Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12812


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Full Text

I?
ti
AMO XLIX. MUERO fi
1M11A Pk-APITAL E Ll'GARES OSDE NAO SE PAGA PORTE.
Por tres meses adiantaftyi...............'.J 69000
Por seh ditos idem i'....-...........* 129000
Por um auno dtmi.....'*........ 2WH)00
'Cada minero avflw........*. ......... 320
' QUINTA FEIRA 16 DE JAXEIRO DE 1873.
--------------------------------------r--------------------------------------------------------------' '
PARA DES TRO E FORA DA PROVINCIA.
Por tros meaes adiantados......*&?.........
Por seis ditos dem......... *&-'.........
Por nove ditos idem...................
Por un anuo idem.............. ".....
69750
V39500
809450
279000
PR0PRIEDADE DE MAN0EL FICUEIROA DE FARIA & FILHOS.
.. .
Os Srs. Gerardo Antonio Ahes Filhos, no Para; Goocalves ck Pinto, no Maranlio ; Joaquim Jos de Oliveira Filhouo Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracatv ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Si I > a, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguane ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bufete, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Govanna ; Franeino Tavares da Costa, em Alagas; Alvos & C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio )de Janeiro.


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PARTE OFFICIAL.
it

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'
(Tt-riio I 1 proi inri.
EXPKDiRirrii ix da '\ di: jaxki.-.d i>k 1873.
Actos :
piwideiv id provincia, de conformidad'!
ni a propala do Dr. 11 t- tli- ) lucia 11. ID da 2
> lo currante, resolve 11 mi- para o carga de sub-
delegado (1>> dstrict 1 tlr Ueberbe, i! i term 1 di)
Cunda, o capillo honorario ti exercito Maooel d-
Gamillo P*es de Andrnde G.iiviin. Commoni-
c-use ao Dr chelo de polica.
1 :li !!i-:
Ao coronel commandante Jas armas, decla-
rnidoqu! o capillo Mar iel oai|iim Bella tfvc
j-eguir ara a curte, nao no vapor que prxima-
mente se espera *l > norte, e siin mi immedial 1. '.-
u-atasj-s rafees que pessoalraenle pxpoz.
o iiiisin 1 111 ni Lindo reeolher untadas
ortalezas, a orduo 'la presidencia, por insubordi-
nado, o Miares do 9." baialhl) Manuel Simplicio
Coi rea Leal.
Ao l)r. chefe de p il ja, declarara! > que nao
pode tur lagar o augmont > da torca |ae pede para
a guarn'; 10 da"casa de detencao ; pirqnanto seh-
do esse augmento pedido pira as prac.is aeompa-
nliarom os presos no servico .a fachina, nota.so
que, segando n regulara mi) d'aquelle estabeleel
ment, o servir.) da limp iza'rateriiamonte doro ser
ij.i sob a vigilancia I is guardas, e do modo pros-
cripto no iivnii > reglame .i'o; acere een lo que alli
existera latrin as, ijae dispensara a sabida dos pre-
sos, e que irregular e abusiva a pratiea de irein
elles s compras. qu 111 l.i a sua alimentarlo deve
correr, oupor eonta dofernecidnr,quanto nos que
saosustentados 1 custa di provincia, que qbri-
sado a apresentar as raeiies Je dictas ou p*>r (son-
ta das familias dos detento* na forma esialieiecida
no citado reguhinrato e contrato celebrado.
Ao mesm, c jin auncan lo que nesta data
f"i lancadoo -cumpra-se -no exequtur imperial,
C-WHvdido i Bom nao d ) Sr. Juan Hamos para
eansul da repblica do Paraguay nesta provincia.
Fizeram se as demais oaiiiiuieacoei.
Ao inesiii), reeoni 11 mdand 1 que irovidencic
de confonni I; de coni a lei. sobre o que represen-
ta Feliciana Mara Olyunia, no papel em original,
ane se remeta
Ao nenuo, muid 111 lo apiv enlar ao prove-
dor da Santa Gasa de JlisirieorJia a dooda Julia-
na, que setena abordo d) vapor Pirnptm-i. e
nne para ser reeoltttta ao hospicio dis aliena los
i remettida pelo Exu Sr. presidente do Rio-
Grande do Norte.Expei)io- di .Santa Casa de Miscrirordia e co:n:nuncou-se.
Ao mesnio, reautiando os pasjes de que tra-
ta etii offlci'i de 2 do rente.
Ao inspertef. d Hesouraria de faienda,
ni-uidando ajustar conias e pausar guias de soe-
corrimento ao major do 2 batalhao de iufaularia
Cirios Magno da Silva e alfeivs Joaquim Alves
, <|uc |)>r cmta do ministerio da guer-
ra teem dse-'iiir para .1. curte.Expidi se or-
_dem para a pas-ag.ms do^mcsmoB, ecomuiuni-
eos-'se ao cormcl eonunandante das armas.
Ao mesnio, mandando indemnisar o ministe-
rio da marinba, daquantia de 'M\3S% em |ue
importou um d is csealeres mandados construir
n 1 arsenal de uiarinba para o servico da guarda-
nioria da alfaudega, c urna balieira 'que alli tam-
bera se construio para as visitas da saude],e poli
oa do porto ; sendo o primeiro na importancia de
!;166*o73 c o secundo na de t:0977l'J.Oun-
niunicou-ss ai inspector do arsenal demarinlia.
Ao inspector da thesouraria provincial, .ac-
eusanJo a. recepcao du ponto dos empregados
d'essa repartija >. annexc ao sen ollcio de 2 do
rente, e declarando que nao devem ser ahina
das as fallas dos dous em 1 regados que deeiiaram
dj lomparecer durante iodo o mez sera causa,
cumprindo que adrirta-os de que nao devem re-
petir semelnante aboso. Oluciou-se no mcsino
sentido ao director nterin 1 do arsenal de guerra
eu relaiCio a um emprcgido do inesino arsenal,
que talar lambe n sem causa justificada dorante o
mez de deiembrc, e que deve perder a gratilicacao
que Ihe compele.
Ao mesuio, mandando pagar a Antonio Do-
mingues de Almeida Pocis a quantia de i:ii95l),
despendida no mez de iovembro ullini) e>mi o
fornecunento de luz bagua ao quartel do destaca-
mento d i termo de Santo Antao. Cora nunicou-se
a.-) r. chele do polica.
Ao inspector do arsinal de marinha, decla-
r.iolo licar inteirado de lia ver mineado em 2 do
e-rrcnle. Olyrapio Frailesco de Paula Machado
pira exercer inlrinam -nte o lugar de apuntador,
por haver Je.quim Honoiiod: Souza Kangel pas-
sado a exercer* logar de aniannensi da respecti-
va secretaria, daranle o impedimento djGovino
Henriqoes do A:sevedo.-Jorumunicou-se ao ins-
pector da thesouraria de l'azcnda.
Ao Dr. inspector di saude do porto, recom-
ineiidando que, ile accordo com o cnsul dos Es-
tados-Unidos, faca recolhcr ao lazareto do Pina,
ou onde julgar inais conveniente, a tripolacio do
paquete americano Erir, que incendioo-so em via-
gem para New-York, a qual se acha bordo do
vapor Pinpana, entrado dos portes do norte.-
Fizeram-se as devidas co ninunicacoes.
Ao comnard inte do corpo de polica, remet-
iendo para a devida execueao a decisao da unta
que e:n ultima instancia julgou o soldado Bernar-
do Jos dosSinto, rujo jtrocesso devolve-se.
Ao mesm.), reaiettei do copia do oflirio diri-
gido pelo subdelegado do districto do Grvala ao
Dr. chefe de polica, c re ominen Jando (jue tome
era consideras) o fado criminoso a que ailule, e
laca recothei!" s. cstu capital o dstacaoiento alli
existente, allm de syndicar-se inelhor do proced-
lenlo do sargento qae o eommandava, com rea-
cao disciplina.
Ao ni/. Je dircito da comarca de Palmares,
recominendaiiJo que providencie para seren co-
bradas.as div dis activas da igreja. matriz de Una,
t.izendo arrecadar qualquer quantia, pertencente
ao patrimonio da mesm:, e que esteja em uwos
de particular'.
Ai juiz municipal do termo do Bom Conse-
I;o, mandando que infor ne qual o resultado do
proeesso eriuie que dever ter sido instaurado por
e^se juizo, coitri l.aurertno Ferreira da Silva,
pelo crime de deftoramento da m.'nor Maria Tae-
reza de leste.
Ao engenheiro encirregado dis obras mili-
tares, declarando que, para se resolver sobre a
conclusa') da obra do calafeto no soalho do hospi-
tal militar, convin que aprsente orcamento da
il'iieza fazer-se; notando-se que o que ja est
feto o peior possirti
Portara :
A' Illuia cmara municipal d-i Hecifc. -A-
chando-se exuberantemeute verificada pelo exame
feto no juizo competeal\|a acta da eleicao mu-
nieipal, a t|uo s procedra na freguezia dos Afo-
gados a falsiJade da referida acta, a qual teve por
liayalterar a or lem da vetaco, dandiv aos eleilos
eollocacao diversa da qr.e realmenle deveria ser,
se para'tal m o fost empregada semelnante
fraude, recoinmBOdo i II ma. cmara municipal do
Bicife, que sobr'estejaiia posse dos novos vereado-
re, at que pelo poder coaipeteute seja julgada a
dita eleico.
A" mesna %e1aranJo qoe nao pode correr
ficr conta dos cofres provineiaes a de impeza, cbnse:vaeao < concertos das latrinas e
( urinatorioscol ocartis nos fundos da casa da .
.1. o Junto c;.sa de deteneao fcfcndo, porta
1 cmara esperar qoe a aseembls provincial
em sua prxima reuniao, designe verba no respec-
tivo orcamealo para tal lim.
Aos agentes da companliia de navegacao Bra-
sileira. iiiaudaudo dar transporte para a corte, por
conta do ministerio da guerra, ao cabo de escua-
dra do 1" batalhao de artilhariaa pe, Matheus Ma-
nuel Vicente do Sacramento -Gommnnicon-su ao
coronel coinmandante das armas.
EXI'KDIKNTK U I SIXRKTAMO.
Odlci a :
Ao Exm. presidente do tribunal do commer-
co, acensando de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, a recepcao do seu otnV.iu de 30 do
mez passado, em que participa o resultado da elei-
cao que, de conforniidade com a lei, teve lugar
para a eseolha de dous deparados pie tem de ser-
vir no qoatiiemio de I87;| a 1876; tendo sido re-
eleo o eomratreiaate Alvaro Augusto de Almei-
da, c eleilo Antonio Ignacio do llego Medeirus.
N. 20.Pernanilnieo.Ueparticiio das obras pu-
blicas em 7 de Janeiro de I87J.Illm. c Exm Sr.
Para cuinprir o que V. Exc. determina em olll-
cio de 18 de dezembro prximo passado, acerca
da obra do acude da Victoria, de que arrema-
tante o coronel Jos Cava'eanti Ferraz de Azeve-
do, passarei a expor eircumslanciadamente tildo
quanto tem occorrido durante sua execueao.
Nlo tendo apparecido licitantes arremataba)
dessa obra, ape/.ar de ter ido por vezes Braca,
fui em 11) de dezembro de 1806 contratada COfflvO
coronel Jos Cavalcanti Ferraz 0%f Azevedo, com
o augmento de 20 por canto sobre o proco do or-
camento, que sendo de lz:0'J0,' lieou elevado a
ti: 4004000.
Nao tendo o arrematante podido dar comee as
obras no [trazo do contrato (2 mezes) ^equereu e
obteve por portara dessa presidencia de 3 de ju-
llio de 1807, que "fos.se o dito prazo espadado at
t'i de ag.sto do mesm) auno.
Eifeelivamente, coniiiiunicando o engenheiro do
o." distrido, Ernesto de CarValUO Paes de Andra-
de, que o contratante dera principio obra, man-
dou-se-lbe passar certificado para pagamiento da
primeira prestac.o em 2 de setembro de 1867,
iguil terceira parte do contrato, segundo as con
dimes d o inesmo.
Nao podendo a thesouraria provincial, em vista
do estado de seus cofres, fazer logo o pagamento
da dita prestacao, sin uite em Janeiro de 1868 o
realsou.
E tante em seu favor. Proceda o contratante na exe-
cueao da obra, quando por mandado do juiz mu-
nicipal do termo da Victoria, fui ella embargada
em 12 de maio do 1868, a requerimento de al-
guns consenhores dos terrenos margem do dito
a.ude, sob pretexto de prejuizos causados em
suas propriedade.
Assiin permanecu embargada essa obra desde
12 de maio de 180S at 13 de Janeiro de 187i);
poca em que sendo o dito embargo levantado, or-
denou-se ao engenheiro para fazer constar ao con-
tratanto que continuasse a execueao da obra, ao
que dando cuuipriineulo, trabalhou regularmente
de modo a ter direito ao pagamento da ennd.t
orestac u>, qnc srttw-mandbu pagar em 1t deno-
vembro de 1870. Em 3 de mareo do 1870 obteve
um auno de prorogaco. Sobrevindo, porm, urna
grande endiente no riacho Natuba, oor causa do
arromho de*2 contra acudes do engenho Pacas,
foi a barragem o dique de trra distribuida com
um grande arroinbo.
A obra de alvenaria nada soffera.
Dessa oceurrencia de parte essa presidencia
em 3dejulbode 187J. e apresentei um orcamento
do obras suppiementares no val t de 9:473i.o0i,
o qual foi por essa presidencia mandado executar
pelo mesm) contratante sob as inesmas condicoes
do orcamento primitiva em 6 de abril ultimo, mar-
cando-se-lbe o prazo de nove mezes para conclu-
sao das obras.
Portanto tora recebido o inesmo contratante at
esta data duas prest icoe, no orea atento primitivo
111 valor de 8:6i05'K)d e a primeira prestacao no
orcamento supplementar no valor de 2:8.iti051 ;
alora dissotem recebido como accrescimo de obra
a quantia de 2:028i72, sendo 610oi0 por or-
dem dessa presidencia, datada de 10 de dezembro
de 1870, 49 de 16 de 'evereiru de 1871, e 925932 por ordem
de o de dezembro do inesmo anno de 1871.
operarios e tambem com o mo estado ie su^
saude.
Deixo de informar sobre os outros ponfi dr
que trata o ofhYio do Exm. Sr. presidente d| pro-
vincia, por nao ter man todoj os dad >s preci-
sos ; mas V. S. encontra-los-ha,, sem duvila, no
archivo dessa reparticao.
^ Se continuar a execueao das obras do a^dBe da
Victoria a cargo do actual empreiteiro, Wfllcil
de prever quando estarao ella conemidis, riim
quanto se despender anda at a sua completa
conclusao, porquanto, tendo sido de 12 ou 18 me-
zes o prazo estipulado no principio para a edtrega
da obra, j ella se acha no 7." anno ; e a impor-
tancia do orcamento primitivo das obra* que ojra
de 12:0001 aclia-se actualmente elevada a iniis
de 25:0004000.
E' quanto se me offerece a dizer i V. S. sobre o
ponto do ollleo da presidencia que me diz respei-
to, e aguardo as instruccoes de V. S. sobre as
[-providencias que julgue merecer um tal estado
de cousas, contra o qual unnime a queixa dos
vidorienses.
Daos guarde V. S. Jalmatlo 21 de deze-nUro
de 1872.Illm. Sr. Dr. Jos Tiburco Pereira de
Magalbaes, digno engenheiro chefe da reparticao
das obras publicas. O engenheiro do 5." districto,
Francisco Apolyorio Leal.
5 seeean.Palacio da presidencia d" Pernam-
buco, 9 de Janeiro de 1871. -Em vista do que ex-
poz Vme. em sen oflirio de 7 do crrente, deter-
mine ao engenheiro do 5." districto que faca sen-
tir ao arrematante da obra do acude da Victoria.
coronel Jos Cavalcanti Ferraz de AzeveJo, que
deve concluir a referida obra no prazo marcado
no contrato, pois esta presidencia nao est dis-
posta a eoneeder-lhe nova prorogaco.
Deus guarde a Vme.Henhque Pereira de La-
cena.Sr. engenheiro chefe da reparticio das
obras publicas.
oespachos da p.iksidknc1a do da 11 de janeirto
dk 1873.
A'lolpho Cavalcanti de Oliveira Mr.ciel. -Inde-
ferido.
Bario da Sjledale. Passe portara cinc oteado
a prorogacao pedida.
Bacharel Bjato Jos da Costa.-Informe o Sr.
director das obras publicas.
Capitao Caetauo Correia de Qioiroz Mmteiro.
-Deferido com ofncio desta data, dirigido the-
souraria de fazenda.
Gaspar Antonio dos Res. Informe o Sr. Atrae* 1
tor geral interino da instruceTto publica.
Joaquim Luiz da Silva.-Concedo o ptazo de Vf\
das.
Jlo Paulo Rosa Ccsse. Iuleferid).
Joaquim Patricio di Sacramento.Informe o
Sr. commandaule do corpo de polica, declarando
o motivo que o levou a solicitar que a prajr de
que se trata fo^e destinada ao servico do eser-
eilo.
Jos Maria Monteiro Pess. Requeira aa ad-
ministrador do correio.
Os encarregados da d Jaj-iL-ti-Uc a ir,ja dos Prazeres. Deferido oom
o ofllciO dest* dar ao compran Jante ivvi+rw* An
Rccife
Romao do Reg Barros.Por ora nao pode o
supplicaute ser attenddo. Aguarde-se para quan-
do houver vaga de alguin eraprego que possa
desempenhar.
Major Severlano Camello Pessoa Cavalcante.
Junte o supplicante os documentos eompMbaloy
rios, descriminanlo quaes as escoltas que eaptnl
raram os crninosos a que allude, e quaes as'
que os conduziram para esta capital.
Recapitulando tudo quanto tenho expendido
acerca dessa obra, concluir! informando, segundo
a ordem do citad oflleio di V. Exc da maneira
seguinte :
1." Que do orcamento prim tivo existe feita toda
a obra de alvenaria projectada para a comporta,
faltando a casinha para o guarda ou con-
servador ; da obra de trra ou dique eslava
executada mais de metade, quando sobreveio a
che a que o arrombou, e nesse estado permanece,
visto como o mesmo arrematante nada fez anda
das obras supplementares/occupaado-SO at o pre-
sente era preparar lijollo e pedra.
2._0 contrato primitivo apenas soTreu a modi-
licacao constante das obras suppiementares por
causa do aiTombamento do dique de trra.
3." O supplicante dmente pedio urna prorogacao
de um anno que Ihe foi concedida por portara de
3 d'! ni i reo de 1870.
4 o Te o recebid) o contratante at boje.....
!3:.)10523.
5." Resta a despender 10:00i108 e miis os 10
por canto da importancia dos contratos que estao
em deposito, se a obra fOr executada de conformi-
dade cora o orcamento supplementar.
6.* Finalmente que essa obra tem sido exami-
nada por todos os engenheiros desta reparticao
que teem servido naquelle districto, e actualmente
pelo engenheiro Francisco Apoligorio Leal, encar-
regado do districto.
Da informara) \yy cuta inclusa do mesmo en-
genheiro Francisco Apoligorio Leal, ver V. Exc.
a sua opiniao a respeto d) estado da obra c do
seu acabamento.
1) us guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr.
Henriqne Pereira de l.ucena, dignissimo presiden-
te da provincia. -O engenheiro chefe, Jos Tibur-
co Pereira de Muwlhes.

Illm. Sr. Em re-posta ao offlcio de V.
S. de 20 d) eorrente, mandando-me informar o
estado das obras d acude da Victoria, de que
contratante o coronel' Jos Cavalcanti Ferraz de
Azevedo, cabe-nin dizer V. S. que nenhum co-
meep proprlamenta de execuejao teve anda a no-
va obra, a qual consiste na construccao de um
paredao de alvenaria sobre o leito do rio, no lugar
do arrombameoto da barragem de trra que se
"eslava fazendo, obra projectada pelo Sr. engenhei-
ro Mattos, quando encarregado deste districto, e
oreada em 9:i7350V
I)evendo, segundo o contrato, receber a pri-
meira prestarlo desta nova obra logo que ella
desse principio, apressou-sc o empreiteiro em
mandar depositar no ponto dos trabadlos alguns
carros de pedra, afim de fazer jus ao recebimento
da dita prestacao : neste sentido requereu-me
o attestado.
Ofllciei V S. a esse respeito, e foi decidido
que elle tinha direito ao recebimento, o, como tal,
obteve o competente certificado.
a fabricacao de cerca de vinte e cinco milbei-
ros de tjollos e na conducho do urna porcao de
fledras para a obra, tem consistido todo o traba-
ao feito at esta data, e as reclamaeoes que por
diversas vezes verbalmente Ihe tenho feto sobre a
raorojdade da execueao, tem-se (o empreiteiro)
sernpre deviiliado, ora com o rigoroso invern
^^b-;i- i''- wiembro. ora com a falta de
< o ni ni .ni (I i las uriutti.
QL'AUTEL DO COMMAMlO DAS ARMAS Dt PKR-
NAVIUCO, 15 DBJA5EW0 DE 1873.
Ordem do din n. G91.
O coronel enmmandante das armas interino de-
clara a guamiciio para seu conhecimento e lins
convenientes, que o Sr. lente do 9" batalhao d-.
iufantaria Jernimo Ignacio dos Santos resguou
licencia de quarenta das com o sold simples, que
por portara do ministerio da guerra de 11 do de-
zembro prximo findo, publicada na ordem do da
da reparticao do ajudante general, de 19 do mesm i
mez, sob o n. 897, obteve para ao interior desta
provincia, cuidar de neocios de sua familia,
visto ter cessado o motivo que o levou o solicitar
essa licenea.
Declara "igualmente] jque no da 9 do eorrente
apresentou-'se vindo da corte no vapor Guar,
com o destino de reunir-se ao seu batalhio2o da
mesma armao Sr. alferes Antonio de Barros Te-
xeira.
AssignarloJos Maria Ildefonso Jaco-
rn da Veiga Pessoa e Mello.
Conforme -Jos Ignacio Ribeiro Roma-
tenente ajudante du orJens interino encarre,
gado do detalhe.
Ki'jmriM'ito la polica.
2.* seceao.-^ecretaria da polica de Peraambueo,
15 de Janeiro de 1873.
N. 87. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta^ das par-
ticipacoes recebidas boje nesta reparticao, foram
honjem rocolhdos casa de detencao os segura-
res individuos :
A' ordem do subdelegado do Recife, Idalina Isa-
bel da Conceicao, presa era flagrente por crime do
ferimento; o subdito inglez Thomaz Lenrs, re-
quisicao do respectivo cnsul, e Virgno Jos Pes-
ftana, por embriaguez e desordeuu
A' ordem do de S. Jos, Florencia, escrava da
Anua Maria da Concegao, por embriaguez e des-
orden).
A' ordem do de S. Jos, Florencio, escervo de
Anna Maria da Cenceicao, por andar fgido.
O deleg do do termo _de Iguaross, por offl.-io
de 4 do eorrente, cominunicou-me que na manh
do dia 26 de dezembro, em trras do engenho
Santos Mendes, da comarca de N.uareth, fra
brbaramente espancad^ Joaquim Bezerra de
Mello, morador em trras do engenho -Santiago
d'aquelle termo por Antonio Caetano e seos filhos
Tobas, Genuino, e Francisco, os dous primoiros
moradores na propriedade deTimbosinho, annexa
ao dito engenho Santos Mendes, e os demais em
trras d^ engenho Tappre Novo, que limitro-
phe do engenho Santiago, onde reside o effendido ;
DCTERIOR.
lio in; j%\i uto
O nceordo.
oue fez corpo de delicio e remettera-o ao delegado
de Nazareth. onde tivera lugar o delicio, para os
devidos loa,
Nesta data reeommendei ao delegado-de Naza-
reth que instaurasse o respectivo inquerito da re-
messa delle ao Dr. juiz criminal, me dsse logo
sciencia ODr. juiz municipal do termo de Olinda,
por offlcio desta data participou-mc que pelas 8
horas da noute de hontem, no lugar denomi-
nado -Salgidnho, d'aquelle tormo, fra grave-
mente ferido com um tiro destechado de embos-
cada o cidadao Jos Maria Braga, ali residente ;
que fez o competente corpo de delicio e trata de
proseguir nos demais termos da lei contra o cri-
minoso que evadi-se.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. cuin-
mendador Henrique Pereira.de l.ucena, dignissi-
rao presidente desta provincia.O chefe de polica,
Luiz Con-eia de Quara; Bm.
II
Nao escapar a nnguem a finissima argucia
com que o orgao ultra-ilnn icratico d por averi-
guados factos contreversos e que carecem de com-
pleta dem mstra rao.
Convencidt Je que, partnlo das verdadei-
ras c.iu.-as do conlicto, nao ehogar jm lis s
deducirOes que deseja, formula hypjtheses gra-
tuitas, ioveut i, interpreta, assevera, creando assiin
os elementos de sua argumeiitac^ao.
Como seu uuco intuito csti em dizer o Para-
guay sicriticado, e esquecdos os direitos da Boli-
na, agarra-sc elle questo de limites, que nao
tem relacao directa com o assumpto, para poder
concluir quo garantimos o Cinco a governo ar-
gentino. '.,
Um app.dlo, porm, monioria e boa f de nos-
sos letoro, para que a discusso soja conveniente-
mente cncaninhada; ^
O ministr i braslero, celebrando cora o gaver-
no do Paraguay os tratados que motivaran) a no-
ta Tejedor, tinha inquestionavelinente usada de
mu direito, que o convenio aeab i do_ reconhe-
ccr, quer porque vigora a negociaciio Cotegi-
p,e quer porque as duas outras repblicas, que
entraram na allianca, vao usar dos mosmis
meios.
Mas nloopeasra assra o ministra Tejedor,
que asseverou na> p'xler o imperio por si so cele-
brar tratados, que careciam ua aeco cojuncta
dos governos adiados.
Esta foi a origtm do conflicto, e tanto assiin
o aeredtou a propria Repblica que sea pri-
meiro cuidado, ao aiiounciar o accordo, esleve
era dir os tratados Cotegipe com iuterroui-
pdos.
Eis o que esereveu o orgao ultra-democr-
tico :
A Confe leracao Argentina obrigou-se a re-
conheeer os tratados Cotegipe, cow a expressa con-
diriia de que terSo forca e ciy-ir Uando sob as
garanta* do tratado da allianca iepo* que todos
os allintht tenhun celebrado seus traladii defin i-
ti vos com o Paragutig.i
, lato urna falsidaie quena i se coranonta e s
adulterando os factos que se pode ver natos bu-
milliacio para nos.
O que noste ponto, o mais impirtante da ques-
to, porque foi o motivo do conflicto, o accordo es-
tipnlou, inteiramente diverso, eorao o publico
reconheeer do art. 2* do convenio, que o est as-
siin dizendo:
Fica tambera accordado e declarado que os
tratados d'A Brasil em) e 18 de Janeiro de 1872, Boafinnim em
sru p'eno t pisitico vigor.
* D-pos que os alliados tiverem eonduido os
seu* ajustes definitivos cem o Paraguay, deelarar-
se-ha em protoeollo, on por meo de .pot^s. reyer-
sae*, se o iulgareiyTeisoTTprtW'ii eis ajumes
f- '!.'.. .. B;aCff reciproca estipulada no art. 17
do tratado'do 1* de marco de 1872.
N> sao, pois, os tratados Cotegipe, mas todos os
ajustes dos tres povos alliados que ficam sob a ga-
randa reciproca dos tratados da allianca. Do mas-
mo/niolo nao ha no convenio urna s palavra, que,
xplicita ou iraplicitamenle, torne es tratados Co-
tegipe, que continan em positivo e pleno vigor,
dependentes dos ajustes'posteriores, que as duas
repblicas da allianca tem de concluir cora o Pa-
raguay.
Nao pode, pois, haver maior deslealdade, mais
requintada mi f, do que na improcedente argu-
mentacaii do orgia ullra-democratco,que deve es-
tar penitente e arrependido (se que alguina coli-
sa Ihe merece a opno publica), de ter provocado
una discusso, era que de nenhum nudo Ihe pode
caber a victoria.
Era para esta parte principal d) debate que re-
staramos a inaior attencao do leitor, pois que a
analyse calma, grave c conscienciosa do convenio
gvra sobre a aceitaran, por parte do governo argen-
tino, dos tratados Cotegipe, que tinham suscitado a
nota Tejedor.
Querendo humilhar-nos, desejando apresentar o
governo como amedrentado e esquecdo de seus
deveres, a Repblica deu como suspensa aquella
negociado que s liria (orea e vigor depois de ha-
verem os alliados obtido ajustes semelhantes I!
Bastara a simples confrontadlo, que ah fica, da
verdadeira clausula do convenio com a clausula
phantasiada pelo orgao ultra-democratieo, para que
recolhessemos desde j os laureis do triumpho :
nao seremos, porm. soffregos, e continuaremos a
por era relevo as disparatadas apreciares da folha
adversa.
O histrico da questao ncm urna simples expo-
sicao, que possa preparar os espiritos para a ana-
Ivse, era foi feito com a lisura e verdade que re-
cJamavam factos conhecidos de todos aquellos quo
nao ficam estranhos aos assumptos graves de ques
toes inlernaconaes. ,
O art. 16 do tratado da allianca nada estatuto de
irrevogavelara questo de limites, e todos saliera
que a questao do Chaco ficou sempre por ser liqui-
dada, sera que o garantissemos nos esta ou
aquella naci lraitrophe.
Nao podiain deixar de ser salvaguardados os di-
reitos do terceiro; e mesmo em relacao ao Para-
guay, qualquer violencia que o esbufhasse de ter-
ritorio seu, desmorecera a generosdade de una
guerra feita para sua restauradlo e lberdade, e
nao para que quom quer que fosse se apreveitasse
daquillo a que B tivesse o mais incontroverso di-
reito.
O protoeollo de 20 de junho de 1870 e urna das
paginas mais esplendidas da diplomacia deste se-
cuto : vencido o Paraguay, nao o sobre-rarregamos
com mposicoes injustas ; e quando se v a Franca
abatida diante das exigencias di Prussia, agra-
davel e grato declarar que o Brasil reconheceu no
Paraguay a faculdade de pugnar por .seus direitos
e interes'ses, na questao de limites, nao o dvidindo
eomo urna presa
. Tocamos nesse ponto com um duplo intuito : se
a rcctificacao de limites estivesso demarcada de
modo invariavel no tratado da allianca, o governo
de Buenos-Avres tena feito do protoeollo Paranhos
um casus belli; em segundo lugar, o estipulado no
protoeollo demonstra o que j dissemos, isto que
nunca garantimos a questao de limite que nao
pode ser urna imposicao, desde que eumprc a
allianca respeitar a integridade da nacao ven-
cida.
amia ora 1872o que senpre tem sido ha longos Em face do triplico acontecimento-niorte de>
anuos, o que jamis deixou de ser desde os priu- Jurez, amnista, e tdeieao presidencial,os revol-
ripios deste secuto i nraroteSoi laucar torren- tosos foram-se apasiguand depondo aa amias,
tes incandecidas de lavas, una lornalha ardenle rocollicndu-.se uns sombra de amnista c outro*
era que fervein todas as paliaos, todos o vicios, sendo aprisionados.
lodos os crim s, qae a razio pode apaan eonce o paiz foi pooeo e ihhico c pacificando, o- aes-
her de ento todas as energas dos partidos voltarani-
Como qna panhola, desde ha sossenta annos, o Mxico se Esta teve lugar como fra anntineiado, e oes-
estorre as dotoresas angustias da mais cruel rrutnio pronuiK-ioii-se pelo presidenta Interino Dr.
auarchia, vendo passar-lhe sobre o territorio, ri- Lerdo Tejada, quo foi efeilo |>orimmensa inaiona.
co, mas desgracado, horrendas borrascas, que ca- Voltou-se ento a naeo para as conquistas glo-
da vez mais Ihe aniquillim as torcas, que cada riosas da paz, procurando cicatrisar com as aeti-
vez mais ruinas acajunulam sobre os destroces vidades e fructos d-i trabalho as innmeras feri-
fumvgantcs da sua passad grandeza.. das abertas pela guerra e |iela anarchia.
A mais triste, tonga e dolorosa experiencia ; a Ser, ponSin, durador esse estado de cousas. '
perda de provincias Importantes ; o desmantela- K' licito duvidar, |ior que a paz, o progresso e i
ment da aduinislracao ; o estrago do thesouro e civilizarlo como que s) incompatlveis com o cay-
da fortuna publica privada; a invasao e a guerra radar mexicano.
estrangaira nada disto apreveitou aos mexicanos, Entretanto, se este estado prolongarle, anda
ora mes no as successivas e formidalosas hecatom- lempo de poder o Mxico aleanear a posicio que
l>es humanas, nem mesm > os fosUamaatoJ elremen- |ke dio direito as uberdades do seu solo, abeurea-
das represses, que as.-ignalam sempre a sorle ira- do torno em que a natureza accumulou riqmsui-
placavel dos vencido-, que caracterisara sempre sem par e feleidaile sera conta.
os funestos resaltados da anarchia I | Hoje o estado do kuz bem precario, porqu--
A confederae-o do Mxico, pelas ciases incessan- elle hita com urna grande crise linancera e eco-
tes que a devorara, lem u infeliz privilegio de deseo- noraica, provinda das constantes lulas e deslrocu-
brir periodicameie lodos o- olhos a dissoluclo consequentes. Ao tlu-souro apenas correm ratalas
progressivad!umasociedadehybrida, formada pur me mal ehegam |>ara animar demovimentoasro-
h un mi- de u na rara. (adema-Tal e rebelde, auto das da adminislraijo, e este estado de cousas iipe-
hespauhol a do de o governo de reduziros impustos, que usmagiun


sangue, msela impura de sangui
indiano, forjou-lh um carcter altivo e refracta-
rio tola sorte de civilisacai.
Depois do curto intrnalo da intervencao frin-
ceza di reiuudo dosgraoado do misero Maximi-
liano, que Ihe foi imposto coral una medida
a industria, e de reformar .o syslema vexatorio da-
pautas alfaudegaes, que "entorpece a entrada de
producios eslrangeiros e impoe toda a sorle de pii-
vacocs aos habitantes.
Juute-se e.-le doloroso quadro a falta de cre-
eohercitiva, voltou a repnldica. como sempre ao dito, a deaorgaaisaeao de varios saniosa adminif-
cahos das aompetieSo presidenciaes, das guerras jtrativos, a fcsaaoraiisaejto-da magistratura, e de--
intestinas, do latrocinio rmalo de faca ede es- conlentamento do exercito. e muitas oulras Biaba-
pngardi, e dos d Amandos liuanceros, aorados ras inherentes ao estado de cruel apathia em qu-
era principios ec Hiumieus. fleea o paiz, aps una sanguinolenta guerra b
Diuiinadi. sulijiigadi pelo indio Benito Juare-, I ter-se-ha diante dis olhos o estado do Mxico.
A aceitaeo pelo Paraguay do tratado da allianca
robustece nossas assercoes : collocado j de igual
para igual, livre da guerra que o flagellou, aquMle
paiz nao subscreveria, sem um protesto, a seu sui-
cidio, aceitando e reconhecendo um tratado que
estipulava urna previa linha divisoria, que consti-
toio sempre o objecto de seus incessantes recla-
mos.
(SaeSo}.
DIARIO DE PERNAMBUCO
aW *? paJJUlco de iH1*.
I." DE ASEtUO DF. 1873.
II *
MKKKO.
que desde 18"8 tora ni o ttulo de presidente da
repblica, o Mxico jamis pode respirar tranquil-
la, e, seaipre de queda era queda, f ii rolaudo pa-
ra o abysni i era qui hoje jaz, elidiendo de tristes
alaridos o paito dos viziuhos que a lamentara, e
despertando lembrancas, qtn sao como que um
puuhal que se enera va no propro coracio dos
filhos seus.
Em 1871 deviam lee lugar, e effeclvamente fo-
ram celebradas, as eleiroes do congresso e do no-
vo presidente di repblica. Disputaram esta alto
posto, alera de Jurez que o oceupava, Porfirio
Diaz e Lerdo ds Tejada.
Nao tendo nenhum dalles obtido inaoria dos
votos di naco, Seria o congresso pronuueiar-so
e decedr pelo seu voto qual dos tres teria de pre-
sidir os destinos do paiz.
Jurez poz era campo as suas costumeiras tri-
cas e processos eleitoraes, e por fin ganhou sua
causa a miioria do congresso, que o escolbeu pro-
si lento da repblica.
Foi isto a luva arrein vida a >s vencidos, que,
apanhanlo-a na forma dos asirlos mexicano
IntttfiBH \^-s Ufamm da revoit'i on-lin
terrores o pai aemendo desgracas e ruinas, e
por toda a parle fazendo com que o saogie me-
xicano bauhasse o frtil terreno, era que tantas
riquezas accumalou a natureza.
Jurez, Iludido pelas piimeiras apparencias da
resolta, nao se arioeeiot dos insurreccionados;
mas par lira, vendo a hydra de seto cabecise-
tender os seus braco; sugadores, conu a pieuire
de Vi.'tor Hugo, por todas as regios do paiz, nao
mais se embalo i era doces illnss, e. eomprehen-
denJo todo o alcance c gravidade do movimenti
armado, poz em campo todas as toreas legues da
repblica.
Travou-se a lula encarnica 11, devastadora, h ir-
ripilante, com sam ser sempre a^ guerras civis
no Mxico, e todo o resto do anuo de 1871 pas-
sou-se nissas selvageni correras e combates, d>s
quaes ca la vas parea* que sahi.im as tropas re-
beldes mais retemperadas para novas proezas san-
guinolentas.
Assiin terminoq aquelle anno, e assiin eomeeoo
o anno de 1872, entrescenas de sangue e de ter-
ror, crues syiuptoinas do mais depravado estado
moral e poltica que podem cheg.r os poyos.
N) 1" de Janeiro unta procla-naco do ministro
da guerra annunciou que o general Rocha tinha
batid) Porfirio Diaz era dous recontros suece vos, e a Cidade do Mxico vestio-se de galas,
tristes galas para celebrar esse acouteciinento.
Alguns dia- depois um dos revolt isos to.nou Oaja-
ca, Flix Diaz cabio sob o punhal assassino, e o
jornal olllcial publicou ura appello ao patriotismo
de Porfirio Diaz, cujos mritos ent^areceu !
As noticias toruaram-se contradictorias desde
ento. Os fus telcgraphicos tinham sido cortados
e as estradas achavam-se por tal modo infestadas
de grupos armados, que toruou-se irapossivel ter
noticias exactas, e por iso succediam-se unas as
outras as nrais deseucontralas noticias, os mais
estrevagantes bollelins.
A verdade, porm, a triste, a dosoladora verda-
de era que ;. revolta, cahindo aqui, erguendose
acola, para tonar cahir e erguer-se depois,
ia sempre seu. caminho, cruel, devastadora e
sanguisedenla, ora dominando nc leste, e no norte,
ora no oeste e no sul.
Houve um momento em que a hydra da revo-
luto como que foi dominada. Nesse instante de
Iregoas Jurez apresentou-se ao congresso, e foi
por elle recebido entre jis mais solemnes mani-
festacoes de sympathia e respeito.
Durou pouco essa alegra precoce. A phenix
reuasceu de suas proprias cinzas ; a revolta pro-
nunciou-se porventura mais terrivel e sauguino-
lenta do que d'anles. De lodos os lados surgiram
novos inimigos, Jurez achou-se aperlajlo nujn
circulo de ferro e fogo, do (pial tenia va era vo
lirar-se cora bizarra.
Os proprios revolucionarios nio se eutendiam,
nao se accordavam ; cada qual eombatiaem prol de
urna causa, no interesse de ura cidadao, que de-
sojara oceupar o cargo de presidente, alvo de to-
das as cubicas, fim de todas as guerras.
S n'iun ponto estavara todos de accordo : era
era derrubar Jurez e o seu governo. Nao cou-
be, porm, essa gloria nenhum delle.'. Incum-
bi-se a niorte de apea-lo do poder.
Atacado de um insulto apopltico, Jurez suc-
eumbio repentinamente 18 de Jomo, na cidade
do Mxico, deixando o seu paiz nos bracos da re*
volucao.
Jurez c o seu governo prestaran! alguns bons
servidos ao Mxico. Nao obstante a insulnciencia
dos recursos do paiz, elle trabalhou milito em be-
neficio da instruccao publica e da liberdade reli-
giosa, e esforepu-se por dotar o Mxico eom al-
guns uteis melhoramentos materiaes, raes como
estradas de ferro, telegraphos e canaes.
Seus inimigos censuravam-lhe, etinliara razio,
seus ares despticos e as delapidscoes dos cofres
pblicos ora beneficio dos seus asseclas.
Depois da morte de Maximiliano, Jurez repu-
fliou lodas as dividas do imperio ; e este" acto, jun-
to ao assassinato do infeliz principe, accarretou ao
Mxico a desaffeic^o de rodos os paizes da Europa
e de algurs da America, sendo que apenas a Al-
lemanha e a Hespanta tinham reactadu o lio de
suas relacSes eom a repblica quando se deu a
morte do terrivel caudilho.

ivectfE,
A iafeJ.ii e desdiwsa repubiioa do Hoisq foi e ecretou a eleicao presidencia
coinprehender-se-ha quantas energas, quantos no
brea esfor^os, quanto patriotismo e dedicacin se
faz mistar amoragar para salva-lodo auiqulameu-
to, para ergue-lu do abysmo em que o lizeram
tom'oar tantas revolucoes successv.is, laatas guer-
ras fratricidas, verdadeiras hecatonibes de horneas
e de riquezas!
Esse estado, porm, repetno lo, nao deses|ie
radar. Qneiram os nwsieanoa, e o futuro ptid-
jinda Ibes sorrir, obrigando-os a arrependercm-
se do triste passado e.n que viveram.
HAIT E S. DOMINGOS.
Para estas duas pequeas e insignificantes re-
publicas americanas o anuo de 1872 paslou com
tantos outros, sem neuhuma novidade, pois que
nenboma novidade foi nem o seu estado paran*
de ebulicao interna, desde milito lampe tornad-
era lo permanente e natural, de anmalo que <
para os paizes amantes da paz, em rujo reg*; somante nelle, (MNletn os povos colher os irucl-
dc _u as llores da civilisaclo.
"istiiui-se novo ministerio em Porlo-Princi
ueiros. Est;is medidas, porm, desagradarara ge-
ralmente, e kmge de acalmar de todo a repblica,
foi. pelo contrario, mais um incentivo para os re-
voltosos, que como que nellas virara um insulto
aos seus bros.
A revolta. pois, no aun > lindo, proseguio em
ambas as republiqnetas, ora mais lenta, ora mai-
aceeleradainente. mas sera jamis se extinguir, tai
o amor que all se nutre pela guerra e pelas
suas consequencias I
Entre o llaiti e a Prussia baria desde milito*
annos una pendencia, a proposito de reclamadle-
feita- pelo governo do rei Guilherme em apoio de
prejuizos causados dous de seus subditos, pelo*
habitantes da repblica, como apoio de suas au-
toridades.
0 governo do Haiti acolheu sempre om evasi-
vas as rocIamaoSes da Prussia, at que, no anfl"
fiado, o governo prussiano mandou Porto-Prin-
cipe duas crvelas, que se apoderaram de dou*
navios de guerra baitiauos, para o lim, de obrigai
o governo da repblica resolver a pendencia.^
Em face de to descommunal e inslita aggressao.
0 governo do Haiti mandou pagar a quantia re-
clamada titulo de indemnisacao, mas lavrouinu
solemne protesto contra o attentado da arrogante
Prussia, cuio pavilliio entretanto foi saudado pe-
los navios de guerra haitianos, sendo igualmente
correspondidos pelos navios do re Guilherme, que
assiin exereeo mais una vez a sua prepotencia
contra um fraco o opprimido.
O protesto do Haiti ah fica para a vergonha d.i
Prussia, e a historia sera duvida o registrar com-
acto heroico, da pequeuina repblica.
REPl'BLIC.V.S DA AMKHICA CKNTRAL.
A frtil regiao do centro das Ainericas, onde se
assenlain as cinco repblicas irmis, Guatemala.
S. Salvador, Nicaragua e Honduras, felizmente
nao foi devastada, no anno lindo, pelos horrorc-
da guerra civil, em que de ordinario se inflam-
mam essas repblicas com manifest detrimento
dos povos hispanoamericanos que formara aquel-
la sociedade.
Nos fastos histricos dessa regiao abencoadainf-
ere veram-se, era 1871, varios importantes facto-
politis, que sem duvida dio idea do carcter do*
povos da America Central. Foram esses factos : a
deposielo do governo de Guatemala e S, Salvador :
a volta de Costa Rica ao rgimen constitucional;
procedimento de Honduras acompanhando a revo-
luto necessaria "salvacao de S. Salvador ; a re-
cepcao que aos jesutas tez Nicaragua, quando to-
rain expulsos de Guatemala ; e finalmente o des-
pertar gigantesco da idea federal, em meio de la
encontrados siicces-os, nanifestajio-so cheio d-
ritalidade na imprensa e as nagaeaces diplo-
mticas dos governos das repubacas irmls.
A maioria d'estes succwsos piciosos traoo
desde logo o modo de sor da poKtiea externa e in-
terna dessos estados, no anno do 1872, e de fajU
quer as relaees de estado estado, quer nos do-
minios de cada um delles, a |lavra de ordem foi
a paz, sendo que apenas foi esta quebrantada entr-
S. Salvador e Honduras, cujas retacos se rompe-
ram, rugindo a tormenta (Mitre'' ellas at que ba -
queot o governo de Medina n'esta ultima, restaU-
lecendo-se as boas harmonas entre ambas pe
ntervenclo do Guatemala.
Entregues, pois, aos inapreciavei gozos da.pa/
as repblicas da America Central virara, no anu-
de 1872, rasgar-se novos horisontes s suas acti
vidades e energas, eolhendo ellas por fructos
d'esse tempo de concordia, opimos resultados em
todos os ramos do labor humauo,'i todas as suli-
divisoes do progresso, e no mata' de todas as ga-
rantas liberaos, que soem cercar o cidadao *?
forca e de prestigio.
EU1 GUATEMALA, dopOS dOS SUCCCSOS dO 18/ I
successnj que collocaram na cadeira presidoneial
general Garca Granados e dorara lugar a expul-
san dos jesuitaSf entrou a repblica dehborada
mente na va dos progressos reflectido*, reinaad.
om seu seio sempre a paz, e entregando-se todos -
seus povoadores ao trabalho, uuco meio infallivt-i
de conquUiar posico honrosa e. ttulos de bom--
merencia para cuu os (jotres povos,
seu preaj
Succedou-lhe interinamente, no governo do pai?, d-uto
um dos aous competidores na elo^l) de 1871. o
Dr, Lerdo Tejada, que ora Jul superior n'um t
5-ibuoaas'do Mxico.
0 congresso preclaraou ento urna ajMpis

A repblica comecnu a respirar, e o
iinte convencido da sua alta, e c^vilisa t
ora luissa-
ateve-se em faze-la progredir, procurandu deseu
volver todas a. tontos de. riquexsV dotando c.
pa,iz com uteis reformas e melborameoto i impar
Untes, em todava descurar-e dalrtem,,m
serapre teve em vistas mauter, nem olreBdoow ,<
I

l
v



r


J
'Mitfti'dc PenwmibiH %nta feira 16 de Janeiro de 187S*
-Ai
~
esse senador.
X* cmara dus representante* o peiicral
Banks aprescntou 001 projertodc le, augi'nlaH
do Sa:0ft0l ios actuaes voecinuitos d i iwesidente
da repblica, e propnndn bis emenda consu-
mir*, pela qii.il o piesideirle i5o puder ser rec-
in j, e cetipar o cargo por seis anuos.
Secundo iz o or Minuto, o Sr. Jav Gordd,
presidente da rompanhia da estrada de ferro
e, pie linha sido brea no dia 23 de no.entbro,
par cansa d* Untence* framlal-nta jto- fund da
companbia, foi sollo ca continente sOb tiaura de
40 U-.OOa, ftuundt a. depois urna coHCordat*
cun a 'irectoria, jueta qaal receben a companbia J
cerca de 1S.OQ:OW "...
O general Me Dowell fui Horneada bngadci-
10 general, cm substituirn do Uado Meada.
Damos em seguida o extracto da circular
dos Sis. C. Ludiuaim t C, em 21 d) mesmo
mu :
(turo, as uuctnacOes denle metal continuaran
com d- costme, leudo oscillado entre os Mire-
mos d* H3 3/8 a III 3/8 com tendencia para
manir balsa, Cutamo-lo lioje a i 11 .'.8.
. Ais 'dao (hvre). Depois de nossa ultima cir-
cular em qne deisamoi este genero cm perieje
Traca. o* preces dntffnsran ainda mal, enegaado
184/140. Manifestou depois inais firmeza, e OS
piceos subiram aowwenln a 40 5/8, |.orcausa das
redceos nas entradas, comparadas cotn asilas
semanas anterioras e do auno pa*sado, e da maior
procura, tantu para a exportarn, como para O
eonsOBM. As entradas foramde 820,333 fardos, elevando a totalidad* do;
fardos receidos desde o de selemnro de 1872
l.o2f.220 lardos, contra I.SB *&9 no manato
lempo, ni anna passado, m atean 1 una dilfcren-
ca a favor deste auno de 278,941 lardos.
As exportantes das 4 semanas loram de 473,349
contra 3 .4.810 fardos na mesma poca do auno
panado. A existencia lioje de 494,113 contra
43 2,938 uo BMMM dia do auno passado. O alKO-
dio da classe Nova Orleans mediano cota-se lioje
em Livcrimol 10 3/8 a 10 1/4 d.
t Assnrares. Dreitos I 3/4 a. 4 c, por Ib., sc-
srundo a sua classilicacn.
Proao: llrasileiro purgado : -Babia cm sue-
cas 8 a 0 e. por Ib. 4 mezes.
Dito de Peruambueo cm saccas 9 c. a 9 i/4
por II. 4 mezes.
Houve murta apathia para esse genera, nao
abitante a* existencias seren niuito reduzjdas e
apenas havcrjiastaiitc para aguardar as entradas
da nova safra* O grande aporto de dinheiro cau-
sado pelo foco de Boston, fui em parte causa dejta
apathia, vista da qual intil cuitar eom preces
ni lis fav orareis para os possuidor.-. As entra-
das dos do Brasil foram consMeraveis. c instando
do : 4.400 s. por IMhie ItasKeR, .'i. 100 n. Mtttke,
4.11 0 por Com, 4.00 s. p. Hemld, 4 ,00 s. por
tdrv, fi.fiOOp.r Utsn, 0 4.000 pir H-irriett c
4,200. por Cipco, total 33,4 Os. todo< de Per-
uambueo. As' vendas constaran! di 4.8"iO s. a 9
c 1/4. 9.10! s. a 9 c. 31/100 0 4.00 s. a 9 c 3-8.
Km Baltimoi nao honra entrada ncnluiuia. Km
Philadelphia entrar ni de Peruambueo o /iCayc-M-
aaeoni SHOtl s. vendidos a 9 c. 3/8. o Parta com
3523 s. rendidos 9 C. I/i e o Isabella com 351 i s.
que flean em ser. Km Boston nada se fez : as
existencias rosumom-sc como segu :
Km New-York assurar de I er-
iiamlinco li^O) g.
Km l'hiladelphia dem idem 3323 s.
t Km B iston idem idem 42-10 s.
IfcerJade, que sempr llie merceu r'e^ioil!s'etlM-^'ipfr;n daslimiWJrw lis e-rfwii'H w
vellos.
IJepois de ter Sijufprtado < ifite iinnos .fb inhrtv'-
rio, c fnariyrio de convento, que o niai atroz
degradante dedK ns martyrios, .GuatuiaaLa.sen/
te-se boje feliz e vimlurusa. e ijuer partiljiar coni
as repblicas rias cssa si.a ventura, ligndo-
se aellas pelos lacqs. da liuerdade e do federa-
lismo, jbk
No sen scio eJUtiiaram-s.' trampiilla moite as
eleicoes iMuvi.iMaa para maro >, e o congresso
routituinte, orinodo l'essegjaiul- pleito iiaioual,
apcaas se reuhki, iccupoo-*e com ateforliada
cmistituicao, alVn tle t idas n< aspir;u;jej A i paiz.
O govern d.leliiKu extlnetae as oracns rligio-
vas. c c insiderao rom-i prop'riedades do estado
md;.s producto MnodHe (pise aipcado a* tasn-
da iiisliiirrftn pulimu.
Pal esta, sem luvida, una medida violenta, e
redora de ee'nsni'a ; < que si' merece alguna in-
dulgencia pela nobre appHearao a que fui votado o
producto dos beus conliscados..
As ultimas noticias prosegua a aMombliu em
-sna ardua missio ; continuava o goverao bci
merecer do paiz pelo tino e | ericia c >in que diri-
:iaosseus ncg.H-ios; e o povo seeuadava as vis-
tas de.ambos elli-s. entrogaiido-e ardentemeate
rcrunstruccao da fiiuna publica e privada por
meio dotraballio. [..ule perenne de inimarccssiwJs
loun.s.
S. SxLVDoa vio correr calmos e tranquillos os
das do auno que vem de lindar, entregando-?e
lamben! o *i'n m*o m con piistis da Uberdad
c.ih a orden i e do progresso rellectldo, som de-
curar os frurtos d traballi >, fltto s*. o grande
in.-entivo das soc edades que almejain |ros-
narar
felpte das lUsordcnsde 1871, desordeas que
ilerain as releas do governo au genera! Uoazalez.
iereuaraia lod is os nimos, qne se voltaram para
as eleleoes, nao ol.stanie a desorenca e o indilTe-
rentisio p-ditiro que ltigaraui M paiz as anterio-
res adiiiinislraci"ii's.
IvTeetivameie reuuiram-;-e os comicios aktttfc
r.u-s, o de MU s-io sabio o congresso d- deputados,
que depois se reuni na carita!, para o lini de se
.entregar tu estudo das qitestoes sujeitas a aore-
ciacao das asseinblas legishitivas nos paitM regi-
do*"p 'lo gorenm d<> pnvo felo poro.
O cnigi ess t aballiou puis pelo bem poMieo, e
quando eucerrou suas sessoes tinlia dotado o
paiz con alguiiiris leis dfl utilidade geral, que o
poder executivo se incumbi defazer ctimprii em
a solieitude q: e 0 ia distinguindo e recoiiinien-
d nido-o graltdio di p ivo Itf S. Salvador,
ifiuco mais mi menos per esse temp conipli-
eaiam-se as rcl;.eo.s da repblica coiu a de Hjii-
duras, e romneram as hostilidades entre os dote
pttffftn. cujos exerekos se p.izciaui em niovinir-nio
e leriraiu coniliales, iiiradindo o de S. Salvador o
lerritoro de II indura*, onde alinal. balen o presi-
dente Medina, que da'li lugio- para se ir abrigar
-o* a handeir.i de Nicarag a.
DejToLulo Haden e leudo iuterviudo a repblica
de Guatemala, ser ou a tempestade |ue ia entre
im ddh paizes, e reataram-seos lios das ruta* i", la-
e.'*s entre S. Salvador e Honduras.
i oueo depois desies aeonteciineiitos di'scobrio-se
a trama de urna eonspiraefia, que tiuba por lim
davalar os go\ernos de S." Salvador e Guatemala,
e di qual era abafo o arcebispo de Guatemala,
leudo como auxiliares os jesutas muiros sacer-
dotes, todos deapeitadas pelas medidas violenta*
que contra elles tu larain ai uelles giveraos, expe-
liade os pri:mros de sea seio e conliscando os
heos de todos elles *-
o governo d. general Gonzlez, snior dos fine
da mata, protodeu como Iba cumpria, e assim
eertau a possibilidade de una revoltaquo se oi.lia
nas trevas.
As suas ene. L'ias. aonm, nao olistar;uu que fosse
Ksassiuad i, ao sabir de mu tbeatro, I). Man .el
Mndez, ministro do interior da repblica o sen
rice-presidente.
la ultimas n iticias de S Salvador da > a repu-
bliea einpaz; mas cssa paz pul; deixar da. ser
p r.ii.iueute, porqn-, apezar dos cuidado* do go-
vern i. traballiam os seos ininiigo*, por derrotadlo,
i< d esse traballio |iode surgir, quando menos se
. T.ir, alguna nova revolta, o que alias est na
m I -le e nos babit is do p;.iz.
r, .STA Bu:\, ni regaro aquecedor e vivilicante
i'i paz, vio osciiai-se o anu de 1874. sem nue
I sseni (nebral.lados os sen* anhelos de liberdade,
:i n entorpecidos os seus ardentes v dos pelas
.;< da civilisiefu que o *eu poro tanto ama e
. precia.
\. seio da Amerjes- Emurai "nro a
fista tic i di? ton merett^ 1^^,^^,-^ ^
.li ere lito nos ni neldos i-uiMpeus seuiprii foi
ir\i ni -tivj de iivejosa ?inulao> para a* suas ir-
:'_ menoj afortunadas.
:--!' esiado de f on*as c intinnou, em 174. sem
. un alter..c prosegaind i o general Tliomaz
.'. :.ir-ii.i. presidente da repnWiea, na sua missilo
i i i-1, 'unen sando todos t germen; de progresso
-. 11'. :;loia,io n'esse empenho por lodos os seus
-lados.
i) congresso de (Jotta Bi.a fnecionou racnlar*
.. ..:.'. e, na Jornia do -cu louvavel eostun',
d it-iu o pa'H! com algumas boas leis, que l'oiam
lidm inte escriiada*.
>.cuando-se d.iente, o geieral Gaardia pedio o
.i ve ii i eongtesso nina licenea para ir tratar de
- '.a s.m.le Kur -pa, c deixou o gorern.1 do paiz,
pieentretanto nao saino di sen habitual estado
.1 paz.
ultimas noticias esse stada era ainda conser-
.. 11 pelo comaium e fore. do povo e do governo,
promottia pr ilongar-se,'c com a loa prowngaewi
mentar os beneicios moracs e inateriae; do
.. gozara os por.o-riccnses, dignos cerlaineiite
. i ritmho futuro ipie os aguarda.
Para Nicabagu passou tambero o auno de 1874
i. santo reiniiiso da [v.v. interna e externa, em
;' i regaoo ia o sen poro colheudo sempre os
i,i-(os sazonados do pr>grosso c da civilisaco.
Tula a sorte de melborainentos aetron, no auno
linio, decidid'! apiio na opiniao, nne ? mostron
sempre vida dellos, iuteressando-se vivaiii.'iite
P ia Sita realisae;io.
'>s jesuitas, expulsos de Guatemala, achanun
......iiiiuii-iito em .Nicaragua; mas, insthido a iin-
. rensa para que Ibes ossem.traucadas as portas
.-. iioiulilica, rOBolven o .'overno expeli-los igal-
. ate, e assim pratieon com appnuso do paiz,
i n'elles ra um elemeatj de futuras guerras
pris, e em todo eao nm extorro ao livre desen-
vulrhnento das ideas de progretBO, em que se ia
. ailajando i repblica.
Deu-sq no correr do anuo urna inodilicaco no
tamislerio do presidente 'Juadra; mas cssa modi-
earao nenhimia infinenc a tero na poltica do go-
er ., qne contiuuou sjr de paz e de liberdade,
un ; a aprecnaratn as ni ima* noticias.
1! ixyUBAS, contra toda i espeetativa, arden nas
clia;u;ins da fierra civil no* ltimos iba* de 1871,
as*hn vio snrgir a primeira aurorado 1872, sem
,.|'i prefisar a nca em qne Hie robara os
seiosa aboinjoada paz, o verbo do progresso, que c
.-. i incsnu tciqpoo fomerto da civisacao.
O general'Medina, nao satisfeito eom os resul-
ta i* la (litio a oleicao de depuUido*. annullara esla,
.-- ili o pretexto de trem sido violados alguus arti-
r os da lei el'Jitoral, ordenando a feitura de novas
ileicoe*.
Ksta* deviim ter lugar sol a influencia do prc-
-ideate. cuja ni.i ilq ierro pesara dolorosamente,
k .bre o povo da repblica, que por isso odiava-u
e desejara a su;, queda.
N'ess.' estado de cousa*. c quando ainda sa fa-
,'iaiu sentir os resultados funestos da revolta, re-
hoBtnn o conllicto, de ((iij j fallamos, com S. Sal-
vador, c as tropas d'eela lepublica invadiram o
territorio de Honduras.
I). Medina poz-se cm campo com as suas breas
arira os niraeorea, mas foi cruehnente abando-
nado pelo genio dos combates, e teve de MWCtrn-
bjr coiu o seu exercito, ao qual abandonou para
ir acollier-se ao territor o de Nicaragua.
Hado este facto, o restabelecida a harmona com
S. Salvador, a repblica voltou ao seio da paz, 6
proseguio na sua missao o goremo provisorio, que
foi instituido,c rujo primeiro o mais ardente il-
cito era reorganisar o paiz, terrivelmcnte traba-
lliado pela guerra civil c pela inrasao estrangeira.
N'esse nobre empenho ateve-se o governo ; e,
as ultimas noticias, Acara a repblica traquilla,
vangloriando-se jwr se ter libertado de Medina, e
ao inesino tenipo felicitaodo-sc pela idea de broa
liga dos cstiidos da America Central, cuja som-
bra centava repouzar tranquilla, sem apprehcnsoes
pela sua soberana, nem duvidas sobre sua inde
pendencia.

omW Altnnnl Tihnrci* ,.p,i ^ ^^^^mHt,^^!^ mTVl*Ztft!^^"
ingenuas, 4 etao por
6 cesas, 8 aleijadas, 3
juiro-que *anila
iais(*ia umaj*cido
- B-'gisW a i i
rerias do Tpdw -.
as p.ipulac Rio Negro,* alaml
Capar-ibos-'i'i feoric"
nlmnias da cjiit*
Iiiimos. "No da 4
[iguelNiii

ajaaedas as cosamiwoi ier
raudo compgpsc a eomniissaolnteraa dos
iats para es-'
:|alij s vi-i-
if todas o*
siendo os N;-.
Hf'inllBsiffKI 'HHio ^ GitaHIaes
o rio llegro. ii'-uiiia,inon|;JBPLcr?i'' em
frente' Ireguezia le Honra, atnvcssatido pan a
margeiu ireita di i&, quatrov.l>< trjpolados por
mm Crescido nnierb de lu oswa./Uf/s -j ti-i
trrslPirtcnte clebres ni tna*"g>ni*e*(pieBlairohde
os iihs haviaiu partidu, urna maior quantidade de
indios d-^ todos os sexo* e idade- A montara
passou iiicl|^j)ortro)iWaJi.ias aa-ilia sa-
giiiute, passauao |i?tr all ifm preio que fm'esFr.irn
do Sr. capital Custodio Pedro Garca, frediaraut-
n'o os indios, dexando-o (piasi morto.
N) dia 20 de dsiembro eeerraram-se os
Uabalbos extraordinarios da assi^iubla provincial-
Pela presidencia da provincia foram saurcio-
nados, como leis di ptovincia, o;seguinte* projec-
tos rotadas pela a*s -mbla respectiva
N. 73fi, de 19 !
haifea oras copjs. i.4J*.">go eJolh .Uohoa; a e atena dos Srs.
ipT' teein forrada. -Wi rd e UaiigcU viteadar-nspcalot do mere a-
na* i irgeas ilo^ 4b piibeO- o Sr. Juan biofo ; dos expogtos, Sr. Pr.
; Uo inaudrjvn publico, Sr. Antoaio
estradas, Sr Jos Gcialdo, c dos pocos
eireiro. ,
use a sssao, para coanaar sous tra-
minissao |Meriia, o ene os fez prore-
acioso exauc nos Itrios da-fcecretaru
|a.o I
lVn'na
Sr. Jo
I.
ballM
deudo
da cmara.
HeaUru a <'ssa declacou o ?r. presidente
^ue ccoairarN atrasada a escridttfracao e todos
*s lirros da srretaria; -que o Wnno IWano.
al:n de itrasados estavam irregularmente cscrip-
turados ; (iiie meniu* do terrenos cojh o* termos em Graneo e
;*sn.'idi;s -fie, tlardarcm sequer a ordem chro-
uologica, c ipie iniiuiiciaudo to criminosas irre-
gnlandades pedia a v. rea? o que apontasse qual
tx medida a tomar para resguardar a sua-responsa-
bilidade compromettida por estas faltas.
Toman a iKilarra o ir, Bbfiss.ird e deelarou
que, cmara so restara o*ecurs dedemitiro
empregado que lio mal cumpria seus deveres,
[porque eonservaudo-o acarrelaria a res onsabili-
ue manda por ui dado do seu dolei o ou iuepci.i. Era, poYtanto, de
i, ejercicio ie'*7f Jflf n. 694, de 4-"i c opin'o que deniillisse-lo. e nomcasse-se para sUb-
eceita e lixou A stt-lo o cidado Jos- Gualdino da Silva, que ja
Total boje n i* Estad is-Uaidos 44-')4.:i
Caf do Rio e Santos (lirre)Ordinario 15 1/4
a lti%, reguhr 10 1/0 a 10 3/4, bom 17 1/4 a 17
:i/4, superior 18 I 4 a 18 1/4 por libra em ouro a
prazo de 30 a (i!) das.
f Houve milita lir.neza no mercado para osle
"enero u es oreos inelboraram de 1/4 a 1/4 e. por
libra, segundo as qualidaiks. Tres carrogamen-
tos com cerca de 15,000 saceos foram comprados
em especularlo. 0 genero ira com Ia procura,
porai p.uco provavel que baja melliora nos
procos. As ntralas em New-York foram de
49,788 saceos cas vendas de 31.087, deixan lo urna
existencia de 47,451 saccas aqu, e de 44.843 nos
domis putos d>.s Kstados-Unidos.
Chil'res (livros). -Continuaui em b.u p."ocura
o os ubi ivm chegado* alcanearan 15 c pelos ile
'CopTiiiiVa ir-i" Prni"iii"'re).Ainda eoiilinuam
em otis 40,ooo libras mencionadas cm nossa ubi-
mn rev.sta. Os procos regulam de .'iO a 51 c. em
ouro, por libra. Nao honre entradas dos do Para,
c Couros de l.oi (livres).-Precos : Rio Grande
salgados 14 1/4 e. 11 c. seceos 47 1/8 c. seceos de
norilho 49 c. Minas seceos 4b ; 44 c Maranhao
mtnbro de 1871, (|c-
despeza para o exercicio do 1872.
N. 757. Kxliugniadl a Ka*da JMfoial, sendoi o
respectivo curso anuexado a^hyceu Paraense
N. 758. Pisando cin-W 0 numero dos pensionis-
tas da provincia no Instituto de educandos;
N. 758. Ueslabeleceiido, para vigorar no anuo de
1873, a le n. 411 de 8 de novenbro de. t8t4 (au-
Uuisando a presidencia da provincia contratar
mu proessor de tac1i\gnqifua pira ensillar esfa
al',,') i ^
N. 7f>0. Mandando pagar a Coropanbia de nare-,
gac.o e commercio do Amazonas, o quede me:*isJ
teu'i oro receido da subrencao estabelecida lio
raspecliro eotrlto.pelo srvte-o da escaU de Mon-
te Alegre; s .
N. 7i5l. Croandomais um Jugar de ngenb.iro
da-obras publicas ha pnvuiea cofn o ordenado
de :40tlOO e l:2-;X)000 de gratiflc.ieo;
N. 7b'2. Mindiido nagar a'o trncnte-coronel lose
Autonio Lopes Pgirtira, arrematante das obras da
Igrja matriz da villa de Currallinlw a-qiiantia.do
10:4415I4> que demais despenden com as ditas
obWda igreja matriz da villa de Monte Alegre, a
quastia de l!:l8(' provenientes d-.excessos
de obras. ,
N. 703 Aiitorisaiido a ap-osirntadoria com orde-
nado o gratificarlo, contados rroporcinnalmcntc
ao lempo de serviros pre.-lulo*, de confornlidalft
com a li i. 33T) de 18 de outibro de 1858, aos.
empregados prdViiiclacs cpic tivereni servido a pro-
vincia du auto 40 anuos, seni,interrupcao de
iiiv.es por motivo de licoic :
N. 704. A'itorisando a presidencia da provincia;
man lar adiantar ao cuiprusaiio do cllcgioCon-
ceici) esial.eleeido na ui-lade Je Santarm aqnan-
ta'de O:000000;
N. 703. Aulorisaitdo a pre-iMencia da provincia
a mandar applicar a qu.-mtin de 8*1050 Rt, dedu-
zda da que te.n de ser despendida com nianumis-
sao de esclavos, pira libertar o preto Flix. Anto-
nio, escravo de I). Anistaeia Felicia dos SantosOli-
veira, em atlenco a ser elle cheje de una familia
c imposta de s:i nlullier e ste lllios livres.
No vapor An.ijiit, da coiiipanbia fluvial pa-
raense, que na m:Hlrugad i .le boje seguio para o
Madeira, foram sessenta o tantos voliiiues de vive-
res para o pessoal cirlpregado nas obras da via fr-
rea do Madeira e Maiuore.
S'io satisfactorias as noticias que nos cnegam
do Madeira. J est o preparados em Santo Auto-,
ni.), un dos trminos da projectada rla-fetTCa, os
alojamentos para os lmmgrantes europeas cui-
ipic cjit.uii os directores da empreza pp.ra n ,is-
sentanicuto dos railt, eoiistriiccii de puntes, dte.
Tanibem j "st mont ida all nina magnifica >erra-
ria, que n is aesqgurom ser uro estabelo.-iiiiento do
liriinera ordem, e ilcre agora estar m.iilo adiau-
tada a roiislrnccait da ponte de ierro para embar-.
quo e desembarque, que lia tenijios comecoti.
A empreza contratou com o cidado boliviano
I). lanicio 'Araus a alieilura d'uma picada, de dez
Para t a 23
c, ditos seceos salgad
l/ic. a 14
k)S salgados I!
* 14 a Me.,
c. todo em
RECIPE, 16-DE lANEIR/TDE 1873.
cVoticiaia da America do Para.
Amaubee-u bontein ero npssn, pno o vapor
;aiiericaao <)*turio, trJndo datas: de New-York
48 tle d-'zeinbro, o ;d.o Proa. 9 di-J
.orreoto.
ESTAD.)S-!HDOS".
-No seaade propoi o S|\ Summer que se ris
dito* ver
obro.
t Uolnoii grande monmenio no mrcalo c hou-
ve rondas aruRadas a procos mais elevados que
os de nossa ultima revista. As entradas do Rio
Grande foram de 0,314 couros por Ella c de 11,148
por rende. As vendas eonstan de 1.015 eonros
de bol a 40 c. 4,18!) couros de raeca a 47 c. 3/4,
3,740 ditos sortidos a 47 1/4 c, 1.093 ditos salgados
de rasca a 15 c, 3.930 ditos seceos a -47 1/4 c.
4,500 ditos de vacea de 27 3/4 a 48 c 1.400 ditos
de boi a 40 1/4 c e 1,130 ditos verd"s salgados a
15 c, tudo cm ouro.
A existencia de cornos boje de 89,70',) de todas
as procedencias, contra I8,w8 na mesnia poca
uo anuo passado.
Conros de reado do Para (livres). -Proco de
09 a.04 o. Fizeram-sc vendas a ebegar a 60 e. O
mercado milito firme, com tendencia a subir.
rpocacnanha (livre). Nao houve entrada
oenhuma desde a nossa ultima revista. O que
existe em segunda uio vai-se rendendo de 95 a
97 1/4, ouro por libra.
Jacaranda (livre).-Preco?. Babia 4 1/4 a 3 c.
Rio 4 a 8 c, por ljbra.
Kste genero contina em grande apathia.
Cbegaram mais 800 pedac is do Rw de Janeiro or
Ihtnua lltdnlph e apenas venderam-se uns 280
pedacos do da Babia de 3/11 a 4/18 c. e uns 300.
do do Rio de 4 1/4 a 8 c As existencia*, hoja
eonstan de 3,043 concociras do do Bio e de 3,14o
ditas da da Babia.
AM.VZo.WS.
Encelara os seus trabamos a commissao que a
presidencia da provui;ia noinera jiara estudar as
medidas precisas para melhor arrecad.ieo das ren-
da* prortnciaes, e liscalisaco do cOmniercio do
Madeira e de eotros pontos* -para onde transit;nii
vapores qne nao tocam na capital.
I',' a coiuuiis*rio composta do lenente-cimmel
Ctententmo Jos Pereira'Guiroaraes, inspector .da
thesouraria eeraJ Aristides Jos Correa, inspector
da all'aiiilega Itayinundo Torquato de Oliveini Go-
mes e eagenheiro loan Bibeiro da Silva Jnior.
Xa primeira conferencia assentou-sc na conve-
niencia de reconhecer-sc as vantagens que a posi-
co do Paren'.ins offerece para ama estacao provin-
cial c outra geral: e neste sentido diriginim-se
presidencia, que re>olveu mandar fazer o rec-mlie-
cii nento.
Esta incumbencia foi commettida aos dous lti-
mos mmbros da commissao^ que seguiram no dia
47 para fazerem a exploraco.
0 presidente da provincia entregara ao pre-
sidente da soeicdade Kniancipadora a i|uantia de
7031000, producto do'beneneio offerecido pela As-
socaco dramtica particular para ter a appeaeao
conveniente. v
Regressra de Tabatinga Manos o coronel
Antonio Tiburcio Pereira de Souza, encarregado
das forlilkacSes da fronteira.
O Commercio do AmzoHds d respeito as se-
guintes noticias :
u As obras all contiiuiam com grande augmen-
to, o aos estoicos dos membros da commissao da
inspeccao, o Sr. cajiitao Erico Rodrigues da Costa
e leante ColbUino Candido Tupjnainb.
> O grande torno de alvenaria est quasi con-
cluido, e contuua o fabrico de tijollo e telha com
grande resultado.
A nova casa do eommando j est Sendo co-
berta com aqurlle material, de forma que a pri-
inoira habiiaeao iue Tabatinga rai contar em taes
oondkoe
O coronel Tiburcio acaba de mostrar quanto
pode a dedicaban e a perseveranca.
ser foitos por praoas do exercito, sem nm operario.
sem uro artista que receba retribuico.
0 juiz municipal de Manos condemnan
tres mezes de prisao o originalissimo poeta RicrrJ
Jos Correa de Miranda, o afamado cantor dos^Koo*-
do Tambati&y, ionio inenrso uo art. 237 do cadigo
criminal. Partce que o excelso rale interronlpera
um dos seus tao suaves e Ijtcos raptos de espirito
para"buuriar algucm em u'ora'cdfcao -da celtber-
mSorilh(Ula. !..
A presidencia da provincia remettera ao co-
ps de largura, que partindo de Santo An'onio v
.iv; .'i...j..;.; ..io.i'.u J c-,;<> utn'i't.1* CCI'C.1 dclO
militas Prosguem com niaitancUrfila^a n* m.
blhos desta ].i-jad.i. ,
i eve ter sauido de '.Vilinln^ioii. iVlaware,
Kslados-luiidos, para o nosso porto, em pNnuiplos
de dez-jmbro ultimo, um puvp vapor de 3j0 tone-
lada*, mandado construir pela compaiiUra- fluvial
di Alto-Amazonas. Esto nm vapor cha^ia-se
Aiilir. A mesma Cinnpaiili'ia tero mais uro vaW
cm c...n*tru:co nos estaleiros dos Srs. Pusey Jomi
A; C da mesma cidade.
t Fallecen na madrugada de hontem ( 3 ) o Sr.
Antonio Joaquim de Mattos, que era administrador
das rapatasias da alfuidoga e fiscal da Iluminado
publica, i
i No vapor Amry seguio para o Alto Amazona*
o Sr. iaeajuM Gaeosly,-que rai promover a venda
do vapor Aiii/us:; encalltado desde agosto do auno
passado no Paran dcTelT. O AufiWO est per-
lido. EsUva seguro no Lloyd por 10,000 (cerca
de 100:0005 de nossa moeda.)
O paquete inglez a vapor Mjrnnhense leva
desta anea para Liverpool 14,800 arrobas de bor-
racha, no valor de 603:0004, poueo mais ou me-
nos. Os dreitos de exportacao, geraes e provin-
ciaes. iinjiortan em cerca de 140.000.4.
Comecou hontem (17 ) o procosso dos seis
niombros da quadrilba de ladroes, de que a tenta-
tira feila na casa do Sr. inspector do-thesouro pu-
blico proviucial na madrugada de 8 de novombro
revelan a polica a sua nnstcrtosa existencia. Na
audiencia do Sr. Dr. juiz municipal, que comecou
s II horas da inanhi no paco da cmara munici-
pal ; compareceram os seis nena, o Sr. promotor
publico c um crescido numero de ckladios de di-
versas classes da sociedade. Fez-se a quidillcaco
dos reos: Jos Nunes Borgues, Joo Fernandes
Cevada, Francisco Lopes Valadio, Joaquim Coelbo,
Manuel Pereira de Souza e Mantel Bernardino
bailo e inqueeio-sc a pihneira testcniunlia, o Sr.
eaf.itio de mar e guerra Antonio Jos Pereira
Heal, superintendente da Aroazmi Stcam Naviga-
lion Company Lim ted, que em seu depoimento
reportou-se s noticias que acerca dostes aeonteci-
inentos dava a naveosa diaria. A audiencia foi
levantada al 1/4 horas da tarde e adiada para
terca-feira s 10 horas da manba.
Apresentaram-se como advogades de Jos
Nnnes Boiycs os Srs. Drs. Antonio Ral ido Sonza
Qeha e Heraeho Vespasiaiio Fiok Romano,- de
Manuel Bernardino Leite, o Sr. capitao-Manoel An-
tonio Rodrigues, c de Joaquim (joelho o Sr. Dr.
Augusto Carlos de Mello L'Eraistre.
presidente da provincia liara um passeio
Santarm.
Foram nomeados:
Bacbarcl Miguel Lucio de Albuquerquc Mello
Pitho para servir o cargo de pr. fessor da cadeira
de pedagoga c legislaco do eiisino do curso nor-
mal annexo ai bren paraense ;
Bachareis Antonio Joai|uim de Olivera Campos
o Guilhennc Francisco Cruz, eugenbeiros das obras
publicas da provincia.
Lemos no,Diario o Gram Para :
Terca feira 7 ter-lugar a sesso solemne de
juramento e posse dos cidados tpie foram elnitos
veroadores da cmara municipal de Belcra, no
quafrienno de 1873 a 1876.
Os cidados eleitos sao os senhores:
Dr. Joo Lourcnou Paes de Sou/a ;
< Dr. Joo Bal i no de Souaa Uehoa ;
i Antonio Theodofico da Silva Penna ;
c .1 oo I bogo Clemente Malcher ;
.losi' GeraJdo Barroso da ?ilva;
. c Joo Olympio Rangel;
Joo Aogusto Das Guerreiro ;
i Fredterioo Carlos Rhossai'd; e
< Jo*" de Dous e Silva. >
i>lehron-.*e.hontem, eom toda a solemaidade,
a sesso de juramento e posse dos aove cidados
elcitos vcrealores para serrirem na,cmara mu-
aieipal de Beleni, no (matrienaio de 4873 -1B76.
A sesso foi aborta ao meio dia, sob a presidencia
do Sr. Dr. 'Jos da Gama Malcher, e estando pre-
stws oM*r. Dr. Isis htmnmf Masa -4*oMza,
. Joo Diogo CJoroonto ialcber, Jos Evangelista de
Paria Maciel, padre fot vento Pereira da Ideba e
Rodrigo da Vciga Cabra!. Anminciado 'oMito da
sesso o. Sr. Dr. Jos da Gama Malcher juramehtou
e-flr. W. Joto Loaranf oir*aoU(^r*siuVnte
antes servir tal cargo com muita disliiiscao.
t O Sr. UcluVa podio ao Sr secretario que expli-
carse as irregularidades o vicios encontrados na
escriptura.o.
O Sr. secretario deelarou que nao fura elle
que lizera ossas irregularidades e vicios, e simios
empregados da secretaria. Que os termos assig-
nados oro braneo cram de terrenos concedidos
purtjuas que exigiain ttulos, sem lerein paciencia
para esperareni que se obserrassem as forinabda-
de* legaes, c que isso fi'ira approrado pela yereacao
rujo mandato expirara.
Niiigueiu mais tomando a patarra foi submet-
tida a votos a ndieacao do Sr. Rhossard, sendo
apiuovaiia polos voto dos Sis. Paes, (Jebdfl, Penna,
Rangel, Guerreiro, Jos Geraldo, Rhossard e Josp
de eus a demisso do Sr. Felppe Jos de Lima
do cargo de secretario o approvado por unaiimi-
dade do votos a noiiieaeTio do Sr. Jos Gualdino da
Silva, para substitui-lo em tal carpo.
Na sesso da directora da coiupanbia fluvial
paraense, celebrada em 24 de dezenibro, foi eleito
presidente da direcloria o Sr. Dr. Angosto Ebjabjo
Hinto, pasaandp o Sr. Luiz de La-Ro cargo de secretario.
t No dia 24'de dezembro tarde cbegaram ao
nonso porto dous botes com os tripolantes La bar-
ca ingleza l'moa.que perdeu-se em Mayah, Kra
esta a barca que mal informados dissemos su
franceza e estar enc.ilbada cm Cayle. A li'V.o
vnba de Antuerpia carregail i com terca ue 5 H)
toneladas do trilbos do ferro para a -Madeira and
Mamor Railway, e consignada ao Sr llenry
Vardv, agente geral desta empreza entre n*.
o dia 16, aos 34 das de viagem.-encalbmi a
barca em Mayali, e uo dia 21, desesiierando de
sarva-la, abaiidonaram-n'a o seu capitn, Sr. II.
Brown, e a tripolaco qne constava de 10 pessoas.
nos dous liotes ero'iuie aqui cbegaram, e em ojne
apenas poderam salvar atguma roupa. A f7';i
era de 4.10 toiudadas de registro. A carga eslava
segura por inteiroc o navio em parto
K eloquente como um grito de ddr o seguint-:
trecho de una carta escripia por nm magistrado
pe Caiuetji um seu amigo desta cidade :
t A peste ou o castigo que nos aeouta, continua
potable a e.-ifar a popula; i desta trra. Pare -e
que ooron-cntrada do invern o nial sevaito-
nau 11 mais intensoe assustador. Caaos fubninin-
tes rio-re multipHcando de dia para dia.
lioje Uz o inou te'.auDOto e s 9 linas do dia
tive de abrir dous de pe-s.a* do interior, i pie, lia
puncos dias. conversan lo coinigo diziam-se ba?,
e inorreran hontem inslantaiieaineiile de um tre-
mor inexplicavel.
A iHipulaco da villa de Aleui.pier coui|ne-se
segundo o reenseaiuenio a qao se proeod -u om o
L" de agosto, de 4,3 '3 pessoas, perleneeiido 4,100
ao sexo"niascvlino e 2,493 ao feminino. A popula-
co esej'avn de 330. Ha aili OKI fogos.
n Durante este auno foram despachados peda
eellecloria irovincial de Alein[iier os segrales
gneros : .,_,> ,..
r.::inbas 0,814 alqueires, cacao .3/0 a ro-
ba*, couros seceos.981, e carneserca 19/ arrobas.
f 0 iui|iosto dos cavallos embarcad >s para tora
do miinicipio foi d2 iOO/O*.
Tem i* no!icia< de Sau'are'ii, .|ue aleancaro a 20
do expirante :
Tcndo sido jn.it da l'estivid ide do Divino K*-
pirilo Santo o Sr. Jos Joaquim Pereira Macanilii-
ii, liber'oit com a* sobras dasiisuiola^ OOBl que os
li.'is co-itribuiram |iara realce da fesfivi la le duas
interessanUB eriaueas do sexo feuiiiiiuo.
A alfandoga renden no mez d- dezembro
498:0044oO's c do 1 a 8 do correal; 81:48i')19.
0 cambio regulara : sobre Liu-lre* 46 1/8 e
20 i/4 (I.
Estavam carga : brigue brasileiro lino
para Pernanibiieo. ptiaehn francez .l.'a'ava para
Nantes, escuna hollandeza Uuia Bmrieka para
llamburgo, barca franceza Affred'j para Lisboa, c
barca norueguensc H. E. ilaller para Cardil.
t, do Maranhao i, do Para 1, e desconheaidos 2,
da frica 90 Brasileiros natos 098, adoptivos
90, todos eathollcos. Sabero ler e esenver 2. aual-
pbabetos 696, 19 sao de arles e oflicios, 600 agri-
cultores, martimos 3, 41 de oceupacoes diversas,
3 de ^oceupacoes domesticas e 116 tem oeciinaclo,
3 esto fora ila companbia das inulberes. 3 sao ce-
gos, 4 ceg* c aloyados, i abajados, 4 sem um
braco.
As do soao feminino sao : 170 pardas, 549 pre-
ta., de 1 5 anuos 76; de 6 18 133 : de i0
41, 103, de i 0, 201 ; de 41 G0, 133 ; de 00
para mais f. 5S3 solteiras,98 casadas, 3i viuvas,
B48 de Pemamlmco, 8 de Alagias, 1 da Babia, 4
do Ui()-Graude do Norte, 1 do Maranhu, 3 des-
conhecidas ; 50 adoptivas, todas catludcas; I sa-
ben ler e escrever, 710 analphalieta*, 3J4 deoc-
cupacao agricola, 103 domestica, 84 diversas e 140
sem liceo prcao, 1 i;st fura da companbia do ma-
rido, 4 esli dementes, I aleijada, I sem uro braco
e 2 mudas. No numero dos harneas livres de 60
anuos para mais, ha 54 de 70 anuos, 10 de 80e
3 de 90. No das mullieres ha 51 de 70, 18 de 81,
0 de SO, e 3 de 100. o numero dos boniens r*-
cravos, ha II do 70, e 1 de 80; no das nuilhores
esclavas ha : 8 de 70, 2 de 80 e I de 90. Km toda
a fregueziaexisleiii apenas 7 inulheres mendiga*.
A coinaiissao c.uiipoz-sc dos Srs. comnieridador
Jos Luiz de (laidas Una, Dr.Manoel Xavier Paes
Brrelo, padre Jos Porfirio Gomes, niajor Paulo
de Ainorun Salgado e Augusto Biifino de Al-
inala.
Vapor Pura..Este navio da coupanhia
brasleira de navegaco do norte do imperio, tendo
sabido du Para uo dia 31 de dezembro. em viagem
Pu
REVISTA DIARIA
Autoridades policiaes.-Por portaras
da presidencia da provincia, de 10 do corrate.:
Foi exonerado Manoel Moreira Borges Debita; de
subdelegado da dbdrieto de Abren de lina, por se
ter miniado do dwtricto.
Foram nonwados : subd.'lcg.vlo e 1. supplente
do distiicto de Preguica, do termo de Agua-Prcta,
Manoel Paulo de Souza, e Joo de Carvalbo da Cu-
nlia Siqueira Andrade.
(uarda nacianal. Por portaras da pre-
sidencia da proviccia, de 10 do eorrente :
Foi transferido para o servico da reserva-, seu
pedido, o capitn da 3.* companlna dol.'batalhao
de infantaria do municipio do Reeife, Tliomaz los
Marinbo, por solrer molestia iucuravel, licand i
aggregad^AO I.* batalbo desse servico.
'Foi dispensado do lapso de teinpo decorrido, para
poder tirar patente,* alferes Luiz Moreira de Car-
valbo.
Kstatistica.Damos em seguida a da popu-
lacho da freguezia de Nossa Senbora da Pnrifica-
c o S. Goncalo de Una, nuimcipio do Rio For-
mse, romaica do mesino nome. a ipial se compoe
de tres povoados, quarenta c cinco engenbos de
fabricar assm-ar e tres propriedades de tenas e
plantacoes agricolas, com 1,?38 fogos, e foi dividida
envrite e qtiatro secQies, s quaes se distiibui-
rarii 1:91 listas ou boletins de familia :
C.ntem a freguezia 7,t69 almas; 3,762, livres,
1,507 escraras. Das livres 2,809 sao do sexo mas-
culino ; 2,893 do sexo feminino. Das escravas 788
sao do sexo masculino e 719 do sexo feminino. Ab
livros do sexo masculino, sao: 944 brancas, 1,576
pardas, 349 pretas e 44 caboclas, 003 de t 3 an-
nos de Mado ; 648 de 16,313 de 16 41 ; 811
de 22 a 40 ; 393 de 41 W\ 101 de 60 para
mais -1,885 sitelraa-;' 879 casadas; 103 viuvas;
4,885 de Pemanibu*, 56 de Alagoas, I da Babia,
1 de S. Panlo, 4 da Parahyha, 4 do Rio-Grandcjdo
Norte, 6 do Cear, 1 do Piauhy, 1 da frica, 6 de
Portugal, i de Franca, 2 do Italia.4,859 brasilei-
ros natos, 2 adoptivos, 8 estrangeiros; todos catho-
heos, 514sa*cmlerc escrerer, 2,355 sao anaHiha-
brtos, 2 padres, 3 militares, I empregado de jus-
tica, 3 professores pblicos, 1 advogado: 60 sao
commerciantes, 14 eStao estndando, 163, sao de
artes e offlcios, 1,416 agricultores, 53 martimos.
100/je oeenpaeoes diversas l,051,nao tem oceupa-
eo ; 46 erara hospedes, 13 traseuntes, 23 esto
tora da companhia das mullieres, 71 sao amasia-
dos, 112frequentam escola, 9 esto por baptisar,
5 esto dementes,'8-sao cogos, 16 alojados, 1 sem
um braco, 5 mudos e sardos, 1 doente de gotta e
4 alienados
As brres do sexo feminino sao: 879 brancas
1,663 pardas, 3!3 pretas,l8 caboclas, 579 de 1 o
anuos, 633 to 6 15, 331 d 16 21, 886 de 44
40, 365 de 41 00, 99 fle 60 para mais, 1,781
holteiras, 863 casadas. 419 viuvas, 2,81 de Per-
nambuco,Orle Alagoas, 2da Parahyba, 1 do Rio
Grande do Norte, 1 do Cear, 2 do Para, 4 da fri-
ca 1 do Paraguav, 3 de Roma on Italia; brasilei-
Smmamem7W,tT*aatao de jWlemTeiMte ras natas 2 885 ; jM^* *^r* 2
por- sua vez jnramentou os seus collegas Srs Dr.
Joo Raullno de Sottza Tchda-, Antonio Theoddrico
da Silva Penna, Jlo Diogo Clemente Malher,
Joo Olympio Raftget, fco Augusto Dias Guwrei-
fo, Jos'GeraldoBarriwodh Sn^.'PredeflcoJCar-
los Rhossard c Jos de Deas e Silva, e que foram
para o Rio de Janeiro pelas escalas, arriben a 3 ib
eorrewte ao porto de Batean, par se ter partido o
cylindro de baixa prsalo da machiim. na altura
d Cay t, a i:i3 aluas distante daquelle porto, pelo
qiii! foi obligado a voltar para a!ii v la.
O Prtri, segundo carta do seu coiimiandante.
doria sabir para o sul do imperio a 25 do eorrente,
quer coneertasse, quer nao peca quebrada, se-
guindo coro as escalas doiostunie se podesse con-
eortap, e em direitura caso nao podesse isso fazer,
Burea |ili; rol do Para. Le-taos no Dia-
rio d'i (iram-Pur, de 5 do eorrente :
Ji'i est de novo aHearada entre os dous ban-
cos do canal de Braganca Lat, O20'9" S.e Long.
47* 54'3" O. G. a barca pbarol qne llalli foi re-
tirada ero 47 denorenibro ultimo para ser concer-
tada. No dia 44 de dezembro rebocou-a para l a
inhoneira a rapor da armada naeiouol FtUppe
lUiinanio. cujo commaudaiite fez a amarraco, tra-
zeudo a canboncira para nosso Bario, onde fundeou
boiitem pela inaiib, o casco do brigue Liberim em
que estove liinccionando o pbarol.
.\rr-in-it:ir:to provincial.Peante a
junta da thesouraria provincial rai praea,no dia
43 do eorrente, a obra dos reparos da estrada de
Muribec;entre os engenbos (iuararapis t Noto,
oreada em 0:103599o, medante as clausulas co-
udas no edital que vai publicado no lugar compe-
tento.
Via-frrrra do S. Francisco.No do-
mingo (19) alera dos trena ordinarios de paasa-
geiros, a gerencia desta empieza expedir mais os
seguimos ; do Recito para a Boa-Viagein 10 c
meta, 1' e quarenta e 10 c cincuenta e cinco mi-
nutos da i'naiib. 4 horas. 4 c-deze 4 e 45 minutos
da tarde ; da Boa-Vi;igem pan 0 Reeife as 8 ho-
ras, 8 e uro quarto e 8 e 4) minutos da manli.
II e meta, II o quarenta e cinco e lie cincoenta
e cinco minutos da tarde.
Machinas l'hinnpsuii.Urna das machi -
nas Thompson, coiu dous carros, nmistando una
carga de 0 toneladas ingieras, f". u na viagem de
experiencia atapovoaei de Santo Amaro de
Jalualo, wa segunda-feira 13 do corren!; 0 voltou
no dia soguinte.
Nao obslante Invor cliovido copiosaov>nle dous
dias antes, c o mo astado dos caminios desde es-
11 cidade at .tquelle pMoado, as viagens de ida 6
v-olta lizeram-se sem incidente alguin, vencendo a
machina todas as ditllculdades do terreno, tanto na
subida tome na descida das militas Jadeiras, que
con*tituem quasi que exclusivamente o camiiibo.
Nao estando ainda determiiiados os pontos para
tomar agua, fui este servico feito por meio de
baldes, o que junto ao mo estado da estrada de-
morn as viagens alm d'aquillo que se ealculava.
inconveniente *** que podar ser removido se se
lizerein os reparos de que tanto carecen! qonjles
caiuinbos.
Frrsc/.ia de S. ?lo*.A--sumio hon-
tem o exen-icio di cargo le Rubdologado doma
fregaezia, o Dr. Jos Mari a de Araujo, que bavia
sido uomeado ultiriiainent-.
Carcter circumspecto, intelligeneia robusta, si-
zudez e i il illimontn cxemplares, tac* sao os
dotes que rene em si o Borneado, o qual, por co-
nh 'cernios liem de parto, damos por is*o nosso*
sinceros parahens aos moradores dea fregnezia
por rerem entregue a subdolegacia nas nios do
Dr. Jos Hara.
.tlontc-pio Sanio Amaro.Domingo
prximo deve realisar-se a sean da assembla
geral di.-ssa sociedade, afim de proceder-Se a^leieo
dos diversos funecionarios.
liulieiro.-0 vapor aniirtcun Orttaritrou-
xc para :
Amorni Irmos A C. 0-.OOU030
Pereira Vianna & C. 4:7093003
Jos Rodrigues de Souza 2:360)00
Jos Martins de Castro i:775SOOO
Esse vapor lev.m de nossa iiraea para :
Babia 1.307O0O
Rio de Janeiro ":0 0*000
-r o-, vanaros Mandih c Pi-npaww levaran)
para :
l'arabvba ti:00000
\crraeii 0:0000u0
racaty W#000
Mae.'io 40:0583070
Incendio no mar.0 vapoi americano
Ontario, entena viagem de New-York para o nos-
so porto, loria tid o aaesmo desastrado lim do
Erie, se nao houvessem descoberlo e sulTocado a
lempo o incendio que, entre S. Tliomaz o o Para,
lamra DO pedio do navio, no ponto interior, cor-
respondente eoziiiha.
Por l'eliridade as medidas pr.miplas e enrgicas
emprogadas pelo res[iectivo connnandante e ulll-
eialidade foram bem succedidas, c.onseguinilo--e
extinguir completamente o togo com iusigniflcantca
araras.
Tiro.A"s 7 horas da noit" de 14 do correte.
o Sr. Jos Maria Braga Jnior, casado e morador
no Salgadinho, do termo de Olinda. regressava a
sua casa, (piando foi gravemente ferido por um
tiro que llie desfechou um individuo qne de em-
boscada o.esperava oc.culto por traz de urna arvore.
Commettido o delicio, evadio-se o criiuinoso, dei-
xanIo a victima com una bala e diversos carn; h
de chumbo que se Ihe haviaiu empregado no lado
direilo do peito c biam corres|ioii(lenle.
Kste auno vai coniecando frtil de mais eiu actos
le tal ordem. Quanto* mais altamente se falla de
civilisaco e de progresso, mais hediondamente
se mmfesta o selvagismo dos lempos primitivos.
Rspaneamcnto. Em torras do engenbo
Santos Mendrs, comarca de Nazareth. Joaquim
Bezerra de Mol lo, "morador na propriedade S'ia!ia-
go, do respectivo termo, foi barbaranjeiite espanca-
ilo por AnUmio.Caetano e seus lilhos Tobas, Ge-
nuino e Francisco, moradores todos na cireumvi-
sinlianca do sitio onde foi commettido o delicio na
manh' de 26 Je dezembro ultimo. Coniquanto a
autoridade tivess1 inmediatamente conliecimento
do facto, nao consta a prisao dos delinquemos.
Em tempo.-Beinettem-nos as segumtes b-
nhas, ipie aceitamos porajuo contm urna verdado.
< i)eetara-se para que nao haja engao, que o
coroinandanto do deposito de reerutas, a que se
refere o Exm. presidente em sen offlcio publicado
no Diario de 4 do eorrente, nao otenentc-coronel
Jos Lucas Soares Raposo da Cmara, que desde
muito so acha com parte de lenle, e fora do dito
eommando, nada tendo, portante, com as faltas e
irregularidades notadas pelo mesmo Exm. presi-
dente em sua visita feitaquelie estabeleeim'iito
no dia 24 do mez passado.
E" ImpostivcL-No pode continuar a exis-
tir n'um niucambo defronte de cemiterio uraa
Moviiiiealo daenrerinaria <> da 14 de jan .ir
Tiveram baixa:
iiti, ficravode SaturninoIlaptista Vieira, anemia
(tapitnlmajatrraro de Jo itibaaj da Rocha,
contusoos.
Tere alta :
Manoel Jos.1 de Souza Jnior.
Passasdro.'*. -Viudos de New-York, n>
vapor americano Ontario .
nerlga Hitchard, Wcllie Ril-bird, J. Rv.kwell
Sinitb, i'eler mii-'i, William Martins, Charles IV-
lerson, Mimoel Gomes, Antonio Francisco, B. R.
da Bocha e i monina, J. R. de Morai-s Bocha, 7..
Joaquina da Rocha. Joan W. A. Barrena.
Seguan para o sul, no Bcsmo rapor :
Dr. Andrade Lima, Firmino Antonio de Sroiza,
Dr. Joo de S Albuiiner.pie. fceo Amgalak, Ber-
nardo de Magattles, lanoel Joaquim C Madeira,
Gco H. Dinler, E. Wlsnn. Ainaucio Pinto Bastos,
Isaac Esniate, II. L-debour, 1. tente Francisco
C. da (Iraca, Antonw arlos de Aluieal.i, Joa quiiii.
Ferreira Leal, A. Fonceca Bauaa?
Vindis da liba de S. MlgWtWTWTTTpoi-
tugueza Arabella:
Manoel B.itelho de Souza e 1 (ilho, J .ao d Bra-
ga, Eulalia de Jess, Joo Jacintho de Olivera, Ma-
nuel de Braga. Florinda Rosa e S fhs. Theolindo
de Fie.tas. D. Joaiina do Nascimento Mello c 2 II-
lhas, I). Ludovina Rosa de Jess, Jacintho Bento de
Medoiros, Amonio de Olivera Lima, Jacintlw I'
Fras e Manoel d Carato.
Seguein par o Rio de Janeiro :
Manoel Ignacio de Souza, Manoel da DOCK?!'or-
liuiato Ferreira. Jacintho M. C-.bral da, V.iscon-
e.-llos, D. Maria Emilia de Aragio/IWijs, Ja.
de Arrudi. Antonio Rayiniindo do AOtrl, Man I
Pacheco, Jos de Olivera Raposo, Manool da Silva.
I). Francisca Candida e I lilha, D.^fria Isabel.
I). Maria Matlnlde, Jacintho Ra|iozodc lienevid' s.
MOVIMENTO DA C.VIX.V KM UKSfMO n.Vr.OMIV-
mil.v nos Tiiii.iins i'kr.vnos do kvt.ii k v
OI.IMIA, RELATIVAMENTE AO MEZ BE l'F./EM-
RU DE 1872.
Bul radas.
Saldo do uuzle novcnibro prximo
passado
Receita:
Bilbetes ;22:422OOO
Assignaturas 3:SMfW0
Kxpressos
r
t;."iW8!i


^arga
244000
1123 080 7-.ni*0N>
Andr de Abren Porta ex-superin-
leudeiil.;recibo por saldo .
Deposito dos rabos
dem dos conductores, etc.
Mullas
Besliiuieio de dreitos
Sabidas.
Ordenados
Ferias
Despeza* diversa*: malriae*, pin-
tura e concert dejwaggons, 00
lunelladas de carvo, ferrageus,
tintas etc.
Ordenado do engeiiheiro fiscal al
Janeiro
Depsitos dos empregados, pago aos
que foram demittidos
Ao Dr. Alfredo Ernesto Vaz de Oli-
vera, pr seu trabalho com a
approvaoo da reforma dos esta-
tutos, na corte
Amaro de Barros Correa, paco para
dreitos
Cuntas atrazadas
Bilbetes rc-gatados
Saldo em moeda torrente
lo d
1:386*463
10o000
250*000
1-2500O
W*G70
2:778#I1)
:l:6iO|S88
;L5(g#i60
i:oiloH
iXCx)0
liiOAOO'
I^KOiOOO
13:264*240
:ia*80n
29:77K;li
Janeiro le
Bscriptorio da companbi.
1873.
O tteaourairo,
M,s,> F. dos Santos Poi ftf.
tholieas todas, 266 sabem ler escrever, 2,627 sao
analphabetas, 1 c^nmerciaiKe, 3 de'artes e Offlmas,
159 de agricultura, 1,289 de oceupaco domestica,
331 de oceupacoes tMrersas, 1,109 sera oeeupafie,
19 eram hospedes,, 1 transente, 87 aggregadas, 31
fora da companlua dos maridos, 71 amasiada, 60
niatilba de caes que continuadamente amedron-
tam os transentes, e j tendo feito diSerentes es-
tragos em erimeas,
,ocria.-A qne se acha renda a 36.a, a
benodcio da igreja de Santo Amare de Serinhem,
que corre no dia 22.
Casa i> detcn^ao.Movimento do da
14 do Janeiro de 1873 : j
Existiam (presos) 350, entraram i, samraai 3,
existem 3oI.
A saber :
Nacioaaes 237, mulheres 12, esaaiiiros 46,
esersvos 10. escravas 10.Total 351. -
Alimentados acusta dos cofre* pubnn|s27.
> ao
X OC 2 s
V- SI "si Mi

2, ^-l > C
14. C 5 H- S "2
v * O c .- a3-c ^
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1 X ta M O VE Q C 35 s
"S 2. o 1 1 Cft ; 5 ^ O 5
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z.2. 1 '" ii 1 1* P 3 2
< X 7. . S.1 y y. 1* Ii i 00 J -s' O g.f>
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^UBCACOIS A PEDlOa
i
Teni-se levantado na populaco dosla cidndi-
una celeuma depois da circular do Exm. e Rvm.
Sr. hispo diocesano aos parochos, recordando-Ibes
que sendo a seita iiiaeroica excoraraungada ptla
igreja, noiiodm os niarons oceupar lugares, nem
benellcios ou oBcios eccesiastlcos.
Talvez a falta de conhecimeate que lera eerla
classe de gente a respeito da leis rcaones da
igreja. seja cansa elHcente do alrototo actual :
dissipar cssa ignorancia o lim dos artigo* que
no* propamo? escrever.
E' um facto ipie a mac/maria esta excommuu-
gada pelos supremos pastores ds igreja, vigatio
d" Jesus-Chrsto, Clemente XII, Bento XIV, Po
VIL Leao XII, Gregorio XVi e o actual Pi IX.
que j por tres vezes renorou a exeominiinbao
contra os niacons.
Basta citar a ultima dessas renovacoes comnii-
nada pelo soberano pontillce, felizmente reinante
em sua constituco Apostolir* Sedis de 12 de ou-
lubro de 1809.
Com esla constituco o svrfrtmo pastor do apris-
co de lesus Christo limita o cathalogo das censu-
ras e as reditz pequeo numero; por consegran-
te se fosse conveniente abolir a exeommnnba..
contra os macons ou modiflca-la Po IX assim tena
' Mas bem diversamente proeedeu o santo padr..
pas nao s nao tirn a excommunhan contra a
maronaria, mas pelo contrario a conflrmoi e'dei-
xou entre as censuras, para cuja absolvico se de-
ve soceorrer ao summo pontfice.
De passagem notamos que os nossos bispos teem
a delegaco da Santa S para absolrer os macn*
e dar licenea a outro sacerdote para qne os ab-
solva.
Os que dorcra o nome seita maconica ou a
carlKMiai'a (sao palavras de Po IX) on outros
do mesmo genero.que'ou as claras ou occiiltantente
niaclinain contra a igreja ou os poderes lepti-
les que favoreccrem s
denunciassem os oc-
inos ; assim como aquelle
incsnias seitas e o* qae nao
cultos coripbeus e chefs at que ilenunclem:
Porm, dizem os macos. osa cxcomnmnbo s-.
fere aos eurojisus o nao aos brasileiros Ento
o que licilo na Knropa licito na A menea 1
As aguas do Atlntico tem a virlude de mudar a
ossencia das cousas para faz-las boas ou ms e-
gundo os climas ? E um prutciP'O de direlte, qu
onile u lei mo i stingue mo4evaos d/sr*t(w>
Mas as leis pontificias nao dlstinguem osmacons
da America das da Europa; pelo contrario falam
fin peral da maconaria ou orttra qualquer socieda-
de desse genero em qualquer -parte onde 'este-
lan.
Logo os macos do Brasil mcorrera. na exeonv-
munho que ibes fuknini a santa 'Igreja ro-
mana.
^Dizera ainda. os macons. a mafonarUAo Brasil
nao a rae*ma da Europa. Este sribternnrio nao
pode Iludir a ninguem, por quanlu amflonaria
utna e a mesma em qualquer parte. A do Ura_


L
rr-
%
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J%. '"*[ 'k- f.

JL.
-' r i o *
f
Mriaw



sil nmj rarailicaci ila da Europa, tanto assim
que ad^U o mismo eoJja i, os mjsani nniin *
. o< ni'--tu >s principios g jo a da Europa.
i: ve.-Ji-l que nYiiii*. entraran para a '*?#>-
aria, tala e naAt^mi, man ouveai contra a
igreja. Mas, col'l>*\ UiiJ 4ab.HU O-ste enganados
que a roa >mu aria ii).ejiuuuKa sjus se.'redos a
lodos os n'uo ms e que as vasos as ine-smos do gran-
do Orienta, nao participantes segredos todos da
sua sejta-subalterna.
A historia assiiii refero.
Dig;iuvme agora, se nio contra a reja a ma-
Couajia, pwijpejo entro luette com a, igreja, por-
gue Q.iei t1; ni- oula di s seus actos, porque per-
segu- 03 e;ii ministros, o seas hispos e o e&ete
dos pos, Palia.
Porqne omm se bdrl. 11 religiao de Christo, a
vehgiaecatholea, recebo 1J0 erasen seio, protes-
tantes russo.-. soltismaticos e otltros da mesina fari-
nha ejunlem fiufnris ? K.'iis s funlou unta gro-
ja, o esta fot riw iad i sobre o p.-incpa dos apost-
los S. P.-iiM : ora, a maconaria admite toda* as
seaias oai sor. sein, u qiu o mesni) fjue na re-
conuecer umajvligo mita verdadeira ou por
ontea mesun que nejar a verdadeira igreja de
Cunstti. Logo o contra a igreja.
I'mvloi-ato basta uin rpido volver de ulhos no
que c.sii femado a mieonara boje eni Pornamba-
eo, para que os simplice. r mhe .;a o a s:ia hostili-
dade a groja 4' Jesus Christo, Uto a igreja Ca-
to.>liea Apostlica Romana.
Vallaremos.
(Vin ex-avu'so.)
Na Procin'.iado t do corrente, que pela pri-
moira vez li por me constar que se oeeupava de uii-
nha pessfia, >: diz na Onmici, noticiando a visi-
ta feita, na noto de 8 d corrente, por S. Ese. o
Sr. pro-side-ie da provincia ao quarfel d> eorp de
polica, do -jue son eoani.uidaiite, que S. Exc,
achou all fado en co.npleta do-organisa'.-ao. o
eonclue-se esperando as neeessarias providencias,
visto com' c noca a verillcar-so o que a Opinido
?.em denunciado.
Como njii ma consta que a Opinio a parte a
da provincia que ihuto di.Terote dis domis
muyales tenia articulado contra o corno de polica.
i ict que irlo ti.ilia sido logo honesta o cabanien-
mento explicado, cum^re-me apenas-duer, e:u
jvsposla a vaga da notj !ia da Provincia, que nao
sei em que ac'aua S. Esc. tud) desirgaiusad ni
quartel.
Ao con'rario, sei qne S. Exc. ai achou o oh-
Cial de esta lo en sea posto, e que as inforr.Hcf.es
que exigi firain-lhJ dalas pelo offtcial de estado
e prim'iroi sargentos das cunpanliias. sendo que
at o presente anda uY ivcebi oommunjbcio d--
quiljuer fado que S. Exc. poJeria ter encou-
trad i.
Devu er'-r que quor a VrwiMia explorar a be-
novoleaeii de S. Exc. e procura-lBS para sea al-
vo, porque, eoi'im, odio velho nao canea.
Nio se un da (Miviii, das insnuacoes da Pro-
tifela, e rio-m della na.i s quando se lcmbra
d" iiiiui para alvo de seus odios, como quando se
esqueco do ineu nome laja a vez que pratlcfl urna
boa acolo.
Radie, 12 de Janeiro to 1373.
PraneLsco Carmro Incluido Rios Jnior.
Vodo ni'u liiiinilde loue era una lista inaco-
ni.-.i. com i avutso, d.-vo doclararque nao [reinen-
toa in.ii!os ann is semellianle soaedado, que nella
estrei e sai por uiotivw que nio sei meso > ex-
plicar.
Q' r.V) entrei na aprecia;) do sen fm, e que
do sacerdote cathoi, ecomo tal devendo obi-
d.,'.icia .' r..sp.toa met legitimo chefe, o bispa
di icesano, estive 0 eslarei sempre a sea lado nos
diaa costemaco e angustias.
1!.(rife lo de Janeiro de 1*7:!.
Conego F.'Roc%a0lP. t. de Medeiros.
i]V Sil i'e aiicat bnnei} para
Para Maci, na bafca Gn.
uw>.y>iwu. ^... ...-------------1 bou : J. A. V, Siqneira 4 barricas'*
frotes, diuhiiro a risco e linalmente quer naturo^a, om vapores, navios -vela ou
barcadas, a premios milito mdicos.
Rl'A UO COMMERCIO N. 3('
~rz------
COMMMftA
Fhenix Pernambucana
Toma riscos martimos em mercadorias,
\gsl) F. d'WivciM i C.
A casa cominercial o bancaria ile Augusto
V. d'liveira '(i.a., ra doCommurciu n.
\-l, cucarrega-sii de exocucf) de ordeti3 para
embarque d productos, e de todos os mais
negocios de commissao, quer commcrciaos,
quer baucarios.
IV'sivnta lettras, o toma diulieiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca vista, c a
prazo, vntade do tomador, sobre as se-
giiintes pravas estrangeiras e- nacionaes :
Lui2r.Sobre o umon b.vsk of
i.ono> [d responsabilidade Ilimitada) e
varias firmas de 1.* classe.
Par.Sobre os Srs. maucuabd a.n-
ilK & C.*-HP. GIL, C A. ULACQl-K VICN.VI. IX
C.a BASQlhlROS.
HaiaHurgo-Sobre os Srs. jo.vo ciirj
n.vr.K IV IIBIOS.
Mb,Sobre os Srs. fo.nsecas, san-
tos & VIANNA, O SEBASTI.V0 JOS D.VIUlKi:.
Porto.Sobre o banco ini.\o do por-
to, C O Sr. J0.VQU1M PINT da FOXSECA.
Por.Sobre o banco ommercial no
PA'A, eos Sis. FRANCISCO GAUDKNCIO lA COS-
A A FILI108.
llitranhito.Sobre o Sr. josferiei-
RA DA SILVA Jl'NIOU.
Ceur. Sobre os Sis. j. s. de vascon-
cei.los Baha.Sobre os Srs. MAR15H08 C.',
Rio He Janeiro.Sobre o bam:o in-
di strial E MERCANTIL DO RtODE JANEIRO, e
O BANCO NACIONAL.
PRACA DO ItECIFE lo D2 lAXEI^Q
E 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE
Cotnt'ScM ofliciat'N.
Algodio de 1' sorte 10*000 por lo kiios, hou-
tem, .
C-.r>3 saiga los seceos 680 e 670 rs. por kilo,
bonteui
Leal Seve
Pelo presidente.
A. P. de Lera os
Pelo secretario.
Para-Mauanguapf, na barcaca SiHiita, eu-
regaram ; MoOleiro luliior A Pemandes 1 caix
ALFANDEGA
RenJimeato di dial a lf. ; .
(leai do da lo......
603:4W799
'n:208'J38
Coa: 0023737
Manto Pi l'urtu^uoz.
Ugam icio Sr. los dueles da Silva, preso a
M raeies, te por esta fottia chamado a attencao
di respectiva directora, pe > estado daquelle n-
'liz.
Consta-nos que amiellc s-nlior. desde que esta
i o, ainii nao solicit.ra desta sociedade soccor-
r>i em qualquor sentid', o que podemos p *iu
aflanrar qucaquelle s.;nhor. tem sido reniisso no
nafaneati) il' snas mentalidades, a panto de dever
i, mezes v -nciJos!! que a osle respetoxtra-
llnws ios 'slaiutos 0 M'guinii- :
ArVo 13 8 i
Perde >s direitos d socio,o quedexar de sa-
usfazer as saaa measalidades por mais de dous
anaos.
Artmo G2 3.
< Perde o socio direit a benelieio pecuniarios
q-jaade nio fr puntual no pagamento de suas
uunsalidados, as quites segundo o disposto d)
.art 11 s % devem ser | agas adantadas.
era e [mtativo e justo, que o socio se aguarde
pan pagar, quando precisar da sociedade f Deve-
: i t ir ign 1 .iireito o ?emi8so ao pagamento a
aquello qn i pontoal Sea sociedade teo o -
dever a cu nprir, os s imos tambera o tem, os que
.. fa.'.em. a i iciedade anda nao Ihe reeuson a sua
proteccao jamis Ihe recusar ; estamos cortos
.1 -.,). pois que, tem re-urs^s de sobra e seu esta-
,11 c tul.i lisongelro.
0 abaix assignado com sorpreza rio sen nome
ua reaco i is membros da soeiedade luacouiea
, ,i,i i j I! a 'i.ceucia, da qual 90 retirou desde
M63, .' icl i que foi iluminado.
Declara. :>>s, que desdaesse tempo sujeitan-
do-se isc tves da Santa Igreja Catholiea, Aposto-
, .' ; ,, .i. uiiica.ve'dideira.e smentc na qual
.. i silviic.o. abjurou* dita sociedade.
I! o :'t d- Janeiro de 18;:{.
i v 'i i. Liuiito ie Atbwuer0H< Logla.
M ac ona ra.
AVISO AOPOVO.
Nio ri-jJeaJo ser assgnadas as reprosentacoes
irar tod t. i dia da n uniao, a commissao incum-
bida do ex a:ar as dolmoracSes da atumMki so-
(,..,,i; i iv.i maconico. tora resulvido cncarre-
i> ii ,i c.'i.soisses pan iaes o promover era cada
h suezia .-signaturas pua as mesmas represen-
i es.
Neste s.1 .'ido serao collocadas mezas nos adros
ia quatro matriies desta eidade, desde s t horas
da manlia at s 6 da tarde, comecando de boje,
afiffl de q'. sejam ellas assignadas por quera o
I lizer fai'..
Os inaprossos tao prc-curados na renniao de an-
te-hontem, 3ero- ah distribuidos ao povo, bem
c-omVonumero'da Yerdule, de hoje, que traza
aportante poesa do ir. Victoriano I'alliares, tao
soeitada no oseriptorij da rodaecSo.
>'
Mananitupe, na barCac Frtiz, do So'-
j'iu: J. *, C Satnta 4 barricas
il'K de assucar reliado.
ip**i<'in y (f*^**"'" ** ^*** < *--.-.-
com-23 kilos de diK-e e 1 barril -cora 96 lifro ae
a|cool. y
CAPATAZLV DA ALFANDEGA
Rendimanla do lia 1 a |i. .-. 7..1-ilM^
dem do dia lo..... 7o/8MS
VOLyUS SAHID03
No dia 2aii......'
Priuteiraporta no dia 15. .
Segohiia porta.....
Terceir'a oort. .....
Trapiche Conoeiyao .
7)7|7r
ISA"
170
296
3;h
20,493
SERV1C0 MARTIMO
AJvarongas descarregadas no trapiche
da alt'andi.ya no du 2 a 14.
bitas dita* no dia 15. '.I.
Navios atracados no trap. da alfandeg
Alvarongas **'*
No trapi'hc Gonooicio .....
54
I
l
"3
GE-
RECEBBOHIA DE EKNDAS INTERNAS
RAES DE ERNAMBL'CO
Rendiraento do dia i a 14. .' 20:722!47
dem do dia 13. ..... i:WUl!0
CONSl'LADO PROVINCIAL
Reniimen'o dodli 2 a 14. 10:4')U2iO
dem do da lo. ". 3:087*98*
109:1834222
MOVtMENTB .118 PORTO
N',il. Njimc /w:i P-fi-To da Silv^ita
nba do ftkl- Floriilul
xH. Antonio Jnaquim NoVaes
Ra d' Ciristdfld-GiIoiuImk.
N. 11. Abel Pires de Carvallpf
Ra de Auloaii Hcnrlqjws.
21. Francisco Pen-irade M-iivifes
Roa do Nuguera.
.). I. Jos Pcreira il- Azevcdi
N. 29. Amonio Marque de Oliveira
Ra de San'a 'A'rilia.
N. 27. Joaqun d.1 fiosta Aiiiorim
Ra da HiU-ira.
N. A. Antonio da Silva finior
Rita dfr S.Mil i RHa.
N. I los Antonio Uarhosa
N. 3. R-idrgues da Silva A C
N. 63. Jo i T. >ps l'ereira Jnior
Ra Nova de Santa Rita.
N. 7. AntonioTavatV* Ferreira
N. 19. JiAnt mo Barbosa 4 C.
Ra t|e S. Jos.
N. i Antonio Jos Vioira
Tfaveiii.de S. Jos.
H. t\ Jos Joaqim -'(Kir.s
N. 1. Jjlareelini Anislwrto Lopes
Ra do* Pescadores.
N. 43. Jo- Nicolao Feneira
Travessa do Peixoto.
N. 30. Joaquim Oaetano da Motta
I-i i Imperial.
N. 42. Elizio Alvos di Silva Fijjueira
N. 9|. Thoii)az Antonio Coim'ira
N. n. Cinto dio Jo s ,1- Ovira
N. 102. Aat'Jriio Jo'aquioi Tertuliano de Mello
N KM. Francisco IV. liarjeto '
S. 122. Joau Adriano de Mello Dutra .
S. lili. Ricardo Moreira da (Jimba
N. 14^. S-veri.n5 TavaresdeOliveira
S. 139.'Manuel Antonio Francisco
N. 138. Antonio da Silva Notto
N. ;.< Jon piiiii Gnies FerrcTra deSa Lcitacr
X. tt*. JW Antonio Mend.-s
N. 180. J.^qiiiiii da Silva Netlo
N. J08. Aiuorim 4 Fernandos
------- j. 3iw. Aiuonm a rernanuos
* r,vi 230. Tavares de Mello 4 C.
_1^__ N!- -'i;)- t'irr.iiii.' de Paria.-- Barrosot Silva
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C0MMB0IO.
BANCO
n i;
PERNAMB.GO
Descor.ta lettras de cambio, de tcrri
(jujeswfafcr ttulos publicos.
Recebe dlnheiromoontacorrontc simples,
o cj.:! i iMi-r-uite com juros e p)r let-
tPAt.
Bacwrrewwe por commissao <\? qualquer
operario banuaria.
" 0 espediente principiar s 9v horas da
mull e lindura s \ di tardt^
Rui do Vigario Q. t, pritneiro an-
dar.
Sejiird (!>nlra-fi)g)
' CO.VIl'ANUIA
NORTHERN.
.iWai..... 20,000:0003000
Fondo de reserva. 8,000:0005000
Agentes,
MiU Latham C.
RA DA CRUZ B. 38.
Seguro conlM-ogo
Jffi LlVKReOOL LONDON& GLOB
lSRilCE GMPill
4 ente.
:AIittE&iBROTIERS C.
liCpo Santo11
Djscarrogaai boje lo da Janeiro de 1873
Patacho allemaoS*^a/-?nieTca4orias para al-
findega.
Patacho inglez -M'i'y Smith mereadonas para
all'andega 8 errps para o trapicho Con-
cejo o, para despachar. -
Pata.'lio ijllndei Twee Conulissen mercado-
ruis para alfan lega.
Palnabote nacionalGnriba di -gneros nacionaes
para o trapiche Cunta, e eglranjeiro
p.wd a aifandega.
Patacho inglez/ndw/ri-farnha de trigo j des-
,(lidiada para o caes do Apollo.
Hiato nacional -Stakora dos Navegantesgneros
nacionaes para o trapiche Avila.
Brigue nacionall'iramji gneros nacionaes pa-
ra o trapiebo Guerra.
Brigue inglez ltosulU' caro ; despachado
para a compagina pernambucana.
Barca inglezaJ/nn/oiw?ferros ja des(iaobados
para o caes do Apollo.
Eieuna ingleaMm% Lizzkbaealbo j des
paehado, para o trapiche Conceico.
Importnco.
HiaU bnsileiro caribald!", vind> di Bato*,
consignado j Tatsolrm&o & C, manijestou :
Azeite de palma 10 cascos a Jos Lopes Davmi.
2 a Forr.andes da Costa. Alg'Mlao para saceos 20
fardos a Loyo i Fillio.
Bauba 50" barris aos consignatarios.
Charutos 6 cauta a Canoa & Manta, 4 a D. A.
llameas, > a Luiz uprat, 7 a Goncalves Bellrao,
'2 a Lundgreen, 4 a Bernardo Res. 10 a Bourgard
& C Gaf 2 saccas a Meuron A C, 30 a Boflri-
gaes Mendos, 100 aos consignatarios. Chapeo de
chile 1 eaixaa Luiz Duprat.
Feijao 50 saccas a Fraga A Bocha.
Lirio florentino 1 pipa a Meuron A C.
Piassava 100 raolhos a J. C. Reg Pontos. Pan-
no l'J fardos a Palraeira, 10 fardos a Pereira Car-
nero A C. Pastas 57 caixas a Martin* de Barros
A Filho.
Sal lino 20 caixas aos consignatarios.
Toeido 1 caixa a Monhard A C, 1 a KeSler A C.
Vapor americano Ontario, vini de Xew-York,
coi tijnado a Henrn F rster & C, nanifestou :
Borracha 2 caixas ordera.
Farinha do trigo :>) barricas a A. de Laeerda.
Lampeoes 1 barrica a Pernambuco Street Rail-
wav.
R i las e eixos 4 a niosma companhia.
SalsaparaHha 40 amarrados e 4 rolos a ordom.
Wagons 4 a Pe nainbuoo Street Bailway.
Thigii.c inglez OUKEM ok tiie f.bie, rindo de Li-
cerpool, constatado a A. F. O'.iveini A C, mant-
festOM : .
Ceneja 100 barris aos consignatarios. Lanos
500 atados a companhia Santa Thereza. Colum-
nas 1, carvao 348 toneladas a mesraa companhia.
Patacho inglez raDuarar, rindo de Baltimore,
consignado a Matkeui Anstin A C, manifestou
Bren 20 barricas aos consignatarios. Brim azul
3 caixas ordcin. .
Farinha de trigo 1,493 barricas o mais 100,3
ditas aes consignatarios.
Uilho 280 saccas.
Petroteu 300 caixas aos consignatari a.
Brigue bratileiro i-iiuncv, rinib da Baha, can-
sign ido a F. R. Pinto Qmmarft, manifestou :
Fun)o 8 piias a Meuron A C. Farello 473 sac-
cas ordera. _
Pipas vasias 140 a J. J. Goncalves Beltrai.
Wite brasi'eiro nossa sexhora dos navegantes,
; fado 4t Maco, consignado a Bartholonvu Lou-
vih>, manifestou :
A'lgodao 154 saccas ordom.
Cera 18 barris a Cunba Iriiiio A C.
Palha de carnauba 210 molhos a Clemente J
do Macedo.
Sal :80 alqueires ao mesmo.
DE>PArIKS DE EX.PORTAGsS.0 !<0 DI\ 14 DE
JANEIRO DE 1873
Para os porlos do exterior
No brigue hespanbol Conceller, .para Barcel-
ona, carregou : P. M. Manry 232 saccas com
17,740 kilos.de algodao.
No brigue ingles Meryfietd, para o Canal,
earregaram : A. Hewe A C 2,000 saceos com
150,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue hespanhol Amiba, para o Rio da
i'ra'a, carregou : Antonio Loyo 313 harneas
com 36,300 kilos de assucar branco. .
N'o lugre allemao Fides, para o mo da
Prata, earregaram : P. Carneiro- A C 37o harn-
eas com 38,397 kilos de assncar branco.
No lugre portuguei Jnlio, para Lisboa, car-
regara ti T. A. Fonseca & C. Saccessores 2o0
saceos cora 18,750 kilos de assucar branco c 300
ditos com 22,500 ditos do dito inascavado ; OU-
veira Filhos A C 200 ditos com lo.OOO aios de
dito branco e 300 ditos com 22'50O ditos de dito
mascavado. .
No vapor ingles Gassendt, para Liverpool,
earregaram : B. OliToira A C 239 eouros salga-
dos com 3,000 kilos.
Na barca portugueza Amelia, para o Porto,
earregaram: Ofivelra Filho* A C.^ coritos sec-
eos espichados com 434 kilos.
Navios entrados no dia 15.
Babia 8 das, hiate brasleiro Garibaldi, de 109
toneladas, capitao Custodio Jos Vianna. equipa
geni 8, carga charutos e outrus gneros; a Tas-
so Irmao A C.
New-York pir S. Thoms e Par*-22 dias. sondo
do ultimo parto G, vapor americano Ontario, de
3,430 tonoladas. eoinmandante Slocum, ci)uipa-
eem 81. carga dlloreates golieros; Henry
Forster A C.
Liverpool -03 das, brigue inglez Queen offthe E.te.
do 243 toneladas, capitao Samuel R. Parle, equi-
pagein 9. cai'ga'carvo; ordem.
Santos 21 das, barca ingfoza EnlUusiast, de 360
toneladas, caoitaa W. Wbiabt, e.mipagem 12, om
lastro; ordem.
Baltimore-12 dias, patacho inglezInd-isfry, de
143 toneladas, capitao Philip Giffor. eqaipagem
7, carga farinha de trigo ; a ordem.
Mario10 dias. hiato brasleiro Nossa Senhora
dos Navegantes, de 71 toneladas, capitao Cle-
meutino fase do Macedo, eqnipagem S, carga sal
o outros gneros; Barlholomeu Loureuro.
Illu de S Miguel- 28 dins, barca portugueza Ara-
bella, do 337 toneladas, cepitao Manoei Casimiro
Pacheco, ejuipageui-12, macarv|o e outros
gneros; Ferreira He Almeida A C.
.V ir ios sonidos aio mesmo dia.
Granja e por;os intermedios Vapor brasleiro Pi-
raptunn, eomiiuadarao Azevodo. carga vario*
gneros.
Aracaj e portus intennedius-Vapor brasleiro
Mamlalni, comniaudante J. G. da Si'.va. caiga
varios gneros.
Para-Hiate brasleiro Sobralense, capitn Antonio
Gomes Pereira. carga assucar o outros genojos.
Rio de Janeiro e BalaVapor am-.-ricano Ontario.
eoinmandante Slocum, carga parte da qne trou-
xo dos partos do norte,
N. 262. Aotonio do Miranda Castello Branco
N. #72. J iao C irreia da Silva
N. 1. AiHuio Jos Vioira
N. 43. Antonio Somos Pereira
N. 103. Manoei de (falla ''orreia
N. lio. Amonio An.^-t" de Vasoacellos
N. 127. Joao Antonio de Vaseonoellos
N. 133. Joai Mnrtins Vilella
N. i:t7. VattOOl Antonio dos Santos
N. 140. Manoei Pravisco dehouza Lima
N. liio. Miguel Jos da Costa
.N. 169. B:uiliano H. Ai CxmaCavaleant do
Mbuc|UTi|n lu
N. 203. trajanb Jos.- Pereira 10
N. 2."1.'. Bahoel Patrio do Nascimento 10J
N. 835. Aostiiiio Amonio di> Sonza 10
Ra da Ca'ianga.
N. 50l Francisco Jos N. 3. Ambrozio Ribeiro da Silva
Largo da Penha.
N. 1. Antonio di .-ilva Janior 10
X. 3. Jos Ranos da Silva 10?
N. 7. ioaqUiu Julio di Rocha Ida
N. II. Aiitoi.-io Pinto Caninos l'>4
N. 13. Joao Gomes da Cruz 10
N. 15. Francisco do Couto Gumiai is WJ
N. 21. Jos Luiz Goncalves Peana 105
N. 2:. Manoei Fciuandes d F;ina> 103
N. 2o. Manuel Pacheco da ;ii"eira 105
2." sc'c36 donsiiiadpprovincial d; Pernam-
buco 13 de Janeiro de 1873.
O -chele.
Antonio W. ?. i)., e Accioti de Vasconcellos.
"fccrearSai i*i tiwwiiiMrfci pTovIncin dte- Pornam-
puc, ', Iki'd-'j.nnro di 187*.
r 0 (nlfriaMmiior.
d (nlriahnuior.
Miguel AftonaoFerreia.
aasali especies.
1." Os ateiTi ifcw varzeas d>K ongenlios finara-
rapios e Novo, .TO)(itis d>' c Miformidatle nnn o
oreameiito na iniportaucia de li: 1055990.
2.' O contratante rtara comeo.,, a obra uopraso
do lo dias e a concluir no de 3 meaes.
:i.* Os pagamentos serao efTectuados de confoi--
iiiidadt com as inaioies vanlagansofferecidas pelo*
pro|M>nentes. *
4.' Para ludo mais que nao \*ni especificados
seguir-se-ha o que disjiile o regulaineiilo do 31 dtf
julho de I88.-
Propostas.
O Sr. raajor Jos Thomaz Pires Machado Portel-
la, oflerece razer e concluir a obra cima decla-
rda at o lira do maio prximo vindouro. rece-
bendo a respectiva importancia era prasos de 6, 9
e 12 mezes depois de concluida a obra.
OSr Francisco Xavier Carneiro da Cimba, offe-
rece faz"r a nusnno'ira recebando nielado de sua
Importancia logo que a concluir e a entra metado
d'jze mezes depois de paga a prnn -ira prostaoio.
i onforme,
_______ Miguel Alfonso Ferreira.
lOilitul com \tvnj.it le 30 iliii"..
. a*.
Pola inspectora da aifandega da Pernambuco se
faz publico, qne aehando-se as mreadoriM conti-
dius nos volumes abaixo moncionad >s no caso de
seren arrematadas para consumo, nos termos do
Cap. 6' do Tit. 3" d i rogulamonto de 19 de satem-
brode 1860, os sen* donos ou consignatarios de-
vern de.-paeha-las no prazo de 30 dias sob pena
de, lindo elle, seren ve.-.ilidas mr sua conta, sciu
que Ibes fi pw oonipeindo allegar contra os effei-
tos desta venda:
Trapicho Cunha.
Marca triangulo B 2 harria do 5' com vnho,
vindos no navio alledia.) ster, entrado e:n 2 de
dezembro de 1971, consignados a loto Martina de
Barros.
dem G S 40 caixas com vinho. vindl na barca
portugueza So.ial, entrada i-m i de abril de
1872, consignadas a .bis Luiz Ferreira Ribeiro.
dem lolreiro 103 pipas com vinho, vindas na
navio hespanhol Pifie, currado ora 22 de abril de
1872, consignadas a Tasso Irm5 > 4 C.
dem llera 8 raoas ditas, dem dem dem
Mein dem 63 barris de .'i-, dem dem dom.
dem dem 140 ditos do 10. ider.i dem dem.
dem W 13 [tipas com vinho, viudas no navio
hespanhol Adeua, entrado o n li) do maio de
187, consignadas a E. A. Burle dtC
dem klem 1/2 pipa, idem dem dem,
dem BlA 1" 200 caixas com vinho, viudas n >
navio allemao Man/ore', entrado emlO de junllO
de 1X72. consignadas a lolo Martn* du Barris.
Alfandi
1873.
sa de Pernambuco, 14 do Janeiro' d
O inspector,
Pabia A. de Carvalho Beis.
OESUACfiSS.
Suspcnderam do lama rao para West Iiidies. as
.larcas inglezas Cnthaema Scott, capitio I. S. I..
-Siieson. com o mesmo lastro que trouxe do Rio de
Janeiro.
dem Rose Bra \ capta) Thomaz Welia. con o
mesmo lastro que trouie de Mohtcvid).
dem o brigue inglez lite, capiie Avery, com
o mesmo lastro que trouxe do Rio de Janeiro.
dem Iris, capitao J. Hoy, com o mesmo lastro
que trouxe da Babia. .
dem para: a Pafahyba a b roa Inglesa Jotfn
Elias, eapitlp D. James, com o mesiiio astro que
trouxe do Rio de Janeiro.
0
'b-^r'.'J j.
EDiTAES
1005
10 i
a re-
105
105
105
105
105
Sorae* 12 pradehoos do ma-
- Na barca p&riugiieza Cjadiii,_.para oPor
w, carregoa : P-' *. GSir '
Para os portas do interior
- Para Acar-c, no vapor brasleiro P'rW-
ma, ^rregaram ; A- oVS9W bajn *m
Cnnsulad) provineinl.
Publica-so abaixo, para scien*-ia dos interessa-
dos e os eiToitos da le, a collera dos difTerentes
imposto* ahi notados, para o corrento anuo inan-
coiro de 18721873. bem como as altertcjoes oc-
corridas com rebelo ao auno precedente, Bcando
entendidos os conlribuintes do iniposlos provin-
ciaos, que subsisten! os lanearaentos desso anno
ultimo naipiolles que nao tiverem aiencjo especial
nesta pabuoacio.
Lancamento do* imposto* novamente croados pela
le do orcamento do anno financeiro vigente de
1872 a 73, da freguezia de S. Jos, fcilo pelo lan-
caflor Jo) Baptista do Rogo.
1005 por objectos de ar-
tes estrangeiras.
Ba de Maroilio Dias.
N. 76. Joaquim Antones da Silva
N. 93. Francisco do Assis Castro e Silva
105 por kerosene
tatito.
Ra de Marclio Dias.
N. 106. Antonio Fornica de {Mimbra
N. 95. Jos Antonio de Macedo Lopes
. 99. Antonio Jos da Costa Cabral
. 93. Jos Antonio do Macedo Lopes
N. 111. Antonio Jos l'ereira da Cunba
Ba de Lomas Valentina.
N. 73. Jos de Daos Oliveira Santos
Ra do Coronel Suassuaa.
N. 43. Manoei Gomos Braga'
N. 125. Barbosa < Silva
N. 155. Manoei de Puntes Gomes
N. 178. Manuel rcreira de Carvalh
N. 296. Antonio Jos Vieii'a
Ra d Mrquez do HeiYal.
N, 94. Lopes 4 Oliveira -'
,N. 96. Abel da Rocha Pereira
N. 1*0. Avila A Ratas
N. 152. Justino Porera Ramos
N, i:V>. Manoei Martius Gomes
N. 13o. Manoei Gomos da Silva Amorim
Traversa do Poeinho,
N. 7. Vicente Jos da Silva
Ra de Dias Cardoeo.
N. 60. Jos dos Santo* Moroira
N. 94. Joaquim Antonio de OUveira
Praia do Caldeireiro.
N. 33. Jos Manoei Ferreira Guimares
Ra do Padre Nobffra.
N. 62. Augusto Ferreira de I.orena
N. 04. Joaquim Raphael de Lima
Ra de Vidal de Neproiros-
N. 4. Antoio Pinto Lapa
N. 30. Jes Joaquim Gomes TeiKetra
'N. 32. Ilenrique da Silva Moreira
N. 34. Francisco da Silva Moreira
S. 66. Mo Jos do- Can-amo
. 681. Antonio Ezopo de Lima
N. 82. Joao de Azevedo Pereira
N. 86. thomaz Jos de Otvei*a>A C ,
N. 148. Joao da Silva Santos
N. 156; Ferreira Cruz A^Primo
N. 1. Amonio Ferreirad Costa
N. ti Lobo A Inuaos
K. ti. Amorim ASouaa
N. 13. Joaquim Simoes Aos dantos
N. TI. Antonio Jos Aran*
K. 93, Anua Mar.in da Concni*)
N. 105. Bernardo Jos da'Hooha
N. 137. Miguel Jos- da- Geet*Mra
N. 141. Marcolmo Martin* da Luz
N. 15^ Jos de MeMoTrindide
N. 135. O mesne '
N. 137. -Marques A Irmaos
Ra dcDtffingos Tiisotoio.
N. 2. Vicente Jo* da tta
N. A9. Antonio. MossjsfcfrH*
0 Dv. .-"ebastiao do Kogj Barios de i.aeerda. juiz
d i direilo especial d > ? WUUcrcio desta cidado
do Beoifu de Pernamboeo por >. M. I. que Dos
guarde en*.
napa saber pelo prescito que acha-so aborta a
fallencia do negociante desta [iraca Antonio Jos
do* Red*, pela saatenCA d'tbe seguinte : a vista
dos titulo* de fole.ns' i e 3, e testemunhas d>; fo-
Hias, a rbandose provado que Antonio Jo* dos
lici-, negwiaie estauelecidn OOOI laja do fazen-
das i'.o caes de 22 de Novembro, ha eeasado teus
pagamentos, declaro a abenura de sua faJlencij, a
eoaaar le 15 de dezembro do prosna Hado e no-
m*io curadores Ascaes Konttiro Gregorio 4 C,
que upestatis jurameAtt, e linmadiatamente pro-
ceder-s1-ha ao invenUr ; acta em que n imeartri
o de|>ositario, qne servir at que os endura* U-
5.1:11 a nomeacao determinada pelo artigo 812 do
cdigo ejmraeroi.il, sendo para uso convocados,
afini de Compareeerom na 11 horas da mailia india lo do corrate raez.
Pela naasa pagas as cusas. Publiqucse esta san
tenca, o faea-sc a -onvocacao por editaos. Recite
10 l jaueirJ do 1873.-Sebas'iaj do Rogo Barro*
de Laeerda.
por tarsadesta miaba sentenca o" respectivo
escrivao intrino Francisco Xavier d'Suiza ate-
mos fez pwaar o presente ediial, que ser aluzado
nos lugares do rosttme e publicado pelos jornaes.
Dado e passadu nesta eidade d) lleeife do Per-
aciubueo aos ll das di inez de Janeiro de 187-t.
!u Francisco Xavier de Souza Ramos, escrivao
interino snbscreyi.
Sebaslo (/i ; Pela thesouraria provincial se faz publico,
que foi transferida para o dia 1<3 do c rente a
srromataoao do costlo di iiluminacao publica da
eidade de Gotanoa.
Secretaria da thesouraria provincial do Pernam-
buco, 9 de Janeiro de 1371.
comu-DOw -wtfMWtm.
-\visa-s-' por osla repart ai, ir:e ni da'20 'u
oireiite abiv-se opras^ i(ftinAj#.lo dos tiiti*
rentes impostos prosimsae* Wj*gades na le A>
orcamento vigente de 1872-73 ; o* quaes deten*
ser satisfeito dentro -do 30 ds. sun dependenria-
da multa de 6 0|0, em que ivlreSo ps contr:-
buintes que o dcix.arcoi d (aCO^So praso legal.
Consulado pn.vinsiel, 11 WiaaiifW'd 1873.
O ad ^nstradnr
_________Antonio Car.ioiro Machado Rio*.
Pela thesouraria provincial se f.iz publico,
que na segunda quin ena do Brrente mez paga-
se o juro das apolices da divida provincial, emot
tidas por conta do omprestiino d Ir 00:060*.
Secretaria (La thesouraria nro\1-.cial de Pernam-
buco 14 de Janeiro de 1871.
O o!llca!-maior
____________Migud Alfonso Ferreira.______
Santa Casa de Misericoriu
do h'ooifr).
A litro. juiU aiiDitrriiv di Sot 'U.-,
com auiorior.i.j do preideotd em IB<*i 1, rwo o
(echo de 31 de ouiubro rite, : jui o J O'.ii oe 9.* do rti 1 Si da etn tom-
promii.'O, pirmuis p-jr aooiiets li .nvfda |-trtl ou
jegniom p'eJioi perit>acaali ao hfado ds Jm-
qaiai da Si!a Lipes.
A metida io -bralo de 3 iiJires n. 17 do
largo da Asiemble.
A itc. i oar'.e do sobrado a. I !-> i aa-Ures do
bsejo do Abren.
O sebrado de dou* aclara- o. 69 la roa da
Gaia.
A caa furria n. 92 da roa d-i S. J ra*.
O sbralo de nm anlar n. 20 da u. .!. *>ia.
Oiiji d.to nxiiagu. os :oesn>a rn*.
A casa Urrea a. 72 Ja roa d* S -i.|h ,
A casa urrea 0. 26 da roa I 1 A .lOi:miOo*.
A casa terrea n. fo da re d.l Gurapes.
. A C* tarrea meu-agoa o. 5 Jo occo doTot-
xeira, ou ira'es.-a da Fuuoi;ao.
O wmno Ja ca;a 1o -arg- oas Cioeo Poota..
A ca'sa terrea o 3 di lf|fl da Caupioa.
Olerroo la caa di 'juna Ja ru: da Ai-
ra*npcia.
O* pr.-taotebU s pedirlo apruroaur as >a** [>ri-
posias em arta* fich*Ji. Gu.n o rte-ido te 11 00
lia 10 U {suturo viod'-uro bksh fo.:risri. ood*
itria JaCi-s i-ije.j i.s necnvaaiii f*cU^eanais*
Secretaria rt Saou L*a i MiJMic^jpil* do
KtClfO, 23 de Q^7elLbr,t i'. is7!
O s cr:v3o,
P Poiruo^K d oz>.
SdUta U s-i I M.!:ericorJa
Jo Rtcif',
A Ilioa. JO ai adminlsiraOva OB.-ia Saaia Casa
ickirisada peo Eii. Sr. presidenta da pwfiac-
m dati de 3 -i 1 coi reo *', e de cuufar>iaie cot
o que d:spoe 9* do an. 32 do coiuyrouiisso Pr
que se rege, perninti por ap>*ice.< da ivida ta-
blea, a Zeodi de c:ear g*0O>, que orence SOS
33i3De.ei:ia:8nl03 ds cari'H:e a seu crj, 0>oo-
xicadaCaroaiiba, gi:o'd oa p.-ox-n\ dades *!>
va de Flore*, ecmendo algara gsd a-"cam e a-
vallar eui numero da 32. U-cebe por i-so pro-
postas 01 sala de suas ersAss P^ias & Oirs <\\
larde do da 10 da Janeiro vncur .
S-CMtarii da Saot Ci't da Misericordia do
aeeiCs, O Ja seteuibrj ds I87
O escr;va\
Padre Ujdriga-s da Sm:a.
O ofllcial mai ir,
Miguel Alfonso l'ene-ra.
De ordem do Un. Sr. inspector d. thesou-
saria de fateada, convida-ye a quem se quzer
prupir a factura da irapressio de quatro mil co-
ahocimentos para cobsansa di unpostos, para
comparecer nesta thesouraria no da 13 do cor-
rento inez com sua ptoposta em cana lechada e
competentemente sellada, declarando o ultimo pTO-
ijo porquanlo so propoom fazer dita impessao.
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco, 10 do Janeiro da 1873.
Servindo de oflcial-maior.
Manoei Jos Pinto.
S.VM'A CASA 1>A MISERICORDIA 1)0
RKC1FK.
A Blata, junta administrativa da sania casa da.
misericordia do Recifo. mamb fazer publico que
na sala de suas sessOos, no da 16 ds Janeiro cor-
rate, polas i horas da tardo, tem de ser arrema-
tadas n quem mam vauugeiM oosreeer, poio lem-
po deum a tr;s anuos, sg rendas dos predios em
seguida declarados
ESTABELECIEXTO DE CARIDADh
Kua dos Acouguinhos. ...,v.
Casa torrea 11. 23..... ys#ooo
Ra do Aiiiorim. <
dem u. 26..... 30;i^
Rna de S. Jirge.
Sobrado n. >0........ 2050-
viai ue Negreiros (Cinco Pontas.i.
Casa torrear.. 112 '...... aWiW)
Ra da Mceda.
Loi.i do sobrado n- 37. 151S000
PATRIMONIO DOS OllPHAOS.
Ra da Madre di Dos.
f|l
riv
10*
191
Mi
Os
10<
191
105

10
10*
lt)#
10A
10*
'I
10*
104
i'ililul ia. 93.
Pela inspectorta da slandeaa so faz publcoque,
s U horas do da 17 di. eorronte.se nio de arre-
matar livre de direitos a p irta desta repartico,
'*8 eadeiras de vimo para crianea. no valor do
lu7:680, as quaes fxiaie parto da caixa marca
S S & C 11. 81. viuda do Havre ni barca franca a
Haiint. entrada oeste por! 1 em : de novembro ul-
timo, o forain abandonadas aos direitos por Souza
Aifandega de Peraambuc., l't de Janeiro de
1373.
O inspector,
Fa'qio Alexandriiio de Carvalho Rois.
' KitAln. 94.
Pela inspectora da aifandega so faz publico .po,
a'sando-se imiliuzados 3 escalores destinados a
servico externo da guarda-moria, se bao de arre-
matar os inesmos porta desta renarticao, livres
de direitos. s 11 horas do dia 20 do corrento.
Aifandega de Pernambuco, 14 de j.meiro de
1873.
O inspector.
Faino A. de Carvalho Rois.
JEilital ii. *
^eh inspectora da aifandega se faz publico que,
nio >e tendo effeotuado a venda das morcadorias
abaixo declaradas, aanunciadas a leiao por edital
n to, se trausfeiva arrematacao das mesmas para
as 11 horas do dia 17 do cortante, lvros do direi-
tos, port 1' desta repartieao, mide os licitantes
encontrarao as rspectvs amostras.
Forte do Buraco.
Marca dianunte F 1000 barris com.polvora,mlin-
dos no patacho inglez Electro, entrado em 2b de
dezumbro de 1871, c consignado a ordem.
Wem P N gue allemao Argos, entrado em 9 de abril de 1870.
Aifandega de Pernambuco, 11 do Janeiro de
1873.
O inspector,
Pablo A. de Carvalho Rois.
Ca-a terrea 11. 'i
1A00J0O0
109*000
Roa da Se:uala-ve ha.
Casa torrea n. 16......
Ra das Laraugeiras.
Casa terrea n. 17......' 3o0i000
. Os prelendentes devarito aoresen'.ar no acto da
arrematacao as suas uancas, ou oomparecerem
acompanfaados dos respectivos dadores, devend-
pagar aiem da renda, o premio da qunnna poi-
que i'or seguro o predio que contiver estabeleci-
mento coinmorcia'- asahn como o servico da lira-
neza e procos dos apparolhos.
Secretaria da sania casa da misericordia do Ke-
eife, i de Janeiro de 1873.
O escrivao
Pro Rodrigues de Souza.
SO
CMP0 DAS PRINCEZiS.
SiVifcde!
UIVERTHIEXTO P1ST0KH
SO A WRECCAO DE
J^s Bernardino V. larrai
SAIWAUU19C inMUMi 10 MPJ.CSIRO
Depois que a orebestra, dirigida polo hbil pro-
leas t, Marcelino Jeto, houver eieentado tuna hri-
litante onvertr, subir pea piiraeira w: i.- -
na neste theatrd o lindo o gracioso dra::iaj-to
ril em dou actos o 3 quadros :
aia^h.

N> qual tomam parto ti das as meninas.
A diruccao nao se tem poupado a de^pesns,
afun de que este drama suba, a scena com todo p
apparato requerido ; aasiin p'-de ao Ilustrado pn-
bli.'n desta eidade, toda a eradjuvacao nossivd,
afini de poder fazer face s excessivas uespezas
de que esta sobre enfrnate.
As pessoas'que qnijerpm pillietes para estes es-
pectculos podem desde ja ecaimionda-los ni
ra Bella a- U.
Principiara a> S horas 1;.
i?y
SVNTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECITE.
A junta administrativa da Santa Casa de BSisc-
ricordia do Rooife. autorisada pola presidencia o
de conforrnidade com o seu compromisso, leva a
praoa de venda per si na sala das suas sessoes.
pelas 3 horas da tarde do dia 16 do- ponente os
seguintes predios, tomando por base as quannas
offerecidas.
Ifeia agua do largo di Campia
" 3
Casa terrea da ra de S. Jorge n.
92 e a casa terrea da ra dos
fjuararapes n. 83 .
Casa torrea da ra da Matriz da
Boavista h. 56 .
Wem da ra da Gloria, boje \ is-
conde de Albui|uerque n. 61
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 10 de Janeiro do 1873.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
250000
3:300*000
2:480*900
2:000 000
AVISOS MARTIMOS.
Para o Rio Grande do Sul
Destina-se para o indicado porto o patacha por-
tugus Racha, e recebe carga, a frete : a lr.itir
cora os seus consignatarios Aiuorim Irmaos A G

BAHA
Vai sshir cora poneos das d^ demora a po! .c
italiana Sara, podando reeeber aignoa carga. >
isso, quem desejar carregar pode eoieoder >+ em
a eooignatario.Joaqoini Jos tao cal ve* Beiirao, a
ra do Cofinercio o. 5
10
10*
10*
14*
M
m
!S
104
10*
JO*
10*
.?o
10
10A
m
MA
ki
101
10A
lililnl 11. 91.
Pela inspectora da aifandega se faz publico, que
nao tend* sido despachadas as mercaduras abaixo
declara-las, dentro do prazo do An das, marcaoo
or cdital n. 66, se bao do arrematar as mesmas,
livres' de direitos a parta dtesa repartido as li
do dia 11 d> crreme.
Forte do Ruraco.
Marca diamanto o. 39 barris com prdvora, vin-
dos de- landres no vapor inglez Ectrptic, entrado
eln 20 Je d v.enibro do anno passa-lo, consignados
'A-F. deOlH-era- _.
dem idem 38 ditos dem id mi, consignados
orjem. .... jj
Aifandega do Pernambuco', li de janeiro del
O inspector,
Fabio A. de Cafvatho Res.
Repisrticae la obra puMaesa.
Tendo OBI muitas casas sido adiados os canos o
apparelhos da companhia llecife-Drainage damni-
ficados maliciosamente, o engenheiro flseal taz
publicar para conbocinento do pubh'co os soguiu-
~ tes artigos do contrato de 18 do dezembro de 180o.
e do regulamonto de 12 de janeo do 18/2, a
Para Lisboa
abarca portugueza i'-nus val sahir breve,
,'arga a (rete eommodo : trataOC com E.
bello A C. ruu do Coinmercio 11. l&
U. R1-
saber .
Artigo 24.
t Os moradores, dos predios dever'o commu-
ajaaf sera demora empre a qualquor desarran-
co que se der nos apparelhos, e canos porlencer.tes
as suas casas, sendo responsaveis. pelo valor do
concorto, quando se conhocor que taes desarran-
io1? provem de malTeflorias ou negligencia dolles.
Artigo 19 do regulamento.
As obras da companhia relativas materia do
con rato, serao consideradas obras publicas, bcan-
do assm aquellos que as damnilicamn sujeitosas
penas da le o regulamonto das obras publica*
Repartilo das obras publicas 11 de janeiro de
1873
O secretario.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Para Lisboa.
Tom de sabir brevemente o lugre por:.':"
Mi. Para o resto da carga o pnssageiros
ta-se cora os consgnanos Thomaz de Aquino r m-
eeea A ('.. Succossores. ra do Vigario u. P'
Para Lisboa.
Abarca portugueza Snpliira, sabe em pe'..
dias. Para o restante de carga e passatfeiros. rra-
ta-so com os consignatarios Thomaz di' A|u:a'
Foriceca A C. Succossores, ra do Vigario n. t >
Para o Rio de Janeiro
o lugre portugue; Almeiinn, de I" classe. r-ira-
tao f. P. *as. recebe carga a frete cominuto
trata-se com E. R. Rabello A C, ra do Couiur
ci n. 4* .._________,
0 IUm. Sr. inspector da thesouparla invvmc.at,.
era eumprimento da ordem doExth. 9r. presidente
da provincia do 10 do corrente mez, manda razor
publico, que no da 13 do mesmo, peranle a junta
da feenda da mesma thosottari, vai a praca
para ser arremataba por tueni p ir monos fizer a
obra dos reparos da estrada de Marbeci, entre os
engenhos Guararape* o JMto, oreada em.....
*i 703*990, etndo os pretndanlo* era vista alera
te claujulasnspcoiaos as propostas abaixo tnans-
"as pessasLflua preteudorom flitt.obr'a deverio,
compaDecer a esta repartteao at, o da cima men-
p cionado, corto de que,. nao fajen* sera a eora,
1041 contratada com o (priaTeilp doal M-oponentes poC
leKs^^/i^feS^^
.l^beluloruil.
PARA
Estila toial.
Fas-se publico) a quem interessar possa que-as
matriculas desta escola abrem-se no da 13 do
corrente e encerrara-se no fim do mesmo me',
devendo os que se quizerem matricular no Io anno
apresentar:
1 Certdao de idade maior do 18 annos.
2* Ccrtidio de que sabe ler, escrever e contar.
3 Certdao de nao.ter silo condemnado por
crme offensivo moral ou religiao do estado.
B para que chegue ao conhecimento de todos,
mandou o Sr. Dr. director lavrar c publicar o
''secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
10 de Janeiro de 1873.
Ajres te'Albuquerque Umu
Secretario.
Pretende seguir com pooc dia? ti (te-
mora, a b^rca porlugaeza Clemenlina, por
ter qoasi a sua c?rga completa, e paria
pouca que iba falta, trata se na roa V
Comaercio d. 5, eacripurio e Jiaqu-a
J.s Gonca!ves ^loao.________________
Rio Grande do Sul
Para o porto cima indicado podo anda roe1, t
alguraa carga a frete o patacho br**Ufrj Fe' c 1-
110 : a tratar na ra do Vigario Tnenorii 11. t, f
andar, escripturio de Balthar Oliveira A C._____
Aviso martimo
Os senhores reo4^bedores dos volumes abo '
especilicado-s, vindos de Marseillo pela b;uva fran
cera Atavie Celine, eujos aotuos so ignoraui, p>"
virem luamfesrados ordem.
'M F & C.-l caixa dnpwtumarias.
F M C. \ vollunes da 3 caixas agua (lor do U-
ranin, 2 volupies de 3 ealn agita do rota.
' F C M 1 caixa de phosphofos. ^^^
Queiram mandar pagar os ro^pctvos fietes n
escrptorio de Tasso lrra93 A C, Wa *> *n-
rim n. 37.



Diario de fernambuco r-1 Quinta feira 18 de Janeiro de 1873*
T-^=
-
)
UEILOES.
LEILO
DE
9 caixas com algo&io americano aiul, mar-
c W R4t.
HOJE
AS 11 HORAS DA MAMIA
ra do Commercio n. 14
Wr Intervenalo do agiente Pinho
Ilorges.______________
casa da mmi
AOS 5:000*000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Marro (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casgs do costume.
Acham-se venda os felaes bilhetes garantidos
da 3a part! das loteras a beneficio, da igreja de
Santo Aniiro de Serinhacm (36*), que se extraliir
na quarta-feira 22 do corrente mez.
PRECOS.
Rilhete inteiro 6000
Meio bilhcte 3 000
Quarto 1<300
EM POIMJ.lO DE t00#000 P.\n\ CIMA.
Rilete inteiro 5*300
Meiobilhete 2*730 .
Quarto 1*373
Manoel Martins Fivza.
Gabinete Portuguez de Lei-
tura.
ConsoUio deliberativo.
Do orden do Itlin. Sr. presidente s5o convida-
dos todos os senhores copselheiros para se reuni-
rn, em sessao ordinaria, icxla-leira 17 do cor
-rente, pelas (i i|S horas da tarde, na sala das res-
pectivas sessdes. .
Secretaria do conselho d- liberativo 14 de Janei-
ro de 18M.
Boaveutura Rodrigues de Amorim
1* secretario.
O expediente nesta cstabelecimento tica suspen-
so at posterior aviso. Rccife 13 de Janeiro de
1873 O secretario Francisco Amonio Pereira.
INpnlio de JIouqtiiHi dioiicalves
lfi< Iti-Ao.
SEXTA-FEIRA 17 DO CRREME.
O agento Martina levar leilo pela 3.' vez,
|ior ordem do Illm. Sr. Domingos Maria Gon cal-
ves, cncarregado di consulado portuguez nesta
provincia, as divida? activa* do espolio de Joa-
qun Gonciilves Beltro, a importancia de......
H71#*50. '
No armazem da ra do Imperador n. 48, as 11
lloras do dia cima.
Prceisa-sc de um caixeiro de 12 a 11 annos,
com pratica do .averna 4 que d fiador a sua con-
ducta: na na Imperial n. 167___________________
Precisa-se saber se existe nesta cidado o
padre Dr. Estanislao Ferreira de Cararlho : na
ra Imperial n. *67. _________
Criado
DE
Duas casas torrea de pedree cal na povoa-
cao do Melle, da provincia da Pai'ahyba
do Norte.
Duas ditas na Baixa Verde, desta provincia.]
I ma pequea fazjnda de gado em S. Bcnto,
nesta provincia, com meia legua de torra,
toda cercada, e 50 caldcas de gado.*
QUARTA-FEIRA 5 DE FEVERHRO
as 11 horas.
O agente Pinto cumprindo o mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio, levar l lei-
lo os bens cima ditos, pertencentes masaa fal-
lida d Joaquim Silverio de Sou a C
O leilo ser elTecnado s 11 horas do Ola
quarta-feira 5 de fevereirq, em o escriplorio do
referido agente.
AVISOS DVEBSOS
Um catliolico
E abaixo assignado declaro em temqo que a
pedido de alguns amigos assignei um papel sem
saber oque nelle tinha escripto, e sim por .me di-
zercm que nelle s trata, va a respailo dos jesutas
nao contra o SOSSO diocesano de Pernambuco, e
eala conformidad; assignei; mas como esteja
anvpuididu desta at-sgnatura. e reconhejo que
po que a minha assignatura de nada lica valendo
sobr este lim e nem sobre lini algum que diga
respailo contra a religiao catlulica romana. Re-
rife 13 de Janeiro de 873.
J i-.' Etfgdio Reryeira Una.
ODerece-se una mulher para coser em casa
le una madama ou em outra qualquer rasa de
familia : quem qucr dirija-se ao becco do Dique
n. 20. Na niesma lem nina mulher que se obliga
a tomar eonb de nma casa de pouca familia para
todo servico interno.
Aluga-sc o 2o andar do so irado n. 3 da ra
la Imperatriz : qunn pretender dirija-se mes
ma man. I.
Associaejta Portugueza- de
Henefcenci dos emprea-
dos do conmereio o iudun-
rria em Pernambuco.
Pela cjuarta vez > por orden da dirocejn inte<
lina desta assomcao, convido a todos os Srs. as-
sofiados aeomparercrem lesta secretaria, a ra
la Imperatriz n. 33, ;. indar, no dia 12 do cor-
rate, pelas i liora.- da tarde, illm de em assem-
Ua geral, elegeran os menibros para a ova
ilircccao, qde tem do funerknar no corrente
uno. J ped aos Frs. assoeiados para nao dei-
xarex de comparecer aos convites da direce o,
obstando assim a despozas que se tornara sup'er-
iliias.
Recife. 16 de amaro de 1^7 5
Salvador. Jos Ferreira Giiimaraes.
Serr :ario.
para tratar de dons ravallos c mais algum servi-
co de um pequeo sitio.
Precisa-se le um criado que seja activo e cui-
dadoso, em S. Jos do Manguinho sitio n. 2.
Precisa-se de batedores de assuea- para a
refinaro do largo do Arsenal n. 8.
0 m s n-wm*
No engenlio Sapucaia, de Beberibe, precisa-
se de um destilador de agurdente._____________
Aluga-se o segundo andar do sobrado n.
86,-sito a ra de Lombas Valentinas, com os cora-
modos segundes : i salas grandes e bastante fres-
cas, 3 quartos, coziha fura, quintal cora porlo
para a ra de Hortas e cacimba : quem preten-
der dirija-se a praca da Independencia ns. 19 e
21.
I. Rosa Candida do Reg
Mello.
>o dia 17 do corrente, das 7 s
8 horas da manh, celebrar-se-ho
no cenvento dos religiosos francis-
canos, algomas missas por alma de
D. Rosa Candida do Reg* Mello,
Io anniversario de seu fallecimento,
para o que se convida os seus pa-
tentes. ______.________
Lidies de inglez.
AVISO
Daclara-se as paseoas que tiveram a bondade
de aceitar bilhetes em beneficio festa de Nossa
Senhora da Paz dos Afogados qie em vista de se
lar transferido a festa e de nao se ter passado to-
dos os bilhetes ; dcfxa de coitt com a terceira
lotera do corrente mez como si aclia annunciado
e sim com a primeia de feveieiro vindouro.
Afogados, 16 de Janeiro de 1873.
Caixeiro.
Precisa-se de uin caixeiro ro i pratica detaver-
ua de 12 para l amos : na ru Imperial n. 202
ittft$o.
O abaixo assignaiio avisa ao itiblieo e ao corno
iNiuimercial que compran ao Sr. Honorio Anto-
nio do Sacramento, a taberna em Santo Amaro
das Salinas, estrada c ue vai liara Belin, livre e
desembaracada de qualquer debito ; se algueni
julga'-se rom direiio a mesma.ipparcca no praso
de tres das, a contar desta data.
Recie, 10 de Janeiro de 1873.
luilhermc Fian-seo de Crrvalho.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recie S. Francisco.
Festa da, Boa-Viagem.
Domingo 19 do correte haver alm dos] Irens
ordinarios de passageiros os segnintes especiaes.
U>dCko
Manli. Tarde.
h m. h. m.
Cinco-Pomas ipi tida) 10 30 i 0
Af gadoa 10 10 i 10
lUa-Viagem (.ii-;gadai 10 33 4 23
<7C>lJb:-^o>
Noute.
h. ib. h. m.
Boa-Viagem (partida) # 0 11 30
Afogados 8 13 11 43
Cinco puntas (chega'a) 8 23 35
Villa do Cabo,
, t
13 Janeiro de 1873.
G. O. MANN,
Superintendente.
Tendo-se entregado um pequeo caixaode mar-
roquiu vTirde, um preto para conduzilo a ra
do Sebo, succedeu que esle preto se embrlagasse e
iwje nao deu solurci de til caixao e como pos-
>ivelque alguma pc-soa liem intincionadao reco-
lhesse em vista do abandono em que o encontrou,
rogase a esta pessoaoqueira fazer entregar na
loja da ra Nova n. 15 itie so satisfar qualquer
deapeza e se fie ara summaraente grato. <
Hotel da Independencia,
aep do Imperador n. 32 precisase de um copeiro
m aga-se bem._______^______________________^
Alnga-se o 2 andar e eoiao ao obraflo n.
18 da roa de Santa Rita, estando elle em boro es-
Ldo ; a tftr na rea Duque de Canas d, H.
0
laao Carneiro da Silva Rogo, estando *x
habilitado peante a directora da instiuc- 2
cao publica, d licoes de lin^ua inglcza
m sua casa ra Vellia n. 44, das 6 fi
horas da tarde em dianta. Para sso offe- 5
rece o seu presumo a quem qui er utili-
sar-se. D tamben) licSes em casas par- X<
tculares e em algum cbllegio hora con- g
., vencionada.
__Precisa-se de um feltor para tratar de um
pequeo sito.e juntamente de urna ama pa.a com-
prar e co inhar : na ra do Coronel Suassuna n.
1, antiga ra de Hortas._________________________
0
0
0
0
0
Acha-se fugido o mulato Jovino.cscra-
vo do tenente-coronol Villela, quem o agar-
rar leve-o ao seu senhor na Soledade casa n.
73, t'orreilor do Rispo, cpie ser reoompen-
sad(.
Ao commercio.
Jos Fernandes Limae Ifartinno Lopes dos Peis
fazem publico ipie no ultimo de dezembro prxi-
mo passado dssolverain ainigavelniente a socic-
dade que gjrou nesta praca sob a tirina Lima &
Ke s, a qnal entrn em liqiidaro activo e pasivo
por emita dos cx-associados, 'sendo liquidante o
ex-socio Martinho Lopes dos Res. Recife 10 de
Janeiro de 1873. _____________________^^
FAMIKi BR.\SILEI\
'OLTRORA ALI.EM)
DE
Pito, hiscoilos e bolachas
Ra do Capito Lima n. 4,
SiibIo Amaro.
DE
Maria Candida Ferreira
A proprietaria deste cstabelecimento, par-
ticipa ao respeilavel publico, especialmente aos
antiiios freguezes da mui acreditada padaria Alle-
maa, que uora em diante, esta fabrica ter s por
timbre servir tao bem, tanto quanto seu anteces-
sor, certos de que hio de sempre encontrar since-
ridade, aceio e actividade ; pede, porm, por este
meo a benvola proteccao de todos consumido-
res deste genero, garantindo, qu8 no trabalho de
sua fabrica, s entra farinha de puro trigo, e por
consequencia nao precisa o emprego dessas pre-
paracoes que costumam juntar s farinhas infe-
riores, c m o flm de imitarem ; o que conseguem |
entretanto que esses productorsc,'.tcra de mais ou
menos mal fazer a saude. ____________
Bom local.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra Direta
n. 120, o qual offcrece um vantajoso futuro para
qualquer ramo de negocio, e principalmente para
moldados por ser ra de grande movimento, tem
frente para duas ras, agua da ronipanhia de Rq-
beribe c apparellio da Dniinagc : a tratar na ra
dojmperador n. 81.___________________________
Faco saber a quem precisar de um admi-
nistrador para engenho, com umita pratica para
qualquer machina e plantarn, que acho-ine mo-
rando nos Remedios.frguezia dos Afogados, aonde
pode ser procurado.
^_______Henriquc Prxedes de Barros
Eu abaixo assignado declaro pelo presente
que'vend aoFr. Joaquim Fernandes da Silva o
meu estabelecimento de molhados, sito praca do
Conde d'Eu n. 20, do qal o mesmo senhor fiea
cargo do activo e passivo. Recife 13 de Janeiro
de 1873.
__________ Jos Gomes da Fonseca.
Olferecc-se una ama para rasa de homem
solteiro : na travesa da Madre de Dos n. 8,1
anclar.
Existe una carta para o Sr. fos Monteiro
da Silva Filho, no escriptorio de F. A. Rabello &
IC. : ra do Commercio n. 48.
1
andar
ADVOCADO
SALSS.
RA DUQUE DE CAMAS M. 37.
Precisa-se de urna ama para com-
prar e cosinhar para casa de peque-
a familia, preferindo-se escrava :
ra estreita do Rosario u 32, 2.
L\
i
^
gommar
dar.
Precisa-se de urna aml pa-
ra ca-a de faalia da duas
pessuas para cozinbar e en-
tratar na xua Direili a. 28, f an-
Escravos.
Precisa-se de um cscravo e una escrava: quem
os tiver e quizer alugar dirija-se ra do Lima
n. 4, em-Santo Amaro, padaria Rrasleira, outr'o-
ra Allem.
Salustiano Libanio Tenorio.
Jos Libanio Tenorio, Franreli-
no Libanio Tenorio (ausente) e Hip-
polyto Jos Roberto, cordealmente
agradecen! s pessoas que se
dignaram assistir as exequias de
seu presado mano e amigo, e de
novo convida a assistir as missas
de rquiem que se bao de rezar na matriz de
Santo Antonio as 7 horas da manh do dia 16,
pelo que se confessam desde j gratos.
Dr. Francisco de Assis da
Silva Ferreira.
Claudino da Silva Ferreira, suas
irmes, irmaos c cunhados, man-
dara celebrar urna raissa no dia
17 do corrente, pelo descanco eter-
no de seu irmao e cunhado o Dr.
Francisco de Assis da Silva Fer-
reira, fallecido no Rio de Janeiro,
no dia 17 de dezembro, prximo passado, convi-
da aos prenles e amigos do mesmo finado, para
assistirem este acto de caridade e religiao que te-
r lugar na igreja de S. Pantaleao, no Monteiro,
s 7 horas da manh.
Dr. Francisco de Assis da
Silva Ferreira.
O bacharcl Vicente Ferreira Go-
mes (auzente) e sua mulher D. Se-
raphuta da Silva. Ferreira Gomes,
tendo de mandar" dizer urna missa
no dia 17 do corrente pelo descanco
eterno de seu cunhado e irnio o
Dr. Francisco de Assis da Silva
Ferreira, fallecido no Rio de Janeiro no da 17
de dezembro prximo passado, convidara aos pa-
rentes e amigos do ncsmo finado para assistirem
a este acto de caridade e religiao que ter lugar
na igreja de S. Pantalio, no Monteiro, s 7 horas
da manli.
ATTEN^IO.
Trecisa-se de um fcitor para um sitio :
na ra Direta n. 10.
tratar
Precisa-se de um copeiro para casa de pouca
iunilia : na ra da Imperatriz n. 1.____________
Criado.
Precsa-se de nm menino de 12 a 16 annos para
criado : a tratar na ra do Duques de Caxas loja
n. 8L
NOSSA SENHORA
DO r **
BOM CONSELHO 9
Pliarinada.
Precisa-sede um ou dous offlciaes praticos : para
tratar a ra Larga do Rosario n. 34._____________
Aluga-se a casa n. 63, na ra ta Palma, a
entender-se cora o Dr. Christovo Xavier Lopes:
na ma da Imperatriz n. 30, ou em Olinda, ra de
S. Bento.
Deulschor Huclfsverei.
7 1(2
mi
General-Versammlung, em 16 tem januar /
uhr abends in Lciden's Local,
Bericht ueber die Thiatigkeit des vereins
jalire 1872.
Ausschusz Wahlen fin 1873.
Verhondlung ueber statuton abaenderung.
Ira Nauuin des Ausschusses.
Der secretar.
Henry Quauz.
Pernambuco, 13 jan. 1873.____________________
Botica Popular
Precisa de nm official com bastante -pratica de
Pharmacia, e.capai. Da M 1;000/ de ordenado an
nnal.
v*e?fl'ePI.!5.a>5'l!
DIRIGIDO PELO
Bacharel Antonio Columbano Sera- fi
phico de Assis Carvallio.
Ter lugar no dia 13 do corrente mci,
ueste instituto, a abertura das aulas de
primabas lettras, latim, francez, Inglea, (jf.
jiortuguez, gcographia, historia, geonie- V
tria, arilhmetica, rhethorica e pluloso- uj
phia. ol
t- Precisa-se de nina ou duas amas de leile
na ra da Imperatriz n. 84.
_ .a m Precisa-1e d- nmi ama que sai-
zminifm bem cozmhar (forra on_ e.crava,J
paga-fe bem : a roa Nov. bja n. 11._________
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar para urna s pessoa : na ra do Rangel
n. 9, segundo andar. _______ .
.:
Precisa-se de duas amas para
casa de familia, sendo urna para
andar com ura menino, e outra
para o servico interno da casa ;
preferem-se esclavas : tratar ra do Mrquez
de Olinda n. 3o._____________^__________
Ama de leite .
Precisa-sc de una ama que tenha bonre abun-
dante leite e sem lilho : na ra larga do( Rosario
n. 12, 2" andar. '________________________
i... Precisa-se de urna, para comprar e
^ VI lil cozinbar : na do Visconde de Pelo-
tas, antiga do Arago n. 37.___________
Precisase de una anta pu-
ra o sorvicn de ni)fia rasa M
pouca fanMa : i iratai na

Precisa-se de una pessoa para coser na
machina : na ra Nova n. 23, loja.
Precisa-se de una ama para comprar e co-
zinhar para duas pessoas, paga-se bem : na ra
de Hortas n. 78.
Na ra do
caixeiro.
Rangel n. 41 prerisa-se de um
Plalas assiicaradas de Bristol.
\'A0 C0NTEM NSS CALOMELANOS NEM NENHCM
oerno MINEflAL.
A grande necesslilade e falta de um ca-
trtico ou de urna medicjna purgativa, ha
amito que tem sido sentida, tanto pele po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em poderraos com
toda a confianza e seguridade, recommendar
is pihuas vegetaes assiicaradas de Bristul,
lomo urna excellente medicina purgativa, a
qual eneerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em uro
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. "Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
jomposico dessas pululas, que por ahi se
vender, mas sim, sao preparadas com as
oais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
baver chiraicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
pie contem o verdadeiro valor medicinal,
iaquellas porces fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente" destituidas da menor virtu-
ie. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
oim demonstrado, possue um poder o mais
jaravilhoso possivel sobre as regies de
igado, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinado com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
aando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
aatureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradat
ie Bristol, achar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
oaz, para a cura de molestias, taes como
sejam as s'eguintes.
Hydropesia dos mera-
bros ou do corpo.
Ri'rnardino de Souza Cunha, Manoel de Souza
Cunha, Joaquim do Souza Cun a e Olympia de
Souza Cunha, feridos da mais acerba dor, pelo
prem turo passamento de seu mui presado tllho,
sobriabo c irnio Belarmino de .'ouza Cunha,
fallecido na cidade de Sobral, no dia 29 de ou-
tubro do a mo passado, faltaran! ao mais sagrado
dever se deixassem de dirigir por meio da ira-
preusa um voto de agradecimento ao Sr Jos Ce-
sa io Ferr ira da Costare sua Exnia. familia,
pelos Otueqnioa que to caridosanionte dispensa-
lain ao finado at os seus utimos momentos.
Anda que de longe, recebara o Sr. Jos Cesaro
e sua Ex a. familia, este pequeo tributo de co-
racoes verdeilei amonte agradecidos e disponham
dos nossos limitados prestimos na villa de Porto
d Pedias, provincia das Alagoas, ou em out|a
qualque' parte honde nos achannos.
todas as pessoas que acompanharam o finado
at o sua ultima inorada, tambera enviara os sius
agiadecinient s.
lo 5:OOOTOOO
Bilhetes garantidos
Rua do Bunio da Victoria outr'ora Xova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
inuilo felizes bilhetes garantidos a sorte de
3:000000 era bithete inteiro de n. 2764 e deus
quartos de n. 1996 com a sorte de 3003, alem de
outras sorte3 menores de 40* e 20 da lotera
que se acabou de extrahir (45*).
Achara se venda os muito feli'es bilhetes ga-
rantidos da 3* parte das lofrias a beneficio da
igreja de Santo Amaro de Serinhaem (36) que se.
extrahir-na quarta-feira 22 do corrente.
Preeos
Precisa-se
de pessoas que sai! ara tralialhar com perfeicio
eni velas de carnauba (trabalho de enliaeao) e
que sejam de boa conducta : na rua do V'gario
Thenorio n. 26.
SDrogaria homcopatliieaw
Wt 4t-Rn lo Impcrador-41. y.
H Os propretarios deste bem conhecido e 0
^ montado cstabelecimento, offerecem con- yv
W linuamente aos amigos da honieopathia S
fi un completo sortimento de oarteiras de
S glbulos e tinturas de 12 a 120 medica-
AMA
rua da ("niz H i8-:'* n/
Amas
Precitt-se de anas amas, una para
cozinhar e engonmiar, e ontrt para
andar com menino : na ra Dlreita n. 21, ann.i-
:ein do Pescador_______________________________
Precisa-se de urna ama captiva OH
forra para o servico de pequea
imilla : na rua Di eila n. i; 7, se-
gundo andar : paga-sc bem.
MU

AMA
lavello n, 129.
Precisa-se de nma ama pa-
ra cozinhar e mais penden do
casa de familia : rua de Co-
AMA
.No largo do Paraso n. 22, pr:-
V.H/V cisa-sc de una ama para fii-
gomnar e preparar sallas._______________
Escrava ou ama.
Precisase de urna ama ou escrava, para cont-
nrar e eozinhar, na loja da Rosa Rranca rua dft
Imperatriz n. 56;_______________________________
rua de-S.
tii, sobra-
O abaixo assignado avisa ao corpo do com
[mercio, .que nesta data tem comprado aos Srs.
Gowies do Mattos Irmaos, a loja de joias sita a
' rua do Cabug n. 4, sob o titulo de Muzeu de
joias, livre e desembaracada de qualquer onus ;
o que avisa para os devidos fins.
Roe fe, 14 de Janeiro de 1873.
Joseph Krause & C.
Dspepsia, ou indi-
gesto,
Astringencia, ou..
prisJo do ventre
habitual,
Azia do estomago
flatulencia,
Perda do apetite,
fidtomago sujo,
Affecces do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Inteiro Velo Quarto De f OOrOttO 6000 3000 155XW nara ma.
Inteiro 5*500 eio 25750 Quarto i<375 RecifO; 14 de Janeiro de 1873. Jos Joaquim da Costa Leite.
Em todas as^moleslias que derivam j
ma origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor -de todo
os purificadores deve ser tomado conjun
'ament com as piulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
:om a outra, quando fielmente assim se faz,
33o nos resta a menor duvida em dizer
rae no maior numero dos casos, odemos'
aflancar nlo s um grande alivio, como
tambem urna cura prompU e radical, isto
sf bem visto, quando o doente n5o se
actae n'um estado muito alm dos recurso*
'jumanos-.
Bertino, cscravo, idade de 23 annos, fugi-
do desde o dia 26 do corrente, tem os signaes se-
guimos : cabra cor de taica, rosto mais com-
prido que redondo, sem barba, testa regular, coc-
ea um tanto grande, um pouco deutuco ou can-
guio, todos os denles da frente perfeitos e lima-
do?, nariz um pouco chato, olhos vivo?, cabeca
regular, cabellos um pouco ruivos e carapnhos,
Um pouco soltos, altura regular, secco do corpo,
mas um pouco espadaudo, pernas finas, ps lim-
pos e um pouco carnudos, porm regulares, bo-
nito, ladino, vivo, gil e esperto, um-pouco t
to na pronunciado de certas palavras. de sorte
que pouco se reconhece, pequeas orelbas, e nao
romp idas, fuma cigarro, tem antigs marcas de
chicote as nadegas. Pag.i re com generosdade
quem o trouxer a este engenho, ou no Reeife,
ao Sr. Dr. Ladrido de Moraes Pinbeiro, morador
rua do Rangel, ou ao Sr. Henrique Saraiva de
Araujo Mello, rua Formosa.
Engenho Saguim, 30 de dezembro de 1873.
Canuto Jos Pereira de Lucena.
CONSULTORIO
Mcdico-cirurgico
Dr. Joao Ferreira da Silva
pode ser procurado para o
exercicio de sua prolisso em
geral, e especialmente opera-
coes e molestias cirurgicas, no
antigo consultorio de seu pai
rua largado Kosario n. 20.
Advieacia.
O bacharel Angelo Henrques da Silva mudou
o seu escriptorio para a rua do Crepo n. 12,
primeiro andar, onde pode ser procurado.
Joo Silvestre Francisco de Mello participa
aos pa de seus alumnos, que se acha aberta a
s,ua aula particular de pnmeiraa lettras, rua do
Principe n. 38._________________________________
Charuteiros.
Precisa-se de alguns officiacs deesa arte: no
beco Largo n. 1 A, fabrica do Figneiredo.
Sobrado.
Aluga-se o 2o andar, sotao e loja do sobrado n.
9 da rua da Aurora, a tratar na rua da Imperatriz
n. 8 loja. _________________________________
Precisa-se de um caixeiro brasileiro, de 12
a 15 annos d idade c que tenha pratica de ta-
verna. ou que disto queira praticar : na rua do
Padre Nobrega n. 66, antiga rua do Alecrim.

montos, chocolate de Eppes, encerado de
fi rnica e a excellente obra do Dr. Mures ^
Medico do Poroj em '!* edieco, tu- w
bos e frascos vatios, finalmente tudo o a*
que concernentc ao systema homeopa- ^
thico. ^ /&
Os medicamentos principaes sao leya- *^
fiS dos desde a 1" at a 30 d\ ninannsaco e <^
^ garante-se o bom preparo de todos.' vv
B Adjacente ao mesmo contina a ter W
S| consultorio um acreditado medico lio- Qfc
f* nieopatha, dando consultas do ineio dia yv
^ at as 2 horas, c aceitando, chamados a x*
^ qualquer hora. <@f
CASA DA FORTUNA
Rua V de falto
(Outr'ora lo Crespo) n. '-3,.^
O abaixo .assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes da lotera do Rio n. 136* a sorte lo
4:0004 en) quatro qnartoa de n. 2403 ; convida os
possuidores a \irem receber, que promptanSente
serao pagos, como do costme.
Manoel Martina Pinza]
m
nr 1 Prerisa-se de nina : na
f\Bl/\ Bodi Josus das Creoulas n.
do. entrada pela rua do Calabouco.
. .. Precisa-se de una mulher para
\ \ I A "'",;ir de nina manea dd mais de
l\ \\ l\ anno de nascida : no prjncijiio da
L 1..1111. estrada dos AITlictos, sitio/ n. 33.
Para casa de una pequen
Tamil a precisa-se de nma ama
que saina bem engomar e fri-
sar, e mira que emenda fe
costura e ensaboado ; paga-
se bem : em S. Jos do Man-
Miinho n. 2.
Precisa-se de una para cozi: liar
e outra para eng minar : tratar
\lTA/AO na rua do Hospicio n. i6, ou Quei-
mado n. 70.
AMAS
ABIETE
Vledico-cirurgico
RUA DO;.MPERADN.73,1 ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTE1R0.
ESPECIALIr>A0FS.
Molestias e oper?r;es de olhos.
Cura radical e instantnea do3
eslreiUmentos da uretra.
PENHOBESI
150(8000.
No eogenbo Massnas, frfguezia da Escada, se
dar de gratiticaro a quantia cima a quem ap
prthender tres cavallos que naqoells engenho
Ijrara fortados na noote do dia 29 para 30 de no-
vtu-bro prximo pastado : o 1* Uva 9 anco,
cajtanho e castrado, tem a orelba direa bastante
lascada, nma estrella na testa, e no quarto esqaer-
do tem nma cruz ; o 2a rnco, com pintas ver-
melhas nos quartos, grane, gordo, com o pes-
coceo fino, castrado, tem os qoadrfs feridos da
eaogalba, ferrado com a marcaI. i. do lado
direitn, e tem a idade de 9 annos ; o 3' rodado
sanhasf claro, corto e grosso, nm pouco cambito.
c eattrado, pequeo, e est ferrado com a marca
Ono qnarto direito : graliflca-ee com 304000
por cada um em presen? da pessoa, em cojo po-
der fnr encontrado qnalouer dos ditos ^avallo.--.
MARTIMOS
E
CONTRA FOCO.
- A Gmpanbia Indemnisadora, establecidt
testa praca, toma seguros martimos lobn
avioseijsana carregameotdi e contra fogt
r\t do Vigario o. 4, pavimento terreo.
AO C8WHERCI0.
Os abaixo assignados avisam ao corpo do com-
mercio. que teem vendido sua loja sita a rua do
Cabug n. 4, sob o titulo de Muzeu de Joias.
aos Srs. Joseph Krause & C, nao sendo incluido
na mesma venda as dividas de que o estabele-
cimento credor. Julga nada dever nesta praca
em negocio concei-nente a t>.esma loja, se porm,
alguem se julgar com direito, pode apresentar
suas contas no seu escriptorio a rna do Mrquez
de Olinda n. 40. primeiro andar. Outro sim, pe-
de a todos os devedores da mesma loja, que ve-
nham saldar suas contas no mencionado
terio. :
Recife 14 de Janeiro de 1873.
Comes de Mattos Irmaos.
AVISO.
Ao (It'jiis nao se queixem
Bernardino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de vveres, na rua do Imperador, n. 28, pede
encarecidamente, pela segunda vez, aos seus de-
vedores REMISSOs, o especial obzequio de virem
quanto antes saldarem os seus dbitos; do con-
trario est definitivamente resolvido a chamar aos
meiuos por este Diario, declarando os seus no-
mes por extenso, quantia e tempo a que devem,
e se isto nao for bastante, lancar mi dos ineios
judiciaes ; pelo qne, conveniente que os seus
devedores (remissos) que nao quizerem passar por
essa decepQao, dispertem do nocivo indinerentismo
em que esto engolphados, vindo, logo que te-
nham conhecimento deste, saldarem os saus d-
bitos.
Xa travessa da rua
das Cruzcs h. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Xa mesma easa
compra-se os mea-
mos metaos epedras.
Das 7 s 10 horas
A qaalquer hora.
Criado
Precisase de um criado : rua larga do Rosa-
rio n. 31, Caf Chinee
Consultas
da manhl.
3 Chamados
M
i
I
escrip-
Declaraco
No dia 15 do corrente se far leilo de todos os
penbores vencidos que estao a dever juros, sem
attender a reclamac,oes de quaesquer natureza
que sejam, salvo a permittida reforma de tempo :
na travessa da rua das Cruzea n. 2, 1* andar.
Caixeiro.
" Preisa-se d um caixeiro que tenha bastante
pratica de taverna, que d abono a sua c nducta,
nao se poe duvida em quanto a ordenado, eenfor-
eu meroelmento: na roa Imperial n, 133,
Aluga-se o 1. andar da casa da travessa do
Queimado, n. 1, proprio para escriptorio ou rapazes
solteiros._______________________________
Sociedade Baneficente Mon-
te-Pio Santo Amaro.
De ordem do Sr. presidente sao convidados to-
dos ~os socios desta sociedade, a comparecer no
demingo 19 do corrente pelas 10 horas da ma-
nh para, depois de prestado o juramento, proce-
der-se a eleicao dos diversos cargos da mesma na
(arma do artigo 73, capitulo 5 dos nossos estatu-
tos. Nessar occasio serio distribuidos os respec-
tivos estatutos.
Recife, 15 de Janeiro de 1873.
0 1. secretario,
Pirmino Arres Barbosa.
Ereoiea-se
de nm coiinfceiro ou eoaiaheira para casa de ho-
mem toMeiro : i roa Duque de Casias n. 57.
Amga-se
a sala e alcova do 3* andar, e p. re do solio do
obrado n. 70 rua Dune de Caxas : a tratar
Imperial fabrica f
DE W
^Rap areia fina da Batial
W DE
Morara & C.
O abaixo assignado, nico agente dessa
fabrica, avi?a ao publico que tem aberto jg(
o deposito de dito rap do seu escripto- r*
rio rua do Vigario n. 21, cade os fre- f$.
mt guezes encontraro sempre a quantdade y%
5 qe precisarem. S
9.' Recife, 29 de abril de 1872. f$
Al Domingos Alves Matheas. Qj
^^. ^^^\^^W\ ^^l^v ^^^\ **^^! ^^^^ ^10\ ^^r* X^l^ ^^^^ .^1^ T*^ x^^"
AOS 5:000^000
Sstio venda os felizes bilhetes da lotera da
(acia, na casa feliz do arco da Ccceeicio, loja m
>arivs no Recife.
Companhia Allian^a
jeguros maritimos e terrestres
estabelecida na Bahiaem 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:0001000.
Toma seguro de mercaderas e dinbeiro
i risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fora do imperio, assim
:omo contra fogo sobre predios, gneros e
tiendas.
Agente Joaquim Jos GoQcalves Bellrao,
roa do Commercio n. 5, i." andar.
Com mulla urgencia.
Precisa-se de ma ama idosa que tenha bons
costumes para andar com urna menina de 10 mo-
zos, e tambem de um criado de 12 a 14 annos,
forro ouescravo.*: a tratar na Passagem da Mag-
daJenaJ botequim do Bento n.S7. _____________
Contraria do Senhor Bom
Jess da Via-Sacra, em
sua igreja da Santa Cruz.
A mesa regedoura a quem foi dirigido o offlcio
do Rvd. vigario da Boa-Vista, eobrindo una ttt
cular do Eim Rispo diocesano, entendeu convo-
car mesa geral, visto como naqella circular af-
feeta interesses de todos os uosssos irmaos confr.v
des, marcando para ter lugar esta reunio de
mesa geral em nosso consistorio no dia 15 do
corrente as 6 horas da tarde ; para a qual a mes\
regedora convida e espera o concurso de todos os
nossos irmaos confrades.
Consistorio'10 de Janeiro de 1873.
Jos Rodopiano dos Santos.
Escrivo.
i
Precisa-se de um criado de 15 a 16 annos do
idade, e que tenha boa conduela : tratar na ru:i
de S. Rom Jess n 33, das 10 horas s 4 da tarde.
Aluga-sc a casa da rua do General Seara,
antiga rua do Jasmim n. 33, com commodos. para
familia : tratar na inesina. __________________
Muita attent^o.
NMnho de uva pura da Ilha de S. Miguel, assim
como pcixe de diversas qualidades era barris :
venden! Oliveia Miranda A C, a rua do Encan-
tamento n. H, venda. ________-
GASA DA FORTURA
RA T DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
Unlea qno paga as sorcn
Aos 20:000^000.
0 abaixo assignado tem sempre exposto ves*
la os felizes bilbotes do Rio de Janeiro, pagand
promptamente, como costnma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24#000
Meo 124009.
Qnarto Ii;i000.
_________________Manoel Martins Fina.
JEscravo fugtdo
150;000 rs. de gratificacao
Auzentou-se desde o da 13 de malo de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trlnta e tantos annos,
crilo, e bastante ladino ; esle preto perfeito eo.
tiobeiro, esiatnra alta, magro, olhos grandes, ja
esteve no eogenbo do Sr. Lul de Calar, em S-
Lonreoco da Matta, onde consta ter prenles, foi
sseravo dos Srs. Adriano & Cauro, e-do Sr. Jos
loaquim Connives BaMos, negociantes desta pra-
;a; de todos estes Stnhores foi coiinneiro, tem
sido visto per pendas que o coobecera, dizenlo qne
st forro, assim tem podido e-capar le ser preso.
Pede-se a todas as autoridades e eapitaecd
campo que o pegando leve-o a roa do Duque de
"axias o. 91, loja de Miudazas da Rival sem Se-
gando que receber a gratifieieio acuna decla-
rada.
Alfaiate
NaimdoMarciuezdeOinda n W preca-je
de offlciaes para obra grande.
Ao publico.
Eu abaixo assignado declaro qne boje em
diant6 fica sem effelto a proenracSo bastante qno
delxei Ha villa da escada ao Sr. Antoaio Joaquim da
Silva Pote.
Recife, 15 d Janeiro de 1673.
Mqud Joaquim Pino.
\

i
v

/*
i
i_____
i
pan
\--


*


r

Diario de Pemambuco Quinta feira 16 do Janeiro $g 1873.


rrrr
E MSICAS
fa
AUTOPIO JTOSfi HE iZEVBDO
Ra do Bario da Victoria n 11, ai masera, e 12 1. anfar, antiga ra Nova .
aonde o publico em geral wcntra^sempre o maior e mais esplendido sortimento de pwuos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
andar do sobrado d. 12 confronte
Acaba de abiir no primeiro
ootica Manrer, um grunde sali onde esli expostos os magnficos
PM JaUOS de armario, de Pleyel.
_____de meta canda, do mesmo autor.
-------- de H. lienrx.
da Amede Thibont.

'l
1

nico agentii ne9U cidade, do celebre afamados
* PIANOS DE. ftUCHER FOES
remiados em diversas exposi;5ss om ti medalbas de ouro e prata.
Sao os nices pianos qu aqni vem da Europa, perfeitameme afloa-
dos, fetos com elegan ;ia e solide.
D'aqni eroCd acte coctiuuar a
Tambera receben rinde soitimanto de mndeas p:ra piano, piano e
canto e enire ellas as lindas coroposiro.;! do muilu ytrpalhico uiaes ro
A SABE :
Vcc me quer Walsa.
Oiga Mazu:ka.
L Separacin P.ra canto.
A La elctrica, granie VWsa.
?

)
No fim de Sem perda de capital
5 annos 680*500
10 annos 2:372*000
13 DDOS 6:58?JC0
20 annos 17:038*500
95 annos 45:128*500
I
I
Franco Braslleiro
Tomada d= Valuta
Joaninha
A Libertadora
A Priraeira espada
A Mmha Lyra
A Natalicia
Studieate
inundar todas as publcales que se ferem friendo as suas cfficini de msicas.
Polka.
GMope.
Walsa.
PoUt.
Wal a.
Walsa.
P ka
Po ka.
Ultimas publicares
Feitas as tfflcinas de msicas
do tnnunciante.
Emilia, po^ka por J. Smoltz.
Circaciana, choleb, por Smolt.
Jardira do Campo das Piie-zas
quadrilba, por J. Pop re.
Chova le llosas, Walsa, por E Al
bertzzi.
l
I
A POPULAR FLUMINENSE
Assoc atjao de beneficios muteos
Para creacSa e eapltaea o renda, e aiitarlsail pela o
verao tmrperltl
POR DECRETO N. 5022 DE *4 DE JLHO DE 187*.
Capital de respon^abilidade administrativa
1,000:00(M000 W"
COHVERSAO DOS CAPITAES DOS SOCIOS EM APOLICES DA DIVIDA P-
, BLICA IACI0NAL. Vft* ? al& al
TIKElilAS
1000000 PAGOS ANNUALENTE DEVEM PRODUZIR :
Com i'i'a de capital
9/WM)
3:11 ODO i f ai
8 4\*:00
l:t*508
oii:tS770:)
Urna iaposigao nuca de 1:100*000 deveproduzir :
No Bm de 5 aneo* 2:13**000
del 10 annos 3 819*310
de 13 annos 6.839*000
de 20 annos H.9t5*l00
de 25 annos 23:255*000
O ubjeelo deau asociacio mdoiir todas as classes da uciedade, urdo os p bus
como rs rico, peosarem no porvir e agarantirem, por miio di eoonmt, a fortuna dos
filhos, o pao da velbice e a tranqollidade do espirito.
.A riqnei dos povos, isto riqoexa particular e a rqr>zt publica, tero o tu fun-
damento utais solido e sna fonte mais fecunda na -imples economa.
A economa a provisio do fuiuro. O que boje oos sobra ijua.-i secipra nos falta
amanba.
Sendo a Popular destinada principalmente para cuidar do futuro das chases menos
abastadas da socedade, a admitislraco, de cmfnrroidade cora seu" estatutos, declara qoe
recebe subscriptores por qnantlas mnimas at 10*000 e sera limite para maiore ijoaoiia?,
Os subscriptores da Popular nao esto sujeilos a onas algnra de exaroes mdicos e ttswttf
dos de vid: seos capitae* acenraalados e accreseide vaiitajesaunnle pa*,area>, tm ca?o
de morte, a seos herdeiroi natnraes.
As sobscrtpcSes da Popular Fluminente podem ser feitas de :res modos di.-icclos,
conforme o desejo do socio, a saber :
COMBl.NACE*.
I' Pagamento das prestares auoaaes ou senwrtraes (dede |0*<~00 :t a rr.a'ir
quantia eada uro) podeode liquidar e retirar capital e lucns em qualjtur poca dejos
dos priraeiros 5 annos; sem perda do capital era nenhum caso.
2* Igual ao anterior, poim, com perda do capital e juros no caso de venir de pa-
gar alttuma das prestaedes marcadas na a pul i ce.
3* Pagamento de orna qnantia (nanea menos de 100*000) e de urna :o vi e ion
perda em Dfohnm caso tero do capital nem dos lucros.
A i* combinaco offerece ao socio a Yantagera. de ouica per 1er o ca,- isl que ;.v;r
entreg'*o ; ,
A 2" arrisca o capital, porffl, 9ocio que pagar p.'.nluilanl? as prest. <.o.s, au.e-
riri mais lucros que os qae^perteccim i 1* ;
A 3' combtaacao ifkrece grandes vantageas ai capitalistas p:;s sem tm ne-
nhum 'risco [de se garantir qae se bao de aoferir, pelo menos, um ji ro de 12 0,0 lo 100".
Pde-9e obter qaalaoer ontra ioformaco no e?criptcrio dj< acoles de a-scei
nesta pravincia, Augusto F. de Oliveira &C, ra do Comaiercio o. 42.
i' M LARGA 00 ROSARIO i l
toja di Viamta
Comprot om loilito ^r.i il.^ft s<|ii:ic*-viie.i^)itH'.|iKi'i Iihim. por s<-
"iiir o stonifl i?v l'.'iiiIiw {kmii e Tenderdepressa;
qiii'in lite r4*u|irar lera entma qnc compra uur
uoticoiinab to uiejiwlo. ilo qrte se v. n le em qai-
i|iicr uurr.i liarte". B' picriso vi" ver dcpiWs
|ioi,|iic a'.ilia-i: l-'g, fumo seinpre l*.e ai-ontox-e
>l:iaml.i i.'u pdcbinclias n.mo hg.ija.
!. loes coa ari| iiiIi 's para Sonli ifts de 4* a I 4.
Chitas escuras e claras, tic 400 a 2SO
Ditas pcaito* nmito II is, il^ SWj -12t.
Cassas d fin s de l;stra 'le KT B '.
DtaMiiiiulinlias, de W) a i'. I
Pessas de inadaitolottno, DHm de tlitu de *i a .'itlOO.
Dil.i- ile dito de 7* a 45100.
Hilas deal-o'l.v1, de Oa 4l.-00..
M.ia raseniira de -15 a 1 0'H>.
Al|)'la(i aiiirricaiio le Itotra, ile Bfl p i'liO.
Pessas de eaguiao mnito lino de 18* 20*.
CALC-ADOS
l'iivziTiiins de eauno"*l ;ii><> paia Souli;ra a I ).
Ditos de diio a'to para stunpra^ a S
GltANDE 'KCHINCIIA
Boneguhu franrezes par.' I'fffcnt, de liezen ,
cordavao, e gaspiadp, com Uetjkw de 12* a U 3. -
de 8 i e V*.
Grande sortimento ite Unlto a* m -iorcs q'.iali-
dades d" ralcadi, para limneiis, sealiura--, UH9-
nose meninas. Tildu vundjl har.ito..
Va
uiaria.
Veiele-se ;:na |) lart l'in
i|)uii-oes para Irnhalhar wn
Win afreue/ada para a pa a
oeal. por lie.ir priixima
Pe
ni.il.la.la e c i)
graijd escala e
e ei.i Ulllil b '.'i
a linlia d is bonds de
;
Feniand-s v,.a : queul pretender iHrija-se a
ra da Gervasio Pires n. 4-'. _^______________
p insidias isiconicas.
* Amaral, Xabnen 4 C. reidera msjms inaeo-
racas de iliverfOS/grMH : no bazar kictojia.
Jo Harao da Vie!' lia n. i._______________
Farinlia de mandioca a '>; o

Sempre bom.
Deca raoo.
Com quantc ] ste] bem no domibio do rea-
peitavtl peblico desta cidade qoo nie^utm se
Jeve dirigir a caira parte qoando Se qoeira cbter
ludo qaanto concernente A confeitaria, pastel-
ria, conservara e entinarla, seno bem cet.b:-
cida (Confeitaria do Campos) :
Sempra bona que seus propietarios fagam.
lembrar aos seus numerosos amigos e regueies.
O preprielario d:i ea/.a do pintores, a Iravessa
daruadas Cntfc's n. i, t-nlo annnriclado leilan
dos objftefM Vencidos para o da lo do convntft,
deixou de efectuar o Icdao, p mpie foram rol ir-
i'nadase. rescatadas ijuaii todas as cnidas venci-
da?, ficando apenas una penoena parle ijuc sera
destinada para rj primeiro leilao.
- Itecife, 15 de Janeiro de, 1873.
um cozinbeiro :
Precisa-so de um cozlnfceiro : na ra l'ri-
,iua este tao til, qnao vantajoso esubelecimenlo, mero jc Main, anliga do Crespo n. 16.
se acba como nunca prvido dos mais flelicoscs t
acepipes, proprios para os regabefes \it communs ,
nesses lempos qae se aproximara ; p'rrmetiendo
ua ponparem esforQ.is pra bsm servir a todos
4Ue os bonrarem com snas en:otrm?nJas, ttndo
para isso nao o
gacco.
X ra da l'adrc de Dcoa n. / ; a eila, ein
qua'do nao se a*', i. __^__________
u_, Vende- e i^v* v i>; dj malo, c ni
alituma lialiiildade, o coiu leito :. a iralar na ra
v.rflu ila l*i '
Urna grand8 reunio
DE .
US*
Fiambres
Salames
O. gas
Legcmes
Peixes
Bolacbmhas
Leites
aos compradores do bem conhecido
REA FSETA, que reparem nos botes 8 molos
pois. qne os ha de rap de ontra fabrie g ncm^ diver
mho
enjo
-

1S3 podo
so, e com papel da mesma cor
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores qne quizerem do vor&a&^fro REA
PRETA, devem para nao serem engaacs Tsr que
os botes tragam o noma
na^ao da

GRANDE LIQUIDADO DEC
Para acabar al u
RA DO MARQUE
lim do lile/.
I DE CUNDA
OUTR'ORA
"Cadeia do Recife
n.
53
Tendo o iiono propvietario de mutar os arligos dosto estabelecimeuto, desejando li-
qwlir at ao fim deste mez, tem resolvido vender por precos nmito commodos com o lira
le murar diinheiro e liquidar vista, pelo que convida aos lllnis. Sr. chefes de familia
a.virem sortirem-se, pois a occasiao pportuna, e-encontrando um completo sartimento
decpeos.
Chapeos de palha -Id Italia para -seonoras e meninas, com enfete e sem enes.
Chapeos de velludo Mm enfeites. Gerros de velludo com enfeites. Chapeos .de palha
de dkTareutes |ualidades, nfeitados, para senhoras e meninas. Chapeos de palha de Ita-
lia, enfeftados, para mouUria de campo. Chapeos de .palha para homens e meuiaos, de
.Irferentes qu-ilidades. Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa pretos e de
.res para homens. Chapeos de la para homem e menino. Chapeos alos de pello de seda
para hemem. /.
Bonets dillerentei qualidades, tanto-de seda, como de palha delialia, panno, case-
rmfl e alpaca, tanto para homem como para menino.
Corros tle seda, ve ludo, la, tanto aara homem como para menina.
muitos wtros art gos que so com a vkta poderSo per examinador afianga-^e^ue
i3oeui$eita-sed6ihciro. _____________^_-^
pbqgramma;-
'Fptailo.^loricffo S. Ooncalo ile Amaraathe
qiuj se venera na igreja do Seohor*do
. Bonr-rim, om Olinda.
Doming It do c-irrente, as o loras da iiianha,
ijwi salva de l tiros, dispertar a populaeao-que
e cliegad') tao pomposo dia.
As 11 I*-ras da maulla entrar a Testa, oecufiau-
d a tribuna sagrada o Rvm. padre FranciscaA'i-
ssimo Itaadeira, sero cantados m solos pelos
cantores mais habis desta cidade; antes e. d|ois
da erta aniusiea do 9 batalhio da guardajia-
ciftual far onvir diversas e escull idas pe^as do
seu repertoric.
A..urde baver diversos U'abalbos sob^o o tra-
pesio, e algnns baloes subiro aos ares entre o
v (repitosu sjn da msica marcial da guarda na-
cijnal deste imuiitipio.
As 7 l|i horas da tarde entrar o Te-Deum, oc-
cnpando a tribuna sagrada o mesmo Rvm. padre
b'iancisco V. Bandcii".
Terminar toda a estividade com um lindo e
variado fogo artiiieial, feito a capricho, pelo di-
tinelo artista o ?r. Fforiano Alves de Sant'Anna.
Ob encarregados da mesma festa, por falta de
tenipo, nao poderam ir cm commissao agenciar
etiuolas por todos os devotos, por iste a eominis-
sao-fede aos meemos que no da da festa acharao
na entrada da igreja a mesma imagem do Glorio-
so e urna salva para deitar o obulo que seas pios
coracoes lhcs difcr. _____ -
Ausentou-se.
O escrawo Pe-lro, de 15 annos de idade
mais ou menos, ora es signaos seguintes:
er parda, cabellos-eorridos, alguns signaes
lebexigas, levou vestido camisa do chita,
alga de cmiemira: ro(;a-se as autoridades
polciaes e aos Srs. cap.tes de campo de o
prenderen! lev.t-4o -**a de seu senhor na
ra dalmpcratiiz n. 1." anda^ ou na
ra da Madrt/de Deus n. 5 i." andar.
O Sr. Manoel Daarte Rodrigues Pinto quei-
raicnaodar pagar :t quauti:. de 504 que deve, de
telbaa que compro:i na otaria de Jos Carneiro da
Onnaa- ______________________________
dar pagar 304 qn fleoa a dever do ajo^iel da
rasa era que nior*i, na rtta ios Celas.
MOFINA
Est eneourafiado
ftoga-se o Illm. Sr. gnacio Vielra de Mello, es-
:rivao Jidade de Nazaretb desta provincia, o
favor de Ir roa iiiuiue de Caxia c. 36 coa-
luir aqbeile ne^cio qae S. S. se comprometten a
realizar, pJa teaceira cbtmad deste jornai, em
dos de dexembro prximo passado, e depis para
janeirw, passoo xererairo jb abril, enada enm-
prio ; par esta mutivo J< novo cbamad-j para
Jito Um, pois S se deve ierobrir qoe este ne-
gocio de mais de oito .anirvs, qaando o sensor
sen Jilho se achava nesta ciJl-!*- .
Precisarse
de ua menino para caixeiro de urna l"ja dc cal"
';ad>j na roa DireHa n. 11.
Boga-se as autoridades policiaes desta pro-
vincia que apprehepdam e levem a sua senhora o
mulato .("vina, ImliTiro, que nao anda fugido;mas
san com a maior insolencia como forro pelas fuas
desta cidade, trabalhando para si, dizendo que tem
familia para nao ser vendido a ningucm, pois que
senhor nenhum suportara tal procedimento de
um captivo: esse escravopertence legitimamente a
D. Isabel Ignacia de Gusmao Vdlela, como he-
ranca paterna, aeu escravo como consta em va-
rios cartoriosJevcm-o ao corredor do Bispo n. 73.
P.ssas Paslilhas
Doces Gelas
Queijos Frocta
Amendoas Cnecolates
Licors Pratinae
Vinhcs Ervbss
Cosaques Aisucares
Como
tle apora cm diante a confeitaria
lo Campos
If-r.di cm sen recinto ama bem moctaia fabrica
de confeitaria, pastelana, conservara e culinaria,
est reanindo a PEDIDO grande qnantidade de
animsiinhas qae a convite especial e cepo s de
bem as.-ados devem fazer as delicias da vida per-
nan-bucana, e para que pelos seus comes nao
peleara da leirbraDca os amantes dos regabefes,
vai .m consoante :
Patos, pet, gal uhas e gneos
Gapous, marrecos e gordos ieit5es.
Vitela, caraeiros, cabritos e pombos
Saberlas cvalas e os taes camaroe
Assia como
Bolos inglezes, podios e tortas
Da Russia e Millo cobenas fa'ias
!remes, geladr's, de caree os pastis
Frescas empalas em todos os das.
E depois
Ricos presentesne festas
O Cau'pos agora tem
Na sua CONFEITARIA
Qaeni Ibe coo-pllr ? ningaem I
E' bom qae todos coneorrarn
i-'ra quelle esiabeltcimenlo
De Misional ricas, Quero ha r
Qu! teuba maior sortimeoto
Ulbera todos vejaai bem ;
Aqnilo que o Campos quer,
E, que todcs p'ra all corram,
Nao escape mu s se qner
i-'; a antes e depois da missa
Da tal nonio de natal
"Qaatro pastis e um copito
A nmguem por certo faz ma!.
CONFEITARIA DO CAMPOS
ma do Imperador n. il. .
Joaquim Jos Gon$aL-
ves Beltrao
Rna do Commercio n. 5, V andar.
Sacca" por todos o paqoales sobre o
banco do Miaho, em Braga, enobre os se-
gointes logares de Portogal.
Are arante.
Arcos de Val da Ves.
Barcellos.
leja.
Cbaves,
Coimbra.
CovilbS.
Faro.
Guarda.
GuimarSes.
Lamego.
Lisboa.
Miraodella.
Monlo.
Porite de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianua do Castello.
Villa de Conde.
Villa Nova de FamalicSo.
Villa Nova de PortimJo.
Villa Real.
Vizeo.
Valeoca.
Figaeira.
iteiiefio
Compra se una ei:r.va d 39 a 30 annos qae
saiba coilnbar : na thesoura.ia das ter.as, ru*
! de Marco n. 6.
VIDAS.
BICHAS DE IMBURG
As mais recentes e melhores.
Vi'iidom-se na phannacia e dh igaria d Bar-
tholomemtC., ra fiffg'dosario o Rn. 3t.
una casa de \< dr ical. ros, 2 sala,
c.) inlia l'ia. nari'a deS. Migm-I, mis Aftigad '
h ;: : a tratar Sai i Cni n '\.
Novo estebefecimeftto
de joias.
Rita 'ahi,'!;; 2^-
Nesle' e-tali'h'din'':.'" -e eCi nii :i a
mu bonito noitipiento de joias que
vendem \wt i I proco que anjmara ao
compra* r. attento ao vantaj so
.. ma. ganhar nance para vender mu-
i tu,'.pie ci-rt:inien:e til ao compra-
'.'. dor C ao vendedor.
- dras i recnsas, liem r imo
roncera loda e qnali
Vi mesma arte.
.. <. -
VmkIi scacha venda a lav ma sita a ri :
da Gnia 36 : qa*i nree te-la appareja
em quanto osla dessortiu ao oltima
-
-
-
Vendc-sc urna solveteira com lodoa os seus
icrtences no pateo do Amparo,Uverna da Mor
limosa em Olinda. ^__^_^^_
-c fabrica n
T obra lend
iioilln.
Vndese
Vendo-so urna cas i torrea na rna
Vrnde-se
::-r. \ i 'I'.ii1-
lalancas
: !;. roa
ttc^'tt tanto pfqaea
I in is lor n. M.
lia!
n. 89 : a tratar na mesma.
Fainha de mandioca.
Vendc-se no trapiche Companhia chegada ha
ronca do Rio de Janeiro: tratar com Thomi
de Aquino Fouceca & C. successore?, ra ao \
I rio n, 19. ^____^__
a-
4V
Excel le ole touciuho icg' . o rs. i li r : 9 Bn leni
Irn 5 s & C, iua du Amcri-n n. 37.
i I
qu .- '
di Tasto
Bic i
(Aras de ihaitasia.
A teja da Aguia Branca, ra doDuq
Caxiis n. w, recebeu um bello sortimento de bo
nitas e mo-lernas obras de pnanlaiia, sendo
Brine s e ernzes pretaa, cfimdonraj..- epe
Outros de n adrep rola qaeinada coi
tnfeites de delicadas torea.
Cutres (*e lina dourado esm p nge les de cores.
Outros encarnados e de bonit s moldes.
Rosetas de tino dourado com pedia- bjanca,
Aderecos < madreperola.
Ditos donrados com camaplico preto.
Ditos encarnados.
DiV)s imitando folhas e flores natura -.
Ca soletas de madreperola
Vollas de grossos aljofares de cor -. .
Outras e ditos pret s com donrad
Pulceiras de tartaruga com dour.i'i.
Outras pretas.
Grani[>os pretos e de cores.
Bonitas abotoaduras de lino dourado, c ni po-
dras, coral etc. para abertura de eamisas.
Botos dourados e de outras qualloades. para
aberturas e collarinlios. ____
s de Qamburgo
Vendo (t : | o eenl i nato : 11
rna da Crn n. H, Ia indar, b el
rer.._______________________________-----
Grande tropa de burros
venda.
dras. Ignacio da Silva Deiro avisa a seis frepexes i
mitos a .uein mais mteiessar pcss, qne eondui boa
ir ma de bnrro, e qne pateara per Barraron l fa
Formoso, Escada, Cabe, etc., etc.: aera, pois
,pii er fa er compras pode mandar avisaa-Io ou
encontra-io.____________________________.
Cortes bordados a 6|000!!
Ricos cortes de camhraia e, m hordado de cor, a
ultima moda, pelo diminuto preeo Wwl'
corto : na ra do Crespo n. W, Kj d BnuenE i
C. da Cunha \ C.
Avisa-se
a quem der noticia da escrava Goilbermina, que
fi.i do tenentc-coronel Feliciano Joaquim dos San-
tos, e depois comprada ao Barao de Na'aretb, re-
presesta ter 25 annos, t?m falta de dente na
frente e as maos com cicatrizes de queimadura de
gaz, seeca do corpo, muito regrista, qae desappa-
receu da casa de sobrado n. 96 da ra dos Coe-
thos, que sera generosamente recompensado.
O Sr. Dr. Hygind Alv9 de Abreu-e Silva
Mtn urna-carta na roa da Madre de Dees d. 36,
.armazen,
OOkOOO
Fogio do engenfio Pontal, em Serinbem, no
dia 7 de me prximo paasado,o mulato Simao,
coa os signaes ilgointes : estalur* regalar,
corpo secco, cor alaranjada, barba .-errala, ca
bellos carapinbos e falla descansada. Quom o
pegar leve o ao seo seohor o teoente-corouel Vi-
cente Meodes Wandtrley, do dito engerJio, ou o*
Recife ao Sr.Bernardioo de Sena Puntual, na roa da
Madre de Deas o. 36, qae reeeberi a gratietcao
d 100*. ___________________________l_
Aaigaio-H duas easas terteas coiu otan e
com bons commodos para familia, sitas ra da
Aurora n. 103 e W. urna aellas com agua da
eompanhla de Beberffw : trata-le na mesma ra
ufa
pun ios
Novas gollinhas e
bordados.
Aloja da Aguia Branca a ra do Duque de
deCaxias a. 50, recebeu novas gollinhas e pu-
uhos bordados, e outros enfeitados com ntremelos
e bicos ; assim eomd recebeu iguahneii e uo.'as
gtiarniSes degravetas com franjas e lagos para
os cabellos loan do melhor e mais mod rnos gos
tos. *
Bonitos le(|ues.
A* teja da Aguia Branca, ra do Duque de
CitlM n 2 receben bonit s leques d-perfeita
phaniia: pro 2 "*<} e "***.tt
rados gostos; assim como .'pcebeu oq ros tt,
deira que se confunde com o sanaai, C !eiu el-
les lindos coloridos n i c ntro, e ainda assim ven-
de estes pelo barato preco de i 000 cada um.
Vasos de crystal para toillet.
A teja da Aguia B-anca, a rna do Duque de
Caxias n. 50, r cebeu bonitas garraiinhas de ervs-
tal era par coiu ramagens domadas e mui pro-
priaspara arranjos'de toilet, ote,
@g@&|S
Vende-se um dos melhores sitios do Barr .
a qual foi do finado Dutr*, tem toda diversidade
de frteteiras, casa de venda, cocheira, baixa de
capim, boa cacimba da agua de beber, e outras
commodida es qu com a vista se expl carao ao
pretndeme : tratar no mese o sitio, ou a ra
de Domingos 1 heotonio, ontr'ora ra das Calca-
das n. 49.
Vende-se
isteira de palha de carnauda ul unamenf chega
Jadas do Ara aty : na ra di Madre Dos n. 5
. anda*.
Vende-se
a leja de calcados da ra do Marcilio Das n, 98
muito afregiiczada, e com poucos fundos, proprta
Veudem-se os dons sobradiiihos e a i t-
iva junta que hutam a frente para a campia da
Casa Forte e fundos para a rna que vil para :>
roen da un lia : a trat; f -mUeuto Jos Doran:-
gues no mesmo logaa
f A COROA DE OIM.
S?; \ rus d( Eiu|ci*atri/.
-;i, u. 59.
^ Acaba de. receber de conta propria,
jrji pete oJtiaid vamor da Enrona, um com-
W' pleto sortimento de objeetos de prata
tos mais lindos que tem vade a este mer-
cado, sendo os seguintes : adereces de
DJa-granna, obra de apurado gosto.vol-
.'tas, brincos, roletas, salvas, reoslos,
/Jgi palhiteiroscoUier'^ eto. etc., pelos pre-
5^ ca mais resumidos poBSiveis. Asi n
conia um completo sortimento de obras
de duro : anneis de branlas, rozlas,
ffii aderecos etc. e tambem sem brilhantes.
<9^
ra prmcipiante.
Muita attenQao.
Vinho f'e uva pura da ilha de S. Migu 1; as-
sim como neixe de diver as qualidades em I ar-
r8 : vendem Oliveir Miranda C, ra do
Encantamento-n. 11, venda.
Vende-se ama tavema bem afreguetada pa-
ra a torra com poucos fundos, propria para
principiante, na /rcgu#p do Santo Antonio ;
Ivitar na ra do Fogo i, ao; venda,
%r *
si:i'.iu:po itonomiv f. ci.krii-a...
Obtein-so coni o uso
INJECQ' SHOST
nica, hygienica,radicaleiniivil ,ai\.-
ra das gonorheas, flores branrj|^fluxos de
toda especie, recentes ou clirotucas; o quo
offerece como garanta de salutares resultadas
a continuada applicac,o que sempre com a
maior vantagem se tem feito dola nos hos-
pitaes de Parts.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 31..
Vende-se
li grades de ama rollo, sendo 4 le portas e lO de
janellas, de bom amarello, feitas de conformidade
com a postura da cmara : ra .Nova de Santa
Rita n.35._________________________,
Cal preta de Iguarass, teni-
- perada.
Cosme Damio Montenegro faz qualqner a!usUi
com esta bem euiihecid* cal e Tomctte tazer
sempre com 100 ou iOO rs. de differenea do'mer-
tndo. assim como se for grande a quaniidade,pro-
mette um so preco.qer abaixe, qner suba, assim
como faz o que poder para agradar aos fregu- *
es : quem quizerdirjase ao Forte do Mallosn.
4 junto ao cuafariz.

1 .
LJSkWTj
i


fIBBF
6
Di'rio de Prnambuco Quinta feir-a 16 de Janeiro de 1873.
Para acabar at o fim do anno
Na rui da Imperatri2 o. 60
fu: -hi
LOJ DO
iiui
O?
PERERA DA SILVA & C-
Tendo 09 propriotarios deste grande estabelecimento, am avaUado sortimento de
;i;aa3is em ser, edeiejanio liqida-la, al o fina do correte anno, tem resollido ven-
de-ias oor precos muito cominodos; coro o fin de aporar dinheiro, a vista do que
convidan os llm. Srs. ebefes de familia a virem sorii-re, nao so de fazendas de primei-
ra.oessecidad j, como de fazendas de lazo e gosto, das quaes encontrado am sortimeto
das oais novas do mercado, cargadas pelos nltimoi vapores da Europa.
FAZENDAS DE LSI
CORTES DK ASSAS A 2^500 E 33-00.
O Pavo vende cortes de cassas de cores
ecn paJr5e muito bonitos pelo barato
preco de 2tc00 e 350;iO.
CORTES DE CHITAS \ 25400 E 23830.
O Pvo venda corles de rbias francezas
FAZENDAS DE OOSTOS
BAREJES DE SEDA A 100.0 E 10100 O
COVADO
O Pavita receben pelo ultimo vapor
francez, um grande sortimeato dos mais
lindos barejes de seda, sendo em cores
e gostos o melbor que tem vin lo ao mercado,
finas, com 10 covados pelo dinmuio preco esta nova fazenda muito propria par
oe -iV.o oda corte.
Diias com Iz covados pelo preco de
20880 cada corte.
PECV.S DE CHITAS A 7 O Pa\3o vjnda pecas de cbitis han, lia -
d.Siim/s pakSes, tendo 30 covados cada
pe^a, pelo bfrato pr.Jco de 7300 cada
cma mai;c barato.
LENCOliS DE BRAMANTE.
O Pavo vende lencos de bramante ram-
io grandes, sendo de uta panno s, pelo ba-
rttissimo preco de 20100 cada cm.
CHA1LES BARATOS K 10000 E 2J030.
O Pa-ao v3Dd3 chailes de larlatam gran-
aos pelo barato preco de 10000 e 20 HjO.
Pilos de 13a ostamp iJos imtac3o de
msria 20OCO.
Ditos de qu^dros modernos, muito en-
cobados .0O)G e 4/J000 ; assira como
grande sortiatnio dos mais fiaos cbailes
crepon e merino qoe so vendem por prego*
maito em costo.
MADAPOLES.
Pe de imdipo!3) francez maito fino
com 20 jardas a 505OO e t><5000.
D!t)scom 24 jardas moito superior a
60500 e 7000 \
Di'.o ingles fazendi moito fina 50000,
60)00 e 60500 at 10)OO.
Ditos frarcezese ingiezea moito fiaos de
40;a:d3S para difieren es precos.
ALGODQZINKO.
O Povao vende por preco muito barato
prcas de agola'ozinho americano muito
b:m cjm 18 jardas *0OO< .
Dito com 24 jardas a 4i500 e 5*300
at 60000.
Dito arge rairea T uiuilo eo'-orpado a
ALGODAO FXFE^TADO.
O P\3o vcude o ver.ijdrtiru e superior
a.godaoxiobo de daas largaras para leocs,
se. jj ai'.o encorpado 10 10 cala vara.
Dito trancado da msi-na largara !08O.
CUITAS LARGAS.
O Pavli -er.de estas execellenies chitas
f.-ascezas ciara, e turas cim muito Dom
psano i -40 rs. caJa colado.
Dita auilo fina 280 320 e 360 rs.
Percales fioissimos miudiobos a 360 a
400 rs. cada cov.ido.
CAMBRAIAS.
O P' 3o ende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 20500 e
300.0.
Pe;a de dita muito tina com 10 jardas
'.alo tacada codo transparente a 40000,
5)0000 e G0OOO al a mais Gna que vem
ao mercado.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pav3o ven le superior bramanie de al-
gido tenia 6 palmos de largura que s
psreisa de 1 */t vara para ua lenco!, me-J
t.-c 10600 e a vara 10bOO.
Dito de linho paro superior muito encor-
pado eom a mesma largura a vara 25400
Ditos franceses mo lo fiaos a 20500 e
3/S000.
Pe;a de Hamburgo e panno de liobo com
20 e 30 tara, par<> todos 03 precos e
qoafidade.
Pe.'as Je breanba de paro tinho, tendo
30 jardas pelos precos ma3 barato que se
tem visto.
Pechmeha de fiaissiino esgoio sucelena
com 6 jardas 70^00.
Peca de Oaissimo ctlena com 30 jardas
a 355-X), atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de hrgora a vara 20000.
LAZINHAS DE PURTA CORES.
O Pav3u venle am elegante sorlimento
de lidiabas de furia cores que brilhSo qua-
li como seda tendo de ud.is ai cores, e ven-
de 3C0 rs. o covado.
CaC\S DECASEMIRA.
O Pavo Um um graode sorlimento de
C3;a de casemira, asnim como cortes os
ai* modernos que um vindo nos ltimos
Ifjorins e em fazenda das mais finas e mais
ovas ao mercado, e vnde-se por barato
preco para spnrar dinh.'iro assim comocil-
as i briol},mco e d'cOres por precos
mnito rii3ve para a;ahar.
CORTES DE PERCALIA COM DUAS SALAS
A 40000.
O Pavo vende bonitos corles de precalia
com doas satas, sendo fazenda de mu.to
gos'.oa 40000, pechineba.
.TNICAS PRETAS.
0 PjvIo recebeo nm grande sorlimento
das mais ricaj tnicas de grs preto, rica-
meata enfeitadas, e venda pjr preco moa-
te!.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3500000 ATE 600000.
O Pavo receben nm lindo sortimento
dos uns ricos corles de cambraia branca,
ricamente bordados, e com todos os enfei
les nacessarios, e venda pelos precos de
350003 at 600000, nao.tem viqjj nada
ma.i rico eca mais moderno.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A /05OC, 80000 E lOiOO1?.
O Pavo tem um gmde sortimento da
corlicados para ;ama e janalias, qoe ven-
de ne!o barati preco de 10500; 80000 e
1O0OOO o par, teodo ale por 180000, assim
como colchas de damaaio par camas de
soivos, e grande sorlimooto de tapetes tan-
to para 4 cade ra como.para cimas, pianos,
portas, etc., todo vende por precos razoa-
vestidos para bailes on casamentos, tendo
entre esta fazenda delicados padrSes bran-
cos proprio para vestidos de ooiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 10500 e 20000 o covado.
O Pav3o receben om elegante sortimento
das mus modernas e lindas popelinas de
13 e seda, e linho e seda qoe vendem a
10500 e 20OOO~ o covado, tendo padrSes
lisirados miodo e graudos que parecer
propriameote seda, assim como das mesmas
timbera lera brancas proprias para vestidos
de noiva.
TAFETAES ASSETINADOS A 10200 O
COVADO
O Pavo receben um gran le sortimento
dos mais bonitos lafetaes assetiaados, sendo
urna n jva frzenda de l com listras de seda
muito modernas para vestid .8 vende pelo
bsratissimo preco de 10200 cada covado,
esias las recomendar se s pessoas de
gosto por serem exesssivamente baratas.
NOVAS SEDAS A 20500
O Pavo vende bonita e 'moderna seda
de urna s cor, tendo c'e todas as cores, com
delicado lavrores mindinhose vende a 20500
o covado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
O Pavo vende b >nitos cortes de seda,
fazenda de muito gost), tendo 18 covados
cada cfirle vende por 45JOOO
Ditos de 20 covados a 500000
Sao muito baratas em relago superior
qualidade d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O IV. jo vende um grande sortimento
das mais modernas, baptistas com lista de
cor, prep.-ias pjravas'.ido, com as cores mais
novas qai tam vindo ao mercado sendo
muito mais largas do qn as chitas francezas,
e vena pelo baralissiui) prego de 500 rs.
cada covado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Neste grande eUabelecimento encontrar
o r spaitavel publico, nina bam montada oli-
cina de alfaiate, onle se manda pxecotar
qoa!qoer peca de obra, tanto para homem,
;omo para mecios, com a maior pres-
tesa e perfeico assim como para qoalqner
luto que de repente appareca, tendo na mes-
ma oficina om perito official destinado para
farda dos llm. Srs. ofliciaes de goarda os*
cional on tropa de linba, sendo esta ofliciaa
diiigida pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Carvalho.
NOVOS VESTIDOS A 40000.
O Pavo recebeu um elegante sorlimen-
to de no vos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de cor, e vende p*!o
barato preco de 40 cada um ; maito ba-
rato.
ESPARILHOS A30OOO.
O Pavo tem um grande sortimento de
espariiibos, tanto para senbora como para
menina, qbe vende pelo batato preco de
30090. Ditos muito finos a 40030 e 50000,
sao dos mais moderaos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A240RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R5.
O Pavo vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padrSes claros e escoros, pelo barato preco
de 240 rs. o covado, por ter um leve t
que de mofo : pechincha.
CORTES DE VESTIDOS MODERNOS A
90000.
O Pavo recebeu um elegante sorlimento
dos mais lindos cortes de cambraia com ba-
badinos broncos e enfeites de cor, tendo 5
pannos com 2 1/2 metros de fazenda para
cor, o, e 20 metros de babaiinbos para eo-
feiles, e vende pelo barato preco de 90000;
pechincha.
SAIAS A 20000.
SAIAS A 20000.
O Pavo vende saias brancas de ama s
peca com fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 20000 a
2J500.
Ditas com pregas e bordados a 30000,'
pechincha.
;va.
Prieto Irfde^erirlencta f
fi&. 8$ e 40.
Acaba a Madrosilva de receber diversos
jtbktos; oom sajatn :
Koog aderocos-d'j muirepcrolj brancas e
de odre*..
Diademas de madreperola, ditos doutrl>,
ditoj de massa ou bfalo, ricamente enfeitc-
Jjdosj .cruzes.flugMido brilliantes, cassoletas de
plaqu com voitas e sem ellas, imitando
ouro, pulseiras douradas, ditas imitando
tartaruga, rico sortimento de graiiipos para
cabello, sendo borboletas, besourus e beija-
flores e outras muitas qualidades, tudo de
muito gosto, rico sortimento de gravatinhas
delacos para senhora, sendo velludo, sarja,
setim, gaze, scossezas e de urna s cor, fa-
zenda inteiramente uovidade.
Lindo SKitiiiioiitn de leques de marfim,
madreperolo, tartaruga, ditosdourados, com
seda e sem ella, alm destes Je outras limi-
tas qualiJados, que enfadonho seria mencio-
nar, tanto para senhoras como para me-
iirjas.
Rico sortimento de punhos goilinhas
bordadas om cambraia d linho e cainizinbas
bordadas para senhoras.
Bonitas guarnicoes ou dragonas para en-
feites de vestidos, assim como os muito dese-
jados cordoes de soda, fazenda inteiraroeirte
novidade neste mercado.
Rico sortrmonto de caixinbas com prepa-
ros para costura, sendo de tarapas de ervstsl
e de outras militas qualidades e taannos-,
ditas para porta-joias, porta-extractos, rico
porta-relogios, porta-charutos, porta-cinza,
tinteiros, castiev, tudo sao objectos de
plaqu, proprios para prosentear a qualquer
pessoa, assim como diversos objectos para
escriptorio, facas para cortar papel, carteiras
para notas, caixas para phospboros, caetas
bordadas o lisas, maracas para enancas, si-
netes para abrir firmas, caixascontendo urna
caeta, um lapis e um caivete, agulheiros
e dedaes, todos ostes objectos sao de marfim,
fazenda inteiramente novidade, assim como
outros rauitos que s a vista dos pretenden-
tes se podoro moncionar.
Vestuarios para criam;as, cbapozinbos de
seda, sapatinhos de merino e setim, meias
ile seda e d algoio, brancas o de cores, tu-
do para baptisados.
Rico sortimento de babadores para crian-
Cas, ligas de sola para senhoras, lencos
brancos com ramagens, meias de seda para
senhoras e meninas, ditas de fio de Escosaia,
o melhor que so pode desojar, assim como
meias de la, proprias para senhoras.
Rico soHunanto de escovas com costas de
baleia, marchetadas de madreperola, para
roupa e cabello, o de outras muitas quali-
dades.
AGLLHAS K I.INHAS PARA MACHINAS.
A Madresilva acaba de receber um com-
pleto sortimento deagulbas e timbas brancas,
de cores e pretas para machinas, dos fabri-
cantes Grover d Bakr's, assim como agulhas
'de todas as qualidades e linhas de seda para
bordar o para crochet, ricas capellas com
veos e sem ellos para noivas, filbranco com
bonitas ramagens e com 7 palmos do largura,
fazenda especial: s na Madresilva.
Rico sortimento de flores de laranja om
ramas e sepas, de todos os tamanhos, para
enfeites de vestidos de noivas.
Rico sortimento de coUarinhos c punhos
bordados e lisos, de linho e algodo, para
homens, assim como chapeos de sol com
casto do marfim, e outros muitos artigo*.
TEM A MADRESILVA 'W
bonito sortimento do jarros, castgaos con)-
pingentes, garrafas e copos para espiritos.T;
frascos, garratinhas de diversos guatos, pro-
prias para toilettes, assim como acaba do re-
ceber um completo sortimento de espelhos
de molduras douradas, de todos os tama-
nhos, de 3 a 9 palmos de altura e largura
regular.
A MADRESILVA
acaba de receber um especial sortimento de
luras de Jouvin, brancas, pretas e de cores,
para horneas e senhoras, assim como tam-
bem para meninas e meninos de 3 anuos
para cima.
BONECAS.
Rico sortimente de bonecas de todos os
tamanhos e com rosto de cera.
BORDADOS.
A Madresilva acaba de receber um rico
sortimento de bordados em cambraia de li-
nho, Cazando inteiramente novidade neste
mercado, sendo babados o entremeios.
Finalmente a Madresilva, alm dos arti-
gos que vos faz mencao, tem outros muitos
que enfadonho seria explicar-vos, por isso a
Madresilva espera que vos digneis" visita-la
mais a miado, a qual vos osar sompre
grata. ______
MACHINAS
DE
COSTURA
Cbegaram ao Baz-ir Universa! da rn? No-
va n. 22, om sortiraeoio da macnioas ?ara
costura, das melbores qualidades que easte
na America, das quaes moitas j s3o neto
conhecidas oelos satis autores, como sejas;
Weller & Wdson, Grover dt Bolea, Silea-
C083S, V/eed e Imperiaea e outros muitas
que coro a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a flBUgOB da 3.er
o trabalho que trala cwtuMras podem
fazer diariamente e coze eom lauta per-
feic3o cono as mais penurias costnreiroi.
Garanle-?ea sua boa i}oa'>t!*de e..<;na-se
a trabalbar com perfeigo sosdwNM da urna
hora, e os precos s3o t3) mia los que
devano agradar aos pretan'terxe*
Pede obter em ponco lempo com o oso do melbor dos licoresa affamada
HESPERIDINA
Faz^oilo anoos qt conhecido este precioso tnico, e difcil achar orna peisoa
que, tenilo experimeni?do pessoalmeote, no falle em seu favor, j como fcom estomacal
e apetiaador, tomando cm cliz delta antes de jantar, ou como faciitador da digestlo
tomando-se depots.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nJo ba um s habitante d> BRASIL (a trra
especial das lara^jas) qoe uo coabeca as prosriododes medicinaes da donrada frocia,
ora bem, a J
LABANJA AMARGA
em seu estado natural tem om gosto ponco sgradavel, e o mrito da Hesperidlua con-
siste en retar snas boas propriedades, e ao asmo lempo apreaenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL ote tem oada qne irr^ar 4
melbores Hsportacces europeas de catbegoria seoielbante. Estas, qoando moito, podear
ser gostosas, porm a Hesperidina o a combinar,^ perfeita do
I
4
.
GRADAVEL SiDDAVEL
Para prova de qoe om artigo no qual pde-se ter inteira confianza, por ser yvto
e innocente, baata dizer-se que fui plenamente approyada e autorisada pcl'
JUNTA DE HYG1ENE
do Rio de Janeiro, permittindo sna livre elaboracSo no imperio; c*3'.ri
llO V PKOV.%
... a acceitaco gara! que tem em todas as partes onda apresenuda. Sm 1^4 aatau-
i,leceu-sa a primeira fabrica em Boeoos-Ayre; em 1860 a segood* em Montevideo ; o-
no dia da chegada de S. M. O IMPERM)OR ioaogaroo-se a fabrico qoe actcalmenta
trabaiba na corte. Em Valparaizo e em toda o cesta do Pacifico tes boa acceitaco,
asi qoe rara a casa qoe considera completo seo aparador sem orna garrafc de


*
*
Lhmatm Prrea fiidin
libra3 sterlmas : a' ra ilo
Crespn. 16. primara andar,
fi!?AL SEM SE60ND0
Cihegararo agulhas para uoacf.wa, 4o fa-
bricante Grnver A Biker. Dl a 5000.
II RIVAL DO Kfi
\m do Harqnez de iisnik)
n. SO .
Teai para v:ader sefaiotes otojeetos ahaixi
mocijna 3?jao : Coqi moderos a 200(>. p*e*s ?a eo-
iremeios bordado* dadivaira lar?nrai> a 500 rs
1uias i eo'lirishoa a linho a iJ3M*. rt :>? mu
fie a 5*000, iecijos pan aigibetra a 200 ra. tKja
faieiiiia, linhas de carrit?! i--. jardas a SO rs.
la para bordar a 5*000 Mira, iroet mi^i.
de sndalo a t5C0, iaicpar.nas i 6C rs. a duna,
caixas com sape aasn.iOe a &)0 rs. ditas ceta di
'.o superior a 700 rs., entrones a 400 r. o Me-
to, b jtioas nacioua?1 para h meai a iiSO. focos
para enancas a I500, agu has 'raacezas a W ra
o papel, saboneies d alcalfii a 500 rs. ama ll >-
rida verdadera a 11200 a aarrati, d'tt iafenort
l000, frascos com sndalo % 1*000. lina coa
Oleo philecome > 800 e 1*000. ditos on: dito ba-
bosa a 30 rs. ditos com agaa e eologna a 240
e 400 rs. pe-jas de galops brauco para ecfeites a
vestido? de enanca, a 400 e 50) rs.. mansos com
i2 pe^as de tranca branca a 240 rs, finos com
ditas .1? coras a 320 e 400 rs., tai:a; de pampas
ros seguranza a 240 rs. a a grr-sa a 24400, j. u-
tres muitos artigos, que para aao toraarmo-aos
en'adonhos deixaiuos d^ nieccoaar, os ijaae van-
dem-se haraui' para ioabr.
Lzinhds para ve^tido a 320
rej3 o covado
S na rna Je Duqua de Casias o. 60 A, catr'on
ra do Q). lirado, luja da esquica, de Sent da
Silva & C.
Engenho S. Matheus.
Vende-sc uoi eagcoiu) d'a^ua, inoente e corrento
com muitas boas obras, meia legua distante da vi.i
frrea, estaeao do Gamelloir, pelo mdico pre^o
de 16:000OO, didlieiro vista. Tauriiem vnde-
se dando O.OOOOOO vista e dez dividido em
cinco pagamentos ananaes, sendo que as lettras
descontadas a 1 / ao mez, iiroduzam os dez cantos
de reis: a tratar a raa do Livramento n. 19, l.
andar.
Vende-se tres pretos, sendo uin de
nos, dous de 40, um destes tornero :
na ra de Hortas n. 96.
25 an-
trata-se
Cheguem qiianto aules!!
a bow i ;;siiiih :;sooii
Lindos chapeos campestres, da ultima moda,
para senhora, s na ra do Duque de Caxias a.
60 A, loja da esquina, de Behto da Silva 4 C.
Aluga-se una escrava para todo o st-nico d
urna casa de familia : tratar na ra Primeiro
de Marco antigamente do Crespo, lo^a do Passu
junto ao arco de Santo Antonio.
LIQUIDAg\0 DE CALCAS DE GASEMIRA
0 Pavio tem nm grande sortimento de
calcas de casemira de todas as cores e qna .
lidades, para todos os precos, e desejaodo
moito liqoida-las, resolveo vende-las por
om preco muito em conta, para diminuir a
grande por^So.
CORTES DE FUSTO PARA VESTIDOS A
3^000.
O Pavo vende cortes de fusto branco,
teodo 12 covados para vestidos a 3^000,
pechincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
60000.
0 Pavo veade bonitos cortas de cambraia
branca transparente, com bonitas vistas t
la veres, proprios para vestido, teodo 8 va-
ras cada corte, pelo barato preco de 65000,
pechincha.
LENCOS BORDADOS.
0 Pavao vende flmssimos lencos borda-
dos para mjo, sendo de fioissima cambraia
de linho ricamente bordados, fazenda
qoe semore se venden a *8C e tyfOOOe
llnoiH^Zi hnr a tar ttitn nm mandaL Aeham-so aJguns, de AUm *iframz, em muito
Uqodt-ee por se trroito orna gModej.^ w e ^T preC0J baratsimos; na ra da
compra l$6We 20000 a doa. Ijfmpemriz, loja n a
Radical para
| e6cr0fclas, chacas amigas, ulceras,
Feiudas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
[POSTHEMAS, ERUPCOS, HERPES
Implngcns, Lepra, Tlnha
e todas as Molestias da Pelle
| RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITIGAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
As molestias Syphiliticas
e as
I Febres amar ella e Typhoide
TKATIMKVrO
PELO
VINHO
DEPURATIVO e RECONSTITUIRTE
S Dw DELOR, de Pars
| DEPOSITO 4, boukvard St-Martin. Paris-
Agentes Geraes para o Brazo..
F. RODDE (ao grande mgico), na do
Ouvidor, 118, Rio DE Janeiro.

Vendc-.se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
que flea entre o do commendador Tasso e o do
uesemharpador Doria, com-casa de vivenda, d fTe-
rentes arvoredos, grande baixa de capim, etc.,
dando os fundos para a estrada dos trilitos urba-
nos ao pe da estacan da Jaqueira : a tratar na
rna do Amorim n. 37. :
Livros de preparatarios.
MOLESTIAS oo PEJTO
HYPOPHOSPHITOS.
DG D! CHURCHILL
XAHOPE Di HTP0PH0SPHITO DE SO&A
XAROPE DE NYPOPHOSPHITO DE CAL
PILLAS DE HYPOPHOSPHITO OE QUIHIHO
CHLOFOSE.CORES.PALIDAS
ROPE DE HYPOPHOSPHITO DE FERRO
PILULAS DE HYPOPHOSPHITO OE MAMANcSIA
TQSSE.BBONCHTTS.ASTHMA
PASTILHAS PECTORAES DO 0' CHURCHILL
Ejtigir nsr os lampes o (rasco quadraio
o Mi toaos os productos a assignatura do
b' CHtTRCHILL, c o letreiro com a marca
de fabrica da nharmacia SWNff. H, ra
Castigtitu. PARS.
Caidira* oraturisa com a-snw aa piicaua
t0|009 cada urna ni caes do Apollo, arma-
:em de Tisso IrmJos 4 C
VENDE-SE
o sitio existente na travessa do Remedio, frogue-
ziadosAfogadosn.il; hjc becco da travessa
do Remedio n. 18, em chaos proprios : quem o
pretender entenVse com o seu nreprietarto, na
ma do S, Prancsco deita cunde do Recife, cmo
QjUeta.yai.pnra a ra Bella h. tO._____________
Va bonita figura : tratare na ra de Hortas n. 9.
UESKMM^


O bomem velh* toma Hesperidioa para obter
0 bomem a\m toma Hesperidiaa para obter
SAUDE


O bomem debtl toma Hesparidioa para obter
Nos bailes as Oonzelias eos mocos tomam a riesperidina para obtef bei cor e
UflaOgSo daraaie os loucos gyros da
BARROS JUNIOS dt C, rna do Vigario Tenorio n. 7, T andar, recelwam e4
graafc especScc, e veodem-no nos depsitos segnints :
Hotel de i'Uaivers, rna do Commercio.
Z-ferino Caroeiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, rna da Cadea n. 2.
Aniooio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires dr C, caes 2 de Novembro.
Gomes 4 Irmlo bote! da Passagem. ______
NUVIDADES E PECH1NCHAS
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA
LOJA DO PAPAGAIO
Tendo por mestre Mr. Charles L&urenl
EUA DA IMPERATBIZ N. 40
Meudes 4 Carvalho scieotieam ao respeiiavel publico, (joe acabam de receber jo,
completo sortimento de fazendas finas de todas as qoalidades, tacto de 15a coco >.U :
nbo, seda e algodao, o qce ba de mais modernoe do melbor gosto. e portanto coo'-^
dam as Exraas. familias amigas da ecoDomia do mestica, a vtrem ce maodarem na LOi
DO PAPAGAIO, e verSo qoe compram fazendas bonitas e baratas por menos preco q'
jamis comprarlo.
COMO SEJAM:
Granadinas de seda de urna s cor, lar- Chitas francezas de todas aa ooalttoOt,
gas a i 600. ; de 320 rs, al es crelones de 560 rs. o co-
Poupelinas sarja Jas de furto cor bea lar- vado,
gora, a I^OO o covado. Cortes de cas.1 a brancos bordados co
AlpacSo de cores com listras de seda para | babados de seda de cor, e branco, e ootr-ji
enfeile, a 3G0 rs. o covado. bordados com listras.
Uazinhas de cores, em grande qnandi- PARA LUTO.
Kerosene
de primara qaaridade, -marca DevOes, venlero
P,arefada-CiiaaaI,raMi)s, rtix -o Harquez d<
Cfcna n. Jl, I* andar. ,
de, de 320 a 500 rs. o covado,
Cscheaez francezes para senhoras e me-
ninas, a 3000.
Crelones fraocezes para coberlas, cor fixa,
a 800 rs. o covado.
Aipacas lisas e iavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
- bertas de fusilo de I e de entras
qaalidadts, brancas e de cores.
Poopelinas de seda, de flor e de qnadro
a 15800 o covado.
Pegas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas. ^
Ditas de cambraia adamascada com O va-
ras, a I5000.
Saias bordadas moito fhas de 4 e 5 pan-
nos.
Batoes de cbita e de cambraia a 2000.
Nansouks e baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas qnadades de iSasiobas e alpa-
cas em retalhos, par"Vdos os precos.
Bramantes de linho para lences, de 25200
at 45000.
Dito de aigodSo muito largo a 15800 a
vara.
Algodao largo para lencea, a 1*300 a
vara. '
Atoalhado adamascado de linbo e algo-
dio.
Espartanos de linbo fines, de 34000 para
cima.
Lazinbas largas com listras de seda, a
800 rs. o covaao.
Madapoloes ogltes e francezes de 5)9000
at 125000.
AlgodSo8inho de todas as marcas, diver-
sos presos.
Bareges com listra de seda, a 500 rs. o
covado.
Cassas' francezas de cores fizas e lizas
com barras, os padrees mais bonitos qoe se
teem visto.
FORNECEM-SE AS AMOSTRAS A QUEM" AS EXHIBIR
FREGUEZAS DA CASA.
Veos de fil de seda pretos a S000.
Merinos para vestidos, bombazina, can
13o, alpacas, laa:iahas, crep, cassas e cOi
tas, tudo em qnaalidade, e pafa dner*
precos.
Grosdenapies pretos, de IJ00, 250':O
25500 at 55000.
Seda preta com listras .aosetinadas p< in-
vestidos.
Cbapios de sol de seda para men^js.
4(JOtO, e furados.
Ditos para bomem de I0#6C0 at 20*o
Ditos de alpacas de cor e preto, pan di
versos preces.
Tapetes a*elludados desde os ma.: pe-
queos at os maiores.
Damasco carmezim para colchas, o m-
Ibor.
Pannos de croch para cadeiras e a.
pbs.
Cambraias victorias de todos oo neme
ros.
Ditas transparebtes iog'.ezis e soisaai, con
a '.arpera de tarlatana.
Fil d<* linbo e de seda, branco e pretu
liso, de salpico e de floree.
Camisas bordadas para eenbora, de di
verso precos.
Meias para senhoras, das mais inferiora*
at as mais ssperiores qae teem appare
cido.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento le montn om.
officioa, e qolqaer homem qqe quizer vta
tir com gosto, achara mona 'vanedade eoc
camisas de cores, paones fiaos e casem ra
o melbor que ba ao roercao, roopa /.'.
em qnantidade, assim com) camisas frae
cezas e inglezas, lisas e bordadas, cerooia<
de I nbo e oe algodao, meias, coHaridbos es
grande qoanlidade, gravatas de todo* o
feitlos, camisas de tseia. em sorotta ocoo
tra de todo qoe p eciaar para veltlr o
rosto e elegancia.
E OS FIGURIN09 AS
Boa acquisi^o.
Vendem-se as dua casas, ra do Viscon
de do Heh-al ns. 81 e 89 : tratar na ra da.
Senzala Velha n. 106.'
.....--
Borracha,
Vende-se borracha da melhor gualidade,- e es-
pecial para Urnas; aa raa da Concordia a. 27.
Silgar Wafers.
(Vanilla)
A ntelhor lx>lactnla at boje
para cha, romo para dietas : vfide-se .
ariadoCaaipos, r^do'topoWiora.*
i, -

cooiidoidarnsAo
ntffbufei-
A.-.,..--.
s


1.


I
-

Diario 4e Praambuoo Qufoto, feira 1* ft Hkii&ro 873.
Para ju noivas
?SRiqaiiin'8'*i*/|e>l3teni, e?-IM* de evra, re
que- diimacrritpanuia Wo,as ce 4,, i,j4o espe-
cial novidadi) e toalbor aieoda que lea viudo a
este mftcado.
Perfumaras
Nesfeini|fo nSo prefi'a lar explicares, basta
ditera (g fabrcame? John Gsineill, Codray,
Labiq, Himi i| Lcyrand ; estti parfuroariag fe>ta
wz vieram < m vasus do modello uto, e que
pela u ele ja Jeta se toro ja proprioi para om
imdn preiente.
Trancas e franjas de seda
branca.
De(a re 3 s^rtlmelo velo magnifico, fazenda
mait. boa, modlica nov-,s e de tedas as larguras.
Bonecas de borracha
Destaa boceis vtio p jj tamanbo.i.
Diademas
Liados e de nottellos notos, reto cin?a mnilo
boa.
Quom duvidnr venha \rer
Decedidasente a Magnolia i ra Duqoa do Ca-
sias n. 43, ce vencer ios seos amigos e fregu-
zas, de sm f: "iioiaiidade era correspondentes, na
(arl in.-iis elegante di mundo ; agora mesreo o
ultimo va;.or ebegado da Bnropa-trooxe nma par-
te de maa eucorameudas para o tempo de fasta,
constando do sej^aiotc:
Para o bello sexo
L ndissrraor brtoecj, alnetes, crutes, pulseir-s
v cae i'fias dt Wruruga ordartas a oure, assim
como t> mitos rampus com pe rolas e oatras pe-
ora- par a cubeca : a Magnolia solicita do bello
.-eso, que prima sempre no chiqae e na moda, que
venha ver e....
Luxa e bom gasto
para enriquecer e ilJfiuutMi' nm safe vierara
liod i* jarros ti j.irdmeiras de porcelaaa junto Boa
v t<- au0s modeltcs ioieiramente ovos, com
i-nlo* praMUaM em pamos de ebroche* o.ra sof e
cate.ra.

avtrtaeira eervej Bavfefa, Batea bac-
ar, desapertor qoalidade : vendem Tasso Ir
urt C aso sn armaxem da ra do Aaorim
COKTTeACAO
Vmqiiru
Ifllf
aiiEiTunsMns
uts
u.
=^ 55 Bd Sebastopol
S*2iaC0M0 OOSE PURGATIVAl
^j tomal-asa!>0ita/)s[\
'Xgomo dose refrescante
IA.fnr "<.
DEPURATIVA
**" sai; DE
Qual?
O inoro chine b e da moda qrwo apreciara
.. :. a linda purni.-, i de martim, madreperla, oiiro
f plaqnet, consa 'indsima e dentoide especial 6
auoca viole a abo de imrhiH tintala* irottKao de uucotbo
com ca > di rtv.ilreperola, pir certo nenlinm dei-
tari de r Uj. da M.if;noiia ra Duque de
Cala* n. 43, es:o!her qualqueT estes objectos :
cao caro!
Novdade.
Hicos ckupi'.is para saibuca, k palba 4e ftilia
' de se4a,T*usa intuirameifie nova neste raorca-
ilo : s s(enf l'Hg 1&T. ellas ante!, pie se .icnbem
(ianisHs (le liaiasiii.
A lojft da Tin quea a scebeu um lindo sorti-
mento Be camisas ck' |,hantisia. propasas para
bailes* itarthlai: ra--Jo Ilarao da Victoria n.
'), anppi rna Nova.
D.
Do
Antonio reireiiado*Sivfiia Maia tei* fiara vi.-n-
ilerea sea estabelecimento ra da Senxala-nova
n. !, cbini'llas para hornees esenhoras, tamaiiros
: BapaJos de irania para os mesnios, borrarha.
para.limas, laib>d%SMMVMa1 qualidadea. por pre-
o cuiumudo (mi" ux tindo de sua eolia piiqira.
Vende-so m.iito barato hu piano de mesa,
l'ioprie para menina aprender : na raa laiyadw
Rombo n. Mi, l.ndar.
Ca
UTO.
Vetde-se un cuto novo eorn ;i cavalBos ami.*-
iraHi 3 : a trat;.r non o Sr. Cirino Carreiro, na
ilo Hospicio n. 1, lagoii enlrada indo da matriz da
Boa-Vista.
Vende-se um pirno l'iancez em (tcil-iio es-
tada de boas voes e.muito ponco usi*. ein co-
lijo 1 sof, 12 i-adeias de vinhalieo e outros ejb-
jeetts: ra VeJia da Btia-VisUi n. 9
Diadema c iderecos de ma-
di*eperola.
A i. ja da Agnia hratira i ra do Duque Pe
l^ixi;'.- n. 90, reoebeu urna pequea porcao de
ladt'Hias e aileri'eos de madreperola, obra* de
apneado godo.
Formas de Ierro
para porgai assur: vonde-se na roa do Mar-
piez de Olimla n. 4, arma;:ein de S. Barroea.
CASSAS FlLlNr.KZAS.
O Pavao vomlc honitis caasas Irance/js
eom bonitos padres, o de umita pbaatasia
pelobaratissiino prego de 2i0 c 280 rs. o
rovado, sendo n/.cnda de muito ninis diidici-
ro, grande pc'-liinclia, naloja do Pavao.
BL'RNLS A 16*000."
O Pavao rocefteu polo ultimo paquete da
Europa, bournusdos mak liados gustos que
at boje sao conhecidos, e em relaro ex-
<-essi\ abarateza, rjrrVitlaa>se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim admiraran o que
ha le mais novidade ueste artigo.
COBTFS DE CAMCRAIA A (^000.
O Pavao vende cortes de camliraia branca
com listas e lavores da inesma cor, tendo fa-
/i-ndi para u:n vestido, e veale peloiatcato
preeo de G-^000, por ser grande peebinclia.
Ditos muito finos coiubabadinbos branoos
bordados a ?0ii0.
Ditos ditos com listas de Cores a 4?00Q e
:'*000.
Ditos de camliraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 99000. I'.' grande
pichincha na lija do Pavao.
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
DB
BABTHOLOME & C.
34Ra larga do Rosario34
GIlEfiOU
0 bacalbo da Noruega, em caixas e meia<
ditas : no caes da Affandega n. I, armatem de
Tasso Irmaes & C.
TMIM"
Ra Duque A Agu Branca sempre arTeita a vtider o bjm,
e Duoca esnnecida de bem servir a sua constante
frt gneria, ifm continuado a mandar vlrcbjectos
de sua Bcommenda, e agora mesmo acaba <1e
receber um bello sertimeoto de especiaes perfa-
martas te Lnbio, coja s perioridade e^ta ao co-
obecrracmto dos amdores do ben.
Rita reeebea nnis :
frteos grandes e menores com superior aps*
de Leonia.
itlem ideiu com agua de Labio para toitet.
'letfcis, et?. etc.
Ilem idem-com superiores exiractos, cejes fl
nos e agradareis odores sa^fscolhidos a gusto.
dem l- ib i'-iie virginal para sartas.
dem com lee de rosas brancas tambera para
ardas, pamos, marcas de espinhas, etc.
Idam com extracto >fe-quinquina paraconser-
vago das^eogivas.
1 'em tsm pomada p*riloeome.
Vasob de porcellana com extracto de pomada.
Outrof; com c?!d cee para amaciar-e refres-
car a pe?!b?.
Cosmetiqoe, pastilfc ^s fumantes, etc. ele.
E bem assim manes ouiras perfumarlas dos
bem cenhecidos fabtkwntes Piver e Cssdray.
Flores finas.
A-tgui branca, Tua do Duqae de'Caxia?, re-
cetwt: mui finas Gires em ramos e resas para ra-
bee.
Meias brancas listra^as para
sen horas
A agnia branca,^ rn do Duqae de Caxias n.
50, receben por raostra nma peqaena qDannda-
de de meias brancas coro lisiras lafc-'iem Draceas,
gosto inteiranxmto-novo e boa faiesda.
Outiteri f aooesa.
A agnia brauoa, a ra do Daqce de Csxias n.
$), reeebea novo-sortiment de tinas tesooras de
a de diversos Uwnaaios at um patn. A polidei
de taes obras faz bem conhecer a sua superiori-
dad*.
Cartas fifias para" voitsrete.
Na aguia Branca, a ra do Duqo de Caxi:s n.
O, encontrarlo os preiendentes fieas cartas fran-
cezas com benws douradas, e entras a precos
maia baratos.
Brlnquedos
de boreacha para crianzas
A A;uia Branca, rna Duque do Caxias n. MI.
receben um Mo sortimento fie "btioquodos de
borracha para naneas.
Bonitas
S'- linhas e ti;itrios bordados
A Agnia firafica, roa Duque de axas d. 50,
reeebeu bonitas golibhas e imuhos bordados para
senhoras.
Hovos erques oom tecidos
de sed
A aguia branca, rna do Duque de Caxias
n. 50, reeebeu nica pequea pero de coques
de leeido de sed?, os quaes pela novida1e e boni-
tos moldes, provaveliueote se aclara > log?, por
IMO, a t-es Exmas. apreciadoras do bom.
CHEGOa$PMI A FESIA
MAIS BARATO POSSIVEL
MAK BARATO POSSIVEL
N. 7- Ra do BarJlo da Victoria oirr'ora ra NovaN. 7
Calcado francez, perfumaras, planos, cstplhos, qulnquilha-
a-las de |ihan(azla, moblll >s de vlme e hrltoqnedos.
E^teestabelecimento esii rfcebeodo oaj 6 por t-doi osVapores tomo pelos navios de tela
que esto ebegando da Europa todas as soas eucommendas pira o grande e i xplendido sortlmenk) da
fasta, e t-ITerece aj pobioo un gra, por precos mais t-arato possivel as artigue segeintes :
Galpado francez
Ito'tinas de luxo e phantatia, brancas, pretas eilo
difffrenles corea, lamo para teoboras, como pa-
ra meninas.
Sapailohos com salto no ricor da meda, braoces
e de cores para Wjafcoras.
Botinas de Mell, de Suser e de ?o!ak, para b-
rcens.
Sapatos de coidavJo Milier para hmeos.
Bolinas para menino de qualquer laranho.
Botas e meias b tas de rauntaria o melb->r possi-
vel para homeos.
Perneiras e treiasperneiras ianlt para Inmens
como para (necinos.
Sapaides de Snser, para homeos e menino.
Sapaios de vt-rniz cem salt-i para h^-mer*.
Abotrnedos de mnitas qnadades e. predas para
meninos e meninas.
Sap-ates de vernlz com sola de pao propfto* para
sftros, jardins e bactios, sortimento para horneo i
sen horas.
Sapatos de tapete, c*emira, charlot svtiiudado,
de tranca portuetiez e francez.
Perfumaras
Rengadas de fcxo, cana, coro casiSet de BuBm-
Bengalas d versas tat grande seinmeuio para ho-
rneo.' e meninos.
QhfcoRcbca de baleia e de mnitas qn'lidades di-
vfrsas.
Esperas de larras* para saltos de bous.
Pooieiras de espuma para charutos e cigarros.
Feotes de tartaruga para desembarazar e para
baft*.
Ort's d mafS! muito finos para Kmpar eibeoa.
Esci-vib para rVapa, cabello, unruis e para deatas-
Gai(iiibhasde.OMdreperola (ara dinbeiro.
Meias paia hmeos e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para rmmens e
metiinos.
Campantiias de mo'a para chamar criado.
Ji><.s da gb ra, de dama, i'e bfgalellas, de domin
e i iiirs tcuuof differeoies j guilbos allemes e
fraocetes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de irar e cami-
nhos de ierra.
Mamaeiras de vidro de dar leite mui Ucil as
enanca.
Arg.-linhas do marfira paraos criancas morderem,
'bom para os'dentee.
Ber\'os de vimes para embalaacar criancas.
Cotinhas da vimes para braco de meoinas.
Finos extractos, bachas, leos, opiata e j-s den- Garrinhoa da.qualro rodas* para passtios da crian-
trifleie, agua de ll->r de larania, agua de loiltt-1 ca*.
te, divina, & rida, lavacde, p*s de arroi, abo-; V*n>rianas transparenies para ptrtae e janellaa.
neUs, cosaoericos, muitos artigo* delicados en {Bomberos trinsparentes para candmros de gaz.
perfumara fiara presentes con frascos oe ex-1 &(ereosco(ios e cosmoramas com esculbidas vistas,
tractos, eaixMlM surtidas e carrafas de difieren- i Laoiernas racgkaa com ricas vi-la de cores em
vidres.
V (iiid("-se
nma linda casa rolcidr. de novo, revestida de
azulejo na frente e pintada rom gesto, situada na
na Vidal de .Negreiros (antiga Cinco Pontas) n.
136, defronte da cslaco de & Jos', teoo un
graude quintal murado que deita para a ra das
Carroeas, eou pnrtao novri. Esta casa 6 mui pro-
pria para qualquer estiibeleciinento commcreial,
ior licar, como se diese, defronte da ostacao de S.
-los, e tambem pai-a um hotel ou morauia, |>or
ser mui li'eso;, sein casas defronte, pois que, est
ni um largo ou praea, tal vez mesmo convenlia
eompanliia (azor una estica). B* fi'a de duvida que as ca-
sas situadas naqueila rita, boje urna das primeiras
em nioviinoiito euinniercial, em bem poneos an-
no5, tero um valor duplo, logo que a nova estra-
da de canffnbx'id-' ferio, inangnrada em Una rro
ilia 13 do transaco, se cntronqiuo cornada Ba-
bia e com os raiiiacs ora proiecto. E* pois ama
'xeeilente ae(|uisir"io a iv erida casa, aida mes-
mo para qneir.. a ijueira artigar tara um hotel,'por
nm preco que coivfri de corto ao comprador; e
ue M Ihc dir jual o nome ilo pretcndijnte,
ando assim uni.eiaprego vautajoso ao seu c&p]-
ial, eom seguranca,o aufe;ir un) libero que nao
ober em rjulquer estabelecimento twiucario ou
urapanhia-: trtritar barrita Nova n. 42, loja.
Venderse
Urna boa casa terrea, chao proprio, servlado
rarajamiha, ?ita na ra das Crioulas (Capuaga.)
Venw se tambeiii parte ile urna gutra casa .ter-
rea em chao iwoito: sita na rna da ventura jCa-
uunga): a^tiataj' na ra prhnair o 4e arel) n.
4TTENCA0
m
Vende-se nm escellente cofre com secre-
to, obra feita Da trra coro imito, segorao-
ca: a tratar na thesotiraria das lotera?,
ra Io de Marco p. 6.
es lamatihos c'agua cecoU quaii.ta,te*s bem conhecidos fabricaoits hvtr
e Coelray.
Piaaos
Muito feoc< piano- ortes !e t-l-gantes ro"del. dos
mait nosaveis e bem cnnhnrMus iabr'ctntes
Atprinns* Blondel, Mein Her, Pltyet W^S &
C t fimrd.
Mobilias de vimea
V Iros avulsos para cosmoratoas.
Globos de papel de ctres para illominaroes da
le*8.
I Baioe. atreortaticos de papet de seda mni iacil de
siibir.
Encerados bonitos para conservar^ as mesas de
Jamar.
Machio*s de varios systemas para cafe.
Rsramdores de pal-a e e peonas.
Tetoutiatoari a caivetes Ooos.
Tapetes com vidrilhos para maogas e laoiernas.
Chegou ama grande ffflrra com amostra* -de ca- ITinieives de louca branca, modelo bonito boro.
deiras de bal 1050, de fciraeo, de guarnioses. so-1 Tiras de molduras donradas e pTe'-as para qnadros,
as,,jirdioeiras, ine^a*, conv'ersadeiras e coslu- Quadros jpromptrs oom pay^ageos e pbaatasia.
rer-as, tudobto maro be/11 p.r serem fortes e Esismpas avuisaa da anlo.'paysagens e ptianta-
lias.
Objectos de mgicas "para divertimentos em fa
mltia?.
HeaJejos pr quinos > veios com lindas pe^as.
Waalejos harmnicas ou aenordioos detoios os ta
aaobos, e ootros muitos artigos de quinqailba-
ria> difficeis de oencionar-se. 1
leves, e M mais proprios movis para *altas e
gabaeles de recreios.
Quinqnilharias
.*rfgos de ditfereiKesi gestos e
tkant:izta.
fispeios d jurados-para salas a cabinees.
Leqrps para seahotws e para meninas.
Lnvss de Jouvin de lio da Es:ocia e t!-? camurca.
Corintias de costara ornada com musxca.
Arbuos e quariohoe para reirams.
Cancinhas *om vidro de ugrijentar.retratos.
R:versas obras de euro b >m de lei garauido.
Coprectes da plaque mallo bonitas psra relogios.
fisiocos a imitaco* botCes de punhos de-plagu
Bolsiolias e cofres de seda, de velluoo e de c-uri-
nho d9 cores.
Novos objectos tJe pliantazia para cima de mesa e
toilette.
Pocenez de crea, 4e prata dourado, de aeo a de
tartaruga,
culos de ac fino e de todas as graduaedes.
Anda ubi ponco de -attenpSo
O dono desie estabelecimento veode semorn mais barato, n*o f porque recebe am dimitora'
sana ariigos, como pelos abatimenios* oncessoes q^e onltm d* tabricanles e commisMonarios, em
Itenco as grsod.e e repetidas encot-iinendas, assim P'< animado pede a eus freg-iezes, minos, co-
onecidos e ao public em jt IO AUMAKE7I OO VAPOR FUA^OEZ
R. 7-Rua do Barao da Vitoria oufr'ora m v JNova-N, 7
Para lapinhas
'Cal xinhas com presepios completos com indas as
jiffas, e para augmentar as laf itbas t um tuioero de ftgHrridbas, casinbas, jardms e ani-
maes sorMtfos.
Brinquemos para me-

nmos
A roaior varniada qne re pote dwejar de lodos
. os hrinqneS-is fabricados ero drTepeates partes
da Bnropa para entratsnimeato dw ciuocas.
N. 28 Rna do Barao da Victoria N. 2.
Anlonio Pedro doS uza Soar-as.r-'eeheo uta lindo e var-atl. s-tetimento da objectos
coaao sejam : hodafi caixinl:a.deoadeiras com exiractos'esabrneies. bolsa?, itrdenpesa-
veie de couro da fiassia, para senboras, potes e catongas om tanta dos meltores perfa-
tnistas e mudos oijectos absixo declaradas, os quies^eade por presos fesumidoj.
Sao lia mais cabellos
brancos.
Tinturara japoneza.
Sd e cuica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito prin-
cipal ra da Cadeia do Recite, boje Mr-
quez de Olinda n. 5i,-!. uidar, _em-to-
das as boticas e casas de eabelleireiro.
TjIis IVancezes sextavados
De 5-NNNI a 5.rOOO
o niillaeiro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os mclhores e os mais econmicos
pola sua barateza para ladiilliar os pavimentos
terreos das casas, porquanto, pouco mais costan-
do do qoe os feitos no paiz, sao, sem comparacao
aiguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custam, alm disto menos da
decima parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de dinerentes mosaicos, os quaes nao ostao
certamente ao alcance de todas as fortunas, e so
sao eiupregados e proprios para as satas prinei-
Saes. Alm da vantagem que ha no emprego
estes tijolos para os pavimentos terreos c casas
de c;uniK), tem estes anda a de serem os meiho-
res e mais proprios para ladrilhar cozinhas .nos
sobrados da cidade, atiento a sua solidez e pouco
Seso, estando mais que prosada a conveniencia
e seren assoalhadas as cozinhas todas de lijlo,
e niios a.parte junta ao fbgao, no que at as
eompanhias de segaros se deveriam interessar.
Vendem se nos annazens de farinha de Tasso Ir:
niaos & C, no caes do Apollo.
CARNAVAL!
Borracha tara limas.
Vende-se borracha de primeira qualidade para
limas de cheiro, nos seguantes Jugares : na phar-
maca Central ra do Irrraerador n. 38, na mes-
ma roa n. 22 e no pateo ca matriz de Santo lAn-'
tonio n. 4, por preco razoavel. ^m
Galheteiras doaradascem extracto.
Dozia de talherts Bbo de viado(a
mit*co) a
dem idem cabo de oseo II con
ioqne a
IdcRi idem idem H Gnoo a
L'vros para notas a 30 e
Abotoaduras para collete, grande
variedade a
Lamparinas a gz a
. Caixa de linba com 40 novellos a
Groza de be toes de 0so para cal-
;i a
Dozia de dilos para eefeitar vesti-
dos a
Resma de papel pautado e l70 a
30000 40000, e
Caixa de papel amizade muito
oom a .....
Ilem idem beiradourada a
dem de envellopes lios de Per-
siana a
dem idem a 400 e '
Duzias de baralbosfraccczes canto
Jourado a
dem idem lisos a
N0V1DADES.
Redes enfe Hadas para San hora a l8G0
Brincos com podras o qoe tem viudo
le maisgosto'.
Bonecas e animaes com corda.
Meiv-'S adercos prelcs com cama-
u a t'.'.0
Lavas de pellica moilo fresca a 2500
dem idem com toque a ^iCO
Dozia de pecas de trincas de ca-
racol a 0100
dem idem liz.s a 0200
Microscopios (sem vistas) a 000
Du7.U de per tes de borracba para
alizar com costa a 0100
Mimosos leqaes de osso para se-
nboraa 70000
Mera idem de sndalo cem Unte-
50000
dem idem a imi ac^o a 2#000
Girrafas de tinta rxa meito boa a 10000
Potes de dita ingleza (preta) a 0160
lOOe
Sapatosde trarca tapete, casemira e
cbartte.
Botinas para senhoras o pa'a 50000
PERFUMARAS.
Macos de sabonetes inglezes mnito
bons-a 600
Dozia de sabonetes de-amendAa a 20f5OO
dem idem de corsco e (lores a 10600
- Paoete com ps de-arroz moito
fino a 400 e 0300
Garrafa de agoa florida verdadei-
ra a
dem idem kananga a
Frasco com oleo rizoa
Caixa cam fi para denles a
Opiatanraitoboa a 10000 1500, e 20000
Agua de Cologoe maito Boa fraco
de 500 a 20000
Tnico oriental de Kem a 10000
Variado ?orttmto de vasos com baoba.
Caixinbas tm extractos a 20,30 e 40000
FrasGo com extracto oriza moito
fino a 10500
dem idem a 240 400 e 0500
QUINQUILHAR1AS.
Tambores para enancas, bailas de borra
cba.beecas de aaassa e louca, candieiros
a gaz, bonecas de porcelana, quadros de
paisagens, ctdadeae macbinas decostura de
Huwe.
30000
40000
o5ro0'j>olas a
0400
0200
lOOO
0500
0200
0200
40800
0600
0SOO
0800
0500
30fiOO
20500
DO
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
de Lourenco Pereira Mende^Guimares
Declara ao respeitavel publico que, tendo concluido o const r'.o qoe fez em sea
labelecimento da ra da Imperatriz n. 72, declara qoe o sortio de novas fazeodas pro-
propriaa para a festa do natal, os preces sloos mais baratos posseis a saber:
(iASINHAS A' 120-RS. CORTES DE BRIM A' 10500.
Vende-se llasinhas para vestidos a 120 Vende-se cortes de brim par calca a
WO, 360, 400 a 500 rs. o cotado. 10500 e 2W 0.
OLINUENSE A 800 RS. MAUAPOLAO A' 30COO.
Vende-se ama nova -fazenda de seda e Vndese pecas do madapolo a 30000,
linbo, por nome olindense, propria para 405O, 50000. 60COOe 80000.
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado. CHAPEOS OE PALHA a 2A000.
ALPACAS DE CORES A 440 RS Veide-se chapeos de paiba, de fe.tro a
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- de castor, para borneo e meninos, a 20,
das, para vestidos de senbora, 440, 500, 20500, 30 e 40000.
rs. o covado. ALGODO A' 40000,
BaptistaS a 500 RS. Vende-se pecas de algodo americano,
Vende-se urna nova fazenla por nome 4fOO(, 5000 e 600(0.
baptistas, para vestidos,
a 500 rs. o co
vado.
SOTANAS A 6t0 RS.
Vende-se orna nova f?zcnda de 13 e seda
por nome setanas, para vestidos de senbo-
ras e menioas, a GiO rs. o covado.
THANTASlA A 800 RS.
Vende-se urna nova fazenda lisa, por nome
pbantasta, para vestidos, a 800 o covado.
FnstSo branco a 3tO rs.
Vende-se fusl5o branco e de cores, para
B01INAS PARA SENHORAS A 50 Veoiese botinas para, senbora, a 5-5'. 00
e 50500.
ChMBRAIAS A 30000
Vende-se pecas de cambraias lisas para
vestidos, a 30000 40000 e 50000.
CAMISAS BRANCAS A 2/000.
Vende se tamisas brancas a-20500 e 20.
Ditas de linbo a 30, 305CO, KOO e
50000.
Patots de panno preto a 50000, 70000
vestidos, de senbora, a 323 e 400 rs. o co- L 8ljK)0iI# patots de casemira de cores, a
VJ?!&1S epeiras e ca- gW DfE, gJg /Jfi*
ras, a 240. 280, 320 e 360 rs. o covado. Vende"se fP,,0i de r"S 6 SS2'JS?
BRAMANTE A 10600. 5 "J"; a *f ', e *
Vende-se bramante com tO palmos de1 J*1 ue casemira pretos a 2o00, 30 e
a !06OO. 3^-
largura, proprio para lencoes,
e 20200 o metro.
.'roHiienapIeN preto a
Vende-se grosdeoapla preto
20500, 30500 e 55000 o covado.
PANNO PRETO A 11300.
ooo
a
CHALES A'800 RS.
. Vende-se (bales de laYcem qnadros e lis-
20OOO ,ras- a 800 rs- e 10000, ditos de anrino
' estampados, a 20000, 30500, 40 e 50000.
E nutras muitas fazendas que se venoe
Vende-e panno preto para caigas e pa- sem reserva de preco. na loja do barateira
litots, a 40500, 20500, 3$C0O, 40000 e'Bazar Nacional. Roa da Imperatriz s.
5000 o covado. 172.

Samuel Power Johns-
ton & 0.
Rna do Apollo n. 38 e 40
Fazem sciente aos seus iregoezes que teem
mudado o seu deposito de machinas a va-
por, moendas e laxas da mnito acreditada
fabrica de LowHoor para ra do Apollo n.
38 e 10, onde eontinuam a ter o mesmo sor-
timento do ce turne.
Fazem sciente tambem que teem feito nm
arranjo com a fundicio geral, pelo que po-
den offerecer se para assentar qualquer
machinismo e mesmo garant lo.
Os preprietarios da fundicao geral faiem
scientes aos sennores de engenho e mais
pessoa?, qne teem estabelecido nma tondi-
cao de ferro e brouze a raa-do Brnm, jun-
to a eiiaeo dos bonds, onde aprontarao
qualquer ebra de eocomraenda cem perfei-
cao e promplido.
Os mesmos rogara a pessoas que qaei-
ram ntuar se de seus tervicos de deixa-
rem as eneommeedas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Jobnstoo & C a roa do Apol-
v
o n. 38 e 40, onde acharao pefsoa fiabih
tada com qcem portara ertendar-sa.
Appirelho para fabricar assucar, do systema.
WESTON ENTREFUGAL
nicos agentes era Pernamboco a fundico geral.
Para tratar em sen escriptoro a ra do Apollo n. 38 e 40.
rii/VT1 ****&* /fl^r.'3^'C',^' -*^.-^ f*\**^ *%-^*- *^s-* *^v- -,
\^^V> irMnj Vt.l^v W^*-***'A.^' ^-A^I i&AZ^
Adereeos de bri-
Hiantes.' esmeraldas
niln- e pealas,
voltasde perolas.
5. 2 ARa
10200
10200
10000
0200
JAEROS
va cea ingleza 4 4*000
de. tasso Irmaos dt C,
E barato

---------!
I
Corles de gorgnrao para collete? de valor fie
7* a 4*.
Lencos de esguiao fino de valor de 84 a >/ a
duzia: na ra do Crespo n. 20.
Pereira da Cunba Irmaos, rna Mrquez de
Olinda n. 21, vendejn osegninte :
Vaquetas para carro e botas de viagem.
Marroques.
Gordavdes. '
Oleados, para forro de oarro.
Potassa da Russia.
Vinhe do Porto, fino, era caixas.
Chitas avariadas
Esto quasi limpa-s e sao
chegucm depressa
AR0SA3RA^CA
rna da Iaperatriz n. S6 ________
Ultimo goato
Cadelru pretas donradas e marebetadas de ma-
dreperola : oes ardazen? de Tas?o Irraio. A C,
oo caca do Apollo.
com tripas e (lebrada de
cada um : co arma:em
rna.do Amorim n..37.
Xarope d'agriao do Para
Arrugo e- conchuado -medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtjsica, brocltcs, asuma, etc.,
appiicado aMfa com ptimos resurtados no
escorbuto.
I .'Veride-e na jharmacia e drogara de Bar-
Vendc-e'
Taado>T>
Bormdia.
!ffr# brYfcha bougie; para Ku
>dd Caatiasrn. 22. ________
Ubas.6terliaas.
Vanda-sa no armaxam da fazendas de Ana nava
f. da Oliveira 4 C, roa lo Cemmarclo n. t
do CabtigN. 2 A
Acbando-sc completamente reforinadu esto e.stabek'citnenlo, e
teudo os seus proprietarios feito una importante aexpiisii.ao de
joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades sujhtu-
res, convidatn ao respeitavel publico a fazer una visita ao son es-,
tabelecimento, afun de apreciar e comprar urna joia de gostn por
pre?o razoavel.
f\j
LCATRAO DE 6DY0T
LICOR COnCENTfiAOO TITULADO
0 Sr Guyot chegou a tirar ao alcatrao a
sua acrimonia e o seu amargor insupportaveis,
o que o torna mais sohivel. Aproveitando essa
feliz descoberta, elle prepara um licor con-
centrado de alcatrao, o qual, sob um pequeo
volume, contem urna grande proporcSo de
principios activos.
0 Alcairo de daiyot (Goudron de
Guyot) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatrSo ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
comer de caf n'um copo d'agua pan obter
logo um copo de excellente agua de alcatrSo
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa mneira preparar a sua agua de al-
catrSo quando d'ella precisa, o que offrecc
economa de lempo, facilidade de transporte
e evita o manejo tSo desagradavel do alcatrao.
0 AlcatrAo de toj. substituc com
vantagem muitas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, broncbite,
tosses, catarrhos.
0 aiMiia* Cpjoi empregado com o maior xito nas molestias seguintes :
EM BEBIDA. Vm colher de caf para um copo d'agua eu dua$ colherts de
topa para urna garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE "ERNITAZ
IRRITACO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
El WBHatftei Licor puro ou com um pouco d'agu*
AFFECgES DA PELLE
COMICH6ES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
EM UUECCES. ~ UmapartcSeUc6riquatrod"agua
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
0 AJcaUro de Goyol fot experimentado tom un lerdaitvo xito %e
prmpan homtaet it Franca, da Blgica e da spank. Fot reconhecida
que, vara os lempos de calor, elle conslilue a bebida a mau hygwuca, et bretudo durante a* t$mpo$ dt epidemia. Una intruecSo etmpanha cada vxtra.
two.li. *eri *m mm, l. raiiaut, t, nalaaak
Vende-s di phannicia e nr r & C, ro Nova n. 28.


8
*
Diario dfc Pernambuco Quinta feira 16 de Janeiro de 1873.
ASSEMftBA. QEftlL ,
GAMA!a.i|DOS DEBUTADOS.
DISCUSSO HAVIbM SES5.V.0 D2 211 DSlEM*
BU O.
(r,ontinuico)
r Nem.todos sabem aminWM porque o ga-
binete contina a sin [>:.>;> igan 1. Vai apro-
' i-la c m/prot Mi) d-J banco d>s l>
U 4 ivoi-ii i lauca mi Boj dinheira p iblicos
pira a on n_>ri d'ji|i:'.i> !; I"'- N qjastio
(I archiva,' o Sr. M .dio Vi >rais diz o siguin-
tf : L.) Omve.'S;- M dio Moras, para
proras, tran'iT'vealgu as cartas, (.edi-
\ersos impivsso.-..)
Eis o meios de que os n Aires ministros se
serviam para obter apiio. O Sr. presiden-
te do conselho, respmdon lo ao nobre depu-
tado chef di disidencia, diss->. que asna
maioria fra liponas accidental : ve-se que
nem assim o ministerio > *> 1 > obter maioria
contra o- dissidmi'.w. Dirige algumis ob-
servacoes mii; a.) Sr. ministro do Imperio
acirpa do Ngci i doSr. Mello Maraes.
A moralida le do governo principio que
urna vez viola lo, o en to las as partes.
N;\o apparecem outras queixas, porque a>
partes contratantes foram satisfeits ou ti-
veram vergonhade rir i publicidad}. Nao
,-porm, s oSr. Mello Moraos quena nos
forece meios de apiv:a.;a >.
,0 St. 1'iiKsm::ntk no C jnsi".i.mo :Enun-
cio os fados quauto antes.
(Ha diversos apartes].
o Su. Gaspar Martins :9 prador nao
d vara" de trazar os fados para licar c >m-
provado mais uiai vez o systema corruptor
(Susurro.)
O Su. i'i'.s i>!..\r::vdvertc aos espoe-
tadores que nlapiiom fazor minifetaces.
O Su. Gaspvk Maktiss : Eis outro ami-
go do ministerio, que aprsenla lambeta o
se'toslemuuho. O Sr. Henriqiie Al ves do
Car val lio sustentar* urna impren-a do parti-
do ministerial. .Nao reclamau por falta de
pagamento, pois receben 38:0003. Refe-
r udu-se ao Movimcnto, eis o pie esereve :
fL diverso; irapressosj.
A.opiniao que se m uosla favoravel, era
do proprio ministerio. 'C mtinua a Untura).
l'm s cidadl cscrevia tos artigos a favor
d ) miuisterio em uin lia. 1" esta nina opi-
nio publica, em que tu lo farra, lu librio,
pira ai instituir! *s do paiz.
Entretanto, querem que vonhamos aqui,
nao para fazer censuras, mas para entoar lio-
sanas. (Continua a leitira,. Isto escrip-
to depois dadiss )lucio. Se o Sr. Honrique
de Carvalbo fosse eleitOj tambem dina que
era legitimo representante da naco. (Su-
surro).
Faz mais algumas censuras, em que se
refere ab Sr. ministro lo imperio no negocio
do Sr. Henrique de Carvalbo.
0 Sr. ministro do imperio :Nunca cou-
trato, nem se entendeu comigo.
O Su. G.VROMi Martins:O nobre minis-
tro, custa de thesouro publico,- trma
urna opinio ficticia no paiz : a custa do
thesouro creou um jornal.
Tiveram a coragem de estampar na fren-
te o nomo do proprielario: ( Rcclama-
coes..)
'O que disse o Sr. Ilmriquede Carvalbo
nao falso, verdade reconhecida por to-
dos. Bastam o.-, artigos do peridico para
prova-lo. Segundo a sua opinifio, punca
das raaos do ('reador sahio nada mais com-
pleto que o ministerio.
( Le um ai ligo da .Vfff.Jo. i
Censura estes escriplos. To insensatos
elogios s a preso d cinheiro. Diz que
vista do procedimento do governo, uo se
le pode conceder raeios. Os ministros nao
sao dignos de gerir a fortuna publica.
A cmara ser a expresso do paiz ? 0<
ministros em vez de virem receber o verdict
da accusac,o, tero apoio e dmbeiro.
cima do pailanento est a naci. Sirva
ao menos a publicida le estas verdades pa-
ro castigo de quem nao pode receber outro,
Eis porque tomou parle nesta discusso.
Sabe que os mcios do governo nao se de-
veoH negar. Maso ministerio est despres-
tigiado, s se sustenta distribuindo graoas do
thesouro. ?o tem confianca nalle. Nao
pode fazer ntnhuma reforma.
E' esta a causa da lbe negar pao e agua,
o, se possivel fosse, negar-llie o ar qoe res-
pira.
F0LHHT1M
mum u liiMiiA
PELO
VISCONDE PONSON D TERRAIL.
I'RIMEIRA PARTE
4 cnwlello tlo capadores negros
(Connuacao do n. llj.
Xll
0 acaso caprichoso, bem sabe.
Soja assim. Ma; essa mulber, morta
ou nao, veic aqui esta noute, apertou-me
entre os bracos, mordeu-me no pesclo e
sugou-me como um va npiro.
Os quatro cacadores soltaram um grito
de estupefaeco, que, .sincero ou simulado,
impressionoi vivamente o baro.
E' imposs.vel !exclamaram ellos.
Porqua?
Porque nao sabio, do meu quarlo em
toda a noutedisse Hcrmann e porque
c-sta manh ]>arlio para urna excursao pelos
arredores c s voltar" esta noute.
O baro den um grito e correu ao espe-
Iho que j tinha consultado.
Olhe !disse ello, mostrando a ferida
que tinha no pesclo veja e apalpe.
A sorpreza dos cacad(res augmentou, mas,
. o conde de Holengrashurgo examinou-a at-
^entamente, e exclamou :
N'o mordedura, urna picada 1
Depois, correndo cama, vio a ponta da
espada que sania a meio do travesseiro onde
o baro a tinha collocado, e soltou urna
risada.
Barodisse elleeslava ebrio hon-
tem noute e tere um pesadelo, at de ma-
nh. E' a ;ua espada o vampiro aecusado
pela suaim.iginaco.
Palavra de honri I exclamou o se-
nhor de Nossac passam-se, em torno de
mim, cousas to xtrao-diaras que nao sei
se durmo ou se-sonho.
J nao sonha*, mas sonhou.
Oh I con udo, parece-me sentida
anda perto de mim, sugando.me o sangue e
dizendo-me : Tetn o sangue rosado e
fresco...
Erro (! lo icura I
Masdi Ose hor de Nossac exal-
D7 o orador, *aue o sou nobre amigo,
chote dos dissideSos, levado por urna mira-
|)bd|;*ga qu" o partido conservador est
oni>, e apenas ha o impolimonto do ini-
nrsterio. Nao lgico. 0 ministerio Uo
se retira. Logo, como quer conlemna-lo
e dar-lhe dinheiro ? O orador nao pode.
conlemnar os ministras.e votar-lhes moios.
De ve procurar #emo*e,r o bstaculo. S.
Exc. est perfeilfmente engasado.
E' prffuhda ^t scsl<) dos nimos, que se
diviile n de outra maneiro.
1) un\; la lo i ulicos, amigos do rei.
De outro es contrarios. Os nobres deputa-
ilos t'iiu a lojira de sicrilicar as posic/>ss
polticas 8 caiH.i da libirdade. N> nasse
terreno os apiiaroaan.
Resta-nos a fe, a crenQa vira. Mais do
que os horneas, que as dynaslias que mor-
ren c dasapparocem, vivom as naedes, s
que sustentam a liberdade, a causa da de-
mocracia, a causa da America. ( Vivas das
galeras. Applausos. Ututo bem. Ansia-
dos. ,
O Sr. Pesir-ente : Attengao O art.
t8 do regiminto desta camira exig* que
os ospot.dihires giurdem o miior silencio ;
o ospressinunte prohibe que iatorvonham
c:n o mu, piquea? signal de applauso ou
de reproYO^io do que se passar na c-
mara.
0 art. -210 determina que os expecta lo-
res, qm pirthrbarem o silencio sejain obri-
galos a sa'iir imineliataminte das gale-
r as.
Reclam), pji, a exacta observancia tes-
te piveeito. Muitos apoia los.)
OSR. VlSCNiM- DURIO-BRANCO (pre-
si lente" do consnlhb). ( Silencio ) :Sr:
pres'ul -nte, felizmente cima do juizo do
nobrj deputa lo est o da cam ira e o da
uai;o, que ella to dignamente representa,
(Apoiados; muito born.) E' pela discusso a
que nos provoca o Ilustre oralor que ha ve-
mos de provar-lhequo elle nao tem feito mais
pola verda leira liberdale do que o partido
conservador muito bem; ; pela discus-
so que lhe prov.iremos quanto foi injusto
contra o gabinete, soccorrendo-se a docu-
oaentos que nao lhe deviam sor trazidos a
osta cmara, nierecer crdito, que nao de-
viam, p inmc essas publicaces s revelam
a paivao de quem as escrevou ? ( Muitos
apoiados ; muito bem. )
Nao com taes factos, j bem explicados
e apreciados pela opinio publica, que S.
Exc. nos pode infligir o estigma do indignos
desta posico ( Muito apoialos; muito
bem .
O systema constitucional, disse-nos o
nobre "deputado-, anda falseado ha muito
temp entre nos, porque existe um poder
irrospom-avel, que tolhea accao dos minis-
tros, que os subordina sua vontade, que
nao Ibes permittn exprimir ante o paiz suas
ideas eseus planos polticos. E que fize-
ram, pergunto ou ao nobre deputado, que
frzuratn os vossos allia los liberaos quando
no governo ? ( Muito bem ; muitos apoia-
dos Tambem curvaram-se a essa vonta-
de iresportsvel ? ( Muitos e repetidos apoia-
dos ; muito bem).
O systoma representativo est falseado,
assegura o Ilustre deputado que acaba de
fallar ; e porque o suppoe falseado, veii S
Exc. atacar noste recintp as nossas instituir
es, com a maior teraondade e sera funda-
mento algum, pois nao exibio urna s pro-
va de que a cora tenha coagido os minis-
terios, de que tenha pretem;es illegaes ou in-
^rvencoes in lebas. Onde esto principio da
respousabili la le dos ministros, e o preceito
constitucional de que apessoa do monarcha
inviolavol e sagrada i ( Apoiados. ) De
que servein estes principios,se o nobre de-
putado p le trazer para o debato a cora,
em vez d.- aecusar seas amigos o correli-
gionarios, que. tem sitio ministros durante o
reinado actual ( apoiados ), em vez de ae-
cusar os membros dos gabinetes conservado-
ress que menos lhe merecem ? S. Exc,
nos arrebatamentos de sua eloquencia de-
mocrtica, calca aos ps essos principios, e
remonta mais alto sua aecusaco, passando
por cima dos homens eminentes de um e de
outro partido (Numerosos apoiados ;
muito bem, muito bem.)
Mas, est e deve estar, Sr. presidente, na
consciencia publica, que as as aecusaces,
de que se fez orgo o nobre deputado, se-
rian! urna grande humilhaco para todos os
partidjb liberal, se fosse
horneas, proeminentes, quer do partido con-
dos.
iis proeiuuit
serva
verda
ta cahiara. finito bem ; mi
ocia abe elleWei
lo^oi
ia-
' A-I 4 J
Os ministerios, disse-o nobr deputado;
organisam-se a capricho da cora :m Sr.
marquez d S. Viet foi com surprea ge-
ral chamado ao poder em 29.de setembro
do 1870, e cercou4e de homeus desconho-
ci los. Paroce (tanto repiti asta expresso
o nobre deputado), parece que s ha nesta
torra um hoinem de talento e de servidos, o
aobre deput* lo ( muito bem), tolos os
mais nao passara para S. Exc. de entes conhf -cidos. [ Muito bem:)
E porque, Sr. presidente, porque ha de
o nobre deputado suppr que o paiz julga
com a mesma parcialidade os seus homens
pblicos P le-se era boa f negar os ser-
vicos, os talentos, a reputado de que goza-
vam o gozam no paiz os cidados que fo-
ram chama los a compor o gabinete de 29
de setembro Pois o Ilustre marquez de
S. Vicente precisa acaso de licenca do nobre
deputado para ser, como, um grande ju-
risconsulto (muitos apoiados, um dos
mais Ilustrados estadistas do Brasil?
( Muitos apoiados, muito bem ) sua posico
in parlamento nao estava bem definida,
nao tambem sabido que o nobre visconde
de Itaborahy, ao retirar-se do gabinete,
aconselhara corda que chamasse es-
se distincto membro do partido conserva-
dor f ( Apoiados,)
Desgraca'lamento para nos nao vive mais
o Ilustre visconde de Itaborahy ; mas cii
.creio que ninguem pora em duvida o que
acabo de affirmar. J o auno passadu, an-
da e;n vida do Ilustre visconde, o Sr. mar-
quez de S. Vicente e eu tivemos de fazer
essa declaraco contra os que viam myste-
rio no que ora publico, claro, natural e le-
gitimo. Porque, pois, dizer-se e repetir-se
aqui que o gabinete de 28 de setembro sur-
gi das trovas, nasccu de urna origem in-
constitucional ?
Este gabinete compoz-se.de homens emi-
nintes...
O Su. Sii.veira M.vrtins :Mas o gabine-
te uo o ora.
O Sr. Visco.nde do Rio Branco (presi-
dente do coiicelho ) :lsto, Sr. presidente,
nao depende smente do juizo do nobre do-
puta lo. 0 juizo severo que acabamos de
ouvir-lhe contra o gabinete actual, contra o
de 29 in setembro, tambem contra o de 1 t
do julho ( pordoe o Ilustre chefe da disi-
dencia que eu lhe avive esta dr ; este jui-
zo o mesmo que o nobre deputado tora
enunciado contra os ministerios liberaes,
porque a todos alcancam as suas censuras,
e creio que nenhum o teve do sou lado.
Este o chavo de todas as opposi^es
que ariuain i popularidade a tolo o custo
(muitos apoiados), nao duvidaudo sacrifi-
car as instituices, procurando deprimir to-
dos os caracteres, sera mostrarem-se habili-
tadas a governar pelo ostudo das nocessida-
des publicas, e das providencias legislativas
que possam levar a naco a conquistar o
futuro grandioso a que tem direito. (Apoia-
dos. )
Felizmente este chavo j est muito co-
nhecido (apoiados, muito bem), nao de
hoje que se falla em partido ulico. Quan-
do homeus dfs mais. notaveis do partido li-
beral se acharara no poder, no periodo
que se denoralnou dos progressistas (e eu
vejo alguns presentes neste momento), dis-
so-se tambem que elles eram os chefes e
creadores da um partido ulico. Queris
saber quem forraava esso partido ulico ?
Eram os Silvoira Lobo, Zacaras, Nabuco e
outros cidados, de'que hoje se ufana o
partido liberal .
0 Sr. Silveira Martins : EUes opn-
fessam o seu peccado. "*>
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Sr. presidente, so-
mos ulicos porque estamos no poder, e
porque o partido a que pertencemos nao es-
t todo unido. O nobre deputado conside-
ra extraordinario o facto dessa diviso, ho-
je muito limitada, mas que todos os bons
conservadores, e os amigos do systema cons-
titucional, lamentara de coraco ; mas a
historia poltica dos outros povos e a nossa
propria historia parlamentar deraonstram
que repetidas vezes se raani'estam disiden-
cias no seio dos partidos ; o tempo acaba
tando-sedir-me-ha tambem porque phan-
tasmagoria extraordinaria, fez desapparecer
o rochedo deserto que o seu castello domi-
na, a torrente que corre dcbaixo dos seus
muro, e a planicie selvagem que o cerca,
para substituir tudo isto por este sitio pasto-
ril e socegado que limita o nosso horisonte ?
Os caradores sorriam-sc.
Venhadisse o conde*ter a chave
dosse mysterio pelos seus propros olhos.
E levou-o a uraquarto vizinho, fe-lo atra-
vessar muitas salas, d'onde tinham desappa-
recido as decoracoes fanebres da vespera,
para darem lugar a tapecarias brilhantes,
de colorido oriental, representando os mis-
terios do serralho e as grandes cacadas da
India.
Depois, abri repentinamente urna janella
e disse-lhe :
Olhe !
Inclinou-se o baro e reconhaceu a pa-
sagem medonha da vespera.
Teve, enlo, naturalmente, a explicao
desse mysterio incomprehensivel at all : o
castello "tinha duas frentes e servia de limite
a dous horisontes bem distinctos, um riso-
nho e socegado, o outro sinistro e medo-
nho.
Sou um tolo 1 disse elle.
Depois, olhando de novo para o conde,
continuou :
Senhor, acho os seus gracejos exces-
sivatnente engenhosos; mas, como nao creio
te-Ios merecido, nem mesmo provocado,
permittir-me-ha que lhe pec^a reparaQo
delles. Um fidalgo da minha casta e jerar-
chia tem pouco gosto pelas mystificaves
deste genero.
Os quatro cacadores soltaram urna garga-
lhada.
Esse riso exasperou o baro, que recuou
um passo e desembainhou a espada.
Mas, no mesmo instante, abrio-se-a porta;
Roschen, a deslumbrante e pura joven, en-
trou, encostada ao'braco de Wilhelm.
A espada cabio das mos do bati sor-
prezoe fascinado.
XIII
O senhor de Nossac sentio a sua colera
apaziguar-se, sob o migo olhar da joven,
d mesmo modo 'que urna tormenta extin-
gue o seu furor s primeiras caricias de um
raio de sol que filtra, paUfuo e indeciso,.]
atravs das nuvens.
Olhou pira a joven, mudo, quasi con-
fuso do acto de arrobatamento que acabava
de comraetter, e depois encarou cm Wil-
helm.
Wilhelm assemelhava-se a Samuel de urna
raaneira to sorprehendente, que seria im-
possivel distingui-los de modo claro e pre-
ciso ; tinham ambos o mesmo sorrso gravo
e melanclico ; tinha um e outro os grandes
olhos azues de Roschen, e Roschen tinha
tambein com elles urna grande parecenca.
Smente tinha as feices mais finas ainda,
mais delicadas e meigas do que as de seus
irraos.
O olhar do baro passou, de Wilhelm e
de Samuel, para os outros tres caladores.
Os seus rostos erara francos, risonhos, e
impregnados dessa bondade cortez que para-
lysa a maior irritarn.
O senhor de Nossac teve pezar e vergo-
nha da sua louca colera, deu um passo para
o conde de Holdengrasburgo, e disse-lhe cor-
dial mente :
Meu caro hospedo, j que se conven-
ceu, por si mesmo, da minha coragem pes-
soal, espero que nao veri a menor cobarda
as desculpas que lhe pego que aceite, pela
minha tola susceptibilidade. Os seus gra-
cejos foram duros, tal vez, mas triumphei
delles mui honrosamente, para exigir a mni-
ma reparago.
Muito bem Iexclamou alegremente
o conde o typo perfeito do fidalgo fran-
cez : bravo e espirituoso.
9 E se alguma cousa lamento na sua
metamorphose, que o fim com o qual o
cacador negro me tinha trazido a sua casa
esteja completamente mudado.
A voz do baro alterou-se ligeramente.
Que quer dizer Tperguntou o conde.
Que filho do diabo me tinha des-
afiado, propondo-me casar com sua tilha,
mas que o conde de Holdengrasburgo nao
tem motivo algum, sem duvida, para me
fazer a mesma proposta.'
E o senhor d Nossac lancou a Roschen
um olhar de tristeza.
Mas o conde estendeu expansivamente a
mo ao baro e respondeu :
Sr. baro de Nossac, mais do que
bravo e espirituoso, tambem dotado de
singular delicadeza; os somos de antiga
nobreza, ricos e leaes; deseiamos a honra
de sua allianga. Recusa-la-ha?
O senhor de'Nossac nio responden
olhou par ^o-ohen com stipplicau?.? olhar.
por acalmar as paxes, por extinguir a
discordia, aproximando aquelles que pussa-
JOiraraente se achavara em hita. A Ingla-
terra tem visto umitas divises seraelhahtes
em seus partidos, divises que.se tem des-
feno, graoas influencia do tempo e da
commiinho das ideas, qua podem mais
que os sentimeritos de mal entendido amor
proprio. (Apoiados. )
Somos ulicos, porque, contra u vontade
do partido conservador, realizamos a refor-
ma do estado servil, i lea que, segundo S.
Exc, era privilegio ti partido liberal I Sr.
presidente, esta pretenriio j foi deridimen-
to julga/la, poli tribunal da opinio publica.
(Apoialos,. E' verdade j inontrove/sa
que, se liberaes eminentes propugnavam por
essa idea, era ella tambem defendida com
calor por muitos distinctos conservadores.
V. Exc, Sr. presidente, c outros honra-
dos brasileiros, que sustentar un a reforma a
que rae retiro, j nesta cmara, j na im-
prensa, sabem que, se dolado liberal o mi-
nisterio achou, nasolui;ao desse grande pro-
blema social, apoio ellicaze Ilustrado, tam-
ben all eneoutrou a Iversarios fortes eoner-
aicos...
t Sr.. Jo\o Maxoel : -Os Sis. Martiuho
Campos, Olloni e outros.
O Su. Visconde do Rio Bka.nco'(presi-
dente do conseibo] : Quando essa grande,
questao teve por si a opinio de homens dos
mais distinctos de uina e outro partido, vem
o uobre deputado censurar-nos pirque a
apresentaraos o defendemos tod) coree; in-
vectiva-nii porque, de accordo com o voto
que dei anteriormente no conselho de estado
(erbora o nobre deputado inexactamente
dissesse que moliliquei minhas opinies)
propuz-rae sustentar a refonm, quo feliz-
mente foi convertida e:n li co.n applauso
geral do paiz (apjiados) e do munlo civili-
sado (Muitos apoiados) !
Reclame muito embora o nobre deputado
para o seu partido o monopolio da dea, que
era entre nos urna aspiradlo nacional '.apoia-
dos), o que corto, o que o Brasil- inteiro
recouhece, Sr. presidente, que a gloria
dessa reforma, pertence principalmente aos
conservadores. 'Muitos apnados). Nos'fi-
zemos o que vos nao lizesTes, o que nao \-
zeram vossos amigos quando no poder.
(Muitos apoiados, muito bem,.
Ao passo que attribuia exclusivamente a
idea da emaucipac.o ao parado a que per-
teuee, o nobre deputado dizia que a respon-
sabilidade de tal reforma rabia cora, que.
nao fizeinos mais do que obe locer vonta-
de irresponsavel! Se esta flagrante contra?
diece nao demonstra que o nobre deputado
est dominado de una idea lixa, a de des-
considerar tudo, homens o instituices, nao
sei como explica-la. (Apoiados,.
-Sr. presidente, sompre desagradavei res-
ponder a aggresses daqnelles que, ten lo
sabido elevar-se como o nobre deputado,
custa de sous propros osforgos, desconhe-
cem, todava, nos outros o mesmo mereci-
mento. O nobre deputado nao o nico
que era nosso paiz tenha conseguido subir
sem patrono, sem os prestigios de alheia in-
fluencia.
O Sr. Sii.veira Martins :\. Exc. tem
muito merocmento para dishensa-los, mas
teve-os : urna historia sabida.
0 Su. Visconde doRioBuanco (presiden-
te do conselho, :Nao me chame o nobre
deputado para esse terreno, porque todos nos
conhecemos como se fez a elei^o no Rio
Grande do Sul, e especialmente sabemos que
apoio teve S. Exc. da parte do nobre marquez
do Herval, do illustregeneral Ozorio. (Apoia-
dos.) Nao deshonra te-lo recebido; o nobre
deputado elevou-se pelo seu merecimento,
mas nao andorinba nica, que faca vero
por si s ; como todos, vive tambem do
apoio que lhe prestara suas relacoes particu-
lares e seus amigos polticos.
O Sr. Sii.veiua Martins :Apoio do par-
tido, mas nao de protector.
OSr. Visco.nde no Rio BftAXCO 'presiden
te do conselho) : Sr. presidente, ja tive em
muitas occasics de defender-ine de iguaes
ceusuras, bem que nao formuladas na lin-
guagem vehemente que afTabei de ouvir ao
nobre depuUido pela provincia de S. Pedro
do Rio Grande do Sul. Nao aceite! o poder
porque a ainbico me lizesse correr atrs des-
ta posico ; aceitei-o convidado e instado por
raeus amigos polticos.....
O Sr. Correa de Oliveiua 'ministro do
imperio) :E depois de haver resistido mu-
o.
- Sk. Visconde do Rio Bra.nco (piesi-
dnte do conselho) :.... actitei-o na espe-
ranca de ter o apoio de. todo o partido con-
servador. Nao foi esse poder mvaterioso,
que tauto preoecupa ao nobre deputado,
quem teve a iniciativa na escolha do chefe do
actual gabinete: meu nomo foi indicado pe-
los Sis. S. Vicente e Itaborahy.
Se esta pobre individualidade (nao apoia-
dos foi chamada para ceupar to elevada
posico, se a tem ocMpado bem ou mal, se
o actual gabinete nao tem serviros que o re-
cominendem .1 estima pubdiaV nao o no-
ble deputado pelo Rio Grande do Sul quem
ha do decretar-lhe a sen.cmja; cabe esta at-
tribuii;o cmara, ao tribunal supremo da
opinio publica. (Muitos apoiados, muito
nem.
Eu disse hontem, Sr. presidente, quo,
vista das hostilidades com que em maio a il-
lustrada dissi lencia nos recebeu, avistada
soll'reguido o da intolerancia que revelou,
atienta a exaltico ios espirito*, pj lir-lhe
urna resoluco que lizesse vigorar o ori-
niento provisoriainente, fra expormo-nos,
sera necessidade, a mais-desdenhosa repulsa.
V. Exc. o muitos do nobres deputa los,
quetiuhamento assento nestaeamara, sabem
que, quando o ministerio pedia apenas a dis-
cusso de seus actos, dos bancos da dissideu-
ca se levautavam vozes propondo a votaeo.
Queremos votos, braduvam ento os ad-
vi.'isarios do gabinete : queremos votos, d-
ziam elles unti vote ; trata-fie de urna ques-
tao de confianca, eas quostes de Cnanea
nao se discutein, devera ser esolvidasncon-
tiii'-nli. So o aobre deputado pela pro-
vincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul aca-
ba de ensinar-nos que era questes desta
or lera, quanlo se traa dos meios in lispan-
saveis de governo, o voto da cmara pode
ser de extrema confianza, ou do absoluta
dosconanoa, como entende que o ministe-
rio, na occasiao em que os nimos seacha-
vam tai) exacerbados, fosse solicitar um voto
favoravel dessa opposicio que estava era
jnaioria,' embora accidental, dessa opposico
que nem sequer nos quera ouvir, para quem
cima de tudo estava a derrota do gabi-
nete ?
Todos os que preseuciaram a attitude da
disidencia nossa coiijuiictura, e a posico em
que se achara o ministerio peante acamara,
bao ile reconhecer que toda o qualquer ten-
tativa que bouressemOd feito nesse sentido
seria intil. E nao havia necessidade de ex-
pr-se o gabinete a mais um i demonstraco
ilo exaltainento de seus adversarios, quando
tinha direito a esperar que a nova cmara,
reuuindo-se em tempo, votasse nina resolu-
co qoe provesse s necessidades do semes-
tre fiuanceiro, que vai principiar.
Onde esta, pois, o despiezo aos verdadei-
ros principios conslitucionaes, se o ministe-
rio apresentou-se apenas constituida a cma-
ra, pedin lo a providencia legislativa que em
iguaes circumstncias a nenhum ministerio
tem sido recusada 1 Nao se manifesta neste
nosso procediento o res|>eito consttuico
e s boas praticas do systema parlamentar ?
(Apoiados.)
Os que entendem que o actual gabinete
nao deve continuar iims da, os que estive-
rera as disposices implacaveis do nobre
deputado, que su dalle depeudesse at o ar
nos recusara, esses podero negar-nos a re-
soluco, porque seu fim ser a queda in-
mediata do gabinete.. Com efTeito, se o no-
bre deputado e a Ilustrada dissideueia tem
una maioria nesta cmara, animada de taes
sentimentbs, a resolui;o Ibes olTerece, nao
o desconheoo, um meio do opposico extre-
ma. Seria, porm, um tal procedimento o
mais cordato e leal
Do que se trata nesta providencia legisla-
tiva ? Trata-se de conceder os meios indis-
pensaveis a qualquer governo. Se o nobre
deputado, se a Ilustrada dissideueia nao con-
tara com maioria nesta cmara contra o ga-
binete, porque se oppem a que passe a re-
soluco a tempo de produzir os seus elleitos
legaes ? Para que esta discusso geral e pre-
matura, quando o voto de gracas e as leis
aminas olferecem ampio terreno para os seus
intentos Se contara com a maioria, por-
que niio aguardara inelhor opportunidade,
era que podero justificar o seu voto e con-
seguir o seu fim, sera detrimento dos prin-
cipios coustitucionaes e dos inleresses pbli-
cos ? Porque enlo tanto acodainento ?
0 nobre deputado, com as suas virulentas
increpaoftes, forcou-me a pedir a palavra e a
concorrer assim para que se retarde a passa-
gem desta le urgente : perde-me a cmara
se na resposta tenho do talvez alm dos li-
mites que me impunhara os deveres da mi-
nha posico. Nao era, porm, possivel que
eu me consorvasse silencioso ante proposc/ies
como as que enunciou S. Exc, propsitos.'
que nao fereai somonte o actual gabinete,
mas sim toda a cmara (apoiados), todos os
ministerios anteriores, at os de seus proprio-
correligionarios. (Muitos apoiados.,
0 nobr deputado disse-nos que as eleices
ile 1872 foram satumacs! Quera revela tan-
ta exageraco, quera manifesta juizos to
apaixonadamente severos contra os seus ad-
versarios polticos, pude tudo dizer ; mas est
na consciencia de todos que nenhuma clei
<;o desles terapos mais cuegados foi to livr
como a ultima. (Muitos 'ajioiadus.)
Vozes :Muito bem !
O Sr. Visconde do Rio Bra.nco (presi-
dente do conselho:Destaeleiconao resul-
tou una cmara unnime, ou quasi unani
me, como foram as da situaco liberal, ou
como foi a ultima cmara conservadora,
lima op|x)sco respeitavel pelo talento *
pelo numero teve entrada neste recinto. O
uobre deputado v bem o argumento que
resalta de sua presenca nesta casa (inuito-
apoiados ; contestaces dosSrs. Silveira Mar-
tins, Brusque e Florencio de Abreu); mas.
longo de reconhecer a rauderai.o do gover-
no no ultimo pleito eleitoral, longe de rec*K
nli i erque, na provincia de S. Pedro do
(0 Grande do Sul, S. Exc. nao s pode lu-
tar livremenle contaros amigos do governo.
seuo ainda teve por auxiliares muitos agente-
da administracfio'publica 'muitos agnados/*
contestaces dos mesinos seuhores), o no-
bre deputado vera dizer-nos aqui pie furam '
puras saturases as eleices de 1872 I
VoZES :Muito bem I
. O Sr. Visconde do Rio Bi-.anco (jpre-i
dentedo conselho,:Somos acaso respuns
veis pelos fados que se deram na provim i
do Ciar 1
0 Sr. Silveira Martins :Ah manda-
ram trucidar os partidos histricos do paiz '
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho1, :Sr. presidente, osfac
tos da provincia do Cear de\cm natural-
mente ser attribuidos a essa poltica j tan-
tas vezescondeinnada c de que vos, regene-
radores do systana rupreseutativo, viudos sei
aqui os cam|>ees.
[Continuar-at-ha,.
.
VARIEDADE

^
Aceite Ipareceu ella dizer-lhe por
um imperccptivel signal, em quanto que o
encarnado do pudor lhe subi fronte.
Sr. condedisse ento solemnemente
o senhor de Nossacpcco-lhe que me con-
ceda a mo da menina Roschen, sua filha.
Concedo-lh'a, baro, e toda a honra
desta aUianca para a minha casa.
Pronunciadas oslas palavras, o conde pe-
gou na nao do Roschen, collocou-a sobre a
de Nossac e accrescentou :
Nao mudemos nada ao que estava
combinado com' o filho de Satanaz : sao j
noivos ; celebraremos o casamento dentro
de oito dias.
A satisfaco do senhor de Nossac, o estre-
mecimento de felicidade, que do coraco
lhe suba cabeca erara taes n'esse momen-
to, quo a phantasmagocia da vespera e os
extraordinarios aconteciinentes, cujo segro-
do s iinporfeitamente possuia, desvanece-
rara-se do seu espirito.
Julgou-so, na realidado, em casa de um
bom fidalgo da Bohemia, franco e leal, que
desejava desembaracar-se da sua filha o dos
seus milhes em favor de um fidalgo apre-
sentavel.
Agora disse o conde rindo-so pre-
ciso que lhe cont a legenda que nos fez
cognominar na idade media os filhos do
diabo ; mas antes se assim o desojar, desce-
remos ao parque onde o almoco ser servi-
do debaixo de urna latada de madresilvas e
e de lilazes. De a mo sua noiva baro.
Samuel e Wilhelm abriram a marcha
encostados um ao outro com um affectuoso
abandono" inteiramente feminil, que trahia
nellesessa mysteriosa ternura que existe
entre os gemeos.
0 conde tomou o braco de seu filho Her-
mano e Conrado fechou a marcha.
0 baro cahia a cada passo da sorpreza
no espanto, e o castello, to sinistro, to
lgubre na vespera tinha um ar rsonho e
alegre como esses velhos remocados por um
novo casamento que se deleitam dando o
braco sua joven mulher. 0 verde prado
que o circutava, pareca ter-lhe enviado
metade dos seus perfumes e da sua viva
luz.
Era sompre o'castello dos caladores, mas
nSo j dos cacadores negros, de faces de
esqueleto, dos caladores que semeavam os
degros das suas oseadas e os muros de suas
salas de lagrimas preas ou branca e que
y
tinham um escudo com bodes por tenentcs.
As oseadas eram de marinorc branco,
juncadas de flores, Iluminadas pelos raios do
sol ; os corredores forrados de magnficos
estofos orientaos do cores vivas e harmonio-
sas ; as salas de banho, os sales de recep-
c,o, os qliarlos do cama, tudo o que atra-
vessarara, tudo o que o conde mostrou ao seu
hospede, tinha um perfume de luxo, que
exclua todo o pensaniento fnebre.
0 conde conduzio o seu hospede ao par-
que, onde, como lh'o tinha dito, a mesa
estava posta sob urna latada.
Era ura almoco oriental em tola a sua lu-
xuosa simplicidade.
As pyramides de fructas, os vasos do flo-
res, os doces do serralho, os vinhos d'Alba-
nia, que os mahometanos s bebem soc-
cultas ; tudo sso reluzia, brilhava, desafia-
va os nobres instiuctos do pintor, pela ri-
queza e o avelludado das cores, e o appetite
do gastrnomo, pelos penetrantes perfumes
que exhalara.
0 baro julgou-se nos jardins dos Porche-
rom, onde alguma bella impura da opera
tivesse improvisado um ahnoc/> cora o tacto
e mysteriosa habili lade de urna fada.
Foi Roschen, a bella e ipgenua, que fez
as honras da mesa com a pdica grac,a de
ama joven dama, sentando-se pela vez pri-
meira mesa do Jpiter.
Agoradisse o conde ouca a legen-
da, meu caro baro Ver quauto os ho-
mens em geral, e os padres em particular
sao absurdos em metterem o diabo em tudo,
como se o diabo existisse em outra parte que
nao seja na sua imagmaco.
Vejamos Idisse Nossac com curiosi-
dade.
0 castello que v continuou o con-
de e que | eu reedifique! completamente,
era no tempo das cruzadas, a habiaco feu-
dal de um castellao chamado como eu, o
conde de Holdengrasburgo.
0 conde tinha chegado idde madura
sem se casar. Um dia comegou a pensar
que co-herderos remotos que nao tinham
o seu nome, esperavam vidos e impacien-
tes que elle descesse ao tmulo para repar-
tirem a sua fortuna, e quiz casar-se.
Havia na vizinhanca urna 'joven orph,
to nobre quanto pobre, e que flava de dia
e de noute para ter com qus se vestir, to
vara tinha chegado a suas raaos a bolsa de
seus pas.
O PRETENDENTE TICHBORN.Mr, Nu-
gdiit requereu uo tribunal de Equidad..
le Londres, que ficasse sera efTeito um mtt-
ting era S. James Hal, Piccadily, arniuii-
ciado por Mr. Tichborne, por ter este ultim>
contratado com o suplicante em 31 de agosto
de 1872, a dire meelirgs que elle lizesse em Inglaterra, pa
gando o director 60 por semana para o
fundo de defe/.a, o 25 r por semana para
o referido Mr, Tichborne.
O patrono de Tichborne oppunha i pre-
tenrao que Mr. Nugent tinha dirigido os se-
guintes meetiiigs 2 em Boltom, 1 era Wi-
gam, 2 em Oldham e 2 em Sheflield ; ma>
que tendo perdido dinheiro, raodificou
contrato era 8 de outubro de 1872,jio a-
zendo menudo da exclusivo, e ebrigando-se
apagar 22 fe 10 schellings porcada mar*
ting.
O chanceller, presiilcnte do tribunal, in-
deforio 0 pitdido, por considerar que na.
era proprio da dignidade do tribunal nter-
vir n'um contrato de seinelhanle natureza.
que tinha por lira especular coma colobr
dado que o demandado havia adquirid"
nos tribunaes, equivalendo urna exposic*'
tanto por cabeca para ver e ouvir o pre-
tendente Tichhorne. Mas ^iuda quando <
tribunal julgasse a questao, o primeiro con
trato estava alterado pido segundo, em qu*
foi omittido o exclusivo ; e a inexecuco por
parte do reclamante nao o autorisava a im-
pedir a convocaco do meeting de que si<
tratara.
0 pretendente Tichborne compareceu na
audiencia e foi interrogado.
Era grande a muhido de espectadores.,
tanto dentro como (ora do tribunal, e a
sabida Tichborne foi saudado na ra com vi-
vas e acclamcoaes. BL.
O conde pediu-lho a sua mo e obteve-a.
As bodas foram celebradas com grande
pompa e j o castellao que a ellas tinha con-
vidado os seus vizinhos e festejado com elle.-
o seu casamento, esquecendo-se dos scuscic-
coenta anuos j passados, olhava alegremen-
te para a sua joven esposa que baixava mo-
lestamente os olhos... 0 toque de recolhci
ia tocar no seu campanario quando a sinete
da ponte levadiza se fez ouvir acompanhad< >
do toque do urna corneta.
lio I ho 1 disse o castellao que
isto e quera me vem perturbar assim ?
Era urna mensagem do imtcrador Fre-
derico Barba Russa.
0 imperador ordenava ao conde de Hol-
dengrasburgo que reunisse imraediatamenu-
os seus homens de armas, escudeiros e cria-
dos para ir ter com elle e acorapanha-lo i
Terra Sania.
O conde lanjon um olhar de desespero a
sua joven mulher; mas como era bom e
leal cavalleiro, obedeceu ao imperador qn?'
fallava e ordenava em nome de Deus. l"ar-
tio, pois, no projirio dia das suas bodas con-
fiando aguarda da sua mulher a umescu-
deiro volhoe impertinente, que lhe respon-
deu pela salvafo da sua alma, pela fideli-
dade .conjugal e a um joven pagora melan-
clico e meigo que repetio o mesmo jura-
mento.
Somonte o velho escudeiro, que se apro-
xiraava do tmulo, desejava salvar a sua
alma e tema o inferno bem mais do que o
joven pagera que tinha ainda longos das
para viver. e que dizia comsigo que afinal de
ontas ser queima lo pelos bellos olhos d <
urna castcll era cousa agradavel bastante
para arriscar o ser assado de urna maneira
mais seria, um pouco mais tarde.
0 pagem tendo feito este raciocinio
olhou tanto e to ternaraente a castell, que
ella sonsibilisou-se e chorou sobre a fatalida-
de que a separava de to gentil donzel.
Ella era mulher honrada e o diabo nunca
tinha pensado ema tentar.
0 joven pagem era ousado, na verdade.
Continuou a olhar para a castelli e a sus-
pirar profundamente.
A catell pela sua vez chorou e suanirou,
e depois acabou por dizer %ao joven pa-
gem :
Que fare'raos do velho Conro ?
______________(Continua r-se-ha.}______
dU D WAWO Hl'A Df(Jtr DE UAX4A*

'
.-
4X


-N


Full Text
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