; us
o3o osquecamos que ellas do modo aeuaum podem
tino, logo que foi terminada a guerra dos cinco-
annos.
E n-'tese que os protocolos das conferencia
de i8i>9 e 1870, e bem assim as diversas noia-
frocadas entre o Sr. Visconde do RioBranco a
guverno argentino firmaram a verdadeira dou-
trina d'esse tratado co:n relaco questao de li-
mites.
Entretanto a ledra d'esse mat acto diploniatico
deu azo s tergiversaces da repblica Argentina,
protelaco (los tratados definitivas de paz, ce-
lebraco "d'estes em separado peto Brasil com
Paraguay, e finalmente s reclainacoes argentina-,
que pir. termo o convenio de 19 de novembro.
posto que sem apaciguar de todo os odios exci-
tados.
Assim. pois, o que eonve n ter n Prata boas
diplmalas, que se facanv interpretes de urna boa
e s poltica, de absteeo nos negocios interno
das repblicas, e de providentes cuidados eener
gicas resol ucee* no que diz respeito as reia(ot(> dr
estado estado, sera esqueeer entretanto o estud*
att-uto dos factos, emboca na apparoracia Insig-
nificantes.
D essa poltica o ministerio Rio Branca feliz-
mente moslrou-se continuador n anbo fiado, o <>
convenio de 19 de novembro d'isso um solemne
testemunhu. Cedemos alii o que podiantos, o qu.*
deriamos ceder; mas (leamos com os tratados o>
Assumpco e com .elles guardamos iinaculados o-
nossos hr:os, a nossa honra, a nossa dignidade.
E ainda hera que assim o foi, por que ao me-
aos servio-nos son, 9 hade aratiituar servir-no*
de unitivo s dores que sentamos eirnos secundo
no que' diz respeito aos niwsos negoeion nter
nos.
Aqu, quem o negara t temo chagas bero doto-
rosas, bem carecedoras de cuidado, que entretan-
to todos como que se aten om desprozar.
Nao ser urna chaga, una terrivol chaga, o nos-
so estado moral o poltico f Deixar de sor oetr
chaga o nosso estado intelectual f Reeusarao o>
mesmo titulo ao nosso estad aconoraico-nancein
e ao nossa estado industrial
Digam o cpie |uizerem >s optimistas, iavra *
nossa sociedad' um tal de-rejramento de costa-
mes, urna tal irreverencia |>elos saos principios da
moral, pelas puras doutriuas da venladeir politi-
ca, que causa serta aprehensJes aos espiritos re-
flectidos, incutindo-lhes recoios pelos futuros des-
tinos d i paiz.
Tres partidos polticos conta hoja o Brasil. Dois.
o liberal e o conservador, conservam-se nas raiaa
da constituio, sao monarchistas, e aspirara ambos
governar o paiz de conformidade con as insti-
iuieoes juradas, segurado todava cada um o seu
ramo. O terceiro, o republicano, pequeo, mas
em vias de organisaco, defende a causa do futuro
dos povos iives, eoservando-ae fora das nonnaa
do pacto fundamental do Imperio.
Aquellos, velhos partido*, que seinpro tiveran
urna bandeira, suas crencas, seus principios, suas
normas, sua disciplina; que sempre propugnaran!
defenderam principios; hoje, como que vivem
atTastado destes.e manifestamente se pronuncian
por hoinans em vez de seguiarem por ideas. D'aiu
ven quo, quand no poder, divdeut-s' e subdivi-
dem-se, e cada grupo se apregoa sectario do tac-
n quaes individuos, idolatras de taes ou quaes no-
mos proprios, que liguram na cabera do rol dos
seus adeptos.
Este, novo, como moremos, pequeo e em va*
de orcanisag), vu todava segurado a mesiua
trilha.' Longo de procurar plaular a ordem; longe de
organsar um programma delido e assentado.
longe de prodirar insinuarse na opinio pela de-
l'eza da sua doulrina. se que a tem; s sabe
conspirar contra a ordem, esquecendo at os sen-
tmentos palroticos. como ez por occasio da peu-
dencia do anno Ando com a repblica Argentina.
s cura de ludibriar os progrmalas dos seus na-
turas* adversarios, sen entretanto offerecer re-
medios ao paiz,cuja salvaco, por egosmo, s yon
Repblica ; s trata finalmente de atacar ns '
tuices juradas e o fautores e executoros das les.
esquecendo at as mais comesinhas regras da_ci-
vilidade, os mastriviaes principios da moral christi.
Qual a causa d'esse duplo mal? Qual anatu-
reza desses desregramentos, desses desmandos dos
nossos partidos polticos'
Nao e preciso andejar muito para, encomra-la.
Essa causa, a natureza desse mal, est na falta de
urna moral poltica, est na corrupcao dos costu-
raes; e essa corrupcao que d lugar todos o
vicios, todos os mos rastrados, elevados eatho-
goria de principios societarios. ,
Um partido que comer, o que tem aspiraces,
deve por isso mesmo ser calmo, morigerado
adicto s boas pratcas da sua doutrina. En-e-
tanto nao este o proceder do que se inculca ultra-
demcrata
Un partido velho, ctaio de tramecoes e qu*
tem urna bandeira, deve, por estos mesraos factos.
guardar essas tradceoes, respeitar a sua ban-
deira, e anda mais respeitar. a bandeira dos
seus irmaos de lides, nao desconhecendo jamis
a sua. honestidade poltica, a santidade dos seus
principios, e das suas crencas.
Assim, por semelhante forma, proceden os parti-
dos politicos na Inglaterra, os wigs e os loria, essa*
duas rodas essenciaes do meehanisroo parlamentar
do Reino-Unido da Gra-Bretanha e Irlanda. As*im
deviam igualmente proceder os partidos polticos-
do Brasil.
Ideas, principies, doutrinas, debellam-se con
principios, ideas e doutrinas, cuja supremacia, cu-
ja preferencia demonstra-se, sera carecer exhorbi-
tancias de linguagem, sem ha-ver mister de recor-
rer ao vocabulario dos mos termos aconselhades
pelas paixdes, sem haver necessidade de atirar-se
ao campo das virulentas recrimmagdes, que.s ser-
vem do augmentar a desnioralisacao. .
Compenetrem-se os partidos destas ve3*',
cnjam-se normas mais regulares de proceder
poltico ; identiflquem-se com os prineipios de que
se dizem sectarios; esquecam os odios e as pai-
xoes pequeninas; e sobretudo rosnettem se mu-
tuamente e esquecam as personalidano para *>
curarem dos principios ; e entau verao que tudo
raelhorar, que tudo correr ao sabor dos seus
respectivos tentamens, sem esqueeer quo o exeiu-
plo approveitar, contribuindo para memorar i
estado apathico e quic retrogrado da nossa ni >
ral politica, 'eontribuindo para formar ca-
res de tempera d'aco, capazes de reoi"'
fluencias perniciosas que todos dizer"
boas pratcas do systema parta"'
pacto fundamental.
Por etnquanto estaos*-
X
s


Vi
H* fll.LPifrtjtP' Peraaiubco Terra, feira 21 de Janeiro de 1873., t < W 1/
~
terapoy, por emqttanto o q tem, <* .p'PlH
mentara i'or, ipHade*-id'da*tetid abuso, para o v*''>ara a deOJniiijii de tuil o
queos l*gou e pifcado,\som aouieiws dijixar-nos
.onsdlail.ua- espnraa|*ti{iara o futuro.
Se por um lado abusan partido goteramntat,
por ontro lado antissm as opposiciiev faaendo de-
generar em licenca a Iiberdade d;i imprensa e
Iiberdade da tribuna, esnis duas ^vutes da otn-
nio publica-
Nao se eondemno
oes livre manife
lo dircito de cens
tica do cidadao;
sao, para que est
roas manifeste-se
tenciottaes, sera a
possa produziafel:
tenaos habis, alim
poder, os seusVRi
prio oflendido.
E* preciso nao deixar que as pa xoes ceguera os
olhos da raziio; por que, n tal oslado, nada de
boui se produz. ludo degenera, e, longe de destilo"
sua ruma.
Nao declamamos', nao ; racioci tantas em face
dos faotos (pie consti ata a nossa historia poltica
de lodos os das, e desse iiriocini. pie nos veni
a convecan de qne Estarnos longe de ter urna boa
moni poltica.
Km 1870 o partida conservador fraermnou-so, 6
estefracciimainontn ;ichou echo no parlamento, em
1871, oude una respeitavol minora creou toda a
<:+rU de bices au poder, adhortando a sua dissi-
.leueia rom a divergencia de vistas no tocante
Vit*i f'itejn *>*W* '>tWB*MuWA Hnuboi' "* ** (,R hoateai para
paz'na ")n7.r1mlKdeTls'eiT^en!e7,^^" uUph mm micmi enTpt, watiam
. I uianyn es partidos iNm*titivimacs, e lutaraiw-MliW' risjiai*da liuffrsi-i ai lar pro*
tautm-uto os.dotw grupos conservadores. Na Iota pristo vdwpaixoo^ j'ravez o qtal vir.
bouv s.i'ngue; masas paixoes Acarara satisfeitas,
tndo cala partido, cada frac5lo os seus represn-
tame n3fCaraarateinpor,iria>eabendo todava gran-
de matara ao govemo, que consequentcmente
mostrou ter por si o paiz
* -
sai do p;.
Flamfcnt* oss a aMu de guerra, esse
poldieo, iitoreaMteise* empregado, ja vai perdenf
r.iT '
iso'nii beba-la sera
rerlam >s da opiniao. x
pote contest ir q-io;$pMI tem (1 >-
i a>n li II iroso o se T^T^n Ma1 t.1111-.
...mi-mi polo contestar jWB.Timbira a
le do terreno, a planta hania recebe os
sde que carece, alias atropina, a,
*vm*Mtfmfammm;tM:
jjffvadof
i-n'p os libertes, e ncg*m-no'4anibem
es, jiiiend.i uns e .tros que houve v
o, ajmommaa a fray*, e qae<> g .ver
lio Sffcnladc do voto,
idas ase*eicJes buidas c por Baver no Bra-, e
jauto nao houve r reforma na lei.elerora1 (iaaca.
e, 1 nais ilo pie isto, em tjuanto nao toreni reforina-
dos oseostuxaes puWicAs, lia dedjjMnar mais o
inciips a 1'ra^iJo, hade ajberdade djj voto ser mal
or piiv u..nonos eoi|ii>wai -
^A euljia tcui sido d todos, gregos c trvanos,
que, una vez 110 poder; csquecupi as anas quevxas
na oposieao, so tratara' dpBtiar barreno as sua*
aspirantes pessoaos, spirTTanirem doliera p:lWco,
do o prestigio; e certamcnle fia vir'em que ser I quando nada, fiea paralysada era seu desenvolvi-
intoiraraenle milla a san supposta forca. Lmonto.
No,^pBaii
si'lu pe
eja forja
onli uilo
-oliil i
nao tcv
i->>Mr->M a i.r"i"-^'f'iVf. v n ""t'ivi''" aiU'caiaj' ji ti'in pi'v'"n''fin B fnliii'" -
A culpa, as ultimas cleices, deve rocalr prin-
cipalmente sobre os ilissidentes, que nao deixaram
m
Br

Uibi
M- i
iae a
ndo no
sen p.'itriofia'i. no >ou
que S. H. fias viajar,
arrea>eiidfc-si' na sua i
katvinMi lado Acn
t>" 1
rio el
na
lie.
:ell
:iv.'l
visin,.-.* na.;;
toye'amUijiii d"l
m
ion
>iianflu am<
paral
eteraper.
lelamam.
de inaiap;
para ama
adicoes a5o
Iteamol
i apoia 11
Vas.
lor das inslituieoes juradas, por outro (lcou igual-]
iiKiih' tate,-nao > respailo* amor iktmit
inestao do elem: Uo s>'ivil.
Eiu priio.'ir.i lugar a queslS
era quostao politica c menos de partido.
..siiiaio naeioiwil, e por eerto nao deven
vilo de bamleira, .le o 11 do discordia ao-
priiiieir.i lugar a questo servil nao loi, nao
Kca uina
ra ter ser-
. aosdoseon-
tutes contra o poder.
A.buituunos.ptioi. ipwassim levessc ser. Ti-
rada a causa devia Otissar o ell'.ito. Desdo quo a
o,iastao foi vencida, devia c*>ar a dissideueia. que
se fina nao ter outro o*, e os adversarios de
uin da deviam sor amigos no, da soguiole.
O que se deu, porra I Eucerrado o parlamento
;:u l7i, ^..seguJo a (Ussid.raea na sua obra, e
ass&t deniouslrou iiio nao dve/gia do piiocipius,
mas sira de uei's<.nalidad.s.
Ao abrirse o anno do 187 den-se urna vaga
senatorial uo Rki de Janeiro. Fizeram-se as elei-
e.Vt para proenohe-la, e o govonu deixou que
corres* livre o pleito. U dissidentes trabalbaram
e veneeraiu-no. Misqueni ven.-eram? Eviden-
leiuente si iiisiiki, por que nao ti/.eram tiium-
pliar nenhum principio novv n.'liuiua idea po-
ltica.
Eati''tanUi o governo, a|Mia.lo pela maioria do
partido cqusm-a-lar, scnipre desojse de eongr;is-
sar todos os Miembros de-so partido, iividilieon, nao
,is suas ideas, que sao as do partido, mas a sua or-
i:3usacao, o seu ptissoal, pois <|tie disso l"a/.iam
qnesSo os dissidentes; reconip i/.-se o gabinete,
mu iaram-se os presidentes de > arias piovineias.
"ITereceii-se eusejo para un roiigrassament 1, pro-
uia-l pjr patriticos dese/os. E o pte satee
loo ir.
Abro-sc o pai laiii''nto a 3 de niaio : o Inipera-
dorr ile v.illa de sua viagfii a ruro|ia, derigio o
seu discurso aos eleilos lo povo, leseurolou o pro-
.Taienia do gabinete ; e-te prograinma r.vellou a
poltica do governo. disse qiian'xi foi ella sabia e
1 Mi.l.'dosa 110 pissadn. <; q lauto pioinelliaserprevi-
daate e^tewMj ato fatua; pmeuan ama era
de i;i/. e wra ella una aurora : uspieiosa para o
pajil, aquetn olioiocou dar algumas das rel'or-
oiiis que elle pe.le, que elle exigo como imperiosa
nocessidade. E o que succedeu. ropetiinos"'
O gabinete foi recebido na pouta da espada; ne-
go:i-se llie pao e agua ; o qb dis- denlos, vidos de
p 1 ler, saltaran! por aima le totlas as considera-
e"ies, approveilaram-se le nina 1 nimia uvuiieiita-
ooae id-cuia, e oleiiH^iaio a> governo una lia-
1 .Uia formal. T^iiiarain-se exi>!i otes, intolerantes,
naseiveis; e e;n 11 iiu. de que irncipo?
t;u.->ta dize-!i, mas forzoso eui nome do seu
raBkW pessoal. tai n uno da sua ;anbieo de poder.
em uome do UntU dnhi ine en fucto sut-ceder-le.
Nao ub6t.uite a sua sem razan, nao obstante a
vliavagaacia do cortamam olf.'iecido, o gabinete
aoeeitoa a lava, c niaiiteve-sc na devida altura do
r'jrjiaun parlamentar.
l);U-se a balallia, e o resiilUnlr, alias previsto,
foi contrario ao ministerio Kio Bia neo. O quelbe
impria fazer i Io las una : ou retirar-s 1 do
poierou recorrer a prerogativa La eota e dissol-
ver a cmara.
Bulimahl mi dt poder, peaaii os saos princi-
pios parlamentares que losse incuuibido da organi-
saoao do novo gabinete o reate da eposieSo con-
scFVadora) o ebefe Us disidientes, visto como os
liberaos, nao tendo representantes na caiiira. por
isto que 11*0 disputar*m a eloieo pie a constiluio,
si.ivaui fora do juesto.
Seria, |Kirem, conveniente esse alvitre ? Nao, nao
0 era, porque s'iuelbanto soturno da crise parla-
1 loiitar nao evitara a dissoluef.o, visto coino os
dissidentes ganbaram a batalha por ura vol, e a
sua victoria epbemera tornar-se- lia don-ota no da
6 que elles osseni governo.
No estado de seisiio em pie estava a cmara
era jiupossivel g.'wniar a qual pior las fraeeoes.
i re.-urso era pois a dissoluer, nao a aleaucada
polos dissidentes, que sem dnviila teriam de mu-
dar todo o pesBOl administraivo 3 assim poriamem
na o paiz antes das leu-oes. mas sim pelo ga-
binete Rio Brama, quem pial nao retirara o
- : apoio e quo taniboin tinlia a eonfianca da 60-
roa,
Heeorren, pois, o gabinete corta, esta assig-
00 1 o decreto de de maio. dis-olveudo a eamara
eoivocando outra para o l. ce dezenibro.
Foi osle acto sera duvida de milito acert, pois
que evitou grvese poi ventar!, perniciosos revi-
rame&tM na organwaeai administrativa, sem con-
tar que, para a eriso ministerial, foi una soluea 1
lgica, c.)nstitn "ional, harmnica coni as praticas
.11 ayatema representativo.
E devia o gabinete evlor opuso aos sc-us ad-
v ersarios rancorosos 1
Nao. nao o devia fazer, porque seria isio trahir
a .mli.inea do paiz, o apoio re Ibc prestavain
.1 jiielles cuja opmio rcpr'sent; va 110 |ider.'
A sua pofitic.i, qncr interna, quer externa, tinha
sido franca, elevada e digna todos os respoiios
deesa apoio, que jamis ilie faltn, e que foi-lhe de
sbele testeniuuhado as inunvras manifestaijoas
e, adhesies que- Ihe foram derig das no inlerregno
,.,.j lamentar.
As questoes extemas, queiuexperadamonle vic-
iara discups.-in mu interregno, o gabinete pro-
cura lar sol; rilo eoDdignfl ao grande imperio do
Croseiro. Era apelo chelo .-.''i istia a fallada rup-
IUM le relaces eom o imperio allemao, a tambem
discutida olionsa de neutralicade. pela qual a
an.videu jaasfacfao ao Brasil, e finalmente a
-mestilo da uegociac5o d-s tra!;'ulos eom o Paraguay.
Todos css*s n m*la pericia, bxtos priduziram baoa re-ultaJns.
sem ciTeusa para as partes interessadas.
No toeante poli tica interna o programnia mi-
nisterial foi anda mui lielmeitecumprido. Por
ix1a a parte elle lancou a scrrroale do prog esso
material, j fomentado a colon sarao, fnte muito
importante do nosso futuro eirandocimento, j
curando da viaeao fenea lo paiz, que em certo
modo se premie a colonisco, j finalmente pro-
curando- Tortalocef c I senvolver a agricultura, a
inlnstra e o commercio, bases opiras ra ritjwcra
pnbliea.
Aloiu di-so ello iro^ucou di.'rrramar largas
maos a instruceao publica, sein contar que >3ln a
r .ma -ei vil, eom outras que Liaba ein mente
realisar, tcncionava mclhorar a; ':ondic.>:s sciaes,
in -ulindo par a^s&n dtz no < spirito do povo al-
germens da moral que r. falta c de qne
taito lareceraca,
Tendo assim cumpriilo o seu programma ; ten-
do assim atisfeito parte das vista polticas do seu
partido, e.regosijando-sc eom o anoio do paiz, devia
elle retrahir-se, abandonar o pcdW, ceder o lugar
.tos ambiciosos euo o- debelavam sem um mtu
serlo, sefli uift principio poltico que llios sorvtsse
d-3 bandeira ? '
Sao; e, deniais se aos dissidentes prestav o paiz
o seu apio, como rifles diziam, ah stavam oseo*-
micioa eieitoratis para dize-le, < o apello narao
leva satrsfazc los.
l.or.ge d'lstr* prem se acbarwn elles, ^ue, dis-
-solvida'a camai-a, continuaraai a sua ihgoria. trela
na imprenta nos dais, araea ^mdo cos e tr-
ra, e sendo aroiliado nesse em|iOfho pelos liberacs
c at pelo* urt'XniisaitM reptibhanos.
Assim pssiram-sc-alguns ikates, oxcitaado-se
todas ai paacos rums, todos os mos inwinetoe,
iodos os vetho; odios, ate qne enegou o dia 18 do
Vi, assignalada pai'a o eotric-ios ejeitoraes do
se a eteico em todo imperio 1 eem
* ao "JI"
Mfjiaeoa es trise sem que
'*knr*V%tt Jesdrdeus e lulas
'mesn? das-da campa^
- maa>t*rd repatk
leio9es locaes
que o gabinete Rio Braneo realisasse o son intento
le reformar a le elttoral e'nutras, no sentido
indicado na falla do Ibrono, de lt de mam.
So, daudo ardas do seu amor ao paiz, os dissi-
dentes tivessom cooperado para essas reformas, as
ele giles do fin do anno ter-so-biara feto sem ,du-
vidapela loi reformadora. Proeedeado diversa-
1110 ate, nial aconselbados pelas suas pailfis, p
devem quexar-se de si no pouco resultado que tfc
r.uam do pinito eleitraJ.
Esse naneo resultado manifesUi. A nova a^
mar, abarla uo dia ti d: dezeuibro eom as for-
malidades do estylo, contera algims liberaes, alguns
lisidenles e muitos amigos do governo.
Seria isso o resultado da ronipressao do voto J
Teera os ilissidentes um meio de prova-lo : traba*
Ibera para que a reforina eleitoral soja urna rcal-
dade; satisfacam a anciedade do paiz no tocante
a 1 ssa e nutras reformas.
X atiestan das reformas la tolos os partidos,
do todot OS brasileiros. Trabalhemos todos para
qne ellas sejam obtidas. t. liberaes, to uteis
quinto for possivol, qnauto liouver-semistor.
Que lia carencia d'ellas, que a opini-j as re-
clama, eremos nao ser mister demonstrar, nmn
precisamos repetir aqni o que tal proaosito dis-
semos nos nossos retrospeelos do 1870 o lo 1871.
O |uo enlo escrevemos, anda boje nossa
ereajja. alada boje se nos augura verdadeiro. Ha
n'apiellas bubas um programma intoiro de re-
l'miuas, requeriilas p -la opiniao, como meio effiVaz
le garantir o futuro do paiz, coin meio certa de
sanar os males do presente.
Trabalbeinos todos para conseguir o bem, res-
galando-nos assim das nossas culpas passadas.
Ni 111 se diga que o partido omsurvador nao eapto
para realisar esaas reformas.
Quein consegnio a le-le 8 de setembro, que
roiormoii a leslacae e regulou o estado servil
nuera consegua a reforma judi iaria, livre talvez
do mais ; quera realisou a le do censo, execn-
taiulo essa liberal id'-a no 1" le agosto : tera evi-
deotem uite dado proras da sua capaeidade relor-
niisla,; tem maiiilesUnieiite di-monstrado quo
nao avesso, como se preteiule. as ideas de pro-
reago.
Nao. o partido oonsorvador le boje nao ornes-
mo de lia vinte anuos, n.'in seria elle ura partido
se l'ossr avesso s modilicaeoes ijue o tenipo e a
variaeo das eondieos .-ociaos aeonselbam aos
potros.
A dia de progresso nao i privilegio de nenhum
partido. Todos a preconisaiu, todos a admitiera e
so .-onformara eoiii as suas exigencias, porque to-
dos soll'reni as iiillueni-ias da cvilisaeao, porque
lodos sentem i-arencia de carainliar. e a estrada
qoe>ae Ibes oHereaonaturalmonte a da lber.lade.
Nos panos livrea, regidas pelo governo da opj-
no, o partidos polticos nao devem ser, nao sao
gaitas lanat cas, aera tribus naccessiveis ao rogres-
so ; nao dorara ter, nao tem cflectivamente o l'fo
otgntnn, a absurda tenacidad)! de nao se modliea-
re 11. de nao cederein banle los .fados coiLsunima-
ilos : pelo contraro, devem ter a precisa sabednria
e lionestiilade para se rodflearem todos os .lias,
segundo o jajro la opmio publica e segundeas ur-
gentes uecessidades le rada poca. Elles nao de-
vem procurar sineiite oeeastas de desforra, e
aproveitando-as, excrcer esteris vragancaa ; pelo
contraro, devem peoenrar ser uteis e stisfazor a
o; inio publica.
A luta dos pariidos polticos, s por somelhante
forma que se torna urna verdadera omula;o,
salutare aprov.-tavel ao interesse nacional.
O que se podo chamar, o que se eliam 1 a des-
forra do um partido. noa, nao pode ser una
volta pura o simples ao passado, e, pelo contracta,
a transformacio, o melbofanento d'esse partido.
era se leve ver n'essa dsiiuti. nVsse certa*
imn le todos os dias, una rivalidad.' de vulgares
ainbicoos, o ainda menos um desenfroia.lo desojo
de popularidailo entre os borneas pblicos. Essa
disputa, esse certamen, natural e nocessario era
todos os paixes livre, e iteveser, pelo contrario,
una prova do bom sonso pratieo das naces e
ama valiosa garanta para a oraetn legal.
Q&anto maior a eonfianca que um partido tem
no l'uturo, tanto maior deve ser a sua paciencia, a
sua mo.leraeo, a sua sciencia ortica, no intuito
do demonstrar eom exemplos a disposi?5o liberal
q ie consiste em nao se encerrar n'uma loutrina
exclusivista, mas em saber dar o devido valor ao
interesse nacional, segundo o lempo e segundo as
civumstaiK'ias.
Nunca tarde de mais para dar comeco uma
ba obra, neme raza 1 sufflciente pava que se adi
para amau.ia aqidlto que se nao pondo (azerbontem
O campo las reformas de que carecemos vas-
lisslmo. I ara lavra-lo necessltamos empregar *a-
li.- a s iiuo.a .le lai. ir. s ora comarque ka myster
.i.; eomecar codo a trela. .
Nos limites das considorac^Jss que lomos expen
d;d), todos, greg'- t!-a\nos,podem e devem con-
correr para essa obra meritoria, cojos elTeitos
sarjo muiissimo sabitres ao paiz.
Componatre-se o partido conservador da missao
fue Ihe eonftou o paiz, compulse o tenipo, pese as
eircumstancias, e ver que ebegado o momento
Jo provar qne nao unia ticeo, umi utopia, a
t.i-oria da asceneao perfecuL do mellioramento
continuo c snceessvo dos partidos.
Por oatro lado, a opposieaui corre o dever de ser
pa.-iente, moderada, e providente, sem eom Indo
declinar da sna competencia Rscalisadora
Qbrando todos dentro das suas respectivas r-
bitas, sera exageros, sem virulencias, sem paisoes,
un s dando q mpi ib o nocessario ao moclianismo,
nitros vigiando ma o inovimento nao sejapertur-
nado, trabalhaudo iodos para o bem coinnmm,
sera iirooceupaeoes pessoaes, stin reservas men-
taes; tal i o meio de se conseguir o que todos
rmerem, tal o modo de proceder que pode pro-
duzir os bons resultarlos iue todos ahnejam.
esgracadamente, porra, nao isso o que se
az, nao ( isso o que so pier, nao isso o que se
lera em vista. E porque nao dize-lo? O quo se
desej.i antes de todo o poder ; traba}ha-se e at
niesmo eoispira-se por causa dollc ; nao como ura
meio de ehegar aos lins |ue almeja o paiz, mas
como-o proprio lim da cruzada que se levanta con-
tra os seus depositarios.
Perdoe-se-nos a franipieza.-filba da convieco ;
mas .Iquem todos cercos do que s julgamos o pre-
srnte e s entrevemos o futuro a'.ravez a historia
do passado, atravoz as crueis be/ies dos tenipos
idos,
A historia, as lkJes do passado ah estao palpi-
tante de interesse, dizondo o nada que lizerara os
que boje atacara quera quer fazer alguina cousa
de bnm, de til e salular. Os lacios do presente
abr-estao anda justiicand a nossa a-sersao
Aberto o parlamento 21 de dezembro, a que
eumpria lazer s opposices era examinar calma
.; rollaclidamentc a poltica do governo, coudem-
Hft-la naqnillo que fosse condemnavel, e apoia-la
no quo merecessB apoio. Arada mais: tendo o
partido ura programma, ennuncado mais de urna
vez na folla do throno, doeumenlo que um trans-
sompto-das deas do governo, cumpria-llies exami-
nar detidament* esse pragramma, eaguai-daras
prov'.s da sua pratcabilidade, as manifosUces do
desejo de eumpr-lo, para, em falta de urnas e de
outras, condemnar a poltica do gabinete.
Nao isso, pordm, o que se tetu ieito ; nao
isso o que foem epposicoei do parlamento, on-
>le, desde j, desda leu, niauitostara.n-se ellas es-
Vindecidas, intolerantes, sedentas de podore man-
do, nao respailando nata, a atirauJo face- da
(>aiz mais urna ves essa. anroatx j tao sdica do
poder ptsiaat.
Po.ler jiessoal I Dizei antes, digamos de prefe-
rencia, so quo a-qnereoMa Mcodheeer, incapa-
'iydade ooisa para o regluaem da iiberdade, para
as prticas do g./vexno da opiaio.
Se ha e-se poto- pineal, notSrasil, confeasamos,
tenhamos 10 meaos aoosafem de dizor.que nos so-
As
tas ref
urna vez
do eom ;
O Bra
gante em
ToMeiiifl^aoe'a nip p.irfe ser molbpf para Isso.
<3ozanios*ae"oaz externa e de tranquflidade n-
<-ia do tinpuratktf \ui* guvoriur esse pavo, em 1 teraa. Aprovuitamos Me enmjo para levar ao
cajo coracJio asscia^ o seu. tUrono, eiacujo Dojlo\ anogo^i glorja ap-inj que ac cobre cora o divino
cnso en:
sera esquecer
a<2am0do f|f'
torna-lo gran-
rsileira ao ebrio supremo da ituxto, toas
bem a aptluao, criterio potico, e "rastre sp
aquecem-se os soapta uitoaalo ainor patrio e
caca 1 causa d 'iiionarchia e dynastia rei-
nante.
Depois de, por todas as formas, focos o modos,
ter revelad) i vellu Europao-seu-eo carcter so'
-i.il e politice lo povo brxsilciro, colliendo por to-
da a parte inequvocas dem nistraooes d*f respoitos
gratos tributos de ailinira;o, S. M. regressou
ao Brasil 0111 abril, e 1 ecebeu das mos. da Ilus-
tre prlnceza Imperial D. Isabel o depsito "571-"
gmoaguiHIc f.'*i1j.li\do e oue olla W^vt
clm ^)ligio.sa 4^tVrb, f .111 ilaij-tkiti|H:pr\
vas de aixi'vsolado patriotismo. -
Nesse duplo acto, Ww&AW&Sji^&t
duvifr o paiz una TOnfirmyanBd fann'Has stris
instituijoes, d'Tam'SiiMRI'ilMao c o uinxradur
mais pravas do mutuo aecordo de vistas entre o
povo e.o throno.
Se por um lado o povo brasileo amante da
inonarehia e da Iiberdade, por outro lado o turo-
no amigo do povo e dos) das suas prorogativas,
que elle respaila e acata coma reverencia que Ihe
recomnienda a c justituicao Onde, pois, o poder
h'SSOIll ?
Nao, o poder pessoui n5o existe no Qrasil; ura
phantasnia. ura espectro, que, por lonra nossa,
devenios todos banir d 1 espirita. Compentrela-
se desta verdade :is opposiQoes de boje, qua.no-1
dera ser governos ainauli, como j o foram on-
tem; e, assim platicando, creiam que se mostra-.
rao patriotas e confiante 1 no futuro.
Nao cora semelhaules bombos, e randa metra
sob o impulso das ruins paixoes qu^ os partido*,
polticos nodeiii e devtu aspirar as grabas da opi-
niao publii-a.
Essas boas gnagas coaqulstam-se foxci de um
nobre prncodinioiita poltico, a forca^tjil sirasatez,,
criterio, moralidad.', dedicacau ciisa, publica, e
pertinente pacieacia a modetacao. I|;
Nao la'.einos prolissodo f putitiuvOcui deJTen-
demos aqu este ju aqu -lie pa*tiao.. .Cjintiiiua-
mos e continuaremos guar.tar inteiraw-indepan-
.leticia de aprecalo. Se hoje pugnaiaos p r
aquelles que dirigera a nao do estado, i porque
ainda oslamos cientos do que elles podem c tera
desejos le beneficiar o paiz; porque, repousa-
los no seu passado, tomos conautjj, as promes-
sas que fez e vai procurando cumprir.
A niisso do governo ardua, dilfieilma ;
ra is pbr sso misino ha-de ser maU glorioso o seu
cabal dcseinpenhu
A lei sobre o elemento servil, a le udicaria c,
a l lo rcscenceainento, sao tres padro de glo-
ria, qne justifi 'api o nosso apoio passado, base .dy
nosso apoto presente.
Acabe o governo a sua trela, Reformo a lei
eleitoral, refoi-.n;: a le lo rociutamenlo, reforme
a loi da giuuda nacional, isto cerque o cidadau
de garantas completas e perfoitas, aliin de que as
inanif!stat;os polticas soji.ni esconadas de viejo.
aura 'le que o voto da na>;o soja livre, alim de
qne sobre a represeataco nacional t n>) caia mais
a torpe aecnsacao de iilicita, do lilha da fraud e
da compressao da liberd .de.
Para tal inster preciso que ;us reformas sojara
libeiaes; faeam se ella* assim. S i os adver-.
sarios clain.irui jue se Ihe rouba as deas, dei-
xe-se-os clamar, porque aiuid olios bao do conven-
cer-sc de que os partidos,, esto sugeitos a influeuj
cia do lempo e das eircumstancias, o que o.seu de-
ver, se querom merecer o nome de partido polti-
co, i haseultar a opiniao, c r.jcebcr e esecutar
seus decretes.
Procure tambem o governo reformar a adminis-
tra;.~. o. no sentido desceuU'alsador ; reforme
a lei municipal.
A provincia e o municipio earecom de vida, ca
rocera de animaeo; forgoso dar-Ibes essa vida,
essa aiiiuiaco.
Porque se nao ha de destente a esphera da aceao
municipal ? Porque se nao hade restabelecer a as-
seniblihi de provincia no p era que a quiz collo-
car, cercada do prestigio que Ihe quiz .lar o legisla-
dor consti tuiute ?
Se 'i preciso interpretar o acto addiconal, soja
isto feito pianto antes, tendo-se em vista os prin-
cipios liberaes em que o assontou o legislador cons-
tituinte, e faja-se. desapparecer assas onlras leis e
sobretudo esaes Untos Avisos intorpretativos, que
encerrara nutras tantas e innmeras restriccoos,
verdadeiros atteataaaa contra Iiberdade provin-
cial.
Nos dominios econmico-sociaos ainda alo preci-
sas valias reformas qne nao couvera addiar.
Damos um passo ousado e altamente civilsador
regulando a extimjab do estado servil. A solueau
deste problema pene a soluijo le outros, e recla-
ma mui tas previdencias no sentido de extinguir o
proletariado, ornado pela, vadiacao libertina; no
sentido le regular a locaco de orvicos, estatuin-
do regras e garantas para arabas as partes intc-
ressadas; e linalinente no sentido de attrahir a
emigraco pare o nosso territorio.
Este ultimo problema vastissimo o cncerra
amitos outros, que todos pedem cuidados.
No sentido de chamar a emigraco tem-se foiio
algunia cousa, fez-se multo no anno lindo ; mas
nao se fez ainda bastante.
A omig<\ico europea deve procurar-nos expon-
taneamente. S a corrente expontanea p>de ser-
nos inulto proficua. Facilitemo-la, otTei-ccendo aos
emigrantes toda a sorle de garantas, todos os pos
tiris matos de adquirir una nova patria, de crear
e desenvolver a familia, de tornar proficuo o seu
trabalbo, de animar as suas asptraejofes.
unan dado, que e por
sera duvida q melhor escudo de que se pode am-
parar liberdadei-
*
PERMMBCQ.
autoridade leve
Reajauniio hon-
erreira o exer-
policia da ca-
-------RETISTA DIAKIA
Maniftr^a.Remeftcram-nos para ser
aublicaibi'e'ejflectivamentc publicamos .sob a ru-
Vi<5a-(?ii(Vrrt db Wspado, mpa" mamTestacao de
adhfeiab ao Exm. Sr. bispo desta diocese, nianifes-
tpwe asignaila pelo clero" secular do Recife e
OHl e aeclflentalmente por alguns padres do in-
lefioY, de presente nesta eidade.
Atquiteeenilo essa pnbllcacao, ciimpre-nos.de-
d.tnr'que nao somos de nenbrtm modo solidarios
eom s ideas ahi contidas em referencia socieda-
de fnaS)nica, e, pois, declinamos de quatquer res-
lionsjii'lidade moral que sobre nos se pretenda ati-
rafl'tal proaosito.
#ttfffe(lS Umr:$a'Pnbliea.fiom sullb-iente numero
de membros, houve, 1C do corrate, sesso do
coiisttto superior da socleilade.
Denois de approvada a acta, leu-se o segrate
cxpcrlreate:
l'ra offlcio la soi'iedade Bsalos LUterarfos de
Porto Alegre, na provincia du Rio Grande do Sal,
*som'nrncando a sua nstallaeo, e olTerecendo
scs bous ofTn-ios. -O conselho deliberou [uc se
eorresporid -sso, .felicitando-a, e enviando-se um
exemplar .1 ts estatutos c do cada numero publica-
do da ffnlsta.
Um jifmio do consocio par.vbial do Saoto Anto-
nio,' c':uraai(5aiido que se cha aborta, a matricula
* .ipprovado o programma dos estudiK para o cur-
so ti*'enino de materias constitutivas do ensino
priraarln pa'r.1 o s'exo feminno. que deve eomecar
no lia lo" il foyereiro vindonro no edificio em que
se acha a Escola Normal, sendo detre professores
os Srs.. Drs. Aucusto Carneiro Monteiro da Silva
Santfw e F.
da EscolA' Normare pul
Mello, Miguel Arcbaaio Mindello, Liberatto Tibor-
tino de Miranda Xactel, Antonio Basili > de Barros
e Fra*cs>o de Assis Monteiro Pessoa, proporcio-
nando-'se assim s senhoras que so quizerem pro-
p6r Ao magis'erio um meio fcil de adquirir os
eonhocimoutos para habilitado e concurso que por
?entura Ibes fallera. O conselho recebe cora agr
de tao fausta noticia, que mostra que se v5o tra
duiiudo em tactos sitas ideas e desoos o que nos-
te" sentido se respirada, declara mo flear intei-
rado.
O Sr. Dr. Pinto Jnior scientitica ao conselho de
qne o E.tm. Sr. D. Mara Felismina Pinto, directo-,
ra de um coUegio de m minas sito ra da Impe-
ratriz n. 37, desojando cncorrer para os lins
qto a socieihido se propiie, se oTerecera para re-
ber e ciumar, em dito collegio, -gratuitamente ou
mediante gratilicaco que a sociedade possa ou
queira dar-lhe, merlinas pobres e morigeradas que
pelo consellio superior ou parochia! da Boavista
onhe-
caval-
do co-
)rs. Augusto Carneiro Monteiro da Silva
F.scqujc!sPra!ie ' Normal "'c pblicos, Vic*nte de Moraes
raes fis fautores dasso espectre.
Bs|ieclro, sim, que entro nome nao tem, nao p- soiujao.
.fceur-esai viso db espiritoe' e5?aadeeidos,.qe, fifi possiveJ.. bem O
ipeoas se achara de]>osse do objecto.dos seas ar
O problema complicadissimo, mas nem por is-
so dcixa de ser do mor interesse. A sua parte ma-
terial, tem recobiilo grandes inelhorarnentos, e, am-
iba no anno fmdo, foi disto prova o afn eom *pie
se desenvolveu a iniciativa individual, o espirito
societario para empresas de toda a sorte, taes como,
estradas do fono e de rodageni, canaes, telegra-
pbos elctricos, aerios a submarinhos, aavegacao
interior,exploradlo de minas, creacao e exploracao
de fabricas industriaos, etc., etc. Na parte moral,
pardal, pouco se tem feito, e apenas ahi se desta-:
ca o que diz respeito ao lado intellectual, ins-
truceao, cujo incremento foi e vai sendo cada vez
mais notavol, especialmente depois que o espirito
liberal gaiihon a mainria das provincias, onde
existe hoje de faci a Iiberdade do casino^
Eneaminbado assim o problema a missao do go-
verno torna-so mais fcil, mxime agora qae a ri-
queza miblica tem sempre augmentado, e que os
recursos do tbesouro vao pcrmittindo algnraas lar-
guezas.
Effectivamenlc a riqueza publica tem augmenta-
do, e as eircumstancias economico-financeiras do
paiz indieam melhoras consideraveis. Mas, anda
sob este ponto de vista, carecemos de reformas.
Depois di fatdica, posto que gloriosa guerra do
Paraguay, licaram sobremodo onerados Os cofres
pblicos, c d'abi consegniatemente aggravada a
sorte do cidadao contrilminte, sobre o qual pesa-
ram e ainda pesara os onus do paiz.
I-: indisponsavel reformar a reparticao do im-
posto, tornar mais equitativa a sua distribuir}, e
niesmo exonerar o cidadao da parte do peso que
for possivel, de aecordo eom as superabundancias
d$ ortjama.it .
E' ainda nocessario, e aqu vai a maior diffi-
culdade e urna grande exigencia, descriminar os
impostos, o distribuir convenientemente a sua
percepeo entra a nacao, a provincia, e o munici-
pio.
E' nqueionavel que, pela forma actual, est,
ludo conuridido, resultando dessa confuso nao so
licar prejudicada a provincia e o municipio, mas
tambem licar aggravada a sorte do produtor c do
consumidor pao, nao raro, pgam um mesmo im-
posto tres vezes, poste que sob ttulos diversos.
. Isto carece da reawdio, isto exige cstuifo a soiu-
do *sto eom iaquo e intoteravel como into-
leravel 6a sorte da nossaagtieultura, como in-
toloraveis sao outras muitas causas que se pron-
dem,qua*e Hgam, ano meaolam ao/^ tantos
pia esse fin Ihe man larem apresentar.
O eonselho louva e applaude tao bnmautario
ofteiyciuk'nto, c,delibera que seja aceito e soba-
dera djl'ectira, fazcoa de tojo conimunfeacao
fao conselho (arochial da Boavisfa, que, choio de
tolo e interesse pela socie.lade, se apressar eui
provetado como entender c inveniente.
O mesmo Sr. Dr. Pinto Juni.w comintioJCQu que
se iiiserevrnino numero de. socios ltimamente
as sVguines Exmas. Sras.:
D. Anua Anglica Fgnceci o Silva, esposa do Sr.
Di.^nton.. .loauuii) de Moraes silva.
D. Isabel de Moudorica Pinto Pessoa, esposa do
Sr. Dr. Francisco Pinto Pessoa, Miss Pother CaroQ,
e Annah Caroll lillas da Sra. vuva Caroll, D.
Fancisca Lima Pereira de Carvalhe e D. Matliilde
Apgusta Pereira deCarvamo, filhasdo Sr. Dr, Au-
reliaui uijtnsto Pereira,de Carvalho.
Finalmente para o cstabelccimento de novos
ton-; I los parechiaes e convite do sociis foram no-
mea los os Srs. seguintes as freguezias que pas-
sarns a mencionar :
Escada.
Dr. Caelauo Estcllita Cavalca-i'e Pessoa.
Tenenlc-corenei Antonio Marques da Hollanda Ca-
valeante Pessoa.
Mkior Marcionillo da Silveira Lins.
J Itamb.
Dr. Joao Franc;sco da Silva Braga.
Nnente-coroQct Mariano Ramos de Mendoaca.
Pitofcssor padre Antonio Genuino Bandeira.
Bonito.
Dr. loo Hireino Alvos Maciel.
Dr. Joao da Costa Ri'jeiio >Tachidx
Joao Braulio CorreH c Silva.
Bua-Viita.
Dr. Miguel Gdcaves Lima.
Vicario padre Joo Jos de Araujo.
rtnente-coronel Joo Jos Rodiigues Loellio.
Fseaiidalo.-llontem a tarde fomos tcste-
mnnha do um (acto altamente lamentavel, e que,
a reprodmir-se ameaija tristissimas consequen-
Fi elle ; tendo de sabir hontem tarde da ma-
triz de Saa^o Antonio o Saeramenio urgentemente
re- lanudo por um moribundo, grimeira vez que
isto *o dera d^po s da interdiejao da respectiva
"irmaiidf.de; o povo vido de assistir ao especia-
culo novo, que esperava all se desse, em virtu-
de dos ltimos acontecimentos, afumo em grande
numero a reja. A irmaadido em campamento
s ordens episcopaoa, dispoz a sahida do sacra-
mento como era de esperar, sera opas, povo,
porem, alannou-se, exigiudo ameacadoramente as
opas, sera o qae considerava violado o respeito
dbvid ao syraBolo mais sacrosanto da religiao
duvta. ,
Debalde esforc,ou-se a irman-lade no intuito de
acalmar os nimos irritadas: o povo exiga sobe-
ranamente, la a ceder a irmandade a for;a
miior, quando o padre encarregado de adminis-
trar o sacramento, deelarou por sua vez que nao
s&hiria da igreja acompanhado por opas allegando
a obediencia que tambem* devia aquellas ordens.
iue se venera na jgroa de S.,Joao da ciiladade
(moda. Veg.ir ao rvangelbo o pi.fre Antonio
St Millo o Ariiufuei-que," ao 'Ti'-lln(in a padre
Jes Estavts Viaurn
. Durante o dia da fosta tocar a msica do I.*
batalho de infantaria da guarda nacional, termi-
mdo a noite egmum bonito fogo de artificio. _
.Murte camuati.1'oia tfoiila i#ioi|9t|a
el, lavadeiray PVsa', ht ilespejar um vaso
o caos da eenliiaiiBifl'orriamfueaaa. baila, no
a'fro do Itee. ai-onteceiicabir, de moto ta
ue porece-taaiiio latamou|sSa
onheclmepaqo facto" .
Ilelr^aela le plida.
lera o Sr. r. ltonio tonealVes I
{icio do cargo do. fti<'gado> 1-
ital-
Cavallos fue*adWts. Ettl larga escala
va-se desenvolvenJo era Olinda a industria de
furiar cavallos. Em poucos lias levaran lies ca-
vallos ampletajiifnte arreiaos, sondo dous do Sr.
Cbapman e 1 do Sr. padre Bandeira.
E de esjierar que a t^icia tente algam flagre
no intuito de evitar a propagarlo de tal IndustlU.
Veremos.
FeriinctitoN. -A's 9 horas da noute de an-
tes de hontem, o dinamanpicz Heredes Basten deu
tres bandas em Jorge \Vil|iaiu ; sendo este reco-
Ihido ao hospital em perigo de vida, e o offeiisor
preso em flagraule, deu-se o delicio na fregnezia
deS: Fre Pedro Goncalves.
Captura de erimiiioso. -Pelo Sr. Dr.
subdeb'gado la fregnezia de S. los, foi ante-hon-
teni preso Manoei Joaquira do Nascinirato, cr-1
cido por Contente ou Coto, celebre ladran de
los c que se acha pronunciado no art. Tii d
digo criminal, no termo le Serinhem.
Hospital portURuez.Est de semana o
Sr.'mordomo Jos Antonio do Souza Basto. O
movimento das enfermaras de 12 a Ifl do corren-
te foi o seguinte : existimo doentcs 52, entraram
32, sahiram 18, falloceram 6, existem 61).
Matriz de Santo Antonio. Como se
ver melhor do annuncio publicado na sercao
competente, a irmandade do Sacramento dessa
matriz reunir-se-ha na quinla-feira prxima (23i
para leliberara definitivamente sobre a erwe
em que actualmente se acha dita irmandade.
Vova Thalla.-Amanha (22) as 6 horas da
tarde, haven reunio desta sociedade, no lagar do
cosame, para dar-sc posse nova directora c
tratar-se do especfcido vindonro.
O Beij. -Recebemos e agradecemos o u. I do
jornalzinho assim intitulado o dedicado ao n-MIo
sexo. O Beijo ha de ser foli/., pois que mimoso
como urna ptala do rosa, eom pie se parece.
Flores e fruetos. Aeba-se entre nos
o Sr. L. Pellorce horticultor e florista em Al-
geria e Pars, o qual em breve abrir nesta eida-
de ura esUibeleciniento apropriado, onde se en-
oontrar ura bem variado sortmeiito do fruetos e
flores europeas, asiticas e africanas.
Entre outras flores exquisitas traz o Sr. Pellor-
ce a rosa imperador da China o HWKf I ario
que flQrescem por C mezes no ahno ; aiWw
d'frica por 8 mezes. .
Entre os fruetos notam-se diversas qoaimaaes
de pecegos, grozels .peras e ina;ans.
Brevevemento ser publicado o respectivo cata-
, V de esperar que o Sr. Pellorce seja bem sC-
ccdido em seus esfoccos.
Loteria.-A que se acha a venia a 38.", a
beneficio da igreja de Santo Amaro de Seriuhaeni,
que corre no dia 22. .
Lciles.Hoje effectua o agilite Marnas, as
11 horas do dia, o lello da loja de ferragens da
ra Dircta n. lo, massa fallida de Joao llygino de
Souza. .... -
Amanha elTectua o agente Marluis um loiiao
de Importantes movis e 1 cofre de prova de fogo,
no armazera n. \8 da ra do Imperador.
Cana de detenesio.Movimento d) ote
l lo Janeiro de 1873 :'
Existiam (presos) 3o 1, ci
existom 337.
A saber ;
Nacionaes 238, mulberes 18, etran&fl!W t/,
escravos 17, escravas 7.Total 337.
Aiiuniotados acusta dos cofres publico* .n.
MovhWto da enfermarla do du 19 de jawsro
de 1873.
bfiverain baixa :
Jos Podro de Mello, indigestao.
Jos, escravo de Joaipiira Jos de Araujo gastralgia.
Hospital l'edro II. -O movftnenw leste
estabeleciinonto de Uaodla 19 de janciro -; K-
foi o seguinte -. existiam 293, entraram m a
hiram 37, fallccerara 12, existem 31fi, sen'1.' -lt
liomens o 105 mulberes.
Advertencia.
majur alpnt di-Mi e jjz;CJiJiieiiieiite. 1:..
servir eom V. S. Sr. Camims Mello, V. S.
em tuda luotiuubtueAM ; O .po Mil agora, se de
antes de 10 in>iuif.i.- ; vua pM'a itliaja asa est '
.lente...'.....] mt.111 parte de
doCnte, cujo impeluielit durara por mais toini';
se nao fosse, os ("fiiterthos q^ o mesmo cinraan-
dante fez r ao major la praea, podin.lo de apre-
- ; o qual so
da da cha-
na apresen-
desniainl i
gnado ; e .U.i
isneiras die-
mdas iwr seu
sr
nao se pej^.
do colunia.'
_ros object'j*
cspecialidade a
A isto respondou o 'povo desafogando em
terriveis Lmpreeapes o desgosto que o assober-
Por fim a irmandade conseguio restabelecer a
Brdein, e o sacramento foi levado auelle que an
ciosamente o esperava acompanhado por, urnas
oito pessoas do povo, trajadas de modo indecente
Lpar* um acto dquella ordem. Nada mais dire-
mos.
' f. vceu d Artes e Ollleios.-Desde o dia
A do oorrfente em anto que est aberla a raa
tricula de todas as aulas desse lyceu, como se
ver do respectivo annuncio em outra parte pu-
blicado.
Disturbio efen ment1*.A nte-bou tem
a tarde, ao rogressar de Afogados a guarda de
honra, dada pela 1.* batalho de intentara la
guarda nacional para a prociesao de ama imageui
que foi tpansiaiiada da igreja de Santa Bita para
a d*-Nossa S8nhora'dos Prazerea. dos Montes Gua-
rarapes. ebegando ra Imperial travou-se um
renhido conflicto promovido pelos apaixonados da
reapactrva msica eom a polloia que tentou oppor-
se a sea oesenvolto enthuiasmo. Sahiram gra-
vemeate ferios angelo Custodia de Abren, Ma-
noal Jiiio Gomes dos Passos a Vctor Pereira Ju-
nisr alevemente outros mdtvidtaos.
- ton-ta que se portaran) 1 uite mal aessa occa-
sjjo-i algunas ptaaas des aataihees de infantaria
de atona, a as da.uarda de honra, qae debeodan
do na lucta a ordem de seus commandantes, eoire
garara-se a toda a sorte de violencias.
Pare;e-ni que O isto mao difno de reparo
or ai4 d aqtMNes ajo* -dwrto ter pela segn-
Janca e tranquilidade poMiea.
' O Sr. subdelegado de s. Jos perteb^se na altu
pi ublaiiiiii qno"loiwti pon|a3o ei quo astao s&JsXtA da suaeo. faltando-lhe, lorem, os necessarios
jSanaenfos de forca paaa- mamnr proceder. S. S.
sabemos
umsTvT;lafypYqaf^ wlrwapdi
r ludo da.
das refof-
arosegue era indagaedes sobre os autores de taes
raimantes. ,
intraram 8, sahiram 2,
Foram visitadas as enennarias nest.- d.as as 7,
7, 7, 7,0 1/2, 71/2, 6 1/2 pelo Dr. llamo-, : as 12
1/, 11 l, 1< l,, 12,10 1/2, pelo I)'. >arm-;n.
lo ; as 9, 81/2/8 1/2,8 1./2, 9 9. pelo I):. Mala-
quias;as8 1/2, 9, 8 1/3, 9. pelo Dr. \ rn-
- Fallecidos.
Antonio jSu*as, cntrou moribnndo.
Jonh Tloas, ffibre araarella.
Jos Bartbosa de Jess, tubrculo pulmn!.
Joo Ramo bexigas hcinorrhagicas.
Jos Hara de Monezes, bexigas confluentes.
Vicente Rodrigues Cordeiro, tabercillos ptlm
res.
Matheus, ulceras da garganta.
Dothan Bugnn, anemia.
Luiz de Franca Monteiro. grangrena na perna.
Andrew Williamson, febre anureb...
osma Daraiaui dos Santos, tubrculos p te-
nares.
Len Berbicr, febre amarella.
Cemiterio publieo.-Ointa. vio do da
de Janeiro de 1873
scntajgie t'iuui. twnla
exijaj^er iiimtedo para
gadadf M'inditkm; su
tartar-SO para nao Ser I I pa
do que j so achala toUhiientp-
direcpSo ao expaaieiiWMrbeiir
tadas pelo tal .omm.indawV,
secrelario de igual ca|iacL.le
0 lente coronel Campos
ler em sua residencia, Isto,
do 111 arraazi'in de m ilhados,i
para sortir diversas vendas, eom
iue fez estabi'lccer pelo sentenciado Gil, figurando
a mullier leste. ( Maitbade tal ) fazendo recollier
foinbem em sua residencia coinraaudta os produc-
ios da Iba, para d'alli mainlar n.-iulor naajdjp
pelos mesnios senteiieiados, e por presos fab-tef'
como ultiinaininte se leu, na tome porque passa-
rain os mesados sentenciados, peloes|iaca do trai;-
porte de outubro a janciro correte. 4*
Nem to poueo na pralica conslanto de falmuMU
intrigas do mis para outros sentenciados, e mesmo
para eom empreados, e paisanos alli resident .
o depois i|ue elle vio o pouco apreco qne o g<>
vento deu na questo do rapitto Trajano contra
aquclle coiniiiaudante, que bem o dt^inivaro;
mas que ittdn fteon Tn sitenrio,' di'ltntido r*
uiibas de fura. Iratou-a> %)Vff tas *u**'
inten;oes, *mii i* pregados. -
Qnauto aos miseros sentenciados o publico vai
hori .irisar, os fortes I ci4os. f *hB*fl*l *JW(rar Ma-
noei Goncalo do Monte, h.iiuin quasi sejLageuai i *
eom ioi rhlbatadas de pe atra*, pelo simples fa-' -
do um seu cantarada dia*r que o bavia eonvidae >
para fugirem e a mah tres, que sendo mallogia-
dos na tentativa de fuga, dms foram barb,
mente castigados, e o 3." que teudo-se refuy1
as mattas.sabendo por ontros do fin e si'ns otfl-
panbeiios, preparen um laco, e ia a enforca.
quando dous rapases que proenraram no? ml!o
fructas silvestres e carangiwijos, casualmente > n-
contran o hornera se inforeando, e para Impedir,
resolutos atirain-se a elle, cortam-lhc a corda >
foram dar parte ao ponto' mais prximo, o qu. I
levado para a enfermara do presidio, ainda e^
ra perigo de vida.
Manoei Lopes, pie sobre elle recahio a susp .
la morto perpetrada em Joo Pedro, mas qu'
bavia provas, foi .staiiuiado como praticain
selvageus do Rio Grande lo Sui; coin 2 pahuas
suspensos (to rbn, e as II horas e meia lo Jij.
que d'abi a algn- minutos, o niiserayel dava ur-
ros horriveis o no pxccsso.de acerbas dores pro-
veniente do tremendo castigo, nao s'se oceup 1
como mais dfasia ainda, se o tal conimandanteipii-.
zessejos pulsos do individuo e pea cortados pels
ataduras das .-..idas, e sol lo meio dia recbelo
110 rosto, os u'erv.s estalando pilo pesodocrf1.
quera nao dina mesmo qne foi.b hiatidorde J. -
Chrbltol Oh! que Raninos Meno deshumano; veT-
irc que te gerou, antes tivesse em sen lugar oc-
culbi urna cascare).
Darbaro Campos Mello, que desgrarado foo
pi'isegue aos iniseraveis ae Fernanuo, qne. atrio
dos soffrimentos de suas peftas, piflibe-lhcs em
partilha ter um tal commandante I
Em 18.*i7 houve alli um cstaquiaraento por ura
Jos Antonio Pinto e por um ronbo phantastico !
um tal padre Pi ; os pobres disserain contra
o que nunca fizeram; adianto o .oniinandan>
cbnvenceii-se do embusto c muitas vezes' provu
seu arrependinieuto. Dos Ihe falle n'alma. EITe
tambera tinha viudo dosul do imperio o trazia
tes prejuzos. Os mais severos eommandantes qee
tem goverftado o presidio em casos i fchlteo SV
tentativa de fuga, para nao deixar impune, H nem
autorsar a reprodueco de taes tentativas, seg ;n
do colbia do exanie feito para descernir o autor,
100 enmatadas era o mximo ; outros limilavaii)-
se a castigar cora ferros, tronco, acompanhar *or
ontros para o srrtfo da Livoura, recfher ao o- r-
raitorio (aldea) priicire que os outros, jcjm>.
ilha Rata etc., mas nunca cora o cynismo alr-
lo tal Campos Mello.
A.linirem mais ainda. Alera de tanta pen'cr-
sid|de d-se m is um llagello. A metade cara v>
Sr. Campos Mello, pujo carcter j foi pintado pu-
blicamente e cora exaetdo pMo eapitao Trajano,
quando o seu enzinheiro ou fazedor de tapiocas
iJoanes e outros) llie trazem um facto, se bem que
lalo, porra que ;lles urdein para seus fins e pa-
ra tercm sempre coto qneeevar o damhoso rns-
urac le sua a na,ella corre ao seu cancao e diz :
1 nao vez Campos Mello o desaforo do F. m nonv^
1er a atrevimente dizer que nenhum commandaTi-
te anda c veio que tanto roitbasse a naco c a"**
pobres sentenciado- como voc. > Que niz ? raa-
tei-o j, e l vai r pocesso fritando pelo sargento
da aldeia, mandar vir o individuo sua presenta
em frente da aldeia, rodear-se de massos de nuc
do gainelleira, i obra de momento; e sera mr-is
investgar a verdade, s se 011 ve elle dizer Delus
toca, mais das vezes sem o micravel saber p-iT-
Rte. Se os miscraves sentenciados, arresta
os ferro;, que a le Ihe impoz, sao ainda mais as-
sim fustigados no auge de seu desesporo, o qae
nao se deve esperar 7 Ao major da presa mnlV
se deve nao ter j sossobradn aquelle malfiu'
presidio. Esperamos em Dos e na inergia dj
Exm. Sr. presidente da provincia por termo-
tantos solfriiuontos.
O fllho de umdos fustigado!
nos
ruanVj
Sauto Antonio; bexiga.
Anua Joaquina, branca, Pcrnambu-'o
solteira, Grac.1, hepalile aguda. .
Cosma Damiana dos Santos, parda, r-
co.it anuos, viuva, Boa-Vista, hospital Pct.o 11
tubrculos pulniouaies. .!,.,-.
Luia de Franca Monteiro, pardo, MM
31 annos, viuvo, hospifol Pedro II ; conlosio pro-
lundo e ttano. ._
Andrew Wolason, braneo. Inglaterra, 3j aan -
casado, Boa-Vista, nospital Pedro 11; M l
Julia, branca, Pernambuco, 9 mezo-, B.v. Y
varilas coullueutes. n
Josepha, escrava, preta, Peinan.01 :o,
solteira, Boa-Vista ; grangrena.
Mara, parda, Peruambuco, lo das, v. ;V
Phl!con Borber,'braneo, Franca, 18 flBOM'
teiro, Boa-Vista, hospital Podro II; fobic ama-
rCThomaz, preto, frica, 90 annos, SolteJro, Boa.
Vista; vclhicc. ,, /-.,
Rodolpho, braneo, Pernambuco, 11 annos, Ca-
ca ; escorbuto. ,. fc,_____
Manoei Francisco, preto, Pernambuco, SO amos,
Boa-Vista ; typho,
Manoei, pardo, Pernambuco, i mezc:, he.uc ,
inflammacao. 41 ., -0 __,
Guilhermina Francisca de Almeida, 28 a -,
Graca ; entorile era conscquenoia do pari.
PBUCACOES A PEDIDO.
Motieitaw lo lecrmando de ""Moro-
nha.
Sao numerosas as que nos irwiaram pilo vapor
Mandahw, procedente dquella malfadada ilha,o!jJe
o actual commandante Antonio de Campos Mello,
vai commettendo as matares atrocidmtes, fazendo
revlver alli o eslaqueamento, castigo'barbaro, e so
usado por homens cuja brutal ferocidade so riva-
lisa eom a do tal Campos Mello ; atara de azer ap-
plicar aos miseros sentenciados o castigo das chi-
batadas, cujo numero nunca e menor de quatro*
cenias.
Por agora, limitamo-nos em referir poucos tac-
tos, em quanto nos vem s mos documentos au-
tnticos, par* publicar oniros feites dayiehe hroe
e desmascarar alguem, se por ventera nos quizer
desmentir. Ao Exra. Sr. presidente da provincia
pedimos se digne volver suas vistas penetrantes
para aquella dcsprolegida ilha, mandandosyndiear
dos fados uKmiamente praticados pelo tenente co-
ronel Campos Mello, e msendo ehagai' ate M sat
enrgicas providencias.
Quando o governo esclhe d'entrc os njiHtare?,
um. em gnem concorre as quahdades. que faz
distinguir na sociedade, isho hitifigenfe, eom
tino governativo, probo e humano, e manda g-
viernar aquella desditosa Hha ; bem; mas, cntaao
por desdita^c seus miseros habitantes manda nm
oWacisafo7hu simi-doud ( em parte devido a 7 fo-
nmeutos recebidos em campanha) qne furioso,
ora antes, e ora ao depois de antar, a quera o seu
Tendo sido domitlido do lugar de repetidor <
Gynmasio Provincial, por portara de 16 do c
rente, segundo uisse a Revista Diaria de 1.-
aguardo a pub icaco da dita portara para ftLc
111 inhiba Meza tanto quanto baste, do modo o
desfazer qualqucr iinpresso dosagradavel
contra mira possa ter-se experimentado.
Recife, 20 de Janeiro da 1873.
Herminn Rodrigues de Uffira.


0 abaixo assignadn declara, que ha tres o .1
qualro anuos retirou-so da sociedade ruaj<~
nica, participando por escripia, respe.
I.oja 1'omiutitro, e boje ratifica essa
resolufiAo para sempre.
Il.-cife, 20 de Janeiro de 1873
l/uooe" Mora Rodrigues do Nomii
O beneplcito,
ni
Plea -demonstrado quo o beneplcito par,. -
tVuWrt, breves, cneyelieas c quaesquer aetos f
jurisdieco ei'.'lcsi.islica fepupna volitado e -.-
dera eom que hristo fundou a sua igreja ipdepm-
dente de qualquor poder temporal.
Propomo-nos ex|Kir bate como tem sido U
pugnado o beneplcito e condemnado desde o b
nascimonto bastardo at a sua idade decrepite; -
se sempre que a igreja anathematisa ura erro, <*
liis tambem devem exeera-lo e detesta-lo, pan
pernianecerem (ilhos de Chrsto e membros da sua
igreja. cenluplicam-sc as rates para as;ira des-
tarraos a hereclica invenco do beneplcito.
E na verdade, nao ha talvez una heresia, vui
erro mate repetidas e innmeras vetes condemna-
do pela igreja que o beneplcito; seria fastidian*
e por extremo prolixo se quizesseraos referir lodo*
as bullas c decretos pontilictas e conciliares, qae
fulminara coni o anadenla o regio plucet; citan
rao* varios documentos de execracao contra o pk--
cet, sem preteadermos allega-Ios todas.
Os suonnos pontificas Inuocencio X as 11 *
noveinbro de W51, Alexandre VII, 14.de marf
de 1658. Clemente XI, 29 de novembro de 1714, *
mesmo Clemente XI, II de jaaeiro de 1715, !84f
agosto do 1719 e 27 de outubro de 1711, Clemeiik
XIII, 15 de Janeiro de 1763, 25 de juiho de t?w
o 30 de Janeiro de 1768, Leao X, Benlo XIV e acia
commemorar outros trados. Po IX a 2S d*> ageetv
do 1831, mata de 18X3, na eneyelica Quanta Gut*
no Syllabus de 1864 a em outras suas constui-
edes, estes summos ponttees, zelosos defcnaorat
jos direitos de Deus e da sua igreja aradarasa aOBav
pre contra a invenjio do tu mplm.fi* eomoya
opposta justica, in4scem\e, amnmii mimrrm\m-
caudalosa, pravidade, vtoteramiet Hgna m'tierna
pena, ete. Mas reforea-sa, a licito iattar aBsuo
esta indignaeo consunte e unnime daa atpM-
runs-pastereada Igrefa, otn a reaowaeao 4o ub-
thnma oomqo o sacrosanto .mmanlea-aanalli
Vaticano ferreteou na teste o beretiwbanaptoeite:
diz o concilio Vaticano era sua coiislituicao ttejp.,
mattaa de t catho iea, saneclonaaa na temmumi
blica esolemae te -48 dejuHte.de lalft, copas
primeiras palavras slo estes Pmtot m tttnmt *
episeopm aninantmnomirmm,
BaqueHe supremo pod-r (falla do prteaadoatv
doOafia) oontllle^ rwnaao de pwaiwr 4'teW'
nafversal, sega* ao, pois, que,- na ratelo date
mu ministerio, tem elle o dreito de livramante
eommuotem- rom psi pasteras- eom t*9K**rm<
Ie,'tei1gre}, para aue os ttema p^*te:t^f

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HMo tk Ptattufatlc feg*ra .21'?#

sinx^S c d rgidos o ramiu! da Wl-
il,a:u^iw e-bi-iwauis a d
U eU,Muwfllus,a^ ^itfiv afieoa
ks P*Wc.',*i MN&a*MV ii -Mocita ao pj..ii,seenJar a pinto ifNBa-
i -iiUMttk que tildo o l l"l,i apostoli^M
c igieja, #teni ttor ao u trca, apio
-i*** P*> 1ai*eito da poder
?r. E s nkuem tentar contra eta eensti-
i, o emcUioTBz.U'/Hm* s ao.
Ora. ;h -"jntflli^. Valivino assisliramjem pessoa,
e'Selle legislaram eom Po IX. o- Exnn. S:\i. arce-
Idspado Brasil e. topo i do Rio d; Janeiro, Pcr-
riainbuee. loar, Para. Ro Grande do Sul, Ma-
rianna, Dinm mtina e Boyaa, constituirn! alguna
iln&nassos btepos prsenles no concilio com seu*
pmc AVathres.
Poretn, para que funws tao adianto em allega-
o>e de constiluicoes pontificias, se temos una
prova pcremp'.oria' da rondemnacit do bonopla-
cilo na ene vetea Quintn Otra e BO SgUaus de
fio IX, publicados na sania igreja eathedral me-
tropolitana da Baha aos 16 do abril da 18153, do-
mingo di: paseana o por una paaloral do Exm. o
Rvm. Sr. areebispo, atada de 23 do mat do
mesmo auno, e em cada dicesi' fo publicada pelos
respectivos arelados. Cira, esta c mstiluicit Quan-
<* Cwa no seo MUnbvs rondemna sofcmi. emente
'beawpateito, lego est reeonheedo no Brasil
anathema deste hertico escudo dos inimigoe da
Par aiianto, on esta nioveiiea Qnanta Cura e o
Sf/flabvs, t >ram pnblleado com o beneplcito do go-
bern brasileo o que falso, on nao temo tal
beneplcito ; se (o ph.eitada, cntoso goveroo ac-
eeitou a condenraacao do seu pi'esupposto iiroito
il. Placet, e se au fui o quo certo, anida assiin
tica privado : 1" que o beneiilacito est cjndeiu-
cado no Brasil ; 3* que o governo ao monos la-
etTaroente aoeeitou a roiidemnaeo do sen bene-
plcito, porque nao reo la mon contra a sua puhh-
f. \(/m; i' 3*" que j se Mu publicado ueste impe-
-.. jets pontilicas sein a placet.
Nesta dioeese foi a ?mencionad icncyclica e o
S ilabus publicados pelo Rvm. deao I)r. Joaquim
francisco de Faria entao vigario capitular do his-
pano, com a sua luminosa e plenamente cathulica
pastoral de 2i de agosto de IStio, pastoral essa
qae alen de ser publicada no Dtarto deVcrnain-
*tm> d no peridico Oifo de desembro, foi em fo-
liietos espantada por toda parle, e mandado ler-
pelos parodies na niissa conventual, coui a en-
cyclica Quinta Cura e o Sgllabus annexo.
E pois que tacamos nessa pastoral do 11 vm. Sr.
4 o, nao podemos eorapriow" o desojo de citar
un tpico, que ha de abrir os olhos a muita gente
porqHe sublime c conten nin principio fuda-
M.Mital do athiiehsmo. Drpois de de.nonstiar
eruditamente que a dmilrina ensillada pelo grande
iK-ritifice Pi IX, em sua suba e luminosa eney-
dira (sin palavras do vin, Sr. deao) a verda-
dera e catholica, diiia <> Rvm. Sr. vigario capitn-
I ,r: &i a elle (Pi IX) devenios ouvir em materia
d dogma, de moral, e de cnlto, erando o qae olio
ci, e condeiuuaudo o i,ue elle condemna. S a
'!.i a cuja fe foi pr.Hiiettida a indefectibil'dadc :
Ego rogavi pro te ut non de eial lides tua (S.
Lucas c. ii, v. I e 39.1. S a elle, aeraran, por-
que > a communhao com elle nao ha salvacio.
>., ha un Deus, un fe, uina verdade, um re-
banho, um pastor, uina igreja (S. Paulo carta aos
Eolieseos c. V 5 v. 3 C. S. Joao e. 10 v. iti, S. Cy-
iviano f.ib. De Unttate Ecrlesfa), esta groja nao
pr<|o existir se,n elle (Papa); fora ilelle n,io ha sal-
'. .i,;ii) nem vida, nao se pode estar dentro deila ser
iristao esor cathol.'o; nao se pode aerea-
H.-lico sanio com elle, como elle. E a todo iquelle,,
linda que seja um anj i do c, que nos anndn-
eitr urna doutrna dilTi rente da que a igreja pro-
-sa e elle nos ensina. devenios com o apostlo
,'.. v Anatboma (S. Paulo aos Calatas c. 1, v. 8).
'uta pastoral pa. 12 i 14' Seria bom que les-
-fiu os nossos advertaiiis toda esta eradna pas _
r ral, e-cripta |i I" Hvin. S. deao em 1863 -O' tem'
a '. Logo nao podeui os niacons refugiar i
sombra do beneplcito nveneao heretical.
ja amos demasiado longo, sanioaduiiriamosal-
Sunas raata para nussa these, porem, basta, e
eisamos do referir un.:i pagina da historia luzo-
brasileira sobre o Dcneptaeto, por ser negro hedi-
.iil i e asqnerazo: stem que lembrar a origem desta
-ia em Portugal, |.roducrao do despota e im-
Vio rei redro Cru seria rav liante, re pie nao
>entaa-se mesa da rcfeco, seno depois de c?i-
r ,r injustamente muitfis cabecas! E s 9m nm
it a deeapitoii li vctimas! l..-mbre-se disto os
iineusoies do beneplcito, para o que indicamos a
I ituiM da escalente abra do imbie senador pelo
v,,;.iihao o Si. Candido Mondes de Almsida Di-
reito civil ''eclesistico brash'iro liv. 1- intro-
laecao. Profligaram o beneplcito com esdare-
, seriptos, Camillo Tarquino Dissertaeione
-ul Regio Placet. e na sua egregia obra Juris Pu-
t-hri Efletiattiei Inttihitiiiut Jorge Pkiltps Dn
l),--,it i-;,-',<''-K'rfi',. Douix Tractutus de Papi.
Scarini Ihfbmu morvlii, Zallinger -Juris ntit-
. UiS el rctiesiiisliti p oliri. Vechiotti Mil'aliones
cmOHiea, FrancoHipaste popular i al objizione
oafro til IbtytM', PeJro Qoal, Ora na pontifi-
r'm. e na obra El equilibrio entre lados potesla-
|g vol. 2' Ferraris IlibUatheca cannica -verb
l idoa Reuirm, e oulros mullos citados pelos
irionado' e par Canlido Mendes que inostra
\i videncia a iniqu.dade do beuoplacito.
Oa queirain ou nao qiieiram no nosso caso os
M ;on< nao ix-dein valerse do beneplcito para de
i r.indi evcoiaiuiin'ia'j dos papas.
Um ex-acnlso.
cirros
coni
CU
<\ Bndhers & C. 40 sacca;
mss'
'Ka asfcuhn iuBluza Ctu^lforcL ra fireanoe*,
e'irregaram : jr^rtfers74 C IflO-aAecosW
tW)kloe-cle a.iariM..lfctaad^t .i* I
-.,Xa barca ingle lilaifcl, para o-^aaal, cay.
rogaran) : S. Brothers & C 7,330 sacaos c*n
5i9,7-*(0 kilo de asiucar mascavado. I
i- Na baroa nata Paiutgem, para o Cana,
earregarom : i. Patr 4 C. 7** saceos com
165.300 kilo* de assopav maseavada. .^
No nav francei Minia Celina, para aar-
sele. oiiregaram : Keller t C ^,6*), saceos com
270.000 kilos de assucar mascav.ido.
No savia francs S. Louiz, para o Havre,
earregaram.: Keller C. ioisaccas com 11,'iW
kilos de algodao.
No patacho hespanliol Soberano, para Har-
ciHona. carregou : P. IL Maury 180 saccas cn
I f.HU 1|S kilos de alodio.
No brisuc hespanhol Conceller, para Bar-
collona, carregou : P. M. Maury 197 saccas com
H,tii3 kilos de algodao.
No l.rivuc portuguez Adelno, para o Porto,
carregaram Monteiro. Gregorio & C. 101 sac:as
c m 7,410 1|2 kilos de algodao.
Na barca portuguea Amelia, para o Porto,
carregaram : A. L. de Oliveira Aieve/Jo tb C. 300
couros salgados com 6,000 kilos.
No luga portugus Julio, para Lisboa, car-
regaram : T. de A. Fonseca 4 L. Sucecssores 100
saceos com 7,500 kilos de assncar maseavado.
No lugre allemSo Ff', para o da
Prata, carregaram : P. Carneiro 4 C. 150 barri-
cas eorn 15,966 kilos de assucar branco e 7o ditas
com 9,876 ditos de dito masca vado.
No brigue hespanhol Amalia, para o Rio a
Prata, carregou : A. Loyo 300 barricas com
33,163 kilos de assucar branco.
Ne patacho allemao Alnatrees, par*-o Rio da
Prata.. carregou : A. Lojo 50 pipas cora 24,800
litros de agurdente.
No navio hollandez Annt Marie, para o Rk>
da Prata, carregaram : B. Oliveira 4 C. 33 iSr-
ricas com 3,979 kilos de assucar brauco.
Para os pollos do interior
Para o Rio Grande do Sul, no patacho "par
tuguez HoiJki. carregaram : Amorim lrmaos 4 C.
370 barricas com 40^32 1|2 kilos de assucar
blanco.
Para o Para, na barca portugueza Clememti-
'f. cirregaram : B. Oliveira 4 C. 348 barricas
com 23.198 kilos de assucar branco.
Para S. Mignel, na barcaca Aaaa Mara,
carregou : J. F. da Costa 1 ba rilconi 91 litr.s de
agurdente.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimcnto do dia 2 a 18. 11:047*564
dem dodia-30. ..... 367*010
contratada etaaMfWnMro $r* prai>^ines por
ser sua propala deVecopl>Bi-ia; vaotagein,
Y. uara constar, se mandn publicar o preme
v\oJStW_. ,', 'M: L
secretaria 4a lasourarui provincial ac n^Mro
buco, 45 de Janeiro de 7.L w
Ooflfcial
tOt
.r
11.414*571
pf -a
VOLUMES SAHIDOS
Ro da i a 18. _. .
Priineira jiorla no da 20. .
Segunda porta.....
Tereeira porta.....
Trapiche Conceicao .
23,683
18 i
410
568
890
27,737
va
eit de coi
MQf
de 13 das e a cjicluir no de 3 mezes.
3.' s pagamentos serlo ^leclaadoi! de
lindad com as matn vaatagaiuoffateaid
proponeilfts.
4*fiara tudo mais te no vai esperineados
seglr-se-ha o que dispoe o regulamento de ii de
julho de 186.
Prapostas
O Sr. niajor Jos Tbonai Pires Machado Portel-
la, ulferece fazer c cancltr a obra cima Jlrtt-
rada at a lun de maiu ptuximo vioitnru, rece-
bendo a respectiva importancia em prasos *, 9
e 12 iaeies-ue|>ois de concluida a obra.
O Sr Francisco Xavier arneire da Cunha, He
rece f iz-r a mesma obra reeebeado melad-' de sua
importancia lago que a concluir e a outra luetadw
dote mezes depois de paga a pftmeira prestaco.
Cantrme,
______ Miguel Affamaa Ferreira.
KdttiUn. 75.
Pela inspectora da albudeca se faz publico que
s 11 horas do dia 21 do crreme se bao de ar-
rematar, Iivres de direitos, no armazem alfande-
gado -Bariodo Livramento-no caes do Apollo
n. 45, as mercadori&s abaixo declaradas :
Marca P C 4 diamanto. Com barris com banna
de porco, m mo estado, pesando liquido legal
900 kil.^ranimas no valor de 136*. e 4 ditos da
mesma marca n. 404, cualando toutiulni en ft>
estado, pesando H^uido 1e%al 507 kilogranM*,
no valor de 86*, vindo de S. Thomas no brigue
inglez Floretee, e abandonados aos direitos per Pe-
reira da Cunha lrmaos.
Marea C C-E H-sem nnrricro.Vinte barm
com banha de porco, pesamU 'mprnlo legal tV>
kilogramraas no vakir de 3W, vmdo no mesmo
brigtfe' e abandonados aos Wrertos por J. 8. Car-
neiro da Cunha
Alfandega de Pernambuco, 18 de Janeiro de
4873.
O inspector.
Fabio Alexandrino de Carvalho Rodrigliffs
KdKttI n. 99.
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
que, as II horas do da 23 do crente, se hit de
arrematar, livre de direitos porta desta repar-
ticao, um e meio kilos de renda de seda ao valor
d 133*100, e setecentos grammos de anta de
algodao no valor de 50*820, as quaes mercadojias
fazi.ini parte da caixa marca R. T. 4 C.' n. 43.
viuda de Bordeaux jio vapor fnmcex Mendoza, e
foram abandonados aos direitos por Rodrigues
limit 4 Guimaraes. k^
Alfandega de Pernamhuo, 20 de Jarfeiro njwfl.-
O inspector,
Fabio Alexandrino deCarvaHio RciS'.
Ba d* Scmala-vafu.
Casait^r M i. l. fF J -0*ct0
Os preloadtwes aeaet4 o 'hpr*eif ar no arto da
arrtmaUco as faas .flanras, ou comparecerem
compaiihado'ls\fWo' Baares, devendo
pagar alejo da renda, o premia da qaantia por
que foi- seguro o predio fie contivar estab eleci-
!* ctaavereia), asim como a atraco da liai-
peza e precag dos apparelhes.
Secr,.''ari da saate casa da muericordia do Re-
c^jeVi7 de Janeiro'e IH-
0 eserivao
Pedro Rodrigues de'Sonsa,
Ru\ das Laraugeu-as. ^^^___
Bhfa. hill
9|fw an muita Haa'atai para o maleado
porto o veleiro hiate Garibuldi : carga e frite
a tratar com os Srs, Tasso lrmaos 4 C, a ra do
Amorim n, 37.
SERVICO MARTIMO
Alvarengas ddsarrcgadas no trapiche
da alfandega no dia 2 a 18. 74
Ditas ditas no dia 20......
Navios atracados no trap. da alfandega 3
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao..... 3
lo
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
BAES DE PERNAMBUCO
Rendim.-ntu do dia 2 a 18. 7:696*721
dem do dia 20...... 4:2i4*777
Kditaalaa. 7H.
Pela inspectora da alfandega, se faa publico,
que, nao se leudo elTectiiaao a venda, aminuciada
por edital n. 74, de lies escleres mntilisados,
destiiiftdos ao servico externo da guarda-muria, se
transfere a arrematacao dos meswos escleres
para o dia 23 do corrente.
Alfandega de Pernambuco, 20 de Janeiro de 1873.
O inspector,
Fabio Alexandrino de Carvalho Reis.
DELlRleOES.
Esrali tanl.
31:921*498
CONSULADO PROVINCIAL
RcnJimento do dia 2 a 18.
dem do dia 20. .
131:815*289
3:983*113
135:798*402
OOMME
. .,:\ Di) RECIPE SO DE JANEIRO
DE 1873.
AS 3 1/2HUUS DA TARDE!
'otacoUv* flciae.
na-cavado (uigado regular 2*300 por
15 kilos, sabiado.
I ,u ,! sril.re Londres a 90 d|v. 26 3|S d. por
MMm.saUwibl.
ubourc i
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ALFANDEGA
I5.i d :.. ;!o di dia 2 a 18. .
Hffw da dia 20......
842:874*095
40:314*252
Navios entrados no dia 1J)
Babia14 das, brigue portnguez De>-idido, de
239 toneladas, oapuao Ignacio de Oliveira Braz,
equipaem 9, carga carne; E. II. Rabello
4C.
Sonidos no mesmo da.
Rio de JaneiroBarca ingleza Talismn em las-
iro. _
Navios entrados no dia 20.
BahiaII das, brigue brasileiro Providunriu, do
360 toneladas, capitao Carlos Eduardo Merry,
eqnipagem 10, carga carne; Johnston Pater
4 C.
Bahia20 dias, patacho allemao Vorerarts, de 120
toneladas, capillo B. Hermann, eqnipagem 6,
carga carne; Manuel da Silva Main.
Rio de Janeiro -16 das, barca norueguense de-
nominada Brasileira, de W toneladas, capitao
B. Foss, equipagem 10, em lastro; ordem.
Liverpool -49 dias, brigue inglez Annie X. Young,
.de 313 toneladas, capitn I. T. Murphy, equi-
pagem 13, carga earvio ; Simpson 4 C.
Araratypelo o Ass-5dias, hiate brasileiro Deus
te qiiie, do 136 toneladas, capitao Manoel F
Jallos, equipagem 7, carga algodao.. jal e outros
gneros; Barthulotueu Lourenco.
Aracaly -12 dias, hiata brasileiro D. I.uiza, do
105 "toneladas, capitao Domingos Jos da Costa,
equipagem 8, carga algodao oulros gneros ;
Gomes de Mattos Irtnao.
Terra Nova-26 dias, brigue inglez Cen.ie 198
toneladas, capitao 11. Ney, equipagem B, carga
bacalho; a Saunders Brothers 4 C. Seguio
para Macei.
A'//Pi't sabido no mesmo dia.
MontevideoEscunahollandeza-luna Markr, ca-
pitn R. R. de Jonge; carga assucar.
Observacao.
Suspenden do lamarao para os portos do snl, o
patacho inglez iarbor tirare, capitn Brown, com
a riiesnia carga que trouxe de Terra Nova.
Faz-s publiro a quem mteressar jiossa que as
matricula! desta escola abrera-w no da 15 do
corrente e ncerram-se no fim do mesmo me.
devendo os que se quizaren! matricular no 1" anno
apresentar:
! Certdao de idade maior de 16 annos.
2* Certdao de que sabe ler, escrever e contar.
3 Ccrlidao de nao ter si lo c mdeninado par
exime offensivo moral ou reJigio do estado.
E para que cheguc ao conuecimento de todos,
mandou o Sr. Dr. director lavrar e publicar o
presente.
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
10 de Janeiro de 4873.
Ajit* de Albuquerque Gama
Secretarlo.
CONSULADO PROVINCIAL. -
Avisa-se por esta reparticao, ijne no dja 20 do
corrente abre-se opraso para reeepcao dos diffe-
rentes impostos provinciaes designados na lei do
orcamento vigente de 1872-73 ; os quaes devem
ser satisfeitos dentro de 30 dias sem dependencia
da multa de 6 0(0, ein que inrorrero os contr.-
buntes que o deixarem de fazer nesse itraso legal.
Consulado provincial, 11 de Janeiro de 1873.
O adrinstrador
Antonio Carneiro Machado Riea.
SANTA CASA DE MISHMCORuI V 00 REC1FE.
4 M n*. Junta admimstrativa da Santa Lasa de
Miieticordiar, autorisada peto Kxm. Si.piidonle
da provincia, por otReio com data de ludo^orren-
te, e de conortnidadc com o disposto no $ 9.* do
art. .si2 do seu coinprunn*,u,permuta por apolices
da divida publica o dominio directo dos terrenos
em questao edificadas as casas abaixo declaradas,
lomando-se por base os piceos da avaliacao.
. Ra da Roda.
Ns. 2 e 16 de Gldlno Antolio Alvos
Fermira
Ns. 4 e 6 do Mostcirn de S. Beuto,
Ns. 8, 10 e 12 da Irmandade do San-
tissimo Sacramento de Santo Anto-
nio
N. 18 de Bernardo Alves Pinheiro
N. 20 de Anna Theraza do Sacra-
mento
N. 21 de Manoel Jmquin Rbdilgues
de Souza
N. 26 de Anbmt Ferreira Braga
N. 28 da irmandade das almas da
f/rcuez{ de.Santo AnMnio,
>'. 30 de D. Joanua Mara dos San-
tos Moraes
N. 32 do Dr. Antonio Joaquim Tle
Moraes e Silva
N. 34 de Manuel Jos do Amara!
N. 36 de Antonio de Paiva Ferreira
N. 42 de Jerunymo Pereira Villar
N. 44 de Joao Pereira Ramos
N. 46 de Antonio Jos Rodrigues de
Souza
Ns. 48 e 50os filhos de D. Maa
Carolina de.BritoCtrneiro
N* 52 dos orphaos nihos de Francisco
Ferreira Gomes de Menexes
N. 56 de Jos o> Reg Pacheco.
N. 11 de Mnneef Ferreira Braga
N. 15 de Jos Leopoldo da Silva
N. 17 de D. Emilia Carolina Madeira
Ferreira
N. 19 de Emiliano de Mello des An-
jos Paula
II de Joaquim Pacheco da Silva
N. 23 de Antonio dos Santos Vieira
N. 2Ji de Ignacio de S Lopes Fer-
nandas
N. 27 de Flix Antonio Alves Mas
carentas
N. 31 de Miguel Joaquim da Cesta
N 33 deUernardino A'.vesJ'inheiro
N. 33 de Mara Francisca da Con-
ceicao e Silta
N. 39 de herdeiros de D. Joaquina
Maria Pereira Vianna
N. 41 de Paulo Maaques e Antonio
Francisco Macla
N. 43 le filltos de Js Rodrigues do
Passo
N. 47 de Marcelino Jos Goucalves
Fontes
Travessa da rna da Rola.
N. 2 de Domingos Jo.- Ferreira
N. 8 de Ignacio de Loyola e S
Recebe propostas em todos os dias de sewld as
quntas-leiras, at O de fevereio vindouro.
Secretaria da Saule- Casa de Misericordia do Re-
ofte, 20 de Janeiro de 1873.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO RECITE
A junta administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, autorisada pela presidencia e
de oonformidade com o seu compromiso,Jeva
praca de venda na sala das suas sessoos, \k-
las 3 horas da tarde do dia 23 do crrente os
scguinH*s predios, tomando por base as qnantias
onvreidas. .
Meia agua do largo da Campia
n. 3.
Casa terrea da ra de S. Jorge
n. 92 c a casa terrea da ra dos
Guararapcs n. 83.
i Casa terrea da ra da Matriz di
Boa-Visia n. 56.
dem da ra da Gloria, boje Vis-
conde de Albuquerque n. 61.
ASeeretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 17 do Janeiro de 1873.
o eserivao,
Oedco Rodrigues de Souza.
CLA4JDIHA
Para o Porto
(feguir com a maior brevidade possivof aVe-
a e bera conhecida barca portuguez.i Clundi-
i or ter parle da carga engajada : para o res-
e passageiros, aos quaes offeroce excellentos
oOnirhoilos trata-se com Cnna IrnrOs A G. ru:i
da Madre de Deus n. 34, ou com o'capitao, na
praca._________ ______________
Para Lisboa.
-'A barca portugueza Sapltiru, sabe em puncos
dias. para o restadle de carga e passageiros, tra-
ta-se com os consignatarios Thouiaz de Aquino
Fonccea 4 C. Successores, rua do Vigaiio n. 19
200*000
40 1*000
600*000
200*000
200*000
230*000
200*000
200*Ol;0
200*000
200*000
200*000
200*000
300*000
300*000
300*000
500*000
200*000
200*000
250*000
300*0-0
400*000
200000
200*000
200*000
200*000
200*030
200*000
200*1.00
200*0000
300,'000
200*000
200*000
400*000
200*000
200*000
Para Lisboa'.
Tem de sabir brevemente o lugre portuguez
Julio. Para o resto da carga e passageiros, tra-
ta-se com os consignarlos Thomaz de Aquino Fon-
coea 4 C. Successores, ra do Vigario n. 19.
Para o Rio Grande do Sul
Destina-se para o indicado porto o patacho por-
tuguez Rocba, e recebe carga a hete : a tratar
com os seus consignatarios Amorim lrmaos (t C
Vai hir com poneos dias ds demora a polaca
italiana Sara, podeodo rseeber aigoma carga, por
t**o, qijfiii desejar carregar pote eoiender: com
o consignatario Joaquim Jos Gjo^iives BalKao,
ra do Co^mareio n. 5
PARA'
Pretende seguir com poueo das de de-
mora, a barca portogaeza Ctemeutina, por
ler quasi a u* c^rga completa, e para a
punca que Ibe falla, tratase na roa do
"ommercio n. 5, escriptjrio de Joaquim
J s Goncalves Bellrao.
risco de quem prfem**, ert 1 l inaft Mn*.
miaVla-faiAr itrorm. how '***
nh, no armazem ita ra do-\ignrt n. 11.^___
Leib
OE
MOTIS
mivos e uaaiks.
OUARTA-FKfllA 2i DOjCORRGNTE
0 agente Pestaa logalartte autorisado por
una familia ipie se retiot pata fjra da provin-
cia, tara leilao de I exfolenle m.*Hia do Jacaran-
da o mais moderno em go'to que tem apparead,
guarda-vestidos, commodas,' toilets cora espefco.
mesas, i"spelhos, camas, cadeins. vidros, apara-
dores, luarqubzas, secretaria^oic, e muilos antros
objectos neccssiirios para casa de familia, e tmt
ser vendido sen reserva, qnart^fuira t2 ik> cor-
rente, s II horas dimarmi, no armasen n. II
da ra do Vigario._________________
Leilao
DE
Duas casas terreas de ped.ro e cal na povr-
(;o do Moldo, da provincia da Parahyb
do Norte.
Duas ditas na Baixa Verde; desta provincia,
lina pequea faada de gado em S. Beato.
nesta provincia, com meia fatua le torra,
toda cercada, e 50 cabecas oua>.
QUARTA-FEIRA 5 DE FEVl.ULUiO
s 11 horas.
O agente Pinto cumprindo inaiilado do Illra-
Sr. Dr. juiz especial do commerciu, levar lei
lao os bene cima ditos, perti'ncentes amasia tal.
ida de Joaquim Silverio de Sou a & C
0 leilao ser effectuado s 11 .horas do da
quarta-feira 5 de fovereiro, em o escripUirt do
referido agente._______________ ^______
"Teil'Ao
DE
1 dita com brins, 1
todos com aTariadf
Rio Grande do Sul
Para o porto cima indicado pode anda receber
alguma carga a frete o patacho brasileiro Pelica-
no : a tratar na ra do Vigario Thenorio n. I, 1
andar, escriptorio de Balthar Oliveira a C.
LEILOES.
883:1885647
fegam hoie 21 de Janeiro de 187.1
> alleiuioEegvttemercadorias para al-
fenidega.
: indeza Urrmionemercadorias pra al-
fandega.
inglezJndisiY'-farinlia de trigo j des-
Saejiada para o caes do Apollo e merca-
iiias para alfandega.
. rterieano llit'ie askett kerozene e
aducas pira o trapiche Conceico, para
d .>pahar.
i '... franc.eza Grai.rilievinho para deposito
no trapiche Cunhi.
Patacho hollaadet-T' Cornelissen varios gc-
Oeroj para o trapiche Conceicao, para
despachar.
americana -Sacramento farinha de trigo
j despachad1) jiara oNcaes do Apjllo.
ti .. p.irugueza -Aloelbt milho para o tra-
piM! Conceicao, para despachar.
.'.--T inglez Ltnirkihire(esperado) -mercado-
rias para aUajidega.
lll>|f>l'tU4'Ao.
'i,M brasileiro PaoviDF.NCiA, rindo da Bula,
waignado a Masfca Pater lov :
>uros2Q.
Xorime Ja7,330 kilos ao.consignatarios.
EOITAES.
HepartieJIo dan obras nublicMM.
Tendo em maltas casas sido achauos os canos e
apparelhos da eompanhia Recife-Dramao? damni-
licados maliciosaineiite, o engenhere fiscal faz
publicar para couhecmeato do .publico os seguin-
tes artgos do contrato de 18 de dezembro de 18G3,
e do regulanionto de 12 de janato de 1872,
saber :
230*000
3:100 000
2:000J000
2:0004000
LEILAO
DE
movis, loiif e crystaes.
CONSTANDO DE
Um piano (novo), 1 mobilia de Jacaranda I.uiz
XV, I espelho domado, 1 sof, 12 cadeiras, 2
banquinhas de mogno, 2 inesnhas de ferro, t
rico guarda-vestidos, 1 guarda-loiiea, appara-
dores, cahides, mesa para jantar, escarradei-
ras, tapetes, lanternas, 1 apparelbo para' cha. 1
dito para jantar, compoteiras. garrafas para v-
nlio, copos, clices, e diversas obras de piala
do Porto, sendo facas e garios, colheres para
sopa, ditas para cha, e maltes outros artgos.
HOJE
0 agente Pinho Borges vender em leilao, por
ordem de una familia que se retira para a corte,
todos os objectos acidia declarados, existentes no
priinero andar do predio n. 20, ra do Bom
Jess.
O leilao principiar as 11 horas da manha.____
i ca xas com movis,
dita com miudezas,
agua salgada.
Hiuula-IVirH 9 la carrate
s 10 1|2 horas.
O agente Pinto levara leilao, por autorisacao
do gerente do consulado de l-'nnca, em presenca
de seu chanceller e por eonta e risco de quem
pertencer, differenles volamos avariados i bordo
do vapor Mendoza, e barca franceza 8. Luiz, em
seu escriptorio, ra do Bom Jess n. W.
LEILAO
s-,
CORREIO GERAL
Relacao dos objectos registrados existentes na ad-
roihistraro dos coiroios desta cidade, para as
pessoas abaixo mencionadas.
Antero Augusto de Abrou, An'onio Mai tins da
Silva, Basilio Jos de '-arres, Delio l.uigio, Fran-
cisco A. de Gonveia Lins, Francisco Barbosa de
Paula Pessoa, Francisco das Chagas Galvao, Fran-
cisc de Paula Rogo, Folippe Pon-ira N. de Aran-
te, Francisco T. da Rocha Becerra, Geovanni i a-
lucliij, Goncslo Vieira de tollo, Isabel Maria da
Coneeicao, Ismael Francisco do Barros, Jovma
Maria da onreo, I. Smedley, Joaquim de Oli-
veira c Souza, ea Doniinguos da Silva, Jos Fer-
nandes Ferreira, Joan Jos Rodrigues, Luiza F. de
Souza Mell. I.uiz Aprigt de Oliveira Salermo.
Artigo 24.
Os moradores dos predios devero comniu-, Luiz E. Rodrigues Viauua, Luiz de Franca de Vas
riaiu
Carvi
inalez
Awna M. Yuxa, cindo de Liver-
Smjua di C, nunife-ou:
laias as consignatarios.
Hja* trnsitity D. Luiza, oiIo do Aracaly,
toado a Goihes >, Mattos A- Irno manifes-
Algodao W7 saecas aos consignatarios 10
prjfcm.
:rode cabra M raolhos aos mesmos, 88
em.
ftmma fkl saceos a J. B. de Oliveira, 85
ortteni.
Pipi vasta 1 orden
p.lnss d aiunaaobk KK) a Iva k Alvos. "
}^ K aiiaensf miarlos, 15 ft-oatna.
HFW.V! S D tlHiifiTaCAO NO MA t D$
3ANEUV tufan
Pira ot fo^os do etUrior
' M vaH^rnglez diitend' pit Lawrpw!,
O Dr. Augusto Egydio de Castro Jess, juiz mu-
nicipal do termo de Serinblem, por Sua Mges-
tade Imperial e Constitucional, a quem Deus
guardo, etc.
Faro saber pelo presento, que nos termos do art.
! do' decreto B. 1,693 de 15 desetembro de .18159,
dentro do prajo de trinta diis (exceptuando todo
o feriado) contados da publicacao deste oddal, ro-
ceber este juizo propostas em cartas fechadas pa-
ra arrematacao por venda dos escravos : Arcidio,
erlonlo, avahado em 1:300$, Samuel, por 1:200J,
Thomaz, rtioujo.por 1:300/, Porfirio, Angola, por
6 03. Lucio, crteulo, por 9001, Manoel, crioulo,
por l:00, Guilherme, por 6003, Jos, crioulo,
por 1:100*, Julia, por 1:0003, Flora, por 1:0003,
Andrea, por 400, Anna, por 600| ; cujrJs escra-
vos foram penhorailos por execueit de Manoel
Alvos Ferreira, a seu devedor Francisco das Cha-
Sas Cavalcantc, e se acham depositados em_ po-
er do depositario particular, Dr. Jos Eugenio dn
Silva Ramos, morador no engenho Qileba ; sen-
do prexo para a arrematacao o dia 27 do mez
de Fevamiro do anno prximo vindouro.
E para que chogue ao conhecimoato de todos,
mandei passar o presente que ser publicado e
afflxado no lugar do costume.
E->tava urna cstampilha de duzentos ris inutili-
sada :om a data e assgnatun. seguinte :
Villa de Serinhaera, 18 de dezembro de 1872.
Eu.Joo AtTooso Reguelra, eserivao o escrevi.-
AugusU) Effjdio de Castro Jeaus.
sta conforme ao propino original, ao que me
Villa de Serinhaem, 18 de dezembro de 1872.
0 eserivao, Joo Alfonso Rcgueira.______
tuneumprmeamdaordam doExm. Sr. presidente
daprovintiade AO do corrente u*z, maada vmr
Sutolico, que no dia 23 do mesmo, ptrante a junta
a fezenoa da mesma thesouraria, vai a praca
para ser arrematada par quem por menos fizer a
ora dy/S ruaros da estrada de Muribeca, entre os
flgenhos. Guararjpes e Novo, oreada em.....
f :f05iW0, c tendo os preten.lentes em vista alm
a ciausulas especiaes as propostas aniixotrans-
'' -lA-neaaffas se pretenderem dita obra deverao
irnaha^rxri i wwrrripirtirjii ata o da cima men-
itmt, eftoleifne,*'nao faando sw a obra
mear sem domora empre a qualquer desarran-
jo que se der nos apparelhos, e canos pertoncentcs
s suas casas, sendo responsavois pelo valor do
concert, quando se conhecer i)ue taes desarraji-
jos provem de raalfotorias ou negligencia delles.
Artigo 19 do regulaineiuo.
As obras da eompanhia relativas materia do
eon'.rato. serst consideradas obras puldira; fican-
do assiin aquelles que as daiimillcarwii sujeilos b:
penas da lei e regulamento das obras publica*.
Repartidlo das obras publicas H de Janeiro de
1873.
O secretario.
___________Feliciano Rodrigues da Silva.
liipecilo da arMcnul de
taaariaaba
De ordem do Illm. Sr. inspector faeo publico
que no di 23 do corrente mez, s 11 heras (t
manh, ser posta venda em hasta publica, na
porta do almoxarifado, urna porco de ferro \tIIi
Inspecoao do arsenal de niarinha de Pernam-
buco. 17 de Janeiro de 1873.
O secretario.
.Alexandre Rodrigues dos Apjos.
concellos, Luiz Francisco de Oliveira Jardim, Ma-
noel Pereira dos Santos, Pedio Carlos de A. Le-
tau Felgueiras. Policarpo C. Ramos, Tertuliano J.
da Silva Lobo. Umhelina R. Pires de Lima.
Corrcio de Pernambuco, 15 de Janeiro de 1873.
Oencarregado do registro,
Amaro G. da S. Ramos.
armaco, fazeodas 8 mais peiteneos da loja
de ferragens da ra Uireita n. 45.
Iliissu lallida de JaiEu Ilvgiiia
de Suiza.
a % .i i O agente Marlins fara leilao, pela tercena v, z.
por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do eoin-
mercio, d'armaco, fazendas e mais pertences da
loja de ferragens na ra Direita n. 45, massa fal-
lida de Joao Hygino de Souza.
A's 11 horas do dia cima, na mesma toja.
De urna excellenle Ht'i'aphina
praprla para callegia, gre<
ja eac.
yuarta-feira 22 do corrente.
O agente Pestaa vender por euuta de quem
pertencer uina rica seraphiua propria para'qual.
quer igreja. collegio ele., c sera vendida i>or eon-
ta cqiiL'in pertencer quarta-feira 22 do torrete,
as 11 horas da manldi, ra do Vigaiu armazca*
n. 11. ___________^ __________
i
lie inprtaii(eM ma%eN. laura.*.
droM e hu caire a prova de
loga.
Oiiarta-feia 22 lo enrente.-
Sendo una mobilia de Jacaranda a Lab XV eoin
potico uso, nina dita de amaiello tambem cao
pouco uso, tendo os consolos o jardiuoira com
pedia, 1 guarda louca, I guarda vestidos,.1 me-
sa elstica de amarello. 1 grande es|ielho so-
bre columnas de mogno, 2 ditos menores rom
molduras domadas, 1 nina rommoda de ama-
relio, 1 lavatorio de mnyuo, 1 dito de ferro com
lampo de pedra, 1 secretaria de faia, I piano de
Jacaranda, 1 cofre a prova de fogo, 1 grande
aparador com pedra, i santuarios, camas fran-
cezas, louca de porcelana para janlar, dita paca
alinoco, copos, clices e um par de serpentinas
de rrysfcl e outros mnHos i bjocteS.
O agente Marlins fai leilao no dia cima, por
conta de quem pertencer dos objectos supra-meu
cionados, uo armazem da ra do Imperador p
48, as 11 horas do da.
LEILAO
Ueeyjvas cana iiiaN.ww de l>i*-
trm* C'karly c 14 barricas
cana cerveja Bumm.
HOJE.
0 agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quelti perle cor de caixas de maSMB om bis-
coutos Charly e li barricas com cerveja Bass, 6
tudo ser vendido em lotes vontade : lmje as 11
horas da nianh na porta do Annos, det'ronte da
alfandega _________^^^
LEILAO
SANTO

ky\w

Achando-se concluido o inatadouro-da fre-
guez a do Poqo da Panella, a .cmara municipal
faz publico para -conhecinieulo de quom iuteres-
sarpQSsa, que do dja l.,dn everuiro vindouro,
s sepoderao matar as rezes para eonsijruo. da
poimlacao da mesma fre^uezia no referido ift;i-
taaouro.
Paco da cmara municipal. 15 de Janeiro fc
1873. .
Jos Mafia Freir Ganusiro,
Pr-presiuen(e-
Lourenco Beztrra Carnoiro da CUnha,
Secretario.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda declara-se para conhocimentade
quem intqressar. ijue nos termos das iastrpcftqes
do tribunal do tesouro nacional de 18 nodeu*
bro.de 1872, acha-se aberto nesta thesouraria tt>
troco da moeda de lirorize pela de cobre adtiial-
merrte em eirtulaeSo e-tairmem por nOVis aoJ^)r
verno.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 17 dn>janeiro tje 1873.
Servinijp de ofueial-maior,
ifeioel Jos Pinto
SANTA CASA l>A MEHJCOHflIA I3
pciP:. ,
A Illma. junta administrativa da santa c^^f
misericordia de Recife, manda fazor publico qufc
pa sala de sua sessdes, no dia 29 de jaoeiro cor-
reate, pelas 3 horas da tttrde. tein de ser-----
tadaj.a qnejn. inab vanfgen oferecii
Casa torrea a
dem n.-26
,,rr*nda>
fflrTe OB fflffifBAD?
" A^h*os.

EMPREZA-VICENTE.
HOJE
VI de Janeira de tHi'.i.
Estra da eompanhia
Pcimoira representacit do grande drama ma-
ritimn em 1 prologo e 4 actos :
ioira
em I
0
FRAUATA MEDUZA.
Sconario, vestuario, acressortos, tudo novo.
Entram em scona 50 pessoas.
- ijomecar s-8 1(2 horas,
DA
AVISOS MARTIMOS.
4 O til* t MU \
PE
lie lOO eaiuis caiu pa. vaw ei li-l. ij e inteiras.
HOJE.
0 agente Pealada far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 100 caixas com paasaa sor-
tidas muito novas e as ultimas chcg das a este
mercado, a >alnr da alfandega hoje, e serio andi-
das em nm ou mais lujes : hoje as horas da ma-
nh no armazem do Aunes. ________
LEILAO.
DE
tondas liiiipase miradas
4nfnta-f*elra 3 do carrate
Bastos A Silva faro leilao ni intorvencao d.
agente Pinho Borges de um grande e ceplendiJo
sortmento de fazendas ingle'zas, francezas e alle-
nies. todas conhocids e proprias deste mercadn.
onde esperain a concorrencia de seus freguezes.
em seu ariiiazoiu ra do Mrquez do (Jnda a
42. O leilao principiar as 10 l|2 horas i'a maidu.
LEILAO
LEILAO
De tOO caixas com paisas a
Mahir da allaude^a ca caixa*.
de lit e l I.
HOJE.
O agente Pestaa far leilao para fechar conta
de 100 caixas com passas sorlidas as quaes serao
vendidas por conta e risco de quem pertencer om
um on mais lotes : boje as 11 horas da manha,
no armazem do Aunes, dcfronle da alfandega.
LEILAO
NAVEGADO BRASILEIRA.
Dos cortos do sol
esperado at o dia 2*
do corrente o vapor
Cruzeiro do Sur, com-
mandanle Te I ve, o
qoal depois da demo-
ra do c i turne seguir para, os do norte.
l^mitvmda> ? wqa>no v,'
e tambem dinniro, n-cebe-se
-no dia da sabida Para fretes iiaasag)**, trala-se na agencia, n^
da Commerct n. 8.
ida
tarde
Afisomattoo
na d Amorim.
Ra de S. Jerga.
. Os senlieres racebed^ras dos'velumeis a*M> '
98JrP 'wiilaado, .jindea de aarsoilk pela b*m% ffiM *
. m^afMiMinA^ti^ofWiMa *e inpfam)pr.
303*oqd -vid* wmh*t* -ordea.
ftVMD ?k* k "& 2jf' a*aa fior da.
vital oa Nereaos (Cinco Pontae). rania, S vointnaa # a BJMajgpfnfasa.
Casa terrea .tu ...... IMaJiy fell.^<>lliIWWr'lfc :.,,... jj
Rua ite Madre de eos. escriptorro>le TGnoumiitC^m>- *".**-
Ca?a terrea n. ....... iaWflld^u'rim a 37.
DE
fazendas franceas e iiglezas
(com avaria d'agua salgada.)
QUARTA-FE1BA %i DO CORRENTE.
.* t# 11* liara.*
Por ntervengo do agente Pinto.
Em seu escriptorip. ruado Bom Jess n. VI
DE
llotcl*j, lauca e cr*wlae.
SENDO :
1 magnifico piano de Boisolet fils A C, 1 rica mu
blia de Jacaranda a Luit XV, 2 estantes para
msicas, 2 guardaroupa de nwggo, 2 ditas com
espelho, 1 leito para casal, i bidets com tampt.
do pedra, 1 lavatorio com podra inannore, 1 es-
pelho, 1 mesinha com tampo.de peora, 1 tti
para jogo, 2 canias de ferro, 1 cadeira para^a#_
seo, 1 cabide, 1 .par Vescartadeiras o por-
celana e. jarros, tapetes e lustro para gaz.
Paviuieata terrea.
1 mobilia "americana, i secretaria. I estante. *
caixas com instrumentos cirurgicos, 1 machn;;
elctrica, 120 volumes impressos (medicina), coa-
estampas, 1 ret'gio, 1 macliina de costura, i
coslureira, 1 guarda louca, 1 aparador, 1 mes*
elstica, 24 cadeiras de guariiicao, 1 appardli"
de porcelana para cha, 1 dito para jantar, 1 bp
nheiro do folba de Flandrcs, copos, clices gar
rafas de crvslal, trem de eoinha o 1 grank1 n
gao de ferrb e ontres pertences de casa de fa
milla.
SABBADO. 1- DE FEVEREIRO.
Por autorisacao do Sr. Dr. Jacintho Soares Re
bello, que soguio pan corte, o agente Pmbo Bo-
ges, vender om leilao todos os objeetos cima l-
larados, existentes em Ponte dUcboa, ao prodji-
confronte ao palacete do Illm. Sr. Dr. Awgu+
Frederico do Oliveira.
A's 10 1/2 horas da manhi partir da estoca-
do arco de Santo Antonio uin trem, alim de cw
duzir gratis os concurrentes do leilao, o qnal prin-
cipiar depoii da chegada do Qiesaio. '
K
machinas americanas para cozer, do afa-
nando fabricante J. G. Pulson Maker,
aedo : 4 para uo e % de masa.
Quarta-felra do earreaate.
O ageate Pestaa far leilio, por conla e risco
de quem pertencer, de 6 machinas cima mncio-
ds as- quaes serio vendidas no dia cima dito
quarta-feira Jt (Jnorrente, s 11 oras da ma-
hfi. no armaam da na to Vigario H.
10 barricas com enxadaa de lii libras.'
O agent Peatana Uri tUio wra, fechar factu-
de lOtiarricas com enxadas de 3 t|8 libras
fcau nina, a quaes serio ven'JSdas f-cr coala 9
urna grando propriedade na Porta d'Agu.i
ein Apipucos.
CONSTArmo^E.:
LTma casa grande de ped a luir a> e
trada, com 31 palmos de frente e 35 de fnaJ
eom grande terreno e boa &Qxa de rardm
Urna olaria para temas e UjiM)?
Cma casa terrea em frente da priineira, cora 4
palmos de frente e 6.1 d. fntwl
Urna dita pequea que serve de coehara, com 1
palmes de trente e 45 de fundo. '
Urna dito de 12 palmos de frente eM-fc^'
Urna dita com 12 pajmos de frente o 35 de fun*
Urna dita sem repart'imento, eom a mesma freai -
c fundo.
Urna dita dita, com un quarto fora
Urna dita mja, con M ff10 dc fnatt e 49 d"
fundo. i ,
Urna dita dita, com 1 palmos do frente e 49 d.-
lando, todas editofias em haasi tapir*,
lado la avada.
0UA8TA-PE1RA o DElUVERiM*
Aaaieiadia.
Oagete Pinto i '?. i^L,*:'
cima dito,.
cima dita, sen-i
mandado do Illm. $r. Dr
rphac-s, em trtndeJ^H
vadejoarraim Pires Cajrr
X

^x


Diario deFeraflpbyco Hfcrca, Xqira 21 de Jai#j>p,Je..]#{$.
seus fUhoa menores, e cerca de m-u nona parle
por aotorise^. Ai proetarador bailante, doher-
Ierro quo se ach* ausene, o Jodia re Augusto'
Carneiro Monteiro.
Os pretndeme* podptio ct'amiiiar desde ja a
dita propriedade, a qual pe turna rucoimneiulada
pola sua posicao, entoniiendo-se com o mesmo
agenta, e con correntio askilo que de ve ler lugar
no escriptorio 4> jetando ageut, ra do Bom Je
us n. 43#
Contra protesto.
Hcnrette Martins dovidamente autorisado pelo
juix de roaos, ree/aereu a venda das partes da
propriedade Porta dfAgua, possuidu or seu casal.
Ao annuncio da Tema, oppoz Syniplironio Oliym-
pio de Queiroga o aviso publicad i no Diario n.
48a de 11 de dezembro prximo ;?assado. J de
Mitras vezes Olyinpio tem feito igaes avisos aoque
se lhc tem respondido.
Esta aresposta queaiuda agora reproduziuio*.
A viuva e filko do teuentc coronel Florencio
Jos Carneiro Monteiro contestan- o aviso do Sr.
Symphronio Olynipio de (jueiroga, publicado nos
Diarios de 20 e 21 do crrenle declarando : 1.
me o Sr. Symphronio nao tem dominio pleno no
lerreno que se refere! perteneente ao sitio da
Corta d'Agua do Monteiro, mas someitte direito ao
foro, que por esse mesmo terreno pagava o finado
Florencio ultima administradora do vinculo do
.Monteiro : 2. que esse toro tem silo reeolhido ao
deposito, para ser levantado pelo Si. Symphronio :
H que a accao por elle proposta pelo juizo muni-
cipal da 1.* vara, com o fim de convertir o afora-
ment existente etn arrendamento, depois de con-
lesuda, cou hamaisde 10 annos jiaraua, a espo-
ra talvcz do resultado da outra accao (conccrncnte
ao terreno contiguo em Idnticas circumstancias),
proposto pelo juizo muniripal da i." vara, c que
anda pende de deetsio dos atamos embargos de
dcclaracao do mesmo Sr. Symphronio ao accordao
do egregio tribunal da rclacao, qu( julgou nulla o
ncoin|etente a mesma accao : 4, finalmente que
a cireumstencia de estar em litigio o referido ter-
reno, nao priva o 2. contestante do poder vender
as partes dos de mais terrenos e da;, casas que tem
no sitio, nao sugeltas a litigio.
Convem, poreiu,.accrescentar o seguinte :
Os ttulos, pelos quaes possuia meu tinado mari-
do, e outrus herdeiros do tenentc wronel Floren-
cio Jos Carneiro Monteiro o sitio da Porta d'Agua
sao escriplaras autlientieas.queexistem em poder
do Sr. agente de elies Francisco I. Pinto, e que
podem ser vistos pelos concurrenUs.
Quan toaos foros devidos,requereu meu marido o
o deposito, e se cffectuou o dos entilo vencidos des-
do 1 de agosto de 1838 at o ultimo de jullio de
1864, razio de 6*400 rs. Os dos outros annos,
deve igualmente ser reeolhido i dep jsito na tliesou-
raria, o qual deduzido do producto da venda e re-
eolhido a deposito garante o direito de quem quer
que a elle se julgue com diraito, e om favor de
quem for ordenado o levantamento visto que para
elle passa a disputa, como de le.
Nada pode, pois embargar venda arjnunciada
Hotel da Inde^pendeiicia,;
ra do Imperador b. 32, precisa- de um cepairo
pago a-w tem. ____________________. .
Uereco-so urna niulher estrangelr Tra
ama do honciu solteiro : quem precisar- dirija-so
ao liceo do Veras, asa do Sr. Jos Pinlieiro.
llfftes de inglw.
a
m
Joao Carneiro da Silva Reg, estando
^ habilitado perante a directora da instruc-
J9 c o publica, d lices de lingua ingleza
em soa casa ra Velha n. 41, das 6 JK
horas da tarde em diante. Para issooffe- 25
rece o sen presumo a quem qui er til i-
sar-sc. L> tamliem Henea em casas par- >fX
tculares c em algunl collegio 1 horacou- c
vencionada. 9.
PIANOS.
i
f
CASA DO CURO.
IV1S0SJVERSOS
CHEOLOG GO E
DEIII
fNSTTTG JA
n
lUinui sossao ordinaria do ircsento anuo
social,- quinta-feira 23 do. crrante Janeiro,
|M?las 11 horas da manli.
ORDEM UO ni a.
I .c Pareceres e maistrabalhos de com inis-
soes;
2. Providencias a lomar para a testa do
anniversario ;
i. Palestra litteraria.
Tendo o Instituto Archeologioc Geograpbi-
ce Pernambucano de celebrar ol.0 anni-
\ersario da sua fiindacao no da 27 do cr-
lente Janeiro, pela 1 hora da tarde no salao
daBibliotheca publica provincial, no conven-
id de Hossa Senhora do Garmo, sao convida-
dos para scmclhanl* effeito em assembla ge-
ral todos os socios iiucsc acharan no Hccife,
ffectivos, lv:.;,..-iaiiis o c'.Yespoiideiitos.
* ffo couriocorplo o Instituto a sedo das
lilfeoiitps asecacoes litterarias, scientii-
. as, artsticas e do beneficetWM que existen)
nesta cidade, tem a honra de convidar pelo
presente edita! a cala urna de toes associa-
coes a asistir solecnnidade dodia2T,ou
a fazer-so ah rapresentat;. K para conhe-
cimento das corporacos ou pessoas que ti-
verem de ornar a i aotorisada, oqifl 90 ;- 'nscreve a ultima parte
do art. 28 dn i uimouto do Instituto :
.< Se na si!i listara sodas cu pessoas ou-
iras (jue desejaiQi l':r algum is memorias
interessantes, participam-no ao Secretario
>. perpetuo, para este prevku.- o Presidente,
o q'ial d a palavra aos autores das me-
morias ; a leitura de cada urna das quaes
nao pode estender-se alm de meia hora.
Pon'sm nenhuma memoria ou trabalho
n pdc- ser apresentado e lid em sesso pu-
< blica, Bpm que abites seja submetido a urna
conimissiioile exame, para isso nomeada,
< a qual lea voto decisivo sobre a conve-
i niencia ou inconveniencia
  • Depois dos discursos officiaes, e dos da-
    quelles socios o convidados a quem fqr con-
    cedida a palavra, ser lida, por ultimo, pelo
    l)r. Aprigio f.uimaraes urna memoria sua,
    sobre o thor de vida de foto Fernandos
    Vieira com relac,o aos hollandezes, at o
    rompimento da luta, sobre es estmulos que
    o levaram a lerir essa pugna heroica :re-
    !'.irao de varias asserc;s do Sr. A.
    Wamhagen, n'um seu recente escripto.
    Secretaria do Instituto, 17 de Janeiro
    1873.
    ,1. SOARES Il'AZEVEDO,
    Secretario perpetuo.
    Olympia Lins Bibeiro, tompetentemen-
    te habilitada por"S. Exc. o presidente da pro-
    vincia, c o Dr. director da instrucgopublica
    teirt alverto ra a Saudade n. 8 urna aula
    para meninas, onde, alm lo curso prima-
    rio, ensiuar a lingua franceza, bordados de
    iodas-as qualidades, deseriho, msica, pianoj
    e flores de fi) de ouro, de panno, etc. Re-
    bebe alumnas pensionistas, meia-pensionis-
    tas c externas. Froinette todo o desvollo e
    applicaco pelo progmsso de suas oducandas
    i-m vista do que olTerece seus servidos aos
    pais de famila._______._____^_
    Acabam de chegar muito bons pianos fortes e de
    elegantes modelos, dos mais nptaveis c bom co-
    nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonge
    Blondel, Henry Hers e Pleyel WollT C. : no
    vapor francez, ra do Barao da Victoria, ra-
    tr'ora Nova n. 7.
    Calcado francez.
    Botinas de luxo c phantazia, brancas pretas e de
    dilTerentes cores, tinto para senhoras, como pa-
    ra meninas.
    Sap itinhos com sallo nq rigor da moda, brancos
    c ile cores para senhoras.
    Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
    mens.
    Sapatos de cordavao Mili spara homens.
    Botinas para menino de qu.dquer timando.
    Pcrneiras e meias-perneiras tanto para homens
    como liara meninos.
    Sapatocs de Suscr para homens c meninos.
    Sapatos de vemiz com sallo para homens.
    Abotinados de muitas qualidades c precos para
    meninos e meninas.
    Sapatoes de verniz com sola de pao proprios para
    sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
    e senhoras.
    Sapatos de tapete, casemira, charlot avelludado,
    de tranca porluguee o francez.
    No armazem do vapor francez, ra do Baro da
    Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Perfumaras.
    Finos extracto?, banhas, leos, opiata e pos den-
    trfice, agua de ti r de laranja, apua de toile-
    to, divina, llorida, lavande, pos de arroz, sabo-
    oetesj cosmticos, maltes artigos delicados em
    porfumaria para presentes com frascos de ex-
    tractos, caixinhas sortidas e garrafas de dilTe-
    rentes lamanhos "d'agua de cologne, tudo de pri-
    mera qualidade dos bein condecidos fabrican-
    tos l'iver e Coudray,
    No armazem do vapor francez, ra do Barao da
    Victoria, oulr'ora Nova n. 7.
    Mascaras para o carnaval.
    0 ruis importante sortimento que tem viudo de
    mascaras de massa, de rame e de seda, nariz
    com oculos. barbas etc., precos muito bara-
    tos tatito em grosso como a retalho.
    N armazem do vapor francez, ra do Barao da
    Victoria, otitra'ora Nova n. 7.
    Para viagens.
    Muito boas malas e bohas para viagens de mar
    de caminhos de ferro.
    Estojos de viagens com os pertences necessarios
    para barba.
    No armazem do vapor francez, ra do Barao
    da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Botas de montara.
    Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
    me, perneiras c meias pcrneiras para homens,
    o malas pcrneiras para meninos.
    No armazem do vapor franco?, ra do Baro
    ila Victoria outr'ora Nova n. 7,
    Mobilis de vimes.
    r:..J.:iras de batanea, de braco, de guarnieres, so-
    las, jardinciras, mesas, conversad iras e costu-
    roiras, tudo isto muito bom por sercm fortes e
    leves, c os mais proprios movis para saletas c
    gabinetes de recreios.
    No armazem do vapor francez. ra do Barao da
    Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Quinquharias.
    le liSVrosites
    Biliietes garantidos
    [Ra do ro da Victoria (autr'w* ;V#t/
    n. C3, e casa do cosame.
    O abaixo assignado acaba de vender nos seus
    muito felizes* biliietes garados a sorte de
    5:000*000 em hllhete inteiro de n. 2761 e deus
    qnartos de n. 1996 com a serte de 300, alem de
    outras sorte menores de (0| e 20 da lotera
    que se acabou de extrahir (IV).
    Acham:se venda os muito (ol-es bhetes ga-
    rantidos da 3* parte das loteras a beneficio da
    igreja de Santo Amaro de Serinhaem (36*) qne se
    extrahir na quarta-fera 2 do corrente.
    Preeti
    Inteiro GJ060
    Keio :t|000
    Quarto 1/500
    De lOOrOOO par* m:
    Inteiro Spm
    Meio 2/750
    Quarto 1*375
    Recifo, 14 de Janeiro de 1873.
    Jos Joaqutm da Costa Leite.
    CASADA FOPM.
    AOS 5:000#000.
    BILIIETES GARANTIDOS.
    A' ra Primsiro de Marco (outr'ora ra do
    Crespo) n. 23 e casas do costume.
    Acham-se venda os felizes bUbetes garantidos
    da 3' parte das loteras a beneficio da igreja de
    Santo Amaro de Serinhaem (36'), que se extrahir
    na quarta-feira 22 do Corrente mez.
    PRECOS.
    Bilhete inteiro 6*000
    , Meio bilhete 3*000
    Quarto 1*500
    EM PORFO DE 1009000 PARA CIMA.
    Bilhete inteiro 5*500
    Meio bilhete 2*750
    Quarto 1*375
    Mnnoel Martins Fivza.
    Botica Popular.
    Prequa-se de um offlcial com bastante pratica
    do Pharmacia, e capat. Dase 1:000*006 de
    annual.
    CONSULTOWO
    Medico-finirgieo
    Dr. Joao Ferreira da Silva
    pode ser procurado para.o
    exercicio de sua profissio em
    geral, e especialmente opera-
    c6es e molestias cirurgicas, no
    antigo consultorio de seu pai
    ra largado Rosario n. 20.
    O abaixo assignado avisa ao corno do com
    mere, que nesta data tem comprado aos Srs.
    Gomes d llanos Irmos, a luja de jolas sita a
    roa do Cabug n. 4, sob o titulo de Muzeu de
    joias, lvre e desembarazada de qualquer onus ;
    o que avisa para os devidos lins.
    Hecife, 14 de Janeiro de 1873.
    Joseph Krause & C. ______
    Charuteiros.
    no
    Criado
    para tratar de dous cavallos e nais algum servi-
    x eo de um pequeo sitio.
    Precisa-se de um criado que seja activo o cui-
    dadoso, em S. Jos do Manguinho sitio n. 2
    SEGUROS
    MARTIMOS
    CONTRA*0 FOOO.
    K cotnpanhia Iademnisadora, estabelccida
    nesta praca, toma seguros martimos sobre
    navios e seus carregamentos e contra fogo
    em edificios, mercaduras e mobilias; na
    ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.

    o
    \s*igo,s
    J
    mciiUa/io-..
    ^'HOS
    t*
    Tendo vindo de S. Lourenco da Matta, acom-
    panhada por sen marido, aflm de ser recolhida ;io
    hospicio de alienados, a parda Mara Joaquina do
    Espirito Santo, tendo una cicatriz no labio supe
    rior, de 30 annos de idade, cabello cortado, tra
    jando vestido de chita encarnada e chale de gan-
    ga, c tendo desapparecido da ribeira da Boa-Vista,
    onde se achavam aboletados, seu marido Joo Po-
    reira da Costa muito agradecer quem della Jhe
    der noticia no mesmo lugar, _____
    = Pcrdeu-se hontetu 12 do corrente da ra da
    Sania Cruz n. 10 at a cstafo das Cinco Ponas,
    una espora de prata, com cofYeia preta : roga-se
    portanto a pessoa que achou leva-la ou Tnanda-la
    lotar a na de Santa Cruz n. 10, que ser recom-
    pensada. ____________^^
    Precisa-so de alguns officiaes dessa arte:
    beco Largo n. 1 A, fabrica do Figueiredo.
    AVISO.
    Ao depois nao se queixem
    Bernardino da Silva Costa Campos, com arma-
    zem de vveres, na rna do Imperador n. 28, pede
    encarecidamente, pela segundn vez, aos seus llo-
    vedores REMI8SOS, o especial obzequio de virem
    quanto antes saldareis os seus dbitos ; do con-
    trario est definitivamente resolvido a chamar aos
    mesmos por este Diario, declarando os seus no-
    mes por extenso, quantia e tempo a que devem,
    e se isto nao for bastante, laucar mo dos meios
    judiciaes ; pelo que, conveniente que os seus
    devedores (remissos) que nao quizerem passar por
    essa decepcao, dispertem do nocivo indilferentismo
    em que esto engolphados, vindo, logo que te-
    nhara conhecimento deste, saldarem os seus d-
    bitos.'1
    w*
    PARAI E LEDE!
    Utilidade e vantagem.
    E' til e vantajoso fazer-se urna visita Con-
    feitaria do Campos, pois que aquello es-
    tabelecime-ito tem-se tornado urna verdadeira fa-
    brica e deposito de manjares gratos ao paladar,
    tanto nacionaes como estrangeiros.
    Tentar descrever todos os artigos de que est
    provida a
    Confcitara do Campos
    seria querer encher urna pagina deste jornal com
    sua nomenclatura, e tornar por conseguinte mas-
    gante um tal annuncio.
    Por isso
    basta dizer-se una vce que se urna pessoa i|ui-
    zer um manjar exquisito, nao tem mais que diri-
    gir-so ra do Imperador n. 2i, e entrar na bein
    conhecida e acreditada
    Confeitaria do Campos.
    Porque all cncontra-se sempre um grande sor-
    timento de acepipes, assim como prepara-se com
    asseio e promptido
    . PrecUa-se de una ou duas amas de leite
    na ra da luiperatriz n. 81.
    rogara homeopatkica:
    41-Rwn l IsMprrdr-JI
    Os pVtoprictirios deste beiH eonhccldo e
    montado estabeleeimento, offerecem con-
    V tinuaincute aos amigos da homeopathia
    M um completo sortimento de carteiras de
    * glbulos e tinturas de 12 a 120 medica-
    W mentes, chocolate de EMfes, encerado de
    n rnica e a exeellente obra do Dr. Mures
    SMedico de Povoj em 3J ediccSo. tu-
    W bose frascos vazios, Analmente tudo o
    s que coucernente ao systema homeopa-
    W tllil'O.
    Os medicamentos principaes sao leva- *jj*
    (Qr dos desde a 1" at a 30 dymnamisacao e t^
    Kgarante-se o bom preparo de lodos. w
    Adjacente ao mesmo contina a tor XK
    fi consultorio um acreditado medico ho- Qr.
    W meopatha, dando consultas do meio da w
    W at as 2 horas, e aceitando chamados a XJ
    Q qdalquer lwra. %fc
    ^0* B0& ^^00*
    CASADAFORTliXA
    Ra \' de Marca
    (Outr'ora do Crespo! n. <3
    O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
    lizes bilhetes da lotera do Rio n. 436* a sorte de
    i:00i) em quatro qnartos de n. 2403; convida os
    possuidores a virem receber, que promptamente
    serio pagos, como do costume.
    Manoel Martins Fiuzal
    PENHOBES
    Na travessa da ra
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar, d-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na menina casa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    1
    andar.
    ADVOCADO
    sb. nmw je ula
    um. '
    RA DUQUE DE CAXlAS .N. 37.
    Preclsa-se de urna ama para com-
    prar c cosinhar para casa de peque-'
    na familia, preferindo-se escrava :
    ra estreita do Rosario n. 32, $.
    gommar
    dar.
    i tratar
    Precba-M de urna ama pa-
    ra casa (1* bmilla da doas
    peaKias para Cbzinbar e el*
    oa toa Di re la o. 28, 2* an-
    AMA
    papa-fe liem :
    Preci-a-- d um ama que sai-
    bem coziDhar (forra oo crata,)
    a roa Nora, leja o. ti
    Precisa-so de una ama pa-
    ra o servicio de urna casa de
    pouca familia : a tratar na
    ra da Cruz n. 18. 3* andar.
    AMA
    AMA
    tavello n. 129.
    Precisa-se de urna ama pa-
    ra coznhar e mais servifo de
    casa de familia : ra de Co-
    ?io largo do Paraso n. 28, pre-
    cisa-se de urna ama para en-
    gommar e preparar sallas.
    AMA
    Precisa-se de urna : na ra de S.
    Bom Josus das Creoulas n. 35, sobra-
    entrada pela ra do Gabouco.
    AMA
    do
    guinio n. 2.
    Para casa de urna pequea
    famil a precisa-se de urna ama
    que saiba bem engomar e fri-
    sar, c .' otra que emenda fe
    costura e eusaboado ; paga-
    se bein : em S. Jos do Man-
    u
    Quem precisar
    dirija-se ao pateo
    loja.. _________
    de ama para alugar,
    de S. Pedro n. 3,
    AMAS
    mado n. 70.
    Precisa-se de nina para cozi bar
    e outra para eng minar : tratar
    na ra do Hospicio n. i6, oti Quei-
    V i ni Precisa-se de urna para.comprar e co-
    . V 111<1 zinhar para casa do dous homens sol-
    teiros : tratar na praca da Independencia ns.
    18 e 20.
    Ama
    Collegio de Santa Genoveva.
    OS Una to Hospirio 6S
    As aulas deste collegio funecionam desde
    corrente mez.
    13 do
    de
    ESTRADA DE FERRO
    DO
    RecifeCaxang.
    De 23 at o fim do cor-
    rente mei, nos dias uteis,
    hayer u,n trii do Recife
    >; 5 horas e 40 minutos
    da tarde para o Caldeirei-
    ro, dond 3 voltar s 9 ho-
    ras e 25 minutos 3a noute tocando em todas as
    i'ta^ijas intermediarias.
    . Escriptorio da companhia, 18 de Janeiro
    de 1873.
    R.C.atterbe,
    Gerente.
    Aviso.
    Fufiram do engonho Bamburral,, na (regueza
    da Ewada, na noute de 7 do eorrenM, os escravos
    segaiaies: Tbeatonio, idade tO annos pouco mais
    s*u menos, preta," altan, regula', cheio do corpo,
    -^ps applbeUde e feios, tem una peroa mais corta
    ,uae a outra. bmVo qua pelo anlar ae conboce, e
    bastante ladino; Vencslo, Wade 40 a 50 anuos,
    yreto, com marcas de texigas i a cara, alto e chelo
    Aa corpo, pds 4 nariz granden. Ambos levaram
    i'oupg. de afeoiiao nzul Paga-i* generosamente
    *uaem 09 apprebeoder !eva-k ao rf(irido ea-
    spmos dourados para salas e gabinetes.
    Loques para senhoras e para meninas.
    Luvas de Joavin, de fio da Escocia e do camurca
    Ci ixinhas di costura ornadas com msica.
    Albuns e quadrinhos para retratos.
    Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
    Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
    Corremos do plaqu muito bonitas para relogios.
    Brincos imitacao o botos de punhos do plaque.
    Rolsinhas e cofres do seda, do velludo e de couri-
    nho de cores.
    Novos ohjectos de phantazia para cima de mesa
    Jtoilelte,
    Pincenez de coros, de prata dourado, do ago e de
    tartaruga.
    Oculos de ac fina e do todas as graduacoes.
    Bengalas d luxo,' caima, com castdes de marfim.
    Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
    mens o meninos.
    Chicotnhos de haleia e de muitas qualidades di-
    versas.
    Esporas de tarracha para saltos de botas.
    Pontearas de espuma para charutos e cigarros.
    Pentes de tartaruga para desembarazar o para
    barba.
    Ditos de marfim muito finos, para limpar cabera.
    Escovas para roupa, cabello, unhas e para don-
    tes.
    Carterinhas de madroperola para dinheiro.
    Meias para homens c para meninos,
    Gi avalas brancas e de seda preta para homens c
    meninos,
    Campanhias de mola para chamar criados,
    Joros da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
    . n o outros muitas differentes joguinhos allc-
    mes e fraucezes.
    Malas, bolsas c saceos do viagem de mar e cami-
    nhos de ferro,
    Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil as
    criancas.
    Argolinhas de marfim para as criancas morderem,
    bom para os dentes.
    Rorros de mes par embalancar criancas.
    Ccstinhas de vimos para braco dermenmas.
    Carrinhos de quatro rodas para psseios de crian-
    cas. -' <
    Veiezianas transparentes para porta* e janellas.
    Reverberos transparentes para candieiros de.gaz.
    Esterescopos e cosmoramas com escolhidas vis-
    tas.
    Lantrnas mgicas com ricas vistas de cores em
    vidros.
    Yidros avulsos para cosmoramas.
    Globos de papel de cores para illuminacoes de
    festas.
    Balees aereostaticos de papel de soda mui fcil
    do subir.
    Encerados bonitos para conservar as mezas de
    jan lar.
    Machinas ile varios sistemas para caf.
    Espati adores de palha e de pennas.
    Tesnrinbiis e caivetes finos.
    Tapetes com vidrilhos para mangas e lantrnas.
    Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
    Tiras de molduras douradas e pretas para qua
    dros.
    Quadros j promptos com paysagens e phantazia.
    Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta-
    zia.
    Qbjeotos de mgicas para dvertimentos em fa-
    milias. /
    Realejos jiequenos de wios coni lindas pe?as
    Realejos harmnicos ou accordions de todos os
    tamanhos, e outros mullos artigos de quinqui-
    lleras difllceis de mencionar-se.
    iSo aimazem do vapor francez, ra do Baro da
    Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Brinquedos para meninos.
    A maior variedade que se pode desejar de todo?
    os brinquedos fabricados em differentes partea
    da Europa para entretenimento das criancas;
    tudo a precos mais resumidos que posivel_:
    no armazem do vapor francez, roa do Barao
    da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
    Precisa-se de nm caixeiro para casa de pr-
    jorde unienganho^res legoas distante da via-
    !arrea, sendo casado, e com preferencia se enten-
    Jer de -cleetilaoao: a enteBder-se eem o Or.
    airistow Xa*ier Lope, tm com o Sr. BornardV
    w Penlnai .
    Imperial fahrica
    DE
    iRap areia fina da Bahia
    DE
    Morara & Cwrqmriia
    O abaixo assignado, nico agente dessa
    fabrica, avisa ao publico que tem aberto
    o deposito de dito rap, no seu escrip-
    torio ra do Vigario n. 21, onde os
    freguezes encontrarao sempre a quan-
    tidade pie precisaran.
    Recife, 29 de abril de 1872.
    Domingos Alves Matheus.
    Arrcnda-se na ra do Imperador^ n. 20 a
    propriedade denominada Barra de Serinhaem, na
    freguezia do mesmo nomo, bera-mar c beira-rio,
    propria para qualquer estabeleeimento de seceos
    e molhados, com iuitos pos de coqueiros des-
    fructar, c muitas rendas do solo a cobrar annual-
    mente.
    Tudo quanto
    pertence s artes de confeiteiro, pasteleiro, con-
    serveiro e culinario
    Pois para isso
    tem aquelle utilissimo estabeleeimento urna bem
    montada fabrica, onde trabalha-se (nao despre-
    zando as regras d'arte) capricho de
    Todos
    que all se dirigem para encommendar: bandejas
    ricas para casamentos, baptisados, bailes, soire,
    etc. etc. etc.
    Assim como
    fiambres, empadas, naugath's, gatheaux, puding's,
    bolas, pastis de qualquer qualidade e fatias para
    dieta
    Tudo o e mu* alguiaia cousa
    eneontra>se sempre
    NA
    Confeitaria do Campos.
    Luzeiro daVerdade.
    De ordem do irmiio presidente convido todos
    os nossos irmaos para comparecerem na sede des-
    ta associa^ao no dia 23 do corrente, s 6 horas da
    tarde, afim de tratar-se da importante questo re-
    ligiosa que ora oceupa a attencao da sociedade
    pern-mbocana
    Secretaria da associagao de soccorros mutuos
    Luzeiro da Verdade, 19 de Janeiro de 1873.
    O secretaria,
    Medeiros Jnior.
    Companhia Allian leguros maritimos e terrestre?
    estabelecida na Bahia em 15
    de Janeiro de 1870.
    CAPITAL..Rs. 4,000:000/000.
    Toma seguro de mercaduras e dioheiro
    t risco martimo em navio de vel'a e vapo-
    res para dentro e fra do imperio, assim
    somo contra fogo sobre predios, generps e
    izendis.
    Agente Joaqaim Jos Goncalves Belttao,
    roa do Commercio n. 5, i. andar.
    O profossor de latim da freguezia de S. Jos
    desta cidade, abaixo assignado, tendo recchido da
    directora geral da instruccao publica, segunda or-
    dem revogando a que havia dado, acerca das fe-
    rias de sua aula, faz scientc ao publico que desde
    o da-15 do corrente scacha aberta a matricula
    da mesma, c que os seus trabalhos lectivos come-
    carao no dia 3 de fovereiro prximo vindouro:
    quem se quizer matricular dirija-se ao sobrado
    n. 5, no largo da ribeira da referida freguezia.
    Manoel Francisco Coelho.
    Precisa-se de um menino de 12 a 14 anuo
    de idade para taverna em Olinda, na Inca do S
    Pedio : a tratar com Francisco Gomos Rodrigues.
    Prefere-se portugue*, e dando fiador a sua con-
    ducta.
    Precisa-se de una tama para servir
    duas pessoa-. na cidade de Olinda : tra-
    ta-sc na mosina edade, casa amarella, junte ao
    seminario, ou na ra de S. Francisco n, 72.
    Precisa-se de urna ama que tenha boa con-
    ducta para oservieo interno c externo de una ca-
    sa de pouca familia, paga-se bem : a tratar ama
    do Cabug n. '.. P'lojoaria.__________________
    - Precisa-se de una ama para dentro de casa:
    na Gamboa do ('armo n. 31.
    Procisa-se de urna ama para
    cuilar de duas meninas, e para
    outros servicos domsticos : a
    tratar na ra do Mondego n. 6i.
    (ii urgencia.
    Precisa-se de una ama idosa que saiba coz-
    ut\ar para casa de pouca familia : a tratar na Pas*
    sagem da Magdalena, botquim do Sr. flenlo n. 27.
    A M As
    Arago n, 37.
    Precisa-se de urna ama para
    comprar e coznhar: ra do
    esconde de Pe otas, antiga do
    AMA
    Precisa-se de urna ama que
    saiba cozinhar : tratar na pra-
    ca da Independencia n. 30.
    4 mn Precisa-se de urna ama para casa de
    -,-Hld. familia de duas pessoas, sendo mestro
    de meia idade, paga-se bem : a tratar na ra do
    Cabug n. 3 A, loja do collar de ouro._________
    Precisa-se de urna ama para comprar
    j.\.lln q coznhar para urna pessoa : na rna da
    Palma n. 76.
    Ama
    Para casa de duas pessoas le fa-
    milia, precisa-se de urna ama para
    cozinhar e engommar : a tratar no
    Passeio J'ublico n^Si, loja______
    Precisa-so de urna ama para casa de
    familia de duas pessoas, prefere-se es-
    Ama
    crava : a tratar na ra do" Cabug'n 9 A, loja
    No mez de outubro do anno prximo passado
    fugio do engenho dudante da freguezia da Esca-
    da, o eseiavo de nome Guilherme, o qual tem os
    signaes seguimos: 23 annos de idade, cor acabo-
    colada, ollios grandes, naris um pouco arquiado,
    cabello crespo, altura e corpo regulares, ps com-
    pridos e seceos, com algumas marcas do ferida
    pelas costas: levou coiiisigo um cavallo castanho-
    rosilho, tendo no lado diireito esta marcaE.
    Desconlia-se que tenha seguido para a cidade da
    Parahyba. Roga-se s autoridades policiaes e ca-
    pites de campo a captura do referido escravo,
    que poder ser entregue no dito engenho ao seu
    senhor, Emilio Pereira de Araujo, ou nesta pra-
    ca, ao respectivo correspondente Firmino Correa
    Pessoa de Mello, ra do Apollo n. 56. _______
    Caixeiro.
    Precisa-se de um brasileiro de 12 a 14 annos de
    idade com ortica de taverna; no beco do Poci-
    nho n.'7.
    "" 150^000.
    No engenho Hassaa, fregnexia da Escada, sf
    dar de gratiticaco a qaaolia cima a quem ap
    prebendar irea cavallos qoe niqoelU engeob"
    toram fortados oa noute do dia 19 para 30 de no-
    vembro prximo passado : o lem 9 annos.
    eaaobo e castrado, lera a oretba direita bastante
    lascada, ama estrella oa testa, no quarto esquer
    do tem orna cruz; o 2* ruco, eom pialas ver-
    tcelhas nos qnartoa, grande, gofdo, com o pes-
    coco no, castrado, lem os qoadris feridos da
    caogalba, ferrado com a mareaI. R.do lado
    direito, e tem a Idade de 9 annos; o 3' rodado
    sachas claro, corto e grosso, nm pouco cambilo.
    c estirado, pequeo, e est ferrado eom a marca
    -O-no quarto direito : grabdea-se eom 80*000
    por cada nm em Dreseoca da pesaos, em enjo po-
    der for encontrado qoalqner dos dito cavallos.
    dado o que for a bem geral da mesma. -.
    - Consistorio da merml frraiwlade SS. S
    cramento da matriz de Samo Aatmo do lUcA,
    W de Janeiro d 7
    O escrivio, "
    Jos Riitjoo CJimaco da Suva.
    Precisa-se de un feitor para tratar de um
    pequeo sio.c juntamente de una ama para com-
    prar e co inhar : na ra do Coronel Suassuna n.
    1, antiga ra de Hortas.____________________
    Aluga-se o primeiro andar e sotao do so-
    brado n. 25 da ra de Santa Rita, estando elle
    em bom estado : tratar na ra Duque de Caxias
    n. 44._______________________________
    Precisa-se
    de dous serventes para um hotel, prefere-se es-
    cravos : na ra das Larangeiras n. 4: tratar
    Qo mesmo.
    Imperial Sociedade dos Ar-
    tistas Mchameos e Libe-
    beraes.
    Por ordem do Sr. director interino do lyceu
    desta sociedade, scentifleo aos artistas em geral,
    que desde o dia 15 do corrente se acham abor-
    tas as matriculas de todas as aulas do mesmo
    Ivceu, para estes, seus fllhos, parentes e aggre-
    gados ; e para esse fim devem se dirigir a se-
    cretaria do estabeleeimento ra da Imperatriz
    n. 17, 1.* andar, nos dias uteis das 6 i|2 s 8
    oras da noute.
    Recife, 20 de Janeiro de 1873.
    O secretario,
    P. Paulo dos Santos.
    Precisa-se de um caxeiro que tenha pratica
    de hotel : em Afogados, ra Direito n. 1.
    Precisa se de um caixeiro brasileiro ou por-
    tuguez, cora pratica de melhados e de padaria :
    tratar na roa Imperial n. 204. Garante-se bom
    ordenado.
    ATTENCAO.
    Dr. Francisco Agoetinho Madeira queira au-
    pare cer na ra Duque de Caxias n. 60 A, lojas de
    Bento da Silva & C Successores e de Manoel Ri-
    beiro Bastos._____
    Matriz de. Santo Antonio.
    A mesa regedora da veneravel irmandade do
    SS. f-acramento da matriz desta freguezia, em
    virtude do disposto no artigo 30 de seu eompro-
    misso, convida a todos os seus irmos, com excep-
    cao dos compreheodidos no final do 2 do art.
    10 do dito comprontisso,' a comparecorem no d
    qulnu-feira 23 do corrate, pelas 4 horas datar-,
    de, em nosso consistorio, nao so para Ine ser pre-
    sente a pena de enterdicao que por sentenoi de
    8. Ene. Rvm. o Sr. *lsp Dociaa,^:dala de M
    do andante, foilaaeada irmandade; comortonl- Seeondioo lote de Pana 8m6es, pr-essor par-
    bem dicntirem e aWbsTarem eom jostica e eq3-< KatUr de instrocclo elementw pelo methodo Cas-
    Sahio urna pretinha escrava, de idade de 12
    annos, de nome Francisca, no dia 19 do corrente,
    com um prato de banha para vender, julga-se
    estar perdida porque novata a pretinha, tem os
    denles limados, levou saia de alpaca verde j des-
    botada e casaoo de riscado verde j desbotado :
    quem a aehar traga na ra de Hortas n. 106, loja,
    i que aera bem recompensado._____________
    Meihodo Uasalho
    nibo, avisa o respeitavel pnbllco e com especia
    tfiatda aos pais de teai alntnnes, qas no dia 7 d'
    nelro acia afeara sna sola na roe-da Penha v.
    28, h andar, aoade raaefeepenchnatas por pre-
    qot eemmodoj : o mesmo profossor promette ami-
    to
    Attencao.
    Acha-se aberta urna offlcina de marciiieiro no
    oitao da matriz do Santo Antonio n. 2>, encarre-
    fa-se de qualquer servico quer de concert, qner
    e alguma obra para se (azor, como tamben cem-
    pram-se e vendom-se obras usadas relativamente
    mesma.______________________________
    Companhia
    SANTA THEREZA
    EM1SSO DE ACC-OES.
    De ordem da diroctoria se faz constar que
    at o dia 31 do corrente acha-se aberta a as-
    signatura para a emissao de 1,000 accoes de
    5055 cada urna, parte do augmento do capi-
    tal autorisado por-decreto n. 5,149 de 27
    de noverabro ultimo.
    As pessoas que desejarem tomar ac<}es
    podein entender-se com o abaixo assignado,
    ou com os Srs. directores baro da Soleda-
    de, Francisco G. Netto e Joaquim Rodrigues
    Tavares de Mello.
    Recife, 15 de Janeiro de 1873.
    O gerente,
    Justino J. de S. Campos.
    Aluga-se um sitio com casa propria para ne-
    gocio, em N. S. das Gracas, ou Capunga-nova : a
    tratar na mesma.___________________
    Trabalhadores.
    Precisa-sede alguns para todo o servico : no
    hotel do Universo n. 2, rua'do Commercio.
    Gabinete Portugus le
    Leitura
    O expediente neste estabeleeimento principia
    segunda-feira 20 do corrente.
    O secrctario
    Francisco Antonio Pereira.
    Existe um colcho no pateo da Santa Cruz
    n. 2 : quem for seu dono apparega, que dando os
    signaes certos, lhe sera entregue.___________
    Aluga-se
    a casa n. 7, na Passagem da Magdalena.
    Primeira qualidade.
    Vende-se borracha muito boa, chegada ultima-
    mente, por menos queem outra qualquer parte :
    na ra da Concordia n. 2, taverna na praca do
    Conde d'Eu, esquina da ra do Arago-______
    Cona multa urgencia.
    Precisa-se de urna ama idosa que tenha bons
    costumes para andar con* urna menina de 10 me-
    zes, e tambem de um criado de 12 a 14 annos,
    forro ou escravo : a tratar na Passagem da Mag-
    dalena, botquim do Bento n.27.______________
    Severino.
    Anda fgido, desde o dia 6 do corrente, o es-
    cravo Severino, pardo eseuro, d' altura regu-
    lar, de 13 annos, pouca barba, ps chatos e niaos
    grandes, tendo m ambos oe jarretes urna marca
    foveira de queimadura, enculca-se de forro e an-
    da cateado, veste, ora palelot sacco e ora justo,
    ambos de panno : quem o appreheader ser ge-
    nerosamente recompensado, trazendo-o rna do
    Mrquez de Herval n., 31.________' _______
    Aluga->e
    a sala e aleova do 3* andar, aparta do
    abrado n. 70 a roa Dnipe 4u Callas :.
    ia toja.
    so ti o do
    a tratar
    # amerar do aotfm*mo de w alumnos, n
    s:-----
    ofereeem-seduas ritocas scilteiras, chegadas
    ha pouco da fra, para faxerem o servico domesti-
    co de urna casa de homem soMre, sendo estran-
    geiro: quem precisar dirrja-ie a raa da Hod
    oAbimete
    Medico-cirurgico
    RA DOiMPERAORN. 73, ANDAR
    0 DR. NNES DA COSTA
    MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
    ESPECIALIDADES.
    Molestias e operacoes de o!ho3.
    Cera radicrl e itistaotanea aos
    estreiUment'S da uretra.
    Consultas: Das 7 s 10 boras
    da matiha.
    Ctiama Jos: A qualquer hora.
    Aliento.
    Precisa-/ de um criado de 15 a 16 anuos de
    idade, e que tenha boa conducta : tratar na ra
    de S. Bom Jess n 53, das 10 horas s 4 da Urde.
    CAZA DA FORTUNA
    RA 1. DE MARCO OUTRORA DO CRESPO N. 23
    nica que paga as sortea
    Aos 20:000$000.
    O abaixo assignado tem sempre exposto venda
    os felizes. bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
    promptamente, como costuma, qualquer premio.
    Precos.
    Inteiro.......24*000
    Meio ......12*000
    Quarto....... 6*000
    "Manoel Martins Fiuia.
    Escravo fgido
    l.'illSOIMI de n\\kM*.
    Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872,
    o preto de nome Alfredo, de trinta e tantos anuos,
    crilo,e bastante ladino; este preto perfeito
    cozinheiro, estatura alta, magro, .olhos grandes,
    j estove no engenho do Sr. Luid de Catara, em
    S. Lourenco da Matta, onde consta ter parentes,
    foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e de Sr,
    Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta
    praca; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
    visto por pessoas que o conbecem. dizendo que
    est forro, assim tem podido escapar de ser preso.
    l'ede-se todas s autoridades e capitaes
    de campo que o pegando leve-o a ra do Duque
    de Caxias n. 91, loja de miudeas do Rival sem
    Segundo, que receber a gratificac3o cima de-
    clarada______
    Sobrado. ,
    Aluga-se o 2o andar, soto e loja do sobrado n.
    9 da ra da Aurora, a tratar na ra da Imperatriz
    n. 8 loja
    Aluga-M o 2' andar do sobrado' n. 3 da ra
    da Imperaniz
    ma ran. 1.
    quem pretender dirija-se mes-
    >
    )

    Collegio-S.Sebastio, ruado
    Brum n. 73.
    Mafloella Augusta de Mendonca Mello Reg
    autorisada pela directora da instrucc, o publica,
    tem a distincta honra da commumoar ao respeita-
    *el publico que tem aberto na ra do Brum n. 73
    o collegio de S. Ssbasuao, destinado educacao de
    meninas ; sendo as materias do mesmo as seguin-
    tes: primeiras lettras, grammatca portugneaa
    com o seu desenvolvimento, leitura dos evangeiboa
    euoees geraes de arithmetica eseayolvjda, fran-
    cez, inglez, desenho, msica apphcada i-niano ;
    igualmente ensina-se tambem todos' os trabalhos
    de costuras e bordados, inclusive o loriado a
    odroe Dores. A directora atan do osforco spte
    emprega por si, aratiliada por professora e pro-
    fessores para isso contratados, garantindo-sc, to-
    davia, cojdado e zel umnas que lhe to-
    rera c-ufiadae
    -------------- ,- .-
    ?
    >

    \
    1



    . f.immn
    Diario de Pernanibuco Terca fejra 21 Ue Janeiro de 1873.
    MMJWJ*. MOVID/tDB!
    PIANOS E MSICAS
    A*TOMO JTOSfl DE A3EEVEDO
    Ra do Bario da Victoria n, 11, armasen., e 12 1. andar, antiga ra Nova
    aonde o publico em geral mcontralsempre o maior e mais esplendido sortimento de pumos de
    nanos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
    e orchestra.
    Acaba de abrir no primeiro andar do sobrado a. 12 confronte i
    botica Minrer, om grande siio onde esto expottos os magoitieos
    MAJ^lOS de almario, de PleyeL
    ------- de maia canda, do mesa amor.
    -------- deH Henn.
    -------- de Amede Thibont
    Unieo agente nesta eidtde, dos eelebrea afamados
    PIANOS DE ftUCHER FR^RES
    remados em diversas expo.ii;oss om 14 medalhas de
    Sao os rleos pianos ]ue aqni vem da Ec ropa,
    dos, fetoe com elegan :ia e solidez.
    ouro e priia.
    perfeitamecle afina-
    Tambem receben grande sortimento de rao i cas pira piano, piano e
    canto e entre ellas as lindas composicSes do mnito sympatbico maestro
    F. SA VTI\I
    A SABER :
    Voc me qaer Walsa.
    Oiga Mazaika.
    La Separacioni Para canto.l
    A Luz elctrica, grande Walsa.
    Ultima* publlea^Ses
    Franco Brasileiro Polka.
    Tomada de Vllela Galope.
    Jnaninha Wal.a.
    A Libertadora Polka.
    A Primeira,espada Wal-a.
    A Minha Lyra Walsa.
    A Natalicia Polka
    Stodiente Poka.
    Feilas as oficinas de msicas
    do enunciante.
    Emilia, polka por I. SmoHz.
    Circaciaoa, sehoteb, por Smoltz.
    Jardim do Campo das Pricezas,
    Iquadrilha, por J. Popoe.
    Cuva de Rosas, Walsa, por H. Al-
    Ibertazzi.
    Pi?
    D'iqui emfldiute continuar a annnneiar todas as publicacSes que se forem friendo as suas oficinas de msicas.

    CAUTELA!
    MEURON&C.
    A W U m J9k- M
    imm
    i
    PRODUZIR :
    Com perda de capital
    993JI0O0
    3:115*000
    8 t.44200
    t-.mtm
    36:6374700
    )
    Asaociaoao de beneficios mutuos
    Para wi<*a de eapitaet e rendas, e aniorlsaila pelo go
    ?era laapcrlal
    POR DECRETO N. 5022 DE 24 DE JULHO DE 1872.
    Capital de responeabilidade administrativa
    1,000:00(^000
    COHVERSA DOS CAPITAES DOS SOCIOS EM APOLICES DA DIVIDA P-
    BLICA 1ACI0NAL
    TiBKLIAS
    1004000 PAGOS ANIMALMENTE DEVEM
    No fim de Sem perda de capital
    - 5 aonos 804600
    10 anaoe 7:371*000
    15 UMoa 6:58*000
    20 aanoe 17:058*300
    28 annoe 5:l!8500
    Urna impoticio nica de 1:000*000 deve prodozir :
    Noto de 5 taos 2:131*000
    " deflO aooos 3 819*510
    de 18 annos 6.839*000
    de 20 anuos 12:968*000
    de 28 annoe 23:285*000
    O objecto delta assoecao indozir todas aa ciaste* da sociedad?, unto os p< bres
    eomo os ricoa, a pentarem no pervir e a garantirem, por mel da economa, a fortuna dos
    Albos, o pi da velhice e a tranqoilidade do espirito. _
    A riqueza dos poros, isto a riqueza particular e a riqueza publica, tem o sto fun-
    damento mala solido e a sna fonte mais fecunda na simples economa.
    A economa a provisao do futaro. O que boje nos sobra qoasi sempre nos falta
    amanbi.
    Sendo a Popular destinada principalmente para cuidar do futuro das elasses mnos
    abastadas da secedade, a administra cao, de conformidad* com seu estatutos, declara que
    recebe subscriptor* a por qaantlas mnimas al 10*000 e sem limite para maiores quantia.
    Os subscriptores da Popular nio estio sojeilos a onos algom de exames medico? e altera-
    dos de rida: seos caiHtaea aecomulados e aeereeeidos ventajosamente passarern, em caso
    de morte, a seas herdeiroi natnraei.
    As subsenpeoes da Popular Fluminense podem ser feilas de tres modos dislinctos,
    conforme o desejo do socio, a saber:
    COMBINARES.
    1' Pagamento das preslacdes anonaes oa semestraes (dede 10*000 t a maior
    quantia cada urna) podende liquidar e retirar capital e Jucros em qualquer poca depois
    dos primeiros 5 annos; sem perda do capital em neubum caso.
    2' Igual ao anterior, porm, com perda do capital e jaros no caso de deixar de pa-
    gar alguma das prestscoes mareadas na apoliee.
    3' Pagamento de ama so qnaolia (nunca menos de 100*000) e de orna so vez e sem
    perda em nenbnm caso nem do capital nem dos lacros.
    A 1' combinado oferece ao socio a vantagem de nuoea perder o capital que tiver
    entregado;
    A 2' arrsete capital, porm, o socio que pagar puntualmente as prestace-, anle-
    rir mais lucros que os que pertencam 1*;
    A 3' combraacao oferece grandes vaotagens aos-capialista?, pois sem correr n
    nhum risco pede se garantir que se bao deauferir, ptamenos, um juro de 12 O/O ao ann.
    Pde-se obter qaaltuer outra informacao no ecriptorio dos agentes da associacio
    nesta provincia, Augusto F. de Oliveira C, rnt do Com mere i o o. 12.
    h
    '
    r-v
    ra

    aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
    REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
    pois qu os ha de rap de outra fabrica e neme diver-
    so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
    confundir com o d'aquelles.
    Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
    PEETA, devem para nao serem engranados ver que
    os botes tragam o nome de MEUEON & C, e a desig-
    nado de AEEA PEETA.
    ra
    m
    Sempre bom.
    Rl
    MEURON ft C.
    GRANDE LIQUIDACAO DE CHAPEOS
    Para acabar at o fim do mez
    RA DO MRQUEZ DE OLINDA
    Avisa-se
    OUTR'ORA
    Cadeia do Recife
    n.
    53
    Tendo o novo proprietario de mudar os artigos deste estabelecimento, desejando li-
    quidar at ao fim deste mez, tem resolvido vender por preces muito commodos com o fim
    de apurar dinheiro e liquidar vista, pelo que convida aos Illms. Sr. chefes de familia
    a virem sortirem-se, pois a occasio opportuna, e encontrando um completo sortimento
    de chapeos.'
    Chapeos de palha de Italia para senhoras e meninas, com enfeites e sem elles.
    Chapeos de velludo cam enfeites. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
    de differentes qualidades, enfeitados, para senhoras e meninas. Chapos de palha de Ita-
    lia, enfertados, para montara de campo. Chapeos de palha para homens e meninos, de
    differentes qualidades. Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa pretos e de
    cores, para horaens. Chapeos de l para homem e menino. Chapeos altos de pello de seda
    para hemem.
    Bonets de dierentes qualidades, tanto de seda, como de palha de Italia.'panno, case-
    mira e alpaca, tanto para homem como para menino.
    Gorros de seda, velludo, l, tanto para homem como para menino.
    E muitos ontrps artifros que s com a vista podero ser examinados, afianga-se que
    n3o engeka-ediHheiro.
    Ausento n-se.
    O escravo Pedro, de 15 annos deidade
    mais ou menos, com os signaos seguintes :
    t parda, oabellos corridos, alguns signaes
    debexigas, levou vestido camisa de chita,
    calca de casemira: roga-se as autoridades
    policiaes e aos Srs. capities de campo de o
    preoderem e leya-lo i casi de seu senhor na
    n'dalmpere*2 n. 4 1." andar, ou na
    ra da Madre de Deus n. 5 i.* andar.
    J^e arogtr .pai-a fazer compras na
    rua,connare engoranur porfei lamente urna ama
    fon oo eeerava, p Ht, ptga-se bem : na ra da Aurora n. 39, 1 .
    andar.__________________L i
    Preeita-se de atedorse deaasucar para a
    feftnaeie do largo do Arseatl n. 6.
    iMOFINA
    Est encoura^ado I!!
    ? Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
    eserivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
    favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, a con-
    cluir quelle negocio que S. se comprometten a
    realisar, pela terrira chamada deste jornal, em
    fina de deiembro de 1871, e depois para Janeiro,
    passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
    e por ete motivo de novo chamado para dito
    fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
    de mam de orto annos, e quando o Sr. seu nlho se
    achava nesta cidade.
    .i .i
    Aloga-te a casa n. 63 na ra da Palma: a
    emetder-se com o Sr. Bernardino Poatual, nt roa
    4a Madre de Deo a, |^i* andar.
    a quem der noticia da escrava Guilhermina, iue
    foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos San-
    tos, e depois comprada ao Baro de Na>aretb, re-
    prsenla ter 25 annos, tem faka do dentes na
    frente e as mos com cicatrizes de queimadura de
    gas, secca do corpo, muito regrista, que desappa
    receu da casa de sobrado n. 26 da ra dos
    bot, que ser generosamente recompensado.
    Precisa-se
    de um menino para caixeiro de urna loja de cal
    gado na ra Direita n. 11.
    Fugio a 14 do correte, do engenho Algo-
    doaz, urna escrava de nome Felippa, croula, de
    idade de 14 annos, levou vestido de cambraia de
    listras de cores, camisa de algodaozinho, tem os
    signaes seguintes: altura regular, secca do corpo,
    pernas finas, nariz chato, ps compridos, bragos
    linos, beicos grossos e cabidos, muito ladina e traz
    um signal muito visivel o qual urna queimadura
    era cima do hombro junto ao pesooco : roga-se s
    autoridades policiaes e aos capitaes de campo
    que apprehenda-a e levem a ra da Imperatriz n.
    45, casa do Dr. Nabor Caraeiro Beierra Cavalcan-
    ti, que ser generosamente recompensada.
    Fugiram
    do engenho Minas-novas da freguezia de Gamel-
    leira, os escravos seguintes : Jos (por akunha
    dedinho), tem seis dedos em cada mao, sendo o
    sexto dedo de carne e pequeo, tem o dedo indi
    ce da mao direita cortado pea junto do mcio
    sera dentes, beicos grossos, grosso do corpo, cor
    fula, muito esperto as aceites e no fallar, foi de
    Pedras de Fogo, para onde seguio; Matheus. mui-
    to preto, altura regular, olhos brancas, aentes
    bons e um tanto separados ons dos outros, falla
    muito manso e rindo-se, tem rachadura nos ps
    que o f' pisar na ponta dos ps, tm a mania de
    se dizer iorro, parece primeira vista idiota.
    Com qnantc j esteja bem no dominio do res-
    peitavel publico desta cidade qae ninguem se
    deve dirigir t outra parte qnando se qoeira obter
    'odo qnanto concernente t confeitaria, patela-
    ra, conservara e culinaria, senlo i bem eonne-
    cida (Confeitaria do Campos) :
    Sempre e bom qae seus propietarios facam
    lembrar aos seos numerosos amigos e freguezes,
    que este lio til, qoao vantajoso e.labelecimento,
    se acha como nunca prvido dos mais delicosos
    acepipes, prdprios para os regabofes tao commons,
    oesses lempos qne se aproximare ; prometiendo
    nao ponparem esforcos para bem servir a todos
    qne os honraren) com snas encommendas, tendo
    para isso nSo s
    Urna grande reunio
    DE
    Fiambres Passts Pastilbas
    Salames Doces Gelas
    Cacas Queijos Froctas
    Legumes Amendoas Chocolates
    Peixes Licores Pratioas
    Bolachinhas Vinhos Erviltus
    Leites Cosaqoes Assucares
    Como
    de agora r m tlante confeitaria
    do campos
    tendo om sen recinto ama bem montaJa fabrica
    de confeitaria, pastelana, conservara e culiaaria,
    est reaoindo a PEDIDO grande qnantidade de
    animazinbos que a convite especial e depois de
    bem assados devem fazer as delicias da vida per-
    namburana, e para que pelos sens nomes nio
    pencara da lembranga os amantes dos regabofes,
    '" em consoante :
    ., 'o?, per*, galmnas e gneos
    Capotes, marrecos e gordos leitoes.
    Vitelas, caraeiro?, cabritos e pombos
    Sabor osas cvalas e os ttes cama roe
    Assim eomo
    Bolos inglezes, pudins e tortas
    Da Itussia e Milao cobertas fatias
    remes, geiados, de caree os pastis
    Frescas empadas em todos os das.
    E depois
    Ricos presentes de (estas
    0 Campos acora tem
    Na sua CONFEITARIA
    Qaem lbe competir t ninguem I
    E' bom que todos concorram
    P'ra quelle estabelecimento
    De caucionas ricas, Qaem ha ?
    Uus tenha maier sortimento
    01 nem todos vejam bem;
    Aqnilo que o Campos qner,
    K, que todos p'ra all corram,
    Nao escape nm s se qner
    P'ra antes e depois da mtsst
    Da tal nqnto de natal
    Quatro pastis e nm copito
    A nieguen) por certo faz mal.
    CONFESARA DO CAMPOS
    roa do Imperador n. 24^__________________
    Joaquim Jos Goncalves
    Beltrao.
    Ra do Conaiuereio n. 5, 1. andar
    Sacca por todos os paquetes sobre o banco
    do Minho, em Braga, e sobre os seguintes
    lugares de Portugal:
    Amarante.
    Arco de Val de Vez. .
    Barcellos.
    Beja.
    Chaves.
    Coimbra.
    Covilh.
    Faro.
    Guarda.
    Guimares.
    Lamgo.
    Lisboa. 1
    Mirandella. *
    Monco.
    Ponte de Lima.
    Porto.
    Tavira.
    Valpassos.
    Vianna do Castello.
    Villa do Conde.
    Villa Nova de FamahcSo.
    Villa Nova do Portimao.
    Villa Real.
    Vizeu.
    Valenca.
    Figuira.
    Sociedade henifcente Luso-
    Brasileira.
    Por ordein da directora desta sociedade scenti-
    fico aos senhores socios que as sessfies da directo*
    ria terao lugar as quartas-feiras s 7 horas da
    noute, as quaes podar iuiciur-sc qualquer candi-
    dato que tcnba sido approvado.
    Secretaria da sociedade Luso-Brasileira, 19 de
    Janeiro de 1873.
    0 i secretario,
    Biio de Souza Mira.
    No engenho Moas-Novas, em Serinhem,
    precisa-se de umpoituguez que saiba destillar
    agurdente anda mesmo que nao soja perito : a
    tratar na ra Augusta n. Itil.
    Imperial Sociedade dos Ar-
    tistas Mchameos e Libe-
    raes.
    Esta sociedade manda celebrar
    urna missa por alma de seu innao
    morario Alvaro Augusto de Al-
    meida, no dia 21 do crrente lri-
    g simo de seu passamento) pelas
    7 horas da manlia, na Igreia ma-
    triz da freguezia da Ba -Vista e
    I roga-se a assistencia de seus iiraaos e dos paren-
    x tes e amigos do finado.
    Dr. Manoel Izidro de Mi-
    randa.
    No da 21 do cerrante} pelas Beta
    horas o meia da manba, na igreia
    do Senlior do Bonilim em Ohnda,
    alguns amigos e os empregados do
    foro da iuvina cidade, mandara ce-
    lebrar inissas. por alma do Dr. Ma-
    noel Izidro de Miranda, por ser o trigsimo dia do
    passamento de lo respeitavl linado.________
    Jimio l-'i-aucisro Har<|iieN.
    D. Francisca Antonia de Siqueira Marques, seus
    filhos, genro, irmaos, sogra, eunliados e sobrinhos
    agradecem do in imo d'alma a todas as pessoas
    que se dignaram levar ao cemiterio poblieo os
    restos montes de seu muito prendo esposo, pti,
    sogro, cuiihado, iilho, irmo elioJoo Francisco
    Marques, e de ovo lhcs rogaiu u caridoso obse-
    quio de assistirem missa do stimo dia, que por
    alma do mesmo finado mandara celebrar na Igra-
    ja do Corpo Santo pelas 7 horas da manila do dia
    22 do corrente.
    Capito Joo Francisco Mar-
    ques
    Um amigo do lina-
    do Joan Francisco
    Marques convida os
    seus parentes e ami-
    gos para assistirem
    as missts que por
    Vr* V *
    sua alma manda rezar na igreja do Corpo Santo.
    no dia 22 do crente, das 7 l\i horas s 8 da
    raanh.
    Rodrigo Pinto Moreira
    D. Mariannt Atlian-sia Moreira,
    Manoel Joaquim Pereira Jnior,
    Joaquina Brgida Moreira Jnior e
    Manoel Pinto Moreira, viuva, genro,
    e filhos, do fallecido Rodrco Pinol
    Moreira, agradecem cordialmente a
    todas as pessoas de sua aiuizade que se dignaram
    acompanhar ao ultimo jazigo os restos moiiaes de
    seu sempre lemkrado esposo, e do novo os onvi
    dam para assistirem a missa do 7o dia que tem de
    ser celebrada na ordem 3a de S. Francisco no dia
    24 do corrente pelas 6 1|2 horas da manila.

    rui unen BO ROSMIO .
    loja ilii Viauia
    Comprou em leilao grande quantiiiaik de fazen-
    das, a> quaes vende ruin pe.|ucno la*r<, por se-
    guir o sxstema deganhar jhjuco vender depressa;
    quem Me eomprar ter eertesa nnaJfciara por
    poueo mais de mriade do .n < rnde em qual-
    quer nutra parte. K preciso vi'rO^H^ssa
    porque aeaha-se lugo, romo sciiipre iiw aeectoce
    quando tem perhinclias como agora,
    Bales com arquinhos para Senhoras, den a 1 j
    Chitas escuras e claras, de MK) a 2V0
    Ditas percalias mnito li as, de VKO a :t20.:'
    Cassas de flor, s o de listras, de fO) a 40^1
    Ditas miiidinlias, de i'hi a 240.
    IVssas de inadapolfio liim, d.j 'J a 1*000.*
    Ditas de dito de 8# a 'JOOO.
    Ditas de dito de 74 a 'i000.
    Ditas de agilito, de. ti J a iaflOO.
    M'ia easemira de ;t i a 1 jliOH.
    Algodo americano de lislras. de "i20 a ')0.
    Pessas de esguao mnito tino de K a 201".'
    CALCADOS
    Borzeguins de canno*baiso para Seniora 1415X10.
    Ditos de dito a'to para senhoras a 3*,.
    GRANDE PICHINCHA
    Borzeguins francezes para Imiueits, de bezerro,
    cordavo, o gaspiado, com botr.es de.12^ a li, e
    de 8 c &*.
    Grande sortimento de todas as melhores qnali-
    dades de calcados, para homens, senhora?. meni-
    nos e meninas. Tmlo vende btrtto.
    Iiisigiias ...aplicas.
    Amaral, Ntbnro A C. vendem insignias DttC-
    nicas de diversos pros : no Bazar Victoria, ra
    do Baro da Victoria n. 2.
    Ctieirai oratorias cun acento ae pit:inba
    .Sooi cada uma no cae- do Apollo, arma-
    tem de Tasso Ir mos A C.
    Novo estabelecimento
    de joias.
    tf.
    encontrar
    lina I C'nhiia n.
    Ueste ''siaiii.|i'cimento

    se
    um bonito sortimento de joias que se
    vendem por tal preeo que animar u
    comiirador atiento ao vantajoso sytte-
    - na, ganhar poueo para vender nmi-
    m to, que certamente til ao compia-
    '!, dor e ao vendedor.
    Tambem se Compra ouro, prata e pe-
    ' dr;s |'i'ei'i.sas. bem como fabrica e *'
    ^ concerta toda
    : T 5
    i|ii;;|i|iic i- oljia tendente JH
    mesraa arte.
    : : iMS
    T :: : : ,W
    Chitas
    A 200 e 240 rs. o covado.
    Chitas linas com toque de agua doce a 200 c
    2i0 rs. o covado, est a venda na ra do Crespo
    n. 20 loja de Gulierrac C. da Cunlia A C._____
    Vidros para vidraca
    Pftita k liaiidiTs
    fllBRllM) om leBfil
    II 0111
    Na ra do Mrquez de Olinda n. 4, armazera de
    Silva Barroca.___________________________
    Boa aequisicao
    Vende-se um terreno na ra imperial, solo
    proprio, com 110 palmos de frente e 300 de fun-
    do, todo aterrado, proni|ito para idilkai, porto
    para descarga de material, estando nm lado mu-
    rado : a ver na mesma ra, casa n. 236, e a tra-
    tar na ra Nova, laja n. 7.
    . ATTEXaiO.
    Vende-se o estalii (violento do pateo d'j .Tu;.;
    confronte ao chafarle n. 1. com pouces fondos,
    propr o para qualqucr que queirt principiar, o
    l'Wel excellente, para e>le negoel: os preteo-
    dentes dirijam-so aunies.no. O motiv da venda
    pouca saudc. e por Uso qner o dono retira--.'
    para lora da capital.
    Vende-so na ra do li.iperador n. 0 un
    cabriole! americano de i rodas eom 4 aseen'' -.
    novo e muito elegante.
    Vende-se um
    da Conceicao n. 10
    boi e una carroca : na ra
    Calcado barato.
    Botinas gaspiadas para seobora
    Ditas para liomem
    Sapatos de conlavao
    Brodegnins de bezerro para menina
    Di'os de cano idea
    .Na praea da independencia
    \s. 13 e 15, loja do Arantes.
    Vende-se umaboavaeca de leito, da pii-
    nieira barriga : na ra do Cotovello u. 2o.
    4*uHi
    8JO00
    i o'OOO
    liOOO
    2*000
    Vende-se dmv casas terreas edificadas de
    novo na ra de S. Joo frcguezit de S. Jos ns.
    77 e 79 : a tratar na ra de Pedro Alfonso, sobra-
    do n. 1.__________________________^__
    Vende-se urna mofilia de aniarello cdiii
    muilo poueo uso : a tratar na ra de S. Miguel
    dus Allomados, casa n. 0. ^^_____
    Alleaco.
    Na ra de S. Francisco n. 70, vende-se ticit
    de peixe a 34500 a caada, e a 300*rs. a garrafa,
    yin no xerez de 14 annos a 2 a garrafa.
    Borracha
    Borracha
    Borracha.
    Vende-se borracha especial para limas de.chei-.
    ro, em norcao e a retallio : na ra travessa da
    Madre de Dos n. 5.
    Escrava fgida
    Contina ausene desde o dia llde dezembro da
    1872 a escrava Manuella, negra, de idade de 45
    annos, estatura baixa, com una orelha rachada,
    pelo que nao pode pendurar br neos, falta de den-
    tes na frente, ps grossos e com signaes de eraros
    as puntas dos dedos ; levou vestido de chita es-
    cura c chale de l com riscas de cor; foi com-
    prada a alguns n ezes ao Sr. Francisco Jos Go-
    mes, desta cidade : quem a capturar quejra le-
    va-ra ra da Cadeia n. 6, ou na Capunga. ra
    da Ventura n. 10, que se gratificar.
    !!! Salsaparrilha!!!
    Da mais nova que ha no mercado ;. tendera
    Pereira Vianna & C, rna do Vigario til I-
    andar.
    , Borracha para limas.
    Vende-se borracha para limas, chegadahontem
    no vapor americano Ontario, por menos 12 Dor
    cento porque so vende em outra qnalquer parte
    na ra Nova n. 61, c no pateo do Carmo n 3
    pliariiiacia.
    Vende-se um terreno no Caxanc. na
    a-
    A devocao do Senhor Bom Jess do Bomllra,
    Jue festejam os Bahiannos na igreia da Madre de
    eus, celebrar sua festa no dia 26 do corrento.
    O abaixo assignado faz sciente as respeitavei
    publico e especialmente ao corpo do commercio,
    que tem justo e contratado com o Si. Domiagos
    Martins Gomes, sua taverna sita ra da Santa
    Cruz n. 74, livre e desembaracada.de qualquer
    debito, e no caso que algum se julgue com direi-
    to ao mesmo estabelecimento, pode enlendor-se
    >com o abaixo assignado no praso de tres dia, o
    dos os quaes nao se responsabilisa por qualquer
    debito que posa apgarecer.
    Recit, 20 de Janeiro de 1873.
    ___________Antonio do Reg Medeiros.
    Johnston Ptter & C tvisam que o Sr. Thomp-
    son Pater (presentemente re-idindo na Rhi|> dM
    de o dia i* do corrente deixou por mutuo tocor-
    rto de ser socio da mesma firma. Penumbueo 17
    de Janeiro de 1673,
    I_
    100^000
    Fogio do engento Poma I, em Sernniem, no
    dia 7 de mes prximo pasudo, o malatu Slmo,
    com os signaes signintes : estatura regalar,
    corpo secco, cOr altrtbitdt, barba serrata, et
    bellos earapiobos falla deseanctdt. Qaem o
    pegar leve o ao sea senhor o teoente-wrooel Vi-
    cente Mendps WaodsrUv, no dito engenho, oa o
    Recife o Sr.Bernardino de Sena Pontaal, nt roa di
    Maiirede Dm o. 3(1, qae reeeber t pttfleacio
    Contrata-s
    Os Srs, empleiteirot qne quizerem tomar uma
    tora por contrato, dando-se apenas o dinheiro
    em prestacoes conforme te eoajncionar : diri-
    ijam-M i ra do Roa Jems n. ti, escriptorio;
    COMPRAS.
    Compra-se uma escrava nreta que saiba co-
    zlnhar e engommar com perfeicao, agradando pa-
    ga-se bem : na ra Direita n. 8.
    Attenc,ao.
    Compra-se uma escrava de 35 a 50 annos, que
    saiba cozinbar; na thesouraria das loteras, ra
    1. de Mtrco n. 6.
    V1NDAS.
    Nan
    Para o carnaval.
    oVs Tjindwiras a 11, loja do
    p-enfei'os dourados e fdjMP
    de mascaras,
    I rnrnn i
    da do Ambol confronte ao sitio de Theotonia Jos
    e Mello, com 60 palmos de frente e 230 de 'fun-
    do : a tratar no caes da alfandega n. 3.
    Fugues econmicos
    Nova qualidade de fogSes para eozinhar, os
    quaes conten em si fornos para assads,e ctldeira
    para agua, de diversos tamanhos, os djtiaes
    tornara recommendados pela sua boa qualidade e
    grande economa ; assim como os j conhecidos
    tornos france es. fogareiros para aquentar ferros
    com muita brevidaoe, grjarda-comda, ferros para
    alfaiate e chapelleiro: ludo na ra do Barao da
    Victoria n. 37. outr'ora ra Nova, loja de ferra-
    gens, de Souza & Guimares.
    Vende-se una armaco por poueo pre^o
    garante
    t tratar na ra
    por
    propria para qualquer negocio, e garante-se
    norador :
    chaves ao compra
    n. 47.
    Direita
    A iiiaroiiiii'ia,
    P Prelado Pernanbueau*.
    A pioposito do actual enflicth religioso, vnde-
    se, as livurias flranceza c universal, prejo
    C00 rs. '___________________
    b-se o estabeleciuiento de inolhados, si-
    J^^^HfcrciLo Dias n. 99, o motivo se j-
    oo compra or. -
    .

    .-


    Diario de Pernambuco Terc;a fefra 21 de Janeiro de 1873.
    Pare, scabar at o fim do anuo
    Na ra da Imperitriz n. 60
    1909219
    i .aba
    tlfqi
    ti
    LOJi DO
    PERERA DA SILVA & C
    Tendo os prof rietarios deste grande ostabelecimento, aro avoltado sortimento d
    fazaudas em ser, e desdan Jo liquida-la', al o fim do correte anno, tero resolido ven-
    de-las por presos mtiito commodos, coro o flm de apurar dinheiro, a vista do que
    convidara o llm. Sra. cheles de familia a virem sorti-re, do s de fazeodaa de primei-
    ra oessecidade, como de fazeudas de laso e gosto, das quaes encontrarlo om lortimeto
    das mais novas do mercado, caegadas pelos ltimos vapores da Earopa.
    FAZLNDAS DE GOSTOS
    FAZENDASDE LE
    CORTES DE -ASSASX*2051)0 E30:OO.
    O Pao veade cor;es de cassas de cores,
    com pHJres muito benitos pelo barato
    preco de 2 5300 e 3/1000.
    CORTES DE CHITAS A 25100 E 25830.
    O P.ivo veade entes de rhitas francezas
    Eoa, com 10 covados pelo diainuto preco
    de 'Jj; O c^ila corle.
    Ditas com 12 covados pelo preco de
    2^880 cada corte.
    PECAS DE CHITAS A 752CO.
    O Pa*ao vende pecjs de chitis Moas, hn-
    dissimos pad83,"tendo 30 covados cada
    peca, pelo birato preco de 70200 cada
    cma mui:o barato.
    LENCO'ES DE BRAMANTE.
    O Pavo vende lences de bramante mui-
    lo grandes, sendo deum paono s, pelo ba-
    ratisatrao preco de 25'i00 cada om.
    CHAILES BARATOS A 150O0 E 20030.
    O Pi-ao vende chailes de tarlaiana gran-
    dds pelo barato preco de ItfOOO e 25000.
    Ditos de !5a estampados imitacio de
    merino 250;;0.
    Ditos de qmdroa modernos, muito en-
    capados ;'i 35000 e 45000 ; assim como
    grande sortimtnto dos mais finos chailes
    crepon e merino qoe se veudem por preco;
    muito em cont.
    madapoloes.
    Per^s de midapolo fraocez moito fino
    com 20 jardas a 5#0C e 05000.
    Ditos cora 24 jardas muito superior a
    6^500 e 7000 >. '
    Di.o inglez fazexda muito fina 55000,
    60000 e 65500 al l'< 0000.
    DitiS franoezeseinglezes muito finos de
    40 jardas para differen'es precos.
    ALGODAOZINHO.
    O Pavo vende prr preco muito barato
    pecas do algodaoiioho americano muito
    bom com 18 jarlas 40000.
    Dito com l jareis a 4500 e 50000
    ai 60000.
    Dito largo marca I muito encordado a
    MOOO.
    ALGODO ENFESTADO.
    O Pavo vunde o verdadeiro e superior
    a^udaozinho de dnas larguras para lenQes,
    sendo muito encorpdo 10 CO cada vara.
    Hito trancado <\i 0)68011 largura I-$80.
    CHITAS L\RGAS.
    O Pava veade esias execelleotes chitas
    f;icezs clara; e escuras enm muito bom
    paono 240 rs. cada covado.
    Dita muito fina 28o, 32U e 360 ra.
    Percales fioissimos miudiohos a 360 e
    4vO r?". cada covado. -
    CAMI1RAIAS.
    O Pavao vende cortos de cambraia trans-
    parente propria pira vestidos a 205CO e
    3-50 0.
    Peca de dita muito Qaa com 10 jardas
    tanto ta 'ada como transparente a 40000,
    50000 e 60000 at a mas fina que vem
    ao merca w.
    BRAMANTES TAHA LENCO'ES.
    O Pd-i venJe superior bramante de al-
    godo ten l > 6 paln s de largera que s
    pejeisa de i '/* vara p3ra am lenco!, me-
    tro 10OO e a vara 15300.
    Dito de linho puro sopi-riorNmuito encor-
    p-ado com a mesma largura aovara 20400
    Ditos francezes muito finos a 20500 e
    30000.
    Peca de Hamburgo e panno de linbo com
    20 e 30 varas, pan Idos os precos e
    qualidade.
    Pecas de bretaoha de prcro linho, tendo
    30 jardas pelos pivgos mais barato que se
    t?m vito.
    PechinA. i de Qnissimo esguio socelena
    om 6 jardas 70000.
    Peca de finissimo celena com 30 jardas
    a 355'H), i'toilhado {damascado com 8 pal-
    mos de l-rgrrra a vari 200(0.
    LAZiMIiS DE FURTA CORES.
    O Pava"j efule um elegante sortimento
    de ii'zi: has de farla cores qu3 brilbao qoa-
    a. como seda tendo do todas as cores, e ven-
    b 360 rs. o covado.
    COCAS DE CASEMIRA.
    O Pavo (em un graode sortimento de
    caica de casimira, as-im camo cortes Os
    mais modernos qoe tem vindo nos ltimos
    figurina em fazenda das mais finos e mais
    novas ao mercado, e vende se por barato
    preco para apurar d i heiro assim como cal
    aa de brii branco 3 de cores por precos
    oniti raz-iaveis para acabar.
    CORTES DE PERCALIA COM DUAS SAIAS
    A 40000.
    O Pavo vende bonitos ortes da precalia
    coa duas satas, sendo fazenda de muito
    goatoa 40OOO, eecbincha.
    TNICAS PRBTAS-.
    Z Pavlo receben om grande sortimento
    das mais ri'as tnicas de grs preto, rica-
    mente enftitadas, e vende par preco razoa-
    vel.
    VESTIDO? BRANC03. BORDADOS DE
    3500000 AT 600000.
    O Pavo receben um liado sortimento
    dos iu,is ricos cortes de cambraia branca,
    ricamente bordados, e com lados os enfti
    tes necesario.*, e vende pelos pri'cjs d-
    35.)000 ate 600000, nao teta vio i > nada
    mais rico nena mais moderno.
    CORTINADOS PARA CAMAS E MNELLAS
    A '0500. 80000 E 10000?.
    O Pavo tem om grande sortimento de
    cortinados para cama, e,j
    de pelo bjrati prego de
    100000 o par, tendo at
    como colchas le dom.ne
    aow 9, e graode sorthe
    D'-para 4cadeiras corrop
    poftas, etc., todo vn>ta por precos moa
    lab
    BAREJES DE SEDA A I0O;O E 10400 O
    COVADO
    O Pavo recebea pelo ultimo vapor
    fraticez, om grande sortimento dos mais
    lindos barejes de seda, sendo em cores
    e gostos o melbor qne tem violo ao mercado,
    esta nova fazenda mnito propria para
    vestidos para bailes on casamentes, tendo
    entre esta fazenda delicados padres bran-
    cas proprio para vest'dos de noiva.
    MODERNSIMAS POPELINAS
    Popelinas a 10500 e 20000 o covado.
    O Pavo recebea om elegante sortimento
    das m'is modernas e lindas popelinas de
    1S e seda, e linho e seda qoe vendem a
    10500 e 20000 o covado, tendo padrees
    llrados miado e graados que parecem
    propriameote seda, assim como das mesma
    tambem tem brancas proprias para vestidos
    de noiva.
    NOVAS SEDAS A 20500
    O Pavo vende bonita e moderna seda
    de urna s cor, tendo c*e todas as cores, com
    delicado lavrores miudinhose vende a 2050o
    o covado para vender barato.
    CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
    O Pavo vende bonitos cortes de seda,
    f :m] la de muito gostj, tendo 18 covados
    cada corte e vende por 45000
    Ditos de 20 covados a 500000
    Sao maito baratas em relaco-- soperiei
    qualidade d'estes cortes.
    BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
    O Pavo vende om grande sortimento
    das mais modernas, baplistas com lista de
    cor, proprias para vestido, com as cores mais
    novas qaa tem vindo ao mercado send:
    muito mais largas do que as chitas francezas.
    e vende pelo baratissimo preco de 500 rs.
    cada c-vado.
    01TICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
    PAVAO.
    Neste grande eitabelecimento encontrar
    o r spaitavel publico, orna bemmontada offi-
    cina de alfaiate, onde se manda secutar
    quaiquer peca de obra, tanto para bomem,
    como para meninos, com a maior pres-
    teza e perfeico assim como para qoalqoer
    luto quede repenteapparepa, teodo oamet-
    ma officina nm perito official destinado para
    farda dos llm. Srs. ofiiciaes de goarda na-
    cional oa tropa de linba, sendo esta officina
    diiigida pelo hbil artista Pedro Celestino
    Soares de Carvalho.
    NO VOS VESTIDOS A 40000.
    O Pavo recebea am elegante sortimen -
    lo de no vos vestidos de cambraia branca
    com bonitos bordados de cor, e vende p-lu
    barato preco de 40 cada um; muito ba-
    rato.
    ESPARTILHOS A 30000.
    O Pavo tem um graode sottmenlo t
    esoartiibos, tanto para ssnhora como para
    menina, qbe vende pelo barato preco de
    30000. Ditos muito finos a 40OJ e 50000,
    sao dos mais modernos qoe tem vindo ao
    mercado.
    CHITAS A 240 RS.
    CHITAS A 240 RS.
    CHITAS A 240 RS
    O Pavo vende chitas francezas proprias
    psra vestido, sendo muito boa fazenda, coni
    padres claros e escuros, ptlo barato pren-
    de 2i0 r3. o covado, por ter um leve to-
    que de mofo : pechincha.
    SAIAS A 250CO.
    SAJAS A 20OCO.
    O Pavo vende saias brancas de urna s
    poca com fazenda equivalente, a 4 pannos,
    com bonitas pregas em volta,. a 20000 e
    20500.
    Ditas com pregas e bordados 3 30000,
    pichincha.
    LIQUIDACAO DE CALCAS DE CASEMIRA
    O Pavo tem um grande sor, ment de
    calcas de casemira de todas as cores e qoa
    lidades, para lodos os precos, e tosejando
    oiuio lijuida-las, resoivea vndelas por
    um preco muito em cont >, para diminuir a
    grande porco.
    CORTES DE FUSTlO PARA VESTIDOS A
    30000.
    O Pavo vende cortes de fusio branco.
    tendo li covados para vesidos a 30000,
    pechincha.
    CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
    60000.
    O Pavo veade bonitos cortes de cambraia
    (ranea transparente, com bonitas vistas e
    lavjres, proprios para vestido, tendo 8 va
    ras cada corte, pelo barato preco da 60000,
    pechincha.
    CASSAS FRANCEZAS.
    O Pavo vonde bonitas cssas francezas
    com bonitos padres, e do muita phautasi?:
    pelo baratissimo pre^o de 240 e 280 rs. <
    covado, sondo fazenda de mwito mais dinhev
    ro, (cande pechineha, na luja do Pavio.
    HU UM S A 1C3HWU.
    O Pavo recebeu pelo ultimo paquete-d
    Euiopa, bournusdos mais lindos gostos tpx
    at boje sao conhecidos, e em rela<;ao ei-
    cessivabarateza, convidam-se as Exmas. Sras.
    para as verem, para assim admirarem o. que
    ha de mais novidade neste artigo.
    CORTES DE CAMBRAIA A 6SM>00.
    O Pavo vende cortes de-cambraia branca
    com listas e lavores da njesma cor r leudo, .fa-
    zenda para um vestido, e veudo pelo barato
    MADRESILVA.
    .a. 38 e 40.
    Acaba' -a Madrelva do receber diversos'
    pbjectos, como sttjain^
    lios adoR'cos de madreperola brancot-e
    de cores.
    Diademas de madreperola, ditosikmrados,
    ditos 4a jnassa ou bfalo, ricamente enfeits-
    4oa cmze plaqu corr voltas o som ellas, imitando
    ouro, pulseiras douradas, ditas imitando
    lartaniga, rico sortimento de grampos para
    cajsello, sndo borboletas, 'besouros e beija-
    rlares e outras muitas quaHdades, tudo muito gosto, rico sortimento de gravatinhj
    do lacus para suiihora, sendo veUudo, sacj
    setim, gaze, eseosseaas e de urna s cor, m-\
    zenda inteirametite novidade.
    Lindd-sortLnento de leques de marfim,
    madreperola, tartaruga, ditos dourados, corn
    seda o sem ella, aliim -deste de outras umi-
    tas qualidados, qne enfadonho seria mencio-
    nar, tanto para senhoras como para roe-
    ninas.
    Rico sortimento de puohos e gollinha*
    bordadas em cambraia de linho e camizinhas
    bordadas para senhoras.
    Bonitas guarmees ou dragonas para en-
    feitos de vestidos, assim como os muito deso-
    jados cordes de seda, fazenda inteirameme
    novidade -nerte mercado.
    Rico sortimento de caixnhas com prepa-
    ros para costura, sendo de tampas de crystal
    e de outras maitas quaHdades e tamanhos,
    ditas para porta-joias, porta-extractos, rios
    porta-relogios, porta-eharutos, porta-ciuza,
    tinteiros, casticaes, tudo sao objectos de
    plaqu, proprios para presentcar a quaiquer
    pessoa, assim como diversos objectos para
    escriptorio, facas para cortar papel, carteiras
    para notas, caixas paca phosphoros, canetas
    bordadas e lisas, maraes para aaiajncas, ji-
    netes para abrir firmas, caixascontendo urna
    caeta, um lapis e um caivete, aglheiros
    e dedaes, todos osles objectos sao de marfim,
    fazenda inteiramente novidade, assim como
    outros muitos que s a vista dos pretenden-
    tes se podero mencionar.
    Vestuarios para enancas, cbapoztnbos de
    seda, sapatinhos do. merino e setim, meias
    de seda e de algodo, brancas e de cores, tu-
    do para baptisados.
    Rico sortimento de babadores para crian-
    Cas, ligas de seda para senhoras, lencos
    bramos com ramagens, meias de seda para
    senhoras e meninas, ditas de fio de Escossia,
    o melhor que se pode desejar, assim como
    meias de la, proprias para senhoras
    Rico sortimento de escovas com costas de
    baleia, maTehotadas de madreperola, para
    raupa e cabello, e de outras muitas quaH-
    dades.
    AGLHAS F. LI.VHAS PARA MAGHINAS.
    A Madresilva acaba de receber um com-r
    pleto sortimento deagulhas clinhis brancas,
    de cores e pretas para machinas, dos fabri-
    cantes Grover Bakfs, assim como agulhas
    detenas as quaHdades elinhas de seda para
    bordar c para crochet, ricas capellas com
    veos e sem elles para noivas, fil branco com
    bonitas ramagens e com 7 palmos de largura,
    fazenda especial: s na adresilya.
    Rico sortimento de flores de laranja em
    ramas e sepas, de todus os tamanhos, para
    enfeites de vestidos do noivas.
    Rico sortimento de collarinhos e punhos
    bordados e lisos, do linho c algodo, para
    homens, assim como cHapos de sol com
    casto de marfin, eoatros muitos artrgos.
    TEM A MADRESILVA \f
    bonito sortimento do jarros, casticaes Sn\
    pingentes, garrafas e copos para espiritos,
    frascos, garralinhns de diversos gostos, pro-
    prias para toilettes, assim como acaba de re-
    ceber um complato sortimento de espelbos
    de molduras douradas, de. todos os tama-
    nhos, de
    MACHINAS
    DE
    COSTURA
    Cbegaram ao Bazar Universal da ra No-
    va n. 32, am sortimento de machinas para
    costura, das melhores quaHdades qne existe
    na America, das quaes muitas j sao beta
    conhecidas pelos seas autores, como sejam;
    Weller & Wilson, Grover 4 Boka, Silen-
    ciosas, Weed e Imperiaea e outras muitas
    que com a vista devero agradar aos com-
    pradores.
    Estas machinas tem a vantagem de fazer
    o trabalho que trinla costoreiras podem
    fazer diariamente e cozem com tanta per-
    feico como as mais perfeitas costureiras.
    Garante-se a ra boa quaJade e ?nsina-se
    a trabalhar com perfeico em menos de ama
    jora, e os precos sao b comandos-qoe
    devem agradar aos pretndeme*_________
    Lehmann Frres venden)
    libras sterlinas : a' na do
    Crespo n, 16, primeirn andar,
    RIVAL SEM SEGOlO
    Cbegarara agulhas para machinas, do fa-
    bricante Grover de Bker. Dntia a ^0000.
    Pode obter-am pooco Uopo com o uso do melbor dos licoresi aflamada
    HESPERIDINA
    FazJIoito anoos qne conbecido este precioso tnico, e difficil achar orna pessoa
    qoe, tendo experimentado pessoalmenle, nao falle em seo favor, ja" como bom este macal
    e apetisador, tomando om calix dalla antes de jantar, oo como facilitador da digesto
    t.mando-se deaois.
    AB^E
    da HESPER1DLNA a LARANJA AMARGA, alo ba om s habitaote do BRASIL (a trra
    especial das laranjas) qoe l5o centeca as propriedades medicinaes da donrada froela,
    ora bem, a
    LAEAIJA AMABGA
    em seu estado natural tem om gosto pooco agradavel, e o mrito da Hesperidina con-
    siste em reter snas boas propriedades, e ao mesmo lempo apresenta-la como
    EXQUISITO LICOR
    A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nio tem nada qaa Mijar k
    melhores importacSes europeas de cathegoria semelhante. Estas, qnando moito, podem
    ser gostosas, porm a Hesperidina a combinaco perfeila do
    AGRADAVEL E SADAVEL
    Para pro va de qoa om artigo no qoal pde-se ter ioteira coofianca. por ser poro
    e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e autorizada pela
    JUNTA DE HYG1ENE
    do Rio de Janeiro, permittindo sua Hvre elaborago no Imperio; eutrs
    BOA PBOTA
    a acceitacao geral qne tem em todas as partes onde apreseolada. Em 18454 estabe-
    Ieceo se a primeira fabrea em Buenos-A yres; em 1869 a segunda em Montevideo; e
    no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica qoe actualmente
    trabalba na corle. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitacao.
    tanto que rara a casa que considera completo sea aparador sem urna garrafa de
    qoe ven-.-precodc 6#000, por ser grande peoataoha;
    80OOj e
    000, assim
    eamas de
    9fs Mn-
    piacos,
    Ditos muito unos com babaduios bx
    bordados* 855000.
    Ditos ditos com Usas de cres a4?M>00e
    S350OO. -
    Ditos de cambraia bqansa com 10 metros
    t^eba v.-goauto
    :ya. o
    3 a 9 palmos de altura e largura
    regular.
    A MAIIRESII.YA
    acaba de receber um especial sortimento de
    luvas de .Ionvin, .brancas, pretas e de cores,
    para homens e senhoras, assim como tam-
    bem para meninas e meninos do 3 anuos
    para cima.
    BOM-CAS.
    Rico sortimente de borneas de todos os
    tamanhos e com rosto de cera. -
    BORDADOS.
    A Madresilva acaba de receber um rico
    sortimento de bordados em cambraia de li-
    nho, fazenda inteiramente novidade neste
    mercado, sendo babados e cntremeios.
    Finalmente, a Madresilva, alm dos a/ti-
    gos-quo vos ftNnen$ao,"--leni outros muitos
    que enfadonho seria-eiqlitar-vos, por isso a
    Madresilva espera qu vos digneis visita-la
    mais a miado, a,ql vos-"licar sempre
    fflata._______' _________
    Liziuhaa para vestidos a 320
    res o covado
    S di ra do Duqae de Caxu n. 60 A, oalr'or
    ra d(> Qaeimado,
    Silva & (',
    lija da esquina, de'Beulo &>
    Engenho S. Matheus.
    Vende-se um eneenho d'agua. moente e corrente
    com muitas I>;i- ubras, mcia legua distante da via
    frrea, estarlo do Gamelleira, pelo mdico prero
    de 16:000^000, didheiro vista. Tambem vnde-
    se dando 6:0003000 vista e dez vWido m
    cinco pagamentos annuaes, sendo que as tetlras
    descontadas a 1 % ao mez, produzam os dez .cantos
    de reis : a tratar a ra do LivraraeotQ o. 19, I.*
    andar.
    Vende-se na na do Imperador n.,'JO .un
    moleque crioulo, de 18 para 19 nnnos, boa'flgnra,
    sadio, com os ofllcios de tecedor de palbinha e de
    marcineiro.
    Cticgiiem qiiiiHto tutes 1!
    i :so;i mm \ %m \
    Lindos chapeos eampestres, da rufiia moda,
    ara senhnra. s na ra do Duque'de t'Sxias n.
    i A, l Aluga-se urna escrava para todo u ser vico de
    una casa de familia : tratar na ra Primeiro
    Ide Marco antigamente do Crespo, lo-a do Passo
    (junto ao areo-flteteaiQ'^tono.
    u m, A
    Ra do Mrquez de Olinda
    n. 50 A.
    Taoa para vender os seguiotes objectos abaix.
    mencionados, pelos pregos mais resumidos, corn(
    sejam : Coques modernos a ttOO. pegasjte n-
    tremelos bordado* de diversas larguras a 300 rs
    dnzias ds co'larinbos de linho a 4*500, ditos mau
    Unos a 5*000, lencos para algibeira a 200 rs. boa
    fazeoda, linhas de carritel de 200 jar-tas a 60 rs.
    la par bordar a 5*000 libra, leques a imiucao
    d**anda'o a 1*5C0, lamparinas a 600 rs. a dazia.
    caixas eem papel amizade a 600 rs. ditas com di
    to .aperior a 700 rs., envelopes a 400 rs. o cen-
    ia, botinas nacionaes para horoem a 4*500, fcot
    para eriaocas a 1*500, agulhas fraocezas a 40 rs
    o papel, sabonetes de alcatro a 500 rs. ajua flo-
    rida verdadeira a 1*200 a garrafa, dita ioferion
    1*000, frascos com sndalo a 1*000, ditos core
    oteo philocome 800 e 1*000, ditos com dito ba-
    bosa a 3iO rs. dilos com agua de cologoe a 840
    400 r?. pegas de galSes branco para enfeites de
    feidos de criaoca. a 400 e 500 rs., masaos coro
    12 pecas de iraoca' branca a 240 n cltos corr
    dita de c6res a 320 e 400 r., duzias de phospho
    ro segoratica a 240 rs. e a grosa a 2*400, e ou-
    tros minios artigos, que para nao lornarrao-noj
    enfdennos deixaraos t mencionar, os quaes >
    lUtm su baratos o^ra acah-r,

    O bomem velho toma Hesperidina para obter
    VIGOR
    0 bomem doente loma Hesperidina para obter
    SAUDE
    TJ homem dbil loma Hesperidina para obter
    Hesperidina para obter boa cor-1
    Auiaral, Nbuco & C. avisam a rapazeada car-
    navalesca e aos habitantes do Cabo, Apiparos,
    kguarass, Casa-Forte, Limoeiro, Afogados, Goyaa-
    na, Santo Antao, Nazareth, Varzea, Olimla, Mo-
    tui-irioiiibii e aos demais amantes do carnaval que
    recebcrain um coniplelo sortimento de mascaras
    de papeUo, sera, seda e rame, para quaiquer
    carcter ; e franjas, trancas douradas e pratea-
    d.*. cabelleiras, lanjonlas. voltas ele. Vendein-
    h no Bazar Victoria, ra d'j Barao da Victoria
    BAZAR VICTORIA,
    Auiaral, Nabuco A- C. acabam de receber da
    Europa pelo uliimo vapor o seguiole, e convid m
    s Exilias, senhoras a virem ver:
    Ricas chapelinas para visita, de palha, fellro,
    velludo e seda, a Ilubagares Montpcnsier, ultiiua
    moda.
    (Iliapos de pallia para passoio.
    Enfeites de seda, de cores o para lulo, para ca-
    cera de Sra.
    ijustumes de cambraia pura Sra., canteado ves;
    tiiln, da\n de cabera e de gol, tade da mesiu
    fjztmda e de iguacs enfeites.
    ('.i rtes le vestidos de la e seda, doicaiubraia
    txi dados acalla, piulados e estampados, c de
    baplisias ido cores.
    Elegaates guaitaefcw de cares para senhnra,
    conk'u-lo l par de brinco-;. 1 alfmele, z pukeina,
    1 itiadeuia u uniaborboleta para cabello.
    I.eques d madrenerola, lu'Mtci e queiiuado cor
    de r**i hraajatte. etc. usos e bordados.
    Leques de niarlim. lisos, bordados e com seda,
    . laques de lartarnga.
    Lcqnes de madeira, flsso ele. etc.
    Vendem-se no Bazar Victoria, ruajdo Barao da
    Victoria n. t.
    e
    Vtode-fe balaoijas 4fcima unto pequen
    cmo gind^s : na roa d Ioip*-ra*or n. 29.
    Excederte toociobo inglez m latas
    iioris a 900 rs. a li'ra : no armazem
    ir rea s 4 C, ra do Aotarm ti.'37.
    de qaatro
    d Tas;o
    yicasiie faaiburgo
    Vndase a
    raaa Crftr n.
    Ilreiiy.
    ll| o cwti, 6 mofto barato : ns
    S\, 1* aadar, aatio de .cabetlet-
    tesene
    jtde prlmpira qualida1, marca Deves, vendm
    'Pereiri da Cuaba maja, ra do Maqotz de
    Olmda b. 21. i* andar.
    m
    dfeaakM&o sWa-a Hra*tla Cruz de Almas,
    baeea^i'cna^a-^'tonWiehdadwr' Tsso o do
    desembarga4rtf eomfiwa de Ti\Tr.da,.dtli?-
    rMaaa-ardondtM. f*-ado'birxa de captm, &c,
    p*r-a!'frdadostriltura irrba-
    laadoasfiBA^-pat
    ;ai>a- ^(la*esue do Amorim n. 37.
    qttfeira : a HntarTia
    ^aniila do naaHS(#a a 3? o
    Cemento.
    Vende se o verdadeiro Portland tu Uatricas da
    'IS awtjias : noartnazem n. 31 na fita do Aino-
    rira.
    BICHAS DE H4IBURG0
    As anal eeetes eaatlhorev.
    - Venttew'-se-iM^bartnawa evdro^aria d Bar1
    tHolomn <&t., tai I.arga'dosavto o'Ru. 34
    Milita atterttjo.
    as-
    Vinho 'o- w^mr* da Uh.vido S. '-Migu 1 ;
    alidades em
    4 ('.., i ra do

    e de dner as auaudades, em I ar-
    ff, venda.
    I meo
    jireW. co*Wtiv: ao kiifo da*
    Nos bailes as douzellas e os mocos tomam
    aaimaco durante oa loncos gyros da
    BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n.
    grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguinlea :
    Joaquim Terreira Lobo, roa da Imperatriz.
    Ztferino Carnero, roa do Commercio.
    Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadea a. 1.
    Antoio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
    Antonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
    Gomes & Irruyo hotel da Passasem.
    7, i andar, receberam eale
    NOVIAUES E PECIHNCHAS
    EM
    FaZENDSS finas e roupas feitas
    NA OFFICINA
    DA
    LOJA DO PAPAGAIO
    Tendo por mestre Mr. Charles Lanrent
    BA DA IMPERATEIZ N. 40
    Alendes & Carvalho scientificam ao respeitavel poblico, qne acabam de recebar ja
    completo sortimento de fazendas fia.s de todas as qnalidades, tanto de lia como de !i
    nho, seda e algodo, o qne ha de mais modt rnoe do melhor gosto, e portanto eonTi
    dam as Exmas. familias amigas da ectnomia do mestica, a virem on mandareis na 1,011
    DO PAPAGAIO, e verio qoe compram fazendrs bonitas e baratas por roeno preco qc
    jamis compraro.
    GOMO SEJAM:
    Granadinas d8 seda de urna s cor, lar- Chitas francetas de todas as qnadad*
    gas a I 600. de 320 rs, at o cretones da 560 ra. o cr*
    Ponpslinas sarjadas de furia cor boa lar- vado. <
    gara, a 1 1200 o covado. Cortes de casfa brancos bordados coas
    AlpacSo de cores com listras de seda para bahad >s de seda de cor, e branco, e wtrt*
    eofeite, a 800 rs. o covado. bordados com listras.
    Lazinhas de cores, em grande qaantida- PARA LUTO.
    de, de 320 a 500 rs. o covado,
    C3chenez francezes para senhoras e me-
    ninas, a 35000.
    Cretones francezes para cobertas, cor 13xa.
    a 800 rs. o covado.
    Alpacas Ibas e lavradas, de cores moder-
    nas, de 500 a 800 rs. o covado.
    C bertas de f os to de 19 e de oatrai
    qnalidades, brancas e de cores.
    Ponpelinas de soda, de flor e de qnadro
    a 15800 o covado.
    Pecas de cambraia bordada para cortinado
    com 25 varas.
    Veos de fil de seda pretos a 85000.
    Merinos para vestidos, bombazina, ca
    13o, alpacas, ISa7nhas, crep, cassas e coi
    tas, todo em qnactidade, e para diverso
    precos.
    Grosdenaples pretos, de l|6O0, 2$ 25500 at 55000.
    Seda preta com listras assetinidas pan
    vestidos.
    Chapaos de sol de seda para meninas. >
    4(50 0, a ferrados.
    Ditos-par* bomem de ViMO at 205000.
    Ditos de alpacas de core r/rtto,- para di
    Ditas de cambraia adamascada com 20 va-,Teri08 P*"6?*8
    ras, a 125000.
    Saias bordadas mnito finas de 4 e 5 pan-
    nos.
    Bales de chita e de cambraia a 2(5000.
    Nansouks e baplistas com listras para en-
    eitar.
    Diversas qnalidades de lasinbis e alpa-
    cas em retalbos, para todos os presos.
    Bramantes de linho para lene oes, de 25200
    at 45000.
    Dito de algjdao muito largo a 15800 a
    vara.
    Algodio largo pera lences, i 5000 a
    vara.
    Atoalhado adamascado de linbo e algo
    dio.
    Esparlilhos.de linbo finos, de 35000 para
    cima.
    c Lazinhas largas com listras de seda, a
    800 rs. o covado.
    Madapolds inglezes e francezes de 55000
    at 125000.
    Algodaosinbo da todas as marcas, diver
    sos precos.
    Bareges com listn da leda, a 500 rs. o
    covado.
    Casias fraticezai de cores fizas e lizas
    com barras, oa padres mais bonitos que te
    teem visto.
    F04WECEM-6E AS AMOSTRAS A QUE A4 tOttmm
    FMXWEMS DA CASA.
    OD*-
    u>
    r
    Tpeles a^alludados desde os mais pi-
    rtenos ateos maiores.
    Damasco carmezim para colchas, o
    Hhor.
    Pannos de cro'c'h psra cadeiras e
    pbs.
    Cambraias victorias de todos as noo*
    ros.
    Ditas transparentes ingleiM amisiM, ua
    a largura de tartatana.
    Fil de linbo i de seda, braceo e pr?w>
    li.-o, de salpico e de fl rae.
    Camisas bordadas para aaobofa, de d*
    versos precos.
    Meias para seaboras, daa mais inferiora
    at as mais aaparioras que te'en-apoasa
    cido.
    PARA 80MENS EMEMN6.
    Nesta aalabalaia\eBlo aa mootoa oas.
    flicin, e qns'.qaer humen.que qoieer ve
    lir ciuh gosto,- acbari maita vafiedade en
    camisas de cores, pamutitaea 4 iem.ra
    0 melbor qoe ha ao mareado, roa* fe**
    em quantidade, assim com camisas fran
    cezas e inglesar, Tfea traadla, ceroola
    de I oi*aitioai(wtirJwa, olfrtoi a
    granee qointidade, frsala 4e dtoot feitios,camiufc'a^Mri.'ean aowna-mtpm
    tr a todtuqw p^eoltir f*n vwtJrttd
    irostteTtaaaciai '-
    K OS FKajMNOS tfS
    ^
    Boa acquisif^.
    Vnilm-M! s dtas" rasan, i ruado
    l *-H#rvai ne. 7 tW : tAlar aa
    ***** Vetea a. 106.
    bem freguezada pa-
    Viscon-
    ra* ia
    Veudc-se urna tav
    .ira i nm am-. pomos- fnndas, aroftHft para
    vema i
    m ron

    (\^iitilt)
    A melhor bolacaiaha at ioje caofi
    sssisnssr*^'' ^asjats
    wmmm
    -a.


    '
    -
    >
    >

    /
    J
    Diario "de Pernai-buco- Ter^a feira 21 de Jfiftero -de-!*&.
    7
    M II I" i ',' '
    Para aptflhras
    SRiquisiiiBvs *.md>Wan4, .jApMKl d* iM*"
    (jqm d msdroperola e mms de sea,- sudo- api-
    nat novidute 0 a melle* ftteni qu teca viodo a
    Mt aerea*.
    Perfumaras
    N*t artigo fa preda di* pliea$o>, basta
    diier-ee es fobreaat!Jjfcy GosnelH, Couray,
    Lubip, Ricael e Legmnd; eslai perfomafiaa dsla
    ei vieran eco a-oa da modellos novo?, e que
    pela saa elegancia so loro3m proprio; para oca
    Triabas e franjaste seda
    branca.
    Djla vei o sorlimeato velo mfroico, fazc nda
    amito boa, nodulos dovm e di todas ai largara;.
    Bonecas de borracha
    Destaa borneas veio peqaeot porcSo e de diver-
    sos lmannos.

    __
    ~E-
    Diademas
    k wrdadaira eerteja a Baviera, marca ba-
    ara, dosapemr qoalidade : venden Taaso Ir
    ao k & am aec arauxam da roa io Aojojim
    V. _______
    COSSTTPACAO
    HMMI
    Lindos e da modllos novo?. Telo eoosa tnuito
    boa.
    Quem duvidar venba ver
    Deeedidazeflte a Magoolia na Daqoe de Gi- i
    xias n. 45, convencer aos teas amigoa e fregu- j
    zea, de saa espeeiad;ide era (orreapoodemes, na i
    partemais elegante do mando; agora mesmo o!
    ultimo vapor ebegado da Europa tronxe uro a par-
    te de setas encommnndas para o tempo de Testa,
    constando dosegointe:
    Para o bello sexo
    Liridissimoa brincos, alfloetea, orates, pnlseiras
    e cazoletas de tartaruga bordadas a oaro, assim
    >mo bonitos grampos com pf rolas e outras pe-
    tira- para a eabeca : a Hagooiia solicita do bello
    sexo, qna prima lempre no cbicjne e na moda, que
    venba ver e.......
    Luxo e bom gosto
    Para enriquecer e aformosear ama sala vieram
    lindos jarros e jardioeiras de porcelana mnito fina
    e de bonitos modellos inleira nenie novos, com
    lindos deaenbos e donrados; assim como nma es-
    Pajialidade em panuca de cbroebet para sof e
    caleiras.
    DOSEREFRSCA
    ACMMH
    oaten _
    > DEPOSITO GERAL
    NA
    Pharmacia e drogara
    DB
    - BARTHOLOMEU A C.
    34Roa larga do Rosario34
    CIIGOI!
    Qnal?
    O moco cbiqas e da moda qne nao apreciar
    nma liada guarrtco da marfloi. madreperola, oaro
    e plaqaat, consa lindisiiroa e ca molde especial e
    unnea vindo aqu; mnito bona chapeos de sol com
    ribo de marfim e bengalas imitacao de nuicornio
    com cab de madreperola, por corto nenhum dei-
    xar de vir i loja da Hagooiia rna Dnqne de
    t'sxias n. 45, eseolher qualqaer destes objaetos :
    nao caro I
    DO
    Antonio Parara de Oiveira Maia tem para Ven-
    der em seuestabeleCimonto rua da Senzala-nova
    n. 1, chinelias para homens e enhorne, tamancos
    e sapalos de tranea para os tnesmos, borracha
    para limas, ludo de su|icrior qualidade a por pre-
    co commodo poi' ter viudo de sua conta propria.
    Vende-so mnito barato utn piano do mesa,
    proprio para menina aprender na rua larga do
    Rosario n. 46, I" andar._____________________
    Vende-se urna taverna com a respectiva ar-
    macao e casa em que est situada, urna nadara
    I*- 11 montada com a casa em que est situada,
    l" in como casa para familia, propria para um
    principiante, tndo na estrada ele Belem : a tratar
    na taverna n. 3 da mesma estrada.
    Diademas e aderecos de ma-
    dreperola.
    A loja da Aguia branca rua do. Duque de
    \ias n. 50, receben urna poquena porcao de
    diademas e aderefo* de madreperola, obras de
    parado gosto.
    Vende-se
    Cma boa easa terrea, chao proprio, servindo
    pira familia, sita na rua das Srioulas (Capunga.)
    Vende se tambom parte de uina outra casa ttr-
    rea cin eno proprio, sita na na da ventura (Ca-
    pnnga) : tratar na rua Priilieiro d Marro n.
    7 A, 1." andar.
    JARROS
    com tripas e dobrada de vaeei ingleza a 44000
    cada neo : co arma;em de lasso Irmos & C,
    ya do Amnrim n. 37.
    Xarpe d'agrio do Para
    Antigof (,<)nr'ituado medicamento para
    cura das molestias dos orgios respiratorios,
    oomo a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
    applicado anda coco ptimos resultados no
    .-corbuto.
    Vende-se na pharmacia t drogara de Bar-
    tholomeu & C, rua Larga *\o Rosario n. 34.
    O baealbo da Noruega, em caixas e meias
    ditas : no caes da Alfendega n. i, armareis de
    Tasso IrmSos & C.
    Obras de phaiilasia.
    A luja da Aguia Branca, rua do-Duque de
    Caxi s n. 50, receben um helio sortimento de bo-
    nitas modernas obras de phantasia, sendo :
    Urie a o eruzes pelas, com duurados e pedias.
    Outros de n adrep rola queimada com bonitos
    tnfeites de delicadas flores.
    Outros i'e fui donrado Man p nge tes de cores.
    Outros encarnados e de bouit s moldes.
    Rusetas de lino dourado com pedras branca,
    Aderecos d madreperola.
    Ditos donrados com camapheo preta.
    Ditos encarnados.
    Ditos imitando follias e flores naluraes.
    Ca soletas de madreperola
    Voltas de grossos aljofares de cor s.
    Outras ne ditos pret s com donrados.
    Puleeims de tartaruga com.dourado.
    Outras pretas.
    Grampos pretos e de cores.
    Bonitas abotoaduras de fino dourado, com pe-
    dras. coral etc. para abertura de camisa?. .
    Kotdes domados e de outras qnalidades. para
    aberturas e collarinhos.
    Novas gollinhas e
    bordados.
    A loja da Aguia Rranca a rua do Duque de
    de Caxias n. 50, recebeu novas gollinhas e pu-
    nhos bordados, c outros enfeitados com entrenieios
    e bioos ; assim como recebeu igualraen e novas
    gnarnicoes de grvelas com franjas e lacos para
    os cabellos, tudo do nielhor e mais mod rnos gos
    tos.
    Bonitos loques.
    A loja da Aguia Branca, rua do Duque de
    Caxias n, 50, receben bonit s leques d perfeita
    pliantasia. prco com dourado', e outros de apu-
    rados gostos; assim como recebeu ou ros de ma-
    deira que se confunde com o sndalo, e tem el-
    le lindos coloridos n c ntro, e ainda assim ven-
    de estes pelo barato preco de 4000 cada um.
    Vasos de crystal para toillet.
    A loja da Aguia B anca, a rita do Duque de
    Caxias n. 50, r ceben bonitas garrafinlias de crys-
    tal em par com ramagens douradas c mui pro-
    pria* para arranjos de toilet, ele, ______
    punhos
    ATTE\CA0
    Vende-se om excelleote cofre com segre-
    lo, obra feita na trra com maita segeran-
    q : a tratar na thesourara das loteras,
    rua i de Marco o. 6.
    Sao ha mai* cabellos
    brancos.
    Tinturara japoneza.
    S e ouica approvada pelas academias de
    sciencia, reconhecida soperior a toda que
    tem apparecido at hnje. Deposito prin-
    cipal rua da Cadeia du Recife, hoje Mr-
    quez de Onda n. 51, i. andar, e em to-
    das as boticas e casas de cabelleireiro.
    Borracha.
    Vende-se superior bnrracjia bdhgie, para limas.
    rna do Duqu.- d-' Caxias n. ii. ___________
    Libras sterliaas.
    Vende-se no armazem de fa::endas de Angosta
    V da Oiveira 4i',.,j roa |i Tommercio n. vt
    Pervira da Cunta Irmaos, rua Mrquez de
    Onda n. 21, vendem o seguirte : .
    Viqueta* para carro e bota; de viagem.
    Marrbqaias.
    CordavSes.
    O eados para forro de carre.
    PMassa da Rusaia.
    Vinhe do Porto, fino, em cutas. _^___
    Chitas avaradas
    Estao quasi limpas e sao
    , tero scuras c claras, a 2i0, c algodaozinho
    largo e superior qua;i limpos, a 4/500 a peca :
    cheguera aeprcssa
    A ROSA BRAiYCA
    rua da Imperatriz n. 58.
    Tijolos fraiieezes sexlavados
    De 45TOOO a 55rOOO
    O iHllicro.
    Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
    solidado, sao os melhores e os mais econmicos
    pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
    terreos das casas, porquanto, pouco mais distan-
    do do que os feitos no paiz, sao, sem comparacao
    alguina, superiores a estes pela limpeza de que
    sao susceptiveis. Cstam alm disto menos.da
    decima parte dos. de marmore, j reprovados, c
    dos de efferentes mosaicos, os quaes nao estao
    certamente ao alcance de todas as fortunas, c s
    sao empregados e proprios para as salas princi-
    paes. Alen da vantagem que ha no emprego
    ! destes tijolos para os pavimentos terreos e casas
    de campo, tem estes ainda a de sercm os melho-
    res e mais proprios para ladrilhar enrinhas nos
    sobrados da cidade, atiento a sua solidez e pouco
    peso, estando mais que provada a conveniencia
    de serem assoalhadas as cozinhas todas de tijolo,
    e nao s a parte junta ao fogao, no que at as
    companhias de seguros se deveriam mteressar.
    Vendem-se nos armazens de farinha de Tasso Ir:
    inaos & C, no caes do Apollo.
    ARMAZEM DOS
    Boa Duque de Casias n. 29.
    Os propietarios deste betn ic.ontado estabeleetmento scienlificam ao
    aspeitavel publico dtsU provincia.'que se acham com um variado completo sort
    ment de movis, tanto nacionats como esirangeiros, sendo estes- escolhidos por om doi
    losios qne se acha actualmente na Boropa. 0 mesmo tem contractado com os melboret
    fabricantes daqaellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
    Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qne ve*
    oham visitar o estabelecimento, aonde encontrarSo a realidada do qne acabam de expr
    ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, a
    marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao aetitn, amarello, etc., etc., gnard;
    vestido de amarello, guarda loug-a de uogt^eira e de amarello com tampo de pedra, apa
    radores de d-to dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, loPjfl de jaca-
    rauda, amarello, pedra, secreta' ia\ de Jacaranda e mognocus tureiras ae mogno, san
    toarios, thears para bordar, bercos, lavatorios com espejho, de pedra marmore e sen
    pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artlgos que deixamoa dt
    mencionar por se; te rna r enadonbo
    RTIMENTO
    DE
    OB JECITOS PROPRIOS PAR^A J^ 9SS11*-
    N. 8 Rua do Bar3o da Victoria N. 28.
    Antonio Pedro deS.uza Soares.rscebeu om lindo e vanado sortimento di objectos
    como sejam : lindas caixinbas de madeiras com extractos e sabonetes, bolsas, indenpesa-
    veis decooro da Russia.para senboras, potes e calongas com banha do? melbores perfu-
    mistas e mu ios objectos abaixo declaradas, os qo:es vende por presos resumidos.
    Galhcteiras douradas com extracto.
    , Dozia de talberes c^bo de viado (a
    imitago) a 3OO
    dem idem cabo de oseo i B ce m
    ;oqoe a 4000
    dem idem idem 2 B finos a 55500
    Livros para notas a 320 e j.00
    Abotoaduras para colleta, grande
    variedade a 200)
    Lamparioas a gaz a v I00
    Gaixa de linba com 40 novelios a .-)500
    Croza de botes de osso para cai-
    fa a 0200
    Dozia de ditos para cofeitar vesti-
    dos a 200
    Resma de papel pautado e lizo a
    3,5000 4 00;', e 40500
    Gaixa de papel amizade multo
    bom a 0600
    tem id-m beiradourada a 0SOO
    dem de envellopes linos de Per-
    siana a 0SOO
    dem idem a 400 e 0500
    Duzias de baraibosfraBcezes canto
    donrado a 30fiOO
    dem idem lisos a 20500
    N0V1DA0ES.
    Redes enfeitadas para Senbora a 1>SOO
    Brincos com pedras o qne tem vindo
    le mais gosto.
    Bonecas e animaes com corda.
    Meios aderecos pretos com cama-
    fea a 0640
    I-uvas de pellica moito fresca a 20300
    dem idem com loqoe a 04CO
    Dozia de pecas de trancas de ca-
    racol a 0400
    dem idem liz s a 0200
    Microscopios (sem vistas) a 20000
    Puzii de pentes de borracha para
    alizar com costa a
    20400
    70000
    Mimosos leques de osso para se-
    nbora a
    dem idem de sndalo comUnte-
    joolas a 50000
    dem idem a taisdfaa 20000
    G nafas de tinta rxa mnito boa a 10000
    Potes de dita ingleza (preta) a 0160
    100 e
    ' Sapatosde tranca tapete, casemira e
    cbarltte.
    Bot;nas para senboras o pa^a 50000
    PERFUMARAS.
    Macos de sabonctes inglezes mnito
    bons a 0600
    Dozia de'sabon.tes de amengua a 20500
    Idam idem decoracSo a flores a 10500
    Picote com pos da arroz moito
    fino a 400 e 0300
    Garrafa de agna florida verdadei-
    ra a 10200
    dem idem kananga a 10200
    Frasco com oleo oriroa 10000
    Caixa com pdi para dentes a 0200
    Opiata mutob a 10COO15OO, e 20000
    Agua de Cologoe muitoioa fraco
    de 5t;0 a 20000
    T- '-'-o oriental de Kem a 10000
    ' V;,. ...do sortimeDto de vasos com banba
    ^xinhas cem extractos a 20,30 e 40000
    Frasco com extracto oriza muito
    fino a 10500
    dem idem a 240 400 e 0500
    QU1NQUILHARIAS.
    Tambores para enancas, bailas de borra -
    cba.bcnecas de massa e lenca, candieiros
    a gaz, bonecas de porcelans, quadros de
    paisagens, cidadese machinas decostora de
    Howe.
    DO
    BAZAR NACIONAL
    Rua da Imperatriz n. 72
    de Lourenco Pweira Mendes0uimar5es
    Declara ao respeitavel publico que, tendo concluido o conserto que fez em seo es-
    labelecimento da roa da Imperatriz n.' 72, declara qne o sortio de novas fazendas pro-
    oronriaj para a feata do natal, os preces s5o os mais baratos possiveis a saber :
    LASINHAS A' 120 RS. CORTES DE BRIM A' 10500.
    Vende-se laasinhas para vestidos a 120 Vndese cortes de brim para calca a
    100, 360, 400 e 500 rs. o covado. 10500 e 2X0.
    OLINDENSE A 800 US. MADAPOLAO A* 30rOO.
    Vande-se ama nova fazenda de seda e Vende-se pecas de madapolao a 30000,
    linho, por nome olindense, propria para 40go(, 50000, 60000 e 80000.
    640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado. chapeos de palha a ?#C00.
    ALPACAS DE CORES A 440 RS Veide-se chapeos de palba, de feltro e
    Vende-se alpacas de cores, lisas e Iavra- de castor, para borneas e meninos, a 20,
    das, para vestidos de senbora, i 440, 500, 20500, 30 e 40000.
    nome
    o co-
    ra, o covado.
    BAPTISTaS A 800 RS.
    Vende-se crea nova fazenta por
    bapiistjs, para vestidos, a 500 rs.
    vado.
    SUTANAS A 640 RS.
    Vende-se ama nova fazenda de 13 e seda
    por nome sutanas, para vestidos de senbo-
    ras e meninas, a 640 rs. o covado.
    PHANTASIA A 800 RS.
    Vende-se nma nova fazenda lisa, por nome
    phantasia, para vestidos a 800 o covado.
    Fnsto Irauco a 3941 ni.
    Vende-se fusil branco e de cores, para
    vestidos, de senbora, a 320 e 400 rs. o co-
    vado.
    CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
    Vende-se chitas francezas escuras e cla-
    ras, a 240. 280, 320 e 36:) rs. o covado.
    BRAMANTE A 10600.
    Vende-se bramante com 40
    largura, proprio para lengoes,
    e 20200 o metro.
    rosdenaples preto a
    Vende-se grosdeoaple preto
    20500, 30500 e 55000 o covado.
    PANNO PRETO A 1J500.
    Vende- e panno preto para calcas e pa
    litots, a 10500. 20500, 30COO,
    55000 o covado.
    ALGODAO A' 43000,
    Vende-se pecas de algodSo americano,
    40OO(, 50000 e 6|000.
    BOTINAS PARA SENHORAS A 8*000.
    Vcnrle?e bolinas para senbora, a 5*000
    e 50500.
    CMBRAIAS A 35000
    Vende-se pecas de cambraias lisas para
    vestidos, a 30OGO 40000 e 50000.
    CAMISAS BRANCAS A 2000.
    Vende se camisas brancas a 20500 e 20.
    Ditas de linho a 30, 305X0, 40000 e
    50000.
    Palitots de panno preto a 54000, 70000
    e 80OOO. Palitots de casemira da cores, a
    40.-S0OOO 6 80000.
    SAPATOS DE TRANCA" A 10500,
    Vende-se sapatos de tranca e tapete, para
    homens & senooraa, a 10500, 1 '8(0 e20
    palmos de SaP*l8 de casemira pelos a 2500j 30
    lOOO W*0.
    CHALES A' 8C0 RS.
    i Vende-se chales de 13a cem qaadros e is-
    tra, a 800 rs. 10000, ditos de twrin
    estampados, a 20000, 30500, 40 e 50000.
    E outras muias fazendas qw se vende
    sem reserva de preco. na loja" do barateiro
    40OO e Bazar Nacional.Rua da Imperatriz n.
    72.
    sooo
    a 20OUO,
    Samuel Power Johns:
    ton & 0.
    Rua do Apollo n. 38 e 40
    Fazem setenta aos saos fregueses que teem
    mudado o sea deposito de machinas a va-
    por, rooendas e laxas da muito acreditada
    fabrica d LowMoor para rua do Apollo n.
    38 e 40, onde ecntinuam a ter o mesmo sor-
    i tmenlo do eoatame.
    Fazem sciante tamhem qne teem feito um
    arranjo com a fondiclo gerai, pelo que po-
    dem offerecer m para assentar qualqaer
    machinismo e mesmo garant k.
    Os proprietarios da fund?ao geral farem-j
    scientes aos senbores de engenbo e mats
    pessoas, que teem establecido nma lundi-
    co de ferro a brome a rua do Bram, jun-
    to a eslaclo dos bonds, onde apronuro
    qualqaer obra de encoromenda com perfei-
    (o e promplidao.
    Os mesmos rogam as pessoas que qnel-
    ram ntilisar se de sens servidos de dena-
    rem as eneommendas em casa dos Srs. 5a-'
    mnel Power Jobnston & d a rna do Apol-
    lo n. 38 e 40, onde acbarao pe*soa Habili-
    tada com quem possam entender se.
    Apparelho para fabricar assncar, do systema.
    WBSTON CENTREFGAL
    nicos agentes em, Pernambaco a fundicao geral.
    Para tratar em sen esenptorio a rna do Apollo n. 38 e 40.
    Aderecos de bri- j
    Ihantes, esmeraldas
    rubins e perolas, ]
    voltas de perolas.
    A CORDA DE 0OR0.
    A. rua da Imperatriz.
    n. 59. /
    Acaba de recaer de conta propria, *"
    pelo ultima vajwr da Etirepa, um com- \
    plto sortimento de oljectos de-prata '
    os mais lindos qne tem v..nde a este riier- i
    cado, sendo os secmnte'" aderecos' r '
    fila-granna, obra de apurado gosto,vol- j
    tas, brincos, rozetas, silvas, rlogios, '
    palhiteiros, eolheres etc. etc., pelos pre-
    tos rrhs Tesornidos pr-ssivefs, Assim
    romam completo sortimento de obra?
    de oaro j armis de- brhaaces, rzalas, ^
    aderecos etc. c taaibemsem-brtlhante.*. j
    CARNAVAL!
    Borracha para limas.
    Vende-se borracha de primeira qttadade para
    limas de cheiro, nos seguintes lugares : na phar-
    macia Central rua do Imperador n. 38, na mes-
    Ima rua n. M e no pateo 03 matriz de Santo An-
    tonio n. 4, por pi*aco razoavcl1. W
    Ultimo gosto
    Cadeiras pretas donrados e maribetadas d' ma-
    dreperola : nos armazens da Tasso Irmao & C,
    no cas do A odio.
    SHOST
    EOREPO ECONOMA- E CELEi
    -Obwm-se ewn o uso
    WJEGC&O
    Unicar hygienici.radici e infallivdl na ca-
    ra da gonorheas, flores trancas e flxos do
    toda especieV^.r9^nte' u ehronkas; eque
    oflurece cora ^ariBt8.dei*littares resultado
    a conm*laap|4;,caoioqucsenipre com. a
    oiier vanisigeat st> tea fe;,t>4ell nos hos
    pitaes de Pars..
    nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
    & C, ruaLargad> Rosario n. 34.
    (3ofts1>orclado}?a6|000!!
    m bordado de cor,
    ,M______._i ^_ti\__j ,
    lucos cortea de canbraia
    ediS?-2?rSnW
    C. da Cuite C
    Farinha de mandioca.
    Vende-se no trapiche Companhia chegada-ha
    ronco do Rio de Janeiro: tratar com Thomaz
    de Aqoino Fohceca & C. successores, rua ao Viga-
    rio n, 19.
    Vende-se
    fsteira de palha de earnanda ul imamen;* chega
    gadasdoAra:aty : na rua di Mdrte Dens n. 5,
    i. andar.
    Novidade.
    Ricos chapeos para scntiora, d palha de Italia
    ed*setla, consa muiramente nova nwte merca-
    do: so- se encontrain na Predilecta, rwv d Ga-
    bvff> ni A, a ellos antea qa&se aoabera
    MUZEO DE JOAS
    ST. Rua do Cabug K 4
    JOSEPII CRAUSE&C.
    DE
    (iOMES m VfATTOS, IRMAOS
    .Nesc importante estabelecimontO'de primorosas joiaS, achara o respeitavcl
    publico desta capital um grande e variado sortimento de joias de todos os
    Srecos, queja ex istia ni no Muzee, que seT3o rendidas com grande reducrao
    e preco, alm dos novos objectos recebidos directamente da Europa, que
    se vendero por pre^o animador, bem como sejam, aderemos de brilhantes,
    pulseiras de ditos, broches rosetas de'ditos, ditos de differentes pedrarias de
    precos; anneis de brilhantes e de esmeraldas, rubins esperlas, e de todos
    mais objectos de'valor, quepossarh ser desejados pelo bomgoscre aprocodas
    familias, que sabem dar valor a objectos' de prirtioY.
    Os proprietarios do MI5XEO DE JOIAS, condam' as familias que se
    queiram prever-de excellcntes joiasv a vireln escolhe-las entre o variado
    sortimento dellas, gafantindo os proprietarios" que sero sinceros para todos
    que sedignarem procurar s>;u estabclerimerito;
    Entro o grande sortimento do brilhantes, esmeraldas^ peroks, e obra
    simplesmente de ouro de lei, se ver um elegante sortimento de obras de
    prataprimorosamentetrabalhadas, quetambefn eVendemr)rer;orcduzido,
    bem como, relogios do ouro e prata dos melhores autores conhecidos, que
    so vendem medianto pduco dinheiro e garanta dos donos deste estabeleci-
    nion'to. ,
    Os homens do centro, que precisaran" % rfualqtrer objecto de grande
    ou pequeo valor, procurem o MZBO DE JOIAS, queserao senidos com
    attencao e sinceridade.
    A SAPHffiA
    Obras de ouroe
    prata de todas as
    ' qualidades.
    LOJA DE
    N. 2 ARua do CabugN. 2 A
    Achando-se completamente reformado este estabelecjmeiilo, c
    tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisirao de
    joias as mais modernas viuda* ao mercado, e de qualidades superio-
    res, convidam ao respeita*el publico a fazer urna visita ao scu es-
    tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto poc-
    preco razoavel. _
    Mais delles.
    Amis ctectrie#s.
    Dacroele* arWJeh titctfitoi, 0* uefc para
    ervotMl, xias n. 46 tem-vendiijo por{6a I e *por soren
    os nicos Teradeiro, muito- tara airoveitado ;
    pelo ultimo vapor veio nova rmssa : ellas-.an-
    ta *ie tote&ha. Na Mafnelta, 46, rua^tque
    ideCaai
    saxZuxm
    Tinta Inalteravel
    Para esenever
    de p. aghi-ft PKIWAMBICO

    K&ta tinta recommenda-Be pola sua,coxn-
    posicaA e fiuiclez cormo a i^venioi* e a maie
    segwra de todas as tintas at hoje conh'eci-
    das. Na6 ataca as poniras de 90-, d& at
    ta?ee axcellentes copia, mesmO muitos dift^
    depois de escrever, e* preferivel a qua
    q\her outras tintas particularmente para
    liyros de oommerciol deuriSets efe d
    que se eyeca longa" 6nserva96.
    EXPOSigiO UNIVERSAL DE 18S5
    MEOALH* DE l> CL/SS"
    ALF. LADARRAQE & Cu
    QUINIDH UBARRAQUE
    PPROVAOO m ACADEMI* DE MEDICINA OE PAWI
    O t|ulnlum Iibarraque,
    um vinho eminentemente to-
    nteo e febrfugo que deve ser
    perfeiid. todas as. outras pre-
    para?3es de quina.
    0 vinhos de quina ordinaria-
    mente empregados na medicina
    preparam-se com cascas de quina
    cuja riqueza cm principios acti-
    vos extremamente variavel
    parte ^1880,003 naae de seu
    modo de prefaraefio, estes vio
    hs contem apenas vestigio* de
    principios activos, et em pro-
    porefceBempre variaveis.
    * 0 Qpataw LrfOMtrjnaqae,
    appcovadofpela Acadamiade me-
    diema, eoftst pe- entrawo
    vir| medicamento de eemposi-
    Oae-detemimada, rica em prin-
    cipio* activos, e cot o, ql os
    1 mdicos e os doentes poden
    sempre contar.
    0 Quintana abarraque 6
    prescripto com grande xito As
    pessoas tracas, debilitadas, -ja
    por diversas causas d'esgola-
    mento, seja por antigs moles-
    tias; aos adultos fatigados por
    urna rpida crescenca, s meni-
    nas qui tem .difficuWade ein se
    formar e desenvolver; s mulhe-,
    res depois dos partos aos velhos
    enflaquecidos pela idade ou
    doenra.
    No cazo de hlorosis, anemia,
    aoves pedidas,-este -vinho um
    poderoso auxiliar dos Ibrro^rrto-
    sos. Tomado junto, par cxcui.b,
    com as pilu'.as1 de Vallet, produz
    cffeitos rrmra+iflwe^ pe,a su*
    1
    rpida ac<;au.


    H*t
    Dcto.lt. c- r.pl^i- FUERE, *?.
    t i-J


    N iva u. i*.



    %\


    '*f.*""*^r-
    8
    Diario de Pernambuco Tertja feira 21 de Janeiro de 1873.
    r

    MBLIA W&.
    DISCUSS.VO^
    LL'DQS DEPUTADOS.
    f\VI]>.l NA SESSXO BE 2t DE IZ iM-
    W0>.
    (Concliiso).
    * Pergunto a esta cmara, a esta cmara que
    nao, de iUustrta desnonhecidos; mas que
    de deputados muito nonhociJ os das suas
    locahdides o provincias; pergunto a esta
    pleiade de jovens qua pela primeira vei
    vem bater as portas do parlamento com o
    mesmo direto e.om quo o Ilustre tribuno
    do Rio-Grande veio aqu l)ater no anuo de
    18i ; pergunto a esta mocidade considera-
    da as suas localidades, as suas Villas, as
    suas cidados, municipios c provincias talo
    quanto considerado o Ilustre deputado na
    sua provincia natal; pergunto nao a illvs-
    res desconhecidos que aqui estao, pois s
    o seriam para o nobre deputado do Rio-
    Grande, porque para o paiz, para as pro-
    vincias quepara aqui os maudaram, ellos
    soasss coiiheudos polas firme/.* de seus
    caracteres, inteiligenciti o independencia do
    principios ; porgo uto a esta cmara se pop-
    ventura o ministerio tcm desmerecido do
    alto conceito em que era tido pelo paiz *
    A resposta ha de ser favoravol ao minis-
    terio? fApoiados}..
    Ondo estao as desgranas que o Ilustre de-
    putado aos pinlou bontem t
    Onde est esse qualio triste das calami-
    dades da patria ? Nos vemos as (mancas
    em perfeito estado, o commorcio floretente,
    a agricultura em um escolente p. Vemos que
    as estradas de ferroso viio esteudendotoman-
    do-se at a iniciativa em muitas provincias qe
    commettimentos semelliantes ; que a tele-
    graphia elctrica desenvolvc-se ; vamos que
    a reforma vital do elemento servil foi decre-
    tada e tern sido executada sem o menor
    abalo para o paiz ; romos que as liberdades
    publicas encontraran a raaior garanta na
    lei da reforma judiciarm : e outo licito
    dirigir aa ministerio que tein presidido a lo-
    dos estes actos, ao miuisterio que esta con-
    tribumdo pai'a o desenvolvimentu progressi-
    vo e rpido deste colosso americano, a in-
    justissima censura de 1er malrarado os di-
    nheiros pblicos e de t>3r collocado o paiz
    na situacio degradante e perdida qao o il-
    lustre deputado pintou ?
    Isto torturar a palarra.
    O Ilustre deputado abusou do seus talen-
    tos, da tribuna, fazende-nos taes aecusaces.
    S. Exc, naturalmente inspirou-se em negiu-
    ras de outraspocas que nao podem pertencer
    ao 00880 paiz. Se nos vissemos que o estran-
    geiro invada o nosso solo, que a honra na-
    cional tnha sido esquecida, que o comnier-
    cio definhava, quo as liberdades publicas
    erara atacadas, outo que dira o Ilustre
    deputado ?
    Meus senhores, nesta materia preciso
    proceder com toda a Justina c moderaco.
    O gabinete de 7 de marco desoja fazer o
    bem possivel ao paiz ; mas nao pense o il-
    lustre deputado que nos temos amor entra-
    bado ao' poder. Temos bastanto dignidade
    e conhecemos muito bem os espinos destas
    cadeiras. Sabemos quj ueste paiz os g>
    vernos costumam lutar contra as populari-
    dades ephemeras; conhecemos tudo isto,
    mas tambem estamos certos de que ha ve-
    mos de manter-nos no nosso posto, emquan-
    to tivermos o apoio da maioria do paria-
    meato e a confianza da cora.
    Rao serio as vozes de poucos, que se di-
    zera echo da maioria di [>aiz, que nos ho
    de fazor dexar de cump.nr o nosso dever.
    V. Exc. sabe o que valem essas allegaces,
    que os diversos grupos polticos fozem para
    dizerem-so representantes da opinio nacio-
    nal.
    Estamos vendu o que se passa agorara
    assembla nacional de Franca.
    Existem cinco ou seis grupos o cada um
    dellesjulga ter-por siamaioriados franceses.
    Emquanto nos tivermos umabitola certa,
    urofl aiTerieo legal c imariavel para poder-
    mos medir onde est essa verdadeira maio-
    ria, havemos de nos conservar.
    Essa alerieo 6 a maioria do parlamento,
    e emquanto nos tivermos essa maioria, nao
    remos motiros para obedecermos a tatrfa-
    roes de adversarios. ~
    Eu faltara a uro dever de delicadeza
    para com o Ilustre deputado pelo Rio bran-
    de do Sul, se nao lhe agradecesse as expres-
    ses benvolas que hontem me dirigi; mas
    nom por isso devo deixar de cumprir o meu
    dever de representante da naco, opppado
    um protesto immediaio s assenjftes de1- S.
    Exc. \ f
    Devo dizer que nesta sua opposicio cons-
    tante, abrangendo tudo e todos, parece-me
    que S. Exc. vaialm doseu partido.
    E' mister guardar as tradices, nao fazer
    como ossos furaces das nossas regioes do
    sul, que tudo levara adiaute de s, arbustos,
    arvores, florestas. Mi"
    O Ilustre deputaB'dero poupar alguma
    rousa, e essa alguma cousa que o Ilustre
    deputado deve poupar o partido a que per-
    tence, e a historia que protesta contra as
    suas asserces. Nao licito empunhar aqui
    o machado demolidor e levar tudo por
    diante.
    Ha alguma causa que se deve acatar, e
    se ha algum assmpto respeitavel neste pail
    a vida de todro os governos passados e de
    todos os-partidos. E' a vida desses ministe-
    rios que seguirlo as normas de vrtude e de
    dedicacio causa publica; calumniados
    muito-;, e depois elevados ao CapitoUo.
    Os passados ministerios foram sempre
    muito atacados, mas veio depois a historia
    que lhos fez justica, que Ihes trouxe a sym-
    patbia nacional.
    Portaio, o Ilustre deputado nao de va
    empregar o estigma que lancou sobre tudo.
    Rev.ia considerar que essa cmara legitima
    representante do povo, como tem sido ou-
    tras de todos os crditos polticos, em occasio
    opporttpta femara ao ministerio contas res-
    trictas daquillo que elle, porventura, fizesse
    fradalei.
    Mas, estabelecer desde logo urna excep-
    co de incompetencia para a cmara, e la-
    vrar a sentenra contra o ministerio, o q'ue
    nao me parece nem justo nem equitativo,
    nena parlarmentar. (Apoiados.)
    Poderia proseguir nesta ordem de consi-
    deraces; mas como o Ilustre deputado pela
    provincia do Rio de Janeiro declarou que o
    ntimsteHo procura embarazar a passagem
    da resoluto, limito-me a estas breves cons-
    deracoes.
    Em outra occasio terei de voltar tribu-
    na e desde j pojo desculpa aos Ilustres de-
    putadospelo 2* districto da provincia de
    Minas e pelo l* da provincia do Ro Grande
    do Sul, por nao responder nesta occasio s
    censuras sobre fados que se deram sobre o
    fallecimento de dous recrutas e sobre o re-
    crutamento e reunio da guarda nacional do
    Rio Grande do Sul.
    forme um trabalho apresgntado pela coav-f Eu acho que nao temos ffifizment; ontre
    nos quem se queira comparar quelles des-
    granados autores; mas conresso que eu
    antes quecia que houvesse um philosopho
    em cada freguezia, comtanto que o povo
    tivesse crenca, e que quanto mais a onda o
    assoberbasse, mais o povo se sentisse forte
    nos principios do justo e do honesto. ,
    O que, porin, nos vemos 6 o qu nos
    do em paga do que no"s tiram. Do-nos
    pechisbeque em plaquinhas e levam-nos o
    ouro em barra. Deixam-nos o coracao vazio
    de blandas ffeicoes, e enchem-nos os ou-
    vidos de sonoro palavriado.
    E j nao creio que quando Talleyrand
    ALTOS E B\l\*
    Se nao fosse o receio de parecer piegas
    aos olhos dos leitores saturados da indiffe-
    renra a que alguns ratoes chamam philoso-
    phia, dava-lhe deste lugar as boas festas
    e conversavamos daqui muito chmente a
    respeto da noite de Natal, a mais antiga, a
    "mais'popiar ea mais santa de todas as festas
    da sociedade christ.
    E' certo que alguns olhos se orvalhariam
    de lagrimas com esse excavar no passado,
    porque nem todos estao to duros que pos-
    saoi dizer almanao te lembresou ao
    ceraco nao chores. Seriam comtudo
    poucos, e noste andar de cada ve? serao me-
    nos.
    Aquellas respeitaveis tradices de nossos
    maiores, que faziam atravez das geragoes e
    dos seculos de urna naco urna familia, vo
    cabindo. nao no ridiculo, quo anda ha ve-
    ra esperanca de assalvar, mas no esqueci-
    raento, que a morte. Em poucos annos
    s na vaga memoria do povo se encontraro
    vostigios de veas usangas, to simples, to
    nossas, e to compativeis com os melhora-
    mentos materiaes e raoraes... velharias inno-
    centes que nada tinham de exclusivistas,
    antes se prestavam a derramar- sen balsamo
    consolador sobre todas as civilisac.oes possi-
    xeis.
    Vamos ftcande en; tal estado, que at a
    Crea7n7porem7'sS. Exes. que aprove^ffr^e?"%fe re com o maior cuidado a primeira occasio
    misso da legisla^o do efcito.
    Votando, portanto, pelo projecto em 1.a
    discusso, reservo-me para na 2.* propr
    esse augmento, de modo que nio seja do
    urna, mas de duas tercas partes.
    Ninguem mais peXlindo a palavra, e pro-
    cedendo-se votaco do projecto, appro-
    vado, e passa !. discussio.
    O Sr. Fekreir.v de Agiiar pede dispensa
    de intersticio, para que o projecto entre j
    em .1 discusso. ^,
    Consultada a cmara, resol ve pela afir-
    mativa.
    Entrando, portanto, o mesmo projacto
    em 2.1 discussio, e ninguem pedindo a pa-
    lavra, approvado, e passa 3.*.
    O Sr. Aimuo.Goes (pela ordem): Na
    forma de nosso regiment, Sr. presidente,
    admissivel que haja sesso amanh, apezar
    de ser domingo; requeiro, portanto, que V.
    Exc. consulte cmara no sentido do haver
    urna sesso extraordinaria, e pego dispensa
    de iiutersticio para que a resoluco que aca-
    ba de passar em i.* discusso, entre na or-
    dem do da de amanh, para passar 3.a.
    Consultada a cmara, resol ve pela allir-
    mativa.

    VARIEDADE
    para explicar esses factos de urna maneira
    quejulgo satisfar a'SS. Excs.
    Peco cmara que me desculpe estes
    poucos momentos que lhe tmei.,
    Voz es :Muito bem !
    O Sr. Presidente :Tem a palavra o Sr.
    Gusmo Lobo.
    O Sr. GusmAo Lobo diz que em vista da
    declaraco que a cmara acaba de ouvir ao
    honrado deputado pelo Rio de Janeiro, sen-
    te que, membro como e desde j se con-
    fessa, da maioria, nao llie cabe seno desis-
    tir da palavra, por este meio concorrendo
    para que a prorogaco pedida pelo governo
    seja votlda com a urgencia que o caso
    pede.
    O Sr. Presidente :Tem a palavra o Sr.
    ministro da guerra.
    O Su. Ju.nqueira (ministro da guerra) :
    Sr. presidente quanto ao sold dos militares,
    cuja elevcio se pede nesse projecto, ma-
    teria geralmente aceita, qual objecgo
    seria nao se pode fazer; mas como minha
    opinio o do governo, expressa j no relato-
    rio de maio deste auno, que a elevaco dos
    sidos deve ser maior...
    O Su. Duque-Estrada Teixeira : Ora
    giacas a Deus.
    O Sr. Ministro d.v Guerra:... pas-
    sendo o projecto em 1.a discusso, na 2.a se
    poder fazer a elevaco conveniente, con-
    TOLHETIM
    A
    11 Vil
    PELO
    VISCONDE PONSON D TERBAIL.
    PRIMEIRA PARTE
    O ca*tello dos cacadores negros
    ^ (Cnntinuaco io n. 14).
    XVI
    s um cobarde !exclamou Roschen,
    interrompenlo-oas tuas censuras sao um
    insulto para miin e, sobretudo, para ti mes-
    rao. Sm, tornei-me, de pobre costureira
    que era, amante de um fidalgo ; mas, a
    costureira era pura, era honrada, e, no
    bairro em que seu pao compunha roupa
    usada, era ella respeitada como tal.
    Hoje, mudaste a minha miseria em opu-
    lencia, mas estou deshonrada c curvo a ca-
    bera.
    Wflhelm deu um grito de raiva.
    Acaso pode o povo ter honra, e fallar
    dellacomo nos, os fidalgos?
    O povo, Wilhelm, e mais nobre na
    suaprobreza e no seu rude trabalho, do que
    um fidalgo como tu, que deshonra o seu es-
    cudo, tentando doura-io de novo cora ouro
    mal adquirido.
    Que queres dizer, desgranada?
    Quero dizer, Wilhelm, que sem bem
    saber a quanta que vos deram, nem o m
    que faz "ditar o vosso procedimento, o que
    tu, teu pai e teus irmos praticaram ha al-
    guns das, infame l
    Wilhelm rugi de colera.
    Quem te dissereplicou elle em voz
    furiosaque nao ha nisto um fim poltico ?
    Ah 1 sim !disse irnicamente Ros-
    chen essa a eterna Jesculpa dos fidalgos
    de Heidelberg quando commettera urna co-
    barda...
    Cobarda!
    Pretendemcontinuou Roschen com
    socegoque teem um fim poltico. E essa
    mulher, essa Gretchen, que vos estipendia,
    que vos dirige, tem tambem um fim pol-
    tico?
    Roscheninterrompeu Wilhelm no cu-
    mulo do furorse a<;cre#oentas mais urna
    palavra, mato-te 1
    Roschen soltou ura grito de terror o pe-
    dio perdi. |
    E' fcil de se coraprehender o que o. se-
    nsor de Nossac tnhs soffrido durante ijsse
    dialogo, que, |>or assica der, r&sgava. \ona
    *
    ponta deste veo mystcrioso que pareca en-
    volver o castello e os seus estranhos hospe-
    des. Mas a sua indignado tocou o seu
    auge, quando Wilhelm ameacou Roschen
    dea matar, esrltouapressadamentedacama,
    dererabanbando a espada.
    Immediatamente, ou por acaso, ou por-
    que na sala em que conversavam Wilhelm e
    Roschen se tivesse ouvido o barulho que elle
    acabava de fazer, saltando da cama, reinou
    profundo silencio ; depois, pareceu abrir-se
    urna porta, e urna nova voz rosoou imperio-
    sa e breve, e exprimio-se do segrate modo,
    em lingua slava:
    Com os diabos, Wilhelmdizia essa
    voz, que o baro reconheceu pela de Samuel,
    seu irmo gemeoquando acabars de ques-
    tionar ou mesmo do fingir urna questocom
    Roschen, que nossa ir mi e nao tua aman-
    te, entendes ? Julgas que O nosso hospede
    nao te ouvio ?
    Oh de certorespondeu Wilhelm
    em voz- baixa e quasi abafadater ciume
    durante o resto da noite, esse pobre baro...
    E rnuito mal feitomurmurou Ros-
    chenporque o meu futuro esposo nobre
    e bravo, e aqui tratado como ura vil aven-
    tureiro. E' preciso confessarmosconti-
    nuou ella rindo-seque meu pai tem es-
    tranhos caprichos e theorias bem inflexiveis
    sobre a bravura. Outro qualquer que.nio
    fosse o baro, nao teria podido resistir ster-
    rYeis provasque elle lhe fez soffrer.
    O que, segundo me parececonti-
    nuou Samuelnao implica de maneira algu-
    ma a necessidade da extraordinaria disputa,
    cuja audicio Wilhelm, quebebeu toda a noi-
    te, lhe inflige... Porque, com mil bom-
    bas I se elle dorme cora o barulho que fa-
    zem aqui, preciso que tenha passado tre-
    zentas^e sessenta e cinco noites consecutivas
    n'um cotnmercio de rapozas, em quanto t,ue
    l se fesiejava o re dos estudantes.
    Wilhelm largou urna gargalhada.
    Vamosaccrescentou Samuelvaidei-
    tar-te, Wilhelm; e tu, Roschen, vera comi-
    go, vou conduzir-te ao teu quarto.
    Meu Samuelsnhomurmurou Ros-
    chennio estao anda terminadas todas as
    raystificacoes a respeito de meu futuro es-
    poso ?
    Com os diabos 1disse Wilhelmes-
    pero bem que nio ; quero estar bem certo
    de que elle bravo I
    Ests ebrio Irespondeu sentenciosa-
    mente Samuele mettes-te em cousas que
    nio sao de tua competencia. Vai deitar-te,
    Uto de Ko, e cose o teu vinho, se podes I
    ra n'outro lempo urna sociedade inteira,
    nos parece indigna de gente eivilsada. J
    poucos descem baixeza de seren conjunta-
    mente feiaes durante algumas- horas, entre
    os seus-mais chegadofc
    Anda por ah ha dr haver velio que se
    lembre, e deve saber com que saudade e
    tristeza da noite do Natal do seu tempo,
    quando a familia se reuna todsj em volta
    da farta mesa, presidida pelo mais-velho da
    tribu, e se esqueciam as pequeas dissen-
    soes de familiav e se reservavam lugares para
    os ausentes, e-se coraraemoravam as- sauda-
    des dos mortos-l Festa de alegras-e-tristezs
    suaves, de risosde crianca6 e bencSoe de ve-
    llios.. Athaviamanjaresespeciaesd>quella
    noite, jogosojiiesentose-jogavam/progrios-
    ticos e feiticos,. que s ento-tinham valor e
    lirtude.
    Que nial faria tudo isto- s- institnicoes vi-
    gentes aos grandes reformistas da humani-
    dade ?
    Toda a gente sabe que a- Allemanna. a
    jatria dos maiores, pensadores, dos maio.<
    philosophos^ e dos maiores materialistas
    deste mundo; terrinha que deu Rant,
    Strauss, e Buchner, e s o diabo pode dizer
    o que ella dar anda. Pois- ah mesmo
    nessa trra,, a par das theses mais desespe-
    tadoras e mais desapiedadas,. florescem e
    nutrem-se da forte seiva do povo> todas as
    tradices, todas as usanzas, todas as festas
    da familia.
    disse : a palavra foi dada ao homempan
    encobrir o seu pensamento, maifestasse
    realmente a sua idea, porque entio com-
    bata cora a pratica o proprio thoma.
    Nao era elle homcm que cahsse em tal;
    e eu hoje tenho minhas razos para crer
    que a palavra foi antes dada ao homem
    para encobrir a ausencia de todo e qualquer
    pensamento.
    Sem subir s alturas ou descer s profun-
    dezas de Shakespeare, o que vera a dar
    na mesma, parece hoje caso averiguado
    que o palavriado urna das entidades que
    RKtisa despticamente impera neste mundo
    Sublunar e que o motte Wordsl Word*!
    Wwdtl sari anda por longo tempo, e
    quem sabe se eternamente, a divisa da hu-
    ma nidade.
    Comegando por casa, como diz o rifo,
    quantas vezes o pobre folhetnista ajnnta
    patarras, pitarras e palavras para enlreter
    os seus leitores, e mettido o folhetira na
    retorta, d exactamente os elementos sim-
    ples de que se compe o papel em que foi
    impresso, da tinta com que M untro os
    t) pos, emais nada ?
    E' claro que ha muitas exceptos, e al-
    gumas muito Ilustres. Por exemplo, os
    necrologios que os amigse ddicados mandam
    para os jomaes ; as despedidas dos artistas
    ao publico; as despedidas em verso, os
    agradecimentos aos oculistas, os odicios
    das secretarias; os pareceres das commisses
    de certos orpos collectivos, as actas de
    certas associaces litterarias e seientificas,
    os discurso inauguraos, tudo isto em geral
    suceulento, attraheute, e ha de passar
    posteridade, para dar expressvo testemu-
    nho da Ilustrada poca em que viremos.
    Oh Iiavemosdesorjulgados pefos nossos
    Vindouros. A no*e? litteratura, a issa le-
    gislaco, o nosso jornalismo, o nosso talento
    administrativo, bao de um dia ser"historia.
    Quando- eu passo > porta de algum de
    I nossos collegios, e que- vejo urna rsu-vem
    de rapazinhos-alegres com os linos defmixo
    do braco e a lousa s crwtas, procuro seiapro
    entre os que- tratera as-botinas mais cam-
    ba) lus e os eotovellos raais russos, reco-
    cheeer o nosso- futuro Tanto ou Herculano.
    Desgracadaraente- a minha-sciencia physib-
    nonrica nao roeajuda nestas descobertas.
    Tam)ein pouco- importa qi elle se chante
    Jos- EpaminonJas ou Jabotkaba, o jui/. Isa
    de vir... CoDSOfemo-nos; c morios nao
    cumprem sentenra-1
    Patriado tudo, porque palavriado
    O senhor de Nossac esta va estupefacto, por
    tudo o que ouvia.
    Re duas versos to contradictorias que
    acabavam de resoar ao seu ouvido, qual era
    a verdadeira ?
    Era a de Wilhelm, chamando a Roschen
    urna costureira de Heidelberg e tratando-a
    com a familiaridade de estudante por sua
    amante ?
    Neste caso, era preciso confessar-se que
    esse sorriso ingenuo, que essa candura vir-
    ginal, que brilhavam na fronte da joven,
    compunham urna ignobil mentira, urna an-
    tithese horrivel, um paradoxo era repugnan-
    te accao.
    ' Ou.ento, Samuel, tratando Wilhelm de
    bebado e aecusando-o de querer excitar o
    ciume do baro e de experimentar o seu amor,
    era sincero?
    Havia duas razes para que o senhor de
    Nossac acreditasse as palavras de Samuel.
    A primeira era, que elle nio poda crer na
    perversidade de Roschen e ver nella, que ti-
    nha o gesto digno, a voz distraeta, o olhar
    candido d'uma joven de boa natureza, a cos-
    trela de Heidelberg, a costureira que bebe,
    luz do dia, cerveja e agurdente pelo copo
    do seu amante.
    Esta primeira razio tinha, sem duvida,
    muitos argumentos que se podiam invocar
    contra ella, como por exemplo, que em cer-
    tas mulheres, ha um bom gosto e urna dis-
    tineco innatas, qur essas mulheres saiam
    do povo, quer bnlhem na alta sociedade...
    Mas, o bario, que era sem duvida, inte-
    ressado, aceitou-a e julgou-a perempto-
    ria.
    Wilhelm e Roschen tinham a principio
    fallado em francez, prova talvez, de que que-
    riam ser entendidos. Samuel, pelo contra-
    rio, tinha tomado a palavra em linguagem
    slava, e, immediatamente, Wilhelm continua-
    do a conversa na mesma lingua.
    Um longo silencio seguio a altere agio que
    tinha tido lugar entre Roschen e seus dous
    irmios, e tornou-se evidente para o bario,
    que ella tinha partido com elles.
    Julgou, pois, prudente toraar-se a deitar,
    porque tinha precisio de reflectir e de pro-
    curar a solucio e o funde todos esses myste-
    rios que o cercavara.
    Havia, nio ha duvida, entre todas as cou-
    sas extraordinarias que elle tinha visto e ou-
    vido, cousas que em rigor, se podiam expli-
    car, tal como a historia dos cacadores ne-
    gros, a cagada i luz dos archotes, etc.
    Tudo isso s provava, urna cousa: o ge-
    nio faceto do castellao de Holdengrasburgo.
    Mas Gretchen ? isto Helena de Nossac
    morta, Helena que tinha tomado os vestidos
    o que nao dir nada, como
    que- nao importa que so-
    nao s tudo
    tudo aquillo
    diga-
    Supponhamos que eu dizia- qHe o calor
    tem o inconveniente de irritar os ervos, o
    ui- foi talvez devklo a isto, ap-zar de abun-
    ante tecido adiposo, que urna senhora, urna
    baronesa por exeraple), armada de chicote
    retalhou as costas de duas pobres allemes,
    obdecendo assim mais s tradic_6es legenda-
    rias dos- seus collegas da idade media, do
    que luimildade com que cruzava os bra-
    cos um santo de que particularmente de-
    vota *
    E" nocessario. serraos logices. Ou bem
    que somos,, ou bem que nao somos. Os t-
    tulos nio.se concedem para afhxmar a igual-
    dade das classes. Se o titulo-mostra um
    certo grao de mrito na pessoa- a quem
    concedido, o menor privilegio qux- pode con-
    ceder o> de fazar justica por suas mos.
    Cora actos dostes nao- tora nada que ver o
    subdelegado. A plebe a nica, perco que
    lhe est !H9H0V'al<;ad sa levan-
    tar a cabera, orte-lh'a.
    Vm os leitores o que o plarriado ?
    Pois se elle serve de pouco, ou se nio serve
    de nada; se cora elle se esconde a verdade,
    ou se contam historias com que ninguem se
    importa, raelhor por ponto final no meu
    trabalho, e chamar o amigo allerao para
    me ajudar a encher o espaco consagrado ao
    folhetira do domingo.
    Vou copiar alguns trechos do capitulo XII
    que tem por titulo tetras e Tretas
    Soassim :
    No Brasil, e quando eu digo Brasil cn-
    tenda-se serapre O Rio de Janeiro,todas
    as industrias, todas as artes, todos os ofllcios,
    todas as actividades, emfim, levara riqueza
    e abastanca, ou pelo menos dourada me-
    diana, de que fallava o poeta latino. Isto
    explica a razo porque a maior parte dos es-
    trangeros,*desde o artezo at o criado d-
    servr, ou jorhalciro, prefere a capital do Ime
    perio decantada riqueza das provincias.
    Nao raro encontrar um hornera que
    negocia na corte era gallinhas e passarintios
    dossuir algumosdezenas de contos, ou um
    vendedor de leite ter o nome na lista dos
    proprietarios de predios.
    Ha individuos, e diga-se isto em honra
    do trabalho, embora irrite a susceptibilida-
    de dos sonhadores da instrueco universal,
    que nao sabendo soquer escrever o nome,
    sao creadores do Estado, temi ganho com o
    suor do rosto o bastante para adquirirem t-
    tulos da divida publica.
    Ha capitalistas que assignam de cruz, e
    outrosjque fazem tal uso dos-c cedilha-
    dos, que do a tudo que escrevein o aspec-
    to de urna emmaranhada rede de cipos. Es-
    tes individuos arengara, as assemblos, e
    sao bestiaes em materia de religio.
    A gande, o trabalho e a economa fa-
    zem prodigiosos milagros as torras novas e
    ricas.
    Ninguem desespera sondo moco de che-
    gar um da a ser rico; e os que n urna hora
    perdejo o que ganharam em airaos, tornam
    a rolar o rochedo do trabalho, e l vio seu
    caminho cheios de coragem e de esperanca.
    F" escusado dizer que os que morrem
    em meio nao chegan ao fim do caminho ;
    e que nao entrara na regra os que, assober-
    bados por qualquer adversidade, fazem
    como o macaco na agua, ata as mos na
    eabeca, o morrem desanimados ou vivem
    de subcripces.
    O mais nobre, porm, de todos os tra-
    palbos do homem, aquello que aporfeicam,
    instruo e recreia o espirito, semeailura que
    aperfeiga, instruo e recreia o espirio, se-
    meadura que d fmetos chochos, e anda
    assim mettidos entre ospinhos e chiivascaes.
    A grande foracidado do solo neste ponto dei-
    xa-se vencer por torras velhas o pedregulhos
    antigos.
    Nao ha no Brasil um escriptor, ara s,
    quo viva exclusivamente de seu talento o da
    sua peona. Oque fosse tentado a fazer a ex-
    periencia punha o estomago em risco rrami-
    nente: geuduva-o s costask Equivaleria
    isso a um suicidio pela fome. Em Franca,
    Chatterton kvantou-se do banquete da vida
    e matou-se, no> Brasil os poetas- podiam dar
    oabo da polle por nao terera sido convida-
    dos para elle.
    Os mai* mimosos conseguem sorouvi-
    dos. como sabias,, mas ho de alimontar-se
    oomo estas avezinhas do alpiste e de arroz,
    e j- que hoiuve chronista que declarou as
    aguas da Carioca- ptimas para as gargantas^
    tem de resignor-se a nunca molharein o bico
    no sacro licor a que os homeus puzeram o
    noiw? de lacrima-vhriste.
    Historiador,, poeta ou romancista nbe
    estivesse attido remuneraro dos seus es-
    Icriptos, justa paga de suas vigilias e tra-
    balhos intellectuaes, havia. de rir-sc muito
    mais com os- eotovellos do-que com a boca.
    Ninguem com o producto; do melhor livro
    comprara o& servidos do peior preto. O
    espirito do povo nao tem necessidade de
    alimento ; e-as carnadas altas e baixas con-
    descendem em classiicar os pobres- diabos
    quo arroteam o campo ingrato das lettras,
    como os entes- menos porigosos na escola
    dos ociosos-..
    de Gretchen, Helena que, segundo dizia, ti-
    nha sabido do se*t tmulo e- andado oito-
    centas leguas a pde noite, deitando-se cada
    manh n'um novo cemiterio como um novo
    viajante que para cada noite porta d'uma
    estalagem, como explicar isso ?
    O baro osqueceu por um momento Ros-
    chen, Wilhelm e seus irmos para pensar na
    defunta.
    Entio do mesmo modo que tinha esque-
    cido Gretchen, ouvindo resoar na sala visi-
    nha as vozes de Roschen e de Wilhelm, do
    mesmo modo extractas essas vozes, comecou
    a pensar em Gretchen e aferrou-sc s suas
    lembranc,as da noite com urna tenacidade
    desesperadora.
    Analysou coin extremo cuidado todas as
    suas sensages, recordou-se de cada palavra
    da defunta, de cada phrase da sua incrivel
    historia, o acabou por concluir que era bem
    realmente sua mulher, sua mulher que elle
    tinha morto e a quem Deus permittiaque sa-
    hisse do sen tmulo para atormentar o seu
    esposo vivo.
    Ha urna cousa muito notavel na vida hu-
    mana : que os espiritos .fortes sao os mais
    accessiveis s ideas sobrenaturaes.
    Nio ha impio ou theu algum que nio
    seja em certas occasies supersticioso como
    ura indio. O senhor de Nossac tinha eter-
    namente negado Deus, o diabo c os santos;
    mas desde dous dias estava prompto a acre-
    ditar era tudo e comecava a achar muito
    natural que um morto levantasse a sua pe-
    dra turaular por urna noite de ve'ro clara e
    tepida, se embrulhasse no seu sudario e ti-
    vesse -a phantasia de emprenhender urna
    riagem de grande alcance, de cemiterio em
    cemiterio para ir ter com urna amante, um
    marido ou um amigo...
    O senhor de Nossac tinha acabado por se
    convencer de que nada era mais real do que
    a morte da senhora de Nossac e a. sua ex-
    traordinaria resurreigao quotidiana ; e, ou
    por amor do maravilhoso ou-antes em con-
    sequencia dessa inexplicavel sensagio volup-
    tuosa que delle se tinha apossado ao contacto
    gelado de Gretchen, comecou a pensar com
    agro prazer as caricias e no fro hlito de
    que ella o tinha coberto e inuudado urna
    parte da noite.
    De repente na sala visinha onde ha pouco
    elle tinha ouvido Wilhelm e sua irm, le-
    vantou-se urna voz estridente dizendo o pri-
    meiro couplet da legenda do cacador negro.
    Depois acabado esse couplet, a mesma
    voz acrescentou:
    Entio, Sr. Satans, meu pai, nio re-
    presentei bem hontem o meu papel tellao, uo esta contente evauflo ?
    Extingu mu bem carvo dos meus
    olhos e o brilho das minhas garras* e Deus
    me condomne, cono a si, se euj o nao
    estirar, so esse baro de Nossac nao me
    julga i'eito de carne e osso come elle I...
    O baro, ao ouvir essas estranhas nala-
    vras, julgou enlouquecer,e precipitou-se para
    a janella, atravs das feudos da qual filtrava
    um raio de sol nascente.
    Abriu-a e inclinou-se vivamente para fra,
    como se para expellir os terrores do seu
    espirito precisasse de ar e de luz; mas de
    repente deu ura grito de terror e vacillou...
    O prado, o parque, a floresta e a aldeia,
    toda essa arrebatadora paisagem sobre a
    qual se abria a sua janella, tudo o que na
    vespera elle tinha visto, tinha desaparecido
    como se Satanaz o tivesse arrebatado as
    suas azas descarnadas...
    E nesse lugar s vio um sitio ando,
    deserto, selvagem, urna torrente sinistra,
    urna floresta sombra e muda no horisonte,
    urna planice inculta e pedregosa entre a
    floresta e a torrente.
    Satanaz tinha passado por all I
    Ao grito dado pelo baro, abrio-se urna
    porta, e o castellao de Holdengrasburgo
    entrou, com- o seu serrso bonacheiro
    um pouco irnico nos labios.
    O calador negro I murmurou o
    baro.
    Ah l em fim exclamou, jovialmen-
    te, o castellao em flm, meu caro baro,
    teve medo 1
    O baro empallideceu de colera.
    Medo respondeu elle medo, eu I
    Pelos chifres de Satanaz, meu pai,
    assim o creio,-meu fidalgo.
    j- Quem quer que seja replicou o se-
    nhor de Nossac, a quem essa palavra medo
    tinha restituido todo o seu sangue fri
    quem quer que seja, meu hospede, desafio-o
    a que rae prove que eu tive medo I
    Soltou ura grito que se^encarregou de
    o provar, baro.
    Julga isso?
    De certo.
    Pois bem I disse o senhor de Nossac
    se tive medo da incerteza, expulse essa
    incerteza, mostre-se-rae em fim, sob o seu
    verdadeiro aspecto, e ver se tenho ainda
    medo 1 Se o filho de Satanaz, diga-m'o,
    e entio, lutarei eu, hornera, comsigo, ente
    sobrenatural t Se um simples fidalgo, que
    se diverte com semelhantes mystificaces,
    diga-o igualmente, porque j acho que essas
    mystificaces duram ha muito tempo e a
    raraha espada dar-lhes-ha um termo!
    E o senhor de Nossac, ao pronunciar essas
    palavras, coUocoi^ com, altivez a. na* a




    etc.

    ncontre em todas as casas grandes
    ou peqltenas dos ift Unidos, desde
    Washington at mais -raflesta eabaninha
    do sul, urna bibUfcTfcb jornal, e um poeta.
    Um romance esenpto j> ruma mulher j Hen-
    riqueta Stowe )acccndou aa!grande|Republi-
    ca o facho que aUamioi no caminho da
    libordade os miseros escrros. No Brasil
    os jornaes sao [ioucos as biblias menos, e os
    poetas muitos; mas ninguem os quer em
    casa.
    Entretanto falla-se bastante nesta privi-
    legiada porcao da humanidado. Dos na-
    cionaes nao ha ninguem que nao saiba 'dizer
    cora emphasc que denota diurno e noturno
    manuseamento :
    Goncalves Diaso cantor das selvas e
    das tribus.
    Casimiro de Abreuo querido das phi-
    lomclas e dos sabias.
    Junqueira Freirwj poeta das soli-
    dos do claustro.
    Alvares de Azevedoalma 4* fogo em
    mundana argila, espirito de Bjron trans-
    migrado e melhorado em terreno alheio.
    Parece que as edit.-es se de vem succe-
    der urnas s outras, nao assim ?...
    Empregam-se tambem bastante os no-
    mos de poetos cstrangeiros, e diM^ com o
    mesmo ar de suficiencia :
    Danteo divino.
    Miltono bblico.
    Cameso patriota.
    Sakspeareo pililo*jpho/'Btc., etc.,
    Quantos exemplares dos obras destes-
    autoros venderam os livreiros na roda dr>
    auno ?
    Os escrijrtores brasileiros mais distrac-
    tos, a quera os desengaos crestaram as il-
    lusoos, escrevera as hars vagas por desfas-
    tio, e mais para entreteniraento proprio do
    quo para illustraro do prximo. A criti-
    ca deve tomar nota disto quando se"aorar
    om tribunal.
    Os rapazes que se illudem anda.
    Cheios de vida e mocidade, com o eora*>
    aberto a todas as aspira^oes generosas, acre-
    ditando no amor, no bello e no boro, caft-
    tam as suas esperancas, escrevera'as sas
    prosas e perorara enthusiasmados nos gim-
    nasios litterarios, que elles organisam e sub-
    tentara para se ouvirem e applaudirem mu-
    tuamente.
    Esta doce ilhiso dura o tempo qut-
    costumam durar sonhos dos poetas. E' a
    bolha de sabo iriada de mil cores, que so
    desfaz om gottas d'agua suja ao contacto
    de urna penna ou de urna palha. O fantas-
    ma da realidade, lgubre e sardnico, er-
    gue-se unpassivel e cruel, empennando os
    horisontes azues da crdula -mocidade.
    O fartasma o editor. Appareee de
    capacete de gelo, para ajuizar dos- raptos da
    fantasa, o das lavas ardontes de um cora-
    cao apaixonado. O poeta apeoxima-se
    respeitosodo zangoque so nutre* domel
    que as a be Ibas fabricara. ChamarO de par-
    te, como se fosse pedir dinheiro emprestado,
    ou como se se abeirassedo- um despota, car-
    rancudo, e com vo* balbucante diz-lho
    que tem um livro para vender, e- mostra-
    lhe um rolo atado cora urna fita verde
    cor da esperanea, e dajdivsa de sua-amada.
    O editor toma e peso ao manascripto,
    abre-o, e emquanto o autor procuraler lhe
    na physonomia as impresses da litura,
    vai o hornera calculando siraplesmente o nu-
    mero de folhas que dar o volume.
    As respostas nio se faz esperar rauitot.por
    que o editor calcula rpidamente,e ou diz
    que est farto de alcaides, e que tem as
    estantes a vergar de nspirases o bellezas
    semelhantes,e entrega desatado o rolo ao
    poeta, ou mando-o .'te na semana segrate
    procurar a resposta.
    Noprimeircasoo poeta sent- estalar
    urna ape. outra as cerdas da tiorba, e afoic-
    tarora-lhe as orolba* como justo astigo de-
    sua candura ; c larga ainda coma derradei-
    ro arranco urna poesa em versos- saphicas
    trescalando a fel e espiriando caivetes.
    Intitula-se o Ouro, e vai da cara do editor
    aos seios da posteridade.
    (Continuar-st-haj.
    punho da sua espada, e olhau filamente
    para o calador.
    Meu caro hospede disse este, com
    urna gargalhada menos irnica do que be-
    nvoladesta vez confesso o meu erro e.
    poco-lhe humildemente perdo. Eu deveru
    contentar-me com os meus gracejos d'hon-
    tem e nao os renovar hoje. Se Jas minbo
    desculpas nao lhe bastam, tenho a miohx
    espada ao servido da sua.
    Ah disse com frieza o baria -nio
    acabou ainda de representar o seu papel de
    castellao jovial, senhor Satanaz?
    Nova risada esoapou ao conde.
    Est Ioucq '.-disse elleson de car-
    ne e osso como o baro.
    Nao isso, com tudo, o que dizia ha
    pouco.
    Ento acreditou-o?
    Paroce-medisse com altivez o seabor
    de Nossacque era mu acredita'vel.
    Julga isso?
    Sem duvida alguma. E, por prova,'
    perguntar-lhe-he o que fez da paisagem,
    que hontem estava debaixo das minhas
    janellas ?
    Est bem certo de que era debaixo
    destas janollas ? j^k
    Muito certo. Reconho^** cama, as
    cortinas, tudo, at esta oadetra, onde, ao
    deitar-me, pousei os meus vestidos.
    Pois bem disse o condej que est
    to certo disso, venha comigo, vou conven-
    ce-lo do contrario,
    E arrastou o baro, que o seguio sem
    dizer palavra.
    Como na vespera, o conde de Holden-
    grasburgo fez atravessar ao sen hospede
    muitas salas contiguas, e chegou era fim a
    um quato de cama, onde parou.
    Vejadisse-lhe elle.
    O baro lancou em torno de si um olhar
    de espanto, e reconheceu ura quarto abso-
    lutamente semelhante quelle qne' elle oc-
    cupava na vespera, e nao menos" semelhanta
    em movis, espato e cortinas quelle que
    elle acabava de deixar.
    Bem v disse-lhe elle que tudo
    est aqui na mesma ordem quelem baixo;
    s urna cousa lhe falta; os seus vestidos.
    Tomei o cuidado de o fazer mudar ao mes-
    mo tempo que o transporta vam^, adorme-
    cido, d'uma para outra cama.'tem o
    sorano bem pesado, bario.
    (Contitw
    JMm
    J, DO PUJUO RA PQCK *A*IA*



    <

    -

    r.







    ir



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