Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12806


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Full Text
AMO XLIX. NUMERO 6
PABA A CAPITAL E LIGARES OSDK HJLO SE PACA PORTE.
Por tres metes adiantados ...........:t .,. .- *O000
Por seis ditos idem................. 12JHHW
Por um anno idem........".....,.... 2if060 ,
Cada numero avulso.................. 320
DIARIO DE
QL'IXTA FEIM 9 DE JANEIRO DE 1873.
>" -----------------------------.
PARA JUEXTRO E FRA IA PROYOCIA.
Por tres mezes adiantados. ...;..'...........
Por seis ditos idem.....................
Por nove ditos idem...................
Por um anno idem.................*..
6*750
139500
20*250
27*000
PROPRIEDADE DE MAN0EL FIGUEIR0A DE FARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvos & Filhos, no Para; Goncalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira Filho, imj Caar; Antonio de Lomos Braga, no Aracnty ; Joao Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Anbio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Franfino lavares da Costa, em AlagOas; Al ves C, na Baiia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio jde Janeiro.
>
PARTE OFFICIAL
Govcruo ilm provincia.
EXPEDIENTE D) DA 31 DR DEZKMBUO DE 1871
Actos :
O presidente da prorinoia, considerando que
11,(11 sao suicientes os esclarecimentosobtldospara
fimde determinar aneccssidado ou conveniencia
de sor poste ora oxecu-o a le n. 710 do9 do
maio de 1817. d" conten idide com o disposto no
u-. \6 da lei n. 90:1 do t de jiilho de 1870, na
luirte relativa a creacao do bataneas publicas G es-
tabelecimente de peso obrigatori do algodo que
coneorre ao mercado desta capital, e nllendendo
as ronsderares rontida;; na representaco que a
.\s-oelaio Commerrial B'nefiec'ite dirima a esta
presidencia em data de 31 do ontubro omino, ro-
olve declarar sen efloilc a portara de 21 do dito
. v expedida pelo sen antecessor, pondo em exnt-
elo a citada lei. al que. i hiendo dados e esclareei-
mentos mais completos, pana com perfeito eonhe-
ciniento de causa decidir o que de mais acertado
i inporta tMer com retamo i to meliodroM as-
.ii.upto, aquesc prendera os mais serios e impor-
tantes interesses, quer da agricultura, ipier do
ommercio.
O presidente da provincia, resolve nomear
para o cargo de promotor publico da comarca de
(Huida o bochare) Jos Mara de Albiiquerque La-
cerda. -Fizeram-so as dcidas communieaeOes.
O presiden!e da provincia, a vista do olllcio
do r, cbefe de polica i;. ,09o de 28 do corren-
te, resolve exonerar do cargo de subdelegado do
districto de Behcribe o eidadio Felicissimo de An-
drade Mello.Onintunlcuii-se ao Dr. chefe de po-
lica.
O presidente da provincia, vista do otllcio
do Dr. cbefe de polica n 2092 de 28 do corrent,
ivsolvo exonerar a beni do servico publico do car-
50 de Io supplenle do subdelegado do 1 districto
de Ganielleira, do termo de Serinhora, o cidadan
Sebastin Accioli Santiago Ramos. Fez-se igual
coiniiiunieaeo.
( dictes;'
Ao coronel commardante das armas, recom-
.miando que mande postar no dia 12 de Janeiro,
as 10 horas e meia da manha, em frente da igreja
de Santa Hita de Cassia, i na guarda para facer as
honras devidas |>or occasiao da benco da imagem
de X. S. da Piedade, .|ierteneente greta dos
Montes.
Ao mesmo, nnndando apresentar no palacio
da presidencia o recruta Jos Francisco Borges.
que foi julgado incapaz d) servico.
Ao.inesi io. nnndando pJr em liberdade o, re-
cruta Joao Guillierine da Costa, por ter provado
isencao legal.
Ao mesmo, dem o de nomo Manoel de Bar-
roa, por ter sido julgado ilcapaz do servico do
exercito.
Ao Dr. cbefe de poli ia, recommendaudo que
teca cessar a inclirsao doi retratas que sao reco-
i.ti h i casa de detoncao, na relami dos presos
que devera ser timentaoVa pelos cofres da pro-
vincia ; visto ser essa pratica ircegular e trazer
para a provincia consdeeavel acrresclino de des-
peza.
Ao mesmo, devoJvendo a relacao e conta que
icompaanaramo seu ollicio de 23 do corrent, sob
ti. 2.089, alim de que se accrescente ao nome de
cada preso o crime commettdo e se est ou nao
pronunciado; o que devora dora em diante ser
observado.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, man-
dando pagar ao alfores quartel-mestrc de 9* bata-
Ihao de infantaria Franrs-o Jos da-Silva, aquao-
tia de iiOO, proveniente da condueco de diver-
sos objectos do arsenal de guerra para o respecti-
va quartel, visto a eaxa do mesmo batalho nao
, fundos par-a essa despv.a.Communicou-se ao
coruiel conimandante das armas.
Ao mesmo, mandanc.o pagar ao alferes Jos
Pereira da Silva Gumiar-s ou pessoa autorisi-
da, a qoantia de I2000, proveniente de dous me-
zes de aluguel, da casa r,ue serve de quartel ao
destacamento do termo de Flores, vencido em se-
tembro ultimo. Communicou-se ao Dr. chefe de
ia.
Ao mesmo, mandando pagar ao tenente-quar-
oestre do corpo de polica, Antonio Jos de
Souza e Silva, a qoantia de 15^810, importancia
ila> liaras fornecidas aos rwrutas Pedro Jos Pe-
reira Xavier e Manoet Francisco, viudos do termo
de Tacaran! cora destino ao exercito. -Fez-se igual
cviiunucaco ,
Ao mesmo, mandando pagar a quoin so nios-
U"ar autortoado, os venrimentos das pracas da
guarda-nacional destacad; s na villa de Garaihuns,
rotativos aos mezes de ontubro e noverabro ulti-
nos. -Communicou-se ao respectivo commundan-
superior. -
Ao mesmo, mandando pagar a Augusto
Caora 4 C, a quanta de 162 000, importancia de
aedicamentoa homeopathicos, remettidos para Pao
d'Allio e S. Caelano da Kaposa. Communicou-se
ao Dr. inspector da sadc publica.
Ao inspector da thesouraria provincial, de-
clarando que pro'edem as considerares feitas era
seu oflicio de 27 do correte, sob n. 653, acerca
da cobranca dos apparelhos collocados pela cora-
panhaRecife Dranage -que comecaram a func-
clonar dentro do 2' semestre do exerccio prximo
(indo, bem como das respectivas annuidades. Re-
nietteu-se copia do citado oflicio ao engenhero che-
fe da repartcao das obras publicas.
Ao mesmo, cominunicando que o r. chefe
de polica esoneroo no da 27 do corrent, Joaquim
Mauricio Lins, do emprego de guarda da casa de
detenciio, nomeando era seu lugar Rufino Augusto
Mondes. ,
Ao mesmo, |pprovando a arrematagao feita
pelo bacharef Joaipum Jo:> Ferreira da Rocha, do
fornecimento dos presos pobres da casa de deten-
cao, no trimestre a prineniar no mez de Janeiro,
com o aliatimento de um por ccnlo nos preces das
tibellas, sendo seu liador Luiz Bernardo^ Castello
Borneo da Rocha.
Ao mesmo, mandando pagar a Miguel Carlos
de Faria, a quanta de i3>>20, despendida de de-
mbro do anno passado a marco deste, com o sus-
tento dos presos pobres da cadeia da ridade de
Olinda. Coinmunicou-st ao Dr. chefe de po-
lica.
Ao conselho de compras do arsenal de ma-
rrana, approvando os contratos que celebrou com
diversos para fornecimento de diversos objectos ao
almoxarfado do arsenal de marmita. Communi-
cou-se ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ao commandante do presidio de Fernando,
remetiendo as gujas dos entonelados Jcronymo (li-
berto), Joao Goncalves Nepomuceno e Manoel An-
tonio de Araujo, quo para ahi devem seguir no va-
por de 3 de Janeiro.
Ao juiz de direito da 1' vara civel, declaran-
do que no exame que acompanhou o seu offlcio de
s do corrent, deixou de ser incluido um quesito
que rauito importa questao, e sobre que convm
que os peritos deem seu parecer a respeito, isto,.
seas lettras que corapoem ao palavras- razao
de 730 rs. o pal.no -acham-se ou nao conchegadas
do modo a poderem caber no pequeo espaco dis-
ponivel na linh.i.
Ao director interino do arsenal de guerra,
ordenando que mande conduzr para o quartel do
0 batalhio de infantaria, os 96 voluntes- vtados da
corte contendo l'ardamento para o mesrao, apresen-
4anlo conta da despeza ene se flzer,'para ser paga
pela thesouraria ae"fazenda Communicou-se ao
coronel commandante da; armas.
Ao promotor publico da comarca do Cabo,
remoliendo copia do-offirio do commandante da
forra que foi em diligencia prender criminosos no
engenhoMupan, e recontraendando que pro-
ceda s nvestigacoos necessarias p.ira se verificar
se sao ou nao procedentes as accusacQes constantes
do dito ollicio contra o proprietario daquelie en
genlio.
Ao engenhero oncarregado das obras geraes,
recommendando que mande fazer os reparos de
que precisa a rampa da Lingoel&na Praga do Com-
neroio, avahados era 322^072, pondo-os era hasta
publica coin o menor prazo possivel. Com-
municou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda
Ao engeiiheiro chefe da repartcao das oblas
publicas, declarando que para se resolver sobre os
reparos de que carecem a 4 pontos denominadas
Junco e .Mangue -, no termo de couservacao do
Porto de Gallinlia, avahadas era 2005, preciso
que o ongenheiro do 2o districto remeta opportu-
naniente o respectivo ornamento.
Ao mesmo, chamando a sua alinelo para o
lancj da estrada de Muribeca, ramiflaaejio ao ra-
mal da soj, de que arrematante Antonio Vctor
de Si Barrote ; porquanto, segundo nformacoes
lidedignas, o servico est sendo feito do peior modo
possivel e em opposicio plaa.
EXPEDIENTE DO SBCBTAttlO.
0:ficios:
Ao coronel comniandanie das anuas, decla-
rando, de ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, que ntandou-se satisfazer o pedido annjxo ao
seu offlcio de 13 do corrent, visto haver crdito
para a respectiva despeza. *
ao mesmo, declarando que por despacho
desta data foi concedido ao recruta Francisco Jos
da Cruz, o prazo de 10 dias para provar isencao
legal.
DESPACHOS DA PllESIDENCIA DE 7 DE JAXEIUO DE
1873.
Angelo Corfolano da Motta.Sendo falsas as al-
legaeoes do supplente, como consta do nqueritd a
que se proceden, nada leitlio a deferir-lhe.
Angelo de Fojos Correa Cesar. Passe porta-
lada, na forma requerida.
Alexandrina Uinbelna de Freilas Uchoa.Passe
portara, na torma requerida.
Commendador Antonio Gomes Nello. D-se a
cerlidao requerida.
O mesmo. -Certifique-sc.
Companhia Santa Thereza. Informo o Sr. di-
rector das obras publicas.
Francisco de Leinos Duarte Jnior. Em vista
do regulamento da secretaria do governo, nao teui
o suplicante direito gratilicacao que pede, epor
sso'mdeuro o presente.
_ Francisco de AzevQdo Carvalho Siqueira Vare-
jao.Indeferido, por quanto nao est vago o lugar
que requer o snpplicante, segundo informa o Sr.
director do arsenaide guerra.
Genuino Augusto Peixoto.Em vrtude do art.
44 das disposicoes permanentes da lei do ornamen-
to n. 96,'t. prohibido o pagamento de gratifica-
ces a empregados pblicos que nao forera decre-
tadas em lei espectaes, ou expressamente renova-
das no ornamento, e por isso indefiro o que requer
o snpplicante.
Irmaiidade de Noesa Senhora do Livramento.
Deferido com ollicio desta data, dirigido thesou-
raria provincial.
Julio Al ves Ferreira de Macedo. -Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Ferreira Vilella Araujo.Distando Caruar
29 e nao 30 leguas desta capital, segundo reza a
tabella das distancias existenteiuihesouraria pro-
vincial, indefiro o que requer o supplicante.
Bacharel Joaquim Ferreira Chaves. Deferido
com oflicio desta data, dirigido thesouraria de
fazenda.
Jos Joeuuim S Barrete. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria dejazenda.
Joao Paulo Rosa Cesse. -Iuforme o Sr. provedor
da Santa Casa de Misericordia.
Jos Mara Monteiro Pessoa.-Informe o Sr. ad-
ministrador di>s correios.
Jos Francisco de Aunetda DoriaIndeferido.
Joaquim Francisco de Honra,.Nada ha a defe-
rir ao snpplicante, visto como ja foi atteudida a
sua rerlaniacao.
Joaquim Ferreira Bastos.Como requer.
Bacharel Joao Vieira de Araujo. Passe porta-
ra, na forma requerida.
Bacharel Manoel Pereira de Moraes Pinheiro.
Reraettido o Sr, director geral interino da instruc-
cao publica; para attender ao supplicante.
Bacharel Manoel Antonio dos Passos e Silva.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Gomes de Araujo.Deferido, com offlcio
desta data, Illma. cmara municipal do Recre.
Rufino Manoel da Cruz Cousseiro. Deferido
cora oflicio desta data, dirigido thesouraria pro-
vincial.
Mara Joaquina do Espirito Santo. Informe
com urgencia ao Sr. coronel commandante das ar-
mas interino.
Manoel de Barros Brrelo.Passe portara, con-
cedendo a licenca pedida, e nomei-se o engenheiro
Joao Luiz Vctor Licuthicr para substituir o sup-
plicante durante o seu impedimento.
Luiz de Carvalho Paes de Andrade.Informe o
Sr. inspector da alfandega.
Manoel de Miranda Castro. -Em vista do regu-
lamento da secretaria do governo, nao tein o sup-
plicante direito gratificacSo de que trata, e por
so indefiro a que requer.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 8 de
Janeiro de 1873.
O porteiro,
Sihino A. Rodrigues.
Lint, e Exm. Sr.-Recebi o oficio de V. Exc,
com data de 10 do corrent, remettendo-me copia
de outro qu? ao Illm. Sr. Dr. chefe d9 polea di-
rigir o subdelegado do districto de Queimadas,
Ordeca-me V. Exc. de informar com urgencia
sobre as accusacocs que me foram feitas por
aquelle subdelegado, e bem assint a respeito do
resultado dos processos instaurados em virtudc
dos inqueritos policiaes iniciados pelo mfcsmo sub-
delegado.
Dou-me pressa em ministrar as inforraacoes pe-
didas, e, respeitosamente, peijo licenca V. Exc-.
para alguraas ponderaces que veem a ponto
sempre que vejo ferios os meus brios e dig-
nidade.
O orgulho nm mo sentimento, hora o sei,
mas sou orgulhoso de saber cumprir com os meus
deveres, tanto como me deixara as debis forjas.
E, neste momento, reputo um de ver por a limpo
a impostura e m f do meu imprudente calum-
niador. Desculpe-nie V. Exc. a aspereza daphra-
se. Retiro-a.
Nao exacto que por parte do subdelegado de
Queimadas me fossem remettidos inqueritos, e
quo eu, a podidos de compadres e amigos, os ltou--|
vesse desprezado. E' verdade, porra, que loao
Prego foi preso por aquella autorldade e recolhido
cadeia da villa de Panellas, do que somonte fui
advertido pelo carcereiroque disse-me adiar-
se aquello individuo minha disposicSo. E, em
conseqoencia, fl-lo vir mfnha presnga, e veri-
fique! entao que para a sua prisao nao havia
fundamento ou motivo plauslvel em face da le
n. 2033 de 20 de setembro de 1871, to Ignorada
d'aquelle zeloso quanto circumspecto subdelegado.
Bem v V. Exc. que Dio commettt falta alguma.
Eu nao posso conservar ninguem em prisao so-
monte para acatar mal entendidos zelos de auto-
ridades ineptas e caprichosas rao carece, Exm.
Sr., de embustes para justificar os meus actos.
J
Se assim acontecer algm dia, tenho coragem e
energa bastante para derattir-me do humilde
posto que oceupo na magistratura demeupaiz.
da qual V. Exc. ura dos mais briihantes orna
inentos Nio concurro para a impunidade de la-
droes de cavados, neni de criminoso algum. e
mais alto do que a honrada palavra d > subdelega-
do de Queimadas falla a grande copia de proces-
sos por iiiin^ instaura !s contra criminosos de
todo o goneror-Tenho amigos nesto termo, o con-
fio tanto no criterio que presidio a minha escolha,
que jtilgo-os"todos Reapazes de me iludir, e, mais
anda, do me crearem estorvos na administraeSo
da justica. E, quando assim'nio fosse, eu niio te-
nho a santa docilidade dol subdelegado de Quei-
madas, aquella' doeilidade que j o fez reo em um
processo de responsabilidade.
Creio ler cuinprdo a ordejn de V. Exc, e peco
anda benevolencia para alguma expressao menos
cabida, que porventura haja escapado bem a meu
potar.
Deus guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henrqiie Pereira de Lucena, digno
presidente da provincia.
Juizo municipal d termo de Caruar, ora M>e
dezembro de 1872. -Antonio Paulino Cavalcauti
de Albuqunquf, juiz municipal.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal de Caruar, Panel-
lasO promotor publico desta comarca, a bem da
justica publica, pede a V. S. que se digne decla-
rar-ltie se j i recebeu d >us inqueritos requistados,
um por Jos Rufino, e outro por Man iel Soares,
contra Joao Prego de Farias, fritos e remettidos
pela subdelegacia de Queimadas do termo de Pa-
nellas ; e no caso de os ter recebido, e j Ih'os re-
metteu, para ser dada a denuncia. Espera ser
attendido.-E. R. M. -Caruar, 21 de flezeiubro de
1872.O promotor publico, Elisiario Augusto de
Moraes. '
Os inqueritos de que trata a pelico nao rae fo-
ram remettidos, e, se o foram, nao rae chegaram
ainda s mitos. -Caruar, 21 de dezembro de 1872.
Antonio Paulino.
Caruar, 21 de dezembro de 1872. -Exal Sr.-
Receb hoje o offlcio de V. Exc, datado em I04o
corrent mez, no qual ordena-me que infOnaeVta
urgencia sobre as aecusafoes que me foram feitas
era um offlcio d) subdelegado de Quoim idas, do
termo de Panellas, cuja copia foi-mc remetthla.
Tambera orduna-me V. Exc. que, communique o
resultado do processo instaurado era virtudo dos
inqueritos policiaes iniciados pelo mencionado sub-
delegado.
Passo cumprir as ordens de V. Exc.
Li a copia do oflicio do subdelegado de Queim i-
das, e fiquei cheo de grande e justissima ndigna-
Slo, pois olTende caliiniosainente minha prohida-
e que mais preso do que a vida.
Tranquilsei-me, porm, porque cora bons funda-
mentos presumo-me ltoraem de bem, e tenho tanta
f na justica, na verdade e em mira mesmo. que
desafio a quera quer que seja para apresentar pro-
vas de ter eu commettdo qualquer acto indigno,
quer como particular, quer cerno promotor publico.
Sabido dos bancos acadmicos o auno passado.
nomeado promotor publico desta comarca apenas
ha alguns mezes, ainda nao pude provar me de
urna altura perante i socledade ; mas praz-me d-
zer ( pois nao sei que cousa modestia, quando
devo defender a minha honra) que sei inuito o
que louvar e elogio; mas nao estou acostumado
a censuras e ntuito raenos aecusa^oes que po-
dem gerar processos.
Entretanto o Sr. subdelegado de Queimadas disse
em seu oflicio que as autoridades policiaes nao po-
dem perseguir os ladroe?. d.- eavallos, porque esses
criminosos acham sempre protectores que sabem
Iludir o juiz municipal c o promotor ( ue Carua-
r ) de tal sorte que fazendo-se inqueritos a taes
criminosos, e se os remetiendo ao promotor por
intermedie do juiz municipal, taes autos dcsappa-
recent sera saber-se qual o santo tose milagro. -
Essa calumnia infame.
Xa comarca do Caruar ainla no aouve urna
so pessoa que a ttulo de podero ou de amrsade se
atreresse a pedir-mo o nao curaprniento de meus
deveros. Tenho orgulho bastante para nao curvar-
me a mandoes ; e asss bora senso para s esco-
Iher amigos entre pessoas que nao fazem da .aini-
sade ura nteio de suborno.
Tenho denunciado os criminosos sempre que sou
informado de seus crimes, e nunca despresei inque.
ritos, em virtude dos quaes deves e denunciar.
O subdelegad i de Queimadas inculcando-me
como protector de ladrees de eavallos, calumna-
me atrozmente, e se suas intencoes sao boas, o que
nao admissivel, entao nao sabe" o que faz, aecusa
sem fundamento, pelo que nao merece continuar
a exercer ura cargo de polica, porque esta deve
ser um dos mais importantes elementos da ordem
publica e deve ser confiada a homens pruden-
tes, respeitaveis da lei e da moral, e nao aquelles
que por maldade ou inepcia nao duvidam ferir
alheias' reputacSes. Nao calummou sineute a
mkn o subdelegado de Queimadas, mas tambera ao
Dr. juiz municipal de Caruar, ao qual nao defeu-
do, porque nao necessita de minha defeza. A esse
digno magistrado requer que declarasse, nao a
meu favor, mas a bem da justica publica, se rece-
bera inqueritos contra Joao Prego de Faria, feitos
por aquelle subdelegado, e se me os remetiera no
caso de os ter recebido.
Respondeu-me elle que nao hava recebido taes
inqueritos. V Exc. ver essa declaracao no docu-
mento junto a este, e comprehendera se sou cul-
pado Sendo aecusado de um crime, nao. quero
compaixo, nao quero favores de ninguem ; mas
nao dispenso u direito de chamar de calumniador
a quem quer que sem fundamento, sera prova al-
guma, me impute ura crime.
O Sr subdelegado de Queimadas s determina
um ponto de xecusacao contra mini, se bem que
vagamente rae fa^a accasao5es norrivek A res-
peito desse ponto parece-rae quo nao deve haver
dvidas vista da declaracao do Ilustre Dr. juiz
municipal de Caruar. O que resta provar ao
Sr. subdelegado de Queimadas que impunemente
nao se calumnia aos que se sacrificara por amor
da justica. Pedera obter centenas de atteslados
a favor de minha probdade, quer como particular,
quer como orgo da Justina publica, aqu mesmo
nesta cidade, nesta comarca de Caruar, onde,
gracas a Deus, ja sou g^ralmonte estimado e re-
pellado ; mas cumpre enviar com urgencia esta
resposta V. Exc.; e domis pareec-me que ainda
nao necessario buscar taes pravas para defender-
me, pois fui aecusado ineptamente.
Deus guarde V. Exc^Illm. e Exm. Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lacena -M. D: presidente de
Pernambuco.-O promotorjiublic de Caruar,
Elis trio Augusto de Moraes.
X. 833.Quartel do coramandp do corpone po-
lica, 26 de dezembro de 1872.^-lUni. e Exm Sr. -
Informando, como V. Exc dettrmna-me em offlcio
do 24 do corrent, se praca doj corpo do meu
commando Angelo Coriolano da Motta j foi sub-
mettido a conselho de jnlgamento, tenho a honra
de declararTTV. Exc que a dita praca foi manda-
da responsabilisar por ossa presidencia em offlcio
de 2 de setembro ultimo por crime de fuga de pre
gamenlo ; o que leve lugar por portara de 9 do
crvente, sendo que ainda nao pode ser julgada a
mesma praca, por ter estado o Dr. promotor publi
co, qne auditor deste eonselho, oceupado no jury
desta capital.
Depois de marcadas as sessoes do dito tribunal
tum comparecido ao quartel o indicado promotor e
tem funecionado em outros processos que csto
em andamento; sendo que neste lia de caber a
vea de ser julgada a referida praca e seu compa-
ulieiro Jos Valit-vm-. do Souza.
Compre-mu declarar a V. Exc, que a origeni
de todas as demora nos consethos deste corpo a
defleinnc.a das testemunhas do centro da provincia
o fe-impedimento do Dr. promotor publico da
capital, que como V. Exc niio ignora, o auditor
nato dos conselhos de julgamente deste corpo.
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. Dr.
Hcwiime Pereira de Lucena, digftissimo presiden-
te di puviucia. -Franciso Carneiro Machado Rios
Jnior, tenente-coronel commandante.
Rcpiircito tin polica.
2." seecao.Secretarla da polica de Pernambuco,
8 de Janeiro de 1873.
'S. 43. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
itrento de V. Exc. que. segundo consta das par-
tirfpasoes recebldas hoje nesta repariicao, foram
hontem roeolhidos casa de detencao os seguin-
tos individuos:
A- minha ordem, Antonio, escravo de Podro
Gon..-alvos Pereira Casco, requerlmento d'este.
A' ordem do subdelegado do Recife, Manoel da
Silva Pinto, a requerimento deste.
O Dr. delegado da capital, por oflicio datado de
hontem, coiinnunicou-ra^ que, em data de 3, lizera
remessa ao Dr. juiz de direito di) 2." districto
crimintl, do inmrito policial quo proceder con-
tra Antonio Rodrigues Pinto por crtmo de moeda
falsa.
Segn 11 particpou-ina o delegado do termo de
Biierros, por olllcio do 1." deste mez, pelas 7 ho-
ras, pouo inals ou menos, do dia 27 do mez que
expirou, no lugar denominado -Riacho do Mol
daiuellc termo, fura encontrado o cadver de Ba-
zilij Francisco da Silva, morador uaquella locali-
d.iie ; declarando os peritos que a morle tora o
resultado de um.i congestao cvobral.
8 delegado de polica do termo de Buque, por
fflcios datados de 17 de dezembro do anno prxi-
mo lindo, coininunicou-ntc que capturara no sitio
-Rapaduradaquelie termo, o sentenciado Luiz
da Silva Clirispim.
Que se apresentra voluntariamente ao juz de
direito interino da comarca, alim de responder ao
jury, o individuo de nome joao Goncalves de-AI-
mada, pronunciado as penas do art. 97 do c-
digo criminal.
Coramiincou-me o delegado de polica da Es-
cada, por oflicio datado de hontem, que pela* 2
horas e 32 minutos da tarde do da antecedente, o
tram de passageiros da estrada de ferro do Recife
a S. Francisco, que dcscia do centro para esta
capital, mitou na curv* de Contendis (estacao de
Frseheiras) ao pardo Luiz Cesario Henrique dos
Santos, casado e morador no engenho Belmonte
daquelie termo, o qual seachava deita lo sobre os
trllios era completo estado de embriaguez, sendo
que a tal respeito prosegua ao respectivo inqoe-
rilo para os devdos lins.
Nesta data reconiraendei ao mesmo delegado
que do resultado do mesmo inquerito e remessa
deste ao respectivo Dr. juiz municipal, me dsse
log i sciencia.
Segundo parlicipoume o delegado de Olinda.
por offlcio desta dala, hontem, pelas 8 e meia ho-
ras da noite, se lite apresentra o cidad") Idaliuo
[.da Silva Barros, ferldo, e quexando-se que o pro
nrietario do engenho Forno da Cal -sito naquef-
le ternn, fra casa de sua residencia acoinpa
nhado de nm seu empregado e diversos ntorado-
iv- do dito engenho, no intuito de espanca-lo, o
qua 'lectivamente realisra, fazendo-lhe trite e
um ferimentos.
Immediataiuente fez proceder a corpo de delicio
o trata de instaurar o respectivo inquerito po-
licial
Acerca de sementante facto acabo de ordenar
aa supradito delegado que, quanto antes, prosiga
nos termos do inquerito policial e o remetta logo
ao respectivo Dr. juiz municipal, dando-me parte
dessa remessa.
Deus guarde a V. Exc.Illm. c Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignsi-
ma presidente desta provincia.O chefe de polica,
Luiz Correia de Queiroz Barros.
se ao juiz municipal testemunhas para deporem
no conselho de investigacao; sendo pelo dito juiz
fornecldo por offlcio de 21 de outubro ultimo o in-
terrogatorio que no acto da prisao fez o aecusado;
o que foi recebido em 6 da npvembro prximo
lindo. ,
Finalisado' o conselho de investigacao, solicitei
dessa presidencia a aoiaeacSo do conselho de jul-
! .
DIARIO DE PEWAMBUCO
RctrosnectA pollfico do anuo
de 1899.
RECIFE, 1. DE JANEIRO DE 1873.
AU.KMAXHA.
Depois que, era 1814, a"Francasuccurabio>ob o
peso euornie da coalisao eurojia, c que os destinos
da guerra arrancaram da fronte do prirneiro Na-
poleao a cora que as victoria* lite derajn, obrl-
gando-o abdica-la, e assignar o tratado de 11
de abril; aehou-se a Europa envolta em novas
querellas ante os conselhos dos reis, todos s quaes
queriam legislar sobre a sua divisao ntervindo na
sua reconstituico poltica.
Tendo baquedo o novo imperio de Carlos Magno,
e devendo ser regulada a sorte da iiionarchla
franceza, era forcoso proceder una nova dstrl-
buicao dos estados, regulndose o equilibrio eu-
ropeu; e foi decidido que de tal assumpto se oceu-
pase um congresso convocado, por Vienna d'Aus-
tri no qual- tambem se deveria tratar doj-esta-
belecimento do imperio da Alleraanha, quesfS que
todos queriam ver solvida.no intaresse do masmo
equilibrio.
Reuniram-se em Pars os representantes das di-
versas potencias, sob as vistas 0 inspjracoes de
seus respectivos soberanos, e a opinio publica
teve a satisfacao de ver solvidas ambas as questoes
no sentido mais consillador e harmnico cora os
interesses de todos.
No que diza respeito a AUemanlta decidi o
congresso que nao fosse reatahelecido o imperio
germnico, e que os estadas aflemacs fossera inde-
pendentes e apenas unidos por um laco federativo.
Tal foi a dispos^o do art. 6.* do celebre tratado
de paz de 30 de maio de 1814, no qual principal-
mente se estabeleceram os-limites da Franca e as
regras que ella se devia sujeitar perante po-
ltica internacional, desequilibrada pelas conquistas
napolenicas.
Todas as mais questoes de interesse geral foram
reservadas para o congresso de Vienna; mas os
signatarios da paz de Pars qulzeram desde logo
fixar ura grande principio de seguranza p%ara todos,
e cujo flm era lundar a pacifleacao da Europa o
sobre urna reparticao equipolente das torcas entre
aa varias potenciasdoc omitiente.
Foi sobre este principio que, mais tarde, no con-
gresso de Vienna, apoion-se a importante discus-
sao, rotativa organisapo da confedoragao germa-
sos commettdo em Xazareth, para onde deprocou- niea, ^ual foi onsagrada doflnitlvamente o syste
na taderatlvo, nao -So por que era urna garanta
para a Europa, mas tambem por que era confor-
me aos votos da Allemanha, cuja liberdade poltica
fleava assim assegurada, de conformidade com
as- grandes e nacionaes tradiccoes da sua his-
toria.
O tratado de 30 de maio de 1814, corroborado
pelas decisdes do coagresso de Vienna de 1,815,
tnlia pois estatuido urna nova e fundamental base
para o direito moderno das gentes, base que lodos
os grandes polticos se applicaraut com esmero em
sustentar, e cuja forra c graves consequencias sao,
hoje, mais do que nunca, apreclaveis^ depois que
foi desvendada todos os olhos a chimera que
aconselhou o seu abandono.
Depois de 1^14, quem ipier que viajou pela Alle-
manha deve ter observado una como ebulcao vaga,
e urna como impaciencia de transforinc .o, em
grande parte provocada pela administrara o de al-
guns estados, especialmente no llanoierenallosse.
Todos os paites do continente tiiihan espermenta-
do a sua revolucao Interior; sineute a Alleraanha
razia excepcao regra, c isto oircudia o seu amor
proprio.
Nao tendo o seibo liberalismo irelicnchido os
seus votos, nem era 1817, nem em 1848, a Alleraa-
nha concebeu a idea do unitarismo, e fez della
o instrumento da sua revolucao, instrumento de que
a Prussia e a casa de Zollern hbilmente se asse-
nliorearaui em guiza de clava cora que deviaut sa-
tisfazer as suasvingancas contra a Austria e as suas
ambcoes sobre toda a Alleraanha.'
A manobra perfeitautente aproveitou Prussia,
e tem produzido ptimos fraetos, visto como a Al-
leraanha foi e contina a ser un paiz de arrbate-
inentos, posto que paraca iinuiovei acerca de cer-
tas propensoes.
Assim se exprlmera hoje os historiadores da Al-
leraanha, dos quaes aceitamos estes dados, e assim
o trabara previsto alguns espirites Ilustres, entro
os quaes nileyrand, que disse : Xao nos Iluda-
mos ; o equilibrio quo fundamos no congresso de
Vicua nao nao podo ser eterno. Elle ha do
sucumbir mais cedo ou mais tarde, posto que nos
prometa alguns amos de paz. O quo araeaca
rompe do, n'um futuro mais ou menos remoto, sao
as aspiraoSos univorsacs da Alleraanha. As ur-
gencias da deloza o o receto de njn irrigo com-
ranm prepararani os espritus para a unidade ger-
mnica: Esta idea continuar a desenvolvcr-se, e
n'um bom dia una das grandes potencias que
fazem parle da confederacao desojar realisar essa
unidade em seu propri proveito. Da Austria
nada ha recetar, porque, sendo composta de pe-
damos heterogneos, ella nao pode pensar era ex-
portar ama mocidade que nao tem em si.
E', pofs, a Prussia que deve ser vigiada ; para
que ella lia de tentar a fortuna, e, se conseguir.o
seu intento, abalar todas as condiedes do equili-
brio, e entao ser forcoso procurar novas bases e
urna nova organisacao para a Europa.
Assim se exprinio o Sr. deTalleyrand, unidos
mais notaveis polticos do seculo, e assim aconte-
ceu e foram realisadas as suas profecas, filhas^ do
cstu'lo atiento das condigoes dos povos allemaes.
A grande revolucao, porent, nao se tcrla verificado
se por ventura o carcter allemo nao guiasse esse
povo para o unitarisMo, que, posto que entendido
por cada estado, segundo as suas vistas, foi sempre
o ponto coinmum e uuico de accordo entre as, jdas
prussianas c as deas allemaes.
Foi evidentemente essa dea, adrede fomentada e
bafejada pela Priissia, que produzio a Alleraanha
de hoje, imponente, grandiosa, chota de torca c de
prestigio, tal como a lizerant os acontecinentos
posteriores 18li3, isto tal qual a conquistou a
espada dos Zollerns, depois que desferio o seu pri-
rneiro e violento golpe na dieta de Francfort e na
confederacao germnica, criada e garantida pelos
solemnes 'tratados de 1814 c 1815, at que se ent-
bainhou, telvez momeuteoeamento, depois da con-
quista pacientemente supportada de tres estados,
igualmente garantidos pela Europa, c depois do ul-
timo golpe desferldo contra a Franca, em 1871.
Assim, pois, se reslabeleceu violentamente um
imperio germnico, cuja suppressao tinha sido con-
vencionada entre todas as potencias, em 1814
1815, destrulndo-so completamente toda apersona-
lidade llvre dessa grande Tego, cuja hberdado
poltica tinha sido reconheclda como dizendo res-
tito ao interesse geral do occidente civlisado da
i u ropa.
E este novo imperio, rom o seu for.nidavel po-
der, tornou-se urna constante araeaca para os seus
vzinbos e para a Iranquilltdade da Europa, que
na i pode ver com bons olhos que, contra o antlgo
direito publico, allemo, seja boje o imperador
quem, dep >is do decreto constitutivo de 1871, de-
clare a guerra e celebre a paz, nem to pouco pode
acquiescer de bom grad > que tormera ura s e
nico exercito, os exercitos da Alleraanha e da
Prussia.
Tal e entretanto o rgimen que a casa dos Zol-
lern deu Alleraanha, ao mesrao lempo que cin-
glo sua fronte a cora de Carlos-Magno ; tal foi a
poltica que a Russia, Pemonle da Alleraanha, se-
gitio e procura fortificar ; tal a obra da unifica-
cao allenia. considerada como utopistica ha alguns
anuos, i- hoje plenamente rcalisada,_com verda-
dero assombro para a Europa, que nao pode, nem
pode mais contrariar o desenvolviraento de sua
instituico.
O que cumpre, hoje, Europa fazer, preca-
ver-se para o futuro, porque um novo wooim w"-
vendi se abre para ella, e porque cercam-n' por
todos os lados grandes perigos, o maior dos quaes
reside na casa dos Zollern, que, oriunda, como a
casa Hapsburgo, de um castello-condado da Sua-
bia, e alimentada contra esta por unta rivalldade
secular, teve sempre a ambicio de lite fazer frente,
e, tendo-a sobrevivido, quizsubstitui-la.
Xao lite tendo bastado a partllha e o lote de 1815,
ella prepara hoje o seu proprio quinhao; e, ao
passo que v a Prussia curvar-se seus ps, agra-
decida pelos seus engrandecimentos, v a Allema-
nha nada Ufe poder recusar, em face da satisfaco
dada sua paixao.
A Allemanha un pois. urna ameaea constante
para a Europa, e tanto, maior, quanto ella nao se
fez nem proseguida senlo no interesse de urna
dynastla, o de nenhum modo no interesse dos
pbvos.
B essa obra proseguc sempre o activamente, e
nella trabalham todos os unitarios, tendo sua
frente o Sr. de Uisraark, o meticuloso e macliiavc-
lico instrumento da casa dos Zollern, o apaixonado
cultor d torca contra o direito, e da espada contra
a justica. -
Sira, a obra prosigue; mas de corto nao durar
eternamente, porque, tend i sido assente sobre as
ruinas di liberdade tdo direito dos povos, forco-
sainunte ha de vir ter contra si todos os elemen-
tos comprimidos, cuja mlsso rctemperarem at
torcas na a.lversidade para bem apr^veite-las
quando soar a hora da desforra
Emquanto, porm, ella nao ohega, apressa-se o
Sr. de Bismark e os seus sectarios em consolidar
a sua obra, a. obra gigantesca da unificacao e,
para isso, e cora esse lira, empresa todos os meios,
sem escrupulisar a mentira, a falsidide, a peita, o
soborno, e tuti quanti diablicas felturas Ine sus-
gere a escandecida mente, onde so elaborou e arde
a idea de completa asslmilaco da Allera mita
Prussia.
Sao nesso sentido os seus esforeos e locubra-
$5ob ; tem esse flm tudo quanto se fez na Allema-
nha, no anuo que vem de Andar, e que, se pos-
sivel, ni iis ttulos de nefasta gloria ainda juntou
aos tantos, quo j possuia o Sr. de Bismark.
Nem tudo, porm, foram rosas nesse anno, qu
passou fugir, qual meteoro, para o occaso dos
temp -s. Nao, tudo nio foram rosas para a unifi-
cacao, porque, na Saxe, no Wurtembcrg e na Ba-
viera, leve elle anda que experimentar dores bem
crueis, causadas pelos osplnhos da poltica, por ve-
les trepidar e a se manifestar contra o pietismo
unitario, que se oppdem os usos e costantes des-
sos pequeos estados sem autonoma.
Aoajrir-so o anuo de 1872 fuiccioaavam jp
parlamentos dos diversos estados, curando dos sen.
interesses peculiares; e ah, como n outros Matos
centros polticos, que se ostentavain as reluctan-
cias contra o unitarismo, as (replanles contra a
assmilacio prussiana.
Em todos os parlamentos discittiam-se projectos
maii ou monos int|K>rtantes acerca de adminisira-
co, flnanras, nstrucco e organisacao de servicos
perltares cada um."
A' esse estado prospero sorria o imperador Gui-
llierine, vangloriiindo-se cora a sua obra, como
se.npre fazia, como ainda o fez na reccjicao oflml
do 1 de Janeiro, em que elle agradeceu todos os
seus generaos os ser tan de guerra, dizendo-lhes
qne era preciso tornar fecunda a paz assegurada
por tongo tempo Allemanha, fortificando as bases
sobre que assenta a grandeza actual da patria,
dcsciivolvendo todos os seus recursos moraes e ma-
teHaes.
Entretanto, a iinprensa dis utta as allian^as
apregoadas entre varios solieranos, e fa?ia alarde
da existente entre a Russia e a Allemanha, allian-
ea que era re|iresentada por 120 milhoes de ho-
mens, tendo em vista fazer preponderar a torca
sobre o direito. Alm disso continuara elles, bera
como os parlamentos, os clubs, as sociedades e os
meetings, discuttir a questao religiosa sobre va-
rios pontos de vista, o segundo os seus diversos
maUzes, qnestSo sempre dfllcil e trabalhosa, sempre
alarmante e inquietadora, sempre anteacadora v
senqire capaz de produzir, como ia produxindo,
lulas crueis c resultados violentos e terriveis.
Foi por causa dessa questao, *ob o ponto de
vista da nstrucco publioa, quo o ministro dos
cultos e da instruccao, o Sr. Muhler deu a sua
demisijo senj,0 substituido pelo Sr. de Falk, que.
passava e passa por ter opinioes liberaos em ma-
teria de cusino.
Esla ligera alteracao na dinegao da instruccao
publica na Prussia em nada altern, norm, a
poltica, cujo nico regulador, era o Sr. de Bismark.
Ella teve,porm,una certa importancia,decorrida
forzosamente do desenconlro de vistas dos dous
ministros, ura dos quaes era contrario inspeccao
da* escolas pelos eccleslasticos, ao passo que o
outro era partidario dessa inspecjio, e a mantinha
nos projectos apresentados ao parlamento prus-
sano para a reforma da instruccao publica.^pro-
jectos contra os quaes havia grande opposieao na
mesn cmara, contando-se no numero dos oppos-
conislas una parte dos conservadores, os catho-
lii-os. os nacionaes liberaes e OS progressista*.
Foi esse movimento opposicionsla que forcou o
Sr. de Bismark aconselbar a retirada do Sr. de
Muhler, assim como foi elle quem escolbeu para
substltui-lo o Sr. de Falk, cujas ideas liberaes sa-
tislazain o chanceller allemo, visto como este se
Ungir liberal para o fin de vencer as resistencias
que se lite antepunham mesmo no parlamento da
Prussia, ante o qual julgou-se obrigado pronun-
ciar um discurso, proposito da dscusso do or-
camento e da nnnpnrnnin da dirercao catholica no
ministerio dos cultos.
O chanccl'cr allemo, respondendo um deputado
do Hanovcr, apresentou um verdadelro manifest,
|)ronunciando-se contra os ultramontanos, contra
os partidistas da nfalliblldadc e contra tudo o que
elle chainou a internacional negra determi-
nando esse procediinento a profunda impresso
que lite tinha causado a opposieao catholica, que se
levanlou na Prussia e na Bavera, opposieao que
chegou mesmo formar un grupo importante ua
cmara de Bcrliin. ,
Travou-se, pois, a hita, e o espirito confessional
invadi a poltica, colloeando-se o Sr. de Uisraark
no seu posto pira defender os dreltos do estado
contra as tei'giversac,ocs do clero e contra as pai-
xoes ronfessionaes
O Sr. de Bismark fez-se liberal, mas lilieral :
seu modo, e pela niesina razio que teria sido
feudali.-ta. Pouco se Ihe dava quo esto ou aquelle
Individuo fosse catholico ou protestante, infallibi-
liste ou auti-infallibilista. O que elle va, no que
elle altentava cora persistencia, era na ultima for-
ma do particularismo allemli-, re]iresentada na
opposigao catholica, porque na verdade, era esse o
mais tcrrivel, o mais pergoso obstculo que poda...
encontrar, a unillracao- allem, tal como a en-
tenda a Prussia, tal como a sonha e quer o chan-
celler. Por isso o Sr. de Bismark querendo es-
tgmatisar a imprensa desse partido chamou-a
imprensa ante-allcnti, mitiga t-imprensa da con-
federacao do Rlteno .
Assim, pois, embora velada cora o manto das
querellas religiosas e theologlcas, a verdadeira
qnestito debatida na cantara da Prussia era a
unificacao allem, era o Irabalho do germanismo.
Por isso que o Sr. de Bismark tomou a peito a
questao d^p ensino loigo as escolas; por isso foi
ifte o chanceller multiplicou os seus discursos na
segunda cmara da Prussia. amearou-a com a dis-
soliiao, e fez questao pessoa! e poltica da pana-
cera da le, dando-lhe assim ura grande vulto para
afinal conseguir o seu proposito, apenas |w>r urna
insignificante materia de vntc c cinco votos.
Votada a le na segunda cmara foi ella reniel-
tida cmara dos Srs., e ainda all enronlrou una
tremenda opposcs de 15 sobre 17 membros da
cantara, opposieao tao forte e ostensiva, que obri-
gou o Sr. de Bsuiark ameacar a prmieira c-
mara com urna promoejio extraordinaria quo
tivesse por din mudar a face da materia I
Esta, prm, nao se desconcertou; contmuou
resistir, e resista ainda, quando na assembla
de Versalles agitou-se a questao da reorganisac>
do exercito e quiz-se agitar a das peticoes dos
bispos. O Sr. de Arnlra, ministro allemo, nao se
esqueceu de relatar isto ao chanceller; e este re-
latorio chegando Berlim no momento em que a
cmara dos Sr*. tinha de votar a -le, e sem
duvitia regela-la, foi hbilmente explorado pelo
Sr. de Bismark, que o leu perante a mesma
cmara, commcntando-o. seu sabor.
Diza o rotatorio que a Franca meditava unta
desforra, e que para isso aguardava o effeito das
agitacOes religiosas fomentadas na Allemanha por
uraa palavra de ordem mandada de Roma, de
Paris, de Bruxellas e de Genova, e que ella cen-
tava com essas agitai*oes para i paralysar a for?a
e a unidide allem* aehando-se prestes se
amparar da occasiao propicia para se levantar
ura sigual dado pelo clero, que tinha inscripto
em sua bandeira vingan^a contra a Allemanh t
erestabeltcmtnto da higemonia franceza!
Esta revelacao, ou antea este ardil produzio
um effeito miracloso, c a lei fot adoptada por
grande materia, ganhando assim o Sr. de Bismark
mais urna victoria parlamentar ; mas,depois delta
ieou patente um facto novo, que jamis se dera
qual foi unta sera resistencia opposta ao Sr. dt-
Bisraark, depois dos.seus briihantes successos.
Estes successos, porera, iam continuando, e de
todos os lados e sob todas as formas se lite apre-
sentavam. sempre com referencia unidade alle-
m. Foi assim que o juramento de fidelidad.-
prestado ao Imperador pelo exercito do Wurteuv
berg deu-lhe rtiais um suceesso, pouco depois
augmentado pela declaracao clara e explcita qu<
fez o respectivo parlamento de que approvava
completamente a siluaco creada ao imperio alle-
mo, e"bem assim pela suppressao que fez esoe es
tado de todas as suas logacoes, excepto as de-Ber-
fim, S. Reteraburgo e Mnmck, conforme commu-
licou ao chanceller. o gabinite de Stuttgard.
A'esse" tempo apressava o poverno alienta a
reorganisao e armamento do seu exercito, e dis-
tribua material de guerra por varios pontos da
frontera, dizendo uns que estes preparaUvos r
urna precaucao contra qualquer eventOAuaaoe-
que podesse romper a paz da Europa, e oatroe


Diferid dfcf Pemambuco- Quinto feira 9 .de Janeiro de 1&73.
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j
:..ilT
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vir nos negocios ataranta, se puf ventura ahju>
raa insarreicao ou imJm^i inopinada do goveni
viesse aineaear av*le dos tratados.
Fui tambera por ss* tempe, qiu as cmaras, el >
grioducado de Radra eda Sxoiiia dcJcriram e.
depois approvaraia leis no esmo sentido da no
approvou & cmara 4) Prassia otee as escolas,
isto extmguindo a in|iec.cje clerical, haninfl*
o ensino religioso, e pefmittiado- a todos, sem dis*
tinecw de cuito, o poner m frequ enlar essas es-
colas. .
Estos medidas prWfOOaram pwtostcs solanos
por parte dos eatholtora, cujos-bispos f;il*laara:
com a pena de exconnramho a; seus autores, c
xecntores, augnientonde i>or essa forma as di-
vergencias e lutft-religtoas, q* cada ves iam a
sumindo caracrar' imita serio e lerruiraift pon
|oe tudo se iaptAdo emexecuc') de- araos os
idos dos contendores com o lindse desamo-
raren! reciprocamente, o <|iie matas voies obri-
gava a autoridade civil intervir as lulas.
Entretanto aproximou-se odia de abril, pre-
viamente tKado para n abertura do parlamente
allcmfui, e eflrtivamente te ve Vagar esse acto,
quando ja OflUn mui arden!.'-; fci paixoes e lulas
religiosas, pronunciando o Sr. de Rsmark, eiu
nomo do re Gutlhenne, o discurso imperial da
abertura, no qual S. M., depar de se felicitar pela
situado poltica economice, da AUemanfca, que-
disse ser, urna garanta de paz para a Earojia,;
aqnuuciou varios projectes 'Vendantes onasididar;
a situaco interna, ivgularisando os sorbos, da
adminirtraco e certas j.Ricas i adunara. Ente*:
osses projectos citou discurso: un acerca I5s
innrclonarios do imperio, miro acerca da jnris-i
Kcro militar e outro fe al.ik'iite sobre a prensa.
bago depois de se-tar abertoe constitaid* ti par-
'araeuto. mitrouelle no exaiue das conrear "is can-
elares effect nadas entre a Aliemanlia. altaba,
Hespauha. t America Sptentronal, e be assira na
apreciaeo do tratado de coiiinurcio e navegarn
celebrado can Piirtucal. todos os quaes foram ap-
provados, e assitn dtmitivaineiui transformados
mm Icis do imperio.
Km seguida taima o parlamenta a ocenpar-se
eom-o projecto de uovo cdigo penal minas, o
j.ial, depois de discutido as generatdaaes, foi
enviado a urna coiiiiuisso para o tiui de retocado.
nos pontos cru que transpareciain contradiccies o
incompatibilidades.
Quando tal toWMdift, a Gazeta da Alternan/ia lio
VroVf publicou una portara enriada pelo minis-
ro dos culi >s ao hispo de Erinel.iud relativamente;
a questao da cxcYiiuuuiihoc juiUuieiite a resposta
do Etapa O ministro iihistia eui que a exeommav
nho nao era urna |i -na puramente ccclesiastica.
visto que alTeclava as sqas rjlac-ies suciaes as
pessoas que attingia, e por consequericiatiulia ti!
bein mu alcance civil; donde se coiicinia que vm
iimforuudade cun as Me do pai'. essa pena nao
ilevia ser applicada oxclusivainente pel> auioii-
dado oeclesiastica, c nao |>odia ser irammciaa
Heno depois de previa Neenca do estado.
O ministro iutimava o bispo a fazer eessar a
contradiccin exilente entre os effotoj civis a
'xcommuiluio e as leis do pain, alias u goveriio ron-
sidrraria como .supprimido de facto, n re.coiilieci-
mwiln do bispo pelo estado, e vn-sc-liia forrjado a
interro:aper ;is mas relaeos com a autoridade
piscpal
O bispo na sua respjsta limitou-sj a demons-
trar minuciosamente que a publicacao da seotenn
de cxcoinmunhao nooflendia em consa algaata a
honra civil daspessoas a queni foi imposta.
Entretanto reumo-se em Fulda urna conferencia
religiosa c nella toin >u parte o episcopado eatho-
lic.i aflomio, o qnal resolveii puMieai'. 8 elfectiva-
rnsnto pnblimo, nina pastoral un que ptOMaton
cintra as leis solire a iiis|ieccao das escola, do-
claran lo todava que ^c submettia ellas, e acn-
joHiawdl aos 10niliiMs do clero que dio iI.soi-
toMetU do sen p ist i. e continuasseai net as
-a:is cad"ii-as de ensino rnUgiam u > intuito de
atlenuirem is cons.qtnmcias funistis que essas
lejs podem prodiizir para a religiii) o para a oda*
cacao das novas genujOM.
Foi por esse tempo que o parlamento allcmao,
l3do examinado varias reformas linam-eiras ajire-
sgmaijj plo pavero, rnfettaa-iu eoMptaHuneulo,
-ii ipie essa regeie.rii abalasae o ministerio, que,
na Allemanba. s entra em crise a proposito das
'acstocs politicis. all jiosUis nmit > Mima d.s a
rsmMM administrativas.
I'ouco depota tointram incre-neuto no parlatuen-
i na dJKmaOH sobre a questa) religiosa, nao m>
l"o cansa da recusa do Santo 1 adre em receber
o un oinbaixador da. Allemanhn o ji.iucipe car-
dcal 'I IIoenlobe, mas tiunbem propoto-de mui-
tan petic/es dirigidas ao congressu pro e contra os
aculan,
Qi-viaiii ignna denutad ia ao consolado da Itoma, conmuto que o gover-
n.i na i mandasse oais para nlli e nbauador algum,
ato so ter roonaado s. SimtidaOc o Papa rece-
bar -i cardeaj de Uoenlohe. Outros, pelo eon
ic.iiM. appunbam-se essa doatrina, e queriam
uae se conservasse a euhateiad unto Santa S.
i i numero dostes foi o Sr. de Hismark, que toda-,
vi censnioa.ao Papa a nao recpgad-do emba-
'lar, censiirand.i ai inesioo teniBoas doutriuas.
.'. toga das pelo ottioi i concilio, as qoaes, segando a
na opiniao. estn em antagpaUuto com os princi-
|dos modernos.
St.brc.'i questao dos je-,,iitas nuuiil'estou o paria-
iteato o desojo de que o governo le apreseotasse
UB projecto de lei, regulmido os livitose de.veres
'.;a eongrogacoes e aasooiaeSw religiosas, e_o go-
oino prometteu auxiliar o par; mente eiu tao ur-
gaale negocio, Bontribaiodo assui ambos para cada
vea inais desenvolver a qpestd religiosa, que to-
11 ns dias ia assumindo carcter uiais asstista-
tar. .
Depois tiestas qnestes tratou o parlamtto de
..ras ouiras de Merasse politice), civil ; tinanceiro,
taM cuno r. c.mvenco regulando os negocios do
i.u\e,mliurgoassignada nodia 11 de junho'em Ber-
im : a tai ragulaa l o registro e o casamento civil
ilirigatorio, e a lei de orcamento, oceupando-se fi-
aalmente com a le contra os jesutas, -enjo pro-
oosito aoBve diseossao acaloradissima, na qual se
iisseque ds jesutas eram mintigo? da conslituica i,
iiorque eonsuiravaui contra a mudada alleu. To-
das essas IcifToram approvadas, ferhaudo-se logo
i! pois d>>-.> o i'arl.unento com todas as formali-
Jades babiiuaes estas ceremonias, e oceupando-
se desde logo o govemo de executar a lei contra
* jesutas, cajos rcgulaiiient'is furain feitos pelo
'-iiselli i federal, apenas a lei foi votada. -
Este awhma em executar i odiosa lei, anda
ni ais exettoH os nimos na questao religiosa, ca-
Masando perfe;miente a p;,rcialidade do go-
verno, que. teii.lo>iiloai pjiteo lempo un governo
i! tolerancia e;n materia relgo.-.a. tinba-setornado
intolerante desde, que o Sr- de Bisinaik compre-
headeu que a lula era a mais tenivl arnia do
parUcularisinh contra o unitarismo aleiuio. "
ErTectivameute o governo allemao conseguio por
nmitos nonos lograr a lama de ser limito tolerante,
da mantos a paz entre t nas as seitas religiosas,
le respailar a independencia das igrejas ; e, nao
obstante o seu protestantismo, logroa sempro vi ver
na mclbor harmona com a Santa S. As paixes
religiosas nao tinhaia entrada as cmaras, o clero
caiholico nao se queixava, e us tins do 1870 o
fooprio Papa nao 84 dedignou em felicitar ara]
Gnilherme. quando este poz na 'ronte a cora on-
ferial.
Pouco riiai-- p.irem, dnrou esse ost.dd de consnsl
ii nasas darntona data, visto como naseeraui desde.
logo as apofeheasdee do ir. de Hismark, e a prin-'
cipe clianceller deel.iroit tmerra de morte ao que
ttl;nfgo8d"os}o.snrtas, eau^ os rS'filncionnrfos.- qnp olfec't
toou a.i sentido liberal c nniool4a, e hem assknl
S:
onjr'oraeram oxilado imw elle sij'osti
sefvindi afef. F.ntrotartto o Sr. dBiJnurK iSo |Verificara mycssns '.cgioso- de.fJonHl
ptle dssioii ar fie tnliadiasae-desi urna '.'rvide ,e rf KiHita. rm>r..-Hitado ;idns catholicos (nfaUi
poteaaa que bao poda ser .vencida polo canteo
Criqip.nem pela estrategia do Sr. Moltke, aleen de
q*i estova elle convencido de que nem sempro
Miivinha olTerecor em esMCtaculo as peripecias
de urna lufa entre urna grande totea e as traqw-
zas de um pijder rspiritoat, que, de um momento'
nutro, poda adquirir a lenacidadc da mais dura
oclu, cubo lies, na pirase de um alto persona-
ge n, poda rsmgar ospes do cokvssn aSema*
Sr. de BismarK, perem, iiersistente com* no
soits ntones; an qmt dar utidos ve da stta
riMisctnncta. se (joc a tem, e prosegni, o sem
duridaprosiigtr'r.os seus planos, como os ia
desenvlvnilo quaiuto leve lugar a cefchraciio do
UHCvenie de VersjHtes- qne reunin a' vacuacio
dosdepai'tomentos da Franca, ocr upados pelo exrr-
rto prussiano, e roma* mes presta torta a at-
teucan quando se acliava j4 eavnWiilo no trama de
qae-dcvia resultar a entn'visia dos i|)eradorrs do
*orte.em BerKm-, entrevista d* qn-se orawava a
iinprensa curepa.ergueiidii os mai?descommunaes
castcHo< i proposito de que nella poderia OCCupac
n a atteucao oes principes congregados.
Entretanto mangunm-se. na frsenla do impe-
rador v. da familia imperial o monumento levnta-
lo na villa de Nassau i meimna do barao de
Stein, que em 1800, uao desesperara de salvar a
inonmcliia prussana, enlar aborda de iif abysnio
c aeuariara, de exilio era c-vJio, a hora de libar*
tacan e IKIi. liara fundar es aliceres* da gran-
deza actual da Prussia e da unidade AUcln, tendo
compre hendido o genio da sna aaao,|COtBO com-
piebcuderam os das suas respeetnaa napies Bi-
diellen, Cavonr, Krederie o Grande e outros.
Foi por esse tempo que a arrogancia da Allema-
fllia wi antes da Prussia, inebriada com os fumos
da sna gloria militar, leven-a obi ijar o governe
do Hait a pagar, sem mais aera memos, sol .a
amraea de dous navios de guerra, urna iniantia
ipie s dizia divida um negociante allemao. O
presidente da pequea repuiflica amoricana, ve-
deado prepotencia do forte contra o fraeo,-:(sel
vagem pre|Kitencia sempre condemnavel t ) pa-
pau a exigenfia ; mas lavrou um enrgico protes
lo eontrar o abuso, de que deu conhecimento ao
sed paiz n'um bem elaborado manifest, qne ha
de ser semine urna vergouha para a Allcinanha.
Foi tambom por esse tempo t\ar. se deram algu-
nas desordensom Berlim, posto que sem conse-
qitencias serias, e que tomaram novo incremento,
ao s na Allemanlia. mas cm toda a Europa, as
iliscu-ses da imprensa sobre a entrevista de Ber-
lim, delluilivainente lixada para o mez de setom-
brw. Fizerani-s entao os mais extravagantes com-
mejBtarios i poltica do Sr. de Bismuto, da qnal se
disse que lora em parte contrariada pela assisten-
cia do imperador da Hussia dita entrevista, que
at entao se presuma ser s entre os imperantes
da Austria o da -Allemanha.
Ja entao tinbam sido publicados os regulamentos
para cxecuQao da lei de expulsao dos jesutas, e
as medidas tomadas nesse sentido iam provocando
sirias resistencias e tumultos por parte das po-
pulaedes catholicas, que, em alguns pontos, pre-
ten lram op|ior baneiras barbara oxecinjiio da
desptica le.
Formoii-se una liga de catholicos as provin-
cias rbenanas para o lim de defender as ordens
religiosas |ierseguidas pelo Sr. de Bismark, o em
Bsson, na Wstjihalia, llzeram elles urna procssao
com ardiles, em honra dos jesutas, que todava
foram expedidos, enibora depois que se veriHca-
ram desordena e conflictos entre o povo e a |nli-
ea, que aliiKil exercea a uta taberama, prenden-
do muitos dos turbulentos o eneerrando-os na for-
taldka de Wesel.
Na Baviera guaes Iuta< e desordena tiveram
lugar |ielos mesmos motivo-, e foram ellas que de-
ram azo queda do respectivo gabinete, que foi
substituido por um ministerio favomvel aos catho-
licos e adverso ao imperio allemao e ao Sr. de Bis-
mark.
Estes tristes resultados preoecuparara multo o%
espiritos timoratos e concbanles, mas, nao obstan-
te, nao os inhbiram d-; seguir pari-passo as peri-
pecias da faosa entrevista de Berlim, para cuja
cidade se dirigirn) os imperadores da Austria e
Ua Itussia, nos prni-ip'is. de setembro. a Hu de
couferwnoiarom com o seu inno da Allemanha,
qui- alii iis agnardaVa entre os explerrlore* da sua
corte e as mui loadas tedas que maudou celebrar
para iniprcssonar a is seas visitantes.
l-;ifi-livameute leve lugar a entrevista dos impe-
radores em Sotemhro, na cidade de Berlim e du-
rante alguna dias celehraram-se conferencias e
esplendorosas festas, que assistiram nmitos dos
soberau'K-vassallos do imperador Guilherme, que
mai? una voz foram queiinar seas peso incens
da adulacao teutlionica.
Os imperadores d'Austria e da Itussia jtassaram
momentos agradabilissimos do meio dos banquetes,
recepcSes, bailes, espectculos, revistas militares e
passetos laxuosos, gozando xssini dos prazeros
adrede preparados pelo imperador Guilherme ;
mas, de par com esse* momentos, tiveram outros
nao muios daces, pirm, mais uteis i poltica al-
loma, segundo asaesjararam os i-e-pectivos jor-
naes, nao obstante os boatos que vogaram pelo
mundo, dizendo que.as conferencias imperi-ies de
Berlim foram inteirnmonte vazias de interesse po-
ltico, de resultados satisfactorios para a Allcnanha
e para a Enropa.
Qual das ditas versos, porm, foi a rerdeira,
ninguem jamis o soube, ninguem provavelnienle
o saber com certeza ; mas julgar por alguns
factos (loateriores essa entrevista, nada de bom
oltcve o imperador Guilherme das suas conferen-
cias nrio ser a saudade que |deixou populacao
de Berlim as festas publicas de que ella parti-
Ihou.
Com effeito, annunciada e celebrada com ante-
UH*Sis e. aquella* poJas rellm cntklicoz oti anti-
uiUllib*stos.
Estes nomearam duas conunissies^nmacm Co-
lonia entra em Munich para tratar dos flus da pro-
pagaada.VTappJflnirtrm dUfW^prmoces acocea
dOs seus direitsV 4a dotara do.t^jro, do casa-
mto civil obrgatorio c & oidrpi assmnptos ;
aaaelles guardaransegredvsoine a^ue pnOica-
-r*in. at que x.mmnnnkn, publicou a veiamosa nrmtorja-i^id^s bispes que
iaiMiii i o go
verdadetej
kgaicoos fei
eie rhamou ultramonta-irsmO 00 internacional ne-
gra. As qnestes religiosas i vadiram o par-
lamento de ll-rlini, onde se constituio um partido
"holi-o importante, e o govern-i comodn desde
lego a sua eampanba, comeaando pelas leis sobre
as-escotos, e acabando na que autorisou-o expcl-
r os jesutas e as domis 'cong ivgacdes anlogas
existentes na Allemanha, iei cruel o barbara que
deu polieia o alvitre de fazer o que quizesse, com
tanto que dissessi que tol ou quid ordem religiosa
linha analoga com os jesutas, principal alvo con
tra que fez fogo a referida lei.
Comecada a luta, os ncidanh s su.',iwdeiam-se-]
naturalmente, e o governo. a pretexto de proteger
os velhos catholicos, adversarios da infallib'ilidadc,
corara as autoridades liis m do Vaticino, eutrou usar do syscma das rapres-
sics, j suspendendo o esmoler mor do exereito,
I ar siispcito de ultramoutauismo, j abrindo a ter-
i ivel lutejde que ja fallamos com- o bispo do Et rne-
ina, por le e)le lapjado ioterdicejki um pro-
fessor ante-iufallibilito. Travou-se, pois, a Inta, e,
orno era fcil de prever, deUa se resentirn) as
retacees entre a Allemanha e a Santa S, mxime
dnpots que a corte poiitcia reeusou-se resaben
o Sr. de Hoenlohe, ckcgando-so mesmo a uizer
q-ie o'governo allemao euiabolara negociaecies eu-
ropeas para o Gm de preparar Alfemanlia urna
trrande intlueocia no conclave que teradeeleger
o novo Papa.-depois da morte de ?io fX.
O Sr. da Bismark certauente um homem f*to
e nabilissno, que salw yoriat de amigos, segando
:.s circuinstonctas. Na nova Jutc. que abri, ello
> 'usegiuo creaj- auxiares de todi a especio, taes
remora velhos catiwlicos os peusailore? livr.
cedenria como um grande aconterimento capaz de
marcar nina data na historia, parece qu; da en-
trevista devia resultar pelo menos ajguma mani-
festacao que tranquiHisasse os espirites acerca do
futuro. Nada disso, porm, leve lugar, e o re-
sultado poltico ilas conferencias foi de tal modo
nidio, que decididamente"nao graven na bstoeia a
data celebre de que fallaran) os jornaes allemaes.
Pelo menos o conde Andrassy, na* exp-acesque
deu s delegacoes austracas reunidas em Pesth,
nao desvendou o mysterio : o principe de Gort-
cftakofnao se apressou empernar de hrilhosa en-
trevista por meio de algunvi das suas notareis cir-
culares.; e at o Sr. de Bismark guardn profun-
do silencio, e apenas deixou escapar, a tal respeito,
urna paiavra sem importancia, quando rspondeu
um burgo mestre que Ihe foi entregar o diploma
de eiiade de Berlim.
Certamente os imperadores em saas despedidas,
pronietteramise reciprocamente manter a paz, e
nao levantar nenhuma questao perignsa: mas,
por urna eireomlancia bizarra, poucos das de-
pois. o re da Hollanda, ao abrir as cmaras ne-
heiiaii'lezas, Jemhrou-lhes a necessidade de prose-
guii- as medidas de defeza do paiz, e o proprio
imperador da Austria, ao inaugurar a sessao das
delegacoes em Petli, propoz um augmento as
despezas militares Sem duvida foi isto urna
simples coincideueia, mas foi dessas coincidencias
que deLxam o espirito alar-se aos espacos conjee-
turaes para delles tirar consequencias^ nao milito
satisfactorias sobre a entrevista.
Como quer que seia, o que '; fado ': que, s
pomposas festas de Berlim, s apregoadas confe-
rencias imperiaes, nao compare.-t-ram os sobera-
nos do Wiirtemberg e da Baviera, sendo nessa occasiao, aehou-se bracos com urna crise
miaisterial, enja soluco. toda contraria poltica
do Sr. de Bismark, deu bem entender que nao
viruvam cordiaes relacoes catre as cortes de
Borliic e de Munich.
Effei'tvamente, emquantxceleLravativse as fes-
tas de Berlim, o re da Baviera.aceiton a demisso
do ministerio constituido fsicao do ehaueeller, e
iaeombio ao Sr. de Glasser, um dos chefSs da op-
posico parjcularista, a organisacao de um novo
gabinete, que nao poda deriar de ser autonomista
e ultramontano, e por conj amencia adverso po
liti.a do Sr. de Bismark.
assistiram ae wmgresso ver no prussimn. uiamorm qoo t\l
captulos, tt/kk um dos qtiaes
protesto carata as itsurpa?eVs e.
tas contraiaugreja^ratUoltoa.
Estas, perm, despeito de. lodxs as reclama-
ees, foram sempre contiaii:u)dr. e tinham- j. mu
caractor-assaz gravo, (piando Imam ahertar a ii
de outabro todos os parlamentos pecutares dos di-
versos -estados allouutes.
Na f russia, apenas forain a be ras as cmara*, e
a dos similores su eunstitiato, oepip^t-se esta c 0 prejecto de lei sobre a rganisaco dos circuios.
pni"c.to qae* tioha sid -aBprovad'e pela cmara
dos depotados na sessao anterior, e pelo qual mili-
to se interessava-o Rwverao^mas ^ue encontrara
iani serias resistencias aa mesura cmara dos se-
at-ores, qne o queria OMdhlCAE.
O ministro do interior declaroa que era impos-
slvel ni idili-.-a-lo no sentido da untiga legislado
provincial, porque seria urna falta gravissima
Kmtrogradar ao systeara dos- estados leudaos.
Accrescentou que governo ib-i uodia fechar es
ou vid->s aos votos povo, que reclama va a auto-
iioinia administrativa, e explican qne a autonoma
administrativa naa era entra cousa senu a ap-
licacao vida civil do service obligatorio uni-
versal ; que existe j no terreno militar e que
faz a grandeza da Prussia; e a GiZftta V
Spencer annanciou qne o re, ao receber no
da ti o presidente e es vire presidentes da c-
mara dos senhores, delanm di maneira mais
cathegoriea, qne, qonnde mesmo nao nxigiem
autocraticamente a adheao da i-amara dos senho-
res a todos os artigos do projeeto de lei relativo
organisacao dos circulo-, via-se todava e.onstntn-
gido, no interesse do paiz, a insistir na realisa-
cao desta grande relorma a qual de neuham
ni "I i seria abandonada pelo govero -. >
Apezar, porm, destas declaracoes do ministro
e do rei, a cmara fez ao projecto tantas emen no correr da discussao, qne o tornou completa-
mente desconhecido; e. na- obstante sto, rej i-
ton-o depois, na cutara o da generalidade.. p r
li.o' votos contra 18, despeito das novas deca-
racoes do ministro, qae disse nao daria a sua
denisso, porque o seu successor adoptara i^noo
seu o projecto do governo, o qual fazia questao.
pela sua passigem, para a qual, se fosse preci o,
encerrara iminediaiainonte a sessao, convocando
e abrindo pouco depois outra em que apresenta-
ria o mesmo projecto.
A cmara dos senhores insisti, pois, no sea
niodo de pensar, e rejeit-m a reforma liberal, sob
o pretexto de que era revolucionaria, reforma que
tinha |Mir lim mo linear a administraco local das
provincias da Pomerania, Brandeburge, Silesia c
Saxe.
- A situaco tornou-se grave, nao so pela crisa
parlamentar que provocou. mas tombem por
causa da lei em si, cujos cfTetos deviam ser ar-
rancar as provincias de leste ao egimein quasi
feudal em que viviam, nio obstante nao existirem
mais os serves, desdo as reformas de Stein, visto
como aind alh predominvam os proprietarios
nobres.
Xessas provincias-o nobre i senhor absoluto;
reina e governa. E' elle qnem meneia o cura, o
mestre estola, e o maire, sendo que em certas
localidades esta d$ttidade hereditaria em al-
gumas familias. Alem diss) os proprietarios nobres
sao qnem dirige a polica, a beneficencia, c a
conservaeao das estradas, sem contar que elles
fonnan os estados e os circuios provmciaes,
de que sao afastadas as entras classes.
E esta situaco que o governo qu-r reformar,
abolndo as anomalas e privilegio?, e errando di-
reitos eleitoraes para as diversas classes sociae ,
p isto qne com tiido o cuidado, ,liin de nao'ferir
cm seas melindres a nobreza prussiana, susten
taculo principal da monarchia dos Hihenzolleros.
N:io nlitante porm esse cuidado, a cmara dos
senhores travou a lula, rejeitando a reloi#ma, e
ah justamente eoraeeou a erire. A sessao fui
suspensa por abjoaa dias, maslogt depois con-
vocada e reunida de novo, sob a prosso do go-
verno, que ameavou-a.com a mi reforma oa com
a-escolha de novos paros, qoe flirasan nadar a
lace da maioria, que desde ligo exercea o seu
poder, demilludo de suas fanocees adoiinistrativas
alguns ilos pares que votaras) contra a lei.
U governo tratou de prover o c.ulliclo consii-
tucioual, procurando fazer as dual caai-tras ebe-
garem um accordo, por meio de modifica enes
introduzd.is no projecto, modificaedes que toda
Via nao Ihe alteran! aessuncia.
Elfeiuivamenle fez o govorn algumas modificar
cocs, e no da lt de novembio apresentou o
projecto de le cmara dos depulad-M, que o
approvou, dez dias depois. ii.r aoUbissUna
maioria.
i)e|iois do assini aprovado, i o projoota ra-
inettido cmara dos senhores, o esta declaroa
pie eslava disposta a aprova-I.'.. com tanto oae
o re nao modificasse as suas condie/Ses do- exis-
tencia. O rei, porm, responde t que essa mani-
lesla contradico licaria mal a caara, e, pois,
que faria a reforma projectada, comeando novos
pares.
*1k!r fin oita queil* cidade em desaggravo Santisissima Vir-
PNAMBBCD.
REVISTA. DLtMA
Vutorldade polieial. Por portara da
presidencia da provincia de i do correte, foi no-
me^-utooTiraWagado do dmntu de ttrheribe, o ca-
pitao bouoraria do exereito' Manee! de CSrvalho
I';imj Andradc Goavimt
Se*oiiaad.Confirme naque aviamos
.iiNiaciado, leve lugar a 6 do cnente na matriz
de S.'Pedro Mrtyr em Olinda a testo solemne e
Ti-Dtnm auadailos celebrar peles habitantes da-
A' esse tempo rebentou aai Idntico conflicto
entre as cmaras da Saxouia, proposito da lei
orgnica sobre a nstruce&i p;bli*a. A cmara
baixa approvara a rel'oria di nsiruccao, emen-
dando-a no sonado da liberda-lo de ccusclencia,
sto estabeleceudo que as escolas podessent
receber indistirictimente cria i;as de quulquer
seita religiosa; a cmara alta oppoz-se ao projecto,
e rejeitou o artigo referent-;; rase ammpio.
Entretanto o governo nomeo ai navos pai;e#
para, a cmara dos senhuiv- di) Berlim, o esta^
modificada e sob a pressio do podei, approvou o
projecto de le de reforma administrativa e eleito-
ral das provincias de leste.
Em eonsequencada nonie.'.evi dos nevos pares,
o ministro da guerra pedio, c foi-lc dada, a sua
dimissd, e dzia-so queacompanha-lo-hian nessa
resolucao mais dous collegas, igualmente offen-
didos por essa deliberaba" do grajano contra as
prcrogativas da cmara alta.
A' esse tempo j se. tinha reunido^ a eonferen-
rencia, que devia tratar das questoes socaos e
da Internacional, e depois de seus trabalhos
foram- publicadas as segumtes resojucoes:
1.* Qjie se aconseJuasse aus patriies a condes-
cendencia com os desejos legtimos dos operarios,
e aos operarios que nao se deixeui Iludir por
planos polticos. Mas que se crassem insttuied
para assogurar a ordem civil, baseada3 na accao
commum do traballio e do capital
2. Que se tomassem procidencias faviraveis
ao bem estar dos operarios, como ski determinar
o mximo da horas de trabalbo, supprimir o
irabalho aos domingos, proteger- as mueres e ae
criancas duraorao trabalbo d; fabricas, e exa-
minaros regulasaentos dellas.
gem Mari. 4}.igreja "a8hava-se pem|iomente or
nada, c grande foi a cencunenca, j pe|a ma-
ah a Testo, era que oro" eloqueateuieute o 9is
l>. abbade de S. Bento ; j ao Te-Beum, noute,
emqur uoellnao Gomes. O largo da igreja eslava capri-
chosameflte embandeirado, e nhi a banda de mtt-
sica do curpo de polica tocou durante o dia e
OOte da festa.
fiesta.A festade Nossa Senhora do Moifte,
ue se venera na capelfa dessa invocaeo, na ci-
ilade de Olinda, ser celebrada com toda a magni-
ficencia e esplendor no prximo domingo (l do
-corrate.) E' de esperar que a romaria este aimo
seja bem concorrida.
Kimhihii m;i; da tarde, effectuar-se-ha, no Iheatro Gymnaio
Dramtico, a primeira reuniao publica da maco-
narra, atlm dn tratar do assnmpto mensionado no
respectivo aununcio publicado no lugar compe-
tente.
Falleeiinento.Cartas de Flores dizom que
no dia 25 de dezembro ultimo, all espirou o Bvd.
vicario dessa freguezia, padre Pedro Manuel da
Silva Burgos, victima de urna congestuo cerebral.
Carcter Ihano e sincero, o padre Burgos deixa
j!in sua freguezia urna vaga dilHcil de ser equiva-
lentemente precnenida ; verdadeirijf. apostlo da
religio comprehendeu e oxerceu nacida as vir-
tudes mais austeras. Era vulto dstincto no par-
tido liberal, sua perda geralmenie sentida.
Outra.-Consta tambein das mesmas cartas
de Fio as o passameiito do tenente-coroncl Anto-
nio Sera lim de Souza Ferraz, que suecumbio
una febre de tno carcter. O Tinado era tam-
ben) membro prestimoso do partido liberal.
Morte de um rlmiiiaso. No dia 6 do
correte, pela madrugada, fallecer na enfermaria
da casa de delenco, victima de padecimentos
enronicos, o celebre criminoso Francisco Correa
de Atbayde Siqueira. Se com a morte desse ho-
mem, que em vida justamente adquerra por seus
innmeros actos de perversidade e nomc de fra,
llcou'a provincia lvre de um criminoso que aluda
pode uterrorisar os seus serios, o que mais te-
mos a agradecer a Providencia, o vermos por
esse modo evitada a trstissima scena de urna exe-
ciu-io em que elle pareca condemnado a figurar.
Cadver.No lugar denominado Riacho de
lei, termo de Bezerros, foi encontrado, no da 27
de dezembro ultimo, o cadver de Bazlio Francis-
co da Silva, que morava nessa mesma localidade.
A autoridade local tendo conleemento do faci
proeedeu como devia, declarando os peritos que a
morte se dra por congesto cerebral.
Captura. -Peto delegado de polica do Bui-
que foi capturado no sitio Rapadura, o sentencia-
do I.uiz da Silva (jhrispim, que audava evadido.
Priso voluntaria. Ao juz de dircito
interino da comaraa do Buique] entregou-se vo-
lunlariannnte a priso. alim de responder ao jury,
o individuo de mime Joo Gqnijalves de Almcida,
pronunciado as penas do art. 97 do cdigo cri-
minal.
Feriuacntus. As8 1/2 hora* da noute de7
do corrente apr sentou-se ao delegado do polieia
de Olinda o cidadao hialino da Silva Barros, quei-
xandu-sc que o proprietario do engenho Forno da
Cal sito naquelle tennu se dirigir a sua casa,
acouipalibado por um empregado e moradores
seus, aflm de espanca-lo, o que reasou, dexan-
do-o com trnta e um ferimentos. Immediatamen-
te procodeii-so ao cjrjw do delicio e trata-se do
respectivo iuquerilo.
Sccrelaria lie ualieia. Desta reparti-
io nos envam a segunde nota do expediente fei-
to no anno de 1872 :
Onkiayt presidencia
Ditos, a diversas autoridades
.Minutas dos mesmos
Copias
Verbas postas nos tilrdos de autori-
dades policiaes
Registro dos mesmos
Despachos
Registre dos mesmos
Danrameulo dos reclutas > deser-
torea
Visto >-m passaportes
Extractos das partes diarias para
os jomaos
Lancamento de entradas e sabidas
de csti-angeros
Passaportes
Registro dos mesmos
Termos de juramento
Ttulos de nomeacoes
Verbas postas nos mesmos
Guias para exames de bolieiros e
certificados destes
Matriculas dos mesmos
Registro das matriculas
Certoos *
Ucearas
Portaras para despezas secretas
Registro das mesmas
Guias para recolher dinheiros
thesouraria geral
La cameuto na matricula das au-
toridades policiaes
Mappas estatistices'
Minutas dos mesmos
2:120
10:680
12:001)
615
l:."6n
780

'ilO
419
.V>.'
2:888
COi
1-006
VU
Bi
89
19
76
232
117
117
38
i2
183
183
12
828
8
8
Total.
36:421
Lotaeo de emolumento.-. Km cum-
primento do art. 3* do decreto n. 4721 de 29 de
abril de 1871,acaba a recebedoria do rendas inter-
nas geraes do proceder nova lotaeo dos emo-
lumentos dos lugares de ipiles do direito e seus
substitutos, promotor publico e sen adjunto na co-
marca dn Recife, pela forma sega inte
. Este facto. precedido da nao rc'epco do prio-
,cipe imperial da Allemanha, quando este foi a BaJ
viera em visita de inspeceo, chramente deraons-
tou o antagonismo das suas corte?, e a preponde-
rancia das ideas particularista*! na Baviera, pre-
ponderancia que ainda foi corroborada pelas boa-'
tos de abdicacao do re em seu' irmo ou n'umJ
,seu tio, amlKs os quaes sao contrarios-ao gorma-
niiiuo.
Tudo isto impressiouou bastante o Sr. do Bis*
marke oskous p.-u-iidarios, iDas nao privou o ro
Gujlberme ile ir Maricmburgu eoritujar o gozo
da; pomposas festas que asslstioom Berlim, as*
.siib'udo ^ll i* que foram colebradas para ^om-
nx morar oTrentesinto anniversar'j da annexaSo
itei provincias occidentoes di Prussia, isto ao
simo aoniversaro de e-pliacelaraentoe das
partiras da Polooi j, partiihas cm que Frederico
o o sen quiahao, que hoje chamadoproeiii-
ciq.% oecidentaet, e cuja anncxcco foi celebrada
3.' Que se criem escolas,bibliohecas, associa^oe*
de consumo, tornos econmicos, jarding populares,
estabeler i montos de recreio, caixas econmicas,
seguros de vidas, sociedades. de odjneagto, de
soccorros na doenga e de jnvalides.
4.r Iosttuieao de arbitros para resolver aa
divergencias entre pairos e operarios.
.'i.* Repressao dos abusos pratcades nelos.
operarios, do exercicio do direito de cor.isao,
da suspenso nao iustlficada de trabalbo e contra
J,as agitaoes socialistas.
0 emprego destesineos satisfactoriosdevopro-
duiir ptimos fructos, _que so o iuturo Boder
colher: mas era agora, nem lm Roratura
,'ei-ao elles de naturera a modificar as condicpesi
da Allemanha, onde diversos antagonismos se
agitam e provocara conflictos, que de nenhuira!
modo sao iranquillisadnres para a polinca de" re-
constrac{aO do novo imperio germnico
Todos estes coutlictos dizem claramente qnS
trabalhoaa e difflcll a obra de ur.ificaejo proeeI
guida pelo Sr. de Bismark, e iT.o a medida dos
estraves que elle ten? ainda vencer an'os que
seja completa essa obra, (ftie absofrO toda a' fr
Juiz de direito da l vara 800000
Dito dito da -vara SOOiMK)
Dito dito dos feitos da fazenda 3:9004000
Dito dito da vara do commercio 1:8S03000
Dito dito da vara de orphos i :85000
Dito dito da provedoria de capellas l: i .*>0*O0i>
Juiz substituto da 1* vara 1004000
Dito dltodal vara v MOJOOO
Oito dito dos feitos da fazenda 20040W
liito ibto da vara do commercio 1.104000
Dito dito da vara de orpliaos 0O4OOO
Dito dito da provedoria de capellas loOOuO
Promotor publico 70040tW
Adjunto 1604000
_Qualquer reclamaco a semeUiaute respeito de-
v ser apresentada reparlico competente dentro
do prazo de 30 dias, contados de 8 do corrente.
Ai-remataeao pwwlneal.Vai hoje
'iraca, perante a junta da thesouraria provincial, o
cst'eio da illuminaco publica da cidade de
Goyanna, por tempo de um anno, a raiao de 287
ris diarios por cadalanjpeao.
' Companhia do raeberibe^-Deve rea-
lisar-se, amanha ao meio dia, a reunio da assem-
blea geral dos accionistas desta com.panhi.ij afim
de se tratar do augmento de capital.
Ifesapropriaeaa.A' comrnissao encar-
regada de promover a desapropriacao do terreno
sito ra da Aurora, do lado norte do gymnazio
provincial, destinado ao passeio publico, acaba de
marear o praso de 15 dias, a contar de 7 do cor-
rente, para os possuidoBes dos terrenos de mari-
nha nessa localidade apresentarem seus timlos na
reparttfo das obra9 publieas, afim de se proce-
der aa ajuste atnigavel desses terrenos.
Lotera A que se acha venda a 3o
a beneficio da matriz de Villa Bella que corre no
da II do corrento/
telIao.-HojeSffectua, s 11 horas do dia, o
agente Martins, o leilao da taverna da praea do
Conde d'Ea n. 9, em. lotes a vonude dos compra-
Casa de dcteu$*o.--Jlovmeato do da
7 d Janeiro de 1873.:
Exisliam (presos) 3 eniraram f, sahiram t,
fallecou 1; oxistem 3?4.
A.saber :
PW*rett :
Ffansrc Correia de Aibayc Siqueira, phtytiWu
nffABfiffiTrapiiL,
SliSSo KXTHAOROIN'.RIX AOS 18DE DKPEM-
BRODE W72:
PBKSIDF.NT.1\ DO S. DR. BINTO COSTA.
Presentes os Sos Gamciro, Dr. Pitanga, (Juin-
teiro, (Josto Sraraira e Dr. Hoscoso, abrio-so a ses-
sao.
Lida, foi appfova4a a acto da antecedente.
Leu-se o segainte.
KXPEDIKNTE I
l'ra officio do Kxin. presidente da provincia, re-
metiendo a esta cunara a copia do offtcio, que a
15 de novembro ultimo Rio dirigi o Dr. inspector
da sade publica, representando contra o estado
le iusalubridade, proveniente #e exalaciVs ptridas
que Janeara os canos de esgoto existentes em di-
versas ras desta cidade, afim de que esta cma-
ra providencie respeito.
Que se declare ao presidente que taes providen-
cias nao Ihe competen), porque os canos a que
se refere o Dr. inspector da sade publica perten-
cem a obras provincias o nao .nunicipaes.
Outro do mesmo, remetteudo a rala cmara ou-
tra copia de officio do mesmo inspector da sade
publica, tratando de igual assonlpto em lugar di-
verso.-Queso responda militaren) as mosnias
raides,.por nao estar cargo da cmara seme-
1 liante servico.
nutro do engenheiro chefe das obras publicas,
cora despacho do Extn. presidente da provincia,
mandando informar. Que se se informe cingin-
do-se ao parecer do chefe das obras publicas.
Outro do mesmo, com despacho do Exra. pre-
sidente da provincia, mandando a cmara infor-
mar.A' comrnissao de editicacao.
Outro do mesmo, conimtuiieando a esta cmara
achar-se concluida a ladina publica junto
casa de detenco adra de que a cmara tome
della posse para dar-lhe o destino para que foi
construida.A' connnisso de edilicaij >.
Ootro do 2.* supplente do substituto da vara de
capellas c residuos, cominunieando haver dexado o
exercicio daquelle cargo, -inteirada.
Um parecer do engenheiro cordeador, favoravel
a peteao de Thomax de Camino Soares Brandad
Sobriho.Mandou-se pagar.
Outro do mesmo, sobre a petco do Dr. Paulo
Jos de Oliveira.Concedeu-s.', assignando termo
de obrigacao.
Outro de mes mi, sobre a petco de Antonio do
Paita Ferreira.O mesmo despacho.
Um requerimento de Francisco Marinho de Al-
buipierque Mello.Ao engenheiro, para informar.
Ira parecer da eomtnissaode edillcaco, favora-
vel peticaode JosPernandcs Lima. -Concede-se.
Outro ta eoratnissao de polieia, n-x seguintes
termos :
t A commisso de polica exr.minou o balanceto
da receita e despera do mez de outubro do corren-
te anno, e achando-o conforma, de parecer que
se d quitacao ao procurador. Paco da cmara
municipal ao Recife, 10 de dezembro de 1872.
Dr. Lritio Moscoso c Dr. Pfanga.Approvado.
Dous da comrnissao de edificaban, nos seguintes
termos :
!. A comraissao de edilicaco, de paTOfOr
que de novo se olicie presidencia da provincia,
pedindo para mandar rollocar o- apArelhos da
Drainage na repartico do jury ala das audien-
cias, por conta da fazenda nacijuial, por nao pro-
ceder a materia da infonnaeo do inspector da
thesouraria, que anompanhou o idfico de S. Etc.
de 22 de novembro prximo pa incumbe aos proprieiarios a obrigaeo da colloca-
So de taes upparelbos em sera predios, em vista
o contrato estalielecido com a presidencia da pro-
vincia, e que portanto nio pode tal despeza eorrer
pelos cofres inuuicipaes, que em vista da le n.
1063, art. 2." 4., a cmara s 6 "brigada a des-
pender at a quautia de 300 4 com o expediento da
sala das audiencias e dous sontos cento e cin-
cuenta rail ri-is com ojury, eleicjb e aceto das sa-
las das mesmas audiencias, e que sendo o predio
nacional compete fazenda tal despera, l'aco da
cunara muntchpaTdo Recife, 18 'le dezembro de
1872.Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
Jos Mara Freir Gamero.
2.* A commisso do edilicaco de parecer qne
se officio presidencia era resposta ao seu ofllrio
de 20 de novembro prximo passado, queacompa-
nhou a copia do otficio dn inspector da thesoura-
ria de fazenda sob 11. 273 serie U e parecer do
procurador fiscal de 11 do mesmo mez, dizendo
qne a cmara municipal presa saiier eumprir as
nbrigacoes que Irte sao devidas em vista da lei qne
Ihe rege e que milito de proposito deixou de fazer
sellar a planta, qne remetteu IheSonraila de fa-
zenda, por nao ter feilo no carcter de documento
e siin como favor aquella repartteao para abre-
viar o trabalbo, que a ella Competa satisfaz-T, por
quanto nao sondo a cmara municipal a reparlico
a eiijo cargo estejara os terrenos devolutos, nao
tendo obrigacao a fornocer as plantas dos mesmos
terrenos, o sini a th'som.iii,. de fazenda a cuto
cargo est a distnbnicao d >s mesmos tanto mais
verdica a asserco. quanto esta n-partie/u) ignora
se o terreno era,' 011 nao devol'Uo, que pedio sua
concessao para servraab publica, mandando levan-
tar a planta como mero favor a thesouraria por
haver .solicitado que me-fosse forneefdo aquillo a
que eslava ella obligada, e que cm vista disto nao
juntoii o desc:iho,.que lora pulido como documen-
to, porque se houvessc feilo teria previanente sel-
lado como era do sua obrigacao, e que por isso
nao se julga obrigada ao pagamento do sello de
um documento que deve ser fornecido pela thesou-
raria de fazendaqwra esclarecimento de urna ques-
tao de sua peculiar obrigacao.
Paco da cmara municipal do Recife, 18 de de-
zembro de 1872.Dr. Prxedes Gomes de Souza
Pitanga o Jos Mara Freir Gameiro. Approva
dos, e que se oflicie a S. Exc. rametteado^se copia
dos pareceres.
Despacharam-se as petices: D Amorira & G.,
Alian Paterson C, Antonio de Raiva Ferreira (2)
Anna Carolina do Reg Pontos, Auna Marcelina
llorges Diniz, Braga A Pimentel, Balthazar Antonio
dos Res. Francisco Augusto Pacheco, Francisco
Gervasio da Silva, Honorio Antonio do Sacramento,
Joao Lopes Perera' Jnior (2;, .'o-' Fernandes Li-
ma, Jos Antonio Domingos te Figueiredo, Joo
Carneiro Rodrigiics Campeljo, Joaqnin) Mauoel
Ferreira de Souza, Joao Antoni 1 Carpinteiro, Joa-
iraiin d'Almeida Lins, Jos1 da Gisto Amorira 1,2),
Mauoel Firmino Ferreira, Manocl V.vcs d'Oliveira,
Manuel Correia da Cmara Tan: .1 id 1, Manuel Be-
nedicto de Sant'Anna, Paulo Jos d'Oliveira,. Pedro
da Hora Santiago, Rorao Cardoso l'ernandes e S-
verino Rodriguos da Paz Chagas. !evantou-sc a
sessao.
Eu Lourenco Bezerra Carneiro o.. Cuuha secre-
tario a cscrevi.
Bento Jos da Costa, pro-presidente,Jos Ma-
ra Freir Gameiro.Dr. Prxedes Gomes de Son-
en Pitanga. = Antonio Bernardo Qninteiro. Dr.
Silvio Tarqiitnlo VUlas-bns. Or, Pedrg de .1-
thaijde jobo Moscoso.
P'JBUCACOES k PUJIDO.
viva da Allemanha, e todas 9 locubraQo ao Nackmaes 222, mulheres fO, _estrangeiros 43,
ehaueeller, que fez-si; Ilbol pa"a leya-laao cabo,
em bem da grande patria altera;;, quera deu elle"
o suffraglo universal, e em cujonoma faz a guerra
aos jesaifa'e aos hispios, quer emancipar oa ;^et IS73.
caraponezes, e desdiz-se da sua mxima da forja
contra o direito, conservando-se todava em
Varslm, onde repousa das fadigas da i
ieixafldo que as lulas se alera ese des
listamente quando i> Al(emauba mais Mav de BeTlio), sem todava largar (La raaos os os
todoa.o negocios, que seolpie a. seu
lntioanto teve lugar-urua mudanca minisie-ibel prazer.
flseravos 43, cscravas 6Total 3.
Alimentados a custa dos cofres-pblicos 281.
Movimento da enferraaria'do da 1 d? Janeiro
Tiveram baixa:
JaquH de Lvra Bautista, oduua.
Afina Izdora'do Espirito gasto, febre.
Mo Victorino, nevralga.
Joi de Sant'Anna. ideht.
Teve alta:
Joaquim Novo.
O I'.xhi. Sr. coiiiiiipmlador Heii-
quo Perera de l.uceutc e a
crIVovineiaB.
A Provincia, orgo do partido liberal, apezar de
ter se apresentado desassombrada, aecusando o go-
verno imperial pela uomeaco do Exm. Sr. com-
meudador Henricrae Pereirde Lncena, tem-se ca-
lado ante o proceder imegio e 1 ecto do S. Exc,
confessando que sua prevencao t)v assaz injusta e
pouco razoavcl; entreUnto,"esrac;l.r.ndo occasiao
de exercer sua prolisso ooposicionisia. opposico
nao de interesse publico, ou rea!, c tao sement
systematica e de partido, apresenia-se em o n. 34
aecusando S Exc. como assaz- irreflectido por ha-
ver resolvido a edificaco do A-ylo de Mendcida-
de, baseando-se: l'cra que pata essa jbrabastan-
te custosa, a provincia so tiulu o producto resul-
tante de 3 % creada par iei n. 777 2. que com
esse producto nao se pftte realisar essa obra; 3"
porque a lei n. 972 determinou que o Aajrfo fos-
se dependente do Instituio Agrcola Pernambti-
cane.
As consideracoes da Provincui era addiccaoaos
argumentos com que combate o c.o ^di/icio (epi-
grajihe do artigo) sao do peso e ou. ate daquelles.
E' db palpitante e imprescnivel necessidad um-
.sylo que sirva de recolhimeuto a pessas qne
esfavorecdas da forliuia tem cuegado necessi-
dade de esmolar a caridade publica.
O actual edillcio do Asjo do Menaicidade, es-
tando em estado pouco lsonceiro de seguranca, ur
gn por um que o substita.
E* preciso que os poderes pblicos velando p6r
todas as necessidados do pov, satisfaze-
las, tanjto raai3 quanto o prouno povo destina uina
parte de snti rendlmonto" para c-a? necesst-
ddes.
A Provincia argumento
ue devis saber, que 9 '.ente, e
ue a concessao para ? m'dtfpo-
stK>, afim de sahsfazer certas nccessidade- 111 niien-
loaas, dcrapiiarore donde quea-tbenoniaria leui di-
recelier dinheiro dos iuraratqa ; a-siia como tem .>
emprestiiijrt contr.ihido ron) 0 Rauca du Brasil, un
saldo. (I etupreslimo da cixa de deposito, nao e
un eupresitinu que dova ptirmimecer indelinivcl-
mente ; embora o fim que pmduzki tal receUa uii
deimwto, reclamo pur sua execupio oa appli-
caco.
E nao urge o estado deploravel do A\lo de Mcii-
dicidad que se levo a elTeito a idea do me* edi-
ficio ?
A' continuacio do st*t uno qne implica gran-
de mal. a inaeco, a oekisdade.
O estado au-hygienico, as mesquiohas aceuni-
ruodacoes. e o nunicro dos asyladua, reclananii o
novo edificio, aggravado lelas uVypek.* que se la-
tera para sustentar um odinrio q|M.-esta a desal.ar
e que absorte o dinheiro sem producto ou pro-
veito.
A prop; a opinio publica contradiz a opinitio da
Provincia, que assm nao delende os nteresses otl
bem estar publico, e *' usa de urna arma de o)>po
sicao.
A opinio publica pede .providencias contra >
abuso exercido cm alta escala petos mendigos, que
bateu) e cruzara esta cidade ; ella levanla-sc-contr.i
a maneira porque a mendieidade especula ; e ha
de eonsentir-se que continde esse estado anormal
de eenraa?...
Quando existe em deposito quautia superior a.
120 cantos, resultado ".do im|M>slodc3*;'o,iappii-
caveis ao As\ lo de Mendieidade, e quando rc-i
nhecido uuiwrsalmente que se deve levar a effeito
essa obra, ha de o governo preferir o silencio de
urna folha da opposii-o voz publica e ao beni
lar dos asylados ?
Sendo improcedente a aecusacau da PnmitHtt*
qnanlo a este iioiito, nao o deixa de ser quanto *
este rreaUsarae da obra pelo custo do edilicl >
p*da delicenca de dinheiro.
E' verdadeque o edificio projeeudo para o Ae>hi
de vastas proporcoos, contando 72 metros e ni- io
de frente e de fundo 85 e meio, constando mais 'te
3 raios rentracs, do urna stimyluosa eapella, jar-
dins, einlim com todas as araiaraadardw exigida
pela higyene e com um resultado para a inst i-
cao romo sejam as salas para trabalbo. etc.
A vastido de edificio nao pode servir de bice
ao seu eonimettimento, |orque anda que s se
realtoe um ralo, lateral mi de fronte, que nao (jKCO-
dei-sra 100 contos de i-s. tem-se projimriunado
aaylados meliior acumiiiiodaCjes realisando astn
at um principio de caridade.
Se se houvesse de. iniciar souicute as obras m t
fiwwen ile ser proiuptauente reahsa-las too
anda hoje nao se teria a casa de detenco.
hospital 1 'i-iln 1 II. que est anda mui longe de seu
plano.
E por estar o hospital Pedio II por acabar mo
tem prestado tonto e to relevantes Baratera, aao-
tem sido urna obra de um auxilio ao desvalidos,
aos que precisam dos soccorros ltimos e extre-
mos !...
S. Exc. obran mui sensatamente, lamaral -
erador da estima publica e daquelles que devem a
S Exc. o priuieiro passo para seu bem estar.
A lei n. !7l de 2i de abril de 1871 nao foi pos-
tergada por S. Exc. como diz a Provincia porque
essa lei no S 1. delermna que o presidente llca
autorisado igualmente anuexar pela tm-siua fu. a
do accordo com a Santa Casa o Asylo de Mor-
dicdade.
A lei nio rosolveu e sim autorisou o jH-esidento
da provincia a annexar o Asylo do Mendicidad* >
instituto de agricultura Perrnanibiieano, de accordo
com a Santa Casa de Miseri.urdia ; ora d< pr -
prios-termos da lei se reerarawe que ella n;j
obligatoria e sim facultativa.
Demais nao se acha funecionando u Asyto te
Mondicidade. porque se erige um uovo edificio em
substitui-ao ao panlieiro actual, levanta-se a o,.,--
sieo procurando fazer disto rana magua qui ....
amnnisti-ativa !..
2fa recoiilieeeiuos a grande ulilidade da raarai-
co porcm quizeramos ve-la inspirada nos 1 ..
principios de drelo a na f do lioinoii> sinc
que pugnam pelo bem publico-.
Respondidos os argumentos ftindamenlae-. do
Maura artigo cuja pena se revela sua simpe-*
leitura seja-nos permetlido algumas considera' -
sobre a lei n 972.
A iei 11. 1)72 autor isa a creaco do institu*
agricullura IVrnambiicano e nos diversos $J fluto-
risa lamben) a annoxaco do eslabelecimento d-s
orphos. exposlos e Asylo de Mendieidade.
A Provincia conuneu'.ando a resoluco da pre-
sideneia sobre a cjislruccao do edificio diz qoe
E esta postergacao lauto mais lainentc>-cl
(jiianto conveniente e aeurtadn o prarauMMo
da lei, qu-1 mcreciiu o mais decidido BOM e '-.
p-icial aitenco. do conselliciro Diogo Vellio. >m
sua administraco nesta provincia.
De laclo, preciso que a asylo de meadieidade
nao fique convertido em velhaeoiito ila oeiosdnil
e a annexacu do asylo a escola de agricuit.0.1
olfereccndo remedio a' esse pane inconveniew,
ao mesmo tempo concorria para l'ornecinien! .-
bracos aos trabadlos praticos da mesuiii escol,.
Se este exceUcnte pensamento la lei ni .--
da ter appliciuo por a?oi-.-i. em nano de nao *<"
adiar fundada a dita esotra, mandava a pruden-
cia e o justo criterio (pie nao foso cmpreme! da
o futuro
Apesar dos liMivores lecidos ao Exm. Sr. con-:-
llieii-o Diogo seja-nos permitiido discordar da -' u
opinio, do escriptor'do artigo o da propria lei.
O que quer dizer annoxar-se um asylo de raen-
dicidado a una aula iheoiica e platica de agri-
cultura .'
Bwea iionu-ns desvalidos, intorpecido e ga^
pelos vicios pelas molentiss, iiiiiflliaai pajrsi 1
e inoralmeute fazendo parle de um curso!.......
Sinceramente sentimos qne essa dea' fiase con-
vertida em lu. Se se nos lembrasse a idea apir-
sentado pelo Exm, Si'. Dr. Manuel Portell. qu:
desatado provincial, de crear urna colonia na | 1
esses honieus. podasseu) por en) actividade o .1
resto de torca, a 8111 de nao vivercn ociosos, 11-s
acecharamos ; mais senta-los cm banco a pai 1
todas as pessoas que quizerem oBBK o instit...
, a nio ser muito excepcional e philantropico o
escriptor da oppocicao, uu idea infeliz, e <
prraraante algum far effectiva.
Que existam as salas de trabalbo, como est 1
projecto da conslruccao do Asylo applicand< -'o
cada um a cada csiiecie de servico, que Ihe
possivel urna medida alera de econmica e pro-
ductiva, assaz hygienica e humanitaria, mas nao
nos termos em He o quiz a lei e Ilustre opi
siiwo.
'0 publico plenamente saliste i to com a noi ia
seguida pelo Exm. Sr. commoddador Lucena ni
vt! pdo prisma escuro da opposico, elle reconl
que S. Exc. nao quiz ter a gloria de enllocar nina
pedra, nao se embae nesses pililos de vaidad
almas pouco generosas e pequeas.
S. Exc. reconhecendo que ncnlium dia .1
nais proprio para a fusta dos pobres qi>e o
2o de dezembro, o grande dia da hiunanidatte.
dia em que nasceu o amigo dos pobres, qne c h
elles viven, at promettendo-ihes o reino dos ceas
pelos raartyrios da torra, deliberou que essa fasra
solemne do assentamento da pedra do edificio do
Asylo fosse em dia to magest> so. e S. Exc. obrar.iio
assim deu o primeiro passo que maior difti
dade nesta trra rotineira.
Exm. Sr. conimendadoY, V. Exc que inicio ; a
obra tome-a a s, realisj-a, lance suas constan'ev
vistas sobre esse ostabolecinieaftfque tanto ru tem feito nesta trra.
A nobre e ilustrada opposico acredite qm- -
urna visao o desgracado desenettirilhmmmto que
temos andado c continuamos andar dito por ella
S. Exc. nao menospresa os ocios do poifir leg,
tioo, comprohendo-os c appKca-os, sera precisar
de ouvir urna opinio come a exarada no artiro a
que respondemos.
0 puto'ico ttm itao cantado, yerdade. it
presidencia-- esteris e funestas,' mas de pt
dencias que nos legaran) pesados comaromi
que enervarara a opinio publica com as suas per-
segnicoes e desmandoe-e com o olvido completo
da ler
A admmstraco auspiciosa do Exm Sr. cora-
mendador Henrique Pereira d* Lucena os seu
actos de um carcter independento e Ilustran
te podido dar torcas ao pnbMeo. qne aneioeo o
applaude e espera de sna atividadr i*elerantoa
senicos.
8 de janoir de l73. *
____ c:
Rerafaeaa
DOS MIDAMB!CrOS, MI OVO UM SO. BOETM ( Uii
hcmoramea faculdam: ) jiseoc a t ixe-
niLiDAOE o da oamm d s. Exa'rnt., oes rara-
DOC ELIMINAR DAS CONTRARIAS RELWTOS.Vt OO-TIIM-
MOS Ql'B FoSSKM MAQONS.
l.# fundamenta lis-i* a ordem,
que nao ha poder algum, que tenlia a oompet-
de expellir ura menniro da'coriKira'
parte integrante; e que at faz parte como um
encarragados da administraco.
Resposta, 1 Este principio falso era urisni u-

l-
-
r
,
----i
J


iBiano.deJRoriiuibuca ~ Quinta feira 9^de Janeiro de 1878.
?3
.>..- .Wh r. i' i
~
-'
\
doaeia, niier civil, qor eclesistica. O nionjbro
d ijuadqu!'!- itnpor-i&iioi soja elle <>: elhi W ajue
i-.Hlicgoria or, rtiiniinUendo-erinies otl 'praticaado
actos, (Mos quaes se lomo indigno da corporaeo
a que pertciiee, nTu s pode e deve ser expulso
delta, romo tainhein ponte todws es Traites at
entao adquiridos, a este principio tfio universal,
jiuo- a propria uuc,uaria o consagra as suas
constituicfies.
Seria niua aterrarte, d; todo direiio garantir-
se eui mua corporaci qualquer.a ci>uservatio de
un mimbro podre,ri uja graogaejaa se podesse
c uumanicar todo o corpo c produzir-lhe a
iiioit,'.
2." E" inexequivel, porque. S. Bxc. Rvm. na-
da tem que ver eom as irmaiulades constituidas
lgalmonte por na cnnij>ro:uis*> proinulgado pfllo
iinieo poder legislativo da materia, rom a sanCcSo
do erdinariojia parte liturgiea someiite.
MesposUi. E porque a suu-cao do ordinario
aa parte liturgiea Nao porque ao ordiuario
incumbe o dever de vela- para que o culto se ce-
lebre rom decencia ? E poje o culto ser celebra-
11 r >a deneneia por irmaos que e3tao separados
da igreia por forea.de tima exenninunliai maior .'
Admittmns que irnos inarnns eelebrom o cul-
to eom o rospeito devido, c ate rom milita pieda-
(!' e dovoeo ; mu isto os escusa da pena de cx-
eommarthao em que eStio locurs ?
E pode o ordinario consentir qua o culto seja
celebrado por exeommungados ?
to direito, pois de inspeccionar sobre a decen-
cia do culo proeede ao-ordinario o direito de pro-
hibir que peso excommungadns tenham ingros-
sonas irinaudaites. e de axpulsar dellas os irmaos
([no eshverenl iwursos nessa pena, e nao quizorem
abjurar o crime, pelo qual a inerceerain.
:!. E' inexeqnivel, porque a expulsad temi
de ser fe.it.i, on antes inposta todos os irmaos
fue foreni nncons, doren ser-llies restituidas as
spectivas entradas, e.r.
Resposta. Quem ft>i que vio isto ? Ha porven-
tura le algunia, que mande restituir os direitos,
que pagou m arto de sua nomeacio o enipregado
publico ou o mimbro de sociedade algutna, que
prevaricou e foi dimitlido ?
Porventura a inaconaria, qie tima, sotedaie
hi.l'i cariiosa t humanitaria, restituir as npon-
tivas ntralas ao socio que expulso de sen tato f
Nao temara os cofres dai confrarias religiosas
ilin dficit por tal respeito. > -*
\.' E" inexequivel, porque o nico peder de-
;"/-tario d autoridade as eonrarias e mamada-
des, > a masa regednra, a qnal em sua maioria
absoluta sono totatidatle i romposta de m.ieons.
I! '.-posta. Ea mesa regodora ter taiunein al-
gum poder depositarte de autoridade espiritual}
Pode a mesa regedora absolver uin exeommu-
gado, e darlhe asseirto em suas endeiras
Pede a mesa regedora aceitar na irm.mdade o
udea ou o protestante, que vivem na sua seita ?
(Juereis saber a matea diITcrene i que lia entre
o excommungado catholico, e o* excommungado
que nao eaili oliro ? E' que aquellc renegou das
aguas do baptismo e este nfio, e por isso aquelle
mais criminoso do que este.
E quem que tem o direito de punir a Bssca
criminosos, quando siio rebeldes, ou de absolve-los
qoando wrependidee ?
Sao as asesas refedoraa, ou sao os bispos t Se
a- niegas ro*) loras lem suas atlrilmicoes indepen-
demos dos hispu no govern temporal das irman-
dades, m bhp >s tjn toda jurisdicci) sobre as me*
i- negedoras n> goferno espiritual das inesmas
ii-ii.indalf-
Orti. a qoes'.ao de ipr> se trata toda espiritual;
p>rjnantoS. Exc. Itvm. nao mandn expulsar ir-
:i i i-, prete aba excoiumungados, para o que Ihc
ili.> ib s;igrados caones todo o poler autori-
dnde.
:>: E' inexequivel a expulsa) por falta de
competencia da autoridade que a orden ni,' e do
intermediarlo a quem foi transmiitida.
Resposta. A primera parte est refutada as
respostas achna, quanto a segunda diremos apenas
que isso.de intermediario na la veni ao easo.
A autoridade competente, salvo os casos desig-
nados por lei. pode transinittir suas ordens por in-
termedio de Pedro ou do Paulo, como bem Ibes
i prever.
t. finalmente. inexequis'el aexpuls.ii. poi-
que nao ha lei que a autorise, etc.
Resposta. Ha lei, sim Sr., c lei cannica mui-
V' positiva, que ootaorga aos bispos o direito de
i i^eeionar sobre as irmandades. para que cum-
pram relivi',-amente os seus devens. podeadfi im-
p-jr-mei censuras, no todo ouem parte, qoaado el-
las o nao cuinprain.
Ora, o ruo que, achando-se excomnttmgado,
nao procura a absorrifao, e a irmaudade que nao
'lie (!' sen seio, e anies ciego para os seus car-
gos a 11 ni tal irmao, nac eamprein o seu devsr, e
p >r isso compra o bispo o seu, mandando expul-
sar d i greja o excominnngado, e at a irmandade
inteira, qnando incursa em penas eononieas.
Sabis o que um exconimungado"? E" um
h iiiem, de quem disse o Apostlo S. Joao na sua
2.' Kpist. v. 10 : Nolite recipere eum in doinnm
m,c atY e (wttiS.
' E' um liomeiii, de qnem disse o Apostlo S. Pau-
lona sua Kpist. 1.* aos Eorinth. c. o.-v. 11 :
C'ih ejHsmodl juv cil'in'* tunen.
K'. Rnalm^nte, mn-homem sobre qnem. pesa una
s,-o"iica, a qnal, atada niesmo dada a bypotbese
i! ser iujttsia, limito deve ser temida, como disse
O,papa S. Gregorio Magno : Sententia piutorts,
s-':' justa tice injusta fwrit, timmdt esl.
(\ eatbolico deve temer a sentenca de seuMstor.
S justa, eurve-se e peca perdi ae injusta,
prove a sua innocencia. Nao teme-la nao ser
iliro, e quem nao catholico, o que quer mais
Coin a groja e eom as irmandades religiosas ?
11 capricho e o orgullio tem sido a cansa de
rnuilas heresias, e da perdicao de militas almas.
beixemo-nos de capricho e de orgnlho, porque
e.iilim, est escripto : Cor contridum et liaini-
Uatum Diis non despiciet.
S. Exc. Rvm., o Sr. Vital, enmprio o seu de-
ver de pastor, os cathocos cumpram o seu de
".as, e esta ludo em paz.
Um-sacerdote catholico.
liis lia pona tamenlavel.
Apos tres das de acerbo sotlrininnto, 'acaba de
mi -utiibr violencia d'mu repentino ataque do
congestao cerebral, a di-stincto vigario de Flores,
Pedro Manoel da Silva Burgos, entregando sua
alma ao Creador no dia 23 do eorrronte'mez.
Se bellas qnalidades exhibidas durante a vida,
traa OBI nome e o oeBeeam cima do nivel
% gar, re :onimenlivel se torna o do vigario Bur-
g i?, por que desses dotes d'alma foi bastante rico,
e que nos seria fcil demonstrar se tal fosse o nos-
s* menlo.
Mas, a apologa deccitos hemens,comojalguem
(i -. al i est n que pnssam dizer a seu respeito
a tuelles que sao apena- levados pelos sentimentos
d imisade e satisfazem os deveres do coracao ;
i .ia disso. cima do juizo individual es a opi-
nio publica, que, desprendendo-se das paixdes do
nr.mento: julga eom o devido eriterio e imnar-
ci.-lidade.
f. por isso, sem neu'imu compromisso que nos
ligae ao istincto vigario, escrevendo estas poneas
liabas, somos nicamente levados pelo sentimento
il ustr>;a. b.Miienagem devida ao seu merecimento
oa|.
Com tudo seja-nos permiuido dizer que o viga-
f i Burgos, como jiadre foi admirado pela exactidao
rom que cuiopria os seas deveres e zelo que sem-
pi prodigalsoQ para com a sua matriz, elevan-
do-a como se ada boje, ao estado de um templo
sumptuoso.
Como simples particular ninguem o exceda no
trato ameno o delicado; era amigo leal e dedica-
d>. de alma nobre, sabia beneficiar com soberana,
s i visar o baixo interesse de recompensa ; calmo
in. injusticas dos homens c cavalheiro em per-
d -ar ; legitima inlluencii e chefe do partido liberal
4 >s termos de Flores e Triumpho, deixa as suas
' f -iras um claro difficil de ser preenchido. Ne-
nb.um chce poltico no l'aje exerceu mais benig-
nsn\eotc sobre os seos correligionarios tao vasta
inHuencia. -
E nesse estado, quaudo meaos se pensava, go-
i iodo de geral estima cm todo Paj, rale resida
h i 19 anuos, cercado de prestigio, inda no vigor
dos anno. desappareee da scena da vida sob o gol-
pe da traicoeira morte.
Foram baldados os es rorros mdicos etnproga do
j>:l>babil e pratieo-tenite Izidoro Mascarenha,
scii ilimo $ reconhecid amigo ; o mal era tac
raveljoi'prciso que a i antena animada obedeeess
a lei natural- *
Ja ao existe, portant), o reverendo vigario Bar-
gc-s, sea cdiTW }M na pi-oftinda solidao a\ tttmulo
e saa alma no sck da oternidade, para aade se-'
juja em doixur taimig.
Aprovadograndeaprecoemqueerado o v>
airio Burgos, est na profunda sen e ehr
causado a sua morte e ao numeroso concurso que
i'onipaaftou es sns restos mortaes sepultura ;
r, ais de 3X) pessoas teirantontc commovidas as-
an ao acto; all Nio^e corrtr eapiosas lagri-
doslbor des- seto maiSTsaltentos ;dver**rs
polticos ii outrora, q'io naopoderain st'r indiffo
rentes a tao granfl' titalfdade.
Todo" Paje lainenia a sua morte, por que elle
fornou-se digno (lesta honra.
Aos seus diguos grenles e ao partido liberal di-
rijo os meus sinceros pezames; os primefros per-
dem am prente extremoso, o segundo perd um
lidador dedicado.
La nessaetornjdade conceda-lheoDeus de Mi-
seriiNirdta um lugar de desosar em remunerara
sjmus virtudes -pratieadas-neste mundo, onde dei-
xa um nome de grata e saudosa lembranca, e nos
coracoes de seus amigos a. mais pungente aor.
Villa doWumpho, *de.dezembro de 1872.
31. A. F. e Mello.
Macollara de Pernambueo
Continuamos a publicacao dos nomes dos ma-
mes deste valle, para qne certeramente sobre el-
los descarregue o Sr. bispo os seus furores, certo
porm de que, custa de toda a sorte de sacrificios
esta pia iustituicao defender os seus direitos e a
sua honra de eidados vres.
Qumlro da iwjmta I >ja Capitular Unido Bensfi-
cenca.
Jos Pinto de Magalhaes.
Manoel Jos d'Aievcdo Santos.
Hermenegildo E. Reg Monteiro.
Dr. Jos Tburcio Pereira Magalhaes.
Prancisco Manoel da Rosa.
Lbanio Lopes Moroira.
Nicolao Macliado Freir.
Antonio Pereira de Souza.
los Lopes da Silva 6ulmarcs.
Ji>aquim Cardoso d'Almoida.
Antonio Jaa Rodrigues de Souza.
r. A)Tes d'Albuquerque Gama.
Jos d'Aranjo Lima.
Francisco Josti Bautista.
Tenente Joaquim Manoel da Silva e 8.
Hueleie tlympk) Prates.
Galdino Jos Pires Canipello.
Leoncio Gomes da Fonceca.
Mergolino Gomes da Fonceca.
Candido Jos de Goes Telles.
Augusto Xavier de Souza Eonceca.
Jos da Silva Oliveira.
Manoel d'Almeida Oliveira.
Manoel Clemntitio Ribeiro.
Candido Moreira da Gosta.
Hermino Alves Machado.
Francisco Xavier d'Athayde.
ieao EvangWista Gomes de Castro.
Germano Pinto de Magalhaes.
Serillo Rodrigues da Silva Campos.
Manoel Ignacio de Oliveira Marlins.
Domingos Tertuliano Soares.
Ventura de Medeiros Barbosa. -
Francisco Pedro d'AIrantara.
Julio'Cezar Pereira da Rocha.
Pedro Hales de Borges.
Antonio Marques da Silva Porto.
Vicente Ferreira de Souza Reis.
Joaquim Raphael de Souza Gohzaga.
Herminio Egydio de Figneiredo.
Joo dos Santos Ferreira Barros.
Rufino Manoel da Cruz Cousseiro.
Francisco Luiz da Silva.
Manuel Luiz da Silva Guimares.
Venceslao Machadn de S. e Silva.
Guilherme Joaquim da Silva Braga.
Joaquim Heurique da Silva Jatob.
Adolpho Naumann.
Carlos Walter.
Dr. Ezequiel Franco de S.
Caetano Pereira de Brito.
Henrique Hcrmcto Marits.
Jos Carduzo de Mello.
Ortos Hoffmann.
Matee Suzano Galo de Miranda.
Jacoleto Rock.
Dr. Alvaro cha Cavalcante.
Miguel Archanjo Mindello.
r. Antonio Coiumbano S. de A. Carvalbp.
LonreafB Antonio BTAzwmd.
augusto Cezar Pereira de Mendonca.
Ernesto Xavier dos Santos.
r. Jacintho Tavares de Mello Barreto.
Jos Bernardo d Oliveira.
Antonio Cardoso d'Almeida.
Antonio Bastos Pinio
Jos Chrispiniano da Silva.
Honorarios.
Jos Joaquim Soares.
Coronel Luiz Jos Mont'iro.
Tenente Luiz Jos Ferreira.
Xtutsoi.
Floriano Correa de Brito.
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Henrique Miguel de Sonza A. c Lima.
Manoel Rodrigues da Silva.
Padre Candido FerrcTra da Cimba.
Padre Ernestn Ferreira da Cuaba.
Josepb Grojan.
LoatlHteo Ribeiro da Cunba Oliveira.
Joaquim Custodio d'Olivcira.
Jos Raymundo da N. Saldanha.
Joo Jacintho d^ Medeiros Rezeude.
Dr. Carolino Francisco de Lfma Santos.
Francisco Augusto d'Araujo.
Tenente Jos Cunegundcs da Silva.
Pedro Boech.
Melchiades Antonio de Almeida.
Dr. Graciliano de Paula Baptista.
Domingos Nunes-Ferreira.
Francisco Antonio Pontual Jnior.
Joo Ferreira Villela.
Len Chapelin.
Jos Rjey.
Jos Jaciniho da Silva.
Jos Pereira Vianua.
Franeelino Xavier da Fonceca.
Padre Lourenco de Albuquerquc Loyolla.
Conego Francisco Rochael de Britto Medeiros.
Capitao Leopoldo Horres Galvao Ucha.
Dr. Jorge Doradlas Ribeiro PessOa.
Joaquim Luiz Viraes.
Fr. Antonio do Monte Carmello.
Francisco Si I vino de Faria Jnior.
Jos Antonio Cezar de Lima.
Jos Candido Marinho de S.
Jos Alves Tenorio.
Thomaz de Figuciredo.
Joaquim Dias de Almeida Costa.
Jos Viceute Godinho. ______.

riUCA D0.RECIFJ2 M JAJfOW
DE 187.).
- A 3-1/2 HOBAS DA TABBK.
i telaanlm offlciac,
Assucar -Canal Fl'iOO por 1S kilos. Iiontem.
Aasucui*bruto snperior'lOoO por ISJtilos, hoja.
Algodn-deMacioPdrte 10/700 por 15 kilos
posto a boii > frete de 7|8 d. e 5 O|0,
honte.
Alg.vl'1 -la BFab-rbik^aorte M)i600 per 18
talos posto a bordo a frote de 3[i d. e '
OO^Bdej.
Cambiosobre Londres a 90 d|v. 26 d., 26 1(8 d^
26 l|i d., e do banco 26 d. por 1*000,
hontera.
Dito -sobro dito a 90 d|v. 36 l|8dv e de banco
20 d. p.H- 1*. Iwje.
Dito -sobre dito i vista So5(8 por II, do banco,
' boje.
Cambiosobre Hamburgo 3 d|v. 46o rs. por Rcich
Maro, hontem.
Cambiosobre Portugal a 90 d|v. lOi 0(0 de pre-
mio, hontem.
Dito^-sobre dito aWffjv. 10i e-10610'/0 de premio
boje.
Ditosobre dito vista 110 0(0 de premio, boje.
Descontde letras 10 OO ao -atino.
Dito de ditas 11 0|0 a prato de seis meze?.
Dubonrcq
Presidente.
MOViMETlr M PORTO
Navios entrados no da -
Rio Grande do al S dias, patacho brasileim
Principe, dn 210 toneladas, caplto Alfredo An-
tonio Gadr, equipagem 10, carga 10,000 arrobas
de carne ; a Aowiui Irno V C.
Liverpool00 Was, bflrca igleza Toronlo, de 493
toneladas, capitao Rubert Sicpi, euuipagom 13,
caiga earvav; a SmiuscHi $ C
Pictou3o diasv barra ingtaza Moslle, de 347 to-
neladas, capitao ItouViirk Me. Rae, ei|uipageni
II, carga carva> a Sawnders Brotliera C.
Saltfdo no .ursino dia.
Rio Grande do Sul Burea braseira Potnbiaha,
capitao SinnVs, carga assucar o outros gc-
noros.
Leal Se ve
Secretario.
51 ALKANDEGA
Rendimento do dia 2 a 7 .
dem do dia 8......
248:924 69
47:790/290
odia a cebranca judicialmente, fazendu publicar para isto" relacSo
cripta.
Secjao do contencioso provincial de
con tribu in-
do tter-icK.
na cunfonui-
reeataawi
pro nadar-
^Vdc\ca,.?8ab"X0 "-
EDITAES.
296:7145983
Descarregam hoje 9 de Janeiro de 1873
Vapor fr-ncez -r Mendosa (esperado) amostras,
bagagens e mercaduras para alfandega.
Vapor taftlet Gassendi mercadorias para al-
andega.
Patacho holtandc:-Vicee Corneiissen mercado-
rias para alfan lega,
Patacho inglezEcliptie mercadorias para al-
fandega.
Barca francezaS. Loulinternas e ferro j des-
pachado para o caes flc'Sanfa Isabel.
Escuna inglezaCanvI/ord bacalho j despa
chado para o"trapiche Gcncetap.
Barca ingleza Magestic -varios gneros para o
trapiche Conceicao, para despachar a fa-
rintta de trigo j despachada pira o
do Apollo.
< inniiiitmlo itttH ariHii-..
Proruraftflo' aYeiartiklo 1do aiiubntc general
do exereito na Curte shrt"se- rtsidem nesta pro-
vincia os reformadosAIos Rpiplianio dos Santos,
Sebastio Jos Pereira de Carra Uio, Izidoro Eles-
b5o8n Silva, o Joao.jAvres, atando se ibes entrt-
gar as respectivas ^ipoVses de reforma^ e nao
existindo na tbesouraria de aze.mla assento al-
giun dos ditos firforiiiados, o IHm. Sr. coronel
commandante las armas iiiterrao manda avisa-los
pelo preseute, |ia"ra que Heclarem o lugar onde
se aclnun inorando, se'por ventura existem nesta
provincia.
Secretaria do rouimando das armas de Pernam-
bueo, em 8 de Janeiro de 1873.
Francisco Carneiro l'essoa di Licerda, tenente-
coronor-Tiilerino.
* f i >
caes
Barca norueguouse^Gitana tabeado j despa
chado para o caes d> ApoHo.
Brtgne *$$^-;*rgn *a|H- ^^tA^m DE CARfDADE
Una dos Aeeigtnnhos.
Casa terrea n. 26
Brigne inglez --Coferwfeefarinha de trigo j des^
pachada para o caes do Apollo.
aiAilACOES.
SANTA GASA DA !tn5KRIi:0RDIA D
RKC.iFE.
A HMia-junto a.Lnmimtaitva da santa casa lia
misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoos, no dia 9 de Janeiro cr-
reme, pelas i horas da tarAe, tem de ser arrema-
tadas a quem mais vantagens offerecer, pelo tem-
po de um a tres anaos, s rendas dos predios em
CUMMRC!0.
BANCO COMERCIAL
DE
PERSAMBC9
Dcsconta lettras de cambio, de terra e
quaesquer ttulos pblicos.
Recebe dinbeiro em conta corrente simples,
em conta corrente com juros o por let-
tras.
Encarrila-se por commissao dcqualquer
operarlo bancaria.
O expediento principiar as 9 horas da
manha e lindara as i da larde.
llua do Vigario n. 4, primeiro an-
dar.
Capital.
Fundo
Sem contra-fflg
" COMPANH1A
NORTHERN.
.... 20,000:000?000
de reserva. 8,000:00055000
Agentes,
Mills Latham C.
Ki.A DA CRUZ N. 88.
Importa! lio.
Brigne inglez daIsy, rindo de Bristol, consigna-
do a Sauners Brothers fc C, manifsstint:
Carvao SSSt'oneladns, aos consignatarios.
Barca ingleza Mnovru, i'lnda de Liverpool, con-
signada a Mantea 4 fi., manifest:
Cal-vio 682 tbnebidas, aos consignateribs.
Patacho hrasiteiro M\uu KiLr\, viudo do Rio
le Janeiro, Mnsignadt> Jos /tprs Bavim, mnni-
festn :
Caf '50 sacas a Rosa A Filho, 7o a Jos Joa-
3uim da Costa Leite, 15 a Slotta Jnior. 5i a Cn-
ido Sodr da Motta. 30 a Martins de Barros Filho
A C., 30, J. J. Alves.
Farello 1,890 saccas, ordem.
Barca ingleza OSRU.k. vindn de Pictou. consig-
nada a Savndi-rs frothrrs & C, manifestou:
Caan 597 toneladas, aos consignatarios.
DESPACHOS DE EKPORT\CAO NO DI A 7 DE
JANEIRO DE 1873
P'irn os poilos do tmterwr
Na barca prtugueza Lnza, para Lisboa,
carregou : B. Oliveira C. 76o couros salgados
com 9,180 kilos e 100 saceos com 7,500 kilos de
assucar mascavado.
Na galera prtugueza Anima, para Liver-
poof. can-egou : T. JelTeries 2,800 saceos com
210.000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugue a Saphirn. para Lisboa,
carrogaram : Amoriin limaos 1,000 saceos com
75.000 kilos de assucar mascavado ; L. J. da S.
Guimares 1,000 ditos com 75,000 ditos de dito.
No lugar portugue Julio, para Lisboa, car-
regaram : Ainotim Inn os 400 saceos com 30,000
kiis d assncar mascavado c 100 ditos com
7,500 dito* de dito branco.
Na barca ingle a Olfnda, para Liverpool,
carregaram : Phipps Brothers C. 5,000 saceos
com 379,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca prtugueza Andada, para 0 Porto,
carregaram : L. 1. da Si.va Guimares 1,400
saceos com 105,000 kilos de assucar mascavado ;
P. J. Gomes 12 pranehoes de ainarollo de eis
costados ; M. A Machado Jnior oi couros sec-
eos espichados com 4,578 kilas.
No brigue bespanhol Amalia, para o Rio da
PratL carregou : Antonio Loyo 50 pipas com
24.000 litros de cachaca.
No navio bespanhol NutoO Vigilante, para o
Rio da PraU, carregou : A. Loyo 10 pipas com
4.800 litros de cachaca.
Na barca franceza Raoul, para o Havre, car-
regou : T. Freres 60 saccas com 5.285 1|2 kilos
de algodo.
^ N'a barca ingleza Kalec M. fonnli, para Li-
verpool carregaram : M. Lathan 4 C 10.000
saceos com 750,000 kilos de assucar mascavado,
No lugar ingle: Amelia Witson, para New-
Tork, carregaram : Borstelman A C. 1,000 sac-
os com 75,000 kfl is de assucar mascavad.
No navio allemio Anna Marte, para o Ri)
da Prata, carregaram : Balthar & Oliveira 200
barricas com 23,504 kilos de assucar branco e
200 ditas com 24,454 ditos de dito mascavado.
No brigue allemao Mara, para Valparaito,
carregaram : P. Carneiro & C. 300 saceos cow
2f,050 kilos de assucar branco.
Na barca prtugueza Amisade, para Liver-
poi, carregaram : W. Laman A C. 5,400 saceos
com 405,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue noruegense Jonhumma, para
Hampton Roads, carregaram : H. Forster C.
1.100 saceos com 82,500 kilos de assucar masca-
vado.
Na Darca ingle a Ame, para o Canal, v car-
regaram : R. Schmetthau fi C. 5,500 saceos com
412,500 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugue a Venus, para Lisboa,
carregou : M, A. Vadiado Jftnior 251 conros sec-
eos salgados com 3,012 kilos. -
Para os portos do interior
Para Uruguayanna, no navio norueguense
Lyn, carregaram: Carvalho-& Nogueira 272 bar-
ricas e 50 meias dilas com 39,225 kilos de assu-
car branco e 160 ditas com 18,071 ditos de dito
mascavado.
Para o Para, no hiate nacional Sobralense.
carregou : P. Vianna 393(2 barricas Com 7,017
kjlos de assucar branco ; A. A. Gfiimaraes 50
barriquinb'as com 2,272 ditos de dito.
Para o Para, no vapor Guar, carregaram :
Barros Irmaos 210 barricas o 25 quartos de ditas
com 10,831 kilos de assacar branco ; Beltrao ft
Oliveira 2i2 barriqninhas com 8,00i ddos fie dito.
CAPATAZIA tiX ALFANDEGA
Rendimento do dia 2 a 7 1:9265"34
dem do dia 8...... 834*752
985000
3031000
2405000
Ra do Atnorim.
tdctti n. 20.........
Una de S. Jarge.
Sobrado n. 30..... .
'Roa ffo 'Pudre floriarto.
Casa terrea n. 17...... 2005000
dem n. 47........ 2O0000
vffal ae Negfeiros (Cinco Puntas).
Casa terrean. 112...... 340000
Ra da Moeda.
Loja do spbrado n. 37. lolOOO
PATRIMONIO DOS OUPHOS.
Ra da Madre di Dos.
Ca-a terrea n. I....... I:400i000
Ra da Senzala-velha.
Gaaa terrea n. Ifi....... 209i'100
Ra de S. Jorge.
Casa terrea n. 99...... 350000
dem n. 100 ..... 2405000
dem n. 102 ....... 2405000
Bu i das Larangeiras.
Casa terrea n. 17...... 360009
Os pretendentes dever-o apreseu'ar no arto da
arremataco as suas liancas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos liadores, deveudo
pagar alem da renda, o premio da (planta por
que for seguro o predio que Cohliver estabeleci-
mento coiamereial, assim como o servico d~a lim-
peza e preces los apparelhos.
Secretaria da santa pasa da misericordia do Re-
cife, 4 de Janeiro de 1873.
O esi-rivo
Pedro Rodrigues de Sonza._____
Santa Ota lie Misericordi
do Kectfe.
A I!tm. jnati alniiBisirwivi da Snta Casa,
oto auio'in(;'>
  • 'ntp em c-IBcio, eom o
    tacho de 31 de unauTn tindo, com o dispesto no 9.* Jo artigo 52 dj sen cora-
    promis'o, p-nenia p-r apoltcia da.diva g^ral o
    seffatetei predios pertt-oceotei ao legado de Joa
    qnim da Silvj L"ps.
    A metad Jo sbralo da 3 aojares o. 17 de
    largo da AawnbW*.
    A terca n*r!- do sobrade n. 1 d* 2 andana do
    bec:o do Abren.
    O sobrado de daos atoares o. 60 da rna da
    Guia,
    A casa terrea d. 92 da rns dn S. Jorge.
    O sobr.-. i i d- am andar o, 20 di mpsma roa.
    Ouii.i d.t.i uieiagna, ua mesma rn?.
    A esa torrea n. 72 da raa da S/delade.
    A casa terrsa n. 26 fia ra dos ACooguinhOS,
    A casa terrea o. 95 d roa des Guarnpas.
    A e*a trre meia-igaa o. 5 dd-bscco doTei-
    xeira, ou !r8ve"M da Pdndi^ao.
    O terrino da caa do tunjo Js Cinco Platas.
    A casa leiTea n. 3 d i largo da Campia.
    O err.-u da casa da e.-.jinna da ra da As-
    ja-jipc-So.
    Os preteodeott-s prdero apre^eotar as suas pro-
    j isla- em carias fechadas cora o de-ido sello no
    lia 10 de Janeiro vinV-ur anata se#rearia, onde
    h'serao dadus Ho* os Bece^sarie.- wclareciuento.
    Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
    Kecife, 23 de novsmbre da 1872
    O e:crivao,
    Pedro Rodrigo de Soata.
    Pela tbesouraria provincial se faz publico,
    que foi transferida tara o dia 9 de Janeiro prximo
    vindouro, a arremataco de-costeio da Iluminaban
    publica da cidade de'Go-anna, por lempo de um
    anno e a razan de 287 ris diarios iKir cada lam-
    Secretara* da tbesouraria provincial de Pernam-
    bueo, 27 de dezewbro de 1872, .
    O oflicjal maior,
    Miguel Affonso'Ferreira.
    santa; casa da misericordia do recipe.
    Pela secretaria da Santa Cas da Misericordia
    se faz sciente a queui interessar que o Illm. Sr.
    ihisoureiro, no salao da casa dos expostos no dia
    13 do corrente pelas 9 horas da manhaa fara pa-
    gamento do maestre vencido de outubro a de-
    zembro fndo as amas que se apresentarem ron-
    duzindo os expostos que Ihes foram confiados.
    Santa Casa da Misericordia do Recife, 2 de Ja-
    neiro de 1873. ..
    0 eserivao,
    Pedro Rodrigues de Souza.
    Pernambueo, 8 de Janeiro de 1873
    O procurador fiscal,
    Cypriano Vencin Guedes Atofortdo.
    Relamo da divida do exercicio de J7l S72, proveniente dos imposto dt ddna, 4 e 5 por ten*.
    carros e bithar.
    ' Dcima.
    s
    3S
    AmjKnv n. 3. -Antonio, Gomes do Moura
    Mangabeira n. 2. Anglica Maria da Grana
    Bomliiii n. 8. -Angela Carolina Alvr-da Concei.-i'
    Dita n. 13Herdeiros de Antonio Joaquim de Al-
    meida Guedes Alcoforado
    Dita n. 23, Desembargado!' Antonio Joaquim d'Al-
    buquerque Mello
    Carino n. 1..intoBBj Rodrigues de Oliveira
    Duarte Ooelbo n. 12. -Antonio Goni alves da Silva
    Dita n. 13.O mesino
    Ditau. 25Andr de Abren Porto
    Bebcribc de Baixo n. 11.Alexandrc Rodrigues da
    Silreira
    Estrada do Canheiiga n. lO.-Os ophos rilhos de
    Antonio Jos Siuides
    I^ito da Madeira n. .'W.-Antonio Maria do Espiri-
    to-Santo
    Pateo de S. Pedro Apostlo n. ".Viuva c herdeiro*
    de Agoslinho da Silva Neves
    8. Francisco n. 9. Herdeiras de Bento Alvi-s Be-
    zerra
    Porto da Madeira n. 13.Bernardina de Sena
    Estrada do Perno iki Cal n. 9.Bernardo Francisco
    das Cliagas
    Floresta n. 3.('Jara Maria de Jeeus
    Malinas Ferreira n. 41.-0 convento do Canto de
    Olinda
    Bica de S. Pedro n. 7.-Evaristo Machado Lima
    S. Bento n. 46. Francisco Ferreira Gomes de Me
    nezes
    Nova n. 4.Francisco Xavier
    Dita u. 13.Coronel Fiaucisco Joaquim Pereira
    Lobo
    Mathias Ferreira n. |1G.Tem.-nte-coronel Francisco
    Manoel Carneiro da Cnnha
    Pateo do Carino n. 2.-Francisco Xaviei de Mo-
    ris
    Praia de S. Francisco n. 16. -Francisco Joo Hono-
    rato Serra-Grande
    Dita ti. 19. -Felippa Maria dos Santos
    Estrada d'Agua rila n. lo.=Francisco Ferreira da
    Silva **
    Dita n. 16. O mesino
    Estrada do Combe n. 2. Herdeiros de Francisco
    Bsteves de Abren
    Gatos n. 17.-Herdeiros d.- Henrique G\bson
    Guadelupe n. 1. -Os mesuios
    Estrada do Salgadinho n. I. Os mesmos
    Dita n. 2.Os mesmos
    Estrada da Passagem n. 7. Os mesmos
    Dita n. 8Os mesmos
    Beberibe de Baixo n. 6 Os mesmos
    Dita n. 7. -Os mesmnS
    Dita n. 10Os mesmos
    Igreja de Beberibe n. 6. Os mesmos
    Dita n. 14.-Os mesmos
    Dita u. 15.Os mesmos
    Dita n 16. Os mesmos
    Estrada do Canhenga n. 2.- Os mesmos
    Mangabeira n. Lllenriqueta Elisia Banck de Mi-
    randa
    Ladeira da Misericordia n. 0. lleliodoro Fernaiid.-s
    da Cruz
    Ladeira do Varadouro n. II.Ignacio Pessoa Este-
    ves da Silva e seus irmaos
    Ladeira da Bica de S. Pedro n. 16.Ignacio Pessoa
    Esteves da Silva
    Ronilim n. H.-Irmaudade do Senbor iiom Jess do
    Bombn
    Porto da Madeira n. 89. Innoeoncto Rodrigues de
    Miranda
    S. Rento n. 49.-Jos Antonio Lopes
    Ladeira da Bica de S. Pedro n. 23.Joo Constan-
    cio da Silva
    Amparo n. 50.-Joo Goncalvos Rodrigues Franca
    Estrada d'Agua Pria n 2i. -Joo Feliciano do Nas-
    ciniento
    Ladeira do Varadouro n. 34.Herdeiros de Joa-
    quim Miguel de Almeida Catauho
    Dita n. 35. Os mesmos
    Quatro Cantos n. 21-Joaquim Francisco de Abren
    Estrada do Calienga n. 25.Joaquim Gomes de
    Mello
    Estrada do Porto da Madeira n. 5.-Joaquim Pereira
    de Mendonca
    Quarleis n. 25.Jos de Barros de Pinlio
    Jogo da Bolla n. 13.Padre Jos Zacharias Ribeiro
    e Francisco Emiliano Ribeiro
    Guadelupe n. 2 Jos Cardoso de S
    FI
    Ca
    Duarte Coelho n.
    maraes
    Dita n. 16.^0 mesmo
    Dita n. 29.Jos Joo de Amorini
    Estrada d'Agua Fra n. 7.Jos Antonio Pereira
    Porto da Madeira n. 27Jos Gomes
    Dita n. 28. O mesmo
    Duarte Coelho n. 4. -Viuva de Jos Fernandes d;
    Silva
    Dita n. 10.Herdeiros do Dr Jeronymo Vilelfa de
    Castro Tavares
    Porto da Madeira n. 8.Julio da Costa Ribeiro
    Dila n. 9. 0 mesmo
    Dita n. 10.O mesmo
    Dita n. 11.O mesmo
    Ditan. 14O mesmo
    Dita n, 16.-0 mesmo
    Ditan. 17.O mesmo
    Dita n. 18.O mesmo
    Estrada do Forno da Cal n. 7.O mesmo
    Secrao do contencioso provincial de Pernambueo, 8 de Janeiro de 1873.
    O 1'ofMcia),
    Horacio Valfrido Peregrino da Silva.
    ( Contina. )
    IKKIU" MU" II' m IVH* w --
    Florestan. 5 Jos Lucas do Espirito-Santo
    Carino n. H.Jos Jacintho Pavao
    15.-Jos Alves da Silva
    Gui-
    :i
    1 ?! 1
    i
    6*480 10*800 3*240 *194 #324 *097 *583 t'Jli **H 7*257 ItMM 3462
    45*000 1*350 4*080 50*400
    18*000 18*000 27*000 27*000 10*800 540 *540 #810 *8I0 *324 IflHO 1*810 2*430 2*430 1972 12*096-
    5*4C0 *162 480 04048
    5*400 *t *162 *4Ht 6*048-
    4*320 .12-1 *38K 4*M7
    30*000 1*080 3*240 40#:W)
    65480 3*240 5194 *0U7 *383 *2lll tt
    8*640 6*480 *259 *19 *777 *S8; 9#7t 7*257
    4*320 5i00 *I2 *1U2 *3H8 *4H 4**1: 6*04*
    4*320 55400 sil *102 *388 M80 4*837 6*048-
    10*200 486 tfk 18*144
    10*800 *324 4972 12*096
    27*000 *810 2*439 3MH8
    5*460 .2*700 4102 *08l -14*6 6*048 8*021
    10*000 0*480 *3 *973 *.'W3 1280*. 7t7
    36*000 10800 3*240 36*000 36*000 27*000 5t*000 27*(00 10*800 12*960 0*480 18*000 134500 13*500 13*800 1*0-0 *32i *097 1*080 1*08(1 *8t 1*620 *810 *3*4 *;iH8 #1!4 *540 #40- *4o:, 54,5 35240 4972 *2!l 3*240 3*2.0 *43'I 4*868 2*430 *'.I72 1*100 1583 1*620 1*215 1 IflS 15215 40*32*> 12*0!> .35628 4< 1*3*' 40*320 3ll*24ii 60*4X0 30*24" 12*Oi'i 14#W4 74257 20*160 15*120 1.-.5I" 15*180
    545000 1*020 4*800 Mgm
    13500 *405 1*215 |S#fSO
    65750 *202 507 7 5551
    8l00 *243 *723 8*071
    10*800 *324 *972 U#096
    5*400 4*320 162 *129 48''. *388 0*1H* 4s.r
    2*160 8*40 5004 0*259 *I94 *777 2*418
    55400 *102 *48t'. .^uis
    105200 10*800 18*300 *480 *32| *555 1*458 ?97-14052 18*Iii l.i "1
    6*480 1191 |9R 7#8i*
    27*000 4*320 *8I0 *12!l 2*430 4388 38*848 4*837
    13*500 3*240 6*480 27 4000 5405 *097 *t<>4 *810 1*215 *291 *683 244:10 131120 3*628 7*85" 30*240
    18*000 10*800 6*480 4*320 2*700 4*320 *540 J324 *I94 *129 *08t *129 1*620 4972 *583 *388 5243 *388 20*180 12*0% 74257 4**17 3*024 4*8.::
    8*640 *250 *777 9;67'1
    21*000 10*800 10*800 10*800 10*800 6*480 6*480 io*80F-18*000 *648 *324 *324 *3:4 *32-4 *!'.'. *194 tm *324 *540 14944 *972 *97 *972 *972 *583 *583 *583 #972 1*620 n*tn 12*096 I2*'K 12*08*. 11*096 7*237 7*25; 7*2--;; 12*001, 20*16
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    ll_Cx)rpo. Santo11
    GOMPaNHIA
    h^nix Pernambuoma
    Toma riscos martimos em mercadorias,
    (retos, dinaeiro a risco e Imatmette de qual-
    quer natureza, em vapore*, navios vela ou
    ftareVcs, 1 premiosmuito mdicos.
    ftlA 00 C0MMERC10 N. V*.
    VOLfMES SABIDOS
    lo dia 2 a 7......
    IYimeiraportano'dia8 .
    Segunda porta.....
    Terceira porta.....
    Trapiche ConefeieSo ".' .
    SEhVIQO WARIIMO
    AlvarUntras descaTrekadas no trapiche
    da aliaudega no 81a 4.a 7 .
    Ditas ditas no di 8 .
    Navios atracados no trp. da alfandega
    Alvarengas........
    No trapiche Gon8icSo.....
    o\*S7-
    33 i
    110
    17
    3
    t
    22
    WM1A
    t>0
    BEBERIBE
    Nao se temi reunido numero sufficiente
    ^0 aecionistas para ser installaila a assi'mbla
    geral convocada para, o dia 2 do corrente
    iium, sao de novo convidados os Srs. accio-
    nistas, para se reumrem em assumbla geral
    extraordinaria no dia iOtto corrente ao meio
    dia para deliberaren sobre o augmento de
    capital da eoWip&Rhia'. Os Srs. accionistas
    Sao pevinidos de que ness dia [\0 do cor-
    ente) a assemWa geral ser insLtlUda Corp
    o numero de sociosijuc comparecerem como
    dispoe o artigo 23 dos estatutos.
    Escripttto da rompanhia do' Beberibe, 4
    AC^^ ^avafeulA r ce-consulaclo (le liana em n ^^ dc mao, eidadao biaiaww, de
    Pm-nnmKllPn 'annos de idade, natnral da provincia do Cear
    IT Ulllcimi/iHA7 1 domiciliado nesta praca rom casa de eennierrio
    Tendo-sc ausentado lia porto de sois mezes, o de consignacao o loja de joias, e o seu nome
    menor italiano- Miguel Spinelli, de idade de 12 escripto no livro da matricula dos connncrr'.iii >
    annos, da casa da irmao do annunciado Spinelli, | Secretaria de tribunal do commercio i
    pede-se todos os que tiveroui noticia ou soube- nambnco 3 de Janeiro
    rom aonde se aclia o sobrodito menor,' se sirrain,
    Per-
    i>edido dos parentos e Inn'o do dito menor, de
    communica-lo ao vice-consulado de Italia nesta
    cidade : consta ter Mo para o sul, visto ter em-
    barcado na estacao das 1 inca l'outas. Pernambu-
    eo 30 de dezembro de 1872.
    Pelo viee-censul
    Jos Saporiti,
    ChanceHer.
    do
    de 1873.
    O offlcial-maior
    Julio Guimares.
    COMMERCIO 1>E l'T
    RECEBEDORIA DE ENDAS INTERNAS
    RATIS DE: nCR!fAMBUUO
    endinieato do dia 2 ,i 7 8:1(1
    dem'do dia 8 .
    GE-
    de Janeiro do 1BT3.
    Jos
    tispettterio,
    ti- B. d* Meneses.
    msmmmr-
    CONSULADO PROVINCIAL
    A conuaiio ncarregada ,de prnm'W a dos*
    aproprlacSo do terreno sito rua^ da Aurora do
    lado do norte do vmasi, pfovmeial destinado
    para opasseio pubicov convida 4n novo as pessojs
    qtt6foesuft terrenos 4e matW nwsa localidade
    a aprestara ops ltales na refcarticio dM
    - obras uubfieas dentro do pfaio de 1T diaa antn
    WHtfm de "fewwer'd ajuste WWga'Wl sor.'re a mh^i
    ^riaso,;flo_s ditos terrenas.
    Readiatemo dolaTtt?
    S
    Santa Uasa da MiterieordiB
    do Recife,
    A Alma, junta administrativa desta Santa Casa
    antorisad pelo Exaa. Sr. presidente *a pro-naea
    Mn data de 3 dn correte, fl de mtermldada com
    o que 4isp5e % 0.* Jo art. 52 no compromisso por
    que e rege, permnu por apaliccs da flrltfa pu
    bca, a tsente de crear gados estaoeleciraentos de cariade a seo cargo, deno-
    minadaCarnauba, siinnda oas pToxnw4ad8 d
    ffla de Flores, eoniendo algum gado vaccom e ca-
    ballar em nnmero de 32. Recebe per isso pro-
    postas na sal de Shas sps6i patea 4 turas d
    larde do dia W de janeire vinflooro.
    Scrtarja da Salta asa lllseriooraia do
    ;\ecife, 30 de siembra de 1871.
    QrvS\
    Pm RA*rio* d Sao.

    s toWc'as, 7 de
    FetcrhoWolfjsnei da
    iNU^fiCCO DO ARSENAL DE
    * MARIlfHA.
    Fat^se publico que a cdJtmlssao de peritos, exa-
    minando* iu forma determinada no regulamento
    annexo ao decreto n. Ijjti. de f> da fevei-uiru d
    Ittk; o casco, machina, caMeira, apparelho,
    -flaastrtatjio, velaroe. amarras e ancoras do vapor
    Camaragibe, da couipaulna vigilante de reboque,
    aehou todos esses objectos n ostedo de poder o
    vapor continuar no servieo em que se enrfa.
    InspeeeSo do arsenal ae marinha de Peraam-
    buco, 7 de Janeiro de 1873.
    Francisco Romano Steppie ,4a Silis
    inspector.
    WbLlVL DO COMMERCIO nK PL^-
    INAMBlt'.O.
    BHa secreteria fo publico 0^0 W* date ro
    TKUOAL DO
    NAMRLCO.
    Esta secretaria faz pbltc*6 que no dia SO d.- i
    zembro de 1872 foi expedida a carta de registro
    da barca Nora Marianna, de 803 tonelada-, pr
    priedar e de oliveira Filhos 4 0. v
    Secretaria do tribunal do eommorno de Per
    nambuco 3 de Janeiro de 1873.
    0 official-maior
    Julio GnirntH-iies.
    Esta secretaria faz constar de conformidad com
    o disposto na t* parte di S 8 do art. 2" da lei n
    1,083 de 21 de agost de 1860, ni foram archi
    vados os seguintes distratos e nitrato de socie-
    dades cttinincrciaes :
    Distrates.
    Do Antonio Domingos Pinto: e Joao Vieli-a de
    Mello, que gjroanesta prat-asob a llnna de Vid
    ra&C.
    De Antonio do Reg Medeiros e Luiz Cabral ii
    Medeiros, cuja s firma de Reg A Cabral. .
    Do Antonio Be erra'de ftfcme es Lyn. e Joaquiii
    fin Moreira, cuja.sueitxlaU! gyrou no MvoaJ.
    dos Moirtss, termo do Agua-Pieta, sob a Rruia i'
    Be erra A-MoVoira.
    Contrato de soctedaiJe de capital e hu
    de Duarte Antonia de Miranda e Bernardm > Al*-
    Ferreira,- estebiitocidos nesta praca com .vsa .:
    commercio do mtnde-s e eilp'hB, sob a Di
    de Duarte Antonio de Mra*h A '-. com o
    tal de 1:0, sendo Ferreira socio do in-Iii.-tri.-i.
    Secretaria dv tribunal do couuiiou-j d
    nambuco 3 de Janeiro de 1873.
    O ottcial-mator
    _________Julio Gumnre
    jMM.usKSSm
    Para Lisboa
    a barca prtugueza Venus vai -
    carga a rrete oommodo : lala 1
    bello A .. ruifd CoBiraeitto n. W
    E.
    Ka
    I


    *
    Diario de Pernambuco Quinta fei.ra 9 de Janeito de 1873.
    Para o Rio de Janeiro
    o logra portuguV. AlmtiUna, de ." chsse, ca;i-
    m-J. P. Das, recebe
    trata-se com E. H. Riibello
    tiara. 48.
    a- frute comnvxlo
    C, rua do Cormner-
    GOMPANHIA PERNAMBL'CAMA
    DE
    Na vegada -eostelrtt a vapor.
    GOYANNA.
    O vapor Parofcj/bo, se-
    guir pira o porto acuna
    no da 12 do correte, as
    9 lloras da norte. Hece>
    be earg.n, encommendas,
    iassageiros e dinheiro a
    rete : escriptor-io ne For-
    te do Mattos n. 12._________"_^_________________
    COMPANHIA PEKNA.MBLCANA
    DE
    .\'avegaofi casteira a vapor.
    ' MAMANGUAPE.
    O vapor Coruripe, com-
    mandante Silva, seguir para
    0 porto cima no dia 11 do
    corrente, as 5 horas da tarde.
    Recebe carg, encommendas,
    pasageiros e dinheiro a fro-
    te at as 2 horas da tarde do dia ik sahida: es-
    critorio no Forte do Mattos n. 12. ____________
    PARA
    Pretende seguir cono poocas das de de-
    mora, a barca portugaeza Gktnentina, por
    ter qaasi a sua carga completa, e para a
    pooca qoe lbe falta, trata se ca roa do
    Commercio n. 5, escriptorio de Joaqoim
    Jos Goocalves Beltrao._________________
    Para o Kio-Grande do 8ul.
    Segoe o brigue nacional Amelia, lera parte de
    sea earregameoto engajado, para o resto que
    Ihe taita, irala-se com ds seas consignatarios An-
    tonio Luii de piiveira Aievedo i C, no sea es-
    criptorio i ma da Crai n. 57.
    f.OMHAMIIA
    DAS
    Hessegeries niai-ilinic*.
    No dia 9 do corrente mez espcra-se dos portos
    do sul a vapor francez Rio Grande, eommandan-
    te Giost, o <|iial depois da deni ira do cortme sa>
    irair para Brdeos, tocando cm Dakar (Coree) e
    Lisboa.
    Para condicoes, fretes e pgsfagens, tnta-se na
    agencia, roa do Commercio n. 9.
    Para o Rio de Janeiro.
    O brigue nacional Isabel pretende seguir para
    0 porto cima neste dez das; para o re?Io da
    i'arga que Ihe falta trata-se com OS seos consig-
    natarios Antonio Luir dcOliveira Azevedo & G.,uo
    eeu escriptorio a ra do Bom Jess n. 57, outr'ora
    ra da Cruz.
    Vai sahir com poneos dia? de demora a polaca
    italiana Sara, podendo r^ceber alguma carga, por
    isso, quera desejar carreirar rde entenderte cora
    o consignatario Joaqoim Jos Goccslves Beltro,
    rna do Commercio n. 5
    VENDA
    Vende-s-i o patacho brasilelro Elvira, n qnal se
    leba em bom estado, e preparado com todos os
    seus pertences para navejtar : os prctendentes
    podem dirigir-se bordo do me mo navio para
    ve-lo. no aneoradonro da Carne s -cea, aonde est
    em descarga ; e a tratar com os consignatarios
    Aniorhn Innios & C.
    COMPANUIA
    DE
    \fiv<*sitc it brasllalpa.
    Do dia 9 em (liante
    _' esperado dos por*
    los do norte o vapor
    ._^.r- Pun, commandante
    ^"^ o ca'iitao tenenie Pe-
    -t;t-.- ili'o fhpolifo hilarle,
    o qnal depois da demora do cosl'iie seguir para
    os do sul. ,
    Encommendas de iiequeno valor, peso, medida
    f tambam dinheiro,recebem-se at 1 hora datar-
    de do dia da sahida do vapor.
    Para firetes e passagens, trata-sr na agencia,
    ra do Commercio n. 8.
    LEILOES.
    DA
    armac&o lo louro, gneros
    ees ta taverna do prara
    ii. 0.
    <> mais pertetv-
    >Io Conde d'Eu
    O asente Martins ar leiab em un ou mais lo-
    tes da ainiaeao de lonro. gneros e mais perten-
    ees da taverna da praca do Conde -d'Eu n. 9, a
    qnal se acha omito Iwm localizada para qualquer
    principiante.
    A'a 11 horas do dia cima na mesma taverna.,
    LEILAO
    I.'E
    20 canas marca D A M com latas de 10 li-
    bras cada urna com bolachinbasde soda.
    SEXT-FF.IIU 10 00 CRREME.
    O agente Pestaa tar leilao por cunta e risco
    de quem pertcncer, de 2U cateas com 800 talas
    t'om liolachinhas do soda, vindos de Xew-York no
    navio John II. Kemechay entrado ueste porto em 13
    le dezenibro prximo passado, e serao vendidas
    m um ou mais lotes, no dia cima dito,- as 11 ho-
    ra* da marina no armazem do Aunes, defronte da
    .ilfandega.
    ^i
    LEILAO
    DE
    3 couros salgados.
    Terca -leira 13 lo corrente.
    As 10 i/f horas.
    0 agente, Pinto levar leilao, por mandado do
    IHm. Sr. Dr. iuiz de direito especial do commercio,
    34 couros salgados com 388 kilos, pertencentes
    massa fallida de Francisco Jos da Costa Guima-
    raes, do armazem da oompanhu Pernambucana.
    Na ro utuita do Rosarlo, sobrad o. 33, cas
    de fmilta, coolinua-se a forn<*r comid* para
    fra, por preces commodos e em prompmrlo ;
    alfutu eobor nagociao' que t> pai fta da
    cidi.de e quiter qu Vne tornee* aos eas calxelros,
    achura na diu can bora trauraeonv.
    AVISOS DVERSOS
    Instituto Archeologic e Geo-
    graphico Peraarabucano.
    Haver sessao ordinaria quinta-feirn, 9 do
    corrente Janeiro, polas 11 horas da manha.
    (HiUl-.M 1)0 DA.
    IPareceres e mais trabalhos de com-
    misses;
    IIProvidencias a tomar para a festa do
    anniversario do Instituto;
    IIIPalestra litteraria.
    Secretaria do Instituto, 6 de Janeiro de
    1873.
    J. SOAUES u'AzlVEDO,
    Secretario perpetuo.
    REUNI0 PUBLICA.
    A commissao encarrregada de executar as
    deliberaces tomadas pela assembla sebera-
    na do povo masnico, convida a todos os ir-
    maos e populacho em geral para a primei-
    ra reunio que deve ter lugar hoje as 0 horas
    da tarde notbeatroGYMSASIO dramtico,
    afim de tratar-sc da representar;o que deve
    ser dirigida aos poderos do estado contra os
    ltimos attentados praticados pelo Sr. bispo
    no interesse do jesuitismo.
    A commissao, nao tendo lempo de fazer
    convites especiaos a diversrs sociedades lw-
    neficcntcs, artsticas e litterarias, assim como
    a todas as redaceoos de jomaos desta cidade,
    suppre osla falta por este meio, esperando
    me coitiparogam.
    CASA DA FORTIM.
    A08 5:000^000.
    B&BETES (iARAXTIDOS.
    I' mu Primeiro de Marro (outr'ora ra do
    Crespo' n. 2'1 e casas do 'ostume.
    O ahaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
    lizes billietes quatro qnartos n. Ii99 com 5:000a,
    um inteiro n. 2 com .'1003, mu meio n. o83
    com 1005, dous quartos n. (i-S:! com 100, c outras
    surtes de 'i0 e 20 da lot>'ria que >e acahou de
    extrahir |3'i."), convida aos possnidores a viren)
    receber na conrformidade do costme, sem descon-
    t algum.
    Achani-se venda os felizes bilhetes garantidos
    da l* parte das loteras a beneficio da matriz de
    Villa-Bella (38*), que se extrahir na terca-feira li
    do corrente mez.
    PRECOS.
    Bilhete inteir CiOlXi
    Meio bilhete :|5000
    Quarto 500
    KM PORCAO DE 100--000 PARA CIMA.
    Bilhete inteiro 5500
    Meio bilhete 21750
    Quar/1 I i:i'."i
    Maiuwl Martins Finza.
    m *
    NOSSA SENHORA
    BOM CONSELHO
    P
    i amas oe ~
    ez, inglcz, &,
    a, ..'Mine- (W
    Comedortas
    Alogi-se o -2* andar e &otao iio tubrauo u.
    15 da roa de Santa Rila, estando elle em bom es
    Uo : a tratar na roa Duque de Casias 0. ii.
    1004000
    Fogto do eogeoho Pontal, em Serlnbiem, do
    dia 7 le mez prximo pa.?ado, o mnlato Slno,
    com os sigues sgniutes: estatura regalar,
    corpo seeeo, cor alaranjada, barba .-errata, ca
    bellos carapinfaos e falla descaocada. Quem o
    pegar leve o ao rea 'enhor o tenente-coronel Vi-
    cente liendes Wanderliy, no dito engenbo, on n
    Kecife ao Sr.Bernardioo de Sena Pontaal, na rna da
    Madre de Deas n. 36, qae reeeber a gratilieacac
    d 100*. _
    0 BACHAREL
    AMERICO NETTO DE MEX-i
    DON^A
    Reside presentemeiiJte
    A' BA NOVA DE SANTA BITA
    V 13.
    Botica Popular
    Preei-a de oro offlcial com bastante pralio de
    pbarmacia, e.capaz. Da-ge 1;000 de ordenado an
    ooal.
    COSTREIRAS
    Na Chapellene des Dame roa do Bario da Vic
    loria n. 16, preclsa-se de co-turt ira?.
    Aluga-se a casa terrea na travessa das Bar-
    reiras, na Boa-Vista n. 16 : tratar na ra do
    Crespo/loja do Passo junto ao Arco de Sanio An-
    tonio.
    Sobrado.
    Aluga-se o sobrado n. 9 da raa da Aurora :
    tratar na ra da Imperatriz n. 8, loja.
    Osabaixo assignados faiem sciente ao res-
    peitavel publico e com esjiecialidade ao corpo db
    commercio, que dissolveram amigavelmenie a so-
    ciedade que gyrava nesta praca sobre a firma oV>
    Barbosa & Silva, sahindo o socio Jos Antonio
    Barbosa pago e satisfeito de seu capital e lucro,
    e licando cargo do socio Belarmino Lourencb
    da Silva todo o activo e passivo da referida firma.
    Becife 31 de deiembro de 1871
    Jos Antonio Barbosa.
    Belarmino Louren^o da Silva.
    ven
    lia.
    ;otf'
    DIRIGIDO PELO
    ha'rcl Antonio Columbario Sera- |g
    phico de Assis Carvalho.
    Ter lugar no dia 13 do corrente mez,
    neste instituto, a abertura das aulas d
    priineiras lettras, laiiui. Granee
    portugnez, gengrapliia, liistm ;
    tria, arithmetica, rhettorica e philoso
    phia. Q
    Criado.
    . DE*
    nina caixa com bolinas de bieerro o. corda-
    vao, para homens.
    TERCA-FEIRA l DE JANEIRO DE 1873
    As 11. horas em ponto.
    Por intervencao do agente Pinto.
    Ba do Bom Jess n. i3.
    Precisa-se de um criado para compras e man-
    dados : tratar na ra do Duque de Caxias, loja
    n. 81.
    Ilodi l.ill! eras (il>.
    Antonio Teixeira dos Santos J-
    nior agradece a todos os seus ami-
    gos e prenles que (lgnaraiu-se..a
    compartilhar as aftliccSos e duras
    novas que acaba de" passas, por
    occasio do falleeimento de sua
    querida mulher, em sulfragios da
    qnal manda rezar nina tnissa por sua alma, na
    igreja do Carmo, as 7 horas da manka do dia 10
    (sexla-feira).

    Heliodoro d'Aquino Fonceca, seus
    lilhos, 1). Bernardina Francelina de
    Carvalho e seus filhos ; cordeal-
    menie agradeeam ka todas as pes-
    soas que se dignaram assistir as
    exequias feilas a sua presada mu-
    lher. ini, filha e irina, Emilia
    Amelia da Carvalho Fonceca, e de novo as con-
    vida para qne se digneni assistir as missas do
    selimo dia, que ter lugar no dia 11 do corrente
    s 7 horas da manha na igreja matriz da Boa-
    Vista, e por mais esta prova de amizade desde j
    antecipam os seiisapradecimcntos.
    te roubou
    marido, pai
    LEILAO
    -. DE
    urna caixa com fitas de sarja e outras miu-
    dezas. *
    Terca Teii'a 14 lo Por intervecao- do agente Pinlo.
    Ba do Bom-Jesus n 43.
    LEILAO.
    i
    DE s
    fazendas inglezas'
    >i iadas)
    -.Constando de chitas, madapoires, algO'lcs,
    lencos, outras azentes o
    Uttaa burra prova 'le logo
    ' ii< va
    TERCA-FEIRA t DO COKROTF.
    s 10 Ij2 horas em ponto.
    Por^ntorvenco do agente Pinto.
    " Ju do Bom-Jesfis n, i3,
    Jacintha Hermelinda de Araojo,
    sens filhos e sogro (auzente) pro-
    fundamente agradecen! aos honra
    dos negociantes desta praca os
    lllms. Srs. Cramer Frey dt C. pe-
    la earidade que tanto Ihe pres-
    taram na molesla que cruelmcn-
    a vida a seu sempre lenibrado
    e filho, Jos Pacheco de Araujo.
    feitor do sitio dos mesmos senhoies : recebam
    esses generosos sennores os protestos^ de nossa
    elerna gratido, e com muita especialidade o
    IHm. Sr. Poropeu, digno gerente.desta casa, que
    tratou coxn tanto desvello, foi'neeendo-lhe todos os
    recursos-ati dando-lhe sepultura e soc:orrendo
    aos annunciantcs que ficaram reduzidps a mise-
    ria em um paiz extranho.
    S
    GASA DA FORTM
    RA i' DE MARCO OUTR'ORA DO
    CRESPO N 23.
    relea que paga as sortea
    Aos 20:000*000.
    O abaixo asonado tem sempre exposto i
    la os felizes bilbates do Rio de Janeiro, pagaad-
    rcmp*.am:D!e, como costema, qnalanerpran<9.
    PRECOS.
    Inteiro ftjOOO
    Meio 12/009.
    Qnarto f OtXL
    Manoel Martins Finu.
    CONSULTORIO
    y\
    Dr. Ferreira pode ser pro-,
    curado para o ejercicio de
    sua prolisso em geral, e es-
    pecialmente operaroos e mo-
    lestias cirurgicas,
    consultorio de seu
    largado Rosario n. 20.
    Criada
    Precisa-so alagar urna ama ou criada de boa
    conducta, livre ou escrava, que faiba cojiuhar ou
    engommar c coser, paga-se bein. Tambem coni-
    pra-se urna escrava de casa de. familia conhecida
    e que teuha aquellas habilidades; na ra 7 de
    seteniliro h. 13, esquina da rna Formosa^_______
    Uvoeacia.
    O bacharej Angelo Henriques da Silva mudou
    o sen escriptorio para a ra do Crespo n. 12,
    primeiro ahilar, onde_ pode ser procurado
    Aluga-se a casa n.
    dalena.
    7 na Passagem da Mag-
    5JVCAO
    n
    Aluga se (a quem pagar parte de bem-
    i'eit-1 as) o andar e soto de um pequeo
    sobrado de uto* andar, com daas salas e
    dous qoartos", e no sotao dous qaartos, es-
    tando novatoente caiade, pintado e ssleira-
    do : quem pretender, declare sua morada
    em carta fecnada," com as ioiciaes J. C. S.,
    em sobrescripto, deixndo nesta typogra-
    rhia para ser procurado.
    Escrava fgida
    Ausent(i-!S da ca?a de seu seDbcr, no da 11
    de dezembre* a escrava Maonela, negra, de idade
    de 45 annos^ levou vestido de cbita c-s:ura e cha
    le cor de cinza, com rifeas. Tem nica orelba ra-
    chada pelo que nao pode pendorar brincos, fslta
    de denles na frente e ps grossos, com sigoaes
    de cravos eas ponas dos dedos. Foi comprada a
    siguas mezes ao Sr. Francisc; Ics Gomes, desta
    cidade : qoem a caplarar queira leva-la a ra
    da Cadeia n. G, ou na Capaoga, ra da Ventara
    n. 10. que se gtatific3r. .________^^^^
    ABVOGADO
    S. r?,ASCISC0 DE PAULA
    SALES.
    RA DUQUE DE CAXIAS N. 37.
    Aiug.i-se
    O sobrado de no andar, silo rna do Marqnei
    de Herval n. 11 : tratar na raa da Aarora do
    mero 51.
    AOS 6:000^000
    Kstio a venda oa felizes bilbetes da lotera di
    la&, na casa feliz do arco da Cooeeicio. kija di
    orive no Recite.
    Precisa-se de urna ama para comprar e co-
    linhar para casa de homem sotteiro : na ra D-
    reita n. 8.
    i
    andar.
    Precisa-se de urna ama para com-
    prar e cosinhar para casa de peque-
    a familia, preferindo-se escrava :
    ra estreita do Rosario n. 32, 2/
    V1V
    pommar
    dar.
    Precisa-se de orna ama pa-
    ra casa de familia de daas
    pessoas para cozinbar e en-
    a tratar na rna Direita o. 28, 2* an-
    kv
    ottra
    No 3.* andar desla lypogra-
    pbia anda se precisa de daas
    amas, ama para eoziohar e
    para engommar para pernea familia.
    AMA
    paga-se bem :
    Precua-ae de urna ama que sai-
    bem eoziohar (forra oa e.-crava,)
    a raa Nova, loja n. 11.
    Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
    gommar para urna s pessoa : na ra do Rangel
    n. 9, segundo andar.
    \ml Precisa-se, de urna ama
    sxuiA nnar na rua ,j0 jjarao ,j 22. ou rua da Aurora n. 67.
    liara coz-
    Victoria n.
    AMA
    20.
    Precisa-se de urna para com-
    prar e cozinhar para casa de
    homens soltciros : tratar na
    praca da Independencia ns. 18
    Precisa-se de urna ama que
    saiba cozinhar : tratar na
    rua do Baro da Victoria n.
    antiga rua Nova, loja.
    AMA
    41. antica rua Nova,
    Com urgencia.
    Na rua largado Rosario n. 21, loja de calca-
    eos, precisa-se de nma ama qne saiba comprar e
    cozinhar.
    \ infl Precisa-se de urna captiva ou forra pa-
    ^Ulltl ra 0 ser\ico interno e externo de pe-
    quena familia : na rua Djrcita n. 127, 2- andar.
    AMA
    Precisa-se de urna ama pa-
    ra casa de homem solteiro :
    na rua da Cadeia n. 59.
    Precsa-se de urna ama para engommar e
    que entenda de costura : a tratar na rua Impe-
    rial n. 53, defronte do viveiro do Muniz e na rua
    do Rangel, taverna n. 7._______________________
    ga-se bem : em S.
    Para casa de urna pe-
    quena familia precisa-se
    de una ama que saiba
    bem engommar e frisar
    e outra que entonela de
    costura e ensaboado; pa-
    joso do Manguinho, sitio n. 2.
    Precsa-se de urna ama para casa de pouca
    familia : na praca do Commercio n. 26.__________
    AMA
    US n. 70.
    Precisa-se
    que cozinhe e
    urna pessoa :
    de urna ama
    engomme para
    na rua de Hor-
    Deutscher Tmelfsverfin vor
    schlag zur abaenderung
    der statuten
    General-Vcrsammlung
    am 16 ten Jflnuar 1873.
    Pcrnanjbuco 7 Januar 1873
    ,der Seeretaer
    Henri Quanz
    A BNETE
    Medico-cirurgico
    RUA DO IMPERADOR N. 73,1 ANDAR
    0 DR. NNES DA GOSTA
    MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
    ESPECIALIDADES.
    .Molestias e operaces de olhos.
    Cura radical e instantnea dos
    estreitamentos da uretra.
    Consultas: Das 7stOhoras
    da manb?, < rua do Marque/, de
    Olinda n 52.
    Cbam?'os: A qnalquer Bora.
    D
    I /
    I
    <$3
    COLLEGIO DE SANTA RSULA
    [
    TARA
    BE
    ESTABELECIDO
    lia rua la liiicratriz h. 'i'i
    A directora deste collegio, abaixo assignada,
    faz sciente nao aos pas de suas alumnas como
    aos ilemais que quizerem confiar-lhe a educacao
    de suas lilbas, qoe no dia 10 do corrente come-
    eam os trabalhos deste estabelecmento, no qual
    se cusina todas as materias que compoem a per-
    feita educacao de um i menina, por professores
    competentemente habilitados. O espago maior de
    13 aanos que foi montado este collegio, 6 sufflcien-
    te para patentear o interessededica^ao c icllo com
    que a directora tem sabido manter o bom nome e
    crdito de que goia; agradecendo em extremo a
    confianca com que a honram os_ senhores pais de
    familias, confiando-lhe a educacao de suas inno-
    centes lllhas. Boa-Vista 2 de jqneiro de 1873.
    rsula Alexandrina de Barros,
    Directora.
    S -.T*
    /"(>>
    D. Mariado Nazareth Sevee seus
    filhos e genro summamente agra-
    decidos telo favor qne Ities.flzeiam
    seus prenles e amigos, acompa-
    nhando os restos mortaes de sua
    mui prezada filha D. Maria do Co-
    ra^o do-Jesus Seve Cardim, e de
    novo os convidam para assistirem as missas do
    stimo dia, que se terao de resar na igreja matriz
    da Boa-Vista, pelas 7 horas da manha do dia 10
    do corrente. sexta-feira. Por mais este obsequia
    .desdejase confessam eternamenter-ceonheeidos.
    D. Josepha Francisca Pinto Remieira Ramos,
    bacharel Jos Maria Ramos Gurjao, D. Lauriana
    Maria Ramos, e I). Anna Ignez da Silva Ramos,
    mai e inicios do fallecido Joao ', Rufino da Silva
    lia ii s, consternados rogara aos seus paren tes e
    conbecidos o caridoso obzequio de assistirem a
    mi-sa que or sua alma mandam celebrar em a
    igreja do Carreo do Recife no dia 10 do corrente
    mez (stimo do seu passamento) pelas 8 1(2 horas
    da manli.
    Feitor.
    Precisa-se de um feitor para uatar de um
    J queno sitio no. hotel de Apipucos.
    UleiCoO.
    Aluga-se una ama que eorinhe e engomme pa-
    ra casa de poufa familia, prefei indo-se escrava"
    na rua do.Imperador n. 25. 2 andar.__________
    Aluga se-uma moleca para o servico interno
    do casa de familia, e vende-se urna negra- de todo
    servido, boa quilandeira : na rua do Rangef
    unmero 26.
    Irmandade das Almas da ma-
    triz da Boa-Vista.
    De ordem'da mesa regedora.e requerimentb
    do nosso irmao ex-juiz o IHm.' Sr." Dr. Amero Ma-
    noel^de Medero8Furtado, convido a todos nossos
    irmaos para comparecerem em nosso consistorio
    da matriz, no dia quinta-feira 9 do corrente, s 6
    horas da tarde, alim de tomarem conhecimento do
    requerimento o-referido irmao.
    Consistorio da irma3ade das Almas em mesa,
    6 de Janeiro do 1&73. *
    0 escrivao,
    ___________f Francisco das Chagas Pereira.
    Os abaixo assignados scientilicam ao com-
    mercio que dissolveram amigavolmente a socieda-
    de que gyrava sob a firma de Jos Correia Braga
    & C, liea'ndo a liqu:da(ao por conta dos mesmos.
    Recife 31 de dezembro de 1872.
    Jos Correia Braga.
    Domingos Ferreira da Silva.
    Collegio da Conceico
    Avisarse aos senliores pais de alumnos externos
    desle collegio, que tendo o seu respectivo director
    entendido dever acabar com o extrnate secunda-
    ria, nao reeeber mais d'ora cm diante alumnos
    externos para o estudo de preparatorios. O ex-
    trnate primario, porm, que acaba de passaf por
    urna reforma completa, pela adopcao do systema
    do ensino elementar usado no collegio Abilio, no
    Rio de Janeiro, contina a estar aborto para os
    alumnos externos, tendo lugar a sua abertura no
    dia lo do corrente.
    Caja no Caxang.
    Ahzga-se por commodo preg urna casa'concer-
    tada e pintada de novo, muito perto do rio e era
    lugar ende nao chegam asi ene lentes do Capiba-
    ribe : tratar na rua do Iiiperor, livraria Uni'
    versal n. % ama larga do^Rosirio n. 39.
    ftirna "i r --------
    pe-.
    .Vssociaqo portugueza de
    beneficencia dos emprega-
    dos commercio e industria
    de Pernambuco.
    Por ordem da direccao interina desta associacao
    convido pela terceira vez a todos os Srs. associa-
    dos para que, no prximo domingo 12 do corrente,
    comparecam nesta secretaria, rua da Imperatriz
    n. 33, 2. andar, pelas 4 horas da tarde, afim de
    em assembla geral elegerem os membros effecti-
    vos para a direccao, mesa d_e assembla geral, e
    commissao de xame. de contas que tenham de
    funecionar at outnbro do corrente anno. Peco
    a todos os Sis. associados queiram ser pontuaes
    aos,convites da direccao para obstarem as despe-
    zas com que ella, est sendo sobrecarregada.
    Recite. 9 de Janeiro de 1873.
    Salvador Jos Ferreira GuitnarSet,
    Secretario.___________'
    15090.00:
    Pergonta-se a ceno mogo o que fez da quan-
    tia cima, em cobrancas ao .norte ; se emprestou
    o que nao era sen fez bem, e sejogou como dl-
    zem, anda fez melhor, mais tarde explicaremos
    tal comedia.
    Alugam-se as casas ns. 63 e 63 da rua da
    Palma : entender-^e com o Dr. Christovao
    Xavier Lopes, na rna da Imperatriz n. 30, on na
    de S. Beato em Olinda. ._______'
    Caixeiro.
    . Precisa-se de um menino para caixeiro
    tel de Apipucos.
    do ho-
    < oin inulta nr;enela.
    Precisa-se de urna ama idosa que tenha bons
    costuraes para andar com urna menina de 10 me-
    zes, e tambem de um criado de 12 a li annos,
    forro ou escravo": a tratar na Passagem da Mag-
    dalena, botcquim do Rento n.27.
    Sempre b(m.
    Antonio Pereira de Oliveira Maia lein para
    vender em seu estabelociineute superiores taman-
    cos para homem e senhora, chnelos e sapatos do
    tranca chegados pelo ultimo navio : na raa da
    Stmala nova n. 1.
    AVISO.
    Cramer Frey & C. teem mudado seu armazem
    de fazendas do n. 20 da rua do Bom Jess para o
    n. 62 da mesma rua.
    Alug
    _a-se
    i tala e aleo va do 3* andar, e parte do
    obrado n. 70 rua Duque de Caxias :
    ia loja.
    Om quantr ji estoja bem do dominio do re-
    peiuvtl publico desta cidade qie npgoem se
    deve dirifcir.a otra parte qnando te tjoeira obter
    ludo qaaot<> concernenie eonfeiiaria, paalela-
    ra, cun>-rvjru e calinaiia, rcoao btm coobe-
    cida (Confeiuna do Campea) :
    Sempre bom que sus roprietirios faeam
    lembrar aos seas numiiosos amigos e fregnezes,
    qna este lio til, qn vanlajoto ef labelecimento,
    se acba como naoea prvido do mais delicosos
    acepipes, proprios para os regabofes lio comonns
    neses lempos que se aproximan ; prometiendo
    oao ponparun esforr s para bem servir a todos
    qae os boararem com enas encommendas, teodo
    para isso nao s
    Urna grande reunio
    soto do
    a tratar
    O abaixo assignado participa ao publico e
    especialmente ao conmierco desta praca que con-
    tina nariiesma casa o genero de negocio da ex-
    tracta firma de Soares Primos, sob sua firma indi-
    vidual. Recife, 2 de Janeiro de 1873.
    _________________Tito Livio Soares.____________
    Precisa-se de nina mulher portugueza ou
    nacional, branca, que entenda de costuras para fa-
    zer companhia a urna menina de menor idade e
    dirigir os arranjos da mesma em casa de um ho-
    mem solteiro, paga-se bem sendo mulher em
    quem se possa confiar, que d abonador de sua
    conducta : quera estiver neste caso pode indicar
    sua residencia rua do Livramento n. (i, loja, pa-
    ra ser procurada.
    8)rogaria homeopathicaj
    W 11 -Han do Imperador- 11
    Os proprielarios deste bem conhecido e
    DE
    Fiambres Passas Pastilhas
    Salames Doce Gelas
    Cagas Qaeijos Frocias
    Legames Atnendoas Chocolates
    Peixes Licorts Praiina*
    Bolacbmhas Vinbos Ervilbas
    Leites Cosiques Assaeares
    a montado estabelecimento, olferecem con-
    0
    tinuamente aos amigos da homeopathia %*.
    ffl um completo sorlimento de carteiras de S
    jjw glbulos e tinturas de 12 a 120 medica- 30
    ?; mentes, chocolate de Eppes, encerado de J
    j^ rnica e a excelleute obra do Dr. Mures
    mkMedico do Povoj em 3* ediceao, tu- S
    W bosc frascos vazios, finalmente tudo o ><
    ^ que concernente ao systema homeopa- @
    w thico. 25
    ^J Os medicamentos principaes sao leva- 5
    C2 dos desde a 1* at a 30 dymnamisacao e ^
    garante-se o bom preparo'de todos.'
    Sk Adjaeente ao ment continua a ter JSv
    g coiisullorio um acreditado mdico lio- Sf
    9 ineopatha, dando consultas do meio dia yv
    W at as 2 oras, e aceitando chamados a SK
    jg^ qualquer hora. &
    %$$$&& J^000^ 0^^0j
    Manoel de Barros Barrcto, temi de se au-
    sentar por alguns mezes deste imperio, deixa
    aqu como seus procuradores aos Srs. Drs.
    Joo Jos Ferreira de Aguiar e Joo Augus-
    to do llego Barros para seus negocios foren-
    ses ; ao Kxm. Sr. Baro do Livramento el)r.
    Ignacio de Barros Barreto para os negocios
    concernentes aos contractos com o governo ;
    e ao mesmo Dr. Ignacio de Barros e r.
    Francisco do Reg Barros de Lacefda para
    seus negocios particulares.
    Julga nada dever a pessoa alguma ; en-
    tretanto se algurna for seu credor, cntender-
    se-ha com qualquer dos dous ltimos se-
    nhores.
    Ao amante dos sinos.
    At das torres, sinos e badalos, quer ser o juiz,
    Das almas, o perpetuo thesoureiro
    Xa era de Consto o carolla mais feliz.
    Dos sinos e hdalos, campeao o mais denodado;
    Dos carollas o mais aparvalbado,
    Fra desta cidade reside por amor ao hdalo.
    Caramnhola, Mam''Capitn & C.
    L'raa pessoa nteiramente habilitada na un-
    gir franceza. propde-se a ensinar era algumas ca-
    sas particulares ou esiabelecimenlos; assim cuino
    em sua residencia ; podendo deixar carta fecha-
    do nesta typographia com as hiiciaes S. A.
    Como .
    de a&ora cm dlante a eo uf citar la
    do (ampos
    tendo om sea recinto ama bem montada fabrica
    de confeitaria, paatelant, conservara e cnlioaria,
    est reanindo a PEDIDO grande quanlidade de
    animazinbos que a convite especial e depois de
    bem assados devein fazer as delicias da vida per-
    nambucana, e para qae pelos seas Domes nao
    percam da lemDranca oa amantes dos regabofes,
    vai em consoaoie :
    Patos, per-, gal.nhas e gneos
    Capoles, marreeos e gordos leiiSes.
    Vitelas, caroeiros, cabiitos e pombos
    Sabe rosas cvalas e os laes canardes
    A-si ji como
    Bolos inglezes, pudlns e Icrtas
    Da Russia e Mjlao cobenas latas
    tremes, gelados, de caree os pablis
    Frescas empadas em ludos os dias.
    E depois
    Ritos prsenles de eslas
    O Campo. agora lem
    Na soa CONFEITaRIA
    Quem Ihe competir niogueo I
    E' bom que lodos coocorram
    P'ra quelte estabelecimento
    De caixiohas ricas, Quem ha 1
    Q\n (eoba maier ;ortimeoto-
    Olhem todos vejam bem ;
    Aqoiilo que o Campos qaer,
    Eque lodos p'ra aili c&rram,
    au escape um s se quer
    P'ra antes e depois da missa
    Di,tal nouto de natal
    Quatro pastis e um copito
    A nioguem por certo faz mal.
    COA'FEirARIA DO CAMPOS
    roa do Imperador n. 2*.
    Roga-se s autoridades policiaes desta' pro-
    vincia (pie apprchendam e leveni a sua senhora o
    mulato Trino, boleeiro, que nao anda fgido, mas
    sim cora a maior insoloncia como forro pelas ras
    desta cidade, irahalhando para si, dizendo que tem
    familia para nao ser vendido a ninguem, pois qne
    senhor nenhum suporlaria tal procedimento de
    um captivo: esse escravojierlence legtimamente a
    D. Isabel Ignacia do Gusmao Villela, como fle-
    ranga paterna, seu escravo como consta em va-
    rios cariorios. levcm-o ao corredor do Rispo n. 73.
    Empieza do gaz
    Bespeitosamenlo informo aos senhores
    consumidores do gaz desta empreza, qoe
    as coDtas eutregues, devem ser pagas men-
    saimente aos nossos cobradores, e na au-
    sencia destes podem se dirigir roa do Im-
    perador n. 3 r on fabrica do gaz, em S.
    Jos, todos osdias uteis, desde as 10 horas
    d^manha at as 4 horas da tarde.
    Provino aos mesmos senhores, sem ex-
    cepcao, que nao continuarei a foraecer gaz,
    a aquelle que n3o pagar suas contas de
    consumo de cooformidade com este aviso,
    Fabrica do gaz, 3 de dezembro de 1872.
    O engenheiro e gerente.
    Thomas Nowbigging.
    t
    PRODZIR : *
    Ccm perda de capital
    993J0OO
    3:113*000
    8:6443200
    22:402o00
    j'6:637700
    h POPULAR FLUMIiENSE
    Asgpe>aQo de beneficios mutuos
    Para erea verno loipcrial
    POR DECRETO N. 5022 DE 24 DE JULHO DE 1872.
    Capital de responeabilidade administrativa
    1,000:000^000
    CONVERSAO DOS CAPITAES DOS SOCIOS EM APOLICES D DIVIDA PU-
    BLICA NACIONAL.
    TABEULAS
    1OO0OCO PAGOS ANNUALMENTE DEVEM
    No fim de Sem perda de capital
    o annos 6803500
    10 snnos 2:3723000
    15 ancos 6:5823200
    20 anuos 17:0583000
    23 annos 43:1283500
    Urna io)po?ieao uniea de 1:COO000 deve produir :
    No fim de 3 annos 2:1323000
    de 10 annos 3:8193510
    i de 15 anuos 6:8393000
    de 20 anuos 12:9853000
    de 23 annos 23:2553000
    0 objeeto desta associajao mJuzir todas as classes da sociedade, lano os pebres
    como es ricos, a pensarem no porvir e a garanlirero, por meio da economa, a fortuna dos
    l.ih., o pao da velhice e a tranqailidr.de do espirito.
    A riqaea dos povos, isio a riqueza particular e a riqueza publica, lem o seu./un-
    damento mais solido e a sua fonte mais fecunda na simples economa.
    A economa a proviso do futuro. O que hoje nos sobra quasi sempre nos falla
    amanb.
    SenJo a Popular destinada principalmente para cuidar do futuro das classes menos
    abastadas da scc edade, a admioutracio, de conlormdade com seus estatuios, declara que
    recebe subscriptores por qnaniias mnimas at 103000 e sem limite para maiores quantias.
    Os subscriptores da Popular nao esiao sujeitos a onua algum de exames mdicos e altera-
    dos de vida: seus capitaes accuaiulados e accrescidos vanidosamente passarem, em caso
    de morte, a seos herdeiroi naturaes.
    As subscHptSes da Popular Fluminense podem ser feitas de tres modos distinctos,
    conforme o desejo do socio, a saber:
    COMBINACES.
    1* Pajtamento das prestacoes auuuaes ou semestraes (desde 103000 al a maior
    quantia cada urna) podendo liquidar e retirar capitale lacres em qualquer poca depois
    dos primeires S annos; sem perda do capital em nenhum caso.
    2' Ignal ao anterior, porm, com perda do capital e juros no caso de deixar de pa-
    gar alguma. das prestaedes marcadas na apolice.
    3* Pagamento de orna s qnaotia (oaoca menos de IOO3OOO) e de urna s vez sem
    perda em neah'am caso nem do capital nem dos lucros.
    A i' combinaco ofTerece ao socio a vantagem de nunca perder o capital que (iver
    entregado;
    A 2* arrisca o capital, porm, o socio que pagar puntualmente as prestacoes, aula-
    rir mais lacros qae os que pertenfam 1*;
    A '! cciliaacao oQeree grandes vantagens aos capitalistas, pois sem correr ne-
    nhum rkeo pode se garantir que se bao de auferir, pelo menos, nm juro de 12 0/0 ao anno.
    Pde-se obler qaalguer oatra ioformaco no escriptorio dos agentes da atsoeiacio
    nesta provincia, Augusto F. de Oliveira & C, rua do Commercio o. 42.
    (-Adereeos de bri-
    Tianti.->, .-niejaldas
    Fobins ,e perolas,
    voltasde perolas.
    A SAPHIRA
    Obras de ouroe
    prata de todas as
    qualidades.
    NOVA LOJA DE JOIAS
    N. 2 ARua do CabugN.^ 2 A
    Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
    tehdoosseus proprietarios feit urna importante acquisico de
    joias asmis modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
    res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita eo seu es-
    tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto jwr
    - prec/i razoavel.
    >
    \





    I
    T


    Diario de PemanlbucoQuinta fira 9 de Janeiro de 1873,
    ..*#
    li
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    t
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    -?<*.
    AMVMVa. MOl'IDADE
    PIANOS E MSICAS
    AJYTOXIO JTOS! HE AZEVEHO
    Ra doBar&o da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. an aonie o publico tn geral encontra^sempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
    Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
    e orchestra. f J
    Acaba de abrir no primeiro andar do sobrado n. 12 confronte
    -botica Manrer, nos grande si'o onde esto expoftos os mafnifieos
    J m Mi M OS de armario, de PleyeL
    -------- de m jia canda, do metmo antor.
    -------- de H. Henrx.
    de Amede Tbibont.
    .Aitenton-sa' I
    O eefavty Pedro, d.' 15 unos de idade
    mais -fti rueos, com as signaos segu rites :
    cor part, eabetos cutriufct, algn** sigoaes
    de bexigas, levou vestido camisa de chita,
    calca de casemire: roga-se as autoridades
    policiaes e aos Srs. eapites de ca
    Feitorpaniono-eul.o | COMPRAS
    V engenho/.aiMoriui n-fluc u do Agua Prtj- ----------------------------------
    i>rurisa-se d.' uhi 'nitor nrofore-HC r>.iui/hc. : v t*,.....T.n
    prenderern e leva-lo casa de seu- sonhr na
    ra da Imperutriz u. 4 1." andar, ou na
    ra da Madre de Deus n. 5 i. andar.
    CSSADO ORO
    nico agente cesta cidade, dos celebres afamados
    PIANOS DE AUCHER FOES
    remiados em diversas exposi;oss om i i medalhas de ouro e prata.
    Sao os onios pianos que aqni vem da Enropa, perfeitameme afina-
    dos, (eitos com t legan :ia e solidez.
    Tambera receben grande sortimento de mnsicas pira piano, piano e
    canto e entre ella? as lindas coinposics do moito sympatbico maestro
    F. S i V!TI\I
    A SABER :
    Voc rae qner Walsa.
    Olga Maznrka.
    Lt Separaeioni Para canto.
    A Lai elctrica, grande Walsa.
    Franco Brasileiro Polka.
    Tomada dd Vllela Galope.
    Joaninha Walsa.
    A Libertadora Polka.
    A Primeira espada Val-a.
    A Mioha Lyra Y\'-.Na.
    A Natalicia Pu'Ka
    Stodiente Po ka.
    Ultimas publleaoes
    Feitas
    uas offlcinaa de mnsicas
    do annunciante.
    Emilia, polka por I. Sraoltz.
    Circaciana, chotcb, por Smoltz.
    Jardim do Campo das Pricezas,
    qu.iiirha, por J. Popne.
    l'huva de Rosas, Walsa, por II. Al-
    bcrt8zzi.
    D'aqui em[dianle continuar a annuueiar todas as pnbliea^oes que se forem frzendo as suas officinss de msicas.
    !3
    A, W S S A

    i^i
    aos compradores do bem conhecido e aere litado rap
    REA FRETA, que reparem nos botes e maios botes,
    pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
    so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
    confundir com o d'aquelles.
    Os apreciadores que qoizerem do verkdeiro REA
    FRETA, devem para nao serem engaados ver qu
    os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
    nado de REA FRITA.
    MEURON a
    Ao* 5:000-000
    Bilhetcs garantidos
    Rita do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
    n\ GB, e casa do entume.
    Acham-se venda os muito felires bilhotes ga-
    rantidos da 4* parte das loteras a beneficio da
    matri- da Villa-Bella,' quo ser extrahida no dia
    11 do crrente mez.
    I'icco*
    Inteiro 600O
    Meio 3*000
    Quarto 1*300
    De IOO~000 para illa.
    Inteiro SfoOO
    Meio 2*730
    Qoarto 1*373
    Recife, 4 de Janeiro de 1873.
    Jos Joagmm da Costa Leite.
    Precisa-se de nra menino de 12 ou 11 anno
    de Idade para caixeir : na padaria da roa do
    Raogel n. 9. ____________________
    Pernanibuco Street Kail-
    way &0.
    Tendo reeebido crdem do goveroo de nao dar
    mais bilhetes em troco de passagens nos carros
    4p?la cnmi'Aohia, previno ao reipeitavel ptico
    que, do l* de Janeiro em diiote nao se dar em
    troco, neta se vender mais bilhetes. Outro sim,
    % companbia na podendo arraojr icoeda de ni-
    ckle on brome tuQlciuie para trocos, roga aos
    Srs. passageiros de se muoirem com diobeiro miu-
    do para facilitar a cobraoca dos conductores.
    _ Os bilbeies da companhia que actualmente es-
    to em circulacao, serao recebi los nos carros em
    paramento ie passagens, e trocados por dinbeiro
    no English Bank of Rio de Janeiro, eno esc i.'to-
    rio desta companbia at que seja resgatado o ul-
    timo bhete.
    Rcifi, 26 de dezembro de 1872.
    Pelo gerente bernanlo Wbitmano.
    ___________________loor Eadfonb. _______
    Novos e escolliidos appare-
    lhos(gaz.
    A companbia do gaz desta cidade. teni a honra
    de annunciar que recebeu ulliuianicnte uui esco-
    jjhido sortimento de lustres, lampeoes para corre-
    dores, pendentes, arrandelas e outros apparelhos
    gaz, de vinYo e olirytsal, dfe varios e novos medelos
    e desenhos ; com estes ajiparellios a companliia
    est prompta a supjipir aos freguezes. As amos-
    tras para se verem estao nd escriptorio da compa-
    nhia ra do Imperador n. 31.
    ..riia l'iv-
    ti. prefisa-se ile ubi fritoi-, prefere-se p-.iiujrtii
    qam fretendr JJija-se a ra 'Angusta u. 248.
    Jl
    Para tratar djfdous eavallos o mea alyum ser-
    vieo n'um pequeo sitio, precisa-se de mu criado
    que seja activo e ciadoso.
    Declaraele.
    Atteucao
    Compra se una ):rava de 3'J a SO anno, qie
    taiba c ziohar n toenuraita Oat iotrias, ra
    .f de llano B. 6.
    VrNDAS.
    Giiilheormc C. da Cnnha & C. avisa a todes os
    freguezes que "deixou de ser caixeiro de co-
    brancas de sen estabelocimento o Sr. Antonio Al-
    Ivs da Silva desde o dia 3 do correiite.
    Recife, 5 de Janeiro de 1873.
    Prccisa-se de urna esorava que saiba bem co-
    zmliar : a tratar na ra da Cruz, armazem q. 42.
    Acha-se fgido o mulato .loviuo.escra-
    vo do tenente-coronel Villela, quem o agar-
    rar leve-o ao seu senhor na Soledade casa n.
    73, Correilor do Bispo, que ser recompen-
    sado.
    h eomnereio.
    Os abaixo assignad'* fazein seiente ao corpn
    mercantil, que tcm nesta data dissolvido a sorie-
    dade que tinham nn estabeleeimento sito no esta-
    beleeimento sito a t.avessa do Espinheiro rua
    da Hora n. 6, o qual girava stib razio de Hachado
    A Almeida, (cando o socio silvino da Costa Ma-
    chado encarregado de todo o activo e passivo ; e
    socio Manocl Rodrigoes de Alurida pago o sa-
    tisfeito de wu capital c lucros, sem onus mais al-
    gum a satisfazer.
    lleeife, 3 de Janeiro de 1863.
    Silviuo da Costa Machada,
    Manocl Rodrigues de Almeida.
    VENQE-SE
    o sitio existente na Iratcssa do nedio, fregua-
    zu dos Afiliados n.*l ; hoja beci* da travessa
    do R-inediu n. 18, em (iiS'proprios : quem o
    pretender entenda-se com o tea proprietario, na
    rna de S. Francisco desta cidade .lo lleeife, como
    quem va i para a na Helia n. 10.
    Camisas de ilianiasia.
    A loja da Turqueza receben um lindo sorti-
    mento de camisas de phint a, proprias para
    bailes e partida/: rua do Ilaro da Victom n.
    !>, antiga rua .Nova.
    ATBMO.
    Precisa-se de urna ama vre on escrava :
    rua do Bom lema n. 21, segundo andar,
    na

    9
    A COROA DE ORO.
    1 ciiii i!a Impeiruti'iz
    ii. 5.
    Acaba de receber de i mita propria,
    pelo ultimo vapor da Europa", um com-
    pleto sortimento de objectos d^ prata
    os mais lindos que tcm vinde estr mer-
    cado, sendo os segiimtes : aderecos de
    tlla-granna, obra no aparado go.-t>,vol-
    tas. brincos, rozetas, salvas, relogios,
    palliiteiios.coiheres etc. efe, pelos pre-
    eos mais resumidos po-^ives. Assim
    rama un eoniplete sortimeaia de-obras
    de ftnro : anneis de brlbaati s, i
    aderecos etc. c taiubcmsein brilhantes.
    G
    f
    9
    9
    uu9ja-. saSsr as inici o sr. Mtnoel
    auricio de Souza T.;lle<. an-inio desea intc-
    resse : na rua do Hospicio, (averna do Sr. Jos.
    Da-seoOO* a premio : quem pretender dW"
    ja-sc ao escriptorio desta typographnt a fallar com
    o Ferreira.

    vm
    No collegio da Conceicao precisa-se de mu
    ajudante de co inheiro e de'un criado,
    - Arrenda-se o sitio denominado Peixinho, en-
    tre Olinda e Bcbcribc, a marKein do rio. eom
    casa para grande familia, inultos arvoreons de
    fructo, mu grande nangabeiral, baixa para
    capini, terrenos para plantaoQea etc. que t com
    a vista se poder avallar: i tratar no mesmo a
    ipialquer hora do dia.
    lula particular de primeiras
    lettras para o sexo femi-
    nino.
    Ahna Theodora Simoes scientiliea aos seuhores
    pais de suas alumnas e ao respeitavel publico,
    que se achara aborta sua aula particular de ins-
    truccao primaria, no dia 7 do corrente me-, a
    qual funecionava na rua travessa dos Expostos n.
    1C, 2 andar, e hoje funccionar na mesma rua
    n. 18, Io andar, aonde melhor poder accommo-
    dar maior numero de alumnas, tanto-internas
    como exlernas e meio pensionistas ; podendo as-
    segurar aos senhores pais de familia que lho con-
    fiarem suas fdlias,todo o esmero no adiantamento
    das niesmas, tant > as materias que constituem
    a sobredita instruccao, como tainh m ein musi-
    da vocal, e no que for consernente habilidades
    de agullia.
    Declaraco
    j
    No dia 15^0 corrente se far letlao de iodos os
    penhores vencidos que estao a.dever uros, sem
    attender a reclamares de quaesquer natureza
    que sejam, salvo a permittida reforma do lempo :
    na travessa da rua das Crnzes n. 2, Io andar.
    Aluga-sc urna casa com bastantes eemro-
    dos, na rua do Amparo, em Olinda, n. 67, e pod-
    se tratar com o Sr. Thomaz Jos de usmao, ue-
    gociantc na mesma cidade.__________________
    Ensino particular
    Salvador Ilenrique de Albuquerque, presta-se a
    ensinar por casas e collegios particulares, nesta
    cidade e seus suburbios, todas as materias do en-
    sino elementar alumnos de un e outro sexo.
    Ensina e prepara as senlioras que se quierem
    habilitar para os concursos s cadeiras de ins-
    truccao primaria ; e todas a? tardes em sua casa
    pode leccioriar aos estudantes de preparatorios
    que precisareni de habilitar-se para o exame de
    portuguez.
    Tanifiem ensina geninetrta e arfthmetica com
    lodo o desenvolvimenro c ppliearJSes.
    Os senhores que se quizerem utilisar de seu
    prestiino, iiooViii procura-lo no largo do Paraizo
    u. 8, i" andar ; de niaHlia at as 9 e de tarde das
    4 horas em diante.
    GRANDE LIQUIDAfjO DE CH4P0S
    Para acabar at o iim do mez
    MRQUEZ DE OLINDA
    OUTR'ORA
    Cadeia do Recife n. 53
    Tendo o no vq proprietario de mudar os artigos deste estabelecimento, desejando li-
    quidar atao firu.deste mez, tena resolvido vender por preQOS muito commodos com o fin
    de apurar dinheiro e liquidar i lista, pelo que convida aos Illms. Sr. chefes de familia
    a virem sortircm-se, pois a occasio opportuna, e encontrando um completo sortimento
    Je chapeos.
    Chapeos de palha de Italia pata seiihoras e meninas, com enfeites e sem elles.
    Chapeos de velludo c^ian enfeites. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
    le diiTerentcs qualidades, (nfeitados, para senhoras e meninas. Chapeos de palha de Ita-
    lia, enfeitado?^ para montara decampo; Chapeos de palha para honiens e meninos, de
    differentes qualidades. Chiapos de ewro para homem. Chapeos de massa pretos e de
    cores, para homens. Chapos'de l para homem e menino. Chapeos altos de pello de seda
    para hemem.
    Bonets de diffirentesqualidades., tanto do seda, como de palha de Italia, panno, case-
    mira e alpaca, tanU) para home^Wmo para menino.
    Gorros de seda, velludo, 13, tanto para homem como para menino.
    E muitos outros artigos que s com a vista poderao ser examinados, afianca-se que
    nao engeita-sediQhoiro.
    ^^^ ~W0FINA
    Est eucourcado
    Rr*a-se ao Illra. Sr. Ignacio Vieira de Mello, es-
    crivoaa cidade de Nazaretb desta provincia, o
    favor de vir i roa Duque de Casias n. 3* con-
    cluir iqselle negocio que S. 8. se comprometten a
    reaHear, pela tercena chamada deste iornai, em
    Qos de dezembro prximo passado, e depois pan
    jaoeirc, pasaos fevereiro e abril, e nada cum
    prfo ; e por este motivo de novo chamado para
    dito lira, poi B. S. se dave lembrtr qu este ne-
    gocio de mXiadt oito annos, e qaando o senbar
    sea flibo se acatva nesta cidade.
    ii
    Jscravo fgido
    \ I50;000 rs. de gratificacao
    Anzenton-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
    j preto de nome AlreSo, de trinta e tantos annos,
    :r!o, e bastante ladino ; este preto perfeito co.
    zinbeiro, esalura afta, magro, otnos grandes, j
    esteve no ogenbo do Sr. Lola de Calar, em S-
    Loarenco da Malta, onde consta ter prenles, foi
    escravo dos Srs. Adriano & Castro, e -do Sr. Jos
    JoaqnimGonclves Bastos, negociantes desta pra-
    ja; de todos estes Stnhores foi cotioheiro, tem;
    sido visto per pess&as que o tonbecero, dizenlo que
    est forro, assi2 lera podide e-capar de ser preso.
    Pede-se a todas as autoridades e capules de
    :ampo qoe o p-'gando leve-o a rna Caxias n. 91, loja da Miodazas do Rival sem Se-
    gundo que receber a gratificacaa cima decla-
    rada.
    '-"s;
    No engenho Massaass, fregnezia da Sacada, se
    dar de gratificacao a quintil cima a quera ap
    prebender tres cavados qo< naqnelle engenta o
    foram faados na noate do di i St para 30 de no -
    vembro prximo passado : o J* teco 9 annes,
    eastanbo e castrado, lem a orelba direfta bastaote
    lascada, ama estrella na testa, e no qaarto esqner-
    do lem orna eroz ; o 2* rai;o, cura pintas ver-
    ffielbas nos qaartos, d grande, gordo, cjm o pes-
    clo fino, castrado, tem os qoadris feridos da
    caogalba, ferrado com a nuirca1. R. do lado
    direito, e tem a idade de 9 ancos ; o 3* rndado
    sanhau claro, corto e gf osso, nm pouco eambilo.
    c castrado, pequeo, e eit ferrado com a marca
    Ono qnarto direil)', gratflca-se eom 50*000
    por cada va em presenca da pestoa, em cojo po-
    der for encontrado qn;iiquer do* ditos oavaflos.
    Precisa-se de 60i)j a juns : ua rua do Co-
    ovelly a. 25 se din quem precisa.
    Precisa-se de um menino de 10 a 12 annos,
    para caixeiro de (averna : tratar na travessa da
    rua (lo Priucijw, segundo becco n. 9 ; prefere-se
    brasil-
    PENHORES
    la travessa dama
    dasCruzes n. 2, pri-
    ineiro andar, d-se
    dinheiro sol>re pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casu
    compra-se os mes^
    mos metaesepedras.
    Burro furtado.
    Ao amanhecer de hontem, 8 de janeii >, foi fur-
    tado do quintal da casa brieira do Varadouro,
    ein Olinda, onde inora o padre Oandeira, nm bur-
    ro alasao, pequeo, com calos e marcas de (bri-
    das na sarnelha, tendo o ferro G no quarto direi-
    to, escm andares : quem o apprefeender ou sou-
    ber noticia do mesmo, dirija-se ao predito lugar
    qne ser recompensado.
    Lettra perdida.
    O abaixo assignado pardea duas lettras aceitas
    pelo Sr. Manoel Brasilino de Anuda Cmara, na
    imiKirtancia de l:o3oGil rs. e outra pelo Sr.
    Hosmida Corroa de Castro, no valor de '18i,
    ambas sacadas pelo Sr. Joaquiui de Souza Xe-
    ves, que as deu em caucio ao annnBdante, por
    isso previne aos Srs aceitantes que n-nliuma
    traosccao facam com ditas letras a bao ser com
    o proprio anminciante.
    Marcolino Dornelkis Cmara.
    Furtaram do engenho S.ipucahy, na noute
    de 24, 2o ou 26 de dezembro, um cavado eom os
    signaos seguintcs : russo sujo, castrado, descar-
    nado, j foi de eairo, por isso ser bem visirel
    as raladuras nos peitos, no lad esquerdo leve um
    espravSo, que foi queimado com orna cruz, n'um
    dos cascos da mao tem nm buraco pequeo, di-
    na cortada e cauda mal rifada, por causa das sar-
    nas que teve, e suppoe ainda teralgumas; pedie-
    se portante as autoridades policiaes qucirain dar
    suas terminantes ordens a respeito. Pode ser en-
    tregue no mesmo engenho, ou no engenho Poeta,
    do capitao Manoel Correia de Araujo, em Casan-
    ga. Tem ferros, poini nao se sabe.
    "PERDEU-S"
    hontem, no pateo de S. Pedro, em Olinda, urna
    carteira preta, de chagrn, contendo algum dinhei-
    ro e diversos documentos : roga-se, pois, a quem
    a tenlia encontrado o favor-de a entregar no
    njesmo patiw de S. Pedro, em casa do Sr. Fran-
    cisco Gomes Nctto, ou na ruad.) Cabug n.,
    em casa de Papqnla & C, que se giatilicar.
    CmUeira
    Precisa-se desuna cozinheira forra ou captiva :
    na rua larga do Rosario n. 3't.______________
    O abaixo assignado faz seiente ao respeita-
    vel publico e com especialidade ao corpo do com- f
    mercio, que tendo nesta data dissolvido a socieda-
    de quo tinha amigavelmente com o Sr. Joao Laiz
    de Paula as duas (avernas sitas no largo do Con-
    de d'Eu ns. (6 e 18, sahindo dito socio pag i e
    satisfeito de seu capiial e lucros at a presente
    data, ficando de boje cm diante cargo do abaixo
    assignado todo o activo e Masivo da casa n. Di, c
    a cargo do ex-soeio Joao Lu de Paula todo o
    activo c passivo da casa n. 1", cuja casa d hoje
    em diant; gyrar com a Drma social de Paula &
    Simiries. Recife 4 de Janeiro de 1873.
    _______ Antonio I.uiz da Costa.______
    l'ma pessoa inteiramonte habilitada na 7/.
    gua francea, propoe-se, a ir ensinar em alge nias
    casas ou cstabelecimentos, assim como pa< ,,';,.;
    lamiente em sna residencia, podendo deixar car.
    tas fechadas nesta typograpliia.
    4>
    Vcndu-e baiaocaa ia uni
    come gnd-'s : ha iu> da 1 i., or n. tk
    prqnenss
    Exilenle ti'OCinhn icgl"t nn lita e qustro
    libraJ a 900 rs. a t> r< : m i : m-zair- d* Tasso
    s A- C.. mi i ii:ii n. -17
    Vende-se o estabeleeimenU da iiiolha lo na rua de Marcilij Dias n. !'-9.
    Aviso
    Vende-se nm sitio com c im una rasa terr
    pedra e cal, em Olinda, :i rua da Floresta
    com arvures de fructo, ten I> r*l palmos de
    em solo proprio;^ara rer e tratar na
    casa.
    ea de
    n. 2,
    frente
    mes:.-..
    Grande tropa de bmr os
    venda.
    a
    Ignacio da Silva Vir avi-a a sens
    a quem mais interessar poss>,
    Ir pa de burras, i; qne :, -;h -i p t I
    Formof*, Escada, Can, etc., ote.:
    qni er (a er compras pode manda' .
    oncoatra-Io. "
    Ireci.
    coDdtu. boa
    arreiros. Hi
    qaem, pais,
    .ivisaa-lj 00
    -
    ..,
    ': H .: |**i *
    Ifovo estabele ae-nto.
    dejoia t
    I&";C (*0 1'llStlF
    Ki -te estele
    mu bonito sortimenti
    vendeni por tal pp
    comprador, attend
    ma,t ganhar pon1
    to. que certar
    dor e ao vended'
    Taraboin se ci
    das preciosas,
    '"ii :erta toda
    mesma arte.
    jto se naontrar
    de iofas que se
    .co que aaimar ao
    . ao vnntajoso syste- .
    o "para vender mni- i.
    .ente util ao compra- <
    ' jr- :'
    mpra euro, pinta e pe- -
    bem com i se fabrica e
    e qnalquef obra (endent "
    r-.
    As niaisri
    Vendem-
    tliolomett >'
    Codei!
    .; perr
    no cf
    Kweseft
    O Sr. Firmlo Martiniano da Silva Carneiro
    tem urna carta para ibe ser enti-egue na rua No-
    va-3. 1. j6.8. 4. 0.
    Prcoisa7se de um menino
    tuguex, de le a 14 armos, para compras e reca-
    dos
    brasfleiro ou por-
    compr
    a tratar na rua da Coiceico n. 8, loja.
    " Muita attenca
    y
    Vinho como pxe de diversas qualidades eiu barris :
    vendem Olivcira Miranda 4 C, ;i rua do Encan-
    tamento n. 11, venda.
    6 abaixo assignado, em virtude de ter sido seu.
    nome incluido na lista dos macons, publicada hoje
    nos joraacs desta cidade, declara que nao se con-
    sidera membro avulso nem'tao pouco cffeetlvo de
    quadro algum ; pelo queaao tem eabimento a pu-
    blicidad)! arbitraria queHeram de seu nome.
    Recite, 8 de/jan iro de t872.
    Joao ?aes fOliteira.
    %1
    0
    CASADAFORTLM
    Bira { de Marco
    (Outrern do Crespo) n. *3
    -O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
    lizes bilhetes da bteria do Rio n. 436* a sorte de
    4:000/ em quatro quartos de n. 2403; convida os
    possuidores a yirem receber, que promntamdne
    erao pagos, como docostume.
    Manoel Martins Fiuzal
    * AVISO
    los ignissimos senhores pas de
    familia em geral.
    Joao Valenta Ferreira Bastos, professor parti-
    cular de primeiras lettras, autorisado i eto Exni.
    Sr. presidente desta* provincia e directora geral
    da instrucp.au publica, avisa aos Ilustres pas de
    seus alumnos e ao respiitavel publico desta cida-
    de, que no dia 7 abri a sua aula e contina
    aeus exercicios ua roa de Santa Cecilia n. 37, e
    das 3 s 6 da tarde 'leciona por casas particula-
    res e a lente aquelles que nlo puderem fre-
    qoentar durante o dia desde j o mesmo pro-
    fessor protesta o maior carinho e amor e o maior
    desestol viniente para com os alumnos que
    bondosamente lh forem confiadas.
    Aueentou-se de casa de sua senhora, no da
    31 de dezembro, a escrava Liberata, negra, de ida-
    de de 25 annos, levou taboleiro, vestido de perca-
    te com Dequenas listras verdes, casacobranco com
    folho, de baixa estatura, ps e. mos mal fetos,
    labios muito grossos, com una pequea marca
    sem cabellos no alto da cabeca, tqni urna cicatriz
    em um dos hombros, tem raai liberta, moradora
    em Iguarassd ;**fci comprada o anno passal"*a Sr. Manoel F.fkitd Malheiro residente nesta cidada:
    quem a capturar tentia^'a. bgfulad-
    rua do Hospicio n. 81, que rtfnt*ra i
    de primeira quabdade, marca Heve }K venit-m
    Pereira a Cnnha Irraaos, rui do Marqaei de
    Olinda o. 21, 1* andar.
    rerdeu-se
    da travessa da Ventora at a casa do Sr. Cas-
    tello Branca (na (^apuuga) um relogio de uso de
    senhora, de ouro, meki cronometro, tendo na lam-
    parn segundo mostrador, sendo esse esmaltado,
    cuja corda se da pelo botao : pede-se a qualquer
    pessoa qiw o aeli?x e quizer restituir, leva-lo
    roa Jo Rangel n. 60, segundo andar, ou na Ca-
    PMga, ua travessa da Ventura n. 2, pie ser ge-
    nerosaiuentc recompensodo.
    Quem precisar de ama para alugar,
    dirija-se ao pateo deS. Pedro n. 3, luja.
    (i
    a uoradia de urna b a casaterrea, cun sotao,
    aguae gaz, na freguezia da Boa-Vista, por um so-
    brado de um andar as freguezias de Santo An-
    tonio ou S. Jcs : tratar na rua do Cotovello
    n. 129 : ou no Forte do Mattos, armazem da com-
    panbia Pernambucana.
    COLLEGIO
    DE
    SAIAGEMEtt
    Rua do Hospicio n. ..
    Todas as aulas deste collegio funecionarao em
    seu curso regular desde segunda-feira 13 do cor-
    rente, os alumnos que teem de fazer exame de
    sciencias deverao comparecer nwe da.
    Precisa-se de um caixeiro que leuda pratica
    de taverna, sendo este brasileiro : tratar na rua
    do Padre Nobrega, antiga do Alecrim d. 66.
    DE iMBURGO
    contse rnetmres.
    jciuipliiuiii.ii-i.i eilro^ariadeBar
    C., rua Larga dosario o Un. 3.
    ll 00 g-t '
    .as pret? rtoer?rts -r-i -<.:,:? du rr r.-
    la : n ::rniaz-:r:i i s Irmi A C.
    i do Apollo. i
    xeim). economa i: (TiTiuFr
    (item-so c<:i < u>-o
    njEGCio* mm.
    I nica, liygieiiica, radical einl'allivyl na cu-
    ra das gonorheas, flores brancas e thixos (Je
    toda espooie, recentes ou chronicas; e efue
    offerece como garanta de salutaresresultaaps
    a continuada ajiplicicao une sempre com a
    maior vantagem se tero feto de 'la nos hos-
    pitacs de Paris.
    rncodopositq paraoBrasil, B.utholomou
    A C., rua Larga do Rosario n. i. "
    AXipcAO. '
    \eiule-se urna cxcelleiite taverna sita ru.. .<
    RaiiL. I : a tratar na rua da Concordia n. lio.
    Vende-.se
    A l.ya Me calfados da rna de Marcilio Di.-.s i.
    t>8, muito afregaeada e com poneos fundos, ,
    pria para prnicl|Haiiie.
    Ciegiiem qnmilo isiites!!
    A:SII00!o$00()!5ji0001
    Lindos chapeos emnpestr. <, da ultima moda,
    para senhora, so na rua do Duque de Caxla" n.
    00 A, loja da esquinas de Beato (La Silva 4 C
    Aluga-s-c nina escrava para todo o servico de
    nina casa de familia : a tratar na rua_ Primeiro
    le Marco antigamente do Crespo, o:a do P.isso
    junto ao arco de Sanio Antonio. '
    Iba aquisto.
    Vende-sc um terreno na rua Iraporiai eom 110*
    palmos de frente e.aOO de fundo, *h nroprio, to-
    do alonado, proinpto iara edificar, jrto ionM
    l-u-a ilescarga de material, estando amfeda tou-
    rado : a ver e tratar nyneama rus. casa? 3.
    Vende-se U*s%*fll
    -
    .

    -?-.
    i
    Aitrw
    . sendo u
    na rua de Hurtas a. I
    Vemio-so um motoqW--miVo, *de 15 a
    boniUt figura : n-a'a-se na rua de/Hi>mgn.>6.
    1 2o ,.i-
    : trata-s.5
    E
    k t'OWRi FOGiOa
    A compaohia Indemnisadora, eslablacid
    esU praa, toma segaros maiitimo* sobr
    i*"iS*?eu8 carregamemos e contra togt
    jtn edificios, aurcadorias a mobilias m
    'tildo Vigsrio n. 4, pavimeoio terreo.
    -, ende-se-^BW^M^do meia idade, con
    habilidades, tanto ico don estico, cm
    para na : no lim da rua da C|pcordian. 22,..
    lNovidade.
    Ricoa chapeos para senhora, de palha de ludia
    e de seda, cousa inteiraa|Bte imva ueste merca-
    do : so se enconlrain MpMwta rua do Ca-
    lmga_n. l^A^a elles aiift que se acallen
    MadapoLio e al^odosinho
    . avariadi
    Largos e superiores que vahra 7a(00 a U600,
    6 grande poenincha : na rua da Iwperatriz a
    S6, loja da Rosa Branca.
    Chapos de sol <}e seda a
    7|000.
    oda trancada muito boa, mm 8 basteas 6
    pTimda pechincha : ua rua d.. Impc.*ab'iz n. 56,
    iojh da Rosa Brana.
    ,rirt
    I Mi I

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    C)Bi

    r .*
    s
    if3^#
    6
    Diario de Pernaubco Quinta feira 9, de Janeiro de 1873.
    ITIMTO i
    Para acabar at ofimdo anno
    Na roa da Imperatriz n. 60
    DO PAVO
    PEREIRA DA SILVA ft C-
    Tendo es proprietarios deste grande estabelecimento, om avahado sortimento de
    fazendas em ser, edejojaolo liqoida-la', at o fira do corrente anno, tera resoWido ven-
    de-las por presos muito commodos, com o fiu de aparar dinheiro, a vista do qos
    convidara os llio. Srs. obefes de familia a virem sorti-re, nao so de fazendas de primei-
    ra.nessecidade, como ds fazendas de laxo e gosto, das-qaaes encontraro om sormeto
    da"s mais novas do mercado, cftegadas pelos nltimos vapores da Earopa.
    FAZENDAS! DE LE
    CORTES DE ^ASSAS A 20500 E 3$:00.
    O Pavo vende cortes de cassas de core?,
    com padre maito bonitos pelo barato
    preco de 20500 e 3400O.
    CORTES DE CHITAS A 23400 E 24880.
    O Pavo voode corte de chitas francezas
    fiaas, com 10 covados pelo diminuto preco
    de 24110 cada corte.
    Ditas com 12 covados pelo preco de
    25880 cada corte.
    PECAS DE CHITAS A 702CO.
    O Pavo vende pecas de chitas fiaas, lio-
    dissiraos padres, tendo 30 covados cada
    pe-;a, pelo barato preco de 7(5200 cada
    ama nimio barato.
    LENCO'ESDE BRAMANTE.
    O Pav3o vende lencJS de bramante mai-
    to grandes, sendo deum panno s, pelo ba-
    ratissirao preco de 2400 cada om.
    CHAILES BARATOS A 14000 E 2$000.
    O Pavo vende chailes de tarlatana gran-
    des pelo barato preco de 10000 e 20000.
    Ditos Je 13a estampados imitado de
    merio 20000.
    Ditos de quaijros modernos, moito en-
    corpados 30000 e 40000 ; assim como
    grande sortiratnto dos mais finos challes
    crepon e merino qoe se vendem por precos
    maito em cont-.
    MADAPOLOES.
    Pecas de madapoln francez muito fino
    com 20 jardas a 505O. e 0OOO.
    Ditos com 24 jardas moito superior a
    603^0 e 7000.).
    Di o ingle fdzenda milito fina 50000,
    60000 e 6500 at 100000.
    Ditos francezes empiezos muito fiaos de
    40 jardas para diferentes precos.
    ALGODOZiNHO.
    O Pavo vende por preco muito barato
    pecas de algodozinh'i americano muito
    bom com 18 jardas 4000'.
    Dito com 24 jard.s a 40500 e 50000
    at 60000.
    Dito largo m3rC3 T muito eneorpado a
    6^)00.
    ALGODO ENTESTADO.
    O Patio vtinde n vei dadeiro e superior
    algodionoho de duaslfrguraspara lencas,
    aeado muito eri:orpadc> 10 00 cada vara.
    Dito trao^ado d* o&wfya largnra I08O.
    CHITAS LARGAS.
    O Piv1 \ende esus-execelleotes chitas
    francezas clara; e escoras c::m muito bom
    pajuo 40 rs. cada corado.
    D;ta muito fina 280, 320 e 360 rs.
    Porcalies fioissimos aiiudiuhos a 360 e
    400 rs. cada covsdo.
    CAMBRAIAS.
    G Pavo vende cortes de cambraia trans-
    p3ren'e propria para vestidos a 20500 e
    300 0.
    Peca de dita muito fina com 10 jardas
    tanto taoada como transparente a 40000,
    50000 e 60000 at a mais fina que vem
    ao mrcalo.
    BRAMANTES PARA LENCO'ES.
    O Pavo vende soperior bramante de al-
    godJo ten Jo 6 palmos de largura que s
    percisa do 1 '/t vara oara um lenco!, me-
    tro 10GOO e a vara 10800.
    Do de linbo puro soperior muito eneor-
    pado com a mesma largura a vara 20400
    Ditos francezes muito fiaos a 20500 e
    30000.
    Pega de Hamburgo e panno de linho com
    20 e 30 varas, parj todos os precos e
    qualidade.
    Peas de bretanha d piro linho, tendo
    30 jar.das pelos precos mais barato que se
    tem vi-to.
    Pichincha de finissimo esgoio sncelena
    conr 6 jardas 70.00.
    Peca de finissimo coleos com 30 jardas
    a 265*0, atoalhado adamascado com 8 pal-
    mos de krgura a vara 201-00.
    J.iAZlMiAS DE FRTA CORES.
    O Pavu vende um elegaate sortimento
    de laziolras de furia cores qoe brho qua-
    ono seda tendo de todas as cre3, e ven-
    d 3Gu rs. o covado.
    CALCAS DE CA8EMIRA.
    O Pavao lem um grande sortimento de
    calca de casemira, assim como cortes os
    mais moderos qne tem vindo nos nltimos
    L-.-.;.:, e em fazenda das mais finas e mais
    novas ao mercado, e vende se por barato
    preco para aporar dinheiro assim como cal-
    as de brim ortico e do cores por precos
    muito raznaveis para acabar.
    CORTES DE PERCALIA COM DUAS SAIAS
    A 40000.
    O Pavao vende bonitos cortes de precalia
    com dnas saias, sendo fazenda de maito
    gosto a 40000, Specbiriena.
    TNICAS PRETAS.
    Z. O PavSo recebeo om grande sortimento
    das mais ricas tnicas > grs preto, rica-
    mente enfeit idas, e Tanda por preco razoa-
    ?el.
    VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
    3500000 ATE 600000.
    O Pavo receben oca lindo sortimento
    dos iflis ricos orles do caabraia branca,
    ricamente bordados, e com todos os enfei
    tes necessams, e venda pelos precos de
    350000 at; 600000, nSo tem vindo nada
    mais rico no o mais mederno.
    CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
    A -f.500, B#00(> E 100000.
    O Pav3o n\m ob grinde sortimento de
    cortinados para cama e janl!as, qne ven-,
    depf" orai. preco do 70500; 80OOO e
    100000 < !-, iRDdo at> por 180000, assim
    como olcha de damasco para camas de
    noivos, e gr-iode sortraunto de tapies tan-
    to psra I-iras como para cimas, pianos,
    portas, etc.,udo vend por peemos razoa-
    ?iJs,
    FAZENDAS DE GOS TOS
    BAREJES DE SEDA A 10OOO E 10400 O
    COVADO
    O Pavao receben pelo ultimo vi por
    francez, om grande sortimento dos mais
    lindos barejes de seda, sendo em cora
    e gostos o melhor que tem vindo ao mercado,
    esta nova fazenda muito propria para
    vestidos para bailes on casamentos, tendo
    entre esta fazenda delicados padroes braa-
    cos proprio para vestidos de noiva.
    MODERNISSIMAS POPELINAS
    Popelinas a 10500 e 20000 o covado.
    O Pavo receben om elegante sortimento
    das mais modernas e lindas popelinas de
    13 e seda, e linbo e seda qne vendem a
    10500 e 20000 o covado, tendo padriles
    listrados miado e graados que parecem
    propriameote seda, assim como das mesmas
    tambem tem brancas proprias para vestidos
    de noiva.
    TAFETAES ASSETINADOS A 10200 O
    COVADO
    O Pavo receben um grande sortimento
    dos mais bonitos tafetaes assetinados, sendo
    ama n iva fazenda de l com listras de seda
    muito modernas para vestidos a vende pelo
    haratissimo preco de 10200 cada covado,
    estas las recomendam-se s pessoas de
    gosto por serem excesivamente baratas.
    NOVAS SEDAS A 20500
    O Pavao vende bonita e moderna seda
    de ama s cor, tendo de todas as cores, com
    delicado lavrores miadinhose vende a 20500
    o covado para vender barato.
    CORTES DE SEDA A 450000 E 500000
    O Pavo vende bonitos cortes de seda,
    fazenda de muito gost), tendo 18 covados
    cada corte e vende por 45OOO .
    Ditos lie 20 covados a 500000
    S3o muito baratas em relago soperior
    qualidade d'estes edrtes.
    BAPTISTAS DE GRANDE NOVIOADE
    O Pavo vende ara grande sortimento
    das mais modernas, baptistas com lista de
    cor, proprias pira vestido, com as cores mais
    novas qne tem vindo ao mercado sendo
    muito mais largas do que as chitas francezas,
    e vende pelo baratissimo preco de 500 rs.
    cada covado.
    OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
    PAVAO-
    Neste grande estabelecimento encontrar
    o respeitavel publico, orna bem montada offi-
    eina de alfaiate, onde se manda executar
    qoalqner peca de obra, tanto para homem,
    como para meninos, com a maior pres-
    tesa e perfec3o assim como para qoalqner
    lato que de repente appareca.lendo na mes-
    ma officina om perito official destinado para
    farda dos Ilm. Srs. officiaes de goarda ns
    cioml on tropa de linha, sendo esta officina
    diiigida pelo hbil artista Pedro Celestino
    Soares de Carvalbo.
    NOVOS VESTIDOS A 40000.
    O Pav3o receben um elegante sortimen-
    to de novos vestidos de cambraia branca
    com bonitos bordados de cor,' e vende pelo
    barato preco de 40 cada um ; maito ba-
    rato.
    ESPARTILHOS A 30OOO.
    O Pavao tem um grande sortimento de
    espariilhos, tanto para senhora como para
    menina, qbe vende pelo ha-ato preco de
    30000. Ditos muito finos a 40030 e 50000,
    s3o dos mais modernos qae tem vindo ao
    mercado.
    CHITAS A 240 RS.
    CHITAS A 240 RS.
    CHITAS A 240 RS.
    O Pavo vende chitas francezas proprias
    psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
    padroes claros e escaros, pelo barato preco
    de 240 rs. o covado, por ter um leve to-
    que de mofo : pechincba.
    CORTES DE VESTIDOS MODERNOS A
    90000.
    O Pavo reiebeu non elegante sortimento,
    dos mais lindos*cortes de cambraia com ba-
    badinbos brauuos e enfeiies de cor, tendo 5
    pannos com 2 1/2 metros de fazenda para
    cor, o, e 20 metros de babadinhos para en-
    feites, e vende pelo barato preco de 90000,
    pechincba.
    SAIAS A 2-50CO.
    SAIAS A 20000.
    O Pavo vende saias brancas de orna s
    peca com fazenda equivalente a 4 pannos,
    com bonitas pregas em volta, a 20000 e
    20500.
    Ditas com pregas e bordados a 30000,
    pechincba.
    LIQUIDACiO DE CALCAS DE CASEMIRA
    O Pavao tem um grande sortimento de
    calcas de casemira de todas as cores e qna
    lidades, para todos os precos, e desejando
    mnito liquida-las, resolveu vende-las por
    om preco maito em conta, para diminuir a
    grande porcSo.
    CORTES DE EUSTO PARA VESTIDOS A
    30000.
    O Pavo vende cortes de fusto branco,
    tendo 12 covados para vestidos a 30000,
    pechincba.
    CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
    60000.
    O Pavo venda bonitos cortes de cambraia
    branca transparente, com bonitas villas e
    lavores, proprios para vestido, tando 8 va-
    ras cada corte, pato barato preco de 60000,
    pechincba.
    LENgOS BORDADOS.
    O Pavo venda fioTssimos lencos borda-
    dos para mo, sendo de floissima cambraia
    de linbo ricamente bordados, fazenda
    qoe sempre se venden a 40OOC e 50000 e
    liquida-se por se ter feito ama grande
    compra 10600 e 20000 a dalia.N
    Libros sterliaas.
    Vena-o* no annxiMO da Oliveir a C. ni lo Comprelo n. 41
    Quera (tuvttl ir venha y'er
    Deeudldaseote a Magnolia i ro Daqat deOi-
    xUs n. 48, waveoeeri aot mu totfo* e &ge-
    im, U so wpeeialidade m correspoadanlM, M
    parta mais eleguto do mando; agora mesmo o
    Uimo vapor chegido da Baropa troase ama par-
    ta d ns saeommaodBJ para o tempo de fasta,
    consUndo do *QiBle:
    Para o bollo sexo
    Lindiisimos brmoi, alflaaM*. erares, pnlseris
    a ca?olet de tartaruga t ordada a onro, asim
    samo bonitos grampos oom perol** s oniras pe-
    dral para a estoca : a Magoolia solicita Jo bello
    tazo, qae prima sempre ni ebiqoe e os mais, qae
    venha ver e.......
    Luxoebom gosto
    ara aariejoactr afortwsear ama tala vieran)
    Hados jarros a jardmeiras de poreelaoa moito Qoa
    de bonitos modellos c tirameote dovos, com
    lindos deieobos e doatad; sir como ama es-
    pecialidad* empanaos de chrochet p:ra sof e
    eadaifas.
    dual?
    O moco cbiqn t da moda qoa aa apreciar
    ama linda gaarnleio de anrQm, madreperola, ouro
    a plaqaet, coasa lindissima e da moMt especial e
    oanea vindo aqoi; moito boas chapeo* d* sol com
    cabo da moruro e bengala imitseto da nuieornio
    com cabo de madreperoli, por earto nantiom dei-
    xar de vir loja d Hagoolia roa Duque de
    Canas b. 45, eicolher qaatqoer destes objeetos :
    Dio caro 1
    Para asnoivas
    SRiqaissiraos veos de blod, tpenas 'de eera, le-
    qlas de madreperola a metas da seda, todo espe-
    cial novidade a a melhor fazenda qoe tem vindo a
    alta mareado.
    . Perfumaras
    Neste artigo nao precisa dar explicaedes, basta
    dizer-se rs fabricantesJohn Gosneill, Coadray,
    Labio, Rirnel e Legrend; estas perfumaras desta
    vei vieram em vasos da modeflos novos, e qae
    pela soa elegancia se tornim proprios para om
    indo prosete.
    Trancas e franjas de seda
    branca.
    , Desta vez o sortimento velo magnifico, fazenda
    muito boa, modellos novos e de todas as larguras.
    Bonecas de borracha
    5
    V
    Destas bpnecas veio pequea porcia e da diver-
    sos tamaohos.
    COSTURA
    Cbegaram ao Bazar Universal da raa No-
    va n. 1% um sortimento de machinas para
    costura, das melhores qualidade s que existe
    na America, das quaes muitas j sao bem
    conbecidas pelos seas autores, como sejam;
    Weller 4 Wilson, Grover 4 Doka, Silen-
    ciosas, Weed e Imperiaes e ontras muitas
    qne com a vista deverao agradar aos com-
    pradores.
    ' Estas machinas tem a vantagem de fazer
    o trabalbo que trinta costureiras podem
    fazer diariamente e cozem com tanta per-
    feicSo como as mais perfeitas costureiras.
    Garante-se a saa boa qualidade e ensina-se
    a trabalbar com perfeigao em menos de urna
    bora, e os precos sao t3o comandos que
    devera agradar aos pretendentes
    Pede obter em pouco Umpo com o nso do melhor dos licoresa aflamada
    HESPERIDINA
    Faz'oilo annos qne conbecido este precioso tnico, e difficil acbar orna pessoa
    qne, tendo experimentado pessoalmente, nao falle em sen favor, j como boa) estomacal
    e apetisador, tomando om cliz detls antes de jantar, ou como facilitador da digestJo
    tomando-se depois.
    ABASE
    da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ba nm s habitante do BRASIL (a trra
    especitl das laranjas) qae cao conheja as propriedades medicinaes da doarada frucia,
    ora Lera, a
    LABAIJA AMARGA
    em sen estado natural tem nm gosto pouco agrada ve!, e o mrito di Hesperidina coa-
    siste em reter saas boas propriedades, e ao mesmo tempo apretenta-ia como
    EXQUISITO LICOR
    A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem Dad* qoe iovejar as
    melhores importaces europeas de catbegora semelhante. Estas, quando afeito, podem
    ser gostosas, porm a Hesperidina a combinado perfeita do
    AGRADAVEL E SADDAVEL
    Para prova de que nm artigo no qoal pde-se ter inteira conflanca, por ser poro
    e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e aotorisada pela
    JUNTA DE HYGIENE
    do Rio de Janeiro, perniittrado soa livre elaboracao no imperio; ootra
    BOA PROT1
    a acceitarao geral que tem em todas as parles onde apresentada. Em i 864 esta be-
    lecease a primeira fabrica em Buenos-Ayres; em 1869 a segunda em Montevideo ; e
    no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica qoe actualmente
    trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa aeceitagau,
    tanto que rara a casa qae considera completo sen aparador sem ama garrafa de
    Diademas
    Lindos a de modellos novos, velo coa?a maito
    boa. .
    Praga da Independencia iis.
    38 e40.
    ir.aba de rereber om completo sorti-
    nento de rbjectos de looca, vidro e por-
    Miaa, com bonitos desenhosdonrados, sen
    do ricos jarros de todas as quadades e ta-
    atinhos, garrafas com copos, vasos para pos
    le r.Oz, garraflnhaj e castices de porcela
    aa com piogentes de crysta!, todos estes
    objeetos proprios parat'llets, n Madre-
    Iva
    ALBNS
    Rico sortimento de albina com capa de
    nadreperola, marfim, bfalo, e cbagrint de
    todos os tamanhos, de 50 a 200 retratos
    ;om muzica sem ella, por precos modra-
    los, so na Madresilva.
    CAIXINHAS
    Bonitas caixinhas com preparos para cos-
    tara, de novo systema, sendo com tampas
    le crystal, fazenda de muito gosto para pre-
    tentes e pregos razoaveis, e na Madresilva.
    LACOS
    Completo sortimento de lacinbos on gra-
    atinhas para senboras, sendo lagos para
    3d8coco e cabellos, s na Madresilva.
    PANNOS
    Lindo sortimento de pannos da crochet
    para cadeiras. sendo de diversos tamanhos
    i largara?, s na Madresilva.
    PARA NOIVAS
    Tem a Madresilva bfond de seda, branco,
    :om ramagens e de 4 larguras, veos, capel-
    las e especiaes sipos de flores para guarn-
    <;es de vestidos, 1-q.ies de madreperola,
    narim, sendo todos abortos e com seda
    representando dnas vistas, assim como de
    otras muitas qualidades, branco* de cares
    i p re tos, fazenda nova.
    CHAPEOS
    Rico sortimento de chapeos para senbo-
    ras, sendo de palba da Itaa e velludo, as-
    tim como ditos pastorinhas para senhoras,
    meninas, sendo fazenda inteiramente nova
    aa Madresilva.
    NOVIDADE
    Bonito sortimento de meios aderemos de
    plaqaet verdadeiro, rollas de bofalo com
    ;ruz, assim como lindo sor lmenlo de brin-
    cos e cruzes, proprios para lato, tudo de
    muito gosto.
    PACAS
    A Madresilva acaba de recebar facas com
    cabos de miriim, para mesa e sobre mesa,
    $ especialidade da Madresilva.
    RETRATOS
    Completo sortimento do quadros ou pas-
    tapatus para retratos de todos os tamanhos
    i qualidade?, assim como qaadros com bo-
    litas photographas, s na Madresilva.
    OBRAS DE MARFIM
    Lindas carteiras para netas, earteiras para
    Don ds, caixinhas para paosphoros, faca para
    cortar papel, caetas para escrever, mara-
    cas para creancas, sinetesfpara abrir firmas,
    sgolbros, e dedaes para, senboras e meni-
    aas, so se pode encontrar este artigos na
    Madresilva.
    LUVAS
    A Madresilva acaba de recebar pelo ul-
    timo vapor a soa especial encommenda de
    lavas de Jouvin, para homeos e senboras,
    brancas, pretas e de cores.
    CAIXINHAS
    Ricas caixinhas com perfumaras proprias
    para presente, assim cono bonitos vasos
    om pos de arroz e outros da phantasia,
    t oa Madresilva.
    Lfizinhas para vestidos a 320
    res o ovado
    So na roa do Daqoe de Cattas n. 60 A, oatx'ora
    roa do Qaeimado, loja da esquina, e Beato da
    Silva il
    Lehmaiui Frres vendem
    libras sterlinas : a' ra do
    Crespo n, 16, primeira andar,
    RIVAL SEM SEGUNDO
    Chegaram agulbas para machinas, do fa-
    bricante Gravar 4 B.ker. Duzia a 2#000.
    O UVAL i. RUI
    Raa do Mrquez de Olinda
    n. SO A.
    Tem para veder oa seguales objeetos abaixi
    meocionados, pelos precos mais resumidos, come
    sejam : Coques moderos a 2*000, pec*s de n-
    tremelo* bordado* de diversas larguras a 500 rs.
    duiias ii co'larnho? de linho a ijt500, ditos mai*
    fhios a 5000, lerdos para algibeira a 200 rs. boa
    fazend3, hnhas de carritel de 200 jardas a 60 rs.
    l para bordar a 5*000 libra, Iwmes a mlacc-
    de sndalo a I#500, lampariDas a 600 rs. a duzia,
    eaizas com papel amizade a 600 rs. ditas com di-
    to superior a 700 rs., envelopes a 400 rs. o cen-
    to, botinas nacionaes para homem a 4*500, focos
    para enancas a 1*500, agnlhas francezas a 40 rs
    o papel, sabonetes de alcatrao a 500 rs. ajua flo-
    rida verdadeira a t*2C0 a garrafa, dita inferior
    t*000, fraseos com sndalo a t*000, ditos con
    oleo pbiloeome a 800 e 1*000, ditos com dito ba-
    bosa a 320 rs. ditos com agua de cologne a 2-40
    e 400 rs. pegas de gal3*s branco para enfeites d
    vestidos de eriaoca, a 400 e 500 rs., massos com
    12 pegas de tranca branca a 240 ri, ditos com
    ditas de cores a 320 e 400 rs., duzias de phospho
    ros segoranga a 240 rs. e a ajron a 2J4O0, e ou-
    tros moitos artigos, que para Do tornarmonos
    enfadouhos deixamos d* mencionar, os quaes ven
    dem se baratos para acabar.
    (95 de dezembro)
    B boje o oa sublime
    Em que a natura exprime:
    Grandeza, amor e prazer,
    Razo esta s porque,
    Dominado de Alegria,
    Eu desejo freguezia
    AS BOAS FETAS
    E para que sejam estas
    Sumptuosas e expandidas,
    Deve baver boas merendas
    De acepipes deeados,
    Vinbos fiaos ergirrsf;1cs.
    Como s o Campos tem
    Em sen repleto annazem :
    Alera de ouiros manjares
    De exquesitos paladares;
    Pjrlaoto, pede aos amantes
    De viren ja, quaoto antes,
    Comprarem esla outraesla;
    Pdlo qua sa man (e s la
    Grato a todos qoe c venham,
    Desejando que estes tenham
    Urna das mais sublimadas,
    Felinsimas das entradas
    NO ANNO NOVO
    Engenho S. Ma^heu*,
    Vende-si- um engenho d'agua, moeote e corrente
    cooi muitas toas oir, mala tegua distante da via
    ftjrrea, estacio da Gamellera, pelo mdico prego
    de '.OOOSODO, didneiro i vista. Tambem vnde-
    se dando 6:000*000 i rista e dec dividido am
    cinco pagamentos ania-, sendo (roe as lettm
    desoontadasa 1 /ao mez, produzam osdez cratos
    ida rais: a tratar a rna do Livramonto n. t9,1."
    TnSim-sc dos fle litranj de vwbigo, china'
    a HPfli'A ni\rrfj mkao v\v*nrtrr*i rnAtl i\-!ft n nrtfti*
    e cravo,snotis, ptohasijian^ frcra-pao e caf:''
    na Peaje de Ucboa a. JP.
    28
    zn
    -t
    RA DO IMPERADOR
    !S3
    ^^^^^aj
    VNDESE
    a padana da raa da Mrntiio das, aaiiga raa Di-
    relts o. 69 : tratar % asetna.
    HESPERIDINA

    O homem velho toma Hesperidina para obter
    VIGOR
    O homem doente toma Hesperidina para obter
    SAUDE
    O homem dbil toma Hesperidina para obter

    Cadeiras oratorias com asaaa **aioinn7
    50*000 cada ama : no caes do Apollo, ara*'
    tem de Tasso lrmos & 8.
    Nos bailes as doozellas e os mo^os tomam a Hesperidina para obter boa edr a
    animagSo dorante os loncos gyros da
    BARROS JNIOR & C, roa do Vigano Tenorio n. 7, i' andar, receberameste
    grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguinles:
    Hotel de l'Univers, rna do Commercio.
    Zcferino Carneiro, roa do Commercio.
    Marcelino Jos Gongalves da Fonle, roa da Cadea n. i.
    Antonio Gomes Pires A C, roa da Cadea.
    Antonio Gomes Pires & C, caes 11 de Novembro.
    Gomes d IrmSo hotel da Passagem.
    NVIDADES E PECIIINCHA^
    EM
    FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
    NA OFFICINA
    DA
    LOJA DO PAPAGAIO
    Tendo por meslre Mr. Charles Laurent
    . BA DA IMPERATRIZ N. 40
    Mendes 4 Carvalbo scientificam ao respeitavel publico, qoe acabam de rtete' c%
    completo sortimento de fazendas finas de todas as qualidades, tatito de lia como de h
    nbo, seda e algodo, o qne ha de mais modtrnoe do melbcr gosto, e portante cotv
    dam as Exmas. familias amigas da eccDomia do mestica, a virem onmandarem na U)li
    00 PAPAGAIO, e verSo qae compram fazendas bonitas e baratas por menea preco qoi
    jamis compraro.
    COMO SEJAM:
    Granadinas de seda de ama s cor, lar-, Cbitas francezas de todas as qualidades
    gas a 1,5600. de 320 rs, at os.cretones de 560 rs. o eo-
    Poopelinas sarjadas de forta cor boa lar-. vado,
    gara, a 10200 o covado. Cortes de cas.a brancos bordados coa
    AlpacSo de cores com listras de seda para, babados de seda de cor, e braoco, e octro.
    enfeite, a 8C0 rs. o covado.
    Laazinbas de cores, em grande qaantida-
    de, de 320 a 500 rs. o covado,
    Cachenez francezes para senhoras e me*
    ninas, a 34000.
    Cretones francezes para cobertas, cor fixa,
    a 800 rs. o covado.
    Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
    nas, de 500 a 800 rs. o covado.
    C' bertas de fostao de 13 e de oatras
    qualidades, brancas e de cores.
    Poopelinas de seda, de flor e de quadr-o
    a 1(5800 o covado.
    Pecas de cambraia bordada para cortinado
    com 25 varas.
    Ditas de cambraia adamascada com 20 va-,
    ras, a 424000.
    Saias bordadas moito finas de 4 e 5 pan-
    nos.
    Bales de chita e de cambraia a 25000.
    Nansonks e baptistas com listras para en-
    eitar.
    Diversas qualidades de liasinhas e alpa-
    cas em retalhos, para todos os precos.
    Bramantes de linho para lences, de 20200
    at 44000.
    Dito de algodo muito largo a 10800 a
    vara.
    Algodo largo para lences, a 10000 a
    vara.
    Atjaihado adamascado de linho e, algo-
    do.
    Espartiibos.de linbo finos, de 34000 para
    cima.
    Laazinbas largas com listras de seda, a
    800 rs. o covado.
    Madapoloes inglezes a francezes de 50000
    at 124000.
    Algoioainho de todas a9 marcas, diver-
    sos preros.
    Bireges com listra de aeda, a 500 rs. o
    covado.
    Caasas francezas de cores fizas e lizas
    com barras, os padres mais bonitos que se
    teem visto.
    FORNECEM-SE AS AMOSTRAS A QUEM
    ma-
    *o-
    bordados com listras.
    PARA LUTO.
    Veos de fil de seda pretos a 84000.
    Merinos para vestidos, bombaziDa, can
    lo, alpacas, laazinbas, crep, cassas e ebi
    tas, tudo em qnanlidade, e para dnerso<
    presos.
    Grosdenaples pretos, de 10600, 2000)
    20500 aj 55000.
    Seda prela com listras assetinadaa par;
    vestidos.
    Chapaos de sol de seda para meninas, ;
    40OCO, e f urados.
    Ditos, pajr homem de O^OOO at 200000
    Ditos de alpacas de core preto, para d;
    versos, precos,
    Tapetes aAelludados desde os mais pe-
    quenos \iio6 maire.
    Damasco carmezim para colchas, o
    Ihor.
    Panpos de croch 'para cadeiras e
    pba.
    Cambraias victorias de todos, os Deci-
    ros.
    Ditas transparentes inglezs e soissas, cas
    a lygqrm da tarlatana.
    Fil dn linho e de seda, branco e preto
    liso, de salpico e de flore*.
    Camisas bordadas para senbora, de 1
    tersos presos.
    Meias para senboras, das, mais inferiore
    at as mais superiores qCHeem ap.axe
    cido.
    PARA HOMENS E MENINOS.
    Neste estabelecimento 10 saooiou cm.
    omeina, e qoalqaer booiem que qoizer vea
    tu- com osto, acbar mnita variedade en
    camisas de cores, panno* fios casern-ns
    o melbor qoe ha do mercado, roopa feit;
    em qoantidade, assim como camisas frac
    cezas e iuglezas, Usas e bordadas, ceroolai
    de l nho e efe algodo, meias, collariobos aa
    grande qoantidade, grvalas 4* todos o*
    feilios, camisas de meia, en somma encon
    tra de todo qoe p ecisar para vestir con
    gosto e elegancia.
    AS EXHIBIR E OS FIGRINOS AS
    FREGUEZAS DA CASA.
    BicHss de Hamburgo
    Teode se a Al* o cento, muilo barato : na
    raa da Cros n. li, l' andar, sali ds cibellei-
    ftito.
    Vende-se urna mobilia de araarello, urna
    cama de amareHo, francera, e mais outros objee-
    tos paca urna ca?a, tudo em bom estado e com
    I pouco uso; na roa ao Coronel Suassuaa n. 108.
    Sogar VVafers.
    1
    \
    panilla)
    A aaelhor bolachinaa atlwje conhecida, tanta
    par cha, como para dietas ; vende-se na coufai-
    taria do Campos, ra do Imperador n. *4.






    Mt ^j^tt^^^^^jaj*



    Diario '
    \ PRfJgtlXECT *
    A' toa do CahUf n. 1 A, acaba de receber tico
    Iwros da n a mu e*i>a$ 4 madreperola, rear-
    mo, tariafuga a lodo:
    Bin k\m fe madfeparola, marfioa larUruga
    mateir*.
    Amaos coc capas de madreperola, anrOoa, di
    so, eluda e roadeir, todos elles da muito bom
    oslo a barato jareeo.
    Obras do ph Uro berro joriimeoio di correles pira relogios,
    aderecos para seobora-, ricos diademas de roa
    reparla a dourados, medalbas. crasas ele etc.
    de lio boa qaalidade quu nao faz differt-nr.a das
    de onro de le: oa loja I Predilecta, ra do
    Cabagi o. 1 A.
    Para Eivas
    Ricas capellas de florea de laraogeiras, ricos
    v?, esparlilbos (a duju;za) de todas as quallda-
    des, bordados e Usos, maito lindos.
    gaa de seda branca e de coras.
    M-ias da seda brancas, cor de carne a pretas.
    Laques da uiadreparola, marfim, sao, a imita-
    dlo dastes, sandaio e uns muito modernos do ei
    no de borbotatas de s.-o e seda muito bonitos e
    uifroa moda : na roa do Cabog n. 1 A, na Pre
    dileeia.-
    a verdafeira cerveja da Batiera, arca bau-
    ra, de superior qualidade : vendeos Ta&eo Ir
    aos 4 C era seo armazeoa da ra do Acoriro
    POTASSA
    da Russia, nova a de boa qualidade. tem barr;
    inteiro e meios : veodm Pereira da Cunha tr-
    aaos, roa do Mrquez de Olinda n. 21, escri-
    torio.
    cokstipacao
    ffu
    ^^5335rV
    mei'jutisiios
    ItinlflM
    tu
    Baila
    Coques
    Os mais modernos e bonitos acaba de receber
    a Predilecta, bem como lindos eneite* para os
    ; t) es mos.
    Para luto
    Aderemos, voltas, medaltoes, eruzes etc. etc.
    de madeira, como de borracha, obra bem aca-
    bada.
    Correoldes para rtlogk.
    Ricos, leqaes de (bao, por prego commodo :
    rna lo Cabug n. 1 A, na Predilecta.
    Ollares, aunis e pulceiras elctricas, preser-
    vativo contra os espasmos : vende-ae na loja da
    Predilecta, roa o Cabug n, 1 A.
    Bonecas
    De cera, borracha, roassa, madeira e louca,
    Tinto bonitas, e ama immeosidade de objeetos pa-
    ra eotretenimento das criancas, nao esqaeceodo
    as apreciareis botas de borracha : todos estes ar-
    'gos veodem se por barato preco, ra do Ca-
    t ata n. i A, na Predilecla.
    Port-relogios e por Uouquet?, boleas muito
    'indas, tanto para hometn como para sen horas e
    menina, neos esfojospara capero com o: prepa-
    ros mais neoessarros (.ara hornera e senhora :
    ra do Cabog n. t A, lo, a da Predilecta.
    A Predilecta, roa do Cabug n. 1 A, tero a
    honra de offerecer as Exroas, senhoras, um bello
    orttraento de fefliMat, punhos e grvalas de
    aioDraia, inuiiu :qs, lacos de seda para p-ito,
    ditos para cabera, gravrohas de seda, ludo da
    'ultima moda de Paris indispensaveis para o
    lempo de Tes*, que se eiroxima.
    Camisas de liuho bed?das, lisa e de a'godo
    para bornes e meninos, as melhores ajee teero
    vina este mercado, poohos e collarmhos de
    iabo de diversos formatos que se vende barato :
    qc loja da pradilecss, a na do Cabog a. i A.
    N& Predilecta
    Eocjttrar-se-ft* grmpos oa maw modernos,
    uer ui gostosomo era qwtidades.
    Rices vestuanua para Saptisados, de cambraia
    cordados, as .uas competentes airas.
    Filas
    De grosdesaple, tafeta, setim e velado de todas
    s largarse diversas cOias, o qse ba de bom no
    -.oeroado s eiiconirario ni Predilecta, rea do
    Obug o. 1 A.
    ^7 DPL'ftAT/VES<
    2rf 55 B* Sebastopol-'
    Q_
    liut
    U.
    Al
    COMO DOSE PURGATIVA!
    TOMAC*SS \
    ^ACOMO DOSt REFRESCANTE
    '?X^ DEPURATIVA
    tc.bxiur ? ",l ^lr SAUDE
    DEPOSITO GERAL
    NA
    Pharmacia e drogara
    DE
    BARTHOLOMEU 4 C.
    34Ra larga do Rosario34
    NIEGUE
    O bacalho da Noruega, ero caixss a meias
    ditas : no caes da Alfandega n. I, armazem de
    Tasso Irmfis & C.
    fl
    HEGftDOS PIRA FESTA
    PRIMOS jfe}^. PRIMOS
    MAIS BARVTO POSSIVEL
    **
    MAIS BARATO POSSIVEL
    N.7Ra do Bar&o da Victoria oufr'oraruaNovaN.7
    Calcado franecz. perfMttiarh, plano, cspelkot, <|iiluqii(lha-
    rlas de i hautazia, inobllIa de vtnte e brinquedos.
    E?te estabelecirneuio est rtcebendo nao por lados os vapores como pelos navios da vela
    que eslo ebegando da Europa todas as mas encoromendas para n grande e expleadido sortimento da
    (esta, e otTerece ao publico im geral, por presos mais barato possivel os artigos seguintes :
    Bicos
    Be bleode e de algodao, das melhores calida-
    des e dos mais modernus desfnhos, acharao ama
    veda escolha driles e de diversas larguras : ua
    ..ja da Predilecta, ra do Cabog n. 1 A.
    Luvas de Jouvin
    as verdadeiraf lavas da iouvin para horneas e
    senhoras, garamese a qtialldade, ditea de pellica
    svstema Jouvrn, por barato preco : na roa do
    Cabug n. 1 A, na Predilecu.
    Flores
    ' Keste artigo a Predilec.a aprsenla nm bello e
    rico sortiroenio qae satisllr aos caprichos das-ee-
    nboras mais difflceis de M contentar.
    Chapees para senhoras, meninas
    e ffieimos
    A Predilecta, a roa do Cabug
    a. 1 A. recebe
    por todos os pj jueies ara bonito sortimento de
    -,hf. ;u' .-i de oalba de Italia, velludo e tecida, das
    animas cnodas de Paris e vende por baratsimo
    irt 5-i, a nao eocontrar c .'ropetidor.
    Caiiiiihas pira costura
    O qae ha de oais r as Umpas a com musa, apropriadas para pre-
    sentes, encontraro-se na Predilecta, ra do Ca-
    linga d. i A.
    A Predilecta
    desejando bem servir ac racneitaval patuco, de
    qoemtetn lei^bido lisoniieiro acolhiniento, vera
    '; .je olTerecor u:n eompleio n Turnelo de perfu-
    maras -dos :.iis acreditados fabricantes, e a presos
    retiito commodos, atiento as qaalidades das perfa-
    nurM.
    Lindas oixinbas eom Anas perfumarlas, prc-
    prias para prsenles de ftsta. Estas caixinbas tero
    oas tampes osd<:icos mais engranados : s encoa-
    traro delhs aa loja da Predi!e:(a raa do Ca
    bag n. I A.
    Na Predilecta
    eccontra-se os me'hows txlraetos em ricos vidro?.
    Oleo muito fino da Oriza, blgieonico," Coudray e
    Granel.
    Agua de Celogna simples e arobriada.
    Tnico imperial e orienta,.
    Linios abnete?.
    A predilecta tem
    Tices vasos e finos ccystaes com p 1 sratco e eor de resa, cijas propriedades sao j
    bem apfeeialas, nao te por refrescar a cnti
    ' :omo conservar a macier. d'ella, ^este um artigo
    inispen^avel ao loilet das senhoras, espeeiaimento
    oa estacao earroosa, que a'ravessamo?. Delica-
    das caixinbas cora \,i de onro e de praia, uro riet
    sortimento de jarro* de diversos lmannos lio
    dos desenhes precos qae convida cmpralos
    pira ornato das salas : na loja da Predilecta n
    " i.
    p ---------------------
    barato.
    Cortos de gorgurao para colletes de valor de
    71 a H.
    Lencos de esputo flnode valor de 8i a \& a
    ''; -ia: Da rr.adu Crgypo n. 20.
    Vende-se
    - Urna boa Libeca de autor italiano -Gg!;.no:
    wessa da Duque ce Cxias 2, seguudo an-
    d?.r.
    Boa ac^uiii^o.
    Veudea.it as deas caafts, ra do Viscon-
    dt do Henal os. 37 e 9 : tratar na ra da
    <"?:aia Velha a. 106.
    r Vende-se dousnjaoubos, ambos d'^guu, de
    /aneas, lavnwms, rnoentis e correntes,com grinde
    extensa, oobeHD roiatae, assitn eomo urna
    propriedade que une ambos os engenhos : tra-
    tar em. Otada, sobrado euearnado, jtauo a igteja
    ti j 9om-Fim
    Colas e leiu;es
    Cokautamuito grandes, brancas a *a, ditos de
    Cores & 44 ubm, Janc^e de iramantea %t um,
    echracha : n oaa da Crespo n. 20. ioji de
    Guilherroe V.. aa Cuha & G.
    11 > ----!.......... ..... Il I.....
    Borracha!!!
    Para limas, vende-se na pharmacia Tones
    rea de Maecdo-.ttae-n. ifc, antigy pate) do
    JWao
    i MA 1111
    Ra Duque de Castas n. 50,
    A Agaia Branca sempre affeila a vender o bom,
    e cunea esqaeciita de bem servir a sua constante
    freguezia, tem centinnac* a mandar vlr cbjeclos
    de sua eocomraeada, e agora mesmo acaba de
    recebar um bello sortimento de especiaes perfu-
    marlas de Lubin, cujas perioridade asta ao co-
    nhecimento dos amadores do boro.
    Ella receben mais :*
    Frascos grandes a menores com superior agua
    de Colonia.
    dem dem cero agua de Lubin para toilels,
    lencos, ets. etc.
    dem dem com superiores extractos, cojos fi
    nos e agrada veis odores sao escribidos a goMo.
    dem com teite virginal para sarlas.
    dem cora leite de rosas brancas tambem para
    sardas, patraos, marcas de espinhas, etc. '
    dem com extracto de quinquina para conser-
    varlo das gengivas.
    dem com pomada philocome.
    Vases ^ie porcellana com extracto de pomada.
    Oatres com cold-creroe para amaciar e refres-
    car a pelle.
    Cosnetique, pastiihis {amantes, etc. etc.
    E bem assim omitas oatras perfumaras dos
    bem conhecidos fabricantes Piver e Condray.
    Floras fiuas.
    A agaia brauca, a roa do Daque de Casias, re-
    cebeu-mui linas fioresem ramos e rosas para ra-
    hecja.
    Meias brancas listradas para
    senhoras
    A aguia branca, a ra do Daqae de Caxias d.
    iO, receben por amostra ama pequea quantida-
    de de meias brancas com lisiras lambem brancas,
    gosto inleirameate novo e boa fazenda.
    Cutileri f; aneesa.
    A agaia brjnca, a ra do Duque de Caxias n.
    50, receben novo sortimento de tioas tesouras de
    ar;o polido, sendo para untas, e costura, e estas
    fe diversos lmannos ale aro pelma. A poldei
    de taes ebras faz bem conhecer a sua sapenori-
    dade.
    Cartas finas para voltete.
    -Na aguia Branca, a epa do Duque de Caxias n.
    50, encontraro os pretehdentes linas cartas ran-
    cezas com heiras douradas, e outras a "precos
    mais baratos.
    Brinquedos
    de borracha para criiiiqas
    A Aguia Branca, ra Do.jue de Caxias n. 30,
    recaben um bello sortimeoio de binquedos de
    bortacba para criancas.
    Benitas
    go lili ti as e ptinhos bordados
    A gaia Brinca, a ra Daque de Caxias n. 30,
    recebeu onitas golibhas e puchos boi dados para
    senhoras.
    ovos coques com tecidos
    de soda
    A aguia branca, roa do Duque de Caxias
    n. 30, receben urna pequea por$ao de coques
    de tecido de seda, os qoaes pela novida;e e boni-
    tos moldes, provavelmote se acabaras log?, por
    isso, a elles Exmas. aprecisdoras do bom.
    L
    TTENCaO
    Veti'1e-se om escelJeote cofre eom segre-
    do, obra feita na ierra coa muita segeran-
    r;a: a tratar na thesouraria das loteras,
    ra J de Marco d. 6.
    Nao ha mais cabellos
    brancos.
    Tinturara japo&eza. .
    S e onica approvada pelas academias de
    aciencios, recoobecida superior a toda qoe
    tem apparecido at boje. Deposito prin-
    cipal ra da Cadeia do Recite, boje Mr-
    quez de Olinda o. 51, l. andar, e em to-
    das as boticas e casas de cabeeireiro.
    Tijulos francezes se\la\ados
    o lllillif ii-o.
    Estes tijo'os, fabricados de bario vermelho con-
    solidado, s3o os melhores e os mais econmicos
    pela sua barateza para ladruar os pavimentos
    terreos das easas, porquanto,jiouco mais custan-
    do do que os feitos no paiz, sao, sem comparacao
    alguma, superiores a estes pela limpeza de que
    sao susceptiveis. Custam, alea meto menos da
    dcima parte dos de marmore, j reprovados, e
    dos de dTerentes mosaicos, os quaes nao osto
    ceilamente ao alcance de todas as fortunas, e s
    sao empreados e "proprios para as salas princi-
    pis. Alero, da vantagom que na no emprego
    destes jolas pan os pavimentos eerroos e easas
    de campo, tem estes anda a de serem os melho-
    res e mais proprios para ladrilhar eozinhas nos
    sobrados da cfdade, attento a sua solidez c pouco
    eso, estando mais que piovada a convp.mencia
    de serem assoaMUdas as cozinuas todas do tijok),
    ". au >') .i parte junta ao fogo, no que at as
    companhias de seguros se deverram mteressar.
    Vendem-se nos armazens de farirraa'dc Ta?i Ir:
    raaos & C, no caes do Apollo.
    1
    Borracha para limas.
    Vende-se borracha de ^rimeira qualidade para
    limas de ebeiro, nos sagrantes tugares : pa phar-
    macia CeatraJ ra do,Irnpeiador n. 38, na mes-
    ma ra c. 22 e no pateo da matriz Je Santo An-
    tonio n. por*pre;o raitovcl.
    Calpado francs
    Bolinas de laxo e phantazia, brancas, pretas e de
    difieren te < cores, tanto para senhoras, como pa-
    ra meninas.
    Sapatinhos coro salto no rigor da meda, brancos
    a de cores para seohor.
    Bolinas de Melis, de Suser e de PoUk, para ht-
    roens.
    Sapatos de cordav-Jo Mllier para horaeai.
    Hotinas pr.ra menino de qoalqoer tamanho.
    Bolas e meias botas de montana o meih >r possi-
    vel para h raen?.
    Perneiras e roeias-perneiras tanto para homens
    como para meninos.
    SapaiSes de Su?er, para homens e menino?.
    Sapatos de verniz cem salto p-.ra homens.
    Abotinados de muitas qualidadea e pncos para
    meninos e meninas.
    SapaiSes de verniz com sola de pao proprios para
    sitios, jardics e banhos, sortimento para homens
    e senhoras.
    Sapatos de tapete, casemirt, charlot avelludado,
    de tranca portuguez e francez.
    Perfumaras
    Finos extractos, hanhas, leos, opiata e pos den-
    trilicie, agua de flor de laranja, agua de toilet-
    te, divina, fl >rida, lavando, pos de arroz, sabo-
    net?, ceaiaatieos, muitoa artigos delicados em
    perfumaria para presentes com frascos de ex-
    tractos, caixinruij sortidas e garrafas de difieren-
    tes tamanhos d'agua ecologne.tudo de primeira
    qualidade dos bem conhecidos fabricantes Piver
    e Coudray.
    Piaaos
    Muito boas pianos fortes de elegantes mndeloa gs
    mais ootavi-is e berft mohecidos fabricantes
    Alpbonse Blondel, Henry Hers. Pleyet Wi-tff &
    C Erard.
    Stobilias de vimes
    Chegou urna grande Mora com amostras de ca-
    deiras de I, i .:<_.,. de braco, de.gaaroicdes, so-
    las, jardiociras, mesas, conversaderas e costa-
    reiras, todo i-to muito bom p>.r serem fortes e
    leves, e os mais proprios movis para saletas e
    gabinetes de recreios.
    Qninquilharias
    Artigos pbaataatla.
    E?pelhos dourados para salas a gabinete?.
    Leques para senhoras e para meninas.
    Luvas de Jouvn de fio da Es:ocia e de camurija.
    Caixiohas de costara ornada com msica.
    Albuns e qnadrinhns para retratos.
    Caixinbas com vidro de augmentar retratos.
    Diversas obras de onro bom de lei garantido.
    Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
    Brincos a imita rao e bot<5ss de punhos de plaqu
    Bolsinhas e cofres de sed, de velludo e de coari-
    ofto de cores.
    Novos objectes de phantazia para cima de mesa e
    toilette.
    Pineeoez de cores, de prata doarado, de ac e
    tartaruga.
    Oculos de (0 fino e de todas as graduacoes.
    gos seg
    Bengallas da laxo, cana, can castoes de marOrn-
    Bengalas diversas em grande sertimento para ho-
    mens e meninos.
    Cbicoiinhos de baleia e de maitas qaalidades di-
    versas.
    Esporas de (arrasa para saltos da L..u..
    Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
    Pentes de tartaruga pira desembarazar e para
    barba.
    Ditos de marflm muito fin* para limpar cabeca.
    Escovas para nup, cabello, unhas a para denles-
    Carteirinbas de madreperola para dinheir.
    Meias paia homens e para meninos.
    Grvalas brancas e de ?eda preta para homens a
    meninos.
    Campanhia; de mo'a para chamar criados.
    Jagos da gloria, de dama, Ce bagatellai, de domin
    e outros muito* differenies jogailbos allemes e
    francezes.
    Malas, bolsas a saceos de viagem de mar e cami-
    naos de ferro.
    Mamadeirat de vidro de uar leite mui fcil as
    criancas.
    Argonba* do marflm para as criancas merderem,
    bom para os denles.
    Berros de vinies para etnbalancar crianzas.
    Ceslinhas de vimes para braco de meninas.
    Carrinbos de quatro rodas para passeios de crian-
    gas.
    Venezianas transparentes para prrtaso janellas.
    Reverberos transparentes para candiciros de gaz.
    Esterescopos a cnsrnoramas eom escolbidas vistas.
    Lanternas mgicas com ricas vista* de cores em
    vidro?.
    Vidroa avnlsos para eosrooramas.
    Globos de papel de corea para illuminaeoes da
    festa.
    Bioes aereostaticos de papel de seda mui fcil de
    sabir.
    Encerados bonitos para conservar as mesas de
    jamar.
    Machinas de varios syslcmas para caf.
    Estaadores de pal. a a de peanas.
    Tesoarinhas e caoivetes finos.
    Tapetes com vidrilhos para mangas e lacternaa.
    Tinleiros de louca branca, modelo bonito bom.
    Tiras de moldaras doaradas e pretas para qaadroa.
    Qaadros jpromptos com paysageos e phaotazia.
    Estampas avnlsas de santos, paysagens e pbanta-
    zia?.
    Objeetos de mgicas para divertimentos em fa
    Hlias.
    Realejos pequeos deveios eom lindas pegas.
    Realejos harmnicos ou accordions de tolos os ta
    maohos. e onirc-s muitos artigos de qninquilha-
    rias difQceit de meneicuar-se.
    Para lapinhas
    Ca xinhas com presepios completos com todas as
    pecas, e para augmentar as lapiohas ha om sem
    namero de figurmba?, easinbas, jardins a ani-
    maes sordes.
    de
    Brinquedos para me-
    ninos
    A maior variedade qae >e ple desejar de todas
    os brinquedos fabricados em differeotes parles
    da Europa para enlrelenimeato das. enancas.
    Anda m'pouco de attenQo
    O dono deste estabelecrmento vende sempre roal9 tralo, n5o porque recebe em direitura
    sens argos, como pelos abatimentos e c>ncess5es qne ontem d>>s fbricantea a commissionanoa, em
    aitem;5o as graads-e repetidas eneommendas, assim pois animado pede a eos regnezes, amigos, eo-
    obecidos e aopoblc i em geral, coadjov$ao, viodo coroprar escolhendo a vonlade o que precisar.
    SO AHMAZEM WO VAPOR FRAWCKZ
    K 7-JKua do fiarao da Vitoria ou^ora r,u Nova--N, 7
    TIMENTO
    N. 28 Ra do Bario da Victoria N. 28.
    Antonio Pedro de Soaza Soares, recebeu om liado e variado sortimento da objeetos
    ;oroo sejam : lindas caisiohasdemadeiras com extractse saboaetes, bolsas, inde'opesa-
    veis decooro da Russia, para seolioras, poies e calongas com baoba dos melbores perfu-
    mistas e muites objeetos abaixo declaradcs, os quaes vende por precos resumidos.
    (iaiheteira? doaradas com extracto,
    Unzia de talberes cbo de viadora
    imilaeSo) a 3$0G0
    dem dem cabo de oseo i B com
    toque a 46000
    dem idem dem 2 B finos a 55500
    Livros para notas a 'Q e >i00
    Abotoaduraa para collete, grande
    vari dsde a 200
    Lamparinas a gaz a i0U0
    Caixa de nba com 40 novellos a ^lOOi
    Groza de bot&es da ossopara cal-
    ;a a 4200
    Dozia de ditos para enfeitar vesti-
    dos a $200
    Resma de papel pautado e lizo a'
    3#000 46000, o 46300
    Caixa de pape! amizade muito
    bom a $600
    IJem idem beira dourada a SOO
    dem de eovellopes finos de Por-
    elana a 6800
    dem idem a 400 e 0800
    Duzias de baralhos. francezes canto
    doarado a 36600
    dem idem lisos a 26500
    NOVIDADES.
    Redes enfeitadas para Senhora a 16800
    Brincos com peers o qne tem rindo
    ie mais gosto.
    Bonecas e animaes com corda.
    Meios aderecos pretos com cama-
    fea a co
    Lavas de pellica moito fresca a 26500
    dem idem com toqoe a 6400
    Dozia de pecas de trancas de ca-
    racol a 6400
    dem idem lizas a 6200
    Microscopios 3ra
    26400
    76000
    56000
    26000
    16000
    6160
    e
    Dazia de peoles de borracha p
    alizar com costa a
    Mimosos loques de osso para se-
    nhora a
    dem idem de sdalo com Unte-
    jooias a
    dem idem a imiacoa
    Gafrafae de tinta rxa muito toa a
    Potes de dita ingleza (preta) a
    no a
    Sapatosde tratad pete, casemira
    charlte.
    Rottnas-para senhoras o para 56000
    PERFUMARAS.
    Macos de eabonete ioglezes maito
    bous a 6600
    Dnzia de sabonetes deamenda a 26500
    dem idem 4e corago. e flores a 16300
    l'scote com ros de arroz moito
    fino a 400 e
    Garrafade agea florida verdadei-
    ra a
    dem idem aoanga z
    Frasco com oleo orizoa
    ' Caixa com pos pzra dentes a
    Opiata moito boa a 160001500, e
    Agua de Cologne moito fina fraco
    de 500 a 26000
    Torneo oriental de Kem a 16000
    Vanado sortimento de vasos com banba.
    Oaiirabas com extractos a 26,36 e 46000
    Fraseo com extracte oriza moito
    fino a 16500
    Mem rdem a 240 400 6500
    QUlflQULHARIAS.
    T;mbrs para criancas, bailas de boira
    cha, bonecas de massa e louca, candieiros
    a gaz, bonecas de porcelana, quadros de
    paissgens, cidades e machinas decostura de
    Howe.
    6500
    16200
    16200
    16000
    6200
    6000
    Fariuha demilho
    Vende-se faitoha de mimo rcoida a vapor, dia-
    riamente, petos preces segnintes: grossa para
    migooi a 90 rs., dita para ang, {tintos a pusa-
    rinhos a 100 rs., para caogica e pao de provenga
    a 130 rs., e para cases a 140 n., em arroba
    mais barata : o a ruado Cotovelto d. 15.
    Pereira da Cnnhi Irroios, rna Mrquez de
    Olinda n. ti, anden o segninte : i
    Vaquetas para carro e bou ie viagem.
    Marroquirfs.
    GordavtSe.
    Oleados para forro de carro.
    Potassa da Russia.
    Vlnbs do Pono
    JARROS
    coro tripas e cobrada da
    ada um : no armazem
    rna do Afflorirfl n."37.
    vafea ingleza a 4#000
    de Tasso Irmos & (L
    OamMse
    fino, ero caixas.
    WMM
    Aeba-sa venda na^rua do Itofenw,
    grande sortimento le caaafuse maiaicos, U&
    simples coo eacastoados, de diversos goatoa,
    bem como ama linda eallecrao de obiecfos de bel-
    las arte.' -
    ll I-...... i II |........ .........IL.....1
    Veudse muito baaw terrenos em Belem, em
    Bebertbe e na Torre, ttfdos perto ^fla estacio do
    caminho de Ferro e do banho : a tratar coro o9r,
    Joa>FaitoeatMvwma8lteHdo flosarto a. 23.
    Xarope (fagrfa 'do'Paiiq
    Antigoe conceiturio medicamento para
    curands mojesias (^os orlos resjsatorios,
    conao a.pbtysica, .Jwoncbiles, astbma, ote,,
    a,ppado ainda om pticos r^saaltados >m
    escorbuto.
    Vendle iiMbpfewmfloia'e drogeria doBar-
    tholomeu & C., ra Larga do Rosario n. 34.
    Vende>ae nm cabriott iaglez, de dual ro-
    das, com quatro assentos e um excellente cavailo
    para o meam; ver na cocUeira da ra da Ro-
    da e a tratar na raa Mrerra n. 10,
    BAZAR NACIONAL
    Rna da Imperatriz n. 72
    de Lourenco Pereira MendesGuipiairaes
    Declara ao respeilavel publico qae, tendo concluido o consc-rto que fez em sea e-
    labelecimento da roa da Imperatriz o. 72, declara qoe o sorlio de novas fazeedas pro-
    proprias para a festa do natal, os preces sao os mais baratos possiveis a saber:
    CORTES DE BftlM A' 16500.
    Vende se cortes de brtm para cal(a a
    I6500e250<0.
    LAASINHAS A' 120 RS.
    Vende-se ISasinhas para vestidos a 120
    NO, 360, 400 e 500 rs. o covado.
    OLINDEKSE A 800 KS.
    Vende-se ama nova fazejida de seda e
    linbo, por no'me olindense, propria para
    640 e 800 vestidos, a 800 rs. o covado.
    ALPACAS DE CORES A 440 RS
    Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra-
    das, para vestidos de senhora, i 440, 500,
    rs. o covado.
    BAPTISTaS A 500 RS.
    Vende-se nma Bova fazenla por nome
    baptislas, para vestidos, a 500 rs. o co-
    vado.
    . SOTARAS A C40 RS.
    Vende-se urna nova fazenda de 13 e seda
    por nome setarias, para vestidos de senho-
    ras e meninas, a 640 rs. o covado.
    PHANTASrA A 800 RS.
    Vende-se urna nova fazenda lisa, por neme
    phaniasia, para vestido, a 800 o covado.
    FusSo braneo a 3SO rs.
    Vende-se fusto branco e de cores, para
    vestidos, de senhora, a 320 e 400 rs. o co-
    vado.
    CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
    Vende-se chitas francezas escuras e cla-
    ras, a 240. 280, 320 e 360 rs. o covado.
    BRAMANTE A 16600.
    Vende-se bramante cora 40
    largara, proprio para lencoes,
    0 26200 o metro.
    Grosdeaaples preto a %.$0OO
    Vende-se grosdenaple preio a 26000,
    26500, 36500 e 56000 o covado.
    PANNO PRETO A 1*300.
    Vende-ce panno preto para calcas e pa
    litot, a 16500, 26500, 36C0O, 460OO e
    56000 o covado.
    MADAPOLAO A* 36C00.
    Vndese pecas de madapolSo a 36000,
    4650C, 56000, 66C00e 86000.
    CHAPEOS DE PALHA A 2*000.
    Veide-se chapeos de palba, de fel tro e
    de castor, para homens e meninos, a 6,
    26500, 36 e 46060.
    ALGODAO A' 46000,
    Vende-se pecas de algodio americano,
    4"00f, 5000 e 66000.
    BOTINAS PARA SENHORAS A 56000.
    Vende-se bolinas para senhora, a 5600O
    e 56500.
    C4MBRAIAS A 36000
    Vtnde-se pecas de cambraias lisas para
    vestidos, a 36000 46000 e 5G00.
    CAMISAS BLANCAS A 2000.
    Vende se remisas brancas a 26500 e 26.
    Ditas de linbo a 36, 36500. 4000 e
    56000.
    Patots de panno preto a 56000, 7 j(-.-.,
    e 86000. Palitois de casemira de cores, a
    46, 56000 e 86000.
    SAPATOS DE TRANCA A 16500.
    Vende-se sapatos de tranca e tapete, para
    bornees e senhoras, a 16500, 16800 e 6.
    ,!_., j. I Sapatos de casemira pretos a 26300, 30
    ' 365(0.
    CHALES A' 800 RS.
    Vende-se chales de Ha cem quadros e ul-
    tras, a 800 rs. e 16000, ditos de uerici
    estampados, a 26000, 36500, 46 e 56000.
    E outras mutas azendas qne ee vende
    sem reserva de preco, aa loja do barateiro
    Bazar Nacional.Rna da Imperatriz c.
    72.
    6600,
    Samuel Power Johns-
    ton & C.
    SRua do Apollo n. 38 e 40
    Fazem scienla aos seas fregnezes qae teem
    mudado o sea deposito de machinas a va-
    por, moendas e laxas da maito acreditada
    fabrica de Lowtfoor para mi do Apollo n.
    38 a 40, onde continuam a ter o mesmo sor-
    timento do costme.
    Faiem scieme tambem qae teem feito am
    arraujo com a fundicao geral, pelo qne po-
    dem offereeer-sa para assentar qoalqoer
    roacninismo e mesmo garant lo.
    fi
    I
    Os propietarios da tandjcao geral fa.em
    scientes aoa senbores de engenbo e mais
    pessoas, qne tetro establecido nma tund-
    cao de ferro e brouia a ra do Brum, jun-
    to a euacao dos bonds, onde aproolarao ':.y_;
    qualquer obra de encommenda ei-oi perfei- -^s; -
    (ao e promptido.
    Os mesmos rogam as pessoas que qaei-
    r?m utilisar se de seus servidos de deixa-
    rem as eDcommeudss um cesa dos Sra. Sa-
    muel Power JohcsioD k C a ra do Apol-
    lo o. 38 o 40, onde acharao pessoa habili-
    tada com quero possaro entenderse.
    Apparelho para fabricar assucar, do systema.
    WESTON CENTREFUGAL
    nicos agentes em Pernarohuco a fundi(o geral.
    Para tratar em seu eacriptorio a rna do Apollo n. 38 a 40.
    RA DO BRM N. 52
    (Passando o chafariz)
    Os proprietarios desta fundi<;o recoiuiiiendam-se aos Srs
    agricultores pela bea qualidade das obras que durau'e mais de.
    30 anuos, a casa Ihes tem fornecido.
    Foss,uem sempreum avultado deposito de machinismo e im-
    plementos em toda a variedade de tamanho, proprios para todos
    os mysteres da agricultura e preparo do asquear e algodao ; entre
    os quaes algumas novidadesnesla provincia, merecendo ser vistas.
    Vendem a prazo ou a dinheir com descont, a vontade
    do comprador.
    Pflltpllfl. Avisam ao publico qoe diversas encommendas dirigidas a esta
    vaULOlla* Casa,tem sido desviadas: pelo qae, rogam a exigencia da cot-
    ia impressa, para prova da procedencia do qoe se tes fornece.
    Outro sim, qce por ah audam especuladores (algons empreados em obras econcer-
    tos, etc.,) a iocolcar encommendas e compras de macb nismo: acautelan) aos Srs. de en-
    genbo costra os taes, lemhrando-lhes, pensem se sem interesss aquella, industria: o
    qnem paga as peitas recebidas pelos ditos incolcadores.
    COMMISSES
    Fazem encommenda a Tont? de do pedinte, mediante urna
    commisso, de qualquer machinismo ou obra, dando ao compra-
    dor a vantagem obtida por sua habilitaijo e costurae no negocio,
    tanto em respeito ao pre auxilio em montar e trabalh&r com o machinismo vindo.
    HERDEROS BOWMAN
    por AlbertB. Ghewy, Engenheiro.
    BIJA DO BRUM \. U
    PA^SAMDO O CHAFARIZ
    NOVIDADE
    Ao* senhores fumantes.
    CompJeto sorlemeoro de novos atufos para (unaBlea, alguna taras ne&ta mercado
    como seu o :
    Poalaira8de eipumaa verdadeic para caarotoa ecifama, da omito boiius furmas
    e diverros preeoa.
    Ponteiras eom mbar, cereja e espuma, para chantos e cigarros.
    Poateiras de mbar para charutos e cigarro*, e difldruates lamanbos, gostosa
    f:fFe(os. |
    Cachimbos Cachimbos de ma?-a imitago de escoma, de diversos tamanhos eprafes.
    Cntrfmtras de madeira de drfereotee formas, qua.idades e preoas, o Btabor qne se
    pode desejar este geo*ro.
    UrnaraDde variedado de balsas par foo, dediersasa]ulidadaa.
    Fumo para cachimbo e cigarros, arado :
    Jiivo caporal (imitar ao do fumo franeei).
    r>rt Bird Sarga f't rho de Pasgiro) Imitaco do fnroo rqgtat.
    Fiorao Brasil e oaiws ^nalidadao. \
    Este fumo vnde se por metade o prco o qv* varnido aatrangMni, a witUto
    V jOlerior, ponai Ue verificar. r ,
    ' Os prrees do fumo tero attimeoto da 5 a SO por Cnlo, conforme a qrjaatidade qae
    r "se comprar.
    *! a*riea avadar de cgarfos, raalarg* do Raaari) tt, 84, iMtffa nu /k Qirartel da
    Nieto.
    ~-^

    i
    a


    -IV
    8
    Diario de Pernambuco, Quinta feira 9 de Janeiro de. 1873.
    LITTERATURA.
    Colombo e os hah3tan.teK.ila Jamai-
    ca ou effeitos da ignorancia.
    (o hESP.xnhol.I
    N'egaram da Jamaica o* habitantes
    Genero* de quo muito
    Carec; Culonibo, no entretanto
    VM.', tfirt calculado
    Uai eclipse lunar malo liaba
    f Ido solftvr, Hit jme,
    A jusla puuicTu df eso** vdfc* ;
    Sim i'U isa?
    A sua luz a lu.i ha 4e negar-vos.
    Se vn. MtnV pro verdes
    Dos geoerus q;' tanto necussito.
    Voiiii''ou-eo eclipso,
    l-: a-uiadus ;.:)uellftjha!,umies
    l'aia logo acudirain
    (". >m p.iipueaMrorinflei olBciosUs
    Ah Quant )s vaos temores.
    Se acaso menos ignorante frase,
    O hornera avilara !
    1372.
    Prakcimo Cismontano.
    -
    Os dons viajantes.
    ( DO FRANCfZ, DK r LOMAN. )
    la Thomaz pe, para h ridado
    Co'o amigo Lubino ;
    E um saeco de dioieiro a<:hou na estrada,
    O qual embotara logo.
    Misto, mui satisfeito *Oh Que fortuna
    Pranos diz Lubino ;
    t.Para nos.... urna historia I eis que o atalha
    Thomaz, mui seccamente
    Para mi, isto sim.e mui diverso.
    Calou-se en'ao Lubino.
    Porffl, deixando o campo ambos se cnomlraiii
    Com os ladros, (|ue estavam
    Entre as mallas proploquas emboscados.
    riwiuaz, a viva d'ellos,
    Diz a tremer (nao sem WxSo) de susto :
    Nos c Nos !.....Engaada esuis, Lubino exclama,
    Ti, isto outra cousa.
    E, (al duendo, ei-lo que foge ; emqnanto
    Thomaz llea estafermo
    l'e juslo inedo, o vendo-se seguro
    Tii a a bolsa e a entrega.
    Quem na prosporidade nao se lerabra
    Senao de si, egosta,
    lili s amigo nao encontr.i (piando
    Cae na adversidade.
    1371
    Fiiasu.no Cismontano.
    O principe e o rouvlnol.
    i.k-mhme )
    lia passeianlo
    Coi sea meulor n'um bosque,
    De ludo quanto via se enfada va,
    Que esla a us:im;a doj grandes ;
    (uando eis que trina u o ronxinol saudosp.
    O principe descubre,
    F.umoso o acba,principe como era
    Prend-lo, angaiola-lo
    Logo desoja ; mas, rumor fa endo
    Para {togado, o espanta.
    Porque, poi, brada irado Sua Alteza.
    O passaro inais bello
    Conserva-se no bosque crino e sombro,
    Ao passo que smente
    De paides est eheio o mcu palacio ?
    fc' qu% o mentor responde,
    Os tolos por abi andam s duzias ;
    Ao passo que modesto
    O mrito se oeculta qnasi seinpre.
    Procurado preciso.
    1871
    KrANCI.NO CISMONTANO.
    ' INSTRUECO PL'DLILA.
    QFFICIO 1)0 MINISTRO KKASILE1K0 KM l'OR-
    Tl'l.Al.,
    Legago imperial do Brasil.Lisboa 12
    de outubro do 187-2. -Illm. e Exm. Sr.
    Em cumplimento das ordens de V. Exc. te-
    nho a honra de passar s suas inaOS o incluso
    trabalho sobre a nstruego secundaria em
    Portugal, ejecutado palo addido a esta lega-
    cao o Sr. Alvarenga Peixoto, afim de que
    V. Exc. o manda publicar se o achar digno
    disso.
    Digne-se V. Exc. aceitar os protestos do
    tieu profundo respci'.o e alta considera-
    do.
    Illm. e Km. Sr. conselhciro Maneel
    Francisco Correa.i/urdo de Japura.
    Instrueco fecundara em Portuyal.
    Depois do restabelecimento do rgimen
    constitucional, a instruego secundaria em
    Portugal, que lora at ento exelusivanieu-
    te classica, tomou urna nova direegao.
    Nao se pode nogrr, porquo a lgica dos
    fados ahiesto para confirmar, que ^todos
    os partidos polticos que se tem succedido no
    govemo deste famoso e gentillissimo paz,
    animados dos irais louvavets sentimentos |a
    prol do .desenvolvimento intellectual do po-
    vo, tem feito o que humanamente possi-
    vel para derramara luz benfica da instruc-
    $&o em todas as tatuadas da sociedade.
    Entretanto, as condiges da organisaco
    poltica e os interesses diversos, que dola
    dema'iam, tornam agora mais do que nun-
    ca indispens.ivel urna completa transforma-
    cao em todos os ramos do ensino publico.
    O obscuro alinhavador" destes phrases,
    com o pouco tempo de residencia que. tem
    em Lisboa, e sobre ludo com a falta de-co-
    nhecimentos e estudos especiaes da materia
    que est tratando, nio'pde apresentar nos-
    te seu trabalbo frUto oue bem saiba e se
    abengoe. Por isso^jlr buscar nos docu-
    mentos ofiiciaes da* secretaria do^ reino} o
    melhor e o maior trabalho : caro aasun
    executadas as ,ordeOs qufc recebeu do seu
    respeitatel o digno Chefe do legacao Sr. lia-
    ran de Japur.
    Fique, pois, bem entendido este trabalho,
    pelo qual se exigi a maior brevidade,
    concebido sem concentraco meditativa que
    fecunda e engrandece os assumptos com os
    miliares da reflexdo.
    Ha mais, que nao fra licito negar algu-
    mas horas de trabalho no atrazado edificio
    da nossa mstruocio publica, especialmente
    quan lo se est convencido do que por el-
    la e coin ella, gratuita, obrigatoria e secu-
    lar, que se ha de encontrar o equilibrio mo-
    ral que falta nossa poca, eque a philo-
    sophia e a poltica sao impotentes para
    construir.
    Compre, portanto, qeste periodo de
    transiro para melliores tempos, nao furtar-
    soalguem aos devores contrahidos para com
    os semelhantes, neganlo o dogma da frater-
    nida.de Iminaua. Tero cumprido a sua
    msso, aquellos que a-.ompanharcm o povo
    at as front.'iras da tena da promissao, em-
    bora os sous olhos nao talhaiB do ve-la.
    KiitriMins no assumpio; (pie nos oceupa,
    guiados por esclareeimentos, que logramos
    obter do pessois competentes, ten lo sempre
    vista os documentos ofiiciaes que procu-
    ramos na legislar') vigente.
    A creaco d lyceus nacionae as capi-
    teles dos disiiictos administrativos, foi nm
    po leroso auxilio para o desenvolvimento da
    instrucrao secundaria, porque alargando a
    arca do seu ensino, e intro Inzuido nello os
    elementos das scidneias physico-mathemati-
    cas, e historico-naturaes, das artes graphi-
    cas e das suas applicacoes ao coininercio,
    industria c agricultura, realizaram nm
    pensamento eminentemente civilisador e li-
    beral, como muito bem disse o alustrado
    marque/, do Avila e Bolama na enunciacfio
    de um projecto de reforma dos estudos
    quo tenho vista.
    De feito, os lycous nacionaes com as ulti-
    mas reformas por que tem passado consti-
    tuem um podorosissiino elemuto de educa-
    cao geral.
    K' aestts estabelecimentos que todas as
    carreas o todas as protisses vao buscar a
    instrueco litteraria, moral e scientiica.
    Al se preparam com reconhecido proveito
    os alumnos que so dedicam aos estudos su-
    periores para proseguirem nos cursos scieu-
    tilicos; e babilita-se a elasse nao menos
    importante, dos que se destinam a outros
    laboriosos misteres, que aprfeicoados'pela
    luz da sciencia, sao condico esseiw^ial de
    vida e prosporiilado das i6ocieilades moder-
    nas.
    Recoiiheceu-sc, porm, que mal podia
    este plano de estudos corresponder aos ver-
    dadeiros iins de sua instituioo no meio do
    goral atraso da instruego elementar, e na
    completa ausencia de escola do 2 grao ou
    medicas, onde os alumnos se iniciassem
    as primeiras nocoes dos conhecimentos
    litterarios c sciontificos que a instrueco se-
    cundaria, seguindo a ordem natural do
    dosenvolvimento das faculdades intellec-
    luaes, por 11 m aperfeicoar e completar, co-
    mo base essencial de urna solida educado
    e nao com o lim nico de um simples estu-
    do preparatorio para as divorsas carreiras
    na vida publica.
    Considerada a instruegao superior como
    titulo exclusivo para aspirar aos cargos
    do estado ; extraviada a mocidade escolar
    nos atalhos, onde, abreviado o tempo e a
    idadej possam mais' depressa entrar nos
    cursos superiores e obter os diplomas aca-
    dmicos i com estes intuitos a instruego se-
    cundaria comecou a ser estudada superfi-
    cialmente o o ensino particular surgi a par
    do ensino publico, inaugurando urna in-
    dustria que s tem produzido, salvas raris-
    simas excopces, urna instrueco completa,
    material e estril, prejudicando os bons es-
    tudos que constituem a verdadeira cultura
    do espirito.
    Fic.011 tambem provado, que esses incon-
    venientes subiam de ponto, quando os pro-
    fessoros pblicos, fazedo tainbein parte dos
    jurys de exames nos lycous nacionaes, se
    empregavam ao mesmo tempo no ensino
    particular. E' escusado dizer porque.
    Estes factos, devidamente .apreciados,
    revelaram o vicio capital deste systema de
    educaco publica, e a inevitavel decadencia
    de estudos qua, reducidos ajim simples en-
    sino preparatorio, nAo podem coiicofrer
    para a cufTura moral o intefloctual, nflinjle
    var o germen fecundo d civilisa<^0, di
    morigeraco e da veriadoa likerd do o corpo sociaLjcomo d|t anda o Ilustra-
    do marquez de A^ila.
    Para qco a instru?io secundaria correspon-
    da cabalmente ato elevado fnn, portan-1
    to, iniispensavel tornar til e real o seu en-
    sino, organirando-o sobre as largas1 e solidas
    bases da verdadeira educado, pela cultura
    geral'e harmnica de todas as faculdades
    nunanas. *
    Em Portugal, hojo,. a instruc'cfto litteratu-
    ria ministra-se a par do ensino profissioual;
    as sciencias e as suas applicacoes tem lugar
    proprio nesta elasse de estudos, e os lyccus
    nacionaes sao o centro dessa educaco geral
    to proveitosa aos individuos, como socie-
    dade.
    Assim, pois, considerando-se que a ins-
    trueco scientifica seria sampre defi-
    ciente sem a maior somma possivel
    de estudos litterarios, e procurando-sc
    satistazer a este duplcalo ftm, limitou-se o
    numero de lyeeus a* absolutamente iudis-
    pensavel, creando-se ao mesmo tempo as
    povoaces mais importantes, fra da sede
    daquelles estabelecemjntos, cursos onde so
    profossam algumas das disciplinas que en-
    tram no plano geral dos lyeeus.
    OrftBasddo o ensino secuudario nestes ter-
    mos, vio-se (pie era in hsp ;nsavel a,<*reaco
    de circuinscripces acadmicas, que fossem
    outros tantos centros de toda a administraco
    litteraria e scientifica dos estabelecimentos
    pblicos e livros.
    Natural e econmicamente considerado, a
    sede e o numero das circumseripeoos foi de-
    terminada, segundo as muitas-ediversas con-
    dico.'s a que necossario attender, e que
    por sua natureza sao variaveis. Lisboa,
    Porto o Coimbra, como centros do intruc-
    co especial e sui>erior, foram designados
    para sede das tres nicas circumscripcoes.
    Em Portugal a escassez da receita do es-
    tado redama a mxima parcimonia as des-
    pozas publicas, e dahi vem a desconsola-
    dora exiguidade que se nota nos. ordenadas
    dos professores pblicos, que a elasse me-
    nos retribuida polos cofres do erario, sendo
    certo que tambem a que mais importan-
    tes servidos presta ao paiz.
    Se me fosse permittido ueste lugar cha-
    mar a alinete dos poderes (Hiblicos para, a
    sorte daquelles quo servem o paiz, observa-
    ra que a verdadeira economa ter os em-
    pregidosidispensaveis, mas bons embrega-
    dos, condignamente estipendiado para ha-
    ver o direito de Ibes exigir e aproveitar as
    aptides.
    A ampia liberdade de ensino que a legisla-
    cao portuguesa autoriza, permute que o ov-
    sino particular, como cima ja se disse, es-
    taboleca um larga concurrencia com as es-
    colas do Estado.
    Para cortar os abusos que desse facto pos-
    sam provir, cumpre fazer urna boa esclha
    dos professores. que trn de conspor os jurys
    dos exames no* lyeeus, tornando rigorosas ai
    provas eseguro>ojulgamento dos candidatos,,
    dispensando os que se destinarem s escolas
    superiores a repeticao perante ellas dos exa-
    mes em que tivecem obtido approvacao nes-
    ses jurys.
    Fortalecida desta arte a autoridade moral
    e litteraria dos lyeeus nacionaes, a sua fre-
    queneja ha de ser mais numerosa.
    Nao sendo as condicoes e o fim da ins-
    trueco secundaria, iguaes s da instrueco
    primaria, nao pode tambem o seu ensino
    ser inteiramente grajuito. Os alumnos nao
    podem ticar dispensados das propinas de ma-
    tricula. A legislaQo i mpoe-lhes essa obri-
    ga^o pelo pagamento de urna quantia na
    abertura das matriculas fi de tmtra yigual
    quantia no enceeramento dellts," efti harmo-
    na com a largueza e niportauei*!os esta-
    dos que se professam nos lyeeus, quantias-
    estas extremamente diminutas em compara-
    go com as despezas que exige aos pais de
    familia o ensino particular.
    O govemo poftuguez, de aecrdo com o
    systema seguido, em quasi todas as nacoes
    mais adiantadas. neste ramo do servico pu-
    blico, interessa directamente os districtos e
    as diversas povoaces na sustentaco, e por
    consequencia naliscalisagodoensinosecun-
    dario.
    No Brasil, eomo est succedendo em Por-
    tugal, a iniciativa local auxiliada pelo Estado
    ha de operar urna proveitosa transformajcao
    que se traduzir em gosto pelas boa letras,
    e pelas uteis applicacoes. das sciencias.
    E' sobretudo necessario que no aperfoicoa-
    FOLHETIM
    niiMvnn.utora
    PELO
    VISCONDE PONSON D TERRAIL.
    PRIMEni PARTE
    cus tollo lo caradores negros
    Vil
    (ContinuagAo do n. 5).
    O baro, ao mesmo tempo que tiuha ta-
    pado os ouvidos, tinha instinctivamente fe-
    chado os olhos; quando os abri, vio o
    valle allumiado pelas tochas e pelos primei-
    ios arrebes da aulbra, inteiramente cober-
    to de caes, todos ajoujados, divididos em
    quatro matilhas e seguros por criados, com-
    pletamente vestidos de branco, como os ca-
    ladores o estavam de preto e os portadores
    de tochas, de vermelho.
    A primeira matilha compunha-se de cont
    e vinte caes da Finlandia, raiados de preto e
    ainarello, altos como jumentos, com a ca-
    bera quadrada, osdentes do comprimento
    de urna pollegada c os olhos sanguneos e
    ardeutes.
    Era a matilha do urso.
    A segunda, a do bfalo, tinha um nume-
    ro igual de caes do Cabo, to altos, bem que
    de menos corpo que os primeiros.
    A terceira, a do jayali, tinha sido recru-
    tada entre esses magnficos caes cris de
    Saintonge, urna das mais bellas ragas dos
    grandes caes do oeste.
    A quarta, emfim, que era a do gamo, era
    a mais bella e magestosa que se podia en-
    contrar. Compuhha-se de oitenta galgos
    inteiramente pretos e dessa bella especie
    bret, quasi perdida hoje, desses galgos al-
    tos como cavallos corsos, com a cabeca do
    comprimento de um palmo e meio, de unhas
    reviradas como as dos gatos e que os bardes
    da idade media empregavam para cagar os
    camponezes que, refugiados nos bosques,
    recusavam submetter-se aos impostos que
    ellos lhes laogavain.
    meato do ensino nos estabelacimontos de
    itijtrucgAo secundaria creados nos povoagoes
    somelbaoga dos Ijceus, nao se apague a
    fico caracteristica das localidaQ*es, a fin de
    facilitar quanto:j)03sved seja dilTuso dos
    mais uteis conhecimentos nos diversos ramo's
    da industria agrcola, fabril e commorcid.
    Em Portugal est adoptado o principio de
    qdo a organisaco completa do ensino secun-
    dario s pode realizar-se" successivamente,
    porque est subordinada s condicoes e con-
    veiiioaoias da instrueco nacin d, biin como
    os interesses econmicos de cada localida-
    V primeira vista parece um tal princi-
    pip incluir a idta de restriego no ensino que
    domino ti em outros tempos, quando a igno-
    rancia do povo era a m jlhor garanta da es-
    tabilidade dos governos; mis bem conside-
    rado, v-se que elle apenas consagra urna
    graduago no modi) de derrama a instruc-
    go, sompre na razo directa d densidado
    numrica o estado intellectual das popula-
    goos.
    Coin[iete aos regulamentos que desenvol-
    vam este plano de.ensino secundario, apro-
    pria-lo s condignos de organisago poltica
    e s necessidades econmicas do paiz.
    O ensino secundario em Portugal tem por
    lim a instrueco geral litteraria e scientifica,
    ea prolissional, comprehendendo as seguiu-
    tcs disciplinas.
    I.ingua portugueza.
    Liugua latina.
    I.ingua grega.
    Liugua franceza.
    I.ingua ingleza.
    Liugua alloma.
    Eloqucncia e littoratura.
    Philosophia racionad e moral, e principios
    de direito natural.
    Desenlio linear.
    Matlieiuatica elementar.
    Cosinographia q geograpnia.
    C/ltronologia e historia.
    Principios de physica e chimica, e intro-
    dcgAo historia natural.
    Agricultura e economa rural.
    Chimica applicada s artes.
    Principios de geometra descriptiva e de
    mecnica industrial."
    Desenlio de macnittAs.
    Elementos de economa politicae de admi-
    nistraco publica.
    Lscripturaro e no1 oes de direito natu-
    ral. ;
    llistorive geographia commercial e in-
    dustrial.
    Msica,
    Cyiniiastca.
    Calligraphia.
    Esto ensillo professado nos lyeeus nacio-
    naes, e, fra destes cstabrlecimentos> em
    Cursos de instrueco secundaria.
    as cajiitaes dos districtos tdmiistrativos
    que nao so> sede de lyceu nacional, ha
    sempre um curso de instruegao secundaria.
    As disciplinas que deveinser lidas em cada
    um destes estabelecimentos sao determina-
    das pelo governo segundo as condicoes e ne-
    cessidades locaes.
    Para adininistrago e inspecgo secundaria
    ha tres circum6cripces acadmicas, cujas
    sedes sao Lisboa, Coimbra o Porto.
    Em todos os' outros lyeeus nacionaes os
    reiteres e secretarios sao tambem Horneados
    ;pelo governo; os reitores exercem funeces-
    de inspeceo nos districtos administrativos
    que Ibes forens designados.
    Ha urna s elasse de professores, e sao no-
    meados pelo governo em concurso de provas
    publicas, dadas-perante o reitorda cirrums-
    cripeo acadmica a que pertencer a cadeira
    vaga.
    Ha una s elasse de alumnos nos lyeeus
    nacionaes.
    Os alumnosquenao frequentam os cur
    sos pblicos sao adinittidos aos exames pe-
    rante os competentes jurys nomeados annu-
    alm sntfi pelo governo, pagamk os propinas
    de matricula..
    O governo designa os serviros pblicos,
    para que habilitago necessaria, ou motivo
    de preferencia, a approvago as disciplinas
    que compoom.0 quadro dos lyeeus nacionaes,
    e dos cursos de instrueco secundaria ou das
    suas diversas-seegoes.
    Os districtos administrativos, sedes de ly-
    eeus nacionaes, concorrem obrigatoriamente
    com metade das despezas do. pessoal destes
    estabelecimentos ; e a outra metade paga
    pelo Estado* que tambem tem a seu cargo a
    acquisicao de livros e collecgoes sgientificas
    para o ensino.
    Ha outras disposices de carcter pura-
    mente loctd ou transitorioque nada importa
    consignar, aqui.
    Sao estas ai inforrnages que o abaixo
    assigiiado podo colligir dos documentos ofii-
    ciaes da secretaria do reino que consultou,
    cumpri ir mais urna vez que,
    pouco api semelliante trabalho, se
    alguma* cousa boa se encontrar no que fica
    ahi escripto, tirado dasWasfontesonde o
    seu espirito foi beber.
    Esta declaracao tanto mais necessaria,
    por isso que na legago imperial do Brasil
    nao falta quem iuelhormente se desempe-
    nhass!' de nina tarefa que nao de certo
    para as mos nexperi*ntes a quem foi ella
    impfata.
    Lisb >a,' 2i-de Setembro de 1872Luiz
    Antonio d". Alcarenya Silva Peixoto.
    VARIEDADE
    O cagador negro langou a trompa a tira-
    collo e os caes calaram-se de repente.
    O baro contemplava-os com admirago.
    Jfeu esplendido hospede disse elle
    ao cagador negro nao dotar a sua filh
    com alguns destes soberbos animaes?
    Com todos, se assim o desejar, baro.1
    Palavra de honraexclamou o Sr. de
    Nossacque me contentara com semelhante
    dote. O rei de Franca dar-me-hia com cer-
    teza por elles cinco ou seis das suas provin-
    cias.
    A' caga, baro, caga eis o da que
    desponta. E eu nao quero ver o sol.
    Porque,?
    Porque estamos em desntelligencia.
    Mas j que caga todos os das...
    As monas florestas sao muito som-
    bras para quo elle l penetre. A" caga!
    baro continuou elle tem um mo ca-
    vallo, npeie-se, aqui tem outro.
    O baro levantou os olhos e vio uin mag-
    nifico cavallo branco como a nev, ricamen-
    te ajaezado e seguro mo por um dos cria-
    dos do cagador.
    O baro nao se fez repetir o convite e sal-
    tou d'uma sella para a outra sem tocar no
    chao.
    Pareceu-lhe immediatamente que urna
    forga desconhecida e sem igual o pregava ao
    seu novo cavallo e que o estribo como se
    fosse de mola, lhe apertava o p.
    Era illuso ou realidade?
    A msica comecou de novo, essa musita
    colossal que se assemelhava a um tremor de
    tena, os caes foram soltos e mettidos flo-
    resta, os cavalleiros correram atraz delle
    ento o baro sentio-se accommettido pela
    vertigem, estremeceu mais urna vez, sentin-
    do-se arrebatado por um cavallo que pare-
    ca, to furiosa e rpida era a sua corrida,
    nao tocar na trra, e vendo galopar a seu
    lado, o cagador negro e os seus quatro fi-
    lhos, conversando na sua linguagem desco-
    nhecida.
    O cagador negro tinhajfallado verdade, as
    suas florestas eram sombras, e o clarAo a.v|r-
    melhado das tochas que corriam em todos
    os sentidos, atravtdas arvpres, como urna
    dansa infernal composta de fogos fatuos e de
    Iphantasmas, s imperfjiiwuente b&stava
    para allumiar as suas tenebrosas, profundi-
    dades.
    Os caes corriam furiosamente e pareciam
    ter apenas urna voz, to igual era o signal
    quedavam; de tempos a tempos via-os o
    baro desapparecer ao longo seguidos por
    cavalleiros vestidos de vermelhos de tocha
    em punbo maneira de mosquete, e aper-
    tando de muito perto um urso gigantesco
    que se valtava por vezes, misturando um
    grunhido terrivel e surdo sua horripilante
    figura.
    Ao mesmo tempo os cinco cagadores, com
    a trompa na bocea, tocavam a formidavel
    msica, depois o barulho das trompas dos
    cagadores unidos aos latidos da matilha, tor-
    nou-se tal que em breve aturdi o Sr. de
    Nossac, que julgou soffrer um longo e pe-
    noso su lili i.i.
    O baro assistio morte do urso e do ga-
    mo, sem ter rauita consciencia do que via...
    E, quando emfim, depois de dei horas
    dessa correra infernal, vio de repente apa-
    garem-se as todias e desapparecerem como
    sombras os cavalleiros vermelhos que as le-
    vavam, e succeder sombra abobada de
    folhagem, sob a qual corra desde pela ma-
    nila, a abobada celeste, estrellada e allurtda-
    da em cheio pelos raios da la, julgou sahir
    de um affllotivo pesadelo e ter dormido um
    seculo.
    Tinha passado de urna noite para a outra
    sem ver o dia que as separava.
    Ao longe, sobra um rochedo escarpado
    que dominava urna torrente, via-se urna
    massa gigantesca e sombra, na qual appa-
    recia de longo em longe um ponto lumi-
    noso.
    Eis all o raeu castaliodisse o caga-
    dor negroest Iluminado, e l somos es-
    perados.
    VIII
    O baro seguio com os olhos a direcgo,
    que a mo do cagador negro indcava, vio e
    examinou rapidsilente o castello, e, depois,
    voltou-se.
    Caes, criados, portadores de tochas, tudo
    tinha desapparecido!
    A seu lado galopavam os quatro filhe do
    cagador.
    Este ultimo, cajapmaa. diante delle*.
    A VACCINA.A varila era completamen-
    te desconhecida dos gregos e dos romanos.
    Diz-se que fra no anno-de 622 da nossa era
    que um medico arabo, chamado Haroun, u-
    ilcou pola primeira vez a varila, dando-lhe
    O noine de iljidri; mas s no seculo X que
    esta molestia foi descripta anda incompleta-
    mente polo Dr. Ithazs. Parece que a vari-
    la tevo origem na Asia, e fra importada le-
    los serraeenos, primeiro para a frica, e de-
    pois para o meio dia da Europa.
    Ento este llagedlo espalhou-se por todo o
    mundo. Como nao ha oxemplos bem cla-
    ros de desonvolviiirmtos espontaneo da va-
    rila, ou de que ella se propague sempre por
    contagio, existo anda completa ignorancia
    sobre as causas que puderam determinar a
    apparico de semelhaite doenga. Soja po-
    rm coiAo fr, corto que ella se desenvol-
    ve em todos os climas, o sobre todas as ragas
    humanas, catlecta indifferentemenle os in-
    dividuos de qualquer idade, sexo e condi-
    gno. Cominuuica-se por contacto immedia-
    to ou mediato. O carcter contagioso come-
    c.a com a .separaran das pstulas, e persiste
    at queda das bstelas.
    A varila sempre doeng grave. Antes
    da adatiravel doscoberta do De. Jonuer, cal-
    cula-se que s ella arrebatava a decima quar-
    ta parte da especie humana. Hoje mesmo,
    as estatisticas dizem que faz perecer de seis
    a oito pactes dos individuos atacados-; e quan-
    do reina epidmicamente a mortaldade pode
    elevar-se quarta, e at torea parto.
    Diversas circumstancias intluem- tambem
    na gravidade da doenga. As creangas e os
    adolescentes sao mais fai;ilmente asacados de
    (jue os adultos- e os velhos; excejHuam-se
    cointudo as creancat de peito. as mulhe-
    res o estado de gravidez deve ser considera-
    do como circunstancia muito aggravante.
    Em geral, a varila como as outras fe-
    bres eruptivas, s ataca urna vez no* curso
    da vida ; comtudo os casos de reincideucia
    nao sao raros ; mas- ento quasi sempre se
    aprsente com o carcter benigno.
    O tratamento da varila divide-se eraipro-
    phylatico e em curativo* O primeiro consis-
    te como- sabido na wwcularao.
    Este fofamente praticado desde tempo
    immerial na frica e na Asia, foi introduci-
    do em Consfantinopla em 1673, e levado.de
    l para Inglaterra por lady Montagu envl713.
    A inoculago nao tardoudepoisem espalluu-
    se por toda a Europa ; mas s no auno de
    176i foi autorisadaemFranga.
    A inoculago, sendoverdadeiro beneficio
    para as populages que a varila dessiniina-
    :\-a, tinha comtudo^caliido em desuso, quan-
    !do Jenner fez conhecer a sua immortal des-
    coberta da.vaccina.
    Ainda que a vaccnaj tivesse sdoprati-
    cada, havia seculos, pelos mdicos hondous,
    en'uma tribu nmada da Persia, bem, como
    entre os habitantes da cordilheira dos Andes.:
    comquanto, finalmente,, os camponezes- de
    Franca observassom (jue os individuos que
    ordenavam: as vaccas- atacadas da doenga a
    que elles chamavam picote (bexigas) ficavam
    anortados da erupgo, mas, em compensa-
    gao achavam-se isenVos da varila :. nao se+
    poile recusar ao medico inglez. Eduardo
    Jenner a honra de ter sido o primeiro a de-
    monstrar scientificamente a virtude preser-
    vadora davaccna, e a popularsai to admi-
    navel descoberta. Foi em 1798, depois de
    doze ou treze annos de assiduas investigag-
    |es, que publicou os primeiros trabalhos que
    immortalisaiam o seu.nome ; e lhe designa-
    ,vam logar eminente-entre os bemfeitores da
    diumamdade.
    E' goralmewte sabido como hoje so plati-
    ca a vaccina, quer- tirada directamente do
    ubre das vaccas, qjuer de braco.a brago*.
    Alguns observadores julgaram notar que a
    iaciddade preservadora do virus vaccnico ia
    enfraquecendo em consequencia das sua nu-
    merosas transmisses, depois que a vaccina
    se tomou de pratica vulgar. As experien-
    cias feitas por Magendie e Fiard provaram
    que essa degenerago era real. Julga-se, pcis,
    veitoso, 4al como Jenner o havia j acn- -
    ado desde b fim do ultimo seculo, reno-
    var a vaccina, as mais das Yezes que for pos:
    sivel recebwdo-a das vaccas.
    A maior parte dos individuos assim vacci-
    nados acham-sc definitivamente ao abrigo
    de um ataque de varila ; comtudo encon -
    tram-sc algumas excepgoes ; do que se con-
    cluio que a vaccina s tem virtude preserva-
    dora temporaria, e que c necessrrio no fim
    de certo tempo proceder revaccinago.
    Este systema tende a geiieralisar-se por
    toda a parte ; c pode-seiofocar em seu fa-
    vor que muitas epidemias de carila, atacan-
    do os vaccionados, cessnram iqientinament>-
    logo que tem sido submettidos a revaccinago
    os individuos expostos ao contagio.
    Cr-sc geral mente que prudente recorrer
    revaccinago no caso de epidemia entre o
    oitavo e nono auno, e passado esse tempo a
    partir do dcimo quarto at ao trigsimo
    quinto auno. Todava, como eflectivamen-
    te a revaccinago nao ofterece outra circums-
    tancia seno a de" ser til, necessario,
    quando se recea o contagio, submetter ao
    preservativo att'r as pessoas idosas. Termi-
    naremos dizendo que c opinio dos mdicos
    que quasi todas as pessoas vaccinadas qtw
    sotrem com a influencia de virus varilico1,
    apenas sao atacadas e no caso em que haja .
    varila legitima, a erupgo apresenta-se sem-
    [>re mui discreta.
    v
    MARINHA HESPANH01A. Segundo
    urna lei que acaba de ser sanecionada pelo
    governo hespanhol, as forgas navaes de Hes-
    panba para o prximo aiwvoseroas seguin-
    tes-.
    Navios encouragadosl'ma fragata de 2.'5
    canhoes e da forga de 1 .OOO1 cavallos. Urna
    fragata de 6 caidies e 500 .cavallo.
    Navios- a hlice.Urna fragata do 48 ca-
    nhoes e 800 cavallos. Oulra de 32 eanhes
    e 600 cavallos. Outra de 48 eahes e 600
    cavadlos. Outra de 41 canhoes-e 600 caval-
    los. Outra de 38 canhoes e 600 eafallos.
    lima corveta de 2 canhoes e 200 cavallos.
    Outra de 5 canhoes e 180 cavaflos. tinco
    escunas de 2 pegas e 80 cavallos-, uas eu -
    tras de- 2- canhoes- e 80 cavallosv
    Navios- de rodas;Dous va pores- de 16 ea -
    nhoes o 500' cavaBos. Dous vapores de <>
    canhoes e ?|60 caballos. Tres* vapores de2
    canhoes e 200-cavallos. Um vapor de 2
    canhoes 1'50>cavados. Tres vapores-de2
    canhoes e 120: cavallos.
    Navios-escolas :lima fragata a hece,
    escola naval lluctuanto; Urna corveta de Vela,
    escola, de aprendizes marinlieiros. Tres na-
    vios de vloom o mesmo destino.
    Transportes : Uro- vapor da forga> de 00
    cavallos. Em:mixto de-600 toneladas. Alm
    destas ha ver mais asseguintes embarca-
    ges : Urna lancha a vapor. Una falucho
    de segunda elasse. Setenta escalaecsj seis
    lanchas a remos e um ponto armado.. A
    forga naval para tripular estas embarcace*
    ser de 5,800 marinheiros e de 3,498 solda--
    dos de infantaruRde marinha.
    Resumindo : a marinhade guerra-de Hes-
    panha compor-se-ha de 2: fragatas oncoura^-
    gadas, 6 fragatas a hlice, 2-corvetatambem
    a hlice, 7 escunas, dem,. 12 vapores de ro-
    das, 1 corvcta.de vela e 4 navios tambem-de
    vela.
    Que esa feito desse estranho acompauha-
    mento, desse conjuncto sem nome de caes,
    de cavallos e homens ?
    Essa solido sbita, osse silencio instant-
    neo, succedendo, em. alguns segundos, ao
    ruido e tumulto que o rodeavam pouco an-
    tes, ajabaram de fazer, recuperar ao baro
    todo o seu sangue trio,
    Com a breca!-pensou elle estou
    bem. decididamente mettido com o diabo,
    nao o posso j duvidar; 0 quo se passaem
    torno de mim uais do que sobrenatural,
    Os cavallos, apezar das suas dez horas de
    xleeple chave, nao pareciam, de maneira al-
    guraa, fatigados, e galopavam sempre com
    phantastica rapidez.
    0 espago de urna legua que separava o
    castello da orla da floresta foi transposto por
    elles em dezoito minutos, pouco mais ou
    menos, e breve passaram beira da torrente
    que corroa e polia o rochedo, sobre o qual
    elle estar altivamente levantado.
    Essa torrente era larga e profunda, e cor-
    ra com lgubre e sinistro barulho.
    0 baro nao avisten, a principio, ponte
    alguma sobre ella ; mas, com mais attengo
    vio afinal o tronco de um pnheiro langado
    atravz, unindo as duas margens, pela sua
    estreta superficie.
    Temos de passar por all ?perguntou
    elle, com certo receio, porque a agua magia,
    duas toeaas abaixo, coin'um barulho surdo,
    que gelaria do medo os mais atrevidos.
    De certo !respondeu o cagador ne-
    rgo, esporeando vigorosamente o seu ca-
    avllo, que passou a trote largo pela estreita
    ponte.
    Depois do pai, passaram os quatro filhos.
    0 baro nao hesitou mais, esporeou o seu
    cavallo que passou tambem sem escorregar
    p or cim do abysrao.
    Ento, o cagador negro, depois de todos
    cinco|erem chegado outra margem, vol-
    tou-sje sem se apear, inclinou-se at ao
    choyjbomo esses cavalleiros do circo, que,
    a galope liHa pararem, levantam um pao da
    areft,-1|Pw)u-se com urna mo ao sellim,
    agarrou com a outra na extremidade do
    tronco do pinheiro, levantou-o, apezar do
    1 seu enorme peso, e atirou-o ao abvsmo, oa-
    MANIA DF: CALCUL.UI-.Conta urna fo-
    ia parisienso, que um erudito medico de
    l'aris, pratica to hbil como amador de es-
    tadstica, acaba de apresentar urna memoria
    academia das sciencias, na qual trata da
    physiologia medica, e- enumera alguns
    factos, a que o dito peridico chama, curio-
    sos.
    Segundos clculos- do citada doutor,
    um homenaquando 6hega. ;1 idade de cin-
    coenta annos tem consumido os dias, dando
    cada acto da vida um lapso da tempc>-
    igual a determinado numero de dias ; o
    que se expressa pela seguinte forma.
    A dormir. 6,000 dias; a trabalhar 6,000,
    andar 89-; a comer 1,500; a. divertir*se
    4,000 ; etem estado.doente 500.
    Nao teri absorvido menos de 70,000 l-t-
    bras de pao ; 20%099 libras de carne ;
    5,000 libras de legumes; bebido 32,000
    litros de- diversos Lquidos ; pora conter. o>
    quaes seria necessario urna leja- de 300) ps
    de superficie por 3=de profundidade.
    Isto sao segundo diz o mesmo dbulor,
    os algarismos medios.
    r
    ~~s
    y
    A.
    t
    de foi descrever um moliitte assustador, e
    engolfar-se com um barulho estridente.
    Eis-nos em nossa casadisse tranquil-
    lamente o cagador negro.
    O baro adinirou, tremendo, essa forga
    herclea ; depois olhou para a sua frente.
    Eslava n'uana especie de terrago, de dous
    metros do largura, pouco mais ou menos, ao
    p de um rochedo a pique, que supportava
    a massa imponente do castello- <
    A nao ser que os cavallos do inferno
    tenham azaspensou o Sr. do Nossaca as-
    cengo ser diflicil.
    Mas. o cagador negro tomou de novo a
    frente do cortejo,, deu dez passos esquerda
    e achou-se eutrada de urna especie de es-
    cada de degros estreitos, quasi perpendicu-
    lares, que um homem a p s teria subido,
    persignando-se por muitas vezes com de-
    vogo.
    Comtudo, o cavallo do filho do diabo
    pousou resolutamente as patas dianteiras so-
    bre o primeiro degro, depois sobre o se-
    gundo, e comegou a subir com passo rpido,
    arrancando rocha pulida myriades de fais-
    cas, sem nunca escorregar, e como se gan-
    das de ferro lhe tivessera de repente cresci-
    do as ferraduras/
    Bom 1pensou o baro, quo comega-
    va a familiarisar-se com essa successo de
    prodigiosparece que o meu hospede tira
    os seus cavallos das cavallarigas de seu pai.
    S o inferno pode produzir semelhantes ani-
    maes.
    E, dessa vez, em lugar de techar o cortejo,
    passou adianto dos quatro filhos do eagador
    negro e caminhou atraz delle, para o pri-
    meiro degro da ingreme escada.
    0 cavallo subi sem hesitago alguma.
    Est habituado a istodisse coinsigo
    o Sr. de Nossac.
    A escada tiuha duzeutos e noventa e seto
    degros. Os cavallos subiram em dez mi-
    nutos, e em breve o baro e seus hospedes
    se acharam n'uma segunda plataforma, da
    qual surgiam os muros do castello.
    Era um edificio gothico, com fossos pro-
    fundos, talhados na rocha viva, terreces al-
    tos e ponteagudos, esbeltos campanarios,
    ameias solidas e fiuas, setteiras negras e pe-
    sadas, telaados cberlos de musgo esposso,

    formidavis griiapas, pesadas janellas-e por-
    tas cujas dobradigas ferrugeutas gemiam sol-
    as brutees caricias do vento nocturno,, eseu-
    do gravado sobre a enfraila da porta pruici-
    pal e subterrneos do comprimento de urna
    legua, cavados atravz da rocha, e quo cor
    respondan misteriosamente coro, as fores-
    tas e planicies dos arredores.
    0 baro, que se vahgloriava doser conhe-
    cedor em archeologie, exaiuinou attenta-
    mente o castello e achou-o soffrivelmente
    puro estylo, excepgo, todava, de alguns
    anachronismos ligeiros que desappareciain
    muito bem, no todo. Depois, como era
    igualmente versado na nobre sciencia do
    braz&o, dirigi os olhos para o escudo, que-
    os raios da la allumiavam em cheio.
    0 escudo era extraordinario.
    Palavra do honra 1exclamou o S;,
    de Nossac alegrementeque bem desejav?
    saber a que brazo pertencem estas armas '
    dous bodes por tenentes, um toreado e una
    tigo era aspa, em campo de contra-herme-
    nia, isto de lagrimas brancas em fundo
    negro; e sobre tudo isto urna cora do baro
    semeada de perolas reaes.
    Estas armasrespondeu o cagador ne-
    groso_as de meu pai, Satanaz; esquarte-
    ladas com a cora de baro do castellao, mou
    sogro, do qual fui herdeiro.
    0 baro dirigi de novo a vista para o
    castello. Numerosas luzes brilhavam por
    traz dos vidros de cor das ianellas ogivaos.
    Sombras opacas, ou sera^diaphanas passa-
    vam e repassavam, rpidas, por traz das vi-
    dragas.
    Mas, nenhum barulho, nenhum spro.
    nenhuma palavra lhe dan vida e movimen-
    to, no interior.
    0 castello esteva silencioso como um t-
    mulo.
    0 cagador negro parou diante da ponte
    levadiga, que estava levantada, embocou a
    trompa e rou della tres sons, usados na
    idade media, entre os cavalleiros errantes
    que pediam hospitalidad a hora avancad
    da noite. .
    /Confinuar--Aa/'.
    t DO WAIU l\l'A DUQUE "DE U\juAs

    .

    (
    ,1
    J


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