Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12808


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Full Text
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i
AMO XllX. Nl'MERO 8
- ---:--------*----------------- '
PARA A CAPITAL E LUGARES OS DE SAO SE PAGA
Por tres metes adianados................
Por seis ditos idem.....................
Por um amio idem..................
Cada numero avulso..........;..'...'>...
PITI.
69000
OM
IWWOO
320
SABBADO 11 DE JANEIRO DE 1873.
o
PBA UEVTBO E FOSA A PROVINCIA, v
Por i tres mezes adiantados. ,, ...............
Por sets ditos idem...................
Por-now ditos idem..................
. Por um anno dem...................
60750
139500
09250
279000
*
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PROPRIEDADE DE MAN0EL FIGUEIR0A DE FARIA & FILHOS.
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Os Srs. Gerardo Aptonio Al ves Filhos, no Para; Goncalves d Pinto, no Maranhlo; Joaquim Jos de Oliveir Filho, no Cenrf Antonio de Lentos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Aioiii Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'AJmeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villam Hpha; BMarmino dos Santos Buleo, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazaretb;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Frantino Tavares da Costa, em Aiagas; Al ves dC, na Bahia ; e Leite, Cerquinho <& C. no Rio jde Janeiro.
1--------------------------------------1!---------------;--------------------.-----------------------------------------------------1-------k r i. ........
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 11 DE JANEIRO DE 1872.
\tiviu* I llui-opa.
Chegou hontem de Bird-os e Lisboa o vapor
francez Mendoza, trazando datas de Lisboa at 27
de dezembro.
Dos jornaes e carta i estilemos o que segu :
KHANCA.
A attenca) publica est toda-vallada para a
commissao' d-is trinla, di>nde se espera a soluro
da crise poltica que atravessa a Franca.
A c Jinraiss o como i disseinos pela maior
parte comporta de mc.-nbros perleneentes direita
e por consequeneia, era parto contrarios poltica
db presidente da repblica, ou antes comp )sta de
membros partidarios das diiTerentes parcialidades
nieuarcliicas.
A primeira reunio teve lugar no dia 9, e assis-
tiram 19 membros da direita e nove da esquerda;
oi presidida pelo Sr. Larcy, e a disciusao durou
quatro horas; usou'da pafcrvra o Sr. GatlI, que
era o relator da commissao, eleitai para dar o seu
parecer sobre se a assembia nacional, tnicas obera-
ua, tinha de responder mensagem do Sr. Tliies,
pros dente da repblica, e seu delegado no poder
exocutivo, e que fin lugar de se limitar ao seu
proposito, discutio e atacou a mensagem do presi-
denta, tendo-o previamente chamado a barra para
dar expcages sobre diferentes pontos da sua
mensagem.
O Sr. Batbie na primeira sessao da canmiisdo dos
trinla entrn resolutamente na questao da respon-
sabilidade ministerial, que o cavallo de batatn da
direita da assembia. O Sr. Eraoul tambem defen-
deu as mesmas opinioes, insistiiido tanto um como
0 outro na necessidade de estabelecor antes de tudo
a responsabilidad*' ministerial, e que as outras re-
formas eonstitucionaes, se seguirao depois da as-
sembia ter votado a responsabilidad*, que segun-
d i a maioria da commissao deve ser a base dos
demais projectos eonstitucionaes.
Os Srs Arago e Beltauld sustentaram pelo con-
trario que a responsabilidade ministerial deve en-
trar no conjunele de reformas eonstitucionaes, po-
rem de urna maneira clara e regulamentar, pois
que pelo contrario seria um circulo vicioso:
A esquerda teve de ceder e levantou-se a sessao
depois de se ter decidido |>or dez votos de maioria,
que a commissao a nica que pode apreciar
a extensa do seu mandato e que o Sr. Thiers nao
ter o direito de se fazer ouvir pela commissao, sa-
nio quando esta tiver determinado a orden) dos
seus trakalhos.
Na sessao do dia 16, depois da animada diseussao.
resolveu a commissao da trinla norneardussub-
commissoos, urna para examinar urna proposta
apresentada anteriormente pelo Sr. Descazes, e a
segunda para examinar uina proposta do Sr.
Baitbe
A primeira sub-couiniisso fcou c imposta dos
Srs. Alberto Guvart, Delacourt de Larcy, duque
de Bregue, Batbie, Luciano Brun e Max-Ri-
chard.
A segunda sub-cemmisso ficou composta dos
Srs. Saxase, tttrcel Barthe, Des Cuinont, Thery,
Hearique Fournier, de la Combe e Dchate!.
No dia 18 teve o Sr. Thiers a sua primeira con-
ferencia coiu a commisto dos trinta, apazar da
sua deliberaca anterior. O Sr. Thiers no seu
discurso nao ronegou ama s das ideas ou um so
dos principios consignados na sua mensagem ;
aiuda oi mais longe, porque ontrou em explieacoes
mu deSnidas sobre as iustituieoes que elle julgava
de opport unidade fundar.
0 Sr. Thiers requer o estabeleciuninto de duas
cmaras, urna das quaes de accordo jcom o poder
exocutivo, teuha o dreito de dissolver a segunda
e de appellar para o paiz.
Declarou mais que o poder executivo, se nao
podia contentar com um simples veto suspensivo
quj se lhe pretenda conceder, e que nao aceitava
ser banido da assembia e nao poder tomar parte
as discusses.
A maioria da commiss > dos trinla, que esperara
que'o Sr. Thiers retirasse parte das doutrinas ex-
presas na mensagem, nao fcou muito satisfeita
com o discurso do presidente ; mais tendo o gover-
n i accedido a combater as peticoes da disolura
da assembia, e assegurado a sua existencia at
ao momento da evacuar) completa do territorio
pelos allemes, roncorda com o governo na crea-
cao de uina segunda cmara, mas s applicavel
depois da actual assembia ter cumprido o sea
mandato.
O discurso do Sr. Dufaure na assembia nacio-
nal atacando a esquerda, em cuntradiceo com as
palavras do Sr. Thiers ua commissao dos trinta,
danotam um desaccordo entre o presidente da re-
pblica e o seu ministro da justiea, pelo menos no
modo de encarar as questos, e pode de algura
modo alienar-lhu sympathias com que se con-
tava.
A assembia nacional depois da diseussao
eos orcamentos, comeeou a discutir as peticot de
dissolucao da assembia. A direita, para dar Da-
talha esquerda, desencantou urnas petizos para
a dissolucao da assembia, que estavam nos carto-
rios da assembia nacional, ha mais de um anno
j ulgando deste novo previnir o efeito de peticoes
mais numerosas que se estio assignando em quasi
todos os pontos da Franca-
As fraeQoes da direita declararam que se nao
tratava de restringir de modo alguin o dreito de
paticao, mas sim conheeer a opimao do governo, e
que este manifest que nao approva o moviraento
aoste sentido.
0 conselho de ministros oceupou-sa desta ques-
ta, e decidi, que um dos membros do governo
declarasse, que eram inopportunas e perturbadoras
nasactuaes circumstancias, semelhantes petiedes.
0 Sr. Goulard foi autorisado em nome do gover-
no a dcsapprovar o pedid > da dissolucao. O Sr.
Thiers nao assistio as sess-les
A esquerda republicana decidi approvar o pe-
dido de dissolucao da ass;mbla.
Abri os debates o Sr. Raoul Duval, raembro da
direita, com um discurso violentissimo, aecusando
os radicaes de connivencia com a communa ; o
escndalo chegou a ponto do Sr. Mestrean dizer ao
orador: msnte I O presidente teve de nter-
romper a sessao chamando os seus membros
ordem.
Seguio-se o Sr. L Royer membro da esquerda,
Sua rcpellio algumas expressoes, fallando modera-
ament, e com severidade. .
Twnoa em seguida a palavra o Sr. Gambett-
que proeurou fallar com toda a moderacao, e chea
gou quasi a faxer proflsso de conservador, mos-
trando que aquelles a* quem chamaram exaltados
a radicaos conservavam a sua serendade e mode-
racao de iinguagem, qpe eram. violadas pelos deno-
minados conservadores e ordeirps.
0 celebre dictador de Bordeus comeeou obser-
vando que nao levantan, a questio nem a pedir
agora para ordem do dia, com quanto sollicitasse,
na multo tempe, o debate, que esperava havia
um auno; refenndo-se depois aos boatos espalha-
do3 contra a esquerda, daclarou que nao aspira va
a nenhma tentitiva criminosa contra os poderes
constituidos ; que unican ente requera que os elei-
tores fossem chamados a dar o sen parecer ; que
osse lhe pareca ser o dettejo do pait.
Notou qne a assembl; reunida em Bordeus fora
eieita por pequeo num:ro de eleitores s com a
misso de fazer a paz ; que a verifleacao de pode-
res se fizera por despaet os telegraphicos, nao re-
cebendo a assembia a maior parte das actas e
que s depois que a cunara a si mesmo se de-
clarara iniiutavel e omnipotente. Que sabia que
havia de ser numricamente vencido, nesta occa-
siao, mas que o mesmo nao acontecera de certo
d'aqu a algumas semanas ; que islo nao tra una
ameaen, ora a simples afirmativa de umfacto; que
not issem como se modificava a opiniio ; que as
ultimas eloiees 115 sobre lili haviam trazido de-
putados contrarios s ideas que tinham prevale-
cido as i'leices de fevereiro de 1871.
O pr.-sidente chamou-o ordem, dizendo que se
nao podia discutir o poder constituinte da assem-
bia, que ella proclamara ; Gambetla replicou e
continuou o seu discurso, afflrmando que ho ha-
via maioria ; que a direita se eontradizia nos seus
proprios votos, que nao tinha forca para restaurar
a mona rchia, nem poder de impedir a repblica,
i* que o resultado infallirel seria a dissolucao, por
convenciinento de nao poder resistir.
Acerasceatou que a victoria dos republicanas
n eleieoes lecaes fora o triuinphar da revoluco
pela ordem, como havia triutnphar o principio da
dissolucao que ja conta mais de um milhao de as-
signaturas ; notou que j eve de se dissoJver ou-
tr i asseinbla^perante 175 mil peticionarios, e que
se nao governa uiia grande na?ao com maioras
eventuaes.
Disse que a direita se havia declarado inimiga
da repblica, e o paiz so resolver a pedir por es-
pirito de eoniervacfio que a assembia se dissol-
vesse, porque o titulo conservador nao pode ser
monopolio de ninguem.
A nos, disse Gambetta. chamam-M8 radicaes !
Eu vou dizer oquese en'eiij^^r^ta palavra.
O Sr. Lewis apoiando esta mogio, disse qae fol-
gava de ver que o paiz tomava a peilo esta ques-
tao; que durante 0 anuos, todos os ministros
haviam recouhecido a flagrante desigualmonte in-'
separavel deste imposte, confessando todava que
Ihes era diffied substjtui-lo ; mas que achava age-'
ffurrMha carlista de Ociandiano foi hontein derro-
tadi na Insuguia, deixando Hlguns morios e mui-
tw Jerldo?, entre os quaes o chefr que eahio pri-
<**. Urna columna de tropas aleamjou em
Oliana, as pequeas guerrilhas deTV)rres, Gweo,
Baleondrea, Ferrer e Molinet, disperfando-s eom-
na. ?o
ativel com o
governo
ar esta
'que vrigam o30iz
s bracos de um dic-
nao vrhj procurar as
direitasjs^rq^l res-
joverno nao pode go-
rrer elei^iio. Se o
R'vHcaes sao os qm
suffragio universal,
que nao seja a rep
situarlo provispria:
t poderosa, flpao
forra de e^pce a
tadt .1. Se tal ac
fammas, para as
taurar o tnrono.
Nao tendes^iaioria
< vernar^i remedio
paiz vdsprefere, sejeissleito de nov. Se vos
a nao quer, estaes a governa-lo, sem dreito Nao
est longe e dia em que vos mesmo decretareis
a dissolucao. 0 voto de lioje ser o regulador
das eleifoes futuras. O pas escolher entre os
que prepararam o estabelecimonto definitivo da
repblica, e os que se oppozeram a elle.
A este discurso seguio-se o duque de Audriffet
Pasquier, ehefe da direita, que negou a Gambetta
a qnalidade de liberal, por ter obstado a liberdade
Idos municipios c dos conselhos geraes; combaeu
o principio das petiooes, dizendo que destruiam a
delegaran- eleitoral e nermettiam ao eleitor intervir
no exerricio do maniato ; disee que a missao da
assembia nao estiva, terminada era quanto nao
tizesse as leis orgnicas, e que folgava com isso por
que tinha anda que dizer cmara acerca dos
contrastes do lempo em que o Sr. Gambetta fora
dictador. A-severou finalmente que o paiz tema
os radicaes, cujas doutrinas crearam a communa,
e que elle os combata, nao como amigo da monar-
chia, mas como1 liberal, a O radicalismo a ne-
gacao de tudo : da propriedade, da familia e da
< patria; as suas mximas levatn escravido, e
porque no dia em que vencerara os radicaes, fi-
< carao perdidos os conservadores e com elles a
sociedade.
Fallaram anda sobre o assumpto o Sr. Louis
Blanc, e o Sr. Dufaure, ministro da justiea, que
fez um discurso de conciliaeao, em que censurou
as viagens de Gambetta e a propaganda dissolucio-
nista, e consegua desta maneira nao s que a di -
reita retirasse a ordem do dia motivada que a-
presentara, mas que fosse approvada por 48J votos
contra 196 a ordem do dia pura e simples.
Comecam no dia 23 as ferias parlamentares,
e teriiiinarao no dia 6 de Janeiro. O Sr. Thiers
passar as ferias em Patis.
Afflanca-se que a assembia nacional termi-
nar a sua missao no dia em que o territorio fran-
cez for completamente evacuado pelas tropas prus-
siaaas.
O novo ministro do interior o Sr. Goulard,
expedio urna circular aos prefeitos encarregando-
os do mais stricto cumprmento da lei de 1851, que
prohibe a assignatura de peticoes ou exposicoes po-
lticas nos cafs e tavernas.
Correm rumores de que os deputados da es-
querda e oxtrema esquerda da assembia estao re-
solvidos a apresentar em massa as suas demis-
ses nao recorrer), paran, a este meio extremo,
seno no caso de nao conseguirem reunir 250
votos.
Dizia-se que o Sr. Batbie enviara os seus padri-
nhos ao Sr. Casimiro Prief, para lhe pedirem ex-
plicacoes acerca de urna carta publicada por est.
no Rappel, e que o Sr. Batbie considera injuriosa
Dizem varios jornaes do Pars que rhegou
aquella cidade o Sr. Rouher, procedente da resi-
dencia actual do ex-imperador Napaleao, em In-
glaterra, do quem dizem^ter instruesoes para com-
municar opposirao bonapartista. Os jornaes bo-
napartistas negam, porm, que o Sr. Rouher tenba
recebido instrucepes algumas do imperador.
O mareehal Basaine escreveu urna carta ao
Sr. Thiers, queixando-se da demora da instruccao
do seu processo, e pedindo para ser julgado -in-
mediatamente. A carta foi enviada ao ministro da
guerra.
Os fnncezes offereceram aa tenente-coronel
Pierre Tailhart, o heroico defensor de Phalsbourg,
uina espada da honra, com as armas d'aquella ci-
dade, e a cruz de commeudador da legio de hon-
ra gravadas nos cepos.
Dizem de Pars que a taxa dos ttulos e va-
lores mobiliarios estrangeiros cotados na bolsa e
cuntidos em Franca sera feita sobre a mesma ba-
se que os direitos de seilo e da transmisso.
Conseguintemente o numero de ttulos fxado
para a percepgao dos dous ltimos direitos, serv i
r para determinara taxa sobre renda.
BLGICA.
Pedio a sua demissao o ministro da guerra, por
desaccordo entre elle e os demais membros do ga-
binete na questao das substuicoes militares. 0
ministro da guerra pretenda abolir as substitu-i
coes. A domissio foi aceita pelo re.
GR-BBBTANHA,
Morreu a viscondessa de Beaconseld, esposa do
Sr. Disraeli.
Reuniram-se em Guildhall em meeting as corpo-
raciies industriaos, afim de pedirem a abolico do
imposto sobre os rendimentoe. Foram recebidas
cartas de muitos bomens notaves e membros da
cmara alta, associando-se idea do meeting.
O conde de Russall escreveu, dizendo que se
admittia as resolucdes do meeting no sentido de
considerar o income-tax como urna conflseacao
parcial da propriedade, como um imposto a que
nao licito recorrer seno em casos extremos, e
3ue nunca pode ser considerado como tributo or-
inario aceitave!, em tempe de paz ; mas que nao
suppnnha que urna fonte tao abundante de recei-
ta possa de repente ser substituida, e por isso de-
claraba que se abstinha de qualquer decisao abso-
luta sobre assumpto tao difftcil, at que o governo
tenha pensado e feto eonhecer publicamente os
motivos da sua resoluelo.
Falln o Sr. Massei, demonstrndole o income-
tax se nao podia boje justificar, tend deixado de
existir os motivos que levaram Sir Robert-Peel a
restabelece-ln, e propoz que o meeting approvasse
a seguinte mocio :
< O income-tax um imposto de natureza in-
< quisitorial, injusto na sua distribuico e teaden-
f te desmorasar o carcter nacional.
ra o momento opportuno de se examinar este as-' petanwnte e-tchiiandii-lhes 13 prisioneiros, umdos
sumplo, nac s porque o imposto deste anno eco- quieslMinet, e il mortos, entre elles Cozo. Oa-
nomieb arabava em abril; mas porque o ministro' tWrA!umtni sorprHiendeii flslvez com to da fazenda havia ha ponca lempo dirlarado, qi
nunca fora tamanha prosperidade de Inglaterra ;
alm disso porque em breve se devem realisar as1
eleices geraes.
O meeting adoptou as segtintes resoluros :
1.* A conserva^ao do income-tax cotrndtz'as
c promessas fejtas eobrigacoes e.intratadas poli
governos de arabos os p nzes (whigs tories).
E* uina falta de f commeltida contra ojcoq-
< tribuintes. Nunca foi estabelecdo senao en
casos de guerra ou em circumstaneias extraor-
i diaras. E' pois tempo de acabar com este im-
< posto,
t No intuito de assegurar o bom xito destae
resoluroes, este meeting constituir desde lioje
" urna liga nacional contra o income-tax.
ITALIA.
A cmara dos deputados, dseutindo o imposto
sobre a riqueza, regeitou por 181.votos contra 166
o voto de desconflanga ao ministerio.
Contina plcidamente a diseussao do projecto
de lei relativo s corpora-.-es religiosas, foram ap-
provados os dous primeros artigo*. -
O parlamento exciuo da transaccao acerca das
ordens religiosas os jesutas, os quaes serio expul-
sos. Esta declarac,ao foi muito applaudida pela
esquerda.
O governo declarou que a lei gral sobre cor-
poraedes religiosas nao podia ser applicada jipi
mesmo modo Roma, por causa da lei das garan-
tijg. .\ maioria resolveu adoptar a lei em princi-
pio*
Crisp e treze deputados assgnarain urna mo-
co, condemnando as modifleacoes feitas pelo go-
verno relativas applicac'j da lei Roma; A
cmara regeitou-a por 144 votos contra 116.
Desmente-se o boato de que o Summo Pon-
tifica abandonar Roma no caso de ser votada a
lei das corporacoes religiosas.
Falleceu em Roma o padre Grandel, geral,
da ordem de S. Domingos. O papa sentio muito a
,morte deste aneio, de quera era verdadeiro amigo.
Professou as religiosas benedictinas de Tor-
di Specchi a sobrinha do Santo Padre, D. Mara
Pa Mastai.
0 governo italiano mandjti construir tres
navios couragados, canboneiras o urna corveta.
Estao em grve os typographos de Roma."
ALLKHANHA.
> A cmara dos senhores da Prussia, approvou
definitivamente o projecto de reorganisacao dosJ
circuios por 116 votos contra 91.
O ministro do interior tomou a palavra no de-
curso da discusslo, insistindo em manifestar que
ainda que a nova lei, contenha um grande princi-
pio liberal, n5o ofrende nenhum dos principios con-
servadores.
Foram nomeados pares mais 11 homens ota-
yeis, entre os quaes o professor Ilpeffer.
A demissSo dos ministros conservadores, o mi-
uistro da guerra e o do commercio, comeidindo
com a nomeaco dos novos pares, indica no go-
verno tendencias a seguir urna poltica mais li-
beral.
Attribue-se a demissao pedida pelo principe
de Bismark de presidente do conselho de ministro
da Prussia, motivos puramente administrativos.
O principe nao se pedera applicar com a devida
attencao s reformas orgnicas, a que vai servir
de base a nova lei administrativa.
O principe de Bismark exime-se ao trabalho do
gabinete prussiano e fica dirigindo como chancel-
ler e ministro dos estrangeiros os mais importan-
tes interesses do imperio.
Estao em Berlim muitos ministros dos diffe-
rentas estados di) imperio allemo com o t'ur. de
regularem a unidade da legislacao judicial. A Ba-
viera o Wurtcmberg e a Saxonia, sao contrarios
unidade.
Augraentam as divergencias cam o clero ca-
tholico,
Na provincia de Posen foram fechadas algumas
igrejas, e interrogados varios padres e seculares
acerca da letura de urna carta irritante do .arce-
bispo Sedochowski.
J chegaram a Strasburgo as primeiras re-
messas dos 200 milhes pertencentes 3* presta-
gao de mil milhes paga pelos francezes.
AUSTHO-HUNGRIA.
O rcchsrath da Austria j prncipiou as suas
sessoes. O governo apresentou a lei para a co-
branza dos impostes no Io trimestre de 1873, a da
conscTpro de 1873 e a conveneao postal com a
Allemanha.
O ministro da fazenda assegurou que nao tar-
dara em apresentar o projecto para augmentar os
ordenados dos funecionarios.
Deve principiar brevemente a diseussao da re-
forma eleitoral, isto a introduccao das eleices
directas, projecto annunciado ha tres annos, re-
clamado pelo partido constitucional allemao, re-
geitado pelos federalistas e autonomistas, e viva-
mente discutido pela imprensa, largamente estu-
dado em conselhos d governo, e que por tira o
gabinete Auersperg conseguio do imperador a au-
torisacao de apresentar ao reichsrath.
Esta importante innoraco se chegar a conse-
guir-se, modificar multo as instituicoes da Aus-
tria.
0 oreamento tem um excesso de receta de
tres milhdes e meio de florins.
O presidente do ministerio hngaro que foi
demittido tomou assento na cmara e declarou que
apoiava a poltica dos seus antgos collegas na mi-
nisterio ; mas diz-se qne intenta formar e organi-
sar um partido, para derrabar o ministerio de que
era presidente.
GRECIA.
Tem sido til a intervencao offlciosa da Austria
no negocio de Laurium entre a Grecia, Franca e
Italia.
O governo grego est resolvido a tetirar a lei
relativa s minas de Laurium, e a entender-se com
a Franca e a Italia para a soueio deste assumpto.
Foi dissolvida' tmara dos deputados; a nova
cmara esta convocada para 14 de fevereiro.
HESl'AMHA.
Acerca deste reino escrevo nosso correspon-
dente de Lisboa, em 2tf de dezembro:
A Gnzela publicou um decreto de 13 de cor-
rente, aceitando a demissao de Aguilar, '-ministre
de Hespanha na Blgica e Hollanda.
Aforma o Imparcial que est concluido o pro-
jecto da formacao do jury, e que ser publicado
dentro de pouco tempo; e assegura tambem qne o
rei assignou a 12 o decreto, autorisando a apresen-
taeaa s cortes do projecto de abojico iramediata
da escravido era Porto Rico, e que o projecto bre-
vemente seria lido ne senado.'
i As sessoes foram suspensas at 15 de Janeiro.
O governo teve grande maioria no senado- e no
congresso, n'uraa votacao importante.
t O aoverno recebeu numerosas felicitacSea das
provincias pelas reformas do ultramar.
Um despacho de 23, de Madrid, diz que as
guerrilhas de latro-facciosos que se levantaran l-
timamente as provincias do norte, vio deaappa-
ree:ndo com a activa perseguicao das tropas.
< Houve grande manifestacSo de repblica* e
radicaes em Barcelona. Tjuasi todos os recenten-
dos se apresentaram.
, Outro tospacjty do* A&i recentes d que i
., fturfndo-lhe 5 prisianeiros, entre elles o
feUnnado e dais Irmios de Galvez. O ebefe Galvez
feaKo gravemente ferido..
' V Poi post wn Hbcrdade o coronel D. FWinpe
SdBJ/ajudante do duque de Montpensier e preso
per suspeito de eumptteidade no assassinato do ge-
ner* Prim.
Diz a poca que pelo caminho das reformas
tpse projectam, o governo caminha directamente
p4h a separarao das pravinrias do ultramar.
1 A m idifireao ministerial n'w altera em nada
a ftarcha poltica do gabinete: assim fez saber
d'We'sidente conselho no seu discurso pra-
ma, as cortes.
X naetividade emquft permanocem as autori-
francezas da frenteira, faz teimr que, pela
penetren carlistas, diz o Imparcial.
rece, porm, que* os carlistas de NavarrtP e
iga.las reeebeTara ordem de suspender o'le-
mento qte prepsravam.
A liga Nacional para defen-ler a intogridado
do'territorio, cada vez reforr.ada por maior nu-
mero de adnesSes.
s1 tres infantes, fllhas manares da ex-rainha
, deratn; entradas no collogio do Sjotadt Go-
rfe Paris.
A subscripe.io para oemprestimo vai com
anitnai;ao. 9o no banco de Castella foram,
tomados 100 milhes i< pesetas, alm das
ftes d-i theionro. N3quelle banco j estao
. tttlfhes. Em Londres. Paris e Aras-
, espera-se exrellente resultado,
banco hvpothecario, aecedeiido s indicaes
erno, qo'necar as operaedes, repartindo pe-
vnrias 106 milhes de reales, destinados a'
emprestirnos das propriedades dos cen-
ruraes.
Os sellos de cammunicaedes de 5 e 10 centi-
I que vao comerar a vibrar em Madrid desde
"de Janeiro do anno prximo futuro, >o cor de
s azues,
jf processado o aleaide de Alboralja por fre-
miintes, desobediencias commissao provincial de
Valencia.
jta que sobe m*is de 6J.00O duros o mi-
das damtios'a>ads oa-Vki ferrl pelos car-
de Paracuellps.
'i 'Quarta-iVirA, 11 do corrento, pelas 11 horas
la'noute, rebentou um grande tumulto em Ma-
drid, como j succmtmente aarrei as niinhas* ul-
timas. ,
0 governo tomeu logo com a maior energa
todas as dispusieres coavenientes. Tras columnas
pereorreram a eidade. Uiria encontrando os insur-
gentes, soffreu urna descarga, e respondeu disper-
sando-os, o causando-Ins alguns mortos ateridos,
i Marios, dando canta no congresso, de um tal
arontecimento, disse que era pouco numeroso
ajrriiMBnto, sum bandeira nem lim conh^ido.
Declarou mais qne "provaveI'~dua*TOtee"'fnsf-
pirado e pago p >r aquelles que tinham interesse
em produzir desordens graves, ou mesmo ligeiras,
as vesperas do emprestimo. No da inmediato
reinou em Madrid completo socego.
< Tem-se feito varas prises; mas de passoas
pouco importantes.
< Urna crise de tal ordem dau alguns honra-
dos habitantes de um dos bairros do quartel dal
Suz, a idea de organisarem ama cempanhia, que,
sem uniforme, e apenas com um lgeiro distinctivo,
mediante previa autorisafo do governo, tomar
peito empnnhar as armas quando em Madrid se
achera amea cadas a propriedade e a ordem pu-
blicas.
t O rei Amadeu ordenou que se er.tregassem
mil reales cada vuva dos agentes mortos no tu-
multo, fazenda do seu bolsiu'.io um valioso dona-
tivo vuva do agente da ordem publica que foi
mirto na ra dos Embaxadores, o qual deixou
tres filhos e a mulher grvida.
A imprensa de Madrid, sera distinecao de
partidos, inspirada pelo amor da patria, e pelo
dever de defender a integridade do territorio, aca-
ba de protestar contra, toda* as moddas, que, ein
prejuix de taes sentiinentos, possam ser tomadas,
e annuncia a sua firme resolucao de combate-las
enrgicamente, confiada na cooperario de toda a
imprensa hespanhola.
A guerrlha de Oucala atacou com o ronibaye
da in'na frrea de Tarragona Valencia, entre
Tortosa o Castellou.
boatos de i
insistencia, boatos de tentativas de desorden! as. chegando a effectuar-se Iransacees a ,9a 0
provincias de Murcia e Cordova. I emprestimo tem perdido 1 t\l por cento.
yue a autondade, Entre os cento e tantos presos que alborou-
ram Madrid na note de 11, ha 28 que estiveram
'j por varias vezes no carcere de Villa.
PO11TU6AL.
e Havendo notado o machinista do trera que al-
guns homens faziam certa operaco suspeitosa na
ponte da lnha frrea que dista 3 kilmetros de
Taire-branca, parou inmediatamente o trem, e vio-
se rodeado de grando numero de facciosos, com-
mandados pelo proprio cabecilha. Fizeram-no des-
ear e ao fogueiro, sendo avisados que ara ser fuci-
lados. Ab ouvir semelhante anieaea que podia
cansiderar-se como facto consummado, o eura de
Alcanar juntamente com um estrangeiro, e algu-
mas mulheres que iam no trem, houveram de des-
cer, chamando de parte a Cucala, e tratando de o
dissuadir do seu furioso intento. O cabecilha re-
sisti, allegando que o melhor modo de firmar o
cumplimento das suas ordens para impedir toda a
passagem de trens, era dar um exemplo aos indivi-
duos encarregados de os cenduzir. O sacerdote
insisti segunda vez, e por fira conseguio fazer com
que Cucala lhe promettesse que nao fuziiaria os
preeos. Em seguida, tanto os passageiros, como o
pessoal do trem, continuaran! jornada, custodiados
pelos facciosos; depois de andarem um espace
bastante longo, chegaram a Torre-branca, onde fo-
ram pastos em liberdade, recebendo autorisacao
dos carlistas para voRarem a Castellou. ,
Sahiram de Madrid era direccao a Pars o
Mrquez de Salamanca c D. Raphael Cabreras.
Foram em waggon-salo, do qual as portinholas
ostentavam a inicial do primeiro, adornada com a
corda de marques.
Foram cortados os postos telegraphicos na es-
trada de Zurzum a Minsguindueta. O pessoal da
linha ainda os nao levantou; por este motiva sahio
urna forra do exercito de Eeharri-Aranez para pro-
teger taes trabalhos.
Alguns facciosos tentarara no dia 15 do cor-
rente mez entrar em Villa-Viciosa (Oviedo). Re-
unidos os voluntarios daquella locadade e varios
pomos de Hespanba e especialmente as provincias
lirattrophee fronteira, porm seube-se que o ada
rara para melhor occasio.
c carlistas teem cercado a povoarao de Belga
(Catalunha), mas sabe-se que e espirito das tropas
que se achara na praca Asme e que se Sustenta-
rn at que cheguem os reforeos que marcharan
para o dito ponto.
c Escrevem de Maurosa (Hespanha) a urna tolha
de Barcelona, que os carlistas I anear am sobre
Suelta cidade urna contribuicao de 60,000 duros,
) pena de appticarem 50 pauladas aos refens
que tem em seu poder.
< Entre estes, centa-se o alcaide republicano de
Mureza, o secretario, presidente do centro mo-
Sarcbioo, um aguazil, 6 varios proprietarios e ope- \
rarioa.
O correspondente, todava, nao da muito cr-
dito i noticia, naturalmente pelo que ha de iniquo
na aaeaca dos piedosos defensores do throno a do
*M*r
1 fitles tus-tem corrido ota Hifatit, com grande
Diz o Imparcial madrileuo
judicial expeda mandado de prso contra o ge-
neral Contreris, seiudor, em consequencia das do-
claracoes da Sr. Eiolo. O general esla escondido
em Cordova ou n'algum pavo prximo.
c Diz urna faina hespanhola que sao \6 os ca-
dveres, 12 de homens e 4 de mulheres, enterra-
dos no ceiniierio de Malaga, em consecuencia da
tentativa de insurreico que houvo naquella cida-
de. Faltara ainda os demais dous individuos que
nao se encontraran).
t K opinio unnime que est suffocada em
Hespanha a usurreicao republicana. Camo prava
ctarei ter a deputado alfonsino Bugalla! realisado
j a sua nterpellac/io ao governo sobro a ordem
publica, a qual patriticamente tinha adiado ao
apparecer essa insurreico para Iba nao tirar a
forea. Esta iuforpellacao deu ensejo a Zorrilla
"para lhe pravar com a historia contempornea,
que o systheina preventivo juntamente com o re-
pressivo, cruelmente empregados pelos seus corre-
ligionarios, 11 io pode sustentar a ordem publica,
cen vezes perturbada no reinado de Izbel II,
n ;iu conservar esta no tlirono, e com o systema repressivo, desaeompanhado do
cortejo de medidas ferozes, e soin dispor das |for-
Sas que os nn-Jer.idos tinham, se impunha desor-
ein, e tinha, em vista dos factos, dreito a esperar
que em breve estara demonstrado que se pode
assim alliar a ordem com a liberdade. Continuam
alguns carlistas a mostrar que nao ha nada que
lhes abra os olhos! Dizem que elles persisten) tra-
baldando para novo levantamento que se espera
am Navarro.
O bando republicano de Palloce, composto de
300 homens, foi completamente derrotado, depois
de 4 horas de resistencia, o bando Santos de Ba-
dajoz, foi igualmente disperso, e como este, mais
dous os de Granada e Madraza.
t Foi levantado o estada de sitio em Beja. O
caminho de ferro das provincias vascas est resta-
belecido.
O rei acompanhado da rainha, do^.ministrose
dos altos funecionaries, recebe u a commissao das
Asturias, que foi apresentar a adhesao de respeito
ao principe herdeiro. O rei respondeu ao discur-
so da comiuiso e assistio ceremonia da callaca-
o da cruz histrica de Covadonga, na peito do
principe.
O recrutameutu fez-se por toda a parte com o
maior socego.
A diseussao da oreamento caminha rpida-
mente. O da receita sari definitivamente vo'.ado
antes* de 3 ou 4 das.
O ministro da fazenda] teve urna ameaca de
coagestao cerebral; mas melhorou rapidamento.
El-rei Amadeu, deu do seu boleo 5,000 pesetas
para soecorro das victimas dos desastres de Alcoy.
Desabaram alguns edificios, e tiveram que se de-
molir outros por Sotrera ameaeando ruina. Oito
cadveres foram extrahidos d'entre as ranas, nao
se havendo salvad) daquella imraensa catastrophe,
mais do que duas mulheres e urna orlasen.
Continua indeciso o procedimento dos depu-
tados conservadores, sem comtudo se perderem|as
esperanzas de que regressassem ao eongressoJn-
tre a maioria tretou-se ale congregar gente para
fazer presso no governo contra as annuncadas
reformas de Porto Rico, com que nao haveria que
nutrir receios, senao houvesse motivos para sup-
pr que isso fosse pretexto ou caminho para ex-
citar a j apnlacada scso que ha pouco apontou
entre os radicaes da cmara popular, e de quo
eu dei conta nesta correspondencia.
O governo radical decida realisar all algumas
reformas determinadas na constituieo, suppondo
que a poltica que a Inglatewa tem praticado as
suas colonias, poltica de liberdade e descentrali-
sarlo, era ojmelhor meio de acabar com a .agita-
ra) na ilha e servir de exemplo a Cuba. Pois os
conservadores bradam que tal poltica conduz
parda das duas Antlhas, e excitam por todos os
molos contra elle a fibra patritica dos portu-
guezes.
E nao se limitaram guerra partidaria, que
sobre tudo os jornaes dos conservadores da revo-
luco, levara ao extremo; pracuraram servr-se
1 una instituieo nao poltica, o centro hespanico-
ultramarino, .erante o qual foram representar o
club-alfonsino a unionista: depois da que o refe-
ido centro foi representar ao rei, e urna grande
commissao da imprensa representou ao presidente
do conselho. Nao s, porm, desde logo Zorrilla
os desenganou ; mas a Gazeta publicou o decreto
sobre a reforma do rgimen municipal. Esta atti-
tude nova e definida, leva a desconfiar que pora o
o ministerio em cris, annunciando-se desde j
modificaeo m.nisterial, estando dividida a maioria
das cmaras.
c No senado contina a discutr-se o projecto de
dotarlo do clero.
c O congresso discute o abandono da fortaleza
denominada Penon Gomera.
c Na Catalunha proseguem os movimentos dos
guerrilhas. Os guerrilheiros carlistas andain di-
vididos c levara a toda parto as vexacoes e projui-
zos. Por outro lado vendo n'isso conscienca, de-
clararam guerra as linhas telegraphcas e s vas
frreas, que destroem sempre que pdem, iinpedn-
do a circular e causando immenso damno. Que-
ram dizer que o unn-o meio de que o governo pode
laucar raopara restituir) da ordem e a segu-
ranza publica, a suspensao das garantas. Este
recurso comquanto seja o nico visivel, de certo
vai p ",r o governo actual em serias ditliculdades.
Como ha de o governo radical recorrer a um tal
meio se subi ao poder para elle ser evitado, e
Zorrilla declarou que nunca o havia de empregar ?
Tal dimeuldade a questao de Porto-tico cima,
sao circumstaneias que ho de perder o governo
actual, e'de qua os seus adversarios se ho de apro-
vetar, ligand-se a roda do principio sympathico
da defeza da Integridade do territorio, que dizem
comprometida por aquelle-modo. O que facto
de um da para o outro baixou o prego dos fundos
em Antuerpia, Amsterdan, Pars e Lisboa.
a N'uma nova sessao do centro hispanico-ultra-
marino compareceram os homens mais importan-
tes de todos os partidos da' opposirao, entre elles
Serrano e Sagasta, e foruiou-se urna liga defensora
da integridade nacional, nomeando-se a junta di-
rectora, composta de tres membros da antiga unio
liberal (partido que apparece de novo em scena
presidido por Cnovas del Castilho,) tres do par-
tido affonsino, quatro dos chamados conservadores
da revoluco; sendo Sagasta e Topete desse nu-
mero, tres do partido carlista, e tres da-faccao uni-
taria do partido republicano, sendo] um oestes o
deputado Ruiz, director do Pueblo, e de varios in;
dividues por parte do centro, e como representan-
tes da agricultura, commercio industria.
Os novos ministros prestaram juramento hon-
tem de tarde. Zorrilha teve hontem noute urna
conferencia com Rivero. Bocera assistio hontem
noute reun io da Tertulia, e falln acerca da
crise e das reforma* de Porto Rico. Hoie' no se-
nado, depois da letura dos decretos, modificando o
ministerio, Zorrilla explicou a crise. Expoz cir-
cunstanciadamente a actual situacao da Hespanha,
disse que a insurreico oFlista ha de estar termi-
nada dentro m pouco e annunciou que apresen-
taria o mais depressa possivel os projectos d re-
formas e abolico da escravatura em Porto Rico.
Respondendo a Soarez Inclan, Zorrilla accrescen-
tou que nao havia de introducir nem propor ne-
nburaa reforma para Cuba emquanto alli houver
insurreico.
A bu (los valores pblicos tem coatwo^O;
Em 23 de dezembro escreve nosso correspou-
dente de Lisboa.
a Contina a dzer-se que ser dissorvida a c-
mara electiva ; outros, porem, consideran) que a
cmara apresentir feieao igual que tinha no
tii:i da sessao ultima, sendo o }?iverno apoado
pelos regeneradores avilistas e eonstituintes.
a Reina a mais completa tranquil I idadeem todo
o pnizj Os nossos fundos em Londres estao a 430
Na imprensa portuguesa volve agora dis-
eussao a unio ibrica, j se sabe, repellindo-a pa-
triticamente. Uina das foi has mais serias do paiz,
que o Commercio do Porto, oceupando-se desto
assumpto em um de seas ltimos ns., mostra des-
confiar que entre os clubs revolucionarios de Hes-
panha e os de Portugal existem relaroes antiga*.
Diz que sao conhecidas as graves aecusaces qun
sobre isto foram feitas propria revoita de-19 do
maio de 1870, e que sabido tambem que nenhu-
ma prova cabal foi produznla, e que portento as
suspeitas nao poderiam ir alem do qqe foram desde
o principie. Accrescenta que ltimamente se af-
tirmava : que tentativa de revolta de Lisboa
uo eram estranhos varios individuos do paiz yi-
zinho, e que at vieram d'al recursos pecuniarios
para infamar eonridadaos nossos ; 2* que o tu-
multo de Tavira nao era urna simples manifes-
ticao de horror ao uso dos novos pesos e medidas,
mas sm a realisaeao da parte d'u) plano com
que a nossa independencia muito soffreria.
r Osjimotinados que foram presos, estao entre-
gues aeo do trbunaes e mais tarde se sabera
que mo dceulta os uoz em campo.
a Tambem a 'mim me repugna a idea de qa
entre os nossos concidados haja multes que ao
duvidem unir-se a hespanhoes para atacar a in
dependoncia portugueza, como ninito bera du a
mencionada folha.
Se a Hespanha nutre sinceros' desejos de so
unir a Portugal, e se nos seu planos atiende n o
s ao desenvolvimento proprio, mas tambem ao
progresso de toda a Pennsula, bem devereconhe-
cer, que nao ha pova nenhum, por onerado qua
viva o seu thesouro, e por pequeos que sejara
os seus estadistas, que tenha na conta de boa
sorte partilhar as cruentas lutas da Hespanba,
ver exposta a sua propriedade aos ataques nao
s das guerrilhas, mas tambem dos saiteadoros e
bandidos.
a Fm Portugal, apesar do geral descontenta-
mente com que sao olhados muitos factos a que da
origem o espirito de parcialidade, prefere-se este
man estar, ae certa, aos soflrimeintos em que se
estarce a Hespanha.
A questao da emigraro tem sido tratada cons
riencasamente pela commissao parlamentar, quo
ha lempas fe nomeada. O relatarlo do Sr. Barros .
da Cunha (deputado por Loul), e esclarecido
memoro da referida commissao foi seguido de tres
projectos de lei.
partuense da-se pormenores sobre os menciona-
dos projectos de lei, que julgo de todo o inte
resse transcrever.
Por um dos projecte3 se estabelece rae
nenhum menor de 21 annos, de um e outro sexo,
poder sahir do reino para exercer servieo. pro-
tissao ou offlcio, nao sendo em companhia de seus
pas, sem previa licenca do governo; que nio pe-
der ser considerada a licenca sem autorisacao do
um conselho de familia, que ser composto de tres
dos prenles mais prximos, residentes no jul-
gado, dos menores, e de tres individuos da maior
respeitabilidade, tambem residentes no mesmo jul-
gado ; que a nomeaco do conselho pertencera
ao juiz de dreito da comarca a que pertencer o
julgado da residencia do menor ; que o juiz de d-
reito presidir ao indicado conseiho de familia, di-
rigir a deliberaeo e ter voto de desempate .
que o curador geral dos orphaos ser presente ao
conselho, e pederi emittr a sna^opiniao, mas s
lera voto consultiva ; que a pai do menor ou
menores, e na sua falta a mai, e na de ambos,
aquelles que representarem os interesses delles.
devero tambem assistir ao conselho, para darem
as informacoes que lhes forem pedidas; qne quan-
do for concedida licenca pelo governo a algum me-
nor ou menores, deverao elles, logo que chegueru
ao paiz para onde obtiverem licenca, apresentar-se
ao respectiva cnsul, para que este conheea se se
preencheram as eondirdes em que a mesma brenca
foi concedida; que todo aquel le que por qua!qu*r
motiva violar as disposi^oes que ncara indicadas,
ser c rademnado pela primeira vez na multa de
301 para a fazenda publica e 30 das de cadeia
no dobro, reincdindo, e pela tercera vez sera
preso por 2 annos ; que aquelles que inearrerem
nesta penalidade, ho tendo bens com gue pague n
a multa, em que incorreram, paga-la-hao de cadeia
a ra/."i" de 500 res por dia ; que na mesma pena
fiearo incursos os capilaes de navios, tanta na-
cionaes como estrmgeiros, ou quaesquer arns
ou mestres de barcos, seja qual for a sua 'otaca,
que coadjuvarem, ou couduzirem para fra do
reino qualquer menor ou menores, sem a comp ;-
tente licenca do governo ; que os que falsificaren
as llcencas ficarao sugeitos as mesmas penas eai
!|ue incorrem nos termos do cdigo penal os. que
alsificam documentos authenticos ; e finalmente
que o julgamento de taes processos ter lugar nos
juizos cerrecionacs e sio de exclusiva competen-
cia das juizes de direito,
Por outro decreto se determina que nenhum
agente de emigracao para o estrangeiro, podara
recrutar emigrados no reino de Portugal e ilhas
adjacentes, sem alvar de licenca do aoverno
portuguez ; que esta brenca ser passada pe)
ministerio do reino, precitchendo o agente esua
condi^es justificafao perante o eonsul ou agen-
te consular de Portugal, da sua capacidade para
se encarregar dos emigrantes e das condi{es hy-
gienicas do ponto de emigracao-deposito previo
em dinheiro ou fiador idneo, corre-pondendo ao
preco da passagem da volta ao reino de cada onii-
grante, ate que um certificado de um agente coa
sular mostr a chegada ao destino do seu contra-
toe finalmente previa approvaeao do governo
aos contratos que pretende realisar, (icando as-
sim re vegada a le de 20 de julho do 1855.
c Por ultimo, o terceiro projecto determina, que
tica expressamente prohibida a locaclo de srv-
eos por contrato, celebrado oestes reines para o
imperio do Brasil, a todos os cidadios portugue-
zes de um e outro sexo ; que o offloial publico,
tabelliao ou notario, que taes contratos celebrar
ser multado, pela primeira vez era JOO por cada
locador ou lacadora a que o contrato se referir,
na reincidencia no dobro desta quaatia e perdi-
nisnto do lugar que toda o allioiador de colonos
portuguezes para o imperio do Brasil, que promo-
ver a emigracao clandestina, com o fim de illudir
as dsposicoes da le, ser multado pela primea'*
vez em 100 por cada emigrado de um e outro/
sexo, o na reincidencia o dobro dessa quaatia*
alm da pena criminal que corresponder ao do-
lido ; que se os emigrantes forem menores, a
multa ser de 1501 pela primeira vez, e o dobr >
deasa quantia na reincidencia ; que os don/H, con-
signatarios, canitaes, agentes, sufc-owg**, eu
Jualquer official dos navas em que tennam toma-
p paasagem, os emigrantes ncorrerao, sanio
euiauljae* no tacto criminoso, em motado das
multas impostas ao allciador.
Por emquanto nao se pode (azor juiM ssf^W *
V"
>*




tu
' l/?!Bbario de Pcmambuco jabado 11 de-Jaacro de 1873.

I
xrquive .
a emigracao, o^y^^ora mar fcqttenraniciite
assuas scstms, filvez porqu t prxima; a
'poca da abertura i|^ paria raertu, e preeisa
~"Ti
Ui
| 18
le J
v
ates
apromptar os nabal'
o Gemparorr
A cominssao r
Itortuguezcs no
tionario que lite:
-M-cinamentc iitU
lars documentos!
Comparecen
jms, ronsul npjtu
Maior, roa JBh -1
rios <'sclarWfcifti
mais interinardes acerca da nmgrarao para o
Brasil e lisU^s-Unido*. O primeiro tei Se pare-
cer que se ateom*werno hrasMro para
que revogue* lei deonuibro de 1837, que os con-
fc^itim ilc lrjraf tt itfyjftm &cuij> IuUk liclus culis U~.
les p- <|m; -as contundas entre os rolnos' e locata-
rios scjaiu dicidida< iior a'.piellrs agente-^ *":
das as JH/eniiaroes Mostrara que a emigracao vai
. tmatele 'pruporrci temerosas o que decidida-
mente un grave jsrejuizo pan o pan ; mas oda
-npstra me olle nao da aos emigrantes o bem **
tar de que carecen!. Yc-se qu; desde 186o ate
1K7I tem dnigrao de Portugal r Ibis adjareiites
.M.f.O'.i pessoas, sendo :i7,5ii do continente, o
4,W.' das-llba*-; iwtaudo que oeste numero BjW
aira a eniigrapio clandestina que e araada;
*obretudo nis jias do dislrielo do Porto em 18bl,
emigras* I pesaoas ; cm 1807, UWm
ib(8, 2,20. ; em 18011, 1887 ; ora 1870, .1,189 ;
ra 1871, 3,7*7 ; Uto o. do djajiick) du l'1"0- o que d maior contingente para a emigracao,
em no periodo de 6 annos, sabido para a Araen-i
16,450 paswNis. o ouraero Mal dos emigrad
que OBI 18H6 tei de 6,U ; subi no auno de 18/1
a 13,01*7, iste duplieou I Continuando n'uma
tal pnipurcao '""'ara Portugal dpspovoado. A emi-
grar j ulaudcstiua niuite mais numerosa do
que":e sup|i.tr. porque comparando, por excnipln.
no periodo de 1 de juulio de 111*7
trcelo de'armarios,' bancas c out os obyectos ne>j
cessaris pira a nstalfara dos productos portu-
guezes na exposirao. Concorraam os Srs. Bardcl
i
accroseonU nwso
inWrWo tw, engroj-ad,
;as tuUaiia r>s cosUitmdi"
,a. ifflta-flfl i>t, celebrada rom ferroi
o paro tfos Hm* :W a raais humilde <4ioupana,
tem sido toldada ie prolngalos agaareiMs.' Hon
" n'"
a 31 de maio
o rorrete anuo, o numero de emigrantes entra-
das no Kio de Janeiro rom o to al dos emigrantes
que auiraiu de Portugal, aeba-se u;ua dilTei erica,
que por si nao basta para dar o iuiiumo dos (pie
entraram em outros pmtos do Brasil, e mais pon-
ios da America, quer era paquetes, quer clan-
dotinameuto. Toilas estas int". nnacoi's, que podo
collier, sao miuistra.las pelas eslaieas dos con-
subalos. Taes algaiisuios nao sao, por si, eio-
4iueutissimos.
" A cmara luuaicipal do lNirU) ipier comprar
em btsta puldiea o eddicio, cerca e Bulas as por-;
IfiMM do exliurto co ivento dos CarmeliUis na
aiwsraa ciilaile. A prara da ar-emata^.io foi mui-
iy c .nwiiTida. O primeiro preoo que oUiveram
is bous oi de 80 eolitos d! rs, uas voltam a
pr contos.
t Na orara fe-se a declaras w deque o prego
^la arrematacao era livre para a fa'.euda, cum-
prindo ao arrematante eiitendcr-se cora a cmara
municipal do Porto, sobre qualquer dire.ito que
-rila toaba a ser iimsuiinsada pola remocan do
ahftfan da prac;i de Santa Tbere/a. e pela de-
iuolic;V) de uus ca-el.ies no largo do Curoio.
c A cmara niunci|ial se anvinatai os beiis de
qu.'. se trata, deslina lazer dalli un mercado de
mvaes. -
Parece que o ministro das obras publ.cas pro-
por ao parlamento una taballa de \xiicmunto
dos engcnlieiros encan-egados d.. servieo de obl-jp
publicas, era barmona cora as (UQCQ3rt qira dea-.
.'mpeuliarein, e na-i segundo as saas pakutes im-
lilare-.
< Urna d.us pp-tpoitas que lia de ser apres.ata-
*i .> |clo governo a. pariameuj >, a da roodilica-
M do impo-to do real d'agua, ou imposto de con-
sumo. ,
Presume-se (pie \oltara Wlla da discassajo
na cmara electiva o ptujocto de n'f> na adnu-
jslrativa, s.sudo renovada a si a iniciativa e apio-
vrtitados-os trabalbos fritos pli re-p.vtiva c m-
missao.
. Kalleceu ante-hor.teni no Intel Alexainlre n-
ea do Sodr. p Sr. Bernardo Uodngaes de Ah
rueida, antigo negociante portuguez na ndade da
Babia. ,
Finou-so repentinamente, di l para 2- do
irrqnte, abastado eajtallsta Manocl Jos Ma-
.-iiailo, natural de Asuella, eonjelho ie Ribeira ib
l'e;,a. no dstrietq de Villa Rea!. O Sr. Machak>
resida coi Lisboa na ra do Aleenm N muitos
.timos. Tinlia 81 e outros dtafiOi ipie 81 airaos de
.duile. ., ,
alrub-se a riqueza em tres ffij] conlos ;
ris fortes.
. o......vite para o funeral foi Teite por s^is
, ibujub is Jjao las .Machadoe D. 01yai[in Mana
>iac;.ado. .
a ('.auso'.i rauiti uryrcssaj o faTjcciraentp t
., Uwra 1). Maria Elvira da Suva 1'erreiia. de ib
smaos de idade, esposa do Sr. TIieOpDlIo Machado,
da Iba dCS. Miguel, professor e joraabsta. Aqi:el-
i:i joven seubora, era profesara e tamhem da
,:o. de S. Miguel. Su-cumbio a una e>carlatma.
I).i\a 3 enancas. _
A quadra continua dojiitu. A epidemia das
bexiuas dizem que vai declinar.do
Continua a ventilar-se, c.oin grande forra,
guestaodo ponto de partida 0) raminho de ferro
id i Boira. .
Aassociaca commercial de Counbra .uigio
fflrios aos deputados do districto, no numero dos
quaesse iu.lue o actual ministro da jnstira, pe-
' j I i-lhe p.ua coaljuvarenla Commlssao que che-
u-x:i no da 10 a Lisboa, para representar ao go-
mruo contra p trado escolhftto, pela junta ron-
s illiv.i d.is olras publica?.
. So da8 :r.iu-hal, er Lisboa, a festa da Coueei^fo, a qual
is \tio el-rci, o ministerio c vanos dignatarios da
lera de Nossa Senhora da Cmceican.
A concurrencia fui sensivelniente diminuta.
O governoaiiioris.nl a escola polytefcniea de
Lidioa,, a Jispe:i.]..'r at a quanti de 2o0 eotn a
iciiessa d- objectos para a expbsirSo d.-Vienna,
do l'-> 1-5 .' HH objectos do observatorio ineteoro-
i ieo, e KKU coni pliotograplas.
Acerca dos olfloaes lngTes que e:n lempa,
furas) condeuinad.is a pagar certa multa, em t r
-.-pumeia d'uuia d.sirdeui que t'iveram cora uus
harqueiro-, tenho a accrcsccntar que clles forara
.leumados era Cifcraitar, polas leis-iogteae, na
r.la de doiis aanos fio sM'viro.
r Ha algns aiiios,itnd >.\ etniorando, como na
;uralista, a provincia re Angila, C por cinta do
fe'wern pdrtijgua o r. WelWltsrb ; levou elle
par o SjUpaLs as c.i'ii.-.-c'i.s que all reuni i
rusta de Portugal, c m* P"r isso liie perteneeai
Ha pouro morreu .. naturalista e deixou era
Utttaniehto as co!...c!'^- i diversos individuos,
estabeleeiipen!'.., a eolteecSo principal d^tuwu
pafa ser vendida ao masen britnico.
*v. Ajans. legatarios toma-ara a honrosa resolu-
i t avi-ar os Srs. Drs Bc.cage e Bernardino
n!(!uio r,ome.s-o L' lente c zoologa da esrola
polytecbuiea de Liiboa, e o segundo lente da no?s
escola medica, acerca do que u passara.
. Estes professores prevjni'aui o nunisteno Ja
mariiiii e esli tratando de tomar pro videncias
para seren salvas as collecfCes aortuguezas.
Est para sftir o regulauenio' provisorio dar'
cadeias de Lisboa e Poeto.
Os rareerriros dasduas c.daoes firain-se cux-
iiando direeioi-es .a piisao ; natural que este
uwe prevaleea, porque o ile carcereiro tem afas-
tado d aquello" emprogo ^ess m de joaior cate-
oria. O da radria de Lboeiro, era Usltoa, c ura
techare! era direiio.
Tena -eliegado Lisboa, diversos eaignytos
bes|iaiibues vindo- i.a cidatb: do Porto. Forara
piimeiit) remlhidivs 10 governo civil, c depois n>-
metlidos para bordo i|a nossa eorveta do guerra
Estephniia.
< No domingo i'i do corren te. ivebeu o grao de
doulor na laculdade de medicina, o Sr. Augusto
Feli|pe Simdes.
4 Presidio ao acto & viseonde de Villa-Maior,
reitor da tniversidade. Confiri o grao de doutor
o lento de prima e darano,o Or. Qnaresnia Lopes
de VascnnctUos, e foram ondores os Ifrs. Costo
Atlrinio, e Jarintho da Silva Correia.
/.'ao obstante o toan desabrido que bouve,
foi grande a concurrencia de urnhoras nas tribu-
nas, ite'1n*s, de acadmicos e de habitantes da
oidade.
* O novo Dr. murto retwitado em Coimbra.
Oeii no prinleiro hotc da chfale mn jautar d" 30
tlhereS ab jirofessor da faeIdad,-.e os seus
nais ntimos amigos.
O r.Jrueiiaudante da i.* dtvteio-militir (Alem-
j.) recebeu ordom para guarneeer as fronteiras
do snffleiente eorj de tropas, por causa dos guer-
rilhas lwspanlioe.
Ha nrtcia de que o eomriissionado |rtugdez
*m Lftndres, o Sr. Gustavo iogucint Soares, vai
desposar urna senhtta. herdei;'a de' ama casa in-
tifti muit rica.
Houve prineiio de jucemlio na cosa da moe-
ra
ilTinal
Aifaurve pre
inistrativ...,
E' certo
', uerra de Aageta,
" A tor^a TOe "
onjle.fni retabda iminento
Fui a pe wwl.iJo-- \ur d*v-n>'
uo lugar do runselheiro do tribunal de Cuntas.
o coasolho de .*iaj*o fui cowuqlada % pena
de unirte do s.)ldt4oA*nJ*u tiBha mprto *
alferes Cbrisostorao do B5 refnWnto m RrVas.
Tinh-i iil" fiMl poua ultima un coase-
Iho di guerra, e no supremo eonselho de justira
militar.
t Votarain pela execucao -da seutenca os Srs.
Fontes e Folque, e contra, deque de Lonl, Bea-
auicam|is, Carlos Bentu, inarqnez de Sao marqnez
d'Avila.
O banco ultraniarnho desisti do encargo
da erajssao do emprestimo henpanhel'pur ter rere-
bdfi nina rommuniracao olral. anuiillando o que
lixava o cambio a O, a transferio-se a emisso
para a legaeaohespanhola era Li-boa.
Sao ten'i roncon-do subscriptores etn numero
roii-iideravel.
O supremo tribunal de justira mandn bsixar
a prirarira instancia pNOMM do vscoade de
Ouguella, sellado e lacrado romo subir, para ser
tirado o traslado somente da culpa relativa ao re-,
corrento, para dejiois ser apreseniado novamento
no tri bunal, e dar vista ao recorrerte, como es|
drtermuado na lei. Aquelle senluc dirigi ao re-
lator d aquello riinselho, pedndo que nao luaodas-
se baixar os atiUis para se tirar o traslado: por-
que desista ila vista do proresso. desejando qjfe D
tribiiH.il julgasse romo (bese de dhreilo. O- tribu-
nal indeferio o rcquurimento, com o fnudanirnto
(pie o rei nao poda desistir de tal vista, por ser
oi-dwn do proceeso, e dellas nao se poder desis-
tir-
Era Maro. e*t gravemente onfrrino o official
s ordens do governador, o Sr. Antonio Corar de
Vaseonrellos o Souza.
O gran-duque Alexis da Russia. que visitou
aquellaClonia, jiresenteou o director do theatio
de Maco rom um allinote, cora urna grande pero-
la preta e diversos diamantes de valor.
O director dos telegraphos de ilong-bong, es-
tove em Maisio, alin de propr ao governador o
estabelerimento de um cabo snb-marino entre a-
quella rittade e o emporio inglez na China.
Parece que em tdas as alfandegas do reino
de Portugal se vai mandar fazer um registro dos
negociantes e despachantes, anuolando-se os Cactos
siircedid.K rom ellr-s para era qnestoos aduaneira^
futuras servirem sses registros de eselareciraento
ac-rca do probidad* dos registrados. E' potico
nuis ou menos a certido de l'olha wirrida para a
classe commercial.
No Port teem-se reunido quas Uxlas as as-
sorianVs dos artistas de diversas classes, para
ronrmiiironi no modo ew.w Mn de pedir augmen-
to de salarios; por isso que a caresta de todos os
gneros do primeira nocessidade vai aiiameutando
esmedidaniente.
* A qurstao da inodirirarao da escala alcooliri.
dos rios pjrtUjguezcs, sin Inglaterra vai toman-
do una fcicao milito lisongeirn para Portugal, eg-
panmdo-se que milito breve desapparceam as ob-
j.M-co,>s do .'overiio inglez. ian vista dos termos
romo est posta a qaeitfo.< A qnestao est era
acabarein os direitos differenciaes que 0 actual
svsteraa produz era rolara.) aos vinhos de cortos
p'aizes. Fixe-se qual o dreito que se jnlgar con-
veniente paia o tliesoiiro inglez: mas acabem-se
as injusti.as, stfl cora as desigualdades.
. < PauM que varios cavalhciros do l>orto resol-
veram cmpiegar todos os seus esfoi-ros para ser
organisado milito brevemente Um corpo do-bora-
boiros vobratarios, a sirailhanca dos quj Ua coi
A i le manila.
J usto inscript-is alguna viduiUaros, e uspq-
ra-se pido ttUUMro suflicienle palia no umerar b
discusso dos estatutos, que ja cstu elabora-
dos.
t No da 21 do corrente niez foi soleui'isado eqi
Setubal .umiversaro da inangurai.ao da estatua
de Boeage, ornando-so om vasos ide flores a base
do iiioiuinento, e torandoc-se nas pra&'is a nutn-ln
fiiinpbal, eomposta era honienageui ao gninde
|M*la.
VEl-rei.o Sr. U. l'eni:*jido de Portugal cH
para o auno futuro, aliu'da parte di sua dolacao
em beneficio d<) thesoiu-o, raais seis conlos de nis
para a ronuuaeao das obras da casa pa e 1 cont
para a compra de lipi quadro historie > .le Lquei-
ra, que perU.'nc a casa Manigne. Este quadro,
iuic representa a tundacao da casa-pia de Lisboa,
deve ir para o museu d academia real das beflas-
artes.
No dia lo d corrente reali4u-se a reunio
da assembla geral ilo banco de Portugal, para se
discutir o parecer da eouurassao sobre o pivjeclo
00 contrato com o governo acerca dos previle-
gos.
a O accionista Comes Barros, foi o nico que
impugaou o CMtnitO, entendeudo ser raais conve-
niente para o banco desligar-se das relaeocs cora
o governo e entrar francamente era lurta cora os
outros estabelecinientos bancarios do paiz. En-
treunto a assembla aiiprovon por unaiiiinidade
as conclnsdes do parecer da enmmissao, o qual i:x-
puz n'uma das ininbas ultimas correspondencias
para o Diario.
c A compartida dos caininhos de ferro portu-
gues av'isou os portadores de obrigacocs de que
Oijsdc o dia 20 do prximo mar de Janeiro futuro,
ser pago o COUfM a 16, vencido em 1" de janei
alogos snccodiJ*.
sua cfcnira particular, olemos resultadus
en tiros ao* precedente*.
os rstes modiois, rdMrttadb rom a^ua-
M concluiScs do reJalniHe ni roiacT^i ,
irada vacciua, declararaiunuo rontinuariam
vaceinar e revaceinar durante" a epidemia, espe-'
cialinente' as pessoas que nuis em contacto estivo
leerte*.
do Por,
vai se:
ver c
ha po*YfMt*U*i rttndo ter i'JP aBah*.*rt3S ; AeAos U7S li-
vres O'flKhcscravQS,
FixgtUMia itt 'Aff'xjndos. l(K">li livres e 1MI
escraSos ; lltJi brasileiros c 401 estnangeiro ;
51,18 s.abejido.leri' ti.lT aaalnhablo ; dpstes 3i9*
livres e il'tl e.H-ravoj.
FreHiiezia de Jnboiitao. 9268 livres 88I s-
cravos ; 1210i brasileiros e 45 estrangeiros ; 339
iln ni 1-rjlTTTMI ni iq^nlHTn dertra*"li-
vres e 28S#fef ral*.
ocaiem
ruta
iente-
ardi
c postas do reino,
tiV.J*iUoWoi;
JTLc
m por parte
ignatura d'aaur|Ia_ruwvaJcao.
U baro de K.Treir* d.> Santoi- vai na qal-l IVOOOtrav.
dade de secretMtf "- B JP jfT M esjfproloi,
sWiodo'transpone ce arntistnre Sr To
porte re atrnistras sr
o que lucrar mnitu o
ro de le70, na razio de sete francos c trinta cn-
timos.
Rcuuio-se no uia !, novameute a socedade
A ques
lamboni esolvida, coih
domo commerco.
t Ib das tur a#fignath o tratado tle eon)nWiio
de navegaco pelo Uouro, entre Portugal e*Hes-
P-nha.' .',-.!
Prosegiiem aetvaraente os trabalbos para a
roncluso do regulamento de que traa. eauven
ca de tranrito assiRirtida em-W66 entre Portugal
e a Ilespanha. Acha-se actualraenlr. encari-rgado
desse Iraballio, como pk-nipoUiiiciaiio portuguez,
o cousullifciro j,)o p.dJvi Fara d# .Laocjda, ebefe
da reparpr do omraercio do ministerio ibis
obras piibliras.
i. Veio pidlica lo na foilia ofnral.o:accorJa"
do supremo tribunal do justi.a. raaiidaud.i baixar
primeira instancia os autos do proc$so do W-.
conde, de uguelpj,-liM'ando techado, laceador
sellado oom o sello do tribunal o proc-sso prepa-
ra lorio original que nesses autos rdevidamenfc
subir ao tribunal superior, e.ordenando que em
lugar del le seja rn\ locado O Irasbd t da Cl|lua t-
came ao rcurrr.n|e, extrahiilu com o deviilo to-
gredo. 0 aco.rdao declara que o csciivao.M1
interpretoii bem o despacho anterior. c ,
Tem-#e reunido os dilferenles gneuiios iudnsl-
qu ha
hespanhol,
aes a abolir
>s a extrad>ocao
uito adiartada
se jirojecla (
do Braganoa e cuja sede parece
Mpncorvn. j*.M tr%
; I>e'in ostjr:onluidos em <*i pro-
tnbaUma^o pfnongmentn do carnmho d
do fjrato at Extremoz. J se achara nrouyitas
as das J0,000 quecrau precisas para
raento?? jk
) vrqioPmgl(*fT./iwi, entrado hoje de Cdiz
< Gibraltar, couijiizio reboque, da laUitude N.
37 15" e long. o. de Greenwrh 12" 18', a barca
fngle/.a Stag, (pie ia de New*Port para o Kio da
Prata, com rarregamenbt d material para estrada
de ierre, a qual com 21 das de fiagem parti o
fem e soflreu nutras aranas.
Chegaram os navios: Lisboa fiiogenes a
14.do Maraiiho, Lige* x l">4*t Para, />Ja a 20
do Pernanihuro, Nova.Pnluieiru idem do Para,
Gratidiio a 21 de Pernainbiiro, o Bvaynnza (v.) a
22 do Maranhiio. m
,t Sabiraiu uc OJuios : de"LisboaPm-iads (v.)
a 13 para ol'a t Car, lexnndre llercukmo a
J2 para Periiaiabpco.
Acbani-sc arribados Vigo : gelera AToca A-
misad,; barca .imniuda, |iatacl l^W1-
0 patacho Curoliua conduzio a vo ,dez nu-
fragos da barra portugueza Alfredo, & saber : An-
tt.nio de Souza, Manuel Alves Reina, Joaquim Ro-
Uiiro Brgida, Podro Goucalves Casanova.
' E' aiju esjierailo o vapor Cemente, de 2 a 4
de Janeiro, paca o.Pari o Cear.
,Ae)iain-se ,oarga s navios: em Lisbqa
c Ha grande lotoria de Madrid que andou a 21,
chamada a de iwcke Uuemi. nao vero nenliain pi'o-
mii dos grandes para Portugal.
< Eis a rel.ico dos nuuioros mais premiados
na .-\u-arro de 23 do eotfenle :
l,SO:00:) pesetas ao n. 16,374 ; 360.000 ao n.
4U.O.V.I. iWM) ao u. 13.4i.'i: 1 i.iHKi aos, nt.
20,8*6, 3i,(K)7. Zii,m, 968, ti',332 e 4t0,>86 ;
.'0,0(10 aos ns. 19.602, 19,iij)3, 9,013, o^89, 2,79:1.
9,o33, 6,181, 9,103, 17.1, 24,935, 1,286, .'14,677,
11.678, 13,418, 6,683 o 24,255 : 2;,000 aos ni,.
21.726, 9,463, 20.094. l,46i. G,6jt>. 1,3j7. 9,403.
4,404, 3,566, 21,586, 19,.'f0, 16,677, 19-348, 6,166.
22,119, 3.-W, 19,048, 23fX07. L760, 13,471.
12.494, 734, 19,656, 19.186, '794, IV,34, J6,43.
3,534 e 32,780.
Teem 500'pesetas todos os nmerosera-
nados era i ; 2."i,000,s a* ,.46,373 e 16,373, pp-
xiinacdes do premio grande ; 2,'WO os ns. 16,304
a 16,373 e li'..37; a lfi,400, da euteua (Jo.premio
grande ; t7,00 ue bjl 10/138 e 10,060. aj?mxf-
nnc.'X's do secundo premio I 2,300 os os. I
10,058 e 10,060 a 10, t w da centena do '
premio; 12,000 os as. 13,344-a 13,i46,
maedes do lerreiro proraio.
t As aproximares sao enmpativeis coi
quer nutro premi.
A asso.'iac:io dos veteranos da.liherdade celo
brou a 2', n'uma' das salas do collegio do ir. \l,.-
noel Nunrs Godmho, sess^o solemn, presidida
pelo Sr. Ifauoid Patricio Abares, autgo.iornajis'a.
que fei-,uui improviso eloquente. ltiauguiourscj;
o retrato do Sr. Codinho. que tem prestado reno-
vantes soivuvis aquella assoeiacao. Os Coaa
almraut$ 'regorjo de Fre/s e. Jabato jre*
Tallaram sobre o assutpto, e o S:. Francisct
J.ij.1 de Aiieiiia, preMiiente do corpo a.loi^ii-tr.,-
tivo da nicaBia assoeiacao, Joao 3I;in'ol Gor.;alyes.
presidente da .socedade dos artistas Jirbne: tefe,
qu concluio cora tres vivas : lifierdade, dy-
nastia reinarte. e aos iirunugnadores da instruc-
^jao. Dscufsarara .ijiftibeii! os Srs. Maiioel Con-
rlves Vivaz, Antonio ai Silva e Joaquim Pbssi
Jnio Naici:o da Silva e Silva AlbuqUerque. Eii-
cerrada' a s ssao ""foram'disbuidas esmdlas H
veteranos pobi'es.
Vao ser agraciad s com o ttulo de.v.-e,ondt-J
os depylados Barros e e SicU-ve de Meiie,:-; (i:i
ilha Tercena.
ma folba de Deja d a entender que com os
tumultos de Tavra coincidi a chegada a es=a
cidade de um bespAnnol de Ay'amopte, itjne "in
o c.r.idilho da idea federal.
Anda nao apparc'een o testament) do abaja-
do capitalista Manocl- Jos Machad i, cuja tjrte
repentina Ibes iiolici.a na miiiha de 23. .Parece
que ha mis lOsobrnhos com dreito herau'a
que se diz ser de tres mil cortos de re* fortes.
Est nssignado o roguhmento provisorio dar
cadeias do reino, providencia ha taato lempo reda-
mada, e ipio te por tim cortar ura grande nume-
ro de abusos cora que sao exprimidos lora da le, e
ainda mais pervertido aquelies que rahirain sib a
accao das scnlencas penaes.
Foram intimados pelas administraede* dos
bairros os presidentes de diversas associafSes ope-
raras para ajiresentarem at o fim do anno actual,
no ministerio respectivo, as cortas da sua gerencia.
Muitas das ssoctagfs intimadas teem urna exis-
tencia econmica regular e publiram annuabnente
suas actas devidamen'.e documentadas. Em rela-
cao a estas, a intimaran nina violencia, por.j.'.e o
prazo brevissimo e denuncia um rigor injusto e
desarrazoado.
Das mcrcs que se conc.cderam na urtiraa as-
triaes para procedorem dislribuicao do upost.,
constiliiudo previamente as resiuetvas cowulisr, Farto e l.nia paia. Pornambuco; no Porto -Awi-
siies -po 1,-en, de dirigir os trabaios. zoua para o Para, TriiwiprVo para Periiambuco, e
Graciosa para o Moran bao.
t A Alexaiidrc Herculano, sahida para Pcmam-
buco, levou a seguirte carga : -49 pipas, 2 meias
ditas, 43 bs. 99 ex. c 10 anc. de vnlm, 10 pip. de,
vinagre, 82 bs. de azeite, 65Q bs. de cal, 384 rodas
de arcos. 27$ rx. de.cebolas, 70 bs. de peixe, 80
se. de feijo. 161 ex. de eera, 450 aras de lafedo,
;123 vol. de drogas. 50 ex. de batatas. ,i2j se. de
fardos. 1,350 de jiiilho. 218 vol. de cantara,
Acaba a corapaubia de vapores do Pacifico de
fazer annuncar aipii era Portugal una serie de
paquetes cora escala por Pernambuco c. Baha
alui ilos que j tnlia om servieo semanal, em di-
reitura para o Ri*de Janeiro, .Montevideo, Valpa-
saisoj Arica, Isla,y u,CalIau.
a Os paquetea (pie fazrra escala por ah. e Ba-
lda, serio o Muyellau a 21 de iaueiro, o PuLagonia
4 do evereiro, o Gaone a 18, e o .cohcijui a
3 do marco.
-t'Eiso's ltimos telegraminas aqui racebidos :
t Madrid. 23As guerrilhas carlistas latr#Bc-
ciosas que se levartaram ultiinainente nas provin-
cias do norte, vau desapparecendo cora a activa
pecuguicao das tropas. As explicacocs c procedi-
me'uto do' goveno Corun approvadas no senado
IMir'fiO votos entra 5, o no cougresfo por 214 vo-
tos qontra 12. As sessi -s foram suspensas aU; 13
de Janeiro. O goveruo receben n;uueross fdiei-
acoes das provincias pelas reformas do ultra-
mar. Houve una grande uunifestaca.) republi-
cana radical.era Barcelona. Quasi todos.os recru-
tados se a presentara tu.
. Madrid, 23. -A guerrilla carlista de Oclrn-
diano bi libnlem derrotada em Insngaua, deixan-
do alguos morios e rauitos fondos, entre os quaes
o ebefeque cabio prisioneiao. l'iua columna ib:
rrimas Scancou em Olna as guerrilhas de Torres,
Cozro, Baleondrea, Ei-rrer e Molinet. dispersando-
as eap^pletamentc e tomando-Ibes 13 pri.-oneiros,
um dos quaes Muliuet e 11 morios, entre cues Coz-
ro. Outra eoluupia sorprenden Calvez com 10 ou
42 dos seus, fazeudo-lhes 3 prisoiiciros entre elles
o cipiliadu.c dous irmds de Calvez. 0 cjiefe Gal-
rez, calrio gravemente erido.
cjPJris. 22. A assembla votog em tercena
leitura a restituiro dos beiis familia Orleans.
E
Fregiwsa eseravos ; 7037 braiilew e 156 estrangeiros ;
2187 sabendO ler e OOO aualphabetos; estes
3991 lis-res e 100 esrravoe.
Fre 681 esclavos ; o2of brasHeiros e 28'i estrangei-
ros : 1697 saliendo ler e 3840 analpliabetos ; des-
tes 3139 livres e 681 eseravos.
Frtijxieziada V'arzea. K'.l livres e 905 es-
eravos ; 6458 brasileiros e 207 estrangeiros
ti28 saliendo Jer a^^O' analphabetos; destes 3102
les e 9|S oseryus.
'frfttteriu de \ Laurenrn. 4143 livrc> e 787
eseravos 4766 brasileiros x l estraagnioai
T046 sabendo ler e 3886 aualphabetos: desles 3099
livres o 787 eseravos.
No numero dos aualphabetos nao esto incluidos
os menores de 6 anuos, que nao requentara esco-
las nem os maiores de 7, que frequeulani.
Si'i-liil- priipa^aibira da ins-
triK'^it |ulilie:i. -Houve sesso do conc-
ibo superior da sociedade a 9 do corrente, leudo
Comparecido olo dos re-pectivos membros.
Lida a acta da anterior, foi approvada.
Foram presentes ao eonselho os segrales ofli-
cos :
Dos consellios parochiaes das freguezas de S.
Jos e Poco da Paneli;i, saudandoo coiiselno supe-
rior e participando tei em coinecado oa seus traba-
lbos o 1." a 8 e o 2." a 19 de dezeinbro prximo
passado, devendo ter lugar as sessoes daquelle s
quartas-leira>, na casa n. 61, da ra de Santa Rita,
onde mora o respectivo presidente s 7 horas da
norte, e as desto na casa de residencia do respec-
tivo presidente, nos das de qumla-feira s 0 horas
da tilde.Inteirad >.
Do director do collegio de Sanio Amaro, o Sr.
Jos Francisco Ribein de Souza, declarando ao
eonselho superior estar disposto a recebar em sen
collegio gratuitamente, cincuenta alurauon exter-
nos, que queirara freque(i:ar qualquer das aulas-
de ensiuu primario e secundario do racsini, po-
deudo, taes lugares, ser trinta em dito &vlleg'o, e
vintc na aula primaria que tem ui l'reguuaia da Re-
cite.O consellu resolve que se .agradeea o bom
olfereciiiiento, e que se communque aos rospMti-
vos conselbos pir.H-biaes. alim de ser r.proveitado
convenientemente.
Foi igiuilineiite presente ao eonselho, 0 olTereci
ment eito pela Exuia. Sra. D. Mara Helena da
Rocha, directora do collegio de Nossa Senhora da
Sade, na freguezia do Poco, por intervouco do
Sr. Dr. Iuuocenco Seralco de Assis Carsalho, de
(Uisinar gratuitamente em dito collegio, aluiimis
recmihecidamente pobres de tmiias houestas
que Ihe forem reraettidas para esse lira pela socie-
dade.=Oist>n-elho resolve igualmente que se agr
,-Escrevem de
eri em estado
irer do celebre
ilha deLabla-
redonia de vidro
de -Haisilippo,, que foi
E" esperada em aples a impcfalrizua Russia.
t Roma,0 rei est quasi rcstabelecido.
. M.uu.r", 24. o cougresso o governo apre-
sen tou o projeet abolindo a oseravidiio em Porto.
Rlro era uotne de Deus, da justpji e da bumani-
Sa. Grandes applausos, calorosamente repeti-
dos. A sessao foi levanladi io ne.liatamente .le
CKS,
Btrii, 24. O governador militar siipprinun
o jornal radical 0 Coi trio, porque atacava a as-
sembla.
. Roma, 23.-0 papa pronuncian no consistorio
U'iia a'Hocucao. assjgnalando as perseguicoes da
iii. ja na Italia c na Alleraanha, o declarando nul-
la as aeqiiisicncs dos bens ecclesiasticos. A res-
puto de Hespanha diz que a lei sobre a do clero
contraria as concordatas e justira protesta
contra esta lei. O papa precuni-wi alguns bis-
p.s.
VRSAMBCa
das sciencias medicas de l.islMa. alin de continuar
a discusso acerca da vacciua. O Dr. Olivora
Soares. rectiticando urna noticia que apparecra
no jornal di sociedade, acerca da falta de meios
empreados para se evitar a propagarn da vari-
la, leu todos as providencias que os delegados de
san de teem empregadg cora tal Hu. O Dr. Lucio
disse que tinha baixado aos delegados de saude
ura odlcio acompanliando a copia de nina jiortaria
era que se prohiba aquelies funrrionarios que
permittisse a sabida de tubos de vaccina do insti-
tuto official, por ser neressarw rertette-la para
ontros pontos do paiz onde tambera grassa a epi-
demia. Disse (pie em vista de tal portara, se de-
voria ad.liar a discusso do relatorio ou represen-
tar ao govorno r.intni ordens tao inconvenientes.
0 Dr.Lisba usou da palavra provando a ro"
^uLiridade cora que se laz o servieo offlcial da
vacciua, a giamlc quantidade de vaccina que s
remeite ewi todas as sessoes para o coinmissaria-
do geral, e o iraportanto forneciraento de tubos
que se faz a todos os clnicos que all os vao bus-
car. Era *iLi de taes declaracoes e do riseo que
cauto n as pessoas que, nao pudendo ir ao insti-
tuto era comprar a vaccina, era:u vaecinadas em
suas casas, -i sociedade resol ven representar ao
governo cortea una providencia to estulta, que
na oc.-a-i i de grassar a epidemia rom inlensida-,
do, vai privar os clnicos de Lisboa de ohterein
vaccina da teme principal. Esta resoluro foi
.tomada por uuanunid ide.
Fall'iu depos.u Dr. Alves Jiranco impugnando
a vacciua obligatoria, replicando, defendendo-a of
Srs. Drs. Martins, rtJjitor, e Gaapar Gomes.
Foi afina! appmiado o art. 1.", que estabeloce
a vaccina obrigatoria para todas as enancas at
a idade de mezes, e os arts. 2. e 3.. A seswo
acabou porto da mua noite.
J w cora cada a construccao da nova fabri-
ca social, de (indcao, creada por iniciativa ida
Fraleruidade Operara. Esto bal bando era
tal eonstruoso os proprios operarios da Frater-
uUlade.
J comecou o concurso para o lugar vago de
aj ud ante .de desenlio na Escola Polytecoira. Ha-
bilitaram se ipiatro candidatos.
Foi no dia 17 o primetro ponto para prova
theeriea para dous dos conccrraiites. L'm deiie?
airou o ponto n. 2j, perspectiva de um touro, e 0
outro b -ponto n. Ut, epicyelmdes esphericas. As
lices lizeram-se no da 19 e 20.
Si. MM. os reis de Portugal pan i rara no dia.
18 do eorreje nvazpara Matea, a fazerem urna;
cacada, e dernoraran>fe tres dias. Foi urna es-
plendida comitiva.
J legressarainLisboa.
Um golpe de mar levou ha das do toinbadilhq
do vapor Armnico o respectivo eapitao^ Sr. MsM-
tniro. Esta desgraja dnu-se no canaT de Ingla-
terra. Os tmpora* i's quotrw reinado teem leilq
muius victimas.
< Tem passado ltimamente in^mmodada Sua
Alteza a Sra. infante D, Isabel Mana.
signatura, extractara as que dizem respeto sal-
ditos brasileiros. ,
Srs. Antonio Marques Soares, cnsul geral do
Bra:
rasil na Allenianha, coraincndador da Conceir
Tito Jos de Mello, subdito brasileiro. coinr
mendador de Christo;
Doseinbargador Jos Pereira da Costa Motta,
idem idem ;
Doulor Francisco Regs de Olveira, adjido i
legacao brasi cira era V enua d'Auslra, cavaueiro
de Clirsto.
t No dia 21 da corrente approvarara-se na S0f
cieibde das sciencias medicas, sob a,presidauci
do Dr. Arantes, as ultimas iwnclu-oes^uo relatorio
sobre a epidemia debexigas que grassaera l;i>L ia.
Ei-las:
Que os altestados do vaccina, alm dos ca*os
em que sao j exigidos, se tornera ndispensayeis
para a matricula em tojos os registros offieae i
industraos
' Que conveliente revaceinar em periodos de
7 a 10 annos. E qu quando ha ejiidenna cte )yi-
xigas, argento vaceinar, ou revaceinar, especial-
mente as pessoas que estao em contacto coai. o
atacados.
Que, ainda quando seja negativa a revaf^ina;
cao, se deve repetir mais duas ou tres vezes.,.
c Que durante a actual epidemia funcrii^c Jo-
dos os das o instituto pradal vaccnico, exccpiuau-
do os do gos c das santificado-.
t Que seru conveniente para generalisar a varr
cia, que houvcsse todos os domingos vaceiaaes
gratuita nas parocliias, podeado as commissoc -.te
beneficencia tomar esse encargo.
Que fosseni autorisados os delegados de saudf
a fazer visitas domiciliarias, no duplo fim deme-
lhorai' pela higiene as r.oiidieoos- dos docutes, e de
preveuu* por medidas apropriadas a propagars
das bexgas a nutras pestpan.
Que baja yerCcacso-scienlifica dos bitos pai:
que, sem risco de inlninaclo prematura, se u&s-
sam remover os cadveres, e evitar as exhaliCoci
que delles emanam.
c Quo nao se adinittam nos hospitaes geraes
doentes com bexigas alcm do periodo de erupgao.
Que se consuua, sem perd de tur uno, u:u k*:
pital b'irraea eom as cgndic5es proprias para- re-,
ceber, exclusivamente, doentes com bexgai.
Que a sociedado om rqnresenlacao ospeci.d
pera ao governo de sna magestade a execucao das
medidas apuj-o vidas. >
Finda a discusso do relatorio ra6Qvieu-s*
com i addtamui.to jnutai' > sonclusoes \uan pr6{
posta do Sr. Dr. Cypriano Ferreira, para i^jiduKp
te se pedir ao governo, que npmple mdicos sani-
tarios, paja tratar os doeqtes 9m*l> * om quanto grassar a actual, gomonua,
Durante-a-i)ivus>o toiSs^ H- Dr. C
naa Vaanna unj* nota-'4p*?. %. *w\o.i*-f
medico em Rutera, namiai jwse^tnaluns
de vaccinago c revaccinacao em pessoas |m,m
lavajn em contacto, com os wmkwm, *ue.assiu,
fiearam pjeraupidos das bfl.igas; jconteieidajb
gamas, vezeti a vaccina mmmfmtf\ mente com a vanla, sendo esta multo mod6oad4
ti sua violencia.
Os Srs. Drs. Barboza eMay Rgueira referirn!

REVISTA DIARIA
Praticitrcm lo parto de Pernani-
bnco.Era zl de dezeinbro ultimo f.ii expedido
pelo ministerio da marinha o seguiitc aviso pre-
sidencia de Pernambuco :
Illra. e Exm. Sr. De aecordo com o parecer
pelo eonselho naval, exarado era consulta n. 2,1X1
de .'{ do crrente, sobre o olficio que a capitania
do porto dessa provincia dirigio-me em Lt de Ja-
neiro ultimo, relativamente a praticagein da bar-
ra c porto da inesma priivinca, determino que V.
Exc. faca eflectivas as seguintes providencias :
i." Que se obligue a assoeiacao dos praticos
a possuir, quanto antes, as lanchas designadas no
art. 32 do regulamento da praticagetn.
2.*.Que de cniformidade cora a observara
8" da tabella anuoxa ao mcsoio regulamento, se-
jam regulados nao s os jocnaes' que devam por-
ceiier os patroes e remadi^es das lanchas que
servirem nas amarravoes, uias Uunliem o aluguel
destas euibrcaeSes e dos outros objectos de que
'.rata aquella observacao ; deiendo submetter-se a
an rovacao da secretaria de. oslado a tabella que
neste sentido for organigada. v
t 3." Que uao deve $$r maior a retribu i,_ao dos
praticos pelo servieo d^,$csainarrr os' navios, as-
sim como pelo de amarrados era completa segu-
ranza no ancoradouro do seu destino.
4." Finalmente, que, obsarvadas todas as ds-
positjoes do regulamento da praticagem, se a ex-
periencia demonstrar, pelo progressoda navega-
cao o cominercio, que este regulamento est no
caso de sofrer alteracoM, devora estas ser pro-
pAStas na forma do arL. .11.
Deus guarde a V. Exc. Joaquim Delphino
fibeiro da Luz.>
( iniiua cido de armas.Na parto offl-
eial hortera publicada, sob esta rubrica, era vez
de abdicara; lea-se abdica, etc.
IVi-uuui biieo Street Railway. Por
cortara da peesidenca da proA-incia, de 7 do coiv
onte, foi nomeado o engenfieiro Joo Luz Victor
Idfjuthier para exerecr interinamente, durante o
impedimento do eCfectivo, o. cargo de engenheiro
fiscal da coiupanhia Peraaainu-o Street Kailway.
Cstatistiea. No municipio do Reoife exis-
terh 11878 pessoas. sendo 7973 na freguezia de
. Erei Pedro Gonealves. 15910 na de Santo An-
tonio,' 17886 na de S. Jos, 2307! na da Boa-Vista,
,'vi3'3 na da Graca, 11755 na dos Affogados,
12149 na de Jaboatao, 7187 na da Muribeca, $8M
na- do Poro da Panella, 6665 na da yanca, 4932.
na-da S. ureaco da Malla, assim divididos :
Freguezia de S. Frei PdUo Gengalve*. 7011
livres e 962 eseravos'; 6897 brasileiros c 1076 os,
rangoiros ; 4673 sabendo ler e 3300 analphabe-
tos ; destes 2338 livres e 96$ eseravos.
Fnauezia de Sanio Antonio. 13864 -livres,
3046 eseravos; 44086 hrasiteiraj o 1824 estran-
geiros ; 9979 satodo ler e 5391 analpliabetos .
destes 3343 livres e 20i6 esclavo.
Freguezia de S. Jos. 16916. livres e 90 es-
rffls; 1673S bfasileims e U*i estranneiros :
"Ift^bendo ler c 7fS3- aoatphabetQS ; destes
ivra c 9Q eseravos. o.
mdn Boa tt'Mtf. M07S vres e 29%
,, 1813 brasileas e iWestrantev-os.:
._ .sabendo ler o H718" analpbahotos i dfistes
2 livres e 2^6 eseravos.
Bram^a.dji. Grug. WM nvr*s e Vt% esr
craVos; V8ft> brasileiros e 604 estrangeiros: 3031 j
dos negocio-; estrangeiros, urtfrelaterio frito si-
broiladis .i)lteiat>4* trali^llio *lo mesur con-
gresso, E ;. ,\ beip dabarad Vonta tt-r iiicny'ido (ti loiiv. i. do governu. -s
soepetarios de "garSo 'iu.miiIj s.iti habis e dedi-
cados ao trbala*, u fuDceionarios ntilissimos
aos seus paize.
O i-ail:vo-r ile TI
NiPle< .pie foi renrado '
de jMrf.-iu coserva^Vi.
pianista T! alborg. A ru:i
ebe, guarda o cadver
no jardn, da propriooade
comprada por Lad.ichc e uaqtii viveu Thalberg
porto de 1 annos.
ElMuiailo t'oiuieo. Ginii es!c titulo | ;i
blica-se tui Madrid um seiuMMo buraoristioo .!i-
rigilo pelo conbecido escrJB Untte, com a
* Tol la hora cao dos primcirosTmTratos e illustiad-i
com umitas caricaturas que retratara fielmente os
costantes bespanboos, devidas aos afamad- s desc-
nhadoies l'rrabela, Gimnez, Perra,' l'cllicer So-
jo, Luqne, Ravena, dubas etc., etc.. sendo era to-
4m os nmeros a primrtnv^rnvrrra ilIniiiInMi a
ingleza, E' rana publicarlo notavel e digna de
figurar entre as pessoas de bom gosto e estabele-
eiiuento iiidustri.uis por se poder formar cpm ella
elegantes albuns, que adornetn as mesas e sirvam
de recreo ao publico.
Ribliotlieca Rosa. Da carta do no*so
correspondente de Lisboa extrahimos o eguinlr :
. Heraetlollies prospectos da ibliotheca Rosa.
de que sao editores os irmaos l.all-raant. france-
ses, que ha -miritns annos xesi tem" em Lisboa, on-
de tem ura dos .ineJJiures esiabcl'-eiioentos tjjH-
graphicu^.'o icjcriro si^uramate (tep.iis da lu.-
prrusa ^r.rH^^!!. O* irmios- LaHwwot ftm
prestado ptimos serviros ao descnvolv.mento ua
typngrapmjl era Portugal. Jluitos d>s seus tra-
ballios sao primorosos sob o porto de vista art->-
tico. O pensnnieiitu delles, eom erta publiraco
c mitra-, de grande alcance educativo de que sao
emprazarios, ir subst tuindo no povo o golo fu-
til das leittras nocivas ou inerainertc esteris,
pelo das pul lii ;k;oos em (pie a paz de uina lione>-
ta recrea (.rio, se eiiconlrain os raais solidos princi-
pios de uioralidade. Ilecommondando as adkffx*
da casas Lallemant-Frre'. presto Jiomenagem a<>
honrado pe,.;auieiito destes respeitaveis ndu-
troiaes.
l.ot<-i-a.A que se acha venda a ''">
a beneficio da raalriz de Villa Uella, que^ceirt n
dia 14 do corrente.
Casa ilc detcn^o.Moviraente do dia
9 de Janeiro de 1873 :
Existimo (presas) 326, entraram 6, sahiiam '.
existen |Sp.
A saber :
NaKHinaMi 226, raulheres 10, estrangeiros *:
escrav.x V!, emavas 6. Total 328.
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 2o8.
Moviineii1! da enfermara do da 9 'le janeire
de 1873.
Te ve bai:-.a :
Joseplui Se.oruia dos l'razeres, ulesra.
ca e loitfe digua senhora, por to patritico e
humanitario offereeiuioute, do qual se d parte ao
respectivo consol lio parociiial.
hoi IjtiKdinenla'presente ao con cilio o ..ereci-
meiito feito pelo Sr. Prxedes da. Silva Gi.-moda
pdRe principal da casa de susfcesidencia na fre-
guezia d-} Pojo, |iara uella se esfl^ilecer a biblio-
tbtea >|ue*tiver de estabelfi-er o coiiseljt paro-
cbi^rosuttctivo. Kesh|eu o eonselho (pie se
m|k,rostecivo. eslneu o
igraaec,'sse e rormniimear-se ao co^rlho
chial do Poco. ..' ^
Em seguida foramffiiueadas coiujii-.- s
eJTc'. es
paro-
lara
ua- so-
agenciar s.m-ios e pnurjoiWwn
guiutes freguezas :
Naureth.Os Srs. Dr. Joo Paulo doiii-.-iro de
Audi ade, c mego Ur. Luiz Ferreira Nobrod'-diuca
e Dr. itenoel Baraja de Olivora Mello.
Santo' Anio. s Srs. Dr. Alfonso Jo de Ol-
veira, Dr. Aiislarobo Ctvalcante de Aibu.p" ique
e Dr. Jos Antonio de Sonto Lima.
m.-OsSrs. na or Paulo de Aiiiorlra Salgado
Junier, Dr. Manuel Xavier l'aes kuieto J.uiior 8
Pedro Cavateante l'cli.a.
Harrciros.-Os Sis. Dr. Paulo de Araorim Salga-
do Nelto, Uvd. padre Clirislovo do Reg Barro
e Joo Francisco Bello.
Triumpoo.Os Srs. padre Florentino Barbosa
de Souza Fe-rraz, cajiitao Luiz do Sipaeira Campos
e Dr. Francisco Luiz Csirea de Andrade.
Garuai.-Os Srs. Dr. Antonio Huar.|us Luna,
vigario Anionio Freir de Garvallio e eorunel Joan
Vieira di Mello e Silva.
S. Itento.i)s Sis. Dr. Jos Blysio ite Ci.rvalhu
Cont, Fraucisco Alves Maciel e vicario !/.> las
do Espirito Santo.
Papacara.'Js Sr-. Pedro Qurafcaate de Albu-
querque,! Visalo Fe. reir da Cruz e Luiz. 'iarlos-
.la Costa Vitalia.
Finalmente foi comuiuuieado ao coiioellio que se
inscreveram socios as seguintes Exmas. Sras. : 1.
Abel dv M.nloiios. lilUa do Sr. Antonii Ignacio do
Uego Mdenos ; D. Auna dos Anjos Correia de
Araujo, esposa do Sr. Dr. Joaquira Corre i i de Aran-
jo ; D. Mara Aula de Jesui Campello e D. Frajs-
cisea Amelia de Albuqucrqpe.
Sat'iEuta. A saigeta da ra do General
Victorino reclama urgentemente os reparos do
que necessila, alim de que desupp;.reca o raigo
que all esl armado ao traseunte de^ciiiitedo, c
niesuio para que nao continu a dcslocaee das
pedras do calcamento que a circundara.
Cadver." Foi encontrado na praia de Santa
Rita, no dia 9 do corrente, o cadver do ManOQl
assnjabo, ex-praca do exercito, decidindo os pe-
ritos que o vistoriaram, ter sido a morte resuliante
de apoplexia lulraiuante.
Porto de Liverpool. Estavam a sabir
pera nosso porto : a 21 de dezembro o navio P. irt-
eeza, a 23, o navio Maui, a 27, o navio Typhk, c
a 1 de Janeiro, o vapor O/mda.
Diuheiro. O vapor Guara leven hurten!
para :
Parahsba "h).0iK>0W
Maranbo fc:J23#Q0D
fcr ; 19:300*000
Vapor Mendoza.A demora desie navio
da conipaiiliia das M.ssageri.'s Martimas proveio
de nao ter olle podido sabir de Brdeos no da do
costume, por causa doino lempo alii reinante ;
e p .r ter elle perdido um da, prximo de B r-
dos, a salvar a trqiolaiao e pas?ageii.s do vapoi
inglez Gcrmanta, que faz o servieo entre a ingla-
terra e o l'acifico, o qual acliava- se abi luulra-
gado.
Apezar dos esforeos inauditos feitos poio con>
mandante e offlriaesdo Mendoza, dovido i> norri-
vel lempo o mar que haviamno lugar do naufra-
gio, salvarani-so bO pessoas, perecendo ^0 afbga
das nas ondas ou de encontr as pedias.
Telc^raiiuuas eoniereiaes. Os
dos Srs. Knowles c Foster e Pinto Leite & So-
brinho. de Londres, e n 23 de dezembro a- 3 bor
ras da tarde, dizem :
O algodo lica caluio com alea de '/ w de
S.int os,e Vi era todas asoutras qua'idades sobre
os presos : do 9 V a 11 o de Pemarabuco, dj B
Tive alta
Joaquim de Ljra Raplisla.
PasH-.tjjeir1.Vindos de Mamanguape no
vapor iiaci'iuai Cururipe:
Iriminde Arauri Bezerra, Vicente Jorge, Jo
D.iau, Joafiuim Ferreira Coutiuho Jiumw, Jon
Marcos Ferieira o Anilr.', Antonio Pereira ds An-
jos. Loui-tiici Ferreira de M. Jos Justino Ite-
re ira do Alnwida. .luaimim Marlins Moutriro, J.*'
Lopes de ?riendoiiea. irancijco Autonio da>biva
Jus- Gypriano Portado, Jos Joaquim ^Silva
Peaeira. Manuel l.ebre Flho, FrancM:v Juawui
Pereir Barrozo, ManoeJ, J(0*|uiiu de Leauos, *-
da Silva Loi:-riro Juui.r, Avciiuo Tauriauo de Oli-
ve! ra.
Sabidos para o ni te. no .vappr brasiteM*-
ii'e .-. o :
Manuel l'eivu-a da Cmiha, Dr. Man'uel de Mello
(". Parata o I criado, j)r. Joao Barb>*lhuk Antonio
Samuel Pereira (eralde. Jo-e II. da Silva.Camar;..
Antonio P.J. GaxaJcarti, Dr. J. J. 'f./Bolforte, D.
Mara Rosa na da Silva Carvidbo o I criada, G S
Vital, Francisco dos Santos Cambio, Jos d<
Olveira Oemente, Jos Gonealves, Franescu V.
' Ferreira.
Segu.n para o sul no vapor franco?- -*&*-
dosa :
Joo Agostinlio da Silva. Mara ios*'- do Oliven a
Botellio, 5 UlbtJS e 2 criada*, Dr. Manocl ti'.*
Carnetro de Souza Baudoira, Cr#gorio ,Con$alvr
da Costa Mascarenhas. Francisco. Jos VofinK,
Candida Mara da Silva, Jos Dias da Cimba, Jom
Lopes Pereira, Manuel Ferreira da Silva, Fi.\
Clotilde, irnia de earidade Angelina Masani
ViuIj* da Europa na vapor francos Mm-
daza :
O. Falte' -n, i). Guald,C. favatevm, A.C:vb- :
V. Crandiu, P. Launay. Lorilo, isuizaila, Gerbasr.
C. Pelorie, Hermageii,- Joaquim Simos .b>s San-
tos. Autonio da Cusa, Frjmseo Antonio dos $a
tos. Mauoel .".ilieiro, Manwl Pereira, ilanoel S-
moes, Antonio di Silva, Autonio Epailiior
Kpaiiiinouda-1, M. Joaquim Meudes.
Oiuittu-io pnlioo.Obilaario do (lia 9
de Janeiro de 1873 :
Candida Mara de Mello Marques, i.ranea, re
nanibuco, iO annos, casadjs Recite ; cancro je-
rino.
Fernando, brauco, Pernambuo, 8 nieztss, S.
Jos ; deiiticru.
Folppa, parda, 2 mezos, Boa-Vista ; uateriie.
Jos Querino do Nascimento, pardo, Pei-nam-
co,3t anuos, casado, loa Vista-i escrfulas.
Antonio, pardo, Pernambuco, lo dias, Santo An-
tonio : espasmo.
Felippa Maria da Coiiceicao, parda, Pernarntu:
co, 72 annos, viuva, Boa-Vista, hospital Pedi-o H -
enteritc chroiiica.
Jos Hyppoiilo, nardo, Psrnambuco, 26 v>m>,
solteiro, oa-Vista, hospital ledro II, usuTk .. .
ca das vlvulas.
Mauoel Poiona Montero, brunco, Purtuga!, tt
annos, solteiro, Roa-Vi>ta, hospital Pedro i te-
tan anrarella.
Francisco, bronco, Pernambuco, 8 meses, s.
Jos.-; eonvulfoes.
Amalia, branca, Pernambuco, 6 mezes, 8. Jone :
gastio enteritc.
'/, a 10 o da Parahvba, de 9 V8 a 10 '/s o de Mu
reii, do. 10 a 11 o do Marannao, de 9 V alio
do Rio Graudedo Norle, ea 10 '/4 o do Ceam,
t O aasucar tirrao nos precos : de 27/* a 28/s o
hranco, de 25 a ia/, o towo, de 22/ a 24/ o mas-
cavado.
Diario de Pernansbueo. Se titwtpf
hoje o vapor Pora, dos portos do norte "do imp-
ro. distribuiremos munlri o nosso numero 06 4
gundi-fejra. .
Kleieo societaria. Amanha, araeio
dia, deve rcalizar-se a sossao da assembla geral
da Assoeiacao Portugueza do Beuencencia dos
Empregados no Coinmereio e na Inlvstria, 11 FUI
da Imperatriz n.. 6'2, segundo andar, aiiin de se
proceder eteigao da nova directora.
Trilhos urbanos de Olinda.Em con
sequencia da testa de Nossa Senhora do Marte, ?.
gerencia da va-frrea de Olinda expedir os trens
extraordinarios que a alBuencia dos passage.:ros
exigir.
.Vrreiuatavo proviaciaL:\.i trans-
ferida para t d crrenle a aireiuatacay do cos-
tera da illuminacao da cidade de oyanna.
Vapores a sabir. Hoje as horas da
tarde o Cururipe para Mainan^fUape ; amanoi *
9 horas da noute o ParaAj/6ainar4 CToyajuia..
Menino sumido. Anda esta sumida o
menino Eduardo, que na nraca da Indeiicndencia
estava de guarda a dous cavllas do matute era
ouja companliia voluva para Limpeiro, quando so-
duzido por urna p&isoa preta que all appareoeta,
sanio em sua companhia para.nao raais baver ne-
nhuma noticia, apesar de ter-sc levado este acto
ao conheciuiento do Dr. chefe de polidi-vque den
as precisas provid mcias com o tim de ser encon-
trado. O menino levou roupa do akodr hranco
a chapn de couro ja velno, e sonii-^rauco e :cm
de idado (tez a uuze anuos.
Reterma da s prlsAes.Teve lugar em
LoittenAiiw coogresso iuternacional para a ro-
Ibriitt das priaSe). O Sr. bario te .art'Auu^
digno e ratelugante 1." secietaro da rt-ssa legar
",o cm Londres! anviou ?ecrelaria de ptalo,
COMMUNICADOS.
,--------------.------------ i.
lliiiiistracto sin provincia.
III
Examinando-se om calma'c reflesao os
que se sueco lera na adiuinistrarao do Exm. Sr.
Coraraendador H-rarique Pereira d' Lurena, en-
contrain-se provas de sobejo, parios quoTni?r-
rem aastar de si as paixoes partidarias, qne tol-
dara seinpte a razo, convencercra-se da verdad-
annuncda o repetidas nos precedentes aitit-ei
sob a inesma epigraphe.
Aquelies, porra, que sao indilTerertes aos nif-
Ihoramentos morae? e matoriacs desta provincia :
aquelies que proposi'alracnte coslumam mut.lai
os factos, ainla mesmo as mais Importante^ Jra
lancarem mao da imprensa e scnlrem-se desee,
vocabulario nojento de doestos e insultos nessfia**-
poderSo lobrigar na presente administrarlo pontes
de censuras e actos de desagiado.
Mas estes niesmos conscientes das intencoes de
S. Exc bastantemente reveladas pelos actos d
uioderacao c iiuparcialidade, que bera caraettn-
sam os seus sentimentos, sc::ao ostensivamente, ao
menos de si para si e na conlidenaa de anu-. >
di^pensarao a S. Exc. a justira .que tem. djndtn
e que lbe dao os actos e o son .proceder no enro
periodo do seu governo to ferondo quanto un-
parcial.
PrescndinUo de coiisideraQocs, qne tandera a
uw lun diflerente do que temos emrista; abs-
traindo mesmo desses longos periodos que devnu
ser despresados quando Tu artos que os poem
supprir e lalmante (b-pebsando-jios dos loro*i<^
da linguagem, que nao se f:i'. preciso ante farjos
que fallam raais alto--diremos, qne 1 Exc o Sr.
coramendador Lucena, vai satisfazemlp I esperta-
tiva piiraica, e ja ten, jielo seu prodder, lus a-
encomios dos que desejam a ba dir.tfcao ios ne-
gocios pblicos e a prosperidad*, desta provincia.
Somas d numero os que apBlandem o engran-
decimente da provincia, lajeando de ldoa doi.U-
ea qualquer que ella seja ;-.soraos do 'baara tbs
que apreciara as administracScs claras, <|b1^M;.s
e sem o cortte de conveniencias pobtieae w
agradauj poretii. trazern resultados nerirtOSe.
porlanto desde que vcmo> a nscallaacSn do# ft-
uh,eiros pblicos resultante do equilibrio d-
nanas ; desde que vemos o lem puldico Ua
rasado sem pr juio dos inleresses parb'cnfcr'
sempre calculados e desde que ven** iL.r(
cer a proteccao prejudicial em, tedas as. .poca*
para ser aceito e abracado o nierecJoejito. real.
CBcherao-nos de orgulho e damos parabens.a. pr<-
viucia que est so emancipaodo dessi-s anligos)'
tcneeitos poltico-', que estabelociam sreclWoJo *
L'i ro, verdadero paradeifo 4s legitimas. apra-
56e.
. As previas consultas para os acontecimenm
posteriores; o nenbsprezo ios mtefesse? so-


*
_
JL*.
s
X





r .
JQtafo ^^l^^u^j-f-^J^ 11 ^,4^I% l?3J
:i.virado&,
lar ; e*-
veis pi r*Jo_el
uticos ]n ?ir"'
Exc. ajnda u
que a HW(
tirmam a *mi.
E do oito
o expediente de
ve to a s ao capricho pa/tieu-
HKlgpat fisnppra
keurif.mdBi.ses p-
enlo #o aotoS'-de S.
a luz da evidencia.
, Independencia e a.jnstica
de conduca.
Ido um volver di' olliospara
tcc., jue ento passava rai-
percbido a fcoje4dlilo e procurado com nteres-
*<* roa*. NpVlM previdenciis que convetee-
r,-aw epe aguacwan actos parciaes e (juica
viAganeki a (tonto(o de odios, qaoS. Ese. nao
tolera os desacert das autorididee e u teansvia-t
ment das regras da.*i*i'V*o-j hesita em corri-
gir os Abusos nvtle&tdo^ que amslituiam urna
iei reguladora dos*- hbitos de uns em detrimento
de outros com protewifoes ta ordam aerial.
Assini ^.lUie no expediente de 19 do projno
passado mez, puVIieadono jornal ofRcial h. 299Jde
28 do mesmo m-z, wanis un ohl-io ao comman
danto superior da guarda nacional dcste municipio,
ordenando providencias contra o abusivo eostu-
cne das escasa.- por jjarre dos. offlciac's superiores,
designad is para fazer parte das juntas iiue, em ul-
tima instancia, teeu dejalgar qualquer praca ; es-
cuHNni >, ali de contrarias a boa disciplina e
ao< prjacipios.de lvaiianidade, que jamis devem
irados entre osuperior.o o suoalterno, da-
ara tpie os pobres .soldados permaneces-
prisSefepfji longos metes e at unios a
le que algujps otteiaei superares se dig-
i-aem'ds comparec r ao seu jujgatiento.
Sorykctual admiui tradur procura livrar a po-
pulafao pebre do arbjlfkj da posieaouflicialsempre
detstale! cum relar > ao desvalido, salvando hon-
rosas excepedes, vai mirando de all.visr tambem a
sorta4hssa popJaeQ dos desalmados que las oe-
iiiih mais criticas, 91 prevalecen como mu
neiy*pe,ra a consecuc io dos ftns ambiei >sos.
Neseas vistas reeommcndou ao Dr. rjiele de po-
!iciA,fcu3, de aecordo com a cmara municipal,
providencie em, orjem a prohibir, sao s que os!]
atracesf dors eoiitnaetu a arredar do mercado
pros aliineiiticws. compra do-os por.Ajaca-
do^Hfclmorreves, para por sna vez n-vende-los
por^trjfis fabulosos, senaocomo que leja disper-
sos pfjxame de zangues, digamos assim, est rifes se toraaui vord*deiros saltead >rcs dos al-
ueYeves que. (laqueados em-sua.boa f, sao eon-
durf&S para lugar adrede preparado e onde vio
perdeno producto de seas trabalhos em jogos de
caries falsificadas.
tssas providencias que, a prima fuc; pareciam
a u-'i .* de pouea Importancia^ sao pelo contraaa
de luuilo pezo ; e S. Kxe. as rousklerm muito
bem, porque ellas teudem a alliviar a classe pobre
da sociedad' dasextorsoes de un crcsciaB nume-
ro de individuos que, por ahijilgur;-, aodam pro
vncando a moralida le publica en prajaiM dos cr-
ditos da polica que swn duvid. corrigir esses ac-
to*. Aindi mais:
Se por mil lado vemos a incansabilidade de S.
Kxe. em visitar a- repurtici"ies publicas o aquarte-
lamento da forea de linha. o hospital militare o
I: utel do cprpo de pdieia, no intuito, sem duvida,
d providenciar sobre a ba marcha e regularidade
desses diversos ramo? de servieo, como [ranspare-
ce da n wniacio do urna commissao que tem de
estudar os defeitos do re?ulamentj do corpo de
polica, vemos, p^r outro la lo, a mais segura ga-
ranta, da moralidade publica ; j com a oxonera-
ci) de ofliciaes de polica e empregados, contra os
quaes exhibirai.i-se aecusaedes que nao foram des-
truidas e j procurando syndica- das aceusacoei
graves aradas contra o corpo de polica, como se
le no.expediente d- -i do panado me:', publicado
n? orna! offi-inl dr :l Hsse procedimeuto de S. Exc. revela criterio e
prudencia na apreciado de factos, que lemandam
reftexao por parte de um administrador honesto e
quo, goiando-se plos principios de j.istica, em vez
de coarctaros oeios de defeza, os facilita a quetu
dellos em carencia.
Nao somante por esses actos que S. Exc. tem
uiaaifcstadp o ea leio e a inleireza di seu carc-
ter mi prl da pj>>viiicia, cuja admiiiistracao lhe
toi digiiuueiite confiada.
Facts alias importantes e que viv.m sepulta-
dj< em completo esqnecimento a desp.ito dos re-
ciamos da opiniao publica sempre solicita em exigir
n-.jdi las salvadoras dos seus interesses teem sido
tomadas na devida considera^ao |or S. Exc., que
Hiij pode ser iinpassivel aos males, que tem cor-
rompido a nossa sociedade. E vejamos :
Repetidas queixas eram levantadas nao s pe-
l ts particulares, como pelos celes das repartieses
contra a illumiuaeao a gaz feita a bel prazer da
conipanbja e de modo a cotitra,riar os interesses
I n onsummidores que, sem orna base provavel
om que se lirniem, sao forcad >s ao pagamento de
quimas fabulosas, que constituetuverdadeiras ex-
toradee.
Mas S. Exc. querendo obviar esses males, pro-
cjra chamar a respectiva eompanhia ao cumpri-
m-iuto do seu de ver e papa i;to ordena ao euge.-
n'.ieiro director das obras publicas providencias,
que ponham um par ideiro a estas irregularida-
j.'- pro4:edendo um exanie nos registros iudi-
caailo as medidas garintidoras dos recprocos in-
teresses da eaipreza ( do publico.
As mercaderas tninsportardas na estrada de
Trro d) R'dfe a S. PrimcHC, quer soffresseai
quatqatf damno resultante da incuria, deleixo ou
malversacao equer desapparecessem pelo pouco
lado dos respectivos empregados, nao eram,
: D ento, indemni>ados. pela eompanhia que,
nm pezar dizemos, t-iu se conslituit'-i um Estado
no Estado, gracas a sqjjeriiitencia (lo Sr. G^ O.
Itaan, que for. de sua vontade lei, nao admittindo
r I i.nacoes de especie alguma. Entretantos.
Iv<~., rnn iidfirajljn piocedentes e accitaveis as ra-
Ties a|resentadas pela associacao Comraercial
Agrtoola, dec-Urou mi ofcio publicado no Diario
r. i de 3 ilo rente mes que so acha em pleno
(/ a disposicHo do art. 88 do retjulamento da
r-viipunhia, que obriyada aquella indeiiUM'.t-
' e\ceptuando-se os rasos de forja maior.
S a proposito dessa represeutacao, resolveu que
no prao marcado para a retirada das mercado-
rias, n'o se levo emeonta osdias santificados, que
erain contados com prejtiizo dos respectivos do-
no ', que curvavam-se a dependencia dos cliefe,
ejecutores das cxipii-itas ordens emanadas da
prepotencia de superintendente.
Continuando vemos, que S. Exc. lauca suas vis-
tas tambem para as importantes classes do cora-
mA--.ii e industria que, incoutestavelmente, sao
duas fontes de riqueza nesta provincia,
bataneas pblicas obriyatorias, decretadas
pelas !ejs os. 710 le 9 de majo' de 1807 e 96:i de
2 4e. juTho de 1870, e cuja crea^ao era queslao de
vida de mortc para os que, layadas p'or senti-
mientos inconfessaveia, procoravam reprimir a li-
tMrdadedi coiumerclo, antepon 1 i-lhe um est^rvo,
j aio fornece duvida:. para coujectaras ; porque
. lixe. nao quorendo ser indilferente aos males
resultantes dessa creac^o, resolveu, por acto de 31
do passado iiiz, revocar a portara de 24 de ou-
Uihro. que da va execi,c,o essas leis.
i'-m entrarnos naapreciacao da lei das balan
c~m publicas e cuja e:;ecuco_ motiven urna serie
dfl Higos pro e contra, .chamando a attencao pa-
buea para esse facto diguo de todo o interesse, di-
rcuos sanipre que alm de inconstitucional, essa
itiBpooijo fon;asa feria os principios econmicos
qaa devem ser observados em um paiz livre ; era
intil em seus resultados para regular a compra e
/andado algodio e para acau_telar a defraudacao
di renda dos respectivos direitos.
Entretanto, occultavam-se essas ronsideracoes
que vaode encontr aos interesses vitaos do com-
hmm- ; occulttvam-te as represeatacoes da As-
sociacfii Coihmercial B as reiteradas impugnar/ies
p.r parte do zeloso e honrado inspector da the-
souraria, e seria essa Jei u(na realidade se, elit-
ineate para o commercio e mesm para a indus-
trii, no estivesse na administracoo da provincia,
o Er.ni. Sr. corameaJaipr Lucena, $ quytn devem
aquellas distinctos classgs un culto de reepe|o e
gratidio pelo procedimepto/queJaiCba de ter e a
Oj)inj>, piiblica ii| voto de toitvr pela attitude
PUaXgica e iodependenle com quo. se ha mantido
eai sua adiuinistraQa i.
Eis anda um iransiimpto dos actos do actual
administrador elle* j.* vo tendo ajireco bor>ea-
ra*;lerei importaptes di npbre opposigao, e que
viiai: em S. Exc. m administrador imparcial e j
o consideran urna segura garanta das liberdades
jMiiiicaa. *
Continuo i. Em. no caminhar iuatigavel que
ei-etyu, e cont que ts seus actos srao traOsmit-
lidos aos vinJouros com applaosos da opinio* pu-
Mea.
IVec ifo -Janeieo de 1873.
14 trOMBlA
,Y^i Jd>P9VO
si> podend sex a*gnaij3 as represont^oes
p# o4o*.nadia da kuaoo, a eeaawajw; tucura-
Mi d eaeeutar a* i4iher*5dee. 4*wmH*i.*
btra*totmmaV*k9+vm reaelsl* enswt*,
aar comniAk|parpia(H o in-oniover einj caila
Iregitezia ^ M^^^^^^^Kff, Iff *-*l-'"'
tcoes.
N'este sentido seraa oellocadas mesas n-os adros
das quiro milrizes deate cidade, danie, a> $ h^f-
ras diHUai.ua ate t da tarde.jxmecaud do boj o,
alim de qu?.s>jani ellas assignadis por quetu o
quizer fazir. ~ '
Os intpressos tao proctfrados, na reuniao de an-
te-Uuatoni, serio.jihi distrilmidos ao ppvo, bem
eximo, o uiimero'da Ifri^df, de boje, que traz a
importante poesa do 9p, Victoriano l'alhares, tio
solicitada no eseriptorio da redaccao
O abaixo assigoado, respeuddo ao annineio
iBcertencs'e Diario, sob aepiaraphe lettras per-
didas^-do Sr. MarcoJipo DorneThis Cmara, decla-
ra que esto em son iodar as. ltijde 1:535 j61l,
afeeib por Mauoel t. d Arrnda uftra, e a de
V'WI, aceitk.pelo Sr. Oinida. Cnrrett do Castre,
le o mesmo Sr. MarcolMf anuuncia estarem jier-
qidas, e que o abaixoriMpwiio sacador o o ligi-
timo portador deHas. e o nico competente para
recebe-las e liquida-las; acerca das uaes j re
cebeu dinheiro por canta de urna debas
A allegada caucao, de quo trata o Sr. Marcono,
foi um acto de mera conflanca que o abaixo assig-
nadojulga a proposito nao ex|)lica-lo, esperando
que o Sr. Marcono o forc a isto.
Recite de Janeiro de 1873.
Joaquim de Souw Neves.
Cidade de Oliuda.
Xa segunda-foira 6 do corrente tew lugar, como
se aanuni-iou, o acto de desaggravo virgindade
de Nossa Senb'oiii ua matriz de S". Pedxo Martyr da
eidade de Oliuda.
Ao raiar da aurora do referido da urna salva
imperial, ao som de una banda de msica, marcial,
dispertando aos habitantes da cidade os convidava
a tomar parte com suas pvesencas na solemne festa
a virgind ide da Soberana' Rainlia dos Cos e da
Ierra. Mai do Divino Verbo.
Era com eneilo consolador ver coaio d* W"s
os pontos da cidade aftniamos deis ao MflMMlOf
po, que nao obslaute ser to espacioso em pouco
se vio litter:Jmente oceupado.
O acto pnncipMfl por una piissa cantada, pre-
cedida de Terca, sendo o celebrante o Exm. e Ryra.
Sr. conego Joo Gbrisostomo de Raiva Turres, vi-
gario gral e provisor do bispado ; depois do evan-
gelho, subi tribuna sagrada o Exm. e Rviu Sr.
. Abbade de S. Bento, que ainda por c*ta vez
mostrou a proBciencia do seu talento oTatoTlo.
Tomando o texto do evangelno do dia, Rt in-
trantes domum inveneruiU puenmeum Marta Ma-
ter ejus, el procidentes adoravent eim o Exm. Sr.
1). Abbade mostrou quanto osta passagein do
Evangelhff era impirtante para confundir a impie-
dade actual que atacara a virgindade daquella,
cujo parto miraculoso foi reverenciado pelos tres
monarclias do Oriente, que vieran) adorar a divin-
dade do reeemnascido.
Bazeando o seu discurso solire amalernidade di-
vina, S. Exc. Rvma. provou sastactorinmente que
sendo esta augusta maternidade a fonte primor-
dial de todas as prcrogativas de^Maria Sanlissima,
nao podia ella deixar de ser virgem sendo elevada
a tao alta dignidade. *
0 sublime e edilicante discurso de 9. Exc. Rvma.
fui ouvido com muita'attencao, deixando nos co-
racesverdadeirmeute eatholicos esta"unco,i-
grada, que so pude ser o effeito da _pala\Ta di-
vina. .
Em seguida um consideravcl numuro de senho-
ra> reverentemente prostradas a sagrada mesa da
comniunhi, receberam eiii.*eas eoraces o tos-
tico pao dus aojos eni devcao a Santissiiua Vir-
gem nossa Mai do Co..
A tarde teve lugar o Te-Deum, sendo o offlciante
o Rvm. Sr. conego chantre Jos Joaquim Camello
de Andrade tendo,"pjr dicono e suhdiacono os
Rvms. padre mestre Jos Rayinundo Baplista e ou-
tro, oceupando a cadeira da verdade o Rvm. Sr.
conego Manuel Joao Gomes, lente de thoologa dog-
mtica no nosso seminario.
O orador dotad de urna intelligen ia robusta, e
com a somma de conScimontos thcologicos que
leiu adquerido com a pratjca do seu magisterio,
arrebatou com o seu longo discurso o numerozo e
ilustrado auditorio, que atteutamente o ouvia,
O Rvm. conego tomando por texto do seu dis-
curso o verso de Izaias : ftfce viajo coneipict el
pariet FHium, et vocnbitur nomen ejus Eminanuel.
=provou com militas passagens do autigo testa-
mento que a virgindade perpetua de Maria foi urna
rerdade de f revelada pelo mesaio Ueus desde o
berco do genero humano.
Kzendo sobre sabir as figuras e prueciasdo an-
tigo testamento demonsirou que nao s o novo He-
breu, nico depositario das rcvelacocs, acredilava
esta verdade, como todos os povos que aguarda-
ron a vinlade um libertador, segundo o influxo
que tiaham recebido das tradicoes primitivas,
estavam convencidos que este libertador devia
nascer de una virgem, e entao provou que no seio
mesmo do paganismo exisiiam sombras da virgin-
dade de Mara. Depois cousiderando-a no novo Jes-
tantento, provou luz do Evangetiio e tradirao a
realidade desta sublime prcrogatva n'aqnella a
quera tantas figuras e profecas a tinham annuu-
ciado virgem e Mai ao mesmo tempo. Mostran-
do des'.a soite o immeuso espac) que a virgindade
oceupa as sagradas paginas, conclue com o en-
sno dos Santos Padres e disposicoes dos concilios
que a virgindade perpetua da Santssma Mai de
Dos niio mais objecto de controversia evange-
11 -a.
A matriz se aeltkfa decentemente decorada, e
bem Iluminada, primando em belleza o altar de
Nossa Senhora da Conceicao.
Comparecern! a esta solemnidade grande nu-
mero do r-'verendisssiino c.rpo capitnlar, muitos
sacerdotes desla o da cidade do Recife, c semina-
ristas, ao todo vinte c dous, a veneravel ordem ter-
ceira de S. Francisco, c a irmandade dos Marty-
rios, alm de umitas pessoas distinctas e de ele-
vada posicao, entre as quaes via-se o Exm. Sr.
conuuandante das armas.
Em todos os semblantes reslumbravam a alegra
e o regosijo de que se achavam passuidos os co-
racoes daipielles que vinham ante o altar da San-
tissiiua Mi do Salvador render-lhe devidos cultos,
oufessado com a santa igreja sua virgindade per-
petua.
O pateo da matriz offereca una vista elegante
eran a variedad? de cores das bandeiras de dille-
rentes uacionalidadea, e em frente ella urna
banda de msica marcial em um corto convenien-
temente preparado tocava differentos e escolhidas
pecas. Nao sendo exagracao ealcular-se o nu-
mero dos concurrentes a tre* mil pessoas, notou-se
me esse semlmenro de amor e respeito aos actos
da nossa santa religio nao est de todo perdido
da parte do nosso nom povo, porquanto se um
ou outro assiste esses actos por mero respeito
humo no. reinava na totalidade a alegra, o res-
p ite e a harmona.
Em urna pala\Ta o acto esteva completo. Deve
estar grandemente satisfeito o Rvdm. Sr. padre Mi-
guel Amerieo Pereira de Souza, secretario do bis-
pado, que, como vigario interino, nao poupou ea-
fercos nem trabalhos para realisar a sua santa e
louvavel idea, j convidando a todos para aeompa-
nlia-lo nos seus sentiinentos, e encontrando em to-
dos a melhor ba vontade, j proniovendo una
eemmlssSo de senhoras que cuidassem do ornato
do altar, mostrando com Uto queOlinda devia-jun-
tamente dar una prava da sua deVoco Saniissi-
raa Virgem Mi do nosso Rodemptor. E com effei-
to. o Sr. vigario nao enganou-se, antes vio realisa-
dp.s os seus voto? naquetta altura em que elle nao
esp'.rava, em viste da grande deficiencia do neces-
saro sua matriz; por quanto, gracas Exma,
Sra. D. Emilia, digaissima esposa do muito presti-
raoso Sr. Francisco Goacalves jotto, que, anauindo
a boa idea do Sr. vigario, convidou as Exqias. Sras
D. Adekude Pinto de Lemos c D. Leonor Porto, e
todas om comuuwao desempeiiliavain pao soraentc
a.augusla missp de que forapi encarregadas ; mas
toii.arain si de promover, secundadas com a boa
vontade e concurso,de todas as senhoras residentes
em Oiinda, a pomposa fe*U em acto de desaggravo
perpetua \-jrginaade daquella que a honra e a
glorijv do seu sexo. -_,'" M
0 Exm. Sr. D. abbade c o Rvdm. Sf. conego Ma-
noJ Joao 4q dignos de um voto de rceonheciincn-
osociando-se ao Sr. padre Amerieo em tudo
de, que podiam dispr para o esplendor da mesma
testa, cojv,pra;endjv-se sammaniente em terem tido
occa^Uiq di dfenclerem 'da tribuna sagrada a vir-
gindade 'perpetua d nossa Mi do co, protestando
contra a impiedad^ d> nossos dias.
' wm
teas.
Rerobo dinheiro em muta efjrreute ^npes, f
^.ita.yiH^7^?jdfti^pr lev
. Anv*
lici*reg;a-4e-por commissio deqnatquer
9 horas d*
operario huncara. "'.sP!,,ae.
- Mmtein 1
0 expediente priucipi^r s
maulla e lindar s 4 da tardp.
Kua do Vigario n. 1, primerio
'Ml'AXUIA
^HSTTai a (m'veir.i Si'/iriiiTio. laKel-f Ttou-er. de 138
H<\fr* -
,e r**'i tas* *4*i*im mnitfm i*
almrlasr
TaMCft, !
J. m\ Neves.
Peiso-
ta de
tq. Agua
Viel i caixa
Batatos 2 cai
N, Si-
[rmiuio
, i a l-enn GHGMBftW, "t a Cunha 4
a Jeaii XMislin' lidcadb 4 cai xas a.
Capital.
Fundo
de reserva.
HiHs
r2,6OO:f2O_Q.5O00
AeuU3S,
/.af/Ktm s;-
RIJA DA CRlii Nk 58.

ci
Segure i'iiiili'a-i(i
THE UVHtroL iS W.MlUJS.lil*
INSURANCf GQHPANY
Agento*
SA4L\BERnwOTffERS C.
IIGorpe SantW 14
r
retes, diulieirp a ris^oe-.finalmente de aual-
qr+er ualureza, etii, vapores, navios v^pu
burearas, premias mudo mdicos. .
HA DO CDMMR|;iO N. 34.
PRACA DO REGIPE 10 Mi JANEIRO
DE 1873.
AS 3 1/2 BOBAS'BA 1AJ1DE.
CotacSe efHoiaest.
Algodao-tta Parfcyba i'-surte 10ASXW pwlo
kilos posto a bordo a (rete de l\i d. e 3
OjO, liontem.
Uubuureq
P/esidepte,
Pelo secretario.
ALFAMDEGA
Rendimento do dia 2 a 9 .
dem do dia 10......
333:816*18*
7:773#&W'
A
413:590}167
Descarregan boje II dr janein de 1872
Vapor ingle: Gassendl rarcadorias para al-
fandffla.
Rarca ingleza-Mrm/ena merccadorlas para al-
fandega.
Brigue ingleirrC'o/eridzeiarinlia de trigo j-des-
liacbada para o eaes do Apollo.
Barca fraucezaS. mus lelhas e ferro j des-
pachado para o caes de Santa Isabel
Escuna uglea-^CW/ord hacalho j despa
diado para a eompanhia. pernambucana.
Patacho nglezHetiptie carvao j despachado
para o caes do Apollo.
Barca norueguenseGitana tabeado j despa-
chado para o caes.doBriuu-
lmM>i't<;ao-
Vapor (ronce* Mpmn. 'U de Bordean.e
consignado a Tisset Freret tnanifestou :
'aun l*ereira
.vetl^t
oriUw,
las 1 caixa a Me
ifureira Diajtf
Fitas 1 c
t# & Inuao. Fru
Guedes de. Araiiio.
raixas a X S. terreiros.
Hfc< *a r
Ur*h 4
ra, S^Unnl;
Fai
fe*, I*orto fistos, 2 a
yeira; S-^rpio i a S.
Cami>as .1 aixa
flu.4.!l4m_.C.u3-
C Gouro 1 caixa a
I a J. A. Araujo.
r%s. 1 a Duar-
vimf Ramos, 80
a de, trigo 3 i barri-
fc'T'lrfiaristiansea.' Fumo 'eaxa a Aoiaral
i Nabuco, 1 a L. A. Siqueira, 1 a BfiUrgard
4 C. .-lnfTi. > mh 1 tmti > V.
Joias ^,jU>fs a Lelpiunn hieres, 1 a.Hyvcrnan
' I.uvu 1 caira Caraos i Frcitas, I a_Cqrjia
de Vasconcellos,' Ar'fTltfliaii- m
. I.vros 1 caixa A-Ui^ar^. 1 .'a 1 >' de Sou-
B, 2 a Walfreda. ISiuza. Lcpi 3 caixas a
tnaix. VJP- i
] Manilhas 1 a Pinto da S*Ua & Casca.). Manteiga
3 caias a D. A. Matlieus. Mareo mins L caixa a
^ouza S k B--' atdaiunt#s 'L r#Ixa a,Bartholo-
ieu 4 C. Miudeas^lga^x^ a Mendes Lobo & C,
l a Vm Jiuiior M>- Tlrcadorias. dlver>as i ca-
as a'B^'Ihrtk, .a Li^es Machado, i a t'arva-
'equipagiiA
de inandiocj
fariii'rr
-H-rm
mnu.
-*-
d*ltt^sTf^F' **T*
Ufeo de ollvira,li caixa a Cnaix. Ornamentos
c igreja,Irtixa.a.PaulGneJjl^e. ^
PipeJl caixn.,a Ruarte Jilniuo. Perlumarias
i eam a t. Neves. PjmUHra* 1 caixa a ilourgard
U, C. Piano I a (Jote* Oiivemi. .
[ Oueijos 6 eaixas Sl- Coilfc :'3 a J. J. Costa,
O a J. J. Azevedo, 4 a KaU>r ,v V.., 63 a Martins
e Barros F^to 4 C. 10 a .Vives Lebre 30.a Mon-
iro Rocha VG., 60 a Rasi tFuho, 4 a Prisco
'Qimiqiuliiria I cai xa a-f^rreiraVillela.
Relogios l c^ixa a UJvrrnan & u Re,
3 c^xf* ordena.
astro
Caors. Senwntes a-aixas a Cuuha Lages^
. Tecida* V caixAS a Lomos ueriucau. o a Kel-
ler &.(;.',-I aVSideir;w La S4, U-iii > '-oiuibra 1
a'Basms Oliveira C, i a. Paulo Guelpfieo, 2 a
BMtlJM,, l,at)BVWii.W)0lv,4 a viuva^ui-
lliernm$, unniircf, 3 a Monhaid & C, i*. D. J.
Ferreira. 1 a Adrian) 4, oas^o,.' A, A. J. Roberto,
l. a AugustoTofie, 1 a Pifo da Suva & Cas-
tao-,
a Keller & C.
Pafaxho iaijlez p.iairib fl.vwhh. /'nrf de Santa
Cuthajir^a, consgnalo a Pinto A Gis (7o, man-
festn :
Fsteiras pau. forro 573,
Farnba de uundjocaH35J3#al,ii^e!re-.
Tabeado 0 e mcia dutja^es consig ltanos.
-*-% .
Vapor nacional DMMM| Pind de Maintin'jua-
pe, eoniignado a eompanhia pernambncaaa, ma-
nifest :
1 Algodio 400 saccas. A>sucar 600 a Saunders
Rrothers 4 C.
t
TABELLA DO HENWMENTO DA ALFANDEGA DE PEHNAMBUGO DO M Dh. VU^tUW-W
1872. GOIUIENTE ANNO F1NANCEIRO, COMPAR.VDO COM O DE IGUAL* MbB> J.-.
DOUS ANNOS tJLTLMOS. '
UJ! I
flPflF?^
' l .
Impoiiacio
Bireitos de consumo..............>......
ito de augmento de 10 /. 34 0/u e 28 0/q..
Dito de dito de 30 /.. *? (/o e 2.1.0/j,......
Ditos addconaes de S %.................
Expediente de o 7, dos gneros lvres de di
reitos de consumo.....................
Armazenagem................-..........
Despacito martimo
Ancoragem.............................
Exportacao
Oireitos de 15 % do pao brasil.............
pilos de 9 / de exportacao...............
Ditos de 2 1/2 /, idem..........."......:..
Ditos de 1 1/2 % do ouro em barra.......
Ditos de 1 /o dos diamantes...............
Expediente das capatazias................
Interior
Renda da typographia nacional............
j proporeional por verba......
Sello do papel < fixo.........,............
(adhesivo.-.................
Emolumentos ..........................
Imposto de transra.isso de nropriedade, a sa-
ber : de 5% da. venda de embarcacio.
Dito de 1% da.arrematadlo de bens movis.
Extraordinaria
Receita eventual.........v..............
Depsitos
Depsitos de diversas origens........
Dirimes da provincia das Alagoas.....
Dito da provincia da Parahyba............
Dito da provincia do Rio Grande do Norte.
Contribuido para casa de caridad* (....

. lettras de cambio, do ttjrr Q
quesqpidr ttulos pblicos'.
1.101:222498
Alfndega de Pernamhuco, 9 de Janeiro de 1873.
18T 873
m m i i
1811 1872

545:46**725
113:497 382
3.tU*71d
100:116*371
4:340*203
539*084J
7:083700
262:403*821
2*6C0
SUMO
33*000
090*000
H46*650
1:^83^000
1073.414*362
2.124*992
23:733*434
ii.;*:io
1:782*000
4W:547*891
141:439*939
2.359*880
84:823*424
5.883*912
8.33i*i58J
8:308*20
277:767*118
1870 a 1871
283*897
8*400
995*2 Xk
719:20
9*000
1*162
1:574*574
976:948*415
MTBIIM
6:261*680
26:941*081
764S042
1:878*942
l.Q:4;269*523
331:889*881
127:271*831
935*024
67:509*581
6 979*840
5 859*416
6.231*340
115:165*897
611*177
22*010
926 4i Mi
591*120
8*250
10*618
533*8118
694:846*363
620*658
7 571*618
12:733*853
18*263
1:322*260
717:115*015
ServiBdo de ebefe da 2' sc-ccao.
Anselmo Jote Pinto de Sonza.
9 D
2)barrqunhascoin 1,368 ditos.de dito; J. D. C
Lages 14 ditas com 1.032 ditos de dito refinado.
GAPATAZIA DA ALFANDEGA
MJimjnto do dia 2 a 9.. 4:3i6*:ttl
'dem li dia 10...... 416*692
VOLUMES SAHIDOS
DESPACHOS DE'EXPORT VQAO NO DIA
JANEIRO DE 1873
Para os portes do exterior
2e vapor iugloz Ulindu, para Liverpool, car-
regaram : S. Brothers 4 C 130 saccas com 9,429
kilos de algodio.
Na barca inglesa Rosamonde, para Uverpool,
carregaram : I- bustos 4C. 100 saceos com 8,891
kilos de algodap.
Na galera portugue, a Ainenca, para Liver-'
pool, carregou : T. JefTries 4 C. 1,000 saceos No dia 2 a 9......
com 73.000 kilos de a= sacar mascavado. Primcira porta no dia 10. .
Na polaca hespauhola Mapna, P'ara o Rio Segunda porta.....
da Prata, carregaram : P. Caraetro S C. 809 bar- Tei^eira porta.....
ricas com 93,744 kilos de assucar branco. I TrsnjHe Gonceico .
No lugre nglez Aspasia, para Valparairo,
carregou : P. M. Maury 1,000 saceos com 73,000,
hilos de assucar blanco.
Na ban^i uortugueza Audacia, para o Porto, | SERVITO MARTIMO
carregou : F. X Costa 23 barricas com 1,820 kilos :
de assucar m;iscavado.
No I'dgar portugue: Julio, para L:sboa, car-
regou : J. J. liamos 89 saceos com 6,497 kilos de
assucar br^pco o 11 ditos com 803 ditos d^l)
mas/avado.
Na barca portnguaia Venus, pata Lisboa,
carregaram : E. R. Rabello 4 Q. 1,150 saceos com
86,250 kilos de assucar masavadu.
No brigue portuguoz Florinda, para Lilfcoa,
e.iiregaram : 1. de A. Eoaseca 4 t._Successes
400 saceos, ciu 3OJ0QO ki|u> de a'ssu^aj" msci-
vado.
Niv^auof franpoz. Aio Qrpnde, u^a Bor-
deaux, carregou': X. Spene 1 mala coiti 32 ki os
de caf.
Para, os partos do interior
Para Uragua^anna, no navio noraeguense
Lyn, carregaram: Carvalho 4 Nogueip 2)78 bar-
ricas com ^3A29 kilos de assucar braneo.'
Para o Rio 'Yde do Sut, no ptafiho por-
tuguez Oh tufa, carrjegaran : Garvalho 4 Ngftei-
ra 4J). harjeic^s cOnj 33,000 kilos de assuear
hraqcn
Pu&a o Ikio l^-ande d^> $ul, na barra brasi-
1:773*033
8,162
300
128
432
1,129
10,151
leira Nota.-.
3,000 MWA
Para '
dos Anjos,
bajdca com
"Ti Ct. M
caFW>u :
Costa
iPI
10 barre
Ptor o .fac
20 volucies ^ 433A"
np hate brasilero Adelino
k-at':" Barros Jynior & Q. 2,
los da assucar braneo e 1
. de' SirdBhfe ; Costa,* C.
59 j8bsW%sicai' hranco ; J
--,a,lA'"'fllW
r brasilefro Nrmpema.
L."7
Wtt?r*B*
Alvareneas descarrejadas no trapiche
Ja ajandega no da 2 a 9
Ditas ditas no dia 10. ?
Navios atracadas no triip. da alfandoga
Alvarengas .'......
Natraoiehe incel^o
29
37
RECEBEDORIA DE. RSNDAi 1N1KRNAS Gfi-
HAKS DE PERNAMHUCO
Reolim-nto do dia 2, 9 ia:2^j^
wmu'do diaio:..... mmi_
13:840*479
O)JSSULADU.ejJ0YJXaAL ^ _
Rendimento d|^ai;#%. 73.09U493
dem do dia H. : 13:0/9*84b
86^74*3|)
-^r
Hfcmptou I-ia
iineren. en'"
uen.-i; S<*kiqn-
"farga assufar.
'mimitarlo aM., nr****
Prurfirando a seprticao., d ajudatu* i pnarat
de exprci* na curie saUa-j^i r*idciHJ)e>U pro-
vincte i* ret/modos Jos Epiph.-inio dos Santos,
"da'Sebastifu) Jus Pereira de l^irnalho, lzidoro fes-
bio da S(|a. o Joo Ayro, a^m dtt se lUm oare-
glr- as respecth'as proviso de rororma, c n
exstindo na rtreoamra di}, fimnda assento at-
Sip dos dito f< Sr- fOjaf
umaii'laiite das aruias wVnjtajuaiida avisa-Lis
peki present-, \r.wa qu? d)oj|jipwio lugar onde
:q acbam morando, se por vetara oxistem nesta
fnvre Rare-a IfanceuL fW', caftO Geiau, car-
(t| assucar ealgodao.
provincia.
SeiT'-iaria do coiiinxihdu dos anas de Perhaw-
bw, em 8 da.ifneiro^de l*pt, fMt. ,
i Fr*M>*ro Carneiro nmo* de Lcenla, Umenhr-
|roroicl-nteriiio.
^*-%>-.*iirau\ir fitual.da rhesuju-iif-la pt(*-ncal tle l'emambco, vt- aus contribuiu-
tas dos mi|fc>JtM^JaAli>i:iinai tiwr'^' riucopor cento* nirgo da callecloiia de- flinda, do exartcio
1871 1872, que Ilies ty^ marcado o prazo de 30jd|ad, a contar da publica^Sfcites^e-, na fontoru-
le da Jei u. ttIL art_5.ipara solicit^rem-desta seceso a respectivas guias, I1hw revlbercnj seus
di-bitos piji\^uieot.'i ib niesiiios imj^sto*, ceaws fi Iptc niio |?ando dentro ih^e ptjtso, prnceder-
sc-Jbi a cdlirasca judifBh
(^ipta.
Reccao do contencioso proviacial dfe Pomantbuctv. 8 do Janeiro de 1^73.
Ojproeur.idor fiscal,
Cinirivuo JfaKltnt fuedes Atcofonrdo.
ueut/, Twfiad puhlicalpura jeto a ivlato.ios deJWwsialiis traus-
liioio da divida do exeretcio de 1371 1872, proveniente do imposten de dcima, 4 t
.^^^^^^^ canos e bilkar.
i v
1
-
i
Dcima.

' I
|
;

r.
Mauoel Dyaiie
Estrada, d'A$ua Fria. u. 28. Loureuca Maria del
Jess
Beberibe de B,ai\u u. 9. -Dr. Lu Lupos. Caateilo-
llijiico
Cahral.u. iLtnoel Jos de Aguiar
Ladera da "Misericordia u. 3.
Vk'ra
Mathias Fwreii a n. 44. O mesmo
Nova n. 1(1. Manuel Alves.Viaiiua
Rouitim u. 1.Mwioel da Silva Xtvr,
Estrada iTAgua Fria u. 20.-Manuel load Gomes
Estrada do Candonga n. 18. -Mauoel Tlieopbilo Al-
ves da l/isla |
Esada do For'uu da Cal n. 1.-Manuel Piulo da,
Silva Hibe'u
S. Pedio Martyr n. 14.Maria Joaquina da Peuba
S. Rento ii. 47. -Mara Francisca Marques de Amo-
mi.
tadeia do Varadourq n. 6.-Mara Benedicta da,
Conceicao
pon SucctJS u. Il.-Minervino de Miranda Rocha
Pitto
Gatos n. 18.Mara Fraucijca da PuriQcaeo
Porto da Madeira n. 24.Maria dos Prazeres do
Espirito-Santo
Rica de S. Pedro n. 16.Phladelpho e Olimpio,
ti I los do liuadu Dr. Leouardu Augusto 1- er-
ruini Lima
Ladeira do Varadouro n. 33Padre Ra.hael Anto-
nio (Joelho
Quarleis n. i.r-Rila Maria de Sant'Anna
<;anno n. 5. -Theodoro Antonio de Je*us Borgcs
Duartu Coelhu n. 5 -Tbe;eza Cordaliua Barrada
"
* par rento.

36*000
2*700-
21*600
16*200
3*241
12*960
8>6M
54400-
8*640
3*240
18*000-
6*4>
2*160-
1*080
2*700
8*640
5*ltH>
61480
2*161)
36501X1
*162-
i'25
*097
31D
191
064
*032
ywt
*259
162
JR4
A064
t*08O
tvm-
#T77
*2i
1*620
a**
*1>H
mi
#243
#777
44H<
*5<3
4104
3*240
211M
40M**
3*824
24*192
18*144
3*wa
14*511
9*07 tr
6*04
9*676
3*62
20*16
7*257
2*418
1*209
3*024
#t7ti
6*0 48
7*237
2*418
40*32
. 1:610*350 48*191 144*924 1:8)3 4765
Quatro por cenia
Gatos n. l.-Rallhazar Xavier de Mouezes 1*920 #057 *172 2#ll
Amparo 11. 66.-Numeiiaiio Francisco Coinlu-a Ja-
cobina 4J8O0 Ull #432 5*376
234360 5699 2*101 26*160
Ciuco por cento.
Mathias Ferreira n. 41.0 convento do Carino de
Oiinda 2*400 #072 *2I6 2 68
Cabial n. 12.0 Conveuto do Carino do Recife 3*000 #09"J 4271 9#Hd
Boiuliin n. 11. -irmandade do Senhor Rom Jess do
Bomfmi 6*000 #180 #510 i*7i|
11*400 #342 1*026 127i.S
Seccao do contencioso provincial de Peruambuco, 8 de Janeiro de 1873. % Ol'offlfial,
lo raeio Valfrido Peregrino la Silva.
-------------------------- ------------ -------; .'
N. 63. Martins Jos tle Sant'Anna, idem
N. 77. Mahoel Goncalvi-s Ferreira, idem
Publica-se abaixo para'sciencia dos interessa- N. 87. Jaeintho Feniaiides da Silva, idem
I.iisiiIhIi jimiiiii.il.
iuo*
H>0#
100*
1004
100*
100*
100*
100*
100*
100*
dos e os elfeitos da lei, a ciiRecta dos differento
impostos alii notados, para o corrente anno linaii-
celro de 18721873, bem como as alteracoes oc-
coirdas com relami ao auno precedente, Arando
entendidus os contribuimos de impostos proviu-
ciaes, que subsistem os lancameutos desse auno
ultimo naquelles que nao tiverem menco especial
nesta publicaco.
Lancamcnln dos impostos novamente creados pela
le do iircainentodo anuo tinanreiro vigente de
1872 a 73, das freguezias da Boa-VisUa
Senhora da Graca feilo pelo lanzador
de tiusmao Coeiio.
100* por casa de vender
roupa feita, obras de
si-leiro, de marcineiro
ou de oulra qualquer
arte feita em paiz es-
traiigeiro.
Ra da Imperatriz.
N. 2. Paulo Guelphe 4. C.-loja
N. 14. Faria A C, toja de calcado francez
N. 16. Luiz di: Faria & C, loja
N. 26. Azevedo 4 Gomes, loja
N. 28. Julio Cesar Pinto do Oliveira, idem
N. 36. S Uito 4 C, idem
N. 38. Gregorio Tamaturgo de S Leto,
dem
N. 40. Mi'ndes 4 Carvalho, idem
N. 44. Jos Viclorda Silva l'iinenlel, idem
N. 48. Paulo Fernandos de Mello Guima-
racs, idem
N. 52. Joao Francisco Paredes Torio 4 C.,
idem
N. 6.Pereira da Silva 4 C, idem
N. 64. Fgueiredo 4 Lopes, idem
X. 68. RernardinQ Fereira Maia de Azeve-
do, dem
N. 72. Lourenco Tcrei Mendes Guima-
raes, idem
N. 74. Joaquim Franciseo das Gliagas e
Silva, idem
N. 78. Manoel Joaquim Mas, idem
N. 78 A. Goncatves da Silva 4 C, idem
N. 84. Duarte Antonio de Miranda, idem
N. 86. Jos Bernardo da Molta, idem
N. 3. Castro 4 Antunes, idem
N. S. Antonio Augusto F. de Meuezes, idem
N. 7. Viuva Lcconte, idem
Ni 13. Ulysses 4 Irnio, dem
N. 17. Jacques Vctor Guaro, idem
N. 19. Jaciutho Paclico Pontes, dem
N. 33. Manoel Jos Teixeira Fontes, dem
X. 63. Man a-I Al ves Mace do. idem
N. 65. Francisco Rodrigues dos Santos, iilem
10* por cada casa que
vender kerosene a r->
talbo.
11 ua da Imperatriz.
N. 4. Manoel Morara Riboiro, tawrna
N. 22. Martins &"naao, idem .
N. 34. Jos Faustino de Lemos, dem
N. 41 AHioiro, Oliveira 4 C, idem
N. 80. Joaqun Forroira-Lobo, idem
N. 88. Guimaraes di Gonj-alves, idem
N. 23. Antonio Joaquim Fefreira Porto, iojea
Ppftea tbt onde d Eu.
N. 4. Jas .Uves Lima, (averna
Praca da Santa Cruz.
N. 2. Maria Florencia tle Souza Pinto, la-
verna
N. 4. Gamma 4 Rrito. dem
N. 12. Joo Marques Fernandes. idem
N. 16. Joaquim Luiz Ferreira Leal, idem
Rna da Aurora.
N 33. Manoel Alvea da Costa, tavema
X. 39. Antonio Jos Moa-ira Gomes, id.-m
N 113, llego 4 Cabral, idem
e Nossa N. 151. Angelo Dias de Castro, idem
Joaquim Ra da \ uao.
N. 2. Manoel Alves da Costa, tavema
N. 32. Antonio Jos Braga, dem
N. 52. Custodio Alves Rodrigues da Costa,
dem
Ra do conde da Boa-Vista.
N. 11. Antonio Tliomaz da Silva, taverna
N. 15. Antonio Vicente Pereira taran,
dem
N. 53. Mara (bandida Ribeiro e oulra, idem
N. 79. Manoel Ferreira CoeM, i'lem
N. 87. Antonio Gomes de Mendonra. dem
N. 119. Joaquim Kiheiru da Gama, idem
Ra de S.uit.i Cruz.
N. 6. Antonio Fernandes Lima, tavema
N. 74. Domingos Martins Gjiik-s, idem
-N. I. Antonio Luiz Raptisl, dem
N. 5. Antonio Coelho Ferreira, dem
X. 7. Luiz Momia da Silva, idem
N. 9. Antonio Ferreira Alves, idem
N. 17. Albino Martins la Silva Borgts, idem
i Kua da limen a
100* N. 2. Antonio Cardo) V iivera. Uvera
100* N. 3. Justjiio Gomes de Almekta, idem s
100* N. 4, 5 e 6. AiUonio GoHcalves Coellw, idem
i Ra de S. (mcalo.
1004 X. 2". Guimaies a Borges, Uvera i
Bua dos Coelbo.-.
X. ia Jos Paulino Lojies de Almeida, ta-
verna
N. 12. Julio Jos da Custa, idem
N. 26. Francisco Goncatves da CosU, idem
Ra do Geneial Seara.
ti. 31. Maxiaiano Jus*FliTt"ra. laverua
Ra do Coronel Lamenka.
X. 18. Pereira 4 Irniios, avena
Ra do Hospital Pedro D.
100*
j
100*
1003
un-)*
100*
100*
100*
100*'
H. 3. Almirante 4 lfcinzan, Uverna
N. 1. Florinda Germana de Aimeida Ama-
ral, id-m
Ra do Rosar io. /
X. 1 Maximiai>Feh>iano Martins, tavwiu
N. S6. Azevedo 4 Coelho. idem
N, 34. M.mo.1 Luiz Rfliero, io\>m
Hu;ule Gervazio Pite*-.
X. 94. Antonio Joaquim da Silva Uri*o, U
terna
I N. 40. Antonio Henrique de Araujo, dem
in N. I. Joaquim'Domingtics l^^naBes, Mero
iq N. 31. Joaquim Alves-Nunesjidpm
s X. 45. Pereira A Gomes, idem
100*
100*
100* i
100*'
10'*
100*
100*
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10
III*
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1114
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10*
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10*
10*
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10*
w*
10*
>*
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Hi-
lo*
ro.i
10*
X. 33. Manoel Francisco Ferroirs, itleiii
MfttilygHTC Pt W8TO
- -------J "'. > t4\-1'----------k--tT .''*'.'. .'p'-*
Navio ntranos no Halle.
MaHisnguap U I* twras, vajiai hraattiijo.ftir,
>r^,uVWw*d*/ci)M*nte MHUique
da SlrVa,
MpiiliPiirnambucaiu.
Borde-aW p*rtJiflri*diB*,2i,*a8, sendo do
r* j^-m:'-w^im^jimimiis^
'g M*";*'"' i*4*** fc^ffl. W-
f^^rf' ftoewlaa"o ootros gqawras : a
wH fl*Mm
a*Arii--**'. pWM*W- in^M Ptmine
J(. 8. O mesmo, idpn,
N. ia Coelho branda 'C. idfni
N. 12. Joo Jos dos 'Ftfutws, idem
N. 16, Costa. A P N-: 18. Silva* Farias, idem
N. 20. JsAGnoes d* Fonceca, d'-n
N. 3ft. Jos-Narciso da Silva 4 C-, iitom
N. 9. Duarto 4 Guimac*, dem
& IA A. M>el da Garfa Jeixeijc, deu
N. 17. Bernardmo da CosU Fempra, doni
? Rna da Geoee*ea.
N. 6. Joaqun Coelho Nrtto A '., dem
11, Jjaguini Aotoaio da Costa Frmi-a,
*idem
Ra do Viscoade de Idiotas.
X. 6. Miguol Antonia, oilto fo Aimeida,
tavema o ferragens
Rui do ViseonJtwk Albuqaerque.
N. 54- J Carpinteifo da fibra, uverna
S. 118. Beato Domina le-
N. 27. Brai 4 MareolWlr'
N. Ul.-Domingo los da Sttvn Nopieira,
de '
\. 43. Joto imtm Pm ^'w.
10 Rita doCamarao.
40* N. 17. Antonio Jos Braga, Uverna
\rl, Rita do ffespieu
X. 2o\ Antonio Jos Morara Gomes, Uverna
,0* N. .17. Henrique Jos Vioirada ilva, idem
^* X.61. Antonio Gomes da Silva, idem
10* Ra do Lean Cornado.
J* N. A Jos- Antonio FeTera Guimarju.
*"* verna '.
JO* *K. Ra Vbariio de S. Borja
??* N ,54> Antonio l'ornanuo do* Santos, U-
N 13. Antonio Carneiro da Coste, idem
i N. 17. Joaquim Anteniojda (/>ste Ferroira,
U,"
iuem'
Ruado Sotedadi*.
.**. Antonio Jota RudriguM. WV#U
. Ra do fopws.
N 40. Bernai dio Jos da CosU, Uvera
i N. 4* Luiz Felviu-a Fiaiho, idem
H 38. Roma WggBaa, idem
10*
i*
10*
*0*
10*
10*
10*
10
lili
10*
01
li)
S
*


o
kro dePemablbuco %&tao 11 d1 Catufo d* lW*f
Becada travs** IMiicipe. '
N.9. Antonio Jos de Souza Carvalho, ta-
ven IOt
Rui'totnqulrfa.
N. !. Jos" Francisco Xavier, trenla 10/
N. 25. Joaquim Xlsto Adames Cavaleanti,
dem 10*
Ra dt Fundico.
N. 4. Gaudeeio los Antonio Pastor, ta-
rcrna 90f
Ra do Lima.
N. 40. Jos Ja mino de Carvalho, dem 10*
N. 31. Antonio Airea da Costa Jnior, dem 10|l
N. 70. Antonio Alves da Costa, dem 10
Ra de Uiiz do Reg.
.N.40. Antonio Rapode Alternar Jnior,
dem 10*
N. 48. Manoel Benedicto dos Santos, idem 10#
N. 19. Joaquim Barbosa de OKveira, Mem 104
Ra do Scelo.
N. "O Francisco Torrea da Costa, dem 104
N. 31. Manoel Luiz Cartazo, dem 104
N. 33. Bernardo Gomes de Souza, ittem 104
X 81. Antonio S. Botelho, idem 104
N. 53. Joao Dias Martins, idem 104
Ra da AtraccSo.
N. 3 A. Antonio Jos de Castro, taverna J04
Ra doPombal.
N. 11. Maria Viceocia de Oliveira, taverna 104
Ra do Viscoude de Goyanna.
N. 31. Bento Domingos Das, taverna 104
N. 49. Joaquim Anteuioda Silva, idi'm 104
N. 71 Joaquim Pereira de Carvalho, idem 104
N. 97. Goncalves k Prim, idem 104
J. 123. Francisco Xavier Ferreira, idem 104
Estrada de Joio de Barros.
N. 3 B. Manoel Pinto de Queiroz, taverna 104
Ra de Paysand.
N. 81. Daiiiio Pereira dos SaStos, taverna 104
N. 33. Jos Custodio Lourairo, idein 104
N. 33 C. Francisco Jos da Silva Braga, dem 104
FREGUEZIA BE JC. S. DA GRAgA.
Hua tic Paysand.
N. 1. Jos Rodrigues tnnio, taverna 104
X. 12. Manoel Gomes Martins, ideni 104
Roa do Visco* de de Goyanna.
N. IOS. Carpinteiro Filho k Sobrinho, ta-
verna e sapatos 104
N. 117, Os mesoMi, idem Idem e miudezas 104
Ra da Hora.
N. 6. Machado & Ajmeida, taverna
Ra dos Afflictos.
N. 9. Joio Ferrejra dos Santos, taverna 104
Ra da Tamarraeira.
N. J. Manoel Ferreira da Cruz, taverna 104
N. 4. Manoel de Souza Baptsta 4 C, dem 104
BeccodaCruz do Almas.
N.8. Manoel Marques de Lemos, taverna 104
Ra da (aponga.
N. 39. Antonio Al ves -Pacheco, tavei-na 104
Ra das Crioulas.
N". 33. Felippe Santiago de Ahneida. taverna 104
Ra da Baixa Verde.
H li. Jos Pereira de Alcntara Brando,
taverna "~ 104
Ra da Ventura.
N. 1. Francisco de Paula Lima, taverna 104
N. 4. Jos Rodrigues do Nascimento, dem 103
Ra das Periiainbucanas.
N. 8. Genuino fose da Rosa, taverna 104
N. 24. Joaquim Jos*1 Lias lereira, idem 10a
N. 38. Joaquim Martins de Almcida, idem 104
Ra da Amizade.
H. 26. Joanna Francisca de Barros, taverna 10 5
Ra da Ponte de Uch a.
X. 20. Manoel Jos de Miranda, taverna 10
N. 21. Herculano Jos Gomes, idem 104
X. 57 A. Francisco Pinto Moreira, idem 10
Encruzilhada de Belm.
X. 4. Andr Alves Gama, taverna 10
504 por cada taverna que
vender miudezas, quin-
quilleras etc., na ci-
dade do Recife.
Ra da Imperatriz.
X. 42. Alheiro, Oliveira & C., taverna 504
Rna do Viseonde de Pelotas.
X. 6. Miguel Antonio Coelho de Almcida,
taverna e ferragens 54
FREGI'EZIA DE X. S. DA GR AC.
Ra do Viseando de Goyanna.
X. 102. Carpinteiro Filho & Sobfinho, ta-
verna e sapatos 503
X. 217. Os ntesmos, idem idem e miudezas 503
50.3 por cada eaixeiro,
corrector ou iiiculca-
dor de esclavos.
Ra do Tainbi.
X. 30. Luiz Antonio Rodrigues de Almcida,
eaixeiro ou corrector de escravos 503
lina do visconde de Albuquorqne.
N. Manoel Joaquim Corteja de Almcida,-
eaixeiro ou corrector de escravos 503
Ra da Punto Wlha.
X. 29. Jos Francisco Ribeiro da Cunha,
eaixeiro ou corrector ne escravos 503
X. 93. Manuel Fragozo, idem idein 503
X. 99. Adelino Theodoro Alvos, idem idem 504
Ra la Soledade.
X. 2't. Jos Mniz, eaiseiro ou corredor de
escravos 504
2004 por casa de com-
pra e venda de escra-
vos ou qualquer tran-
saccao dos mesmos.
Ra do Rosario.
X. 42. Marcelino Francisco Alves da Silva,
casa de eompra e venda de escravos 2003
- Ra da Aurora.
X. 93. Bario do Livramento, deposito de
carvao de pedia 2003
Primeira seeoao do consulado provincial, 7 de
Janeiro de 1873'O chefe, Antonio W. Pinto Ban-
deira e Accioli do Vasconccllos.
quaee serio vendidos en i ou mais totes, no dia
aekita as 11 horas rnant, no armazn do An-
neede/ronte da atiUndega.__
CAMPO DAS PRINCEZAS.
DIVERTIMEJTO PASTORB
SOB A DIRECCAO DE
Jos Beriiardiu* Barro
SuM.mle lf e d.ml-*. 19.
A plido* de diversas famiHas que fe acham
fra da cidade, a direceo resofveu dar estes
dous ltimos espectculos do lindo drama em 5
actos:
OS DOUS ANJOS
0 Nascimento do Messias.
Depois do espectculo de domingo havor trem
do caminho de ferro at Caxang,
Os bilhete3 podem ser procurados no escripto-
rio do tlieairo no dia do espectculo.
Principiar s 8 1(2 horas.
una caa com ttaiiaju de fierro t cerda-
TEKCA-FEIRA 14 DE JANEIRO DE 1873 ne nwu dau tem justo e contratado oom os Srs.
A* 11 horas em ponto.
Por intertencAo do agente f int.
______Rna do Boni Jess p. 43. ,
leilAo
Aqem interessar.
Rncha e Silva < C., estabeh-cidos com loja de
Wwfczas ra do Duque de Gaxias n. 77 A, pelo
presente dfclaram a quem interessar possa, qne
nada devem uesta yraca ou fra della, quer por
contas, lettras ou qualqoer oufro titulo.
Recife, 8 de jancuy d t873. -
Aviso.
O abaixo asslgnado faz sciente ao publico, com
wpecialdade ao respeitavcl corpo do commercio,
qne nesta data tora justo e contratado oom os "~
Braz Januario Fernandes & C. a venda da sua
loja de calcado sita ra de Marcilio Dias n. 98,
livre e desmbaracado de qualquer onus, porm,
se alguem julgar-se credor da mesma, queira apre-
sentar os seus ttulos no prazo de tres dias para
serem pagos.
Recife, 10 de j"aneiro ds 1873.
Adelino Augusto Pereira de Albuqurque.
urna caixa com fitas de sarja" e outras miu-
dezas.
Tere feira. 14 eorrenle.
Por interventao do agente Pintor.
Ra do Bom-Jesus n. 43.
LEILAO.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBaNA
DE
Viive^ucilo eosteir n vapor.
RIO FOUMOSQ E TAM.VNDAR.
O vapor Paraaybi,
seguir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente as 9 ho-
ras da noute,
Recebe carga, en-
commendas, nassageiros e dinheiro a frete : es
criptoro no Forte do Manos n. 11.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\a\ e orito rosteir a vapor.
MACE1, TENEDO E ARACAJU'.
O vapor Mandah,
commandante Julio,
seguir para os por-
tes cima no dia 15
do eorrentc as 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 13, encommendas ateo
dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte d-
Maltos n. 12.__________________
f.OMPAN HIA PUS M BUC AS A
DE
\avcsf-a costeira a vapor.
PARAHYBA, >'ATAI-, MACO, MOSSORO', ARACA-
TY, CEAR, MAXOAIIU', ACARACU' E GRANJA.
O vapor Pirapama,
commandante Azeve-
do, seguir para os
portos cima no dia
15 do corrente as 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13, encommendas al o
lia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do da da sabida : escriptorio no Forte do
Mallos n. 12.
O Dr. Sebastio do Reg Barros de Lcenla, juiz
de direito especial do commercio, desta cidade
do Recife de Pernambuco, por S. M. o Impera-
dor que, Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente que acha-se aberla a
fallenca dos negociamos desta praca Ferreira &
Loureiro, pela sentenca do theorjeguinte :
Estando provado com a peUcao e documentos
de folhas duas a dez, e depoimento de folhas doze
a lieze, que a firma commercial Ferreira & Lou-
reiro, estabelecida nesta cidade, roa da Madre de
Deus, tem cessado seus pagamentos ; hei por de-
clarada a abertura de sua fallenca, a contar de "
de dezembro prximo lindo, nomeio curadores lis-
caes a Cramer Frey tarao juramento o proceder-se-ha immediatamente
ao inventario, com o depositario que nomearei, e
si ivir at a nomeace feta do art. 812 do Cod.
Com.; pelos credores. a quem convoco para com-
pareeran no dia -16 do corrente mez, as 11 horas,
na sala das audiencias. Costas pagas pela massa.
Por edilaes se publique esta sentenca e se fai_;a es-
ta convocaco.
Recife, 10 de Janeiro de 1873.-Reg Barros de
Lcenla.
E por fprca desta minha sentenca, o respectivo
esermb interino, Francisco Xavktr de Souza Ra-
mos, fez passar o presente, que ser aflixado nos
Jugares do costume e publicar pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 10 dias do mez de Janeiro de 1873.
Eu, Francisco Xavier de Souza' Ramos, escrrvo
interino, subscrevi.
S&w OECLARACOES.
SANTA] CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia
se faz sciente a quem interessar qne o Illm. Sr.
lhesoureiro, no salo da casa dos expostos no dia
J3 do corrente pelas 9 nefas da ciannaa far pa-
gamento do trimestre vencido de outnbro a de-
zembro findo s amas que se apresentarem eon-
iluzuulo os expostos que Ihes foran confiados.
Santa Casa da Misericordia do' Recife, 2 de Ja-
neiro de 1873.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
OBBAS PUBLICAS.
A commissao enean'cgada de promover a des-
nropriacao do terreno sito ra da Aurora do
Jado do norte do gymnasio provincial destinado j
para o passeio publico, convida de nevo as pessoas
que possuem terrenos de marraba nessa localidade
a aprsentarem seus ttulos na reparticao das
obras publicas dentro do prazo de 15 dias, afim
ale sejirocedcr o ajuste atnigavel s )bre a desapro-
priacao dos ditos terrenos.
Secretaria das obras publicas, 7 de Janeiro de
4873..O secretario, Fahciano Rodrigues da Silva
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que foi transferida para 3 dia ili do corrente a
arremataco do costeio da illumin;.c-io publica da
cidade de Goyanna.
Secretaria da thesourana provincial de Pernam-
tuco, 9 de Janeiro de 1871,
O oficial maior,
Miguti Affonto Ferreira.
Conipanliia unercana %m%
de papeles a vap^r.
At o dia IS do eorrenle esperado de N'ew-
York por S. Thomaz e Para, o vapor americano
Ontario? com na ndanlc Slocum, o qual depois da
demnra do costume, seguir para os p ros do sul.
Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
Ilenrv Forster A C. ra do fommercio n. 8.
Para Lisboa
a barca portuguesa Venus vai sabir breve, recebe
carga a frete commodo : trata-se com E. R. Ra-
bello & C, ruu do Commercio n. 48.
----- ,
Para Lisboa.
Tem de sabir brevemente o lugre portuguez
Julio. Para o resto da carga e passageiros, tra-
ta-se com os consignarlos Thomaz de Aquino Fon-
ceca & C. Suecossores, ra do Vigario n. 19.
Para Lisboa.
A barca portugueza Saphira, sabe em poneos
dias. Para o restante de carga e passageiros, tra-
ta-se com os consignatarios Thomaz de Aquino
Fonccca A C. Sncccssores, rua do Vigario n. 19
Para o Rio de Janeiro
o lugre portuguei Almedina, de 1' classe, capi-
to J. P. Das, recebe carga a frete commodo :
trata-se com E- R- Rabello & C, ra do Commer-
co n. 48.___________________t__________
COMPANHIA PERNAMBJCANA
DE
avegacito costeira a vapor.
GOYANNA.
O vapor Varahyba, se-
guir para o porto cima
no dia 12 do corrente, s
9 horas da noile. Rece-
be carga, encommendas,
iassagciros c dinheiro a
rete : escriptorio ne For-
te do Mattos n. 12.
PARA
Pretende seguir com poneos das de de-
mora, a barca portugueza Clementma, por
ter qoasi a sna carga completa, e para a
pooca que Ihe falta, trata se na roa do
Commercio d. 5, escriptorio de Joaquim
Jos Goncalves Bellro.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue nacional Isabel pretende seguir para
o porto cima neste dez dias ; para o resto da
carga que lhe falta trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C, no
seu escriptorio ra do Bom Jess n. 57, outr'ora
rna da Cruz.
HUItt
Vai sabir com poneos dias de demora a polaca
italiana Sara, podendo reeber algara carga, por
aso, quem desojar carregar pede eoteoder-ne eoo
o consignatario Joaqnlm Jos Goo^alves Beltrao, i
rna do Cnmmereio n. la*
VENDA
Vende-sa o patacho brasilelro Elvkrm, o qual se
acha em bom estado, e preparado com toaos os
seus pertences para navegar : os pretendentes
podem dirigir-se bordo do mesmo navio para
ve-lo,, no ancoradouro da Carne secca, aonde est
em descarga; e a tratar cora os consignatarios
Amorim Irnwos & C.
LEILOES.
80 saceos
DE
marca A L O A & C. com arroz
a variado
SEGUNDA-FE1RA 13 DO CORRENTE.
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quem pertencer, de 80 saceos, marca cima,
com arroz avariado com agua do mar, vindos da
Liverpool no vapor Gladiator, entrado neste porto
no mez de dezembro prximo passado de 1872, os
DE
fazendas inglezas ?
(avariadis) ]
Constando de chitas, madapoles, alf odes,
leos, outras azendas e
Ima barra prava Caff* ,
(nova 1
TERCA-FEIRA 14 DO CORRERTE.
s 10 \\i horas em ponto.
Por intcrvencAo do agente Pinto.;
Ra do Bom-Jesus n. 43.______^"
LEILAO
DE
34 courQS salgados.
"Vrca-frira iS do oorrratr.
As 10 1/t horas.
O agente Pinto levar leilao, por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio,
34 couros salgados com 388 kilos, pertencehtes
massa fallida de Franeisco Jos da Costa Goima-
res, no armazcm da companhia Pernambucana.
Metlwdo Castillio:
RA DA PENHA N. 2o, 2. ANDAR.
Secundino Jos de PariaSiraOes, professor par-
ticular de inslruccao elementar pelo metludo Cas-
tlho, avisa ao respeitavel publico e com especia-
lidade aos pais de sCas u himnos, que est a berta
sua aula desde o dia do corrente, aonde con-
tinua a receber pensionistas por procos commo-
dos : o mesmo professjr promette muito se es-
merar no adiantamento de seus alumnos.
ADVOGADO
:-,. rsasc: c::: paula
SALSS.
RA DUQUE DE CAXIAS N.
Alug-se
Botica Popular
Precita de un) offleial com bastante pratica de
Bharmacia, .capas. Da se 1000* de ordenado an
nal.
COSTIREIRAS
Na Chapellene des Dames roa do Barao da Vic-
toria n. 16. preelsa-se de oottnreiras.
Aluga-se a casa terrea na traVessa das Bar-
reiras, na Boa-Vista n. 16 : tratar na ra do
Crespo, loja do Passo junto ao Arco de Santo An-
tonio.
Sobrado.
O sobrado de nm andar, tilo i rna do Marqnn
de llerva d. ti: tratar na roa da Aurora ou
mtro SI.
Precisa-se de urna ana para casa de rapaz
solteiro : na ra de Pedro Alfonso n. 41_______
Com urgenria.
\tnt Precisa-se de urna ama para lavar e
. v.lll ra do Barao da Victoria n. 28, outr'ora Nova.
CASA DO OURO
dia
Ao* 5:
. BHhetes garantidos
Ra do Burdo ihi Victoria (outr'ora YovoJ
ti. 63, e cata do cottume.
Acbam-se venda os muito feikes bilhetes ga-
rantidos da 4* parte das lotrrias a beneficio da
matrii da Villa-Bella, que ser extrahida no
11 do corrente mee.
Preeaa
Inteiro 6*000
Mel 34000
Quarto 1*500
De 100-4MNI para mu.
Inteiro 5*500
Meio S*750
Quarto 1*375
Recife, 4 de Janeiro de 1873.
Jos Joaquim da Cos, Leite.
T -O (B O
oo f 5 co
3 = 3
"5 S
h
5 2 C
| c
i?'
Precisa-se de urna forra,
ou escrava, me engomme e
cozinhe para urna pessoa :
a tratar na ra estreita do
Rosario n 22, 2. andar.
AMA
Precisa-se de duas amas para en-
gommar e coinhar : tratar na pra-
ca da Independencia n. 39;_________________
Precisa-se de nina ama para comprar e co-
znhar para casa de homem solteiro : na ra Di-
reita n. 8.
DE
llovis*, louea, vldro e espetaos
TERCA-FEIRA 14 DO CORRENTE
*s 11 horas da mayora.
O agente Pestaa far leilao por conta de urna
familia que se retirou para a Europa, de urna mo-
bla de Jacaranda com lampos de pedra, urna dita
de mogno (bom gosto) c tampos de pedra, urna dita
de junco, cominodas, mesas, mesa elstica, apara-
dores, secretaria, cadeiras, espelhos, marquezas,
bancas, sofs, e muitos outros objectos que se tor-
nam necessaros para urna easa,*no dia cima dito
s 11 horas da manh, na ra do Vigario n. II,
armazem.__________
LEILAO
DO
grande sobrado de 2 andares e soto, edifi-
cado em chaos proprios, ra dos Mar-
tyrios n. Ui (contiguo igreja) com
grande quintal e portao para a ra do Cal-
deireiro, o qual d urn bom rendment
annual.
Terca-feira 14 do corrente
s 11 li2 horas em ponto.
Por intervenco do agente Pinto, em seu escrip-
torio ra do Bom Jess n. 43, oude poderao os
pretendentes obter qualquer. informacao respe-
lo do mesmo predio.
AVISOS OVEHSOS
DOS
TRILHOB URBANOS
DO
Recife Olimla e Merilie.
Esta companhia expe-
dir no domingo, 12 do
corrente, os trens extraor-
dinarios de que puder
dispor, e que a influen-
cia dos Srs. passageiros exigir, alm dos trens
designados na tabella em vigor, fim de que
osromeiros de N. S. do Monte, em cujodia
se ha de celebrar a respectiva festa, possam
ter fcil transporte.
Estrada de ferro do Olinda, 9 de Janeiro de
1873. .
O gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Escroto fiigiilo.
Fugio de Goit, comarca de Pao d'Alho, o es-
cravo Virginio, de idade 22 anaos pouco mais
ou menos, mulato bastante disfamado na cor,
anda sem barba, com o dedo apontador da mao
esquerda destruido quasi at ao meio, prove-
niente de um panarico, olhos um pouco amarel-
los, figura bem disposta, natural da Parahyba:
quem o apprchender e levar a seu senhor Jos
Gomes de Freitas em Goit, ou a Veriato Cen-
teio Lopes, a ra larga do Rosario n. 37, nesta
cidade, ser bem recompensado.____________
Aluga-se o sobrado n. 9 da ra da Aurora :
tratar na ra da Imperatriz n. 8, loja.
Os abaixo assignados farem sciente ao res-
petavel publico e com especialidade ao corpo do
commercio, que dissolveram amigavelmenie a so-
ciedade que gyrava nesta praca sobre a firma de
Parbosa & f uva, sahindo o socio Jos Antonio
Barbosa pago e satisfeito de seu capital e lucro,
e ficando cargo do socio Belarmino Lourenco
da Silva todo o activo e passivo da referida firma.
Recife 31 de dezembro de 1872.
Jos Antonio Barbosa.
Belarmino Lourenco da Silva.
AMA
andar.
Precisa-se de rana ama para com-
prar e cosinhar para casa de peque;
na familia, preferindo-se escrava :
ra estreita do Rosario n. 32, 2.
III
O-rj
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P
a
_ i.
^o-g-i"2
_g.at
ttfe
gommar
dar.
1'reciM-e de orna ama pa-
ra cana de familia de duas
peosoas para cozinbtr e en-
tratar na ina Direita n. 28, 2* n-
mir A Pretwa-M de uuii ana que jai-
..iTJl bem cozmhar (forra ou e.-crava,)
paga-se bem : a ra Nova, leja n. M_________
CONSULTORIO
Nedico-cirnrgieo
Dr. Joo Ferreira da Silva
pode ser procurado para o
exercicio de sua profisso em
geral, e especialmente opera-
^es e molestias cirurgicas, no
antigo consultorio do seu pai
ra largado Rosario n. 20.
Advocaeia.
O bacharel Angelo Henrques da Silva mudou
o seu escriptorio para a rna do Crespo n. 12,
primero andar, onde pode ser procurado.
Aluga-se a casa n.
dalena.
7 na Passagem da Mag-
Casa no Caxang.
Aluga-se por commodo proco urna casa concer
tada e pintada de novo, muito perto do rio e em
lugar ende nao chegam as endientes do Capiba-
ribe : tratar na ra do Imperador, livraria Uni-
versal n. 5i, e ra larga do Rosario n. 35.
Massa fallida de Marques
Barros & C.
Sao convidados os Srs. credores d'esta massa a
virem receber suas quotas parles no 2o dividendo
de o % cujo pagamento .acaba de ser autorizado
pelo juiz competente, e ter lugar todos os dias
uteis das 11 horas da manh 1 da tarde, na ra
do Commercio n. 6, Io andar.
Roga-seaosSrs.de engenho que preczarem
d'um administrador, ou destilador, de dirigir-se a
ra do Rangel n. 33.
Deseneaminhou-se urna carteira com um
certificado, algumas cartas, e setc mil ris em se-
dulas, cujo certificado que de annos do curso
commercial de Oirience na Hespanha : quemo
achou 'ara favor cntrega-lo no armazem n. 19,
na ribeira do peixe, ficando para si com as sedu-
las, e anda mais alguma gratificacao se dar e se
ficar obrigado.
Criado
Precisa-se alugar um criado de 12 a 14 annos
de idade para compras e mandados : quem tiver
annuncie por este Diario ou dirija-se Passagem
da Magdalena a pntender-se com o respectivo pre-
fessor.___________________________
Aluga-se o terreno n. 242 da ra do Co ro
nel Suassuua (outr'ora Augusta) por preco com
modo : a tratar na casa contigua ao portao de
ferro.
ss^
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
saria de fazenda, convida-se a quem se quizer
propor a factura da impressao de quatro mil co-
nhecimentos para cobranca de impostes, para
comparecer nesta thesouraria no dia lo do cor-
rente mez com sua. proposta em carta fechada e
competentemente sellada, declarando o ultimo pre*-
co por quanto se propdem fazer dita impressao.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 10 de Janeiro de 1873.
Servindo de official-maior,
Manoel Jos Pinto.
Festa de >ossa Sentara da Concei-
<;>;>. ein Afogados
Na matriz de Mossa Wenliora da
Pas,
No dia 12 do corrente mez, hastear-se-ha a ban-
deira s 4 horas da manh do mesmo da, ao de-
pois deste acto subir ao. ar urna salva annun-
ciando o dia mais avorvel em que o povo ca-
tholico deve trajar suas galas, afim de assislir um
tao sublime acto ; principiar a festa s 11 ho-
ras da mesma manh oceupando a tribuna sagra-
da o Rvm. padre Jos Estcves Vianna, e a noute
o Rvm. padre Leonardo Joao Grego. -
AVISO.
Ao depiiis nao se queivem
Bernardino da Silva Costa- Campos, com arma-
zem de vveres, na rna do Imperador 28, pede
encarecidamente, pela segundn vez, aos seus de-
vedores REMISSOS, o especial obzequio de virem
quanto antes saldaran os sens dbitos ; do con-
trario est definitivamente resalvido a chamar aos
mesmos por este Diario, declarando os sene' no-
mes por extenso, quantia e tempo a que devem,
e se uto nao for basiante, lancar mao dos me ios
jodioiaes ; pelo qne. conveniente- que os seus
de vedores (remissos) que nao quiaarem passar por
essa decepcSo, .disperten, do noc ve indifferentismo
em que esto engolphados, viaao, 'logo qne te-
nham conhecimento deste, salare os seus d-
bitos.
AS70&AS0
LEONARDO DE ALMEIDA
RA ESTREITA DO ROSARIO
N. 30, 1." ANDAR.
IS5QQ
Precisa-se de una ama para coznhar e en-
gommar para urna so pessoa : na ra do Rangel
n. 9, segundo andar.
Aluga-se urna ama de leite : no hecco da
Viraeao n. 25 defrontc do oito de. S. Pedro.
Precisa-se de urna ama de boa conducta
para fazer companhia a urna menina de 9 annos
e o servco interno da casa de homem solteiro : a
tratar na ra do Padre Floriano n. 60,2* andar.
Precisa-se do una ama para engommar : na
ra do Apollo n. 20!_______________________
Offerece-se urna ama de leite, sem filho,
com bom e abundante leite : qum pretender dei-
xe carta fechada nesta tvpographia com as inni-
ciaes A. B. C.
Ama Precisa-se, de urna ama
illllcl nnar n;i raa ,i0 Barao da
22. ou ra da Aurora n. 67.
para coz-
Vktoria n.
Precisa-se de urna ama que
saiba coznhar : tratar na
ra do Baro da Victoria n.
44, antiga ra Nova, toja.___________________
AMA
AMA
Precisa-se de una ama pa-
ra casa de homem solteiro :
na ra da'Cadeia n. 59.
Sempre bom.
Precisa-se de urna, ama para engommar e
que entenda de costura : Halar na ra Impe-
rial n. 53, defronte do viveiro do Muniz c na ra
do Rangel, taverna n. 7.___________________
Para casa de una pe-
quea familia prceisa-sc
de urna ama qne saiba
bem engommar e frisar
e eutra que entenda de
costura e ensaboado; pa-
a-se bem : em S. Jos do Manguind, sitio n. 2.
Precisa-se d una ama para casa de pouca
familia : na praca do Commercio n. 2">._____
AMA
tas n. 70
Precisa-se do una ama
que cozinhe e engomme para
moa pessoa : na ra de Ilor
AMA
Precisa-se de urna ama para com-
prar c coznhar para casa de pouca
familia : a tratar na roa de S. Fran-
cisco n. 48.
AMA,
Precisa-se de nina ama para cuidante
duas meninas, c para outros servicos
domsticos: a tratar na ra do Mondego n.Oi.
Precisa-se de um criado de 12 a 14 annos de
idade, livre ou escravo, para compras e manda-
dos : quem tiver annuncie por este Diario, ou
dirija-se Passagem da Magdalena a entender-se
com o respectivo professor._________
Para coznhar.
Para fazer a cozinha de urna casa de pequea
familia precisa-se de urna ama, forra ou escrava.
Trata-se na roa do Capibaribe n. 40.
A (iluERll.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitayel
publico e com especialidade ao corpo commercial,
que deixou de ser ernpregado da casa dos Srs.
Souza Basto & C, desde o da 7 do corrente;
aproveitando a occasio de lhes testimunhar o
eterno reconhecmente pela estima e amizade que
sempre lhes-dispensaram.
Recife, 8 de Janeiro de 1873. '
. Manoel Augusto Fernandes.
VILLA DA ESCOTA.
E' com a polica.
Adherida companhia dramtica da villa da
Escada est urna mulher conhecda por Mara
Gambara, que possuindo as quakdadesde Messa-
Kna, pratica as sceaas mak inimoraes que a ima-
ginacao podo conceher. Est mulher embriaga-
se no hotel, e quaado vai em pleno dia banhar-se
no rio Ipojuca, ahi sobre tudo offende escandalo-
samente a boa moral. E' de urgente necessidade
reprimir este abuso; invocamos para iato a com-
petente autoridade policial.
Um viajante.
GABINETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73. ANDAR
0 DR. NUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operarles de olhos.
Cara radic?l e instantnea 409
estreiUmentos da uretra.
Consultas : Das 7 s 10 hora3
da rnaub.
Chamados: A qnalqner hora.
ssociaco portugueza de
beneficencia dos emprea-
dos commercio e industria
de Pernambuco. '
Por ordem da direcciio interina desta assoca^o
convido pela terceira vez a todos os Srs. associa-
dos para que, no prximo domingo 12 do corrente,
comparecam nesta secretaria, ra da Imperatriz
n. 53, 2.* andar, pelas 4 horas da Urde, afim de
em assembla geral elegert;m os membros effecti-
vos para a direccao, mesa de assembla geral, |e
commissao de xame de contas que tenham de
funecionar at outnbro do corrente anno. Peco
a todos os Srs. associados queiram ser pontuaes
aos convites da direceo para obstarem as despe-
ras com que ella est sendo sobrecarregada.
' Recife, 9 de Janeiro de 1873.
Salvador Jos Ferreira Guimaraa.
______________Secretario.__________m
Auzentou-se de casa, no dia 6 Xr corrente
mez, a escrava Joaqui-ia, crioula, idade de 42 an-
nos, pertencente ao menor Antonio Florindo de
Brito ; levou vestido de chita, e tem os signaes
seguintes : cor negra-fula, nariz chato, estatura
regular e- magra; e natural de Nazarcth da Mat-
ta, pelo que provavel que tenha seguido cami-
nho dessa cidade : roga-se aos capites de com-
po, ou qualquer que apprehende-la o favor de
conduzi-la, ou faze-la conduzir ra de Santo
Amaro n. 30, onde ser recompensado. -
Nos abaixo assignados declaramos ao com-
mercio que dissolvemos amigavelmente a so-
ciedade que tinhamos_na renacaositar praca do
Conde d'Eu n. 11, debaixo da Arma Silva & Or-
pto, ficando todo o activo c passivo a cargo do
socio Joao Francisco Orpbio o o socio JoaquiT
Caetano da Silva, desoiserado de toda qualquer
rc8ponsablidade e pago de seu capital e lucros
at a presente data.
Recife, 20 de dezembro de 1872.
Joaquim Caetano da Silva.
Joao Fraacfeco Orphao.
Cora qoantr j esteja bem no dominio do res-
peitavel publico desta cidade qae oogaem se
deve dirigir a outra parte qoaodo se qneira cbter
ui lj qnanto cuncerneote confeitsria, psslela-
ria, conservara e culinaria, seco bem conhe-
cda (Cunfeitana do Campos) :
Sempre bom qne seus proprietaros licita
lembrar aos seus oomerosos amigos e fregnezes,
qae este lio til, qno vantajoso estabelecimento,
se acha como nunca prvido do* mais delieosos
acepipes, proprios para os regabofes tao commons
ne^ses lempos que se aproximam ; prcmetteodo
oo pouarem tsforc -s para beca servir a todos
que os hoorarem com snas encommendas, lendo
para isso au
Uma grande reunio
DE
Fiambres Passss Paitiihs
Salames Doces Gelas
Cagas Qoeijos Froeta?
Legurr.es Amendoas Chocolates
Peixfs Licores Pralioas
Bolacbmbas Viohos Ervilbas
Lenes Cosaques Assacares
Como
de ai ora cni dlante a oonfcarla
do Campos
lendo om sea recinto ama bem montada fabrica
de confeitaria, pastelana, conservara e calioaria,
esl reuoindo a PEDIDO grande quantidade de
animazinbos que a convite especial e depo's de
bem assados devem fazer as delicias da vida per-
aarnboeana, e para qae pelos seas nomes nao
percam da lerrbranca os amantes dos regabofes,
vai em coosoante :
Patos, per, galmhas e gaocos
Capotes, marrecos e gordos leudes.
Vuelas, caraeiros, cabritos e pombos
Saborosas cvalas e os taes camaroe
Assin como
Bolos ingleses, pudins e tortas
Da Rossia e Milao cuberas fa'ias
"remes, gelados, de caree os pastis
Frescas empadas em todos os das.
E depois
Ricos presentes de festas
0 Campas acora tem
Na .-na CONFEITARIA
Quera lhe eoitpeli? ningaem (
K' b3m qae todos concorram
P'ra quelle es'abelcmnlo
De caixinhas ricas, Qoeai ha ?
Que tenha maior sortimento
Olhem todos vejam bem;
Aqoillo qae o Campos oner,
E, que lodos p'ra a'.li eorram,
Nao escape um .' ?e quer
P'ra antes e depois da missa
Da (al nonio de natal
Quatro pastis e um copto
A niDgoem por c. rio faz mal.
CONFEirARIA DO CAMPOS
ra do Imperador n. 24.

150*000.
Pergonta-se a certo moco o que fez da tla cima, em cobrancao ao norte ; se emprestou
o que nao era seo fez km, e se jogou como oV
zem, ainda fez melhor, mais tarde explicaremos
tal comedia.
Alga-se e vndese uma boa escrava que
faz todo.servio de casa : na ra do Imperador
I n. 90, 3* andar.
lO^Rl FOCO.
A companhia Iodemnisadora, establecidt
esta praga, toma segares maritimos lobn
uvioje'seas carregamentos e contra logo
na edificios, m^rcadorias e mobiliaa: di
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Programma.
Os encarregados da devoco de N. S. da Piedad,
da igreja de 55. S. dos Prazeres, de Guararapes,
faz sciente ao rospcitavel publico que a benco
solemne de sua nova imagem ser amanh, 12 do
corrente, pelas 11 horas da manh, na igreja de
Santa Rita desta cidade. ficando a mesma imagem
exposta adorarlo dos fiis, todas as noutes at
sabbado, 18 do corrente, visto ter de ir no domin-
go (19) para a igreja cima referida. *Os encar-
regados pedem a concurrencia dos fiis para este
acto, aos juizes e lhesoureiro da contrara para
darem um repique per occasio em qne a igreja
de Santa Rita repicar e sobirem ao ar diversas
girndolas de fogo.___________ _
Hotel da Independencia,
ra do Imperador n. 32, precisa-se de um eopeiro
e paga-sc uem.
Ao amante dos sinos.
Ao mundo mostraste tua sciencia,
Vai pois na academia do Brum
Receber o leu diploma e recompenca.
L plenamente sers approvado,
Visto que ao mundo destes exemplo
Dos sinos ser o campea mais denodado.
Caraminhola, Man capitao k C.
Empreza do gaz
Respetosamente informo aoa aeobores
consumidores do gaz desta empreza, que
as coalas entregues, devem ser pagas men-
salmente aos bo&soj cobradores, e na ao
sencia destes podem se dirigir i roa do Im-
perador o. l oo fabrica do gaz, em S.
Jos, todos os dias atis, desde as 10 horas
da manbS al as 4 horas da tatde.
Previno aoa mesmos senborea, sem ex-
capelo, que oao continotfifeweaai gea,
a aquello qae Dio pagar iuaa contaa de
contorno de conformidade com ww aviso,
Fabrica do gaz, .3 de dezembro de 1872.
0 engenbeiro e gerente.
Tbomas Newbigging.
Precisa-se de um eaixeiro que tenha pratica
de taverna, sendo este braseiro: tratar na ra
do Padre Nobrefa, antiga do Alecrim a. 66.
*
x


7

Diario de Pernambuco Sabbado 11 de Janeiro de 1873.
7
t

M

1
ALTA MOVIDADE
PIANOS E MSICAS
MTOIIO JO$f DE JLZEVEDO
Ra do Bario da Victoria n. 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonde o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento de pwuos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir do primeiro andar do sobrado o. 12 confronte i
botica Maurer, nm grande salo onde esli eipostos os raagnitteos
PM A 5kOS de armario, de PleyeL
.------- de meia canda, do mesmo antor.
de H. Henri.
.-------de Amede Tbibont.
nico agente cesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FR1RES
remiados em diversas exposi.ss om ti medaihis de onro e prata.
Sao os onieos pianos qnp aqni vem da Europa, perfeitamente afina-
dos, feiios com legan :ia e solidez.
Tambera receben grande sortimento de mnsicas p;ra piano, piano e
canto e entre ellas as lindas composcos do mnto >ympaihieo maestro
f. sivriAi
A SABER :
Vocmequer Walsa.
Olga Mazorka.
La Separacioni P*ra canto.
A Luz elctrica, grande Walsa.
Franco Brasileir Polka.
Tomada da Vllela GMope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Po'ka.
A Primeira espada Wal-a.
A Mmha Lvra Walsa.
A Natalicia P"ika
Studieote Po ka.
Ultima publlea^cs
Feitas 'as offieinaa de msicas
do annunciante.
Emilia, polka por I. Smoltt.
Circaciaoa, chuich, por Smoltz.
Jardim do Campo das Pricezas,
quadrilh, por J. Poppe.
Gbnva de Rosas, Walsa, por H. Al-
bulazzi.
.Ausentou-sc.
^0 escravo Pedro, de 15 annos deidade
miis i ni monos, cun os signaes scguinl-s :
cor parda, cabellos corridos, alguns signaos
de bexigas, 'levou vestido 'camisa de chita,
calca de casemira: roga-ae as autoridades
policiaes e aas Srs. capts de campo de o
prenderem e leva-Io casa de seu senhor na
ra da Imperatriz ii. 4 1. andar, ou na
ra da Madre de Deus n. 5 1." andar.
Precisa-re de om menino de 12 oo 14 anoo*
de idade para caiieiro : na padaria da rua do
Rangel n. 9.__________________________
Novos e escomidos appare-
lhos gaz.
A eompanhia do gaz desta eidadc, tem a honra
de annunciar (|ue recebeu ltimamente lim csco-
Ihido sortimento de lustres, lampeos para corre;
dores, pendentes.arrandelas c outros apparelhos
gaz, de vidro e ohrjtsal, de varios e novos modelos
e desenlute ; com estes apparelhos a eompanhia
est prompta a supprr aos freguozes. As amos-
tras para se verem estao no escriptorio da eompa-
nhia rua do Imperador n. 31.___________
Aula particular de primeiras
lettras para o sexo femi-
nino.
Ansa Theodora Simos scienlifiea aos senhores
pas de suas alumnas e ao respeitavel publico,
que se achara aborta sua aula particular de ins-
truccao primaria, no dia 7 do corrente me a
qual funecionava na rus travessa dos Expostos n.
16, 2o andar, e hoje funccionar n mesma rua
n. 18, Io andar, aonde melhor poder accommo-
dar maior numero de alun as, tanto internas
como extemas e meio pensionistas ; podondo as-
segurar aos senhores pais de familia que Ihe con-
fiarem suas ilhas.todo o esmero no adiantamento
das inesinas, tanto as materias que constituem
a sobredita instrucc/io, como tambem em msi-
ca vocal, e no que for consernente s habilidades
de agulba. ______^^^^
D'aqni emgalante continuar a annuneiar todas as publicares que se forem frzendo as suas officiuas de mnsicas.
MEURON&G.
A W M S A.
Ensino particular
Salvador Henrique de Albuquerque, presta-se a
ensinar por casas e collegios particulares, nosta
cidade e seus suburbios, todas as materias do en-
sino elementar alumnos de um e outro sexo.
Ensina e prepara as senhoras que se qui'erem
habilitar para os concursos s oadeiras de kis-
truceo primaria ; e todas as tardos om sua casa
pode' leccionar aos estudantes de preparatorios
que precisarem de habilitar-se para o exame de
poriuguez.
Tambem ensina geometra e arithmetica com
todo o dcsenvolvimento c pplicarSes.
Os senhores que se qui'erem utilisar de seu
prestimo, podem procura-lo no largo do Paraizo
n. 8, S andar ; de manh at as 9 c do tarde das
4 horas em diante.
Burro furtado.
Ao anianheccr de hontem, 8 de Janeiro, foi fur-
tado do quintal da casa ladeira i'o^ Varadouro,
om Olinda, onde mora o padre Bandelra, um bur^-
ro alasao, pequeo, c m calos e marcas de feri-
das na sarnelha, tendo o ferro G no miarlo direi-
to, esom andares : quem o apprehender ou sou-
lier noticia do mesmo, dirja-se ao prodilo lugar
que ser recompensado. ____
aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
REA PEETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qu os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRTA.
Prccisa-se de um menino brasileir ou por-
luguc, de 12 a 14 annos, para compias e reca-
dos : a tratar na rua da Coneeicao n. 8, loja.
Muita attencao.
Vinho do uva pura da Ilha de S. Miguel, assim
como pcixe de diversas qualidades em barris :
vendem Olivcia Miranda & C, rua do Encan-
tamento n. H, venda. _____^
Aluga-se urna escrava para todo o tendeo
de urna casa de familia : Iratar na rua do Cres-
po, loja do Passo, junto ao Arco de Snnto Antonio.
Urna pessoa intoiramente habilitada na lin-
gua franceza, propde-se a ensinar em algumas ca-
sas particulares ou estabeleeimentos ; assim como
em sua residencia ; podendo deixar carta fecha-
do nesta typographia com as iniciaos S. A.
Com muita urgencia.
Prccisa-se de urna ama idosa que tonlia bons
costumes para andar com urna menina do 10 me-
zes, e tambem do um criado do 12 a 14 annos,
forro ou escravo': a tratar na l'assagom da.Mag-
dalcna. botcquim do Bento n.27.______
-v O abaixo assignado participa ao publico e
esr*"ialmente ao commercio desta praca que con-
ti .i na mesma casa e genero de negocio da ex-
lifcta firma de Soares Primos, sob sua firma indi-
vidual. Recife, 2 de aneiro do 187.1.
Tito Livio Soares.

MEURON ft C.
v Criado*
Para tratar de don eavailns e mais algiiin ?or-
vica u um pe(|uenii silio, precisa-sc do um criado
que soja activo e cuidadoso.________________
Precisa-se ie nina escrava <|uc Miba bem cu-
zinhar : a tratar n rua da Cruz, anuateni 42.
Acha-se fgido o mulato Jovino.escra-
vo do tenente-coronel Villela, qiiem o agar-
rar leve-o ao seu senhor na Sg|edade casa n.
73, Corredor do Bispo, que ser recompen-
sado.
Ao CDiirmeiriiK
Os abaixo as.Mgnad's fazom sciente ao corpo
mercantil, que tem* nosta data dissolvido a socie-
da belccimento sito a tiavossa do Espinhoiro rua
da Hora n. 6, o qual girava sob ra/ao de Machado
& Almeida, ticando o socio silvio ilu ("^ista Ma-
chado, eno:irrogado do todo o activo o pasivo ; e
o socio Manoel Rodrigues do Alnrida pago e sa-
tisfeito de seu capital e lucros, sein em mais al-
gum a satisfazer.
Recife, 3 de Janeiro do 1863.
Silvino da Costa Machado,
Manool Rodrigues do Almeida.
Da-seoOOj a premio : quem protoudr diri-
ja-so ao escriplorio dosta typographia a fallar com
o Fcrroira.
No collogio da Concel^ao procisa-so do um
ajudantc de co inheiro c de' um criado.
Arrenda-se o sitio doni)ininud(i Peixinho, en-
tre Olinda e Roljeribe, a margem do rio, rom
casa para grande 'aniilia, inuitos arvoredos do
fructo, um grande mangabeiral, baixa para
cajiim, trrenos para plantaces etc. ipie 5 com
a vista so (HKleni avahar : tratar no mesmo a
qualquor hora do dia.
Lettra perd
da.
O abaixo assignado pordou duas lettras aceitas
pelo S'\ ManiM'l Rra-ilino do Arruda Cmara, na
importancia do l:S3."i6ll rs. o outra polo Sr.
HoSmida Corroa do Castro, no valor do 438.
ambas sacadas polo Si. Joaquim de Sooza Ve-
ves, que as dou om caucao ao annunciante, por
isso provine aos Srs aceitantes ime n nhuma
trausaecao facaiu com dilas letras a nao ser com
o proprio annunciante.
Marcolino Dornellas Cmara.
Furtaram do engonlio Sapucaby, na nonio
de 24, 25 ou 26 de dezembro, um cayallo cain os
signaes seguintcs : russo sujo, castrado, dclcar-
nado, j foi de carro, por isso sera borr. visivcl
as raladuras nos pcitos, no lado esquerdo leve um
espravao, que foi queimado com una cruz, n'uiii
dos cascos da mao tem um buraco pequeo, di-
na cortada e cauda nial rifada, por causa das sar-
nas que tevo, c suppoe ainda tor algumas ; pee-
se portanto as autoridades policial s i|iioirain dar
suas terminamos ordena a respeito: Tde ser en-
treguo no mesmo eugenho, ou.no ongonlio Poeta,
do capito Manool Gomia do Araujo. om Caxau-
g. Tem trros, porm nao se sali.___________
CtakttiM
Prccisa-se do una eoziiiheira forra ou captiva :
na rua larga do Rosario n. 34.
Quem precisar de ama para augar,
dirija-se ao pateo do S. Pedro n. 3, loja.
COLLEGIO
DE
LMV
1
lilla Tod;is as aulas desto collogio funocionaio em
seu curso regular desdo segunda-feira 13 do cr-
reme, os alumnos que toem do fazor exame de
scicncias deverao comparecer ne^se (lia.
Irmandade de essa Senho-
ra da Boa-Yiagem.
Sao convidados todos os irmaos para em mesa
geral, no dia 19 do corrento, depois da mise,
que ser as novo horas, proccdcreni a oleicao da
nova mesa regedora, na (orina do eompromisso.
O juiz da irmandade,
Joaquim Jos da Konceca.
(ASA A FORTiA.
AOS 5:000|000.
BILETKS GAMXTIDOS.
.( rua Primeiro di: Marco fontr'ora rua lo
Crespo' n. 23 e casas O abaixo assignado, tondo vendido nos seus fo-
lizos hilliotos qualio ipirlos n. 6!l un in'oiio ii. 2'i.*i2 (mu 3fti, mu meio n. 583
com 1004, dous quartos n. 6o3ooin KOj, o mitras
artes de 404 o 204 da lotera que se acabon de
extralilr (34.), convida ajjs possnidoros a vli i
roceber na coifoiniLidc do cstunio, sem d -> a-
to alsnm.
Acliatn-se venda os folize bilhelos garantidos
da 4a parte das loteras a benellcio da matiiz de
Villa-Rolla (.15 ), que so ostiahir na lorca-foira I*
do coi rento mez.
PRECO?.:
Rilhot inteiro fi|000
Meio liilliotu 3*0(10
Qoarto 14-jOo
KM POH^AO DE 100^000 PARA CIMA.
Ri'hete inteiro o#Vjl)0
Meio liilhctc 24750
Qi:arlo 1*375
Mmroel Mttrtin$ Fivzn.
i
Sox>3*ck sHwfcss?^
NOSSA SENH0R4
DO
HOM OONSEtHO
portngnez, {eoejaphia, historia, geomo-
aritnmetica, hethorica e philoso-
1
IHRK'.IDO PELO
Bacliarel Antonio Ciiliimliano Sera-
phico de Assis Cartalbo.
Tari lugar no dia 13 do correte mez,
ueste Instituto, a abertura das aulas de
d piiiuoiras lettras, lam, franoez, inglez,
r portiigu.
rj tria, ari
Criado.
l'it'ci.-a-se do um criado para fionquas o man-
dados : a tratar na rua do Duque do i axias, loja
n. 81.
Heliodoro d'AfluinoTonceaa, -' us
Hilaos, H. Bernardina Francelin;
Carvalbd e seus lllhos ; corde; I-
nioiiie agradocem a tudas i p -
loas me so dignaram assistir as
(xoqma.s feitas a sua presada mu-
llier, nii, lilha o irma, Emilia
Amelia da CarvaUlO Konceca. e de novo as Ci i-
i'da para que se digneiu assistir as missas i
stimo dia. que ter lugar no dia 11 do corrente
s 7 horas da manha na groja matriz da B
Vista, o por mais esta prova de amizade desdo < i
auteeipam os seus agradcfimenlos.
D. Mara Egypciaca Vilill.i do Rogo, D. Joa-
quina Francisca do Kego o lose Francisco do Ro-
go, esposa, niai e iriuo, coiiviilam a todos os ami-
gos e prenles do finado Joaanim Francisc
llego, para no dia II do coarentc. pelas 8 i
da manlia, na matriz do Santo Antonio, assi.-irom
s inissas ipic se hao de celebrar por alma do
mesmo finado.
Quer forro ou escravo, precisa-se do um para
o servico interno e-exlcro de una casa de fami-
lia : tratar a *ua do Mrquez de Olinda n. 35.
GRANDE LI0OIDAC0 DE CHAPEOS
Para acabar al o lim do mez
RUA DO MRQUEZ DE OLINDA
OUTRORA
Cadeia do Recife
n.
53
Tendo o novo proprietario de mudar os artigos deste estabelecimento, desojando li-
quidar at ao fim deste mez, tem resolvido vender por presos muito commodos com o fim
de apura* dinheiro e liquidar & vista, pelo que convida aos Illms. Sr. chefes de familia
a virem sortirem-se, pois a occasiao opportuna, e encontrando um completo sortimento
de chapeos.
Chapos de palha de Italia para senhoras e meninas, com enfeites e sem elles.
Chapos de velludo com enfeites. Gorros de velludo com enfeites. Chapos de palha
de differentes qualidades, enfeitados, para senhoras e meninas. Chapos de palha de Ita-
,lia\ enfeitados, para montara de campo. Chapeos de palha para homens e meninos, de
differentes qualidades. Chapos de feltro para homem. Chapos de massa pretos e de
cores, para homens. Chapos de la para homem e menino. Chapos altos de pello de seda
para homem.
Bonete de differentes qualidades, tanto de seda, como de palha de Italia, panno, case-
mira e alpaca, tanto para homem como para menino.
Gorros de seda, velludo, l, tanto para homem como para menino. *
E muitos outros artigos que s com a vista poderao ser examinados, afianca-se que
nao engeita-sedinheiro.
|50#000.
No engenbo Matsnasg, fregneiia da Eicada, se
dar de gratifleacio a quantia cima a quem ap
prebendar Jres eavallos que aquelle engenho
torana furtados oa nonte do da W para 30 de no -
vembro prximo passado : o (* tem 9 anuo?, e
castanho e castrado, teai a ralba direiu bastante
lateada, nma estrella na testa, e no qaarlo esquer-
do tem orna ern; o 2* ruco, cena pintas ver-
meloas nos quartos, grande, gordo, com o pes-
coco fino, castrado, tem os quadrls ferides da
eangalha, ferrado cot a marcaI. B.do lado
direito, e tem \ idade de 9 annos; o 3a rodado
sanhass claro, corto o grosso, um pouco eambito.
5 eaitradc, pepeno, o eati ferrado com a marea
0no quano direio : gratiflca-se eom 50*000
por cada nm ntn pnaonea da pessoa, em cujo po-
dar for encontrado qcalqaer dos ditos f avallo?.
Preilsa-se de 0| a juros :
tovell B. 15 se dir quem precisa.
na rua do Co-
>
MOFINA
Est eucouracadol!
Roga-se ao lllm. Sr. Ignaeio Vieira de Mello, es-
crivio na cidade de Nazaretb desta provincia, c
favor de vir roa Duque de Caxias n. 36 con-
slnir aquelle negocio que S. S. se comprcmetten a
realisar, pela terceira chamada deste jornai, em
dos de deiembro prximo passado, e depois para
aneiro, passon i fevereiro e abril, e nada com
p/lcr; e por este motivo de novo ebamado ir
dito fla>, pois S. S. se deve lembnr qua esle-ne-
goeio de mais de oito aneas, e qoando o senhor
iea Albo se acbava nesta cidade.
Precisi-se de um menino de 10 a 12 annos,
para canraa de tverna : tttiar na travessa da
rua do Pri indo bceo n. 9 ; prefere-&
hrasileira
Escravo fgido
150;000 rs. de gratifleacao
Auzentoa-se desde o da 13 de maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crilo, e bastante ladino; este preto perfeito eo.
tinbeiro, estatura alta, magro, olbos grandes, j
esteve no engenho do Sr. Lulo, de Calar, em S
Lourenco da Malta, onde consta ter parentes, foi
escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr. los
loaqnim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
oa; de todos estes Senhores foi cozinheiro, tem
iido visto per pessdas qne o conhecem, dizeodo que
est forre, assim tem podido escapar de ser preso.
Pede-se a todas as autoridades e capites de
campo qne o negando leve-o a roa do Duque de
Caxias n. 91, leja de Miodazas do Rival sem Se-
gando que receber a gratifleacao cima deca
rada.
PENHORES
Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre' pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mea-
mos metaese pedias
CASADAFORTIM
Rua i' de Mar^o
(Our'ora do Crespo) u. *3 ""
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes billetes da lotera do Rio n. 436" a sorte de
.4:000|l cm quatro qtiartos de n. 2403 ; convida os
possu i reca^^^Bfcpromptamente
Manoel Martins Fiual
rogarm
Manoel de Barros Brrelo, teodo de se au-
sentar por alguns mezes deste imperio, dcixa
aqu como seus procuradores aos Srs. Drs.
Joao Jos Ferreira de Aguiar e Joo Augus-
to do Kego Barros para seus negocios foren-
ses ; ao Exm. Sr. Baro do Livramento e Dr.
Ignacio de Barros Barreto para os negocios
concernentes aos contractos com o govenio ;
e ao mesmo'r. Ignacio de Barros e Dr.
Francisco do Reg Barros de Lcenla para
seus negocios particulares.
Julga nada dever a pessoa alguma ; en-
tretanto se alguma fr seu credor, cntender-
se-ha com qualquer dos dous ltimos, se-
nhores. ___________________________
Aloga-se o 2* andar e soleo do sobrado n.
S3 da rua de Santa Rita, estando elle em bom es-
rido : a tratar na rua Duque de Caxias n. 44.
.mmwmm
homeopathicaw
m 41 -Rua do Imperador- 11 %.
SS Os proprietaros deste bem conhecido c Q
I montado estabelecimento, offerecem con- g
tinuamente aos amigos da homeopathia W
1Q> um completo sortimento de cartelras de
S glbulos e tinturas de 12 a 120 medica- 58
SK mentos, chocolate de Eppes, encerado de
166 rnica e a excellente obra do Dr. Mures
SMedico do Povoj em 3' .edieco, tu-
W bos e frascos vazios, finalmente tudo o
aue concernente ao systema homeopa-
n thico.
W Os medicamentos principaes sao /leva-
f dos desde a 1* at a 30 dymnamisaco e
garante-se o bom preparo de todos.
Adjacente ao mesmo contina a ter
> consultorio um acreditado medico ho-
(ft meopatha, dando consultas do meio dia
W at as 2 horas, c aceitando chamados a
66 qualquer hora.
CASA DA FORTUNA
RUA T DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
ralea que paga as sortee
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto Tan
la oa felixes bilbetes do Rio de Janeiro, pagand<
aromptamente, como costnma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 244000
Meio 12*009.
Qoarto ITOOOOu
Manoel Martins Finia.
Caixeiro,
Precisa-so d
pratica de hotel
Commercio n. 2.
um caixeiro que tonha alguma
; no hotel do Universo, rua do
Aluga-se 0 segundo andar e sollo da sobra-
do da rua de Hortas n. 48, cun bastante eoniino-
do : trara-se n. 1. andar.
Roga-se as autoridades policiaes desta pro-
vincia que appreliendam e levem a sua senliora o
mulato Joviuo, boleciro, que nao anda fgido, mas
sim com a maior insolencia como forro pelas ras
desta cidade, trabalhando para si, dizendoque tem
familia para nao ser vendido a ninguem, pais que
senhor nenhum suportara tal procedimento de
um captivo: esse escravo pertence legitimamejtte a
D. Isabel Ignaeia de Gusmao Villela, como he-
ran^a paterna, seu escravo como consta em ya-
rios canarios, levem-o ao corredor do Rispo n. 73.
Joaquim Francisco da Silva Aze-
vedo, summajoente agradecido -
- quo 'eompanceram ao en-
terro de seu prezado num .Ma-
noel Francisco de Azevedo. v;i
anda rogar-llies o caridoso obze-
(|io de assistireni as missas me
por ana alma mandam rezarna igreja dn Espiri-
to Santo do Cullegm no dia Ul do presente mez,
pelas 7 1|2 horas da manha, stimo dia do -
fallerinento ; e por cuj: acto de raridade e re-
ligiao prestado a memoria lo Uado, an
lies desde seu eterno reecnue imento.
Feitor.
Prccisa-se de um
quenO sitioriio hotel
(eitor liara tratar de um
de1 Apipueos.
CO^PilS.
Attencao
Comprase urna enrava tfe 33 a 50 annos q n
saiba c zinhar : na lOeieoraria das ct:r.;i.-, r.:i
f de Marco n. 6.
VENDAS.
i
Declaraco
lo dia l*i do corrente se Cari leilio de todos os
penhores vencidos que csto a dever juros, sem
attender a rerlamaqoes de quaesquer natureza
que sejam, salvo a perinittida reforma de tempo :
na travessa da rua das Cruzes n. 2, 1" andar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
rua Imperial n. 126, caiado e pintado de novo,
com muitos commodos c urna bella vista : tra-
tar na na Imperador n. 83, 1. andar._________
Offerece-se urna inulher capaz para fazer
eompanhia a urna familia, coze c faz mais arran-
jos de casa : quem precisar dirija-se Boa-Vista,
rua atraz da Matriz n. 13. ________________
Aiilu publica.
Est aberta a matricula da sexta cadeira pu-
blica do sexo feminino da freguezia da Boa-Vista,
no Corredor do Bispo n. 2.__________________
Altigam-se as casas a. 03 e 6*i da rua da
Palma : eutender-se com o Dr. iristovao
Xavier Lopes, na rua da Imperatriz n. 30, ou na
de S. Bcnto em Olinda._____________________
Caixeiro.
Precisa-se de um menino para caixeiro do ho-
tel de Apipuco?.
Insignias liacoiiii'iis.
Amara!, Xabuco & C. vendem insignias mac.-
mcas de diversos graos : no Bazar Victoria, rua
do Barao da Victoria n. 2^_________________
Vcnde-se
14 grades de amarello, sendo 4 4e portas e 10 rio
janellas, de bjn amarello, feitas de enii(jriiiii!...:
com a postura da cmara : rua Nova de Santa
Rita n. 35.
Yende-se
esleirs de palha de-carnauba, diurnamente ene-
gadas do Aracaty : na rua da Madre do Deus n.
i.. I" andar.______' _____________"
Cortes bordados a 6$000!!
Ricos cortes de camnraia comJwnlado de cr. a
ultima moda, pelo diminuto nreco de 60t0 cada
corte : na rua do Crespo n. 20, loja de Guillarme
C da Cunta & C. _________
Vcndem-se dous sobradinhos que botam a
frente para a campia da Casa Forte e
para a rua que vai para o Poco da
tratar com Bcnto Jos Domingues
fugar______________ *_______
Panella : i
no mes ni i
Escrava fgida
Ansentea-se da casa de seu senhor, no da II
de dezembro, a escrava Manuela, negra, de idade
de 45 anoos, levon vestido de chita escura e cha
le cor de cinzt, com riscas. Tem urna orelha ra-
cbada pelo que nao pode pendurar brincos, filia
de denles na frente e ps grosso?, com signaes
de-travos nas ponas dos dedos. Foi comprada a
alguns mezes ao Sr. Francia Jos Gomes, desta
cidade : quem a capturar qoeira leva-la a rua
da Cadeia n. 6, ou na Capnnga, rua da Ventara
n. 10. que ie gratificara. *_______;
Uomedorlas
Na rna e-treita do Rosario, sobrado n. 35, casa
de rauji, cootinoa-se a foroecer comida para
lora, por pre^is commodos e com premptidao ;
algara ennor negoeitoie qoe fjr otaj^ra da
cidade e qaizer que Ihe fornefia aos eos caxeiros,
achara na dita ca>a bom rratjaeoto.
O tenente-coronel Francisco Camello Pc.~soa
de Lcenla e seu irmao Antonio Camello Pessoa
de Lacerda declaram pelo presente, que nao se
responsabilisam por qualquer quantia ou objecto
que Philadelpho Eugenio Pessoa tome em seus
nomes a qualquer pessoa ou estabelecimento, ain-
da mesmo que aprsente bilhete.
Kerosene
Je
primnra qnalidade, marca Deves, venJtm
Pereira d Cnnha Irmaos, 4 "" do MarqarZ oe
Olmda n. 21. aodar.
1004000
Fogio do engenho Fontal, em Serinhaem, no
dia 7 de mez prximo pasudo, o mulato Simao,
com os signaes signintes: estatura regular,
corpo seeeo, cr alaranjada, barba serrada, ca
bellos carapinbos e falla descancada. Quem o
pegar leve o ao seu senhor o tenente-coronel Vi-
cente Mendes Waoderley, oo dito engenho, on nt
Recife ao Sr.Bernardino de Sena Pontaal, na rna da
Madre de Deus n. 36, qne recebeti a gratifha?3e
de 100*.
n. 7 ; a ella, em
Boa acquiaicao.
Vendem-se as duas casa, i rua do Vizcon-
de do Herval ns. 81 e 89 : tratar na rua da
Scnzala Velha n. 106._____________________
Farinha de mandioca a 3$ o
sacco.
Na rua da Madre de Dos
guante nao se acaba.____________________.
Vende-se um terreno na estrada do Arraial,
unto a estacao da casa amarella, com too palmos
de frente e 320 de fundo, com urna casa de upa
e cacimba de agua de beber, propna Pw^'8"n'
que precisa do servico das carnes verdes por me
lcar o matadouro publicp por deiraz oapreten-
dentes dirijam-ka a eslacao da casa aman la na
uverna da esquip, que achara com qnem tratar.
* Borracha.
Vende-se borracha dajulbor qualidade, e es-
pecial panilimas : na, t$ Concordia n. -u. _
ATTENCAO
Alagas'} (a qntffi pd^r parte de bem-1
feitoria*) o andar e sotSo ds om pequeo
sobrado de om andar, com duas alas e
dous qoartos, e oo sot3o dotis quarlos, es-
tando navamente caiado, pintado e esteira-
do : qnen pretender, declare sua morada
em carta lechada, com as iniciaos i. G. S.,
em tobr'eicripto, deixsndo nesia typogra-
phia para ser procurado.
Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
que ica entre o do commendador Taseo e o do
desembafgador Doria, com casa de vivenda, d ffe-
reutes arvoreios, grande baixa de- capim, etc.,
dando os (PfSra a estrada dos trilhos urba-
nos ao p da estacan da Jaqueira : a tratar na
rga do Amorimn. 37._________ -
" Vende-se urna taberna bem afreguezadi
para a trra, com pdeos fundos, propria para
principiante, na freguezia de Santo Antonio : a
tratar na rua do Fogo n. 20, taverna. .
i wmm I

Y





Diario de Pernambco Sabbado 11 de Janeiro de 1873.
MITO DI
Para acabar at o fira do anno
Na ra da Imperatriz n. 60
PAVO
BE
PERERA DA SILVA 8: C-
Tendo os propietarios deste grande estabelecimento, am avultado sortimento de
{azsadas era ser, edeiejanlo liquida-la1, at o fin do correnteaono, lera resolvido ven-
de-Us por presos muito commodos, cora o fia de apurar dioheiro, a vista do que
convidan) os Ilm. Srs. cheles de familia a virem sorti-re, nao s de fazendas de priraei-
ra.nessecilaiie, como de fazeodas de luso e gosto, das quaes encontrarlo om sorlimeto
das mais novas do mercado, coegadas pelos uliimos vapores da Europa.
FAZENDAS DE LE
CORTES DE "ASSAS A 2*500 E 3$ 00.
O Pava vende cortes de cassas de cores,
com padrSes muito benitos pelo barato
prego de 2,5300 e 300)0.
CORTES DE CHITAS A 2*400 E 28S0.
O Pv5o vende cortes do chitas francezas
finas, com 10 covados pelo di amulo preco
de SijU'.O cada corte.
Ditas com 12 covados pelo
25380 cada corte.
PECAS DE CHITAS A 7,5200.
O Pavo vende pecas de chitis lioas, Ira-
ti simDS padres, toado 30 covados cada
pe^a, pelo bmto preco de 73200 cada
uaa muito barato.
LEXCO'ISSDE BRAMANTE.
O Paso vende lenges de bramante mui-
to grandes, sendo doum panno s, pelo ba-
ratissimo preg de 2#00 cada om.
CHAILES BARATOS A 10000 E 2J030.
O Pavo vende chilles de tarlatana gran-
des pelo barato preco de 1OjO e 2* K.O.
Pitos de 15a estampados imtag5o de
merio 2*JO0O.
Ditos de quadros modernos, muito en-
C rpados 3.3000 e 4.JOOO ; mira como
grande sortimento dos mais finos clniles
crepon e merino qoe se vendem por precoz
muito em conu.
MADAPOLOES.
Po;is de mad.^pslo francez moito fino
com 20 jardas a 5050;; e 06000.
Ditos cm 24 jardas muito superior a
60500 e 7000).
Di;o ingiei fazenda m'.ii!o fina 50000,
60)00 e 6500 at IC#000.
Ditos francezes einglez-*s muito finos de
40 jardas para differn es pregos.
ALGODOZINHO.
O Pava) vende por preg muito barato
pegas de algolozinho americano moito
bom com 18 jarlas V0OCH'.
Dito com 24 jards a 40500 e 50000
alo 60OCO.
Dito largo marca T tauio oncorpado a
WOOO.
ALGDO ENTESTADO.
O Pivo vende o verdadeiro e superior
j iliozinho de duas larguras para lenges,
8-iJ-') muito encorpado 10 00 cada vara.
Dito trancado di mesma !argnr3 10280.
CHITAS LARGAS.
O Piv5 i vende esus execellentes chitas
frincezas clara; e escuras com muito bom
paono 240 rs. cala novado.
Dita muito fina 280, 30 e 360 rs.
Percaiies lioissimos mmdiulios a 360 e
'. K) rs. cada covado.
CAMBRAIAS.
O Pavo venia cortes de cambraia trans-
p-nen'e propria para vestidos a 20500 e
300 0.
P?ga de dita muito fina com 10 jardas
Unto ta iada coico transparente a 40000,
50000 e 6 5000 at a oais Gaa que vem
ao merca i o.
BRAMANTES PARA LENgO'ES.
O P^ vende snpeiior bramante de al-
goda*a ten 11 6 palmos de largura que s
percisa de I J/t vara para om lencol, me-
tro 10600 e a vara I0SOO.
Dito de inho puro superior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 25400
Dos francezes moito finos a 20500 e
84000.
Peca de Hamburgo e panno de linho com
2) e 30 varas, par t 'dos os presos e
q Peas de bretanha de paro linho, tendo
3-J jardas pelos pregos mais barato que se
tem vito.
Pechin:iia de fiaissimo esgnio sncelena
C0B 6jarlas 70jOO.
Pees de nissimo celena com 30 jardas
a-305"O, fttoalhado adamascado com 8 pal-
mos de I r?;ira a vara 20 ;C0.
LAZiMUS DE FCRTA CORES.
O Pav.i veude am (llegante sorlimento
de ISaziobas de farta cores que brilhao qua-
8: como Sria ten lo de todis as cores, e ven-
da 360 rs. o covado.
CALCAS DECASEMIRA.
O Pavo lea om grande sortimento de
c ; (1; sumir, assim como cortes os
mala modernos qoe lem viudo nos ltimos
fi^orins e em fazenda das mais finas e mais
.novas ao mercado, e vende e por barato
pngo para apnrar dinheiro assim como cal-
as de briol hraaco e de cores por preces
mmto razoaveis para acabar.
CORTES DE PERCALIA COM DUAS SAIAS
A 40000.
O Pavo vende bonito: CDrtes de precalia
com duas salas, sendo fazenda de muito
gosto a 40000, pecbincha.
TNICAS PRETAS.
0 Pavo recebea om grande sorlimento
das mais ricas tnicas de grs preto, rica-
mente enfeitadas, e venda por preco razoi-
Vd!.
VESTIDO5 BRANCOS BORDADOS DE
3500000 AT 600000.
0*Pav2o recebea om *iodo sortimento
dos ralis ricos corles de cambraia branca,
ricamente borlados* e com todos os enfei
tes rrce'sario?, e vende pelos precos de
350000 at 600000, nao tem vindo nada
mais rico nem mais moderno.
CORTINADOS PARA CASIAS E JANELLAS
A ,*05OO, 80000 ,2 10000?.
O Pavo tem era grao le sorlimento de
cortinados para cama e jj mellas, qoe ven-
de nelo barat i preco de 70300; 80003 e
100000 o par, teodo at por 180000, assim
c.mo colchas de damasco para camas de
ovjs, e graodasjrtimeoto d trp,es tan-
t) para ;;detrs coso pitra cimas, pianos,
portas, etc., to-do vq t-r procos raroa-
yels, _
FAZLNDAS DE GOSTOS
BAREJES DE SEDA A 100.0 E 10400 O
COVADO
O Pavo recebea pelo ultimo vapor
francez, nm grande sortimento dos mais
lindos barejes de seda, sendo em cor3
e gostos o melhor que tem vin lo ao mercado,
esta nova fazenda moito propria para
vestidos para bailes ou casamentas, tendo
preco de! entre esta fazenda delicados padrees bran-
cos proprio para vestidos de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 10500 e 20000 o covado.
O Pavo recebea nm elegante sortimento
das m is modernas e lindas popelinas de
i e seda, e linho e seda qoe vendem a
10500 e 20000 o covado, tendo padrSes
listrados miado e graados que parecem
propriamente seda, assim como das mesmas
tamhem tem brancas proprias para vestidos
de noiva.
TAFETAES ASSETINADOS A 10200 O
COVADO
O Pavo recebeu ura gran le sortimento
dos mais bonitos tafetaes assetioados, sendo
orna n va fazenda de I com listras de seda
moito midernas para vestidos e vende pelo
baratissimo preco de 10OO cada covado,
estas lis recomendam se s pessoas de
gosto por serem excessivamente baratas.
NOVAS SEDAS A 20500
O Pavo vende bonita e moderna seda
de urna s cor, tendo c"e todas as cores, com
delicado lavrores miadinhose vende a 20500
o covado para venler barato.
CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
O Pavo vende b mitos cortes de seda,
faztnda de mnito gosti, tendo 18 covados
cada cr'.e vende por 455000
Ditos oe 20 covados a 500000
Sao muito baratas em relac5o superior
qoalid;:de d'estes cortes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O P.ivo vende um grande sortimento
das mais modernas, baptislas com lista de
cor, proprias pira vestido, com as cores mais
novas qoi tem viodo ao mercado seado
moito mais largas do que as chitas francezas,
e vende pelo baratissimj preco de 500 rs.
cada covado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVO-
Nesle grande estabelecimento encontrar
o rspeitavel publico, orna bem montada offi-
cina de alfaiate, onde se manda executar
qnalquar peca de obra, tanto para hornero,
:omo para meninos, com a maior pres-
tesa e perfec3o assim como' para qoalqoer
loto que de repente appareca, tendo na mes-
ma officina nm perito official destinado para
farda dos Ilm. Srs. oficiaes de goarda na-
ciorj3l on tropa de linha, sendo esta officina
dirigida pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Carvaiho.
NOVOS VESTIDOS A 40000.
O Pavo recebeu um elegante sortimen-
to de no vos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de edr, e vende pelo
barato preco de 40 cada um : muito ba-
rato.
ESPARTILH03 A 30000.
O Patio tem um grande sortimento de
esparthos, tanto para senhora como para
menina, qbe vende pelo barato preco de
30000. Ditos muito finos a 40030 e 50000,
sao do3 mais moderos qoe tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R3.
O Pavo vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa azenda, com
padr5es claros e escoro, pelo barato prego
de 240 rs. o covado, por ler nm leve to-
que de mofo : pechincba.
CORTES DE VESTIDOS MODERNOS A
90000.
O Pavo recebea un elegante sortimento
dos mais lindos cortes de cambraia com ba-
Dadinbos binos e enfeites de cor, tendo 5
pannos com 2 1/2 metros de fazenda para
corpo, e 20 metros de babaiinhos para en-
feites, e vende pelo barato preco da 90000,
pecbincha.
SAIAS A 2J0G0.
SAIAS A 20000.
O Pavo vende saias brancas de ama s
peca com fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 20000 e
20500.
Ditas com pregas e bordados a 30000,
pecbincha.
Libras st^rliaas.
Vnd-H no rnnnm de fuendas de Angnv
t. di OhvHir.i \ Cu, ru lo Conmsrexi d. 4i
Quem duvi Deotjdida^eoie a MagoolU roa Duque de Ci-
xias o. 45, c uveocer aos teus amigos e fregue-
tes, de ao a especial! da de em correspondentes, na
parle mais elegante do mundo ; agora mismo o
aliimo vapor ebfgado da Europa irooxe tma par*
le de saas encommendas para o lempo de testa,
constando do segainte:
Para o bello sexo
Lindissinus trineo?, alflnetes, crtues, palseiras
ca{oIeU de taruraga -bdrdadn a ouro, asim
como bonitos grampos com perolas e onlraj pe-
dras para a cabeca : a Magnolia solicita do bello
sexo, qoe prima sempre n> cbiqe e oa moda, qne
venba ver e.......
Luxo e bom gosto
Para enriquecer e aforoiosear ama sala vieram
lindos jarros e jardiaelras d'?oreeUna mnito Boa
e de bonitos modeltos iniei ramele no vos, com
lindos desenhos e donrados ; assim como ama es-
pecialidad a em pannos de ebrocbet p ra sof e
cadeiras.
1
Qual?
O moco cbiqni e da moda qne Dio apreciar
ama linda guratelo de marfim, madreperofa, ouro
e pJaqaet, coasa liadissima e de molde especial e
nanea vindo squi; maito boas ehspeos de sol com
cabo de mirtlm e bengalas imllacao de -unicornio
com cabo de madreperola, por certo nenbam dei-
xar de vir lojt da M-ignolia roa Duque de
Caxias n. 4S, esco!her qualquer destes objeetos :
nao caro I
Para asnoivas
2PRiqaissim:s veos de blond, capellas de e-ra, le-
que* de madreperola e roe>as de seda, todo espe-
cial Dovidale e a melbor (azenda que tem vindo a
este mercado.
Perfumaras
Neste artigo nao precisa dar explicajSes, basta
dizer-se rs abrieaniesohn Gosneill, Coudray,
Lubin, Hiii e Legrand ; estas perfumaras desta
vei vieram em vasos de modellos d-ovos, e que
pela sea elegancia se tornam proprios para om
lindo presenta.
Trancas e franjas de seda
branca.
Desta vei o sortimento veio magnifico, (azenda
muito boa, modellos nov e de todas a3 larguras.
Bouecas de borracha
Destas boaecas veio pequea porfi e de diver-
sos tamanhos. .
Diademas
Lindos e de modellos novo?, veio coasa moito
boa.
IaDIESIIAA
Praga da Independencia ls,
38 e 40.
*aba de receber om comp'eto sorti-
nento de cbjectos de loafa, vtdro e por
oelana, com bonitos desenhosdoarados, sen
Jo ricos jarros de todas as qualidadts e ta-
djdIi is, garrafas com copos, vasos para pos
le ar.oz, garrafinbas e casgaes de porcela
n com piog'erites de crystal, todos estes
)bjectos pruprios para t lets, s ni Madre-
til va
ALBUN3
Rico sortimento de lbtins com capa de
oadreperola, mrfim, bofalo, e cb3grint de
iodos os tamaitos, de 50 a 200 retratos
;om muzica e sein ella, por pregos modra-
los, s na Mi Jresllva.
GAIXINHAS
Bonitas caixiobas com preparos para cos-
tara, de novo sfstma, sendo com lampas
le crystal, f.zenda de muito gosto para pre-
centes e presos razoaveis, a na Madresilva.
Lagos
Completo sorlimento de laci-hos oa
*
LIQUIDACXO DE CALg.\S DE CASEMIRA
O Favao tem nm grande sorlimento de
caigas de casemira de todas as cftres e qoa
lidades, para todos os preces, e desejando
moito liquida-las, resolven vende-las por
um prego moito em conta, para diminuir a
grande porgao.
CORTES DE FUSTO PARA VESTIDOS A
3J000.
O Pav3o vende cortes de fasto branco,
tendo 12 covados para vestidos a 3/JOOO,
pecbincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
60000.
O Pavo vende bonitos cortes de cambraia
branca transparente, com bonitas vistas a
lavores, proprios para vestido, teodo 8 va*
ras cada corte, pelo barato prego do 6/9000,
pecbincha.
LENCOS BORDADOS. .
. O Pdvo vende flotssimos lencos borda-
dos para mao, sendo de Qaissima .cambraia
de lioho ricamente bordados, fazenda
'atinhas para senboras, sendo lagos
jescogo e cabellos, s na Madre si Iva.
PANNOS
Lindo sortimento de pannos de crochet
para cadeiras. sendo de diversos lamanbos
i largara-, s na Madresilva.
PARA N0I7AS
Tem a Madresilva blond de seda, bran;;.-,
oomramagens e de 4 larguras, veos, capel-
las eespeciaes s;ps de flores para guarn-
es de vestidos, I ques de madreperola,
aarfim, sendo tod >s abortos e com s la
re.jreseoiiodo duas vistas, assim como de
)otras militas qualiddes, branco> da cores
i pretos, fazenda nova.
CHAPEOS
Rico sortimento de chapeos para senho-
ras, sendo de palba da Italia e velludo, as-
tim como ditos pastorinhas para senhoras,
meninas, seodo fazenda inteiramente nova
aa Madresilva.
NOVIDADE
Bonito sortimento de meios aderegos de
plaqoet verdadeiro, voltas" de bnfalo com
croz, assim como lindo sortimento de brin-
y>s e cruzas, proprios para leto, todo de
muito gosto.
PACAS
A Madresilva aciba de receber facas cem
:abos de m tiim, para mesa o sobre mesa,
$ especialidade da Madresilva.
RErRATOS
Completo sorlimento de qnadros on pas-
tapatos para retratos de todos os Umanhos
sqnalidades, assim como qaadros com bo-
litas pholographias, s na Madresilva.
OBRAS DE MARFIM
Lindas carteiras para m tas, carteiras para
t>onds, caiinhasparapnospboro, faca para
cortar papel, canoras para escrever, mara-
cas para creaogas, sinetesfpara abrir Cimas,
golbj|ros, e dedaes para senhoras e meni-
Qas, so se p-iio encontrar estes artigos na
Madresilva.
LUVAS
A Madresilva acaba de receber palo ul-
timo vapor a soa especial encommen la de
lavas de Jouvio, para homeoa e senhoras,
brancas, pretas e de cores.
CAIXINHAS
Ricas caixiobas com perfumaras proprias
para presente, assim como bonitos vazos
com pos de arroz e ootros de phantasia,
t na Madresilva.
Lzrnhas para vestidos & 320
res o covado
S na roa do Doque de Casias o. 60 A, oatr'ora
roa do Queimado, toja da esquina, de fi^rto da
Silva & C.
COSTl
Chegaram ao Bazar Universal da ra No-
va n. 22, nm sortimento de machinas para
costura, das melhoras qualiddes que existo
na America, das quaes multas j s > bem
conbecidas pelos seus autores, comu sejam;
Weller & Wtlson, Grover Boka, Silen-
ciosas, Weed e Iioperiaes e jootras muitas
que com a vista deveno agradar aos com-
pradores.
Estas machinas lera a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costiir-.'iras podem
fazer diariamente e cozem* com tanta per-
feigo como as mais perft-itas costureiras.
Garante-se a sea boa qoaHdade o en*im-se
a trabalhar com perfeicSo em menos de urna
aora, e os pregos s3o 13j comm-dos qoe
devem agradar aos pret^ni-nies
Letiniauu rreres ieiidem
libras sterlmas : a' ra do
Crespo n, 16. primH>a andar,
RIVAL SEI

mf
Cltegararo agolbas para u.achiua.-tj o fa-
bricante Grover d Biker. bnaia jlOOO.
O RIVAL 1)0 PIC
Roa do Mrquez de Oiinda
n. 50 A.
Tem p.ira veoder os seguales objeetos abaix>.
mencionados, pelos pregos mais resumidos, comr.
sejam : Coques mod^ruos a 2JO0O. pe^is de eo-
iremeios hordado* de diversas larjruras a 500 rs.
'duzias d' co'larinbos de lioho a 43O0, ditos ma:
finos a 5|00i), lechos para aigibfr ?. 2i>J rs. boa
fazenda, linhas de carrit^l de 200 jardas a 60 ra.
I para bordar a 5J0O0 I bra, laques a imitacao
de sndalo a l-3( O, lamparme a tOO rs. a doiia,
eaixas com papel amiz^de a 600 rs. ditas com di-
to superior a 700 rs., envelupes a 400 rs. o cen-
to, botinas Dacionae* para i-miera a i{300, f;o;
para crianzas a l|50i', agalbaa tnaeem a 40 rs
o papel, sabonetas d? r.lcitrao a 300 rs". ajua fl>
rida verdadeira a 1/200 a garrafa, d'ta Lferiori
t/000, frascas com sndalo a 1/000, ditos coa
oleo phikcome s 800 e 1/000, ditos com dito ba-
bosa a 320 rs. ditos com a^ua de cologne a 240
e 400 r?. pecas de galojs branr,o para enfulles de
vestidos de crianca, a 400 e S-W rs., massos con-
12 pecas de tranca brar.ca a 240 r, dltoa com
utas d cores a 3W e 400 rs, duzia? de phjspho
ros seoranga a 240 rs. e a gror-a a 2400, e oa-
Iros muilos artijf a, que para nao tornarmonos
enfadrnhos deixamos di mencionar, os quaes ven-
dem se barato para acabir.
'ouiaNvr aa oiy 'gil 'aopuno
Op BOJ '(03!3CUI apucj oc) aaiIOU 'i
Ttzvag o cied sosjag seiuo3y
snrvd i;jr;i'-;sptvtwoq > OlISOdSO
sijm p Hoiia ioa :uvniiis\(aa ? oviivuun
OHNIA
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9pioiiddvipwwv$duq9[
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VHXMOO
0MJV0J9S9JJ OSOU^pOJ
SVDIXniHdAS
SVIIS310K sv SYOOI 31iC3KlVDiaVH
3Ilad BP sBi;33ioyi se sepo) 9
vq!X '.toi 'U33a|dmi
S3dH3H 'S303dnti3 'SVK3HIS0d
S0SS308V 'S3H0N0X
vMWUlfj svuraaj
'svMoifl 'svouv svovho 'snoiOHosg
vjvd vMpvy
WIHJllLf fvuvin
Pede obter em pouco lempo com o uso do melbor dos licoresa aflamada
HESPERIDIM
Fazjoilo anoos qne conbecido este precioso tnico, e dilfieil acbar orna pessoa
qne, tendo experimentado pessoalmeote, nao falle em seu favor, j como bom estomacal
e apetisador, tomando om calix della antes de jantar, on coco facilitador da digestSo
tomando-se depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nio ba nm s habitante da BRASIL (a trra
especial das laranjas) qoe l3o conbega as propriedades medicinaes da donrada frecta,
ora bem, a
em seu estado natural tem um gosto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidina con-
siste em reter suas boas propritdadfs, e ao mesmo lempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL n5o tem nada qne ffvjar is
melbores imporlagoes europeas de cathegoria semelbanle. Estas, qoando moilo, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinag3o perfeita do
AGRDAVEL SADAVEL
Para prova de que um artigo no qoal pde-se ter inteira confianga, por ser poro
e innoceote, basta dizer-se que oi plenamente approvada e aotorisada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permitlindo sua livre elaborarlo no imperio; outra
BOA PKOVA
a aeccitagao geral que tem em todas as partes onde apresentada. Em 1864 eftabe-
leceu-se a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 1869 a segunda em Montevideo ; a
qo da da ebegada de -S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica qoe aclaalmente
trabalba ca corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitagao,
tanto que rara a casa qoe considera completo seu aparador sem urna garrafa de
1
O bomem velho toma Hesperidioa para obter
VIGOR
O bomem doen'.e toma Hesperidioa para obter
SAUDE
O bomem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes as doozellas e os mogos tomam a Hesperidina para obter boa cor e
nimagao durante os loncos gyros da
BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n. 7, Io andar, reetberam este
grande especifico, e veadem-no nos depsitos segaintes :
Hotel de l'Bivers, roa do Commercio.
Zrferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Gongalvos da Fonle, ra da Cadeta n. 4.
Autonio Gomes Pires 4 C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires 4 C, caos 2 de Novembro.
Comes 4 lrm5o hotel da Passagem._______________________________^___
NOVIDADES E PECH1NCHAS
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA
DA
LOJA DO PAPAGAIO
Tendo por mestre Mr. Charles Laurer.t
EUA DA IMPEEATEIZ 40
Mendes 4 Carvalbo scientificarr. ao respeitavel publico, que acabara de receb*r o
completo sortimento de fazeodas aas de todas as qualiddes, tacto de lia como de ."
nbo, seda e algod5o, o qoe lia de mais medernoe do melbor gosto, e porlanto eosv
dam as Exmas. familias amigas da economa do mestica, a virem oumaedrem na LOA
DO PAPAGAIO, e vero qoe comprara fazeodas bonitas e baratas por menos prego go
jamis compraro.
COMO SEJAM:
Granadinas de seda de urna s cor, lar- Chitas francezas de todas as qrradaOa
gas a i ,5600. de 320 rs, at os cretones de 5(50 rs. o co-
Poopelin3s sarjadas de furia cor Loa lar- vado,
gura, a 15200 o covado. Cortes de casta brancos bordados coo
Alpaco de cores com listras de seda para,babados de seda de cor, e branco, e octra
Engenho S. Matheus.
Vende-so um engenho d'agua, Btoeote e corrent
com muitas boas oirs, meia legua distante da via
frrea, estaeo de Gametleira, pelo mdico preco
de 16:0004000, didheiro vista. Tambe venda-
se dando 6re0C'|0rX) vista e dez dividido em
cinco pagamentos-annuaes, seado que as lemas
descontadas a 1 /ao mez, produzam os dez contos
de rois : a tratar ra. do Livramento n. 19, L*
andar.
"U 'n 'NNVM.S BiJiiuai!i(d Bp Bju<|tj op
}:>mu h iiio.i uiw.iMi o i 'iihOHCHO -d
op KinsmiSi-isE b opapojd to opof vi o
Vj'n.pnnb ujsv-lj o sxltktnx co B4B' j:u^
HIH^tntO ifl 03 S01?3d SVHiriSVd
VIS2NSSW 3a OHdSCHdOdAH 30 SVlflUd
OH^d 3Q OlIHdSOlda.UH 33 3dWIX
CMStnO li OilHdSHdCdH 3Q SVIfld
193 34 0i,tHdMHdO*IH 3tl 3dWX
vao 30 OJJMdSOHdOiiAH 3C 3dCVX
SOilHdSOHdOdAH
USE
VENOE-SE
apa jan i da roa da Mirci.i das, amiga roa Di-
wit n. 68 : a tratar nwj.
eofeite. a 800 rs. o covado.
L3azinhas de cores, em grande quantida-
de, de 320 a iOO rs. o covado,
Cachenez francezes para senhoras e me-
ninas, a 3fJOO0,
Cretones francezes para cobartas, cor fixa,
a 800 rs. o covado.
Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o CDWfle.
C- bertas de fusio de l e de ontras
qualidadf-s, brancas e de cores.
Poupelic3S de seda, de flor e de quadro
liSSOOo covado.
Pegas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas.
Ditas de cambraia adamascada com 20 va-
ras, a !2$0O0.
Saias bordadas muito finas de i e 5 pan-
nos.
Bafes de chita e de cambraia a 2-5000.
Nansouks e baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas qualiddes de lasinbs e alpa-
cas em retalhos, para todos os pregos.
Bramantes de linbo para lenges, de 2^200
al 4O00.
Dito de a!g)d3o muito largo a 14800 a
vara.
AlgodSo largo para lenges, a 4i$00O a
vara.
Atoalhado adamascado de linbo e algo-
d5o.
Esparthos de linbo finos, de 3000 para
cima.
bordados com listras.
PARA LUTO.
Veos de fil de seda pretos a 8K)00.
Merinos para vestidos, bombazina, cat
tao, alpacas, laazinhas, crep, cassas e Obi
tas, tudo em qnantidade, e para diereo<
pregos.
Grosdenaptes pretos, de t)}60, 24*>.0
2IS0O at 5,5000. -
Seda prera com listras assetinadas p>r
vestidos.
Cbapios de sol de seda para meninas, i
4^0( O, e f uni.
Ditos para bomem d iO*CO a: 20i5CnX;
Ditos de alpacas de cor e preto, para di
versos pregos.
Tapetes aveliodaxjo desd os Oais pe-
queos ateos maiores.
Damasco carmezim para colchas, o me
Ibor.
Pannos de croch p?ra cadeiras e <>-
pbs.
Cambraias victorias de todos os neme
ros. .
Ditas transparentes og'ezis e smssai, co*
a largura de Urlatana.
Fil d linho e de seda, branco e pr?*.t,
liso, de salpico e de fl 'res.
Camisas bordadas para sobora, d* d>
versos pregos.
Meias para senboras, das mais InferiorA
at as mais superiores Que teem ap: are
cido.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento ea montn nm.
5"'?"!!'??8 Cm UslrM d8 8ed'' a, officina, e qoalqaer bomem que qoizer vm
tir com gosto, acbar moita varitdade ea
- Cadeiras Oftriortu cuiu mu ea piumii*
ttJOOOcada orna : m cae do Apollo, arma-
Km de Tasto lrmaos & C
qoe sempre se venden a 40OOC e 5^000 e
hnnrla nnr ra tr f*im nm. ormHa VevL?-sc tres pretos, sendo um de 26 an-
2 ,& !L! a g nos,dousdo 40, wn destes torneito: trata-se
compra 10600 e 2^000 a dalia. na ra de Horta> a. 96.
YENDE-SE
o sitio existente na travs >a do Remedio, fregue-
zia.oos Afbgadoan. ; luye becco travessa
do Remedio t 18, era cios propFios : quem o
pretender edtenfla-se om o seu nropretario, na
na Se S. Francisco de*ta ci.lade do Recfe, como
o^iem vai para a ra Bella r. 10.
* Vendc-se um 'msteqoe ra&co, de i* aano,
bonila figura : trata- ai roa de Hortas n. 96.
800 rs. o covaao.
MadapolSes inglezes e francezes de 5(JOC0
at 125000.
Algodosinho de todas as marcas, di ver
sos pregos.
Bareges com lislra de seda, a 500 rs. o
covado.
Cassas francesas de cores ffcas e lizas
com barras, os padrbes mais bonitos que-se
teem visto.
FORNECEM-SE AS AMOSTRAS A QUEM AS EXHIBIR
JREGUEZAS DA CASA.
camisas de cores, panno s-riaos e casera ras
o melbor que ba no mercado, rorjpa Wt
em qaantidade, assim cora) camisas fran
cetas o inglezas, lisas e bordadas, cern:
de 1 nbo e da alfodao, meias, coilarinbji ea
grande quanlidade, grvalas de todos o
feitios, camisas da meia, em sarama anco
tra de todo qoe p ecisar para vestir coat
gosto e elegancia.
E OS FIGURINOS AS
Aviso
Vende-se um sitio com com una casa terrea de
pedra t cal, em Oiinda, ra da Floresta n. t,
com aores de truio, tendo 190 palmos de frente
em solo proprio; para ver e tratar na mesma
casa.
V'eade-se o estabeieneato de molh'idQs si-
to na ra de MarciLo Das n, ?9.
Sngar Wafers.
Orilla)
A melhor bolachiaha at boje conliecida. tant
para cli, como para dieta'' : vende-se oa eonfei-
t&ria do gampos, ra do lmp*ta4w a. 2i.
1
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V



I


I


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^
Diario de Penmmbuco Sabbado 11 do Janeiro do LRT8.
W
A C3K0A M OURO. I
A mu da Iiaaperatrtz *?,
*U 3. %
Acaba de recelar de conta propria,
pelo ultimo vapor da Europa,uui com- 4a<
pleto soi trtenlo de objects de prata
os mais lindos que tet viudo a esto mor- KK
rado, sendo os segiiintes : aderemos de yB'
fila-granria, obra de apurado gosto.vol- D\
Us, brinco!", rozets, salvas, relogios,
palhileiros, i?olhercs etc. etc., pelos pre-. gfe
?os mais resumidos possiveis. Assim W
coma um completo sortimento de obras tfh
de uro : armis de brilbantes, rozetas, "
aderecos etc.. e tambem sem brilliantes.
A verdadera cerveja da Baviera, marca ba-
ara, de superior qualidade: vendem Taaao Ir
tioi & C. em seo armaiem da roa do Acorto
" POTASSA
da Russia, nova e de boa raalidae. tem barris
inteiro e meios : veodem Pereira da Cucha Ir-
ruios, ra do Harqnet de Olinda n. 21, escri-
torio.
1
s-se balaoca* deeimsas tanto pequen'
a'WlfS : ni roa do Imperador n. 19.
Excedente moclnho ingles em latas de qnatro
titiras a 900 rs. a li^ra : no armaiem de Tasso
liaJEs^C., ra do Anxirirn o. 37.
Biciks de Ham burgo
Vende te a Ui o c< nt >, muito barato : na
roa da Cruz n. ii, 1* and reiri'.
Grande tropa de burros
venda.
Ignacio da Si va Deir avisa a seus frrguezes e
a >uem mais interessar posea, que condal boa
tropa, de borros, e me passar per Rarreiros, Rio
Formoso, Eseath. {atoo, etc., etc.: qnom, pois,
qui cr fa?er compras pode mandar avisaa-lo 00
eneontra-lo.
Novo estabelecimento
de joias.
Rita do Cnbug n. S'.
Neste '*iin'nto se encontrar
um bonito sortimento" de joias que se (
vendem por tal pre^o que animar ao -
comprador atiento ao vantajoso sysle- g[
ma, ganhar pouco para vender inui-
to, quo cei lamente til ao compra-
dor e ao v.-ndedor.
TiUHbem se compra euro, prata e po-
dras precio-as. beut como se Fabrica e
concerta toda e qualquer obra tendente
mesma arte.
f .;::'.. V :- : i : Mi
BICH4S DE K4MBURG0
As mais rotalos c tuelhores.
Winlem-seiia pliarmaria o drogara le Bar-
tholomeu fe C, ra Larga dosario o Rn. 34.
Ultimo gosto
Caderat prat;is curadas e roar:heladas de roa-
i
-a
m
-S
S
S
--ni

....

.....
*

dreperola : oes armazens
no caes do Apollo.
de T.-. i Irmi & C.
SEGREDO ECOSOMIA E CELERIDADE.
Obtetn-se com o uso
DA
IHJEC?A0 SH0ST
nica, hygioiiiea, radical einfallivol na cu-
ra las gonorluvis, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada applicaro que sempre com a
maior vantogem so tem feito della nos hos-
ptaes de Taris.
nico deposito parao Brasil, Bartholomeu
& C, na Larga do Rosario n. 3i.
ATTENCAO.
Vciule-se nma excelentc taverna sita rita do
liangel: tratar na ra da Concordia n. li'i.
Cliegueni (llanto antes!!
A ..SOftO! 3$00! IWM!
Lindos ebapos campestres, da ultima moda,
para senhora. s na ra do Duque de Caxias n.
tk) A, loja da esquina, de liento da Silva A C.
Alttga-se urna escrava p.ira todo o servido de
tuna casa de familia : tratar na ra Primeiro
de Marco amigamente do Crespo, loja do Passo
junto ao arco de Santo Antonio.
Novidade.
Ricos ebapos para senhora, de plha le Italia
e de seda, cousa iiiteiramei.te nova neste merca-
do : so k encontrara na Predilecta, ra do Ca-
tinga n. 1 A, a '.'lies antes que se ucabeni
CONSTIPAQAO
ElIHltei
Flf^BII
im
"lili!
RHEUUATISMOg
Ir 1KUI
tU.
a 55 B4.. Sebastopol:
; PURGATIVA!
^
tM-
bfctattf
34-
DEPOSITO GERAL
NA
Pharmacia e drogara
DK
BARrHOLOME & P. '
-Rna larga do liosario34
O bacalho da Noruega, em caixas e meia
ditas : no caes da Allandega n. 1, armazem de
Tasso Irrnf-s & C.
k fflA
Madapolao e algodosinho
avariados.
Largos e superiores que valein 7000 a iOO,
grande pecbinclia : na ra da. Imperauiz n.
36, b)ja da Rosa Branca.
Chapeos de sol de seda a
7|000.
seda raneada inuito boa, com 8 basteas; <;
grande pechincha : ua ra la Imperatriz n. 36,
loja da Rosa Branca.
Rua Duque de Caxias n. 50,
A Agnia Branca &txpre afTeita a vender o b,m,
e Bnca esqoeci )a de bera servir a sna constante
frfgnezia, tem continuado a mandar vlr bjecies
de sua encommenda, e agora mermo acaba de
recebar um bello sortimento de especiaes perfn-
mrla de Lubn, cuja s perioridade etta ao co-
nhecimento dos arnidures dj bom.
Ella rectbeu mais :
Frasees grandes e menores com superior agua
de Colonia.
Ilem dem com agua de Lnbin para toilets,
lemps, etr. etc.
iJem idem com superiores extractos, cojos fi-
nos e agradveis odores sos:olhido9 a gotto.
dem com leite virginal para sarlas.
dem cora leite de rosas brancas tambem para
sardas, pannos, marcas de espinhas, ete.
dem com xtracto de quinquina para confer-
vaco das gengivas.
Mem com pernada phocome.
Vaso d- porcellana com extracto de pomada.
Uniros com cold creme para raaciar e refres-
car a pelle.
CosflMrtqae, pa?ih:s famantes, etc. ele.
E l>-ia assirn rnoitas ootras pe fumarias dos
bem conhecids labricantes Piver e Coudray.
Flores finas.
" A aguia br&Lca, a ra do Duque de Caxias, re-
ceben raoi finas flores em ramos e rosas para ca-
beca.
Meias brancas listadas para
sen horas
A agnia branca, rna do Duqne de Caxias n.
50, receben por amostra nma pequea quantida-
de de meias brancas com lisira~ tambem brancas,
godo inteirameote novo e boa fazenda.
Cutileri f ancesa.
A agnia branca, a ra do Duque de Caxias n.
50, receben novo sortimento de tinas tesooras de
ac polido, sendo para nnhas, e costura, e estas
de diversos tamaohos at nm palmo. A polidei
de taes obras faz bem conhecer a toa sapenori-
dade.
Cartas finas para voltete-
Na aguia Branca, a ra do Duque de Gazna n.
50, encontraro os pretndanles linas cartas fr.'.n-
oezas com boiras denradas, e entras a prfeos
mais baratos.
Srlnquedos
de borracha para crianzas
A Agnia Rranea, 4 ra Duque de Caxias n. 50,
receben uro brilo sortimento de b inqufedos de
borracha para criarcas.
Bonitas
gelinhas e punhos bordados
A Agnia Dranca, ra Duque de Caxias n. 50,
recebeu bonitas gulibbas e puLbos b&t dados para
senboras. _
Nevos cebes coin tecidos
do seda
A aguia branca, rna do Duque de Caxias
n. 50, recebeu urna pequea porc^ao de coques
de tecido de sed?, os quaes pela novida e e boni-
tos moldas, provavelmeoie se aca>arao loge, por
tsso, a elles Exmas. apreciadoras do bom.
Camisas de ihaniasia.
A loja da Turquc/a reiebeu um lindo sorli-
tueoto le camisas de pkaoliaia, proprias para
bailes e partidas: i ra do Barao da Victoria h.
9, antiga ra Nova.
barato.
Cortes de
74 a 1.
Lencos de-esgniao fino de valor de 8 a
duzia : na ra do Crespo n. 20.
gorguro pata Metas de valor de
la
ATTENCAO
m
Vem!e-se nm exceente cofre com segre-
do, obra feita na ierra com moita segtrao-
ca : a tratar j}3 thesouraria das loteras,
ra i de Marfo d. 6.
CHEGADOS PARA A FESTA
MAIS
BARATO PSSIVEL
pateos
MAIS BARATO POSSIVEL
N. 7- Ra do Bara da Victoria ou'r'ora rna NovaN. 7
Calcado francez, per fumar tas, planos, espelhos, quluqutlha-
rfus de phantazla, raoblli-s de vliuc e firlnquedos.
F.-ie e.-^tic'.cun-nio e.-. rrcebeodo nao ppr t que esto cbegsndo da Europa todas as suas caeommendas para o grande e expandido sortimento da
festa, e t-ferece ao pub.uo f m geral, per pregos- mais barato po?sivel os srfgoi seguintes :
Calcado francez
(Jolinas de luxo e phaniazia, brancas, prttas e de
diferentes cores, toto para enhoras, como pa-
ra rteninas.
Sapatirhos apa) salto no rigor da meda, brincos
e de core* pata seoboray.
Botinas de-Mei.s, de Snser e de Polak, para t-
meos
Sapaios de cordavSo Milier para horneo?.
Bolinas para meoiuo de qualquer taoianho.
Botas e raen. botas de montana o melb >r posst-
vel para h,.mens.
Perneiras e rreias-perneiras tanto nara homans
como para ixniuos.
SapatSrs de Su-er, para Inmens e meninos.
Sspatoj e vrroiz erra salto para bumens.
Abi tinados de rnuitas qoaiiades e pngos para
mtnioos e meninas.
Sapa'Ses de vermz cam sola de pao prnprios para
>ilios, jrdios e banbos, sortimento para horaenj
e senb? ras.
Sapatos de tapete, catemira, charlo! avelludado,
de tranca nortnguez e francez.
Perfumaras
Beogallas de Inxo, cana, com rattSes de marHm-
Bengalas d versas era grande striimenU para bo-
rneo! e meninos.
Ctiicotinh.s de bateia ede moilaa fo-ibdades di-
versa*.
Esporas de tarraxa para saltos de balae.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pente* Je tariarnga para estrcbar;rr,r e para
barba.
Ditos de iaarlKi rooito unos pr.ra limpar cabera.
Escovas para roupa, cabello, nnhas e para deules-
Carteiriubas de raadreperola para dinbMru.
Meias paia bomtns e pira mf-nintia.
Grvalas braucas e de seda prtla para homens e
ireoinot.
Caropanhias de mo'a para chamar criadas.
Ji.gos da gloria, de dama, Ce bagatellas, de dmio
e ootros rouitos differentes jogqiibos allemes e
franeezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami-
nhos de ferro.
Mamadeiras de vidro de dar leite mni fcil as
criancas.
Argolinhas do roarfim para as criancas m rderem,
bom para os denles.
Btrcos de vime para embalancir criancas.
Cesiinhas de vimes para braco de meninas.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e p5s den- Carriohos da qoatro rodas para passeio? de crian-
trificie, agua de ti .ir de laranja, ajrna de toilet- cas.
te, divma, fliida, lavaode, ri* te arroi, -abo- Vcm-zianas transparentes para prrtas e janellas.
ri'-i-?, c tiaelieof, inuitos arugos defieaos era Reverberos trinspareutes para candiciros de gaz.
perlurosria para pre>entes c tractos, ca;xinlns surtidas e garrafas de difieren- i Laotemas mgicas com ricas vi-ta de cores em
les taannos 'gua cecologoo,tudo de primeira
qualidale dos bem conhecidos fabricantes Pivcr
e CouJray.
Pianos
Muito bons planos fortes de fugantes modelra dos
mais notaveis e bem ronhei'ldoa fabricantes
Alphonse B'ondel, Henry llers, Pieyet W IfT &
C. a Erard.
Mofailias de vimei
vidros.
Vilros avnlsos para costnoraras?
(. ih is de paptl de ce res para iilomin^oes da
fesn.
Brides a* reostaticos Se papel de seda mni fcil de
tobir.
Encerados bonitos pan conservar as mesas de
Jamar.
Machinas de varios systemas para cf.
Espansdores de pal a e de pencas.
Te-ooriobas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos par* mangas e lanteroas.
Cbegou nma grande filara com amostras de ca- Tioteiros de luuca branca, modelo b'. un e bom.
deiras de baiioao, de brac^, de guarmcoe!, so*
fas, jardinpiras, infjas, conversadeiras e costo-
reirs, Urdobto muito bom p.r serera fortes e
leves, e os mais proprios movis para slelas e
gabinetes de recreio?.
Quinquilharias
.rgos de dll'fcredtes gostos e
phantazla.
Espelhos docrados para salas e gabinetes.
Leques para seohoras e para rnniioas.
Luvas de Jouvin de fio da Es:ocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro da augmentar retratos.
Diversas obras de ouro b :m de lei garantido.
Correntes da plaqu rnqitj-bonitas para rlogio*.
Brincos a imitecao e bot9s de pnnhcs de plaqu
Bolsiohas e cefres de sed?, de velludo e de cun-
cho ds ci'ires.
Notos objectesde phaotazia para cima de mesa e
toilette.
Pincenez de cores, de prata dourado, de ac e de
tartaruga.
Oenjoa e cj fino e de todas as gradoa;oes.
Tiras de molduras d^uradas e pre'as para qnadros.
Quadros ja promptos com paysageos e phaotazia.
Eslampas avulsas de saolos, paysagens e pbaoia-
zias.
Objects de mgicas para diverttmenlos em fa
milias.
Realejos prqQ?nos de veios com lindas picas.
Realejos harmnicos ou aecordions de tolos os ta
machos, e ostros muitos arligos de quinquilha-
rias iEfkeis de mencicnar-se.
Para lapinhas
Ca xinhas com presepios completos com todas as
pecas, e para augmentar as lapinhas ha um sem
tornero de ftgannbas, casinhas, jardins e ani-
maes surtidos.
Brinquedcs para me-
ninos
A maior variedade que ^e pie wejar de todos
os hriaqnedos fabricados em differcotes partes
da Europa para entretenimeato das criincas.
Anda um poueo de attenqo
O dono deste estabelecimento v.ende.'tmore mais barato, nao i- porque recebe em direitora
sens arugos, como pelos abatimenlos e emeessoes que outem d-s .brjcanlea e^com.mssiouar.o, em
aitenco as gi mdfs e repetidas encommeodas, assim poi animado pede a tees fregueies, amigos, co-
Ohecidos e ao publie i em gera', coadjuv^cao, viodo cJmpr escolheudo a vootade o que precisar.
MQ AH1HAZE WO VAPOR ffBAWCEZ ;
N. 7-Bua do.Barao da Vitoria ou^'ora ruvi Nova-N, 7
N. 28 Ra do Bario da Victoria N. 28.
Antonio Pedro de S mza Soares, receben om lindo e variado sortimento de objects
como feJHtD : lindas caixinbasdemadeiras com extractse sabtnetes. bolsas, ndenpesa-
veis de couro da Russia, para seoboras, potes e catangas c( m banha dos melbores perfo-
aiistas e mos objects abaixo declaradts, os qoies vende por precos resumidos.
Vende-se
" Urna boa rabeen do autor italiano Gagliuno :
na travessa da Dujuc de Caxias 2, segundo an-
dar.
Vendc-se tima taverna uo Barro, na entrada
do Uchxia, freguezia dos Afogados, com poucos
fundos : tratar na mesma.
Caldas, c leales
Colchas muito randes, brancas a i*, ditos de
ores a 6| urna, lencoes de bramante a 2 um,
gcchincha : na ra do Cresro n. 20, loja de
Guilherme- (i-da Cunha Borradla!!!
Para limas, vende-se ra pbajmacia Totres
rna de Marcilio Dias n. 133, antigo pateo do
Tertjo.
Vende-se tima escrava de meia idade, com
habilidades, tanto para nervino donwsto, como'
parama : no Qiji darua da-Concordiap. 2fc3.
m aquisico.
Vcnde-se um terreno hi ra Imperial com UO
pannos de frente e 300 dt fundo, solo oroprio, to-
do aterrado, prorapto oa-a edificar, porto juito
par descarga-de materiitt estando um lado mu-
rado : a vei e iratar na inesma rna casa n. 236.
o ha maiti cabellos
brancos.
Tinturara japoneza.
S e ubica approvaa pelas academias de
sciencias, recoobecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito prin-
cipal ra da Cadeia do Recife, boje Mr-
quez de Olinda n. 51, i." andar, e em to-
das as boticas e casas de cabeeireiro.
Tijulks franeezes sextavados
De 1 .Y-OOO a 5d?000 -
luillaeiiH.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melbores e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrhar os pavimentos
teneos das casas, -porquanto, pouco mais custan-
do do qub os feitos no paiz, sao, sem compara;ao
alguma, superiores a estes pela limpeza de n,ue
sao susceptiveis. Custain, alem disto menos da.
dcima paite dos de inarmore, j reproyados,_e
dos de differentes mosaicos, os quaes nao estao
cortamente ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empiegados e proprios para as salas princi-
paes. Alui da vantagooi que ha no cniprego
destes lijlos para os pavimentos terreos e casas
de campo, tem estes anda a de serem os melho-
res' e mais proprios para ladrhar cozinhas nos,
sobrados da cidade, atiento a sua solidez e pouco-
peso, estando mais que provada a couTeniencia
de serem assoalhadas as cozinhas todas de tijolo,
e nao s a parte jupia ao fogao, no que ate a
companhias de seguros se Jeveriain interessar.
Venoem-se nos armazens de farinha de Tasso Ir:
maos & C, no caes do Apollo.
CARNAVAL!
Borradla para limas.:
Vend-se borracha de primeira (ualidade para
limas de ebeiro, nos seguintes lugares : na pbar-
Gallieteiras dotaradascom extracto.
Dozia de talberts c bo de Viada (i
imitagSo) a
dem idem cabo de osso i B com
toqne a
dem idem idem -2 B finos a
Livros para ncias a 30 e
Abotoaduras para collele, grande
variedade a
Latsparioae a gaz a
Gaixa de liaba com 40 novellos a
Grcza de be toes de osso para cal-
;aa
Dozia de ditos para enfeitar vesti-
dos a
Resma de papel pautado e lizo a
3(5000 4,5000, e
Gaixa de papel amizade muito
bom a
Ilem idem beiradourada a
dem de envellopes fios de Per-
siana a
dem idem a 400 e
Duzias de baralbos raecezes capto
ioorado a
dem idem lisos a
3,5000
45000
Duzia de penles de borracha para
alizar com costa a 24*00
Mimosos leqoes de osso para se-
nhora a 7/fOOO
Mem idem de sndalo com Unte-
BAZAR NACIONAL
Rna da Imperatriz n. 72
de Lourenco Pereira MendesGuimanles
Declara ao respeilavel publico que, tendo concluido o constrlo qoe fex em seo es-
tabelecimento da roa da Imperatriz n. 72, declara que o sertio fo novas fazendas pro-
proprias para a festa do nata', os preces sSo os mais baratos possiveis a saber :
LASINHAS A' 120 BS. COBTES DE BRIM A' 14500.
Vende-se laasinbas para vestidos a 120 Vende-se cortes de brim par cale* a
100, 360, 400 e 500 rs. o covado. 14500 e 250 0.
OLINDENSE A 800 US. MADAPOLO A' 34r00.
Vende-se ama nova fazenda de seda e Vende-sa pecas de madapoljo a 34000,
linbo, por nome ondense, propria para 4450(, 84000, 640OOe 84000.
640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado. chapeos de iwi.iia a !000.
ALPACAS DE CORES A 440 RS. Veide-se chapees de palb, de feltro e
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- de castor, pira horneas e meninos, a 20,
das, para vestidos de senhora, i 440, 5C0, 24S00, 34 e 44000.
rs. o covado.
BAPTISTaS A500RS.
Vende-se urna nova fazenla por nome
baptistas, para vestidos, a 500 rs. o co-
vado.
SOTANAS A 640 RS.
Vende-se urna nova fazenda de 13 e seda
por nome setanas, para vestidos de senho-
ras e meninas, a 640 rs. o covado.
PHANTASIA A S00 RS.
Vende-se urna nova fazenda lisa, por nome
pbaniasia, para vestidos a 800 o covado.
Fnsto braceo a SSO rs.
Vende-se uslo branco e de cores, para
ALGODO A' 44000,
Vende-se pecas de algodlo americano,
400f, 5000 e 64000.
BOTINAS PABA SENHOBAS A i=40C0.
Vende-re botinas para senhora, a 54000
e-55500.
ClftlBRAIAS A 35000
Vnde-fe pecas do caabraias lisas para
vestidos, a H4C0 44000 e 54C00.
CAMBAS BbANCAS A 2000.
Vende se misas brancas a 255C0 e 20.
Ditas de linbo a 34, 35500, 40000 e
54000.
Paiitots de panno preto a 55COO, 75000
vestidos, de senhora, a 32D e 400 rs. o co-'e wo00. Palitois.de casemira de cores, a
vado- 40, 60000 e 8|00O.
SAPATOS DE TRANCA A 10500.
CHITAS PRANCEZAS A $40 RS.
Vende-se chitas francezaa escuras e cla-
ras, a 240. 280, 30 e 360 rs. o covado.
.^_ jjgjjg fJ4?n0,Mim.HJSapatos-de casemira pretos a 25500. 301
Vende-se brmame cora l palmos de -t/
largara, proprio para lentes, a 5000, '
Vende-se zapatos de tranca e tapete, para
bomena e seniioras, a 15500, 10800 e20.
e 20200 o metro.
rosdeoapes preto a 2.*<>
Veode-se grosdenapte preto a
24500, 35500 e 55000 o covado.
PANNO PRETO A 1*500.
CHALES A'8(0 RS.
Vende-se chales de 15a cem quadros e la-
25000 lra8> a 80 rs- e 0OCO, ditos de -narit
'estampados, a 25000, 34500, 45 e 55000.
E outras imitas fazendas qe se venda
Vende-^e panno preto para caigas e pa- sem reserva de prego, na loja do barateiro
litota, a 15500, 25500, 30(00, 440OO e1 Bazar Nacional.Roa da Imperatriz d.
55000 o covado. 72.
Samuel Power Johns-
ton & 0.
Ra do Apollo n. 38 e 40
Fif :n ciente aos seas fregaezes qae teem
^ mudado o sea deposito de machinas a va-
jgfej por, moflidas e laxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para ra do Apollo r.
38 e 40, onde eontinunm a ter o meseju sor-
timento do costume.
Fazem srisnte tambera qne teem feito um
arranjo com a fundidlo geral, pelo que po-
dem offerecer-se para asaentar qualquer
machinismo e mesmo garant-lo.
Os propietarios da fnndi;ao geral faiem
scieotes aos scnhnres de engentio e mais
pessoas, que leem eslabelecido nma fnndi-
rao de ferro e brouie a ra do Brum, jun-
to a euac los bonds, onde aprontarp
qualquer obra de encommenda com perfei-
gio e proroptido.
Os mesrr.es rogam as pessoas que qaei-
ram otilisar se de seos serticos de deixa-
rem as eneommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Joboston & C. a fu do Apol-
lo d. 38 e 40, onde acbaro pe?soa habili-
tada com quera pc.isam entender-M.
Apparelbo para fabricar assucar, do systema.
WESTON CENTREPUGAL
nicr.s agentes em Pernambuco a fundicao geral.
Para tratar em seu escriptorio a ra do Apollo n. 38 e 40.
mmw&> aMstajaKiST*88
aTT vi II 1 U ii -p-w * i U ii u
54500 joulas a
0OO
54000
25000
15000
0160
NOVIDADES.
Redes enditadas para Senhora a 14SG0
Brincos com pedras o que tem viodo
ie maisgosto.
Bonecas o animaea com corda.
Meios adtrecos pretos com cama-
feo a
Luvas de pellica meito fresca a
dem idm com loque a
Dozia de pegas de trancas de ca-
racol a
dem idem lizis a
Microscopios (sem vistas) a
Iitmidema mi'.acSoa
Garrafas de tinta tina mnito boa a
0200 Potes de dita ingleza (preta) a
140O 100 e
4500 Sapatesde tranca tapete, casemira e
cbar lote. '
0200 BoUnas para senboras o para 00000
PERFUMARAS.
0200 Magos de sabonetas inglezes mnito
hoos a 5600
45500 Duzia de sabonetes de amenda a 20500
dem idem de corago e flores a i 0500
0600 Pacote com pos de arroz mnito
0SOO fino a 100e
Garrafa de agua
0800 xa a
4500 dem idem kaoanga a
Frasco com oleo orizoa
34600 Caixa com p para denles a
20500 Opiata nwite boa a i^OOO 1500, e 20000
Agna de Cologne mnito fina fraco
de 500 a 20000
Tnico oriental de Kem a 10000
Variado sortimento de vasos com banba.
Caixinhas com extractos a 20,35 e 40OOQ
Frasco com extracto oriza mnito
fino a 1^00
dem idem a 240 400 e 500
florida verdadei-
5640
20500
04CO
0400,
0200;
0500
102CO
10200
15000
4200
RA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
Os proprietarios tiesta fundiqao reoommendam-se aos*Srs
agricultores pela boa qualidade das obras que duraiile mais de
30 anuos, a casa Ihes tem fornecido.
Poss,ueni serapreum avultado deposito de macbiiusmo e im-
plementos em toda a variedade de tamanho, proprios para todos
os mysteres da agricultura e preparo do assucar e algodo; entre
os quaes algumas novidadesnesta provincia, merecendo ser vistas.
Vendem a prazo ou a dinheiro com descont, a vontade
do comprador.
Pan tullo Avisara ao publico qoe diversas'encommendas dirigidas a esli
vctUL/iUJi Casa, tem sido desviadas: pelo qoe, rogam a exigen.ia da cen-
ia impressa, para prova procedencia do qoe se l'.es foroece.
Oulro sim, qoe por abi andam especuladores (algons empregados em obras e concer-
tos, etc..) a inculcar encommendas e compras de machoismo: acautelara aosSrs.de en-
genho costra os taes, lembrando-lbes, peosem se sem ioteresss aquella industria: e
qnem paga as peilaa recebidas pelos ditos incubadores. > .
COMMISSDES
Fazem encommenda a vonUde dopedinte, mediante urna
commisso, de qualquer machinismo ou obra, dando ao compra-
dor a vantagem obtida por sua babilitaqao e costume no negocio,
tanto em respeito ao preqo como a qualidade, assim como todo o
auxilio em montar e trabalhar com o machinismo vindo.
HERDEtROS BOWMAN
por Albert B. Ghewy, Engenheiro.
IIA DO BRIJH N. W
PASSAMDO O CHAFABIZ
20CQO Howe.
QUINQUILHARIAS.
Tambores para criangas, bailas de borra -
cba, be ecas de massa e looga, candieiros
a gaz, bonecas de porcelana; quadros de
paisagens, cidadese machinas decostura de
pateo
ionio n. 4, por preso razoavel.
Farinha demilko
Vende-Je farinha de milbo sida a vapor, dia-
riamente, pelos preces segaiotes: grossa para
migonz a 90 rs., dita para in%, pintos e pasea-
richo* a 100 r., para eaogiea e pao de provenga
a 199 ra., a Rara cseas a 140 re., ent arroba
mais barata : na ra do Cotovello o. ZB.
JARROS
om tripas e doblada da Taces ingiera a 4#00t
cada um : no innatea de Tasso Irmos & C,
rna do Amorim n.'37.
' Tende'-se inuito bons terrenos em Belero, eni
Beseribe e na Torre, todo porto da estaeio dq
jaminbo ds ferro e d baitbo: a tratar coro oSr,
Joio Feitoss, na ra esireita do Rosario n. 23.
ZSiEi'.SSitr***** Xarope d'agriSo doPaii
Vaquetas para carro e botas de viagem.
Marroques.
Ccrdavdes.
Olanos para torro de carro.
Potassa da Rtusia.
Vinhe do Porto, fino, em caitas.
grande sortitDnto de camafeos oanaaicos, tanto Vendase um cabriole! inglez, de duas ro-
niata Central a ra ^Imperador n. 38, ames- laoplM cotao eaeastoadoi, da diverso gestos, das, com, qnatro assentos e uxa.excellente cavajlo
ma roa n M e no pateo da matriz de Santo An- tem como ama liada colleccao de cbjseoa de M- para o mesmo: ver na coeheira da rtrafla Ro.
las artes. e a tratar na ra Dtrerta n. 10.
* Antigo e cenceituaHo medicamento para
! cwa,JA5rAPesasds. irgos respiratorios^
gqwp a.j|bJ|sca, hronclihes, astnwa."etc,j
apflicafii,.ajnda com ptimos resultados Q
escorbuto. ;
fjflrrmHllSA TO^PIVI VertdeTse-oa.pbarmafJa e drogara de Bar-
OttIUaW!0- BWNHU thdomeu & C., ra Larga do Rosario n". 34j
Acha-se a venda na ra do Imperador n. 29 om ^ ?-.-----2---------
NOVIDADE
Aos senhores fumantes.
.Completo sortemento de noves arugos para femantes, algam raros neste mercado
cono sejacr : -
Ponteiras de.espumas verdadeira para charutos eagarros, de mnito bonitas formas
e diversea precos. ^^^
Ponteiras com mbar, eereja e espuma, para charutos a cifirroi.
Ponteiras de mbar para charutos e cigarros, de differentes tamanho", gestse
precos.
Cachimbos de espuma verdadeira, de differentes formas e diversos pjjfi*s-
Carbimbos de mas-a imitaco de espuma, de diversos tamanbos.i presos.
Catiumbo de madeira da diffsrentes formas, qoalidades e precw, o melhor qne se
poda dej.r neste genero. .
Urna grande variedade de boltjas par fumo, de diversa ruaiiaiaM.
Fumo para cachimbo e cigarros, sendo :
Nove caporal (imitacio do fumo franeea ).
Basl Bird Sarga (. lbo de Passaro ) iiDitaijao do fumo iagfea.
Flor da Brasil a otara qnalidadaa. ,. .
Elflomo vndese por melado do preco do qpe vem do estraogeiro, e nao ine e
inferior, como fcil verificar. __ -'-'- -'.~"
Os precos do lomo tem abatlmento de 5 aM por cenia, eoofom* a qnaotMaae qoo
apMt.^^A de.ciarxo, roa larga do Rosara n. II., antiga roa do Quartel dr
Polica. --------
\ ,

i, M



2i

8
Diario "de Pemambuco Sabbado 11 de Janeiro de 1873.

ASSEMBLA GERAL
CMARA DOS li:PUTADOS.
BISCl'SSAO HAVIDA NA.SESSAO DE 26 DE DEZEM-
BRO.
0 orcamento passaria dentro de dous eu
tres di;>, e passasse ou nao, o dever do pre-
sidente eraprorogar a assembla at o dia
m que expirarse este oxcrciri>.
O Su. Perehu da Silva :O ornamento
eslava a passar no fim d 3.* discusso.
O Sil. PAULINO IC'.SoiY.A : -Eliotc Y. Kxc.
Sr. presidente, que p meas vezes, que nunca
talvez o orajBtoii.n provincial leve como este
anuo to uamtdo debate na assembla^Io Riu
de Janoiro.
Segundo estou informado, na primeira
discusso passou sein que se disesse urna pa-
lavra ; na seguirla orara somonte un depu-
tado, empregado, da ad DinistfacO provin-
cial e a ello adheso; na terceira tomara par-
te no debate un nico deputado opposicio-
iiisia quando no dia 21 do crrante o presi-
dente prorogou a assembla por tres dias. O
(lia 22 foi domingo c nullo na > trabalbou a
jassembla : no dia 23 o hbil e proficiente
relator da commisso de fa/.enda, o Sr. L.
H. Yieira Sonto, justiliou o trabalho que
apresentra. Nio fallo no da 2i, porque
peio regiment da assembla o ultimo dia da
sesso destinado approvaeao de redac-
(des.
Assim encerraram-sc os trabalhos legisla-
tivos da assembla san le do orcamento,
porque o presidente quii;, a exomplo do mi-
nisterio, ostentar peante a provincia que
tambern para elle nao ha constuiro, nem
ha leis,
tacto anlogo j se dMI ein Jt8<>3, a pro-
vincia do Rio de Janeiro, durante a presi-
dencia do doscnibargadur Polycarpo Lopes
deLe&0. Tudo quanto, porm, se fez sob
cssa excntrica adiniiistiaco, foi taoexorbi-
tante da lci e do bom MUSO, (pie so nesta
quadra o actual presidente poner adoptar
os actos de antao para norma dos seus. Nem
abusos desta ordena podem constituir prece-
dente.
Deixando o desembargado!- Polycarpo a
administradlo tritn sein demora o vice-pre-
sidente desembargador lavares Bastos de
obter a lei de ornamento, convocando a no-
va assembla para logo iepoisdeOleita. Reu-
nida no mez de abril, votaram-se os crdi-
tos e as despetasdaproviueia.
Em 1865 o presiden .e Domiciano proro-
gou a assembla (composta de liberaes) at
31 de dezembro, e nao obtendo a lei do or-
comento teve de resiguar-se, porque os po-
deres da assembla tieavam terminados nes-
se dia, sendo o ultimo auno de legislatura
provincial. Nao podia prorogar alm de 31
de dezembro.
Eleita a nova assembla o mesmo vice-
presidente desembarga' lor Tarares Bastos,
convocou-a em sesso extraordinaria por 15
dias. Decorridos estes, estando a lei em 3.
discusso, o vice-presidente deixou encerrar-
se a assembla. O vice-presidente e a assem-
bla eram liberaes, como boje sao conserva-
dores.
Reunida a assembla em sessao ordinaria
no mez de outubro legalisoi-se o facto da
cobranza irregular dos impostos pela lei n.
1,317, na qnal porm, pelo voto do algiius
poneos conservadores que nella tinham as-
sento e pelo de muitos liberaos sinceros e
independentes, declaroa-se :
3.* As disposices da presente lei nao
isentam o presidente ds. provincia desemhar-
dor Jos Tarares Bastos da responsabilidade
legal em que incorreu por ter mandado ar-
recadar impostos e fazer despezas sem lei
que para isso 0 autorisasse desde que foi elei-
ta a actual legislatura da assembla pro-
vincial.*
Este novo caso de violaco do actoaddicio-
nal acaba de dar-se all\ em ISitherohy sob
as vistas do gabinete, que necessariamente
baria de ser .consultado.
O Sr. Florencio :E note onobre depu-
tado, que nao o nico exemplo : no Rio-
Grande deu-se o mesmo, at se mandou bus-
car a chave da casa da assembla. ( llilari-
dade.)
0 Sr. Paulino de Souza :... e de certo
animou o seu delegado a pratica-lo.
Em vez de consura-lo, ha de o ministerio
approvar esse acto e premiar o autor que ha
pouco mostrous-se dcil instrumento do ca-
pricho dos nobres ministros e fiel cumpridor
de suas ordens, guerreando por todos os
meios dous candidatos conservadores, e isto,
senhores, quando esses cidodaos nao traziam
para a elcico a significaco de una luta de
partido, pois que os meus amigos adversarios
do governo deirarain correr a eleico sem
neUa iniluirein conectivamente e auxiliando
um ou outro individualmente aqili ou all a
este ou quelle dos dous candidatos nao hos-
tilisavamos a nem um dos tres, sustentados
pelo governo, do que tudo V. Exc. Sr. pre-
sidente, tendo tomado parte nessa elcii;o,
p de dar testemunho.
Nao quero, porm, oceupar-mo hoje mais
tongamente de taes assumptos, que opportu-
nameqte seno debatidos. Sahiria assim do
proposito em que estou de facilitar quanto
possivel por niinha parte, a passagem desta
resoluco, diUicultandq, porm, o intuito do
gabinete, que (Irmarjno Brasil o preceden-
te de se cobrarem impostos e se fazerem as
despezas publicas por decreto do poder exe-
cutivo.
Entretanto muo ha que dizer sobre o ob-
jecto restricto da resoluco que se discute,
como vou rpidamente demonstrar com o
rotatorio do ministerio da justira,
Recebeudo h i pouco, ao entrar na cmara
esse documento, coinecei a percorr-lo e
na tabellan. 10 vejo logo di primeira pa-
gina que o ministerio do imperio (primeiro
de que nella se trata o nico que pude exa-
minar,, que segunda o ultimo balanco dis-
tribuido de 18ti8 S!) despenden nosse
exndete 4,i01;K)V?)l5. fez e autorisou
despezas no exercio de 1871187 2 na im-
portancia de 5,171:61033l>0, somma esta
que no lim do semestre addicional elevar
talvez a mais de 1,500:0000 a dillerenca da
despeza entre os dous exercicios.
Quaes os grandes melhoramentos opera-
dos na repartieo do imperio que expliquem
to notavel accrescimo de despeza ?
Ig'.ioramo-lo de todo, e parece-me que o
Sr. ministro do imperio nao ser capaz de
satisfactoriamente explica-lo.
Seria com a instruceao publica do muni-
cipio neutro que se fez essa maior despeza ?
O nobre ministro creou as 20 escolas para
que em 1869 aqui pedio os fundos necessa-
rios. Mas se o resultado de qualquer servi-
do administrativo deve entrar na razo dos
sacrificios que se fazem com elle, fra de
duvida que augmentando-se o numero das
escolas publicas, era propongo que se apro-
xima de 50 /o. o accrescimo na frequencia,
dos alumnos na razo de pouco mais de 10
ou 12 /0, segundo os dados do relatorio do
imperio, indica que honre, l distribuicao
las novas oselas, ouque o servido nao est
bem determinado. Pelo lado da instruc,o
publica, o resultados minimo, com relagao
avultada despeza que menciona a tabella.
O nobre ministro excedeu muito a verba
obran espe iaes comquanto reforjada no
'orcamento vigente na razo de 150 %. Nes-
F0LHETLM
ATIIGA9
PELO
VISGONDE PONSON D TERRAJL.
PBIMEIR4 PARTE
O castello los encadares negros
IX
(Continuaco do n. T).
Nao se admire de me ver to bem ins-
truida, Sr. baro ; o meu esposo, que v
aqui, de certo lhe disse que eu era ora de
Satanaz, c, Satanaz, como bem pensa, sabe
tudo...
0 Sr. de Nossac abri a bocea e quiz fal-
lar, mas a palarra nao pode passar atravz
da sua garganta contrabida. A castell de-
fu tita continuou:
A baroneza do Nossac, "sua mulher,
fez, pelo que dizem, um testamento singu-
lar. Parece que lhe impoz a obrigago de
se tornar a casar no prazo de dous annos,
sob pena de rer a s ja fortuna voltar aos
seus herdeiros naturaes.
Desta Vez, o Baro nao se pode conter
mais, e; com os olhos esgazeados, e o rosto
coutrahido pelo medo, exclamou :
Ser acaso a propria baroneza, que
me vem censurar o msu eobarde proceder e
que sahe do tmulo para me escarnecer"?
A morta respondeu com urna gargalhada.
Meu caro barodisse ellacomee/)
a crer que o remorso lhe perturba tanto o
espirito que lhe mostra em mim essa mu-
lher...
Tem a sua voz-.
Julgaisso?
E o riso zombateiro e gelado da morta re-
soou de novo, com lugubre|timbre, por toda
a sala funeraria.
Desta vez ainda, o baro quiz levantar-se
e fugir, mas a mo di morta segurou-o so-
bre, a sua cadeira.
Barodisse a castellest louco e
perdo-lhe, em con uderaeo ao lugar em
que est, mas creia bem urna cousa, que,
se eu fosse sua mulhfr, como pretende, teria
j tirado a minha uscara para lhe mostrar
o meu rosto... o reconhecimento seria, pelo
menos, curio). kL
pezas sem lei, tem feito despezas que encon-
trara resistencia as leis em vigor.
Vejo despendido na pagina nica quel
examinei da tabella citada, mais o se-
grate -.
Crditos especiaos, lei n. 628 de 17 de
setembro de 1851. Prolongamento da ra
Leopoldina 74:5609000. >.
Nao sei desde quando os nobre ministros
esto na posse do direito de restabelecer as
leis que aqui revogamos. O facto mostra
que ellos o esercem.
Dizoart. 12 11 da lei ji.-1,114 de 27
de setembro de 1860 :
Ficam revogadas todas as leis que
tra concedido crditos especiaes para servi-
dos nao-contemplados at agora as propos-
tas do leis do orcamento e anuullados os res-
pectivos crditos, ou sejam definidos o inde-
finidos, etc.
O crdito especial da lei de 1851 estara
assim annulla lo pela lei n. 1860.
Mas, senhores a lei de 1851 nao concedeu
crdito algum ao governo para prolongar a
ra Leopoldina. Diz o seguinte :
Art. 11. Pica o governo autorisado
para :
3." Trocar por proprios naciouaes
que nao sejam precisos para o servido publi-
co os predios de propriedade particular que
fr necessario demotir para continuaeo da
abertura da ra Leopoldina, etc.
Trocar predios urna cousa; gastar sera
autonsaeao da lei 74:51309, que a tabella d
por despendidos no exercicio passado, cou-
sa muito diversa.
O nobre ministro do imperio nao trocou
prodios; gastou 74:5ti0# sera autorisaeo le-
gislativa. Requisitou o pagamento dessa'
somma' e o seu collega da (azoada pa-
gou-a.
Vejamos o que dizem as leis em vigor so-
bro o ponto em questo.
Ha urna lei, chamada de responsabilidade
dos ministros datada de 15 de outubro do
1827, que por julgar cousa escusada, o no-
bre ministro provavelmonte nunca leu e que
diz com referencia aos ministros e secretarios
de estado : -
Art. 6." Sao responsavei-ipor dissipa-
caodos bens pblicos:
l." Ordenan lo ou concorrendo de
qualquer inoJo para despezas nao autorisa-
das por lei, ou para se fazerem contra a for-
ma neila estabelecida.
Isto quanto ao nobre ministro do im-
perio.
Agora o nobre ministro da fazenda :
A lei d 9 de setembro de 1862 diz no
art. 14:
O ministro da fazenda nao poder orde-
nar o pagamento, sob pena de responsabili-
dade de servico algum, sem que na lei que
o bou ver autorisado estejam consignados os
un los correspon(lentes l despeza.
A tabella d como despendidos 74:5609.
Qual a lei que consignou os fundos corres-
pondentes a essa despeza ?
Senhores, os actuaes ministros nao preci-
sam de autorisaeo nossa, de nosso voto para
?ijR. VISCONDE DO RIO BRANCO (pro- uheiros pblicos at a reunio d* nova ca-
sidente do conselhoj :Senhores, nao sereiiraara. f
monos prudente que o nobre dopul
acaba de fallar, confirmando o juizo
tr'ora enunciei a seu respeito, quero
vez raostrar-me seu discpulo aproveitado,
reservando a discusso ampia, que elle pro-
vocou, para ensejo opportuno, ora que a ac-
tnsaco se faca mais explcitaea defeza ppssa
ser to'completa, quanto diz-me a conscien-
cia que o ser.
Trata-se agora de urna providencia urgen-
te, cnjanecessidadcnasceu dos ltimos aeon-
tecimentes polticos, acontecimentos naturaes
em nossa forma de governo o muito ombora
o nobre deputado nos attribua a responsa-
bilidade das circunstancias era que ora nos
achiraos, todo o Brasil sali que for.un os
amigos do nobre deputado e S. Exc. que crea-
rain estas diftculdadcs. 0 nobre deputado
acaba de fallar em sua moderaco, era seus
sentiraentos pacficos e conciliadores, mas a
cmara vio que era todo o seu discurso S.
Exc. nao teve urna palavra do tolerancia para
com o ministerio, cujos actos s lhe meroce-
ram estigmas e condemnaces.
Vtc gabinete (disse S. Exc. perseverando
na sua bem contienda tctica, o nico em-
banco que se intorpe entre a maiora do
partido conservador ca minora, de que S.
Es:. considerado chefe. Sr. presidente,
em mao, como hoje, como sempre, tomos
ass iz francos e leaes. A's intimacoes do no
||l)r deputalo e dos seus amigos responde-
mos: no possivel admitir que os Ilustres
me nbros da dissidencia conservadora, qual-
quer que seja a importancia que s.; attrf-
buain (e eu Ibes reconhoco que valom mui-
to), teuhsm o direito de exigir do minste
na i
o do seu
anoia lo
ta verba'nao se permktem crditos supple- fazerem as despezas que lhes aprouver.
mentares. "O nobre ministro do imperio deve
sab-lo pois que os ministros actuaes assim
como podem tudo, tambera devo supp-lo,
sabem tucto.
Que obras especiaes foram essas em que o
nobre ministro gastou tanto dinheiro ?
Seriam as novas escadarias, pavilhdes em
forma de kiosques eas mais que fez na secre-
taria do imperio? Ou seriam as mobilias
custosas que comprou para as novas salas e
gabinntes, as alcatifas,os espelhos, os frascos
de crystal para perfumes, etc ? (Hilari-
dade.f
0 Sr. Ministro do Imperio : Nao
exacto.
. 0 Sr. Paulino de Souza : 0 publie0
desta cidade vio o nobre ministro quasi de-
molr a frente do edificio da secretaria do im-
perio para ter nella duas portas, urna pela
qual s elle entrasse sem que por alli pas-
sasse o vulgo profano. A avultada pessoa de
S. Exc. nao cabia do certo na antiga porta,
por onde passaram ministros insignificantes
como Vasconcellos, Araujo Vianna, Mont'-J
Alegre, Olinda. 'Hilaridades.
Os nobres ministros nao se contentamcom
querer de 1 de Janeiro em diante fazer des-
A defunta ia ao encontr da objecc,o que
rrava pelos labios do baro.
Mas o Sr. de Nossac era, antes de tudo, o
hornera das interpellagoes repentinas e da
espontaneidade.
Scnhoraperguntou elleporque a
nao tira para me socegar ?
Porque o nao posso, nem meu esposo,
nem meus filhos.
E... porque?
Se tem reflectido bem as sinistras pa-
lavras da legenda do cacador negro, ter no-
tado que a vista do calador fere de morte
tudo o que humano.
Admitto-o em quanto ao cacador e
seus filhos... mas...
Meu esposo communicou-me o mesmo
fatal privilegio.
Mas sua filha ?
Minha filha s isenta desse dm fu-
nesto. E' urna exquisitice de seu av que
assim o quiz. Mas tambera se nos desmas-
carassemos diante della, morreria immedia-
tamente.
Com os diabos Iexclamou o baro,
conseguindo emfim dominar completamente
o seu terror. E, assaltado repentinamente
por um excesso de audacia cavalheiresca :
Quero ter o eoraco em descanso a respeito
disso tudo. Se sua filha quizer consentir
em se affastar, pego eu, para ver o rosto de
todos seis sem mascaras e comprometto-me a
olhar para ellos de frente, ainda que esses
rostes sejam to assustadores como o do
proprio Satanaz.
Acautele-se, baro I murmurou a
morta, cuja voz irnica resoou de repente
araeacadora.
Chamo-me Nossac I respondeu com
altivez o baro.
0 cacador negro e os seus quatro filhos
trocaram um olhar ameac,ador, mas nao
disserara palavra.
Pois bera Idisse a defuntaofferec,a
a sua mo a minha filha e conduza-a sala
vizinha; depois volte s se a isso se atre-
ver 1
Ainda que o Sr. de Nossac o nao ousasse
dez segundos antes, sentir-se-hia com essa
coragem, agora que ia tocar a mo dessa
deslumbrante joven, cujo sorriso o encan-
tava.
Lev'antou-se, pois, resolutamente, dirigi-
se para ella e offereceu-lhe o seu braceo.
A joven tinh^ repentinamente empallide-
cido, mas a raorta disse-lhe imperiosamente ;
V 1 <"
E'
por escarneo quo nos vm pedir aqui esta
resolugo, que a assembla eral nao pode
dar-lhes no prazo de cinco das, que faltam
para oncerrar-se o prazo da prorogaco legal
do ornamento. Oucrem-a para governar
constitucionalmente como dizem ? Pois bem
por minha parte dou-a, e para a teremj
prescindo de discutir e liraito-me a lavrar o
protesto que a cmara acaba de ouvir.
Um Ilustre representante da briosa pro-
vincia de Minas-Geraes to distincto do bri-
lho de grande talento como pela nobreza do
mais elevado carcter, o Sr. Pinto Moreira,
recordara-nos o anuo passado ao terminar um
discurso notavel estas amargas palavras que
ha mais de dous seculos neste mesmo Brasil
proferto o padre Antonio Vieira. a Piste
paiz s ha um entendimento, um intresse*,1
urna vontade, um poder ; e este de quem
governa
E' esta, senhores a realidade que presen-
ciamos. Com ella, porm, nao me confor-
mo, nem jamis me hei de conformar. Dia
vira em que cima dos ministras, cima des-
ses semi-deuses do paganismo politico em
que ca' irnos bao de estar como esto
cima do simples cidado a constituido e su
leis. (Apoidos, muito bem, muito bem.
E ella levntense pela sua vez e collocou
a sua mo branca as mos do baro.
Essa mo trema.
Venha, meninadisse o Sr. de Nos-
sac, cuja voz se alterou de novo sob o peso
de urna indisivel emoco.
E carainhou lentamente como se quizesse
prolongar o mais possivel esse trajete to
curto e sentir a mo da joven entre as suas.
Saturara assim da sala e entraram na sala
vizinha.
Ahi Nossac parou hesitando.
Venha, venha murmurou a joven
arrastando-ovenha um pouco mais longe
Atravessaram a segunda sala e entraram
na terceira.
Nesta estava um vasto sof de velludo
preto, cerneado, como os forros das salas,
de lagrimas brancas.
0 baro conduzio para elle a sua compa-
nheira, fe-la sentar nelle, e recuou um passo
para a saudar.
De repente a joven juntou as mos com
gesto de supplica:
Nao v !murmurou ella.
Fino sorriso deslisou pelos labios do baro.
Ireirespondeu elle.
Morrer I...
Est certa disso ? t
Estou.
Pois bem I onc^nme.
Que quer ?perguntou ella com um
encantador olhar de supplicante meiguice.
Disserara-lhe que eu era o esposo que
lhe destinavam ?
Disseram.
Isso afflige-a ?
A joven hesitou.
Naodisse ella por fim.
Amar-me-ha?
Ella hesitou de novo.
Nao seidisse por fim.
Pois bem 1 se no^uer, por maior e
mais terrivel que seja o perigo, se nao quer
que eu suecumba, diga urna nica palavra.
Ella olhou para elle admirada.
' lima palavra que me d coragem, urna
palavra que rae proteja como um talismn
continuou com fogo. '
A joven olhou para elle ainda urna vez,
mas a sua admiradlo tinha dado lugar sup-
plica. -*;
Nao v 1disse ella.
, Seria um cobarde se hesitasse.
Mas corre a urna nwrte, certa !
Talvez, se me recusar essa palavra.
Nao, co:n certeza, se eUa saeir j Ifeus 1
bios...
rio que se retiro, s porque
agrado,; e isso quando o gabinete apoiado
pela grande maioria, ou quasi totalide do
partido a quo pertence. lleclamacoes e
apoiados.)
Um Sr. Deputado :Em maio o ministe-
rio achou-se em minora.
i lia outros apartes.)
O Sr. Visconde do Rio Brando presiden-
te do conselho) :Nao era possivel adraittir
quo os nobres denotados, formando, poros-
forros inauditos, urna maiora accidental,
li'.nrautae precaria, preteniessetn que o ga-
binete se retirasse diante ilessa simplesamea-
ea los vencidos da vespera, em urna das
mais nobres 1 utas parlamentares 'continuara
os apartes',, quando esteramos certos do quo
nosso procedimonto poltico mereca a ap-
provaeao do partido conservador. (Apoia-
dos e nao apoiados.)
Nao preciso quo eu record caraira os
suecessos deento; elles sai muito recen-
tes ; est -na memoria de to los a intoleran-
cia de que deram prora os crea lores dessa
dissidencia que appareceu no parlamento, po-
rm que nao encontrou apoio na grande
maioria do partido ; e depiis da precipita-
co com que se houveram os amigos do no-
bre deputado, que aqui nos receberam as
ponas das baionetas, recusando-nos tu lo at
o direito de defeza, S. Exc. vera agora dizer-
nos : Nos tinhamos na algibeira urna au-
torisaeo para que pudesseis fazer legalmente
as despezas e arrocadar os impostos; foi a
imprevidencia do ministerio que collocou
era condieos anorThacs, pelo que toca s
leis da recoita e despeza publica
Sr. presidente, felizmente V. Exc. ainda
presido esta cmara ; e V. Exc. pode dar
testemunho do modo como os nobres dipu-
tados, espiritos eminentemente mo lerados e
conciliadores, que sonham dia e noite cora
a unio do partido conservador; mas sob a
condieo de serem elles os seus directores ;
V. Exc. testcmuuha de quo o nobre depu-
tado e seus amigos nont queriara consentir
que lessemos os relatorios. Quando podia
nostompos ao menos para cumprir nossos
deveres eonstitucionaes 'recla'.nan'ies o apar-
tes) SS. Excs. laneavam-nos apdi^s, e diziam
em altos brados que pretendamos prolongar
urna vida, que j nao paliamos- sustentar.
Vamos aos votes! exclamavam SS.
Excs.
Era taes circumstaneias, Sr. presidente,
alguom podera crr que os nobres deputa-
dos tivessem framente combinado entre si
acerca da conveniencia de darem-nos auto-
risaeo para cobrar e despender .os di-
era psnivol esperar semelhante pro-
euto daquelles que assim negavara-nos
e agua, e at as attencocs a que pessoal-
mente tinhamos direito. ( Nao apoiados e
apoiados.)
Como so disse aqui da tribuna a retirada
immo liata o sibnciosa do ministerio era o
que cnto sensexigia. Rocordando-se os
suecessos de 18G2, que alias nao eram den-
ticos, clamavain os nobres deputados que
quando se formula um voto de desconfian-
za, o ministerio nao deve demorar-se um s
instante, mas solicitar incontinente urna de-
clarado explcita da cmara,
Se taes eram as disposices dos nobres di-
putados ( ha diversos apartes) como pede-
ramos pedir a SS. Excs. os meios do gover-
no? ( Continuara os apartes). Sr. presi-
dente, o gabinete do etiejulho de 1808 a
que tive a honra de pertencer, como bem
recordou o nobre deputa lo, veio a esta c-
mara sustentar a conveniencia de-lhe seren
dados pelos representantes de ama poltica
adversa, dos quaes nao podiaraoe esperar
ura voto de confianza, os meios indispensa-
veis de ovaron ; o gabinete actual nao dei-
xaria de fazer o mesnu convite aos nobre;
deputados, se os nao visse to solTrogos o
intolerantes, por contarem apenas com a
maioria de ura,vote, que de ura dia [tara
outro desappireceria logo que chegassom
mais algmis deputados que lizeram parle da
Ilustre maioria do anuo passado.
O Sr. Pereir.v da Silva :Oito dias an-
tes convocaron) o consaltro de estado.'
0 Sr. Visconde do Ro Bkanco ( Presi
dente do conselho ) :Era 1808 esse pe h-
do era indspensavel; era raaio deste anuo,
alm de nada podennos esperar de tao apai-
xonavla opposieao, cstavamos habilitados
com os nn.'ios nocessarios para governar du-
rante seis mezas, e convocada, como foi, a
nova cmara para o l*" de dezembro,'ora
possivel, deviaraos suppor provavel, quo
ella s constituisse a tempo de provar s na-
cessidalosdo srvico publico, satisfazendo
ao procoito constitucional da lei anima de
orcamento.
Eu respeito muito as prerogativas do
parlamente, mas ellas tambera i:i) sao ab-
solutas, e quando occorrera circumstaneias
como as que retiro, preciso que as outras
attribuiees eonstitucionaes, nao menos res-
peitaveis, possam ser exerci las livremente
pelos poderes a quem a lei fundamental as
confin-
os nobres deputados imaginaran! o mi-
nisterio cotlocado entre a parada o a espa-
da nao podando, por falta de lei de orca-
mento, pedir corda que usasse do recurso
constitucional de consultar a naeo mas SS,
Excs. ouganaram-sa em seus clculos, por
que da nova cmara convocada para o Io
de dezembro podamos obter a tempo urna
resoluco como a que ora se discute, se nao
fossem circumstaneias iraprevistis.
O Sr. Paulino de Souza :As circums-
taneias eram previstas como demonstrei.
' Ha outros apartes.)
O Sr. Visconoe do Ro Branco 'Presi-
dente do conselho :Se a vericae,o do
pileros nao se houvesse demralo tanto,
nao teamos chegado a esta extremidade,
haveria tempo de sobra para discutir-se esta
resoluco : mas o nobre deputado devia
encontrar na demora que notou motivo de
elogio para esta augusta cmara 'apoiados,,
porque, Sr. presidente, nunca se vio mais
escrpulo, m s rigor ao processo da reri-
ficacao dos poderes. (Muitos apoiados.
Esta resoluco appareceu tarde porque s
ha dias pode ter lugar a abertura do parla-
mento ; apenas se elegeu a mesa directora
dos trabalhos desta augusta cmara, viemos
por nossa parte cumprir o dever que a cons-
tituico impoe a todos.
Nao me demoraroi, Sr. presidente, era
examinar o procedente de 1868. Basta re-
cordar, que as circumstaneias em quo se
achara o novo ministerio eram mais que ex-
traordinarias ; o paiz estava a bracos com
uraa guerra externa, e o governo carecia
nao s dos meios ordinarios para occorrer
as despezas publicas, mais ainda de creli
tes e autorisaeo extraordinarios, sem o
que ello se vera, como se vio, forrado a

Pois bera !disse ella pegando-lhe na
mopois bem...
E a joven calou-se e corou.
Pois bera ?interrogou ello com an-
gustia.
Pois bemcontinuou ellaSr. baro
de Nossac...
E ainda hesitou.
Oh acabe, por quem Idisse o ba-
ro unindo as mos com um gesto e com
olhar supplicante.
Amo-o...murmurou ella oceultando
a fronte entre as raaos.
Obrigado Iexclamou o baro.
E apertou-a contra o eoraco, depondo
sobre a sua rosada fronte um ardente beijo ;
depois, com a mo no punho da espada,
com a cabera orgulhosamente levantada, ca-
minhou com passo firme para a sala do fes-
tim, onde o esperavam os seus terriveis con-
vivas, e, chegado porta, impellio-a sem
hesitar..
0 calador negro e seus quatro filhos ti-
nham tirado as suas mascaras e a castell
igualmente.
Mas, apenas o baro os oncarou, soltou
um grito, levou a mo ao eoraco e encos-
tou-se parede, desfallecido e pallido...
Tinha diante dos olhos seis esqueletos,
seis cabecas de morios collocadas sobre os
hombros vivos em apparencia ao menos,
seis caberas quese-contrahiam horrorosa-
mente, urnas debaixo de uraa cabelleira
loura, outras sob cabellos pretos ou esbran-
quieados, e uraa emfim, a da defunta, sobre
um eolio de cysne, branco, puro de formas,
de contemos o de movimento, debaixo dos
mais bellos cabellos que podem coroar urna
fronte de mulher.
Mas o que era sobretodo assustador, eram
esses olhos ardentes que brilhavam atravz
desse rosto descarnado e meio roido pelos
vermes do esquife, esses olhos que se levan-
taram simultneamente com urna expresso
de ameac,ador e irnico desafio para o baro,
que ousava affrontar assim semelhante es-
pectculo.
Baro, est muito pallido e trmulo I...
disse a raorta com os seus labios de esque-
leto.
O bar com effeito trema e estava palu-
do, mas o desafio de qualquer bocea ou lu-
gar que proceda, um poderoso estimulan-
te, e o baro levanto repentinamente a ca-
be; a e respondeu:
Empallideco e tremo to pouco, se-
e quero .acabar de ceiar comsigo I
L,o-se para a mesa com estoica fir-
issimo da emis-
ixar de dar o pas-
lanear mo do
sao de papel-tnoeda.1
Ne podia moa ent
so que demos, pedindo a cmara dos Srs.
deputados que votasse os meios indispon-
saveis ao governo. E qual foi o resultado ?
V. Exc. o sabe infelizmente, estas praticas
de paizes mais adiantados nao esto ainda
bem admittidas entre nos. A cmara re-
cusou-nos os meios que pedamos, teve lu-
gar a dissoluco, e o gabinete de 16 de ju-
mo foi obrigado a obrar immediatamente
pedindo no anuo seguinte um bil de in-
demnidwle ao parlamento;
A responsatidade do gabinete actual para
com o partido conservador e em relaco ao
futuro da causa constitucional, essa respon-
sabilidade de que nos fallou o nobre depu-
tado, nos desajamos que soja analysada por
S. Exc. ; mas nem esta a occasio oppor-
tuna, nem S. Exc. nos deu os elementos
necesarios para que nos pudessemos de-
fender.
Nao cessa o nobre deputado de repetir
que o partido conservador est desunido
por culpa desso gabinete, _a unio da grande
familia consorvadstra s poler operar-se
quando trennos a fortuna de ver sua fren-
te o nobre deputado, o eloquente orador
que acaba do fallar! Mas, Sr. presidente,
inculcan do-so animado do sentimontos con-
ciliadores, na exhortaco que dirigi
maioria da cmara, procurando sopara-la
do ministerio, como explica o nobre depu-
tado esse o lio, qne outro nome nao mere-
ce, contra o gabinete actual ?.::
O Sr. Paulino de Souza -.Odio, nao ;
o meu procedimonto determinado por
motivos polticos.
O Sr. Viscondk do Ro Branco (Presi-
dente do conselho ) :Porque nao nos pi-
de tolerar- no governo ?
O Sr. Paulino Souza i Isso outra
questo.
O Su. Visconoe do Rio Branco (Pre-
sidente do conselho ) :0 nobre deputado
nao se devia dirigir nestos termos aos nos-
sos iliustres correligionarios. Nao se trata
aqui, como se disso em maio deste anno, de
urna questo domestica de partido, trata-se
de uraa questo de principios, de grande
intresse publico. (Apoiados.)
O Sr. Paulino de Souza: Apoiados. <
O Sr. ViscotfM do Ro Branco (Presi-
dente do conselho ) : Para exigir-se a re-
tirada de ura ministerio ou que seus anta-
gonistas o substituam, raister allegar, nao
motivos particulares e possoaas, mas razoes
de conveniencia publica ( apoiados) ; nes-
ta discusso que podemos apurar os actos
e reeonhecer quem sacrifica a unio do
partido paixes pessoaes, se o nobre de-
putado, se o governo.
Vozes :Muito bom !
0 Sr. Visconde do Rio Branco (Pre-
sidente do conselho) Como membro deste
gabinete, e em toda a minha vida particu-
lar e.publica tenho sempre procurado segu-
rar a mxima daquelle grande estadista in-
glez a respeito de odios o de affei^es : ana-
cilio sempiterna' inimicitta placabiles.
Vozes : -Muito bem !
O Sr. Visconde do Rio Branco (Pre-
sidente do conselho) : Nao da parte do
ministerio que existe a intolerancia de que
o nobre deputado falla.
O Sr. F. Belisario : Nao se pode con-
siderar o governo seno pelos seus princi-
pios.
Ot-ta. Paulino de Souza: V. Exc.
nao pode attribuir o nosso procedimeuto a
motivos pessoaes quando elle todo deter-
minado por eonsideraces polticas, como
hei de demonstrar.
O Sr. Visconde do Rio Branco i Pre-
sidente do conselho) : -Sr. presidente, o
nobre deputado est sem querer apartndo-
se da sua prudencia, e eu desejava continuar
a louva-lo... Nada disse que seja offensivo
a S. Exc, ou pelq menos que fosse alm da
reciprooidade a que elle me deu direito.
O nobre deputado figurou-nos ligados a
esta posico, a despeito dos interesses do
partido conservador, a despeito da causa
publica...
O Sr. Paulino de Souza :Apoiado.
meza e tomou de novo o lugar que pouco
antes oceupava.
Os seis esqueletos olhavam-se cora ura es-
panto que nao era.isento de admirado.
A coragem do baro tocara quasi a lou-
cura.
Barodisse a defunta deixando pas-
sar um sorriso funesto atravz dos seus la-
bios descarnados confesso-me vencida, c
ura bravo cavalleiro.
Mil rezos obrigado, senhorarespon-
deu o Sr. de Nossace so o proverbio que
diz que conselho vale elogio de alguina
exactido, permittir-me-ha o fazer-lhe um
pedido.
Ah !disso a mortavejamos qual !
Pegue na ponta do seu guardauapo,
senhora...
Bem. Depois?
Porque tem ura verme na face.
Os olhos dos cinco catadores negros bri-
lharam de colera. Mas o baro que se exal-
tava cora o raedo como com a intrepidez/ o
baro, ha pouco mudo e gelado, e agora
dominando a situado, exclamou com urna
gargalhada to irnica como o sorriso da de-
funta :
Ah I h I senhores phantasmas e con-
demnados, querem fazer de terriveis e de
assustadores comigo? Pois bem, tente,
como vem, co!locar-me ao seu nivel I
AtroYer-se-ha a comer e a beber ?
porguutou saicsticamente o calador negro.
Sim, de certo, se me deixarera qu ;
porque, cora os diabos! meus senhores,
mortos como sao...
Engana-se, barodisse o calador ne-
gromeus filhos e eu estamos vivos.
Ento porque essas faces descarna-
das?...
Porque meu pai, Satanaz, araou minha
mi depois do sua morte.
0 baro estremeceu ligeiramente, mas
inmediatamente recuperou o sau sangue
fri.
Deve sar essa uraa historia bera cu-
riosadisse elle sera nada perder da sua en-
toa^o irnica.
Eque estou prompto a coutar-lhe,
baro.
E eu muito disposto a ouvi-la. Mas
primeiro, meu caro hospede, sirva-me do
vinho. Se continuaren! a beber assim sem-
pre, corremos risco de se esvasiarem as gar-
rafas em pouco tempo. Era isto o que eu
ha pouco lb(! quera dizer.
(Continuar-se-ha.)
Beba, baro. E quando as garrafas
estverem rafias...
Mandar vir outras, nao assim ?
Sera duvida alguma.
Ento esvasieui-las; porque tenho
inmensa curiosidade de ver, emfim, os seus
criados. At agora...
Apenas tem feito conjecturas, nao
assim?
Exactamente, m..
Peco os meus criados a meu pai.
Ah muito bem. Vamos historia.
0 cacador chegou o seu copo cheio at
beira, aos seus labios de esqueleto, e em
quanto o baro o imitava, iuclnando-se
diante da morta expressou-se assim :
Como lho disse, nasci no reinado de
Carlos Magno. Minha mi viva nessa po-
ca. Era donzella de muito boa nobreza o
de um espirito cultivado.
Nosso seculo do ignorancia em que viva,
em que os nobres tinham por vaidada o nao
saborem escrever, minha mi fallara a es-
crevia muitos idiomas e entre outros, o he-
breu e o syriaco.
Alm disso, minha mi era incrdula a
respeito de muitos dogmas de lei christ ;
duvidava inteiramente da existencia do dia-
bo, e por consequeucia da do inferno.
Era vo lhe pregava o seu confessor ex-
celentes sermes a respeito dos supplicios e
da s eternas expiacoes a que meu pai presi-
de ; em vo sua mi, religiosa sen ora, lhe
dizia : u Minha filha, sers condemnada por
nao acreditares no inferno ; minha mi
sorria-se e encolhia os hombros.
Satanaz, meu pai, ouvia essas palavras im-
pas e ria-se; mas minha mi era to far-
inosa que elle desejava, por vezes, ser um
simples mortal para-a desposar e amar.
Ora, disse elle um dia comsigo que lhe
era fcil chegar a esse resultado, tomando
una forma humana. Motteu-se no corpo
de um cavalleiro do boa presera que aca-
ba va de raorrer. n'uraa ba.talha dada aos
sarracenos, e apresentou-s om casa de mi-
nha mi, depois, todava, da lhe ter enviado
o seu escudeiro Seducco, portador de ricos
e raros presentes.
Mas a donzella era virtuoso, bem que in-
crdula, e meu pai nada conseguio. A joven
ficou virgem, apezar de tudo.
(Continuar~i*-ha).
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1


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TYP DQ DIARIO RA DUQUE DE CA&1AS

-r-
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f
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