Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12814


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Full Text
^Bl !-
AMO XLll MJMERO 14
-".

IABA A CAPITAI, E LUGARES OXDE llX% g^ JAA PORTE.
Por tres mizes adiaiitados....... -l^^Kf^V 6900*
Por seis dix dem s.................. 125000
Por ura anuo idem................. 21&000
Otd.i numero avulso................. 320
DIARIO DE
SABBADO 18 DE JANEIRO DE 1873.
PAHA IHVTly K FRA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados........# ..... 65J750
Por seis ditos idem. .* .. .. 13JNMH)
Por nove ditos idem.................. 20W50
Por um anno idem................... 27P0W
S'
PROPRIEDADE DE 1WAN0EL FICUEIROA DE FARIA & FILHOS.
O Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Gongalves & Pinto, no Maranho; Joaquini Jos de Olivoira & Filho, no Cear;, Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba j Antonio Jos Gomes, na Villaf Penlia; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em >'azarelh;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em AbfAas ; Al ves & C, na Bahia ; e Leite, Curquinho & C. no llio'de Janeiro..
Alafias; Alvc
parte ornciAL.
Gincruii da |rovneH.
EXPKIHKXTE 1M1 DA 8 DK IANRIHO DE 1873.
Actos:
O presidente ik provincia, vista do ollcio
do I)r. chufe de indicia n. 12 do hontein datado,
resolve eoosicder ai capitn do corpo de polica,
Luiz Felppe Cav.ilc.inti' do Albuquerque a exone-
raeo i|tie pedio do cargo' di delegado do termo de
S. liento.
O presidente da provincia, de eonformdale
COHl a proposta do Dr. chele de polica no otileio
u. i2 de hontein datado, resolv; noniear para o
cargo de delgalo do termo de S. lenlo o alferes
do corpo de polica Joto Francisco da Silva Castro.
Ooinmuuirou-se ao Dr. chele de poliea.
U presidente da proviii''ia, attendendo ao que
requereu Leovigihb liara da Silva Cordeiro, pro-
faiiiom publica de prime-iras letras da villa de Se-
rinhem, e temi tui vista a informar do Dr.
director geral interino da instruejiio publica de ;t>
de dezembro ultiiuc sob u. ?i2, resolve conceder-
lo* dous mezes de licenc.a com ordenado para tra-
tar de sua sadj, a contar do di a 7 do correte
me*
O presidente da provincia resolve, de conformi-
dade com. art. 150 da lei n :il de 14 de inaio
de 18.M, iwine.ii Antonio Correa Gomes de Al-
vi.-i.l.i para o lugar vago de niordomo do gymna-
*i*i provincial.
Oflicios:
Ao coronel coinniaiidanle das armas, remet-
iendo copia da tabella approvada nesta data pros i-
oriamente, ipio arliitra os valores da etape e f>r-
ragem no semestre de Janeiro a Ututo do corrate,
amo. e declaran lo que a reclain ico do capillo
commandante da onipanlrii de cavallaria para
ser elevada a U,t7o a forragem da cavalhada nao
pode ser attendi la em vista?, das ran'ies preceden-
tes -xp.-n-li 1i- pelo inspector da thesouraria de la-
teada na mfonuajio que por copia se enva.
O niinunicou-sc ao iuspectei da tlicsouraria de fa-
zeoda.
Ao mesmo, mandando que informe acerca do
pie requer o soldado do batalho naval Manoel
Caetano de Aran jo, aflu de i|ue se poasa salisfazer
o pie exige o ministerio da inarinha em aviso de
W do mez passado.
Ao mtsmo, mandando addir a um dos eorpos
de linha para prestar servicus o alferes honorario
-do exercito Prudencio Pessa da Veiga. flom-
ruunieou-se ao inspector da thesouraria de f.t-
tenda,
Ao mesmo, mandando por ara liberdade Jos
Francisco da Cruz, por ter provado isenjo le-
gal.
Ao Dr. ehefe de polida.Nao lia vendo forra
publica disponivel, detxa de ser salisfeita a requi-
vc.i> que faz o subdelegado d distrieto de S. J-
de Extrema, de um destacamento de polica pata
aquella localidade.
Nao pos*i deixir de notar as repetidas requisi-
ejjes de taes destacamentos pelas respectivas aun -
ridades, at dos mas insignificantes Jistrietos, pu-
r, eadu que m-iipimlHptimi*-f*U*ta podein
xercer os cargos pira que Ibram noiueados. Ou-
tr'ora em taes I strictos era a pohjCia local, fei'.a
pelos inspectores de qiiarteir.io, auxiliados por pe+-
sas do povo, que expontaneamente. ou a chama-
do das autoridades se preslavam as diligencias,
vm exigirem dos cofres pblicos paga, cumpriiulo
assm um dever de itons cidados; boje infeliz-
mente que s Bom destacamento de rca disci-
plinada se pode fazer a pristi de algum ebrio ou
recruja, por ouanto para a los criminosos e va-
leotiJes, os mesmosilestacainentos j vio sendo jul-
gados nsutlicienles I
Se a presidencia tiver de .-atisfazer todas as re-
qnisicoes de forra policial que lite sao feitas, nem
don* mil bomens scro suilicientes pira em cada
distrieto e povoado da provincia eslabelacer-se des-
tacameafos.
Compre pois restaurar a antiga pratica. Cada
subdelegado divida o districio de sua jurisdieco
sai tantos quarteiroes quant) julgue necessarkis.de
90rte que estes eomprehendain |equenas circums-
scripeoes, de modo a poderem os respectivas ios-
pectores, que devem ser pessdas idneas fcilmente
cordiecer os moradores, a eses agentes de instruc-
edM claras e resumidas, e deltes exija commun-
eacoes diarias e senianaes, c infornn as oceurren-
cias, que se forem dando ; tenlia-os sempre em
movimento e ac'ivdade, e ver que taes agentes
as-ini dirigidos, sero poderosos auxiliares, nao s
guante a preven cao dos deudos, como a captura
afcs crmimwos.
Pan as diligencias mais importantes ou difflceis,
se requistem as autoridades policiaes a forca da
guarda nacional que julgarem conveniente, aos
respectivos chefjs deila, sen lo outro auxiliar po-
deroso, a que pode o subdelegado recorrer, sem
que haja necessidade de faier destacar forja al-
guma.
Se o chele da guarda nacional deixar de pres-
tar a forja requisitada sem motivo justificado, e se
por nimisade part miar, ou por espirito de parti-
do, traga tudo hem eomprondo ao CDnhecimento
da presidencia, alim desta proceder com rigor
o.ntra aquelle, que assim faltar ao publico ser-
vico.
A autoridade que ten cfKiscencia de s-u prt-
prio mrito e q ie sabe manter-se na rbita das
suas attribuiciMS, desempenbando o cargo jvie lbe
.miado, con; amor e zlo pelo publico servic >,
encontra recurso a man para cumplir os cus -
reres todas as "ezei que delles precisa.
Ao mesmo, roeommeudaudo que faja seguir
para 0 presidio de Fernando na primeira opport j-
njdade, logo pie e-tejam n-stabelecidos os senlen
'iados a que allud) em ofllcio n. 16 de 3 do cor-
rente. Cammi nicou-se ao eommaadante do refe-
rido presidio.
Ao mosmo, (tM'larando (|tie nesla data se ex-
pede ordem ao commandante do corpo de polica,
para que no dia em que sabir para o norte o va-
por da companhia pernambucana, mande apres!n-
tar quatro pravas para escoltaron! a provincia da
Parahyba o criminoso Olegario de Carvalho Sel-
va, que n'aquella provincia passou varias notas
falcas do thesouro. OIBcou-se ao comandante
do corpo de pebeia e ao .gerente da compantiia
pernambucana para mand; r dar passagens.
Ao mesmo, declarando que as duas barricas
de Urinua do Reino e fragmentos de oulras que
a/ipareceram na praia da Boa-Viagem devem *er
remettidas ao inspector da alfandega, de confor-
rilade com o disposto n i art. .'138 do regulameo-
to de 19 de setembro de 186?. Communicou-sc
ao inspector da thesouraria de fa'enda.
Ao inspector da thesouraria de (azenda.
Coinuuinicando que o primeiro supplente dojuiz
municipal e de orphaos di termo de Agua-Preta
j'oaquim Lucio Monteiro di Francaassumio no dia
3 do crrente a jurisdieco daquelle cargo, por
ter o effectivo passado a exercer a vara de di-
reito.
Ao mesmo, Comiminicando que a 17 do
raer, passado Francisco Yaz Cvale ante assumio
igual jurisdieco no termo de Buique, por ter o
elTectivo entrado no exorcicio da vara de di-
reito."
Ao masillo, iommunicando qiie a o do refe-
rido mez assumio Jos Goncalves Torres o exerci-
cio do cargo de juiz municipal da termo de Flo-
resta, como supplente.
Ao mesmo, manda ido descontar dos ve ici-
uv'oK'S que jmdd nao foiam pagos oo ea-nortejro
do hospital militar Idelfonso Lucio Monteiro da
Franca a importancia dos objeelos ipie faltaram
na arrecadajo do faldamento constante da rela-
jan que por copia se remelle. Coininuncou-se ao
coronel commandante das armas.
Ao mesmo. Em resjmsta ao ofllcio de 3 do
corrente sob n. 6'l serie II, em que V. S. declara
que as presiacoes, que, segundo as ordens do go-
verno imperial, foram postas adisposij'-o desta
presidencia para auxilio da despea com a illuini-
nacodo respectivo palacio, im|Kirtain em.......
XiOQti tenlio a dizer-lbe que por eonta dessa
quantia mande pagar essa despuza a contar da da-
la em que entrei na adminislrajo da provincia
at 31 de de einbro ultimo, continuando-se nos-
se pagamento nos mezes (ue se forem vencendo,
emquanto nao se extinguir a supradila somma.
Ao corone! comaiaudante su|ieri<>r do Recife,
declarando que, em vista da inforuujo do inspec-
tor da thesouraria de fazenda, de 3 do corrente,
nao pode ser autorisado o pagamento da quantia
de 111800 que se despendeu com a mudanja do
archivo e mobilia da secretaria desse coim'itan-
do, atienta a falta de quota no orjameuto vi-
gente.
sAo de Olinda, declarando que para se satis-
fazer o seu pedido de 23 do moz passado. preci-
so que declare o numero de folhas dos livros que
pede, formato e fin a que sao destinados, orjando
o seu custo.
Ao de Santo Anto, mandando postar no dia
16 de levereiro, em frente da igreja matriz da ci-
dade da Victoria, urna guarda para fazer as hon-
ras devidas \h>v occatfo da festa de S. Sebas-
liio.
Ao rapito do porto, recomnnmdaudo quo
exija do pharoleiro o documento que existe em
seu poder e prove o destino que teve o livrode in-
ventaro do encarregado do pharol da barra, pro-
redendo as necessariasindagacoes|afimde veiillcar-
se o verdadeirofdestino oue teve. OfBciou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda.-
Ao Dr. inspector da sade publica, recom-
mendando que mande preparar com a brevidade
possivel e entregar ao Or. chele de polica, os me-
dicamentos constante-da rea jo que se remette,
os quaes lera de ser enviados para a comarca
de Limoeiro com applicajo aos atacados" da
varila. Fizeram-so as precisas communica-
coes.
Ao commandante do corpo de polica, recom-
mendando ijue faja seguir, sem perda de tempo
para Ingazeira, o destacamento volante, demoran-
do all o lempo necessario para a captura dos
criminosos. -Cominunicou-se ao Dr. ehefe d po-
lica.
Ao mesmo, recommendando que permutem
entre si os commandos dos destacamentos de S.
Bento e Caruan'i.
Ao juiz de direito da comarca do Buique.
Respoadsndo ao ofllcio de V. S. de 27 do mez pr-
ximo lindo, tenho a dizer-lhe quo o destacamento
volante tem a vantagnm de morer-se para qualquer
parte onde se faja mister a preseaja da forja pu-
blica, e quando nao consiga capturar criminosos,
concorrer para desloca-los e con*;guintemente
facilitar a priso delles. *
Aciresce iu tal des;acouwuto pode permauecer
em r|lntquer localidade o tempo que entendr*fte-
cessario para obter os rosultados que tem em
vista.
Relativamente aos servijos do delegado o len-
te Joo Pires Ferreira, prvados com a relajan de
criminosos capturados qu- me remetteu,"folgo de
ter occasio de o conhecer e louvar, como louvo,
declar.indo-lhe que logo que for possivel, augmen-
tara o destacamento por elle eommandado, alim
de emprehender as importaates diligencias que in-
dica.
Relaaio iat criminosos presos pe'.o tentnlt Joiio
Pan Ferreira, delegado do termo de Bu Horacio, criminoso de diversas mortes e roubos,
preso a 23 de outubro prximo passado, distante
desta villa 6 leguas.
Blandino, idem idem ; morlo no conflicto.
Josii Serapbim, preso no dia 2 de novembro,
distante i leguas, por crime de rouno.
Jos Amando, |>reso a 2' de novembro, distante
o leguas, por crime de roubo.
Joo Dias, preso a 30 de novembro, distante 5 le-
guas, por crime de roubo.
Simplicio Aires de Souza, famigerado assassino
de 3 mortes, preso a 5 de dezembrS| distante desta
villa 12 leguas.
Jos Marlins, preso a 8 de dezembro, distante i
leguas, por crime de morte e roubo.
libia Martins, preso a 8 de dezembro, distante 5
leguas, por crime de morte e roubo.
Luiz Chrispim, preso a 16 de dezembro, por
crime de morte e roubo, distante 7 leguas.
Joo Gonjalves, a 16 de dezembro, por crime
de morto c roubo.
Jos Magalhes da Silva Porto, a 17 de dezembro,
por crime de morte ; este criminoso veio entregar-
se por contar como certa a sua priso.
. Joo Redondo, preso a 25 do corrente, distante
desta villa 3 leguas, por crime de morte.
Aojuiz municipal do termo da Escada, aecu-
sando a recepjao do mappa que em virtude de or-
dem da presidencia, remetteu com ofllcio de 2 do
corrente, e recommendando a observancia do que
se expedio hontem acerca do procedimento crime
contra os ladriies de cavallos; porquanto informan!
que esa comarca tem se tornado um foco de mal-
feitores, contra os quaes cumpre levantar urna ver-
dadeira ernsada, auxiliando com o seu zelo e acti-
vidade I presidencia neste empenbo.
Ao promotor publico do Buique. Inleirado
de abanto Vine, me coinmunica em seu ofllcio de
28 do mez prximo passado, tenho a dizer-lhe que,
logo que for possivel farei augmentar o destaca-
mento dessa localidade, e que, nao obstante, de ve
Vine, de accordo com. o delegado, proseguir no
louvavel empenbo de auxiliar a minba administra-
cao na captura de criminosos, que com audacia re-
voltante affrontam a lei e a autoridade, e trazem
aterradas populajfcs mteiras; certo de que taes
serviros scro por esta presidencia reputados re-
levantes c tomados na mais seria eonsideraco.
Ao engenheiro ehefe da repartico das obras
publicas, devolvendo a conta que veio annexa a seu
ofllcio de II de dezembro, relativa ao gaz consu-
mido na casa da guarda do palacio da presidencia
no trimestre de julho a setembro ultimo, para que
entenda-se com o respectivo gerente, aflm de que
a reconsidere, vista do qne expoe o inspector da
thesouraria de fazenda no ofllcio que por copia se
romelte.
Ao Sr. Joo Caetano Rodovalbo de Alencar,
3' supplente do delegado de IVtrolina, declarando
que nao pode dirigir-se directamente presidencia
o sim ao Dr. ehefe de polica, sou superior imme-
diato.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO,
Offlcios:
t- Ao inspector da thesouraria provincial, com-
municando, de ordem do Exni. Sr. presidente da
provincia, que o delegado do termo de Villa-
Bella nomeou Possidonio Bczerra de Albuquerque
Maranho, fornecedor dos presos pobres no dito
termo.
Ao capit i do porto, declarando de ordem do
mesmo Exm. Sr., que por despacho desta#data
concedeu-se ao remita Mximiano do Nascimeuto,
o pr izo de 30 dias para provar isenjo legal.
despachos da p.ikmde.ncia dj dia 16 dk jaxeillo
de 1873. ^ .
Arsinio Aflbuso Pereira BorgesPor ora nao
pode ser o suppJicante attendido.
Akxandrina de Lima e Albiiqu vqite,Passe
portaria, na forma raiueiid.
Alfredo Alves Pacheco.Por ora nao pode o-l
supplicante ser attendido.
Antonio Floriano de Mello.Indeferido.
Braz Jos dos Res.-Informe o Sr. rapito do
porto.
Ezcquiel Honorio Gomes Palmeira.Informe o
Sr. Dr. juiz de direito das execujoes criminaes.
Francisco Manoel de S Pegado. Informe o Sr.
provedor da Santa Casa de Misericordia.
Francisco Antooio de S Barrete.Requeira a
thesouraria provicnial, que a nnii h^hilita.la
poder certificar o que pede o supplicante.
Joainiim Servulo Vieira da Paz.Nao ha por
ora vaga.
Josefa M. Pereira.-Indeferido.
Joo Jos de Luna Freir. -Pase portaria, na
forma requerida.
Padre Jos Procopio Pereira.Indeferido.
Joanna Mara de Jesuz. Informe o Sr. Dr. ehefe
de polica.
Jos Marliniano de Soua. Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional, do muni-
cipio de Pao d'Alho.
Jos Mathias da Fonceca.Deferido cem ofllcio
desta data thosouraria provincial.
Mara da Luz de Jesuz.Deferido com ofllcio
desta data, dirigido ao Sr. inspector do arsenal de
marnha,
Manoel Lourenjo dos Santos.-Informo oSr. ins-
pector da thesouraria de Fazenda.
Ten nto Manoel Antonio Barros. Xo leudo
anda decorrido o praso de seis mezes segundo
determina o art. 43 do decreto n. 1,150 de 12 de
marco de 1850, nao pode tor lugar o que requer
o supplicante.
Hachare! Pergentino Saraiva de Araujo Galvo.
Passe portaria, na forma requerida.
Rufino Manoel da Cruz Couseiro. -Nao estando
concluida a obra que contraton, nao se lhe pode
pagar o que requer.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Camargo.
Passe portaria na forma requerida.
Vicente Ferreira da Porciuncula.Deferido com
oflleio desta data thesouraria de faaenda.
HeparticAo la pwliriu.
2.* ser jo.Secretaria da polica de Pernambuco.
17 de Janeiro de 1873.
N. 112. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheei-
mento de V. Exc. que, seguudo consta das par-
ticiparles recebidas boje nesta repartico, foi
hontem apenas rcrolhido casa de detencao o se-
guirte individuo:
A' ordem do subdelegado do Recife, Zeferino,
escravo de Candido Gomes dos Santos, preso em
flagrante por crime de furto.
Em data de 4 do corrente cominunicou-me o de-
legado do termo de Bonito, que no dia JV de de-
zembro ultimo, Christovo Jos de Sant'Anna, Joa-
quim Jos de Sant'Anna, por motivos de minies
espancaram suas mulheres
Que no lugar Marra da Jaganda, d'aquelle termo,
Diogo Pereira^de Souza, ferira gravemente a Can-
dido Francisco dos Aojos, e que acerca de sera-
Ihante facto prosegue nos termas da lei.
Reconunendei ao mismo delegado qne, quando
remettesse o respectivo iuquerito ao juizo eompe-1
tente, me desss parte.
O delegado de termo de Tacaratd, por orfleios de
31 de dezembro ultimo e 7 do corrente, communi-
cou-me que, dirigindo-se com urna forja de poli-
ca e da guarda nacional, em perseguijo dos cr
mmosos de morte, Jos Geraldo de Sa Carc, e Pe-
dro Mara Randeira da Paz, os encontrando, poze-
ra-os em cerco, conseguindo depois de tenaz resis-
tencia a captura de Jos Geraldo de S Caz.
Que, no dia o do corrente, se apresentara volua-
tariamente o criminoso de morte Pedro Jos Mova
Caina, qne fazia parte do grupo de Jos Gerado
de S Caz, de queni amigo
0 Dr. juiz de direito da comaroa do Buique, em
ofllcio de 7 do corrente participou-me, que fura re-
cubrido cadeia d'aquella villa o criminoso de morte
Miguel Francisco, jue no dia 1 deste mez assasi-
nara a Izidoro Pereira dos Santos, e ferira grave-
mente a urna mulher de nome Josepha, no dis-
ir co de Pedra d'aquella comarca.
Com ofllcio desta. data do subdelegado dos Af-
fogados, foram recolhidas est repart jan 7armas
defezas, por elle apprebendidas no distrieto dd sua
jurisdieco.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente desta provincia.O ehefe de polica,
Luiz Correia de Quciroz Barros.
INTERIOR.
RIO DE J VAIHIO.
O ii-'>imIo.
III
A pretenjo da imprensa apposiciouista, dizendo
desconsiderados no convenio os tpatados Cotegpe,
visa um objeclivo, que nunja ser attingido, gra-
cas ao civismo e illustrajo do diplmala que cele-
brou em Assumpjo os tratados com que o imperio
pagou-se dos pesados sacrificios que lhe foram im-
pos'os pela guerra do Paraguay. O venerand)
Sr. baro de Cotegpe nao proceder, certo, como
os nobres senadores dissidentes, que engrossaram
a patrulla liberal para a eleico do Sr. conselheiro
Zacharas, como membro da commisso de respos-
ta falla do Himno.
O Ilustre negociador brasileiro nao quebrar,
para salisfazer clculos de terceiros, exemplar
coherencia de seu procedimento, collocando-se na
attitude em que o applaudo o paiz inteiro mando
exhaustos todos es ineios conciliatorios, realisou
szinbo os ajustes definitivos, aos quaes se vlncu-
lavain os mais altos interesses nacionaes.
O protocllo de 20 de junho de 1870 oppunba-
se de frente que o ministro brasileiro aceitasse a
proposta de seu collega argentino, formulada na
conferencia de 30 de novembro de 1871: inte-
gridade do Paraguay cassava-se at o dreite de
pugnar por seus interesses na questo de limites,
eterno pomo de discordia, que tem sempre susci-
tado graves questoes entre os paizes limilrophes.
Na divergencia, pois, presidio do nossa parte o
espirito de justija, e flcou mais urna vez a limpo
a generosidade de vistas com que levamos nossas
armas aquella inditosa repblica.
Mas, para salisfazer a seus clculos de opposi-
jo, justamente dahi que parte o orgo ullra-de-
moranco. criminando o procdimiinento do go-
verno que rompeu a allanca por um acto que
alias a Confederaco Argentina acaba de reconne-
cer legal, deixando-o subsistir, c indo por sua. vet
pratica-lo!
O reclamo argentino, todos sabem, nao versou
sobre as.estipulajoes des tratados, mas sim por
haver o Brasii, separadamente, ebegado um ac-
cordo sobre suas diversas pendencias, dando-lhes
definitiva solujao.
Se infraeco se houvesse dado, nao estatuira o
convenio a ropetijo de igual procedimento, tra-
tando isoladaiuente rada urna das duas repblicas
que comnosco completaram a al lia oca.
Como nao levamos etn mira escrever largos ar-
tigos, repisando questoes elucidadas, e s deseja-
nios provar que o accordo em nada deslustrou-oos,
delxaruas de acompanhar a Repblica em multos
treebos, que nao tem menor analoga com o as*
sumpt j que se debate.
E* assim que calaremos o conflicto Tejedor, que
est j julgado e condemnado, segunda pensa-
mos, dWe quo o governo de Buenai'Ayres aa-
naio aue continuassem em pleno e inteiro vigor
os tratados Cotegpe que a opposijo annunriou
derogados.
Hcaremos a msso Mitre e seu desenlace, >pie
a questo verterte.
Materia de encher, pontos estranho*. sao t.ila-
a* domis assersoes e*m\ que a folha ultra-demo-
craiiea quer aventurar juizos sobre a monarchia
e sobre o governe, como se nao lhe bastasse j a
lictnqa com que discute homeus e institujoes
siup n i re,v e reur Lado*.
Nem a opinio publica deixou de ser reveren-
ciada, como esfuma faze-!o o gabinete de 7 de
morco, nem foram desconsideradas a honra e a
dignidad.- da naca, por ministros, rujo civismo
nao pode ser equvoco, nem mesmo mais apaixo-
nada maledicencia.
E" o que vai ver-se.
O tratado da allanca eslava em positivo e pleno
visor, e o contrario dsso nunca o declaramos nos:
negociamos, isoladainente, com o Paraguay |)or
parecer-nos que tinturaos direito de faz-lo mas
formalmente declaramos que em nada lindamos
violado as condijoes que reuniram os tres povos,
que de commum accordo puzeram termo ao do-
niino dr Lpez.
Corrobora nossas asserjSes a declararlo for-
mal de nosso governo quando, na nota de 20 de
junho do eorreute anno assim .externava seu pen-
samente:
< Mas nao preciso levar os propsitos da al-
(tanja alm de suas positivas estipulacoes e com-
promissos para altlrmar que foi ella determinaa
por urna causa de beata e por interesses essen-
eiaes ae tres parte* contratantes. A desigualdade
dos sacrificios ou das vantagen* nao d mais di-
reitos. nem isenta das obrigaces controkidis, a
nenkum dos alliodos. "
t Essa desigualdade, Sr. ministro, que nao fdi,
de crto, a favor do Brasil, ao influir haje, como
nanc i*flua, em saa fUeHdade u pteto da al-
llanca. O Brasil cimprir sempre seus empenbos
de alliado com a boa fe e cavalheirismo de que
dM proras durante a guerra. Se. purera, o go-
verno imperial sabe quanto deve honra de sua
palavra, paz e amisade que interessa todos os
alliados, nao incoo* vivo o sentimento de sna
dignidade ; e a consciencia intima lhe assegura
que nao causa das diftlculdades qne est encon-
trando a execujao do tratado de i de maio, de-
pois de vencido o grande obstculo do riurigo
commum.
(Se essa glorieta allanca vlttu a romper-se,
ue nao se dte esparar da sabedoria dos allia-
dos, a responsabilidad' desse acto e de suas cou-
auencias mi recakiria sobre o goeerno imperial:
o ou tarde o juizo imparcial das ontras najoes
e propria repblica Argentina, fariam justica
plena ao direito, lealdade e prudencia do
Brasil.
Que era, pois, para quom nutria lo amistosas
diaposijes a declarajo do art 1.* do convenio
apera impugnado ? I
i* declaramos sempre que gurda vamos com in-
teifi lealdade e pacto da atlianca, pirque vacillar
em dize-lo de p com lodos os seus compromissos
e ntntagens recentes ?
Na etfcrveseetieia da questo Tejedor assegu-
ra vamos a um tempo que vigor*va o tratado de
allanca, e que nao convinlia ronipe-lo : como pois
* -alma, no jubilo de una sidujao lo pacitbxk
honrosa, quebrar a coherencia para nao
avio igualmente ?
) que accordamos, ltimamente, a asseverajo
olficial do que pensou sumpre o governo, que nao
va nos tratados- de Assumpco motivos snof para
que esfrassem nossas boas rebeoes com a rep-
blica Argentina.
Como inferir dahi um libello para o gabinete,
que acaba de ver sanecionado seu procedimento,
com a aceita-;o das duas repblicas da mesma
clausula, isto da negociajo em separado *
Os que opinam de outro modo fazom do um
gravo erro os alicorees de sua improcedente argu-
mentajo : a despaito da formal e constante de-
clarajo do governo, descobrom na negociac Co-
tegpe a violajo do tratado de allianca, e o dizein
s agora, pelo convenio, restabelecido.
Mas Ti erro dissipou-se : desde que o accordo
reconhecc em vior os tratados de Assumpcao,
imjiorta isso a declarajo de que tinha o Brasil e
direito de celebra-los.
E, pois, no reconhecimento de compromissos, a
que nunca nos recusamos nem houve humilhajo
nem esquejimeato das conveniencias nacionaes.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Retreispeete) poltico do anno
de 1899.
RECIFE, 1. DE JANEIRO DE 1873.
bkpi'bmca sammiiia.
A altiva e orgulhosa repblica platina, que se
desvanece em ser a mais rica, populosa, industrial
e feliz de todas as repblicas bispano-ameriranas,
nao vio passar o anno de 1872 sem se sentir appre-
hensva e cuidadosa, ante os trepudios infrenes dos
partidos polticos de suas provincias, e ainda mais
ante s complica,5es por ventura graves e serias
da sua poltica externa.
No que diz respeito esta, mais do una vez
estiveram os horisontes seriamente ensoiubrados
por escuras nuvens, contendo tempestades mr seu
seio, e mais de urna vez como que senlio-se na
repblica o ronco sinistro do trovo da guerra,
posto que em longes paragens o assim modo de
Iuem se aproxima lentamente, fazendo-se prece-
er pelo annuncio ameajador de sinistras e ro-
quenbas vozes.
Quando em 186i o fro tyranno d.o Paraguay,
o faingero Lpez, de execranda memoria, atirou
a luva da guerra ao Brasil e repblica Argenti-
na, euspindo-lhes nos fulgurosos pavilhoes a baba
pejonhenta dos mais desceuimunaps insultos ; sen-
tiram-se os brios dos dous povos revoltados, e des-
sa justa e honesta revolujio nasceu o accordo das
duas najoes, firmado no de maio de 1865, para
o flm commum de castigarem o audaz caudilbo,
tomando parte nesse accordo a repblica Orien
tal do Uruguay, que tambem. nutria queixas con-
tra o cruel dictador do Paraguay.
0 tratado do de maio tornou-se desde logo
um poderoso lajo de unio entre os tres paizes,
cujo commum interesse era debellar o inimtgo, que
selhes antolhava germen pernicioso de discordias
no sol dos seus respectivos dominios, respeitan-
do-s nelle todava a liberdade, independencia e
intcgridade do territorio da repblica contra a
qual se moviam os exercitos altiados.
Nesse tratado cada um dos alliado3 inserio clau-
sulas relativas s suas prctenjdes, no locante a
dclimitajio das respectivas fronteiras. 0 Brasil
ahi estatuio as reclamajdis que sempre apresen-
tara ao governo de Lopes, e que jamis foram en-
testadas com serios fundamentos por esse terrivel
homem de guerra.
A repblica Argentina, porn\ dando largas vis-
tas as suas ambices conquistadora, destendeu
obios cupidos alm do. que sempre pretender, e
inserto no tratado da allianca urna clausula, se-
gundo a qual seria transferido da |urisdicjo
Bapguaya para a dR confederavao o importante
territorio das Mlssfles, entre os rros Uruguay e I1-
rana, e hem assan toda a margn do (3uco, des-
de o limite da sua posse, em frente de Corrientes,
al a Babia Negra, un alto Paraguay compre-
bendendo-so nossa demareacSo a Hha do Cerrito,
chave do ro Paraguiy.
Al 18GT as pretonjoes argentinas nao passa-
vam do rio Bermejo ; depois dsso julgou-se essa
repblica com direito esteuder-se at a Baha
Negra. -
Foi multo querer, sem dnvida ; mas a tantas
ambieoes nao tinham os alliados nada que oppor,
urna vez (ue a inlegrdade territoial do Paraguay
era garantida no tratado, e eertamente os ajustes
positriores lr;u;ariaiH a liana ite conducta dos go-
vernos interessados no assumoto da delimitar.
Prosegu a allianca o seu intento, al que, ins-
tituido o governo provisorio do Paraguav, acetou
este, pelo protocollo de 2 de junho de 18611, a dou-
trina do tratado da allianja, declarando todava
que reserravu para os ajus.'es definitivas com o
gocenio permanente as modificaedes deste mesma
tratado, quepodesse proporotjaiurnolaiaijuaij, no
interesse da repblica.
A propria coufcdcrajo Argentina, dando tuna
prora de horaenagera a doutrina dopado de 18o,
llrmou os protocollos de 9 de maio e 20 de junho
de 1870, e assim tornou-se plenamente solidaria
com a ratilicajo das declarajoes do Paraguay,
quando assim se exprimi : O governo proviso-
rio da repuMici di Paraguay ratifica urna vez
mais as derlarajcs anteriores que fez ao aceitar
o protocollo de 2 de junho do anno prximo pas-
sado, e por conseguirte aceita em sua substancia
o tratado da trplice allianja, celebrado em Bue-
nos-Ayros no P de maio do 186j, reservndose
para os ajustes definitivos com o ijacerno perm i-
nente ai madiflearocs deste mesmo tratado, que pai-
sa propor o governo piraguu^o, no intftu da
repblica.
O que cumpria ao giverno argentino era aeee-
lerar a feilura dos tratados definitivos', epur essa
occasio apresentar os ttulos justificativos das
suas preteucoes e fazer rale.' o seu direjo, dos-
truiudo as assercoes do governo paraguayo o os
ttulos da repblica referentes posse dis terri-
torios disputados.
Longo, porm, de assim proceder, a repblica
Argentina so curou de pro.ellar a celebraeo dos
tratados, e, pasto que, em lius de I87l, telina no-
uid i um ministro plenipotenciario para o fim de
por um termino &s*i: negocio, fe-lo de forma
Iludir as esperanjas dos alliados, visto como in-
cumbi dessa misso um homem rixoso c nurigo
declarado do Brasil, e, |x>is, incapaz de levar
bom fim a empre/a, o que alias era intenjo do mi-
nistro de estrangeiros da republica, pnitencioso
estadista, quo prima mais pelo son odio ao impe-
rio, do que por talentos e virtudes que est longe
de possuir.
As oulras najoes alliadis minearan! tambem
os seis representantes, e todos estes foram reu-
nr-se em Assumpjo aos plenipotenciarios para-
guayos, e desde logo comejaram as conferencias
preliminares, manifestando-se precursiras de des-
accordo de vistas.
Ao comejar o anuo de 1872 era patente a im-
possibilidade de um arranjo amigavel, e o minis
tro oriental retir u-se da Assumpjo, declaran-
do que acquiesceria ao que Bafissaai os seus col-
legas. Pouco depois relirau-se igualmente o mi-
nistro argentino ; mas este teve o imprudente ar-
rojo, o tresloucado atrevimenlo de intimar ao go-
verno paraguayo para que nada fizesse na sua
ausencia, como se o Brasil e o Paraguay, najoes
livres e independentes, tivessem carencia do bene-
plcito do governo argentino para celebrar tratados,
quando e como lhes aconselbasscm seus recpro-
cos interesses.
Perdida a esperanja de accordo, o ministro bra-
sileiro, o senador baro de Cotegpe, notavel ho-
mem poltico do imperio, encetou negoeiajoescom
os delegadas d) governo de Assuinpco, o alinal
firmou com lies tratad >s de pal e amisade, eom-
mercio e navegajo entre os respectivos estados,
cujas relaces desde logo ficaram no inelhor p,
com manifest ganlio para a republica, que assim
obteve um poderoso alliado, sem uenhuin sacrifi-
cio para a sua honra c dignd ide.
Apenas constou este facto en Buenos-Ayres, a
imprensa argentina crgueu brados terrveis con-
tra os tratados celebrados em Assumpcao, insul-
lou violenta e desabridamente o governo e o povo
brasileiro, e clamou por urna guerra contra o im-
perio, quem altribuio intenjoes absorpjoras da
republica do Paraguay, abs^rpjo que, disse, ti-
vera por preludio a oceupajo militar da Iba do
Cerrito, para onde tinham ido algunas forjas bra-
sileras, absorpeo que disse confirmada pela pro-
tecjo promcltida pelo Brasil, que, pelos referi-
dos* tratados, obrigou-se conservar algumas
forjas no territorio da republica.
A esse tempo j tinha o governo argentino pu-
blicado o decreto que annexionava o Chaco con-
federajo, e contra este acto de esbulho protesta-
rain os governos da Bolivia e do Paraguay, sendo
que este dirigi todas as jiotencias amigas o
memorndum de queja nos oceupamos n'outro
lugar, memorndum cuja intimajo responden
o governo argentino,-sem todava abandonar o seu
proposito de manter-se na posse do territorio dis-
putado, ao qual trajou normas administrati-
vas, logo que, mais tarde foi o sen acto de esbu-
lho approvado pelo congresso de Buenos-Ayres.
3ue, por scmelhante forma deu bein triste copia
o seu amor justija, e, bem triste idea do seu
respeito ao direito.
0 governo argentino, deixando-se levar pelas
inconsideradas roflexoes da imprensa platina, en-
trn n'uma perigosa va de conleslajoes diplom-
ticas com o imperio, e, posto que, na abertura do
congresso, declarasso o presidente Sarmiento, em
sua mensagem, que as relajSes internaconaes da
republica conservavamse no mesmo pe de har-
mona e amizade etn que ficaram ao encerrar o
parlamento a sua anterior sessao, nao menos
verdade que do lado da republica. bavia maniles
to desejo de una bellicosa hespanbolada, desejo
que todava o Brasil procurou desvanecr, sem
Jue entretacto liouvesse ipaebra de sua digni-
ade.
Referndo-se essa harmona e amizade, disse
o presidente da republica relativamente pen-
dencia brasilera:
c Creio |Mxler afQrma-lo apezar da interpreta-
jo que o Brasil deu ao tratado da allianca ata
suas applicajoes definitivas ; porque, alm do so-
lemne protesto feto por aquelle governo, de man-
ter-se nos limites da allianca, e ser animo seu, co-
mo tambera nosso, conserva-la, ah esto o inte-
resse reciproco das najoes adiadas, e at um de-
ver de decoro contratado perante o mundo, a op-
porein-sc a que terminem por um rompimonto
hostil as boas relaces que nos uuiraiu como al-
liados contra o inmigo commum
a Interesses [inakires tem sido debatidos entre
najoes poderosas, sem o triste recurso da guerra,
e nosso dever, como ser gloria nossa, esgotar
os mcios conciliatorios e buscar os caminhos que
podem levar nos ao ponto em tas todas as asprajoes legitimas
Esta linguagem, posto que falaciosa, dcsagra-
dou sobremodo imprensa ouposicionista, que se
apraza em engrandecer as cbfliculdades para adiar
erros no governo, e fom.-ntou ainda mais es odios
excitados, odios que entretanto cegaram os argen-
tinos ao porto de faze-tos esquecer que a rep-
blica tambem martinha forfcas de oceupajo no
Paraguay, posto que aquartelladas na Villa Occi-
dental.
Alguns jocnaes, coramentando cavilosamente a
mensagem do presidente, assim se exprmiram,
com relbreneia ao. tpica relativo poltica ex-
terna. :
? t Autos o Brasil era nosso alliado ; agora a al-
i
r
J*
TT
f^M.
Manca est rota, e na attitude que assumen> -
amigos amigos ha quanto basta para despertar i
meditarlo dos BOOMM de estailo.
a Autes o Paraguay o resignava a reconhecei
o nosso direito, boje protesta contra a occup;u>>
do Cliaco, e esprcita xs complica;oes.
O Chile nstalla-se ni Patagonia, a Bolivia dis-
puta-nos os Botaos territorios limitrophes, eos tac-
tos, desenhaudo-se cada vez mais claramente, pa
rece accumular-se para procurar una soluco.
a A mesma Inglaterra nos pede a revisa d-
senteuris pmferidas pelos nossos tribunaes com
todas as formalidades da lei, emquanto um inten-
dente do Cbile na Patagonia oppoe o veto s le -
do rougresso.
Nao se lembraram, porm. esso< orgos da im-
prensa ipie, se o hnrisonte assim se achava car-
regado de pesadas nuvens, era isso razo de sobr.i
para ser moderada a sua lingo.igr n. para que el-
les aconstHlussem ao governo lino e prudencia.
Longe disso, porm, esses jornaes enchiam sua-
eolumnas com artigos iusultuosos e ameacadore>.
e incitavam as iras do governo contra todos os
que suppuuhain iuinigos da repblica, especial-
mente contra o Brasil e a Bolivia, aquelle pelas
raides addusklas, esta pe fact, que se disw
consuiniiiade, de tor o seu governo creado urna
nova provincia em territorio disputado petos ar-
gentinos, aecusaco que entretanto foi infundada
visto como o governo da Bolivia limitou-se apena
concentrar algumas forjas na sua fronteira u
sul para o caso de qualquer emergencia com a
con federa jo.
Emquanto assim en faiponhai a imprensa nes-
sa ingKiria cruzada, o congresso discutio e appn-
vou um projecto, autorisando o poder executivo a
despender valiosa somma cm a compra de Tasa
encourajados para a esquadra e armas de preci-
so para o exercito da repblica, e assim justificon
at certo ponto a grita U-lli^-a, nao obsUinte tei
declarado o general Mitre, na discussao do pro
jecto, que a cominsso que o formulara no se
guiara absolutamente por proposito algum fMr
poilesse significar ameacas ou prvvocacao qual-
quer nacao do mundo, porque seria isto conspi-
rar contra a paz que totlos anhelavnm.
O general Mitre, referindo-se ao Brasil, ehegou
mesmo dizer que o povo brasileiro e_o argenti-
no estavam euqienhados n'um duello, nao de mor
te, mas sim de vida ; que um e nutro porliavam
por mostrar ao mundo qual progredia mais, dilTumlia mais a mstrucci entre as massas,
qual delles servia melhor a causa do progressi
humano, n'uma palavra, qual sabia aproveitar-s<-
com raaiores vantagens dos benolicies da liberda-
de, da paz e dos pacficos instrumentos do traba-
dio. Que precisamente para triumphar ueste duel
lo e para colher a palma da luta, era que se apre-
sentava o prefecto em discussao, porque a o que
elle tenda era a manter a ordem no interior, e f a -
zer guardar e respeilar as leis da najo, dentro
fra da repblica, para que nunca mais se alte-
rasse a paz.
Estas palavras de paz evidentemente acoberta-
ram as inlenc>s menos pacificas do governo, e este
soube agradecer-lh as ao Ilustre preopinante *>
congresso, pedind e obtendo licenja do senado pa-
ra aomear o general Mitro seu ministro plenpoten-
ciariy|uo imperio do Brasil, nomeajo que pouct
depois se deu, quando ainda mais se accenderam o
odios se manifeslaram a- jactancias argentinas,
por occasio de seren all transcriptas as nolas_qu<*
o governo brasileiro dirigi ao da confederajo ;?
proposito dos tratados com o Paraguay, transerip-
jo que foi seguida da publicaj da nsulluns*
uola me o ministro de estraugeiros da repblica,
o Sr. Tejedor, dirigi ao gabinete de S. Chrislov*.
sobre o mesmo assumpto.
Ante lo descommunaes aggressoes, ante t.>
naotas provocaeoes, e Baalmente ante tio incon-
veniente nota do pretencioso ministro, cbocar.im-
se de veras os brios brasileiros e a sua imprensa
fez-se eco desse resentimento, repellindo com al-
l ves a desmedida aggresso, e aconselhando a
governo que, se tanto fosse preciso, aceitasse a lu-
va bellicosa que lhe aliravara de Buenos-Ajjres.
certo de encontrar pleno apoio no paiz, que tinha
e tem desejos Je dar una severa lijo aos gratui-
tos iniuiigos da sua tranquillidade e progresso.
ensinando-lhes respeilar os brios da najao vizi-
nha, que lautos beneficios lhes tein prodigalsado
A nota do Sr. Tejedor, nota que tinha a data de
27 de abril, foi effectivainente bastante acrimonio-
sa e insultuosa. e, pois, foi concebida e escripia
pelo mesmo diapaso que inedia as vibracoes da-
imprcnsa de Buenos-Ayres, de cuja linguagent
era digna continuadora.
No entender de inuitos o Brasil devera ter de-
volvido essa nota, romiiendo assim de urna vez a*
suas relaces diplomticas com a republica. O
governo imperial, porm, procedeu mais prudnu-
e reflectidainente, e, despiezando o insulto, que
nao pode chogar at o Brasil, visto como nao trou-
xe altura para isso, responden, ao governo argen-
tino, com energa e civuidade, discutindo os pon-
tos controvertidos pela nota do Sr. Tejedor.
Ao saber-.se na republica qual a attitude queja
tomando no Brasil a opinio publica com relaja>
urna possivel guerra ; ao ter-se all cenheci-
mento da linguagem nobre, digna e elevada da
imprensa do imperio, que. aconselhando paz, nai
se recusava chegar at guerra, se tanto fosse
preciso ; modificou-se algum tanto o furor bellico-
so dos nossos vzinhos, e a sua imprensa encarou
com inelhores olhos a questo chamada brasilera,
indo alguns jornaes at o ponto de censurar a<>
Sr. Tejedor a sua virulenta nota, assonibrando-s
arte possibilidade de ser-lhe ella devolvida.
Emquanto isto sa passava, o governo argtnta
enviou ao congresso as notas trocadas com o Bra-
sil, e a commisso do parlamento, quem toran^
ellas remettidas, propoz que fosse approvada a.
seguirte minuta de communicajao ao poder exe-
cutivo :
O congresso examinou com satisfacao a recla-
majo por V. Exc. entaborada sobre os tratados,
separadamente celebrados pelo Brasil coo a re-
publica do Paraguay, e embora deplore que esta,
emergencia tenha vndo difltcidtar as relac ga veis, consolidadas por esforjos e sacrificios com-
muns, espera que a lealdade e rectido manifes-
tadas por V. Exc. contribuirao para dar-lhe uran
selncan. satisfactoria dos direitos dos adiados.
Esta medida foi unnimemente approvada,
para isso contribuio assaz ^oterosamete o gene
rai Mitre, que devendo vir ao Brasit, quk ter em
seu apoio essa manifestajao do congresso, pan
d'ahi derivar mais forja* moral a sua mjssao espe
cial, misso que todava achava-se como que sus-
pensa at que o governo imperial se pronuncias-
s relativamente nota Teiedor, misso que aUa^
nao foi vista com bons olhos, atienta a attiliute
Sic, no seu jornal J^z Xacm, tomara a general
itre relativamente ao Brasil, de quem- se mos-
trou apaixonado inimigo. .
E' certo que o Sr. Sarmiento, ao abrir o con-
gresso, disso em toda a plenitude da responsabili-
dade do seu poder que questSes mais graves do qiu'
as pendentes com o Brasil se deridiim hoje ami-
gavehnent entre as nacoes ; mas desgracdamen-
te os seus actos nao correspvndiam com estas pa-
lavras, e tendiam antes para um resultado belli-
coso, do que para urna solujao pacifica.
Effectivamenie, tratando se dos ajustes definiti -
vos de paz com o Paraguay, principjou elle por.
nomear plenipoten .iario argentino o Dr. Quintana,
que se hava tornado notavel como rancoroso mi-
migo do Brasil, e nisso fazia consistir o seu pa-
drao de gloria. Em seguida discutiado-se se os nos-
sos tratados em separado, celebrados com o Para-
guay, importavam quebra da aUiajca, ama not*

M-



Qifaao (le Pcrnaanbuco- Sobado 18 de Janeiro de 1873.
- -. a ^ i
/
<\jp tf
-irtez c ro.n medida do governo hrAsiii.,r%saim-
duo arg'ntn ruin outra violenta, ilesanria"
; iusultuosa.
Finalmente, q neniado enviar um ministro a'> Hit
le Janeiro, n presidate Sarmiento nomeou o ge-
neral Mitre, o Imfipifi r.;tj.i escolha tena sid->
raais arerUiLa p:ira if a Asurapcao tratar junta
n-'iiti' com os a l liad
sua folha, fe hsvur
i 'iitc contra o lira:
I1--SO pli*llipi>tt;il-i;i
uingnem nos ha ve.
te o penas proprii
li melindrosa e ao lenilO (| 10 lulo
filiad tr e animo d
Semcihante nrac
fo vivamente jausul
qnefn, pre-ui||
vir aeciarar acuesta i
que depois d', pe*
ciailo iaj. -ap.iixona-
iib'k niirffcii.il o ii
c uns d> i|ji'
"es, era nerum 'H-
iblr-sr tte JMssJo
igia e-pirOtc 'ii-
.1 II
.a, i*
'ja vi
vcniio
cuto Mguvni i
no Brasil, e ni)
v
inissanj
IB.O
'alten
ge |e
't'f dw-larjfcietMiiieiite.'
seria n p!i ispl >o rhimico que atetarla, anda malJ
o incendio, aeon-elliasse o govern < a que nao rc-
oobesM o general, mxima nao toado sido retira-
da a nota Tetadnr, que tanto alarma cmara no
ftm rtrasilfiro.
Auto laes conselhos; ante a attitude enrgica
do poyo hrasilcicc ; mvloruu-se anda mal a
Itagoagem das fallas argn mas.
Antee dessa a'iim I- dirse-se-hia que, vista de
quantas COOe0S4des Ihes Rumia* para manter a
roe .lia catre os alijados, os argentinos enleu-
du;n que ttiil i sarriiicariaiiios por amir da paz. e
i: lia'taria fcia'(v.tadura c un arremedo de ar-
mameato para re. p ir enmprazer Ib-s, o Brasil
r tupe-seos miado* que lites arrebataran! o Pa-
raguay, detrae queriam feaer ficil pieza. Sai
n is tonda aehad*i.iJocote imuhi snppanftan,ca-
liivam om.si.' inesma demora da respista do
govesdi brasiloiro nota Tejedor, c a incerteza ti"
qual illa seria, os trouxe visivoline i' inquietos,
ea prova diese est nos lualos que circularan!.
ora deque apiell.a nota hurta sido recambala.
ora de que se harta exigid > simplesmente a sna
mirada, eem a cnmmiuacn do suspensao das re-
la [~>.'i diplomticas
Na la di* i. |i irtj n, Btteaeden, e o giverno bra-
sil-iro re-i Miden-, fono ja disemos, ro-rida
n >!a. ni 1 tuque vnd entretanto o c m-ellio cnu-
tid 111 ap!i triSHI 1 si pl$ > eem. pun bellinn. c ii.-
scHto quefo piulo eai pratica, dispoud 1 os elc-
meutos para o caso de 111a posgivel rompinienta
coiii a repiible Aiaiiiitma
\ raspela tirisili'lra ola Tejedor causn pro-
funda impnisse etn Itaenos-Ayres, e a impreusa,
i''.-i)-ijaHlo-s<' co:n a pai que ella proniinciava,
inanifesloit-se d i modo lisougeiro ao Brasil, dizen-
da a tftmk q.ie o maiiir triumplio que poderia
tor dado o gevornn armntioo ao do Brasil foi ter-
llie doripido an4a Tejeilor, lando assiin o Brasil
o:-i-.isi:io de a|n<' -.'iitar-se perante os seus e os c>-
iranlios ceH tann chin (/'//<< em di|)dada 0 di
cultura.
A Optkio*, discniindi) a misso Mitre, expriiuio-
se t onbi'iii em termos lis.ia;.eiros. enceaiul 1 assi 11
0 s"u arti-io :
A resp>sta altamenfc diplomtica dogovorno
do Hivisil i-- ultimas notas do nosso ministro de
v-tra'i^'eiros veo auinuentir a emliaira palilira
nl) i.n xito da inissa-i do general Mitre junto de
gabinete da S. (hristetio.
(i general Mitre parti eflctlvamontt de Ren >s-
Ares para os tins da sua missii n, tiazendo eai
tora 1 de si grandes atraojo* e rotos du paz, alin--
jose votos de q;i,; elle de:i uiaiincio i| pal titilar
qu m 11, na su.i curta demora en M mtivid >, de-
|iais il confeiviiciar com o presidente da repbli-
ca Oriental, foi vidtaP o ministro braSSIeire alli rw-
-H vit Hneza em qUe o aeompanli di o ministro
ile estrangeiriw desta repobliea, eujogororno nao
fazia mysterio.eni dizer que seria neutro e:n ipial-
quer eoirlicto i'ue. contra o que esperara, viesse
a d.u-se entre > imperio o 1 coufederae.io Argot -
lina.
Veio. pois, o general Mure a Brasil, precedido
por tna mrto a ira de paz, que n.i> deix m i.e
causar-no* grita iinpressao, e choyauVle ao Rio de
Janeiro ftii recebnl > pelo governo hriisliro uom
linei e distinee\o, ti le/.a e distinecao, t.uiti mais
n itavel. qnan n, saliid*. como era, que oplenipo-
toafitrioargmitiao razia iiistriicc'ies para retirar
a n lia Tejedir. se tanto Un loase exigido pelo ga-
binete de S. Cluist iva 1. niio lhe quiz este inipr
.un tal dezar, peque nao vio insu to Mesa nota.
1: iu vez que ella proveio de un suvern > ddiil, in-
1 irr elle, e:n fureas, etn talentos, em Rustra!
e'i 1. e que |hii tanto' nao tinha direito para insul-
ta-! t.
Ssg lindo sempre o sen eaminb 1. o governo im-
! >ral .10 encontrar arrojada soas ps urna I uva
1 i '-;:!i 1, lancou mil olhar iiives'i?a lor e:n tonn,
c mi os*e olbar. altivo e nxAre, nao alean .01 ver
1 intnsalo autor daquella accao. Por isso'paz de
1 ule a erosseria e o inmlt.', e responden mea :
' >r ls*i a:nda, eeqnereu as nnimomados, e reee-
ivj digna e eurtoiinnnd] n ministro argentimi. gst-
11:111 o rmruens.1 rantagem n eonenito dos poros
pmH is.
: ral Mitre atevo-se desde logo a ranferon-
.. coai o goven! do Itra-il. e tuio foi prannn*
'nado um leseiilace paeilieo di qnesto, corno cf-
ii'.-.'iva'nen! se den, sonl que id entre pian'o das
>: .'..iicoes ces-asseni as recriminaroes da ronrn*
I' l 'ayo. volton a 1 sen prii iiivo dizer, mmitamio
Rrasil, attrh>ninii-lhu as mais perversas inten-
'-. e neoimando-ii de estar empregando os mes-
:ios iguoueis ui-'ios qae der,nn IVus-ia a victo-
ria sobre a Pranra visto como Irazia o terrttor o
1 repnblica inundado de eipioes e olliciaes djs-
!:ircados, cuja miss o era estudar a organisaeao
ti :s irca? argentinas, o os elementos da defeza de
|MZ.
. despeito, pir.in. dnssa incontinencia de lin-
. i 111. nao se iiiodiraram as intonedes benevo-
pacilicas. posto que ereiarieas, do governo do
'aa, e, grac.: ellas, ll de novembro foi as-
-.gnado no Hio de Janeiro lo general Mitre e o
. |uei de S. Virene, pleuipotenciar o brasileiro,
o aeeord 1, sejnndo o qual fiearam regulada as
rleuei.it entre os isas pases, sem qae aenlium
'.l'!ls fosse nITi'ii lido 0:1 prejadieado em seus le-
Liiiinos iuleresses. que todos foram resalvados
- informe ped im as cireii nstanctas e aconselia-
un as boas praticts da reciproca antisade inuu-
5 irada etn IWS.
) Drsl eedeu no que pilia razoaretmenie re-
der ; mas manleve incdunies os sen-; tratados j
ideados eem o Paraguay, inantondo rgoahnon-
.tratad) da trplice all anca, na confrmala de
ls protoeolios de 2 dejan no de 186!) e de 9 de
loe ld.'.jiinho de 1870, isto garantlndo a
ialegridadej irfilependencia e liberdade do Pan -
tay, c.mi qaeui deve unti tanto a repblica Ar-
i.) un', liquida- a sua questao de. limites, nos tor-
io is ihs referidos protoeolios.
a s ilii;a 1 pacifica da questao causn m.ii gni*
:a rejubla;ao 1.11 Rnenos-Ayrcs a em toda a repi-
Irge itlna, eeja impn usa fez-sc echo dessee
.; 1':l i tal era, despeito da sua Bngaagwn auto'
n n se:i almejo ilepaz, ta >s eram o< seas recele
par wm guerra, que por bravata pedia, mas de-
ijia se tema nomo epeiorRagelle de que poda
ser viciin. o pul.
> jara a repblica o aeeord 1 de l denovejn-
' >lignific 'u a e iiitinuaeio da paz rom todos, os
seas beaetieios ; cora relami ao Itrasil signiflcua
elle umiiiiuji>o triumjkji moral para o nosso
giveroo, para a nossa causa, para a uoss;i lealda-
de. SignnTcou alera disso : o rceontaceimento dos
intere.-ses e dos dilvitos da tratad 1 do 1." d' ni lio; urna c usura formal po-
ltica comprom ittetora, precipitada e irreSectida
do Sr. Tejedor, u na CABdemnacao do principio
do que se d:vi:. ro.npeliir. o Paraguay entregar
pila or a a piillo cija |i os;e s jiode ser exig la
c una exhbibivao dos melofes ttulos; e, liii.-.l-
'ii.uite, urna coitdcinaaco da guerra, que o espiri-
1 praiieo i eivifsatlor cousidera como uiua ne-
i..e;. o 'le todas as ideas luiaiauiLirias, c.umo um
eslorvo ao progresso, prosperlde, e ao beui es-
tar das uaeoes.
Foi, pas, o iccordo de 19 de noveinbro mais
una glora par.a o lirasri, niais uia expleijdor para
> nossu peudio, vislo como, uiaior que uin Uo-
ilio de guerra, reslabelecen algura lauto a uniao
-rni tosa das duas najos, afugeutando o espectro
aterrador de uina becatonue. espectro sempre
cruel, sempre liartaro, einliora se aprsenlo spfi
ns auspicios c o.n uouie de um deito offendido,
sb a gide e eu prol da causa da ju*tica e da,
verdade
E" posslvcj, oieiiaio provavel, potia, que e; >a
-mi o_amistosa das duAS na'os seja apenas tem-
serproteger a liberdade e {nepedeaeta dos es-
tad is ameacados, tein t i.lav.a ingerir-se nos neg
os internos Je cada-as..
N'essa p liitiea o HraJ p^de ter c mo auxiliar
o 1 uile o a Botivia. ambas inunisaikis climi a re-,
pubRca ArgeuHia, aqMB quexosas coutra a- s las
desiBMuradas p:etearo>s, ambas o!Ib:i fitlas em
siMs^dieitos de se berata larrorial pela audacio'
sa repblica platina.
Essas queixas. essa inimsad, essa offeasado
direito, anda mi i- se flzeram seut r no anuo de
!*7i; un-T em referencia a 1 Chile, qaer c. im rota'
fiwr Rolivia.
QuanJo ao Chile, e.mtnuon a ser prntelad >ra
das qnestoes pendentes a,poltica rartaginea d:*
Buen is-A\ res, e revelou-se pejiieninae iii.isqui-
u!ia iiuando, ciiraplicando-se as relaeties d > taiile
e da Htlivi, rerasim-se i governo argentino iu-
tervr coai > mediador, nao obstante os reclain is da
ojiiniai publica, que se pronuuciou por essa nter-
vencao.
Nao fazia cuita, porem, ao Sr. lejedir sein>-
Ib in'e passo conciliatorio, e sorrio-l!n a idea de
lian guerra entre aguelles dois paizes, como irn
111-: elle, iz de ex .rutar os seus danos, tomandi
por bise oaniquillamento d amlMis. t'm issii re-
cus in-se intervir na c menla, que todava fii
aoasignada sen os bous oiBeies di governo ar-
gentino, e pelo nico bou senso dos goveru is 11-
teressados.
(Juauto Rilvia, n negocio fui Rinda mais serio.
Ante o dotreb) argentino que annexuu 0 Tliaco
repblica, a Holivia pretteteu, e fez mais anda :
moveu tropas na direcco do sal, e e nicentrou-as
as suas iront'iras desso lad 1, 1*0:110 que para
evitar matar attentad 1 da i'onfederaeao.
Gans 1:1 alarma effl Buenes-Ayres seaielliante
acto ; mas a Holivia nao se iiicien.ii idou com isto,
c. posto que desse explicacoe-, satisfactorias na
appaiviicia. proseguio nos seus intentos. Hornean-
do sen plenipotenciario junto ao governo argenti-
no o Sr. Reys Cardona, que se dirigi capital da
repblica platina aaim id 1 d >s nvlb ires desejos de
ebegar um aceordo amistoso com o governo de
ilueiios-Ayres.
Apenas abi ebegado o Sr. Reys Cardona fez va-
ler os contestados direitos da II divia, e entrn em
conferencias com 0 ministro de estrangeiros, o
Si. Tejedor, deitois de ter sido rec ibido peto presi-
dente da R"pnbliea com pbrases repassadas de fa-
laeiosa amizade.
Dtaemos lalacflsa, p irque elTectivamente foi
inystilicadora essa amistosa recepeai. com mais
larde demonstrarain os (actos, de todo ponto con-
trarios as inaiiifestacoos do Sr. Sarmiento.
I'oni'o tempe aps a recepeao do Sr. Reys Cardona
em lineaos-Ayres. o congresso argentino approvon
a orcupacao do Cbaco e organisacao da Villa Occi-
dental, e aquclle ministro interp iz o sen protesto
pecante o governo dn Sr. Sarmiento, que, por ta*'
lerinelio do Sr.'Tejed ir. resp mi'ti-lbeque o tra-
ta lo do I* de maiii de 185." Indicara como lmite
da repblica Argentina a Haba .Negra, e que p ir
sio estara est no direito de oeeupar aquene ter-
ritorio. Ks pieeeii-se, pireui. o Sr. Tejedor do que
disjiiiiiba.n os protoeolios de 2 d- unho d;
1869 ff 9 de matoeO de jun'ii de 1870, e
bem asssim mostrou-se ou quiz lingir-se igno-
rante do que iiispoc omesmo tratado do l'demao
em o qual foram resalvados os diret 'S da H1-
livia.
Cunlieciila a levandade com que os liomens p-
blicos da cunfederacao Argentina costumam tratar
at quostdes mais importantes, e a insolencia com
que qaerem sobrepr-se aos representantes das
domis nacoes, e. p r nutro lad conlieci la aau-
loridade e se.*eriilade de carcter do Sr. Reys
(lar lona, a elevarm do sen espirito e a equidad''
deslas ideas. temno-SC cvideMe que a niissiio bo-
liviana nada produzria, em'faee da reluctancia
e pretenciosa arrogancia da governo de Buenos-
Aj res.
Klli'tivamenle, nao obstante as promessas di
Sr Sarmiento, o ministro plenipotenciario da Holi-
via ao cabo de alguns mezes, durante os qaaes a
sua paciencia |iassuu pelas mais crueis proras,
pedio seus passaportes, e retrou-se de-gostoso e
justauenie esentido da mam-ira com n iroverno
argentino entenda os d-veres para enhj as outras
ames.
As di'Uculdados que lodos os dias so provoca-
rain, provavelmente para dar o rpido impulso
prometid 1 solacio buscada : as tergivei"sacoes
com que se disfar?-oao desojo do gaubar teiiqi 1,
por 111 olivos que nao se podiam oecnltar ao espiri-
to penetrante do Sr. Reyes Olor a: a maneira
sop!ii*tie;i eom que se resiiondeu ao sen protesto
enrgico contra a organisacao da Villa Occidental
no CJiaco : e a insiniiacaoprfida deque talvez nie
fo-se o momento nppnrinno de tratar as ipiestes
propostas c/fti dis IWH-raf-as'etHifW*! futre o
i.lii'e t 11 folieia, ileviam abrir por tim os olbos
ao Sr. ministro |iara ver escripias por cima da
porta do gabinete do Sr. Tejedor, ministro dos
negocios estrangeiros da repblica. Argentina, as
patavrus fa'idicasLwat# <>gni tperaiiz/i para
quem vne reclamar altiuma cnusa em neme da equi-
dade, do boni direito e dos bros das nutras nacoes.
Por isso o Sr. Reys Cardona pedio os seus passa-
portes, e relirou-se de flneiios-Avres, dirigindo-se
para o Brasil, junto a cajo governo seacbava tam-
bem acreditado.
Assim, pos. flearam sem solueloas pendencias
entre a H divia o a repiHilira Argentina, pendencias
que volvem entretanto ao auno de 1873 por ven
tura mais aggravadas pelo Bweedimento insesat 1
do governo de Buenos-Ayres, que, nao obstante o
aceordo fcito com o do 'Brasil em 19 de novem-
bro de 1H72, piule acbar-se em seras difliculda-
des cim relacaoai sen viziuho de norte, dilicnl-
da les de qne'o Brasil pode c dev ajiroveitar-se
no sentido da sua poltica platina, que igual-
mente apoltica qneconvem aBolivia.
Nao foi porem iiuicaaieiitp conn Hrasil, Para-
guay. Batira e'hile que a pnHtica externa da
Confedera -So achou-se estremecida, no anuo que
vom de 'indar, nao; tmn'iem com a Inglaterra
houvi eh iqii" de interesse, e Sjndfl a pti como
n'outros pontos, p-ricliton a p eonsai prmim-
ca e H1111 do governo argentino.
O encarregado dos negocios da Inglaterra diri-
gi varias notas ao ministro dos negocios estran-
geiros da repblica, roclaurindo protoeeao para
as vidas e propredades dos iiglezes que foram
estabclecer-se n'a piellc paiz. As rUpostas foram di
tal Ratania, que o mint*tro inglez se vio obrgado
a consultar o Este, por intermedio de Lord Orauville, preve-
nio o governo argentino de que, se nao tomasse
previdencias para evitaros excessos que prejndi-
eavam os subditos britaaic is all residentes, nao
s tratara de impedir emigrac o para a rep-
blica, mas tamben) ver-se-lna1 toreado cortar to-
da- a-relaeoL's nterna'-ioiiaes.
S 'iii'lb ante preveneao, que manifestamente im-
plicou una censura, longe de aconselliar tino e
prndeneiaao governo, longe de acalmaras pai-
xoes, pelo contrario exeitou os odios da impreusa,
C den azo que a Tribuna, que se inspira nos sa-
ldes do governo, alacasse virulentamente o minis-
tro inglez. cliaiiiand 1-0 calumniador e mentiroso, e
incitando o governo do Sr. Sarmiento dar-lhe
seus passaportes, como indigno de que se tratarse
com elle.
Entretanto, entre as reelamaeoes do ministro
inglez ha duas ni divaJas por tactos de cuja res-
ponsauflidade o governo argentino nem com a
matar babldade de sophisina se (todera eximir.
Estes faetos sao as matam-as do Tandil c as inva-
soes monstii) dos indios, de ambos os quaes foram
victimas muitos suliditos brtannieos, sendo que
continuara softrer o< seus iuleresses com a repe-
teao continuada distas ultimas, que denotam mili-
ta incuria e milito deleixo da parte do governo do
paiz.
Nada disso, p >reui, valeu (ferantc a eenscieneta
elstica dos argentinos, e, pots, de presumir que,
persistlodo o governo igtetnas suas reelamaeoes,
venda a attftude da impreusa porteaba, alguma.
seria desinteUtaeneta vena dar-se, tornando ain-
da mais difcif a situacao di poltica externa da
rvenoblica.
Sip foi, p irciu, mais desas?'morada do que ella
a politica interna da Confedcracao, c, aqu, como
alli, angustiosos momentos teve o governo, posto
l'M f4ief ejrulia sss^|
r-acia iltrasil dfl se arar slUIfT.C preparado fiar TiUadi separxc.li.
qualjiny 4a>'igcn-a, p* isso vr.Vi sc.npr^ Pi-.-'-euioliio giv.'rai argmtiai, f*t*t
i'".'.'. '.':i'.'l'i' l";l' ''ssiljiJ- de mrtir a sua ira n- pi.11 -, j, aell.tn tj. ^ aui n is |irelis,*t |,ra
!A,poiS|#j-Jir:.lisiH!i!n os a- ais em Corrienles iinjra^
^aiiaiio para nUad 1 separac 1. .V
r.Vi se,iior. |Vo:-'.uio-liio oav.-.'r.ii argmtia. Mu
piaa.., e, aeh,.ni4j # aii iih predi*?
piilli-lade, qtiaespiev desp-jas que "fa'-.i n giver.ii r.ilti, en fac d'l f ivv.'n b.ivil u elqjfJi
iH-asleiro no i'iitiilo da sna iv.liiea irise-- gorernador Bt Justo, oauntou a rcVolucaS, qae
lados do Prata, poltica 1 quebrar c q imar typjurapkiaM'!o>,
'ntior
i'.U q
b:ul e prese aqoelle governadbr, e as
os revoltosos de todos os negocios
sse lf sASFile sjSjl
O genial *
. mare'ii
%ua iiit'iu
litas eacou|^HIe:uiz reS^niiei 1 ros :roi; ts
.venio c.iiitrnWi- pijifegidas |ni s
putarani-me^ terivu inrrotimdr im.iliH-
su.- trojailTiibrignid^ a lugir.
Senil >Mf.' d 1 1 m,revoltosos crearan
governo ptjpvis nio, padriin em Bberdade
sioneins, entre os-qmw f). Justo, que, sem
indi-
IK. >.UWC.
liie, pi-ejii lieadAMCw'a r>'
aiMliido '-''velB| repir JiisuR ni i'sLste.i
'-, Ulji
', itoTi-
1 -o a 1
.. r
esT\.
ad) de consas acarratmi, emo era .de
rioliiata rear-a ; e a (iroviacn de Entiv-
Hn^Sffan-fonn .u-se 11*11:11 aeampamento, lo
wBFromo os pa io d 1 revolta, qus, rom sem-
pre, erara desmembrar as psnvincias de EMro-
Rios e Corrientes para formarem um oslado inde-
; cor-J pendente. .
Cwi.i era le. p nvn. entre os nessos los vi
/inbas da C/mfeileraeao. a:irnu-M a i'ilp4 des as
ffcrve-e^inctas a cuta do Brasil, e forau-llie ;issa-
nads, n ivas injurias' c *ivos doestos ignoin-
nKisos entretanto ningue ha qoe ignore qae
vincia d Kntre-Rios niea trema
arte argentino, nem mesmo na
ana que fez a campa n ha do I'ara-
nao devia, parecer estranh 1 que
estado procurassem reailquirr a
ui toda a
ou o ei
di visa 1 en
guay ; e,
ctlalais
iullueiicia qn sempre trveram e que era ento en-
spjnbrada- pela do governo central, contra quem
tramavara!
Como quer quo fnsse esse estado insidioso bi*8r
prolongaud 1 e mesmo propagando era outras pro-
obrgou 1*. tasto i ir peesesinwnto a Hmmos-Ay- vietas, de forma que, as ultimas notietas, aeba-
de tein.i 1, pedio ao goyerno central o M'n auxilio
liara sor reposto ni sua cid-ira govemamental.
11 governo t*iitrut,"ooai 1 semduvida entrara wt*i
seus planos, fez ouvidos de 111 ircador, e assiin
pirana, vistu como a repblica Argentina nonh.i,
- souiai'a.!Mupi%ilc>ui a'un io iotiuia do Paraguay
. da repblica Oriental do Uruguay, .audiada-.-
as tros ua?oe em um uaiv.o estado, 110 obstanie
os odios profuai.js que sepsiam aquellas duas di.
aiutueiosa 1 oo&aeraga}.
Essa poiiea, que a repuMiea Anmaana proeu-
ra ouieaiar, e te que nio su pejara de ser paladi-
nos ajuenes. u^esucs ptpa> q.uu cnatnam a da
iasil poltica prujsi:ua; css.poltica, dueiuoir,
jf0,.6. eonvir aofippeiio, e, poi;,
te.u aste di! ooD^-ia-Ie tciazmente, .nixiiuo e.u
.!.i!..J.i eustontas-eofre elle c^fta:
teai ameaasas ptra cupiaez arge'ntoa.
res reclamar aquclle auxilio, na furnia da cons-
tuieao do estada A' d.-sto-itu. p irsm, dessa irisis-
teueia, o governo coaUnunu mystilica-lo, recu-
san lo-se sempre enm paliativo; intervir nos 110-
gocos de Corrientes, e assiin foi indo at que. de-
pois de timar e hechiiento dn a gress 1 iwaisou formalmente essa interveneao, sanc-
eionaitdo |>.h- senelbante firma a revolicao cor-
rentina e a dep iscao do eovtraador I>. Justo
(J.laudo se dose.ivolviam as purip.idas ile^se
negocio, dea-so em Buenos-Ayres a eieicao d 1 go-
Vevnad ir desse estado. G fui oescrulonio favoravel
I). Miiiaii 1 Acosta, qoe pjucodeiioist im 111 posse
do cargo, assisliud 1 a e-se acto o presidente da
(/Liloderacao e t> sen govern 1, coma para sanee.i 1-
uar essa eleieao e.n qae o sen de 11 andan envol-
vido.
Alguns dias dep os, (i de inaio. o Sr. Sar.niento
abri n cougresso argentino, dergindo-lhe a uwa-
sigmi dos ostylos, dandi cinta doestato de (tutos
OS negocios do paiz, e assegiir:lnd-i a paz externa e
a tranquillidade nterna,p isto que. jaentai. corr.'S-
ssm serios b tos de urna iwolucioem Eutie-Hios,
rovolncao na qual se dizia qu entrara o iedd do
g ivemo central, cimo tiuba euti-aio na de Cor-
rientes.
Aborto o congresso dea-so elle ao estado de va-
rios assnuiptos relativas melliorameutos male-
riaes. approvou algumas conWMI postaos e de
extradicAo celebradas pelo govenio, q tomn cn-
iiueciiniit 1 de un projdcln rela'ivo mulauca da
capital, pintante tsm sempre irguerae iaiuva-
m'It: ergiieudii aealn'.alos .1 ilia'es catre as opi-
nioes encontradas e entre os interesses cmtrai io-
dos.
Ka!retanli repetiam-sc as invasiies de indios
as provincias de S.iu'a-F c de Huen is-Ayres. e
tornaratn-se ta successivas e vi denlas que o go-
verno vio-se coagido a-ar do nwsjidni extraan,
enviando tropas contra os torrives invasores, cu-
jas de-iredaeoes enditara de terror e susto-; 1 des
is espiritos.
Estas depredacoes occunarara entao e de prefe-
rencia a ailenci 1 de todos', ea inipreasa de Kucnos
Ayres poz-se' testa da cruzada que so ergucu
cmlra o geverno. exigindo [rovdeneias sobre pw
videncias no sentido de as fazer cessar. -Nocon-
gresnu eUmaram as sesb d rlam >r publico, o ao
ministro da guerra fui annunciada iiuia nterpel-
lacao sobra as causas a que dwvam attcilmir-se as
repelidas invasies dos selvagcns e sobre.as 1111 li-
llas tomadas para a defeza OSJ Ironteiras.
Teve lugar a interpellaeao.no da Mt-de junlio. c
aulla eompareccu to.fc o miitistecio. A dtscussao
foi renlili e a.sessao mnito t"iiipestuisa. iuti-r-
viiido as galeras com grdos e aoupos ai utiiHste-
rio, que alinl deelarou .qne seaetirava. offs)
samante retimii-se no mciode urna ciiiusai ta>
descriptvel.....
l."vauton-.e i'uta/i.n ,se.ss.'i > Jvvenaramlni ani-
mos. s ponen depois reabrii>-se "sessi >. aireseji-
tan I i-se logo duas nvic/ies, urna cliamautlo o nt*
nstro para a sessao seguinte, alni de Ciinljiuar a
ntei|iellacio, mitra chaiuando-o iiniie.latamwie
para vir dar as sjpliiyiViJ pedidas A", sota vic-
toriou a iii:tidao ; ilia's preijimiiiou a 111 idoracao
e (o approYada aquella, ilizend i.-se .dep.iis disto
que era pr.iv.avel a denssa 1 ilos ministros diuoier-
ra e dos estrangeiros. coroud Gainza e Teje4u
aailios i|sprestigiul pelosaeoiitecinieulos do con-
gresso.
Assiui.p.irein, niinaconlei'iai. e os ministros e>n-
tinuarain a g-rr as suas pastas, osteal ia.1 i-sesu-
periores as (J:lernnnacoes di congresso,. unjo
gre nio 1 ecusmi-se o iiinistro da guerra edupre-
cer, i'jjiii 1 lbe lora intimad tt, iiianlaiul 1 ei sea
lugar un ullicio. lido na sessao de tt, no qual dsB
se que nao tinha mitras explieaees dar alera das
qae referir na less do 19. scensconlande depois
que lhe pareca mais conveniente que de tarare
as iiiformaiiHs dadas pulo goramn o fossem uir
c criplu. principalnient i em quanto o lecintolb
mulfti nao fosse um sancluario.
Esta requsta levanl 1:1 aJgnSS rumor : rnaa
nal resolveu o cmigresso remette-la efiumis.
de e uisiiiiicao para interp >r panoonft A eom-.
missao dea elli'Ctvaiui'ale o sen parecer, e. pista
quo l'oss,' ello cnitrario ao alvitre lenibradi pelo
ministro, e sustentasse as prerogatiaas do n mgres-
so. nem por isso se demoveu o ministro, que eon-
tiuunu a excreer as suas funceri-s, deixand pas-
sar o incidenle sem mais commeulanos.
I'ouc tlepois disto crupra-se o senado cun o
cajete creando a capital da Coufederacao 110 Ro-
sario, o foi elta apiirovailo, c depois roinettdo a
oulr.i cmara,' que, aps lisser debate, o rejeitou,
motivando essa regeiea 1 principalmente no laclo
d terom de ser elcito> novos renresentontes, o de-
yer caber-lhea de preferencia asolaeta de tao me
lindrosii negocio.
A' esse lempo roerudescerara e loriiaraj,n-se
mais ten veis as invasoes dos indios, e o ministro
da guerra sabio do Huenos-Avlvs para ir p.' se
testadas foi'cas debelladoras d'esse llagello^que ao
111 amo tenipo se apresenlara ao norie e ao sul, es-
p.illia mo o terror petas provincias m^\< austa-
das da Coufederacao.
O ministro tta prum-ra consegiiio era parte o sea
intento ; mas, deixando as torcas a bracos com us
invasores, regressoo Huenos-.Vyres no ntuitp.de
levar-lluis ou maudar-lliis ovos re/orcos que li-
vesse.a por liin iL-bellar iuteiramente' tao pun'-
eioso mal.
Entretanto deram-se nota veis oceurencias po-
lticas na provincia de Sauta-P, cojos dominios
fora n invadidos por alguns grupos armados e or-
gaisados em Corrientes, e n'esla provincia dei-
cuiio-.se uina conspiraio, cujas fins, bern cotilo
os d'aquella iuvasu, foram eiiiiiienlemeiiie eleito-
raes. como soein ser-de onliuario os umvimeiitos
armados das repblicas bis|iauo-americanas. .
va-se
ds:aM
Una a CoiUedcrarao traJialliada por militas
pie, lio dizer de muitos, fosse elle o autor dos va-
ros acontcriinentos polticos havidos ijas pruviu-
cas, |Iod_ni mais oa meaos com Hns eleitoraes,
e no Sentido de fomentar a uniao de estados que
desde longa data aspiram lornar-se ndependeutes,
almejam ter a sua autonoma.
.Veste caso esiao as provincias ou lisiados de
Corrientes e Entre-Ros, e raesuio o de Santa Fe
xujos anfiellos sempre foram e conlinuam a' ar ser
pararc:n-sc da Confederadlo c cqnstituircnvsc
a'uai estado inJependente e autoaorairo. Foram
esus, sepi duyida, as vistas da Lpez Jordn, quaa-
do poz em campo a revolta de Entre-Rios em 1870
i7; e foram estas tambem as \i
ral Baibleae, vencedor d'aqnclle eauc
Reprimida e derrotada a invasao,%e iautlisados
os pimos da ronspiraeao, voltaram essas provin-
cias s 1 estado normal de tranquillidade, posto
que em ambas ellas apercebessem os esplriios
atildos que riiinnavain sardamente os element is
dissolventos, uo sentido das aspracocs auton-
micas.
Esse sordo trabalbu dos elementos dissolventes
era attribuid em geral ao partido federal, c de
tal idea fazia-se echo parte da impreusa de Buenos-
Ayres, posto que contra elle c ate contra a exis-
tencia de tal partido se raanfestasse a outra parte
di hii|rfeiisa, que attrbaia esses boatos ao go-
verno, para lins eleitoraes.
Fosse como fosse, o que faci que uiu acaso
singular dea pasto estas censaras contra a poli-
tica tortuosa do governo, no tocante aos negocios
internos, visto como a polica, toado noticia de que
em urna ra escura se estavam fabricando car-
tuchos embalados, penetrou no laboratorio c effetti-
vameute encoutroa grande pareao nao so do mu-
nicoes de guerra, mas at de armamento de toda
a asnele. O fabricante deelarou que preparava
aquilo por conta e ordem de um armerede nome
Jos Lpez. Interrogado este, dssse que tanto
aquellas niunicoes, como outras j anteriormente
expedidas, erara para a provincia de Enlre-Kios.
para onde se remettiam por c rata do ministro da
guerra. Negou esto toda e qualuuor participaco
no nogocio, mas o armeiro insisti na sua. iteela-
racao, accresceiitando qae tiulia 'deas por es-
eripte cuianadas da secretai'ta da guerra, com as
quaes se justificara, e a polica recobeu iulimacao
superior para n> proseguir as iuvestigacoes e
dar tudo por concluido.
Por esse motivo a iraprensa opposconista ac-
easau o governo geral de promover urna revolucao
e;uEntre,-Rios uara dorruar o govenndm c oo-
ilicdr outro rnaic'ado de Bu'eiiqs-Ayn'-. Assiu
pois, cora razio ou sera ella, o goyerno central era
quasi .sampre aecusado de pcatnover {jara tina
eleitoraes as continuas revolur^es para mudanca,
de governadres uas provincias.
Eatrelanto.quer em Eatre-Rios.'cwer t^ JfantA-
F, quer em Corrientes, os nejocios Ibram ra nial
.peior, e cada vez se exeitaram mak? os odios
contra os respectivas governos, que naa se
vam de autorsar toda a sarta de dlatri&ei; rfer
ventos, cjos choques podeui talvez produzir nina
couflagracao geral, lancaudo O paiz trama terrivcl
guerra ciil.
Por nutro lado e nao obstante ,a* propostas de
paz dos indios, acliava-se ella anda sob a mpres-
lid d" terror que as invasoes d is snlvagens iam
se npre proluzind sem eont.vr as suas diltieulda-
de- liianceira* ; o que tudo jan) > d:i um pesini
estad 1 p ilitco, de que s no lera se tirar us argn
tinos forra de muri tino e de milito patriotismo.
entretanto, quanlo o congresso eneerron os
seus trabalh*, no dia 2 de oatubro, dopofe de
ama prorogacaj asss tanga, o presitlente da Cou-
federacao ao se turlou pintar o^ negocies di
paiz com lsongeras c ros. nao esqnocendb se de
t'azer os cnstunieros votos pela fl nrinuacao desse
entad >, q M IAs esjiritos relect los nao [Hile dei-
xar de se aligurar melndrosssinio.
Para 111 dbarar esse esta lo p 1e n servir alguma*
d.s tata votadas peta congre-so na sua ultima ses-
sao. especialmente as que dizem r s;>em i refir-
ma do exeiciti, organisacao da guarda nacional,
ao complemento da reprssentacao nacional basen*
da 110 censo, creicao de um bae 1 nacional, e
eonstriiceao de um |rto em Buen os-Ayres ; m is
certamente niio isto bastante, visto como o mais
urgente dar novo rumo aos negocios polticos,
1* ser tolerante, pulido, rcl1c*tido e circurasieeto,
Hnapnente ter amor jostica e reverenciar o
direit 1. sem offendor os bros albe is. nem buscar
complieaces da tod 1 o pmln desneces-arias.
Qnan lo p dtca nao preside o matar lin e mu
completo eiulieei;n.ito da sceiwia d gnvernar.
produzera-se sitimces dillceis e mevitaves. comu
as que atrr.vesso a repblica n> an:ii lindi.
e en 1 a e 11 qae a dao c llorada as ultimas noti-
cias.
Te:ii-se aeeumu'ndo erro* sobre erros. ans ema-
nados de inhabiliiUde e impotencia, outros Mime
da indol pessoal dos horaens de que o Sr. presi-
denl Sarmiento se roden.
A Oofitfea*desastrosa interior proraeon as pro-
vincias os conclo* e revotas, fomenta las pelo
governo cora vistas eleitoraes, semoattdS ciimpli-
enflONi cajos fnn-t-is elle j comeeim colher.
A incuria e incapacidad -. do ministerio da guer-
ra condeainoa as fronteiras seren vi'tinns das
invasoes dos mi Hoj, as quaes se pe dem vidas
aos centenares, as quaes mudares de familias
perilera a sua 'iberdvle, as quaes desappare-
com por Rui valiosas fortunas c com isto toan o
crdito di repblica cora 1 paiz apto para a foto-
nisa;,ao.
Na adniiuistraca) da fazenda eneiintra-se anda
a m'smadeticioncia. dando-se os escndalos que
todo ornando presencou as discos-oes ruidisns
sohrj ma empaoBlbnv os trnta uiilbVs de pata-
ces, cuja ri-poicussio 111 estr uigeiro deve ler fei-
ti o ultimo mercador da l'.Hij surtir da llastraiu
et'oii'irajca dos liuanceiros do governo do Sr. Sar-
llli 'll! V
Fiialui-nte, na poli'ca externa tnpi-s-i a cada
uasso co:u 11:11 ile-atiiu.'c.iiu um acli d requinta-
da lilueura, pra.icado pelo ministro das relacoes
exter ir-, cajo genio virulento, fazeudo-o esque-
OBT as re.gr.is do bem viver e as le* da corlezia,
lauca o paiz no campo das provocacu-. empre-
Hjati ta nmo lngiugein caleuladainente ferina sem-
pre que cbauudo disculir cu:u outras nae,oes
algara ponto duvidtsa
C'irtaiUeulj n-nlium liomen de se isa esent-
iiiento.-. nenliura govein-i cordato o lloarad 1 que-
rer que a rjtpuboa Argentina dobre a cerviz
e saerlfl lUIXejaS brius, quanlo se aeliar uo teire-
ub da justi& e di diixiu ; mis, aiiiila neste mes-
rao terrea, a luiguagem desabrida dd sea minis-
tro da Oitrangiiros eonstlne u:n pesskB 1 meta de
allralir syup libias.
S" a le.iubiic.i Arge.iitiaa, |Kr sua ihi.-cio ge.o-
rapbica, sou clima, e fertilidade do sen solo.offc-
;ve vaiitagons emigracao, nao devem o* S0U1
Imneus pblicos esqueeerque. g acas a estes emi-
grantes, vind 1.- por convites do paiz, que esUt tein
|o,>L.'ieJi lo tao i':i|iid(imoute, e que, se a boa euii-
gracoi lhe vier a faltar, o progresso por muitos
anuos Qear lietnlo.
Su os estraagerud devem repblica Argeatiua
lios[iitalidado e prosperidaJe, em paga a repul toa
deve-llio', por assiin dizer, lulo: singular pos
seria considerar sto como motivo obrig dorio
para trata-Ios cora fofo urgulh. com pbrases sar-
caslicas, quanli nao asolcnles, quaes as que o
Sr. ministro Tejed ir costuina erapregar c un
todos.
Esse passiiii ee:nplo. parldi das alturas das
regios .'overnaliva-, na 1 pi'ide deixar do adiar
ch i em outros crculos, na uipreiisa uilical e
ofllidosa, passaado d'ab as diversas carnadas da
socielade, at que Dios gritara em coro que sao
as outras nacaos que sao ms, eifUO s a repblica
Argentina aprsenla no sen govern; um non plus
n'rade sabedoria de prudencia, de equidade !
Cosiveaea-se de una vez para seapre a rep-
blica Argentina, de que os seas inteNSSOS reela-
11:1111 outra pi|iiica, mais nopre, mais digna, mais
elevada, c prati.pie-a sincera _e convencida
mente ; e crea eutai, mas entao, que o futuro
ll" .--.irrr, porque s enlaf n'm mais ensombra-
rao sseus li u'sou'es as negras nuveusque o sen
pr sent vaj alli axeiraulando.
Eraquant assim ino proceder : eraqaanto o
tentar o fofo orgulbo que todas as nacoes lhe reprs-
vam ; cmquanto caminhar travoz os nnvoeiros do
saa exdruxula politica ; niio sa vanglore cora esa
se futuro, porque elle pode s u'-lbe tiio funesto
quito funesta essa poltica de recrniinacoes, de
odies e de vaos e estultos nreeoiweitns.
Tasjio-Jjj^xfstivi randa em nosso esenptarta-a'
li'KH) 11 exemplar.
Vrln&n-Pela sndclegacb di Recita fra
I1011te.11 preso en flafltinte, p ir ciiiuo de furto,
um esc'ravo Candido Gomes di- Santos, de
'lime Merino.
E' preciso extingui-los ; j os ha de mais.
_ RspaiK-aiucnto. -Em Si do inez ultimo,
Cliristovo Jos te Santa Auna e Joaquini Jos de
Santa Auna," residentes no termo do Ronilo, e-
pancarain suas propri3s malbjeres por.... cumes
Ferimemtu.No lugar Barr* dn Jangvdti,
do termo d) Bonito, Dtagu 'ercira de Souza ferio
gravvmento a Candida Francisco dos Anjos
Diligencia importante -O delegad;
de indicia de Tacarat. fazeudo-se acorapanbar
de duas pracas, poz em cerco-no l.do coircnU'
dous criminosos de morte, Jos Gcraldo de S
Caze Pedro Mara Bandeira da Paz, conseguindo,
depois de forte resistencia por ellos empregada, a
pnso do primean, evadndo-se o outro.
Boa aecio. -.o delegado de polica de Ta-
carat apresen ion-se voluntariamente piisao.no
dia 'i do correnle, o criminoso de morte Pedro
Jiw Moyt Caina. declarando que llzera parte dn
grupo de Cas, cuja prisio cima coinmunicamos.
Captura.Foi, emRm, capturado e recolb-
do cadeia de Huique, o criininoso de morte Mi-
guel Francisco, qae no 1.a do crrente inez a iinou Isduro Bezorra dos Santos c ferio grav'-
msnte urna nraher de nome Josepba, 111 dlstrleto
de Podra, d'aquella cuinarra.
Anuas.Pela subdelegacia d h Afogados fo-
ram apprcbenildas e tiverain o conveniente des-
lino se'e armas defezas.
.tleiiilifi'os.ilae.,- aos esforcos emprega-
dos pelo F)r. Jos Mara de Araujo,' subdelegadi
ile S. Jos, foram, na noite de aute-bontem, pre-
sos e recomidos ao asylo de mendicidade CJ men-
digos quo ragavam ms ras daquella fregoezta e
mnito principalmente 110 pateo da liibe; a.
RihHr.1 l< poive O Sr. l)r. subdelega-
do de S. Jos den bontem um pa-seio pulicial
rbeira do peixe, de sua (regaezia, o prohibi que
fosse comprado por alravessadoros o pexe que
en conduzdo pelos pescadores para o mer-
cado.
i-V-\Marte reli^iusa. Cclebrar-sc-ha
qititimceato r.' a cada me, Asta< 111 o las, se o
quilate d 1 miro lor proxinuniento igu.tao en.
pregado na missa in.M.'da de miro.
A iiKwda de piala naja a-top o pniposta
igualmeiije para us tr-s lomos, raicr a defina
parte da inocua padriiu de uiu.i o tjoldkrone.
Cluniar-se-lia Krowtkier, c se gubdividir em I1X1
ore.
(>mrlue a rommis-ao |ie limlo qae o novo sis-
tema StMnece a vigorar em Janeiro de I87i.
._0 rolatorio da obredila commissao passoa as
mans dos eiicarr-gados-do ciiiirdeaiar a eovunrao
monetaria que sera lirfflada pitos tres guveros
sean linavos.
Conta-se como certa a approvacii pelas assem-
blas legislativas dos tics paizes, lauto do relato-
rio da coiiuiiissao especial consliMda per delega-
dos das mesillas tres nacoes, como da .'onvencao
que ora Iralam de redigir.
I.nteria.-A que se acba venda a .'16.', u
benelicio da qtroja de Santo Amaro de Serinhaom,
que curre no dia .
Casa de letencao.Moviracnto do da
l de jauciru de my :
Existam (presos) .'too, entnu 1, saliirara i,
existeiu 3SS.
A saber :
N^eionaes :ii>, mulberes i.i, estrangniroi W,
esclavos 17. esclavas 7.Total 'Xii.
Alimeiitados acusta dos cofres publico. 27\
M violento da enfermara do da lii ti; jan.'ii'o
de 1873.
Tivaram baixa:
Antonio do Monte Calmil, a-tluua.
Helariuinu d Sales. dem.
Tiveraiu alta :
Ti'oinaz Antonio de Paula.
Manuel Francisco do Sanios.
Joan Constancio da Silva Neves.
Capitalina) nsarara de kmi Indita da I kt

COMMUNICADOS.
iditiitiilst racilo IV.
s do geqe-Lcontra o cidado c. sua lberda4..4i Sil,
i, quaudo rpropriedade, mandando prender slrn ler nem eon*
KER1IAMBPC0,
REVISTA DIARIA
Comarca de Santu Anto.Por por-
tara da presidencia da provincia, de 15 do cor-
rente, foi exonerado, sen pedido, o hachare!
Aquilino Gomes Porto, de adjunto do promotor pu-
blico da comarca de Santo Anlao.
Fortaleza dn Buraco. -Por portara da
presidencia da provincia, de II do correte, fui
mandado reverter ao deposito de recrutas o alte-
res reformado Tiburco Joaquim de Andrade, e foi
nomeado para ajudante da fortaleza do Buraco,
[lugar para que tinha elle sido nomeado, o tenente
honorario Antonio Machado Revoredo.
A.utoridade pulicial. -Por portara da
presidencia da provincia, de II do enrente, foi
exonerado Jos Pcrcira f.eite de subdelegado de
polica do districto de Canhotinho, do termo de
S. Beuto.
Professoras pulilleas.Por-portaria da
presidencia da provincia, de 11 do correntc, foi
permttido s professoras publicas das caderas de
vlccncia e de S. Jos de Ipoiaca, Henedna Flo-
resta dos Santos Cordeiro e laalina Maria de Cas-
tro, pcrinutarem entre si as referidas cadeiras.
Juizo de capelln. -Achando-se no gozo
de I cenca o Exm. Sr. Dr. Manoel Clementno Car-
ftclro da Cunha, juiz de direito da provedorii de
capeHas e fesMttoe, assumio o exercieio da vara
respecti\a o Sr. Dr. Joa(|uim Corrcia de Oveira
Andrade, sen substitato legal, o qual mora ra
da Imperatriz.
Pena de interdicto.Como se esperava,
foi hontera, guardadas as formalidades do e-tylo,
laucado a pena de interdicto sobre as- irmandades
do Sacramento e das Almas da matriz de Santo
Antonio, por haverem recusado cumprir a circu-
lar do governo episcopal mandando que fossem
expulses d'ellas os irmos reconhecidos como
njiQPM-
Importante publleaco.Acaba de
ser impresso' em nossa offleina um grande Mappa
demonstratioo das distancias entre as freguezias
da prinlncia.de l'crnam'nico, organisado pela re-
partirlo das obras publica'' eni 29 de novembro
do aano passado, servindo da base a esse traba-
Iho, ajera de novos estudog, o mappa do finado Dr.
amanba. com toda a pompa, a feSU de Nossa Se
nhora da Boa-Vfagem, que se venera em sua ia-
pella 1I0 povuado desse nome, cono inelhor se
vera do respectivo programara juiblcatlo na sec
cao competente.
Gabinete P.rtuticz de l.-.-itui .i. -
Tendo-se concluido o batanen a que se procedeu
na hblintbeca desse estanelecimento, de segunda-
feira futura (20) em liante eoniecar o expediente
ordinario.
Boa-Viagreiu. -Acaba de abiir-se nessa
poviiaciin um hotel bem preparado, que se faz re-
c nimiendar netos commodos que toi a oterecer
aos visitantes que o procararein. Sendo aiu.iuba
dia da fesla da |iadroeira do lugar, de esperar
que soja enlao suirii-ienteuiente apreciado pelo
publico que l fiir.
S:i*ie(lailc Terpttichure. -Pidas II ho-
ras de amanlia deve proceder a elec'io do presi-
dente da socedade recreativa desse modo inti-
tulada ; visto ter sido exonerada desse cargo a
pessa que o servia.
Ciiiupanliia de Santa Tliereza.
At :M do correte adiar-se-ba abert 1 o asigna-
tura para a einissao de mil acces de 50 jOUO cada
urna, parte do augmento de capital aatorisado
pelo governo geral.
Banca Comuiercial de Il.-.u:t mm-
c. -8 prnzo mareado para a realsacao da ter-
ccir.i prestadlo do valor nominal das ceoes desse
banco COmcfOa a correr de Imntein -e terminar a
2tl de fevereiro prximo .vindjuro, e nao como
bontem di ( Inl Olinilensc. Conforme est ann.in-
ciado, liaver no salida lo 18 do correnle, um t em
expr.'ss 1. que partir do Varaduuro de Olinda
1 11 1 -;i da madrugada, o qual servir de condn-
cao aos concurrentes a partida do Club Olio-
de me.
Vli;i:ii para 1S73.-Enviara-nos o
seguiite :
t Os Sr-. Rartliolomeu A C, no intuito de que
todo os seus freguezes e pessoas que loiuain
sen autigo e acreditado estabeleciuiento eom sua
concurrencia, teubain, sera dispendio, um alma-
ak exacto para o correte aun 1, confeccionaran!
um de sua prupriedade. que dstrbuom gratis,
com a dimoiuuiaeao de Amanle Ltiso-Btasilei'o,
no qual adiliciunarain, alni de ama seccio de
varieslade-, uina tabella exacta da feduceao dos
autigos pe^os a kl graraiuas, que milito bem
p le servir ao conunercu.
C ii-lilail-- e nri^inalidade.-Un pe-
lindicnd! Lyao conta o seguinte :
lia dias apreseutou-s- um inglez coiuillissao
al-aciaia, e dep s d- f;i7,er us seus ciiuiprimen-
Ibs com toda a grvida le, disse para um dos
tnemhros prsenlos :
Dest'java ver oslvros da c mimissao.
O pedid 1 feito por quaLpier outra possoa pa-
recera singular, porui os uiombros da comrais-
sio, ennhoeendo a exeentricdade dos n issos visi-
nbos do outro lado da Mancha, aprassaram-se a
mostrar os lvnn da conlabilidailo ao exqoisito
genlleinan. Este compulsou-os detidamente, exa-
uda ra as v.-rhis da receita o despoza sem fazer
observaco alguma, e depois de terminada a ve-
rilii'acao levantoii-se, fez os seus eumpriincntos C
duigio-se para a porta acompaiibaio por dous
meiiihros da commissao. ebegado abi. voltoo-so;
exclainaud-.' :
Ab, esqneciaiue diixar-lbes o toen bilbe-
ta de visita.
tosejaramos multo conuecer a pessoa que
nos bonrou com a sua visita responden um dos
iiieinliros.
O desconbecdo tirou da cartera um bilbete
ue visita, que entregou ao individuo que tnlia
rcsponJido. O bilbete eslava envolvido em urna
uoia de rail francos. Os nembros da commissao
agradceerain clorosamente o generosa donativo
do estrangeiro, o qual, ao despedir-s:, dase
ainda :
Brevemente dar-lbes-hei noticias minbas.
EITertivamente, passados dias, recebaa eom-
misso alsai-iana mu novo donativo de 2,000 fral-
eos. 0 bilbete de visita liona o nome iLyonSA
Era eom efleito o filbo do sobro lord Lyuns, que
viaja a tt'ialracnte pelo continouto s qae tena ins-
pirado una viva sympalliia aos emigrados alsaeo-
lorenezes, por toda parte por onde passa.
Alguns atas, antea Imba tambem feito orna
visita commissao de Helfort, onde os eoNgrados
se contara por centenas, depois de ter examina-
do os livnis, pcrguuloii o que teueiouuva fazer a
commissao para sustentar e abrigar os ufeiizes
de que se liiliam cunstiluido proteeteres, e depois
de ter envido cora a matar attenc 1 o plano dos
seus pr, .jectos, entregou-lbe" 40,000 iancxjs para
facilitar a prqmpta execu^ao desees prejeote&>s
ReCiirin'a monetaria. -Traia-se seria-
mente entre a Sneeta, a -Noruega o a Dinamarca,
dereraodelar o systeraa monetario.
O governo sueco DOmeira ha amos :1111a eom-
missao espi.'cial, o esla, dando 0 sen parecer
em 1869, upinava pelaadopcao do systema mone-
tario francez.
Viciara depois os deploravcis aconte'.'meiitos
jj_ue pozeram a Franca era conUagracilo, e como
lao grave conjunctura trouxe tod;is s nai;oes em
sobresalto, e atientas aos fados que se iam sue-
cedendo, o governo sueco nao se oeeapou ppr en-
t 1 daquelle assumpto, se bem que lhe ligasse toda
1 mp irlanda
Serenada aquella grande e espantosa tempesta-
de que .isjombrou o mundo, os ganarnos dos tres
romos seandinavos enteiideram chogftdo o mo-
mento de u-ludarcm a materia, primoiro ventilada
pele pata que j referimos.
Foi assiin que, leudo sido noiueada "una com-
missao de nove iiienibros, representando a Suecia,
a Noruega e a Dinamarca, ella ostalicleceu o pomo
de suas conferencias era Copenhague, e deu co-
meen sua trela era agosto ultimo : tarefa que
tinha por lim assentar o systeraa monetario a adop-
tar uniformemente nos tres paizes.
A commissao formulou j o sed rclatorio e nelle
assentou como ponto decidido nao aceitar o syste-
raa francez ; dizendo que os lempos nraduram,
que o systema francez, segundo todas as probabi-
lidades, perdeu toda 'a possibilidade d se tornar
universa!, e nao tomar roaior extensa 1 que aqucl-
le que ora tem ; e adduz ainda que os systemas
inglez e allemo nao conviriaia por diversos moti-
vos w adoptados.
Propoe, portento, a commissao que seja creado
um syrtema monetario peculiar aos tres reinos
seandinavos, o qual tenha por base o clenlo deci-
mal e o estallan de ooro.
Qricksdaler sueco, que se divide em 100 ore ; o
spec'ie daler noruegue, que vale 3 marfc e 120
skitlings, e o rigtdatef dinamarquez, que igual a
96 skillings, sera todos retirados da circularn,
bem como as sua subdivisdes.
Para os substituir errar sn-ha urna moeda de
otrro denominada goldkronr, outra de duplo va
Auspiciosa ein lmls os as|ierlns e pcjin tt-'il r..
de garantas ruiilini a ailiuinistraco do K'mii.
Sr. c.iimiueiidadiii lieurque l'creira de Lacena:
Os lacios que cuustitlieui as COBatonteS prt-nr-
eiipacoes dos i/overnos iiiiparciaes e niniali>ailes
toen sido lomadas na devida considera- f;o por S.
Kxc, que lia exhibido exubei,inte- pruvss de cri-
terio na sua administrarn enreqiiecida cada ,"7
mais de providencias uleis c que vio Catando no
espirito publico.
II que verdade aceita lli'ollle-tavn:i .it" pe
todos, que \ Kxc lea comprebeiiiii. a -itua
cao da pi'iivuieia : tein coinpreliemlido ;: neresei-
dade de S-; enllocar ua.posco indeptudente de
administrador e > adminisarador, que soc eempe-
nctrar-se do dever de distribuirjustcaesojastca
aos que delta precisam, presriudindo .i pobttan
que, cun sua iilliiencia inalelica, entorpece a mai-
elia reguladora dos negocios pblicos peliw nMfl'
Cilios que si- ibe ailtepoeui.
O qae verdade tanib.in aceita por 1 dos ,| -
S. Exc. vai revelando, a par da pol.dez de sen
trato para com OS que 0 procurara, qualqucr que
soja a poltica, minia |ieuelraco na dlreceai de>
negocios adiiiinistiativns, lirinando os sen- ac
Con o eunilo da legalidade e pTOUMltOado rtStif-
par os males, que correni a socedade carecCilo-
ra de medida", que a levantara do abatimeate
deserenca que a condoaram aaninidraeoes en-
teris oriundas das conveniencias polticas.
Fulminar tactos repnivados e indicadores da
punca tercad"S governos ; corrgir us abasos are-
tos pelas conveniencias que deven sor rcfpeHfcto
nas adinni>iiacoes moralisadas e manifestar forra
de voiitade na susientaco dos seus actos, em'iora
u assonin dos descontentes, teein sido as vistas
S. Kxc. e o sen prnce I r. sejanios francos, lea
merecido os applaasns dos boinens de bem. aos
quaes ncnininoda 111 ni siloacan anormal e de'iii-
centivos poderosos para abalar a crenea dos ipte
aguardara a mwjiwBade do futuro.
H' pmvavel, possvel uiesino qm espirites exal-
tados lubrignei'i nos actos de S. Kxc. excesso de
zelo e qiiic inulta severidade mas esses que as-
siin pensara ; esses que desejain fazer :t< aammfAt-
tracoesretrogradaieni aos tempes das lioslilidad'-,
aliii 1 de. apparectrem as persugaieTes para nn*
coiicesso do favores para outros, euilmra o de-ar
e a depreciaco desla-lrem a reputaco dos WjUi-
tradoivs. revestindo-se da calma e reflexo neee-
sar.as. bao de aceitar a verdade de na-sis palavrs
o reconhecero que S. Exc. se destingue no Ctim-
priiueuto dos seas develes, uo transige com a sur.
pnsicao otlicial c, ]iraiicaudo actos de inteira im-
liarcialidade. nflerece Variamente slgnaes evldcu-
tes das fiias boas dsuosicoes, coran aduiinislrad 1
bem intencionado'
O expediente de S. Kxc. a priva mais cabal
convincente de tuiUrquanto temos dito.
Km verdade. essa peca offlcial. que na > prxlazi
especie e nem pmvocva a atiene, o do leitor l-
tenlo u interesado ans grandes aconte,memos da
provincia, era vez de conter aquellas medidas
esteris e com peqncniuas limitaees repetidas, traz
a lioiiuiiriaco de fados que ileiiiainl;:Ki providen-
cias que prendeiu a altencao do publico sempre so-
lcito dos metas cnrrei'lvos cuntra os que, suppe'
do-se altamente enllocados, julgavam-se sent' *e
quatauer emenda.
ElTectivamente estaa conscencia de lodos, qu*
leora o alluditlo ex|iediente, que a adnfinistMcb
actual nao fermentada pela ambicSo eletoral c
nao tolera o privilegio dos empreados, que pro-
curara assiiiuir a respunsabildade de seas BCtO?
sem prestar obBdtanota I aqnelies que lbe sai su-
[lertares na esphera de suas-attribuicf -
E' pos para o expediente e smeme para ex|n -
diente que lancamn> nossas vistas.
All se deparara medidas coneernentes a reali
sacan du desidertum de S. Exc., sempre prompt 1
a prestar sua atienco a#J actos que dizem res-
peitn a inoralidade de sua administracao ; alli
se leeni demissoes concedidas a autoridades po-
ciaesque. detestados e incapaces de sati|azer as
vistas do governo, erara conservadas jmr
condescendencia indestmtaavel, e leem-se entra*
militas providencias que dizem respeito, nao so a
disciplina militar qoe deve ser nantida e respei-
tada. seno como ao desapparccnienlode diffci' 1
tes causas oecasionaesdo aescredite desses gover-
nos. qae ostontam nina bonestidade apparenie
mas submcttein-se a todas as exigencia-.
Escrupuloso na cscolha do pessoal apto para cargos policiaes, garantas da ordem e segnnnra
publicas, tora S. Exc. se levado, nao pelo lado da
poltica pernicnsa em taes escullas, mas pelo rar-
reciinenlo pessoal. de nodo que, nao s na capital,
como era diversas I calidades, tein reealiido a no-
uieai 1'1,'s dos sargos imliciaes era ciiladiM's distiiii -
tos. com um reputaco a la er e SOansaMSte
mente iucapazes de se enlregarem a pratica de ac-
tos punco confessaveis.
Desejoso de promover a economa dos-diubeiri<
pblicos para formar o equilibrio das linancas,
procura fazer conheedas as verbas da recita e
despezasda provincia, e nestas vist; sacaba S. Exc.
de lomar una medida de alcance chamando a
cantas o regador do Gymnasio Provincial, como se
ve do expediente de -27 de dezenibm. publicado
no jornal oflleial sob n. 5 de 8 do enrente me?.
Esse priineiro estabeleciraento de instrurco p<-
bficit tiesta pruvincia. jogandn cffl o sen reginwni
interno eom crescidas quantjas de receita e tor-
pezas constitua uina excepeo entre todas as re-
pnticSes publrpiis e nao se julgava subordinla a
tliesoiiraria provincial, donde erara tiradas gran-
des sommas, sem que se soubesse a appllcacao qne
se Ihcs lava ; mas S. Kxc. considerando incoara*
iiiente a continuaban de semelbante pratica. sem
razan de ser, araba de expedir ordene ao respecti-
vo cmego regedor, une don era dianlc irest*'
cuntas per.wte aquella repartirao da receita qn
se arrecadar e da des|eza qus se Mfectuar.
Esse procedniputo de S. Exc, so pw um Unto
revel 1 o mais dieidido interesse em entrar no co-
nhocimento das causas que determinam a dstrac-
?ao dos dinlieir^s, qae fazem parte da receita d*
provincia, por outro lado facilita ao fnnecionare
qnem se dirige, opportunidade de sempre mani-
festar o zelo qae toma pela prosperidade do esta-
belecimenfo, de cuja direcjo se acha enrarrf?a-
Considerando de indeclinavel necessidade a ap>
plicaclo de medidas temientes ao desapparef-
raento do crime de furto de animaes, que se na tor-
nado frequente em todos os logaros, eonsutufordi
urna especie de meio de vida para urna etasseda
socedade, em menosprezo da !ei e com prejuizo d*
jjobn's agricultores, que"sao constantemente prfju-
,dicados, vendo-se privados desse auxiliar neeeesa-
rj ans seus labores, S. Exc, em officin circular.
,'pubjicado nojornal otffciat sob n. 13de 17 do.cer
Tente mezchama a attencao dos juizes de dirv^
b municipaes e promotores pblicos para esse RTf-
lto, e recommonaa-lhes que sejam mansavelsem
perseguir os afltores ae tai crime. para qpe nao
e
lor que ter o nome tedrrppelkrone Com im kt- [Pscapem _sancco da lei.
Jos Mmele Al ves Ferreira e a carta do coronel Ltograniuia de ouro lino fabricar-se-ha 48 gld-1 ES. Exc. asshn procedendo, vera prorar de um
de "engenheifos (durado Jacob de Neemeyer. Jkrone; o que vera a dar o'valor de dous mil e I rrnxlo claro e positivo qae na ma administrad

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diario iteFermklmo MhtAo ]&>'& JatHftJe 10T3L
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fi i|*bai'aa nlras^fuci.ts. pie uom
*amHa ^ui'tfKuao, aclua!
4M|l9qKf lomar saliente ii p
iiimp! S. Exc. imtntM a eteicjio muaicifij
i'rem)*Sa dos Afl^sd.g ; paroAcdmiento 91c
\ nio .-ir -e.dada no dcvldo teJnpo ,1 pos* de
vi'RjjaUtti da eamar imMripnr Jo Hi'Oif, elertos
i,na i iju.ilr enrua de 1^7.1 187BT
Vi'.ii.a:.] )-m: Jo j\am-' procejilo nj luilo
Beteulc. qua a icta 'la d.-i.o nur ii pal dn-
fuella rrogutiZa cshltiin f.ilsid.iJ. ime, a teranJo
i orJ eni da iota$o, di -ios vereadnivs collocaco
diversa J. [ lodoriaui tor ; S. Exc., p.a' porta-
ra do i !' torrOt mez publicada no jornal jo
18. man l-m ;t cnflniira municipal ohr'ostar na
ij TiTiMd-urs, ate que pelo |>od ?r
eampcteWe Aj'-x -litigada dita-fleie-i o.
Essa yjediila lomada por S. E\C. di> 11:11 al-
ea nee tncaloulavel; tila, ipil? cj:i-titw aun ra-
rsima ex -eiicio iuts fastos administrativos desta
previncia, real prov.ir .la inri ronl convincente,
0,113 S, Es;*, n Sr. cnrii-nendadpr Lueena sabe cr-
guer st liara da su 1 noftre missan e tem a ener-
i 1 pi 5c s 1 para cortar os abusos que !i3in tiu-ueei-
0 Mu-as para o mnoscabo de.nosso systema
oJeiton!.
S Ese, n*5o pariracnn as trrnsaceoes detesta-
vais, caballa ;is conven-ncias cump-ometiedoras
e ssN-dcs'criminar a verdad* interrmd para o
ttonypftraeitmiaM da enrrupeo, causa dejsuon-
lisadora dos ovarnos mais justo* o honestos.
(imtiaufl S. Exc. a manifestu-se protector da
justiea cd* lmwtdadi!, profligue as fraudes eos
l--.ua:. I s que for eiftinlraiiifo. 0 canto como
reonae imenio dos son coneidados o at mesuro
daoucllo* que. arropeudidoi da inju-iica qi c lize-
rara era principio de ua adniiislfjcasj > cossi-
doi-m U'-oapaz de pan cinar arla* reprovado* cu
satisfazlo no interesses iricanfessavels.
K.-cife iuxuko-r187.
.__________ I M
oi ler encoirtr. mirrias f.
j^dos ;iro .la priVn; c-n
a CaiTuin, etj
**" f
),e o /m desalm-ri 11 tem, $er detaUtd)
Evang. du 9. Mar!- ca:>. X.VI. vv. 1S
C> beneplcito.
1
l*fa et:.'.i!iai'aos similioes e igiior.uiles, a* 1:1a-
'- ;-.yvtl ',ir-so d'.1 un esiruo -O b't-'ji'arito
imperial!
)r: a ;..';.; ui'Wa : as bullas ou breves j' rei-
ii-i! 1-. qwr rte graca, qtw da juslica, ut teem
valor no m>s*i imperio seni o hoiiejilacilu inipe-
ria!: ora as hulla* da eMcommuiihao c/mtr ama-
vHuurta nai f.iam plactadi> peln nojso !;<^^'enlo,
l|M uatt'em neiibmn valor; logos macoesdu
BrasH nio so excomruii ligados.
K-!a Ueresra tan esjjetiosa, pertjs todi apparea-
111 ciai as -fiuintes breves rellexoi-s oni eoatra-
;r i. que va:: js tuet; e antes de tudo piMvai'enios
.1..; 1 o ., toe 1! 1 silo contra a natnreza da igreja,
e contra a id-p'irleiici;, de i|ne JsusCi'.ris!;. seu
divino .fundador, a dato 1
Km trtmnira Ingar, leudo a sagradas esriiptu-
ras, e.'.coutramis a iMideinnici di beneplcito
'U plcito regio.
lirtelo lisse aoi (ontinuadores de sua santa
otui&i os a Mstol >s W por totfoo mundo, e#pl-
r o Hcaugr'k titulas i tr&furn$, e, quem ito
urM;!'i-. i.'i 'i. jmbmn-i'lj; u*da qwobs reem
i, Iom.-1's tanto iftnnto e-i t'tiho sftto.
i ira. >s ic)st'>kis, para eusihardib tudo quanto
!)'is ha-.ii nandado.prcfisassem do c.msenmen-
. to dn> goverros. fcsns I les !m il; nas, lesus
oa enviod, SPin fa'cr Incuria dos governos, logo,
nao te1.!;', u governoi >|ire ver eom o ensino dos
apastlos i seas sncresires.
femis, Je?us dto* a seas ministros quslia-
\ iaui de ser apr pados. ersoguidos, entrego a as
synagug ^s e as prisoes, e levados prosenea do*
1 i lentos a dps pms o qual o remedio que lites
a para pei'sevi rrni el 1 sua nissao ? Bvlo :
Ei ta\tmrei, diese o Fundador do i-atliolicismo,
t ~ibeib. ,,> ins idrirsitrins, uo ptoMb i'itcsist'r e
an*akfT. (9. Le. XXI, 13-15.
(i Qiesnjo sus Glirtsto. eanttituhulo S. Pedio o
:a i.i..in i.n-hedo iaabalavol da sua igreja,
I s : Tu h Mrt, a .oir u/ta yedra en tai-
' ei a li'Hlfi hjrc/'i. X ti iatei ijp chaves do
to do y, t ii.iio i/iie atttret na torra, itf ali-
jo N j
10).
Qra, se as-luis de Pedro, ou, por ootra.-dns pa-
ii e (1j igreja, para olwigar, necessitasseai do
i 1 iplaeito, v ra por tena a instituiolo divina da
:;; ;a ; 1 T.|ii;nlo. (piando dos papas ou dos bispos
:ass > urna b illa, ura brev, um Wndato, um
iti moa portara, o goverao flaria, ou niio.
. seu eoiisenliiiiiito para a publicara) do acto
rado pelo p".!-i'c-lesia-icM, segundo Ihe pa-
se coafrar, ou nao, S leiscivis; enti) as
dispoeic's '<' i^^'ja seriaiu, ou nao, aa las cuma
I-'s : ora, i'"-1'' so o seriam niais os apostlos,
naai 1L8S1111 o princip di.- apost >I >s e seus suc-
wsores, .' laiiam'a' les da igreja, nas sim o
ir civil, i(Q0 as jugarla boas ou ms, aretta-
,- >^ ;.'. i 1 vi-. .....itao, 0 poder que o mesmo
llaus, e:.i posaos., commfttteu ai. Pedro e aos
.i,,^oi.s '.,ra frustrado e sera nenhuraa atili-
la: eDt3, mjo Querer Poder, nao pedera
- istuntar a orjeni tute estabeleceu quando fundou
a su.1 ijn"eja fbre S. Pedro
Qiando Jess conferio S. Pedro,- ? na pessoa
i, ,i,> tns 1- soeeeseores, os papa.-, o poder de
\,i. < '.-,/;, nao lii.-cii-cirmscn-v.si, u.-ai por.
indi ;ao al ina para oexercino daquelle poder,
lior.'-.n di-se mui clara e positivamente : tudo 1 10-
i-'-se. sao palavras de Deus S. Pedro e ais apos-
/ que ulires, m tena ser atado no veo,
fu ttr a iesntofes, 'era d 'tutao no c*o;
nenhum meie, .mms. indieou o Filho de Deus entre
0 peder de S. Podro e o ec<; porni o que preten-
1 .,11 os del ::-o'-es do beneplcito Nada, mais o
na la itieo 9 pie a deslruico desse poder.
De vagar diiem os gove'rnos, a tudo que ata 9
na torra nao ser atido no eao, porque entre vos
o co est a iniuha autoridade, porquanto sena
ci inspecciociar as voesas leis e dar o mea ae-
( c '-vi'10 e 'nsenlimento, x* nada podis atar ou
i desatar, depende rio meu querer o .'xereieio do
. So na i : 1 Digam-nif os quo ainda conser-
1 un o preci iso dom da f da razio : ha nada
111 ais inipi 1, tii.iis lieretical e mata revoltante para
a constituida 1 ivina da igrefaj /andada por Jess
Ha nada mais <>()posto reeta.razao! Ainda
mais. Jess dtoso que -1 |uem nao ouvir igi'ft
|i neja tido pw wj'io e exeiinautuga). (Evang.
de s Math. cap. X^'HI v. 1"). e que quera despre-
zjsso igreja elle desprearia.
lira, se o govjri:o negar obeneplaci. nm aeto
'a.iiuuer da igreja, vao so ella nao ser ouvid 1 e
. -.-.i aesprez ida. mas at s"ii proliji.lo ottvir e *i
prezar a igrej; logo o beneplcito contra a
/ontade e a ordem constit lida por Der.s em sua
igreja.
"a'o llvro do* actos dos apostlos, cap. V, temos
un feiio ue o mosmo do no-s 1 beneplcito
Vedando os apostulos a paiavra d" Deus ao poro
de Israel, foram |:resos e levados nresenea. do
wder supreiin, como perttrrbadores""da ordem in-
1 e pregoeiros de una d eitrina nova at entilo.
Pastos (liante do confetbo v. do sanitri sac ;rdi e,
pet'gunta a. s : postlos, como que alies ure*
gafara etnmonidcJesuNazareno, quandolhcs
sido xpres-aniente prohibido ensinarem ta ;*
Oiurina-e tallar nai|uelle nome. S.Pedro res-
ponden por todos oh seus eolleg 1-. dos .;;iaes era o
'bef: Coit-ii* 'fadixer prinwiro -Deiii do '/".*
mt !wine:,s.
liiUae, ura das pbariseua, chamad) Gamaliel,
doaior dalei, lid) ira grande honra por todo povo,
ievaut-se eassindiscorre : aVaroes israelitas^ve-
de como vos portis eom esk lioaiens; e, defuis
de narrar o nutbnde i|uantj antes deltesluwia:n
p Tsegnido a igreja assim eonelue: o enateUro
(\ja vos dou e*e: nao {.tormentis mais stnaj
. Iiomens, de\a-os. porqie o que elles apregoam
a ou o&ra de bomens : se e dos h(>-
( rnen?, por' si ditlrihara, e se i1 obra 9c Ben., v
u nunca-uulecet: .dala-la por trra, erris o rlsc
ti 1I0 cirnhiuer einura o mes 1.
fo acttt. &.< aposiob s sahiram cownto,-
por tereni sido julgjtos Jtao&s de opprobrios, por-
que ensiavam o irome' de lesos, e eontinuavam
todosoyttes )i"8"far non iemplo e Rae casas
tquelle iromidoiVa lo. V. 7 at o ftm do ca-
pHul
Bis o juo faaew os ows f harise! cora t
- lecesearwdq awslefo, 1
ma reswosta :\et aos Itoiii
Um ex-aoulso.
.se tai
eoramandu lo luto
^iluranta ledo o tempo,.qne eommanJou, fui pie awTde os con-ervou.
ilee'e, i( de Janeiro de 1-73.
Httinoel Ferrtira Bttorar.
Programina
ln iVtli dr \ Ht-7fcri rfit *-
Viu^iiii que* tMM I>r:nln domin^u IO t!n corren-
te, an ri'ji ere**t ni pv-
'lo de*ite iioine.
ero lugar uo sabbB.it as vespera? da festa os
Excelsa Seuhora da Boa-Viagem eom a maxiimi
pompa o Uiiliaiuisuio.
lej) larde gyrandetas- gaiohw ti rifo annu-
ciar a festividade." A msica do bataiho de pnij-
cia exhibir grande numero de pecas do seu os-
colhido e variado repertorio.
Ser a orchestra regida pelo inigne mwtn
Pjppe.
iceupurl a tribuna sagrada o llvm. padre Ma-
noel Cid, capellao da irraandaJe.
Estar o inunonso larga que circunda a igreja
arborisado, embandeirado e Iluminado Kindoo
acto religioso, ser queimado um poqueno e lindo
fono ue artiJicio.
P 'la inanlia do domingo bombas reaes anrin-
ciarao a festa.
^ Ser a orchestra regida pelo eximio maestro
Osas: Ser pela primeira vez exhibida nina niis-
sa composta pelo Sr. Colas e por elle offerecida
inoandade sob o tituloNossa Sanliora da Ilosr
Vragetn. E" essa rnissa una das mais brhanJes
coniposicAes do festejado maestre- penrambnv!.
Orar ao Evangelbo o notavel pregadtr o Exni.
e Rvm. Sr. D. abbade deS. liento.
Aeha-se a igreja elegantemente adornada.
A* tarde, a msica do corpo de polica tocar as
|ecas mais e colindas do sen variado repertorio.
' A' noute ter lugar o Tr-IJeuin ; oecupar a
tribuna sagrada o Hvm. Ir. Augusto da Imuia-
ciilada '"onceicio.
Estar o pateo arborisado, eaibandeirado e il-
lirniinado piorno.
Pnid o Te-Dewn, ser arreiaja a iianJeira,
guaialadas as prescripcoes episeopaes Uepois do
qne -era queimado ura grande' e bello fogo-de ar-
iii'io, fabricado por um dos mais dstinctas iiro
tecimicos desta cidade.
Pata maior fcil idade de conduccao ha ver
para a Uoa-Viage;n neste dia varios tr^n-
4 commis.-io enearregada da festa nao tem
pottpado esfurcos para ser ella celebrada eom to-
das as pompas inherentes ao culto catholico.
S^f^iilrarfipl!
THE LIVKRWJ. A fODOX A
InSUMIC^WANY
COMPANIIIA
Fhetibe Pernaitbue^ua
Tuina risi's martimos em mereailorias,
rrttes, diiiheiro a nace1* linalmente de ijnul--
qixor naturia,,m\ \-aporfs, navios d vela ou
'bnrcatjas, 'pnemiosmnilu imnlicos. .
RA l>0 C-OMMKilClO .N. 3V.
PRAfjA DO RECIPE 7 iB IABIRO
DE i7n.
\w 3 iftnm\0.tT.vmiK
Tutikcffe olHii'lwew.
Assucar Caial 15600 por 15 kilos, Iv.nteni.
Algodo de 1 soile 10*000 por lo kilo?, hon-
teni.
Gamlrto sobre Lanares a 90 djv. 2fi lii d.. por
U000, houtem.
Dito sobre dito a 00 d(v. !6 3|8 d. e do banco 26
1(4 d. per t*.
Cambie-obre Pars-a 90d|v. IlSti rs. por franco,
iiboureq
Pj'widente.
fceal Sbvf
lerotario.
40sH'.attiiMaies7I^Ks as nrnaost-h alaM tra*-
efista
- A* itNroa inie prwwidercm- dita obra d^
>R '"W'cwPa Ma-rf>nffir!i av o rlia aina ineii-
ns)ssla. > (] nao f;i7.r>nd.i ser a lira.
!%Bt-atWvMo pfimeif tos praponrates por
ier sua pruposta-de rerouiwci ln vantagmi.
E para constar, se lulilOa publicar o |>r;seiite
>oi!eial-!a,ii)r,
, J^iiflrAiToiiso Ferreira.
i)\Clafrti _ i.-' Q atorros J:w varnss. dw enpeiinos Guara-
rapes e Wko, *itfn n'itis di c mfonrvidadw rfrnt o
orraiiientn na mniHMancia de 6: tl^iKM).
' WeniitrJWante dar comeci a olira noprasn
da- l-'iidia a a cimcluia 110 de 3 nier.es.
^*>*!'agunwito> .'rao ellec.tnado Je confor-
iiaaJaWicosuas tuatores vantg.-msotTereirklispd'W
orofwaeales..
4." I'arn ludo mais qne nao vai esporiiieados
sinH;**i t(jue dispc o 1 ogulaiueato de .li de
jailis u>iW.
Pro) natas
O Sr. majur Jos Tboiu.u Pires Machado Portel-
la, merece fazer e c.oielrrir a obra cima derla-
rada ate o im .b- maio prximo viudoiiro, rece-
beml 1 a respectM importancia em prasos de 0, 9
: l mczeftdcpr de concluida a obra
OSr mna-co Xavier arnoiro di Cimba, olTi;-
rece Uwf a 1:1 ^-maobra r.-cebendo m -tade de sua
importancia ogoquii concluir e a nutra melado
doze mezes dejofe paga a iinni -ira presUcao.
ouforme,
Miguel Afon*o Ferretea,
*-*i-< .
70W
stsooo
WA000
2*f>
M300
U90
1003000 {asm
.M.FANDEGA
lia'ii lini'ai.i .lo .lia i a 16. .
dem do-diaj-17. .
72- S^mO
B9:8378t3
7l::t*Ho
liiia/oriiiv
r.OMPAMIIA DE APKF.XOI7.es MAlltMldUlS.
Ha quatro niezes, que foi creada n esta provin-
cia a companhia de aprendizes m;irinliek:os, teado
vtedo expressamente pai'a crea-la e coaimanda*la
o Hlni. Sr. I." tcnenle Frederico GuUhenue de
Souza Serrana. A provincia, que senta j a ila
desta companhia, deve hoje gloriaa'-se Je possui la,
te* io ao curto prazo de sua cred0 j 2i. pi M
nos. o lutanJo porm, eom a grande dililculdadc
de nao contar ;im pessoal habilitado para sua
conlinuaeao. E' ao incansavel zelo de seu disiinc-
to commandante, qu se deve, nao so a creacao
de ao importante coran de mariaha, mas tambn
o adiantainento assombroso desses meninos, que
i.ie ias ha qaa'ro mezes, que sao teeetonados, .
ja apresentam todas s.vantagi'iis necessarias
foraiaeao de to til orporaco.
infatigavel no exercicio de sitas funecoes, q Sr.
coramandaute Serrano na., ha poupadj esforeos
para conseguir todo- 01 nielhoraiuentO possiv'eis
nara sua companhia. E" forcoso eurerauto eon-
rVssar que a falta de tima casa apropi-iada uva o
quartei seusivei i.istante, pois um pequeo bri-
gue arruinado nao affereee as rommeddades [>re-
cisas p.'uin estaljelecimento tao til e neeessario.
O Exm. Sr. presidente tem prestado toda a sua
coadjnvaeSo ria acquisicao de meninos, e tem se
mostrado diligente em fu mecer os meios requisi-
tados para o Bieilioramedlo da companhia. Cura-
pre registrar aqui o aceio, mpeza e boa ordem.
que reina no qiurt.-l dos meninos Temos pre
seneiadO o m ido porqu*, os menores se p u-tara no
domingo missa^ e assiin nos passoios de roBjsi,
denotando a boa direccao de sen zeioso conmian-
daiit', que vel pelo deseavoivbnent) e adiaraa-
menlo moral de seus commandados.
Ciosos do nrograsao de nossa provincia, tomos
investigado cnidadosamente todos oe pseos dessa
nasorate instituicao, e e-nos grato coafessar que
nao so nos actos pblicos, mas sim nos particula-
res, xa escola, etc., somos testemunhas d:. boa or-
dem. da cuiiadosa vigilancia, que exercida alli.
Ciiaver.cidos pois da utiljdade real desUr corpo-
raciio esperamos, que o governo conserve por
mniti) tempo o digno commanante, que tem sabi-
do t 1 bem 'inpiegar seus Jesvellados cuidados,
eoMionJo ura resultado tio latente ; resultado pal
pav-'l que naopjde ser lesmeiitido anda mesmo
pei )s lesaffectos do governo.
A c ms'-rvaco do comniandante Serrano aqu
sera tanto tnaii vantajosa, se o governo conven-
cido de seu zelo e actividade, creasse secroes li-
liaes em todos essea lugares desta vastissima pro-
vncia, em ronco tempo teriamos o corpo comple-
to, assiin satisfeitas as ambicoes legitimas d'a-
queile, que :em se esforra Jo por merecer a gloria
do l'senmenho honroso ra missaoque lhe foi eon-
RMa.
Ve;'iadeiro amigo de iniuha patria, sequioso de
todo progresso para ella, eu nao hesito em publi-
car estas liabas, que noticiar) s provincias mais
adianiadas qne a nossa, o meihoramentos que se
vao operando, e o desejo 'rdante, que temos de
melhorar muito e em tudo o torru, que nos vio
Bascar.
Pernambuco tem tambera ama parte de nosso
reconheeiinento. e deve ufanar-se de contar entre
seus filhos o Sr. eonrinandante Serrano, ijue to
bem tem sabido grangeav as sympatias de nossos
eme i ladees.
O amigo do projreuo.
(Do Commercin do Amazonas.)
CQMMERCIO,
lilil Coinmercia! de
Perna
A Jiroctoria do Banco Commercial de
Peraambueo convida os Srs. accionistas a
reaHsar, at o dia 20 de fevereiro prximo,
nu eaoriptorio4o Banco, ra do ugario n.
1, primeiro andar, a tercoira prestaco de
10 /o ^ valor de suas ac$6es, devendo Ira-
tttt as respectivas cautelas para se annotar
dita prestaco.
Kecife, lo de Janeiro de 1873.
Os directores,
Mcniod da Silva Santos.
Henriqxte Iiernardes.de Olive ira.-
Joo da Silva llegadas.
BANCO
COMMERCIAL
DE
PERNAMBUCO
Desconta lettras .de cambio, de terja
quaestjuer titulus [mblicos.
Recebeinlieiroemcontacorreute simple-,
em conta correute eom juros e por let-
Iras.
^aa. Eacarrega-se por commissao de qaalquer
H^eraco bancaria.
expediente prncipiar s 9 boraa da
.mauh e lindar s 4 da farde.
Bam. do Vigajto n. 1, priinejro m- j
;iio se jilgue de'endid- |uer que sej ,
pslianiiunc;oetiO publico na Reeista Biariit
i'loi'Jisrio nusutasde 16 do corrate, por
ipw a irregniatfdnto eseoBti-ad* no tfpasis di
ra-rutas peO Exat Sr. pres idela i jfttpmm,
I) se ir.\y un li de-18 de jan -iro de 137J
llarea france ?a GoUgwj Hiercadorias para
ilfand..aa. -
Patacho alleaiitoElegante mercadofisV para al-
fawk'ga. .
Patacho iiigle7t-.tf'i'// Smith mercaJorias par^
alfandega. ,.
I'atacho ldhuldBtti]W4> CoriieUssen genebra
e mais aetiis^Mi'ao trapirhGmceo,
para despachar.
Barc parttigueza ArabeH* miliu paraotra-
piciie t/mcoicao, para despaeliar.
Brigue inglez Qrtten of lh Ricecerveja e ferro;
nara o trapiche Conceico, para des-
cachar.
Ilrigue iuglea. Rosalie carvajo ja despachado
para a companhia pernambucana.
Barca ingleza Talismn arinha de trigo o!-
nha 'e norco j despachadas para o caes
do Apollo.
Patacho inglez-Iniustrifarinha Je trigo j des
pichada ara o caes do Apello.
Barca ingleza Parejero -liacallio j despachado
para j trapiche Con'raicaa
DE-PACH S DE EXWitT ^AO NO DI\ 16 DE
JANEIRO DE 1S71
Pira os porto* dt) exterior
So vapor inglez Cassendi. para Liverpool,
carregaram : A. llowie di C. i 43 saccas eom
11,272 kilos d-aigodo.
1 .Va barca ingiera osnnimle, para Liverpool,
carregaram : J. Bus* A C. 600 saceos eom lo,00 >
kilos do asmar ismbfinio
Escuna ingleza Came'ford, para GreesoeJc, ear-
iv.'aram: S. Rrothers i.v C. '(,000 saceos eom
2-7iJ,000 kilos de a-sue 11 iiiascav:ido.
No Irrigue ingle: Ui'tHjuay. para Poraud.
carregaram : H. Forster A u :'W ttecos eom'
22,100 kilos da assucay mascavado.
No- lugre aliento HvT, |ra o llio di
Prata. carregaram : P: Carnere 8. 3** barri-
cas eom 43,iit)2..kilos de assucar branco.,
No patache allemo Albatroes. para o Rio da
Praia, Barrenen : A. Lo>o 200 barricas eom
io.ii kilos de MMtCN iirai:co.
** No, lugre inglez Mpus% para Vaharai o.
carregvu : 1*. M. Maury 10-J saceos eom 7..300
kilos de assuear branco.
No patacho hesjianhol Sous-rano. para Bar-
cellona. carntiou : P. M. Maury 162 sacras cara
11.118 kilos dehoi o.
Na barca porfuguota Venus, para Lisboa,
carrajaram : E. l\. Rabillo A C. 10 pipas co:n
4,8 JO lilp s- di aguardoiiio e 500 wuros Mrigados
eom ;)0) kilos; para o Porto" J. J. de Azevedo
100 saceos eom 7,500 kilos de assuear mascarada.
Par* os por/os do interior
Para Santos, no navio brasilea Amaro, car-
regaraml: Barrea Jrmior & C. 8W suecos eom
35.253 kilos de assuear mascavado ; Carvalho A-
Noguera 600 dito* eom 35,251 ditos de dito.
Para l'ruguayanna. no navio germnico Li-
coline, catregarain ; Carvalho 4 Noguera l'Jl
barricas eom 17,6<7 kilos de assuear branco.
Para o Para, na barca portngneca Clementi-
na, carregaram : M. J- Al ves 500 barricas e 25(4
da ditas eom 4,448 kilos do assuear branco; U.
Oliveira A Q. 225 barricas cora 14,989 ditos de
do.
; Ooiisaiado provincial.
Para s.'ie;h'j,- dos coritrldiinte.-t do imposto da
de*a irritan e os .riT.Mtos rkr- iei. abaixo publi-
v-'ft-sife.rtf., veri lenla uo law;amento da
mwniB dirima mbain no coi-reateTTaiio linaiicairo
i" W7ra 187:t, llcando aberro o prazoVjg reclama-
cos-oao-poi' vontnru p*r r>s-a4os, na i\nt di! -i regttlamento r^pec-
tivr>.
Coasiiialo !ii-i>viacial, M de dezembro de H72,
O adriiinisnilor,
AntOHin rSranMu'i Marhiflo KOt.
.Ai'era.'oVs vefiicadas :w i.iucrurieuto do imposto
* 4 ptr mnt. da V.'aiii'zia dos Afolados, no
eseWleto de 1872 a 1873. >el.) lamedor Izid n-.
T'-il il 1 de Ma 'As Perrcira,
WiOO)
WiO!
1405000
3
M0O
5>000
w
I
3
te.

Encanan:*-*.) n. 8,
cisco (i -.i_-.i\ei !P
S*. Idcm
Dkii u. 12. SoiwaVP-rrira
de r.astro, ideii
[Dito 11. 33 AnbmiisValuV-
viio dos Santos, denf
ion. 8. CusiodlivAW-
tmie- lluunaraes, luja de
ftrendas
nargo de Apinuo. a. M.
francisco Marines da
Silva Mondes, taverna
Dito n. 46. Julo Piftiardo
de Amorim, idem
Dito n. o. Joaqni n I'er-
%rr-ra Alves. idem
Dito n. Joaquirii Antonio
l'aiva da Foacca, bja de
fazendas
Travessad i.aJoira n..l B.
Francisco Marques da
^ Silva Mendes, taverna .
Estrada |>ara o entumbo
Ildefonso dos Iteis Gomes,
taverna
De 60rs. por litro de aguarden.
Poco.da Pancha.
Anaial 11. 22 G. Luiz Aa-
tonio Pragoo
Eiicnnamcnto n. 2. Icrcu-
lanJ>oras dos Santos
Dito a. 3. Francisco Goa-
alve Bastos e Si
Dito n. 12. Seiead Pereira
uV CastiD
Cito n. 23. Antonio Valde-
vino dos Santos
Largo dir Apijnrc-s n. 42.
Francisco Marques da
Silva Mendes
Dito n. ii Joao Felizjrdo
deAinori 1:1
Dito u. SI. loaqpim Per-
rania Alve-
Tr:.\ess.a (Li .aiieira u. I !t
Franci-eo Maniues da
Silva HfHes
Postrada pora o engpnlio.
"^Idei'oi.M* do* Res luii.e-
PMmeira wpfti do eousulad 1
Janeiro de 187'.
v r O chele.
Antonia l"Kr/o P. i. Aceio!i de VasymteUoi
----------------* ___
Kditnl eom prnz le 3t> Iiim.
\Awi\p 1*1*1*** sal
I fTi' f
2>i000 5K)
SO i'W0 lOOff
6040.0 24400-
na freguezia do
l 4540
MMft
sjkhv
154900
7!.i*>
191960
484240
31J20
i'41.)
194140
provincial, L5de
C'ontUfS*
i! nsl i" io 11
ancdKsKsr r-mt pilisl ilpii |>ortupiiOTe.s da liba Ao 8. U.unn. .,.*. qu c--
< ein^rosop diuheiro nam ia.sigcm
Sia esta provincia, c por eslas nao poden-ui 011
o quorram pagar, convidara-se us ditiis sriboi-
tos-di sua tsagesBa tMffbVstnu vfrca parante
e-te coMsulado depr conl a esta ou i.Idlica vio-
lencia, aljiu de que se (ara di'Vrda jnstaja.
O cnsul encana-jado do consulado
Doming i asarla iioncalve<
Pela thi'sounril MS'ilrirse faz pulilio,
'I "i- na segunda ipirtAf1 CjHrentc nu-z paga-
se o juro das a|Hjcef fylj|Wfovincial. eniet
tidas por corita do eru Je U .'>:000.
Secretaria .la llisouraria previ cial Jo Pernam-
buco 14 de Janeiro de 1873.
O oiTria-matar
________ Miguel Aff.tiuu Perreira.
Achaodo-se concluido o laatadonro di fi*"-
guezado Poco da -Panclla, a tasara municipal
faz publico |iara oV quem ii:Vi
sorpossa, que do diar !. oV iev.feiro viudouro,
.-o se poderao matar as -rwi's p*>a rmuino da
[Miptilact da uiesnia fr.\oaezia no referido bw-
iadeana,
Pac. da cmara municipal, 15 de Janeiro u>
873
Jos Mara Fivire Gaineir...
l'.-it-pie-iiieiUe
Lourenco Rezurra C u aeiro da CiujJm.
Sacrat ario.
Bwa-Yiwta W le >nei< I'
Por esta sohdciega<*ia faz-se ntlHc-i ;:: foi
;ij>prehendjdaeramao d :i;n mo!'': q c-nta
de li)*, pan r antragiM a quen. -w-e um
direito a- efla iiiuiIinoHe jusjak-
Oflribtl.'le.
Esee A. Siivcira.
r.ONStlI.O JM-: f.OMPHAS DO AUSK.NAf,
DC.MAlWNiA.
O cinsel 1 n) dfa 2iiL convnte ; ie.'. v-sfi
do |.reiosM> revohiihs it as II liras da manlia.
e soir a-s condioVs do esiylo, rom ove a-compra
dos segninua oii|i--to.- ib^-iuabjaij da armada ':
Larri* alratr-i da Sarcia; itW'Vrr-im^fi-
almagre; 24 baldradeiras de folln. |0 aiTob s 11
er, o'lOenlheresdcfciVo esiau'oaila.-. li lacas para
o inha. 40 cadornos le |u(!ei u.ata-borraii. i &*
ma de pap.-i lio!land;;i grande, sieootos491:14 palmos de cowprinienbi
Pela inspectora dn allaudoga de Poinambucose e I de largoj 10 pera de tapnbv, 24 garrafas Je
az pubhcii, que acii..;ido-se as mereadorias conti- tinta superior |wr,'es,-ri>v,i- :;o tijoloi Qjfel
I-.WJUOO
724090
21*0
14-ynW
u09 i>>m
CAPATAZIA
Rendimento do dia 2 a
dem do dia 17. .
DA ALFANDEGA
16.
8:73841.8;)
l:UU9e8
9:S5040il
VOLUMES SAHIDOS No dia 2 a 10...... Primeira porta no dia 17. Segunda pasta..... Tereeh-a paila..... Trapiche Conceico . 102 170 m 1,197 24_,080
SER VICO MAlITiMO
Alvarengas descarreadas no trapic'.ie
da ali'.iii e-.M no dia 2 a 16. .
Ditas ditas no dia t7. .
Navios atracados no rap. da alfaudega
Alvarengas ....'....
No trapiche Coneeieae.....
61
68
RECSBEDUiUA DE RENDAS INTENSAS GE-
RAf DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia : a 16. 5:495*7 9
Idem do dia 17. ..... i;3574470
6.S301I93
CONSULADO PROVINCUL.
RendimenU) do da 2 a 16. 3:*3,49'J2
dem do dia 17. ., 4.W854.-'
:4725S37
U3:

MAVWeTl'Da porto
liar.
COMPAMBA
Navio entrado no di* 11.
liba de Santa Helena -14 ibes, birca ingleza ln*
dian hcef, de 20 fwielada-, capito Wiliam
' Fi-eend, erjuip:ira 10, em lastro ; ordem.
Nttrios stthidm no mesmo din.
Iltia do Sal Palacho brasileiro B. Raekel, e.-ipj-
:lo Franco, emlastfo.
Antilhos-Escuna ingleza Mari Li&e, capito R.'
WanL em lastra
?W-Yertafigue ingfcz Ciiar, eapitilo QsflBM
naje, varga assuear.
Ofaereactio.
, Sasueadou do larmtvo para W;-t Iridies a bar-,
ca ingleza Manj Aun Gkrrtf, cS|itnb Hiiti'egren'
cora o mesiao lastra ane UoJiXe iU Haba.
dem idm para flrfesr Iridies, a barca higlezal
ttrey Ivm; eapitao W.'Paln, eom o tnsasio-bistro)
qnetrouxe de Bueaos-A I lera idem para a Parahvba, a banca baeleKt
M Bitrimo, emikitttook. -i.-u o menoi ki-ttf^
qe ttoffxe da Babia.
ISIIIIIII lili IIIIIIWII
fispjUs.
Faido
Pfi
20,i>0:M>05000
H,000:0009M-i
Mk Latharti&C.
RAIAjGJtCZJft.3.
ife reserva.
8400-)
Akmm-
4Sj.Tr
165800
IU OD
'.->
we
t4,)f' 12*>J0
24OOO
li^)) 2*880
l-d4;0-:> 6 i;)
HNMDO 6900
mam 44*X>
90O4000 aguar leo!v 32*000
400l>
1241-)
2I*o.X>
30*900
RnaDireita n.22. MafrtA
Ribeiro, taverna
Dita n. ) A. Iom- itibetro
Lemoa Duai-te. Idet
Largo da matriz 11. >. Jcr-
nardiri) Josa'- Goneah --
' di.s s#i5p-. idem
Ra de S. Miguel "1;. 68.
Candido Jo* Je Maga-
liii's Sor.'s. ideirr
Dita,j. 4.30. Mardniauo da
Crt Mello, ideai
Dita n. 23. Man.oe! Jow''
Soares, idem
Quiabo i:. 25 C. Vicente
Torios :b-Safios Meseies
idetn
Ra streiia :r. 80. Antonio
Joaouku Lopes, d (]an-.i-
II10. tdeirr iiJ,')'
De 4 or aests.
Ra Direita n. :50 A. Ter-
tuliarlo Pereira da Silva,
fabrica.
Dita n.-i Sebastio Perei-
ra Pinto, iiod
Dita n. 9. Mafra & Dar-ros
idem
Ra di Bemlica u. 29. Jo->
la Cosa Reges, idem
Rila Je S. Miguel n. il).
Santos 4 Araujo. fabrica
De u\) rs. por tr 1 '
Ra Dire:ta :;. 22. Mafra
4 Ribeiro
Dita n. -). Jos Ribeiro
Datarte
I. ..-1 da matriz n.9. Ber-
nardhio Jos-i Oumalres
d.js sari tus
D'a 1. 23. iosc Berna:-li-
no Alves
Ra de S. Migud n 61.
Candido Jos di Maga-
llres Soar '
Da n. 1,50. Martiniana di
Cruz Mell 1
Mauoel Jos Soares
nialo n. 25 C. Vicente
Torres de Salles Menazes
De 4 por ceuto fra da cidaoV.
Estrada Novo. Jos:1 Joa-
([lim d Sani'At:r.a, t.t-
verna
Din Albino Sfartis da
Silva Jorges, idem
Dita. Felipp.' Correa Go-
mas de Molla, i !em
Dita. Antonio Pin o de L -ao
idem
Dita. Coelho d; Pinto, idem
axang. Mauoel Felipiie
de Araujo Lopes, deiu
Dito. Antonio Carioso d
Amorim, idem
Torre. Jos
nhoflb, idem
Estrada do Gequi a Jaboa-
t. Maa Ernestina de
Castro Azevedo, idem
Jos Esteres Moreira, da
Costa, idem
Januini da Silva Costa,
idir
Manuel Martin* Pires 4 C.
idem
Maria Emilia dos Santos",
idcm
Joaquim Jos Pereira da
M-jtla, dem
Lu Antnio.de Souza, idem
ioafaiai Gareia dos Santos
eSilv'a, idem
BernarJo Jos da Cista,
idem
ResaJbna Maria da Coa -
ci, idem
Joao Antonio Pereira Luna,
iiiem
Hermclinda FIuriana Maria
do Carino, idem
Joac Maarieiu, idjeui
FranPi5fl P 'reira'Ramalho.
ijeirt
De 80 rs. por litn. de agurdente fira da cidade.
Estrada Nova. Joaquim
Jos de ant'Anna
meiiciosados uo caso de
consuma, nos termos do
R-drigues Ca-
oOiO-
')id
36000
64 Jtl
Iwjooo
S440W
150*000
mnm
60*000
12<)ji>
Wim
96Wi)
484000
50400)
724000
504')
:24i:00
WOCO
484000
604000
181600
194140
I24OOO
30iW
2,->0.
2J406
14440
24400
4*809
3*180
tiO-
2J0
64000
2*400
4*800
2*0'
lima
14921)
24000
24880
250
24380
i92o
14920
2*4
W30 24000

0 Im. Sr. inspector da thesourara
em cumprimento d^ontom
da proviueia o> 1* te oocreuto sfa m"
Dit.1, Albino Martir.s da
Suva Crges, (3." s.enes-
ife/
Dita. Foppe torr'-i G-i-
- mes de Mello
Dita. Coelho i Pinto
Antonio Pinto de L*<
Casanga. Manoei Feppe
d'Ahuijo f. -".
{Sita. Antoaio Carliso Je
K Amorim
asrre. Jos Rodrigues Ca -
11h.1l
fistrada A\ goai Jaiw.i-
t to. Maria ErnestiAde
; CastrOjAievedo
Jos Alteres Moreira d*
__1'OotJ
nt^l Martiiis Ptres feC
j Srmto.-
z Antomo deSo
Jos
Joaa>uiju PiTeira da
Mara da.f.oncei-
"loriarij. Mafia
44740
17350
44750
13*000
;t.:;*ooo
9*ti4Q
15*96
fi
Ja- no- volumirs abaixo
seren arrematadis pira
Cap. (i" do Tit. 3- do reguiaaiento de 10 de selen-
brode HO.). os seus donas ou consignatario.- Je-
verio despachadas no trazo de 38 dias.sob pona
di', tindo rile, serem vendidas por sua conta, s-1:1
que Ibes linjuecoiiipetlndo allegar contra os effei-
tos desta venda:
Trapiche Cunha.
Marca triangulo 11 2 Larris Je 5' coni vinhn.
viudos no navio allemo ster, entrado em 2 de
dezembro Je-1871, consignados a Jlo Martina Se
Barros.
dem G S 40-isiixas eom vinhn. viada na barca.
portugWa Sorial, oafrada nm I de abril de,
1872. consignada a Jone Luiz Fcrreira Ribeiro.
dem letiTiro 103 ripas eom vinho, vindns na
navio liespaiihol ''alio, entrado em 22 de abril d;
1872. consignadas a Tasso Irmao >v C.
dem idem 8 meias ditas, idem idem ide.;i.
dem idem i.'> bacris de 5", idem idem dom.
dem idem 140 ditos do 10*. idem dem idem.
Idrnn W 15 pipas eom vinho, .indas no navio
hespan!ioi Amia, entrado em lil ih uai) de
H'i. consignadas a ''.. A. Hurle & C.
dem idem 1,2 pina, idem idem dem,
idem l 4 F 200 caisas con vinho. vira-las no
navio aUemSo Mmatire>, entrado eml9 de j^nlio
de 1872. consignadas a Joo MaTtiss de Barros.
AKandega de Pernambuco, 14 de Janeiro de
1873
o inspector,
l-'abio A. de Carvaio ei..
O Df! Augusto Egydio de Castro Jess, uiz :nu-
niri|>al do termo de Serinhaem, por Sua Mges-
tide Imperial e Constitucional, a quera Deus
guarde, etc.
Faro saber pelo presenta, que nos termos do art.
1 do' decreto r. 1,635 de 15 desetembro de ISA,
dentro do prazo de- frinta dias (exceptuando todo
o feriado) contados da pudiPaco deste edita!, re-
cebara este juizo propostas em cartas feclidaspa-
:ti arremalacao |ior venda dos e.-era vos : Arciaio,
crioulo, avaliado etn It.lW)*, Samuel, por 1:200,
Tliomaz, crenlo, tor IS1004, Porlirio, Angola, pn
8j0*, Lucio, eriiKtlo, por 990*, Manoei, crioain,
por 1:200*, Guihernkv, poi- 6004, Jos, rrfoolo,
por 1:1003, Julia,-pin- f.'WO, Flora, por 1:0004,
Andrea, por 409'*, Anna, porfOO ; c:jos escra-
vos foram peniorados por- execucoo de Manuel
Alves Ferrem, a sea devedor Francisco das Csa->
as Cavaleante, e se achara depositados em po-
er do depositario particular, Dr. Jos Eugenio da
Silva Ramos, morador no engieuho Quileba ; sen-
do oreixo paraa arreni.taeao o da 27 da mea
de fevereiro do anuo prximo vir.douro.
E para que chegue ao conhecimento do todos,
m-rndei passar o presente que ser publicado e
aff.xado no lugar do costme.
Eslava ama estampltlia de duzeatos ris inutili-
sada !om a data e assiguatur;i segnjnte :
Villa de Serinhaem, 8 de dezembro de 1872.
Eu, lona Alfonso Reguaira, escrivao o escrevi.
AUgust i-:g;.dio de Cusiro Jess.
Est conforme ao proprio original, ao que me
reporto.
Viila de Serinhaem, 18 do dezembro de 1872.
0 escrivao, Joao Alfonso Regueira.
SLARACOES.
'az-se publico a quera inieressar possa que as
matriculas desta oseo, abrem-se 110 dia 15 do
corrate e encerram-sc no fira do mesmo me -,
devendo os que se quizerem BVicular no 1' anuo
aprescnt.ir:
! Certidao de idade maior de 6 annos.
i' Certidao de que sabe 1er, eserever c contar1.
3 Certidao de nao ter si io c mdeinnado por
crime offensivo moral ou religio do estado.
E para, que chegue ao conhecimento de todos?
mandou o Sr. Dr. director lavrar c publicar o
presente.
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
10 de Janeiro de 1873.
A y res de Albiquerque Gama
Secretario.
CONSULADO PROVINCIAL
Avisa-se por esta repartice, que no dia 20- do
crrante abre-se opra^o inra roeepcao dos dille-
rentes imnostos provinciaes designodufl na Iei u
orcamenhi rifante de 1872-73 : os quaes devctii
ser satisfeitos dentro de 30 dias sem dependenrid
Ja multa de 6 0|tT, em que incorrero os contr.-
buintes que o deixaremdo fafternesse praso legal.
CoOimlauo proviucial, 11 de Janeiro de 1873.
O ad 1 mostrador
Antonio Caroeiro Maeluido Ros.
2id. 1 eran te a junta.
rapes
e teado os
Aaraiai n
22 G. LindS
laagsvtavema
Imcdlfc.Arrala!
se Gomes w^BI
Repai*ti*ito las ohra.n piiUlAMi
Tendo em muitas casas sido adiados os cario*
appafelllos da companhia Rtdfe-Draimge daauni-
ticados inaeiosaniente, o engwheire fiaral faz
publicar para cenlioctmento do publieo os-segum-
tos artigos d- contrato do 18. de diomla-o 4 186.5.
e-do regulamento de 12 de janoo de 1872, a
saber :
Artigo 24.
0 ntoMdoTds dos predios dwer'o eomms
nicar -nn demora mure a quak|uer desacran-
je que se der us a^parelhos, e cmios periuuceutes
s suasenaas sendo respensaveis pelo vai<* do
concert,, quando se cottbeeer que taes deaarrau-
jos provem de matfitorias on negligencia: dei
Arttjp 11) do reculamente;
t As obras dsceemaitr'ia relativas materia do
con rato, ser'consiaeraifcis obrv publktU, li.
do assim aquellos ene as damnillcarem wjeitas |
penas da Iei ffregwameuto das obras publica.
dar Tiras pu blica s 11 de j a nei ro de
O secretaria
PbUcian.o Rodrigues tk\ Sjjva.
sWptfftV ds> *ir>sMl -**>
Manriaisisi
Do ordem do Lira publico
qne no dm 40 da crtenle me, as li horas da
tnanha, ser*- posta venda em ttaat publica
porta' de almoxariAido, una porfo O ferrv^H
MB^HflMNi|^^lBBBBB*STnlBB>SSBSBSBSl
vami
Oseere
12dnzia de-taimas di- ninlio da Sueeia, de I 1|2
nolegada, 23 toros itogieipapo, 6 duzias de tabeas
de cedro de 3,4 de prnogada de gros-uia. -.00 vas-
soriras de junco e 1 O arrobas d- zarca i.
Sala das sossoe* Jo coi-,*t4iio de compras de
marraba de- Pwraaotbuo, 16 de jar.eiro de 1873.
O secretario
____________.4/ejuwfr.' ltxht<)UA< fai'Anjos.
C0HRE1O (ERAL.
Relacao do- obje<-tos ri-gjs!r,nos existe,:ies 11.1 ad-
Ministraco dos esrrosw dsea cade, para as
pessoas abaixo- mencionada.
Antei-o Augusto dle AIkcu, Aii'oni- Martins di
Silva. Basilio Jos de arr.>., IWio LtORto, Fran-
cisco A. de Gouvela Lie.-, Francisco Rarbos.i d.t
Paula I'essoa, "raacisco d .s Ciragas C ilvo, Fran-
cisc > de Paula Reg. bVlip|i Pereira X. de Arau-
jo, Fraiieisi-o T. da Rocha Dezerra, Geovanni i'a-
luclii 1, Gonzalo Vieira oV iWlo. IsaW Maria da
Conceico, Ismael Francisco Jp Barros, Jovina
Maria da Conceico, I. Siaedlev, Joaquim de Oh-
veira e Souza, Js Domingnes da Suva. Jos-Per-
nandes Ferreira, Joo Jos Rodriguea, I.uiza F. de
Souza Moli, Luiz Aprifao deiiveiia ale.ruo,
Luiz E. Rodrigues. Viaiaia> ?Lnii do Franca de Vas-
concellos, Luiz Francisco det'lliveira Ja'rdini. Ma-
nuel'Pereira dos Santos l*e:tro Carlos de A. Lei-
to Felgueiras, Poliaarpe C. Ramos, Terfuliang J.
da Srlva Lobo, Uinbelim R Piv* do Lima.
Correio de Pernambuce, 15 de janeiri ; l 1
Oem-irrivado do registra
Asure G. da .-. '*:
1 m issi
CAMPA DAS PRiSCEZAl
DIVERTHLOT0 PA8T0RD
sob A DiR:i;rAo de
Jos lt*-i-rtt-iiio 1 lliirroi
S.VBBA018 K DO-MINfiO 19 DI-JANEIRO
Depois que-a orcliestra, dirigida pelo iubil pr*-
tessor, Marcelino .lelo, huver ejecutado un-.a bri-
lli inte ouveitiiia, subii peta pi imeira vei sce-
na neste thoatro o ifhdo o granos) drama pasto-'
ril era dous actos e 3 quaihis:
<*S,
__fflf
No quid toniam pdrj todas as moninas.
A direccao nao se tem poupodo a de*pi 11 .
aliiu de que este tirana suba seena eoni todo o
-aparato reouerldo ; as-im jiede-ao i!lustrad.,pi-
blico de.sta cidade, toJa a eoadjutaofto posstvpl,
aura de poder fazer face s cxeessvas despezas
de que est sobre carregado.
Ai pessoas que quizrem bilhetes para estes es-
pectculos podem desde j encoraraenda-io3 na
ra Bella u. 4-1.
Principiar s 8 horas l4
AVISOS MABITlMOi.

(OHPlMn
DE
UW;At.\0 BRlSlLlUl.
Das portoa d> sni
esperarlo ato o dia 2 i
do- eorrfltt"' o vapor
Cruzeiro do Siti, coui-
rnandante Te-i ve. o
quol depois la
ra do r- srume seguir par.i os do norte.
Ehrommenrias Je pequeo valor, peso, me.hJ..
e tatubotn dinhoiro, recebe-se at 1 hora da :.
Jo dia da saluda do vfaor.
I'iura tVetos e patfftmiM-rata-sc na. agencia, roa
doConunercion. 8Tn
Bbliia.
Segu rom emita hre--ioV.de- parai o indi
iwrto o Vetelro' hlare GrtUbltdl : carj*a' e irVe":
a tratar eom os Srs, Tasso Irmaos #-, rah J
Amorim u. 37.
Aviso miriiiliiio
Os seabore reoeliedon Jumes ao
espeiicados, vin-Uvs de Mbcsoil. 'reu-
ceza Mnr/e vitrnr, eu* 1
virem raanifestodos i ?vdm
MFJi C.-l
F M C. -* vofemes de t tua fior 4> In-
tniv 2 volun: anta* agua de rota.
* FCM.-t^,ixa*.1)hsrt>o*[
Queiram mandar- linfa -spefti*
escriptorio de Tssft trmisto A C
rrm n. 37.
Pai-a o
)t>
\
MetJa^lWfayiua ourjv
ara nOtme de c
am Pai
ta-se c
Fvocea iV C: &tewfV.
la^i.
cari epsfciaws:


/
-

Diario de Pernambuco Sabbado 18 de Janeiro de 1873.
P Lisboa.
Tem de sabir brereinento o Ingre pertnguez
Julio. Para o res da. carga passageirvs, tra-
U-seeom os consigamos Thoui;i de AquinoFon-
ceca C. Successure, ;t roa do Vigario n. 19.
Para o Rio Grande do Sul
Destna-sc para o indicado porto o patache por-
tujpez ocha, e recebe cargar s. fretc : a tratar
com os seus consignatarios Amanm 1 maos & L
Caixeiro.
Procisa-se #e um caixcjro.com pratka da ttver-
ra de 12 para 11 anuos': na ra Imperial n 202
Attenco.
IAHA
11 piUOflB das da i
, ideado receber ilg
wto,qneni desejar c.rtegar porto enteoderse com
o consignatario Joaquiai Jos GvDc^.lves Bellrao, i
Val sahh*cotu pi-ueos diai de tomora a polaca
iuliaaa Sara, pudendo rceber ilgoma carg, por
roa do Co"iiDrera "
PARA
Pretende seguir com poneos das de de-
mora, a barca portngneza Clementina, por
ler qnasi a toa crg completa, e para a
ponca qoe Ibe iHi, trata se na roa do
Commercio o. 5, iscjiptono de Joaquina
J s Goocalvw EelirSo.
Rio Grande do Sul
Para o porto cima indicado iide ainda receber
alguma carga a frets o patacho brasHeiro Pelica-
no : a tratar na ra do Vigario Thenorio n. I, r
andar, escriptorio de Lalthar Oiiveira & C
LEILOES.
abaixo assignado avisa ao publico o ao corpo
coninurcial que competa, ao Sr. Honorio Anto-
uio do Sacramento, a taberna eni Sauto Amaro
das Salinas, estrada que vai para Bolm, livre e
clesemharacada de qualquor debito ; se alguem
julga-se com djreiio a niesma,appareca ao piaso
de tres das, a contar desta data.
Recife, 16 de Janeiro de 1873.
Guilhermo Francisco de Carvalho.
Alufa-M n efundo andar do sobrado-n.
86, sito ra de (oijoms Valentinas, com os com-
niodos segua** : i salas grandes e bstanle fres-
cas, '3 quartos, rorinna tora, quintal com porta*
para a ra de Hortas e carinaba : qarm prelaa-l
tler dirija-se a praca da IadepeiuleKift ns
21.
CASA DO 0UR&
LEILAO
DE
movis, loiica e crystaes.
COSSTANO DE ...
Um piano (novo), 1 mobilia de Jacaranda Luiz
XV, I espclho tourado, 1 sof, 12 cadeiras, 2
banquintaas de nioguo, 2 mesinhas de ferro, 1
rico guarda-vestidos, 1 guarda-lonca, appara-
dores, cabides, iiiest. para jantar, escarradei-
' ras, topetes, lanternas, fappirelho para cha, 1
dito para jantar, compoteras, garrafas para u-
nho, copos, clices, e diversas obras de prata
do Porto, sendo facas c garios, eolheres para
sopa, ditas para cha., e mmtos outros artigos.
Tercarfeii-a 21docorrente
O agente Pinho Borges vender em leilao, por
ordem de urna familia que se retira para a corte,
iodos os objectos cima declarados, existentes no
primeiro andar fia predio n. 26, ra do Bom
Jess.
O leilao principiar as 11 horas da manila.

ESTRADA DE FERRO
DO
Recife S. Francisco.
Festa da Boa-Viageni.
Domingo 19 do correte haver alm dosj trens
ordinarios de passagei os os seguintes especiaes.
otario
Manila. Tarde.
h ni. I, m.
Uinco-Pontas (pa tida) 10 30 i 0
Af gados 10 40 4 10
Boa-Viagem (chegada) 10 ao 4 25
Noute.
h. m. h.
B '-Viagem (pa tida) 8 0 11
Afogados 8 15 11
Cinco |Mintas (ehega a) 8 2a 11
Villa Ai Cabo, 15 Janeiro de 1873.
G. O. MAS,
Superintendente.
m.
30
45
55
Tendo-sc entregado un pequeo colxo de mar-
roquim verde, um preto para conduzi-lo a ra
do Sebo, suecedeu que este preto se ombrlagasse e
hoje nao den solueao de tal caixo c como pos-
sivel que alguma pessoa hem intencionada o reco-
Ihesse em vista do abandono em que o encontrou,
rogase a esta pessoa o queira fazer entregar na
loja da ra Nova n. 15 que se satisfar qualquer
despeza c se litarsutnniameiite grato.________
iM&:00(MMM
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes garantidos a sorte de
5:0004000 em bilhete inteiro de n. 2764 e deus
quartos de n. 1996 com a sorte de 300*, alera de
outras sortes menores de 40* e 20* da lotera
que se arabou de extrahir (4J>).
Acham se venda os muito felles bilhetes ga-
rantidos da 3* parte das loteras a beneficio da
igreja de Santo Amaro de Serinhem (36") que se
t'Mrahir na quarta-feira 22 do corrente.
Procos
Inteiro 6000
Neta 3*000
Quarto U50O
De lOOrOOO para aaaa.
Inteiro 5*500
, Meio 2*750
Quarto 1*375
Becife, 14 de Janeiro de 1873.
Jos Joaqunn da Costa Leile.
Bertino, escravo, dado de 23 annos, fgi-
do desde o da 26 do corrente, tein os signaes se-
guintes : cabra cor jde tatca, rosto, mais em-
pri'lo que redondo, sera barba, testa regular.oc-
ca um tantq,jrande, umpouco dentuco ou can-
guio, todos bs dentesda frente perfeitos-e lima-
do?, nait^um pouco chato, olhos vivos, eabeca
regular; cabillos nm pouco ruivos e carapinhos,
um pouco soltos, altura regular, secco do corpo,
u um pouco espadando, pernas finas, ps lim-
raoa e um pouco carnudos, porm regulares, bo-
nito, ladino, vivo, gil e esperto, um pouco ta
to na pronunciaco de certas nalavras. de sorte
que pouco se reconhece, ptujunas orelbas, e nao
compridas, fuma cigarro, tem antigs marcas de
chicote as nadegas. Pagarei com gcnerosidade
quem o trouxer a este engenho, ou no Beeife,
ao Sr. Dr. Laurido de Moraes Pinheiro, morador
ra do Bangel, ou ao Sr. Henrique Saraiva de
Araujo Mello, ra Formosa.
Engenho Saguim, 30 de dezembro de 1873.
Canuto Jos Pereira de Lucena.
F.IHK.\ BR\S1LEIR\
OITRORA ALLEN)
DE
- Pao, bisceits t
Ra do Capillo U
Santo Amaro.
DE
Mara Candida Ferreira
A proprietaria deste cstabelecimento, par-
ticipa ao respcitavel publico, especialmente aos
antigos fregueies da raui acreditada padaria Alle-
maa, que d'ora em diante, esto fabrica ter s por
timbre servir tao bem, tanto quanto seu anteces-
sor, certos de que ho de sempre encontrar since-
ridade, aceio e actividade ; pede, porm, por este
meio a benvola protercao de todos consumido-
res deste genero, garantindo, que no trabalho de
sua fabrica, s entra farinha de puro trigo, e por
consequeheia nao precisa o emprego dessas pre-
paracoes que eostumam juntar as farinhas infe-
riores, c m o fim de imitarem ; o que conseguem
entretanto que esses productorse,' tcm de mais ou
menos mal fazer a saude. o
Criado.
Precisa-se de nm menino de 12 a 16 annos para
criado : a tratar na ra do Duques de Caxias loja
n. 81.
Bom local.
Aluga-se o armazcm do sobrado da rita Direita
n. 120, o qual oflerece um vantajoso ramro para
qualquer ramo de negocio, e principalmente para
molhados por ser ra de grande, movimento, tem
frente para duas ras, agua da companhia de Be-
beribo e apparelho da Drainage : a tratar na ra
do Inip'Tador n. 8L _______
Fa^o saber a quem precisar de um admi-
nistrador para engenuo, coa milita pratica para
qualquer machiu e plantaban, que aclKi-me mo-
rando nos Beniodios/reguezia dos Afogados, aonde
pode ser procurado.
Henrique Prxedes de Barros
ADVOCADO
sa. rmcisco de :l:il
sales.
RA DUQUE DE CAXIAS S. 37.
INSTITUTO g
Hotel da Independencia,
ra do Imperador n. 32, procisa-se de um copeiro
page a-se bem.___________________
~ Alugn-se o 2* indar e .otao 3o sobrado d.
to da ra de SaOU Rita, estando elle em^bora es
t do : a tratar na ra Duque te Caxias 44.
a*
vmtm
DA
armacao, fazendas c ijiais peitonccs da loja
de ferrageiis d ra Direita n. 4o.
Nussa fallid lo Non/11.
TERCA-FKIRA 21 DO CORRENTE.
O agent Mrtir s fura leilao, pela terecina vez,
por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, d'aruiacao, fueiidas c mais jiertences da
loja de ferrageis na ra Direita n. 4o, massa fal-
lida de Joio Hvgiuo de Souza.
A's U horas do da cima, na mesma luja.
!M0
DE
fawi4as temtm e ingleas
'com a> ana QAltTA-FEIHA 2D0 CBREME.
141 lf horas
Por inteneftjAo lo agente Pinto.
Em seu erlptorio, rita doflbm Jesus n. 13.
Precisa-se de um ou dous officiaes praticos : para
tratar a ra Larga do Rosario n. 34.___________
Botica Popular.
Precisa-se de um offlcial com bastante pratica
do pkarmacia, e capai. Da-se 1:000*000 de
ordenado annual.
PROGRAMMA
DA
Festa do glorioso S. i'.oncalo de imaraathe
Hiic se venera na igreja do ,S'iihor do
Bom-Fim, em Olinda.
Domingo 19 do corrente, as o horas da manila,
una salva de l tiros, dispertar a popula.jao que
ebecado tao pomposo da.
As II lioras da nuubj entrar a (esta, oceupan-
do a tribuna sagrada o Rvm. padre Francisco Vi-
rissimo Bandira, serio cantados os solos pelo*
cantores mais habis desta eidade; antes e depois
da fcsta a msica do 9" batallrio da guarda na-
cional far ouvir diversas e escolhidas pecas do
sen repertorio.
A tarde llavera diversee trabalhos sobre o.tra-
pesio, e alguns balos subirao aos ares entre o
estrepitoso som da msica marcial da guarda na-
cional deste municipio.
As 7 1|2 horas da tarde entrar oTe-Deum, oe-
cupando a tribuna sagrada o mesmo Rvm. padre
Francisco V. Bandcira.
Terminar toda a festividade com um lido e
variado for^o artificial, feito a capricho, i>elo dis-
tincto artista o ?r. Floiiano Alvcs de Sant Auna.
Os enearrogados da mesma testa, por taita de
lempo, nao poderam ir em commissao agenciar
esmolas por todos os devotos, por isto a commis-
sao pede aos mesinos que no tua da testa achara.)
na entrada da igreja a mesma imagen do Glorio-
so e una salva para deitar o obulo que seus pos
coracoes Ihcs ditar.
Alfaiate
Na ra do Mrquez de Olinda n. 40 precisa-se
de officiaes para obra grande._______________
CASA da mmk.
' AOS 5:000^000.
BILHETES GARWTIDOS.
.1' rm Primeiro de Murro (outr'ora ra do
Crespo) ii. 23 e casas do costume.
Acham-se venda os fdizes bilhetes garantidos
da 3* parte das loteras a beneficio da igreja de
Santo Amaro de Serinhem (SO"), que se extrahir
na quarta-f-'ira ii do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro G<)00
Meio bilhete :i000
Quarto UoOO
t.M POR<;.\0 DE 100-000 l'ARA CIMA.
Bilhete inteiro ."oOO
Meio bilhete U'SO
Quarto U375
Munoel Mtirtins Fiwza.
CONSULTORIO
Jledico-cirurgico
Dr. Joo Ferreira da Silva
pode ser procurado para o
exercicio de sua profisso era
gcral, e especialmente opera-
ces e molestias cirurgicas, no
antigo consultorio de seu pai
ra largado Rosario a. 20.
NOSSA SENH0R4
DO
BOM CONSELHO
DIRIGIDO PELO
Bacharel Antouk) Columbano Sera-
phico de Assis Carvalho.
Ter lugar no dia 13 do corrente mez,
neste instituto, a abertura das aulas de
primeiras lettras, latirn, francez, inglez, W
portuguez, geographia, historia, geonie- \j
tria, arithmetica, rhethorica e philoso- Q
phia. Q
.Precisa-se de urna ou duas amas de leile
na ra da Imperatriz n. 84. _______
Precisa-se de urna pessoa para coser na
machina : na ra Nova n. 23, loja. ___
. r Precisa-se de orna ama para edm-
A \\ \ Prar e cosinhar para casa de peque-
f\ !VI \ na familia- preferindo-se escraya : 4
Xlillxl ma estreita do Rosario n. 31, !
andar.
^Ifc^
gommar
dar.
Precisa-ae de orna ama pa-
ra eaa de familia de doas
peaoas para cozinhar e en-
tratar na ra Direita n. 18, Ia an-
paga-se b*m :
Precisa-' d um ama qoe tat-
bem ect'ohar (forra on e^crava,)
a roa Nova, loja n. 11________
VMASi
Ama
Precisa-se de duas amas para
isa de familia, sendo urna para
andar com um menino, e outra
para o servico interno da casa ;
preferem-se escravas : tratar ra do Mrquez
de Olinda n.J^__________________________
Precisa-sc de urna, para comprar e
coziniar : ra do Visconde de Pelo-
tas, antiga do Aragiio n. 37._________________
Precisase de nina ama pa-
ra o servieo de urna casa de
punca familia : a tratar na
ra da Cruz n. 18, 3 andar.________________
Precisa-se de urna ama pa-
ra cozinhar e mais servieo de
casa de familia : ra de 03-
AMA
AMA
tavcllon. 129.
Oabaixo "assigad avisa ao corpo do com
mercio, que nesta data tem comprado aos Srs.
Gomes de Mattos Irmaos, a loja de joias sita
ruado Cabug n.. 4, sobo titulo de Muzeu de
joias, livre e desembarazada de qualquer onns;
o que avisa para os devidos fins.
Recife, 14 de* Janeiro de 1873.
Joseph Krause & C._______
Charutciros.
Precisa-sc de alguns officiaes dessa arte: no
beco Largo n. 1 A, fabrica do Figueiredo.
Precisa-sede um caixeiro brasileuo, de 12
a lo annos de idade e que tenha pratica de ta-
verna, ou que disto queira praticar : na ra do
Padre Nobrega n. 66, antiga ra do Alecrim.
Vn-ferrea de Olinda.
Criado
DE
machinas americanas para cozer, do afa-
mado fabr'uanie. J. t*. Folson Maket,
sendo : 4 para mo e 2 de mesa.
4*aarta-fern do corrente.
O agente Pestaa far leilio, por conta e risco
de quem pertcncer,- de 6 machinas cima mencio-
das, as quaes sefao vendidis no dia cima dito
quarta-feira 22 de .-orrente, s U horas da ma-
ulla, no annazem ca ra do Vigario n. 11.
-LEILAO
DE
10 barricas com enxadas de 3 til Ubres.
QUARTA-l-EfRA 22 DO CORRENTE
O agente Pestaa far leilao para fechar factu-
ra, de 10 barricas com enxadas de 3 lrl libras
cada urna, as qies serao vendidas por conta c
risco de quem peiteneer, em 1 ou mais lotes,
quarta-feira 22 do corrente, s ir horas da ma
nii, no arfnazcm da ra do Vigario n. 11.
Leilao
DE
!
01'
r
novos e usados.
O.UARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
O agente Pestaa legalmonte autorisado
nina familia que se retirou para fora da provin-
. ia, far leilao le 1 excellente mobilia de jacann-
d o mais moderno em gosto que tem apparecido,
guarda-vetido, commodas, toilets com espelho.
mesas, cspclhos, camas, cadeiras, yidros, apara-
dores, marquezas, secretaria, etc., e muitos outros
objectos necessirios para casa de familia, e tudo
ser vendido sem reserva, quarta-feira. 22 do cor-
rete, s 11 horas damanh, noarmazem n. li
da ra do Vigario.________________
Leilao
DE
Huas casas terreas de p ^o do Melo, da provincia da Parahy ba
do Norte.
Duas tlitfls na Biixa Verde, desta provincia.
lina pequea fazendaL.tle gado era S. Benfo,
tiesta provincia, com meia legua de trra,
toda cercada, e 50 caberas de gado.
QUARTA-FEIRA 5 DE FEVEREIRO
s 11 horas.
lida de Joaqni n Sslverio de Son a A C
O leilao sei effectuade s it horas do dia
-quarta-feira I de fevere-o, em o escriptorio do
referido agente.
AVISOS DVERSOS
Chcganda o onhccimesto da dtreccio da
sociedade Amor e Benelfccncia dos talhadores de
arns verdes qu i alguem espalha t;r sido s 'por
si que Felippe Ernas da Casu obteve soltura to-
mo recruta que era, declaa que so par eeforcos dest soeiedade foi que o mesmo
Ettasda Cosa p UuUm*t<- IV ttugaaet *
Letura
i) expodjavtA sete estabelechneato principia
afOBdavfcira'SO do corrente. -
O itcetarlo
PnneirM Anirnio Pereira. ,__
0
m
i
i
*
0
Lices de inglez.
0
0
0
0
Joo Carneiro da Silva Rogo, e-lando
habilitado perante a directora da instruc.
c.o publica, d lines de lingua ingteza
m sua casa ra Velha n. 14, das 6
horas da tarde .-ni dlante. Para issoofTe-
rece o seu presumo a quem qui er utili-
sar-se. D tambem licoo3 em casas par-
ticulares e em algum c'ollegio hora con-
vencionada.
1000 00^0^0-^ 0
Precisa-se de um feitor para tratar de um
pequeo sitio.e juntamente de urna ana para com-
prar c co inhar : na ra do Coronel Suassuna n.
1, antiga ra de Hortas.____________________
0
Ao commcrcio.
Jos Fernandes Lima e Martinho Lopes dos Res
fazem publico que no ultimo de dezembro prxi-
mo passado dissolveram amigavelmente a soeie-
dade que g\ ron nesta praca sob a firma Lima &
Re s, a qual cntrou em liquidaeao activo e passivo
por conta dos ex-associados, sendo liquidante o
ex-socio Martinho Lopes dos R^ls. Recite 10 de
Janeiro de 187'1.__________________________
Severino.
Anda fgido, desde o dia 6 do corrente, o es-
cravo Severino, pardo escuro, d' altura recu-
lar, di 13 annos, pouca barba, pos chatos e mos
grandes, tendo em ambos os jametes urna marca
foveira de queimadura, enculca-se de fon-o c an-
da calcado, veste, ora paletot saeoo e ora justo,
ambos de panno : quem o apprehender sera ge-
nerosamente recompensado, trazendo- o ra do
Mrquez de Herval n.;31._________________
para tratar de dous cavallos e mais algum servi-
eo de um pequeo sitio.
Precisa se le um criado que seja activo e cui-
dadoso, em S. Jos do Manguinho sitio n. 2.
Precisa-se de batedores de assucaf para a
reflnacao do largo do Arsenal ii. 8.________^
Fugio
>'o dia 16 do corrente pelas quatro horas da
tarde fugio, do sitio da ra da Soledade n.
31, um checheo manso de gaiolla : quem o pe-
gar querendo entrega-lo a seu dono, ser gene-
rosamente gratificado._____________________
Criado
Precisa-se de um criado forro ou escravo para
o servieo interno e externo de urna casa de fami-
lia : a Iratar na ra do Mrquez de alinda n. 3o.
-Fugiram
do engenho Minas-novas da freguezia de Ganiel-
leira, os eseravos seguintes : Jos (por alcunha
dedinho), tem seis dedos em cada mao, sendo o
sexto dedo de earne e pequeo, tem o dedo indi-
ce da mao direita cortado pela junto do meio,
sem denles, beicos grossos, grosso do corpo, cor
fula, muito esperto as acedes e no fallar, foi de
Pedras de Fogo, para onde seguio ; Matheus, mui-
to preto, altura regular, olhos brancos, denles
bons e um tanto separados ons dos outros, falla
moito manso e rindo-se, tem rachadura nos pea
que o fa>. pisar na ponta. dos ps, tem a mama de
se der iorro, parece prrmeira vista idiota.
M0000.
Um catholico
Eu abaixo assignado declaro em temqo que a
pedido de alguns amigos assignei um papel sem
aber oque nelle tinha escripto, e sim por medi-
zerem que nelle s tratava a respeito dos jesutas
e nao contra .d n^sso diocesano de Pernambuco, e
nesta conformidade assignei; mas como esteja
airependido desta assigatura e reeonheco que
sou catholico apostlico romano, di claro em tem-
po que a minha assigatura de nada tica valendo
sobre este -fim e nem sobre fin algum que diga
respeito contra a rcligio catholiea romana. Re
cife lo de Janeiro de 1873.
Jos Emigdio Ferreira Lima.
SEGUROS
MRITIIOS
CONTRA K0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta pra^a, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias; na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Tendo vindo de S. Loureneo da Matta, acom-
panhada por seu marido, alini de ser recolhida ao
hospicio de alienados, a parda Maria Joaquina do
Espirito Santo, tendo urna cicatriz no labio supe-
rior, de 30 annos de idade, cabello cortado, tra-
jando vestido de chita encarnada e chale de gan-
ga, e tendo desapparecido da rbeira da Boa-Vista,
onde se achavam aboletados, seu marido Joo Pe-
reira da Costa muito agradecer quem della lhe
der noticia no mesmo lugar.
= Perdeu-se hontem 12 do corrente da ra da
Santa Cruz n. 10 at a cstaco das Cinco Pontas,
urna espora de prata, com correia preta : roga-sc
portanto a pessoa que achou leva-la ou manda-la
levar a ra de Santa Cruz n. 10, que ser recom-
pensada, j___
Collegio de Santa Genoveva.
65 Ra do Hospicio 85
s aulas deste collegio funecionam desde 13 do
corrente mez.
Alugam-se duas casas terreas com solio e
com bons comrodos para familia, sitas ra da
Aurora ns. 103 e 107, urna deltas com agua da
companhia de Beberibe : trata-se na mesma ra
n. 105.
Precisa-se de urna pessoa para cozer em
macb na : ra Nova n. 23, loja.
0^@^g@
Imperial fabrica
DE
Rap areia fina da Bahiaj
DE
Mor eir t Companhia
O abaixo assignado. nico agente dessa
fabrica, avisa ao publico que tem aberto.
o deposito de Uto rap, no sea escrip-
torio i ra de Vigario n. 21, onde os
fregueses encontraro sempre a quau-
tidade que precisaren).
Recife, 20 de abril de 1872.
Domingos Alves Math-
No eugunho Massauass, freguezia da Escada, se
dar de gratincacao a quantia cima quem
apprehender tres cavallos que naquelle- engenho,
forain furtados na noite do dia 29 para 30 de no-
vemhro do auno prximo passado: o primeiro tem
nove annos, caslanho e castrado, tem a orelha
direa (bajante lascada, una estrella na testa, e
no qnarto esquerdo tenr urna cruz; o segundo
ruc,o, com pintas vermeHaas^nos quartos, grande,
gord), com opescoco fino, castrado, tem.os
q jachis feridos da cangalha, ierra lo com a marca
" Rdo lado direito, e tem a idade de mu
ie; o tereeiro rudado 'saohassa clard, carie
imblt, astrado, pegoeno, .
e est ferrado com mareaOa. quarto sluvlto* Aluga-se terreno n. da roa do < ro-
tratlfica^e com SOFODO por eada um era presenca ne Suassuna ('Matr ora Aagusu^, por pro eom-
da cssoa, eu enjo poder for encentra* fluaiquer modo : a trata/ na tm eertifoa, ao yema a
doeilHos cavanoa?^: lfcrro.
Arrendase na ra do Imperador n. 20 a
propriedade denominada Barra de erinhem, na
fregpezia do mesmo nome, beira-mar e beira-rio,
propria para qualquer esUbeletiment de sseeos
e mnlhados, com muitos ps de eeqaeira 4 sWs
fruciar, e moitas rendas do solo a cobrar annual
mente.
Aloga-se' terreno
V l hora da madruga-
da de domingo 19 do cor-
rente, partir um trem,
de Olinda para o Recife,
alim de conduzir as pes-
[ soas que frequentara o
Club Olindensc e todas as mais quetivercm
de voltar daipiella eidade ; as passageus se-
ro cobradas sem exceptu.
Do Recite para Olinda tambem partir o
trem do costume, depois do espectculo,
como j tem sido annunciado.
Escriptorio da companhia, 10 de Janeiro
de 1873.
O gerente interino,
Liwreutino Jos*de Miranda.
AVISO.
Ao depois nao se queixein
Bernardino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de viveros, na ra do Imperador n. 28, pede
encarecidamente, pela segunda vez, aos seus de-
vedores REMISSOS, o especial obzequio de virem
qumtfo antes saldarem os seus dbitos ; do con-
trario est definitivamente resolvido a chamar aos
mesaios por este Diario, declarando os seus no-
mes por extenso, quantia e tempo a que devem,
e se isto nao for bastante, lancar mao dos meios
judiciaes; pelo qne, conveniente que os seus
devedores (remissos) que nao quizerem passar por
essa deeepeao, dspertem do nocive indilferentismo
em que estao engolphados, vindo, logo que te-
nham conhecimento deste, saldarem os seus d-
bitos.
Precisa-so de urna ama para comprare co-
zinhar para duas pessoas, paga-se bem: na ra
de Hortas n. 78.
0%0 $000^0 $8*100
flIDrogara homeopathica
0 11 -llua do Iaaipcrudoi'-41 X*
Os proprietarios deste bem condecido e jQ
j? montado estalielecimento, olTerecem con- yv
W linuamente aos amigos da honieopathia >*
ft um completo sortimento de carteiras de ^
X glbulos e tinturas de 12 a 120 medica- ^K
9K mentos, clim-olate de Eppes, encerado de *
1Q> rnica e a excellente obra do Dr. Mures
XMedico'do Povoj em 34 ediecio, tu-
W boa e Irascos vatios, finalmente tudo o
0 que eoncernente ao systema bomeopa*
w thico.
Os medicamentos prbieipaes sao leva-
^ dos desde a 1J at a 30 dymnamisaco e
M garante-se o bom preparo de todos.
Adjacente ao mesmo contina a ter
S consultorio nm acreditado medico lio-
J5 meopatha, dando consultas do meio dia
W at as 2 horas, e aceitando chamados a W
^ qualquer hora. ^
0000*
(ASA DA FORTUNA
Kiki l de Maivti
(Outr'os'a do Crespo") n. *3
0 aliaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes da lotera do Rio n. 430a a sorte de
4:0005 em quatro quartos de n. 2403 ; convida os
possoidores a virem receber, que proinptam
serao pagos, como do costume.
Manuel Martina Fiuzal
PENHORE*
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pc-
nhores de ouro, pra-
ta e brilliantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes*
mos metaese pedras.
AMA
AMA
No largo do Paraso n. 22, pre-
cisa-sc de una ama para ei>
goramar e preparar sallas. ____________
Escrava ou ama.
Precisa-se de nina ama ou escrava. para com-
prar e cozinhar, na loja da Ron Branca ra >la
lin peratriz n. .'>C.________________________
Precisa-se de urna : na ra de S.
Rom Josus das Creoulas n. : 5, sobra-
do, entrada pela ra do Calabouco.____________
Precisa-sede urna mulher para
tratar de una rrianca de mais de
auno de nasuda : n> principio lia
estrada dos Afflictos, sitio n. 33.
Para casa de una pequea
famil a precisa-se de una ama
que saiba bem engomar e fri-
sar, e utra que entenda fe
costura e ensaboado ; paga-
se bem : em S. Jos do Man-
Aluga-'e o 1." andar da casa da travessa do
Queiniado, n. 1, proprio para escriptorio ou rapazes
solteiros.
Companhia Recife Drai-
nage.
A companhia avisa aos Srs. proprie arios e aos
moradores das casas abaixo declaradas, que po-
dem fazer uso dos apparelhos que foram colo-
cados as suas morsdias.
Becco da Lingueta, de n. 2 a 14.
Ra do Commercio, de n. 26 30,
Travessa da ra dos Ferreiros n, 1.
Recife. 16 de Janeiro de 1873.
I.aw & Blount,
, Gerentes.
Muita attengo.
Vinho de uva pura da Dha de S. Miguel, asaba
como peixe de diversas qualidades em barris
vendem Oiiveira Miranda A C, ra do Encan-
tamento n. 11, venda.___________________
(nm muita urgencia.
Precisa-se de urna ama idosa que tenha bons
costumes para andar com urna menina de 10 me-
zes, e tambem de um criado de 12 a 14 annos,
forro ou escravo : a tratar na Passagem da Hag
dalena, botequim do Bento n.27._____________
Feitor
Precisa-se de um feitor que entenda perfeita
mente de plantar horalica e que saiba conduzir
carrosa de cavallo, se precis > for : na pharmacia
franceza, de P. Manrer k C, ra do Bario da
Victoria n. 2S.
Associacao Portugueza de
Beneficencia dos emprega-
dos do commercio e indus-
tria em Pernambuco.
Pela quarta vez e por orde n da direccao inte-
rina desta associacao, convido a todos os Srs. as-
seciados a comparecerera esto secret ria, a ra
da Imperatriz n. 53,1 andar, no dia 19 do cor-
rente, pelas i bons da tarde, aun de em assem-
Ma eral, elegerem os membros para a i ova
direccao, que tem de funeelonar no corrente
anno. J ped aos 5rs. assoelados para nao dei-
xare de comparecer aos convites da direcc, o,
obstando asshn a despezas que se tornam super-
fluas.
Recife, 16 de Janeiro de 1693.
Jvador Jee Ptemira Guimaraes.
Seereuno.
Precisa-se alugar para faxer compra* na
ma,cosinhar e eagosamar perfeiumenmama ama
lurra on eserava, para servieo de p^pn,i faml-
paga-se bem: u ra tfa Aurora n. 39,1.
andar.
AMAS
mado n. 70.
Precisa-se de urna para cozi bar
e outra para ens minar : tratar
na ra do Hospicio n. 46, ou Quei-
ga Augusta) n. 270.
Precisa-se de urna ama
livre ou escrava para casa
de pequea familia, e agra-
dando paga-se bem : na ra
do Coronel Suassuna ianv
Precisa-se de una ama para cozinhar e com-
prar : na ra do Livrainento n. 1._______
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra do Range 'n. 8. __________ _
Ama
Precisa-se de urna para comprar e co-
sinhar para casa de dous torneas so!-_
leiros :.a tratar na praca da Independencia n*.
18 c 20".
Ama
PW&3&VO '*> & '&j ib-
\TTEM1\0
Precisa-se de urna fama para servir a
duas pessoas. na eidade de Olinda : Ira-
la-sc na mesma eidade, casa amarella, junte a?
seminario, ou na ra-de S. Francisco n, 72.
Precisa-se de urna ama que tenha boa con-
ducta para o servieo interno c externo de una ga-
sa de pouca familia, paga-se bem : a tratar ama
do Cabug n. 9, relojoaria.
Ama
tratar
Previne-se ao dono da casa de penhores da tra-
vessa das Cruzes n. 2, que nao pague a raoteHa
n. 1951, a qual foi perdida, sen'o ao abaixo as-
signado, seu legitimo douo. Recife 16 de Janeiro
de 1873.
Basilio Jos da Hora.
Mudanca

O abaixo assignado faz scientc ao respei avel
publico e ai commercio, que miflon a taverna da
casa n. 53 na ra velha de Santa Rita para a casa
n. 50 na mesma ra.
Joo Lopes Pereira Jnior.______
Ao publico.
0 abaixo assignado tendo adiado encontr em
seu nome, que sempre usou, de Joaquim Ant mu
de Vasconcellos, e sendo sua profisso negocio, e
3uerendo evitar qualquer engao, vem por meio
este declarar, que d'ora em diante acrescenta a
seu nome o velacho de Correia, (cando como
a"ora se assigna. Bonito 16 de Janeiro de 1873.
Joaquim Antonio Correia de Vasconcellos.
Casa
as proximidades dos bonds precisase alugar
urna casa com bastantes commodos para fomilia,
prefere-se com sitio ou quintal murado : a tratar
na ra da Cadeia n. 66, loja.
Prescilla S. Mondes Albuqucrque avisa aos
pais de familia, que no dia 3 de fevereiro tem
aberto a sua ama na ra do Imperador n. 43.
Caixeiro.
Precisa-so de um caixeiro que tenha bastante
pratica de taverna, que d abono a sua conducto,
nao se poe duvida em quanto a ordenado, confor
meo seu mereeimento: na ra Imperial n. 131.
Precisa-se da una ama para cuidar de
duas meninas e para outros ser.vico< :
na ra do Mondego n. 64.
GABINETES
Medico-cirurgico
liA DO IMPERADOR N. 'i. 1 ANDAR
0 DR. NNS DA GOSTA
MEDICO OPRRADOR E PARTEIRO.
ESPECI II 'AOES.
Molestias o optir^es de olhos.
Cura radical e instantnea dos
eMreil>merto da uretra.
Consultas : Das 7 s lOboras
Chamados: A qtialquer hora.
\mm
iltenco.
Companhia Allianpa
seguros maritiraog e terrestres
estabelecida na Bahia em 15
de Janeiro de 870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
t risco martimo em navio de vePa e vapo-
res para dentro e fra do imperio, asaim
jomo contra fogo sobre ptedioa, gneros i
uendaa.
-Agente Joaquim Jos Goofalves Bellrao,
roa do Commercio d. 5, K.a sodar.
O professor de latirn da freguezia de S. Jos
tta eidade, abaixo assignado, tendo recebido da
(ctorla geral da instruccSo pnblica, segunda or-
dem revogandp a que bavia dado, acerca das fe-
rias de sua aula, faz seiente ao publico que desde
o dia 15 do corrente se acba aberta a matricula
da mesma. e qne os seas trabalhos lectivos come-
carao no dia de fevereiro prximo vindouro:
quem se quiser matricular dlrija-e ao sobrado
n. 5, no largo da rbeira da referida fregueiia.
Manoel Francisco Coeibo.
OSsceoe-ee urna rnulher caoaz parafcxer
eomnaohia n n familia, cete e faa mais arran-
tos de casa : mam precisar dlrlja-se a Boa-Vista,
ra airas da Matriz a. 13. .
Akwase nm rapaz de 12 a 14 aunes, para
lado: i ma "fora n. 3, loja.
criado
Pre.eis.i-se de um criado de 13 a 16 anno;> dr
idade, e que tenha boa conducta : tratar na ra
de S. Bom Jess n 53, das 10 horas s 4 da tarde.
CAZA DA FORTUNA
nrv i. of. MAttr.o ot'Tn'oRA no cuespo n. 23
I nica i*' pa^a a. Norte**
ios 20:0008000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venua
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, qualquer premio.
Preos.
Inteiro.......2i*000
Meio........12*001
Quarto....... 6*000
_______Manoel Martins Fiuza.
Escravo fgido
i:i0S000 do ^alilcacao.
Ausentou-se desde o di 13 de maio de 18"*,
o preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crilo,e bastante ladino; este preto e" perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j estove no engenho do Sr. Luid de Caiar, em
S. Loureneo da Matta, onde consta ter parentes,
foi escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta
pra^a; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conbecem, direndo que
est forro, assira tem podido escapar de ser preso.
Pcde-se todas as autoridades c capitaes
de campo qua o pegando leve-o a ra do Duque
de Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem
Segundo, que receben a gratificacao cima de-
clarada.
Aa publico.
Eu abaixo assignado declaro que hoje em
iliantb tica sem effetto a procuracao bastante que
deixei na villa da escada ao Sr. Amonio Joaquim da
Silva Pote.
Recife, 16 de Janeiro de 1873.
Miguel Joaouim Pinto.
Sobrado.
Aluga-se o t andar, sotao e toja de sobrado :>.
9 da ra da Aurora, a tratar na ma da Imperatriz
n. 8 loja. _____________
Soeiedade Recreativa Terp-
sichore.
Por ardern do Sr. viee-preeidento convido aos
socios desta soeiedade a reunirero-se no recinto
da mesma, domingo 19 do corrento pelas 11 ho-
ras da-manhi, aflm de ein assembla ceral se
proceder elecjto do presidente, visto ba ver-so
recentemente exonei'ado deste cargo o Sr. M. M.
Pinto. .
Soeiedade Recreativa Terpsichore, 16 de Janei-
ro de 1873. <
Joo 'queira,
1 secretorio. .
AJueja-se o 2* andar do sobrado 3 a ru^
da Imperatriz : quem pretender dirija-se a mes-
raa ra o. 1.
)

'
-
4
.


fl
1

,

t

Diario de Pernainbuco Sabbado 18 de Janeiro de 1873.
m
* 1

J*MJV IOTTOADK
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOS DE AZEVHDO
Ra 4o Bario da Victoria n, 11, atmasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
.e o publico em g Pianos, msicas e instrumentos d msicas para banda militar
e orchestra.
Timbera receben grande ortimento de msicas pr piano, pino e
canto e entre ella as lindas coroposico.' do mnito tympalhico maestro
F. SA Vi I\l
A SABEK :
Voc me quer Walsa.
aoni
' Acaba de abril no priawiro andar do sobrado n. 12 confronte i
botica lamer, nm grande sali oc.de esli axpotos os magnficos
de armario, de Pleyel.
de meia canda, do mesmo aolor.
de H. Henri.
-------1 de Amede Thiboot.
nico agente re da cidade, dos celebres
afamados
PIANOS DE AUCHER FOES

remiados jm diversas exposi;6ss om 14 raedalhas de ouro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqni vem da Earopa, perfeitatr.ente atina
dos, feios com elegan :ia e solidez.
D'aqni emQdiaata continuar a annunciar todas as publicares que se forem frzeodo as suas offl,
Olga Mazui.ka.
La Separacioni P*ra cauto.
A Lu elctrica, grande Walsa.
Franco Bra'ileiro Polka.
Tomada de Vllela Galope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Po'ka.
A Primeira espada Wala.
A Mraha Lyra Walsa.
A Natalicia IWka
Studieale Po ka.
Ultima^ publlca^es
Feitas as oficinas de msicas
do annunciante.
Emilia, polka por I. Smoltz.
Cireaciana, schotcb, por Smoltz.
Jardim do Campo das Pr ice zas,
quadrilha, por J. Popre.
Chava de Rosas, WaUa, por H. Al-
btrtaui.
W%%Sk\

m
Sscl

aos compradores
REA PRETA,
do b8in conhecido o ^ere litado rap
______ que reparem nos botes e maios botes,
pois qu os ha'de rap de outra fabrica e neme diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo esenhct se pode
confundir com o 'aquellos.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro AEEA
PRETA, devem para nao serem enganados ver que
os botes tragam o noma de MEUEON & C., e a desig-
nado de REA
M
I
MEURON ft- C.
&aI
=r
A POPULAR FLUMINENSE
Asioc apo de beneficios muttos
** cr*ciU 4c eapUaes e rendas, e a(rfsa ?era* lanperM
POR DECRETO N. 5022 DE ** DE JLHO DEI872.
Capital de responfabilidade administrativa
1,OOOK)00^000
COIVERSAO DOS CAPITAES DOS SOCIOS EM APOLICES DA DIVIDA P
BLICA ACIONAL.
TAISEliLAM
\ 004000 PAGOS ANIMALMENTE DE VEM
No tira de Sera perda de capital
5 anuos 6R0*T><)0
10 annos L-37tfOOO
IS aooos 6:58**100
20 apoos 17:058*900
35 annos 13:148*500
Urna itnposicio nica de I:(00*000 deve prodozir :
Nona de 5 annos *:l3ijfl00
del 10 annos 3 819*510
de 15 annos 6.839*000
de 10 annos li:95*MK)0
de 25 annos 23:255*000
O objecto desta assoeiacio indozir todas as clauet da suciedad*, tanto o p bres
como es ricos, a pensaren no porvir e a garanrem, por m tlbut, o pao da velhice e a traoqollidade do espirito.
A riqueza dos potos, isto a riqaeza-particular e a riqueza poblica, tero o -tu fun-
damento mais solido e a saa fonte mais fecunda na simples economa.
A economa a proTisio do fuiuro. O qae hoje nos sobra qua>i empre nos falta
amanbi.
Sendo a Popular destinada principalmente para cuidar do futuro da? clases menos
las da secedade, a admiuistracao, de cooformidade com seo- estatutos, declara >iue r.
PRODZIR :
Coa p*'<
983*000
3: II "000
8 ii*00
22:iO2<500 .
56:C37/7O0
i'iiu um ce rosario i
. loja (lo Viiiii
Comprou em Icilfn grande quaot'dade de fazeu-
dn, as qtiaes vende < om peipieno Juero, por s,-
j-iiii' 0 >\sicina de ga&Jtar pouro e vender doonesea;
ijuem llic rnmprar teta ceriesa juo compra |wr
pduco mais di; melado do qrte gg runde om qual-
quer nutra liarte. B' preciso vir ver dspreMa
|ittji|iie acaba-se l qnando tota pcrliinch.rs rtuno agora.
lt.^locs i'Oii an|iiiiihus para Seflltra?, de M a l.
Chitas .'spirias t> claras. dW iOO a 240
Ditas perfidias milito li as. de 'iHO a .'120.
Cassas d: Mor s de listra-, de KOJ a t''.
Ditas iniudinlias, d.'(lio a 10.
Pessas de inailaporio lino, do 0* a liOOA
|' Altas de dito de Si a 5J00.
Ditas de dito de 71 a i000.
Ditas de algodao, de fi*a U<00.
Meia rasemira d.' 'lj a 1i-
Alirodao aiiiciicano ilu slras, d< 120.
Pessas de esgiiiu milito lino de 8 a 20*.
)
)
abastada
recete subscriptores por quantias mioimas at 10*000 e em limite para maiore nuaniia.
Os sobscriptores da Popular nao estio sujeilos a onns algum de exames medico? e ateta-
dos de vida : seas capitaes acenmulados a aecrescidos vantajorammle pasaren, en cao
de norte, a seas nerdeiroi nataraes.
As subscnpcSes da Popular Fluminense poden mt titas de tres modos distmetos,
conforme" o desejo do .ocio, a saber :
COMBINACOE*.
I Pagamento das prestaroes aunuaes'ou semertraes (.l!df !0rOO Mi* a ma'cr
qaantia cada nma) podendo liquidar e retirar capital e lucres pic qxalqot-r poca depuis
dos primeiros 5 annos; sem perda do capital em nenhum caso.
2* Ignal ao anterior, porm, com perda do capital e juios no case de deixar de pa-
gar alguma das prestacSes marcadas na apolice
3 Pagamento da urna s qnantia (nunca m^nos de 1000000) e de nma vez e sem
perda em nenbnm caso nem do capital nem dos lucros.
A 1" combinacao offerece ao socio a vaotagem de nuaca per ler o capital que tiver
entregado;
A 2' arrisca capital, porm. o socio que pagar poolualffienie as prestado,
rir mais lucros qae os qae perteo^am a i* ;
A 3* combiuaco ouVre:e grandes vantapen aos capitalistas po> rm eorrer
nJhm rifca pode se garantir que se hio de auferir, pelo menos, um juro de 12 0/0 ao auno.
Pde-se obter qaalaaer ouira informacao no e^criptorio dos agentes da a^sceacau
P. de Oliveira & d, ra do Comtnercio o. 12.
'">(-, g------StMmAt
a ufe-
CALCADOS
RoczcgniM de caiiii"V.ii\o puta toilura aiiW.
Ditos de dito a'lo para senhoias a ' GttANDE 'KCHINIHA
Hoiv.egiiins francezos para Ijflmcns de liezeri .
oordavao, c paspiadn, com botos le 12* a t
de 8 e V.
Gratule soitimento de todas as melnoMs quali-
iLides*K' calcados, |iaiaIioiii.;ns> M.'idioras, meni-
nos e meninas. Tuilo vende barato.
sientas iminiiiii'iis.
Animal, Nabnco ft C.
meas de diverso? pros
do Itarao da Victoria n.
veadeui insanias uiai.-v-
no Bazar v istorla, ra
2.
Farinha do mandioca a 3s o
sacco.
Na ra d.i Vadre do Dos n. 7 ; a ella, em
quaido nao se acalia.
m--^ -. m*v. 8R
Novo e.s(al)eleciincnto :

de joias.
nesta provincia, Augusto P. de Oliveira & ra do Commercio n. 52.
Sempre bom.
Com qoantc ja esleja bem no dominio do res-
peitavel poblico desta cidade q-ie ninguem se
deve dirigir a outra parte qnando se qaeira obter
udo quaoto coneernente a confeitaria, pstela-
ria, conservara e culinaria, seno bem conbe-
cida (Confeitaria do Campos) :
' Sempre bom qae seus proprietarics fceam
embrar aos seus numerosos amigos e freguezes,
- Beclaraoo.
O proprielario da ea?a Ae pinhores, a iravessa
da rita das Cruzcs n. S, tendo annunciado letlau
dos objeehM vencidos, para o iHt 18 do corrfcnte,
deixou de electuar o ledao. porqne (oran reTur-
inadase rescatadas quaci todas as cautila? venci-
das, lieando apenas tuna pequea parle ijuc sera
destinada para o prneiro lilao.
Rceife, 15 de Janeiro de 1873.
oao pouparera esforeoa para bem servir a todos
que os bonrarem cem snas en:ommendas, tendo
para isso nao
Urna grande reuniao
DE
Fiarcbres Psss Pastilhas
Salames Doces Gelas
Cacas Queijo Frucla'
Legumes Amendoas Chocolates
Peixes Licores Pralioas
Bolacbrahas Vichos Ervilhas
Leites Cosaques Assucares
Como
de afora em dlante a couffeitarla
do Campos
tecd.i om >eu recinto urna bem montada fabrica
do confeitaria, pastelana, conservara e culiaaria,
esi reuniodo a PEDIDO grande quaniidade de
animazinhos que a convite especial e depo's de
bem abados devem fazer as delicias da vida per-1
nan bacana, e rara que pelos seus nomes nioj
percara da letxbranQa os amantes dos regabofes,
vai em conscante :
Patos, psrs gal nlias e gneos
Capotes, msrrecos e gordos leltSss.
Vitelas, earueiros, Cabillos o porobes
Sab rosas cvalas e os taes caroaroe
Assi n como
Bolos inglezes, pudins e tortas
Da Russia e Milao cobertas fa'ias
"remes, gelades, de caree os pastis
Frescas empalas era todos o dias.
E depois
Ricos presentes de testas
0 Cmpos agora- lem
Na ua CONFEITARIA
Q'ieni lbe compelir ningueai I
E' boro qo6 lodos concarrara
P'ra qucllo es'abeltCmtnto
De caixiuhas ricas, Qaem ha?
Qu! lecha maior Ultiem todos vejam bem ;
A uido que o Campos quer,
E, que lodos p'ra a'.li eorram,
Nao escape um s se quer
P'ra antes e depois da m:ssa
Da tal nonto de natal
Quatro pastis e um copito
A ninguem por certo faz mal.
CONFEirARlA DO CAMPOS
ma do Imperador n. 2i.___________
---
a
raes.
Esta sociedade i.unida celebrar
nina missa por alma de seu irmao
honorario Alvaro Augusto de Al-
meida, no din 21 do correte (iri-
g inio de SCU passamenlo) pelas
7 horas da nianha, na greta ma-
triz da freguezia da oa-vista e
roga-se a asistencia de seus hmaos e dos paren-
tes c amigos do Bnado.
Dt.. Antonio Enaminondas rJe
Farros Coireia eHarta Alves de
Araujo, genro e Dlha do toado
Barao de .Vinaragy, mandam cele-
brar urna missa por alma do mea-
nio linado no dia 20 do corrente,
pela-. II horas da manlia na. ea-
pelta do engento Amaragy, na freguezia da Es-
cada, e esperara qpe os seos amigos e parente,
residentes naqnella begui'zia, se .lignario eolnpa-
reoer a csse acto religioso, antecpando por i>to
seu sincero agradeeimento.
no nMTnow rr --r'-"*r"
Alfredo Alves da Sil\a Freir agndeco as pes-
-oas que acompanharaiu os re-tos mortacs de na
niultier D. Franbi'-ea rnihelina da Rocha, ao cc-
raiterio, e roga nao s a estas uesmas pessoas co-
mo aos seusparentes. amigos e relacionados para
onvir urna missa que pelu iv.pouso de sua alma
manda celebrar no dia I do crente as 8 horas
da manila, na igreja da Madre L'".s do Reeife
i&aaB*1*\i32l2!BttS!*BMKHmm
BSutt do C'nlruA' n. Vi
Neste estabelf'cim'enU ?e encontrar
um bonito sortlraciito de joias que se
vendeni por tal pre?o que animar ao
comprador, att, n'o ao vantajoso systc-
ma, ganhar poueo. para vender mili-
to, que >' rertaniento utfl ao ceiiipra-
dor e ao vendedor.
Tambem se compra ouro, prata o pe-
das precintas, 'hem rno -e fabrica c
concerta toda e qnalquer el-ra tendente
... a mesma arle.
Vende-te balancas decimaes lanto prqaen
como gindes : n.. ma n Iinp-i.iior o. VX._____
Exdente loociho togl'et m latas
bras a 000 rs. a lira : .no anuaze.n
Irma; s ^ C, roa do A mar Un n. :'".


m\
bic i. 8 de ilamburg
.Venir se a li c>l\\ mnito harato : na
ro da
reir.
se a
Crui o. 2,
C-L'. \
tndw,
Grande tropa de burros
venda,
Ignacio da Silva Deir.avUa a seus freguezes -
a quera raais-mtcressar possa, qw eonuz i; .
ir.pa de burros, e que passar per Barreiros, l
Fonnoso, Kscada. Gano, etc. ef. : Ipem, p -
qni er fa ei c.mpras |wde inaodar avisaa-
euconlra-lo._______
Vende-^e
GRANDE LIQUIDACAO DE CHAPEO;
Para acabar al o fim do mez
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
Avisa-se
a que i
. d"i' noticia da esc'rava iluheiraina, que
i foi do '.euenie-eeroaei Feeiauo Joaquim dos. San-
. to*, e depois comprada ao Barao de Na'areth, re-
I presenta Ter 25 annos, tem falta de dentes na
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Ra do Couimerciu u. 5, i. andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
frente e as raaos com eatwes de quoimadura del j0 Minho, em Braga, e sobre is seguintes
Companhia
SANTA THEREZA
EMISS DE AtX'.oKS.
De oidom da directora ^c faz constar que
at o dia 31 do coneuio auha-se aberta a as-
sigoatura para a eraissao de 1,000 aerjocs de
50?" cada urna, parte do augmento ilo capi-
tal autorizado por depreto n. 3,IV de 27
de novombro ultimo.
As pessoas que desojaren) toroar aceces
poden) eutondet-se Cini o abaixo assignado,
oa com os Sis. directores baraj da Soleda-
de, Francisco G. Nettoe Joaquim Rodrigues
Tuvares de .Mello.
Recite, IS de Janeiro e 1873.
O gerentoi
Justina '. de S. Can>i>o.s.
l'i grades de amarcljo, sendo '. le portas e i0 >.
ianellas, de bom ainaivl|,\ ferias de contorirudad
com a postura da cmara : a roa Sota de Saata
Rita n. .15.______________________________
Cal preta delgnarassii, tem-
perada.
Cosme bwiao MoaMKgm faz qualjaer '
cora esta bem conhefda cal, e ifomeUe taz i
sempre com 100 cni O rs. de drrTcreaea do mer-
end, asem '< mo .-e lor grande a fjianlidade,pro-
me'.te nm so | re^oiquer abaix quer soba, assim
como faz o que fodif para agradar arVega-
ea : quera qui/enrija-se ao Forte dd Matlom.
ijuuloao eliafarrz. _________^________
Kc ose ne
de primeira qaalidad", ma--ca Devftw, vend.m
Pereira da ''ii'.lia Irmats, rui do M-irqu-zdw
Olmda n. U. odatt

OL'TR'ORA
Cadeia -do Reeife
n.
53
Tendo o novo propr tetario de mudar os artigos deste estabelecimeyto, desojando li-
.iuidar at ao fim deste mez, tem resolvido vender por preeos muito commodos com o fim
le aiwrar dinheiro e liquidar vista, pelo que convida aos Illms. Sr. cheles de lamilla
i vir'em sortirem-se, pois. a oocasio opportuna, e encontrando um completo sortiniouto
de c'aaiios. .,
Chapeos de pauta b3 Italia para senhoras e meninas, com enfeites e sem elies.
Chapeos de velludo com enfeites. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
lia, enfeftados, para montara de campo. Chapeos de palha para homens e meninos, de
fferentes qualidades. Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa pretos 8de
cures, para homens. Chapeos de l para homem e menino. Chapeos altos de pello oaca homem. ., ,. -
Bonete de diferentes quahdades, tanto de seda, como de palha de Italia, panno, case-
mira e alpaca, tanto para homem como para menino.
Gorros de seda, velludo, li, tanto para homem como para menino.
E muitos outros artigos que s cora a vista podero ser examinados, afianca-se que
nao engeita-se dinheiro. 1____
"~ iMOFINA
Est encouraQado!!
Roga-se ao Illra. Sr. Ignacio Vieira do
eecrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias o. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, peta terceira chamada deste jornal, m
fins de dftzembro de 1671, e depois para Janeiro,
passou feverairo e abril de 1872, e nada curoprio;
e por cte motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filh'o se
aehava neeu cidade.
gaz, secca do con, rauito regrista, que desappa-
receu da casa de sobrado n. 26 da ra dosCoe-
Ihos, que ser generosamente recompensado.
O Sr. Dr. Hygino Alves de Abreu e Silva
tem urna carta na ra da Madre de Dos n. 36,
arniazei).
Acha-se auzente ha das o mulato .Vutonio,
de tiinta e Untos annos de idade, levou calca e
camisa de alg dao azul, e urna outra camisa de
baeta verde por cima daquclla c chapeo de feltro
vellio, o que pode ter mudado, leudo boa pre-
senca, est t tem cabellos corridos, e no rosto sera uada, pouco
vlgiire) por ter levado urna queda que o ferio :
consta que o mesaio anda por tanto Amaro.
linda, etc. porque foi visto na ra da Aurora,
em Santo Amaro, em direccSo de Ofinda : quem
o pegar lave-o ao engeriho ao B um, ou ra Im-
perial n. 22.
signaos
vestido camisa de chita,
a? autoridades
Ausentou-se.
O escravo Pedro, de 15 anmw de idade
mais ou menos, com os signaes; seguintes:
cor parda, caliellos corridos, alguns
de,bexigas, levou
cal ja. de casamira: vagase
, policif.es e ac-s Srs.'capities de campo de o
'pnmderem e leva-to casa d s u senhor na
mu dalmperatriz n. 4 l.4 a.idar, ou na
ruu dti Madif de Deus n. fi 1/ andar.
~- d Sr.'a'ioel Duart Rodrigues 'ialo quei-
ra mandar paf:ar a quantia de 36 que dev*s de
tedias qae omprou na olaria de Jos Carneiro da
Caaha.___________________________
~Z- O 8r. Henriqoe Dii de Freitas queira man-
da pjiar 30* que cou a dever do aluguel da
as^aojiio juorou, na roa dosOw:lboa.
Mello,
Sociedade Baneficente Mon-
te-Pio Santo Amaro.
De ordera do Sr. presidente sro convidados to-
dos os socios desta sociedade, a comparecer no
domingo 19 do correnle pelas 10 horas da roa-
uh para, depois de prestado o juramento, proce-
der-se a eleicao dos diversos cargos da mesma na
forma do artigo 3, capitulo 3 dos nossos estatu-
tos. Nessa -occasiao serao distribuidos os respec-
trvos estatutos. -
1
i
Reeife, lo de Janeiro de 1873'.
O !. secretario, ? r
Firmiua.Alves BarW*.
lugares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vea.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimaraes.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mon^o.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Casteilo.
ViUado Conde.
Villa Nova de Famalicc.
Villa Nova do PortimSo.
ViUa Real.
Vizeu.
Valenga.
Figueira.
caxeiro que tenha pratica
Pi-ecisa-se de um
de hotel : em Afogados. na Dueita n.- 1.
' Vende-sd a laven uto a rua V teeode
de Pelotas n. I, outr'ora do ^rag.Vi, proprta para
principiante por ter poucos lumios : a trata* oa
inesiivi._________________________________
Cemento.
Vende se o verdadeiro Portaol emba ricas !e
13 arrobas : no armazem n. 31 ua ra do Am^
rira.__________________________-
BICHAS DE HAMBRGO
As mais recentes c melhbres.
Vendem-se na phannacia edrogaria deft -
tholomeu <$ C, ra Larga dosario o Rn. 3*
Precka e de nm raixeiro brasileiro ou por-
tuguez, com pratica de molhados e de padaria : a
tratar na ra Imperial n. *. Oarante-se bom
ordenado.
Chitas
COMPRAS.
Preeisa-se ^^M
Se ujft menino para,caixero de urna ivja de cal-
na ra Direita n. ti._______ < -
^o- 14 de correte, (lo engenho Algo-
, urna .escmva de nsme Felippa, crioula, .de
idade de 14 annos, levou vestido de cambraiade
Tislras s, camisa de algodaozinho, tea os
- ignaes seguintes: altura regular, secca do eorpo,
pASs finas, nariz chato, pes compridos, bracos
finos, beieos grossos e cabidos, muito ladina e traz
um signa! muito vjsivel oqual- urna queimadura
em cima do hombro junto* ao poscoco : roga-se s
autoridades poUciaes e aos capiues de campo
Precisa-#e de dous escravos para o servico qae apprehendMe levem a,rua da lmperatriz n.
de umtotel, oa roa das Laraogeira a. 4 a tran casa do .r. Naber Carneiro Beaen-a. Cavaleao-
t4riwemo -" ;; qw sew |eirosarn*e weornpetsada.
IOOSOOO
Foglo do engenho Ponlal,', m SeriDbem, no
dia 7 de mez prximo passMO.o mnlato Simio,
com o signaes siguiles : estatura regular,
corpo seeco, cf)r laranjada, barba serrada, ca-
bellos carapinbos e falla descansada. Qaem o
oegir leve o> sb sea senhor o leoeote-eoronel Vi-
cente Mendfs WsDderley, ao dito ecgeeho, oa n
ReeKe ao Sr.B^rnardlBO de Sena Pontoal, na roa di
Maare de />ens\p. 36, que receber a gratiQcacio
d 1001.
Contratad
Os Srs, emaleitciros que quizerem tomar urna
obra por contrato, dando-se apenas o dinheiro
em presta;Ses conforme se convencionar : diri-
ijam-e a roa do Bom Jaros n, 51, esc-rlptorlo.
I
Compra-se una eaeiava preta que saiba co-
zinhar e engommar com perfeicao, agradando pa-
ga-se bem : na ra Direita n. 6._____________
Atten^o.
Compra-se urna escrava de 33 a 30 annos, qu
saiba cozinhar na thesouraria das loteras, ra
1. de Marc.o n. 6.
V'NDAS.
Vende-se urna solvetejra com todos os seus
pertences no pateo do Amparo, tavern da Flor
Mimosa em Olinda. ^______^_^__
Vende-se
Yendc-se urna casa terrea na roa Imperial
n. 89 : a tratar na mesma.
Mais delles.
Aiiueis electivos.
Daquelles amieis elctricos, tao uteis para o
nervoso, e que. a Magnolia, ra Duque de Ca-
xias n. 45 tem veudido porcao I e qua por serem
os mucos verdadeiros, muito tem aproveltado ;
pelo ultimo vapor veie nova remessa : elle an-
tes que se acabem. Na Magnolia n. 48, ra Dtqoe
de Caxias.
Para o carnaval.
N.iraadas'Trincheiras n. 11, loja d ro, vende-se franjas e enfejM dourados e pratea-
^* P^ra vcsinarios de laasesras.
e^ol
Vende-so o estaboecimcrito jeroolhados, si-
ta a ra d Marcibo Dras n. 09, o motivo se dir
oo compra or. -,_____MH
Vende-seum-freto tozino^ilP^io Utib Tai
Cinco Ponas n. 11V ^^^H^
A 200 e 240 rs. o covado.
Chitas fmas com loiiae de agua doce a 200 e
240 rs. o covado, est a venda na ra do ( re
n. 20. loja de Guilherme C. da Cwnha & C
Vidros para vklraqa
Folha deOandres
Chumbo em loM
FsIjiiiIi i em \er;iiiiili:i
Na ra do Mrquez do Olinda n. 4, armazem de
Silva Barroca.__________________________
Vende-se urna tawrtia com a respectiva ar-
roscaos casa em que esta situada, urna padaria
bem montada com a casa em que est situada,
bem como casa para familia, propina para um
principiante, tud na estrada de Belem: a tratar
na taverna n. 3 da mesma estrada._________
Boa acquisic.o
Vondc-se ora terreno na ra Imperial, solo
uroprio, com liO palmos de frente e : do, lodo H"""'^- prorapto pan edificar/-jjorto
Vm ao m.i^r,! astn.In mU lat mil-
a tra-

para descarga de matenai, estando um !
rado : a ver na mesma ra, casa u. 23, e
tar na ra Nova, laja n. 7
\
ft
Vonde-se o eslaheleeimento do pateo do Terco
Enfronte ao ehafariz n. I, com poneos fundo,
opr o para ipialquer qoe queira principiar, j
al excell nle, para este negocio : os preten-
dentes dirijam-sa aojnesmo. O motivo da venda
pon- a saude, e por isso quer o dono rotirar-ss
para torada capital.
Veode-so na roa do Imperador n.
molequo cripulo, de 18 paca 19 anuos, b >a _,
sadio, comosofncis de lecedor dejaalhinha
marcineiro.
ia e ee
Ven*?8-s na ra do bu
cabriole! americano de
4 novo e muito elegante.
n. um
asseotoa,


6
Diario (te Penwnbiteo r- Sa&bado 18 de Janeiro de 1873.

Para acaba* at o flm do anuo
Na rui da Imparatriz n. 60
LOJA DO PAVAO
FUfiffiRA DA SILVA ft C*
Tendo o pnprieiarios deste grande estabelecimento, nm avultado sortimento de
ramadas em ssr, e dbanlo iq da-la', al 6 fia do correte anoo, era resollido ven-
&-! por procos ronit i coromodos, cora n fio de aporar dinheiro, a vista do qae
66S*tdtn os lira. Srs. befes da familia a virem sorti-re, o5o so de fazendas de primei-
ra.nessecidade, como de fazendas le loso e gosto, das quaes encontrarlo ora sorlimeto
das mais uova;do mercado, cnegadas pelos ltimos vapores da Europa.
FAZENDAS DE LE
CORTES DE ASSAS A WiO E 30 00.
O pivo vende cortes de cassas de core,
*om padrees muilo b)oitos pelo barato
prego de 20300 e 33000.
CORIB3 DE CHITAS A 20100 E 8S0.
O Pavo vecide cortes de chitas fraucezas
333, -om 10 covados p>3(o diminuto prego
de 20 ICO cida corle.
Ditas com 12 covados peto prego da
21380 cada corte.
PECAS DE CHITAS A 70CO.
O Pjvjo veede pecas clecbitis 8oas, lia-
dssimo-s padrSes, lando 30 covados cada
peca, pelo b-rato preoo.de 70200 cada
ama e muilo Darato.
LENCO'ESDE BRVMANTE.
O Pavao vende lenges de bramante mui-
to grandes, sendo deum panno s, pelo ba-
ratsimo preco de 20VOO cada era.-
ClIAILES BARATOS A 13000 E 25020.
O Pa-o vende cruiles de larlaiana graa-
i peio barato prego de i0OJOe 20 >u).
i ios 'le isa estampidos imitagao de
ertc 20OCO.
Ditos de quadros modernos, muilo en-
lapados 30COG e 40000 ; assim como
graai sortiaunto dos mais finos cbailes
crepon e merino qoe se vendem por pregos
mita, em cont.
UADAPFJfcS.
Pegas de madapnio francez muito fino
com 20 jardas a 5#S0C e 0000.
D:tos com 2i jardas muio superior a
63500 e 7300 \ '
Dito ingle* faltada muilo fina 53000,
63000 e H3500 at .rJ0O.
Ditos frasee*** e tAgiezes muito fiaos de
40 jardas para difieren tes prngos.
ALGOUOZiNHO.
O Pavao venca por prego muito barato cada ovado.
FAZENDAS DE 003TOS
BAREJES DE SEDA A 130-0 E 13100 O
COVADO
O PavSo recebea pelo ultimo vapor
francez, nm granda sortimaoto dos mais
indos barejes de seda, senda em cores
e gostos o malbor qoe tem m lo ao mercado,
esta nova fazenda muto propria para
vestidos para bailes ou casamentos, tendo
entre esta fazenda delicados padroes bran-
cos proprio para vest d->s de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 13500 e 23O0O o covado.
O Pav3o recebeu om elegante sortimento
das m?is moderna $ e lindas popelinas de
13 e teda, e linho e seda que \endem a
13500 e 23000 o covado, tenio padroes
listraos m-udo e graudoa que parecem
propriamente seda, assim como das mesmas
tambera tem brancas proprias para vestidos
de noiva.
NOVAS SEDAS A 23500
O Pavao vende bonita e moderna seda
de urna ser, tecdo "e todas as cores, com
delicado lavrores miudinhosevendea 23500
o -.ovado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 453000 E 503000
O Pavao vende b mitos cortes de seda,
fi/tnda de muito gosti, tendo 18 covados
cada cert vende por 45000
DIs de 20 covados a 503000
Sao tcuito baratas em relag3o superior
"qualidide d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDDE
O Pavao vende um grande sortimento
das mais modero is, baptistas com lista de
cor, proprias para vestido, com as cores mais
novas qae t-?m vindo ai mercado seodp
mnito maii iargis do que as chitas francezas,
e vale pelo baratissim) prego de 500rs.
?';; de algolioziriht) americano mnito
\cm cao 18 jir.Iai 3 i0*GQ\
D:co com 24 jardas a 10800 e 53000
Ite 00000.
largo marca T omito eocorpado a
algodAo ENFESTADO.
O Patio vende u VifOidetru e superior
l^odJozioCo de dnas Iargiir;i8 para ing;s,
c -1) auite en orpade a 13 t O cada vara.
i gado di mes 12a iargara I380.
CHITAS LXRGAS.
_^ ffi.e -si-is es .dilemas chita <
jCzaa c!a'8 e :;:-.nris c iij muito bom
; ..". 'rs. caa cavado.
Dr.a muito i.i.i a 280, ;iO e 360 rs.
Percaues fiorsuraos miidiahjs a 360 e
' rs. cadi covado.
CAMBRA! AS.
O Pavao vende cortea da cambraia trans:
p-^r.e propria para vestidos a 2#5G0 e
) 0.
Pega de iila muilo fina com 10 ardas
' i,ada como transparente a 43000,
53-WO e 'J3000 at a ma-.s Goa que vem
as mercado.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pa*5a vende soperior bramante de al-
jodSo tend 6 palmos de largura qje s
:isa de 1 J/i vara para om lengo!, me-
'.:o MJ600 e 3 vari l300.. j
Dito de linbo puro soperior muito encor-
pado com a mesna largura a vara 25100
i franceaes multa fuos a 23500 e
31300.
P;i de Hambu-go e paran de liobo com
20 e 30 varas,.para todos os pregos e
quaiidade.
Pegas de bratan'ia do poro Huho, tendo
30 isrd^s pelos p.-egos mais barato que se
:a vi,to.
Pecbincha de acissiao esgoio, sacelena
om 5 jardas 73'.;CO.
de finissirao ceiena com 30 jardas
a 335 V), uto-dhado adamascado com 8 pal-
mos de l-rgura a vara 230C0.
f.AAZLMI VS DE FRTA CORES.
O Pavao vfmle um otugaata sortimento
de liazizfbasde furt cores que brilbo qoa-
8: como s; la ten do ia tod.a a cores, e ea-
d 360 rs. o- coja-jo,
ClLi;\S DE CA3E.VI1RA.
O Pavao tem ux grande fortiment) de
:;!;a da casemira, assim como cortes os
ca i modernos qoe i^.m vindo nos ltimos
S^onns e era fazenda das raais fiaas e mais
BOV33 ao mercado, e venda-sp por barato
prjo para aperar dinbeiro aasim como cal-
a-j da brimbraaco-e de-edres por pregos
nsa:to raz>aveis para ajahar.
CORTES DE PERCAiUA COM DUA3 SAJASJ
A 4-3000;
O Pavlo vende b&aitos carie.* da precalia
un loas saias, sendo faxendn da muilo
03to a 43000, pecbineh.
TNJCASi- PRBTAS,.
Z C Pjv3o recebea ua grande sortimento
das mai3 ri-as^lunica de-grfa preto, ri;a-
mente enfeitadas, e vjuda por prego razoa-
va.
VESTIDOS- BRANCi)3 BORDADOS DE
3 530008 ATEOOJOOEK
O Pavt) recebea ara lindo sortrmeato
dos 'fl'.is-ricos cortes de cambraia branca,
lilamente-bordados, e com todos os enfti
tes neceastrJJ, e vend pelos oregis de
33*300 ata OOfOOO, nlo tem vindo nada
maii rico nena mai etoderoo.
CORTINADOS. PAM CliMAS E JANELUS
a .^soo^oe E AOflOO.
O Pavo tem um {rande gniajanto de.
trucados para c?,tna e.j^AelUa, que vea-
dasalo batan prev> de?|900 83000 e
IsMOOO o par, tendo aiLBOX83000, assim-
gubo colcha* a>daoi4sei>- para camas de
os, e jraotfe smlfDifltiio dff.Up^es tan-
to para- 4>cadeiras como para cimas, piana,.
^m, etc., tij vutiirpfr.pritoi moa-
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Nests grande eaabelecimeoto encontrar
o r spsitavel_publico, orna bem montada offi-
ciaa de alfaiat1, onde se manda executor
joa'qua pega da obra, tanto para homem,
-0030 para meninos, com a malor pres-
tesa a perfaicSo asim como para qualquer
loto quede repenteapparega, tendo names-
ma ufficina om perito official destinado para
farda dos Ilm. Srs. officiaes de goarda na-
cin i i oq tropa de liaba, sendo esta oficina
J'iigMa pelo hbil artista.Pedro Celestino
Soares de Camino.
iN'OVS VESTIDOS A 43000.
O Pjv5o recaben um elegale sortimen-
to Je novos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de cor, e vende po
barato pra?o de 43 cada um; muito'ba-
rato.
ESPARTILHOS A 33000.
O Pavlo tem um grande sofiimeoto del
espartilcos, tanto para senhora como para
menina, qbe vende pelo ba-ato prego de
3300O. Ditos muilo fiaos a 430JO e 53000,
s3o dos mais modreos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
O Pa3o vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padrSas claros e escuros, pelo barato prego
de 2iO rs o covado, por ter um leve to-
que de mofo : pechincha.
SAIAS A 20C0.
SAIAS A 23OOO.
O Pavfo vende satas brancas de nma s
p?ga com fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 23COO e
2^500.
Ditas com pregas e bordados a
pichincha.
330C0,
LIQUIDACO DE CALCAS DE CASEMIRA
O Pavo tem um grande son.menlo de
caigas da casemira de todas' as cores e qoa
lid,das, para todo3 os pregoa, e desejando
mciio lijuida-las, rasolven vende-las por
cm prego muito em coat, para diminuir a
grande- porgo.
CORTES DE FUSTAO PARA VESTIDOS A
330O.
O Pav5o vende cortes de festao branco,
tendo 12 covados para ves-idos a 33000,
pechincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA Ai
63000.
O PavSo vende bonitos cortes de cambraia
branca transparente, com bonitas vistas e:
lavo res, proprios para vestido, tendo 8 va-
ras cada corte, pelo barato prego de 63000,
pechincha.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavao vende bonitas cassas francesas
eom bonitos padroes, e de muita phantasia,
pelo baratissimo prego de 240 o 280 rs. o
covado, sondo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loia do Pavao.
BORNtS A 169000.
O Pavao recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindo* guatos que
at hoje sao condecidos, e em relago & ex-
cessivbarateza,convidam-se as Exraas. Sras.
para as veren, para assim admiraren! o que
|ia do mais novidde neste artigo.
A HADRfiBLVA
a. 38 e 40.
Acaba a AUdruailva de reetfcy diverb
bjectos, como sejain :
Ricos iler-oros do m:i Irep^rola brancos-c
ilo core?. :
OiadeiiW}) madreperola, ditos dourado.*,
ditos de massa ou bfalo, ricamente enfeitc-
tles, crujas fingindo brilhantes, cassolutas de
plaqu co.n voltas e sem ellas, imitando
ouro, pulseiras douradas, ditas imitaixl
tartaruga, rico sortimento de grampos paaa
cabello, sendo borboletas, bestmrvs e beijav
flores e outras nanitas qualidades, tudo de
muito gost, rico sortimento de gravatinhas
de lagos para senhora, sendo velludo, sarja,
setim, gaze, escossozas e de urna s cor, I'-
zenda inteiramente novidde.
Lindo sortimento de loques de marfun,
madreperolaj tartaruga, ditosdourados, cono
seda e soqi olla, alm destes de outras Mili-
tas qualidades, que enfadonho seria mencio-
nar, tanto para senhoras como para me-
ninas.
Rico sortimento de punhos e golinhas
bordadas em cambraia de linho ecamiziuhas
bordadas para senhoras.
Bonitas guarniges ou dragonas para en-
feites de vestidos, assim como os muito deso-
jados cordes do seda, fazenda inteiramente
novidde neste mercado.
Rico sortimento de caixinhas com prepa-
ro* para costura, sendo de lampas de crvstal
e de outras muita qualidades o tatnanhos,
ditas para porta-joias, porta-extractos, ricos
porta-rcliogios, porta-charutos, porta-ciuza,
tinteiros, castigaos, tudo sao bjectos do
plaqu, proprios para presentear a qualquor
pessoa, assim como diversos bjectos p ira
escriptorio, facas para cortar papel, carteiras
para notas, caixas para phospboros, canotas
bordadas e lisas, maracas para enancas, si-
netes para abrir firmas,antascontendo uina
caeta, um lapis e um caivete, agullioiros
e dedaes, todos estes bjectos sao de marfim,
fazenda inteiramente novidde, assim como
outros muitos que s a vista dos pretendon-
tes se pdenlo mencionar.
Vestuarios para criangas, chapozinios de
seda, sapatinhos do merino o setim, meias
de seda o deaigodo, brancas e de core*, tu-
do para baptisados.
Rico sortimento de babadores para or in-
gas, ligas de sola para senhoras, lencos
brancos com ramagens, meias do soda para
senhoras e meninas, ditas de fio de Eseossia,
o melhor que so pode desojar, assim como
meias de la, proprias para senhoras.
Rico sortimento de escovas com costas de
baleia, mareheta las de madreperola, para
roupa e cabello, e de outras fatutas quali-
dades.
AGLLHAS K I.IMIAS PARA M*CII3AS.
A Madresilva acaba de receber um CODJ-
pleto sortimento deagulhas o linhas brancas,
d cores e pretas para machinas, dos fabri-
cantes Grover Bakr's, assim tomo agulhas
de todas as qualidades* lindas de soda para
bordar c pan crochet, ricas capailas com
veos e sem olios para noivas, fil branco com
bonitas ramagens*com7 palmos do largare,
fazenda especial: s na Madresilva.
Rico sortimento de flores de laranja em
ramas e sopas, do todos os tamanhos, para
enfeites de vestidos do noivas.
Rico sortimento de collarinhos e punhos
bordados o lisos, de linho o algodo, pal i
homens, assim como chapos de sol com
castao do marm, eoutros muitos artigos.
TEM A MADRESILVA f
bonito sortimento de jarros, castigaos cora
pungentes, garrafas o copos para espiraos,
frascos, garraiinias de diversos gostos, pro-
prias para toilettes, assim como acaba de re-
ceber um completo sortimento de espeoos
do molduras douradas, de todos os tama-
nhos, de 3 a 9 palmos de
regular.
A MADRESILVA
acaba do receber um especial sortimento de
luvas do Jouvin, brancas, pretas e de cores,
para homens e senhoras, assim- como tam-
ben) para mollinas e meninos de 3 anuos
para cima.
BONECAS.
Rico sortmente de nonecas de todos os
tamanhos e com rosto de cr.
BORDADOS.
A Madresilva acaba de receber um' rico
sortimento de bordados em cambraia de li-
nho, fazenda inteiramente novidde neste
mercado, sendo babados e entremeios.
Finalmente, a Madresilva, a!m dos arti-
gos que vos tez menguo, tem outros muitos
que enfadonho seria explicar-vos, por isso a
Madresilva espora que vos dignis visita-la
mais a miado, a qual vos ficar sompre
grata._____________________________
Lzinhas para vestidos a 320
res o covado
S aa roa do Dcqas dn Cxias n. SO A, oatr'ori
raa do Qacimado, loia da esqua?, da Beaio da
Silva & C.
MACHINAS
DE
COSTl'RA
Chegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. ii. ara sometanlo de machinas para
costura, das melaores qualidades que existe
na America, das quaes ramtas j sao be n
conheci las pelos seos autores, como sajara:
VellerA Wlson, Grover A B)ka, Silen-
ciosas, Weed 6 Iaoperiaes e outras umitas
que com a vista deveroo agradar aos com-
pradores.
Estas toac1 ioai tem a vantagem le fazer
o trabalho qtH trinta costor^iras podem
fazer djariaownte e cosen cora tin'a per-
feiglo como as mais. permits cosmreiras.
Garanie-. a trabaihar oim perfeiglo .'no etwnos de urna
aora, e os pregos sao 2) n-nm los pe
devam agradar a.n pfet^nlt-n e
Lehmatm rr-hsa ^end^m
libras sterltnas : a' ra Jo
Crespo ii. 16. priin^ira inlar,
RIVAL Sl" SEGUIDO
Chegar.-'ra agolbas pira ll-3 tina*, do fa-
bricante Grover & Rer. liiwa a JOT'O.
DI) M
Mrquez Je Olinda
n. M \.
Teta psr.i vgoder s.'guiat nbjectoa aniix^
aiacisoailDj, pelos primos nsalg resamidos, coreo
sajaoa : i]o.|as< rc.vlpmis 000. p?q\3 ireroeiot bordado^ da diverjas Urearas a JUO rs
iuias di i*i) Uritihoj Ji !|aho a %l$ finos a SjiKii), ic;yos p-ira ^igih-ira 3 "i, r.'. do*
fazeodi, linhaj i jarritel i* UM jardaa i 80 rs.
la para bordar a SOOO 3 I tira, kqoea 1 imitagio
a saodao a IJo(), lampancus a 600 ra. i laiia,
caixas com papel aiiixailfl a ft r^. ditas com di-
to siipnrior a ."X) r.'., encopen a iX) rs. 1 ceo-
to, bolillas MCOi'*e -jar. n -nifm a oOO. races
para criaoijas a !5(0. molhu fruten**' a 40 rs
o pspsl, absijs il alcatro a 500 rs. aai fl.j-
rica verdaj-ira a |2T0 .1 garrafi, d:u iafenort
taoOO, frascos eom sanda'o \ IJOOO, ditos coa
oleo pwloeoma 1 *SW -, li'WO, ditos c-ira dito ba-
Posa a 3*1 r.-. ditos eom .saa h coiognu a i40
a 400 r;. peqi* d>* ga!-s braoeo para eafeiie da
lid.)- Ja crlaaga. a V00 a 500 r?.. roas.-jj com
t p^gas .! iraoca braoca a 4i0 r;, ditos mi
dttai da cores a Sftl a 41.V) rs.. daz3? da ph)spbo
r tros nni'Ms artigos, qoa para oo toraarmo-ooi
en'adoDhos doixamoa Ja meocionar, jj :jaaej -'u-
ilam ft batatos i :ir4 cat)"r.
161,
Pede obicr em ponto Uopo com o oso do melhor dos licoresa affamada
HESPERIDINA
Faz.oito 30bos qne cenbecido este precioso tnico, e difficil achar orna pestoa
|ue, tendo experimentado pessoalmc-ute, nao falle em seu favor, j como bom estomacal
e apetiaader, tomando um caiix della aates de jamar, on como faciitador da digesUo
t mandle depois.
ABASE **--
da HESPEB1DINA a LARANJA AMARGA, nio ba om t habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) qae r.ae conbega as propriedades mediemaes da dourada fruefa,
ora bem, a

Ji
em seo estado natural tem um gosto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidiaa con-
siste em reter soas-boaa propriedades, e ao mesmo lempo apresen-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA CJmo INDUSTRIA NACIONAL nio tem nada qo* inveiar a
melbores importag5es europeas de calhegoria semelhante. Estas, quando mnito, poden
ser gosiosa3, porm a Hesperidina a combinagSo perfeita do
. ACR1DAVEL E SADDAVEL
Viti prava de que nm artigo no qual pde-se ter iuteira confianga, por aer paro
a innocente, basta dizer-se que fui plenamente approvada e auterisada pela
JUNTA DE HYG1EHE
do Rio de Jaae.ro, permittindo soa livre eiaborago no imperio ; ou'j-a -
BOA PKOV1
6 a accettaoio gera! que tem em todas as partes onde apresentada. Em IS64 estabe-
lecen se a pnmeira fabr.ca em Buecos-Ayres; em 1869 a seguoda em Montevideo ; e
no da da coegada de S. M. O IMPERADOR inaugoroc-se a fabrica qoe actoainwut
traDaiha na corte. Em Valparaizo e em toda a c-sla do Pac!Bco tam boa accetugu,
tanto que rara a casa qoe considera completo seo aparador sem orna garrafa de
.. HESPE8IDIi\4
O booem velho torca Hesperidina para obter
VIGOR
O homem tente toma Hesperidina para obter
SADE
O horneo


Nos bailes as doozeilas e os mogos tooam a Hesperidina para oblar boa cor o
o:magSo dorante os loncos gyros da
BARROS JNIOR dr C., roa do Vigar.o Tenorio n. 7, Io andar, re-tobera esta
grano* especifico, e vea iem-00 nos depsitos seguales :
J quita Ferreira Lobo, ra da Imperatriz.
Z-ferioo Caroero, roa do Commercio.
MarceliBO Jos Gongalves da Fonte, roa di Cadea a. 2.
Antonio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Aatooio Gomes Pires r C, caes 22 de Novembro.
Gomes IrmSo hotel da Passaaem.
J E PEC1UNCUAS
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFiaN'A
DA
LOJA DO PAPAGAIO
Tendo por mestre Mr. Charles Laureul
RIJA D IMPEIUTBIZ N. 40
altura c largura
Engenho S. Matheus.
Vende-s* um cngenlio d'agua, moente c oorrenle
com nmitiis i)'):is obras, meia legua distante da va
frrea, estacao do Gamelleira, jieio ntodieo prera
de 16:0000O0, didheiro vista. Tantbom landiH
se dando 6:0003000 vista e dez dividido em
cinco pagamentos annoaes, sendo qaa as Ierras
descontadas a l V.ao mez, produza os dez cppjos
de reis : a tratar a ra do I.ivraiuento 11. 19. i
andar.
Cadeiras or*loriaa cota a-.-aow fo'$\hi
t000n cada urna no caas do Apalio. aroia-
ram da Tasso rraos & C-
Radical para
\ Escrfulas, Chacas Antigs, Ulceras,
Feridas Ulcerosas
tumores, abcessos
[POSTHEMAS, ERUPCOS, HERPES j
Implngen, Lepra, Tlnha
e todas as Molestias da Pelle
I RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA .
As molestias Syphiliicas
e ai
I Febresamarella e Typhoide j
TRATAMIENTO
CORTES DE CAMBRAIA A 600O.
O PayftO: vende cortes de cambraia brane*
com Usas e lavres.da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barat
prego de 6fflQW>, por ser grande pechincha.
, Ditos mito finos com bahadinhos braucos
bordi.dos a 8CJQ0D.
Ditos ditos-cont,sta d* cores aijttW*
mm.
Diti^s, de cwuJoraia branca com O metro*'
de bahadinhos de cores a 9M)00. E' grande
pecbicha -ira loja do Pavicj,
Cliegiiem quaulu mies!!
A 5$fl0! S$000! >S$00!
Lindos chapeos campestres, da ultima moda J
para senhora, i na rna do Duque de Calxiafi n
60 A, loja da esquina, de Bento da Silva A C.
Aluga-se urna esereva para todo o sorvieo di-
urna casa de familia : tratar na ra Krimeiri>
de Margo amigamente "do Crespo, lo a do Pasco
junto ao arco de Santo Antonio.
PELO
VINHO
DEPIBATIVO e RECO>STITU>TE
Do D" DELOR, de Pars
I DEPOSITO 4, beutevardSt-Maftin. Pars |
Agentes Geraes para o Brazo..
F. RODDE (ao grande mgico), ra do
Ouvidor, 118, Ro de Janeiro.
Mendes & Can-albo scieotiScain ao resueitavei ocblico, qoe acabam de recebe.- o*
compieto sortimento de fazendas 5aas de todas as qualidades, taoto de !3a como de .
ano, seda e aigodo, o qce ha do mais modernce do melhor gosto. e porlanto cofli
dam as Exmas. famsas amgss da eanoaiia do mestica, a virem 00mandarem di LJJ*
DO PAPAGAIO, e verao qae compram faiendaa bonitas e ba.-atas por menoa pre-;-) o-a
jamis comprarlo.
COMOSEJAM:
Granadinas de seda de orna s cor, lar- Chitas (raacezas de todas as qaaiida-ae
gas a 156OO. de 340 rs, at os crotones de 560 rs. o co-
roupeuaas sarjadas de furia cor boa.lar- vado,
gara a I500 ocovado. Cortes de csea brancos bordados cea
AlpacSo de cores com iistras de seda para,babsd)s de seda de cor, e braceo, e airo
eefeite, a UQO rs. o covado. bordados com Iistras.
Lazinbas de cores, em grande quantida-
de, de 320 a 300 rs. o covado.
Cachenez fraocezes para senhoras e me-
ninas, a 3(J000.
Cretones fraocezes para cobertas, cor xa,
a 800 rs. o covado.
Aipacas usas e iavradas, de cores moder-
nas, de 566 a 800 rs. o covado.
C' bertas de fosto de 3 e de outras
qu3dadts, brancas e de cores.
Vend'c-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
que Oca entre o do.commendador \Tasso e o d
desembargador Dara, com casa, de Venda, d (Te-
rentes arvoredos, grande haixa di capim, etc
dando os fundos para a estrila dosArilhos urba^
nos,ap p da estacaa da JaqueiM': a tratar na
ra do Amorim n. 37. /
MOLESTIAS 00 PEITO
HVPOPHOSPHITOS
DOD?GHURCHILL
XAAOPE DE HPOPHOSPHfTO OE SODA
XJROPE OE HYPOPHOSPHITO DE CAL
PILUUS DE HP0PH0SPHITO DE QUININO
CHIOPQSF CORES PLIDAS
XAROPE DE HPOPHOSMITO DE FERRO
PrlULAS DE HtPOPHOSPHITO DE MM6ARESIA
1 OSSE.BRONCH1TIS.ASTHMA
PASTURAS PECTORAES DO D' CHORSHILL
Eligir ptr os xaroptt o {rateo quadrodo
o en todo o producto! a assignatur do
I D' CHDRCHILL, e o letreiro com a marca
I J CutigHon. PARS.
Lvros |m^loros.
Acjiam-se algnns,,do Litiuj e fra*
bom uso o por pregos baraUftsiaiT
Imperatriz, loja *..*.
Pocpecas de seda, de flor e de qaadro
l800 o covado.
Pegas de cambraii bordada para cjrtioado
com 25 varas.
Ditas de cambraia adamascada com 20 va-
ras, a 120000.
Saias bardadas mnito 5oss de i e 5 pan-
nos. '
Balees de chita e de cambraia a 200O.
Nansouks e baptistas com Iistras para en-
silar.
Diversas qaali<3des de lSasinbss e alpa-
cas em retalbos, para todos os procos.
Bramantes de linho para lences, de 2,5200
at 4,5000.
Dito de aigodo muito largo a 15800 a
vara.
Aigodlo largo para lences, a I50C0 a
vara.
de liobc e algo-
XAROPE njtMU MASSA
dMAF DELANGRENIERI
PARIZ, j, mi Mitln.
KO MwUcoj do* Hospltaet dejParlx conitaram I
tm iliili lobn MM 0< natanoMn.
obrajrtfeaiaifapeito-
nmj na podtoM ii nu Vomot, I
luita ^tten^o.
EflCsnWn;-ita.n. U \en4a.
Atoalbado adamascado
dio.
Espartilbos.de liabo finos, de 30000 para
cima.
Laazinbas largas com Iistras de seda, a
800 rs. o covaao.
Madapoles ingleses e fraocezes de 5000
at 12^000.
Algodiosinho de todas as marcas, diver
sos precos.
Bareges com listra de seda, a 500 rs. o
covado.
Cassas francezas de cores fiza* izas
com barra, os padroes mais bonitos que se
tettft visto.
FORNECBM-SE
PAEA.LTO.
Veos de fil de seda pretos a 80000.
Merios para vestidos, bombazina, can
to, alpacas, :3a*inbas, crep, cassas e cu.
tas, tudo em qnactidade, e para di-erso'
precos.
Grosdeaapies pretos, de i600. 20>.O
24500 al 50000.
Seda preta com Iistras asatiaadaa pm
vestidos.
Cbapios de soi de seda para meainas. j
40Oi O, e fjrrados.
Ditos para botpem de O^rOCO at2O0>Vj.
Ditos de alpacas de cor e prelo, para d
versos precos.
Tapetes a'eudados desde 03 04 j pe-
queos ateos maiores.
Damasco carmezim para colchas, o m-v
ibor.
Pannos de croch para cadeiras e >
pbs.
Cambraias victorias de todos os enm*
roe.
Ditas transparentes iogezas e snissat, co
a !argcra de t.-r'atana.
Fii di linbo e de seda, branco e preto
liso, de saipicoe de fl>r.
Camisas bordadas para senhora, de di
versos precos.
Meias para seaboras, das mais afana-*
al as mais superiores qae tiem apr)*:
cido.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabeleoimemo s* monioa om
oflicina, e qoalqaer homem qoe qn>ter v?
tir com gosto, achar moita vsriedade eo **
camisas de cores, pannos Snos e cisearai
o melhor que ba no mercado, roupa n?i
em quanlidade, assim com camisas frao
cezas e ingleza?, lisas e bordadas, cernea.-
de 1 abo e a aigodao, meias, collarines em
grande qoantidad, gravatas de todos o
feitius, camisas de meia, em sumir eccoo
tra de lodo qoe p ecisar para vestir cor
gosto e elegancia.
AS AMOSTRAS A QUEM AS EXHIBIR E 03 F1GURINOS AS
FREGUEZAS DA CASA.
Boa acquisi^o.
^Ver.dem-se as-3uas casas, roa do Viscon-
de do Herval ns. 87 e 89 : tratar na ra da
Senzslft >feiha n. tOtL.
Vende-se urna laveraa hem afrefuMad pa- *
*|


ra a trra com poneos functoa, prc^ria para
riiwipiaote. na freguezia de Santo Aatonip : a
aihs m rw do Fog 'W, venda.

Sgar Wafers.
(Vanilla)
Av meHior holachiaba O aoje fonliecaw taoto
para cha, cerno para dietas : vende-se ?on55i-
taaia do Caeipos, roa d Imperador n. It n.



Diario de Peutambuoo i&b&ad 18 de Jac4r *le 1#?3.

i
.j-


\
i
2fRi.inisito t capelina le era, le
que< rt- mittt-, r.ii* dejada, ludo .pa-:!
cial aoviuade e a intuor rateada que t?m vittfo a
le marwida.
Nesle arnw a> prc*s dareajilNSfdes, baila
dzr (s. MricaciejJj&a GumHI, Condra-y,
Labio, Rime! e Lfgrand ; las purToaiarias dtsta
?ex viera m em wos d irodelbis imvof, e qoe
pela ua elegancia e loron proprios par um
lindo presente. #
Trancas e fraujas 4e teda
branca
Desta ver o iarliMto voto maaoilico, lateada
rr.a:tj boa, mocelbs novos e de Wdas as larguras.
fiooocfts de borracha
Daas bonecas reio pequea porcio e de diver-
sos Uuauhoa.
Diademas
Lindos e de morfellos nevos, veio eooaa mnito
Loa.
Quem duvHrr venha ver
Deced-dseme Hagoolia roa Dugos de Ca-
xias n. 45, convencer ao* os amiius e fregae-
zes, de saa ejp.'ciaiidaae em correspondentes, na
r arle mais elegante d 5 mondo; agir mesmo o
nltimo va;,or cbegad da Europa irooxe nma pr-
le de uis floconanMnda p;.ra o lempo de fe.-ta,
enastadlo dosegninle :
Para o bello sexo
Lindsimo brinco, alfiaoies, cruzes, pulseiras
i :ac .'-'.as de tartaruga bordadas a miro, assim
i.rao t> mitos f rampas com per olas e ontras pe-
(ira- para a cabeca : a Magnolia solicita do bello
sexo, que i rima aempre no chique e oa moda, que
vetha ver e
Lux 3 e bom gosto
Pi ra enriquecer e afjrorosear urna sala vieram
lindos JHfui e jarriioeiras de porcelana mum ios
e de b milpa modellos ntoiramente novos, toan
i nlos deseohos e diarados; assim como ama es-
i'prialidade em pannos de chrochet p.ra sof e
cade-ra-.
iftl
* verdadeir cerveja aa Baviara, marca a*o-
ra, 4 superior qualidade : vendara T*wo Ir
ioa & C era seo armixstn da ra de Auoiim
'. 3?.
COMTIfAQAO
!
n<,
Da
lila
UEI'VATIfi'tlt
ftttrHfin
Eluai
^v DEPUfAT/VES
KU1
llt.
. purgativa!
34-
o,
tn-
bwlrnr
l mura -w -" +.V SAUDE
DEPOSITO GERAL
KA
Pharmacia e drogara
rir
BARTHOLOUEU & P.
-Ra larga do iiosario
34
CIIEliOII
Qual?
O rareo cljiqtn e da moda qoe cao apreciar
croa liada guarnlcVi de marlim, madepen'la, ooro
e plaqaet, coasa liodssirca e de molde especial e
usca \ in i q ii ; irinrto bons chapeos de oI certa-
abo de nairlim e nenalas imiUco de nnicornio
com c*t> Ja inidreperr.ia, pir certo nanham dei-
xar de v.r l>' <^a Miguolu roa Duque de
Caxias n. 45, t9:o:tier qualqner desles objectos :
nao cro!
O bacalbo da Noruega, em c,..\-.s e meia
dita:, : no caes da Alfandega d. I, armaiem de
Tassn Irmirs A C.
DOS LEES
Obras de pliaiilasia.
DO
Antonio Korreira de Oliveira Maia teni para ven-
der emscu estalH-iciinciit. ra da enzala-nova
II. 1, cliiuellas | ara liouieiis o seulioras, taiuancus
sapatos de (ranea para is incsmos, borracha
liara Jimas, todo de superior qualidade a por pre-
i.'o coininwl i pi: ter viudo K; sua conta propria.
Vendo-so milito barato un piano do mesa',
ropriopara ineniua aprender : na na larga do
Kinarjon. 46, i" andar.
Carro.
Vende-se nin carro novo coni.') eavallos aine-
'r.ul'is: a tratar com o Sj. Cirlno Carreiro, na
lo H i^picio n. 1. lojro en'iada indo da matriz da
Boa-Vista. ____________^______
Diademas e aderemos de ma-
drepei'ola.
A I, ja da Agota branca ra do Duque de
Carita n. SO, recebeu urna pequea porcao de
diademas e adeiei de inadreperola, obras de |
apurado gosto.
Vende-se
I'na boa casa terrea, chao proprio, servindo
para f.iniilia, siti na ra das Chontas (Capunga.)
Vende se tmul ni parte di una outra casa ter-
iea om chai priprio, sita na ra da ventura (Ca-
punga) : tratar na ra l'riuieiio de Mareo n.
7 A, I." andar,
A luja da Aguia Branca, na do Daaoe de
CftvJ s n. 50, recebeu mu ImjIIo sortiinento de bo-
niLis e modernas obras de pliantasia, sendo :
Brinc s o cruzes pretas, comdourados e pedias.
Ontros de a adrep rola queiiiada com bonitos
f nfeites de delicadas llore*.
utros i'o lin i doarndo cim n nge les de cores.
Oatros encamados c de bonit s moldes.
Bosetas de lino dourado com pedias branca?,
Adorecos d nuidrepcrola.
Ditos dourados com cmapaeo preto.
Ditos encarnados.
Ditos imitando folhas c flores naturaes.
Ca soletas de niadrepcrola
Voltas de grossos aljofares de cor s.
Outrns rte ditos pret s eom donrado?.
l'iilceiras de tartaruga com dourado.
(lutras pelas.
Granipo*firetos e de cores.
Bonitas dLntoadtiras de lino dourado, e ni po-
dras, coral Me. para abertura de camisas.
Kotoes domados e de outras qualidades, para
aberturas e collarinbos.
Xovas gollinlias e
bordados.
A ioja da Aguja Branca a ra do Duque de
de Casias n. 50, receben novas gollinhas e pu-
ntaos bordados* e ontros enfeitados com ntremelos
c bicos : assim como receben ignahnen e no''as
guarnicoes degravetas com franjas e lacos para
os cabellos, tudo do mellior c mais mod rnos gos
tos.
Bonitos loques.
A Ioja da Aguia Branca, i na do Duque de
Caxias n, "O, recobeu bonit s leques il BMita
pbantasia, juco com dourado, o ontros da ipo-'
nulos gostos; assim como recebeu ou ros de ma-
deira que se confundo com o sndalo, e tero el-
los lindos coloridos n c ntro, e nimia assim ven-
de esles pelo barato preco de iOO cada um.
Vasos de erystal para toillet.
A Ioja da Aguia B'anca, a ra do Duque de
Caxias n. 50, r ceben bonitas garrafinbas do erys-
tal em par com ramagens douradas e imi pro-
prias para arranjos de toilet. etc,
Rna Duque de Caxias n. 29.
0* proprielarios rleste l.cr nKintndd MlabelecimebUj scieotiftcMn ao
respeitavel publico decta provincia iroi se acbam rom am viriaVi e 'completo aorti
uecto de inci*, tan!" namuja.s como estra'^eiros, sendo enes escolo i dos por om doi
aosios qoe se acba ctualroetil- na Furopa. O mesmo tem cODtraciado cc-m os melbore
fabncntes daqueilecontineuie as WBMIH das mais ricas mobias eiUs all.
Na officina tem os mais hanns artista deste fenero. e por isso pedem qne ve-
obam visitar o es'.ahe'cc menio, anude encintraro a realidad do qne acabara de expr
ne se podo examinar; ricas e com leas mob lias marello, p!c, ricas c elecardes v.rnas deja caranda, pao aeiim, aavrello, etc., etc., goard
vestido de amarelli- guarda Ioucj, de oogiieira e de aiarello com tampo de pedra, apa
radores de d to dita,-peti to-letres especialmente para faEer a birha, toilettes de jaca-
randa, imrello, podra, secreta-ia-- da Jacaranda e mognocas tareiras oe mo?Do, sao
toarios, thears pjra bordar, berfs, lavatorios oxc espelbo, de pedra roarmore e seuf
pertences, cadeiras privadas, bids,- etc., etc.. e amitos oatros artigos-qae deisamot t
mencionar por se.ternar enfadonbo
punhos
JARKOS
v^cca inp'eza a 4H)
te Pao lrua.s A C,
i u: mpas e dfbjKda de
.Ada um : ic armaiem
roa do Ain-Tim o. 37.
Xarope d'agrio do Para
Antigoe conceitiiado medicamento para
cura das mokstius dos orgaos respiratorios,
orno a pbtysiea, bronebites, asthmsi. etc.,
applicaoa amia com aplimos rjisiltados no
escorbuto. /''
V'ende-se ns pbarmacijyc drogara de Bar-
ihiilomou ,....-' Borracha.
Vo.iilo-so aotiertar borracha bougie, para limas,
a roa do Duque de Caxias n. -
Libras stoaii v Vec4e-se no hrntMa i faiendss de Angns'a
P fl OWwma rfi.a nta d> r/mmercio n. 45
t'errira d Cumia Irtoof, ra Mrquez de
i ',\o ;. n. 21, v2Qi*em p segniote :
Vaqueta* pa:-a carro e bitas de vi.igem.
Mrrjquics.
C rdr.voes.
Oleados pera forro de curro.
Putaa a llussia.
Vinhedo Pino, flno, ero caixas.
Chitas avariadas
Estao quasi limpas e sao
luas, tem escuras e clara;, a 2W, e algodaoziiiho
largo c suiierior quasi limpos, a i#oUO a peca :
c'iegem dnpwaM
ROSA DRArVCA.
na da Impen.tri; n. 58.
ATTE\CAO
..Vende-se um excellente cofre com segre-
io, obra feita na ter/a eos muita segran-
ea : a tratar n ihesouraria tas loteras,
ra Io de Marco d. 6.
Nao h^ mai* cabellos
irn eos.
Tinturara japonesa.
S e uflioa approvOa pelas acatemias de
scisncia, recoDhecida aopttrtor a toda qne
letn.appareeido at luje. Deposito prin-
cipal ra da Cadeia d i Itecife, boje Mr-
quez de Ooda u. 51, l. abdar, e em to-
das as boticas e casas de cahelieireiro.
Tijalis fraiH'ezes se\ljnad;s
De 1 .VtMM a .5-TOOO
o nalieiaM.
Estes tijo'os, fabricados.de barro vermclho con-
solidado, sao os mclhores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrilliar os pavimentos
terreos das casas, porquanlo. ponco mais custau-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparaban
alguina, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custam alm disto menos da
dcima parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de dilTcrentes mosaicos, os qnaes nao estao
certamente ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empregados c proprios para as salas princi-
bms. Alm da vantagem que lia no empr.go
oestes fijlos para os pavimentos terreos e casas
de campo, tem estes atada a de seren es mclho-
res c mais proprios para ladrilliar cozinhas nos
sobrados da cidade, atiento a sua solidez e poneo
Seso, estando mais que provada a conveniencia
e seren assoalbadas as cozinhas todas de tijolo,
e nao s a parte junta ao fogao, no que at a
companbias de seguros se deveriam interessar.
Vendem se nos armazens de faiinha de Tasso Ir:
maos & C, no caes do Apollo.
!
<.*&
1&i
A (MOA HE ODRO.
A 'im da llaaaperatriz
Acaba de receber de conta propria,
pelo ultimo vapor di. Europa, um coin-
pleto sorliiuenU) d( olijeetos de prata
;ffi; os mais lindos que tetnviade a estemer-
'!S? cad'Ji sendo oMecumtcs : aderemos de
fila-gralina, obra de apurado gosto,vol-
tas, briniwe. rozetas, salvas, relogios,
palhiteiros, comeres te. etc., pelos pre-
* fos mai.- resumidos jiossivcis. Assim
coma unv completo ortimentode obras
de ouro : armis de brilhantes, rozetas,
adereces eb;-. e tambemsem brilhantes.
SW1RKH0 FXOtiOMA E O ELE RI DA DE.
Oblem-se (o*n o uso
DA
INJECCAO SHOST
nica, higinica, ra ia das goaorheas, flores branca* e fluxos de
toda especie, recentes- ou chronicas; e que
"tferece como garanta de sal utares resultados
a continuada applicacjo que sonipre eon a
niaior vantagem se tent feo della nos hos-
pitaes de Pars
L'nico deposito para6 Brasil, .Saitlioloiaau
C, ruaLirgado Rcsario n. 34.
"Corts b^rda Ricos cortes de cambraia com bordado de c-ir, a
latrnu moda, pelodimin ito pcefo-te-6^000 sada
corte : na ras de 06*00 h. iw. Ioja de Guilborne,
C. da Cuaba (^
CARNAVAL!
lioiraeha para limas.
Vendc-se bon*acha de primeira qualidade para
limas de cheiro, nos seguintes lugares : na phar-
macia Central ra do Imperador n. 38, na ines-
ma ra n. 22 e no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 4, por prego razoavel.____________(f
Ultimo gost-
CUdeiras pretas douradas e mar;) etadas d- roa-
dr oo ra-'s do Apollo.
>. 8 nin ii Amonio Pedro de S tiza Sores. r-c lo.ii ira lint i var.ad i s;irliioento di objectos
como stjam : |.ac*a caixinhas oe madeiras com exiradose sabonetes. bolsas, indenpesa-
ves decouro da Rnssia.para seiboras. potes e calocgas ct=m banba dos meltiores pera-
nistas e mnitos obje-tos abaixo declarad s, os qu;es vende por preco resumidoa.
Galht-teira duaradasoMD trctn.
Dexia de taitiers c b ce viadu (a
imitaco) a 3f50f'P
dem dem c=bo de of?o B cero
'.oque a
dem idera idem 2 B finos a
L'vros para notas a 3'20 e
Abntoadnras para cutete. gr?nde
variedade a
Laroparinas a g>z a
Co'xa de linba com iO novrl'os a
Groza deiitloes de osso para eri-
ja a
Dozia deditos para t afeitar ver ti-
lda 3
Resma de papel pautado e lizo a
3fHKX) 4500 e
Caixa de papel amizad-j muito
bom a
! lem dem beira dotirada a
dem de envel.opes linos de p r-
:elana a
I lem dem a 400 e
Ltuxiaa de barattoatrancares canto
ionrado a ,
dem idea li.'os a
NUVIAOES.
R'des tnfeitadas para Ssihora a
Brincos c m ptdran o que Itm
le tnai'otisto.
Itorifcas e.aMma^g cmn C!;rc;..
.Virios adtr^%s prttos cotr, e9tta-
eu a
IjQvii dd p'llica moito fresca a
Iiet idem com loqae a
Dozia de pecas de trvncas dt ca-
racol a
I h m idem liz s a
MlCtOSCOplOS (HD visa) 3
Duza de peDles de borracha para
alisar com costa a 2i00
Mimosos leques de osso para ae-
nbora a 7(5060
I lem idem de sndalo com Unte-
5flri00 joulaa a 550C0
00: Ibm idem a imi fcna $000
Girrafas de tinta txa muito lia a I^OOO
Potes de di:a mgleza (prela) a 160
100 e
Sapi'.osde IfMfi pete, ca?tmra e
chati te.
Boinas para senhoras o pa-a 5)Ju00
PERFUMARAS.
Macos de sabi-nt tea ingiezes muito
bons a <$600
I(9900j Ouzia da saben b=s deaoieorioa a i500
Mem dem decu'aco e flores a tWJO
i'jcote com |iijde<.riz muito
fino a 400 a doOO
Garrafa de agua florida verdadei-
ra a IdCO
Idem idem kinanga a 1(S00
Frasco com oleo orizoa 10000
(/xa com i i'm para denles a 200
Oi-iata mntob a \#M 1500. e 0000
Afi a de Cologrw inuitj lina fraco
de 5' n a i($000
T nico oriental A* Kem a 10000
Vritan s< rlimento de vasos coro lanba
t'.aunba coui exlraclos a 0, 1$ e 40 Fia-co com extracto oriza muito
fino a 10500
dem idem a 240 UlO e >5U0
45000
A20
10 0
0500
0OO
0OO
0OO
0SOO
dSOO
0500
30ROO
'0Oi
10S(.O
viudo
06iO|
20800 \
5 i O
0OO
flOO
0CO0
QINQUIIARIAS.
'1. ml.ris (..ara cnarjcas, babas de Loira
cha. b' titeas de massa e loiifa, candieiros
a ga>, b.itcas de porcflao?, qtisiros de
pisagcns, c.dades e ntasrhas dctu.-li.ra de
H.we.
DE JOIA
do Cabula X. -
CAliSE C.
Farinha d mandioca.
Vende-se no trapiche Companhia chegada ha
rouco do Rio de Janeiro : tratar com Thoinaz
de Aquino Fonoeca & C. successores, ra do Viga-
rio n, 19._______________________________
Vende-se um dos mclhores sitios do Barr ,
a qual foi do Uado Dutr, tem toda diversidade
de tr^cteiras, casa de vi venda, cocheira, baixa de
capim, boa cacimba da agua de beber, e outras
commdida'es qu-* com a vista se expl carao ao
pretendente : tratar no mesi o sitio, ou a ra
de Domingos Iheotonio, outr'ora ra das Calca
das n. 49.
Venderse
. te-ira de palha de earnauda ul'imanient chega
5ad do Ara aty : na ra d Madre Dcus a. 8,
." :mda-.____________ ___________ir
Vende-so
a Ioja de calcados da ra de Marcilto Dias u. 98,
muito atregnezarja, tr om poneos fundo1!- proprf
ra i'rmcHiisnte.________________________
Novidade.
FJeo cbane' a, de palha de Italia
e de seda, cousa inteiramente nova nese merca-
do : 'se- -se eneontem na PMOeeU, ,tua t*o Ca-
bo) n. i A, a elles aritts que se acabetn
(OJIES M 1IVTT0S, IRll'KIS .
Nes.c importante estabclocimento de primorosas joias, achata o respeiia\el
ptlbKco ilesla capital um grande e variado sortimento de joias le toilos os
procos, qnei existiam no Muzm, que sera) vendidas com grande redueco
de pre?0, alm dos novos objectos recebidos directamente da Europa, que
se vendero por proco animador, bem como sejam, adereeos de brilbantes,
pulseiras de ditos, broches e rosetas de ditos, ditos do diflerentes pedreras de
precos ; anneis de brilhantes e de esmeraldas, rabias e pendas, c de todos
mais objectos de valor, quepossam ser desejados pelo bom gosto e aprecodas
familias, que sabem dar valor a objectos de primor.
Os proprietarios do ML'ZEO DE JOIAS, convidam as familias que se
queiium provee de excellentes joias, a virem escolhe-las entre o variado
sortimento dolas, gaiaiitiinlo os ]>roprietaros que sern sinceros para todos
que se dignarem procurar seu estabelecimento.
Entre o grande sortimento do brilhantes, esmeraldas, petlas^ e obra
simplesmente de ouro do le, su ver um elegante sortimento de obras de
prata primorosamente trabalhadas, que tambem se vender 11 preco rduzido,
bem como, relogios de ouro e prata dos meihtrres.autores conhecidos, que
so vendem mediante pouco dinheiro e garanta dos donos deste estabelec-
mento.
Os homens do centro, que prcetsarem ou pequeo valor, proenrem o MUZEO DE .fOIAS, que s^rSo servidos com
attencao e sinceridade.
AttSA&SRR
Tinta Inalteravel
Para eswfcrever
de P. .41KER C

PERXAMBKO
11 i -
!
Esta tunta recoa3axr*emcfe.-6e peja sua cozxx*
posica e ffcdez comd a melliOT 6 a mais
segara de todas asi tintas ate hojpVoiali'eci-
das. !b'a ataca as peanas de a^o, d ate
tpn^s ex depeis de screver, e preierivl a qual-
qner outras tintas particularmente para
livrps de conomercio, docunT^entos te de
que se careca longa coneervcao:
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
de Lourenfo Pereira Mende&Guimarfes
Declara ao reapeitavel publico qne, teodo concluido o comerto qoe fez em sea c~
tabelecimento da ra da Imperatriz n. 72, declara qne o sorbo de novas fazendas fto-
proprias para a festa do natal, os preces sao os mais baratos poasive.s a saber :
LAASINHAS A' 120 RS. CORTES DE BRIM A' 10500.
Vende-se lasinhas para vestidos a 120 Vende-se cortes de brim para caica s
MO, 360, 400 e 500 rs. o tovado. 10500 e 250 0.
OLI.NDENSE A 800 R3. MADAP0LO A' 30COO.
Vende-se ama nova fazenda de seda e Vende-se pecas do madapelio a 30000,
Imho, por oome olindense, propria para 405O(, 50000. 60roOe 80000.
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado. chapeos oe palha-a *00
ALPACAS DE CORES A 440 RS Veide-se cbapo de palba, de fe!r3
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- de. castor, para borneo e metimos, a 4f,
440, 500, 2050
das, para vestidos de senhora,
rs. o covado.
BAPTISTaS A 500 RS.
Vende-se cma nova fazen la por come
baptistae, para venidos, a 500 rs. o co-
vado.
SUTAXA5 A 6i0 RS.
Vende-se nma oo\a f;zmda de 13 e seda
por nome stlanas, pzra vestidos de senho-
ras e mecicfs, a 6U) rs. o covado.
PHANTASIA A 800 HS.
Vende-se urna nafa fazenda lisa, par nrme
pbantasia, para vestidos a 800 o covado.
Fnsto braao i a 3' rs.
Vende-se InsiSo branco e de cores, para j
vestidos, de senhora, a 30 e 400 rs. o _co-'
vado.
CIHTAS FRAXCEZAS A J40 R3. i
30 e 40000.
ALGODAO A' 40000,
Vende-se pecas de algod5o americano,
4001" 5O00 e 00000
BOTINAS PARA SENHORAS A tyVO.
Vene-rc botinas pa-a senhora, a S0" M
e 50500.
CVMRAIAS A 3000
Vinde-fe pecas de cambraias l:sss rara
veMidos, a 30Of'O 40000 e 50000.
CAMISAS RUANCAS A 2*000.
Vend se camisas braceas a 20500 e 20.
Ditas de tintar) a 30, 30500, 000 e
50OOO.
Palitots de panno prelo a 50000, 7-5006
e80OOj. Patois de casemira de cores, a
45, 50000 e 80OCO.
Vende-se chitas francezas escuras e ca-1
ras, a 240. 280, 30 e 360 rs. o covado.
BRAMANTE A 10600.
Vende-se bramante com 10 palmos de:
SAPATOS DE TRAKA A 10)00.
Vende-se sapatos de tranca e tapete, para
bomer-s e senioras, a 10500, 108(0 e20.
Sapatos de casemira pretos a 20500, 30 6
305(0.
CHALES A' 8G0 RS.
Vende-se chales de la cem quadros e !ii-
largara, proprio para leafole, a !06OO,
e 20200 o meiro.
(.roadeuaples preto a 2*0OO
Vende-se grosdena:ih preto a 20000, ""a?. 2 800 e 10OCO, ditos de cenod
20500, 30500 e 55000 o covado. estampados, a 20000, 30500, 40 e 50000.
panno preto a iioOO. E oulras incitas fazendas que te vescit
Vende-e panno prelo para cadas e p- sem reserva de preco, na Ioja'do barateiro
lilots, a 10500, 20500, 35(00, 40600 e Bazar Nacional.-Roa da Imperatriz c.
5000o co\ado. 72
Samuel Power Jolins-
ton & 0.
Rua do Apollo u. 38 e 40
Nieaf sciente aos seus fregneze? qne teem
GDBdado o seu deposito de machinas a va-
por, rooendas e taxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para rna do Apollo n.
38 e 40, onde continuara a ter o mesmo sor-
timento do cortme.
Kazero sciente tambero qne teem feito nm
arranjo com a fundicao geral, pelo qne po-
dem offerecer se para assentar qualquer
machinismo e mermo garant lo.
Os proprietarie da fomcao pera! farota
scieotes aos senhore* de engenbo e mais
pessoa', qne teem estabelecldo nma lunci-
cao de ferro e brouze a rna do Brum, jnn-
to a f--ac dos bonds, onde aprontar:.-
qnalqner obra de eocommeoda com perfet-
cao e promptidio.
Os meamos regam as pwfoas qne qoei-
r .o nlisar .-e de tea servicos de deiza-
rem as encororaendas era casa dos Srs. Sa-
muel Power Juhnston a C a rna d<> ^pol-
lo o. 38 e 40, onde acharar- pe?soa habi-
tada com quera possatu emendarse.
Apparelbo para fabricar assncar, do srstama.
WESTON CENTRF.FUGAL
nicos agentes em Pernambuco a fuodicaj geral.
Para tratar em seu escriptorio a roa do Apollo n. 38 e 40.
m
Adereces de bri-
lhantes, esmeraldas
S&yJ^? "anus, csiueramas ^-.
w^ rubins e pcrolas, K. /\ \ ;
,4fS voltas de pcrolas. fij \\ \V
. Obras de
prata de todas as
S^S
,i*v
/V
ALCATRAO DE 60TOI
LICOR CONCENTRADO E TITtADO
' 0 Sr Cuyot chegou a tirar ao alcatrio a
sua acrimonia e o sea amargor insupportaveis,
o que o torna mais soluvel. Aproveitando essa
feliz descoberta, elle prepara um licor con-
centrado de alcatrao, o qual, sob um pequeo
volume, conten urna grande proporsao de
principios activos.
0 Aicnufio de Qmjot (Goudron de
Cuyot) possue por consequencia lodas as van-
tagens da agua de alcatrao ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
colher de caf n'um copo d'agua para obler
logo um copo de excellente agua de alcatrio
sem gosto desagradavel. Cada quai pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrao quando d'ella precisa, o que offerece
economa de tcinpo, faeilidade de transporte
e evita o manejo to desagradavel do alcatrio.
0 lcali* de G7 subslitue com
vanlagem multas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, bronckites,
tosses,.catarrhos.
0 alcatrao de joi empregado como maior xito.as molestias seguintes:
EM BEBIDA. Vma colher de caf para um cepo d'aywi a dual eoihem
lopa para urna garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IKRITACAO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
El FOIERTAvOES. i,cr vun w com ""*"*0 '***
AFFECQES OA fttLi
COMICHOES
, OLMTIA* DO COURO CAiELLUDC
El flalECG^S. ~ Vmapaide cdr< FLUXOt ANTIGOS OU RECEMTES
CATABRHO DA BEXIGA
^ AleatraVo d Gyot foi experimetUdo eata m mwMn xito %*
prinpm homtoei de Franeu, da Hcioita # Ai tfoate. f*m*>*U
w, para o tempn te cotor, eile wnailw a beUda a wat %fMNaa, 4 ^
IrtwSp durante o tmpot de epidemia. Urna intrwcio aceompmhaeada vtdra.
a* a, l. nnuB, io, >
N. 2 ARa do CabugN. 2 A
Acbando-sc completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante aaaoisieo de
joias as mais modernas viudas ao mercado, e do qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazor urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.



X
Vento-** DI pharoMcii de


8
Diario de Pernambuco Sabbado 18 de Janeiro de 18 73-.
_~
ASSEMIILEA miL
CMARA DOS DEIUTAHOS.
MSCUSSAO IIA.VID S.S ftKSSlfl W. 6 |>K DEZBM-
HO.
(Contintiage)
O Sn. Ignacio M.vuy:,s :Obedego a
\. Exc, pois. na) conboco ainda bem o
i --iaieni i da casa ; metalo mais porventura na rli 11 me desviar Je
qualqncr regra ostahelecidti pelo regiment,
aceitar c0m.9r.tzer e advertencia do V.
i \r.
Sr. presidente, as reformas que'crim exi-
guas pela opinio publica, e que 11S0 se
concerni quefossem realizadas pelo parti-
do liberal, nao o podiam ser polo partido
conservador, dfi qual era chefe o veneran-
do viscondc de Itaborahy, de saudosa me-
moria. S. Exc. entenda, o muito bera,
que era deslocar os principios do seu parti-
do se aceitasse as reformas lib-raes. E' as-
sim que, depois do se ter enunciado por
duas vezes as fallas do tbrouo dos anuos
anteriores reforma do elemento serv 1, no
terpo do Sr. vsconJe de Itaborahy, esse
tpico do discui'so da cora foi supprimi-
do. E isto porque o partido conservador
nao podi a dimitir no sen programo re-
formas (pie tinbirn sido aprsenla las pelo
partido liberal.
Mas, deixandn de paite 1 reforma do ele-
mento servil, lia mitras de que o governo
se alardea.
O Sr. Viscos je do Rio Ruanco (presi-
dente do conselho) ; O governo nao lar-
d5a, defeiule-:
O Su. Ignacio Martins Sena': por
si, sao seus amigos que lacera osteiitagao
o disse,
Quando o partido liberal clamava contra
a le i de 3 de dezcrabro, quando exiga ga-
rantas para as liberdades individuaos e pa-
ra oa diroitos dos cida lios, o partido con-
servador responda que a le era ptima, e
que os cidados gozavam todas as garantas
uossiveis, mas obelada a oceaso ca que
a exigencia liberal nao poda mais ser adia-
d 1, o govcrno, que se diz to partido conser-
vador, foi o incumbido de azer esta rofor-
uia, que devia ser filtrada no coadouro
conservador, cerno mu bem disse o Sr.
conselheiro Zacaras; e de facto, Sr. presi-
dente, a relorma judiciaria muito pjuco
mais garantia diu as libertades individuaos,
tomou sim, reconhecido na le o direito de
habeos eorpus as prises por motivos de
recrutamento. '
O governo, Si-, presidente, para Iludir a
opinio publica, para fiugir que tende a sal-
guardar os direitos individuaes, para conva-
quistar a popularidade que elle pretende,
ordena, mas nunca COHl MtengSo de ser sua
>rdem executada, que os recrutas sejam
tratados como cidados que sao, e que se-
jam conduzidos sem algomas ou correntes ;
mas, Sr.'presidente, o escndalo ohega a
tal ponto, que it as capitaes das provin-
cias, quando as escoltas vio receber as guias
o mais papis na secretaria de policia, j
levam ostensivamente as algomas que de-
vem servir para os infelizes apenas trans-
ponham os muros da cidade. Diga-me o
nobre, ministro da guerra que foito de
um processo instaurado a dous officiaes ou
agentes de policia por :erem assassinado
dous recrutas noOuro-Branco?
O Sr. Gusmao Loco -.Est era anda-
mento.
O Sr. Ignacio Martins : Houve urna
verdadeira'barbaridade praticada com essos
infelizes e a qualquer ob>ervacao motivada
multas vezes polo cansaco da viagera, essos
agentes respondiam lardando dar coin
espada nesses dosgracaelos at que um
lellcs falleceu na boraera que era castiga-
do, e o carrasco vendo-o morrer pedio
victima perdo, porque, disse ello, tinha
sido mandado O autor |a poucos passos
morreu tambeui no castigo 1
O Sr. Bernardino : -Houve auto de cor-
po dedelicto qae resa 0 contra do que V.
Exc. est dizendo.
O Sr. Ignacio Martin?. :Fez-se auto de
(-ii-po de delicio, vordade mas...
0ftR. Ministro da Jisitca :D licenga
p: O Sr. Ignacio Martins : Eu tocarei nes-
M ponto. No auto de corpo de delicto mo
FOLHETIM
AV1SGANGA DA BVR03IPA
PELO
VISCONDE PONSON D TERRAIL.
PIUMEIRA l'ARTE
ti CANtclIo llox CIKNIlloi'i'oi UCgl'OM
(Contnuago do n. 13).
XIV
Hermann e Gretchen foram os primeiros
que sahiram da casa de fresco e se po'zeram
a caminho a vinte ou trinta passos fronte
do baro e de Roschen, que caminhavam
opprimidos e silenciosos.
Gretchen encostava-se ao nombro do* seu
amante com terno abandono ; urnas vezes
. tallava-lhe dsnctamente em cousas quasi
in lifferentes; outras incl.nava-se-lhc aoou-
vido e murmurava-lhe meigas palayras de
amor, que o baro, vista a distancia que
dola o separava, nao ouvia, mas adivi-
nhava.
Porque o baro em vez de pensar em
Roschen, em Roschen, ;ujo baro trema
encostado aoseu.cujo coragao elle ouvia
bater, segua com olhos vidos os menores
movimentos de Gretchen e de Hermann ;
prestava attentos ouvidos as mais insignifi-
cantes palavras que o vonto lhe trazia, es-
tremeca de colera, ao C'Uvif as risadas fres-
cas e joviaes que Gretcaen, de quando em
quando soltava.
E o pobre fidalgo sof Via sem o saber, e
porguntava a si. mesmo seriamente, porque
se oceupava assim com essa costureirade
Heidelberg, que se ra, de brago dado com
um estudante.
E Roschen durantes terapofazia esfor-
cos inauditos para yencor, ella tambem, o
Un soffrimento, bu pelo menos para o do-
minar.
E consegui-o, e chegou .a fallar ao seu
cavalheiro.
. O qaro- aa som desta voz, pareceu des-
pertar de um pecioso so abo, e esquaceu pela
sua vezGretehen durar te um segundo para
voltar a Roseheti.
I Olhou par ella, o vitKt mais bella ainila
[consta c[ue represirntou-se urna farca dizen-
dojse que os iofolues tinbam morrido por
bo^Brem a agoa fria estando suados ; entre-,
tanto, Sr. presidoate, o "chefe de policia
procelondo onze das depois oxliuma^o,
reconheeeu-se por olla a verdado do aconte-
cimento,isto que tinham morrido de
pancadas
O Sr. Ministro da Gieriix : Foram-ab-
0lvjdos os implicados-nsse processo, mas
mandehsujeitar a novo>nso!ho.
O Sn. Ignacio Mautins :Mandou res-
ponder a novo conselho de disciplina ou
oonselho de guerra 1
O Su. Ministro da Gcerra :Conselho
de guerra.
O Ss. Ignacio Martins :Se z essa
pergunta a V. Exc. foi |K>rque ti ve occa-
sio tle oocontrar esses ofFicaes em plena
liber des.por >nde passoiem minba viagem.
O ministerio, Sr. presidente, que na falla
do tbrono em inaio do auno passado disse
que a eleic/io era o resultado da fraude, e
da violencia, poueo tempo depois, sein pro-
curar obter os meios de govcrno que a des-
ci leucia garantp, (pie] na urgencia, dissol-
veu a cmara o appellou para a nago, fa-
zen lo ok'iriio com a menina lei que havia
tao catlugoricanionte cosdemnado.
O Su. Esgragnollv: Taixav : E a na-
$|0 respon leu com a oleiro de V. Exc. e
outros.
O Su. Ignacio Martins : Respondeu
opprimida pela violencia o que lhe dictou o
governo, e si eu e mais poucos liberaos
aqu nos acharaos, porque a lbr<;a do go-
verno foi impotente para vencer nesses dis-
trictos nini.mientes liberaos, e assim mes-
mo o presidente de Minas, o Sr. de (".amar-
gos, quero dizer o Sr. senador Godoy, tirou-
nos o terceiro lugar do i' distrcto de minba
provincia.
O Sr. Carlos Peixoto :O que fez per-
der esse lugar foi a diviso do seu proprio
partido.
O Sr. Ignacio Martins :Nao devia
nunca, Sr. presidente, se o ministerio se re-
gulasso pelas leis da cmiherencia, recorrer a
esta lei eleitoral por elle mesmo condemna-
da para fazor urna nova cmara.
m Sr. DENTADO :Como poderia o mi-
nisterio obrar sem ter reformas ? (Apoia-
dos.)
O Sr. Gusmao Lobo :A falla do tbrono
tom aecusado muitas vezes o dofeito da lei
eleitoral.
O Sr. Ignacio Martins :>N'o senhor,
foi a primoira vez quo fallou em fraude e
violencia ; e o ministerio que devia estar
convenc lo do acert da proposico enuncia-
da, que devia avahar do apoio que poioria ,
encontrar em urna cmara assim eleita
nao devia appellar para a naci no dominio
de tal le. O governo, porm, quiz provar
praticamente o que tinlia dito na falla do
throno, que a elci(,o e^ra a lei?o era re-
sultado da fraude e da violencia, e a opi-
nio publica testomunhou o quo geralmento
se deu, j nao digo nesses sortoes, onde pou-
eo tom penetrado os raios da civilisaco,
mas na propria corte do imperio, que tes-
temuuhou um espectculo nunca visto, on-
de dignos amigos nossos foram masserados,
onde o distincto liberal Dr. Dias da Cruz foi
ferido e quasi assassinado pela bayoneta de
um soldado !
O Sr. Carlos Pe noto: Conservado-
res tambem muito distinctos foram offendi-
dos.
O Sr. Ignacio MartinsE estesangue,
Sr. presidente, dos nossos amigos derrama-
do no exercicio do mais sagrado direito do
cidado, nao pode deixar de marcar os dou-
rados das fardas dos Srs. ministros. (Apoia-
dos dos liberaos).
O Sr. Carlos Peixoto :E* bonito, mas
as cousas passaram-se de outro modo.
'(Apartes.;
O Sr. Ignacio Martins : N'o t'enho a
pretenro de fallar bonito, s me esmero
em diz>>r a verdado.
Sr. presidente, a publieidade, sendo o
elemento esseneial do systema representati-
vo, o ministerio despreza-a < exerce actos no
silencio das trevas. Quando foi nomeado o
presidente da provincia de S. Paulo ?... S
se soube dessa nomeacao quando os jor-
naes de S. Paulo a publicaran!, dando at
com essorubor j)assage:roqae lh?#colora is traz deum grupo de pilveiros
faces ea fronte.
Ento, apertou-lbo francamente a mo e
disse-lhe :
Dcvo parecer-lhe bem ridiculo.
Porque perguntou ella com eino-
^o.
Porque desminto as suas palavras de
bontem : E' bravo como ata leo pelos
meus loucos sustos de todos os instantes.
Nao o temordisse ella urna sim-
ples emoco...
Urna gargalhada zombetera de Gretchen
chegou aos ouvidos do baro, quando elle
ia responder sua nova, e fe-lo calar re-
pentinamente.
Roschen notou essa inesperada interrup-
co.vio a nuvem que passava sobre a fronte
do baro, e estremecendo, disse-lhe com
Yvacidadc :
Senhor, desejava fallar-lhe a sos, du-
rante um instante.
Falle, menina respondeu Nossac,
cahindo em si, ao ouvir esse timbre de voz
harmonioso que distingua a voz de Ros-
chen.
Oh I agora nao disse ella agora
nao I
Porque ?
Porque somos observados.
E ento ?
Ento, se se souhesse o que tenho ten-
gao de lhe dizer...
Roschen calou-se, trmula.
Se sesoubesse?... perguntou o ba-
ro ancioso.
Ficaria perdida !respondeu ella com
terror.
Perdida I
Wlhelm matar-me-hia.
Nossac olhou para Roschen, Roschen tre-
ma, mas contemplava-o com amor e pare-
ca dizer-lhe :
Oh! por si arrostarei amorte... por
que o amo...
Pois bem I murmurou elle em voz
baixabem quo eu nao possa adiYinhar
nem coraprehender o que me-^uer diter,
esperarei pacientemente a hora e o lugar em
que poder...
Esta noutod^se ella em voz baixa
no seu quarto...
Remdisse Nossac com omogio.
Nomo- momento, chgavam elles orla da
oresta que limitava o prado, e o bario vio
Gretchen 'Hermann desapparwerera por
noticia do 'exercicio do novo presidente no-
meado !
Na provincia de Minas deve felizmente j
estar om retirada o Sr. senador Godoy ; j
se falla 9m outro que foi" nomeado, e, que
para l seguk) aftin de tomar conta da ad-
rnimstra;ao, e no eatanto o jorual official
anda nao publicou essa nomea<;o. (Ha um
aparte').
Isto rtio doclamacaOL: nao um cliavo
de palavras cun 400 se proc tire agradar ao
publico, e a verdade.
O Sr.Pereira os Santos-.^tr^Torno
aind pode ochar um Ilustre desconhecido
para mandar para l.
O Sh. Sn.vKihA Martins : Talvez v o
nobre deputado.
O Sr. Per eir dos Snatos :Ou o nobre
deputado em outra situa<;o. '
O Sr. Ignacio Martins: -Pode ser.
Sr. Presidente, o nobre presidente do con-
selbo nao qurz tomar a responsabilidaele
que tomou o seu collega o nobre ministro do
imperio, quanto, ao facto praticado pelo
presidente da provincia do Rio, de encerrar
a asscmbla provincial sem ornamento, loan-
do este em 3.a discusso ; nao foi s a pro-
vincia do Rio 1 pie presenciou o facto ano-
malo de-ver encerrada sua assembla sem a
lei (pie devia autorisar despezase cobranzas
le impostos; na provincia do Rio Grande
do Sul tambem foi encerrada a assembla
sem lei de ornamento.
Tondo o partido liberal tanto sotrido do
actual governo, nao possivel que nos j>os-
samosdar meios de vida ao ministtrio. no-
bre ministro da justiga, de quem^fne honro
tor sido discpulo, ea quem sernpre conheci
cheio de delicadeza, veio dizer-nos Arrogan-
temente: Deixai passar livremente o |Hvjjec-
to quo vos aprsenlo, ese nao quizerdesdar-
nos meios de governo, assumiremos a dicta-
dura sob nossa respoiisabilidade. Mas isto
nao assusta o partido liberal, essa aira-jga
nao aipiebranta o valor de nossas opinivs,
je*stamos acostlimados ao soffrimento, e- o
inartvrio o elemento da abordado. (Muito
bem.)
O Sr. Ministro da Jcsvica :Est tradu>-
zindo mal o meu peiisamcnto.
O Sr. Duil'e-Estrada Teixeira : Tena
sido esta a tradueco do todos.
O Sr. Ignacio Martins ::Foram as pa-
lavras de V. Exc, e nos liberaes ate agra-
deceremos a S. Exc, se rasgar esse veo com
que anda o governo procura otcuitar a dic-
tadura que exerce, e que smente a oceulta
aos olhos dos que nao querens ver, que sao
os peiores cgos.
O nobre ministro da justica> para abusar
da paciencia com que era ouvieto, fallou em
responsabilidade ministerial, esquecendo-se
de que a lei da responsabilidade- dos minis-
tros unta pagina rota da nossa legislacao,
pois que os nolires ministros sao equipara-
nos, cuno disse o chefe da opposigo con-
servadora, a uns semi-deuses, e at elles nao
podo chegar a sancc,o penal do actos que
praticam.
Est dada a hora, Sr. presidente, muito
tinha ainda que dizer, mas faltandb-me tem-
po, aguardo-me para voltar tribuna na
discusso da resposta falla do throno, on-
de t*rei mais vasto campo para discutir os
actos do ministerio.
Fique o governo certo, que o projecto
que se discute, nao ter nesta casa passa-
gem com os poucos votos liberaes pois, des-
de que se traduzio a sua approvaco como
um voto de coniianga, nao podemos coope-
rar para ella, porque nao depositamos con-
fianza alguma no Sr. presidente deconselho,
nem no seu governo e nem temos esperanca
de quo elle melhore de procedimerito. Esta
resoluco passar, sem duvida, Sr. presiden-
te, pelo voto da maioria com que conta o
ministerio, mas cima dessa maioria que o
sustenta, cima dessa vontade irresponsavel
que o garante no poder, fique o ministerio
certo de que ha um juiz severo e imparcial,
que j o condemna: a opinio publica.
(Muito bem, muito bem>
O SR. CORREA (ministro dos estrangei-
ros) :Sr. presidente, o nobre deputado
pelo 2o districto da provincia do Rio-Grande
do Sul, com a hyperbolica acrimonia que
condimento obrigado de suas produeces
oratorias, disse em urna das passadas sesses
que eu tinha de pedir desculpa dos meus
erros, seno perdo dos meus crimes. E
mecimento convulsivo agitou-lhe a mo que
apertava'a mo de Roschen, e Roschen adi-
vinhou que era um sentimento de ciumo que
acaba va do o agitar.
Meu Deus 1 murmurou em voz bai-
xa, to baixa que o proprio Nossac a nao
ouvioama-la-ha elle ainda ?
E parou trmula, e com o suor na fronte.
Econtinuou ella acaso serei ciu-
menta ?
Perturbou-se e ei
5cea, uirwtrer
A's dez horas da noute, depois de urna ceia
em que o senhor de Nossac, apezar dos seus
esforcoj, nao tinha conseguido ser sobrio,
retirou-se para o son quarto e fechou a por-
ta chafo.
Que quer dizer tudo isto pensou elle
-!-e era que estado se acha o meu pobre co-
rago ? Eu amava minha mulher, e Gret-
chen assemolha-se-lhe de urna maneira to
extraordinaria, que estou tentado a amar
Gretchen... Tive hoje ciumes... Soffri
horrivelmente durante esse passeio atravs
dos bosques e dos prados do meu hospede,
durante o qual ella nao deixou o braco de
Hermann. E, com tudo, nao a ella que
amo, isso impossivel... Amo Roschen...
Roschen bella e pura entre todas, Roschen
que me confessou o seu amor.
O baro parou repentinamente, depois
continuou :
Que rae disse ella ? que rae quiz di-
zer ? e porque esse terror que se apossou
dola, ao simples pensaraento de que nos
poderiam ouvir ?... Wilhelm mata-la-hia '
dizia ella...Porque Wilhelm, e nao al-
guna o*tro dos seus irmos ?
E o baro cabio era profunda moita-
co. .
Ella deve vir...disse elle Vira...
assim m'o disse.
Nesse momento, um simstro pensamento
atravessou o espirito do bario ; pensou em
Gretchen, que, sem duvida, estava encosta-
da ao braco do Hermann e tremen de cole-
ra ; e ento, como possuia toda a sua razio
e precisa va expulsar a todo o custo esse
phantasma e dominar esse estupido ciumo,
charaou em seu auxilio a imagem de Ros-
chen e murmurou
Roschen... Roschen... vem depressa.
Mas Roschen nlo foi, e O harto achou
sobre a cama urna mperceptrvel tira de pa-
pel, que abri-com ar distrabid ; essa tira
encerrava duas linhas sem assignatitra e em
francoz :
sera ter na merecida considerarlo e apreco a
independencia e os,bros da maioria dtsta
augusta cmara, que ella tem sabido escru-
pulosamente nauter, accroscentou que rae
seria fcil obter essa desculpa, esse pordo.
O Sr. Silveira Martins -. Nao disse
tal: disse que ninguein duvidava que po-
desse obter; sao Os precedentes dola.
O Sr. Ministro nos Estrangeiiios :E'
p'ouco mais ou menus o que acabo de re-
ferir.
Felizmente, Sr. presidente, o nobre de-
putado 11a primoira occasio quo se lhe offe-
recou, acudi, conu era de esperar, para
demonstrar a proposiro quo havia extem-
porneamente laucado 110 soio desta cma-
ra ; mas o nobre deputado iuo s nao dc-
monstrou essa proposico, como veio confir-
mar o que eu disse, logo quo S. Exc. a pro-
ferio, isto que nao seria capaz de apresen-
tar crimes por mira praticades: que poderia
apenas apontr erro.
Entretanto, Sr. presidente, o nobre depu-
tado nem ao menos convenceu-me de baver
coinmettdo erros.
O Sr. Silveira Martins :E' porque
endurecido. *
O Sr. Ministro dos Estrangeiros :
Vamos ver as provas adduzidas pelo nobre
deputado.
Quatro foram os fados apiesentados por
S. Exc. Delles tratara na ordoin da sua im-
P'irtancw.
1." Na discusso com o governo argentino
o governo imperial humilhou a dignidade
nacional.
2. Prorwdeu da mesma forma entregan-
do s justigas da Franca o criminoso Jos
Moos, e pronunciado por crime de banca-
rota fraudulenta,
O Sr. Silveira Martins :Os uossos tr-
bunaes nao o eondcinnaram.
O Sr. Ministro dos Estrangeiuos : ;
3." Consentio (|uo os marinboiros de navios
de guerra ingleses fossem acompwnhalos
por subalternos c- Bragas desarmadas desses
navios, quando desembarcassem nesta ci-
da le.
O Sr. S11.VEIR.VMartins :E' urna policia
ingleza na capital do imperio! (Risadas .
O Sr. Ministro eos Estrangeiro
4.' Procurou fazor remover os hotoquins
volantes que Boestaixdooeram prximamente
a) lugar do desembtmpie desses marinbei-
us.
O Sr. Silveira Martins : Nao tratou,
f41iciou ao presidente- da cmara municipal
(jue prohibisse.
O Sr. Ministro dos Estrangeiuos :
Na exposigo dos facto*. ver 0 nobre depu-
tado que retiro oqueoccorreu ; agora estou
resumiudo os pontos da aecusaco que for-
nuilou.
O Sr. Silveira Maictins : Mais tarde-
voMarei questo alleina (risadas).
O Sr. Ministro do& Estrangeiros :
QWQdo V. Exc. o fiz.erterci a honra de pro-
ceder como estou procedendo agora.
Ouosto argentina. Qual foi o facto que
exvcitou as vehementes observagoes do nobre
deputado ? Foi, senbores, o tor-se archiva-
do a nota, que o ministro dos negocios es-
trangeiros da republicaiArgentina dirigio-WO
ero -n de abril do corrente anuo.
Entende o nobre deputado que esta nota
nao deve figurar no archivo do imperio.
O Sr. Silveira Majtins : Nao quera
ver l registradas as nossas vergonhas.
O Sr. Ministro dos Estrangeiuos :
A apreciacao do nobre deputado j conhe-
ctda ; sabo-se que S. Exc. v tudo por um
prisma deshonroso ao imperio. Se eu nao
tivesse confianga na justica da cmara, por
eerto quo estara consumindo intilmente o
tempo, que, alias, tao precioso ; mas ap-
pello da dociso do' nobre deputado para a
casa e para o paiz; e neste proposito o
empcnbo que me estou esforzando por de-
monstrar que, na questo argentina, nao
houve essa vergoulwi que o nobre deputado
assignala.
A nota de 27 de abril conten na roalidkwle
pontos que deviaiu excitar serios reparos da
parto do govcrno imperial, o logo 110 come-
go da resposta a essa nota os nobres deputa-
dos se recordara que tornou-se saliente a
circumstancia de que nella cxistiam obsor-
vages que podiam parecer offeusas iutorna-
cionaes ao amor proprio
Brasil.
e dignidade do
A parte, portanto que se poda ligar
dignidade nacional foi logo devidamente
considerada ; mas a nota con tinha outras
propesiges e outrosassertosque nao podiam
licar sem a resposta.
A imprensa no Rio da Prata e mesmo no
imperio j dizia que o governo imperial ia
recorrer ao expedienTe. de devolver a nota,
porque lhe faltavam argumentos para con-
testar os facto* e a verdado histrica.
Reservada a avorignago da primeira ques-
to, o govcrno discuti todos os pontos de
que tinha tratado o ministro argentino em a
nota de'27 de abril '(apoiarJc*). E' um do-
cninento publico, conbecido de t()dos os no-
bres deputados, a nota brasileira de 20 de
junho.
A aecusaejo feita nesta parte pelo honra-
do deputado pelo Rio-Grande do Sul nao
tem sido formulada pela maioria do jornaes
existentes 110 imperio. 0 nobre depotado,
que, em sua illustrago, nao achou nenhuma
outra a quo prestar reverencia seno a do
ministro argentino...
O Sr. Silveira Martins : Oue urna
illustrago.
0 Su. Ministro os Estrangeiros:
... penan que 0 goveriw brasileiro ticoii em
semeiliaute discusso muito aquem do que se
devia esperar.
O Sr. Silveira Martins :Infelizmente
verdade.
O Su. Ministro dos Eti.ngeirs :
Senbum, nao serei eu por certo quem venba
declarar errneo o juizo do nobre deputado,
mas a guiar-me pelo acolliwenlo que as
contostages firmes, embora moderadas do
governo imperial, asseverages do ministro
argentino, encontraran) nao s >o pan como
no exterior, devo suppr (pie nesaai diticusso
alguma cousa se fez a bem da eaosa na-
cional .
A questo formulada no comen* da nota
de 20 de junho foi objecto de ulterior dis-
cusso entre os dous govornos. Ensala
de 3 de OUtubro que mo dirigi o ministro
plenipotenciario argentino, o Sr. genera* Mi-
tra, encontrar o nobvi; deputado V conlir-
mai.ao do que acabo de dizer ; e na VS5
do setembro o honrado Sr. Tejedor comega
declarando que o governo imperial fez jueti-
ga ao da repblica ao dar as palavras c-cwi-
ceitos da nota de 23 de abril nica inter-
pretago compatdvetcom os francos protestos
de sentiinontos ^pacficos e amigaveis qpn
nolla se contW e que Ihoera grato reiteras',
nfi tando pdalo existir a mtengo de irro-
gar ofensa aq amor proprio e dignidad
do Rrasil, triAando-se do UMUter a inviolabi-
lidadc do tintado de allianga em que estava"
empenhaday f publica de lies nagoes.
0 Sr. Siiaeira. Martins :Isso diplo-
macia. /
O Sr. Snistr dos Estr.vst.euios:
Se, pois, a mota de 27 de abril entendida
por seu projprio autor-nos termos, que acabo
de expor, |io tendo podido existir a inten-
o do irrogar otTensa ao amor proprio e
dignidade do imperio, pergunto ao nobre de-
putado, com que fundamento me censura
porque a mandei archivar ?
S. Exc. nao pode pretender sor mais ze-
oso 110 que interossa repblica Argentina
do quo o proprio mittistro que comigo sus-
tentou a discusso.^
O Sr. Silveira MLwtins :V. Exc. foi o
primeiro quo confessou quo havia injurias.
O Sr. Ministro bos Estrangeiros : -1-
Reconhogo que certas observages provoca-
vam o maior reparo, parainquerir-se- de\ iam
ser lidas como offensas intencionaes, e ento
proceder como julgasse que cumpria a dig-
nidade do imperio.
O ministro argentino, que^no de certo
menos zeloso que o nobre deputado da dig-
nidade do seu paif, firma em nota de 25
de setembro a inteligencia queTse deve dar
de 27 de abril pelo modo que ^ cmara
condece. '.
Os Sus. Ignacio Martins e Silveira Mar-
tins do apartes.
0 Sr. Ministro
O segundo ponto, de que so oceupou 0 no-
bre deputado, foi a entrega do fraacez Jos
Moos, reclamado polo governo de Franca
para responder pelo crime de banca-rota
fraudulenta, commettido em Pars, fundando
o nobre deputado sua censura em nao exis-
tir, como nao existe, tratado de extradigo
entro o Rrasil o a Franga.
Wilhelm oxpia-me .. Nao irei esta
noute... Veremos manh.
Wilhelm sempre Wilhelm 1 mur-
murou o senhor de Nossac com colera
Que influencia fatal ou maldita tem elleso-
>i t
Sua irm l... ser sua
bre sua irm
irm ?
E como senta a essa duvida erigarem-se-
lhe os cohollos, comegou a pensar em Gret-
chen, do mesmo modo que, para fugir de
Gretchen, se tinha refugiado na lembranca
de Roschen...
Gretchen,,.murmurou elloaraar-
te-hei eu ? Meu Deus 1 ama-la-hoi ?
E deitou-se com esse pensamento, e, como
na vespera, sentio repentinamente um peso
estranho na cabera, e teve apenas forga para
collocar, segundo o seu costume, a sua es-
pada cabeceira. 1
Ento, como as suas suspeitas sobre Ros-
chen se tinham desvanecido, quiz pensar
ainda n'ella, reve-la em sonho, em todo o
original esplendor da sua belleza... mas a
imagem evocada do Roschen nao lhe appare-
cou : Roschen fugio-lhe da lembranca ; Ros-
chen desappareceu.
E Gretchen, nao j a risonha cos-
tureira do prado, mas sim, Gretchen, a
paluda defunta sahindo do seu esquife, e,
bella com a sua mascara do velludo e os
seus bragos de alabastro to frios como urna
cobra, Gretchen tomou de novo um imperio
desptico sobre o seu espirito impressionado
e fascinado e elle extlamou :
Gretchen... Helena... quem quer que
sojas... amo-te...
E immediatamente, quor dormisse quer
nao, como se respondesse a esse convite, e
bera que a porta estivesse fechada chave,
Gretchen outrou e caminhou vagarosamente
para a cama.
O baro estremeceu e quiz fugir, mas
sentio-se paralysado em todos os seus mem-
bros ; tentou fechar os olhos e ni o pode
conseguir ; o terror obrigava-o a filar o ros-
to ardente e paludo de Gretchen.
Gretchen viva, Helena morta, *pr oxi-
mou-se do leitq^ deitou-se silenciosamente
ao lado do baro, depoz-ihe na fronte um
beijo gelado e disae-Uw :
a noutepassada, prometti-te voltar..
Yolto... Mas, socega, o teu sanguefez-me
bem... Poupa-lo-hei !
> R, como na vesp+ra, wwdeu-o na pes-
c;".
DfeseJ*. Exc. qwe nao se dava o'c^o-de o
goven Brasileiro fazer a entrega.
0 Sr, Ignacio Martts : Iwio governo
francez exigir.
0 Sr. Ministro dos Estrangeiros :
Se o nobre deputado se ti vaue limitado a di-
zer que, em falta 3e tratado, o governo bra-
sileiro poda .deitar de entregar Jos Moos,
profer ria urna proposico exacta e perfeita-
meute conhocida por quantos se oceupam
do estudo do direito das gentes -(apoiados),
cuiiiprindo-lbo ainda assim notar que ern
relago Franca se n temos esse tratado
de extradigo temos accordos, por nve dr
notas reversaes, que obrigam reciprocaraeiK
te o Rrasil e a Franga entrega dos autores-
de certos'crimes graves.
Mas, Sr. presidente, j q%& o nobre depu-^
tado pretendeu que em falta de tratado de
extradirio entre a Franga e o Brasil, nao Jf
poda fazer a entrega...
O Sr. Silyehu Martins :Sfio se devia.
O Sr. Ministro dos Estrangeiros :
... ou nao se devia por nao dar-se a indis-
|M>nsavel reciprocidade, ha de pewnhtir-me
lhe diga, quanlo esta parte, que sem em-
barg da sua Huslrago, o nobre deyotado.
como Homero, dormitou.
Por se nao auturiear a extradigo, em vir-
tud de tratado, nao sese^ue qoo a entrega
se faga sem a necessaria reciprocidade-; **
esta foi, no caso de Mor*, inteiramente-ga-
rantida.
t> Sr. Silveira Mararos : Qual foi o
brasileiro que a Franga j entregou 1
O Sb. Ministro do* Estrangeiros :
Ainda nao bouve nenhu brasileiro recla^
mado do governo fraucezv porque felizmente'
para & imperio nao tom twido criminosos
lirasiRwo* refugiados en* s-'ranga. (Muito
bera).
Que sv podia effectuar eitradigo por
raeio de- notas reversaes principio corrente :
e que o governo brasileiro ter norma a se-
guir nesta rnateria o que vo demonstrar.
leudo a cwcuJar dirigida s leuages do im-
perio, por n ministro liberaiy en 4 de fe-
vereiro de 1847, depois de ouvir a secgo
dos negocios- estrangeiros do conselho de es-
tado, de que-eutao faziam parte ea-Srs. Rer-
nardo Pereinat de Vas(X>nceIlos, mnrquez de
Paran e viseowle de Maranguapev
Parece-me (pie esta circular, expedida por
um ministerio liberal, depois desteesame e
estudo foito tnmbem por homens eminente^
do partido conservador, exprime o senti-
mento mais geral da nago brasileiKn sobre > <
assumpto de que se trata.
Com effeito a ircular de 4 de fevereir> 1
cousagra, a meu. ver, os verdadeirc-prioci-
pios. Diz assim:
Crimes lia qjje, por sua gravidade e ha-
bitual iequencia, abalam os fundamento-
dos estados e totnam os que os coramettem
itiimigos do genero humano ; ese ufo-sao
julgados, coraoo de pirataria, pelos- tribu-
naes das nagoes em que sao apprehcndido^
os seus autores, procede esta differenca.de se
uao poderom coUigir, como neste, as-neces-
sarias provas fr do lugar em que sao-per-
petrados. Posto seja esta verdade geral1-
rnente rocondecli, nao uniforme entre a-
lucoes a pratioa seguida contra taes acelra-
los ; pois que ranas se limitara a expulsa-lo*
do seu territorio,, outras s se consideram.
obrigadas por coaveuges em que sejai esti-
pulada a entrega ao governo do paiz em-qut*
oi commettido o crime, e nao poacas- se
prestam entrega ainda sem nenhurua. con-
venco.
Com estas, dtnas est o governo-impe-
rial que a evtradigo um direito tanto da
sociedade como da humanidade, que un
potencia amiga pode reclamar da outra pele
direito das gentes ; pois, se para una-crimi-
noso evadir-se- usta punigo da tei lhe
bastasse illudir a vigilancia do magistrado i-
por p em territorio estrangeiro, a rauito se
arrojara o crime assim acorogoado, oihos-
,, \ pitaldado soriam sacrificadas a just^a e.
^^ LSTK:VN,-"U08 :_ 1 joral publica e particular.
V. Assim j se tem procedido em aguos ca-
sos subrqettidos considerago deS>M. o
Imperador..
Essas condu^oes foram todas satisfciras no
caso de Jos Mo)*.
[Contam'^e-ui*
XV
A sonsaca que essa mordodella fez sen-
tir ao baro foi monos dolorosa do que
impregnada de urna agr voluptuosidad.
Com tudo sentio correr-lde o sangue o
pelas ondulacoos regulares do peito c da
garganta do vampiro, comprehendeu o ba-
ro que elle beba a largos tragos e com
selvagem avidez.
Como na noute precedente, sentio-se ata-
cado do urna estranha paralysia em todos
os seus membros.
A sua garganta rida nao podia soltar
um grito, nem o seu brago fazor o menor
movimento. Com tudo o coragao batia-lhe
apressadamente.
Ardia-lhe a fronte e estremeca ao sopro
gelado do hlito do vampiro, que de tompos
a lempos parava suffocado e murmurava :
0 teu sangue bom... muito bom...
JEmfim, Gretchen, ou o vampiro, ou He-
lena de Nossac, porque o baro nao sabia j
qual destes nomes dar-lho a esso ente estra-
nho, dissemos, parou satisfeito.
= Rarodisse ellebebi-to hoje mui-
to sangue... mas tinha tanta sede 1 E depois
olha, sou ciosa desdo essa manh, ciosa co-
mo urna tigre, pjrque amas essa pjquena
Roschen e queros desposa-la.
0'senhor de Nossac fez um esforgo supre-
mo para fallar.
Nao...murmurou elle.
, Fallas verdade, meu bem amado ?
E o vampiro encostou os seus labios ge-
lados bocea trmula do baro.
Esse sentimento estranho, misturado de
terror e de voluptuosidade que se tinha
apossado j do fidalgo quando o vampiro o
tinha mordido, esse sentimento, dizemos,
assaltou-o de novo ao contacto dessa bocea
de marmore, e elle estremeceu a fechou os
olhos...
Meu caro barocontinuou o vampiro
tinhas razo em me reconhecer esta manh ;
sou. realmente tua mulher... a mulher que
mataste e que tanto te amava... a mulher
que caminhou oitocentas leguas a p, envol-
vida n'um sudario branco atravs dos espi-
nhos da noute e do fro para vir alimentar-
se durante urna hora bebendo o teu sangue
e tdmando-te um beijo.
0 senhor de Nossac readquirio alguma
forga e tentou repeUir o vampiro.
Ento odeias-me muito ? dase ella
com melanclica dogura odeias4ne muito
para rae ropeflires assim qnando te fallo de
amor e te dou tal pro va de dedicagao ?... "
porquo osmortos tem muito fro quan 1
deixam o seu tmulo para virera i trra.
Estamos no vero, e com tudo tremi durant
todo o caminho como se estivesse una fr-
gida noute de invern. *
0 '.error assaltou de novo o baro qu
fez" um novo esforgo para repellir o vam-
piro.
0 vampiro continuou :
Sabes porque o3 mortos tem sempre
fri ? porque nao tem urna gotta de san-
gue as veas. Se eu tivesse a decima par-
to do que acabo de te tirar, de certo quo
nao seria obrigada aenvolver-mo, com extre-
mo cuidado, no meu sudario,, para' rae li-
vrar das speras caricias do vento... E
olha, ao passo quo me ia aproximando lugar onde tu estevas, senta diminuir o fri.
E hontem, como tinha bebido na noute pre-
cedente, tive calor... Com ludo tarde o
fri acommottou-me de novo, tive calefrios
o julguei quo a noute nuncachegaria... Enj
lim chegou... Agora beb, beijei-te na
fronte e na bocea, alimentei o meu cora-
gao e o meu corpo... Oh I porque te
amo, amigo, amo-te como nunca defunta
alguma amou a seu marido vivo... Poderia
esquecer-te como tu me esqueceste, ingrato!
poderia, no mundo onde entrou a minha
alma, desposar um anjo ou um santb, bellos
enovos ambos, da eterna mocidadel... Nao
o fiz. Prefer voltar a animar o meu corpo
que dorma pacficamente no seu esquite,
ao abrigo do ar frgido das noutes e dos
raios ardentes do sol ; obriguei esse pobre
coppo a levantar-se, a erguer a sua pedra
tumular e a caminhar sem descanso todas
as noutes, desde o crepsculo at aurora
seguinte ; porque, de da era obrigada a
entrar no primeiro cemiterio qu encontra-
va no meu caminho, e a deitar-me n'uma
cova vasia, at que ebegasse a noute. Che-
guei assim a Heidelberg.
All havia urna joven chamada Gretchen,
que se assemelhaya feigo por feigao. Essa
joven ora amante' de um estudante chamado
Hermann de Holdengrasburgo, filbo do teu
dospede, baro ; Hermann havia muito que
a quera abandonar e espora v que lhe ap-
parecesse um occasio.
U 1)U DUW R-'-V OVQl'E l>K U-VUA



.,
I
-a,
X"


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