Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12815


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Full Text
*
V
)
\mO XLIX. NUMERO l'
^-. ---------------------------.
F.1RA A CAPITAL 1! LIGARES OMl>E Mi SE PACA
v Por tres vanes adiantados................
Por ss ditos idetn J............ .
N or un anno idem.................. ,
Cada humero nvulso........
119000
tJPOOO
SEGUKDA FEBU 20 DE JANEIRO DE 4873.
pasa armo e pba i>a pbovmcia.
Por tres mezes adaatados................. 6#750
Por seis ditos dem................... 139500
Por nove ditos idera.................. 209250
Por um anno ide................. a 279000 '
RMMBUCO.
PR0PRIEDADE DE MANOEL FffllEIROA DE FARIA & FILHOS.
Os m-s. Gerardo Antonio Alves Futios, no Para; Gun.alves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos.i de Olveira&Fillio, uo C Wffl| tonio de Lemos Braga, no Aracatj Joao Mara Jujio Chaves, no Ass Antonio .Morques da Silva, no Setal; Jos Justino
Pereira d'AImeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyha ; Antonio Jos Gomes, na Villa 4a Kiiha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Fruucino Tarares da Costa, en> Ald&fts ; Alves d C, na Bahia e Leite, Cerquinho C. no Rio !dc Janeiro.

PARTE 0FF1CIAL

liniaiterio (la Jiitlita.
V' seccao. Minsterio dos negocios da justica
eui 17 de dezembro do 1872.
Mu. e Exm. Sr Levet p osenca do sua ma-
gostada o imperador, eom offirio dessa presiden-
da de z f j.iaeiro do corrate anuo, soo n. '!, o
i-equerimcnto do cori'go Jos Alberto de Sant'An-
ua, reclamando contra o acto da thesouraria de
fazenda, que ordenou a restituir o dos vencimen-
toj por elle percebidos de 7 de jnnho a 31 de
agosto do anno passado, em que exerre ra, como
supplonte, o lugar de juiz municipal dD termo
dessa capital.
E_o mesmo augusto senhor, visto o parecer da
*eccSu dos negocios da justica do conseibo de es-
lado, manda declarar a V. Exc, que fui regular
e conforme disposicio do decreto n. 2->ll de 18
de fevereiro de 1860 o pagamento feito ao recla-
mante, pjrquanto, havendo o juiz de d reito da
onurea rerejbkio o* vencimeuios do cargo de
befe de pulira, que exercia pr desigr aeo da
presidencia, passaram Os de juiz de tirara ao
juiz municipal, e os deste repartidamentj ao re-
damante- e aos nitros supplentes, em exercicio,
dos termos eolio reunidos ao da capital ; nao
podendo prejudicar aos ditos supplentes a cir-
..mst-inria accidental de serem oeste caso os
v'orinientos de chefe de polica equivalentes* aos
de juiz de direito, 5 n o ter o respectivo macis-
irado optado expucitaiuenta pelos vencimentos de
seu cargov coin faria se fossem inferiores aos
de chefe de polica. O que communico a V. Exc.
para seu conheeiinento e fins convenientes.
Deus guarde a V. Exc. -Manoel Antonio Dunr-
'le Aieredo. Sr. presidente da provincia de Ser-
jipe.
Senhor. Mandou vosea magostado imperial,
oor aviso de 31 do inez lindo, que a aesso de
jualica do conselho de estado consultarse sobre o
requerimento c mais papis jontos, ent o qiul o
.-onogo Jos Alberto' de Sant'Anua pede provi-
dencias, para que nao se realise a restituieao do
vendinento que recebou con juiz municipal snp-
pente do termo da capital da provincia do Ser-
Zt**ida.
A secretaria informa do seguinte modo :
0 supplicante conego Jos Alberto de San-
i.Vnna, no incluso r|uerimento. pede previden-
cias para que uo se rialise a restituieao do venci-
nvitoque recebeu, como juiz municipal supplento
do termo da capital do Sergipe. exigida pela res-
pectiva thesouraria i fazenda.
Pelo que consta da informadlo, que deu a
respeta a dita estadio, abonara ella ao suppli-
i-ante os vencimenns de juiz municipal elfeetivo,
por acreditar qne, ertatldo este substituindo o
juiz de direito da capital da piovincia. iiiipedido
udo exercicio de chefe de polica interino, de-
viam cora|etir Ihe to4ot os vcnirimentos de juiz
li direito, e a seu Wjipleutc o ordenado a grati-
licaeao de joiz niumc pal.
Naonhecwtilii, porn, que iMm i**, de
acrdo ctim a leglslacao, orrfrrou o respectivo
inspector, em 5 de ojtubro ultimo, a restituieao
4e que se trata no seguinte despacho :
Na confirmidade do art. 28 do decreto n. 6S7
de t6de jtilho de 1830, e como se deduz Jo avi-
so n. 63 de 9 de agosto de 1814, quando osjui-
zes municipaes substitnireni aos juizes de direito
ou chefes de polica, devem continuar a perce-
It os seus vencimentoi rxos e a gratificaeao de
exerefefo do juiz de direito ou chefe de polica
sub.lituidos.
Do aecrdo, pois, cont as citadas disppsicoes,
-aiw ao juiz municipal, desla capital, durante o
lempo em qu substituir ao juiz de direito que se
acha .servindo na polica, o seu ordenado e gra-
ulieacao e a inherente ao exercicio do substituido.
visto como eontinfia este a perceber o seu' orde-
nado do juiz de direix), emboni esteja vago o
cargo de chefe de polica da provincia, porquan-
o, nao tend) um tal cirgo ordenado proprio, nao
* pode applicar o disposto em os arts. 1." e i."
4> decreto n. 1995 de li de outubro de 1857.
E, portanto. deven o dito juiz munieipal e os
seu supplentes restituir aos cofres o que j re-
eberam indevidamente.
Esta seccao julga ter bem decidido a thesouraria
de Sergipe, e, conseguintemente, julga que nao
pode ser atteu lido o supplicante.
*. seccac em 6 de fevereiro de 1872. /, da
s' fiesteira, directoi-interino.
a Parece-me attendivel a reelamacao do sup-
peante, vista do que dispoe no art 2 o decre-
to n. 1995 de li de outubro de 1857, mtndado
applicar ao? emdregad do ministerio da iustiya
pelo de 18 de fevereini de 1860.
O chefe de pjlicia de Sergipe era o juiz le di-
reito Jos Alfredo Machado, que, tendo sido no-
meado a 6 le inaio, foi declarado avulso a 15 de
de/embro, por nao ter nitrado em exercicio dentro
lo prazo legal. Elle, tois, nao poda perceber os
vencimentoi do cargo ele juiz de direito, durante o
teuipo em que era substituido pelo juiz de direito
i i capital da provincia, o qual, por desiguaeao do
presidente, pastara a exercer as funecoes de chefe
de polica.
Os vencimentos do substituto competem lo juiz
municipal, que, por sua vez o substituio ; i os do
juiz mumcq.al, segundo a doutrina explicada em
iviso n. 38i de 13 de setembro de 1868, a seus
respectivos >upplentes, emcujo numero est o sup-
pl .-ante.
Directora {eral, 7 le fevereiro de 1872.-A.
Mr#.
0 inspector da thesouraria justificou o stu acto
cea a informado seguinte >
t N. 211 Tliesour;u-a de fazenda do Sergipe
em 27 de dezembro de 1871.
Ulrn. e Exm. Sr.Respondendo o jflicto de V.
E\c. de 18 do corrente, sob n. 392, que acompa-
hou a peticao que o conego Jos Alberto de San-
ia Anna enderee.ou sua alteza imperial regente,
em data de 20 de novembro ultimo, tenho a infor-
mar o seguinh!:
Jhr virtuele do aviso ilo ministerio da jusica de
t '> i sefem'jrt de 1868 passaram os supplentes
lo juize3 municipaes a perceber.vencimentos dos
ofres pblicos eom a seguinte restriceao : quan-
do taes Tencimentus nac forem devids aos juizes
rtnevivos.
K, prtame, somente piando os juizes munici-
paes se aciurem impedidos de maneira que per-
ca.n a gratnlcacao, ou multaneamcnte o ordena-
da respectivo, e que os supplentes percberao os
veacimentos, porventura., perdidos, divididos por
iodos os dos tennos qne houverem no districto da
jurtidiccao do impedido, c que estiverem em exer-
icio ; visto que na confornudade do que preeeitua
> decreto n. 276 de 26 i'e marjo de 18i3, dandt-se
urna tal emergencia, as-umera todos elles jurisdic-
jio plena.
Ora, sendj assim, e dttvendo, em vista da ei de
3 de detemliro de 18il, os juizes de direito, no ex-
rcicio de Ciiefos de polica perceber os vencimen-
tos de seu emprego e mais a graulicaco inheren-
te ao dito cargo, torna-se obvio que o juiz muni-
cipal desta capital substituindo ao juiz de direito
impedido na polica, eontinuava a perceber os seus
vecimento! j.os. ordeado e gratiticat^o, aecu-
mulados da gr,uiflca5ao,ou o equivalente do lugar
substituido ad tostar, do que est disposto para os
caso* de substituicSes eos empregados de fazenda,
''-' do de:ro:/3 de li de ouluJiro de 1857, que o
vi.' U de feveijciro do 1*60 mandou f;r e:;tensi-
' > 1o Oihttiteno da jusca; e por conseunte
A* coronal coaanandante da arm, cl ...
munieaiido que o minutario da f uerra entono*
eat vido de JI de deaeuabro, que- se exelua do
pudidas o tardamente- iwe forem nMnetlkte, todo
e quaiquer artigo que a ttt> mencionado na>
tabella em vigor. CnmmniPo interino do arsenal-de guerra.
Ao mesmo, declarando que, para o goveroo
imperial resolver sobre pedido de armameato
para o 9* batalbio de iofantara, preciso rae
esse eommando de armas,, onvindo o respectivo
commandante, informe sobre o motivo de acbax-
*e amoado o que se receben ha to pouco tem-
po e remeta una relaeao especilicada das carabi-
na*, sabres e baionetas qne existem de cada modelo.
Ao mesmo, declarando em resposta sna
consulta, em officio de hontem, que deve mandar
verificar a baixa do oseravo Capitalino e faxcr en-
trega a seu senhor Izidro da Cunha Cavalcanle de
Albuquerque, como j fui determinado.
Ao mesmo, recommendando que faca punir
as pracas da comnanbia de artfices, que toma-
rain do poder da patrulla o soldado da 1* compa-
nliia Jos Patricio, bem como a do 2* batalho de
nome Devergim, que abandonou a mesma patrulha
sem autoi isaean.
Ao mesmo, recommendando tjue mande re
ceber a bordo do vapor Guar cinco pracas de
recrutas que vieram da corte disposiijo d pre-
sidencia. -Offlciou-sc ao inspector do arsenal de
marinha para fornecer a lancha do mesmo arse-
nal para o seu desi-mbarque.
Ao mesmo, mandando, por em I bardado o
recruU Tertuliano Xavier Cardozo, por ter prova-
do sencao legal.
Ao mesmo, mandando dar baixa do ser vi codo
exercito ao operario militar da companhia do' ar-
senalde guerra Julio Gom s, como determina o mi-
nisterio a guerra em aviso de 27 de dezombro.
Ao Dr. chefe de polica, appruvando a previ-
dencia tomada pelo delegado do termo de Bezer-
ros de contratar coin Joaquim Ferreira da Costa
e Silva, o fornecimento do sustento dos presos po-
bres da eadeia d'alli; enmprindo que recommen-
de-lhe'que liscalise o fornecimento, de modo que
esses inhjlizes nao liquem privados de alimento
sufhViente de boa qualidade, e informe se houve
contrato para as casas de priso e quartel e se foi
approvado pela presidencia.
Ao mesmo, declarando que nao foi apresen-
tada a forca de que trata em omYio n. 30, de 7 do
corrente, porque o corpo de poticia ltimamente
tem dado a guarnieo da casa de detengan.
Ao inesnu, declarando qne oppurtunamente
ser tomada em consideracao a requisiciio do de-
legado do termo de Buique, para que seja aug-
mentado o destacamento eom 10 pracas.
Ao mosmo, declarando ficar inteirado de
haver feito recollier ao arsenal de guerra 72i ar-
mas diversas, apprehendidas em varias localida-
des ; devendo eontinuaret as diligencias em pro-
veito da prevengo de dbelos o. tranquilidade pu-
blica. Officiou-se ao director interino do arsenal
de guerra para mandar inutilisa-las.
Ao mesmo, recommeadando que determine
ao delegado da villa da Escada que declara qual o
aXIpt a restMin^ao. n nM VWn O anl jaotiva aa pdUlu <1 ma-amihelo m rtoHios-e
mil espoletas; visto
que os supplentes dos terina rmnfifc* em exer-
cicio, nada deviam efWier di.s cofres puWicos ;
visto que assim ojui tutuncipal effectivo nada
|MTdia dos ses venciinerttu.
Nao ubstnnte o, petteionaffe couejio de SaiH'An
na, na qualidade de suppleh do termo desta ca
pilal em exercicio, reoebeurna raeao il um terjo
desde 7 de junhe at 31 de agosto do corrente au-
no o ordenado e grlifieaeao 6 juiz municipal ef-
fectivo, por ter a prhneir serebo desa thesoura-
ria entendido que a circumstaneia de ser a dspe-
za eom os vencimentos dos chefes de polica leva-
da a verba -l'essoal e inaterial da polieia -coftT-
cava a estos no mesmo J) Jos dentis fuacciona-
rios publicas. E assim que estando vago o lugar
de chelo de polica d provincia, devia o juiz de
lireito designado para occupa-lo, omquanto n^u>
se apresentasse o magistrado, que tiulu sidoao-
meailo, perder os seus vonciiutnlo.- parcebor to-
dos os daquelle lugar, e que o juiz municipal, seu
substituto nato, devia receber todos os vencimen-
tos do juiz substituido e nada do seh ordenado c
gratilicacao, que, t?m taes cundicoes, caukm aos
supplentes em exercicio.
E sendo, a meu ver, improcedente semelhante
modo de pensar, por isso que os lugares de chefes
de polica nao te ordenado proprio, a apenas
nina gratilicacao de exercicio, maudei que fossem
restituidos pelo referido juiz municipal effectivo e
pelos seus supplentes os vencimentos a elles
indevidamente pagos ; como V. Exc. ver das copias juntas sob ns. 1 a 3.
Na forma disposta em os gf 12 e 13 do art 29 da
|ei n. 2033 ds 20 de setembro do corrente anuo, os
juizes municipaes piando substituirem aos de di-
reito, levem perceber alm do seu ordenado
gratillca;o destes, e os supplentos em exerci-io a
eoinplciiientar dos vencimentos dos mesmos juizes
inunielpae.'.
Devendo, porm. os ditos supplentes. por vir-
tude do i % do art. 3. do decreto n. i82i de 22
de novembro ultimo, ser Romeados quatro me depois da publicayo daquella Ivi, isto a 22 de
marco prximo vindouro, cntinuam os pagamen
tos dos juizes municipaes e dos actuaes supplentes
a ser feitos de aceordo eom o citado decreto de li
de outubro de 1857, at que se facm as novas
uoineaeoes.
Devcivo a V. Exc. o rejueri ment do conego
Jos Alberto de Saut'Anna. informado como venho
de expor.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. bario
de l'ropri, presidente da provincia.O inspector,
Candido Fabricio omes de Catiro.
O conselheiro relator deu o seguinte parecer:
"8 acto da thesouraria, ordenando a restituieao
dos vencimentos pagos ao supplicante como inde-
vidos, est completamente justificado na trans-
cripta ioforma(;o, nem o accidente da vaga, pos-
teriormente verificada, do cargo de chefe de po-
lica razio para infirmar seos bons fundamentos;
serve somente, visto nao haver exceaso tos crodi-
t -s abenos, para motivar a eqaklade do goveroo
imperial em attender os bons servicios que o sup-
plicante mostra ter prestado no exercicio daquelle
cargo, tanto mais quando insignificante a quan-
tU de qun ae exine a rst:
onus sensivel ao thesouro.
O conselheiro visconde de Niclheroy afastou-sc
do parecer do conselheiro relator, opinando do
seguinte modo :
Concordo eom o parecer do* Conselheiro direc-
tor geral da secretaria. Foi regular, por accorde
disposi;o do decreto de 18 de fevereiro de 1860,
o vencimento que percebeu o peticionario.
>'em pode prejudicar-lhe o direito a circums-
tancia accidental de ser nesta parte o vencimento
de chefe de polica equivalente ao de juiz de di-
redo, e por esta razo de nfto ter explcitamente
declinado o mesmo juiz da percepcao dos venci-
mentos do seu elfectivo cargo, como o "faria se
fossem inferiores aos do lugar de chefe de polica.
Mas nem por isso deixou de effectivamente rece-
ber os vencimentos deste cargo que exercia; e
assim consecuentemente passaram os vencimen-
tos de juiz de direito ao juiz municipal, effectivo
substituto, os deste ao siipplenle em exercicio.
Nesta pialidade o peticionario receben, como
tirilla direito, a importancia dos vencimentos, cuja
restituieao nao se justifica.
O conselheiro Jos Tltoma/ Kabueo de Araujo
concordou coin o voto divergente.
E' pois o parecer da maioria da seccao de jus-
ti;a do conselho de estado pie o requerimento do
conego Jos Alberto de Sanl'Aima deve ser defe-
rido lavoravelmente.
Vossa Magestade Imperial mandar, porm,
o que for nelhor.
Sala das conferencias da scelo de justica do
conselho de estallo em 26 de novembro de 1872.
Visconde de Jaijwiry. Vi/runde de Niclheroy:
Jos Thomaz Nabuco de Araujo.
Clovcruo expednrri do da 9 de ianiuo dk 1873.
Actos:
O presidente da provincia, de confu midade
eom o art. 8. do regulamente de 15 de setembro
de 1861, resolve nomear o bacarel Jos de Souto
Lima, adjunto do promotor publico do termo de
Santo Anlaj, para liscal da collectoria provincial
naquelle municipio. Communicou-se ao inspec-
tor da thesouraria provincial.
O presidente da provincia, tendo em vista a
proposla do Dr. director geral interino da instruc-
co publica, de i do corrente, sob n 7, resolve
nomear Anna Ignez da Silva Ramos, para reger
interinamente a cadeira de primeiras lettras de Se-
rinliem, durante o impedimento da respectiva
professora, mediante a gratilicacao animal de
600.1.
0 presidente da provincia, attendendo aoque
requereu Maximiano Lopes Machado Jnior, alum-
no-mestre habilitado pela escola normal, e tendo
em vista a informa;ao do Dr. director geral inte-
rino da instrueco publica, de i do corrente, sob
n. 3, resolve uomea-lo para reger interinamente a
cadeira de primeiras lettras da povoarao d Barra
da Jangada.creada pela lei n. 10<>2, de'13 de junlui
de 1871, mediante a gratilicacao annual de 00.
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Benjamn Martiniano dos Anjos,
professor publico da cadeira de primeiras lettras
da povoacao de Palmeira em Garanhuns, e tendo
em vista a iuformacao do Dr. director geral interi-
no da instrueco publica de 3 do corrente, sob n.
1, resolve couceder-lhe iO das de licenga eom
vencimentos, aflin de regressar eom sua familia
para a sede de sua cadeira.
O presidente da provincia, attendendo aoque
requereu o coronel Joaquim Cavalcante de Alhn-
Iucrque, como procurador do Dr. Joo Cavalcante
e Albuquerque, um dos arrematantes da estrada
do norte, e tendo em vista a iuformacao do enge-
nh.eiro chefe da reparlico das obras publicas, de,
2i de setembro prximo passado, sob n. 3i9, re-
solve conceder-lhe mais 8 mezes mprorogaveis
para a conclusa das obras da referida estrada, a
contar da data em que findou o ultimo prazo que
para isso lhe foi concedido. Esta ser apresenta-
i. as estacoes competentes.
Offlcios :
Ao Exm. preflente da provincia de S.
Paulo, communlcando que foi prorogado por mais
um mez o prazo marcado ao 3' escripturario Joo
Antonio da t-ilva Pereira, removido para a alfande-
ga de Santos, para seguir ao seu deitino, por es-
tar elle respondendo ao processo mandado instau-
rar contra os empregados da desta provincia
Communicou-se a inspector da thesouraria de
fazenda.
da festa de Xossa Sonliora da Concecao.
Ao capitn do porto, declarando que o Exm.
listro da marinha, dando sonicao materia
oflBcio a respeito a pratiiMgeia das barras
desta provincia, determina no aviso |ior
incluso que se faeam elfectivas as providen-
elle indicadas
Ao mesmo, recomnienilando que expela or-
d Jozino Barnizo no onVio que por copia se
l a respeito da pintura dos pliaiih-s, con-
toTBH determina o mesmo Exm. Sr. ministro em
a\1sa de 18 de dezembro.
?jW.Ao mesmo, recommendando que taca seguir
P* a ("orle no prximo vapor o rscruta em depo-
sito fos Anastaiio de Sonza Lima, que foijulgado
aplp.para o servir da armada.
' Ao inspector do arsenal de marinha. reme-i
'toja dous exemplares impressos do decreto n.
3,pf de i de dezembro, que autorisa a
como o respectivo destaca-
mento, segundo as notas existentes na secretaria
da presidencia, de 15 pracas.
Ao mesmo, idera ao delegado do termo le Ta-
carat, tenehte Joaquim llerculano Pereira Cal-
das, que ponha em lber Jade o recruta Podro Jos
Pereira, vaqueiro do finado tenente-coronel Anto-
nio Scraphim de Sonza Ferraz, por ter em seu fa-
vor a isencao da lei. Communicou-se ao com-
mandanto superior do Raeife.
Ao m&smo, remetiendo por copia os papis
firmados [>or Manoel Jo Pereira Borges e Lau-
rentino Bezerra Torres, alim de qne proceda ao
impierito a respeito dos fac.tos criminosos a que
alludem, dando corita do resultado.
Ao mosmo, remetiendo so passes de que
trata em officio de 7 do corrente, sob n. iO.
Ao mesmo, mandando pie informe se j ter-
minou o prazo do contrato celebrad a respeito da
casa que serve de quartel na povoacao do Peres,
determinando, no caso atBrmativo, ao delegado
3ue trate de alugar outra por prego mais mdico
o que o da actual.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, eom-
muni cando jue foi approvada pelo ministerio da
fazenda em 30 de dezembro a deliberaeao que to-
mou a presidencia de mandar proceder aos con-
certos de que precisava a parte da coberta corros-
pendente ao forro do edificio do hospital militar, e
que naqueila data solieltou-se do da fazenda a
necessaria orderu para que por conta do li
obras militares, do exercicio de 1872 a 1873
seja concedido o crdito de 1204000, em que m-
portam os mesmos concertos.
Ao mesmo, communicando que a 8 do cor-
rente comerou o juiz de direito da comarca do
Bom Conselho, Joao Vieira de Araujo, a gozar a
prorogacao da licenca gue lhe foi concedida.
Ao mesmo, recommendando que informe
cora a possivel brevidade e eom o zelo e indepen-
dencia eom que exerce as suas importantes fnc-
2oes o que ha de verdapeiro sobre o aforamento
,o terreno de marinha sito no prolongameuto da
ra do Brum, a que se refere o seu officio de 25
de julho ultimo, sob n. 246, serie A, era cujo terre-
no est o baro-do Livramento levantando um
muro; visto constar que nao houve licenca do go-
verno imp-al para tal aforamento, e, quando
houvesse, caducou como aforamento, por juanto
este cahio em commisso por nao terem sido pagos
os competentes foros.
Ao mesrao remetiendo 8 ordens, sendo 7 do
tribunal do thesouro nacional e urna do ministerio
da guerra.
Ao mesmo, mandando pagar ao Dr. Luiz
Correia de Queiroz Barros, sob responsabilidade
da presidencia, a quantia de 600J00, que loe foi
albitrada por aviso do ministerio da justica, de 28
de dezembro ultimo, como anda de custo na
pialidade de chefe de polica desta provincia.
Ao inspector da thesouraria provincial, man-
dando pagar a Antonio Domingues de Almeida Po-
cas os vencimentos do destacamento da guarda
nacional da cidade da Victoria, relativos ao mez de
dezembro.-Communicou-se ao respectivo com-
mandante superior.
Ao mesmo, idem a Manoel Fernandes Mas-
carenhas os do destacamento da villa de Barreiros,
relativos ao mez de novembro.Communicou-se
ao commandante superior de Palmares.
Ao mesmo, idem ao capitn Antonio Augusto
Maeiel a quantia de 33J333, importancia do alu-
guel vencido em novembro e dezembro, da casa
que serve de eadeia no referido termo de Rarrei-
ros.Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao commandante superior do Reeife, recom-
mendando que expeca ordom para que amanh, as
4 horas da tarde, urna guarda tirada de um doj
batalhoes sob seu eommando superior preste as
honras devidas ao Exm. presidente da Maranho,
Dr. Silvino Elvidio Carneiro da Cnnha, por oeea-
sio de seu embarque no caes 22 de novembro..
Ao mesmo, declarando que para ter lugar o
pagamento dos vencimentos dos tambores, clarins
e cornetas dos corpos da guarda nacional sob seu
eommando, relativos aos mezes de abril a junho
do anno passado, preciso que sejam remetUdos
os prets respectivos, como sobeita o inspector da
thesouraria de fazenda.
Ao commandante superior de Nazaretb, r*
commendando que expeca-ordem para que no da
2 e fevereiro prximo seja postada em frente
igreia matriz deesa cidade urna guarda tirada do
R' batalho para fazer as honras devidas por oc
tabella
amaga, lixaudo o pessoal dessa repartico e me-
lhecaudo seus salarios, alim de que teuha execu-
co desde o dia !. do corrente, de conformidade
con o disposlo no aviso do ministerio da marinha
lle *f,d aquoUe mez ; e recommendando que na
Hasattcacao dos operarios e mais jornlenos para a
pefcmu dos novos (alarlos, tenlia muito em
conjlfcrafo o mrito artstico de f ada um e as
pravas de zelo pelo servico ; devendq, do> opera-
rios contratados na Babia, que ah se-acbam, ser
clarificados aquellt-s que preferirem permanecer
estaprovincia e providenciar sobre a retirada
djed|nias na forma dos seus contratos.Comnui-
nieo^-se ao iuspector la thesouraria de fazenda.
^JAo mesmo, mandando recolher corte o 3.*
escripturario da contadura de marinha Cimillo
Primo das Chagas, sendo substituido por outro
empregado na commissao em que se acha no nl-
nuxarial<> desse arsenal, como detenniua Exm.
Sr. nunistio respectivo em aviso da 27 de dt;-
zeaibro.
^.Aoprovedor da Santa Casa de Misericordia,
deelarando que por falta de crdito na lei do or-
cameoto vigente, nao pode ser ejecutada a obra
do segundo pavilbo do lado do sul do hospital
Pedro JI.
Ao commandante do corpo de polica, man-
dando desligar as praxis, Manoel Barbosa de Oli-
veira a Jorge Flix de Valo.s ; pondo o primeiro
hjfeatco do Dr. chefe de polica, para ser pro-
cesando no foro commum pelo crime que eoui-
metfea. dando ao segundo o destino de que trata
oo 4nal do seu offleio, por ter oi conducta.
Ao juiz de direito de Caruar, mandando
por Be aovo em concurso, de conformidade eom o
desreto a. 4,668 de 5 de Janeiro de 71, a serventa
vitalicia dos offlcios de tabellio e escrivo de S.
Beato*vago pelo faliecimento de Federalino An-
tonio de Lemos, visto nao ter apparecido concur-
rento .algum, em virtude do edital publicado ua-
quefie anno.
*a Ao director interino do arsenal de guerra,
mandando que informe se oo ultimo pedido de
objectospara o expediente da secretaria do eom-
mando da fortaleza do Buraco foram incluidos os
qne cunstaui do pedido que se remelle.
Ao engenbeiro ebeto da reparticao das obras
publicas, recommendando que determine ao enge-
uheiro do 6. districto faca sentir ao arrematante
da obra do a?.ude da Victoria, coronel Jos Ca-
valcanti Ferraz de Azevedo, que deve construir
essa obra no prazo marcado no contrato ; por-
quanto a presidencia nao est disposta a conceder-
me nova prorogacao.
Ao engenbeiro fiscal da estrada de Cetro do
Reeife ao S. Francisco, declarando licar inteirado
de haver o trem jue no dia 6 lo corrente vollava
do interior, matado uraJiomem que dorma eom a
cabeca sobre os trilhos na curva da Contenda, e
de ter sido iuevitavel o accidente, como presencia-
rain as teslemunhas mencionadas em seu officio.
Portaras :
Aos agentes da companhia de Navegacao
Brasileira, mandando dar transporte para a corte,
por conta do ministerio da guerra, aos soldados
Clementmo Antonio Rodrigues e Nicolao Joao Pe-
reira da Silva. Coumiunicou-so ao coronel cora-
mandante das armas.
Aos mesmos, mandando dar transporte para
a Bahia, por conta do mesmo ministerio, ao ex-
soldado Luiz Jacintho,Fez-se. igual coinmuni-
cao.
EXPEDIgNTE DO SECBETABIO.
Offlcios :
Ao coronel commandante das armas, decla-
rando, de ordem do Exuu Sr. presidente da pro-
vincia, que por despacho desta data se concedeu
10 das de prazo ao recruta Felippe Eneas da
Costa, para provar isencao legal.
Ao engenheiro chefe la reparticao das obras
publicas, recommendaando, de ordem do mesmo
Exm. Sr., que eom a maior brevidade possivel
preste os esclarecimeutos relativos aos negocios
de sua reparticao, aflu de que se possa tirar os
dados precisos para o relatorio. que tem de ser
apresentado assembla provincial.Malalis mu-
tandis aos engenheiros fiscaes das estradas de
ferro e companhias e ao administrador do cor-
reio.
Ao gerente da companhia Pernambucana,
declarando, de ordem do mesmo Exm. Sr., que os
vapores Pimpina e Mandak podem seguir para
os portos do norte e sul at Granja e Aracaj no
da 13 do corrente, as 5 horas da Urde.
Aos agentes da companhia Brasileira de Na-
vegacao, deelarando, de ordem do mesmo Exm.
Sr., que o vapor Guai, chegado hoje dos portos
do sul, pode seguir para os do norte amanh,
hora do eos turne.
Ao superintendente da estrada de ferro do
Reeife ao S. Francisco, recommendando, de ordem
do mesmo Exm. Sr., que mande dar transporte da
eslacao das Cinco Pontas at Una, por conta do
ministerio do imperio, a um caixo contendo listas
de familia, eom enderece ao Rvd. vigario da fie-
gueza de Panellas.
ta por copia, leudo mais a accrescenlar, informan-
do V. S. pie Manoel Fraueisco Xavier foi pelo
mesmo subdelegado recrutado e remeltido asta
lelegacia sem que bouvesso solTrido no acto da
prisao espancamento, tanto que nesta delegaca foi
examinado seu corpo. e nenhuma contusao ou fe-
rimento foi encontrado ; e nao obstante ser pr*o
como recruta, o puz em liberdade, por dizer que
era casado; mas depois fui informado que sol-
teiro e concubinad > eom urna orph, que raplon
na provincia da Parahyha e de quem tem vendido
e consumido os bons qrte bordara a mesma orph.
Este individuo ha cerca di um anno alugoii um
pequea casa e coebeira na povoacao de Alagoa
do Carro, djste termo, e poz una diminuta venda,
e desde ento foi conhecido pelo publico por ladro
de cavallo, eom urna sociedade deste trafico eom
pessoa dessa capital, e vi vendo constantemente
eom reunioes de pessoas, jog is Ilcitos, at que
foi pelo mesmo Manoel Malulo entregue um ca-
vallo follado no termo do Bom Jardim, alm de
outro furtado a Alexandre Mara de Hollari'
da Cavalcanti, residente no termo de Santo
Anto, por cujo furto de cavaos acha-se o mes-
mo Xavier respondendo a processo no joo mu-
nicipal deste termo, por denuncia do Dr. promo-
tor publico ; peto que j se evadi Xavier dest-*
termo para o de Pao d'Alho, em Ierras do enge6
nbo Sipo, prximo ao povoado Camba. .
Deus guarde V. S.Delegacia de polica do
termo de Nazaretb, 7 de Janeiro de 1873.Illm.
Sr. Dr. Luiz Correia de Queiroz Barros, multo
liajno chefe de polica desla provincia. -O delega-
do de iwlica, Joao (Uvulcanti de Mauricio Wan-
derley.
Joao Baptista (mies Penna.Informe o Sr_
inspector da thesouraria de fazenda.
Joo Rodrigues de Souza.-No ha por ora em-
prego algum vago para o qual possa o su|>pliciMV
ser noineado.
Tenente Joo Pereira de Lucena.Passe porta-
ra concedendo a liceuca requerida.
Alferes Jos Antonio S Leitao.Passe portara
na forma requerida.
Jos Juveaal da Paz e Paiva.Deferido, em vis-
la da informaco do commandante de polica.
Lenidas Tito Loureiro. Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Major Maaoel terreira Escovar Forneca se.
Manoel Alves Ferreira. Deferido eom oiQcio
desta lata thesouraria provineial.
Marianno Barbosa de Oliveira. Deferido con
officio aa provedor da Santa Casa de Misericordia.
Rufino Manoel da Cruz Cousseiro.Sira, eom
recibo, e nao havend i inconveniente.
Scelo 2.*Palacio da presidencia de Pernam-
buco, era 27 de dezembro de 1872. Informe V. S.
circuinstaociadameate acerca do grave attentado
atlribuido pelo Liberal n. 34 de 22 do corrente ao
subdelegado de poli ca do districto do Lagoa do
Carro, Christovao Cavalcanti de Albuquerque,
ciMitra o individuo de nome Jos Matulo, que de-
ver ser interrogado eom assistencia da prorao-
toria publica.
Deus guarde V. S.Henrique Pereira de Lu-
cena.Sr. Dr. cliefe de polica.
Seccao i.N. 63.Secretaria do polica de
Pernainbuco, em 10 de Janeiro de 1873. Illm. e
Exm. Sr.Cora relaeao reeommendaco feita
por V. Exc. em officio reservado datado de 27 da
dezembro ultimo, passo as mos de V. Exc, nao
so o officio junto por copia que em data de 7 do
corrente dirigio-me o delegado de polica do ter-
mo de Nazareth, como tarabem do que a esse de-
legado enderecou o subdelegado de Alagoa do Car-
ro, Christovao Cavalcanti do Albuquerque, sobre
o grave attentado de que tratou o Liberal o. 34
de 22 do referido mez de deiembro prximo
passado.
Deus guarde V. Exc-Illm. a Exm. Sr. Dr.
Manrique Pereira do Lucena'.0 chefe de polica,
Luis Correia de Queiroz Barros^
Illm. Sr. Para satisfazer a exigencia de V. S.
em officio datado de 3 de deeembro ultimo, relati-
vamente prisao do Manoel Francisco Xavier,
conhecido por Manear Matulo, mande! ouvir ao
subdelegado, que cumpsio eom a informaco jun- Jral legisla iva.
Illm. Sr.Em observancia ao officio de V. S.
datado de 9 do corrente mez, determnando-me
que informe sobre o espancamento praticado na
pessoa de Manoel Francisco Xavier, morador na
povoacao de Alagoa do Carro, desle districto, por
urna patrulha no acto da prisao, cumpre-mc inlor-
mar a V. S. que endo esta subdelegada em cum-
primento de ordens da delegaca encarregado aos
inspectores de quarleiroes o recrutamento de in-
dividuos que estiverem uo caso de servirem no
exercito, salVo aqueles que gozassem isencao e os
remettessem a esta mesma subdelegada, alim de
seren remedidos convenientemente disposico do
V. S., conforme delenuiiou em offlcios datado de 24
do outubro c 16 de .novembro ultimo; c sendo
Manoel Francisco Xavier aecusado pelo respectivo
inspector e clamor publico de ladro de cavallo e
viver continuadamente em reunioes em sua casa
para togas Ilcitos, e de pessimos costumes e pro-
curado para entrega de dous cavallos, um furtado
no termo de Bom Jardim, e outro furtado a Ale-
xandre Mara de Hollanda Cavalcante, morador no
termo de Santo Anto, maudei vir Xavier minha
presenta, e das indagacoes que fiz-lhe, conheci que
era real toda informado a seu respeito ; recrutei-o,
isto j as 6 horas da tarde, conservei-o guarda
de tros cidados, visto como era noute, nao poda
seguir para a eadeia da cidade de Nazareth, e nem
existir nesta subdelegada eadeia, sera que soffres-
se nessa wriso ncommodo algum. Ao amanhecer
do dfa sogwinTe fui informado que era cas'qab, p:
que o puz em liberdade ; mas logo depois fui de
novo informado que n>o era casado, mas aira con-
cubinado eom urna orph que havia raptado da
provincia da Parahyha, e de quem consumi os
bens que herdara a mesma orph ; em eumpri-
inento das ordens de V. S. de novo o mandei re-
crutar pelo inspector cncarregado da polica da
mesma povoacao, e nao me consta quo satTrcsse es-
pancamento no acto da prisao ; remetti-o a V. S.
e no caso de haver elle sido espancado, como diz,
V. S. deveria ver-lhe as contusoes ou ferimentos,
servindo-se V. S. nessa occasi o p'>-lo em 1 berda-
de, dispensando do recrutamenlo. E' o quantu ha
occorrido acerca de Manoel Francisco Xavier, co-
nhecido por Manoel Matulo.-Deus guarde a V. S.
Subdelegada do 1. districto da freguezia de
Traeunhein 23 de dezembro do 1872.Illm. Sr.
tenente coronel Joo Cavalcante Mauricio Wander-
ley, digno delegado do termo de Nazareth. 0
subdelegado, Chrislocao de Hollanda Cavalcante
de Albuquergne.
Promotoria publica de Nazareth, 2 de Janeiro de
1873.-Illm. e Exm. Sr. Accusando a recepcio
do officio reservado de V. Exc, datado de 27 de
dezembro ultimo, no qual exige circumstanciada
informaco acerca do grave attentado, attribuido
pelo Liberal n. 3i de 22 do dito mez ao subdele-
gado de polica do 1." districto da freguezia de
Tracunhaem, Christovao de Hollanda Cavalcante
de Altraquerque, contra Manoel Francisco Xavier,
conhecido por Manoel Matuto, cumpre-me declarar
a V. Exc. que nao passou-me desapercebido seme-
lhante facto, tendo empregado, logo que tive noti-
cia delle, todos i s meios necessarios, afim de che-
gar ao perfelo conheriinento da verdade, nao s
em relaeao ao proprio facto, mas tambem sua
autora, nada tendo podido colher at esta data de
positivo o exacto a respeito ; sendo, porm, certo
que o referido Manoel Francisco Xavier j nao se
acha na povoaco do Alagoa do Carro, onde mo-
rava, ignerando-se qual o lugar da sua actual re-
sidencia, embora tenha procurado saber para fa-
ze-lo vir presen-a da respectiva autoridade, afim
de ser interrogado. Entretanto, nao tendo sido
isto razo sufflciente para deixar de proseguir as
indagacoes precisas, espero poder mais tarde levar
Ilustrada atteneo de V. Exc. infonna;des exac-
tas a respeito do sobredito attentado, de que falla
o Liberal, limitando-me por agora, em falta dos
necessarios dados, ao que fica referido ; podendo
affirmar a V. E\c. que serei solicito ezeloso no
cumplimento dos meus deveres.Deus guarde a
V. Exc. -lllm. e Exm. Sr. Dr. Henrique Pereira
de Lucena, D. presidente da provincia de Pernam-
buco.O promotor publico, Manoel Barata de
Oliveira Mello.
Seeco 1."Secretaria de polica de Pernambu-
co, em 16 de Janeiro de 1873. -N. 110. -Illm. e
Exm. Sr.Communico V. Ec, em resposta ao
seu officio de hontem datado, ao qual acorapanhou
copia do do juiz de direito do Rio Formoso, que
em data de 13 do corrente, foram por esta repar-
ticao dadas as precisas providencias, no sentido
de assumr o exercicio da delegacia do Rio Formo-
so, o delegado effectivo, sendo que eu porjiartiei-
paco idntica do respectivo delegado e subdele-
gado j eslava inteirado -da materia do officio do
referido Dr. juiz de direito ; cumprindo-me decla-
rar V. Exc. que as sedulas all appareeidas, e
que me foram enviadas peto mencionado subdele-
gado, procedendo-se a exame, reconheceu o ins-
pector da thesouraria de fazenda, que eram ver-
dadeiras, tendo sido ellas devolvidas por uso a s^
rem entregues a seus donos Deus guarde a Y.
ExcIllm. e Exm. Sr. Dr. Henrique Pereira de
Lucena, D. presidente da provincia. O chefe da
polica, Luiz Correia de Queiroz Borros.
DESPACHOS DA PBXSIDBNCIA DO DIA 17 DE JA.NKIilO
DI 1873.
Antonio Jos de Almeida Catanho.
- Volle
o despa-
Illma. cmara municipal, para cumprir
cho de 18 de dezembro (indo.
Alexandrina de Sonta Lima. Deferido eom
officio desta data dirigido ao Sr. inspector da the-
souraria de fazenda.
Francisco Pinto d* Magalhes^-Ioforme o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Capno Jos Marcelino Alves da Foneeca.Di-
rija-se o supplicante directamente assembla ge-
lt>]>irt u-rto da polleia.
2." seccao.Secretaria da polica de Pernambuco*-
18 de Janeiro de 1873.
N. 122. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheri-
inento de V. Exc. que, segundo consta las par-
ticip.'uijes recebiilas boje nesta reparticao, foram
hontem rccolhidos casa de detenco os seguintesr
individuos:
A' ordem do subdelegado do Reeife, Jos Lou-
renco Murallia, requisita do cnsul portuguez;
Maximiana Mara da Conreico e Perciba Mara
da Conceicao, por offensas moral publica.
A' ordem do de S. Jos, Francisco, escravo du
Antonio Leopoldino do Reg Barros, por andar f-
gido : e Francisco Gomes da Silva, p>r desc-
ordera.
O delegado do termo do rabo, por offlcios de
li do corrente, communicou me que o subdelega-
do do 1.* districto daquelle termo lhe particpala
que no dia 11 do corrente, ra do Visgueiro da-
quella villa, Manoel Joaquim de Araujo, ferira con*
uina catatada Luiza Mara da Conceicao ; que o
delnqueme fura preso em flagrante, a contra elle
proceder nos termos da lei ; e que j fuera re-
messa do respectivo inquerito ao Dr. juiz munici-
pal do termo.
Que no dia I deste mez fra sua presen ca
quexar-se Manoel de Barros e Silva, por havr
solTrido urna surra de Francisco Lopes, conhecido
por Francisco Januario, morador no engenbo Ce-
dro daquelle termo, onde tambem reside Barros e
Silva ; que inmediatamente fez proceder a corpo-
de delicio, e das diligencias que a tal respeito li -
zera, verificara ter sido o autor de semelhante
crime o mencionado Francisco Lopes, contra quem
ia proseguir na orma da lei.
Nesta data recommendei ao delegado qne, quan-
do remettesse ao juiz competente o respectivo in-
querito, me dsse parte.
Coin officio desta data foram recolhidos esta
reparticao sete armas defezas apprehendidas pelo
subdelegado de Santo Antonio naqueila freguezia.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm. Sr. con>
raendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
ao poajtoato tuiu hiuvm i ftrhnfn dr poiicia,
Taiz cornthaeQiieiroz Barrof.
INTERIOR,
RIO DE JIMIIIO.
O aceordo.
IV
Nao alougaremos a presente discusso alm dos
estreitos limites pie tracou-lhc a paluda contro-
versia feita pela Repblica ao ultimo convenio.
Exhausta a materia pelo prematuro debate que
leve, anda agora a raprensa opposieionista a dio-
ver no molhado, sem que urna nica asserco te-
itha produzido, que possa acalorar um pleito que
se annunciara renhido e vigoroso.
E' mais urna prava de que naufragam as ms
causas os melbores talentos : as paixoes sao pe-
rigosos pareis em que os mais avelhantados pa-
linuros sossobram.
A leiiura calma de todos os documentos relati-
vos as questes platinas, desde o pacto da allianca,
poe em evidencia um poqto de alta importancia :
jamis o Brasil annuio terminantemente a questo
de limites, que cnsiderou sempre grave, e affec-
tandu a interesses de diversas nacionalidades.
A propria Repblica confessa que declinamos
da solidariedade no que attinente ao Chaco, a
cuja pos-e a Bolivia allega direitos que nao nos
cumpria averiguar, desde que nao tinhamos pre-
tencoes sobre tal territorio.
Na resalva dos justos-reclamos da Bolivia im-
plcitamente garantia-se tambera o bora direito de
piem quer que fosse, urna vez que ebegasse-se ao
conliecimento da verdade.
0 tratado de allianca, como todos saber, tinlia
clausulas transitorias que so referianv ao periodo
da guerra, e outras de carcter perknente, que
subsistiram serapre para nos, pelo respeito cons-
tante cora que temos observado quantu foi esti-
pulado.
Se no que era transitorio, deinteresse momen-
tneo, mas de alta responsabilidade e gravissimos
offeitOs, o Brasil levou a lealdade ao ultimo apu-
ro, tomando umitas vezes sobre si, somente, o que
devora ser esforc combinado dos tres 'povos ai-
liados, o que nos poderia aconselhar a quebra d
tratado as disposi;t5es pennanenies, em que a re-
ciprocidade era to completa, que em nenhuma
hypothese poderiamos ser prejudicados, eom a fiel
observancia de quanto se accordara ?
A execuco collecliva das dez clausulas, que
s poderiam ser resolvidas durante a guerra, nun-
ca passou de um sophisma do ministro Tejedor, n
intuido de provar que nenhura dos adiados pode-
ria negociar separadamente : o proprio Sr. Mitre,
no convenio, acaba de provar que pode cada uut
dos governos entrar isoladamente em ajustes, sem
que por isso se considere roto o tratado do i d
maio.
Basta o espirito dos arts. 8 e 9 desto tratado,
para deixar ncontrdVerso, que na ohrigaco em
que ficaram os tros governos de respeitar a inde-
pendencia, soberana e integridade do Paraguay
ia um obstculo, a demarraco previa de limites,
3ue de tonga data constituiara urna questo pn-
ente de maior difflculdade, pelas serias contes-
tadles dos tres povos que allegara direitos sobre
o Chaco.
No art. 12 assentou-se que 4 pai seri i garan-
tida no Paraguay : nao podernos comprehender
como urna extorsao poderia ser elemento para to
feliz acontecimento.
Nao confunda-se proposilalmente cousas diver-
sas : para evitar ai ditteucoes e guerras, que
Irazam serapre as quostes de limites, os alu-
dos tinham e tem o direito de exigir que o Para-
guay, celebre tratados deflaitivos de lmites ; mas
isso nao importa a violencia, a imposicao de urna
linha arbitraria e capricho de qualquer dos po-
vos da allianca.
Basta c*te art. (o 6J para evidenciar que o* trata-
dos poderiam ser celebrado* em -separado, como
acaba de accordar-se no proprio convenio que de-
clara em pleno vigoro pacto da allianca.
A nota do ^verno brasilwro de 3 de fevereiro
do corrente anno elucidou brilhantemenia asta
Juesto, mostrando que a questo de limito'tinao
e ser negociadlo solada
Ir de eucontro a estes fados nao mala d j que
azer revivor a questo Tejedor, eom todos os seus
y
X.


I&uio d Bfcmambuco Segunda- feira 26 de Janeiro de 1873.
ac
=
)Cg;anda- feii
embustes e desarrazeaias potencies : ni'-mu
prestan >s A ropltc* do mu as:*impto que por con-
veniencia do* dous pk&Oivf! Picar m mais conv-
pteto esqueetmento.
E" .tempo de eondairnas, pelo menus at qw
produa-se, por parte a nprensa eppotfciohst,
controversia succutehtl'ctyrajie boto- nos traga a
estacad
A ratloe a Justina guiaciwaossemirefla quis-
ta. de limite*, pois que. ust faca*, de dlreito tern-
lorial nada podo ser ujjfeira Ja aeai S audieiKia
dos paires inleressadosT \,
O governo brasileiro fB#e'Mi sempre o paet<
to da allianca, e est dito-toa anotinuar atase
lo. quemo que diz raspaito ao Para?uav, qoer
nos eompromissjs pararon is govfcrn >s das *
repblicas, que cura Pj a amanea.
O convenio em nada alBotaa nef.w'iaroo />
tempe, que mcreapa nieftct da pabiiote a^ftior
adheso.por taiver" sido fitt de aceJirdo comas
instruccSes recebidas. .
O Brasil ni.o se' desdour.n ria em reparar injns-
lleas : pouneu-o, porm, 4esm grato dever, e pro-
.principio*: a learaade e das legitimas convenien-
cias puHScas. .,,
(Naea )
DIARIO DE PERNAMBUCO
Relrospeeto poiiitico I auno
de 18:
RECIFP-, I.* DE JANEIRO DE 1873.
ltHPUBliKA OIUENT.U. DO TOO AV.
Para os-povos uruguayan;"
oanii) ita I87f co-'
jn won s)h' oSTaesms auspicios que presidiraia a i
.meen-amento do so* antecessor, isto sob a n-
souha espertativa de um;, pal que ti dos anhela-
vam, masque se altaba om fugir, justamente quan-
do mais prxima pareca esl;ir de derramar todos
os seus efluvios, todos os giRIBOaa da telicidade ni
coraeio da repblica.
A Mena fratricida e sanguinolenta era que se
debatiam, desde 187, os partidos histricos, blanco
e alorado, tinha por tal tenna aniquilado os re-
cursos ife ambos elles, qu? todo ou a maior parte
do anno de 1871 passu-}.c entre gratas rejumla-
9es |)los annuneios da m e entre crucis de-
eepeSes pela continuacao da luta, que. qnal pigan-
lesea garganta, absorvia teda a s lidade da aseso. .
Graudes estoicos, repetidas tentativas foram Ri-
las com etTeito, 'essc anno, eom o flu de onagras-
sar a familia oriental; esle congrassaniento, poivm,
anlolhou-se semprc dimcile quic imoossivel, ante
as exigencias epa&Gesdat eoatmdores, c especial-
mente ante s arrnjadas pretencocs dos revoltosos
blanco, cujos cliefes, habituados s correras da
guerra, acolavain as suas prvaces com urna
carta especie de nrgullio selvagem, e em conse-
.| icnca squeriam largar as armas sob cund enes
iiiii vantajosas aos seus partidarios e sobre-modo
despstigmd'jraa dajmoral do governo.
M eaenai-se o auno de 1871 mais urna ten-
tativa tiuba sido emprehendida com o nobre in-
tento de fazer cessar a fratricida guerra, e d'esla
vez ludoprenuneiava um desenlace voravel, ao
-i ante o extetuiamento das tercas em aecao, mas
tambera ante os bons offieios do governo argen-
tino, (jue servia de mediador entre as partes belli-
jera'it-s.
A paz, a alniejada paz, desonhou-se enlao com
as mais vistosa- cores, e em todos os espiritos do-
mine* a idea do eongrassamenlo dos partidos,
posto (jue a ndole de ambos e as son tendencias
a Iversas promettessem que seria de pouca duracao
rt accordo amistoso, quaUmor que elle fosse.
Passaram-se os ltimos dias de 1871 e os pri-
i,i iros de 187:2 em conferencias e ajustes de um
armisticio, e, empunto e-te era negociada, foram
leudo-lugar alguna reeontros pawiaes das torcas
avanzadas dos exerciuis belligerantc-, at que em
im foi ajustado esse armisticio, que lefia servir
de base ao accordo ou tratado de paz, sempre pre-
sidido pelo governo argentino.
Apenas foi ajustado o armisticio, urna fracao
d i partido colorado, que Ihe era adversa, pro-
rompeu em desabrida grita eontra elle e contra o
i;oYcrao, e -aoz em campo as suas energas para
destruir aquella obm pacifica, que todava aelnn
acalorado acolbimento na maioria do paiz, que,
posta que ignorasse atada se os cbet'js do partido
blmco aeceitavam ou dci:cavam de aecctar essse
tiialnUrjio, assgnado em Buenos-A .res ntreos
legados do governo oiental e a junta rovolu-
ionaria all residente, rejublou-se todava de
ante-mio eom o resultado que espora KIYeciivaineute, apenas se leu aquelle facto, par-
ti de Buenos-Ayres para Montevideo e d'aqui para
,i acampamento dos revoltosos a chamada ecmmfs-
sa i pacificadora, com o intento de anresentar o
armisticio aos cheles blanco, c desde entilo reiuou
oKiroma anciedado futa rasnltido 'wss empresa,
.p.ie a mutos se aligurava rreaUsael, visto nao
:,e q lererem ontenUr aquellos cliefes comas
em-essoes feitas no referido doconv oto.
Bntretanto reunio-sc o cengresso e:n seSSao ex-
traordinaria para tomar onhocirnento das nejjo/
eiacSss da paz, e entre ])rotesto3 de um lado e es-
perancas do mitro, foran-se passando dias son
Atas, (-crescendo a angustia de todos, at que c.nliin
.i 10 defevereiro foi ;issgnado de nifivaiqjnte"- em
Buenos-Ayres o desejadn armisti io e n'elle lavra-
(| .s os terinos da paz, (pie todava leon dependente
(la raticaco das partes in eressadas e bem assim
'. congresso, com eujo apoio contava o governo.
J enlao, se achavam os espiritos preoecupados
. en os negocios da. suecessao do general Battle.
lei'sidente da Repblica, enjo mandato devia i^x-
pirar no da 1 de mar?), poca em que, nao pi-
J M11 rcunir-se assembla geral, que eom seus
poderes estweraes, etegwse o sen soccessor, re-
v.nii iQdos serias c i;n|ilicaces, nao obstante
11 e.nial e eonsentaneci com as praticas consti-
onaes que, fosee me successor interino o pre-
idente d) senado.
Como quer que, poren, devesse cse presidente
ser eleito aH de fcver>iror volverim-se todas as
al i'licites para cssa cIuqo, teniendo os amigos da
paz que ella recahisse n'nm scu adversario, c os
inimigos 10 pacificammt) diplomtico que reca-
lii^se a esjolba n'um auvilar do general Battle)
i| tarado e acrrimo propignador desse pacifica-
. uto.
Os partidarios da guerra atiraram-sc pelo cam-
po dos protestse manifestacocs contra a paz,
itendo-sc especialmente em promnve-hs entre o
i xercito e a guarda nacional, pretextando ipic
eram inareitaveis o indecorosas as bases em que
i,'nuzava es3|Saz, que todava sighifi'cava o con-
-amento (la familia oriental, mais do i|ue
isso querii dizer o estancamento do sanguc brba-
ramente derramado em lulas crueise terri-
cantes.
Bsges protestos e nainfestaewt chegaram ao
ponto de causar cuidados io presidente Battle, que,
' i-eeeioso de que em Montevideo hruvesse alguma
: i irdem, mandn aq-urtelar alguma tropa c to-
mn entras BrecaucSes laberente manulenca*
da erdm e da tranquilidide.
Nao foram, porcm, smente a.guns colorados
.me protestsram contra a paz ; lambem nm dos
chefes Mateos, Salvanach, lavrou. pubbcou pela
impranaa e envin ao ministro anenhno Tejedor
um prouato, uo qual disse que os seus amigos
j'oram atraieoados.
Reunio-se entreunte o senado e elegeu para se
presidente o Sr D. rfhomax Gomensoro, e desde
logo tiearaui todos os amigos da paz tranquillisa-
dos til respei'o, visto como, t ;ndo sido o novo
presidente do senado um dos mais fervorosos de-
fen ores da paz, as conferencias havidas no pa-
lacio do gov rno, era licito espera;; que executaria
o convenio celebrado pelo general-Battle, qaem
devia elle succeder no governo do paiz.
_ ^BimrnjsnsiestasjBrat'jtvrftvg,'.
o goverao apeaas ercit* urdiaarift,
\ uani!a nafiona... .
A v.itari.i fnia Lver Ja paz por sma grando
maioria, e em c ciu Bueflos-Avre\ to da 10, e"dosis eonnnissarios
Miutm. us i: Palomeque e- Sereaft^vieralh a-
Monlevido,e ginssaram deiois ao_campo de Ap-
paricie para. *bter desle a ratincapio.
Entretanto-a E-ohm muaetom que km eram
essas ai fcasos do confeso. e que bavia alguma
rousa (Mis, combinada entro ft. Aadr Lamas e o
ministip de estraiigeiros ftr. Herrera y Obes, se-
cundo a mal o partido cehrao era sacrificado
a urna cmliinacio, que dara o triumpho eletoral
ao paralo blana.
Assegurm a Tribuna Me estavapactuada a pro-
longara da administrao atllc depois da do !-
Ule marco: que aleui dos 4 deparlamentos, em que
o irtaaprio do partido blanco seria nfallivel as
ele(;ei, pelo pessoal que as tinha de presidir, se-
rial designados cliefes.polticos para uutns, cuja
populacho era inteiramente adorada de carcter
tio (roxo, ou de opinioes polticas tao duvidosas,
qe atri mesmo seria reahida a luta.
Desmentido otlicialmeate, ncm por isso deixou
acuelle peridico de insistir em sua affirmacao, c
s rumores foram tomando tal gravdade, que na
iiontcdc O de fevereiro se receiou seriamente que
a tranquillidade publica fosse alterada, por causa
da exaltaran dos espiritos.
Felizmente, o chefe poltico poz-se testa do mo-
viiuenio, e soiibe-o dirigir eom prudencia. Beumo
em. sua casa os colorados mais conspicuos na au-
ninistraca), na imprensa, ou as armas, e ah se
deliberou sobre a attitude que couvnba loinar-se
a vista da gravdade dos negocios, e da urgcni
que biva em aparar o golpe.
Resotveu-se unauiniemente mandar urna com-
missao ao presideue, nedir-lhe a exoneracao im
medala do Sr. D. Andr Lamas.
IV lio-se tambem a demissao do ministro Her-
rera y Obes, e nina ou outra voz manifeslou a con-
veniencia de rogar-se ao presidente que deixasseo
poder antes do dia I.' de marco., idea que nao en-
contrn apoio.
A coinniissao foi inmediatamente casa do go-
verno. J era publico e notorio o ajuste de paz
firmado.
Atona das eondicoes declaradas cima, liaviam duas
(pie tinliain provocado toda esta irntaco.
A 9.", que tinha por fun estabelecer o appello
geral ao Bufiragio, e reconstruir sobre elle todos
os poderes couslilucionaes, na nova poca, decla-
rara que deviam ser convidados os 8 senadores,
enjo mndalo anda vigora, a revalidado pelas ur-
nas.
A 10', em attenep a .pie por .aquella noticia n-
carla acephala a adminislraeao, consliluia um go-
verno provisorio com o actual governo, ale o da
da abertura da assembla geral.
Os blancos desistiram da 10.* condico, mas nao
qoiicram fazer outro tanto em relaco 9.a, que
disseram ser essencial paz.
Em vista da attitude do sen partido o general
Battle lavrou a demissao de O. Andr Lamas, e
nonieiu sen substituto D. Jos Pedro Ramrez, que
sen parda de lempo se dirigi Buenos-Ayres onde
foi continuar a missd do sen antecessor.
Ponto depois expirou o mandato do presidente
Battle. e o Sr. D. Thomaz Gomensoro assunuo as
redeas da admnistracao do paiz, encontrando bas-
tante emarauliados os negocios da paz, quj mar-
cliavam lentos e duvidosos em Buenos-Ayres, nao
obstante os esforeos do Sr. Ramrez.
Quereudo por termo tal estado, D. Gomensoro
expedio um telegramma ao agente oriental em Bue-
nos-Avres, declarando-lhe que denuneiasse o ar-
misticio caso nao fussem assignadas as raliticacoes
da nal no da 1 de marco.
.Nao se verificando isto, orden >u 0 presidente ao
agente oriental que regressasse Montevideo, e
soliefieu do governo argentino qu mandasse inti-
mar aos chotes blancos a denuuciaco referida, o
que efectivamente se deu.
Depois de terminantemente declarada a guerra
e Hilando ludo induza crer que os partidos se
preparavam para irava-la, como prenunciaram al-
gunias escaramucas havidas, annunciou-se de novo
que a paz estava'feita e assignada, e isto ao tempo
em irae j tinha o presidente Gomensoro organi-
sado o sen gabinete, e dera nova organsaeao ao
exorcito, no intuito de melhor dispor as forc;is em
eampania.
Os ckefes blancos, ao receberem a mtimacao da
ssacao do armisticio, desistiram das clausulas que
tta-tastrial como que tihh.m renascid* dei-** da
pai, e iam scu raminho auspiciosa, prum end^
entt*s *) ventaras #* p itos erientaes.
o presArnte ^rtVMBnro poblicou e'itio um
(tocret'* com a data de 19 de innk-t. convncaiiata os
PERNAMBGft
' ~-----------------
REVISTA
DIARIA
da presi
[orara
j^'reU-tjkttdb meta Z7U!Si^Xj^^-m-
ees
liaviain sido causa de rompercin-se as negocia^'oes,
A paz foi aceita pelos cheles da revolucao nos ter-
mos da resolucao tomada a 7 de fevereiro, em pa-
lacio, sendo encarregado o Dr. Palomeque de acei-
ta-la e ratillea-la conjunetamente com os antigos
commissarios das negociacoes de paz, sob o* aus-
picios do governo argentino, ou s, caso nao qui-
sessem ou io podessem elles concorrer no re-
ferido acto.
Foram Montevideo os delegados dos revoltosos
e o governo oriental traton directamente c ni o Dr.
Palomeque e Camno, assignando-se, depois de
.las conterencias. o anterior convenio de Buenos-
Avres. com exeepcao das clausulas que deram,azo
aos protestos dos co'orados, assignando igualmen-
te o governo argentino como mediador, cujos
bosB offieios deven a repblica Oriental em gran-
de parle poder entrar no goso da lo suspirada
paz, como de ludo scientificou o presideue Sar-
miento ao cingr.sso argentino na mensagem (pie
Ihe dirigi ao abrir a sua sesso ordinaria 8 de
maio:
Para que fosse completo o convenio faltava-lhc
atada, porm, a sanecaj legislativa, e para esse
tim e.onvocou o presidente D. Gomensoro sessocs
extraordinarias do congresso," que tarnlTem devia
oconpar se com algunas medidas flnanceiras e
bem assim resolver algumas dillculdules que ha
viaui na organisaa>do supremo tribunal de jus-
tica.
Reunio-se. cffeetiva-nente o congresso e o gover-
no apresentou-Ine nao s o convenio da paz. nas
lambem a sua proposta fitianceira, que consisti
em um einprestimo de oilo milhoes de pesos em
hmdtde il}, ll)0, ;)d e J:000 pesos, que seriara
emi tilos dentro e fra do paiz por preco nao in-
ferior H8 por cento e juros at 9 por cento, pa-
gavsis de qoatro em qnatro mezes, em ouro, as
pracas era que fossem tomados os bonds, que po-
deriam ser nnminaes ou ao portador, vontade
dos tomadsres.
O congresso ateve-se logo em cstudar esses as-
suiiptos c no dia 8 de abril approvou o convenio
da paz, qne foi logo sancionado e publicado pelo
presidente da repblica, c causn immenso regosi-
jo, profundo e in lvisivel contentamente em Mon-
tevideo, onde desde logo se prepararam festas es-
plendidas para solemnisar o nao menos esplendido
eongrassamenlo da familia oriental.
O presidente da repblica, em aclo continuo, e
dc-conformidade eom as condcSes do convenio,
ujmeou os noves cheles polticos para os depar-
ta.nenlos e marcou o dia para se reunirein os comi-
cios etetoraes, dos quaes devia sabir a cxpresso
da vontade nacional.
" Depois de proclamada a paz marcharan os ne-
gocios no'melhor accordo, e todos se inoslraram
mais ou monos satisfeitos, nao obstante alguns cho-
ques que foram ton lo lugar entre os bandos ar-
mados ainda nao recolbidos aos acampamentos.
Os oxercitos ficaram contentes com o resultado do
convenio, c Montevideo preparou-se e celebrou as
suas fustas da paz, abriado ao mesmo tempo.uma
subscrpcio para ser erigido um monumento coin-
memorativo do pac ficamento.
Um grande embaraco havia entretanto, e com
elle lulava seriamente o governo, que. achou-se
sem recursos, estando esgotado o thesouro. .Nesse
estado de cousas o ministro da fazenda convocou
duas reunid, ama de negociantes, outra de jor-
na listas, para que o aconselhasscm sobre os me-
Ihores meios de aecudir s necessidades do estado.
A' esse tempo, porem, a paz definitiva era ainda Ttallas expoz o ministro francamente a situacao do
problemtica, "viso como, contliuava-se dizer
que o tratado nao ser a ratificado, e assim eilecli-
vament acontecen, era face das novas diffleulda-
des que appareceram, quando se trateu dessa ra-
li llcacao.
Quaoto se trato u da etobracao lalpaz, juasi toda,
a imprensa diaria, e sjoasi todo o partidootorado,
mauifesteu una excessiva desconnaac^ no nego-
ciador encarregado p;lo governo do tratar do as-
surapto, desconfianca 'que ficou apenas suhpeasa
pelas deelarade- do mesmo g ivemo de qu o ne-
gociador seaenava estiingido pelas terminantes
instruccoes pLie tinhain sidodidas.
O governo s eonsogaa venCe as reluctmcias
do partidpea apciav, quanto nos pruneiros,
dias de fevereiw convociu una reuniao de cida-
daos, e lies consjliou si podia firmar a paz com
as soguntes coiidicoe;.:
\? Aainisttageral, e laraaUa. ,>ara o sufragio.
2. Gmservaao dos iwstos qna os revoltosos
inham antes d guerra, e paganeulo dos venc-
zseatos .lesde dia ea> que tiver.-.m bahsa.
3. Pmif affl de eert quanttt para os gastos
da paeiticafio a quid tarta de ser entregue ae&
b ancas.
4/ Goawessie .te 4 departamettoe pora icramr
..draiDietrad*pftr ii< fes ulicos o parttae Man-
+\ nc-msaoe pelo prsiilente.
tb milhoes, sem contar qne quasi todas as rendas es-
tnvam liypotbecadas.
De tojos obteve o- ministro promessas de cordial
apoio, e efectivamente esle nao Ihe faltou, visto
coma, apenas lineado na praca de ontevid >, foi
logo suliscript} um erapreslimo de dous milhoes de
pesos ao titulo de noventa por cento, einprestimo
dep ap movado peto eongresso, que assim auxi-
li.t o overno a cobrir os gastos da pacincaco do
pata.
Entretanto foraja-sendo desarmados edissolvidos
os corpis dos esevetos blligerates sem..aenham;
iecewbro para _
1* de noveinliri>pta a ds^caide r.linftn|)S,-jj
riiuio do in.srae niez pariji.' dapjaido, o pi>:
eiro de dezeoAN para a as jnntns administrati-
vas, e o segunda-do iosmo.nez pama do< eleito
res .pie devia elegor cia senaares e
suppientes.
Aclarado assim o nepooto das ejeefles, todos os
esniritos se cutregaram discussd desse assuuip-
to' na se ritquecendn- -a imprensa de altorna-lo
eem o das flnancas, que continuaran! ser um
espectro assombre s??ra o governo do Sr. Gomen-
soro. Este> depois d mnita reflexo, escolheu
para ministro das relaco.'s exteriores o Dr. Julio
Herrera y Obes, que foi, na opinio da imprensa,
urna ptima acquisic^o para a adiunistra^io, que
todava ainda licott.incouqdeta, pois.que eslava
vaga a pasta do interior pelo fallccimento do res-
pectivo ministro, Dr. Regunaga.
Pouco antes, o governo do Sr. Gomensoro. ani-
mado di? meNtores c mais pacficos sentimento*
ipie o seu antecessor, nomera o Dr. Gregorio Pe-
res Gimir, em inisso especial junto diversos
governos da Europa, e mui particularmente junto
ao governo italiano, enjo ministro em Montevideo
declarara rotas as relacoes diplomticas entre os
dous paizes, depois que, ao seu nltimn'um de Ja-
neiro, recebera respostas evasivas do governo ar-
gentino acerca das reelamacoes anteriores que
diera no intr.sse dos subditos da sua naeao.
Entretanto prosegnio a frisa linancera, e o go-
verno nao se pode tirar delta, nao obstante as
ten ativas que fez e as olleras que Ihe chegaram
ao conheeimcnlo. Por seu lado a commisso per-
manente da assembla nao o auxiliou nesse empe>
nho, e pelo contrario ostentou-se em antagonismo
com o poder cxeculivo, procurando desnmrafisn-to,
mas nio consegrando seno cotlocar-se era r.dicdta
posijao.
Gonvoeou a assemhla geral para tomar conta
da situaeji i,.e esta no-fc caso do appello ; inti
mou o governo para rafa nao consentisse na inau-
gurar) da linba de boivls na ra Vinte e Cinco
de Maio, e o governo- respondeu-lhe que nio se
intromettsse n sera alheia, e os bonds traba-
Iharam.
Forara presentes ella quatro projectos de em-
pieslino, cada (pial mais extravagan'e, e o seu
parecer foi indulgente para quasi todos, como se
houvesse s o empenho de obter-e dinhero I
O governo, porm, tev o bom sen de nao
aceitar nenhuiu dudes, rc*olvendo-se aflnal o*.
G inumsoro nao firer operacao alguma definitiva,
e aceitar o offerecimento do emprestinto de um
milho de pesos, que lho fez o banco nglez, com
os juros de 12 0/0, ainorlisaveis em cont corren-
te com os saldos mensaes das rendas da alfan-
dega.
Pouco depois pesou sobre Montevideo a tremen-
da amanea de una crise bancara, motivada pelo
banco Franeo-Nalente, enjo mo estado determi
nou urna corrida de notas para o troco, corrida
que elle nao pide prever, por.pie nao tinha ouro
ncm jamis o tivera na importancia de sua emis-
sao.
Julgando-se victima de fraude, por causa daquel-
le banco, o povo corren lambem sobre o Banco
Oriental e sobre o Ramo Man, e ambos estes
teriam sido victimas da fraude do banco Juaneo
Platenie, se nao livessem encontrado decidido
apoio no coinmercio, que assim conjuren a crise.
Passada esta, oceupou-se o espirito publico com
outra ordem de'ideas, c ficou seriamente ap-
preheusivo ante attitude do.ministro de estran-
geros, Dr. Herrera, que, arvorando-se em peda-
gogo dos diplmalas residentes em Montevideo,
pretenden dar-Ibes licoes de direto internacional,
c crean assim diversas diflicu'dadcs ao g.iverno,
creando ao mesmo tempo para si urna poseo pre-
caria, de (pie de certo nao se poderia tirar airosa-
mente. ,
Se o presidente Gomensoro quizesse estahelecer
como programma de seu governo n rompimento
de relacoes com os ontros governos, ou pelo me-
nos a maior frieza nellas, francamente nao po-
deria deparar com um mais apto execuior de suas
vistas.
Relativamente s reelamaeos brasileiras contra
o listmento de desertores do exercito e armada
do imperio as fileiras orientaes, laxou o ministro
Herrera de vagas e offensiva> essas reelamacoes,
quando facto que o agente brasiloiro foi assasj
verdico as seas assorcees, c demonstron clara-
mente que existima no exercito oriental amitos
desertores do imperio, alicialos petos engajadores
da repblica.
Nao contente eom ler creado mais urna dtfflrnb
dad- s relacoes do seu com o nosso paiz,o minis-
tro Herrera levon por diante o s(i plano, e, pu-
blicando notas desattnciosas, deelarou que os
asentes consulares nao podiam eommunicar-sc di-
rectamente com a sua repartioo, e offleou pe-
remptoriamente aos representantes da Franca e da
Inglaterra, declarando Ihes que smenle o correio
do paiz tinha e direto de receber c expedir carta*,
e. por consequencia, que nao podiam os seus res-
pectivos consulados continuar na pratica abusiva
de fechar e expedir malas petos paquetes das suas
nacionalidades.
Travou-se renhida discus*ao na imprensa a tal
proposito, e o commcrcio soffreu bastante com se-
mclhante e inesperada deliberacao, vendo retidas c
demoradas as suas corresiondcncas, tudo pelos
tresloucads arroubos do inexperienie ministro.
Assim foram indo estas cousas, at que, acoi-
mado e ludibrado pela opiniao sensata e pruden-
te do'paiz, o Sr. Herrera apresentou a sua demis-
sao. e foi-lbe esta aceita pelo Sr. Gomensoro. que
todava recusou-se aceitar a do Sr. Vellasco,
ministro da fazenda, que acquesceu em continuar
fazer parle do gabinete. *
Entretanto, aproximou-se a poca das eleicoes,
e, posto que, os horison:es se apresentassera cora
feia catadura, em face da trplice fractura do
partido colorado e da meditada abstenco dos
blancos, correram ellas sem maior entrave, resol-
vendo-se os blanro< tomar parte no pleito em al-
guns distrietos eleitoraes, e ganhando em diversos
a victoria das urnas, nao sem que houvessem al-
gumas desordens e sem que corresse algum san-
gne.
Ante o resultado dos comicios eleitoraes o Dr
Ramrez sentio-se derrotado, e, pelo modo como
lirn composta a representacao nacional, percebe-
ram todos que a luta para a suprema raagislra-
tura do paiz se concentrara nos Srs. Gomensoro c
Pedro Varella, menos que, por outra e por ven-
tura mais deuda rettexao, nao appareca alguma
eombinacao que faca baquear todos os planos con-
eertadqs. ,
E' de esperar, porm, qne, tratando de eleger
o presidente da repblica, os orientaes procedam
com'o maior criterio, visto como d'essa eleicao
depende em grande parte o futuro do paiz^ por
demais cnsombrado pelas nuvens qne obseurecein
os horisontes polticos e financeiros do paiz.
Agora, que a repblica goza de paz, e no seio
d'ella vai desfructando os beneficios que s ella
sabe derramar, vendo rcfloreseer o commcrcio e
a industria, c vendo tomar incremento os niclho-
ramentos materiaes, necessarios esse refloresci-
inento; agora dizemos, convm ser prudento e
atilado, afim de prolongar o mais que fr possvel
a durado de to grandes beneficios; allm de dei-
xar o paiz refazer-se dos males das passadas
guerras civis ; afim de restaheleeer em bom p as
relacoes exteriores, ameacadas pelas impruden-
cias de um ministra inconsiderado ; allm de ci-
mentar o apasiguamcnlo dos odios, e o arrefeci-
mento das palxoes partidarias, por meio de urna
poltica interna, digna e nobre ; e allm de recons-
truir as financas do estado, salvando o thesouro
dos apuros ein que o deixou o anno de 187i, nao
obstante os esforeos do governo do Sr. Gomeu-
soro. ,
Reconstruir as flnancas; reatar os rotos fios das
relaedes diplomticas, estreuando-as cada vez
mais, por rneio de nma pratica sincera dos.pre-
ceitos do direito das gentes ; manter a ordem no
interior, por meio de garantas a fiberdade, de
respeitos aosdireilos indrvkluaes, e de moa bem
entendida tolerancia poltica ; eis nm programroa
c certamente deve elle ser-
Joio Ramos, parda. Pernambuco 49 annos, ca-
sado, Boa-Vista, hospital Pedro W; varilas. f
Joaquim Geraido d is Santos.
Omiterio inaJilico.Obituario do di l
de iaiwiro de 18":! : ,
Jaanna, parda, Pernambuco, 2 annos, Boa-> is-
la ; entente. '
- Antonio Hespanliol, branco, ArgenUno.- 20- an-
nos,- solteiro, Recife ; gastro enterite.
iatonvenieate, e todas as apprehenses e cuidados e?m^J^^^^Tl^r,^^Z
vfl|veram-s pare an eletoo,que uos prataadiaiu v' aos unrggyapos, Vtftacomo C tu*nprof
nKae:nefT'Ctuadas60 dia* depois da pacifica i,
CAimo marca u;ua tai de 6 de fevereiro, e outaos
que livessem lugar em noveuibr, como prescre-
ve a ennstitnicao.
IU dilficnldnies do the8ourontiattaram care-
le- de remedio, e i^to ainta melhor sedopraian-
d-'B de urna demonsra^ao publicada pelo mini-
tro da fazenda, da qaal *e avideciou nm dficit de
dous milhoes somonte nae dsspezasordinarias, saa>
cuitar com os juros o a amortwacao da divida, que
exigtaoi Matar quaaita.
pezar (tisso, porm, nao faTleciam as esperan-
eas nos reciursos do paiz, cuja vida commercial e
ma que Ibes pode eewrir as xetoaesriream tan-
cias, se rme ells ten amor,-emut eremos; in-
dependenc eautonmni- db*ren paiz; sa- que
almejara, como presumimos, H-agred" moma
matrialmenie^ se eatraves nem entel
forma i conquistar nm tajar a>sflgcno'l
te*da crvlisaofe, orate sva'santiln -ar
que falta em neme da paz e da uberdade.
Crmnnsfa-provineil. Por portaras
4a presidencia'/In provincia, de 16 do crrante,
jeranv exoiieraa os rejietdorai interinos do gym-
io provinenuHerinino Rodrigues de Siqueira.
lin Augusta da Silva Villar e Pelillo Joaquim
Costa Guest>sendo esle ultimo por convenien-
cia do servico pnblico.
rrorossona publiaau Por portara da
presidencia da provincia, de 1,6 docorrente, foi ju-
bilada a professora publica de instruccao-primana,
da ViHa do Brejo, D. Alexaii.lrina de Cima, e Albu-
querque, com o ordenado por inteiro nos termos
do ai-t. 2i da lu ii. oJ8 e ari. ."9 da le a. 891, por
contar mais de 23 anuos de magisterio.
Trilito-, urbanos dia 23 ao fin do corrente mez expedir a gerencia
dest empreza diariaraeute um trem ordinario,
partindo da estacao do Caes Vinte Dous de No-
vemhro s 5 horas e 5o minutos da tarde |iara o
Cakleireiro, c voltando desle ponto s 9 horas e25
miuutos da noute. tocando era bMios os pontos in-
termediarios da.lin.ha. ^
Cullegio le S. Iosc.-->*o dia 23 do cor-
rente coiecarao a funecionar as aulas desse col-
legio de educacao para o sexo feminno.
Os bons resultados colhidos nos aunos anterio-
res por militas alumnas do collegio de S. Jos,
coraprovados nos exames pblicos a que all se
procede no lira dos aunos lectivos, o que me-
lhor o recommenda aos pais de.familias.
Banco de ara. Iuformam nos que os
vapores conductores das aras cavadas pelas dra-
gas que funecionam actualm leeni at hoje as despejado.no lauarao, muito pr-
ximo ao fundeadouro' dos navios (pie aqni-veem a
-ordens ; o que tara em pouco erguer-se all um
banco, augmentando os inconvenientes do nosso
porto. Muito bem se poder isto evitar mandan-
do-se largar aquellas aras as proximidades da
illia do Pina.
Matriz de Santo Antonio.Hoje pelas
9 horas da manila haver missa solemne ao glo-
rioso raartyr S. Sebastio, na matriz de Santo An-
tonio, e s" 7 horas da noite ladainha, ticando a
iniagem em exposic.io adoracao d* liis du-
rante oito dias.
Corre-i o do atal.Dirersos assignantes
desle Diario do interior da provincia do Ro Gran-
de do Norte se nos inn-xam da lrregularidade
cora que o recebera ; uevido isso sera duyida
'negligencia- do correio da capital dessa provincia,
pois muito vez vo-lhes s mos jornaes modernos
antes de outros antigos-, o que Ibes perturba a
leitura de certas publisaces continuadas.
Nao de hoje que clamamos contra a adminis-
tra cao desse correio, que parece timbrar em nao
cumplir suas obrigacoes.
Referindo er^as quixas, que ltimamente rece-
bemos, apreveitamos a occasio para dirigir um
appello ao Exm. Sr. ministro da agricultura, no
muiito de, com medidas enrgicas, fazer cessar
de urna vez para sempre tao prejudicaes negli-
gencias.
The i tro. Foi antes de liontem scena, pela
primeira vez, no Gymnasio Dramtico, o drama
pastoril idlitulado-Mi vov. Sera enredo, sem
nexo ao menos, um pastoril como sao todos os
de c da trra ; sem classificaco possvel a dar-
lhe, nao urna peca, mas una coasa supposta de
theatro. Dansa-se e canta-se : porque e o que
gnora-se. V-lo assistir atara sacrificio da arte :
trucida o hora senso a tal composico.
Painphleto. Recabemos e agradecemos
a offerta de um exenrolar do pamphleto intitulado
a Jforonarta e o Prelado pernainbncano, que nos
remetteram.
Beneficio.-Na quarta-feira (22) lera lugar
na theatro de Sauto Antonio o espectculo em be-
neficio do Sr. Geovanni Seolari, lia muito annun-
ciado, c que por motivo de molestia desse distinc-
to artista deixou de ser opportunamente effectua-
do. Ante a allegaran de razio tao ponderosa, de
esperar que o publico corresponda espectativa
do artista, que tanto o considera e tantas raanifes-
tacoes de aproen ihe deve.
\ao comnoseo.Recebemos bonlem a
seguinte reclamaeo :
t Srs. redactores da Revista Diaria.-E' falsa
a noticia que iterara Vv. Ss. de ter sido cu que
feri Candido Frencisco dos Anjos ; cora mais al-
guns (lias eu declarare! em scu mui conrcitnudo
jornal, qual o facto que se deu das 7 pura as 8
horas do dia 24 de dezembro prximo passado,
no povoado de Bn ra da Jangada ; pola nesse da
e neast hora fui ou espancado e roubadq. Reci-
te, 18 de Janeiro de IS73. Dh?) Pemra de
Isaamn
A noticia que se refere o reclamante, foi ex-
Irabidada parle policial : nao portanto. nosso
o engao.
aeetada.No dia 11 do corrente. a ra do
Visguero do termo do Cabo, Manoel Jiaipiinide
Araujo ferio cora urna cacelada Luiza Mara da
Conceicao, sendo preso om flagrante.
Surra.No dia 5 deste mez Manoel de Barros
i Silva queixou-se ao delegado do termo do Cabo,
de urna surra que Ihe havia dado um lal Fran-
cisco Lopes, conhecido por Francisco Januario,
morador no engenho Cedro daquello termo, onde
tambera reside o surrado. Vcriflrando a autori-
dade a razio da quexa, procede contra o crimi-
noso.
Armas.Pelo subdelegado da Ireguezia de
Santo Antonio do Cabo foram apprehendidas 7
armas defezas, que tveram o conveniente des
tino.
Proclamas.Foram lidos no da 19 do cor-
rente, na matriz de Santo Antonio do Recite os sc-
guintes :
I* denunciacao.
Sebastio Aires Ferreira, com Margarida Anna
de Souza Pinto.
Joaquim Monteiro da Foneeca Guimares. natu-
ral da Ireguezia de Santo Antonio, no Maranho.
com Anna Alexandrina Ferreira.
J-'s Martins do Sacramento, com Guilhcrmraa
de Senna Barbosa.
Joaquim Francisco de Santa Anua, can Joaqui-
na Francisca de Lyra.
Luiz de Mello Barbosa, livre, com Marta da
Conceicao da Purificacao
Antonio Jos da Costa Lima, natural de Ponte
de Lima no arcebispado de Braga, com Joaquina
Rosa da Silva.
Francisco Ferreira da Costa Fraga, eom Fran-
celina Mara da Conceicao.
2* denunciacao.
Salvador Mara Pereira do Lago, con^ Camilla
Tranquilina de Mello)
Bernardo Jacques Bezcrra, com Laurinda Ma-
ra do Nascimento, natural de S. Jos da Cora
Grande, em Maeei.
O 1." sargento do 2 batalhao de infantera de
lintaa, Joao Affonso de Mello, cora Zulmira Gui-
Ihermiua Carneiro da Silva.
Antonio Duarte Pereira, viuvo de Mara Oliveira
da Conceicao, natural de Portugal, com Mara de
Freitos Maniiiii.
Joaquim Elias Soares de Albuquerque, natural
da Parahyba, com Paulina Ambrosina dos Santos.
Joio Baptista Anchoque, cm Rosa Mara Ang-
lica de Santa Rosa.
Antonio Francisco d'Albuqoerque Santos, com
Joaquina Ferreira da Silva.
Ceciliano Lopes Ribeiro, viuvo de Mara Carlota
da Silva Ribeiro, com Thereza de Jess da Silva
Serra..
Francisco Gibson, com Alejandrina Constanza
Xavier
Agostinho Ferreira de S Penwto, com Olympia
Mana da onceiCao.
O tenante Jos Francisco Paes Barrete, c
Anoa El'ysa Ferreira.
Mximo Jos' Arres, com Amelia Tharezj
Pitlllrl Gcsir
Protestos de lettras. O escrvao dos
prote-tos Jos Mariano, est de semana, cartorio
onde fbi a secretarta de policta sala do lado da
maro.
Lotera.-A qne se acha a venda a 36.', a
imnefteto da igreja de Santo Amaro de Sarinhem,
que corra no da 22
Casa de detenoao.Movirucato do da
17> do Janeiro do !877:
Existtara prososj; 3BS, entsaram S, sahiram 6,
fflstem 351. ,
. Asaber :
Naciwtaes 23f5, malharea ll^estrangeires 47,
scravs i8, escravas r.iWat 3SI.
Alimeatodas-a cost dos aofra auttcos 179, -
Mtwintaato daeafrmarta da Uta 17 ac janeira
InlttW.
Tar baixa-:
; Orvazio, escravo de Matatal da Sw PoataO*-
*" rrUgla.-
inost.8, Recife
Damio, pardo, Pernambuco,
convulsoes. -
Lourenco, pardo, Pernambuco, 8 das, a. Jos ;
coBgestao pulmonar.
Joo Venancio Machado da Bal, branco, Portu-
gal, 81) annos, vtawo, Poco ; liydrtpericrdite.
'Francisca UnriHlina da Rm^a, branca, Pernam-
buco, 3i annosTeasada, Recite ; apoplexia pulmo-
nar. _
Joo Antonio de Souza, branco, Pernambuco,
68 airaos, viuvo, Boa-Vista; hemorrhagia cerebral.
Joo Francisco Marques, branco, Pernambuco,
52 annos, casado, Boa-Visto ; congestao cerebral.
16
Manoel, prets, Pernambuco, 8 dias, S. Jos ;
gastrite aguda.
Vicente Rodrigues Cordeiro, pardo, Pernambuco,
30 annos, viuvo, Boa-Vista, hospital Pedro II : tu
berculos pulmonares.
Jos Mara de Menezes, pardo, Pernambuco, 23
annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; va-
rilas.
Matheus, preto, Pernambuco, 35 annos, solteiro,
Boa-Vista, hospital Pedro II; ulceras syphihticas
da garganta. aA
' Thomaz Reiclv, branco, Inglaterra, 20 annos,
solteiro, Boa-Vista ; febre amarella.
Mara Francisca da Conceicao, branca, Pernam-
buco, 60 anuos, viuva, Santo Antonio ; gastro en-
terite.
Antonio, branco, Tcrnambuco, 8 mezes, Recife ;
enterite aguda.
Francisca Rosa Paes Barreto Souza, branca.
Pernambuco, 30 annos, casada, S. Jos ; gastro
liepatite chronica.
Jos Hygino de Souza Peixe, branco, Pernam-
buco, 80 annos, viuvo, S. Jos ; congeslao ce-
rebral.
- 17 -
Antonia Maria da Conceicao, prea. Pernambu-
co, 22 annos, so teira. Ba-Visla ; tubrculos pul-
monares."
Maria, parda, Pernambuco, 2 mezes, Sanie An-
tonio ; convulsoes.
Apolinaria Maria de Sant'Anna, parda, Pernam-
buco, 10 anno, S. Jos ; febre typboide.
Jean Eduard Cbauvin, branco, Franca, 61 annos,
viuvo, BJaVista ; liepatite.
Ephigenia Maria Simplicia, preta, Pernambuco,
56 annos. casada, Boa-Vista ; gastro liepatite.
llygina, preta, Pernambuco, 7 dias, S. Jos ; t-
tano.
Detton Eugenio, branco, Franca, 67 annos, viu-
vo, Boa-Vista ; anemia.
Candida Macara da Silva, vuva. branca, Per
nambuco, 51 annos, Poco ; nephritc.
Francisco Xavier da Silva, branco, Portugal, b6
annos, viuvo, Recife ; hepalo plenite.
I Tfcjo, son a **a*a dex*t 4n Evc Bvni.,
a constitui; io svnodal, com o seu titulo 10, do b
vro us na. d Mi *- e junto a nieu lado.
encoqtro o ar.t. lIMo codteo naimmal, que por
sua vez, tambera fulmina aos jierju
Qu posso, pois, eu fazer se em meu espirito,
actuara os principios de qne as bullas de exeom-
munhao laucadas por sua antidade contra os se-
gillistasi-jtau nao sio os margine pota nao ha quera
ignrenme ees trabalhaine quaaaas seus est-
tutos), conten mais-lta* pottaos quafelgios/.s t I 1
Entretanto, conscio do minl fema fra(me-
za do Intelligencia, da inclinaco da*irne para
peccado mortal, espero que V. ExWka., nao s,
ter a torea de greca para re nvanear-me do erro
em qu laboro, como todos os ontros meus ir-
rads em Jess Christo.
E em quanto por taso espero, van aomparando,
a observancia quo ha no cdigo raaoou, para com
os mandamentos da le de Deus. E; de V. Exc.
ovelha submissa.
Antonio da Costa e S.
Recite, 18 de Janeiro de 1873.
Declaraba*).
0 abaxo asssgnado, vendo no Jornal to Reci/e
de 11 do corrento, o seu nome, como socio da
sociedade maconica Restauracao Pernambucana,
declara que nao macan, nem faz parte dest so-
ciedade ; e como exista nest cidade outro do
mesmo nome, faz a presentedeclaracao paraevi-^
lar duvdas.
Jos Joaquim d Silva Guimaruc-,
Despachante da alfandega.
Ao \)\m.
Solicito do respetavel publico a supensa dos
seus juizos acerca da minha demissao, at veneos
o resultado da defeza que estou fazendo perante o
Exm. Sr. presidente da provincia das jiorroros^
calumnias que me foram attrbuidas.
Recife 18 de Janeiro de 1873:
Pelino Guedes.
COMMERCO.
Banco Commercial de
CMARA MUNICIPAL.
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 7 DE JANhl-
BRODE 1872.
PI1F.SIDF.NC.I\ DO SH. DU. BliNTO COSTA.
Prosentes os Sis. Gamero, Dr. Pilanga, Qum-
teiro Dr. Villas Boas e Dr. Moscoso, abno-se a
seso, e foi lida c approvada a acto da antece-
dente.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE '.
Um officio do Exm. presidente da provincia,
ordenando cmara que subr'esteja na posse dos
uovos vereadores nos segrales termos .
t Scelo 4."-Palacio da presidencia de 1er-
'nambure, 4 de Janeiro de 1873. Aeliando-sc
exuberantemente verilicado pelo exame leito no
uizo competente, na acta da eleicao municipal, a
que se procedeu na Ireguezia dos Afogados, a fal-
sidade da referida acta, a qual tove por fim alte-
rar a ordem da votacao, dando aos eleitos colloca-
co diversa, da (jue realmente devera ser, se para
al lim nao fosse empregada semelhante fraude,
recoinmendo illustrissiuia cmara municipal do
Recite que sobr'csteja na posse dos novos verea-
dores, at que pelo poder competente seja julgada
a dita eleicao. -Henrique Pereira de Lucena.-
Foi sobrestada a posse, e nest sentido se expcdi-
ram as necessarias communica?oes.
Outro do mesmo, declarando nao ser possvel,
que por conto dos cofres provinciaes, corra a des-
pega cora a lmpeza, conservaco e concert das
latrinas e ouriuatoros enllocados nos fundos da
casa da relaco, e junto casa de detencao, deven-
do a cmara, esperar que a assembla provincial em
sua prxima reunan designe verba no respectivo
oreamento para tal lira.Inteirada e que se re-
eomiiieiide aos tiscaes, que lomera seuUdo e vi-
giera as referidas obras. ,
Outro do vereador Manoel Joaquim do Reg e
Albuquerque, novameule eleito, dando p;u-te de
doente.Intoirada. ......
Outro do juiz de paz 3 votado, do 2- dismeto da
freguezia de Muribeca, communicando que uao vi-
nha prestar juramento do cargo, por motivo de mo-
lestia. Inteirado. ^.,_.
Outro do fiscal da freguezia de S. Fre Pedro
Goncalver., remetiendo o termo de vistura, a que
se procedeu na casa terrea em rumas a ra de b.
Jorge 11. I, pertenecnte irmandade de S. Bene-
dicto, a qual foi intimada.-Ao archivo,
Urna peticao de Manoel da Cunha Araujo, csto-
belecido ora taverna na travessa do Quemiado n.
1, pediudo baila do imposto de agurdenle, por
isso que nao vende mais.Ao contador e que se
communique tambem ao fiscal para Ihe unpor a
multa no caso de continuar a vender agurdente.
Despacharam-se as peticoes: de Andrade & Pe-
dresa. Antonio Joaquim Dias (2), Bellarmno Cle-
mentino da Co.-to Medeiros. a coinpanhia dos tri-
filos urbanos do Becife a Olinda,Fredorieo de Cas-
tro Camino, Joo Soares da Foneeca Velloso, Jo-
s Pedro Gomes, Manoel Ramos Correia, Maria Jo-
sephina Barbosa da Silva e levantou-se a sessao.
Eu, Lourcn(joBezerra Gimieiro da Cunha, secre-
tario snbscrevi.
Jos Maria Freir Gameiro, pro-presidente.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Vitanga. Manoel
Joaquim do Rrgn e Albnqnerqve. Angela ffenri-
ques da Stlca.-Dr. Silvio Tarqninio a
Dr. Pedro de Athayde Lobo Mosco.
A directora do Banco Commercial''tic
Pemmbaco convida os Srs. accionistas a
rcalisar, ale o dia 20 de fevereiro prximo,
no escriptorio do Banco, ra do Vigaror n.
1, primeiro andar, a terceira presta?o de
10 /0' do valor de suas acedes, devendo tra-
zer as respectivas cautelas para se annotar
dita pvesUico.
Ueeilo, 15 de Janeiro de 1873.
Os directores,
Manoel da Silva Santos.
Henriqw Bernardas de Qlitvira.
lodo da Silva Regadas.
BANCO
COMMERCIAL
DE
PERNAMBUCO
Desconta lettras do cambio, de terrf.-
quaesquer titulos pblicos.
Recebe dinheiro em conta cori-enle simp!--s,
em conta corrente com juros e por tel-
eras.
Encarrega-se por commisso de qualquer
operacao baucaria.
0 expediente principiar s 9 horas da
manh e lindar s 4 da tanle.
Ra do Vigario n. I, pfimeiro ftnV
dar.
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PUBL1CAC0ES a PEDIDO.
Ordeiu lo dia.
CARTA
Exm. e Rvm. Ss. Bcijando respeitosamente o
annel de V. Exc, peco caridade para meus gran-
des peccados, embora Ipnha a invocar era meu
favor, o pertencer a irmandade "Ho srnmot b .m je-
ss da vu-sacra, que me d direitos a privilegios
e indulgencias concedidas pelos santos padres -
Clemente XII em 1732, e Pi VI em 13 de novem-
bro de 1777; com tudo rogo a V. Exc. a bencao
episcopal.
Exm. e Rvm. Sr., a agitacao, que nestes ltimos
das, se tcm derramado, quasi que, epidmicamen-
te, em todos os espirites verdaderamente catholi-
cos, qne habitam nesta cidade do Recife; reper-
cuti tambem em minha alma peccadora : o temor
das penas do inferno, fez-mc recuar espavorido,
ante o bulicio mundano, e reconcentrndome todo
esse tempo em meu oratorio, flz contritamente
oracao, implorando ao co, o seu misericordioso
conforto; porque tambem pertenco esta seita
que V. Exc. diz condemnada pela igreja e manda
em sua respetavel circular de 28 do passado, ex-
pulsar inmediatamente das irmandades.
Nao direi meu Exm. pastor, que V. Exc. erra,
longe de mim tao nefando quanto negro pensa-
mento, antes pelo contrario, cieio que esse acto
pratcado por V. Exc, smente por inspiraste
peleste, e que espero, para poder perjurar, com a
conseiencia. tambem tranquilla de nao ter commet-
tido o grande peccado di? perjurio, pois quo volun-
tariamente prestei quando nriei-me nesta asso-
ciacao, um juramento sobre os santos Evangelhos;
que V Exc, bom, grande e genero-o, como sane
ser, far descer do sen tnrtmo episcopal urna pas-
toral, Iluminada pela graca do Espirito Santo,
provando com evidencia, i luz meridiana do secu-
to, que a maconaria urna uita tenebrosa contra-
ria as santas doutnnm de Jess Christo, c nao urna
assocteo phlnjf opina como eu presumo.
Sem o que, raen sempre respetavel pastor, vejo,
com dores as mais pungente dentro Taima aja*
pao poseo obedecer ao vosea santo accionado, por
quo, sinto-mo tambara estremecer idea de ser perjuro.
Em. Sr. bfcpo, V. Exc ha do pardoar-me que
cima do todoa podBr de V. Exc e de todas.es
santos papas, me encentra face aTaoe com as ta-
itas recebidas por Moyses no monte Smai que na
sauart, tzaasna:-----fftatomrastm wdot
Ti#ro i > Senhor Uu Deus, porjue o Senkor Uri por
culpado o que mm tt* nme em v9o.
SAL'NDERS BROTUERS & C.
11Corpo Santo11
COMPANHIA
Plienix Pernambucana
Toma riscos martimos em mercader ios,
{retes, dinheiro a risco e finalmente de ejual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, premios muito mdicos.
RA DO C0MMERC10 N. 34.
lugos. F. d'Olhein C.
A casa commercial e bancada de Aligelo
F. d'Oliveira & C.\, ra doCommarcio n.
42, encarrega-se de execuro de ordens jpara
embarque de productos, c de todos os mais
negocios de commisso, qur commerciacs,
qur bancarios.
Desrenta lettras, o toma dinheiros a pre-
mio, compra cambiaos, e saca vista, e a
prazo, vontade do tomador, sobre as se-
guintes pravas estrangeiras e nacionaes :
Londres.Sobre o CRIOS banh of
loxon (de responsabilidade illimitada] e
varias firmas de 1.a classe.
Paris.Sobre os Srs. marcvjkd an-
dr & C.4 P. GIL, e A. BLACQUR VlGJIAt
C.a BANQEIROS.
Hrtiiiburgo.Sobre os Srs. JOAO SCflU
BACK & FILUOS.
Lisboa.Sobre os Srs. fonsf-cas,.san-
tos & VIANNA, 6 SEBASTIO JOS d'ABREV.
Porto.Sobre o banco umAo bo por-
to, e o Sr. joaquim pisto da fonsec..
Para.Sobre o banco commerciai bo
par, eos Srs. francisco gaudencio b* cos-
ta & F1LH0S.
iJaraaliao.Sobre o Sr. JOS pcftAEl-
R.VDA SILVA JUNIO.
Ceor.Sobre os Srs. J. s. de tascw-
CELLOS & SONS.
Babia.Sobre os Srs. uabinhos dtc.
Rio de Janeiro. Sobre o baiwo in-
dustrial e mercantil do rio de JAtam*, e
0 BANCO NACIONAL.
PRAGA DO RECIPE 18 DE JANE1M9
DE 4873-
k 3 i/tBssus ax tjuos.
CotaeSeo olleiaea.
Cambio sobre Londres a 90 drv. *C (f4 por
1*000, do banco.
DuHmrreq
Presiosnto.
Leal d*n
j(uMira<
ALFAKDEGA
Rendimento do dia 1 a T.
dem do dia 18......
Descarregam hoje W da jaaairo de i B*
Vapor uigtez /^Bartfcw-{esr>era*<9*we44o-
ras para alfandefa.
9

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Cuic'io, i,ta.4#ai:li.ii.
te JgcmiMcn -- gwbr;.
o para o trapicho *uc*#>,
r-lst.-mii|H>-Uai-. .
ttwp^a||tBt>^iP|mu(t-.ii(Jt>ad'iaj pira f
4 -f nu****.- / [/../
atlifllo ip(J<:il pachada p:ir. o cae; do Apollo.
Barca ingleza -Pnirjmi -"jaratho j despachado
. para o Irajiiche C meeieia.
unan'>'> .na P4IA Dos i'iigbs ni- gknkiios
"* JKITOS DIRKITOJ DK K\P IKT.VQ.IO, NA SEMANA
.-Hfc-JO A OK JANKWU O .tS7*L
MHdh 'di f.iiiin (m li 34 rs. o kilo.
fcneAir-mascavad M rs. <>*Hb.S *
Ajmartjente e.ieliaca l^tl-rs. o litro,
CtHirusJ*' i><>i cjucs dundos 679 r. o kilo.
lUat'K de dito dios chinchados 510 rs. o kilo
ttHvde dilo ditos verd s 430 rs. O. kilo.'
("irv."i> de podra-strangeiro. tonelada metrica-
kAtf.vpd.:ga de Peruanibuco. 18 d'-^jjsjeiroj.de
0 rirtferante Mafiocl Antonio Rodrigues l'i-
til 2\6o|ifereiili ItaiUo BaptiU Furlad.
.Apujttvi). AJfandetw 18 Je janoiro do 1873.
O nsupetor da alfandega
Fabio A'ehtndriM di Cnriiilko Reis.
' lAt-poi-tu.flo.
frt'v-lwkJunte mugrn* iutik haikkl,ronaii/-
ma'tta Hfnru fbMttr 4 C, Mwufestou
Agua florida 1:! Bailas a Barthowiuau 4 C, 12
as,&msigua|ar7&i, Aducas 1560 barricas. Arco?
340 ditos nos mes utos.
Banha da pirco 10() barga a Cusa Alarn, 100
i s,n-.t Bastos i C. Barrions abatidas 8J aos
c.'ui dgnatariix.
Cuudtirango 1 ;aixa a Barholemeu 6 C..J8 a
'l .... Cabos de nnnilha 10 rodas. ('ndiejros
! "aixas aos consignatarios, tovada 10 barcia a
T. Clirisliatis.-u.
tangas 6 Misas a Bartholornou cfc C, 2 aos con-
siaa:rios, I a Caors.
E.stoiras S8 rata m* consignatarios.
Pumo \ caixas .ios meam >s.
Medicamentos 1 caixa-aasniesuios.
Oleado oliveira, "ti caixas i ordom, 7 aascon-
gtoXwm. Objeotos.deplDtographia 2 caixas a
uniera.
Petrleo 10J caixa.- a J. Bojo Lima, 340 a Cos-
a Amorim. 1.000 aos. consignatarios.
B.-iogios _H caixas. Bevoiwers 1 caixa aos
censigiutarios. '
T'xido 30 cai^a; ordeu. Toaico 1 caixa a
Caors.
Yeraugas 3 vulijipes ordin, 3 aos wnsigua-
tari-iK. Vidn 1 caixa ordein.
Bvj'i friiiic/z'i iianvill:, riwbi ie Cl\e,con-
<:ni'li .i Tis/ te!, m.HiifrstH :
Vinio br.ur.) 2W lipas, 1200 quinto.* a-600 J-
cuj->. Dilo :ititu 2.*> ancorcaj.
Sal iir!a.): 101,000 fllograinatu aos consigna-
lfM
MOVIMtJtTBiM! PQRT8
-------------------------------7" -----------,. ,;/
A'u'o entrad* m,dia .
Tarra-Nova-30 dias, patK-bo ii^'i U a, do lO tonefcuLis, capilao I. trowii, o;Hlga-
ffo 16, carga 2I00 *airiu** com feiealho : a
aawiilers Brothers,*.''.
Selle -36 dia.% barca francs GiawMe, > 401
(OMltdas, c;\pUao.Jlla^on, efjoiiiagem 13, carga
sale outros geno-os ;,a TscI t'rero.
ItM'^MHotd 47 dias, barca americana Sucitutuu -
lof'de IW toneladas,capWo Aiarte**.- Botibins
equipagem 8, carga farmlia de trigo ; a Henrv
KiH'sler !\r '.
ew*York -32 das, tate,ai^r*yo,,atf>i<*'
kkell, de 1:50 toneladas, oapitao Yovwg.flWMpa-
gom 6, carga vanes gcnwjis ; a .^iw^fyiiaMir
iV(fi(w t'iimlp yo mefifa iia.
Borto-Barca portiigeza Jurf^cia/caDHai) I
carfa-sjuear e ottft#nfes^W-tt-
Puerto-''abelloPatacho nespaohol Vdsri'i, ca-
liitiio Jos Mora, em lastro.
Lisboa Brigue |K>ptnguez t'1'H-iwlu. caato JL P,
'(jorreia, carga assucar.
LveqKol -Barca ingle-/..! Otinda, cajMtij Pr#\y3e,
Krg;' assucar e algodao.
l.iviT|Kii.tBarca ingleza Hosaimtul, capitao Mft
don. carca assucar o algodio. ^
PjBriland-Brigue ingloz Utugmy, capito
pian, carga assucar.
i. _. .. ... ,i' m
---------------------------------------------!
O Illin. Sr. inspector da theaoaraRa pruvm
eni cunjpriiiieniu daordom doExm. r. presid
da provincia de 10 do Hrrente inez,, nanda f.
piililico, que no din 23 do inesrno, perante a junta
da letcwLx da uioouia thesouraria, .vai ij'a
ptra ser arrematada psr quom por menos-isai^a
obra dos,rjparps dacstratla ildlil'.tribcea, entre os!
Mgeobol lTJurarap/ 4 wro. oreaba' oip.....
Bii-vi iwii'iiii'i s.\i iiamcnto. riada de kh-
', i r.ii'ii''"I' i'/-;y Fo"!t*r + O-, Munif.-t-
Un, :
F irLiha de irigc 1,320 'xirricas aos ousigoata
j'iu.~
I'ii'/jo in/lez HARU'jiM flajUJU, vinl) -ir lasa-
-Yov, consignado a Svtnders Brothrrs C. na-
' 'tu :
f icall ao 2 "00 harrieas aos consignatarios.
BSPACH S DE KXWBTVCAO NO DH 17. DE
JAXEIKO DE 1873
P4iui os polios do .exterior
-o vapor ingle/. Gisiendi, para Liverpool,
a. 1 ttga^aiB : A. Hjwie i C. 113 saccas com
17,933 lfS Kilo- de algodio ; J. Costa Leite 171
v-',i barca ihglen foiamonde, para Liverpool,
carr^gou ; E. Fe.ton 90 saccas com ^,354 1)2
d.to. de dito.
No p.ii;u'!ij lwspau'iol Sb. para Bar-
ccIJona, canegoi: : I. M. Maury ;:6) saccas com
2bvi83 1|2 kilos de alu'o-1 o.
No navio alli-iiko A'nne, paraGottieinburgo.
:arrea:am : Keler C. 1,191 couros salgado>
ohi li,2t2 kilos.
So navio france: Kw i<, para Marseille, Bar-
/'ga.iu: Kailw k C. 1.000 |aecos cwn 73.6O0
kdo. de ussucar tnascivado.
No ItiK!,' allemao Fid'i. para o Rio di
. ..:.._'i:m : '\ Carncito C. 330 barri-
a t.ill kilos de assu.Mr branco.
navio bollandez \nna Marie, para o Rio.
6:70349U0. e tendo os prten4entes pm vista alen
das clausulas especiaos as nropostas abaixo trans-
crbajt
As pessoas jue proteJiderem dita obra' deverao-
comparecer a esta repartica 1 ate o dia cima -jen-
cionaJo, cCrt deque, o naoTazenJo ser a. obra
contratada tom o prAeiro dos iropunuiUcs por
ser stia proposta de.recoulieciita vantageju. '
E para constar, se taaudu publicar o pr&entoi
wW jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Peraani-
buco. 15 de Janeiro de 187J.
<) ofifickl-ineior, j
Miaiol AlToAo Friti*- '
Chuilis csmefflaes.
I.1 (h ateitos das vaneas dos ong'-nhas Guara-
rapes e Novo, serao l'eitas de conormidade om o
orcamento na importancia de 6": 103^930.
2.' O contratante dar come.50 a obra, nopraso
do 13 das e a concluir no de 3 inezes.
3.' Os pagamentos serio efTectuadps de cootor-
midade con', as maiores vantagas offerecidasupelos
propon entes.
4." Para ludo mate ijue'iwo vni fts|>ecih*eados
seguir-sc-ha o que disyoe 1 reiul.unento de 51 de
jumo de 1966.
l^opostas
O Sr. major J.>s Thomaz Pires Machado Pditel-
la, dferece fwer e concluir a obra cima decla-
rada ate o fim de malo prximo viudouro, rece-
as obraf.
IIIIU)
da
ilicaS
HSimi
Afecretrio
liciano Kojlri^ues da
i Beliciano Hodriguos ItfaSilva. l
manh, ser post&jrMidk Oifebatta publica, na
porta do almoxarifado, urna potwo do ferro velho
Inspecco do arsenal; de marinha de Pernam-
: 'cncellajia qii"aTgem h
com 'nrfsfio algims sulxWos'
., s dallha'd^ Mlgijcl. .11* Okmi
1 ernpresfon Jfrmeiro pafa.'a >na "p'a'gom
parii esfa' provincia, pur cs^ n?d pod^rent or
IV'o'lW^^,P3tfar'''WBV'd'im-so' os dkossilWP*
los, da-^a Viest;i/ie Tfrlcjiasima vir'm'-t^aW?
est consulado dipr Vnt 3 s1 'u idrfnrjfi vfe-
lenc,i, afl.m e qwp s,eTaca dvjda justic^j. "'"' "*
''0 cnsul enc.iri"o?'|o db rtmsuKTdo !
' 'feomirtg s M .ra fiontKs. '
j ...oj gi i. ,, ,?.,:,, .i 1 '.i 1 .. .o..
Achando-so concluso o jjk^aiuii^ro- da Ufa
rnet-a-*-Ptoft da Panela, a OHimir WmHp^i
fiz publico para niiijj. JNMiUnIBipii 111 inters-
s.ir p.j<-ii, nue d. da "1." de vp-eiro vindouro.
s se puderao- imitar* as rezos para consumo da
nMilacao da me'fna ficguezw. no ieteiidum;.-
011ro. ;j
- Parii Ai cmara mnincipal. 15 ije, Janeiro d
1873.

^fretend* segtfr tota pwe* *m de *r
trfora, a' WiW pbSigd* lcmrnttfo, ffl
W qiisi a ,u* carga completa, e para i
J-a
tjrjb fie,' Xiajqoim
e
... ar^ a.' .m 1' --------
agenff p (-morrondo a<* iniin mt deire fcr I
ftfSMafHalf t|>Mf aimtta Uo.l
Cataaira mftmmt.
PW o^ortif cima' indicado odc inda recebe/
Urna Wrfd fr^fr |M(U(Si* iraseiro Filtra-
no : a tratar ua ra do Vipun Tbenuiio n. I, 1
ll$rmrifk>r db BjOiluir. Mvelra *,.
^>"i 4j' n
rw

""S

Ganieiju, .,
lente.
Loiirenc Bezerrii Carneiro da Cuuba.
.Seci'otario.
ordenr-do lllm. Br. |nsa*etor da tttesoo-
r.iria do fnzendn dorlra-se para conliet-insvl) de
3-iein inieresaf, qafrtii* termos das iustrflajcoes
o tribunal o liesouro naionfd he, 18 n*eu-
bro de 1872, acha-sc. alerto nesja, tli^unratta to
truco da mooda do lireoRc pela*-de coltfe aetual-
mentu eni circu^ioSo e tanitljupar .Bitas a>go-
varno.
Secretaria da thtourariu de : 1 viva de Per-
n.nnMaco, 17 de Janeiro de 18^73.
Serviudo do oiHriaknaiar.
Manoei Jo**'' Piulo**'
*ua>.lHj;aHa
.riul
* 9IU
m
movis, ^ica c *yvslaes.
l>KNil.\NJ DE
L'mniano (novflfcloHrtiilia W ai;randa i.uiz
XV, I espellao feurado, 1 so, 11 cadeiras. t
banquinhas 4t|r|ngiio. 2 mi-shiba- do forro, I
rico guarda-vest*, 1 nuarda-louc, appara-
cgan; (vidfSi,^D para jajihir, e- da i'v'anr/it
*
lUn \ isih tt ate juuri-*
Por.osra-subdelegada faz-se pnWc po foi
apprelendida em inao de uin niolwque quanlia
le 100#. para ser entregue a quem julgar-s com
diroito a ella mciliante justiOcao.
0 subdelegado.
Elist!o A. Silveira.
da
:>'. .i ., carregai'am
beud > a respectiva iiuportancia em presos de 6, i)
e 12 mezes dopois do concluida a obra. .
OSr Francisco Xavier Carapiroda Cunha, flfTe-
reco faz'T a mesmaoUra reV?henflo mtade desua
iaipertancia logo que a concluir c a outra metado
doze meiP* d4pois de [xvga a primeir prestaco.
f'onliirnie,
____________Miguel Affo'iQ Ferreira.
Y.IUm com |ruzo de 30 din**.
W. f .
Pela iaspectaria da alfandega d Pernambnco sei
Caz publico, que achaudo-se as mercaduras cunti-
da.- no-> volumes abaLxo meoeionados-no caso de
serom arrematadas para consumo, nos termos do1
Caj. 6- do Tit. 3* do regulameuto de 10 de Betom-
bro de 1860, os seus donos ou consignatarios de-
verao despacha-las no praao de 30 dias sol pena
de, linde elle, seren \endiths nor-9M oonta, som
que Ibes fique compelindo allegar contra os effei-
tos desta venda:
Trapiche Cimba.
Marca triangulo B 2 baVris de "5* com vfnlto,
vindos D1 navio allemao CtM1, entrado erh 2 de
dezerabro de 1871, cousiguados a Joao Martin de
Barros.
dem t S 40 caixas cen vinho,- vinda na barca
portugueza Socin!, entrada em 4 de abril de
1872, consignadas a Jos Luiz Ferrira Hibeirm
dem letreiro 103 pipas com vinho, \ indas na
navio hospanhol Talio, entrado em 22 de abril da
1872, consignadas a Tasan Irmo C.
dem dem 8 meias ditas, idem dem id'eni..
dem idem 63 barris de 5o, idem idem idem.
dem idem 110 ditos de 10*. id"m idem idem
dem W 13 pipas oom \toho, vindas no navio
m W**; ditas |>ar ef, o imUtos utros' arfeos.
Ifer^i^foiKi 21 docorrente
O ag*hf Pinh,> liurges \Vnlera em leilao. pv>r
ortlent 'Vma fiunilia que so r.tira para a corte.
-""as o* ohjWtos Jetma rto<'lar*los. '"kistontof m
nrltio andar do predio 11. 2ti. na d* Bom
. 11*.' 1
-|0 IwWii jtrinVqrfKTtt as ti b-.)r,.s da manha
B. Oliveira 4 C. 110 Mr- hespanhol Adefm, entrado em 10 de mato tle
neas ctfm 10.303 kilos do assuseax branco.
?o lugar poilug i"/. Julio, para Lisboa, car-
regaran : f. A. tasen 4 C. Successor s 200
-v 03 tai fi.O'i Utos de asquear branco, 33
barricas eom 4,010 ditos de dito e 00 ditas com
10 173 : i ditos d; dilo imtscavado.
'' 1 barca 11 rtaguota Vmas. para Lisboa,
iiTagaram : E. B, Ilabello & C. 230 saceos com
11,730 ilos de assuear mascavado c 20) ditos
com 1 X)) ditos le uit.) branco.
barca portagaata umfia, para Porto,
1:'res 1 ii : 6. Oliveira .6 (l 396 saicus com
14,230 dos de assncar branco e 235 ditos com
17,52 los 1 ili u mascavadx
Vi barca portugueza Lizana, pan Lisboa,
rarreg 1: M, J. la Motta 5b couros espichados
w j ; kilos.
I' ni M portos do interior
a o Rio de Janeiro, no brigue brasiloiro
solieJ, -arrogar 111 : A. L. de O. Az>-Y3do & C,
600 a 1 os com i!>,08Q kilos w. assucar branco.
rt rs Santos no navio bra.-ibdro iaioro, car-
fegaram : Barrea Jnior & C- 30 saceos com
17,(12", .los de a-sucar branco e 600 Jilos com
33.233 idos de dio masoavaria ; Cafvalho & No-
|Htra M)0 dit> ioiii 33.231 (Moa de dili.
:a Cni{B:.>aiiBa. no navio lennauico Ni-
ettiine. catregarlDn : i'.iriMho i mgneira 3.7
barricaJ abra 3,8*13 kib>s de acucar b ancoe 86
.. 1 e01.1 0,7Ifi l|5 ditos Uto mascavado.
Pira Magnas, na baacaaa Yanm da Gann,
Wrf k:. 1- da assucar branco.
Paree Rio tirando do Sil, na barca brasi-
Soca M'inaiina, carregaram : Olivoira Fi-
ihosdi i. 200 bairkai com trpUt 1|2 kilos de
aeanrai brancoe 26 ditas coi. 2.020 l| ditos do"
Me ta scavado
I'.ira 0 Rio ilrande d) Snl. no patacho por-
1 todas, carregaram : Amorim Inniio i C.
#t pipa.- om 0,600 litros da agurdenle,
Para Araajn, na bateara Gloria am Anjos,
|H"-"j 1; : T. Finos 36 abaraclns.
__
1872, consignadas a E. A. Burle & C.
dem idem 1/2 pipa, idem idem idem,
dem 4 F 200 eaftas com vinho, vindas no
navio allemao Margare', entrado em 19 de buho
de 1872. consignadas a Joao Majrtite de Barros.
Alfandega de Pernsir.buco. 14 do Janeiro de
0 inspector,
Fahio A. de Cairalho Reis.
GOIWELHO JDK COMl'H.U DO ARSENAL
BE MARlirHt.
O conseho no diu 22 do torrente moz, avista
de propostas. recob)dAs,'atc as 11 horas'da manha,J
e sob as tundicaes-jflo csiyln. promove a compra;
dos soguintes objwfds-do maUTalida armada :
6 bxrris de acatfao da'Suecla. 20 arf has deJ
almagre. 4 baldeadeitas de fdtha, 10 arreb s de
er, o0flolheros.deforro cataubadas, ttfocasvparaj
fo nh.i. 40 caitrnos dj,panel .tata-borriio. 1 res-
ma de papel h>|anJa liao, 300 pilcaros re folln
grandes, 2.1*tos rom A.paloi s do comprimento
e 1 de largo. 10 pecas de tapate, 24 garrafas de
tinta supere>r \< u e> Tevt-c ..W tijiMjs liglazof.
12 diizias.de tao'.Mti d<- pumo duSuenia. ie I l\i
polegada, 25 loros de ginipapu, 6 duzlos de talioas
de odro'de 3fl de'pnlogada de grossora, -200 vas-
souras-de>Jtinoe e to arrobas de zarrio.
Sala das-sess"1eJ do cmiseHio de coni|iras de
mnrmha Je PemamlKeo. 18 de Janeiro 'do 1873.
O seelvtario
Aternndre Rtohigim fbsAnjbs.
' ctitom cerXl.
'Rpliifio dl^s.bbjcc'ts rpgistfilOTJ :\istontos na nd--
reinistracSo dos cofreibs di'sta cidade. para as
Sessoas Sbaixo mencionadas,
ntero Augusto de Abru, Antonio UarQns di
?5va; 3;i>lio Jos^de 'farros, Deo Luigio, Fran-
cisco A. de Convela Lins, Francisco Barbosa de
Paula Pessoa, Francisco das Cliagas GaJvao, Fran-
eiac de Paula P.ego. l'elippe Pereia N. de Arau-
1o, Pr.moiwc.T. da Hoc'tiaBoz"rri. Seovaimi i'a-
luehij, fionealo \1eira de rclto. UMM Mara da
Conceicao, Ismael Francisco de Barres, Jovinn
Mana da^oneeicifi). I. Smedley, Juaquim de Mi-
vem e Souza, Idae Doailngoos la Silva. Jos F^r-
nandes Ferreira, J0S0 Jos" Rodrigues, l.uiza K. de
Souza Mello, Luiz Ajirigio de Oliveira Salormo,
Luiz E. Rodrigues Viana, Laiz de Franca de Vas
concellos, Luiz Francisco de Oliveira Jardim. Ma-
noeJ Per eir dos Santos, Pedro Carlos de A. Lei-
tao FeJguiras, Policarpo C. Ramos, Tertuliano J.
da Silva Lobo, Umbel.ina R. Pires de I..na.
Correio de Pomapiinico, 15 de Janeiro do 1873.
O encarregado do registro,
Amaro G. da S. Ramos.
armaa^u, (azeuJas e rijis rjerfrnfCS da bia
'Ue erp^uns Ja. ra Djrita 11. 15.
!** fuilld 4* J1 II* gitto
.HNiio.
TKttljAVFKIJaii l bl) COllHENTE,
O agente Martins 'w (jilio, peia terecira vez,
por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial do eom-
mercio.J'afiiiaiiq Gaaondasl nuis pertojices da
lojadeirj!igln|Mhii>I)iaiMla n. 4, niaja fal-
lida ?f IIa **jial
A's U tyratdi>:dia aqtpu; najnosjiy loja.
w\n

jpill'OJBM O> IO-
DO Ptari'o n.
ro prximo paasado. *i.de
a vczes.ljjwpbaeml'iln iguasavisos .-rvtnie
he lem responado.
jUaoosfOBl (fiw anda agora reproduzium
A ruara e.lilho do lente coronel FloreaH*
Cameiro Hontero eontosaain o avjsw dovr.
iipdruuio Ulyriipio de (/ueiruga, piibbeado jus
iVaa deJOe 11 doewranlP declarando :;!.
o Sr. Syinpbronio nao tem dominio pleno no
limeo qut> se refere, pdrtenc^nio ao sitio da
Pgla. d Agua, do Moatoiro, mas soiiionie direlto o
n, que poresso mesmo terreno pagava o tinado
Florencio a, ullinia administrad.)ra ito rincnhi do
Monfoirn : *.-.<}no e^= f.'rfb t>in sido ivcDlhiuo o
deposito, [Kij-a ser JeviuitaOj pulo Sr. Swnphronio :
3 qu 2 aeco pornle proposla |wio iuiaj muni-
cipal da 1.' vara, com o lim de tfoiivcrjcr o aibra-
mvnto existente em arremlamento, dejiuis de ron-
!'-lada, licou ha njaisde 10 anuos parad.i, 3 espe-
ta talvez do riaiikaitirda oitra ac^ao (coocernenle
ao terieno epnfimio eiu idnticas eircmnstauciasi,
propofilo pelojiiiw inuicipal da 2.'vara, e que
anda |)0nd I de deoiso dos tlb'intw embargos de
declura^ao.dn imhsuhi Sr. Syuplirimio .10 arconlao
do egregio tribunaldji rulacao, nue julgoii nullae
incompetente a mesma aerSo : Unaluienfe que
acih-umstencia do estay en litigio refer* ter-
reno, nao priva o 2. contestan!" de poder vndel-
as partes dos domis terrenos t das'Casas que tem
no-sitio, nao sgoitas a litigio.
f!onvem, poreru. accrescoiilar o segninte :
Os Utnlos. pelos qiiaes possuia mou tinado mari-
do, o outros horaViiivs do toneule coronel Floren-
co-Jos Carneiro Monteirp o sitio da Porta d'Agua
siio escriptuiv.s authentics, ipie existem em |i!er
doSr. agente de leudes Francisco 1. Pinto, e que
podoin ser visto.- pelus concurrentes.
Quantoaos forosobvfdos.repicreumeiimarido
o deposito, o se onectinu o dos onCio vencidos des-
de 1 de agosto de 1838 ate ultimo de jumo do
1864, r.izii de 6jCt.OO rs. O.- dos outros annos.
deve igunli.ii'iiteser recolhido dep-jsito na thesou-
raria,.o ipial deduzido do produeto da venda e re-
colHido a deposito gapute o diroilii de qnein quer
que a elle se julgue rom diraito. e em favor de.
quem for ordetiato o levantamiento, visto que para
lie passa a discuta, oonm dfc le.
Nada podo, mis embargar i venda aniuiuciada-
LEILO
DE
i, caua c\)u niiiyeis, 1 dita com nius. I
dita com !iiiud!zas, todus com ovara) de
agua salgada.
^mrlu-IViri t* 1 i-oiTi-iit
As 10 1[2 horas.
O agente Pinto levar a bati, por autorisaco
dvgerer.lo do consulado de Fringa, em preseea
de seu ehaneoller e ior conta e risco do queiu
jertencer. difTerentes volumes avariados bordo
do vapdr Mendosa, o barca francesa Mi, era
seu eseriptorio, run do Boin Jess n. 43.
T)E
CAPATAZIA DA A'.FA-NDEGA
IV-.ieli,;. !'.! .lo lili 2 a 17. 5i:8380l
Ji-oi India 18...... 1:2105523
__________
VOLUMES SAHDOS
.>.>Ji.s2ai7. .....
Piiiieir;p;rUiio dia 18. .
Segunda porta.....
TVreeiiM parta.....
tajftcfeu Cmcei-ij .
SEBW.f MAPmi
AJfarwiias desearro^tdas no trapiche
da alrande* Uitas ditas nodiT8."......
Navios strae:id'.)Sl*>'1rtp. da alfanAega
Alvarcngas ......
Na trpM"h
H:l)48jii
24,080
1
318
23,083
lltlitnJ n. I*.
Teia in.-pecloria da alfandega se faz publico qu
as 11 horas do dia 21 do correte se nao de ar-
rematar, iivres de direitos, no armazem alfande-
gado -Baraodo Li Trmente-no caes do Apollo
11. 43, as mercr.dorias abaixo declaradas :
Marca P C I diamanto. Cen- barris coin banha
de porco, em mao estado, pesando liquido legal
900 kilugramuas no valor de 1363, e 4 ditos da
mesma marca ti. 104, cor.tendo fonrinho em mo
estado, pesando lamido legal 307 kilogrammas,
110 valor de 86j, vindo de S. Thomaz no brigue
mglez Florence, e abandonados ;ws direitos |>r Pe-
reir da Cuuba Irinos. ,
Marea C C-E H-sem numero.Vrata barris
com binha do porco, pesando liquido legal 133
kitograaamaa no valor de BO, vindo no mesmo
brigue e abanJonidos aos direitos por J. S. Car-
neiro da Cunha.
Alfandega de Pernambnco, 18 de Janeiro de
1873.
O inspector.
Pabio Alejandrino de Carvalho Rodrigues.
8ECLABAC0E1
Eset.v S
Paz-se pAWico a fuem interessar pessa quo a*
matriculas desta escola abrem-ac r. dia 13 do
trente o encerrnm-se no- Om d mesmo me-,
devendo os que so (Ttitzwem matricular no l' anno
apreaHar:
t* Ceitklao do dide maior de 16 auaus.
i" Cei-tidao de que sa}M er, escreyer e contar.
3'" (iertWio de nao tur si 1 eondemnado por
crime offensivo moral .0 a. religiao do estado.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandou o Sr. Dr. director lavrr c pnbhcar o
presento.
Secretaria di K- 10 de Janeiro de 873i -
Ayres de Albuqnerque Gama
Secretario.
AVISOS MARTIMOS
4 4M1A\H-U
DE'
IVAVEGACAO BliASILEIM.
Dos portos dj sid ('
cs|rado atl? 6 dia *M
do torrente o vapor
Cruzeiro do Si//, coin-
mandantc Te i ve o
qual depois da demo.
ra do e stume seguir para os do norte.
Encommendas de pequeo vabr, peso, medida
e tambem dinheiio, ieeebe-se al 1 kora da tarde
do dia da saluda do vapor.
Para fretes e passagens, trata-se na agencia, ra
do Comniercio n. 8. 1 ,
Bania.
Segob com multa MMMadfe para o indicado
porto 0 veleiro hiate GariliaVti : carga o frete :
a tratar com os Srs, Tsse Jrt^aos & C, a ra do
Amorim n. 37.
'com avaria d-'agiia ilfada.;
Ql'ARTA-FEIBA Wim CORREXTE
m O lf* IkiaraN
Por iitorvoiic lo agente Piulo.
Em sor. osVWpiorio, ra do Rom Jom:s n. 43
.MStYj-
DE
machinas americanas para cozr, do .lla-
mado fabricante J. G. Eulson Makec,
sendo: \ para fcao'e^de mesa.
O agente Pestaa far leHo. por cont: e risco
de-quem ptirtefler, ilo 6 machinas acihh .'vncio-
das aaqaaesaMb vend,dis no dia cima dito
quarla-feira 22 do correBto, il horas da ma-
nh, no armazem da ra io Vigario n. 11.
\ML\
r
10 barricas com orneadas de 3 li? Horas.
yiARTA-KEIBA l 1)0 CBRENTE
O agente Pestaa "ara 'eilo para 'echar factu-
ra, de 10 barricas com remadas de 3 |2 libras
cada urna, as qpues .vil. vendidas por cunta o
risco de quem "itencer, em 1 on mais lote,
quarta-feirr. 2i do cirent.'. as i 1 airas a Uta-
nh, no armazem da ra do Vigario \. 11
n[3-

Leilao
DE
MOVIS
novos c u^adi>s.
wirta-peIra 22 do coautENTE
0 agente Pestaa tjtal.-ente autorisadi' por
urna familia que sereTlrou paralara danro'vu-
Ca, far le 1 de 1 excellente nobllia de Jacaran-
da o mais moderno em go.to que tom pparecifl.*,
guarda-vestidos, coiimiodas, toilets com espelb..:
mesas, espelhos, camas, cadeiras, vidros. apara-
dores, marqutzas, secrelaria, etc.. o nmitos outros
objectys neoossarios para casa de familta, e ludo
ser vendido som reserva, quarta-feira 22 do cor-
rente, s 11 horas d\m*hi, no armazetn b. 11
da na do Vicario.
Aviso martimo
Os senhoros recebodoros dos volumes abaixo
especificados, vindos de Marsolno Vela barca fr.-.n
ceza \kwie Cttiiie, rnjos nomos se Ignoraut'Dor
vireni niauifestados ordem.
SFSC-l caixa de perfumaras. .
F M r. j.% vmmos de 3 caixas asna flor de la-
rama, 2 volumes de 3 caixas agua de rosa.
F C M.1 caixa do phosphoroa.
Quoiram mandar pagar os respectivos fretes no
escriatorio de Tasso iritl3o| i C, -run A Amo-
rim n. 37.
<:laii>i\a
08
3
3
74
HKQEfiKBORIA DE- REAiDAfUSTEHNAS Ofi-
HAEl'DB PKHNAMBCO
U*odiiniTTte ilo da 2 a 17. -. Jfl;8SO195
IJ-rn d*> dia IB. .>.:... 84645M
, 27U9l72l
iluBS
" 7 %
CONSILVD0 PfiOVIKCUl..
Avisa-se por esta- repart fi, qne m da 20 do
coriente abre-se opraao na recemao dos dille
rentes impostes jirovnciaes designad** na lei do
orcame.no. vigente de IH72-73 o- ijuaes dev.m
ser salisfeitos dentro de 30 dias sem depeadencia
da mulla d 6 0(0, eni quj incorrero os <^nrrl-
buintes que o deixarem de fazer nesse nrasakigal.
Consulado prw.ivujiaj, VI Ue Janeiro u' 1873.
Antonio Caroeird nacnaao Rios.^,
Pai-a o Porto
L Seguir com a roifr brV.dade po*sN'el a ve-
Pernambuco, leira e bem coiroeaila bai-ea portugueza Claudi-
na, 1 or ter parte da carga engajada : para o ros-
to e passageiros, aos quaes onVrei-e excellentes
couiuiodos trata-se com Cunha Irmiios A C. ra
dn Madrt devDfni n, Ji, ou codi o capir3o, ca
pr.Ara. ."**?.- '' -- Vr
lli'imrtivtt da* alwiw uublicQsi
Tendo,em iuuitas casas side achade O anae jceca & C< *^efcspces/ird^ d^Vipriai'^lb'
apparetoo da conipatthia BtafcDfmmm'tiawi-
licados maliciuaatiieeie, o engenheire fiscal u
puldicar para eoimoeimeate do publioa os segulor
te* artlajeado^ontrato de 18 de dezrmbro de 1865,
*e*> re;ialameato--de 12: de janoian .de 1B7B, a
saber.:
j. l Artige i.
I Os moradores dos predia .nt'car Mm demora empra at(raalnuer desarrlim
io que se der nos aaWMU%\f canos pertencentos
s Huas.^asaa, aeaio
^ecobc'1"-!
P^a Iiirbo^.
A tom po(tugu.vj Sapkira, saJueonj poneos
dias. Pata o, rotaAto *' carg e iiassagBires ica-
,ta-se com os consignatarios Thomaz de Aimine
Fonccca a C. lycasjior, ^fua^lo.Vigyioj^
Paw LwbOn.
DE
Duas casas terreas Jo padree cal na povoa-
cSo do Mola*, da provincia da Paratiyba
lo .Norte.
Duas ditas na Bai.ia Verde-, desla provincia.
Urna [i.-quena fa/enda de gado eni S. Bento,
apesta provincia, rom rtit-in legua de torra,
' "toda cercada, e 5S 'cabegas de gado.
t as 1 i oras.
O agente Pinte curoniindo o mandado do lllm-
ST. Dr. juiz espeaial ao Conmiereio, levara lei.
lito o* betas cima tfttos. portencentes masa fal
lid* de Joaqun-! Sil veri o da *.u a A C
H loillo ser cfleetmido s 11 horas do dia
(rfNMNP 3'le .'"fereir(. em o esrriptotio do
rri*t a|ente.
Tem do saliir *Kevemehte. o
Julio. fafl'd.reatJ dseaa^ti e "MM|3*bs/tra
Ita-se cem os consignarios Thomaz de Aquitw Foa-
DE
urna grande prpriedade na Porta d'Agua,
,,em, Apipo i-ps.
u CONSTANDO OS :
Unta eaa |iuide de podra e cal, a beira da ao-
irada, cosa, alcalinos de fieate e 35 de fundo,
com grande t-raavi e b( baixa de capim.
Cia vlaria para trillas e tallos.
Una casa teirea om frente da primeira, com 45
palmos de frente e 60 de fundo.
Urna dita pequea que jh-vc.Mi- cocheira, com 19
palmos de rrente e^*f4|lAdo.
Urna dita de 12 palmos' de Trente e 35 die fundo
libia dte com II) palnm^de fronte t 35 de fundo
Cana dita sem rapanim.iito, om a mesma, fraute
e> funda.
l"a*i ttadiij. Clin 1 era .piarlo for.
dvrt-dita dita, om 22 paimas de trente o 4S de
(nad.
,-Jdailitadita, com ipaUnos defrenie e 49dei
tendo, todas edificadas em cuite H-oprios, a
lado 4a leadla.
QUABTA-J^aBA J C&flVSREiRO
%4 a*Mr4a> la..
5lS^p^L<^*fi*^JN?^Jwta^ /*: ktoaiiift; -fr-*rrt um siwe, toda a prowtttale
tuguezJoc^.eracobe tcft-,afrete : atrata
joto onmis coBiyn>Jaripa,'AariinolCB^oaii
- t-wiai
os dias de demora a polaca
AWISOS DVERSOS
IHGflEOLOG CO E
PERNAMBUG
l icima sesso or. inaria lo presente anuo
social, qtiinta-feira 3 do brrente Janeiro,
pelas 11 horas da manh.
ORUEM DO DIA.
l.c Parecereaemnetrabaluosde commis-
sesi;
i:' Providencias a tomar para a 'esta do
anuiversario ;
3." Palestralitteraria.
Teudo o Instituto Arcliotogioe GeQjfraphi-
co l%rnambucano de celebrar p 11. auni-
versario da sita funilacSo to dia 27 Jo cor-
rente-janoico, pela 1 horada tarde 110 salo
ra Bibliotheca publica provincial, no conven-
to de Nossa Snbora do Carino, sao convida-
dos para seinelliante etTeito em assombla ge-
ral todos os socios que se acharen) no Recite,
efTectivos, lionorurios e correspondientes.
Nao eonhecetido o Instituto a sede das
ifilerentes assota^&es titterdrias, scientifr-
cits, artisticas e de beneticencio que existeni
tiesta cidade, tem a honra de convidar peto
presente edital a cada urna de taes associa-
eoes a assistir solenmiihule do dia 27, 011
a fuzer-se abi representar. F. para i-onie-
cimento das corpora<;es ou pessoas que ti-
verem de ornar a sesso com a sua palavra
autorisada, atjui se transcreve a ultima parte
lo ar. 28 do regiment do Instituto :
o Se na sala existem socios on pessoas 011-
a tras que desejam lr algumas memorias
1 interessantes, partiei(iii-no ao Secretario
perpetuo, para este previnir o Presidente,
o qual d a palavra aos autores das me-
rnofias; a Untura de cada-unta das quaes
nao pode esteitder-se- alm de meia liora.
c l'orm nenliuma memoria ou traballio
o pode ser apresentado e lido em ses-.o pu-
blica, sem que antes seja submetido a urna
commissodc exame, para isso Horneada,
a qual tem voto decisivo sobre a t-ouvo-
uiencia ou iucottveniuticiadaleitura.
Depois dos diswns.* officiacs, e dos da-
quelles socios e convidados a quem for con-
cedida a palavra, ser lida, por ultimo, pelo
Dr. Aprkio Guhiutriks urna memoria sua,
sobre o thor de viil de Joao Fernandos
V'ieira com relaro aos hollande/es, at o
rompimeuio da.hita, sobre os estmulos que
o levaram a erir essa pugna heroica :re-
ut3eao de varias asser^es do Sr. A.
Warnrtiagen, n'iimseu recente escrtpto.
Secretaria do Instituto, 17 de Janeiro de
I73.
J. SOARt DA7.E.VEDO,
Secretario perpetuo.
ladita, iehdo: cet<-ap caVt'ltoias partes por
idadd fWlh. -Brr-Or.-lTraife rert piWi-o
orphaos.W VMBde dtt retrtarimeMb *&t vm-
de Janqaiutl'lr^CanaiieMoeleire, auwra de I 0
$Mm mmm, Q.em* de ama *e*ta eaoeJ
aotemaoaV^o"tniwiwdar basiawe,. do bjw I
o qne se scha auaente",. o "^acharel Augusto
arneiro "Monteiro.011QX
- Bffl_
. *.*.
ran
01> nipia Lins RSbeiro, corn|ietentoinen-
te habilitada por-S. EM. o presideute da pro-
vincia, e o Dr. director da instruesopublica
tem aberto ra dn'Saudade ru 8 urna aula
para1 meninas, onde, alm do curso prima-
rio, ensiuar a lingua franceza, bordados de
todas as qualidades, desenho, msica, piano
floTes di i) de onro, de panno, etc. Re-
cebe aiumnas pensionistas, rneta-pensionis-
tas e externast Promette todo o desvello e
applioaeo pelo progresso di suas educaudas
ein Vista do qj ottereee seus servigos aos
pais de famila.
ESTRADA gE.FERRO
Recife Oaxang.
De 23 at o lim do cor-
ren** mez, nos das uteis,
haver um tren do Recife
is li lioras e 53 minutos
da tarde para o Caldeirei-
ro, donde voltars 9 ho-
ras 25 minutos da novrte tocando erb todas as
eslacSas intermodiarias.
Eseriptorio da c'ompanhia, 18 de Janeiro
de-lT3.
li.C.Balterbie,
Gerente-.
Lj" Precsa-se ahigar para uer compras na
ra, coainhar e enajommt ptrfNtamente urna ama
Iforraoa enraya, para sejrvio^ de peauana fanti-
uii-se twm\ na rna a, Aurew tt W. 1.
Calilo V&
itetiiKis.de hixo e i#mi*&tMvimi9**9 d<
dilerencS cores, tantean IMte"ras, pomo pa-
ra inenmas. .-
.'apolinhos com salto no rlgW moda, brancm
o de cores para saa*cW*v A '
D^uas d Meiis, de tajar viaV -mtom* H'
JU8IW.
Sapotes de cordavao Wr svdra ttMiens. "
tlotintib pwa menino de rk#fier tamaito
J'efneii';^ e inaia.s comrvpHra menioos.
Sapatde-do Soser para humen* omratt*.
Saptes d vcrniz.com salto puKt lumiens.
Abofinados- i* militas ipi,ili*nfr t^y^/o para
meninos o- meninas.
Sapatoes dr verniz com sola djf pa propnos para
sitios, jardins e bauhos, surtiaento pao uumens
e sonhora.".
Sajjatos ik- tapate, caiemira. rlnriof avclfcrfa-h.
de tranca poitwfmez e francee.
No ainiazimi Victoria, outr'ora 5ora n. 7.
Pcduiuarks.
Ptaae extracto?, banlws, leos, opi,il> ? pea deir-
tritice, agva de II r ile iaranja, afl" d* "oilr-
te, divina, florida, bvando, pus d>- ir<\ *.&*-
netos, cosmticos", limites arago iiokoad'H es
perfumara para prseHtos cbm fn-^-os Je-ex-
traetos, caixinlias sortidas [-in.ifa* le'dK-
reutes tauanlios d'agua de col.<|ie, indo de pri-
nteira qualidade do bem qoulK-cidos a*jrau-
tes Piver c Coiidray,
No armazem do vaoor franepr,' ra do Bario Jt,
Victoria, outr'ora Nova n 7.
Mascaras para o carnaval
Ornis importante soriiinente .pie teii \ind.i !
mascaras de mas.-a. de rame o de ^edi. nar/
em tedios, barbas etc.. is milito bara-
t's tamo om grosso (11 a relaiho.
Na armawm do vapor francez, rua do Daro *ta
Victoria. outr'oia-NoVd n. 7.
Para via, Muito bas malas e bolsas para via^eus ^e mar
de caiitinhos de ferro.
Estojo de viagos com os perlenees nrroajirton
para barba.
No armazem do vapor .franeoz, rua do Bari*
da Victoria, outr'ora N ,va n. 7.
Botas de montana.
Novo sorlimento do botas Napoleio e a Guilh.-c-
me. pernoiras e meias tiorneiras para homens,
; meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor tVauv, a rua de Sar"*.'
da Victoria outr'ora .Xova n. "
Mobilias de vi
Cadeiras de balance, de drago, do gi;arnr"">. fo-
fas, jar.hiitiras, mesas, conversad ira* en*ta-
reir.is, tndo isto milito bom por seren Jarte* o
leves, e os giis proprios movis para \\Hx* e
gabinetes de reatos.
No armazem do vapur francea, m do foriw da
Victoria, outr'pra Nova i. 7.
Quinquilliariah.
phnaa(azHM.
EspeJlios donrauoa para salas a pabinotos
La.]R0S pura sonhoras e |wra meninas.
Luvas de Joavia, de lio da Escocia e de caniurra
Caixinhaa de contara ornadas com msica
Atbuns e quadrinhos para retratos,
ilaixinhas com vidro de augmentar retratos
iiiversas oleas de ouro bom da tai garantid
G Tientos do plaqu milito lunitas para relogms
Brincos a imitaco e botos de 'punho> d pliM|Ui'
Bolsinbas e cofres de seda, de ve'ludo o ie WOT
nho de cores.
Novos objectos do pliantazia pira cima de oiaaa
Joilette,
Pincenez de cores, de prata dourado, 4' ajo o d**
tartaruga.
Oculos de aoo fina, e de todas as gn Jun ***
Dengalas de iuico, canoa, com caswM d* I nal-.im
Bengalas diversas em grande soi timei.io pana bu
mana q meninos.
Chicotinlios de baleia o de multas qualid 1 !"> di
versa s.
Baporas d-- tamcha para saltos do botas.
Poi.teiras de espuma para charutos e cajarros
Pintes de tartaruga para J*seudiar.tcar o pan
barba.
Ditos de marilm muito linos, para limpar BMf 1
Estovas para roupa. rabsUe, unhi> a pan deu-
le-
Carteirinlias do madroperola para dinheiro.
Meias para liomeiis o para meninos,
Grvalas brancas e de sed-i peta [tara hwuens
meninos.
Campanhias de mola para chantar criados,
Jogos da gloria, de dama, do bag:to'.las, d.- domi-
no o outros nmitos differentes joguinhos aB
maes e francezos.
Malas, bolsas e saceos de viagem do mar c cami-
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leit? mui fcil s
crianeas.
Araolinhas de maitim para as crianens :norle B,
bom para os .tentes.
Bersos de vimos |wri enmalancar criancas.
ileslinhas do vutes para braco de meninas
Carrinnos de quatro rodas para passelw d- crav
cas.
Vehezianas traaapareatea para portas o janeiU-.
Reverberos transpan-ntes para candieirus .k ga
Esterescopos e- cosmoramas com escolhidas vis-
tas.
Linternas mgicas com rica vi!as de cwes om
vidros.
Vidros avulsos para cosmorass.
Globos de papel de cores paia illumini;o>- d-
festas.
Baioes. aereostatieos de papel do seda mni
do subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas i
jantar.
Machinas de varios systemis par cafe
Espauadores de palh e do pennas
Tesourinhas o caivetes linos.
Apatas con vidrilhos para mangas e'Jaattarnas
Tiuteiros de louca branca, modelo bonilo e mci.
Tiras de molduras doura'las e prata* para q-u-
dros.
Quadros j promptos com pa>sagn-*phaiX3/aa
Estampas avulsas do sanuu, paysagons e p. 1
zias.
Objectos de-mgicas para dlvertlmentos om '.<
n Lilias.
Realejos pequeos de veas coui linda* pegar
Realejos furutonicos ou accordioos, da tojas
tamanhos o outros muitos argga de qutnqii.-
I barias difcois de mencionar se.
N'o annazem do vapor franera. 4A do BaMo d.i
Victoria, outr'ora N'ov^ n. 7.
Brinquedos para meiTf>.
A mator variodade que se pilo- desojar de ted 1
os brinquedoe fabricados er.i Rfferentoi na;to-
da Europa para entretruimeato das cria*-.v .
nido a procos mais resumidos que e fots.
no armazem do vajior francez, rua j mrj
da Victoria, outr'ora rua. Nova 0. ?.
-
*
Esorava fagida
Contidtla usen'e aVdiMt da llde decentar.
1872 a oscrava Maimella. negt;K d* idade (k> V
anuos, .starira baixa, com urna umUoi raciu>i...
pelo tes na frente, ps grbsos e com 'slgTHffne-etavos.
flas pontas dos dedos h'Vm vesMoe 'd> eWtl *>
cura o olale do la co riscal di^c; M <
piada a alguns n oiee a Sr. n-antispai Jw- G
mes, desta cidade quem a capturar lyofanjtt
va-la rua da Ca*ia lt. 6, 011 n Cpuojti.
ch Ventura n. lt>, ^tte se gratlItwA:'
Avise.
Fuglram do ongenl awftamt/, na. freg,
da Escada, ba noute de T.cr
segutotes : Theotenio, idade 40 *)*. OMfui .
ou menos, preto/altura regular, cUijie, n wrp-/.
ps apalhetados e Nos, tem tuna pern* mil?
que a outr. tanto me pele anear se-eeaey
bastan^ hdinorVeilcKiit; td5ukifl}"SjW ai
pretri, coifl marWk'Tae'riexijas
do corpo, ps e nariz grandes. AtMOS' ttsvarsl
S'itm os ap?rohbnddr' e^vl-les" rsKrMo
fltto.
*:----------------
A
1-

._
,-t -.
.*..


'
BfeH de rni*nbtt(^ ffegtirifc'Mra 20 ^fawfto deTB.
nn*n

'i
totel da Tndepednoa,
rwa do Imperador a. 32, precisa-se de um TOpdlro
.

"'"
1-JVj \^- \A
nSSkni UJMa. do rosario:u
CaUlagiP de novo; fheelicamenuts, tc-
ntcos-, "Wlaritcs e cstomaces,
, fteatrtetttettle descobertos pelos
: nwInores pharmaceuticos e
chiunicos da Europa
- A SABER:
J'REPAMDOS E AROUD.Vinho femigi-
noso Je quina, tnico ^tomacaj, repa-
raeto Jas forca ios coiivalesceites as
, febres typhmdea, aa$ pedas de anguc,
etc., etc.
Xarope concentrado, com bal-
sana ele tola t i>dos principios nutriti-
vos soluveis do tracto de carne de Lie-
big, ataeJicameaio mais poderoso para
os pfctysicos, *nas affocgescatanhaes,
Xarope de casca de laranjas
amari ms, ce ledos os principios nutri-
/ livos :luveis do extracto de canc de
Liebit;, o mais poderoso dos analpticos,
para temperamentos delicados e ner-
vosos, estonaal por excelencia, etc., etc.
ANDURAN.Vinho ante-gotoso anto-rheu-
aaaticu, como grande especifico.
KALIERES.Xarope ante-nervoso e utte-
ravel de brornureto de potnssio, medica-
mento especial contra as affeccoes nervo
sas e convulsivas.
SHERRY-K.INA.Viiiho de quina, tnico
te-febril de uin gusto agradavel, supe-
rior ao Madi'ira, e Vermuth. .
THOMMIRET liEI.IZ.Granulos xaropes,
feanhos sulfo-acidos, |>ara o tratamento
tas mokstias lo peo, garganta e de
pelle, de um gninde proveito para os or-
gos respiratorios.
< HEVRIER.Vinho e elexir de r,ocalo, Pti-
rou, Inico de um gosto agradavel, esti-
mulante, nutritivo c estomacal; empre-
ado eom grande vantagem as criancas
lebeii, nas mullierys eliloroticas, ataca-
das de flores bn-ncas, nos velhos fivicos
pelai . orgaos digestivos, nas gastrites, gastral-
gias, etc., etc
fARPENTIF.R. Vinho ferruginoso le rlmi-
barbo, tnico e purgativo agradavel sem
prodi.zir coiistipn;oesneiii atera>Oes n>
estomago.
SV>VnY EVMOORKS.Emulsao panereati-
ca, milito estorracal, com grande pro-
veito.no tratainentoda phtysiea, podando
ser empregado com grande vantagem,
piando o oleo le ligado d! bacalho nao
possa ser toleralo no estomago dos loen-
tes ; sendo o nico remedio pie com
a.Iieacia facilita a digesto do oleo, fa-
z?ndo apparecer o appctite e o augmen-
to da nutrii.o, etc., ate.
i.HANTREL.Contte de bromureto de
potasio, grande eepeeifteo contra as af-
ec;es nervosas, ataques liystericos, epi-
lepsia, tosse convulsa, coquelucho'; m-
sonyiia, tristeza, delicio e todos os n-
commodos que lem por causa o erethis-
mo nervoso.
MENTE!.. Granuli s de sub-nitralo de Bis-
muth. Este m.dicamentbtd'umagran-
de efficacia eont -a as liarrlnias, elioleri-
na, disenteria gastralgia e, nos casos de
ligestijes difficiais o lolorosas.
L BEL'F.Emulsao vegetal d; alcatlao.
Este medicamento alministra-se de urna
manera commo-ia e precisa. 0 aleatrao
em seu mais perfeito estado de pureza,
vantagem que nenhuma onda prepara*
cao d! aleatrao possoe.
DR, (ROLA.Solu<;$o de pyrophosphalo
de ferro e soda. Esla sou,ao consti-
tne um excallente reparador das Coreas,
obra sempre nas pessoas pie. tendera
para chlorose peorespaludas) anemia fra-
queza geral. E-te preparado lem a van-
tagem de nao ter nenhum sabor.
t'.RIMAUI).Contlos especficos, para cura
da incontinencia da urina, e os incommo-
dos das senhoras chloiticas, etc., etc.
t HAMBARDCha tnico purgativo e depu-
rativo, possue un gosto sahroso o um
aroma wavissinio, e as propriedatles as
mais notareis sobre os embarazos Jo es-
tomago, dos intestinos c lo ligado, o
desob'.rente por excellencia na cons-
tipagao do ventrs ; nao tefn resguardo
nenhum
I. BKUFCoaltar Baponine, emulsd des-
infectante enrgico, cicatrisantc das
chagas.
H FLONXarope Unitivo c peitoral empre-
gado eom vantagem na tosse frcente,
catarrho chronico, coqueluche, e etc.
etc. .
MENTELGranulos de phosphato de cal,
medicamento til nas molestias dos os-
sos, fracturas, diarrheas chronicas, dia-
betes lachitismo, etc.
HOGGPululas de jieprina aciduladas, em-
prega-se nas aifeecdee gastralgicas, e em
todos os casos em que a digesto e" elifli-
cil ou impossivel. Com Vrande vanta-
gem.
HLISS KKEN & CExtracto hydroalcooli-
co de condurango, medicamento muito
estimulante e depurativo, emprega-se
contra a syphilis, scrofulas, rheumatis-
mo, ulceras, etc. etc.
VAUQIIEL1N DESIAUR1ERSElixir de quir
na e eaf-tonino especial contra as fe-
bres njvralgicas, enxaqueca, empobreci-
mento de sangue, fraquesa geral, cores
palllidas etc etc. ^
d>R. CROMIERPululas anti-nevralgica,
ornprega-se com a maior efficacia em to-
das as affejccOes nevralgicas, nos incom
modosda menstruao,facilitando o flux >
sanguneo.
4^13ERL1Geia de oleo de figado de baca-
ihau aromatisade, com todos os princi-
pie>s activos do oleo de ligado de baca-
Ihau. Esta geli nao irrita o estomago,
podendo os doenles usar de-lle por moui-
to sem a menor repugnancia. E' um
grande especifico para tosse, catarrho
consuraptao bronchial, tubercular, es-
crowla, debihdade geral, etc. etc.
jf>H80NEssencia de salsaparrilha ver-
melba da Jamaica, erapregada como o
tnico depurativo immodiato do san-
^LlXHA: toral, applicado n tratamento da aSlhma, tosse com ulsa,
deJluioj catliarrhies e texias as molestias
dos puln>"es.
It5i+t
page a-se
------. '!TI'"" fi'1 J'- .
Alo|-iie r *oar e foiao ao toDfaao o.
15 da ra Jb SsoU Hita, estando ella eai boln 6-
l-do -. a '.rular sa ra Duque de Canas d. itu
j" llctes le ingtf i.
m J *J2 habiiiUKfo perante a directora da inatruo-
Sk ? o publica, d li3es de lingua ingleza
j 35 horas da tanta mu diante. Para tsso oe>
0 rece o ,'u preatimo a quem qui er uti-
ar-se. D tamban Uijoes em casas par-
ticulares e em fl) vsicionada.
*ft8 *
Ao commercio.
las Fernandes Lima e Martinho I^pes dos Beis
faacm publico que no ultimo de dezembro prxi-
mo passado dissolveram amigavclmente a aocie-
iide que g\ron nejsta praca sob a firma Lima &
Re s, a qua entrou em litmidagae activo e passiVo
pir corita dos ex-associados, seodo liquidante o
ex-socio Martinho Lopes dos Reis. Recie 10 de
Janeiro de 1873.
Severino.
-Anda fgido, desde o da 6 do corrate, o es-
cravo Severino, pardo escuro, d< altura regu-
lar, de 13 annos, pouca barba, ps chatos e luios
grandes, tendo em ambos os jarretes urna marca
foveira de quoimadura, enculca-se de forro e an-
da calcado, veste, ora paletot sao e ora jusu,
ambos de panno : quem o apprebender ser ge-
nerosamente recompensado, trazendo-o rua do
Mrquez de Hcrval n.;31.
j Aluga-i o stjgMHi /naalo sobrado a.
86, sito ra de ftm*ii|Vafeit%i, mm os com
modos segoiatesf 4 U Aailes bMtte tres--
cas, 3 quartos, MMalft, IpiAl com porta*
ra a ra e rta% fMJWNlv ^l*f' prten-
pjd^a-ara tras,, la lnlcpcnJntia us %
# un i ; it" i !>_. ,' 10*
Bilhfetes granti(fos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora S<**)
v n. 63, e casa do rstame.
O abanto assigMdo acaba de vendar nos seas
muiu feli7.es bijhetes garantidas surt
8:000*000 em bffbete inteiro de n. tm e
quartos de n. 199d com a aortet de 3O0J, alem de
outras sortea menores de 10* e 0* da lotera
que se acaliou de extrahir (iW.
Achamse venda os nmto leU^s bilhetes ga-
rantidos da 3- parte das leudas .a beneficio da
igreja de Santo Amaro de Somhiton (36') pie se
extrahira na quarta-feifa t do crrante.
^TPC#a(
De
Qoarto
/i'i
(illl
nm\ wmiim
OLTRORA ALLEMA) -
fu, UsceitoB e Machas
Ralo Capillo Lima ni 4,
Santo Amaro.
' DE
Mara Candida Ferreira
A preprietaria deste eslabelecimento, par-
tiripa ao respeitavel publico, Mpecialmente aos
antigos freguetes da mui acreditada nadara AUe-
mia, qu d'ora cm diante, esta fabrica ter s por
timbre servir tao bem, tanto manto seu anteces-
sor, certoa de'que nao de sempre, encontrar since-
rdade, aceo e activdade ; pede, porm,. por este
meio a benvola proteccao de todos consumido-
res deste genero, garantindo, que no trabalho de
sua fabrica, s entra farinha de puro trigo, e por
consequencia nao precisa o emjjrcgo dessas pre-
parardes que costumam juntar as farinhas iufe-
1 ores, c m o ftm de imitarem ; o pie conseguem
entretanto que esses productorse,' tcm de mais ou
menos mal fazer a saude.
(nl>iii<*te PortHgnez de
l.t'idira
O expediente neste estabelecimento inincpa
segunda-fura 20 do corrente.
O seeptario
Francisco Antonio Pereira.
Existe um colchao no pateo da Santa Cruz
n. 2 : quem fr seu dono appare^a, que dando os
signaes certos, Ihe ser entregue._____________
se
a casa n. 7, na Passagein dajtfagdalena.
IVimeira qualidadc.
Veade-se borracha muito boa, chegada ltima-
mente, por menos que em outra qualqucr parte :
na ra da Concordia n. 2, taverna na pra^a do
Conde VEn, esquina da ra do AragSo
Na na lo
caixeiro.
Inteiro 5^500
Meio 2f750
< Quarto 1*375
Recife, U de Janeiro de 1873.
Jos Joa Bertino, escravo, idade de 23 annos. agi-
do desde o da 26 do corrente, tem os signaes se-
guiutes ; cabra cor de taiitca, rosto maia ci-
prido que redondo, sem barba, tosa regular, coc-
ea um tanto grande, um pouco kntuqo oujan-
gulo, todos os denles da frente perfeito e na-
dos, nariz um .pouco chato, olhos vivo, calera
regular, cabellos um pouco ruivos e carapiohos,
un pouco soltos, altura regular, secco do cB)o,
mas um pouco espadando, pernas finas, ps ra-
pos e um pouco carnudos, porm regulare, bo-
nito, ladino, vivo, gil e esperto, um pouco ta
to na pronun-ia*o de certas palavras. de sorte
que ptiuco se reconhece, pequeas orelhas, e nao
eompridas, fuma cigarro, tem aligas marcas de
chicote nas nadegas. pagarei quero o trouxer a esta engenho, ou no Reeife.
ao Sr. Dr. Laurido de-)raesflnhiw, mofador
ra do Rangel, ou ao Sr. Heiulque Saratva de
Araujo Mello, ra Formosa.
Engenho Saguim, 30 de dezembro de 1873.
Canuto Jos Pereira de Lacena.
i.i ..i >
Alfaiate
Na ra do Marqutsz de Olinda n. 40 precisa-se
de ofHciaes para obra grande.
wrmacia.
Precisa-se de um ou dous offlciaes praticos : para
tratar a ra Larga do Rosario n. 34.___________
Rangel n. 43, precisa-se de um
om milita urgencia.
Precisa-se le una ama idosa que tenha bons
eostumes para andar com nina menina de 10 me-
zes, c tambom de um criado d; 12 a 14 annos,
forro ou eseravo : a tratar na Passagem 9a Mag-
dilena, botequim do Bento n.27. _________*
Fcitor
Precisa-so le um feitor qae entenda perfeita-
mente de plantar horialica e que saiba conduzir
carroeja de eavallo, so nrecis. for : na jiharmacia
fran?cza, de P. Manrer i C, ra do Bario da
Victoria n. 23.
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000^000.
BILHETES GARATTIDOS.
.4' rita Primeiro de Margo (outr'ora ra do
Crespo' n. 23 e casas do coslume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 3' parte das loteras a beneficio da igreja de
Santo Amaro de Seriuhaem (36a), que se extrahira
na quarta-feira 22 do corrente mez.
PRECOS.
Itilhete inteiro <>*000
Meio bilhete 3*000
Quarto i*300
fm rongrj de iOOSOOO para cima.
Bilbete intero 3|500
M-io bilhete 2*750 '
Quarto 1*375
Mnnoel Martins Fiuzn.
Botica Popular.
Precisa-se de um offldal com bastante pratica
do pharmacia, e capaz. Da-se 1:000*000 de
ordenado annual.
CONSULTORIO
Hedico-cirnrgico
Dr. Joo Ferreira da Silva
pS exercicio de sua profissao em
geral, c especialmente opera-
jjes e molestias cirurgicas, no
antigo consultorio de seu pai
ra larga do Rosario n. 20.
O abaixo assignado avisa ao corpo do com
mercio. que nesta lata tem comprado aos Srs.
Gomes de Mattos Irmaos, a loja de joias sita a
ruado Cabug n. 4, sob o titulo de Muzeu de
joias, li\Te e desembaraQada de qualquer onus ;
o eiuc avisa para os devidos fms.
Recife, 14 de janeiro de 1873.
Joseph Krause & C._______
TRcn Btn local.
Aluga-seo armazem do ioWado la na Dirclta
n. 120, o qual offrrere nm rantajoso futuro para
qialqner ramo de negocio, e principalmente para
molhados por ser ra de grande inotlinento, tem
frente para duas mas. agua da eorapanhia de Be-
beribe e apparelho da Drainage : a tratar na ma
^i Imperador n. 8t. ____________ "'
Precisa-se de una J duas amas de leite :
na na da Impcratriz n. 84. _______'
Precisa-se de rana pessoa para ser na
machina : na ra Nova n. 23, loja.____________
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zrahar para duas pessoas, paga-se bem: na ra
de Hortas n. 78. _
Drogara homeopatmea
! 41-Rua Os proprietarios deste bem conhecido e Q
montado estabelecimento, ilTerecem coa- fit
tinuamente aos amigos da liomeopatlua 7*
um completo sortimento le carteiras de
glbulos e tinturas de 12 a 120 medica-
mentos, chocolate de Eppes. encerado de
^Medico do Povoj em 3" cdie<;ao, tu-
bos e fraseos vazios, finalmente tudo o gs
que concernente ao svstema homeopa- jQ^
""co. ...... Os medicamentos principaes sao leva- *
dos desde a 1' at a 30 dunn.imisaijao c Q
garante-se o bom preparo de todos. W
Adjacentc ao mesmo contina a ter W
consultorio um acreditado medico ho- jSt
meopatha. dando consultas do meio da Q
at as 2 horas, c aceitando chamados a W
qualquer hora. j@r,
CASADAF0RTLM
lina \- de Marco .
(Outr'ora !? < irspo) n. tS
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes da lotera do Rio n. 436a a sorte de
4:000* em quatro quartos de n. 2403; convida os
possuidores a virem receber, que promptamente
serao pagos, como do costume.
Manoel Martins Fiuzal
AMA
andar.
Precisa-se de ma ama para com-
prar e cosnbar para casa da paqiw-
na familia, preferindo-se escrm : la
ra estreHa do Rosario B.M, 1*
^m^
omroar
ar.
Precisa-se <)e ama ama pa-
ra casa de familia de doas
pessoas para eozinhir e <-
i tratar na ma Direita a. J
AMA
paga-te bom :
Preeua-> d* um ama qae aai-
bem coiinhar (f rra oa u-cravaj
a ro No Precisa-se de urna ama pa-
ra o snico de urna casa te
pouca familia : a tratar na
ra da Cruz n. 18. 3 andar.
AMA
AMA
tavcllon. 129.
Precisa-se le urna ama pa-
ra cozinhar e mais servido te
casa de familia : ra de Co
iui No largo do Paraso n. i2, pre-
AlVliV cisa-sc de urna ama para en-
gommar e preiwirar sallas._______________
Escrava ou^iia.
Precisa-so de urna ama ou escrava. para com-
prar c cozinhar. na loja la Rosa Branca ra da
lmperatriz n. 56.___________________________
V M \ F'ccisa-se de urna : na ra de S.
ia.lu.xa. jjom josus las Creoolas n. '.">. aM-
do, entrada pela ra do Calahouco._________
Para casa d* nina pequea
famil a precisa-s<; de nina ama
que saiba bem engomar e fr
sar. e utra que entenda tt
costura c ensaloadi ; |afi-
sc bem : ni S. Jfisi do Han
Charuteiros.
Precisa-so de alguns offlciaes dessa arle
beco Largo n. 1 A, fabrica do Figueiredo.
no
Criado
- N:\ roa &> arquea, de Qboda n. 58 ex slem
loas cartas '/in .Sbi'WM Carneii-o da naba.
Olierece-sft urna mulher estrangeira para
na de hom jm soitefro: quem precisar dir ja-se
ada-kM dv \reru, iva do Sr. Jos Plnaero.
A ML'I AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
IRRAV A WJkNW**'
He o mais delicado e mimoso ao mes
no tempo o mais estavel de todos os per
fumes, e en:erra em si, no seu maior augt
ie excellenda, o proprio aroma das verda
ieiras flores, emando anda na sua flores
jeneia e fragancia natural. Como ummeic
seguro e rpido allhio contra as dores df
x-ibeca.nenosidade, onbilidade, desmaos
flatos, assim como dectra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; dt
Summa efficacia e nao tem outro craeo'
guale. Igualmente, ornando destemperad
:om agua, torna-seum dentifricio o mai$
igradavel e exceliente, dando aos dentes
iquella alvurae aperolada apparencia tac
iltamente apreciada e desejada pelas Se
i horas.
orno um remedio contra o mau halitt
Ja boca, depois de diluida em agua,
summamente exceliente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras trae st
riam roda des dentes e das gegivas
tornando-as duras, sadias e d'uma linda coi
encarnada. Quanto a delicadeza, riemez
e permanencia do seu fragrant aroma, elle
por certo nao tem igual; e a sua supe
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
aa-seura meio mui exceliente, para fazei
remover de sobre a pelle do rosto, toda i
q-ualidade de brotoejas, ebulicoes, sardas
pannos, manchas, impigens e espinhas
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer ua
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
im as lindas feicoes do bellosexo; devera-.
se usal-a n'um estado de difluido, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm m
ratamente de qualquer espinha, usar-se-h
della pura em toda a sua for?*. Final-
mente como um admiravel meio de com
municar as fei?5es trigueiras e paludas,
ama pelle macia e d'uma transparente al-
vara, dando-lhe urna linda cor de rosa
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se team inventado at ho-
je, e exista em plena soberana sem rival
Bem entendido tudo isto se refere nica
mente a Auca de Florida de Murrat d
Laman.
As imitag5es que se tem feito na Franca
\llemanha, assim como em outras partes ;
;3o inte-ir ament inuteis e invaosas ; por
tanto recommenda-se mui eapecialmenU
\i senhoras, que tenham toda a precaufe
3 cuMado, de quando comprarenu estejaa
^rtas que compram.
1505000. -
No engenho Ma?aai-U, fregoeu'a da Escala, ?e
dar de gralidcaco a qaaalu cima a qaem ap
pr?henJer tres cavalljs qne n-qneHe eaaa&b
loiam (orlados oa ooote do dia ?9 para 30 de no -
ven bro prximo passado : o I* k-m 9*ddo-. f
CKManho e ca?tralo, lem a rela aireiu bwtant,
tascada, ama estrella na tetta.eno quarto esqner
do tem orna crui ; o 2* rabo, com piolas ver-
melbas dos qnarios, grande, gordo, c >m o pes
'i'Cfl fino, castrado, itm os quadris fondos da
mogalba, fsr-ado cem a marcaL R. -do lado
liieU", e tem a dada de 9 annos; o 3* rodado
sanbMwp claro, curio e grosso, nm pouco carobu.
9 ea-iraJc, pe)neno, e est ferndo com a torra
-Ooo qaarto direito : gratiflca>se com 60J000
por cada nm em preueDca da ptssoa, em cn]o po-
der ir encotrado qoalqueraos ditos "availos. ^
loga-t> ":
tula e ateova do 3* andar, e purte do aotlo do
?obrado a. W a ra Dntme "a Caxla a traur
a krfa.
para tratar de dous cavallos e mais algom serri-
jo le um pequeo sitio.
Precisa-se le um criado que soja activo c cui-
dadoso, em S. Jos do Manguinho sitio n. t.
SEGUROS
IHIIITDIIIS
CONTRA E0 FOGO.
A companhia Inilemnisadora.estab'il-.'cida
nesta praca, torna seguros martimos sobre
navios c seus earregamentos e contra fogo
em edificios, inercadorias e mobilias ; na
roa do Vigario n. i, pavimento terreo.
Tendo viudo de S. Lourenco da Malta, acom-
panhada por seu marido, af'nn de er rtcolhida ao
hospicio ie alienados, a parda' Maria Joaquina do
Espirito Santo, lendo urna cicatriz no labio supe-
rior, de 30 anuos de idade, cabello cortado, tra-
jando vestido do chita encarnada e chale de gan-
ga, e tendo desapparecido da riboira da Boa-Vista,
onde se achavam aboletados, seu marido Joio Pe-
reira da Costa inuito agradecer quem dcHa Ihe
der noticia no mesmo Tugar. ______
= Pardearse liontem 12 do corrente da ra da
Fanta Cruz n. 10 at a esta.o las Cinco Pontas,
urna espora de prata, com correia preta : roga-se
portanto a pessoa que achou leva-la ou raanda-Ia
lofar a ra de Santa Cruz n. 10, que ser recorn
pensada. _____________^_^^_^___
Collegio de Sauta Genoveva.
65Ra do Hospicio 65
As aulas deste callejo funecionam desde 13 do
corrente mez.
Frecisa-se de urna pessoa prira cozer
mach na : ra Nova n. 23, laja.
M
Imperial lea
DE
KRap areia fina da Bahia]
DE
Mor eir & Conipankia
O abaixo assignado, nico agente des fabrica, avisa ao publico que tem aberto
o dcDOito de dito rap, no sea escrip-
torio a ra do Vigario n. SI, onde oa
reguezes encontfarao sempre a quao-
tidade que precisarem.
Recifc, 2 de abr de 1872^
Domingos Alves MUte-us.
Arrenda-se na ra do Imperador n. 10 a
propriedade denominada Barra de erinhera, na
freguezia do mesmo nome, beira-oaar e be-ira-rio,
propria para qualquer HUbeltteimento de seceos
e molhados, com muitoe ps de coquearos des-
frui-tar, e mu tas rendas do sulo a cobrar aanual
mente.
AVISO.
4o depois nao se queixem
Bernardino da Silva Costa Campos, com arma-
i>ym de vveres, na ra do Imperador n. 28, pede
encarecidamente, pela segunda vez, aos seus de-
vedoros REMISSOS, o especial obzequio d virem
quanto untes, saldarem os seus dbitos ; do con-
trario est definitivamente resol vido a chamar aos
ajesnos por este Diario, declarando os seus no-
mes por extenso, quantia e tempo a que devem,
o se isto nao for bastante, lanzar mo ds meios
judiciaes ; pelo qne, conveniente que os seus
raedores (remssos) que nao quizerem passar por
essa decepeo, dispertem do nocive indilferentismo
em que estao engolphados, vindo, logo que te-
nham conhecimento deste, saldarem os seus d-
bitos.
Aluga-se o 1. andar da casa da travessa do
Queimado, n. 1, proprio para escriptori* ou rapazes
solt^iros.__________________________________
Companhia Recife Drai-
nage.
A companhia avisa aos Srs. proprie'arios e-aos
moradores das casas abaixo declaradas, que. po-
dem fazer uso dos apparelhos que foram collo-
calos nas suas moradas.
Boceo da Lingucta, de n. 2 a 14.
Roa do Commcrcie, de n. 26 30,
Travessa da ra dos Ferreiros n, 1.
Recife, 16 de Janeiro de 1873.
Law Gerentes. "**?
---------------------------^_-------------------------------
Muita attencao.
Vinho de uva pura da Ilha de S. Miguel, assim
como pcixe de diversas quaHdades em barris :
vendem Oliveii a Miranda A C, ra do Encan-
tamento n. 11, venda.
---------------------------------'
0^
Aviso.
No mez de ontubro do anuo prximo aaMado
fugio do engenho AjudanU da frffoezia da Enca-
da, o escravo de nome Guiiberme, o qoai tem os
signaes seguinter: 23 annos de idade, oor acabo-
colada, olhos grandes, naris um poueo a-quiado,
cabello cieapo, altura corpo regulares,pes oom-
prktos e seceos, com alguma* marcas de ferina
Mla< costa: tevon cometao um cavado castanho-
rosilho, lendo no lado cHtrelto esta n atoaE.
Desronfia-se que tenha seguido para a eidade da
Parahyfca R<>fa-ae as aotoridadae policiaes a ea-
pitae-s de empo a captura do refrrilo escravo,
que poder ser entregue no dito engenho ao seu
sonho Emilio Pereira de Araiyo. ou nerttpra-
ca, ao respectivo cecreepondente Pirmino Correa
Pw^aeMelo. argado a poito n. 56, ,:
- A devoran que fes jam o* Bahiannos aa igreia da Madre de
Deiia, cWete-ari suafesU aa da 26 do oofreota '
Caixeiro.
Precaa-M o> um braMra ^ a U aftas do
idade eom pratica da taveraa: aa Veao do Poei
afcom.?.
PAR AI E LEDE!
Utilidade vantagem.
E' til e vantajoso fazer-se urna visita Con-
feitaria do Campos, pois que aquello cs-
tabelecime to tem-se tomado urna verdadeira fa-
micji e DKPoeiTo de manjares gratos ao paladar,
tanto naconaes como estrangeiros.
Tentar descrever lodos os artigos de que est
provida a
Confeitaria do Campos
seria querer encher nma pagina deste jornal cora
sua nomenclatura, o tornar por conseguinte mas-
sante um tal annuncio.
Por isso
basta zer-se una vce que se urna pessoa qui-
zer um manar exquisito, nao tem mais que diri-
gir-se ra do Imperador n. 24, e entrar na bem
tonhecida e acreditada
Confeitaria do Campos.
"Porque all encontra-se sempre um grande sor-
timento de acepipes, assim como prepara-se com
asseio e pro;iiptidao
Tudo quanto
psrtence s artes de nfei:eiro, pasteleiro, con-
oen"oiro e culinario
Pois para isso
tem ajiwile utilssimo estabeles'imeoto urna bem
montada fabrica, onde trabalha-se (oo despre-
zando as regns d'arte) capricho de
Todos
que atli se dirigem para encoramendar : bandejas
ricas para casamentes, baptisados, bailes, soire,
etc. etc etc.
Assim como
f ambres, empadas, naugath's, aatheaux, pudines,
bolas, pastis de qualquer quandade e fatiae para
dieta
Toda imo e mais aljuma rouwu
Maatra-ae sempre
ti
Confeitaria do Campos.
Luzeiro daVerdade.
De ortkoj do irmo pre-idoale convido todos
ios noseos irmaos p.tra coraparecemn na sede dee-
ta associaoao no toa 13 do corrente, a 6 horas da
tarde, anm de tratar-so da importante queslao re-
hgi -sa que ora acoapa a att^ao da sociedade
eorn mfcucana '_ Ba -- ,
Beerettrfa da aiwcikao dd aaeeorros mutuos
Luzeiro da Venala, *f Jaij* K.'H7S.
f i i O llretan*
Udtiros Jnior.
ftacirt-ne de um feitor par* tratar de'nrj
qneno sitwa juntamente de urna ana par rom-
prar c 6o nh ,r : na na do Cyrouol Suaamina n.
4, aadfa ra de ttortaa.
PENHOEES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro- sobre pe-;
nhores de orno, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
. Na mesma casa
compra-se os mea-
mos metaesepedras.
guiiho n. 2.
AMAS
mado n. 70.
Preetsu-se de una para cozi sai
e outra para eng minar : tratar
na na do Hospicio n. i6, ou Jn^
ga Augusta) n. -270.
l'recisa-se de una ama
ivre ou escrava para casa
de pequea familia, e agr
dando paga-se bem : na ra
do Corone] Suassuna ian'

Previne-sc ao dono da casa de pcnliorea da tra-
vessa das Cruzes n. 2, que nao pague a-caateila
n. 1951, a qual foi perdida, sen'O ao abaixo as-
signado, seu legitimo douo. Reeife 16 de Janeiro
de 18.73.
Basilio Jos la Hora.
Mudanca
O abaixo assignado faz sciente ao rospeiaval
publico e ao commercio, que mu ou a taverna da
casa n. 53 na ra velha ele Santa Rita para a casa
n. 50 na mesma ra.
Joo Lopes Pereira.Jumpr._______
Ao publico.
O abaixo assignado tendo adiado encontr am
seu nome, que sempre usou, de Joaquim Antinio
de Vasconcellos, e sendo sua protissao negocio, e
querendo evitar qualquer engao, vem por meio
deste declarar, que d'ora em diante acrescenla a
seu nome o velacho de Correia, ficandd cumo
agora se assigna. Bonito 16 de Janeiro de 1873.
Joaquim Antonio Correia de Vaatoaaauoa.
Precisa-se le una ama para cozinhar e con-
prar : na ra do Livramento n. 1.__________^^
Precisa-se de urna ama para comprar e
zinhar : na rua do Rangt; n. 5.
Precisa-se de una para comprar e ;<
zinhar para ca?a de dous homens so
teiros : tratar na praca da Independencia ns
18 c 20.____________________________________
V iyiq Precisa-se de urna lama p^ira sen-ir a
* duas pe-ssoas, na eidade de Girada : tr.-
Ama
la-se na me.-nia eidade, casa amarella, junte
Seminario, ou na rua de S. Francisco n, 72.
.-i
Precisase de urna ana que tenha boa con
duda para o servico interno e externo de urna ca-
sa de pouca familia, paga-se bem : a tratar na ma
do Cabug n. (', relojoaria._____________________
Ama
tratar
Precisa-se de una ama para cuidar de
duas meninas c para outros servaos :
na rua do Mondego n. 6V. _________
- Precisa-se de una ama para dentro de casa-
na Camba do Carmo n. 31.___________________
Prensa-se de urna ama par
cuilar de duas meninas, e para
outros servieos domsticos : i
tratar na rua do Mondego n. 6'*
>&mme
C
asa
Nas proximidades dos bonds Dreoisa sj alugar
urna casa com bastantes comnioaos para familia,
prefero-sc com sitio ou quintal murado : a tratar
na rua da Cadda n. 66, loja. ________________
Prescilia S. Mendos Aibuqucrque avisa nos
pas de .amilia, que no dia 3 de reveroiro tem
aberto a sua aula na ma do Imperador n. 43.
Quem precisar de ama para alugar,
dirijti-se ao pateo de S. Pedro n. 3,
Companhia AliianQa
teguros martimos e terrestres
estabelecida na Bahia em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Ra. 4,000:000/000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeirc
i risw martimo em navio de vel'a e vapo-
ee para dentro efra do imperio, assim
mo coatra fogo sobre predios, gneros e
i rendas.
Agente Joaqoim Jos Goocalves Bellr5o.
rna dn C"mmercio n. 5. t. andar._______
- O professor de laflnrda ftegz de S. Jos
dest ciade, abaixo assignado, tendo receb-do da
dire-toria geral dalnstruccao publica, segunda or-
dom revogando a rpie hav:a lado, acerca das rc-
rias de sua aula, faz sciente ao publico que desde
o dia 16 do corrente se acha aberta a- matricula
da mesma, e que os seus trabamos lectivos comc-
caro no dia 3 de fevereiro prximo vindouro:
quem se quzer matricular tiirija-se ao sobrado
n. 5, no largo da ribera da referida frtgaezia.
_______Manoel Francisco Coelbo.
OtTereoe-se urna mulher capaz para fazer
companhia .i urna familia, onze c faz mais arran-
jos ie caa : quem precisar dirija-sc a Boa-Vista,
rua atraz da Matriz n. 13. _____________,
Aluga-se um rapaz de 12 a 14 airaos, para
criado : & ma Nova n. 23, loja.________________
Attencao.
Furtaram na note de 17 para 18 do coi rente,
do qu tal da casa em que resido o Sr. Bernardino
Maia, na etfrada do Lna (stricto dos Afogados)
um casal de pavoes, tendo um delles os s gnaes
seguales : peanas da cauda arrancadas, falta das
mosmas aaa asas: roga-Be s pessoas a qu m w-
ren olerecidaa, o favor de apprehende-los e lva-
los estrada do Luca Ou 4 rua da Cadeu n. 50 A,
que m yatiflear generosamento.______________
Precisase de um racaine de 12 a 14 anno<
de idade para taverna em Olinda, na bica de *?
Pedro: a tratar eoraPraacioro Gomes Rodrigues.
Pref3re-se portngae e dando fiader a sua con-
dM_____________, ,-------------------r-
Cao lana a estar fagida a ese ava oaqunta,
crioula, idade da 42 annos, cor ner.-fu!a, estatu-
ra regular, magra, nari' chato ; portencente ao
meuor Amonto, Albo d> finado Mariano Ribeiro
do Brito. Ha seto mezes que veto de Nazareth da
)t tta, d'ondo natural, pelo que provaval que
parala so tanha dirigido : roga-e a quem appre-
hea.le-la o favor de condu i-ta rua de Santo
Amaro n. 30, onlc nas ir-se-Ihe-ba o trabalho e
dospa-as da eandnc
Criado.
Preclsa-se de am erado, de 13 a. 14 aon s ds
idado, tivro oo eso avo, para compra* >"-
i* : qum trvw aanunce p>r este Durio, on T.
diriia-MPa^afem UMifaa.ena a anteadprae f
com o reapeetho professar.
GABLETE
Medico-cirurgiro
hUA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DB. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
KSPECI-LI'AOKS.
Molestias e operarles de olhoa.
Cura radical e inst^Dianea .dos
estrfit:metitos da ur>tra.
Consultas: Das 7 s 10 horas
da manh?.
Chamados: A qi'.cljner hora.
Ueiinm.
lica-se d; um criado de H a 16 anuos !'
idade. e que tenha boa conducta : tratar na rua
de S Bom Jess n S3, das 10 horas s 4 da tarde
CAZA DA FORTUNA
RUA 1." DF. MAIUJO OUTR'ORA DO CRESPO N. 33
Uuicu que |is *,l'
Vos 2(l:(r O abaixo assignado b?m sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio do Jaaajro, pagando
proniptmente, como costuma, qualqaer premio
Piaron.
" Inteiro.......24*00i<
Meio........12*000
Quarto....... 6*000
Mauoel Martins Fiuza.
Escravo fgido
I50S000 de urJificafo.
Ausentou-se desde o da 13 de mao de llTS,
o preto de nome Alfredo, le trinta e tantos ani>'s
crilo, e ba-tante ladino; este preto .perfeil*
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grande,
j esteva ao eagenho do Sr. Luid de Calan, eir>
S. Lourene-o da Mull, onde consta ter prenles,
foi escravo Jos Srs. Adriano 4 Castro, e do S,
Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes destt
pra;a ; le todos estes Srs. foi cozinheiro, tom si.lc
visto por pessoas jue o conheceni, dizendo qui
est forro, assim tem podido escapar de sor prese
Podc-sc todas a autoridad. e capitaer
de cani|K) que o pegando leve-o a rua do Du.j .-
de Caxias n. 91, loja de mudezas do Rival sem
Segundo, que recober a gralicacao cima de-
clarada.
Sobrado.
Aluga-6e o 2o andar, solao e loja lo sobrado n.
9 da rua da Aurora, a tratar na rua da Imperatr
u. 8 loja.____________________________
Aluga-se o 2 andar do sobrado n. 3 da rua
da lmperatriz : quem pretender dirija-se i mes-
ma ran. 1._________________________________
Collegio S. Sobastio, rua do
Brum u. 73.
Manoella Augusta de Mendonca Melte IWo
autorisada pela direcioria da instrucc o poWici.
tem a dislincta honra deeeommuaiear ao resaetia
el publico que tem aborto na rua do Brum a. 73
u collegio de S. Ssbastio, destinado a eduea^ao de
meninas; sendo as matoriasdo masmo as sefun-
tes : primeiras lottras, grammat ca portu|uoza
eom o seu deseuwtvimeuto, Wiora dosoaa*o
o noches geraes de arthmetK deav Jvtoa, fran
cez,Anglez, desenho, muska appUada i^auuo.
igualmente ensiua-seanxoeai, todos os trafcalboa
daxosturas e bordados, iaeluMve o Urdado a
ouro e flores. A directora atom do afore* eronrea por si, auxiliada por profeseora e pro-
fessores para isso contratados, araatiada ^ to-
dava, cuidado e zeHo polas alumiua qae Um to-
rero oonfiaelas.
Attencao.
Acto-se abVu' ma oftclna de marctoeir w
ojtao da matriz do Saato Antalo a>',aww*-
a-se de jual uer aorvtoo quar de i*af*rto,' r flfftraia obra liara so taaer, enaio tombaai ax-
pnm-'se e veadem-ae abra* usadas reUt
-Dftwaa;

*ri
>.

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1
+**~
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Diario de Pernainbuco Secunda feira 20 de Janeiro de 1873.
/
s
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ajctta rajom^ ao a aaaa
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOS HE AKEVEDO
Ra do Barfto da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonde o publico em geral cncontrhempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
Pianos., msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra. -
Acaba de abrir do primero andar do sobrado n. li eonfronie
botica Maurer, um grande :.a:o onde esio expottos os magnficos
1I1HTS
de armario, de PleyeL
de ineia canda, do mesmo actor.
de H. llenn.
da Amede Thibont.
Tambem receben grande sortimento de msicas p;ra piano, piano
canto e euire ellas as lindas composic.dfts do muito >ympathico uiaes.ro
f. sivn\i
A SABER :
Voc me quer Walsa.
Olga Maiuika.
Li Separacioni P*ra canto.
A Lu elctrica, grande Vafea.
nico agente nesta cidade, dos eelebrea afamados
PUOS DE MJCHER FRr:RES
remiados em diversas exposi;oss om I i medalhas de onro e prala.
Sao os nices pianos qne aqu vem da Europa, perfeitaraetite afios
do*, fetos com t-legan :ia e solidex.
D'aqul emBdiaote continuar a annnnciar todas as pubBcasferqne se forem friendo as snas officinas de mosicas.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Valleta G-lope.
Joaninha Wala.
A Libertadora Wka.
A Pfimeira espada Wal-a.
A Mmha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studieale Po ka.
Ultimas publicares
Feitas as officinas de mosicas
do annuaciante.
Emilia, polka por I. Smoltt.
Cireaciana, >enoleb, por Smoltx.
Jardio do Campo das Pricetas,
qaadrilha, por J. Popne.
Chava de Rosas, WaJsa, por H. Al-
berlaizi.
A W M S A. W

aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o neme de MEURON & 0., e a desig-
nado de REA PRETA.
!
i
FLUMINENSE
PRODUZIR :
Com pe'0a de capital
993*000
3:lf>000
8-44JOO
2!:i02500
56:637*7 )
i
:
Assoc apo de beneficios mutios
Para creante de capitaes e reodas, e aiiferlaada pela go-
bern Imperial
POR DECRETO N. 5022 DE 2i DE JULHO DE 1872.
Capital de respon^abidade administrativa
1,000:000^000
COHVEBSAO DOS CAPITAES DOS SOCIOS EM APOLICES DA DIVIDA P
BLI NACIONAL.
TABELLAN
100^000 PAGOS ANIMALMENTE DEVEM
No fino de Sem perd de capital
5 anooa 680*300
iO aooos 3.371*000
15 anuos 6:582*100
20 anooa 17:008*500
26 anooa io: 118*500
Urna impo. No fio de 5 annos 3:131*000
dellO annos 3 819*510
de lo annos 6.839*000
de 20 anoos 12:983*000
de 35 annos 23:255*000
O ubjecto deata associacio indnxir todas as cla*se da sociedade, tanto os p< bres
como os ricos, a penaarem no porvlr e a garant'rem, por meio da economa, a forlona dos
Ulbos, o pi da velbice e a traoqallidade do espirito.
A riqaexa dos povos, isto a riquea particular e a riqueza publica, tem o seu fun-
damento mala solido e a soa fonte mais fecnnda na simples economa.
A economa a proviso do fuioro. O que hoja nos sobra qoasi sempre nos (alta
aroanba.
Sendo a Popular destinada principalmente para cuidar do futuro das elasses. menos
abastadas da socedade, a administra cao, de cnoformidade com seo,- estatutos, declara uu
recebe subscriptores por qnantlas min-mas at 10*000 e ?era liroiie para maiores qoaniia.
Os subscriptores da Popular nao esto snjeilos a onus abjura de exaraes mdicos e atiesta-
dos de vida: seos capitaea acumulados e aeereseidos vantajrsamrote pajarero, em caso
de morte, a seas berdeirot naiuraes.
As sobscnpQoes da Popular Fluminense poden ser feitas de ires mudos dlcelos,
conforme o deseio do ocio, a saber :
COMBIN'ACOE*.
1* Pagamento das prestaedes aonuaes oo seroeslraes (.tede 10*000 ate a maor
qaantia cada nma) podendo liquidar e retirar capital e lucres em qoalqaer poca depois
dos primeiros 5 annos ; sem perda do capital em nenham caso.
2" Igoal ao anterior, porm, com perda de capital e juros m eso de deixar de pa-
gar algnraa das prests coes marcadas na apoliee
3* Pagamento de urna qnantia (nunca menos de 100*000) e de nma o vez e ara
perda em nenbum caso era do capital nem dos lucros.
A i* combina cao offerece ao socio a vantagero do nunca per ler o capital que tver
entregado; ,
A 2" arrisca o capital, porm, o socio qae pagar poniualmente 3s prestaco's, ante-
rir mais lucro* que os que perteneci 1*;
A 3* combuacao oflere:e grandes vantagen* sos capitalista', pois sem correr m-
nhum r/se pode se garantir que se bao deaoferlr, pelo menos, um juro de 12 0/0 ao aune.
Pde-se oblar qoalquer onlra informa^io no eseriptorio- djs cenes da a-soeiafaj
nesta provincia, Aognsto F. de Oliveira & G., roa do Commcrcio o. 42.
I
f
I
I
I

' RA LARGA 10 ROSARIO .
Inji do li.iiiiiii
Comprou eui IcilH grand. qiajal ilude de fai- n-
ilas, as qnaes vende ..o pe-Menv 11 < |*ir -
iirir u s\s!imii.i depanhar pdffce venderilf|nca;
qui'in Un* ivni|.rar l<;i q>io r(ini|ir.i ,->!
piHteo mais di; niela l! do aji h v.-ndo .mu <|u.il-
i|iut onlra parle. B" prorbo vir ver apneea
porque ai'.iba-se lnpo, o un setupre Hhj acouUvc
ijiiamlo li'in ptIiiu'Ii.is cumio agiira.
It>lile toiu aii|iiinli'is faara HHHMfsa, de \l a 1*.
Chitas c.-iiiia: o W:uas, d-- MK>a 2M)
Ditas nerralias mijito li as. (! 480 a W.
Cassa.- (1: ll.r s nolis'n-, l^'O'al'i'.
ftiias mindiiihas. dcfltO .t W.
l'.-sa< di- niaila|iiil;lij lino, de 9* a I 000.
Ditas de iltta) de i a 3*000.
Ditas ili> dito de 7 i a t|O0O.
Dilas dealgadan, de 6*a '< ./"OO.
Mua cascinira dr '.\ n I SOlM.
Alfroilao Rmcriraiin i!.,- lisira?. ik> ",0 ;: ;tiO.
IVssas de esguio malla teudo :8* a 20*.
CALCADOS
Boncguina de ranDO^Iwixn para Fenlwra a 5.
Ditos de lito alio para ftmonit a 5*.
GRANDE PF/IHISCHA
Borzegnins fraiirezis para b-itih'ns, de Ivacr ..
cordavan. e gaepiad, eom l. it de 12* a 14 *
de 8* e !'*.
Grande gnrlimenM de tmlas as melliores ]..'
dailcs de cali'.nl para li mus, se-ibora-. MM
Tiiil vende barato.
nos r iiieuinas.
filias iiiaraiHCs.
Auiaral. Nalmco A C. venden. in-:iiuias n..i..^
nicas de diversas grane no Bazar \ i'leria i .
do Bar5o da Vi'-inria n. .
Farinha de mandioca a 3*5 >
sacoo.
Xa roa da Vadre de De n. 7 a -II.
pianto nao fe ai aba.
li&i tiiilK
N9] ... m*+
Xvo t'.stabelei'iment -

lejoias.
*.'

Sempre bom,
*
MEURON

Com quantc j esteja bem no dominio do res-
peitavel publico desta cidade qie ningoem se
deve dirigir a outra parte qnaodo se queira obter
tudo quanto concerneote confeilaria, paslela-
ria, conservara e culinaria, senao bem conbe-
cida (Confeitana do Campos) :
Sempre bom que seus proprietarios fagam
lembrar aos seus numerosos amigos e fregoezes,
que este lio til, qno vaniajoso esiabelecimento,
se acha como nunca prvido dos mais delieosos
acepipes, proprios para oa regabofes to coaimuns
nesses lempo* que se aproximaco ; prometiendo
oo pouparem esforcoa para bem servir a todos
que os bonrarem com snas en:oromendas, tendo
para isso nao j
Urna grande reuniao
DB
Fiambres P;ssas Pastiihas
Salames Doces Gelas
Cagas Queijos Frocla1
Legumes Amendoas Cbocolates
Peixes Licorea Pralioas
Bolacbmbas Vnhos Ervilbas
Leites Cosaques Assacares
Como
de at ora em dlante a confettarla
do campos
leod) ora seu recinto nma bem montada fabrica
de ernfeitaria, pastelana, conservara e cuhoaria,
est reanindo a PEDIDO grande qu'nlidade de
aniuifzinhis qns a convite especial e depo s de
bem assados devem fazer as delicias da vida per-
nantbueana. e para que pelos seus comes nao
percam da lembranga os amantes ~* regabofes,
vsi era consoaoie :
Pato?, per, gal nbas e gan?03
Capotes, marrecos e-gordos eilocs.
Vitelas, carueiros, cabritos e pomfcos
Saborosas cvalas e os taes camaroe
Assin como
Bolos inglezes. pudios e tortas
Da Russia e Mao cobertas fatias
'.remes, gelades, de caree os pastis
Frescas empadas em todos os dial.
E depois
Ricos presentes de feitas
O Campos aeor tem
Na sua O AFEITA li IA
Quera Ibe competir ? nioguem I
E' bom que todos concorram
p'ra qucHe esiabelecimeno
De caixiubas ricas, Quem ba ?
(Jm leoba mafor sirtiroento
uibem todcs vejam bem ;
Aqciilo que o Campos quer,
E, que todcs p'ra a!li corram,
Nao escape om s se quer
P'ra aotfls e depois da missa
Da tal nonto de natal
Quatro psuis e um copito
A nioguem por certo faz mal.
CONFESARA DO CAMPOS
rna do Imperador n. 2i. .______
Sociedade beneficonte Lnso-
Brasilcira.
Por ordein da directoria dest sociedade Ment*
tico aos seuhores socios ipie as essdflB da directo-
ria terao lugar nas quartas-feiras s 7 horas da
nonte, nas quaes poder inieiar-se qnalquer candi-
dato que tenha sido approvado.
Secretaria da sociedade Luso-ltnwleira. 19 de
Janeiro de 1873.
O I* secretario.
/,' ufo de Sousa Vira.
No engento MSijs-Novas, em Serinbaein,
procisii-se de um poituguez que saina destillar
agurdente anda mesmo que nao seja perito : a
tratar na ra Augusta n. 161. ___
mumKaKUMsmmmaBK saareM
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mchameos c Libe-
raes.
Esta sociedade manda celebrar
nina missa por alma de seu man
honorario Alvaro Augusto de Al-
meida, no da 21 do correte (iri-
g simo de seu paseamento i pelas
7 horas da manha. na groja ma-
triz da freguozia da Roa-Vista e
roga-so a assistencia do seus iinaos e dos paren-
tes c amigos do tinado."
GBANDE LIQU1DACA0 DE CHAPEOS
Para acabar al o fin do mez
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
lIuu do C'Ivi;j;A ii. t'&>
y. -ti- e-tah-1-nv\-iitn -e encontrar "!
.;. um liniiilo soriivnto de Jolae que se -
vedem ir tal prera ipie animar m -
;;;'coinpradHi. attouto ao vantajnm <\si-- ";;;
na. ganiar |Miu-'0 |ra \ender uiui- ..--
|,i. que e ceiiilll"nie -ilil 3(1 Cnlllpla
' dnr c ao viioVct. r.
Tambcm cumpra ;ro. prate t pe-
;- dras preciosas, l'ein ci tno se lahrica
;., roncera Una e (niali|"i obra tendente _";
.- mesma rio.
:
i .
UUWilL
Vende-e bataneas maM Hato a como (ssed-s : n rna io lmp*fetoc n. i>._____
':::

l
ExeelUnte tonclaho irgle ri'i is
libras a 900 rs. a li rs : m irmazem
Irma s & C, tua do Amrrim n. 37.
IICM
do q'isir
di la
ir. Manoel Ixidro de Mi
randa.
No da 21 do correte, pelas seto
horas e HKfa da nianlia, na igreja
do Sonhor do Hoiniiiii em Qnoda,
alguns amigos e os empregados do
furo da inesma cidade, mandam ce-
lebr r missa* por alma do Dr. Ma-
noel Izidro de Miranda, por ser o trigsimo dia do
l. \jfiie--.1
tcaosde Hamburgo
Vndese a l? n\ 6 mnllo barato 31
ra da Cruz n. 21, 1 sal i de ( -
retro. _______________________
Cal prcta de lguarassu, te -
]>orada.
Cosme Damiao Slontenegro fai qualqoer a' -
com esla Ih'iii cnihecida cal. e ommetle
sempre c *n 100 o i 0 i >V diuVrenra d<
cado. assim como k f* grande a qnaiidad
me ir um s i i''i; i !,ii r abaixo, q ioi suba a
coi no faz n que p..iK-i i ,-ra rifradar ans IrOJJO
rs : quem quizer dirqa-se ao Forte do lia
I junio ao cliafriz.________^_______
Ke
OUTR'ORi
Cadeia do Recife
n.
53
Tertdo b nevo proprietark) quidar at ao fim deste mez, t^m resolvido vender por presos muito commodos com o fim
je apurar dinheiro c liquidar vista, pelo que convida a'os Illms. Sr. chefes de familia
a virem sortireri-se, pois a occaiao opportuna.e encontrando um completo sortimento
fe chapeos.
Chapaos de palha de Italia para mlioras e meninas, com enfeites e sem elles.
Chapeos do velludo com enfeites. fierros de velludo com enfrites. Chapeos de palha
de diferentes qualidades, .afeitados, para senhoras e meninas. Chapeos de palha de Ita-
lia, enfehados, para montara de campo. Chapeos de palha para homens e meninos, de
fferentes qualidades. Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa pretos e de
e6res, para homens. Chapaos de lfi para liomem c menino. Chapeos altos do pello de soda
para hornera.
Bonete de differentes qualidades, tanto de seda, como de palha de Italia, panno, cas
mira o alpaca, tanto para homem como para menino.
fiorros de seda, velludo, l, tanto para homom como para menino.
E muitos outros artigos que s com a vista poderfio ser examinados, aanca-so que
OiO engeita-sedinhoiro.
Ausentou-se.
O escravo Pedro, ce 15 annos doidade
mais o menos, com os signaes seguimos :
r-br parda, cdnllos corridos, alguns signaes
de*bexigas, levou ves .ido camisa de chita,
calca do cisemira: roga-sa as autoridades
(MOFINA
Est encouracado! I!
Rogase ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escriv.) na cidade de Nazareth" deeta prwincia, o
policiaes e nos Srs. cnpites de campo de o i faVor de vir rna Duque de Caxiaa o. 16, eon-
orenderjn e- k/a-k r,asa de seu sonhor na' cluir aquelle negocio que S. S. se compromettsi a
i** rU imMm ir7 n 11 andar oa na realizar, pela terceira chamada dst jornal, cm
roa dalmpMtaz n. 4 1. aiwar,, ou na ^ d(j (Jl>zeniJt>ro d() J8-. e ^ JaBeiro>
Avisa-sc
a qnem d> r noticia da eserava 6u0hermiua, .que
foi do tenente-eoronei Feliciano Joaquim dos San-
to?, e depoi-1 comprada ao Baro de Na arelb, re-
prsenla ter > annos t?m falta de dente* na
frente e as mos com cicatrices de quoimadura d-
gaz, secca do corno, muito regrista, que dcsappa-
roceu da casa de sobrado n. 26 da ra dos Coe-
hos, quo sor generosamente, recompongado.
Acha-so agiente ha dis o mulato Antonio,
de trinta o tantos annos de idade, levou calca
camisa de alg dao azul, e urna outra camisa de
baia verde por cima daquelia c chapeo de feltro
velbo, o que pode ter mudado tendo boa pre-
senta, esta todava com principio de anemia,
tem caberlos corridos, c no rosto sera nada, nouco
vigoreso por ler levado urna queda que o ferio :
consta que o mesmo anda por -anto Amaro,
Olinda, etc. porque foi visto na ra da Aurora,
cm Santo Amaro, em direceo de Olinda : quem
o pegar lave-3 ao engenho do B um, ou ra Im-
perial n. a.
Precisa-se
de um menino para caixeiro de urna 'leja de cal-
^ado na ra Direita n. 11.__________________
Fup'o a 14 do correnle, do engenho Algo-
doaz, vima e=crava de nomo Fdippa, crioula, de
idade de H annos, levou vestido de cambraia.de
listras de cores, camisa de algodaozinho, tem os
signaes seguintes: altura regular, seeca do corno.
Sernas finas, nariz chato, ps compridos, bracos
nos, Iteicos gi'ossos e cabidos, rauito ladina e traz
um signa! muito fetal o qual urna queimadura
em cima do hombro junto ao pescoco : roga-se s
autoridades policiaes e aos capitaes de campo
que auprehenda-a e levem a ra da Imperatriz n.
46, casa do Dr. Nabor Carneiro Uezerra Cavak-aji-
ti, que ser generosamente recompensada.
roa do Madre do Deus u. 5 1. andar.
Criado
Precisa-se e um criado forro on escravo para
88erviei liUeiTo e externo de nma casa de li.mi-
B : a iratar na ra do Marqoez Prcaioa-se de batilores de aeouea para a
reOna^Sc io Iftf" o Arnal a 8.
.^-------------- ,. o depois para jai~.
passou fevereiru e abrH de i87t,e nada cumprk;
e por este motivo do novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de oito annos, c quando o 8r. sen nih se
chava nesta cidade.
Proria-se de dora mamo* |>va o aervtoo
de na hotel, na roa dae LArao^eirae u. 1'. a tra-
tar no mesma,
Joaquini Jos Goncalves
Beltrao.
Ra do Coiumercio n. S, I. andar.
Sacea por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre us seguintes
lugares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Barccllos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
fiuimares.
Lamao.
Lisboa.
Mirandella.
Moncao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castelk>.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalic^o.
Villa Nova do Portimao.
Villa Real.
Vizeu.
Valeria.
Figueira.
paisamento de lao re-peilavl finado.
Joo Francisco Mri|iics.
D. Francisca Antonia de Siqoeira Marques, seos
fiihos, penro, irnos, sogra, ennhados e sobrioh is
agradocem do in Imo d'alnia a todas a.< possoas
que se dignaran) levar ao cemiterio pnblieo os
restos raoraes de sen muito prendo esposo, pai,
sogro, cunhado, Dlho, irinSo e OfOao Francisco
Marques, c de novo Ibes rogara n caridoso obse-
quio deassistircm missa do stimo dia, que por
alma do mcmo iinado maulara c lebrar na iirre-
ia do Corpo Santo pelas 7 horas da inanh do dia
22 do corrente.
Companliia
SAMA THEREZA
ESHSSA.0 DE ACV.OKS.
i)e ordein da directoria se faz constar que
ai o dia 31 do correte acha-se aborta a as-
signatuia para a emissao do 1,000 aeros de
50vcada urna, parte do augmento do capi-
tal autorisado por decreto D..5,149de97
do novembro ultimo.
As pessoas que dosejarom tomar acedes
podeu cntendor-se com o abaixo assignado,
ou com os Srs. directores baro da Soleda-
de, Fiaucisco G. Netto e Joaquim Rodrigues
Tavares de Mello.
Recife, f5 de Janeiro de 1873.
O gerente,
Justitio J. de S. Campo*.
lid
de primor qoili, marca !'"('', v">!
Perelra di '"nnha Iric.--, ru dj Mirej
Olmrta n. l I* *r.<\*r.
Vebdc-se a (avena -it;' : ra do l isco '
Me Pellas 11. I. ontr'ora do Arasja, propria para
principiante'por ter p i<*j fundos: atratei
llle-llll.
Cemento.
Fugiram
do engenho Minas-novas da freguesa de Gano4-
teira, os escravos seguidles : Jos fpor aleanlia
dedinio), tem seis dedos cm cada mi, sendo o
exto dHW de carne e pequeo tem o dedo indi
ce da m5o direita cortado pea junio do mcio
sem denles, bei-os grossoe, grosso do corno, cor
fula, multo esperto nas 3co6es e no /aliar, foi de
Podras de Fog), para onde seguio; Mibous. mui-
to pretn, altur regular, cilios braneos, dentes
b ms e um tanto separados ons dos oulros, falta
mnito manso o rindo-se, lera mhadura dos ps
qne o fa pisar na ponta dos ps, tem a mana de
se diaer iorro, parece primeira vista idiota.
Vende se o vei l?-iro P^rtland era barrica! 1
31 na rea do
arrobas
rini.
noatuiazem n.
BICHAS DE HANBKGO
As mais recentes e m Ihon t.
Vandem-sena phannacia e drogara de 1- -
tholoraau A ('.., ra I arga dosario Rn. 34
CliLiS
210 rs. o corado.
A 200 e
Chitas Hnas com : q ie de ,|,h'1
210 rs. o c v do, est a *da na rea do 1
n. O l"ja de uilhermc <;. da C'.mha & ('..____
vidra^'a
fteeifVN de um caxeiro que lenlia pratica
de i.otel : em Afogado^rua, piroila n. I.
Precisa se de um caixeiro brasileiro ou por;
tupiez, com pratica de molhados e de padaria : a
tratar na ra Imperial n. t*. Garante-se bom
ordenado.
COMPBAS.
Aluga-^e o terreno n. *ii darnido or>
ne goasenni (-utr'ora Angoste), pr preeo oom-
modo
fcm.
1004000
Fogio do eDgeobo Pootel, era Serinbflm, no
lia 7 le on-i nroximo pas-ado,o mulato Simao,
com os signaes sigaiotes : estatura regular,
enrpo &KCCO, iCr alaraojads, barba .'erran, ca
b"llos earapiobos e falla descansada. Quem o
i>"gar leve, o ao *ea seohor o teDeote-corone) Vi-
eoie Mcndrs Waud'rUy, no dito eDgeobo, oa o*
Rncifn ao Sr.Bfroardioo ie Sena Pootosl na ra d*
Maire da iOO.
fentarfa-se
Os $rs, eraplehelros qne quizerem tomar urna
obra por contrato, dando-se penas o dinheiro
a tratar na casa contigua, ao porfi de lera presta -fie* conforme se eonveoeionar : diri-
^jam-e i ra do Bom esus n. Bl, eseriptorio.
Comprase nma eserava preta que saiba co-
zinhar c engommar com perfeicao, agradando pa-
ga M bem : na ra Direita n. 8._____________
Attencao.
Compra-sc urna eserava do 33 a 30 anuos, que
saibr. cozinhar; na thesouraria das loteras, ra
1. de Marco n. 6.
Vidros para
Fclka dik tewm
C.fiiiSm cm km\
stiHIt MII ffffflMl
Na rea do Mrquez de Olinda n. h, arawarai de
Silva Barroca.___________________________
- Vende-se una (averna cora a re niacao e casa em que i- situada, una padaria
bem montada com a casa era que esta situada.
iH'in como casa para familia, propria para DB
principiante, tud 1 na strada da Weai: a miar
na taverna n. .1 di ine-ina e-irada____________
Soa aequ8cao
Vende-se um teweno na ra Imperial, sol
prop io, cora 1 0 palmos de frente e 00 do fun
do, todo aterrado, promplo para edificar, porto
para descarga de material, estando um lado mu
rado ; a ver na mesma ra, casa n. 236, c a tra-
tar na ra Nova, laja n. 7.
VENDAS.
Veode-se
Vendc-.se urna casa terrea na ra Imperial
n. 89 ; a tratar na -mesma.
Para o carnaval.
Na na das Trincheiras n. 11, leja do ciriguei-
ro, vende-se franjas e enfci'es dourados e piratea-
dos para vestuarios de mascaras.
- Vende-se o oslabeleciinenlo de molhados, si-
te a ra de Marciho Dias n. 99, o motivo se dir
00 compra or.
A maznara.
i
A proposito do actual mnilieto religioM>, vnde-
se nas hvrarias franoeza o nniversal, pnco
000 rs.
[T\
Vendc-sc o estahelecimento do pateo do Ti; jo
confronie ao cliafriz 11. 1, com poucos fundos.
prnpr o para ipialquer que queira principiar, o
fra e\cell nte, para este negocio : os preten
dentes dirijam-sa ao mesmo. O motivo da yenda
poiv a saude, o por isso quer o dono retirar-s*
para fra da capital.
Vende-se na ra do Imperador n. i un
moleque erioulo. de 18 para 1 anuos, b a l'rur*.
MdiO, cora osolucios de lecedor de nalhraha e o>
marcineiro.______________
n. 20 um
4 assentos.
Vt-n-le-so na ra do Imperador
cabr,'.'1"1 ameiieano do 4 roda? com
novo e muito ciega".*
Vende-se um
da Conceicao n. 10
bol e urna ca
roe. : na ra
Calcado barato.
Bolinas gasniadas para senbora
Ditas para hornera
4S00O
8i000
5100
li'KJO
2*000
Sapatos de eordavao
rodoguins de bezerro para menina
Di'os de cano idem
Na praea da Independencia
.Vi. f3 e 15, kJa do 4rMn(o*.
v ei'derse' urna boa varea de leite. da pri-
meira ba riga : pa ra do (il vello n. J-.______
Vende-te um prelo oozinbeiro : no largo das
Cinco Puntas o. 111.


MV

)hth dte Pbrnambuc Segunda-feira 20 de Janeifo de 1S75.

$!ra acabar at o fim do anBxT
Na ra da Icaperatriz n. 60
UAD
i-M|m
r
fi_er
FEREIM Di SILVA ft C-
j i
Teoilo 08 pr apritanos deste grande estabelecimento, um avoltado sortimento de
f asead as em ser, e desejaik) liqoida-la, al o Ora do correte anno, tem resollido ven-
de-las or precos maito commodos, coai o fla de aparar dinheiro, a vista do qae
convidan os Um. Srs. chufes de familia a viren sorti-re, nao s de fazendas de primei-
n.nessecidade, como de (azendas de'laxo e gosto, das quaes encontrado om sormeto
das mais novas do mercad d, cbegadas pelos nltimos vapores da Earopa.
FAZENDAS DE G03TOS
FAZENDAS DE LE .
CORTES DE :ASSAS A 25500 E 35)00.
O Pvlo vendj cortes da cassas de cores,
com paJioej muito bonitos pelo barato
rrego de 5300 a 35O0O.
CORTES DE CHITAS A 25400 E 2J88O.
, O Pavao vende cortes de rbitas francezas
fijas, cora 10 covados pelo diminuto preco
de 25i.0 cda corte.
* Ditas com 12 covados pelo preco de
3880 cada corte.
PEg^S DE CHITAS A 71300.
O !V> vende pecas oechitis fioas, lia
distintos padres, tendo 30 covados cada
pega, pelo brato preco de 75OO cada
D2.3 e mui'o barato.
LENQO'ESDE BRVMANTE.
O Pav5) vende leoces de bramante mili-
to grandes, sondo deum panno s, pelo ba-
ra,.ssimo preco de 25400 cada om.
CHAILES BARATOS A 15000E 25030.
O Pavio vende chailes de tarlatana gran-
des pelo barato prego de 15000 e 2*000.
Pitos de la- estampados imitado de
meria 250-0.
Ditos de qmdros modernos, maito en-
COrpadM 35300 e 45000 ; assim como
gra:J3 sortim.nto dos mais finos chailes
crepon e merino qoe se venden por prego>
maito em cont.
MADAPOLES.
Pac*5 de BMdapolSo Irancez maito fino
com 20 jardas a 5550o e G5000.
Ditos com 24 jardas maito superior a
65500 e 7,000 J.
Dito ingiez fjzenda muito fina 55000,
65J0O e 500 al 10*000.
Ditos francezes einglezes maito fiaos de
43 jardas para diferentes precos.
ALGJDOZINHO.
0 Pavio vende por preco moito barato
g;Cas de altfoJSozinh') americano maito
boa com 18 jarlas WOO).
Dito com 24 jardas a 4.5500 e 55000
at 65000.
Dito ia go marca T muito ancorpado a
6. OC.
ALGODO ENTESTADO.
3 Pavio vendo 1 verdadero e saperior
ligodozinbo de loas largaras pan tences,
sea lo maito neorptdo 1/5 tO cada van.
'aocado da mesma iargura 15280.
CHITAS LARGAS.
O PavSo *iiD'le fS'as excedientes chitas
.' :m clara e escritas com uiuiio boa
paao 40 rs. cada ovado.
maito fina 280, 320 e 360 rs.
Percalies finissiraos miudiubos a 360 e
40C rs. cadacovado.
CA.MBRAIAS.
( PavSj vendo cortes da cambraia trans-
par :.o propiia pira vestidos a 25500 e
3 0.
Pjc de di'.a muito fina com 10 jardas
t: > tajada como transparente a 45000,
l K) e iOOO at a ma;s fiaa que vem
a: taeroa lo.
BRAMANTES PA"A LENCO'ES.
C Pavo vende sopericr bramante de ai-
godSo tend 6 palmos de largura que s
per 'isa de 1 '/* vara para um encol, me-
tro I560C e 1 vara 15300.
DUo de linho paro scperior maito encor-
pad com a mesm largara a vara 25400.
Ditos francesa! muito fiaos a 25500 e
35"! 0.
i a do H?mburgo e paaao de linho com
20 e 30 varas, para todos os presos e
qoadade.
Pt-;as re bretanha de paro linho, tendo
33 j irdas pe os pr-ecos mais barato que se
tea;' vkto.
Pechincha le finissimo esgni5o ancelena
coi: 6 jardas 75-00.
Pt;a de finissimo celena com 30 jardas
a 3?-*H), todtudo adamascado com 8 pal-
cos de litigara a vara 25'JOO.
LAZiMliS DE FURTA CORES.
O PavSu vende um (legante sortimento
di :aazi)hasde torta cores qie brithao qac-
si pomo seda ten lo de todas as cores, e veri-
di i 360 rs. o covado.
GALEAS DE CASEMIRA.
O Pav3o leal ux graade sortimento de
Calca de cassmira, assim como cortes os
e-.' modernostjne tem vindo dos ultimes
igorias e em fazeada des mais finas e mas
vas ao mercado, e vende-se por barato
preco para aparar dinbeiro assim como cal-
as de brin bran;o e de cores por precos
Baito raznaveis para a^har.
CORTES DE PERCALIA COM DUAS SAIAS
A 45000.
O ?av3o vende -bonitos cortes de precalia
com duas sai;is, sendo fazeada de muiio
gosto a 45000, i pechincba.
TNICAS PRETAS.
Z O P-^lo recebea nm grande sortimenio
des mais ricas tnicas de grs preto, rica-
manlj enfeitaias, e vende par prefo razoa-
wl.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3550000 ATE 605000.
O Pavio recebea ua: lindo sortimenlo
dos mais ricos ctirtes de cambraia branca,
ricamente borlados, e com todos oa enfei
tt' neceisarios, e vead pelos pre?33 de
195003 at 605000, d3j tem viudo nada
o-. rico neo mais moderno.
CORTINADOS PaRA C.MAS E JANELLA9
A /5500, 8500C E 105003.
O PavSo tem na graade sortimento de
cortinados para cama e janellas, que veri-
da oeio barat proco de 75500; 85000 e
1O53O0 o par, teado at por 185000, asska'
como colchas de damasco para camas de
noivjs, e grande sortimfinto de tapares tan-
to para 4 cadeim como para camas, pianos,
portas, ele, tado vende por-precos razoa-
ffls,
BAREJSS DE SEDA A I50J0 E 15400 O
COVADO
O Pavao receben pelo ultimo vapor
francez, om graade sortimento dos mais
lindos barejes de seda, sendo em cores
e gestos o melhor que tem vin lo ao mercado,
esta nova fazeada muito propria para
vestidos para bailes oa casamentas, tendo]
entre esta fazenda delicados padres bran-
cos proprio para vestidos de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 15500 e 25000 o covado.
O Pavao recebea om elegante sortimento
das mais modernas e lindas popelinas de
19 e t>eda, e linho e seda qoe venden a
15500 e 25000 o covado, tendo padr5es
Estrados miado e graudos que parecem
propriameote seda, assim como das mesmas
tambera tem brancas proprias para vestidos
de noiva.
NOVAS SEDAS A 25500
O l'avoo vende bonita e moderna seda
de urna s edr, tecdo :'e todas as cores, com
delicado lavrores miadinhose vende a 25500
o covado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 455000 E 505000
O Pavio vende b mitos cortes de seda,
f-;.-..-.: !,i de muito gosto, tendo 18 covados
ca;ia corle e vende por 4000
Ditas de zO covados a 505000
Sao muito baratas em relaco saperior
qualidade d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavio vende um grande sortimento
das mais modernas, baplistas com lista de
cor, proprias pira vestido, com as cores mais
novas qao tan viudo ao mercado sendo
maito m ti largas do qas as chitas francezas,
e vale pelo baratissimo preco de 500 rs.
cada covado.
OFFICINA DE ALFAlATg NA LOJA DO
PAVAO.
Neste grande estabelecimento encontrar
o r sptave! publico, orna bem montada ofli-
cina de alfaiate, onde se manda fxacuiar
qaalquer peca de obra, tanto para homem,
como para meninos, com a maior pres-
tesa e perfeicSo assim como para qoalqaer
luto que de repente appareca, teodo na mes-
ma ofGcina cm perito official destinado para
farda dosllm. Srs. cfliciaes de goarda na-
cional ou tropa de lioha, sendo esta officina
dirig ia pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Carvaibo.
NOVOS VESTIDOS A 45000.
O PavSo recebeu um elegante sortimen-
to de no vos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados da cor, e vende p*lo
barato preco de 45 cada um : muito ba-
rato.
ESPARTILHOS A 35000.
O Pavio tem um grande sortimento de
espartilhos, tanto para sonora como para
menina, qbe vende pelo barato preco de
35000.. Ditos muito fios a 45030 e 55000,
sio dos mais modreos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
O Pavio vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padres claros e escaros, peto barato preco
de 240 rs. o covado, por ter un) leve to-
qua de mofo: pechincba.
SAIAS A 25030.
SAIAS A 25OOO.
O Pavao vende saias brancas de orna s
paca com fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 25000 e
25500.
Ditas coa pregas e bordados a 35000,
pacbincha.
LIQUIDAQO DE CALC \S DE CASEMIRA
O Pavio tem um grande sortimento de
calcas de casemira de todas as cores e qaa
lidades, para todos os precos, e desejando
muito i luida-las, resolvea vende-las por
cm preco muito em coat, para diminuir a
grande porgao.
CORTES DE FUSTO PARA VESTIDOS A
35000.
O Pavio vende cortes de fastio branco,
tendo 12 covados para vestidos a 35000,
pecbiacha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
65000.
O Pavao vende bonitos cortes de cambraia
branca transparente, com bonitas vistas t
lavorus, proprios para vestido, teodo 8 va-
ras cada corte, pelo barato preco de 65000,
pechincba.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavao veade bonitas cassas francezas
com bonitos padres, e de umita phantasip
pelo baratissimo preco de 240 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, naloja do Pavo.
BOURNUS A 16J000.
O PavSo recebeu pelo ultimo paquete dp
Europa, bournus dos mais lindos gastos que
at hoje sao conhecidos, e em relaco ex-
cessivabarateza, convidam-se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim admirarem o que
ba.de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 6JJ000.
O Pavio vende cortes de cambraia branca
com listas c lavores da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
prego de 6|>000, por ser grande pechincha.
Ditos muito finos com babadinho* brancos
bordados a 89000."
Ditos ditos com listas de cores a 4^000 e
5^000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 9JW00. E' grnde
pechincha. na loja do PavSo.
Prtitynla Iftdqpe?i4wftia
na. 38 e 40.
Acaba a Madmilva dt reeeber div
obieeUjs,. como sejam :
Reos jidefecos de madrepcrola brancof e
de cores. 9fmi a ..-..
Diademas'de rnadftrrola", dttos dburades,
ditos de massa ou bfalo, ricamente enfejto-
Idos, crzes fingindo brilhantes, cassoletaswc
plaqu com voltas e som ellas, imitando
ouro, pulsaras douradas, ditas imitando
tartaruga, rico sortimento de1 grnmpos para
cabello, sendo borboletas, besourus e beij;i-
Qores 6 outras muitas qualidades, tudo do
muito gosto, rico sortimento de ravatiuhas
de lagos para seiihora, sendo velludo, sarja,
setim, gaze, escosseza e de urna s cor, fa-
zenda inteiraniente novidade.
Lindo sortimento de leques de mariim,
madreperula, tartaruga, ditos dourados, com
seda e sen ella, alm destes de outras mui-
tas qualidades, que enfadonho seria mencio-
nar, tanto para senhoras como para me-
ninas.
Rico sortimento do punhos e gollinhas
bordadas e:n cambraia de linho e camizinhas
bordadas para senhoras.
Bonitas guarnices ou dragonas para era-
feites de vestidos, assim eomo os muito deso-
jados cordes de seda, fazendainteiramente
novidade neste mercado.
Rico sortimento de caixinbas com prepa-
ros para costura, sendo de tampas de crystal
e de outras muitas qualidades ,e tamanhos,
ditas para porfa-joias, porta-extractos, ricos
porta-relogios, porta-charutos, porla-cinza,
tinteiros, castigaes, tudo sao objectos de
plaqu, proprios para presentear a qualquer
pessoa, assim como diversos objectos para
escriptorio, facas para cortar papel, carteiras
para notas, caixas para phosphoros, caetas
bordadas e lisas, maracas para enancas, 6-
netes para abrir firmas, caixascontendo una
caeta, um lapis e um caivete, agulheiros
e dedaes, todos estes objectos sao de marfim,
fazenda inteiramente novidade, assim como
outros muitos que s a vista dos pretenden-
tes se poderao mencionar.
Vestuarios para enancas, chapozinhos de
seda, sapatinhos de merino e setim, mcias
de seda e de algodo, brancase de cores, tu-
do para baptisados.
Rico sortimento de babadores para crian-
Cas, ligas de seda para senhoras, longos
brancos com ramagens, meias de seda para
senhoras e meninas, ditas de fio de Escossia,
o melhor que se pode desejar, assim como
meias de l, proprias para senhoras.
Rico sortimento de escovas com costas de
baleia, marchitadas de madrepcrola, para
roupa e cabello, e de outras muitas quali-
i i Hnc
AGULHAS E LINHAS PARA MACHINAS.
A Madresilva acaba de receber um com-
pleto sortimento deagulhas e linhasbrancas,
de cores e pretas para machinas, dos fabri-
cantes Grovcr de todas as qualidadese linhas de seda para
bordar e para crochet, ricas capellas com
veos e sem elles para noivas, fil branco com
bonitas ramagens e com 7 palmos de largura,
fazenda especial: s na Madresilva.
Rico sortimento de flores de larunja em
ramas e sepas, de todos os tamanhos, para
enfeites de vestidos de noivas.
Rico sortimento de coUarinhos e punhos
bordados e lisos, de linho e algodo, para
homens, assim como chapeos de sol com
casto de marfim, e outros muitos rticos.
TEM A MADRESILVA
bonito sortimento de jarros, castigaos confc
pingantes, garrafas c copo9 para espiraos
frascos, garralinhas do diversos gostos, pro-
prias para toilettes, assim como acaba de re-!
ceber um completo sortimento de espelhos
de molduras douradas, de todos os tama-
nhos, de 3 a 9 palmos de altura e largura
Pede obter em pouco Umpo com o uso do melhor dos licoresa aflamada -
HESPERIDINA
Faz*oito anoos qne conbecido este precioso tnico, e difficil acbar orna pessoa
qoe, tendo experimentado pessoalmente, nlo falle em sea favor, j como bom estomacal
e apetitador, tomando om calix delta antes de jantar, oa como facilitador da digesto
t mando-se depois.
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, om sortimeoto de machinas para
costara, das melhores qualidades qae existe
na America, das quaes raoitas j 3o bem
coabecidas pelos seas autores, como sejom;
Weller A Wdson, GrOTer <* Boka, SiUn-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras nauitas
que com a vista deverao agradar aos com-
pradores.
Estas macdioas tem a vaotagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feicSo, como as mais perfeitaa costureiras.
Garante-se a sua boa qaalidade e ensioa-M
a trabalbar com perfeigSo ?m menos de urna
aora. e os precos sao t > comrn dos qae
devem agradar aos pretendentes
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, oSo ba om s habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) qoe cae conbef a ai propriedades medicinaes da doarada froda.
>ira bem, a
Lililli AMARGA
.
Lehmana Ffres renden
libras sterlmas : a' ra do
Crespo n, 16, primeira andar,
TOTlEFlGlO
Cbegaram agulbas para a,ai,Lo.-, do fa-
bricania Grover 4 Biker. Dia a 25000.
0 RIVAL DU rara
Roa do Mrquez de Olinda
B. 50 A.
Tsm para vender ua 9 raeocioaados, palos presos mais resumidis. como
sejam : Coque* moderaos a 2jQ00. pegis de eo-
iremeios bor0 rs.
lunas ds co larinhoa de linho a ioo'). dilu mai?
fiaos a 3000, ie-503 para algibpfra a 300 r<. boa
faxenda, iinhas de carritel de 201.) jardas a 60 rs.
la para bnrdar a 5*000 a l'bra, leqas a imiucao
de sanda'o a 1451-0, lamp-irinas a 600 rs. a duzia,
caixas com papel araiude a 6o) rs. ditas com di
to -nperior a 700 rs., envelupes a 400 rs. o cen-
ts, bitioaa na.ionaes para h.meni a ijSW), foco;
para criangas a 14300, agulhas fraueeias a 40 rs
o papel, .sabonetes r aicatrao a 500 rs. agu flo-
rida verdadeira a 142f<0 a fiarrafi, dua inferiork
14000, frascos com sndalo a I4O0O, lios coa
oleo phil'.eome 3 800 1 14OOO, dos cm dito ba-
bosa a 3iO r?. ditos com a?aa de cologne a 240
e 400 rs. pecas d-i galoes branco para eof-ites di
vestido? da- crianga. a 400 e 500 rs.. massos com
12 peQas de traoc branca a 240 n uitos com
ditas de cores a 3iO e 400 rs datia- da phpho-
ros segor.-oca a 240 rs. e a grosa^ a 25400, e oo-
tros mnitos artigos, que para nao tornarmo-oos
enadODh; 'lem-ft barato* para acabur.
em sea estado natnral tem om gosto ponco agradavel, e o mrito da Hesperidina coa-
siste em reter so boas propriedades, e ao mesmo lempo apreaenta-la como
EXQUISITO LICOR _
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qae irjvjar s
melhores importacoes enropas de catbegoria semelbante. Estas, qnando maito, podem
ser gastosas, porm a Hesperidina a combinado perfeita do
AGRADAVEL E SAUDAVEL
Para pro va de que nm artigo no qoal pode-se terinteiracooflana, por ser poro
e innoceLte, basta dizer-se que foi plenamente approvada e aatorisada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiuindo saa livre elaborado no imperio ; oalra
BOA FHOVA
a acceitaco geral qae tem em todas as partes onde apreseotada. Em 1894 esiabe-
Iecec se a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 1869 a segpnda em Montevideo; e
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogoron-se a fabrica qae actualmente
trabalha na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitaejw,
tanto qae rara a casa qae considera completo seo aparador sem orna garrafa de
HESPERIDINA
O bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bomem doente toma Hesperidina para obter
SAUDE


0 bomem dbil toma Hesperidina para obter
regular.
A MADRESILVA
acaba de receber um especial sortimento de
luvas de Jouvin, brancas, pretas o de cores,
para homens e senhoras, assim como tam-
bem para lucilinas e meninos de 3 anuos
para cima.
BONECAS.
Rico sortimento de bonecas de todos os
tamanhos e com rosto de cera.
BORDADOS.
A Madresilva acaba de receber um rico
sortimento de bordados em cambraia de li-
nho, fazenda inteiramente novidade neste
mercado, sendo babados o ontremeios.
finalmente, a Madresilva, alm dos arti-
gos que vos faz mencS, tem outros muitos
que enfadonho seria explicar-vos, por isso a
Madresilva espera que vos digneis visita-la
mais a mido, a qual vos ficar senipre
grata.________________________
L&zinhas para vestidos a 320
res o covado
S na rna do Duque de Caxias n. 60 A. natr'orl
raa doQueimaJo, loja da esquina, de Beoio da
Silva & C.
Engenho S. Matheus.
Vende-sc nn engenho d'agua, moentar e corrente
com muitas bisas obras, meia legua distante da va
frrea, estadio de Gamclleira, pelo mdico preco
de 16:0004000, didlieiro vista. Tambetn vnde-
se dando 6:0005000 vista e der dividido em
cinco pagamentos annuaes, sendo que as lettrae
descontadas a 1 / ao mez, produzajn os dez eontog
de reis : a tratar a ra do Livramemo n. 19, 1."
andar.
CaJeiras oratorias com arsento de paibmba
3O4OOO cada urna no caas .do Apollo, arma-
zem de Tasso lrmaos & C.
Cheguein i|iianlu antes!!
A iSOIX! 3StM! %m!
Lindos chapeos, campestres, da ultima moda,
para senhora, s na ra do Duque de Cajyas n.
60 A, loja da esquina, de Bento da Silva & C.
Aluga-se urna escrava para todo o servido de
urna casa de familia : tratar na ra Ptmeirp
de Marco antigamente do Crespo, loja d# Passp
junto ao arco de Santo Antonio.
Vende-so o sitio da estrada da Cruz de Almas,
que Ara entre o do commendadur Tasso e do
desembargador Doria, com casa de vyenda, d ffe-
rentes arvoredos, grande baixa de capini, etc.,
dando os fundos para a estrada dos trlhos urba-
nos ao pe da estafan da Jaqueira : a tratar na
ra do Amorim n. 37. ;
Livros lie preparatorios.
Acham-se algn, de latim e franoez, m muito
iwm uo e por jro509 barattssioios ; oa ra la
Imperaifiz, loja u. 84.
Radical para
Escrfulas, Chagas Antigs, Ulceras,
Feridas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
POSTHEMAS, ERUPgOS, HERPES
Impingo lis. Lepra, Tin ha
e todas as Molestias da Pella
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
OONTRA
A* molestias Syphiiiticas
e at
Febres amar ella eTyphoide
TRATAMEKTO
PELO
VINHO
EPl'RATIVO e RECONSTITIJIKTE
Do Dor DELOR, de Pars
DEPOSITO 4, boukvard St-Martin. Pars
Agentes Gentes para o Brazo*
F. BODDE (aa gntnde magio
Ouvidor, 118, Ro de Ja
co), ra do
A.NEIRO.

Nos bailes as donzeilas e oa mocos toman a Hespridina para obter boa cor e
ADimagao dGrante oa loncos gyroa da
BARROS JNIOR & C, rna do Vigario Tenorio n.J, 1" andar, receberam ata
grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguintes :
J )aquiui l'erreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferifio Caroeiro, ra do Cororoercio.
Marcelino Jo Goncalves da Fonte, roa da Cadea n. i.
ActoDio Gomes Pires de C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires & C., caes 22 de Novembro.
___Gomes & Irm3o hotel da Passagem.


NOVIDADES E PECH1NCHAS
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA
DA

LOJA DO PAPAGAIO
Tendo por raestre Mr. Charles Laurent
BA DA IMPERATRIZ N. 40
Mendos A Carvaibo scieotificam ao respeitavei pobiieo, qae acaban de recabar j*
completo sortimento de fazends finas de todas as qnalidades, tanto de 12a como de .
nho, seda e algodSo, o qne ha de mais modernoe do melbor gosto, e portsnto &f>nv
'lira as Exmas. familias amigas da economa do mestica, a viren 00maedarem na LOJ>
DO PAPAGAIO, e ver3o qoe compran fazendes bonitas e baratas por menos preco qo
jamis comprarlo.
COMO SEJAM:
Grana jias de seda de urna s cor, lar- Cbitas francezas de todas as qualidade
$as a ljgOO. !de 320 rs, at oa crotones de 560 rs. o co
Poupelinas sarjadas de tana cor boa lar- vado,
gara, a l(J200ocovado. Cortes de casia brancos bordados CM
Alpacao de cores com listras de seda para \ babados de seda de cor, e braaco, a ocif.
bordados com listras.
PARA LUTO.
Veos de fil de seda pretoa a 8COO.
Merinos para vestidos, bombazina, ca
t3o, alpacas, lazinhas, crep, cassas e m,
tas, todo em qnantidade, e para diverso
precoa.
Grosdenaples prelos, de 1600, 2^X0
25500 at 55000.
Seda preta cota listras aasetioadaa par.
vestidos.
Cbaptas de sol de seda para meninjs. 1
i0- 0, o fjrraJos.
Dttoa para bomem da lOdOOO at 20000
Ditos de alpacas de cor e preto, pan .1.

enfaite, a 800 rs. o covado.
LSaznbas de cores, em grande qaanda-
Je, de 320 a 500 rs. o covado,
Cachenez francezes para senhoras e me-
ninas, a 35000.
Cretones francezes para cobertag, cor fixa,
a 800 rs. o covado.
Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
C< bertas de fustao de 13 e de outras
qualidades, brancas e de cores-.
Ponpelicas de seda, de flor e de qaadro
i 15800 o covado.
Pecas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas.
Ditas de cambraia adamascada com 20 va- w8 PreCM
MOLESTIAS do PEITO
HYPOPHOSPHITOS
DDrCHURCHIIjL
XAROPE DE HtPOPHOSPHITO DE SODA
XAROPE DE HYPOPHOSPHITO DE CAL
PILLAS DE HYPOPHOSPHITO DE QUININA
CKLOPOSE CORES PLIDAS
XAROPE DE HYPOPHOSPHITO DE FERRO
PILULU DC HYPOPHOSPHITO DE MANGANESIA
TSSE bPNCHiTIS.4STHMA
PASTILHAS PCCTOMES DO D' CHUREHILL
Eligir pira o tarops o (ruco quadrado
m toaos os proivetos a asiignatura do
t CHURCHILL, e o Utreiro com a marca
de fabrica da pharmicia SWANM, li, ra
Coiti XAROPE FiiTO.ii MASSA
de NAF DELANGRENIERl
PRIZ, t*, ra KcheUn.
BO Mcdlcoi do* Hospiua de,Tarii coMtana I
iiu fBpwior;dde aabre todo o mak pello-
rae t sau poderoM eScaeia as Toaaea, I
Arthmai, Orppo [to*M connslM), Irrita- I
t*>~ do paito, etc. epoHonuphaTaa-l
daa aendllada do Iravl,
Muita atte-n^o.
Vinhij de ova pura-da illia de S. Miga I ; as-
am como peixe de dtver as qualidades era bar-
Iris .: veiMtem Oiiveiri Miranda C, raa do
Encantamento n. 11, venda.
ras, a 125000.
Saias bordadas mnito finas de i e 5 pan-
nos.
Batees de chita e de cambraia a 25000.
Nansooks e baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas qaaiidades de lasinhas e alpa-
cas em retalhos, para todos os precos.
Bramantes de linho para lenges, de 25200
at 45000.
Dito de algodao moito largo a 15800 a
vara.
Algodo largo para lengos, a 15000 a
vara.
Atoalbado adamascado da linho e algo-
dio.
Espartilboa.de liobo finos, de 35000 para
cima. .
Lazinbas largas com listras de seda, a
800 rs. o covado.
.Madapoldes inglezes e francezes de 55000
n 125000.
Algodaosinho de todas as marcas, diver-
sos precos.
Bareges com listra da seda, a 500 rs. o
covado.
Casias francezas de cores fixaa e lizas
com barras, os padres mais bonitos qne ae
teem visto.
FORNECEM-SE
AS AMOSTRAS A QUEM AS EXHIBIR l
FREGUEZAS DA CASA.
Tapetes avellodados desde os mais pe-
queos at os maiores.
Damasco carmezim para colchas, o m
Ibor.
Pannos de croch psra cadeiras e so-
pha.
Cambraias victorias de lodos oa come
roa.
Ditas transparentes inglezas e soissai, coa
a '.arcura de tarlatana.
Fil de linho 8 de seda, branco e preto -
liso, de salpico e de fl >res.
Camisas bordadas para senhora, de d.
ersos precos.
Meias para senhoras, das mais inferior*.
at as mais superiores qoe teem ap^ir*
cido.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento se montn om.
officina, e qoalqaer hornea qoe quizar vea
tir om gosto, achara muita variedade eo
camisas de cores, pannos finos e casem raa
o melbor qoe ha no mercado, roupa feu
em quantidade, assim como camisas fran
ceias e inglesas, lisas a bordadas, ceroplai
de l.nbo de algodio, meias, collarinbos eo
grande qoaalidad, gravataa da todo* o*
feitios, camisas da maia, em somoia aoo.
tra de todo qoe p eeiaarpara vaatir to
gusto e elegancia.
08 FIGURINOS AS
Boa aequisi^ao.
* Veiul*m-se as duas casas, ruado Viscon-
de do Henal as. 6*7 e 89 : tratar aa ra da
eaaala Veloa n. .W
Veade-se urna taverna bem afregueada par
re a terna com poneos fundos, propria para
Silgar Wafrs.
(VaniUa)
A melhor Maehinha at koje ecaheada, wai
jatar aa ra do Fago 1
*
L
- 1
I
}
\
------,-------


\

I
r
j-
\
r IfT'--
Diario 26:.'do. Jnaiero -de
Vara asaojms
SSfqtiiSfim'.fl v'i'dabloQj, jrapttias di cera,.le-'
qaesdedt*perol e'tterts/'IJesoja, ludo es,)e-
uiJiotiAfcaa e a iMftor frisada qnt tem wjdn a
esta mareado.
Perfumaras
Neste artigo na3 precis; dar explicacoes, basta
diterse < TabricaniesJjIm Gosoeill, Couray,
Loto, RibH i LfjrraDd ; tas perfumaras desla
vei vieran em w,sos a aodellos novo?, oque
pela ama Jegaic. e tortuca proprioa para 11 m
lindo prsenle.
Trancas 6 franjas de seda
branca.
Desta vez o wrtitnento veio magniiico, fazenda
maito koa, moielbs nov^a e de todas as larguras.
Boirecas de borracha
Destas boceras veio peqiena porcaj e de di ver-
os liman Los.
Diademas
Liados e de modellos novo?, veio coosa omito
boa.
Quem duvidr.r venha ver
Ddcedidasenle a Magnolia ra Duijus de Ca-
sias d. 45, convencer aos seas amigos e fregae-
zes, de. seu especi alidada na correspondentes, na
curte mais elefante do mundo ; agora mesrao o
cltirco vapor ebegadu da Europa trooxe ama par-
le de -ais enomcaendas (ara o tempo de fe.sta,
constando do ssgulnte:
Para o bello sexo
Lmdissiraos brincos, alfiaetes, crates, palseiras
e carletas de tari traga bordadas a ouro, assim
orno booitos (rrampos com perolas e ontras po-
dras para a beca : a Magnolia solicita do bello
sexo, que prima sempre no chique e na moda, que
venha ver e~.
Laza e bom gosto
Para enriquecer e aformosear ama sala vieram
lindas jarros e jardiaeiras la porcelana maito tina
b de triaros modellos ineiramente novos, com
ilndos deseobos e asurado*; asrn como ama es-
pe.'iahdade ero pannos d: chrochet para sola e
ca ierras.
ftual?
O moca chi urna linda gurnlc>> de mrUrn, madreperla, curo
e plaque!, coawa hodissimi. e do molde especial e
nunca vindo s:ai; maito boas chapeos de sol tira
cabo de nnrfio e bengala; imttacSo de unicoraio
:om eab i de Tiadrepwola, por cerlo nenlmm dei-
xar de mr luja da Magnolia rna Duque de
Caxias n. 13, escoiher qualqaer deste* objeetos :
nao caro I
Di
IV
AntonioFerreinde Oliveir. Maia tcm par*. vn
dor eui seu estnlieieriinenti ra da Senada-nova
n. 1, cfeiucllas para outtiis eseuhoras, tautaaMs
e sa8tos de tranca para os meamos, borracha
liara limas, tuioc superior qualidade a por prc-
50 commodo por lar vincki ale sua conta propria.
Vende-se milito barato um piano dr mesa,
proprio pitra menina aprener : na rua iarga do
l'.osario n. 46, 1* andar.
Carro.
Vende-se um carro aova com 3 cavalios ames-
tratea : a tratar com o Sr. Orino Cancho, rua
lo Hospicio n. 1, logo entrada indo da matriz da
Boa-Vista._____________________________
diademas e aderemos de ma-
dreperola.
A kja da \guia dran a rua do 'Duque de
Caxias n. 30, reeobeu una pequea porco de
ademas e adereoos de madreperola,-obras de
.npurado tr*u..
Vende-se
Urna bna rasa terrea, chao proprio, servindo
, ira l'.iiuilia,ita na rua das Crioulas (Capunga.)
Vende-se tamJiem parte -le urna outra casa ter-
rea em chao jroprio, sita na rua da ventura (Ca-
punga) : tr.itar na roa Primeiro de Marco n.
7 A, i." andar,
JARROS
vacca ingfeza a
de Tasso Irncaos
1*000
A C
: .m tripas e dobrada de
:ada um ; ce armazem
rpa do Amorion n. 37. _____^__
Xarope d'agro do Para
Antigoe isoneeituado medicamento pira
cerno (Atraca, bronoltes, asthma, etc.,
applicado aiiidi com ptimos resultados no
?soorbuto.
Vendo-sc na pharmaciao drogara de Har-
holomeu & C, rua Larga do Rosario a. 34.
Borracha.
Valo se Superior borracha nangie, para iaas.
i raa do Duqie le Caxia* n. 22.
Libras steriioas.
Vendase no armazem de (azendas de Angusia
9. da 0li7eira A ('... fu i Comroerclo n. 45
Pertira da Cufia limaos, rua Marque; de
Vaquetas pira carro e botas de viagem.
Marroquins.
Cordavoes.
Oleados para forro de carro.
Potas? da Russia.
Viobe do Porto, flno, em eaixas.
A verdadaira car veja aa Gaviera, marca bao-
air, da superior qualidade : vendem Tasso Ir
aica A C. em sen armazem da rna do Amorim
u 37._________ _________________________
WIECM ATISMOS
twUtu
\p>t%tnt
Iwai
'^ErDEPVfAMES <<
g55B^Sl)stopol
COMOOOSEPURGATIVAl
TOMAL-AS*1>0ITaR-S '
.COMO DOSE REFRESCANTE^
In-
Ul.flff(r
i fFtswttr
DEPURATIVA JTt
mendo/^*' *
DEPOSITO GERAL
HA
Pharmacia e drogara
DE
BARTHOLOMEU A T.
34Rita larga do Rosario-
34
HlEfiOU

,.


DO
ARMAZEM DOS LEES
O bacalbo da Noruega, em eaixas e meias
ditas : no caes da Alfandega n. I, armazem .*c-
Tasso Irmies A C.
Obras de nhaniasia.
^A loja da Apuia Rranca, rua do Duque de
Caxi s n. 50, recebeu um bello sortiuicnto de bo-
nitas e modernas obras de phautasia, sendo :
Brinc s c cruzes prctas, com dourados c pefras.
Outms de n adrep rota queunada rom bonitos
enfeiles de deliradas flores.
Outros c'o lin i dourado cm p nge les Ac cores.
Oulros encarnados e de bouit s moldes.
Rosetas de lino durado com |iedras branca,
Adereces d imdn^perola.
Ditos dourados com camapheo preto.
Ditos encarnados.
DiUis imitando folhas e flores naturaes.
Ca s<-Iotas de madrepcrola
VoKas de prossos aljofares de cor 8.
Ovlras i*e ditos pret s rom domados.
Puieeiras de tartarui-'-a com dourado.
Outras pretas.
Bonitas abotoaduras de fino dourado, erm po-
^Jras, eorat etc. para abertura de camisas.
Hotoes domados e de outras qualidades, para
aberturas e collarinihos.
Novas golliiihas e punhos
bordados.
A loja da Aguja Branca, rua do Buque de
de Caxias n. 50, recebeu novas gollinhas e pu-
nhos bordados, e-outros enlWtados com ntremelos
e bieos ; assim orno recebeu iguahnen e ovas
guarni?oes de grvelas com franjas e laros para
os cabellos, lud do niclhore ruis mod-rnes gos
tos.
Bonitos Jeques.
A loja da Agota Branca, rua do Buque de
Caxias n, 50, recobeu bomt s taques d- perfeila
pl:.tn(asia, pre:o com dourado', e outros-de apu-
rados gostos; assim como recebeu ou ros de ma-
deira que se confunde com o sndalo. < tem el-
les lindos coleridos n i c mro, e ainda assim ven-
de esles pelo barato preco de 4 000 cada um.
Vasos de crystal para toillet.
A loja da Aguia Banca, a rua do Duque de
Caxias n. 50, r cebes bonitas garra Hutas -de crys-
tal em par com ramagens douradas e mui pro-
prias para arranjus de toilet, ote, __________
Vende-se um ex ce lenle cofre com segre-
go, obra feita na ierra com moita seguran-
za : a tratar Da tbesosiraria das lolerias,
rua i de Marco o. 6.
Chitas avadadas
Estao quasi limpas e slo
tinas, tem escar;s e claras, a 210. ealgodoznho
argo e si
heguem
largo e superior quasi liuipos,
, dei
a 1/500 a peca
leprssa
A ROSA 13RAiVCA
rua da Imperitriz n. 56.
%
i>
Nao ka mais cabellos
broncos.
Tinturara japoneza.
S e nica approvada pelas academias de
scencias, reconhecida superior a loda que
leai apparecido at br.je. Deposito prin-
cipal rua da Cadeia d > Recife, boje Mr-
quez de Oiiuda u. 51, i. andar, e ea to-
das as boticas e casas de cabe'.leireiro.
Tjjdos rancezes sextavados
De J .- o millieir.
Esles tijo'os, fabricados de barro yermelho oen-
solidado, sao os melhores e os mais econmicos
pela sua baratera para ladrbar os pavimentos
trreos das casas, [Kirquanto, pouco mais custau-
do do que os feitas uo paiz, sao, sem comparacao
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao suscepliveis. Custam alm slo menos da
lecima parte dos de marmore, j reprovados, e
os de differentes mosaicos, os quaes nao esto
cortamente ao acaace do todas as fortunas, e s
sao erapregados e proprios para as salas princi-
Saes. Alm da vaatgem que ha ao empngo
estes tijolos para os pavimentos terreos e casas
de campo, lem estes ainda a de serem os mclho
res e mais proprios para ladrilhar coeinhas nos
sobrados da cidade, attnto a sua solidez e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de serem assoalhadas as cozinhas todas de tijolo,
e nao s a parte junta ao fosiio, no que at as
companhias de seguros se devexiam mtressar.
Veniem se nos armazens de fannha de Tasso Ir:
mos A C, no caes do Apollo.
Rua Duque de Caxias n. 29.
0= proprietarios deste bem montado estabelecim^joto scienttflcam ao
f&peltavel publico- deta provincia que se achara com um variado e completo sort
ment de movis, tauto nacional-s tomo estraugeiros, sando estes escolbidos por umdo
tosios que se acha actuatraeok na Europa. 0 mesmo tem contraciado com os melhoret
fabricantes daqueilecontioeute as reraessas das maia ricas mobilias feitas all. '
Na oflkina tem os mais hatjets artistas defte genero, e por isso pedem que ve*
oham visitar o estabeleciveolo, acnde encoutraro a rt-Htdade do que acabara d expr
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, cr.rvalho, a
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setia, amarello, etc., etc., guardt
vestido de amarello. guarda Kmca de uogueira e d amareUo com Umpo de pedra, apa
radores de d lo dita, peti toilettes espccialpjente para farer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secretaria* da Jacaranda e mogoocustoreiras oo mogno, san
tuarros, thears para bordar, tarcos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seui
pertfittees, cadeiras privases, bidee; etc., ate, e muitos ontros artigos BWBcioBar por sejiornar enfacmbo
BAZAR NACIOPOTL
Rna da Imperatriz n. 72
de Lourenco Pereira Mende&Guimar&es
. Declara ao respeitavel publico que, tendo concluido o conserto que fez em sen ei*
lUbelecimento da roa da Imperatriz n. 72, declara qoe o sortio de novas fazendas pro-
oroprias para a 'esta do natal, os preces sao os mais baratos possiveis a saber i
UAS1NHAS A' 120 RS. CORTES DE RRIM A' .00.
Vende-se laasinbas para vestidos a 120 Vende-se cortes de brim para calca i
100, 360, 400 e 500 rs. o covado. 10500 e 2$0 0.
OLUNDENSE A 800 RS. MADAPOLAO A' 3(>C00.
Vende-se urna nova fazenda de seda e Vende-se pp?as de madapolSo a 3(5000,
linbo, por nome olindense, propria para 450(, 53000, 60COO e 850CO.
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado. chapeos de palha a 2*000.
ALPACAS DE CORES A 440 RS Veide-se chapeos de palba, de feltro e
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- da castor, pra homens e meninos, a i&.
N. 28 Kua do Bario da Victoria N. 28.
Antonio Pedio de S tiza Soares,receben am lindo e variado sorttmenlo da obyectos
orno sejam : l*ndas caixiahasde maeiras com extractse saboneiec, bolsas, indeopesa-
veis decouro da Russia.tpara seahoras, potes e calnngts com baoba dos melbores perfu-
mistas e muitos objeetos abaixo declarados, os quses^ende por precos resumidos.
Galbeteiras dotaradas-oom extraotf.
Dozia de tdherts tb de viadora
imitacao) a
dem ideta cabo de esso 1 S o?m
toque a
dem idem idem 2 $ finos a
Livros para notas a 320 e
Abotoadaras para -collete, grande
variedade a
Lampamoas a gsz a
Caixa de linba com 40 novellos a
Groza de betoes de osso para cal-
;a a
Dozia e ditos pera enfeitar vesti-
dos a
Resma de papel paulado c lizo a
3,5000 $00i>, e
Caixa de papel amizade muilo
bom a
llem idem beiredourada a
dem de envellopes finos de Per-
siana a
dem idem a 400 e
Duaias de baraibos franceses canto
ioorado a
dem idem lisos a
NtiflbAUEB.
R.lcs enfeitadas para Seutora a
Brincos com pedras o -que tem
de mais gosto.
Bonecns e acimaeG com corda.
.Motos aderefos pretos com-cama-
reo a m 10
Luvas de pellica moito fresca a 213O0
IJem idem com leqoe a 4410
Dozia de pecas e trancas 4e ca-
racol a 400
l.m i'-lem liz s a 500
.Microscopios (sem vislasJ a 2^000
Duzia de peo tes de borracha pare
alizar coa costa a
3^000 Mimosos leqaes de osso para se-
nhoraa
1(5000 dem idem de sndalo com latfte-
o/3500 joutas*
-5400 dem idem a im.^ao a
Garrafas de lile roa moito ba a
82G9 Potes de dita ingleza' (preta) a
44000 lOOe
ttiOO Sapatosde trooc tapete, casemira
charlte.
200 Retinas para senboras o pa-e
PERFUMARAS.
4200 Mecos de sabonetas ioglezes be-os a
4^500 9ezia de sabonetas de ameoda a
dem idem decorsco e flores a
4600; -tacte com pos de an os moito
5-OO fiHoa400e
Garrafa de age
4800 ra .
5500 dem idem kauaoga a
Frasco com oleo erizo a
3#6O0 Gaixa com pi para denles a
*550 Gpiala muito boa a l#0OO 1530, e 2,5000
Agua de Cologne muito fina -fraco
de 4100 a 2000
T nico oriental de Kem a IpOOO
\rido sortimeoto de vasos coro baoha
Caixmbas com exlraclos a M.-U o 4/JK30G
frasco cora estrado oriza -milito
fino a 141500
dem idem a 240 400 e <5500
florida verdadei-
1*800
vindo
2(5400
7,5000
5,5000
2^000
1^000
*168
e
0000
5600
25300
15508
5300
45200
15200
15000
5200
QUNQUILHARIAS.
Tambores para criancas, baliec de borra
cha, brecas de massa e louca, candieiros
a gaz, bonecas de porcelana, qcadros de
paisageos, cidades e acbioas daoottara de
Ht/we.
>\
A (MOA DE OURO.
A rua da ImpcratHz
n. 'ft.
Acaba de receber de eonta propria,
pelo ultimo vapor di Europa,um com-
pleto sortiinento d>! objeetos de prata
os nais lindos que um vinde a este mer-
cado, sendo os scer intes : aderecos de
fila-eranna, obra de apurado gosto, vol-
tas, brincos, rozetas, salvas, retgio?,
palhiteiros.colheres etc. etc., pelos pre-
c coma um completo iortimento de obras
de Ouro : anneis de brilliantes, rozetas,
aderecos etc. e tamliem sem brilhants.
m
i
JREDO ECONOMA E CELERID.4DE.
Obtem-sc com o uso .
UJECyO1 SHOST
nica, bjgienica, radical infalH^ol n?. cu-
ra das gonorheas, flors brancas e fluxos de
toda especie, recentol ou chronkas; e que
offerece como garanta desabitares resolvaos
a continuada applicacio qoe sempre cora a
raaior vantagem se tem Jeito dell nos os-
pitaes de Paris.
niccdeji osito para o Brasil, partbolemeu
& C, ruaLirgado Rowrio n. 34.
"Sortea bordados a 6#000!'!
Ricos nortes de cambra ia com bordado de cor, a
uMima i*wda> p*io duninato preeo de 64000 cada
oort*: ir do Crespo a. 90, teja, de ewttuxw
Cfla Cimba * carnaval;
Borracha para limas.
Vende-se borracha de primeira qualidade para
limas de cheiro, nos seguintcs lugares : na pnar-
macia Central rua do Imperador n. 38, na mes-
m.i rua n. 2 e no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 4, por preco razoavel.__________ W
Ultimo gosto
Cadeirai pretas dourada e mar :teladas i nia-
dreperols : nes armazens de Tasso Irmao & C.
no cas ilo orllo.
Farinlia de mandioca.
Vende-se no trapiche Companhia chegada ha
f ouco do Rio de Janeiro: tratar com Thomaz
de AquinoFonceca 6 C. successores, rua ao Viga-
rio n, 19.
ZEO DE JOIAS
N. 4 Rua do Cabug N. 4
JOSEPH GRAUSE&G.
DE
COMES DE MATTOS, IRMAOS
Neste importante oslabelecimento de primorosas joias, achara o respeitavel
publico desta capital um grande e variado sortiinento de joias de todos os
procos, queja existiera no Muzeo, que sero vendidas com grande reducro
de preco, alm dos novos objeetos recebidos directamente da Europa, que
$c vendero por preijo animador, bem oomo sejam, aderecos de brilhants,
pulseiras de ditos, broches e rosetas de ditos, ditos do diferentes pedrarias de
precos ; aunis de brilhants e de esmeraldas, rubins e peroles, e de todos
mais objeetos de valor, que possam ser desojados pelo Jiom gosto e apreco das
familias, que sabem dar valor a objeetos de primor.
Os proprietarios do MUZEO DE JOIAS, convidam as familias que se
queirara prover de excellentcs joias, a virem escoHie-las entre o variado
sortimento dellas, garantindo os proprietarios que sero sinceros para todos
que se dignarcm procurar seu estabelecimento.
Entre o grande sortiinento de brilhants, esmeraldas, perolas, e obra
simplesmente de ouro de lei, se ver um elegante sortiinento de obras de
prata primorosamente trabalhadas, que tambera se vendem d preco reduzido,
bem como, relogios de ouro e prata dos melhores autores conhecidos, que
se vendem mediante pouco dinheiro e garanta des donos deste estabeleci-
mento.
Os homens do centro, que precisarem de qualquer objecto de grande
ou pequeo valor, procurem o MUZEO DE JOIAS, que serSo servidos com
attenco e sinceridade.
o co-
para vestidos de senhora,
rs. o covado.
BAPTISTaS A 500 RS.
Vende-se urna aova fazen.la por
baplistas, para vestidos, a *K0O rs.
vado.
STANAS A 6i0 RS.
Vende-se nma nova fazenda de 13 e seda
por nome setanas, para vestidos de senho-
ras e meninas, a 640 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Vende-se urna nova fazenda lisa, por nome
pbaniaaa, para vestidos a 800 o covado.
Fnsto braaco a 390 rs.
Vende-se fusiSo branco e de cores, para
vestidos, de senhora, a 323 e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas escaras e cla-
ras, a 240. 280, 320 e 300 rs. o covado.
440, 500, 25500, 35 e 45000.
ALGODO A'
45000,
Vendo-se pecas de a!god3o americano,
nome jaoo, 5000 e 65000.
BOTINAS PARA SKNHORAS A 55W0.
Vende-se bolinas para senhora, a SfiC'OO
e 50500.
C\MBRAIAS A 3000
Vtnde-?e pecas de carebraia lisas para
vestidos, a 35000 45000 e 55000.
CAMISAS BRANCAS A 2000.
Vende se camisas brancas a 25500 e 25.
Ditas de linho a 35, 355CO, 4*000 e
5000.
Palitots de panno preto a 55000, 75000
e 85000. Palitots de casemira de cores, a
45, 55000 e 85000.
SAPATOS DE TRANCA A 15500.
Vende-se sapatos de iranca e tapete, para
homens e senboras, a 15500, I8C0 e 25.
BRAMANTE *5600. S3pal08 de ca8emiu prelos a 25800. 35
Vende-se bramante com 10 palmos de TZZ0 r
355d
CHALES A' 8C0 RS.
' Vende se chales de 15a cem qoadros e lii-
Ira?, a 800 rs. e 15000, ditos de uerio
estampados, a 25000, 30500, 40 e 55000.
E outras meitas fazendas que fe vence
Vender panno preto para calcas e pa- sem reserva de preco, na loj? do baraleiro
Ktots, a 15500, 20500, 3JC0O, 450OO e Bazar Nacional.Rua da Imperatriz n.
largara, proprio para leocoes, a 15600,
e 25200 o metro. -
Grosdeuaples preto a 2.SOOO
Vende-se ^rosdenaple preto a 25000,
25500, 355GO e 53000 o covado.
PANNO PRETO A U500.
85000 o co\ado.
Samuel Power Johns-
ton & C.
iRua do Apollo n. 38 e 40
Pau>m cente aos seas freguer.es que teem
mudado o sea deposito de machinas a va-
por, moendas e uxas da maito acreditada
fabrica de LowUoor para roa do Apollo n.
38 e 40, onde continuara a ter o mesmo sor-
nmedio do costame.
Pazem sciauta tambera que teem feito am
arranjo com a fnndiclo geral, pelo qne po-
deiE offerecer-sa para asseatar qualquer
mMhieismo e mesmo garant lo.
72.
Os proprietarios da lunJicao peral farem
scientes aos senbores de engenho e mais Jj
pessoas, que teem establecido orna fundi-
{o de ferro e brouze a rua do Brum, jun-
to a estarlo dos bonds, onde aprontarse
qualqaer obra de encor menda com perfei-
i;,i 1 e prora plidao.
Os meamos rogara as pessoas que qoei-
ram nlilisar se de ;eus servaos de deixa-
rem as encommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Jobnston 4 C. a rua do Apol-
lo n. 38 e 40, onde acharo persea habili-
tada com queco pos?am entender sa.
Apparelho para fabricar assucar, do system.
WESTON CENTREFUGAL
Ueieos agentes em Peraambnco a fundido geral.
Para tratar em seu eseriptorio a roa do Apollo n. 38 e 40.
flttAAfln& SMMAfl
lte-;
Aderece* de bri-1
Oanles, esmeraldas'
rubius e perolas, |
voltasde perolas.
N.
NOVA
2 A-
A SAPHIRA
DE

Obras dc~ouro e
prata de todas as
qualidades.
Rua do
CabugN. 2
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisigao de
joias as mais modernas vix4w ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respei'.fHrul publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de" gosto por
proco razoavel.
rfJ> K'i.'^fi&H i\k*8S'A/ \!k~\PtA Mi\//
Vende-se
> .tem de palha de earnauda ul imament* chega
Bad;w do Aracaty : na rua d. Madre Deas n. 5,
l." anoV._______________________________
Novidade.
Reos chapeos para senhora, de palha de Italia
6 de seda, oousa inteiramente Aova ueste merca-
do : s se enooBtram na I*redilecta, roa do Ca-
bug n. i A, a elle* antee que se aeabm
Mais delles.
Aunis elctricos.
rjaquafes anoefs el^drioop, lia uieis pava o
arvos, e que Magnolia, ra Duque de Ca-
Siaa 48 tem venawo pKijfr I e qae por serem
as nicos verdadelros, muito tem aproveitad ;
pelo shlmo vapor vete nova remew : & ellea -
las eme se acaaeuj. Na Magjaoliaa. Vi, la JMm
de Caxias,
ASBESXm
Tinta Inalteravel
Para esorever
de P. MAURIR i \

PBRS'AMBUCO
i i'
3
H,
Esta, tinta reconamenta-se pela stia oom-
posica e fluidez onno' a melhotf e a mais
segura de todae as ttetas1 at ttjd nfeci-
das. ICa ataca a penlas de ac9, d. at
tres excellentes copias, meglho inultos das
depois de escrever, e e preferivel 1* quer outras tintas pwrtfoularznente para
livros de coiiimercio, dCTimentolr ^ft; de
que se. carena longa cOueervacuO.
*

vi
'

ALCATBAO DE 6DY0T
L!C6n CONCENTRADO E TITULADO
0 Sr Guvot ehegou a tirar ao alcatrio a
sua acrimonia e o seu amargor insupportaveis,
o que o torna mais soluvel. Aproveitando essa
felis descoberta, elle prepara um licor con-
centrado de alcatrao, o qual, sob um pequeo
volume, contem urna grande proporjao de
principios activos.
0 *ictrao de Cayo* (Goudron de
Guyot) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatrao ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
colher de caf n'm copo d'agua pan obter
logo um cepo de excetlente agua de alcatrao
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrSo quando d'ella precisa, o que offrrece
economa de tempo, facilidade de transporte
e evita o manejo Uo desagradavel do alealrSo.
0 AIcatrAo < Gajat substitue com
vantagem muitas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defliuos, bronckites,
tosses, catarrhos.
0 AleatrHo de Coyol empregado com o maior xito as molestias segundes ;
C19 BEBIDA. l'ma eolher de caf Para um "Vo d'a9w *w dw* ^^w ?
sopa para urna garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXICA
defluxos
tosse pernita2
irritaqSo de peito
tosse convulsa
"** '
El FOMENTACOES. LU6r puro oucomumpouco fagUi!
AFFEC56ES DA PELLE
COMICH6ES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
El kECCfS. *" mparUielictoiqwtroJagmi*tno~uiMnmMUMi*U.)
rLUX06 ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO OA BEXIOA
O Alcatrao le Caya>t fot experimentado com um verdadeiro xito no
STTaro os tempos de calor, elle constue beMa a mau fawmea, MJ
rSJg durante M tempo de efidemia. Urna ntnufo acempanka cada vtdro.
luid l*
I hran, IKiv>otielli ChevaloA.
hiMUNo. r. mmmrr* el 3.
Biu>, Ummto vt O.
Onio-Putto, CUidtdo WaliM
U FREBE, ** **
I HkKWUO, Ferrelra et O.
Piloti, Atelro Lelvft*.
.en, Wa*t* Dta ^^
Posto uxt, Fraacaaeo Jom

V>Bo-e M pbannacii .da r C, roa Nova a. 25.
m
*


8
Duio de Pemambuco Segunda feir 20 de Janeiro de 1878.
IBEBLEi GERM
- CMARA DOS DEPUTADOS.
. DKCl'SSAO IUVI9A NH SlSSlO DE 26 DE DE2 HU-
MO.
(Contuuagu;
J em 18 i7 como a cmara acaba do ou-
\ir, tinLa-se resolvido, de arcordo com os
principios, que ogovcmo tem seguido na
materia, acce ler a pj Ui|ps do extradico,
foitos por potencia-; amigas, iiiilependoiite-
mentede tratados, coAstituin lo esta faculda-
nina das mais. imp irtantes attribuicoes
i<> poder exccutivo.
Sabe-so que na queslo de Jos Alos, sen-
do apreseutada ao supremo tribunal de Jus-
tina nina petizo do na&eas-corpiu, aquello
tribunal decidi inmediata e unnimemente
que o caso cscapava sua jurisdicgo, com-
petindo ao governo aprecia-lo e resolver.
O Sr. Sii.vKiK.vM.vun.Ns:Com a sua
responsabilidiJe nesta cunara.
O Sil. MlXlSTKO DOS bSTK.VNGF.IROS :E,
Sr. presidente, para quo se coahoga que no
caso de que sj trata, o governo procedeu de
accordo cora os principijs do direitodas gen-
tes, vou citar um evemplo, cuja autoridaile,
estou cerlo, o nobre doputudo nao recusar.
Era eovornador de um dos districtos de
Cuba, Arguelles, o qual depuisde ter decla-
rado falsamente que haviam fallecido difie-
ren tes africanos, importados naquella ilha
quando -apenas os oceultra para vende-los
por alto proco, refugiou-se nos Estados-Uni-
dos para gozar o fructo de seu crime.
0 capito general de Cuba requisitou as ja
evtradigo, o ministro lospunbol furmulou
o pedido o o criminoso fui entregue.
Dando conta do fado :io congresso, o mi-
nistro ilos negocios estrangeiros dos Estados-
luidos, Sward, disse en i seu colatorio o sc-
gainte:
Nao havendo tratado de evtradigo en-
tre os Estados-Cuidos e a Hespanha, nem
acto algumdo congresso estabelecemlocosto
bao da ser entregues os que nos dominios
hespauhos escapun acgae da justiga, en-
tend? este ministerio que em tal caso a ex-
tradieao devo ser concedida em virtude da
lei das nages eda Constituigo dos Estados-
Cuidos.
Arguelle^ foi, pois entregue, nao havendo
tratado de cxtradgo entre os Estados-Uni-
dos e a Hespanha em virtude da lei das na-
g.">es e da constituido dos Estados-Unidos.
.'OSr. Silvkira Martins: Nenhum es-
criptor dos Estados-Cuidos, nem o seu go-
verho reconhecem esses principios.
O Sr. Ministro dos Estraxceiros :Cito
um fado referido por Dana, cominentador de
VMieatoii.
0 senado rosolveu, em 38 de maio de 186i-,
pedir lformages, o o
responden transmiltindo o rolatorio do se-
cretario de estado eos documentoscompro-
batvos da criminalidade de Arguelles.
Na cmara dos represor.tantos foi rejeitada
por grande maioria umaiesolugao que con-
lomnava csse acto do governo americano.
Quando assim procodem as nages civili-
zadas, o nohre deputado nao duvidou dizer
que eu, entregando sjusticas de Franca Jo
seph Moos, accusa-Jo do crime da banca-rota
fraudulenta, fui um beleguim da Franca 1
Com o inosmo fundamento poderla o nobre
i pillado di/.er que o Ilustre ministro que
acaba de d 'scei ao tmulo no meio da ums-
ternacao da grande Uepulica fui um bele-
guim, nao j do governo de Hespanha, mas
simplesmente do capito-general de Cuba.
(Aj)oiados, muito bem.;
O nobro deputado qualiticando por csse
modo o procedimiento de governo, deu-mo o
ireito de dizer que nao se manteve entao na
altura do representante da nago, mas fez-se
echo de apreciares pouco commiins na lina
wciedade que S. Exc. frequenta. (Apoiados.;
0 Sit. Sii.vkir.v.Mutixs d um aparte.
0 Su. Ministro dos Estr.vnueiros :Es-
tou persuadido do que nao offuudo o nobre
deputado ; as palavras que acabo de pro-
ferir nao ha ofensa.
Quando os governos recusam a extradieao,
* conforme lei e pratica das nages, dos
tutores de crimes que perturbam a paz e a
segu ranga ik sociedades, diz Vattel que se
toruam cmplices do attentado. O grande
orador Rouler sustenta que o principio da ex-
tradigo o principio da solidariedade, da
seguranza reciproca dos governos e dospovos
i mtra a ubiquidade do mal.. -
O^r. Ctxiiv Ferrbira :Tem-se
dido perfeitamcate uestes dous pontos.
0 Sr. ministro dos Estrangeiros :0
terceiro ponto quo o governo consinti que
alguns subalternos e pravas dos navios de
guerra .inglezes acompanhassem trra os
marinheiros desses navios.
8r. presidente, o governo recebeu urna
nota em que o digno representante da Ingla-
terra pedia quo, para evitar conflictos serios
defenecer a cmara
zelosa e d
de
qu4 procurei proceder
; e que se nao o con-
segu, erro ATK intelligencia, nao da von-
tade. (Muito bem.) "
Laucou-mc em rosto o nobre deputado
ter eu cedido da palavra para que fallasse o
nobre Sr. presidente do conaelho.
0 Sa. Sii.veira Mvrtins :Nao lhe lan-
cei em rosto ; notei que o Sr. presidente do
coiiselho fallasse, quaude havia pedido a
que tinham occofrido por occasio do dosem-| palavra um ministro deputado.
para administrar o paiz. (Apoiados.).
Desojaramos discuti-la mais longamonte,
mas o tempo falta, o anno est a Andar, e
piao queremos coucorrer para o espectculo
avjltante de cobrar o governo impostos, e
effectuar despezas, sem estar autorisado le-
galmente, e em presenca de cmaras abor-
tas. (Apoiados..)
Est j demonstrado quo a culpa esta
sityacAo anormal recabe toda sobre o govec-

barcarem inariiibeiro dos navios de guerra
da sua naco, so perinittisse que fossem os
meamos marinheiros acompauhados de su-
balternos e pracas ilosarmados.quo velassem
para que esses conflictos nao se dossom.
Fde dizer-se que foi urnaattengo que
a logaco quiz ter ; porque nao ha razio ou
motivo que impecaque, desembarcando ma-
rinheiros de navios deguerra, desembarquen!
igualmente esses subalternos e pracas desar-
mados.
Tomci, portanto, em considerafo o pe-
dido, e ollicioi ao nobre ministro da justica,
que tainbein na) vio inconveniente em que
viossem de trra para, assim desarmados,
vigiar os marinheiros, evitando a pratica de
excessos o fazondo embarcar os que se cm-
briagassem, urna voz que observassein asor-
dens e instrucijes da autoridade policial.
Nj sei como vio nisto q nobre deputado
urna buiuilbaco para o paiz, que provocou
tao graves censuras de S. Exc, a ponto de
considerar ftida a dignidade nacional I
(Apoiados).
Mas se o terceiro faci tena a importancia
que acabo de mostrar, vejamos o que foi o
qu.'irto que den lugar a soltar o nobre depu-
ta Jo os vosda sua imaginario eeuthusias-
mo em dofeza da honra do Imperio, enten-
dendo que at ueste ponto foram sacritica-
dos os bros nacionaes I
Estabeleceram-se dous boteqnius volantes
as proximidades do ponto de desembarque
dos marinheiros dos nanas de guerra ingle-
es. 0 ministro britannico dirigio-mc urna
nota no emponho de tomar todas as pro-
videncias para nao se repetirem lamentaveis
conflictos entro os marinheiros inglezes e os
agentes da autoridade, eiicarregados de ve-
lar na soguranca e tranquillidade publica.
Referi que existiam no lugar indicado
dous botequins volantes, onde se dizia que
vondiam-se composi^des venenosas... '
0 Sr. Sii.veira Martxs :Compisicoes
venenosas E a polica o que faz ?
0 Sr. Ministro dos Estrangeiros:...
e quo seria conveniente a remocho de taes
botequins.
0 Sr. Silveira Martins d outro aparte.
O Sr. Ministro dos Estrangeiros :Est
vendo a cmara que agora entende o nobre
deputado quedovia fazer-se alguma cousa ;
O Sr. Ministro dos Estrangeiros:
Diroi ao nobro deputado qne esta orna
deferencia conforme aos estylos seguidos
sempre nesta casa ; e que eu teria anda
quo nao fosse sono pelo reoonhecimento
das eminentes qualidades do Sr. presidente
do cosolho.
O Su. Silveira Martins :A out seir
gnrur toitte honneur !
0 Sr. Fereira da Silva :i tout sei-
ynenr toute homrm I
OSr. Ministro dos Estrangeiros :
A Inut seii/nenr tout henneur ?
Ha rantta gente que pensa nao ter se-
nhore entretanto tem-n'o e bem severo.
(Risadas. ]
Nao acompanharei o nobre deputado as
outras considera<;es que fez para'negar
ao ministerio at ar para respirar I
Tom sido reconhecida a urgencia da re-
sol uco que se discute, e cumpre nao de-
morar sua passagom. Limitar-me-hei, por-
tanto, a dizer, que se nao existirem em tem-
po 06 meios regulares de que o governo ne-
oessita para arrecadago dos impostos e
realizado das despezas, nao cabera, de
certo, ao governo a responsablidade.
(Apoiados.)
Dissolvida a cmara pelos motivos noto-
rios e j apreciados pelo paiz, nao era pos-
sivel convocar a nova assembla para dia
mais prximo que oprimeiro de dezembro,
e ,1111.1,1 assim expondo-se o gabinete
censura que lhe fez o nobre deputado pelo
0 distrido do Rio de Janeiro, denoexis-
tava equivocado, porque tudo quantd se
passou co.n relago ao Sr. marecbal de
exercito conde d'Eu, licen^a ou exonerado
dos cargos que exercia, foi perfeita monte re-
gular e conforme s regras da disciplina.
Tonho aqui, Sr. presidente, os originaos
da correspondencia trocada nesta occasio
entro o Ilustrado principe a que me refiro, e
o ministerio da guerra.
O primeiro ollicio do dia 18 do novem-
uo, que parece nao desojar viver senao dis- bro, em que sua alteza mo (liz quo leudo
cricionanamente. Em 1871 podia ter con- necessidade de retirar-se para fra da cidade.
..^..:.i i ,: i.. _________.. ___r._:. ____:M _______ i .'
residente Lincoln "l38 "onlom menor passo era urna humi-
Ihac*
icao, nina indignidade !
(Apoiados).
0 Sr. Silveira Martins :Porque agora
diz V. Exc: que se vendiam composices
envenenadas.
U Sr. Ministro dos Estrangeiros :E'
oque se le em a nota do ministro jnglez.
Dirig cntoavisos aos Srs. ministro da jus-
tica e do imperio, relatando o facto, porque
nao podia doixar do prestar toda a attenedo
a urna representaco de tal ordem, feita pelo
Ilustre representante le urna ua^o amiga,
na qual, do mais, trata va-so de um servido
pial o do re mover, quauto possivel, tu-
do quo contribne para que se doom conflic-
tos entre marinheiros de navios de guerra
estrangeiros e a forc,a publica, Cumpria
averiguar se os propietarios daquelles bo-
tequins abusavam |>or tal f6rma da liecnca
quo, de certo, obtiveram para os estabelecor,
mas-para commodidade publica, o nao para
fomentar disturbios c perturbacocs da or-
dem.
Agora, consulto A cmara se outro qual-
quer procedimento poderia eu ter e se,
procedendo por esta forma, houvc a mais
ligoira quobra da honra e da dignidade na-
cional ?
Vozes :Muito bem !
0 Sr. ministro dos Estrangeiros :
Taes sao, Sr. presidente os tactos que o no-
bro deputado trouxe para demonstrar nieus
erros e crimes !
Peco Divina Providencia quo quando
aecusagoos dosta gravidade mo forem diri-
gidas nao tenham outra prova I Apoia-
dos.)
Espero que as futuras aecusaroes, que o
nobre deputado me dirigir, hoi de conven-
FOLHKTIM
PELO
VISCONDE PONSON D TERRAIL.
PRHIEfRA PARTE
O i-txtello doftTcacailorew nosi'os
(Continua^o do n. 13).
XV
INeste cmenos, seu pai escreveu-lhe, bem
G no a seus irmos, para que voltasso im-
:.. i chatamente Bohemia. Apresentava-se
a occasio.
Hermann montn a cavallo urna manha
< parti, deixando algumas fras palavras de
alos a (iretchen.
Gretchen espern Hermann durante todo
o dia, noute recebeu ossa carta, foi acom-
raettida de urna fobre cerebral c morreu
d'alii a vinte e quatro horas.
Cu tinha chegado ao cemiterio de Hei-
delberg, na mesma manha do dia em quo
a onterraram, e como nao tinha podido en-
contrar tmulo vazio, taba-mc escondido
entre um grupo de cyprcstos, cuja negra fo-
lhagem me abriga va dos ralos do sol.
Vi passar junto a mim o esquife de Gre-
tchen ; osse esquife era descoberto, segundo
o uso allemo, e deixava-nic ver o rosto da
joven.
Fiquei impressionada com a semelhanca
extraordinaria que Gretchen tinha comigo ;
too impressionada qqe tivo a idea de vir ter
comtigo, com o auxilio de um estratagema
quo essa semelhanca me forneceria.
Passei o dia inteiro debaxo des cyprestes,
e osperei a noute com impaciencia.
* Apftias anoutecou dirigi-rae ao tmulo de
Gretchen, e, armando-me cora a enxada que
o coveiro tinha esquecido, comecei a cavar
a trra fresca. Muito me sustou isso I por
que havia muito tempo que nao tinha san-
gue, e que caminhava pela trra gelada.
Consegu com tudo desenterrar Gretchen,
e, despindo-a completamente, vesti os seus
vestidos.
Tirei-lhe tudo, atea cruz de ouro que
Hermann lhe tinha dado c que ainda lhe
penda do pesclo, e depois, como acezar
dos mous vestidos, ainda tinha fri, lancei
o seu sudario por cima do meu c continuci
o meucamiuho.
Depois de urna jornada do oito noutes,
cheguei aqui. Eu sabia, porque os inortos
sabem tudo, que aqui chegarias na manha
segrate, e encontrei Hermann, seus irmos
o pai, sentados ao fogao e conversando.
Que pena o eu nao ter trazido essa
pobre Gretchen I
Porque ?perguutou o conde de Hol-
dengrasburgo.
Porque o marquoz do Simianc, do
quera tratei, pretenda que ella se assome-
lhava muito baroneza do Nossac, que mor-
reu ha um airan. E, pois que esperamos o
baro, poder-nos-hia ella prestar um verda-
deiro servigo, encarregando-so do papel de
raorta, na comedia quo lhe prepararnos.
Eu tinha parado porta o olles nao rae
tinham ouvido chogar.
Gretchen aceita o papel disse eu de
repente.
Ellos voltaram-se estupefactos ; Hermann
balbuciou e empallideceu, e o conde, que
eu nao conhecia, olhou para mim cora ad-
mirado.
Meu caro Hermann disse eu ao
amante de Gretchen um ingrato, e eu
deveria odia-lo... mas perdo-lhe.
Elle cahio aos meus ps e pegou-me na
mo.
Meu Dous !disse elle commovido
como" ests fra !
Virn a p respond eu e caminhei
toda a noute.
E aproximei-me vidamente do lume, por
que minhas forcas comecavam a esgotar-se,
e estive durante um quarto de hora sem
fallar.
Pobre, Gretchen murmurava Her-
mann, com fatuidade como me ama I
Senhora disse-mo o conde de Hol-
dengrasburgo -nao se assusta cora 0 papel
que lhe destinara ?
Naorespond eu o papel agrada-
nte e representa-lo-hei muito naturalmente.
- Julga isso ?
Tenho essa certeza.
Hermann desaton a rir-se.'
Boa Gretchen I disse elle Como
corajosa !
Creo,tei'-lh'o prqvadorespond com
seceuraporque vira de Heidtlbarg aqui, a
tirem nesse tempo todas as actas das dei-
r,^es que lioban de ser apreciadas na veri-
iicavAo dos poderes.
Convocada a cmara para aquello dia,
nao esta va as mos do governo abre\kw a
verificaco de poderes, e fazer que tivesse
lugar mais cedo a abertura do parlamento.
Logo que fci eeita a mesa apresentoit-se
esta resoluto, por cuja adopcio insta ao
go\ orno.
Tudo quanto depelo do gabinete est
feito ; elle nao tem responsablidade pelo
que se seguir.
O que lhe cumpre agora ao dar conta
de seus actos para, pue sobre elles se profira a
deciso desta casa, Taze-lo, como tem feitoi,
do modo mais resumido possivel.
0 nolwe deputado com o seu discurso'
teve por tim captar a popularidade...
0 Sr. Silveira M.vrtins- :Nao apoia-
do ; cumprir o meu deeer.
O Sr. Ministro dos Estrangeiros ;..,.
nobre intuito que eu touve, desde que seja
conseguido pelos meios que se me augurara
os mais proprios para conquistar a boa
opinio do paiz. Mal aventurada da rainha
patria se bastar, para conseguir a populara-
dado, a coragem de atacar com vehemencia
a tudo e a todos. Eli* devo ser a recom-
pensa de constantes e repetidos servigos
causa publica, sempre prestados com. as
mais puras intenges, como abnegaco e
desinteresso.
Vozes : Muito betn 1
O Sr. Ministro dos. Estrangeiros;
Pego mil pecdoes cmara, por haver abu-
sado de sua attengo (muitos nao apoiados)
nestes preciosos momentos, mas n&o me
julgaria digno- do, apoio> que della solicito,
se nao tivesse acudido promptaraenio a res-
ponder a uuvi das mais graves aecusaroes
quo se podem fazer a ministro de-negocios
estrangeiros, a de haver huniilhado a dig-
nidade de seu paiz aecusago, quo minh
consciencia repelle e que espero nao. encon-
trar acolhimento no sei desta Rastrada as-
sembla. (Muitos apoiados.)
Vozes Muito bem.
0 SR. PEREIRA DA SILVA (moviaento
de atteugao. ) ;Eu e meus angos polticos
tomos votado pelas urgencias pedidas, para a
resolugo quo manda vigorar o orcamento
vigente at que um novo decrete o corpo le-
gislativo. Pretendemos approvar igualmen-
te a resoluco a fin de que se converta era
lei do estado, e fique o governo habilitado
seguido lei de orcamnnto, preferio, porem,
urna resolugo que lhe deu meios at II
de dezembro de 1872. Vra maio de 1872
podia ter alcangado urna resoluco que o
autorisasso, desde o 1* de Janeiro de 1873,
antes de dissolver a cmara dos Srs. depu-
tados, quo dovia prever-so nao reunir em
tempo do conceder-lhe a autorisago.
Apoiados.) Agora mesmo, s depois de
olV.'recida urna interpcllago por um dos
meus amigos polticos, que so resolveu a
solicitar a resolugo de que nos oceupamos.
( Apoiados.) Accresce ainda que appareu-
tando necessidade sua urgencia, esto
os Srs. ministros a gastar tempo com lon-
gos discursos.
Vozes:Nao apoiado.
OSr. Fereira da Silva:Pois naofal-
lou longamente duas vozes o Sr. presidente
do conseibo, urna oSr. ministro do imperio,
Outra o Sr. ministro do estrangeiros, e nao
esto com a palavra anda varios dos Srs.
ministros? (Apoiados). Nao podia um s
por todos resj)on Nos temos quo liquidar com o governo
questes gentes o proviuciaes da maior im-
portancia ; guardamos, pomo, para occa-
sio opportuna 'apoiadosj, porque deseja-
mos que ao menos se salven as apparencias
do governo representativo. J nao passa
elle de liego c-phantasmagovia. (Apoiados-),
Assim mesmo antes ella do oue o absolutis-
mo com sua nudez, para que venha quanto
antes a reaeco e possa reliabthtar-so o rgi-
men parlamentarr e se nao dosmoraliso.n todo as nstituigoes monarchico-represento-
tivas. (Apoiados,.
Cedemos, portanto, da palavra, para vo-
tarmos quanto antes a resolugo. (Muito
bem, muito bem;.
OSR. JCNOLEIRA (ministro Sr. presidente, a cmara se bn de recor-
dar que hontem o nol)ro deputado pela pro-
vincia, do Rio-Grande do Sul dtr-igio-se a
mim censurando o modo por que- foi conce-
dida a sua alteza o Sr. marecbal de exercito
conde d'Eu, quando deixou o evercicio dos
cargos de comrnandatito geral de artilharia
e presidente da commisso de ntelhoramon-
tos do material do oxarcito.
No. estado em quo vai o debate,, eu nao
quera de forma alguma contribuir para o
protellar, mas tambera certo (fuo nao me
foi possivel deixar do acudir ao repto, que
me dirigi o nobre deputado.
Una vez que S. Esc. entendeu qne o mi-
nistro da guerra tinha naquella occasio dei-
xado enflaquecer os lagos da disciplina mili-
tar, julgo igualmente que meu dever de
honra e de lealdade nesta occasio-demons-
trar oamara nao s-como eu curnpr as mi-
nhas. obrigages e zeki o meu cargo, como
qual o digno procediraento quo teve o prin-
cipe quo exercia esses lugares, sem.quo por
isso se rn-possa lancar a pecha de nimia-
mente attencioso, pois quo eu teria muito,
prazer em. vir nesta tribuna fazer- tambera a
defoza de qualqueroicial do brioso exercito
brasileiro, que fosse injustamente aecusado
Quando-o nobre.dbputado pola- provincia
do Rio-Giiaude do Sul, que hontem langava
O stygma sobre todos os cdados que teem
regido os destinos deste vasto imperio sob
todas as situagoos polticas, arremessando-se
denodadamente sobro tudo, pareca facer
com quo- tombassein e cahissem dante-do
Ipa voz poderosa odiante dos esforgos de seu
talento, todos os homens, todos os caracte-
res, todas asclasses, o quig;t. os principios
da nossa organisago poltica, era misto! que
algumas vozes se* levantassem para protestar
contra militas das assorccsdeS. Etc., prin-
cipalmunto quando essas assergos. so rofe-
rem a membros do governo que aqui se
achara presentes, #que so aprossaram em
pedir a palavra para explicar os seus actos,
que so podem ganhar em lustre e brilho
com a discusso nesta casa.
Protestei nesta occasio, dizendo que o
nobre deputado pelo Rio-Gram.le do Sul os-
po mendigando. Ora, como nao quero
nada de si, porque me abandonou, deixan-
do-rae sera dnheiro, virei aqu todas as
noutes, demorar-me-hei at madrugada e
ir-rae-hei embora.
Para onde ?
Para casa do cura da aldeia que urna
legua d'aqui.
A pe ?
Nao, empresar-rae-ha um cavallo.
Eu tinha mentido, dizendo que ira para
casa do cura da aldeia ; mas, assim era
preciso, para ter o direito e o pretexto do ir
deitar-me na cova do urna defunta, todas as
manhs.
Hermann quiz insistir, seus irmos e pai
juntarara-se a elle.
Preferedisse-lhe ouque eu v em-
bora e nao represente o meu papel de
morta ?
Nao, naodisseram elles.
Deixemo-la obrar sua vontade i
disse Hermannum capricho de mulher..
que passar.
0 dia comegava a despontar ; o conde e
seus filhos levantaram-se ,para se irem
deitar.
At noute disse eu a Hermann.
Elle quiz demorar-rae ; eu fui inflexivel.
Deram-rae um cavallo, e juro-te que me
nio foi intil, porque esta va muito cangada.
Montei n'elle e toraei o caminho da aldeia,
no cemiterio da qual eu tinha passado a
noute "precedonte.
Havia em volta do campo de ropouso um
bollo prado ; colh n'elle algumas wergiss-
mein-nicht e algumas margaridas para res-
pirar o seu perfume no meu tmulo, prend
o cavallo a urna sebe de pinheiros mansos
e entrei no cemiterio.
A cova vazia que eu tinha oceupado na
vespera estava j oceupada ; errei durante
urna hora sem encontrar outra, e fui obli-
gada a esperar, n'uma mouta de cyprestes,
que o coveiro, que cavava um fosso desde a
aurora, o tivesse acabado e sahisse.
A noute encontrei o cavallo, montei e ga-
lope i at ao castello.
0 conde e seus filhos recebecam-me com
alegra e indicarara-me o meu papel, que eu
sabia antecipadamente,' e disseram-me qu
um tnapan te deva coaduzr na manha
seguinte de Marienwerder.
Gretchtfidsse-me Hermanu rara
ao racu quarto ; preciso quo te de todas
as instrucgOes necessarias.
Tonho fro rcspondi-lho eufique-
mas aqui.
Quando acabara de rao fallar, tinha che-
gado a hora da partida para ello o sous ir-
mos, o foi-lho preciso deixar-me.
Oh murmurou com colora o dcs-
peitozorabasto de mim, Gretchen, mas
esta noute...
Esta nautorespond eu.passar-se-.
hado mesmo modo... Quero castigar-te.
Haide rospeitar-me... ou matar-me-hei.
E mostrei-lhe o punhal quo Gretchen
trazia cinta o que eu lhe tinha roubado.
E's urna rapariga extraordinaria
disse-mo elleseja o que quizeres...
Nao tenho preciso de te contar o que se
passou noute, to bem o sabes como eu.
Depois da comedia rotiroi-mo cora Her-
mann, para o seu quarto, e quando elle
adormeceu vira ter comtigo.
Quando d'aqui sah, voltoi ao quarto de
Hermann, que, ao acordar, mo vio junto
delle. Urna hora depois, deixei, como na
vespera, o meu cavallo no prado e entrei
no cemiterio. A porta do campo fnebre,
encontrei urna joven raorta que sahia, en-
volvida no seu sudario.
Onde vais ? perguntei-lho eu nao
sabes que nao tarda a apparecer o sol ?
Bem o sei.
N5o ests morta ?
Sem duvida.
Os morios, com tudo, s podem viajar
de noute.
Tem razo ; mas hoje dia do Corpo
de Deus, e n'esse dia as ranlheres que mor-
rerara virgens, podera errar at noute,
pelos prados floridos, para colhorem e en-
trangarem coras do margaridas e de perpe-
tuas. Eu era virgem quando morrf, uso do
meu direito.
Onde o teu tmulo ?perguntei-lhe
eu.
All, em baixo respondeu-me ella,
indicando-m'o cora o dedo.
Pois bem respondi-lhe eu vou
deitaT-rae dentro d'elle, durante urna hora,
porquo vajei toda a noute, e, depois de ter
descangado, vrei ter comtige... Tambera
amo as margaridas e as perpetuas, e morri,
igualmente virgem.
Dormi, com effeito, uraa hora ; depois,
precisare doixar o exercicio dos cargos de
presidente da commisso de molboramentos,
e do comitfandante geral de artilharia, e que
jTciterava o podido que por vezes tinha feito
aogeverno imperial, sendo o ultimo por es-
cripto em 1870, de lhe dar a sua exonera-
go; mas quo se ella lhe nao fosse aceita
pedia que lhe fosse concedida urna liconga.
Ora, da exposigo que acabo de fazer, e
que consta do documento quo aqui tenho
presente, v a cmara quo o Ilustre principe
quando dcclarava quo estava prompto a rei-
terar, como desdo 1870 tinha foto |>or ve-
zes, o seu pedido de exonerago, porque
sabia que era virtude de algumas heenga*,
que era obrigado a solicitar, nao poda satis-
fazer com grande assiduidado os cargos que
ocQupava ; mas se o governo entenda que o
podia dispensar par algum tempo, sua alteza
pedia uraa liconga.
0 que mo cumpria, pois, fazer ueste caso:'
Aceitar das alternativas propostas a menos
conveniente, conccdcndo exonerago a um
ollical general do exercito brasileiro, que se
illustrou nos campos do Paraguay, onde
prestou grandes servigo na campanba das
Cordilhoiras (apoiados), eque tem emprega-
do a maior soliettude ezdc noeumprimeiito
do seus deveres, quero-orno coinmandanto de
artilharia, quer como presidente da-commis-
so de legislagao do exercito, qwer como
presidente da commisso de melhoFamuntos ?
Seria urna gravo injosfiga, pois que sua
alteza tem-se osforgadb com solicitudee zelo
pouco vulgar, e tom apresentado os traba-
Ihos quo se achaoi annexos-M meu rolatorio,
e OUtros muitos quo constara da secretaria
de estado o que posso fazer patentes a esta
augusta cmara para quo- ella veja quo
aquello principe, altamente" collocado, tem
todava empreado, como disse e repito, a
maior soliciludo, dedicago e zelo no cura-
alimento do seus deveres. (Apoiados).
Os traballios concernentes ao ao codujo
yewtl militar,, ao cdigo discidiar, ao
eodigo do proce-iso militar, reorganisagio
do corpo de sade, ao augmento de sold, i
obras de fortificages do porto, esculla de-
armamentos modernos, e aotrtros assumptos,.
tttestam a boa vontade e a intelligencia do
Ilustre principo-.
Deva eu a este nobre general, que tem
cumprido assim os seus devores, que se-
apresentava resjioitador da disciplina militar,
tratar menos delicadamente o como eu nao
tratara qualqueroicial do ejercito, porque-
a todos tenho tratado bem ? (Apoiados).
Respondi-lhe quo o governo imperial nao-
lhe conceda exonerago, mas que lhe con-
ceda liconga, e nessa occasio liz o quo fago
a todos que merocem ; declarei que agrade-
ca a sua alteza os servigos que tinha presta-
do em diveesos ramos dependentes do minis-
terio da guerra. Isto tenho eu feito com to-
dos os offieiaes.eempregados.que tem cum-
prido fielmente os seus encargos.
0 nobre deputado pelo Rio-Grande do Sul
disso-nos hontem quo os principes nao de-
vera estar cima da lei; devo tambera dizer
a S. Exc. me os principes- nao devem estar
fra da le. (Apoiados).
Portanto, se respondo, a qualquer oicial
do exercito, que tem cumprido bem o seu
dever por uraa maneira condigna, louvando
os seus servigos, tambora dovia responder ao
Ilustro prncipe, agradecendo os quo elle
tem prestado, e quo sao notorios, pois que
sua afosa tem oceupado. varios cargos com a
maior proficiencia o dedicago.
Mas, disse o nobro deputado, sua alteza
nao esperou a licenga e retirou-se da corte
antes do lhe ser concedida, isto urna que-
bra do disciplina,.
Vou demonstrar quo S. Exc. foi victima
de informagoes inexactas. Deterruinei no
dia 1,8 do novembro quo sua alloza ontre-
gasse o exercicio dos cargos quo OCCUpava ao
marochal Soares do Andrea.
A 19 diz-ine esto general:
Communico a V. Exc. que, em cum-
primento do aviso de hontem datado, tomei
boje posse do cmxo de commandante geral
interino de artilharia, que me foi entregue
por sua alteza o Sr\ marecbal de exercito
conde d'Eu.
J v, portento, a cmara que o Ilustre
principe, antes de se retirar da corte, entre-
gou o exercicio ao marechal de campo Soa-
res de Andrea, e entregou da maneira mais
condigna, sem precipitago alguma, como
so poderia crer das palavras do nobre depu-
tado.
Aqui tenho eu um officio de sua atoza, do '
referido dia 19, declarando que passavaao
marechal Andrea o exercicio desses cargos,
juntando um relatorio do estado em que se
achavam os trabalhos de que elle estava oc-
eupado.
A cmara comprehende que quera faz om
relatorio destes nao se retira precipitada-
mente, nem deisa de cumprir risca os seo-*
deveres.
Por conseqoencia st fra de duvda, nao
s que a maneira por que o Sr. coaded'Eu
se dirigi ao ministro da guerra solicitando
a sua demisso ou liceng, foi a mais con-
veniente e a mais couforme s regras da dis-
eiplina, como tambem est demonstrado que
sua alteza smente se retirou da corte depo**
de entregar o exercicio dos cargos que occ*-
pstv ao Sr. marechal Ainlra.
Nem outra cousa era de esperar do illus-
trado principe.
Declaro soleranemeute caftNira que en-
tre os- ofliciaes do brioso exercito brasjleini
aquello que for amante da disemina fia de
ser como sua alteza. NkiiCT' so relrou dest
corte, autda por dous ou tres-das, sem pf-
via connnoiMCiwjo ao ministerio ola guerra.
I. o quo se tem passado dorante a minha
adimnistrago, o ct que dou testemunio;
() nobre deputado, portanto^ nO' foi feliz
nesta censura, comu em imita* outras.
Formo da couscioncia do no&re deputado
bom conceito para suppr qiw seS. Ixc.
estvesse perfeitamente informadb Oo qae se
passou, se no tivesse sido echo de accaea-
gesanonymas quapoF ah correram certa-
mente nao teria feitoy nem ao Ilustre prwi-
pe marechal de exercito,. nem ao rainstro-d
guerra, a censura immerccida que tez. (Mu
to bem,.
Liquidado este ponto, Sr.. presdante, que-
me parece fra de toda- a contestar", per-
mitta-me a cmara qae por jwucos momen-
tos eu oceupea sua atteugo, sem corntudo-
querer de-forma alguma protellar o-dbate,
tanto mais que todos reconhecem que o mi-
nisterio o primeiro interessado que esta re-
solugo pause com a mxima brevidade-;
mas quando se nos aceusa aqui por falta:
que sao phautasiadas pela imaginagao dos
nobres deputados, quando- se nos atiram
podras, quando se nos fazem carga de actos-
que nao praticamos, mistar que tambem
lavremos ra protesto, para que onde for a
acPusagao v tambem a defeza ; bem.que
essa defeza) nao possa agora ser seao^m
termos syutheticos, pela circumstancia do
momento, c-porque j tenha sidofea-bri^
lhantementc polos collegas que me antece-
deram na tribuno, e em geral do modo
,mais completo, quando se tratou da poltica
do ministerio c de seus actos, pelo Sr:.presi-
donte do couselho, quo hontem junten -sua
cora parlamentar mais um iuvejavol floran.
Sr. presidente,, o illastre deputado pela
provincia do Rio-Grande do Sul atirou sobre
o gabinete de 7 de ratr^o- toda a fonca, toda
a vehemencia de seus tfJentos oratorios.
Apresentou este ministerio como o causan
dor das desgragas publicas. Apresentou. o
paiz reduzido ao estado mais miseravol:;
quiz nos tornar impopulares dizendo que-ttV
uhamos violentado as cleiges e mal barata-
do os dudieiros pblicos e praticado> oUi>-
horreudos. attentados.
(Continuar-si-ha).
VRIEDADE
%
m
*-
ao levautar-mo, tve o pensamento do to
apparecer do dia, c om voz do ir tor com a
joven morta, montei de novo a cavallo o
cheguei, com geral estupofaego, ao sitio on-
de ahuogavas.
Agora, meu caro barao continuou o
vampirotenho calor e siuto-me forte, vou
deixar-te, voltarei na prxima noute, e at
mo vers antos, porque voltarei do cemiterio,
depois do por do sol. Adous.
0 vampiro bejou de novo o baro na
bocea e na fronte, e sabio com o seu intei-
camento costumado. Ao chegar porta,
voltou-se pela ultima vez, atirou-lho um
beijo eum sorriso e desappareceu.
0 baro sentio-so immediatamento acom-
mettido por urna febre estranha, por um
somno de chumbo que lhe paralysou o pen-
saroento durante muitos horas ; c, quando,
emfim, acordou, ouvio perto de si, do outro
lado do tapamento a que o seu leito estava
encostado, duas vozes que conversavam sem
barulho.
Urna era a de Wilhelm, outra... a de
Roschen I '
0 baro tinha mentido sem querer,
quando tinha dito defunta que nao amava
Roschen, porque estremeceu vivamente, e
o ciumo mordeu-o no coragao, quando re-
conheceu a sua voz misturada de Wil-
helm.
XVI
A voz de Wilhelm fez estremecer profun
damente o baro.
Porque ?.
Este porque seria to diflied de explicar
como as mil c urna theorias emittidas a res-
peito do coragao humano, pelos philoso-
phos quo o tem muito pequeo, e pelos sa-
bios que nem pequeo o tem.
Porque T Isto d'onde provinha quo
Wilhelm que, ainda na manh precedente,
lhe tinha apparecido como o irmio de Ros-
chen, e nada mais, tinha agora o dom de o
commover, s pela sa voz, quando pensa-
ra que Roschen ouvia essa voz T
De certo, o baro nao o poderia dizer, e
nos nao tentaremos analysar essa extraordi-
naria sensaoo.
Mas, do mesmo modo que se corre, por
vezes, adianto de urna desgraga presentida,
o seuhor de Nossac foi dominado repentina-
mente por urna inflexivel curiosidade, e,
certo como o estava, antecipadamente, de

OS VPONEZES EM LONDRES.-. Cb era
baxadores japonezes,, ora ca Londres, dv-
ram um jantar diplomtico, no. Hotel Ai-
lace, era Buckingham, ha poucosdias.
Uraa deputago do conslho director da
lllianca Kranyelica foi recebida pelos, era-
baxadores, c lhes ajiresentou um memorial,
solicitando que todos os decretos vigentes
contra a pratica da religio catholica sejam
banidos dos dominios do imperador d'i,
Japo.
ouvir cousas crues para elle, encostara a
ouvido ao tapamento, e poz-se a escutai
cora urna avidez quasiselvagem.
Digo-te, Roschen dizia a \oz de
Wilhelm que j nao es a mesma para eo-
niigo ha dous das.
Louco 1
Nao o ostou, nao.
E' forgoso que o estojas, para me
fallaros assim.
Tenho um coragao que sent...
Ah I disse Roschen, com certa
irona.
Eunsolhosque veera.,.
Deveras !
E a voz de Roschen tornou-se sartas-
tica.
7 Oh Rosehen, j t'o disse < sinto-o.
Desde que esso estraiigeiro maldito passou
entre nos, dosde que representamos essa in-
fernal comedia, tomaste a serio o teu papel.
Sora duvdadisse Roschen, com urna
gargalhada, que nada tinha de ingenua.
Ama-lo-has tu ?
Roschen deu um grito.
Oh tu nao o crs, nao assim,
Wilhelm ? disse ella em tom de
plica. ^
Sei-o quas com certeza.
Loucura !
Adivnhei-o.
Mentira !
Sinto-o c adivinbo-o, digo-t'o
adiviuhei-o hontem, pela maneira lasciva
indolente com que te encostevas ao seu
brago... V-te empallidecer e tremer quan-
do Gretchen lhe appareceu... Roschen, tu
enganas-me 1 ou vais enganar-mo I
Wilhelm !
Se o fizerescontinuou Wilhelm com
crescente coleracautela-te eomigo I
Mas, juro-te I..,
Tirei-te da lama, Roschen : eras urna
costurera de Heidelberg, filha de um al-
faate, nada mais...
Perdo 1 murmurou Roschen tr-
mula.
Fiz de ti a amante de um estudante,
e de um esudante fidalgo, o que mais ,
dei-te ouro e jois, enfeites, e...
(Gontinwr-se-ha.)
M W U1A1UU RA DUQUE DE AXUo
meu
sup-
eu

. !
.


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