Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12813


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Full Text
'_'

1
'1*

11/ I \ ANXOXLIX. NUMERO 13
PA1.I A CAPITAL E lfiAMB OTDB ItlO SE PAA POBTB
f* tres'mezes -diantados '. ............. 69600
Por seis ditos idm...... ....... I39M0
Per ura mino idem...... ........T. i^OOO
Cid* numere avtilso ....... T ............ 410 '.
-
PROPRIEDADE DE MANOEL
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Gonealvcs & Pinto, no Marauho; Joaquim Jos de Ovetra de Filho, no -fl; Antonio de Lomos Braga, no Aracatj ; Jo5o Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal Jos Justino
Pereir d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, -i jM^ Peill,a: Belarmino dos Santos Bulco,, em Santo Anto*; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazaret;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, tgoas;.' Alvos 4C, ria Bahia ; e Leite, Cerqunho C. no Rio Jde Janeiro.
PAITE 0FFICIAL
Clan cruo d pro inri.
" 1>K uifsiao DB 1873.
JJ
EXPDIKrTK DO DI K 7
Actos !
O presidente da provincia, atlendendo
que ro(jucreu o juiz de aireo da comarca do Boiu
Coaselho, baeharel Jlo Viira de Arante-, resolve
prorogar por ni.'iis un Uiez a liconca com ordena-
do na forma da le, em cujo gozo se acha.
O presidente da provincia, atlendendo ao
quo requeren Antonio Carlos de Almeida, escrivo
privativo d: crime do chafe de polica o do dele-
gado do i.* listrieto do termo de-ta capital, resol-
v conceder-Ihe tres meaos de licenca para tratar
He seus negocio* particulares fon da provincia.
presidente da provincia, attendeudo ao que
requeren o pac tarel Manoel de Barros Barrlo,
engenheiro fiscal da companhia Pernambueo
Street Railway, resol ve roneeaer-lhe seis mezes de
licenca, sen vtmcimenlo?, para ausentar-so para
ora do imperio, aflu de tratar da saiide de pessoa
de sua familia, Communicou-se ao respectivo ge-
Tente.
O presidente da provincia rosolve nonte.tr o
ongenbuiro loio Luiz Victor Lieutliier para exer-
cer inlerinameite, daranto o impedimento do
(Tactivo, o car;,') de eageabetru fiscal da compa-
nhia IVmambuco Streit Railway.Fez-se igual
O presidente da provincia, atlendendo ao
que requeren o hachar 1 Joaquim Ferreira Cha-
ves, l* ofiliial da repartidlo dos correios desta
provincia, resolve autorisar, sob responsabili-lade
da presidenta, nos termos do decreto n. 2,884 do
1 de fevtrriro da 1*162, um ere lito supplemeutar
a iniportnr.cia de 2193*19 verba Eventuaes
do ministerio da agricultura, commercio o obras
publicas, aflu de occorrer ao pagamento, nao s
da gratifica'loque percebeu ni uualidade decou-
lader nterin d aquella repartico durante o mez
de dezembni lamo, mas tambm da que vencer
ttesle o no Je foverairj vindouro. Communicoa-
ee ao inspector da thesouraria da fazenda.
presidente da provincia, tend em vista o
quo requereu Joaquim 'roncal ves Ayres, profas-
Sor publico delasnuec oprimira do Villa-Bella,
a o attestodo medico que exhibi, re sol ve couce-
er-lhe dous jt.azes d .cenca com todos os seus
veneimentO! para tratar d) sua sade nesta cidade.
Oficios:
Ao Eira. Rispo diocesano, pvlinJo com a
possivel brevidade o< didos necessarios para a
con f. ocio do rotatorio que tom de ser aprssentadj
i assemblea legislativa provincial em sua prxima
reutio, o relativos ao culto publico. O.ciou-se
ao* Srs. chefe de reputiees, fazenlo igual re
quisirla ni pare que llies disser respeito.
Ao coronel commandante das armas, decla-
rando qof decidi bem, julgand o a incorapatihili-
dade do cargo <\i 1.- msdtce edm o de director
interino do hospital rr.ilitar; e que guanto ao
m tdo inconverlente, por que o cirurgiao-uir de
toncadajradu^lu^l)r. Ji> Zachams de; arvalo,
so dingte pi e'iitnifia, ttm rcraco a ossa com-
mando d arma*, a qnen'deve respeito a obdien-
cia, devo proceder como adiar mals convenieste.
Ao mesmo, appro^ando a resolucio que to-
mou quanto :tuhstituii;o do mesmo Dr. no lu-
gar de 1." medico do hospital militar ; cumprindo
pie o advirta por parte da presidencia que as ex
pressfies de que usou, na qualidade de director
interino dn IM8MD hospital para com asse com
mando sao contrarias boa disciplina militar, que
nao tolera o menor desrespeito aos legtimos su-
periores.
Ao msmj, declarando ficar int 'irado d' ha-
ver mandato rjcolher freso fortaleza do Brum
o referido t>r. pelos motivos expostos em seu ora-
ci n. 13 de i lio corrente.
Ao Dr. chafe de polica, recornmendando qiu
at o ultimo do crreme mez impreterivelmtiite
enve 4 presiJ enca um relat or o da reparticlo a
seu cargo, informando especialmente : \.' quau-
to aos criims commettidos na provincia d'pois do
ultimo relatorii' apresenUdo assembla provin
cial, c Harnero dos criminosos capturados ; ",
bustos notavais occorridos, suas causa*, e provi-
dencias que c iivenha empregar-se para seren
evitados ou prevenidos ;io futuro. 3', medidas que
julgue devam ser ornadas em bem da ordem e
seguran ;a publica, prevenco de delirios e captu-
ra dos delinqiiiiites ; i.*, estado das prisoes, nu
mero de presos aellas existentes e modo niais
couveniente de seren alimentados os desvalidos
Ao inspector da thesouraria de fazenda.com
municando qu a 2 do corrente entrou o hachare
Manoel Clementino Cameiro da Cunha no gozo da
licenca de ,im mez 'que Ihe foi concedida.
Ao n-esmo, communicando que no da 1."
do corrente asjumio o baeharel Manoel Annes la-
come Pires o axerefeio da jurisdccao da vara de
direito da comarca de Palmares, uj impedimento
do cfTectivo.
Ao mesmo, communicando que no dia 2 do
corrente Joaquim Honorio de Souza Rangel, em
cumprimento de aviso do ministerio da marinha
de 11 de dezembro ultimo, entrou no exerciejo do
cargo de aiianuense d:i secretaria da inspercao do
arsenal de marinha, durante a ausencia de Govino
Henriques il Azevedi); sen Jo p >r isso dispensado
Antonio Emilio Americano do Reg Cazumh, que
o exercia ioterinament',.
Ao mesmo, devolvondo a relajo e ruis na-
Mis que yi*ram annes os ao son offieio do 28 de
der.emhro, re itivamen'e aos terrenos de marinha
sitos ra da Aurora en're o gytnnasi,o provincial
e a fundl;ao do Starr, para que, sem perda d;
ttvnpo, mande jalgar o commisso de taes terrenos
Cijaiprehendidos na primeira e segunda hypothese
do seu ctalo oHlcio ; romettendo presidencia o
resultado de-e processo, para ser subinetti io ao
coaecimeuto do governo imperial.
Ao inspsetor da thesouraria provincial, re-
metiendo, em resposta ao seu omVio de 27 de de-
remuro. copia do que dirigi o engonhpiro chef
da raparticao das obras publicas datado do 3 do
corrente, iolativament; cobranza dos apparelhos
oollocados pela companhia Recife Dranage, que
principiaran a funccioiar no segundo semestre do
exercicio findo e das respectivas annuidades.
-r Ao mesmo, communicando que, em vista de
na inforniacio, foi emeedida a! autorisacao que
olictou Joaquim Teixeir Bastos, thesoureiro da
irmandade d* Nossa Senhora do Terco, para man-
dar fazer is obras da -espoctiva igreja, por conta
do producto iquido da lotera extrahida a 17 de
outubro ultimo.
Ao inejino, aulirisando a fazar acquisc,io
de tres nwa e quatre cadeiras para a 5." seecao
da respectiva contadoria, por conta da verba
gventuaos.
Ao mesmo, mandando entregar ao thewu-
reiro da repartico das obras publicas a quantia
4e 10:1504 para occorrer as despezas com as obras
a cargo d'aq lella repartco.Communicou-se ao
respective engenheiro oheie.
Ao mesmo, mandando entregar a Rufino
Manoel da Cruz Coussiiro a importancia do bene-
Hdo da lotera concedida a favor das obras da ca-
ede Santo Ama-o das Salinas, satlsfeitas as
alidailes'' radicadas *m stu informadlo. __
Ao mesmo, maniendo entregar a Juho Gon
Calves \tA, thesour jiro da irmandade de Possa
.Manera do Livrameito, da cidade da Victoria,
e moiaaie Hanca< c producto da segunda parte
11' 'toteria i>i trahida a favor das obras da respec-
tiva igreja
Ai" nvsm>, raanlan b pagar p?la veri
Kvni4ii*i a despeta a fazer-se com os eonrcrtos
de diversos objeetos portenceates directora- ga-
ra! da instruccio publica* e compra de Jous ra-
pnsle".os em substituirlo de outros que oatao in-
serviv'is.Coiiiinunirou-se ao respectivo Dr. di-
rector.
Ao inesjuo, mandando pagar a Jos Maria
Forrpirada Cuhha os vencimetitos do destacamen-
to da guarda-nacional existente na villa do Bom-
Jardira, rehtivos ao mez de novembro fiado,
Comniunicon-se ao commraante 'saperior do
Limiwiro. *
Ao coronel commandante superior do Reci-
fe. mandando que informe se o baeharel Antonio
dos Santos Siqueira avalr.tnti, Capitao da 3.*c>ih-
panliia. do balalho n 39 dn municipio do Cabo
apres-'ntou-se, e em que data, a osse comniando,
com a respectiva guia de passagem.
Ao mesmo, reconviiendando que designa tres
oftiVia* superiors para '.nzerem parte da iaijta
i\n? em ultima instancia deve julgar, a 1^ 85 cor-
rente, as 11 hora* da manda, no palacio daprasi-
ieneii, o soldado dieorpo de polica Bernardo
Josa dos Santos.
A) rpita o do porto, aecusando a recepeo
de seu offlcio de i do crrante, em que communi-
ca a prda total, por incendio, do paquete ameri-
cano Erre, meia noite do 1. do corrente ; e de-
clarando em resposta que, apeaas houve noticia
de sem-'Ihante sinistm, se recoromindou ao ius-
peetor da saitie do porto que. de accorJo com o
cnsul dos Estados-l'nidos, fizesse recoiher a res-
pectiva tripola$io ao lazaroto da Pina, oa onde
julga?se mals conveniente.
Ao conselho d compras de marinha, autori-
sando a promover a acquisigao dos objeetos cons-
tantes do seu offlcio de 28 de novembro ultimo,
uecessarios ao provimento do almoxarifado de ma-
rinha.
Ao [trovador da Santa Casa de Misericordia,
re<'onimendaHdo que providencie para ser reco-
Ihidoao hospicio de alienados o leuco Manoel
Ferreira Gomes, que traz e:n sobresalto os mora-
dores da povoacao de Beberibe Coramumcou-se
ao Dr. ehefe de'poliria.
Ao cirurgiao-mr de brigada graduado, Dr.
Jos Zar haras de Carvalho, declarando que nao
Ihe pode ser concedida a oxoneraco que pede do
hogar de director interino do hospital militar, por
oppor-se a isto o respectivo rogulamento.o que a
raz V que aprsenla para solicita-la, desapare-
cer dosde se ahstiver de exproasoos quo possam
molestar os seus superiores ; continuando, como
de esperar do seu xelo pelo servico publico, a
indicar os melhoramentos que devem ser satis-
feitos, para que um tao importante eitabelecimen-
to possa marchar com regularidade.
Ao iuiz do direito da 1.* vara civel, mandan-
do proceder a exame na norma pola qnal foi la-
vrado o ciintrato celebrado com o cominendador
Antonio Gomes Netto com relaclo iinganhia
Rtcift Drainage, aflm de se verificar se nelle estao
erip!as as paiavras razio de 750 rs. o palmo
que estiona ultima parte do ar 11 do mesmo
contrato.
Ao mosmo, arcasaado a recepca dasou offl
ok> a que voio aunexo o termo do declaracio feita- teja incansavel em
clamar,* em favor da foja matriz, cujo cstai
deploravel; pelo que ser conveniente que r<
ra a piedade dos liis, que certamente com
pressurosos ao sea appeUo, principalmente so
auxiliado por algut dos distincto capuchia'
que ahi resdem.
Ao engenheiro chefa da repartirlo las obr;
publicas, approvando a autorisacio que conced
para se fazer a pintura das pontos de Tabatih?
ga, Caga-Fogo a Ararpa do Maio-o ma aigun',
paqueaos raparos na importancia da 379"OO; da-1
vendo recommendar ao engenheiro encarregadq
dessa obra que faca eumprir striciamente tudo,
qtanto est dcscriptb no orcamento que flc.i 10-
provado e observe a possivel economa, fehda' eti'
consideraco'o e mnieou-se ao inspector da thesouraria provin-
cial.
Ao mesmo, idem a autJrisacJo que pone-vleu
pir 1 Se man lar fazer os reparos njcessarios na*
poiites denominadasMangue e Junco;de ven lo
rocommendar ao engenheiro encarregado que se-1
jam olles feitos de modo a terenl a maior durarla
possivel, observando regirosa economa. ^ Fez'-ss
igual communicacio. ,
Ao engenheiro- Luiz Jos da Silva, reoiii-
mendando que, entendendo-se com o inspector da
thesouraria de fazenda, trate quanto antes de le-
vantar a planta de uns terrenos devol titos exis-
tentes hO lugar denominado .Simio, do termo
de Agua-Preta, que pretenden! comprar Ignacio
de Barros Lins Wandertey e sua mulher, e nli
podem ser vendidos por desconhecer-se a ext.n-
sao, confrontara i o localidad-? dos mesmos, segun-
do informou o mosmo inspector; enviando a re-
ferida planta presidencia.
Ao gerente interino da estrada do farro do*
Recife Olinda e Beberibe, declarando ficar iutei-
rado da ter as sumido a 1 do corrate' a gerencia
da mesma.
Ao juiz de paz mais volado da freguezia da
Graca, designando a segunda dominga de ftverei-
ro ^ira. ter lugar a formacao da junta de qualifl-
cacao.
Circular:
Aos juizes de direito, juizes substitutos, juijes
municpaes e seus supplentes, e promotores p-
blicos. O furto da animaos, priacipaluiente ca-;
vallaros se tem tornado traquate da 13 annos
para ca, constituindo urna especio do industria cri-
minosa, que canta nao poijcos individuos que dal-
la fazem seu nico modo di vida, com prejuizo le
cidadaos laboriosos, algn dos qnaes flcam extn-
mameota prejudieados, voodo-se privados desea
auxiliar necessarie a seus labores, coastituinfle to
criminoso proceder um verdadeiro flagello no ia-
terior la provincia.
Como v. sabe, quande taes furtos sao commetti-
dos em campos ou fazonda de creacao, ou cultu-
ra, contra seos autores ha procedimento ofUcial
pelo decreto 1,090 do l'de setembro de 1880, pro
cedimento que tambem pode ter lugar quando for
o ladro preso em flagrante, ou for o ofendido
pessoa miseravel.
Asaim, pois, nao posso deixar d, sobre isto,
chamar a alinelo de V., e fecom:nsndar-!he que
A' ordara do. da Magdalena, Benedicto, escravo
da Carolina Soares da Am mili M -reir, reque-
rimento d'esta. ',
Dr. delegado da capital, p'if oftlcio d'esta data,
commnicou-me qiie o sUDdelegado do Recife Ihe
Earticiparaemomcio.de hantc-.11 datado, que as 8
oras di rioute do dia li, no caes do Ap jilo, da-
quella frsgdezia, Id;i ina Izabel ili Conceico, re-
veniente a Thoniaz Jos Riheira; seud-i que
impietlit fra presa .iit flagrante, e contra
5 procede ao respectivo inquerito, cuja re-
1 i-Dr. juiz criminal re eoiiuiiunicaria.'
O AiiheTegjdo de Santo Antonio, por oillcio
d'esta ^* participou-ine qtle, .pelas 2 horas da
tarda aeii.mtcm .ora roubaJO o morador do an-
dar do pivlio ii. 38, Sito i ra do' Marcilio Dias,
e que 3 u. respeito fez a eompetrnt? vistura e
trata de p'tsog'iir ivifornda le contra o auto-
vii de seihyhante faci.
. Dous gua,l V. xcIUm. c Exm. Sr. com-
rendadiir tehrique Pci'eirri. di> Lcaa. digoissi-
mo presiden- desta provincia.Oefiefe de polica,
luiz Ovre, d( Qufiroz Barros.
nha, foi eleito prosidonte-dA repblica o coronel t ai'mi disso o Chile, no reman* da paz que des-
Morales. I fructou, nao esqueceu a divida em que se acbjava
Tanto bastou para que Qu-.-vedo, que disputou- p^a c.jm oi vultos mais salientes da obra de- sua.
Ihe a primazia, ferido no sen amor proprio, se- independencia, da sua grandeza actual, e Ira-
guisse o exemplo rotnairo de outros caudillios,' (0U U( pagar urna parte dessa divida, por meioda
pondo em campo as suas energas para revolucio- erec^-ao da monumentos que perpeten e lembrem
DI
pelo Dr. Manoel de Fgueiroi Faria, como testo
lituana do contrato celebrado com o raesmi cora-
mendador, em relaclo aquella companhia ; con-
viudo que seja ouvdo respeito o Dr. Manoel
Buarque de Macado, qie dever depr, sob jura-
meuto.
Ao da 2.* vara, declarando que fica transfe-
rida para o dia 10 do corrente as 11 horas da ma-
nr.a a reuna o da junta que em ultima instancia
deve iulgar o soldado do corpo de polica Ber-
iiardino Jos dos Santos.
Ao cjmaian-lante di corpo de polica.Ve-
riea-se das nformacoes prestadas por Vmc. em
offlcia n 837 de 26 do mez prximo passado, quo
sa cobra mensalmente das pracas do corpo sob seu
commando, para as despezas com a banda do mu-
sir, una quantia superior a um cont de res, im-
portando annualmente em mais de doze contos.de
ris ; o que consttue sem duvida una verdadera
extorsao, visto nao haver msica que pjssa cus-
tai- tanto. Nao vejo razio para que as pracas de
pret, que foxem parte dessa banda de msica, re-
cabain gratilieacoes, quando certo -que por esse
facto sao dispensadas de todo o servico militar.
Disposta, como esta esta presidencia, a cortar por
tolos os abusos, mxime da natureza semelhante,
onde quer que elles se deem, determino a Vuic.
que dora em diante se ah-tenha de exigencias
taes a que formule urna tabella das gratiticacoes,
que devem ser abonadas aos msicos engajados e
das despezas a fazer-se com o concert e substU
tuicao do instrumental e fardamento dos ditos m-
sicos, a fin de ser por esta presidencia' approvada
de modo a poderse proporeionalmente ratear a
importancia da quantia para isso necessaria pelas
pr.icas do corpo de polica.
Ao mesmo, mandando qna informa se, d'en-
tre os oficiaos subalteruoe, alguns morara nos ar-
rabaldes da cidade ; devend desde logo, no caso
afirmativo, determnar-lhes que lixem suas resi-
dencias as proximidades do quartel.
Ao mesmo, declarando que a ordem da pre-
sidencia, que se refere eui offlcio de 3 da cor-
rente, relativa smente ao sargento, e nao ao
destacamento ; devendo o que for substituido sar
tralo do algum dos destacamentos existentes as
localidades mais prximas, preforindo o que tiver
como comiuandante algum oficial.
Ao mesmo, mandando que remetta um map-
pa dos offlciaes desse corpo, cora declaracio d>s
respectivos postos, antiguidade, serviros, conduc-
ta e commissdes em que estao.
Ao mesmo, recommendando a remossa de ou-
tro inappa dos sargentos, declarando a data de
suas graduacoes, conducta, habltaclo, servcos e
quaesquar outros esclarecimentos que Ihe pare-
m necessarios".
Ao mesmo, recommjndanlo a r.vaiessa de
outro inappa dos cabos de esquadra, declarando
quaes os que sabem 1er e quaes os analphabetus,
Sua conducta, serviros e o mais que ontender Con-
veniente.
Ao mosmo, recommendando que dora em
diante declare nos mappas diarios da forea exis-
tente a localidada e qualidade da diligencia em
que estao as pracas, qual a autoridade que as re-
quisitou e a data da ordem que Ihe foi-expedida.
Ao mesmo, recommendando queiprovidencie
a respeito do soldado Manoel Barbosa de Oliveira,
que estando no destacamento de Gravat, tentou
.jssassinar a seu camarada Jorga Flix de Veloz.
Ao mesmo, mandando apresentar ao enge-
nheiro fiscal da estrada de ferro do Recife ao S.
Francisco, 4 pracas morigeradas o de plena con-
flanca para auxiiiarem por algum tempo o servido
de vigilancia da linha, da modo a impedir o tran-
sito de pessoas.
Ao mesmo, mandando engajar, sendo idneo,
o paisano Manoel Ferreira Pinto.
Ao mesmo, mandando eliminar o soldado Ma-
noel Joaquim de Santa Anna, por ter sido julgado
incapaz ue continuar no servico.
Ao directa- interino do arsenal de guerra,
mandando que ouca de novo o medico acerca da
contuslo que soffreu o menor Alfredo Victor Ra-
bello Pessoa, ha dous annos, visto nao declarar o
termo de exame, se isto o impossibilita do servico
militar quando attingir idade legal; informando
quando entrou elle para esse estabelecimento e se
est alcanzado para com a fazenda publica.
Ao Rvd. vigario da freguezia de Pa'pacaca,
declarando em resposta -ao seu oficio-de 9 de ju
s autores d? taes
DIARIODE PERNAM.8UC0
Letra>?cit pariltl d au
ele ASI*.
1873.
DE
RECIFK, i" DE J.V>E!HO
RKPraUOAS DO PACIFICO.
A BOLVIA, ao fccerrar-se o ano* de 1871, acha-
va-Se siibjagada 4eIos partidarios do coronel. Mo-
ral*s, ^ l'ial. P0 i tpr derrabado do p.ider o
general Melgarejo \at meio de uraa revolucio, as-
senhoreira-si das ijdeas da atnmistracao, e ia
jarrado os nejorios lo paiz. sch hel-prazer, pos-
to que procunndo eicamlimar o seu governo para
A normas eonsturtonaes, rgimen de que se
linha ntoiraiuente stgregado o seu antecessor,
uja derrota e eonseqieste fuga do paiz cansara
agradaval seosaclo.
Entre o coronel Mofl>. seas partidarios e o
eangresso dos Msitosdapovo, reiaou principio a
melvir aflem ; mas esta nusma psoco durou,
1 enoiu des iateressH contrariados nasee-j a
desavenga, que se nunifeitou pf>r actos hostia ao
presidente Morales. ...
Al.ii diss, toado o f >verao declarado nullos
todos os artH do seu antecessor, prover-m esta
deUberaro urna pessiuia impresao, nao s dentro,
mas tambara fra do paiz, complicando algum tan-
to a poltica interna, e, o qae mais a externa,
mxime no Igou ooondid) pir aquello acto, visto como pre-
itcavf int-Teases do seus subditos.
No meio da-rlesordem e da juasi anarchia em
.que- se achara o paiz, depois do oepo%to o despotis-
tmo brutal de Melgarejo, avuliou realmente as*c
olvido Sos uveros da seMiriodatte
delictos, para que soffram o rigor da lei, corto de
que prestar a provincia e justica publica um
servico relevante.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcio :
Ao coronel commandante das armas, decla-
rando de ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, que por portara de & do corrente, foi na,.
meado o capitao honorario do exercito Manoel d,
Carvalho Paes de Andrade Gouvim, para o cargo
de subdelegado do districto de Beberibe, do termo
de Olinda.
DESPACHOS DA P1KSID3N0IA DO DIA la DE JAMSIO
DE 1873.
Ephigena Maria de Almeida.Passe portara,
eoncedendo quiuza dias da licenca com orde-
nado.
Felippe Eneas da Costa. Informa o Sr. coronal
commandante das armas interino, fazendo inspec-
cionar de novo o supplicante. '
Guilhermina Baselissa de Oliveira o Silva.lude-
ferido.
Irmandade da Ordem Terceira da Nossa Senho-
ra do Carmo. -Informe o Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
Jos FemandeslMontejro. Informe o Sr. director
das obras publicas.
Jos de Pina Cabral.O lugar que reqaer O sup-
.plcante, est preenchdo, segundo informa o com-
commandante do presidio de Fernando de No-
ronha.
Joao Damasceno e Silva. Subsista a designacao
feita do tabelliio de notas do termo de Santo A-
ilo, para oficial do registro de hypothecas.
Martiliano Jos Elias de Gouveia.Informa o Sr.
Dr. chefa da polica.
Joao Hypolito de Meira Lima. D-se.
O mesmo. -dem.
Joao Baptista Gomes Peni.Passe portarla
forma requerida.
Jos Joaquim da Silva Barreto. Informa o
inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Valentim Ferreira Bastos,Indeferido
pratoarioso .
moral dos goveraos, ora relaclo a poltica exterior,
como se as relacSes intornacionaes devessem e po-
dessem "lar dependentes das. perpetuas ineonse-
nue'neias de estados sem possivel sstabiiiaade d; para qualquer governo.
recia
mou contra o acto de esbulho do
no, o o ministro desta paiz junto ao governo
tur o paiz.
Este etTetivaniente foi victima de mais um at-
tentado desse genero, pois q-ia e fecho da guerra
civil paz o neand^ nos qvatro angnhis da rep-
blica, ensombraud )-a com os seus pavorosos resul-
tad'. ,
O coronal Morales, eohhecedor consummado de
taes revoluces, nao se deixou apoucar ; e, pon-
di)-se em campo, debellou activamente a insurrei-
ro, conseguindo domin.-la completamente, fa-
zenlo voltar a repblica ao seio da paz, posto que
urna paz assustadira e sem visos de toruar-se [wr-
inaneute. visto eono era assente na d.*sronfiaihyi ^
ti nha por auxiliares a priSio e o deportamenW dos
iniiiigs ao -governo, suspeitos de connivencia
cara Os planos de Qaevedo, que, por cetela, es-
Sueirou-se da repblica e foi aportar ao Per, on-
e foi internado e desarmado, b;ra como os lio-
iiiens qae Ihe formavam squito.
Sopitad-) o nioviiuento sedicioso, Morales, se-
nhor do.c*mpo, tomou pqsse effectiva do governo
do [aiz, e desde Ibgo ateve-se e:n melhorar o sau
estado, quer procurando cimoutar a paz e conso-
lidar a sua poltica, quer curando das suas finan-
cas e dotaudo-o com melhoramentos moraes e
materia?'.
Nesse empeano era elle secundad o pelo con-
aresso,"cujas vistas a principio se accordaram per-
feitamente.com as do presidente,embira nao fosse
isso do agra36.de urna grande parte da nacao, que
via no governo de Morales demasiada eompressio
e os mesmos signaes de absolutismo que fomeata-
ram a derrota de Melgirejo.
Eraquinto durou essa liarmonia, oceupou-so o
congrosso em discutir e votar algumas leis uteis;
mas essa haniuiwa afiual de cuntas quebrou-sc, e
ella sureeJeu a mis acerba vehemencia e acri-
monia as reanles do governo con o congresso.
Deslannonisa-los os dous poderes, nasceram Je
sbito snai apprehenwes de revolucao, que to-
dos julgavam e.nineate, quandi, 17 de novem-
bro, o coronel Morales, foi assassmado, em seu
proprio palacio, por um oficial da liaha, iuimigo
do presidente.
Depois do infame allantado, raunio-se o con-
Sresso e nonicou suc.-essor interino do coronel
lorafes o|Dr. Fras, que immadiataraente organi-
sou ministerio, e com elle encotou o governo da
repblica, da qual foi uomaado vice-presidente o.
Dr. Baptista. ,
O povo aiyitou e acclamiu as nomeaco-s do
congresso e do governo, o exercito adhero nova
ordem de coasas, e o paiz licou tranquillo, como
se ludo se tivesse pasaade na malhor orden e
regularidade.
As ultimas noticias dio a Bouvia gozando do
paz, embara as voltas com os restos das funeslas
revolucoes alli havidas, mxima no tocante as II-
naneas, cojo precario estado era um serio entra ve
na
Sr.
em
vista da informara-) do commandante do presidio
de Fernando de Noronha.
Jos Affonso dos Santos Bastos. Expecam-se
as convenientes ordens.
Jeronymo Theotonio da Silva Loureiro.Indefe-
rido.
Julio Alvaro Teixoira de Macedo.Deferido com
oficio desta data, dirigido ao Sr. inspector da the-
souraria de fazenda.
Baeharel Manoel Antonio dos Passos e Suva-
Aguarde o supplicante que seja destribuido o cr-
dito respectivo no corrente exercico.
Manoel de Carvalho Paes da Andrade Giuvin. -
Aguarde o supplicante que o governo imperial re-
solva a respeito.
Mariano Barbosa de Oliveira. =Dirija-se ao pro
vedor da Santa Casa de Misericordia
Manoel Pinheiro Dantas. -Ao Sr. Dr. chefe de
Cjlieia, para providenciar em ordam, a ser dasco-
jrt.i a lilha do supplicante.
Mria Emygdia Almeida Monteiro. Indefe-
rido.
Manoel Henriqne BarrosO supplicante vai ser
processae, par constar ter sido preso en flagrante
delicio da furto decavallos.
Thereza Maria de Jess. Indeferido.
Alfares Tiburcio Joaquim de Andrade.Forne-
ea-se.
Antonio Manoel da Silva. -Coma requer.
Gil Eustaquio da Molla.Deferido com offlcio
desta data, ao Sr. gerente da-Compaahia Pernam-
bucana.
O cTiile, pois, offendido em seus direito,
averno bolivia-
do
Chile fez-se intrprete dos sentimantos da repblica
irnfi, defendendo pecante o seu governo aquelles
di tos ccnculcados.
Jtou o governo de Morales sentimentos mais
Vistos, e, en despacho publicado no jornal offl-
...'i,, declarou que o decreto que annullor os actos
do seu antecessor de nenhum modo tinha em vista,
prejudicar os legimos interesses, e que s se Ba-
tean* aos concessionarios de privilegios que nao
tive,sseni dado execuQlo aos seus contratos, que na)
tivessem capiUes compromettidos as emprezas, e
que nao tivessem trazido lieneticios ao paiz.
Assim explicado o penst'mento do governo, sere-
naran as apprehensees internas e externas, e o
Chile voltea a* praUcas da boa amisade, (jue, t-ida-
via. resfriaram-se mais tarde, quando, pondo Que-
vedo em campo urna revolta, os jornaes da Bolivia
e at o seu representante em Santiago aceusaram
o governo chileno de ter favoneado as pretencoes
do caudlho.
O Chile, indignado por to inslita aecusacao,
recusou ontinuar entreler relaces com o diplo-
iuata boliviano, e o governo deste paiz, achaudo
procedentes as suas queixas, retirou aquelle mi-
nistro da repblica vizinha, fazendo assim desa-
parecer de todo essas queixas, e restabelecendo a
boa harmona entre os dous paizes.
Essa boa harmona, porm, nlo existia, era
poder existir entre a Solivia e a Repblica Ar-
gentina, emquanto entre ambas pieitear-se a ques-
tao de direito sobre o territorio do Chaco, de que
est de posse o Paraguay, e por cuja causa se dis-
cute entre ambos una devassa diplomtica, que
nlo tem tido por ora nenhuma razoavel solu-
elo.
A questao do Chaco nada menas que urna
quostio de limites entre a Rppublica Argentina e
a Bolvia, e esta questio traz devoras apprehensi-
vos os espirtos na repblica do Pacifico, mxime
depois que alli foi eonhecido o decreto do governo
argentino, nomeando o general Vedia govemador
do territorio disputado, com residencia na > illa
Occidental.
O governo boliviano, ante esse decreto, nao mais
trepidou, e creou no mesmo territorio o a>strcto
do Chaco com o competente chefe militar, quom
den as neee3sarias instrucc5e. e flxou coma resi-
dencia a povoaclo de Cayza.
Nao contente com isto, o governo de Morales
moveu tropas na direccao da frontera do sul para
o caso de um possivel rompimenjo com a Repbli-
ca Argentina. Este rompimi-mo. porm, felizmen-
te nao se deu, e parece que a qnstlo nao sera
decidida pelas armas, jielo menos emquanto resta-
ren recursos diplomticos, que arada nao foram
esgolados. e para explorar os quaes foi acreditado
pela repblica como ministro plenipotenciario jun-
to aos governos do Brasjl e da Repblica Argenti-
na o Sr. Dr. Manoel Rays Cardona, cujos 11
a impronsa se incumbi de proclamar.
Emquanto estes negocios preoecupavara o espi-
rito publico e absorviam urna parte da attenrao
do governo do paiz, ia segurado a poltica interna
es seus tramites ordinarios, eaptando interesse e
rreando phantasmas eleico presidencial e
deputads, ambas as quaes deviam ter lugar no
anuo que corra, segundo deirrminra o governo
provisorio do coronel Morales, no decreto .que ex-
pedir, convidando o povo pan os comicios elei-
teraes. ,.,
Disputavam a eleiclo presidencial Morales, que
tmha seu favor o facto de se achar empossado
no geverno, e Rendona e Quevedo, ambos ambi-
ciosos e decididos pelejar cora as armas as raaos
pdas suas causas respectivas.
Por essa razio receiavam todos novas sreaas
revolucionarias, e nlo menos viva impressionado
o novo ministerio do coronel Morales, que, para
conlmemorar o anniversario da revolucio que der-
rubra Melgarejo, fura empossado as suas runc-
cSes em Janeiro, o desde entao entrara lutar por
arrancar o paiz a anarchia que o a dovastando)
Ifessa mesmo empenho trabalhava 9 coronel
Morales, e nem outro fim teve elle em visto quan-
do, sahiado da capitel, foi percorrer vanos depar-
lamentoa, nue, no seu regress, deixou P,-c'Jao<'
gust deVascoacellos, requisicio do cnsul por-Wmbora a Susto do sacrirtcio aalgunaJ'"'
lu, sob a aecusa^aa de bandidos, i
Rppnrticil da liela.
2.* scelo.Secretaria da polica de Parnanibuco,
16 de Janeiro de 187.1. .
.N. 95. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mantode V. Exc. qu, segundo consta das par-
ticipacSes recebidas hoje nesta reparticlo, foram
hontem reclhidos casa de detenca-) os seguin-
tes individuos:
A' minha ordem, Joaquim Jos de Oliveira, vindo
do Bom Conselho, como criminoso de morte.
A' ordem do subdelegado do Becife, os subditos
requisi
astod
tuguez.
sent arderemos fogos das paixes ; e, pois, bein
pode ser que o anno que hoje comeca veja anda
a repblica bracos com a guerra civil, sempro
nefasta, e sampre destruidora de todos os elemen-
tos da riqueza e da prisperidade dos pavos.
O CHILE que inquestionavelmento a mais ri-
ca, Ilustrada e prospera das repblicas do Pacifi-
ca, vio ainda escoar-se o anno de 1872 sem que
de modo algum fosse perturbada a paz auspicio-
sa de que goza, quer externa, quer internamente.
A' sombra dessa paz continan a repblica a
florescer de um m ido espantoso, dando assim um
rqussiiii exempio s suas mas dessa banda da
America, exemplo que, se loase seguid), sem du-
vida produzira resultados de todo o ponto favo-
ravois causa do.progresso e da lberdade.
Na poltica externa contina o Chile vivar em
desharmonia com a Hespanha. pelas rawes velhas
e ja mu sabidas dos allantados pratcados pela
autiga metropole coafa as cidades umeteas da
repblica.
Sem duvida esse estado se prolongara, porque
como diz o adagio, odio velho nlo canga, e o odio
do Chile e as suas justas queixas tem tola a pro-
cedencia. .'
No tocante s relares com a Bolvia, acha-
ram-se estas, 110 ann findo, algum tanto abaladas.
Gratas, porm, ao decidido empenho do governo
por inanter a paz, passou o nevoeiro sem causar
nenhum daino, restando apenas entra as duas
repblicas, bem como entre a do hile e a Argenti-
na, urna velha'qnestio de limites, que todava nao
offerece pangos eminentes, e por cuja soluc tra-
balnam os respectivos governos, atendo-se aos
meios coacilatorios, de que certamente se nao
Ht V1* i| 11* I* "Ul
No tocante poltica interna corrern igual-
mente tranquillos os ventos das paixes, lutando
sempre os partidos, mas lutando dentro das raas
constitucionaes, e todos se esfoccando por manter a
paz e a tranquillidade, pelas quaes quebravam
[ancas o governo e o congresso.
Este abri a sua sesslo annua no dia 1 de ju-
nho, pronunciando o presidente da repblica D.
Frederico Errazuris um notavel discurso, em que,
depois de dar conta do estad geral dos negocios,
tinto externos como internos, eharaou a attencao
dos eletos da na^io para algumas leis que care-
ciam de reforma, e bem assim para nutras, cuia
indicacao fez, toado em vista a eonsolidaclo das
conquistas feitas pela lberJade no interesse do po-
vo chileno.
O congresso, urna vez constituido, entrou reso-
lutamente pelo campo das reformas, e antregou-
se ao estado aecurado de algumas questes de in-
teresse primordial para o paiz. Quando eneerrou
os seus trabalhos tmha correspondido, em grande
parte, s vistas do governo, dotando a repblica
com algumas utilissiims leis, que foram augmen-
tar a colleccao das disposires legislativas, que for-
mara, por assim dizer, a sua alma, a forea real que
se espalha radiante por toda o territorio, levando
aniraacao a todos os seus recnditos, e cercando
ao mesmo tempo todos os cdadios d is necessarias
garantas lberdade o independencia, na esphe-
ra do livre systema do governo que rege o paiz.
A' sombra protectora dos altos poderes do es-
tado ; sombra das suas sabias leis ; e, mais de-
que isso, sob a garanta da moral e dos saos eos-
turnes pblicos, o Chile desenvolvo-se e progride
de um modo prodigioso.'
Commercio, agricultura, industrias, artes, silen-
cias, tudo continuou florescer em 1872, assegu-
rando cada vez mais ao povo chileno um porvir
grandioso, um futuro brilhante, ao qual a sua ac-
lividade e energas vai rasgando todos os mas no-
ws e porventura mais risonhos horisontes, de qne
realmente digno esse povo, por multes ttulos
credor do respeito dos deniais povos da Ame-
rica.
O Chile, no anno findo, inaugurou varias linhas
forreas e tolegraphicas, construio diversas estra-
das de rodagem, explorou minas de prata, cobre,
ferro, carvao e outros productos, sem contar que
fomentou o desenvohrimento da sua navegaco llu-
vial e de cabotagem, augmentou a .sua esquadra
cora alguns vasos de fuerra, que mandou pons-
inglezes Harrol Patreck Cororana, e Eduard King,
requefcSo'do respectivo cnsul; e Adtonio Au-
H ordem do de anto Antonio, Justina- Romua'.dacelas Jmticaa da repblica
aos posteros o mereciinealo dattee adadlos euii-
nentes.
Foi assim que inaugurou eu mai>> a estatua do
general O Higgins, e fo anda eom o utesmo (ira
que tiatoude erigir umaonira estatua aoalnranto
lord Cochraue, e bem assim que promeveu una
subscriptlo para exhumar e conduzir patria .
cinza do patriota chileno D. Francisco Bilbao,
quera se pretende tambem erigir um menumento.
Nanea tarde de mais para pagar taes dividas .
e assim prorednido, d o Chile inequvocas provas
do seu amor i independeneja e liberMe, aw
mesmo tempo qne se mostra satisfeito conta obra
ttesses grandes horneas, o com a felicidad qua
desfruer.isj cart ente ha da destructor, aniquauo
estiver conVancida da que no regaco da paz qu.;
Oii povos colhem os fructos sazonados do progres-
so e da civilisacio, vi vendo no seio da orden e de
ralos dadas libardade, que a fonta da todo*
o bem.
O Chile vio realisar-se no seu territorio do*
bella? exposicoes, no anno findo, seado urna arts-
tica e industrial, e a nutra de horticultura e de
animaes. ambas estas festas, que foram pom-
posissiiuas, concorreu avuitado numero de espec-
tadores, sendo extraordinariaoiento croscido o nu-
mero de vizitantes.
Estas testas da intelgeocia e do trabalho sao
por *em duvida um poter-so incentivo ao pro-
gresao, e curtamente han da coatiouar para aindi
mais abrillantar o futuro >> Chile, pelo qual fa-
zem votos todos os amigos dos pavas livras aa li-
vre' America.
O PER', ou por cancasso o desanimo 4e sea*
aventuMsos geueris, chelos de ambicio do mau-
lo e de preponderancia; ou por caaoal o inaxph-
cavel abnegara.) patritica; ou em ia por urna
resistencia enrgica do bom senso do povo, n*
anuo de 1871, seguio eaminho prudente e sabio,
e, no regaco da paz e no seio da lioerdade, sou-
be curar grand parte das fondas qua Ihe causa-
rain as anteriores e successivas. revoltas e a sua.
coaiequeote aaarchia, a-liantado-se igualmam.
em progresso material e era eonoareckneaio po-
iitc.
Era meio de lio auspiciosa estado, e veodo des-
envolver-se-lhe a industria e o eammorcio, sur-
gi o anno de 1872, que devia entretanto tosto-
munhar terriveis scenas de sangue, dasenvolvida*
mais tarde aa eivilisada Lima, caaitol da rep-
blica. .
O governo do general Balta estova pceatas a ex-
pirar, e na repblica deviam ter lugar as aovas
eleieoea para o congresso, e bem assim para
alto cargo de presidente da repblica, cargo que
Balta nao aspira va, mas pelo qual se disputova
a preferencia Arena, Creta e Manoel Pardo, sendo-
que ao arimeiro barajara o goren do presidento
de ent io, que a todo o panno se oppunha i elai-
cao de Pardo, cuja candidatura achava eatratao-
fo ueciuiuo apoio aa opioiao.
Dividiram-se os eleitores em tres grupos, cad.
um dos quaes protega o candidato, com cujas
ideas se encarnava, e as paixoos excitadas ar-
vain cada vez maiff, pramettendo di-turbos e
desorlens por occasiio das elicoes.
O governo por seu lado nlo poupava persegii-
c-ios aos amigos de Pardo, e levou o seu arrojo
at o ponto de, logo no principio do anno, arr da
face a constituidlo, ordenando a prsao de algn*
redactores da um jornal que Ihe era desaffecto.
Este acto, contra o qual protestou a opiniio
com ella a commisslo permanente do congresso.
indignou todos os hoinens sisudos da repblica,
sera que entretanto deixasse de animar as autori-
dade, que, lavadas pelo exemplo do governo, en-
traram a exceder-se em arbitrariedades de toda a
arte, pronnvando assim crueis terrores e appre-
henses dolorosas.
Entretanto o presidente Balta modhlcou o seu
gabinete, nomeando presidente do conselho ao mi-
nistro das retacaos exteriores Jos Jorge Loayzae
nomeanl) ministro da guerra e da marinha o ge-
neral Thomaz Gultierrez em substituirlo do gene-
ral Jos Albude, que deixou esse cargo.
Ante os protestos da imprensa e da commissi)
do parlamento, o governo fez soltar os redactores
do jornal que tinham .sido presos ; mas esse seu
acto, longe de servir de exemplo aos seus. subal
temos, excitou-os a novas violencias, e, entre es-
tos e as paixes excitadas, foi se aproximando a
poca eleitoral, pela qual todos receiavam; preven-
do serios e terriveis acontecimentos.
Chegou effectivameme o dia 5 de maio, marca-
do para o pleito presidencial, e, contra toda acs-
pectativa, lizeram-se as eleices em todos os col-
legios sen graves perturbaces da j>rdem publi-
ca, e apenas cora ligeiras rontestocoes e distur-
bios era alguns pontos da repblica.
Os elaitores, divididos segundo as suas ideas e
os candidatos que protegiam, segregaram-se com-
pletamenie, formando cada grupo a sua mesa elei-
toral, e dando a unaniraidade dos seus votos ao
candidato do seu peito.
Os Srs. Pardo, Arena e Treta, por semelhaot*
rrma, foram eleitos presidentes pelos seus respec-
tivos partidarios. Entre elles, porm, dev.a pro-
ceder escolha o congresso, cuja reuniio se acha-
va marcada para 28 de julho, devendo comeear
duas semanas antes as sesses preparatorias para,
verirtcaeao dos poderes dos seus respectivos mam-
uro?, tudo na f.rmadalei.
O governo do presidente Balta protega a can-
didatura de Arena ; mas hara quera dissesse
que, vendo-o definitivamente derrotado, tenc-
nava Baila mauter-so no poder, anda mesmo da-
pas de expirado o prazo das suas altas funcedes,
e que, proclaraando-se dictador, feria annullar no-
vamente as eleices, obrigando o congresso de-
cretar outras.
Segundo mitra verslo o presidente Balia, can-
sado e fatigado, s aspirava entregar as redea
da administradlo ao seu successor, fosse ello quaj
fosse, embora contra essa pacfica attitude estives-
Sein protestar os seus actos,- entre os quaes ir-
ritou sobre modo a opiniio a suppressio forcadi
de tres jornaes, que defendan a causa de Pardo,
isto a causa liberal que elle representava.
' Passada a aleicaa, o emquanto sa nao reuna o
congresso, seronaram algum jante os odios o as
paixes, e, sob os auspicios dessa tregoa relativa,
tomaram-se todos de viva ardeneia pela* glorias
do trabalho, a o desonvolvimeato material tt-v
um impulso consideravel.
No meio dessa calma transitoria aproximou-sa o
dia 13 de julho, e as cmaras paruaoas eacetoran
os seus trabalhos preparatorios.
Iitn esteJi algum taato adiantada^quando en-
traran correr boato* de urna ret-olta iniciada,
pelo ministro da guerra D. Thomai .-utwrres,
de acconlo com o pretndeme Ureto, e mfelizuMn- -
te estes boato-, n'o foram inniodad, porque do
foito, 24 de- julho, teve lugar una gotea de esto
do, dado, por aquelle general, que, faieadp-anrisao-
nar o presidente Balta, p/oclameu-ae euw *-
premo e dictadnr da roptjbhea.
Apena- fra orneado ministro da guerra, o ge-
r-*
txmi ti latais-? mw?> ua t*ti<( (* .#* -.*- .,--..-------- --- gkPrtfirt-
truir na Inglaterra, e auxiliou toda a aorta de ou-Jceral Guttiene? vrmClinou, por meio le Promo
tros melhoramentos, bafejando o seu governo to-1 Qes, a captar a sympathiasaos miW e*r"ur
3i as actividades que procuraran, emprego til eont.va tv-Ti o poderoso ao* em bem do paiz, cuja riqueza pub>ea PTvYadb,' lu^lria rommao^adoa p* -f*
l vai sempre em augmeato e promette riqj ven- Iteios.
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ivia-'iaos -n>l p
MUTILADO

ri-Bsri

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M mii/ll % PJtifcMp Pcrnamiuto Se
rava tambera no exordio os el-:n aw
lia em dia ad.pe;-.a jrnseNtos entre oaT..iliili
de, quo eln gra: ,4n fl9v oilvefi-i, alie;, i a. o,-y
niao de todo o paij.,*iii!iava la.nbem o tai as syi*
pathas da arnufo Jjjtfeaililietas Sll>1- aj!
Contando comMJja*? symMtltfas no'exoroiw
* vendo a formal drftberaeao m-quM eslava
Baila de entregar itacineamonte as redoas ila at-
minislra.ao a> lien |i
combnou com sous
I-Via em campo, c presdeme e proel
tador.
Ajumas tveraw
as cmaras reanirji
rorara o geanral Gi!
dures a patria fr1
votos. Tin'i.tajBMh
N protesto Bjmac
imprsae p\r twlo
?Snttietrr.t iiivalir.ua o recinto
Abrigaran a evjoua-lo.
H. Maoocl Pardo, avisado lia lempo, fugir de ra-
sa e Coi abrigar-so legaco 'imperial, de en l
SK^jtWHlP Jl*ffi-^lven( c**$ia o i} mtl-n >j anri*Vt
.pcade o Pirare nos pavos do seos, ^jprirtiat
1 K*>viUlC<(Hta i'aVr-V'"i i, >| i.: cana
y*>rik, |m^ %-*{ iffipli mu a nipttrl
i i jjindt, ?u!ea entre'aato o pai".
i TMftlecao nrdica deiteadfi o Plinto dos pov
$u yivera r** Ppaa it UVfdad'^ a!>4j4i?;.fi.U"[ii'-. consol!*- do sen ministro da
fzenJUc lmenlo, 6 illuslr piesaeiifo .TV. \-
rtllo nio Tioinwu'minad* c'fadlgas- pot desenvol-
ver gfteroea ia{wWca-rte oilTuudir a rastree-
rao, c o_ coigrcsso aeompa.ihou-(> e anmou-o
srn
ios
tinn
awrt
i'!i:;i, Vl't roiiindo vs conjurados, poni.'irt- min'airfco, poder publico onteres*
srdido dos partidarios di amigo dicTaar, fumen-
dus gufiull
17 de Janeiro de 1873.; I MHIf \f fiXl U/JA
1
ou. menos imphV.res nv
i' anan anterior.
ato proseguid o e,nng*iV*lFs seas tm-
(toaTtoosCIrfe, H *rHv **'<*nif
s:n r.iiilia andava eolio por foro : ro-iluaito en-
rowauros bjetU is-de val'W lolis a rae ador-
">\i, t;n rio hmd.i
lio turnease implas' anpirao
i. eujo iairiiPitto"
non4o |>at'>ule,.4|iter;',ftii loea^
sitadas, lelisi:rapko.- .r
sesoes e os
.Otre.'m do
^Mi- a-.'|Q.^do jr(.'ie>-o, qaer na !> u n I larMa^iim^l^**"* e i'jflastri.iSj.que tn
KM e val-si^W.ieo'frPlid df u iliodrt
auspicioso para es povos cujiunliian^.
liTil.'H a c !lllrdrrae5o*iP" Indi, (
ffm imuh-^1 |BrrTT5 US illios
Ilustres, di'it vulto n*a#is*iMtiis!iiria la-saa
indopeiiilenoia. o> ^eneracs Saurios Gutlierre e
udiieri lo ao m.iviai -ato, fez-st de vla.d' porto do
lTll'i. levando-d a Sr.n borda.
S'tsO onlnf|*an-o u rcvol*a pas raas. TraWS*) lata rrnliid.i e esespwadt
exereftu, e natsa lula lerriva I e saiipuiunlenta, ver-
da^eia liecalo:.r hair.aiia, pomuram inuuiueros
ludiriduos, rujos RtdaVeres jiiu("tiain as ritas de
lima, j atinda-las pelosanjua neniaun.
Xui unujreriSaidrx basUana- d.' anirue, n u-.
l.M:'. risou to,io< que a ti-st Miiinilar.un, e da goal
a"i* de |:inrd>r MT;norredmira Irslc h'mbrsii.a
Maitas tv.vwIh o-j, mnitos pronnneiainoiitn vio
o IVn'i dwsemtiliw*c' no Ma se; m.-i- e.Ti.i-
meVte es vis. nio tintale^nunliirdo aiada seeais ti* ta-,
is. dramas to snHfiiif>S"S ronn es-es fftie a* j
s.mitiraraai a ni'ade di- Lima.
Vian-l ikj l'j p ir tolo*, at1' in.vari pelo e^erei-
11. ciMiirr.1 !t\ivl' pai+ do ipiaMMitiava, lit-
i"rrei: s>Titi"-se lialere .iiuiz noa >rtar, rap te-
lando. Si* ariiod. piri'm, e mi imom tratar. \> *.
qno l>. Muifd lard> tinha-se aus.'afad .. #'pois
loi elle fiNHUTo- pcisistir na lata, aiiida (pie r-
(ra vontade.
Un .le s -ss ir ni s as la ; ecta-e liria. ospalliaiHlo-e eoui a eeleridade
di reltihpap. le.'m ao apogen o desenfrtManieuto
das ptitfrs, ipie desde en1;i nao eonlieceran mais
iinifes. e rlamaiini vinirimea.
-K~t f*i ernel. (>i uinios (lattierre/. Ikraiff aprr-
sioiia4is e as.-** nados, e os smis cadveres, if
poisi*' rvpi^is lis vistas cariosas, forain (pvi.oa-
ilos na piaca publica I
Koi uua can-ijieina horMMa ; voiiladoMas sce-
nas de natropiplugia praticalas ca piona civilisa-
ea. I
iviim*ntoftmi i poltra das a nemnla eriec,
nio obstatile'"hsiia violencia. Ni moar-nto eni
pe,, voado o rtvit'iin dispersad-, a ptlieia liiMl-
iada e a mHUsfrarJo sei li-abalada, o pai >
jujeara as Yeporas de novas peilnrlM'Me: nos
ile^arUtiaentos, tndo vollon an ten estad-rn-irnl.
asinsWniroes pi'lam-ntaj-es re'iiitthnMt a so Jio-
i;.i.i. e. o IVr acljou una s.dac.i par as suas
diitinildirtesVaa'i n<-s inovimintos insarrecciomiesj
mas na restrieut ap)li(%i;a da le.
ft*u caVito, sutkeita a vindicta pnblie.i, ser-
aara as paixfii^ t idvo abstive-s) ifc iWvoi ex-
ssos. t ti vii-vpr-'sidetite da repaldiiM I. Maria-
no Zerail*, n*iimo as redeas di ^overa.ieii >
proniroa ma^U^r a ordein, o qu*J c mwjjilk) S'jm
nenliama ilMieuldade.
\s cmaras no di.i S-|iro<,'.'-,iratn n .s seas Ica-
hi)li-Whfc> almrta solerniieiiiente a saa smsi >
ii diaj pelo vici^i residen1'' I). Mariano Zev.il-
lor, i) leliei ni entfiWsn saa ni visai;eiii. Mam
eslylos parlaini'nfrrres.
Ainasaus'-illalo1. c in^i. sso fe/, x apira'.i.
Tal 4a fe!.*-* priadenCial e pfciNaiii i'a presi'
dente ulfeetjvo da repblica a i ridji lio !). M411 >-!
I'ar.l >. i|i" .i ose lefiipi j Haba re.'resss.l a a-
pi'al. t lora rexvlid entre Iren-ilr-asovae*'s po-
pa la res.
l'oacos da* dopois dosle aeonlortment> I. Ma>
a<*l l'ardo misin jiir.un ito poraato o coma is*),
' a-samio a cheatur.i do paiz, firmando o seu u'.i-
hineti peia-SP^lintO fonna : |iresden'e do eo:>-e-
la 1 e uiiuistrji ila pinna, o rainral M*Haa; mi-,
aistM di estranawh'os, 1 )r. F.-ancisc) Ros is : mi-
ii!s!o da jastica o I ir. K. Sandios; mni-i: da
taz\'i.l 1. rauMseo de P. Muoz; e ntinistrudo in-
te i ir J To MarianoG lyorteobe.
P -i.tato o eoii5riss.i'l' -esto o Mr. l'an < ler
< en aiaito applau IIIM! 1-M1S as ~.,.i^ HM,l>. e.'.|i 11. l |U0 U M'. 1 |ll.l-
n -calido lilieial, como almejirm e
qaur o paiz.
'> edafnian atare-fia loga cin asmerilhar o pr >-
f.si da rewlta, aiasimo no ticur.e aos ininisMi
1 una lo p-esideule.
fe ospiritos untraran eat.'o 11'um p ri 1 i 1 !
Irn jaillidadj aaspicio-a.
s autores das rr.iiiinosos attmitad-js tivcraui
: eaetigu i'o rauido e lao terrivel, e operi 1 1 '-
;.' ''i-s de Miado fez-so sentir de un modo tai a-
s 1 iia 1 ir e luoioflfeo, tjne tormenta su .! 1 aleadlo da caainanba,
u ia e ao re to dos .1 li-is doseoeadoiados su
te, que, M'en;isjyp,ivfciiJpidi^*ejrMs.yglMpli;
ammt wilCR' vimos ^v.ser puWioa bunras liinebros, mandandoo rongresso
que o busto ein marinare do priwnirii fossfl eolio-;
rado no saao das suas sesses para ijue assinv'
leirttse pej-petnada a sua msmoria-e paga a divida'
de Bnttidau da patria.
As iillinias nolieias oeeiipava-se e r anpivsso fin
dis-iair 11:11 projeelo do lei de.reforma coiistitiicin-.
al, e o maior interesse mo'stravn s [taiz pelo n.'.-ul-
lado di ss.e trabadlo, de que deve resallar li ma el vorno ilo Paraguay para o liui do clmif.trem
|ti iiV4to para o pavo EdOOflN&BE
Se a paz continuar sor o verb 1 do tod t* o
111 lo essa reiiiiiici
ei^W'-i^a dii
MtihMoloto-
Assumio entao as
ia, lujcrtii, aponivou
jipriivou e loiiv.ui os
i
istia geral a tuds ovi|r>torcados e eaig.vjw
icos,fto^-eta M I Ipfno rucefiaa c.m f c-
c ;ipfduso, rtO !%<:) reinar rampiMIdade
aiz o tiiilnm ceisadi as causas que motiva^
rigor xerciiio carftra Vari! ciaaaios.
ia 1," dotab/il- o vi* presidente eaeerroii
e gabinete e ludMofl xilr vimos ^esos1 (tdmicW ^Jao e.xrfaordinfffia fio rtingresso, e abrm a
110 intuito le fiuer de todo serenara atlmnisplier pMwria, dirigiatki a-is el'itos do pavo uma man-
sa' un, na (piaf se copou extensamente"do ofte
redeas da governacao da re- iniai
XTtTWIDr IRI rr-1 JttWnn l\ ldadrw I). Joritlano-, sea viee'-|ire-1den- r."i o
puMi.'r o< decretos qi; jyipre avmi os
. os ceJebradjs fi.'lo pjdo.- |)ic''ufivo con o
|W'jDtonciario brasileiro. tratados que eontin ia-
t<
to cml)
e IB-o
I er fii:
. os-
etilos
causa imlora di insoliia aggressao
10.
len
iiC.
~4itou
reeioj
..amele d
1 eni c|niti
sofci Wl-Jar;
ialiiii d dO golfolo
tinas
deste
o de Iti
r a ca
ropul
lamente no
no. I. Gdl
as dep
romisso
at no
pMiidos lentaineiis de-sc povo; so em sen regaco
egaco
i a da
: curdo a s&cjo m3mi v a^gnajurirsTraradorhati
donitiv.is ,1o p.f. e amisado, Ijiuifes, navegaeon o
1-'.iiii-mq 11 >ru i:i;-nn 1; .uinjiiiiaiiu" ', m^i;
ite as WvfH^Ai publicas v com lla,s todos
as (Ja pTUgfcssu, todus os alaiejoso de civilt-
o: lear. sobre a aiiarchia. da., lili adate sobre a
iNiaania, e do trabadlo sobro.a Hc^lijroncl'a, certa-
mea!.- -'T-lh-ba gritpliosQ o porvir. p.irqe q pnii
olf.-rec clenii'iitos para isso.
ta Vi;.\K/,ri:id,.\. o anuo de 1S7 foi anda de
craeis tarn 'idos de dnlorosas provenos, ein sea
cjaiec.i. para aiplelles que se coairistain e scntWU
e uno suas asdores o as amalas da patria.
lvn !870. l. (lusinao Blanco, audaz e desfomido
candiio, a lesta de una rcvolta, adiada e secafi-
d.id 1 peto povo, ex|iellio do governo o general Mu-
nayas, caja mi i de forro, ni i\ada pela olygarcliia.
pesava eruelrneiite s iln'e arepublici, {oinproiiior-
tonilj a'.i'oziioiHq o sea futuro e aniqulanuo q iqi;
plo'tamente as *"
os jjrmo
sacao.
II |i isse das redeas da admiuis'tr'acao; t*. Gus-
mio foi acclamado pelo povir. e ecebju dosplcni-
u!eat:i;jii.is dos estados, reunidos eiu eo|^ie--n
na cida le de Valenri.,. plou is poderes para cimen-
tar a paz' i! reotganisar os neijocLs i 1 pai/.< debel-
lando qaalqiior ioitigO que ousasse aul.'-por-seao
sou governo.
Surglo-IUe nos fin daipielle anuo l>. ili'rn,indes,
capitaneando nina rcvolta. e o anuo de ltf"l abri-
se para os oslados de V'enezuolla vendo ainda tor-
cer eni jorros o sangue do seas lilli is.
To'l csse aono assiui passon entre revoltas mis
oa menos serias, entre lulas 11 is uit menos en-
carniea las, pwto que sempre. ilobelladas pelo go-
verno do I. Giisiuio l'.laaeo. i'ajs esi'orcos foram
SduiprO ardoateuionto seeandados polos |ibV0S,
.id is de ia/.o caioco.loros do liberdado,
X i litis do 1871, um caudilli 1 por ventura mais
a az d 1 que os ohnw, I). -M-ttliias S.iazai', poz-so
a testa da cevolta. o l). GusrtrT) por sen lado, rodo-
broa de esforcos por vcnco-lo e iran([uillisar de todo
a repabljca.
Xo (ilcio iLis grandes latas entao havidas sir-
prolieuileu-o o anno'de |87-', em cujos destjiios
os'uva escupi qae ora coogAi a poca da suspi-
rada faz. '
I^Toflivanieoio,; \K Gasinin, latofido .os iuiini-
,-.i- cLi ji.ilr:a, sticccssiva e,I'.ma.zjue.nte, eni todos
oa recoulio.s, eai tol is os seas enlriaclieiiiimeiitos,
coii>eguio cerca-Ios a final e por tal forma, que
suaVoii eieiipletani-jiile a reviilta,- aprisionando o
Iseueliel'e. I). Mathias Salazar, ipio.-doporS de julg.i;
do o condeiuuado p,r uai cojis lli > de guerra, foi
ia--,id 1 pelas armas. '"V "
Dominada a iwolfa, e coinpli'l.tmente panieail-i
o paiz, ri'gressou D. (liism'i 1 Itfrmro .i capital da
c ue loraei i, onde foi recolad o eoiii cxplnilid.'is
festas e imai iii'-o eutliusiasnio p.ipular,Testas e alo-
flw ([ ic semejlianttmieutc o tiuham acoltjido por
toda a parte, na sua vol;a ila e.mipafrha.
D'.ioisdi Te Ucnm ein aecio de gracas pela
viei na, l>. Gusmao profera iterante o novo-de '"a-
rae;s un longo discurso, linnd icon'.i lasna tiis-
-~ 1 de guerra, que terminara em Tina-]uillo. edr-
Iclnrw
poltica ilo paiZ.
himplante, ludas is'os sacoossas se .pasan varo, Ju>.\rrcu por ocrasi 1 dii co;br:u:ao dos lratad-s
ehegai'am \ Assumpci 1 os ministros' pTenipoten- 'Cono'Brasil, accreseenlaiiil qiio cmjiora tivo<-
Bianos dasiii.s n.'icos alliadas, e desd loga en- e tMtatatbj ntulra o decreto do gov ru argen-
tranim eni conferencias coin os'dolegados'do go- Tin'relativo ao (?iac,i, decreto que mpticou
a ;ic-
traordinar: is, e dis^em^^an'.-cioa u et |taa4a-.n .vi... H ladnitai
herviram-se di gazuas pira fore,:rem, as portas. .
A panela tevo eenhoeimento Jo [acto : a polica
a qtleiir lembranv' pie, por este e o'utrOs factos
idnticos, que se repotein c'om um 1 insistencia so-
re modo alfua-matt le^wfm tom.iadn .-tros
di trra cuiJBistaakv
Ftriiiiol-Aiito*ont"n. pelas 8 horas
vi-I da noute, ia^ina zabel da Cunceicao ferio leve-
inentj a Thouii/. .losiboir, por oc'asiio.de so
eneoatrarepi no ces tki Apollo
A ib'iiujiiente >i pr-e-.-i ora fl igrante.
O areMv s le ilt/.is -Kn Mazas Ira-
ta-se do roooiM:! iit um.i dtora manitscript* extre-
iii.iiueao curiosa, que desap parecen d usante o
pwao, na pie da ejntonuua.
I do lbum de gran lo formato.
mleudo os, iv!ru^i'.wLiuypliad.is de t.lis os
idifiUloS qae* tedi^tiii-Mad 1 n'aqaelle e-t,,hde-
'eimArto; d ifKda na1 1'undae.io.
Con! i-l.ieiia cada iiniji. das phoiogi;i;iliias,
liiilia-so-Ilie eolloc uTo o nomo, cidado e lugar do
nasciaiento do individuo coin a dosigtianio tacn*
demnac.ii. Tinba tambeai obseivaeoos medicas
do mais elevado iut-irosso.
Folbeand 1 este lgubre albaai. po loria m istrar-
x; que os suicidas eiu Ma'-is, inaiio num-rosos
lina ;;riniiros anuos, tinliam rcssadi quasi con
plotamual', d.'sd' que o-trabaHio lias eolias se tiulia
tornado obrgalorio
Km INijS, li-iave apenas daas m irles d'esla na-
ta ja ia
oto do vir<
djs
or.ler >.,.--- i
Umib seas -*J,utJ#^ vpio dapiniia |
ifesidenle, conceilonao Kra tima especie de
qiiebra das disposiciies di tratado preli
ninnanlin, ladiria ai rolayfaa I nirm", o ltS uni-a .u P;1.
uai (iiebra das-itis
iuii' da p;u, cnuw
ainkavois entre as
duas lueas, esperando
o ',uagua\ que pielle ^,'iv'erno" <|a" responden
a i'hVaca, d 1 pry'e. !i. ias.air.md i-sq n >s sen
titeiitos lbOraei e ivoi .s 1J0 povo argentiyo, c
flXi na 1 dosmantir u priuclpi 1 .pin-_ ello momio
|frr1amad 1 de que a rictoi'ia iili ilcc'tU, desistira
sen |>ropositi), dmion-Uranlo a muado civili-
rict;. que
sljlo, coai a rxerr.igavel, pro^a d>s fi
ya urna verjaifc eliectiva i^liaaros.; fa
ma de re-
ou|-os talo na coni'ohiidaiW do'trado da tiiplic
allianca d.) I." ifc inaio dol"!.' ..'
Xo ijnjio ilesjus iii-gocia<;oe<- |\udpvi-se, o ana'r ,de
187*1 o cpnwea. o de tftT, se."Vf qn'e' p ideSfieiu us
plenipaencarios cousii algo, ivi;jes iiver., Mtou.e,
embora apparbnletncnte eaitte cllog reiiixsse.ninijri'-
nia, percenia-se pie a discordia ta separaA-.i. m-
xime do ladt d 1 iliiuis.tfj argeitlno', iomigo dVola-b"
fado do Brasil e acerrim 1 defensor dos pre!oaso.V/'ip1(v7o qa-j osTelitajtai us'sous exeivilos quan-
dr mtaibiyun a rcpubliti.
O'longross 1 aiove-'se'ilosdi' loga ein discutir
;ls le? aminas, e'bea assi varios projoctos con-
i'rnontcs metlioiaiuent'is materiaes. eowanan-
do-e eni fazer pr'giodir o paiz, o uuenlio em
que tamb.'ai so desvell iva o viee-presidonkJ c o
su |.tverno, contra os quaos ontr-dauta iam tra-
iiiailaa as Trovas os ininiig.is d'sua piliiica
iliberal, q,ug cliegiram mosinj a atlouUir c(antra a
vida dcjfrios de v,v.as"n;-oe ^coJi-lo ca sna tro-
jiria'casa.
ma rcidos. m> -tratad" di l* 'de mam, tn/Jri
giUUni;ife impncio (testa ivoitlilica mi quL-scC*
ta;,i exhorliitante extgonel;i7 J '
. ti tratado do I.- do ni.lio transfefio.dePa^
rito."
n n
alto-l'araguay. Os argi'ff.jbos^^ t^iam .qai\
esses limites fosse aiida ompreheniida i illia do
1 1i urna auspiciosa cinchieao.
0 novo priaaMcnte da ropublica asts'imio urna
ai a le salisfaotaria, lio pr n- liando oirond'ros
anrvadoML poeto que tosse o enofo di pululo
: li a-ai. Sua iuiliionoia desdo loco pr .uno boas
j- '-ultadns, e a sin niensageni foi um ap:o 11,..1
patri itisnvidosol"it isda na M 1. a os quaos pedio .-I!
<; 10 procodissoins re orinas oe moaiicas e .iii.in s-
ras, toado |wr lim re-lab lee." o ero lili, e b'iu
..- a as reformas narinoaos neoossarias do exer-
i, d.i adminisiraeio. o ilo cnsiao, polas qaaes
-i..,u.iva a opinia.
I) 1 is projeelos de I 'i apreaenton I ig 1 o g ivhi
-mgrosso. no soulil > onaiieiado pe 1 presi I-n-
U1 darepabliea, o r 11 oiro-i'idativo dmm':-:ra-
01 munioipal. n sentid desnontraNsador, -
: lo ivleivale .1 rttorganisaci) d 1 exorcito,
iimqaanto, pori 1. o coagress 1 nio doliborav.i -0-
'e (ste iiltiioo, o are-i dente tritn de 10 irgauisar
..- I-oreos regalares da republici p ir meia oS -ys-
u-ma de eafKjamoiito vobmiario, nao obstaotc .-
lei vi^en'" impor o reerni mi 'alo, que, no se 1 pr -
j.-rt, o aMverno s instituir pela obrigal iri 1 L le
1 lervico o p -lo systi na de eoiiseiinew>.
31'um. monsagerii lida pe* proskTe'nte aocia-1
;- -si, I de setembiM. fez olio uun e.xjtasicao
: a 11-iisa do precario estado das (naneas da r- -
p r'.i'iea, e pobo ini'ios do obviar esso mal, Ci
d 1 roears-is atlie uto, Rom mais onerar o povo
f 1 '.l;i i-tos.
A mi-'.s.i.) do governo o do eongressp tora m-te
110el ara, o to qs, ijoanrreliend ifaur que dara ella
-o < I O -,.iii"!i!e ando ossa nii-s.io, o d er-'r qoe,
b; jtl-r. -a'e.-tiie.-i oci-ar os -.vis nievo I
- '.'OOS.
S ldam'uto apoi.i lo aofcro o Kquad >r c 1 .
va, aJe domina a sai biuVici "ia, o Porn'uadB
tora a r^'oiar, maxim! t -n-i t, B 0111 lera, un: botn
waawitt) oftaTivo e ama aAjuattra ijue a.i 1 t-.-iu ri-
val 11 1 Pacilieo.
A paa alema e exlerna o mnlOr d .- boas que
pilera alinejar os paiz>H que c iroceni de roorga-
ui-.ar-j;. p lis qoe, permiitind 1 aos oteroes se
il-.oavolv.Teiii, ;i indu>,tria ang mular, o, aos hbi-
tos so enraizaran, ella adqairo poressi 1;.
facto toda a possibi dalo de ser dandara.
ApazSa eondioi) neressaria, indesponsavel
para o deseuvolviiioiito de toJM os germens do
progrosso. Hoje o Per to.n e-sa paz ; res!?, -o-
;.:'ate que elle a con serve por mait os aottos,
*f.i'. sua sombra, continuo a progredir como
lera folio nos sous intervallos do concordia, e mw
anda agora cit fredo, dojiois da rovolta que
achou do espanto 1 paizc do iidigaacaoo m.lirdo
inteii.
O Per lera dianlo d si um futuro immensOj
gigantesca Snibain os sous lillios ter iuizo e pa-
triotismo, eesse futupi Ibes sor rita infallivo'men-
lo, pirque dos seios da tetra lirio do sahir as ni-
1 ja :as que fouienlam o pmgresso, c eurajn da
eivilisaci, unando h.". sincero desojo do vivyr
abracado com a- Hberdadc.
Nos"l-STAt-ti&Vm IOS iACOLOMflM, deihiis das
jiracciiMs tempeslar.es bavdas em 1871, auto?, du-
rante o depon dad icio providencial, lerenarAu
-tinpleUmeiMe os nimos exltalos dos parlido- e
vdltoii a peu-aa seio da roimblioa, o oom ella os
aJa'vs vaos pelan coa. pus tas expiendoiiwas da e-
vIisacao:e 4a litierdide
O prosiuViite Dr. nlatieel \furil toTro, ele to por
iiimum necordo do lilierae*o rooservadi*, ale-
. m eephra da lea eknada mis*ao, a Bi]rai
do beui ost-tr dos povos que tie .>.aiiarain .: .lirec-
eao d.>* seus negoejos, o paraos scus i.obi'.,.; es&r-
.vcuou *4lwsi*6iaio aa^i' uos ekfiua, mis re-
'"^otaui oi jpovo, eu^j eoitgrto secadio
ojw M vi.-"
citirnd 1 que ora chocado o momento, de constituir
0 paiz sobre bases solidas e esta veis, para eujo lim
a convocar os canticios eleiloraes. afiui do iiiese
'eiiiissom e esooiiiessoin os reprosentantes e ene-
res I is sous respectivos estados, c bem assini os
;'.a-e-eirtautes da iiac.io o o cb 'fe supienio da con-
federacao.
Effectivamento 12 de jnlho foi pntdicada o de
rre'o. convocando o povo para exercer as suas
Ianeeoi-s coiisttucionaes, tOlldo sido previanionlc
- i'o>.e amnistiad os varios [irosos inlpTtcados n.is
ultimas rebclliiios, e garaiitindoo governo plena b-
berJade na raanifostaeao da v.natade nacional.
Penco dopois regressarara varios carpos de ex-
e o governo M dosarmando:
1- e licenciaado-os, nao s ao i tuii de demons-
trar rom actos que a patera completa o nspirava
conlianea, mas tambera com tim de cconomisa
os miaguados recursos di paiz e desassombrar os
ahiinas do recoioa de possivel intervencTio no pleito
elcitoral.
Inl s da guerra era nolavel o descrdito do
paiz, cujos fundos eram cotados por um proco ini-
seravcl, e anda assim no.aehavam compradores,
visto como o governo falta va sempre aos sous
vompromissos, nao pagando os juros de sua divida
-' anda menos O principal, que, na forma das Icis,
ovia ser annaalnionlo amotttsado.
Apoa is lerimnou a guerra, e foram eonheeidas
ju-taso sinceras intene^os do governo, j em
8rt8f*JMni do 1 i'i-fwTwpawy
argoHtma MRM pela p ^10 uM-mica-wl i^UTicana
" ''ii' (|:f snun eviiffntiuVmf- an(?ntJ*ros fls irfl>>-
[i 'iidenria. da vida, ft!lrA.idWM."icc.ao, do pen 1
exenaojotfli w|mrmla> a euilimk cmipUtia au-
tonoma poltica do Paraguay.
Aillo* da guerr dos, .> aimds.'V''im.'l,icft Argen-
tina yieitas levara as suas pYetmCjUis al querer
liiuiar com o Paraguay, no rio Beanojo j qua'ud
cclelirou, pirm, o tratado do!.* ao ma^ c/esce,-
ram-se-llie as vistas mibie,.);' i por Tsso cl^T
exhibi s.ias .asu'ai4'oei> ai1 o-Jfr oniar-se, cm
aquello, paiz jia jJalia-^*egral ,_' ,'
,' A* cs'tas preteuc'ous puiiliae.ivliai'gns o giivetuo
luragayo, c contra jfaiaii!b''jji redamava t
Byfi,yja,qiie se jiga c'jnj iftep, M territJ> oiij
questso.
Assiguaudu o tral-idii^d.i^j^l'^^liranca, o Tira-
na luionr ausse tut^a.i^ju^.alias o contrano sig:
i\iu"yay;i, denle que nelloso, ..i-Il.}va eslipalad.. que
seria respailada a jiltgri 11 le o i lAdenftnderiei.1
da rcpotojjca do l'aj^gua\, ntcgrlluaiiaili} c inde-
lie/vlimci/i manfes|aiiienl ameacadas ftftxi protn
' ;Mva ogn-^nio
ao
O geynio'ni iStriJu-se. p nem enrgico ; inntuloU
ffeCtuar varias prigoesj odia-retou, para segurm-
ea d tolis. que os esTraiiffeiros' resideutes. na ro-
pablioa fusseut olirigados a se miiuii'e.m dp uuia pa-
tqleta att pelos agente^ consulares' dos seda rui-
pociivos pabes.
T50TeiantoyT>*ram toado exccuc.io os tratados ce-
lebrados c mi o lira: il, ik-pois do coayeloiUemeutc
ratuiead is/e, ao pssu que a,coinnnssao de de-
uwieao do lniifes segua o sea destino, tratbn-s
do l".x;' o quantum das iudcm'pitae'io do guerra
estipuladas. 110 tralailo de. paz. ., -.
A esso niosiii) toipo o governo iiomoou uui
mini-Uro ein missao especial junto aos governos ar-
gentino o oriental, para o fluido tratar de iateres-
ss inbeientes ao, tres paizos, com refccXo a/*
tratados, delmitlvo's do ja/., e o presidate dirigi
a"0 Congfesso dnas meftsagansuma relativa juegiv
oos flaanecirose ocenamtcps. pivpisilo dos pr-
camoiifos'.. oipca s^Tfitan'ilo-llie aulurlsaeSo,pai-a
que o poajhr*e\ocutivo ioiIpsso mollijrr a itistaic-
cao b creir'niii collegio nacional ein A'ssunipTao,
negociando um empresiimo de 10(:(KK> jiesuicoin
applieaeio esses mcllioraiucnlqs.
1'eVfligresso touiou (iji!iGc(no!ito Jcssas mensa^
gCbV* liasj ciitilo"hao t,-ndn eovttrpfl nnioria
em sea tejo, de^dft logo' percelieu (ao llie oriam
creadas il.llical.lade?VV.omj' eitectivanicalo foraai,
sendo u.presideiiie oi^cado piMj>.igar.duas o lempo de iluraea da-fle-s ;, pata quenbllvosse
otoVerno as Icis"annaas o algania- ottltas uiJispen-
i'lUj'o o imperio e aquella rdituJijoa.
rMsolltia-se. pnis, *a quo.sJ..f/re;atina jjiii c^fl-
1 eucias. ji!v!itiiiu;iros>'a,o Ooraoe.lfi).ajin de 187?,
i desde l'ig Ujit-.is ^<: aperc,ewi'rur. de qlo ora ini-
^I5svel'jdiegar .i um ae^irlo^ eWjVe d-.< ex gen-
;| ,da iicpublc,i platilla, piaxfluo datis iple
clfrou ilo Assumpcao o !tiii)istio bVh
savey sii nlarclia.
Pmalni ;
ouuBro,
ufha coiiirn ao pe
no
de-
piis inte <
umpcao o?iiiis;,n fiiorflaE doela-
aiiuairia ao que fl'aajsom os seus -col-
U",T *Mf^ A-fiK>3' ?euujLutra- y*u*'an o kj 14ua
stis, larcas e pr.ifun.la;': .-....lj gjverno, vio^e-forjado
.HrjhW'iflngrjada.iijuilu .mor.d o rn.it-;-;-! io ur^.i violeuta resolaoao, periHcws pelo, t-
i.-jizif 4ott^lidac^3( U obra la' iii.d*f'>0'kr-'i.-irfc!o procedente que esUbeleeou, masnece
o*cwW *;1 ftlas eircumstanciao xtraordinaraa tlasiti
" i d> paiz se f non rcstabelocendo gradati-
.'.,.o ato.
CouuiKrclo, industrias c agrlcultora, ludo sen-
...< reanimar sob o imperio da paz e dees|K-
rar que ludo continu Soreseer sob os auspicios
do governo moralisadp de 1). Gsniao Blanco, une
! la, e como dzom as ultimas noticias,
! ser eeito presidente oflec.tivo da confedra-
lo colombiana, em cujo soio sOubo olio derramar
torrentes do alegria, pacHicando o paiz o arrancan-
iaado-0 aos bracos da auarchia o aos furores da
ilygarchia, arvorada cmsystcuia do governo ropu-
blicaiio.
epilMiej ih -EQi'ADOR ainda no auno findo.
achiu-sc sbjugada pela m.io do Ierro-do pre.-i-
Garcia Moreno, que. post 1 que odiado pola
mai ra do pas,.viven tranquillo, despeito das
tentativas dos indios, enj ts impels revotucionarios
- o vilo sempre sopjtar.
D despotismo iheocratico o systeraa do gover-
no qne rogo o Equador, embora acobertado com a
capa de governo republicano.
Com tal governo, sob os scus retrgrados prin-
cipio", d fcil de comprehender que o espirito pu-
bhcosjnto-se desfallecido, e que deste, desfalleci-
mentj nasce o marasmo em que rivera abysraados
lodos os negocios da reputtica.
At as ultimas nolkaas acbava-se tranquillo o
paiz, mas, par baixo deasa tranquillidado toda ap-
pare&te, percebia-se as palsacoos do coracao vol-
cnico da rcvolta, sonipre prestes rebentar como
errivel a ncurysma, pao obstante os calmantes
compreslvos que llio a applic;-. ilo o governo A)
.ijiainj Garca Moreno.
SOb taes auspicios, bcmpossvol que o annaqae
Iwjc comeca soja terrivel para os pavos do Equa-
doi. dignos por certo do mejnor son.
PAIIAGCAV.
UuaAdo todos espera vara que a repblica do Pa-
raguas, arrancada ao tyranno governo; ao jugo in-
famo o servil dos seus antgos s.-nlioies, c compe-
netrada de nobres sentmontos lbenos, eotrasse
insoluta e contente na senda da civilisacao e do
progrosso, sob os auspicios da ordem o da liberda-
de ; oia sanan quando soptam-liu) m ventos con-
'utios da a;iarcliiae baqueiam, ainda que par um
momento, as instHnicoes fundadas apos D4UWM d<-
gloiusa e beroica lula.
Entre congreso) dos elcitos da nacao e o poder
oxe-utiyo de que era ctete o Sr. fiivarolla, de
sbito a; parecen, em 1X71, ardente antagonismo,
i o ooaselbo das ms psixdis inflajo no animo do
pyiei giar o ouo poder na pessoa Ue um ijimi^w do
governo,
O presidente Rivarolla, vende assim avizinhar-se
Jo si os foros golpes do congresso, golpes alias ina-
i.eja.i pelo dedo occiHIo da Ropublica Argentina,
. da atmsAue quo contra seus interesses so es-
i ivai.-a, dizemoe, eomprehentlendo os ftus ijue
liaba em vista essa crinada Iwllicwa contra-o:?#u
loiviar os golp*i, to-
uacaa.
raudo qu
lo-as.
A" ossa terada seguio-se !o;o igua rioecdiinvai-
Ltp do ministril anranTino nn- t..a.>. ,,, ;10 deixa^
Assiimpcao, lorouo sen airoja o preienciow es
Milicia ao poni de intimar ,k- Paraguay para que.
nada zesso durante a sur ailVneia.
So.uelbante arrojo nao iTuJo. ponau no a-iima
do iioverno paraguayo, cu^is j iau'p)tuciarios.ieai
yi-ta d:i reluctancia do nuistr) argentino oda oa
i.'iiene.io mauifesta de protclat i ajuste- d<-o .
vos, fosjlvcrain celebrar sepacalamento ci, <
miis'.ro biailoiro e cirectivaiaontr ce ''t'r.i.
tra a los do paz e amisdo, limite-, cnumercie o
navegamo, regalando assim as attestSes que traba
a repblica cora o imperio, cora manifest benefi-
cie para o seo paiz e com asslgnaJada honra para
aran is.
Por inoi.i dosses tratados gauhou o Paraguay uin
'.'doriiso alado, eaoraesmo [emp a certeza da
paz exterior, cimentada pela proteccio que llio
promeiteu o Brasil, quo 611 mytiamento boneo;:olo
as sujs exigencias, ao ateslo lempo que foi ci-
se em ralicar as snas promessas de garantas
sua bberdado, independencia c integriddo.
Apenas a noticia da < :l'bi.*eio desses tratados
chogou Buenas-Ayros, ex i tara ai-se *los os ve-
Ih'js odios adormecidos c.eira o imperio, a a im-
pronsA argentina votnitou birrentes de injurias
contra o governo e o povo brasileiro, aos imacs
assacou todos us epithelof. do reperlerio das ea-
parto reasadas, os fundos pblicos subiram o os iu,uas, suppondo-lbc malvolas intacdes. desig-
.'".-a(t.w ,l.i i-, 17 c, I t-i,n l-itxt-tl..a.ir>,-tiia 1 n-iaiti. ..:... _......:...:..... ___. .. .1. .,-,.*
uo.ii- eacorro'a-se o eo'tiei.--o em T11is.de
, ,-eielo elci-a, por strugia aCi.gv'er
ntlwtsao permniieute favofavei.aos seos 1
signios polticos.
A este lempo, pureifl, j se aeJiavautodos os ani-
linas-mais ou. Hiejio- excitados, o ropotiaia-se na
capital no ip'ctior, com grande Colexdade, nota-
veis atteniados contra a liboiitaJ individual, de-
uuaciaudo assim um oslado meo satisfactorio.
A'essas e\a,ta(|oessei.'iio-se una rxa sangrcpia
entre soldados arentin sabindi da hita vari.isuilivid^s. mor* e uilos
feridos
Pi iw-.i.- ute. iiiddiicoit-se e*sc oslado de colisas
sen maior eutrave, c todos o.- cspirltos voltaram-
e entao para aseleicoos docongresdO, cuja poca
se aproxintava.
As ullimas noticias a repblica gozava de paz
interna c externa, o do ewr e de esperar (pie
e-ta perdnreno proprio iulercsse do paiz, que s o seio dola pod.-railexiivolvor-.si' moral o mate-
dmente,' conquistando eulre os pivos o lugar
iifmr is i que llio deve caber no banquete da eivili-
sc-io.
nios aano-ioaistas o quaiit.i diatriDO occorrou s
escandecidfls caberas, do- nos- refalsados visl-
uhos o boje, gratuitos iuimi- .-.
O governo de Qaenos-.lyres fcis a-so influen-;
ciar tnr essa grita deseofr ad., :, an^ oresrao de
examinar fundo o lelto 'los ;:.-....dos, promul-
gou um decreto annexand t.. r-ipUblica os territo-
rios do Chaco, c Horneando sea goveruadorco ge-!
neraJ Vcdia, com residencia na Villa Occidental.
Ante lio grave rc-olncao. ante fio violento at-
leutiido, despertaran-se ;is altonoes do govenio
da Itjlivia, que lomou as piocaueVis uc niancio-
luimos no capitulo relativo ossa repblica, o go-
verno paraguayo, sentudo ftidos "s brkts e con-
culcados os dJreitos da uco, protestou contra o
acto arbitrario da confodeacao, dirigindo as in-
coes amigas um nunnu-diuluin .a. quo tornou sa-
liento o sea di.vito discutir a posso dos terre-
nos u Chaco, de conformidade com o tratado do
Io de maio de 1803 c dos protoeollos de 2 de-ju-
nbo dfe 1868.
ElToctivamonte, pelos prolocollos de i de junho
o Paraguay aceitn tratado do 1 de maio, mas
roservoii-se o direito de ajustara qucsto de,l-
mes com es allidos, segundo os litlos, que ca-
da um e.xliibisse ; e, pois, -o acto da repblica
Argentina [oi um ataque turoct soberania da
uac.io, um ittsatado con-a a mi.i integridade ler-
rit.iral, urna coMiruista feita |Ka f-jiga era falta
do litlos legtimos,
Contra esso ataque, contra i-sse attentado, con-
tra esso esbulho feito pola torca, protestou, pois,
o Paraguay, o sera duvda -_. protesto, que ha
de ser urna eterna vergonha, um mmorredoura
desar para a repblica Aigeiitiau, lia de prudu-
zir O s :;i efleito, quando soar a liara Uos ajustes
definitivos do paz com essa repblica, ajustes que
agora so bao de fazer, depois que no Rio de Ja-
neiro foi assiguado a convenci reguladora e ex-
plicativa da altilude do Brasa em rcico aos al-
udas e ao Paraguay.
A' despeito desee protesto, porm, o governo de
Buenis-Ayrcs persisti na poste d>s territorios
couicstados do Chaco, seai que e^utreiaulo o Para-
guay (uebras e o lio das soas aniigaveis relaces
coma repobticu Argentina, ansaJ que espera
conservar, se o governo deste paia voltar seoli-
montos mais honestos e mais jusic-s.
Exepcio osU peudoncia nada i:u< occurreu nos'
dominios da poltica exterior da repblica, que
passouo annu de 1872 era BJOio 'le profunda paz
e-do cordiaes relacjies com t.x!.v a fleiuais poten-
cias. .
O mos.ii.!, iw.m, nao se deu 1.0 tobante poli-,
tica interna, visto como a<|ui mais,..; ;uu vexpe-
riclison a ordem o a, tranquilOiido publicas, com
manifest ioirtmenla (La causa qa civilisacio c da,
liberdade c em contraposico ."w saluUres prin-
cipios qao a guaira inuoculou ai c ioui pffeiio, logo no principio do anno que hi-
torianiiK, o-paloou-se o boato-de .que conspicavaot
contra o gov.\n:o ex- r-sideute UkaroiU e 11
t-w, e os agentes do poder pouh n>oorgieos *nj.
REVISTA DIARIA
luiti* Iouvavel.--^Os Srs. Caetano Pereira
de Brito, Tttemaz Poroira deilrito, Jos': Beruar-
diiKi i'eroira do Brito, Francisco X. Pereira de
Brito, Bernardino Poroira de Brito e as Exms. Sras,
1)1). Leopoldiua Pereira de Brito, Hila de C. Pe-
reir de Brito, Adoba I'eroira de Brito, Amaba Pe-
reira de Brito, Bosa Bernardina Pereira do Brito o
Joaquina de Mcdciros Pereira de Brito, deramgra-
liiitamonto liberdade oscr.iva que Ibes ponencia,
do nomo Leuuida, pela, com U anuos de dado,
sadiii e perita eni todos os iitistores domesticas.
Por uossa parto muito lunvauos o acto,
Si-.tiMihi ii- Ji-f.-o ilo iti-fii- ato s.
FraiMiseo.Esta va de communicago, no
prximo find-a mez de dozombio do 1872 :
H.mdeu llt:8io70
Ues>endeu VI: ."i:s i! 11
Dando de saldo em favor da --------
garanta de juros 7o':2-.)(i.a'J
A iviaeio eiUro a desposa o a receila foi de
34,74 por /.
No mosuo moz iuram transportados: 21,461
pa'ssageiros ; lii,328 kilogranruas de bagageus;
H,8.'i:623 kilogramm is de morcad nas e 197 aui-
liutes.
as mercaduras esto couiprehcndidas: 870
saccas dealgodio, posiiulo ('i,ll kilogrammas,
i 8:1,391 saceos de assucar, posando 6,321:697 ki-
logrammas.
Fcstividade. Domingo, 26 Jo corrente. ef-
fectuar-se-ha a fosla de Nossa Sanhawi da Con-
ceioo, ein sua capeila da estrada de Joao de Bar-
ros, observndose o esplendor quo preside s fes-
tas religiosas, expressivas demonstraeoesda devoran
sincera.
Ser opportunainento publicado o respectivo pro-
gramma.
Trasladar. .No prximo domingo ( 19 )
ter lugar procissionalmcnte a trastedaoaoda Nossa
Senltora da Pedade, que se venera na capeila de
Nossa Seuhora dos Prazores dos Montes Gaararapes
da igreja de Santa Rila dosta cidado onde se acha,
para aquella capeila.
Tribunal do c-omiuerciu.Em substi-
tuicao ao tinado Alvaro Augusto de Almcida, foi
eleito pelo commercio deputado quelle tribunal o
Sr. Joaquim Lopes Machado.
Ksteola praliwa. -Aeba-se aborta o tunceio-
nando desdo o dia 13 do corrente a escola pratica
annexa escola normal.
Festa de H. Cioiicalu. No domingo pr-
ximo vindouro (19) lera lugar na igreja do SenUor
do Bom Fim, ein Olinda, a festa de S. Goneaio de
Amaranth), com o. brilhantlsmo que estiver ao al-
cance dos esforcos dos encarregados dessa fasvi-
dade, cuja programma vai publicado na seccao
competente.
Banco comuiorcial de Pernambu-
eo. Coinouielliorse ver do respectivo aiuiun-
cio publicado na eecao competente," sao convida-
dos os Srs. accionistas d'aqueHe banco a recolbc-
reinat ?0 do erronto a terceica prestajo do
id T sobre a valor de suas ac^es.
Jury. Segundo o respectivo edital, que vai
nm outra parle publicado, est convocada para 3
la feveroiro prximo vindouro, a abertura da pri-
meiraessao do jury, no corrente auno.
E*oeut umlo. Amanha subir scena,
pela prmeira vez, ao tbeatro Gymnasio iiramati-
co, o drama pastoril intitulado Mi Vot. Para
inaiwr concurrencia, havor.i, depois do.cpetaculo,
um tren para a cidado do linda.
RubD.Em 17 do corrente, plana luz
punetraram os ladros, do quo est esta
norrivoltnen'te ^atestada, no i> andar do
predtA n.58 da ra deMareilioi.oceupadopelo
Nos archivos d'aqaelU r 'paiti;vivi anciWtMf
se quasi. na lOali lade ofkMrv.icaMS modicolegae*,
redigidas pol is-weilicos do servio e eujo origi-
nal,, depas de tor/ida transcripta ne lbum, havia
sido entregue ao secretario. Lom estes ilieuineii-
tos com o aasili 1 do oulros registos. oude se
acha coiisi-aiila o,gatero do m n\o o presos
morios na prisa i, rocomp.iz-so a obra fot desap-
paroceu. monos os retratos p!i )togra|ihic is dos
suicidados, parque ue possivel substituidos.
baixadores japoner.es, ora em IjOildres, diaaui um
jautar d(ilomatico no Ui^IVuIho1, orn Itickinglum,
h;ijioucos-das;.
ruiaMepulacao <11 ciiisidho director da \lli-
'irc 1 Ktayufelka foi necoiiiXi polos einbaixadores,
e lies aproseatou mu 1110111 iral, soUcilnud i tpie
todos os deerolos viyeatos conira a pratica da re-
ligiao catli.Jioa seja'm banidos di- I unimos do Im-
perador do Jupti.
UoaiXevidde. Fainos i-"oaios, diz um
jornal de Lmidres, parocem conspirar-se para de-
monstrar um vida luraana leude a uKrapassar
o limite que coniiaiiaiente so llio designa. O
Tim's assnajava ara um dos ultimas nmeros.
sagund alista dos Caljeiioiiins eu Londres, ex-
empLis iiotaveis ^k' bnvjevidade. Contam-se anlM
os .tallecidos mscripUis sele pessoas cujas dados
reunidas atlingeui, a cifra do '87 aun os, 011 por
outra, uiiiaiuoU iu 81 anuos e 10 inezes a cada
uiu. Km Uollosbv nutrreu ultiaiaiujnte una su-
nhoiM cliamaju llarvoy, que euntava 10 anuos.
Dejxou 7S ueios. ."9 bisnotos o um lelnnetn. Na
me'snia locadade ba um individuo que cunta l'li
atraes. Eira Londres, segundo -diz o dvevlfter, 80
aunas urna dado ordinaria, polo menos de um
certo lempo a esta parte- So una lista deste pe-
ridico indica una luiia de octogenario.
IT111 erimede nova esaeele. Reforen
do L|;ge a mjornal beJga, osegujnte em dala de
II de de/.eiubl'o ;
<( Acaba de cpmparocx petante o tribunal de
polica corroed mal il'esta cidado um ,a lolesceii'e
aecusado di mu crine daniva spooie; O" do tor
progado culi saliva pequeos pajiois 11 as vidios
de u 1 ia jan lia. Por muito extravagante quepa-
roca este facto ello coaiplelameuio o\acto, como
o compr na a eoa.le.uuacao que -ornea o autor
de tal delicio, A cansa passou-se do sMuinte
diodo O jjvou S., de 17 aunes de idade, poi ex-
puls(i, por nutivos que tnMiMaos. da escota de
adultos da imuu'iu do Grvegm-e, e. para viugaf-
se do mostr cpo o tinlia expelalo, ia dotante as
lloras da liea, cillocar pequeo.-, bocaikte lo pa-
pel nis" ja aellas da aula. CsU.'arc, repelida te-
das as tardes, fazu rir o> disnip dos, ewuerava O
m 'sire. que interrumpi a licao [>wa ir (jamar a
policia, porem qnando ega begava ja o lia-piino
tinlia Msaiuiaieciilo, rvgrc': ando logo que man-
das voltavam costas, para repetir o mo-.n-i briu-
auedo. No entivlauto, o oommissario do polica
da coiinuuna ioterveio uo caso, .; noten que o ra-
paz, para enllocar os bieldos de panol DOS ri li"S.
subia janella e escalara portanto iim edifi,*ki pu-
blico, dcficla previsto pelo ciIl'i penal. Km
vita "listo o chele den parle" do micco-.s'j ao ros-
peclivo JnfZ, que nsUuiou desde I"g0 o devido
procosso, terminado o qual odonnquetile foi cha-
mado juizo, s ni 1 ahi eoade ,,a.o|. |. francos
de multa e a pagar as cusas. Dede 1 tai o jo-
ven s na 11 nm >u ni ts a ren tir ; fai cada.
Uin dc-s^ravado. Km u d ;s tribaii.n-s
correceionaes de Pars, campar. eni tira tos
iilliiiios das um lapa/, de 16 ;m;n-, |. nMM
l.oius Auguste Vaugeois, ,|o de 11 n cabolleireiro,
acensado do vagabundo; "a.i I 1,. por tl^ Vezea
sido prpso, pola inosmo "ansa.
Interrogado pelo/Oz, ofifossoa ,p,- coj 1 leilo,
nao se ocenpava eni censa algoma, e q .-; f;igira
de casa de seis pas baria qnatm m zi '.
Porguutou-lbe nntae o jai/., e o pai conhe-
cemlo a posicao do roo, o re- '. .... u iva u inte no
lar paterno.
- Crea que s.n, rclarguio o i.;u ila. Klle
esta la era baixo n'iini canta, pode r,..e,-vi lo.
Fui mandado chamar o pai de 1,.;. ,. q 10111 o
juiz se dirigi, uestes tormos :
Sen (libo conta-apenas 48 anao; ia (bi 11 so
por vagabundo i.iais do urna wezj mas como 1 de-
helo de vagaban,la.'eai SO apaga no r- i.iou.ir,
pela reclain icaa di pai, p ._ ; .-. .- le
usar deste direito,'
A .-lo contestoq o mestro cabellenro :
Isso na. servira d; nada ; anumh ejlo re-
comecana. E' crealura quo jamis qsw fazer
causa algumii. %m jamis qniz ir escola nem
aprender ollico. o scu deleito o passeai o diver-
' o'
le-
Panrf, WnM di Ms Jttatjcjfnio%.- Araaje,
Pa*a^elriuSa"iid.n f.ra o n
vanor Pirnji'imn :
Manuel l'Tfir'a. Jis^ M.rioel 'd Ira; padre
Joa 1 orto. -'Mid Ai c. Va<-,,::;.dS... Foi i x F. di
Roete Flcaa leeiix ,u SAeclki Faleo .c '*
criados. Joao M. di Oiivcira, Dr. itctaviano T
Rauoit da Caniara^Aluxanire BiMlriiriie< dos An-
jmfllhn. AiiWWT>iasui.,ra,,r.i, \{. de Cai-
valao, .!-,- f-a-Tiahu de Cirvam,;
fallid para o sul 11 > va;t ;lf.iH./.// ;
Pranci'C'. Jose'l)o;ra^i's Br.Sjoaquiu II. l,o-
11a, sua >eiieora, i Minos v \ errados. Jos^ V ira
de Mello. 11. (',. Sini.siin, Aii'onjb liniz. Itirrei-i,
Dr. Antoi. 1 C. Antones Uumna>-s. Oueie1
Hamloira. Joaqnim Jos Araujo Tasconcellos, Po-
dro fieriolui. Joo Antonio (lomaje, Emilio Nen-
hans, baeliarol Joaquim II. I.nflple M. (imto, oa-
Ito Kraaeisco !.de Saiiza. I). ufara Prazeres o>
Hom ('.onselho e Costa, hYederco S. G-irneiro i.
T. Cordeiro. Ir. Mano-I C. Ilirreto e 1 criad M. da silva, Dr. Lniz J. M. Barretq, sua senMia,
sua lilba o criados. Dr. i. M. Rocha Caryalho.
HAp4IIM*f n. V,1Z e 'rtfIVa, ATttOTTITT *Tf1flffT*^m^^t!,
Joan Perrrira da Silva, Joaquim I", dos Santos
Maia, Elias da Rocha (nades, Joo de Agolar Va-
l. Patricio .ealz.
____
i OUOiMCA Jl IMTItRII.
Ti'ihtiiml ilo ooiiiiiicifio.
ACTA DAjSESS.lO ADMINISTRATIVA DE DR
JANEIRO HE l<7.
PRIXUK.NuU UJ KUL S l. O I.XS
FBAXRBCo l'GKEftr.
As 10 liaras ,h manli'i, present sf^rs
pilad 1.-, so-i. Mr. 1 inu-rni Winii/Kaslos K-g >
MeJemi*. o o Sr. sapplente S I.eiao. fafiauo
Sr. ueputad 1 Candido AloOfora<|o com nartieipa-
ca 1 OM-rieta de nlo poder comparerer. t*. Exc. fl
Sr. coii>ulieiro presidente abri a Missao,
Fo. depras-de lula, apprdvada a acta da aessao
de 3(1 do moz prximo passado polo ll\in. Sr. con
selheiro presidente, pelo Sr. secretario uterino
(MiWlo IRistos pelo SHppleute o Sr. S I.eitao. V
sendo convidado a prestar o juramento do estdo
o Sr. (leputelo i.dcito Antonio Ignacio do Rogo Me-
ib'ir.is. declaro qntf sempre se ruiMdrrra corn
cdada- brasileiro e oxerera as ubrgaCOei ta-
reitos hiheTente esta qualidado, mas qtte t> mu
sido posta i":i duvida em dnas folnas desta c idade
a sua nacioialidade depois que o CoUewo coinne 1 -
ci.il desta provhriao honrara no da ik de dciea-
bra prximo passado ean os seas votos, pora nm
dos lugares de depuUidos desto tribunal, e.llt- a*4
quera tomar parte nos traballms da casa, sem que
so cons:iliarse .i governo acerca da duvida Oom
f.ii sisciiodi, pis nao ilesejava que algiima deli-
beracau oa dciso de 'pialqucr das sessiiei .11
mesmo frih'unal. viefse a sertida como labiando
era n illidide pol.i faci de ter ello deputad e'cito
ctacorrido com o sea veto paca o acto di tribu-
nal, cuja va idade se quizesso atacar ; e aecies-
ceiitou .que .ipresentaria os docuineutos a |W^-
s'.ie para -.rom levados presenca respeitavel o
giveriio itnperial. Os membros presentes d 1 :ri-
fmnal deeliraram estar promptos a dar as-.-nio a-
referido -'r. deputado, piis que sendo elle coav
merciante i.ialiieulado como brasileiro, lora flni*0
pe'o cumelo commercial 110 livre oxcrcicio de -a. 11
attribuiciie-, mas une adheriudo aos desejos qu**
mesmo Si', deputado tan delcadainenre nianIV"U-
va, faria chegar ao conhecuepto'do govornj *
duvida que ., Sr. deputado desoja vrd.'.cidKW
lago que roineTtesc os p;qicis, sobre que deve
versar a consulta.
O Tribunal tambein resolveu quo fosso cun-K;.:
do o Sr. snppfemV iiumediato 0111 votoi parajm-
cneber a vaga d fallecido Sr. deputa.lo Alvaro
at que soja effectuada a ilejc^o, o nata vez que .
Sr. S, l.ei't.oe p.-i-sa a substituir u Sr. d< pillado
eleito Airt'-nio Ignacio do llega flodeiros,
KXrKOIE.Mi:.
Jirnal oiIiWal .le n. 587 a 9i. Para O u>
chivo.
Mappa 1! i;-.-q.chellarao do dLivtanicnm^ji
caes do Apnll) n. io relativo a .semestre lindo to
51 de dewmbro prximo passado.Adiado, |"
nao estar r impllo o tribunal.
IHstribnic-se ao Sr. dep alado Candido Jlcol*
rado o liv-,, r-'.jiiador de M..iera Halliday & C.
despachos.
:ito> :
de Aquiui Fniccoa, ot>r si. i 1
procurador d- seujrmd o baclurel Eineslade
Aqaiuo Pine.-e.!, deslstiiido da ojiposicio que
ta i ivhabiliiae.io impelrada por'Fonceca 4 Saa-
tos.-Junte-;-.-os autos.
Pe Valida- Tarares de .Vlmeiia, natural dapio-
Reqncri 1
Do Deci..
hr-se era companhia de outros quo ta- s. eemo elle.
1111 regunoiito do j).,lci.-.s nao seria bastan! para
Re ter mao. Te n-an dad 1 dosg istqs de toda a
fasta o levado a miiiba paciencia a*., extremo.
Toda aesperanca penli do pod .- 1 ... n d'elle.
A visla desta declara cao, e 'it I tanou
r ; ., inos de
o garoto a seis mezes do p; isa i
vigilancia.
Uovindo ler a st nte.-.ca, o rap.iz eorre'j ai- i ba-
laustra la em quo eataira o pai, e iiiiz iaacar-se
elle Como nao p idesse cbojrar-llie ati; -u-lhe cora
o chapeo a cara e lito dirigi insult -s. '
Encolerisado ao ultimo ponto Lucou--' ao guar
da que primero tctou aceoramoda- despodin-
do-lhe soceos c poiitapi'.s: vieran), porem, nuda
guardas e domaram alera.
Caso de MoiuuainSime^siiio. Era um
d estes ltimos das, aeonteeeu era Londres nm
caso de somnambulisrao mdobitavei.
Era pouco mais da meia-noute, o/)....i<,-. t ble que rondava em Yoriishce-Sin" '.. vio 1ra-
proxiniando-se d'elle um vulto. Esp< ro*i-o. e be:n
depressa reconboceu que era nm ". 10 ai. despido.
Ciiogou-se o policia ao nocturno passeiantc,
tallou-lbe c nao aloaneou rejposta, ao mesmoj
tcmpo_repar.!i na ext;.tiea postura do descorihecida
Entio o polica, com a ufara' propria de um in
gle/. da sua proflesio, descom u qoc o liomenf
era algum somnmbulo, 0. doiundo-lii" suas vi-
gorosas utos aos hombros, Ifie d-.-a f-rif-' empu-
choos, at que o dospertou.
Devia tor sido ongragidissm.i ver a rara do som-
nmbulo ao reconuecor o estad 1 o -itio eip que
estava. Mais espantado fleo filie do eertequoa.
policia.
Convidado aaeaaip.inhar o agente da autoridade
ao posto da guarda, assim o fez. Ahi foi mandado
nm emissario casa do somnamLa!) bascar falo
para vesti-lo. Mais tarde acompanliaraM-o a casa
e o entregaran! a sua muther, que, lendo dado pola
falta do. marido; mal poda inuginar & causa de
tao fnopporp.ina ausencia, pela hora cm que ri-
vera lugar.
Compre ainda di/.er que o soniaanjlmlo novia I
casado lia totico teirtp ; ile modo qne a et-nojorto,
ignorando a enfermidade a que o marido era ?u-
jeito, ncuhnmas precaucoes tmha alada p-m-ado
em tomar.

^^LCACOES vmm
Lotera. -A que e acha veaa i c oi.-, a
beneficio da igreja de Santo Amaro de Seriiitam,
que corre no dia 22.
Casa tic detenuao.Movmiedte o dia
15 de Janeiro do 1873 :
Existiam (presos) ^151, entraram '., ottirjBJJs
existan aoo.
A saber :
Nackmaes 837, mullteres \'\ eslxD^eirw 49,
escravos 4G, esejavas tO.Total 3KI.
Alimentados acusta dos cofres pnta.ios '..7,'j.
Movimouto daenfermaria do Ata iti de ion ato
dO'i7A
Teve Jiaixa:
JoaqunGoraldi dosPant'.v, ia'e.*l*. ,
Tiveram alta :
Maiioel Pejnioe dos ^|itKv.

I
1
^

1
_
."
vinia da i'nrniiVD.i, com idade de 33 anuos, es'.a-
b"!ecdo coai fon-geos e miudezas raa Ni -.,
desta cidade. podindo ser adinittldo matrii
Attestam em *on abono Antonio Jo.m'- Silva'de Pra-
sil. Anlonii Francisco P.reia de I.ua o Antoii-o
Daarte Carnero Vianna. -Vista ao Sr. desemi. .:
gaiKtr lise.il.
De Antnii Hachado Poroira Vianna lopi -. '
8 anuos de idade. eidado brasileiro. ^ocie '.a
lirina Cyra .V Vianna, esiab decido com toja decal-
cado e iiaiu -iro a grttiao e a retalho, sita m-
brodita na n. s, tambein pisdinlo ser adniitliu a
matricula. Afestam em abono do uijietraTie
Jo.11 Carlos Bastos do IttvOfra, Joaquim Fepp'. >'u
1 osta e Lulz Jos dadista Aunrim. Vista, .q Sr.
desoraltargador liscal.
De Jos Lniz Goncalves Penna Jnior, do id...'.-
de '12 aun ?, natural desta nrovincia. Ctimuitr-
ciante de grosso trato, socio da firma commercial
de .1 ia nrim Lopes Machado & ('... poeiado asi
lambem admttido matricula. Abonara o
portamento do impel ante Antonio Josa Slvaao
Brasil. Joan Jos,'- llodrignes Mendos e Jos Frni-
1.1 da Silva. Vista ao Sr. de.-embargador li-sod.
De George Patchett, corretor geral, jun
coiiliocim-ii'e. de ler elTectuado o pagazcenl
imposto de sna profissao relativo ao priiiviro se-
mostr do cxercicio de-1872 a 187, c pediudo que
so lho_ levante ,1 suspensa-a que Ihe fura imposta
por nilt baver pago dito imposto no bVvklo w
po. Junte-so ao suinniario.
De Jos Correia de Hendonca Sbflnho, aedui
que se !e eerTiflqne se do regutro deste lr,..'.. I
consta estar matriculada a firma social de Mr." I
Joaquim Ib. Irigues A C, estabelecida na paca da
Baha, em qualqner dos tribnnacs do comracreiq
do imperi >. -Orflque-so.
COJI o PARECBB FISCAL
ltequerinien'o de Joao Antonio da Silva Basi i,
podindo mat-ioelaAdiado, por na oslar eom-
pleto o tribunal polo nao comparecaeiito docr.
deputado ('.andido Alcoforad. s podendo p-.-i
occapar-sc de moro expediente.
le Jos,;. Antonio linio, idem.dem.
Snmraario ex flBcio contra o agento de leitfcy
Antonio de 1 inho Bornea -dem. a
Nada mais havend sido sitbmettidu a dospaciiv,
o Exm. Sr. consclheiro presidente cncern-u a
scsSio.SmtemprO protocola dncseriySo AIi
buquerqne menciona ter sido feito sob 11. 2,8?3 a
ultima proteste lavrado em data de 31 de OOatni-
bro prxima liado, e o protocollo -do escrivao Al-
ves de Brito conserva a inesma nomeracjo e data.
coneja fofa dito n 1 aera da sessao prxima ra-
sada.
O fajimiasio 3*rovinoal n o **.
CoiiiHiciiiliiilor lloiiriquo '-
i'cr.a ili I^ssociiu.
O Jornal di tecife do 16 do corrente, a pi'qmwi-
to de uina publicaciio de um pronaor doiiyum*!
sio, sobre as ferias do mesmo eslaiieli'eimenh), lr*-
tou da revogac.10 da potara de 29 e outobi
poja porUria do de Janeiro corrciilo
Se bem que o antor de artigo nao queira deen-
der oSr. desembargador Farit"Leius, nem kCAi-
sar o Ba, Sr. cominandador Luyena, com'.u*.
julgamis di ver dar qi raziio que miiitou a
favor do Exm. Sr. presidente, ao qual apzate.
protesto, fica-Iho rana censura.
Os piwto'sores do Cymnasio represontaram a
Ezc. o Sr. presidente da provincia, contra a Borla-
ra de *! do sotubro que revogava i;m Uae .i
ligos do rcgulamontn do mosino Gymnasio, ' nuindo o lempo das ferias.
A le n. 98 de 1S51 que crcou a escola no*
aulorisava no arl. a reformar o n'forietl"egu-
lanii'iil
O Exm. Sr. llarao de ViHa-Bell ponid Mi
oxecucao essa le e dando mu rvguUmouh) nter 1 >
Escola Normal, niaudou quo vigorasse parte t
rei(ulanionto do Gymnasio' na ni sata escolo, *'-
xando do usar da aute-risagao do arl. .lojwmtyroi
s.utdn assim urna deJibera^lo da assembiea, eontu)
opina a irwincia.
O Exm.^r. d-oembargador Faria .Lemos,ife| -
proposta do eonogo regador do Gymiui > oreee-
dida de infonuaeo d diroctocia dar*astr|~~
paWica resolveu revttgar oargo idaliv
o que fez p >r portara do 99 de ouiabrej
que nem-ao menos citou.a le em quo so lon-
dava.
Kntrotanio toraava^-se impesstrel a efofliv.
dessa rcfonna desdo qne flcava era vigor o arig
IjaV **

*
v
l
tara


JS^jkVeaxiklmtoi- 8etpMfr~l fatowN-fadjLIk
ion ves-" .leterini-
ri'voi-'flu.lo ii arlig
^foftna, an-
SMhvnt
so a 7 c\e jamuro.
,assl|p;acto da ti. Es-'., Seja-nOS,
>r alguoaconsiiliracoe.*.
i ... ser f'tr om relacao a r-sse irticro *
SWhveria medidas n aeCresreiPar o i a snbs*
linWr- I
N"julc;rw:i.s miis deliberado que, ci-
tando m fcrfelra schssi na AssimblM Prorirt-
r .publica. 411c com-
ir*JKfco Gymuisia, se esperasse parassa occa-
iasuntio reformar tamben o seu regulajieato.
eoafcrmeoque liouvesso du resolirer.se sobju o
musaiO r&Bimisi < .*i-
Com a revngacao da portara de 2'. de outuiuv,
tierno presi lente ron esta laculdade em \<- ra
na ser asslin. seria preciso nova le: para amt's
gdhda reWma, 'lo iisguftmento. p>rc*a*i:io da
rolo-aua desse csiabeleeiineiito.
Rocn-, lo d' Janeiro de 1873.
A. I
H abaixo ssirriado deelara ao publico, que hfc-
vrf*W pftteaeidoi s.wiedade uiaooniri Restaura-
can Poruambucaiu, ja de lia limito dentn do
'li pe'rtencer.
RcrfeI87:.
Padre Albino de Cmrcatho Less-x.
a ea
)


,'
Nazaretli.
-AAM tojos la-tiniam. que o actual prelado llW*
f- d) c qnor ver, macollara nada tem contra o eatholieisnii, 011
wtr* nutra qual juur religi e que untes nella
.f-xccuta e cunire Rohnonte omielhor e mais
-ubime nreccito de Jess Quisto -< i'rldaMt
raridaue sem li niies, sem rondicoe*. e row > a
b eiijin w o mesmo Je-u* Christ >.
Itt, //..'' eos
3. Exc. caneco 1 siut guerra a mac maria, nao
adfriiUindo macona ;ias rmandadcs religiosas, e
SIM-MflJendo-a* qumdo estes nao se sugeitain a
abjurar..... E" exquisito que soja S. Exc. quem
qaelra o perjurio e lonvaveLque caii .leos, tonto
or.- e p>r todas as p irles, o rigoroso d>'ver. que
se nn;ni'.era!ii con ajuelle juramento.
Ms frejucis >l f-acuiihaen e Nazar.tb dtjta
muare 1. esistem nmitos mai.'ons. iruiaos du San-
Jk-;>; 1 SaeraaientJ t de oulras contrarias, que es-
t.io iiitiit) contristados com o procedim'uto de S.
OTxc mas qnp resistem fonualmente sua impo-
ipl). *, do crt, que o coronal Jo Francisco
Lopes Lima, padiD Antonio Gen alv>-s da Silva,
1,-ncoti-coroiiel .An'niiio Aureliauo Lp.-s Couti-
o!io. capital aniiiiis Jos ila Costa Maga, e 011-
iroi catliolicot e ma^ons de igoaes caracteres, nao
'^aai. ne:n............................
V. ;o;-rimene S. Exc. e ver,......"..........
latirlo
l|l4 l!cV4>tO>i Jni* '\(>iHii Wruhin
al i, eicestit mi
le f*te-
. I Atufailil-
iiiiilriz I* Poco
du JH9:|.
por
iin Panrlla. n anuo
Jniz por eWei 1
n )ltui. Sr. I'rancis,-,, Jos Alves^ Gaimaracs.
ii.it por eleicao.
A EXuia Sra. 1). Rita de Cassia da Rocha -Cruz,
iu]lerdoIllm. Sr. Maocl Fcrreir^ da '-nu.
Juiz* s prutclores.
Os llms. Srs. :
ttr. Feli|ipe Figue.ro;'. de Faria.
j.-' de Vaseoiuvlloi.
J iv. 1- protectora?.
\s Kxmas. Sra'.:
ti. Fraileada Co-taJibeir 1. muHier d Illuv Sr-
Or. Antonio jsedaCista Ribeiro.
t. St'iihia Erncsta da l'onceci Itattos, mnlher do
liini Sr. Bonit'aciii Maximiano de lutos.
Jui/. perpeno.
(ama.
Juica perpetua.
\ ana. Sra. I). Josspba Pirw Lobo, viuva do ti-
1 ado Tlioaiaxdi Gima Libo.
Escrivio por -lea.'ao.
Dka. Sr. I)r. Jro los Pinto Jnior.
Fscriva por ..-leicao.
\ !:>., .:.>. Sra. D. Aiii-li.i (lana de Miranda If.-siri -
l 10-ili-r do III111 Sr. liento Joaquina de Mi-
, la Henriqiies.
Es(riv;io por dcvoi'a 1.
: Un. Sr. rpita o UeBiterk Maeiel da Silva.
Escriba jior dovocao.
\ xtnJU Sra, I. Ileraclia Porreira Lopes Ayres,
aalhl* d III11. Sr. Julio Cesar CardozJ Ayres.
Jliesoiirciri.
\ sna. Sra. D. Carolina Cecilia Lobo Pires.
innlherd 1 lilni. Sr. comiaendador Mainel Camilo
Ptt 'i Falcio.
I' 'oenfadores.
. slllms. Sr.:
f'I\. Ainerico da Cama Duarte.
\ justo do Miranda Henrlquo-
n x philn Arres da Silva.
'-> Can liil 1 no Ainaral.
1 Elisio de Mir.inda Peuoto.
i Jos da Motta
Procuradoras.
V Exmas. Snu.:
. .lora di Canto Ileis, mnlher do Illm. Sr.
mil Jos los Itis.
U A 'lamia Duarte da Cama. liiU.'; do Illm. Sr.
\ s les Duarl- i'anieiro di Caoba Cama.
(1. paria Tbomasia Pires Gama Lobo.
ti luna Isabel Pires Cama Lobo, lilha do falle-
vi. Tiioiinz da Cama L.
D. M'ianna O'este da Cama Lobo, lillia do Illm.
Sr ojronel Juno Baptista Pereira Lobo.
: nida do llego .\Lrtta, mulher do Illm. Sr.
: ipl J.HC lllOttt.
Procurador geral.
Ol. .. Sr. Mm-rviuo Avelino FiuzaL'nna.
Mo.doioos e mordomas.
1 .i os d.'votosdi mesma Stmbora.
' o da Pamila, 18 de fevereiro de 1872.
(). adjutor pr i-p"rorho -Padre Vicente M'n 1
: f fAlbwfW Pkyml a fof*** 1
Koran) q 1 itr )o.-oer.-!il'iMf!:-s J se 11 niens pe-
anhirios. ai|ue:iitfvimo'*p dar passagen pata
Portugal, e as mesmss a m.iis dWppxas do coflh-
v-, dispcndeu-*; 38.' "'J
.Enterres.
Castninos com o entem o mats dip*a respec-
liras de quatro socios fallecidas en imbgencia
191JQJD.
Donalivoji
Foi du539iWl o inijwrte dos donativos rocobn
dos durante a nossa gerencia.
Verbas tesUmeutarlas.
Recabemos 8iV>0, liquido de OH, deixados
r nosso socio fallecido Daimao Pnreira da Cunha.
Aplleos dxdivida publica.^^
Foi irgmentoa nm ipiatro^de K)O0| 'cada-
urna o iiuu.ero das apoliws. que a uossa socio
dadi possue, sendo por i*** totalidade della#
drtzcseis da divida publica gral do valur noinin#i
de t:(MX> e do juro3 4efy. ao anno, o qoato-
ie da divida provincial, sendo quatrod f:0!)
ei do l(K) cada una e do juro do 8 jmr ceno,
representando o valor total do. lS169J|o)0, que
quanlo custarant so'iodade.
Predio a construir.
Levou-se a este coala a o(W!SH8, .quinU parW
d.reiidimento liqul durante a noss ailnimis-
traco, licando por isso elevado a i:76|vifi tt
fundo destinado a esta applicaoao, em vlrtudc de
que dispoe o art. 6 dos estatutos.
Alcance do ox-cobrador Joao Fernandos da >*
va liveir.i est hoje rednrido a WIJ; que fieim
artecadar-se eui bree, por torem sido pontu4>
mente satisfeit s pelo respectivo liadm; os paga-
mentos a que se obngou com a transada diree-
toria.
Despeis geraes.
Impoita esta verba em I,ll6lli7 rs.. que, fo%
quanto se desnondeu dosile o 1" de outubro do au-
no passado at :tO de etinbro deste.
Mensalidads a reeebeiv
Iniporlni em :t,8!>8OJO os recibos extraliidose
a cobrar de in.-nsalidades vencidas e algmnas at
III ile de embrodo corrente auno, o que desa-
gradivel communicar-vos, *\ isto |trova o pouco
ciiiilado que tem grande numero de no.'sos socios
de ciunprr o que determina o 2* do art. 11 dos
estatuto-.
Capital da soriedatle.
' E' presentemente de i():i88iB7 rs., o capital
de uossa sociedade. por so llie lar augmentado. .
2:i38j736. que foi o saldo -da coala de lucros c
perdas no auno aduiimjtrativo que findou em 30
de seteuibro passado.
O sahfo da caixa representado por 7241233
em dmbeiro existente em poder do thesou-
reiro.
Anniversano da installa^ao da sociedade.
Existindo osmesnos motivos que.voi foram
presentes no anno passado [tela directora nossa
antecessora, deixamos de fazer a resta aniversa-
ria como manda os noseos estatutos, no eutanto a
exemplo do auno passado, em harmona com o
mesnm artigo dos estatutos, snbscreveram tanto a
directora como o eonselho fiscal urna qnantia
equivalente ao alague! que se paga pela casa que
oceupamos para nossas sessoes.
Reforma dos estatutos.
Torna-se cada voz mais necessaria e mesnta ur-
gente a reforma d'alguns artigos dos nassos e-ta-
tutos confiamos por isso que a directora que bi-
ds eleger, tomar este ponto na considerado que
llic merecer.
Conclusao.
Sao estes em resumo os traballios de nossa ad-
ininistracao. confessamos que nao sao momentosos,
por nos faltar |>ara isso habihlacoes administrati-
vas, fizemis poYihu todos os esforcus p .ra acertar,
e por isto nao faitea a boa vonlde de tolos os
mumbros da directora, pie folgamos communcar,
esperamos p ir lauto tranquillos de voss julga-
mento-
Secretaria da directora do Monte Po Portugus
em Peruambuco. IS de outubro de 1872.
Antonio iitplistu Xogueira,
Presidente.
Cetario A. da Silva rapoii'a
i' Secretario.
Srs. iociot 4 M'M'e-Pio Porttiquez.
Tendo sido bonrados com vossa escolha para
examinadores das contas desta sociedade be,nef-
cente, relativa> ao anno decorrido de outubro de
1871 a selembro de 1872, vimos dar confa do re-
sultado de vossos irabalbos, cumpiiiido desla for-
ma o (|ue nos impde os estatutos.
Foram-iHi> apresentado- os livroscaixa- Dia-
rio e Relo, bem como os documentos qw
provam as despozas feitas|>cla actual adiuinlstra-
co, o (|ue iodo encontramos na inellior ordeni
possive, pelo que omos de parecer que as referi-
das contas sotan approvadas.
A actual ailininisiracao digna de mn.voto de
louvor pela forma porque se botive na gerencia
d> 4 negocio.-- seu cargo, e estamos convencidos
de que se hoovesse mais pontualidade em urtta
parte de nossos associados que tem deixado de
cuinprir o que lhes impoe o 2o do art. 11 de nos-
sos estatutos, a accio benfica desta nstjtuiC'O le-
na tomado maojs proporcSes ; e emquanto du-
rar esse indifferentismo certamente as admiuis-
tracoes terao seinpre un estorvo ao complemento
de seus melbores deseios.
Recite, 10 de novembro de 1872.
Jeroni/mo Joaquim de Olireira.
JoaqnmKavitr Titira Ligo.
*-
t?ymt
Pitra ot pwtado exterior
-.No vapor iiglja (iaautdi, paratLiverpii,.
carjetaram : P> Dmther e i. 10Q||ecifif
H.fTfl-knh'sdri algooTio ; L; Duprat *#03 ***
Salgados com 1,23* kilos. ,
.No rtaVinfiel .Vonlror-Jii* par lrpi*t
earregaram Carvalbo A N'iRoera l,0(w sacc
com 7'i.OO! kilos .lo a-sur ir mascaMdo. tr
No brigue inglet IterijieM, para o Canil,
earregaram : A. lowij C 1.403 siccos con
105,000 IUim do asquear mwcavadf.
.NiVlogar nglez /? irtr, para o Cnf, earro-
glraiii t J. Pater-41 2,(W>sco.iCO|i'#oa,7.'5
Iflos de a'ucar mascavalW.
-1 No navio hoRandrt- ..ln*a Mtwie,' para 1 H
da Trata, carreganun-: K tlvera A C 20 bart
rica^ com 1,093 kilos dn assiior branco.
No patacho hespanbol Soberano, pora far
Bma. carfegAH-: R L UMaff U saeeat C AOi 1|1 kilos alif - barca portti/nuta Vinm, para Lisboa,
cmegon 1 A. M. Maebalo Juuior 6i cooros saf
godos com 701 kilos.
1 No-brigue portOguez AdeUn*, para a Por,
f arreffim : M: M. Monteiro 8B saccas e ni. ,m
kilos de algodao. '
Na barca portuguesa Audaoin. para o PorO,^
farregaram : E. fi. Uabello a E. |92 "sscrm cmr
Ii,400 kilos de as*jar jnascavado ; M. Azeveda
4 C. Di sacra*-coin fi,'70 kibii de algod a
Para osporfnsdo interior
-. Para Aear c, no vaaor brasileiro Piropo-
ma. carregou : J. R. de Faria I barrra com 07.
kilos te acucar beaneo e I barril com 96 lilros
de aguard mK., ,
Para o mi, na barca poiluguel*" Ciernen!i
n4, carregou : M. J. Alvos 50 barricas com 3,72
kilos de assucar branc'o.'
Para o Rio Grande do Sul, na barca basi-
leir.t Hen Mitrinnm, carrejfuram : Oliveifa Fi-
llios & C. 22J barricas com ft,*33 l|i kilos de
assucar branca
Para Uruguayanffi, no navio germnico t-
ro'//i-, earregaram : Carv.ilholt Nogueira 176
barricas com 10,472 nos di assucar bnuco e ii
ditas com i.8Ii 1|2 ditos de dito mascavado. .
fara v Rm Grande do Sul, 110 patacho- orar
sileiro Gintainhit,. carregou : A.- Loyo 60 pipas
com 28,800 litros de agurdente.
Para Villa da Penlia, na barraca Mstica Ci-
lUtde, earregaram : R. Oliveira eV 2 barricas
com 12\ kilos do assucar braneo..
O [.romrodor ha b\}besourari* oiwvmciaMe Peni.TiabOco, docbnt aoS" urtiibum-
^dOlllp^>i.1U^ajV%'r^1*lAH'**itL, MiteatW 11 urgoda roflcrtnrlli do
Iguarass, do exercicio de 18/1o K7,Vue lho* fc> marcado, o flraio do 30.fias, a contar (Ja ^niblk, A/i'oiuo Jo-e Morara.
paci deste, 11:1-confurmida.lo da M 1*. >i art. 33 para ouctarcm dusti seceao as respectivas guias, r. Angtwto tarmrV.
allmde recolberem sous dobuw provotfieute,' dos uiifcnnos impostos, jertos de que'nao pagando dentro Jo...pnni boncalves^hi
deste praao, jiroctteT-se-Ia a cobrawija jud>Jbnente,' uendo .publicar paro, isto a relacao d*
devxlires abaixo fr:i!i>criiita.-
Soecao dy omtencloso provincia* de leviiai.ibiic!\ 15 de junciqp de 1*3.
O inwntrador 11s\'l,
*i*. Cijpriano Feneimt Guedet Akoforadv.
H4tmo da divida 4 etrido dilM tfti, probant* tos-imposto deilecit curros e mscales.
IGUARJtfiSU'.
Decima*

&
\i u. 3- Riiberto Comes de Fraga
IUPATAZIA
Rendimento do da 2 a
dem do da 16. .
DA ALFANDEGA
STa 7. Joio LinS Cavalcute de Albuquerque
ta n. li ROherto Gomes de Fraga
DicoiU n I. Sobrailu.peneiict.ite a cmara muiii-
bjipnl desta villa
Dita u. 2. -Senfioriiilio .\lirjc" Ti vare*
Rosark) n-15. fceverino lindrig:ies da Costa
Dita n. 15.-M3oe1 do Nascimento Cusa
Dita n. 17.--l*)rtlf)osflMmeA do Pavao
Ferreiros 11 29. -Jjuia 01yinpiji.de Sftoza
Dita 11. U -Dmwgos Jod* Suva
Dito n "))- .'osepha Mara da Concei'o Travassos
Dita.Josepua Mara da Cunceic^J Pri
lvraiiiejio n. 3, -RtAerlo Gomes de Fraga
DV^fLo. 0 mesmo
Wta 11. 9.-0 mesmo
Dita 19.^Waiiao Terera da Luz
Wta t. 21.-Mana Alipia da Asumpcao
Bita 11. 2o. MiUHJl Joaquim Pereira '
Acuque, n. 2. Sabino-Comes da Rocha
Dita a. a.'Casa do asigno pertenceate acaman
municipal
Dita n: Roberto Gomas de Fraga
Dita n. 8. -CoOraria de SS. Cosme e Damiao
\ Dita n. 19. Joaquinf'Elias di- Moura
Dita n. 3'. Luiz de Franca Itezerra
Dita n. VI. 'Jazrio'Jos Caracho
iTAPISSl'MA
Gloria n.-fi<-fiennormho Mauricio lavares
Dita.Pedro ilcxaiidnn 1 Coins de Oliveira
Dita. Cosnio .IdhoV'-doS Santos
Dita. Pedro llimuaz de S uit'Anna
Dita.Joanna Theri*aa de Jess
Direila.Autoil. Adrouieo de Soiiza Magalbaes
13.
7:91*5034
8oOi9
Ditr.Jos Joaqjini de Alucu
pita. -Joao Valetio de S
8:7:183083

i!c
VOLUMES SAIUDOS
No da 2 alS. .... .
Primeiraportauo dial*.
Segunda porta .
Terceira porta .
Traptelic Conceico" .
'
SERV1CO MARTIMO
Alvareugas desoarregadis no trapiche
da alindola no da 2 a 15. .
Ditas ditas no dia Ifl.
Navios atracados no trap. da alandcga
Alvarengas .........
No trapiche Conceica.......
20,493
244
77
276
1,252
22.U2
59
61
RECEKEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PHXAMBUCO
Hfidimento ik. dia i a 13. 22 6031*57
dem do h 16...... 2:889462
23:'i927i9
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 2 a 15. 109:181522
dem do da 16...... 4:343> 102
113:3*2*324
MOViMfNT-a 00 PDBTO
. Sotua
Dita li. 47.Amonio Adronico de Souza Saga-
IIBto
Dita 11. 41. Tranquilino Marques de ?our.a
Dita u. 19.Vlrciili Ferrer Caio Vilarim
Pssagcm. Manoel linuies de Fraga
Dita Jos Damaziii
Trapich.Casa j tnpiche perlencentc a compa-
nlia
Dita.Manoel Gomes Fiaga
Dita.O mesmo
Dit'. JOO de Souza Sanjfio
Dita n. 13, Ma.iia Flonnd 1 da Conceieio .Fer-
rara
Paraizo n. o.Antonio Jodquim Gtiodes
Dita.Antonio Rodrigue; Fuman les
Dita n. 23. COSDie Rodrigues
Dita. -Manoel Mara de Vaiva
Gamboa n. 9.Dionysio A Ivs de Souza
Dita.Mara da Coiiceicao Rog
Dita.Mara da Coucii\io
Dita. -Anua Felicia
Dita.Francisco de AbreuSoarcs
l)it:i.AnkMiio Escorel de Mendoii'.a
Meio. Maaoel Yh-enlt Cortca
Dita. ManiK-I Vicente Correia
Dita.Mara Francisca da Silva
65480
85640
85640
95720
105800
35240
15080
25160
25160
25160-
25160
{ 5:i82
tM
8tO
5M0D
453*0
SMM
5-5 VH)
55010
85640
8M40
95720
34400-
35240
2.70O
554
55940
25160
1572
25160
35240-
25160
63480
25160
65480
55940
35240
65480
17J2KO
2 5160
35240
25160
1
COMMRCIO.
I'U\..\ 00 RECIFE 16 DE JANEIRO
DE 1873.
1S i> 1/2 MOKAS DA TAROK.
1 i!acie olliciiteM.
As-neir -mascavado purgado 2*300 por lo kilos,
liontem.
Assucirriruto boa 2iO80 por lo kilos, hontem.
Assuotr bruto superior 25100 por 15 kilos,
hontem.
Cambio sobre Londres a90d|v. 26 1[4 d. 26
3|8 d por 15000. hontem.
Leal Seve
Pelo presidente.
A. P. de L^mos
Pelo secretario.
Nucios entrados no din 16.
Baltnorc 38 dias, barca ingleza Talismn, de
420 toneladas, captao Ilenry Rlacbford, equi-
pagem 13, carga 3,700 barricas com farinba de
trijto Martinipie -38 dias, galera ingleza nerallun, de
659 toneladas, capitn W. Oean, equpagent 19
cm lastro; ao mesmo capitao. Tra.4C
as; vinha rpfrescar.e como fonbe noticia da ...
bre amarella, segqio para Rabia. Su destino
PoudieheiTT (na Cliia)
Xario Miltithno mesmo din. "
MontevideoSumaca bespanbola Marina, capitao
J. Alsna, carga assucar.
Qbsenuco.
Suspenden do lamaro para West Lidies a bar-
ca ingleza Eithnsias!, capitao W: Whiaht, com o
mesmo lastro que trouxe de Santos.
tonm
Monte Pi Pofcuguez.
.; OiUO Al RESKNT.VDO PKU WRECTOBJA S.\
- MO BA VSSKMf.l.KA CKKAI. F.M 10 M RO-
MI!I\n 1)F. 1872.
s -. socios. Por Impedimento justificad
q i. : todos os membros da directorio nao podemos
a.iv m'ar-vos na poca marcada pelos nossos es-
tatutos o resultado da nossa gerencia, o que v-
. i- acora finar pota saguiile forma :
alebramos qnraMM sessoes desde a de nossa
p)ie cm 30 d i novembro do anuo passado ate 30
de aetembroultiini, c nellas trataatos quasi exclu-
niriflrVt"' des negocios ordinarios de que se oc-
. esla associar) humanitaria.
Pessoal da soele lade.
'! -m sido 1,142 is diplomas expedidos asocios
i-otrados desde-a installa^a, mas tendo-sido eb-
i los por diversos motivos e em dTerentes da-
388, est luje redolido apielle numero a 774,
lj.ae podendo-ai ida assim coutar com todos com
a pontualidade uo paga i.ento de suai mensali-
dades.
foam prop-Mtos e appwyados dorante a nossa
ajministxaco, 99 .-ocios, dos quaes realisaram suas
e .liadas 78, e licam anda por pagar 21, que pro-
>m fate-io eiu pouco tjmpo..
Kvpediuii. 4 diplomas a socios bemfeitorcs, sen-
il i ois por serviros relevmtes prestados a socie-
dad aa acqui-ci do novos socios e sao ellos os
Sr-, Joaquim Manoel Ferreirade Souza e Antonio
Lopes Braga, e dius par donativos exigidos pelo
art 15 I' dos nossos estatutos. o< Sr*. Kr.iiinsco
ird Pinto CU maraes o commendador Candido
iWlwrtn 8odr da Wntta ; lambem foi approvado o
sr Francise.) Antonio Pereira, de quem se espera
a sathifacaq do mesmo artigo do* estatutos, para
xpj&ir o respectivo dipl.mii.
Socoo.tos.
eginte .pi.nlrp vo* mostreo numero de so-
i ; vuvas quo si, soecarridos por esta socie-
daile actaaJmiute tendo esta directoia attendido
Jos os p*lid ;, que Ihn foram fetos, e distn-
buidoos soeoorrcs.ein ha.-monia corno rendimeu-
o queso arrecadiva :
Fecebem por mer.
23SOO0 20WJ0 lojOOO 12^000 lOflOO
" ; Mfta 1 1 "i
13 vuvas 3,3 3 2 R
ALFANDEGA
RendmiCiito do d.a 2 a 15. .
dem do dia 16......
052:6524737
68:8025353
721:4355290
Total
1'
:
Moulcu a J;80S5V4O o dispendido em' todos os
arto de beneficencia datante o anno adraiatra-
vj fuio em 30 de setenbro.*
Descaraegaiii luje 17 de Janeiro de 1873
Uarca franco:a Co'ignij mereadorias para
alfanleaa. -
Barca ingleza HemttHW-mereadorias para al-
fatiilega.
Patacho allemaE/ejinf -mereadorias para al-
fndga.
Patacho inglezJfiw/ Siith mercaderas para
ailaiidega.
Patacho bollaudex-rtw Cornetisseu mereado-
rias para alfanJega,
Baa ingleza Parejero -baalho j despachado
para 0 trapiche Conceieio.
Brigue iitftM ijneii of'tk Execerveja o Trros
para o trapiche Conceieao, para des-
pachar. ,
Barca porttigueza Arabella -varios gneros para
o trapiche Conceieao, para despachar.
Barca ingleza TiUismnn ariiiua de trigo j des-
pachada para o caes do Asnillo.
Brigue inglez Rosalie carvao j despaeltado
para a companhia pcrnambnraiia..
Patacho inglezDi'/tunfariha de trigo j des-
pachada para o caes do Apollo.
- Iinjortcln.
Barca portmna Arabulla, rinda d* Hha d* S
Miguel, conxigidn a FeYrerrtt Altneida A C... flwt-
nifeslou:
Aboblas 3 a J. M: Grdeiro-Lma.
Biaba de porro 2 caaos ordeui.
Carne de poreo 4 auooretas e 1 lata ordem.
Casaes de moinho 50 a Miguela da SiWa Oliveira,
38 ai>s conslmiatarios. Carvao de pwlra 204 tone-
ladas a Simpson 4.C, Caes 2 a A. S. Rege, 2 a
Antonio Joao Furtado.
Dice'l caxote ordem.
F'ijo 9 saceos a JA. Furtado, 1 ordem.
Ihbame 1 barrica ordem. -
Laces 909 pedrasa Antn o J. Furtado. Legu-
mes 2 saceos a M. S. do Amaral, i a' Antoiuo J.
Furtado. T- .
Mlho 1186 sacas aos eonsignatanos, 1 a Lordei-
ro Lima. .. .
Plantas 2 caixa*. e 1 barrica a Cordelro Lima, t
caixte a F. Carlos, 2 caitas e 1 caixote ordem.
Peixe i tallias a Cordeiro Lima, 1 barrica a A. J.
Sement 1 saixoto a A. J. Furtado. Soloira 13
'aJ..SodrdaMotta. )
Rrlital a. S U.
Pela iiiperloria da alfandega se faz publicoque,
s H horas do dia 17 do crrente, se nao de arre-
matar lvre de diretos a porta desla repartico,
48 cadeiras do vime para manca, no valor de
107:680,-as quacs faziam parte da caixa marca
S S C n. 81, vinda do Havre na barca france a
Haunt, entrada neste poros em 3 de novembro ul-
timo, e foram abandonadas aos diretos por Souza
e Sa < C.
Alfandega, de Pernambuco, 14 de janciro de
1873.
, O inspector,
Fablo Alesandrino de Carvalbo Res. t
Kiliialn. 34.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que,
ahando-se. inutilizados 3 escaleres destinados a
s,rvj|o externo da guarda-mora, se bao de arre-
matar os mesmos porta desta repartico, livies
de diretos, s 11 horas do dia 20 do corrente.
Alfandega de Pernambuco, 14 de Janeiro de
1873.
* O-inspector,
Fabio A. de Carvallo Res.
jt Horca infimi- T*(Wb*
O Illm. SrT inspector da thesouraria provinc.al,
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia" de 10 do corrente "mez, manda fazer
publico, que no dia 23 do meirn, perante a junta
da telenda da inesma thesouraria, vai praca
Jara ser arrematada por quem por menos azer a
obra dos reparos da estrada de Muribeci, enU-e os
cngenbos Cuararapes e Novo, oreada om.....
6:708*090, e teiMb os pretendemos em vista alem
das clausulas especiaes as piopostas abaixo trans-
criptas. ? .
As pessoas que pTetendreiil dita obra devora o
Comparecer a esta rcpaftieao at o dtaacima men-
cionado, certo de que, u nao fazendo sei a obra
contratada com o jtitetafl. dos proponentes por
ser sua proposta de recoubecida vantagom.
E para constar, se mndou publicar o prssohte
iiolo jornal. i u.-
Secretara da tliesourara^foyinciaLde Pernam-
bheo, 15 de jaaeiro de 1873. -
9 O offirial-maior,
Miguel Alfonso Rrreira.
Clausulas especioes.,
4." Os atorros das vaneas dos eogenkos Guata-
rapes c Novo, serao feitas de conforintdkde cem o
orramento na importancia de 6:1055990.
2.* O contratante dar coitleco a obra no praso
de 13 dias e a concluir no de 3 mezes.
' 3.* Os pagamentos: sorao elTectuados de confor-
midade com as maores vantagans offerocidas pelos
proponentes. .j
4.'Para-ludo mais jnO nan vai cspecificao**
seguir-se-ha o "que dispie o rgulamento de 31 &
jullto de 866.
Propostas.
0 Sr. major Jos Tlionjz Pires Machado Prirlel-
la, ofiereoe fazer e cooolujr a obra cima depa-
rada at o fun de maio prximo viadouro, reye-
bendo a respectiva importaucia em prast* de 6,9
e 12 mezes dopois de conclpijta.a obra, .
; O Sr Francisco Xavier GarneirQ da Caoba, ojie-
rece fazw a mesmaobra necebeoda-metado do sua
'imporiancia togoquoa ooncluir o le mtodo
doze mezes dopois do pana, a primeira prestado.
Gonrorme,
Miguel Affoftb Feneira.
6S4SO
654S0
65180
65480
25700
453JO
1578
25160
15728
2l60
46320
85640
45320
2t700
PILAR DE ITAMARAC
Igreja n. 1.Casa pertencente ao patrimonio de
Nossa Senhora do Pilar 554()0
Deutro. Jos Tertuliano des Santos 25160
Dita n. 7. -l'mbelina Theodora Nunes Madiireira 25160 .
Bita n. 30.-Antn Thcodoro Nunes Madureira 2*160
Dita.-PrtWencin Francisco Phhclro 55940
Dta.-EstvJo Dias dfts8an10s 6*180
DitaManuel Ramos Bezerra 55940
Praia n. 21. -Viuva de Marcolno da Paz 352i0
Praa. llcrdeiros de Maria do Carino Lyra i 5382
Dita.Rita Filomena da Paz ^ri*
Ki|cu Ju;""' Jo '",nn Krwiro M"*
Dilau: 13.Thomaz O^da Silva 26160
Dita n. 32. Francisco Tlieodoro de Maced 65480
Dita.D. Maria Anglica da Encarnacao 65480
lYavessa da rua de Dentro. Viuva de Joao Paulino
de Allmquerqiie 25160
Villa Velha.Silvano Xavier "6940
Dita >-Jannaro Guedcs de Almeda Lea' i 26700
Dit -Jas Inmeiii da Silva 56940
' .. Francisco Jolino de Almeda Vilarim 5500
Hit ARA-SI
Quatro |ior rento.
Acougue u. 9.- J.>.io Luiz de Almeda Ribeiro,
taverua
Campia da Feir.i. -Manuel Antonio Ferreira, dem
DIVERSOS LUGARES
Quatro por cento.
Cruz do Rebouca.-. Antonio Beuto de Araujo, taver.na
Pasmado. Joaquim Jubao Lopes, dem
Dita. Jos Francised de Souza Menc/.es. dem
Nova Cruz.-Manoel Jos da (^osta GadilUo, idea
Pasmado.Jos Pasmado. dem
Dita:Deodato Celestino de Mello, ido
Tres Laderas. -Manoel Cosme Damiao, dem
Dita.Vicente Tres Laderas, dem \
ITAPESSl'MA
Camba u. 1.-Amia Maria da Conc.eic'o, taveroa
Dita. -Domingos Alvo de Abreu, dem
Paraizo. -Amerco Jos de Oliveira, dem
Dita n, 27Man icl Vicente Correia, dem
Trapiche n. 13. Maria Floiinda da Conceieao Fer-
reira, dem
PILAR DE ITAMARAC
Travessa da rua de Dentro.Fortunato Vieira da
Silva, taverua
Jagnarbe -Viuva de Antonio TheiMloro de Albu-
querque, dem
Dita. -Joao Duarto do Espirito Santo, dem
Dita.Senhorinlia de Barros Das, dem
Villa Velha. -JanTiario Guedes de Almeda Leo,
idem
Dita.Felipe Nery fexeira
Dita.Viuva de Antonio Jos Guedes, dem .
Dita.Francisco Justino de Almeda Vilarim, idem
Dita Bonifacio Jos de Oliveira, idem
S. Paulo. -Antonio Pergenilo Moreira de Souza,
idem
Dita.Geremias de Almeda Fortuna, dem
Forno da Cal.Joao Vicente Guedes Pacheco, dem
Rio do Amhof.Manoel Jos do Nascimento, idem
Dita.Cosme Monteiro de Santa Rosa, dora
Cinco por cento.
torca n. l.-Casa pertencente Uossa Senhora
do Pitar
IGUARASS
Acougue n. 9.-Casa pertencente a confrara do SS.
Cosme e Damiao
Oito por cento.
Acougue n. 9. Jbo I.-Jiz de Altneida Ribeiro
MA11COTA
Carros.
Jos Matliias da Fonceca, 1 cabriole! com 2- rodas '9I!J
O mesmo, 1 cabriole! com 4 rodas 16600
IJ88Q
25880
26400
16200
25400
25400
26400
25400
21400
25400
16200
25400
13200
25400
254 9
35000
55400
25160
IGUARASS
Vinte por cento dos mascates.
S. Sebastin. Jos Ignaek) de Vasconcellos
TOplUer Novo. Joao Luiz
Cha do Estevaa.Jt.a. Podro "
Tres Laderas. -Joao ltenrique
Cruz ik>Rebou;as,-C.vpriano FiUueira Galvo
206000
206000
205000
20600W-
.203000


1
s
1
5583
3777
377'7
5874
972
5291
097
194
6194
6194
5194
5124
6777
6777
5480
6388
-i 400
486
nm
777
777
1874
V8t>
5291
3 243
4%
.;.(4
194
t;.".'
194
3291
6194
583
194
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583
155;
194
291
194
S8B
3."h:
|83
5H:
243
515.5
194
455
194
5777
388
243
486
5194
194
194
534
5:w:t
534
291
124
291
6d40
194
58:1
i5s
194
S4
243
6,534
48ii
259
23!
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1.8
216
216
216
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216
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108
216
3108
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A*>.'
194
900
440
1800
1800
1A800
i 800
16800
194
6259
239
291
324
097
032
064
6064
5004
064
041
259
259
162
5129
3168
5162
6178
5259
259
291
162
097
081
162
178
064
5051
064
097
OM
3194
064
194
178
097
194
518
064
097
5064
5194
194
194
194
081
129
051
064
051
064
129
5259
129
081
5162
3064
0.64
064
178
194
178
3097
041
097
069
064
194
194
064
178
081
178
162
45320 383 5129
23400 ES 3216 072
23400 6216 507s
23400 216 5072
2MQ 216 5072
15209 3108 036
26400 5216 072
25400 2i6 072
25400 216 "72
2640O. 216 072
25400 216 072
254D0 216 3072
25880 . 259 5086
35840 5345 115
5086
5086.
072
036
672
072
072
5072
3072'
072
.5036
3072
3036
072
6072
3090
162
064
300
480
600
6600
60O
600
600
: ir.
234#9*0 22943 7645
Socca do contencioso provincial de Pernapibuco, IS *'JanciroftdJ#1^3:
Horacio ralfride llerarino da Silva-

76257
9 876
96676
106885
126096
36i8
16209
26418
2I4IH
254 8
2,5418
16547
966-li
9o76
6048
46837
56744
6 04 8
(. .<
95670
95676
106885
65048
3 628
35024
gjnuj
65652
2418
15934
2441S
35628
25418
76257
26418
7525 2
6638
356:7
7525T
196353
26418
3,628
26418
76257
762.5,'
74257
-76257
33024
43837
16934
254IH
15934
25418
l837
y 676
4 837
33024
65048
23418
25418
23418
6 632
76257
6 652
35628
15547
3,6638
9OM
25418
75257
75257
2i418
66652
36024
6652
65048
43837
25688
, tioi Yi-tn.
I r J ilo fa0tfrto BaK6VI'd> S*Mo.
Ji>seJfor*ira.
Mmteih da Silva Sa-U-*
(Treira.
Dr.AntcTo Mmo;l do HedcMw Furtado.
| r. Joaquim Ferreira Gha'i,<.
lrG;ibiiel.8oaro; Rapuoo-da Cantara.*
Jos Luiz Innoi......'iPi^i.
Aufiusto Ferreira de'lffireifa.
I)ctnctrio de r.umo oclho.
I>r.' andino Jos i asado Lima,
pr. JooxfirentedSiIra Costa. -
i>r. Antolilo Joaqun! Ayres do SascinienW.
Horario de Gsm-i Coelbo.
Dr. Antonio dos Santos Siqneifa Caratranli.
Ilr. Jotr Mara reve.
A logados.
Br. Jos1 Maria de Albnmjcrmio.
r. B*Wi>Bortr> di PonceVui.
Antonio Cablas da Silva.
Vanea.
tenaeo AJves Monteiro.
Efvdlo Carneiro Rodrigiiis CaiiqieRo.
Jalwalio.
Felipni' Beserra C valcani de8Hni JoV-Joaquim deS Raneto.
A todo., os quaes e a cada lim de per si, beo
como a tojlos em geral, so convid i para eooparn-
cerummo primero andar da risa em que foi a
cadeia, na sala do jury, lauto uo ieiaau.> dia,,-
hora, cmo nos Jemais dias segulntes, em i|u.tnto
durar a sessao, sol as ponas da-loi, se i'.iltarom.
E par* qjnr cfcegae a iticl4 fl tolos, mande-i
passar o presme edita!,- ouo ser lid> e afflxado
iios lugares mais pblicos e publicad > pela im-
pronsa, e tatnlicm remelier igiiart aos restfecf vos
subdelepados para pubHci-loS e Aa*dar.*ni fazer
as notlicacoi's necessaras ao- jtirai'i'. ipa-
dos e s testemunbas nup se aenarem n districto.
Cidade do Recie, 16 do inro d .|S71. Eu
Florencio Rodrieow de Miranda Franco* **sfriv;w
do |urj o i'screvi.
Qliintino Sdtf d" Mirawa.___


; I te [al publico que.
Oililknl
Pela inspectora da alfandk,
nao se tendo efectuado a ven.ti das moiradoras
abaxo ilrclar.idas. aimtiuriil.n le ii por dlilal
n. 65, >e transiere a arreinjitac" das uiesmas para
as 11 luirs do dia 47 I. -c o -rente, livre.s de .irei-
ti s. porta desta repartirn, omh: os licitaiiUv-
encontrarao a- rspectlraK rmtiislrss.
Forte do Riiraro.
M:irca diamante F lOUObarris comf olror.i. rn-
i,* no patacho ingle* F.hilriH enlrailu em 26 doembro de 1871, e eonsipnndb orden.
dem i N iV C. 50" dito, Idwi viwlis no bri
gue aliemio Argos euirado-ciii' 9 de- abril Alfandega de l'i'iiiaiiilmco, 14 de Janeiro d.-
1873.
O nspsrtor.
Fabio A.-d'-CarvaMioReis.
25688
25688
J6688
16314
25688
25688
26688
25688
2568
25683
33225
43300
35223
33225
2638
13344
2688
23688
23683
256HS
2368S
236H8
23688
133.4
23ti88
2ot)S8
3 3369
6 048
23418
113200
175920
2254O
225.400
22A400
226400
4*3400
I lili tu I ihl.
lVIa inspectora da alfanduyaue fea iKildico, que.
nao lead* sido despachadas as inen-adorias abaixo
declaradas, dentro do prazu de dea da*, marcado
por edilal n. 66, se bao de arremaftir asjiufsmas,
livres do diretos parla dessa n-pavticao s 17
do da 11 do corrente.
Forte do Huraco.
Marca diamante o. 300 barris rom plvora, vin-
dos de Lomfres no vaiwr iaglez Hvfiptie, entrado
em 20 de dezembro do ano o passadli, r nsignailos
A. F. de (Miveini.
dem idem J. 380 ditos idem dPiu-, consignados
ordem. ...
AKandega &* Pernambuco, li dirjanctro do
1873.
O inspcctiir.
Fabio A. de CarviHio Res.
i:11 tal coim praza le-3*H.
V 99.
Pela Inspectora da atfandega do Pernmnlmco se>
faz publico, que aehando-se as mercadiiras cou-
das nos voluntes abaixo mencionados iu> caso de
seren arrematadas para consume, nos iiiinos d>
Cap. 6- do Tit. 3" do regulameiilo de 19 ib* setam-
lnu de 18U0. os seus donos ou coasigmtri verao despacha-bus no prazo As : da* sidi pean
de, linio elle, se.re.n vendidas par sua cimla. # n.
que lhes fique compelindo allegar conrr; os elfci-
tos dsta venda:
Trapiche Cimba.
Marca triangulo R 2 barris de 3 i ou viniu.
viudos no navio alleiuao Asn, ontradn em S d i
dezembro de 1871, consignados a Joao Kirtins ao
Srros. ,. .
lUi-iii o S 40 nafran eeap vmM) na barca
portuguea Social, entrada em 4 de abril do
1871, consignadas a Jos Lnli Penetra Ribeiro.
dem letreiro 103 pipas com vinbif. viudas u.
Bario hespanbol Tolin, entrado em 22 do abrH da
1872, consignadas alassi Irmao A C.
Idem dem 8 meias difis, idem dem dem.
dem dem 65 barris de 5\ idem dem idem.
dem idem 140 ditos de 0". idem dem dem,
dem \V 15 pipas com vkiho. riadas no navio
hespanbol AdeUa, entrado cm 10- de- uiaio de
1K72. consignadas a E. A. Ilurie& C
dem dem 12 pipa, dem dem dem,
dem H 4 F 201) oaxas com rinho, rinda.* no
navio allemo Margare', entrado cmJ de juulio
de 1872. consignadas a Joao Martins de Barros.
Alfandega de Pernambuco, 14 Se Janeiro
1873
O inspector.
Fabio A. de Cirvalho Rti.
-*-
de
DECLRAME!
Hsnsla \mn\,
Faz-se publico a quem interessav jtossa qaa a*
niatriciilas desta escola abrtin-se no dis 15 00
corrente e encerrain-se no lim-do mesmo me-,
devendo 08 que se quizerem.matricular no 1" anuo
apresentar:
! Certidao de idade maioiv de I b- anuos.
2* Cerlidao de que sabe ler, escreve e contar.
3- Cerlidao de nao ter si o cnuleuiaado por
crime ofensivo mural ou religio da estado.
E para que chegue ao conheciiuento. de todos,
mandn o Sr. Dr. director, lavrai o publicar o
presente. ,. i
Secretaria da Escola -Normaldo Pernambiiro.
10 de Janeiro de 1873.
Ayres de Albnqufitqtie Gama
Secretario.
"" C0>Sn.ADO l'ROYfNtl'U-.
Avsa-*e por esta reparti.Tio, im*- no da do
corrente abre-seo praso pira recewi dos diff-
rentes impostes provinciaes tl-signados na le do
orcamento vigente de lWI-73 i os qnaes devem
ser salisfeitOS dentro de 30 dhts sem ilependenria
da multa de 6 0|0, em que taeorrW* os owtr -
buintes que o deixaremde fazer uesse prasa| il
Consulado provincial. 41 de Janeiro de I8.J.
(j.ad inslrador
* Antonio Carocho Madtado Rios.
une na segunibi quin ei do corrent
se o juro, das apolices da divida mov
tidas poreonta do empreslimo de 1:
2*53543
O** (^lntmo-JosiV di Miranda, bife deoSroito da
^11161^1 vara desta comarca do Recife por S.
o Imperaiior. etc.
Faup saber quo pelo Exm. pesidenie do tribu-
pal da relacV me foi communicado. ter. designado
o a 3 de fr-veroiro di corrento anno. pelas 10
'hora* da manhS.par* ter lugar I se**) ordina-
ria db* jury, qn trabstnar om das consecntivo^
onirvido?jeprt'eediiloaosiorteio dos 8 jnca-
;do ottp too do servir n mesma sissSo, em-eot
formidade do art. 328 do rgulamento n. 180 do
31 de Janeiro de 1842, foram sorteado* o Asigna-
dos os cidadios se/uiutes :
Rectfe.^
Jas Francisco Fraueo,
Dr. Joio I\*ynud>JP*Heii;a di SHva.
Jos Fraaciic!o"do.Sa.L,oitao.
Jos Franciaco Fofcoea (SaTvao.
Saeto Antonio.
Joaquina Fcureira Ramos.
Joatitaiui Anta do Souza. ....
Pedi-o de Alcntara dos Guimaraes Poto.
Sebasto. Antonio da Silva Baixa.
Miauel da Foncoea Soares e Suva.
\tl. Manoel de Figueir5a Faria.
Dr. Angelo Honrique da Silva. *
Jos Hygino de Souza Gatrao.
Virgilio Jos da Motta.
Autonro Jos Pereira de Mendonca.
los lleuriquc da Silva.
r. SilviB Cavalcanb" do Albuquerque.
Antonio Mactms Seabra Lemis.
Luir Cesario lo Reg.
S. Jos.
Joaquim Barbosa dos Res.
Joao Joaquin de Siquejra Varejao.
Antonio GonQalves Pereira Lima.
Aadr de Abreu Porto.
Antonio Leonardo de Meaes Amorun.
Pela thesouraria provincial se faz publico.
do oarrenle n*ez paga
naial, euiiH
flf:O0-5. a>
Secretaria da thesourafia pravi-eialA- t'ern
buco 14 de Janeiro de 1873.
O ofdciai-raaior
>8guel AlTau Ferreira.
tttMpe-pfto r! an*SMrtiit' ole
MIUHlh
IX'ordem do Illm. Sr. lasatclor faco publico
que no da 23. do corrente me/., as 11 horas il.
manila, ser posta venda em batta*]publica, n.
porU do alhioaarifado, una |wrc;iO'de trro \eiua
Iospeocao do arsenal .if marinba de Pernam-
buco, 47 do Janeiro de 1853. ( <-,
Oscnet.a':o, .
Alex.ndrc Rodrigues dos Alijos.
I oiiixulntln t> l*ii-tnjjpal
Constando nesU rlianccllana qua afguem pro-
cura amedrentar fn P'**** =di"-,s >"'-*
pi.rtllguezes da Ma de S. Hgjfcl.V qaes
,e,*oa em-ovstou dilieiM paia a sua pi-
para esta provincia, e por est a* *
iiao quercrom pagar, c-nvdani-se os ditos subdi-
tos de sua magestade lldclissima a vireni paranaa
es* consulado deiwr coat ***** '^ va-
lencia, aftm de que se faca deyn ju>t:{a.
O cnsul encarregadj do casulau>
Doming s M:nia Goucal
lK
ISSPECCAO-IMJ-At
MV411NUA.
Fa -se publico que a co nmrssao de por
minando na forma determinada no '
nnexo 'ao decreto n. '324, di S de
1834, os cascos, machinas, caldeiro%
maslreacSes. veame, amarras o : neU-
pores Mandah, da comiiahbm Pf"^^ rt
naveajjto costira. e Mocync, da !'
4 gilairap rengue, achou todo; e
ta-
HEGiVEL
*
-s-~


i
Diario i
-estado de podorem o aporta onnuar no serrino
em que se etiipreg am.
. lnipeecao do aniend d urinha de Pernam-
-fcueo, 15 de Janeiro de 1873.
bYamixct* omamj tpple da Sitot
____________ tosp-jctur.
co.nselu w: kmFras do arsenal
DE MAKWHA.
O consdto no da 12 do corrcnte mez,, avista
de proposts recelnd:* at as 11 horas da toanha,
e sab as condicSe! co tylo. promove a compra
dos seguales ohjec** do matinal da armada :
6 barris de alc.itrio da Suecia, 20 arr bas de
almagre, 24 baldcaikiras de lolha, 10 arrobas de
er, 500colheres de Ierro estanhadas, 6 facas para
i inha, 40 eaderws de pape. mata-borro, 1 res-
ma de papel bolla-, liso, 500 pucaros ile follia
grandes, 2 telos com i. palmus de cemprimento
c 1 de largo, 10 fca de to|)etc, 2i garrafas de
tinta superior par escrever, 300 lijlos ingieres,
12 duzias de tahuas i.c pinho da Succia, de 1 lr2
polcgada, 25 ter* do ginipapa, <6 4uzias de tabeas
de cedro de 3j> de polegada de prossura, 200 vas-
souras de jubo < H<) arrotas 4e zarcao.
Sala das 9es*6 marinhade Pcraamlmco, 16 de Janeiro de 1873.
O secretario
Alexandrt Moiiigues dos Aujos.
THEATRO
imm mam
CAMPO DAS PRINCEZAS.
\uv idiie!
Ymtlailc!
MVERTEHENTO PASTOR.
SOB a direccao de
Jom Beraardimo Rmitm
SABBAD018 E DOMINIO 19 DE JANEIRO
Depois que a orehestra, dirigida pelo nabil pro-
lessor, Marcelino Jeto, houver execulado urna bri
Piante ouvertura, subir pela pi inicua vez sete-
na neste theatro o lindo e gracioso drama pasto-
r-i! i'in dous actos o 3 quadros :
<__
0 agente Pinho Borges vender em leflao, por
ordem do urna familia que "se retira para a corte,
lodos os objectos cima declarados, existentes' no
primeiro andar do predio n. 26, ru do Bom
Jess.
O lello principiar 11 horas da manhl
LEILAO
DE
'24 harris marca P A A. com chouricas, de
1]2 arroba.
) HOJE '
O agent Pestaa far leilio, por coa**, 'e risco
de quem pertcncer, de 24 barris com tauricas,
rindas pe vapor Muriel, entradoemSdte novem-
bro prximo passado, os quaes serao vendidos hoje,
as 1 Hioras da manlii, no armazem do Annes de-
froute da alfaudega.
Gabinete Portuguez tura.
Conscho deliberativo,
"fr; ordem do Win Sr. presidonlo sSo convida-
da todo* os se boros cousellteiros para se reun-'
t_n em sesso ordinaria, rexta-tetra 17 do cor
rente, pelas 6 l\t horas da tarde, na sala das res-
pectivas sessdes.
Secreten do conscho deliberativo 14 de Janei-
ro o WT3.
Boaventura Rodrigues de Amoriin
! secretario.
Oftxpcdicnte ueste oatabelecimento lica suspen-
so t posterior avise. Recife 15 de Janeiro de
1873-O secretario Francisco Antonio Pereira.
Leilao
No qnal tominn parte todas as meninas.
A direccao nao se tcm ponpado a despezas,
am de que este drama suba scena rom todo
apparato requerido ; assim pede ao Alustrado pu-
blico desta cidade, toda a coadjuvacao possivel,
:ifim de poder fazer face .is rxcessivas despezas
de que est sobre carregado.
As pessoas que quizerein bilhetes |iara estes es-
pectculos podeni desde ja euctiininenda-los na
ra Bella n. 41
Principiar s 8 horas 1|4-
<'"pi
VISOS MARTIMOS
Para o Rio Grande do Sul
Destina-sc pira o indicado porto o patacho por-
tuguez Rocha, t) rebebe carga a frete : a tratar
com os seus consignatarios Amorim lnnaos t C

Vai s.-.hir con poneos das de demora a polaca
italiana Sara, podeodo r?e>b isso, qoeiu desejar carrepar (Je eolender-te com
o coosigoatrio Jjatmun Jo: Gjn^alves Beltro,.
raa do Commercio o. 5
Para Lisboa.
Tem de sabir brevemente o lugre porluguez
hilio. Para o r.isto da carga e passageiros, tra-
ta-se cun os eobsignaros ntomaz de Aqnino Fon-
coca 4 ('.. Suecessores, roa do Yigario n. 19.
J>ara Lisboa.
\ barca ^oitugaeza Saphira, sabe aro poucos
lias. Para o restante de earga e passageiros, tra-
la-se'coro osi^nsignatario llomaz de Aqnino
Fonceca 4 C. Suecessores. arna do Vigario n. 19
PARA'
Pretende segt-ir com pceos das da de-
mora, a barca por-togaeza Clementina, por
ter qaasi a sai carga completa, e para
pooca qae lhe falta, trata se na roa do
Commercio n. 5, eiertptjro de Jjagoim
Jis Goncahes BelirSo.
Rio Grande do Sul
Tara o porto cima indicado pode anda recebar
alguma carga i frote o patacho brasileiro Pelica-
no : a tratar na roa do Vigario Thenorio n. 1, 1
andar, cscriptorio de Uallhar Oliveira 4 V..
Aviso martimo
()s senhoro:; recebedores dos volumes abaixo
especificados, vindos de Marseille pela barca fran
ecza M'iri&Celine, cajos nomos se ignoram, por
virem manifes ados ordem.
M F & C1 caixa de perfumaras.
F M O.4 voluines de 3 eatxas agua lior de la-
rania, 2 volun.es de 3 caixas agua de rosa.
F C M.1 caixa de pho;.phoros.
Queiram mandar papar os respectivos fretes no
scriptorio de Tasso Irmaos 4 C, ra do Amo-
rim n. 37.
CLITdINa
Para o Porto
Seguir com a maior brevidade possivel a ve-
leira e bem conhecida barca portugueza Claudi-
ca, por ter parte da carga engajada : para o res-
to e passageiros, aos quaes onerece excellentes
commodos : tr;.ta- so com Cunha Irmaos 4 C. ra
da Madre de Dens n. 34. ou com o capitao, na
praca.
I.EILOES.
DIVIDAS
I^palio de Joh<|iiih Concalvos
Beltrilo.
HOJE
O agente Martins levar leilao pela 3.* vez,
4>or ordem do Illm. Sr. Doningos Maria Goncal-
ves, encarregada do consulado portuguez nesta
prorincia, as dividas activa.s do espolio de Joa-
Suim Goncalves Beltrao, na importancia de......
7!#850,
No arroazera da roa do Imperador n. 48, s 11
horas do dia cima.
1 DE
Osas casas terreas de pedre e cal na povo*-
Cyo do Melo, da provincia da Parahyka
do Norte.
Duas ditas na Baixa Verde, desta provincia.
Uina pequea fazenda ile gado cm S. lento,
nesta provincia, coip meia legua de, terra,
toda cercada, e 50 caberas (le.gado.
i)\ ARTA-FEIHA 5 DE FEVEREIRO
s 11 horas.
O agente Pinto cumprindo o mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio, levar lei-
lao os bens cima ditos, ]tertencentcs inassa fal-
lida de Joaquim Silverio de Soua 4 C
O leilao ser elfectuado s 11 horas do dia
quaru-feira S de fevereiro, cm o eswiptorio do
referido agente. "
" No engenlio Sapacaia, de Bebcribc, precisa-
se de um destilador de agurdente.________^^
Aluga^e o segundo andar do sobrado n.
'8C, sito ra de Lombas Valentinas, com os com-
modos seguais : 2 salas grandes e bstanle fres
cas, 3 quarMs, cozinba fura, quintal com porto
Sara a ra de Hurtas e cacimba : quero preten-
er dirija-se a praca da Independencia as. 19 e
21.
AVISOS DVERSOS
Caixeiro.
Precisa-se de un caixeiro com pnrtica de taver-
na de 12 para 14 anuos : na ru Imperial n. 202_
Allencao.
O aliaixo assignado avisa ao publico c ao rorpo
coniniercial que comprou ao Sr. onorio Anto-
nio do Sacramento, a taberna ei anto Amaro
das Salinas, estrada que vai para Beliii, livre e
desembaracada de qualque* debito ; se alguem
julga-se com direo a iiesma.appapeca no iraso
de tre* dias, a contar desta data.
Hecife, 16 de Janeiro de 1873.
Guilherme Francisco de Carvalho.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recito S. Francko.
Festa da Boa-Viagem.
Domingo 19 do corrcnte haver alm dosj trens
ordinarios de jiassagei os os seguintes especiaes.
Manh. Tarde.
h m. b. m.
Cinco-romas (pa tida) 10 30 4 0
Af gados 10 40 4 10
oa-Viagem (cliegada) 10 oo 4 2o
Noute.
Ii. ni. h. ni.
B-Viagem(pa-daj 8.0 11 30
Afogados '9 18 11 18
Cinco imillas (chega a) 8 2.' 11 53
Villa di Calw, 15 Janeiro de 1873.
G. O. MANN,
Snpei-iiitcndenle.
AUfiOCo.
Tendo-se entregado um.pequeo colxaodc mar-
roipiiiu verde, um preJO para conduzi-lo a ra
do Cebo, suecden que este preto su embrlagasse e
boje nao den sol lefio de tal caixo e como pos-
sivel que alguma pessoabeni intencionada o reco-
lliesse em vista do abandono eni que o cneontrou,
roca-sea esta peseoaoqneira fazer entregar na
luja da rua Nova n. 13 qae se satisfar qualquer
despeza e se licar summamento grato.
Hotel da Independencia,
aep do Imperador n. 32, precisa-se de um copeiro
rn aga-se bem.
Aluga-e o 2* aniar e soiao ao tobrado n.
23 da rua ce Santa Rila, estando elle em boto es
t do : a tratar na rua Duque ds Canas d. 44.
PROGRAMMA
DA
Festa do glorioso S. (ion^alo de Amaranthe
que se venera na igreja do Senhor do
15oni-Fim, em Olinda.
Domingo 19 do frrente, as 5 horas da majaba,
una salva de 21 tiros, dispertar a populacao que
ehegado tao pomposo dia.
As 11 horas da manh entrar a festa, oceupan-
do a tribuna sagrada o Rvm. padre Francisco Vi-
rissimo Bandeira, sero cantados os solos pelos
cantores mais habis desta cidade; antes e depois
da festa a msica do. 9o batallo da guarda na-
cional far onvir diversas e escomidas pecas do
seu repertorio.
A tarde haver diversos trabalhos sobre o ira-
pesio, e alguns baloes snbirao aos ares entre o
estrepitoso snn da msica marcial da guarda na-
cional deste municipio.
As 7 1)2 horas da tarde entrar o Te-Dcum, oc-
cupando a tribuna sagrada o mesmo Rvm. padre
Francisco V. Bandeira.
Terminar toda a festividade com um lindo e
variado fogo artilicial, feito a capricho, pelo dis-
tincto artista o Sr. Floriano Alves de Sant'Anna.
Os encarregados da inesma festa, jipr falta de
tempo, nao poderam ir em comniissao agenciar
esmolas por todos os devotos, por isto a coramis-
sao pede aos mesmos que no da da festa acharao
na entrada da igreja a mesma imagem do Glorio-
so e urna salva para deitar o obulo que seus pios
corardes Ibes ditar.
0^0 0^00* ^
i
0
IJiiics (le inglez.
0
*
0
i
i
0
Jeo Carnciro da Silva Bego, estando
habilitado perante a directora da instruc- ^
eso publica, da lindes de lingua ingleza
em sua casa rua Velha n. 44, das C
t horas da tarde em diante. Para issoofle-
0 rece o seu prestimo a quem qui er utili-
sar-se. D tambero licScs em casas par-
ticulares e em algum collegio hora con- ^
vencionada. &
Precisa-se de unl-feitor para tratar de um
pequeo sitio.e juntamente de uina ama para com-
prar e co; inhar : na rua do Coronel Suassuha n.
1, antiga rua de Hortas.____________________
Ao commercio.
Jos Fernandes Lima e Martinho Lopes dos Res
fazem publico que no ultimo de dezembro prxi-
mo passado dissolveram amigavelmente a socie
dade que gyrou nesta praca sob a firma Lima 4
Re s, a qual entrou cm liquidacao activo e passivo
por coma dos ex-associados, sendo liquidante o
ex-socio Martinho Lopes dos Reis. Recife 10 de
Janeiro de 1873.____________________
Aluga-se o 2o andar do sobrado. n. 3 da rua
da Imperatriz : quem pretender dirija-se mes
ma ran. 1.
GASA DO OURO
Awi
Bilhetes garantidos
Ruado Bardo da Victoria (outr'vra ISova)
n. 63, e casa costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felzes bilhetes garantidos a sorte de
5:0004000 em bilhete inteiro de n. 2764 e deus
quartos de n. 1998 com a sorte de 300A, alem de
muras sortes menores de 404 e 204 da lotera
que se acabou de extrabir (45*).
Acbam-se venda os milito leli.es bilhetes ga-
rantidos da 3* parte das'loteras a beneficio da
igreja de Saqto Amaro de Sernhcm (36v) (iue se
extrahir na qarta-feira 22 do corrcnte.
Inteiro 64000
velo 34000
Quarto 1500
De 1002)000 para ma.
Inteiro 54500
Meio 24750
v Quarto 14375
Recife, 14 de Janeiro de 1673.
Jos Joa^mm da 2osla Leite.
Bertino, escravo, idade de 3 annos, fugi-
do desde o dia 26 do crreme, ton os signaes se-
guintes : cabra cor de taiea, nsto mais com-
prido que redondo, sem barba, ."esta regular, coc-
ea um tanto grande, um pouro dentuco ou can-
guio, todos os denles da frea'e perfeitos e lima-
dos, nariz um pouco chato, olhos vivos, caneca
regular, cabellos um pouco ruvos e carapinhos,
um pouco soltos, altura regular, secco do corpo,
mas um pouco espadauda pernas finas, ps Imi-
pos e um pouco carnudos, porm regulares, bo-
nito, ladino, vivo, gil e esperto, um pouco t
to na pronunciaco de certas palavras. de sorte
que pouco se reconhece. pequeas orelhas, c nao
compridas, fuma cigarm, tem antigs marcas de
chicote as nadegas. Pagarei com generosidade
quem o trouxer a este engenho, ou no Beeife,
ao Sr. Dr. Laurido de Moraes Pinbeiro, morador
rua do Rangel, ou ao Sr. Henrique. Saraiva de
Araujo Mello, rua Formosa.
Engenho Sagum, 30 de dezembro de 1873.
Canuto Jos Pereira de Lucena.
FlBRl
Olf RORA ALLEMA)
J)E
Pior biscoilos e bolachas
tu do Capio Una n. 4,
Sanio Vmaro.
DE,
Mara Candida Ferreira
A propietaria deste estabelecimenlo, par-
tfcipa ao respeilavel publico, especialmente aos
artigo freguezes da inui acreditada padaria Alle-
na, que d'ora em diante, esta fabrica ter s por
tlnbre servir lio bem, tanto quanto seu anteces-
or, rertos de que bao de sempre encontrar since-
rdade, aceto e actividade ; pede, porm, por este
neki a benvola proleccao de todos consumido-
rs deste genero, garannqdo, que no trabalhode
sia fabrica, s entra farinha de puro trigo, e por
coasequencia nao precisa o emprego dessas pre
aaciVs que. costumam juntar s farinhas infe-
riores, c ni o fin de knitarem ; o que consegueiu
enretanto que esses productorse.'.tcm de mais ou
mflios mal fazer a saude.
Bom local.
Aluga-se o armazem do sobrado da rua Dircito
n. 120, o qual onerece um vantajoso futuro para
qualquer ramo de negocio, e principalmente para
molleados por ser rua de grande movimrnto, tem
frente para duas nos, agua da Yumpanhia de Be-
beribe e apparellto da Drauage : a tratar na rua
do Imperador n. 81._______ .^
Fae/) saber, a quem precisar de um. admi-
nistrador para engeDho, com muita ortica para
qualquer machina e plantario, que aeho-me mo-
rando nos hemedios.freguezia dos Afogados, aonde
pode ser proenrado.
Henrique Prxedes de Barros

*
DE
m Precisa-se de urna ama para com-
prar e cosinhar para casa de peque-
a familia, preferindo-s%escrava : a
andar.
rua estreita do Rosario n. 32, 2.
Hela*
Sommar
ar.
Precisa-ss de urna aaa ta-
ra caa de familia de dais
petoas para cozinbsr e ca-
na
i tratar na ma Direiu o. 28, 2 an-

Escravos.
Precisa-se de um escroto e urna escrava : quem
os tiver e quizer alugar .dirija-se rua do Lima
n.4, em Santo Amaro, padaria Brasilera, outr'o-
r? Allema. ________-' .________
ATTENflO.
Precisa-se de um feitor para um sitio : trrflar
na fu Direita n. 10. ________________^_
Precisa-se de um copeiro para casa de pouca
familia : na rua da Imperatriz n. I. '_______
Criado.
Precisa-se de nni menino de 12 a 16 annos para
criado : a tratar na rua do Duques de Caxias loja
n. 81.
Pliannacia.
Precisa-se de pm ou dous officiaes praticos: para
tratar a rua Larga do Rosario n. 34. -
Os abaixo assignados avisam ao corpo do com-
mercio, que tcein vendido sua loja sita a rua do
Cabug n. 4; sob o titulo de Muzeu de Joias.
aos Srs. Joseph Krause & C, nao sendo incluido
na mesma venda as dividas de que o estabele-
ciniento credor. Julga nada de Ver nesta praca
em negocio roncernente a i>.esma loia, se porm,
alguem se julgar com direito, pode apresentar
suas contas no seu escriptorio a rua do Mrquez
de Olinda n. 40, primeiro andar. Outro sim, pe-
de a todos os llovedores da mesma leja, que ye-
nhaiii saldar suas contas no mencionado escrip-
torio. .
Beeife 14 de aneiro de 1873.
Comes de Mattos irmaos.
, Alfaiate
Na rua do Mrquez de Olinda
de officiaes para obra grande.
Botica Popular
Precia e um oficial com bastante -pratica de
pbartnacia, e^capaz. Da-se 1;0004 de ordenado an
nual.
CONSULTORIO
Mcdico-cirurgico
Dr. Joo Ferreira da Silva
pode ser procurado para o
exercicio de sua profisso etn
geral, e especialmente opera-
coes e molestias cirurgicas, no
mugo consultorio de seu pai
rua largado Rosario n. 20.
Advocacia.
O bacharel Angelo Henriques da Silva mudou
o sen escriptorio para a rua do Crespo n. 12,
primeiro andar, onde pde-ser procurado.
NOSSA SENHORA
DO
BOM (MSELHO
DIBIGIDO PKLO
Bacharel Antonio Columbano Sera-
pbico de Assis Carvalho.
Ter lugar no dia 13 do corrente met,
neste instituto, a abertura das aulas de
primeiras lettras, latim, francez, mglez, M
portuguez, geographia, historia, geome- Gf
tria, aritbnietica, rhethorica c philoso- U
Precisa-se de urna ou duas amas de leite :
na ma da Imperatriz n. 84._________________
Precisa-se de una pessoa para coser na
machina : na rua Nova n. 23, loja.___________
Pncisa-8e de una ama para comprar e co-
zinharpara duas pessoas, paga-se bem : na rua
de Hortas n. 78.
- Precisa-t t urna ama que sai-
AITMM. bem coziDhar (forra oo eterira,)
paga-se bem : a roa Nova, loja n. 11
Na rua do Bangel n. 41 precisa-se de um
caixeiro.
SDrofi'aria homeopathica
tk 11 -Una do Impcrador-if
Os proprietarios deste bem conhecido e
I montado estabelecjmento, ollerccem con-
W tinuamente aos amigos da honieopathia ,
um completo sortimento de carteiras de f
S glbulos e tinturas de 12 "
Precisa-se de duas anas para
casa de familia, sendo urna para
andar com uro menino, e ontra
para o servieo interno da cas ;
preferem-se escravas : tratar rua do Mrquez
de Olinda n. 33.
i
VMAS
Ama de leite
Precisa-se de urna ama que tenha bom e abun-
dante leite c sem lilho : na rua larga do Rosario
n. 12, 2" andar.__________________________
de urna, para comprar e
Precisa-se
coziuhar : rua do
tas, antiga do Aragao n. 31
Ama
B
isconde de Pelo-
AMA
Amas
Precisa-se de urna ama pa-
ra o servico "de urna casa de
l>ouca familia : a tratar na
rua da fmz n. 18, 3* andar.________________
Precisa-se de duas amas, tima para
cozinhar e engomniar, e oiitra tara
andar com menino : na rua Direita n. 21, arma-
em do Pescador._________________________
Precisa-se de ama ama captiva on
forra para o servico de pequea
familia : na rua Di cita n. 1:7. se-
gundo andar : paga-se liem.
l'recisa-se de nina ama pa-
ra coznhar e mais servico de
casa de familia : rua de Co-
Qtf
O abaixo assignado avisa ao corpo do com
mercio, que' nesta data tem comprado aos Srs.
Gomes de Mattos Irmaos, a loja de joias sita a
rua do Cabug n. 4, sob o titulo de Muzeu- de
joias livre e desembarazada de qualquer onus.;
o que avisa para osdevidos flns.
Recife, 14 de Janeiro de 1873.
Joseph Krause & C._______
n. 40 precisa-se
Severino.
LEILAO
DE
novis, liiii('i c cnslacs.
CONSTANDO DE
Cm piano (novo), 1 mobilia de Jacaranda Luiz
XV, 1 espelho dourado, 1 sof, H cadeiras, 2
banquinhas de niogno, 2 mesinhas de ferro, 1
rico guarda-vestidos, 1 guarda-louca, appara-
dorea, cabides, mesa para jamar, escarradei-
ras, tapetes, lanternas, 1 apparelho para cha, 1
dito para jantJ, tmpotei ras, garrafas para vi-
nbo, copos, ftdices, e diersas obras de prata
do Porto, sendo facas e garios, colheres paral
sopa, ditas paia coi, e mtutos outros artigos.
Terca-feira 21docorrefte e^HStSf*

(AS M WMLx
AOS 5:000|000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Marco (ouIr'ora- rita do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se venda os felzes bilhetes garantidos
da 3' parte das loteras a beneficio da igreja de
Santo Amaro de Serinhacm (36a), que se extrahir
na quarta-feira 22 do crreme mez.
PBECOS.
Bilhete inteiro 64000
Meio bilhete 34000
Quarto 14300
EM P0Rg.\0*DE 100?000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro >.,'> h)
Meio bilhete 247.50
Quarto 1{&K
Manoel Martins Fiuza.
. Joo Silvestre Francisco de Mello participa
aos pais de seus alumnos, que se acha aberta a
sua aula particular de pnmdiras lenras, rua do
Princip n. 38. _______
Chartiteiros.
.Precisa-se de alguns olficaes dessa arte
beca Largo n. 1 A, fabrica do Figueiredo.
IM
Criado
para tratar de dous cavallos e mais algum servi-
co de um pequeo, sitio.
Precisa-se de um criado que seja activo e cui-
dadoso, em S. Jos do Manguinho sitio n. 2.____
Precisa-se de batedores de assucar para a
refinacao do largo, do Arsenal n. 8. ,__________
Reparl ini las obi*as uablicas.
Tendo em muitas casas sido adiados os eanos e
apparelhos da companhia Recife-Drainage damni-
licados maliciosamente, o engeuheiro fiscal faz
publicar para conhecimento do publico os seguin-
tes artigos do contrato de 18 de dezembro de 1865,
e do regulamento de 12 de janeo de 1872,, a
saber :
Artigo 21.
t Os moradores dos predios devero commo-
nicar sem demora empre a qualquer desarran-
co que se der nos apparelhos, e canos pertencentes
s suas casas, sendo responsaveis pelo valor do
concert, quando se conhecer que taes desarran-
josprovem.de malfeitorias ou negligencia delles.
Artigo 19 do regalamento.
As obras da companhia relativas materia do
contrato, serao consideradas obras publicas, fican-
do assim aquellas que as damnificaran sujeitos s
penas da lei e regulamento das obras publicas.
Reparticao das obras publicas 11 de Janeiro de
1873.
0 secretario.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Precisa-se de um caixeiro brasileiro, de 12
a 13 annos de idade e que tenha pratica>de ta-
"oma, ou que disto queira praticar : na ra do
Nobrega n. 66, antiga rua do Alocrim. .
Via-lerrea de Olinda.
\
A' 1 hora da madruga-
da de domingo 19 do cor-
rente, partir um trem,
de Olinda para o Recife,
afim de conduzir as pes-
soas que frequentatn o
Club lindnse e tod^s as mais que tiverem
de voltar daquclla cidade ; as passagens se-
rao cobradas sem excepcao.
Do Recie para Olinda tambem partir o
trem do costume, depois do especUeulo,
como j tem sido annunciado.
Escriptorio da companhia, 16 de Janeiro
de 1873.
O gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Um catholico
Anda fgido, desde o dia 6 do crreme, o es-
cravo Severino, pardo eseuro, d altura regu-
lar, de 13 annos, pouca barba, ps chatos e mos
grandes, tendo em ambos os jarretes urna marca
foveira de queimadura, enculca-se de forro e an-
da calcado, veste, ora paletot sacco e ora just,
ambos de panno : quem o apprehender ser ge-
traiendo-o rua do
Eu abaixo assignado declaro em teniqo que a
pedido de alguns amigos assignei uro papel sem
saber o que nelle tinha escripto, e sim por me di-
zerem que nelle s tratava a respeito dos jesutas
e nao tntra o nosso diocesano ae Pernambnco, e
nesta conformidade assignei; mas como esteja
arrepent ido desta assignatura e reconhece que
son catholico apostlico romano, declaro em tem-
po que a minha assignatura de nada lica valendo
sobre este im e nem sobre fim algum que diga
respeito contra a religiao catbolica romana. Re-
cife 15 de Janeiro de 1873.
______________Jos Emigdio Ferreira Lima.
Offeree-se urna mulher para coser em easa
de urna madama ou em ontra qualquer casa de
familia : quem quizer dirija-se ao beeco do Dique
n. 20. Na mesma tem urna mulher que se obnga
a tomar coma de urna casa de pouca familia para
todo servico interno.
Ao depois nao se queixem
Bernardino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de vveres, na rua do Imperador n. 28, pede
encarecidamente, pela segundn vez, aos seus dc-
vedores REMISSOS, o especial obzequio de virem
quanto antes saldarero os seus dbitos ; do con-
trario est definitivamente resol vido a chamar aos
mesmos por este Diario, declarando os seus no-
mes por extenso, quantia e tempo a quedevem,
e se isto pao for bastante, lancar mao dos meios
judiciaes ; pelo qne, conveniente que os seus
devedores (remissos) que nao quizerem passar por
essa decepcao, dispertem do nocivo indinerentismo
ero que estao engolphados, vindo, logo que te-
nham conhecimento deste, saldaren) os seus d-
bitos.
0
i
i
m
a 120 medica-
mentos, chocolate de Eppes, encerado de SK
rnica e a excellente obra do Dr. Mures ^
^Medico do Povoj ero 3' ediceo, tu- >j<
boa e frascos vazios, rmalmente tudo o **
que concernente ao systeuia homeopa- Q^
mico. B
Os medicamentos principaes sy leva- **
dos desde a 1* at a 30 dymnaiinsacjio e ^
garante-se o bom preparo de todos. w
Adjacehte ao inesino contina a ter W
K consultorio uro acreditado medico ho- ^
v meopatha, dando consultas do meio dia **
W at as 2 horas, c aceitando chamados a ?K
^ qualquer hora. ^5
^00 0000^ ^0000
CASADAFOUTUM
Rua \' de Marco
(Oiitr'ora do Ctmm) 3^
O abaixo assign.ido tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes da lotera -do Rio n. 436* a sorte de
4:0004 em quatro quartos de n. 2403 ; convida os
possuidores a virem receher, que promptamente
serao pagos, como do costume.
Manoel Martins Fiuzal
5ftK W.59
PEMOKES
Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, darse
diuheiro sobre pc-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
-Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
W -J V.'li.1" >*tt^^ ke^n^ *^V. *nm ^-*- "*^ *^
Ao commercio
Os abaixo assignados annunciam que dissolve-
ram amigavelmente, em 31 de dezembro ultimo, a
sociedade que tinhatn na loja de fa'endas da rua
do Barao da Victoria n. 10, que gyrava sob a fir-
ma de Gomes & Silva. Fica a cargo do ex-socio
Antonio Gomes de Oliveira e Silva todo o activo
e passivo da extinta firma c o ex-socio Antonio
Maria Fernandes Silva, exonerado de toda e qual-
quer responsabilidade.
Beeife, o de Janeiro de 1873.
Antonio Maria Fernandes c Silva.
Antonio Gomes de Oliveira e Silva.
1MA
tavello n.
129.
1 \i i No largo do Paraiso n. 22,
i Y ALA. cisa-se de urna ama para
aunar e preparar sallas.
prc-
eu-
Escrava ou ama.
Precisase de uina ama ou escrava, para com-
prar c cozinbar. na loja da Rosa. Branca rua da
Imperatriz n. ,*i6.
AMA
l'recisa-se de urna : na rua de S.
Bom Josus das Crcoulas n. 33, sobra-
dn, entrada pela rua do Calabouen.
Precisa-se de urna mulher para
tratar de nina crianca de mais de
auno de nascida : no principio da
estrada dos Afilelos, sitio n. 33.

Jll.
guindo n. i.
Para casa de una pequea
famil a precisa-se de una ama
que saiba bem engomar e fri-
sar, e (utra que emenda de
costura e ensaboado ; paga-
se bem : em S. Jos do Man-
AMAS
mado n. 70.
Precisa-se de urna para cozi har
e outra para eng minar : tratar
na rua do Hospicio n. 46, ou Quei-
Precisa-se de urna ama
livre ou esorava para casa
de pequea familia, e agra-
dando paga-se bem : na rua
do Coronel Suassuna (anti-
ga Augusta) n. 270.** ____
Precisa-se de una ama para cozinbar e com-
prar : na rua do Livramenio n. 1.________^_
Precisa-se de uina ama para comprar c co-
ziuhar : na rua do Bange n. o.______________
V mi l'recisa-se de una para comprar e co-
^_lll teiros : tratar na praca da Independencia ns.
18 e 20.
\iiin Precisa-se de umatama para servir
^l-illcl _uas pCSSoas, na cidade de Olinda : tra-
ta-se na mesma cidade, casa amarella, junt ao
seminario, ou na rua de S. Francisco n, 72.
G.lliTIETfi
Medico-cii urgico
RUA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
fiSPECIALI >ADES.
Molestias e operffies de olhos.
Cura radicul e iusiatitanea dos
estreifmentofi da uretra.
Consultas : Das 7 s 10 horas
da raanba.
Chamados: A qaalqoer hora.

ul('iii;io.
Precisa-se de um criado de 15 a 16 annos de
idade, e que tenha boa conducta : tratar na rua
de S. Bom Jess n 53, das 10 horas s 4 da tarde.
Previne-se ao dono da casa de penhores da tra-
vessa das Crazes n. 2, que nao pague a camella
n. 1951, a qual foi perdida, scirio ao abaixo as-
signado, seu legitimo douo. Recife 16 de Janeiro
de 1873.
Basilio Jos da Hora.
Aluga-se o 1.* andar da casa dft travessa do
Queimado, n. 1, proprio para escriptorio ou rapazes
solteiros.
Ao commercio.
Os abaixo assignados declaran! que cimpraram
ao Sr. Joaquim Goncalves Casco Jnior a sua
taverna da roa.de Domingos Jos Martins n. 58,
livre e desembaracada : quem se julgar tm di-
reito a referida taverna, compareea na mesma, no
praso de 3 dias. ,
Recife, 14 de Janeiro de 1873.
Carvalho Anjeiras.
Banco Commercial de
Pernambnco.
A directora do Banco Commercial de
Pernambuco convida os Srs. accionistas a
realisar, at o dia 20 de fevereiro prximo,
no escriptorio do Banco, rua do Vigario n.
"1, primeiro andar, a terceira prestado de
10 % do valor de suas ac^oes, devend tra-
zer as respectivas cautelas para se annotar
dita prestado.
Beeife, 15 de Janeiro de 1873.
Os directores,
Manoel da.Silva Santos.
Henrique Bernardes de Oliveira.
_________Joo da Silva Regadas.
Companhia Recife Drai-
, nage.
A companhia avisa aos Srs. proprie'arios e aos
moradores das casas abaixo declaradas, que po-
dem fazer uso dos apparelhos que foram collo-
cados as suas meridias. \
Becco da Lingueta, de n. t a 14.
Rua do Commercio, de n. 26 30,
Travessa da rua dos Ferreiros n, 1.
Recife, 16 de Janeiro de 1873.
Law 4 Blonnt,
Mudanza
0 abaixo assignado faz sciente ao respei avel
publico e ao commercio, que mudou a taverna da
casa n. 53 na rua veljia de Santa. Bita para a casa
n. 50 na mesma rua.
Joo Lopes Pereira Jnior.______
Ao publico.
0 abaixo assignado tendo achado encontr em
sen nome, que sempre" usou, de Joaquim Ant mi
de Vasconcellos, e sendo sua profisso negocio, e
3uerendo evitar qualquer engao, vem por meio
este declarar, que dura em diante acrescenta
sen nome o velacho de Correia, fleando cerno
agora se assigna. Bonito 16 de Janeiro de 1873.
Joaquim Antonio Correia de Vaseoneellos.
.GS
sa
as proximidades dos bonds precisase alugar
urna casa com bastantesxommoaos para fomi lia,
preferc-se com sitio ou quintal murado : a tra tar
na rua da Cadeia n. 66, loja.________________
Prescilla S. Mondes Albuquerque avisa aos
pais de familia, que no.dia 3 de fevereiro tem
aberto a sua aula na rua do Imperador n. 43.
Caixeiro.
Gerentes.
Preisa-se de um caixeiro que tenha bastante
pratica de taverna, que d abono a sua conducta,
nao se poe duvida em quanto a ordenado, confor
meo seu merecimento: na rua Imperial n. 133.
GASA DA FORTUNA
RA 1' DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
CJulea que paga as sortea
Aos 20:000^000.
O abaixo asignado tem sempre exposto i ven-
ia os felzes bilboles do Rio de Janeiro, pagand*
tfctfpiamente, como costum*, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24/000
Meio I*Q09.
Quarto 13:6/000.
Manoel Martins Finia.
Escravo fgido
150;000 rs. de gratificaba
Auieotoo-se desde o da 13 de maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crilo, e bastante ladino ; este preto perfeito co.
nheiro, esiatur ana, magro, olbos grandes, ja
esteve no oogenbo do Sr. Luid de Calar, em S-
Lonrecco da Matta, onde eonslh ter prente*, for
escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr. Jos
Joaquim Gongalves Basto?, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes Stnhores foi cciinheiro, tem
sido visto por pessoas qne o conhecem, diienlo que
est forro, assim tem podido e-capar de ser preso.
Pede-se a todas as autoridades e eapiaes de
campo qae o pegando leve-o a roa do Duque de
Caxias n. 91, leja de Miudsias do Rival sem Se-
gundo qae receber a gratiQcaco cima decla-
rada.


',
.




V
Ao publico.
Companhia Alliamja
seguros martimos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000/000.
Toma seguro de mercadorias e dinbiro
ruco, martimo em navio de vel'i e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
jomo cotra fogo sobre predios, gneros e
ixendas.
Eu. abaixo assignado declaro que hoje em
diante fica sem effeito a procuradlo bastante que
deixei na villa da escada ao Sr. Antonio Joaquim da
SilvaPote.
Recife, 15 de Janeiro de 1873.
Miguel Joaquim finio.
AVISO
Declara-se as pessoas que tiveram a bondade
de aceitar bilhetes em beneficio fasta de Nossa
Senhora da Pai dos Afogados que ero viste de se-
ter transferido a festa e de n3o se ter passado to-
dos os bilhetes ; delxa de correr com a terceira
lotera do corrente mez como se acha annunciad
e sim com a primeira de fevereiro vindouro.
Afogados, r6 de Janeiro de 1873. ________
Sobrado.
Aluga-se o 2 andar, sotao e loja do so**o,n.
Acenie loaqoim Jo GoDcaves Beltrao, 9 da ni da Aurora/a tratar na rua da Imperaffi
roa da Commeio d. 5, i:* andar. jp- s i<-ja-
_
*

_1
?


Diario de. Pernambuco Sexta-feija-17 de Janeiro de 1873
AE/sTA MOVIDADB
PIANOS E MSICAS
AWTOXIO JOS! 11E iZBVEDO
Ra do Burlo da Victoria n, 11, amasen), e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonie o publico m geral encontra~mpreo maior e mais esplendido sortimento de pianos de
Pianos, muaicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de ibrir no primeiro andar do sobrado b. i2 confronte a
botica Haarer, om grande saio onde estao expostos os magnficos
PM AJfcOS de armario, de PleyeL
.------- de meia canda, do mesmo anior.
------- de H. Henrt.
------- de Amede Tbibont.
nico agente cesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE MJCHER FRC.RES
i'
(*.
I
Tambem receben grande sortimento de msicas pin piano, piano e
canto e entre ellas as lindas composicfi* do mniw sympatbico maestro
F. SAWTMI"
A SABEK :
Voc me qner Walsa.
remiados em diversas expolise om 14 medalhas de ouro e praia.
Sao os onicos pianos qne aqni vem da Europa, perfeitamente afina-
do!, fetos com ciegan:ia e i ollder.
D;aqni encante continuar a annuneiarHodas as publicares que se forem fnendo cas suas cOcinas de mnsieas.
Olga Maxoika.
La Separselooi Para canto.
A Lu elctrica, grande Walsa.
Fmnco Brasileiro Polka.
Tomada e Vllela GMope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wat-a.
A Minha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Siodiente N Po ka.
I tima* publicares
Fetas as officinas de mnsieas
do annonciante.
Emilia, polka por I. Smoltz.
Circaciana, schotcb, por Smoltz.
Jardim do Campo das Pricezas,
quadrilha, por J. Poore.
Chava de Rosas, Walsa, por H. Al
brtazzi.
W*a
(
p
V.
5 annos 680*300
10 aonos 2:371*000
15 annos 6.5814100
20 annos 17:058*500
15 annos 45:1x8*500
)
)
>
)
i
(
n hpneficios mutuos
Para espacia le eapiUea e rea din e lutoi-lsada pelo
_ veroo IsaperM
POR DECRETO N. 5022 DE 24 DE JULHO DE 1872.
Capital de responpabildade administrativa
1,000:000^000
CONVERSAO DOS CAPITAESDOS SOCIOS EM APOLICES DA DIVIDA PU-
BLICA IACIONAL.
TABEliliAS
1000000 PAGOS ANNUALMENTE DEVEM PBODUZrB i
No fim de Sea perda de capital Co pe'da de capital
. 9l<3#000
3:115*000
8-441700
zi: 11*500
56:637*700
Urna imposicio nniea de 1X00*000 deve prodntir :
No fim de "5 anooi 2:13**000
deJlO doos 3 819*510
de 15 annos 6:839*000
de 20 annos 12:985*000
de 25 annos 23:255*000 sm
O objecto desta assoeiaclo induzir todas as classes da sociedade, lano o p brea (
como os ricos, a pensaren no porvir e a garantirem, por m(io da economa, a foriona dos
Albos, o pao da velhiee e a traoqollidade do espirito.
A riqueza dos povos, isio a riquea particular e a riqueza publica, Km o (tu fun-
damento mais solido e sna fonte mais feennda na simples economa.
A economa a provisao do fotoro. O qne boje nos sobra qoasi serapre nos talla
amanh.
Sendo a Popular destinada principalmente para cuidar do futuro das classes menos
abastadas da socedade, a administrado, de conforroidade com seu; estatutos, declara que
recebe subscriptores por quantlas minimas at 10*000 e em limite para maiores quaniias.
Os subscriptores da Popular nao esli sujeitos a onns algum de exames mdicos e atiesa-
dos de vida: feos capitaes acumulados e accrescides vantajnsamente pas-arero, em cao
de morie, a seus herdejros natnraes.
As subscripSes da Popular Fluminense podem ser feltas de tres modos dislinctos,
conforme o deseioo socio, a saber:
C0MBINACOE3.
! Pagamento das prestac5es aoonaes ou seroestrses (desde 10*000 :i a mairr
quantia cada urna) podende liquidar e retirar capital e lucres era qualqaer poca depois
dos primeiros 5 annos; sem perda do capital em neubura caso.
2* Ignal ao anterior, porrt.; cp. perda do capital e juros no cso de deixar de pa-
gar algurua das prestsc.oes mareadas ha apolice.
3' Pagamento de urna so qoanlia (nunca menos de 100*000) e di urna so vez e sem
perda em nenhnm caso nem do capital nem dos lucros.
A Ia combinacao offerece ao soeio a Vantagem de nunca per ler capital que tiver
entregado; X, ;- ." _,
A 2* arrisca o capital, porm, asocio que pagar pontualoiente as prestacoes, aute-
rir mais lucros que os que pertencam i 1'; ,
A 3" combluaco oflerece grandes vautsfens soscapitalistas, pois sem eerrer e-
nkutn risco pode se garantir que se bao de auferir, felo menos.Nim joro de 12 O/V ao auno.
Pde-se obter qnalauer ontra informacio no efcriptoriovAos agentes d asociacao
uesta provincia, Augusto F. de_01iveira &_C^ ra.do Commercic^o. U. ^_^
T

>' RA LARGA DB.flOSBfO U. 22
laja (lo \ iaima
Comprou em IcilVi grande ijuant iLt'lc de falca-
das, as quaes \Tude 'c.nn peqneim Ider, por sc-
puir o s\sioma deiranhar |Kvtiofl'e vender depressa;
quem lie comprar ter cortesa 900 compra por
pouco hvis ato melado duque se vende em qual-
qner outra. partte. K' "preciso vir ver depre/sa
porque ncaba-sc lugo, co:iio sempre Ihc aconi
iinando tem iifchiiichas como agora.
Baldes com aiipiinfins para ScrmnrM, de 4 a J*.
Cintas escuras e clara?, de 400 a zlO
Ditas |iercalia< milito li as, de 480 a 3*20.
Cansas de flor de listn de >01 a 40'.
Ditas iniudinlias, d(> 640 a 2W.
Pcu do nudapolo fisto, il<; 9* a 10a>.).
Ditas de dito il; X* a ."000.
Ditas de dito de 71 a 4000.
Ditas de algddO, de 6* a 4^000.
Mcia cascinira do 3 a I6 hi.
Alpodao ainorirano de ristras,di" "50 a 30.
POSMS de esguiao milito lino do 28 a -un.
\
Sempre bom,
Dcclaraco.

A. ^W ffi S A. M
Fiambres
Salames
Cagas
Legamos
Peixes
Bolacbmhas
Leites
Pasiill-ss
Gelas
Frscta1
Chocolates
Praiinas
Ervilbas
Assucares
.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PREIA, que reparem nos botes e meios botes,
poii3 que os ha de rap de outra fabrica e norae diver-
so, o com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confindir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne quizerem do vera.eiro REA
PRETA, devem para nao serem engaadas ver que
os botes tragam o nomo de MEIIROK & C.* e a desig-
nado de REA PR1TA.


MERON 8: C.
L'-i

Com qoanto j esteja bem no dominio fio res-
peitavel publico desta cidade que ningum se
deve dirigir a outra parte qnando se queira obter
ludo quanto concernente confeitaria, pstela-
ria, conservara e culinaria, seno bem coobe-
cida (Confeitaria do Campos) :
Sempra bom que seus propritarics facam
lembrar aos seus numerosos amigos e tregeles,
que este to til, qnao vantajnso esiabelecimenlo,
se acha como nunca prvido dos. mais delico:-os
acepipes, proprios para os regabofes tao commus
nesses lempos que se aproximan) ; prometteodo
nao pouparen esTorcos para bem servir a lodos
que os nonrarem com snas en:ommendas, tendo
para isso nao t
Urna grande reuniao
DE
Psssas
Doces
Queijos
Amendoas
Licores
Vinbos
Cosaques
Como
de a^ora cm dtaate acoofcitarla
do Campos
tendn om sen recinto urna bem montada fabrica
dexoneitaria, pastelana, conservara e culiMria,
est reuriiud a PEDIDO grande quantidado de
aoimazinhos que a convite especial e depols de-
bem aseados devem fazer as deheias da vida per-
narr.b.ucana. e para que peles sens comes n%a
perc%n a lemcraoga os amantes
val vm coosoanie :
P' 's, pers galinhas e gneos
apeles, marrecos e gordos leiloes.
n Vitelas, carueires, cabritos e pombos
Saberosas cvalas eos taes camarSe
Assin como
Bolos inglezes, pudius e tortas
Da Russia e Millo coberias falias
:reraes. geladr.s, de caree os pastis
Frescas empadas em todos os dias.
E depois
Ricos presentes de fetas
O Campos atora tem
Na sua CONFEITARIA
Qoem loe competir? nioguem f
E' bom que todos concorra ra
P'ra quelle esiabelecimenlo
De caixinbas ricas, Quem ba ?
QH9 teoha malor sortimento
Olbem todos vejam bem ;
Aqnillo que o Campos qner,
E, que todos p'ra all corram,
Nao escape uto s se quer
P'ra antes e depois da missa
Da tal nouto de natal
Quatro pistis e um copito
A nioguem por cerlo taz mal.
CONFEirARIA DO CAMPOS
ina do Imperador n. 2*.^_____
O proprietario da caza do pintores, a Wvessa
daadas Cruzcs 11. i, tendu anniuiciado loHau
dos
deixoii
maclas
das, ticando apenas una peimona parto que wra
destinada para o primeiro loilao.
Rccif, l'i de Janeiro de 1873.
CALCADOS
uurzegnfns de catinobiixo para Sratasra a 41C0.
Ditos de dilo a'to para wnlioras a 'i.
GRANDE PKClHINCrlA
Borzeguins fiaucezos para Imnicns, do hezerro,
eonlavo, e aspiado, com lolSes 4e 12* a li-3, c
do 8 0 !i*.'
Grande tmlimonto de todas as meiliores qpali-
dndes do calcados, para Imiuons, sonlioras, meni-
nos c meninas. Tuilo vende barato. _______
guias iiianiutas.
Amara), Nabnco & C vendem msigniae maco-
nicas do diversos (ii'os: no Bazar Victoria,TU
lo Bai.'io da Victoria n. z.__________________
Farinha (h mandioca a 3.3 o
saceo.
Xa roa da Madre, do Doos n. 7 ; a ra, em
quanto n.io se cana.
! Novo estabelecinicnto
de joias.
Rtin do r.ttms li. 1.
Nesto- eslal^'lcciinento so earoBtB
um bonito sortimento de tota qoo sea j
vendenr por tal proco V animara a>
comprador, atiento aovantaj n sysle
ma, .aullar pouco |iara vender mal-
lo, qne cortamente til ao COM?
or e ao vendedor. ...
Tambem se compra onro, praia -; i": -~-
- dras preciosas, bem como se fabrica
I colicorta toda e qaalqner obra. Mnwni *,
mesma arte.
;
rt,
,r?


'>
s oliioctos vencidos, para o (lia IS do eorrente, ^, ixou de cffectuar o leilao, porqae foram rotor $1 WZ
Miase resgatadas quazi todas as caulilas venc* ^mla seaclia venda a lavama sita a i
da Guia n. 3 : quem prole d4l aporoca
em (litante, ota dossorlida ao ti'dima ponto._____
GRAHDE UQUIDACAO DE CHAPEOS
J'ara acabar al lim do rnez
RU DO MRQUEZ DE OLINDA
Avisa-se
a; foi do tencftle-coronel Feliciano Joaquiui dos San-
tos, c depois comprada ao Barad de N'aTareth re-
prsenla ler i i annos, tem falta d dentes na
| frente e as maos com cicatrizes de queimadura "de
gaz, secca do corpo, muito regrista, que desappa-
reeen da casa do sobrado n. 26 da ra dos Coe-
Ibos, que ser generosamente recompensado.
OUTlVORi
(!ladeia 4o Reeife
n.
53
Tendo o ew proprietario de mudar os artigoe deste estabelecireento, deeejando li-
quiflar at ao lira deste mei, tem reskido vender -pr presos raurto oommodos com o fim
de .apurar, dinhek* e liquidar vista, pelo que convida aos Illnaa. 8c chefes de familia
a viren sortirem-*e, pois a occasiao' opportuna, e encontrando um ompleto sortimento
de ehapos.
"Chapeos d palha de Italia para seahoras e meninas, com cafeites.-e sem elles.
Chapos de velludo com enfettes. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
de differentes qualidadee, enfehados, para senhora* e meninas. Chapeos de palha de Ita-
lia, eneiudos, para ontaria de campo. Chapeos de palha para hornens e meninos, de
differenle qualidades- Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa pretos e de
cores, para hornens. Chapeos de l para hornera e menino. Chapeos altos de pello de -seda
para hemem. .
Bonets de differcntesqualidades, tanto de seda, como de palha de Italia, panno, ca*e-
raira e alpaca, tanto para homem oomo paratnenino.
Gorros de seda, velludo, l, tanto para homem como para menino.
E muitos outros artijds que sfom o vista podero eer examinados, afian^a-se que
no engeita-se dnheiro.
Ansentou-se.
O escravo Pedro, de 15 annos deidade
mais ou menos, com os signaes seguintes :
cor parda, cabellos corridos,- alguns .signa6
de bexigas, levou vestido camisa de chfts,
calca de casemira: rogs-se as autoridades
pohcaes e aos Srs. capi'Aes de campo de o
prenderem e leva-lo caa de seu senhor na
ra dalmperatriz n. 4 1." andar, o na
ra da Madre de Deus n. 5 1." andar.
MOFINA
OSr. Martoel Ouarle fodriguos* Pinto quei-
ra mandar pagar a quantia do 56* 'que deve, de
telhas que comprou na olarin de Jos Carneiro da
Cunha.____________________
'". O Sr. Herlrque Dias de Freits queira man-
da,r pagar 30* que flcou a dever do alagnel da
c*na qu njoron, na ra dos Coelbdb.
Est eucouracado
Rogs-c-e ao Illra. Sr. Ignacio Vieira de Mello, es-
crivo na cidade de Nazareib desta provincia, o
favor da vir roa Duque de Caxias n. 36 con-
cluir aqnelle negocio qne 8. 8. u eomprometten a
realwar, pela terceira cbamada deste jornal, em
8ns de dezembro prximo passado, e depois para
Janeiro, passou (evereiro e abril, nada enm-
ono ; e por este motivo de novo chamado para
dito fim, pois S. S. se deve lembrtr qne esie ne-
gocio de mais de otto anuos, e qoaodo o senbor
sea filbo se achava nesta cidade.
Precisa-se
de um menino para caixeiro de una luja de-cal-
cado na roa Direiu n. Jl-
O Sr. Dr.'Hygino Al ves de breu e S8va
tem una carta na ra da Madre de Dos n. 36,
armazen. '
O abaixoassignado taz este ultimo aviso con-
vidando ao' Sr. Simplicio Rodrigues Campello
comparecer para decidimos a respeito das nos-
Hsa* confroHta.-oes, apresentando a que lhe entre-
ga da parte "do poente, para poder continuar com
a do lado do nascente, j cine abandonou no todo
a dita extrema, pois sem d.ir este passo nao sei
eom que direito impoom duvida ao marco do as
cente, sempre existindo elle visivel; pelo contra
rio ou o Sr. faz de mim menino, ou o Sr. meni
no ; ou talvea para eu estar pelo que o Sr. quizer.
pelo meio do terror s aesim eu espero para o Sr
me convencer e esclarecer a razilo, pelo contrario
parece-me a forma de jesuitismo, pis iipr sem
esclarecimento, nao entendo. '
M. J. C.
Aeba-se auzente ba dias o mulato Antonio,
de i cinta e tantos annos de idade, levou calca
camisa de alg do azul, e urna outra camisa de
bata verde por cima daquella e chapeo de feltro
1 velho, o que pode ter mudado, tendo boa pre-
senta, est todava com principio de anemia,
tem cabellos corridos, e no rosto sem nada, pouco
Jgoreso por ter levado urna queda que o ferio
consta que o mesmo anda por tanto Amaro,
Olinda, etc. porque foi visto ua ra da Aurora,
em Santo Amaro, em direccao de Olinda : quem
o pegar Iaveo ao engenho oo Brum, ou ra Im
perial a. 2.
Sociedade Baneficente Mon-
te-Po Santo Amaro.
De ordem do Sr. presidente sao convidados la-
dos os socios desta sociedade, a comparecer lo
domingo 19 do correnle pelas 10 horas da ma-
nh para, depois de prestado o Juramento, proce-
der-se a leicio dos diverses cargos da mesma na
forma do artigo J3, capitulo 6 dos nossos estatu-
tos. Nessa occasiao serio aistr\uidos os respec-
tivos estatutos.
Recife, 15 de Janeiro de 1873.
O !. secretario,
Firmino Alves Barbosa.
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mchameos e Libc-
raes.
Esta sociedade manda celebrar
urna missa por alma'de seu-ina
honorario Alvaro Augusto de Al-
meida, no dia 21 do eorrente (Iri-
simo de seu iassamcrrlo) pelas
horas da manha, na tpreja ma-
triz da freguezia da Boa-vista e
roga-se a assisteneia de seos iimos e dos paren-
tes e amigos do finado.
'/ mw Dt!. Antonio Btoaminondas, de
Farros Qorrcia e Maria Alvos do
Araujo, ,'errro c fua do tinado
Baro de Amaragy, mandara cele-
brar Mina missa por alma do mes-
mo nado no dia 20 do eorrente.
pelas II horas da manlia na ca-
paila do engenlw Amaragy, na freiiuczia. da Ks-
eaa. c esiieraa (|uc os eus amigos e prenles,
residentes naqvwlla t'ioguezia, se dignaran compa-
recer a esse -acto religioso, antecipando por isto
dos regsbof es, \-vu sincero agradeeimonto.
Assoeiaco Portugueza de.
Beweficetiria dos empvqga-
dos do commercio e iiidus-
tdia em Pernambuco.
Pola quarla vez e por orden da direccao inte-
rina dota ajanteianaO) convido a todos 08 Srs. as-
sociados a comparcc'jrem resta seeret ria, ama
da Imperatriz u. 3, 2.- andar, no dia li) do tor-
rente, |ielas & horas da larde, alm de em assem-
bla eral, ekfi*in os memliros para a ova
diroejao, i|e tem de funecionar no' eorrente
anata. J.pediaes Srs. associados para naadoi-
xai o de cornparr;cer aos convites da direcc, o,
obstaiido assiin adespezas (pie se. lornam super-
Duaa.
^eife, 16 de> Janeiro de 1873.
Salvador Jes Ferreira Guimares.
SeAretario.
uluku:

Slanda-se balanzas decniaee tanta W9nin,
; |ol.rs : n roa d" toll*W '- *9-
a.
Excellr-nte louCloho mgiez (m lalas
libras a 900 rs. a ii'ra : no arrroem
limS s & C. ru^ do Am.Mi:n n. :i7.
de (aa:;i
di TOS "i
Bic
Hauburgo

S (ie jjiauuuif)'
Vend- se a i* o eenlo, muilo barato na
ra da Croa n. *, andar, ulao de e*b -
rer -.___________________________-
Grande tropa de burros >.
venda.
Ignacio da Silva Deifo avisa a seus freguezes
i, uera mais interessa'r possa, 'illi! Cl,:i" .'
ir 'na de burros, e que pastar per Barreiros, i
quera, pe*
avisaa-b ou
jpa
Formoso, liscada, Galio, etc., ^'-
quj er faier compras iwde mandar
encontra-lo.
'r
m
tu
S
- -

Joaquim Jos Gon?al-
ves Beltrao
P.ni do Commercio n. 5, i* andar.
Sacca por todos oa paquetes sobra o
banco do Minho, em Braga, e solwe os3-
?tiintes lagares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vea.
Barcellos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
CovilbS.
aro.
Gnarda.
Goimaraes.
Lamego. ',
Lisboa.
Mirandella.
Moncao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castello.
Villa ds Conde.
Villa Nova de FamalicJo. *
Villa Nova de PortimSo.
Villa Real.
Vixen.
Valonea.
Figaeira.
Manta nttenco.
Vnho (U( uva pura da. llha do S. Miguel, assim
coBio peixe de-drvereas lualidades ein barris:
veadem Olivoita.Hirmida -fc Cn ra do Kncan-
lauteato n. II, venda.
Com intiit.i urgencia.
Precisa-se de um ama idosa que ten ha bous
costumes para andar com una menina de 10 me-
I zi's. tanibem forre ouescravo;: a tralar na Passagem da Mag-
daksia, botequimido Bento n.27.
Cortes bordados a 6,^000! i
Ricos cortes de eamliraia cnfa bordado- dq^
Ultima moda, pelo diminuto proco do ((HKJ
corte : na ra do Crespo n. 20, luja de Guillioine
C. da (mulla \ C.
AC6R0Jffi QDRO.
(J ron <5 --tii|ieru gL' xx. S>9.
W Acaba de ivcehcr^dn contt propria,
polo ultimo vapor da Europa, um com-
pleto sortimento de ohjertos deyarata
os mais lindos que tem viudo a este mer-
cado, sondo os seguintes : adereces de
lila-ri-anna. obra de apurado gosto,yol-
& las. brincos, rozola<. salva-. retOfios,
fpk, palliiioiios.collieros ele. ele petos pre-
Vy? coa mais resumidos-potsiveis. Assim
(?k .ima um completo- sortimento de obras
*0? uro : aunis de brilhantes, rozla-,
ag adereces ele. a tambem sem brilhante<. f^f
M &
SKOHKDO ECONOMA t CELERI'ADr.
Obtem-sc com o uso
1
m
i

Feitor
Precisa-se de um feitor que emenda perfeita-
mente de plantar hertalica e que saiba conduzir
carreca de cavado,-ee preeis) or : na phannacia
francesa, de P. Mam er 4 C, ra do Baro da
Vicierif. n. 2S.
COMPRAS.
DA
A WJl'
m
INJECgAO
nica, hygk'iiica, radical einfallivji na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou clironicas; oque
offerece como garanta desahitares resultados
a continuada applieacao que sempre com a-
maior vantagein se tem fetfc) deWa nos Hos-
pitaes de Paris.
nico deposito-para o Brasil, Bartholu.. a
& C, nwLarga do Bosario n. 34.


AttencAo
1004000
Compra-* ama *;raa de 35 a 50 annos-, que
saiba cozinbar : na ibesoararia das loteras, roa
1* de Margo n. 6. ________
Compra-fie urna escrava preta que saiba c.o-
zinhar e engomaiar eom perfeico, agradando pa-
ga-se bem : nacua Direita n. .
Vr:NDAS.
Vende-se urna aolv.eeira eom todos os seus
pertences no pateo do Amparo, taverna da Flor
Mimosa em Olinda.
Vende-se
14 grades de aniarello, sondo 4 de portas e 10 de
janeUas, de hora aniarello, fetas de conformidade
com a postura da cmara : ra Nova de Santa
Bita n. 3a.
Vende-se
Vende-se urna casa terrea na ra Imperial
n. 89 : a tratar na mesma.
ixias.
Futi do engenbo Pontal, em Serinbaem, no
dia 7 de mez prximo passado, o mulato Simio,
eom os signaes siguiles : estatura regular,
corno jecco, cor alaraniada, barba serrada, ca-^
bellos carapinboa e falla descansada. Qoem o
pegar leve o ao sao senhor o tenenie-coronel Vi-
sante tiendes Wanderlcy, no dito engenho, oa ne
Recife ao Sr.Bernardino de Sena Poniual, na roa da
Madre de Deas n. 36, que recebera a gratifjeacio
da 1001.
Akigam-se duas casas terreas eom sotao e
eom bons oommodos para familia, sitas ra da
Aurora ns. 103 e 107. urna dejlas com agua da,
companhia de Beberihe : tratt-se na mesraa roa te a ra de Marcilio
. JO. I ao comprador. '
Mais delles.
Anoeis elctricos.
Daquelles anneis elctricos, tao uteis para o
nervoso, e que a Magnolia, ra Duque de Ca-
xias n. 43 tem vendido porcao I e que por serem
os nicos verdadeiros, muito tem aproveitado ;
pelo ultimo vapor veio nova remessa : elles an-
tes que se acabem. Na Magnolia n. 43, ra iDaque
de Caxi--
Cal preta d Iguarass, tem-
perada.
Cosme Damio Montenegro faz qualquer ajuste
com esta bem conhecda cal. e orometle tazer'
sempre com 100 ou 200 rs. de differenca do mer-
cado, assim como se for grande a quantidade,pro-
mette um so pre$o,quer abaixe, quer suba, assim
como faz o que poder para agradar aos fregue-
res : quem quizer drija-se ao Forte do Matlos n.
4 junto ao chafara.
Vende-se um moleque rudo, de lo annos,
bonita figura : trala-se na ra de Hortas n. 96.
Kerosn
de primeira qaalidade, marea Deves, vendem
Pereira da Cunba Irmos, ra de Mrquez de
Olinda n. 21, I* andar.
Para o carnaval.
Na ra das Trincheiras n. 11, loja do ciriguei-
rc, vende-se franjas e enfeites dourados e pratea-
dos para vestuarios de mascaras.
Cadeiras oratorias com a.-sent de painm&a
10*000 cada ama i cass do Apollo, arma-
tero de Tasso lrmlos & C.
Vende-se a taverna' siu ra do Viscondc
de Pelotas n. 1, outr'ora do Araga, propria para
principiante por ter poueos fundos : a tratar na
mesma.
Cemento.
Vndese o verdadeiro Portland hi barrios de
13 aTrobas : no armazem n. 31 na ra du A
rira.
Vende.se o estabelecimento de molhados,si-

BICHAS DE UA1BDRG0
As mais recentes roelhore?.
Pas b. W, o motivo se (Era Vendem-se na pharmaciae drogara de Bar-
bolomeu & C, ra Larga dosario o Bn. 34.


DMMd&Ttotm\>\tob Sfesrta-fiftt 17 de- Janeiro vilo *$f
y -
Para ecabar at o
Na ra da Impertlriz n. 60
anuo
i 9 .MlMI


l'lwi
PEREIRA DA SILVA C-
Tendo os propietarios deste" grande estabelecimento. nn.avo.Kado sortimeoto de
[atendis ea ser, e deiejitilo liqiiJa-!a!, al o flrn do correte ando, tena resolvido ven-
de-las por pregov milito commoTlos, cora o fia de apurar dinheiro, a vala do qae
convidara o llm. Srs. chafes de familia a virem sortife, nao s de fazenda de primei-
ra.nessecidade, como de f.izeodas de laxo'e goslo, das quaes encontrarlo nm sortimeto
das mais novas do mareado, chegadas peina altimos vapores da Earopa.
FAZLNDAS DE GOSTOS
FAZENDASEE LE
CORTES DE ASSAS A 20300 E 3^00.
O Pavo vende rrtrtes dn-cassas de core*,
eom pi 1roo- muito bmitos pelo barato
preco de 2500 3500o.
CORTES DE CHITAS, A siOO E 25880.
O Pjv3o vende cortas dj chitas fr-incezas
Baa3, cora 10 eovados pelo di inmuto prego
da 2<$V.O oda corte.
Ditas coa 12 eovados, pelo prega de
2JS30 cada corte.
PEQ\S Ol CHITAS A 7(5200.
O Pavo vende ipecas de chito Boas, lia
dissira/s padreas, lendo 30 eovados cada
BAREJES DE SEDA A 100.0 E 1,5400 O
COVADO
O Pavao recebea pelo ultimo vapor
francez. nm grande aortimento dos mais
lindos barejes de seda, sendo em cores
e gostos o melbor qoe tem vio lo ao mercado,
esta nova fazenda mnito propria para
vestidos para bules o.i casamentos, tendo
entre esta fazenda delicados pairos bran-
cas proprio para vast:d >s de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 1^5'JO e 20000 o covado.
O Pavo*recebeu om elegante sortimento
peca
ama
pelo b r.uo prego de 70200 cada das moa modernas e lindas popel i o as de
'tii8.S8.e40.. \
Acaba Madresilva de receber diverso
objectos,.como sejam :
'leos adoregos de madreperola b'rancos o
do cores. .*
Diademas d marpcra, ditos doura'dV,
ditos'do mhssa ou bfalo, ricamente enfeita-
dos, cre/os fingindo brilliantes, cassoletas de]
plaque"1 com valias e sem ellas, imitando,
ouro, pulseiras douradas, ditas imitando'
tartaruga, rice sortitmuito de grampos para
cabello, sendo borbolctas, besourus e beija.-1
floree e outras militas qualidades, tudo de
muito gosto, rico sortimento de gravatinbas*
de lagos para senliora, seudo velludo, sarja,!
setini, gase, estossezas e de una so cor, fa-:
zenda intoiramente novidade.
Lindo sortimonto de leques de marfim/
madreperola, tartaruga, ditos dourados, com'
seda e sem ella, alm destes de outras umi-
tas qualidades, que enfadonho seria mencio-
nar, tatito para senboras como para me-_]
ninas.
Rico sortimento de puahos c gollinhas
bordadas em cambraia de liidio e camizinhas
bordadas para senhoras.
Bonitas guarnilos ou dragonas para en-
feites de vestidos, assim como os muito deso-
jados cordoes de seda, fazenda inteirameute
novidade neste mercado. .
Rico sortimento de caixinhas com prepa-
ros para costura, sendo de tampas de crystal
e de outras militas qualidades. o tamanhos,
ditas para porta-joius, porta-eitractos,(rieus
gnrn !5?80.
mu o bar; lo.
LENCO'US DE BRAMANTE.
O PavSo vende ienges de bramante moi-
to grandes, sendo de un panno so, pelo ba-
ratissimo prego ite 2A"i03 cada om.
CHAILES BARATOS A 1*000 E 2JO0O.
O Pavjo vende chilles de tarlatana gran-
des polo barato prsgo de tflWO e 25 H)0.
Ditos de a i estampados imitagao de
memo i 2#0;0.
Ditos de qnidroa modernos, muito en-
capados 30000 e 40000; assim como
grande sortimento dos mais fiaos cbailes
crepon e merino qae ae vendem por precos
Bonita em co'nti.
MADAPOLOES.
Pepas de midjpotto francez muito fino
com 20 jardas a 505OC e G0OOO.
Dit >s com 24 jardas mailo superior a
Wroo e 7100 >.
Di o ingiez taeotla muito finia 50000,
60)00 e6W ate i 0*5000.
Ditvs franceses eingezes muito fiaos de
40 jardas para difi'erenes pregos.
ALGODOZINHO
O PavS) vende por preg maito barato
p<;.i3 de algoJioimbo americano moito
bam com 18 jardas l#XK>.
Dito com 24 jardas a 45500 e 50000
a' 6)5000.
Dito largo marca T muilo encorpado a
Mooo.
ALGOOAO ENF33TADO. -
0 PavJo vriide i \erd;dipn a superior
a laozi 8e:da rautio enorpado a l.> 00 cada van.
Dito t-avigid d? m^s ni
CUITAS LMfliAS.
0 P*tJi recule aia ekecelitotes chites
fraocesas caa e aaenras c m muito bom
pa iqo iO rs. t.ada covalo.
Dita muito tina 280, IttO e 360 rs.
Percaes fit,issimos uiodinbea a 360 e
400 r?. cida cov.do.
CAMBRAIAS.
O Pavo ven le cortes de cambraia trans
pa!>n.e propria para vestidos a 2^500 e
3t>.
P.ga de dita nabo fina com 10 jardas
tanto 'taiada coaio transparente a 45000,
5'5J00 e 6.5000 al a mais fina que vem
ao mrcalo.
BRAMANTES PASA LENCO'ES.
O Pavo venle superior bramante de al-
fljodao Un : i 6 palmos de largura que s
percisa de i / vara para ua lengo!, me-
tro I (500 e a vara I0SOO.
Dito de linho pa,o soperior muito encor-
palo c.oui a mesmi largura a vara 25400
DiMfs Iraaeeses mailo fiaos a 2^500 e
81000.
' Paga de Hirnbcrgo e pino) de linbo com
20 e 30 varas, pan t-dos os pregos e
q'nl'dade.
Pegas de brelanha de poro linho, tendo
W jardas pelo3 pregas caais barato que se
tem vito.
Pechinchi de fioissimo esgui5o sncelena
o-)m 6 jardas 7^:00.
Pega de GoUsimo celena .com 30 jardas
a 305OQ, atoalhado adamascado com 8 pal-
m-.s de 1-rpur. a vara 2,4 00.
LAAZlNHvS DE FttTA CORES.
O PaiSo 'endi um elegante sortimento
da 15-izi bi? de furia t*res q te bri!b5o qoa-
s como s' ia ten )o de tad s as cores, e ven-
do 350 rs. o covado.
C\LCv.S DE CASEMIRA.
O Pav3o tem cu grao le aortimento de
caiga de csemita, assin como cortes os
mais moderaosipw tem vindo nos aflimos
flfirias c G fizeada das mais finas e mai
novas ao mercado, e vende se par barato
prego pira apurar dinbeiro assim como cal-
<- de brim hr.n*j e de (Ares por pregos
Mo raxnavtis para aiabar.
CORTS DE PEUCALIA COM DASSALVS
A 45000.
O Pavao venda bonitos CDrtes de pracalia
con du.as saias, sendo fzenda de muito
g -,u a iC0, pecbiocha.
TNICAS PRETAS.
TO I*'va i recebea em fraude sortimento
das mi- ri :as tnicas de grj preto, rica-
mente enitadas, e vende par prego'razoa-
vei.
VESTIDO? BRSNC03 BORDADOS DE
3530000 ATBO/KKKT.
O Pavao recebea nm liado sortimento
das imi* ricas corles de cambraia branca,
ri:imcne borlado, e com lados os enfei
tes nHceisaiias, e vende pelos pregis -de
3o'VJ0 > atj 60)5000, naa tem vindo nada
mai* ri") na mais moderna.
CORTINADAS PARA CAMAS E ANELLAS
A *W>.3,W0O:E!Oi50O>.
O Pava tem no gran le sortimento de
carlina das para cama e j millas, que ven-
d Dlo b 1-W0O0 o par, tedo at por 8030, assim
coma calchas de damasco para camas do
naivj*, e grande soriimeaio de tapetes ta-
t) para 4cadnras jomo pira cimas, pianos,
portas, etc., todo redil por pregos razoa-
fola,
II e seda, e linbo e seda que vendem a
1)5500 e 2000 o covado, tendo padres
letrados miado e graudos que parecem
propriameate seda, assim como das mesmas
tambem tem brancas proprias para vestidos
de noiva.
NOVAS SEDAS A 20500
O Pavao vende bonita e moderna seda
de urna s cor, tendo de todas as cores, com
delicado lavrores miodmhose vende a 2500
o covado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
O Paviro vende b mitos cortes de seda,
fazenda de moito gost), tendo 18 cavados
cada corte c vende por 454000
J)ios de 20. eovados a 500000
Sao muito baratas em relago superior
qualidade d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
0 Pavao vende nm grande sortimento
das mais modernas, b ipiistas com lista de
cor, proprias pira vestido, com as cores mais
novas qu t m vindo aa mercado sendo
muito mais largas do que as chitas francezas,
e veaie pelo biratissim prego de 500 rs.
cada civado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO-
Neste grande estabelecimento encontrar
o r .-[> -ita vfil publico, orna bem montada o(B-
cina de alfaiate, onde se manda pxecotar
qoaiqner pega de obra, tanto para homen,
como para meninos, com a maior pres-
tesa a perfeigSa assim como pira qoalqaer
luto que de repente apparega, tendo na mes-
ma officina om perito olBcia! destinado para
farda dos llm. Srs. officiaes de goarda na-
cional ou tropa de linba, sendo esta officina
duigida pelo babil artista Pedro Celestino
Soares de Carvaibo.
NO VOS- VESTIDOS A 40000.
O Pavo receben um elegante sortimen-
to de no vos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de c6r, e vende p*lo
barato prego de 40 cada um; muito ba-
rato.
ESPARTILHOS A 30000.
O Pav3o tem um grande sortimento de
I)
porta-relnjpas,- porta-charutos, porta-cinza,
tinteirC^casticacs, tudo sao objectos de
plaqu, proprios para presentear a qualquer
pessoa, assim como diversos objectos para
escriptorio, facas para cortar papel, carteiras
para notas, caixas para phosphoros, caetas
bordadas e lisas, maracas para criangas, si-
netes para abrir firmas, caixascontendo urna
caeta, um lapis e um caivete, agulheiroe4-
e dedaes, todos estes objectos sao de marfim,
fazenda inteirameute novidade, assim como
outros rauitos que s a vista dos pretenden-
tes se poderao mencionar.
Vestuarios para criangas, chapoaunhos de
seda, sapatinhos de merino esetim, mcias
de seda e dcalgodo, brancas o de cores, tu-
do para baptisados.
Rico sortimento de babadores para crian-
gas, ligas de seda para senhoras, lencos
brancoscom-ramageus, meias de seda para
senhoras e meninas, ditas de fio de Kscossia,
o melbor que so pode desejar, assim como
meias de la, proprias para senhoras.
Rico sorlinioiito do escovas com costas de
baleia, marchetadas de madreperola, para
roupa e cabello, e de outras muitas quali-
Nades.
AGULHAS K LINHAS PARA MACHINAS.
A Madresilva acaba de receber um com-
pleto sortimento deagulhas e linhisbrancas,
de cores e pretas para machinas, dos fabri-
cantes Grover & Bakr's, assim como agulhas
de todas as qualidades e linhas de soda para
bordar o para crochet, ricas capailas com.
veos e sem ellos para noivas, filbranco com
bonitas ramagens e com 7 palmos de largura,
fazenda especial: s na Madresilva.
Rico sortimento de flores de laranja em
ramas e sepas, de todos os tamanhos, para
enfeites de vestidos de noivas.
Rico srtiiiiento de collarinhos e pannos
bordados o lisos, de linho e algod&o, para
homens, assim como_ chapeos de sol com
casto de marfim, ooutrosmuitos artigop.
TEM A MADRESILVA ^
bonito sortimento de jarros, castigaos t m
^ingentes, garrafas c copos para espiritosa
frascos", garralinhas de diversos gostos, pro-
prias'para toilettes, assim como acaba de re
MACHINAS
DE
COSTURA
Cnegaram ao Bazar Universal da roa No-
Va n. 22, om sortimeoto de machinas para
costara, das melhores qualidades que existe
na America, das quaes muitas j sio bem
conhecidas pelos seus autores, como sejam;
Weller & Wdson, Grover dr Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras muitas
qne com a vista dever3o agradar aos com
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fa/.er
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feig3o como as mais per-itas costureiras.
Garante-se a sua boa qna'ida.de e ensini-se
a trabalhar com porfeieS **m menos de urna
hora, e os pregos sao ia> comm- dos qoe
devem agradar a>>s preten \ea\e*
-^
-
Kehniatin Fr^eo ww#Wi
libras ater mas : a' ni do
.Crespo n. 16, primeinandar,
RIVAL SEM SEGUNDO
Chegaram agwlh^s para nabina-, do fa-
bricante Grover A Biker. Dinit > JOPO.
j III) a!ili
Roa do SSarfjuez de Oiinda
n. 50 A.
Tam |ara vender os seguioie? objectos ibttM,
msneiODsdos, pelos-^reQos maia resuroiilos, cumo
sejim : Goiiue* moderno" a 2*000. pefM de eo-
:reo80!i burdaio* da diver.-as l.nreoras a 300 rs
lutias d- colariohos dn linho a 4500. ito ma
fiaos x SOOt), lechn para aiKiheira .1 200 rs. boa
facunda, hnli.i de carrile! de 200 jardas 60 ra.
la para bordar a 5J000 i lira, leqaes a iiuiucc
ds sndalo a 1*5(0, larapanoas a 600 rs. a dazia,
caixas com papel amlzada a 60<) rs. ditas com di-
to superior a 700 rs., envelupes a 400 rs. o cen-
to, botinas nacionaes para hornea a 4500, foso*
para Mfeoeu a 1*500, agn'fl.-is trncelas a 40 re
o papel, jabonetes de alealrao a 500 rs. ajaa fl>
rida verdadeira a ittf a garrafa, dita inferior)
t*O00, frascos com sndalo .1 1*000, dos con
oleo poilncome a 8C0 e 1*000, ditos com dito ba-
bosa a 320 rs. ditos com agm de coIoroa a 240
e 400 tf. pegas de gal5*s branco para enfeites di
vastidos de changa, a 400 a 500 rs., massos com
U pegas de tranga branca a 240 n ditos eom
ditas de cores a 320 e 400 rs., dorias de phjspho-
ro regaranga a 240 rs. e a groa_ a 2*400, e ou-
iros mottos artigos, qoe para pao tornarmo-nos
en'ad'inhos deixamos di mencionar, os quaes ---n-
dm ,e baratos pwa^Mtbaf,
Pede obter em pooeo t.mpo com o oso do melbor dos licoresa aflamada
HESPRIDINA
Faz?oito annos qno conhecid este precioso tnico, e difficil achar nma peasoa
que, tndo experimentado pessoalmente, nao falle em seu favor, j como bom estomacal
e apetiaador, tomando um calix della antes de jantar, ou como facilitador da digestao
t mando-se depois.
ABASE
da HESPEBIDJNA a LARANJA AMARGA, ci ba um s habitante da BRASIL (a Ierra
especial das laraejas) qoe nc conbega as propriedades mediciaes da doorada frocta.
ora bem, a
LARANJA AMARGA
em seu estado natural tem om gosto pouco ngradavel, e o mrito da Hesperidina con-
siste em reter suas boas propriedades, e ao mesmo lempo aprsenla-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPRIDINA como INDUSTRIA NACIONAL 03o tem nada qoe invejar >
melhores importagoes europeas de catbegoria semelhante. Estas, qoaado muito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinag5o perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qoe nm artigo no qoal pde-se ter inleira confianca, por ser paro
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e antorisada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiltindo sua livre eiaboragao no imperio; ou'.ra
BIIJl PROVI
e a acceitagao geral que tem em todas as partes onde apreaentada. Ean I M eitabo-
lecense a primeira fabrica em Buenos-Ayres; em 1869 a segooda em MontevUo ; e
uo dia da ebegada de S. M. O IMPEliADOR inaogoroa-se a fabrica qoe actualmente
trabalba na corte. Em Valparaso e em toda a costa do Pacifico tem boa acceiiagio,
tanto que rara a casa que considera completo seo aparador sem orna garrafa de
HESPRIDINA
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O homem doente toma Hesperidina para obter
SAUDE
.

O homem dbil loma Hesperidina para obter
_>*.

do molduras douradas, de todos os tama-
nhos, de 3 a 9 palmos de altura e largura
regular.
A MADRESILVA
acaba de receber um especial sortimento de
luvas de Jouvii, brancas, pretas e de cores,
para homens e smrhoras, assim como tam-
bem para meninas e neniaos de I alios
para cima.
BONECAS.
\, Rico Sprtimnte de bonecas de Unios os
tamanhos e com rosto de cera.
BORDADOS.
A Madresilva acaba de receber um rico
sortimento do bordados em cambraia de li-
nho, fazenda inteiramento novidade neste
mercado, sendo babados e entremeios.
Finalmente, n Madresilva, alpm dos arti-
gos que vos faz mengo, tem otros m.uitos
que enfadonho seria explicar-vos, por isso a
Madresilva espera que vos dignis visita-la
mais a midu, a qual vos ficar sempre
grata._________________^^
Laziuli's para vestidos a 320
res o colarlo
S na ra do Duque de Caxias o. 60 A^ptttr'or*
roa doQji-imado,
Silva &'C.
loja da esquina, de Beato da
espartilhos, tanto para senhora como para, ceber um completo sortimento de espelhos
menina, qbe vende pelo lauto prego de
3,5000. Ditos muito finos a 400-0 e S|000,
s5o dos mais modernos que tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R3.
CHITAS A 240 RS.
O Par3o vende chitas francezas-proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padres claros e escuro, pelo barato prego
de 240 rs. o covado, por ter um leve to-
qu* de mofo : pechincha.
SAIAS A 2-50CO.
SAIAS A 20000.
O PavSo vende saias brancas de orna s
pega com fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 2({H)O0 e
25500.
Ditas com pregas e bordados a 3)5000,
pichincha.
LIQUIDAQO DE CALCAS DE CASEMRA
0 Pavo tem om grande sortimento de
caigas de casemira de todas as cores e qoa
lidsdes, para toflos oj preg 13, e desej-mdo
muito liquida-las, resol ven vende-las 'por
um prego moito em conta, para diminuir a
grande porg3o.
CORTES DE FUSTAO PARA VESTIDOS A
30OGO.
O Pav5o vende cortes de fosiao branco,
tendo 12 eovados pira ves";dos a 3^000,
pechincha.
CORTES DE VESTIDO DE CsMBRAIAA
oi'joo.
0 Pav3o vende bonitos cortes de cambraia
branca transparente, com bonitas vstase
lavo-es, proprios para vestido, tendo 8 va*
ras cada corte, pelo barato prego de 60000,
pechincha.
CASSAS FRANCKAS.
O Pavao vende bonitas cassas francezas
com bonitos padrdes, e de muita pbantasia
pelo baratissimo prego de 240 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda d muito mais dinhei-
ro, grande pechineha, na loja do Pavo.
BOURNS A 165)000.
O Pavo recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at hoje sao conhocidos, e em relaglo ex-
cesiva barateza", con?idam-se asEtmas. Sras.
para as verem, para assim admirarem o que
ha de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 6J?0O0.
O Pavo vende cortes de cambraia branca
com listas e lavores da mesma .cor, tendo V
aenda para um vestido, e vende pelo barato
prego de 69000, por ser grande pechincha.
Ditos muito finos com babadinho branCos
bordados a"89000.
Ditos ditos com listas de cores a 4J900fre
Engenho S. Matheus. .
Vende-se um engenho d'agua, inoente e corrente
com motas linas obras, meia legua distanto da via
frrea, estaclo do Gamelleira, pelo mdico prero
de 16:006^000, didlieiro vista. Tambem vend-
se dando 6:000000 vista e dez dividido em
cinco pagamentos annuaes, sendo que as lettras
descontadas a 1 */ ao mez, produzam os dez conios
de reis : a tratar a ra do I.ivramento u. |, 1.*
andar.
Vende-se tres pretos, sendo um de 2o an-
nos, dous de 40, um destes torneiro : tratase
na ra de Hurtas n. %.
Cheguem ipiaiilo mies!!
AS$000!3$ftOO!S$QOO!
Lindos chapos campestres, da ultima 'moda,
para senliora, s na ra. do Duque de -Caxias n.
60 A, loja da esquina, de Rento da Silva & C.
Aluga-se una escrava para todo o strvico de
unu casa de familia : tratar na ra Primeiro
de Marco amigamente do Crespo, loja do Hso
junto ao arco de Santo Antonio.
Radical para
Escrfulas, Chaoas Antigs, Ulcbras,
" Febjdas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
POSTREMAS, ERUPgOS, HERPES
Inaplngren, Lepra, Tinha
e todas as Molestias da Pelle
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITIGAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
[As molestias Syphiliticas
t
Febr es amar ella e Typhoide
TRATAMEHTO
PELO
VINHO
DEPURATIVO e RECONSTITUIRTE
! B" BELOR, de Paria
DEPOSITO i, boukvard St-Martin. Pars
Agentes Geraes para o Brazo..
F. RODDE (ao grande mgico), ra do
uvidor, 118, Rio de Janeiro.
"- ^Tt'- ... A .ZjJ
Nos bailes as donzellas e os mogos tomam a Hesperidina para obter boa cor
?n;macao durante os loncos gyros da
RARROS JNIOR cr C, i ra do Vigano Tenorio n. 7, I9 andar, recebaran ea**
grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguintes:
Hotel de l'Uaivers, roa do Commercio.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalyes da Fonle, roa da Cadea n. 2.
Antonio Gomes Pires i C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires & C., caes 22 de Novembro.
- Gomes & Irma hotel da Passagem. ______________^_________
NOVIDADES E PECHINCHA^
E.\I
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA
DA
LOJA DO PAPAGAIO
*
Tendo por mestre Mr. Charles Lauretil
BA DA IMPERATRIZ 17. 40
- Mendes & Garvalho scientificana ao respeitavel publico, qoe acaban de receher i%
completo sortimento de azeudas finas de todas as qnalidads, tacto d 13a como de .'
jnbo, seda e algodao, o que ha do mais modernoe do melbor gosto, e portanto coov
jdam as Exmas. familias amigas da economa o mestica, a virem oomandarem na U)ik
DO PAPAGAIO, e verSo que compram fazendas bonitas e baratas por menos pwo je,
jamis compraro.
COMO SEJAM;
Granadinas de seda de urna s cor, lar- Chitas francesas de todas as qtTalldade
gas a I 600. j de 330 rs, at os cretones de 560 rs. o co-
Ponpelinas sarjadas de torta cor boa lar- vado,
gura, a 1(5200 o covado. Cortes de cas.a brancos bordados co
Alpaclo de cores com listras de seda para babados de seda de cor, e braoco, e ootre
enfeite, a 8C0 rs. o covado.
Laazinhas de cores, em grande quantida-
de, de 320 a 500 rs. o covado.
Cachenez francezes para senhoras e me-
ninas, a 35000.
Cretones francezes para cobertas, cor fixa,
a 800 rs. o covado.
Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
G bertas de fusta-., de 13 e de outras
qmdades, brancas e de cores.
Poopeliaas de seda, de flor e de quadro
a 1S00 o eovado.
Pecas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas.
bordados com listras.
PARA LUTO.
Veos de fil de seda pretos a 8000.
Merinos para vestidos, bombazina, srife
tao, alpacas, laazinhas, crep, cassas e cb<
tas, todo em quaotidade, e para diverso'
precos.
Groedenaples pretos, de 10COO, HOCO
24500 at 500O.
Seda prea eom listras assetinadas par
vestidos.
Chapios de sol de seda para meninas.
4(50; 0, e tarados.
Ditos pan 'homem de 1050CO at 20*
Ditos de alpacas de cor o preto, par. d
Ditas de cambraia adamascada com 20 va-, wsos precos
Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
3ue flra gntre o do eemmendador .Tasso e o du
esembargfador Doria, com casa de vi venda," dife-
rentes arvoredos,, grande paixa de cap'uu, etc.,
dando os fundos para a estrada chis trilhos urbal
nos ao p da estaca o da Jaqueira : a tratar n?
ra do Amorim n. 37.
Livre de ppmtoim
Ditos de cambraia branca com 20 metros
ftnntnKtrthiv;rlp fArM Qooa F" .ntol. Acnam-so alguna, de laum efraacaiyem muito
deiiaroamnosae crese woo. t grande I Mt ^ ,. por pret09 baratissimos ; na-na da
peetocha na Ioj.i db Pavle. Ufoipertriz, lojt n. 54.
MOLESTIAS do PEITO
HYPOPHOSPHI
noDpCHURCHIIiLi
MMPE OE HYPOPHOSPHITO DE SODA
I8R8TE DE HPDPm)ST>HlTO DE C*l
PILOIIW DE HTfOPUOSPHITO DE QUININO
CHLOBOSECOPES PLIDAS
IMDN DE HTPOPHOSPHITO DE FERRO
PILU.LUS OE HTPOPHOSPHITO DE MANGANESO
T05SE.BP0NCHIT1S.ASTHMA
MSTItMS PECTORAES DO 0' CH0H6HILL
Exigir jura os raropes o frasco qundrado
V m MM 0) provctot a asignatura do
D' CSTlRCHILli, e o leirelro eom a marca
de fabrica da pharmacia 8WAMN, II, rw
CattiyUot. PARS.
KAROPB mroiu MASSA
de NAF DELANGRENIERl
PRIZ, N, rita Riehllitu.
60 Mdicos do* Hopitae> depart eoBsUraas I
toa apmMaidtwl obre todos o* mais jeito- f
raes e (M poderosa eficacia as Tones, I
AMatsMi, Orppa ((# tontulsa), Irrita-1
Ses do Mias, ele. Bepoaitoa naspharma-tl
i acreditadas do Brrl,
Muita atteneao.
Viho r*e uva pura da ilha de S. Migu 1; ae-
im como pcixe de diver as qualidades em bar-
ia : vendem Oliveir Miranda 4" C, ra do
BncanUmcfllo i. .11, venda.
ras, a 12^000.
Saias bordadas mnito finas de 4 e 5 pan-
nos.
Balees de chita e de cambraia a $5000.
Nansouks e baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas qualidades de 13asinbas e alpa-
cas em retalhos, para todos os precos.
Bramantes de linbo para lences, de 2&20O
at 4^000.
Dito de algodao moito largo a 1800 a
vara.
Algodao largo paralences, a 1*000
vara.
Atoalado adamascado de Robo e algo-
dao.
' Espartilhos de linbo finos, de 3-5000 para j
cima.
Lazinbas largas com listras de seda, a
800 rs. o covado.
IfadspoRies ingleses e francezes de SiJOOO
at 124000.
AlgodSosinho de todas as marcas, diver
sos precos.
Bareges com listra de seda, a 500 rs. o
covado.
Cassas francezas de cores fixas e lizas
com barras, os padrdes mais bonitos qoe se
teem visto.
Tapetes avellodados desde os mais p*-
qeedos aiot HiaiotVs.
Damasco carmezim para colchas, o m
Ihor.
-Pannos de croch psra cadeiras e so-
pbs.
Cambraias victorias de todos os nom>
tos.
Ditas transparentes inglezjs e snista, co
a largora de tarlatana.
Filo de linho e de seda, branco e preto
liso, de salpico e de fl ires.
Camisas bordadas para senbora, de di
verso presos.
Meias para senboras, das mais inferior*
at as mais superiores qoe" teem appar
dio.
PAHA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento te montn om-
officina, e qoalqaer bomem qoe tfnizer ve*
tir com gosto, achara nanita varieddi} et
camisas de cores, patines Anos e daieifitr.
o melbor que ba no merend, roopa feu
em quantidade, assim com > camisas frao
cetas e inglezas, lilas e bordadas, ceroola
de 1 nho e de algodao, meias, ovarinboi a
grande quantidade, grvalas de Iodos o*
(eitios, camisas de meia, em somma acn
tra de todo que p ecisar para vestir cor
gosto e elegaocia.
-
FORNEGEM-SE- AS AMOSTRAS A-QUEM AS EXHIBIR E OS FIGURINOS AS
FREGL'EZAS DA CASA.
Boa acquisic;o.
^Vendem-se as duas casas, ra do Viscon-
de do Herval ns. 87 e 89 : tratar na ra da
Senzala Velha n. 106.
\ Vende-se urna taverna bem afregueada pa-.
ra a terca com poneos fundos, propria para
principiante, na freguezia de Santo Anwuio :
aatar na ra do Fogo o. 20, vena.
Sngar Wafers.
(Vanitla)
A m'elhor bolachinba atc.koje conhechl. '
, para cha, como para dietas : vene-se nacottW
tar do CaiAW, roa ftlmperader a. 4'.


"
i
ZH_i




filat-j* de ftetnamlxica Sexto forra *7 ^e>t 'i
t
<
=;
R40mm|. s vf dftV-sat* h* ffe e*R Ir4
farfiiarfas
Neste arija* aaopncaia ar ttphoteSea, -anta
diier *o ( fj.brietiNei.*!) Oosoeill, Gwdm,
Lubin, Riaiel a Lcg raaj ; esias prTumari deu
vet vieram m vasos da mbdellos nntoa, e que
pea w elpgtoHa toratin proprio pira nm
iwdo prnsate
Tran-pas fritettijas de si!a
branca.
Da.'U v: o necaawx o teto minifico, heeasa
muitj'Uit, moteltos botos e te-todas as laigara
Bonecas de borracha
Destas biwWsteio pequea poreio e de dvar-
sos lamaoeo.
Diademas
Liados e de raodellos botos. Telo eoan msilo
fio*.
Quem duvltor ?enha ver
DeoedlfaEetile a Mf noli rna Onqo* ?e Ca-
xias b. 45, tonreaeer :oa teas amigos e f refae-
zes, de soa especialidad^ em corrrspoadeoiea, na
parte oais elefante do mundo ; agora mesmo o
ultimo va;-dr chegado da Europa trooxe ama par-
le de snas iraeommendss para o lempo de testa,
instando do seguiste:
Para o bello sexo
* T*iiito aa,-disi>(fsr paMsde : veaaaai Aleo ir
UMCioiiHUiiuieaai roa do Attorim
COKSTIPAC*0
lu
un
WI'MATISMOS
fU.
.Z$rntPUftAT/VES r.
^ 56 B4 Sebastopol'
Q-
*1
ln-
llhflKrr
* cmwr'tf
I DOS REFRESCANTE
OEPtlfA 1
SN2wend*-
* ^* l^.t?
34
SAUDE
DEPOSITO GERAL
NA
pliar macla e drogara
DE
BARrHOLOMEUC.
-Ra larga do Rosario34
ii.un jiitiol

H>>i't>iJr-
III
(IIEIJIH
Lio e caco'etas de ;artaroga bordadas a ouro, aesioi
como bonitos urampos com perolas e oalras pe-
ora* para cabeca : a Magnolia solicita do bello
sexo, que prima setaprc no chique e na moda, que
vesta Ter e~.-.. *
Luso e bom gosto
I'.ira er.rquecer e afurmosear nina sala vieram
lido jarros 'e ardinelras-tie porcelana moo fina
e de binirrs rnodellos inteiraraente botos, coca
Mudo? dese>stio< e dourados; assim como ornaos-
prjulidata m pannos de eurocbet p. ra sof e
caJir.
Qm*\1
0 mor.- i-hiqas da moda que nao apreciar
orna liada guarnirn de marflm, madreperla, nnro
e pla-ptet, c.oosa lmdisma e de molde especial e
nunca /todo aqu; roor o boas coapeo.- de sol com
abo ie mirfl.-ii e bengalas imilacao de nuisorao
com eabj ola niaireper.'la, por certo oenhom del-
sari de Tir a I iji da llagnotia a rna Duque de
Casras a. 45, etcomer qualqaer desles objetos :
Bao caro I
Novidade.
Ricos chai'-) para senhora, do palha le Ttatia
e do : so so on>ntr.-iiii na Predilecta, ra leCa-
imffl n. I A) a ellcs antes que se arobcm
0 bacalbao da Noruega, em cix*s e meias
ditas : no caes da Alfandega b. I, aruiazem de
Tasso Irmids & C.
no
Antoniolerf.yrade-tTiTeira Maintflin par ven-
iIt cm sen e^fcelerffiHinto na dn Scnxala -nova
n. I, chiiMillas |iara lionens esenheras, tanran'cos
>apatos de Irauca pi.ra os meismos, borracfia
para IhnAs, talo de superior qBlldafle a por nre-
co cjinuiod) pcvterviiidi) de sua conta propra.
- Vende-sc nuiito barato um li^no do mesa,
Kciiiua aprender : na -roa lar
id :! andar.
propro |iara menina aprender : na roa larga do
Rosario n
Carro.
Vende*?! nm cano novo com 9 cavallos ,mes-
trados : a iraui eoai o Sr. (arino d'iraaaa), ra
>ln Hospicio i:. 1, lugo entrada indo da matriz da
Boa-Vista.
Diademas e aderecos-de nia-
A lija \ '.gua branca n ra 4o Duque
C,axias u. W.. receben urna pequea porrio
diademas e atlereeos de inadreperola, obras
lirado post-
Farias de ferro
para purgar asnear: vende-se na na do Mar-
ifj.;: de Ol.nrla n. i, armazem de S. Barroca.
Vende-sc
uma lida .visa reedille ida de novo, revestida de
*. i'.K-.jo 11:1 Trente e pintada oimi gosto, situada na
ra Vidal de Nega-eiros (antiga Cinco Pona) n.
136, defronte da estatu de S, Jos, tedo un
{.T.mde qaiBtal murado que deita para a na das
Carroeaa, com porto novo. Esta caa mui pro-
pra para qualiwer esubeleciniento eoinmereial,
por fleaf, como se dase, defronte da estaeao de S.
Mee, i- tarebein pSa um lintel ou moraia, por
ser mui fresca, sem casas defnmte, pois qi'.e est
m um largo cu [iraca, Utlvez mesmo convenha a
< impanhia de onduccao de gneros paia nella
lazer urna estaeo. E" fra de duvida que as ca-
sas situadas n.iquella ra, lioje una das primeiras
OH inovimento eoiiimercial, em bem poneos an-
no?, ter o itm valor dudo, logo que a nova estra-
da de caminho d ferro, inaugurada em Una no
dia 13 do fansarto, se entronque com a da Ba-
ha e eom os rainaes r ni projecto. E' pois uma
excedente acquisieao a referida casa, anda mes-
mo para qtictn a queira alugar para um hotel, por
Ott preci que conviri de crto ao comprdor, e
que se I ti di .nju;. I o nomo do prcterdente,
'Mulii assim Jim emprogo vautajoso ao seu capi-
tal, com segarapea, e auierir um lucro que nao
fl'ter em qualquer estabeleciniento nancario ou
c mipanhia : a tratar na ra Nova n., i, loja.
Vcndc-se
Vma boa essa terrea, chao proprlo, servindd
para faniHLi, sita na r'iO das Ciioulas (Caininga.)
Viude se tunbein parte de nina outra cata ter-
rea cm chao proprio, sita na raa da ventura (Ca-
pUi.ga) : tratar na na Primero de M;.rco n.
7 A, 1." andar,
JARKOS
eom tripas e dobra 1* de vseca inglesa a 4000
cada um : io aru^itm de Tasso lrmaos A C.
rna do Arrorim o. :i7.
Xarope d'agTiao do Para
Antigoe conceituado raodicamento para
cura Jas.juoiestias dos otgos respiratorios,
;omoa.pht}ca, broehites, asthma, etc.,
applicado aiila coin ptimos resultados rio
es'jyi'buto.
Veiide-se ua pliarmaci e drogara do Bar-
thtrjmeu & C, ra Larga do Rosario n. 3'.
Borracha.
Vendc-jt! superior b)rrachatnKrgie, para timas.
.i na do Duque de <;,ixia n. 22.
Libra stti lus.
Vena-s*iirwM9ii..4.a#nfcaAs 4a Augnsia
P. ia livt.ira,di^. a rna 4> Ommerclo n. il
ferci a Cuan i Ir luao', ra Marqufi Ue
Olind n. 21, 'endem o segante :
Vaqueta para ca;r- e'n.nt de Tiagem.
MarriW]iiiBS.
gorda wm.
Qe^duM'iPW'a forrp.dajearfo. ,
--,. i Ro.i.
V'inh do fono, flno, em caixas.
.n
iilas a variadas
Eatao quasi limpas e (ao
tinas, teniacaras aclaras, a 240, e algodiool
largo e sniierior qnasi limpof, a 1500 a peca:
eJjagueuiJaftr.iu. m_______:___
*aVSa BRANCA i
uadi Im,(er'itrk a..
Obras de phntasia.
A loja da Aguia Branca, ra do Duque de
Caxi s n. 50, recebeu um bello sortimento de bo-
nitas e modernas obras de phantasia, sendo :
Brinc s e cruies pretas, com dourados e nedras.
Outros de o adrep rola queimada com bonitos
fiifeitcs de delicadas flores.
Outros e Un > dourado rom p ngc les de cores.
Outros encarnados e de bonit s moldes.
Rosetas de fino dourado com podras brancas,
Aderecos d- inadrepcrola.
Ditos dourados rom camapheo preto.
Ditos encamados.
Ditos imitando folhas e flores naturaes.
Ca soletas de madrcperola
Voltas de prossos aljofares de cor s.
Outras (fe ilitos pret s rom dnnrados.
Piriceiras de tartaruga com dourado.
Outras pretas.
Grampos p retos e de cores.
Bonitas abutoaduras de fino dourado, c ni pe-
dras, coral etc. para abertura de canacas.
PotiTes dourados c de outras qaafidadcs. par?,
aberturas e collarinhos.
Novas ffollinhas
e
bordados.
puiihos
A loja da Aguia Branca a ra do Duque de
de Caxias *. 50, recebeu novas gollinhas e pu-
nhos borlados, e outros enreltalos com cntremeios
e bicos; assim como recoben igualmcn c novas
riiamtrwes de grvelas com franjas e lac*s para
os cabello*, linio do mc-Uiure mais mod ruis gos
tos.
Bonitos leques.
A Ipja da Aguia Branca, na do Baque de
Caxias n-, 50, reenbeu bonit s leques l^perfeita
anastasia, pre o com flouradoj, e outros de apu-
rados gustos; assim como recebeu ou ros de nia-
delra que se confunde com o sndalo, tqm el-
les lindos coloridos n -c ntro, e anda assim ven-
de estes pelo barato preco de 4000 cada um.
Vasos de crystal para toillet.
A lo'ja da Aguia Banca, a ra lo Duque de
Caxias1 n. 30, r cebcu bonitas garrafinaas de crys-
tal m par com ramagens douradas c mui pfo-
prw para arranjos fie toilot, ele,
Veode-se una txceer.ie cofre com segre-
lo, ubn (eiia os trra com moka segbrao-
ca: a tratar ca ibesouraria das loteras,
rtsa Io de Marco n. 6.
Sao ha mais cabellos
braneos.
Tinturara japooeza..
S-e onica approvaa pelas academias de
soiencias, recooiiecida superior a toda que
teta appareeido at boje. Deposito priu-
cipai ra da Cadeia do Recife, hoje liar-
qoez de tntida o. 51, l,0 andar, e em to-
das 38 boticas e sas de cabeeireiro.
ijlis trceles sextavados
De 1 .V-4MM> a 55^000
o iiEtHicro.
Estes tijo'ds, fabricados de barro vennellio eoo-
s. lidado, sao os melhorcs e os mais econmicos
pela sua baratea para iadrilbar os pavimentos
teneos das casas, porquanto, pouco mais distan-
do do que. os feitos no paiz, sao, sein eomparaco
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custam. alm disto menos da
decima parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de diffrentes mosaicos, os quaes nao cstao
cortamente ao alcance de todas as foilunas, e s
sao empregados e proprios para as salas princi-
pacs. Aloin da vautgem que ha no, emprego
dcstes lijlos para os pavimentos trreos e casas
de campo, tem .estes ainda a de screm os moldu-
res e mais proprios para Iadrilbar cosadlas nos
sobrados da cidade, attento a sua solidez c pouco
peso, estando nuus- que provada a conveniencia
de sercm assoalhadas as cozinhas todas de tijolo,
e nao s a parte junta ao fogao, no que at as
companbias de segaros se deveriam interessar.
Veudem se nos armazens de farinha de Tasso Ir:
niaos & C, no caes do Apollo.
CARNAVAL!
il
Vende-se borracha de primeira qualidade para
limas de cheiro, os^eguintes lugares : na phar-
inae.ia Central ra do Imperador n. 38, na mes-
ma ra n. 22 e no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 4, por preco razoavel.
barato.
Corles de gorguro f ara eolletes de valor de
74 a i.
Len^o de esguiao fino de valor de Sfi a \&a
duzia : na ra do Crespi) n. 20.__________
Dirimo got C-dfiras pretas dooradas e nirineladafrii'- s-
dr-p-ro'a : Dr rmaseos Se T..sso Irmao '
no ca-." ilii Auril".________________________
Farinha de mandioca.
Vende-se no trapiche Companhia cnegada ha
r ouco do Rio de Janeiro : tratar com Thomaz
de Aquino Fonceca< & C. suceessures, ra ao Yiga-
rio n, 19._____________________-
- Vende-se airo dos ueihores eitios do-Barr .
a qnal foi do finado Duu*', tem toda diversidade
de fr cteiraj, casa de vivenda, cocheira, balta de
capim, boa cacimba da agua debeber, e outras
commodida es qu com a vista se expl carao ao
pretndeme : tratarno mes o sitio, ou a ra
de Bflmirfgos 1 heotonio, ouTr*era rfla das Calca-
das n. 49.
Yende-ae
ateira de paliza de earnaudauJiraaBliBntMihega
gadas do Ai a m
\? anda .
ARMAZEM DOS LEES
Sua Duque de Caxias u. 29.
0 proprietarios deste ben montatU. stabeleciaiebib scieDiiHcaru 10
tjspe'tavel publico dfta pwVrttcis. qui s acham cora >im variado e completo sorti
nerto de movis, tanto menaa cO'ros. seo6n estes escolhidos por omdo*
iosos qne se acba >ctnMment'i na Joropa. O tuesnin tem contractado com os melborei
fabncaotes daquellecoriiinente as retp'dssas das mais tica mobilias feitas alli.
Na oficina tem os taa& bab/.is artistas dste pen?ro. e por isso pedem qne ve-
nham visitar o estabe'ec;mento, ao'.r.e encf'.itrarao a rtaria'de o qne acabara de expr
ne se pode examinar; ricas e completas mobias de jacarrfmli, mogno, faia, csrvalno,
marelln, etc, ricas elefantes camas deia caranda, pao setim, amarello, etc., etc., goard;
vestido de amare!m, piarda louca de nogtieira e de amirelltr eom tampo de pedra, apa
radores de d to raod, nrello, pedra, secreta*ia% da Jacaranda e mofrnocos tareiras oe mueno, san
Inarioa, thears para bordar, bercos, lavatorios cm esriabo, de pudra marmore e sem
pertences, cadeirn privadas, ludes; Ptc.. etc.. e mnltns antros artigos qlie debamos dt
mencioaar por sejtcrnar enfadonbo
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
de Lourenco Pereira Mende^Guimaraes
Declara ao reipeitavel publico que, tendo concluido o constrlo qne fez em sea es-
tabelecimenlo da roa da Imperatriz n. 72, declara que o sortio de novas razendas pro-
proprias para a testa do natal, os preces sao os mais baratos possiveis a saber :
LASINHAS A' 120 RS. CORTES DE BRIM A' 1,5500.
Vende-se liasinhas para vestidos a 120 Vende-se cortes de brim para calca s
100, 360, 400 e 500 rs. o covado. 150U e 2.r0 0.
OLIXDKNSE A 800 KS. MADAPOLO A' 3*f 00.
Veode-se ama nova fazeoda de seda e Vende se pecas de madapolJo a 30000,
linbo, por nome olinden?e, propria para 4^5(X, 53000. 6|r00e 8^000.
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o coTado. ':ha?ES OB PALHA a 2*000.
ALPAGAS DE CORES A 440 RS Veide-se chapeos de palba, de feltro e
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- do castor, para horneo* e meninos, a ~i,
das, para vestidos de senhora, i 440, 500, 250f, 33 e 45000.
DE
ajearos vmmmi *m-a 4
N.1 28 Roa do Bario da Victoria N. 28.
Ae-tomo Pedro 4e S oa Soares, receben ora lindo e venado sortrmenio da objectos
como eejam : lincas caixmhasde madeira com extractes e^bMieres, bolsas, imlenpesa-
veis decooro da Russia.para serjhoras. potes e caiorgas cem banha dos melboreeperfn-
tnistas e moiios objeetos abaixo decl^radis, or-qav'ei vende por preens resomido.
DO
rs.
nome
o co-
o covado.
BAPTISTaS a soo bs.
Vende-se urna Bova fazenla por
baptislas, para vestidos, a 500 rs.
vado.
SOTANAS A 640 RS.
Veode-se orna nova fczmda de 19 e seda
por nome setanas. para vestidos de senbo-
raB e menioss, a OO rs. o covado.
PHANTASIA A MO RS.
Vende-se uma nov fazeoda lisa, por neme
phantasia, para vestido, a 800 o covado.
Fnsito branc a 3O ra.
Vende-se nstJo branco e de cores, para i
vestidos, de senbora, a 323 e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas escuras e cla-
ras, a 240. 280, 310 e 360 rs. o covado.
BRAMANTE A OOO.
Vende-se bramante com 10 palmos deifK" de emTi Piel08
largura, proprio pan lencoes, a
e 24200 o metro.
(.rosdeuaples preto a 34000
Veode-se grosdenaple preto a 23O00,
(J500, 3<55G0 e 5JO0O o covado.
ALG0DA0 A' 45000,
Vende-se pecas de algodo americano,
41004 5*000 a 630*-0.
BOllNAS PARA StNHORAS A 5 Vende-se bolinas pa*a senbora, a 50COO
e 5500.
CtMBBAIAS A 35000
Vinde-se pecas de canbraias usas par
vestidos, a 350T0 4(5000 e 53C00.
CAlilbAS BRANCAS A 2*000.
Vende se camisas brancas a 500 e 2L
Ditas de linbo a U, 30*5(0, i000 e
55000.
Palitots de panno preto a 55000, 75000
e 8500.). Palitots de casemira de cores, a
45, 55000 e 80OTO.
SAPATOS DE TRANCA A I55C0.
Vende-se sapalos de tranca e tapete, para
bomeos e sene oras, a 15300, 18(0 e 25.
a 25o00, 35
35"5( 0.
CHALES A*8C0RS.
Vende se rbales de 15a cem qoadros e lia-
iras, a 800 rs. e 15000, ditos de nerin
estampados, a 25000, 33500, 45 e 53000.
PANNO preto a 1*300. E outras meitas azendes que te vende
Vender panno preto para calcas e pa- sem reserva de prego, na loja do barateiro
Gaihi-teira doHradasoem airaelf.
Dnzia de talber imitar/So) a
dem idem Gibo de osso i 0 crto
toque a
dem idem *\iero 2 R tinos a
Livros para notas a 320 e
Abotoaduras para cIJete. grande
wriedade a
Lampaiiuas a gaz a
Caixa de beba cum 0 yoavBas
Grn de iKrtoes de osso para cal-
a a
Duzia delitos paTa eneitar vest-
aos a
Resma de papel rutado e lizoa
35000 4500o, e
Caixa de papel cnizade rcito
bom a
Ilcm idean beira Honrada a
['Jfmde ivel.-o^es linos de r*f-
tana a
Idfm id^oi a 40^ e v
DtlziaS V: Dai'abo>lt'ar.tei.es cfato.
ionrsdo a /
iso* a
Dozii:de pentes de borracha para
ahzarcom-cbstaa 25400
35000 Mimosos leques de osso para se-
nbora a 75000
idOOO dem idem de*41*; ndalo eomlante-
5A?i00 joulas a 55KKO
54O0i Wmldeinrfcf'iicaoa 25000
Girraftis de tinta rAxa moito boa a !'5000
52001 Potes de di ra ingiera (pfeta) a 100
130t3 100-a
5500 Saptosfle traties pete, casemira a
cbarlrt. x
5200 Bot.oas para senbnras o pa*s 55000
PERFUMARAS.
52001 Magos de jabonetes irglezes moito
bons a
*&
Mera ideS)
5000
sm
800
I -
35Mf
2550
45500 Duzia de sabon:sfleameori6a a
dem itlem tecofsclo e llores a
Petruf-cnm ^f os de: arroz' mAo
fino a 400 e
Garrafa de agoa florida verdsdei-
ra -a
I'f-rr. .IttTHtTiTJgJrt
- -*iP'.co coie oleo'Ortzoa
NUVm-vES.
R-ei eaCeitadas para Senhora a i&itO
Brrattoi CCUi ptdras o que m vinto
Je Uiaisgotdo.
BoDeatB e ariroa*,a SJMS Cerda.
ALi'.'s adtfc^os pieu..* cutti Mata
;eu a
IfOvas ile peUica nmiti fresca a
dem idem enm toqce *
Duzia de pecas de iBaed de ca-
racol a
Mi-tn idem liz s a
Microscopios (sem vistas) a
40
54i o
5600
25500
15800
5SO0
?5200
13200
19000
Cixa com pot para dentes a fOO
t)pi>la'maiWbOi a 150001500. e 25000
A?i a'de Colngne 'irmi'tb fina fraco
de 5H b 2500U
T oteo ovwni'l de Kem a 15000
V.rhao'frtrtttjrei'to de v*rs>s com banba.
Caixinhas conrextractos a 23, 33 e 45000
Fracnf rom -ettracto oriza moito
fin a 15500'
dem idetn a 240 400 e 5500
QCINQUILHARIAS.
Tambrrs para criancas, babas de borra
fcha, brnta de masaa e louca, oaodieiros
3400 a|, b-neas de porcelana, quadros de
52OO paisagens, cidadese machinas decostura de
25Q0I) rLw.
A:LX3^.P.:iT
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P, HAUKEt & C.
PKUSAMBICO

Esta tinta recommenda-se pela sua coxn-
posica e fluidez como a xnelhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, d at
tres excelleutes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
quer outras tintas .particularmente para
livros do commercio, documentos eto de
que se careca longa oonservaoa.
litoU, a 15500, 25500,
55000 o covado.
Samuel Power Johns-
ton&O.
Ra do Apollo n. 38 e 40
Faiem scieote acs seas freguezes que teem
aiudado o seu deposito de machinas a va-
por, rooeudas e uxas da muito acreditada
fabrica de LowMior para ra do Apollo o.
38 e 40, onde ccotiuuam a ter o mesmo sor-
timento do coste me.
Farem s"!;me tambem qne leem feito um
arranjo com a fundieio geral, pelo que po-
dem offereeer se para aaaeniar qnalquer
machDismo e mermo garant lo.
33(00, i30OO e'Bazar Nacional.Boa da Imperatriz n.
'72.
Os proprielarius da fon.lco gr.al fa seieotes aos senberes de enguio e mais
pessoiM, que teem estabeleeido orna lundi-
(io de ferro e brouie a ra do Brom, jun-
to a enlacio dos boads, oude apr niarao
qualquer obra de encoomeoda ctiu perfei-
i;ao e promptdao.
Os meamos rogam a vjwsoas tm qael-
rara utiliaar fe de tem servicos de deixa-
rem as eoeommeadas em cana dos Srs. Sa-
muel Puwer Johaslon & C. a ra do Apol-
lo n. 38 e 40, onde acbarao pe?soa babili-
tnda cora quem possanj ealende' e.
Apparelbo para fabricar assucar, do sjstema.
WESTON CENTREFUGAL
rneos agentes "em Pernarabaco a fundc,o geral.
Para tratar em se* escriptorio a roa do Apollo n. 38 a 40.
m
'M> 'U- WtSI tM: r
A SAPHIRA i
DE
Obras de uro e
piala de todas as
qualidades.
JOIAS
I
Ra do CabugN.
.ichando-se completamente roformadu esto estabclcimonto, o
tendo os vjs proprietarios feito uma importante acquisieao de
joias as mais modernas viudas ao mercado, c de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavol publico a l'azer una visita ao sea sa-
tabelecimento, alim de apreciar c comprar uma joia de posto por
preco razoavel.
r\j
ALCATRAO BE DOYOT
LICOR CONCENTRADO C TITULADO
0 Sfir Gujot chegou a tirar ao alcatrto a
sua acrimonia e o en amargor insupporlaveis,
o que o toma mais sohivel. Aproreitando essa
feliz descolerta, elle prepara um licor con-
centrado de alcatrSo, o qual, sob um pequeo
Totume, contem uma grande proporco de
principios activos.
0 *cii*o de yol (Goudron de
Guyot) possue por coijequencia todas as an-
lagens da agua de a le at rao ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Bafta deitar d'elle uma
colher de cafe n'um copo d'agua para obter
logo um cepo de exoellente agua de alcatrSo
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa mane ira preparar a sua agua de al-
catrao quando d'ella precisa, o que oQVrece
economa de tcinpo, facilidade de transporte
e evita o manejo lo desagradavel do alca rio.
0 *l.nir*o Je Vuj* substilue cora
vantngcm muitas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, bronoWles,
tosses, catarrhes.
na ra d Madre D^us n.
Venden
* luja de t-aicados .fla roa do Marciuo Dias o. 91,
muito afregueiaja, e cos, poneos fundo, pn pir
ra principiaiite.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
H1ARMACUT1CO, 1, 'JE IIS UMS4SJNTlfL, PARS.
XAROPE DEPURATIVO
- *"S|E CASCAS BE URANIAS AMARGAS
Com IOVbKTO te fOTAMHI*
0 lodorelo de potassio irm-aradeiro alterante, trm'ArmradOr tJe ineontMtavel effl-
caria; combinado com o rope o oaseas da taMenja amargas, e atarado
sem perturbacSo alguma palos tesiperaitMnhw ca mu traeca, m atterar aa fuacoSes
do estomusj. A* daaes sjatheaialicasaae eUecontem panauuaaaaos mecneosaa reaaMl-0
para todau cotoaricacoes as affeccoe* eacrofuloaaa, tuboroaioaaa, oanoe-
rosas nos accidentes intermttentes a tercelroa; tlm d'isao, o
agente o mais poderoso contra as doenoaa rhenm*t*ea. -
XAROPE TNICO ANTI-NERVOSO
aiwiiii aa aawwQaa anMgaaa.
35annoa de laceesaoB aiteio a sua effi-
caeia para curar: ai doeneat nervcuu%
aguda* ou thronUat, as gotltita, gattral-
giai; e facilitar a OgutS.
XAROPE FERRUGINOSO
a* cascas da laraojaa aaaaaSS amarga
E' iobaforaia li^oida qnaaiaisfcilmen-
te se assimia o ferro; n'esta forma e"prefe- r
rivel aa pilulase paslilhas en todos os casos
aa ase ala fraatrirAas df IsglaalSi.
DENTIFRICIOS LAROZE
com QtirKA. pykkAo; f'oatitJd
Hi.-* d-frlci., par. alrurae ean*-.. i A>W., eotn bue de
asrvacao dos dente., curando as rforasj atrt'a tart' e c*aaerVto dea
causadas-pela earis aa proaaaidas.aa! iprpv
coaiado do calar ou do fro taar
lia
HSissaisssaiisatjsaii, imnirind
Ururo de qo empede a repraaaala.
Deposite em Ri t Itntiro, CaaU; si Eriwiivaaaiii. C; M Jfatfi, f|
>im saaaj s Piktu, aatera i,elaa Salitfc a **; em PorH Ufr*. j*
,11.; m *ra*U* rerratoa T| > 0**> Pttto.C. t. V **+ V Snl (**.
Bat* m aarsaSI ranrj*a C*
ruta, t. sekii i em Mmidto,.
at esi Bu*oi-Atrm >**< <**
0 aicatrao da (Svjot empregado com o maior xito as molestias segnintes:
EM BEBIDA. l7"" colher de caf para um copo d'agua u duat colherc de
topa para uma garafa :
BRONCH1TES
CATARRHO DC BEXICA
DEFLUXOS
TOSSE PERNfTAZ
IRRITA(AO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
EM FOMENTACoP ~ LieSr puro ou com um mico d'agtta:
AFFECCflES DA PELLE
COMICHOES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
EM DWECffeS. *** 0MiHirs*h,c5r*ttarod'fl^(*ihoA*aiai*sm^
FLUXO*: ANTICOS OU RECENTES _
CATARRHO DA BEXICA
0 sVMsXsia 4e Gayot fot experimentado com, um veriadevre xito not
principia ktpilMH de Franca, ia falgka # da Espanha. Fe rmonhetide
me, para t tempes de calor, eUecnslilue a bebida a mais hygienica, e aa>
frrhraV aWaNM geral esa em, 1 VBBSIE, I*. -
Rs iMStM, sHat ChaMiaa. i B4aiao. *~T*?J*
^tio, aaadM. elWMs I P*o **
VendO-se na pharmacta ae >' 'i nt Nova n. 25\

LfflJ
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8
_ ^
diario de Pernambuco Sexta feira 17 de Janeiro de 18-73.
==
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ASSEHJ
IAL
occorrj4cou| o
CMARAWii DEPUTADOS.
DlSCUSSlO HA VIDA A SSlrO*E 26 DE DUEM-
MIO.
(Gontuiuago)
jjto bem "$
dk ).. Jlio Jk vnco Ipresi-
Le Jo concibo) -^Ess* factos sao dovi-
' as moistmos is e improvisadas
Fo/.E3 : Mi
O Si\.'\isa'
_ewe do ce...
i essas li.
que por toda a pOtc tm sido funestas, por-
qu a:\o tem outrVllm Seno a poltica do
bota abiixo Japoiadps.)
Trocni-se apartes entro os Srs. Paulino
do Souzg 3 Joao Manoel.)
O Sr. Visconde r>o Rio-Branco (presi-
dente do conselho:Srs. as circumstancias
era que se achouo gabnete.quando ein Maio
nossos corro igionarios provocaram o confuto
parlamente r, nao havia outrasolugo rasoavel,
e conforme os principios populares de nossa
forma degjvwno, sonilo a dissolugo da c-
mara dos Srs. depjtatados. (Apoiados e
nao apoiados.)
Q .nobre deputado bem o coraprehondo,
mas quizera quo a situago conservadora se
perturbas? e enfraquecesse ;e por isso eu
tiro do seu discurso os mais fuliz.es presagios.
S'. Exc. com os seus olhos de aguia, percor-
rendo as fileiras desta cmara, j reconhe-
ceu que o partido conservador est forte
'muitos apoiados), j percebeu que nem
mesmo a sua eloqencia grega c romana...
O Sr. Silveira Martins d un aparte.
O Sr. Visconde hi Rio Ruanco (pre-i-
denfedo conselho,':... tora torca para der-
ribar o partido conservador, porque, se ca-
hisse o ministerio actual, outro mais
robusto se levantara para proseguir na
grande misso que sempre, e especialmente
em circunstancias como as actuaes, cabe
esse partido.
Vozks :Muito bem I
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do ccnsolho):O nobre deputado al-
ludio ha pouc, a elogios que se cscrevjram
no jornal a Nafdo. Ora que j trouxe para
aqu artigo* desta natureza para com elles
censurar os ministros ? Somos nos acaso cul-
pados de que algn* useriptores amigos,
levados de suas sympathias pessoaes pelos
ministros, ou estimulados pelas njiistigas de
nossos conimuns adversarios, escrovam elo-
gios exagerados ? Como se pode fazer disto
um capitulo de aecusaro ao ministerio ?
O Sr. Silveira Martins :Nao foi capi-
tulo de aecusaco.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
denta do conselho,.:Acaso o nobre deputa-
do, quo se apresenta como regenerador do
Bystera representativo, devia aecusar nos
pela liberdade da imprensa favoravel ao mi-
nisterio, od S. Exc. nos faz a indigna injusti-
cia de suppr que nos dictamos taes enco-
mios I
^o fossenios percorrer as columnas da im-
prensa liberal, quantos elogios exagerados
nao encontraramos ahi, tecidos para gloria
de nossos adversarios ?
O nobre leputado nao tora tantas Yezes
lido os mais pomposos louvores sua pes-
soa ? Nao se disse algures que S. Eic. viria
f para esta ca niara como o Messias do partido
liberal e o terror do partido conservador ?
E porventura julgamo-nos com o dimito do
attribur esses hyperbules a S. Exc, ou as-
sentimentos visda parle dos escriptores de-
mocrticos ? Pois nao ha enthusiasmo e de-
dicages desinteressadas sono em favor do
nobre deputadoede seus amigos? Porque
ha de ser S. Exc. minos indulgente para
com os escriptores amigos do ministerio do
que o para com os adversarios implaca veis,
que exagerara tudo, que so exceder na
imprensa e s procurara deprimir-nos por
todos os modos ? 'Apoiados.)
Sr. presidente, do longo o brilhante dis-
CD/30 do nobre deputado nao se collie urna
apreciado que seja fundada, nao se collige
urna censura que nao rc-verta contra os seus
proprios amigos. (Apoiados.)
Tratando do gabinete actual, quaes foram
os factos qao o nobre deputado exhibi
para delles inferir que nao deviamos mere-
ce- confianga, para declarar que negara-nos
tudo, pao eagua, eat o ar, se nos pudesse
privar da respirarlo 1
O nobre deputado veio repisar o facto
Dr. Mello Moraes, facto
j discutido fin 4Mk nesta e na outra ca-
to*, tacto que j&plicamos satisfactoria-
mente. *
E qual to? E' que os Miembros deste gabinete nlo
despendern! um real do thesouro, e que, se
acaso o Se. Dr. Mello Moraes tevo Igum
desgosto, &$ foi porque os ministro nio
eumprissojno seu'dever, foi porque entende-
ram quetf contrario, mtriro licito, que ese
senhor baria propostoao governo desde o
lempo em que se achava no poder o gabine-
te de 1G de julbo, nao podia ser realizado
so!) as concUgos que elle exiga.
Vozf.s :A defesa foi cabal.
OSr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselho}:O facto, pois, diga o no-
bre deputado o que quizer, nao pode provar
contra o gabinete. Muitos apoiados.)
O segundo facto, cora que o nobre depu-
tado se entroteve, foi o do Sr. lienrique Al-
ves de Carvalho. Qual o homem, desapai-
xonado e imparcial, que, tendo osescriptos
quo se ref:rio o nobre deputado, nao re-
onheca que esse moco estava desgostoso por
nao ter sido eleito diputado pola provincia
do Maranho e por ter o governo considra-
lo exagerada a conta que a tvpographia de
que elle era proprietaro apresentou; pela
iinpressao de dous annexos aos relatorios da
agricultura e do imperio ? (Apoiados.) O
nobre deputado s podoria censurar-nos.se
la nossa Dirte tivesse havido facilidade
em despender os dinheiros i>ublicos. (Apoia-
dos.)
A proposito dess3 negocio, S. Exc. fez
acerbas alluses ao meu Ilustrado amigo, o
finado visuoude de Itana. Essa victima da
maledicencia poltica est morta, jino pode
fallar, mas justamente por isso, e neste
momento, que eu devo queixar-me amarga-
mente, e estou certo que sorei acompanhado
nesta queixa por urna sympathia geral (mui-
tos e repetidos apoiados) ; neste momento
que devo reclamar contra a injustiga com,
que o tratou o nobre deputado. (Muitos
apoiados).
Esse distincto cidado nunca morecou os
sarcasmos que acaba de atirar-lhe o nobre
deputado (apoiados, ; nao era ura ministro
de chumbo, como disse S. Exc, era um ho-
mem muito Ilustrado (apoiadosj, um talento
nao vulgar... (Muitos apoiados).
Vozes :E um grande coraco.
O Sr. Viscosdk do Rio-Bra*co (presi-
dente do conselho) :... ama alma grande
e generosa (apoiados) ; no magisterio, na
imprensa, em varios cargos que exerceu, na
tribuna desta cmara e na do senado, elle
revelou seus raros dotes intellectuaes e seus
sentiinentos generosos e elevados, nao s
para com os interessos da sua patria, mas
at as questoes que interessavam a seus
adversarios I (Muitos e repetidos apoiados).
O Sr. Silveira Martins :Mas, era con-
fidente.
Vozes Oh I (Reclamacos).
O S. Presidente :Attencio I
O Sr. Viscosde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :Sr. presidente, era de
admirar o sangue fri com que o nobre de-
putado revolveu as cnzas desse illustre fina-
do, para exp-las irrisao de seus admira-
dores !
O nobre deputado negou ao visconde do
Itana o que todos ihe reconhecerama sua
nobreza de carcter, a llustracao e activida-
de que demonstrou quando, cedendo nica-
mente a instancias minhas, oceupou o cargo
de ministro, com risco da propria vida.
(Muitos apoiados). Todos os que poderam
conhocer e julgar os seus actos ho do dar
testemunho de que pucos ministros se teem
assentado nestas cadeiras com mais intelli-
gencia, com mais amor ao trabalho (muitos
apoiados) ; foram os esforcos que empregou
para desempenhar-so de seus deveres, que
abreviaram-lhe os das de vida (muitos
apoiados) ; e esse grande sacrificio elle o fez
quando so dispunha a deixar a poltica e a
voltar ao exercicio lucrativo da sua profisso,
para legar a seus filhos, hoje pobres, mais
alguma cousa que um nomo illustre. (Mui-
tos apoiados;.
O nobre deputado, sem necessidado algu-
ma, nicamente para manter essa aecusago
infundada de que os ministros em nosso paiz
sao meros instrumentos da cora, aecusaco
FOLHETLM
A UMJ.K1 DA luiiomi
PELO
VISCONDE POSSIN D TERRAIL.
PRIMEIRA PARTE
O castalio dos cncnilores negros
((kHitinuago do n. 12).
XIII
Conrado era o oscudeiro impertinente e
devoto quede nada e de ninguem tinha
medo, a nao ser do diabo e da morte ; Con-
rado, qua era guarda fiel, manda va fazer
todas as noutos a cama na ante-camara da
sua joven ama.
Ojovenpagem era tao astucioso quinto
audaz, e e. o que aconteceu :
Urna nouto pelas dez horas, recitava Con-
rado devotimente assuas orages sentado
diante do fogo onde se achava s, quando
ouvio um grande barulho na chamin e vio
cahir no luino e atravsssa-lo sem se quemar
um ente assustador vestido do vorraelho dos
ps cabeca com clufres na testa, garras
nos ps e mos e o rosto negro como um
ticao apagado.
Era o diabo I E Conrado que tinha umi-
tas vezes visto a sua imagera as portas da
cathedral de Parma, reconheceu-o immedia-
tamente e comecou a tremer.
Conradodisse-lhe Satanaz teu se-
nhor, o conde de Holdengrasburgo, foi
aprisionado pelos infieis e invocou-me para
o fazer soltar. Yendeu-mo pelo seu resgate
a tua alma e o corpo de sua esposa.
A minha alma I exclamou Conrado
aterrado. *
Tinha esse direito porque teu se-
nhor.
E' juiito I raurmurou Conrado des-
fallecido.
Oraproseguio Satanaznao cobigo
muito a tua alma, mas amo apaixonadamen-
to a castell. Se que res fugir immediata-
mente para longo deslo casteno, restituir-te-
hei a tua alma e deixar-te-hei o direito de
. te ires regalar para o paraizo. Tenho Un-
tas lindas mullaeres em minha casa, que nao
ambiciono i tua figura enragada de velho.
Com os diabos 1 pensou o oscudeiro
Conradoj que meu sonhor e amo me fez
que, se fosse justa, como j disse, iria tam-
bera humilhar os seus correligionarios poli-
ticos, que foram ministros ; o nobre depu-
tado, nicamente para fazer suppr que
existe entre nos um poder occelto, que vicia
as iostituices, foi bucear o illustre morto
para expo-lo A irrisie do que nd res-
peitam 1 />
Voz es:Muito beru \
O Sr. Dwarte de AzEYlftO (raiujstro da
justiga) : Foi urna proftelcao I (Apoia-
dos).
O Sr. Visconde do RToThranco (presi-
denta do, conselho; : Senhores, c forgoso
que eu afcerescente breves reparos ao que o
nobre deputado disse em relago ao Sr. Uen-
riquo Alvos de Carvalho. Conhecia esse
mogo desdo a escola central, ehavia muito
tempo que com elle me nao avistava : depois
de orgdnisado o ministerio, este auno, appa-
receu-rae o'Sr. Carvalho na qualidade de
proprietaro e redactor de urna folha, asse-
gurando-rae que os seus semirjegjtos e ideas
estavam xora o ministerio. 0K\iib deviamos
nos fazer?
Podia eu deixar de acolher um mogo, que
j conhecia o que se mostrara- dedicado ao
gabinete, que nos promettia a cooperago de
sua gazeta, sera exigir de nos mais do que
noticias e osclarecimentos sobre os negocios
pblicos que fossem debatidos pela ira-
prensa ?
Ha nisso alguma cousa de estranbavel ?
. : A historia da canddatura,desse mogo pela
provincia do Maranho, o nobre ox-presi-
deute dessa provincia poder referir. O ga-
binete nao irap.jz candidaturas nem excluso
alguma. apoiados). Quando elle disse-me
que, por seus servigos, espontanea e genero-
samente prestados na mprensa ao partido
conservador e ao ministerio, quera apresen-
tar-se candidato pela sua. provincia natal,
minha resposta foi esta: sua candidatura
nao soffrer hos'tildade da parte do governo,
mas depende das influencias locaes; se ellas
. aoeitarem, est no seu direa apresen tan-
do-se, e estimarei que jeja bem succedido.
Nada mais do que isto ; e o nobre ox-presi-
dente do Maranho, e aquelfcs que com elle
conversaram sobre as eleige dessa provin-
cia, potan confirmar que esta a ver-
dad...
O Sr. Jos/ Bento :E' a pura verdade.
O Sr. Visconde po Rio-Branco, (presi-
dente do conselho) :... Langandouma r-
pida vista d olhos sabr as questoes externas,
anda o nobre deputado nao achou serio
factos dignos da mais severa coudemnagSo.
Elle nos disse, com acentos da mais seria
conviego, que a dignidade do imperio tora
sido hurailhada ante o estrangeiro. Tem
sido humilhada, porque o governo argentino
nos dirigi urna nota offensira, e a resposta
do governo imperial nao foi igualmente
aggressiva.
O Sr. Silveira Marti: di um aparte.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do couselho) :V. Exc. disse que a
dignidade do imperio fra humilhada, por-
que nao tullamos respondido nota argen-
tina como convinha, ou porque nlo recam-
biamos essa nota.
E' esta censura que estou analysando ; o
espero reduzi-la s suas verdadeiras propor-
ges.
Senhores, quando a nota argentina foi pu-
blicada no Rio da Prata, muito antes do ser
conhecida a resposta do governo imperial,
mais de um orgao da imprensa nao suspeita
ao nobre deputado, nem tal vez Ilustrada
dissidencia, nos disse : O governo faltar
ao seu dever, se considerar .essa nota como
um caxus balli; o governo parece querer
especular com a guerra, diziam as folhas da
opposigo. E o certo que, se todos de-
sejavam a paz, nem por isso o paiz deixava
de ter serias apprehenses, vista da lingua-
gem violenta do quasi toda a imprensa de
Buenos-Ayres. Ura rompimeuto poderla se-
guir-se a esse estado desagradavel das nossas
relages coi o governo argentino.
Depois de madura reflexo appareceu
resposta do governo imperial, e se o nobre
deputado, na altura em quo se acha, medin-
do s produeges alheias por aquellas deque
capaz, julga esse documento pouco digno
dos precedentes do Brasil, jornaes do Rio da
Prata que nao podera ser de modo algum
suspeitos, enunciaram juizo muito diverso.
a injuria de vender a minha alma, e que
alm disso vendeu igualmente sua mulher,
creio que estou desligado do meu jura-
mento.
E Conrado que nao professava grande
estima pela athmosphera um, pouco quente do
inferno, deixou o campo livre ao diabo.
Segundo parece, o diabo aproveitou-se
dessa liberdade, porque o primeiro dos
meus antepagados, a quem chamaram ca-
lador negro, por que audava sempre ves-
tido dessa cor, que usava, de um elrao re-
presentando urna cabega de morto, e que
passou a sua vida a cagar nos bosques, o
primeiro dos meus antepassados, digo, nas-
ceu no anno seguinte.
Mas, Conrado, apenas se vio longe, nio
pode ter mo na lingua, e espalhou-se o
boato de que a condessa de Holdengrasbur-
go tinha o diabo por amante.
S o joven pigem que se atrereu a du-
vidar dessa allianga.
O pagem era incrdulo.
O senhor de Nossac soltou urna garga-
IhaJa.
E o castellao ? perguntou elle.
O castellao morreu as cruzadas.
Pretende-se, ataccrescentou o conde, rin-
do-seque S. Pedro lho recusou a entrada
do paraizo, para o punir de ter tido mutta
confianga no seu pagem e no seu escudeiro.
O senhor Poquelin de Moliere fez urna
comedia, quo se chama Sganarello,. que
acaba pouco mais ou menos, como a sua
legenda. Nella, o marido engaado, e
fica contente.
Resta saber se o seu castellao o ficou.
Neste momento resoou o passo de um ca-
vaUo por traz dos convivas.
E' Gretchen que voltadisse Hermann
s devia tornar noute.
Quem Gretchen ?
A sua defunta de hontem, baro.
O ca vallo parou, e urna mulher de ca-
bellos pretos, e fronte branca e pura como
o marfim sahou ligeiramente a trra.
Ajoren entrou, com o sorriso nos la-
bips, na casa de fresco, e saudou o baro
com respeitosa famiiaridade.
O baro, ao v-la, deu um grito torrivel,
um grito de terror, que nem os prodigios
do cegador negro, nem essa morta sahindo
do esquife, nem todas essas vertiginosas
phantasmagorias.das quaes era victima desde
vinte e quatro horas, tinham podido arran-
car-lhe um grito de dr e de angustia que o
fez cahir sem sentidos, e murmurar em voz
extincta e soffocada :
Minha mulher I minha mulher I
XIV
Os cagadores oHiaram-se com um espan-
to, que verdadeiro ou fingido era tal, que
produzio no baro urna sorpreza nao menos
violenta.
No meio do seu terror, por mais paraly-
sado que tivesso ficado cora essa apparigo,
teve, com tudo, tempo de ver que os seus
hospedes tinham ficado espantados e nada
absolutamente comprehendiam das palavras
que acabavam de lhe escapar.
Em quanto a sua mulher, ou antes aquella
que elle toma va por ella, estava igualmen-
te sorprendida e ingenuamente admirada e
olhava para o baro de ura modo que pare-
cia dizer-lhe:
Onde diabo casei eu comsigo ?
O senhor de Nossac sentio erigarem-se-
lhe os cabellos ; ou nao era sua mulher, e
ento a semelhanga era to perfeita, que
era de fazer enlouquecer, ou era ella, e
ento, como elle a tinha visto morta e bem
morta, camo tinha visto pregar o seu caixo
e fechar o seu carneiro funerario, era pre-
ciso destruir todas as theorias. admittidas a
respeito dos mortos, o crer que a baroneza
Helena de Nossac tinha sabido do seu tmu-
lo, to bella, to nova como quarto a elle
tinha descido, para vir atormentar o seu es-
poso infiel e pedir-iue roparagae dos seus
ultrajes. E, com tudo, era.-ella, a julgar-
se pela semelhanga : mesma estatura, mes-
mo andar, mesmo sorriso alro socegado,
mesmo olhar firmo e profundo, mesma voz,
mesmos gestos...
Gretchen tinha, talvez, de sutil qua a
baroneza, algumas linhas imperceptiveis que
lhe sulcavara a fronte, aUestando precoces
cuidados.
Mas o esquifo n teria podido produ-
zi-la? l
As oito pessoas que se aenavam assim,
em presenga, cohservarara-se por muito
tempo silenciosas, tristes, potrincadas : e,
encaxilhadas, como o estavam, entre os ca-
chos de lilazes e de raadresil vas que trepa-
rara por invisiveis estacas e ornavam a cusa
de fresco, toinar-se-hiara, Kilaaente por
estatuas dejanm.
Emfim o donde de Holdengrasburgo rom-
peu o silencio do espanto, que- rpifiava entre
os convivas, e disse ao baro i
E' impossirol, soabor, que nio osteja
(Apoiados). A essa nota de 20 de junho.que
o governo nao escreveu cora a penna subli-
r*ae do nobre deputado pela provincia de S.
Mprodo Rio-Grande do Sul, a essa nota
eveu-se o feliz desentaco da quesfio
O Sr. Silveira Martins :Veremos.
O Sr.'Vbconde po Rio-Branco (presi-
dente do'conselliOj :Veremos, e ha do en-
contrar-nps sempro prriinptos part a discUs-
so. Conhego as armas podorosas de quo o
nobre de|Hitado dispoe ; mas desdo j lhe
previno que tem nesta cmara ropeitaveis
competidores...
O Sr. Silveira Marjins :Nao fago caso
dessa anteaos. (Oh!) <
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Nao estou ameagan-
do. Offendo acaso ao nobre deputado di-
zondo-lho que encontrar aqui valentes com-
petidores ?
(Ha diversos apartes).
Mas deixemos de parte este incidente. Di-
zia eu que nota de SO de juuho se deve o
feliz desfecho da questao ; e, com eiTeito,
quem tiver lido aquelle documento cora
mais calma e menos prevengo que o nobre
deputado, ha de roconhecer que a solugo
final ostava alli comprehendida.
Fallou-nos, outrosim, S. Exc no caso de
extradigao de ura estrangeiro. L"m francez
ou allemao, autor de um desses crimesque
todas as nages civilisadas teem interesso em
que sejam punidos, foi entregue justiga
fiancoza. O nobre deputado, que alias pa-
rece comprehender era suas vistas todo o
nosso passado, presente e futuro, nos asse-
gurou que foi isso um acto inaudito, devido
fraqueza do governo imperial.
Mas o facto, senhores, como sabois, nao
novo, pois sempro assim se proce leu entre
nos, como nos domis estados. O direito
das gentes ensilla que crimes dessa natureza,
que entendem com a moral e seguranga de
todas as sociedades, nao devem encontrar
asylo em parte alguma.
O governo do Brasil concodau propria
Franga, mediante accordo por notas rever-
saos, mais de urna extradigao no dominio
dos conservadores, no dominio dos liberaos,
assim como ha de concede-las quando o no-
bre deputado dirigir os destinos deste paiz,
e eu espero que osse dia nao esteja to longe
que eu nao possa acoinpanbar o nobro de-
putado em sua alta direcgo, para observar
como elle entende e applica na pratica suas
barralas theorias.
Nao cansarei a attengo da casa cora o
oflicio d ministerio dos negocios estrangei-
ros ao ministerio do imperio, e do ministe-
rio do imperio cmara municipal da corte,
relativamente a urna medida policial, ten-
dente a prohibir que se vendessem, perto do
lugar onde desembarcan! os marinheiros dos
navios estrangeiros surtos neste porto, bebi-
das alcoolicas.
O facto em si pequeo. O nobre de-
putado pode dizer qae nao fizemos bem em
tolher a liberdade desse innocente commer-
cio, mas o publico nacional e estrangeiro
talvez nao pense do mesmo modo.
O Sr. Silveira Martins : Talvez que
nao.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :Nao fallarei das cen-
suras to injustamente dirigidas a sua alteza
o Sr. conde d'Eu e ao nobre ministro da
guerra, porque este, com os documentos
vista, dar cabal resposta ao nobre depu-
tado.
Senhores, os que combatem systeraatica-
mente os govemos teem sempre essa lingua-
gera de que to abundantemente servio-so o
nobre deputado pela provincia de S. Pedro
do Rio-Grande do Sul. Elles consideram os
ministros como representantes e servs ins-
trumentos de um poder Sem interesses iden-
tificados com os da nago. Com estas invec-
tivas elles dizem cousas mijito agradaveis ao
povo, fallam sempre em nomo da liberdade,
promettem dias os mais felizes, fulminara
raios contra a sonhada prepotencia governa-
raental. Mas tambera o povo brasiloiroj
tem bastante experiencia, conheco bem as
ligues do passado, recorda-se aiuda de urna
poca que nao vai longe, e sabe em que se
convertem essas promessas seductoras e como
se apresentam neste lugar os Catoes do libe-
ralismo, quando sao por sua voz chamados
ao poder. (Apoiados).
lludido por urna parecenga mais que ex-
traordinaria.
Julga... isso...?balbuciou Nossac,
pallido e offegaute.
Eutambem ojulgodisse Gretchen
vi-o senhor baro, hontem, pela vez. pri-
meira.
Estas simples palavras, em vez d; socega-
rem o baro, redobrarara o seu terror".
Oh -disseelle ella... tem a sua
voz !
Est louco 1 disse ella com emogo
sou urna pobre rapariga de Heidelberg,
que nunca vio a Franga, que nao sabe o
francez ; como quer que eu seja sua mu-
lher ?
Tom a sua voz... o seu gesto... o seu
olhar... os seus menores signaes...mur-
murava sempre o baro.
Loucura 1disse Hermannconheci
Gretchen quando ella tinha apenas quinze
annos, nuuca mais me deixou.
O senhor de Nossac olhou para Her-
mann.
Hermann tinha um rosto franco e socega-
do ; pareca que nao menta.
Depois olhou alternadamente para o con-
de e seus tresoutros filhos, e leu, sobre as
suas phvsionomias, a mesma assergo.
Depois, os seus olhos procuraran! os de
Roschen ; mas, Roschen, com o ruber na
fronte, tinha os olhos baixos e pareca sof-
frer.
O bar estremeceu, mas acabou de dizer
comsigoXque era ludibrio de um capricho do
acaso, d Jima semelhanga inaudita e for-
cejou por so sorrir.
Perdoe-me, senhora, o meu louco
terror; tenho o espirito desvairado desde
hontem, e a sua marvilhosa parecenga com
a esposa que perdi, junta a um sonho que
tive na noute passada e que tinha to bem
a apparencia da realidade, que rae foi pre-
cisaba assererago destes senhores para nao
crer n'elle, a sua presenga, digo, junta ao
sonho que tive, pode s desculpar-rae.
Um sonho ? disse Gretchen admi-
rada.
Sirarespondeu Nossacsonhei, jul-
guei ver na noute ultima a porta de meu
quarto abrir-so; pareceu-me ve-la entrar
com a sua mascara no rosto, deitar-seao
meu lado e morder-me no pescogo como
um vampiro.
Gretchen deuum gritle horror, e depois
urna gargathada.
Olhjpara raim, senhor baro-'disse
X existencia de. um" partido ulico nao
passa de um devaneio do illustre orador, a
3uem rospando, ojulgo desnecessario defen-
er-me e ao partido conservador contra se-
molliante iuvengo. (Muitos apoiados).
-Nao travei par esto debate a pessoa au-
gusta do motiarcha, porque creo qoe todo o
Brasil lhefazjustica. (Muitosapoiados).
cima do juizo o nobre deputado est o
juizo desta cmara, est/ juizo da nago.
'Muitosapoiados, muito%om, muito bem).
O SR. IGNACIO MARTINS (signaes de
attengo) :Sr. presidente, o projetUfque
se discuto, e que foi porS. Kxc. S. presi-
dente do conselho elevado altura de ques-
tao do plena confianga, por si bastante-
mente importante, e infelizmente cabe-rae a
palavra quando a hora j yai adiautada,
quando todos se achara fatigados, e quando
o publico ainda admira um dos mais felizes
e verdadeiros successos que tem tido a nossa
tribuna parlamentar, o monumental discur-
so que acaba co ser proferido polo meu 1-
lustrado collega deputado pela provincia do
Rio-Grande do Sul, que provou ser merecida
e justa a cousiderago que goza do sor elle
um dos mais elevados taleutos, urna das
raaiores illustrages do nosso paiz.
O Su. Silveira Martins : E'bondade
do nobre deputado.
OSr. Ignacio Martins:O nobre de-
putado com a forga de suas palavras, com o
vigor, de sua argumentaco, obrigou a cada
um dos nobres ministros presentes a pedir a
palavra para defeuder-se de aecusages que
lies foram feitas.
Sinto-me, portanto, acanhado, Sr. presi-
dente, porque, novo, sem habito da tribuna,
pela primeira vez que aqui comparego, se
nao fra o dever que coutrahi para com o
2o districto de minha briosa provincia, soli-
citando e aceitando o honroso mandato que
ella me conferio, seno fra ser eu ura d
^presentantes nesta casa deste partido hoje
proscripto, e cujos raembros teem sido pelo
overno tratados como parias deste celestial
imperio, se nao fra o fazer eu parte desse
pequeo grupo que pode, rompendo por
entre as bayonetas do governo, conseguir
alguns assentos neste recinto, eu de certo.
desistira da palavra neste momento ; mas
o dever que me impuz imperioso, e mesmo
que me seja agradavol fallar agora, ainda
que seja desagradavel aos nobres deputados
o ouvirem-ine (nao apoiados), pego todava
alguma benevolencia.
Sei, Sr. presidente, que o meu primeiro
dever seria definir as minhas opinioes polti-
cas, declarando d'onde venho e o que pre-
tendo, mas deste dever me julgo isento por-
que todo o paiz conhece quaes sao os pou-
cos liberaes que teem assento nesta cmara,
e, portanto, j o meu obscuro nome nao
to desconhecido, nao por mira, mas pelo
lugar que o 2o districto de Minas, no oxees-
so de sua bondade, me concedeu.
O projecto que ora se discute conten em
si duas questoes diversas. Em primeiro lu-
gar, se a proposta apresentada pelo nobre
ministro.Ideputado por S. Faulo.envoWe urna
questao de confianga, e em segundo lugar
se os poucos liberaes quo tem assentono par-
lamento podem votar por essa proposta.
O meu Ilustrado collega deputado pelo
Rio-Grande j demonstrou at evidencia
que o partido liberal nao podia conceder
seus votos a urna proposta que considera-
da como um meio de vida' para o ministe-
rio. J mostrou enrgicamente que o ga-
binete tem abusado inteiramente do poder,
tem faltado completamente a seus deve-
res.
Nos vimos, Sr. presidente, que o nobre
presidente do consalho correu logo tribu-
na ; mas S. Exc, que tantas vezes tem co-
lindo louros na tribuna parlamentar, hoje.
estove muito quem da sua reconhecida l-
lustracao. S. Exc. nao se defendeu nem a
seus collegas de nenhum dos factos, de ne-
nhuma las aecusages. (Nao apoiados da
maioria.)
O Sr. Visconde do Rio Branco 'presi-
dente do conselho) :Justiga de adver-
sarios !
O Sr. Ignacio Martins :S. Exc disse
que as aecusages feitas ao actual ministerio
nao passaram de chavo erapregado serapre
pelas opposiges. Mas, Sr. presidente, o no-
bre deputado pelo Rio-Grande do Sul espe-
cificou factos uas suas aecusages, como fos-
sem rfmiMMtrarsacgo* do governo com
o Dr. Mello Moraes a respeito do archivo, a
nao menos censuravel. com Al ves Carvalho,
etc., e S. F.xc. nobre presidente do conse-
lho cofitentou^se em responder quanto
uns qu| o ministerio se (ma delles defen-
dido, sem dizer onde e quando, e, quanto
a outros, que j forera discutidos.
Sr". presidente, eete^ modo de responder
njlo 6 por certo o que se chama defeza.
Sr. presidente, que a questao de pura
confianga nao resta duvida alguma. O no-
bre presidente do conselho msmo, quando
hontem respondeu ao Ilustre chefe da dissi-
dencia, daclarou que a questao era de plena
confianga. Ora, sendo a questao de plena
confianga, como nos vena pedir, a nos, re-
presentantes do partido liberal, os nossos vo-
tos para dar-se ao ministerio este meio de
vida ? Nao, senhores, nos negamos ao mi-
nisterio os nossos poucos votos. (Apoiados
dos liberaes.)
O nobre ministro da justiga j ameagou-
nos cora a dictadura 1 O partido liberal,
Sr. presidente, nao tem medo das dictadu-
ras, elle j est acostumado a soffre-las des-
de ha muito.
Quando em 1868, contra todas as regras
do governo representativo, foi guindado ao
poder ura partido adverso quelle que ent.
existia, nos vimos o espectculo terrivel que
nos apresentavam todas as provincias.
Desde logo esse ministerio, d que o Sr.
presidente do conselho fa'zia parte, tratava
de escolher para presidentes cidados, nao
pelo bem que elles podessem fazer s pro-
vincias que iarn administrar, mas pelo mal
que poderiam causar o partido deeahido.
A' minha infeliz provincia coube em sorte
ao Sr. Dr. Domingos de Andrade Figueira,
Jjptelligencia robusta, mogo de conheciinen-
vastos e que nos deu a esperanga de en-
contrarmos justiga na sua administrago ;
mas para esperar o Dr. Figueira o goveruo
escolheu um poltico dos mais extrmalos
da provincia, e conferid-lhe a administrago
como l.'vice presidente.
O Sr. baro de ('.amargos, ento senador
Telxeira deSouza, parti inmediatamente e
tomou as redeas do governo ; S. Exc. desde
ento at hoje tem sido o maior perseguidor
que o partido liberal de Minas tem tido ; S.
Exc ingratamente esqueceu-se de que o par-
tido liberal muto.concorreu para a posgo
honrosa que tem S. Exc no paiz, como se-
nador*tfo imperio.
Nao desconhecido o facto das duas mil
demisses em oito dias 1 Nem tio pouco o
escndalo de autoridades entrarera era exer-
cicio antes de seren nomeadas E o Sr. de
Camargos ainda fez maft, suspenden a exe-
cugo de leis provinciaes promulgadas e pu-
blicadas I E, Sr. presidente, depois de pra-
ticar taes factos, foi S. Exc. premiado com
o titulo de baro de Camargos, emquanto
que Simplicio de Souxa Mandes era condem-
nado pelo supremo tribunal de justiga pelo
mesmos facto* praticados no Piauhy.
Chegando capital o honrado Dr. Andra-
de Figueira, e assumindo as redeas do gover-
no, bem depressa desftzerara-se as esperan-
gas de justiga quo nelle tinhamos. S. Exc.
tambem se deixou levar pelo espirito de par-
tido, e a tal ponto, que chegou a nomear
um seu empregado de secretaria para
promotor em commisso, afim de appellar
de um procosso, como publico, notorio o
provado.
Se da provincia de Minas passarmos *
outras provincias, encontraremos a mesma
marcha. Na Baha, era S. Paulo... mas
como os Ilustres deputados entendem que
nao se devem discutir os actos pblicos dos
faomens polticos, quando esses homens na
existem eu, comquanto nao compartilhe esta
opinio, quero nao tocar nos nomes dos j
fallecidos Srs. visconde de S. Lourengo e
visconde de Itana, respeitando o parce ss-
pultis. (Muito bem.)
O partido liberal estava proscripto, nao
podia lutar, assim mesmo tentou disputar as
eleiges municipaes, mas repellido e massa-
crado pelos homens do poder, vio-se obri-
gado a retirar-se.
ellaa veja so tenho a apparencia de um
vampiro 1
O baro levintou de novo os olhos para
ella...
A joven olhou para elle com essa melan-
cola suave e lasciva que elle se lembrava
ter visto nos olhos da menina Borelli.
E estremecendo de novo, poz-se a pensar
na sua mulher niorta de desespero e de
ciume, no sau indigno proceder para com
slla... e esqueceu Roschen durante um mi-
nuto o lembrou-se das lagrimas que tinha
vertido sobre o corpo inanimado de Helena.
Barodisse o conde de Holdengras-
burgo, interrompendo repentinamente as
penosas reflexes do senhor. de Nossaccer-
tifique-se bem e definitivamente do que a
nossa pobre Gretchetrnada tem de commum
com a defunta senhora de Nossac. Expulse,
depois, as lgubres recordages quo lhe ac-
cudiram memoria, e se n'isso consentir,
vamos visitar os meus dominios como estava
combinado antes do almogo.
O senhor de Nossac ergueu os olhos para
Gretchen.
Gretchen estava indifferenfe e socegada.
Senhoradisse elle, sera poder ven-
cer inteiramente a emogo que o dominava
-queira permittrme urna pergunta.
Falle, senhordisse Gretchen, na sua
voz meiga e melanclica.
Como pode fallar-me em termos to
exactos de minha mulher hontem noute ?
Gretchen sorrio-se.
Pergunte-o a Hermann respondeu
ella.
Senhor baro^disse Hermannnao
tem um amigo chamado o marquez de Si-
miae f
Tenhorespondeu Nossac.
Coronel de drages ?
Sem duvida.
E que fez a ultima campanha da Al-
ie manha ?
Cortamente.
Pois bem com j lh'o dissomos, meus
irmos*e eu somos estudantes da universida-
de de Heidelberg.
No anno ultimo, o senhor de Simiana,
ferido n'um hombro, foi tratar-se a Heidel-
berg. Eu era um dos cirurgides ajudantes
3ue curavam ; tomou-me amizado e conri-
ou-me a continuar as minhas visitas, mes-
rao depois da tua convalescenga.
Eu enviava-lhe Gretchen todas as tardes,
e cada vez quo elle -a via, escapavam-tho
[Continuarse-la].
estas palavras : Tem urna vaga semelhanga
com a defunta baroneza de Nossac.
Vaga ? elle achava a semelhanga vaga?
De certo.
E' de endoudecer 1 pensou o baro.
Oracontinuou Hermannurna nou-
te em que nos repeta essa phrase, pergun-
tamos-lhe quem era a senhora de Nossac ?
Urna mulher morta virgem respon-
dernos elle.
E contou-nos a historia do seu casamento.
Aproveitamo-nos hontem dalla, e Gretchen
que, boa rapariga como tem o carcter
jovial, repetio-lh'a to completamente como
a sabia.
E Hermann chegou para si a joven e de-
poz-lhe um bejo na fronte.
O senhor de Nossac estremeceu repenti-
namente e sentio urna dr vaga no coraco
e na cabega.
Esse beijo tinha-lhe feito mal, tinha chi-
mes delle.
Porque*
Sem duvida, fez immediatamente a si
mesmo esta pergunta, e taxou-a de louca ;
porque dirigi vivamente os olhos para Ros-
chen, como se procurasse urna gide pro-
tectora no seu olhar e no amor contra pun-
gentes recordages e contra a imagera nova
quelh'as lembrava.
Roschen estava opprimida e angustiada,
Roschen com os olhos filos no chao, ouvia
olTeganto essa estranha expficago que tinha
lugar entre Hermann, Gretchen e o baro,
e pareca mais afflicta com ella do que ad-
mirada.
Vamos, baro 1 disse o conde tle
Holdengrasburgo otlerega a mo sua
noiva.
E accentuou esta palavra, que fez estre-
mecer Gretchen.
Otlerega a mo sua noiva repeto
ellee vamos pelo prade at aquella aldeo-
la que v ao longe, e que habitada por
urna colonia blgara.
O baro chogou-so a Roschen e offereceu-
Ihe a mo.
A mo da joven trema e o seu corago
bata com torca.
O baro, notou essa emogo. mas attri-
buio-a scena qae acabar* de ter lugar e
ao susto que delle devia fteceSsariaraenU
resultar joven.
(Continuar-te-ha).
JlABlO -RA wiE K tiAXl^
. *
i
i
'



I

.
- -~*


Full Text
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