Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12809


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Full Text
AMO XHX. NUMERO 9
i
i
I
l
u
PAHA A CAPITAL E LIGARES OXDE NAO SE PASA PORTE.
Por tr-s mezes adiantados.....;.......... 69600
Por seis ditos idein ,' ... '. K 129000
Por uin anno idem ......."........\ ''. 44*000
Cada numercc vu|so.................. jjo
, WOMk FElItV 13 DE JANEIRO DE 1873.
PARA DEATRO E FBA DA PROVISiCIA.
Por tres mezes adiantados.
Por seis ditos ilem. .
Por noVe ditos dem .' ..
Por urn anno idem. .



61750
tWtO
250
T&000
DIARIO DE PE
. ,______________PROPRIEDADE DE MANOEL FltUElF
EIROA DE FARIA & FILAOS.
O* Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Goncalves & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira& Flho, no$earf| Antonio de Leros Braga, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva.no Nataf; Jos Justino
j. Pereira d'Almeida, em Mamariguapc ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes* la Villana Penha; Belarmino dosSantos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emJVazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francfio Tavaresda Costa, cm Ala|as; AI ves 4 C, na Baha ; e Lete, Cerquinho 4 C. no Rio de Janeiro.
paute ornaAL
(vera* da |irw> in<-in.
KVrBOipNTK DO OA 2 DE JA.VEao DE 1871
Actos :
presidente da prariria, vista do oflicio do
4o r. chefe de polica, u. 2100 de 30 do iiie
prxima passado, resolve exonerar o dieres do
rpo de polica Bellaiiiiim Pinto de Patea, do
cargo de subdelegado do dtstricto dos Montes, do
termo d'Agua Prota. Co'nmunicoti-se ao Dr? aba-
fa de polica.
presidente da promete, atlendendo alo
que requeren u juiz de direilo provedur de capel-
la* o iv-Mu ,s desta capital, bacharel Manoel Cle-
meutino Carneiru da Cunta, resolve conceder-1 bu
mu ruez de lieenca coih vencraetitos na forma da
le, para tratiu desua ande foca destacidaic.
O presidente da provincia resolve nanear o
bacbrrel Feliciano Euzebo tias Prazeres, promo-
tor publico da comarca de Ouricury. Comuiu-
uicou-se ao respectivo jiiiz de direito.
0 presdante da provincia, attenilendo ao que
requereu Bouonio Hosa de Lima Leal, profesor pu-
blico de prinieiras leltras da eadeira da povoacao de
Poco Fundo, o leudo eai vista a inloriuaeao do Dr.
director geral iateruo da instruccao publica, de
:M) de dezeinbro prximo liado sob n. \i'i, resolve
,-emove-lo para a eadeira da povoacao de Lago
i Irande.
0 presidente da provincia, resolve ilemittir,
a bein 11 servico publicu, Miguel Xuues d-s Freitas
da posto de teuente ajudante do corpo de polica.
rizerain-sc as coniniunicaeoes precisas.
Oficios :
Ao Exin. Sr. bispa diocesano, declarando em
resposta ao seu oflicio do 30 di de embro ultimo,
que, chegando ao conheeimento da presidencia o
tacto lamentavel que tev lugar na noute de Na-
tal na fregnezia da Escada, determinou-se ao Dr.
cliefe de poHcia que mandasse proceder ai devido
tiiqucrito, e aos juizes de direito e municipal res-
pectivos que providenciassem de conformidade
rom a lei contra, os .vtores desse delicio, .dando o
promotor publico a competente denuncia para se-
ren punidos. Respondsu-se o oflicio que neste
sentido derjgio o Rvm. vigario da fregueda da
Escada.
Ao coronel eommandante das armas, mandan-
do addir a um do* coris de linlia, para prestar
servico, o captao honorario di exercito Manoel
de Carvalho Pata' de Andrade Gouvim. -Conimu-
nicou-so ao inspector da Ihesouraria de azenda.
Ao mesm, declarando que os capellaes ora
\i-tentes no presidio de Fernando devem alli
continuar at que possaw ser rendidos, visto
n|0 poder seguir o cape lao do exercito padre Jo-
s Ferreira Viegas, por ettar dsente, e nao haver
iempo de contratar-se um outro que siga em seu
lu?ar.
Ao mesmo, recommendando, para cuntpri-
inento do aviso do ministerio da guerra de 17 de
dtembr do anuo lindo, que remella coin a ne-
cessaria antecedencia, do modo a poderein ostar
oa respectiva secretaria de estado at o ultimo de
levereiro, as inlorinacoe.- que, segundo o estylo
levem ser aniraalmenie transmitlidas mesina
seeretaria pelas reparticoes sob sua jurisdic^ao.
O.Hciou-se neste sentido ao eommandante do
presidio de Fernando, director interino do arsenal
le guerra e engenheiro dts obras militares.
Ao rae-uno, aecusando o reeebiinento do seu
> li > de M d>! dezembro, em que d conta do oc-
i'orrido no dia 26, no migar Ar.iriba, resultando
ser assassinado o soldado do 9.a batalhio Antonio
Evangelista, pelo seu cantarada do mesmo batalhao
tlildclbando Cardoso Suzauo, e de ter mandado
proceder a ronselho de investigacao para conheeer
la criminalida'le do fado, atim de ser o autor pu-
nido em c mselho de guerra.
Ao mesuu, raeomnieadando que mande ins-
;> ^cionar de novo o recrula Jos Anastacio de
Siuza Lima, providenciando, no caso qae a 2."
nspercao se c informe eom a primeira, para que
siga elle aoseu destino m primeiro vapor ; e no
aso negativo mande-o vjr a presenca de S. Exc.
-tul 0 resultado do novo exaine.
Ao mesmo, roeomimndand) que faca reco-
Iher-sean batalh.u para que foi transferido, 13."
de abalara, o eanitao Mj.noel Joaquim Bello, que
roncluio a lieenca coin que se achava nesta pro-
vincia, como declara o Exm. ministra da guerra
i aviso de i\ de dezemliro ultimo.
Ao mesmo, dzendo due a forca que tom de
destacar para o presidio de Fernando, deve rece-
ber na casa de detenelo i sentenciados que se-
guem com o mes no destino. Omciou-se ao ius-
peel >r do arsenal de mariuha para mandar postar
as eaibarcacoes aecessarias ao embarque, com-
mtiiicju-se ao Dr. chefe de poucia, e remetteu-se
oiiia da lista dos sentenciados ao eommandante
11 referido presidio.
Ao Dr. chefe de polica, declarando em res-
posta ao seu ollleio de i\ (\e dezeinbro ultimo, que
mediante Jtricta llscalisaco d> respectivo delga-
lo, pode ser o carcereiro" da eadeia de Villa Bella
'u-arregado do forneciraento de alimentos ao* pre-
soa pobres da mesina eadeia.
Ao mesini, louvando-o pelos resultados ob-
lidos em rela^o as .diligencias feitas contra varios
introductores de sedulas falsas do thosouro, tanto
nesta cidade como em Ganulleira ; devendo pro-
segoir de modo a seren punidos os criminosos,
eerto de que achara a mais decidida coadjuvaciio
I presidencia.
Ao inpector da thesouraria de fazenda, remet
leudo quatroordens do thesouro nacional, sob ns.
i7t,27i, 28i e iM.
Ao mesmo, remetiendo os ttulos de nomea-
c;Vo de Adolpho Gentil e Atriste Cesar de Overa
S'ianna para amanuenses la recebedoria, Pedro
ttevnaldo Teixeira para igual einprego nessa the-
souraria e Antonu Jos Gesteira, e Manoel Venan-
i i Alves da Foncecapara 3'** escrpturaros da
ttfandcga, nesta provincia.
Ao mesmo, remetiendo o decreto de 18 de
dezembro, perrnittindo a Jovino Epiphauio da Cu-
nda, escriyao da extincta chancellara da relacao
I ata provincia, servir cumulativamente com os
seriviei de appellacoes de dito tribunal, afim de
pie sejaai pagos os direitos e emolumentos devi-
il5s. ommunitou-se ao interessado.
Ao mesmo, communicando que pelo minis-
terio da fazenda, l'oi nomeadn em 23 de dezembro,
o praticante dessa thesouraria Antonio Samuel
Pereira Gefaldca para o luj-ar de 3. escripturario
da alfandega do ear, e que nesta data lhe foi
onceado o prazo de 30dias para seguir ao seu
drtsno. Couuuunicoa-se ao Exm. presidente do
Cear.
Ao mesmo, manland) justar contas e dar
aia de soceorriraente ao 2 cirurgiao do corpo de
saude do exercito Francisco Jacintho Pereira da
Motta, que tem de seguir amanh para o presidio
le Fernando. Expedio-se ordem ao gerente da
companliia Peinanbucana. para mandar dar pas-
sagom ao mesmo Dr., e communicou-se ao coronel
eommandante dai armas.
Ao mesmo,- mandando pagar aos oflQc.iaes
praras t clcalas empreg idos no deposito de re-
crtKas, os vencimentos a que teem direito, sendo
dos primeiros e ltimos rIativos~ao mez de de-
'finbro ultimo e dos out >s 1.a quinzana do
mesmo mez. f ommunicou-$e ao coronel eom-
mandante das anuas.
Ao joiz sabtituto di vara de orphios, re-
vH^njo, enseinco a sua. consulta de 9 de de-
/.-.aitro, opareser do de-embargador procurador
II cona, soberana e fazenda nacional e offtcio do
uiz de direilo especial do commerrio, quanto
poder, ou nao, coneeder licencas para casamentes
de ocphaos sol sua jurisdiccao.
.ao eommandante do corpo de polica, man-
dando substituir por outro do destacamento maja
prximo o sargento do que se acha no Ex, vis-
ta do que expoz o respectivo delegado e o Dr che-
fe de polica.Communicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Ao engenheiro das obras militares, devolvon-
ilo o seu ofneio de 33 de deiembro, incluindo duas
proposta i para a execucao das obras do forr do
sobradinho em continuacao ao arsenal de guerra e
dos concertos precisos na robera da respectiva
cfllciila, alim de que, tendo em vista a ultima parte
do offlcio do inspector da thesouraria de fazenda,
de 30 do mesmo, que se remelle em original e
ser devolvido, informe se o obra de que se trata
foi delineada para mister differente do que indica
o mesmo inspector.
Ao mesmo, mandando que aprsente com
urgencia um orcamunto das despezas fazer-se
om a eonstruccao de urna latrina ao dejiosito de
recrutas em lugar apropriado, que previamente
examinar, aflm de que os cubos das materias fe-
caes nao conlinuera a estar o mesmo comparti-
mento em que ellos se acharo.
Ao engenheiro chefe da repartieao das obras
publicas, a;iprovando a autorisacao que concedeu
ao engenheiro do 4 distrcto para a eonstruccao
de um pequeo bueiro ou arco de al venara no t
lanco da estrada de Goyanna Pedras de Fogo,
para dw escoamento agua-. -C>mmunicou-se ao
inspector da lliesourari provincial.
Portaras :
A' cmara municipal de Ipojuea, aecusando
recebidos os seus oftlcios de II de novembro e 19
de dezembro, com os quaes remetleu as copias au-
thenticas das actas de eleicao que se procedeu
7 de setembropara vereadores juizes de paz e
da apuracao da mesma eloicio, e reeomnindand
que oxpeea diplomos aos cidadaos eleitos e jura-
mente-os no dia 7 do corrate, para que possam
entrar no exercicio dos seus cargos, visto haver sido
ella approvada nos lernt-H do art. 118 da lei do 19
de agosto de I8i6 e mais dsposicoes om vigor.
Ao gerente da campanhia* Pernatnbucana,
mandando dar transporte para o presidio de Fer-
nando, por carita do ministerio da guerra, no va-
por que segu amanha, urna forca do 2* batalhao
de infantaria composta de l captao, 5 subalternos,
2 inferiores 5 cabos, 8o anspecidas e soldados e
2 tambores ou cornetas, a*sjm como s familias e
bagagens dos me-mos.Communicou-se ao coro-
nel eommandante das armas.
Ao mesmo, ordenando que minde conduzir
para aquello presidio, por eonta do referido minis-
terio, 32 sentenciados militares, que alli vao cum-
prir penas.Fez-so igual commuuicarao.
Ao mesmo, mandando dar transporte com
igual destino, por canta daquelle ministerio, ao
soldado do 9 batalhao, Raymundo Ferreira da Cos-
ta, que vai alli destacar.Fez-se igual communi-
cacao.
Ao misino, mandando dr transparte, com o
metal* deslino, GnilhermioaMaria.de Jess,
mulher do sentenciado Antonio Jos dos Santos,
correndo a despeza por cont do ministerio da
justiea, e Alexandrina Mara de Vaseoneellos,
mulher do soldado do 2' batalhao. Tertuliano Fran-
cisco Nery, por conta do da guerra.
Ao mesmo, idem. dem, por conta do pri-
meiro dos supra mencionados ministerios, Mara
Francisca da .onceicao e cinco menores, mulher
e lllhos do sentenciado Joao Gomes da Silva.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OJlcio :
Ao coronel eommandante das armas, com-
municande, de ordem do Exm. Sr. pres dente da
provincia, que, por despacho de 27 de dezembro,
eoncedeu-se o prazo de 30 dias ao remita Pedro
Bernardo de Vaseoneellos para provar sencao
legal.
BK8PACHDS DA PlftsiDK.NCIA DE 9 DE JANEIRO DR
1873.
Alfredo Alves Pacheco Informe o Sr. eomman-
dante da corpo de polica. ,
Abaixo assgnados, proprietaros e moradores
ra do Barao de S. Dorja.-Para poder tomar em
considera cao, e isto mesmo opportunamente, o pe-
lido dos supiilicanles, faz-se mister que todos os
proprietaros da ra do Barao de S. Barja, sem
excepcao de um so, se compromettam a concor-
rer coin as despcias necessarias substituicao do
caleameulo.
Catharma Mara dos Prazeres, Indeferido.
De Lailhacar & C.D-se.
Felppe Eneas da Costa.Concedo o prazo de
dez dias.
Major Joao Jos Gomes.Forneca-se.
O mesmo,dem.
Jeronymo Theotonio da Silva Loureiro. Sim
com recibo e nolnvendo inconveniente.
Joao Jos de Luna Freir. Informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra.
Joaquim Servulo Vieira da Paz. -Informe o Sr.
com ..andante do corpo de polica.
Jos Francisco Gomes da Silva.Informe o Sr.
eommandante do carpo de polica.
Joio Hypolito de Meira Lima. Informe o Sr.
director da repartieao das obras publicas.
O mesmo. -D-se.
Jos Ignacio de Avila.Dirija-se o supphcan-
te a thesouraria de fazenda para cumprr o des-
pacho do inspector daqueila repartieao.
Captao Jos Marcelina Alves da Fonceca.'
Informe o Sr. coronel eommandante das armas
interino.
Manoel Henriquc de Barros.Informe o S. Dr,
chefe de polica.
Marcolna Furtado da Silva Cabral. Passe
portera concedendo 30 dias.
Mar a Joaquina do Espirito Santo. O marido
da supplicante ja foi posto em liberdade.
Mara Barbosa da Silva lavares, Em quanto
a irmandade de S. Jos nao se mostrar compe-
tentemente habilitada para possuir o terreno de
marinha, pertoncente a supplicante, a transferen-
cia que a mesma supplicante desoja eftectuar,
nao pode ser authorisadi em face das lois ex-
pressas o terminantes que regulam a materia.
Thereza de Miranda.-Indeferido.
Vicente Silva.Encamnhe-se.
Luiz Correa de Queiroz Barros.Deferido com
oflicio desta data thesouraria de fazenda.
Joao Antonio da Silva Pereira.Concedo um
mez.
-10 -
Abaixo assgnados, alumnos mestres da escola
normal Informe o Sr. director geral interino da
instruccao publica.
Abaixo assgnados, agentes recensadores da
fregueza dos Montes.Deferido com oflicio de3ta
data thesouraria de fazenda.
Antonio Pedro de P Barrete Jnior. Fica o
supplicante autorisado a mudar a barrera para
outro ponto que melhor se presto cobranca do
respectiva pedagio se sua conta qtuzer fazer a
casa para a morada do cobrador. Quanto s pra-
cas para garanta da referida cobranca, sendo o
supplicante dbrigado pelo art. 13 do regulamenlo
de 23 de agosto de 1859, a ter um, ou-mais cobra-
dores, nada ha a deflrir a semelhante respeita.
Joao Hypolito de Meira Lima.Remedido ao
Sr. director das obras publicas, para juntar pre-
sente a outra peticao do supplicante a sobre ellas
dar a sua informarao.
,Luiz Moreira de Carvalho.Seja concedido ao
supplicante a dispensa que pede, aflm de poder o
supplicante apostillar sua patento ao prazo de Vi
dias, n contar desta dala.
Major Manoel Ferreira Escovar.Forneca-sa.
Mara dos Anjos de S Barrete.-Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Maximiano Lopes Machado Jnior.Passe por-
tara nouieando o supplicante para reger interina-
mente a eadeira de prmeiras ledras da povoacao
de Barra de Jang'.da.
Manoel Lvino de Amorm Lima.Nao fizando
anda seis mezes depois que o supplicante so apre-
sen tou ao eommandante superior da guard) na-
cional desta capital, nao pode ter lugar o que re-
quer. -
Captao Thomaz Jos Marinho.Sejao soppl-
cantu transferido para o servifi da reserva e ag-
gregado ao t batalhao deste servico.
Vindemal Ribeiro Soares.Sim, com recibo e
nao havendo inconveniente.
Jos Roberto Pouwel.O supplicante est mal
informado, por quanto esta presidencia nao resol-
vea mandar effectuar a obra de que se trata.
Baqueada a transaecao com os tchecos da Bohe- gar, sem que a maiora podesse chegar aceor-, Approvada a resposta, adiou a dieta da Agram
m|a,qjmforamdemasiadamejieexiontta. e calu- do com a es juerda como se quu negociar, para V seus trabalhos, depois de ter Horneado a com-
o Um do os afastar dalallianca com osopp.sieio- missao que devia levar aquella resposta ao impe-
matea) ate .pie :. sesam tocou o seu termino e f.i rador e ,iepois detor e)eit0 oi ^^ irttndatari,is~4
encerrada, depois de fater o respectivo presiden jela conimum de Pesth.
^HY r"',c',taf" :i opiHisicao^ qae usou ou .Na respistaao discurso-da corda a dieta suslen-
ames abusn de i.hIiu os meios para impedir e tou a autonomia d. territorios slavos, e reivendicou
paralys,it- a amaa do governo e da ma.oria !COIB0 partl integI.Mte dos-Tres-Reinos-a Dalma-
mngara nw se eneerra nenhuma eia, que fazia parte da Cvsleithania. O imperador
de o ministerio qae. os patrorinava.o novo gabinete
oelmou-se para os polacos da Gaitzia. que par
ciam mais facis de aeeommodar, e fe'este sentido
dmecou trabalhar. quando reunio-so o rticht-
rtth, e foi elle Inaugurado peto rei, que, na sessSo
da abertura, prominclou um discurso, no qual, de-
pois de saudar os membros das duas cmaras e
dar conta das relacoes exteriores, disso qne a sua
wlicitude em outhorgar eoncessdes, tao extremas
quanto podiam ser compativeLs com a unidade do
ar-
que
Comiiiiand* dan aramaM.
QUARTEL DO COMMAMH) HAS ARMAS DE PER-
NAMBUCO, 11 DE JANEIRO DE 1873.
Ordem do dia n. 688.
O coronel eommandante das armas inte-
rino fSz publico guarnirn, para os fius
necessarios, que a presidencia da provincia
em virtude de ordem do ministerio da guer-
ra, expressa em aviso de 31 de deaemhro
prximo lindo, expedio na data de 9 do cor-
rente suas ordens directora do arsenal de
guerra, para excluir dos podidos de farda-
inento que lhe forem remedidos, todo e
qualquer artigo que nao esteja mencionado
as tabellas em vigor; conseguintemente oa
pedidos de fardamento devero ser orgai-
sados nesta conformidade.
O mesmo coronel faz igualmente publiao
o aviso do referido ministerio, datado de SO
do sobredito mez de dezembro, relativamen-
te aos or amentos que, por exigencia da the-
souraria de fazenda, eram annexados aos
pedidos, cajo aviso lhe foi por copia remet-
tido pela presidencia, com oflicio de hontera
datado.
AVISO.
Ministerio dos negocios da guerra.Rio
de Janeiro, 30 de dezembro de 1872.
Illm. e Exm. Sr.Em resposta ao oflicio n.
3U de 24 de outubro ultimo, em que V.
Exc. communicando ter o inspector da the-
souraria'de fazenda dessa provincia, por oc-
casio de informar acerca do foroecimeoto
de alguns utncilios necessarios ao servico
da secretaria do delegado do cirurgiao-mr
do exercito, exigido que os pedidos sejam
acompanhados dos orcamentos respectivos,
verificar se a despeza a fa-
stado, nao conseguir enecfu ir a appeteoda k:i
moma entre as directas nacionalidades, nas q
promedia acceder as desejog da Gallitzia, se olles
fossem eorapativeis com as condlcoes de undade e
poder de tolo o imperio.
S. M. recommendou, depois, a solu'^ao da questao
do ensno, dzendo que o governo apresentana pro-
postas de leis sobre a instruccao primaria e sobr
al universidades, aWm de outras sobre as lacunas
creadas na legislarlo pela suspensa da concordata
sobre as relacdcs entre a greja eatholica e o esta-
do ; sobre o processo civil e criminal; sobre a or-
g.usisacao geral dos tribunaes e instituico de um
acusador pubco; sobre as atrribucoes do um
tribunal de intorven^ao administrativa, que convi-
nh.i deflnir; sobre o deenvolvimento do latidwehr;
sobro questees commerriaoi e econmicas tendo
por flm desenvolver o coramorcio e o progresso do
trabalho; e nnalmente sobro os vencimentos das
funecionarios pblicos, que convinha augmentar, o
sobre o balxo clero, euja posieao pecuniaria convi-
nha melhorar.
Depois disso deplorou o imperador que algumas
fraccoes da popularo deixassem de estar repre-
sentadas no nico terreno em que podia-se obter
um aceordo, assignalando ao mesmo tempo a uni-
dade dos estorbos poticos como o meio mais certo
de harmonisar os iatoressas contraditerios c de re-
conciliar todas a< nacionalidades.
ST M. dis tantos conflictos consttucinnae<, pedia a" paz e a
ordem, altm de poder gozar dos direros que tio
livremente lhe assegurava a constituico de 1867,
e a que tintu elle por dever aspirar, mximo as
condcoes em quo se achivi a Europa, condicoes
ri eram as mais favoraveis para a consolidaeao
iateresses internos da Austria, urna vez que
dellas resuttava a paz, para a qual contribuiam as
boas relaedes em que se achava o imperio com to-
das as potencias eontinentass.
Apenas aberto o reichirath, o governo apresen-
toa os orcamentos; mas, nao havendo tempo de
diacuti-los, votou a asaembla nma lei de meios
por tres mezes, e logo aps isto, eutregou-se a dis-
cussao da resposta ao discurso da coroa, discussao
que foi bastante animada e iateressante, e na qual
se tnanifostaram todas as opinides, sem entretanto
exhorbilarem das normas ordn u;a< de urna dis-
cuti conveniente e Ilustrad i.
Os deputados polacos deelararam que nao se
achavam animados de sentimentos de desconlianca
contra o governo, mas que julgaram anteeip^da a
conflanca expressa na resposta ao discurso da co-
ra as questees da Gallitzia e da reforma eleitoral,
e por isso mandarara uina emenda substitutiva dos
paragraphos em que se trata va desses a^sumptos.
O presidente do gabinete pedio a regeico dessa
discussao emquanto lia deputados que queiram
fallar. Este principio muito liberal, mas o
abuso que da lugar intoleravel, e pode dar
cabo da constituico e,do piiz, como o liberum
veto dos polacos den cabo da Polonia.
Foi o imperador Francisco Jos quem encerrou
a dieta Imngara, lendo um discurso em que de- 'ieviVio ^daTTeMe' paei^ aTji^l" dfse qe"s*
pois Je tratar accident.lmente do objecto |innc.- ria feita d(! commum a^ord(> pd'as diota8 ne' PflsU,
pal uasessio, Isto o, da le eleitoral malograda. Ie j,. Agram.
respondendo commissao, nao fez alusaoesse tre-
cho da resposta, e fe|citou os seus fiis t fea*s
croatas por terem entrado no nico raminlio prati-
co, po concedeu a Croacia a maior (Kircao de autonoma
qae ella poda aspirar, prometiendo indirectamente
,adt
pola
afim de se poder
zer est as forcas dos crditos concedidos s I emenda, e ldano"que o governo,"con^Terando a
competentos rubricas, consulta ao governo a i resposta ao discurso da cora como um voto de
semelhante respeite, declaro a V. Exc. qw!iHl&V3t>fl~v* que.e!h **au!Wf.a CM-
.________ V ____ ___^^^.^~ S da tra 6 mesmo governo e o mrhsrath. que ai-
devem os pedidos para suppnmentos dos na| u a fm* g ?e achava'ridisila,
corpos e repartiooes militares ser sattsfeitos
\
pelo arsenal de guerra respectivo, anda
mesmo que a despoza levada conta do cr-
dito de outra rubrica, e quando as necessi-
dades do servico, por excepcao, aconselliein
pratica diflerento, e tenha directamente de
ser submettido o pedido dos artgos ao exa-
me da thesouraria de fazenda, a esta repar-
tieao compete calcular a despeza resultante,
para verificar se o crdito a comporta.
Deus guarde a V. Exc. Joao Jos de
Oliveira Jntwueira. Sr. presidente da
provincia de Pcrnambuco.
Cumpra-se. Palacio da presidencia de
Pernambuco, 10 de Janeiro de 18T3.
Lacena.
AssignadoJos Mara Ihtefonso Jaco-
me da Veiga Pessoa e Mello.
ConformeJos Ignacio Ribeiro Roma,
tenente ajudante de ordens interino encarre-
gado do detalhe.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Retrospeeto poltico do anno
de 189*.
RECIFE, 1. DE JANEIRO DE 1873.
IMPERIO AUSTRO-HNGARO.
0 imperio dualista do sul da AUemanha, que tem
por chefe Francisco Jos, e repouza no complicado
e melindroso edificio poltico ideado e realisado
pelo conde de Beust, depois do desastre de Sadowa,
foi anda no anno de 1872 o mesmo theatro de
eternas lutas, que tinha sido nos annos anteriores,
entre federalistas e centralistas, isto entre o par-
tido das nacionalidades e o partido allenio, mais
que nunca imbuido das ideas a,pregoadas pola Al-
lemanha do Norte.
Nos ltimos mezes de 1871 una trplice crise
ministerial pozera em alarma toda a monarchia *
Francisco Jos, e determinara as mudancas dos
gabinetes da Cysleithania e da Hungra, e bem as-
im a do ministerio commum s duas fraccoes prin-
cipaes do imperio dualista.
Essas mudancas, i que deram causa as ambi-
edes da Bohemia, cuja dieta quiz ir alm das vistas
federalistas do gabinete Hohenwarth, ezeitaram
todas as paixoes polticas, at entao serenadas, como
que aguardando 6 resultado da evolucao que ia
pela Bohemia ; e, por esse motive e pelo pronun-
ciamento hostil de algumas dietas, levaram o go-
verno dissolve-las, convocando outras, para cuja
feitura tiveram lugar as eleiedes provinciaes, no
Um do anno, em meio de desordens e lutas terri-
veis.
Assim, pois, cncerrou-sc o anno de 1871 como
tinha sido inaugurado para os povos austro-hun-
aros, e assim tmbelo inaugurou-se o anno da
872, vendo sempre escoplo no programma do im-
perio, de om lado autonomia'politca, e do outro
lado central sacan.
Satisfeita a Hungra depois de 1866, restava sa-
tisfaer as aspiracoes. autonmicas dos otros esta-
dos unidos sob o nome de Cysleithania ; e ah jus-
tamente que eslava toda a dUBculdade, toda a
impossibilidade do problema, que consista em con-
tentar ai nacionalidades sem enfraquecer a mo-
narchia.
XEuropa olhava e continua a olhar com inte-
resse e curicsidade para os esforcos que tom feito
e vai fazendo o governo austraco, no intuito de
liarroonisar os intoresses dos diversos estados, e
consolidar a monarchia austro-hngara, que um
dos elementos mais importantes ao seu equili-
brio. A luta entretanto contina travada entre
centralistas e federalistas, manifestando-se o impe-
rador no sentido de contentar as aspiraedes auto-
nmicas das diversas nacionalidades, sem enfra-
qaeeer todava a undade do imperio.
regeitando a emenda polaca.
Na cmara alta igual serte tove a resposta ao
discurso imperial, que todava meneionou viva e
granile censura ao ministerio Hohenwarth por cau-
sa das suas tentativas federalistas, assim como um
appello ao governo pelas eleiedes directas, afim de
3ue o reisksralh fosse independonto do dominio das
ietas provinciaes.
Como se v, era sempre a mesma lula entre os
federalistas e os centralistas, apresentando-se sobre
varios aspecto, e sempre provocando as paixdos-
j de s excitadas reos resultados negativos eolhi-
dos pelos autonomistas.
Entretanto o governo apresentou ao reiehsrath
urna reforma do cdigo panal e a suspensa) tem-
poraria do jury, justificando esta medida com o
modo como as paixoes partidaria* guiavam os
membros desse tribunal em vez de os domina
rem os sentimentes do direito a as normas da cons-
eiencia.
Igualmente apresentou o governo um projocto
relativo s eleicoes directas complementares, pa-
ra o caso de abandono do reiehsrath pelos dele-
gados das dietas, e pedio um crdito de cinco mi-
llides para melhorar a sorte dos empregados p-
blicos.
O reiehsrath oceupou-se desde logo com a lei
eleitoral, e, ao passo que a approvou, rejoitou o
projeeto que mtorisava a ereacao de um banco
nacional hngaro, autorisando todava o governo
da Hungra entender se com o banco de Vien
na para os fin* dajereaco de urna succursal deste
banco na capital desse estado.
A cmara dos senhores de Vienna appprovou
igualmente a lei eleitoral, e desde logo aehou-
so o governo habilitado para obrar em consequen-
cia, publicando a citada lei, depois de sanecio-
nada,
O reiehsrath entregou-se entao discussao dos
orcamentos, que foram presentados pelo governo,
sem defficit, e incidentemente tratou em varias
sessoes da questao da Gallitzia, proposito da
parte das receitas que dovia ser affectada esse
estado, declarando o governo que eslava disposto
todas as transaeeoes, comante quo nao peri-
clitasse a undade constitucional da monarchia.
-Por esse tempo tomou mais serias proporcoes,
do que at entao manifestara, o movimento reli-
gioso, qu na Austria, como na AUemanha, se
aprosentava sob o aspecto de urna luta renhida
entre infallibilistas e ante-iofalliblistas. Com nanas
inteir is declararam-se independentes do clero re-
conheedo onicialmente, e celebraram easamentos
e ontros actos com assistencia de sacerdotes in-
terdictos pelos prelados.
0 governo mostrava repugnancia em intervr
as luta* motivadas por semelhantes actos; mas
as autoridades civs nao faziam esperar a sua ao-
e0 e intervinham sempre, creando e opponde
obstculos propaganda dos rtlhos cathiticoi,
final o governo decidio-se pelos in'allibfllstas, e
em urna circular determinou que os actos prati-
eadoepelossacerdotes qae no reconhecessem a
infallibrtidade, nenhum valor teram.
Essa circular, asaignada pelo Sr. Streunyer,
eausou profunda bnpressio, e provocou acres
censuras ao ministro dos cultos pelo acto de, fa-
zendo elle parte de um ministerio que se dizia li-
beral, professar doctrinas que eram urna negacao
absol uta da liberdade de consceneia.
No reiehsrath o deputado Waldert mandn pa
ra a mesa urna raoco, pedindo que acamara no-
measse ama eommissao de ijuinze deputados para
regular legalmento a posiclo dos velks calMicit,
e defendeu com taoto calor a causa dos catholi-
eos que nao aeeitam os decretos do concilio, que
a cmara nomeou immediatamente a eommissao,
qual^nviou a proposta do Sr. Waldert.
Entretanto o reiehsrath hngaro, que j estova
tunecionando. eetrou discutir a lei -eleitoral
complementar, e no seu seio tiveram logar aea-
lora Jissimos e por vezea tempestuosos debates en-
tre a fraccio qae apoiava o governo e a qae lhe
era adversa e apregoava as ideas de Kossuth ne
sentido da raptara de paeto com a Cysleithania e
da qoecte da dynastia. .
f^aaH%do a* coas' qo piarlamepte hua
oecupou-se exclusivamente dos negocios do reino
da Hungra, pondo em relevo os beneficios do
passado e inoslrando-se sabio de recriminaeoes a
proposito das complicacoes que ameaijam o fu-
turo.
O imperador indieou como um dos mais impor-
tantes resultados disessao aorganisaco judicial
e aseparaao da justiea la administracao, e regis-
trn o melhoramento progressivo di situacao II-
mneeira, que permidio, sem o auxilio de novos
impostes, consagrar importantes crditos ins-
trucc'io, s obras de utilidade geral e insttuicao
das milicias uacionaes.
Emquanti estes successos iam seu caminho*1
na Hungra, no reiehsrath austraco segua os seus
tranmites a questao sobre a Gallitzia, todos os
di is debatida e jamis resol vida, sem que podes-
sem chegar aceordo o governo e a maioria.
O governo pedio entretanto ao parlamento um
crdito de meio milhao de lloiins para melhorar a
sorte dibaix) clero, eo reiehsrath votou essa
somma, incluindo a na lei do orcamento, que ap-
provou, reeommendando todava ao governo que
exorcesse vigilancia activa nos sermoes, o appi-
easse as leis existentes aos abusos commet.idos no
pulpito.
Nao obstante esta reeotamendac'o, os bispos o
conogos, reunidos em Praga, decidiram aceitar o
dinheiro do governo, co.ntanto que a sua distr-
buicao fosse feiti pelo episcopado, e seo que isso
de modo algum podesse motivar qualquer preten-
cao que tivesse por fun applicar as nocessidailes
que se tratava de sasfazer os rendimentos do
patrimonio e^clesiaslico.
Pondo de parte a famosa carta dos tchecos, o
ministerio cysleithano deu o primeiro passo para
o son programma de ronoiliacao com a Gallitzia,
dissolvendo a dieta de Praga e convocando oulra
par 21 de abril, e adiando o reiehsrath, em ron-
sequeneia da attitude hostil tomada pela Bohemia,
onde o* tchecos, assim atacados pele governo, que
para all envin tropas, pozeram-se em movimen-
to, organisando urna grande agitacao de aceordo
eom as vistas da esquerda do parlamento hngaro,
isto de conformidade com as vistas dos secta-
rios das doutrinas de Kossuth, para o tim de con-
seguirem gauhii de causa as eleieOes de que de
va resultar a nova dieta. *
Essa agitacio de dia para dia foi tomando maior
e mais enrgica attitude, at que por fim obrigou
o governo tomar serias providencias, no entui-
to de malograr as manobras, com cujo auxilio con-
tavam os tchecos e os eudaes para oxercer pres-
sao nos eleitorft.
Nessa agitacao o impulso vinha principalmente
dos grandes proprietaros, quasi todos estranhos
naeionalidade bohemia, e enriquecidos pelos des-
pojos dos vencidos as luctas seculares quo tira-
ram bohemia a sua independencia nacional
Ella, porein, nao levou por diante os seus intentos,
visto como fizeram-se as eleicoes sem maiores en-,
travs, divklindo-se os sulTragios entre os varios
grupos que o pleiteavam, mas dando ganho de
cansa aos amigos do governo, que aeliou-se assim
apoiado na dieta de Praga, euja abertura realisou-
se effectivamente 2 d abril, na ausoncia dos de-
putados do partido tcheco, que alli se nao apresen-
taram.
Apenas nstallada a dieta, em cuja abertura pro-
nuncou o priadpe de Auers|ierg_ o discurso inau-
gural, oecupou-se ella da eleicao dos deputados
que a deviam .representar no reiehsrath de Vienna,
e bem assim da eleicao da nova deputacao perma-
nente que devia gerir a administracao interna do
estado.
Dada aquella eleicao, reunir-am-se os delegados
das dietas em Vienna, e reabrio-se o reiehsrath
austraco 7 de maio, contando o governo no seu
seo 119 amigos, isto mais dos dois tercos de que
careca para tentar qualquer modiucaoo na cons-
tituico.
Entretanto reuniram-se os bsps austracos e
hngaros em conferencias sobre varios assumptos
e especialmente para tratarem do augmento do
sabsidio dado ao baixo clero, e apresontaram ao
governo um manifest, eontendo o resultado das
suas deliberacoes, tomadas no sentido conciliador
relativamente ao mesmo governo, que todava de-
can! no reiehsrath que nao pactuou eom essa
conferencia, e que tratara de examinar as propos-
tas conciliadoras dos bispos, sem se afastar da
leftra e do espirito das leis sobre as escolas.
Examinou enVetivamente o governo aquellas pro-
postas, e, achando-as razoaveis, e conformando-se
com o alte clero, resolveu marenar de aceordo
com as vistas dos bispos e sem offensa das leis,
contra as quaes desde log' cessaram os ataques at
entao empregados.
Serenada essa amarga tompestade, entregou-se
o governo ao estudo das questoes polticas, e o Sr.
le Auersp*rg apoiou-se n essa tregoa para o fim de
ver se consegua algumas das reformas que tinha
em mente.
A' esse tempo, porem, foi o Sr. de Auersperg in-
terpelado no reiehsrath austraco acerca da
estad da Gallitzia, e declarou que nao sabia am-
ia se submetteria ou nao dieta de Lamberg o pro-
jeeto de compromisso com os gallitzios; mas que
em todo o caso, se tal fizesse, a opnhao que essa
dieta emittsse nao podera nem deveria influir na
deliberaran ulterior do reiehsrath.
0 reiehsrath, satisfeito com essas explicacoes,
votou todos os meios que o governo pedio para
aecudir s inundacoes nayidas em varios pontos,
acerescentou mais um milhao lista civil do impe-
rador, e adoptou o projeeto de lei relativo defeza
nacional, regeitando todava a proposta dos quadros
de instruccao para a cavallaria.'
Entretanto ahrio-se a dieta da Croacia, orjde o
governo aleaneou maiora notavel, e fizeram-se
as novas eleicoes para a dieta hngara, ganhan-
do-as na maioria das localidades o respectivo go-
verno, que achou-se assim fortalecido para realisar
as suas vistas polticas, tendo o apoio do partido
Deak, isto do partido nacional, que sustenta a
poltica do comoromisso dualista da monarchia
austro-hngara. ,
O imperador (o pessoalmenle abrir a dieta hn-
gara em Pesth, e ahi pronunciou um discurso no-
tavel, que muito agradou geralmente, e cujas phra-
ses concbanles foram um incentivo de paz para
todas as opinides alli representadas.
A victoria do partido nacional na Hungra, vic-
toria que deu ao governo dois tercos de votos na
respectiva dieta, abrevkm a fusio dos partidos que
dividan! a dieta de Agram, conciliaudo-se unio-
nistas e nacionaas, a por tal arto salvando o pacto
de 1868, celebrado entre a Hungra e a Croacia.
.Este resultado faeilitou amissaodo' nitnis/.irioi
hngaro, ao qual foram poupades todos, os aseda-
mes condds na resposta ao disctiRjq da corda, vo.-
A" esse tempo deu-se una modfleaco no minis-
terio hngaro, do qual retirou-se o Sr. Bilte, cuja
pasta, a da justiea, foi oeeupada peto 8r. Pauler.
ministro dos cultos, o qual leve por sulxtituto o Sr.
Trefort, una das maiores notabilidados do partido
Deak.
Entretanto sabio dos seus estados o imperador
Francisco Jos, e dfrigio-se Berlim, onde foi assis-
tir a-entrevista eom os soberanos da AUemanha e
da Russia.
Acabada osla e dispersados os prncipes, voltou
o imperador aos seus estados, e dirigio-se Buda
onde deviam reunir-se e efectivamente achavam
se installailas as delegarles do reiehsrath austra-
co e da dieta do Pesth, para o fim de rararem dos
negocios commiius da monarchia austro-hngara
No dia 16 de setembro. as dietas constiteiram
sua3 respectiva mesas, e no dia 17 foram ellas re-
cebidas pelo imperador que, respondendo s allo-
cueoe doi seus presidentes, fallou-lnes om nom;
dos intere que, em presenca do estado favoraveJ. da poltiea
eral, seriaiu reduzida as despezas militares ao
estrictamente necessario defeza do paiz.
Entretanto foi distribuido o Litro Vtrnellm,
eontendo a correspondencia diplomtica relativa
ao gabinete Andrassy, alguns documentos acerca
dos negocios do Oriente, das nogoeineoes com-
merciaes eom a Franca, do direito martimo das
classcs operaras na Inglaterra, e das relacoes com-
merciaes eom a China, Japo e Syo.
As delegacoes das dietas entrarm examinar es-
ses dociiiuentos, e bem assim os ornamentos, oujo
proposito disse-lhes o conde Andrassy que a sua
poltica era teda de paz, e que, para sustenta-la,
era necessario mostrar s nacoes que se pode ser
amigo fiel ou inimigo perigoso ; quo o imperador
fora Berlim para mostrar o leal aceordo em qae
a Austria se acha com a AUemanha moderna ;
que alli os ministros coinmuniearam reciproca-
mente as suas ideas, e elle pode verificar que as
tendencias panslavistas nao encontram apoio as
regios oiliciaes da Russia. Acerescentou anda o
Sr. de Andrassy que o governo mantinha as me
Inores rolaces com a Italia, bem como com a
Turqua e eom todo 0 Oriente, para cujo lado nao
quena nem desoja va destender os. seus dominios,
senao manter com elle e desenvolver as relacoes
commerciaes; e finalmente acerescentou quo a
questao relativa aos jesutas, era qaesUo pura-
mente interna, cuja resolucao estova na altura
dos dous parlamentos, e sobre a qual o governo
nao tentara impor a sua opiniao.
As delegacoes, satisfeitas, concordaram com w
governo nos" orcamentos, excepcao feita, no dos
eslrangeiros, da suppre3sao da embaixada austra-
ca unto Sua Stntidade o Papa, e dos enviados
as cortes menos importantes, onde o governo
apenas quera conservar conselheiros de delega-
cao. Alem disso as delegaedes volaram os fundos
secretos pedidos pelo governo para os negocios
eslrangeiros, o que foi urna grande prova de con-
liaura dada ao ministerio Andrassy e sua po-
ltica.
Tambeni foram apnrovadas polas delegacoes a
reduccao do tempo de servico militar de 5 3 an-
uos, e'o augmento de 28,760 homons no eflectivo
do exercito em tempo de paz.
Apenas votadas e-tas medidas, rotiraram-se as
delegacoes, encerrando os seus trabalhos, e ponco
depois foram abertas as dietas dos dous estados
federados. **
Na de Pesth, isto na hngara, pecuparam-se
em primeiro lugar os deputados com o projeeto do
respostit ao discurso da cora. proposto pela maio-
ria, o acremente combatido pela minora ; projeeto
3ue s depois do milites das de sesso foi approva-
o por 183 votos contra 101. Em seguida oecupou-
se a dieta com os orcamentos apresentados pelo
ministerio hngaro, a qual nao eram poupada-
interpellacoes, taes como a que lhe foi dirigida so-
bre o casamento civil obrigatoro.
Um deputado hngaro insultou n'uma discus-
sao o conde de Lonyay, presidente do eonselho de
ministros da Hungra, o qual lhe retrucou com
grande energa, dzendo que pedera a sua demis-
sao se ftquele deputado se nao explicasse. Tive
rain lugar as explicacoes, e o deputado declarou
qne as suas aecusacSes careciaro de fundamente ;
pelo que eessou a crise.
Entao um outro deputado propoz a refor-
ma do regiment da dicte no sentido de obstar os
debates escandalosos, e esta proposta foi aceita ..a
approvada.
Depois desta questao o aachiduque Jos pedio a
sua demisso de eommandante da milicia hnga-
ra, queixandose'ao imperador do conde de Lony-
jay. O imperador recusoa a demisso, e -censu-
rou ao conde de Lonyay o seu modo de proceder.
Este, julgando-se otlendulo em seu melindre, foi a
Pesth, e deu a sua demismo juntamente cora todo
o ministerio.
O imperador para salvar a crise, nomeou presi-
dente d eonselho o Sr. Szlavy, que era ministro
da agricultura do ministerio Lonyay, o qual acei-
tou a incumbencia, e consegua que todos os mais
ministros do gabinete demissionario continuassem
no governo.
Ao passo que estes acontecimentes tinham lugar
na Hungra, outros nao menos noraveis se deram
na Cysleithania, onde quasi todas as dietas pro-
vinciaes conspiravam contra o gabinete do Sr. de
Auersperg.
Na dieta do Tyrol, trinta deputados intimaran! o
overno que demidisse o reitor da universidad"
je Inspruck, que ellos queram que fosse eseolhid >
na faculdade de theologia, composta de professo-
res todos jesutas.
O governo propoz ao imperador a suspenso da -
dieta ; e o soberano assim o determinou, nao em-
pregaudo todava a nova lei eleitoral para a elei-
cao directa dos delegados ao reiehsrath austraco,
porque os tyrolezes elegeram os seus representan-
tes quee congresso, antes do incidente que deu
lugar a suspenso da dieta.
A dieta da Baixa-Austria decidi, contra o pa-
recer do governo de Vienna, pdr cargo do clero
as despezas feitas at entao pela provincia coa o>
ensno religioso as escolas secundarias.
A da Gallitzia resolveu, contra todo os osos
parlamentares, dirigir urna mensaflem ao impera-
por pelo tacto de nao ter b'.'.vido discurso da co-
rda na abertura da s' jessio, menaafen esta que
nao pojfctfleixar e ^ um nova ftfmar>> W
preteoco|L-ua nojQna|id>ie polaca.
''"".monte na dieta da Dalmoi, contra os es-
wroas do "governo. \iao foi UQsJvel razar chegar a,
aeeordo os debutados sU'Si OOin os Hllanos.
.* ^Ai da todas estes tervimmsoe ordeB
^Mt* do fmwno'da Cyslithama, procura^
toda pela dieta de Awani, aaedomes nue tiran* .eato'o lindar oanioTumlate da partida para
suppnaudosdoiaatoa%cu^a. ^t |gj^r3fJ5a0niooMcontrava,aopasao

indn ^


r
MZI /HLfONMMeMerLaiiilKoeo Segura feira 13 de Janeio de 1873.
Jirafa 11
TJa, que hu q-
apaixonada pela
rilo com a Gail* ] ranij.
iivi-tr.iv'<-c jHdOBlemmte
rWifcstUtoaoiii.sas. _.
Km conclusa.*!!**! no
io anno que. hontem fin-
le Francisco los/: resol-
zlo, nao pode o?L_
ver o granito, o ififlje limo problema oa ersas*
sago politiza do essa atgm\iat$a ujr*-
t ouomicn* Jas dve
elementos compon
rusumeia una
Europa.
As-iui, pois, a
sabio do voihp e
entre as suas nac
tem podido ou^ol
populagoes g^ftam
das ideas pn
prl grande patria aliena.
Persistir anda esse estad no aBBO que bot
Tomi-ca ? l'rovavHiMMit.- sim.- porque sem dunda
e.mtinuaro M cousas assim, al que um ca<
Q-.iartJ assim i procedala
kvio-sc o i>Si.;' de GlirKWnia,
6^ramisterto*ilwta-I>dsiomr^ *. ,^"'<
ferfriado-; ">a- mi* va '): o apok) daca-,
mar alta ou Lr.iflthning, espems mairter-se nuj
poder, nao eededo" o posto' oppiwigao, que, por
*u fado, csftvaMisposta a negar-Hit todo, al mes--
mo o orcamento, sem o qiul cl>e nao- poda, go-
i itl a publica'
,...^k) Jaeij, tratan
paia, la .Qlotinha e
di* -me, Uitr<-visla
imipioMe-aeleiibro, o lui-
r ;w imperador Guilhr
a desta qiuaJPe,.' das eoirrefiencias q8
_ :ufUa< sua jAplarisaca-i.
uidas (Waft allemi|iyie jainas$Berdatn
as iVu Mjfr manifestar r*ua l)|Hs -contra a
I finio, responJeram aos ornase i
se a questo do Sr-idoswig u.w esta
:.uuia>
lexeS "q
ainda re-
laSeE
llSK M 'l** Pelarte de Berln, era favor dos na-
, era por culi* jd# (MNiriB
que S8 nao prestava n
poltica decididamente autonomista e fo3er;Uisa.
A' esse ealliaelv.....iucuaih.-se-ha a Allemanlia
de prover, vist. como a Prassia prtseguenas suas
' idee* de jjl-.-iua*i>:ii'. e na Austria lia eleaient**
germnicos que una n iva Sadowa pode imn bm
.-ueorporar a grande o.itria aLema. Nem se diga
que ulupistiea a profeca le encorp iraca) (U
liarte aflama d > im torio austraco a begemraia
-piussiaiu ; pirque dirm>s qu-. ni) dea" admi-
rar-Jira; con -pire cmaa 1 Austria, luje que se me
mostra nalga, qnem ranrinhou d^fiaslBra par*
SadoNVa sem neniiuu^ visliuubre de pulir, sem
uenlmm ruinors;i.lo .juein'.r as leis da lionra as
pratieas do diieito das geides.
K Prussla capaz le tu!) para c iiojletar o sen
edeio raonumental ; e aofaj as uas a :ilnn*s a
Austria deve prec-aver-se, nia\niele))is di enire-
viila ile Berliu), ti' amistosa qu.io aimsosa Io
uotr'ora a cutrevista de G^stein.
A l'russia dt#as ucci, das quaes pfldo-se
diier, como disse algae n dis mallieres, co,
fam o paithil tU<1*rgu* Jwm a Austria pr-v.u.iiJo-se contra as suas as-
Idasde mi'izutrlki.
m.N.VMABIH.
Orioada inamaiva anda nao pode lograr,
uuanuo que v<;.i iw Tmdai.a satislar.n de ver
exeentada a .v daisiila do tratado d" paz d.: Praga,
que a olla diz wpoito, c qai' Pfgula o ni-mIj, de
nranHttpjpr-w o sdmksvig do aurM pela aaciona-
lixivie iqua quai' jfartiracer.
j)eiUr
reiv:
i Bagad
s
litio
rus 'ii sempre -
tratailo de l'ra^, val piMcuiando^coiu o inesmo
afn implantar o gerioanwn '" Scheuywtg do
NoiV, cuiupiiminio me as a-rpiranie^, e elingamli
a sua pop'iU^io .i troca; os sous us i?, cosqiniea e
leis scaiwuiavas, pelos u^os, cjsniuies e lev* BW'
X rara seauJi.i.iv p ^f i, p 'iv-i ferrada's iasdrad.;.>Pi ; c, j."''^' (>. !*?;
nism.i contina a en outr.ir dilll'-uldaaes seal par.
HiiravKS de. toda a i^rte no Schelcswig, de. onde,
e -i i uu larde, a su;, briosa popuicao, com o au-
\ili. de algara novo liberal, lia de consagiifr en-
sotar os vani|iiro* prussiamis, SOiUpre ividos d)
savgoe iU.s prtfcK, sempre esfaimadis da SOI mo-
mia das nae-V'S. .
Bacepeatli feita desia qacstao, que traz aqida
oatarabradoe os harisques p .Micos do lado di
Alleraanlia, orrera:nualaiis e tranquillo*, no ail)
fiad os uagocta iu:eni:u-io:i;us, ui.Hitend i a Di-
uaai;uva cooi loJas as uarjes asmis cordiaos
retardes de atiabado
,\, eomecar i) aauo, man fe.-tou-se tuna cnse
"nmiisteiial na Di i.mnrea, e:u coiK'5JUanc:a flo.99
ter ilsavHd-i cjmii o j'.ul.uueuto o mmistro di !a-
zeoda. Sr. louger eslat-r se, p neo, He >:\ logo
1V- .Ivhhi, afciUuli loriueipe lierdeiro, regoate
na ausen.-ia do i vi. a demisslo desse ministro, que
fai salistiliudo ioe;iaamenti! pelo presidente do
, i.iielbo, o cao I i' il dsteiu-llilstemberg.
. paii.! i'iiH. a,siiii sasl.),'prosegu) nos
* is tralialia--. u, WUl i se n ire.dO'J ir,.vas.de sill
a ,,eidade. d..iiu!) (i liaiz cJip al-umas le! sa-
.- e de utliidale i--.il para elle.
vitreUnito oce.ipo i-.-e a nnprensa mais ir.na
vea onrrebaler os;>!i's desferiuos ni pinas po
o>-L> d i tratado d.i Praga, pela ituprcasa esftant
:e.r.i, n i i|ual iva,n se a discussao S"bv as
auiaiuiu piovavei, da aeuir^lisacao da Dma-
i,.v',. a s.-m..-i!m i do ipp = pratCaTa Cnb n
U .lu -u ,- eaio .i So'>>.i-
(il ornaes alieaiies. cot era natural, a.ma-
ra.u a'id.i, que era toda proVCil isa a stw n-i.ai
e disseram que, ohti [o esse ieacflcip, a Doi.rn ire
u lia codar dos Mri il h mw Ui flava o tratada di-
'raga, eando assiu. a .Vi!:: iluta com o Sen il -
twl c lunquillisada por esse ladi e pelo lado do
U.dtieo. .
\ iiaprciua dnai larqueza, piren, nao fu, ne;n
p da ser da mesin;i opiuiio ; mis aceitn a Mea
d .uiitrasavao. eo u lauto pie, antes de Sor ella
\- i'sada, tiv'e.ss." e'Lecaeai o tratado de Praga, f
es*e deliniTlo u lorrit ir'w dea narquez.
Qoando assim so prpjccajiav.iiB os-espintos cora,
' a nais importante questio da Dinamarca, os in-
ci.'.eioialisl^is pros-guiain na sua obra detastv
,i.ra, e pr.K-uravam por Huios os meiostransformar
., Dinamaiva n'uin terreno fac as s.uai e\p!o
r-oes. '
.V principio aeha.'an |i il eo eCBO as suas dm-
:; lis n'ajuelle paiz flvreo feliz, mas aforrada
mi repisadas, iaai abrifldo brecha.
lia-itcs alleraes do Schleswig. E com estas
e nutras subtilezas e futilidades iae vai a Allema-
nlu pi-nielando a.cxocueao do art. 5.' do tratado
de 'raga, e a Dinamarca ni) pode jamis e.mse-
guira restitiiicio do Schcl'e-wig, visto como era
e i certa a esculla desw uaeionalidade pelos po-
vos s.-andioavos d'aquelle territorio.
Kntretan o rei abri pessqalmeute o pam-
nente 7 de o:itubro, e, ainda Iludido pelas ial-
suecn, ah
V, .itra'lavKiro. l -gand o re* n i i
MiraMMa^arioseu discucf, vis1
. b^lanli: y< io!alo.
Jesie i! .ruin, itu poltico, o re dopois
far cotits da politice interna e externa, to
pa concofia, disso que eriain a|res'ciitados
aarinpae
uaes ulu r
s de Jj'cl
las,
e:n
Jtnm
os boaV
do mr!
(teari
ao |bri
uai.ii S'.
rercirl
Uinaiuai'Ci
sem duvida o re
com bos ollius i
di nava, e que '^M^'W TaW &** hWnar'
rrrda-eoliB *PSiw"Ja e>X#*e|.
i.i llie tara CarvaHw Iteis.
i aindamis > A Hrcssiao, p
so-
*e propor.-i ma a uias
fHirfne para a honi-iwa tissao ile q'ue fomosincum-
assn
sse, .
da i'i-iis>ia, quo nao" pode Ter
'cgm/SairOTlTb iW"Tamtfta"wac-
usar
o se eresse auiquiiada aJ*V*ftl. Mhugmmf- $ WW.1 ''**.*,t'rt* f*
endose no obscuro manto .msu- boje, qnr* enfi-egon ao distmcto ciiladte iiue ww
de alistencio. a IntUOtU ereoiucsa aeajk, o IUm..Sr.. Da K!m*AloXajtdriai
:uacie, que tantos A
S le seo duvida Ua^jyy?
ta nj frftaro.
Austria, ao inelo dos se**lemeutos hetero- bids iwlos-nossos eollegas; e vimos camprir.'
t No einponho de pugnar pelos rateressea da
zenda pubfiyale praura|a> a ""imh"'|]|d''"
servico, V. Jpio p^ desvSB coiuTelevlZ
caprro, noi
laneia das
e amono
veniencial
barmonia^j
nuanter-
genoos sente-se traca abatida, v-se coagida a
os para,
:e^ as
nacional
usea de
corpo soifial
qaenos es
so estadoWe
ieta, nao Jlie de
Uva na Lliiie
onte, o eAp)!i
ar inuntg, a f\
d'as eventualidades
VrfSHflM4nf JKjtmrmc Ara-.ijo.'de -o-
Irlia.
Tivei.^,,
TJioiuaz Alvas'*! t>kv#ira.
Jos \ i-i .i-iniv.
Joaqiniii l'creka Ue.AUuuua.'ra,ae.
' PAssIayelros.Viudos de
por lirasileiro Manitik
ra fosse lenle!
Base I.
copada
tomar p
xiuie ist
que a s
veitar-s
iena .Hiroo,Bsr JU *J
.. Franca de-trocada e aniquilada, mal pode ha-
ver-SH wiiisigij mesmo p"com os seus partido*,"i*
isjrao podg-j^io ilo in|||-vir as qucstOes in-
de qualqucr guerra
?dactisfiia ?** *****
lilla, ponvm, nao ara.Bssive|l.ppri|ue na pwiiasala A Itolia tunbem anda inquieta pela WMQtffi
tinh viwir lei OrFi&im tldi n'.im.ds afgos "o aimla hitando para acabar a sua orgaaisaMo
a cou#itui^.in,j|iw.pclfia a Uoscendaucia femi-
.iina do dircito (Te suei-essao.
hitas- discusso:-, '(jfrii, eessaram logo que sa
propaloa a u iticia da niMhora.do rei, niMbora qae
polticas terna da Dinamarca ; a questio !>
Schleswig, nao se regulou anda ; porea, inaute-
mos a esperanra de vo-la cliegar a urna soluoa
satisfactoria. .
Este periodo t i o rastilh.vque ujeendiau a r.n-
preasa aklema quo toda esbiave.jou acerca delle, di-
zen lo a a Gazela Blaokiv de Berln o seirumte :
. t*s dmaiaarquezes nao parece.il querer com-
prakeader que a d(/w4 tOo.it*. vrtnfJfl
conmwo, iieiihuim restitaimo a fazei-lhes t que
toda a re iaiaacao da sua parte nio e de nenlium
raaa iaatifloada era direitj. .1 Prmna n'> mes
deve ii'iAn, ib.iolutameiile *afo. O tratado ,de Fra-
ga nao Ibes diz re-peto, concluimo-lo nicamente
com a Austria. Km lugar de so dirigirem a uosw
toa ventado, os dmamuquezes fazeai queixas ri-
mas as mansa
Taitas culadas,l" r'P'lQ r.'provaraifj esse acto,.e
oonu-a elle pr..test;u-a:, ^dJii-Tindo rraitcamentc as
(deas e .uilUica do .oyMo : e o rei,,e;n vista
dntas maalfestacjes. dissolvea o" parlamento, con-
vocando oatro e desii'uaif.lj dV, para as. novas
uli:i;>as. ..
Enu-atanto encerrou-se o parlamento da Sitea,
nio assistindo. rei .esse .^ctoh por,se terem ag-
gravado os seus padecientes. _,
Bacerrado mn e diss.ilvuTq, o patr.t parlamento,
seiynou o imviuieuto poltico, c.a.pojiillacao dos
ista-los ontrou interessar-se yyameine' pyla sau-
le di rei. seuv todavia docurr:se ios ncg.icios
publitis e da.*oliU^k objoi-m ^ptuto de suas'
preoecuiiacoes. -..-.., ...
'.No m'io iTessa. calma rotativa, rebeatoa urna
crise ministerial na Xuuca,.crLse'que (leu em re-
sultado seren Jejiittidos os utinistfO^ do- cultos o.
jttQCpa, nio se sent com torcas bstanlos para
pesar na batanea europea!' especialmente ha es-
[lectativa de aohar-se so c sejn auxilio.
Rst a Allefnrihn. '
Mas quem ha que ignore que, na Allemanlia. a
ttnssi.t-rpmlvrvaa-n ardentc* sympatlrias no tocan-
te a ir.nrsli-i do Oriente t
fti nolfe sf rcpriKluzissc o coaflicto de 1854, en-
tre a Rttssia de rtitt lado c a Franca e a Inglaterra
do outro, certameBte aPniasia ea Allemanha nio
-e conservar!nn:heutras corno outr'ora, e intervi-
rtan'na I uta "effprol da ttussia, doixando-sc -
Slra levar pelas soas anlentes sym|Uthias, c pna
fprea que Ihe da a constiluicao de r871.
- lm 1834, por effeito da neiitralidade da Euro-
lia central, a guerra fieou loi-aKsada no Oriente, e
a Enrona ganiou a mantiten^io da paz geral. Se
os mennos hrtnleciini'iitos se tivesseM dado ein
nenliuma concessao. Pois b im nao, a
*'ui iw .-.//vi, porque nio lia neulium accordi
pos-iw.l oa) a Dinamarca. .
. Tal era o m ido parque cuinpna o governo ai-
leaiio OS datados que assiguavaj Tal era a lin-
RuagtjU ilos seas org.ios mais autonsad is, em op-
iio-ieio niimlesta s ideas que predmiiiaavam na
Qinaunvoa. Ideas toda* de p.i. e de concordia, por
isso. meslo que deconlam do dueilo que lhe as-
sis'.ia.ioSelujIeswig do Norte,
A questio foi assim se atetando cada vez mais;
a, na obstante dtoer-se que o* governos aileota > e
diuamaique/. estavam tratando de reaolvo-iade
raramum accordo, nao cessaraiu as recrjmuucoes
o pfoseguirai as discnseOs calorsas na un-
ureiisa, .
Ivitretanto, logo d.'po.s da abertura !) iarla-
raento#H adiada a essao para dezembro, nao so
pelo l'acto de se adiar doeute o primeiro ministro
.liiiaaiarqiiez, mas Uimbem eom o liai de prepa-
rar-*fl um accirl) entre os extremas da cmara
poiiular, a.-cordo que to lavia pareca impossivol,
om vista dis preteneoeJ irrec meiliaveis dos <-a:n-
p mzes, poiico satisfeitos com ai reformas de
18II.
Visim, p >is, as ultimas noticias, a Diuauriva
achava-s,.' t..ive/..;iu vsperos dji. tc-temiinhar gra-
vas aconl.x-iineiilos. na coujoctura qiS quaes per-
.liain-se maitos espiribis, que eslao lulr.luados a
peiisa-qnea salva.-ao Jos pavos scaudmairos e.-ta
ailsti ieta a ligacao de todos esses pov,)s-r-;luiain:ir
|.iees, suecos noruegiieusospor um pacto que
bes garanta a autonoma e os torne r .-pe t a dos
pelaiainbkaies de>iii'isur:ulas, da Allemanha e de
ontros na menos interessad is om ve-tos wpaacer
' 'Ao'encerrar-se o anno eslava a Dinamarca a
bracos rom tres questoas *- a do Schleswig, da
qiiai poda e pode resultar uam guerra externa :
a puiica. entre a cmara popular o governo,
ist. entre o pardo. popular o a nob/eza, da qqat
p i lia e pode surgir urna guerra civil; e uual-
:nen'.e-ada liifciiuici.rn.il, que quena reuovar
suasseenasdo dosordons, das qaa:s be.n p >da.ii
.provir serios ibwiga isa dos no sentido das ideas so-
eiali>tas e revolucionarias .
Ante esse estado de cansas, n'ngaea dir par
iwrto que coraeea bem para os sean hnavos di
se consideravidiiiMl os padeeiineutos do re Ur-
los VK, at qu a'inal a m irle e^o/i-tiie a vida en-
clien.lo d In.tue.ur tijttj o.uaz, realujdn"tc dedi-
cado esse ce! liberal, e dveias aaiigo d
l'e'rdeado o sen rei, a' Suecia-Xorae^a dea nm
solemne tosteajaubodxqUanJo valia-n as suas ins-
titaicoes, que d i enhum mfflld por sse aconlpirimeato, p'osto que olriado rei nao [inaaraa arinar-sc, ?'\W\^' >""*]f? X
deixassesunoTsrcm lliha recta ao sen t'u-o.m. voravel ensejo de, destruida a innaenna allem
O rei Ga'r|os.S / era neto A ceTbrt Hernardo-
te. qae tai .general e %pMl e % ,tt d:t
Suocia, e fillu' Osear. I,.,*,,qo,eoi scaecedeu em
18o9. ,,.- !
Rainoii 13 ana is, e durante esse tempo conqurs-i
toa a ilTeicao e estima e'nli & l> las a- classes,
do pavo no qad tinha elle vejuadeira.popnlarida-
de. Era uai prineipe disiiu i por inultos titules,
entre os quaes o de ser dedicado as. tetras.,
Oillocado n'uma ilillicil .snacao, etn KS^
dos ac.in'.ecaneutos ipte niudaraui a face da Euro-
pa, coaicando pedo desnieiiibvanienli.d^nin.imar-
ca.
tr.
namareao anuo, cuja
pland;ce.
primeira aurora boje res-
:z, uouve-sc scinire coib grande habilida-le e ex-
trema lcaldade, posto me nao dissiinulassc' lamis
as suas pivferoacias pela idea ih uno sean finava.
d- que era partidariojutelligentee.di-votado. FO-
rara e ovo, e li'.eraoi di s. iiurte un m divJ d- ver-
Bu u.
iLideiia di)r para todr.o p;
Sticceeu-Uic no tluoo, na auseu.-ia dfl tirh
rariJes, seu irmaa Osear, ''que foi arcfiaadp ;
' 11. Vt
imo
noi
da 19 de setemfir.) com o inaie de seai' II.
Apenas xssenta!) no t1iroiiode1'r.iirl.ot.'; o re
Osear II dirigi aos poyos da pataisnla ura.i pro-
rama-io, em qae, dcji ilS de fa/.er o el ttp do m
finado ir.aao, disse que l'uilla a in [iieiinnUrel m-
teneau ii:: cunprir os seas (I-veres de ro, no in-
tuito do as'segurar A veiU.ira da patria e .1 proce-
ridad" do p ivo, esperandj ser apoado p-.Ma Bien-
ilade c amor do ur;in i povi.
Estavam entao em tregoas todos os negocio.- a i-
lticas do reoc, a assial se conseryaTara .-ee o nm
do aan>, s?m qim nenluuua alteracao se ftcsse no
governo, cujas vistas e plas coutinaaram a ser.
os ursinos adiados pebliaado rei, vistas e panas
urosegui'ls pelo seu sutc'essor. qae espera leva-
no nem gnveruo qhe podesse opiior um dique
impetuosidade de sua torrente.
Assim, pois, ante estos emidhjVs da Europa, a
RUssia setrte-se hnmensamente poderosa; e, se
ainda nio avaueon contra- Constantinopla. por-
que nao nuer djxar ans seos inimigos urna pro-
babilidai qnor do p>dp ori-la. e por.me quer
tur e poder .dispr de lodos os.....i >s possiveis pa-
ra impar a sua volitado total Europa, destruin-
do-lhe os restos da sua prm.nisaita forca junta-
mente com os Mimos baluartes da grandeza e po-
dero ineloz.
Maf, uao i s/'i isto, o que traz a llussia ^reocou-
iiaita. Felizmente pana a Europa, a Hussia nao
teai conflnn?a na Allemanha, e, vendo-a unida,
f'irte. poderosa e dispondo de um milhio de sida-
itosj areeeia-se da intervwieio desse vizinlio trr-
iiwl n* seus negocios, e por isso, arma-se c cen-
se lhe mostr um fa-
i
por effeito de algnm conllictn em qhe: se envolva
MH e.im asnina mitra potencia, possa ella dar O
boto nopoucoque cubb a, segura de conqius-
Lta-lo.
Ks o rjne'fem feito a Rnssia ; eis o que ella faz
e'tBta-f.fzr.
Sob laea auspicios, a sua poli tica externa foi. e
MMyodia deixar de ser, no auno Imd, asseute
itabr* urna descohjanca, c um receio constante,
pis'o que acobertad'is com apparencias de franca
'roplnli 1 A c de cmtlH'nc i na paz. confianca que,
n(tii(4la. nem nenhiiina*dtra naci do coatiuen-
Jo.pude ter un tace ropa,oslado que lem por principio o symbolo-n
armamento gerat 'e'acarren efleno couseqacnca
a'riihia das maneas e o desbarato da fortuna pu-
blica.
Sob taes auspicios uio foi tambera nem -poda
ser a sua poltica interna, no anno ando, iseiita de
l-foiws e vicios, vist i cmi) continuou a ser mao
i estado le suas flnani*1. f segn lo o pmwhin
tonraa iBMdinejBp|)eiaiupor-
ibaica; IB, spFi altearlos.
i, odelaurF e :ergu pela/Bin-
s'iubB estbale vr a ais peBfca
os seus (Mfirgas a#irdiBados e
irca UBDr.-il^.tBin prepbo dos altos
interesses que lhe estavam etnliados-, nem atacar
e offender'^B dos (SJotribubAat, representados pela
Ilustre clasHtvcomfjercah >
t Os emprejrttos da altan lega n'o poJiam ser.
e elfeelivaini-iite. nio foram insensiveis a lio ele-
rfc,jitilla^i)iibif* |)|r.V. S. durante sua ad-
Uliaeao ; p )f W"/pis,'constituindo-nos seus
orgaos, los enviaran! i preaenca de V. S..para fe-
lidtn-to,-e, roaiT expressio do'sea reconliecimen-
to e estima, olferecer lhe este quadro que fecha o
seu retrato.
c Os eiupregados da alfande^a recoqliecem a
singeleza da otfert, mas iionhuma nutra jiodia
Lio cabalnieiite expt'huir a ateneao e os seuliuien-
tos que a dictaran).
Oigne-so, pois, V. S. reee!M*:-la com i tributo
das sympathias que soube conquistar; como pmva
da estima e considera^.io de todos os empreados
desta airandega, como garanta de nosso rccun'ae-
cimento e durad.mr.i reeord.vio. -
t E os nossos- votos sio para que \. S. seja
sempre Itb .
t Recile, 10 de jadeiro de 187:.'O chefe da 1/
seccao, Car!os"tida>irdn /!///.-Servindo de che-
fe da 1.' sccCio, AOhM Jos Pinto de Souza.
Servindo de rhefe da 3.a seccao, Jote Gonfalm
de Mdium. -O guarda-mr, Ulysses PerminUn-
cano de Mello. O ennferente, J.ts Rihenv d>i
Cvnha-.O 2." coiiferente, Ernesto .injusto de
Athmjde.
Mundaht'i^f.hegou hontem a este porto d
Femando de Noronha esse vapor, que para all
segu.ra fia has, cora grande numero de passagci-
ros, e acerca do qual maito corren, com sedimen-
to de todos, o boato ds que havia lUirfragado, pe-
recendo todas as pe-so.'s que condnzia.
Ainda bem que foi una noticia m que se nao
realisou.
PriniPiras aguas. Na madrugada de
sabbado ultimo comecaram a -calor as primeir.is
aguas do auno, acompanhadas de forte trovo ida
e relmpagos, prolongando-se at hontem com pe-
queas inti naipcoes ; o que nos I* nmito til o
agradavel, sob o. grande calor da le.nperatura ele-
vada destes ultimo? lempos de verao.
Cailavcr.Eai trras do engeuhoCamiragibe
foi encontrado o cadver de nm honiem com a
lao
familia,
$
rs 1
.ceates ** su
;. da <:m,
Notas l'iat. Cyfrta
nia Mara do Espirif
Mara Francisca do
ImITo e 3 !ilhog,o i
:!
ruando, no va-
io Cajiistrano
, i alferes, 1
7o soldados, 2
s, li.mallica'es
G. Serra, .Ma-
oza. Manuel C.
1 lilha, Anto-
Rila de Sena,
liandeira de
cabera completamente separada dtj tronco e junto
a elle una na'valha aborta e ensangttentada. O
morto era de ciir branca ou semi-hranca e adia-
ra-ie deecntemen'e vestido. Do exame a qae
proceden a antoridade local, conclae-se que hou-
.ve all um assassinato, e que a navalha ensan-
gucatada que li deixaram, fai para fa/.er sappor
um suicidio.
Fitrtto.Em il do cirrente amanhecett atwr-
to o deposito de pao o bolacha do Sr. Manoel Pe-
rcira de Mag dies Jnior sito a r-ia estreita d i
Rosario n. 10, o fur a los d-nts saceos opi *W3
em cobre e mais davalas e tantos em nota, sen-
do urna dellas.de *)0 ; um paletot do d-mo rto
estabetecimonto o tola a roiipa de un caixeiro.
E' e sunporque o ladrab w hooves oeculto du-
rralmente aceito, mas linaneas pruJa/.eta uta po-
litice. | i, ,
EiiUetauto, quer na or 1.' n ni M'al e intellectual.
uer na rdein- material, fez a Rnssia aljamias
cbnqaistas em 1874, ja desenvolved lo a rastra*-
^k. publioa creando abjumas nteis mstituicoes,
,j onjkftrOMldQ entradas de ferro, telegraphos, ea-
aae* c oatr.is iiieJhoraau;ut)S que te P!,r fim-
esenvolver a riqueza.
Tea li i lo ais Estados l'ailos o principe Alexis
la Re sia. o o janoiro, c tendo ah recebido ine-
ijuivocas pravas de atiraco servio i4o do motivo
para as li i/.anas eutoaJas pelos jornaes das duas
nace'-", que chegaram a dizer, que a paz do nran-
iln'f u pr-Sress*) ita lnmanida 1 nio podiam
Era seu agent principal um ir. Gio, antigo cm-
progado do c.rr.'io, demiltido por abuso de con
tiauca ^ ,
loaslititatn-lliee-tado-mai o-o Sr.Brrx, redactor
- n ebefe do Saciolif, homem violento e nnensa/
i.i oSr. Geleff, joinalisia mui vulgar, c os Sr*
Gieu, Wurz, lkimda! e Mandberg, coo^nerciantes
. i'didos o :ulvoaglo-sem cre.Jito, todos dinamar-
quezes.
Os operarios nao Ibes oh itacia.m, porem, aTinal
m agentos da n'.eiincion'il sempre conseguirn)
pjr em frvt os pedreirt.s de Copenhague. Ae
ia!>o de um BQl a caixa da agencia uao tinha
oinbeiro para os socorrer,e de Lon lies nao man
iivain ni-ubuif sooeoero. <>s cheles resolvi-ram
entao MBOrter aos ineeting:: e tumultos, e convi-
.l.r.nii todos os operarios a reunirem-se no dia 5
.; maiouo campo de Mari'.
,No dfei 3 n pieiniiid-' polica prohiino n meftimg.
(lio e Brix fonun aueixar-ilB ao principe neal que
llrs mando-a rer-ponder q te a resetomo fora do
cjasplho de estado e que a nao poda r.w,>gar.
Foram d'alli ao prefeito d polica dizer-lbe ipie
inanlidaa prohibieao, na. respondiam- pelo que
I se nl'ois 'ripiad) en, replioiu o pre-
feito despedmdo-o".
Honre conveniencia de fazor o m-'Himj. porem uo dia o
reunio-se no Ganij o de Ma-'le grand'i atuWda i era
]ue eatravam innitos dnrtwoa. A prat-a estiva
manlida por artiliiaria, crqa.ulroos do hussarcie
jiolicia civil. A ese lempo j estavam presos
Gi > e Brix.
A autoridad.', intimou o pavo pa-a que se dis-
versasso, e.'depdis do terce rosignal, mandan car-
regar, bavondo Btultde fer dos de arabos os lados.
sendo preso alguus dos desordeiros, que a jns-
tiea proepssou.
A InterivifiotMt ou antear- seus agentas desap-
(.aveceram de '".oi;.ioague. o eom clles sorenorain
as agitacois sociaiistas, rentabeloeaodo'ce a nrdom
ocurso regular do trab'albit, inteirompido em
AgumasalirieasoVttlos operarios aiaotiados.
Estos facto, pim, Itterraiaaram interpella-
<-es no rigs-dag iinamarquez, e era eonsequeiicia
lelas a reiirada dedousuinisiros, Drocke lixeat,
que foram depois substituidos," seu alteraeaoB
jiragraconia poltico do ministerio.
l'ouco depois diUo ene-rrou-sd a sessio do i'igs-
dag, ultimado sen trienno legislativo, e foram
mareadas as novas tJeifoe* pai'a mei de setom-
iro, pond v--** desde logo em campo|todos os part
dos para o 6m de guillare i a'victoria e assim
podeiem dominar a situacuo, gtrindo o* aegocios
oo paiz.
' Deooisda goeria eom a AUemaaba, provocada
<-, i-tentada ttela aoJitica patritica, mais -Impru-
dente do |idoaciwal iii>eral, os onboros e op
ramponeeas onirarn-se-para tirar alta e inedia
irargnezia toda a wa inqneu
Poram bem su(ed>di ti i omproza e a coiwc-
queaeiat-M^ovei-iia; inui'c Jy cora
e,xcltjMo.eooipietado partidj uaeonal' MMsr.il.
- Os eamponezes iiMnper.iui^porm.ain i Ti, a
albaacax mi u-
tilidcli,
eoac y.!rari.
iuil.w^la!lil' ii
jtis, entre: i
ih, e
a j partido 1
i io esivan als-
alo eerto o
carava af-

SUBCU K XOltUI'.li-V.
0 reino unido da Sueeia e Noruega, no anno de
187, prosegua resolutamente na senda liberal
que traba desde longos anuos, atemlo-se.eni des-
envolv^r-se moral c materialmente, sombra da
pai fxteina de qae goza, enos bragas da harmona
que reina entre os lilaos de cada mn dos paites
que eonstituem a mon.uvhia, boje sobos auspicios
.lo rei Osear XI. suecissor da Carlos N.V de saudo-
sa memoria para a pennsula sciiulinava.
Como no anno anterior, como ha inuitos anuos,
nao foi anda possivcl; no que vem de lindar, trans-
formar em realidad a a aspiraeao do partido uuio-
nsia, qae tmlia par chele o infeliz Carlos XV.
'Esse partido quera e quer estrellar os lagos de
uniio estro a Sueeia 0 a ouruega, dando ambas
as Iraccoes da monarebia leis idonticas e idntica
organisao. Vai nisto evidentemente o mximo
interseo dos povoe da pennsula ; mas esse i -
teresse opp6e-so serias divergencias entre os deas
e-la los, divergencias resallantes da disscmelhan-
ca de usos e eostunies, dissoaielhanea que todavia
Bao de naluieza tornar unpossivel um accordo,
qae entretanto vai tardando, em prejuizo somonte
da raca sean dinava, contra a qual lia niuilo quem
conspire -resolutamente, peal que sob a capa de
amistosas demonslracoes.
Desengaado de que a sua poltica nio poda
medrar eai face das resistencias que eucoiitvava
n is parlaaientos dos dous estados, o rei Carlos XV,
ao abrir a aesso das carearas suecas, em Janeiro,
nao se aninou miis insistir as suas ideas, c
por isso, no seu discurso, depois de dar conta do
estado satisfactorio dos negocios lexteraos e inter-
nos, limitmi-se reclamar os croditos necassarios
continnacao das obras de fortitiracao e de defeza
do paiz, declarando todaviatjue o seu governo pro-
pnria a reduegao do alguus impostos, em faco das
larguezas da (azoada e das exuberancias do orca-
mento.
Este discurso agradou geralmente ao parlamen-
to c em todo o paiz, e foj um incentivo laucado
novos commettimeotos de iateresse para a socieda-
de sueca, eujo estado prospero era realmente digno
das attengdes de todos qaantos se atm em e tudar
a organisagao dos povos e o desenvolvimeiito de
suas forgas naturaes.
Oparlamonto sueco entrou desde logo uoexamu
d negocios sujeitos sua apiciacao, oceupan-
do-se principalmente de urna reforma da lei mili;
lar, cujo proposito veio tela da disoussao a ja
debatida queslao de ter ou nao ter o ro direito
para'declarar a guerra.
l'm dos artigas da constituigao eonfere esse di-
reito ao rei, depois de ouvido o ministro dos neg'
cios estrangeiros e outros membros do conselhe
do estado.
Urna commisso do parlaniento propoz urna mo-
dilicagio. asstra redigida :
O rei s pode entrar em nogociaeoes com as
potencias eetrangeirai depois de puviJo o-pareoer
di>onselbo de estado.
Realmente oa grandes interesses dos povos, que
a guerra siicriOca, nao podem oslar nicamente
dependentes, do arbitrio dos mouarclus que muirs
ve/es, por interesses d-ymnasticoe ou sjmpaliiiaB
pessoaes, levara as nagot-s sobre gao renam do
Ver a S lecia-Noruega realisaos, m anuo qrfc
meca, os sonhos do partid) unionista, os desejos
comeea. os sanbos do partid
do finada re ?
E' dlicil, mas nio impossivel ; visto pomo,
cour a persistencia do rei c a influegcia do partido
unionista, maito pode conseguir a elatracio da
idea, de que ha de vir a salvagia ptua os p was
scandinavos.
Rl'SSIX.
O soberl.o cotosee que tem um ye na Europa
nutro na Asia, ai cuja vaslidio territorial lio as-
sombrosa quao a sombroso o seu poder militar,
a Rnssia, nao decoroa-se no anno lindo de pros-
seguir nos grandes projoctos e planos concebidos
pelo seu imperador, e cuja execugio vai indo seu
eaminho atravez Se toda a soj-te de entraves e daf-
(cuidados que soem se autolhar aos paseos de quem
Comeea apenas i andar, BUB que lem basante
energa e cortisem para nio desanimar da eai-
preza. ,. .,
A Russia de .lia para da offerce ao observador
atiento e curioso mais vastes campos, mais nota-
veis planos do deseiivolvimeuto, que por todos os
modos e sob todas as formas ella vai rasgando e pro-
movend como que ansiosa por.locar o ponto cul-
minante que aspira, e do qual sem duvida ha de
espalhar o terror i largas uiios sobre seus visi-
nhos, pasmos ante tanta grandeza, .ante tamanho
poder.
O esar, o operador Alexaudre, nao se esquece
jamis de levar por diante os planos que couceliea
durante a guerra da Crimea, e, oscud&lo as satis
ideas inicia e proniive molboramenlos inoraos o
nateriaes, encontrando apoio no seu novo, cajo es-
pirita como que vai sahindo do seu habitual esta-
do mrbido, para atirar-se as conquistas da juz o
la lberdade, daplice chamma qu ha de fazer a
sua a ventara de. txlos os povos.
Nio obstante, porm, toda a somma de cuidados
attengoes quo essa gigantesca abra de civilisa-
g,io e d protresso reclama e..absorvc, a Russja
nao esquece os seus sonhos d'oiuo, e, affagando-os
como crianca em cujo futuro se rev, xccunula
forgas sobre orgas,Tiqnezas militares sobre rique-i
zas militares, como .pie iireparando as-tempesta-
des com que devo fulminar completamente a sua
rival a Inglaterra, i bastante denpresii-iada. des-
de que poz o sello das conferencias de Lon tres na
t'.aticizv, ministra russo em Washington.
A Hussia retirou o Sr. Citacazy, e om homena-
gem e*sa del bera cao a< forlalez as de Washing-
loaealvarara o pavituaq russo. terminando assim
o incidente, qae foi apenas urna g&tta d'agua no
ocano de ellusoes synipithicas dos dous povos.
Em maio houve gran les desordeas na l'kr.inia,
onde atropa bateu-se om b pevo, sahindo da
Iota inuitos iuJivi.laos retidos, e havendo alguaias
mtrtes.
Todas as mais occarreneias do armo foram sem
nenhnuia importancia,' excepeSo f.'ita todavia da
entieyista dos lies inip.e;idores do norto.
Teve lagar essa en'ae-vista, como ja dissemos,
om Iterliin, e uella tom iu parte o reparador Ale-
xtuidre, sobriuho do imperador Guilber.ne da Al-
lemanha.
Este tacto nio deitoo de causar certas apprehpn
s7es na Hussia. m.aume porque.'' creuca all que.
nao obstante os seis ardeutes desejos de paz, o
imperador Alexandre nao polo permanecer ndif-
ferente ti serte, as aspira-oes e aos esforcos dos
povos da raca slava ou ubmettidosas potencias vizinhas.
Esta crenga querdizer nada menos que a ques-
tio do Oriente e a qaestao panslayita. ou mu
sastres cama os qoe ,8ubverteram a grandeza
prosperidalo da Franca.
Era a inodida proposta-milito bfiKBi, a por isso
mesmo encontrou peio na caiuara,uHpim eena o
optivera e merecer ter approvada a, lei que aulorisava i* nitbstituigo Bktap;pNi-
.tbeiro.
Tajubera apprvou acamara a proposlajpara
que os presidentes e vica^reaiJantes dos consejan
deensino primario fossem.elcitos polos-proj)rae
coaselites, eo vea docminuareai argoa
infaorentes excl ishjameate-ans pfcroebos.
as es!s 'stfrae* raram-Itera roeebida*#ela
opm.'io publica, que na Sueeia, cora? na {ptf,
uao se fatiga de iqloressar.se jftm
dizenj respeit a sociedado e aos seus pn
amca- a Turqua, -Austria e a l'i assia, em cujos
dominios sc;icham en^orporadas povoacoes slavas.
Assim. pois os pr de-tos de amiade e a* segaran-
easde paz que fonaa failos e trocados ua entre
vista de Berlim entre os inijieradorc da Russia e
da Allemanha, nao passaram le meras formalida-
des, 9,m nerilinin carcter serio o durador.
No dia em (iae a Allemanha der motivos de
flueixa aos slavos sujeitos ao seu dominio, vera a
llussja erguer-se imponente e aneaeadbra contra
o seu podero, desmeutiudo assim a afllrmativa do
i-nperador da Austria, quando, ao regresar de
Berlim, disse que o pauslavismoiiio domina va as
regoes ofeiacs do imperio moscovita.
' N'esse dia, pe tal vez nao estoja longe, arder
toda a Europa as chammas de umdcvorador in-
cendio, porque a Russia, estendendo ara braco
para a Allemanha e outro para o Oriente, procu-
rar estrellar ambos n'um lio formi lavel abraco,
aae bem pode ser que tenffa por effeito esmaga-
los. para, com esse esmagam-nto arruinar a Eu-
ropa, e depois poder ella sentar-se sobre as rui-
nas exclamandorn, r>, e tenci I
caria de desejos de independencia da JUissia nd
Meante ao Mir Negro, independencia que a gran-
de nagio conquislou sem acnhuina dilculdade.
riscando do-iralado de Paris de 1836 a clausula
ignominiosa que lhe diza respeita, e repondo aS
ousas no pe anterior a guerra de a-terimno que
Boffpeu & cajos ventos lhe, turara tao contrarios-
DaVestu passo gigante, que lhe abri as portas
de Bof>horo e dos Dardaeellos, poruiiWiudo-Uie
armar o eottservar no Mar-Negro urna, gjande.es-
quadra, ti Russia seatii-w tfle, e sabe infaft^.4"
seu podero, que eUa'e^ffl,!^ a&ad^lp
ra neutral sar-lho a acca*#retecfea. sbre a fur
:.. pouio objectivo dt^^tas,-,^"-
qaia
ropa,
s j,i
i s>RNAMBirca
Essas arabigdes ioram e teui-sido auipre o pr>t
rpal incentivo das reforma* de toda a ordem^H*
ticadas na Russia; o, so sta au -tueste encon-
trado aos scua pasaos a padei'osa Ia^laterra/ cer-
lameate b* .teriam tniienlado a piixao pelas glo-
rias da civilsaijao e djj.rfiresso, que se deii
corado iim id se encontrar na Europa face.
aJaeecotn aa_rival, assim coqio ia-so ncra-
u*audo avavtajada aas sobarbas cgiles da Asia,
em-que ella predoraitu com verdadeV .expen-
d.r.
Hoja a siuaoao da Russia no continente e rtrae-
maute do Vesuvie aa UaJia, Quando ferve
seu sek> as law> acaran -.dadas, prestes a "pr^wi-
larera-aa pela foi-iaidavel-.garganu. treraeui lodos
m vkieh'is da montiaha, vendo nos. surdos artui-
^ aifliaijrio da iuort# a da dasiruir.i.
A Inglalerra, a* paajQfb) exdruxula. em que a
dearamf aeontecim latea do ultimo ^rana|d,
quejonm aquer ousfiowar &\\l^*XhO^'t
r-'iao trican
REVISTA DIARIA
Passelo presidencial.Hontem pela
manha S. Exc. o Sr. conunendador presidente da
provincia, acompanhado pelos Srs."bario do L-
vramento, inspector do arsenal "de marraba e ou-
tros cavalheiros, seguio bordo do vapor Impera-
dor para Goyahna, aliin de examinar as obras da
cana isacio do ro desse nonio, as quaes se acha-
rio em rev concluidas. ,
Hnarosu.-A's ti c meia ttorasda tarde de
11 do corrate, nma commisso coiuposta de em-
pegados da alfandega, enviada por todos.os seas
eollegas, foi casa de residencia do Sr. Pedro Lo-
pes Rodrigue* para offereccr-lhe o sen retrato a
oleo, Jochado por uma cica mol mra, em signa! de
rconliociraento pelo bom (pie so soube cpoduzir o
Sr. Lopes Rodrigues- como inspector interino da
alfaiidcga.
baixo publicamos a allocugio que fi lida, na
occasiao, pelo Sr^ ebefe de seccao da alfandega
Cario- Eduardo Re le, como relator da commisso,
asaran -la por todos os seus membros.
IJlm. Sr. PeJra Lopes Rodrigues.No da
1 treme ao menor soproyiuc o
.neagat) do g...-
do cargo de inpector uitenuo desta altan.
u,r te.-- id > licenciado o respectivo i
Joaqum Jos-d- Oliva .
. E. fallec.-aio na &rteo Ulnstre Dr. Joan
Jos de ontclra'; erija ofortc toMos fWs snti
rante o diii ni Interior .1) estabelcciment,), visto
como haviam licado cuidadosamente fechadas as
portas desdo as Oito horas da noite da dia ante-
rior e de nenhuin arrombamento oa violencia lia
vestigios, l'ouco depois de fechado o estaV-leei-
meuto alguus visaihos viram luz tnleriorniente.
mas julginib qae era gente da casa que la eta-
va, dorara nv iuiitari.iinente lagar a que o ladrao
Fosse bem siicceilido.
.G vaiattsiit rtr.amr.itico. Esta era saios
e gera dado seeiu pela primeira vez no sabbado
prximo, o drama pastoril era dous actos mata-
ndo : A mi vot'. m
Instruee&o puMUeu Pesde o da / ao
correnteaeha-se ffincciortanijo a (> cadera de
in trnecao prinnrra para o sexo femenino, da Ire-
ga-z-a da Roa Vis'a .deita cidaile, localisada no
Corredor do Rispo n! .. _
>ova h.'aUa.-Hoje (II de jttr.eiro) Jiave-
ra assembfa feral de-t'a sodedade. nd lagar do
cotume, as ti horas da torde.
ovo asyl vias que deviam ser proferidas pelo >r. \ Palha-
res na occasiii de enllocar se a priavira pedra
di novo Aiulo d<- rneudicUade ; e o .me deixou de
fazer part nao sea, (I nico a fallar em occasiao
em que era de e perar que mnito s.- disses^e.
lllasti'ju-ai !Ii\*i:in!l-v e AtooH-
eaaa.- l'elo vap irfrancoz ',/''' ti vieram > s
ns. W e 17 deste recomhendavol Jornal madrilea.
Irazendo gravaras rept escotan Jo 0 han |a-te f-
ferecldo atropa h spanbalap-dos officiaes po de artillara, a c'legada dos depurados franco
zes Paili depois da solugao di frise, a leroiea
deeza de Sarasora peW general Quadros. o inte-
rior da rotunda do palacio .la exposieao de Vien-
na d'Austria, a sabida para a |)esca na t.alalunha.
e os retratos de 1). Antonio Can >vas Je Castillo, e
o general Quadros. CodUnla a assgnar-se para
esse jornal, na respectiva agencia, i ra do L>m-
merc.io n. 18, primeiro andar.
Bstmtlstle postal.-Pelo vapor irancez
lii> Urantlr, exp-dio a administricio do correio
malas para a Europa, conten) SMS cartas tm
i Mi pones, 7t!) jornaes crin 1158 portes, e i se-
guro eom 1 porte, sendo para :
Franm.
M\ cartas com 535 parles.
i I jornaes 89
Inglaterra.
m cartas eom IMS portes.
728 jornaes il
Pniiti.jt!.
997 cartas com i^6 portes.
281 Jornaes' 599
Italia.-
i8 cartas com W) portes.
il jornaes II
1 seguro 1
Outros paizes,
418 cartas com "78 porte?.
199 iprnaas 18 t
\aulVi!i do Ciermany.Em comple-
raento noticia que j damos soln-e ene acontec-
ment, accrescentaremos o que s depois, d'aqnillo
nos veio ao conheciinent.).
OJfcndozo que nos deu tao triste noticia, ao
dragar em frente de Roy^n, descubri que um va-
por eslava a sossobrar sobre os arrecifes de Poxit
Couhre.
Estaca quasicousu;nmada;ic.,tastrophe ; o vapor
apresentava-se quebrado em tres podacos distrae-
tos, contendo no do centro um grande numero de
naufrag-'s as vascas do desespero avree1amareiu
soccorro.
Nio havia lempo a perder ; o commandante do
Mendoza possuido desse profundsimo sentimento
de humanidade, que ainda hoje o nobre orgu
lho dos homens do mar, aproximando-se d'aqel-
Ifes Jnfelizes, tanto quanto lho foi possivel, fez laru.r
os tres botes de bordo om soccorro dclles.
Salvaram-se todos que alh se achavare ainda em
numero de 65 pessoas!
D'ahi veio-se ao coahecimento de que o Guia-
n>i tendo sabido de Liverpool com destino a Nova
Oileans, dcvenrlo tocar ear' ordeaux pa a comple-
tar a carga, alli apanhara o mo lempo qae o Tir
zera naufragar na noite de 22 de dc.enibro. Ig-
noravam, poirii,elfos mesmes, o numero eerto
das pessoas que haviam j perecido art epatadas
pelo3 vagalhoes de mar.
eclararam mais que o commandante do Ger-
many logo que vio perdido o navio, fez embarcar
todas as nulltcres em numero de cem, eas crian-
cas quo tinha abordo, nos botos salvavidas de
que pflde dispr, sem que houveisc, porem, noti-
cias desses desaventuradm.
Foi de maito auxilio ama lancha que por alli
apparceeu e p5Jc salvar wmta ptemas.
Emflre, do me nos consta, tem >s a lamentar.
alera da |ierda'.io navio. quTera de ya*tas iiroiior-
gdes, a morte talvez de ISOpassagnires des iOO
quo ronduzta.
Lotera A que se acbn veu.lae a do
\a beneficio da natr/z de Villa -Bella, que corre no
dia li do corrente.
Casa de* tlete?o.Movimonto do dia
10 de Janeiro da 1873 :
Existiam (presos) 32R, cntraram 4, samo 1,
cxiStem 3M.
A saber :
Nacierais 2IQ, mulheros W. estrangeiros .
escravoai5, cscravas 7Total53*.
.UimenLados acuitados c6*M ptlHifJOs Jb>
Movitnento da'pfermaria dt? da 10 do Janeiro
da-|87i.
Tiverim haira*
Manoel Jos de Soma ttm r, febre.
CHRONICA JIUICMKIL
'9'i'ihuuul lo coifttaerfio.
ACTA DA SESS0 ADMINISTRATIVA DE 26 DE
DEZKMHI' 1E 1S7.
PnFStDfiSCtV B5 ttS S-. e N--KI.IIKI1M AN-<'!
FIIA.NCISCO l'ERKTTI.
A's 10 horas da manhi, presentes os Srs. de-
piiia.los, secretario rateriuo Odato Bastos, Candi-
do Alcoforado, e o Sr. supplente S Leilo, S. Exc.
o Sr. coiiselhuv presidente abri a sesso.
Foi. depois de lufa, approvada a acia da sesaao
de 19.
KXIEDIK.NTB.
Olllcio do secretario da presidencia, eomrnuni-
caiido ira- sido raraettida-a' llwsrarria 4Sla*rada
o ^rtyayfffm^MtitffjeWiM
offlcial es.jajiWi}ic4ii*l-|iiciB, iff<* ""' ai '
Offtdo do secretario do tribunal do commerrin
da capital Uu ieHK'M. iMielten.W a ralago d<
oommerciautes matriculados na corte durante os.
mezes de outubro e novotnbro do anno prexiino
passado. Inteirado.
Ollu-io da junta dos oorrenres, cora data de 21
do correle, solicitando inn despacho que autwxe
os cndores atte*tarem o que soubercm wo reta-
gao aos inditidu( que llegalnwiite eaorcwn (otra-
05ee proprias de f.srrttor.-O iribuiud waraVui
satisfaxcr.
Olllcio da incsra-i junta, respondendo aooOlcio
de 3 do crrentel'ala o archivo.
oi.io da sobrodita junta em resposUao do in-
bimal de 8 do corrente.O iribanal nsaud.u ar-
chiva-lo. '
Difiri ainda da junta dos corretores, remetlery
do o t-dl.-iiin das eula.oe* oOlciaes.da semana .le
Di a 21.Mandou'-se para o archivo.
Oflicio da ; mencionada junta, coreraiinieando
licar inteira.la da nomeacao da nova junta.Pei
mandado archivar.
Ofli o da mesma junta, declarando ficar tfS>Bt-
da suspenso d) corretor Jeorge Patchett.Para
o archivo.
Jornal ollicial de n. 79 a 8fi.-Kem.
Registro da correspondencia offlcial regular-
mente leitn .!' O 11. UI.
Registro de protesto de letras.O protoeollo do
escrivao Albuquerque oontn o n. ifi"9 era 17
do corrente ; e o do esesivao Atves de Brit-> > n
JJB9 era 24 do mesmo' mez.
Distribniram-se os seguintes livros :
Copiador de Braga Gomes A C, diario e copia-
dor le Joaquim Jos Gongalves Beltrio 4 Fh -.
diario de Uoaventura Jos QsAo.
DXSH AflIoS.
Rwpierimento do Noguoira k Sonza, para se
Ibes passar por ecrtidao se es-ou nao wtji- irada
a nomeacao de seu caixeiro Joaquim Ptrrao d*
Oliveira Como r quermu.
De Domingos Teixeia Bastas, para tamtieni
passar-se lhe |>or certhln se Jos Oliveira Bastn
ach;i-se inscripto ueste tribunal como seu caixeiro
l'asse-so a cerlido requerid, *o constendo
ser brasileim o caixeiro de quoin-se-trata, sena.-
por declararan do supplicaiite.
Po mesmo. submeltendo a registro a noraeagao
do aabredilo cainetro Jos de Oliveira BAstos.
Uegistre-se a n-unealjo Jfita peto sunpHranie.
que nao provou c.wua-trattente rertidao -i
brasileiro o caixeiro Bombad.
lie Antonio Anees Jarsme, para se lhe dar r.-i
certido >a Paulino Annes Jacome foi inatricu'ado
e continua cmiio seu caixeiro. Como reqner.
De Luis Cli-mentino Carneiro do Lyra, (ara
t.mbem.dar-se-lbe por certido se Manoel Das
de Macedo acha-se oimao matriculado neste tri-
bunal como seu caixeiro.DiWe a errtido re-
querida, uio constando, porm, ser brasileiro o
caixeiro de quem se trata, seuao por declara..ao
do supplicantn. .
De Moutiro 6 Itili.tiro, certi-lo de e.-tar oa nao
rej-trada a immeaco de seus caixeiros Ern-*!-. ,
Martins Moreira.tAntmiio lloncalvi-s IVnna e Mi-
guel da Silva Braya.-i'asse s a certid.o reqac-
r.da.
De Angelo Das da Silva Cardeal, dem de estar
ou nao registra.la a uomeaco de seu caixeiro. e
qual o seu nume.Deferido.
De .stas Irmos. rorpiercn.lo bahss uoregi'i'
da noreoaWo de seus naixeirts Ignacio Beseira
l'esson, Joaquim Aureliano Pessoa Lniz ApnfKi
Xavier Baplista, visto nao "estar.sn mais ao sen
serWco.-a forma requerida.
(Este despacho foi lancado pelo Sr. deputauV
Candido Alcoforado como secrelario ad hnc por im-
pedimento do Sr. Olinto Bastos.)
Dos mesmes, requer.mdo certido. de Miaron
ou nao registradas as nomcages d>- BBBS caixei-
rs Candido ngulo de Albuquenpie Sobral <
Jos Francisco de Araujo Bastos.Sim.
(Pelo Tuesnio motivo supra deixon d^ ser Ir.nea-
do este despacho pelo Sr. Olinto Bastos.)
Dos mesm is, juntando para se Ibes rcgistiar a
nnm.-aco de sen caixeirp Jos Kranciao Araujo Bastos.- C^mo requerem.
iTambem por impedimento do Sr. Olinto Ba^i*
foi este de-pacho lanado pelo Sr. Gandido Awo-
foradi.)
Da viuvn de Jos Antonio Bistos^ juntando para
ser admittida a registro a nonicaco de eus cai-
xviros Jos l'eixeira Bastes Jnior, Manoel Juve-
lino Santiago e Joaquim Cleonienes Ai ves.-G x.\>>
requer, nao n-ndo, porm, a supi>beante provado
com a certido competente, serem brasileiro^ os
caixeiro de quem trata.
Da mesma. rquerendo por certido se Adriano
de Albuquerque, Manoel J.-s Sirnoes, Jos Tei-
xeira Bastos Jnior. Manoel Juvelino Santiago e
J..a piim Cleoinenes Alves. sao o tnicos caixeir.
matriculados dos seus ai mazeos ns. ;>, l e 17
ra do Comme ci. Passe-se a certido re-
querida, nao constando, porm. quo sao bra>iiei-
ros os caixoiros de quem se trata, seuao por de-
clararn da stipplicaute.
De "Lniz de Paula Lopw, subme'tendo a registro
a nomeacao de seu caixeiro Jovino Augusto oe
Franca e Mello. -Proceda-se ao registro-pedido
pe) suppticante, que nao provou ser brasileiro,
como disse, o caixeiro de quem trata.
De Jos Barbosa de Mello, hlem, referin.lo-c a
nomeacao a Francisco Gil de Sottaa Telxeira.
Sire, no tendo o snpplicante prevad, coreo ane-
ga, ser brasilero o caixeiro Bornead".
De Joan dos Sanios Colho, idem, sendo o ca-
xeirp indicado na Bsojcahao, Jos Sabino dos'
Santos Colho.-^Rcgistrc-se a nomeacao, sendo
que se o caixeiro nomeado o hraseiro. nio e
prjvoi o snpplicante com o necessario docu-
mento.
Do Joo Martins de Barros Filhos & C.. dem,
ehamando-se o caixeiro Francisco de Assis'ua
Silva ('avalcnnti. Sim.
De Cimba v Manta, idem. o sao os caixeiiw
declarados na nomeacao Bernardina Hosa?, Alfre-
do l-ario Pessoa Braca e Augusto Pires dos an-
4o*.Seja registrada a n meaga* junta peto? sup-
phcantes. qne nn p ovaram. como dixem, a na-
cional dada brasileira dos caixeiros nomeados.
De Ladislao Rod-Ipho de Araujo Cesar, dem
idem Libanfo Verssmo de Almeida e Jos Fraa-
ci-eo da Cania.Deferido, nao enu-tandi), prarm,
serem bra^ihHros os nalxeiros nomeados, senao .
por deelaracao d-> supplicaBte.
De Antonio Tefanrra de Carvaltw, idem idem
Ma oel Victnriann- de Lima Jnior e Argwairo
Edinflml Falcan.Ilogistre-se a oampseflo junta
peJo supplicante. que deve ter em roesideragao
qiie nao Com atlestado de inspector de TJi"to''
rao que se prora a ns'nonalfdao indivmuos
que se deelaram'bra'sIetWDS. ...
De Manoel Card.ae Itonsa, 1a> dem >os*i
Gomes da Rosa. G-ww equer o supplicaBte,
pie Bilo provoa serorosUeiroo caiaMN qaem
"'"e- Ferretra Maraeos, Mo teasoloRodri-
gues Cordeiro.-Seja reytstra pefoe supplieantog, qitw*>roiBimont car-
ompetente ser nrasierro omakeiro a qoam
roterem.
De Mafamres" hmos, deolaraBO que, posto
nao esi^a' in -cripta a .f*a.ueeia Jeta) os hro=
pie hetroerera. em'iiha tfiaa^easBao
repnilides em parte~ iguae^oMBIBorlBBas, itn
se simeatende em ri-an doaM^fc'dnsw comrato
social.Cumpra 9 do-enfrente,
fazefldo a opetehte dettr**B'*e**eda um dos
exemplares do-ctmtfat f un.
*

X



.
-
Hsfrfc &IPWfiWiljeko i- g^wifti^ra 13^ 3
i
>
. i
.*i
^*
-

W~V
T-i-


=
Da MatlmrignT
registro VJHWIw 'o sei
Carueiro Tm e Manuel ioaqjuui Pe4*j...-Rgis
tre-se a nanecao que se refere o supplicauto,
que nao piovou seren Mauetru'. con) di* os
caineirosouniados.
Da ThoioaS Teixeira Bastos, requerendo qut
se llie ptes,.iWjnjty ISgo seo.wM caxre-Me-
noel Davina liBBa< oeacafcjrc-
gistrada nestff fnlJEai -flCfform* pe lid:.
lufornatao sentar a procurirao cufente no archivo p jimia
atytf.jSo m (11 SitVa Mala que efllUse
ret** nade! ir'do orrente. Vala ao Sr. des-
cmbugadci- lineal.
Summario tiratra o -orrelor Delinque G. Step-
pe.Raaolvrtu o tribu ul que se enmprsse o que
esta disparo para o caso no derroto n. 8i)6. E
outrosim, juc se ext ahisse copia da defeza do
siunmariad'u, ;.!im de ser presente junta do car-
rqiore:' en, orden) a ella dar a r*sp<3ito osescla-
ro'cjineiitos q; Iho o ce irrein, para mo o Sr. des-
eAirgndot Ificl tnha seeneia dos tocto< w-
cesmtios par basa de suas allegaoios.O Sr.
diputado Laidid) Aleoforado assignou se ven-
P'wesso de retiabilitaciio'dt! Marianno Maclia-
do fi-ir. -Adiado, por nao estar o tribunal eom
pelo, om eomi\pienei do faHechnnto doSr. de
jratado Alvarc.
Idean id;iu d- Joao de Aquinu.Fouceca e Joab
l-'orreira do- Santo? Jnior.-O trib:mal prorerio
o 'segnint deapacho :
Rometta-e copia da peticio refo (de Deeio
p Aquino Fneoca} aos reBapilitandqs, alkn de
i a respeib deelaitm o que julgarem con ve-
rtie-lo da compartida Je Seguros martimos e
tufrestreS Fhtmit Peritanibuc ina, tendo satisl'eito
aexigencia do despacho proferido uasessiq pr-
xima passada Registrein-se as bnwacoes. nao
tertdb a supjiliartle provado sere:rr braseiros,
cont di s, o! mfregidos nomoados.
R -sjlveu o tribunal qne su proredesse s dli
geneias neres arias, ; lim d ter tugar no da 15
de Janeiro prximo viadouro a clcieao de nm de-
pitdo coni'irciante para substituir fallecido
deputidu Alvaro Augusto de AlmMa E igual-
mente resoheu qne so ofBoiasse >lireecao d-4
AssociagS-i ommerciil Beneficente, pedindo-lhe
que &)nceda licenja para dita eleicao verilicar-se
no indicado Jia, as 9 horas da ntnhZ, no sali
da nies ua a^>oria<*ao.
O 3r. AJr;.io Augusto de Ahneid Jord.1.) re-
i'oio'-u a quantia de 3 0S6J, sendo ifni jO'W de
Mjluinaatos da secnaria nertencentss fazen-
da o 423j|0i0 das rubricas dos litros commereiaes,
qnn tudo eslava em poder do fallecido deputado
Ah aro Augusto de Ahijeida a pedido e em virlu-
de da resi)lw;.ao do tribunal tomada em 30 de se-
tmi)ro ultimo, emquanto se hablava o offlrial
tiiesureirj para prestar lianci.
E reiolv-'u o rihunal que a quantia pertencen-
u* a fizeflfti 'o-'se entregue ao at. secretiirio inte-
rnj,o qu.il por pedido do mesmo tribunal con-
senfao eiu receb-la jmente at 30 c Janeiro
prrHrtmo vinlour, sendo que se ale entSo o dito
ofiria! nao e-dlver em circumstancias de prestar
a lia i;i exigida por le, ser a importancia arre-
cjdMa rroTl ida tliesouraria.
Siiftindo coa-uso n summarlo- ex-offieio contra
o c-nTetor Francisco l Silveia para imxjr-se-
llie' as peuas do art, 16 decreto n. 806 de 26
dej.iliio de 1811, o tribunal pnferio o ieguiute
d w lacbo : ijue os altos fosaern continuados con
vistal) eurrttor siunmiriido, atlm de apresentar
s lis alleg i?is. E o'itrosim, resolvan que se ex-
traliisse rupia da del'eea, alim de ser presente a
jaoH dos coirefma, para que ella a reapaito ex-
penda o que entender conveniente para esclareci-
nteato do Sr. desembarg.idor Kseal. -O Sr. depu-
rado 'an.lido A'eoforido as Por tifio liaver mais nada a tratar-se, o Exm.
Sr. cjnielhein presidente eucerrou a sessao r2
Juras da, tardo.
PJB'JCACOES A PED1DC
Ilhn. Sr*, redactores do Diario. Para
torear jMlnhtei alguns actos Idfavaveis do
Exm. Sr. l)r. Henririue do Lucelia, dosne-
jsaro'coiAivetterefo-se netactidftes, que
presumo involuntarias.
Venb^ p irtonto reclamar contra a int'.'l-
lizenoia qusodju no cOmmunicado do
/; irio 4 lioje parte da decisivo do Exm.
Sr. presideiil da provincia, relativa- a ana
';!(.ja 'iiLieo da Associa^ao Commercial
Ajgricofei, em q-ue S. Exc, conformando-se
:i:n a mi:i'ia inform:n;o, (fiase achar-se em
plano vigor a di-p.sic.\o do art. 88 do regu-
lan) mM da estrada de forro, relativa indem-
>i;lo por dainiros ofl extravos causados.
A decla."ar;i4 de S. Exc. que no sentido do
cosununicaate denunciaria uvna falta ilecum-
priineiuo dos ineus deveres, importa apenas
o ffivraacja de que esse artigo nunca deixou
d-3 vigorar. Etectivamente a companhia
smp resDonde por taes prejatzos, salvo
qjiaid estos nao provoem de culpa ou ne-
gligen ya da aiinioistiaeio, e sinrde acciden-
i ; imprevistos. E' prora disto o tacto de
i; i i asistir uoaa s reclamarlo por mim des-
attiudi la em taes coqdic6as.
Todo o clamor que se levanten por un
avio publicado pclasuperintend-'ncia.queem
U3 11 destrua o cita lo artigo 88, proveio de
n \o prest ir-se devida attencfo ao final do
;ii >3_n.)aviso.
Sirva teinbem do rosposta ao mais que re-
itivamantel estrada de ferro se conten no
citado communicado, a assoverarao que aeo
de que nunca dispensei a execugao de um so
dj ariigos do regulainento do trafego, que
seaipre oiteve em inteiro vigor, e que s elle
>g i o.-, transportes da ostra la de ferro, c nao
a volitle do supjrintendenle.
R'ceife, 11 de Janeiro de 1873.
* 1hi K ini.-ui t ilo c. diiia pelo* r. Ierira ft Ir-
mili, parat beneficio il> ajar-
(llitainentfl' da praea lo Can-
de '.rii. eia 9 de novema*o de
A* J.
Canprotas 30 :
D)us a 30iM0 60000
Otiaiarzea iQi'M 2800))
1)...; a liOOO 15CR5000
l'::i 000 19/m
'i.,i da polica
D.i- que ni) deram por
sore ii de pessoas dicoii-
pinhia.
Cideiras 300 :
Vjm* 10*003 2000d
Dxua 6*-00 lJi).J0
Oitentaeoitoa bOOO 4U>|o00
DeseatH a 4*000 68000
Qaarento a cinco a 3*000 133*000
ww.sa i*50 -40*000
Cealo e oo a 2*000 216*0
MiOOO
931*000
iindiinento doTirco 142*000 142*000
J) t que dir.em nao foram
recebidas.
De* qne falta recelier.
Recife, 1
Muitos e cordeacs agradacimentos a todas as se-
hora eahrires utie tem. te^catrido para le:
var-sfi a eleito tao importante raclhoramento-que
biterdssa'a todos. \
Es/ero que me ajudarao a faxer o pouco qae
Dr. L(M Stnte-oo.
Uespez:
Pago aos w. Percira Jr-Ir-
nvo
J;npttssos, (menas os do
U)rw dt Permmbuw,
que tem sida gratis) fla,-
res; fllaSi trem de Apipu-
c*rtdiwribudore e mais
dcapezas muida
Saldo-favor do lardira
Ulnjiro enretia a Sr.
J-*^ iev'onvnM Bast, por
caife iafiade- do jarr
kO recekl -at o
preseota,.pl rusma
Jtosta payar da grade
1:375*000
300*000
t
130*000
w*ooo
~925*t)0
1:200*000
6:
Baha.
OtTereceuu* hoje reflejos de nssos leitores
un docuineriio notaval. .
Sao as ultima* disposicles do desernbargador
Silva Gomes ; o testamento do uin homeni debem.
Traiciido a luz da cublicidade essa pagina in-
tima de um existencia tart veneranda, acreditamos
pratiear una boa aeeio'; nao fue-neja uosso pro-
posto cojWHsr.t pledRde de nmftiflm para os obs-
curos solTrimentos daipiell vida principiada, nu-
trida a extiueta n'uma honrada pobreta ; ner tio
pouco porque- pretendamos obter CommKeracao
para o on>lio, crianza ainda. que Dous ha de fa-
dar para representante condigno de seu pa.
Qnanto ao finado, nem a altiez_de sua alma lhe
deixou duerer jamis a cortipaixao estranha, nem
compaixao cabe aos que, em troco dos apertos da
pobreza, encontram a inviolavel recompensa que
Deus Ihes depara na conscieneia tranquilla.de sua
probidade, no acatamento real dos tmenaraneos
e na veneracao quasi religiosa dos sobreviven-
'tes.
Quanto ao orpliao, sobra-lhe para riju za, para
proteccao, para ronsolo o nomepuro de seu pai, e
l sombra amiga do finado que ainda llie paira em
torno, personificada nos sens amigos-
Est claro, nois, que outro o nativo de repu-
tarmos urna boa ac^ao, a que, com publicar esse
papel, estamos pratteando.
Arrastado nesse tervelinho do inrefesse que
absorva a existencia social do homeni, o publici
necjssila retemperar a alma no amor do deyer,
aprender estas consola gees inexhauriveis que s o
h niiem de bem pode ter dantro, cima em derre-
dor de si, cenvencr-se dos interesses supremas
que,naordem providencial, e portanto, na ordom
social, preponderara sobre os interesses quotidia-
nos, em veidade poderosos respeitaveis, ne essa-
vi >>. mas profundamente inferiores ;is grandes ne-
cessidades maraes.
Quem que se nao sentir mt'lfior, mais J>spiB-
to o m, mais capaz do dever ao considerar cam
os olhos d'alma este papel, onde a alma da um
homem probo como que se trnisfndio tola nqueF
la profunda e solemne tranquillidade de que est
repagado ?
Prodigiosa, quasi sobrehumana, preciso qu.;
seja a energa consoladora do dever, para que o
homem se de por pago de tanta abnegara > atribu-
lada sxom o direito de dizer na hora extrema a
si mesmo, qaando muito a seus amigos, n'uin pa-
pel que o mundo nao tem de 1er : viv s:'.mpk
POBU ; MAS HO.VRKI A TOGA QUB VEST PO.l rSSO O
JtEU ESPOLIO SER rXSJCN'rFICANTE.
E nao s no ter morrido pobre, o nao ter guar-
dado sempre essa nobre pobreza que est agran-
de honra daquelle nome. Pobres tambem colheim
a morte mnitas vezesque, depois de terem consu-
mido nos caprichos da prodigalidad muito ouro
desgraeadaraente adquirido c gasto ainia mais des-
gracadamente, nao encontram no passamento para
consolo nem se quer a presentado idolo a que sa-
crificaram a conscrencia, o de\-er, os a'.Tctos e *
reputaco.
, Nao oi assini o desembargador Silva Gom's: a
sua marte fdMfi igual vida. Viveu e morr.-u
pobre, porque a magistratura nao lhe renden, nem
licitamente pode rendar a ningnem; neste pa;t,
nada mais do que a pobreza.
Se um homem celebre disse urna voz que =o_ ma-
gistrado hi na sek um hbivok,aqoi no Brasil se
deve dizer que -o magistrado ha de bu uj mr-
tir.
O testamento do dezembargador Silra Gomes
precoiso sobre tudo por este lado. Quantas lieoes
formidaveis nao se encerram nelle!
Ahi est para os aspirantes dessa prollssao he-
roica o esp.-llio da sua vida e do seu futuro ; para
os ifelize. que a nao sabem honrar a versaba
da sua ignominia, o remosto do seo aviltamento, o
cxemplar do que, honrados pidiam ser, o a con-
demnico do que, deshonrando-se, cliegarao a
fazer-s'a si mesmo ; ahi est para os eidadat.s em
gerai a norma do profundissimo respeito a que es-
ta ongados com- os distribuidor;:-- hnranos da
jusiica ; para os legisladores a a-lmoestacao, im-
plcita, mas soleme, contra o indiferentismo que
os faz deixar a niigslralura sem garantas, nem
consideraelo, nem futuro.
Era este o ponto que pretendame frisar. Qaanto
ao mais, qnanto aos tbesouros de piedade, de affe_e-
to, de religio filial que este escript l encerra, nao
lia que couviientar : comente-o cada leitor dentro
em si masm >.
Em nome da Deus. Amen.
Eu, o desembargado!1 Antonio Joaquina da Silva
Gomes, a-bando-me enfermo, mas em meu per-
feilo juizo, e teniendo a* morte, aca o mea testa-
nento, e dis)osico de ultima ventado, pela na-
oeira seguinte :
Son catliolico romano, e tiesta fe tenao vmda,
e espero inorrer. Nasc, segundo os assentis de
meu finad pai.a 6 de fevereirode" l-0i, e fu bap
tisado na matriz de Nona Snhora do M >ntc do
Reconcavo. Foram,ineus pas, ja fallecidos) Do-
mingos da Silva Ferrara c Bernarda Custodia dos
Res, pebres, mas honrados. Pertenco s segumtes
irmandad's -ordem 3." do Carm), Santissimo Sa-
ciainento da Ra do Passo, Nossa Senhora do
Rosario da Baxa dos Sapateiros. e ruo eonfrade
de S. Francisco, Santa Gasa da Misericordia, irmao-
confrade de S. Bento e irnio do Santissimo Sacra-
ineiito da Victoria. Quero que o meu carpo seja
levado para ininlia ordem 3.' do Carino, e d a!ii,
depois de encommendadi), para o centerio da
Quintados Lazaros. Quero ser sepultada em urna
(las carneiras pertencentes ao convento le S. Fran-
cisco, e rogo ao Rvm. padre-mesrte provincial e
ao Rvm. guardiao do mesmo convento que, passado
o lempo "conveniente, facam trasladar oa moas
ossos, e os depositem ao lado dos de minaa sem-
|ire chorada mai, que deseansao em urna meia se-
p iltura junto a grade da capella-mr do dito con-
vento. Para sso o meu testamenteiro dar a es-
mola de vinte mil res. Quero mais que o meu
interro seja sem pompa alguma, tanto mais porque
sou pobre o caixao ser forrado simplesmente dp
fazertda preta, com urna cruz branca ou r Jxa sobe,
a tympa. Quatro carros serie bastantes para con-
diuiem os amigos que tiverem de levar meu ca-
dver sua ultima morada. Na igrdj da ordem
fe do Carino o ae far aimaco alguma. sendo
bastante a taiimba da inesma ordem. Enicasa se
far urna modesta armacao no-lugar em que esti-
ver depositado o eadaver para ser encommendado.
Nomeio p >r ineus tcstmenteros, em primeiro lu-
lugar o uitt conipadn' e amigo o coas >lbeiro Sr.
Manuel Pinto de Souza Dantas ; em segundo o man
houi amigo e compadre Arnaldo Lopes da Silva
Cima, e espero qne accetem esse encarjd i e em
terceiro lugar o meo estimado compadre e amigo
Jos Lopes da Silva Lima. Tenho um Mito de
nome Joaquimda Silva Gouies,de 19 annos de ida-
!ade, esludanle do 3." anuo medico, que ja rec v
nheci po; escrptura-publica_, e o instituto por meu
herdeiro dos paucos bens que posstto. Nomeio
para tutor do mesmo mea (litio, em primeird lugar
o dito meu compadra o consulheiro Dr. Manoel
Pinto do Souza Dantas,.e em segundo o metfcvelho
amigoo major Antonio'de Souza Vieira. Vivrsempre
pobre ; mas bonrei a toga que vesti : e por isso o
meu espolio ser insigntlltante. Tenlio na casa
jianesria de Justino Jos Fernandes,' at esta da'a,
d mis contoitcenlos e vinte emn mil ras, proveni-
ente do urna sort de lotera que trei no Ro de
Janeiro, em dezembro de 1870, com o meu velho e
muito honra4o amigo o conselheiro D. Francisco
Ballhazar da Silveira, e de algumas economas e
premios que fui" acumulando. Espero em Deus
que essa quantia augmentar, depois di nimba
morte, pela caridade de alguns amigos, para que o
nieu.lillho possa conolbir os seus e^udos. Deus a
a lodos recompensar. Se meu (Uno faUeeer an-
te de eonciuir o sous estudos,quero que a quan-
tia (fue restar saja dividida pelas duas fllhas de
niinba irm,-uma de nome Adelaide, e a outra de
nome'Juvinai eaaada com JosPereira de Almeida.
' Possuo nm a uaiea. eicrava do nome Esmena,
a qual nassei carta de lbsrdade com a condigan
de srrir a meu rllho at odia-em que receber o
grao de Dr. em medicina, eon consta da predio-
tacarla, peamda-nas notas do tabaHo DamasiO
Reco omendo a meu filbo que trate sempre com
muila ccwideraco minha sobrmha Alalia J)-
sepbina Gomes, e a protej no qne puder-, pon
qne ella, perdendo seos pahveffl taftfa idade,satn-
pre-nTro om eomwleWi de sua- *, i
minha g i veta;, 1**?^ na ^^Va|TVt',' entro
de u; fortia' di- l'laiiif.-s; neo i.-
trar-. met enterro, e reeortmendo quer- ni absm^am
ellas todi essaaclfra,' pura que o resto "sirva-parar f
o luto de meu fUh e de minha sobrinha, tow
como da minha'prima D.Rosa uomngoea" de Sin-,
j'Anna. quem sou miito obrigad-) pe||Wto*
pons ont-ios. Tenho parte as trras da fazenda
d i Pericoara, uiiu atl% engeaho do Madruga,
da.baro3tjsa.do .'jtntgaass, p-T dispopleio larta-
mantaria do meu finado lio Tneotuuio fime
mnha dnceustar no cartorio da Vlla4llS. F|a>
cisco. *ieu filhu representar como meu sucees
Bt.' Poreiam&ipruiio o-aiiig', o Rvji, co.ego
Antonio Monit Gmies, que lance suaa-fistas b
naftease protectoras par.^mm tDho e minha ao*
farinha, qae lieam sem ojneai paterual patrociaio
Ueste valle de lagrmis. Por esta forma tenho fei-
lo as declaracoss de minlia ullim \vntade.
bihia.fi de agbsto de 18 ."i. -Asignado Antonio
Joiqwoi da Silva Goiiut. ,
(9i*ro da B Ah.)
BAHCD C9MERCHL *'
I'ERAMBUGO-
Desconta Miras d cambio, de terf'
qnaesqiter ttulos pblicos. 4n
Recebe dinheir^em contMdkri-enta simples,
em coala corrate com juros e por Jat-
tras. ,4;,
EBcarrega-se por commisso Je qualqser
opf-acio bancaria.
O expeliente priefpiar s 9 lioras dar
maiiha e'flndarrs"4 da tafite.
Kua do Vigario n. 1, primeiro
ah-
dar.
' CO>fPA'!fHlA
Capital.
Fundo
2U,000:000300()
de reserva. 8-,00!):000?000
Agentes,
MilU Latham & C,
RLA DA-CftZ If. 38.
-_
THE LIVERPOOL & LONDON GLOB
INSUR4KGE COMPANY
SAUNDER^ BHOTHKRS C.
11Corpo Santo11
GOMPXffiY .
Plienix Pernambicana
Toma riscos martimos em mercaduras,
retes, dinheiro a risco e inaluimle de qua!-,
quer natureza, em vapores, navios vela ou
bareacis. premios muito mdicos.
RA DO CO.UMERCIO N. 34.
A casa commercial e bancaria de Augusto
b'. d'liveira & C.\, ra doCoinm;rcio n.
4-2, enearrega-** de exsec^o de orden para
embarque de productos, e de tbdoB os miis
negocios de commisso, qur commsciss,
qur bancjrlQs.
Descanta lettras, e toma dinheiros a pre-
mo, compra cambiaes, e saca vista, e a
prazOi d vontade do toraarj 9olarjj as se-
"viintes pracas estran^eiras e itnekmaes-:
l.onilrc*.Sfobre O OSMW bv>k ok
i.omon 'deresnioiisibili-lade illimita li] e
varias linnas de 1.a classe. ~
Pari*.Sobre os Srs. m\;i;i'.vrd a>-
DR & ("..*P. GIL, C A, BLACQl'E VtCN.VL (
0.a BANQUEWOS.
liafciiP|po.Sobre os Srs.JO.io SCH
BACK & HWIOS.
livbo. Sobre os Srs. Fo>si:r.\s, san-
tos Vi.VNNA, e SEB\STI.\0 JOS DAllUFA".
Porto.Sobre o canco uxrio no por-
to, eo Sr. joAyt'iM pinto da konseo.v.
Piar.Sobre o banco commercial do
para, e qsSrs. francisco gaidencio da cos-
ta < FI1.II0S.
!Hrnia.Sobre o Sr. jos i-errei-
RA Da SILVA 1U&IOR.
Cear.Sobre os Srs. J. s. de VASCOS*
cellos ti SONS.
Baha.Sobre os Srs. m.vrinhos c.'.
Rio de Janeiro. Sobre o BAfBBO in-
dstiual e mercantil do riod;: janeiro, e
O BANCO NACIONAL.
MACA DO REClFEii DS JANEIRO.
E 1873.
AS 3 12 HORAS DA TARDS
Cotaces oflieiaeo.
A'.godao de Macer 1" s irte (da n iva inspoecao
particular) IDlWO |>or 13 kilos posto a
bordo frete de 7|8 d. e 5 0|0, hontem.
Cambie sobre Londres a 90 d|v. 2'o li* d. por
1J000, do banco.
Doboarcq
Presidente.
Loal ?e\-e
Secretario.
ALFANEGA
ftendimonto-do da 2 a 10. .
dem do dia II......
I
ll:;:3.03167
63:0U919
48|:60-6
mSi e depoi db ftS&*w. de* w mmlla ifoiad'o /^M1^ **- **f>**t:
*?- nwtdo.w ?o -malhV'lBfflWKldos. l, itrengues 25 bartte.
trijjo IOUb'a^i
Doscarregam h ijo 13 de janeira de 1873
Vapor nacional Gorurtpe gneros naeonaas
para o trapieb? da companliia pernam-
Lue.ina,
Brigue inelez-'fosaittf -marcalorias para alfan-
Barca injjleza -Hernuoae -morccaloras-paraal-
andoga.
Patacho lrdlandezTwee Carnelusen mercado-
rias para alfan lega,
Barca norueguense8 cnarlo para o caes d > Bntni.
Brigue iagloiluleridzefarinl de trigo j des-
paohada pata o caes do Apollo.
Barc franeezaS. mus telbas e tarro ja das-
uaobadi) para o cae- de Santa Isabel.
Escuna iaglesa Zamtlord bacalho j despa
cUido para a,coinpanhia peruambucana,
ALTKRAQXO NA PALTA DOS PSKCOS DO GENKBOS
3CMITOS DIRKITOS E_KXPORTAg\0, NA SEM.\NA
DE 13 18 OB JANEIRO DE 1,873.
Almadioem rama ou la 620 rs. o "kilo.
AaSBCarmasca vado 132 rs. o kilo.
Couroa de boi saecos salgados 638 rs. o kilo.
Alfandega de, Peraamauoo, 11 d Janeiro de
1871.
O conferenteJoaa Ribeiro da-Cuanar
O 1* cpnfarftntelos Aaiicio do Outeiro.
Approvo. Alfandega. H do iarraito dd 1873.
O inspetf a alrahdega
gobio Akxattdrino (jwval* M
l.'igue W| Sj JMyPl^HtJUJMfad'oi
rarregaraof* MF WvWIV^ ateos
barca suflca>Kv*fi_ para Purlland, car-
"*'- IgPlKlRpl'.V *.?W saco com
kilos de assuc ir nncv;ido.
bfeutlafibalMn pawilfcw-Tork, eais
ir: 8. Brothers 4 C i,2K) sai* com
kilo de aasueauwasra.v-.ita*
Na^a'erawr! TCO,'para Liver-
carreg. 1."5,000 kilos de a socar iiiisravado.
No brigue-Inalo- MtryfrHtt, pMSfc, Canal,
aram : A. Howia 4 C lixrwcV
UIBs dcassnt-ar ai#cavado.
No br guo io^le rrj.-N* para o'Caail, car-
ratn : R Sclimettliau d C. 100 sao* com
kilos de assu -ar masca va lo
No patachi) aUemao Fid s, jftra- o llio da
, carregaram : P. Carneiru a Ci 480 liarri-
!oin 5l,4i8 kilos d ass ic.ir branco e 2'J ditas
2. Na barra port^piena A'ti*cn. para o Porto,
iarain : E. K. Malre) ai'. l'Jo saceos' com
kilos d" sssuear nSseffvado e 160 ditos com
ditos de dito.
ttbarcapurtagneta Venm, pira Lisboa,
gou : F. B. Pinto liuimaraus- 5tii cauros sal-
s om 6,763. kiloi,
No p'iLaclu hesp:mhol Sobera**,- para Bar-
ma, Carregou : P. M. Haury 312 saceos c?>m
36 kilos de algoil o. ,
Para os ptrlot do interior
Para o Hin do Janeiro, no brigue brasileiro
el, carregou : A. F. Mirtins 30 saeotj com
kilos de assucar bronco.
Para o Para, na barca portuguesa deinenfi-
carregaram : B. Oliveira 4 C. 400 volunte*
I6.'.'3i kil de assucar braneo.
Para o Para, m biate nacional Sbrakn*e,
>garan : P. v'iapna 4. C. 2 pipa* com 960
de agurdente.
,- Para o Aracat no hiae Gracioso, carrega-
fSJi: Costa 4 ''.. 2i baerioas com 1,46) kilos do
mear retina lo ; G. de Mallos Irmios li barris
l,3ii litros de m ;i.
r- Para Granja, no vapor brasileiro Pirap-xma.
regaram : Moraes 4 Ir.o 1 barril rom 96
s d mel e 1 barrica com 109 kilos r"e assu-
liranro para Acarar. Femaudes 4 Irma >
l dii i com 9 i ditos de dito.
T Para llt*jor, na barcaca Flor do Jai din,
Vegoa : A. G. Costa e Silva 3 barricas com
1|2 kilos de assuaar brmeo e o ditas com
ditos de dlo refinado.
[- "Para Alagoas, na barcaca Dous Irmios, earr
aram : Algonez A Carval) 2 barricas com 38
s de assucar refin.ado.
CAPATAZIA TA ALFANDEGA
Sfendimento do dia 2 a 10. .4:7735039
Bo.:iddi.vH". 496180
,-iXibrp) daca^fcii^dflsoaiL'.:!'' publica il^l
sH5wcnii da abgswtr|inproiHejali de Peraarfl
*(wo,#(S> jjnieinr da 1I7J..
eflliallSji
3:2695863
VtJfln* HB9B"
lo dia 2 a 10. ..;.-.
riuieira porta no dia II. .
igunda aurt' 1 .
erceira porta.....
rapiehe Consaico .
siiivio) iitfjip
Alvarenga* d-isearrega la< no trapi.'h'
dh alfandega no dia 2 a 10. .' .
Dita\s ditas no dia ll-
Sarrios atracados no trap. da a,'andg
lAl varengas........
No traftichc Coneeicw.....
10,1'il
204
16
3 7
11.63o
3f
8
43
RECEBEDORIA DE RENDAS-INTERNAS GE-
RAfi*! DE PBWSItilWP
jRejidimeiflodndia a'M! ii:840379
dem do dia II'...... 7055149
UtTS .wi *r Crafletalifuin
________Migvtl A*f - Bfe'nadem do huti." Sf. fcisfwetor da tlieso'
saria uV BkMida, convida-se a iipern se quz.eT
pjot)or a lacfora da imprsso de-quntro *l co-
imednTCWlo para cobranca de- impo!lo<7 para
comparecer nesta tliesonraifa no iBa 13 d eor*
reate uta; eun sua proia>.>ta eni carttv fechada e
eompetenteniieote sellada, deklararid9Hlllino pro-
co t)or quani se propo.Mii {azor dita Hnprossfw. .
SeCretarai da tbesmiraria de tazenua- d Per*>|
oambuco, 10 dbjaueiro do 1873.
Scrvlado dp oIBial-mafer,
MhiiocI Jos Pirto
!. ... ___ ...... ^
. Ahpins portuguezes.
' A cmara municipal da cid ide d Olinda, fac
publico que tejido mandado proceder a numeraeSp
das.casas da masina" cidade, e por os dsticos das
ras, becos e travessas, resolveu faier as ailera-
c5es snguintes : rpae a ra da Senzalla, se deno-
minasse ra. d Sama Tberesa : Que a ra do
atierro do Varauouro, se denomnasse ra da Ea-
tacao; que a ra ao principiar do Cao* do Vara>
douro at o edificio do gazometro, se denominas
ra do Primeiro de Dezembro ; que a ra no oi le-
la igreja dos Malagres, se aenomnasse ra Santa
Cruz; que a ra do i'alde em eguimunto pola
estrada at t Boa-Hura, se denomnasse ra de S.
Sebastio ; que a ra do Paco Cistelbano, se da-
nominasse ra de Viule Sel de Janeiro ; que a
ra do -Aljube coniprulienderia tambem a do Caixo
o a travessa da ra de i. Bento ; que a roa dos
Quatro Cantos desde o antigo beceo do Cardim at
o descer para a biea do mesmo nome, se denomi-
nas ra do Commeruio ; que a ra de Bathia
Ferreira em seguimento at chegar a ra hoje do
Commercio, se denomnasse ra de Fernandes
Vieira ; que a ra do Bom-Fim romprehenderia
tambem a ra do Carino; Qpe a ra dos Gatos
reuaida a ra do Guadelupe tivessem esta deno-
minacao; que a ra Nova, se denomnasse ra
do Hispo Coutinho ; que as masada Mangueir.i ao
riucipiar da Bica de S. Pedro, ra do Cabral e
ogo da Bolla, se denomnasse ra do Barao da
Vera-Cruz ; que a rna da Praia de S. Francisco.
se denomnasse ra do Sol; que a travessa do
Porto Segura, se denomnasse Travessa de S Boa-
to ; que'a travessa do Monteiro teria principio da
esquina do s.-brado da ra de S Dent em segifl-
menlo ao-sahir a ra do Bom-Fim ; que a ra
atraz do Amparo, se denomnasse Travessa do
Amparo ; que a ra Xavier Santa Rosa, se deno-
mina-se Trs.ve-sa da S; que finalmente o beeco
di Poeira, se denomnasse Travessa do Varad hito.
Paco da cmara municipal de Diinda 7 de ianei-
ro de' 1873.
Manoel Antonio dos Pa.isos e Silva,
presidente.
Maretlino Diat de Ar&tjo,
_________secretario.
SANTA TASA 1)K MlSERir.ORlHA DO
1U.I.1FK.
Ajuntaalminislfativa da Sania Casa de fise-
ricAirula ils Hecife, autorisada pela presidenola e
de conformdade com o seu coinpromsso, leva
praga de venda per'sl na sala das suas sessoes,
lelas 3 Inras na ttrte do dia 16 do corrate os
seminles predios, toinaudo por base as quantias
ofr-reoidas.
Mfia :q;!ia d> lamo da Campia
n. 3.
Ca*a lene., da rua do S. Jorge n
9 e a casa terrea da rua dos
Guararapes n. 88
' Casa (8tTeS da rua da Matri: d i
Bjavista n. -'"j
dem da na da Gioria, hoje Vis-
conde de Albuqnerqua n. 61
Seeretariit da Santa Gisa de Misericordia do Re
cife, 10 de Janeiro de 187 ~
saerivae.
Pedro Rodri^ies de >ou.:.i.
14:5455628
CONSU..ADO PHOVNCUL
Rendimeat) do dia i a 10.
dem tb da-11. .
80:1741339
9.05J275
95:199614
.VIOVIMENTD m PORTO
Nmtin en'ri'lot no Ha 11.
Rio de Janeiro 17 dios, lugar sueco Xord'sjer-
man, de 407 toneladas, apitao B..Nordaren,
aoninagern 8, em lastro ; a J ibnston Palor
&C.
Montevideo 29 das, barca (ranela Aunada, de
362 toneladas, capitaa B. Beruard, equipagem
13, em lastro ; ordem.
Terra-.N iva26 das, lugar inglez flaw, do 2"1
toneladas, capilao Jobo Wliannson, equipogem
II, carga bacaiu ; a Jolmston Pater i C.
Sthid no mona d>a.
Babia-Barca ingleza Mji!ia. eaptlaa [.-Evans,
carga parte da que trouxe de Trieste.
Nava entrado no dia 12.
liha da Fernando -2 das, vapor brasileiro Man
dalix, do 22- toneladas, commandante Julio Gi-
mes da Silva, eompagctn lo. carga .tigodao e
calcado peilencente aq,govern:) ; a companhia
Periiarnbufana.
Qbservapi9i
At meio-da nao bonve saiuTRR.
EOiTAIl-
ta. .l*.Rego barros de La corda, jo i.:
* especial do coiumercio desta cidade
de PanuralciJO por M. I. que Dos
ir peto presente que aelia-s> aberta a
fallencianL)HOgocinlo d-sta pra;a Aik.iiio Jm|
di.s Retf.pflJas.Miteii^. d tiieor segumrc :,r. tistl!
dos tituKB-d follns-i t5, e testeiniuitfas de o
Ibas, adundse prr)vad(j>.iue: AWinio loados
Reis, negociante ealabukjcia com 'ja de fazenr
das no cues de 21 de Xovembio, lia cessado eu-
pagamento*. Sleclar) a -aiien'uiM de stia fienc.i, a
contar de 15 de'deawn^o do prximo liado o no-
nieio caaadors fisc;ie.OHH'iro Gregorn,4.C.,
q'ie pifstarSo jm-ament >, o iinmedianunente pro-
ceJer-sf-lia ao invoaWnu ; acco em qua-n ansacei
o depos'Kitrio, que servir atqueos .-redores fa-
ca:!) a momeara > deienuinada pero artigo 8lf da
cdigo cinerciaI," sendo para sso convocados-;-
alim dreompareeerem na sata das audiencias s-
11 liorgs dauiaoha no da 16 do con ente mas.
Pela mgKta pagas a* cusas, Publique-se etia.soii'
tenca, a fa&vse a eonv.M-a^io |wr e-litaes. RBCife
10 de jfairode 1873. -Sebastio do Rogo Barros
d-I.acrda.
6 liar forsi do*ta minha sentenr;^ o rejieelivo
escribi interino Pr*arciS!V Xavier de Suuza Ra-
mos le pxamNJ presen- edital, que sera atllxado
nos lugares di> costtim-> e publicado pelos jornaes.
Dadl-pa*S;ido nesta crdde- do Reeire de-Por-
nembueo ana-ll dias d) m:z da Janeiro d.; 1873.
Eu ftaneisco Xavier de Souza Ramos, escrivio
interino Wbacrevi.
telmii io d> R^t-Burros dt LMteiiun.
aauHACUEr
afta rea \*
carga a
bello- 4 C
Para Lisboa.
Tem d saliir brevemente o lugre portugTWz
Julio. Para a resto da carga e nassageiros, tra-
la-si' otn-tM eaiMfmarios Tnoiiuiz de .Vqmno Pan-
cera A 11 SncoessoreSj a ruadf Vigaiio n. P3.
Para Lisltta.
A linrrrr iiomignera Hajirtr. salte em pm*t*
dias. Para o i-e-taate de cargx o uusau^iros, ira
ta-se com o* ensiptatari Aquin
Foiii-i-i-a 6 C. ftucecsMt-evWU vBTWgotio n. t'>
Para o Rio de Janeiro
o lugre porlugue'. Almedhmte 1" classe, rapi-
tao J. P. Das,, recebo carga a froto comoi.tdj
tratase com E.'R. Rabullo^a C, roa dt Cotimfcr
cio n. 48.
PAKA'
Pretende segjiir com pjc )s das de do-
mora, a barca portugueza Ctementina, por
ter quasi a stu csrga coasploia. i para a
pouca que Ibe falla, trato se na rua do
liotiim'n'ij d. 5, eacrptusio de Joaqmai
J s G)' r.alves Heltri).
Para o Rio de "Jancnr>.
O brigue nacional Isahei pretond-- ?*(** P*"
o porto cima neste dez dias ; pan o hvw da
carga que lhe falta trata-se com os -:: cousig
nalarios Antonio laiiz deOliveira Az.-\edo 4 C.,b
seq iscriptorio rua d rua da Cruz.
?-
V-o f h r cocu p'.uci/S Ju? 1- Mat'H a filKa
italiana Sira, ptdenlh r^c-b-r t'gO'irv'eiBUa.^vir
-su, qooui dfsejar carreg*r pl toieodur wat
> ;onsi/r.a'.ir;o J la'juim J ,e i', >?:l*l BdtWl*, a
rua do C-""mfem o. 5
----------------------.-----------------------------------------ni i | 0
I
3:300S<)
forjuooo*
2:0006009
Vend-so o patacho bra-i(e(ro ftir:, rv qual *
icba emJ^oin estado, e preparado eom lodos o*
seos iiertnccs para navegar : os prrtWlAVnfw
pidmi dirif*-so a bordo do mesmo Ba**> para
ve-lo, no aneoradouro da Carne sOStli aonde esta"
eni d"sc-arga; e a tratar eom os consignatario;
Amorim maos ('.._________________
TT
Para o Porto
?egmr com a maior brevidade possivel a>ve-
leira e ii-'i run-lKcMa barca portugueri Chmdiittt
por ter parte da carga eocjijada : para o re*ti e
passageiros. ao quaes pnVe.'e exeelleri!^ con
modos, trata-se c un t'unha trun v ., a rua da
*o0i-.<00 Madre d- Peo n. 3'. ou com o capito na prtra.
Rio Grande do Sul
Para o porto cima indicado pido ainia receoor
aljuma carga a fret^o patacho brasileiro Pelict-
no : a tratar na rua do Vijaario Thenono a. f, 1'
amlar. escrtpt irio de lalUi.u Olivi'ir.i S G.
nini'inau
Faz-se publieo que a comoiissao de peritos exa-
minando, na bCnH determinada n i regulamento
annexoai decreto n. 1124 de. 5 de feverairo d"
1854, o casco, macbitiii, caldira, anparelho,
mastreaeao, veame, amarras e ancoras jj va-
por Pirapnn-u, da companhia pemaubueana de
navegacao costeira, achou lodos esses onjectns
em estad) d: poder o vapor continuar ho servico
em que se empresa.
Inspeccao do arsenal de niarinha de Pernambu-
09, !0 de Janeiro de 1873.
Fraiu-isco Romano Slepple da Silva
Inspector.________
RoparticM dato obras |ul>ll.'u.
Tendo em umitas casas sido adiados os canos e
anparelhos da companhia Wtcife-Dminaat damni-
ficados nliciosainente, o engenhelre fiscal faz
publicar para conhciinent do publico os seguin-
tes artigo* do contrato de 18 de dezembro de sti.'i,
e do regulamento de \1 de jandbo de 1S72, a
saber:
Artigo 24.
t Qs moradores' dos predios dever'o coaimu-
nicar sera demora empre a qualqiier desarran-
j i que se der nos anparelhos, e canos pertencentes
s suas casas, sendo remonsaveis pelo valor do
concert, quando se eonhecer que taes desairan
jos provum de malfoilorias ou negligencia dUOM
Artigo 19 do regulamento.
t As obras da companhia relativa- materia do
con ralo, serlo consideradas oeroi publica*, flean"
do assim aoneHes fine as danmiile-arem sujeitnsa
penas da le regulamento das obras ntblica<.
Repartirlo das-obras publicas 11 de Janeiro de
1873.
O secretario
Feliciano Bodrlgues da silva.
VISOS MARITIM8S.
COMPANHIA PKUNAMMIANA
Mawesavil CMlnron vapoi*.
HIO VORMOSO E T.VM\NI>ARK.
O vapor Pitrahuba,
seguir para os por-
tes cima n.< dia 13
do correute as !) ho-
ms-da nonlc.
Reaebe carga, ea-
commeB'las. passageiros e diabero a rete : es
oriplorio no Furte do Mallos n. 12.
5 A
Lujar inglez R*ckh", rmdo f- Terra JTjw; ea-
IV
corapamiia. norundo-se1 eom -mi*-1tj^dof
Espero, e mBn de**S qno, MnMf meo iWiorej;
mi a minha dita sobrinha.'vao.morar em conp*-
nhcad mnha-Ojas' lfcsal>omingues de SaS-
t'Anna, pessotttWlMM>na e caritativa. T-
nho cunto de deve e b,a de havor, no correnta J>EiPAJi.5 JX_
anna, c*n o meU v^lra e prttsad > a-rrigo o j r
d* cdtaelheiroft Praaeftco BMttaear *%8tl-
Arenques
.ha de
is'ficj aos: coftsignirtattos.
SAXTA' CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
Pet sWretaria-da Santa fas da Mtaerioordia
se envs^fento a quem nteressar que a lllin. Sr.
thasonreiro, no sala-o da casa do* exixtot> nb dia
13**5 cyrranto pelas 9 horas da manliaa fai pa-
samento tft triinettir vencido dt> outubro a de*
zembroifhxlo amagare se aflteeeotorem con-
denudo os &wit** oorfflPs forara-CTnriadDi.
St^lXCMrMiS'3rici)rdia dV Ifecife, i de Jai
O tSWlMB,
Pnni iwiigseg-iae' Saaaa.,
de proMnver atiW-
_roa d>_Aii}jt*-

COMPANHIA PtRM
DE
"\\ ecn;o. oo4*iira a vapor..
MACE1; nEtM>B AHACAJl'.
(i vapor Mindiiltti,
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 1.1
do corrent# as 5 ho-
ras da fiiilc. ,
Recebe carga at o dia 13, encommetidas at o
dia 1', paesanenS edinheiro frete atoas 2 horas-
da tarde do dia da sahida-: escriptorio no Forte 1-.
Mattosn. 12.______________________
i:OiHa*AXHLV PEI4:\AMBlT,AJsA
DE
Yau^tu-i) coaileira Ok vatpoas
rXR\H^tfc^ NATAL, ttBkH, MfvbSOftO', A1UCA-
Tt, cbakA, maxoahu', acarach' e granja
O vapor Pirapama,
tiiiiiinii'h"y-' Azeve-
^ da, ?arm^ para as
pastos.
Kk
horaisl
fteaiiocaijaassaool O arutu
** U. passawaa a dtab/iro. a, freu> aft-
Aviso .aritimo
(/.> senhores roeebodnres l.)svolim?s abao
-, fiticados.-vindd de Mir-e.i'e pila narra fran
c ".a Harte Celine, en o< a >:n SB igOrSJB. por
virem iiianifeslados ordem.
vi Ftjt C.-1 catea A pr'rrot!
F M c. -4 volumen de 3 caitu airoj ti tr d<; la-
rama, 2 vohnnes de :; cais agna le ww
F C M.I caixa d plv -,
Queiram mandar ingar ( ttitas ttitM an
escriptorio de Tasso rini-* ..ai:u do
rim n. 37.
LitLk
Leiiir
BC
80 saceos marca A 1.0 A & C. cxu arroz
o varia l>
lioje
O agente Pestaa far letto, por canta eri
Je quem pertencer, de SO s:..- va, ura aciraa.
con; arroz avariado rom agu do mar. vino*- 0>
Liverpool no vapor Gladiator, entrado neste portn
no mez de dezon-.bro proiii. lassado de l-">72. o.
quaes sarao vendidos em Ion mais i-'-s. ao ih
cima s 11 horas da ni.mha, no artnazein do An-
nes defronte da alfaadegn.____________ .
H
IOOcatxas- com possos muib) rovos a >jrt
-ila alfar, \--ja.
H,)JE
O agente Pestaa tara le I io, p ir C iota e ri^o
de quem pertencer, dolO'caisas eon pa#sa
muito no\1s, e aene v I Lv an um ou m.- N.
tes, boje s 11 horas da n;;iili. n^arraaz.sii Jo
Anues, defronle d:i aUaadetza: ______
MILDEZAS
N-
1* do corrcitle
AS 11 HORAS DA 'MANH
O agente Pmho Borge< vea lera en leilao, ci
peos para enancas, eollarianoe de liaco, dit Jo
papel,, gravatas para senhoras, ditas para homm
fitas de sarja, livellas. abatodare<, gjilimnas ha-
dadas para, senlioras. bolines pan ponlios, ai trac-
tos linos, agua de odognv, vinagre arouiati-o. -a
bonotes,. pos de arroz, e diversas fizendas av;i i
das,em seu escript i
NA Rl'A DO ftttl-JKSllS >. 33
da.'%n3e do dia da salnm: otortoairior
no dia
te as 5
e.
.as atoo
s 2 horas
Fort do
di:
1 cadeiras. de amareliu 1 gu ir lo sti>ci
do dito-, ftospeluoa cn molukra d v
radas, 3 consollos de amarello el m*r.i
reesonda, armacao, rragens, o maispa -
teuctsda luja de wragcivs- da. rua Ihre
ton. S.
Mnann ftoHMn de Ooin oo>ffln>
\lr> Muz.
TERCA-FEIHA i i DO CRRENTE.
O agent Martins 1-vara novauente leilo.-p'
despacho do lllm. Sr. D\ juiz especial di con-
merciq, os moris, aneapp, f-rrajeo* "
pertenees aehna' perteaceaie a noonr fi
*>*) Hvgino de Soma,.
A'm if horno la illa.
OU!.
fallida do
1 AORO"l 1*4
de se,
priacao
inoeooooala oa-Qoote.
ifrntaSnlnianm.loju
ite amigavel s> a mknt- AbJ
terrenas.
fttMst mmm cmasileira
que
DE
chapos avafwdos b>>rdo da UarcA fcaa-
cott S.l
Teifn-fHra 14 no coi-renSo
s ti horas. .
0 agant' reonainaani? d-
ioaomi f-ops Machado & r. por aitornaOto a >
gereflfe do consola*) de Franca, 'Bonenja *
seu chaoceller, c por conta e lijen de qn*fli par-
tencer, de ama calxa marca- J L M C. 72,
avariada bord ce*a 5. Luiz, na
. sua altima vhaei esto sorto ; o IMIio sera
- Pela tltoaanraria oTsivnfeon^ mvJtSZf fuifm^m^^^* tom os agen K^j*V^ *&Eftt*:'
te fot transferida para o di 10 do rlorrento a Hnwjf.Wrswr XTruadod^ommercio n. 8. lodorehrttoa#oito, roaoOsn wsa n*.
ln ^^aj^. ]
fC Wlkm
o da *>m*ltiti'* esperado
^TIIMS.- 5n*oW*, d vapor
de Nea-
amerieano-
Secretara das obras publicas, 7 de janeiro de oalnio, conuuandante Slocura, o qual .depois Sa
1873.O secretario, Feliciano Rodrigue da Silva demora de eostume, seguir para os p rtos d-) sil.
Leilito


flr
*
I
Diarfo de Peraamboeo Seguwk fta 13 de Janeiro de 1873.
urna caixa com Dotinas de bezcrr e corda-
iro, para homuns.
TERA-FEIRA 14 DE JANEIRO BE 1873
As ti horas'om jtonto.
Por intervencio do agonte Pinto.
__________Ra do Bom Jess n. 43.
LEILO
de -rf.
uma caita com fitas'de sarja e outras miu-
dtizas. i
Terf* feira 14 do corrente.
Por intervencao do agente Pinto.
Roa do Bom-Jestis n. 43.-
LEILO.
DE
. fazendas inglezas -
(a variadas)
Constando de chitas, madajioles, algodes,
lencos, outras fazendas e
. Im burra prov de Togo
(nova)
[ TERCA-FEIBA U DO TORRENTE.
s 10 lpi horas em ponto.
Por'intervencio do agente Pinto.
Ra do Rom-Jesus n. 43.
PRODUZIR :
Com perd e capital
9*3*000 -
3:115*006
8r-44*IOO
22:402*800
5(5:637*700
LEILO
DE
34 couros salgados.
Terco-feir 13 do correnle.
As 10 1/2 horas.
Q agente Pinto levar leilao, por mandado do
lllnr. Sr. Dr. juizde direito especial do commercio.,.
34 fouros sacados com 388 kilos, pertencentes a
massa fallida de Francisco Jos da Costa Guima-
raes, no armazem da eompanhia Pernambucana.
DE
Movis, louea.. vilrc e espellios
TERCA-FEIllA 14 DO CORRENTE
s 11 horas da r.ianli.
O agente Pestaa far leilao |r conta do tima
familia que e retirou para a Europa, de uma nio-
bilia de Jacaranda com lampos do podra, uma dita
de mogno (bom gosra) e lampos de podra, urna dita
de janeo, commodas, mesas, musa elstica, apara-
dores, secretaria, eadeiras, espetaos, marquezas,
bancas, safas, e muitos outros bjectos que so tor-
nan neeessarios para ama casa,' no dia cima dita
as 11 horas da manha. na ra do Vigario n. II.
armazem. .________
LEILO
DO
grande sobrado de 55 andaros c sotao, edifi-
cado em chaos proprios, ra dos Mar-
tirios n. 144 (contiguo groja) com
grande quintal c porto para a ra do Cal-
deireiro, o quat d um bom rendimento
annual.
Terqa-feira 14 do corrente
s 11 1|2 horas em ponto.
Por intervencao do agente Pinto, en seu escri-
torio ra do Bom Jess n. 4.1, onde poderlo os
pretendentes obter qualquer iniormacao :i rospoi-
o do mesmo predio.
AVISOS DVERSOS
A POPULAR FLUMINENSE
Associa Par ere aya e cap ta es rendaa, fe (risada pelo go
verao Imperial
POR DECRETO N. 5022 DB 4 DE JULHO DE 1872.
s Capital de responsablidade administrativa
1,000:000^000
COHVERSAO dOS CAPITAESDOS SOCIOS EM APOLICES DA DIVIDA P1
BLICA NACIONAL.
TAIIEI-I-AS
1000000 PAGOS ANNUALMENTE DEVEM
No flm de Seo perda de capital
S annos 80*500
10. aonos S.-372J000
15 ancos 6:58iOO
20 aonos 17:0684500
15 anoos 45:1981800
Uma itnposicao onica de 1:100*000 deve prodozir :
No flm de 5 anoos -. 2:139*000
de 10 anoos 3:819*510
de 15 aooos 6:839*000
de 20 anoos 12:985*600
de 25 aooos 23:255*000 m
O objecto dfita associacao indozir todas as das*es da sociedad, Unto os pt-braa (
como os ricos, a pensaren) do porvir e a giranlirero, por meio da eponomia, a fortona doa
filhos, o pao da velhice e a traoqotlidade do espirito. -
A riqneza nos povos, isto a riqueza particular e a riqoeza publica, (em o seo fun-
damento mais solido e a sua tonta mais fecunda na ? imples economa.
A economa a provisao do fataro. O qae boje nos sobra qoasi sempre noi falta
amacha.
Sendo a Popular destinada principalmente para cuidar do futuro das classes manos
abastada? da sec edade, a administra cao, de eooforoiidade com seus estatutos, declara que *f
'recebe subscriptores por quantias minknas al 10*000 e eem limite para maiores qoaotia?. V
Os subscriptores da Popular oo estao sujeilos a onus algnro de exaroes mdicos e attesU-
dos de vida: seus capiues accomulados e aecrescidos vanujonamente pas>arem, em caso
de mofle, a eus berdeiroi natoraes.
As obsenpefo da Popular Fluminense podem ser feitas de tres modos distinelo?,
conforme o deeeio do socio, a saber :
COMBINACES.
! Pagamento das prestacSes aunnaes ou semestraes (desd 10*000 at a maior
quantia cada orna) podeodo liquidar e retirar capital e lacros em qualquer poca depois
dos 2**Igual ao anterior, porm, cow perda do capital e jorca no caso de deixar de pa-
gar alguma das prestsedes marcadas na apolice
3* Pagamento de uma ( qcaoiia (onoca menos de 100*000) e de nma vez e sem
perda em oenhum caso nem do capital oem dos lucros.
A 1* eombinaeao olferece ao socio a vantagem de nunca perier o capital que liver
entregado;
A 2* arrisca q capital, porm, o socio que pagar puntualmente as prestacoes, ante-
rir mai lucros que os que ptilencam I" ;
A 3* cotnbwaco ofleree graos vantagens aos capitalistas, pois sem correr tu-
nhum risco pode se garantir que se bao de anferir, pelo menos, um juro de 12 O/O ao uno.
Pde-se obter qualquer oulra informacao oo e-criptorio djs agentes da assoeiaco
nesta provincia, Augusto F. de Oliveira & C, ra do Commerc|o n. 42.
A quem interessar.
Bock e Silva & C., esUbeloeidos com loja de
ntaesas ra, do Duque de Caxias n. 77 A, irlo
prreeate declaram a quem interessar possa, que
tada lOoatas, lettras on qualquer outro titulo.
jtgeife, 8 de Janeiro do 1873. *
Aviso.
O abaixo assignado faz seiente ao publico, com
snecialidade ao rcspeitavel eorpo do commercio,
que nesta data tem justo e contratado com os Srs.
Braz Januario Femandes & C. 'a venda da sua
loja de calcado sita ra de Marcilio Das n. 98,
livre e desembaracado de qualquer onus, porm,
$e alguem julgar-se credor da mesma, queira apre-
entar os seus ttulos no prazo de tres das para
erem pagos.
Recite, 10 de Janeiro ds 1873T
Adelino Augusto Pereira de Albuquerque.
0 BAGHAREL
lAMERICO NETTO DE MEN-
DONQA
Reside presentement
A' RA NOVA DE SANTA RITA
\. 43.
)
)
Melliiido Caslilho.
RA DA PERK4. N. 25, 2. ANDAR.
> Secundino Jos de Faria Simoes, protessor par-
ticular de instruccHo elementar polo methodo Cas-
tilho, avisa ao repedavel publico o com espocia-
lidade aos pas de seus alumnos, que est aberta
sua aula desde o di 7 do corrente, aonde con-
tina a reeeber pensionistas por precos comino-
dos : o mesmo professor proWtte muito se es-
merar no adiantamento de seus alumnos.
ADVOCADO
. rsAnsc: rs paula
SALES.
RA DUQUE DE CAXIAS N
Auga-se
O sobrado de om andar, sito a roa do Mrquez
de Herval o. 11: tratar oa ra da Aurora nn
mero 51.
Precisase de uma ama para casa de rapaz
solteiro.: na ra de Pedro Affonso n. 42.
tweSiDwsc
Botica Popular
Precisa de nm offlcial com bastante -pratica de
pbarmacia, e.capaz. Da se 1;000* de ordenado an
oatl. _________________,
Aluga-se a casa terrea na travessa das Bar-
eiras, na Boa-VisU n. 16 : tratar na ra do
Crespo, loja do Passo junto ao Arco de Santo An-
tonio. _____
!
Coiu urgencia.
A Ttll Precisa-se de uma ama para lavar
e
vingommar, ou cozinliar e comprar : na
ra do Barao da Victoria n. 28, mitr'ora Nova.
,_.
BARTHOLOMEU et C,a
Pharmaceuticos premiados em diversas exposicoes
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATICO
ESPECIALIDADE
Jos Duarte das Nevos, anda sob a
"lolorosa prcsso porque passou a sua fami-
lia na tarde do da 0 do crrente ao cabir
no acude do Apipucos o carro -c cavallos
em que iam na oocasio em que voltava o
trem das 6 horas, para o Rccife, vena mani-
festar o seu duplo reconheiimento e eonsi-
dera^o a todos os senhores que liveram a
bondade de correr em seu auxilio a livrar
uma familia da mor te que lhe era eminente
n'aquelle temivel lugar. 1. que a nao ser a
rapidez com que o presmoso e humanitario
conductor, o Sr. Serapio de Mello Carneiro,
fez parar a machina, tiria boje de carpir a
mortedeminhamullieretres lilhas. Receba,
pois, o Sr. Serapio as homenagens do meu
agradecimento e considera<;o e o Sr. Hei-
tor um voto de ingenuo louyor pelo muito
que fez em to aflicta situacao.
ESTRADA DE FERRO
DO
Rccife Caxang.
>'as ofli cias desta com-
panhia prccisa--se con-
tratar o fornecimento de
mil dormentes de sicupi-
ra ou oiticica cora os so-
^jy"
Novo tratamento da Asthma, tosse, convulsa, defluxo catarrhaes, e todas as molestias dos pulmoes,
que tem feito importantes curas, e que noje o nico acceito plos melhores Mdicos.
DEPOSITO GERAXj, 34, ra Larga do Rosario, PEBNAMBTJCO.
Adorcoos
Ihantei
ruliins
Toltasde porolas.
esmeraldas
e perolasl
Obras de ouro c
prata de todas as
natalidades.
A SAPHIRA
LOJA DE JOAS
A.Ra- do CabugK 2
A
Achando-se completamente reformado este e=tabeleoimento, e-
teodo os seus proprietarios feito ama importante aoquisico de
Joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio-
ves, ronviilam ao rospeitavel publico a fazer uma visitajao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
^Ivfi 5SS m^S m& w 5
r< 1#K w: ^^f S*fct\ ^ftS
al

gu.imVs dinienses:
100 palmos de comprimento, 9 polegadas
de largura, 4 polegadas de altura ; devendo
ser entregues cem por semana, a principiar
da data do contrato.
A pessoa que quizer fazer este fornecimen-
to, pode apparecer-no lugar cima, atx o dia
16 do corrente.
Escfiptoriodacompanhia. 11 de Janeiro
do 1873.
f. C. fatterbe,
Gerente.
AVlSOT"
Ao depois nao se qneixem
Bemardino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de viveros, na ra do Imperador n., 28, pede
encarecidamente, pela segunda vez, aos seus de-
vedores REMISSOS, o especial- obzequio de virem
quanlo antes saldarem ps seus dbitos ; do con-
trario est definitivtmune resolvido a chamar aos
mesmos por este Diario, declarando os seus no-
mes por extenso, quantia e tempo a_que devem,
e se isto nao for bastante, lancera mao dos raeios
judiciaes ; pelo qno, .conveoieute que k seus
devedores (remissos) que nao quizerem passar por
essa decepcao, dispertein do nocive indiflerentismo
om que esto engolphados, vindo, logo que te-
nham conhecimento deste, saldarem os seus de-
bitos.__________________' -
.Monte-Po orttuguci.
E' para lamentar que ache-se preso na casa de
detencao ha 11 mezes o subdito portuguel Jos
Guedes da Silva, sem ser at esta dat julgado,
devido falta de recursos; debida esta injustiea
a falt de julgamento, de meios de subsistencia e
a voz de seu procurador desanimou pensando lia
injustiea que tem saffrido, perdeo o juizo, acha-se
hoje louco, lanjado em um quarto na casa de de-
fencao ; pelo que tem-se exposto, pedes* mu i
digna directora do Monte-Pio Portugaez em Por-
nambiaco que lance suas vistas compassivas para
este seu socio e patricio, tequeriindo ao juize coti-
petente, permissao para eHe ser tratado da lauca-
ra, tora do estbeleciinento, que garantimos qbo
elle ficar bom, e promover adianramenlo do proces-
bo*o mesmo para final jrjigamento ; assim espe-
ramos.
Recifa, M de jane.ro de 1873. .__________
AIga-s a na e alcova do 3* andar, e (arte do solio do
cobrado o. 70 a roa Duque de Caxiai: a tratar
aloja.
VINHO
3TEHT
E RECONSTITUANTE
DO DS5 DELOR
Preparado por H. BEZIER, Phf da Eichola de Pars.'
O VINHO JJEPUHATIVO SO DOCTOR SELOH 80 mesmo '
tempo que purifica o sangoe d'um maneira enrgica nao o altera e lbe
conserva a sua tonicidade primiva.
Tal o resumo dos numerosos attestados enderezados ao Doutor DELOR
depois da experiencias feitas pelos principaes Mdicos de Franca, di lia,
da Bussia, da Allemanha e da Blgica.
O Vinho Depurativo do D DELOR o nico producto, qne, nao s
elimina do sangue lodos os principios mrbidos que o alterad, como
tambera lhe conserva a sua forca e a sua constituca primitiva.
E por Uso que os Mdicos aprestarlo -M de applicar a nova preparaci*
therapenca do Doutor DELOR.
O Vinho Depurativo do D' DELOR deixa longe de si ai prpara$os iotituladts
depurati5, taes que tarops, robs, essencias, e as quae em lugar de punficaj
o sangue o enfraquecem, e cujos eitos sao antes nocivos do que utos.
O Vinho depara tiro do D' DELOR em pregad o com xito contra as Eicrofula$,
Ckagai amigas. Ulcera, FerUU ulcerla, Turnare*, Aktutoi, Pesthemat,
Erupcois, Herpes, SaUugem.Impigcns, Lepra, Tinhu, Syphxlit (ou mal venero)
e todas as molestias da pelle. E um preservativo eerto contra as Febresama-
reliaetyphoide. TodasaspesoasafflctasdeBepAantfa,//ytfrMte, Sarco-
celteat ledas as molestias provenientes da Lympha podem empregal-ocom xito.
PARA RETALHO i 14, ra de Lancr*.
VENDA POR ATTACADO : 4, boultvard Sl-Martin. PARS.
B en> oda Pharmacia do BrABll.
DEPUBATIVO DO SANGUEi
3U MOSTMM,
i]
ADOPTADO
TOS OSPITAES DE PARIZ AS AMBULANCIAS
HOSPITAES MILITARES NA MAR1NHA IMPERIAL
FRANCEZA E NA MARINHA REAL INGLEZA
"a O problema retolvid por U' Rmollot com o mais feliz resultado na eomposicao datta
> papel foi conservar k mostarda todas as mas propriedades, obtendo en poacos intMMV
ecomfacIdadeumefteitodecisiTO com a menor quaatidade potaivel --
ftmttmtH'ir (J*^*^^^'-muM^ArgfiifaaxdaU
ttcb a asflrnatBra ao lado, por qne na askftfradorn.
en pseos intaano
V*nde< M pbamacii de arer 4Cri"M Nov 88.
Os abaixo assignados faiem seiente ao res-
peitvel publico e com especialidade ao cprpo do
commercio, que dissolveram amigavelmenic a so-
ciedade que gyrava nesta praca sobre a lirma de
barbosa & Silva, sahindo o socio Jos Antonio
Barbosa pago e satisfeito de seu capital' e lucro,
e ficando cargo do socio Belarmino Lourenco
da Silva todo o activo e passivo da referida firma.
Recifo 31 de dezembro d 1872.
Jos Antonio Barbosa.
Belarmino Lourenco da Silva.
iC*fc ?tz r> lSSWS'
C0\SULT0RI0
Medico-cirurgico
Dr. Joo Ferreira da Silva
pode ser procurado para o
exercicio de sua proissao em
geral, e especialmente opera-
qos e molestias cirurgicas, no
antigo consultorio de seu pai
ra largado Rosario n. 20.
Advocada.
O baeharel Angelo Henriqucs da Silva mudou
o seu escriptorio para a ra do Crespo n. 12,
primeiro andar, onde pude .ser procurado.
Precisa-se de uma forra,
ou escrava, que engonime e
cozinhe para uma pessoa :
a tratar na ra estreita do
Bosario n 22, 2.- andar.
a.TLf i Precisa-se de duas amas para en-
J\al\ gommar e cSzinhar : tratar na pra-
ca da Independencia n. 39._________________
~_ Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para casa de homem solteiro : na ra D-
reita n. 8. ___
AMA
Precisa-se de uma ama para com-
prar e cosinhar para casa de peque;
na familia, preferindo-se escrava : a
ra estreita do Rosario n. 32, 2."
andar.
%fi^
gommar
dar.
Precisa-so de uma sma pa-
racasa de familia de duas
pessoas para cozinliar e. en-
tratar na ra Direita n. 28, 2 an-
paga-se bem :
Prectsa-sl de ams ama que sai-
bem cczmbar (forra ou e crava,)
a ra Nova, loja n. II.
Precisa-se de urna ama para cozinliar e en-
gommar para una s pessoa : na ra do Rangcl
n. 9, segundo andar. _____ ___.
Precisa-se de uma ama de boa conducta
para fazer companliia a urna menina de 9 annos
e o servico interno da casa de hornea solteiro : a
tratar na ra to Padre Floriano n. 69,2 andar.
Precisa-se do una ama para engonimar
Tua do Apollo n. 20.
Aluga-se a casa n. 7
dalcna.
na Passagem da Mag-
Masea fallida de Marques
Barros & C.
Sao convidados os Srs. credores desta massa a
virem receber suas quotas partes no 2o dividendo
de 5 % cujo pagamento acaba de ser autorizado
pelo juiz competente, e ter lugar todos os das
uteis das 11 horas da manha 1 da tarde, na ra
do Commercio n. 6, l" andar.________^^^_
Roga-seaosSrs.de engenho que
. _.n administrador,
ra do Rangcl n. i3.
irecizarem
d'um administrador, ou destilador," de dirigir-se a
E
na
Offerece-se urna ama de leite, sem Ubot
com bom e abundante leite : qum pretender dei-
xe carta fechada nesta typographia com as inni-
ciaes A. B. C.___________________________
Precisa-se de una ama pa-
ra casa de homem solteiro :
na ra da Cadeia n. 59.
AMA
Precisa-se de una ama para engominar e
que entenda de costura : 5 tratar na ra Impe-
rial n. 33, defronte do viveiro do Muniz e na ra
do Rangel, taverna n. 7.
Sa-sc bem : em S.
Para casa de una pe-
quena familia precisa-so
de una ama que saiba
leni engoriimar e frisar
c outra que entenda de
costura c ensalmado; pa-
Jog do Manguind, sitio n. 2.
Precisa-se alugar um criado de 12 ali anuos
de idade para compras e mandados : quem tiver
annuncie por este Diario ou dirija-se Passagem
da Magdalena a entender-se com o respectivo pre-
fcsso*.____________________
Aluga-se u terreno n. 242 da ra d o Coro
nel Suassuua (outr'ora Augusta) por pie ro com.
modo : a tratar na casa contigua ao portao de
ferro.
Desencainiiliou-se uma carteira com um
certificado, algumas cartas, e sete mil ris em se-
dulas, cujo certificado que de annos do curso
commercial de Oiriencc. na Ilcspanha : quemo
achou 'ara favor entrega-Io no armazem n. 19.
na ribeira do peixe, licando para si com as sudu-
las, o ainda mais alguma gratificarlo se dar c
tcar obrigado.
M'
Criado
g AD7&AD0 \
LEONAflDO OE ALMEIDA 1
RA ESTREITA DO ROSARIO
N. 30, 1.- A.NDAR.
0BC__
Criado.
Precisa-se de um criado de 12 a 14 annos de
idade, livre ou cscravo, para compras e manda-
dos : quem tiver annuncie por este Diario, on
dirija-se Passagem da Magdalena a entender-se
com o respectivo professor.__________________
Para cozinliar.
Para fazer a cez'mha de uma casa de pequea
/amiba precisa-se de uma ama, forra ou escrava.
Trat-sc na ra do Capibaribe n. 40.__________
AO COMMERCIO.
O abaixo assignado faz seiente ao respeitvel
publico e com especialidade ao corpo commercial,
que deixou de ser empregado da casa dos Srs.
Soaza Basto & C, desde o dia 7 do corrente ;
aprovertando a occasio de lhes lestimunhar o
eterno reconhecimento pela estima e amirade que
sempre lhes dispensaran.
Recit, 8 de Janeiro de 1873. '
Manoel Augusto Fernandes.
I'ILLA DA ESCADA.
I-I com a polica.
Adherida companhia dramtica da villa da
Escada est uma nrnlher cnhecida por Maria
Gambara, que possuindo as qualidades de Messa-
lina, pratica as scenas mais immoraes que a ima-
ginacao pode conceber. Esta mulher embriaga-
se no hotel, e quando vai em pleno dia banhar-se
no rio Ipojuca, ah sobre ludo offende escandalo-
samente a boa moral. E' de urgente necesaidade
reprimir este abuso ; invocamos para isto a com-
petente autoridade policial.
Um viajante.
Escravo fgido.
Fngio de Goil, comarca de Pao d'Alho, o es-
cravo Virginio, de idade 22 annos nouco mais
ou menos, mulato bastante..disfarcado na cor,
ainda aera barba, com o dedo aponlador da mao
esquerda destruido qftaai at ao meio, prove-
niente de um panarico, olhvs um pouco amarel-
los, figura bem djjposU, natural daTarahyba:
quem o apprehenWr e levar a seu senhor Jos
Gomes de Freitas em Goit, ou a Veriato Ce:
teio Lopes, a ra larga do Rosario "n. 37, nesta
Sidade, ser bem reoompensado.
Precisa-se de orna ama para comprar e cd-
i ^ r t Preoisa-se d
\ llil K prar e cozinli:
f\ \| l\ amilia : a trs
1..UI1 ciscn, 48.
isa-se de una ama para com-
cozinhar para casa de pouca
i tratar na ra de S. na.
Preeisa-ae de duas amas para
casa de familia, sendo uma pa"ra
andar com um menino, e oulra
pan o servieo interno da casa :
prcferein-se escravas : tratar ra do Mrquez
de Olinda n. 35.
X
A.MA,
Precisa-se de urna ama para ruidarde
duas meninas, c para outros serviros
domsticos : a tratar na ra do Mondego n.64.
QABINETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73,1 ANDAR
0 DB. NUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operares de oihos.
Cura radicsl e instantnea dos
estreitamentcs da uretra.
Consultas: Das 7 s 10 Loras
da manna".
Chamados: A qualquer hora.
Auzentou-se de casa, no dia 6 do corrente
mez, a escrava Joaquina, erioula, idade de ki an-
nos, pertcncente ao menor Antonio Florindo de
Brilo; levou vestido de chita, e tem os signaes
seguintes : cor negra-fula, n>rz chato, estatura
regular e magra; e natural de Nazareth da Mal-
ta, pelo que provavel que tenha seguido canii-
nho dessa cidade : roga-se aos capitaes de com-
po, ou qualquer que apprehende-la o favor de
conduzi-la, ou faze-la conduzir ra de Santo
Amaro n. 30, onde ser recompensado.
0 GRANDE PURIFICADOR DO SANGUE 1
Esta excellente e admiravel mediema,
preparada d'nma maneira a mais sdentibr
ca por Chimicos e Droguistas mai douUn
d'uma instruccSo profunda, terdo tido mui-
tos annos de experiencia aopar d'uma lon-
^a e laboriosa p_aca.
A sua composic5o n5o consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim, 4
composU d'extractos d'um numero de rai-
les, hervas, cascas, e folhas, possuido to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue o nos humores ;
e estes differentes extractos vegelaes, achara-
se por uma tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada umde
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usemos nesta preparacSo, sendo a qoa-
dade que todos os mdicos mais prezam
e estimar. Na composicJo da SaUa-
parrllha de Brlstol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
a3o encerra em si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perifosa ou {injuriosa 4
tade; e tanto n'este, como em quasi lo-
dos os mais respeitos, ella nleiramente
diversa de todas essas mais prepararles,
ts quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, s5o accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada" em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
jada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARJURA DE BRISTOL '
3m frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcanzado por aquellei
que acondicionam sua preparacSo emji '
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
aossa Salsaparrllha de rlstol
oonteem a messa qnantidade igual porc3o
contidanaquellas garrafas pequejias.e alm
disso, possue ainda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
eeis garrafas de pequeo tamanho. Per-
ianto mui natural, que aquelles, que se
icham oceupados em preparar e vender as
juas prodceles, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
ms grandes: proclamando, que a nossa al-
saparrllha de Brlstol nao possue a
menor virtude; porm qu5o effectivamen-
teso elles postos em silencio, quando indi-
jamos, ou simplesmente referimo-nos para
:om essas centenares de certides e les-
temunhos authenticos, por nos recebidos
ie todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, he_vs, e plan-
las de que se compoera as nossas medicinas,
>o produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvdlo na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, -por oatro lado, nos nao
aos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos x> melhor
3 nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
f5o; pois levados e compenetrados! t
mais firme e persuasiva confianca; que pe-
lemos afoutamente dizer aos do?nles de to-
das as nacoes, e de todos os paites, que na
Salsaparrilha de Brlstol. possuem
am remedio mais efficaz e seguro ; do que
oenhum outro, que vos tenha sido offere-
iido at troje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
effectiva cura das seguintes enfermidades:
Nos abaixo assignados declaramos ao com-
mercio que dissolvomos amigavelmente a so-
ciedade que tinhamos na rednacao sita praca io
Conde d'Eu n. 11, debaixo da nrma Silva & Or-
pho, ficando todo o activo e passivo a cargo do
socio Joao Francisco Orphao- e o socio Joaqun
Caetano da Silva, desonerado de toda e qualquer
responsabilidade e pago de seu capital e" lucros
at apresente data.
Recite, 20 de dezembro de 1872.
Joaquim Caetano da Silva.
Joo Francisco Orphao.
Aluga-sc c vende-se uma boa escrava que
faz todo servico de casa : na ra do Imperador
n^90, 31 andar.__________________________\
Criado
Precisa-se de um criado ra larga do Rosa-
rio n. 31, Caf Chinez._______
Contraria do Senhor Bom
Jess da Via-Sacr," em
sua igreja da Santa Cruz.
A mesa regedoura a quem foi dirigido o offleio
do Rvd. vigario da Boa-Visla, cobrindo juna-cir-
cular do Exm. Bispo diocesano, emenden convo-
car mesa geral, visto como naquella circular af-
fecta interesses de todos 09 nosssos irmos confra-
des, marcando para ter lupr esta rcunio de
mesa geral em nosso consistorio no dia 13 do
corrente as 6 horas da tardes; para a qual a mesa
regedora convida e espera o concurso de todos os
nossos irmaos confrades.
Consistorio 10 de Janeiro de |873.
Jos Rodopiano dos Santos.
Escrivlo.
Precisa-se de um menino de 12 a 14^
anos, paTa criado : tratar nesta tygogra-
phia. ________________-
* Aluga-se o sitie do fallecido Rios, na es-
trada do Cajueiro n. 1, com muitqs alvoredos de
fructo, baixa para plantacues e viveiro de peixe,
casa.com bastante commodos para grande familia:
os pretendentes dri|am-8e ao mesmo sitio para
ver, e tratar na ra de Santa Thereza, n. 80.
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha,
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores Escro'i -
lesos,
Irregularidades ilc
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas e
Febre e Sez5es
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupces, ,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres in\ermittentes e remittentes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressrado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa pllalas
vegelaes assaearadas de Brlstel,
tomadas em doses moderadas em cornec-
c3o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
traantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam esp alhados pelo systeina,
isto causado pelo utso da Salsaparrilha, e
por esta forma faciliar a volta e o exercicio
normal das operacSes funecionaes, *.
K qual preparada smente pelos nicos
PropMrietaos,
Agentes
Empreza do guz
Respeitosamente informo aos senhores
censomidores dp giz 'desta empreza, que
as contas entregues, devem ser pagas men-
sa I mente os nossos cobradores, e na ao-
encia (lestes podem se dirigir ra do Im-
perador o. 31 ou fabrica do gaz, em S.
Jos, todos os dias uteis, desde as-10 "horas
damanlia at as 4 horas da tarde.
Previno aos mesmos senhores, sem es-
cepcao, que nSo continuarei a fornecer gaz,
a aquello que nSo pagar suas contas de
consamo de conformidade com este aviso,
Fabrica do gaz, 8 de dezembro de 1872.
O engenheiro e gerente.
Thomas Newbigging.
Alinelo. ,
_-se de unv criadrjde i5 a 16 annos de
aiihari^das""peisos paga-se Um: na ra Idaee que tenha koa.conbett,. traar ara
dcHorts n. 78. | ; 4e S. Bam Jmus n M, Jas iO horas as 4 da ttrde.
Precisa
A augusta loja capitular Segredo^ Amor
da Ordem celebra hoje sesslo magna de inic.-.
regul.. Aliar.., para o que convida a todos osii-
ms#.
Reoif, 13 de Janeiro de 1873
Justino Martyr Correia de lefio,.
Secret.-. idj.-.
6KMKM000
litio k tanda os Mises bimotai Oa lottria 4a
arfttia csatela do arco da Coiceicfc; tyt dt
ivrftt ao Rado.'
.'


^-
Djario de^Penian&uoo S^gym^a ei^ 13 de Janeiro de 1873,
m

/
Al
;, liovio^tDi:
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JTOSfi.IlE AZEVHM
Ra d Bario da tictoria n, ll.armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
O csjr-xavp iVdrb, de 15 atuios de idade
mafe" 911 menos, c(hi\ os sgnaos segblnfcs :
cOr-Twinta, caniles eorridtS, alguns signa*
calfi de ea**rarra: roga-se as autoridades
poHriaw e ao Srs. caprtaes de campo de o
prHidercm o leva-lo casa de seu senhor na
r|i*. dJjnperatriz n. *4 i. andar, ou na
ra 4a Madre de Deus n. 5 1, andan
Precisa-re de dod menino de (t oa Ii .atm>
de idaej nii caixeiro : M padaria da rta do
Rangel B. ? a *
1 Acha-se fgido o mulato Jovino,escru-
to do tenente-coronel Villela, qilem d abar-
rar leve-o aoseu-seiihor na Soiedade (isa a,
73, Corredor do Bfejto, ofi seta rer'om.<'ii-
aado. f
Novse escolhidos appare-
lhos gaz.

A campanhia do gaz desta cidade, tem a honra
de annuuciar que receben ltimamente m esco-
lhido sprtfevenio de lustre*, lampces para corre-
dores, ^menles, arrandelas e outros apparelhos
gai, de vidro e ohrjtsal, de vario e novos modelos
e desenlios ; com estes apparelhos a coinpanliia
es| prompta a supprir aos freguezes. As amos-
ujtra se verem tao no escriptorio da cornpa-
nUia a ra do Imperador n. 31.______________

aonie o publico em gem eneortmtympre o Tnaior e mais esplendido sortimento deptauos de
Piamos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra. J
Tambera receben grande sortimento de msica pira piano, piano e
canto e entre ellas as lindas composies do omito sympathico maestro
A SABER :
Acaba de abrir tn primeiro andar do sobrado d. 12 confronte i
botica Maurer, nm grande saio onde ese expostos os magnficos
. Ai "S d( armario, de Pfeyel.
.------- dii meia canda, do mesmo autor.
-------- dtH. Bonn.
-------- dt Amede Thibout.
nico agente nesta cidade, dos celebres afamados
PUOS DE ftUCHER FOES
reinados em diversas exposi;"ss om ii medalhas de onro e prata.
Sao os onicos pianes que aqu vem da Europa,- perfeitamente afina-
dos, fetos eoin-elegan lia e solidsx.
Caqui emfidianta continuar a annnnciar lodas as publicares que se forem friendo as suas officinas.de msicas.
Voc me qner Walsa.
Olga Mazurka.
La Separaciooi Para canto.
A Lu elctrica, grande Walsa.
Frjnco Brasileiro Polka.
Tomasa da ValleU Galope.
Joanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal.-a.
A Mmha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Siudiecle Po'ka.
Ultimas imhllca^e
Feitas as calcinas de msicas
do annunciante.
Emilia, polka por I. Smoltz.
Cireaciina, icholcb, por Smolu.
Jardim do Campo das Priceza.',
quadrilha, por J. Popne.
Cbuva de Rosas, Walsa, por H. Al-
heara.
Aula particular de primeiras
lettras para o sexo femi-
nkio.
AnnlfteodoraSimoes'scientinVa aos senhores
pais.de sua? ajumnas e ao respeitavel publico,
que.se achara aberta sua aula particular de ins-
truc(iifl.primaria, no dia 7 do corrente me-, a
qual fuDccionava na na travessa dos Expostos n.
6, 2o andar, e hoje funccionar na mesma ra
J. 18, Io andar, aonde inelhor poder accommo-
ar maiop. numero de aluirmas, tanto ternas
como externas e meio pensionistas ; podettdo as-
segara* aos senhores pas de familia que lhe con-
fiar soas fimas,todo o esmero no adiantamento
da* Minias, tauti u*s materias que constituem
a sobredta instruccao, como tambem em mnsi-
ea vocal, e no que for conserucuta s habilidades
de agulha.______________
Ensino particular:
S*lvauor Henrique de Albuquerque, presta-se a
ensinar por casas e collegios particulares, nesu
cidade e aeus suburbios, .todas.as materias do en-
sino elementar alumnos de un e outro sexo. :
Easfoa e prepara as senlioras que se qui crem
haliinwr para os concursos s cadefras de ins-
lruc<;ao primaria ; e todas as ardts em sua casa
pode leccionar aos estudantes de preparatorios
que precisarem de habilitar-se para o exame de
portngBw.
Tambem ensina geometra e arillimetica com
lodo o desenvolvimento e pplica^oes.
Os senhores que se quierem utiiisar de seu
preetimo, podem procura-lo no largo do Paraizo
1. 8, i andar ; de mana at as 9 e" de tarde das
l huras em diante.
Prccisa-se de um menino brasileiro ou por-
tupiie', de 12 a li annos, para compra? e reca-
of: a tratar naxua da Conceigao n. 8, loja.
-
m. w m s a. mm.
Muita attencao.
Vinlistdc uva pura sim
conio peixe de diversas qualidades em barra :
vendein Oliveia Miranda C. ra do Encan-
tamento n. U, venda.
Urna pessoa-inteiramente habilitada na lin-
gua franceza, propoe-se a ensinar em algumas ca-
sa- particulares ou estabelecimentos ; assjm como
em sua residencia ; podendo dcixar carta fecha-
do nesta typographia com as iniciacs S. A._____
~~Coni muita urgencia.
Precisa-se de urna ama idosa que tenha bons
costumes para andar com urna menina de 10 me-
zes, e tambem de um criado de 12 a 14 annos,
"forro ou esencrel: a tratar na Passagem da.Mag-
dalena, botequim do Bento n.27.
(^iado.
Para lifilar, de, tua oayaltos e ais algum ser-
vico n'uiH (KX|luiuo silof pi isa-se do um criado
que se ja aelivo e cuidadoso.
- Prersa-si de nisaesprarjTiiueniabciiiro-
a tsatar na rria
zinhar
da Cruz, arrmom 11 te.
Ajd ^ininercii).
Os abaixo assignad* fazem srieiTte ao curpo
mercantil, que tern nesta data dissolvido a sucic-
dade que tinhain no estabeleciinento sito no esta-
belecimeuf sito a t.avessa do Espinhciro ra
da Hora n. 6, o qual girava sol) ratio de Machado
* Almeid, tlcando o socio silvino da Ci-ta Ma-
chado, encarregado de todo'o activo e nassivo ;' e
o socio Manuel Rodrigues de Almiida pago e sU-
tisfeito de seu capital e lucros, sem ouus mais al-
gum a satisfazer.
' Recife, 3 de Janeiro de 1863.
Silvino da Cost Machado,
Manoel Rodrigues de Almeida.
Dase 5004 a premio : quero pretend'-r diri-
jk-se ao eseriptoro desta typographia a fallar cun
0 Ferreira.
No cnllegio'da Conoeieo precisa-se de um
ajudanie de co inheero e de um criado.
Arrenda-se o sitio denominado IVtxinho, en-
tre Ojiada e Bebcribe, a uargeiu do rio, com
casa para grande familia, muitos arvoredos de
fructo, in grande maiipabeiral, baixa para
capim, terrenos para plantaces etc. que 4f> con
avista se poder avahar : tratar no mesino a
qualqucr hora do da.__________
Furtarapi do eugenho Sapucauy, na noiite
de 24, 25 ou 26 de dezembro, um cavllo com os
signaes -eguintes: rvjsso sujo,- castrado, descar-
nado, j lu de carro,- por isso ser bem visivet
as raladuras non peitos, no lado esquerdu leve um
espravo, que foj.queimado com urna cruz, n'un
dos cascos da mau lem un buraco pequeho, (Ti-
na cortada e cauda mal rifada, por causa das sar-
nas que leve, e suppoe anda ter algumas ; peJe-
se p n'Uniu as autoridades pulicias queiram dar
suas terminantes ordens a respeito.. Pode .ser en-
tregue no mesmo engenho, ou no engenlio Poeta,
d> capttao Maneel Correia de Araujo, em Caxan-
g: Tem- ferros, porni nao se sabe.___________
Cnziulioira
: Precisa-se de una coziuhclra forra ou captiva
na ra larga do Rosario n- 34^_____________
Quem precisar de ama para alu*
dirija-so ao pateo de S. Podro 11. 3, loja.
ar,

COLLEG-IO
DE
fluit do llo.j|iieio n. tt5.
Todas as anfas deste collegio funecionarao em
seu curso regular desde segunda-feira 13 do eor-
reirte, os alumnos que teeui de fazer exame de
gjciencias deverao comparecer uesse dia.________



Ea
aos compradores. do bem conhecido e acre litado rap
AEEA PRETA, que reparem nos botes e molos botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica
so, e com papel da mesma cor, cujo
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEIJRON & C, Le a desig-
nado de REA PRTA.
e nome diver-
se pode
O abaixo asslgnado participa ao publico <
especialmente ao commercio desta prara que con
tina na mesma casa e genero de negocio da ex-
tinrta nua de Soares Primos, sob sua firma indi-
vidual. Recife, 2 de Janeiro de 1873.
Tito Livi Soares.
Criad!).
Quer forro ou escravo, precisarse de un para
o senriCO interno e exlerno de urna casa de fami-
lia : tratar a ra do Marque?, dd Olinda n. :i.ri.
\!sk BA iiniii .
A0ts 5:000* IULIIi:JES URASlfDOS.
1' nm Pritiieiro At Mar$o fontr'ora ruado
Cretpo) u. 23 e casas r/o cosame.
O aliaixo assipuailo. lendo vcmlidu nos seus fe-
lizes lllieles quatiu i|!i;irtus n 609 com o:000i,
ii .i t.'i-J cun 30W, m mrio n. 2."i83
Coiu 10. don- i|ii;irtos n. 6^>3 eoni IfOi, e outra?
utos de 0 e %) da l>.feria que se aiaKoii de
exiraliir (%.'), cuiistla aH jKiasuWores a virem
rereber na confornUadc do ootiiiH>,sem descon-
t aigiim.
Acliam-se venda os felizes hilhetes garantidos
da i" parte das loteras a lwnefiVio- da matriz de
Villa-Helia (35a),que se extrahir na teica-feira 14
do coi rento me/.
pREim
Rilleie inteiro tJOOO
Meio bilhete :t000
Quarto r U-iOO
F.M roui:.UH>E lOObOOOi'UA cima.
Bilhete inteiro 5>00
Meio bilhete 27.SO
Qarto 1*375
Mu noel Mari na Ftuia.
DE a
HOSSa SEHH0R4
U
DO

rom c,< imim
DinciDO vr.i.o
Bacharel Antonio Coln abano ?
lbico no asss Carvaibo
Terk lugar no dia 13 do corro
neste iusntiito, abertura dh;
f. priiti^R? lettras,' lam,
uj purtugue!
"J tria, aiitl
Q phia
Criado
ier?-
frflw
bistiii
thnK'tiia, ili''thoiica

te RMIy
solas <1"
/ia. P"i ne- Q'
e puAM- U
n. 81.
Precisa-se de um cii,.i!o pj, .
dados : tratar na na do r- ^l'i.-S o man-
Juque-w' t.axias, loja
Joatiuim fKMmKmKm^Kmm
vedo smi Frjnelterj ra iM.va A/.e-
pessas i iinlBwafc agradecido s
Ierro d> i",v ''"' "i t.ciam ao eu-
Boei F ; ""; i'ezado mano Ma-
ainda .anciscr) dt Azevedo, vem
qrtio-' rog.ir-Hws'o caridoso obzc-
por sua alma niaiul '''' n
o Santo do Culhjai m '| f ipT'ja *" Espin-
0. no ma M d i frmente me?,
d.i m.-iam, elimo dia do si ,i
,! cuj acu de ca idade i i c
Cahtiro,
Precisa-se d.'um caxero que tenha alguma
praliea de hotel : no hotel do Universo, roa uo
Commercio n. 2._________________
8empre bira.
a lAemoria de tinado, % antecq.a
en eterno recuibe. imenio.
m
MEURON Ii C.



.
m:>
GRANDE LIQUIDACAO DE CHAPEO:
Para acabar at o m do mez
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
OUTR'ORA
Cadeia do Recife
n.
53
Tendo o novo proprietario de mudar os artigos deste estabelecimenio, desejando h-
quidar ate ao fim deste mez, tem resolvido vender por pretjos rauito eommodos com o fin
de apurar diuheiro quidar vista, pelo que convida aos Illms. Sr. ebefes de familia
a virem sortirem-se, pois a occaso opportunL, e encontrando um completo sortimouto
de chapos.
Chapeo; de palha de Italia para senhoras e meninas, com enfcite* e sem edles.
Chai)ofde velludo com enfeites. Gorros de velludo cora enfeiles. Chapeos de palha
de differentes qualidades, enfeitados, para senhoras e meninas. Chapeos de palha de Ita-
lia, enfeitados, para montaria de campo. Chapeos de palha para homens e menmos, de
differentes qualidades. Chapeos de feltro-para hornera. Chapeos de.massa pretos e de
cores, para homens. Chapeos de la para hornera e menino. Chapos altos de pello de seda
para hemem.
Bonets de differentes qualidades, tanto de seda, como de palha de Itali3, panno, case-
mira e alpaca, tanto para horaem como para menino.
Gorros de seda, velludo, l, tanto para homem como para menino.
E muitos outros artigos que so com a vista podero ser examinados, auanc,a-se que
nao engeita-sedinheir.
Escravo fgido
!150;000 rs. de gratificado
AutecToa-se desde o dia 13 de ato de 72, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crilo, e bastaote ladino ; este preto perfeHp co.
zinaa'.ro, estatura alte, magro, otos graofes, ja
estevo no oegenno o> Sr. Lul de'Calar, atn S-
Louren^s da MaKa, onde consta ter prente?, foi
Bscravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr. Jos
Joaqun a; de todos ests Senhores foi cozinheiro, teta
sido visto por pesadas que o conhecem, dizento que
est forro, assim tem podido escapar de serweso.
Pede-se a todas as autorrdades-e ca"T>idjs de
eampo que o pogando leve-o a roa do Duque de
Caiias 91, leja de Miudzas do iltival sem Se-
gundo que receber a gratifieaca cima dela-
raja. -
Aluga-se o 2* anar e soio do sobrado r.
2o da roa de Saeta Rita, estando ele era boro es-
t'do : a tratar na ra Duque de Caxias n. M.
Drogara homeopathica
9t 41 -lina do 1iii|mtuciW- fi I i<
}g| Os roptietarios deste bem conhecido e 0
S moudo estabeleciinento, olTerecem con- S
tinuamente aos amigos da homcopatlua g"
~Q> um completo sortimento de carteiras de ^1
X glbulos e tinturas de 12 a 120 medica- S
?W ment, chocolate de Eppes, encerado de *J
'0, rnica e a excellente obra do Dr. Mures Sg
SMedico do Povo-r-j em 3* ediecao, tu- K
1'sc frascos vazios, finalmente tudo o_Jw
S que concernente ao systema homeopa- g

Os medicamentos MWCipaes sao lc\a-
dos desde a Ia at a 30 dymnamisacao c S
garante-se o feom preparo de todos. vg
Adjaeente ao-mesmo contina a ter >
corsultorio um acreditado medico lio- Q
meopalba, daado consultas do iiko dia vv
akj as 2 horas, e aceitando chamados a Xa
qoalqUer hora. Jgr,
GASA DA FORTOBA
RA i* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N M.
L'uSe ^iE paga.as sarles
/los 20:OOOM)00.
O abaixo assignado tem sempre exposto i ?*-
ia os felizes Mitotes do Rio de Janeiro, pagir4v
IsomptauMMe, como costama, quaiquer prercio.
PSEgOS.
Inteiro SifOOO
Meio 121009.
Quarto IUWO0XL
Uaaoei Martins Finta.
ier
obe-
.euulo
Fiambres
Salames
Cicas
Legumes
Peixes
Bolacbnhas
Leiles
l'a-lillias
Gelas
Frucia
Chccolaie-
Pratioas
Ervilrm
Assucares
150^000.
No engenho Massoass, fregueiia da Escada, se
dar de gratifcaejo ii quantia cima a quero ap
prebende; lies cavalss que n^quelle engeoho
f jram faltados oa notite do dia 29 para 30 de no -
vembro prximo passio : o 1* tem 9 annos,
csstanbo e caitrado, tem a orolba direita bastante
lascada, una estrella ia testa, e no quarto egquer-
do tem ama (rnx ; c roe?, com pintas .wr-
melhas nos qaartos, ( grande, gordo, esta o pes-
clo fino, c.ifrado, tem os qadris reriffcs da
caogalba, ferado com a-marea-1. R,-do lado
direlia, teqf | idade df ateos; o 3 rodado
eanbaira 'Waoycurt a-trosso, um pooeo cambllo.
5 castrado, poqaeno, s est ferrado oom a nrca
Ooo iirto rallo v iraUea-se con 5QJ000
por cada am eaj rJres90yMa* pessoa, m en jo po-
tt for arado y alaaer dos 44o* waUos.
Predet#-a juros: na rua.de Co-
lovellr.itidiiasieai precisa.
MOFINA 1
Est eucouracado
Bpga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello, es-
srivlo na cidade de Nazareth desta provincia, f
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36 con-
elnir aquallenegocio que S, S. se comprometlen a
raalisar, peta tercena chamada deste jornal, tx
ana de dezembro prximo paasada, e depois para
Janeiro, pasin fevereiro e abril, e nada cura
prio ; e por este motivo de novo chamado pan
dito fim, .pois S. S. se,deva lembrar que este se
gocio de mais de oito annos, e qnando o senhor
jen filho fe achava nesta cidade.
f Joao Silvestre Francisco de Mello participa'
aos pas de seus alumnos, que se a cha aberta ai
reaana jtafcnlar de primeiras lettras, ra doj
Principe n. 38.
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
diuheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qtial for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes^
mw melaes e podras
Escrava fgida
Ausentou-se da casa de seu senhor, no dia 11
de dezembro, a escrava Mannela, negra, de idade
de ih anoes, leven vestido de cbiu escura e cha
le-cor de cinza, com riscas. Tem urna oreiha Ta-
chada pelo que cao pode nendurar briooos, falta
de entes na frente e .ps grossos, eom signaes
de cravos as puntas dos dedos. Foi comprada a
alguns mezes ao Sr. Franaso Jos Gomes, desta
cidade : quetn a capturar queira leva-I a roa
da Cadeia n. 6, ou na Capooga, ra da Ventura
n. t. que se gratificar.______________^^^
(jomedoras
Na ra e-treita ia Bjsario, ssbrado n. 35, casa
de familia, coolinua-se a forneeer comida para
lora, por presos eommodos e com promptidao ;
algum enhor negociante que fjr para fra da
cidade e quizer que Ibe forneca aos sous caixeiroi,
achara na dita casa bom iraUmeato.
Com qaantc j esteja bem no dominio do res
peavn publico desta cidade qie mnguem f
deve dirigir a outra parle qnando se queira cb
mdo quento concernente ccnfeitaria, pasl
ra, CC5-=rvsria e culinaria, seDao bem ce
cida (Confeitana do Campos) :
Sempre bom que seus tropnetanes f
lembrar aos.sjus numerosos amigos e fr .ut^e
que este to til, qno vantajoso e^iabel dCmeDl0
se acta como nunca prvido dos mal ae|iC05C5
acepipes, proprios para os re anoto U _0 communs
nesses lempos que se aproximam ; plvnie,teod0
nao pouparem esfores para bem i(1,vr a ,od&g
que os honrarem com sns en:orr emiaSi lcn(j0
para isso nao
Urna grande r
DE
Passas
Doces
Quw' i0i
AtE' rdoas
' jores
Y inhos
'"josaques
de orrt ciu diante a concitarla
do Campos
tendo ouv sen recinto urna bem montada Mrica
de cenfe taria, pastelana,.conservara e culinaria,
si reo.' lindo a PEB1DO grande quantidade de
animaztrjaos que a convite especial e cepos de
bem a? sados devem fier as delicias da vida per-
nambr jcana, e para qne pelos seus nomes nao
per:? m da leinDranca os amantes dos regabofes,
vai &m coosoaote :
[Patos, pi-.T-, galinhas e gao;o>
Cajotes, nurrecos e gordos fi'5;..
V.ielas, earaeiros, eabiitos e poir.tos
Saborosas cvalas e os laes caroaroe
Assim como
Bolos iDgfezes, pndins e tortas
Da Russia a Milo cobertas fa'ias
>eroes, geiadts, de caree os pastis
Frescas' en padas em todos os das.
E depois
Ricos presentes de fe*tas
0 Campos aeora tem
Na sua CONFEITaKIA
Qaem Ibe competir ? binguem t
E' bom quo todos eoncorram
P'ra quelle esiabelecimenio
De caixinlias ricas, (oeai ha ?
Que tenha maior sortimento
Olbem todos vejam bem ;
Aqnillo qne o Campos qner,
E, que todos p'ra a!li corram,
Nao escape um s se quer
P'ra antes e depois da musa
Da tal nonio de natal
Quatro psieis e um copio
A ninguem por certo fas mal.
CONFEITARIA DO CAMPOS
roa do imperador n. 21.
idas 7 l|2 horas
ialleciiiiento : e
ligia prestado
Ibes desde Ja
A viuva" o lilhos do finado Ma-
': icl rr Rarros Wand r-
ey, uaivian reh iir.ir musas
ropooftp eterno de seu maria pai.no ilia (]iirta-!eiia (lo) na ina-
dos Afolados, s 8 h iras da matriz
nha, e CMiividnm a todos os paren-
Algos do uosniD Uad o pan asistir .i l
.s.
ianocl 1\ iiiEfi'lov.
Fin amigo do finado Manoel *lc Mestpiita Barros
Wanderliy, manda celebrar urna mi >a'i>elo eter-
no rcpooM do iiiesino, na matriz fio Saotissimo
Sacramento de Sanio Antoiiii, no da 18 do cor-
rente pelas 8 horas, e roga a assisteucia dos seus
prenles, amigos e affeicoados.
Koga-se s autoridades noliciaes desta pro-
vincia que apprehenda'm e levem a sua senhora o
mulato Jovino, boleeiro, que nao anda fgido, mas
sin com a maior insolencia como forro pelas ras
deta cidade, trabalhando para si, duendo que tem
familia para nao ser vendido a ninguem, pois que
senhor nenhum suportara tal procedimento.de
ojjk captivo: cise escravojwrtence legtimamente a
Dr Isabel fpnacia de GtismSo VilleTa, como he-
ranca paterna, seu escravo como consta em va-
rios carinos, Ievem-o ao corredor do Bisoo n, 73.
Mr+9-----
CASA DA FORTUNA
Rita Idft Mareo
(Outr'ora do O .abaixo assignado tendo vendido nos
lizes bilhetes daloteria do Ri n. 436' a sorte doi
4:000d>em quatro gitanos de n:2403 ; convida os
poisui*.res a virem rOeeber, que. promptamente
serao" pagos, como do costme.
Majwel Hartos Fiuzal
Aluga-se o segundo andar e soto do sobra-
do da ra de Hortas n. 48, com bastante conimo-
do ; trara-se a 1. andar. '
Declaracjlo
No dia 13 do corrente se far leilao de todos os
TJSnnores vencidos aue esto a dever iuros, sert
attendef M reclain{oos de' quaesquer ''talureza,
que sejam, salvo a permitiida. reforma do'tempo :
najjravasaa da ra das Cruzas n. i, 1 andar.
AtQg-se o segundo andar do sobrado da
ra Imperial n. 126, caiado e pintado de novo,]
com amitos-eommodos e ama bella vista ; ft tra-
tar na roa Imperador n. 83, 1. andar
~T Aula publica.
Estk aberta a matricula da sexta cadeira'pu-
Mwfrdo sexofcnxinirio da.' freuezia da BoaVista,
no Corredor do Bspo n. .
CASA DO OURO
los .ikOOONMM
Bilhetes garantidos
Ruado Bardo da Victoria (ontr'oH\ Xovb)
a. 03, a casa do cosame.
Achara-? venda os muito felizes bilhetes ga-'
rantidos da i' p.vte das wterias a beneOcio da
matriz da Villa-Beii,- ll*do corrente m. VK- ,
Fi-eyos.
Aluga-se a casa da ma do General Seara.
anliga ra do Jasmim n. 83, con cmmodos para
familia tratar na ifiesnu.
Aluga-se o segunda andar do sobrado n.
86. site ra de Lombas Valentiius, com os r m-
modos seguites : 2 saha greides e bastante Dres-
ea, 3 riaanos, cosinha fra, quintal com porlao
para a rua de Hollar, e cacimba : queni preten-
der .dirija-se a prara da Independencia ns. 19 c
iL____________________________________
Offerece-se urna uiullu-r capas para-fazer
coinpanhia a una familia, coz.; e faz mais arran-
jos de casa : rpiein precisar dirija-se 1! .a-\ fcta".
rua alraz ihi Matriz n. 13.
O tenente-coronel Francisco Camello -Pssoa
de Lacerda e feuirmao Antonio Camello Te
de Lcenla declaran! pelo presente, quo nao so
responsabilisam por quaiquer quantia ou obj
qnePhiladelpno l,u.'.uio Pesaba tome em
nome? a quaiquer pessoa ou eqkiDelecimento, an-
da mesmo que aprsente bflhete.
Hotel da Independencia,
rua do Imperador n. 32, g de um copeir'-
e paga-se bem.
MARTIMOS
E
CONTRA FO&O.
A coDipontiia Indemcsadora, estabiccida
iesta praga, torna seguros martimos sotre
iavio|e2aerj8 carregamentoa e contra logo
>m edificios, mjrcadoriii e mot>ilias : vi
roa do Visario n. 4, pavimento terree.
-
COMPSS.
Atteiicflo
Compra sr urna ejrrava de 3o a SO anno;, qje
saiba c ziohar : na tbesourana das loUnas, roa
! de Marc,o n. 6>
VENDAS.
Insignias niipnicas.
A ma ral, Nabuco A C.veudem insignias maro-
meas de diversos graos : no .Bazar- Vicloria, rua
do Barao da Victoria n. 2.
Vende-se
14 grades de amarello, sendo 4' de portas^ 10 de
janellas, de bom amareHo, feitas de enafermidade
com a postaN da cmara : rua Nova de Santa
Ntita n. 3o. -
Inteiro
Meio
Quarto
De I04I-000
Inteiro
\leio
Quarto
Radie, -4
6*000 -
3*000
11500
para ma.
WiWQ
2*7W
14375
do Janeiro de 1873. i
JUs.Jaqum da. Cuta Leite.
-i
1004000
Pugio do engenho Ponial, em. Serinbiom, no
dia 7 do mez prjimo piscado, o nlato Simo,
com o igoaes siguiles: rstainra regular,
cc iTafJfnbos rcada. Qoern c
rpegiTWve o lo >WTwih8r'0 wlinie-eorqnel Vi-
rHlnde&.Wlildarlt5, ao^ilu engenho, on n
Recife o SiyBeroarfltao aepa Poeto-.1, na ra >.
Madre ne
d 1004.
(40
eua o 3 Ven(le-!se
estei "as ^c Pa,na *e carn:iln;'- v'ttimainentc che-
gada's u'^ Aracaty : na rua da Madre de Dous n.
5.. Io andar.
Cortes bo/dadsa .6,^000!!
'*a> com boiJado do cor, a
oree
*' Ihtni" di Quilbon.ii'
Ricos cortes de eanibi
ultima moda, pelodiminut^ 5 d(. Gulnm;i,.
corte : na rua do Crespo n. >,, J
C. da Cunta a C.
Vendein-se dous sobradinhos q..
frente para i
para a rua
''O
tratar com
campia da-Casa Foi
ra'
rniintrne-
r vai para o Poco da Haneii
Jnu D
botam a
tundo-'
"a : a
to
n Farinha de mandioca a 3# o
eaec<
Na ia da Madre d De.,
[quailo nao tr acaba. -
V"r' piano franeja ere perf'ia es"
tado, uto pom
mo i
jectos: i rua Velha da Bo-Ysta n. 9.
WMt


Diario
J P&nibuco Seguntfe feira 13 de Janeiro de 1873.
,----------------------------------_-s------------------------:------------<^s&--------------------------------------------------------------------------------------------------------, ,. i ..

Para acabar at o ftm do antio
Na roa da Imperatriz n. 60 ,
LOJi DO PAVAO
PEREIRA DA SILVA a C-
Tendo os proprietarios deste grande estabelecimento. did avallado sortimento de
(aiendas em ser, edfnejanic liqoida-la*, at o fin do corrente anno, tena resollido ven-
de-las por presos mnilo commodos, com o fin de apurar dinheiro, a vista do que
convidan) os llm. Srs. chefes de familia a virem sorti-re, nao s de fardadas de primei-
ra.nessecilade, como de fazcndas de laxo e gosto, das quaes encontrarlo am sormeto
das mais novas do mercado, ebegadas pelos u.limos vapores da Europa.
FAZENDAS DE GOSTOS
FAZENBASDE LE
CORTES DE ASSAS A 2031K) E U -00.
O I'avlo vende cortes de cassas de cores,
com padr5es* muito bonitos pelo barato
preco de iJSOO* e 3 CORTES. DE CHITAS A 20400 E 25880.
O Pavao vende cortes de chitas francezas
Caas, com 10 colados pelo diainuto preco
i 2l'.0 cida corte.
Ditas com 42 eovados pelo preco de
3880 cada corte.
PECAS DE CHITAS A 7J2C0.
O Pava vende pecas de chitas finas, lia-
d'.ssimos padrdes, tendo 30 coyados cada
pega, pelo birato preco de
aaa e m'uio barato.
LENCO'ESDE BRAMANTE.
O Pavo vende len;es de bramante naui-
lo grandes, .sendo denm paono s, pelo ba-
ratsimo preco re 2'i00 cada om.
CHULS BARATOS A IdOOOE JOTO.
O Pavo vende chaes de larlatana gran-
des pelo barato pr"eco de iOOO e 25J00.
JPios de 13a estampados imitaclo de
meria 20000.
Ditos de quadres modernos, maito en-
corados 3^000 e 4/5000 ; assim como
grande sortimtnto dos mais faos ch:les
crepon e merm fue se vendem por preco-.
muito em coot.
MADAPOLES.
f Pecas de madapolSo fraocez maito fino
com 20 jardas a 505OC 4 t:<5000.
Ditos com 24 jardas moit superior a
6^300 e 7000 K
Di'.o ingle* fzeoda muito fina 50000,
60000 e 63500 at 1 '0)00.
Ditos francezes ein^lez's muito fiaos de
40 jardas para diflerno'-e.; precos.
ALGODOZNHO.
O Pava vende por preco maito barato
peC's de algo lozi ribo aiiericano maito
bom com 48 jardas i 4$O0<'.
Dito com 24 jard.'s a 4*500 e 50O0
at oOOO.
Dito largo marea T muito encorpado
60000.
ALGODO ENTESTADO.
O Pavao vndtt i ardidairo t superior
algodttiobo de Juas larguras para lences,
sei'.t ajuito eniorpado 10 CO cada vara.
Dito Iranfado da mesma argora 108O.
CHITAS LARGAS.
O P>*) '-ende tsids execdleotes^cliitas
jas ciara, e escoras e*in muito bom
i ;i 240 rs. ca la eo*ado.
maito Sr.a 280, 320 e 360 re.
Percalisa fiuissiraos mijdhhas a 360 e
rs. cada covado.
CAMBRAJAS.
O Pava) yenda cortes de cambraia traes-
par.; o propria para vestidos a 20500 e
300 0. .
Pcrfa de dita mono fina com 40 jardas
Unte tajada coio transparente a 40!3OO,
B|0< ;) e 60OOO at a ma s fina que vem
ao merca lo.
. BRAtATjfeS PARA LENgO'ES.
O Patio* vsndfl sipericr bramante de al-
godS i ten] > 6 palmos de largura que s
ere;-a de 4 '/i vara para am lenco!, me-
tro 13000 e a vira I0SOO.
Dito de linho paro tspsrtor muito encor-
plda com- a mesras largura a vara 2-3400
D os fiaacezas muito Guos a 20500 e
30000.
pcra de Hamburgo e panno de Knho com
20 e 30 varas, para t-ios os precos e
qoaiiJade. -
P<;.asde bretaoha de poro linho, tendo
30 j-srdas pelos prjpos miis barato que se
tem visto.
Pechiacha de finissimo esgniSo sncelena
Com 6 jardas 70 .00.
Pi a de fioisimo celepa com 30 jardas
a 3300f atoalbado adamiscado com 8 pal-
mos de.largura a vara 20';f)O.
L.\Z1NH vS DE FUHTA CORES.
O Pavu vende om elefante sor:imento
de l izihas de furia cores q iq brhao qna-
B:. como seda toe lo de tod;s as cores, e ven-
de 3i>0 rs. o ovado.
CALAIS DS CASEMIRA.
O Pavao tem wp graole sortiraento de
Calca de casimira, assim como cortes os
mais modernos gnu tem 'indo nos ltimos
figorios e em fa:ienda das sais finas e mai-
novas ao" mercado, e vende se por barato
preco para apnraf d nbeiwi assrm como cal-
as -ie brim hraiico e de cirss por precos
maito raziiave para aoihar.
CORTES DE PERC\LIA COM DASSAIAS
A 40000.
O Pavo vende bonitos cortes de precalia
com duas saias, sondo fa:enda de mu.lo
costo a 40000, epoebincb.
TNICAS PRETAS.
20 P..v5o recebeo om grande sortiraento
das mais ras tanisas de ros preto, rica-
mente enfeitadas, e vende por preco razoa-
vel.
VESTIDO 5 BRANCOS. BORDADOS^ DE
3500000 AT 600000.
O Pavo recebeu om lindo ortimento
dos mais ricos cortea de cambraia branca,
ricamen'.e bordados, e, com todos os enfei
tes n:ceasarioV, e vende peUs precas da
350003 al 60/(080, n3o tem viada nada
mais rico nem iitaisi moderno.
COiCTLNADOS PARA.CAMAS E JANEUAS
A mt 80000 E 4 0000 .
O Pav5o tem aai graoda sortimenlo de
cortinados para cania e ja relias, que ven-
de pelo barat) preco d 73500; 80003 e*
100000 o par, td! ate por 480090, assim
com colchas de.damasco para camas; de
noivos, e grande soi ti me ai o de tape/ es tan-
to para icadeiraioMBopa-a c?m, pianos,
portas, etc., iac nde por ajreeos raen
trels, -
BAREJES DE SEDA A 40OJ-O E 40400 O
COVADO
O Pavao receben pelo ultimo vapor
francez, am grande sortimehto dos mais
lindos barajes de seda, sendo em cores
e gostos o melherque tem vio m ao mercado,
esta nova fazenda muito propria para
vestidos para b liles on easamentos, tendo
entra esta (azenda delicados padrrjes bran-
cas proprio para vestidos de noiva.
MODERNISSIMAS POPELINAS
Popelinas a 40500 e 20000 o covado.
O Pavo receben am elegante sortiraento
70200 cada das mais modernas e lindas popelinas de
i 11 e seda, e linho e seda qae vendem a
Libras sto
Vradt-se oo rmum de nuendis do A
9. it Ollfalra 4 C., ;i ra to Comawciu n.'
Qaem dvi'lir vwihi v^r
DeeodidasMt* i lagooiia rti Dwiat de C
xias n. 45, convescera ws teas amigos e tega*-
es, de saa especialidJe em eorrea^oodi
parte mais elegante do mond; agora
Bliimo vawr (befado da Europa troota
te de soas oeommeadu par o tempe th
constando doMfotte:
Para o bella sexo
Liodissimos. brincos, alfioetes. croes, polsirail
a escoletas de Urtaraga bordada* a onro, assim
Domo bonitos grampos com perolas e ontrai pe-
oras para a eabeca': a Magnolia sdticita do bello
sexo, qne prima seoipra no cbiq ie e-oa moda, qae
veoba var e.. /
Luxoe bom
gosto
Para enriqoecer ti formosear orna Sala vierao
llodos jarros e jardtoeirat d porcetana mallo
de' bonitos modellos ioteirmeole noto, ico* '
liados desechos d)ttrados ; aisim como nma et-
pesialidade em paooos de' chrochef pira' sof e
eadeiras. .,f
anal
40500 e 20000 o covado, tendo padrees
listrados miado e grados que parecem
propriameate seda, aseim como das mesmas
timbem tem brancas proprias para vestidos
de noiva.
TAFETAES ASSETINADOS A 40200 O
COVADO
O Pavao recebeo am grande eortimeoto
dos mais bonitos tafelaes assetinados, sendo
orna n -va fazenda de l com listras de seda
mnito modernas para vestid s e vende pelo
b;rat:ssimo preco de 40200 cada covado,
estas las recomendara se s pessoas de
g isto por serem excessivamente baratas.
NOVAS SEDAS 20500
O Pavo vende bonita e moderna seda
de urna s cor, tendo de todas as cores, com
delicado iavrores miadinbose vende a 20500
o iovdo para venier barato.
CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
O Pavo vende bonitos cortes de seda,
fizenda de muito gosta, tendo 48 cavados
cada corte e vende por 453000
Ditos tie 20 cqvados a 500000
Sao muito baratas em relaco superior
qualichde d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavo vende una grande sortimeoto
das m lis modernis, baptists com lista de
cor, preprias pira vestida, com as cores mais
novas qa; tem viada ao mercado sendo
maito mais largas do que as chitas fraocezas,
e van le pelo biratissima preco de 500 rs.
cada covado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO-
Nest grande e^abelecimento encontrar
0 r -,a-;:ti ->e! publico, orna bem montada ofi-
cina de alfaiate, onde se manda pxeca'.ar
qna'qoer peca de obra, tanto para homei,
samo para mecios, com a maior pres-
teza e perfeico assim como para qoa'qcer
luto que de repente appareca, tendo na mes-
ma officlna om perito official destinado para
farda do>I!m. Srs. odciaes de gcarda na*
cional ou tropa de linba, sendo esta oficina
duigida pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Carva'ho.
NOVOS VESTIDOS A 40000.
O Pivo receben um elegante sortimeo-
to de no vos vestidos de cambraia braaca
com bonitos bordados de cor, e vende p?lo
bira'.o orejo de 40 cada um: maito ba-
rato.
ESPARTJLH03 A 30000.
O Pavo tem um grande sortimento de
espartihos, tanto para sanhora como para
menina, qbe vende pelo ba ato preco de
30000. Ditos muito finos a 400,10 e 50 )00,
sao dos mais modernos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R3.
CHITAS A 240 R5.
O Pavo vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenia, com
pdres claros e escaros, pelo barato prec)
de 240 rs. o covado, por ter um leve to-
que de mofo : pecbiacha.
CORTES DE VESTIDOS MODERNOS A
90000.
O Pavo recebeo ta elegante sortimeoto
dos mais lindas cortes de caaabraia com ba-
Mdinbos brancos e eneites de cor, tendo 5
pan.ios com 2 1/2 metros de fazenda para
cor o, e 20 metros de babaiinbos para eo-
feites, e vende pelo barato preco de 90000,
pachiocha.
SAIAS A 20000.
SAIAS A 20000.
O Pavao vende saias brancas de orna s
paga con fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volt*,- a 20000 e
2500.
Ditas com pregas e bordados a 30000,
pichincha.
LIQlTDACiO DE CALCAS DE CASEMIRA
O Pavo tem ara grande sortimenlo de
saleas de casemira de todas as cores e qoa
lidades, par-a todos os precos, e desecado
muito lijuida-las, resol vea vende-las por.
um preco maito em coat, para diminuir a
grande p'orgo.
CORTES DE FUST PARA VESTIDOS A
30000.
O Pavo vende cortes de fusto branco.
tendo 42 covados para vestidos a 30000,
pecbincto.
CORTES DS VESTIDO DE CAMBRAIA A
60000.
O Pavo vende bonitos cortes de cambraia
branca transparente com bonitas vistas e
livores, proprios par vestido, tendo 8'va-
ras cada corte, palo barato preco de 60000,
1 necbiRcbi.
LENCOS BORDADOS.
O Pavo vende flnissimas lencos bordan
ios para mo, sendo de floissima cambraia
it linho ricamente bnrdadoe, fazenda
ge sempre se venden a *|OpC e bMOOO e
nqoida-se porte ter feito ama grande
dmtprt 10600 e 20000"i dmia.
O moco cbiqni a da moda qoa Dio apreciar
ama linda guaroicio de marlin,, madreper^fluro
a plaquet, coqsa liolissim e de molde especial e
nunca vindo aqui; mnilo boos cbapejj de sol coc
cabo de mar&ao a bengalas i imltaco do auicornio
com cabo da madreperota, por corto nenham xar da vir \i* da Magnolia roa uoqtt de
Ganas n. 43, escolber qoalqaer destes objeclos :
oo caro t
Para asnoivas
fRiquissimos veos da blond, capellM da eeta, le-
qaas da madreperoi e metas de soda, lodo espa-
cial novidade a a melbor lateada qoa tan vindo a
oslo marcado.
Perfumaras
. Neste arjiga nao precisa dar explicaeSes, basta
diz-r se rs fabricantesJ*n Gjsneill, Condrav,
Labio, Rimel e Legraod; astaa perfumarla* deata
vea vieram em vasos da modellos novo*, a qo
pela saa elegancia se toroam proprio para oo
lindo presente.
Trancas e franjas de seda
branca.
Oesta vas o sortimaato vaio magnifico, fazenda
mnito boa, modellos noves e de todas as largaras.
Bonecas de borracha
Destaa boaacaa veio pequea porcia a de> aver-
soo tamaafaos.
Pede obter em ponco lempo com a oso do melbor dos licoresa aflama ja
HESPERMNA
Fat"oito anuos qne conhecido este precioso tnico, e difficil acbar orna pessoa
qoe, tendo experimentado pessoaimente, nao (alie em seo favor, j coma bom estomacal
e apetiaador, temando um calix della antes de jai.tar, oo como fac itadoc da digest5o
t mando-se depois.
ABASE
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universa! da roa No-
va n. om sortimeoto d^ machinas para
costora, das raelhores qaalidades qae existe
na America, das quaes mnitas j sao bem
conbecidas pelos aeus autores, como sejam;
Weller & Wilson,' Grovr i Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e entras mnitas
que com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas fliacbinas tem a vantag^m de fazer
e trabalbo que trinla costuriras podem
(azer diariamente e cozem com Unta per-
feigo como as mais perfettas -costnreirae.
Garante-se a saa boa qoaii^ade e enaiua-se
a trabalhar com perfeicSo ea menos de fama
oora, e os precos s3o t2) commi.dos qae
devem agradar aos pretcndents__________
da IIESPERIDJNA a LARANJA- AMARGA, no ba om s babitrote da BRASIL (a trra
especial das laranja?) qae nac conbeca ai propriedades medicinaes da doorada froc'a,
)ra bem, a
Diadamas
Lindos a de modellos novo?, veio coosa maito
boa.
1U
Pra^a da Independencia ls,
38 e 40.
AAabs de rereber om completo sorti-
nento de objectos de boga, vtdro e por-
elaraa, com bonitos desenhas doorados, sen
lo ricos jarros de todas as qualidad-s e ta
nanbos, garrafas com copos, vasos para pos
lear oz, garrafinba* ecastieaes de porcela
ia eom pingentes de crjstal, todos estes
bjectos proprios para t llets, s ni Madre
silva
aLbuns
Rico sortimenlo de albuas com capa de
nadreperola, marfim, bfalo,ecbgrinx da
.odas ostamanbos, de 50 a JtOO retrato
-um muica e sera ella, por precos modra-
los, s na Madresilva.
CAIXINHAS
Bonitas caixinbas com preparas para eos
.ora, de novo systema, sendo com tampas
le erystal, blenda de muito gosto p3ra pre-
'.entes e prec<)s razoaveis, t na Midresiiva.
LX'COS
Completo sortimenlo de latinos on gra-
satinbas para seuboras, sendo l*;as para
>escoco e cabellos, s na Madresilva.
PANNOS
Lindo sortimento de pannos de crochat
oara eadeiras. sendo de diversos tamanboe
i largaras, s na Madresilva.
PARA NOI'/AS
Tem a Madresilva blond de seda, bran:o,
^mramagens e de 4 larguras, veos, capel-
as eespeciaes sipos de flores paragnar-
;3S de vestidos, 1 qies de madreperla,
xar6m, seulo tod >s abeKios e com sJa
*earesentmdo doas vistas, assim como de
)Qtra3 moitas qualidades, ,branco do cSres
i pretos, fazenda nova.
CHAPEOS
Rico sortimento dt chapeos para senha-
as, sendo de palba di Italia e velludo, as-
iim como ditos pastorinhas para senboras,
aieninas, sendo fazenda inteiramenle nova
aa Madresilva.
NOVIDADE
Bonito sortimento de me ios adereces de
plaquet verdadeiro, voltas de bofalo com
;roz, assim como lindo sortimento de brin-
M8 e cruz-s, proprios para loto, ludo de
nuito gosto.
FACAS
A Madresilva acba de receber facas com
;abos de m.rtira, para mesa e sobre mesa,
t especialidade da Madresilva.
RETRATOS
Completo sortimento de quadros on pas-
japatqs para retratos de todos os tamanbos
s qaalidades, assim como quadros com bo-
litas pbotograpbias, s na Madresilva.
OBRAS DE MARFIM
Lindas carteiras para n tas, carteiras para
oonds, caixinhas para phospboros, faca-para
;ortar papel, caetas para escrever, mara-
is para creaecas, sinetesjpara abrir firmas,
igalbelros, e dedaes para senboras e meni-
nas, so s pode encontrar estes artigosna
Madresilva.
LUVAS
A Madresilva acaba de receber pele el
timo vapor a soa especial encommenda de
ovas de Jauvia, para horneos e senboras,
brancas, pretas e de cores.
CA1XIHAS
Ricas- cambas com perfumaras proprias
para presente, assim como bonitos vasos
wm pos de arroz e outroe da- phaniasia,
na Mldreet'va.
Lziahas para vestidos- a. 320
r>?i8 o covado
. S na roa d Duqaa 4 Caxias o. 60 A, ootr'ora
rna do QaefmadOi toja da sauina, de Beato da
Silva & C.
4?ngeQ]io S. Matheus.
. Vwde-ae nm enaesho d'agua, moente e correte
com matta* boas obras, me-legua diManteda yia
ferrea, eslacao 1a Ganiolleira, pelo mdico preM
de 16;000*OiH), c lheifd visto. Tanafcea vBdc'
sedando 6:00011*00. vista e dea dimbdo en
cinco pa'gaulentcs anogae, soeo qae kttras
descontadas a i ', ao mez, produzam on dez contos
de tob : a tratar ra di> Livraraento n. i9, IA
andar,
i. .-.->',-, .i i >
Vende-stres jreto*, somo.ub da- l*'aa-
nos, duus de 40, um destes <> toraeiro : traia.-wi
na ra de Hartos n. 96. i
Lehman a Frers vendem
libras sterlinas : a' ra do
Crespo n, 16, primeiraandar,
RIVAL m SEGADO
Chegaram agulhas para machina:, o fa-
bricante Grover < Bik*>r. Duzia s 25000.
O RIVAL DO
Rw k Mrquez de Oliada
n. 50 \.
T>m para w.nJer os s?guio'.es objetos afcaix^
meocionad'W. pelos precos oais resaroidosy como
ejam : Coque*- modero os a 4|fHX). pecas de en-
iremeioa bordado- de diversas uraoras a 566 rs.
iotiaj ds : lariohos de linno a 4j(5i)0. ditos mais
oos a 5ii fateuda, 1mhas de earritel d^ 2W jarda- a 69 rs.
i para bordar 5*000 libra, laques a iiaiupc
de sndalo a fSO, laa)parioas a 600 rs. a tnia,
caixas eom papel amiade a 600 rs. ditas com di-
to iuperior a 700 rs., enve!. pes a 400 rs. o cen-
to, b tinas oa-'ionaes para h mem a 4*500, focos
para enancas a t500. ago'has fraocezas a 4a rs
i pap-l, sanetes d^ aleatrio a 500 rs ajoa fl>
rida verdadera a 1**"0 t garrafi,dita inferior
1*000, frasejs cem saodali- a tJOOO, ditos coa
oleo pbil-come a 800 k I*Oi>0, daos en dito ba-
bosa a 320 rs. dos com iiiua de cologn-? a 240
e 400 rs. pecas de galo^- branco para aofe vntidos de eriane,*, a 4'W e 500 rs.. massos eco.
l pagas de tranca branca a 240 rs olios cote
iilaa de cSres a *20 e 400 rs., dazia? ds ph.spho
ros seenrauca a 240 rs. e a |TQfa a 24400. e oo-
tros muitos ariijcs, fjue p"rs o>> tornarmo-nos
iDfadnnns deixanios d-i inoocsonar, os quaei vnn-
lem-se hra;n ii^ra acbar.
Radical para
\ EsCROFBtAS, ClIAOAS A.NTIGAS, ULCERAS,
Feridas Ilcerosas
tumores, abcessos
|POSTHEMAS, ERUPgOS, HERPES
Implngcn*. Lepra, Tiaha
e todas as Molestias da Pelle
IRA
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
As molestias Syphiliticas
t as
| Febr es amar ella e Typhoide
IRATAHEKTO
PELO
VINHO
DEPIBAT1V0 e RECO^STITl 1\TE
Be Dcr ELOR, de Pars
[DEPOSITO 4, boulevard St-MarUn. Pars
Agentes Geraes para o Brazo..
| F. RODDE (ao grande mgico), ra do
Ouvidor, 118, Rio de Janeiro.
vnj n 'KKYf&S imBUSi|(I sp b.jiJi|j 8|)
^djbui I moj oijii b 3 'TIIHDHHO O
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nniHDHnHOtaoo
iSOHdOdAH
Olld oa .SVtiSTIOW
vx
Cadeiras oratorias coflr assemo de palfiu
20*000 cada urna : no aai.do Apollo, arma-
m do Tasco lrmlos 4 C
VENOT-SE
o sitio existfito na travesa do -Rfmodio,-fregu-
tia dos Afogado? n. 21 ; hoje becco da travesa
do Remad& 4*, oiU' chaos firoprioa : quem o
pretender*ntartB;^s foi o eW. protrletario, na
na de S. Francisca desia cidade do Recife, conM>
quem vai pra -rtteftaHa n 10.
VciA-'-c ^"afllLrmoi, Ja l anno?,
.3a Aa r
> onae-se u poqiw m.jy>, ao la ana
bonl{a flj;ra': trata-^eja. ra. J Hortas n. 96.
da- arim^ra naai..JiVmrC4 Deves, vendem
Pareira da CuabaJrmas', ra do Manjurz d
Olioda a. M, i atutaT.'
re, de 320 a 500 rs. o covado,
Cacheoez raaezes para seohoraa e me-
ninas, a 3J000.
Cratones francezes para coberta3, cor fixa,
a 800 rs. o covado.
Alpacas lusas e -avradas, de corea moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
C-iberta9 de fostSt de 13 e de oatras-
j qnsdades, brancas e de efires.
Poapelioas de seda, de Qdr e de qnadro
a 15800 o covado.
Pefss de cambraia bardada para crtioado
com 25 varal.
Ditas de cambraia adamascada com 20 va-,
ras, a IU0OQ.
Saias bordadas maito fizas de 4 e Span-
nos.
BatSes de chita e de tambraia a 2-iO00.
Naosoukse baptiatas.com listras para en-
eitar.
Diversas qaalidades da ISasiobis e alpa-
cas em retalhos, para todos es pre?oa.
- Bramantes de linho para lences, de 25200'
at 4)^000. |
Dito de algadia maito largo 1800 a
vara.
Algodao largo para lences, a I4A60
vara. s
Espartilboa.de linho fios, de 35000 para
cima.
Lazinbas largas cotf listras de seda, a
800 rs. o covado.
MadapolSes ingleies e francezes de 5000
at iimo.
Algodio3inho d todas as marcas, dver
sos precos.
Bareges coa lisura de seda, a 500 ra..o
covado.
Cseas francezas de cores fixla e lizas
Veos de fil de seda pretoa a 8|J0007
Merinos para vestidos, bombazioa, ou
t3o, aLacas, laa:iniias, crep, cassaa e ch.
tas, tudo em qnaDtidade, e para dt-r*w>
precos.
Grosdenaples pretos, de 1^600. 20>:o
2^500 at 55000.
Seda f rea com listras assetiaada pir.
veatidoa.
Caapios de sol de seda para mer, :;.i. i
40 O,, e firrdoa.
Ottoa para borneo de 40*060 at 2GJ0OG
Ditos de alpacas de core prjto, pra -
verso precos.
Tapetes avflludados desd os BM s p>-
queno? ateos maiorea.
Damasco carmezim para coichaj- o m-
lhorv
Peoas de croch pa eadeiras e au-
phaa.
Cambraias victorias de tudas os Cj3>
roe.
.DitaatraDsparentes ioglezi3 e emssai, om
a larpura de tarlatana.
Fil d< linho e de seda, branco e preit.
liso, de salpico e de fl ires.
Camisas bordada para seobora, d o.
versos precos.
Metas para senhoras, das mais inferiora
Atoalhado adamascado de iobo e algo- ai as mais superiores qoff teem ap:a
d3- cid.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento se montn cau
oficina, e qoalqaer homem qae qnizer v?
tir cum gosto, achara umita variedad* eo
camisas de cores, panots fiaos e csea raa
o melbor que ba no mercado, roupa fei-
com. barras, os padrSes mais bonitos qoe se jtra de ledo qos p eeuax par* veer eos
teem visto. i gosto e elegaoci.
FORNfiCEM-SE AS AMOSTRAS A QUEM AS EXHIBIR E OS PIGRINOS AS
FREOEZAS. DA CASA.
% WtBK.
Boa acquisiQo.
Vendem-se as: das casa, i roa do Viscon-
de do Heryal as. 67 e 89". tratar na roa da
Senzala Velha b. W*j\ |
(Viuuna)
A rneiiir bolafhinha ate koje tonliMtda, tam-v
Veade-se horraetoi* roehor quaJidad, e e-" para eha^ como pan dLeta*.: Tendfe-se aaconfei
pecial para listas; na roa da Conwrdia a. W. | taria do Campos, roa do unj^eraaor K..
Borracha.

em sea estado oatoral tem am gosto poaco agradavel, e o mrito da Hesperidina con-
siste em re'.er saas boas propriedades, e ao mesmo tempo apreaenta-ia como
EXQUISITO IIOOE
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL naoienjaasY qoe io^ar a
naelbores importacSes europeas de cathegoria semelbante.. Estas, qaaodo maito, podem
ser gastosas; porm a Hesperidina a combioacio pereita do
AGRADAVEL E SAODAVEL
Para prova de qoa am artigo no qaal poderse ter inteira contonea, por ser poro
e innocente, basta dizer-se qae foi plenamente approvada e autorizada pela
JUNTA DE HYG1ENE
do Rio de Janeiro, permittindo soa livre elaborado do imperio ; ootra
BOA PROV1
a acceitacao geral que tem em todas as partee onde apfesentada. Em 864 eaiabe-
leceo-se a primeira fabrica em BoeDos-Ayres; em 1869 a segnda em Montevideo ; e
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaoguroc-se a fabrica qoe actualmente
trabalba pa corte. Em Valparaso e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitacao,
taoto qae rara a casa qae considera completo seo aparador sem urna garrafa de
HESPEMDIl
O bomem velho toma Hesperidina- para obter
VIGOR
O bomem uente toma Hesperidina para obter
SAUDE
O bomem dbil toma Hesperidina para obter ^
FORfll
Nos bailes as donzelias e os mocos tamam a Hesperidina para obter boa sor e
animayo dorante os loncos gvros da
BARROS JNIOR 4 C, roa do-Vigario Tenorio Q. 7, 4 andar, receberaaTett*
grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguales :
Hotel de l'Uaivers, rna do Comeercio.
Z'ferino Carneiro, raa do Comoaercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadea o. 2.
Aotonio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Antonio G mes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmlo hotel da Passa NOVTDAES E PECHINCHA,^
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA
DA
LOJA DO PAPAGAIO
as*
Tendo por nieslre Mr. Charles Laurer.t
RA DA IMPERATRIZ N. 40
Mendes & Carvaiho scientificam ao respeitave! publico, qae acabam de reoeaer as
completo sortimento de fazendas finas de tintas as qualidades, tanto de laa como fe
nbo, seda e algodSo, o qne ha de mais modernoe do meibor gosto, e portanto coavS
dam as Exmas. familias amigas da economa do mestica, a virem ou mandaresa na LOa
DO PAPAGAIO, e verSo qoe compram fazendas boai'.as e baratas por menos pr>;o qn.
jamis comorar3o.
COMO SEJAM :
Granadinas de seda de urna s cor, iar- Chitas francesas de todas as qca'ida.w
gas a 1600. de 320 rs, at os cretoues ds USO rs. o cw
Poupelinas sarjadas deforta cor boa lar- vado,
gara, a 15200 o covado. Cortes de casia bracos bordados co%
AlpacSo de cores com listras de seda para,babadas de seda de cor, e branco, e faj
enfeite a 800 rs. o covado. bordados cam listras.
Lazinhas de cores, em grande quantida- PARA LUTO.
.<

"
Ai
em quantidade, a&sia coma camisas fran-.
cezas e icglezas. Ra s. ssfdadae, cerou.a-
de 1 nho s oe atfsso, sssias, .cotnabos es
Gande quantidade, privim de todos o
tios, camisas de aaeia, em somma.eocos



Diaria de Pejnaiubueo SQguwia^eia A3 -

t
*
*
^.

AC8BMM4IR0.
.4 rn *ft ImuernUli:
*. I.
Acaba de rector di- conta prrtprin,
1 ele ultimo vapor da Europa, un eoaa--
[ItD.torluntto de objertos de prata
os man luido* que lera vindo a esto mer-
cado, send'i sepuintes : aderemos de
fila-pranna, (bra ue apurado gosto,vol-
tas, brincos, roletas, salvas, relogios.
palliiteiros,colheres etc. etc., pelos pre-
e >s mais reitunidos possiveis. Assim
cama ara completo sormento de obras
de <)uro : anneh de miihantes, roictas,
ierecs te. e tamben seni brilhantes.
A verdadain cerveja da Baviara, marca ban-
ilra, de superior qualidade : venden Tasso Ir
aoi & C. em ten armaxera da ra do Accrlm
i. J7.
'
Vende-re balanzas decim>s tanto pequen"
como Rindes : n rn dotraperador n. 319.
Excedente toucinbo icgle era Islas de qoatro
Uorisva900 rs. a li'ra : no armaiem de Tauo
i rrr 3 s & C, ra do Amorim o. 37.
3 s &C., i
Bioaas S Hamburffo
Vende e a l o cent>, milito barato : na
rus da Crol n. ii, 1* *udir, galao de cbellei-
reiro.
Grande tropa de burros 4
venda.
Ignaeio 'Ja Silva Oeir avisa a seus fregueses e
a -iuenj nuis intcrcssar possa, que coadui boa
tripa de burros, e que passar por Parrciros, Fio
Pomos, Hscada, Cabo, etc., etc. : (fro*m, pois,
qui er fa-er compras pode mandar arisaa-lo ou
ucontra-lo. -
5? s ovo e6tatijelecimento
de joias.
Han lo (altugw n. tfc.
"St Nesse estufe-lecimento encontrar
-j$ji uta feaito ski i meato de joias (pie se
ftr venein por tal preco (pie animar ao
29 coiipiador, atiento an vantajoso sysie-
-ifr ma, (aunar piuco pica vender mnr-
S lo. ijue 6 cert.miente util ao cmu|ra-
^ dar e ao vendedor.
-.., Tambera se onipra'uro, prata e pe-
-^g ;dt"as preciosas, tem pomo se fabrica e
^ roncera oda ; qnViuer obra tederttr-
M& i mesilla arte.
BICHAS DE HAMBURGO
As m.ik recentes e melhores.
Veud'Jiii-se na [d araiaci* e drogara 4j Bar-
iholomeu & C, run f-arga.dosnrio o lUi. 34.
e
fitl
' -:
n
--
Ai
**"
*-
ultimo goSM
Cadeiras prelas douradas e mar:betcdas de ma-
dreperola : nos .rrruieos de T-sjo Irmi 4 C,
no caes do Acoln.
SI.GRBK) KCOMMIV V. CKLfalUtlE.
Obtem-y-? com o uso
!NJEC(A0 SHOST
niea, hygipnic;i, radical einfalKvnl na cu-
ro das gonorheas, flores brancas Buxos de
loria mpteid, reMtos ou chronicas; e que
offetece como garanta desahitara-resultados
n continuada aspUeagao que serftre com a
maior vantagetn se tem ferti dulla nos hos-
pilaes de I'ans.
L'nico deposito fiara o Brasil, Jlartholomeu
A" f... na Largado Rosario n. 3i.
ATTENOO.
Vemle-se urna exellente taverna sita ra do
llangel: tratar na ra da "Concordia ji. li-'i.
Ctiegiiem .panto antes!!
4 oSOOO! mw! :;$ooo!
bmdos ehapos cimpeslres, da nhima moda,
para semliori, s na ra do Duque de Caxias n.
60 A, loj;. da esquina, de Bento da Silva 4 C.
Aiu?a-se urna escrava para todo o servido de
una casa de familia tratar na na Prireiro
le Maleo a-itijarrtPiedo Crespo, loja do Passo
imito ao arco de San o Antonio.
ovidade.
Itieos chapos para sonhora, de palha de Italia
B de sedfi, ousa inteiramente nova neste merca-
do : so se encontrara na Predilecta, ra do Ca-
bug n. i 4 a ellos antes que si- acabem
Madapolo e algodosinho
avariados.
Largos e saperiores que valem 7 000 a 4.tOO,
irrand. (ecbincha : na na da JMpUMUij p.
j,_fcjja da llosa Braoca.
os de sol de seda a
7^000.
seda trancada eiHo boa, cmii 8 basteas ;
grande pecbincha : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da-Bosa Hranca.
Chap
Camisas de phanlasia.
A loja da-Turquea receben ura lirro sorti-
mento de camisas le phant sia, proprias para
bailes e panilla: ra do Bario da Vietoria n.
9, anliga ra Nova.
E barato.
Corles de gorgurao paraeolletes de valor de
U :i '* -3.
Lencos de esguiSo fino de valor de 8 a 44 a
duzia : na ruado Crespo n. 20.
Vende se urna taverna no Barro, na entrada
do Ueboa, li-egneria dos Afogadf>s, com poneos
fundos : tratar na mesma.
Colchas e tenses
a4|,5|e2#.
Colchai multo grandes, brancas a 4/, ditos de
cftres a 6| urna, Imc/tes'de bramante a tt ata,
gechiniia : na roa do CresiO n. 20, loja de
Guitherme C. /'a CunJu & C.
da Russia, nova e de boa qualidade. lera Larris
inteiro e meioa : veodem Pereira da Canba Ir-
raao?, & ra do Mrquez de Olinda n. 21, eserlp-
torio.______________________________________
coNSTtPAgAo ^^grtfiW**^""E|'" lT15Mns
kWi ^^^aSBlO^ tririlim
ri'inji jff^jSmfvt^mml^^^ iw"
*^rDPUfAT/VS <
Sf 55 B4 Sebastopol
COMO 00SE PURGATIVA!
\TO.VAl-ASJlDDElUf-SE \

i foixrur
DPUftA TIVA
OAfENOO
' '" & SAUDB
DEPOSITO GERAL
KA
Pharnacla e drogara
DE
BABrHOLOME 4P,
34Ra larga do Rosario34
CIIEGOI!
0 bacaHwo da Noruega, em caixas e me-ias
ditas : no caes da Alfaodega n, 1, armazem de
Tasso Irraaes de C.
a amia ma
Roa Duque de Caxms 50,
A Aguia Braaca smpro arTeita a vender o b m,
e Dunca eqnecta de bera S6rvr a s\tc con.-iante
'frgnezii, tem wtinuado a mandar vir cbjeetos
te sua eneommeuda, -e agora meenro acaba de
receber um bello nor*mento de espeeiaes perfu-
inrla? de l.uh-n, ca-j* periondado ett ao co-
nbeciroento des amirtores dj bora.
Ella receben inste:
Frascos grandes e menores eom superior agua
de Colonia.
dem idtrui coa agua de Lufeia para toilets,
lencos, et\ ele.
Idea idem -con superiores extractos, culos fi-
nos e agradareis odores sao escomidos a goao.
dem con leit- virginal para sirias.
dem em le-? de rosas brancas lambem par
sardas, pannos, marcas de espinhas, etc.
Idera cora >xtracto de quinquina para conser-
vj^o das f ogivas.
I'lem coro gomada philocoma.
Vi*o> de-porcellana com estraclo de pomada.
Oatros-coai co!d creme para maciar e refres-
car a peHs.
Cosmeti^ae, pastilhis famanles, etc. ele.
E bem -assim muias ostras perfumaras' dos
bem conbecidos fabricantes Pver e Coudra-y.
Flores aftas.
A ageia branca, a rna do Duque de Caxies, re-
ceben mu finas flores em -ramos e rosas pera ra-
bee^.
Meiis brancas listadas para
senhoras
A age!a branca, ra do Duque de Caxias n.
50, rcebeu por amostra urna pequea quantida-
de de raias brancas com lisiras lambem braoeas,
gesto iaieiramenie novo e boa fatenda.
Cutileri f ancesa,
A agoia branca, a roa do Duque de Caxias n.
50, receben novo sorliroento de Boas tesouras de
.-ico polido, sendo para unbas, e costura, e estas
de diversos lmannos at um palmo, a podei
d taes obras faz bem conuecer a sua supenori-
dada.
Cartas finas para* Yolf rete.
Na agma Branc?, a ra do Duque deax'as n.
oQ, encontraro os pretndentes finas cartas fran-
cezas com beiras douradas, e ouiras a prec-os
raai baratos.
BrJnquedos
A Aguia Branca, ra Duque de Casias n. 50,
recebeu um bello s.riimento de binquedos de
borracha para crianras.
Bonitas
gcJinhas e pmthoa bordados
A Aguia Branca, ra Ouque de Caxias o. 50,
receben bonilas goliuhas e punhos bordados para
senboras.
Novos coques com tecidos
de seda
A aguia branca, ra do Duque de Caxias
d. 50, receben urna pequesa po-eo de coques
de (ecido de seda, os quaes pela novida e e boni-
tos moldes, provaveimeote s acbaro loge.'pcr
isso, a elles Exmas. apreciadoras do bom.
CHEGAOOS PARA A FESTA
MAIS BARATO POSSIVEL
pitidos
MAIS BARATO POSSIVEL
\TTE\'CA0
m
Vende-so om excellente cofre com segre-
Jo, obra feia oa trra com omita segi.ran-
ea : a tratar Da ihesotiraria das loteras,
tua Io de Marco o. 6.
!fo ba main cabellos
braneos.
Tiptoraria japoneza.
S e ooica approvada pelas academias de
seitecias, recoobectda soperior a toda qoe
tem apparecido at boje. Deposito pnu-
cipa! ra da Cadeia -d Recife, boje Mar-
to-
M t) !UUw*"l(k
Vendes* nnr terreno na rna hnporfrfcom 110
palmos de Trwnte e 300 do*indo soto-prapiio, to-
do atL-rraife, prompto ara edificar, porto unto
para dcsuaf.ia de ja>tertal, estando um Lado mu-
rado : a va* e tratar na mesma rna casa n. %.
i
cipa^ _
qnez de Olinda n. 51, l. sudar, e em
das as boticas,e casas de cabeeireiro.
TjiiIs francezes se\Ia\ados
De 4A-!rOOO a 55~
o milheiro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vcrmelho con-
solidado, sao os melhorw e os tnais econmicos
pela Ma baraleaa para ladrHharos pavimentos
trreos das casas, porquanto, pouco nais custan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparajao
alguma, superiores a estes pela limpeza de fue
sao snscepnveis. Custam al^m disto menos da
deckna parte dos de marmore, j reprovados, e
dos de dierentes mosaicos, os quaes nao eslao
certamcnle ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empregados e proprios para as salas princi-
pies. Alrn da vantagem qne lia no emprrgo
Uestes tijolos para os pavimentos terreos e casas
de campo, tem estes -anda a de seren os melho-
res e mais proprios, para ladrilhar coxinhas nos
sobrados da cidade, alterno a sna solidez e pouco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de seren assoalhadas as coiinhas todas de lijlo,
e nao. s a parte junta ao fogao, no qtie at as
companlLa3 de seguros se deveriam mteressar.
Venaem se nos armazn de faritma de Tasso Ir:
maos A C, no caes do Apollo.
Vende-se o sitio di estrada di Croz de Almas,
que tica entre o do eommendador Taoed desenibargador Doria, cora capa de viveeda^ d (T-
renles arvoredo^ giande baixa de cap, etc.,
dando os fu idos pan a e'ftWfla dosiHl&i* urba-
no* ao ji' da 0b0i da fe^ueint t" tratar da
ra do Am3rira n. .'17. "
rr
Borracha.
i
Vendc-iesoperlor Doffacha-nougie, para linja.
a ra do DiMiuede iixip.s n. ti'.
N.7-.Rua do Bnro da Vietoria ou'r'ora-TanNovaN.7
Calcado francez, perflimaras, planos, espethof, qiilnqtiilha-
rlas de phantazla, mobllla de Time e hrluqiietlo.
E?te es:abe!ecin>rnio est rewbfndo trio por tdor os vapores como pelos navios de vela
que esto ebegando da Eurnpa todas as suas eaeommendas para o graode e expleodido sorlimeoto da
festa, e blTerece ao pubico un geral, por presos man barato poasivel os artlgus seguintes :
Calcado francez
Buiinas de luxo e phtnlaiia, brancas, pretag e de
diftemtes cores, (ante para eenhoras, etno pa-
ra meninas.
Sapaiiohos com salto no rigor da moda, brancas
e de core< para senhora?.
Botinas de Mehs, de Snser e de 'olak, para lla-
mis. ,
Sapaics de c jrdavSo Hilier para liomenf.
Bolinas para menino dejjualquer tamanho.
Bolas e meias botas de "miniara o melbjr possi-
vet para bomens.
Perneiras e roelas perneirs tanto pira himaos
como para meoraos.
Sapances de Su-er, para hamens e menino.'.
Si pato j de vernii cera salto para homens.
AbrtinadS de nroKw q'aalidades e presos
meninos e memoas.
Sapaioes de verait com sola de pao proprios
sitios, jirdics e tMuhos, sorlimeoto para horne*
e senhoras.
Sapatos de tapete, rafemira, charlot iveHuao,
de tranca poroiguei e (raceez.
Perfumaras
Finas extractos, banhas, eteos, opiata e pos den-
irivi..'!"., ;;g!ia de II r de larauja, agaa de loilel-
te, divina, flu ida, U van de, [s de error, .'ab-
neles, C'ismetios, meitns< ardgos delicados em
pcrfuiBvria para presentes com frs-scos (le ex-
traolos, ca'xinha sJTtidas e garrafes de dderen-
tes if.nianhos 'agRj ecol(>Kne,urlo de pnioeira
qa*iidaie do be cinbecidos fafercanies Piver
e<3udray.
para
para
Piaaos
BengaMas da Inxo, cana, com castfies de marflm-
Benfarts i versas em grande scillmento-para no
rterw e nenios.
Cnicotlnbi'S de baleia e de muilas qu Jidades di-
versas.'
E?p-Ta?-de tarraxa parasaltosde botas.
Posteira* de espuma para baratos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e par
barba.
Ditos de marflm mnito ftnos para limpar Cibera.
Esecras para roupa, eattello, unhas para duales
CarteiriDbas de madreperola para dinheiro.
Metaa pan bomfns o para mminoa.
Gravsia? brancas e de teda prtta para Lmeos e
meninos.
Campanhlas de mo'a para chamar criados.
J'-'gos da gloria, de dama, de bagaiellas, de domin
e ontros muiios differenies jogoilbos allemaes e
fraaeeze.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhns de ferro.
Mamadeiras de vidro de dar leite roui fcil as
. crianzas.
ArgolmliAs do marflm para as crianzas raorderem,
bom para os dente.
Berros de vmes para en balacear criancas.
Ostintias de virnes para br^co de meninas.
Carnudos de quatro rodas para passeios de enan-
cas.
Veoesianas transparentes para perlas e janellas.
Reverberos trinspareotes par candieirus de gat
Estereoseopos e cnswcramas- com escolhidas vista.
linternas mgica* com licas ^ista de core em
vidros.
Vidros avulsoa para cosmoramas.
Globos de pap-i de ares pata illumra.;cGes da
fea.
Brides areotattco8 e papel de seda mu fcil de
subir.
EnceradG bertas para coacervar as mesas de
Jamar.
Machinas i'a varios systemas para caf.
R-l antdore de pal a e de pennas.
Te.-i.uriunas a aniveles ttoos.
Tapetes convidrilhos para mangas e lanternas.
Tioteiros de lonra braoca, modelo benito e bom.
Tiras de molduras douradas e pre'a? para quadros.
Qnadros f promplcs oera paysagens e phantazia.
Estampas avulsoa de santos, p: y sagena e phania
lias.
Objecios de mgicas para divertimenlos em fa
miliw.
Realejos p;-quanos de velos com lindas p- cas.
Rea lejos "harmonices oo accordioas de lo ios o ta
maofeoa, e ontros amitos artigos de quinquilha
na- dMBceh de menetcnar-se.
Para lapinhas
Ca xmltas com presepios completos com todas as
poja-, e par. acgmtciar as lasiLhas tu um tem
numero de ffgsnnh'as, casinha?, jarcies e_ani-
maos surtidos.
Brinqaedcs para me-
ninos1
A maior variedfde que :e ple desejar de todos
os brinqnedos fabricados era differenles partes
da Europa para entretenimeato das en; mas.
Anda um pouco de attengo
O dono Itiftn [firMjitlcntt vende sempre raats barato, to por rae recebe em direilur
sene artigo?, carao peles aoatiroenioso cbeessoea qoe ootem f.bncanies e commissunario.*, em
aneo;o as grandis e repetidas encommendas, i.-sim pois animado pede a feus fregnezes, amigos, co
nbecidoj e ao public em geral, coad/uv:,r;ao, vindo tompfiT escolbeodo a vontade o que prensar.
Mnito bon< pianos fortes de r-l?pwites modelos des
mais noiaveis e bem rndhe.idos fabricaata
Alphonse Blotdel, Henry Hef, PUyet WJff i
C. e Erard.
Moblias de vime3
Cbegu orna grande fatura com amostras de ca -
deiras de balare), de braco, de guarnicoes, so
fas, jardineiras, raea, coaversadeiras e eosto-
reirs, tudo i- lo ramio bat p. r seren fortes e
leves, a t mais proprios movis para sabias e
gabinetes de recreios.
Quinquilharias
.airr%ch de dlffeffd(ea gos< e
phantazia.
Espelhos d.iuradiis para salas e gabinete*.
Leques Luvas j Jouvin de fio da Escia e de camorra.
Caixiubes de costura ornada com msica.
Albuns-e quadrrabos pora retratos.
Caixint.as com vidro da augmentar retrto.
Diversas obras de ourofeam de lei gamotido.
Correoes de plaqu muilu bonilas para relogio*.
Brincos a imi(ac.o e botes de punhos de plaqu
BolsiBhas e cfres de-seda, de velludo* de couri-
cho ds cores.
Novoc objecios de phaDtazia para cima de mefa e
toiietia.
Pincoaez de cores, de prata dourado, de ac e de
tat>:arnga. v
Oculss de co fino e de todas as graduaeoes.
!0 ABMAZBSI VAPOR VUAXCEZ
R. 7-Hua do Bara5 da Vitoria oidora rm Nova-N,
7
N. 28 Ra do Bario da Victoria N. 28.
Antonio Pedro de S.oza Soares, recebeo um lindo e variado sortimento da objectos
como sejam : lindas caixinhasdemadeiras com extractse sabinetes. bolsas, indenpesa-
veifi de couro da Uussia, para seoboras, potes e calotgas cera banba dos melbores perfa-
aistas e muios objectos abaixo (kclarad. s, os qoies vende por presos resumidos.
CARNAVAL!
Horradla para limas.
Vende-se borrafha do primeira tralidado naja
timas de chairo, nos seguate* lagares .: na phar-
rpacia Central ra jto Imperador a. 38, na mes-
ma ra u. '22 e no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 4, per preoo razoavo.
Galheteiras doBradascom extracto.
Dozia de talbercs bu de viado (a
imitago) a
idem idem cabo de osso I B cota
toque a
dem idem idem 2 B finos a
Livros para notas a 320 e
Abotiaduras para coilete, grande
variedi.de a
Lnmparinas a g;.z a
Caiza de linba com kO aovellos a
Gnza de be loes de osso para cal-
ja a
Dozia de ditos para eneitar vesti-
dos a
Resma de papel pautado e lizo a
90000 40000, e
Caixa de papel amizade muito
bom a -
lleta idem beiradourada a
- dem de eovellopes finos d Per-
siana a
dem dem a 400 e
Duzias de baralbos raEcezes canto
ionrado a
dem idem lisos, a
N0V1DADES.
Redes eoftitdas para Senbora a
Bncos com pedras o qoe tem
le maisgosto.
Bonecas e acimaes com corda.
Meios aderecos pretos com cama-
:'ea a
Luvas da pellica moito fresca a
Dozia de pentes de borracha pata
alizar com costa a
Mimosos leques de osso para se-
nbora a
dem idem de sndalo cem UBte-
31000
58O0 joulas a
2^100
7,5000
(400
0200
1*860
0500
<|2Q0
0200
40500
0GOO
0300
0800
0500
30600
205OU
I08CO
viudo
50OCO
2^000
10000
0160
Idea idem.com toque a
Dozia de pegas de traumas de ca-
racol a
Idtm idem liz Microscopios (sem vistas) a
0640
20500
0K.O
Ura idem a irai cao a
Garrafas de tinta txa muito boa a
Potes de dita ngleza (preta) a
-iOOe
Sapalosde traeca tapete, easemira
charb te.
"Botiaas para senhoras o para 50000
PERFUMARAS.
Macos de sabonetas Dglezes muito
boos t 3600
Dnzia de sabonetes de amenda a 20500
dem idem d&coracio e flores a 10500
Pacota com pos de arroz moito
fiooa^OOe : 0500
Garrafa da agua florida verdadei-
ma 10200
Wem idem kananga a 10200
Frasco com oleo orizoa 10000
Gaixa com pos para denles a 0200
Opiata muito boa a I0 Agua de Cok gne muito fina fraco
de 5C0 a 20000
T meo oriental de Kem a 10000
Variado seriimeoto de vasos com banba
Caiiinhas- cem extractos a 20,30 a 40000
Fraeco com extracto oriza muito
fino a 13500
Wtm i4em a 240 400 e 0500
QTJ1NQUILHARAS.
T.'mtres pira enanca?, bailas de borra
! cha, be ecas de massa a leuga, candieirt s
0400 a g37, b-;ofcas de porcelana, quadros de
0200 pajsageus, cidadese machinas decostura de
20000 HlW.
Farinha demilho

com tripas e dcbrala de
cada nm ; ro armazem
f0*a4ttnorim n. 37."
'Vllde-se
JARROS
vacca ingleza a
de Tasso Irmaos
1000
di c,
Vende se farinha de milbo moida a vapor, iia-
riamene, pelos prp^'s srguinies: grossa para
migoDz a 90 rs., dita pa'-a an^, pintas e pifia "t rlthoK a 100 rs, para cana, < a po de provenca.*na tem, cn awnco fundos, propna para
a 120 rs., e para cnsrs a 140 rs., em arroba pniBo>pjaHe, a freguezia de auto Antonio : a
mal barata : na ra do Otnvello n. 28. .tratar na ra o Fqyo.n.' 20, taverna."
BAZAR NACIONAL
Rna da Imperatriz n. 72
de Lourenco Pereira Mende&GuimarSes
. Declara ao respeitavel publico* que, teodo concluido o conserlo que fez em sen es-
abelecitenlo da rna da Imperatriz n. 72, declara qne o sortio de novas fazendas pro-
proprias para a (sta do natal, os preces sidos mais baratos posshesa saber:
LASINHAS A' 120 RS. CORTES DE BRIM A'40500.
Vende-se liasiuhas para vestidos a 120 Vende se cortes da brim para calca a
tOO, 360, 400 e 500 rs. o covado. 10500 a 20< 0.
OLINDENSE A 800 RS.
Vende-se orna nova fazeoda da seda a
liuho, por nome olindense, propria para
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 440 RS
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- de castor, para homeos e meninos, a
das, para vestidos de senbora, i 440, 500, 205Qi>, 30 e 40000.
ra. o covado. ALGOOO A' 40000,
baptistaS a 500 rs. Vende-se pecas de algodlo americano,
Vende-se urna aova fazenla por nome 40oor, 5000 e 60000.
baptistas, para vestidos, a 500 rs.
MADAPOLO A* 30COO.
Vende-se pecas do madapolo a 30000,
405O, 50000, 60COOe 80000.
CHAPBOS OB PALHA A 2*000.
Veide-se chapeos de palha, de feltro e
20,
o co-
vado.
SOTANAS A 640 RS.
Vende-se orna nova fzrnda de 13 e seda
por nome setanas, para vestidos de senho-
ras e menio.-.s, a 640 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Vendase urna nova fazenda lisa, por nome
phanlasia, para vestidos a 800 o covado.
Fnstao branee a StO r.
Vende-se fusilo bramo e de cores, para
B01INAS PARA SENHORAS A 50000.
Vende-se bolinas para senbora, a 50000
e 50500.
C\MBRAIAS A 30000
V^nde-se pecas de caubraras lisas para
vestidos, a 30000 40000 e 50000.
C.-MlAS BRANCAS A 2*000.
Vende se eamisas braceas a 20500 e 20.
Ditas de linho a 30, 30510, 40000 e
50000.
Patots de panno preto a 50000, 70OOQ
vestidos, de senbora, a 32D e 400 rs. o co-' e m0o, Paijto!s de cagtnjra de cores> a
"* 40, 50000 e 80010.
SAPATQS DE TRANCA A I0-5GO.
Vende-se sapaios de tranca e tapete, para
bomens e senioras, a 10500, i8(0 e 20.
a 2050)0, 30 e
305( 0.
CHALES A' 8C0 RS.
Vende se chales de 13a cem quadros e Mi*
20010 ,ra8 a 800 rs. e 10000, ditos de nerin
'' estampados, a 2^000, 305OO, 40 e 50000.
E outras meilas fazendas oue ie vende
CHITAS FRA.NO ZAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezaa esemas e cla-
ras, a 240. 280, 3*0 e 360 rs. o covadr/.
BRAMANTE A 10600.
Vende-se bramante com 10 palmos de faPal08 de casemira Prelos
lencoes, a '0600,
aooo
largura, proprio para
e 20200 o metro.
Grosdeaaples preto a
Vende-se erosdenaple preto a
0500, 30500 e 56000 o covado.
PA.NNO PRETO A 1*500.
Vende-e panuo preto para calcas e pa-'sem reserva de preco. na loja do baraleiro
litote, a 10500, 20500. 30(00, 40100 e Bazar Nacional.Ra da Imperatriz n.
50000 o covado. 72
Samuel Power Jolms-
toii&O.
Ra do Apollo n. 38 e 40
Fazem seienie aos seos fraguases que teem
mudado o seo deposito de machinas a va-
por, moendas e laxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para ra do Apollo n.
38 e 40, onde coutinuam a ter o mesmo sor-
timento do costume.
Pazem scisute tambera que teem feilo uro
arraojo com a fuudicao geral, pelo |ue po-
den; offerecer se para assentar qualquer
macbinismo e mesmo garant lo.
Os proprietarios da fondieao geral farcm
scientes ios senheres de eogeobo a mais
pessoas, que teem estabeleeido orna fundi-
dlo de. ferro e brouze a ra do Brom, jun-
to a e>tacao dos tioni*, onde aprootsro
qualquer obra de encommend* erro ptrfci- .
qo e prora ptidao.
Os meamos rngam a? pessoas ofie qoel-
ram utilisar se de seos ervicos de deia-
rem as eneommnndas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Ji bostn & C a ra do Apol-
lo n. 38 e 40, on-te acharao persoa habili-
tada com qaetn possam eutender-se.
Apparelho para fabricar assucar, do systema.
WESTON CF..NTREFUGAL
nicos agentes em Pemamburo a fuodigio geral.
Para tratar em seo escriplorio a ra do Apollo n. 38 a 40.
i.....
Pert-ira da Luotia Irruios,.* roa Mrquez de. >vlmr.ik .A-wJSft A^ Pora
Olinda a. 21, vendem o>goioie : AaFQpe aa^Tl0 00 aira
Vaqnetas pafa tarro e bertas de visgem'/- liai
SrarrvqufM.
C'irdavdes.
L An^oe concittrafJo rnedieamefjto para
'WHmf'd&' mxJIcWia dos orgos respiratorios,
j-sica/broncfrites, asthm, tc^
inda Cqrrt ptimos, restfhads no
pfjarmaria e'drogara 3c Bar-
Acktise >: rMioimpudor.. ^., ttia larga dottosarion. <4.
grode aorrjkuto-da camafeos e mosaico, UMo Vende-se ura cabrolet ioglez, de duas ro-
aimples. como eaeastoados, de diversos'goac* das, rom atro a'ssentos e ubi excllente cavarlo
b kp1fa o"ftjssmo:'% bt1 coenefra da roa d Ro-
las arlei. i da e a tratar na ra Direita n. 10.
Oleados pra forro de carro.
Polassa da RusMa.
VlDhe do. Porto, flrro, er eitxaa.
' J r -' i i r ~ ------- ~ 11 i. J
RA D BRUM N. 52
(Passando o chgfariz)
Os proprietarios desta undiqo recommendani-se aosSra
agricultores pela boa qualidade das obras que durante mais de
30 annos, a casa Ihes tem fornecido.
Pos?,uem sempreum avultado deposito de machiuismo e im-
plementos em toda a variedade de tamanho, proprios para todos
os mysteres da agricultura e preparo do assucar e algedao; entre
os quaes algumas noviiadesnesta provincia, merecendo ser vistas.
Vendem a prazo ou a dinheiro com descont, a vontade
do comprador.
nciTitpllo Avisam ao publico que diversas encommendas dirigidas a esta
V/clUbUllIta casa, tem sido desviadas: pelo qoe, rogara"a exigrn.ia da coa-
la mpressa, para prova ("a procedencia do que se lies foruece.
Outro sim, que por abi aodam especuladores (alguns empregados em tbras e concer-
t?, etc..) a ii.culcar encommendas e compras de macbnismo: acautelam aosSrs.de en-
f$enbo cottra os laes, lembrando-lbes, peosem se sem iDteresss aquella industria: c
quem p'ga as .titas recebidas pelos ditos ocupadores.

COMMISSOES
Fazem encommenda a tont'de do pedinte, mediante tima
commisso, de qualquer machinismo ou obra, dando ao compra-
dor a vantagem obtida por sua habilitafio e costume no negocio,
tanto em respeito ao pre<;o como a qualidade, assim cerno todo o
auxilio em montar e irabalh&r com o machinismo vindo.
HERDEUOS EOWMAN
por Albert B. GUtwy, Engenheiro.
811 DO BRUM N. 52
PASSA\l}0 O (IHFiltlZ
)
I
)
I
I
.
OVIDADE
Aos senhoites fumantes.
Complet soriemento de novos irligos para famanles, algan raros insta mercado
como srtam : '"
Ponteiras de pomas, verdadeira pira charutos e cigarros, de muito bonitas formis
* diversos precoa.
Ponteiras com ambsr, cereja e espuma, para charutos e cigarros.
Ponteiras da mbar pira charutos e cigarros, de diferentes tamanho*, gestos e
presos.
Cachimbas # pama vesdadeira, fe deferentes formas e diversos nraess.
Cachimbos da miwa imiucao de espuma, jo diversos lmannos e ore {os.
Cachimbos da mideira de diferentes formas, qaliUiJes 8 pre?w o mefltor qoe se
pode desejar oe>te geOoro.
Urna grrade vartedade d bofevs para fumo, de diversas qualicUdas.
Pumo atra-ciafeMB e cigarros, sendo :
. Novo caporal < imitagio do firmo francs ).
Bps Bird Serge ( Olbo de Passaro) imlUQSo do fumo ingler.
Flor a Brasil a ootras qtialidses.
Este fumo vndese .por metale do pfaf* do-qn Interitif, coma 4 fcil verificar. .1
Oa prt$o do fumo ttm abaiimealo de S> 20 por eeolo, confurme a quiatidad.- que
secotoprar. u"* ;
m fabrica 'vapcf it ttgarros, ra langa do-Rosario n.ll.-.astfga raa da^crtel da
Policit.
iriiUJUniinunii


8
Diario de Pernambueo Segunda feira 13 de Janeiro de 1873.

LmijLATOl
4 proposito du ralla carao da pri-
moira pedra pai -a o Amyto de
Mendlcliltiide.
Ekm. Sr. prtUtente *di pr&vhciaL-k
associaco do Giaria-nvfo, do Jlecife, qoe
iieste momento represento, agradece profun-
damente V. Ex ., a t'Misieraro com qup
a distingui, convidando-a. para esta solem-
nidade, una das ruis espindidas solemni-
dades do seculo.
Sr. presidate-; uieus seuhores.
Nos, urna-das m litas caravanas da civili-
sarao moderna; as atibes d-inandam o futu-
ro cora os olhos embebidos na refulgurante
tnica ensanguentada, ha qaasi 19 sculos
dosfraldada pelos ventos do co no pncaro
do Calvario, deiando 1er s goracoes, que
passam, a forniuli suprema do pensamento
divino :ama ao prximo cjmo a ti mesmo ;
aqu muito temos que ver.
Queris saber o q uo ?
Saudarraos o futuro d'aquella pedra ; da-
quella pedra, que, son lo boje urna lapida,
ba de ser em dia, que nao vem longo, un
templo de paz cheio de precos e sorrisos ni
quo se convcrto-ci aquellas lottras quj
ora a escurecem ; d.'aquella podra, que
neste momento urna fnscripro, m:is que ser
logo urna liada do bom*; d'aquella po-
dra, que neste instante inan.iore fri educo,
mas que ser om jwuco inacio e morno, poi-
que ser -o leito do aleijado ; doce e alenta-
dor por que ser o pao do faminto; d'aquella
podra, que ora no* pide esmola para depois
prodigalisar heneaos ; d'aqu-tla pedra, era
fim, que boje pudra, mas que ser no por-
riro corario enonie do una pow a diluii-
dir-se no insior,. mais belfo e puro- dos amo-
res,a caridauV*.
Abencoada eircy .Knrelra Nao lera ue-
nhuina das faces db gloria nem da casastm-
pbe ; em torno deHw nenhuma ierrogar
se levanta : iuconflestavel. Nao vale ama
data, nem um nomo ; expresado de rana
virtude. Oque aqui ha nao uma pedra,
que se enterra : urna frthfl da Biblia que-
se planta.
Meus sedhoras.Queramos a eschola *
Queirantos tambem o asilo. Queremos o
mostrT Queirantos ojesiuo:. Queremos
o livro ? Queiranto o pov
Ao p da grande otlicinai aborta a activi-
dade humana, corramos, as cortinas do ro-
pouso sobre os desfavorecido! do destiuoi
ideias que se completam.
A ignorancia uukperigo., menos assus-
.ta? A mendicidad.^e-una nod,oa eue nos.
"infama. Na fron!e> db um povo civilisado a
lagrima dn mendiicidade- um ferrete. Con-
cordamos comvascocjie, a ignorancia a
treva n'alma ; bbs concorda timben eorn-
nosco que, a indigencia a a^ysraanavida:
ideias que se- explicam.
Nao ser a ferklfi um erro, e o erro urna
ferida? A miseria c t ignorancia, nao se-
rio as duas faces da desgrana ? Haver glo-
ria para um povo qus-, a altura do pensa-
monto, nao levante osentimento A* da co-
r6a que oinge urna cabeca sem laurear um
coratrao : ideias que se confundem.
Prolecionar a and rajos?., evangelisar o
desespero ?... matara fome com verdades ?...
mostrar Deus no fundo de urna chagar?...
ideias que se repellem.
A eschola protege o homem contra o ho-
rnera ; o asylo protege o homem contra o
destino. E' preciso crer no destino ; o des-
tino existe: tem a aeco de urna forca, e a
fatalidade de urna lei.
Alongando as vista: :
A escravido horrivel, mas para a es-
cravido ha a rcvolta ; a prostituido tam-
bem horrivel, mas para a prostituido ha o
arrependiineuto ; o que solre tudo horri-
vel,* porque fatal, a indigencia-: para a
a indigencia s ha o asylo. Para os que ro-
lam nesse precipicio s ha um fundo possi-
vel,o leito da candado.
Nao lia recompensa nom re nuneraco para
os actos humanos da ordem deste, porque
isso a execuco de um cdigo, que se cha-
ma o Evangelho ; porque uso o cumpri-
mento de urna ordem, que vem mui direc-
tamente de Deus.
Vos, quem quer que sejaes, que sonhas-
tes cicatrisar a mais hedionda cbaga do povo,
bem merecis do presente e melhor merece-
ris da posteridade.
Sim, nao digamos a ningucm : Deus o
favoroya, para queuiuguem deixe de dizer-
nos :Deus vos agradece.
- Victoriano Paumres.
:*-
FOLHETIM
a umn n mmi\
TELO
VISCONDE PONON DU TERRAIL.
PRIMEIRA PAUTE
castalio dos ctaeadores nesnw
IX
(Contiivuaco do n. 8}.
Felizmenteponseu meu pai a jo--
ven ser condenmada, o morrer cedo ou
tarde.
As previses de meu pai realisJfram-se.
I.'ti dia, minha mi indo assistir a um
torneio que dava o re Carlos Magno, mon-
tada n'uma bacante branca, passou junto a
urna torre arruinada...
No alto d'essa torre, um. poeta allemao
scismava~, junto a ora. ninho ie cegonhas.
0 poeta, que ert curioso, vendo aprox-
mar-se minha mi, interroreipeu os dactylos
latinos quo estava a compr e inebnou-se
para a frente. A peira qual elle se encos-
tava, desprendeuse das outras, e elle vio-se
atirado ao vacuo.
Quiz o acaso quo elle fosse cahir e despe-
dazar o crneo a dez passo: da distancia de
minha mi, que morrea, qiasi insUintanea-
mente, de medo.,
A alma de minha mi tomou, em linha
recta, o caminho do inferno que ella tinha
semj.ro negado, e encontrou, mesmo aporta,
Satanaz, meu pai, que lhe offereceu a mo
com exquisita galantera, a conduzio ao
peda fornalha eterna,-diante da qual ella
devia estar duraite a consi.mmago dos se-
culos.
Minha mi, em (manto viva, tinha sido
urna elegante, usando de perfumes e das
aguas misteriosas que os rabes vagabundos
mveutavam e espalhavam, ento, por td(|o o
globo ; sentio, pois, .urna sensayo das mais
desagrada veis ao aproiimar-se da fornalha
infernal, onde to quente em todas as es-
taooes. ,
ArrependeurSi amargamente dasu* incro-
dulidade ; mas, ab,! era muito tarde !...
ASSMUUSA GEBAL
-CMARA.. DtS DEPUTADOS.
DISCUSSAO HA VIDA !fA SESSAO DE 26 DEDEZEM-
O Sr. Visc.NDEjK) Ro Brauco [ Presi-
dente do conAlbojf:... e-egoramete as-
sim abusando-nos, S. Exc. nao nos attri-
buio os sentnentos que devem dirigir o
homem publico ; e se o Bobre- depatadoj
suppoe-nos apaixondos a ponto de sacri-;
fiearmos'a caos& naeional, ha de permittir
quo tambem o julguemos apaixonado por
m causa que todos connecemos e que da-
ta de 1871. (Apoiados.)
O "Su. Pailino db Sovza :Isso qnes-
to acabada e que pornossa parte nao have-
mos inab reviver.
(Ha oirtros apartes.,/
O Sr. Vi9(ndi; do Bk> IIrxsco ( Presi-
dente do coneelho] : O obre deputado in-
terpretou maas patarras *> Hlustrado mi-
nistroda justMpirquando dnse-que-eHc ini-
ciara esta re80*;o com araeafl, decla-
rando camaiwqUs se nao a votassev o go-
verno proceder* iwlependentcinente dV> scu
concurso.
Partindo desse ftdto presupposO)', o' nofere
deputado aecrescastou que, guiado pefes
dict imes da sua pnuli-ncia, nao recusaria-
providencia legislativa- q nao dar ao miuistorr'O' gnsto de faaer una
ffruota assembla geral' logislativa^
Si*, presidente, o nre nnuistro da,jnstir,a
inotivouun poueas petfiVtQf' a presente- re-
solin;o, por modo digno- desta augusta car
niara e do niinisterio. V|>)ia O imjdw ministro da jpstica- disse : A pro-
videncia urgente, ese ella-nao fdr votada-
com a Iwewlde qne. ascircuiostancias esi-
gfjn, no t.* de Janeiro no-turemos lei de
oct;anientor e- ;entretarto frcoso pagar a
dsvkla pubKrileio deixar qpese parabsem
te4us os servil; F.sta< 1. >.
Corao oovorer a todas estys-dspezas, seim
arrecadar os iinpostos antes votador por lei ".-
Segunuaente ^ie se a resolutt na puder
passar em*eapov o governo ver-se-ba Da
- O Sr. 'Paolwo e Souzf p^rotesta>.
O Sr. ITsIode do Rio Branoo (Pre4-
dente do cou9fclto)f iate'eseis osas le prf-
rogacao, isto tres prorogava successivas,"
^0 f. Vfcf*| qo Rjo-Buyco (pres-[ dente dQ coqfieijio) -.Afora modifica a sea
dente/4o cpnsallio) :Quando opportuna- accusaijtj diendo q
|han|g |rifr a d^cu|sae Jos actos'do presi-
f^Btewr oc#asi,ap da eleicAo senatorial na
nao basteranrpara quapaasba a Itf d orJpro^fc{|.(k) Rj^ de Janeiro, o Ilustre de-
camento 1 Jputajo ha de ter quem o acompanhe uesse
0 Sr. ff Brli$*rm>:r-Sobre o orcametolterreno e nesse debele,
houve apenas tres discursos. Mas seja-me permttidodesde j dizer, en>
QSn. Pauuno de Sooz.1 ?
occasies em que a prorogago
vido
de
mez e meio.

C-"''
dura necessidadb de proceder -"eradas con
dii;es legaes, sujetando se rcspeisubilida-
de que desse aeto lhe provier.
Esta doutrlia db> m bre ininisttoda-justira
j foi aqui sastentada em ciaeomslaucias
nmito diversas puto, noitre depirtada quem
respondo.
Em 1869 pnc embarazos q\- soffreu o
projecto de le (le- >uvanviito, ctiu-ia- s*para-
(;o de alguns artigos additivos e sebretndo,
de uro em qurS>.' Exe., ento rnisistro do
iinperio,qu4isi empenliou oseu ainerupoprio,
j^ulgou o nobro deputado necesaaiiO' duer
dj-sta triluins i opposi^o liberal *?tiado ;
So nao pasuar a toi ile orr.amentov .o'gorer-
aui nodeixar (fe goveniar. Crea* .que era
a um discurso prouunciado em tacs^ircums-
tancias quo se-poderia, com mais psoprieda-
do, appbcar as palavras do padre- Antonio
Vii-ira. (Apoiados.)
0 nobra deputado ameacava o sofcadpsem
necessidado,. o em consequencia dt- dlQicul-
dades por elle proprio creadas I
0 Sr. Pmtuso de Solza :An-ypoese
muito differente.
0 Sr. Visconde do Rio Branco> ( Presi-
dente ilo conselho) -.Consta dos .Vimaes.
0 Sr. Paulino i>e Socza d um aparte.
O Sr. Visoonde no Ro Brasuo. ^Presi-
dente do conselho):Eu fallo pecante mui-
tos membros desta cmara que fizeram parte
da legislatura passada, e que, portanto, co-
nhecem perfeitamente o facto a qjue me reti-
ro. Nao s esses nobres deputade,, mas tam-
bem aquellesque tm assento pelaprimoira
vez nesta casa, sabem quo nao estou profo-
rind urna inexactido. ApoiaA>s,.
Trouxe-nos o nobro deputa<4>. a eireums-
tancia de haver sido encerrada a assembla
legislativa do Rio de Janeiro antes de vota-
da a'loi do ornamento como ujova do que o
ministerio actual capricha en violar a consti-
tuii;o o as leis, e de que- por instruegoes
nossas tambem procedem assim os delega-
dos do governo as provincias.
Sr. presidente, a assembla provincial do
Rio do Janeiro vio terminar a sua sesso sem.
votar a lei annua essencial administrooo
publica, a lei da receita o despeza nao, por
culpa do presidente da provincia, mas sem
duvida por conselho dos que entendom que
ao ministerio actual convem oppdr todas as
dilliculdades, crear embarazos por toda a
parte, sem duvida para dar mais brea a esse
inculcado espirito de unio do partido con-
servador !
Ha outros apartes}*
t) Sil. VlSOWDF, DO RIO BRANDO
dente do conseibo ,: Consintam que eu
falle!
U Sr. Paulino de Soza Reclamamos
coutra a inexactides denunciadas.
O Sr. Visconde DO Ro Bu asco 'Presiden-
te do conseibo) :Se o nobre deputado pode
dizer que o niinisterio insinuou ao seu dele-
gado na provincia do Rio de Janeiro que
do prorogasse a asamblea, porque "nao po-
derei eu dizer tambem que o procediraento
daopposico na asaeiabia provincial o
frnrto dos conselhos do nobre O S. Paulino de Sovza : A questio "
se apjwova ou n o pvocedimento do pre-
sidente! da provincia.
O Sk. Vkgonde do Rw Branco (Presi-
dftite d vincia do Rio de Janeiro cowvenceu-sev
Sr! Pwi.ixo de Souza s Est ladV
ando.
O Sr. ViKOms do Ro Brwnco (Pre^i^
dWe do conselho) *OraoilluBtre deput----
do< perntta-ie- fallar I
OSr. Presv>kvTe:Attenfo t Os apar-
tfSinosopernMttidosv sao apenne-toleradas.
0>Sft. Viscowie- do Rio BrasCO' (Presi-
dente- do conseHio) :A cmara toda est
vendo, quem Eu ouwicom toda -i cabrio o illustre*(k!pata-
do-ifcfcecrer largamentee usar dfTIftgua-
geui'finis vehemente contra o gabinete
actual.. Nao sei o daqneVe'lado (aponStndb para os Srs. Mmo-
tadOsberaes):, que nao-fosse dito pelo 3jw-
tre deputodbk Prete-que S^ Exc. est ri-
valisandb a ;^o libeml
resposta asse^erac^o d S. Exc., de qjie o
preaidento da provincia do Rio de Janeiro
.exorceu prestan ollicial e guernou candida-
toMs legitimas, seja-me" pormttido dizer ilo
Pres> pepsagom <|ue, na ultima elei;ao de senador,
- a adininistraciio da provincia,, contra a qual
tao irritado, se mostra o nobre deputado/
apenas por iniciativa sua deu duas ou tres
demissoes de autoridades policiaes,
O Sr. Paulino de Souza :E' inexacto.
V. Exc. parece que nao sabe o que se tem
pessado na provincia do Rio de Janeiro.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo) :Conservou em qoasi
todas as localidades os mesmos depositarios-
do poder publico...
O Sr. Pkrkir.% da Silva r-^-Bm municipios
todos mudados. ,,
0 Sr. Visconde do Rio-Bra5co (presi-
dente do conseHio) Os illastres ileputados
esto mal informados, ou nao quorum ouvir
as informaeues verdadeiras, tal ? paixao
que os domina 1
O Sr. F. RtiUttWK? dk em aparto.
O Sr. Viscowdg do R*>-Branco (presi-
dente do conselho) :As influencias quo-to-
uiitrw parte na tata eleitora* do Rio ihr Jj*-
neiroDram as rsesmas ijue- em todos os-
Iteinpo dominaran na provincia pelo bid
Ido-partido consejador.-
E j-qfe fui arrasfado pow o- terreno d;
qliestao provincial, sejfv-ine anda1 pormittido-
rectificar ama iuexacrtdeo que* \i em certa
correspondencia, assei*rando-se- qjie o pre-
sidente da provincia, para gauhaw'vctos, sup-
prinira banreiras. QineBl aubwqpal foi
O'Sr. SqjmaA Marjuns-:*Ainda ha aH
91111a cona- de novo-.- Nao* tu venias de
repetir.
'Sr. VrecoeDE- do Wc Brjwco (PreeRI
dente db conselho). :.Mks creie-que em bce
vontadeos illustres- deputado* nao excede*-
ro>aO' oradora. quem cstou: respendendo:-
tisadas
O^Sr. l-urraio de A!rrev :=Agora es-{
taos aprebado aquesta-de familia.
barieira'supfrimida? A^barrein do Porto
das ^aixas, loealidade onde intlusfite o Sr.
De- Rfemardiiw Rodrigues- Torres A cen-
sura do'AUtor dft correspondencia a'aue al-
ludo, rocahe setre esse respeitavel cerserva-
dor, qfie nao devia ser su?peito-de percial-
dade, mas nao sseravisou-t aos ca,r;hos
da dissdencia.
E no*-a cntaro- que se tratkva de-umn
barreirai nteirarr.ente inuti\ que sement
servia davexame para a pop*Ia$o o o oom-
uiercio, lauto: que- u asseBtWa-proviacial
resolveu 1 sopprimir. por lei aan-s-aqneMa
loomo vacias outras-barreiras*
Emfuni.quando tvermos de-liquidan"os
actos da administrado- da proneia do lio
'?Sk. Visioik do Rio-Brawuj (presi- \k- Janeiro^ ento- haver- cp-partunid-ide
deade-do- conslfao), :^0 presiderto da pro-
viixia dO'Rio da Janeiro' conreBeeu-se do
qutfa.maioria asswniblaprovimral.quaes-
qu.ff. qne-sejaatos.seus directores,, aa que-
ra- votar a le dc'*m;amentoi.esira:jroseguir
emidiscusses seereis e odiosas..
Entendeu, gertanto, quo nao devia proru-
gan pela quart&ivez....
tiiSr. Paulubci.dk Socza-^Os.faetos pro-
vannOContraraD-disso..
%>Sr. Duarzk de. AzevsdS' '.rBtmstro da
Justina) :.Noapoiado.
OjSr, Pal-limo .de Souza diioutro aparte.
OSr.. Viscokde do RicBANCf> (Rresi-
dentedo v que a quastOi da. assembla.grevincial
temtaqui o seusfco^ (Hilaridade prolonga-
da}.. O.facto. que ora se-estranne. tem-se
dado,mais do.una. Tez, irilepenifcoteraente
davontade da>presidente da, provincia.
*) Su. F. Belis.vrio : No.dominio do
partido, conservador nunca.se deiw
O Sr-. Vcphd do, RiOrBft&fco fpre|
sitente do,conseibo) -.Nao. posso. affirman
agpra; mas;takea sob a. admintstragao do
iustre depitedo pela provincia, do Rio de
Janeiro algjmufaeto dessa. natuaeca se dsse
am^outra provincia, seak que iUe tivesse o
kdireito donputado mteuijaik do seu efe-
logado.
O presidente da prownciai db Rio de Jar
neiro vfot magistrado,digno, de todo o ues-
peito e estima (apoiados),. peto seu carcter,
illiistr^o e patriotismo (inutos apoiados);.
nao jiotlia ser inslnunento de goverao. al-
ga 111. O Ilustre diputada pela pro viada, do
Rio do Janeiro irreg.ou.-ln0 urna censara, ira-
merecida...
, ra exanaaarmos qjiaes sao ;tsra/.esr. os
itulos e osdocumeutus emqueoillustro te-
tado fuetta.a-gravo-arausaca^que dirgi>>
'au.presidetrte da provincia.
O'Sr. l^ixiNO'i:SoZAv:BeeididamenM
e-V:.Exc..no sabeo-|ue vai ps* l.
0>Sr. 't;o.viit \m. Rio-Bf**i:o (prear
dnte do-oaaselho) aO'illustre deputado
disse qpe w.no seiio-qpe vai oa#4i; mas
eacreio qpeS. Exc-sabe de mais (hilaridad
de) e -perisso que-as-cousas atio eorrea*
ido.to.rneli.
Eutendea.o nosso- aotagonistaique punh*
^iz wtnaHt suisabservaces^eentra o ga-
bkiete. pi-ocurando tm.uma k .tabellas.de-
jrelaterio apresentadoeste anno motivos de
jeensura ro.oobre ministro do imperio.
Duus.factos alle^>u o illustandeputacfe>:
lf,.as.despezascresaetttes ; UM& Exc. nao
{tomou si o trabalhoj.que aliedbe cabtaiao
dirigir socaelhante censin-a, de-examinan so
las despesas crescarara. por ai-4itrio do. lai-
nistro t-u.em virtude-de actos, legislativos..
AssicjioIlustre deputado nio.levouiem
iconta.ocrdito votado para erecenseameoto
ida. popul'acao do. imperio, despeza para a
quul.ae cmaras votaram o rdito do>....
40ttM>03?000.
Meu pai, comtudo, teve corapaixo d'ella,
e disse-lhe
Gentil donzella, so quizer amar-me,
restitui-la-he a Deus, que m'a deu, o elle a
collocar no seu paraizo, onde a briza
fresca e o fogo menos ardeute.
Ama-lo Idisse minha mi, com des-
demora adeus 1
E sentou-se ao p do lume de meu pai
com estoica resignago.
Durante oito dias, teve a coragem de ar-
der, mas ao nono nao pude soffrer mais.
Seja assim !disse ella.
Meu pai, a quem a ardeute atmosphera em
que vive de ordinario, torna muito friorento,
envolveu-se np seu manto e subi trra.
Guiado pelos raios da la, encaminhou-
se rpidamente para o cemiterio em que
minha mi estava enterrada, cavou a trra
com o seu p rachado, abri o caixo, e ti-
rou d'elle o corpo de minha mi, no qual
introduzio de novo a sua alma, que elle ti-
nha trazido n'uma punta do seu mauto.
Apenas a alma entrou no corpo, leyjin-
tou-se minha mi e comecou a caminhar,
envol vendo os hombros e o rosto as pregas
do seu sudario branco.
Acaminho I disserlhe meu pai.
Onde vamos ?
Ao seu castello.
A morta encaminhou-se lentamente para
a cidade d'Aix-la-Chapelie, onde seu pai,
que era um rico senhor, tinha um palacio
sumptuoso : chegou, acompanhada por meu
pai, que trema de fro porta do castello.
A porta abrio-se diante d'ella, e minha
(mi entrou, subi ao seu quarto, deserto
desde a sua morte e feebou-o chave, de-1
pois de meu pai ter entrado.
Ento, este, rocou com a sua unba retor-
cida por um dos seus obifres, e .tirou d'elle
urna nryriade de fatuas, que accenderem
urna tocha fita ao muro por um gancho de
ferro.
epois, ao claro d'essa tocha, examinou
minha mi ; mas, apenas a ertcarou, soltou
um grito de horror I Durante os oito das
que o seu corpo tinha passado 110 esquife,
nham tido tempo-os vermes de ihe reer o
rosto.
Mas meu pai tinha s urna palvra. TU teve lugar.
O Sr. Paulino de Squza :Muito, mere-
cida.
0 Sr. Visccande do Rio-Branco, (pwsi-
dento. do conselho) 5... e da quaj espero
que ha de ter profundos remoraos.
0 Sr. Paulino, de Souza doura aparto.
OiSr. Paulino de Soez**Ficam ain
1^.(M):0005000.
O Sr. Viscof4 do Rio-Branco 'presi
'detsto do conseUiO) :Nao so abriram cre-
-ditos suppleiientares para, obra aJgunw.
1 OSr. Paulino DaSoJH^Kui nao disse
quo se abriiaja. Disse que so escedeu o
crdito da &.
0 Sr. KiecoNDE do. RjOrRRWCO 'Pres'-
dente doonselho): vOiillsstro- deputado.
disse que-o nobre ministro db, ijajierio pela
lei do *desetcmbo, do S62, nao poda,
abrir crditos supplementares. para a verba,
obree.
O Se.. Paulino, de Soa7/> d um aparte.
O Sr. Visconde do, Kv>B&unco (paesi-
nha promottido, cumprio a sua pxomessa e
eu nasci novo mozos depois.
Smente, parecia-me com minha rali, e
por isso que trago sempre esta mascara
para ser menos horrivel d ver.
Minha mi tinha sabido, do seu tmulo
para me dar luz.
Meu av achou-me urna manh sobre a
cama de sua filha, esera bem saber d'onde
eu sahia, mandou-roe, com tudo, baptizar.
0 padre que me conferio esse sacramento
morreu de medo. Com tudo.eu era christio.
Desgracadaroonte, meu pai apossou-se de
mim pouco depois, e s ganhei com o meu
baptismo urna cousa, o estar prova dos
signaes da cruz. Para tudo o mais, sou
filha dodiabo I
O baro tinha ouvdo com muko socego
essa extraordinaria historia : depois do caca-
dor negro acabar, oxelamou :
Os seus contos sao to maravilhosos
como os seus vinhos. Vinho, meu hos-
pede 1
Beba I respondeu o cacador e,
agora, so bem lhe parecer, dancaremos I
A cabera do senhor de Nossac comecava
a escftndecer-se.
Vamos a sso ldisse elle.
E, levantando-se da mesa, offereceu a
mo dafunta, que a aceitou.
Immediatamente, do'us dos filhos do ca-
cador negro pegaram na mesa carregada
como estava, e levaram-a para um canto da
sala.
No mesmo instante, fez-se ouvir urna or-
ohestra invisivel; essa- orchestra preludiou,
a principio, urna estridente e terrivel harmo-
na, e o baro, cuja cabeca comecava a desa-
nuviar-se, sontio-se arrebatado pelo seu par,
ao barulho infernal d'uma walsa que nao
era, de certo, composta por nenhum com-
positor humane, e que resoou, estranhafe
lgubremente tssustadora, sob os estuques
carregados de chos das silas vizinhas,
Ao mesmo tempo, os quatro filhos do ca-
lador negro abra^aram-se dous a dous, em
quanto seu pai se ia sentar sobre o esquife
da defunta, e foi ento, urna walsa infernal,
em toda a accepcao do termo, urna verda-
deira danca de condomnados, a que' ento
que excedeo-se o crdito
ordinario: fias a lei perraitte o transporte
de sobras ,oifra ess verba, e resta saber
quaes foram as obras que excederam o cr-
dito votado.
0 Sr. Paulino de Souza d um aparte.
0 Su. Viscondk do Rio-BiuNQp (presi-
dente do conselho) :Nao ha rtomijio sono
avivar a memoria do Ilustre depilado pela*
provincia do Rio de Janeiro, a respeito do
seu ultimo discurso : recorreu S. f xc. la-
flx-lla n. 10 artnexa ao ultimo rotatorio deste
anno, o ah notou varias despozas do minis-
terio do imperio. *
Depois fallou da abertura d roe Leopol-
dina ; este o segundo fado. En tratei j
do primeiro, passare agora a tratar do se-
gundo ; mas antes devo observar n> Ilustre
deputado, que ce melWamento* feitos no
edificio e decoracao da secretaria dos nego-
cios do imperio nao 4o to esmerados eomo
elle graciosamente descFevou, nem ftzeraro
avultar a despeza de verbw alguma. e ha
urna porta rmais larga do quo aquell por
onde o Ilustre deputado- entrava quando foi
imoistro dossa repartir?...-
O Su. CORRE de OuMMKD 'ministro !
imperio) :Nenisso... est1 di inesina lar-
gura.. Risadas).
O Su. >'iscoN'r* do- RioBiftiw-o (presi--
dente dh conselho) ->... quando o Ilustre
deputado voltar ao-ministerio do inqierio,
entrar por essa port mais laega-,. cujas di-
menses teve tanto cuidado do comparar
com as do* seu tempo. (Hilaridade)..
O Sr. Pa;ino de Sei'ZA d utn> aparte.
O Sr. ViacoNDK do- Rio-Bhatco' (pwii
(dente do conselho) : -Ocrodto dado em
1851 para a abertura d& ra Leopoldina,
diese o illustue'deputado,. qtie tinha-caduca-
de; e porque*? em virtude da lei db'lSO.
Sr. presiilette; nao esM a inteillgencia
qf.'C-at boje ton1 dedo o thesonro a Fe ilaqjwlla espec: Para despeza da aber-
tura-da ra Lecpoldina, envfrente auade-
iniadS'Bellas-:ktes, a lei nao marcou qin-
tia...-
O'Sr. Correa eK Oliveikvv (ministre de
impele/:Apoido*
O Sr. Vseosme do Rio-Bfc*nco (peot |
dente-dO-consellh) :A lei doterminou que
as casas particulares-que fosscnirociso denso-*-!
lir, c i*utf doviair ser antes dbsapropriadas,
fosseift:peTmutada*~por outrofc-pJHdios per*
tencente*d'fazend*iiieeoual, o.|>agas con
o producto da venda adanes.
Nao qparendo cjt'proprietaiis-particula'
res a peenauta, o .i* convindet-alvenda dsi
propriossnacioiiaes petes pre(;cr<,>nto of-f
reridos, .eartendeu oijpivarnoquobem cumv-
pria a lfrf,dispondu'ppra aquella despeza de-
saldos q'ie'existiam.>neservaiidti.oivenda dos
ditos prepoios nacituaes para oficasio maaJ
vantajoea*.
Esse < rdito, assim como ourv-s decreta*-!
dos -em leis anteriores* relti vos-a terrenos
necessaitos-ao JardunuButanico, sempre se
coiisideio em^vigov, porque Ka>.se trataJ
de quai tia.ronsigvjda., na lei cunua, mis-
de-uiu neto especial}applicado qfella deav
peza
J sovv portanl>j^ que as xgscoes de>
llustro dpatado, cuja, dissidenuia eu cada,
conselho Ao duvidou qualkra-la de intole-
rante ; entretanto, diz o orador, seappellar"
rtios paraos partidoa, par, a imprensa im-
parciai, para a adversa, longe d sermos
ajialificauos de iniojerantos, ver-se-ha que
ionios corajosos defensores da liberdade
ennstitucionl. <
Faz o orador diversas consideraces acer-
ca dadissoluco das cmaras em 22 de maio
e a maneira porque o ministerio proceden
nessa occasio.
Nota de descabida a qualificaijao de into-
lerante, appi-ada dissidencia pelo minis-
terio. Nunca se disse que os deputados ne-
garem o voto, fosse intolerancia ; iajo ex-
cesso de vaidade.
O ministerio nem ao menos soubo conser-
var a sua dedicada- maioria. Ao lado da
dissidencia estawa na ultima sesso meitos
membros dessa maioria. Nos ficamos, d^>
em nosso posto e vOssos amigos vos abando41
nara m.
Que argumentos aproscMava o presidente'
do conselho^peirp coa verter a oppeaico ?
A lei de 2f do seterabro e a reforma
judiciaria. Na* Ibes competa aaloria por
esse actos, a rtfo- querer fazer deseo colle-
gas figuras de pedestal. J se Ibikaro reti-
rado os memoro do gabinete, ajem cou-
be a i-iTyilLsaco .deseas-, medidas.
Homo cumprio o gabinete de 7 de- rawr,o
o' progranema da falxvdo throno ?
A reforma do estado- servil nao fie- per-
t*acia-; foro lembrad* pelo ministerie' de 3"
d padecer da eommis6o especial da casa. Na
reforma judiriaria compomtteu-se a zer
passar emfend ; nada feK dlehando dous
mozada' cmara na ociosladb., 0 recnste-1
inent-j'continuoo como estava,. ficaudo mi-
nistre da^gueno em nuMOnci, Porque*
nao ir.tfcntou- esta-reforma f
Faz ideticas uensuras adata' da abando-
no da qpesto attainistrati-K^, de reforma
da instroeco secundaria, e ifeeroa do
process-Veleitorali- Se a cantaral ariamava
esta medida,- appawcia logo a pMaoteiicia
do mineterio.-
0 mii isterio de*T demarco nada*mlisou
do sou programma.-
Reforcse de uovj aos factor qpe-se pas-
saram por.oecasio da- dissoluijto maio. Interpreta a> maneira poRrae* a Sr.
ministro -ti jushVa ajeesentou : camoea o
projocto aa.dkrusai. Chama a attun.ao
para o esanctaculo qpe vai dar wcamara se,
estando cfcortoo parianseato, o geverno>de-
cretar as Baalidas fiaaaeairas. KVfaeto no-
vo > a dict dura do ge*erno n-asa matara
existindo Quitamente- oaa-as caanarts^. Os
principios onstimcibiiaee nao teeni-aurtao
o gabineusv -*
Repote a-censura, aa -gabinete e* no-Xr
providencial acerca deataemedidaa-na^iltiina
Sesso. fifta o cxenf^oido proprio minis-
terio em vuu-a 001 -asiiOy o diz que elt auto-
risa, a cmara a persas,.que muda, da-lin-
guagom couCrme Ite -comm. Nie e -lLot-
to fazer iiapasicoes ao.parlonentuu.
Oprojjpito foi apsseaUdo pelot. Sr n-
uistro da.jastra, eoeatauto que-a> iniciati-
va dos irnaostos pectence i camas. Agra-
dece no-.ter .qoendogqM a maoriase auas-
quinhasse- com a .--$tesena<.o da>pfojecto-;
vez lans-nto mais, aje>. tem fuadamento so fcz bom,em.acobetairse com a sua qua-
Quanto tempo d-ureui eil 0 baro, nao
a soube, de certo,. quando olfegant^_ sem
foi^as, prostrado.e-com a cabega de&vairada,
so detxou eobir scm-o urna cadera com os
olhos moio.fechados de todo aturdido.
A defUnta inoltnou-se dianto d'elle com
dignidad, po* do novo a mascara, e subi
para a seu caixo, oude sedeitou, tomando
de novo a sua primitiva immobilidade.
Os cinco cacadores masoararam-se de novo
pola sua vez, e ento disse o pai ao baro :
- E' tarde, e deve ter preciso do repou-
so. O seu quarto est prompto.
E dizondo sto, tocou urna campainha.
A joven que tanto tinha impressionado
Nossac appareceu immediatamente, dirigi-
se risonha para elle e pegou-lhc na mo.
Venhadisse ella. ,
A vista da joven restituio ao baro, de
quem a embriaguez se ia apossando cada vez
mais, a sua presenta de espirito.
Teve forca. bastante para saudar os seus
hospedes e para acompanhar a joven, cuja
mo apertava brandamente a sua.
Conduzo-o ella atravs das salas que elle
tinha j percorrido, fez-lhe subir a escada
principal e lovou-o ao andar superior.
Alli abri urna porta 6 introduzio-o n'um
quarto forrado de pseto como os debaxo,
mas toconfortavelmente mobiliado quanto
possvel e tal qual o sonham os viajantes
n'um paiz inculto e brbaro, onde se vem
privados de todo o luxo.
Durma disse ella, indicando-lhe oj
leito.
E o seu"sorriso era meigo, ingenuo, quasi
anglico.
0 baro sentio ento desvanecer-se em
presenca d'sssa encantadora crianza o torpdr
e a embriaguez que lhe invada os membros
e obscureca a razo, e po usando os labios
sobre as suas mios diaphanas, dobrando o
joelho diante d'ella o olhando-a com ar
supplicante, disse-lhe:
Oh diga-me que sonho... que nao
possvel que, tio neTla, to pura; to inge-
nua, seja da raesma racaque iodos esses
protegidos do inferno que acabo de deixar *
diga-me que tudo isto tm pesadelo, que
ImpOssiiel..,
vdo, parte-prtncipiilRieBte dessaiipaiio que
o do ni i? a, desde o ;lhbo-passado *.para cami
0 actual: muiisterio.. Hei de rtestrar, sene-
pie quo-rneseja jae-rraatiido, pcsnnteo nobre
deputadoi.que elle- d-injusto, t jito nos jua-
zos que-enuncia a respeito dos ac-os do ga-
binete,, como no seatimcmto \\tv nos su-
poe aseurcspetOtC-dos scuswxlegas (5s>-
lentets.
Creioquc o pe-nos far j-xsca, mae.te-
nho aspreteucos mesmodo nobre -deputado, apando elle vol-
tar a sua calinaordiuaria, ou desapparece-
rein de ante o seu espirito. esses duendes
que ba.mais dc>um anno o.perturbaia
A resolugo -urgentc para o miatsterio
actual,, como jara qualquer outro. Trata-
se de cumplir um preteito coi^titucio-
nei ( apoiadps) : trata-so de ump, grande
nscessidado gubca. (Apoiados.) Nao
possvel que-no Io de ji-neiro fiquemos sem,
rapios para satisfazer as.despezas.do estado;
o se esta [novidencia nos.ir negaila, fonjosoj
ser que se procoda,, nesse caso, como so
tem irocedido em cieeumstancips ignaes:
Vo/i-.rv :Muito bem ; muito, bem 1
O-Sli DLOL-ESTRADA TiElXElRA :-
Nao pxde- deixar de- protestar- contra a ma-
neira porque foi qalficadfi. a opposicao a
que pertonce. S. Exc. o Se., presideute do
Chut 1-^ disse eK levando, i bocea
os. seus finos e- rosidos, doilosChut 1
Oh nao, dex,e~me queetiona-la...
perguntar-4he... impossivel que, to bolla
seja,.
A joven parecou hesitar, tremer, pertur-
bar-se ; depois. do repente, fazondo um
esforco, supremo, ohegou os labios afron-
te do baro e murmurou ;
i. E' talvoz a mortc que chamo sobre
mim, mas amo-o... diivlho-hoi tudo !
Oh 1 falle I exclamou o senhor de
Nossacestou aqui para a defender !
Pois bem disse olla tremendo tem
sido at agora um leo, soja-o at ao fim...
colloque a sua espada dobaxo do travesseiro
e vele I... E' victima de urna terrivel co-
media !
E como se receiasse do ter dito muito,
fugio e iechou a porta.
Nossac quiz correr e persegu-la, mas,
urna forc,a invisivel, a inercia da embriaguez,
chamavam-o ao chao, e comecou a sentir
que a perdendo os sentidos. Teve apenas
tempo de collocar a espada cabeceira e
de se detar sobre o leito, aonde se
apossou immediatamente d'elle um somno
de chumbo, urna lethargtf sem igual.
E logo tambem a porta fechada pela jo-
ven abrio-se com estrepito, e urna forma
branca entrou no quarto o caminhou para
o leito ao passo lento e compassado dos
phantasmas.
XI
O senhor Nossac a esse barulho acordou
em sobresalto, abri as olhose quiz levan-
tar-se. Mas esse despertar foi bem mais mo-
ral do quo physico, porque elle nao pode,
por mais esforgos que fizesse, mexer ne-
nhunvdos seus membros, e vio chgar ao p
de si, no meo das trevas, essa forma im-
passivel e muda, sem que a sua lingua po-
desse soltar um grito, sem que podesse re-J
cejar e deixar-se cahir no espaco que ficara
entre o leito e a parede. A forma branca
chego ao p d'elle e pousou-lhe urna cousa
fra por sobre o rosto.
Essa cousa era urna mo.
Depois sentou-se i cabeceira e inclinou-
se inteiramente para o baro,
O baro estava n'uma situado terrivel j
jdade de.irepresentanie..
Lembra.. cmara.qae a Fraiija,.revolu-
cionad*% anarchisada*. midou 3ttxapu- em
suas oaaueas, sesagre os seusKOcgamentos
foram. regulares;- todos os go jemos cssim
procedteam ; o pceprio NapoleaeJII eespei-
tou esta obrigac&o o -o seu senado .aboaou os
civ, i vos extraui>dtnarios quo <- se abriram
por vvio de uma.lL Entre ns,.ai9m-se
crcdosextraojidinarkis no ministerio.dk ma-
rinbn.de oito mil.coutos, quaudo.o ornamen-
to ordinario regula nove mili
Bevejqo-oes resignar, diz^. a. una papel
jalamentar s.-1-uudario, ou*reastanir pre-
rogativas sagradas, tomando severas, contas
aO'gabinctc.dc 7 de Marro.
Espera que-o.gabinete niesaeav.ietorioso
de suas prepotencias. A liberdade, a ver-
dado ho do triumphar. Nao, ojncr o orador
ser cunqijceda actaal cumediu.. fApoiados.)
0^ SPv HENRlQL'ES.-^Sr..peesidente, &
mira crtame-uto que nessa resolucao tac-
simples.oomo aquella dfc. que so trata, e que.
tem .apenas por fim a. prorogpto do oa$a-
ment, om- vigor, objecto, por isso mesmo,do
reconhecida importancia o incontestavirl: ur-
gencia, tenha dado lugar celeuma,. que
letanlaram nesta casaos dous nobres.depu-
tadps, que me precederam.
(Couti)*uar~se'-h a,..
via esse ente estanha, cujo sexo o race elle
nao poda definir, via-o inclinad para elle,,
sentia a sua respirarlo to geteda como a.
sua mo, a sua fronte estremecia a esse
contacto, os. sous cabellos eric,avam-se>, e
com tuda nao podia gritar, debater-se, sem.
podir piedade ou satisfarrx
O phantasma deitou-se completaajciite.
lado a lado com o senhor de Nossac, depois
encostou os labios ao >u pescoco n e o
senhor de Nossac sentio repentinamente
urna ospecie de picadura ligeira e pouco do-
torosa, mas que acabou do o aterrar. Va-
se victima d'um d'esses monstroe to eonhe-
cidos na Hungra e na Bohemia, a que
chamam vampiros, esohre os quaes um
frade, D. Caraet, acabava precisamente,
havia dous ou tres annjs apenas, de esc re-
ver um bello livro em quo provava claro
como dia, quo nada mais natural do que
o vampirsmo.
A angustia do baro, durante todo o tem-
po que durou a fatal chupadura difcil de
descrever.
Atacado do paralysia em todos os seus
membros e na propria lingua, tinha conser-
vado o tacto, o ouvido e a vista.
Via, ouvia o vampiro que respira va por
intervallos, sentia-o estendido sobre elle,
aspirando o seu sangue com horrivel avi-
dez, e, cousa extraordinaria I. apezar do
horror e da ddr que senta, experimentava
urna especio de indefinvel voluptuosidade,
um acre gozo, com ese atroz contacto.
E, ao passo que o vampiro lhe beba o
sangue, a d6r primitiva que tirina experi-
mentado diminua e passava ao estado de
pura sensacAo, em quanto que elle mesmo,
cada vez mais entorpecido, sentia o ator-
doamento da cabeca passar-lhe ao corado,
e urna fraqueza extraordinaria na apparen-
cia, mas que era apenas o corollario inevi-
tavel da perda do seu sangue, se estendia a
todos os seus membros paralysados.
I Aocabo de vinte minutos, pouco mais
ou menos, o vampiro parou.
Tem o sangue rosado e freicomur-
murou elle.
r (ConHmtar--ha).
I



TYP DO DUH1Q RVA DUQUE DE CAXIAS

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3
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