Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12810


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Full Text
AXXO XLIX. NUMERO 10

.


i
;
i!
i
4t
'*
PABA A CAPITAL E LUGARES OffDE SAO SE PAGA POHTE.
Por tres mozes adiantados................ 6JJ000
Por.seis ditos idem ,.'.... ,\ x.......... 125JOOO
Por um anno idern..........? v 24POOO
Oda numero avulso .................. 320
TERCA FEHlA M DE JANEIRO DE 1873.
Para vewtro e fra da provincia.
Por tres mezes adiantados................. &9750
Por seis ditos idem................... 139500
Por nove ditos idem ,................ 209250
Por um anno idem. .,.......... 279000
PR0PRIEMDE DE MNOEL FIGUEIROA DE FAMA & F1LH0S.

O Srs. Gerardo Antonio Al ves & Filhos.no Para; Goncalves & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, nol>ar| Antonio de Lomos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Maques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almejda, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmiuo dos Santos Bulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emHazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanna; Francin'Tavares da Costa, em Alagoas; Alves 4C, na Balda ; e Leite, Cerqninho & C. no Kio.de Janeiro. -
PARTE OFTICIAL
(uvei-uo la provincia.
KLFSOlfirts uLnU 3 de UNEir.o as 187-i.
Acto :
O pr.i hale da provincia, do confirmdale
rom -o disputo n> :irt. 17 d 1 leeret) n 733 do 23
da invernara do S'J, resalvo manar secretario
d i tribaaa) Jo e iai o'srei desta provincia o w'i
pee-iva depilad) loa uta Olalo Bastos, qae inte-
riaa.nsaie ji exoree essa cirg).Uiainimcau-sa
ai Ex 11. presidente <\ > m sin 1 iribuaal.
0 presi lenta di provincia, vista 1) olleo
di ro nnunJante di o.-pide pillea o. $">) d:
31 da saz proxim) passada, designa o tramte
cirurglao J.>.ifuim JiS Alv.s de Al!) iiaerq le
jura suo-tuii.-, 0:111 v >>i.il, ni o.HlIn d julga-
uimu 1>< sIIm didi .0 carao, Ai#"h C riola-
ni di Mrta o Joi Vu'er.arn do Soasa, o to'ia ito
ljitavjL i)t>ia j ti ii i.i..i 1. -C):n n miou-so a)
r.i.VriJ) e 1:11 inhalo.
0 presiIi.i'.a da jirivia-ia, viAX d) ofcip
t o c mi 111:1 la ic di) or.i 1 le poli "a a. s.1l do 31
d 1111 pisiala, reilva designar os alteres Patix
Air.cid di Ale miara e Porgeatiio le Miran la Pi-
loaate! para, eona voguet, servirn id cmselho
di jaia.n vi!) da soldib Paire Antonii da Silva
.i.ii sab ititugao do* altares Manuel Aargio da
Miraes o Jao RibeiD Mmtarroyos, qae satura n
pira o Cdatro da provincia. Fru-s^i igual com ivi-
nicaclx
0 pre-ilcat) da provincia resalvo deiiguar o
taate Ma:n:l Cuiiidi di Ala 11 lerque para
.suliTtiliircjii) vaga! teaente Jni.n da Mr.ta
d $.lra, no consola) de iutgamento da saldado Jas
Praneisc > Ga nos d 1 Sifra. -to'.-se igual c >.n na
iimi;5o.
o prasideate di pr,ivia.;ia, tunaab en em-
idara.-) o.< f.itidianatji allega la J p.l)i probs-
iri da gy.naasi) provincial, resalva rev,tir o
a-I) da priilo n-ia do 29 do outubro ulinn. ro-
tativamanto < fori u as vate d'aTiaDe estaojle-
ima'.i, 1! ordoaa .jai nastasentida s f.i;ini as
necessariu eanunanteafas. -Fiteram-se aspraei-
eaa caniaannkafoex
O lieios :
Au Exm. prosidvite di praViaciadi Parahy-
la. rejaeitendo ti taba capilaret ca.n lyupaa
vacciniea, conrorn) sjluioa a.n )*H;) di 17 d)
d')i'-lloro.
Ao de Gayan, accnaaJo a recepta) da daai
exenaUres mpfceios di relatorio qu; ap"ejoatou
a /ospeetiva usamali Itgishva no dia t. de
jiinlni ultimo.
Ao coronel onaiiadnte das armas, maa-
dailo p'ir un liirdal;, por tsr silo julgado in-
i".i,n7. do servi.;o lo nereito, o reerata Estanislao
Augusto Gavilcauti.
Ao mojil), iJeJl ihai o d) nema Goa'roso
IJ)ii njos lo; Santos, p>r ter provj lo isoiigao le-
gal, estand) dentro d) praia da le.
Aa mji:n), niaaiaiil) que inforna, para
i u.i'i.ueato dt do>;)a'."!i) do ministerio di guer-
ra, so o iiKnt-0 do t-rcoia elatse d 1 :V batalhao
i ia 1 ii n Aaiigio dis Santos, apreseatoa-se volun-
tar.anate, oufoi fireil) a> orvi-o da goerra.
\> Dr. BkeTe di pilii:ia,recoi asadand) que
ron illa ao proantor publica da comirca do Rb
Fo; aoja todos 01 dacumaolos existentes eoi s-u
piler, relativos ai ej.rriva da sublelegacia de
Gamelleira, JCiaael de Barra Wanlerley, por ve-
ritlear se, das diligencia fallas, quaelle es<*.revra
c 11-..1 diversa do jie ssj Jas Loureajo da Suva
id interrogatorio que Ibe foi faite, para que nos
i.'iMns di loi danuasie contra o referid) ejerivao,
aun lesarpioido ; dete.Miiua ib a) sublilega-
I > ras ii.-i'vo ja; prop):.!a sua demuij a bem
'la 111 irilidade publica.
i Ai co.-nma idanto do orp de polica, ap-
piMvanlo a pena disciplinar impista ao alfera*
IJillar nia) Pinto le l'aiva, p>r ter abandmado o
destaca ii'iti di Una para vir esta capital.
Ao mesa, roeom naadando qae preste as
i'ifonna;ei que II10 foram pedidas e:nocio de
i\ de dezambre ultrnu.
Ao eagenheira encarregade das obras mili-
lares, aulorisanda a miniar encaar o ga* ne
quartel da c impanbia de operarios do arsenal de
guerra, com tanto que a despaza nao exced 1 de
li'l, en que fui calculada.fxeram-se as devi-
das coin.nunira^es.
Ai eagea'iiira caofe da rapirt^ta s
obras publicas, aatori;ind)-o a mindar fazer os
canenos de que pro-isa a piule de S. Jcio, de
conformidade om o orean)at anaex) ao sou
oTl-io de 30 d) dizembro.-''omamaicau-se ao
inejieatjr di thasiuraria provincial.
Ao al niaisiradir.do orreio, recoia.nenlan-
d) qua previleaeio para que sejam entregues
com a miiir bravidide possivel ao Rvd. vigario
da freguesa de Panadas os doui vslumes que llie
sai remeitidos.
Ao gerente da coapanhia Peraimbneaaa,
mndanlo que transra para ananha, hora
cinveniente, a sabida d) vapor que linha de se-
guir boje para o presidio de Fernanda ds No-
roalia.
Ao Sr. Antonia Binto de Oliveira, cesiona-
rio dis rendas pravmciaes da villa de S. Bento,
remetiendo, em resposta consulta de 19 de de-
ZMBbro; copia do parecer do procurador fiscal da
taeouraria provincial, sobre be h do event).
Portaras :
Aos agentes di eamp.inb.ia deNivegaca)
Ilrasileira, mandinli dir transporte para a corte,
por canta d) ministerio di marinhi, ao capillo de
mar e guerra Ignacio Joaquim da roncas*.
Aos mesmas, mandando dar transp irte para
o Gear, pir canta di ministerio da fazenla ao 3."
escriplurario namiado para a alfandega d'alli,
Antj.iio Samuel Pereira G-oraldes.
E8PSDIE.VTK DO SECRKTAmo.
OUcios :
Ao coronal c imnandante das armas, decla-
rando, de ordem do Exm. Sr. presidente dajpro-
vincia, que nesta data se mandou satisfazer o pe-
did ) annexo ao seu offleio de do corrente.
Ao superintendente da e.-trada do ferro do
itecife ao S. Francisco, mandando, de ordem do
mosmo Exm. Sr., que se d"- transporte para quil
quer das estabas, por co ita d 1 provincia, at se-
cunda ordem, aos emprega los da reparticio das
obras publicas : eagen'ieiro Jouajm Galeno Goe-
llio, conductor Flix Hamos Lieuthier, e praticante
Jos Lucio de Alhuquerqiie Mello.
GE.XERO*
Pariuaa do man-
dioca, alqueire.i 7000
Carne fres.-a, arro-
ba........... 8j30
Dita secca, idem.. (iiOl)
Arroz, idem .. .. 21360
Fejao, alqueire... 9600
Toucinho, arroba. I02i0
Sal..........
Lenha.........
Ajnia........
v Atoa
D)S GE-
MIROS.
Ql'VNTI-
DAUE.
ESPECIES
especie..
dita
Termo medio.....
Ferragens para a
companhia de
cavallaria.
Capim, molho....
Mil lio, alijueire...
I/Walq.
llib.
Mt lib.
i/lt> lib.
i/160al.
2/16 lib.
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t)40 *fada c instantemente, isto da queslo de C.ons-
oao
uo
2 1/2 m.
1/8 alq.
1500
430
330
lijan
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco, 11 de dezembro de 187*2
Ser viudo de oflicial-maior, .Hanoel Jos.-:
Pinto.
Approvo provisoriamente. Palacio da
presidencia de Pernambuco, 8 de Janeiro
de 1873.luana.
AssignadoJos Maria Ildefonso Jaco-
me Ha Veiga Pesnoa e Mello.
ConformoJosa Ignacio Ribeiro Roma,
teneute ajudante de ordena interino encarr-
gado do detalhe.
Danubianos f)i, no a-ino de 1872, a ai s na que
tinha ido no sou predecesor, bto a mesina
que Ihe tranram os aconlecimenlos importantis-
sinios de 18701871, que tiverain por eleito
mudar a face poltica da Europa, o fue-la retro-
gradar aos lempos anteriores 1836, no que di ia
riispe to a queslo do mar negro, isto a questio
do Oriente, que a maior cbaga do imperio
Ottoniano.
Gato 001 18"1 vio a Turquii escoarem-se os
diasjio ann) qu-* veni de lindar sem |) id-r de*em-
l.aracar-se da triplico cadeia que pren le os scus
negocios, das tres (|ues!es que a trazcm assoai-
INTERIOR.
Ao masni, declarando qu;, para se resolver
< ibre o pedido das tres guaritas a que se refere
.n oficio de 23 le novemliro, oonvm que o de-
por qua
'
(gala di ter.ti) de Ooricury iufir.u
pMj) pd ;.n ellas ser a!li obtidas.
Ai mis ni, recomnm laudo que providen-
ei para que as prafu d) dstaeamanto existente
ni listricto d> Arariba, do termo d) Cabo, reco-
i!iin-seao sea baUlhiepara doporem no consellio
d > iavaatigaca ) que teai de c tnhacer e legalisar a
criaiinalidad) do ficto de ter o sol la 1 do 9." ba-
talliaa de infaatara Hldebrando Cardozo Suzano
assassinado o seu eaaarada, sldalo do msate
batalhao Anuiaii Evangelista, qnaiido escoltavam
posos para e*ta capital.
\o inspnetOT da thosourarla de Euenda, re-
m'iiendo, em respqsta ao seu oucio da 11 de se-
te.nbro, copia d> parecer do procurador fiscal da
: viajara provincial, relativamente consulta
d 1 colluctor das reas geraes do rauuieipio de
Cimbrea sobre bens do evento.
Ao mesmo, mandando indamoisar o mimiie-
r.o.da marinha da quanlia de 27*3631 em que im-
liiju una cnapade cobre que sa mandou fazer
111 arsenal do marinlia para o oscaler construido
e rn destino ao servieo da alfandega d) Rio Oran-
da do Norte.Fiziran-se as preci>as co:u nuni-
l.' I3S.
Ao rn.esn), manJando abonar a Joaquim
Vives das Noves alfares d) 16." batalhao de in-
famara, adula ao 9.-, u 11 mez de sold para ser
il acontado pela quinta parte, por ter o mesmo
do seguir para o Paraguay, onde estaciona aquel-
la batalhao.
Ao mesmo, mandando pagar as gratificacoes
arbtralas ao secretario o guarda da repa lisio
viga das alvarengas pel>>s servieo prestados na
dwmfeecao dos navios durante o mez de dezen-
bfo.Gammuueou-se ao inspector da^uella re-
pargao.
Ao inspector di thesourara provincial,
tnuilano abonar venciiinntos aos destacamentos
i carpo de pahua que estao na centro da pro-
vincia ; sendo um mez a dous offlciaes e doze
pracas em Bom GoaaeJaa, d>us a oaze pragas in
clisivo un sargento em Bezerros, a um offlcial e
nilo pracas em Grvala, a oito pravas em Bonito,
a um oltieial e quinze pr;.gas em Garuar, a um
. t :ial o traza pracas e n Hazareth, a um oficial e
doze pravas em Limoeiro, a um oficial a vinte
pracas em Goyanna, a um oficial e quinze pravas
a.n Itamb, e trei a doze (tragas inclusive um sar-
gento em Terra Nova, a um oficial e dezeseis
pragas em Buique, a doze pragas em Cimbres e a
u.u offlciaJ e doze pragas em 3. Bente. tulo a con-
tar do dia !. deste mez. Communicuu-e ao res-
pectivo romaiandante.
Ao presidente da Associaclo Commercial
Ileueficente, declarando, em soiugao repre-
teatagao da mesma Assciacao, que por acto
de 31 de dezembro ultimo foi delarada sera e-
feto a portara de 21 de dezembro, qu ma'ndou
oxocutar a loi n. 710 de 9 de maio de 1867, de
conformidade coui o disposto no'art. 46 da le n.
951 na parte relativa ao Bstabelecimento de balan-
gas publicas para o peso da algodao, que conoor-
ro ao mercado desta capital.
Ao inspector do anenal de marinha, decla-
rando flear inteirodo de ha ver nomeado para o lu-
gar de rnestre interino da oficina de carapinas o
eontra-mestre Jcao Chrysostorao gacheco Soares,
Vjv ter fallecido n mes" Manoel Ant-mio da Pu-
riQcago, e para, o lugar daquee o operario de
pnmaira classe Adolpho Evangelista -Harnes.
Goniaiunicou-se ao. inspector da thesourara de
fazenda.
Ao conseibo de conpras do mesmo arsenal,
ruando a promover o forneeimento dos ob-
l" ; precisos ao almo.carif.il). Fez-so igual
1 a auacacl).
N. 838.Qaartel d> commando do corp de po-
lica, 25 de dezembro de 1872.
Illm. e Exm. Sr. -Servio--e V. Exc. dirigir-ma
o odlcio Ormado em 2i do corrente, insta data
reeebiJo, no qual ordena que informa se exacio
que se descontara diariamente dos saldos das pra-
gas de pro! d) corpa sob meu commando a quan-
tia de 260 rs. a titulo de tardamente, i no caso
afirmativo, fund id > em que lei procedo a seme-
Ihante descont.
Inf irmar.'i a V. Exc. nao ser exacto descontar-
se diariamente 28) rs. para fardainento, mas sim
160 rs., funda!) ni disposto no art. 3. da lei pro-
vincial n. 982 de 2 de maio de 1871, isto desde o
I.' de jullio do dito anuo, o qual descont logo
recolhido tliesouraria provincia! no acto do re-
cabimento do sold,* e al.atide nos prets, como se
evidencia das relajees d-> m tstra que all exstem,
afim de ter a appl'icacao ;i que destinado, e rece-
bendo de sold cado'praca era virtude do artigo
da lei citada I3I0O diarios, alm do fardamento.
Gumpre-me mai- declarar a V. Etc., que at
en'ao so descontava-se 80 rs. diarios, leudo as
pragas 12)0 de sold.
Com a verba de 80 rs. estabelecida no regula-
mente de 2 de dezembro de 1833, nao era poss-
vel fard ir-se devidamente o corpa, como mu ju-
dic Diogo Velho em seu relatorio assembla provin-
cial, visto como os precos correales do m -reado
ha vinte anuos, fazera a ditferenca para mais de
200 por cont dos pn-gos correales actuaos, como
bem o comprehende V. Exc.
Daos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lucena, dignissimo presi-
dente da provincia.Francisco Carneno MachaJo
H-'os Jnior, tenenle coronel commanlmte.
DESPACHOS DA PaESIDS.VCIA DE ltDE JANEIRO DE
1873.
Arsenio AIToaso Pereira Borges. Entregue-se,
mediante recibo.
Anna Carolina Cesar de MelloInforme o Sr.
director geral interino da inslrucgao publica.^
Bario da Saledade. -Informe o Sr. director das
obras publicas.
Garlos da Silva Araujo. Passe portara na for-
ma requerida.
Bacharel Ernesto Viera de Mello.Passe por-
tara na forma requerida.
l'i'lippe Eneas da Costa. -Indeferido.
Jeronymo Theotonio da Silva Loureiro.Ins-
trua o supplicante a sua petigo com informacao
do respectivo delegado litterario, como determina
o regimeuto interno'de 39 de 'ulno de 1839.
Jos Juvenal da Paz e Paiva Informe o Sr.
coramandante do corpo de polica.
Jos Ganiido da Silva BragaD-se.
Jos Mara do Rosario Pinheiro.Indeferido era
vista da informacao do Dr. director geral interin
da nstrucgto publica.
Jos Alves Barbosa Jnior.Nio ha vaga
Joaquim d S Leitao.Passe portara na for-
ma requerida.
Jos Geraldo de Lima. -Concedo 8 das.
Jas Francisco de Souza Leite.Seja addido
um dos corpos de linha.
Maria Prcscelliana Vilella dos Santos.Passe
portara concedendo dous mezes de licenga, com
vencimentos.
Simpson 4 CInforme o Sr. capitao deporto.
Hencdina Floresta dos Santos Cordeiro. -Passe
portara na forma requerida
Simplicio da Cruz Ribeiro.Dirija-se o supp-
cantc ao Sr. director geral interino da iatrucgo
publica.
Com manilo QUAHTKL 00 CONMANDO DAS ARMAS DE PER-
NAMBUCO, 13 IIK JANKIKO DE 1873.
Ordem do dia n. 689.
0 coronel commanJante das armas inte-
riuo faz saber guarnido, para os elleitos
necessarios, que a presidencia lhe commu-
nicou em otleio dtalo de 8 do corrente ter
approvado provisoriamente a tabella abaixo
transcripta, marcando o valor da etape e for-
ragem no corrente semestre.
Tabella de avaliaco da etape c forragem
para a tropa de 1* linha e guarda nacio-
nal destacada no semestre de Janeiro a
junho de 1873, de conformidade com as
cartas de lei de 24 de setembro de 18-28
e 2i de novmbro de 1839.
Rio de Janeiro
23 os dkzkmb 'o os 1872.
Est aberto o parlamento. A primeira sessao
ordinaria fui consagrada eleigiio da mesa. Ne-
nhum incidente notavel perturbou o processo regi-
niental. l*ut-i rospeitavel inaioria destinoa 1 im-
portante cadeira da presidencia ao ex-presideute
da cmara dissolvida.
Esta primeira victoria de urna Ilustre materia,
3ue conta em sau seio robustos talentos, oradores
istinctes e dedicagoes tongamente experimen-
tadas, um facto auspicioso que o paiz deva aco-
Iher como excellonte at'estado da forga a robustez
do gabinete, que tom sua frente o reSpeitabi-
lissimo vulto do legendario Sr. visconda do Rio
B raneo.
Nao se interroga embalde o escrutinio ontre os
eleitos da nago. Os mandatarios do pavo, os
representantes immediatos do paiz responderam
por um solemne approvagao a primeira queslo
que Ihes foi proposta, em accordo com as pratcas
parlamentares, sobre o modo por que julgam de
seu alto dever exercitar a decisiva influencia quo
Ihes compete sobre a marcha dos negocios pol-
ticos.
O momento nao tardar era qua este voto de
umaj manifestada conianca ao gabinete 7 de
margo tenha de.pronunciar-so de un modo pe-
remptorio e eloqueate. A discussao do voto de
gragas ser naturalmente-o campo razo em que os
partidos to_ dstinctamente representados na c-
mara mediro a sua inluenca, os seus nieios de
acgo, para dahi tomarem a atttude que Ihes pa-
recer conveniente.
Gabinete parlamentar, como o de 7 de margo,
elle nao dislarga nenhuma das graves responsa-
bilidades que lhe cabem em partilha. Consciente
zado na seguranga de sua boa f e nunca des-
mentida lealdade escola poltica que representa,
o gabinete aguarda com imperturbavel serenidade
de espirite o soberano veredictum da cmara
Elle nao se sent forte seno pela frga que lhe
dar provavelmente a inaioria do parlamento; uo
da em que lhe falhasse o apoio parlamentar, ou
em que a materia nao julgasso de bom aviso ga-
rantir-lhe o prestigio, que so pode daf um apoio
dedicado e sm reservas, o gabinete nao teria o
poder. Encerrado o eyelo sua existencia, que
neta por isso houvera sido menos gloriosa e honra-
da, o governo do povo seria confiado a raaos mais
habis e experimentadas, que pudessem em nome
de principios e idias realisaveis na direegao poli-
tica, guiar com mais proveito a nao do Estado.
No rgimen parlamentar, governo e materia sao
elementes que nao podem manter-sc distanciados.
No momento era que essa allianga mamfesta-se
despedagada, imprescindvel que o governo nao
seja governo.
A simplicidade apparente desta solucao envolve,
entretanto, os uiais-graves problemas. Porque todo
governo tem successor. Porque se a materia
arroga-se a omnipotencia, e acaba a obra de des-
truigo sem os precisos elementos de urna recons-
truego duravel, e asslm revela-se maioria acci-
dental, momentnea, sem forga real na opinio, o
novo poder busca naturalmente flrmar-sa am algu-
ma parte em que lhe apparega o apoio indispen-
savel vida poltica. Entao, nao mais a cmara
a fonte do governo; o paiz. E' um devar de
lealdade da escola poltica, que nao pode manter-se
no poder.
Nao ser seguramente aos golpes de urna coali-
go que o gabinete 7 de Marco sentir-se-ha obri-
gado a deixar o elevado posto de confianga, que
espera manter com o apoio da grande e resoluta
materia do parlamento. Diante da escola liberal,
to hbilmente representada as duas casas do
parlamento, o partido conservador nao dar o la-
mentavel espectculo do enfraquecmente de suas
torcas pelo espirite de diviso.
Nao tem sido o gabinete 7 de Marco fidHissimo
ao prograu.ma constitucional ? Algum de seus
cetos deixou ao menos transparecer a incerteza de
suas convegoes f Nao o Ilustre Sr. visconde
do Rio (tranco, nao sao os seus Ilustres compa-
nheiros de assiduo trabalho reconheidos conser-
vadores, altamente ncapazes de arriscar ou eoin-
prometter os destinos do glorioso partido, em nome
do qual uiantm o poder ?
Apercebam-se os bons conservadores da gra-
vidade da situacao. O partido que, em todos os
lempos, se abracou com a constituicao poltica do
imperio, e nao aspira por ultimas de suas con-
quistas e de suas mais adiantadas ideas seno
o progresso de que as instituicoes sao susceptiveis
dentro das raas constitncionaes, teria a mais
gloriosa mortalha em urna causa toda constitu-
cional.
taotiuipla, que o sonho-douro da Unssia; da
ffueste religiosa, que o poma da discordia das
diversas sellas que. compilara o imperio ; a da
questao interna da Roumania, se.npre debater-se
para se equilibrar, sem jamis poder conseguir o
san almejo, ou antes o anhelo da Turqua, sua
suzerana.
Hesolvida questlo do mar n'gro no sentido
las ambices do czar, vio a Turqua erguer-se de
sbito anle os seus ulhos o espectro da invaso
armada da Russia, cujos vehementes desejos sao
e foram lempre apossar-.>e de Constanunopla,
como o caininho mais fcil que para as suas
emurezas do Oriente e da India.
Km face dessa attitude o do aniquilara mo das
Sotencias garantes da sua independencia, compre-
endeu a Turqua que o seu futuro dependa
principalmente do seu presente e, pois, alirou-se
resoluta e le laz ao campo dos melhoramenlos
maleriaes, especialmente daquelles que diziam
respeito ao seu ngrandecimento militar o es-
DIARIO DE PERNaMBUCO
BetroMperto potltlro lo anno
de 1999.
RECIFE, 1. DE JANEIRO DE 1873.
TUKQUIA.
A situacao poltica da Turqua e dos Principados
Cora esse lim reformou e iticlhorou as suas Icis
militares, augnieutou as suas f>rliicagoes e o pes-
soal da seu exercito; procurou melhor discipli-
na-lo e arma-lo, e finalmente bem dispo-Io para
qualqner emergencia superveniente do lado da
Russia, sua maior inmiga, e de cujas fronteira"
sopram lhe sempre ventos impregnados de amea-
gas e rancores.
Porcada, pelo seu estado neutro, manter-se em
boas relages coai todos os paize-, e alera disso
acn elhadi pela >ua propra seguranga assim
proceder, a Turqua desenvolveu, na anno lindo,
a sua poltica internacional com verdadero criterio
e fino tacto, evitando achar-se em antagonismo
quar om a Austria e a Alleimnh i, quer anda
com a Russia, cujos interesses, nao raras vezes, se
emreebocam cora os seus. atientas as condiefies
de vismhanga era que vivera os seus respectivos
potros, de continuo turbulentos e rtehosot,
Assim, pois, em 1875, a poltica externa da
Turqu i foi toda de paz e conciag o, e nenhuma
nuveai tempestuosa acarretou para o eo das suas
relaooes internacionaes, constantemente obscuro
cido das bandas da Russia pelas nuvens de p que
se alrvantam 4o chao era que picara os formida-
veis ejrcitos do czar. .
Erabura oceupada, seriamente ocupada em pro-
mover e construir o seu poder mlit ir, em dispor
u organisar a suas tercas e firtilieagoes, nao se
descaailoutlTurqua de* dar ipcremeto outra
sorte ue melhoramentos, desenv.ilvendo sua rJe
estratgica, eominercial e industrial de caminhos
de ferro, e fomentando por todos os meos a indos
iria, a agricultura e o comuiercio, tente* de rique-
za, para todo* os povos.
No mete das graves apprehensd'es que lhe sugge-
riain estas empresas, apparecia sempre a questao
religiosa, ora sob o aspecto de lutas crois entra
os ch istaos e os judeus, que erara sempre vcli
mados, ora entre as grojas greg.i, armenia, bul-
gara e outras, que vivam era guerra abara, sera
jamis se entenJerein entre si, era com a
Santa S, que e:u vio se esforcava para aeeoanno-
da-Ias, pairo inando-lhes ai causas junto d)
sulto.
A estat tantas causas de perplexidade junta-
vam-se mais p^r outro lado as doCurrentes das
eternas agtec'es Jdos principados sujeitos a
suzerania do sulto; e" tudo isto trazia e irouxe
sempre agtadis os espiritas, e cuidadosa a subli-
me porta, cojos momentos se dvidiam ontre lanos
assumpte* e para mu diveisos lado-.
Eua Janeiro, em quanto o governo ottomano se
atinha era desenvolvers suas linhas telegraphicas
e frreas na Europa o na Asia, a Roumania pu-
nba-se em ebulico poltica por causa de una
queslo de caminhos de ferro.
O partido radical agitou cos e trra, e por lal
forma se houve que, nessa pendencia, achou se,
comprometalo o governo do principe Carlos e
at este mesmo soberano, v A Turqua, purera,
apoada pelos representantes das diversas potencias
garantes da sua independencia, exigi como po-
tencia suzerana, que fosse res lvid5 o conflicto,
s ib pena de intervencao armada, e esta ameaca
produzio salutar elToite, pois que foi o negocio
resolvido como quera o governo e era de justga
que o fosse, votando ambas as cmaras do prin-
cipado o projecto de convengo relativo aos cami-
nhos de ferro, que a Prussia protega.
Em fevereiro Essad-Pa;h deixou a pasta da
guerra do ministerio ottomano o foi sub-tmido
pete general Aboul-Lertm-Pach, e bem assim
deixou a da justiga Mustapha-Pazil, que teve por
successor Kcalmal-Pach.
Estas modificagoes determinarain a mudanga de
varios funeconarios de elevada calhegoria, e fo-
ram a coutinuagao do plano de reformas adoptado
pelo presidente do conselbo no anno de 1871.
Em Ismailia foram perseguidos os judeos, mor-
ios alguus e feridos outros. O governo tomiu
medidas cohereitivas contra os autores do criine;
mas nem por isso conseguio destruir o gerinem
d -sse odio inveterado contra os tillaos de Israel,
odio sempre prestes renascer.
Por esse tempo o governo desterrou tres bispos
blgaros, que iufriugiram as ordens do patriarcha
grego. Os blgaros em numero de mais do dous
mil dirigram-se ao governo, e pediram a suspen-
so da ordem do desterro, afim de que voltassem
os seus bispos O governo prometteu estudar
Juestao, e etlectivamonte examinou-a; e, achan-
o razoavel o pedido, e por outro lado acquies-
eeudo aos votos dos blgaros, emancipou a sua
igreja separando-a da obedieucia ao patriarcha
orthodoxo de Gonstantinopla, creando lhe um
xodo, e assim astabelecendo um schisma, cuja
respon.-abilidade fez pozar sobre o patriarcha
grego.
Os blgaros reunirain-se em assembla geral,
era Gonstantinopla, para concordarom na organi
sago da sua comiuuiiidade, reconhecida pela
porta ottomana, e elegeram o sou exarca.
Era quanto estes successos tnhan lugar na
Turqua, alarmou-so a Moldavia e poz em campo
os velhos odios contra os israelistas, executando
graves desordens de que resultou a niorte de uns
setenta judeos, sem contar grande numero de
feridos.
O governo do principe Carlos intervoio na luta,
e mandou tropas Moldavia com o lim de repri
mir as desordens, e garantir os israelitas.
O mez de margo quasi qua. se passou sera*no-
vidades para o imperio ottomano. Apenas a_ re-
gencia da Serva pedio Porta a evacuagao dos
fortes Nay, Zwornick e Sakar, que lhe pertenciara-
em vista dos tratados de 1833, e que indevdamente
estavauiN era poder das tropas oitomanas.
Na Moldo'.Valachia proseguiram os crimes con-
tra os jadeos, o as tropas do principa Garlos
difcilmente podiam coater os revoltosos.
Em abril o sulto elevan seu filho Youssout
. IreeJm ao posto de musehir, (general da dvsio)
e conflou-lhe o commando da guarda imperial.
Poi a primeira ver que to dau emprego poltico ao
filho do sulto reinante; o este feto foi interpre-
tad! como a conlirmig) dos boatos, ha alguus
annos espalliados.de qae o suitio liaba em vistas
alterara velha lei musulmana de suecessM ao
thron ', lei que alTasta desse direto a linha directa
B descendente, pura reconheeo-lo nas lateraes,
tanto mais quinto j assim liaba procedido o vico-
re do Egyplo com o conseutiuienli) do mesmo
sulto.
Fui por esse tempo que estiveram era Constan-
tino|)la o principe Kredorico Carlos Ja Prussia, e o
grao-duque do Meckleinburgo, ambos os quaes
foram mui bom acollados pelo snjl/a. que Ihes dis-
pensou muitos obsoquios, como j tlnlia pratcado
com o general Schermau e o tilho do presidente
dos Estados-ruidos, que all foram om viagetn de
recrcio e de instruccao.
Entretanto j,iroscguia na Roumania os attentados
contra os jadeos, .acalmando-se Qnalnienie os ni-
mos pela attitude enrgica das tropas do principe
Carlos, que, instigado por urna nota colloetiva que
ao sen governo dirigirn os cnsules da Alterna-
nha, Austria, Inglaterra, Estados-Unidos, (taba.
Franca e Grecia, ni s raforeou as suas exigen-
cas de apasigiiainonto das desordens, mas tambera
perdoou a pena imposta diversos judeos inno-
centemente aecusados e coadomuados por um
conselho de campanazos ignorantes e rancorosos,
que absolvern! entretanto os aecusados pelo
criine de espticamente, roubo o mora pratieados
contra os judeos.
O principo Carlos, assim procedendo. abroo c.mi
acorto e merecen os elogios que iba foram feitos
por occasio d) seu anniveraro natalicio, elogios
que elle responden, dizendo ijuecumpria e eslava
disposlo cumprir a sua niiss >, resposta que
servio ao mesmo lempo de protesto aos boatos
adrede espalhados da sua abdicacaa
Em maio o gove n i ottomano, desconfiado dos
projectos o propsitos dos -rvios mandou reforcar
a guarnigo das fortalezas que conserva era seu
poJer no territorio daquelle principado. Este
tacto, posto que desse lugar graves apreclacdes
por parte da iinprensa alloma a austraca,' de
nenhum modo creou diliculdades ao governo
ottomano, que s tomou aquella p ovidencia coai
um fim defensivo, que lhe nao poda ser contestado.
Era Sinyrna e na illta de Marniora, houve por
esse tempo, conflictos e rizas entre gregos e
judeus, sob futeis pretes'os. O governo inlerveo.
mas s conseguio apasiguar as desordens depois
que os infelizes israelitas tnham sido victimas de
ro.ubos e toda a sorte de dopredugoes, iuclvsivel a
deraojigo do sua synagaga da illa do Marraora.
A Turqua, que cada ve', temava era molhor
considerago o< usos a costumes d) occidente, pu-
blicou o seuorcaraento e o seu fioro azul, isto ,
una exposigo feila |ielo Grao Vst ao sulto acer-
ca dos negocios lo imperio.
O sulto foi Sublim Porta otivir a leitura
desse documento, e felieilou-se pelo estado do
Imperio, lastimando-so todava por nao so achar a
fazenda em situacao de inspirar confianga, como
exigiain as necessidades do paiz o a civiligaoao
do scalo.
Do relatorio do grao vizr evidencioti-se nue
tinha sido raolhorada a adnihistrafo ila jfistici;
elevado o exercito a 80 > mil horneas, bem equi-
pados o ar.nados; accrescentaJa a marinha. que
achava-sa do posse de 17 grandes fragatas con-
rassadas, mont >res e canhonnairas; aperfeicoadas
as forticagoo e lundados garios jtaboloriraentes
para o fabrico de artnis; augmentado o numer
as escolas; construidas urnas e coinecadas outras
estradas de ferro e de rodagera proveita hr-
explralas urnas e concedidas outras minas;
protegida a agricultura; o finalmente bem diri-
gidas as (nangas, posto que fosse o sou estado
pouco lisongeiro.
Por esse to;npo, e nao obstante os resllalos
aprosentados jkjIo grao vizr, inodificira-se o mi-
nisterio ottomano, retirand )-se do seu seio Emir-
ElTendi, ministro da fazenda, que foi substituido
por Chalib-Brey.
Foi tambera por esse lempo que os armenios
ca'holicos foram avisados pelo governo do que a
porta nao reconhecia o Sr. Hossoun como sou
patriarcha, e tiveram de escoiher outro, re-
cahiudo essa escolha em monsenhor Keppelliau,
o qual receben logo a investidura desse elevado
cargo, sendo-lhe dada essa inveslura pelo sulto.
Sua Santida le o Papa nao flcoa satisfeito com
a esculla do patriarcha, e rauito menos anda o
flcou cora a sua investidura pelo sulto, de que
tudo deu conhecim nto no governo, retirando ao
mesmo tempo de Gonstantinopla o Sr. Hossoon.
Entretanto os exarcados blgaros celebraram em
junho os oillc s do respectivo rito parante nume-
rosa assisloncia. nao mencionando no acto o nome
do patriarcha grego, mas sement o do episcopado
orthodoxo, lendo o arcliiuand-ta a proclainacao
da independencia da igreja b.lgara.
Nos principados, em consequencia ite urna nova
lei militar approvada pelas cmaras, forara demit-
tidos todos selllciaos da guarda nacional, cabondo
ao ministerio da guerra fazer novas nomeagoes.
Na Servia realisou-so, por esse tempo, um
aconlecimonto poltico bastante importante, qual
fui a raaioridade do principe Milano, em cujo
nome at ento tinha governado una regencia,
depois do assassinato do principo seu pai.
Por occasio desse acoiiteciinonlo houveram
esplendidas festas e o sulto, seu suzorano, e os
avernos da Russia e da Hungra, maudaram os
scus representantes assislir as cernionias do eni-
possamento do principe as redeas do governo.
Algumas cdados de raga slava, perlencenles
Russia e Austria, tambem maudaram os seus
representantes. A Austria nao gostau disto pelo
qua respeita s cidades da Bohemia o da Transil-
vania, o prohibi aquellas municipalidades man-
darem o* seus enviados, declarando que era ao
governo stjue competa fazer-se representar nos
paizes estrangeiros, o mandou um representante
seu. O governo da Russia, pelo contrario, nao s
permiltio, mas at instigou as cidades mandarem
com grande apparato os seus representantes.
Arabos estes proccdiniontos sgnficaram apenas
intoresse poltico. A Austria nao quer que lhe
cortejem e attraiam as populagoes slavas do im-
perte, e a Russia corteja estas populagoes, porque
aspira a reunir um dia sob o sou dominio toda a
raga slava.
O principe Milano fez urna proclamagao ao povo,
inforuiando-o de que toniava possa do governo, e,
logo om seguida, procedeu a nomeago, do novo
ministerio, cscoltiendo para as pastas da guerra e
dos estrangeiros os Srs. Blasnovaes e Pristies, ,que
tnham foito parle da regencia, ao primeiro dos
quaes deu a presidencia do cooaemo.
Na su i proclamagao o principe agradeceu aos
pelas circurastaucias que inlluran para a derro-
gacao da clausula do tratado de Pars, relativa ao
mar negro.
Efectivamente o que ia pela Turqua, o que se
p issava e u Gonstantinopla era da natureza inte-
ressar o occidente da Europa, sempre acostumado
associar os seus aos acontecimentos do orient
Em urna noute fez-so urna revolugo de poder,
era Gonstantinopla; eahio ura gro-vizir, que pa-
reca estarna apogeo do favoritismo, e subte ao>-
poder outro grao:vizir. Nao foi isto porem urna
crisc ministerial ordinaria, nao ; foi una mudan
ga completa do politica e de systema de go-
verno.
De foito a mudanga minisleria' importo no des-
barato das ideas turcas, que tnham ascendido ao
poder com Mahaiotid-Pacha, e na ascenco da po-
ltica de reforma o de progresso, representado pur
Midhat-Pach, successor de Mahmoiid-Pach.
A poltica que triiunphou nao era desconhecida,
pois que foi a mosma inaugurada e praticada du-
rante muitos anuos pelos mais eminentes horneas
de estado da Turqua, taes como Rechid-Pacha,
Fuad-Pach, Aal-Pach, e outra?, sendo do notar
que o eclipse temporario dessas ideas coincidi
com o enfraquecimonto da influencia occidental,
motivada pelas desgragas da Franga. i
Tudo conspirou, em um momento dado, para
produzir essa crise nos negocios do imperio otto-
mano. A Franca nada poda ; a Inglaterra, nao
tend ao p-i do si sua antiga alliada, tambem
ac.hou-se impotente para d.-fender es tratados que
foraino fructo da guerra da Crmaa; a Austria,
eslava redfizida ao papel de observadora. Por
cuma-lo de dosgraca Aali-Pach suecumbio na
mesini occasio.
Tudo isso.pois, reunio-se, conspirou para que fosso
as redeas d) aovorno parar s mos de Mahmoud-
;*ach, at entao pouco conhecido e mesmo obscu-
ro. O seu m-)iu da governo foi antipathia par
ludo quanto se ciwraava progresso occidental ; o
por isso todos os seus actia foram de reaego con-
tra as ideas dovj seus predecossores, forai adver-
sos tudo quanto tinha sido feito antes de sua as-
censo ao poder.
Maliraod-Pach servo-se do dous metes para
conservar as boas gragas do Suitio o mais que lhe
foi possivel. Foram estes metes: incensar as ideas
preferlas do sulto e o seu gosto pela* prodigali-
dades, o bem assim arredar lodos quantos lhe po-
diam projectar sombra. Com esse lim ella casti-
gava c un o desfavor e at com o auxilio os mais
altos funeconarios, e esteudia esse modo d9 proco-
der a'-1 aos seus collegas, que elle mudava inces-
santemente e lodo o proposito, com tanto que
s tivesse junto si quera lhe obedecosse, sera s
acercar do ullo.
Nos seus dez mezes de governo elle proceden
como arbitro asitico, perseguindo aquellos que o
aquetavam, supprimindo o* jomaos que o podiam
denunciar, desorganizando tulo, o at intervindo
nes negocios da groja blgara e da groja armenia
para perturbado?.
No seu afn de tocar e revirar tudo, elle nao
vio, porem, que contra si se ergua, anda que sur
dauente, vuzjjki opinio. que, apenas chegou aos
ouvidos do sulto, deternunou a sua queda, que
foi promovida par aquello mesmo qu.em elle quiz
por ultimo sacrificar e que foi ao mesmo tempo o
seu successor.
O facto d'esta successao passou-se ura pouco a
mola oriental, cora a nlervenco das intrigas do '
erralho ; mas, como quer quo fosse, agradou go-
ralmenio esse resultado era Gonstantinopla, que ce-
lebren festas para saudar o novo gro-vizir, cae-
clainou enthasiastieameate o sulto pela sua acer-
tada deliberagao.
Esta teve por effeito intitilisar os esforros erapre-
gados cora o fim de re luzir a Turqua a urna ira-
mobi'i ado fatal, eom o tira de segrega-la da Eu-
ropa. Eslas tentativas felizmente ~ tombaram, e o
imperio ottomano vollou s suas tradieges de re-
formas bem entendidas, do feliz accordo cora o
occidente, reformas e accordo que tres geragoes
tinham erigido era systenu permanente e se-
guido.
O novo gr)-vizir encontrou una adrainistragao
que careca de reconstruego, e varios servigos
pblicos que podiam reorganisago. Seus prim :-
ims idos foram reparar as njustgas praticadas
lo seu antecessor e abrir vlvulas ao espirito pu-
lco comprimido. Por isso aos jornaes foi logo
restituida a liberdade, e aos exilados foi casada a
pena de opatriago.
A conli inga renasceu logo, e com ella abrio-sa
urna nova era para a Turqua, que assim se enca-
miniou pola nica vereda que pode conduzi-la i
prosperidade, mediante as suas antigs afinidale*
com o Occidente.
A' partir do momento da revoluco ministerial
poltica, os acontecimentos so precipitavam. O no-
vo ministerio entrou resolutamente na va das re-
parages, e todos os seus actos foram recebidos
cora applauso pela opinio publica, que so Iho nios
trou favoravel.
Entretantoseguirain os negocios politcese rel
gloses o seu carainho, e reunio-se em Gons-
tantinopla un a conferencia do* embaixadora o
ministros estrangeiros para o fim de examinaren! a
reforma judicial do Egypto, reforma que fot
approvada pelos delegados do Cairo. Esta reforma.
porem, nao foi approvada, porque as potencias
europeas nao se mostraram dispostas desistir dos
privilegios concedidos aos seus subditas no.
oriento.
N"esse entre quanto declararam-se em hostilida-
deaEgyptoe a Abyssnia; e contra esta potencia
mandou o Egypto qiiatro mil homens, que, posto
que lovassom" ordem paca nao ultrapassarem as
Ironleiras, invadirn! os dominios d esse reiao o
avancaram progrossivaraente, dominando alguus
chefe's abexins que foram encontrando a batendo.
Por esse terapo recominendouo governo ottomano
ao principe Carlos da Roumania que desse Grecia
as satisfago** que lhe eram devidas pela prisao da
cnsul grego nos seus dominios, e o principe assim
fez, conseguindo apasiguar as queixas da Gre-
cia. -
Djerail-Pach, ministro dos negocios estraugei-
\ ros, e ex-embaixador da Turqua era Pars, foi tam-
bera par esse tempo designado para ir curaprimen
tar na Crimea o imperador da Prussia, de volta aos
seus estados.
O filustre ministro foi, porem, bem infeliz, pois
que, no seu regrasso, fallecou repentinamente, do-
xando vago o seu lugar no ministerio, para o qual
foi nomeado Khalil-Pach, embaixador em Veuiia
Entretanto reunio-se em Constantinopla um con-
cillo ecumnico da igreja orthodoxa com o fim do
deliberar sobre a emancipagao da igreja blgara
que o eduarara terem-lhe entregue o paiz pros-' Presidio o c mgresso o patriarcha grego, que expoz
pero e contente, e prometteu governar constilu-' os motivos da reunio do concilio. Este, depois da
cioaalinenle e seguir os exaraplos dos seus largas discussfii?, proclainou schismatica a igreja
maores. \ blgara, e assim condemnou-a sparagio, con-
Depois das festas o principe notificou sublime denmando igualmente com ella as decises da Su -
porta a sua exaltaco ao throno da Servia, e bem blimo Porta que lhe tinha concedido a indepen-
dencia.
Em quanto isto se passava nos dominios da re-
ligio, doram-so outros acontecimentos nao menos
nota veis sob o ponto da. vista poltico. Era Coas-
tantiuopla houvo um tumulto entre turcos e per-
sas, do qual resultaram varios ferimentos. Flix-
assim cotmnunicou a Austria o mesan acontec
mente em termos amiga veis e de forma apas-
gua-la nos seus justes reseutifnentos pelo que
houve em Belgrado.
Em fim o principe convocon para outubro a
cara ra dos deputados (Skuptchina i, a qual se
deva reunir era Kragujevaez ponto de reunio mente, intervindo a tropa, cessou a lula. Na Ser-
das assemblas servias, nao obstante tor Belgrado va o. prncipe Milano abri o seu parlamento e
o privilegio de ser a sede do governo nrosiou juramento constituicao; ao pasao qua no
A esse tempo attrahia todas as vistas o que se Montenegro houve urna seria escaramuza entre
eslava passando era Constantinopla, centro de turcos e raontenogrinos, resolvendo as cmaras e o
todos os movimentos polticos do Oriente, ponto governo desse principado que fossem soveramente
para onde canvergiam os esfbrgos das patencias castigados os fautores desse attentado.
garantdoras, n> iatuito de o nao verem abalado i Por seu lado os egypcios, animados com as pri-


r'


Dia<2-y Peruambuco Terca felfa U de Janeiro de 1873.
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^=5
-raeiras victorias ginhas routia os byss
linuaram a ia i'iairha p i i-rritori i im
ai quauti o r.:i da nlava iva
*ario Londres pedir proie,v) da Inglaterra
i-ontra os jeus mimigns, ate no se.:i tss ja *
adiaran M pos^e d> districo de. Bagas, que tem >!'o rompo; o n os elementos do* dous partidos
r, rwc aspisva-vi MbSlita*r o partid) Ai r., te?: u t.'. h os qi i .. cibliiM s; rs.t!-
2,VntG. 1.10 V.\\ -.-. -...MI lll i IIMllf)'.' S 'IJI.ll
F fertivaatanta. ante iwina dir rei, o -_-ihi:i'-', d v.v"a<
:- /..val* |inl> fji ei'atna-io para nrgautsar novo m nj*t.!Vvt, q>i
ma populacho de 8): > O alnas.
O nielo entre o Ktntenejro e a Turqua as-
rea do ter o ministro da ugbrra ottomana dado or-
.!> n a 11- i.-n ii uidaiite n tapir da Bosnia para fa/.ei
gaarn!ecr o.n un c rfifcde partos forti-i*iii>; a
rrontera entre a* poaawes de Kafcicbin i e d
aparva ; a propried uto le-to terreno tem sempre objeeto de conWfca-) entra os taro e os
juontenegrinns.
O gotera) m nter.carino j ilgand a -'V iraaea
atabacada, resolv,* mantr tropas par i a pi al'
tientas, cim oi.k-.ii do estraif os b|pkbaa* "
construrciio. V **
Nos litis de setembr.i os ni latenegrinos sorpren-
dern! as firmas turras, m-iit < iracas p r.i p 11 < -
rem resistir, e empenliou-sfl u:na lita forreaba,
que eustou a vida a inultas e nibateiitos Os fcta-
salci.uropeus eui. Sciavjo lUeram decretar um
jiiinsticio.
O governo ot! rimo, sen 11 informa i > 1 > fa.-l i ''
lad i o grVrhr feit 11 igi in irchar retira, ts para
a Herzegovina, significo:! an {-averno di M >.i- i -
gro (fia a a Part ni i obtivnsso nina satisfazlo
par a -a.'!!-.', a't talaj >, a cons< pieaeia seria tuna
ir'[.'.i -o militar.
O cirio diolomano en Coistautinipla ni) da.i
razio ai Mmonegro. a nao ser ombaixadir di
Rassia o goueral Ignatief, (po tomau a defeta d
principe Nicolao.
Knt vista dista aa;ac foi *|:ia as cmaras o o
p irerai il i M lutenogiv d jr.i n a sati rima fallan >s, man Jan lo castigaros culpisas d>
atenalo.
*sin. sempre eivalis de d-sordoiis, Asaveneas
e viri.>s di tida a ordeni, toril) inda os negicios
ra niais a-so:iibroa r ivolucao iu-ministerio e na
poltica turca, caliin 11 d:us gracas do auU'i Mi 1-
hat-I'ach, que, havia tres tnew- a,) -as, fora cha-
mad > pira substitu! oyrai-v irMali u >:i l-''acha.
e r aja ase icVi a p i lor tora um a -o' oim 'n'o
jas eacUsra de ju'iilis e de fastas a linda cidade
(i. R isplioro.
Mida!it-Pu-h. liaba restabeJecid o imperio da
jiisljca e da loi, e tinba reatad i os Ros da polHica
antea >r Mabm>ad Pacha, Lsto da p ditica i|'ie
so iMoadia ao oecide it-- da Europa. Isto desagra-
dan soiire-in" >do It is-ia e ;i Alie anab, s.j.i coa
tirqae acarretara dasgostoJ d*ro.m3*m do
-erralbo, onde alsumas ^a ubicos c.iin-,-aram a
< ):ts >rar coati'a o gia i-viti.
O qae Cacto c qaj, quandi mmw se esflgrava
< qie e lacio O q l'. qaan.i i ni -:i i- >- c.-,|ci ',
rebeatoa a eriso,~quo tti atribuida por unsts in-
irigas das dnas p itoocias do norte, e par nutros ;is
ntrfgas do s-nan, e cajo e'Taito n-n-liato foi a
etra la deMid'iat-Paeh, e asna sabstitoicSo por
tnga
intrf
ro...
I ii.-t-ltisclidi-l'acli;!. geralu 'Ote cotiliecid i
C3:n' |irootvpo da preguica oriental.
Esta ina.lanca, p irn, foi cvi.lentemeule un
irausieao. nm inei-i de sabir d.i extrean ern qie
sear'i'i.i o salta i, e.vtreu) q:.3 era c.i-n'iatid pf-
1a- inT.ieacias nocivas poltica d; pr igr.v.sj.
n s 11 a as.-ea.-ao d Seheaiot-Rnschdi-Pacha a
dignidad- de gr*)-viiir, tuana-s" vacilante a pi^
si -"i i d > givenn oU-iniin i, ijae coas! uitrin nite
viii-.-o o!igad i a mudar de ministros, s n q ie ai
fn-a,is fisse consultado otIijIj d> ga'iiiiot^ijij^,
por essa iisma r.i'.i ac!inu-s.- co'.l i.-a%T a
inais critica de todas as pisi'v" es. 5^g '
' A poltica a'-oniiixiboa as v. c,il!folf|Wrgani-
aii ministerial, e. assini abala la n v.ieila.a'',, foi
e val se agiMKt ni 1) a*, qao o sulla* se doada
por un dos ejLttemw, -m |iir Malianad-P.ic'a i,
isO pela p.ditii-a ckrln i-.anrale turca e orien-
tal, o-i por Midbat-Paclii. isto o.-la poltica -I'.
proaresso, assoate na- ideas do rK-cidnte.
K' o crer, p ir u. qi.j o sa lio prera a se^rai-
.Vi. vMi c.taii oiHonle por in riniJio delta podo
rj a Tarquia con niistar a pisiijli qa
rei! i da aspirar, > \ \ de nena ru mol i '
tadin o i de Mal o 111-pac'a c i !' a- c u,):e;soras e rogrossistas.
S p>r nutra i'e.in se docllir o sulti
tr i f.ir o se i rn a i. e i f.co lis acoalccimcnt is
'.re isaoi mi......lab ram na Europa para se-
r- i l"s'-invv'.i.l is sobre O so faloro ; nii far a
Tdi-; a seif.. ag^Qvar a sin sitaacao, alioaanio
;. -',npat!i:as q.|.: Ilio polca) sor uteis e-n qaal-
i :: grave cnergeacia, o |i ir c mse i i-'a facili
; a .li-
:- s.ia;
se na-
t : i i a mi-i i da U tssia <\ \- 6 asseahorear-se de
.:..- i ntinopla, e a d ip!a inissili da Austria 8 -I i
A.II -miaba, q-ie & segregar ditiiiierio ottoaiano
s ,;tal.s tria!arl is para eonstituMos inl--
|. >!-tus e livres.
So a Tiirqaia. p .s. nao tiver aiio; se sena) ,1';
; h u eatenli las pratiets de uai govorno liMral
c r i aliad ir ; (e/r rol p ida ser o sea futuro, como
. -ni A O presea- i a i n e. o aun i 1 :j tu o que
h :.' -o t'r.niniii.
['",- l'otoi-i p'. I sr-r t it.i! --;i 11-damtit > do
i 1n* sonentc en bjnaclo da Russia e da Al-
l- m'ia, is-i dos losa p*l*r.n s gigan do
calligad.i
A altianca dessos partidos, p n-m, duro i pouco,
o ministerio vio-ss forcado |ilir ao rei > dis-
lolucao da cmara, ao que ae.piiesceu o ro, con-
vocajtlo nava caara, cujas eleiedes se (l oram
en ma-eo, no ifieio de riolen as des irdeus, provo
ra las polos diversos matizes politicos, mas as
q la es e insegu i mai ra o gabinete Ualgaris.
Abrio-so'o parame ito u i dia, predsado c in as
s de n ida-les do estylox en'reg m-su aos seas
trabaluas ordinarios, apiiareceado ssinpra e !>' 1
o proposito a (|u:stXi das ininis de Lanrim, que
era u:y constante pumo de discordias,, a non
prjlile-ta de q-n se servia i opoosico para der-
rabar os gabinetes.
Ness entret.a-.ito a op|)09iei) apresenton uua
ni ieio do censura ao ministro da justiea por "'0
pare.-.:v que eram comiueltidisab-.isos na pien-
ga'v.i regia da c meessai de perdSes e cjniinuia
i'\a de p mas. A m icio foi rejeita la pela maioria,
d)p .s de acre discusslo ; mas, nao obstante isto,
e ministro dea a sita demissao, llcanda desde lo-
gi un crisc o ministerio.
Esta, por.n, do sbito se aggravou pr 'caasa
1 n minas de Laurioii. cujo respeMO nao fu pos-
sivel accorlo enn a cainir.i ; e o Sr. B liga
ris d-a a sin e a demissio de to lo o iniuiste.fi,
iii-ti.uiiu 11 o rei ao Sr. Deligiorges a foraiaca i (I I
n ivo gabin ;.:. q te elle coastituio com o* seas
auigo--.
(i novo gab'nete desla ou que aa tratara di
questai das minas por vias diplonatic.as, una
ver qao es-a qaesuii era anl prppril sor n!.-
solvida, de co.if iroiidado con as leisda paiz,_po-
los tribuaos e segundo as preseripefles do direi-
Jo iii!ernacio:ia!.
Na i loe vale a, poivin.essa deciarace eattitude,
v.n i (mu a e.-miara se Ihe moslrou desaffecta. e
o Sr. Deligiorges vio-S3 olrigido ap;icllar para
a prerogativa da corta du dissolver n parlam;ato,
prer.igativa do qao se servio e-Te.-tivaaicate o rei
Jorge, laucan lo .assiin O paiz nos bracos d^ novas
latas l iviraes, qUe devia n ter lugar em seto n-
liio. como determiiiou o governo.
Os partidas entraran des le logo a se agitar as
previ is.pre;iarns para a e.amp mlia cleitoral. a o
governo, no io-.erreguo iiailamentar, ateve-se aos
ue.vios babituaes do estado, procurando sempre,
mas seai jamis encontrar un meio de resolver a
questao das minas.
Eitretmto o ga'oinete I)-ligiorges em;irebe-i,leii
e levo-a cabo al:,'iimas nfuaas adininistrativas,
qae pro lii'iraiii notaveis eeoii-unas en bem du
tlie.-naro, que como desde umitas annos, latan
com ver.laileir embaracos.
Final reate lizeram-se as novas eleic"es, e seu
resalta lo lo-, con o d'ant s, favoravel ludas as
opinioe*, seai dar maioria certa e est vel n -
u'iam parido ; c, por isso, aborto o parlauwnVs
luvas latas rovo de supportar o gabinete Dali-
eiorges, qae se aetaou atacado cmstaulemente
i ir diversos lad, frmase modis.
Ao .- .s ataque.* da cmara ale ais ministros dc-
raai s-i^ees-ivanieate as sais ae.nisses, e Q Sr.
Deligiorges, pr-vendo a iiujinssibililado de re-
construir o sea gabinete, e por oat lado qu:ren-
da arrancar o paiz ao estala la-tioioso eai (|iie
se acbava. foi conservand > para si a gerencia das
pastas vagas, e j reuninlo (res, quera apossar-se
dis nutras, para assaoiirassim urna dictada-a, dis-
s ilvendo a cmara e g ivernando seu mol i.
O rei Jorg-. portn, reca* ui-se a ac.juiescer a*
distas d t ministro quauto a dissolu;So, e assio)
pennmecea a crise, continuanJ ase;- precario o
I. il. |iaiz, qaer na politiea externa, ipi-r ni
p ili'jca interna, qaer linalininte no tocante .is li-
oaa'-as.
As-i n, pnis. para a Grecia cncerra-se o anuo
M n i oo iiec ..i. islo entre trgs crisSS, qae, p isto
q ic nada le. iban) por m planto ie alarmantes,
p.id-.n de un oii.u-ulo para nutro tornar-e gra-
ve -. e*p-viabn -iite a relativa politiza externa por
Causa das tninas de Laarioii, una vez qae o ga-
btncles de Boma e deVersadle naoestao diser-
tos ceder dis direitos protectoraes qae devein
inanter aos s..;is subditos en paiz estranaeiro.
Ant taos circiunstancias. ningaeai dir por car-
jo qae o pivo belenieo di provas de sensatez ; e,
pas, licito duvilar que elie ptssa levar par
a ibroc.e-i i e a uuudia ?*.<} pas-u-**U8*du
di piHl.e, "d>pjis de lias- -
ur.i I i:ites, titi-aai o
l veni cagir,"nMi:i-:iin a
Ca o -T.) p ilittntjdB s assini,
H C ni elfc, vSpl i"' mi al-
l val. alv -l ti ii.', p a'. nr.1 |i"
> ia.org- u r- I i ir.;'..; d; tolis a*clis*eS Kd
1.1 i- os iol.vid I >-. '*
Os d'.i a'a 1 {*, u ti ./i v'./i/< o nos baa | lete, fa-
tem-s" "iivir d>. seta re.prtivo; jeHuas, espa
as sa^aridr
vaui u^ oo
cujrar o ciim;i i
niv i pl ii i
nonii i d i a
dep'is ,! Jj
u lugarjs n pirlianali, oufc Ci'.e.n oavif
a sua vi/. |ioi pie as i irdiaer. a propria voB
dos se ts i-1 uaitt oes, da que s. i olios liois i der*
ate'es, p'rfoM|r.;ire*-naats. *
K n piiu'o, piis o- re.iiooataiite.; da nae'io per-
c una n o' ^.! is distri.-tis eleit raes, c a vid i pa-
litica rip.iiti.a-sa.p!is ctadadis, decresciam d-j
i n;i irt'icia, in Ltalns; as qaestSas polticas,
aga irJ-tn-l a alart ira d i paria n va,. -
KiitraUnt) a p ilitiea g-ral nio d-scancava ; se-
gua seai i.-e os seas t.'a .itef, e mmifestava-se li-
vre ueafe', seg ni lo as occuBas e :is circu wfjxtg
') romo bdlenico
n ae iienli-iui grande e not
!A.
vi i escoar-se o auno de l8T,
r im
i. (--
tanto
N i dri a;fi que a Rusia avanrar para ftiislai-
tin > da. n "i i liie po.l ir > emVwg "' os par i lien a
la.Ilat-Ha. a-ai uAtstra. iaouubMi
til para oblir taojrran le
cas.
Ni trm'e externa, so nao era desanionlor o
sea esta 11, inm p >r isso era d) aalarea tran
qaillisar co nph.-la neate os animis.
Os d .as .ni i i-allornes tinb un so da crueis
provan as p ira n org.ilb) brit iiinie), para o patrio-
tisiin inglez; mas era anda duvidiso que as
crueis lia: iv bidis liic pidessem aprovv-itir,
ensiuaad i-be o caaiin'i-) da. polkica que ella ja-
mis devera lor aband niado..
Esso -alial ia i culp iso foi a caasa principal das
con I aislas di i'i as sii; e, depi.s dtstn, a arro-
gancia aiiem. e a sob rita da Rassia. fizara n sen-
tir lol irosa naale a Inglaterra qom*. i tinba ella
sido ia.- invenient, retiran lo diconelu da balanca
e:n q ie se posava o e ludibrio e.ir.tp.ja o seu for-
milavel peso, s-:nire prestad so fazer s*iir
quan lo as ambir "ios de con OSta si ostentavaiu,
qaanloo davito'da fire qaeria pre laminar.
Verificados os crueis contecimantos que d'itef-
minaram as otnsts, sob cuj i azirngie ge nea a
Inglaterra, a E irop ae'aou-se entregue aos vaes-
vns da sorle, e, anda boje, c inservaitdo-se al ins-
tar das grandes ambicias, apuiadas pelos graud ts
exerctos, reprova Itigla'erra a sua imnib-lididj
o s-a e0'oisai) p diiie i, n i qaal tolo esse mir le
ti-ineitos. in qaal lilas as amjaeas di futuro eo-
coaira un mitivi .lo ijaeixa.
Nio obstante, unrem, essas qauixas; nao obs-
tante sentir a dr que as justasrecri aiiincoes Ibe
assacam ; a I.igi it-ira parece nai querer em:u,
ilar-s-, visto co n i os inglezes parecen aa* ter
perleita consciea-ia das taitas qae c.unnatieran,
deixanlide i it ressar-se pelos negocios da Eu-
ropa.
A p ilitiea, ad >;it ida lia aiguns aun la, toda de
eg usan, de in II -reac e de inercia, consistud i
e ii viver separa la das nutras potencias, e.n liear
neutra as saas qaerellas, en leraianecer ex
iv.;i acoutecimento
< ar.'neaase ao sea habitual estado de exitacio p t-
litica n i interior, ex.-itac.ii q ie de ordinario se
maujfj ta par eoasta a latas entre os seas irre-
ij ii is partid.is, cajos chafes p.issam o lempa
f i^areai o se deligarom para o lim de coudu-
>:'..- n a nao d.t estad) porto de salvamento.
Por nniores, porm, e mais notaveis q te sejain
i d 'sejos e os fructos d '--as ligas, as ve/.es de
>s lias, nao padsranj, am ia e.n 187, os pai -
i : i ltieos da Grecia alcanc-ar o alm (jado -
n, e, pelo c.mtrario, so c.onsegniram.
.-.- saas mamfestacie turbulentas, omp^iorar
111. Iiaancoiro do aai'. e coai elle a politie
exterior como kitenor.
'," proposito de iufiaccSjs feila? ao contrato di
i a; empresa franct-dtaHaaa para aeiplaracio
dsonas da Urarion, infra-eoes em vista das
ia es e do coatrato era o governo greg abrigado
. :.j.ir una in.l'.naisae.ii eatpreza, nasceu d.-
'i'iil turna grave peddensia entre o governoeessa
- n ireza. que recia n .a pjlos s :; direitos. na'-
ii dftjiatteadi.la.
A" caijwniia na i se den pir yea-ila, e pedio
auxilio aos governo dos paiz.s que partenciaia
.ss.'.is respectivo- accionistas, para u un d lije
s real garantidos os seas direitos. Os goveraos
'. icez e tlamo int irvierara ; e por semelhante
oainu qaesto puramente administrativa, e
: .i -.iju.liciarii, foi elevada catliegoria de ques-
tb !;iloai'i-a, es le-ialmente pirque, ntorviudo
a- cinaras h ".as ni negocjo, negara n abso-
lutajneate ao giverno os in-os de satisfazer os
justos recia -rus da e npreza, ero prol dis qua:s j
t ili i se liaba manifestad i o nuas:no governo.
EjoKada a ijiastao a aliara le pankncia diplo-
ata eporoatrn la'dt, iasisjiqdo as caaras
gregas em nao ehegar aecirdo com o governo,
eomoii.-oam-se de um goljw tolos o. uega-ios
fia p >li'i-a interna o a t mesm) lempo aaumrain-
ssoA liorisontes da wliti.-a externa do lado da
Franca e da Italia, com enjos pveruas desde en-
l- uln i;ss:-i o g. veroo'ti de ic11! tratar para
Am de solver to extra vaga ale conflicto in'.er-
n ,.-:o.aa!.
*H pirtidos polticos representad is no paria-
ni -vo, senapre ambiciosos de mando e do poder.
e .sempre di*isto< i nio arant treguas a*>s seus
adversari.ts do gov.irn >, eraban divididos e sub-
li.i ti 1 ts, coUigavam-se na opposicao para dar a
qa el i n i ministerio, e, apenas te ficto se pro lu-
lii, se-nrava ii-sa para i r a lula eon'.ra o
ru-is Miz dentro ellos, qoem i rei latge-ioaai
ti:a a direejai .1 is nefocm di estado.
Por semelhartt. ineios consiguiamiBq|ii.nore
derrabaros ministerios, qu; seai apoio suficiente
aas cannras-, cujo .fracciona-ueit-i era mauifestn,
apenas viyiam o temi necesnario para que se
for.nassen as ligas, cujo objectivo era o governo,
e assiin se um sue:edendo cota iacrivel rapidez,
A*-ffk balbardia, pordia e perda se.npre e;n po-
titica'e cu iJoattjas
Ao abrir-se o auno do 1872, fau-cionava o par-
lamento de Alhenas, uberto nos flus do anuo m-
(erior, c a:hava-sa de po&se lis rodeas da ad-
rainistracio um gabinete prendido p<* Sr- Zay-
mis, u ai s mais n )t i .'is hoaitus p-.iblicos da Gre-
ra.e.cuja ascenjcao palor fora determinada por
iMi voto d.i ramari d 3 s, que elevando-
saapreaUenetk derrotara airmes.ui toat.io o
aiiinisteri.) Caumonlauros.
O Sr. Zaymis viven algum lempa eui liarmoaia
_-n a cantara, mas alin.il qitbroa-se essa. liar
fiionia, e um voto lee.usura loe ,o: dado com a
fliauif.wta inten^io de apea lo do pider.
ir. Zaymis dirig' i-se ao Rei, a expmdo-itae
el g,i"ernar com a cmara, qaal
jaer que omo o partido que estlvesse no podor,
solicitaa-lbeaasiiiaaatura de um deereto de dis-
saiucjmda ineauu. eamira. O rei Jorge portn.
nao aceit u semelante ai\'itre, e esta ocliboratAi
detetudnou a completa, mas momentnea fuso
Jkj partidos do9 Sr;-. C^iDadouros e Balga-
l'avante, pelo menos uestes anuos mais prximos,
a i 1 a qae j brilia em aiguns crneos, da re-
.i.i-taica-i de um grande reino belenieo, como
!"i-".ira,'composto dos diversos ele.lentosqae sao
cQigeaeres csse povo, grande parle dos qaaea
vive jjipriaiilu sa'o M doniaios da Turqua.
INGLATERRA.
A > (hi 1 iv-se o aa \ de 1371 liabas .> tornad i so-
be-nido ailavel o nivi-njuto ni;r.u'ii oa oe.a!
n i Inglaterra, e na menos notaveis oram as exi-
gencias dis irlandv.es, quoqueriane reelamavam
u -ai aa! momia piica, cba'inaiuli a Irlanda
ser g tvernada peia raiuha coastitucionlmente,
leuda ella todava o son parlamento, can j uve-
ra dorante seis seclos.
Alm dos.-es inovuniatis era earacteri-uco o
qae se manifestara em prol das idea deai terti-
cas, ideas que em grandes m'e'inys eram apre-
goadas com aquella lib -rdade e franqueza qae
inherente ao poltico ingle.:, liberlado o fran i teza
qu Ib' permute a c instituiyio da reino e a langa
pntiea dou.n svste.ni do averno siuceraiuaata
libera!.
As tergvorsacoes da cmara dasbnfs contra o
mni-te.-i i Gladston. ao qaal recusoa a reforma
eleit ra! c:n maa'..-.-t i detrimento para o paiz, e
-,o q ..: | :' -".i aia-la.recusar a reforma miliar
la venda das patea'-s, que, emboa hora, foi rc-
> lvida pela rain la domro das liantes constitu -io-
i.aes, levaataram cmaros cintra a velba e-caruu-
cii i-i iustil i -i i d -a enmara, que a opiniao in-
dicava co na caresedora de una ref.r.ua m sen-
tido de renova-da to.np ararla e extinguir-Ule a
aeredilariedade.
Adoenea da rainha, tanbeai o'corrida nos llus
i--s aaao, e bem assim a eaformldade do princi|ie
;! Galles, d ixaado oalrevcr urna p issibilidala de
vacancia d. thron, deram anda lugar iaonvo-
nleates manifesiajoes no scntidV republieano, e
,uti ibairam para alarmar os cspiros
d i reino-
inidi pelo faturo do paiz, que, assiui, de momento
sn'.i.i-se com.) que silieitado p r muitas forousdi-
versa-, trabal'iand i nom san sentido a.-iar.-b'xo,
tado em ultima analyse, s nente em ppveito da
nefasta ulcniufoni!, cuja uo occulta fa/.ia
sentir-se por t ida a parle.
\i' enro que nonuama dossas quostoes, n un a
a;3':!acao iria::!-/. i, -u O inoviin.mo operario,
w itida as nianifesla^oes den:crat:cas e repi-
M anas, (aba gra i le signific icao para a b ':n es-
tar do pavo iaglez, que essencilalmfnte praticoc
positivi, ni) alianlonaria sem reflexa i os inaame-
ros provalos de aun ivnislitui.ai sabia e fnrlale-
idi pelo ieopo, para atirar-se s eveataalidads
de profundas reforinis, qn., u'ouros paizes, ape-
nas tinbaai produzdo males sem. liai e desgranas
irre.nedaveis.
Nao era nem eslava i-so nos hbitos placidos e
tranquillos da Inglaterra, e, pois, todo; esses nn-
ffmentos foram-se arrefecondo, todo o ardir das
lata? foi-se apasiguando, at quo, aa abrir-se o
a-ano do 1872, apresjntava o paiz um aspecto d,-
verso e por ventura mais barminico com as tra-
dccofis saciaos e polticas dos insulares britanaiei;.
Todos os movim jatos como se forain condensan-
do n'q n s n'uma grande nnoi'estagao de oppas-
ei ao gabinete ('al-tone, caja poltica eran..
bem ou mal e indevotamente attribaidos aos reve-
zes s.ffridis peia Gr Brlanha, quer no tocante
[uti -.i externa, quer amJa.no tocante interna
e sspeeialmenle nii[ue dizia respeito s uabas,
cato astado reclamara na auno de 1871 um aug
ment de ipcaces no lanc/amanto do imposto do
income'aj:.
O parido tory, capitaneado por lord Derby, h-
zia frequintes meeling* no soulido opaosieionisti,
$, procarando e obtendo serias e innumaras adlie-
sias, erguia-se imaonanto em face do gabinete
Gladslone, cintra o partid > whig, que aquello pre-
tenda derrotar na renaiao do parlaimnto annun-
.;ia la para ti de fovereiro, e em cujo gremio seria
travaJa a lula de-isiva, nao s no terreno fla po-
litiea externa, espeeialueuta na qaesla l/a^ii*i,
mas lambe n no da poltica interna, mxime no to;
cante a Irlanda, onde o feninuimo coulinaava a
erada nenie, coiebra-ado inea-
Ung, em que deliberava sobre os seus sonbos, .e
org.aoisando festas em b tura d > Sr. I'utt, cajos d'a
i p:.rianieaaies epi prol da causa irlandesa
lilli is da verde Erim.
a pianto se conserva encerrado o parlamento,
na Inglaterra, cunaem tollos os pai'.es regidos
pelo jstoina parlamonlar, o iutoresae polit'co vive
. de apathia, e, em todo e
con adilusao d is d.-patodos, espallia-sepelas pro
menas, onde o esUdistaa e mais bonieos pblicos'
vio i'otemaerai i'orc/as para as novas lu-
las da l
Na Inglaterra, especialmente, no inlerregno par-
l.im mar, as actividades paljiic; i para os ...
i, para os mti^gs e nanque- esse patronato,
~----------------- i. _________*
iso'.adam te; v >u ,i-
aj para olut.r tao .gran le arrojo ser.
:'t1.aue is, e estas uii se aAlih'.'ii. i-\-
vls a i. ii '.n ii i isolaunato em.qae quer viver
a Inglaterra.
E'verdale que, no dia em que a Russia der
. p ide eneoutoar no tm camiiib ?
p col'tosso gi-rmaien ; mai ento roniper* ama
;i : ra oroiiilabilis- na eutri-os deis imi'eri8>des-
tij pi'ovini-ias fcilticas ale a baca do Hnuabio,
de-d) o s al at unirte, e ctataiiunjc nos fgos
a arder toda a Europa.
E que t>ape flw entao a Inglaterra? Ineaates-
tti" n -nt alinu ir i -i'iir. coitvai cabial'.
a*' qae a iutluencia de urna das raras, sbivfc ou
gar i mica, expila-a do Oriente, isto e, anaiqaill -a
flom.tleiainente.
^Assiin, pois, e em tolo caso, a poltica inglcza
tem carjtacia da sabir do marasmo em que vive,
inixinn prsanUnieiUe, emqae estio di todo apla-
nadas as difltcuMades que baviam entre ella a a
politiea d is Estados-Unidos, di'Jucaldadcs oriundas
a guerra de secessi-. americana, ccoaTiecidas sob
o iiqai'j da ipiesta A<'<*i i.
""Eff.'ctiva a-ente no annnque vem de ndar, essa
3ue-ti, qae, por muitas ve/es, estove e.n vesperas
e ser decidida pelas armas, foi pacificamente re-
dvida dep .is de crescido numero de peripecias,
durante as quaes sinistros boatis a-ordaram os
penas das dois envnenles, aii.iac.ando-lhe qae
iam bater-seeaii-ra -I dudlo das povos igualmen-
te intellig -ales e cni n aviaos doas paizes ignal-
iNinl' civiiisadis a paderas is.
, Ni trtala de Washington, de 1871, cujas clau-
sulas tinto offmsi conloa! aos bros o ao pundiuor
britnico, iacluio-se una c indic.ii na ipaal o go-
verno inglez recoubecea ?* direilo dos am Mcanos
urna inleainisacii pir causa dos prejuizos que
ao so a coai navio causi.u o Alalutmi c outros na-
vios armadas q equipad is as aguas inglezas, com
uianifesta olfen-a do diroito ulernarional, que re-
gala o coinportainont t dos paizes neu'raes no con-
flicto de dous quaes |uer estad IS. Alm d'isso a-
cordarain os doas paizes em qae o fftMl 'i dessa
indeainisario seria arbitrado por um tribunal, que
se reunira* em Gen bra, e que se .-oai,.oria do cin-
ce inembros, sendi u.n nom ado pircada una
das potencias contendoras, um p -lo Brasil, um pela
Italia e outro pela Saissa.
F.iram n cnead is os diversis arbitros, c o triba-
nal retmio-sp n i yonto indicad i no tratado de Was-
hington, e desde logo e.ieetou os seus trabaliios,
examinando os documentos apresenuos pelos in-
loressados.
O governo inglez julgava que a nica missa i do
tribunal consista e.n avallar os prejuizos directos
causados marinlia mrcame a.aericaaa pelos cor-
sarios sahilos dos p irlos de Inglale ra; o com-
inlssario americano, porm, pensaii 11 div 'rsam in-
te, aprestitoa imimmsvmhW, re-lamanl i, alm
dos prejuizos directo*, os prejuizos n4rec.'9$, tae*
con i os resultantes da proloagaea di guerra, do
aagoaaato do preep dos segaros maritunts, e un-
to das mais vivos- ,r t qriaea f.ti se pne
perdieido turren i, ate i aa p .ato de
qaasi ter perd*a uniar.a. A n'.rv.r.u-s', p-veu,
a 9 SJ i. a .-'auca | lll i.li'ie,. 1 a, p irqoe.
o ministeri liaba r^-a iq ::r.l > a ..ri.aiea c c en
ella bas'iaiife orca para viver I oiga e prjvetasa
vida.
Ao encerrar-se a sessao, que foi longa c laba-
riosa, a rainha Viciara, c.aitde ostame, Mimdua
ler o seu discurso, no qual fer o rosuaUl dos tra-
ballios parlamentare-, dpis de dar conta aos re-
prasentanles do paiz dato! is os n-gocios do reino
e i sua situaco politiea, econmica e finan Orta.
S .I. o pinto de vista leg^lativo o parlamento vo-
tou um grande nuin-ro de medidas de nterosse
peculiar, eptreas quaes urna lei regalamantar para
nacumas, urna para a educarlo na Escossia. ana
sobre a salubridad'.- publica contra sobre urticas.
.Entre todas, portal, ,satr.-s;i!iiaalei cleitoral, que
eacerra a ntroduccSo di vuto secreto nos esCrn-
linios cleitotaes.
Sob o pinto de vista, poltico a sitaaca i na laou
qxasi nada se ni (diiicon. O ministerio era e licou
senhor da situaco, c nitribuind ni lito, se ai d vi-
da, para esse resultado a sulu. i satisfactoria da
questiio Ahibama.
A situaQ.io da Ing.atcrla, "lepois do enserra-
inento das cmaras, ncou, p aa, to paciBea' re-
gular quanto era d'autes, la i tranquilla e retra-
liida como podiaai alaujar os pal.ticos ingletcs.
Apenas licou envolto em pailitas Coros um pinto
abas uotavel, qual foi o relativo s rela.jies com
a Franca, em consequeucia da d -a.inca di trata-
do de couitiiercio, do qaal sargiam ..igamas dilh-
culdades, sobre as quaes a r.tiaba, em s, u discur-
so, foi reservada, psito qie d -is lase escapar algu-
mas palavras, qae, e n cerlo luoJo, encerraram
urna esperanza de qa i e*sas ditU-.tidales teriam
favoravel solacio.
O partido conservad ir, d i.i.is de una ausen-
cia e reserva obrigada de.algaus anaai, tiuia en-
trado en seena, c im a s ia b ia leira desfraldada
aos ventos da opin o que a fav .re,-ia, com i f ii
disso testeinaubo a rnaafesiac-a) estroadusa de
Manclicster, na qual o Sr. israeli, o hroe da
festa, foi recebido ca Uiuuip'ao, nao s pelos ha-
bitantes da cidade matrua.-tarcra, mas anda
pelas popnlacoes dos ctuladis liuutropnes, que
todas foram ao sea encontr hasteaiilo bandearas
com as cores lories.
O Sr. Disraeli, qie c .oi'-ia saa carreira d i na-
da, e, por constantes.trabalbiis, cstudos, lulas e
traulia aos u.-g ocios di coatinonte, eai s se occu- iros, que tal voz se uat desseui, se uii fosse.u os
corsa ios do anl.
Ante essa exigencia, qu foi logo contstala co-
mo exlnrbitanle das attribaicoes qae ai tribunal
de Genebra iliva n tratado de Wasaiugttoa, levaa-
ton-se a imprensa ingleza, e a opposicao parlanwa
tac, qu-. pela v ./. d i Sr. Disraeli, disse que o go-
verno pilia contar com o apeno das cinaras c di
paiz na sua resi tencia is exigencias da Uuiao
Americana.
O Sr. Gia ls ta,respondenl Wh, disse que o go-
verno, posto que aceitasse toda a rwp lasabdado
do trata lo d- Kasbingtoa, ni sujeifcir-so-bia a
exigencias di A marica, qae s palian ser aceitas
por nm p vo redando ultima extreaiidade pela
guerra.
A qaes^co u.";oa cn'-ai a ser discutida no tri-
bu il iTfi.-n -bra, e lien assiin nos j .rna-s. flas
du'is, nos wfe.'/rtfl e i) >s paria o jato -. d is doas
paizes, e, desd logo, toru Hi-s' i M na iimUj acre
e terrnleanto, rala ve mais ar.aigarfjj acreuca
deque toruava-se inevitavel um roaioimento entro
os doas paizes.
I.or.1 Palm 'iston, qua ido era anda do numero
dos vivos, dizia que havia na Entapa tantos ele-
mentos iaffm u avispara m tiaduzia d; guerras que
bastaria uai pbosphoro hvmica para ateiar-lhes n
incendio. A Franca foi victima de um deases in-
cendios, de que todava pide a Inglaterra pre-
servar-se, anda q ie com sacriado de ana pnpria
dignilade.
No estado'em qnr se aciviu no anuo linio a
i|oe pre evitar o incendio, mas nem par isso estere elje
mits proxini de seaaleiado,sendo essa qiesta
Afaitami o pb ephoro cbymico de que fallava lord
Paluierston.
Toda aquista) eslava reduzida a locario pr-
hsh 'Vi--'os,.a prtjuizoi inlhi'ii.is, etanto bas-
tava para excitar todos os anim ts, quer e n um,
quer en entro paiz, produzinli as mais Innovis
aipronensoe einluindt peaesamente as tr.msac
par de seas iuieresses initoiia.'S, en C inservar a
pai iodo transe, e e.n jalgar-se em soguranoa
pelo fac) d) se adiar em una iloa ; essa poltica,
to ia exclusivista, e, par asaba diaar, immoral, foi
anda, na anuo liado, e provavebnente conluuar
ser para a Inglaterra n pan iUtra politiea,
aai) ira coatuae pesar sobre ella cuno una
m ssi enor.ne qae aneara esanga-la.
Altiva, orgulb .sa, e ni niga. decidid i da espirito
ue oniuista, a ingltiterra foi oa-'ora a alan da
coalisit europea, qae fez bajaear as anibic.jes
dt pr.ii!roNapdea>, coatra as qaa-js ella pugnm
c mi decidid i can mil t, s n se arreeei.u- d j ca
trabir un fabaltsa divila p.it> sasteaiar no con-
tinente a n ibre caasa da ia 1 ipeadeu.'ia dos p >v..s.
Abatida e se u prestigio, ella de'.xa, q ie se rea-'
lisem ag ira t id es os s alias da aai'oici i, todas as
tentativas de con mista, sen ter a audacia pre-isa
para defroaar-sj cim os pongos da guerra,
nema cir.t.::.n n'.-e;saria para sacri.ia.ic un
piaba 11 da saa l'aiaaa, e n be da s ta propria"
dignidad'', tai o recjio qaj a ass.illa de p-rd-i-,
n'u n siusUi'.e. i--, b.-aea-i.s dt saa iali triae
do seu c immereio.
A Inglaterra anda, sata crasa qae davida
faca, a uus ira a iniis feliz, e a mais livre d-as
giandes nacts da Eai'opa ; nns^ in piesti mavel-
meiite tornia-se e-,-rava da sua riqueza o di sea
repouzi Ai ve-la, ao contupla-la, da-se-liia
qae olla aspira a > m 11.'-! > papel d i un d i* pe-
aeuis esta >s ne tros, ou'.r ora i-J |ia-..:i-os sob
:i priteitc-ii da garanta ingleza, a luje tao iu-
quiet is e a a.-auos en sua ex.sie.uciji, depi:sque
a Inglaterra re.i-.m -i iu a saa tradiccitnal pulicj,
d.'pus ,pr 'lia un trata seoai da desabrigarse
dos co.npro nisjjs e deveros, qu; a eohgtrjngmtt,
para absn'vo. -se int'ranieutc na saa obra egtis-
tica, as seas plams do excusivis n i.
A it: tal es! i!. i --jasas, a sorto di Inglaterra,
i ai n is que algias gran lis acoatecim vf. as Pie
nio dospertoai o espirito na-ioaal, parece aprix-
mar-sfl di sorle da ll)!!aada, i-to de aapii/.
iiidastrioso, populosa, e p espero, mas ao ansui i
lempa de-al:uie, sem Influencia sobre o mapd) e
sen s.!g.iranea pe! futuro. Os seas borneas de
ta 11, em maltas oroasiSes, assem Iham-se ni lis.
par saa liagaage.n, aos negociamos de Atnsterdam,
lo qu ais pMticos do parlamento britantiie.i. O
-niaistn qae a goveraa, e quem ella nquestio-
navelniJiite deve muitas e excedentes reform.is
interi tres, ttAivia um espirito de ordinario es-
trag i lo [tolas 1 mtriuas utilitarias da escola de Man-
cb ater. Em voz de applicsr-se aoergaer as cuer-
as da nacat, elle traballia, pelo cintrario, para
a loruijcer sua vigilancia, e para curar-Ibes asfe-
ridas do orgulbo, querendo persuad-la de que a
Inglaterra nada prleu com o auipiillamjat) da
Franca, qae u nou n perigo ella corre ante o en-
granleeiuieuto da Alie ni-ilia, c qae, senda una
pile.ieia coloaial, elli se acba votada por sua
propria natareza s Bticas pre .rcapacoes do cam-
morcio.
Assiai, pas,da algam ternpi para c, a ptlitica
da Inglaterra antes de tu lo a p ilitiea d > confor-
wftfe. Nai ba perg) em provocada, porque,
qaaudo inuiti, ella ch trar algumas lagrimas can-
il isas sobre o infiriunio lis seus alliadis, mas
nao se cnca-niabar e.n sea socorro, e deixaa
permanecer n:i bainba a sua enferrujada espad i.
I)iz-se, pansa-o o Sr. Gladston, que essa politiea
necessaria Inglaterra para salvaguardar os in-
teresses do seu co.umercio, para iHolUor conservar
saa imp irtaticia e sea pider colonial. Entretanto
esjuecom-se todts os politicos inglez-s de que
coatra essa hnmilhante attitnde protestam esses
mes u is ttere -ses, por isso que sua preponderan-
cia comaiercal e ua r pieza, qae urna conse-
iiueaeta dessa preponderancia, QsLo dependentes
da eleva la posica i em qae ella se onservarm
mando, ptisici i que esta adslricla aos intoresses
da poltica geial.
Parece evidente, e nmi carece de dem nstrac)
q.ii as colonias uglczas estario am .-aradas, sepa-
rar-se-bi i unas da metropole, o entras serio con-
quista las, no dia em que a Inglaterra deixar de
protege-las com o respeito qae inspira, no dia q ic
cessar do toi a saa inluoneia n .s consellios da
Europa.
A Rassia c.'id.j.Vj mate esprota essa arada
occasiao, para desfe -bar-lhe o tremendo bote que,
airancanda-llic a India, supplante a sua nln^ncia
n i Oriente.
A America di Nirte nao minos aneio-a se
iinstra por assenborear-se di Canad, ea-orpi-
rando-o nos seus estados, para isso aguarda
la nbem favoravel ensejo.
Tinal m ite a Austria, apenas vir desprestigiada
a metr.pile, nai deixari pasear'O ensejo para
pnoclamar-se independent, o tornar-se talvez h til
a luglalerra.
E, se tal acantecer, nao perder a Inglaterra a
sua supremacia.maritima, nao se desvanecer seu
poder colonial ? Inquestionavelmcote; e ser isso
devido ao sen egosmo, o seu exclusivismo, a
iie.-ami.iioso abandono em que ella deixa ir a sua
iuluena na Europa.
Assim, pois, o maxtm) nterosse para a Ingla-
terra est na reentrada para a vida activa da po-
ltica internacional. Aeonselliam-n'a os sens pro-
prios interesses, dicta-lh'o a saa propria conser-
vacio.
, Deppis que a Rassia tiran di allianc, allema
todo o resultado que ineditava pela. revisa-a do tra-
tado de Pars, resfriou ess albanc, pirque se a
l'russia e a Russia tinbam ntoroises com.naus, pa-
rece quo sao contrarios os intor^sates da Prussia e
da Alfemanha. Entreunto possivel aiuda que
estas potencias se ejicontrom n'um pansamenio
nuiB, e esse pensameato forcaasamcale ha de
sor hostd Inglaterra
A l'russia visa -a unincasao. da raca. alava, da
mesma forma que a Prussja a.uniBcaca garniaai-
ea; e as c in'quitas desta ultima sem davida tm
feito crescer as ambicales do panslavismo. Oq-
tr'oca a Austria linha preten^oes partilhar com
a Rassia, uai s a ejnancpacao- das racas slavas,
in:is tanibem a in Silencia no Oriento; o.-tas preleu-
n. como que desapparoceram depois.que
ella se tornou em corto modo vassalia da A'lcma-
nia. Por esta r.izo s a Rassia pretoade boj;'
ces commereiaes e eambiaes, vist i com os cap-
lies r.'-catirain-s' im nedtammle desse estado de
oasas aili-tivoe contristador.
C ni esse esta lo, q ie aligio sobrom ido os ha-
msasprudentese reamspestos di Inglaterrae
dis Estados-Unid >s, rigozijara n-se todava.a Rus-
sia c a Alien tuba, ambas etapeahadas en ver re
ii -atar ;i guerra, da qual esperavam cafcer m-iitos
larris, cada una prosegaiud i nos seas planes am-
biciosos le cuaqaista.
bto mesan com.irebea.lia o governo britannico,
que, poslo que ni i qaizessa acquiescer aos re.-la-
in is american ta, desejava todava solver a penden-
cia paeiucaman'.J, com o deannstr.Hi em mais do
ama occasifui, se.idi apiiado pela parte mais paci-
Rea do paiz e be.n issim pab maioria da impren-
sa e do povo a nerican >, cuja opiuiio cada vez
mais se pruiaiinava ptr um resuliadi que satis
tbesee ambos os eantaodons.
Ajs n foi iud a tfue-iti) daraato seis tongo e
angustiosas metes, entrediseussoesoffl-iaes,oficio-
sas, parlamentares e diplom iticas, at qae e.n lim
o tribunal de Genebra.suillcientemente esclarecido,
jalgoa-se babilitad i para deliberar, e clTectivaann-
te, aspis de resolver nao adiar os seas traba-
Ibas, com propuiiha a Inglaterra, res.tlveu apea-
deacia, criando o n- gordio da quosto pela re-
salucit qae adoptai de que a Inqlat'Tra (fsawa
ahsjiUtmente exonerada de tofa q*nita<>.? res -
pjiuabilidide relativa aos prejuizos i%4ireetoi,
piri -.-h I >-i ir 'o (ios U!:iln-Und:>s urna inden-
iiiarao de 15 Vi iiiHtes de Miares, pelos prtj*t*<
causadas ais um-ricmos em virtultdi arttjm-
cia com qm flzera guarda-aspretnipcoe, di iieu-
UaHdade.
Com semeliants arbitramente firou terminada a
(uesLio, apasigaira n-so todas as apprebensdes,
desvaneeeram-se todos oa recelos de conflicto.
Os Estados-Unidos, que t'uibam erguida fonni la-
vis castelios eom as saas preteac is exageradas,
evidentemente doeram se com esse resultado HMS-
quinho; mas, nem por isso, se mostraram resen-
tidos. A Inglaterra, pirem, einbora niistranlo ;il-
guma reserva em lionra dos principios, ficou sa-
tisfeita, porque vo-s livre, por penco dtnheiro, de
urna cruel amanea, de un terrivel peaadalo, sam
contar ijue para futuro o cotnm-jrcio inglez ha de
applaudir-se de tor conseguido una lei d; raspo
sabilidale, que urna garanta para si.
Assim, pois, licou tr.iii.uiillisada a Inglaterra ;
mas, nem por isso, dxoudeser adecisao arbitral
de Genebra mais um golpe desferido contra o seu
amor proprio, golpe sem duvida proveniente do
egoismo e isolamento da sua poltica, e cuja ru-
deza bem .sentiram inultos inglezes, posto que dis-
farcassem-n'o com as alegras di bem que o re-
sultado produzio.
Todos coneorreram, na medida das suas torcas
para que a r*nnaiiln do tribunal losse plenamente
aceita e exocutoda, e a pro-aria opposicao auxi-
liou o governt nesse enapenao ; mas todos igual-
mente se mostraram convencidos de que nao con-
fiaba que ae ropeiissem taes qoestoe, quo bem po-
diam produzir fataUssiaaas consequenoias.
Todava a liei-i nao aproveitou, como devia, nem
aprovaitar talvez poltica ingleza, visto comoaat i
contina ser o que era dantos, isto exclusiva-
mente desintaressad.a dos negocios do continaoto.
Se assim .atntinuoa e contina ser a. p..ltiici
exlerna da Inglaterra, assim nao a sua politiea
interna; e aqu mstram-se todos os inglezas viva-
m nate interessados pelotnegocifis publico, mxime
guand t fnaociona oiparlamento.
Este abrios- san*' trabamos 6 de feverero,
como eslava preflxado, e, desde lo^o, para o stm
gremio convergir** todas as attencoes, vi vendo a
poltica com) que suspensa dos labios do parla-
mento durante toikt o lapso de lempo empregado
pe|,.s eleit is do pivoe pelosescolbidos dacora em
se per apirea! d o< marlptos negocios do reino.
Efitr ^airam os meingt em prol
dosft tJn rl n prol dasto oudaquBa
reforma mais a i mssmo lempo quo o
parlamento discuta as questoas'sutttas- ua
laci, ca m3sm| te no quee-.o9 fenianos, os
oaciorili-las e os republicanos faziam as suas
-.vmpathieas ou hostis io governo' e
: e apiiavan ou rajeitavam.
i eomeco da sessii [iirlanientar o -miisterio
j Gladston achou-se raaitj enfratruecido, o foi objee-
tal.mt.is, elevou-se at a pasjla de chafe di par-
tido conservador, nrouuncioa um mtavel discur-
so, que fa o luanifeslo di seu partido, no qual
elie processou e condiaia ra i poliea ministerial,
expoz a situaei) d i luglalerra, fot a apologa da<
instiluicie.s iug'.ezas, e depiis de dei'eader a c-
mara dos lordi dos ataques que Ihe foram dirigi-
das, nio se esque-oa de tocar n'a.na lito a mai
sensivel na Inglaterra, dir.gin io-si ao inslincja
de lealdale monarebi^a qae a dtmja di priocipe
de Gales fez desbrochar sob tolas as mi: vivas
e imprevistas formas.
A deai lastraba i. de Ma ir'.e--r i m sen d vi-
da aai brilb i im na.iai. e f ii CJ ai u na rev'ia;i
de vitali.l-ile do partida f:MV ; otas de firma
nenbuuia palia ella ialair para mai villa brusca
s ideas conservad iras, c disso leve plena prava
o par. e o inaali nao la as parlamjala.es, de qae
o gabinete G a Istia, liel representante das uV sabio iniis tarde nobusteeido, tiif obstante as
qaeixas dos seas- amigo c jaira a sai politiea .1!
ab t.'icio absoluta.
O partida e iaservaJ ir nii lin'ia uaa teve ccr-
tamente e.n vistas sabir i.un'.lialiuneulo ai po-
der; o qae elle quera, o que eile quiz, ..qae
elle qa sr alo la f. niliarisar a opini cxiui a saa
v.ilta p issivel ao palor, m.strar qas essa volta
ni la tem de extravagante, pir i-so qiea-sea-
ta in proprio interesse di paiz, na propria ada-
te do governo represm! divo, coa nusma nitu-
reza d i forma -i >, da esistoac"-*, da d'.g.iidale
da practamasaj das saa- ideas qae todava nii
se qaeren impar, nem roagir caira um carta
nivunauto de liberalismo gra' i ai povo ingle/.
O que fa-to que o itl ivi nenio oaservalir
assealuia-se algtm tanta, sem qae todava qu
lessa d'zer que tivessem desapaarecida os,pro-
blemas sociae. e eMuomic i-, qae agitavam e agi-
laai a Inglaterra, alavs dis cmlictos reg llares
dos partid is, e atravs das saas inaaifeslacoji po-
lticas.
E efleotivamante arullej prabiemas coatiaia-
rara e contidam aila existir e a pedir salucjs .
e. mesuii na occasiao dis deana-traci-s cuiser-
vadaras, se patcateiaram, s.ba ponto de vi^sta das
Breves, qae reoa.aUraai e u algumas regil.-s, on-
de al eno nio tiabam penetrado as deai sa-
rialistas-econootiftjs. .
Atravsd'essa grvesjoccorridas en reg53
mleiramente agrcolas, pexeabau-sa que havia u n
ti n, um i*tf oi-calto qae Ibes d iva u.n lUr.Cter
in lis saliente e notavel, viSM conia iveraai ella.;
por lim um protesto coatra a propria constituicio
territorial da Inglaterra, q i aeixanJj eancaaira-
dos em alg.unas mais 111 >s os teaoOaipS dessa
proprieda le, dava e L lugar u ir proletariado
rural bastante nolave!, que, se se ligar CJ g o d is
cidades, pode e lia-le vira ser mu fir.uid vel
causa de perturbantes.
Emquanto estas mamfostac/i a linbam lugar,
naodescanoou por sea lalo o repablicanismi, e,
ergnendaa saa handeira, proc.irou faxor pro-.-iy-
tos e nsuuar-se na opiuio. Esti p nvm, nns-
troa-selbe sempre adversa, visto c oan tem alada
um inmenso poder na Inglatorra as ideas m mar
chicas, contra as quaes ern rao d ibatem-seasideaj
repalilicana .
Se estas, p uval, n'o coascg tem ganaar terr -n t,
o mesan nao acontece eom as que proclaman! a
u:cessdale de dem icra'.isar algn.U tajito o pai/., n
entre e-tas ai-na acolliimenio na opino as que se
referem cmara dos torJ, caja vctustlcidade !>e-
relitaria e vitalicia, mullos querem ve extineta.
A' isto niio se oppoe dec.rto os priasipios m)-
narebicos, e antes, pelo centrarlo, se accommo-
dam as orticas liberaes do gavera i do piva nilo
povo, tal coma o tem a Inglaterra, que considera
adynastia reiaaate cama uaiele.ii.mt) de ardam
e de liberdade.
E tao forte esta cr, a-a qae, por ocasiao da
doenca di principe de Galles, solemnes dcm.ms-
tracjs de pozar dea o pavo inglez, lio solemnes,
qua'o grandiosa* foram as festas qae celebrou O-
piis emaccao degiacaspelo seu reslabelecimento.
Se acontece s vez'es, eom) se dau em uiarci.
que algn me.abro da dynastia victima de
aa) attenlado, oa d ste escapa pir motivos estro-
nbos aos agentes do crme. nem pir is o pericli-
tan! as sent,lientos do paiz, qae evidcntoaieute
sao manarchieos.
Na tarde de 2!) di marc, qaand i a ramb.a sa-
bia di palacio deBuckinghan .n\ r.pa-. iriaa-
dez, sabio-lbe ao encontr e apontorf-lhe urna ps-
tolla, que nio d'parou, ne.n ptlia disparar, por
isso que estava sem fochas, incidente l'ii insig-
ni cauto ; mas,.aia.li assiin, fora o tantas as ma-
njfestacSas de reprovacat ao acto, eile adbesao
ao ibran-a e raialva, que esta s rn > desvane-
cida, achando-se como que ani jaillados os iainn-
gos da mouarcliia.
O acto treslocad t do irlanlez leve eniTiant
urna signiricacao politiea, e pm corto malo paz ra-
late a continuaran do est ido de ebalicio da Ir-
landa, sempre a soubar C.n a sua autonoma,
mas, sem jamis poi r conseguir os saai desejos,
alias patriticos e dgaos de re-peiio.
N'essas niauifeslaeies da Irlanda t laiara a o vio
sompro tomando activa parto os nembros da fa-
migerada associ(-io Intem'icionil, sem jue cin
tra elles possa o governo usar de mcios cohercV
tivos, visto como na maioria dts casas, escapa.ll
ell-s accao da justica edt poi:J lire.a.-
inente, porn, assim nao ba-d; a., mt-'c.r, parqna
o governo briiauuieo toman a paito a celeb.-acio
*de tratados de extra lirio om aiversas patnclas
do continente e com a America, para o :i u de ga
rantir a sociedads contra as tentativas criminosas
d'essa associaco, e bem assim contra os assassi-
nos e incendiarios, que, sob o titulo de emigrados
politicos, querem gozar de i npuirdade pela inu-
dauca d residencia de nos para outros paites.
As orrespoudencas diplomticas trocadas eom
ese lim entre o governo ingie: e varia Oittios, nio
absorveu porm a sua atlen;o ao ponto da faae-
lo esquecer outras neressidades de grande alcance.
Entre estas sobresalua a de celebrar umnovo ac-
cordo commercial cam a Franca, visto tor sido de-
nuncia lo o tratada at entao existente, *o no pro-
p izera o Sr. Thieft asamblea franeexa e conse-
guir no interesse deste paiz.
O governo inglez, ioavaacendo-ise.do8sa nconjei'-
dade, nao a descurou, e eiupanliou estorbos para
accordar-se com a Ftanqa, at que, depois de con-
ferencias repetidas e consullas succcsiva?, foi ela-
borado e assignado um novo tratado, qae deve
t^irar at 1876, desappar om a sua assig-
natara. algumas itidisposiooes nascidas entraos
dous paizes pelo facto da denuncia do autorior
tratado.
Quando isto so deu, j se oceupava a impreijsa
ingleza com a qaestio da ilha de 8. Joao. e diaia-
se nos circuios polit eos que era esse o uiuco po-
mo de discordia que anda exista entre a Sr-Bre-
tanha e os Estados-Unidos.
iniai sil.) s:,i muida ao arbitramenti do i.-opera-
>1 ir d i AHeai ah3, q i -n foi am remelti los todio
o d ie i nentos i:i!i'iv:i!e- referila ilha ; e, cada
nio.iiMii; i, qa*, dizia a
mareara ingleza. s la* com satisfar...
qualquer que fiwse o sea dizer.
Nao se fez esperar a dt-eisio do imperador Gul-
Ihorme, e. quando appareceu, causn viva e dolo-
risis-iuiii hipressao na Inglaterra, pas que foUlh*
contraria a sontenca arbitral, lavraibi nos seguin-
tes termos, apoz afguas (-oiisideraados: >
A prelenc.ii dos E^tados-i/nioVs, a saber : que
a boba do frontejra entre s ttiTitorios de ~. M. II.
e os dis E*tad is-llnidos dove passar pelo canal de
Haro, c mforma-se inteiramente cim a sa nteiptf
tacao do tratado concluido entre sitous goverm-.
datado de Wa-bington era lo de junho de 1816.
Da la e assignada pelo nosso proprki punho cm
Rerlim, aos SI de ontnbro de W7. -Guilhi-me.
A maioria da imprensa ingleza esbravejou terri-
vel e arre lente contra esta decisao, censurando
atrozmente lord Alberdecn, quem aceitaba romo
principal autor desse resultado, que ferindo os b) o
da Inglaterra, colloeava-a aa cimimfenea de-sa-
mar nina grande serie de medidas de precaueao
para defender as frontoiras dasopossessoes ingleias
na America.
Uando assim se manitoslava a imprensa. e eaaa
razio, porque a decisao do imperador Guilbeiuie
coastituio una verdaileira derrota para a diploma-
cia ingleza, rebenton a guerra entre a Egyptoe a
Abyssinia, c esta questao vcio trazer-lhe novos mo-
tivos de di zes e a saa politiea implcitamente se aeharmn
empenbados nesse pleito de honra dos doas paizes
do Oriente, ma me depois que o rei da Abyssinia
envin nm delegado Londres para o fim de soli-
citar o patronato da Inglaterra.
A esse tempo tambem os negocios da Asia pren-,
diain muito a attencio do g iverno, visto como, e
por um lado a Rus as fronteiras da India, por nutro lado a nopulacao
musulmana das provincias orrMcotaes do Celeste
bnpsrio se acbava em ebnUfpe, c em vista de ludo
isto esperava-se que rebentasse cada momento
urna rovoluc.ai geral, qual o elemento judaic...
se dispunha a assoeiar-se.
Foram sem duva todas estas causas que toa-
rain n governo ingle: prorogar a sessao legisla-
tiva do parlamento, convo-ando sua reaniao para
6 d fevereirp prximo vindouro, afim de tratar
de ii'gi,cios urgentes e importantes.
Essa sessao das cmaras inglezas com raza,
pois, desd i j considerada como de muito iotc-
resse para o paiz. que, regido com. pelo systema
parlamentar, tudo espera do seu parlamento, cr-
dor a todos os resp-'it is, da conflanca qae nelle
deposita o pavo inglez, que como j o temos dito.
e-scncialmcnte mon.archista e liberal, e por issu
mesmo amigo do progress i reilectidy c da lbenla-
de bem entendida.
Em r.nirlusao o anuo de I87J, sem deixar de
ser pro,eiloso pira a Inglaterra, foi-lbe todava
algii'ii lano doloroso, e ai ma mais se Ibe t rnou
desfaroraval nos ultimas mezes, oo s por wn
certa ar -rescim > de dezar que trouxo sua pettli-
ca. mas tambem p .rq-to legn ao auno que boje
eoawea miita* apprehenso- oenidados. mutov
problemas diTi-eis de resolver, c cuja soluca
pode ser faaetta sobarba rainba dos mares, cu-
jas vistas so alnngam pira as suas (lorcscentes en-
Iriias. luje 'sxiis qae nunca, am-aradas, nao so
pela cubica da Russia e dos Estados-Unidos, mas
lambeai pela sede de liberdade e independencia
qae parece devorar alg amas dallas.
Para vencer taes didlculdidos carece a Ingla-
terra de maita prudencia e patriotisui., se n exclu-
so (le mui'a pericia cm desouimaranbar as maih 9
la rede politiea do continente europeu, na qual
p) le o sen m lior nter.we que ella se involvr.
es iiecondo a funesta p ilitiea de abstencio e ib-
loom i, qae (o tristes resultados Ihe tem fro-
dii/.ido.
* iJ
mmmm
RKVISTA DIARIA
Aatits'JileiIs's i ili-hies. Por portar..
da pcesideaea da provincia, de 8 do frrente, toi
exonerado, seu pedido, de delegado de polica ilo
t ro i de S. Rento, o sapillo do rorpu de poli oa
l.aiz Fclippa Gavalcante de Albuquerque; c 'ni
maleado para o substituir o alferes do.-meante
'(.::;)) Joao FraneisCO da Silva Castro.
<}=ij-'.sis pri%'inuial.I*or portara'da
[ue-den-ia di provincia, de 8 do corrente, foi n-
inealo Antonio Correa Gimes de Almeda nieiil'--
m i do g\mnasio provincial.
T'i'tinaalilo fiinHHMiafnlrt iTnm aeali-
sar- a-naali a reaniao do corpa c.aiaiei.-ial di
Pernanibaco, afun de proceder cleicao de nm
deputado do tribunal do rommercio, em sabstitui-
cio ao finad A varo Augusto de Almeida.ianis-
t'a-iios que sao candidatos os Srs. Joaquim Lo|ies
Machado c los Francisco de S Ueitiio.
Vil!: (E-p Jnho.No dia 16 do corrciil'-. .-
8 b ,ras da noute ser basteado o estandarte do pa-
droeiro S. Sebaste.ao. cimi'c.and nio da seguate as
n tvenas. A festa ser celebrada no domingo 26 do
correato, c m todo o esplendor do costana
Bt^lpe c Vliijias. ChegiMi hontem peia
inaiiba o vapor Geqata, tnizcndo datas do Araeaj
at i e de Macei al 12 do corrente.
Pela [.residencia da provincia de Sergipe loi
-.ornead i D barbarel Porfirio da Silva Freir pr .
Va itor publico da -ornarra da Estancia.
Lemas no Jornal do Ar .caj:
Continua n os quilombolas ameacar a segu-
ranca individual e de proprio dade e.n difTerextcs
tormos da provincia.
Na man'ia de 27 de dezombro a terca destaca-
da na villa de I'i vina Pastora, sob o coniaiando i!o
alteres Joao Baptista da Roeia, actual delegadoilo
teron. nrocedeu com as formalidades lgaos a urna
diligencia para a captura dos quilombolas as matas
dis'eiigenb s Salbroa Bomjbn d'aquellc termo.
Chegando a ibrea a um ponto em que se sus-
peitava a existencia de um quilombo, descobrie
'l i is escravos fgidos. Ambos acbavia-se arau-
dos de laca e fouce e un d'eltes resistindo com te-
na-idade forca que diligenciava captura-lo, ten-
Cando a fouce "sobre una das pracas, deu lugu a
que esta para vrar-sa dos golpes que Ibe eram
atirados descarregasse sobre o escravo a arma que
tra/.i a. resal lando a morte do mesma O outro de
n imc Joaquim foi capturado, sendo apprehendidiis
fauces, facas, rartuebeira e um ravallo de que s.-
achava de iir*
Procedeu-se a corpo do delicto un escravo, a
vai ser rognlarmeatc instaurado o processo coma
o soldado iiuo oorasjboa a norte, enm quanto
fosse impedido pela conservago da propria exH-
tencia.
O actual Dr. chefe de polica grande intcrevse
tem tomado na captura dos quilombolas ; mas o
empcnbo que faz, ceneorrendo com as providen-
cias a seu alcance, para que soja restituida a de-
sojada tranqailidale aos dTerontes proprietarios
da provincia, que tanto se arreceiam dos males que
Ihes podem cantar, aquelles malfeitores, nao auto-
risa senao a maior prudencb e criterio neslas dili-
gencias.
A' agora tem sido capturados 3 escravos f-
gidos, e lia esperan" is de pter-se grandes resul-
tad ts das diligencias que tem sido expedidas pora
acabar mm os quilombolas, que tudo ameac/am
i ri'irbar.
De Ahgis apenas encontramos o seguinte no-
Diario:
O Sr. Luiz Josj de Abreu, negociante neata ca-
pital, suicidoa-se boutem, dando um golpe de na-
vall)a sobre a garganta.
Pula mansa, te ido estado algumas horas na
laja de fenagens do seu j.enra o 8r. Vicente Be-
zerra Montenegro, dio n os ca>xeiros qae estive-
ra a eserever por alguin lempo, V,!tirando-sa de-
pois. Julgaram ell-s que havia seguido para casa.
Ma< tarde, p uvii, foi adiado sem vida jauto la-
trina no fun lo do armazem do cstabeledment.t
ao p delte urna navalha, com a qual fora |>rati-
cado o grande talb i que tinha n.. pescoea.
o Nio se pudendo att ibair a outra causa,'julya-
se quo o Infeliz astava siffrendo faifa de sanso,
proprio d i estado de decrepitude em que j se
acbava, pois era homem maior do 70 < usas.
A sua dade, e as circiiinstaA'ias de modo,
i'am i e lugar em que se-dwa a morte, exrJasm-a..
idtjia do que fosse ella elfoitd1 algnm crin.
PMhUim^.Os vapores. Cequia o Mandaba
irouxoram para :
Pedro Osario do Cerqueira
M.iaool Gomes da Gru
Pureirada Silva A C.
Joa na Madeira
cB C.
A. Americn Cnimes Padilha
Essa questao, por accord dous paizes,
l'into da iunha
8:600|900
3:269<620
2:0001000
14:13*000
1:260|000
Ho#000
700*000
50l600
lid*0<)


.t.
\
hilo Francisco de Souza
Miguel Joaquim dirRego B.i
Dr. Antonio Estevao de Oliveira
oMital fportusne. -Kst de semana o -
Sr. mordomo Jos Antonio de Souza Basto. 0 me-
vmento das enfermaras de 5 a 11 do corrente k
ir
2sT


fliaf e PeiUffbuoo Te#^ >M-a 14 de Jtmm (fe 18 73,
3
,jr
-*
?
*
'r
--
o seguinto : existan dooutos ">, entraram O, sn-
Jiiraiu il, falleoeu |, lieam existihdo .*>2.
.\areiuatauii p<*avii)*f.-Na quinta
feiraflti) vai 'pnu/.a parante liiesonraria pro-
\iiicial, a ariMinaUgfA do co.vteio da illuminacao
pubties da cidade do Goyanoa, i nurio di 216 res
porcada lambeao
Cidaile le IjiHimI.-Temi a cmara mu-
nicipal de Olinda mandado proceder i numeraco
das catas dessa cidade, o por > disticos das ras,
boceo e travessas, a,*roveitou a oecasiao e fez as
seguales altcraeocs cas respectivas denonimaooes:
ae a ra da SenijRa, se denoiun: ra do Santa
Uereza ; que a r a do atierro da Vaiadouro, se
(loa miue rua da Estonio; que a na ao principiar
do Caes Jo Varado un ale o edifleij do gazometro,
so-denomino mta $e Primeiro lio Dezeinbro; que
a ra no oi 5o dajgr ;*ja dos Mlagres, se ilenouiine
ra Santa Cruzte a ra do Balde eni segui-
UNtnto pela estrato at a Boa-Hora, p denomine
randa S. S'jtNMti&i! |ue a rn i d. Paro CasteHia
a.), se denomine roaids Yinte Seto do Janeiro ;
q ttyxi e atr.iv sa la ra do S. Beato ; que a ra
das (Juatro Cantos detfde oantigo boceo doCardiin
at e desear para a bica-do mismo uoine, se dono-
mine rita do Cominerdo ; que a ra Je Mathias
!'erreira en) seguimeiito at ehegar a rn a boje do
Gommercio, se denomine rua de remandes Vieira;
que a rua do Umi-Fim eomprcheuda tambem a
rua do Carina; que a rua mis Galos, reunida
rua do Guadelupe, tenha esta denominadlo ; que
a rua Nova, se denomine rua do Hispo Coutinbo ;
que as nas da Manir u ira ao principiar da Bica
de S. Pedro, rua do Cabra! e Jigo da Bolla, se de-
nomine rua do Bario da Vera-Cruz; que a rua da
Praia de S. Francisco, se denomino rua do Sol;
que a travesa do Pono Seguro, se denomine Tra-
vessa de S. Beato; que a travcs>a do Monteare te-
nita principio Ja esquina do sobrado da rua do S.
ionio em seguimeuto ao sabir rua do Bom-Fin ;
que a rua atraz d> Amparo, se denomine Iravessa
Jj Amparo ; que a rua Xavier Santa Rosa, se de-
nomine iravessa da ; que finalinonlo obceco
da Poeira, se denomine Travc-sa do v'aradouro.
Ksi'ola normal. A contar deamanha (15
ale o tirado meztorrente, estarberta a matrcu-
la das aulas dessa escola, conforme o declara o
re.!''tivo editar; publicado na 'seerao competente.
Arrj-iaut:i\Mio. -Amanha (lo) ii a praca
pOHHrte o juiz de pas Ja freguezia de Santo An-
tonio as cabras, carneims e poicos, apprt'liendidus
plo roapoclrro scal.
linpusios.Ein 20 do corrente. a>rir-se-ba no
consulado provincial o prazo de 30 das para o
jwgamenlo dos imposlos provinciaes do exereicio
do 1872 a 1871; deptis do que, flcar tal paga-
ueoto obrigado multa de 0 por cento.
Coi li-scal la Boa- Vista.Urg- que
o Sr. fiscal da Boa-Visa, volte por un ponen toda a
Miaattencao para o eaesdeCaribaribo, que j boje
estaud muito povoado, nao possivei permitUr-
seque se all pra'iqic, oonu acontece, toda a cas-
ta de immoralida.lcs qued o capricho dos vaga-
bundos que o infestai i. Esperamos nao ser pre-
ciso urna segunda reclamaban.
MortcPelas 9 horas da manila do da 8 do
carente, fallecen repcntinaincnic na rua d is Tocos.
nvoado dos Montes) o preto I.uiz, escravo de 1>.
Cara Qneiroga. Procedendo a autoridad.! local a
coipo de delicio, verilicou-se tersdo a marte con-
sowtencia Jo espanca ionio que o dito escravo sof-
frera, altribuinJo-se a autora docrime attiis in-
liviJuos de nomos Manuel Boca, Cassiano de tal e
Aniiiilo i'/iliiclo, residentes no lugar.
V:pii'*s a sahir. -Amanlia Jcvein sabir :
o Vm-nhijli-i para Rio Foniioso e Tainandar; o
Utthh para Aracai i e -callas ; e 0 Pitnjxma
para a Granja e escallas.
l'>riuiciitos.En) casi doJustiniano Jos
A/.edes. sita rua de Silveira Lesea na villa de
Agoa-Preta. dea*sn mu conflicto no da do cor-
rente entre acuelle mum ma vianda Je nomo
Antonia Mara da Goneet o, do qual resultou lica
reo amb s levemente ferids. beodo presos em
Ragrante, acnaro-se sob a aeco da lei
Connieto.-At 10 horas Ja nianUa Jodia 2
d i corrunte travou-se um conflicto em Papacaca,
entre Joan Jos di Costa, Joio Antones da Silva e
II. llena Mara do Espirito Santo, residentes todos
a'.li. re-iiltanJo ticarein todos leveniente fondos.
EspaneAmentos. -No l. do corrate Joao
Viceiiie (ios Sanios ir Mara Pastora do Espirito
Santo, foram espauca los no lugar Olho d'Agua Ja
Katta, do termo de Paeacaea, pordoiis individuos,
q lelogr.iram evadir-se dupois do eommetterem o
crne.
!H
tonio
a han !"iiioJo.> do \niiral, ambos desta cidade. U
iffendulo prosogu" contra o olensor nacsphera
da le.
Pi-isfto. Em Papacaca Coi preso em flagrante
i 2 J orrent", por' erhiie de furto de cavallo,
Mara wres Villola jielo respectivo delegado. _
I.otcvia.A noe se acha i venda a 35'
i b 'nefleio da matrii de Villa Bella, a qual corre
Y'!' .
I.ellA*,Hoje ei'ectua o agente Martins, as
il horas do da, leit&o da luja de forragen
dii, i- s ni iveis. Ja inassa fjlda de Joao llygiuo
Sonza, rua-Dire ta n. 48.
Mitsoiial Pedro II. Omovimento des]ir
stabeieeim-mto de i aodia 12 Je Janeiro de 187'!
. o seguinte : rxistinn 2S:, entraram 58, sa
hiram -i. falleceran 9, existem 29."i, sendo : 19J
i ieas e 102 mulheres.
A'keitencin.
Foram visitadas as eofermuias uestes das as (i
ais paiteittla. -Hontem o portnguez An-
i Joatinin da Silva espancou e ferio levemente
a cotia, ptM'1*? h lU'itcl'mtfssit '/tfiriwi} como: rer'o, *e o -iza'
for (/> /in/.VW. Pcrgiiiiiios ais; f-J^ e>|B^desJ.! e-.nbfinmafi.pW
jiMiimio a direclorja tomar
CoIIClUSai .18 -l*0Blfl|lwV-
que esta preso 1 Consta-nos que nao : nio seria toriasato s quiuta**ira, jk> gaLnura* Portagqez.
miLs louvavel qaeoautor dessa pubcaeao em lu-' |ndependiaite disso os directores sao encontrados
gar de fcucr gemer os prelos, duigsse-se' directo- flianainente naTraVossa da Madre de Deus ns. 9 e
ra por meio de pelic,ao instruida com o recibo da 14, e Apollo n. 20.
meiisadades ale 31 de dozembro lindo ? pois fifluc Janeiro, 13 de '1873.
A Muit.-. Aug.'. e Sob.-. Loj.-. Cap.'. CosiCiUAijAO, reinstallada no sempre menioravel
dia i 1 de abril do 1&>9, ao val da rua do Cabuga dista provincia, sob os auspicios do Sapm. lir. .
Or. do Bras. ao val do Lavradio na corte do Imperio ;:ulKOriActo cama eommuru que se agita
em defea da familia Maconica, declara que nao retrograda de suas conviccoes, porqqe os seus (MJbr. .
. Deus, e s consideram como verdadeira a RelidloCatliolica Apostlica Romana,
as demais LLoj.'. estabelecidas uesta cidade, manda publicar os nonK
IMhrtirnial
vivem por Deus e para 1
pelo que. aeompanhando
de seus Optv
OslUlesp'-.-. llr.-. :
Brigadeiro Francisco Jaaquiui Pereia 'Ubo
Dr. Alexandre ile Souza Pereira ci Carmo
Aatouio da Feacoea o Silva
Antonio da Costa Reg Unta
Antonio de s mu e Oliveira
Antoniu Alvos Lebre
Antonio Rodrigues Pinto
Antonio Luiz Machado
Antonio Jos Ferreira Monteiro
Antonio Jos Conrado
Antonio Ferreira de Alineida
Antonio Lopes Fraga
Antonio Alvos Ferreira
Antonio de Souza Cordeiro Simos
Antonio Ignacio Martins
Amaro Jos dos Prazerrs
l)r. Bernardo de Souza Pereira do Carmo
Couimeudador ('aetano Pinto de Veras
Major Caetano Cyriaco da Costa Mireira
Casimiro Jos Ja Silva
Carlos Jos de Medeiros
Clemente Lima
Estcvao Jorge Baptista
Eduardo Moraes
r. Francisco Leopoldino de Gusmao Lob3
Dr. Fraiier-cn Toixeira de S
Dr. Francisco Augusto da Costa
Francisco Jos da Silva Mayer
Frailesco Jos dos Passos Guiuiares
Francisco de Medeiros Raposo
FYanciscj Jos Gomos
Francisco Jrrs Augusto Ferreira
Francisco Alves Monteiro Jnior
Francisco Joaquim Pereira Pinto
Firinino Francisco F ores
Gregorio Paes do Ainaral
Galdido Ferreira da Silva
lvo Antonio de Andrade Luna
Dr. Joaquim Jos de Campos Costa Medeiros
Albuq erque
Joaquim Manuel Ferreira de Souza
Joaquim da Costa Maia
Joaquim Paes Pereira da Silva
Joaquim Pinto de Almoida Jnior
Joaquim Alves da Silva Santos
Joaquim Jos da Silva
Joaquim Pereira dos Santos
Dr. Joao Thoiu da Silva
Coiuniendador Joao Luiz Ferreira Ribeiro
Joao dos Santos Colho
Joao (lardoso Rabello
Joio Alfonso Torres
Joa Ja Silva Leite
Joao Fernandos Lopes
Joao Francisco Paredes Porto
Joao'AnUuiio dos Santos Farola
Joaquim Antonio Rodrigues Sobriu'uo
Coinniondador Jos Joaquim de Lima Bftirio
Jos Mara Monteiro
Jos Pereira da Cimba Jnior
Jos Antonio Feruandes Fradique
Jos do Reg Bornes
Jos Rodrigues Vianna
Jos PerOira Santos
Jos Antonio Pinto Sorodiu
Jtis Leopoldo Bourgard
Jos Fernn Jes (lomes
Jos da Costa Vabmte
Jos l.oies de Oliveira
Jos Goncalves da Silva BritO
Jordo Jos de Oliveira
Manuel Maria Rodrigues do NascimentQ
Uanoel Jos da Silva Oliveira -
Manuel Moreira Campos
Manoel Ribeiro de Carvalho
Ifonoel Rodrigues da Silva
Manuel Alves da Silva Cal.l ..-
Manuel Ribeiro Fernandos
Manoel Luiz de Mello Jnior
Manoel (encalves de Barros
Uanoel Jos Goncalves Pereira
Mainel Joaquiui Vieira
Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim
Mximo Jos de Andrade
Dr. Pedro de Atliavde Lobo Hoscoso
Prolissao.
Djreclor Jo Hospital Militar.
Medico, 1 clrurglio honorario do exefeitu.
Crtlmereiante.
Guarda-IJvrus.
Coipinerciaiite. '
dem.
dem,
dem.
Wciii.-
dem,
dem.
dem,
dem.
Agente ie leHSes.
Commerciante.
dem.
Engenheiro.
Empregado public e major lionorario>do ejercito.
Commerciante. %
dem,
dem,
dem.
Pratieo.
Commerciante.
Depulado ger I.
Presidente da provincia da Paralaba. ,
Advogado,
Commerciante.
dem,
dem,
dem.
Artista.
Cominercianto.
Guarda-livros.
Cominerciante.
dem,
dem,
dem.

1 .;. H. 8, S. \ 1 i, 1/2, |i lo
Dr. Ranus
as 11
i'2. 9 1'2. I 12,11 1/3, II 1/3. 13, pelo Dr.
*rmeato; as 9, 9, 8 1/2, 8 1/i, 9,8 1/2,10, 9
i/3, pe.) Dr. Malaqi ias ; as 9, 9 1/4, 8 1/2, 8 1/2.
H \ i 8, 9, p Jo Dr. Vianna.
F(/vh/o.;.
oao Frandsc i R vini fobre aiiarala.
I .ior Luir; f.-bre amarella.
Soanoim de Souza Lina ; alcoolismo.
Prantiseo bexigas eonflnentea.
i i Hjrpolite ; insiilliciencia das vlvulas da aorta.
Manoel Pereira Martin febre amarella.
T'eiipji i Mara da Concoiiio ; onterite chromca.
'-. lir ones d Aivodo diarrhea.
Verdena Dantas Gons Ribeiro; tuliercu'os pul-
inonaroc
rami raeJios, no vapor braaibiiro QUpti :
i:r.ronel Joaquim Mende, Julio Samuel,_ Joao
Bapista de Souza, Manoel Frauciseo, suaini e 1
filba menor. 7 iraca* de polica B 10 presos, Jos
Vntonio de Lima, enfitao Jamos Browu e 5 tripo-
lanles nufragos Agclio Lopes da Silva.
Cana 1 otefn^a.Mnvfaneute Jo da
I*de Janeiro de 187:> :
Esistiam (presos) 333, entraram IG, saluram .1.
eiistem 3M.
Sacionass 239, nlullieres 9, estrangeiros 16,
wcravos i, .scravas 8.Total 346.
Alunen! idos a costa dos tofres pblicos 203.
" (tmenfl da eiifennaria do da 12 de Janeiro
I- 1873.
Tvoram baixa:
Joa.. Constancio da Silva Nevos, rlieumatismo.
Manoel Francisca dj>,toutos, odeiitalgia.
Ceinterin pimlmeo.Obituario do dia 10
de Janeiro de l'<73 .
Luiza Mara .'elTos. parda, Pernambuco,80
atlhos. Gtaca : dvi Radolplw Bornes da Silva, branco, Pernambuco.
19 a los, soltero, Santo Antonio ; tubrculos
lultnonaros. -
Sainstiano Lanio Tenorio, branco, Pernambu-
.. lanr.is, solteiro, Santo Antonio; hypertro-
,iitia di corac.V.
AdelaiJo. branca, Pernambuco, 3 airaos, Reci-
fe ; boxigas.
Tbomaade Ajumo, panto, Pernambuco, 60 an-
uo-., Reeilo : liopatite.
Antonio, pardo, Pernambuco.
c dte,
s Uai.ie Irlak, branco, Inglaterra, 19 anuos, Boa-
Vi-ta ; febre amarella
FTiuieht Berw4o Duarte, pardo, Pernambti-
. 00 annos, viuves Roerte ; anemia.
Qhriwim, pardo. Pernambuco, 7 dias, S. Jos ;
Martt-parda, P^emambaco, 24 hora?, flraca ;
[ireuatura.
Paulo Fernandes de Mello Guimares
Paulo Gomes de AbneiJa
Dr. .Rtiliuo Augusto de Almeida
Ricardo Cordeiro de Miranda
Satyro Seralim da Silva
Sevorino Jos dos Santos Aguiar
Desembargado!- Trlstao de Alencar Aranpe
Vicente Ferreira da Porciuncula
llonurai'ios
Os Rllesp-'". Hr.-. :
Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel
Dosembargador Francisco de Paras Leaos
Coronel Jos Maria Ildefonso Jacome da Veiga
Pessoa e Mello
Coronel Antonio Gomes Leal
Coronel Rodolpbo Joao Barata de Almeida
Coronel Joao Baptista Pereira Lobo
Teneiite coronel Manoel Antonio dos Passos eSilva
Teiionto-coronel Frauciseo Carne*) Pessoa de La-
cerda .
Tenente-coronel Alexandre Augusto de Fras
Vinar
Emilio Xavi. r Sobreira de Mello
Major Miguel Jos de Almeida Pernambuco
Alexandre Rodrigues dos Anjos
Francisco Martins Raposo
Manoel Firmino Ferreira
Dr. Jos dos Anjos Vieira de Amorim
Joaquim Monteiro da Cruz
Jos Teixeira Bastos
Dr. Joiio Rapsta Pinlieiro Corte Real
Bario de Mattosinhos
Joao Soares Velloso
Depulado geral.
Coiuinerciaute.
dem.
dem.
Einpregado publico.
Commerciante.
dem.
Empregado publico.
Presidente da provincia do E-nirito Santo
Commerciante.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
rdem.
Artista.
Coniinerciaute.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
Guarda-litros.
Escrivao do conimereio
Coinmereiante.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
dem.
Idein.
dem.
dem.
dem.
Advoir.iJo
Artista.
(Medico, 1" cirurgiao honorario do exercilo e na
ipector da saude publica.
I
Commerciante.
dem.
Advogado.
Commerciante.
dem.
dem.
eputado geral.
Einpregado publico.
Mwiw vle tttirtf kWi|W*r nunca.
Tendu soffi'jtfo um vaiej 4a ptiia mi nieu es-
criptorio rua Direiti n. 72, no dia 28 df aeaem-
bro prximo passado. palas 7 horas da manha,
hesse inesiiib'mapeireicoiisidontvfebneilte de urna
dor rhcuuiatica que me nbrigou a retirar-me
Urde para niiiha residencia no sitioChaco ;
e aggravando-se o mal a ]iouto de ser preciso cha
mar medico no da 30, all permanec ao dia 9
do iv)rreiitc,.qmnd(> Jmolhorado voltei para esta
cidade, tratar lio ineus negocios.
E' estaa razao pela qual deixei do em teopo1
recorrer as columnas destejornal, para dizer duas
paiaw-aai acerca daquelle varjo que eucarei com
maior caima, mas jue deppis nao deixou Je liar
Eressionar-jtne Nao tenifetcoalas (\t\<- dar po-
ia de inoiKAalz. qoede i|d.i;nie encarrepou, ella
exija anda de miin o que jplgar convc'iuante para
u cumprimento de seu dever na investigacao de
di"sceSerta de um rrime, so que para isso toin
notivos justos oii injustos, a men respeito o que
be roal lir averiguar por todos os ineios ; est
em seu direito.
S te'nbo tontas a dar ao publico que me qua'-
jiuca segundos os nieus actos ; e j niais deixare
de jiistlicar-me porante elle sobre o.tactooccorri-
do, pois que de mu. va'ejo.|oli>al em niinlia casa
nao tenbo a temer oiitt'a cosa tnals do que o juizo
do publico, visto que uu entrando elle em iiiinba
conscicucia, me jqlgar.i de conlormidade com os
factos relativos minha pessoa. Os que de porto
me conheceinnao prerisaiu ouvir-me pan me jul-
gar tal qual sou, disto estou nteramente conven-
pido ; mas os ipie s me cbnlieceui de nome, cstao
ni sea direiu jiilgamlo-ine conforme a impressao
idos factos..
DoqIU-o.portante ao publico que, ignoro anda o
verdadJTo motivo que levou a polica a dar busca
em meu escriptorio. Ao entrar, perguntou-mc
b Sr. delegado -o eu conhorta ao Sr. Spiridiao Bar-
bosa da Silva, e. se sabia onde elle e achava; c
lerminoii jior dar busca em niinba carteira e ar-
rancar algiins lijollosdo ladrilho entend portan-
to que o que o Sr. 'delug;uIo procura va all nao era
simplesineute o seu denunciado Barbosa, mas
ainda* dinheiru falso ou cousa qie o douunciasse.
Escudado em minha conscienea, tudo presenciei
.na maior tianquillidiido ; mas algumas horas de-
toob, (piando meu espirito se aehou repleto dessa
tranquillidade, que assenta a'uma conscienea pu-
ra, e den lugar renexan, confesso, fique in-
cominodado, porque vi que era muito natu al oc-
c|iarein-se de miiu sobre assumpto injurioso.
Entretanto nao tenho que me ipieixar da polica
|M>r as^sim ter praticado. se que para jssn teve
denuncia, pois cumpli o sen dever; nio fiearei.
pelo ciihirario, sem qufix.ts so a denuncia a que
me redro nao existi, poi nao lera olla assini sido
justa. B' a nials i\u 'em meu abono, visto i| o prescindo de chamar sua
altenca.t para o meu (ssado.
Rceife, 10 de Janeiro de 1873.
Jos ltezfir'a ft'tnos encalcante.
Ai'Jifai, jieilja .tkxtfme vos d .> espirito' if
nmiMi>)V>c'd-j otioiHi'tw, deixai as diablicas Ja tvbellio eenlao seris calboftci.
Oliedecer; antoridude' tegitiinainente coHststi-
tnda dever perfeiio de. Pido calhollfo.
O dcVtudldo,
*
Ao publico.
Vctima de una iii-.^ravel calumnia, ordida por
inmigo gratoite e traicaeiro, em vrtudeda qual
stou considerado como ttifcpeito do enftir moeda
f il.sa, nao poss tdeixar de protestar contra seme-
|liante imputado, qnc tao ertiHinenle fe're a mi-
nha repulacao de fiomem pnrtfenlar c commer-
fiante ; reptacao que tenho procurada adqtierir
Ciista de iucau^vel tralwlho, como sabido de
todos que me conbecem.
Ha bastante teinpo que negrcio nesta praea,
onde sou ni s ou menos conhecidb ; sempre pro-
curei rrriiar ornen prooeder de uioil) que, rospoi-
tmJo e ranoitadoi por mous collegas, dispuu'ua do
crdito sunteiente para a esphera de iik-u negocio-;
nunca praliquei ace.ao que me onvergonliasse e i
lasse a que pertenco, eslava reserraui a um reo
de polica o aventiinro que existe na Parahyba-
ferir-me no que tenho de inais .-agrado tni miulia
hiira.
Para o publico c especialmente mena amigos o
collegas conheciTein o que deu lugar a falsa* e r*"
fame imputacao ikrquesou viirtima, o suspende-
rom os seus [ires it que eu poma provar juJi-
ei. lnienie minha innocencia, vounarrar o quo tote
Pa
ba. donde me veio toilo mal.
lugar comigo na ca|tal da provincia da Par.rlry-
PresiJento da provincia do Ceani.
Juiz de orphaos da .corte do RO do Janeiro
Commandante das armas interino.
(Commandante superior da guarda nacional da ca-
( pital.
Proprietario.
dem.
dem.
i amios, S. Jos ;
Antonio Jos Moreira Pontea
Antonio Pereira do Oliveira Ramos
Major Candido Emigdio Pereira Lobo
Dr. Giutairo AValboum
Francisco Jos Regado Braga
Joao Jos Ribeiro Guimares
Commondador Manoel Gamillo Pires Falcan
Manoel Ferreira dos Santos Guimares
Joaquim Dativo Telles de Souza
Ignacio Barroso de Mello
Jos Ferreira de Souza
Secretario do caminando das armas.
(Commandando do 2. batalhao de mfantana de 1.
( linha.
Inspector da thesouraria de fazonda.
Proprietario.
Einpregado publico.
Proprietario.
dem.
Advogado.
Negociante.
dem.
Advogado.
Proprietario.
Einpregado publico.
Avillsos.
Commerciante.
dem. -
Einpregado publico.
Medico.
Proprietario.
Commerciante.
Pf.-ipretario.
Commerciante.
-Empregado publico.
Solicitador.
Artista.
iftaailro los breteos da Aus.*. e
Joao Donslev Jnior.
SoaV Loj.'. Can.*. Firmeza c Huma- Joao Francisco Autuues.
DldAde s os auspicios lo S*ap.'.'-, Joao FerrcHa BatUsta-
ir.. Oiv d> Brasil ao val do La- Joao Carduzo Je trates.
ymiCAfflES A PEBIBB.
Mtate pao Fortiaguez.
Sob a epgr;phe referid* lemos resta folha de
htj urna-publicaiao solidando da 3,-tu.iIdirei'to-
.0|io a protui'cao para um ass.)Ciado e com-,
patriotAqo -i.: acliaprejjl
0 autor da ^ait pi
ignora a lei social, cbm es'
artigo 5*a**i&e,flso
na que aSUmb o iwf* c,
tofr.rV memo tem/o o retibo emp4fm*mr pbem
lljn^es.
par5ffl
o msposto du
^jEe fletrinl-
StMiim>&ao(ie\
vradio sia orlo do imperio.
Effectivo.
Antonio Ignacio Heitor.
Antonio Jo Pereira da Cunha.
Antonio Joa'iuim Moreira Sampaio.
Antonio Duarte de Fgueredo.
Antonio Das da Silva Cardeal.
Antonio Mendos Pereira da Costa.
Antonio Ferreira Alberto.
Antonio Fernandes de Figueiredo Paiva.
Antonio Ferreira Praca.
Antonio Alves Pacheco.
Antonio Jos Pereira.
Antonio Bao.
Antonio Martins Campanua.
Antonio Francisco da Silva Coellio.
Antonio Pereira.
Antonio Goncalves Guimares.
Albano Pereira.
Andr Joaquim do Azevedo.
Bento Branco Thonf h.
Bernardo Goncalves dos Santos.
Candido Autran da Malta Albuquerque.
Domingos Jos da Cunha Lagos.
Francisco Martins -Raposo.
Francisco Duarte das Neves.
Francisco dos Santos Lomba.
Francisca Ignacio Guerreiro.
Francisco Rodrigues dos Santos.
Francisco Ricardo da Costa.
Guilherme Vieira da Rocha.
Jos Barbosa de Miranda Santiag*.
Jos Joaquim da Cunha.
Jos Francisco de, Paula Ramos.
Jos da Costa Bi?po. *
Jos* "Mara do Freitas.
los Manewl da Costa Gamito.
?los Antonio Barbosa. .
Josi' Antonio de Fgaeiredo.
Jos da Costa Cazeira.
Jfc* Oeelho Barbosa.
Jos Affouso CWreira.
m
Joao Uigyuo de Souza.
Joao Antonio Vellzo.
Joquiii Smiles dos SafttOS- *
Joaquim Caetano de Camino.
Julio Goaes da Silva.
Justo Jos Gomes Teixeira.
Luiz Fonceca de Macedo.
Luiz Correa Duarte. .
Manoel Heleno Rodrigues ,],% Santos.
Manoel dos santos Villaca
Manoel Francisca Carneuo.
Manoel-Ciu-do-o Jnior.
Manad Soares d Amarl.
Mamel Pereirude CarvaHio.
ManeH F-reira Franca.
Pedro .lorfriilrn AirgitsW ftiljo'h-o.
Reilhgio Kawip.
RaplSel BlaficoIJarrcdo.
'Mmb.: Intimar ios.
Brigadeiro Francisco Joaquim Pereira Lo%o.
Dr. Alexanro de Souza Pereira do Garmo.
CommendadfT Cotann Pinto djtVnras.
t>r. IVro Desembargado* Trtatap de. Alencar Araripe.
Avutios.
Antouk>P*eir& Vilflla.
Francisco Teixeira Barbosa.
Leonardo AiUoaiu do B^iirito Sanio poffei.
Oabatxo aseigaado acliandqvse horrivlmeiitei
cncomnwda.lv de-uma iifiaumc.ap da urethra. a
ponto de julgar-se nas.f ortja.Aa t'uamlo, ,vio ate-)
apparecerem de repento toos os K'ij*. enxoniwo
dos desde que ainprroviduocal do lllni. Sr.Brl
Rayinundv Vianon.]|ON"0 de opera-lo a noite de a
To corrente, e naV> ienda mesmo abaixo a*sigaa-i
do expresji'os eme sgniliquein tao grande la#rf
vda 4M>*'i** leiJiicaw simples pJlicarj
piotojfar-ftie snadeTia gralidao.
Recife, 13 de Janeiro le 1873, ]g*
'"-il Orainpo mUrtynez.
ianciro
GrtW>
As nconsecpiencias do lieralbmo sao a cada
paxso. 0 gotftrno dspbtt ; o absolutismo nos'
governa ; nao temos liberdade religiosa ; venba a
I i bordado de ronsciencki ; baja tolerancia.
Ejs, o que .mregoan, quando querm cegar aos
seus fius ; mas em lhes sendo o vento adverso
bolinam 'n'outro riuno.
Quando quorem perseguir Igreja que. con-
demna ;.s loucuras hlioralissiiuas, entao poem-se
de joelbos e invoeam a Cesar divino e supremo
pontfice ; se qiteretii ensillar ludo o que a iu-
pedade vomita cbnlra a rsHgio catholica, clainain
pela liberdade religiosa; s> quereni embar ao
novo com os seus sopliismas, cbainain a toleran-
cia em sen favor.
Mas se os catholicos nao queroin que Cesar
impere sobre as suas consciencas. se ensinain a
religiao com todas as suas conseqneneias. oh !
gritam pelas lels do Estad, trazein a fronte as pre-
rogavas roaos o iiiosiraiu-so inais intolerantes do
que qnlles a qu mi falsaincute acctisam de into-
lerantes.
Vede o que agora ostao oicrovi'ndo contra o
acto canonjeo do Sr. hispo. O argumento favorito
o que tiraiii 'das leis do Estado, com as quaes
quorem govcriiar as coa-ciencias calholieas.
A.-sin, crto anonv un do Jornul do ftreife n. 6.
pretende privar que a circular do nosso venerando
diocesano .-obre as rniandades, discorda das leis do
Estado.
Mas corto.que entiv aquella e estas, lia per-
feta harmonii, bmbra o espirito do anonymo nao
enebergue.
rata lia u art 10^ 8 tkjfl* ......ci:>..;^s.,. ,- '
coiupcte ao poder exocutivo conceder ou negar o
bncplhctn aos decretos dos concilios, lottras apost-
licas e quaesquer nutras citnstituicoesecclesas-
licas quo se nao opp-'zerem consttucao.
Ora, ^ste artigo evdenlemonto s se refere aos
decretos dos concilios, bulla, etc.. posterioret
nossa constitucao, sendo que a bulla -Prteclara
PurhtS'ilin de I.ao XII foi a primeira a que nc-
gonvse o beneplcito imperial em 1827.
Mostr o anonvmo se capaz um s caso em
queogoverno tor.ha attribuidp ao citado artigo
forca retroactiva sobre as bullas o le'.tras apost-
licas antertore* constituiejio, exigindo para al-
anias dolas 0 bonaplacto.
Mas a bulla de Clemente XII. excominungando
'aos mareos do 1737. e os outros papas so fize-
ram inculcar a rae ma bulla, aecrescntando-me
ulteriores esclarecimentQS que em nada altoram
a sua substancia.
Logo, anda que o artigo constitucional do be-
neplcito tivesse valor cannico e fosse preciso
para que a oonsoieneia dos catholicos obedeOesse
as bullas e aos outros ponlilicios, anda que elle
nao tivesse contra si a cmdeuyiaoao da igreja, a
que .todos os catholicos obedceem, anda assiin,
dizeiaos nos, nao -vinha a \>--aposito para a bulla
da excommunhao dos pedr/iio* licret.
Xa verdade o que fez nossa eOnstltuicao decla-
rando no art. 3 qne a rHiaiao catholica continua-
ra a ser a religiao do Estado Reconheceu e
aceitou a legslacao eeclesiastica, na qual eslava a
bulla de Clemente XII contra os macos.
Ningiieni sabe a que veui o art. 81 do codiao
rrnvnal que prohibe impetrar de autoridade es-
traneelra gracas ospiriuiaes, despropositadanienje
citado aelo aonvino; do qual inferi que nao
podeni' os catholicos receber gracas espirituaes
sem periiiissao'do governrt. Mas om materia cri-
minal, por ser od osa, ensinam os jurisconsultos,
dever-se attender lettra da lei no sentido m>M
rigoroso pie for nossivel. Se portanto o citado
artigo prohibe receber gracas espirituaes impe-
tradas, nao tem applicafSo a gracas nao solliei-
tadas. .
E aiida que n art. 81 proMMSSS taniboin a sol-
licacao de penas o-pirituaes, -como o anonymo
explica, llie pergeniaramos se foi o Sr. bispo
quem snllcitou em lf37 a excommunhao dos pe-
areivos Une*
A Circular do enverno Je 12 do mareo de 1812.
l-que rocommenda aos bisqns a punicao dos sacer-
dotes, que se d.-sriasseiii das leis ecclesiasiieas re-
Crtiidas no imperio, nao smente nao se oppe.
mas at favoreco o procediinento de S. Exc. Rvma.
COntra os sacerdotes maana ; visto estar ua bulla
de ('.lmente XII entro as leis ecclesiasiieas rece-
idas no imperio. .
Rao pode passar a assercao do anojan* ib; nao
tfer o Brasil recobido as ultimas docfaoes do con-
cilio Vaticano.
Acaso nao mandoii tambem o Brasil, como nacao
catlWlira. os seus representantes a legislarem no
Vaticano para o OrTie eSTnotlco Nao manaranij
aquellas decisoris *r ^Otlr legislativo dos nossos;
ano* tambem { .L'sarao estes bispos por ventura
e sen poder centra a vohtade do governo 1 Isto
o que deviam provar para ddr aquella assercao
a menos urna appareWi de verdade;
finalmente metadlo afltrnwr qne S. Exc.
Rvnw. estoja exorbitarto das rala* malvadas pelas;
leis-S paiz.
" Tero s noisai ihiandades um carcter mixto,
civil e religioso, indispensavel (*c qnerem ter o
caractar relioao) qjieojtoluaiu do mui gremio s
que livreiuentc saliiram do gremio da igreja ca-
tholica, paSsatido par a mafonaria. O anonymo,
de que S. Exea. Rvina. aponte as leis, ue con-,
ao'Hispo aracullkale de exronmwng-.os
i, sem.Vep.ifar (fue S. FNc. Rvma. naoox-
cvmmunga a niogueiu ; pas abenas lenibra ,ao
niacons a pena de excomtmtntian papal tn qua
cada um delles incurre ipso fac'o es* fje s
axisti namaAmarla. na^....
0 Sr. bispo como pastor c pai eniirttoal nad
aper oittra cousa. senao (jue as ovmas flevgar-
raJas vultein ao seio da igreja o so pottem ah
voltur ouvinJo Igreja ,, ._. m
Dizois, que s(s cathoticos. Mas nao sbeis qu
I o Driiuclro dever li) cathlico bbdbeet as li
rW .. n.........u a. ,K0fe 3ll.
confiada
posto
o"fepi7ffo'Sailt,'parafegef-a isrej liernanibUr
cana, e n i ig-y- ""= -"' cajholico.
HWsmWo. leznsCtolsto disseqne. quem
iftruv* a igr^ia eome pago.
Tendo. contratado cmn a presid-ncia daquea
provinci o abastec ment d'agua potavel para a-
capital, obriguei-ine a prestar una cauca > de seto
ceios de ris, com os quaes devia entrar para o
thesouro iinpreterivelmente at o dia 17 do dezein-
bro prximo passado dia em que terminara o pra-
zo que me foi concedido no respectivo contrato.
Segui para a Paralaba no dia li do proJilo mez
em una jangada, por ter perdido o vapor da eoin-
panhia poraaiiihuca.ia, onde tmha tomado passa-
gein para aquella provincia,llovido a grande* al'a-
zeres qne uve para licar prnmpto de seguir via-
gem; nao sendo fcil encontrar sanos para aquella
Cidade e i vista, determiuei levar comigo a refe-
rida quanlia e inais oitocentos o tantos a novecon-
tos mil res, para ininbas despezas, e o que fos-e
preciso, para nao me acontecer pedir Jinlioiro,
como j succedeu e'.n IttBmiipt pvoxiino passado,
que ped naquella provincia 600a00 pujos foram
pagos ao Sr. Joao Joaquim da Costa Leitc, desta
praca.
'Para maio- commodidade naconduevao. nas ves-
peras o dia de minha viagem audei trucando di-
ubeiro miado por notas gradas, pois sondo inJfi-
ferent entrar com dliiheiro muido ou erando,
prefer levar o que se presttMe a mais fcil con-
dueejao, operagao que felizmente nao Ibi feta por
rata) s, e sim tambem por meu ex-caixoiro Antonio
Joaquim dos Santos Jnior, que peder dizer se
isto verdade ou nao.
Levei esse dinheiro trocado aqu em diversas
casas, para a Parahyba,. como boin e como tal ain-
da boje reputo-o.
Na oc.easiao em que fui rooulh-lo ao tlteaouro
provincial o Sr. thesoureiro, dopois de rccebe-lo,
xaininaiido as nolaa, me disso ainigavelinente, que
comquanio nao podaste allirinir seren falsas
qtiatro ou Cinco notas de cincoeiita mil reis, que
searon na occasiiio, todava para evitar dunda
p-'Jia-me qne as substiluisse por mitras, ao quo
nao puz a nionor duvida, tanto inais quanto o Sr.
thesoureiro nao eonsMerava fa%as apenas. Unha
recciii. pode-so dizer pnico, porque se fallara
que rfavian notas falsas de .*> )0I)I), se ellas o
fossem; elle pode me contestar se nao digo a ver-
COMMiftCIO.
ALFAXDEGA
Rendmento do dia 2 a 11. ,
Mein do dia 13......
48l;632iO;0
65:601*897
5i7:i33>lt8.i
Desrarregam llnje I i de Janeiro de 1873
Barca franco a Colignp uiffeadorias para
alfcm. I ga.
jatarlta inglez if'trij Smilh -varios gneros para
o trapiche Conoci o, para despachar.
Escuna ingle a -Mi'nj lAzit BacalhAo j des
puchado, para o trapiche Conreicn.
Itii,-'-ie iuslezMiy/ieUi aivio j despacad),
p m o caes do Apollo.
Barca fraacozaS. //ni/lias e ferro j d;s-
pachadu para o caes de Santa fsabet.
I.iigar inglei-Jforrr barilho j des|wrl*al
para o tra[iiobo Coneeicao.
Iajnn-1ii-ri(>.
Vapor tirasileiro Gkouia, tituh A' tiacttjk.coa-
xup\iul) ii compaHkia Pernamiiuntna mnnife.itou .'
Awucar il sacras e 30 barricas a diversos.
Algodao 8 saceos nrdem.
Barricas vazias 120 ordem.
Curo 31 a Lodstonc Robellard & C, 261 a
ordem.
Milhe SO saccas a Francisco (oucalvs Torres,
21 a Ledslone Robellard 4 C., I.'W nrdem.
Podras do amolar 400 a Goncalves Torres.
Rodelas de ferro 2 a Bovvmai.
Sola O metes a Moraes & truio.
hlicnn'1
dade.
Servi-me dolas para as mineas despezas e nao
foram recusadas pelas pessoas a quem dei' para
mear, apenas o Sr Amaro de Barros Corroa quo
me trocou nina pela amaiikfi, as 3 horas da tarde
mandn pedir-ine o obsequio de quando sahisse
rua passar pelo sen est ibeleeioionto, o que liz ini-
mediatamente e era para me dizer que desooiiliava
da nota nucen Ihe havia Jado, pois tiiiham appare*
cido d'aquella estampa alguinas falsas.
Fiz-lhe ver o engao e mostrei-lho qne as falsas
nao italiana o numero 50 escripio no etahajado da
Orara da estampa, e que a dir que se tratava li-
nha ; que se elle receiava asotanara dita a >ta, II-
raudo todava responsavel pola uirsiua ; ao que se
confojinoii dizondo-ine que bastara a minha res-
ponsaliilidade verbal.
epois disto ainda estive na Parahyba al que
->iiiiinit]riTtiijiiln lililn, iinn ...:..(.. renntoa
daipiella provincia lahMa u lo.t.is por eu me des-
pedir.
Xa iitlia ausencia, por.'ni, um inimigOgratuita
aproveitou as crcuinslancias qne deixo exposlas,
para me fazer carga, e expoz-mo como suspeito (lu
passailor de dinheiro falso.
E* para admirar, que estando eu tantos das do-
pois do fado oceorrido naquella cidade, nao lves-e
appareeido procedinieulo algum contra mira e que
so Jepois, na minha ausenoia. se procedesM ao
inquesilo aUbdtno I
Tenho f e.n eus 0 na justioa dos lioinens, o
manto basta para acreditar que a arpe calumnia,
que tao infamemente me hmcaram nao ving.ua.
Repito, son conbecido nesta cidade, os mous pro
cedontes nao me deshonran!, e tenho o dimito d
pedir, como peco, ao publico qne suspenda algum
juizo desfavoravel que proventura tenha fcito
iiiiui.
O que disse a verdade ; so tenho erune. o que
deixo dito ser o nico corpa de delicio que con
seguirn.
Soluv. tudo minha consciencia : asnciedade pode
nao me acreditar, mas eu nao terei do corar nun-
ca por ter ooinmettido semelhante torpeza.
A verdade ha de appareeer; aguardo o meu pro-
cesso e qualquer quo soja o juiz que me tiver de
julgar, deposito plena cmlianca.
- nao se teme (piando nao se tem crime.
Recife. II de Janeiro de 1873.
Olegario Saraica iirgleza Maiiy Lizzik, rimhr > Tnrn
Nova consign'tuia a Jolmston Pater festou :
Baoalho, tfiBS"barricas aos rotfftaflBlaflOS ?
Putarlm lir.spnulml Pklaio, r/otoa lito de Ja-
neiro-, consignad- a trdem inmi'festo :
Xarque 120,000' kilos.
DESPACHOS DB EXPORTADO NO DA 11 BE
JAXKIHO DE 1873
ftW! os partos ia exterior
No brtaw beapah I Cmcrtler, para Barcel-
ona, carrejzou : R M. Manrv l,!X) sacras com
72,292 kilos do algodo.
Xa galera porlugueta AmtrtM, liara Ijvec-
po.il, carregaram : T. JelTeri'.s A r. :i,376 saccxs
com 120.'i(ii kilos d.- algodo ; G. Xee-ou A C.
96 ditas com 7,131) l|2 Jilos do dito.
Xa barca ingle a 11 tmmdt, para Liverpool,
carregaram : C- ('.. Simpson 10 aaenw com 871
1|2 kilos do algoJo ; J. Pater A C. '.'00 IMM
com lO-'i.OJO kilos do a-suear inascavaJo.
o vapor inglcz Gnsseinli, para laveipool,
carregannii : Phipps Bomardea A C 3tM sacras
com 2.'i,074 kilos Je algoJo ; J. J. C. Unte 202
ditas emn 14,902 1|2 ditos de dito ; L G, da Silva
A Pflto 100 ditas eoin 7,709 l[2 Jilos de dito .
Viiva Bastos 1,300 sacros com 97..O kilos de
assucar mascavado ; M. Laman ; C 7,000 ditos
com ."io.OOO ditos de dito.
Xa barca pnrtugtta a Aatim4r. pan Liwr-
pod, carregou ; L. J. S. Guimares l.'jOO saceos
com 120,000 kilos do assucar mascavado.
Xo brigue hespanhol Amitia, paran Rio d;i
Pra a, carregou : Antonio I.oyo $89 barricas
com 7,.*V't Irnos de assucar branco.
.Na polaca lioqauhola Mnria't, para o Rio
da Prata. carregaram : P. Carneiro v\ C. 310 bar-
ricas com .7,129 1|2 kilos de acucar brarav r
ditas com 13,309 1|2 diios de dito mascavado.
Xolugueinglez'./ii', para Ne.v-York, car-
regou : II. F. Cruz 1,0 0 saceos com 734)00 kilos
de assucar iinseav..do.
Na barca portuituoia l>nu, liara Usbua.
rarrogarain : E. R. RabeUo A (;. 530 saceos com
11,350 kilos de assucar manea ado e 000 ditas
com 43,000 ditos de dito branco. o 400 emi os sal-
eados rom 4.800 kilos.
Xa barca porlugtioza Atuhicin, jwra O P>rt<,
carregaram : E. R. Raboto a '. 723 sarcos com
54,373 kilos do. assucar br.i.ic > e 400 ditus com
30,000 ditos de dito maseava I...
Xo navio portoguec fciw ne. para o Porto,
carregou: L. J. S. (Iuiiixiia'> \. 300,000 kilos de issucar mowavado-.
Xo brigue portuguez.Adrlia -. para o>Porto,
carregaram : Carvalho N->j aura :60 saceos
com 37,509 kilos de aasnear ina.-cavado.
Para os fortm iJb interior
Para o Rio Grandi-do Sul. na barca brasi-
loila 2T&CII .U'i,/.UI...I. > ..... -........ UUvrn Fi
titos & C. 303 barricas <-""> oo.iTo Kvp a ......
car branco.
Para CruguayaiKiii na navio noruegnens-
Li/n, carregaram: 'CnrvaBn & Xogueira luobir-
rcas com 10,5'7 kilo* de assucar branco e 100
Jilas com 11,18(5 1|2 (Utos Jo dito mascavado.
Para Alagoas, na-barca a .Varia Yiannn.
carregaram : S. Jnnquein i C. i barricas com
127 kilos do assucar relinado.
Para Maca, na haronea Dws AmJi/ns, car-
ie", ni: Lapa Minos 8 barra com 961) litros d^
agurdente e S cantas com S* kilos de doce do
miaba.
CAPATAZIA DA ALFAXDE6A
iloiuliinento do da 2 a 11.
dem-do da 13.

Z>8.
1TJ07*
3:212>8.i2
BB1
Monte-Fio lortnsiez.
E' para lamentar que ache-se preso na casa de-
delei^ao ha H mezes o subdito porluguez Jos
Guedes da Silva, sem sor at esta data julgado,
devido alalia de recursos; de ida esta ui.ustica
a falta do julgamento, de nietos de subsistencia o
a voz de- seu procurador desanimou pensando na
njustiea que tem soffrido, perdeu o juizo, aeha-se
hoje louco, laucado em um quarto na casa de fle-
tenco ; pelo que tem-se exposto, pede-se a mu
digna director, do Monle-Pio Porluguez em Por-
nambuco pie lanc suas vistas compassvas para
este seu socio e patricio, requerendo ao juizo com-
petente, permissao para elle ser tratado da tonca-
ra, fota do estabelecimcnto, -que garantimos que
elle licar bom, e promover adiaiitamento do proces-
so do mesmo para linal julgamento -assim espe-
ramos.
Recife, II de Janeiro de 1873.
Algum portugueses.
VOLl'MES SAJIIDOB
No dia 2 a 11. .....
Primeira porta no dia 13. .
Segunda porta.....
femara porta.....
Trapicho Concetc/i) .
SERVICO M.U'.lTlMiV
Alvaroiigas dosearre-a-.las no IrapiCUC-
da alfandesa no dia i a 11. .
Ditas ditas no dia 13.
Navios alfticad. .sno trap. da atfanuVga
Alvarengas ........
No trapiche Concejio.....
6-.IG74531
!1.m;
I8i
i;;-.

RECEBEDORIA DE RENDAS LNTERNAS GE-
RAES DE' PERNAMBUCO
Rondiinentodji dia a 11. I4:5133 dem do dia 13...... ttfhtTOO
16.9t)3i!;.'
CONSULADO iliOVlNclAL
Kendiinonto Jodia 2 a 11. / 93:1.W
dem do dia 13.....
103:8-59ilC
Declaraca-o.
Coiistnilo-meiiie seasKpropalando quo
e me oppuz 5 ciiiulal- do Kxm. e Itvn. Sr.
bisixi diocesano lia poteo publicada nos jnr-
naos desta cidade, coneernente qnesto que
ora se debate ; doclro que o inexacto o tjue
se diz a meu respeito sobro dita questo ;
por quanto sempre prestei o prestara minha
filial adheslo s disposioocs do F.xm. prela-
do ; o qual, no que est obrando s iliscu-
bro uin perfeito zelo pelo bem ras almas ;
assim como uma acrisolada obediencia s
leis da santa igreja catholica, apostlica, ro-
mane.
Estou igualmente habilitado a aJlimwr
que nao.tem l'uiida-.nento o quo so diz a esto
respeito sobre os Rvins. religiosos capucht-
nhos ; quando estes bem longo de- irem de
eucon-o' os actos de S. Exc. RVm., ao con-
trario prestam-lhe steero apoio ; o quo nao
era menos de *f$rir J urna ordem to
exemplar em virtudes c submissa aquellos
a quem Deus escomen para regerem a sua
igreja.
Deus por sim borulitlt nos inspire a virtu-
dc da santa obediencia do que absolutamen-
te necessitamos par* sennos feliz. uo tempQ
e na etertoidat.
Palacio da Soldado, 13 de Janeiro de
187^ t n
Cpuego.Joa Chrysostomo ao Piva
Torris.
vtoviiaprrff no porto
Navio enJrado m dia 12.
Torra-Nova30 dias, escuna insleza, Mart Li:- ;
de 148 toneladas, eapii.. IL WarJ, Hilpageiu
8, carga 2^i3o baaricas eombaordhao ; a J.'hs-
tsn Pater Rio Grande do Stti-Pataoho potUguaz Oiindn,
capitao Manoel Joaquim de ali^K, carga a-
Lisboa-Barca itEtuguez J^^.^pSo Anloav
Marcelino Ferreira- Dnures, carga aSsuc.i
couros. .
Marsclha Barca frauceza Atstmpt*, cap!a
Jaullret, carga assucar.
Canal.-Barca nglew Lofaine, capio Thouia.'.
Felkins, carga assucar.
Sucios entrado-i nodialp.
Araoaju e portos intermedios r dias, vapor
hrasileiro lUqni, de M5 bmetaiiai, cnaaman-
danle Maitins, oquipagem 14, carga vanos, g-
neros ; companhia Perna iiUncana.
Bueno8-Ayros-l das, barca raueexa Jr'f
Bart, de 3 la toneladas, caatao Lehevre, eqm-
pagem 14, em lastro ; h Kler G:
Rio do Janeiro-18 dias, pntaclio hospanhol />
lat/o, de S83 tonela.Ias, eapilio JttymA GaTruja,
equipaaom 12, carga 40*): quinties de carne ;
ordem.
0s#mv?o.
Nao houN-e sahidits.
FfURAlHK.
santa: casa da misericordia DO I?'/-
P(Haeorea tonta Cas da Mworicordia
so faz scllit a (aL Wcrossjtr que o BUn. br.
*s



^


Diario de Pernambuco Terqa feira 14 de Janeiro de 1873.
gaiaeoto do trituastre ver ctdo de outubro a de-
xerabro Ando s amas que se apresentarem- cun-
duzindo os exportes que lh.es Ibraiii confiados.
Santa Gasa da Miseria rdia do Recite, 2 de Ja-
neiro de 1873.
O escrivao,
____________Pedro Rodraaes do Souza.
Pela thesouraria proviiiSl se faz publico,
que oi transl'erwla para o da 16 do crrenlei a
an-eniata^io do Bosteio da illuminaeji publica da
cidade de G.Kfttm.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 9 de ji.nei.ro de 1873,
O oflicial inaior,
Migtu-l Affuiiso Ferreira.
S^pSSfS << rsenal de
marinlia
Faz-se publico que a commisso de peritos exa-
nnando, na forma determinada no regulamento
annexo.ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, macliit a, caldeira, apparelho,
mastreacio, veame, amarras c ancoras do va-
por Coruripe, da companhia pernambucana de
navegacio costeira, aehou todos esses objectos
n estado de poder o vipor continuar no servico
m que se emprega.
Inspcccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 11 de Janeiro de 1873.
francisco Romano Sltpple da Silva
Inspector. ________
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
saria de fazenda, couvida-sc a quem se quizer
propor a factura da impresso de q'uatro mil co-
nhecimentos para cobranca de impostes, para
comparecer nesta thesouraria no da 15 do cor-
rente uiez cora sua propjsta era carta fechada* e
competentemente sellada, declarando o ultimopre-
co por quanto se propoem fazer dita impresso.
Secretaria da thesouraria de- duenda de Per-
nambuco, 10 de Janeiro de 1873.
-Serviudo de oraeial-maior,
Manuel Jos Piulo
A cmara municipal da cidade de Oliuda, faz
publico que tendo mandado proceder a numeraco
das casas da mesina cidade, e por os disticos das
ras, becos e travessas, resolveu fazer as altcra-
ooes segutntes : que a ra da Senzalla, se deno-
minasse ra de Sania Theresa ; Que a ra do
iitterro do Varadouro, se deitorainassc ra da Es-
taco; que a ra ao piincipiar do Caes do Vara-
douro at o edificio do gazometro, se denominarse
ra do Primeiro de Dezembro ; que a ra nooitao
da igreja dos Milagres, se denominasse ra Sania
Cruz; que a ra do l'alde ern seguimento pela
.-traila at a Boa-Hora, se denominasse ra de S.
Sebastio ; que a ra do Paco Castelhano, se de-
nominasse ra de Vinle Sete de Janeiro ; que a
ra do Aljube comprehenderia tambem a do Caixo
e a travessa da ra de s. Danto ; que a rna dos
Quatro Cantos desde o .'.ntigo becco do Cardim ate
o descer para a bica do memo nonie, se denomi
nasse ra do Commercio ; que a ra de Mathia
Ferreira em seguimento at ebegar a ra hoje do
Commercio. se denominasse, ra de Fernandes
Vieira ; que a ra do Bom-Fim comprehenderia
tambem a ra do Car no; Que a ra dos Gatos
reunida a ra do Guadelupe tivesscm esta deno-
minadlo ; que a ra -Nova, se denominasse ra
do Bispo Coutinho ; que as rua^da Mangueira ao
piincipiar da Bica de S. Pedro, ra do Cabral e
.logo da Bolla, se denominasse na do Bario da
Vera-Cruz ; que a ra da Praia de S. Franciscc
se denominassi- ra do Sol; que a travessa do
Porto Seguro, se denominasse Travessa de S Ben-
to ; que a travessa do Monteiro teria principio da
>>squina do sobrado da ra de S Bento-em Mgni-
ment ao sahir a ra do Bom-Fim ; que a ra
atraz do Amparo, se denominasse Travessa do
Amparo ; que a ra Xavier Santa Rosa, se deno-
minasse Travessa da S; que finalmente o becco
da Poeira, se denominasse Travessa do Varadouro.
Paco da eamara municipal de Olinda 7 de Janei-
ro de* 1873.
Manoel An'onio dos Passos e Silca,
presidente.
Marcolino Das de Araitjo,
secretario.
COMPANHIA PERNAMBUCANA A
DE
\ave^urili coNleira u vapor.
MACE1, PF.NEDO E AlUCAJVj'.
"^L^^ k O vapor Mandtfh,
com mandan te Julio,
seguir para os por-
to cima no dia 15
do crrente as 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 13, encommendas at o
dia 14, passagens e dinheiro a frete at as S horas
da tarde do dia da sahida : escrptorio no Forte d-
Mattos n. 18._____________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Wavegacfto costeira a vapor.
PAKAIIYBA, NATAL, MAC.VO, MOSSORO', ARACA-
TY, CEAR, MANDAHU', ACARACU* E GRANJA.
O vapor Pirapama,
commandanlc Azeve-
do, seguir para os
portes cima no dia
15 do corrente as 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13, encommendas at o
dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do da da sahida : escriptorio no Forte do
Maltes n. 12.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIPE.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, autorisada pela presidencia e
de conformidade com J seu compromisso, leva
praca de venda per si na sala das suas sessocs,
oelas 3 horas da tarde do dia 16 do corrente-os
segrales predios, tomando por base as quanlias
ffiTOcido.-.
;. .8ua ii" i.ug Un i.ainnma
a. 3. 2.'OOOO
Casa terrea da ra du S. Jorge n
02 e a casa terrea da ra dos
Guararape- n. 8o 3:3004000
Casa terrea da ra da Matriz da
Boavista n. 50 2:00050^0
dem da ra da Gloria, hoje Vis-
conde de Alburenme n. 61 2:000000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 10 de Janeiro de 1873.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Reparf ctlo las ohru publica*.
Temi em militas casas sido atibados os canos c
apparelhos da companhia Recife-Drainage damni-
ficados maliciosamente, o engenlieire fiscal faz
publicar para conheriniente do publico os seguin-
tes artigosdo contrato de 18 dedezembro de 1865,
e do regulamento de 12 de janeo de 1872, a
saber :
Artigo 24.
Os moradores dos predios deverlo commu-
nicar sera, demora empre a qualqucr desarran-
jo que se der nos apparelhos, e canos pertencentes
as -uas casas, sendo responsaveis pelo valor do
concert, quando seconhecer que taes desarran-
jos provem de malfeitorias ou negligencia delles.
Artigo 19 do regulamento.
As obras da companhia relativas materia do
con: rato, serio consideradas obras publicas, Pican-
do assim aquellos que as damnificaren) sujeitoss
penas da le e regulamento das obras publica*.
Repartilo das obras publicas 11 de Janeiro de
1873.
O secretario
Feliciano Rodrigues da Silva.
Escola \ormal.
Faz-se publico a quera interessar possa que as
matriculas desta escoli abrem-se no dia 15 do
corrente e encerram-sc no fim do mesmo me,
devendo os que se quizrem matricular no 1" anuo
apresentar:
1 Certidao de idade inaior de 18 annos.
^Certidao de que sabe-ler, escrever e contar.
3o Certidao de nao ler sido condemnado por
exime oTensivo moral ou i religiio do estado.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandn o Sr. Dr. director lavrar c publicar o
presente.
Secretaria da Escoki Normal de Pernambuco,
10 de Janeiro de 1873.
Ayres de Albuqucrque Gama
Secretario.
Companhia americana c brasileira
de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado do Ncw-
York por S. Thomaz e Para, o vapor americano
Ontario, commandanlc Slocum, o qual depois da
demora do cnstume, seguir para os p rtos do sul.
Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
Henry Forster & C, ra do rominercio n. 8.
Para Lisboa
a barca portugueza Venus vai sahir breve, recebe
carga a frete coinmodo : trata-sc com E. R. Ra-
bello & C, ruu do Commercio n. 18.
Para Lisboa.
Tem de sahir brevemente o lugre portuguez
Julio. Para o resto da carga e passageiros, tra-
ta-sc com os consgnanos Thomaz de Aquino Fon-
ceca & C. Successores, ra do Vigario n. 19.
Para Lisboa.
A barca portugueza Snphira, sahe em poucos
dias. Para o restante de carga e passageiros, tra
ta-se cora os consignatarios Thomaz de Aquino
Fonccca 4 C. Successores, a ra do Vigario n. 19
Para o Rio de Janeiro
o lugre portugus Atmrdiryi, de I* classe, capl-
tao i. P. Das, recebe carga a frete commodo :
trata-se com E. R. Rabelio ik C, ra do Commer
ci n. 48.
Pretende seguir com pceos das de de-
mora, a bar a portugueza (Sementina, por
ter quasi a >u< c;.rga completa, e para
ponca qoe ihe falta, trata se na ra do
.Commercio d. 5, escrptorio de Jjaquim
jof Goncalves Beltro.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue nacional Isabel pretende seguir para
o porto cima neste dea dias ; para o resto da
carga que lhe falta trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz deOliveira Azevedo 4C,no
seu escriptorio ra do Bom Jess n. 57, outr'ora
rna da Cruz.
Vai sahir cuto p, uc-.-s iii<: de demora a polaca
italiana Sara, pdenlo receber alguma carga, por
sao, qna-n desejar carregar pode entenderse com
o consignatario Joaquirn Jos Goucalvea Beltro,
ra do Commercio n. 5
VENDA
Vende-so o patacho brasilelro Elvira, o qual se
acha era bom estado, e preparado com todos os
seus pertences para navegar : os pretendentes
podem dirigir-se bordo db mesmo navio para
vc-lo, no ancoradouro da Carne secca, aonde est
em descarga ; e a tratar com os consignatarios
Amorim Irmaos & C.
CLAUDINA
Para o Porto
Seguir com a maior brevidade possivel a ve-
leira e bem condecida barca portugueza Claudina
por ter parte da carga eHgajada : para o resto e
passageiros, aos quacs -wferece excellentes com-
modos, trata-se com Cunda Irmaos A C, ra da
Madre de Dcos n. 34, ou com o capito na praca.
Rio Grande do Sul
Para o porto cima indicado pode ainda receber
alguma carga a frete o patacho brasileiro Pelica-
no : a tratar na ra do Vigario Thenorio n. 1, 1
andar, escriptorio de althar Oliveira t* C.
Aviso martimo
Os similores recebedores dos volumes abaixo
especificados, vindos de Marseille pela barca fran
ceza Marle Celine, cujos nomos se ignorara, por
virem manifestados ordem.
M F C. 1 caixa de perfumaras.'
F M f. 4 volumes de 3 caixas agua fior de la-
ranja, 2 volumes de 3 caixas agua de rosa.
F CM.-I caixa de phosphoros.
Queiram mandar-pagar os respectivos fretes no
escriptorio de Tasso Irmaos & C, ra do Amo-
rim n. 37.
LEILOES.
Arremataco
Quarta-fcira 15 do cerrente, perante o juiz de
pat da fregu ia de Santo Antonio, ha ver arre-
mataco de i'abras, carneiros e porcos, corridas
iiadas pelo fisci.______
"consulado provincial. .
Avisa-se |r esta repartice, ne no dia 20 di
corrente abM-Ki o praso para recepcao dos diffe-
Tentes impostes provinciaes designados na lei do
remenlo vigente de 1872-73 ; os quaes devem
ser satisfeitos dentro de 30 dias sem dependencia
da multa de 6 0|0, em que ncorrerao os contri-
imintes que o deixarem de fazer nesse praso legal,
Consulado provincial, II de Janeiro de 1873.
C ad > inistrador
Antonio Carneiro Machado Ros.
LEILiO
urna caixa com botii ias de bozerro e corda-
vo, para homens.
HOJ
As 11 horas em ponto.
Por intervenco do agento Pinto.
Ra do Bom Jess n. 43.
LEILO
DE
urna caixa cora fitas de sarja e outras miu-
dezas.
HOJE
Por intervenco do agente Pinto.
Ra do Bom-Jesus n. 43.
LEILO.
DE
fazendas inglezas
(avahadas)
Constando de chitas, madapoloes, algodes,
lencos, outras fazendas e
I nm burra provit de fogo
' (nova )
HOJE
s 10 1|2 horas em ponto.
Porjntervenco do agente Pinto.
Ra do Bom-Jesus n. 43.
LEILO
' DE
34 couros salgados.
HOJE
As 10 1/2 horas.
O agente Pinte levar lcilao, por mandado do
Illm. Sr. Dr. iuiz de direito especial do commercio,
34 couros salgados com 388 kilos, pertencentes a
massa fallida de Francisco Jos da Costa Guima-
res, no armazein da companhia Pernambucana.
DE
llovis, louca. vidros c espelkos
HOJE
s 11 horas da manh.
O agente Pestaa far leilo por conta de urna
familia que se retirou para a Europa, de urna mo-
bilia de Jacaranda com lampos de pedra, urna dita
de mogno (boin gosto) e tampos de pedra, urna dita
de junco, commodas, mesas, mesa elstica, apara-
dores, secretaria, cadeiras, espelnos, marquezas,
bancas, s.'fs, e muitos outros objectos que se ter
nam necessarios para urna casa, no dia cima dito
s 11 horas da manh, na ra do Vigario n. II,
armazem.
LEILO
DO
grande sobrado de 2 andares e sotao, edifi-
cado em chaos proprios, rna dos Mar-
tyrios n. lii (contiguo igreja) com
grande quintal e porto para a ra do Cal
deireiro, o qual d um bom rendimento
annual.
HOJE
s 11 1|2 horas em ponto.
Por intervenco do agente Pinto, em seu escrip
torio ra do Bom Jess n. 43, onde podero os
pretendentes obter qualquer informacao res|>ei
o do mes rao predio.
LEILO
9 caixas com algodo americano azul, mar
ca W R & C.
Oninu-iV-iiM 16 do eorreute
AS 11 HORAS DA MANH
d ra do Commercio n. 14.
Por intervenco do agente Pinito
Borges.
AVISOS DVEBSOS
ESTRADA DE FERRO
O
Recife Caxang.
as ofiicinas desta com-
panhia precisa-se con-
tratar o fornecimento de
mil (tormentes de sicupi-
ra ou oiticica com as se-
guimos diniensoes :
100 palmos de cumplimento, 9 polegadas
de largura, i polegadas de altura ; devendo
sor entregues cem por semana, a principiar
da data do contrato.
A pessoa que quizer fazer este fornecimen-
to, pode apparecer no lugar cima, at o dia
10 do corrente.
Escriptorio da companhia, 11 de Janeiro
de 1873.
/?. C. Batlerbe,
Gerente.
VISOS MARTIMOS.

COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\nvegaefto conteiro. a vapor.
RIO FORMOSO 11 TAMANDAR.
"*U^^ "K 0 vapor Parahyba,
_ Ais*5^ seguir para os por-
tes cima no dia 1S
do corrente as 9 ho-
ras da noute,
Recebe carga, en-
commendas, paisageiros e dinheiro a frete : es
criptorio no Pone do Mallos n. II
Para o Rio Grande do Sul
Bestina-se para o indii^do porto o patacho bra-
sileiro Rocha, e recebe c arga a frete : a tratar
iosscus 'jomifnatarbs Amorim Irmaos *C
DE
18 cadeiras de amarello, 1 guarda vestidos
de dito, 2 espelhos com molduras dou-
radas, 2 consollos de amarello e 1 mesa
redonda, armaQo, ferragens, e mais per-
tences da loja de ferragens da ra Direi-
ta n. 45.
Mama fallida de Joo Hygiao
de Sonsa.
Hoje
O agente Martins levar novamente leilo, por
despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, os movis, armacao, ferragens e mais
pertences cima, pertencentes massa fallida de
Joao Hygino de Souza.
A's if horas do dia. '
Leilo
fran-
DE
chapeos averiados bordo da barca
ceza 5. Luiz,
H je
s 11 horas.
O genv: Pinte far leilo, requerimento de
Joaqun) Lipes Machado & r., porautorlsaco do
gerente do consulaJj de Franca, era prosenja de
sea chaneeller, e por con'.a e reco de quem per-
tcncer, de ama caixa marea. J L M 4 C. n. 72,
avahada bordo da barca franceza S. Luiz, na
sua ultima viagem este porto ; o leilo ser ef-
fectuado s 11 horas do dia cima dito, no escrip-
torio do referido agente, rna do Bom Jess d4j.,
Ilha do Nogueira.
Senhores redactores.Rogo-lhes o obsequio de
dcclararem pelo seu jornal que ha um auno dei-
xei de fre zer parte de una sociedade, que est condemnada
pela igreja, c neste proposito firme me conservava
silencioso ; mas agora que a detestavel seita os-
tenta com o mais depravado cynismo a sua impie-
dade, atacando o que lia de mais charo, ao cora-
cao catholico, que a virgindade de nossa Mi
Santissima ; desde que tao impa seita. nao se pea
de cobrir de insultos e improperios o venerando
chefe da igreja catholica, o seu episcopado e todo
o mais cloro ; julgo de meu dever declarar publi-
camente que nao pertenco mais condemnada seita
maconica e que neste sentido j fz a minha abju-
rajao.
Ilha do Nogueira, 13 de Janeiro de 1R73.
________Francisco Gomes Ferreira de SLe to.
Precisa-se
de nm eozinheiro ou cozinheira para casa de no-
niem solteiro : ra Duque de Caxias n. 57.
FABRICA IIIMILEIIU
(OUTRORA ALLEMj
DE
Pilo, bisroilos e bolachas
fina do Capito Lima n. 4,
Simio Amaro.
DE
Maria Candida .Ferreira
A propietaria deste estabelecimento, par-
ticipa ao respcitavel publico, especialmente aos
antigos freguezes da mui acreditada padaria Alle-
ma, que ora em diante, esta fabrica ter so por
timbre servir to bem, tanto quanto seu anteces-
sor, certos de que ho de sempre encontrar since-
rdade, aceio e actividade ; pede, porm, por este
meo a benvola proteccao de todos consumido-
res deste genero, garantindo, que no traballio de
sua fabrica, s entra farnha de puro trigo, e por
consequencia nao precisa o emprego dessas pre-
paracoes que costumam juntar s farnhas infe-
riores, com o fim de imitarem ; o que conseguem
entretanto que esses producterse,;tcm de mais ou
menos mal fazer a saude.
Escravos.
Precisa-se de um escravo e urna escrava : quem
os tiver e quizer alugar dirja-se ra do Lima
n. 4, em Santo Amaro, padaria Brasileira, outr'o-
ra Allem.____________________________________
ATTENCaO.
Precisa-se de um fetor para um sitio : tratar
na ra Direita n. 10.
Precisa-se de um copero para casa de pouCa
familia : na ra da Imnqratriz n. I.
Criado.
Precisa-se de nm menino de 12 a 16 annos para
criado : a tratar na ra do Duques de Gaxias loja
n. 81.
Precisa-se de um ou dous offlciaes praticos: para
tratar a ra Larga do Rosario n. i._____________
Aluga-se a asa n. 63, na ra da Palma, a
entender-se cora o Dr. Christovo Xavier Lopes:
na ra da Iraperatriz n. 30, ou em Olinda, ra de
S. Benlo.
Deulscher Hnelfsvemn.
General-Versammliing, em 16 tem januar 7
uhr abends in Leiden's Local.
Bericht ueber die Thiatigkeit des vereins
jahre 1872.
Ausschusz Wahlen fin 1873.
Verhondlung ueber statuten abaenderung.
Im Nam, n des Ausschusses.
Der secretar.
Henry Quauz.
Pernambuco, 13 jan. 1873. _________
Id
mi
VILLA DA ESCADA.
I'"/ com a pelleta.
Adherida companhia dramtica da villa da
Escada est urna railhr condecida por Mara
de Tal, que possulndo as qualidades de Messa-
lina, urlica as scenas mais immoraes que a ima-
ginacao pode conceber. Esta mulher embriaga-
se no hotel, e quando vai em pleno dia banhar-se
no rio Ipojuca, ahi sobre tudo offende escandalo-
samente a boa moral. E' de urgente necessidade
reprimir este abuso; invocamos para isto a com-
petente autoridade policial.
_________Um viajante.
Escravo fiigido.
Fugio de Goii, comarca de Pao d'Alho, o es-
cravo Virginio, de idade it annos pouco mais
ou menos, mulato bastante disfarcado na cor,
ainda stn barba, cora o dedo apontador da mo
esquerda destruido quasi at ao meio, prove-
niente de um panarico, olhoa um pouco amarel-
los, figura bem disposta, natural da Parahyba:
quem o apprehender e levar a seu senhor Jos
Gomes de Freitas em Goit, ou a Wriato Cen-
teio Lopes, a ra larga do Rosario n. 37, nesta
oidade, ser bem recompensado.
Precisa-se de nma ama para comprar e co-
zinhar para duas pessoas, paga-sc bem : na ra
de Hortas n. 78.
Na
caixeiro.
ra do Rangel n. Vi precisa-se de um
Precisa-se
de pessoas que sail am trabalhar cora perfeico
em velas de carnauba (trabalho de enfiacio) e
ue sejam de boa conducta : na ra do Vigario
henorio n. 26.
O Sr. Dr. Hygino Alves de Abren e Silva,
tem urna carta na ra da Madre de Dos n. 36,
armazem
Ollerece-se um rapaz para copero, prefe-
rindo casa estrangeira : quem pretender deix
carta nesta typgraphia com as iniciaes /.. /. /..
**
ADVOCADO
13.7BA2TCZSCQ 22 PAULA
SALES.
RA DUQUE DE
Knsasaafioa&s&i'
losa
CAXIAS N. 37.
AlugR-e
O fobraJo de nm andar, vito i rna do Harqon
de Herval o. 11 : i tratar na roa da Aurora Da-
mero 51.
Ama
Cni urgencia.
P/ccisa-se de urna ama para lavar e
engommar, ou cozinhar e comprar : na
ra do Barao da Victoria n. 18, outr'ora Nova.
Precisa-se de duas amas para en-
gommar c cozinhar : ti atar na pra-
c,a da Independencia n. 39.
Precisa-se de urna ama para com-
prar e cosnhar para casa de peque;
na familia, preferindo-se escrava :
ra estreta do Rosario n. 32, 2.
AMA
AMA
andar.
gommar.
dar.
fieci.-ve de ama ro pa-
ra caa de familia de doas
pesoas para eozinhir e en-
tratar na tua Direita o. 28, 2* an*
AMA
pa?a-*e bem :
l'i>.ci-a--e d umt ama que sai
t..ni cczmhar (forra oa e;erava,)
a rna Nova, lija n. 11.

Precisa-se de urna ama para cozinhar o en-
gommar para urna t pessoa : na ra do Rangel
n. 9. segundo andar,______________________
Precisa-se de urna ama de boa conducta
para fazer companhia a una menina de 9 annos
e o servico interno da casa de hornein solteiro : a
tratar na ra do Padre Floriano n. 6'.', 2* andar.
na
Precisa-se Ao una
ra do Apollo n. 20.
ama para engommai

Aviso.
Contina a estar todas as noutes exposta a ve-
neracao dos fiis at as 9 horas da neute na igre-
ja de Sania Rita desta cidade a milagrosa ima-
gem de Nossa Senhera da Piededc que tera de
ir no dia 19 tarde paara a igreja dos Prazeres
dos Montes Guararapes. Os encarregados esperan)
a concurrencia dos fiis, irem aquella igreja ci-
ma referida.
mm
0 BACHAREL
AMERICO NETTO DE MEN
DONCA
fteside presentemente
A' RA NOVA DE SANTA RITA
V 43.
Botica Popalar
Prci-a de nm offieial com bastante -praiica de
pharmacia, e capaz. I'a-e l;00u de ordenado an
ou al.
.
Aluga-se a casa terrea na travessa das Bar-
reiras, na Boa-Vista n. 16 : tratar na ra do
Crespo,.loja do Passo junto ao Arco do Santo An-
tonio.
Os abaixo assignados fanem sciente ao res-
pcitavel publico e com especialdade ao corpo do
commercio, que dissolveram amigavelmenie a so-
ciedade que gyrava nesta praca sobre a firma de
l'arbosa & San, sahindo o socio Jos Antonio
Barbosa pago e satisfeito de seu capital e lucro,
e Picando cargo do socio Belarmino Lourenco
da Silva todo o activo e passivo da referida firma.
Recife 31 de dezembro de 1872.
Jos Antonio Barbosa.
Belarmino Lourenco da Silva.
i wjm ^f^jrf efo CONSULTORIO
Medico-cirurgico
Dr. Joo Ferreira da Silva
pode ser procurado para o
exercicio de sua prolisso em
geral, e especialmente opera-
es e molestias cirurgicas, no
antigo consultorio de seu pai
ra larga do Rosario n. 20.
A MUI AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
ni'RRAV A LiX.fl.lX.
He o mais delicado e mimoso ao mes-
mo tempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deras flores, quando ainda na sua flores'
cencia e fragancia natural. Como um meic
seguro e rpido allivio contra as dores t
cabeca, nervosidade, onbilidade, desmaios..
flatos, assim como dectra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; de
summa efficacia e n5o tem outro qijeos
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes,
aquella alvura e aperolada apparencia t5c
altamente apreciada e desejada pelas Se
ohoras.
orno um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida era agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas;
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual; e a sua supe
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mu excellente, para fazer
remover de sobre a pello do rosto, toda t
qualidadede brotoejas, ebulicoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feiges do bello sexo; devera
se usal-a n'ura estado de dilluic5o, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feicQes trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa ;
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberania sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua de Florida de Murray 6
Lanman.
As imitaces que se tem feito na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes;
sao inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
is senhoras, que tenham toda a precauc2c
e cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que compram.
Offerece-se una ama de leite. sem tilho,
com bom e abundante leite : qum pretender dei-
xe carta fechada nesta typograpliia com as inni-
ciaes A. B. C.

A14 A
Precisa-se1 de nina ama pa-
ra casa de homem solteiro :
na i na da Cadeia n. 59.
Precisa-se de urna ama para ngominar e
que emenda de costura : tratar na ra Impe-
rial n. .'il), defronte do viveiro do Muniz e na rna
do Rangel, taverna n. 7._______________________
Para casa de urna pe-
quena familia precisa-se
de una ama que saiba
bem engommar e frisar
e outra que entenda de
costura c ensaboado; pa-
Jos do Manguinho, sitio n. i.
5a-se bem : em S.
Precisa-se de urna ama para com-
prar e cozinhar para casa de pouca
familia : a tratar na ra de S. Fran-
cisco n. 48.
I "A r li rt rrecisa-se uu ui
A \,| \ U casa de familia, se
r\ iVI \ ii a,K'ar com am me
j-\-->-ii--Li-*J para o servico int(
preferera-se escravas
de Olinda n. :t.".
Precisa-se de duas amas para
udo urna para
menino, e outra
servico interno da tu ;
tratar ra do Mrquez
Ama de leite
Precisa-se de una ama que tenha bom e abun-
dante leite e sem tilho : na ra larga do Rosario
n. 13. 2" andar._______________________________
,4 vi" 4 Precisa-se de una ama para cuidarde
^"-"i-^i-duas meninas, e para outros servicos
domsticos: a tratar na ra do Mondego n.M.
Viril l'recisa-se de una, para comprar e
.LjJlltl cozinhar : ra do Visconde de Pelo-
tas, antiga do Arago n. 37.
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DB. NUNES DA G0ST1
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operaces de olhoa.
Cura radicare iastantauea dos
estreiUment! da uretra.
Consultas : Das 7 s 10 boras
da manh.
Chamados: A "jnalqoer bort.
Aluga-se e vende-se
faz todo servico de casa :
n. 90, :} andar.
urna boa escrava que
na ra do Imperador
Criado
Precisase de um criado: ra larga-do Rosa-
rio n. 31, Caf Chinez.
Advocada.
O baeharel Angelo Henriques da Silva mudou
o seu escriptorio para a ra do Crespo n. 12,
primeiro andar, onde pode ser procurado.
Aluga-se a casa n. 7
da lena.
na Passagem da M ag-
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos,
com pratica de taverna e que d Qador a sua con-
ducta: na ra Imperial n. 167.
Precisa-se saber se existe nesta cidade o
padre Dr. Estanislao Ferreira de Carvarlho : na
ra Imperial n. 167.
AVISO.
Ao depois lo se queixem
Bernardino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de vveres, na ra do Imperador n. 28, pede
encarecidamente, pela segunda vez, aos seus (le-
vadores REMISSOS, o especial obzequio de virem
quanto antes saldarem os seus debites ; do con-
trario est definitivamente resolvido a chamar aos
mesmos por este Diario, declarando os seus no-
mes por extenso, quantia e tempo aqne devem,
e se isto nao for bastante, lancar mo d"= meios
judiciaes ; pelo qne. c conveniente que os seus
devedores (remissos) que nao quizrem pasaar por
essa dectprao, disperten) do nocivo indilferentisrao
em que.esto engolphados, vindo, logo que te-
nham conhecimento deste, saldarem os seus d-
bitos.
Aluga-se o 1.* andar da caOTT travessa do
Queimado, n. 1, proprio para escriptorio ou rapatft
solteiros.
Massa fallida de Marques
Barros & C.
Sao convidados os Srs. credores d'esta massa a
virem receber suas quotas partes no 2o dividendo
de 5 % cujo pagamento acaba de ser autorizado
pelo juiz competente, e ter lugar todos os dias
uteis das 11 horas da manh 1 da tarde, na ra
do Commercio n.6, andar.
Roga-se aos Srs. de engenho que pcecizarem
d'um administrador, ou destdador, de dirigir-se a
ra do Rangel n. 53.
^^
/ADVOBADO
LEONARDO DE ALMEIOA
RA ESTRETA DO ROSARIO
N. 30, 1." ANDAR.
SK5Q
AO COMMERCIO.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo commercial,
que deixou de ser empregado da casa dos Srs.
Souza Basto & C, desde o dia 7 do corrente;
aproveitando a occasio de lhes testmunhar o
eterno reconhecimento pela estima e amizade que
sempre lhes dispensaram.
Recife, 8 de Janeiro de 1873.
_________________Manoel Augusto Fernandes.
Para cozinhar.
Para tuMk cezinha de ra casa de pequea
familia precisa-se de urna ama, forra ou escrava.
Trau-se na ra do Capibaribe n. V).
Joaqnim Jos Gonpal-
ves Beltro
Raa do Commercio n. 5, 1 andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o
banco do Minbo, em Braga, e sobre os se-
quintes lugares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Barcellos.
Baja.
Chaves.
Coimbra.
CovhL
Faro.
Guarda.
Guimaries.
Lamego.
Lisboa.
Mirandella.
Mooc9o.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castollo.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalioao.
Villa Nova de PormSo.
Villa Real.
Vixeo.
Valeoca.
Figueira.
Contraria do Senhor Bom
Jess da Via-Sacra, em
sua igreja da Santa Cruz.
A mesa regedoura a quem foi dirigido o offlcio
do Rvd. vigario da Boa-Vista, eobrindo urna cir-
cular do Exra. Bispo diocesano, cntendeu convo-
car mesa geral, visto como naquella circular af-
fecta interesses de todos os nosssos irmaos confra-
des, marcando para ter lugar esta rounio de
mesa geral era nosso consistorio no dia 15 do
corrente as 6 horas da tarde; para a qual a mesa
regedora convida e espera o concurso de todos os
nossos irmaos confrades.
Consistorio 10 de Janeiro de 1873.
Jos Rodopiano dos Santos.
Escrivao.
Precisa-se de um menino de 12 a 14
annos, para criado: tratar nesta tygogra-
phia.______________
Aluga-se o sitio do fallecido Rios, na es-
trada do tajueuo n. 1, com multes alvoredos de
fructo, baixa para plantac/e3 e viveiro de pcixe,
casa com bastante commodos para grande familia:
os pretendentes diriiam-se ao mesmo sitio para
ver, e tratar na ra de Santa Thereza, n. 50.
Adeudo.
Precisa-se de um criado de \l
ade, e que tenha
de S. Bom Jess n
idade, e que tenha boa condntfB
53, das Who
a 16 annos de
tratar na ra
oras s 4 da tarde.
Companhia Allianqa
seguros martimos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1070.
CAPITAL..Rs. 4,000:000,1000.
Toma seguro de mercadorias e diobeiro
i risco martimo em navio de velU e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros e
tiendas.
Agente Joaqnim Jos Goncalvea Beltro,
roa do Comtnereio a. 5, !. andar.
Furtaram do engenho Sapucaia, na noute
de 4, 23 ou 26 de dezembro, um cavallo com os
signaes seguintes : russo sujo, castrado, descar-
nado, j foi de carro, por isso ser bem visivel
as raladuras nos peites, no lado esquerdo teve um
espravo, que foi queimado com urna cruz, n'ura
dos cascos da mo tem um buraco pequeo, di-
na cortada e cauda mal ripada, por causa das sar-
nas que teve, e suppoc ainda ter algumas, anda
baixo e um pouco pesado ; pede-se portante as
autoridades policiaes queiram dar suas terminan-
tes ordens a respeito. Pqde ser entregue no mes-
mo engenho, ou no engenho Poeta, do capito
Manoel Correia de Araujo, em Caxang. Tem fer-
ros, porm nao se sabe._____________
Criado
Precisa-se alugar um criado de 12 a 14 annos
de idade para compras e mandados : quem tiver
annuncie por este Diario ou dirija-se Passagem
da Magdalena a entender-se com o respectivo pre-
fessor. _
Aluga-se o terreno n. 242 da ru* *o Coro
nel Suassuua (outr'ora Augusta) por preco com
modo : a tratar na casa contigua ao portio de
ferro.
Criado.
Precisa-se de um criado de 12 a 14 annos do
idade, livre ou escravo, para compras e manda-
dos : - dirija-s Passagem da Magdalena a entonder-se
com o respectivo profesar._____________________
Alua-8e casa da ra do Geoerafiear.
anti
lia
Jaiuiim n. 33, com commodos para
na maema,
/

>*
K)
)
JL.
mtim


Diario dePernambuco Tercia feira 14 de Janeiro de 1873.
Y
l



ALTA MOIDADB
PIANOS E MSICAS
- ANTONIO JOS HE AZEVEDO
Ra do Bario da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonde o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir no primciro andar do sobrado o. 12 confronte
botica Maurer, um grande sa.o onde esuo expoftos os magnficos
de armario, de Pleyel.
de meia canda, do mesmo antor.
de H. Henrr.
-------- de Amede Tbibont.
nico agente ne ta cidade, dos eelebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRC.RES
remiados em diversas ijxposi;oss om 14 medalhas de onro e prata.
Sao os onicos pimos que aqoi vem da Europa, perfeitamente afina-
dos, fetos coto tlegan :a e solidez.
Tambera receben grande sortiraeo:o de msicas prra piano, piano e
canto e entre ella! as indas composicSes do m,aito sympathico maes'.ro
F. SAiTIMI
A SABER :
Voc me quer Walsa.
Ultimas pubea^Sesf
Feitas as offleinas de mnsicas
do annoncianle.
Emilia, po'ka por I. Smollz.
Circaciaoa, chotch, por Smcltz.
Jardim do Campo das Priceza?,
quadrilha, por J. Popre.
Chava de Rosas, Walsa, por H. Al
birtazzi.
Olga Mazoika.
La Separacioni Para canto.
A Lu elctrica, grande Walsa.
Frnco Bracileiro Polka.
Tomada de Vllela GMope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Poka.
A Primeira espada Wal-a.
A Micha Lyra Walsa.
A Natalicia I ka
Studieote Poka.
D'aqai emtdiante continuar a annnnciar todas as publicares que se forem friendo as suas cfBciuss de msicas.
E3
%**%*&


J*L W M S A.


aos compradores do bem conhecido e aere litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo esenho se pode
confandir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qmzerem do vsrdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.

MEURON ir C.
Ausentou-se.
O escrave l'elro, tle 15 annos de laile
mais un menos, com ossigiiaes soguinto*:
cor parda, cabellos corridos, ulgiins sigmies
du bcxigas, levou vestido camisa de chita,
calca de casemira: roga-s as autoridades
policiaes e aos Srs. capites de campo de o
prenderem e leva-lo casa de seu senhor na
ra da Imperotriz n. 4 1. andar, ou na
ra da Madre de ltens n. 5 1." andar.
Precisa-se de um aaetuitti de 12 ou ti auno-
de idade pera eaiieiro : na padaiia da roa d.
P.angel r>. 9.
ovos e escolhidos appare-
lhos gaz.
A companha do gaz desta -dado, tem a honra
de annunciar que recobeu ltimamente um eseo-
Ihido sortimento de lustres, lampeos para corre;
dores, pendentes,arrandclas c outros apparelhos
gaz, de vidro e ohrjtsal, de varios e novos modelos
e desenhos ; com estos apparelhos a companha
est prompta a supprir aos freguezes. As amos-
tras para se verem estao no escriptorio da compa-
nhia ra do Imperador n. 31.__________^^^
Eiisino particular
Salvador Henrique de Albnquerque, presta-se a
ensillar por rasas e collegios particulares, nesta
cidade e seus suburbios, todas as materias do en-
-iiii elementar alumnos de um e outro sexo.
Husma e prepara as senhoras que se qui crem
liabilitar para os concursos s endeiras de ins-
trucclo primaria ; e todas as tardes em sua casa
pode leccionar aos estudantes de preparatorios
que precisaran de habilitar-sc para o exame de
portuguez.
Tambera ensina geometra e arithmetica com
todo o desenvolvimeiito e pplicacoes.
Os senhores que se quieran utilisar de seu
prestimo, podem procura-lo no largo do Paraizo
n. 8, i" andar ; de maulla at as 9 e de tarde das
i horas em diante.
(triado.
Para tratar de dous cuvallos c nmis algum ser-
vico n'um |iequeno sitio, precisa-se de um criado
que seja activo e cuidadoso.
Precisa-se de una escrava que jaiba bem c>>-
zinhar : a tratar na ra da Cruz, armazeni n. 42.
I Acho-so fugido o mulato Joviuo, escla-
vo do tencnte-coronr-1 Vil lela, quem o agar-
rar leve-o-ao seu scnlior na Solcdadu casa u.
73, Corredor do Bispo, que ser recompen-
sado.
Ao eomincrcio.
Precisa-se de um menino brasileiro ou por-
tugue, de 12 a li annos, para cumplas e reca-
dos : a tratar na ra da Conceicao n. 8, luja.
Muita attencao.
Viiilio de uva pura da lina de S. Miguel, assim
como peixc de diversas qualidades em bar is :
vendem Oliveia Miranda & C, ra do Encan-
tamento n. 11, venda.
Una pessoa inteiramente habilitada na lin-
gua franceza, propoe-se a ensinar em algumas ca-
sas particulares ou estabelecimentos ; assim como
em sua residencia ; podendo deixar carta fecha-
do nesta typographia com as iniciaes S. A.
Com umita ni's;eiiciii.
Precisa-se de nina ama idosa que tonha bons
C'istumes para andar com urna menina de lOme-
zes, e tambem de um criado de 12 a 1i annos,
forro ouescravoT: a tratar na Passagem da Mag-
dalena, botci|nim do Bento n.27.
O abaixo asslgnado participa ao publico e
especialmente ao commercio desta praca que con-
tina naniesma casa c genero de negocio da ex-
tincta firma de Soarcs Primos, sol) sua linna indi-
vidual. Recife, 2 de Janeiro de 187.3.
Tito Livio Soares.
0
i
0
Aioga-se o 2* andar e sotao do ^obiadn n.
23 da ra de Santa Rita, estando elle era bom es-
t do : a tratar na rna Duqne de Caxias n, 44.
&m &*&$$&*
Drogaria homeopathica
9 41-Huta lo Imperador-41 *x
Os proprietarios deste bem conhecido e jQ
montado estabelecimento, oITcrecem con- w
tinuamente aos amigos da homeopathia 5g
um completo sortimento de carteiras Se 3
glbulos e tinturas de 12 a 120 medica- w
montos, chocolate de Eppcs, encerado de >*
rnica e a excellente obra do Dr. Mures
Medico do Povoj em 3" ediecio, tu- w
bos e frascos vazios, finalmente "tudo o W
^ que concernonte ao systema homeopa- ^
y*< tilico. __ M
** Os medicamentos principaes sao leva-
lj ^arantc-se o bom preparo de todos. w
W Adjaccntc ao mesmo contina a ter w
^ consultorio um acreditado medico lio- Q
xv menpatha, dando consultas do meio da XX
>^ at as 2 horas, e aceitando "-chamad, is. aW
j^ qualquer hora. ^
0^0^ 0000 00000
CASA DA FORIKA
RA f E MARGO iiTR'OlU O
CRESPO N 3.
nica que paga as gorfes
ios 20:000*000.
O atoaixo assignado tem sempre exposio a ven
la os feiizes bilhetea do Rio de Janeiro, papandi
vcmpiaraenie, como costuma, qualquer promio.
PRECOS.
luteiro 2i*0O0
Meio 124009.
Qaarto 13^4000.
Manoel Martina Kiuia.
Os abaixo assignadts fazem scientc ao corno
mercantil, que tem testa data dissulvidu a lotm-
dade que tinhain no estabelecimento sito no esta-
belecimento sito a tiavessa do Espinheiro ra
da Hora n. 6, o qual girava sob razio de Machado
& Almeida, licando o socio silvino da Curt Ma-
chado, encarregado de todo o activo e patata) ; e
o socio Manoel Rodrigues de Alnvida pa(;o c sa-
tisftito de su capital e lucros, sem onus mais al-
guin a satisfazer.
Rccife, 3 de Janeiro de 1863.
Silvino da Costa Machado,
Manuel Rodrigues de Almeida.
No collegio da Conceicao precisa-se de um
ajudanle de co inheiro e de um criadu.
Arrenda-se o sitio denominado IVxuIhi, en-
tre Olinda e Bebcrihe, a inargcm do rio, com
casa para grande.'amilia, milites arvoredos do
fructo, um grande mangalieiral, baixa para
capini, terrenos para plantacoes etc. que s rom
a vista se poder avahar : a tratar no mesmo a
qualquer hora do dia.
ItaXKO&iQ rC?CKOi>Si?W
NOSSA SENHORA
itu.
liO.M (XNrWLHO
(g DIRlfillM) PELO
.y Daclian'l Antonio Columbario Sera-
jf pliico de Assis Carvalho.
$ Tei lugar no dia 13 do crrente mez,
S. ne-t.' insiiiu.i, a abertura .las aulas de
M, priineirax lettras, lalim, francez, ingles,
V purtugnez, gengraphia,
V tria, arit"
ez.
illilnclii-.
ustoiia, geome- rgf
rli''ihiiric.i e pililos-i- \J
Tm3
Q l*a- B
Joaquim Francisco da Si!\;: Azc-
ve.lo, sMinmanicnte agradecido s
pessoas que coiiipaiccerain ao en-
terro de seu prezado mano Ma-
noel Francisco de Azsvedo, vedi
ain.ia rogar-lites o caridoaa obzo-
quio de assisliiem s missr.s ime
por sua alma mandam rezar na igreja do Espiri-
to Sanio de CdUagio. no dia 13 du presente mez,
pelas 7 l|2 huras da inanhii, stimo dia do sen
fa'lecimcnlo ; c por cuj acto de caridade e re-
ligiair prestado a ineuioria do tinado, antecipa-
Ihes desde j seu eterno reci uhe ment.
Oziiiluira
Precisa-se de urna cozinheira forra ou captiva
na ra larga do Rosario n. 3i.
Quem precisar de ama para alugar,
dirija-so ao pateo deS. Podro n. 3, loja.
Quer forro ou escravn. precisa-se de um para
0 servico interno e externo de una casa de fami-
lia. : tratar a ra do Mrquez de Olinda n. 'I.i.
Sempre bom.
GRANDE UQUIDAgO DE CHAPEOS
Para acabar al o lint do mez
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
OTR'ORA
Gadeia do Recife
n.
53
i-
Tendo o novo pioprietario de mudar os artigos deste estabelecimento, desojando
f|tHdar at ao fim des e mez, tem resolvido vender por presos muho commodos com o lira
de apurar djnheiro e liquidar vista, pele que convida aos lllms. Sf. chefes de familia
a virem sorarBi-so, pois a oecasio opportuna,e encontrando um completo sortimento]
de chapeos..
Chapeas de palha de Italia para senhoras e meninas, com enfeites e sem eMes.
Chapeos de velludo com enfeites. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
de differentes qualidades, enfeitados, para senhoras e meninas. Chapeos de palha de Ita-
lia, enfeltados, para montara de campo. Chapeos de palha para homens e meninos, do
tualidades. Chapeos de feltro para homem. Chapeos de massa pretos e de
cores, para homens. Chapeos de l para kemem e menino. Chapeos altos de pello de seda
para hemern.
Bonets de differeiites qualidades, tanto de seda, como de palha de Italia, panno, case-
mira e alpaca, tanto pira homem como para menino.
Horros de seda, velludo, la, tanto para homem como para menino.
muitos outros artigos que s com a vista poderao er examinados, alianza-s que
nao engeita-se dinheiro.
|50#000.
No eagMtiO Masnas, /regueiia da Escada, se
dari de gratifeacao a qoantia cima a qnem ap
prebendar tfea cavallou qne naqoelle eogeobo
toram fortaos na nonte do dia 29 para 30 de no-
vembro prxima pastado : o 1* tem 9 annos, e
caatanbo e entrado, tem a orelha direita Justante
lascada, no ea/ella na testa, e no qaarto eeqoer-
do tem orna cruz; o 2- rae, cum pintas ver-
melhas nos jaartos, grande/ gordo, com o pes-
wco fino, castrado, tea os qoadris ferides da
CMgalha, ierra Jo com a marcaI. R.do lado
direuo, e te a idade de 9 annos; o 3* rodado
Bannauu claro, corto e grosso, om ponco eambilo.
5 eutrado, peqceno, e eit ferrado con a marca
Ono qaarto direito : graflca-se eom 50*000
por cada asi tai preaenca da pesioa, em enjo po-
der foroneoatridoenakaerdos ditos avallo.
- Pw&i-se deeooj aJkraaUM raa do Co-
lovell) n. 5 lira qoen preci
MOFINA
Est Gucouracadol!
Roga-ae ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello, es-
rivo na eidade de Nataretb desta provincia, c
favor de vir rna Duque de Caxjas n. 36 con-
cluir aquella negocio que S. S. se compre mellen
realisar, pela terceira chamada deste jornal, err
Sos de detembro prximo paseado, e depois para
Janeiro, passon a (evereiro e abril, e nada com
prio ; e por este motivo de novo chamado para
dito fim, pois S. S. se deve lembrir qne este re
recio de mais de oito annos, qoando o sensor
sen Albo se acbava nesta cidade
Joao Silvestre Francisco de Mello participa
aos pas de aeus alumnos, que se acha abena a
sua aula partfcnlar de pnmeiras lettras, rea do],erao pago
Principe n. 38.
Escravo fgido
15Q;000 rs. de gratificoslo
Anzentcu-se desde o dia 13 de maio de 1873, o
preto de nome Alfredo, de trala e tantos annos,
crilo, e bastante ladino; este preto perfeito co.
anbeiro, estatura alta, magro, olnos grandes, ja
asteve no cogenbo do Sr. Lalo, de Calar, em S-
Loorenco da Matta, onde consta ter prenles, foi
sscravo dos Srs. Adriano de Castro, e do Sr. Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ea; de todos estes Senhores foi cczinbeiro, tea
sido visto por pessoas qne o cocbeeem, dizeoio que
tst forro, assim tem podido e-capar de ser preso.
Pede-se a todas as autoridades e capules de
taraco que o negando leve-o a rna do Duque de
Caxias n. 91, leja de Mindazas do Rival sena. Se
gando que receben a gratifkacaj cima deca
rada.
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia. 4
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
CtSA DA FORTUNA
Ra Ia de Marco
(Oiitr'ora do (respo) n. 939
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fc-
lizes bilhetes da lotera do Rio n. 436* a sorte de
|!ojj;i-se s autoridades policiaes desta pro-
vincia que apprclicndam e levr-in a sua senliora o
mulato .lovino, boleeiro, que nao anda fgido, mas
sim com a maior insolencia como forro pelas ras
desta cidade, trabalhando para si, dizendo que tem
familia para nao ser vendido a niiigueni, pois que
senbor neuhum suportara tal proeediniento de
um captivo: esse escravo pertence legtimamente a
D. Isabel Ignacia de Gusmo Villela, como he-
ranca |>aterna, seu escravo como consta em va-
rios cortnos, levem-o ao corredor do Bispo n. 73.
Declaracjio
No dia lo do correntc se far lcilao de todos os
penhores vencidos que estao a dever juros, sem
attender a reclamacoes de quaesquer natureza
que sejam, salvo a pennittida reforma de tempo :
na travessa da ra das Cruzes n. 2, Io andar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra Imperial n. 126, caiado c pintado de novo,
com muitos commodos e urna bella'vista : tra-
tar na ra Imperador n. 83, I.* andar
Qcm qaantr j esteja bem no dominio Co res-
peitavtl pnblieo desta cidade qie. oirgeem se
deve dirigir a caira paite (Toando se (ueira (bter
'udo |uauto concernente etnfeilaria, paste la-
ria, cons. rvsria e cansji:., fcoo bau conbe-
cida (l2enf-itaria do (Jampn) :
Seropre bem que- seus proprftailei f^carr.
lerrbrar aos sem num. roses amigos e tregele?,
que ute i.vj til, qo. vantajoso eftabeletimcnto,
seacba como cueca (.'.M. de mais 'delicwo*
acepipes, pnprios para es reg^b. fes to com-cnn*
nesses lempos que se aircx'man, ; premeitende
nao ponparem esforg s para bm seivir a todo?
que os honrarera cem mas en:>n n.endas, Kndi-
para bto nao t
Urna grande reuuiao
DE
Fiambres Pss PasUIhtt
Salames D>>ce Gela?
Cfas Qoeijos Fructa*
Legomes Amendoaa Chocolates
Penes L-cor.s Pratius
Bilacbmhas Vir.hos Ervi
Lenes Cosaonei Assncares
Como
de afora cm dlnf a cocfelaria
do Campos
tendo om sea recinto ama bera montada fabrica
de confeiuria, pa.-lelaria, cunservaria e culinaria,
esi reuoindo a PEDIDO grande quanuda de
animazinhjs que a convite e?recial e depo's de
bem assados devem fizer as delicias da vida per-
nambucana, e para que pelos seas comes nao
percam da lembranra os aman'.es dos legabofes,
vai em ceesoaute :
Pato?, per--, gal.chas e ganco?
Capotes, mwrecos e gordas e5:s.
Vilelf.s, carneiros, carjiitos e pou.bos
Saborosas cvalas e os tae camare
Assin como
Bolos inglezes, pndins e tortas
Da Russia e Milao roberas faas '
tremes, gelados, de (arce os pastis
Frescas empajas era todos os dia*.
12 depois
Ricos presentes de fes tas
O Campos ador lera
Na sua CONFEITaRIA
Qveoi Ibo competir? nirguem I
E' bom que todos ccncorri-m
P'ra queila estabelecimento
De caixichas ricas, Que-n ha?
Qaa techa maior sortimento
lbein todos vejam bem ;
Aqnlo que o Campos e;ner,
E, que todcs p'ra alli cerrara,
Nao escape ara s so quer
P'ra anta e depois da missa
Da tal ooato de natal
Qaatro pialis e um copito
A niogucm por certo faz mal.
CONFEITARIA DO CAMPOS
i na do Imperador n. 2i.
A viora e tilhos do uado Sla-
n.wl ile M's-piia Barros Wand r-
ley, manda.....rMirar mi.-s;.s pelo
ro|K)iiso eterna de jcu marido e
pai.no dia (Uirla-faira (15) na ina-
dos Afogados, s 8 horas da matriz
nliH. .' convidam a lodos o* parep-
tes e amigos do mes,no Qnado para aanatir
missas.
ihtikii LAftpagwmca p"**&:- ~t3l*m*m
liisil-sr! ilv llt'sf[inF.u Itttl'l'O*
\1 anf<'i'c>.
I'iu amigo do finado Manuel de Mosquita B rros
Wanderk-y, manda celWwar tina missa pelo .Ur-
iio icji.imi du mesmo, na matrl do ^aotis*imo
Saeraoieuto de Sanio Antonio, do dia I'i >l) cor-
rente p.'las 8 lunas, e ivga a assktencia dos
prreflles, amigos e aTcifoados.
.:> *!" /J
Ir. Kown -'iitftl BSf'jfo
Mello.
Mi dia 17 do corrente. das 7 as
8 horas da inanha. eelebrar-se-hao
ii. cenventodos rdigiows
canos, alg imas i lissas p ir
D. Rosa Candida do Reg)'M'!K
I* anniversario de seu falec
para o quo so convida os geus po-
rentes. _____
- Aluga-se o segn lo andar do sobr
86, sito rna .!. Lombas Valentinas, i.....i os r
modos segnintes : cal: s grandes abastante & -
ca, 3 quartos, cozinha fra, quintal com i
para a rna de Hurtas. cacimba : qnem pr I
di'r dirija-re a orara da Independencia i- I
l_________________
Offerece-s* nina mulher capaz para Euzei
11 nia a urna fa nia, coze o ra ma -
jos de casa : qiiem precisar dirija-se Boa-Vi I
rna atraz da Matriz n. 13.
*gft--/..' "
9 .:U-J.-.
COMPRAS.
dttencflo
Compra-id una ej^ava 33 a 50 anc
jaiba cozinnar : na tbe-roraria dai loltnas, raa
1 de Maico n. 6 ^^_^__^_
.onqira-se urna escrava iiue nao lenlu -
cios nem achaques : na roa -Nova de Santa !'> -
n.:').
VENDAS.
Aula publica.
Est aberta a matricula da sexta cadeira pu-
blica do sexo feminino da fregueza da Boa-Vista,
no Corredor do Bispo n. 2.____________
O tenente-coronel Francisco Camello Pessoa
de Lcenla e seu inno Antonio Camello Pessoa
de Lcenla declarara pelo presente, que nao se
responsabilisam por qualquer quantia ou objecto
quePhiladelpho Eugenio Pessoa tome em seus
nomes a qualquer pessoa ou estabelecimento, an-
da mesmo que aprsente bilhete.
4:0001 em, quatro quartos de n J|03; convida os
qw pi
possuidores a virem receber,
como do costume.
Manoel Martina
promptamente
Fiuzal
Hotel da Independencia,
ra do Imperador n. 32, precisa-se de um copeiro
e paga-se bem.
(ASA DA FORTIA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' ra Primeiro de Marco (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes quatro quartos n. 699 com 5:0004,
um inteiro n. 2452 com 3004, um meio n. 2583
com 1004, dous quartos n. 653 com 1004, e outras
sortes de 404 e 204 da lotera que se acabou de
extrahir (34.*), convida aos possuiddres a virem
receber na conformidade do costume, sem descon-
t algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 4* parte das loteras a beneficio da matriz de
Villa-Bella (35"), que se extraara na ter^a-feira 14
do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 34000
Quarto 14500
EM POWJlODE 1003P000PARA CIMA.
hete inteiro 54500
eio bilhete 4750
Quarto 14375
Manoel Martins Fiuzet.
GASA DO OURO
Ao* 5:fMM>--000
Bilhetes garantidos
Riut do Burdo da Victoria outr'ora Nova)
n. 63, e casa do rostume.
Acham-se venda os omito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4* parte das loteras a beneficio da
matri da Villa-Bella, que ser extrahida no dia
11 do co; rente mez.
Vvocoh
Inteiro 6000
Meio 34000
Quarto I40OO
De 100000 para 111a.
Inteiro o 500
Meio 23750
Quarto 14375
Recife, 4 de Janeiro de 1873.
Jos Joaquim da Costa Leite.
Insignias inafoi.h$.
o *
Amara!, Nal.neo h C. vendem msigni
meas de diversos 'vma : nu Bazar Victori;. 1 .'
do llarao la Vicaria n. _________________
Vendc-se
II grades de amarcllo, sendo 4 -le portas e l
janellas,' de bem amarello, feitas de conforn
com a postura da cmara : ra Nova do rnta
Rita n. 35.
Cortes bocados a 6#0001!
Ricos cortes de cambraia enm bordado de 1
ultima moda, pelo diininu|o preco de 64000 cada,
corte : na rna do Crespo a. 20. loja de Guilhi 1
r.. da Cunha a C.
100^000
Fugio do engeoho Pona', em Serinhaera, y
dia 7 le mez prximo passado, o mulato Simao,
com os signaes siguiles: estatura regalar,
corpo secco, cor alaraojada, barba terrala, ca
bellos carapinhos e falla descansada. Quem c
pegar leve o ao sea senbor o tenente-coronel Vi-
cente Mendfs Wanderky, no dito engeoho, cu o-
Recife ao Sr.Rernardino de Sena Puntual, na ma d
Madre de Deas n. 36, que receber a gratificado
de 1004
Aluga-
a-se
i sala e alcova do 3* andar, e prte do sotio do
obrado n. 70 i raa Duque de Caxias : a tratar
na loja.
Bom local.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra Direita
n. 120, o qual offerece um vantajoso futuro para
qualquer ramo de negocio, e principalmente para
molhados por ser ra de grande mov.'mento, tem
frente para duas ras, agua- da companba de De-
beribe e apparelho da Drainage : a tratar oa r^a
do Imperador n. 81.
Faco saber a quem precisar de um admi-
nistrador para engenho, cora muita pratica para
qualquer machina eplantaciio, que acbo-mc mo-
rando nos Remedios/reguezia dos Afogados, aonde
pode ser procurado.
Henrique Prxedes de Barros
Eu abaixo assignado declaro pelo presente
que vendi ao fr. Joaquim Fernandos da Silva o
men estabelecimento de molhados, sito praca do
Conde d'Eu n. 20, do qual o mesmo senhor tica
cargo do activo e passvo. Recife 13 de Janeiro
de 1873.
los Gomes da Fons
seca^
le home
Offerece-se urna ama para casa de ho"mem
soltiro : na travessa da Madre de Dos n. 8, 1
andar. a
Bxiste tuna ca/ta para o Sr. Jos Monteiro
da Silva Filho, no escriptorio de P. A. Rabello \
C. : ra do Commercio n. 48.
Vendem-sc es dous sobradinhos e a casa tei -
rea junta que botart a (rente ara a raunpina da
Casa Forte fundos para a na que vai para
Poco da Fanclla : a tratar com liento Jos Doinin-
gnes no ni.-sino lugar.____________________'
Farinha de mandioca a Z$- o
sacco.
Na rna da Hldre de Dos n. 7 a d|a, e
quanto nao se acaba.______________________
Venderse
urna linda casa reedificada de novo, revestida d.
azulejo na frente e piolada com gosto, situada na
rna Vidal do Negrolros (antiga Cinco Puntas) n.
136, defronte da estacan de SjJoa, tendo un
grande .|uinlal murado que deita para a ra das
Carrocas, com portao novo. Esta casa mal pro-
pria para qualquer estabelecimento rommercial,
por tirar, como se disse, defronte da estarao de i.
Jos, e tambem para um hotel ou moradia, p' .
ser mui fresca, sem casas defronte, pois que est
em ara largo ou praca, talve mesmo convenha.i
companhla de ronduemo de generes para nella
fazer urna estaca.. E' lora de duvida que 3% ca-
sas situadas naquella ra, hoje urna das priineiras
em movimento commercial, em bem poneos au-
no;, ter o um valor duplo, logo que a nova estra-
da de caminhos de ferro, inaugurada em Una o)
dia 13 do trapsacto, se entronque eom a da Ba-
bia e com os rainaes em proiecto. E' pois urna
excellente acquisieao a referida casa, anda mes-
an para quem a q'ueira alugar para um hotel, por
um preco que convra de certo ao comprador, e
que se lhe dir qual o nome do pretndeme,
dando assim um emprego vantajoso ao sen capi-
tal, com seguranca, e auferir um lucro que nao
obteij em qualquer estabelecimento bancario ou
companhia : a tratar na rna Nova n0 43, loja.
Vende-se urna escrava vinda do mato, com
alguma hablidade, e com leite : a tratar na roa
vellia de Santa Rita n. 14, 2* aadar.___________
Vende-se a armaco e afgnns gneros ex:-
lentes na taverna sita em unta das casas da cma-
ra, no largo da Hibeira : a tratar na taverna de
Autonio ila Silva Jnnior, pateo da Ribeira n. I._
VENDE-SE
um* ,.* de podra e cal, com 2 quartos i sal,.*,
-' na ra de S. Miguel, nos Afogados,
coinha fora, n,a ,ja santa Crin n 74.
n. 73 : a tratar na .. r -----
Veii3e-s
Urna boa casa terrea, chao proprio,-' servindo
ara familia, sita na ra das Crioulas (Cpunga.)
ende so tambem parte de urna outra casa tor-
rea em chao propno, sita na ra da ventura (C-
punga) : tratar na rna Primeiro de Margo n.
7 A. I.' andar,__________________________
Padara.
Vende-se um podara bem montada e
proporc/Jes para trabalhar em grande escala e
bem afreguezada para a praca e em milito bom
local, por ficar prxima -a linba dos bonds de
Fernandes Vieira : quem pretender dirija-:
na de Gervasio Piros n. 43.
)
I
V


6
Diario de Pfrnfttabuoo Teoa fea 14 de Janeiro ule 1873. '
/
1
Para acabar at flm do anno
Na ra da Imperatriz o. 60
DO PAVAO
PERE1RA DA SILVA a Cv
Tendo 03 proprietarion desta grande estabelecimento. um avallado sortimento de
Jazandas em ser, e tosejando liquida-la, al o flm do correnteanno, tem resollido vea-
d-tas oor precos milito commodos, cora o fleo de aparar dinheiro, a vista do qae
soB*idam os Ilm. Srs. ebefes de familia a vlrem sorti-re, ao s de fazendas de primei-
rywssacidade, como de fazendas de laxo e gosto, das quaes encontrado am aortimeto
dii mais novas do mercado, cnegadas pelos nliimos vapores da Eoropa.
FAZENDAS DE GQSTOS
BAREJES DE SEDA A 10O;O E 10400 O
COVADO
O PavSo receben pelo ultimo vapor
francez, am grande sortimento dos mais
liados barejes de seda, sendo em cores
e gostos o melbor qae tem Tin lo ao mercado,
esta nova fazenda mnito propria para
vestidos para bailes on casamentos, tendo
entre esta fazenda delicados padroes brin-
cos proprio para vastd is de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 10500 e20000 o covado.
O Pavao recebeu nm elegante sortimento
prego de lOO cada! das mais modernas e lindas popelinas de
I i e seda, e linho e seda qae vendem a
10500 e 20000 o covado, tendo padrees
liairaJos m.udo e graodos que parecem
propriameate seda, assim cmodasmesmas
tambem tem brancas propriaa para vestidos
de noiva.
TAFETAES ASSETINADOS A 10200 O
COVADO
O Pavio recaben um gran le sortimento
dos mais bonitos tafetaes assetioados, sendo
urna n va fazenda de l com listras de seda
mnito modernas para vestid, s e vende pelo
FAZENDAS DE LE
CORTES DE ASSAS A 2(5500 E 3$:00.
O Pavio vende cortes de cissas de core?,
com padras maito bonitas pelo barato
pr*;o de 2,5500 e 3,5000.
CORTES DE CHITAS A 20WO E 2*880.
O Pavao vende cortes de chitas francezas
fiia3, com 10 covados peto di niato prego
i 201(0 cada corte.
Ditas com 12 covados pelo preco de
2.&80 cada corte.
PECAS DE CHITAS A 702CO.
O PavSo vende pegas de chitas fiaas, lin-
dsimos padres, tendo 30 covados cada
poca, pelo barato
CJQ3 e muo barato.
LENCO'ES DE BRAMANTE.
O Pav5o vende leoces de bramante mu-
lo grandes, sendo de um panno s, pelo ba-
r:t;ssimo prego de 20100 cada om.
CHAILES BARATOS A 10000 E 20000.
O Pavo vende chuls de .adatara gran-
des pelo barato prego do 10000 e 20010.
Ditos de 13a eslampados imitagao de
nserio 20000.
Ditos de (judros modreos, muito en-
OOroadoi 30OOG e 40000 ; assim como
Libras sterlioas.
Vnde-s ao armattm de fnenda da Aofusl
f. de OHvetr & C i roa lo Commwcto n. ii
Quea duvidur venha ver
DaeedidaseDle a Magoolia i roa Daqu ie Ca-
xias d. 45, convencer aos seas amigos e fregae-
tes, de sua especialidad em correspondentes, a
parte mais elegante do mando ; agora roesmo o
tumo vapor ebegado da Europa irona na par-
ta de sum aocommeudai para o lempo da testa,
constando do seguala:
Para o bello sexo
Lindissimos brinco?, alfloetes, emees, pulsen-as
a aaootaUs da tartaruga bordadas a rara asiai
como bonitos grampos com parolas e oatras pe-
dral para a canaca : Magnolia solicita do bello
sexo, qae prima sempre no chique e na moda, qae
venha ver e.....
Laxo e bom gosto
Para aariqnacer a alormosaar ama sala vieran
lindos jarros e jardineiras de porcelana muito ftaa
a da bonito? modellos loteirameate oovos, com
lindos desenos a donrados ; auim como ama u-
peeialidade em pannos de ebrocaet p.ra sof a
oadeiras.
Qual?
O moco chiqns a da moda que nao apreciar
ama lind.> guarol? ao da marom, nudreparola, onro
e plaquet, cousa liodissima de molde especial
nanea vindo aqu; louio boas chapeos de sol com
cabo de marfil a bengalas imitacao da nnicoraio
comean da madreperola, por certo nenhum dei-
inri da vir a loja da Magnolia ra Duque de
Canas n. 45, escolner qualquer desles objectos :
oio caro I
grande sortimento dos mais finos cbailes
crepon e merino que se vencern por precos
Bcito em contt.
MADAPOLES.
Pegas de aadaoolo francez mnito fino
com 20 jarJcS a 505OC e b#000.
Ditos com 24 jardas meito superior a
(0500 a 7000.\
Dito inglez fdzenda muito fina 50000,
30000 e 60500. at 1C0OOO.
Ditos francezes e nglezi's mnito fiaos de
40 Urdas para diffaron'es pregos.
ALGODOZINR'O.
O Pavao vende por precj mnito barato
pegas d9 algodiuzinbo americano mnito
bom com 18 jardas l0OOu.
Dito com 24 jarda a 45O0 e 50000
ate 60000.
Dito largo marca T minio eacorpado a
00.
ALGODO ENFESTADO.
0 Pa\ao v,ruda u verdadeiro e superior
a .jodaozioho de duas largor ts para lenges,
:::) muito en.orpado l/J (0 cada vara.
Dito traogsde di tnesma iirgnra 10-280.
CUITAS LAHGAS.
0 Pavli '-end -sid.s exucellentes cbitas*
jas c'-i a e escaras *sta muito Oom
mo i 240 rs. caa covado.
Da muito fina 280, 320 e 360 rs.
Perealies litiissimos miiiiihos a 3G0 e
"?. cada covado.
CAMBRAIAS.
C Pa\T.o vende conos di cambraia trans-
rj'.e propria para vestidos a 20 e
300 0.
l de dita muito fina com 10 jardas
tanto la;ad3 eor.o Iransparente a 40000,
5#>0O e 0OOO a a mais lina que vem
a: merca.io.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pava"; vende snperior bramante de al-
gotiao tea]) 6 palmos (le largura que s
pereisa de 1 *(i vara para um lengoi, me-
-o 10600 ; a vara 10800.
Dito de linho puro superior muito encor-
paio cora a mesma largara a vara 23400
Ditos IVancezes amito ioos a 20500 e
30000.
Pega de Hamburgo e panno de linho com
20 e 30 varas, para todos os pregos e
qualidaue.
Pegas de bretanha de puro nho, tendo
30 jardas pelos pregos mais barato que se
tem vhto.
Pechi/Kha de Snissimo osgaio sucelea3
com 6 jardas 70.i3O.
Pega do iaissimo celen;, com 30 jardas
i 305f*O. atoalhndo adamatcado com 8 pai-
ssc3 de 1-rgnra a vua 20'CO.
IAZIMI iS DE FURTA CORES.
O Pav3u veodu um elegante soriraento
d ISazinbas de fj.'ti cores qie brilhio qoa-
: como seda tendo de'todsi as cr^s, e ?en-
d-i 300 rs. o ovado.
CALCAS DECASEMIRA.
O Pavo !em un grande sjrtimeoto de
i de casimira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
Icarias e em fazenda das aais boas e m:L-
tovas ao mercado, e vendase por barato
reg para aponr dinheiro assim como cal-
as le brim braaco e de cores por pregos
mato ran>avi para ajabar.
CORTES DE PERCALIA COM DAS SAIAS
A 40000.
O Pav3o vende boniloa cortes de precalia
. duas saias, sendo fazenda de mu.U
gos'.oa 40000, epecbincha.
TNICAS PRETAS.
* O PrfvSo recebeu om grande sortimento
das mais ricas tnicas do (r3 preto, rica-
sneote enfsitadas, e vende por prego razoa-
ve'
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3500000 AT 6)0000.
O Pav3o recebeu uu iodo sortimento
dos nzis ricos cortos e cambraia branca,
rieataenve bordados, e com todos os enfti
tes necessarfos, e vende iratos pregos de
330000 at 60OC'. nao tem vindo nada
mai> rico era ma:> moderno.
CORTINADOS l'ARV CAMIS E J.^NELLAS
A 0503, WOOO E 100001}.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados para cama e jsnnllas, qne ven-
de r-elo barati proto de .70300; 80000 e
100060 o par, teoda at par 180000, assim
como colchas d<) damasco para camas de
toivos, a grandn sortiaoeaip le' tapetes tan-
to para icadeiras como para camas, pinos,
portas, etc., todo veoio por prifot ratoa
ta
Para as noivas
JRiqm'ssim: veos de blon J, capellas de cera, le-
qoes da madreperola e metas de seda, todo espe-
cial novida te a a melbor fazenda que tem vindo a
lia mercado.
Perfumaras
Neste artigo nao precisa dar explicae/ias, basta
dzerse rs fabricante*Jobn Gosaeill, Coa4ray,
Lubio, Rmel e Legrand; estas perfumaras desta
ves vieram em vasos da modellos notos, e que
pela sua elegancia se tornam preprioa para um
lindo presente.
Trancas e fraujas de seda
branca.
Desta vei o sortimento velo magnifico, fazenda
maito boa,, modellos nov4s e da todas as larguras.
Boaecas de borracha
Beata* nonecas veio pequea porc,ao e de diver-
sos lmannos.
b^ratissimo prego de 10200 cada covado,
estas las recomendam se s pessoas de
gosto por serem excessivamente baratas. '
NOVAS SEDAS A 20500
O Pavo vende bonita e moderna seda
de uri)3 id cor, tendo (*e todas as cores, com
delicado iavrores miodirihose vende a 20500
o covado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
O Pavo vende bonitos cortes de seda,
fazenda de muito gosto, teodo 18 corados
cada corle 6 vende por 45i5000
Ditos ue 20 covados a 500000
Sao muito baratas em relaglo soperior
qualidade d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavo vende am grande sortimento
das mais modernas, baptistas com lista de
cor, propriaa pira vestido, com as cores mais
aovas qu i Um vindo ao mercado sendo
muito mnis largas do que as chitas francezas,
e vea le pelo baratissimo prego de 500 rs.
cada covado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Neste grande e-tabelecimento encontrar
o r speitavel publico, orna bem montada oli-
cina de alfaiate, onde se manda pxecntar
qoaqner pega de obra, tanto para bomem,
orno para meninos, com a maior pres-
tesa e perfeigo assim como para qoalquer
lulo que de repente apparega, tendo na mes-
ma olTicina om perito orScial destinado para
farda dos Ilm. Srs. oTtciaes de goarda na-
cional cu tropa de liaba, sendo esta officina
duigida pelo babil artista Pedro Celestino
Soarts de Carvalho.
NO VOS VESTIDOS A 40000.
O Pavo recebeu um elegante sortimen-
to do no vos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de cor, e vende p*lo
barato prego de 40 cada um; muito ba-
rato.
ESPARTILHOS A 30000.
O Pav'j tem um grande sor tmenlo de
espartilbos, tanto para ssnhora como para
menina, qbe vendo pelo barato prego de
30OCO. Ditos muito finos a 40030 e 50000,
sao dos mais modernos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
O Pa5> vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padres claros e escaros, pelo barato preco
de 240 rs. o covado, por ter um leve to-
que de mofo : pechincha.
CORTES DE VESTIDOS MODERNOS A
90000.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
dos mais lindos cortes de cambraia com ba-
jadlaaosbracese eofeites de cor,tendo 5
pencos com 2 1/2 metros de fazenda para
cor, o, e 20 metros de babadinhos para en-
feiles. e vende pelo barato prego da 90000,
pechincha.
SAIAS A 20OGO.
SAIAS A 20000.
O Pava) vende saias brancas de orna s
pga om fazenda eqaivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 20GOO e
25500.
D.tas coai pregas e bordados a 30000,
pichincha. "
LIQUIDACA'O DE CALCAS DE CASEMIRA
O Pavo tem um grande sortimento de
calg-s de casemira de todas as cores e qua
ldades, para lodos os pregos, e desejando
muito lijuiJa-las, resolveu vende-las por
um prego mnito em conta, para diminuir a
grande porgao.
CORTES DE FUSTO PARA VESTIDOS A
30000.
O Pavao vende cortes de festo braneo,
tendo 12 covados paca vestidos a 30000,
pechincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
60000.
O Pavao veade bonitos cortes de cambraia
branca transparente, com bonitas vistas o
lavores, proprios para vestido, teodo 8 va-
ras cada corte, pelo barato prego de 60000,
pechiQCba.
LENQOS BORDADOS.
O l'a.o vende fimssimus lengos borda-
dos para mo, sendo de fioissima cambraia
de lioho ricamente bordados, fazenda
MACHINAS
DE
COSTURA
Cliegaramao Bazar Universal dama No-
va n. 22, am sortimento de machinas para
costura, das melbores qualidades qne exisie
oa America, das quaes m ni tas j s2o bem
conhecidas pelos seus autores, como sejam;
Weller A Wilson, Grovdr Boka, SiUn-
ciosas, Weed e Imperias e ootras muitas
qne com a vista deverd. agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantag-^m de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem comanla per-
feigo como as mais permitas costureiras.
Garante-se a saa boa qoadade e ensina-se
a trabalhar com perfeigo em menos de urna
aora. e os pregos sao 13o commodos qae
devem agradar aos preteBden^a ______
Pede obler em ponco lempo com o oso do melbor dos licoresa affimada
HESPERIDINA
Faz^oito annos qne i conbecido este precioso Inico, e difEcil acbar ama pessoa
qae, tendo experimentado pessoalmente, nao falle em seo favor, j como bom estomacal
e apetisador, tomando am calix della antes de janlar, oo como faci'itador da digesto
t mando-se depois.
i ba^:
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ba om s babitaote dj BRASIL (a trra
especial das laranjas) qae u3o coobega as propriedades medicinaes da doarada frac'a,
ora Lem, a
LARANJA AMARGA
em sea estado natoral tem om gosto ponco agradavel, e o mrito da Hesperidina con-
siste em reter anas boas propriedades, e ao mesmo tempo aprsenla-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qae iqvejar as
melbores importages europeas de calhegoria semelhante. Estas, qaando muito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinagSo perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para pro va de qae nm artigo no qoal pde-se ter inteira cooGanca, por Mr poro
e innocente, basta dizer-se qae foi plenamente approvada e autorizada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo soa livre elaborago no imperio; ooira
BOA PROTA
a acceitaeo geral que tem em todas as partes onde apreseotada. Em 864 astabe-
leceuse a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 4869 a segunda em Montevideo; e
no dia da chegada de S. M. O IMPERADOR inaogaroo-se a fabrica qne attoalmeoto
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitagao,
tanto qae rara a casa, qae considera completo sea aparador sem ama garrafa de
Diademas
Lindos e da modellos
km.
novo?, veio crasa maito
IHADRESILVA
Praga da Independencia ls,
38 e 40.
*>r.aba de receber um completo sorli-
nento de objectos de ioaga, vtdro e por-
celana, com bonitos desenhos donrados, sen
lo ricos jarros de todas as quaiidad>s a ta-
anhos, garrafas com copos, vasos para pos
la arroz, garrafinbas e castigaes de porcela
aa com pingentes de crysta', todos estes
jbjectos proprios para t.iiets, s na Midre
silva
ALBUNS
Rico aorlimento de albitas com capa de
nadreperola, marfim, bfalo, e chagrinl de
todos oa tamanhos, de 50 a 200 retratos
;om.muzica e sem ella, por pregos modra-
los, s na Madresilva.
CAIXINHAS
Bonitas caixiobas com prearos para eos
;ara, de novo systeraa, sendo com lampas
le erystal, fazenda de muito gosto para pre-
tentes e pregos razoaveis, t aa Madresilva.
LACOS
Completo sortimento de lacithos oo gra-
'atiabas para senboras, sendo lagos para
jescogo e cabellos, soa Madresilva.
PANNOS
Lindo sortimento de pannos de crochet
para caderas, sendo de diversos tamanhos
) largaras, s na Madresilva.
PARA NOIVAS
Tem a Madresilva blond de seda, branco,
;omramageas e de 4 larguras, veos, capel-
las eespeciaes sipos de flores para guarn-
;es de vestidos, l-qoes de madreperola,
aiarfim, sendo tod s abertcs e com seda
reoresenlaudo doas vistas, assim como _de
)atras muias qualidades, branco de cores
i pretos, fazenda nova.
CHAPEOS
Rico sortimento de chapeos para sertho-
ras, sendo de palha da Italia e velludo, as-
lim corho ditos pastorinhas para senl>i?.is,
meninas, sendo fazenda inleiramente uova
aa Madresilva.
NOVIDADE
Bonita sortimento de meios aderemos de
olaquet verdadeiro, volta* de bnfalo com
mi, assim como lindo sortimento de brra-
osecruz'S, proprios para lato, todo de
muito gosto.
FACAS
AMadre?ilva acaba de receber facas eom
:abos de marrn, para mesa esobre mesa,
a especialidade da Madresilva.
RETRATOS
Completo sortimento de qaadros oapas-
tapatos para retrates de todos os tamanhus
a qaalidades, assim como quadros eom bo-
litas pbotographias, s na Madresilva.
OBRAS DE MARFIM
Lindas carteiras para a las, carteiras para
oonds, ciiixinbas para pho.-phoros, faea para
cortar papel, gnelas para escrever, mara-
:s para cre'aogas, sinetes'para abrir firmas,
igalfms, e dadaes para senboras e raeai-
aas, so sa pode encontrar estes artigos na
Madresilva.
LUVAS
A Madresilva acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua especial encommenda de
lavas de Jouvin, para borneo* a senboras,
brancas, preia9 e de cores.
C\IXINHAS
Ricas caixinhas com perfomariaS proprias
pasa presante, assim cobo bonitos vaavos
com pos de arroz e outros de phaaiasia,
t na Madresilva.
Lftziuhus para vestidos a 320
res o covado
So d ru do Duque da Caxias u. 60 A, our'ora
roa do.QaeioiaiJo. ioj da esquina, da tenio da
Engenko S. Matneu^.
Veod^isa um (genJio d'agua. moenta c correnta
cora muitos boas obra, im'ia legua distante da via
frrea, estacao de Gamelleira. peto rnodeo preco
de 16:000^000, ilidheiro vta. Tunbem vnde-
se dando G:Co;5 vista a dea dividido em
cinco pagamentos annuaes, sendo qne as lettras
descontadas a t % ao mez, produzaa os dez contos
de res ; a tratar a ra Oo LivrajaeaUo n. 19, 1.*
andar.
qoe sempre se veadea a 4J0OC e 8W, tsa^ima pretos, a
iiqai'k-sa por ae lar fatto orna grande 1n0S) dous d 4, um destes"
wicpra a 1^00 o -%SOQ0 a tuia. ju ra de ilortas a. 90.
Lehmanu Frres vendem
libras sterhnas : a' rua rio
Crespo 11, 16, primeira andar,
RIVAL SEM SEGUND
Cbegaram agulhas para njacfeina*, do fa-
bricante Grover Rker. fm* a 2^000.
Rua do Mrquez de Olinda
n. SO A.
Tem para veoder os seguiotes objectos abaixl
m-i.tijOJ'''*, pelos pregos raais resumidos, como
se/am : Coques moderos a 2*000. peeat iremeu'bordados de diversas larguras a 500 rs
duxias di eo'lariohoa de linho a 45<)0, diios mais
linos a 5*000, lercos para aigib^ira a 200 rs. boa
fazenda, Imhas de carritel de 200 jardas a 60 rs.
l para bordar a 5J000 I nra, Imom a iuiitacac
de sndalo a UolO, lamparioas a 600 rs. a dum,
caixas com apel amizade a 600 rs. ditas com di
to .superior a 700 rs., eovelopas a 400 rs. o ees-
Jo, botinas oacionaes para homem a 4*500, focos
para enancas a i500, agnihas francezas a 40 ra
o papel, abnele de aleatrao a 5iX) rs. a?aa fl>
rida verdadeira a 1*200 a garrafa, dita inferior
UO00, frascos com sndalo a 1*000, ditos con
oleo philoeome a 800 e 1*000, ditos eom dito ba-
bosa a 320 rs. ditos com agua de cologne a 240
e 400 rs. pos* de galiW branen para eofeites
vestidos de eriaoc*. a 400 e 500 rs., massos com
12 pec,as de tranca branca a 240 rs, ditos com
ditas de cores a 320 e 400 rs., duzias de phjspho-
ro egnranc a 240 rs. e a grosa a 2*400, e cu-
tros minios artigos, que para nao toruarmo-nos
enfdennos ileixaiuos de mencionar, os quaes vsu-
dm-s haraios nara a.^ah^r.
Radical para
Escrfulas, Chacas Antigs, Ulceras,
Feridas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
POSTHEMAS, ERUPgOS, ERPES
Iiuplngrnst, Lepra, Tin lia
e todas as Molestias da Pello
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
As molestias Syphiliticas
e as
Febres amar ella e Typhoide
TRATAMEMTO'
PELO
VINHO
DEPIR.1TIV0 e RECONSTITUIRTE
Da Dor DELOR, de Pars
DEPOSITO 4, boulevari St-Martin. Pars
Agentes Geraes para a Brazil.
F. RODDE (ao grande mgico), rua do
Ouvidor, 118, Rio de Janeiro.
MOLESTIAS do PEITO
IX)IV. CHURCHILIi
PE' Ot HrPOPHISMtlTO Df SOIA
5P DE HYPOPHOSPMTO DE CAL
PILULftS IE HYPOPHOSPHITO DE QUININO
CHtOPOSE,COBES.PALFDAS.
JAROPE DE HPOPHOSPHITO DE FERRO
PILULAS DE HYP0PHOSPH1T0 DE NAHGAHESIA
T05SF.r?PONCHIT!S.ASTrIWA
PASHLHAS PECTORAES DO Dr CHUISHILL
Eaigir par* o strofti o frttpo qvudrado
o em itmot o producto* a ussiguatura de
t' CBURCBU^, e lelreiro com t marca
de fahnfa da pharmacia SWANN, li, ru
UiligHOM, PARS.
Cadeiras oratoria* cora >seu ce ^a.uion
20*001) cada urna do caes do Apollo, araia-
iem de Tasso lroios C
tt
YENDE-SE
o sitio existente pjt travassa do H'iiiciiio.iregue-
ia dos Afogados n. 2t ; ,bo;e becco da travessa
do Remedio n, 18, era chos proprios : micm o
pretender eiite ma de 3. Prancisco desta cMade do necife, como
quera vai p.ira^a rua Halla n. II).___________
yende-so uin molote ut^o, de lo anuos,
bonita fignra: trala-sc iw rua Hnrtas n. 96.
' Kerosene
de primtira qjtWstfp, marra Deves, vendem
Pereira da roh'a IrmSo, rtii do Mafija; i
Oimda 8.21,1* Mtdif.
HESPERIOIM
O bomem velho toma Hesperidioa para obter
VIGOR
0 hornera doente toma Hesperidioa para obter
SAUDE
O Qomem dbil toma Hesperidioa para obter
.



No3 bailes as doozel'.as e os mo<;os tomam a Hesperidioa para obter boa cor e
aairaaco dorante oa loncos gvros da
BARROS JNIOR 4 C, rna do Vigario Tenorio n. 7, Io andar, receberam eale
graade especifico, e veodem-no nos depsitos seguintes :
Hotel de l'Uaivers, roa do Commercio.
Zt ferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia n. i.
Antonio Gomes Pires 4 C, rua da Cadeia.
Antonio Gcmes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes de Irmn hotel da Passagem.
N0V1DADES E PECHINCHA^
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA
DA
LOJA DO PAPAGAIO
Tendo por mestre Mr. Charles Laureni
BA DA IMPESATEIZ N. 40
Meudes dr Carvalho acientificam ao respeitavel poblico, qoe acabam de raceber cr.
completo sortimento de fazendas Qnas de todas as qaalidades,- tanto de 13a como de i
nho, seda e algodao, o qoe ba de mais modernoe do melbor gosto, e portante tony
dam as Kxmas. familias amigas da economa do mestica, a virem cu mandaren) di LOi
DO PAPAGAIO, e verio qoe compram fazendaa bonitas e baratas por meno preco jamis comprarlo.
COMO SEJAM:
Granadinas de seda de ura3 s cor, lar- Chitas francesas de todas as qoadadsa
gas a 1-5600. de 320 rs, at os crotones de 580 ra. o co-
Poupelinas sarjadas de furia cor boa lar- vado,
gara, a 10200 o covado. Cortea de cassa brancos bordados cota
Alpacao de cores com listras de seda parajbabados de seda de cor, e braceo, e ootr
enfeite, a 800 rs. o covado. bordados com listras.
Laazinhas de cores, em grande quantida- PARA LUTO..
de, de 320 a 500 rs. o covado.
Cschenez francezes para senboras e me-
ninas, a 35000.
Cretones francezes para cobertas, cor fu,
a 800 rs. o covado.
Alpacas usas e lavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
C< bertas de fdstio de 12 e de ostras
qaalidades, brancas e de cores.
Ponpelinas de seda, de flor e de qnadro
a 15800 o covado.
Pec^s de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas.
Veos de fil de seda pretos a 8 Merinos para vestidos, bombazina, wn
to, alpacas, ISazinhas, crep, casaas e cbi
tas, todo em qnantidade, e para diverso*
precos.
Grosdenaples pretos, de 1J600, 230C0
2^500 at 50G0.
Seda preta com listras assetinad:s par.
vestidos.
Chapaos de sol de seda para menitus, i
ii>' O, e fjrrados.
Ditos paca bomem de I0J0C0 at 20,5000
Ditos de alpacas de cor e preto, para di
Ditas de cambraia adamascada com 20 va- wrso* preco.
ras, a 12-5000.
Saias bordadas mnito finas de 4 e 5 pin-'
nos.
Ralees de chita e de cambraia a 25000;
Nansouks e baptistas com istra3 para eu-
e'ttar.
Diversas qualidades de lasintus e alpa-
cas em retamos, para todos os precos.
Bramantes de linho para lences, de 20200
at 40000.
Dito de algudo muito largo a 10800 a
vara.
Algodio largo para len;cs, a 10OCO a
vara.
Atoalhado adamascado de linho e algo-
dao.
Espartilboa.de linho finos, de 30000 para,
cima.
Tapetes arvdludados desda r* r*ais p-
qoecos at os maiores.
Damasco carmezim para colchas, o m
lbor.
PaEEos de Croch para cadeiras e
pbs.
Cambraias victorias de todos os om*
ros. v: -.
Ditas transparente inglezis e.ei'aWi.ot
a larpora de tarlatana.
Fil de linho e de seda, branco e preto
liso, de stipico e de fl jres.
Csmisaa^rdadas para a*tihota, de,
tersos prefas.
Metas para senboras, dss mais tnrerlbrt
ar as mais periores que teeo appara
cido.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento se mooton um.
Laazinhas largas com listras da seda, a offick)aj e ^m bom|ni qB qther ve
800 rs. o covaao.
MadapolSes ingletes e francezes de 50000
at 120000.
AlgodSosinbo de todas as marcas, diver-
sos precos.
Bireges com listra de seda, a 500 rs. o
covado.
Cassas francezas de cores fixaa e lizas
com barras, os padres mais bonitos que se
teem visto.
FORNECEM-SE AS AMOSTRAS A QUEM AS EXHIBIR E
FREGUEZAS DA CASA.
tir com gbsto, adiar mtih variedad* e
camisas de cores, pannos finos cj*iras
o melbor que ba no mertradb, ronp.a fe:t;
em qnanlidade, assim cofft) cftisas frac
cezas e inglezas, lisas a borladas, ceroola
de I nho e de algodio, malas, eollariabaa ea
grande qoaotidade, gravataa da todo o
feitios, camisas d neis, em snmma vano*
tra de todo qoe p ecisar para vestir co
gosto e elegancia.
OS FIGWUN08 k
Boa acquisi^ao.
Vendem-se as duas casas, rua do Viscon-
de do llerval na. 87 e 89 : tratar na rua da
Senzala Velha n. 106.
/ r Borracha
Veode-se "borracha da tuelhbr' .uadade, t? es-,
pecial' f *a Hmas; aa rua da concordia 57.
Silgar Mm.
(Vailla)
A me&or bolachinha ata )wy* aoaheoida, >
...ja cM. comBtara *HM^ rwlt s<
tarta do
t
'



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V
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para
-

'C*+


V*

V
i
/
Diario de Peniambuco Ter flNMMMKr*
E
AOMDEOBM.
A ra di iHipcratriz
n. 59.
Ae;.ba de reeelw d conta propria,
pelo ultimo vapor da Europa, nm com-
pleto s-Mlrmcrrto le objectos de prata
os mais lindos tp 10 tem viudo a este iner- |ft
cado>, sondo os .-eguinlcs : adiirecos ti.'. 5
flfa-.?ranna, obra de apurado gosto, vol-
tas, brincos, metas, salva*, relogios,
palhileiros,colhces etc. etc., pelos pre-
mai- resumidos poesiveis. Assim
iium completo sortimento de obras
61ro : anneis de brilhantes, ruzetas,
fftreijox etc. e tsmbemsem brilhantes.
A verdadeira cerveja4a Baviera,. marcar nan-
ira, de superior qualidade: vendem Tao Ir
M2i4 ^ em 8en naaiem da roa do Acorim
i. JT.
POTASSA
da Rofia, nova e de boa qualidade. tem barris
inteiro e meios : vendem Pereira da Cunba Ir-
maos, a roa do Mrquez de Olinda n. II, escrip-
torio. v
Vonde-e balan cas deeimas tanto pequen**
como pandea : na rna do Imperador n. 29.
CONSTITACao
IlIltlK
lili
lili
Mil
^SSS^
RHErSATISMOt
IfiraliUi
laplftsil
til U
tU.
CHEGADOS PARA A FESTA
PRftCOS

.MAIS BARVTO POSSIVEL
PRESOS
MAIS BARATO POSSIVEL
t. 7Ra do Baro da Victoria ouf r'ora ra NovaN. 7
Calcado fraucez, perfumaras. piauos, espelhea, quloqnilha-
rlas de phantazia, innblllas de Time e Iirloqnedoa.
Este ea'.abelecimeoio est rtcebendo nao por t-dos 06 vapores como pelos navios de vela
que estao ebegaodo da Europa todas as suas encoramendas para o grande e esplendido soriiinento da
resta, e offereee o pnb.ico m geni, per preces mais barato possivel os arligus seguiutes :
2f 65 B4 Sebastopol
; PURGATIVA!
Excedente oocioho ingfoz em latas de qnatro
lioras a 90O rs. a liira : no armazem de Tasso
ir mes <$ C, ra do Amorim n. 37.
Bicaas de Hambur^o
Vende se a ISf o cent >, muito barato : na
rQadaCrnzn.il, 1* and ir, jalao de cabellei-
reiro.

Grande troj)a de burros
venda.
Ignaefb da Silva Deii avisa a sens fregnezes e
a vjueni mais interessar possa. que.r-onduz boa
trjpa de burros, e que passar per Barreiros, Rio
Formoso, Estada. Cabe, etc., etc. : quem, pois,
t|ui er fater compras ])de mandar avisaa-lo uu
ncontrn-lo.
34
ir..y;r ^*~' ^* SAUDE
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
DE
BAI\rHOLOEU & C.
-Ra larga do Hosario34
ciiegoij
O bacalhao da Noruega, em caixas e meias
ditas : no caes da Alfandega n. I, armazem de
Tasso Irmes & C.
-sf*
Novo*estabelecimento
de joias.


&-
m-
Rna do tL'uhaig n. 11.
Nesto estabelecimento se encontrar *j
um bonitti sortimento de joias que se |^
vendem |>or tal prero que animar ao 4f-
comprador, attenio "ao vantajoso syste- Sr
ma, pandar pouco para vender mui- ||t
3 to, que ccitamente til ao cumpra- **
j|? dor o ao vendedor.
^ Tambero se compra ouro, prata e pe- w
-** Aras preciosas, bem como se fabrica e ^#
3 foncerta Mda e cualquer obra tendente *T
3 mes ia arte. jj
BICHAS DI! H&MBURGO
As mais recentes c melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Rar-
lliolomeu &C, ra Larga dosario o Rn. S.
Ultimo gosf)
Cadeiras preas donradas e mar^betadas da ma-
er--perola : nos armazeus de Tas oo cae* do Apollo.,
Sr;GRi;DO~FXONOVIA E CELEIUITAE.
Obtem-se com o uso
INJECiD1 SH6ST
nica, hygieiiica, radical e infallivol na cu-
ra das ponorhoas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
oflerece como garanta de salotares resultados
a continuada applicatao quesempre com a
uiaior vaiiagcm se tem l'eito della nos hos-
l'itaes de F'aris.
nico deposito paran Rrasil, Bartholomeu
('.., ra Larga do Rosario n. 3i.
com superior agua
A AfiDU BRANCA
Ra Duque de Cantas n. 50.
A Agoia Branca sempre affeita a vender o b;m,
e nunca esqoeci la- de bem servir a soa constante
fregoezia, tem continuado a mandar vlr objeclos
de sua encoramenda, e agora mesmo acaba de
receber nm bello sortimento de esp:ciaes perfu-
marla* de Lnbm, coja s perioridade est ao co-
nbecimento dos amadores dj bora.
Ella receben mais :
Frascos grandes e menores
de LoloDia.
tem idtiu com agna de Labio para toilets,
len?is, et;. etc.
tem idem com superiores extractos, cojosfi
nos e agradveis odores soescolbidcs a gofio.
dem com leite virginal para sarias.
dem com leite de rosas brancas tambem para
sardas, pannos, marcas de e?pinhas, etc.
dem com txtracto de quinquina para conser-
vado das gengivas.
Mera com p'umada philocome.
Vaso^ d porcellana com extracto de pomada.
Ootros com cold creme para amaciar e refres-
car a pelle.
Cosmetique, pastilhis fumantes, etc. etc.
E bem assim mnias outras perfumaras dos
bem conhecido fabricantes Piver e Coodray.
Flores finas.
A agnia branca, a ra do Duque de Caxias, re-
cebeu mui linas flores em rimos e rosas para ca-
beca.
Calcado francez
Bolinas de laxo e pbantazia, brancas, prttas e de
di (Turen tes cores, lano para secbora?, como pa-
ra meninas. *
Sdpaiinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de core? para senhora?.'
Bolinas de Melles, de Suser e de Pol.k, para h-
mens
Sapalosde e-.irdavlo Hilier psrs homen?.
Botinas para menino de qnalquer tamanbo.
Bola t meias botas de montara o meihjr possi-
vel para bomen?.
Perneiras e meiasperneiras tanto para homena
como para meninos.
Sapatks de Sa.-er, para Irnnen? e meninos.
Sspaioi de verniz cr,m salto para horaeD.
Abotinados de mullas quaidades e preces para
meninos e meninas.
Sapajdes de veroiz com sola d', pao proprios para
sitios, jirdias e binbos, sortineot para homena
e senioras.
Sapatos de tapete, ca-eraira, cbarlot avelludado,
de tranca portogoez e francez.
Perfumaras
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
Iriticie, agua de flor de laranja, ayua de toilet-
te, divina, fl .rida, lavande, ps_de arroz, tato
netes, cosmelicos, muims arugos delicados era
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortldas e garrafas de deferen-
tes lmannos d'tgua decologop.tndo de primeira
qualidade dos bem cnbecidos fabrcame* Piver
e Coudray.
Fiaaos
ATTEMO.
Venderse urna excellonte Uvern sita ra do
I'.ngel: a tratar na rna da Concordia n. US.
Chepem qiianto antes!!
A .'Sino! o$0OO! ."$000!
Lindos chapeos r-am estres, da ultima moda,
para senhora, s na ra do Duque de Caxias n.
W A, luja d.i esqjiina, de Beato da Silva di C.
Aluga-se urna eseravu para todo o sen-ico de
urna casa de familia : tratar na ra Primeiro
le Marco amigamente do Crespo, loja do Passo
junto ao arco d. Santo Antonio.
Novidade.
Ricos Aapjg para senhora, de palha de Italia
de seda, eonaa intciramenie nova neste merca-
do : s se eneonmm na Predilecta, ra do Ca-
^ugan. I A. a orles antis que se acabem
Madapolao e algodosinho
avallados.
Largos e superiores que valem "000 a 5500.
' grande peebincha : na ra da Imperatriz n.
So, loja da llosa Branca.
Ohapos de sol de seda a
7S000.
seda trancada inuo boa, eo* 8 basteas ;
grande pechincba : na ra da Imperatriz n. 6,
loja da Rosa Branca.
Camisas k plianlasia.
A loja da Tiirqueza receben um linio sorti-
mento de camisas de phantisia, iroprias para
bailes e partidas: ra do Bario da Victoria n.
9, antiga na Nova.
r
E barato.
Cortes de gorgurao jara colletes de valor de
7i a 4.
Lencos de esguiao lin) de valor de 8 a 4 i a
dmia: na ra da Crespo n. 20.
Vedc-?e urna tave-na no Barro, na entrada
dft.Ucha, frejruezia dos Afogad*, coa poucos
luodos : a tratar na mesma.
Colchas e le(jes
^ Colchas milito grandes, brancas a 4*, ditosde
cores a 64 una, lencas de bramante a U um,
e gochmcha i.a ra d> Crespo 11. 20, loja de
i.uiJuenae C da Cnniunt C.
Vende-seo =uw da .estrada da, Cruz de Almas,
me fica n re o do coinmCndador Tasso e o do
desembargador Doria, cot casa d vivenda, dfle-
1 entes mirados, graadi baixa de> eapim, etc.,
(ando-os fui,dos para.a strada dos trilhos urba'-
no*ao4A dft'esiaeo da> iuitmn : a tratar na
ra d\nwrim n. 37. 3 .
"Borracha.
Vendase superior bonacha bougie, para lima*.
a ra do Duque de Caxits n. ti.
t,An y^",e ^M Pianrirancez em.perfeito es-
SU i rn. v .tiri^ d,^ vinnalico e """ro ob-
jectos. a ra Velha da :3oa-Vista n. 94.
Meias brancas listeadas para
senhora 8
A agnia branca, rna do Duque de Caxias n.
50, receben per amostra nm pequea qnantida-
de de meias brancas com lisira* tambem brancas,
gosto inieiramenie novo e boa faienda.
OutiJeria f aaeesa.
A agnia branca, a rna do Duque de Caxias c.
50, receben novo soriimento de Unas tesonj-as de
350 polido, sendo para unhas,' e costura, e estas
de diversos tamanhos at um palmo. A po'idei
de taes obras faz bem conhecer a sua superior:
dade.
Cartas finas para".volt-vete.
Na agnia Branca, a roa do Duque de Caxiss n.
50, encontrar, os pretendentes finas cartas fran-
cezas com beiras douradas, e entras a preces
maig baratos.
Brlnquedos
de borracha para crianzas
A Agnia Branca, ra Duque de Caxias n. 50,
recebeu nm bello sortimonto de b inqusdos de
borracha para enancas.
Muito bon pisno< fortes de elegantes modelos dos
mais nota veis e t.pm conbetiaos fabricantes
Alphonse Biondel, H-ary Herj, Picj-et W.1M &
C. 5 Erard.
Mobilias de vimes
Cbegou urna grande friura coro amostras de ca-
deiras de bataneo, de braco, de guarnicoes, to-
f?, jardineiras, meaas, conversadeiras e costu-
reiras, tudoi?n maitobom p. r serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para uMtnt
gabinetes de recreios.
Quinquilharias
artigo & de differedies gosto c
phaatazla.
Espelhos djurados para salas e Rabioetes.
Lequcs para seohoras e para meninas.
Luvas de Jouvin de lio da Esjocia e de camurea.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro dd angmtnlar retratos.
Diversas obras de ouro bim de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogio.
Brincos a mita^o e boloes de ponhos de plaqu
Bolsinbas e cofres de seda, de velludo e de couri-
oho ds cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mefa e
toiiette.
Pin:enez de cores, de prata dourade, de ac e de
tartaruga.
Oculos de iqo fino e de todas as graduacSes.
Bengallas de luxo, cana, com castoei de raarfim-
Bengalas d.versas em grande soriimento para ho-
rneo e meninos.
Cbicotinbos de baleia e de nanitas quaidades di-
versas.
Esporas de tarraza para saltos de bolas.
Pooteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos para limpar caneca.
Esccvas para rcupa, cabello, unhas para denws-
Carteirinhas de madreperola para dinbeiro.
Meias pata homens e para menino.
Grvalas brancas e de seda preta para bomens e
meninos.
Campanbias de moa para cbamar criados.
Jogos da gli ria, de dama, de bagatellas, de domin
e outros amitos dilferentes j iguilbos alletnaes e
francezts.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cam-
nhos de ferro.
Msmadeiras de vidro de dar leite mui fcil as
criaoeas.
Argolinhas do marfim para as crianzas morderem,
h ira para os dentet.
Bercos de vimes para embalancar eran^as.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para paselos de crian-
c.
Ven Reverberos transparentes para candieiros de gaz.
E"tereocopos e cismoramas com escribidas vistas.
Lanieroas mgicas com ricas vi vid ros. -
Vidros avnisos para cosrooraroas.
Giobos de papt) de cores para lumiuaroes da
festa.
Brides aereostaticos de papel de seda mni fcil de
sobir.
Encerados bonitos para conservar as mesas de
jamar.
Machinas de varios systemas para caf.
Estaadores de pal a e de pennas.
Teouriohas e caivetes finos.
Tapetes cora vidrilbos para m-.nga? e lanieroas.
Tioteiros de loaca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras donradas e preas para quadros.
Quadros j proroptos com paysagens e phantazia.
E-tampas avulsas de santos, paysagens e pbanta-
zias.
Objectos de mgicas para diverlimentos em fa
miliis.
Realejos pequeos deveios com lindas pecas.
Realejos harmnicos no accordions de loaos os ta
machos, e ootros mullo artigos d% quinojailha-
ria> difficeis de meucic-nar-e.
Para lapinhas
Ca xinhas com presepios completos coro 1 las as
peps, e para augmentar as lapinhas 11. nm em
inmero de ngunnbas, casinha?, jarains e ani-
m&es sumios.
Brinquedos para me-
ninos
A maior variedade que fe ple de. os brinquedos fabricador -em differentes partes
da Europa para eniretenimeoto da- criaoeas.
BAZAR NACIONAL
Rna da Imperatriz n. 72
de Lourenco Preira MendesOuimaraes
Declara ao retpeilavel publico qoe, tendo concluido o cooserto que fez em sec ea-
labeieeiment da roa da Imperatriz n. 72, declara qoe o sortio de novas fazendas pro-
propriaa para a festa do natal, os preces s3oos mais baratos possiveis a saber:
LASINHAS A' i 20 RS. CORTES DE DRIM A' 1(5500.
Vende-se lasiobas para vestidos a 120 Vende se cortes de brim pan calca i
100, 360, 400 e 500 ra. o covado. 10500 e 230' 0.
OLINDENSE A 800-RS.
Veode-se ama nova fazeoda de seda e
linbo, por nome olindense, propria para
640 e 800 vestidos, a 800 rs, o covado.
ALPACAS DE CORES A 440 RS
Vende-se alpacas de cores, lisas e-lavra- de castor, para homens "e meninos, a
das, para vestidos de seobora, ( 440, 500, 2,5501', e 40000.
MADAPOLAO A' 30COO.
Vende-se pecas de madapolao a 30000,
405O(, 50000, 60000 e 80000.
CHAPEOS DE PALHA A 2*000.
Veide-se chapeos de palba, de feltro e
rs. o covado.
BAPTISTaS A 500 RS.
Vende-se orna nova fazenla por nome
baptistas, para vestidos, a 500 rs. o co-
vado.
SUTAXAS A 640 RS.
Vende-se orna cova fazenda de 15 e seda
por nome setanas, para vestidos de senho-
ras e meninas, a 610 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Vende-se urna nov fazenda lisa, por nome
phantasia, para vestidos, a 800 o covado.
l'usio branco a 3SO rs.
Vende-se fuslS) branco e de cores, para
vestidos, de senhora, a 323 e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS PRANCEZAS A 540 RS.
Veode-se chitas francezas escoras e cla-
ras, a 240. 280, 3*0 e 360 rs. o covado.
BRAMANTE A 10600.
ALGODO A" 40000,
Vende-se pecas de aigodo americaoo,
40OO<, 5,5000 e 60000.
BOTINAS PARA SENHORAS A 50000.
Veode-se botinas para senhora, a BfOOO
e 50COO.
CVMBRAIAS A 30000
Vtnde-se pecas de cambraias lisas para
vestidos, a 30OO 40000 e 50000.
CAMISAS BHANCAS A 2000.
Vende se ('misas brancas a 20500 e 2J.
Ditas ce linho a 30, 305CO, 4?000
50000.
Patots de panno preto a 5C00, 70000
e 8000:). Falitois de casemira de cores, a
40, 50000 e 80000.
SAPATOS DE TRANCA A 10300.
Vende-se sapatos de tranca e lapete, para
homens e sen) oras, a 10500, 108CO e 2#.
Veode-se bramante com 10 'palmos fifi?!?1* caseUiira Prelos a 20500, 30 6
largora, proprio para lencoes, 10600,
e 20200 o metro.
Grosdenaples prcto a OOO
Veode-se grosdeoaple prelo a 200(30,
20500, 30500 e 55000 o covado.
PAN.NO PRETO A 14500.
Veode-ce panno preto para calcas e pa
litots, a 10500, 20500, 30(00, 40OOO e
a000 o ccivado.
305( 0.
CHALES A' 8C0 RS.
Vende-se chales de la cem quadros e lia-
tras, a 800 rs. e 10000, ditos fle -neriad
estampados, a 20000, 30500, 40 e 50000.
E outras mnitas fazendas que te veodt
sem reserva de precu. na loja' do barateiro
Bazar Nacional.Ra da Imperatriz n.
72
Ainda um pouco de attengo
O dono oeste estste'.-cimecto vende sempre mais barato, nao s por<|oe recebe ero dreitura
seos angos, como pelos abatimentos e c?ncess6es qn* oDtem d >s fabricantes e commissicnaros, em
aitencao as grandes e repetidas encommendas, assim P0'8 animado pede a fecs fregneies, amigos, co-
cheados e ao public am gerai, coadjuvscao, vindo comprar eseolhendo a vontade o que precisar.
JVO AHIIAXKI.H WO VAPOR FIIANCEZ
N. 7-Kua do BaraO da Vitoria ou^r'ora rna Nova-N, 7
Samuel Power Johns-
ton & C.
iRua do Apollo n. 38 e 40
Faieai sciente aos sens fregueses que teem
mudado o seu deposito de machinas a va-
por, moendas e taxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para rna do Apollo n.
38 e 40, onde conimnam a ter o mesmo sor-
Umeato do costume.
Paiem sciente tambem qoe teem feito nm
arranjo com a fundicao geral, pelo qoe po-
dem offerecer se para assentar qnalquer
machio i -dio e mesmo garant lo.
KM GERAL
Os proprieiarios da lundicao geral aiem
scientes aos senhores de engenho e mats V
pessoas, que teem estabeleedo orna lundi-
cao de ferro e brouie a ma do Bram, jun-
to a eacao dos boeds, onde aprontarao
qnalquer obra de encommenda com perfei-
;o e promplidao.
Os mesmos rogam as pessoas que qnei-
ram ntisar se de sens servicos de deixa-
rem as encommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Jobnston A C a rna do Apol-
lo n. 38 e 40, onde acbarao pessoa
babiii
tada com quem possam entender-se.
Apparelbo para fabricar assncar, do systema.
WESTON CENTREFTJGAL
nicos agentes em Pernamnuro a fondigao geral.
Para tratar em sea escrlptorio a ra do Apollo n. 38 e 40.
fig^rttiafitfMI MM
fe

Bonitas
golinhas e punhos bordados
A Agoia Branca, rna Daque de Caxias n. 50,
receben bonitas geliabas e punbos boidados para
senboras.
Novos coques com tecidos
de seda
A agoia branca, roa do Daque de Caxias
o. 50, recebeu urna pequea por cao de coques
de tecido de seda, os qoaes pela novida:e e boni-
tos moldes, provavelmecte se acatarao loge, per
isso, a elles Ex mas. apreciadoras do bom.
VTTE\CA0
Veode-se cm excellente cofre com segre-
lo, obra feita na ierra com moita sogoran-
ca: a tratar na ihesouraria das loteras,
ra Io de Marco o. 6.
fo ba mais cabellos
brancos.
Tinturara japoneza.
S e onica approvada pelas academias de
ciencias, recoDhecida soperior a loda qoe
tem apparecido at hoje. Deposito prin-
cipal rus da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda n. 51, 1. andar, e em to-
das as boticas e casas de cabeeireiro.
Tijulos francezes sextavados
De i .V:O00 a 5.-O>
milIk-i-o.
Estes tijo'os, fabricados de barro vennelbo con-
solidado, sao os melhores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrHhar os pavimentos
trreos das casas, porquanto, pouco mais custan-
do do que os feilos no paiz, sao* sem curaparacao
aJguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao susceptiveis. Custam, alm disto, menos da
dwima parte dos de marmore, j reprovados, a
(kw de differentes moeakos, os qqaes nao. csto
ceitaiuente ao alcance de todas as fortunas, e s
sao eropregados e proprios para as salas priuci-
paes. Alm da vantagem que ha no emprego
destes tijoloa para os pavimentos terreos e casas
de campo, tem estes aida a de seren os memo-
res e mais proprios para ladriihar cozinhas nos
sobrados 4a cidade> attento a sua solidoi e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de seren assoalliadas as corintias todas de tijolo,
e nosd- apar junta ao-fog*o, no. que at as
eompanliias de segaros se doveriam nteressan.
Vendem se nos armazens de farinha de Tasso Ir:
mos 4 C, no caes do Apollo.
Mi
Vende-se
w>aiU, biu
P?ad^1"'' : ta,tt5?^T
!
Borradla |>ara limas.

, Veade-se benacha de primeira qualidade paca
limas de cheiro, nos seguimos lugares : na phar-
macia Central ra do rmperador n. 38, na mes--
me r*a. tt e no pateea matriz de Santo An-
tonio n. 4, por preep razoavel,
N. 28 Roa do Rario da Victoria N. 28.
Antonio Pedro deS uzaSoares, recebeu om lindo e variad i soriimento de objectos
:omo sejam : lindas caixinhas de madeiras com extractse sabonetes, bolsa?, indenpesa-
veis decooro da Russia.para senboras, potes e calongas com banha dos melhores perla-
mistas e muitos objectos abaixo declaradas, os qoses vende por precos resumidos.
200
I00
,5500
200
4^500
600
U00
Galhcteiras douradas cem extracto,
Dozia de ta'berts c-bo de-viado(a
mitaco) a 3O0O
dem idem cabo de osso I R com
loque a 4(5000
dem idem idem 2 R finos a
Livros para notas a 320 e
Aboioadoral para collele, grande
variedade a
Lampatinas a gaz a
Caixa de liaba com 40 novellos a
Grcza de bclues de osso para cal-
;a a
Dozia de ditos para enfeitar vesti-
dos a
Resma de papel pautado e tizo a
3000 4,4000, e
Caixa de papel amizade muito
bom a
liem idem beiradourada a
dem de eDveopes finos de Per-
siana a
dem idem a 400 e 500
Duzias de baralhos francezes canto
ioorado'a 306OC
dem idem lisos a 2oO0
NOVIDADES.
Redes eafeitadas para Senhora a 180
Brincos com pedras o que tem vindo
Je mais gosto.
Bonecas e aoimaes com corda.
Meios aderecos pretos com cama-
fea a 640
Luvas de pellica moiio fresca a 2600
dem idem com toqoe a ifio
Dozia de pecas de trancas de ca-
racol a #00
dem idem lizis a
Microscopios (em vistas) a
Dozia de pentes de borracha para
alizar com costa a
Mimosos leqoes de osso para se-
nhora a
dem idem de sndalo com Unte-
2400
7000
55300 joulas a
iOO
Uem idem a imi'acada
Grrrafas de tinta rxa muito L6a a
Potes de dita ingleza (preta) a
100 e
Sapatosde tranca tapete, casemira
charlte:
Botinas para senboras o para
PERFUMARAS.
Macos de sabonetes inglezes muito
boas a
.Dozia de sabon tes de amenda a
Llera ijem decotago e flores a
Pacote com pos de arroz muito
fino a 400 e
Garrafa de agoa florida verdadei-
800!ra a
55000
000
I000
O
e
50O
600
20800
15500
500
15200
15200
15000
5200
25000 Huwe.
dem idem kananga a
Frasco com oled orizoa
Caixa com pt para dentes a
Opiata muito fc63 a 1C00 1500, e 20O0
Agoa de Cologne muito fina fraco
de 500 a 25000
tontea oriental de Kem a 1000
Variado sortimento de vasos com banha.
Caixinhas com extractos a 25,35 e 40OO
Fraseo com extracto oriza muito
fino a 15500
idem idem a 240 400 e 500
QINQDH.HARIAS.
Tambores-pau criangas, bailas de borra
cba, benecas de masa e louca, candieiros
a gaz, bonecas de porcelana, quadros de
paisageo, cidadeae machiDas decostora de
Farinha de milbo.
Vende se farinha de milho meida a vaper, di-
riamen e. pelo* precos segainleg: grossa para
miganz a 90 n.y ua pa--a angu, piules passa-
rinos a 100 rs., para esegica e pao de- provenga
a 120 rs., epaTacnsetts a 140 rs., em arroba
mats-tralo : na ra do Cotrwretk) b. K.
- Perrin Olinda n. 21, veadem o seguinie :
Vaquetas para carro e botu da vigen.
. Marroquius.
Cordavoes.
Oteados para fono de carro.
Potassa da Rossia.'
VlDbvdo Purto, fioo, era otilas,
RA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
Os proprietari^s desta fundiqao recommendam-se fumSn
agricultores pela boa qualidade das obras que durante mais de
30 annos, a casa Ihes tem fornecido.
Poss,uem sempreumavultado deposito de machimsmo e im-
plementos em toda a variedade de tamanho, proprios para todos
os mysteres da agricultura e preparo do assucar e algodao ; entre
os quaes alguraas novidadesnesla provincia, merecendo ser vistas.
Vendem a prazo ou a dinheiro com descont, a vontade
do comprador.
Cfllltpllf? Avisam ao publico qoe diversas encommendas dirigidas a esa
vwuiviWi casa,tem sido desviadas: pelo qoe, rogam a exigen^a da coa-
la impressa, para prova da procedencia do que se lites fornece.
Oulro sim, que por ahi andam especuladores (algnns empregados em obras e concer-
los, etc.,) a iceulcar encommendas e compras de macb nismo: acautelam aos Srs. de ec-
genbo contra os taes, lembrandolhes, pensem se sem interesss aquella industria: e
qoem paga as peitas recebidas pelos ditos incu'cadores.
COMMISSES
Fazem encommenda a Tont de do pedinte, mediante urna
commisso, dequalquer machinismoou obra, dando ao compra-
dor a vantagem oblida por sua habilitaqao e costume no negocio,
tanto em respeito ao preqo como a qualidade, assim como to Jo o
auxilio em montar e trabalh&r com o machinismo vindo.
HERDEtOS BOWMAN
por AlbertB. Gbewy, Engenbeiro.
IL4 DO BRUIH N. 5
PASSAMDO O CHAFARIZ

)
)
Oamafettse
mosaicos
< Acha-se venda na rna do Imperador n. 59 um
grande sortimento de camafens e molaleos, tanto
simples como eocastoados, de diversos gosto,
bem come urna linda eolfeafi4e objeclos de bel-
las artes.
JARROS-
ani'tripas edotadad vaee* inpleza a 4|0f
cada nm : to armazen de Tasso Irmaos & C^J.
.ruadoAmonan. 37.
, Vende-so. urna taberoa bem afreguezada
para a trra,, com poucos fundos, propria para
principlante, na. freguezia e Samo Auttmio r a
thKaTBarua de Foj^fl: tO)Uaj>Tna. _______
Xatope (Tagjrio do Pr-
- jkntige e cuaceituai). modicaiuonto para
curdi'TiKS molestia*' dfjs oreaos respiratorias
ooma a phtyjica, bwmehitess asuma* et.,
,ipplioadbi4Jiida com 'ptimos (resoltados fu
eewriniio.
i ^no-se'U* pharMcia edrogaria defiarv|
thoiomeu Vehde's "um cabrtotet 1ngle, de duas ro-
da^- cem traWfligMI a mn excel lento cvate
Sin o mesmo: WI*ia.ocheira da ra da Ro-
a e a tratar na roa Direita o, 10.
NOVIDADE
.
Aos senhores fumantes;
Completo sortemento de novos arligos para fumantes, algon raros neste mercado
| como seno:
Ponteiraa de espumas verdadeira para charutos e cigarros, de muito bonitas formas
(e diversos pr&coa. .
Pontelras com mbar, cereja e espuma, para cbarotos e cigarros.
Ponieras de mbar para charutos e cigarros, de differeniee tamauhos, goslos e
precos.
Cachimbos de espuma verdadeira, de diferentes formas e diverso preces.
Cachimbos de maisa imitacao de espuma, de diversos lmannos e presos.
Cachimbos de madeira de drfhrenteB formas, quaidades e preces, o melhor que se
pode desejar neste ginero.
UU jrande variedad* de oleas para fama, del diveiwqoaliades.
Fumo para cachimbo cigarros, sendo :
N)Vo caporal (imitacao do fumo irancei).
Bist Bird Serge ( Olho de Passaro ) imitacao do fumo inglez.
Flor Bmll ontras qaaUdadta.
Ette fuo vaede se par melada do prefo do qoe vetn do eitrangfliro, e nao Ihe
inferior, como fcil verificar.
Os preces do fumo tem abatimento de 3 a 20 por ento, eonfrme a qantidHe que
'-secotopnr: _
Na fabrica a vapo da eifarroa, roa larga do Rosario a. U, aaticvraa ao Qoartel da |
Ponda.


f.
i m:
\


------------^TT"
~*-~-*^~. x ,
8
Diario de Pernambuco Terca feira 1*4 de Janeiro de 4873.
WZEM-
ASSEMBLS 6ERL
CMARA DOS DEPUTA
DISO'SSAO HAVI9A N SKSS.U DE 26
BKO.
(Connuaco)
Importa ou nao a sbsoiucIo era cunipri-
iaej:to de um i disposifo constitucional ?
uto que sim. O govoriio um eir-
icias tir iiiarias poder determinar a
laco ila renda publica, e a rcaiissjjto
das despezas com os dillerentes ramos do ser-
vido sem aukwato do poder legislativo?
J. E o que significa a apresentac da
restueo sonto o pe lido por parte do gover-
no dessa menina autoritario i Se o gover-
no, por tanto se adianta, se apivssa cm cum-
prir umpreceito constitucional, se o lempo
urge para que esse preceito tenha plena eve-
cur,5o, a quo vem a poltica do gabinete ?
(Apoiados.)
O que tem a poltica com a resoluco, e a
resoluco com i pnlitici 7 Nao voj), Sr.
presi lente, amis pequea connex>, ou
analoga entre urna e nutra cousa. A dis-
cusso poltica portanto tender nicamente
a retardar a adopro da resolueco ; e ess->
retarJamonto tanto mais iijustilicavel e
isadmissivel, quantoa resoluco se cinge res-
trictamente ao ornamento existente, j discu-
tido nesta casa.
Ella nao eslabeloee um imposto, mas no-
iluuna UMOVaco fa/ n;s despezas; ulna so
providencia nao toma acerca dos serviros
.pblicos.
. bljM occasio, e occasio prxima, opppr-
tUna, propra, se olTrec?i aos nobres de-
putados para urna discusso larga da poltica
do gabinete. Essa occasio a da discusso
da respDSta falla do throno. Aguardem-
O'a os nobles deputados, e a cmara apre-
ciar attentamente a aecusaco e a defeza.
[Apoiados).
Creio mesmo, Sr. presidente, que a dis-
CUSSo nao tem seguido de perfeito accordo
com as disposiyes do regiment, porque,
como V. Exc. sabe a discusso da poltica do
gabinete sii permittiia pelo regiment
quando se trata do projecto d i lei do orga-
mer.to ou do da de li\a<;:V>das forras de mar
e trra, os quaes teem e 3* discussoes so-
mente ; mas considerando V. Exc, e consi-
derando bem que a resolugo com que nos
oceuparaos nao a lei do ornamento a que o
regiment se refere, e pondo-a por sao em
l1 discusso, nessa Ia discusso l permitido
fallar somonte sobre a utilidad ou inutili-
i dale da materia, c nao acerca da poltica do
gabinete, objecto inteiramente dierente, e
para quo o regiment designou occasio]
azada. Assim, me parece que os nobros
deputados que me preeoderan oceupando-so
com a poltica, tecm fallado fra da ordem.
O SR. Presidente : Devo ponderar ao
nobre deputado que pelos estylos da casa
est admittido que as resoluges sonielharitos
a que ora se discute sao susceptiveis na 1*
discusso, de consideracoes sobre a poltica
geral. lsto mesmo se deduz da disposii.o
do regiment, que permitte apreciares sob
a uti'idade ou inutilidad); dos projectos em
1* discusso, o que envolve at certo ponto
a poltica geral.
O Sr. Henriqi.es Bem eu estava per-
suadido do contrario: entenda que na l1
discusso dos projectos, como o de que se
trata, a discusso devia limitar-se pura e
simplemente utilidade do projecto; e
mesmo quando alguma considerado se fi-
zesa sobre apoltica, nunca deveria consti-
tuir esta, como acabamos de ver, o objecto
nico e exclusivo da discusso. Entretanto
agradeco muito o esclarecimento que V. Exc.
se dignou dar-me.
0 Ilustrado deputado pelo Rio de Janeiro,
que fa'.lou em pnmeiro 1 Jgar, entendeu que
os recursos que agora se podem na rosolugo
deveriam ter sido solicitados do corpo le-
gislativo anteriormente dissoluyo, e traz o
exemplo do ministerio de 16dejullio.de
que o nobre deputado loi digno mombro,
apresentando-se para esse fin ante urna ca-
m ira, quasi toda da poltica opposta, e pe-
di:ido-llie os meios de que careca para a
a Iministracio do piz, o ornamento da re-
ceita e a flxaco da despoza. Pode ser boa
a piatica adoptada pelo ministerio a que o
nobre deputado pertenec ; mas me parece
que ella nao tem assento cm dsposicto ex-
pressa de nosso direito constitucional, e a
censura deixa ver isso de ser fundamentada.
Alora do*que, Sr. presidente, a necessidade
da dissolueo de urna cmara pode occorrer
de momento pjr forca de differentes circum-
stancias, e haver perigo na demora de sua
execucAo, observo que, se a constituico cm
um de seus artigos impoo a necessidade da
autorisacto do poder legislativo para a co-
FOLHETIM
a \\m\i\ u \m\u\
PELO
VISCONDE PONSON D TERRAIL.
PRIMEIRA PARTE
O ctistello dos cae.idores negras
XI
(Connuaco do n. 8).
O baro teria, sem divida, estremecido,
se nao estivesse to completamente paraly-
Sado. Essa voz era a que o tinha j to
commovidoe wrturbado, a da castell mor-
ta, com quem elle tinha bebido e danzado.
Um estremociraento imperceptivel de to-J
dos os seus membros, indicou, s ao vam-
pira, o que a sua voz wabava de lhe fazer
resentir.
Ahmurmurou ellareconhece-me,
baro ? sou o seu par desta noute, e dou-
Ihe, a esta hpra, urna grande prova de amor.
'baro tremeu de noro e fez um supre-
mo e intil esforco para se debater e fallar.
Creio proseguio a morta nao ter
j preciso de lbe explicar por urna mentira
como, dez annos depois da minha morte,
tenha a carne to tenra, o 'braco to redon-
do e o eolio tio rosado e branco...como v,
sou vampiro. Tem um admiravel sangue,
baro ; juro-lbe que o pouparei e farei du-
rar muito tempo. Concedo-lhe um mez
inteiro de vid.
O senhor de Nossac uo podia mexer-se
nem gritar ; mas o soffrimento moral que
resenta a essts palavra* era tal, que um
suor gelado lhe corra das fontes.
E, agora prosejuio a vampiro -
durma e descfnce, para reparar a per da de
sangue que teve em meu proveito.
E, duendo isto, vertii a castell defunta,
---------
branca dos impostojBM| e das des-
pezas oecessarias wl
outro ella confere a*^ moderador a
prerogativa da dissoluciio da cmara, quando
o exigir a sal vacio do estado, sem que alm
dessa condico stabeleca alguma outra re-
lativa ao tempo ou occasio em quo a disso-
luco deva livar-se effeit.
Ora, se a nica regra ou norma de con-
ducta que temos a seguir na soluc,o das.
questes constitucionaes, a nossa consti-
tuigo,. me parece que, nao iinpondo ella a
condico cuja deficiencia deu materia cen-
sura do nobre deputado, nenhuma respon-
sabilidade, se responsabilidad-; houvesse,
pode caber pela occasio e tempo em que a
dissiduco foi decretada. V, pois, o nobre
deputado que a doutrina em q: dos autores da nossa constituico, quem da
qual nos considerou, opposta mesma
constituico, porque ella faculta a dissolugo
sem outra limitado que nao seja a salvarlo
do estado. Esta doutrina, Sr. presidente,
boa ou m, a que tem sido adoptada, a
prevalecido entre nos desde que temos go-
vomo representativo.
Quando a cmara dos deputados foi dis-
solvi 11 em 18V-2, em 18W, em 184U e em
18t'5, pedise por ventura s cmaras a
concesso de meios para ogoverno vivert-
0 Sr. Paulino de Souza :Nao se pedio,
porque o governo os tinha.
O Sr. Hknuioi'ks:Nao os tinha e em
todos os casos; e quando os tivesse, a dou-
trina seguida, urna vez que o nobre deputa-
do argumenta com doutrina, o ornamento
da receita e fixaco das despazas ser discuti-
do e adoptado um anuo antes daquelle em
que deve vigjrar. Em 18i9 a cmara foi
dissolvida previamente, o anteriormente,
portanto, sua reunio.
Em 1863, a dissolueo teve lugar pouco
depois de constituida a mesa, e ainda antes
de concluirem os Srs. ministros de ento a
leitura dos respectivos relatnos, leitura que
na forma da loi dove veriticar-se at 13 de
maio. Foi, j)Os, dissolvida a cmara quasi
ao mesmo tempo, emque acabava de consti-
tuir-so. Com ossa doutrina, Sr. presidente,
tem estado de aocorde as primeiras notabili-
dades dos dous partidos regulares do nosso
paiz, o conservador e o liberal. Refiro-me
aos distinctos senadores os Srs. marquez de
S. Vicente, Zacaras e visconde de ltaborahy
j fallecido. (Juan lo em 1868 se discuta
no senado o voto do gracs, e com elle urna
emenda do honrado senador por Goyaz, o
Sr. marquez de S. Vicente entendeu que ca-
sos podiam dar-se em quo um ministerio as-
sumisse e exercesse o poder sem loi do or-
namento, at que depois pelos meios regula-
res fosse ella obtida. A mesma opinio ma-
nifestou o Sr. conselheiro Zacaras, o de ac-
cordo a esse respeit esteve com elles o Sr.
viscond)* de ltaborahy. Recordo-me bem
de ter lido essa discusso do senado, e ella
consta dos annaes do parlamentos
O Sr. Paulino de Souza :Di^eram o
contrario disso.
O Sk. Hemiques :Pode ser que eu nao
lesso bem, porque sou um pouco rayope.
(Hilaridadej.
O Sr. Presidente no Conselho : Na
edi^o que tenho dos Annaes est o que V.
Exc. acaba de dizer.
O Sr. Henriques :Mas ainda quando,
Sr. presidente, fosse outra a opinio desses
senliores, eu pens que a boa razio, o inte-
resse do estado pode aconselhar em cortos
casos de dissolueo independentemente da
lei dos meios : no conflicto de duas necess-
dades importantes, a mais fraca, a remedia-
vel por outro modo, deve ceder a mais forto,
a irremediavel. (Apoiados).
Dissolvida una cmara por circumstancias
extraordinarias e imperiosas, e quando esteja
a vencer a lei dos meios, poder, Sr. presi-
dente, o governo cruzar os braejos, e doixar
correr revelia o servido publico, sem to-
mar immediatamente as mais promptas e
enrgicas providencias acerca da arrecadaco
dos impostos, sua despoza e fiscalisacjo ?
Com semelhante theoria nao posso concor-
dar, Sr. presidente.
O Sr. Perf.ira da Silva :Ninguem esta-
beleceu essa theoria.
OSr. Henriouks :O Ilustrado deputa-
do'mesmo pelo Rio de Janeiro, que primei-
ro oceupou a tribuna, est, a esse respeito,
de perfeito accordo comigo. E' o que de-
duzo do trecho de um importante discurso
do nobre deputado, que passarei a 1er.
O Sr. Presidfnte do Conselho :E" o
mesmo a que eu me referi.
O Sr. Henriques : S. Exc, que ento
exercia mui dignamente o cargo de ministro
do imperio, assim se exprimi na sesso de
26 de setembro de 1869, discutindo-se urna
resoluco semelhante, e que, sendo sanecio-
no pesclo do baro, o conteudo de um
pequeo frasco.
O licor que delle sahio era tpido e glu-
tinoso ; pareceu ao baro que lhe penetrava
as veas vasias de sangue, pala ferida que o
vampiro lhe tinha feito com os dentes, e que
nellas derramava urna indefinivel sensato
de voluptuosidade.
O vampiro leventou-se ento, e disse :
Adeus... at amanh I
E sahio, com o mesmo passo vagaroso
com que tinha entrado, e fechou sobre si a
porta.
Quasi immediatamente, os olhos do ba-
rio, abertos-durante todo o tempo que o
vampiro se tinha conservado junto" d'elle,
fecharam-se sob o peso de um somno inven-
civel, mas, livre dessa embriaguez pesada e
penosa que caracterisava o primero, a que
tinha cedido, depois da partida da joven, e
adormeceu socegadamente, cedendo a urna
preciso de repouzo, motivada por urna
fraqueza desacostumada. .
=fc
O baro durmi durante muitas horas
consecutivas ; quando aoordou, o sol bri-]
lhava no meio do quarto que elle oceupava,
dourando as cortinas do leito e quebrando
os seus deslumbrantes raios as tapetaras
do aposento.
O senhor de Hossac estava fraco e abati-
do ; mas, a paralysia tinha desapparocido
e isso bastava para que elle fosse capaz dos
maiores esforcos.
Um raio de sol I
Havia dous das que elle nao tinha visto
algum, e nesses dous das tinham-se passado
tantos mysterios, tantas cousas inauditas e
assustadoras em torno e diante d'elle, sb
seus olhos e aos seus ouvidos, que elle senta
a preciso de ver, daspirar tudo o que era
a boa, a ingenua, a simpies naturoza de
Deus, para nao duvidar da sua propra exis-
tencia e conservar a sua razio.
Levantou-sc, pois, precipitadamente, cor-
reu a urna da jaiullas e olhou avilameajl
para fon...
nada, corre com a data de ,80 de outubro
desse amMV
Disse o nobro> daptado : Se realisar-se
a hypothese que mostrou recetar m dos
ilustres oradores, que me precederam, de
nao ficar votado este anno o ornamento, nem
esta resoluto, o gabinete tendo a confianza
da cora, o apOio dedicado e eflicaz da c-
mara, alm de maioria no senado, nao hesi-
tar em tomar a responsabilidade de conti-
nuar no governo do paiz. (.Muitos apoiados).
Vozes :Muito bem.
O Sr-, Ministro Jo Imperio:... que
nao ha de ficar sem direceo. Posso asse-
gurar cmara que o ministerio cumprir o
seu dover. Muito bem, muito bem,.
Parece-me, Sr. presidente, que se nao
pode sjr mais explcito. (Apoiados,.
Em outro discurso pronunciado na sosso
de 2 de outubro do mesmo anno o rfbbre de-
putado justilieou anda esta sua opinio com
o trecho seguiute:
OSr.MinixtrodoImperio:O outro pon-
toda interpellacao do honradomembro foi.se
c exacto o que diz urna folha diaria sobre
a resoluco do Sr. Visconde de ltaborahy,
do abandonar a direceo dos negocios pbli-
cos, so se encerrassem as cmaras sm ter
sido votada a lei do ornamento. Nao foi se-
melliant.' doclara'.o feita na tribuna ; niu-
guem pode contestar-mo. Se alguem pre-
tende que o foi em conversado particnlar,,
quero ver o protocollo : o nobro visconde
ainda esta amanh asseverou-me-
enunciara esta proposi^o.
Adianto disse anida o nobre deputado,
concluindo o seu discurso :
m O Sr. Ministrado Imperio : Se um
ministerio com a contiaaca da corda, apoia-
lo ellicaz e dedicamente >or esta augusta
cmara, contando maioria do votos no sea-
lo, tendo nopaizum partido forte e disciplina-
do (muitos apoiadosj para animal o e susten-
ta-lona aeco ^repetido apoiados muito \>m\,\
te actual quo inicou em 16 de
julho do anno passado urna poltica sar.Jala
em todo o imperio com applausos que o no-
bre deputado por Pernambuco comparou s
explosoes de jubilo da urna festa nacional
seest* gabinete, porque
tem contra si urna rraaoria no senado, re^
cuar ante as diliculdades :
O Sr. Candido Mend-es :Faltara ao
seu dver e ao patriotismo. (Apoiados.)
i* O Sr. MiimtnftU Imperio :Que an-
te* constitucionalmente- nao poderia vencer ;-.
quem, Sr. presidente, se poderia sentir com.
forjas para tomar a respons.ibildade do go-
verno deste paiz (MuttOft apoiados, muito
bem, muito bem.;-
Ora, isto Sr. presi/Iene, muito sigaa'ivo-
em relacjia questcd? quj se trata.
OSr. Paulino de Souza : Agora tara a
apjJicav.o.
O Su. itMcr-H :A applicavo esta :
quem s# animara a encarregar-so do gover-
no do paiz se- nao tivesse- a resoluco, forc/i
devontade, e-coragemnecessarias para, pres-
cimdindo da lei dos- meios, prevenir, e acau-
teiar a contirniacao da arrecadacao da re-
ceita, e das despegas indispensaveis mar-
cha regular da airrnstrac.ao ? Pora preciso
que um ministerio quaJquer nao compre-
hendesse a sua posi(o p nfto presasso os in-
teresses do paiz gara proceder de mineira
opposta. (Muito benij.
V pois a cmara que o Ilustrado depu-
tado pelo Rio de- Janeiro o s contestou
que o Sr. Visconde de ltaborahy pretendesse
deirar o ministerio se lhe nao dessem orna-
mento, o que o mesmo que dizer que sero
elle S. Exc. continuara /apoiados; cono
emittir a sua opinio de inteiro accordo e-
conformidad. (Apoiados).
O nobre deputado pola municipio neutro
que nao -m > ma de junho deelaroo s thesourarias
O Sr.JDoe-Estrada Teixei|C>V. Exc.
que est incoherente em sen discurso.
O Sr. Henriques :... O dilemnja, pois
ao nobre ministro da justii.a nada tem. de os-
tranhavel. Tendo do vencer-se, no fim do
crrente mez, a autorisafo que tem o gover-
no para cobrar impostos e fazer despezas, o
governo, logo que a cmara, eonstitnio-se,.
a presen tou, por intermedio do honrado Sr.
ministro da justira, a resolUQo em discus-
so, pedido ao poder legislativo os meios
d' que elle carece para a gerencia do snico
publico na parte pecuniaria ; o o nobre mi-
nistro da justica delarou, comodeluzo do
seu pensaiento, que, se houvesse demora,
se se quizesse aguardar o ornamento ordina-
rio, nem por isso o ministerio abandonara
o poder, o que o mesmo que dizer, que as
rendas publicas continuarlo a ser arrecada-
das, o as despexas ir-se-ho realizando, at
qu'1 o poder legislativo providencie como
lhe cumpre.
O nobre ministro da justica, nao preten-
den mais do que se fez em 1866 e 1869.
Em 1866 o orcamento estava ainda penden-
te em junho, ultimo mez do exercicio, para
cuja receita e despeza havia autorisago do
coqto legislativo, o o nol>re ministro da tuen-
da leeno, o Sr. conselheiro Carro, recul-
an lo, e recejando brinque deixasse de ser
alopiado e promulgado a tempo de haver
didle conh?c.nento na jn-ovincias mais re-
mota por urna ordem circular de 3 do mea-
de fazenda, que contimiava em vigor no
exercicio prximo seguinte <; 18661867
a mosma distribuico de crdito, feita para o
exeTcicio a expirar de 186o-1866. Foi
lima boa cautella ; porque ella teve nica-
mente por fim a marcha regular do servico.
Dez das depois loi promulgadu a le do or-
raineiito; c fuaram assim as cousas conve-
nientemente regularisadas.
Do mesmo modo proceden oSr. Visconde
dB itaborahyrem 1869, determinando pela
ordem circularde 9 de junho, qiie continu-
assjiu em rigor no exercicio d 1869 -1870
os mesraos crditos abertos par* o exerci-
cio de anterior ;: e isto por falta de*le do or-
namento, em consequeneia da dissolueo
da cmara.
O Sa. Sii.vEina Martins : Isco prova a
"vrlade do sysU;ina_j)arlamentar no nosso
paiz I
O Sr. Henrioj.es : Mas urna, verdade
qu-' se deduz do nosso direito constitucional
que o uso c costume tem sanecionado, e que
as notabilidades do-nosso paiz apoiam.e sus-
tenam. Agora do-so a mesma cousa que
em 1869: em consequeneia da dissolueo da
'cmara em maio dfeste anno, o governo vem
pedir ao poder legislativo a mesma autorisa-
o que por igual
;1869.
O Sr. Silveira Martins :E' o- abuso
convertido em principio.
O Sr. Pereira dos Santos:E' npraxe
eonstitucional, j que nao queremos seguir o
lo estro inglez.
OSr. HbSKIQUESh:O que cero- que
actualmente o governo nao se fez esperar: a
.resoluco foi apresentada ornis proitamen-
|to possivel..-.
O Sr. Pereira nos Santos :Apoiado, o
governo foi o mais solicito possivel.
O Sr. Henriuues:Nao foi apresentada
ante-liontem, quaslo se conclua a elei^o
da mesa e quando nem anda as commisses
haviam todas sido edeitas, eleii.o a que an-
da hoje se procedeu. (Apoiados)
Se outro fra o procedimento do gpverno,
pod ria ter eefaimento a censura do nobre
deputado. (Muitos-apoiados,)
Sr. presidente, como V. Exc viov nada se
disse com relaco-aqualquer artigo de recei-
lnHbs n5o
obedac0O| ao seu enramando.
iotei, entretanto, que ao manifestar di-, j a despeza com este servico foi alm de
poces conciliadoras,. ao aconselhaft-Ti
unio do partido conservador, esquecesse O
nobre deputado, Nstor de cobellos pre-
tos, que sio predicados muito efficazes no
papel que assumio, respeito religioso da
verdade, amor da justica e severa imparcia-
lidade.
Se taco este pequeo reparo, nao quo
eu queira dur-me por olendido; j estou
habituado s njusticas>lo nobre deputado.
O tora em que foi iniciado o debat somon-
te po lia otfcnder ao ex-:ninistro, distincto
representante da naco, que, compromettido
os seus merecidos crditos de hornera grave,
altamente collocado, trouxe ao recinto desta
augusta cmara, para do alto da tribuna
faze-los seus, os gracejos que tenho lido,
sem incommodar-mc, as columnas humo-
rsticas dos jornaes da opposieo:
Tem o ministerio grandes errse preton-
le o nobre deputa lo tomar-lhe severas con-
tas, e para qne de*]e logo ficasse omatg
lo o ministro do imperio, S. Exc. aceusou-
mo de ter desmolido no exercicio de 1871 a
1872 1,300:9009090 mais do que se des-
pender no ejercicio de 1868 a 1869.
A fvirto desde j quo a dirturenca ini-
nor, o nao posso deixar de notar que o
nobre deputado tivesse posto de parte o exer-
cicio de 1869 a 1870 em que sob sua ai-
ministraco houve augmento de despeza na
importancia de mais-de iOOOo'JOOO, para
vir comparar o exercicio liquido de 1868 a
1869 cora o de 1871 a 1872 ainda era li-
qnidaco ; isto o mais BfHJJi exercicio
erra que S. Exc. menos despenJeu com o
utflnO exercicio em que en inas despenli,
o antes de siber-s- ao certo qual a despeza
realizada.
Wanisto, Sr: presidente; manifest pro-
posito de fazer-m 3 injustica, e no> posso
ter duvidas a este respeit')' quando ouco o
nobro- deputado declarar em tom sentencio-
so que nao sou oapaz de explicar as despe-
zas que-acresceram. 0 seu rior contra
mira tal que, escapando-4he dizer hotem
quo eu-sabia a dispOHgta (le- urna lei citada
por S. Exc., retrabio-se iirtmediatamente e
imperio ) :Naquella principalmente. Al-
s?u dispendio.: (Apoia-
queacabadesWtar^referindo-se ao tt-^ ^ despeza, objecto ila resoluco-oceupa-
lemma, que fez o honrado Sr. ministro la T*""1-* "obres, deputados com materia in-
justica quando apreientou a resoluco, cha- Ramate ostranlia;
mou a atteno da cmara para o triste es. cerca de impasto e
pecteulo que iamos dar ; porque o gabinete'
se mostrara indifferente opinio della e
proceda como se cmara nao houvesse: ira-
punha, coagia.
A apresentacao da resolugo delibeca-
eiplicouJ ; digo que sib? porque os mi-
nistros sabem tudo
Se nofosscm os sentim entes que- o r-
bre deputado manifesta contrr mim, S. Ec.
ter-s?-hia* lembrado de que todas as despe-
zas do exercicio de 1868 a 1869 esto apu-
radas todas, as economas reconhecidas e le-
vadas ana corita, ao passo que do outro'
exercicio que foi tomado para termo de com-
parado, o-de 1871 a 187-2, anda nao -
tempo de saber se es crditos, distribuidos
s prov ncias foram integralmente empre-
> foi pedida em 'gados, e se foram feitas muitas despezas au-
torisadas que tiguram na demonstrago do
thesouro. Podem, portanto, ser maiores
as sobras que constara j da masma demons-
trado, e queseaproximam de 400:0005.
O nobre-daputade tambem torra visto na
tabella annexa ao relatorio do ministro da
fazenda, o da qual extrahio os motivos de
sua censura* a explicajo que considerou im-
possivel, do augmento de despeza. no ultimo
exercicio. Avulta ahi o crdito de 123*000$
para estasca e reeenseameato da popula^o
do imperioi E' um servigo novo que fez aug-
mentar a.despeza do exercicio. Oeredito es-
t mancona,lo como despeza, mas eu espero
que d^xar sobras, visto como-as provin-
cias ene municipio neutro mukas commis-
ses censitarias dispensaram auxilio pecu-
niario, efizeram gratuitamente o trabalho
de que forrun encarregadas.
Ha outra despeza nova, especialmente au-
torsada,.na importancia de 74:560$. Re-
tiro-mo ao prolongamento da ra Leopoldi-
na, deque aliante fallarei.
Esas* dua verbas do despeza do exer-
cicio run augmento d 499:360$.
Nio-entrarei, Sr. presidente, em expliea-
(es minuciosas especificadas, mas direi
100:00$. tem disto a difterenca que se
menciona na tabella. A despeza perfei-
tamente. justificatel. (Apoisdos.)
Croaram-se vinte escolas' de instruego "
pairaaria ; e pois que ao honrado deputado
parecerm ser mal distribuidos, vem a pon-
to recordar-lhe que eSf distribuico foi feita
de accordo com um trabalho autorisado por
S. Exc, c coraraettido a pessoas competen-
tes. -v
O Sii, Paulino de Souza d um aparte.
O Sr,. Correia de Oliveira (iSstro do
imperio) :V. Exc. pode nega-lo, mas es-
ta a verdade:
OSr. Pmilmodk Souza :5o exac-
to, nio approvei trabalho algum.
0 Sr. CowftEA de Olivehu (mkiistro do
impario):Nem eu disse que V. Exc. aprop-
vra este trabsUio, mas sim que o autori-
sra.
A creaeao dessas escolas, bem on mwl
distribuidas, trouxe o inevitavel augmento
da desjieza com opessoal. com, o aluguef e
casas e com as mobilias necessarias. Con-
fesse o nobre deputado que esta despeza nao
pequea e devia ser feita. ( Apoiados. )
No, seguramente', bom modo de cen-
surar despozas a comparago de exercicios,
concluindo-se das diflereiujas encontradas,
sem mais indagages, que houve desperdiep
ou m applicaco da receita: Curapria ao
nobre deputado examinar se as despezas fo-
ram mal feitas. ( anotados- ,. se* eram ou
Donecessscias e'uteis, e se povfema ser
menores ou mais proveitosanionte realiza-
da. N<> o fez S. Exc. .Apoiadw.)
Aoccito e atr desejo a iliscesso- dee- raeus
actos. O nobre deputado cjue promete
emneiihar-se ueila cora todav a conai<; i
que lhe do os-seus talentos e flustraic>>,
ha d" encontrar-me prompto pasa- defera
e cora a tranquilidade de quens se esfcw;
por servir bem. ( Muitos appoiados.)
Oexcesso verificado na verba- obras
33:031$707 j no menos explkarel qui*-
os precedentes. Ao tomar contada-pasta do
imperio eicontrei nwiitos dos proprios na-
cionaes em: mo estado, e alguns a ameaca-
rem ruina. Era preciso, era argente acu-
dir-lhes com' indispensevois reparos-.
Eu nao farei e no-louvarei nauca- a- fal-
sa economa que consiste em cortar pelas
lespezas necessarias. e que tantas vetes re*
dunda em prejuizo (apoiados) ; eu nopodia<
tolerar quer falta' de obras de conservacio;
mais e mais se arruinassera predios de valor,
para no fim do exercicio dsser que tinha
feito economa)de algumasdftenas d.?cou-
tos de ris.
0 Sr. Pauumo de Sonsa-d um aparte:
0 Sr. ROrkeia de Oueira (ministro
do imperio.) :E' aind* um gracejo apa.
nhado nos folhetns,
O Sr. Paueino de Souza d um aparte*
{Continvar^*e-ha)._____
r>


t


0 Sr. Baro. de Maua :Todo-reconhe-
cem a sua uecessiilade.
OSr. Henruo:s :Na psrsuaro le que
fallassem a respeito quo me deliberei a pe-
Co da cmara convence do contrario : raos- Jir a palavra, que Y. Exc S(> degiiou couce
tra em primero lugar que em vez de indif-
ferenca o governo prestou cmara a con-
siderado e respeito devidos : reconheceu a
necesSidade da intervengo della na medida
solicitada ; em segundo lugar, que tanto nao
quer impr e coagir que pedio cmara
aquillo que s a cmara lhe pode dar. En-
tend sempre, Sr. presidente que pedir sig-
nifica inteiramente o contrario de impdr e
coagir. Fico por agora saneado que, se-
gundo a opinio do nobre deputado, sao ter-
mos inteiramente synonimos : quem pede,
mpe, coage. (Hilaridade.) A incoherencia,
pois, do nobre deputado manifesta I
Tinha diante de si, sob os seus olhos, a
mais encantadora paisagem que podia sahir
da palheta do Eterno.
Debaixo dos muros do castello, estendia-
se um prado, de urna legua de extenso,
plantado de arvores.
No meo desse prado, via-se um regato ;
na sua extremidade, a orla de urna floresta
de alamos e pinheiros, espessa, copada, mas
agitando, da maneira mais natural, a sua
folhgem verde, ao sopro do vento matinal,
e nada tendo no seu aspecto, de assustador
nem de satnico.
Entre o prado e a floresta, urna aldeola,
3ue pareca to vicosa e risonha que se dira
e longo urna dessas aldeias de pao e car-
to que se mandam vir de Nuremberg, na
vespera de natal, e que se collocam. dentro
da sua caixa, sobre o leito das criancas ;
urna ardeola que se alonga, com uin cortejo
de jardins, de chordes e de sebes de pinhei-
ros mansos ; nos arredores dessa aldeia,
urna populago de camponezes, pastores ou
lavradores occupavase nos diversos traba-
lhos de campo.
O senhor de Nossac ficou estupefacto dian-
te desse socegado e buclico quadro.
Esse rochedo a pique, rido, lgubre,
sobre urna torrente desencadeada e furiosa ;
essa propria torrente tudo tinha desappare-
cido como por encanto.
0 bario tinha julgado despertar no meio
de um sitio tristonho, selvagem, nao menos
infernal do que o castello que o abrigava e
do que os donos desse castello, e, pelo con-
trario, vi-se no seio de um dyllio de Flo-
rian, traduzido pelo pincel, com pastoras e
lavradores, trauteando alegres can$de r her-
dades acetadas e pintadas como casas de
campo, e um castello que apezar do seu ma-
gestoso aspecto de um estylo da idade media,
tinha em pleno sol, essa apparencia risonha
ej>acifica de um velho castellao, de volta^
das cruzadas, e inlulgente par com o seus
servos e vassallos, pela nica razo de ter
sido escravo dos mourogdurante dez annos.
Tu lo isso era to ^sJsVisto, to aovj
der-me. Findarei aqui, e vota, portanto,
pela resoluco.
Vozes :Muito bem !
A discusso- tica adiada pela hora.
O SR. CORREIA DE OLIVEIRA (ministro
do imperio) iNao rae smrprendeu, Sr.
presidente nem era de surprender, o ta-
que quo bou tem me-dirigi o Ilustre depu-
tado pelo 3' districto do Rio de Jaaeiro.
Eu o .devia esperar. Sei, e disto acabo de
receber mais urna prova, que incorri no
profundo desagrado de S: Exc, como sei
que o honrado chefe da dissidencia julga
sempre com demasiada severidade a todos
para um homem, que, havia quarenta eoito
horas, nao tinha visto a luz do da o so tinha
achado, cara a cara, com o filho do diabo,
com urna morta qne falla va e dancava, com
um vampiro qne o tinha mordido e sugado
no pescoco, que o nosso hroe, depois de
ter aspirado com delicia, o ar fresco da ma-
lina, e exposto a fronte, ainda pesada, aos
raios inorfensivos do sol, perguntou a si
mesmo muito seriamente, se nao teria so-
nhado.
Mas o seu espirito rejoitou, quasi inme-
diatamente, essa supposico.
Como teria sido transportado da hospe-
dara, onde tinha dormido na ante-vespera,
depois de so ter despodido do rei Estanislao,
para esse lugar ?
Era a priineira vez,-desde muito tempo,
que o baro se va s e com o espirito em
boa disposico.
Coraecou, pois, a rellectir tentando ana-
lysar, ou antes explicar as diversas sensa-
Qes e os extraordinarios acontecimentos, no
meio do qaes se via mettido.
0 senhor de Nossac pertencia a um se-
cuto incrdulo e philosopho entre todos os
seculos, sahia, apenas, das orgas da re-
gencia, era incrdulo, dous diasantes, co-
mo o mais teimoso dos materialistas; com
tudo, depois do que tinha visto e ouvido, o
scepticismo tornava-se impossivel, o, por
mais que a si mesmo reDotisse que havia
urna mystificaco no fundo de todos esses
mysterios, nao pode convencer-se de que, o
sobre-natural nao tivesse representado o
principal papel, no que, na vespera, se ti-
nha passado sob os seus olhos.
Cm tudo, desenvolvendo, urna a urna,
todas essas lembrahcas, confusas ainda, re-
cordou-se das palavras escapadas joven
querelle, to bella tinha achado.no meio
desses horrorosos" esqueletos, dessas pala-
vras que quasi se tornavam urna revelado
E' victima de urna terrivel comedia I
Mas, essas faces descarnadas, por onde os
vermes se arrastavarn, horriveis e ftidos ?
Esse ca laver sabjndo do sou tmulo ?
em geral os motivos que me obrigaram a
nao ttcar dentro dos limites da despeza de
1868:1869, limites quo o nobre deputado
pelo Rio de Janeiro ultrapassou uo exerci-
cio seguinte com) j observei.
Sabe-so que a execugo da nova lei que
regula as ajadas de custo dos presidentes
de provincia devia traser augmento de des-
peza na verba respectiva. Esse augmento
elevou-sea 55:12 4$.
Na verbaAoccorros pblicos e m-lliora-
menta do do estado sanitarioem que or-
dinariamente ha sobra*, verificou-ss exces-
so da despeza fixada em razo de alteracoes
da saude publica em algumas provincias, na
do Para por exemplo.
0 Su. Wilkens' di Mauos :E na do
Cear.
0 Sr. Correia d Oliveira ( ministro do
Esse vampiro, sugando-o ?
0 senhor de Nossac correu a ura espelho
que se lembrava de ter visto, na vespera,
sobre o foga'o examinou o seu pescoco.
O pescoco estava manchado com algumas
BOttas de sangue, e tinha no seu centro, so-
bre essa excrescencia, chamada familiar-
mente mafd d.ido, urna ligeira cicatriz,
urna pequea arranhadella sem importancia,
cuja verdaleira origem, seria diflicil in-
dicar.
Nao tinha, pois, sonhado I
Decididamente pensou elle pas-
sam-se em torno de mim cousas to ex-
traordinarias, que preciso que um homem
teirha.estudado chinaca com o defunto re-
gente, commandado um regiment e pas-
sado seis annps da vida dos aposento,* de
Versalhes, para nao enlouquecer.
- Outro pensamento, pensamento horroroso
e desesperador, assaltou-o instantneamente,
quando pronunciou a palavra lonco.
Acaso o estarei Idisse elle.
- Voltou janella, lanijou de novo os olhos
para o horisonte, correu-os desde os longos
vaporosos e azulados at s linhas mais
prximas do prado e da aldeia, analysando
lentamente com a lgica severa do mathe-
matico, as sensac/ies actuaos que experi-
mentava, e bem convencido emfim de que
gozava da plenitude das suas faculdades m-
tellectuaes, foi obrigado a dizer comsigo :
Nao estou louco I
E comecou a meditar silenciosamente,
aida durante alguns minutos, depois acews-
centou :
E' agora ou nunca que devo dizer :
S o diabo me pic tirar deste labyrintho.
Se eu soubesse latim perde-lo-hia aqu at
ultima syllaba.
lima gargalhada fresca e jovial, urna ri-
sada de joven, semi-libertina e semi-inge-
nua, urna risada das que, por yefts, esca-
pam a urna oostureira de San-Dinix, e que
asactrizes da opera cmica ^studam eterna-
raonte, foz-se ouvir debaixo da janella e in-
terrompeuas laboriosas refleis do baro.
VAHIEDADE
MOREDUR. DE LAUAJKEOEm urna
pequena villa prxima de Marselha, aeaba
de dar-se ura triste acontecknento, quep***
der servir de prcvenijo s pessoas que veem
no lagarto um animal inoffensivo.
Um pobre camponez tendo* querido agar-
rar um desses grandes lagartos cinzentosque
ss vem nos muros aquecendo-se aos. raio*
do sol, foi mordido cruelmente por eHe-po-
rm nao fez caso da ferid, que coraquanto
dolorosa, nojulgava que otrecesse ome-
nor perigo. O infeliz, porin, raorreu pou-
eos uias deppis, com grande espanto de*sua
familia, que o vio suecumbir com todos os
s-ymptomas de hydrophobia-e presa dos-mai*
atrozes soTrnaeutos. Nao este o primero
facto que se tem dado, dita folha de-onde
extrahimos esta noticia, e portanto ser bom
o publico estar prevenida contra este aairual
apparen tmeme inoffensss.
ECONOMA DOMESTICA.A o^osico
de economa doiiiestica promovida pela so-
ciidade- nacional animadora dos tmbalha-
dores, esteve aberta nopalacio. da industria
em Pans, at 30 de novembro ultimo. Neste
da se realisou a distrtbuieo.solemne das re-
compensas. J dissemos a nossa opmio
acervada exposigo, edolouvavelesforco do
Sr. Flenrv-FIobert, seu director geral. Ac-
crescentaremos apenas que foram 4,000 o*-
expositores, e 800,000 as entradas gratuitas,
das quaes gozaram, entre outros, 26,000 sOl-
dados, e 28,000 alumnos das escolas de Pa-
rs. A assemblea reunida rao dia 30, votou
que o eucerramento fosse adiaio at 4 de de-
zembro, destinando-se a receita dos ltimos
dois dias para as victimas das ultimas inuu--
da^es.
^^'- ... i m
Os olhos do senhor de Nossac que erra-
vara pelo horisante, dirigiram-se para a
relva que circuitava o castello, e o baro re-
conheceu, passeiando pelo prado de braco
dado um dos filhos do cacador negro, e a
joven quo lhe tinha serVido de guia.
0 calador trajava o mesmo vestuario da
vespera, a joven igualmente. Somonte o
cacador estava desmascarado e o baro jul-
gou mais urna vez que sonbava com o>
olhos abertos (ruando vio que o mancebo
estava sem mascara, e que em lugar do seu
rosto de esqueleto descarnado e rodo dos.
vermes tinha urna figura quasi imberbev
rosado, franco, com grandes olhos azues, e
radiante de um bom e espansivo sorriso, que
de certo nada tinha de infernal fim quan-
toa joven, estava vestida conaj na vespera,
mas pareceu ainda mais formse so baro.
0 senhor de Nossac, que nao tinha sida
visto por elles, inclinou-se o mais que foi
possivel para escurar e comprehender algu-
mas palavras da sua conversarlo que pare-
ca animada e alegre.
Nao fallavam elles i nejsa linguagem ex-
traordinaria dos caradores negros, mas sim
bom allemo de Berlina, do Stuttgard ou
d'Heidelberg, ura allemo muito puro e cor-
recto.
0 joven cagador que deva serifentode
Invern ou Briza da Noite, era agora cha-
mado Wilhelm por sua irmi a que elle pela
sua vez chamava Roschen.
A estupefacto do baro ia em augmento
quando para a fazer chegar ao seu auge, se
abri a porta e deu passagem ao cacador ne-
gro e aos seus tres outros filhos desmascara-
dos, todos quatro com o rosto risonho e tio
fresco e humano quanto possivel.
As faces de esqueletos tinham dosappare-1
cido.
(Continuar^-haJ.
VC? 00 OUWO RA DQUK DK U.VXUS
hZj

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y 1
ijk*wi*
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