Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12811


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Full Text
AMO XLIX. MTHERO II.
i
PARA 4 CAPITAL K LUCIA BES OS DE IV AO SE PAGA POBTE.
Por tres mases adiantados ........'...... C$000
Por seis ditcs rutara.................. 130000
Por um mino dem................... 21&000
Cada numero avuiso................... 320
.
(l'ARTA FKHtV 18 D JANEIRO DE 1873.

PAMA DEXTBO E f'BA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados..............
Por seis ditos dem.'...... v.........
Por nove ditos idem .
Por um auno dem. .

f 9 # t

t 1 I ?
W750
130500
200250
2J0OOO
\
DIARIO DE PERNAMBUCO
PROPRJEDADE DE MANOEL FICUEJROA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filkos, no Para; Gongalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Lomos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira- d'Almeida, ein Mamangnape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penlia; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo inflo ; Domingos Jos da Costa Braga, em Jiazareth;
a]
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Franciuo Ta vares da Costa, em Alagos; Al ves &C, ua Baliia ; e Leite, Cerqunho & C. no Bio [de Janeiro.
pabte ornciAL.
MHlero da juslit-ii
Rio Je Janeiro, 28 de dezembro de 1872.
Hiin. e Exm. >'r. -A 27 de marco doanno passa
do vmetteu um dos anteessjrcs de V. Exc. o of-
icio que llie dirigir o cominandanle uterino da
guarda nacional, Joo Antonio Pessoa Jnior, eou-
ultaiiJ > sj fi regalar o seo procedimiento de
transferir a outro ollieal o cumulando dj i bata-
lhao de infatitari:), visto estar elle suspenso adml-
nislrativamente do exereicio de vereador da cma-
ra municipal.
E Sua Magostado o Imper.dor, toado ouvido a
este respeito a sueco de justica do eonsellio de
estado, houve por ooin mancar declarar, na con-
l'nrinidade da imperial e immediata resolucao de
13 do crrante me, que a simples suspensao ad-
ministrativa de sua natiuvza limitada ao cargo
sobro o qual foi positivamente determinada, nao
aveudo disposica) alguma q ic a taca extensiva a
quaesquer oulros como, na forma da lei, a que
resulta de sentonea condemuatoria ou de pro-
nuncia.
Deus guarde a V. Exc. Manad Antonio Duarte
de Azevedo.Sr. presidente da provincia do Espi-
rito Santo.
Seahor.-Mandou VossaMigcstade Imperial qu3
a V'.v'w do conselho de estado dos negocios da
,usura consulte sobre o olcio do presidente da
proymcia do Espirito Santo lo 27 de marco de
1371, acompaado de copia do que lhe dirigir o
capitao Joao Antonio Pessoa Jnior, sobre a se-
guate duvida :
Se foi ou na > regular o procedim ento que ti-
.vera, por achar-se suspenso administrativamente
do exereicio do cargo de vureador, do passar o
L-ommando, que oceupava, do 1 batalhao da guar-
da uacional.
Informa a secretaria .O capitao coinianJante
interino do 1 batalhao de infantaria consultou ao
respectivo commandante superior, sobre ,a regu-
laridade do seu proeodimento em passar o com
maulo do batalhao a outro capitao, visto ter sido
suspenso do exereicio de p/esideute da cmara
municipal. O presidente da provincia, a quein o
commandante superior submetteu esta consulta,
iloelaruu que so adiando aquulle oCQcial suspenso
administrativamente do carga de vereador e sendo
0 posto de ofHcial da guarda nacional considerado
mnnus publico -bem proceder elle em pa.-sar
o commando do batalhao a c utro capitao, por isso
qu somelhanle suspensao produz os nesmos cf-
foitos da pronuncia em criun de responsabilidad':,
0 estonde-se a quaesquer oulras funcetlos, sejam de
noir.oac.ao sejam de eleicJo, conforme a intelligen-
cia do art. 16o do cdigo do processo criminal,
explicado pelos avisos de 11 de abril de 1847, 1' de
Jczcmbro do 18,'i.l, 29 de Janeiro o 13 de setembro
de 1836 e 3de marco de 1860. O mesrao presiden-
't submette esta deciso apreciac,o de Y. Exc.
Se a pronuncia safflciente para a suspensa i
do exereicio do posto, como est decidido pelo avi-
so n. 6 J de 29 de Janeiro de 1856, com rofereaeia
ao art 293 2" do regulamento de 31 de Janeiro de
!->'. i, creio que o capitao commandante interino
do I batalhao Joao Antonio Pessoa Jnior, suspen-
d do exereicio do cargo, devia eoasiderar-se tam-
bera suspenso do posto, porque a suspensao decro-
lada pelo governo prodnz o mesmo etTeito que a
pronuncia, ojoanio ao exorcido das funecSes publi-
cas, com i est declarado pelo aviso D. 72 do li
de ibril de 1817 Assimpecso que se deve respon-
der ,io presidente, approvanJo o *cuaeto.21 de
abril de 1871.-F. Fernnndes, director interino.
Opina o conselbeiro director geral do seguintc
modo :
IMS avisos citidos ua decisao proferida pelo pre-
sidente da provincia do Espirito Santo, so o de 11
do abril de 1817 trata da st.spensao administrati-
va ; todos os outros a encararn como uffeito de
pronuncia ou como pena c pois nao podem sur
nv a-udos.
Ni o mo parece ac.?itavel a doutrina desse aviso,
expedido, nao por este, mas pelo ministerio do hu-
ir i, su dalle se pretende deduzir que o ftincciona
rio, suspenso por acto do governo, est inhibido de
exereer outras fancedes pablieas.
E' verdade que o linal daue aviso dudara o se-
juinte :
A suspensa o, decretada pelo goverao, produz
i inesmo aueito i|u. a pronuncia, qoanto ao exer-
; Jas fuiccu;es publicas, at que a autoridaJe
ii ptente resolva, pronunciando ou nao o sus-
pens. *
E .ta doutrina so pode ser aceita quanto ao em-
prego, em que suspenso o funecionario, mas nao
cpianto a outros, que cumulativamente exarca. A
suspensao administrativa simples medida de se-
: :.' mea, urna providencia preventiva e nao se
deve confundir com a suspensao correccional,
meio disciplinar, empregado contra os infractores
de re^ulamentci; com a suspensao penal, de que
trata o cdigo criminal no art, 38; uem com a sus-
tenslo effeito da pronuncia, declarada no art. 16o,
i 2* do cdigo do processo criminal : ella existe
.mies do processo e subsiste anda quando o func-
i maiio nao pronunciade.Aviso n. 59, de 5 de
marco de 1819 : ella nao priva o funecionario de
jeuJ veneimenioa, emquanto nao pronunciado.
\v\sg n. 66 de 9 de marco de 1819.
' Setuto assim reconheeila adifferena entre a
suspensao adniinisirativa e a suspensao effeito de
pronuaeia, nao pode estn ler-se tiuella urna dis-
poa .ao peculiar desta. O cdigo do processo cri-
minal, art. 165, trata nicamente da suspensao ef-
feito de pronuncia ; e principio de direito o iu-
terpretar restrictamente as leis penaes, a que pres-
crevom regras ou formalidades vexatorias ou ap-
plieam certas penas a quom as nao observa : odia
ngenda.
Se o offltial houvcsse doixado o exereicio de seu
Kisto, por ter sido condemnado ou apenas pronun-
ii 11 em crime commettid) no lugar de vereador
jU em crime particular, a hypothesc seria a do
i-.i.o n. 60 de 29 de Janeiro de 1856; mas nao o
pode fazer por estar suspenso administrativamente
lo [.-sino cargo de vereador. Assim pensando,
creio que a deciso do presidente da provincia do
Espirito Santo nao est no caso de ser appro-
' ada.
Oirectoria geral, 22 de abril de 1871.*- A.
Flfury.
A seceo concorda cora j paroccr do conselhei-
ro diroctor geral.
A simples suspensao administrativa de sua na-
turoza limitada ao exercic o do cargo, sobre o qual
foi positivamente determinada;nao ha lei era
principio applicavcl que lhe d effeitos extensivos
acerca de quaesquer outros cargos pablicos, como
tem, na forma da lei, que determinada por virtu-
de de sentcnca condemoa aria ou de pronuncia.
v i ..-a Mag istade Imperial, porm, ordenar o
que for mus acertado.
Sala das conferencias la seccao de iustiea do
iwtiselho de estado, em 6 de dezembro de 1872.
Visconde de Ntcthtroy.-Jisi Tkoma: fabuco de
Araujo.Viswnde de Jaguar y.
Gomo parece.-Paco, 18 de dezembro de 1872.
Com a rubrica do Sua Magestade o Imperador.
Manorl Antonio Duarte de Azevedo.
Geverno N. 839.Quartel do commando do orpo de
polica, 26 de dezembro de*1872. Illni. e Exm.
Sr.Dando camprimeni ao que V. Exc. doter-
uin mine |or offlcio do 24 do corrente. que n-
i -r.msso se era exacto que tatito os oJBciaes (ionio
os sargentos do corpo sib mea commando tem
cada um urna praca a titulo de caraarada, e que
por esse motivo dea dispensada do servico, infor-
marei nao ser exacto que os sargentos tenliam ou
tivessem tido pracas a titulo de camaradas.
Os olliciaes, porm, tinham ramaradas ipiando
liavia possibilidadc, o que nraxe deste corpo
desde lempos imniemonaes, tal vez mesmo desde
a sua creacao ; praxe esta que j acboi estabele-
cida por meus antecessores, e a supponho aut.>-
risada no proprio regulamento de-te corpo em seu
art. 172, quando se soccorre s praticas e regula-
ineiitos militares do exercito ; todava, por tal
motivo ii*io lieavaiii dispensadas de iodo o servico,
bem como os do exercito ; montam guarda, ron-
dam e destafam com os seus camaradas e fazem
todo o inais servico nos regulamentos determina-
dos ; apenas sao suavisadas no comparexinieuto
de algumas revistas ordinarias.
Perm desde o dia 12 do corrente mandei-as
passar a promptas por deficiencia de pracas, bem
como as domis vuzes o tenho feito.
Deus guarde V. Exc.lllm. e Exm. Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lucena, dignissimo presi-
dente da provincia.-Francisco Canon M'icliado
Hios ItmLtr, teneutu coronel commandante.
N. 841.Quartel do ominando do corpo de po-
lica, 27 de dezembro de 1872. lllm. e Exm. Sr.
Comprimi a ordera de V. Exc. em offlcio de 24
do corrente, mandando informar se exacto que
se nao fornecem s pracas deste corpo os capotes
a que teein direito, iuformaroi V. Exc. ser exac-
to que ha muito se nao fornecem os ditos capotes
a quo pela tabella n. 3 appensa ao regulamento
de 2 de dezembro de 1853 tinham direito, por can-
sa da inexequibilidade da mesma, e pela razao da
insulleiente verba de 80 res diarios, porque os
precos corrent s do mercado ha 19 para 20 annos,
data de sua confeccao, nao sao sem du ida os da
pra?a actualmente ; ha, partalo, um grande
desequilibrio, "aquella poca a quantia de 21)20()
anuuaes relativa aos 80 ris diarios, era segura-
mente suffle ente para se fornecer s pracas todas
as pecas nella prescriptas ; porm presentemente
nao possivel, pela razao expendida, como muito
bem o coraprehende V. Exc, mal tem chegado a
indicada quantia para se fornecer animalmente
ca-la praca dous faldamentos completos, um de
panno de la azul (bonet, sobre-casaca e calca), e
outro de briin (blusa e calca), e um par de bo-
tn ts.
A necessdade de terem capotas os cornos,
palpitante e indeclinavel. principalmente os de po-
lica. Confrangia-rae entraretn as pracas molha-
das e tiritando de trio e adoecerem d intermit-
ientes e algumas vezes fataes. Procurei remediar
ao mal, reclamando providencias por inais de urna
vezem meus relatnos, as quaes a final foram so-
licitadas ao poder legislativo provincial. No en-
tanto urgia a necessdade sempre crescento. Pa-
receu-me remedia-la, reqmsitando o fornecimento
de 50 capotes pelo arsenal de guerra ; succedeu,
porm, licarem as pracas que o tiveram, atrazadas
no fardamento que deviam perceher, por ser pre-
ciso deduzir da importancia desuada para elle a
uecessaria indenmisacao do arsenal.
Ficou conseguintemente o. mal aggravado, pelo
que resolv nao recorrer mais a tal expediente
pela improllcuidade do resultado, continuando a
falta em permanencia, at que tarta inferiores e
pracas pedirani-me instantemente que lhes man-
dasse abonar as lojas os capotes para pagarem
com prestac,oes mdicas. Em atteuco extrema
e absoluta precisao de tal objecto, e obrigado
pela reconhecida necessdade, acced ouvindo os
commandautes de coiupanliias, e mandei abonar
na casa commercial de Joaquim Antonio de Car-
vallio 20 capotes por cada companhia, para serem
distribuidos pelas pracas que de sua livre e es-
pontanea ventada cTquizessem. De maneira que
uo invern transacto b passado nada soffreram por
fazerem o servico das rondas bem abrigadas. Eis
o que respeilo se passou, isto ha mais de um
auno. Nao exacto, entretanto, que os sargentos
tenbam capotes para vender, nem que pracui al-
guma fosse obrigada a compra-Ios.
Felizmente senielhanles dillculdades j se p-
dera dizer removidas, grayas lei n. 982 de 2 de
maio do anuo passado. que elevou a verba de ar-
damento_a 160 ris diarios, habilitando assim o
corpo, nao s a fornecer ca|K)t"s, como mais pecas
marcadas na tabella citada, pe i que em virtude
de aotorsacao dessa presidencia o conselho de ad-
iiiinisirac'.o conlratot com o negociante desta pra-
c.a Joao Rodrigues do Moura o fornecimento de
750 capotes, que ainda se esto promptificando e
hao de ser recolhidos at abril vindouro, e logo
que o seja serao distribuidos.
Creio ter dado os esclarecimentos por V. Exc.
exigidos, e prompto a dar quaesquer que me se-
jam ordenados.
Deus guarde V. Exclllm. e Exm. Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lucena, dignis-imo presi-
dente da provincia.Francisco Carneiro Machado
Ros Jnior, teneute-coronel commandante.
N. 837.Quartel do commando do corpo de po-
lica, 26 de dezembro d) 1872.-lllm. e Exm. Sr.
Determinou-me V. Exc, por offlcio de 24 do
corrente, boje recebido, que informasse com ur-
gencia : 1.", qual o pessoal da baoda de msica
do corpo sob meu commando ; 2., se esse pes-
soal se compie de prag.is de pret ou de indivi-
duos engajados ; 3., se descontado um da de
sold em cada mez de todas as pravas do. corpo
para sustentado da dita banda de msica. Em
observaucia, tenho a honra de informar V. Exc.
que o pessoal da banda de msica de 31 indivi-
duos, endo 19 pracas de pret que marca a tabella
n. I, appensa ao regulamento de 2 de dezembro
de 18o3, e 12 paisanos contratados inclusive o
inestre ensaiador que se ns incorpora bandt.
Os fardamedtos da banda, bandeira, armamento
e instrumental e mais objectos concernentes, ven-
cmentos dos contratados e gratificaciio s pracas
msicos sao fornecidos pelo corpo.
E dado um dia de sold mensalmente por cada
praca, que expontaneamente isso se offereceram
desde a creacao da banda para brilhantismo' do
corpo, quando creada na adininistrayao do Exm.
Sr. conde de Baependy. por cuja autorisaco ver-
b l a orgapisei; deixando de o tazer s pracas que
se aeham presas.
Devo mais declarar a V. Exc. que a otQcialidade
tambem conlribuc voluntariamente com suas men-
salidaies para o sustento c manutencao da mesma
banda, a qual tem desempenhado completamente
os seus deveres e se prestado ao servico dp corpo,
e fielmente curaprido as ordens dessa presidencia.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. Dr Hen-
rique Pereira de Lucena, dignissimo presidente da
provincia. -Francisco Carneiro Machado Rios J-
nior, tenente-coruuel commandante.
N. 4. -Quartel do commando do corpo de poli
ca, 3 de Janeiro de 1873.lllm. e Exm. Sr.-Em
resposta ao offlcio reservado de V. Exc, datado de
24 do mez passado, cumpre-me dizsr a V. Exc.
que nao exacto que, pracas do corpo sob meu
commando se achem empregadas em oleras de
minha propriedade, nem em hotel, que nao nossuo
em Affogados, e nm em parte alguma. Limit-
me esta asseveraco, que espero ser aceita por
V. Exc
Deus guarde a V. ExcIra. e Exm. Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lucena, dignissimo presidente
da provincia. Francisco Carneiro Machado Ros
Jnior, tenente-coronel commandante.
N. 11.-Quartel de cotnraaado do corpo de po-
lica, 8 de Janeiro de 1873. -lllm. e Exm. Sr.
Gumprindo a ordem de V. Exc. em oflieio do 7 do
corrente, determinando que informe se, no corpo
de meu commando, ha ofuciaes que,me sao subal-
ternos, morando nos arrabaldes da cidade : infor-
marei a V. Exc. que, dos actualmente existentes
na capital, esta o quatro morando nos arrabaldes,
aos quaes, de oiiforiiiidade com a ordem de V
Exc no o'Jl-io alludido, determinei que luassem
suas residencias as proximidades do quartel.
Deus guarde a V. Exc -lllm. e Exm. Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lucena, dignissimo presiden
te da provincia. Francisco Carneiro Machado Rios
Jnior, tenente-coronel commandaute.
(omitauilo das armas.
QUAUTKI. 1)0 COMMANDO DAS ARMAS DK PKtl-
."UMBUC.O, 14 DE JANEIRO DE 1873.
Ordem do dia n. 690.
0 coronel commandante das armas interino faz
publico, para conhecimento da guaraicao e devido
elfeito :
1.* Que a presidencia exonerou, por portara de
11 do corrente, o Sr. alferes reformado Tiburcio
Joaquim d'Andrade, do emprego de ajudante do
forte do Buraco, e actual commandante interino, e
nomeou para o substituir no referido emprego o
Sr. tenente honorario do exercito Antonio Machado
Revoredo, que se acha empregado no deposito dos
recrutas, determinando que a entrega da plvora
do estado e do commercio, depositada nos respec-
tivos paioes, se faca por meio de balance.
" Que a mesma presidencia resolveu, por ofll-
2.
cios datados tambem de 11 deste mez, que passa
rain addidos aos coros de linha desta guarnicao
para nelles fazerem o servico que Ibes competir, os
Srs. offlciaes honorarios do exercito tenente Joo
Pereira de Lucena, alferes Jos Francisco de SoU-
za Leite.
Faz publico igualmente que o Sr. major do 9
batalhao de infantaria Cando Varella da Franca
resignou licenca de 15 das, que por portara do
ministerio da guerra de 9 do mez prximo lindo,
para ir provincia das Alagas, visto ter cessado
o motivo que du lugar a solicitar essa licen\-a
publicada na ordem do dia da reparticio do aju-
dante general, de 16 do dito mez sob o n. 896.
Em cumprimento pois do quo lica cima expos-
to, determina o coronel commandante das armas
ao Sr. alferes Tiburcio loaqum de Audrade, que
o bul aneo da plvora se verifique as 9 horas da
manh do dia,16 do corrate em nresenca do al-
mojarife do arsenal-de guerra ou do seu del e do
empregado d'alfandega que a Sr. inspector da
mesma houver de designar, que o Sr. tsente Lu-
cena seja addido ao 9* batalhao de infantaria e o
Sr. alferes Leite ao 2- da m&ma arma.
AssignadoJos Mara Ildefonso Jaco-
me da Veiga Pessoa e Mello.
ConformeJos Ignacio Ribeiro Roma-
teneute ajudante de ordens interino pncarro*
gado do detalhe.
Repart?ao da palieia.
2.* seceo.Secretaria da polica de Pernambuco,
14 de Janeiro de 1871.
N. 80. lllm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc que, segundo consta das par-
ticipares receidas boje nesta repartico, foram
hontem recolhidos casa de detencao os seguin-
tes individuos:
A' minha ordem, Joao Vieira de Mello, vindo d
Cabrob pronunciado como criminoso, s Manoel
Francsico do Nascmento, como deserter do exer-
cito.
A' ordem do subdelegado d) Recife, Leopoldina
Mara da Conceicao, /osepha Maria da i.'onceic,ao
e Martiniana. escrava de Joaquina do Reg Barros,
por olfensas moral publica
A' ordem do de Santo Antonio, Manoel Boa ven-
tura dos Santos, preso em flagrante pelo crime pre-
visto no art. 205 do cdigo criminal.
A' ordem do da Boa-Vista, Capitulino, escravo
de Jos Cecil ano da Rocn, por andar fgido
A' ordem do do Poco, Manoel Francisco de Sou-
za, |>reso em flagrante por crime de furto de ca-
vallos e Donato, escravo de Jos Francisco de
llanos Lima, por crime de ferimsntos.
Dr. delegado da capital, por offlcio de hontem
datado, communicou-me que, segundo lhe partici-
para o subdelegado de Santo Antonio, em offlcio
daquella data, s 11 horas da noute do dia antece-
dente, M .noel Boaventura dos Santos, ferjra gra-
vemente a Raymundo da Silva Gomes, que o cri-
minoso fura preso em flagran, e contra elle pro-
cede a mesma autordade ao respectivo inquerito,
de cuja remessa ao Dr. jiiiz criminal, opportuna-
mente, u communicaria.
Por olcio de 11 do corrente partcipou-me o de-
legado do termo da Escada, que naquella data re-
metiera ao Dr. juiz municipal do termo o inqueri-
toque flzera smre a morte de Luiz Ccsario Henri-
ques dos Santos ; de que dei conhecimento a V.
Exc. em minha parte diaria sob n. 43 do- 8 do cor-
rente.
Ainda me communica o mesmo delegado que,
pelas 6 horas da uan do dia 10 do corrente fal-
leceu de urna apoplexia fulminante um homem de
cor parda, desconheeido no tugar, e que segundo
as informarles que lhe dra Jos Caboclo, mora-
dor em dito engenho, onde permutara o fallecido,
suppoe-se que elle era deCamaragibe e se diriga
Ribeirao, fez-se a competente vistura.
O subdelegado de Itapissuraa, do termo de Igua-
rass, em oitlcio de 27 de dezembro do anno pr-
ximo passado, partcipou-me, que s 7 horas da
noute do dia 21 do mesrao mez, fora assassinado
em trras do engenho Cumbe de Baixo, daquelle
termo, Joo, escravo do cigano Francieco Jesuino
Bulcao, que das dilligencias feitas verificara ter
sido o autor de semelhante crime Jos Clemente,
all residente, que logrou evadir-se depois da per
pretracao do crime, que fez-se o corpo ae delicio e
trata-se de instaurar o respectivo inquerito.
Nesta data recommendei a aquella autordade
que me scieatificasse da remessa do respectivo
inquerito ao Dr. juiz criminal,
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
raendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente desta provincia.Ochote de polica,
Luiz Correia de Queiroz Barros.
INTERIOR,
gabinete vio, com a maior maanen, dar contal de
si ao paiz, e mostrar, pela simples publicaco do
convenio, que o Brasil ainda urna ve/, pr.cedera
de modo exuiplar e digno dos louvores de todos
os povos cdtos.
A propria Reforma, contraria lu por um achar
no acord ousa algiimu que nos desaire, iuter-
rogou se nao existam protocolos resguardados da
publieiilade I -
Devera-se esperar a discusso, a anaiyse calma,
sru, judiciosa do accordo; masa Repblica exor-
diou o dbale com qualiflcativos to virulentos,
que lustaiu para assignalar o ru id que ella conta
seguir.
A folia oflicial tem sequido habitual, e o accor-
do era recatad*.
Nao ha mrito nem eortexia em suscitar ques-
tunculas sobre pontos que tiveram j explicago
satsXaetoria: o D\iario Oflicial nao pode primar
iwla Ligareice, como os exaltados \ opposico,
que sao sempre ana incansaveis forjadores de no-
ticias d meta nt>ite, e nem tao pouco pode servir
de estygma o sileucio observado em una negocia-
eo que nao eslava terminada.
Estamos dspostos a acompanliar a Repblica, e
quaesquer outros orgaos da opposico, na discus-
so que acaba de ser iniciada ; e nao diividamos
um momento que comnosco estar a boa opiaiao
publica, por isso que comnosco esto a razia, a
justica o a verdade.
Acn-sc couiprovudo o solemne desmentido com
que .o )-ai io Oficial sabio ao em^ntro das in-
oiaetides avancadas pela Repblica, e que ten-
diam todas a colloctr-nos em p ise.io secundaria,
porquauto calavaa a eiremnstancia de ipie a reci-
procidade nivela as partes c intratantes, impon l.
a todas os inosuios devores e direitos, comu de
direito, desde que o tratado da alliauca subsiste.
Que explieaedes tinha de fazer o orgo "do go-
verno ao publicar o accordo, se bastava a simples
leitura deste pan levar todos os espiritas a con-
~f Feliz realida le, as qaestdee pendentes estn pa-
cificamente resoividas e os tres poros alliadus
abuncoam a sabe loria dos que conjiirarain urna
tormenta, qiiechegou a parecer inevitavel.
Passemos negociacao, para evidenciar o papel
importante e salutar que o imperio representou
em taes conjuuctiuas.
^__________________ (Sarao).
DIARIO DE PERNAMBUCO
Retrospecto poltico de 1*7*.
RECIFE, 1. DE JANEIRO DE 1873.
1 I
Quem quer que, depois da estillar atienta e
profundamente os gastos pavos, as vellias socieda-
des do autigo continente, volve ;is vistas para o
iuvo inundo, e nelle as demora com meditado de-
signio de compulsar os mysteros da sua poltica ,
nao pode deixar de po>sur-se de intimo regosijo
ao couiemplar o harinonioso espectculo que Cor-
mam as sociedades americanas as suas relacdes
interuaciouaes.
Na America na i encontra o espirito, vido de
commof-is e abales, nenhuma deesas angustiosas
questoes, neiibum dessos profundos antagonismos,
neiilium danos grandiosos e terrives problemas,
que, como que eiilae.un todas as potencias da Eu-
ropa, que como que as fazem rodomoinliarem torno
de um centro altraclivo, em guiza ou arremedo de
um syslema planetario, posto que sem a harmona
que caracterisa taes systemas, postoque semare-
gularidade dos seus inovimentos, sem o equilibrio
das suas forjas, e sem a graudiosidade do seu es-
pectculo.
Na America ha, sim, entre as nacoes, um lago
rominuui de U io, una forca mysteriosa que as
prend
e, que as attialiu para um toco commum, e
vieco de que" a imprensa opp.isiiioiiLsta explorara I que, lazendo-as gyrar cii regulad j e harminioso
um assumpto grave, no nico proposito de crear concert, determina a oioita de cada um desses
RIO DE JAMURO.
O accordo.
I.
No poda ser mais amarga a decepeo soffrida
pela Repblica no assumpto do convenio brasilio-
argentino ; e soffrendo ajora o mais completo des-
mentido cora a publicara dos documentos offl-
ciaes, longe de recolher-se ao silencio, para fazer
esquecor sua leviandade, ah est ella a envidar
esfrcos para malquistar o ministerio' com a opi-
nio, oue felizmente sabe dar o deVido descont s
assercoes do orgo ultra-demooratco.
Asseverra este que o segredodo governo nasca
da degradacSo a que descera, fazendo concessoes
que pos humilbavam. Desde logo nos demos pres-
sa em declarar que sii reservas diplomticas iin-
preterives impunbara um silencio que nao seria
longo.
Logo que desappareceram taes causas com a
annuencia do governo de Montevideo e com a acei-
tacao do accordo pelo goverao do Buenos-Arres; o
embarazos a-i gabinete ?
Desdi que no accordo nao esto as humilliacoes
deploraveis, o papel liumilbante que diza a Rep-
blica havermos representad o, nao licava ipso fado
desinascarado o embuste dos que especulam ainda
com questoes nternacionaes, em favor e proveito
de seus odios e no desempenho de seu mister de
detraetores elfectvjs ?
Ein neohum espirito sisado e imparcial pode
pairar a menor duvida de que a Repblica faltn
mili premeditadamente verdade, no intuito de
offeuiler ao governo, alvo nico a que, ella atira,
des-ie que sabe e chiIico a repulsa geral sua*
ideas, que jm lis podero prevalecer contra a sen-
satez do pivu brasilero.
Como o publico vio, o texto do accordo j pu-
blicado a mais formal sustentarlo de quanto
avancamos, appellanlo para a occasio opportuna
do dedato, asseveramos desde logo que digno de
nos Cora o procedimento havido, pois que niuguem
pode eomprehender que ordem de cousas nos le-
vara a lescer da boa posicio que oceupamos em
rotoso aos Estelos do Prata.
verdade que os assertos da folha ultra-demo-
cratica consistem na denegaco completa de todos
os bous principios, ua recusa formal do que acei-
tara os nimos rellectidos e saos ; nio admira,
pois, que a singularidade de suas apreciaees lhe
pareca a nica acertada e admissivel.
Fcilmente aeredita-se naquillo que se deseja.
Mas o que certo o fra de questo, que foi a
Repblica, e nao o orgo do governo. que datar-
pou a verdade para Iludir a naco (cuino habito
seu nos ataques que faz aos homens e s insttui-
ccoe*) quando com a leviandade que lhe caracte-
rstica avancoit proposiedes, que em prazo certo
deveriam ser elucidadas, pois que a publicaco do
accordo teria -de evidenciar a falsdade de suas
auegaeoes, inteirameute em desharmonia eon
quanto se estipulara.
A posico da imprensa opposicionista serve mais
urna vez para demonstrar que nao a dirige ne-
nhum peiisamouto grandioso, mas sim o proposito
deliberado de aggredir systematicamente a stua-
fo, tornando em materia de censura ainda mes-
mo os actos mais dignos dos cordiaes parbaos do
paiz.
A prova de me o gabinete na gesto dos nego-
cios pblicos nao esqueceu nunca a homenagem
devida soberana popular, est em que um s
acto seu anda nao appayceu que contrariasse os
legtimos iuteresse nacionaes. Porque ha de pois
a imprensa opposicionista evitar a uiscussao e li-
mitar sa a insulsas declamadles ou a bombsticas
apologas dos seus ?
Os principios sao tudo, os homens nada.
Pois neste paiz de imprensa librrima (do que a
propria Repblica um exeuiplo irrefragavel),
ptide-se por ventura dizer que a opiniao nao tem
muios de pronunciar-se, para fezer valer o seu de-
sagrado e reprovaco f
O que valem ento os rauitos orgos de pubjic-
dade, representando os tres grupos de opposico ?
Qual a imprensa livre t diga-o a Repblica,
para que tenha resposta conveniente
Conveneam-so de urna vez todos os detractores
de offlcios que as candentes apostrophes de adver-
sarios de tal jaez nao demovein o gabinete do iti-
nerario que se impoz: ao contrario, as iijustiQas
que padecem os nimos fortes acrysolam-lhes as
virtudes, retemperando-lhes as forcas.
Nao temos ministros nem realeza irresponsaveis,
em um paiz em que os poderes polticos dimanam
da soberana popular : a opino ah est, mas a
verdadeira opiniao, e nao aquella grita infrene de
descontentes e ambiciosos, cegos pelo egosmo e
pela paxo partidaria.
Os homens de bem em nenhuma circunstancia
affrontam a opino, e nao podem pois ter dissa-
bores daquillo que nao pratcam : desacreditam-
se smente os que procedem mal; e ministros ho-
nestos, justos, patriotas, nao cahem em descrdito
com as costumadas balelas de escriptores que de-
trahem de tudo e a todo proposito.
O que o paiz, a gratido nacional tem de archi-
var o respeito constante do gabinete pelos legti-
mos interesses pblicos, proredendo de modo que,
at hoje, apezar da exorbitante desenvoltura da
opposico, um s facto serio, urna s nodoa nio
veio anda manchar a toga purssma dos conse-
Iheiros da cora.
A' Repblica talvez sobejam razes para chamar
o povo imbcil e por demais ingenuo; mas o que
certo que em nenhum outro paiz as instituigoes,
das quaes depende o futuro da nacao, seriam ata-
cadas impunemente com as habituaes verrinas do
orgo de um partido cujos principios nao podem
coadunar-se com a ndole sensata do povo brasi-
lero. "
Havemos de confrontar as clausulas dadas pela
Repblica cora as clausulas reaes, exaradas no
accordo; e tornaremos assim bem evidente a m
f e deslealdade de urna opposico, que affronta a
luz meridiana e nao escrupuliza em embar o es-
pirito publico.
Entre urnas e outras, nem se da* identidades,
nem auati coincidencias : no accordo est a eleva-
cao, o criterio, o justo, o honesto, a igualdade, a
reciprocidade de deveres e direitos, ao passo que
as clausulas dadas pela Repblica-^ antitbese
perfeita, pois que o pensamento manifest pro-
pagar o juizo de que o Brasil acobardou-se, tevex
modo, tremeu e aceitou um papel hnmilhante.
S) paiz, uo accordo, tem justos ttulos de que or-
gulhar-se; e a'discussoo tirar a limpo se o gabi-
nete commefleu alguma falsidade quando asseve-
rou que proceder de modo compativel com o de-
coro aacioaaL
planetas em torno do sol da civilisacao : essa forr
ca, esse laco de unio a liberdade, a aspiraco
do bello poltico, a crenca que c:ia estado p*s-
sue wm seus destinos e nos seus direitos, sbendo
respeitar os destinos e os direitos dos outros.
E' por isso que o conjuneto desses pl mota*, gy-
rando sem ch iques violentos, sem perturbacoes
cruentas, som vicios terrveis de organisacio, em
torno desse sol, que os alumia e os dirige' com a
sua luz e com o seu calor ; por isso, dizemos,
que o complexo desses astros nao olerece ao espec-
tador curioso e dado s corameedes o raesmo Inte-
rasse, a mesma satisfaijo, que o prende, que o
fascina quinde se absorve na couteinpla(o dos
povos-do antgo continente.
Na America a vida poltica internacional eirre
calma e tranqui la como serpeiain serenos e man-
sos os innmeros ribeiro- que fertilisam a vasti-
do de suas trras. Se s vezes os rbeiros se tor-
ntil em rios caudalosos ; se as ve/.es os systemas
planetarios passam pela vicissitude de crudelis-
siraas perturbadles; jamis se do factos anlo-
gos na vida commum dos pivos americanos, ja-
mis se manlfestam grandiostts doaconeortoa m
equilibrio natdral em que vivem as nacoes do no-
vo contneute.
Nao que o suave desusar das aguas da polti-
ca deixe de, s vezes, trausformu-se no borburi-
nbo inquietador da pororoca, nem que o equilibrio
das forcas das nacoes guarde sempre restricta
normalidade no conjuneto continental, nao. Como
todas as aguas que deslisam; as da poltica tem
aqu, por vezes, sua endiente ; e, como todo o
equilibrio natural, o societaria sollre aqui, por
vezes, desarranjos, que, posto qu i instantneos,
nem por isso deixam de inpressiouar as broas do
systeun, poud) asen actividad! relativa, em bus-
ca da harmona eostameira, em respeito peh laco
da unioa liberdade.
Mas, que essas endientes, por pequeas que
sao, passam sem causar dainos; mas, que esses
desequilibrios, por insignificantes e instantneos
que se mostrain, nenhum altraclivo tem em si,
o menos anda podem constituir feico notavel no
systetna poltico americano.
O que valem realmente os tenlamens dos Esta-
dos-Unidos por engrandecer-se ainda mais do que
j sao, quer social e politicamente, quer territo-
rial, commercial a indastrialmonte fallando ?
O que valem as ambicies que nutre a repblica
Argentina de eneorporar si o Paraguay e o Es-
tado Oriental do Uruguay ?
0 que valem anda as tentativas das repblicas
da America Central ou das do Pacifico para chega-
rem estatuir um laco federativo que as entrelace
e as proteja contra as ambicies reciprocas, e con-
tra a prepotencia das nacoes da Europa ?
Bem pouco, bem insignificante valor tem esses
problemas, nao s porque valor real em si nao
tem, mas principalmente porque sao endientes po-
lticas, sao desequilibrios localisados, que nenhum
poder tem para causar periurbacoes geraes na po-
ltica americana, e, anda menos, para produzir
cataclysmos como os que trazein de continuo at-
terrorados os espirites no velbo continente, cu-
brindo as nacoes da Europa de ruinas fumegan-
tes, allumladas pelos relmpagos do canho e pelo
brilho sinistro das armas brancas de combate.
Nao nem a ambco acubertada dos Estados-
Unidos, nem as veleidades argentinas, nem ainda
as nobres aspiracoes das pequeas repblicas his-
pano-americanas ; nada disto constitue urna poli-
tica geral americana, nada disto se filia graude
escola em que aprendcraui as nacoes do velho
continente, nada disto inove os interesses e con-
quista as attencoes para o systetna americano, por
isso que nada disto produz terrives commojoes,
por isso que nada disto excita as paixoes ao ponto
de obscurecer a razo, ao ponto de aniquiilar a
consciencia e com ella as notos do bem, do bello
e do justo.
Sabe-se muito que a grande Unio da America
do Norte, sob pretexto de offensas, requereu e pe-
de satisfago e indemnisacoes ao Mxico, para o
qual lanca olhos cupidos, almejando encorpora-lo
aos seus estados.
Sabe-se igualmente que a formidavel repblica
olha de soslaio para a Hespanha por causa da li-
berdade e autonoma de Cuba, contra a qual
cresce a presso da metropole na proporcao da re-
sistencia dos ilhotas.
Sabe-se finalmente, que os Estados Unidos, nao
obstante a actual serenidade de suas retcalos com
a Inglaterra, v com mos lhos o Canadsf ser ain-
da possessao britannica.
Mas o que vale tudo isto T Pouco ; e distinga-
mos.
Em primeiro lugar, ha doas annos que a Uuiao
Americana reclama pro i ment s suas queixas
contra o Mxico; e, entretanto, nenhum acto hos-
til ainda praticou. N esse ponto a sua poltica tem-se
mostrado o que sempre foi: cordata e circuns-
pecta.
Mas admitamos que da afiual absorva.o M-
xico. Desapparecera de facto urna naconaldade ;
mas nem por isso a turbulenta repblica perder
a sua completa autonoma, porque ficar-lhe-ho
tantos direitos e liberdades quantos tem cada esja-
do da Unio. O Mxico continuar reger-se
pelas suas leis peculiares, erabora prestando obe-
diencia ao principio geral em que assenta a confe-
deracio.
Por consequencia d'esse facto possrVei nao re-
sultar nenhum grave desequilibrio, e, pois, a po-
ltica americana continuar gyrar era torno dos
masmos ixos, e sem que surja no continente
nenhuma grave contestado, nenhum antagonismo
que pona em alarma os outros povos.
Em segundo lugar, ha bem longos annos qu*
a Unio Americana se desgosta do martyrologio du
Cuba. Entretanto, nenhiiina medida directa ainda
tomn ella no sentid i de proteger as legitimas as-
piradles dos infelzescubanos. Ainda neste pon-
to pois evidente a continuaco da poltica cor-
data da Unio.
Mas, .itlmittainos a hypothese de urna interven-
cao diplomtica ou iiiosmo armada. K inquestio-
navel que a America ganhar, quer fique Cuba
ind-pendente e livre, quer seja annexada ao collos-
so americano. Mas cortamente o conllicto nenhuma
anuencia ter no resto do continente, nem Uo
pouco determinar a ruptura do seu equilibrio em
prejuizo da paz e da harmona.
Km terceiro lugar finalmente, ha loiiguissimns an-
nos que o Canad se augura Unio Americana
como victima da Inglaterra. Entretanto, com
em Cuba, nenhum acto hostil directo ainda prati-
cou a Unio, tendo coma alvo desligar o Ganada
do seu dominador.
Supponhamos porom que o faca a Unio. Arar
retara isso conflicto continental, mover odios en-
tre as nacoes americanas ? Nao, nao o pensamos,
e autos, pelo contratrio, mover-llies-ha reconheci-
raento Unio pela libertario de mais um povo
da America, ndevidamento preso ao carro da<
grandezas e fraquezas da Europa.
Entretanto estes dois ltimos factos, se se reali-
sarein, constituirn urna feico geral da poltica da
America, que nao que nao jiode deixar de ser,
liberdade e harmona entre as nacoes do conti-
nente, c proteceo reciproca contra as iuvasoes.
contra as prepotencias e influencias externas.
Volvamos agora os olhos para o sul. O que ah
vemos ? Quatro nacoes, cujos interesses, pelas suas
posiefies geograpbicas, pela sua mesma natureza,
se devem harmonisar, mas que por causas estra-
vagantes e por estravagantes preconcetos, vivem
de ordinario em choque activo.
Sao essas naques: o Brasil, gigante imperio que as-
soborba todas as mais nacoes pela vastido de sen
territorio ; as repblicas platinas, do Uruguay o
Argentina, e finalmente o Paraguay.
O Brasil, senbor dos seus destinos, constituido
Sor urna popularn pacifica o laboriosa, e sem ain-
icoes de outras conquistas que nao sejam as da
luz e da liberdade, vive tranquillo sombra dos
seus louros, procurando guardar sempre as har-
monas da paz om os seus vizinhos.
O Uruguay, devorado sempre pelo abutre da
guerra civil, sem poder curar com afinco de des-
envolver os seus germens de grandeza, mal pode
comsigo, e entretanto chega as vezes ter velei-
dades bellicas, posto que sempre movidas pelo es-
pectro da conquista que se lhe augura ver ora
no Brasil, ora na repblica Argentina.
A confederaco Argentina, igualmante torturada
pelas intimas convulsoes dos seus estados, ainda
assim tem temp > para desenvolver-se moral e ma-
terialmente, e ainda soboja-lhe lempo para curar
de fumenlar odios contra o Brasil, procurando
assim conquistar svmpathias, que lhe fogem, para
realisar a unio completa di Paraguay e do Uru-
guay ao seu territorio.
Finalmente o Paraguay, creado e sustentado
pela iuAuetvia l,r-il>irn, lia lnBgiviminos: Olltr'ora
inimtgo do imperio, e noje, depois da guerra dos
cinco annos, novamente harmonisado com elle,
protegido por elle, que lhe garanti a indepen-
dencia e autonoma ; o Paraguay vivo abysmado
no pal das suas fraquezas, procurando consti-
tuirse e mostrarle amigo da ordem e da liber-
dade.
Ha mui longos annos que a repblica Argenti-
na ambiciona unir si as duas repblicas, suas
mais prximas vizinhas, c ha mui longos annos
que lodo o seu empenho quebrar a influencia
brasileira, que se oppoe a taes designios, ou apro-
\eila-la. conforme as occasies, no mesmo ambi-
cioso rentarnen.
Urna dessas occasiiles se lhe apresentou, quando
o Paraguav, em 186T, atirou a luva da guerra ao
Brasil, insultando igualmente o pendo argentino.
Com o pensamento oceulto de conquista, eetebrou
ento a repblica Argentina com o Brasil c o Uru -
guav o tratado do I* do maio de 1865, para a de-
bellaejio do governo do Urano Lpez, tendo o cui-
dado de inserir n'esse tratado urna-clausula de U-
mites, attentatoria da liberdade e autonoma para-
guaya, clausula que se oppunha entretanto una
entra na qual os aviados garantram essa liberda-
de e independencia, como alias de interesse para
o povo brasilero.
Finda a guerra, pedia o interesse dos bellige-
rantes que fossem celebrados os tratados definiti-
vos indicados no da 3llianca ; mas isso se op-
pz a repblica Argentina, nao s porque nao" vio
opportunidade para rcalisar os seus planos de
conquista, contra os quaes se ergueu o ,governo
do pnfi vencido, o cortamente se opporia o Brasil,
mas tambem porque convinha-lhe persistir na
posse indebta de alguns territorios disputados,
para cuja justificacao nao tinha ttulos, e bem as-
sim era-lhe grato ter suspensa sobre a cabeca da
sua vicina essa espada de Damocles, cujos gol-
pes faria descarregar lempo de serem utois aos
seus projectos.
Sahio-lhe ao encontr, porm, e ainda bem qu.>
assim o fez o Brasil, celebrando separadamente
tratados com o Paraguay, o assim cortando as
velleidades argentin: s.
Vendo burlados os seus planos, os argentinos
julgaram.se offendidos, proclamaran rotos os tra-
tados d i allianca. e, aos gritos roquenhos do ca*
sus be Ai, commetleram toda a sorte de desatinos,
procurando romper o equilibrio politice dessa
baoda da America.
O que succedeu ento t Escandeceram-se algu-
mas iinaginacoes, inquietaram-se alguns espirites,
discutio-se acre e depois mais calinamente ; mas
finalmente, predominou a razio sobre as paixoes,
nasceu a luz da discusso, ficou o imperio justi-
ficado as suas inten?oes puras e houestas, e o
accordo de 19 de novembro de 1872, celebrado
no Rio de Janeiro entre a repblica Argentina e
Brasil, resolveu o conflicto sem senhura cho-
que, sem nenhuma hecatombe, sem nealiuma tem-
pes (ade.
Admitamos, porm, que assim no iosse, e quo
a guerra desencadasse seus horrores no sul da
America. Ainda assim (Icaria ella localisada ,
nao haveria nenhum cataclvsmo continental, nem
se modificariam as condi^oes do equilibrio do
sytema, qualquer que fosse a sorte das batalhas,
e ainda mesrao que a confederaco podesse rea-
lisar o seu sonho.
A realisacio desse sonho, porm, urna uto-
pia, pdo menos nostempos mais prximos, e es-
Siecilraente porque as partes cubicadas pela con-
ederaco votam-lhe odio ferino, era lace desse
almejo, que se lhes aflgura cruel perversidade,
terrivel motu contra os principios liberaes da Ame-
rica.
A essa poltica annexiouisU, poltica prussiana
poltica da (orc,a contra o direito, deve e ha de
sem duvida seraprt oppr-se o Brasil; e daht lhe
vem o odio da confederaco, odio que nao de
raca, mas que toda va tem oeau valor, per isso
! que provm de urna ambicio contrariada, anda
' que nessa contrariedade esteja uraa fe?o da po-
Uitica ameriean, qoe 6, que nao pode deixar de
serliberdade e harmona enlre as najoes do con-
tlnente, e proteceo reciproca ontra as invasoes,
contra as prepotencias e influencias externas.
A essa poltica rendeu culto o Brasil duas ve-
zes, no anno Iludo, oma-protegendo o Paraguay
contra a repblica Argentina, outra-proteged lo
esta repuilica contra as suas proprias vdleida-
,tM belicosas, porjnaio do accordo de 19 de uj-


f .
,* /Miv#
Itfc Pci-iiambaice 0"-^ feira 15 de Janeiro de 1873/]
l

vmbn), no qual corteu o Brasil o que' jk4fato*^to\ Wki&r.i*1itfki*tra!vtA** ofciIMhftvm. alie* ios demcratas,ivpiiHlicoiiiilC b'hera
.i.u- ....... ......i..,, .i,. ...... .i:nKl,in in ..., .*..,;*..; ............._ _. i. i.--..:i: i., i. .,.:... .1.. Kl.l, 1 1!.- .1- ....1_... I" A.- .,!-*.. _!_....._.......-_Zf-lB
ti.) ju-
Itrai
dar, sem bea d*>aa .dglidade, sem sacrificJ
dos Sfiis e den I;jtm6s mvressas do pavo vara
KUo- .....
A essa poltica indafenderam culto as pu-
blicas ila Amerita OhJt.iI o as to Pacifico, amas
e Miras cimentando as bases do'um pacto fede-
ral internacin; I, no intuito de eseoima-las d>
choque violento dos recipvocos iuter
Mito-de defender imuiaqMhteWmti
aggressoes externas,"*
essa poltica, linimento, a ren lUicu, Argn-
tiuaha do vir i rni'der celia, ipuiido-poder e
quizer coinprchoiian) que da paz. o da liann ma
entre as nneoes qne nascj a felicidadn ios pc-
vos, (juando pudor-* quizor conipetmlraf-se de
que da paz c da harmona que tlasee o 'peni es-
tar das .-neiednlcs, ipie Baturro, o progresso e
a civlisacao,M|be arpo a luz da..l ornado, es-
plendoroso sor^tio ja vst IfTannatnlo- wliumani-
dado.
.Afora as ambicojs da Unirte Americana, ambi-
oes desculas para oi lados do Max. ir o e do Ca-
nad, c remotamente para duba ; afora as amb-
rfles argentinas, ondereradre para o Paraguay e
para o Uruguav ; pouco mais de iotavel vio o
continente aniel cano, ni auno fo.to, pie pode?
se intrressar as retacos d? estado untado. Ve-
jan, porm, (sse p-.iuco niais.
Kntre o Chile e a B divia, e entre esta repbli-
ca r a Argentina derain-se desiinvHigonias, que,
posto que, algara tanto graves, passaram sen
maior eutrave.
Bfltro a II olvia e o Chile veip o choque de un
acto inconsiderado dap'Hilira interna dn presiden-
te da primeara i be;n assim da linguagem pouco
polida e aecusatoria do sen representante ein San-
tiago. Passou, |Jorm, o ficto iu>-lorio sem dei
xar resquicios se quer de .-uiiunsidadc
Catre altoliviae arepuAIica argentina, porm,
o caso foi mais serio, e atada perdura a desintel-
Jigcn ia, que teve e tem ment as citadas ani-
bienes territorh.es da segunda, visto corno a Boli-
via tamh'in se julga coiu di cito aos terrenos dis-
putados por aquella ao Paraguay, e jtilgou-se of-
f.-u ida pela attitude argeutina en relacao esses
teirenos.
0 oontlieto esleve eni asparas de degenerar en
guerra; mas felizmente no teve tristes ronso-
iiuoncias, posto que. 0 ministro boliviano se tenha
i-lira.lo de Buenos-Ayresb!.stantoiii-5ntc ofTcudido
Dlo inodo pouco corte/, c mystilicadnr do gover-
00 argentino eai face das reclamaces do reu
paiz.
Entre Honduras e S. Salvador deu-se tainbem
serias e raves desutcliigci.cias, das quaes resal-
tuu u,ua guerra entro ambas, e a iitervcnro da
segunda no- negocios internos da primeira. Gfa-
0*4, porm. aos hus ottleios de Guatemala, ehe-
garam os dous paizes liarmonia, e assim se
achato rara o menor Vislumbra de odio reciproco
e arador.
Ftiialiii.-nte deu-se entre o Brasil e a repblica
Argentina o conflicto de que ja faltamos, mas de
que, eliz.nentc, nenhum nial resuhou a buinani
dade, mas de t|ue felizmente, nasceu una tal ou
qual harnioiiia entre os dous iutiressados, poste
ana seaipre vigorem os odMM da repblica pla-
tina.
A-siiii, noa, cal eealoftjo, a poltica aternacio-
Bal aiiiencana, se nssim s^ |hmI>; chancar s su; s
olaeej de ertadu e-tado. nenhkni m.t! lerrivel.
ueahuui ch;K|ue cruel prmluzio no continente, do
if.ia! vii'ssi'ai dainos a liua'anidade, do l..iI DBS-
catea os odien esecuctante que nevaran > Euro-
ropa, os aularoiii-ni)s que -e;iar;uu os seus esta*
dea, e os cru.l.lissimos problemas que ame.ie.ain
lancaf o incendio nos quatro caiUos do velhu con-
bnente. -
Nao. nada disso aqui se deu; mas. infelizmente,
ai i.ia persisti, no anuo lindo, a poltica mes |i -
ir.a peealiar a nnitos dos ettadu irntrifimn. e<-
>a poltica interna, bar'.ara 0 selvagem, que a
oh iga puruleut.1 do novo coitineuti.% que a sua
ntaera cancerosa, fora podi-e que cousuih o
ni 'llior da sua saina.
u.ier u i norte, quer no centro, quer no su! i
America, a guerra civil foi ;jnda o mi!n augustio-
s i das peaaoaea 11 -e ladea la erigen haspanana,
lu ainla a esl'ar.aoala bandeira das preteuc.'ie*
il i -lidas .los jiarlidos, ebtios com o Migue da>
fji-j.as e oritlmsiastis pelo esidor das ar-
i!.:s.
K raatavente iu p ilica peculiar cada estad
.:! vieano. ipie a raa esclarecida oneoutra una
(anta perenne do lormeuios aara a liuiuanidadeve
nm posanlo entraron ciyiliaac^o moderna.
Por mais triste e (i..-solador que aeja assislir a
il^solucao di! tantas sociedades novas, clieias de
vida e p issuidoras de robustos eleuientos, capa-
cea de prodiuir mitas socio lados ricas, prospero
rnsnnnareis ; par mais triste e desauiuiador que.
<..;;i (>ct'ir :i ver u.Uie uc .lit. > fui.h > :' nii.ui;
-ia g torra civil I mca nos braca* da auareliia Un-
paites en fue a nitiiie.'.a fui prodiga e;n so-
laeat I idea os gormos de g andan, todos oa priu-
i de riqueza, que podoni tornar feliz.'S niuitos
unos; a lula neai por Ssti tom eos-alo. o soiu
'. i cititnua.M at que pa**o esaa intncia ir-
i xfiota dos estados americanos, al nne enage a
saahada virilidade dc*ea pavos; viriliilade que j
tu!-! en dotnni'nto das priocipios humanitarios,
e prejuizo da oivilisaoao e da herdade.
Praia, porm ao eo qie i anuo que agora co-
m' -a soja o neaaa^tir > <\ i paz, e^qae com ella
....a einQm a aturara da fraternisacfto dos pavos,
i itlodu caila ii.n c -aira iod >s e todos contra ca-
a.e. paupando ao historiador a ingloria ni'issao
i regatrar. lacios tio tristes como inuitos dos que
. o is narrar, |i ire ii'ivnlo ligeiraai :a!) o c i.iti-
iic te das duas anericaa.
la hosliliilado t.ieiki dos Esta, laf-jlif do-coittBflles tntia ;wia algiiiMus osparanr.
es que a (jr-UretaulKi tevomn*-P;" Kstas. oii. v dosvaiie-.'iT.rii coaiiireta
vos aimarciHi-s. d
ViMuf hoMMnad
lasQBiwioside^pjercehtr nwi.feam Haiuuli, jiutcJanoaa te *hrie cacriitiuo oiettmal >"
;pnda Jiu.Irlcda e na spa poltica coai ivferepa) vcntbrii .u^, i*.nn>i iio.a'iliaj.inentc ticmi d
" curopeu.
ao continente
itrado mie.a inaoriado natzera pea roeleic;w
' Tcfo,'pnfem; ceSsadrt cQfnfHetenientc as tiuelsae": fenrat-firant, qne Blfeclivamente foi eleit, poi
da Dnia),? E' licito duvidar, e ainda mais licito i\ que tal equivalen a maudestaoao do corpa cleitoral
;jiarx out.urq, .ipie sjclle se. galera ia 40 l
dejovelr at bndo noflVni iros rescntfil
onericanos contra o prucedimento p^uce
da Inglaterra na fanaaa;'. guerra de secae-
1MAD0S-I.VD0S.
A craiidiosa rapnukea i)ueoecnna con .1 sua
vastidSo qnasi nejo c.mtinerite, encuenda com os
. i lis dos seos progivsso> t ido o orbe civilisa-
da; os Kstados-Uuidos da Atuerica, foram anda.
1 .uno ile 1872, 11111 vast.i scennario ein que se
lieranvnjhjwa a accao de ajnaratoaaa dramas, tendo
v no alvo o adianla.....uto moral e material da
auan enorme de Mentantes que all vivein en-
te.> as bellezas e legaliM que Ibes da a-liberdale,
tal corno a eotnpreliende, na sua gonniaa expres-
sao, o' foruioso eonfinento onJo respirou Co
lambo.
\oabrir-se o ami ana oilanwj historiando, a
poltica externa da grande repblica sentia-se ata-
i'a cuino que estraneaint ni tocante as relajos
un enverno anerieane com alguna autroa governos
do vellio e do Bdo continente.
Coai a Inglaterra, posto ipie o tratailo de Was-
hington, de,.1871, ISvease fi'ito desanuviar os hori-
sanano que eJIea linhaui de mais sombrio cat-
tarrador, havia ainda uns resquicios de pronun-
e ala iiosaiTeici", que todo o nwnente o govor-
n americano se incunibia de demonstrar, nao dei-
aaa lo aoirar rewha o pmvaM das queixas que
formularan os seas subditos contra a aaajp na-
ttaaale, por oaasi o da gaura de soeossao.
Rostavam liquidar, doanJ do tratado de HEas*
biagtm, duas questes : a d>s prejuits causados
nulos oirsarios duraato aquella guerra burivifl,
ojaesno euja selmjao tora delegada a un tribunal
arbitral que devia reunir-se en (oaebra, e a da
illn de s. Joto, euja soiucao Vira aunctada ao iin-
perador da Allemanha de'commuih aecordo entre
as potencias contendoras.
As sentencas Uivradas p ir ases arbitros deviam
s#r definitivas, e, segund) dispnnha o tratado de
Washington, nao admittiain appcllacao nem ag-
gravo; e, pnis, tinhatn de ser runiprnjis infallivel-
mente e can a iiteximlidad' que deve caracteri-
zar os pavos amantes da jusl ra e zelosos de sua
Jionra
O tiileunl ile Oenebra reunio-s-i effectivamente.
Foi longo e fastidioso o seu t abalho, e, emquanto
nelic se discittan o direitos allegados por cada
ai ni das nac-jos, movea-98 e iieresson-se a opi-
ma 1 da anana pela soiucao ta qiujstao Alnbnntn,
agitando-se odios, que por m; is de urna ve/. pezB*
ram etn eminente visco de juerra os dous catn-
pedes interessades na conteih.
G tribunal, portn, superior a essas ninharas
intrigantes, cort*j sem couqiaixao todos es nos da
pendencia, e>proiiunetou < s ca, f/indemnan*) a rnglatert, a parar aos Eeta-
dos-U.'tidos tffe meio millnVs de (tobares, sem- to-
dava reconhecer a obrigacao deesa potencia (Migar
ao eoUiK-so americano os pVej izos indirectos por
elle rw!amadnj,|jrejuizos que eram e ponto con-
trovertido da qutatao. *
Fcimi, |h)is, soltida essa dUcuMade, c geou fe-
lizmente soJvida atan maior "ei.ibaracn, poraua am-
> oe paizes aceitaran o arbitramento, soma llios
i-uinpra, sem reservas, posto que mais ou meios
resentios. B.e'sta"a, jioretJl, a qustao da ilha ie
S. Joo, piestao rrovinda do longa datare a cuo
respeitj os tratados de Wasdi gton de 18 6 e 1874
tinbam deJiberado, e cuja solugao eslava- affecta
ao rei (uflherme.
Nao se dn demorar muito esta soiucao, c, no
irtet do ouluiro, i imperado,- da Allemanha pro-
uuncin amia sen;en<;a, suteitanJo os (jirltoa da
Unan, ~
a
en
lile:
ata)
san."
Do 2ao da ltussia havia taaubemum pequea
desgaaut. motivado pela attilude inslita do repre-
seiiRuee do czar em Wasliiugiou relativamente ao
prelcato Grant.
Os Esti'.dos-Uaiilos intimara*! o Sr. Gataeazi a
qna^aeaelirasse. sob pena deilhc seren rcinuttidas
od pasaportes;' mas depis consentirn! na sua
demora al que terininasse ;; visita dojirncipe
Alexis, que foi Amorteateai viagerade recreioe
de iaatricoio.
Ogoverno maso nao taivlou por seu lado em
reooitb ricano, c retirou o seu representante de Washing-
ton, cantado assim completamente o meidente, que
motivara a atlitude da America.
("ora a Hespanha tainbem vive o governo e, o
que mais o povo americano em constantes res-
guardos por causa da insurreicao de Cuba.
Esta Sha, a mais rcae hrtif das Autilhas, dejtde
muos anuos vive em conlitnia rebelliao, inicreiidn
lernar-se Independente 1L1 netronole, qne a-trax
tangida ao seu carro, azorragando-a com as plia-
langes que do continente curopeu manda a Ame-
rica com o tim de matar as aspir.-icoes liberaos e
autonmicas dos infelizes cubanos.
Este facto alo tem passado desapercebido a
iao Anerieaaa, que, pmtectora nata das fraipie-
zas do seu continente, v com mos olhos o azor-
ragne de.astena estar a zurzir os pobres Untas,
cujo ineznedivel patriotismo, cujas grandiosas as-
pjracijcs, acham echo bem pronunciado no coraeo
do puvo americano, que de continuo Ibes enva re-
cursos beieos no iitteresse da sua santa cansa.
Este estado de eousas traz evidentemente sus-
pensa entre os dous paizes a fatdica mao qne nove
a espada das nacoes.e rertamente, de uin momen-
to outro. pod deseneadeiar-se una tormenta
entre os Estados-Unidos e a llespaira por causa
de Cuba, era prol de raijos exforcos bem possi-
vel que directamente iutervenha a laiao Ameri-
cana, fazendo sentir vclha Castella O seu braco
forte e a sua vontade da ferro.
Nao foi, purera,- s em a Europa que os Esta-
dos-Unidos, tiveram no anuo lindo, pendencias
resolver. No proprio continente americano teve a
l'niao de occnpar-SO com urna questa li lhe
logara o auno de 1871, e qie 187; anda devolve
ao qne hoje eomeca, visto como nao piVlc ser defi-
nitivamente solvido ease negocio no anuo que lin-
dou.
Foi o caso qne, no Mxico, foram insultad is al-
guns americanos do norte e desprestigiado o pa-
vilbao da grande repuldica, que doea-se desses
attentados, rpereutindo os senseffeitns no coraran
dos fankiet como verdadeiros sns do embate de
armas.
A L'niao, cordata como mxime ([liando se
trata de outros paizes americanos, mostrou-sc con-
cilianto e buscn aplainar as dillieuldades pela*
vas diplomticas, de cujas raas nao se deviam
jamis aflastar os governos, par sua propria e por
honra da linmanidadc.
EtToctivameiite tiveram sequencin as negociacSes
diplomticas e inqileritos, mas nao poderam clie-
gar aoseu termino. Poristo volvosla questao ao
anuo novo, sera todava proinctter tormentas, visto
como a l'niao americana guarda nina attitude pa>
cioa nafa com o Mxico, attitude queso polo ser
Invada, e na qual deven ver todos nm model
digno do copia, e tanto mais digno quanto est en
opposic.o manifesta com o modo de proceder das
naces'da Europa, que se mostrara tanto mais ar-
rogantes, quanto mais f lites se julgain em r-fe-
reucia aquellos de ipiem suppden ter queixas.
Se de par, senpre de paz, foi, c sem duvida
cottnuar a sor em geral, a poltica externa ame
ricana, de paz e sombre de paz so inostrou c val
mustrandoa poltica internado paiz, cuja sombra
se desenvolvem todos os fecundos germens que
a natiiivza se aprouve em seineiar nosse feliz e
giauliosu territorio.
Em 1872 devia ter lugar, cama efectivamente
siiccodeu, a eleicao do presidente que tinha de suc-
eed-r ao general" (iran, cujo mandato estavapres-
tes expirar.
Es*a eleicao, na grande repblica, onde a vida
popular se descnvolve com toda a pujanza e es-
poulauuila.le, era certaineiite OU) a-rti gravo e se-
rio, e por aso, desde o nrincipio do anno, isto ,
inuitos iiiozcs antes do da liado para a sua fia-
tura, entrn agitar todas as'paixoes, todos os in-
terosso. todas as ambic'ies e todas a* vaidades.
sem todavia ultrapassar os limites do nina mani-
fosiacao regular, ernqtie todos disputavara a vic-
toria do combale, para no da subsei|uente snjei-
tar-sc ao resultado do escrutinio, ipialquer quefos-
so a sua eloquente iuauifesiacao._
Desde logo failou-se en diversos candidatos ;
mas depois conecDtraram-se as vistas sobro dous :
o general Grant o o Sr. lloracrJ Greeloy,, que lor-
aram-se os eampeSs preferidos e pelos quaos
traballiaram os unidos, enipenhando todos os es-
fuiv >s para fazerem triumpliar seu respectivo can
di lato.
O combate assignalou-se renhido, e, posio que o
general Grant tivesse por si as auras do governo.
o Sr. Greeloy foi ganhando adhesoas em diversos
ciprulos, o em varias convencSes} qne, cumia de
Cncnate, o escolbcram para seu candidato, c:n
on.i Kieai luolles que se manifestaran en pro)
do general Gran;, que todavia nao contava e nes-
mo apoio que lhe dora o paiz, ha .'i anuos pausa-
dos, quand >, vendo-O bafejado polas brisas da vic-
toria, proelamou-n nnaaimiMnente para o alto posto
de presidente, moslrau lo-Iiie assim ooureca-t
nhecimento pelos scus rarvicos de guerra e por
ter elle sida o pacificador da repblica.
A lula entro os dous candidatos era a hita en-
tre os dous grandes partidos do paiz : os republi-
canos que sustentavam Grant, c os deuwcratas que
apaiavam Greeley.
Os amigse sustenLandorcs de Grant apontavam
alm d.is ttUi ser vicos, coaio general, 110 lempo da
guerra, os que elle pintara como poltico, recons-.]
titiiinda gradualmente a Uniio, fortaleeeadoa paz,
abolndo detintv.unonte a escravidao, e extiuguin-
do gradual e constantemente a pesada divida ere ida
pela_gucrra. Entre us seus desaffeclos achavani-
so nao s os do-c intentos com a suaadniini-traeju,
mas tajaban un grupo que sedestecou u> partida
rojiublicano e c.onstuio-so sob o nomo d<- partido
republicano liberal.
Este novo partid) reprovava ao general Grant a
prolongar.*) das lembrancai da guerra civil, pela,
matiateiicio da le anti-constitucional que sus-
ponden as garantas e direitos polticos de varias
classes de cidadaos, c aecusava o seu governo d;
ser urna dictadura dsfarc-ada, apoiada em una
excessiva cen!ralisa.;ao e em principios de milita-
risacao, que ainea;-avam a vida civil, sem contir
que lhe assacav 03 epilbetos de um escrpulo
nepotista, intolerante o corrupto.
Ein contraposicao, o programna dos liberaos
menconava rostituiejio completa de tolos os direi-
tos eonsfitncionaes todos qnantos dolles foram
privados por cansa da guerra, repudio de polti-
ca de centralisacao, pela manutenc'io do self-yo-
vernement local nos diversos estados, suppre-sao
dos abusos commetdos nadiatrlbaifiao dblenpre-
gos e na concessao dos favores e gracas adminis-
tralvas, .-uliordi)ai;ao do poder militar ao poder
civil o finalmente abandono do syslema das con-
eessdes de Ierras s companhias industriies.
Com esto progranuna contavam os liberaos ga-
nhar a elei<;3o para o seu candidato, o Sr. Greeley,
redactor omehefc daTriounadcNew-Yorcl, e u-:n
dos mais nota veis polticos, da Unij, o qual era
ura dos chefo do novo parto c apoiava o sen
programma, posto qne ja tivesse cobatdo ante-
riormento n'outras lileiras.
Assim, pois, o general Grant tirina .em se-i favor
sen nomo, seus servidos militares, a forca da urna
posleSo adquirida, e todos interesses grupadoa cm
torno de urna admioistraco, enjo chufa tiniaj
^quatro annos de exercicio. O Sr. Greeley, que nao
tinlia as mesmas r:)commndac^es pessoaes, que
era apenas utn poltico e jornahsta d'talento, em
hora inconsistente e excntrico, tinha todava om
seu'favor todos os opposiclonistas;'lados os dtssi-
dentes, todos os descontentes, eera conseiuente--f
iii-te o candidato dos que querinm. subir.
"Durante alguns mezes esteve a Inti travada
no campo dos meetings, dos programmas, dos" dls-
urs>)s o de todos es indos drque se serven as
no ite Sena Ferreira, c mean* ataeeat.fqr*'s'**Br. -iCant 1
A eleijo peMdenciat^s nBs-aidos
dous graos./Ot eletores primarios l>-, toi
stadi's /-lejpui s-.-us representantes, as qiiaes
maulladoiniparatvo para elegoiien tal ou gual
didato. Ut^plores d>seatal> reunem-s-j di
em Washington o ah expriman por seus \
peBsjiment ..dos sens caiiuttwntes. ( re>u
"ste congiteso elcit.'iral, depois proclamada";
lenaieeiite pelo presidntr da sanado.
Tndu isto se fez, e, pois. fi>i,pro.:lamado
sidenloifis Estados-Unidos, par mais quatto an
general Grant.
Beppis da lPicv), todos es partidos e p. <__
voltaram s sitas habituaes are uparas,
sereuou como por eucautw, demonstrando assiri,
nais urna vez, grande repblica quanto alan
as snas institnicOes^uautafurca tee;njliascr-u-
cas liberaos, ;. caja sombra todos os amcrieaitM
vivein felizos e satisfetos, sen se dcixare;) domi-
nar por css;i? crises momentneas, das quaes to-
dava salie o espirito nacional, por assim diaer^re-
temperado.
E'wrtanioute devid esse espirito patriotici
do-povo americano que a repblica floresoa. todes
os das, S(ib todos os pOBtOS de vista.
A situaeao Hnanceira da re|>ublica mellwrou con-
sideravelmente no auno lindo, pois que una grande
parte da sua divida foi paga com as superabun-
dancias do ihesouro, para o qna' corrern as ren-
das publicas com a iinpetuosidado de um rio rau-
daloso, e na proporcio do accresrinio da produc-
eao e das transaccoes comtnerciaes, que avultaram
copsideravclmente sobre as dos annos anteriores.
Os fundos pblicos subiram de valor e o mercado
monetario inelhorou.
livcrsas leis foram votadas pelo congrsso, sanc-
cion idas e publicadas, sobres-ihndo entre ellas
uina que reduzio o impasto laucado sobre varios
genero?, o quo prova exuberantemente a vitalida-
de da repblica, contra a qual natas apprehtusdes
houveran no tempo da guerra de secessSo.
!fa forma do cost rao, (piando o congresso en-
rerrou os seus trahalhos, tinha pro-tado n-leyan-
tes servicos ao paiz, tteslarldi cada vez mais a
independencia com que pr.icede iro es'ulo das
medidas que decreta, visando seuipre o bem-estar
do paiz cuja prosperidade nada deixa t desolar
qualqner que seja o ponto de vista sob que se o
encare.
Qriando de novo se ab in o congresso, i de
dezembro, o presidente Grant leu a sua mensagem,
com i dos estylos, e nella felicitu o paiz, nao s
pela paz exterior e interior de que goza, mis ain
da pelos progressns realisados, quer na orden
moral e intellectna!, quer na orden material.
Anexar da redhecao feta as pautas alfandegaes,
is orcainentos aprc'scutados ao congresso mostra-
ra m um excessi le receita sliperior ri V milhos de
dollares; c esto resultado, que sorprenden a tiwlos,
mais una vez poz patente a pujanca da repblica,
ipie vai Seu caniiuh.) desassombrad mente, enchen-
do o mundo com os borbornhos do sea desmosu-
rade progresso, e dando todas as mefies apro-
venaveis lcoes,quor em polittoa. queremflnancas,-
quer ain la'em admuUtrayo.
Um pinto negro, lia todava, na Repblica Ane-
rlcana d Xorto, para o qual vulveai-so as vistas
contristadas, a IiUeriiacioaul, a fatal associae-t,
ne priiciira por toila a parte implantar os seus
t-rrivets e di'vastadores principios Dsainorii-anos
lo norte, porm, quom sobra patriotismo e Iwm
tenso, saberao, sem duvida, neutralsar a jiernico-
sa influenciad'-ssa asseaMa,dam-matorma por
que tom sabidd dirigir-so atrave^ os intrinclos
probleims, que, mais de una vez, tem posto em
alarnutodus os espirtos da iinao.
Or.'amomo en tai ainargilrosa conjunctura nao
os ab.in'.lonar o bom genio q'ue os tem sempre
protegid', k, pois, o futuro americano nao ha de
periclitar.
A repobliea dos Estados-Unidos um orgao es-
sencial da Amerii a ; r, n'um futuro que tal vez nao
esteja longe. a uniao ha de provar a neccssktade de
Stia existencia |x>Htca-so-ial, naos oppondo forte*
larreiras influencia europea no novo continente,
na* tambera produrandd fonentar urna grand
ardma de Sena Fi-rnja, Jiauoel Joaqun
\niia. Manuel .lja-uimVto'Mofaes, e a innis
essoas. alguni.ts das quites, aiuda jiao.se|j
taran polica que t^mnr ron her monto
iio.'s dous facciuoras ainani-se presos .
I'alleriiucuto il<- .l;ici|iirs Uorcl'
Era um obscuro cidadao Jacques Borei, e todavia
o "ii r'na mr flcar
que l^turnnil
ii por .oicidoacia
foi vicm ddajB erro judicia-
ao desobriatoydwnaiifaa mpressao
ara. Es|e Ir^iotn contava agora 71
ilari
iiotaveis,
us etetoordiaa-
r*>.i bs en-dl-^ rtc*. quefr.,,}-.,, ^^, ^ ^^t M
rovaram se: brasiletro o ca- contiatoj, wi;ip-Upiw*dankidaf
C
annos.
Em 18
perpetu
sua sogr
a rondel
rrmc
n em 1
e
ndepoadencia
continentaes.
a recproca garanta dos estados
M
MAHBnoa
Uniu, e assim condemuaade as roclamac/ies di
l'iglatn.i, onde esta tteciso causn a mais ttola-
1 >sa uprassSo.
sociedades para proclamar as snas ida=, para tor-
na-Jas bem publicas e laze-la aceitar pela .pi-
nino..
tyais de urna vez pareceu t-)dos- ley sella delinitiyamente leito. tal "ra o mo.vimen-
1 opimao em seu.favor, fis ultimas semanas,
lioritn, o raovim'jnlo accantuou-s em prol do ge-
ner:d Grant, de forma no deixar nonhuma au-|
Ateim,pdUf cisajn'oJviais a>iaHqaes^Widasx)bie"asuarx1eitjJo. 'mi>
REVISTA DIARIA
Autoridades policiaeK.-Por porLarias
da presidencia di provincia, de 10do crrente, fo-
ram nouioados subdelegados de polica: da fre-
guezia de Santo Antonio, o Sr. bacliarel Sebastian
do Reg /tarros ; e da >le S. Jos, o Sr. t actiarol
Jos Mara de Araujo.
Municipio de Santo Antao. Por por-
tara da presidencia da provincia, de U do crren-
te, foi no.-neado o bacharel Jos de Souto Lima,
adjunto do promotor publico 110 termo do Santo
Anta', scal da collectoria provincial nesse muni-
cipio.
Pi'ofessores publictts. -Por DORartM da
presidencia da provincia, do 9 do corrate, foram
Horneados: Anua Ignez da Silva Ramos para regor
interinamente a cadeira de primeiras lettras, do
sexo femenino, do Sennhacm ; c Maximiano Lopes
brindo Jnior, para reger interinamente a #a-
deira de iustruccao primaria, do sexo mascolino,
da poveacao da Barra da Jangada.
Fortaleza do Bueaeo.-Por portara da
presidencia da provincia, de II do crrente, foi
exonerad o alteres reformado Tiburcio Joaquim
de Andrade, de ajudante da brteMn do Brmn o
oommandaute interino, c 0 nomeado para o subs-
tituir o toiiente honorario doexercito Antonio Ma-
chado Revoreda
Santo Antao. -Amanha ser hask-ado, na
oidade da Victoria, sede da comarca de Santo An-
io, o estandarte do respectivo padroeiro Santo
Anta), comecaodo logo om seguida as novenas,
que nos informam devem ser esplendidas.
Auoliees provineiae. -A come;ar de
hoje paga-se, na thesouraria provincial, os juros
das apofices provinaiaes, emiKida> por conta do
emprestiiu) ito l,*K):Oi)Wi.
Gymnasio provincial. -De hoje at 30
do corrate nez acha-se aberta a inscripcao dos
alumnos desto estabelccimento de edueacao.
In^ti'umo puhliea. A reparticao da
mstruccao pblica chama os directores de eolle-
gios e professtfres particulares i; ambos os sexos
que anda o nao tenham feito, a enfrogarem os
respi^ctivos mappaa relativos ao anno lindo, dando-
Ihos para issu o praso de dez dias acontar de hoje.
I'risam. A ordem d Antonio foi hontem preso em flagrante pelo ciinie
nrevisto no artigo 203 do C-jd. Crim. Manuel Boa-
Ventura dos Santos.
Eai flagrante.Na freguezia do Poco da
Panella foi h1ute.11 preso cm flagrante por erim
de furto de cavallo, Mantiel Francisco' de Sonza.
E' preciso exiiiiguir a rae*.
Homicidio. -Em torras do eagenho Cumbe
do Baixo, termo delguarassd, foi assaasiuado Joao
escravo do cgano Francisco Jesino Hulea-), as 7-
horas ila notfle de 21 do mez de dezembro ultimo,
logrando evadir-* o delinqueiito, que se siippoe
ser nm las Clemente, all resllente.
Freguezia. de Santo Antonio.Dei-
xou hdfttwm o exercicio de subdelegado dessa fre-
guezia, passando-ti ao sen proprictario o Sr.. Joa-
quim Jos cidos elogiosjpela circumapeccao e lino com qn sempre se houve.no dcsejnpenho .deseuardun'en-
cargo.
fTouvavet.Algunas seqhoras distinctas da1
freguezia da Graea daCapunga, ao prjnaipiar do;
amanha, nandam celebrar s sextas feiras, na
igreja de S. Jos do Manguiobo, pela manb, urna
mssa resada ^ Senhra da#Dores, em que cem-
mnngarao, portento dnese vetierando prelado.
Apenan una. Nao obstante a.protnptidi,
com pie algumas irmandadea'tem feito anuunciar
a resolujao, que tomaram acercada circulardio-
cesana, somos.iofonruidos, que apenas chegada
a secretaria do bispwJ.) a resposla da irmamde
do S -. Sacramento da -Matriz -d Santo Antonio.
.Tiisas fonebres.Hoje s 8 t/I da njl^
aha manda o 'direotorlainepalcelebrar, na iste a
d 1 Carmo, Tnissa peto passafneWo d rigark>SBT-*
Manwl da Silva Bmro^'dte atte coi^iAnto**
Soraphtnrde Souza FeTar. -gio eonvidadislodo'
os amljgosjjarffealaros pollticoa daqnelles Uados.
I*o l'Alho.l?seretem-.ns desla villa, em
13 do ooTronto:
1 Homem,1 pelas i-horas d tarde, no-ragaa%9
do Carito, eido p r Mansl Cnca^eAntonio'wrreia eonheei-
do por Cacla, irmans.-mMaram narbarameate
Frtraeiseo das Chagas rada 8ho de igaal;,tinnW
feriram mu gravemente maiiter dtMe uHtaiaa
ado atrabalhaspuiiiieos
liuiiicidi na pes ia de
fc>i"j|ff','1'" f^" M'
relaxada* em consequenfl Je una coufissao feta
in extremi*, pelo verdadero criminoso, ura.tal
Iph GarfeU" *'
estado coucdou a Barel, como indemusaco,
a soinnia de 4,300 francos; dnheiro com que poz
nma merriaria, e d'esse pequeo commercib viven
desde en tan
NO tema parales uo amigos, llorel legou o
fructo desuas ocouomi.is, pouco mais de um cont
de ris, s creanca? pobres de Pars.
Cundeiunaco de um parricida.
Um dos mais rarus crmes que se cjinuiettcm, e
por isso sao escassos n;s estatsticas criminaos,
t parricida fui ha bem pouco base de um pfoiesso,
que terminou, como nao poda deixar de ser, por
nina cjlldo.-iiiiacao. *
caso afnjrura-sc-nps que offerece, para honra
da humandade, ciscumstanc;is', que attenuam
fealdade do crinie; crine trio grave, e tao re-
pugnante e contraro natureza.
O assassinado era hoinem j octogenario. O ho-
micida cinta anda poneos annos.
Este rapaz, porem, toda a sua vida fura marty-
risado polo pai ; hometn caprichoso, atrabiliario,
avaro, nao houve especie de tormento que elle nao
lizesse padecer a seu lilho. Este, no dizer de
todas as testemunbas que depuzel'ain no processo,
moslrara-se senpre um modelo de paciencia, de
dedicaran c abnegaco ; esquecendo os males quo
passava, para se recordar apenas que de tudo era
causador aquelle que lhe havia dado existencia
e que est iva na ordem das cousas soffrer sem
niHnnurar.
Um da ebegou oiiilim, em qne a taca da amar-
gura trasbordou. ,
O velho acensara o filho de o roubar, e lhe de-
ca rou que 1 .ra por termo a essas defraudacoes,
elle o havia denunciado justica, e em breve de-
vera ser preso.
Esta aiiieaca,"que nao tinha justlieacrio possivel,
a nao sor ni) estado mental do velho, revoltn,
pela primeira vez. o aono do lilao, que entao nao
pd-.le contor-se, e a colera por tanto tempo com-
primida, exp.indio-se terrivelmente.
Nao podando calar-se, a seu turno exprobou ao
pai a sua deshumaiiidade, a sua avareza, as in-*
Justinas e tiltrages de que tinha sido victima ; ac-
crescentando que aquella vida lhe era insuppor-
tavel, tornando-se indisponsavel por termo a senie-
Ihante viver deixando de habitar juntos.
f) [iai, sorprelienddo e irritad >, desaudou em In-
vectivas e amoacas.
allegaratn, mas km pr
"SraiiM nnmehd
e Saiiuel IMwor Jolniston & (i. i ten -idem de
^eu. caxor, itespaebanle Herma Ernesto Dias
Fernandos.Ka orina requer 1.1, nao tendo, po-
rm, o siipplicanies provaio, como dzem, ser
brasileiro o e npregado de quom tratan.
t l'e Francisao" %reira da OtJSta. apwsentaado a
registro uuia'pn>aura-ao dens, dando poderes a vanoalJ > 1 quiii de Amoriin
Sobrinho, lunoel-Marques- de Amonto d-Pedro
Goncah-cs Pereira Casco, para procederem li-
quidacao de sin casa cominei-al.Regstrem-se
a procuracao e carta de ordons a que se refere o
supplicanto. /.
De Jos Antonio.de Soma Basto e Mi noel Joa-
quim Laiiroir.i, declarando quo ,ichando-se lindo
p tempo de durarlo do seu eontrato social sob a
nrma de Soma Basto A C.^c desojando prorogado
com algumas alkrafOea,.na<> o podom fazer por se
sobar lora do inijino o socio commanditarro Jos
da Silva Asevedo, e nao lerem d'elle procuracao
para esse im, pe i que pedan que sua declara-
fSo tossfl tomada fin consideradlo, emqant se
nao registra o competente instrumente de procu-
racao.Vista ao Sr. desembargado!- Ilscal.
Uc Antonio Alves I^lire, pediudo que se trans-
ara firma de Lebre k Res o livro copiador que
se'achaem branco e fura .rubrica lo para sua ur-
ina individual. -Como pede, sendo trazdo se-
cretara deste tribunal, afim de Be fazerem as de-
vidas deriaraooes.
c Costa Maia A C., pedindo a matricida de
seus ca xeiros Manoel Pereira dos Santos o Anto-
nio da Encarnaco i-'cna Oliveira.Como reque-
rem, se juntarcm a nonioacao, sendo que os sup-
plcantes nao provaram a iiaeionalidade allegada
dos caixeiros nomeados.
De Marcos de Almeida Lima, ceriido de ter ou
niio sid era o anuo prximo passado matriculado
neste tribunal como seu eaixero Jlo Antonio
Honorato deOlivei a.-D-se a certidao requerida.
De Manoel da Silva Carvalho, idem de ser ou
no eaixeiro de negocianlc matriculado.-Como
requer.
e
Folenio que o'filho, poniendo de todo a cabeea,
pegn n'iimalviao. que pruximo estava, levantou-o,
e d'um s golpe matou o seu progenitor !
Um dos advngaaos mais distinctos de Paris era
bnatronodi parricida. A defeza foi bi(liante.
Toilos os aaguideut s qu' pmleriam desanuviar um
tanto o lgubre qnadro formado pela aecusacin.
nao deixaram de ser produzidos O arre|endi-
ment, mas sincero arrependimento do tllho, foi
condimentado com tal arte, cpie at os gendarmes
que ostavam na sala churaram. O proprio advo-
gado fez ntorvir as lagrimas na sua propria ex-
posicao.
O crinie, a que corrospondia a pena de norte,
foi considerado p<4> tribunal'com> tendo n'elle
concorrido ciroumstancias altonuantos de tamanho
tieso, que a sentenca proferida condoinnou mora-
monte o reo a cinco annos de trabalhos publicos.
Contriliuicao inilnstrial na Alie-
nanita. O ministro da fazeuda do imperio da
Alloiiiaiiha. Mr. de CAin[ihansen, apresenlou a c-
mara dos dopiilados urna proposta de le tendente
a modificar a reparticao do imposto industrial.
Os contriliuintes srao divididos 0111 quareutn
Francisco Guedcs de Araujo, pedindo o re-
gistru da nomoaco de seu eaixeiro Manoel da Sil-
va Oirvalha. Como requer, logo que fr presente
a nomea;ao, tendo o supplicanto provado a nacio-
n.iliilade do eaixeiro a quein se refere, com cer-
lid'm junta.
Por nao haver mais a despachar-so, c j ser
urna e meia hora da tarde, o Exm. Sr. conselheiro
presidente encerrou a sessao.
politca americana, tendo por bases a lbjrdadc, a -ciaste, em logar de triMa, que eram actualmente.
Os reudiuicnto* inferiores a iiO thalors, ficam
(scaQtos completamente.
A 1' elasse, que l a de menor laxa, pagar
30 thalors : a trigsima, pagar JdSO thalers ; o a
quadragi.-siiua elasse pagar 7:00 thalers.
(I t-'overno calcula que.cpm a tova icjqrina no
modo de lmar o imposto, o thosouro alleinao dei-
xar de rocbor 1.900;000 thalers; prejuizo que o
governo eutende bem conpensado pelo allivio que
vai prestar s elasse' pobres, e pela popularidade
que seiiielhaiile acto llie grangear.
Lotera. -A que se arha vduda a %.', a
beneficio da igreja de Santo Amaro de Seriihaem,
que corra no da 22.
Casa de detenco.Movitiiento do dia
i: de Janeiro do 1873 :
Existiam (presos) 316, entraran 0, sahiram 3,
1 exislem 330.
A saber :
Nacionaes 239, mulberes 11, e.-trangeros 43,
escravos i6, escravas 9.Total 330.
Alimentados a cusa dos cofres publicos 283.
Morimento da enfermarla do da 13 do jan oro
de 1873.
Tiveram baixa:
Thomaz Antonia le Paula, erysipela.
Manoel Antonio da Silva, broiichite.
Isidoro Candido de Azevedo, idem.
CQROMCA Jl M SARIJL
Ti'Minal lo commm-in.
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 30 DE
UEZEMURO DE l7i.
razanaacu do exm. sr. consbuieibo a,nselm.)
FllAMHSCJ fKRETTI.
A's 10 lloras da maah, preseutos os Srs. de-
puta'dos, secretario interino Olinto Bastos, Candi.
do Alcofora.lo, e oSr. supplenteS Leitao, S. Exc.
o Sr. consdheiro presidente abri a sessao.
Foi, depois de Uda, approvada a acta da sessao
de 21.
EXCEDIENTE.
Offico da direccao da Associai^i) Commercial
ileueliceute, respoudeudo ao ofJicio do tribunal da
86 do correute. Inteirado.
Ofiicio da junta dos corretores, romeltendo o
Iqletim das cota^es ollicaes da semana de 23 a
2S do corrente. -Para o archivo.
Potaria do ministerio da uslca, con-edendo
tres mezes de liceuca cun ordenailo ao amanuense
interprete bacharel Luz Rodrigues Villares.
Mapdou-se ctunprir,
Distribuirara-se os seguiutes livros :
Copiador de Costa Maia C, d'.o do Soares do
Ani.ual & C, diario de Lebro Reis, copiador e
diario de Mattos Lemos A C>, diario do Nogueira
& Filho.
O protocpllo do escrvo de protestos Jos Ma-
rianuo de Albuquerquc tem o n. 2,6 "9 em data de
27 il) correte, e o protocollo do es;rivo Antonia
Jos Alves de Brite couserva a mesma numera-
cao e data referidas na acta.da sessao prxima
passada.
O Eam. Sr. conselheiro presidente nomeou o Sr.
deputada Olinto Bastos para interjnamenie servir
o cargo o secretario do tribunal administrativo,
eraquaflto pela presidencia da provincia nao (or
feita a npmccao efectiva.
DESPACHOS.
ReAiuarimjntos :
De Jos Antonio Pin'o, de idade do 37 anuos,
natural desla provincia, socio da firma coraraer-
ral que gyra nesta praca sob a raza a de, Luiz Gon-
icalves .da Silva tk-Pmto, pedindo ser admittido
jmitricufa de copvuorciante. Apresenta um attes-
tad.i de abonacao assignada por Ferreira & Ma-
Hheus, Vaz A LM e Lutz Antonio fliqueira.Vista
(aoSr". desembargjidor fiscal.
De 'losa* Jf50,p*i*lo:qwe flUMM fertifi-
ique se Trajano Cesar de Albuouerque ou nao
Kixeiro da casa com-nercial dos supplicantes.
rtlique-se.
De Jos d3 Conceijo Oliveira Fgueiredo, ccr-
tida igual quanto ao seu eaixeiro Joao Jos de
requerida, nao emislando,- porm, ser brasileiro o
eaixeiro de quem se trata, sen5o por declaraeSo
Id 1 supplic.inte.
Do mesmo, dem id-mi Candi lo Leodoro de Sou-
ra Miranda Couto. orno requer.
i De Me'.qnads Mmoel do?Santos"Lima, litera
idefn Hemenegkkr Vctor de Almeida iNirwll.i. -
{4a forma requerida.
De Cuimaries v Goncalvos, submettorid a re-
gistro 3 a tmeaeio de eu eaixeiro -Placido; Flavla-
z Marques de Oliveira. -Retlstre-se -a nomeacao
Junt 1 p tos supplicaates, que disseram, mas'nao
provara n, ser brMHir eizeiro mnmfto.
i K^Buataqio > C, tambem snbnetteado a fe-
|fctro a nenianeSo de seu eaixeiro Antonio Rodri-
r,m\R\ MUNICIPAL.
SESSAO EXTiIAORDINaIUA AOS 23 DE DEl'EM-
HRODE 1872.
PRESIDENCIA 1)0 SU. DR. MXTO COSTA.
Prosentes os Srs. Gameiro. Qr. Pitanga, Qnin-
loiro, Dr. Villas boas aDr. Moscoso,.abrio-se a
soso, e foi lida o approvada a acta da antace-
dente.
Leu-se o segninte
EXPEDIENTE I
Um otcio do Exm. presidente da provincia, or-
donainto ipie se orgamse um outro ornamento da
obra dos reparos da estrada municipal da fregue-
zia da Yagma do forma a dar-lhe melhoroa escla-
rectmeiitos sobre o contrato que se foz, alim de
coucaider a.sua autorisaco. Ao eiigonheiro.
Outro do mesun, negando approvaoo ao con-
trato, que se fez com o escrvo Fabriciano Napo-
leo do liego Barro-. Que se peca a cmara a
base que servio para o contrato do escrivo
Athayde.
Outro do uisino, ooinmunicando ter expedido
em datado 19 do correute, uniera ao engcnlieiro
chele da reparticao das obras publicas para mar-
car compauhia Recito rainage, prazo li^o para
seren feilos os reparos, solicitados por esta cuna-
ra em ollieio de 11 do rorrente: -Que se coiniuu-
nique aos liscaos respectivos.
Outro do o esino, antorisando a esta cmara a
pagar o salario de dous mil ris diarios pela ver-
ba eventuaes a quem se encarregar da conserva-
cao e asseio do matadouro, inandaiidu fazer pola
iiiesma cmara na freguezia do Poco da Panilla,
devendo ler COineco o pagamento depois que o
matadouro principiar a funecionar. Ao procura-
dor da cmara.
Outro do mesmn, convidando a aunara munici-
pal para assislir as acto da primeira podra do no
vo edificio destinado ao asylo de meudcidade, o
que dever tor logar no iba 25 do oriente as 8
horas da tanto naquelle estabelecimento. Intoi-
rada.
Urna peticao de Antonio ipa de Almeida Cata-
nbo, com di-spac.ho do Exm. presidente da provin-
cia, ui.i ndando a cmara informar.(Juc se ofi-
cie ao Exm presidente, pedindo que mande o pe-
ticionario juntar o documento, .em |d- banda' a
sua petic o.
O.u Musi da cmara municipal da Vlila do
Braja, acensando a reoepeto de outro. qne linn*
doraoil esta cmara, pai.i.-ipaud i a posse do ac-
tual administrador da provincia.luioir.ui.
Outro do solicitador desta cainara, (aroeceudo as
inforinacoos, que llie fqraui pedidas.
Um.-i potco de Manuel Pacheco da Silva.Ao
fiscal para informar.
Um parecer dacomniisso de policiano* segun-
tes termos :
a A c.jinmisso de poli-ia. a quem o-ta cmara
mandn ouvir sobre quatro prop>stas, que lhe fo-
ram apresentadas a respito de kiosi|ue, rem dar
canta do estudo ipie fe?.
Priiueirii proposta. Fernando Esperidiao de
Agiiiar Montarroyos, obliga ra :
1." A dar a esta cmara a quantia de I00
gnnuaes por cada kiosque.
2. Aceitar o privilegio por vinte amios. fiudo
os quaes passaio a ser propriedade da cmara
os ditos kiosques, em estado regular do ...aserva-
ran e sem iu lemnisacao alguma.
. Segunda propofta.O Dr. Manoel de Figuei-
ra Faria, propoe-se :
1.- A pagar 5U0 annuaes por sada kiosque.
2. A entregar a cmara em perleito estado
no liui de viniee cinco anno-, lempo que quer que
dexe o privilegio.
Terceira proposta. Amorico de Castro, pro-
poe-se :
i. A dar caara mun cipa! a nuantia de
2000 ou 2'.0ud annoaai e l:000 ainrulneate
para beneficio da inslruccao ptiblica dorante o pra-
zo do contrato.
2." A durar o contrato vate e cinco, annos.
3. Quer privilegio para colo.;ac.r.c de tabule-
tas postas para annunrto .
4. Nao promette a entrega dos osques no
fim do contrato.
Quartapropost'.Guilhenne da ''.antro, pro-
poc-se :
1. A pagar annualmente caara munici-
pal a qu.ntia do 3'.)g adiantados por cada kiaanM
que assentar ou construir.
2.* A durar o privilegio vinte annos
3." A entregar no perleito astado de con*
ser vacio todos os kiosques, que estiveren) em ex-
ploraco.
Julga a commissao que a aroposta nafa vau-
taj sao a de Fernando Esperidiao de Aguiar Mon-
tarroyos, a qual limita o prazo do privilegio avi-
te annos, e nfferece 1004 annuaes a canaca mu-
nicipal por cada kiosque, e com quanto a propos-
ta de Guilherme de Castro, tambem offrreee o pra-
zo de vinte annos, s promette 304, emquanto
que Montarroyos offerece 1004- B portante a
commissio de parecer que se foca 0 contrato
com Montarroyos por ser sua proposta mais van-
tajosa.
Paco da cmara municipal do in fe, i de
u-'zeinbro de 1872.Dr. Lobo Moscoso.Dr. Pr-
xedes Gomes do Souza Pitanga. > Approvad-'.
OutroVla mesmn, nos seguintes termos :
Havendo o director das obras publicas com-
iniitiicad-i cmara municipal, acharem-seproiujw
tas as latrinas o ourinatoHos cellocados nos fun-
dos das casa' da relaco e detenco, para que a
cargo della pi s dos mesmos apparelhtis, de conformid uie ; un o
art4d iuuovaca ilo-contrato toito c^n arom-
panhiaRes'ife Dramage, eno havendo oa k'ido
orcamento municipal verba destinada a s< fim,
i nem ipiot de que se possa lancar mao. para
jttr-lhe esse deslino, entende a commissao que ao
Exm presidente da provincia *e deve rcMrrar,
iiedindo que pela tbesouraria_ provincial jejajn
iornecidos os .meios precisos, nao s par.-, paga-
mento de. um emprega,|o ou viga, que disto -se
;eiicarrtji|gue, cqmo para' concert e c mservatjao
dos mesmos apparelhos, atuue a assembia pro-
vipeial no futuro o camento designe quoto pr.ra tal'
despeza.
Paco da cmara municipal do Reiyfo, 50 de
dezembro de 1872. -Dr. Prxedes Gomes PitongaDr. Pedro de Athaytte Lobo Moscr-
Approvado.
Outro da commissao de edificaro, tnnbcm nos
segumtes termos :
t A reclamico.Wta pela nompanhia Dramage,
contra a edificaedo a que est procedeatto Henri-
que Bernardo de Oliveira, ttTbecco do antigo parto,
p*ec%que no teal mntoprooclericia..por:juaato
a* CoD--^!"'- r
fiinv;n-ae(|oo
digam re.qie.:.). occup.i5n do tocalidade, ln-a
sol ifl" :il: 1" .fio resguardan as plantas da cida-
u>, do inin a a n )|ifrturbarn sua execuco.
O boceo-do antigo porto; acudo nrcgular em sua
largnea, tinha de ced*r urna parte defle. para edi-
ficarlo particular, alim de torna-Io igual e.n toda
a sa exlonso. .
Se i .- opanha Drainage hauvosse apiescn-
tadotma danta de seu trabalho-para st appro-
vada pela cmara, e,un-paivee devia ter a.-ooto-
cido, estara livre disto, e <|o ontn.s inconvomen-
tes quo tem do apparecer, porque pir parte da ci-
nara, so Ira untado os 'pontos, nn que nao de-
viam sor '-.illonadiM canos, por esterera destinado
aartipaCo de odilioaces, mais nao tendo isto
tillo lugar, o a comiiusso de parecer que seja a
compaiiiiia brigada a removeroeneanainento para
o contra da fravjssa, sob pena de ser a cmara
forrada a manler a irregnlaridade d mesma tra-
vessa e alterar a planta da eidade, na parte rela-
tiva, vmdo.a Bear a ediflrafao completamente ds-
oone.
Paca da cmara municipal do Recite, 2o te
dzeiiiliro de 1872. Dr. Prxedes Gomes de Sipuza
Pitanga.Josd Mara Freir fiameiro.Appro-
vado.
Outro da ;nesma, contra a peticao de JoaquMH
Marlins Gomes. lndoferio-se,
Tin roqnennaate do Sr. verealur Homom, n*
seguintes lernoi :
Uequiro qua o piocurador desla cmara, Infor-
ma se aignns tormos de mulla leen .icado retnio*
na cmara, e nao tcem sido remottdos ao olici-
tador e quaes,as razoes purque ficaranl doiuora-
dos. Paco da cmara municipal do Rocife, 23 de
dezembro do 1872.Dr. Lobo Moacosoa.-Appr>-
vado e ao procurador.
Dospaoliaram-seas pelcoes dr Antonio Pinto d*
Ranos, Andr Ferreira de Souza. l-'raucisc* Ja*
da Cosa Oliveira, monsenhor Francisco Muniz l'a-
vares, Heitor i Sampaio (2), Jos Alvos Barbosa,
Jos7Francisco d Mello, Joaquim do Almeida, Jos;
Francisco Diniz, Joaquim da Silva C.rvalho, 1
Joaquim Fonora de Souza e I.-.iiz Moreira ; la-
vantou-se a sanan.
Ijj.l.'iivncoplozcrra Carneru da Cunha. s. re-
tario subscrivt.
Bimfe fos da Cola, pro-presidente. /< Mu-
ra Frea (timeiro.Ui: Prxedes Gomes tk Sou-
za l'Uangu.r. SUviO Tirmiinio YiUus-fas
Dr. Pedro d-' Athayde hiba Moscoso.-AiUonio
Hei nardo Qttinteiro.
SESSAO F.XTRAORD1NARIA AOS 30 DE DEZEM-
BRO DE 1872.
II 10EXIUA DO SR. DB. BKKTO COSTA.
Presentes os Srs. Gameiro, Dr. Pitanga. Dr.
Villas-I!oas. Dr. Mpseoso e Quinteiro. abrio-sr a
sessao .- foi lina e approvada a acta antece-
dente.
Leu-s o segninte:
KPUHKrn
Om oficio do Exm. .presidente da provincia, eu
resposta ao ltelo (testa caara deM8 do eorrente,
declarando que a.despeza con a oollocaeao Cn
apparelh w da conpaalria Drauage no edificio, era
que furicciona o tr.bunal do jurv, deve conei por
Cunta do-., inunicipalidade.Inteirada c qm se
observo nu colatorio.
Outro''o ioeMiio, ciiiiiniiincaiido que, poi .
do ministerio do imperio de 6 do corrente, foram
approvad as pelas i-amaras dos Srs. denotados, p.-^ra
a t.'' tegisfalnra, as eleifes primarias do Io dis-
tricto dos'a provincia, com excepeo das primi.iras
das parocliias de PO d'Alho, Luz'e Gloria do Gui-
ta, cujas autlieuticas at aouella dala aimi;. i..Y
haviam a! chegado. Inteirada.
Outro do secretario da presidencia, aonunnai-
cando de ordem da mesilla presidencia, quo no re-
qnerimeuto do Dr. Paulo Jos de Oliveira a que
refere a infornaena desta cmara de 8 do cr-
rente, lar. car o segninte despacho.Concedo a.ii-
conoa peuida, rosponsabilisando-se o supplicaiile
por um termo, quo ser lacrado na reparticao lias
obras publicas a reparar os estragos actUabaeote
existentiis no calcaniento, estradas e pontos, que a
machina Hver de pereorrec, e a sua respetiva cut-
servacu, durante todo o tempo cm que ella fuB'-
cionar.tntoirada.
Outro do director da companhia do beberibe,
cominuiicoiii) esar conrlnint a obra da rem
d cbafariz do largo da Ribeira, alim de que et*
cmara se digne de ordeuar a entrega de si n
cristo ao eaixa da conipanbia o Sr. Corbinio
d'Aquino Foncoca. Ao procurador para pagar
Outro do procurador da cmara municipal, in-
formando que os tormos de nfraeeao nao eilsjun
cm sea poder, em viitude de una rwwlucao da
cmara determinando que taes tormos fossoin n
treges ao solicitador, o que se tem cumprido.
Inteirada e que so poca ao solicitadora reiacaO
los trra >s qne estao ern seu poder, e que io w-
ran a juizo.
Outro do mesmo, remettendn o balancete da ie-
eota, e despeza da cmara municipal, relativo a)
mez de iiovoiubro prximo lindo. A' ci>raini->;.i .,
polica.
Orifro do contador, declarando que nao foi -.i-
vijlo a respito do contrato celebrado com o escr-
vo Athayde, e por iss> deixa de informal- sol ot-
as bazos, que servirn para essa contrato,
ouvo-se ainda o contador,e oeran-scerdens para
se examinar as bazes do referido emirato para w
resolver en tempo competente.
^ Otilio do fiscal da freguezia de S. Fre Pedro
Goncalvos, dando os motivos por que rifio remellen
o ferino de nfracejio lavrailo contra Attau l'a-
terson.Ao fiscal para fazer pagar a brenca.
Outro do fiscal da freguexia* de S. Jos, ii.fi.-r-
mando contra a peticSo de Manoel Pacheco da M-
veira.Indeferio-se.
Outro do fiscal da freguezia do Pogo da P...
informandr. favoravelmente a p.-loao de Gllccrio
Jos de AJbuquorque. Concedou-sc.
Fin parecer (ii commissao do matadouro avo-
ravel a policio do Manoel de Araujo Alves Fom.--
ea. -Coneedeu-sa.
Itospacbaram-se as peticaoes de Antonio So..u-
Neves, Arstides Duarte Cameiro da Cunlia Cuna,
Felippe da Costa Dourado, Gicerio Jos de Ait ,i-
querque, Joaquim Vartins Gomes, Manoel o-
Araujo Alvos da Fnnseea, Manoel, lachecc oa
Silva, Panlo Jos de Oliveira e Santos Faleo fi v,
e levantou-se a sessao.
Eu Lourenco Rezerra Cameiro da Cunha hw -
tario subscvi"..
Ment Jos da Costa, pro-presidente.--Jos Ua-
ra Freir Gnnwiro. Dr. Praredes Gomes de ee^-
za Pitanga. Antonio Bernardo Quinteiro. Dr.
Silcio Taruninip Villas-bas. Dr. Pedro di A-
tkayde Lobo Mosroto.
?08CAC0ES A PEDIDA
O artigo do DWio do PeritAan-
Iiik-osoi.i'c u un\Io de uieifii-ai-
cidade a I*i-vincia.
A Vrovii.:,:. -.oliaudo a carga em seujQ. it,
sobre o novo edificio pretende refutar as rt
enunciadas no Diario de Pernamtnieo .era deftza
do acto do Exm. Sr. coiiiuiondadur.
Desojando discutir-nos toda e qualquor qntalao
na altura de honras sinceros e desapaixonaw-.
procuraremos, agradecido cm parte linguagyn
do nosso contradiclor, replicar s suas pabivra.
Que a Yiovinria nano orgo da opposicaopio-
nunciou-sc, por algumas vazes, contra o Exm. Sr.
coiumendadur iieuriquo Pereira de Lucoua, iu--
mo quando coustava apenas a sua nomeacaoH nm
facto, que a nao sermoa muito fraco de reracni--
cencia, julgtunos sor verdadero; aecusando a---
mii a pesso i de S. Exc. quando acto algum sioit,.-
bilitava urna arcusacae.
Nos conlieceiiuis que o nosso.nobre contratUstor
nao receia asfitenar os seus ar'tigos, nom a nansa
ligeira exjirsesao levara uma.censur por nao.tia-
ye-lo subscripto, l-'oi- urna expressa muito jsjs
innocente, do que militas que os nossos liusJF'is
antagonistas nos barateara.
Enti-etanto cousinta-nos o, nosso iliostre otin-
tradicior que recu^-inus a .cnihadicco, porcia
adiada em nossat palanas, xuiando djsseiims u.h
a oppo-ieao Jiavondu t acensado U governo ima>
ral pela nemeacao do Kapi. Sr. coinmeoda^or
Lucena, tem se cai.vdo ante Aproceder integra
erecta de Sua Kxc onfossando qne .-ua pn
venci fdra assas injusta e.pauco caaaaveL
Em quefoiuas contradicturnt
Nao aircusou a Provincia a 3. Etc. nao gavern
imperial I Entretanto sera par alta do voznad"
que a PrafiiNCi nao acensarn Administraaic. E
lauto 6 isto verdade que no prosente artigo cacji-
ransbaler .o.acto de Si Kxe. cour fiunaiaaatim
pouco procedentes.
I Sea Provincia tem-aa lado por nao achar
iheraa sobrio qualdissorte-anda mesmo.com ap-
parentcs -watesd f>raidnaia -'
Onde, est a rniradiecia'?. .8e, porom, nos
permitisse o- nabro arwMMta devolver-inc x
peeha de contradictorio, ne* fariamos a-vista-do
que escrevou, decJarando, quo ftmus asss injusto
quando basaado no inleroasa publico que a u-
I


s
X
mmim


.I^ptoclmP^rjBiinijPiUQOi :-Qurt* feira B5> *>
?v

pOicio CCUSi i) este o merece
ntrela ja o
KicauSr. presid acto do assenliiiiettvdajpiftajitlMAsy lo OH
liada pu'-ril to, nao seuAMkal 'taautor la le.
Mfntincin. que no>frs*otte n. 36, rccodlMe;
as boas ioteariies delfrwij1>ela..raoralidode ju-
Idica prospeiiMs da pi-tomia par ruja 'aiatti-
uua$5ofaz Yutos, anda ne umiUWJtt&afoV ;tf-
cnsava de continuar n<, desgfi^ ^a*-
linimento em i|ue Ic provincia candada de alaanistr.icoos estertise
funestos r lis do S- Cxe. jnio
liquvessan revelado a sua norma d- pi- ocoder, e
sincero interesso quo ton.ava pela admiuislracu
Entretanto nii^s- acto* 1 S. Ele. dignos da
attencao publica lln sido, n deseonhecidos,
mas rniaduo da l'ivcineia i/iosabe recenluoeirt af
. Imvar os actos d smt adwsarios. E cutio
soristo tao 0*11 uto de uipinito de opposieio 1...
Dito isto pa>.vMiw,s a aualj.se das cou-iilerac.Qes
.1j.articulista quey.i\icont tunaren^ em tv as suas
obenaces:
R^tint-atc! oijj sua opinic, contina o articulista
adizer queera dispensavel o novo edificio as
eircunistaneia- actuaos da? i: nanean da provincia,
vi3to que b ffinheird da the>ouraria mal chega pa-
ra as imprescmliveis necesidades administrativas.
K.nlre|auto, qual a nipos; ibildaae da roalisaco ?"
A* financas da jroviueia.
Mas.duaJe pioveio esse ludo lio pesadamente
Uirinado pelo illusto.e articulista? Eju se haver
laucado nao do dinheiro ib deposito.
untadas caU pagamento de 181 c ntos realisado na adminis-
tiacjiopassada, mas essediaheiro para o pagamen-
to da Conipauh a i'rainage, foi distrahido de ver-
ba destinada a euos lilis, ]M>r que cuino sabe o
artir.ulista, find-i o prazo a provincia tinha de rea-
lisaraprimetra pies aeao, o (pie foz^e anda antes,
detor-se procedido acobranradasqiantiasaos ap-
pnrelhos da referida compahia, entretanto agora
que a thesourai ia esta pro edendo desde o princi-
pio d exertfeio a essa cobranca Uca a thesoura-
ria habiltala para entra! .-on a soiiuua de em-
prestiqvo de nutras verbas, repondo assim o di-
oheiro tomado.
Un dos-gravam.-s desta provincia o pagamen-
to da Cnmpanhi;.Drainagc.legado funstate 1866.
As circumst;uieias dos entres pblicos ni) sao
laj.aferradoras como nos nuer fazer^ ver a (flus-
Ir? opposiQio.
\ adiuittir-se a opiniao dti articulista nao se po-
derte fazer obra alguma em qnan'o a |iros|>erida-
dedos cofres da provincia io fosse asss vista.
Contnuariainos assim iniJefinidainente prelerin
dj obras necesaria*.
S. Exe. datemiMttdo o assentamento da i>dra
da Asylo, nao quiz coll -ear [roviucia em emba-
racos, porque q lando f r possivel ser principia^
lia otan o ta> ia-s serio feas pau atnanieute, n o ser conio
iua rato que c^iia no cofre e queinie tudo.
Desda qna se diz e reeonhece que as. accimino-
da^iioa doas>lo sao ncnkumaa, desde que se re-
contitN'O que nao pudem continuar os asyladosj a
ei'iuaiieeerein ne*e estab-leeiment, com falta
d)> requisitos liygieuieos.a r.ii ser abspluliuiif'itft;
tiim-se provado n necessiilade de novo edificio, por-
lemra. o articulista, nem pude dar mais a eco .)-
ov-lat;'ws nem ti'azem iwvtveito alcum, e antes pre-
. quando s-' ha em breve Ieni|iod fajero ou-
ticio. E' apenas uina medida de gastar-se
dialieir.) improlKuauente. c que N. Exc. nao deve
afleeitar, porque j bastante diuheiro tena elle ab-
s^b'ido.
(emais, como j dissemos no arlig) anterior nao
se esecuta a obia, inteira e ra, por parles, assim
OJO ai raio, talvez con despeza nmito menor do
que dissenwe em o outr artigo, com .'O contes, se
pader effectuar.com militas nais acconimodrcoes
do que o actual.
Desde que S. Exc. obra assim cura dos interes-
M de urna classe digna de commisei-aco e tor-
na--' digno de huvor oseu acto.
ulii'ulista querendo tirar argumenlo dos tra-
C8 largoe com que delineamos o edificio do Asylo,
|gou i|uc mais liaviam.is i\.mpro:nettili) a fe-
i p rtJ teo i't'firii) ra nntmmenteU e sum>-
noso lunto pehw.
Mas esta ratO cabe por si mesmo desde que se
inhere que a obra ser fjita or parles e nio
na de suuiptiiosidadese sim das aceommo-
daees necessarias em eslabel'cimento de tal
ordem.
Cabe nos agn reqwndej a parte do artigo qne
a|i|iareneip. lem de consiMpienle ; relativa a
legisTacao que antorisou a annexacao do Asylo ao
; ule de Agiieultura.
Ilustre articulista julga ainda haver S. Exc.
i letgudti le,dei.-candode a enmprir, por lev
si 11 urna deliheraeio da u a.'iim foi tratada rom' meuosorezo ; mas se a as-
kbia autorlsi o pmsienie a usar de tal farol-
i e ui> ie< ilve, e.Hi-id'ranilo i|iio elle c>-
.iec ioi'daseondicijots e circuinstanciasdequal-
i- liil i asar ou nao del la como jnlgar de
..,r uiencia pilrn-a. O que a propria assembla
i :.i uui utenotpreu'....,
. ii e-ta theuria o que de\e julgar a assembla
\- na i de saucejw a nun lei ?.. ou entao nao
il aegac o preaifloote sanecioa urna le por ser
i) i resotacao -laassembla, que Dea assim mais
i. inenosjiivsala !
arculistique se inostra tao propugnador das
r Soluea dad asseuiblas provinciacs, jllgamos
scripti ntiqnesio dis balanzas publicas
i o act ida snecaode lei do Exm. Sr. des-
irgadnr Paria Lomos.
niiici'i o o Jornal du Recite mostr.iran ou
irarao provar qu8_tal lei nao devia ser sanc-
ida!...
' )ivm)tiiY-n-xe assim nina deliberacao da
i- '. ila eqnamlo era de eiraeter obrigatorio !...
N -.> teaios q te correr a leg'slaeao geral, res-
p-k i i >s miiii > a opiniao do nosso coulradictor,
,in- ,'inos qu-! ou nits julga milito inexperiente
mi quil armar un laco.
.- nJ nao eompreheiideiii.os a lei que niandou
i. aro Asylo a aula pralica e theorica do Is-
de Agricul:iir, conu nos diz o articulista, o
_:i i acontoeeu a inuita gente, esse" deleito pro-
' ", de nao termos assisiidu a aisuass&o dessa lei,
n monno quando se tratou de sua conveniencia
ibinete da pnesideDeia.
ALFAXDEGA
Randimento do dia 2 a 13.
dem do dia 14......
11, en lastro; a ordem.
Bahia-3 das, barca logia.*t*-anda, di> 3li to-
Dfiladas, capito Richard >M. Nabb, equipagem
.H, *m lastros i WHaon ftow A p, A
Bprajero, d
15, carga i:000S
ton Patean Uir
ihia-ISWas, W
lricas cjra bacal
Babia
toneladas.
|UU)dof Assnear-Canal d 3600 ijx>r 1." kilos. saWiado.
Algodao de tOflOBO pir lo kilos
-posto a bordo a freto de7|8.d. e*p|,
sabbado.
Cawluo soIm-u Londres a 90 djv; 26 |i d. por
UIWO, do banco.
Cambio -sobre Pars a 90 d|v. 33 rs. por fruncoj
sabbado.
Frete-de aasucar para Liverpool 25j, seni capa,
, sabbtido.
Dubourcq
Presidento.
Leal,?eve'
Secretario.
-Djal4-
AlgodSo de Vamanguape. sem. inspeccao.. 9p0
por la kilos, honteu. ,
Algodao de i' sorto IWlfJO e I0|0ftpi>r-t
kilos. bonVin.
Rilo de dita 9SK>0 |tor 15 kilos, hoje.
Conma salgados seceos 81-rs. por kilo, honteai.,
Cambio=sobre landres a 90 d,v. 26 1[1 d. pjf,
i i-, hontein.
Dito sobre dito a 90 d[\. 26 Iji d. por It, do ban- ^lasf qnVtflmt'ie,llalevid.
co, hoje.
Cambio-sobre Portugal a 90 d|v. 103 0|0, honteui.
Leal Se\u
Pelo presidente.
J. da Cni M acedo
Pelo secretario.
ilhao; aJohns-
fue braseiro Pirana) tle 229
capUaiv Joao DlatvBogges, *qiiipagOm
10, em lastro ; OWfclsco HBeiro Pinto Guma-
raes.
Navios\sah4ps no me*mp <*'
Uruguav-Patacho noroegoeme ,ya,'-eapilao A.
H| Rrufl^-carM^sAicaiHi -_
Awc.uyif-Hiato t^HOm0***1* caW^.Maflu<4
Jooqu da Sdneir, carg4 yarioii genojos.
Observaba.,
So,speudou do lamaco para: Mossor a liw
frea*eza -Amanto, capUioR. BeroafiL.com o mes-
EBITAES
547:23:15986
61:209M
60p>443799
Deaearregam hoje 15 de Janeiro de 1873
Patacho h^llandezTuee Cornelissen mercado-
ria para alfan lega,
Brigue inglez iwa/ie ferro pira o trapiche
Couceicao, para despachar.
Pajaeho ingkz Jfa'j/ Saettl -ferro naca o trapi-
che Conceic. o, para despachar. .
Barca francezaS. Ijous telhas e ferro j das^
paehados para o caes de Santa Isabel.
Barca ingleza -Hermione ferros j despachados
para o caes do Appllo.
Importaran.
Patacho alk-mao ECeoam, vikdo de Hambnrgo
ronsignado a Prente Vianna di C, manifettan*,:
Aqo 12 caixas a Moreira Das.
Curu 2 caixas aos consignatarios. Caixinhas
de papeHo 4 caixas a Anninio a Moreira. Car-
vio 27 toneladas aos consignatarios.
Drogas 3 barris e 5 eaUas a P, Maurer & C.
Espeiltos 5 caisus a Carvalho Goiaaaraes.
Feno 600 fardos ordem, frogas 3 barril a
Lenz.
Genebra 600 frasqueiras a Magalliaes & Irmios,
201 ditas e 100 caixas a Alves Lebre, 200 ditas e
2U0 caixas a Antotiio F. Carvalho.
Junco 6 voluntes aos consignatarios.
Lcgumes 9 barris a Lenz.
Miudezas 2 caixas a Ramos Peixoto.
Pho choros 2i) caixas a Antonio F. Corga, 25 a
Costa Amorim, 5 a Jos M. Palmcira, 10 a Martina
& Cunha, 10 a J. J. Goucalvcs Beltrao, 10 a A. F.
Carvallo Pimenta 20 saceos a Magalliaes ir Ir-
mao. Papel 90 fardos a Barros Filho k C, 19
pacotes a Mag;lhaes & Irmioss Piano 2 caixas a
Lenchre. Pinho 56 pranchoes aos consignatarios.
Repollio 80 barris a Lenz. .
Sag 3 garrafoes ao mesma*
Tecklas I caixa a Duarte. & IrutaJ.
Vidros 4 caixas a Moreira Dias, 13 a Campos A
C,.ditos para vidraca 70 caixas aos consignata-
rios. Vellas 2 caixas a Carvalho Guuiiaries. Vt
nho 125 caixas a A. F- de Carvalho.
Boira inileza Pakegkiii), vinda de Terra Ndca
consignad' a Jthnitom Pater & G manitestou: '
Baculhao 4.000 barricas aos consignatarios.
tu
* ida as l-'is da orden iciti traz'uun os argiuuen-
: i, mas estas qi-.e nao traz>m expHcacao alguma
i -i tm ser mal interpretada.
Vii queremos dlxer qoe qneremoa as ordena-
.
is admittindo a dea da lei e que o articulis a
excedente, visto que ns mendigos serio en-
p$ idos nos trabaflios da escola agrcola pro
T ci" os persistimos na opinii de adia-la ineon-
ate, porque ainda mesmo no trabalho male-
i i escola agrcola pratii a. acham-se os ineii-
,1 : par ilos'quu tem cursa -lo a aula theoriea ;
i, i assim a frjipienria ser allugeniada por este
' I' *
iii-l-i di-seiivis que aeceitaiiamos a ideado
Sr.br. Manoe! I'oriella, nionoe tornainos incohe-
-. porque segundo nos consta era una colo-
ji a igrirola mditsrial einit/egando-se os mendl-
K uca e aptii'o.
i.< qae rapetkf >s que aSaouexacao aula pr^-
ti m agrwultura summiBiente iuconveiiieute
imo porque muitosdos mendigos, que oiopo-
d<> r! nao ser qiu baja salas de trabadlos como es-
a id jilaiio do n*vo edificio.
!: demais epere-se qne o Institulo Agrcola de
Pfn'nanibtieo teniiaaula.de agrieullui-a para se fa-
se, novo difiri. i
A idea do Inslilutotaoproveitosa, tio affagada;
o que lera feito ?
Hje que torna a appareeer.
O* o nobre aiiimiiistej julga seus joparos de \
cr>^i que opiniao de cada imu, assim cotnb.jul-
i. iis ter responUHIo.
.-.. Exc. asas,iticewo deminado das nieliiorqs
iftioucoos, d*ser s o en^raudecinjento de swa
incia, procura beneflciafa e qaste intuito aii
Hi" -lirigHttm-ubi voto de aiiunacio.
;> o domina em S. Exc. a vaidade pequenina d
o seu norte a urna ptdra, nma iajustiya
na i connere S. Ex<;. on de quem eonho,
cendo, des.-i;i acautmro seu merecimento e dignU
daie.
sta p ventad** fllW itttfntptor-mmmte^ *
f.'SMmos.
i:ccife: W,.4-i,jaaHdfeie^)
DE-PA II S DE EXHOHTACAO XO DU 13 DE
JANEIRO DE 1873
Para os partos do exterior
Na barca ingle/a RmuhoihL; para Liverpool,
carregou : E. Feiton 398 saceasc-jn 35,194 kilos
de alg'dao.
= No brigue sueco Ueorye 0. NV///. para o Ca-,
nal, carregaram : Smpsonf C. 5,000 saceos com
375,000 kilos de acucar inascavado.
No lugre ingle/. Atpatia, para Valparaizo,
carregou : P. M. Manry 3,001) saceos com 225,00!)
kilos de assncar branco.
No navio franeej Main Cerina, para. Mar-
selle, carregaram : Keller fe C. 2,000 saceos com
150,000 kilos de assucar mase .vado.
No navio allem o Atiite, paraGothemburgo,
carregaram : Keller & C. 499 couras saU idos con
5,983 kilos.
No navio hollandez dfKM Marie, para o Rio
ila Prata, carregaram : B. Oliveira & C 400 vo-
lumes com 41.078 kilos de assucar;braneo.
Na polaca huspaiihola Marina, para o Rio
da Peala, canegaram : P. Carneiro A C. 560 bar-
ricas com oS.o'i kilos de assucar branco,
Na barca porlugueza Amelia, para o Porto,
carregou: A. Loyo 3'K) saceos com 22,500 kilos
de assuc.ir br neo e 700 ditos com 52,500 ditos do
dito'inascavado ; T. A. Fonseca 4 C. Successores
226 couros salgados com 3,912 kilos.
Na barca portugue a Sapkna, para Lisboa,
carregaram: T. A. Pon3cca> i".- Successores 800
saceos com '30,000 kilos de assucar branco e 200
ditos com 1 '.(00 ditos de dito masca vado.
Na barca porlugueza Pinuta, para Lisboa,
carregaram : E. R. Rabello \ C. 50 iiipas com
24,000 litros de agurdente.
PaMf osportosdo interior
Para o Cear, no vapor braseiro Pirapama,
carregaram : J. F. S. Bastos 2 t[ barricas con
1,178 kilos fe assucar refinado ; Carpinteiro FM
Ih'ts \ Sobriuho 7 ditas com 6i5 ditos de dito.;
J. J. da Rosa 32 ddas com 2,060 ditos de dito
branco ; J. Bruno 60 ditas eoin 3.694 ditos de dito
refinado ; B. Oliveira & C. 1 caxa com 200 tu-
maucos.
Para Vamanguape, na barcaca Flor de Ma-
ia, carregaram A. P. Vilella & C. 10 barrioas
cou'i 600 kilos de assucar branco.
Para Mae\ na barcaca Dons Amiga*, car-
regou : J. L. Radicli 7 barricas com 709 kilos de
afsucar refinado.
Pan Alagoas, na barcaca C- I erde,
carregou : J. B. de Carvalho 5(2 barricas com 330
kilos de assucar refinado.
- Para Mamanguape, na barcaca Monte Cari-
to. carregou : J. B. de arvalho 10 barricas cora
650 kilos de assucar refinado.
Para Mamanguape. na barcaca Silvina, car-
regaram ; Feruandes 4 Irmao 6 barricas com
376 kilos de assucar branco.
Consulado provincial.
Para sciencia dos conttibuintes do imposto li-
decn"uH>'ana os effeitos da, lei, anarxo pubda
co a alterarn vricada na lani;aniento da
niesina docim urbana no corrate atmafiuanceiro
de 1$7J a 1873, caadp ?u#rto o prazo as reclama-
coofinije.pr vonfura pssam' le'r a fazer os mte-
ressados, a forma da le e regulamento respec-
tivo. M
ConsuIadq,'i)rorincial, 16 e toaHiuy te 1872.
Qidjplinjsuiajdor,
Antonio Camet/Q MqchaAo Rj5s.
AlteracSes verificadas no lnramepto do imposto
de-2) por^onlo, da freguezia de Santo Antonio,
pelo laiicador Joo Pedro de Jesns da Matta, no
anno de 1872 a 1873.
Dan.20 A. fluiz-RodrqaBcs,
d(livira s B^dk"-'
Dita n. 55. FinaimxAivaa-Bter-
reira, dito
Ra Mowi da PraiainH6i BVi-
arte Borges da 3ttw, amia-
ern de enehementodeagnw-
i dente
Dia n. 18 Mfmiz fe Piciieine.
do, armaiem de atedia
Ra de Marsilio Dun u 60.
PUaniRO- Alves Parroim, toja,
de fazendas e roupa. fita
Dita-.H. Francisco r%riKk
da Silva, toja de calcado
Dita n. 31. Imouc E-iol.y, de-
posito de fumo
Dita n. 8. Jos Baiidnn, to-
ja-de eli.ipis deaol
Djlan^". Bellarmiao. SftbiiH>
de Miranda, toja, do obras
Ra d ^nta Thereza a. 30.
Joaq Sfartins dos Santos, Uixcr~
""i
Roa do Mrquez do Herval n
27^ Joio da Silva Souza, ar-
maiem d madiiras
l'raxeta n. 8. Dorsos
" tavema
MV
CAPATAZ!A )A ALF.\NDEGA
Rendimento de dia 2 a 13.
dem do dia 14. ...
6:1663734
988366
7:155*10.)
VOi.L'MES SAIIIDOS
No da 2 ai:......
PrimeiraportanodialA. .
Segunda porta *
Toreeira porta
Trapicha Concedi .
13,214
143
1U0
170
2.809
16,438
CVICO MAR1TIM 1
lvareag- dasearregadas no trapielr-
da aUuL-ua no dia 2 a 13.
Hitas dita- no .lia 14. .... .
Navio, aacaJos no trap. da alfandega
Alvarenga- .......
fio tfapicie Conceifio.....
49
2
3
54
ECEBEDOWA DE RENDAS INTERNAS GE-
BAfiS DE PXA|1BVGQ i o
lendiaientododialaW: 6:*337
Samd.>d.it4. ?:#8|0
20:7jB#l47


PRA< A HO RKVS t3 DB JANEIRO
1UHABZ.B.
/&*f w ofmeimmm.
AiHM-ir maeeinrato turfailo .-JN.SLUAW .PROViWlAL
lOndimeiit i do dia 2 a 13.
a ito/dif 14. .
103:850,4187.
1>053
10:
;--------r------- 3 .' i------------. ,...
.S4Uif*ertnn4i m itoA.
LHamb!iii!o-.44dta*i paUobo allemao Elegint, de
apltao. Splssen, eqopagen^,
carita di'frrainea gneros Joao Ignacio
fvttft:. stfywa?
Ra, do Imperador n. 14.
raes & Motta, taverna
Dita n. 51. Mauoel Joaquim de
Souza, dem
Dita n. 73. Medeiros A Nasci-
mi.'uto. Ioja de livros
aes.Yinte. Dous de No,veuibro
n. D. Francisco Perer Ca-
- raollPrtoja de fazendas
Ra Priiueiro.de M&cp a 14.
Ricardo C, leja de perfu-
marlas
Ditan. 1. Agostinhe., Ferreira
da .Sirva Leal, loja de fazen-
das
Dito n. 9. G. a LaiOiaoar, 4 C,
loja de livros
Ra Duque de Ca*s n. 20.
Nogneiro 4;C, tavarna
Dita n. 34. Joao da Silva Gui-
inaries, armazem de dro-
gas
Dita n. 41. Marcoti.no,* jau-
tos, loia.de mubiliu
DUa,n.5 A. Caldas 4 C. (!
andar) Ioia de calcado
Travessa do Queimado n. 5.
Jos .Goucalves da Silva Krei-
re 4 C, loja de quiiquilha-
rias.
Praca da Independencia ns. 8 e
10. Elesbu Joaquim Dias,
loja de chapos
Dita n. 12 a 16 Manoel Fer-
reira Pinto, dita
Dita n?. 32 a 36. Pinto de Bar-
ros, dita
Dita ns. 38 e 40. Mattos Go-
me A C, loja de miudezis
Dita ns. 1, 3 e 5. Antonio Gon-
calves de Barros, loja de a-
zendas e chapeos
Dita ns. U a 15. Joaquim Pe-
reira Arantes, loja de cal-
cado
Dita n. 17. Guilhenniao Ro-
drigue} Monte Lima, loja de
chapeo*
Dita ns. 19 e 21. Manoel Jos
dos Santos
Dita ns. 31 e 33. Francisco Jo-
s Goncalves de Siqueira,
-lila
Ra do Bario da Victoria n. 4.
Jos Antonio Pereira, loja de
charutos e cigarros
Dita n. 12. Antonio Jos d'A-
zevedo, (! andar) deposito
de (lianos
Dita n. 16. Herminio Fernan-
dos Alves de Lima, loja de
selleiro
Dita n. 18. Frederico Cesar
Burlamque, loja de miude-
zas
Dita n. 30. Jos Fraucisco Bt-
toncourt, botica
Dita n. 48 A. Bezerra 4 D>
mio, loja de fazendas
Dita n. 29. Vicente Ferreira
de Souza Res, loja de obras
de Qandres
Dita n. 31. Fortunato Rjbeiru
Bastos, luja de fenageus
Lrrangeiras i. 1 Brilo 4 Sal-
danha, deposito de drogas
Kju Larga do Rosario u. 6.
Jo Nunes de Paula, loja de
cigarros e charutos
Dita n. 8. Joio Izdpro Gon-
calves; idem
Dita n.~48. Joaquim Soares das
Neves. taverna
Dita n. 16. Manoel Pinte de
Senna, dita
Dita n. 19. Antonio Jos da
Costa Araujo, loja de cigar-
ros
Ra Estreita do Rosario n. 36.
Antonio Franeisco da Crnt,
dito
Dita n 3. Joaor Facunda de
Caslro Menezes, botica
Dito n. 43- Aresteo 4 Eusta-
quo. Ioja de inobilia
Largo do l'araizo n 30. Jos
Rodrigues da Silva & C. ta-
verna
Ra de Fanta Amaro fl., 1-.
Hetor oljras de caldereiro
liivraniento n. 4.. Gopies 4 Car-
dozo, loja de fazendas
Dita n. 8. 'Lourero 4 C., dita
Dita n. 28. Antonio Ferreira
da Cunha Laces, dita
Dita n. 31. MoateirdA Ri!>eL-.
rQ,ti!A .
Dita n. 21. Gon?alvcs Irmao
C, deposito de'fazendas
Dita n. 23, Grogorio Tiaiaa-
turgo de'S Leitio, loja de
r a lodo
VisQunde de Itihania n. 16.
Virito de Frcltaa Lavares, lo-,
:L de Jojjja ije barro
n. |7 Pf anciscp Joaquim
rrcira Kateve. dita
n. 2lp. Souza Comes 4 C.
a de miudezas
^3. Rwito Ferreira Pi-
ineiutl. taverna
Dita n. 5. Joao Martins de
Amorim, dito
pita n 19. Joaauim Ufflbefin0
Bczerri de Anorim, loja de
nho, taverna
Dila u. 2S. Burao 4 C. dila
Mi n. 37. Manoel lavare*
da Costa Rioiro. dito
i E ft a
7004 140
-5004 10OA
70ty.. m
Ra de He
Antonio Jos/:
aro
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uuirram
4004
3084,
1925
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1:2004. 3804
240 484
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4204 844
5004 1004
384,
5004 100 i
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1:2004 2404
8504 470*.
1:2894 2504
1:0003 2004
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1:0004 20)4
6004 1204
5004 1004
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2404 48*
30)4 6D4
2404 48-4
4004 300* 804 674
198*',. W*
2404 . 484.
004 60*
504 tOv*.
1444 28
240,4 484
3001 604
1904- 304
M04 304
2401
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100J
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1004
1004
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1004
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1.04
1004
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1:0*4 2004
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804
1004
1204
604
liitu n.,'4." AgpstisV) Bofena,
f-ariuaze.m de nuleriae*.
Imposto de 100 sobro obras de marcineria fabri
ca* ,no etsang^iro. .
Ra do Imperador n. 16, Au-
. gusto.,Candido d Atlta)'q
Sellas
Dita n. 48. JosJIe Souza Braz
Dita u. 47. Christiano Jos
- wareS-^ *.
R-? Wi'qne de i-ixias n. 25.
Manoel da Costa Aaetedo Na-
poleiu
Dita n. 29- Pacheco 4 Azeve-
do
Dita n. 58/ Aatoiup Domiugues
Pintu,
Ra Estreita do Rosario n. 3i
B Manuel Lourenp Pedrosa
ita n. 3i. .'os ila Silva Oli-
veffa
Dita n. 29. Pacheco Gon-
. 'naga
Dito 11.43. Aresteo 4 Eusta-
quio
. Iuipysto de 20 / sobre botis.
Rua.doloiperalor n,.32. Chant 4004
Dita 11 48.A. Roclia Pinto 4
C.I.* andtf. 1204
Dita n. 52 A. Antonio Casa i-
oaaVi* andar iOJi
Dita 11. 3 A. Mao-jcl Garrido
4 c., l.-adar 3004
Imposto de 20 / sobre boticas c deposito de
dBttfUfc
Hua d emperador n. 22- Ma-
noel Duarte Vjeira, casa de
i)ro3s
Dita n38. Francisco Ferrei-
ra Borses. botica
Dila n. 44. Antonio Joio de
Abren Hibeiro, idem
Dita n. 41. Francisco de Paula
Cardoso Jnior, idem
Rua Duque de,Caxas n. 57.
Ferreira Maia 4 (1, botica
Dita n. 89. Gracliauo Octa-
viano da Out Marlus, i.lein
Rua do Cabiig n. 11. Brito
A Sabanla. den
Rua. do Bario da Victoria n.
30. Jos Francisco Bitteu-
court, idem
Dita n. 25. Pedro Maurer & C,
idem
Dita n. 51. Jos da Cru'. dos
Santos, idem
Rua das Larangeiras n. 4 Bri-
to galdanna, casa de dro-
gas.
Bua Larga do Rosario 11. 34.
Barthotoineu C, botica
DU n 10. Ferreira 4 C, dem
Largo do Parjuzo n 8. Augus-
to Xavier de Souza Boceca,
1.* andar, casa de drogas
hoinoaiKilhica
Largo do Carino n. 3. Agqsti-
iihoJos Smves, I tica
Rua do Viscunde de lnltauraa n.
62. Braga 4 Silva, dem
Rua de Marcilio Dias n. 3.
Francisco Antonio das Cha-
gas, idem
l-'reguezia de S. Frei Pedro Goncalves.
Rua do Mrquez de linda n.
12. Francisco Mello da Silva,
botica
Dita n. 61. Manoel Alves Bar-
bosa, idem
Dila n. 22. Augusto Caors.
dem
Dita n. 24 Antonio Frjncsco
das Neves, idem
Dita 11 2 i. Augusto Caors. casa
de drogas
Rua da Madre de Deus ns. 3 c
5. Jija.) da C-mcec.'io Bravo,
bolica
Primeira seccao do cousutad)
Janeiro de 1873.
O chefe.
An'onit WitrHcio P. B. Arrioli de Vanunceltos.
O bacharel Bento Jos da Costa, juiz d-paz mais
votado da freguezia de Nossa Senhoia da Graca,
em vrtude da lei, etc.
Faco sabor que em vista da lei rogiilaiiicnlar
das ecicio e ordem da presidencia em oITlcio de 7
do corrent'e, convixro os etotores e suppfentee da
parocha da mesma freguczTa, abaixo transcriptos,,
a compaii-erein na segunda doininga do mez de
fevereiro vndouro (9) na igreja matriz, pelas 9
horas da manlia, alim de organsar-se o junta qua-
llicadora que tem de rever a qualifica.'i ticando
sujeito multa aquelle que deixar de comoareceir
sem motivo justificado.
Eletores.
Vigaro Augusto Franklin Moreira da Silva, Dr.
"lancisco Augusto da Costa, capitao Elias Goncal-
ves Pereira da Cunha coronel Domingos Affonso
Nerv Ferreira, Manoel Antonio de Albuqucrque
Machado, Jos Francisco Ribeiro Machado, lernar-
dijio de Souza Miniiz, Augusto Jos Gn.:aIve-iLes-
sa, Augusto Frederico de Oliveira. Jos Luiz de
Souza, coronel Antonio Gpnv? Leal, lenenfe coro-
nel Thomaz Jos da Silva Gusmio, Di. Jos Joa-
quim de Oliveira Fonceca, Luiz Concalve? da Sil-
va ; supplentes, Augusto Genuino de Figueiredo,
Jos Miguel de Souza Magalliaes, Jos 1 toarle Ca-
lisio, Braz Adeliuo Cav.dcante do Atourjuerque,
Tiiomaz Augusto Vasconcellos d- Albuqucrque
s Duarte,
assgnadas, q-ti reduzia a protesto #vootemie
40'* iH-tiii-r n* a..qu.il o.ieiwia fw>*.|wi*t do
presento prytesli4me ika sendo; eL/^niE--se
lido se tinnoii mili as ditas tcstemunnaa. En Se-
eundino Heliodcre da Cunha escrovento juramen-
tado o escrevi. E Manoel Maria Rodrigw do
Nascimeoto, escrlvji) o feuUscroviAntonio Sferei-
ra*nejs, Antonio Machado Dias,'Francisco. Joa-
quim Pereira. E tendo o supnlicanto Aatouk* Mo-
reir Res produzido suas tesleinunUas iuie jnra-
ram acliar-se o suppucado Manoel do Nasennento
Pereira. ausente eu>lugar incerto c' nao. saludo,
sellados e pn-parados- os autos me fez o escririo
aoncliisos, e'denois de-011 os ter Rdd o oxaniado,
de o profer a sentewc do theor seguinte-.: lei
por justlicada a auseana do supplicado pelo que
mando se lhe inlm i o protesto de fnlhs por edi-
taos com trinla dias d.- praso alMxados e pulibca-
dos, na formado estylo Custas ex-eansa. Recfe,
II de janeiFo.de 1873.. Sebastio do Rogo,Barros
de Lcenla. Por l'on'a desta nimba sonlenca o es-
crivo fez passar o presente'edifl pet qualcha-
n), cito e hei por intimado a Manoel do Nascimen-
to Pereira, para que fique bom seiente do todo o
eipeudido, e comparecer nesle juizo demo do
dito pr;iso alim te allegar: o que for de jnsto-a. E
para que chegue ao conlieciioent de todos inotide
passar o prsenle que sernublicauo pela inprensa
a allixados nos lugares do rostume. Ciduile do
Rocife de IVrnambuco, 11 de Janeiro de- ISW. En
Manuel Mria Rodrigues do Nasciineuto, esenvio
osubserevi. Recife. 14 de Janeiro de 1873. Ao
sello 100 rs. V. S.,S. ex-caua.
s____ Se/hutiadflo Beqo Barros de Lcenla.
484
1204
1204
1004
1:0004 4004 2004 804
1204 244
3604 72
4004 81)4
1444
284
600 12U4
7064 140*
9Q04 1801
4005 804
30Q4 604
1:2004 M04
pro'.;i :i 11 8 de
Kililal 11. 93.
Pota inspectora da alfandega se faz
s 11 horas do da 17 do corronte.se bao de arre-
matar livre de dimites a p..n.i desta reparticio,
48 cadelras de, vime para crianca, no valor de
107:680, as quaes faziam parte da caixa marca
S S Huuiit. euliada nesie ptirto env3 do- novemliro ul-
timo, e forain abandonadas aos direilos por Souza
e S & C.
Alfandega de Pernambuco, 14 de Janeiro de
1873.
O", inspector,
_______Fabio Alexandriito do Carvalho Res.
r.liiul n. 24.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que,
ahando-se inutilizados 3 escleles destinados a
servico externo da guarda-mora, se hi.i de ana-
matar os inesinos porta desta reparticio, livres
de direitos, s 11 horas d da,'20 dio co'rrente.
Alfandega de Pernambuco, 14 de Janeiro de
1873.
O inspector,
_____________Fabio A. de-Carvallh) Reis.
He ordem do Illm. Sr. Dr. director yeral in-
terino da iiislruccio publica, faco conslai aos di-
rectores de collgio.s e profeesoivs par|ieiilares,
tanto de um como de out o sexo, constanlcs da
relacao abaixo publicada, que devem remetter a
esta secretaria no praso de 10 dias, a contar desta
data, os mapps do movimento de seus estabeleci-
mentos e escolas, sob as penas da,lei, afin de se
podei completar a esUUistica qudovo ser apre
Sentada ao Exm. Sr. p'Ciid.imte da provincia no
limlo crrente mez, e satisfazer as informacoes
indicadas no aviso do ministerio do imperio d 26
de ouliibro do anno proxiiuo lindo.
Secretaria da instrucnio publica de Peruani-
bnco, 14 de Janeiro de 1873.
O secretario, Auieliano A. P. de Carcalho.
Helarlio dos directores de iv/leiji s e professores
parta-a la res a uue se refere o edita! cima
Mauoel Alves Vianna.
Bacharel Francisco Jos Rabello
Padre Silvestre da Rocha ftnto.
Antonio Martines de Amorim.
Bacharel Jesuino Lopes de Miranda.
Jos Francisco Ribeiro de Souza.
Fclippe da (j>sla Dourad.
Af
Joi
Joio de Araujo Cesar.
Pedro Soares de Mello.
Francisco Xavier Carnairo da Cunha Campillo.
Luiz Francisco Teixeira.
Secundlo Jos de Farias Siuioes.
Antonio Mximo de Barros Lite.
Manoel Jos de Parias Simoes.
Anacleto Publio de Moraes Carvalho.
.Antonio Ignacio da Silva.
Joaquim Pedro de Mello Hoinem.
Francisco de Assii Bezerra de Menezes,
Jos Silvino de Souza Moura
Joio Alberto Gomes.
Antonio Jorge dos Santos.
Hallulla Kirmiiia da Silva Roza. ,
Josepha Mara Souto Co la.
Francisca Amelia Moreira.
Joaquina Lourenca da Coiicei(iui Lima.
Maria Joaquina dos Santos.
Joaquina Lourenca de Lima. ,
Auna Sennorinha Monteiro ressoa.
Luiza Atines de Andrade Leal.
Adelaiile Thomazia Ribeiro.
Clara Delinques de Linhares,
Maria Avelina Monteiro.
Francisca Coelho Reina.
Candida Panliiviilo Mendouca.
Emilia Carolina de Mendoiic;..
Kniilia Fausta Menna da ("o la.
Oiympia de Souza Gomes de Miranda.
babel Francisca de Quintal Barros.
Carolina de Azevedo C. d; Siqueira Vareji).
Candida Rozaliua de Almeida Crrala. __
Cleineiitiia do A/.evedo de Siqueira Varejio.
Joanna di- Sicjieira e Silva.
Mara Januaria da Couceicao < anuarios.
Clara de Jiv.iis dos Sauto?.
escolstica Rufina da Silva Barboza.
Francisca t*. da Silva Roza.
Maria Joaquina de S. Tliom.
Amia Tori|uato Marnho Falca...
Jc.Miina Mara Pires de Carvalho.
Ignez Pereira Guimaries.
l-'rancisca do Asis Domiugues Carneiro.
Alejandrina Adelaide de Paula Brazil.
Ludgera Pires Vianna.
Conforme. O secretario Aureliano A\
Ca valtio.
idelino Ildefonso de Siqueira Albiiquerque.
uio Francisco Pessoa de Vasconcellos.
Ferrerriem seguimeiijo JV; cbcga|' a rua boje **
oiiini.' ri- le Pern.iml-s
Viuira ; qqe & rua" do Bom-Fin ciinprelu-intoii
tainbmr.ja.rua- reunida a rua do Guadelupe tivessem esta deoo-
mnacio ;.que a rua No*a, se denominaste rua
do Bis|K) Cdutmho ; que as ruas^da Manguaira ao
principiar da. Bic de S. Pedro, rua do Cabra! e
Jojo da Baila, se deuominasse rua doBarao da
Vera-Crai.; que a na d l'raia de S. FranwM*,'
se denaminaase rua do -Si4; que a irwreasa. A
Porto Segurare dcnomina*ie Travessa de S' Be->
to ; quo a traaressa ib Motitoir ierta prmcipiiOiai
esquina: do Sobrado de rua doS Bento en 1 segui-
meuto ao sabir a rua do> Bom-)Fiui^ que a na
atraz do Amparoj s Amparo ; que a rua Xayier Saota rjosa, se deno-
minasseTravessa. da S; qu finalmente o becco
da foeira, se deuwniunsse Travessa do Varadour >.
I'acrt na'-eamara mumVipal ileOlinda..7 de jaei-
10 de 1873.
Mantel Antonio dos Pastos e Si'ra,
presidente.
tofeotin Mas de Araujo,
_______secceiarjn^________
' SANTA CASA 1>K MISKRlI'.OfirMA IM)
R ti.IKK.
A junta administrativa da Santo Casa de Vis;-
ricordia do Hecik autorisada pela presidencia, e
le conforiiiitadc com. o seu eomproutisso, leva a
praga de venda per si na sala das suas sesspesi,
pelas 3 horas di.tanle do da 16 do, cdrrfinte os
seguinto* predios, tomando par baae' as quantias
offi-recdas.
Meia agua do iargo da
n. 3.
Casa torrea da rua de S. Jorge n
92 e a casa torrea da rua dos
Goararapes n. 85-'
Caja torren da ua da Matriz da
Boavista n. 56
. dem da ma da Gloria, Ihjjc Vis-
conde de Albuquerque a. 61
Secretaria da Sftnta Casa de Misericordia do Re-
cife, 10 de Janeiro di) 1873.
O cscrivo,
Pedro Rodrigues Campia
::.::ooooo
2:000400
2:0004000
lteaii>(nHlakMba'aai fualiliaiWM.
Tendo eni muitas casa sido achados os canos e
apparelhos da companlia Recifc-Dminage damni-
ficados maliciosamente, o eiigcnhiro fiscal faz
publicar para conhccimcnto do publico os seguio-
tes-artgos do contrato V 18 de aezembro de 1865,
e do rcgulameulo. il 1* Je jaueuo de 1872, a
saber :
Aafjjp 24,
Os moraduii;- dos (iredios dev.-r o commu-
uicar sem demora empre a qnalqtier desarran-
n que se Jer nos appnrethos, e can.is porteneentes
s suas casas, sendo resp..ns.iveis pelo valor do
concert, quando se conliecer que taes dosarran-
jos provem de maltoitori* ou negligencia delles.
Artigo 19 do reL'iilaineiro.
As obras d companliia relativas a materia do
con rato, serio consideradas obrat publiciii, ftcan-
do assim aquellas qtii- as damniftearran sujeitoss
penas da lei e pegoJam.Miio das obras publica*.
Reparticio das obras publicas 11 de Janeiro de
1873. '
0 secretario
Feliciano l'odrlgues da Silva.
Ese:la \m\.
Faz-se publico a quem interesar possa que as
matriculas desta escola abivi-se no dia 15 do
crrente e encerraiu-se no lini do mesnio me",
devendo os que se qoizereni matricular no 1" anuo
apresentar:
! Ccrtido di^ idtnle maor de 8 aimos.
2* Cfultdlt ile que sabe 1er. eserever e contal'
3 Conidio ito nio ter alto C ni detonado pj-
enme offensivo moral 011 religo do estado.
E para que- ehegpe ao conhecimenlo* de louw,
mandn o Sr. Dr. director livrar e publicar o
presenil'.
Secretaria d Escola .Normal de Pernambuco.
10 de Janeiro de 187-!.
A>ros do Albaqucrque Gama
Secretario.
\n'r\i;;:lii';U
5004 -1004
ICO
121)4
804
5004, 100
304.
304
60^
80jfe
60*.
\;di.
DteiARACOt
(ragem, Joaquim Antonio de Oliveira Baduem, Ma-
noel Octavian!) de Carvalho Pinto, Mip.iel Ferroira
Piulo.
E para que a todos consto, mandei faz r o pre~
sento, que ser affl. ado nos lugares mais pblicos
desta freguezia e.publicado pela imprensa.
Freguezia de N. Senhort da'Graea. 8 de janeu
de 1873.
O ese
scrivio interina, lattoel^^rllo de iiveia.
in'tt. Josj aja Co|b^
14 D/, Sebaslio da Reg Bai-rw do L-"'?^ i'l)z
j. de direito esnocial do coiqmej-cii). dfista cida-le
do Recife de Pepiambqco, por. S. M. o, Uqjwf-
dor que, Ueu? guarde,. cA^,
Fago saber aos qye o reseul.: ediuj viren e.
dello noticia tiverm que AnUinio.Morir Reis, n|P
lUctam a peticio dp. tbeor. seguinte,:
Un- o dewdnr da quadia de sete.eoW- cincoonfi Uannll j^ plihl
t seto mil e seis eeatos res proveniente da letra
junta quo est' a .nc'si-rever, pejo. quevejn-i.sup-
plicaute reqHerer a V. S. dign-so aamitti-Io a jus-
tificar a ausencia da, suppljcadoa Um,j\p que
Pela thesouraria provmcial se faz publico
que foi transferida para o dia 16 do crranlo a
ai'rematit.'o do costeo lia illiiiiiinacO: publica ti
Gidade' de Go.anna.
Secretaria da thesouraria provincial de Pern.'uu-
buco, 9 de Janeiro de 1871,
O offical maor,
Miguel Alfonso Ferreira.
111* peer ia do ar^ennl le
Faz-se publico que a commssao de peritos exa-
minando, na forma delerninada ny regulamento {
annexo ao decreto n. 1321 de 5 de ffiveceliv de
185i, o casco, maebiia, caldeira,. apparoBio.
mastroacao, veame, aiuirras c ancoras do va-
por Corarip>, da companha peranmurana de
navegacao costeira, avnou todos, csses obj.l 1-
em estallo de poder o vapor colimar nw servic/)
em que se einprega.
Inspeci;io do arsenal de marma de Pwuambu-
H), |1 de Janeiro de 1873.
FrancisaoRmnuho Sicpplt-iu Silva
tt5|)t)itor.
De ordem do Illm. Sfc nspoetoT'da tbeso*-
sarja de fazeoda, cuiviJa-.-e a quem se qinzer
propor a factura, da iqqu.-cssao de qu.ilrij injl cf
nliecimen'tos para cobraaca de u^postos, para
comparecer uesta tbesouravia no dia 15 do cr-^
rente n)ez com. sua proposta' em -carta fechada e
competentemente sellada, dcclarandV o ultimo ppe-
co por quanlo se prop5em fazer dita impressaix
Secretar.^ia da tlHssourarja^ de fazenfla rle-ltr-
m*
3504
3004,
2W*
X
'dital Ihpseja iajliuado pruosto que f
cante para teterriip?io ,d r^neetiv im
Moreira. Reis -E^taya. wl^^rM'1 c,>aj,>.
Un d estamnilha na imprtancla d 500 1rx, |e-
;tte inufUsada na faria da lei. ^^qdal
, aelio seguinto: Dbti-tl.
9 Janeiro*a M7 srda.
1 tude,Oeste meq despacho
buida ao oseriva dessfi jfllziv Man
(mal fez'la
dea-
Beei
_Ib AMinW ifcrei
as toiwnabas Ir
X
Mauoel. Jos Pinfu
Qnarta-feira 15 do correal -. .erante o juiz d-i
pa. da fraguo ia de Santo Au!<*io, llavera arre-
inatacao de cabras, carneiro e poicos, corridas
dadas pelo fiscal. __________
"consulado n-oYlNCIAI..
Avisa-se por osla repart ii qne no da, 20 d
corrento abre-se o praso pm rocepcio dos dilfc-
renles im|)ostos provinci..-.- ilesignadoJ 11.1 lei do
orcaniento vigente de 1872-71 : os quaes devem
ser salsfeitos dentro de 30 dtti sem depentfcncia
da muir de 6'0|0, em que ucorrerap os conlri-
buintes que o deixarem do f.izer DeSW praso legal.
Cbnitulado provincial. II de Janeiro de 1873.
' o ad in strador
Antonio Car giro Machado Rio's.
ltla thesouraria provincial se fin publico,
que-na segunda quin eua do correute.mez paga-
se-o juro das aplleos da divida provincial, emet
tidas |>or eonti do emprestimo d;i 1: 00:0004.
Secretaria da thesouraria previ cial da- Pernani-
bneo H de Janeiro de 1873.
O o31ca-maioi"
Miguel A-Toii.io Ferreira-
IHEATRO
NO
CAMPO DAS PLU2CEZS.
Anidado!
MVEKTIHEW)) BASTORB-
SOR A DWCCAO BE
Jott f*riiit,C'. Hurros
SABBADO 18 F. DOMIMiD 1* HE JA.NtliU
Depos que a orclie-tra. dirigida, pelo hbil pro-
tessor, Marcelino lelo, houver ejecutado urna bri-
Ihanle ouvertura, si'liiri pela pikueim vez a sce
na neste flieatro 'n lindo e gracioso'drama pasto-
ril em dous actos 8-3tqOadros.:
No qual tomam parto.-todas a* meninas.
A direcc) hap se t^tn pou|dn a despeo-,
afin de que este dranfa suba srena com tod.. o
apparato requerido ; assim pede ao Ilustrado au-
Hdicn destvcidade, toda, a roadjurncao noartrel,
alim de poder fazer 6w s excesstvas aespezas
do que O sobre csiir.eg;ul".
As pwsoas que qujzerem Illa-to para estos es-
peetacu>ks podanj,tosdi^ i c*comu?eada,-* ni
ruaBpHan. 41. ; k.
Pnmi^aia as 3_hora* l*
wm #yM-g^
A cmara isuieira da cidade d) uda, taz
publico que toado mandado proceder a numert^o
do proceder a numerai_
das "casas" da'utosma cidade, e p6r jm di?tco3 djaftj.
rujis, be<;os e travessas, resolvou lazer as altera-
edes seguinte : que a rua da Seuzalla, se dono-"
rninasg Ttta de Santa Tbereea ; Que a rua do
atierra do Vaiadouro, se tenaminasse rua da Bs-
tagao ; que a rqa at priucipur, d*> Gaes do V
douro at o edilko do gazomeno, se. donquoassp.
rua do Primoro de Dzembra; que a ra rn'dlf
da igreja dos Milagres, se deapininasse roa 5
Cruz; que a rua do 0al3fi em seguiin
estrada at a fli-flora, se denominasso roa de S.
Setosio ; que a rua do Pac Castellianp, se de-
nominasse rua iJVinto Seto doiauflino; <
roa do Aljube ooruproheudaria lambem, ;
o al travessa da, .rua da S. sato ; que a rn,
lOuainn Cantos. dfejd^'o.MljQ bocr
o daacer Ma bia da mesmo, nom.
nasse. ra da Cwr.mraio ; "que a rua de Ma# |rtn do 1
C0\IP!VM1H l'F.RNVMHUaNA *
DE
Mi%'<**?* i'leh** *aaa>r
apar Parahgb.
ra os per-
no dia 13
rrnto asb/.)-
1 as da nnuie,
llaralia aan "
Miumenda, nasiageiras o' frete : es
criptof^o no FortadoMattiif n. ti
Pari o Rio Gi-aiute do 8ul
Destino-s pai
tuglMZ Bocha, 1- 1
com os seus aasigMM
1 o patacho por-
rabk: a. tratar
.in latiosi'
^IL^


I
Diario de Perhambuco Quart& feira 15 de Janeiro de 1813.
COMPANUU PERNAMBUCJA
DE
avogafil* coate rau vpr.
MACEI, PHSKDO & XRIGUC'.
O vapor Mandakiu,
conwiaodante Julio,
seguir para as por-
tes cima no da 15
_oorrente as 5 he
ras da tarde.
da
da
Mattos n. 12
COMPAMU PERNAMBUCANA
\aveKari mUira a vapor.
VARHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACA-
TY, CEARA, iUX_lUl\ ACARACU* E GRANJA.
O vapor Pirapama,
commandante Azevc-
do, ^seguir para os
ortos cima no dia
9 do corrente as 5
H9GHV horas da tarde.
Recebe carga ato o dia 13, eneommendas at o
dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do dia 3a sahida : escriptorio no Forte do
Mallos n. 12.
4 triiipanhia americana e brasileira
de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado de New-
York por S. Tliomaz e PW, o vapor americano
Ontario, commandante Slooum, o qual depois da
demora do costurae, seguir para os p >rtos do sul.
Para frates e passagens, tratase com os agentes
lle.nrv Forster 4 C, ra do -Commercio n. 8.
Para Lisboa
abarca portugueza Venas vai sahir breve, recebe
carga frete conmiodo : trata-se com E. R. Ra
beUo & C, ruu do Comtnei ci n. 48.___________
Para Lisboa.
Tem de sahir brevemente o lugre portuguez
Julio. Para o resto da carga e passageiros, ira-
la-se com os consignarlos Tliomaz de Aquino Fon-
veca & C. Successores, na do Vigario n. 19.
AOS 5:000|000.
BILUETES GARANTIDOS.
A'+ua Primeiro de Marco (oHlr'ra rua do
Crespo) n. 23 e cas&s do costume.
Acham-se venda "os felizes bilhete9 garantidos
da 3* parte das loteras a beneficio da igreja de
Santo Amaro de Serinhaem (36a), que se extrahira
na quarta-fcira 22 do corrente mez.
PREgOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
. Quarto 1*800
F.M PORgAO DE 100000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 55500 ,
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
_______Manoel Martins Fiuza.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife Caxang.
as officinas desta com-
panhia precsa-e con-
tratar o fomecimento de
mil dormentes de. sicupi-
ra ou oiticica cora as se-

guales diraensoes:
10 palmos de comprimento, 9 polegadas
Je largura, 4 polegadas de altura ; devendo
ser entregues cem por semana, a principiar
da data do contrato.
A pessoa que quizar fazer este fomecimen-
to, pode apparecer no lugar cima, at o dia
10 do corrente.
Escriptoriodacompanhia, 11 de Janeiro
de 1873.
1. C. BaUerbe,
Gerente.______
Precisa-se
de nm cozinheiro ou cozinheira para casa de ho-
mem solteiro : ra Duque de Caxias n. 87.
Gabinete Portuguez de Let-
tura.
Conselao deliberativo.
Be ordem do-111. Sr. presidente s* onvida-
dostodos as senUores ouselheiros para se runi-
rem em sessS ordinaria, rcxia-foira 17 do cor
rente, pelas 1|2 horas da tarde, na sala das res-
pectivas sessdes.
Secretaria do conselho deliberativa 14 de Janei-
ro de 1871.
Boaventura Rodrigues de Amonra
1* secretaria
O expediente neste estabelecimento ka suspen-
so at posterior aviso. Recife 15 de Janeiro de
1873 0 secretario -Francisco Antonio Pereira.
No engonho Sauucaia.de Beberbe, precisa-
se de um destilador de agurdente.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n.
86, sito ra de Lombas Valentinas, com os com-
modos seguintes : 2 salas grandes e bastante fres-
cas, 3 quartos, cozinlia fra, quintal com porjao
para a ra de Hortas e cacimba : quem preten-
der dirija-se a prac,a da Independencia ns. 19 e
^vS^ruv^TuIhos do finado Ma-
noel de Mesquita Barros Wand r-
ley, mandam celebrar missas pelo
ropouso eterno de seu marido e
pai, no dia qurta-feira (15) na ma-
llos Afogados, s 8 horas da matriz
W nh, e convidam a todos os paren-
tes c amigos do inesmo finado para assislir a ditas
missas.
Para Lisboa,
A barca portugueza Saphira, sahe em poueos
dias. Para o restante de carga e passageiros, tra-
ta-se com os consignatarios Tliomaz de Aquino
Fonceca a C. Successores, rua do Vigario n. 19
Para o Rio de Janeiro
0 lucre portugus Almedina, de 1* classe, capi-
llo J P. Das, recebe carga a frete commodo :
trata-se com E. R. Rabello 4 C, ra do Commer-
cio n. 48. __________________
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos,
com pratica de taverna e que d fiador a sua con-
ducta: na ra Imperial n. 167.
FABRICA MMMR.I
(OUTRORA AbLEMA;
DE
Pae, biscoitos e bolachas
Ra do Capillo Lima n. \,
Santo Amaro.
DE
Mara Candida Ferreira
A propnetaria deste estabelecimento, par-
ticipa ao respeitavel publico, especialmente aos
antigos freguezes da mui acreditada padaria AUe-
mla, que d'pra em diante, esta fabrica lera s por
timbre servir t|p bem, tanto quanto seu anteces-
sor, certos de que hio de sempre encontrar since-
ridade, aceio e actividade j pede, porm, por este
meio a benvola proteccao de todos consumido-
res deste genero, garantindo, que no trabalho de
sua fabrica, s entra farinha de puro trigo, e por
consequencia nao precisa o emprego dessas pre-
paraos que costumam juntar s farinhas infe-
riores, cmi o fim de imitarefn ; o que conseguera
entretanto que esses productorse.'tcn de mais ou
menos mal fazer a saude.0 ____
esquita
rk
Barros
PARA'
Pretende segnir com pocos das de de-
mora, a barca portugaexa Ckmenna, por
ter qoasi a soa carga completa, e pan a
pooca que lbe falta, trata se na roa dn
Commercio d. 5, e.cript-jrio de Jaaqnim
J-is Gotscalves Beltrao. _______^^^
VENDA
Vende-so o patacho Lrasilelro Elvira, o qual se
acha em bom estado, e preparada com todos os
Beas pertenec para navegar : os pretendentes
podem dirigir-se bordo do mesmo navio para
ve-lo. no aneoradouro da Carne secca, aonde esta
fin descarga ; c a tratar com os consignatario?
Amorini Imiius 5t C.
Precisa-se saber se existe tiesta cidade o
padre Dr. Estanislao Ferreira de Carvarlho : na
ra Imperial n. 7.
AVISO.
Ao dejwis nao se queixem
Bernardino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de vveres, na rua do Imperador n. 28, pede
encarecidamente, pela segtmdn vez. aos seus de-
vedores REM1SSOS, o especial cbzequio de virem
quanto ante saldarem os seus dbitos ; do con-
trario est definitivamente resolvido a chamar aos
meamos por este Diario, deparando o? seus no-
mes por extenso, quantia e lempo a que devem.
e se isto nao for bastante, lancar mo dos meios
judieiaes ; pelo qne. conveniente que os seus
devedores remissos) que nao qiiizerem passar por
essa decep vn. dispertem do nocivo indiuerentismo
em que esfio engoiphados, viada, logo que te-
nhain conlieciinento deste, saldarem os seus de-
bitos.___________
Aluga-se o l? andar da casi di travessa do
Qneimado, n. i. praprio para eseriptork) on rapases
solteiros.
Manoel do
Wanderley
Um amigo do finado -Manoel de Mesquita-Barros
Wanderley, manda celebrar ama missa pe'0. et.er~
no repouso do mcsino, na matriz do Sautissimo
Sacramento de Santo Antonio, no dia 15 do cor-
rente pelas 8 horas, e ruga a assistencia dos seus
pirentes, amigos e affeicoados.
D. Rosa Candida do Rgo
Mello.
>o dia 17 do corrente, das 7 s
8 lioras da manha, celebrar-se-hao
no cenvento dos religiosos francis-
canos, algumas missas por alma de
D. Rosa Candida do Reg Mello,
Io anniversario de seu fallecimento,
para o que se convida os seus pa-
rentes. _____________'____________
Salustiano Libanio Tenorio.
Jos Libanio Tenorio, Franccli-
no Libanio Tenorio (ausente) e Hip-
polyto Jos Roberto, cordeahnente
agradecem s pessoas que se
dignaram assistir as exequias de
seu presado mano e amigo, e de
novo convida a assistir as missas
de rquiem que se ho de rezar na matriz de
Santo Antonio s 7 horas da manh do dia 16,
pelo que se confessam desde j ralos.
Escravos.
Precisa-se de um escravo e urna escrava: quem
os tiver e quer alagar dirija-se rua do Lima
n. 4, em Santo Amaro, padaria Brasileira, outr'o
ra Allema. _^_^____
ATTENGlO.
Precisa-se de um feitor para um sitio : tratar
na rua Direita n. 10.
Bom local.
Alnga-se o armatem do sobrado da rua Direita
n. I, o qual offcrece um vantajoso futuro para
qualquer ramo- d; negocio, e principalmente para
molhados por ser rua de grande movimento, tem
frente para duas ras, agua da rompanhia de Be-
bcribe e apparelho da Drainage : a tratar na roa
do Imperador n. 81._________________________
Faco saber a quem precisar, de um admi-
nistrador para engenno, com mttita pratica para
qualquer machina e plantado, que acho-me mo-
rando nos Remedios.freguezia dos Afogados, aonde
pode ser procurado.
Henrique Prxedes de Barros
Eu abaixo assignado declaro pelo'presenle
que vendi ao Pr. Joaquim Fernandes da Silva o
meu estabelecimento de molhados, sito praca do
Conde d'Ea n. 20, do qal o mesmo senhor rica
carg do activo e passivo. Recife 13 de Janeiro
de -1873.
Jos Gomes da Fonseca.
Oflferece-se una ama para casa de homem
solteiro : na travesa da -fladre de Dos n. 8, i
andar.
Existe urna carta para o Sr. Jos Monteiro
da Silva Filho, no escriptorio de F. A. Rabello &
C. : rua do Commercio n. 48.
Aluga-se
O sbralo de nm andar, sito i rua do Mrquez
de Herval o. 11: i tratar na roa da Aorora nu-
men 51.
Ama
AMA
Com urgencia.
Precisa-se de lima ama para lavar e
engommar, ou eozinhar e comprar : na
rua do Barao da Victoria n. 88, ofltr'ora Nova
Precisa-se de urna ama para com-
prar e cosinhar para casa de peque-
a familia, preferindo-sc escrava :
rua estreita do Rosario n. 32, 2.*
andar.
Precisa-se de um copeiro para casa de pouca
familia : na roa da Imperatriz n. 1. ____
Criado.
Precisa-se de nm menino de 12 a 16 annos para
criado : a tratar na rua do Duques de Caxias loja
n. 81.
Precisa-sede um ou dous offlciaes praticos
tratar a rua Larga do Rosario n. 34.
para
Criado
CLAUMNA
Para o Porto
Seguir om a maior brevidade possivcl a ve-
j. ira e bem conhecida barca portagueza Ctoudina
por ter parte da carga engajada : para o resto e
passageiros, aos quaes cflerece exeeBentes eom-
modos, tratase eom Cunia limaos A C, rua da
-Madre de Dos n. :1. oq com o eapito na praca.
"Ro Grande do Sul
Para o porto cima laucado pode anda receto
alguina carga a frete o patache brasileira Pelica-
to : a tratar na rua do Vigario Thenorio n. I, Io
:ular, escriptorio de Balthar Olivira & C.
Aviso maritimo
Os seilhcres recebedores dos volumes abaixo
especificados, viudos de Marseille pela barca fran-
ceza Mane Celine, ciijos nomes se gnoram, por
virem manifestados orlem.
M F & C -i caixa di perfumaras.
F M C.-t, volumes de 3 eaixas agua lior de la-
ranja, 2 voiomes de 3 eaixas agua de rosa.
divos frotes no
rua do A iiio-
para tratar de dous cavallos a tois algum servi-
co de um pequeo sitio.
Precisa-se de um criado que seja activo e cui-
dadoso, em S. Ji>; do Manguinho sitio n. 2.
Precisa-se de batadores de assuca- para
refinacao do largo .lo Arsenal n. 8.
.tiiula a leseada.
Dizem que a Ifangarta est se roendo de pai-
to, pelo annuncio que se pedia polica para
corrigi-la. e r>'siionilo ao mesmo lempo : -Nao
son vrgem. faco o que me aprouver. Isto era
muito bom ; pois continu eom seus accessos de
loucura, e veja se a polica nao a manda para o
hospital dos alienados. Sr. empreiario. V. S. cor-
rija esta louca, domesticando-a, para viver
entre gente, pois a Escada nao *
to no Recife.
0 apreciador da mweftta.
o lifcco do Por-
F C AI.1 caixa de phpsphoros.
Jueiram mandar pagar os respe
scriptorio de Tas-o limaos & C, a
pseript
lim n. 37.
LEILOES.
DE
JP.
'.i barris com presunto para fiambre e 14
barricas com garrafas de cerveja Bass,
rucias e inteiras.
-HOJE
s 11 horas da manha.
agente Pestaa far leilo, por conta e risco
ile quem pertenec', de o barris com presuntos
iara fiambre muito novos e 14 baiTicas com gar-
rafas com cerveja Bass, o que tudo ser vendido
em lotes a vontade dos compradores : hoje 15 do
corrente, s 11 horas da manha, na porta do ar-
mazem do Annes, defronte d'alfandega.
I00S000.
l)-sc essa quailtia quem trouxcr no becco
do Porto a parda semi-branca, de nomc Hara,
com os signaos seguintes : baixa, corpo regular,
cabellos aparados, costuma embriagar-se, e e
muito conversadeira. Consta andar na villa da
Escada, nao se saliendo se em casa de alguma
familia ou em algum hotel pelo compra-nado.
Rogase autoridade ou quem a trouxer, que le-
ve-a ao abaixo assignado, em dito becco.
'Antonio Francisco Cupo -
&-$&*-**$
Ipes de biglez.
Joao Carneiro da Silva Reg, estando i*
habilitado iterante a directora da instruc- C
r o publica, d yoes de liii.ua inglcza S
in sua casa rua Velha n. ii, das C Ql
lioras da tardo em diante. Para isso ofe- ^
m rece o sea presumo a quem qui er utili- t
sar-se. D tambem licoes em casas par- *&
lieulares e em algum collegio hora con- g
vencionada. w
Precisa-se do un feitor para tratar de um
pequeo sttto.e juntamente de una ama para com
piar eco inbar : na ruado Coronel Suassuna n.
1, antiga rua de Hortas._____________________
8
*
Dr. Francisco de Assis da
Silva Ferreira.
Claudino da Silva Ferreira, suas
rimes, irmaos c cunhados, man-
dam celebrar urna missa no dia
17 do corrente, pelo descanco eter-
no de seu irniao e cunhado 0 Dr.
Francisco de Assis da Silva Fer-
reira, fallecido no Rio de Janeiro,
no dia 17 de dezembro, prximo passado, comi-
da aos prenles e amigos do mesmo nnado, para
assistirein este acto de caridade e relgiao que to-
ra lugar na igreja de S. Panta'.eao, no Monteiro,
s 7 horas da manha.___________________
Dr. Francisco de Assis da
Silva Ferreira.
O hachare! Vicente Ferreira Go-
mes (anzente) e sua mulher D. Se-
raplnna da Silva Ferreira Gomes,
tendo de manjar dizer ama missa
no dia 17 do corrente pelo descanco
eterno de sen cunhado e irmao o
Dr. Francisco de Assis da Silva
Ferreira, fallecido no Rio de Janeiro no dia 17
de dezembro prximo passado, convidam aos p-
renles e amigos do mesmo tinado para assitrem
a este acto de caridade e relgiao que ter lugar
na igreja d S. Pantalio, no Montoiro, s 7 lioras
da manha.
CASA DO ORO
Aos 5:000-- Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Y 'torio, (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do rstame.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes garantidos a sorte de
3:0O0|0OO em bilhete inteiro de n. 2764 e deus
quartos de n. 1096 com a serte de 300. alem de
nutras sortes menores de 40* e 20jt da lotera
que se acabou de extrabir (45*).
Acham se venda os muito fel-es bilhetes ga-
rantidos da 3' parte das loteras, a beneficio da
igreja de Santo Amaro de Serinhaem (36a) que so
extrahira na qarta-feira 22 do corrente.
Fi'eoos
Inteiro 6*000
Veio 3*000
Quarto 1.S300
De lOO-OOO |tira iua.
Inteiro 5*800
Meio Z*7o0
Quarto 1*373
Recife i i de Janeiro de 1873.
Jos Joaquim da Coito l/ite.
Aluga-se a casa n. 63, na rua da Palma, a
entender-se com o Dr. Christovao Xavier Lopes:
na rua da Imperatriz n. 30, ou em Diinda, rua de
S. Bento.________________________"____________
Denlscher Huelfsvorein.
General-Versammlung, em 16 tem januar 7 1)2
uhr abends in Leiden's Local,
Bericht ueber die Thiatigkeit des vereins im
jahre 1872.
Ausschusz Wahlen fin 1873.
Verhondlung ueber statuton abaenderung.
Im Ramn des Ausschusses.
Der secretar.
Henry Quauz.
Pornambuco, 13 jan, 1873. _______^^^^
Aviso.
Contina a estar todas as noutes exposta a ve-
nera;o dos liers at as 9 horas da neute na igre-
ja de Sania Rita desta cidade a milagrosa ima-
gem de Nossa Senhora da Piedede que tem de
ir no dia 19 tarde paara a igreja dos Prazeres
dos Montes Guararpes. Os cncarregados esperam
a concurrencia dos fiis, irem aquella igreja ci-
ma referida.
NOSSA SENHORA
DO
BOM CONSELHO
DIRIGIDO PELO
Bacharel Antonio Columbano Sera
D pbico de Assis Carvalho.
|R Ter lugar no dia 13 do corrente mez,
Gf, primeiras lettras, laTim, francez, inglez,
Q portuguez, geographia, historia, geome-
C| tria, arithmetica, rhethoriea e philoso-
Q phia. Gil
Quem precisar de ama para alugar'
dirija-se ao pateo deS. Pedro n. 3, loja,
VaV
gommar
dar.
Precba-e de onia am pa-
ra casa de familia de doaa
penoas para cozinhr e en-
tratar na oa DireiU o. 28, 2* ar>
%JfIA
papa-se bem :
t
Precia-<}d>- um ama que sai-
bem coz-ohar (fura on escrava,)
a rru Noa. kj* n. II.
Precisa-se de urna ama para eozinhar e en-
gommar para urna s pessoa : na rua do Rangcl
n. 9, segundo andar.___________.______________
Precisa-se de duas amas para
casa de familia, sendo una para
, andar com um menino, e outra
i* J- AU [,ara o servieo interno da casa.;
preferem-se escravas tratar rua do Mrquez
de Olinda n. 33.__________________________-
Ama de leite
Precsa-se de una ana que tenha bom e abun-
dante leite e sem filho : na rua larga la Rosario
n. 12,2 andar._____________________________
Precisa-se de urna ama para mdanle
uas meninas, e para ostros serviros
domsticos: a tratar na rua do Mondego n.6V.
Precsa-se de urna ou duas amas de leite :
na rua da Imperatriz n. %\.___________________
Aluga-se um rapac de 12 a 13 annos para
criado : na rua Nova n. 23, loja._______________
Precisa-se de urna pessoa para coser na
machina : na rua Nova n. 23, loja.
Precisa-se de urna ama para comprar e eo-
zinhar para duas pessoas, paga-se bom : na rua
de Hortas n. 78.
Na
caixeiro.
rua do Rangel n. 41 precisa* de um
Precisa-se
de pessoas que sai i. am trabalhar
com perfeifo
em'velas de'carnauba (trabalho de enfiacio) e
que sejam de boa conducta : na rua do Vigario
Thenorio n. 26. ____
O Sr. Dr. Hygino Alvos de Abren o Silva,
tem una carta na' rua da Madre de Dos n. 36,
armazem ____
AMA*
Precisa-se de urna, para eomprar e
eozinhar : rua do Visconde de Pelo-
tas, autiga do Aragao n 37.___________________
Ama
Precisa-se de tuna ama pa-
ra o servico de una ca?a d.
pouca familia : a tratar na
rua da Cruz n. 18. 3* andar.
AMA
Amas
Precisa-se de duas amas, una para
eozinhar e engommar, e outra par-
andar com menino : na rua Direita n. 21, arina-
tem do Pescador_____________ _________
Precisa-se de una ama captiva ou
forra para 6 servico de pequea
milia : na ruaj)i eila n. 1S7, e-
gundo andar : paga-sc bem.______
Precisa-se de tuna ama pa-
ra eozinhar e mais servico de
casa de familia : rua de
m
\ fe
AMA
tavello n. 129.
_B
0 BACHAREL
IAMERICO NETTO 1>E MEN-|
DDHCA
i

Reside presentemente
A RUA NOVA DE SANTA RITA
\. 43.
SSaSS _te\u_ iSto u> Sk vi S_ a> & M fi *** ** h o Ao commercio.
LEILAO
DE
cerca .de 80 barris com chourigas novas.
HOJE
' agente Pestaa far leilio, por conu e risco
de quem pertencer, de cerca de 80 barris com
rhonricas muito novas, desembarcados a semana
iassada, o quae? seu vendidos em 1 ou mais
otee, hoie, s 11 hor.as da manha, na porta do ar-
mazem do Annes defronte da alfandega.
LEILAO
DE
0 eaixas eom algodjio americano azul, mar-
^caWR.C
OulmUtd'rva l do corrente
J_" 11 HORAS DA MANHA
rua do Commercio n. Ii.
Por intrveneno do agente Pinlio
Bordes.
AVISOS DVERSOS
na
Charnteiros.,
Precisa-se re algnits offlciaes dessa arte
beca Largo d. i A,fab-ica do Figueiredo.
Ao commercio.
Os obal'co .^signados decraram que.coiniirai'am
ao Sr. Joaquim Gon_alvcs Caacao Juuor a so* ta-
verna da :*ua Jo Domingos Jos Martins n. 52, livre
e -esembsracada : quera se julgar eom diraito
refenda taverna 'compareea na mesma no prazo de
trea dias.
Rerife 14 de Janeiro de 1873!
Carvalho Anjeiras.
Os abaixo assgnados fazem sciente ao corpo
mercantil, que tem nesta data dissolvido a socie-
dade que tiiiam no estabelecimento sito no esta-
belecimento sito a tiavessa do Espinheiro rua
da Hora n. 6. o qual girava sob razao de Machado
& Almeida, fleando o socio silvino 'da Costa Ma-
chado, encarregado de- todo o activo e passivo ; e
o socio Manoel Rodrigues de Almeida pago e sa-
tisfeito de seu capital o lucros, sem onus mais al-
gum a satisfazer.
Recife, 3 de Janeiro de 1863.
Silvino da Costa Machado,
Manoel Rodrigues de Almeida.
Arrenda-se o sitio denominado Peixinho, en-
tre Olinda e Reberibe, a margem do rio, com
casa para grande familia, muitos arvoredos de
fructo, um grande mangabeiral, baixa para
capim, terreno* para plantacoes etc. que s com
a vista se poder avahar : a tratar no mesmo a
qualquer 'hora do dia._____________
Offerece-se urna mulher capaz para fazer
companhia a urna familia, coze e faz mais arran-
jos de casa : quem precisar dirija-se Roa-Vista,
rua atraz da Matriz n. 13.
Criado.
Quer fono ou escravo, precisa-se de um para
o servico interno e externo de una casa de fami-
lia : tratar a rua do Mrquez de Olinda n. 33.
Precisa-se de urna escrava que saiba bem eo-
zinhar : a tratar na rua da Cruz, armazem n. 42.
-- Acha-s fgido o mulato Jovinp, escra-
vo do ten?nte-oren rar Ieve-n ao seu senhor na Soledade casa n.
73, Orre lor &6 Bispo, que ser recompen-
sade.
Ao commercio.
Jos flemii-tw !" e Mrtmho Lapes dos Res
fazem publiw que m jlnmo do der^mbro prxi-
mo passado dissolver., n .-.Tr.:gavcrm~.'.e a socie-
dade que gjrou nesta praca sob a Arma Lima &
Re's, a qual entrn em liqidaclo activo e passivo
por conta dos ex-assoeiados, sendo liquidante
ex-socio Hartinho Lopes dos Reis. Recife 10
Janeiro de 1873. ,
liertino, escravo, idade.de 2.'! anage, fgi-
do desde o dia 26 do corrente, tem os signaes se-
guintes : cabra cor de taica, rosto mais com-
prido que redondo, sem barba, testa regular, coc-
ea um lamo grande, nm pouco dentudo ou can-
guio, todos os dentes da frente perfeitos e lima-
dos, nariz um pouco cliato, ojhos vivos, cabeca
regular, cabellos um pouco ruivos e carapinhos,
um pouco sollos, altura regular, seeco do corpo,
mas um pouco espadaudo, pernas flna, ps hm-
pos e um pouco carnudos, porm regulares, bo-
nito, ladino, vivo, gil e esperto, um pouco ta
to na prontlnciaco de certas palavras. de sorte
que pouco se reconhece, pequeas orelhas, e nao
compridas, fuma cigarro, tem antigs marcas de
chicote as nadegas. Pagarei com generosidade
quem o trouxer a este engenho, ou no Reeife,
ao Sr. Dr. Laurido de Moraes Pinheiro, morador
i rua do Rangcl, ou ao Sr. Henrique S&raiva de
Araujo. Mello, rua Formosa.
Engenno Saguim, 30 de dezembro de 1873.
Canuto Jos Pereira de Lucena.
illJUIlUlUt
Os abaixo assignados avisara ao corpo do com
mercio; que teem vendido sua loja siu a rua do
Cabuga n. 4, sob o titulo de Muren de Joias.
aos Srs. Joseph Krause & C, nao sondo incluido
na mesma venda as dividas de que o estabele-
cimento 6 credor. Julga nada dever nesta praca
em negocio concernente a mesma loja, se porm,
alguem se julgar com direito, pode apresentar
suas conlas no seu escriptorio a rua do Mrquez
de Olinda n. 40, primeiro andar. Outro sim, pe-
de a todos os devedores da mesma loja, que ve-
nftam saldar suas contal no meneinado escrip-
terio.
Recife 14 de Janeiro de 1873.
Comes de Mattos Irmao*.
Botica Popular
Precia de nm oficial com bastante -p-atica de
pharmacia, ecapai. Dase i;00i)*de ordenado an
oual. ___
Aluga-se a casa terrea na travessa das Bar-
reiras, na Boa-Vista n. 16 : tratar na rua do
Crespo, loja do Passo junto ao Arco de Santo An-
tonio. __________
Os abaixo assignados faiem sciente ao res-
peitavel publico e com especialidade ao corpo do
commercio, que dssolverara amigavelmenie a so-
ciedade que gyrava nesta praca sobre a firma de
Prbosa Silva, sahindo o socio Jos Antonio
Barbosa pago e satisfeito de seu capibl e lucro,
c ficando cargo do socio Belarmino Lourenco
da Silva todo o activo e passivo da referida firma.
Recife 31 de dezembro de 1871.
Jos Antonio Barbosa.
Belarmino Lourenco da Silva.
_M9__
>_ _f_a ~
i

CONSULTORIO
Hedico-cirurgico
Dr. Joao Ferreira da Silva
pode ser procurado para o
exercicio de sua proisso ct
gcral, e especialmente opera-
coes e molestias cirurgicas, no
antigo consultorio de seu pai
rua largado Rosario n. 20.
Advocada.
O baeharel Angelo Henriques da Silva mudou
o seu escriptorio para a rua de Crespo n. 12,
primeiro andar, onde pode ser procurado.
Aluga-se a casa n.
da lena.
7 na Passagem da Mag-
Oflerece-se um rapaz para copeiro, prefe-
rindo casa estrangera : quem pretender deix"
carta nesta typgraphia com a< iiiiciaes /.. L. '/..
__Precisa-se ae om meuico e \- ou l anuos
da idade para caixeiro : na psd.tria da raa do
Raoge! n. 9.________________________________
Novos e escomidos appare-
lhos gaz.
A companhia do gaz desta cidade, tem a honra
de annuuciar que receben ultmamente um esco-
lhido sortimento de lustre*, lampeos para rorre:
dores, pendentes,arrandelas e ontros apparelbos a
gaz, de vidro c ohrytsal, de varios -e novos modelos
e desenhos ; com estes apparelhos a companhia
est prompta a supprir aos freguezes. As amos-
tras para se verem estao no escriptorio da compa-
nhia rua do Imperador n. 31.
Ensino partieulai
Salvador Henrique d.- AJbuquerque, presta-e .i
ensinar por casas e coUegios particulares, nesta
cidade e seus suburbios, todas 9 materias do en-
sino elementar alumnos de um o outro soxo.
Ensina e prepara a seohoraa que se qui'crem
habilitar para os concuos as eadera. de ins-
trueco primaria ; e todas as tardes em sua casa
pode' leccionar aos e que preolsareiii de habilitar-se para o exame de-
portuguez.
Tambem ensina geometra e anthmetica com
todo o desenvolviment" e pplicacoe*.
Os senhores que se quuerem utisar de seu
presumo, podem procura-lo fio largo do Paraizo
n. 8, S andar ; de manha at :.- 9 e de tarde das
4 horas em diante.
SDrogaria liomeopatnica
9t ll'l-im 8B Os proprietarios deste bemeonhecido e &
S montado estabelecimento, offerecem con- *v
W tinuamente aos amigos da Immeopathia ?g
^ iuii completo sortimento de cartoiras de ^
X glbulos e tinturas de 12 a 120 medica- w
5W montos, chocolate de Eppes, encerado de TJ*
1& rnica e a encllente obra do Dr. Mures ^
XMedico do Povoj em 3* dieco. tu- w
W bose frascos vazios, fioalniente tudo o aa
que conceniente ae systeata honaeopa- j5
_9_ lhil'- &
?ef Os medicamentos prmcipaea sao leva- **
Sf dos desde a at a 30 dymnanusacao e
_5 garante-se o bom preparo de todos. w
__ Adjacente ao mesmo contina a ter *
_& consultorio um acreditado medico lio- gr.
_2 meopatha, dando consultas do meio dia jSf
JR ate as 2 horas, e aceitando chamados a
& qualquer hora. Q
^^0 ti**** ^000
CASADAFORTIW
Medico-cirurgico
RUA DO IMPERADOR N. 73. ANDAR
0 DR. NUNES DA GOSA
MEDICO OPERADOR E PAREIRO.
ESPECIALHAOES.
MolMhU e operacees de olhos.
Cura radical e instantnea dos
estreitamentos da uretra.
Consultas: Das 7 s 10 Loras
da manha. ..
Chamados: A qualquer bora.
9HN
Criado
Precisa-se do um criado : fu larga do Rosa-
rio n. 31, Caf Chinez.________
Massa fallida de Marques
Barros & C.
Sao convidados os Srs. credores d'esta massa a
virem receber suas quotas partes no 2o dividendo
de 5 % cujo pagamento acaba de ser autorizado
pelo juiz competente, e ter lugar todos os dias
uteis das 11 horas da manha 1 da tarde, na rua
do Commercio n. 6,1* andar.__________________
Roga-seaosSrs.de engenho que precizarcm
d'um administrador, ou destilador, de dirigir-se a
rua do Rangel n. 53. .....___________
Sociedade Philantropica dos
Artistas Meclianicos.
De onlem da directora d s_ totiedad faz-se
sciente a todos os i dignem comparecer heje, quarta-feir_ li> do cor-
rente roez s 7 lu ras da uoute, na aede da mesma'
lim de tomaran partr nos neprl3s urgentes, ten
denles a est nuciedade,
Sala das sessaet, 14 de laneirc J> S73.
Q, 1," secretario,
Mai'ccllino dqs, Santos.
Precisa-se de dofls eseavos
de um hotel, na rua das Larangei
|r no mesmo.
o jervioo
ni a tra-
X
LEONARDO DE ALMEIDA
RUA ESTREITA DO ROSARIO
N. 30, i. ANDAR.
s_ess_*
Para eozinhar.
Para fazer a cazinha de urna casa de pequea
familia precisa-se de urna ama, forra ou escrava.
Trata-se na rua do Capibaribe n. 40.________
-- O abaixo assignado avisa ao corpo do com
mcreio, qne nesta data tem comprado aos Srs.
Gomes de Mattos Irmaos, a loja de joias sita
rua do Cabug n. 4, sob o titulo de Muzeu
Joias, livre e desembaracada de qualquer onus ;
o que avisa para os devidos flns.
Reci/e, 14 de Janeiro de 1873.
Joseph Krause & C._____
lia k Marco
(Outr'ora do Crespo) u. S^S
0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes da lotera do Rio n. 436" a sorte de
4.0001 em quatro quartos de n. 2403; convida os
possuidores a virem receber, que promptamente
sero pagos, como do costume.
Manoel Martins Fiuzal
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Confiara do Senhor Jom
Jess da Yia-Sacra, em
sua igreja da Santa Cruz.
A mesa regedoura a quem fui dirigido o o_
do Rvd. vigario d Roa-Vista, cobrindo um i i ir-
cttlar do Exm. Espo diocesano, entenda convo-
car mesa goral, visto como na |ulla circular al-
fecla interesses de todos os noBsso irmaos confr<-
des. marcando para ter lugar esta reuniao rio
mesa goral em nosso consistorio no dia 13 i
corrente as 6 horas da tarde ; parara qual a mesa
regedora convida o espera o concurso de tod
nossos irinos confrades.
Consistorio 10 de Janeiro de 1873.
los Rodopiano-dos Santos.
_________Escrivo.______________
Precisa-se do um mecano le 12 a 14
anuos, para criado : tratar nesta tygogra-
phia.___________________________________
Aluga-se o sitio do fallecido Rios, na e*-
trada do Cajueiro n. 1,' com muitos alvored de
fructo. baixa para plantacoes e viveiro de peixe,
casa com bastante commodos para grmde familia:
os pretendentes dirijam-se ao mesmo sitio para
ver, e tratar na rua de Santa Thereza, n. SO.
_llc_C-tt.

Precisa-se de um criado de 13 a 16 annos de
idade, e que tenha boa conducta : tratar na rua
de S. Bom Jess n 53, das 10 horas s 4 da tarde.
Furtaram do engenho Sapuaia, na nottte
de 24, 25 ou 26 de dezembro, um cavado com os
signaos seguintes : russo sujo, castrado, descar-
nado, j ftti dfi carro, por isso sera bem vfsvel
as raladuras nos peitos, no lado esquerdo leve um
espravao, que foi queimado cora urna cruz, n um
dos cascos da mo tem um buraco pequeo, di-
na cortada e cauda mal ripada, por causa das sar-
nas que teve, e suppOe anda ter algumas, anda
baixo e um pouco pesado ; pede-se portante as
autoridades policiaes queiram dar suas terminan-
tes ordens a respeito. Pode ser entregue no mes-
mo engenho, ou no engenho Poeta, dojfapitao
Manoel Corroa de Araujo, em Caxanga. Tem fer-
ros, porm nao se sabe.
Criado
Precisa-se alugar um eriado de 12 a li annos
de idade para compras e mandados : quem tiver
annnncie por este Diario ou dirija-se Passagem
da Magdalena a entender-se com o respectivo pre-
fessor. _____________________________
Aluga-se o terreno n. 242 da rua do Coro
nel Suassuua (outr'ora Augusto) por preco com
modo : a tratar na casa conngua ao portao de
ffro. __________
Criado.
0 abanto assignado participa ao publico e
especialmente ao commercio desta praca que con-
tinua na mesma casa e genero de negocio da ex-
tracta firma, de Soares Primos, sob sua firma indi-
vidual. Recife, % de Janeiro de 1873
Tito Lirio Soares. ______
Aluga-se
Joao Silvestre Francisco de. Mello participa
de seus alumnos, que se acha aberta a a ala e aleow do 3 andar, ?
particular do primeiras le
Principe
do
8 -pas ae seus aium-us, que se d_ -< i -- --- ._. _. r._T a
a aula particular do primeiras lettras, rua do sobrado n. 70 i roa Oa?ne te casias. a
incipen. 38. Ju loja.
^r:--------------------
soto do
tratar
Precisa-se de um criado-de 12 a 14 anno> de
idade. livre ou escravo, para compras e manda-
dos : quem tiver annunpie por este Otario, on
dirija-se Passagem da Magdalena a entender-se
com o respectivo professor.
' Aluga-se'a casa da rua do General Seara,
antiga rua do Jasmim n. 33, com commodos para
familia : tratar na mesma.________
Alog-se o 2* andar e solio do obrado t.
13 da raa de Santa Rita, titanio elle em boro es-
tido : a tratar na ron Duque de Canaa n. 44.
Multa attencao.
Vinho de uva pura d ha- de S. Miguel, assim
como peixe de diversas quahdades em barris :
venden Oliveira Miranda A C, a rua do Encan-
tamento n. 11, venda.
___Urna poaaoa inteiramente habilitada na lic-
gua ranceza, propoe-se a ensinar em algumas ca-
sas particulares ou estabelecimentos ; assim como
em sua residencia ; podendo deixar carta fecha-
do nesta typographia com as miciaes S. A.
Hotel i'da Independencia.
aep do Imperador n. 34, pieci*a-se de nr\' i ro
ni aga-se bem.
,----- f-
-


Diario de Pernambuco Quarta feir 15 de Janeiro de 1873.
<*
MOFINA
Est eucourAcado!
" Roga-e ao lro. Sr. !gtueiVier de Mello, ee-
crivlo o* cidade de Natareib desta provincia, <
tavor de Tir a ri,a DnqM d cloir aqnelle oegoeto'qoe S. S. se eomprcmetlea
realisar, pela tnrceira enraada deste tornai, em
os de dexembrii proxhH pnssado, e depois par
Janeiro, pistn i feveWlro b abril, e nada com
Srio ; e por ttU motivo di nove chimado par
ito flm, peto 6. 8. se deve iembrir qne esle ne
gocio de HtJ4 cito aooe sen fllho se acbava nesta claie.
Auentou-se.
O escravo Pedro, de 15 annos deidade
mais ou menos, com o. signaes seguintes :
cor parda, caliellos corridos, alguns signaes
de bexigas, levou vestido camisa de chita,
calca de casemira: roga-se as autoridades
policiaes e aos Srs. capitaes de campo de o
prenderen* e leva-lo casa do seu senhor na
ra da Imperatriz n. 4 1. andar, ou na
ra da Madre de Dcus n. 5 1. andar.
Prccisa-se de 600J a jaros :
tovell) n. 23 se lira quem precisa.
na ra do &)
COMPRAS.
Atteneao
Compra-s urna esjrava de 33 a 50 anoos, qne
g&iba coziohar : na tbesoonria das loteras, roa
! de Marco n. 6._________________________
Compra-s urna escrava que nao tenha vi-
ios nem achaques: na ru:i Nova de Santa Rita
u. 54.
VFNDAS.
BICHAS DE HANBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-sc na pharmacia e drogara de Bar-
Iholomeu AC, rua Larga dosario o Rn. 34.
IV
Ultimo gosto
Cadelras preas douradas e marsbetadas de ma
oreperola : nos rmateos de Tasso Irma) & C.
no caes do Apollo.
Colchas e lenfes
a 4#, U e 2$.
Colchas muito grandes, brancas a i i, Jilos de
cores a 6* urna, lences de bramante a 2J um,
pee hincha : na rua fa Crespo n. 20, loja de
Guilherme C. da Ganlia & C.
ATTENTAO.
Vender urna excellente taverna sita a rua do
IIngel: tratar na rua da Concordia n. 145.
Chegitm quanto antes!!
4 !iS(MIll! SSflfld! !$000!
Lindos chapaos campestres, da ultima moda,
para senhora, s na rua do Duque de Caxias n.
(<0 A, loja da esquina, de Dent da Silva A C.
Aluga-se umi escrava para todo o servico de
urna casa de familia : tratar na rua Primeiro
le Marco amigamente do Crespo, loja do Pasao
junto ao arco de Santo Antonio.______________
Novidade.
Ricos chapeos para senhora, de palha de Italia
de seda, cousa inteiramente nova oeste merca-
do : s se encontram na Predilecta, i rua do Ca-
Iriig n. 1 A. a ellos antes me se aealiein
a erdadtlM eervej* da Batiera, marca-tan-
ira, de fu.ien r qiaaiidade : veodem Tasso Ir
aoi 4 C em seo armaiem da roa do Ansorim
.. S7.
PUTASSA
da Rossia, nova e de boa qnalidade. tem Larris
inteiro e meios : veodem Pereira da Caoba Ir-
maos, roa do Mrquez de Olinda n. ti, eserlp-
torio.
CONSTII'AQiO
EanqB'Ci
rifan
Im
MU*
^! 55 B4 Sebastopol^
BIIKI XATISUns
nnl|tu
ItMI
U.
PURGATIVA!
SORTIMENTOS NOVAS
CHEGADOS PAR A FESTA
PRIiOS
MAIS BARVTO POSSIVEL
PULIOS
MAIS BARATO POSSIVEL
N.7Ruado Bario da Victoria ou*r'ora rua NovaN.7
Calcado francs, per fumarlas .plano*, espetaos, quluqullha-
rlas de phantazla, uebllias de vine e brluqiiedoe.
Este estabelecimeolo esta reeebeudo nao por Udos os vapores como pelus oavios de vela
qne esto chegando da Europa todas as soas eocoramendas pira o grande e expleodido sortimeoto da
testa, e efferece ao publico em geral, por precos mai* barato possivel o artigue leguioles :
*\
.COMO
i-*'
** SAUDB
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
DB
BARTHOLOMEU A C /
34Rua larga do rlosario34
illli.iil
O bacalbo ta Noruega, em caixas e metas
ditas i no caes da Alfaodega n. I, armarem de
Tas90 Irmias 4 C
H Iflll
Madapolo e algodteinlio
avariados.
Largos o superiores que valen 7000 a V->iOO,
grande pechincha : na rua da Imperatriz n.
loja da Roja Branca.
Chapeos de sol de seda a
7|000.
E seda trancada muito boa, com 8 basteas ; ^
. i ande pechinoha : na nu da Imperatriz n. 06,
l- ja da Rosa Blanca._____________________
Camisas de plianlasia.
A loja da Terqueza recebeu um lindo sorti-
i.iento de caoisas de pr.antasia, proprias para
Lailes e partidas: rua do Barq da Victoria n
>, antiga rua Nova. ________________
Vende-se urna tavern.i no Barro, na entrada
Jo Ucha. freguezia dos Afogados, eom poneos
landos : tratar na mesma.
Vende-se o sitio da estrada da Cruz do Alinas,
,ae lica entre o do commendador Tasso e o do
desembargado!' Doria, con. casa de viwnda, d iTe-
rentes arvoredos, grande baixa de capim, etc.,
Jando os fundos para a estrada dos trunos urba-
nos ao p da estacan da Jaqueira : a tratar na
i na do Amorim n" .'(7. _____Z____________
Borracha.
Vende-se superior borracha bougl'', para limas.
i aa do Duque de Caxias n. 22.
Rua Duque de Caxms n. 50,
Duque de Caxias n.
A Aguia Branca sempre aiTeila a vender o boro,
e cunea esquecila de bem servir a ua constaDle
fregoezia, tem continuado a mandar vlrcbjectos
de sna eneommfnda, e agora roe.cmo acaba de
receber um bello soitimento de especiacs perfu-
marlas de Lobin, coja perioridade e^la ao co-
nheciroento dos aroidores d i bem.
Ella recebeu ma ;
Frascos grande., e menores com superior agua
de Colonia.
dem dem rm agus de L- l.n para toiiets.
U()3, ef. etc.
Uem idem Coffi ?uperores extractos, cojos fi-
Dus e agradveis odores sao i ssc luidlos a gotto.
dem com leite virginal para saria?.
dem cora leile de rosas brancas tambera para
sardas, pannos, marcas de espmhas, etc.
dem com extracto de quioquioa para con.er-
vacao das gengivas.
dem com pomada philocome.
Vasos de poreellana com extracto de pomada.
Ootros com cold creme para amaciar e refres-
car a pelle.
Coraetique, pastilhis [amantes, etc. ele.
E bem assim mnitas ootras perfumaras dos
bem coGhecidos fabricantes Piver e Coudray.
Flores finas.
A aguia branca, a rua do Duque de Caxia, re-
cebeu mu linas flores em ramos e rosas para ca-
beca.
Meias brancas listradas para
senhora s
A aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
30, recebeu por amostra orna pequea quantida-
de de meias brancas com lisiras tambera brancas,
gosto integramente novo e boa fazenda.
Cutileri francesa.
A aguia branca, a rua do Duque de Cexias n.
50, reeebea covo sorlimento de linas te?ooras de
ac pulido, sendo para nnbas, e costura, e estas
de diversos lamadlos at um palmo. A polidei
de taes obras faz bem cenbecer a sua supenori-
dade.
Cartas finas para- volt&rete.
Na agoia Branca, a rua do Duque do Caxias n.
50, encontrarlo os pretendentes finas cartas fran-
cezas com beiras curadas, e ouiras a preexs
raals barates.
Brlnquedos
de borracha para crianzas
A Agoia Branca, rua Duque de Caxias n. 50,
recebeu um bello sorlimento de b'inquedos de
borracha para chanca.
Bonitas
golinhas e punhos bardados
A Agnta Branca, rua Duque de f.axias n. 80,
recebeu bonitas gciic-.has e punhos boidados par
senboras.
Noves coques com tecidos
de seda
A ifBil branca, rua do Duque de Caxias
n. 30, recebeu urna pequea porco de coques
de tecido de seda, os quaes pela tovi_da-e e boni-
tos moid-s, provavelmeote se acbaro loge, por
isso, a elles Exraa9. apreciadoras do bom.
Calpado francez
Botinas de loxo e phaotazia, brancas, pretas e de
diff-renies cores, tanto para seoboras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos coro alto no rigor da moda, brincos
e de cores para seohoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para bo-
rneas.
Sapatos de cordavSo Milier para h^mens.
Bolioas para menino de qualquer lamaoho.
Botas b meias bolas de montana o melhar possi-
vel para borneo?.
Perneiras e meias perneiras tanto para bomons
como para meninos.
SapatSes de Suser, para homens e meninos.
Sapatos de veroiz cera salto para homens.
Abotinadas de militas quadades e precos para
meninos e meninas.
Sapaiots de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jardes e.banbos, soriimeoto para horaen-
e seoboras.
Sapaos de tapete, casemira, eharlol avelludado,
de tranca portuguez e francez.
Perfumaras
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
tnlicie, agua de flor de laranja, agua de toilet-
te, divina, florida, lavando, pos de arroi, sabo-
netes, cosmticos, moiios artigos delicados em
perfumara para preseotes com frascos de ex-
tractos, ca'xiuhae sortidas e garrafas de differen-
les tamanhos d'agua ecologne,tudo de primeira
qaalidade dos bem conhecidos fabricantes Piver
e Coudray.
Pianos
Muito bons pianos fortes de elegantes modelos dos
mais notaveis e bem conhecidos fabricantes
Alphoose Blondel, Henry Hers, Pleyet WVIlf &
C. e Erard.
Moblias de vimes
Chegou ama grande Llora com amoslra de ca-
deiras de balango, de braco, de guaruicoa?, so-
f?, jardineiras, mesa?, conversaderas e cosa-
reiras, tudoi-to muito boro per serem fortes e
leves, e os msis proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
Qninquilharias
e
AWiige* de dilfcrciKes gostos
phantazla.
E=pelhos dorados para salas e gabinete?.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin de fio da Escocia e de camorra.
Caixiohas de costura ornada com msica.
Albuns e quairiohos para retratos.
Caixinbas cora vidro de augmentar retratos.
Diversas obras d^e ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brineos a im'tagao e bolees de punbos de plagu
Bolsishas e cefres de seda, de velludo e de cauri-
nho de eflres.
Novrs objectosde phantazia para cima de mesa e
toilette.
Pinienez de cores, de prata doarado, de ac e de
tartaruga.
Oculos de ago fino e de (odas as graduacoe?.
Bengallas de laxo, rana, com caet5es de marflm-
Beogalas 6 verjas em graode scrlimeoto para ho
meo? e meninos
Chieotiobos de baleia e de muitas quadades di-
versa.
E-poras de tarraxi para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditts de marfil muito fiaos para limpar cabega.
Escovas para n upa, cabello, unbas para denles
Carteirinbas de madreperola para dinbeiro.
Meias paia boratos e para ratoioos.
Grvalas brancas e de seda preta para hornees e
meninos.
Campanbias de mo'a para chamar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de d. mito
e ootros amitos difTereotes joguilhos allemaes e
francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami-
nos de ferro.
Mamadeiras de vidro de dar leite mu fcil as
enanca*.
Argollabas do raarfim para as criaogas morderem,
bom para os denles.
Bergos de vimes para embalangar crangas.
Cesliohas de vimes para braco de meninas.
Carrinbos de qualro rodas para passeios de crian-
-
Veoezianas transparentes para perlas e janeiias.
Reverberos inusparentes para candieiros legal
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas vistas.
Lanternas mgicas com ricas vi-la de cores era
vidro.
Vidros avulsos para cosmoraroas. i
Globos de papel de erres para illnmioagCes da
ferta." .....
Baloes aereoslaticjs de papel de seda mu fcil de
sobir.
Encerados bonitos para conservar as mesas de
jaotar.
Machinas de vanos ?ystemas para. caf.
Estaadores de pal. a e de pennas.
Tesoun'ohas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
TiDteiros de louga branca, modelo benito e boro.
Tiras de molduras douradas e pretas para quadros.
Qnadro? j promplos eom psysagens e phaotazia.
E-lampas avulsas de sanios, paysagens e pbanta-
zias. -
Objectos de mgicas para divertimentos em fa
milias.
Realejos pequeos deveios eom lindas pegas.
Realejos harmnicos nu aecordiuns de lodos os ta
maiihos, e ootros muitos artigos de quioquiiba-
rias difiBccis de menciooar-so.
Para lapinhas
Ca xiohas com presepios compltt. s com lodas as
penas, e para angmeotar as lapinhas ha nm ' numero de figurinba?, casinhas, jarains e ani-
maos sortidos.
Brinquedos para me-
ninos
A roajor variedide que se pie desejar de todos
osirinquedos fabricados era difTereotes partes
da Europa pira euiretenimento das crangas.
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
de Lourenco Pert ira xMende^GuimrAes
Declara ao reipeilavel publico que, ledo cooclotdoe cooxrio que fez (tn seu ea-
tabeleciraento da rua da Imperatriz n. 7. declara qne o nrtio de novas fazendas pre>-
propiias pan a esta do natal, os preces tSoos mais baratas possie s a sbfr:
LAASINHAS A' 120 RS. CORTES DE BRI.M A' 15O0.
Venete-se ISasiubas para vestidis a 120 Vfnelc te cortas de bnin para caica >
tOO, 360, 400 e 500 rs. o covado. IW< e 20 0.
OLINDENSE A 800 KS. .VADAWLO A' 3'00.
Vende-se ama nova fazenda de sed* e Vende se pegas du madapolo a 3(J0"O
lin^o, por Dome olindense, proprta para iS(K, SOOO. (0iOOe r"tfOCQ,
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado. Hapeos u\: palha a ?*oo
ALPACAS DE CORES A *W) RS Veide-se ehap-s de palha, de feltro e
Vende-se alpacas de cores, lisas t lavra- de castor, p;ra homeni e meriiooa, i ifi,
das, para vestidos de senbora, i 440, 5C0, 2A50C, U e_ 4*000_
rs. o covado.
BAPTISTaS A 500 RS.
Veode-se orna nova fazen la por nome
bapiisus, para vestidos, a 500 rs. o co-
vado.
SOTANAS A 6i0 RS.
Vende-se orna nova fazenda de 13 e seda
por nome setauas, para vestidos de seubo-
ras e meninas, a 610 rs. o covado.
PHANTAS1A A 800 RS.
Vende-se urna ouva fazenda lisa, por n. me
phantasia, para vestido*, a 800 o rovado.
rnsio braaco a 3CO rs.
Vende-se fotlio branco e de cores, para
vestidos, de setibora, a 320 e 4C0 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZ AS A iO RS.
Veode-se chitas francezag escuras e cla-
ras, a 240, 280, 30 e 360 rs. o covado.
BRAMANTE A 16C0.
Vende-se bramante com 40 palmos de
largara, proprio para leDCoes, a ^600,-
e 2(5200 o metro.
Grosdenaples preto a 90 VeDde-se grosdenaple preto a 25000,
-25500, 3i550O e 55000 o covado.
PANNO PRETO A 1*300.
ALGODO A* 4000,
Vende-se pegas de Igedao aoMfiCMM,
4(KK Ti/000 e O'O.
BOTINAS PARA SENHORAS A 5*000.
Vende-se botinas pa a senbora, a 5&00
e 5*500.
C\MBR.\1AS A 3O00
Vende-e pecas de can.brMias lisas para
vestidos, a 3*000 4*000 e 5*"00.
CAMISAS BLANCAS A 2*000.
Vende se Camisas hrrcai a 2*500 e 25.
Uaseie linbu a 3*. 3*5CO, 4000. e
5000.
Patuts de pono prelo a 55000, 7*K-0
p 8^000. Palitoii de casemira de cores, a
45, 5*000 e 8*0( 0
SAPATOS PE TRANCA A l*5C0.
Vende-se sapaim de iran<;-i e tapete, pita
bometiS e seD'.oras, a 1*T00, l*0 e 25.
Sapatos de casemira pretos a 2*500, 35 i
\ w o.
CHALES A'8(0 RS.
Vende se rbales de 15a cera quadros e lif-
iras, a 800 r?. e 160(0, ditos (le oeri&o
estampados, a 2*000, 35500, 45 e 55000.
E ontras mi i:as fazenks que fe venr.e
Vende-'e'panno preto para caigas e pe- stm reserva de prego, na loj. do barateiro
litla, a 1*500, 25500,
5*000 o covado.
35(00, 450OO e
azar Naewal.Roa
72
da Imperatriz
Anda um'pouco de atten?ao
n rtnnn e*

que ooura d s fabricantes e commissionano,
direitura
seu? rticos, esmo pilos abatiraeuKH e coucesioes que omnu atten?ao argrandts e repetidas encomrawdas, issim poli an mado pede a f eti fre,e^e es, amigo, co
obeiOos e ao public: em geral, coadjav.co, viudo comprar eaeolbeodo a vontade o que pre.i.ar.
MO AHMAZEM DO .VAPOR' FRAWCEK
N. 7-Kua do Barao da Vitoria ou^ora ru \ iNova--iN, 7
Samuel Power Johns-
ton & C.
^Rua do Apollo tt.38 e 40
'$& Faiem cienle acs seas fregneie? qne teeer
;l.s mudado o seu deposito de machinas a va-
^w por, rooendas laxas da mnito acreditada
>"?i fabrica de LowMoor para rua do Apollo n.
5^) 38 e 40, onde continuara a ter o icesrox sor-
" tmenlo do costme.
Faiem aeisDM tambem qne teem feilo um
arraDjo com a bodieio geral, pelo .que po-
den) ofTerecer se para absentar qualquer
roachinismo e meroo garant lo.
m
O proprietsrioa toodie; per:,: !r.'-m i;^c
cenles ki.s eenhort-s Je engenbe e mais (S^y
peasoas q;;e teem ettabt*teeido orna Inndi- *r
ci de frrr i e brome run o Brum. jan- w
lo a eu>:S dos buods, ooe apiMDlaraA /.
qualquer obra de iLCeremend ctm perei- ":\
Qo e proiepiielao. ft'
05 njeBMM rogara a> peseoM que quei- <>^
r^m ulirar e de >eus servigos de deixa- ^>.,
rem a? encommeedas ero casa tos Sr<. Sa- S^*
muel P.,wer Johnston A C a raa do Apol- w
Im n. 3S e 40, oo'ifl sebar? pesaos habili-
tada com qnem possara ecit-nder-R.
Apparelbo rara fabricar assncar, do sysiBma. ^*>
WESTON PENTKEFUGaL
nicos agentes em Pernambuco a fuodicao gerat.
Para traur em seu escriplorio a rua do Apollo n. 8 9 40.
V*
00
N. 28 Rua do Bar5o da Victoria N. 28.
Antonio Pedro de Sooza Soares, recebeu om lindo e variado sorlimento da objectos
como sejam : lindas caixinbas de madeiras com "iractos e sabenetes boUa .ndenpesa.
veis de ouro da Russia.para seuoras, potes e calungas com baobi dos melbore perfa-
mistas e muitos objectos abaiso deelarades, os qwes vende por precos resumidos-
Galbetciras doaradas com extracto.
Dozia de talberes Cbo de viado (a
imitaco) a
m\\\
RA'DO BHIM N. K
(Passando o ch: fariz)
Os propietarios desta undiqao recommemlam-se aos5rs
agricultores pela boa qnalidade das obras qae durante mais d
35000
AntonioFerreirade Olneira Maia tem para ven-
der em seu estabelecimeiiio ru3 da Senzala-nova
n. !, chinellas para home s e senhoras, tamancos
e sapatos de tranca para os mesrnos, borracha
para limas, tudodesuDeri3r qualidade a por pro-
co commodo por ter vindei de sua conta propria.
Vende-se muito barato um piano de mesa,
proprio para menina aprender : na rua larga do
Kosario n. 46, 1 andar.
Carro.
VTTENCAO
Vende-se nm excellente cofre com segre-
o, obra feita na ierra com moiu seg ran-
e;a: auatar ta tbesouraria das lutenas,
rua i e Marte d. 6. .
Nao ha mais cabellos
bran3os.
Tinturaria japoneza.
S e caica approvada pelas academias de
scitncias, reconhecida superior a toda qne
tem apparecido a! boje. Deposito prin-
cipal roa da Cadeia do Recite, boje Mr-
quez de Olinda n. 51, i." andar, e em to-
das as boticas e casas de cabelleireiro.
dem idem cabo de osso i B com
toque a
dem dem idem 2 B finos a
Livros para notas a 320 e
Abotcaduras para collete, grande
variedad4* a
Lampaiioag a gaz a
Caixa de linba com 40 novellos a
Groza de botes de osso para cal-
va a
Dozia de ditos para enfeitar vesti-
dos a
Resma de papel pactado e lizo a
3)5000 40000, e
Caixa de papel amizade mnito
bom a
Mem idem beira dourada a
dem de envellopes flnos de Per-
siana a
dem idem a 400 e
Duzias de baralbosfraecezes canto
iourado a
dem idem lisos a
Duzia de pedes de borracha para
alizar com costa a
Mimosos leqaes de osso para se-
nbora a
iOOO I dem idem de sndalo com Unte-
odoOO'joulas a
5400
25400
7,5000
Vende-se um carro novo com 3 cavallos amos-
trados : a tratar com o Sr. Cirino Carreiro, rua
lo Hospicio n. 1, loga entrada indo da matriz da
Boa-Vista.____________"_____________.
Vende-se urna casa terrea na rua Imperial
n. 89 : a tratar na mesma.
Anda se acha ve na a taverna sita rua
la Guia ii. 36 : quem pj-ete-de-la appare?a logo
ni quanto est dessortida ao ultima ponto.
Livros de preparatorios.
Acham-se ilguns, de latim e francez, em muito
bom uso e por precos baratsimos : na rua da
rmperatriz, loja n. 54. ____
200
I5O0O
500
200
200
40500
600
800
500
3600
2$500
Chitas miradas
Esto quasi limpas e sao
tinas, ten escuras e claras, a 240, e algodaozinho
largo e superior quasi limpos, a 4#300 a.peca :
-heguem depressa
A ROSA BRA5CA
rua da Imperatriz n. 36.
Diademas e aderecos de ma-
dreperol^. f
A loja da Aguia branca aa^i Duque de
Gawas n. 6>, recebeu urna pequea porcao de
diademas e aderecos de madreperola, obras de
apurado gosto.
Tijulos francezes sextavados
De .1 .Y-OOO a 55^000
o luilheiro.
Estes tijolo, faliricados de barro vcrnielho con-
solidado, sao e>s melhores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
terrees das casas, porquanto, pouco mais-eustan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparacao
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custam, alm disto menos da
decima parte dos de raarmore, j reproyados,_e
dos de dilerentes mosaicos, os quaes nao esto
certamente ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empregados e proprios para as salas princi-
pae?. Alem da vantagem que ha no emprego
destes tijcJos para os pavimentos terreos e cagas
de campo, tem estes ainda a de screm os melho-
res e mais proprios para ladrilhar cozinhas nos
sobrados da cidade, attento a sua solidez e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de serem assoalhadas as cozinhas toda de tijolo,
e nao s a parte junta ao fogo, no que at as
companhias de seguros se deveriam interessar.
Vendem-se nos armazens de farinha de Tasso Ir:
m5os 4 C, no caes do Apollo.
N0V1DADES.
Redes enfeitadas para Senbora a
Brincos com pedras o que
le maisgoslo.
Bonecas e acimaes com corda.
Meios aderecos pretos com cama-
:ea a
Laas de pellica moito fresca a
dem idem com toque a
Dozia de pe<;as de ir?teas de ca-
racol a
dem idem liz 6 a
Microscopios (sem vistas) a
30(i0
Idfmidema imi-ac3oa 000
Garrafas de linta rxa mnito boa a I0U0
Potes de dita ingleza (preta) a 160
100 e
Sapatosde tranca tapete, casemira e
charlte. .
Botinas para senhoras o pa'a 3*000
PERFUMARAS.
Macos de sabonetes ioglezes mnito
bons a *600
Duzia de sabonetes de amenda a 24500
dem idem de coraco e flores a i 500
Pacoie com pos de arroz moito
SOOGnoa400e ^50
Garrafa de agna florida verdadei-
ra a 1200
dem idem kananga a 200
Frasco com oleo orizoa I000
Caixa com pi para dentes a 200
Opiata moilo boa a i000 1500. e 2000
Agua de Cologne moito fina fraco
de 500 a 2000
Tnico oriental de Kem a i000
Variado sortimeDto de vasos com banha
Caixinhas com extractos a 2, 3 e 4000
Frasco com extracto oriza muito
fino a r<$500
dem idem a 240 400 e 500
uitade
dirigidas a esla
a exigen.ia da con-
tbraseconcer-
aos Srs. de en-
1800
tem vindo
30 annos, a casa lhes tem fornecido.
Poss,uemsempreumavultae{o deposito de maobiniEHK) e im-
plementos em toda avariedadedetamanho,propiios para todos
osmysteresdaajricultura e preparo doaasucare algedao; entre
os quaes algumas no\idadesnesla provincia, mereetndo ser vis
Vendem a prazo cu a dinheiro rorn descont, a v
do comprador.
Prt4-1!i Avisam ao publico qne diversas eneommendas
Vdutt?lid. casa, tem sido desviadas: pelo qne, rogam a 1
ta :mpre.sa, para prova e1 a procedencia do que se lies fornece.
Oulro-sim, que par abi aodam especuladores (algnns empregados em tbraseconcer-
los, etc.,) a inculcar eneommendas e compras de mach ntsmo: acautelara aosSrs.de en-
i;enbo coDtra os taes, lembrando-lhes, pensem se sera interesss aquella industria: e
quem p?ga as peas recebidas pelos ditos incubadores.
COMMISSOES
F&zem encommendaavont de do pedmte, mediante urna
commissao. de qualquer machinismo ou obra, dando ao compra-
dor a vantagem obtida por sua habilitacao e costume no negocio,
tanto em respeito ao preqo como a qualidade, assim como todo o
auxilio e ni montar e trabalh&r com o machinismo viudo.
HERDEtROS BOWMAN
por AlbertB. Ghew/, Eugenheiro
040
2500
4(0
400
200
2000
RUA DO B8111 N. U
P i^S IMIO O CHAFARIZ
QU1NQUILHABIAS.
Tambores para criancas, bailas de borra
cha, benecas de massa e looca, candieiros
a gaz, bonecas de porcelana, quadros de
paisagens, cidadese machinas decostura de
Howe.
Filmas de Trro
para porgar aasucar : veade-ae na rua 4o Mar-
que*'de OTuidaU. 4, anoazem de S, Barroca,
**i
CARNAVAL!
Borracha para limas.
Vende-se bwracha de primeira mialidade para
limas de eeifo, nos aeguintes lugares : na phar-
macia Ontral rua d Imperador n. 38, na mes-
ma rua n. ti e no pateo da matriz de Santo An-
tonio o. 4, por preco razoavel. __ Wf
Farinha demilho
Vende-se farinha de miibo moida a vapor, di
riaraenie, pelos preces segaintes: grosia para
iDiganz a 90 rs., dita para ang, pintos e passa
ritihos a {00 t., para cangica e pao de proveoc
a 120 rs., e para coses a 140 rs., em arroba
mais barata : na ma do Otovello o. 5o.
JARROS
om tripas e dobrada da vate* Dgleza a
cada om : co arma:em de Fasso Irmos
rna do Amorim o. 37.
4 000
4 C
Pereira da Cocha Irraao, a roa Mrquez de
Olinda n. 21, veodem o segoime :
Vaquetas para carro e botas de visgem.
Marroques.
Cordavdes.
Oleados para forro de carro. v
Polassa da Rossia.
Vioba do Porto, floo, em caixas.
Oamafeuse niosaicos
Acba-se venda na roa do Imperador o. 29 om
grande lortment de camafeos a mosaicos, tanto
s'iofplai 'como eacastoado?, de diversos gastes,
bem como ama lioda eollecco de objacos da bel-
las artes.

Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, rua Larga do-Rosario n. 34.
Vende-se um cabriolet inglez, de duas ro-
das, com quatro assentos e um excellente cavallo
para o mesmo: ver na cecheira da' rua da Ro-
da e a tratar na rua Direita n. 10.
Vende-se a armaco e alguns gneros exis-
tentes na taverna sita em urna das casas da cma-
ra, no largo da Bibeira : a tratar na taverna de
Aatooio da Silva Jaaior, pateo da Riboira a. 1.
NOVIDADE
Aos senhores fumantes.
Completo sortemento de novos artgos para lomantes, algooi ratoi nesu mereado
CprD 'te'nteiras de exornas verdadeira para charoles e cigarros da ito bonita ferinas
IVeTX6rs8com mbar, cereja e espuma, para charolo^ *" -^ .0stos e
Pooleiras de mbar para charutos e cigarros, de difiereote umanno-, iusuk o
Pr?8' Cachimbos de espoma verdadeira, de d.ffereates armase di versoaprees.
Cachimbos de massa imitaco de espuma, de diversos udmIk P^V-
Cachimbos de raideira de difTereotes formas, qoabdade precy, o jnewor qo. se
POdC d6K SnWSKad. de boleas para forto, de divenas quadades.
Fumo para cachimbo e cigarros, seodo :
Novo caporal (imitac,o do fomo frsocer )._
Best Bird Sere ( Clho de Pajsaro) imiuc*) do fomo inglex.
Flor do Brasil e cairas qoalidade;. -.,.,r0 e Bio loe
Ksle fomo vende se por metade do preco do qne vera do estrangt.. '
inferior, como fcil verificar.
\'
Os precos do fomo tem abaiimeoto de 5 a 20 por cento,. conform a qoaotidide ua
se comprar.
Pplicia.
Na fabrica vaper de cigarros, ma larga do Rosario n. SI, antiga roa do Qoariel de
>*a*&^*s*m
t

i


,.M-QI
S
Diario de Pranibuco Quarta feira 15 de Janeiro de 1873.
Para acabar at o flm do anno
Na ra da Imperatriz d. 60
DO PAVO
DE
PERERA DA SILVA 8: C-
Teado 38 proprielarios deste grande estabelecimento. um avallado sortimento de
fazendas em ser, e desejsndo liqoida-las at o fim do corrate anno, lem resolvidu ven-
alas por precos maito comraodos, com o fia_ de aparar dinheiro, a vista do qoe
convidam os l!m. Srs. cliefes de familia a viren ortke, Do s de fazendas de prioiei-
n nessecade, como de fazendas de laxo e gosto, das quaes encontrado om 8ortimeto
#,*s mais novas do mercado, cnegadas pelos ltimos vapores da Europa.
FAZENDAS DE GOSTOS
Libras sterliaas. .
Vtndt-se do araawai de fueras da Ammi
t. de Oliveiaf C.. rfa> fe CoAmfclu n. Q
Qaein duvilf venia ver
Dect)didn;eote a Magnolia i raa Duqu* d Ca-
sias o. 45, convencer aos seas amigos e fregan-
tes, de su itwcialidade a correspondentes, o
parte mafs elegante do mando; agora mesmo o
al timo vapor ehegado da Earopa troox ama par-
le de na eocotDpjpndas para o lempo de testa,
coostando do segaiate:
Para o bello sexo
Lindisaimoi brinco, alliaetes, cruies, palstuas
cazoletas de tartaruga bordadas a oura, assim
como' bonitos grampot com perolas e outras pe-
dra para a eabeca Magnolia solicita do bello
:mxo, qoe prima aemprs oo chique e na moda, que
venba ver e_....
Luso e bom gosto
Sara enriquecer e aformosear ama sala viera
lindos jarros e jardineiras de porcelana maito fina
e de bonitos modelles loiairaawnie novo, eom
lindos desenbos e donrados; assim como tuna es-
pecialidade em pannos de chroebet pira sof
ca deiras.
FAZENDAS DE LE
CORTES DE '.ASSAS A 2551)0 E 30COO.
O Pavo venda cortes de cassas de core?,
.;-m padies muito b mitos pelo barato
treco do 2,$500 e 30009.
CORTES E CHITAS A. 24400 E 25880.
O PavSo vende cortes de chitas francezas
ftas, com 10 covados pelo di amulo preco
_-j W.O c da corte.
Ditas com 12 covados pelo previ de
880 % corte.
PECAS DE CHITAS A 70200.
O Pavao vende pecas de chitas fiuas, lin
d .irnos padroes, tendo 30 covados cada
frj<;a, pelo birato prefo de 70iOO cada
E_ta mu! o barato.
LENC'VESDE fiR IMANTE.
O PavSo vende lences de bramante mn-
I) grandes, sendo deurapaono s, pelo ba-
fitissimc preco de 29iOO cada om.
CHAILES BARATOS A 1*000 E 2^030.
O Pavo vende chailes de tarlatana gran-
is pelo barato preco de ijQDO e 25000.
Diios de la estampados imitaco de
merio 200;0.
Ditos de quidros modernos, muito en-
capados ~3.?000 e 40000; assim como
fraude sortimento dos mais finos chailes
crepon e merino que se vendem por presos
icuito em conti.
MADAPOLES.
Pe<;:s de madapolo francez maito fino
com 20 jardas a 5550*: e 65000.
Ditos com 24 jardas muito superior a
l|900 e 7|00 >.
Di;o ingle/, fizenda muito fina 55000,
65000 e 65500 at 10*000.
Di', s fi ancizes e ioglez-s muito fiaos de
10 jardas para difierents pregos.
ALGODOZiNHO.
O Pavii veade por preco muito barato
M(U de a!^oJozinh: americano muito
fcom'com 1S jardas 45001'.
Dito com 24 jardas a 45500 e 55000
at 65000.
Dito largo oiarca T uaoito encorpado
IMOOO.
ALGODAO ENFESTADO.
O PavJo vr-mie n venladeiro e superior
>. idaziaho de uas larguras para lene/Jes,
-.-. ;do njiiiio eu orpado 15 00 cada vara.
Dito aojado di mesna largor? 15-80.
CHITAS LARGAS.
Q Pul i tinie f.sta.-> execelleutes chitas
{-rjCezas cia'a e escuras c om muito bom
'.-) 24 Dtia muito tina 280. 320 e 360 rs,
Percauea fimssimos miuuiuhoo a 360 e
r -la covado.
CAMBRA! AS.
0 Pa^ > vende corles di cambraia trans-
ir? pr pria para vestidos a 253CO e
30 0.
Pr'fji de dita muito fina com 10 jardas
tanto la ada como traasparente a 45000,
WOOO e G5000 at a maii fiua que vem
aa m-ifca lo.
BRAMANTES PAPA LENCO'ES.
O Pavi i vende sopericr bramante de al-
gjd3o ten ti palmos de largura que s
perciaa i! 1 '/ vara para om lenfol, me-
tro 15600 e a vara 15H>0.
Dito de linho piro superior muito encor-
pado com h mesma largara a vara 23100.
Ditos fraseles muito fios a 25500 e
| .'00.
Poca de Hamburgo e panno de linho com
20 e 30 varas, para todus os presos e
r,;.alidade.
Pecas de hrelanha do pr-.ro linho, tendo
T*) jrd.i pelos pregos mais barato que se
tem visto.
Pecbincha de fiaissimo esgnio socelena
c:-m 6 Jardas 70JOO.
Peca de '-simo celma com 30 jardas
a v'.tK), htoalhado adamascado com 8pal-
a:-s di1 I i;'ira a vara 25 CO.
LAAZlMIiS DE FRTA CORES.
O Pava.i vend um elegante sortimento
$6 lazi-h^de urta cores qie brilho qua-
^ como seda Cpo Jo da todas as cores, e ven
de 360 rs. o <; >vado.
CALCAS DE CASEMIRA.
O PavSo lem un graole sortimento de
(i :a d cas imira, ass m como cortes os
uta.s moderaos qae lem vindo nos ltimos
fijerins e em fazenda das iijss finas e mais
aovas ao macado, e veode-ie por barato
preco para aparar dinhe.ro assim como cal-
as ti.; iiiu ri-auoo e de cores por presos
53(iitr rateareis para asahar.
CORTES DE PERCALIA COM DAS SAIAS
A 45000.
O Pavao vende bonitos caries da precsli
com doas saias, sendo fazenda de mu.to
rosto a 45000r pecbincha.
TNICAS PUETAS.
210 PavSo re;eb8a om grande sortimento
s mdis ricas tnicas de grs preto, rica-
cenle enfoitailas, e vende par preco razoa-
*el.
VESTIDO5 BRANCOS BORDADOS DE
3550000 ATE 605000.
O Pavo re:ebeu om liado sortimento
os mais rieo cortes de cambraia branca,
ricamente bordados, e om todos os enfei
tes necesario?, e vende pelos precos de
35IOOO ata 600000, n3 tem vindo nada
isais rico neiti mais moderno.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A /5SO0, 85000 E !0500i>.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados para cama e junglas, qoe ven-
eoelobarati preco de 75300; 85000 e
105000 o par, tendo at por !8|000, assim
corno colchas de damasco para camas de
estros, e grande soriimeato de taperes tan-
U para 4ci3eir*s como para cimas, pianos,
portas, ele, ludo vende por presos razoa-

ftual?
BAREJES DE SEDA A 150J0 E 15400 O
COVADO
O Pavo receben pelo ultimo vapor
francez, om grande sortimento dos mais
lindos barejes de seda, sendo em coros
e gostos o melhor qae tem via lo ao mercado,
esta nova fazenda muito propria para
vestidos para bailes oo casamenlos, tendo
entre esta fazenda delicados padroes bron-
cos proprio para vestid >s de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 15500 e 25000 o covado.
O l'.ivo recebeu om elegante sortimento
das mus modernas e lindas popelinas de
13 e ceda, e linho e seda qae vendem a
15500 e 25000 o covado, tendo padrBes
listrados miado e groados que parecem
propriameate seda, assim como das mesmas
timbem lem brancas proprias para vestidos
de noiva.
TAFETAES ASSETINADOS A 15200 O
COVADO
O Pavo recebeu um gran le sortimento
dos mais bonitos tafetaes assetioados, sendo
urna n va fazenda de l com listras de seda
moito modernas para vestid s e vende pelo
biratissimo preco de 15200 cada covado,
esias las recomendar se s pessoas de
gusto por serem excessivamente baratas.
NOVAS SEDAS A 25500
O Pavo vende bonita e moderna seda
de nina s cor, tendo .'e todas as cores, com
delicado lavrores miadinhose vende a 25500
o covado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 455000 E 505000
O Pavo venda bmilos corles de seda,
fazenda de muito gostj, tendo 18 covados
cada corte e vende por 453000
Ditos ae zO covados a 505000
Sao muito baratas em rdaeo superior
quaiidade d'es'les corles.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavo vende um grande sortimento
das n lis modernas, baptistas com lista de
cor, proprias pira vestido, com as cores mais
novas qui tem vindo ao mercado sendo
maito mais largas do qae as chitas francezas,
e venia pelo baralissim.) preco de 500rs.
cada covado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Nesta grande estabelecimento encontrar
o r-speitavel publico, nma bem montada ofli-
cia de alfaiate, onde se manda execnlar
qaalqoer peca da obra, tanto para homem,
:ouio para meninos, com a maior pres-
tesa e perfeico assim como para qualqoer
luto quede repenteappareca, tendo na mes-
ma ofiicina cm perito official destinado para
tarda dos Ilm. Srs. officiaes de guarda na*
cional ou tropa de linha, sendo esta ofiicina
dirigida pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Carvalho.
NOVOS VESTIDOS A 45000.
O Pavo recebeu um elegante sortimen-
to de nevos vestidos de cambraia branca
com bonitos borlados de cor, e vende p&lo
barato prego de 45 cada um muito ba-
rato.
ESPART1LH0S A 35000.
O Pavao tem um grande sodimento de
espartiihos, tanto para senhora como para
menina, qbe vende pelo barato preco de
35000. Ditos muito-finos a 150JO e 55000,
sao dos mais moderos qae tem vindo ao
mercado.
CHiTAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R3.
O Pa*o vende chita3 francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padroes claros e escaros, pelo barato preco
de 240 rs. o covado, por ter um leve lo-
que de mofo: pechiacba.
CORTES DE VESTIDOS MODERNOS A
95000.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
dos mais lindos corles de cambraia com ba-
iadinuos brancos e enfeites de cor, tendo 5
pnaos com 2 1/2 metros de fazenda para
con>o, e 20 metros de babalinhos para en-
feites, e vende pelo barato preco de 95000,
pecbincha. ,
SAIAS A 250GO.
SAIAS A 25000.
Q Pavo vende saias brancas de orna s
peca com fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 250OO e
25500.
Ditas com pregas e bordados a 35000,
[ pichincha.
LIQUIDAgAO DE CALCAS DE CASEMIRA
O Pavo lem um grande sortimento de
cales de casemira de todas as cores e qua
lidades, para todos os prec a, e desejaodo
muilo liquida-las, re3oiveu vende-las por
om preco muito em conta, para diminuir a
grande poicao.
CORTES DE FUSTAO PARA VESTIDOS A
35000.
O Pavo vende cortes de fusta o branco,
tendo 12 covados para vestidos a 35000,
pecbincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
65000.
O Pavo vende bonitos corles de cambraia
branca transparente, com bonitas vistas e
lavores, proprios para vestido, tendo 8 va-
ras cada corte, pelo barato preco de 65000,
pecbincha. '
LENgOS BORDADOS.
O Pavo vende fimssimos lencos borda-
dos para mao, sendo de fioissima cambraia
de linho ricamente bordados, fazenda
qae sempre se vendea a 4500C e 55000 e
liquida-e por se ter feito ama grib*
compra i 15800 e.25000 a- daiia.
O moco cbiqn e da moda qoe Dio apreciar
ama liada guarolco de marrlm, madreperola, ouro
e plaque!, coas. Iindisslm*. e de molde espeeial e
nunca vindo aqai; maito boas chapeos de sol eom
cabo-de rmrfim e bengalas imitacSo de unicornio
com cafi j de madreperola, por ceno nenhura dei
xar de vir i luja da Magnolia i roa Duque do
Camas n. 45, escolher qualqoer deste* objectos :
nao caro I
Para asnoivas
,J|Riquissi:u;s veos da blond, capellaa de e*ra, la-
ques da madreperola e meia* de seda, todo espe-
cial novidade e a melbor azenda qae tem vindo a
este mercado.
Perfumaras
Neste artigo nao precisa dar explieaeSes, ba3ta
dizer-se rs fabricantesJoba Gosneill, Coadny,
Labia, Rimel e Legrand; estas perfumaras desta
vez vieram em vasos ie modellos novos, e qoe
pela saa elegancia se lornam proprios para um
lindo presente.
Trancas e franjas de seda
branca.
Desta vez o sortimento veio magnifico, fazenda
maito boa, modellos novas e de todas as largaras.
Bonecas de borracha
Destas booecas veio pequea porcao e de diver-
sos tamanhos.
Diademas
Lindos e de modellos
boa.
oavos, veio cansa maito
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, nm sorlimenlo de machinas para
costara, das melhores qualidades que existe
'na America, das quaes muitas j s3o bem
eonhecidas pelos seus autores, como sejam;
Weller d- Wilson, Grover & Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras muitas
que com a vista devoro agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fa/.er
o traba'ho que trinla costuraras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feig3o como as mais perfeitas costureiras.
Garante-se a saa boa qaadaie e ensina-se
a trabalhar com perfeico. em manos de nma
lora, e os precos sao t > coma >dos qoe
devem agradar aos pretendi-nte*
Lehmann Frres vendem
libras sierlinas : a' na do
Crespo n, 16, primeiraand^r,
RIVAL SM SEGUNDO
Pede obter em pouco ttmpo com o oso do melbor dos licoresa aflamada
HESPEWDINA
Faz^oilo annos que conhecido este precioso tnico, e difficil actor orna pessoa
qoe, tendo experimentado pessoalmenle, nao falle em seu favor, j cooio-be*lomacal
e apetiador, tomando om cax delta antes de jantar, oo como facilitador t mando-se depois.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nlo ha om s habitante d) BRASIL (a trra
especial das laranjas) que u3o conbeca as propriedades medicinaos da deoroda ract,
ira bem, a
LARMJA AMARGA
em seu estado c a toral tem om gosto pouco agrada vel, e o mrito da Hesperidia con-
siste em reter suas boas propriedades, e ao mesmo lempo apreienta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qne invjar s
melhores importacoes europeas de cathegoria semelhante. Estas, qoando moito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidioa a combinacao perfeita do
AGRADAVEL E SADDAVEL
Para prova do que om artigo no qoal pde-se ter inleira confianca, per ser poro
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e autorisada pela
JUNTA DE HYGIENE ,
do Rio de Janeiro, permittindo sua livre elaboraco no imperio; outra
KOI PROVA
a acceitaco geral que tem em todas as partes ode apieteDtada. Em t864 esUbe-
lecen se a primeira fabrica em Buenos-Ayres ; em 1869 a segunda em Montevideo; e
oo dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogorou-se a fabrica qne actualmente
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitaco,
tanto qoe rara a casa qae considera completo sen aparador sem orna garrafa de
7

r

^
i
M\I>RESILY\
Pra^a d;i Independencia ns.
38 e 40.
*-caba de receber om completo sorli-
nento de objeclos de lauca, vidro e por-
celana, com bonitos desenbosdoorados, sen
lo ricos jarros de t 'das as qualidades e ta-
nanh s, garrafas com copos, vasos para pos
le ar.oz, garratinha; e casticaes de porcela
M eom pingentes de crystal, todus estes
)bjectos proprios para t llets, s ni Madre-
tilva
ALBUN3
Rico sortimento de albuns com capa de
nadreperola, marfim, bfalo, e chigrint de
.odos os tamanbos, do 50 a 2 X) retratos
;om muzica e sem ella, por precos modra-
los, s na Maresilva.
CAIXINHAS
Bonitas caixiohas com preparos para cos-
tura, de novo systema, sendo com lampas
le erystal, fazenda de muito gosto para pre-
textes e precos razoaveis, t na Madrerilva.
LUCOS
Completo sortimento de lacinho3 ou gu-
'atinhas para senboras, sendo tacos par
wscoco e cabellos, sna Madrerilva.
PANNOS
Lindo sortimento de pannos de crochet
jara cadeiras. sendo de diversos tamanbos
i largaras, s na Madresilva.
PARA NOIVAS
Tem a Madresilva blond de seda. bran-.,
;omramagons e de 4 larguras, veos, capel-
las eespeciaes sipos de flores para guarn-
;es de vestidos, I-qoes de madreperola,
uarSm, seudo todis abertose com sJa
'e^reseuiando duas vistas, assim como de
lutras muitas quadades, branco de coree
s pretos, fazenda nova.
CHAPEOS
Rico sortimento do chapeos para senho-
ras, sendo de palha da Italia e velludo, as-
tim como ditos pastorDb3s para senhoras,
meninas, sendo fazenda inteiramente nova
a Madresilva.
NOVIDADE
Bonito sortimento de meios aderecos de
plaquet verdadeiro, vultas de bofalo com
:roz, aesimeomo Kodo sorlimenlo de brin-
dis e cruzs, proprios para lulo, tudo de
muito gusto
FACAS
A Madresilva acaba de receber facas com
;abos de m rlim, para mesa e sobre mesa,
a especialidade da Madresilva. -
RETRATOS
Completo sorlimenlo de qnadros ou pas-
tapatos para retratos da todos os tamanbos
i qualidades, assim como qnadros com bo-
litas photograpbias, s na Madresilva.
OBRAS DE MARFIM
Lindas carteiras para n tas, carteiras para
oonds, c ortar papal, caetas para escrever, mara-
es para creancas, sinelesjpara abrir firmas,
igulbiros, e dedaes para senhoras e meni-
nas, so 8 j pode encontrar estes artigps na
Madresilva.
LUVAS
A Madresilva acaba de receber pelo ul-
timo vapor a saa especial encommenda de
ovas de Jouvia, para bomens e senboras,
brancas, pretas e de. cores.
CAIXINHAS
Ricas-caixiohas com perfumaras preprjas
para presente, assim como bonitos yaios
tom pos de- arroz e outros de phanlasia,
i na Madresiiva.
Lazinhas para vestidos a 320
res o covado
Sty.M roa, do Duque da Caxias, n. 60.A, onir'ora
ra doQaeimado, leja da esqaiaa, di Beato da
Chegaram agnlbas para machinas, bricante Grover A'Hker. DHlia a 25000.
I)
n
ililiJ
Roa do Mrquez de Olinda
n. 50 A.
Tam para vender os segaintea objectos abaiXi
aenc3n.dr>s. pelos pregos mais resumidos, como
sejam : Coquus modernos a 20<>0. pt-g^s de en-
irerueios boniato^ de diver.-as larnuras a 500 rs.
dnzias di colarinho* da linho a 4*300, ditos man
tinos a 5jt>00, io'q-is para algibeira a 100 rs. boa
fazenda, Itnhas de carritel da 200 jardas a 60 rs.
i p'ra bordar a 5*000 libra, leques a mitaca
de sndalo a li5t0, lamparioas a 600 rs. a Jazia.
caizas om papel, amizada a 600 rs. ditas com di
lo saperior a 700 rs., envelopes a 400 rs. o ceo-
tn, botinas nai'ionaes para homem a 45500, focos
para criaocas a U300, aguihas fraocezas a 40 ri
i papel, sabunetes de aleatrio a 500 rs. aiaa l>
rida verdadeira a t200 a garrafa, dita inferior i
Ia00, frascos com sndalo a 1*000. ditos coa
oleo phiieeome 800^ 1*000, ditos com dito ba-
bosa a 320 rs. ditos cora agua de cologne a 240
e 400 rs. pegas de gald*? branco para enteles da
vestidos de crianga, a 400 e 500 rs., massos com
12 pegas de tranga branca a 240 n fillOi com
ditas de cores a 320 a 400 rs., duzias da phispho
ro segaraoga a 240 rs. e a grosa a 24400, e ou-
tros muitos artigos, que para n lorn-.rroo-nos
enfadcahos deixamos h mencionar, os quaas van-
dem-sa baratos para acabar.
O homem velho toma Hesperidioa para obter
VIGOR
O homem doente toma Hesperidioa para obter
SAUDE
O homem dbil toma Hesperidioa para obter


NOVIDADES E PECllNCHA^
Eageuk) S. Mtli^us.
Vende-se um enconlio d'agua, moente e corrente
com muitas boas obras, meia legua distante da via
torrpa, esiagao do Gamelleira. pelo auhUco prego
de 16:OOOJ0OO, didheiro Vista, twntiein vnde-
se dando BiObOiOOO -visl e dez dividido eni
ciaco pag.ipieuto> anuuat^. si;do que as Wttras
desooaaiU> a l ?^ao iuezepi:0duuDJ,oiaez conios
^e icis : a tratar a roa do Uvrajaeet n. id, i.'
andar.___________________ ______________
Vende-se tres mflos, wnioum da" 2J au-
no>, 4flu di O, um dstei tjrueJxa : trata--c
n ru de Hurtas u. 96.
Radical para
Escrofllas, Chagas Antigs, Ulceras,
Fekidas Ulcerosas
. TUMORES, ABCESSOS
POSTHEMAS, ERUPgOS, HERPES
Impingo na, Lepra, Tin ha
e todas as Molestias da Pelle
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
As molestias Syphiliticas
t as
Febr es amar ella e Typhoide
TRATAMIENTO
PEtO
VINHO
DEPURATIVO e RECONSTITUIRTE
De D" DELOR, de Pars
DEPOSITO 4, boulevari St-Martin. Pars
Agentes Geraes para o Brazo..
F. RODDE (ao grande mgico), ra do
Ouvidor, 118, Ro de Janeiro.
MOLESTIAS do PEITO
HYPOPHOSPHITOS
OOD^CHURCHIIiii
XAROPE DE HrPOPHOSPHITO DE SODA
XAROPE DE HTPOPHOSPHITO E CAL
PILLAS DE HTPOPHOSPHITO DE QUININO
CWOBOSECORES.PALiPAS
XAROPE DE HTPOPHOSPHITO DE FERRO
PILULAS DE HTPOPHOSPHITO DE MAKGAHESIA
TOSSE.BRONCHITJS.ASTHMA
PASTILHAS PECTORAES DO Dr CHUREHILL
Eligir para os raropet o frasco quadrado
O en todot o froduclot a assignalura do
D' CHURCHILiL, e o letreiro com a marca
da fabrica da pharmacia BWANH, ti, ra
CastigKoM. PARS.
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA"
DA
LOJA DO PAPAGA10
Tendo por nieslre Mr. Citarles Laurenl.
RA DA IMPEEATfilZ N. 40
Meudes & Carvalho 8cientificaia ao n^speitavel publico, qoe acabam de receber o
completo sortimento de fazendas Unas do todas as quadades, tanto de 12a como de
nho, seda e algodo, o que ha de mais modernoe do melbor gosto. e portado conv
dam as Exmas. familias amigas da ectnomia domestica, a vreooomandarem ca LOJ/
00 PAPAGAIO, e ver5o que comprara fazendas bonitas e baratas por menos prego qc
jamis comprarlo.
COMO SEJAM:
Granadinas de seda de urna s cor, lar- Chitas francezas de todas as qnalidaO*
gas a 1^600. da 320 rs, al os crotones de 560 rs. o co
Poupelinas sarjadas de furia cor boa lar- vado,
gora, a lSOO o covado. Cortes de casfa brancos bordados coa
Alpaco de cores com listras de seda para babadas de sedado cor, e branco, e ootrtr
enfeile, a"8C0 rs. o covado. bordados com ristras.
Laazinhas de corea, em grande quantida- PARA LUTO.
de, de 320 a 500 rs. o covado,
Cachen?z francezes para senhoras e me-
ninas, a 30000.
Cretonas francezes para coberta?, cor Bxa,
a 800 rs. o covado.
- Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
C-ibertas de fostao de l e de outras
qoalidades, brancas e de cores.
Ponpelinas de seda, de flor e de quadro
a 1 5800 o ovado.
Pecas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas.
Ditas de cambraia adamascada com 20 va- versos precos
CaJeiras oratorias com a-'seu^ ao uaimuna
1000l> cada uuia ni caes do Apollo, arma-
iem de Tasso lrmo it C.
o sitio existente a fravssa do Remedio, fii-gue-
zla do? Afogados n. il ; Itoje becco da travessa4-
do Remedio n. 18, em chaos proprios : qijpm o
pretender entenda-se com e oii prwiiietario, na
na d\- S. Francisco dcsia cidade do Recife, conio
Cfueni vai para a ra Bella n. to. _____
Vende-se um molcquo moco, de lo aunos.
bonita tipttra : trata-so na na de Hurtas n. %.
Kerosene
dA prcnra o,onlidad, marca DevUes. vgn^B.
Pereira d Cunta Iraiaj?, rui do iarija;i dt
Oiiftda c 21, 1' anar.
ras, a 123000.
Saias bordadas muito finas de 4 e 5 pic-
os.
Batas d3 chita e de cambraia a 2 5000.
Nansouks a baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas qualidades de asinh. s e alpa-
cas em retalhos, para todos os precos.
Bramantes de linho para lences, de 2^200
at 45000.
Dito de algodio muito largo a 1800 a
vara.
Algod5o largo para lences, a i (JOCO a
vara.
Atoalhado adamascado de linbo e algo-
do.
Espartilbo8;de linbo finos, de 3^000 para
cima.
Uazinhas largas com listras de seda, a
800 rt. o covado.
Madapoles inglezes e francez^:- de D^OOO
al 12O00.
Algodoainbo de todas aa marcas, diver-
sos precos.
Breges com listra de seda, a 500 rs. o
covado.
Cassas francezas de ores fiys e lizas
com barras, os padroes mais bonitos que se
teem visto.
m
ao
Tapetes a\ellud3dos desde os mais p^
quenos aios maiores.
Damasco carmezim para olebas, o
liw.
Pannos de croch para cadeiras e
pbs.
Cambraias victorias de lodos es oom
ros.
Ditas transparentes nglezis e loissa, con
a largara de tarlatana.
Fil de linho de seda, branco e prtu-
liso, de salpico e de fl ires.
Camisas bordadas para senhora, d* 1:
versos precos.
Meias para senboras, das mais icieriorw
at as mais superiores que teem ap; are
cido..
BABA HOMBNS E MRiSiNS.
Neste eslabelacimeato Ee mriloo rjm.
efiiema, e qnalqaer boniem qne qoicer ves
tir com gosto, achara umita variedade en
camisas da corea, pannes fiaos a casemin.
o melhor que ha no mercado, roopa feit;
em quanlidsde, assim com) camisas (rao
cezas e inglezas, lisas, e bordadas^ ceroo.i-
de 1 nho e de algodio, meias, coilariehos e
grande quantidade, grvalas de todos o
feilivs, camisas de meia em summa exwoo
tra de todo que p ecisar para' vestir cor*
gosto e elegancia.
EBNECEM-SE AS AA10STRAS A QESj AS BXtUBIB E OS FiftUBJRfl& AS
FREGUEZAS DA CASA.
T
Boa acquisico.
* Vendem-se as duas casas, ra do Viscon
de.du wal n. 81 e 89 : tratar- na ra da
lzala Velha u lOft. ______
Borracha.
Vunde-se borrara da rolhr quaiidade, e es-
pecial para aa : na ruada Cwueordia n. o.
PJ> Silgar Wafen.
(\raniHa)
A e^r Malla at^ ajfcj|ecida. tant-i
para efij como para dietas : vioIRfsr na couct-
uri'\> apos, \, wu do topeadla..
(


Nos bailes as donzeas e os mocos tomam a Hesperidina para oblar boa cor e
yrimagao dorante os loncos gyros da
BABROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n. 7, i' andar, receberam este
grande especifico, e veudem-no nos depsitos segaintes:
Hotel de l'Univers, rna do Commercio.
Zeferino Carneiro, ra do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadea n. %.
Antonio Gomes Pires A C, ra da Cadea.
Antonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes IrmSo hotel d Passagem.____________
Yos de fil de seda pretos a 8,0000.
Merinos para vestidos, bombaztoa, m
13o, albacas, laiinhas, crep, cassas e cfc
las, ludo em quautidade, e para derso-
procos.
Grcsdenapies pretos, da 1(500, 2^0(0
2*500 at 55000.
Seda preta com listras assetinadas [-ar
vestidos.
Chapaos de sol de seda para meninas, ;
4(30' O, e furados.
Ditos para homem de lOjJQGO at iO^OOf
Ditos de alpacas de cor e i reto, p?ra d>
,



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* mi tn


Diario de Pemanibuco Quarta feira 15- de Janeiro de 1873.
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MJWM* MO%'MO.<%K
PIANOS E MSICAS
J AYNMIO JOS 1>E AZHYHDO
Ra do Bario da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. an lar, antiga ra Nova
onde o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
i
^
*-
Acaba de abrir do primeiro andar do sobrado o. 12 confronte i
notiea Maorer, oro grande sa'ao onde estso expolos os magnficos
M. JL M J'5l de ara.ano, de PleyeL
-------- de rrei canda, do mesmo anlor..
--------de H. Henri.
-------- de Arncile Thibout.
nico agecic cesta cidade, dos celebres afamados
f PIANOS DE AUCHER FRr:RES
remiados em diversas exppsi.os' nm 14 medalbas de ooro e prata.
Sao o oa>i>t piano-, que aqu vem da Europa, perfeilamenie afina-
dos, fritos com el*gao -ia e solidez.
Tambera receben grande sorlimen'.o de msicas p;ra piano, pisno e
canto e entre ellas as lindas cemposic^ks do maito sympaibvco maesro
A SABER :
Voc me qner t Walsa.
CAUTEL
MEURON&C.
i

m^ i s a. mm

Olga Mato.'ka.
La Separacioni Pra canto.
ALnielecuic, grande Waisa.
Frnco Brasileiro Polka.
Turnada Ai Vllela GMope.
Joanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Prirueira espada Wala.
A Minha Lyr Walsa.
A Natalicia Polka
Stndiente Po ka.
Ultimas publicarnos
Feitas as offleinas de mcsicas
do nnunciaole.
Emilia, polka por I. Smnllz.
Circaciaoa, icboleh, por Smoltz.
Jaidim do Campa das Pric zas,
quadrilha, por J. Ponre.
Chava de Bosas, WaJsa, por H. Al
bfrtaur.
D'aqai einBdist-te coniinnar a annunciar todas as publicacoes que se forem frzendo as suas offleinas de mnsicas.
GR4NDE UQUIDACAO DE CHAPEOS
Para acabar al o lim do mez
RA DO MRQUEZ DE OLIDA
OUTR'ORA
Cadeia do Recife n. 53
Tendo u novo proprietario de mudar os artigos deste estabelecimento, desejando I-
uidar at ao fim ditste me?, tem resolvido vender por presos muito commodos com o im
le apurar dtnheiro e liquidar <1 vista, polo que convida aos Illms. Sf. cheles de familia
i virem sortirera-sc, pois a occasiao opportuna, c encontrando um completo sortimento
de chapeos.
Chapeos de palha de Italia para senhoras e meninas, com enfeiteS e sem elles.
Chapeos de velludo com eneites. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
de differentes qualidades, enfeitados, para senhoras e meninas. Chapeos de palha de Ita-
lia, enfcFtados, para montara de campo. Chapeos de palha para homens e meninos, de
'flerentcs^qualidadiis. Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa pretos e de
ores, para homens. Chapeos de la para homem e menino. Chapeos altos de pello de seda
para homem.
Bonets de diflerentes qualidades, tanto de seda, como de palha de Italia, panno, case-
mira e alpaca,, tanto para homem como para menino.
Gorros de seda, velludo, la, tanto para homem como para menino.
E muitos outros artigos que s com a vista poderao ser examinados, afianca-se que
i :o engeita-sedinheiro.
Vende-se
urna linda casa reedificada ile novo, revestida de
azulejo na frente e pintada cun gesto, situada na
: ra Vidal de Negreiros (antiga Cinco Ponas) n.
j 136, defronto da estad de S, Jos, tendo im
' grande quintal murado que deita para a na das
, Carrqcas, com iwrtao ovo. Esta casa mu pro-
. pria para qiialquer estabelecimento commereial,
Sor ficar, como so disse, defronto da estacao de S.
os, e tamben) para uin hotel ou moraaia, por
| ser nuii fresca, sem casas defronte, pois que est
\ em um largo ou piara, talvez inesinu conveiiha
' companhia de conducYao de gneros para nella
| fazer urna estacao. fura de duvida i[iie as ca-
sas situadas naquella ra, liojo urna das priineiras
em movimente -commereial, em bem poucos an-
nos, ter.o um valor duplo,'logo que a nova estra-
da de caminhos d* ferro, inaugurada em Una no
da 13 do transado, se entronque com a da Ba-
bia e com os ramaes em projeclo. E' pois una
cxcellente ac^juisicoo a referida casa, anula mes-
mo para quem a queira alagar para um hotel, por
um preco que couvira de certo ao comprador, c
que se lite dir qual o nome do pretondente,
dando assim um einprego vantajoso ao sen capj-
tal, com seguranza, C auferir um lucro que nao
obter em qualqder estabelecimento nanearlo ou
companhia : a tratar na ra Nova n 43, loja.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
C)M I0DURET0 DE FERRO INULTERAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as prspriedades do iodo e do ferro, ellas convem especialmente as Ame-
CCes cscrofdlos.s, a Tsica no principio, a fraqueza de temperamento e tambern nos casos
de Falta de cor, amehokuhea, em que necessario reagir sobre o sa.vc.ie seja para Ibe
restituir a 6ua riqueza e aiMindancia normaes, ou pan provocar e regular o seu curso peri-
dico.
N. B. O loduitto t ferre impuro ou lltrado um medicamento infiel,
Irritante. Coma prora i,e pureza e autbentlcldade dai Terdadelraa
Pllulai de BlaBeard, deve-se exigir rosso aello de prala re
ti v e goKa Irmn, aqu reproduzida, que se ada na parte inferior"
de um r4a* Ti-rde. De ve-te desconfiar das ralsiflca^es.
J.eho > toda ta phariael Pharmaeeutieo, ra aparte, 40, Pars.
nfiel, y/
Vende-se
Urna boa oasa terrea, chao proprio, servindo
para familia, sita na na das Crioulas iCapunga.J^
Vende se tambern pai te de urna outra casa ter-
rea em chao proprio. sita na ra da ventura (Ca-
punga) : tratar na ra Primeiro de Marco n.
7 A, 1." andar,__________________________^
Padaria.
Vendc-sc urna padaria bem montada e com
proporcoes para trabalhar em grande escala e
bem afseguezada para a pra^a e em muito bom
local, por flear prxima a linha dos bonds de
Penfanoes Vieira : quem pretender dirija-se a
ra de Gervasio Pires n. W.
[illas iiiriiiciis.
5J
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PHETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e acm diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o 'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadairo REA
PSETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEITRON & 0., e a desig-
napao de ASEA PRETA.
MEURON ft C.
Veode-s Da pharmacia de a-e C.rna Nova n. 25.
maral, Nabuco & C. vendem insignias maco-
nicas de diversos graos : no Bazar Victoria, ra
do Barao da Victoria n. 2.
Vende-se
esleirs depalha de carnauba, ltimamente che-
gadas do Arac:ity : na ra da Madre de Deus n.
5.. Io andar.
i COROA DE OURO.
A i'ua la liii|H-i-al-i/,
ti. 59.
Acaba,de retober de conta propria,
fc pelo ultimo vapor da Europa, um ccun- 'f&
pleto sortimento- de objectos de prata W
os mpis j indos que.tem vinde a este mer- Si
do, sendo os sgutntes : adereeos de.
lila-granna, obra de apurado gusto, vol- tS
& tas. ^rincos, rozelas, salvas, relogios, '^^
" palhiteiros, colheres etc. etc., .pelos pre- K)
r;os mais resumidos possiveis. Assim w"
coma um complete-sortimento de obras fSk\
de i'rutp i aunis de brilhafiteS, rozetas, y&
<3j) adereeos ele e tambern sem brilbantes. igSi
SEGREDO ECONOMA E GELERIDADE.
Ohtem-se- cora o uso
DA
INJECgO spsT
L'nic^., hygienica, radical e mfallival na ca-
ra ilas1 gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
oflerece como garanta desahitares resultados
a continuada applicaco que sempre com a
maior vantagem se tem feto della nos hos-
pitaes de Parjs.
L'nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 34.
Vende-se balanzas decimaes tanto pequen
como'gandes : na roa do Imperador n. 29.
NCI
Excedente loucinho inglez em latas de.qaalro
libras a 900 rs. a li-ra : no armazem de Tasso
Irmaos & C, ra do Amorim n. 37.
Bica iS de Hamburgo
Vende-se a 124 o cento, maito barato : na
roa da Crea n. 2i, 1* andar, sallo de cabellei-
reiro.
Farinha de mandioca a 3$ o
sacco.
Na ra da Madre de Dos
qu.inii' nao se acaba.
n. 7 ; a ella, em -
Grande tropa de burros
venda.
Ignacio da Silva [tetro avisa a seus freguezes e
a quem mais interessar possa, que conduz boa
trjpa de burros, e que passar per Barreiros, Hio
Formoso, Escada. Cabo, etc., etc.: quem, pois,
qui'er farer compras pode mandar avisaa-lo ou
encontra-Io.
Cortes bordados a 6|000!!
Bicos cortes de cr.mbraia com bordado de cor, a
ultima moda, pelo diminuto prego de COOO cada
corte : na ra do Crespo n. 20, loja de Guilherme
C. da Cpnha & C.
Vende-se
U grades de amarello, sendo 4 -le portas e 10 de
janellas,* de bom amarello, feita3 de conformidade
com a postura da cmara, i ra Nova do Santa
Bita n. 3o.
Vendem-se os dous sobradinhos e a casa ter-
rea junta que botara a frente para a campia da
Casa Forte e fundos para a ra que val para o
Poco da Panella : a tratar com Bento Jos Domin-
gues no mesmo lugar.
Vende-se um piano francez em permito es-
tado, de boas vores e muito pouco uso, bem co-
mo 1 sof, 12 eadeiras de vinhalico e outros ob-
jectos: ra Velha da Boa-Vista n. 94.________
Vende-se urna escrava vinda do mato, cora
alguma habilidade, e cun leite : a tratar na ra
velha de Santa Bita n. 11, 2 andar.
YENDE-SE
urna casa de pedra e cal, com 2 quartos, 2 Balas,
co.'inha lora, na rna de S. Miguel, nos Afugudi-s
n.-73 : a tratar na ra da' Santa Crui n. 74.
Novo estabelecimento
de joias.
Itua do CaSiu^ n. 12.
m
ir-'
Hs
'*?
-
Neste estabelecimento se encontrar
um bonito sortimento de joias que se
s? vendem por tal preco que animara ao
^j comprador, atiento ao vantajoso syste-

4^ ma, ganhar pouco para vender mui-
-? to, que certamente til ao compra-
tfg dor c ao vendedor. g
3 Tambem.se compra ouro, prata e pe- ^-
y-:' dras preciosas, bem como se fabrica e **-
j concerta toda e qualquer obra tendente *^
2 mesma arte. ,
E barato.
Corles de gorgurao para colltes de valor de
74 a 44.
Lencos de esguio fino de valor de 84 a t a
duzia : na ra do Crespo n. 20.

e>0
4.
DOS PREMIOS DA ** PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 1074, A BENEFICIO DA MATRIZ DE VILLA BELLA EXTRAH1DA EM 14 DE JANEIRO DE 1873.
r. PBEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. ss. PREMS. N'S. PREMS. NS. 1 PREMS. NS. PER US NS. PREMS. NS. 1 PREMS. NS. PREMS; NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. SN. | PREMS. NS PREBS.
8 6* 199 6(? 107 6$ 602 00 811 M 997 1 fllol 65 137? *($ 1544 0^ 1716 W 1902 6 2107 64 2290 64 2470 64 2675 64 2822 01
12 204 17 5 15 1003 64 75 u 52 18 9 44 92 71 79 27
13 _ 6 Mi 29 __ 17 _ 21 5 65 ^^_ 76 58 3a 15 16 93 78 84 30 ~~
32 aqp! 9 oa II paa 28 _ 26 m 6 66 ^^^ 81 64 37 19 18 . 96 80 85 - 35 "
33 1 17 65 46 _^_ 32 _ 29 8 73 _ 84 68 38 25 32 /" 2301 87 89 39 -^
34 _ 29 48 MH 46 ^^ 31 __ 41 : 77 _ 87 71 44 29 36 - 16 2505 90 45 "~
39 __ 27 M 53 47- ^_ 32 HM 15 : 92 ^^^ 91 o 79 46 30 45 *- 22 30 91 49 ^^
44 +mm 48 __ 58 MH 52 , 35 Mil 16 i 97 1 42 49 ^M. 61 tm 64 ^^ 41 M^ 17 99 W 1406 93 56- i 33 . 48 ~ . 42 48 99 52
44 AhS M 63 u 75 ^^m 45 ^^ 24 1201 9 4602' * 60 , 34 54 ^P 44 50 2703 53 <
53 -_ 53 --- 88 76 ___ 46 to 25 2 _ 12 5 ' 681 51' 58 "W i 36 I 60 6 5i "
61 w 56 --- 92 __ 81 _ 69 IO 27 4 .^ 14 6 6 . 73 50 79 64 65 15 59 ~~
62 64 62 --- , 95 89 , 84 6 48 43 _ 19 W 40 74 63 80 "" ,66 67 23 64 ~"
70 63 ! 98 98 ^_^ 88 49 17 O 20 ' t* 79 77 84 1 i 87 68 26 - 70
75 65 --- <50l 99 __ 94 ^^ 53 23- 60 22 49' - 84 79 87 pai 89 73 30 77
77 67 6 .708 _ 98 I004 54 . *.> 25 23 [N y 1 89 '* 88 92 * ' 91 . 84 * M 84 "-
79 m^m 74 ^^^ :, 7- i 42 MgM 901 n 57 6 27 32 19 4 90 94 2202 ,94 82 34 84
85 '__ 87 mmamm l 9 _' 17 MI 7' 66 34- u | 3fl : 24 u 1802 86 SOO0 3 2401 89 36 i4 88 -
86 ^_. 93 20) 1 w 18 ^^ 15 __ 67 35 38 _ 1 24. v 3 2004 64 4; jn 7. 4M| 93 44 64 96 ~
W __ i m m 1 18 u 24 BHMJ 18 __ 73 _ 48 __ 39 Jm 215 ! 7" ! 3 91 95 50 404 99 fi
<03 _ 99 19 29 ^_ H 22 ^m 82 60 _^ 51 21T 4 a 91 12 -" 1 \H ^ 15 2603 54 84 2901 64
4 m^j 314 * . 24. ' ^.a : 30. wtlm 28 _ 97 67 i 58 --- , | ok- ,40 t? j 14 ,21 16 44 4Q4 54 2 *"~
18 _. 23 i W _ i 33 _ 34 --- 99 84 _ 60 . 36 ia i 19 t 28 jirt 19 6<5 55 ,9 **
W _, 29 33- M 36 *WS1 ' 33 . .^ 1100 86 __. 64 ,50 l ". 1 36 30 i 33< 24 . , 57 10 """
!B5 , 30 jtji \ilA i, , , 39 _HI 35 10,5 t a 89- *or 78 --- Un __ '^9 __c 20 M 21- i ,27.. "~ 35 ,"37 29 60 4*.
28 _ 38" . tu '*'"' _ 53 ,37 6 ' 6 ; 96 . 8-4 M .41 36 t; <,< i -38 41 62 18
34 _^, 44- __ (.4*. _ t m mJ 4 7 ^^ 98 90 : 59 I 44: i w -,39 44 64 %:MH>a 35 ^^
36 _. 43 .^ 49 ', m *":& __ 23 1307 9f 3 c?d" **B pMM , w - ,:.50 -ft*' 46 68 64 , 40
40 52 __ 50" _ '", 73 ^_ ! 54 105 24 9 - 97 !8- Jjl tv.'Up] i' 31. 60 ~hM 1 47 73 . 43
44 "^I> $ __. ' 84 wmm l 74 h' 59 1 i- *" > 26' _^ 14 99 to* m 77 W 4'W1 i1,' 48 78 1 89 86 49 -"
50 6 WI 1 78 __ 1 68 _-u 38 *Or> .15 t'500 64 PM r 65 -L' ; 4 fc,B7 'ff re 54 dMH * 33 37 ^-^
54 ^^ : 72 __ 80 __ 7 * ' 70 - JOB 39 63 24 5 -*- h 94 i 66 , a * tt.; DH 55 " ^^
56 ^ 74 fSV* ^^ ' 7 Q ' n w 34 4* .8 / t*! ^L. i--fr' ' ,83 74 fi 58. 56 ^^ 95 A-T , ~^
61 69 --- 7lf 81 , 88-91 79 C84 85 43-44 41 43 20 ,1 25 """-' .* - s'69 M* ^_ -ff -heO -l<63' 4H) 1 64 - 2802
1 93 -
71 - ' 1 .^_ 95* ' 94 89 45 pa. 44 l 28 -* 14 . 76 2101 d 87 -t' J * Km 41 fsm w
HA 95 m 6 98 600 ~ 95 810 93 95 50 52 47 1 .49 - 37 41 ' ilfr to* i 91 *** 4 , 88 M - u 16 HMJ oo
__? MUS:
.



8
:3C


Diario de Peraambucd Quarta feira 15 de Janeiro de 1873.

-t.

ASSEH^Jl GERAL
C4MABA DOS DEPUTADOS.
DISCUSSO VIDA NA SESSAO DE 26 DE DEZEM-
MO.
(Conthr.uaroj
O Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) ap^-0 nobre reputado, quo tantas
vezes quer dar cxemplo de modergo, po-
dar usar da palavra opportunamente coin
raelhor prove o. Eu nao o intcrrompi, nao
devo ser interrompkjo.
Ouasi todos os palacios das presidencias
ncccssitavam de reparos (apoiados); cu re-
cebia consbmtes pedidas, coinopodem attes-
tar alguns senhores debutados que foram
presidentes (apoiados, ; reconliecendo a ne-
cessidadedc autorisar as despozas solicitadas
nao foi sem grande cjistraiigiinento que as
reduzi i motado, a un terco e taivez a
menos.
Foi-me preciso despender tambem mais
de 70:00' qoin as obras do ediiicio em que
funecon* a cmara dos Sis. deputados e
com as do pago do secado. O hospital de
Jurujuba precisava do concertos, que na >
podiam ser adiados e quo esto sendo feitos
na, importancia de corsa do 50:01)07. Tive
c tenho umitas outras obras eiu andamento,
urna das quaes a reuovago e niulhora-
mento das que o nobre deputMo mauJou
fazer ao predio ein que estao o archivo pu-
blico e a inspectora geral da instruego pu-
blica. Tau nial acabadas foram as obras
mandadas fazer nesse predio que os papis
do archivo estavam sendo estragados pola
chuvaI
O Sr. Paulino de Souza : As obras,
apunas comegadas, zeram-so e concluiram-
se sob a administragao do V. Esc.
O Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Record ao nobre deputado que,
quando S. Exc, poucos dias depois de mi-
nha ontradi pora o ministerio, foi mostrar-
me o explicar as obra;, que tiuha comegado,
j o archivo eslava no pro lio de que se tra-
ta, para onde tinha sido removido por ordem
sua e no sou tempo. Trabalhava-se eutao
ua parte de mesnio predio destinada ins-
pectora da instruego publica, tu respei-
tei o plano dado pelo nobre deputado, como
em geral respeitei todos os seus actos ; mas
nao pude deixar do ceder depois s reitera-
das solicitaces do digno inspector geral e
uiandei executar novas obras debaixo de ou-
tro plano.
Autorisei despezas necessarias e urgentes
para as facilidades de direito e de medicina
.(apoiados), assim como para a bibliotheca
publica, academia d;,s beilas-artes, semina-
rios, conservatorio de inusjca e outros esta-
belecimontos que esta.) sob ininha adminis-
tragao. Ouasi todos recebeAun ou estao re-
cabando algum melhoramento.
Sem que eu tome nais tempo cmara
com a demonstrado de despezas do tal na-
tureza, nao posso deixar de dizor que o esta-
do das escolas de instruego primaria no
municipio da corte, era mo. Sob o aspec-
to material achei-as quem das escolas das
provincias; visitei algumas no Para que as
excediam. Nao tenho feito, nao tonho po-
dido fazer quanto desojo e preciso '; mas,
alm de construeges importantes que estao
em andamento, tenhc procurado melhoraro
material das escolas, e tenho ausiado,
quanto possivel com os recursos de que
disponho, 3 desenvolvimento da instrueco
publica. Isto nao se faz sem augmento de
despeza.
O Sr. Gijsmao Lobo :E um dos mais
relevantes servigos que o nobre ministro tem
prestado. (Apoiados,
O Sa. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Aqui tem V. Exc, Sr. presiden-
te, aqu tem a cmara os motivos da dille-
renca encontrada pelo nobro deputado entre
a despeza realisada no exercicio de 1868 a
186'J e a despeza por liquidar no exercicio
de 1871 a 1872.
Nao foi com a abertura de portas mais ou
menos largas ; nao foi com a construego
de pavilhoss, com alcatifas de luxo, com
mobilias ricas, nem com os frascos de cheiro,
como disse o nobro deputado pelo Rio de
Janeiro, que a despeza avultou.

as laru do imperio, pode, quem
qui/.er verifica-lo, nao ha o que o nobre de-
putado dito, nlo ha frascos d cheiro...
O Sr. Paulino de Souza d urna aparte.
O Sr. Carnkiro da Cumia :Nao ha ;
Late| um jogo de espirito.
O Su. Correa dk Oliveira (ministro do
imperio :O nobre deputado pelo Rio de
Janeiro "nao pode t-Ios visto. S. Esc. ot\
ministro do imperio, tem amigos dedicados
na secretaria, dispe de "todos os meios para
certilicar-se do que estou. dizendo.
Lamento, Sr. presidente, que o nobre de-
putado, parlamentar antigo e distiucto, e
ain la hontem ministro do estado, se tenha
lembrado de trazer para aqui miudezas de
tal ordem. (Apoiados).
Do semelhantes aecusages um ministro
tem o direito de se nao defender. (Muitos
apoiados). E' por deferencia para com o
meu Ilustre antecessor que ou nao deiso
este ponto sem resposta, e aproveito a occa-
sio para allirmar a esta augusta cmara que
na secretaria do imperio fazom-se reparos
para sua conservagao e alguns melhoramen-
tos as disposiges internas em bein do ser-
vico.
Agradego ao nobre presidente do conselho
a resposta que deu immediatamente a outras
nrguiges do nobre deputado pelo Rio de
Janeiro. A cmara ouvio quo nao exacto
que a disposigo da lei de 17 desetembrode
1851, relativa ao prolongamento da ra Leo-
poldina, esteja revogada pelo art. 12 i 1
da lei de 27 de setembro de 1860, porque
esta lei trata de crditos especiaes, o aquella
consigna a autorisaco ao governo para tro-
car por proprios nacionaes, que nao sejam
precisos para o servico publico, os predios
de propriodade particular que devessem ser
demolidos.
Reconhecendo eu a conveniencia de atten-
der a este servico, to adiado ; reconhecen-
do mais que os predios a adquirir subiam
de valor, e que a permuta era dilhcil, tal vez
impossivel, e muito provavelmente menos
econmica, cntendi-me com o ministerio da
fazonda e foi resolvido que se comprassem
os predios do propriedade particular, von-
dendo-se os proprios nacionaes que bastas-
sem para o pagamento do prego daquelles.
E' com o producto dessa venda que tem de
ser indemnisada a despeza.
Tamhem nao exacto que eu tivesso abor-
to crditos supplementares para a verba
obras; fiz transporte de sobras de outras
verbas, na importancia de 53:000000, em
tempo competente.
O nobre deputado nao pode dizer que este
procedimento illegal. A lei de 9 de se-
tembro de 1862 prohibe a abertura de cr-
ditos supplomentares para as verbas relati-
vas a obras publicas, mas permitte no art.
13, sem outras restrieges que nao sejam as
de lempo o forma, o transporte de econo-
mas ; e foi isto o que eu fiz.
Sr. presidente, aproveito a occasio para
dizer algumas palavras om defeza do digno
presidente do Rio de Janeiro, de quem se
disso que foi cncarregado da execugo de um
plano de reaego.
A cmara sabo que o presidente de que se
trata um magistrado integerrimo (muitos
apoiados), e eu felicito-me pela escolha que
delle fez o governo para administrar a im-
portante provincia que lhe foi confiada.
Se alguem tem pleno conhecimento do ca-
acter desse magistrado, o nobre deputa-
do, que acertadamente, e mais de urna vez,
julgou-o digno da elevada posicao em que
est.
A independencia do honrado Sr. l)r. Lis-
boa dte ser mais conhecda pelo nobre de-
putado do que por mim, que entretanto te-
nho j os melhores motivos para fazer delle
o mais elevado conceito.
O Sr. Paulino de Souza :O que impor-
ta saber se o governo approva ou uo o
acto do presidente de deixar encerrar-se a
asseinbla provincial sem a lei do ornamen-
to ; esta que a questo.
O Su. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Respondendo prmeira aecusa-
go que o nobre deputado dirigi ao admi-
nistrador da provincia do Rio de Janeiro, e
que consiste em ter elle encerrado a sessao
da assembla provincial sem a lei do orga-
mento, direi que era miuha opinio, e eu o
POLHETIM
A mtfclM I* UII1IU
PELO
VISCONDE PONSON DU TERB.AIL.
PRMEIRA PARTE
9 castello dos encadares negra*
(.Continuagj do n. 10).
XII
A estupefaego do aaro foi grande...
Os caradores tinha n rostos perfeitamen-
te humanos, e alm disso, bastante sympa-
thicos.
O primeiro, aquello que era pai dos ou-
tros, ou pelo menos, passava por tal, era
um horaem do cincuenta e oito annos, pou-
co mais ou menos, fresco ainda, a julgar-so
pelas verdaieiras proras de forga, e de in-
trepidez juvenil, que tinha effectuado na
vespera, com os cabe! los pretos ainda, se-
meados de alguns Tos prateados ; tinha a
barba completamente preta e espessa, os
olhos brilhitnws, os labios vermelhos e re-
virados, i austraca, o nariz d'aguia e os
dentes agudos e brannos.
O segundo, aquello a quem na vespera
chamavam Vento do Norte, e que, sob a
mascara, tinha a barba grisalha, o segundo,
dizemos, tinha trinta annos apenas, bigode
preto e lustroso e nao tinha barba. Onde
esta va, pois, a barba {frisalha ?
O terceiro, Vento do Sul, parecia-se muito
com seu irmo, mas era mais novo dous
ou tres annos, e a sua barba tinha-se torna-
do loura.jle preta que era na vespera.
O quarta, emfim, Briza da Norte, era o
mais encantador adolescente que se tinha
sentado nos bancos das universidades do
Osford ou de Heidellwg, de Bonn ou de
Salamanca., com as suis calcas cor de laran-
ja, com lago* encamados. Olhos azues,
cabellos aciniantados, bigode nascente, pre-
tenciosamente retorcido ,e destacando-so
apenas sobre o brance rosado de duas faces
assetinadas e feraenis, bocea pensativa, ten-
do, ao mesmo tempo, a espressiodo riso e
as das lagrimas, urna bocea d'onde to bem
poda sabir a supplica~ de amor, a estrophe
melanclica de um pigem, debaixo de urna
persiana bsspanhola, a linguagem figurada
de um amanto poeta e cruelmente despre-
zado, como o hymno estridiiloso e sarcastico
da embriaguez, a cango libertina e jovial
disse ao presidente, que couvnha conceder
prorogages at que se discutisse e fosse vo-
tada a lei do orgarojpto, oh at convencer-
se de que a assembla nao quera dar, e nao
dara essa lei.
Depois de tres prorogages, depois que o
nobre presidente do Rao de Janeiro tnten-
deu-e particularmente com muitos mem-
oras da assembla provincial, conveneeu-se
de que nao se quera seno alongar urna
dtcussao do poltica geral, no tom em que
ella comeca iiesta augusta cmara. (A'poia,-
dos).-
Confirmava este juizo o facto de se retira-
rom da sala os apposicionistas quando se
trata va de votar, exemplo dado aqui nasesso
do anuo passado.
Havia, portanto, fundamento para se crer
que seria intil nova prorogago, e. baldado
qualquor esforgo para se obter o orgamento.
Nos sabemos o que urna assembla assim
disposta ; nada faz, e podo tornar-se fac-
ciosa.
O Sr. Pereira da Silva iFacciosa? I
(lia outros apartes).
O Sr Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Nao digo queja estava facciosa,
mas que estava renitente em nao dar o or-
gamento.
Nestas crcurastancias, convencido o pre-
sidente de que a sessao continuara em pura
perda e que nao se faria mais do que discu-
tir poltica geral, nao concedeu quarta pro-
rogago ; fez o que eu faria (Apartes). Acei-
to a responsabilidade desse acto.
O Sr. F. Belisario :E' que a assembla
era um trambolho como esta cmara.
O Su. Correa de Oliveira (ministro do
imperio).Pactos identicosse tm repetk)
muitas vezes, e dados os motivos expostos-,
de si proprias e nao do governo, devem as
assemblas provinciaes queixar-se : ellas
privam-se purqtio-querem, do exercicio de
suas importantes attnbuigoes. Isto tom
acontecido no dominio de todos os partidos.
O Sr. Silviira MartnEm um parti-
do s : no partido do rei.
O Sr. Correia de Oliveira (ministro do
imperio :O nobre doputado sabe que erara
presidentes liberaes ao Srs. Lopes de Leo,
lavaros Bastos e outros, que procederam do
mesmo modo.
Um Sr. Deputado:Na provincia do Rio
de Janeiro s duas vezes.
O Sr. Silveira Martins : E' preciso
attender s divisas dos partidos.
O Sr. Correia de Oliveira (ministro
do imperio): O digno presidente do Rio de
Janeiro foi aecusado ainda de ter feito gran-
de reaego; mas o nobre deputado nao po-
der mencionar seno algumas demisses e
noraeaces de autoridades policiaes, e ex-
cepto duas, resolvidas todasjem virtude de
proposta do chefe de puliera.
O Sr. Beluario :A defesa singular.
O Sr.Correia de Oliveira (ministro do
imperio) :A defesa procede, porque-o no-
bre deputado nao pode deisar de reconhecer
que o chefe de polica um magistrado com-
pletamente alheio s lutas polticas, (Apoia-
d09).
E nao basta, Sr. presidente, dizer-se- em
geral e em termos vagos que houve mu-
danga de autoridades policiaes, facto muijo
ordinario na administragao; preciso mos-
trar que para isto influirara motivos eleito-
raes, que as demisses nao coovinham ao
publico, e que os nomeados nao sio ido-
neos eabusaram dos cargos. De algumas
nomeages sei eu, que foram elogiadas pelo
Sr. Azevedo Macedo, que insuspeito.
O Sr. Joao Manoel d um aparte.
O Sr. F. Belizario : Falkra smente
sobre as nomeages de Saquarema.
O Sr. Correia de Oliveira ( ministro do
imperio :Entre essas nomeages figurao
muitas feitas em consequencia de demiss**
dadas a pedido; e o nobre presidente da
provincia, por certo, nao foi dizer quelles
que estavam na posse dos cargos quepedissem
sua exonerago para que elle pudesse no-
mear agentes eleitoraes.
Aconteceu ainda, Sr. presidente, que al-
gumas autoridades nomeadas antes nao ea-
traram em exercicio seno depois da eleigo,
e isto sufliciente para mostrar que ellas
nao foram escolhidas para influirem no plei-
to, e para jogo poltico. (Apoiados).
do estudante allemao que ia, ento, ao curso
dos seus professores, com a espada a tira-
collo.
Ento I meu caro barao disse o pai
dos cagadorescomo dormio sob o meu
tecto ?
As mil maravilhas 1respondou o ba-
raoa minha noute foi to infernal quanto
se podia desojar sob o tecto de um filho do
diabo. Fui sugado por um vampiro.
O cagador negro soltou uina gargalhada,
urna gargalhada franca e ingenua ao ultimo
ponto.
Meu caro baro disse elle o ho-
rnera mais animoso que tenho encontrado,
o fidalgo mais intrpido e completo que ha
ao servico do rei do Franga.
Julga isso ? perguntou framente o
senhor de Nossac.
E creio intil submette-lo a novas pro-
vas. Est cima de todo o terror, meu
cara baro.
Antes de lhe esplicar os acontecimentos
que se effectuaram sob os seus olhos, per-
mitta-me que o certifique de que nem eu,
nem meus filhos temos nada de commum
com o diabo. Eu, sou o conde de Holden-
grasburgo, eeis aqui meus filhos Herraann,
Conrado e Samuel, Wilhelm est com Ros-
chen no prado; apresentar-lh'os-hei logo,
E o conde de Holdensgrasburgo chegou-
se janella e chamou
Wilhelm ? Roschen ?
Depois, voltou-sc para o baro, com o
seu bom e franco sorriso nos labios.
Mas o baro, pelo contrario, tinha empal-
decido, e o seu olhar penetrava como urna
ponta de ac.
Com a mo no punho da espada, a ca-
bera levantada, com altifflrexpresso, esami-
nava framente o conde de Holdensgras-
burgo.
Senhordisse elle por fim fidalgo,
segundo vejo, bem como seus filhos; e es-
pero que comprehendero tudo o que ha de
grave e de triste n'uma mystificago feita a
um fidalgo... eu tambem o sou...
Comprohendo-o, senhor respohdeu
o conde cora fra dignidadenem eu nem
meus filhos Ibes negaremos a devida repara-
gao, se se julgar offendldo. Agora conce-
der-meha dez minutos T
Para que, senhor T
Pira justificar o nosso proceder, to
extraordiuario, na appacencie.
" muito extraordinario 1
ivar-lhe que^o que chama mas-
antes uma ndeessidade.
extraordiuan
-^h m
| pro.
tifiA; an
Emqittnto alo vierera allegagfles"positivas
e pravas de que -bou ve interveog&o da auto-
ridade na eleigo a que ltimamente se pra-
cedeu, a censura nos termos em que^foi feita
nao pode alterar o juizo que tenho a respeito
do Sr. Dr. Bento Lisboa e do modo digno e
imparcial com que se houve. (Apoiados.)
Sr. presidente, tambem ou vi fallar da com-
pra de uma casa como racio de obter votos.
Nao exacto. Ha uma proposta antiga e
anteriora administragao actual para a venda
de uma casa ; mas posso assevorar que nao
existe acto algum do presidente do Rio de
Janeiro resol vendo esto negocio, nem indi-
cando opinio ou intengo do, realiza-do.
Tenho concluido. (Muito bem, muito
bem.)
OSr. Gaspar Martins :(Movimento de
attengo. Profundo silencio.) Quando o no-
bre presidente do consllio responda aoora
dor que encetou o debate, notava a vehe-
mencia de sua linguagem e dizia que nao
podia esperar mais aspereza dos oradores da
opinio liberal. O nobre presidente do con-
selho nao cantar por certo com a fran-
queza c onorgia que caracterisar estes raros
mas verdadeiros representantes da opinio
publica. (Reclamages. Susurro. Apartes.)
, Alguns Srs. Deputados : Como nos
todos.
O Sr. Gaspar Martins :Os nobres de-
putados admiram-se de poucocausa. Apoia-
dos. Uilaridade).
Esta previa manifestago nao os abona.
O orador repete que naquelle banco sentau-
se poucos mas verdaderos representantes da
opinio publica. Nao o deixaram concluir,
pois referia-se especialmente ao Rio Grande
do Sul. Os poucos deputados que essa pro-
vincia maudou, apesar da fraude e das bayo-
netas... (Reclamages.) Nao se refera
maioria, mas, & deputago da sua provin-
cia.
O Sr. Cruz Machado :Dizque nao se
julgou offendido porque tambora se consi-
dera legitimo representante.
O Su. Gaspar Martins :Cita a opinio
da Salla do tbrono acerca da falta de liber-
dade* no systcma eleitoral, que a violen-
cia o a fraude. Apesar, porm, de maclu-
nismo compressor, a provincia do Rio Gran
de pode mandar os seus representantes, (lte1
clama<-yes.)
Os nobres deputados sangram-se em>
saude.
Falla nos actos dos presidentes da provin-
cia do Rio Grande do Sul e censura as suas
administra^es e especialmente a do Sr. Fi-
gueira de Mello, dizendo que todos o co-
nhecem.
Faz diversas considerages acerca da cor-
rupgo poltica do paiz. Toda a naco sabe
que o systema representativo est falseado.
Attribue este mal a defeito das instituices.
O nobre deputado pela Paraliyba do Nor-
te, dofendendo o ministerio, (Rsse que nao
era occasio propria para se disentir poltica.
Quando o ministerio vem ao parlamento pe-
dir ilinheiro, deve prestar comas.
O Sr. Pereira Martins :B austeridade
de mais.
O Sr. Gaspar. Martins :O vulgo nao
pede, toma. O zelo excessivo estraga todas
as cousas. O nobre deputado peta>Parahyba,
na sua qualidade de hispo do thesouro, en-
tendeu queo governo nao era obrigado a pe-
dir meios fmanceiros antes da dissolugo.
-O Sr. A. J. He3rioues : D algumas ex-
plicaces acerca da opinio que emittiu.
O Sr. Gaspar Martins : Apresenta a sua
opinio sobre a questo vertente. Diz que,
se um ministro trata, da salvago do paiz,
devo operar lvreinentc e vir depois apresen-
tar-se ao parlamento* O caso actual di-
verso, ministerio nao tem desculpa. De-
a antes pedir os meios necessarios. Se Ih'os
negassem ou devia retirar-se fi> apoiados),
ou dissolver a cmara, '
A dissolugo de 16 de julho de 1868 em
nada se assomellia de 22 de maid. O pri-
meiro acto ainda se podia explicar pelo pa-
triotismo, einbora nao se dbvesse convulsio-
nar o paiz com a reaegao.
A ultima dissolugo nao se assemelha, por
que na prmeira a cmara era de opinio po-
ltica contraria. E' mais um attentado, o
de 22 de maio. A cmara dissolvida apoia-
va o ministerio e pertencia ao partido con-
Ah I ah I
Queira ouvr-me.
Ougo-o com attengo.
Eu nao sou o cagador negro, esse per^
sonagem semi-phantastico, cujo nome po-
pular na Bohemia ; mas a tradico quer que
eu descenda delle, em linha recta.
Approvo a genealoga murmurou o
baro sarcasticamente.
Essa descendencia nao recontmen-
dago no paiz. Meus avs, pobres e intei-
rigdos de fri, como o estavam, no seu
castello arruinado, gozavam de uma m ra-
putago.
Erara honrados, mas, dizia-se que os fi-
lhos de Satanaz representavara esse papel de
lealdade, por hypocrisia ; erara humanos
para com os seus servos e vassallos ; a ma-
ledicencia chegava a ponto de pretender que
se isentavam os desgragados dos impostos e
contribmges, era por pura ndilferenga, re-
S3rvando~se para torturarem os suas almas
no inferno, para se indemnisarem de lhes
terem poupa lo os corpos. Os meus ante-
passados tinham immenso trabalho ora se
casarera. Um castellao s lhes conceda
uma filha, quando estava completamente
arruinado, mal visto na corte, reduzido ao
desespero, e tendo por nica esperanga, para
reconstruir o edificio dasmoronado da sua
fortuna e do seu crdito, essa allianga in-
fernal...
Nao, creia-o bem, porque os meus ante-
passados fossem ricos ; creio ter-lhe j dito
que eram bem pobres senhores; mas, quan-
do se via destacar e cahir cada dia urna po-
dra do seu castello, a chronica escandalosa
da Bohemia, dizia :
Que lhes importa isso amelles ? quan-
do o quizerem, o diabo seu pai lhe recons-
truir um maior e mais bello, um castello
de prata, como o do cagador negro.
Entre os castelles nossos vizinhos, alguns
acreditavam na nossa fabulosa origem e te-
miam-nos ; os outros, mais atrevidos e me
nos crdulos, aproveitavam-se sem escrpulo
algum, dessa especie de proscripgo tacita,
desse mudo ostracismo que sobre ns^pesa-
va, e apossavam-se dos nossos dominios,
roubando-nos, ora um canto da trra, urnas
vezes um bosque, outras um campo.
0 nosso patrimonio ia diminuindo, e nao
ousavamos defender-nos nem lastimar-nos,
porque juizes e reis nos teriam condemnado
sein nos ouvirem.
Isto durou muitos seculos ; temiam-nos
seinpre e roubavam-nos ao mesmo tempo.
Haviam hisps que concediam iu Uilgeacias
serva Jor. O Sr. presidente do conselho tor-
nou-se o arauto e propagandista das ideas
de seus adversarios polticos.
O orador procura demonstrar a origem
dostas nconsequencias polticas.
Niuguem ignora a causa da retirada do ga-
binete do Sr.Zacarias. Foi uma questo de
prerogativa entre o monarcha e o ministe-
rio. Entrando para o poder, o partido con-
servador teve que abragar a idea do monar-
cha, do que o Ro reina e governa. Nao se
violam impunemente ceros principios.
O partido queadoptou certas doutrinas,
obrigado a aceitar as conscqucncias. Pouco
depois a Cora e o gabinete de 16 de julho
ontraram em hita. A Cora tinha lgica, O
ministerio reconhecera-lhe o direito de reinar
e governar. Os ministros tornavam-se ins-
trumentos da vontade real.
Felizmente, por uma contradicho do ve-
nerando chefe do gabinete, o raspeitavel Sr.
visconde de Itaborahy, o ministerio foi in-
consequente com o seu principio.
O Sr. Presidente :O nobre deputado
nao podo trazer a Cora paraa discusso, ios
a responsabilidade de seus actos compete ao
poder executivo. (Muitos apoiados.)
O Sr. Gaspar Mhtins : Nao quer res-
ponsabilisar a Cora...
Um Sr. Deputado :Quer desmoralisa-la.
OSr. Gaspar Martins:Estdiscutiudo
historia poltica do paiz. Est respon-
sabisando os actos dos ministros. O po-
der pessoal tem sido mais de uma vez dis-
cutido.
Faz censuras maneira ponuc se orga-
insou o ministerio de'89 de setembro.' Diz
que a maior parte dos nomos eram dosconhe-
cidos, e que nao representava a maioria par-
lamentar. Aproveita a occasio mira diri-
gir urna homenagein ao distiucto e illustrado
Sr. visconde te Pelotas, que recusou fazer
parte desse ministerio, por nao o julg;r cons-
titucional. O gabinete do 2'J de setembro
era o producto ca vontade rrespousaveL
O ministerio actual converteu-se ein dcil
instrumento da volitado regia para destruir o
proprio partido conservador. Voltando de
repente a face, a lo|>tando as ideas dos ad-
versarios, o seu procedimento equivale qna-
sr traigo do partido a que pertencia. A
cmara ter uma vontade convencional, nas
nao a do corago dos nobres deputados. E'
ucontestavel.quo o poder no paiz tem murta
forga.
OSr. Pereira dos Santos:A prava
o nobre deputado nestt" logar.
O Sit-. Gaspar Martins :O mesmo po-
doria dizer do nobre deputado. (Apoiados.
Susurro.)
Entretanto, a posig do-orador devida
S 1-0 anno6 de lutas ; foi o proprio arbitro
de-seu destino ; tudo o que deve aos seus
esforgoSj nao influencia do poder ; nao co-
nhece o-nobre deputado, mas nao sabe se
estar no mesmo caso. (Haridade. Apoia-
dosv)
O ministerio^ arrastou a mais precaria vida
na questo do ele.nento servil. Teve a mais
triste victoria. O partido que sustentava as
tradiges conservadoras fe constitucionae*
negou-lhe por fim apoio. O- nobre presi-
dente do conselho contestou o direito c-
mara*; elle, o hornera da cmara,. o> eleito
da cmara, revolto-se contra o seu crea-
dor ; destruio a cmara. E' verdade que o
creador era apparente e o fabricante era ou-
tro. (rfilaridade.)
O ministerio foi recomposto coim um mi-
nistro de chumbo, sem apoio no parlamento ;
depositario dos segredos reaes. (Susurro.
Reelarnages.)
I'm Sr. Deputado :Respoite a memoria
de um grande cidadov (Apoiados.)
O Sr.. Gaspar Marhins : O orador apre-
senta razos porque os negocios ny.compor-
tam essas attences e apontao julgameuto dos
morios pelos egypcios. Podemos ter cari-
dade, mas-as naros nao podein deixar de
ceusurar os que concorreram paraacorrup-
go poltica. No systema representativo os
gabinetes sao solidamos; os ministros sao
corresponsaveis do Sr. visconde de Itaua.
O Sr. Gusm.vo Loco d um parte.
O Sr. Gaspar Martins :Nao sabia que o
nobre deputado era dotado de tanta carida-
de. Contina o orador censurando^ orga-
nisacO do gabinete de 7 de marco. A dis-
*dpo foi resultado de uma
> cap
e promettiam a vida, eterna quelles que
arroteassem por sua propria conta os campos
do inferno e ousassom cortar inadeiras nos
bosquos do maldito.
Meu pai foi a ultima victima desse fana-
tismo e dessas -rapilas. Morreu quasi do
forae, tendo-m; apenas a mim, por assisten-
te da sua agona.
Eu era joven, tinha entao quinze ou
dezes3s annos, e a vida apparocia-mo dura
e quasi inexoravel.
Triumphei da vida.
Peguei da cabeceira de meu pai morto,
n'uma velha espada, que datava das cruza-
das, cingi o cinto de viajante e part. Diri-
gi-me para o Oriente mendigando o meu
pao pelas estradas, dorinindo boira dos
fossos, mas, conservando sob os meus an-
drajos, um aspecto de altivez e um rosto
sympathico, que mo attrahiam a attengo
das mulheres, que, das suas janellas, me
viam passar as cidades.
Caminhei, assim, duFante muito tempo,
dorm muitas noutes om pleno ar, e com
mais vezes ainda o pao negro dos radiado-
res de lonha e dos camponezes.
' Emfim cheguei a Bulgaria.
Ahi adorava-se Mahomet e nao se conhe-
cia o cagador negro nem a sua raga.
Entroi ao sorvigo de um principe blgaro,
tornei-me ofilcial dossous exercitos, depois
general e fui honrado com a sua amzade
particular.
Despose uma princeza blgara, da qual
tive quatro filhos e uma filha.
Com quanto eu mo tivesse tornado orien-
tal raava a miuha querida Allemanha sobre
tudo e nao podia resolver-mo a esquece-la,
era mesmo a renunciar esperanga de l
voltar para u'ella viver e morrer.
Por isso quando os meus dous filhos mais
velhos completaram quinze annos, mande-os
estudar para a Universidade de Heidelberg.
Quando os outros dous que erara gemeos
chegaram mesma idade, foram-se' reunir
a seus irraos. >
Eu estava velhu : o principo blgaro que
me tinha dado riquezas e honras, tinha raor-
rido deixando o throno a seu filho, ao qual
nada me ligava d'ento era diante; e eu ti-
nha perdido pouco antes minha mulher.
Lembrei-me entio dos vexames que meu
pai e a sua raga tinha soffrido sob o pretexto
de uma nebulosa legenda, recordei-mo do
encaruigamento dos eus inimigos, da sua
paciencia e da de seus avs, e ponsei em vin-
ga-lo. Eu tinha quatro filho9 fortes e va-
lout'3, im nansas riquezas, innmeros cria-
m digesto,
karicho individual.
O paiz presenciou as saturnaes da ultima '
eleigo. ^ ministerio appaiece com a fronte
enrubecida.
O Ministro da Justica :Deu logar sua
nomeago.
O Sr. Gaspar Martins :Na minha pro-
vincia havia de ser mais custoso. Na pro-
pria Corte deram-se scenas de sangue....
O Sr. Ministro da Justica :Recorra ao
Sr. Duque Estrada.
(Reclaniaces. Susurro.)
O 9u. Gaspar Martins :Refere diversos
fados tumultuarios da eleigo da Corte. Nao
este o resultado do acto irfajBectdo dos no-
bres ministros, que se prefeiMm ao seu paiz
c ao partido conservador ?1
Depois- de dizer que nol liberdade elei-
toral, para quem appellaes^T "Para vos mea-
mos, que Unidos mao osscJmeuso reale-
jo, que toca i vontade de tpvjos* os gover-
nos.
AppWlava o ministerio para eus pro-
prios delegados, ik furor de esmagar o seu
partido. Atacou oque o partido conserva-
dor tinha de mais notavel, para naandar ele-
ger os seus agentes. O ministerio O pro-
ducto da vontade irrespunsavel. MHem-se
como um caustico no diorso de um canWer.
Ter 11 tlado alent viokncw, fraude, i im
jmnidade. *
O sr. ministro da justict 00X0/100^56"m
gendarme da Frailea, entripando um misen
acollado sombra de nossa bandeira. ftt<"
clainagties). O orador contina a censurar
este facto, por nao haver tttado cor
Franca e apresentando diversas1 razes jur-
dicas.
O Sr. MisrsTKo o Imperio :--Oseu par-
tido pratico o mesmo.
O Sr. UaMBj Mautins ":Entc merece a .
mesma censuia.- Mas o meu parttdb nunca
estove no govetuo1. Nunca houve uma situa-
gfto puramente- liberal.
Contina o orador a fazer obsorvagues-acer-
ca da extradiego por pedido da Esauga.
Diz que ha na Corte umapolicia estrarecira.
encarregada de prendbr e reprimir subditos
de oulra nago. Aponta o fasto do Sr.-mi-
nistro dos estrangewos ter offlciado ao prest-
dente da cmara municipal da Corte, que-
rendo prohibir a liberdade commercial.
venda tle bebidas espirituosa era certos !1
;gares, por causa dos muriiUieiros estrange*-
:ros.
Censura speramente- o giwcrno por estr-
ados. (Keciamages).
Analvsa a nota enviada peto Sr. Tejedor
>r a incumbencia diplomtica- doSr. marque7'
doS. Vicente. Quahfica a nota de insolen-
te-e-ofTensi va.
A resposta mostrou as puca6 tuzes do Sr.
ministro dos.estrangeiros, nao estava na altu-
ra dtuquesto'.- 0 ministerio d6 amigos do
ro-tem sacrificado a dignidade-,. nao mantera
a dignidade do paiz.
Va i aecusar o Sr. ministro da guerra, a
quenventretanto oeconheco integenciae von-
tade-d desompeslwir os seus devores. Cen-
suraba maneira pc*que entre ns-se orgaaisan
os gabinetes. Dizque em consequencia disso
estabeleeein-se praticas a'Jlninistraiivas, que
depois-tornam-se dificeis de cotrigjr.
l-ensura a decadencia da autoridad mi-
nisterial. DizqueoSr.commandantcgeral de
artilharia mandou o-seguinto offcio (L o
oficio-do Sr. conde d'Eu, pedindolicenga ok
lemissoi) Censura o acto do Sr. conunan-
dantegeral de artilliaria-e-diz queseiiingnem
est forana lei, ninguem est acimidbUa.
Diz-qnc todos respeitam e estiraam: o>Sr.
conde d'Eu; mas elle pelaisua. Rfopria posi-
go deve rospoitar a lei.. Se pedio demisso
o nobre ministro devia respondes-lhe, con-
cedeiiilorlhe a demisso, eagradeer-lhe.
0 Su. Ministro da Guerra pede a. pala-
vra.
0 Gaspar Martins :Faz mais. algumas
observages acerca deste negocio o-passaao
projecto em discusso. Diz ter a camjaja o
difeito-de perguntar aamiisterie o qpe pre-
tende fazer do dinheiro e que o governo
nao p'Je recusar-lho a resposta. Nao pode
dar uah voto de cousciencia ao ministe-
rio.
* .
(Cotttkiwar-se-*^.
1
V

0
* .
'
dos blgaros qua igjioravam a liugua- allo-
ma o-nao podiam traliir-nos para com os
camponezes da Bohemia. Quiz ser realmen-
te o filho do diabo. e resuscitar o, cagador
negro.
Meus .filhos correram da Universidade de
Heidelberg, ou mesmo cheguei aqui do ex-
tremo da Bulgaria uma noute, trazendo
comigo um excrcito de escravos e criados.
0 meu castello tinha cabido completamen-
te, nem um moro tinha licado. intacto. Os
valles vizinhosoceultavam cavernas profun-
das que nos serviratn de abrigo durante o
dia e-nos eseonderam a todos os olhos. Do
noute trabalhamos em reedificar o meu
castello.
Um rachador de lenha vio uma maidi
que um muro arrasado so tinha levantado
de novo desde a vespera e que urna torre
semi-desmoronada estava no seu antigo es-
tado.
0 pobre hornera fugio espavorido e pre-
teudeu que o diabo tinha resolvido restau-
rar o castello de seus filhos.
A noticia espalhou-se rpidamente. Uns
acredtaram-a, outros encolheram os hom-
bros.
Na manh seguinte chegaram imraensos
curiosos ao nascer do dia : as quatro torres
estavam completas...
0 terror ganhou o paiz.
Dous dias depois, um camponez vio-rae
passar n'uma clareira, vestido como o caga-
dor negro, cora uma mascara sobro o rosto,
para oceultar as rainhas faces de esqueleto e
tirando da trompa notas selvagens e atroa-
doras.
0 terror tornou-se geral.
Organisei uma grande batida, uma batida
som el liante qu jila que vio hontem, e qual
assistio ; smente durou oi'.o dias.
Durante oito dias e oito noutes, os meus
picadores, de casacas vormelhas, e os meus
cagadores de casacas brancas, percorreram
com a tocha na mo as florestas e os valles
como um furaco do fogo, arrancando aos
chos circum vizinhos lamentaveis e sinistras
queixas, e excitando essa formidavel raati-
lha que vio.
6 meu castello ficou reconstruido inteira-
menteem um mez ; os mtas vizinhos que
desde seculos diminuiam o meu dominio
comroubos continuos, recuaram assusta-
dos.
Um camponez que mais atrevido^tinha
ousado colfocar-se no meu caminho, cabio
morto, vendo de repente o meu j
queleto.

Pur&todos, para a supersticiosa. Bohemu
inteira, tornei-me o cagados negro. De
noute- via-se o meu casteo bcbar sobre
seurochedo como um pliarol gigantesco ; di
dia conservava-se lgubre-,, silencioso, aniea-
gailore sombro aos rajos do sol, como esse>
plimasmas que, tendo* danzado muito n>
concilibulo, se acliassea do manh com a~
penuii geladas e na impossibidade de vol
tarein ao cemiterio [vira sedeitarem no seu
tmulo.
Isto dura ha um auno. 0
Conquistei de novo o antigo patrimonio
de meus antopassados, tomei-gosto i caga e
agora estou certo de que dea leguas em re
dor ninguem cacar veado. nem gamo ai-
gum.
O cagador negro, ou antes O 'conde di-
Holdensgrasburgo calou-se e olhou pasado
baro de Nossac.
0 baro conservava-se sempre fri e> al-
tivo ; tinha conservado o seu oRiar irritad
e a sua fronte carregada de nuveos.
Muito bem disse elle mas isso nao
me explica de maneira alguna, essa na^stifi-
cacao do que quiz fazer-me victima.- Espero
a luz do enigma, senhor conde.
A explicago simples, baro* Tenbo
espies em toda a parte e em todas. a& estra-
das ; soube, antes que elle fosse exeoutado.
do sou projecto de livrar o rei Kstanislb ;
segui-o passo a passo, vi-o pftp em execugo
o seu plano com inaudita audacia, e quiz sa-
ber por mim mesmo at onde-ehegava a sua
coragem.
E est satisoito ?porguntou irnica-
mente o baro.
Ao ultimo ponto. Proclamo-o o fi-
dalgo mais intrpido do mundo.
Muito obrigado. Smente j que est
om veia do exphca?es, dar-me-ha, segundo
espero, a honra de Me dizer oque toda
essa comedia de esquife, e ossa defunta que
danca e falla.
Um dos cacadpis, Hermann, soltou uma
risada.
E' minha amante 1 encan-
tadora rapariga que eu tro 1 de Heidelberg,
e que quiz encarregar-ao 4'esse papel.
_ E' estranho I mjwnurou o baro
julgava reconhecer a sua v
Ora.
__ A sua \oz pareoe-e com a da minha
defunta mulher.
(Cofitmar-te-h^.
TVP 0 DUHQ Rl'A DiQUE DE UAAiA

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