Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12804


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Full Text
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I II
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Ma
AMO XL1X. NUMERO 4
u
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE Vio SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados v............ 6?W)00
Por seis ditos dem.................. 123*000
Por um anno dem.................* 2i?*000
ada numero avulso.................. 320
TERCA FEIBA 7 0E JAMIltO DE 1875.
PARA DESTHO E I OH 1 VA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados.................
Por seis ditos idera. ,................
Por nove ditos idem..................
Por um anno idem. ............ .....


6J9750
I3JP500
20*250
27?000
DE PERM
PROPfflEMDfc DE MrlOEL FIGUEIROA DE FARI & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Gonralves & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antoiio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Nata!; Jos Justino
Pereira d'AImeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, er Santo Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa.em Alagas; Alves & C, na Bahia; e Leite, Cerquinho & C. no Rio ;de Janeiro.
PARTE OFTICIAL
Ciuveruo du provincia.
J".-n> IIIS D\ PRESIDENCIA DE .1 DE JAN'EIIW DE
173.
Vuionin Samuel Pereira Grafes. Fiea expedi-
1. t conveniente ordom aos agenlej da eompa-
c....i da navegaeo brasilea no sentido que re-
quer u supplieante.
!).- l.ailhacar & G.-A lei n. 590 de 9 do mao
de 1861 s concede iseneao do imposto de 20 0/0
u>- istahclcrimentos rommereiaes cajos caixeiros
fortn toilos brasileiros, sendo estrangeiro o guar-
na livros do.s supplentcs nao podem gozar desse
indulto, epjr isso julgo improcedente o presente
r curso.
Francisco de Miranda Leal Srvc.-Como roque r.
ido este aprsenla lo ao gerente da companhia
l'cinarabueana, para os lins convenientes.
Gaspar Fragoso de Albuquerque.I'asse porta-
ra ua frina requerida.
Joao llypolitn de Meira Lima. D-se.
U inestno.dem
Ufores Joaquim Alves das Neves. -Deferido com
)ii'iu d.-sta data, a thesouraria di? fazenda.
Joaquim Agripino Furtado de Meadonca For-
n-'.a-se.
mesmo.dem.
Capitao Manoel Aceioli de Moura Gondim.Co-
ii. reqner, sendo este aprosentado ao gerente da
eoiiipannia Pernambucana para os lias convenien-
-.
Manoel Ferreira do Xascimento.Allegue o sup-
plieante quoes as sencoes lgaos, que Ibe assistem,
Manoel Jos Correia.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda
Aif-res Manoel Simplicio Concia Leal. Nao tem
lagar o que reqner.
Simplicio da Cruz Ribeiro. -Informe o Sr. dree-
.i. geral interino da instruccao publica, deferindo
logo a pretenco do supplieante, como for de jus-
Tica.
Tenente-ciironel Sebastian Jos Basilio Pyrrbo.
F rneea-se.
i. mesmo.dem
U mesmo.dem
Vlfcres Tiburcio Joaquim de Andrade. -Forne-
.; i-e.
0 mesmo.dem.
Vicente Alves Machado.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Vicente da Silva. Informe o Sr. coronel com-
maudante das anuas interino.
i iv'aria da presidencia de Pernambuc >, i de
i i: -iro de 1873.
O porteiro,
Silviiio A. Rmlrjueit.
<- i\ ira Iu Bipalo.
I'ilacioda Soledade 5, de Janeiro de 187.1.Rvm.
-> Pelo nillcio de V. Rvma.com data de i do cor-
I .- venios com gruid" pezar nosso ipie algnns
lobros da irmandade de Nossa Senhora da Sole-
ilil'' desta capital, que teem a desdita deserfilia-
i i- a macollara, despeito de' caridosas instan-
c i-, nao quizeram de modo algum abjurar ; e
n ibi.i irmandade est resolvida a expulsa-Ios
le o gremio como devora.
r.-steiiiunhauos com dor e pasmo, deploramos
profundamente tao flagrante dosoliedoneia s leis
1i Muta Igreja, mxime sendo ella perpetrada por
no: 'ii-! que >e dizem sens llllios submissos e que
a- ran aos foros e as regabas de catholicos.
'iitiinos em extremo que essas pobres ovelhas
in-smalhadas se mostrem suidas s paternaea ad-
o e-lacTies do sen humilde pastor, igne-se o
ii-ii -as eternas misericordias de ;piedar-sc delles!
\ntes de applicar-mos as pena* para casos taes
minadas pelos Sagrados Caones, tente V.Rvma.
> ultimo esforc, envide todos o reclusos da ca-
ri I ide e empregue todos os meios ao sen alcance
. r i coiidiizir esses nossos lilhos e irinaos extra-
ados aos bracos amorosos da Santa Madre [groja.
Se por infelicidadc continuare n a rocalcitar e
i lanecerem em sua peccaminosa obstinacao,
i rmnprr as presenpees dos Sagrados Ca-
ri i.:--. Kinconseipieiicia, ainanbdirija-seV.Rviiia.
i capella da irmandade suprauencionada, e de*
! ir interdictas pela autoridade diocesana tanto a
iri mdade i.....toa sua capella. () pie far V.Rvma.
'ira todos os clrigos da sua freguezia, alini
de que evitem a pena do suspensao, de irregulari-
ide e as demais fulminadas pelos caones contra
u que viulaiu o interdicto.
Deus guarde a V. Itvma. -j- Fn. Vital, bispo
di icesaio.lili ti. e Rvm. Sr. padre Tlieuiistocies
'\ io Pereira dos Santos, vigario da freguezia do
Bf i-Vista.
SENTEM,:\ DK INTERDICTO.
D. b'rei Vital Mara Gonralves le Oliveira, por
.ic de Deus e da Santa S Apostlica, bispo
da dioeese de Otinda.
Recusando a irmandade de Nossa Senhora da
>dade desla capital, pesar de nossas paternaes
iJ. oestacjdes, expulsar de seu gremio alguns
a labros que nao querein de nioilo algum abjurar
s maeonaria, sociedade ja muitas vezes condera-
0a i i pela igreja de Jess Christo, Nos,, legitimo
pastor tiesta dioeese, em cuuiprimento de nosso
-i; ado dever e em virtude da nossa autoridade
ipaljaneainos pena de interdicto sobre a men-
: ola irmandade e asna capella ; e declaramos
formalmente que dita pena sii deisar de ter vigor
co a retratacao ou eliminaeao daqnelles irmaos
que por infelii-idade sao libados a maeonaria.
i> ida em o nosso palacio episcopal 'da Soledade
ios ; de Janeiro de 1871.
f Fkhi Vital, bi < i o diocesano.
i 'omninmlo ila. irnins,
i \ I rEL DO COMMASDO DAS ARMAS DE PER-
NAMBCC0, i DE JANEIRO DE 1873.
Ordem do din n. 086.
< coronel commandante das armas inte-
rino, em cumplimento < onlem da presi-
I icia, cornmuiiicada em nflicio de 2 deste
;: ', mandou liontem addir ao 9 batalho
I infaiitaria, para nelle fazer o servioo que
the competir, o Sr. capito honorario do
. "rcito Manoel de Carvalho Paes de Andra-
i Gouvim.
AssignadoJos Maria Ildefonso Jaco-
in" da Veiga Pessoa e Mello.
ConformeJos lyiuicio llibeiro Roma,
lente ajudante do ordens interino encarre^
gado do detalhe.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Retrospecto piilitioo do anno
de 1999.
REC1EE, 1." DE JANEIRO DE 1873.
. FRANQA.
Encerrada a sessao da assemblca, a vida politi-
.. i efiervescencia das paix5es partidarias serena-
ram inmensamente, fazendo-se penas sentir as
pugnas jornabsticas, e nos dlsc rsos que alguns
doputados. recitavam perante os seus eleltores.
Houve quem suppuesse que, imitacio do que
< I ra no anno anterior, transfers*; lia o seu
dominio para o seio dos conselhos geraes de de-
partamento, abortos logo depois do eneerramento
dos trabalbos legislativos. lito, porm, felizmente
nao se deu, e os conselhos genes, com raras ex-
cepcoes, inspirados nos seus deveres, liinitaram-se
tratar dos interesses locaes, sujeitos ao seu exa-
me e direeeao, preenchendo assim os preceitos
n sua rreacao.
Em alguns, (e aqui est a exeepeao), onde os ra-
dicaes dominavan pelo numero,* quizeram elles
oceupar-se e eUectivamente o*euparam-se de po-
litica; nos domis todo se passou regular e conve-
nientemente, reinando o melhor espirito, e o me-
nor desojo de seren litis aos seus respectivos de-
parlamciitos, qoe> todos se acharain beneficiados
na altura das suas circumstaiieias respectivas,
quando os conselhos encerraran! os sens traba-
lbos.
Entretanto aproximou-ae o dia i de setembro,
celebre anniversario ila queda do imperio, e, con-
tra e interesse do paiz, anda sulcado pelo im; ini-
migo. e anda s voltas com a desorganisacao,
transpareciam alguns desojes de festejar esse ac'on-
teeimento, cuno fura festejada anteriormente a to-
mada da llastlha e a lgubre noite de S. Rartho-
loineu, de tao dolorosas ree.irdacoes.
O governo, porm, prevno 'em grande parte
esses projectos. ja prohbindo qualquer demonstra-
cao ollicial, j aconseliando a abstenrao das ex-
tra-olficiaes, como um prudente alvitre contra o
ridculo e contra a ornea, que nao obstante nao
pouparam os fautores de algunas demonstracoes de
regosijo por esse cruel anniversario, assim como
nao iain puiipando a entrevista projectada e depois
realisada dos soberanos da Alleinauha, da Russia
e da Austria, em Rerlim.
A Europa, farta j dessas entrevistas, das quaes
em geral nada resulta em seu beneficio, nenhuma
importancia quera nem devia dar esse acontec-
ment, visto como ella sabia de aniemao que,
quando os principes se eneontram, conversam so-
bre o que Ibes interessa e podo aproxma-los uns
dos outros, de preferencia tratar daquiilo que os
lido dividir s distanciar, o quo separam-se depois
entre protestos de amisade, que duram s vezes
bem pouco, e nao raro o tempo apenas que medeia
entre nina entrevista em Gasteiu e um encontr
em Sadowa.
Nao obstante o espectculo, tnha algum interes-
se particular e especial, una vez que elle se da va
as circumstancias excepcionaes em que se acha-
va a Europa, depois dos acontecimentos prodigio-
sos que aterraram o mappa gedgraphco-politico do
contiiii-nte.
Declnou-sc que o fun que teve em vista o Sr.
de Risniarck, preparando e realisando essa entre-
vista, foi enllocar a obra das conqistas alleinaes
sol a sancio collectva da Europa, representada
pelos dois principes inais poderosos ; foi o desejo
de ver consagrado tildo oque elle fez; foi o anhe-
lo de garantir Allunianha urna sluacao, da qual
ella tirava roda a sua preponderancia. Quanto
Russia e Austria dizia-sc serem mais modestos
os seus papis na conferencia, limitando-se estes,
por um bulo, demonstrarem una aproximacao
amistosa dos dois imperadores, e por outro a por
era evidencia, a satisfacao do seu mutuo desvane-
eimento por se nao verificar na Allemanha tao gi-
gantescos trabalhos sem a sua interferencia.
to que se occupariain, do qne se oceuparam ef-
fcctivaniente os tres soberanos nmguem jamis
soube ao certo. Varias, e at extravagantes, fo-
ram.as hypiitheses figuradas, as intcmjoes empres-
tadas, os designios atlrbuidos aos tres principes.
Em algims envolvia-se a Franca, os seus proparos
de entao, c os seus projectos futuros, sem mesmo
cogitar-se das suas circumstancias, dos seus meios
difllculdadcs, e da sua poltica de paz e de re-
conslnccao interna.
Entretanto, por seu lado, a Franca nenhuma im-1
portaucia deu essa entrevista; e, nao obstante
parecer-lhe que nella se devia tratar e elTectiva-
mente tratou-se da manuteneao da paz, procuran-
do-se cerca-la de todas as garanlias da boa ami-
sade e da ntellgenca, aconselhada pelo zelo de
conciliacao; absorta como ella andar nos seus
negocios internos, nao quiz ingerir-se na entre-
vista, certa como eslava de que all se nao tratara
nem se tratou de objeeto ella referente, nem so-
bre os seus possives projectos futuros, para os
quaes nao era anda o presente um documento
alarmante e eomproniettedor.
Quanto saneco europea acerca dos aconteci-
mentos que iiudai'.iin a face do continente, em
proveito da Allcmanlia : era isso irrisorio, puis nao
se poda crer que o Sr. de Bismark, que desdenta-
ra dos conselhos da Europa durante a guerra, fosse
pedir-lhe depois urna garanta para o que elle fez
sem consultar nmguem, sem se importar com a
opinio publica.
De mais um tal facto denunciara os recejos da
Allemanha wr um reviramento de fortuna; e cer-
tamente o Sr. do Bismark, orgulhoso como nao
exporia o seu paiz ao desar de una tal conlisso,
de que s resultara bem para a Franca, despei-
to do apoio moral dado Allemanha pela Russia e
pela Austria, apoio que todava nao tnha razio de
ser, nao s porque nenhum destes paizes era des-
aflecto da Franca, mas tainbem porque ambos
eram e sao interessados pelo seu futuro, como
bem o demonstrou posteriormente o imperador da
Russia, declarando que nao estara onde se cons-
pirasse contra-a Franca.
Reduzida, pois, a entrevista s suas roaes pro-
porcoes, nao tnha e nao teve a Franca razao para
se inquietar com os seus resultados, e effectiva-
menle ella se nao inquietou, urna vez que o fun da
entrevista foi a manuteneao da paz europea, de
que careca e carece a Allemanha para1 poder le-
var ao cabo a sua obra, completando a sua orga-
nisacio interna, assim como a Franca eurava da
sua.
E realmente a Franca eurava dos seus negocios
internos, e n'uma trega relativa das questoes po-
lticas, e nos bracos da paz interior va proseguir
a obra da sua regeneracao sem nenhum entrave,
sem nenhuma seria contrariedade. nao obstante os
partidos proseguirem as provincias a obra em
o,ue tanto se enipenharam os seus paladinos na as-
scmbla, dirigindo cartas, manifestos e outros do-
cumentos aos seus adeptos c aos eleitores, e expla-
nando-lhes as suas vistas, as suas apprehen*oes c
as suas aspirarles.
Todas essas vista*, toflas essas apprehonsoes,
todas essas aspiracoes, tinham por alvo a consti-
tucao definitiva do paiz politicanunte fallan lo ;
e par isso essas manifestares tinham seu qu de
commovonte e de attrahente, nao obstante a atra-
biles de que a* vezes* se revesliam contra o go-
verao, cujo maior crime era ter levantado o paiz
at o poni em que se achava, e querer manter o
provisorio, em materia poltica, at que o paiz
pudesse corar seriamente do definitivo, rompendo
o pacto de Bordeaux, e aceitando a sua opinio
sobre a repblica conservadora, ou pronuncian .
do-se pelamonarcha liberal, nunca digna e capaz
de durar na Franja.
Assim peisavam os radicaes; assim especial-
mente entenda o Sr. Gambotta, que, depois das
festas celebradas em honra do lgubre w de se-
tembro, festas irreflectidas e contraventoras da
ordem prohibitiva do ministro do interior, en-
caminhou-se novamente para a obra do derrama*
m rato das suas fflas pelas provinrilVe preseguio
no seu systema do discursos palavrosos e retum-
bantes', posto que vaziosde senso --da.criterio.
Diverso, era porm, o,anda bem que era di-
verso ojprocedimento do paiz real escaimado dos
revoltosos de todos os raatizes, e bem assim di-
verso era o procedimenWdo governo, cujo patrio-
tismo nao era nem podia' ser excedido.
Em quanto o Sr. Gambetta e os seus amigos se
oceupavam de semear ventos, o governo eurava
de colher as flores que tinba plantado, e por isso,
tendo pago os prmeiros 500 milh5e3 de que trata
a convenci de Versailles, leve o gosto, e com
elle todo o paiz.de ver os departamentos do Mame,
e do Alto-Mame evacuados pe o exercito prus-
siano; ao passo que o Sr. Thiers, de passagem
no Havre, tnha tambem a satisfacao de assistir
um jantar, bordo do um navio inglez, no qual
fraternsou com os olltcaes da marinha inaleza e
americana, ali reunidos, como para responderem,
em alectuosas demonstracoes de amisade, as
que foram trocadas em Berlim entre os tres
soberanos do norte.
Depois dess3 facto regressou o Sr. Thiers
Paris, onde foi demorar-se alguns dias, antes de
transportar-se sua residencia do Versailles; e
all de novo recrudesceram os m mnenlos o boa-
tos polticos, causando sensaco duas cartas de
bastante importancia, urna do Sr. Casimiro Perier,
na qual declarava esse ex-ministro, que, conven
cido da nutlidade dos esforcos para chegar-se
um accordo* e urna solueo monarchica, adhera
repblica conservadla; o outra do Sr. Rarthe-
leiny-Saint-Hilaire, no mesmo sentido, e em res-
posta outra caria em que se pedi.va presidente
da repblica a dissolujo da assembla e una
amnista.
Entretanto ia segurado seu rumo a eterna his-
toria dos banquetes, das inuiifestacoes e das pro
cissoes partidarias. O legitimista's reclamavam
seus direitos, os radicalstas se exallavam como
se tvesse chegado a sua hora, e o bonapartism >
fazia visitas Franja, aflm de que nao licasse no
esiiuecimento.
No meo, porm, di todas essas pretenedes,
urna nova idea se ia manifestando, desenvolvndo
e ganhando terreno e firmeza : era a idea de um
novo partido, do partido da Franca liberal, con-
servadora, laboriosa, pacifica, e esclarecida pelo
infortunio, e animada pelo sincero desejo de re-
para-lo. Compunha-so esse partido dos lumen*
de todos os credos, de todas as classes e de todas
as opnides, que tinham por rnotn o patriotismo,
e por fin trabalhar desinteressadamente na rege-
neracSo do paiz, som subordinar essa obra
nenhuma preferencia, nenhum pensamento,
ueuhumi questao sobre forma ou baudeira
poltica.
Nao eram scepticos sem crencas nem principios;
todos liiiham suas crencas e suas preferencias
polticas; mas todos colloeavam cima desses
principios a dea da patria, a imigem do paiz,
carente de seus esforcos para completar a sua
obra de regeneraco.
E essa idea, e essa poltica era realmente digna
da Franija, e digaa desses lilhos estremecidos da
Alsacia e da Lorrana, que, constrangidos pela
estupida decso do Sr. de llsmarck, abandona-
ran!, em numero superior 5U0 mil, as trras, do
seu nasciniento, pelo nico facto de terem prefe-
rido continuar ser subditos da Franca terem
de se encorporar a sua tyrana. Allemanha cruel
e sanguinaria.
EUectivamente tnha soado a hora fatal da de-
claracao d nacionalidade, aflixada para o da !.
de dezembro; e nesse dia, como nos anteriores, os
caiuiulios que conduzem para a Franca foram
atopetados por esses povos.que abandona vara seus
lares, seus hbitos e seus mais caros interesses
para continuarem a ser trancezesl
Sublime prova de amor patrio I Quem jamis
te poder pagar o immenso sacrificio, oh I gran-
diosa Alsacia, oh I immortal Lorrana? 1
Quiuhentas mil almas, isto um terco da po-
pulajao daquelles lugares, oplaram pela Franca,
recolhendo como fructo de sua abnegic i pa-
tritica mil prvajoes e prejuzos de toda sorle...
Foi um espectculo cruel e ao mesmo lempo
sublime essa espontanea expatraeao, espontanea,
dizemos, porque o vol pela Allemanha dava-lhe o
direito de permanencia as suas Ierras, nos seus
lares.
A Franca tr.ijou o luU) demais essa grande
dor; mas nao foi ella a nica nem a primeira a
senti-la, posto que at certo ponto fosse-Uie essa
dor um lenitivo para as suas feridas. Sentiram-na
lambein todos os paizes estrangeiros, que virara
uesse acto brbaro de expalnacao una offensa
aos bros do seculo XIX, urna negacao dos direi-
tos mais sagrados, sempro respetados por todos
que se nao chamara Bismarck nem se vangloram
( nefasta glora I) de serem allemaes I
Entretanto essa obra do Sr. de Bismarck de nada
valer Allemanha; porque esta ha de ssr
sempro, na Alsacia Lorrana, o mesmo que foi a
Austria no Vneto e na Lombardia, com a dlTe-
renca, porem, de que ella seria mais aborrecida
pelos alsacianos e lorranezes do que foi outr'ora
a Austria pelos venezanos e loinbardenses, visto
como a Austria jamis teve a louca pretenco que
ostenta o Sr. de Bismarck de querer mudar a
nacionalidade das provincias arrancadas sua
niniga, abolindo o sentimento patrio de coracoes
que ho de bater sempre pela I'ranea, como
outr'ora batiam os venezanos e iombardenses
pela patria italiana.
Nao, esse resultado nao alcancar jamis a Al-
lemanha, dure mbora um seculo a sua usuroa-
co. Demais essa obra nao pode ir milit alm
pelo tempo ; contra ella j hoje se manifesta a
Europa, a Inglaterra, a Austria e a propria Rus-
sia, e movidas pelo espectculo da expatriaco
certauentc essa mamfestacio ha de produzir seus
fructos, quando menos o esperar o Sr. de Bis-
mark, arrancando ao usurpador o objeeto usurpa-
do e comprimido.
Entretanto, e eraquanto estas manifestacoes se
produzam, o radicalismo, pelo orgao do seu chefe
o Sr. Gambetta, promova desordens em Grenoble,
fazondo discursos violentos, c, com taes feitos,
procurava abalar os crditos moraes e_ polticos do
paiz, era prt do* quaes trabalhava com aulnco o
governo do Sr. Thiers.
Assim pois, iam seu caminho os elementos ra-
dicaes no sentido dissolvente, e assim tambem
queriaai trabalhar os elementos bonapartistas ou
imperialistas. Destes dizia-se que conspravam ;
c |0T isso,_achando-se desde alguns dias o prnci-
pe Napoleao as cercanas de Paris, ntimou-lhe o
governo que dexasse a Franca, ao que rocusou-
se o representante da dynastia decahida.
Ante essa recusa nao tergiversou o governo ; to-
mou a resoluco de o mandar conduzr mui polida-
mente at a fronteira, acompanhaudo-o a princeza.
Clotilde, sua mulher, pelo facto de achar-se em
sua companhia quando se deu a oceurrencia.
Sem duvida o Sr. Thiers nao eslava autorisado
a empregar essa medida violenta, descricionaria;
mas exigi a seguranca do estado, c elle nao tre-
pidou em applica-la, assumindo a responsabldade
do acto, ante as suas urgencias e em face das
circumstancias que a determinaram. O principe
Napoleao protestou e com elle protestaran! os im-
perialistas contra o acto do governo ; isto, porm,
nao altern o facto consummado, contra o qual
cumpre todava accrescentar, nao eram os impe-
rialistas os mais halieis para protestar.
Logo depois deste acontecimento realisaram-se
as eleices complementares para a assembla, em
alguns departamentos, e o resultado do e-crutinio
foi favoravel aos governistas, cujas fileiras foram
augmentadas com esse contingente enviado as-
sembla, que no dia 11 de noverabro reabri ef-
fectivamente os seus trabalhos.
Apenas dBn-se este facto, todoj os movmentos,
todas as agtiaedes concentravam-se na assembla, e
ao seu recinto foram ter todos os negocios que,
no interregno parlamentar se chocavam nos ban-
quetes, as circulares, as cartas, as ras e u
jomaes. Toda a vida, to la a actiridade poltica
para all afflaio, alli se coucantnu. Todas as vis-
tas, por iiso mesmi, para alli se volver.un, pedin-
do a piavra de ordem s deliberac;s desse
areopago, e esperando-a dt seus labios, pelos
quaes s dsvia sabir a expresso di seutmentj
nacional.
Logo qu* a mesa da assembla ficou constituida,
o Sr. Tliier^ara all se dirigi, no dia 13, e leu
a sua mensagem, explanando todo o seu m ido de
encarar a sifcacio, todas as suas vistas acerca do
presente e do futuro da Franc^i. Como sempre,
sua palavra Commovente foi ou vida com profun-
do, com rel^ioso silencio, apenas nterrrompido
pelas manfeslai.d.i de adhesao produzidas ora
pela dreita, ora pela esqnerda da cmara, e, an-
da como se.npre. depois da sua falla, todos Aca-
rara plenamente inteirados do que se tlnha feito,
do pe em que estava a Franca, c do que Ihe cutn-
pria ainda fazer.
Coraecou o Sr. Thiers dizondo que ia curaprir
o preceito imposto pelas iastituces do paiz, ex-
pondo com franqueza o seu estado, e o nudo como
mantivera o socego. Dis-e que se tinha oceupalo
do curso regular dos negocios; da restricta ob-
servancia das leis; di desenvolviinento da grande interpellacQes violentas, creando assim i
oporaco bancaria, que devia levar conclusa gao terrivel, de que a Franca pode sa
a evacuacao de todos os departamentos ; da co- mais desfigurada do que a deixaram o
branca dos npostos: di reirganisa^io do exer-
cito ; das negociacoes coin.nerciaes; e das rela-
coes exteriores.
Acerca da questp poltica, principal objeeto
para totlos os partidos, dUse o Sr. Thiers, que de
tao oppressivas circumstancias, com as porque
passou a Franca, e que podia ter dado em resul-
tado a sua per Ja total, a ordem tudo salvara, e at
concillara o espirito geral com urna forma de go-
verno, ordinariamente tumultuario ; e fez notar
aos republicanos que a repblica com a ordem,
quanto vale hoje, e que o empeuho delles deve
ser mante-la, mesino privando-se do exercicio de
certos direitos, me possam iu piieUr o paiz ; que
a repblica em Franca, por duas vftws cahira por
falta de ordem, e que s a ordem a pode agora
salvar.
Disse mais o Sr. Thiers, iiue os acontecimentos
ha vi.mi dado a repblica fr rauca, e que sera pe-
rigoso e intil discutir nesta occaso e apreciar
as causas ; m:is que a repblica existe, o gover-
no lup.il do paiz, e que seria tentar urna nova re-
volucao e a mais terrivel de todas querer mudar
de forma de governo ; que so uo deve perder o
tempo em proclamada, mas que se utilise, teman-
do dar-lhe o carcter necessario e desejavel ; e
que se devera fazer todos os esforcos para mere-
cer o titulo di republic-'t-coiiseriatfo'r't, que ha tem-
os Ihe foi dada por una coramisso eleita pela
assembla nacional ; que a Franca nao tolerara
governo que a desasocegasse, nem repblica de
um partido, que nao durara mais de um dia; que
as m.ultidtks se cansam da desordem e procurara
um didador que a passagem da anarchia ao des-
potismo e do' despotismo ifarchia' eterna;
que conveniente acabar com essas tradceoes.
Disse mais o Sr. Thiers que nao possivl ser a
repblica governo de urna classe, pois tera contra
s todas as outras classes ; que a re volucao de
1789 annqulara as classes, para constituir a nacao
e por isso que a idea era boa, correr o mundo
inteiro ; que esta conquista licra, em quanto que
as conquistas pelas anuas haviaiu p:issado, por-
que as victorias pendem ora para um, ora para
outro lado ; que s entenda a repblica como
governo de lodos, quando a monareha nao podia
salvar o paiz ; que a experiencia dos dous lti-
mos annos dava esperancas deque se podia consti-
tuir ropnblica, mas que "essas esperancas (cariara
perdidas se a menor desordem viess perturbar
os acontecimentos; que preciso que Ihe seja
tambem favoravel a opinio da Europa : que as
nacoes earecem da alheia estima, do mesmo modo
que os individuos ; e que a repblica parifica
tem a approvacao da Europa.
Rematou o presidente dizendo que era chegado
o momento opportuno e por todos esperado para a
solueo das quesles constituoionacs e organisa-
co de um governo regular ; que a assembla
dir como e quando, e o governo Ihe dar o seu
parecer leal e decidido ; que a assembla e o paiz
podein afoitamente contar com a sua propria de-
e implora a Deus que abenroe os seus
esforcos e quo torne a obra da regeneraco poli-
tica da Franca perfeita e completa e sbretudo
duravel, o que se nao tem podido conseguir desde
o principio deste seculo.
Essa mensagem, esse erudito documento,
causou profunda sensaco nao s na assembla,
como em todo o paiz, e foi recebido no estrangei-
ro com manifestas provas de consderaco.
Nelle est estampado o Sr. Thiers, tal qnal elle
, tal como elle conhecdo, com todo o seu bom
senso, seu raciocinio, sua habilidade e sua con-
suinmada experiencia dos homens e das cou-
sas ; delle resultam duas ideas capitacs e pal-
pitantes, que sao : 1.* que exista I > de facto o
governo republicano, nao vale a pena gastar tem-
po em proclama-b e que melhor imprimr-lhe
os caracteres necessarios e desejaveis, 2.' tque
a repblica s poder existir com a condico de
ser conservadora isto com a condico de ter
um governo sensato e recto, que offereca todas
as garantas, que proteja a todos os interesses,
que respeite todos os direitos, todas as crencas
e todas as tra-liccoes, e que mantenha enrgica-
mente a ordem publica, porque, emlim, segundo
a phrase do Sr. Thiers, a Franca nao pode vi-
ver em continuos alarmas.
Ante mensagem renasccram cora raas acri-
monia os odios partidarios. Os extremos da as-
sembla, julganuo-se completamente derrotados,
exacerbaram-se completamente, ao passo que os
centros, especialmente, o esquerdo, mais corda-
tos, mais harmonisaveis, achavam-se naturalmen-
te na posirao que os acontecimentos Ihe tinham
tracado desde omito tempo. Era e evidente que
delles dependa e depende a situaco, que, por as-
sim dizer, Ibes foi entregue pelo Sr. Thiers.
Quando estes acontecimentos se davam n \ as-.
sembla, j tnha sido assgnado, depois de labo-
riosas e delicadas negociacoes, um novo tratado
commercial entre a Franca e a Inglaterra em subs-
ttuico ao tratado de 1860.
A importancia desse tratado est, por assim di-
zer, toda contida no seu art. 5.9, segundo o qual
sempre que urna das partes- contratantes crear
um imposto sobre qualquer objeeto de producen
interior, um direito compensador equivalente po-
der ser imposto sobre os objectos da mesma ca-
thegoria importados do territorio da outra poten-
cia, comtanto que esse direito se applique tam-
bem aos raesmos objectos importados dos outros
paizes estrangeiros.
Celebrando esse tratado, demonstrou a Franca
que nao quera volver ao systema proteccionista,
e qne somente teve em vistas reconquistar a sua
independencia fiscal e a liberdade de taxar os ob-
jectos, como outr'ora, embora sugeitando -se
certas e invariaveis regras, como no caso verten-
te. Alm disso, com esse acto, demonstrou o go
verno o seu maior interdbse em regularisar as
suas relaeoes commerciaes com a Inglaterra;
abrindo por esse modo largo espaco hirraonias
que bem podem deMMHftr relaooes mais venta-
josas, taes como as pntfl n de que tanto carece a
Franca.
Foi este o modo genHB apremeo do tratado
commercial, n o stjpra, como tambem dentro do
recinto da assembla, ondo entretanto ia prose-
guido a obra de elaboradlo dos partidos, em mu
tuas disputas pelo poder, segundo as suas ideas.
Sobre os radicaes o proposito do discurso do
seu chefe, em Grenoble, o general Changarnier
nterpellou o goveino no da 19; e o Sr. Thiers
doclarou, em resposta, que o trae pretenden o Sr.
Gambetta iuIn sido litihsar o governo, Contra o
qual, se haviam queixas, era justo que se consp-
rasse, fazondo um governo definitivo.
Ante asta dclarooo sem replica, o ante re-
pulsa que fez o Sr. Thiers, da ordem do dia do
centro esquerdo, foi esta reje tada, senioapprovada
Kir 237 votos cintra 117 a ordem do dia do Sr.
ettetal, que encerrava um voto dj confianza ao
governo.
A direta absteve-se de votar, e esta absteneo
determinou urna crise ministerial, visto como os
Srs Goulard e Lefranc deraui a sua deuiisso de
ministros, demissao que lo lavia nao foi aceita pe-
lo Sr. Thiers, mas a cujo proposito julgou elle
conveniente conferenciar com todo o gabinete,
aflm de melhor deliberar sobre o que convinha
fazer.
Depois desse voto de cotifianca, que entretanto
causou embarazos ao governo, entrn a assem-
bla discutir o projeetj de le sobre o jury;
mas interromp m essa intereisante discusso, para
de novo entregar-se s recrmnac,5es polticas, s
urna stua-
ihir anda
crueis gol-
pes desferl Jos pela i guerras estrangeira e civil.
Depois da nterpellacio do general Changar-
nier, e, sob proposta do Sr. Kerdrel* a assembla
elejeu una comuiisso para examinar a mensa-
gem do Sr. Thiers a declarar se se devia ou nao
res|K>nde-la.
Esta commiisao obteve do Sr. Thiers urna con-
ferencia, na qual propoz ao presidente da rep-
blica tres questos asim resumidos :
i. Porque chara.ra incvtavel a. banquete de
Grenoble T
2.* P rque chainou repblica governo legal
do paiz sera euibargj do pacto de Brdeos ?
3.* De que un I > conta sair do estado actual e
que nstituieoes reserva para substituir o que
existe f __
0 Sr. Thiers respondou todos com firmeza e
el ireza, dizendo, quanto ao primeiro, que chama-
ra iuevitavel n> ao banquete de Grenoble, mas
questao dos banquetes, sendo que ao de Greno-
ble nao se pode oppr, porque fra particular ; e
disse, quanto s doutrinas alli emittidas, que ha-
via ciucoenta annos que as combata.
Quanto ao segundo o terceiro quesilos respon-
deu o Sr. Thiers mui tongamente, fatendo o hist-
rico da Franca desde o pacto de Bordeaux, e che-
gando s segrales couclusoes :
1* Que todis romperam o tal pacto, proclaman
do outros soberanos, e platicando actos para mu-
dar a siluacio existente.
i.* Que todos atlirmaran que o estado actual
nao podia continuar e que era tempo de consti-
tuir.
3." Que eu nao projraz que se proclamasse a
repnblica, una, indivisivet e immorredoura como
a convenci. Dcretar a perpetuidade ridiculo.
Todos os govern >s se dizem perpetuos, e todos
morrem pelos absurdos qu9praticam.
It.% Que sempre tive por necessario fazer alguns
artigos orgnicos, mu simpl- s e indispensaveis
para que o governo viva e funecione. Todos teem
receio da cmara futura, NiMo haexagerai;o.
Mis einflm um dos remedios fazer segunda c-
mara, necessara tanto repblica como nionar-
chia. Entend que a assembla nao devia acabar
sem fazer isto.
5." Que nao o propuz em respeito soberana
da assembla. Aconselhei-lhe que estudasse o
caso. Nao romp o pacto de Brdeos fallando da
repblica. Este o nosso governo. Nao fagamos
questoes de palavras.
6. Que na mensagem aflirmei os principios
onservadores, e apezarde todos fallarem de cons-
tituir, eu nao propuz tal. S disse que se julga-
vau chegado o momento, fizessem reformas eoiis-
ltucionaes em sentido conservador e liberal.
7.' Quo os radicaes nao reconliecem assem-
bla o direito de fazer taes reformas. Onde est
pois, a conni enca ? Francamente e sem uadu-
ine qnom nao desoja fazer nada, que est de ac-
cordo com os radicaes.
8." Que apezar decantado estou prompto a ser
conciliador e a entender-me com a cominsso para
restabelecer a unio indspensavel aos negocios do
estado e que j contribuio cOlcazmente para a
reorganisago da Franca.
Nao oblante, porm, as suas explicacocs cathe-
gorcas, o parecer da commissio Kerdrel foi ela-
borado no sentido nionarchico, e pois, encerrou,
nem podfa deixar de encerrar, urna formal decla-
ra o de guerra ao governo, em opposico cujas
ideas pedia governo de combate, e responsabl-
dade ministerial, sem a crea.o da segunda c-
mara.
No dia 28 de novembro foi o parecer submattido
discusso, c os debates havidos foram longos,
animados e por vezes at atrabiliarios, nao se pou-
Sando n'elles doestos e at injurias ao presidente
a repblica, esforcado ldador quem a Franca
devia os beneficios de que eslava gozando depois
da guerra, e cujos servicos foram assim misera-
vehnente esquecidos e ludibriados.
N'esses debates tomou parte activa o Sr. Dufau-
re, ministro da justica, que, na ultima vez que
fallou, anresentou urna mo^o em opposico con-
cluso do parecer da coramisso Kerdrel.
Essa moco foi remettida commisso Kerdrel,
que, depois de examina-la, declarou que nao a
aceitava, e assim deu azo que proseguissem os
debates no mesmo p c tora em que foram enta-
Dolados.
No dia 29 fallou o Sr. Thiers, que expoz com
mnucosidade tudo quanto fez antes e depois do
pacto de Bordeaux, e foi de urna eloqnencia arreba-
tadora, mxime quando fallou da sua attitude pe-
rante assembla e desla perante o governo.
O seu discurso foi applaudido inmensamente,
mas tendo-lhe respondido um deputado, retor<|uio-
Ihe o Sr. Thiers, om-tom energci e convenc lo, e
a assembla, sumeientemente esclarecida, votou
do Sr. Dufaure
com tanl
ideas mo-
rara complicar as questoes exteriores,
que obtvesse ganho de causa para as
narchicas.
Estas, iiorin, parece que nao sao aceitas pela
maioria do paiz E' pois em balde que wnt.uii seus
sectarios iiup-la, correndoo risco de revoluciona-
ren! o paiz.
Este, s ultimas datas, comecava interessar-se
vivamente pelo que ia no recinto da assembla. e
nianifestava-se contra a sua attitude, assignando.
nao s era Pars, mas em quasi tuda a Framvi
manifestos em que pede ao governo a dbsolucao
da assembla, dizendo que. tendo sido eleita em
circumstancias excpekmaes. ella nao representa
mais o paiz.
Este inovimento da opinio, que nina luz na-.
trovas que crcumdamos negocios pblicos da Fran-
ca, pode e deve influir milito para definir a sita-
Cao, sem todava despi-la das sombras cores que.
vestein, e que sao, por assim dizer, o raas terri-
vel syiiiptoina de una gangrena prestes a se ma
infestar eom todo o seu habitual horror.
S<> ha um raeio, para a Franca, de sabir desse
estado, vsnho da anarchia ; a conciliacao, a
tregua das paxes no interesse priiiHirdial da pa-
tria.
Deixem os homens da Franca que Ihes penetrem
no coracao ralos fulgurantes "do amor patrio, en-
chani-se de dedicaco e de coragera ; e tero cer-
ta a victoria da ordem contra a anarchia, da le,
contra o desenfremenlo das paxes. da liberdade
contra a tyrania.
Republicano ou monarchista liberal, sempre
tvraniro o governo que se quer impr pela forja n
nao tem a conManca plena do paiz.
Consulte a Franca' as suas fon-as vivas polticas,
e cmja-so ao que ellas Ihe disseivm. Se for pela
repblica a sua resposta, lenham os monarchistas
o patritico arrojo de aceitar sem replica a-
consequencias da sua repulsa ; se, pelo contrario,
for a monarchia preferida, lenham os republica-
nos a longaniniidade heroica de aguardar a sua
vez de governar.
Sera isto ; sem estes sacrificios ; sem estes pa-
triticos rasgos de concliante devotamente ; nao
poder a Franca sahir-se cora brilho das diflic
des cora que est lutando, difficuldades que
podem ser funestas para o paiz. no anuo que twi
de comecar.
Dedicaco e patriotismo, eis os dous centros em
que se deve firmar a reronstrurco da Franca. >
ellos falharem ai I da Franca, porque as mesma*
causas que procuram dissoiver a llespanha se Ihe
antolharo medonhas, e as aguas torvas da sua
torrente, os anarchstas procurarn colher a peroia
que proenram, ou os absolutistas retrgrados o
adiamento das suas aspiracoes compressoras e
terrificantes.
icukL,-
le ffnii
REfJFE, 7 DE .IANKIUO DK 1873.
Vilii-iux lo norte lo imperio.
Amanheceu sabbadu oui nosso porto o va-
por brasileiro Pirapama, trazeulu joniae
do Cear ah 29 de dezembro.
A presidencia da provincia sanecionou
a lei da assembla respectiva quo approva o
contrato celebrado entre o governo e o l)r.
Paulino Frankliii do Aiiiiir.il o Joao Rey-
desuot, para o estabelocitnerito le fabricas
de tecidos de ulgodo na provincia.
Na cklado do Araeatj foram uiauuinit-
tidos 7 escravos do :t a '20 .unios, por conta
dos cofres provinciaos.
Diversos mocos emprogados no com-
raercio promoveram urna subscripeo, e com
o producto libertaram um escravo do coni-
mendador Luiz llibeiro da Cuuba.
Foi uomeailo delegado de polica do
tormo da capital o leneate-coronel Joaquim
da Rocha Moreira.
Pela assombla provincial foram crea-
das tres novas comarcas, de Villa-Virosa, d?
Jaguaribe-merini, e da Telba, tendo j sido
sanecionada a lei respectiva.
Leaos no Cearense :
No hotel Cearense deu-se um roubo que
tem preoecupado bastante o espirito publico
[lelas circumstancias misteriosas que se
guiram a elle.
0 Sr. Antonio Ribeiro Soares, nego-
ciante em Therezina, capital do Piauhy, teii-
do chegado do Rio de Janeiro, onde foro
electuar a venda de alguns escravos, acba-
va-se hospedado no referido hotel. Na noite
de 21, voltaudo para o hotel um pouco tar-
de, oncontrou todas as portas lechadas ;
allirma que bateu muito tempo e ninguein
Ihe apparecendo, vio-se forcado a ir pernoi-
tar em casa de um amigo.
No dia seguinte (22) pela nnuih, diri-
gise ao hotel, abri a porta do quarto que
alli oceupava e encontrou forrado o cadeado
de um bah de flandres e dellc roubada o
quantia de oaze contos do ris, que elle diz.
estava dentro de urna poqueua bolsa que foi
encontrada tambem aborta.
A polica tendo conbecimento do facto
comparecou ao hotel e tratou de proceder a
todas as pesquizas necessarias, alim de des-
cubrir o autor do roubo ; nada, porm, con-
seguio.
No outro dia, pelas 3 horas da tarde,
apresenta-se o mesmo Soares com dez cont>
as proposta*, approvando a do Sr. Duraure por, ,-
urna maioria de 36 votos, achandj-se prsenles de res, duendo que j se achava de posse
70i deputados.
A proposta Dufaure era assim concebida
de seu dinheiro.
Chamado polica, alli fez as seguinte:.
t A assembla nacional nomeia urna comrais- Jeclaraces
sao do trnta meinbros, encarregada de apresentar -, ,. ., ,
nm projecto de lei acerca das attrbuicoes dos po-' Vuc um individuo, que nao eonheceu,
deres pblicos e a respeito das condi^oes de res- procurara-o, declarando que sabia quem ti -
ponsabildade ministerial.. nha-lhe feito o roubo, e podindo-lhe que o
Votada a mocao, a assembla elegeu a corarais- acompanhasse, seguiocom elle at o Outeim
sao, queficou composta de 19 meinbros da dire- ,,', B.. n .
taell da esquerda das Lducandas. All chegando, debaixo de
Ficou, pois, assim adiada a crise poltica que es- UW cajueiro, o desconhecido maudou que
tivera eminente, mas ninguem poder dizer o que esperasse um pouco, e sabio,
resultar para a Franca de todo esse imbro- (< Algum te j )s apparece com um
gho, que se forgica na assembla, onde as pai- ,? F.. F ,- F, ,u ,.,,
xoes polticas fer vera terrivel mente como no bo- embrulho.e um livro, duendo-he aqu
jo de um grande vulco pollulam as materias ig- tena o seu dinheiro, porm so lh o entrega-
neas em ebolito. re so o senhor prestar sobro este vro uro.
Foiprova dessa efiervescencia mais urna interpel- ;uramentocomo n5o j^obre quem lh'o
lacao feta ao governo, a proposito das representa- J .______, .i;fln.f.5n j0 m
ces polticas los conselheroV departamentaes. 0 manda; "? der"me uma grt,tlcao de um
governo deu plenas e satisfactorias exphcac5es, cont de-ris.
por meio do orgao do ministro do interior. A' des- Que elle no hesitou em prestar o juru-
peito disto, porm, a cmara censurou-u>, e o mi- menl0 e reCebendo o dinheiro tirou um
nistro demittio-se, sendo substituido pelo Sr. Gou- .. j .,,,. ..,., .0/,^;..,i
Iard,entrandoparaafazendaoSr.LenSay,prerei- cont de res quo eutregou ao mensagena
to do Senna, e gara as obras pub'lcas o Sr. Fourton. mysterioso.
A situago nao sortreu altefaco, depois desta E nada mais se soube at esta data.
reorganiaaoo ministerial, e a attitude da cmara l( \ja note je 22 deu-se um outro facto
conservou-s hostil ao governo, dizendo o orgos i nninalidailp
da opposico que esta obligarla todos os ministros curioso pela sua origioaiidaae.
republicanos se demittirem, e bem assim procu- Pelas 3 horas da raana 0 Sr. Beruar-
*.,

'

^L


"T&r-'
i
i
TMtitide Peimmfaaco Torga eira 7 k Janeiro de 1873.
i
Jino Placido lo Carvailia, Miurittaiw 4* I 1- Sr. e.naaior Jtate'ltoei|ZtffnMFois#d ...i..i..;....,. ...,; ,i .l.in>imin MttbMeeiinc^ waimorual liimommi-io *-, t^rtaJ-E-n c;l:,vlm,m., .ein-ter KxMtaui (puna*) S^
ainbole, lu ifeilttrti, I. era sil.l fcasl ^sr ^. Kxiii. c Kevm. Sr. Insp. di(w.i>i m?onl. ;.s *xi.t^i Hi.
e'f!<.ii miiiiMiati
d
e
urna voz que lho avisava que seti estabclec.i-
mouto eslava sen lo roubaJo. O'Sr. Fdr-
nardino abri urna .anclla,' mas recolando
alguma citada, nao leu iai[>-.irlanda ao
aviso. Mt-ia boraden liso masin. hvliv volta a avisa-lo de iv-vo, elle respflBeu-lhe
que deixas.su roubar.
Pola maiiiii'tfcii onirOft realiaente nina
ras pulas le s$u *slal>eleciiuento coa* <$,'-
aes visiveis le ua tentativa learromlm-
mento, sobre a focha Itira havutn dous rom-
bos, pie tnhecc**!! terem sido Jaitas com
ferro do pa, e toltw'as portas -aBarcu las
C9ia lapis azul, na aliara das fecbaduras ou
trancas, o o inesino iloscobrio-se as do es-
tabelecimento Prophota-
o *ido ten h, tarlvcg, eetifiHica na activi-
dad" de nossa polica, tratou tillo proprio
cun o Sr. vice-cousul portuguez, de desco-
lorir o autor to criimi, quaudo- apparoceu o
Sr. Aleral lo de Alen car Araripo, rnarcinei-
ro. co.ii um.i pi, Vlarando qac nqotrc
iustrum;nto tinha-lhj sido pelido cinprost-
ilo ni vespora pwJou ll.vplislu de Aucliieta,
qt vive la pr lisftt do e:upaiha lor ; oque
nao lora outro sena) aquello o ustrutueato
Hinpregado ni empresa burlada, visto como
achava-sc bastante estragado. Cominuuica-
do isto ao delegado dq puliera, esto mandn
proceder a tuna busc na casa de Anchietn,
onde cncontrou-se um compasad tolo rctor-
< ii ., um forroao, una raspadeira partida, e
n > bolso do larapio um cuto de vola e urna
i'Btxa de pbospboro.
Preso imniliabmente, negou com to-
do cynismo baver pedida a pa emprestada
aoSr. Adorald i, cot,fessando entretanto ter
sido elle quem deu o aviso ao Sr. Bernardi-
no do pie tentavam rouba-Io!
Ksse cavalboiro de industria natural
1?, Pernambueo, donde veio para apii lia
pouco lempo. .
Nao resta mais i menor duvida de que
foi elle o autor do rime. Agora, porm
i
ao
vavol.
s nao levou a eueito o attenudo pela
resistencia que cimsouIkw na fecbadura.
MO-KRAXOf F. 1'ARAIIYIlA.
Nenbunia noticia recebemos.
VteafAo.Movimelfo do im nnuihuao, 7 anuas, s. Jos ; tulicsct!.olifiia-
cntrar.im ^. sahirana-
;. -alilr
isp
irmandidc* -e cararias a expsai inmediata A saber :
ta melles Ce seus metabros pie, seddo feconhe- Saefcaas 2xi." aiulh eres
cutos raac..s, cao- qiwiram abjurar *doa. princi- eseraws *4, ew-avas b Totol .3.
pina fundamentaos da gociedade que-pertenceiu, Alimentados atusto dos cofres pblicos .13.1.
a |ual su acha cuadcaniaJa, pela igruia; foi hoi*. M-iviuwuto^Mtteriii.ini du di 3 ls iauiiro
ie:ii de iicvirtatiutada pe re.^ectivo fjgario, a d-- IM'.r.
iiuine d- ilioctsano, Mtisftt<;..o daquea or-iem ^ Tivei^m
rmaoilatttt d >*os*a Senhori da SuMade, e, re- fhonias Al
ciusaAdu esta ciiiijri-la f ff-icliv* a iiiirdc- laii/. Jo>
r) da templo^ pW luestaa vigalSo depis de Tiveim
fiilthoria. pr-la,'niumbuco.'TOnnnis. snltat-
rx boa-Visa,t ispital ledro II: pa-tivonterite.
.Marti UradEna dos Tar.ois, parda. Peraam-
9, eslraiigiiro* Cfl^ Po, J'J aaas, rasada, Boa-Vista, h;*spital Pedro
II; tubrculos pulmonares.
Joan DeKiro, preto, Pernambueo. 27 annos. so>-
u-iro, iW-V>u, hospifcd,Pdio II, letauo^wtMa*
cumpra indagar o li n para que avisou elle
ao Sr. Placido ? >o ora cortamente lou-
iri
JiA
REVISTA DIARIA
Cuaai>ea do Rehire.Por lunaria da
p;\-sid--m-ia da provincia, de : de decmunio, d-^
ronf.raiidadocjin o disposto as arte. 3* cy '1;!
r -ci t-i i ii. W2i il i~ le noveuibro do 1871, oi
minad i que c.mtiiiuo a substitui<;an reciproca
u d.- i87:i.. pela portaria do 2! de Janeiro 4oa
passado.
%'iee-ronMt da Bnssla.Pelo ministe-
li.tdc estrangeii-os acaba de ser dado o *xapuUur
aii:i:ii-aa:i o Sr. Jos Antonio Piulo liara neo-
> m- Colonia ajfrfeolo de Piaaenwelras.
Pci.iminisi.'ii'< da afwoltnra acabam de scr
etpediilas ordens no sentido do proseguir os
al!allijs.l>> ni'(lica-) e demarearwdos torfOBo*
Ja c "lniiia aercola 1-' Pimentoiras. nrala piwm-
c:.i cargo ao Sr. eageaheiro Luiz Josc. la Suva.
Ca.sa'd*Dclom;;ii. ornortaria doDr.
r-; de polica foi omeadonnnno Ausnstn Mon-
< >. guardada casa de dolencia ;
Promotor pablie.Por p irtaria da pre-
sidenria da provincia de 2 do corren W no-
i-i i,l < urom itor publi > da roma'ca de Oancurj
.. baeharel Feliciano Emebio Dia* dos Praaeres.
Frofcssora puWIca. Por portara da
presidencia da provin-ia, do 2 do corrente, ro
, ntrida a proes^tra publica I). Bononia Rosa de
Lima Leal, da ra.leira la j>ov.)a;5o de P.tco-h umlo
para a de Lage-Grande.
Cjrpa *e polica.- Por portarla presi-
-I mcia da provincia de i do rorrente, i (temitmo,
: bcui .1 sevic i publi k Miguel Jnno do Frenas
! toiiciil- ajuilante d eorpo de |touria.
Gvmnasio provlaelJ.-Por oortarn da
presidencia da provincia, de 3 do eonvnto. iot re-
.vj.idin acto da presideneia da provincia oew
.i; itutnbro do auno pa**ado, relativamente as re-
lias as a das daiiueli Nu^lecimento.
i.ppellokoaroi. Doofflcio abaixo pu-
Idirado dirigido por S. Exc. o s'r. presidoate da
pravmcia respeitovel direetoria o man Bembros
da Associacao Commefcial Beaeficonte; war-se-ha
jueS.Exc."aiiciosanu'nle desejoso 1-; satisiazeras
maisnrgente necessiiLidcs da provinfla, sem une
i- possa, por:n, conseguir pelos recursos pi-oprios
mesma ^dirige o mais nobre c sincero appel-
I. i mella das corpora(,'oes de nossa sociedade, que
mais no caso est de ouvi-la e d>- a wniprcheiider,
tiaiienetrada ronwscmpre so ha manirestad, do
, sprto d-: bem-faier, pelo cpie canta os dias de
vada benemerencia ; altan -le que, com a pbilan-
ii a, caracteristicu preiloininanto de suas acc es,
. que tfcmbem disting i- essa Associacao o auxilie
iw intuitu de se dotai : provincia eom um hospi-
.-iepara alienad a falta do anal sentimos ancn-
; i la a dvilisacj a que pietendem ter ebegado
desuicntid i a c-n-idad-i d' T-io u is .m-mos -apos-
A Assviaeai l'.in.H r.'ial BrncflceWi! dosta
provincia, cuja isillmvicia benfica as conjnrtctu-
i is difli'-eis em que nos liav.-m is eneontraio, os-
cnsado ci>. i uiab nina vez. to fundamente esta
della conven.-ida esta -tcii dad?. nSo negara a lins
la humanitaria o ralii-issnw auxilio que se
he reeonhece picsirele s-- Pie solicira.
Quem la. b-ni ha sabido abrir o livro a igno-
rancia, dostribuir pao f-tni-, erguer eitatoas a
gloria, c leitu ao enfermo; nao dettara de sabor
oBerecer in[taro a loucWfa
Eis o officio a que nos i.-ierimis :
(labinete da presidencia d>- Pernanibnco, em
'i de Janeiro de 1*7.1 -O actual hospicio de alie-
nados,situado e:n una decadencia da igrdada
serieor.lia, em Olinda, sem accoinmodarte* e
improprio para o fim aqnn o destinaranu <; um
protesto vivo e eloquente contra a nossa eiviiisa-
caocos nossos sentiuientos d.; patantropia e ca-
ndado. Urge, poi. que um novo hospicio surja
e.3i substituir, "o ao volhi e carunchoso pardieiro
qnc nos enn'rgonha, anm d-> qwe tantos infelizes
qaeallijaTem stffrerdo torturas incomprch.-nsi-
veis e outros que vagnciam pelas povoacoos, tra-
rendo-as em dado e desvelos que iv-ommenda a caridadea
'nais sub:iinc expre do amor doproxiim. Nao
dispondo a provincia, nem a Santa Casa de Mise-
ricordia 'le recursos >uracieates para levareai a
eftejd nm t".' grandioso oiiiu-ttimenlo, recorro,
chei-i de es|-r!i;as a Asstciarao Commercial B^-
n urente, que t,in'ta vezes t'.-m acudido presurosa
ais reclamos do inf-irtnni para que anda esta
vez nao desminta o >--o glorioso passado, e adopte
tambetn, como sua, a idea que tanto me pri!ocupa
> quo di-J'-jara ver r-*ali-aila. em honra a provin-
cia c a htimanidade. Anlertpo, desde j? essa
isaoeiacao Commercial os uens corrtiaes agrade-
eimentos, e assigno-me eom a mais dislincta con-
siderac^.De Vv. Si.letifique Perth-n ie 1.x
,-ena Hlms. Sis. presidente > luembroa da Asso-
riapo CoHimerciai ftjlwleite.
Sinistivt. -O Si. commendador EuzBbio Ba-
nhael Rabello, foi victima do um sinistro na linda
.los nilhos urbanos do Hecife a Caxanga, na tardo
de 4 do corrente. Tomando o Sr. conimendador
Babello o trem das ;l 1/2 da tarde, com mteucao
de car na otario da ra da Aurora, esquecendo
::C:fRS^oo
:?::llsO0)
2:."ISO00(l
2:000(KK
2.n OTO
I:.o2oO;H)
1:030100
!t.'i.?vO K)
7l*000
3331990
00000
:t.o0ooo
Fernando de
que era expiesso o trem d'ai|uctla hora, aoehegar
a-) ponto -m -pie pre-isava le car, e vendo que
ti trem continuaba, aireveu-se a saltar, ao que ja
eslava acostumado, mas desta vez com tamaulia
mfelicidade que, fals ando-lhe o p cabio, contun-
diBdo a taco e mp esquerdas e teedo os tres pri-
tneiros dedos de din pe* esmagados pela ultima
i>)da do trom. S. S. foi immediatamenle coudu-
dduDaraacasadoSi'. Joaquim Ignacio Bibeiro,
sea cunbado, onde so aeha em tratamento, nao se
litado resolvido anda obre a amputacao dos de-
do* fracturados oque tai-vea venlia a ser necessa-
ta. para lamentar e sentir os ceommodos
..
jniMWtter ai* earlinonial exigido.
'Ueelntenlo.-No da 4 di corrate a
no.t -, suceumbiu victima 4j urna anoplevia o Sr.
J lio Jliinoda Silva. Buhos, mordomo. do Gym-
ii.isio piiunnclal. _.
Inrciulia no mar. -Tomos a lanvutaf um
triste .aeontedmento. novo e esccltonle vapor
Ee, da companbia anjericaua, iitfqifibjtla diser
vii-o postal entre os &ao-i;d que larguu de nosso porto para o de .Vew-York e
es'atas u i Io do corivute. submergio-se "depols de
devorado pelas cliainmas de um inedwnUo incendio
ua madrugada da dia seguiute ao de sua part:
Navegava galhanlamente o' Eri quando, as 10
horas da imito do dia i-, aclmnd-t-se elle a 1J2 ini-
1 a&s leste do porto di Parahyba, foi avisado o
civumandante, o Sr.' Tiaktopaug,vde que erado
snppor que houvesse togo no porao do uavhi. at:
lento 9 intenso o entrando calor, que se Mafia a
b r Jo. 0 comuan-.laiite, com a calma e clrcuins-
pceraocaracterstica dos lioniens alTeitos |te--
g-isisslma vida do mar, tomou inim^diatamcnte as
providencias que o caso exiga, procurando a todo
ociuto nao apavorar os pnssageir.is nm o conhe-
ciinuit-) da tremenda simciio em que se encon-
tmvam todos que iam a'li.
Tomadas as nocessarias medidas, proreden-se a
um arroiubamento notombadilho, allm.de reco-
riheeor-so d'oude jtartia o incendio, e qual a sua
inteusidade : mas, praticada a abertura, as labare-
das ijuc por ella irromperam impetuosas, dei-
xara-ii logo ver bem claro que era inextinguivcl o
iacondia O commandante, porin, e seos diguos
oMciaes, saliendo erguer-se a altura de tio horri-
vel conjunctura, nianlendu a ordem, sem a qual
ni tis so aggravam os lances como aquelle, dispo-
eeram o que era de mais urgente -os m tos de
salvacao para os que alli cstavam e combater o
incendio a todo transe.
Com as energas que o desespero presta ao ho-
niin nos momentos decisivos, trahalharam todos
at meia noute, em que rcconheCeram a improfi-
cuidade deseus esforcos, e viram-se obligados
a abandonar o navio, slvando-se nos ditos escle-
les de bordo o commandante acompanhado pela
tripolaco, composta de 80 pessoas e pelos passa-
geiros, <|ue eraai 1. S iargaram com rumo a
i'arahj ha, onde aportaram no dia 2 pouco antes
de nielo dia', depois que os restos do navio, com o
enorme brawiro, suhmergiram-se.
U Ee era Ie3*i02 toneladas; foi construido no
porto de New-Bury no Massachussetts em 186',
i- era a segunda viagem que fazia
Constata o sen carregamento de 24,676 saceos
eom caf, no valor aproximado le 9110:0005.
A tiinolai.So c os passageiros aqui chegaram no
dia 4 Doiio do Pirapamu, e aqui se demoraran
at poderem seguir para sen paiz. Ocom-njssario
do vapor seguir para a Inglaterra no vapor fran-
c /. R> Grande, que aqui esmerado de 9 a 10 do
corrente.
Temos dito bastarte para tornar tem manifest
qu-> o commandante o offlelaes do Erie souberan
encarar o, desastre que os ferio.
Oiuhciro.O vapor Prapam& tronxe para:
I/iir Antonio Siqueira **;**'t-*i*?S?
Prente Vianna & C.
Alfredo C.
Alfredo Garcia A Irnpo
Cunha limaos & C
Ferreira v Watheu<
Antonio Alberto de Souza Aguiar
arvaliio 4 Nogueira
Gomes de M.ii'os & Irmos
Alhciro. Olivcira C.
Antonio Gnedea Valenle
Perdig5o, Hiveira & C.
AnsnstoC Angelo
l Casadomnni
O vapor.Wotii.'ii'', levou r
Xoronha 2*i:000.
Kencaitde linajpena.No domingo (12)
deve proceder-so. na igreja de Santa Hita de Cas-
sia. bencao solemne da imagem de Nossa fe-
nhora da Picdade, que pertence igreja dos Mon-
tes Guararapes. %
DeseontOS.No anuo do 1872 regulou em
n esa praea o seguinte descont; 10 a 12 % ao
anno no maz de Janeiro, 9 a 12 em fevereiro, 10 a
12 oni marco, 9 a 12 pm abril, 9 em malo, 7 a 9
em jnnhn,
setombio, em outubro, c em novembro, e
em dez-mbro.
Coaros.Regularan) no anno de 1872 os se-
guimos procos na nossa prac,a: para os seceos
o"7 a -'>88 ris p ir kil. no mez de Janeiro, de "96 a
99 em fevoreiro. de 61i a 632 em marco, de 0'!6a
(i em abril, de'6:12 a 6W em maio, de fflo aOi.'t
em juiho e e:n julho. de 610 a 621 em agosto, de
610 a 612 era setembro, de 643 a 614 era outubro,
de fll a 68) em novembro, e de 090 a 697 em
dezembro ; para os verdes-38i reis por kil. em
Janeiro, em fevereiro, em marco c em abril, 378
a :t7. em maio, 382 a J02 em junho, 382 a 388
em julho, 383 a 388 em agosto, 392 em setembro
e em outubro, 136 coi novembro e cm dezembro.
Assucar.No anno de 1872 vendeu-se este
genero de prodcelo da provincia, can nossa praea
pelos procos segumos:
Bran.cn-de 3900 a 13700 por 15 kilos nomuz
Je ianeim, da 35610 a 15601 em f -.verciro, em
noreo em abril c em maio, 3800 a 15701 em
iunh'o. em jalao, em agosto e em setembro, 4I03
a 480) em novembro, e 35.0) a 4210 em de-
zembro. ___..
Bomano.-ilfi iiSNi* 31701 cm Janeiro, .IJJOl
a 3600 e:n levreiro, e em marco, :ti01 a 3)W0
imialH-il eemmiio Sgm a 33800 cm junho,
3500 a 3*700 cm julho. cm agosto e em setem-
bro. 3.j'.iJ a 3330) em novembro, e 33100 a 3.J3O0
em dezembro. y .
Malvado porgado 23700 a 35100 emjanei
ro, 26)0 a3'X)) em I.-verciro, em inarc, cm
abril c ora maio, SiS-W a 35200 em junho e cm
julho, 25610 a 3J20D em agosto, 23-00 a 35000
era setembro e em novembro, 25100 a 2900 em
dezembro. ,^.
Dito broto. -1 *Vl a 25100 cm Janeiro, 11900:
a 23100em fevereiro, cm marco c cm abril,2^101
a 23-io'O em maio, 2208 a 2MX) em junho,
21'J0 a 230 em julh >, 1 900 a 25600 cm agos-
to, U300 a 2520) en setembro, 2500 a 25300
em outnbr, !7iHa J:loOemnoveiibro,e IjWOB
a 2"i0.) era dezembro.
( inijKtuhia ls Keberibe.Nao se ten-
d reunido nuau-ru sullicieale de (accionistas desta
couipaubia para se realisar a assemblca geral, oon-
Ytca.ia para 2 do corrente, foi de novo d signado
o dia 10 ao meto dia para so realisar essa reunan,
na qual se deve tratar do augmento do capital da
eompan'iiia.
Cambios. Durante o anno de 1872 regula-
ran! os tfgainlfi ca nbios nas transaccoes de
nossa praea :
Sobra Londresem janiro de Sita 25 1/4, cm
fevereiro de 23 3,4 a 23 18, em marijo de 2i 7/8
a 2a 1/1, em abril de 21 3/ a 2o 1/8, cm maio lo
1 3/8 a 21 ii% un junho de 21 S/8 a J4 1/2, em
julho de 21 1/2 a 21 3A. em agosto de 21 1/1 a
2o /8. em setembro de 2o 1/4 a 26, ca outubro
de 2o 3/8 a 26, i-m novembro de 2.'i 7/8 26, c em
dezembro de 2o 3/1 a 25 1/8 dinheiros sobre 1.
Sobre Franca om Janeiro de 370 a 375, em fe-
vereiro de 375 a ;80, em marco de 374 *a 383, e a
abril de 371 a 38S, em maio le 390 a 305. em ju-
lho de 38J ; 390, om agosto de 370 a 383. cm se-
tembro de 3C6 a 370, em outubro e 308 a 370,
em novembro de 300 a 368, e em dezembro de 360
a 36o rs. por franco. i
Sobre Hambuigo710 rs. por marco banoo era
Janeiro. ( 726 em julho.
Sobre l'ortugalem Janeiro de 112 a 113 %, cm
fevereiro de lii a ISO.em marco.de 113 a.l*i,em
aliril de lio a 115, em maio de 114 a 118, em ju-
nho do li a 180, em julho de 114 a U agosto de 110 a lio, em setembrs de 108 a 110,
em outubro de 106 a 112, em novembro de 106 a
109, e cm dexoatbro. de 101 a *07.
Os saques temados i-.m nossa praea, poy meto de
corretoies, etovaiam-se a 8,*)0:00 Sf el 8J0:000
VO lie Jojtf .da
a vil de oaqiiiii
Greg-u-io_
Sobastia,' .
1.:toifaB.-A que a,
a beueciola mafriz da4|lla
dia;"
a.lli):Coi ivnte.
Instituto afrrlcoln.
...
v^nda a
q corre
i*
rciP
oria
ilX*
de Olivara, branj- Patttgal, 38
Boa-Vis, nosptwPedro n ; lebre
nca, Pernammce, nSmezes, S. Aa-J
o, Pernawbtco, I Biiiy Boa-Vista ;
TftfaTa 8 te aomcio diaier,i lugar a rcuiiiao da directora
do liUttulu .\gricola urna da* latas lo 'pal:
r friAermt. -J
Baa af|iKyao. um boi predio na cidade de Olhids; cm logar
aprasivel, prximo dos kNKihoa, *alg*>t, e iouivi
distante da estnco da via*ferren de larfo *i
Caruio, deve aproveilar a transmissao do predio
eiicurnado d-i largo do Boiu-Fim, construido
cerca de quatro annos com todos os ommodos
para grainl.- familia, qual vendido por ter sen
proBiietirio de mudar de residencia.
Profirilas.Foram fulos no dia'J do cor-
rente, na matriz de Santo Antonio do Hecife os se-
grales :
1" denunciarao.
Antonio Augusto Perciba da Silva, .natural do
Porto, com Antonia de Lima Novaes, VIuia do ba-
cluirel Joao Fernaniles Lima, natural d; Parahy-
ba do Norte. .' .
Henedino Rodrigue? Nogueira Lima, rom Gul-
lhermina Augusta de Moura Novaes.
Antonio Jos lo Amaral. viuvo de Mana da
Conceicao ftlxera, com alaria Isabel do Carmo.
Joao Gerardo Martins, com Pasara Dantis da
Silva.
2' denunciarao.
Begino Ferreira de Carvalho, nitural do Rio
Grande do Norte, com Umbelina Candida de ur-
valhoGusmao. ,' .,
Sim.i Fernandos La Silva, natural de Maocio,
com Valentina Faustina do CarraA.
Manoel Jos Sepulveda, natural da Baha, com
Theonilla Francisca de Soaza, natural da Parahy-
ba do norte.
3" d.'minciacao.
Euzebio da Cunha Beltriio, natural do Rio Gran-
de do Norte, com Anna Candida de Arruda Beltrao.
Josjoaquini da Silva, natural de Lisboa, com
Isabel Mana Ferreira.
Manuel Joaquim toares, com Joanna Paula do
Nascimcnlo.
6 -
2* denunciadlo.
Antonio Jos do Amaral, viuvo de Mana da
Conceicao Tei.teira, natural de Portugal, cora Ma-
ra Isabel lo Caono natural da ilha de S. Miguel.
Antonio Angosto Pereira da Silva, natural do
Porto, com Antonia de Lima Novaes, vmva do ha-
chara Jo5o Kernandcs Lima.
Joo Gerardo Martins, com Pastora Dantas fla
Silva. ,, .
Henedino Rodrigues Nogueira Lima, com Gm-
Ihermina Augusta de Moura Novaes.
3' denunciarao
Manoel Jos Sepulveda, u.itural la Baha, c im
Thconila Francisca de Souza, natural da Parahy-
ba do Norte. | ,c
Simio Fernandos da Silva, natnral de Macen.,
com Valentina Faustina do Carmo.
QfBino Ferreira le (^irvaliin, i
(
Man
pneumoi^.
BogeriQjrto, Pcrnaigbuco, 7 anuos, Boa-V ista;
astluna silBocan'te.
Bala uro do \evo Hhuco le l"er-
nnnairaro. eoi H||iiiitn SI le lezcuibro de IJ.
Xctras protestadas
Despejas gerat-s .
Caira ....
ACTIVO.
PASS1VO.
Capital. .'.....
Fuudo de reserva.....
Massas fallidas a cargu do Banco.
Dividendos........
Lucros e pardas......
S. E. e O.
121:8745170
15:819*416
18:536 jOtO
156:2393896
46:Wl*300
101:4144490
6J8787
4005100
7:3415719
1.')5:o95896
LONDON & BBASLIAN BANK UMIITED.
Capiul 1o flanco 13,000 accoes
jL00.................. 13,333:33333
Vc.(v emittdas 13,000...... ll,VB:5335fcO
Capital pago 43 por accio. 5,200:000.5000
DAUANCO B\ CAUCA flUAL 1M 1'EBNAMIHCO KM 31 E
i-rzr. aiiiio DE 1S72.
ACtlVO. a %>* cvi
Letras descontadas......... 1,8-5.30:56)9
Crditos livcrsos. outros biii- __ nxn
eos e cabas filiaos....... 692.9015960
Cai\a :
Em moeda corrente......... 381:1695610
vativ i do iifv o exccHclos criio. iae- do termo.
d> Ik-il'e i-iiio pir S. "A. I:ii;>t.-. ;i- Rus
gnai lo efe.
CertiUeo vista d i proceso de denuncia de l.ou-
ren;o de S e Albiiq.ierque amtra taqentO^O-
roul Gaspar Cavatcanle de Amquerque l.choa,
o escravo deste de nomo Jos Carnario, Eduardo,
escravo do finado pai do denuuciantc, e a preta
Eva, mli de duasdo, do inflan > consta a promo-
<;ai do Dr. promotor publico Jos.'- Joaq m de (Hi-
veira Foncca, a qual rae foi pe li la p r certidfui
verbo ad verbnm. cujo theor o segui>:'e :
Na denuncia tls. 2 se declara que tenete-
c tronel Joao de S e AUuumcrquc, e o Dr. Vlrto-
riano de S c Alliuquerquo foram envencnailos
com arsnico, e (alloreram em virtude da popi-
naeao na mesma denuncia attrilmida ao tenente-
coronel Gasjiar Cavalcantc de Albuqnerque. Uehoa
e a outros.
U denunciante dia II 3 que, depais de nina sen-
teaca |troferidacontra o psiiieiro denunciado, c a
favor do tenente coronel Joan de Sa -com -cou este
a sentir-se incommodado, e por tal forma profre-
diram os scus solriientos, sem causa -: icnecldi
que em o primeiro de maio deste anno (1870 )
teve elle de consultar o Dr. Joaquim de Aquino
Fmc!ca ; t |iie halado d'alii e:n diane asidua-
mente pelo niesino. e por outros mdicos, o mal
nunca codeo, e ello sueciunbio nesta cida le. a 28
do dito mez, sem que nenhuin d-is referidos m-
dicos podesse jamis fazer de sua molestia um
diagnostico seguro, on justificar al hojeo que pro
formula teve de dar o sen asistente para o res-
peclivo obituario. >
Quanto molestia do Dr. Victoiiano.dizo mesmo
denunciante (a lis. 3 v.j: Desde os ltimos !ia< Ai
infennidade daquelle tinado, prncpou o segun-
do a sentir tambem ineonimodos fia ludo simi-
Iltate*; os quaes foram em sen progresso apo-
sentando os mesmes symptomas e seguiado a
mesmi nuriln. pore:ncom mais rapidez-llic can-
saran!, igualmente a m n te no dia 11 le junho
seguinte.
Foram ouvidos os mdicos, que. tralaram dos
dona doentes, e de suas i espostas se de luz. (ue,
durante a molestia, nenhum delles julgou eni-ni-
trar suniitomas, que devessem aitrihuir a propi-
nacao de veneno. Vejamos, poresn. quaes as de-
claracofs, c aprociafSee por lies f--la- ilcpois. no
correr las invesljgaojtes judlciaes, c em tetuda
das mesmas investigaefles.
niilt-i.i- i % prirpipi-i se atlribuio,
qn- -a |.i .:, li-. robust,. disto ciiusi-l-- ni
iritcllgcuex, i k ;|.,|i(-.., ic assistram .mm -. .--
l-t-las a* -:.- ri^e.
No imp: tanto e liiniin-. relatoiio ti 110, <
Dr. Sarment explica a origera a mfrea da n,-
|estia_solfrid'i pelos irmaos Sis. lilie descr '
ainimlia. que observiU nas molestias em fre-
a!, e i-- .plmenle uas fera*; o que fa:ia
reeonhe-i- < existencia -le unc cnnitituieu
medica, qi-e .-roduzia urna intoxieaeao miasmtica
iouserva-.V .mlnoada pelos D. S Poreira -
'l'etxeira- udn que a me>nia ajToxicacio gera
parte das : lias, e a qua-^i tmlas impinilia o '
lio da tu inluciicia; t uando-as irregulares,
de (liflii-il i!i igiiosis. e tratamento Bieerlu.
bscreven lo os ymoto nas da ai ile.-th, ......
falecerain J rio e Victoriano de S. m.^tra o Dr.
Sarment a Miica" existente entre ella e m <",. i
tos da iut< x cacao hlhirica ; a qual, nao somei.'
existe en. oetrs paites, mas lambeni entre no-
fez sentir pori:irl |4a u*ahMti:i m'diiiM. Knpendo M OBerva-
e5es feita-. por rlle,;e pelo- Dr*. S Pereira T<-
xeira; c i:.parando entre o resultado de-isas d-
servaoSes, os prinripacs symphtmas di leriberi.
os jwptema* observad is nos dous d'H'nt;s, e ':.
zeado larga' consideracoes sobre esta maten.,
deste imiik : urlueo Dr. Sarment: Os !><
prece lenlfl i. e entras niuitts. pie infelizme-
se h-t d>f !r datlo. passnndo desaporcehide.
entre os | olies, parece u me o advento de .'.i-
guata molestia ksc-mli;cida de forma epidem
com'feicoes mais ou ljenos beribei cas, d.
me inabalarel eonv crin d.i existen-": a de i:
consliluieSJ raikca, qnc geiou una intoxica:;
m asmatic.i. o que esta preduzio, nao s as mole
ks d.is failcilios Jno e Vict -riano de S e M
Rs........
Capital fornecdo pela caixa
matriz...................
Depsitos:
Em conta cor-
reute...... 833:020*980
Depsitos Gxos
e por aviso. 599:3195060
2,961:7315170
838:8885890
1.131:5704010
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas iifiaes.,.......
Letras a pagar.............
Rs........
623:703 S100
5:37251W
2,961:7315170
S. E. 0.
Peruambuco, i de Janeiro da 1873.
w. a. nato. Accooou9t.
Dr. Mah-
1 i 8 1/2
oaidcdo Norte.com linbelina Candida de Car-
valho GusmJo.
Protesto.-<) eserivao Jos Marumn > est de-
semana, n i sobrado onde estuve a secretaria da
iiolieia ra do ImperaAir. saUdoJlado da maro.
I.HIi.Hoje eiTes-tua o agente Martins o le-
lii de machinan de serrar (i vapor, e de faier
chocolate, na ra do Santa Rita n. 49, us I
do dia.
Hospital Pedro 11. -< movunento deste
oslabeleciinentn do dia 29 de dezembro de.IS/2 ao
dia 5 de Janeiro le 1873 foi segrate : existala
281, entraran 13, sahiram 33. fallecern! 11,
existem 283, sendo : 186 homens e 9" mulheres.
Adreitancia,
Foram visitadas as enfenuarias uestes das as 7
7 1<2, 8, 6 1/2, 9, 6 1/2, pelo Dr. Ramos ; as 11
,1/2. 2,11 1 2. 12 1/2. 12,12 pelo Dr. Sarniento ;
as 8 1/2, 8 1/2. 8 1/2. 9, 8 1/2 peto '
qnias ; a 8 1/2, 8 1/2 8 1'2, 8 1/2.
peto Dr. Vianna.
Fallecidos.
Augusto Rover, febre amareil i.
%^%S&ia* Albuquer-iue. ,r-a
lia garganta. *"
Juviniaua Maia da Qoateiew, tuberciii-js BfeUHO-
nare..
Puloheria, gaslro interite.
Maria Hra/.ilina d >s P/azcres,
nares.
Antonio de Oliveira, febre amarella.
Joio Delviro, ttano traumatice.
Josepha Maria dos Prazeres, tubercul-? i tttM0n
res.
Manoel Antonia de Souza, interite.
Francisco Jos de Sant'Anna, Besn> '
loso.
Passas**!""-*-^ vanor nac-iimal 'irapama.
vinthi da Granja c portes intermedios, tronxe Os
seguintes
tubrculos imatn
francos.
AI^oo. Ksie genero do pritducoao da
provincia regulou -os seguintes procos no anno
de 1872 : de 8130' a 95900 petos 13 kilos
em jaueiio, de 9*W' a 115200 era fevereiro,
de 105200 a 1I5W0 -etn marco, do 105100 a
ll/SOiemaliril, d.)5800A 115700 em maio,-de
1080Da 5G&\> emiuiiho, de 105 a 115300 em
julho. &SHW a 9,W)0 cui agosto, d 8*600 a
8i900 em setembro, de 85W0 a 9|800 em eutn
Amaral, Venceslao Machado de Siqueira. sua ?e-
nliora, 2 criados e 1 escravo, Domingo-. Cirme'lo
Mendos, Dr. Ecrircntino. sua senhora, Sua tima, 1
cimbado e 1 aniado, Antonio Cantoso, D. Mana
Candida Ferreira. 1 criado e 1 criada, SOpid Ro-
drigues Vianna. Juliana (douda). Affonso Kosas,
Alfonso de aula Albuqnerque Maranhao. Henri-
qne Holmes. Sabino Jits'; de Almeida, D. Mana
vieira de Luna, Agistiulio da Racha Luna ; nu-
fragos do vapor americano Erie incendiado na al-
tura da Parahyba, Jonh Murtn, J. Poevel!, Miss
Itich e 1 criado, eominand;inte do vapor E. L.
Tenklepangh, Jos Patricio, Bcniain Rich, Hanm.
Collins O. Ttricr, D. ilnnter, 1 filho menor e mais
8 passageiros, c 8J tripulantes.
CemiterL publico.Obituario de 'a 31
de dezembrome 1872 : ,
Bellamsiia Feliciana Dias, branca, Pbrnatabaca,
30annos, vuva, Boa-Vista; tubrculos pulnu-
nares.
Corna, branca, Pernambueo, 1 mez, Santo An-
tonio ; entente aguda.
Joaquim, pardo, ernambuco, 1 anno. Santo An-
tonio : broncfiite.
Francolina dos Prazeres Albnquerque, parda,
Pernambueo, 23 annos, casada, Boa-Vista, fc-sp:tal
1 odro II; uleeras sypliiliticxs.
Joao, caboclo Paraguayo, 10 annos, Boa-Vista,
hospital Pedro II; anemia.
Augusto Rover, bronco, Franca, 19 annos, sol-
tetro, Boa-Vista, hospital Petlro II; febre ama-
relia.
Jos Thomaz de Araujo, prdo, Pernambueo,
32 anus, so'.teiro, S. Jos ; pitysica pulmonar.
Rafael Palmer, bronco, Hespanlia, 21 ann-is, sol-
teiro, Boa-Vista ; febre amarella.
Joauna aria da Conceicao, parda, IYxnambu-
co, 36 annos, soltcira, >.. los ; plitvsica puunonar.
1 de Janeiro de 1873.
Antonio de Azovedo Jnior, lra:o, Portugal,
33 annos, casado, Recife ; um tiro
Maria da Oncei?*) Oliveira Cunlia, i ranea,
Peruambnco, 21 annos, solteira, S. Antonio ; tu-
hercnlos pulmonares. ,
Avelina, parda, Pernambueo, 7 dias. S. .ose;
espasmo.
Justina,esc.rava, preto,Pernambueo, lo annos,
solteira, Boa-Visto ; queimadura.
i-r-,
Manoel, pardo, Pernambueo, 1 boro, Av.dGi ;
arteria congenite. '
Joanna, parda, Pernambueo, 2 mezes, Reafe ;
eongestao cerebral. ,
Jacintho Ferreira le,Tanla, preto, rcvn.-.mbucor
38 anuos, casado,*. Jos ; hypertropkia do coracao.
Eugenia, branca, Boraambuce, 5 mezes, S. An-
tonio ; gasuite.
Jos Pacheco, branca, Portugal,- 38 annos, asa-
w dq, Graca; losao do ceiwcao... .. .
Felppe.da Costa,.reto, frica, 80 aucos, solwi-
'BLinACTES A PEDIDO.
A compiinliia liMi.nifje ( )
III
Do exposto no artiga anterior este, conclue-se
que, os proprios pie prctendem, anda que indirec-
tamente, negaT a snpiwsta faUidade do termo ori-
ginal do contrato da eompanhia Drainage, mais
patente a tornam.
E' falsa tambem a allegacito feita de que, assig-
nado o contrato |teias partes controlantes, remette-
ram-se copias dele as repartices competentes, al-
legaclo firmada na imprenta pelo Sr. Francisco
ilellarmino dos Santos Frcilas ; visto como, a the-
souraria provincial, urna das reparticoes, qual
c.uni]tria remetter-se de preferencia urna copia, ne-
iihunia receben; semio-lhe apenas enviados nao
poneos dias dejiois do acto de assignattira, dous
extunplares impressos desse contrato ; ao que se
nao pode rasoavelmente chamar copia.
Nao diremos que isto se fizesse de industria,
asim como nao queremos ver proposito em na i
ter sido ouvido. como nos c)nsta, o inspector da
thezouraria provincial, em questao lao im|>ortante,
com a da innovaeiio do contrato da eompanhia
Drainage, questao que tanto entenda com os mis-
teres daquella nvarticao, mnito principalmente
quando o fazem dizer sempre e sempre, sobretodo,
sobre at o que militas vezes estranho esphera
do sua aeco. E nao o diremos porque seria sup-
p'ir que Uil esquecimento, omissao ou irregn ari-
dade fina lllha do receio, que justamente inspira
a certos espirite* a reputaco de probidade que
tradicional quclle velho funectonario.
0 que podemos, porm, garantir que nao fica-
ria sem impugnacfwv, e sera, o preeo da canuUsi-
cao (Tagua nos pr'edm, a razao d'. 760 rs o pal
i/i'i. se fosse nuvido a respeito o inspector da the-
souraria provincial; elle combateria a exorbitancia
desse preeo, como sempre tem combatido Inflo
quanto leide a prejudicar os interesses da provin-
cia : cmo tem, com emeacia, segundo nos aman-
eado, discutido o direito das contas j apresenta-
das thesouraria provincial por essa mesma eom-
panhia.
Na verdade ; o cano de chumbo de que usa a
eompanhia Drainage para conduecao de agua aos
respectivos apparelhos, vendido a 780 reis o patoio
(uando de todos condecido o maior preeo delle,
aquelle pelo qual o vende o eommercio retalho,
i de por o mln banda do mais innocente par-
vo deste mundo, ou melhor-desta provincia. Mas
deixeirtos isto que ridiculo.
Ha mais de estranhavcl nesse termo de contrato
o seguinte : cstarem expressas por algarismos as
quantias qaer dos apparelhos, por suas diversas
classes, quero da canalisaco de chumbo, bem como
a annuidade a pagar pelosenico, o que em docu-
mentos daquella ordem nao perraittido.
Esta ohservacao fazemo-Ia sobre o contrato im-
presso, nao sobre o seu termo original, que o nao
vimos. Mas, sendo, ou por outra, devendo ser o
impresso copia do termo original, se este tem
aquellas quantias, como obrigatorio cm laes ca-
sos, expressas Htteralmente, porque raze as abre-
viarom. por algarismos no impresso? E' urna qnes-
15o a resolver.
Outro ponto a csmerilhar:
Termina o contrato (impresso, que o que te-
mos ) do seguinte modo :... se Invrou este termo
em que assignaram o Exm. presidente da provin-
cia o cessionario. o fiador bardo do Vxramento e
as testemunhas presentes. E seguem-se as assig-
naturas dos senhores mencionados cora excepcao
da do Sr. bario do Livramento, que ahi nao appa-
rece, sendo ella, a assignatura do fiador, de impor-
tancia igual das partes contratantes.
Tal omissao, ou urna inudelidade de copia
inadmissivel, neste caso, ou o fiador nao assignou
o termo original do contrato, e a eompanhia esta
desaliancada, e jior conseguinte lcgalmcntc agin-
do o Sr. commendador Netto.
Parece-nos que vista de tao valiosas conside-
racoes, como as apresentadas por nos no coircr
destes artigos, aos quaes muitissimas nreoecupa-
ees nao permitram maior c melhor desenvolvi-
niento, pois s tivemos o intuito de manifestar pu-
blicamente, que fra da esphera omeial havia mili-
to quem tivesse comprehendido a lettra o que
o contrato da eompanhia Drainage ; dizemos, que
vista do exposto de esperar, que o Exm. Sr.
Dr. Lncena, elevado altura da misso, que val
revelando, por actos de immeuso alcance adminis-
trativo, to bem comprehender; livro a desventu-
rada provincia de Pernambueo, onde S. Exc. toin
bem vio a luz da vid, c ciijo destino ora dirige,
dssa pesie rae se chamaCompanhia Drainage. -
(piando se Jcvcra chamarCompanhia da morte.
Assim nqs exprimimos porque nos sentimos re-
transidos do niedo justo e bem fundado ao vermes
como se vai minando as mas e as casas desta oi-
dde com urna materia de effeito mais terrivel
que o da plvoraa immundicia podre I..
rejamos previdentes nma vez na vida c sejamo-
lo desta vez.
O Dr. Aquino, porgiintado ( fis. 99) a que
cama pdde Biprnialinnatc attiibuir a nadoo mais
escuro, que declarou ter observado durante o cur-
so da molestia em direcca-i longitudinal na lin-
gua; resiiondeu ((ls. MI): que ( attribue )
a aggravacao do mal, que na noute daue dia
torniju-se manifest, lanado entrar o sollri-
nmnlo do doente na rbita das leLie- txolioi-
des, e cntao nao deixou duvida para elle de
que linha diante dos olhos una fohre typhiide;
que prinrpiou soh a forma latente, e paree ter
comecado depois dos solfrimentos da ligado.
Perguiitoilo ( lis. 99 v. ) se >' sua o|iini.o e
continua a ser, que o referido Joao de Si nati mor-
resso em conseqtienria de. i)ropina,ao de veneno,
e se tem inteira confianza nesse juizo; retpendan
(lis. 101): pie, quanto primeira parte, em quanto
se naoextrahir do cadver por meto de auaJysechy-
mica confiada a loxicologistas competentes, e mili-
to exercitados nessas analyses, que em Pnuuja sao
confiadas a mais de um, proredendo eee poriiieio
de reagentes isentos de toda a eawaita de uupure-
sa ; e tor apresontada a substancia venenosa, re-
conhecida anda por moto de reagetttes perteiu-
monte puros, cuja analysc seja cniliad;.a un ehy-
mieo dwiaeto, pie conheca pratic.amcnte dessas
analyses; que cm quanto se nao estabelecer, que a
subsiancia venenosa loi absorvida dorante a vida e
passou aos orgaos, e nao toi introduzida no cada-
ver durante a morte por mao iateressada, ou uao
piitcede da trra, em que foi sepultado o cadver,
de objectos que o ornao, ou do caixao em que foi
encerrado ; em lira quando Dio houver duvida al-
guma que a substancia venenosa apresentaa em
sua inteira paran fui extraliida do cadver -per
siste em crer que Joao de Sa e Albuquerque nao
morreu em couseipicncia de veneno propinad du-
rante a vida com intouciio eriminoso.
buquerqr.e, o de sen -obriuho Ernesto, mis c<~-
cido nu ero de molestias, se nao em t l is os :;-
sos idnticas, !ao siinilhantes, que ellas forma-:
incout-isUivchie-nte, (telo son* caracteres ce
rauns, par coiiipotwnt da mesma familia pan
lgica.
Esti i > irilo do Dr. San-nto relativa a -
tencia de urna ranstiluico medica purturbaih .i
da marcha regular das mol.-stias (opinio panilla-
da poralgiius de mus coilegas) a previ; fl*......
epidemia iateiramente nova entre nos. ruja nv.i
reza era de aii'.i.'-ino determinada ; a firme ce
viccao, com que o Dr. Sarment snst<*ntava sua*
ideas, e para auleita-las ao exame aproo...v-- -
de todos os mdicos desta capital,! cwnvidou |>art
urna rer.iii o, que teve lugar, e dea em resuliai! >
a escollia de urna c inmissiio encarregada de i..:
parecer si,ore a quesao; todo isto fa brilhai :
mente coi :innado com o apparecinienlo. e dcM.u-
rolvimente do beiibcri m-ta provincia.
Ficou cnl o explicaJa a marcha iiTCgulai '.-
molestia d .s irmao Ss, e os gymploma* u<: ?-
observados, iiu febre remitiente e deiieis ron
tinua, vomito.i ou nauseas, mais ou lleno*
quelites, liv' ed-ma das peinas, semi-pira!- a
das peinas depois dos br.u;os, perda na me: >
ria, torpor das f;icuidad:s in-Ilectu; es. pertjr
COCS da V O. ele.
bro, de 9W00 a 9H0-) cm n.ovi
a 9*900 em dozmbro.
e de 8|900
ro, S. tose ; bronchile.aguda.
Valenum, pardo, Pernambuoo, 4 mazee, An-
tonio, casaroqs expos|osj, fpaiOK). ,
Jovinianna Maria da Conceicao, preto, Peraam-
bacq, 33 annos, sOUeira, Boa-Visto, hospital Pedro
II ; tubrculos pulmonares. .
Maltona dos .sintosMiranda'Seve Ferreira,ufan-
ea, Pernambueo, 30 anuos, casada, Boa-Virta.;
febre iiiti-imitcnte perniciosa.
Antonio Coriolano de Sbuza Jnior, broc, ter-
Ao publico.
Parecer do Dr. promotor pubiko desta tUade no
procesta que se nstOHrou .pela morte do tenente
coronel Joao de S e Albuquerque Dr. V, h-
riano ie S e Albuqnerque.
Plorencio Rodrigues de Miranda Franco, oavalheiro
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, con-
decorado com a medalha da campanha do Para-
guay, capita honorario doexercito, escrivo pri-
O Dr. Ramos, em suas rapostas a Qs. Iot v.dii :
t que, nao temi feito diagnostico seguro, nao
contesta a possibilidade de ter havido a propiuacao
de alguma substancia toxica, c<>jus effejtM fosum
dtscouliecidos ( ls. 109 > : niio coitkco tubetancia
toxica com effeito idntico m que foi obsenuuto iuis
dous casos. Diz mais qae uo caso de P'r havido
envonenanieiilo, era provavel que o w iiono em-
pregado fosse vegetal. Declara que ambo os do-
entes tivermn os mesmos lymptomas. lis. i 10 >.
Finalmente diz que localisa a lesaU dos o ntiue
nervosos, em ambos os casos, o priucipain.e ite no
ceiebro ; mas qun os venenos eonheeidos, que
operara sobre esses igaos, nao apfesentam este
grapa de symptonias ( oliservados HH o l-en-
tes.)
Das respostos do Dr. Hamos resutta, pas, que
elle nao conhecia, quando foi ouvido, veaoBoal-
gum capaz de produzir os symptoina- observados
no tenente-coronel Joao de S. e no Dr. Vicio-
riano de S; que admitan a poasibuidade do
envenenamento |tor um veneno efesconhecido, cm
razao de se nao ter conseguido fazer um diagnostico
preciso.
EsUis respostos excluem anppos.eo, < atea
admisibilidad.: de um envenname^ arsenical;
pois o arsnico um veneno minea :: nhecido, c que nfio protjuz os uyiaptomas I serva-
dos no casos em questao.
O Dr. Sarment declara pie consideron ;. mo-
lestia como nina das varias tmue- di febf de
mao carcter, que tinha encontrado desd a pi inci-
pio do invern, e que ainda eantinnavan a appa-
rocer.
Depois de descrever minuciosamente que en-
senara na molestia, de pie bMenni tenente-
coronel JoTm de S c seu irmao, di: o Dr. I
ment;
t No complexo los symptomas reeonhep (cm
Victoriano de S) a molestia, a que succunuiira
seu infeliz irmao: isto febre continua, grande
perturbado dos centros nervosos, e-juecimentos
notoveis,'diminuico instantnea da vista, e fia
qneza extrema (d. 115.)
Sendo perguntodo, se pelos svmptomas, ijae ob-
servou nos dous fallecidos, e nos orgos 11 >'.'pl-
mente atfectodos, podiam tambem esses syraptomas
ser o resaltado de ajguma accao de mate: !a vene-
nosa, mineral ou vegetal, responde):inic na.
conhecia substancia alguma toxica tapa; d pro-
duzir
Peiguntado mais, se rista dess^ I -mas
estas, de
fallecern! Joio de S c o Dr. Ticte: ;.o, ou
Do ipie tenho ito resulta :
1." (jui dos mdicos que preseneiaraui os so!"1 i
montos de .' i i i Victoriano de Sa. nenliuiii, -.>-
de o com;-' da molestia al sua terminac/ui f; .' I
suppoz ver signara de rnveuenaraento.
i. ijc depois do fllecimeuki nao liouve qiici i
couliecesse um veneno rapaz de produzir o cent
plexo de syuptomas observado.
3.* Que o Dr. Aquino. a ouem espccialmcuu -
refere a denuncia, e o Dr. Sarment afflrmain :..
ter havido envenenamento : sendo que o segunu
explica mindami^nte a origem o naturea da n><
lestia.
4." Qin- :-s proprios mdicos, que, depois i"
tallecimeuto dos dous doentes, adinitliram a [
sibilidade d^ envenenamento, entendiam que. no
caso de ti-r elle existido, o veneno empregado tona,
sido -vegetal, desconhecido.
5. Que, nao conhecendo neuhura dos ni'-ile "
um venen-, &u qual se podessem attiibuir os -;
ptomas observados, a possibilidade de envenj i.
ment por alguna adrailda fundaya-se em nai
ter conseguido faz--r um diagnoslh'o seguro,
desaceordr dos mdicos, e na variedade -
syuptomas.
Peto exorno, que nas visceras do tenente coi -1
Joao de Sa toi feito em l'aris petos notoveis t-i\i-
cologistas Tanlieu e Mmissin verilirou-se, q- '
mesmo tenente coi-onel nao foi ouvenenaito. f*.
peritos li r'anram n seguinte :
i Dos e iiii-s dos documentos mdicos que
foram irat smittidos, e los rcsulladi dasnume -
sas analyses phmiieas por nos feltas n-- correr -
te exame. ronclnimos por nossa huma r. em n a
conscienci qne :
1. lis -. 'saos exlraldos do cadver do t--i u
le coronel oao -I- S.i e AHiqnerquc nao cohmh
vestigio algun de envunenamcnto orgnico ;
2. A nica substancia anormal, revelada |,.-
la analysc, foi urna peqnena porcao de antinn
especia Im" e accumulada no ligado ;
3.* A orlsrem d'-t" composto antimonial im
parece pouco duridosa, Temos, rom effeito, ftnt-
damento para crer, qne essa substancia au
ingerida seno gob urna de suas numerosas tor a-
medicamentosas-; e que a nequeaajporcaoach. "..
nos orgaos rao envolv' em grao alguin susp '-
de envenenamento.
n i.o o tenente coronel Aflraunerqtte nos p:.
ce, em resumo, ter succumbldo aos golpes de i ..i
afeceo chroniea, qne esteve por omito tempe
tente e insidiosa, mas cuia lerminacao funesta i "
apresentou nada anormal, que podesse causar h -
preza ( fis. W v. ).
Esto it'Utido wio ronfirmar a opiniao
Drs. Aqnii Sarniento, e multo rapecialim ;c
as observa Incid m-rnteexpostas no relal- i
a fis. V40. '
Mas o Dr. Victoriano de S, como diz e denim
eianteXcorac lizem M mdicos, pomo dizem >
denunciad) -, si lreo do mesmo nial, de que 'i
victiman tejiente coronel Joao de Sa, apreseiileu
os mesmo- symptomas, morreu da mesma causa,
logo tambera c Dr. Victoriano nao foi enveneiiaOo.
Entretanto, tondo -iito examinadas na Bal a
as visceras do Dr. Victoriano, os peritos declara-
roin ter havido propinaeo de um preparado
arsenical.
Admittida, reeonhecida por todos, quer antes
quer depois do fajlecimento dos dous doentes .i
identidad' das rnolestias ; proclamada esta id'o
tidade pelo denunciante, jk-Ios denunciados, pchw
mdicos que nio admittiara, e pelos que admit m
a possil'ihda.de do envenenamento, segue-se que .>
dous exame. estilo era rontradlceiio.
A vbb des factos anegados na denuncia,
das declaraces feitas pelo preto Eduardo, ora
n un, oro neutro seulido, inadmissivel a hyjsi-
these de ter sido envonenado um s dos dous
irmaos, e rail mais inadmissivel que o Di.
Victoriano fose o preferida para ser venenad*.
Alm de contrariado p-ilo exame feito em Paris. o
exame feito ua Rabia t--ni contra si nma oojcecao
que me parece irrespondivel.
Como diz o Dr. Sarment em sen relatorio :
doutrina correrle em medicina legal que. s m
a concordancia dos skafNoana observados durante
a vida com is edeitos conhecidos do veneno ao.h..o
no cadver ; e sem a.-, le^oes anatmicas encontia-
das no cadver," pnxl'izdas durante a vida p.iio
veneno exlrahido, a extractan do venenniio prova
a existencia do envenenameato.
O Ur. Saimento demonstra, que entre os syinpio-
mas observados nos dous fallecidos, e os effeib*
do env-.'nnair.ento arsttnical ha completa descon-
cordanci3. Na > tro -ladare para aqui essa minuciosa
te convincente demonstrante, que ser lida em > o
Ingar competente ; ba-ta"dizer, que os sNiuptonu
observados.cm Joao e Victoriano de S, repllenla
cupposicto de um envenenamento arsenical.
Era. tao manieata a disenneordancia, que os pri-
prios mdicos que, pos mtrtein admiraran a pos
sibilidade de ter havido envenenamento, excluirn!,
nao o arsnico, mas todos os venenos po
dtes coi heridos; rwti* outra cousa nao signilka
testa dcclarac.o : Nao conheco nenhuma subsUn
la toxica com effeito idntico ao que toi obwsi--
vadu uo- dous coj."
Tara nao alongar-aie ainda ma, tei.\o de oc-
enpar-ir-.e de outns considiTacRes fettas sobre ..
exame a que se precedeu na Rahia; urna das
quaes trajiva tilemihafio do arsenro duraiue
|os trez<* diasque rivioavDi'. Victoriano, depo^
rts*> de veneno, que se diz ler-lhe sido pro-
tir o complexo dos symptomas obsorvades,
?erguntauo mais, se a vwa desses sjmpteaia
persiste no sen juizo a respeito das" ir.olest"
qne fallecern Joao de S c o Dr. Th
se podtam ter sido victimas de algum envenena:
ment por alguma substancia nao conhc'xla ; res-
pondeu que persiste e persistir emquanto sc-
Ihe nao amesentar nma substancia t-: r; capaz
de produS os symptomas observado'; porque s
ha prova de envenenamento quando so cncontra o
veneno no cadver, quando nesse cadver ?e en-
contram as alteracoes dos tecidos ou liqciuis, que
esse veneno produz, e quando com essw oados se
accordo os syuptomas observados duraptyj vi-
da. >
O Dr. Sarniento, portante, attribue p. rr.ortc ue*
dous Ss a un molestia occasionada ptla consti-
tuicao medica entao reinante, e excluio a hypothe-
se de ter havido propina;ao de quatquer veneno
conhecido, visto como nenhum veneno conhecido
era capaz de produzir o= syniptoinas ohftrvjdos
O Dr. Jesuino Augusto los Santos Me'.io dnj
que sempre consideroa de natureza cerebral o
oTriuicnto dos dous irmaos ffl. 116); que toi um
dos que nao acceitoram a idea do envenenamento
(Os. 125); todava, combinando as oceurrencias.
que se tem dado d.sde o da da ebegada '(a Per-
nambueo. de volta da Babia, depois da fellecimen-,
to dos dous doentes) at hoje, com a maicna da
molestia, os seus symptomas rpidos e pi\ cipitaos,
as duas mortes tao prximas, as ideas ik>s dous
lentes da Babia, e a diflleuldade nos (Lagnpslteos,
concluc opinando pela possibilidade do envenena-
ment (Hs. 127.) ]
A opinio dos dous mdicos da Baha era, ?e-
gundo refere o Dr. Santos Mello duas mortes podiam ter sido, ou erara msate te-
terminadas por envenenamento, e que (Res joiga-
ram ser venenos tirados do reino vegetal
O Dr. Este vio Cavalcantc de Aibuqixrquc i
entender em suas declaraces a fls. HO, que.. du- nica
rante a molestia dos irmaos S* Ue nao Acraditca. ,P*nada. .
me tivesse havido ejiveneuamento ; mas canelo* Tambera porbrevidade deixo de entrar ua a|ut-
1 ciago das causas, que podera concorrer par., a
'obtencao de manchas arsernaaes pelo apparolbodr
dizendoqu", pelo que vio, o. pelo que tem sido senado a morte de Joito ue S, c a du Dr,. Vtete-
riano devora scMt'buidas a um cnvctteajmento
vegeto! da AasseTtos hyposthenisantesiPorCra nao
pode conheeer, nem deolarar qual elle toase.
E levado a esee pensar,-por nio poder classin-
car nenhum dos solfrimentos ro quailro dessa?
Marsal;, independentemente fle ter sido victima te
um criiT-.e aquelle, cujo? orgaos saoanali'saeV*.
Do exaqje e cenfrontacaodas pecas instructiva." presente Ttmimarin, ci vista das considera?"*



4il
Diario de Peimmbuco. Ten^a feira 7 de Janeiro de 1873.
<|-.v le-.i'io expendido, mclue-se que teinmto-
nc-aiiel I ni iti SA e Atoqnerquo o L"v. Virtft-
i .1.11 do S B-A!bU|ilorqje nao iu.itjw.;.: envene-
nados.
Kntendo, pois, em minlia eansfenoia, qu ha baso para a pronuncia dos sum : ciados.
Kerife 7 do agosto de 1872.
O proontir publico Jos Joaquim de Oliveira
PoBcera.
K nadaaiais se rontinna em dita pr .-.-x.can aqu
ii-fceripta que eu esrrivo ni prineipio desta
l claiads a abaixo asando bem v lieimenM IM
(! crtidu fuHto ad vecbaiu da dita pnuntlo, a
pial ni! ve,. >;!a. que vai estaa vordaae sem
causa que dtrrida faca, caafefida e e..acortada na
forma Jo eslvllo, e par nfim assignadn Mita cida-
d V.n de rerdaue o es-riv-a da jury.F:orencio
U-irijua dt Miran-la Fian-o.
COMMtRClB.
>ERNAkl!CO
. onta lettras do cambio, ''" trra e
uesquer ttulos pblicos.
ti!C''!).'(lii;loiroeuuoiitacorren:', simples,
*m coala corrente com juros e por let-
En arroga-se por commisft ite qualquer
uporaco bnncaria.
) expediente principiar s 9 huras da
ni iih e lindar s V da tarde.
tu.i do Vigario n. 1, prlr^'m an-
Segura eulra-lk
COMPANHtA
NORTHEm
. 20,000:0009000
reserva. 8,000:00(H?000
Agentes^
Mills taino.--. & C.
IUA DA CRUZ t. 38.
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1 LIVERPOOL < I.ONDON GLOB
:aSDBAHGG COMPANY
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SAUNDERSBROTHERSC.
i;Corpo Santo#1
COMPANHIA
l^henix Pernambucana
na riscos martimos em increadom,
< .'. ;, dinheiro a risco e finalmente de qual-
; uatureza, em vapores, navios vela 60
i is, & premios multo mdicos.
Kl'A llor.OMMKKCIO.N. 8*.
\mi\i F. d'i)\mu k _.
. .,,.. commercial e llaucana de Augusto
! i'Oliveira & C.\, .1 ra doCommeroio n.
i ; irrcga-se de esvcugu de ordens para
.. .arque de pro lucios, dedoelos os mais
i.^iK os de commissao, quV commerciaes,
I ;- i: irios.
escaata lettras, e toma linh' os i pre-
cotnpra cambiaos, o saca vista, ea
vouUi I do I >ma]... s oro as se-
. : le? pravas ostraugeiras e n lonaes
Loailrcw.Sobro <> r/sios b\.nk
.,..;- .' 1 responsabili 11' mi
. i-, rmas de 1.' classc.
Pri*.Sobi'i' os Srs. -. l.vid an-
:.P. GIL, e A. l.AOJ : VIONAI.
, ilHIROS.
ifl.iu arillo. S ubr -v .iOAOSCHtl
::.v ..- & .V.IOS.
Lij*h.Sobre sSrs. i skca&, s.vn-
rv l mxN.i, e seb.vstiao ">t- d'abubu.
i rt.Sobre o banco i'Niio do ior-
i Sr. JO\'.U''-M PINTO DA K.WSEOA.
ju \j'.aSobre o unco commercial do
\:\, Sl'S. FRANCISCO AlDS-SOf ODA COS-
I ', & L1IOS.
aranhl.--Sobrc o S os fi-rrki-
v SILVA Jt'SIOR.
|irH.rSobre os Srs. r. DE vascon-
... i A SONS.
lanilla.Sobr.> 0: Srs. >....:nios c*.
Aid de fanclr. Sobr o bando in-
. KIAL E MERCANTIL DO RIO DE J.WElftO, 6
, u NACIONAL.
, \ l!0 RECIFii '. DE JANEIRO
DE 1873.
\- 3 1'2 II IRAS DA I .RDK
CotacCen lUcao.*.
K -. ina'cava 11 purgado 300 p-jr lo kilo?,
h intem,
v rM,iaomediano 9 J200 por LS kik, liontein.
'\.f: i -salgados serbos BSS r-, p. f kilo.
.i -sobro Londres a 90d;v. 36 l|8 d. e 26
l|i d. por lOi*', hoRem.
:. .. iu -sobro l'aris a 9,)d\-. 338 i-\ por franco,
ti >i: n.
.i .-sobre oRo de lanciro 19 dv. 1 ||! OpO
de deseouto, luntni.
Dubourcq
Presidente.
Vassttncel a
1V: -.-eretari".
l(M]l'ttlO.
thir[rg*atsa coLW.nt, viud-t Uaore, con-
sigitiil'i Tistet Frivt, manifest* :
Agua de Vals 2i caixas aos cousignatarios, diUi
da Vicliv 1 caixa a Ainaral Nabuco & C dita di-
vina 20 a ordciu. Agulbas 1 caixa a H.H-lia c C.
Alvaiado barris a J. F. dos Sanios Jnior. Acido
1 caixa a Maure.r 4 C, 1 a Silva uinaiaes. Alli-
aelo*. cai:u a Rucha C,, 3aJ. A. de Araujo, >
a Bastos Olivoira C. Aros 1 atado a Borne.
Hlalas 200 caixas a Lima 4 Heis, 300 a&meaj-
ves BsMro, liO a J. i. da Costa, 20J a Carlos Car-
doso, 100 a i, i. Aevedo, 20 a VL.W. Hodriguns
Uitir 10 eafcas ordoiii. Bu a iba 1 caixa a Mo-
reira Oas. BilUar 2 ordein. Bo'obs t caixa a
luiente Yiumta C. Bancos para jardim X cai-
xa? a Shaw HawK.es.
(aleado 1 caixa a Linden WeydtiVH e II. 8 a S.
S. Silva, 1 a Farias & Inno, 3ai}onc.aIves Ferroira.
Chapeos 3 caixas a Memles Azevedo 4 C 3 a J.
Chnsliani, 1 a Forreira A Matlieus, 1 a Bastos A
Silva, 1 a Wilil i\- C, 1 a O. C. (tainos. Chniles 1
cai r.i. Couros 2 caixas a prente Viaiina A C 3 a
Bernel. Consorv.ts 13 caixas a J. >. Nevos. Cu!i-
laria i caixas a Wild c C. amisas 1 caixa a M>>-
nhard A ('. Cadeias do ferro 1 caixa a leme!.
Clorofnuio 1 caixa a BartholomiMi A C. Cliinol-
los 1 caixote a M. V. Pocas.
Drogas 6 caixas a Mauror A C, I a Prente
Vianna A C. 8 a Caors, 5 a Arminio A More;ra, 1
a M. A. Harllosa.
Fruta.- 17 caixas a Silva Nev*. Fumo 1 caixa
a Hourgard A G. Flor de laranja 1 a J. F. dos
Santo*.
Gonuna-a rbica 2 caixas a A. Caors.
Joia* 1 caca a S. S 4 C. .
Licor 10 caixas a Monteiro Roetta C, 5 a Sil-
va Noves. Lapis 1 caixa a Bernel
Manteiga 30 barris e 20/2dits a Monteiro Ro-
cha A r.. 2a e 25/2 a Alvos Lcbre, 30 e 30/2 aMar-
tius de Barras Fillios & C, 40 c 60/2 a Soma Basto
A L, 80 c /2 a J. I. Costa, 33 e 43/2 ordem,
23 e 140/2 aos consignatarios, 100 c 150/2 a A.
K. Corea. Medicamento* 20 voluntes a Mnnhard &
a, 6 a'M. da Silva. 6 a l)r. J. Ramos, 13 a Silva
tiuimaraes. Miudezas 7 caixas a Prente Vianna
\ C. Macas 1 caixa a Lopes Machado. Movis 2
oakasa J. Ramos, 2 a A D. Pinto.
Oujcts diversos 1 cauta a Amaral Nabuco i
C, 1 a Faria A Innao, 3 a J. A. Araujo, 3 a Lai-
Ihai ar. 'i a J. Paula Ramos. 13 a Cunta & Mana.
Papt'l 3 fardos a Mondes Azevedo & C, 200 aos
consignatario?, 101 a Sonza Bastos & C. 1 caixa a
Alvos Barboza, 8 a Vaz Jnior & C, 1 a Yaz &
LoaL 5 a Souza S & C, 22 aos consignatarios, 7
a Martins 4 Cunha. Pipos 2 caixas a Bernardo
Rei.-. Porclanas 13 caixas a Duarte Campos & C,
la a Pendra t\ Irntao. Pianos 1 a Bernel, I Vaz
Jnior. 2 a Wogrlev, 1 a Vaz A Leal, i a Prcale.l
Silva Cuimaraes, a A. J. Azevedo. Podras de
fuzil I caixa a Souza c S & C, Perfumaras 1
caixa a Rodrigues 4 Innao, 1 a Vaz 4 Leal, 2 a
a Vaz Jnior 4 C, 4 a D. M. Martins, 7 a Prente
Vianna 4 C. 2 a Bernel, 1 a Costa & Innao.
Quinquilharias 2 caixas a Otto Bohers, 1 a S
Leito A Coinibra, 1 a Girard. Queijo 1 caixa a
Linden Weydinann 4 C.
Sardinlias ; caixas a Souza Bastos 4 C.
Tecidos ii caixas a Carneiro 4 Nogueira, 1 a
Monteiro Gregorio 4 C, 2 a Linden Weydmann 4
C, i a Keller A C.
Vidros 3 caixas a Duarte Campos 4 C, 10 a
Caors, 1 a Pereira 4 Irmo, 1 a S Leito 4 Co-
imbra. 2 a 1>. T. Bastos, 1 a Monhard 4 C-, 4
a Vaz A Leal, a J. F. dos Santos. Velas 5 cai-
xas a Alves Lelire. Vinho 50 caixas a S. Nevos,
37 barris a I.em.s 4 Guerineau.
Vapor ira.iUi'iro pirapmia, vind da Granja,
entgnMo Compinhia Pernambneana, mani-
feston :
Algodo 100 sareas a Loyo Sobrinhn, 6 a L A.
Siqueira. 170 ordem.
Goniina 13 sac<"08 a Beltrao Oliveira A C, 10 I
Barros Jimier a C.
Miilio 20 saceos ordem. Sola 1.166 meias a
Mor.es 4 Innao. 1,133 a Carvalho Moraes, 260a J.
].. Davim, 100 a Barros Jnior 4 C, 35 a Joaquin
P. Costa Moreira, 1.239 a Gomes de Mattos 4 Ir-
m5o, 770 a S Leito 4 Irmo, 1,440 ordem.
l'rtjwr in^lts gasskndi, ciado de Liverpool
por IJtb'. consignado a Sannders Brothers e C,
manifes'ou :
Carga de Lisboa.
Albo i caixas a Guedes de Araujo. AJpistre 21
saceos a Cmz Nogueira 4 C. Arcos de pao 200
rodas a E. R. tabello 4 C.
Batatas 50/2, caixas a Pereira Vianna &C. Ba-
lanca decimal I a M. Barros 4 Filho.
Ceblas 108 caixas a Rabello 4 C, 3 a Hcnrique
II. Oliveira. Conservas 60 caixas a Pereira Vianna
4 C. CartBes 1 caixa a Ferreira A C. Carlas 1
caixa Pereira Simos C. Calcado 1 caixa a
Porto A Bastos.
Di>cc 1 caixa a Ferreira 4 C.
Fruta 35 tabas a Guedes Araujo.
Feijo 200 saneo* a Rabello 4 C.
Livros 1 caixa a De Lailhacar, i a Lima Bairo,
1 a Nogueira de Souza, 1 a IValVedo A Souza.
Licor 4 '2 barris a M. A. Barbosa.
Mercurio 1 caixa a M. A. Barbosa, 4 a Prente
Vianna C, 1 a Pereira Simos C. Massa 200
caixas a J. J. Azevedo, 12 a Goacalves Beltrao,
Man i Daixa a I. S. Ramos. Maraes 1 caixa a
Azevedo
Obras do prata 1 caixa a Gomes de Mattos & Ir-
inss, 1 a Lehoman a C. .
Pmsas 30 alados a Rabello A C, 40 a Guedes de
Araujo. 2 Palito-. 2 caixas a Rabello 4 C. Podras de can-
tar 6 a Goncalves Pontea.
Queijo 2 caixas a Goncalves Fontes.
Rap 8 caixas a Tliomaz d'Aquino A Succes-
sores.
Toucinlio 40 barris a E. R- Rabello C.
Vinlio 1 caixa a Alvcs Guimares, 1 a Silva
Barroca. 44 barris Monteiro Gregorio. I pipa c
10 aneoretas a Pinto Guimares. Vellas 'i0 cai-
Sis a Tliomaz de Aquino 4 Successores 120 a
Rabello 4 ('.. ,
(Conlinua).
Greeoock Jodias, barca injdezx Jtad/rici pi(A
de :iit)aelatl.is,ciiiitii.:,Itobeit 9(kW^k
pagem 13, carga carvo; Bluardo Fenton.
Havre 32 dias,baDoa fraaCsza Colignu, de 294
toneladas, captao Nicols, equipageni 14, carga
f;uendas e out os gneros; fissel Frrc.
Liverpool 33 das, barca inglesa Hermone, de
383 toneladas, capito Charles Towl, equipa-
gem 14, earga diversos gneros; Jubnsion Pa-
lor 4 C.
Yokohaua 140 di:n, barca americana VoUy
Imbi, de *W toaelaos eapWo P. Johnsou,
equipagem 13, earga eh A orden.
Nvto sahido no mesmo dia.
Rio de Janeiro barca pirtngneza Afgria, eapi-
tad Antom'o F. de Carvalho, carga assucar e bn-
tros gneros.
Hampton Roads briffue fnglcz Beimcia, captao
C. CuarJw, eaS.lcar. r i
Rio da Prata patacho alleinao Anitn besma,1
captao Schuldt, cafg* 9** Rio Grande do Sul *-* piataUlo portuguez Bemflca,
captao Vieira, carga assucar e agurdente.
Liverpool vapor ingle/. aattm; c.Hiunandaute
Wfliain, eara assAcar, a%ee outros g-
neros.
5
Londres 70 das, patacho inglz Maru'Snvth, de
131 toneladas, capilo Robcrt i*ook, equipngem
6 carga varios gneros; GeraWo Bastos.
LiveriHMl por Cork -40 dias, sendo do irttimn
porto 34, brhrue francez .Vyrf/7, de 233 tonela-
das, capitn Myrt A. Aitlin, equipagem U, car-
ga carvn; Saunders Brotbers 4 C.
Piclou 41 dias, galera kigloza Midas, de 99>to-
neladas, capito Murcliison, equipagem 11, car-
ga carvo; Heary Forster 4 C.
Rio de Janeiro -12 dias, patacho brasileiro pa-
ria Emilia, de 261 toneladas, capitn Antonio
Goncalves Lhna, equipagem 10, car ja cafe c
outros gneros; Jos Lopes Davin.
Hamburgo 50 dias, patacho hollaudez Tuet Car-
ne son, de 134 toneladas, capito R. Y. Hoektua
equipagem 7, carga differentes gneros; a J. J.
Goncalvos Beltrao.
Sahida.
Para patacho portuguez 3chslense, captao
Francisco S. de Medeiros, carga assucar e outros
gneros.
-6 -
Terra Nova 22 dias, Ingre inglez Kalm 172 toneladas, capito James Dav, equipagem \,
carga 2980 barricas com bacalho ; Johnslon
Pater A C.
Buenos-Avies pela Bahia 26 dias, sendo do ul-
timo pofto 6, barca ingleza Man/ Ann Cwrnj, do
329 toneladas, captao P. Holmegren, equipagem
10, em lastro; ordem.
Terra Nova 38 dias, escuna ingleza CamerfoU,
de 161 toneladas, captao John James, equipa-
gem 8, carga bacalho; Saunders Brothers A
C.
Buenos-Ayres 13 dias, barca inglesa U-ftar, de
396 toneladas, capito Seaborn, equipagem 13,
em lastro; ordem.
Sahida.
Balda brgue italiano Strah, capito Marco Oli-
vier, carga parte da que trouxe de Genova.
O sobndi de om rWr n. 20 di mesma r.
OuUo d l.i Mti^tV, m e*0:d rii'.
A casa tarrea d. 73 da ra da S 'lolade.
X casa itrr-a n. 26 i roa dos Acougolnbos,
A casa terrea o. 95 da roa d<. Guarapss.
A ca.a teitfi icela-igoi B. 5 do becco duTei-
xmr*, u iraes>a da Fjodicao.
Oterrtao da :* iu Urgo a** Cinca P. d!.
A C4.*a (rrea o 3 da lugo da C*mpioa.
O lerriBu da tm da siquina da roa da As-
11 ilfic*1.
()< prxtnodMt- s p dero aprereit^r as snat pro-
i> o devida sello no
lia 10 de jaaejrp viqdearo eerU eeretarla, onde
sera dadus tod.>s u i-eesariri> e^clafciiieolo.
tetHu't da Sama La-a de Misericordia do
Reclf-', 25 de oof.nbrnde 187*
O e erlvao,
' Pndro Redr'goe da S"oz.
Vice-consulado de Italia em
Peniambuco
Tendo-se ausentado haperto d> seis mozas, o
menor italiauo Mteuel ^pin^lli, de idade di> I i
aunos, da casa do raio da aiumnciado .-pinolli,
poderse 'toaos os que tivereni noticia ou soube-
rein>jnde e aclia o.soliredito men-ir, se sirvam,
a popd coiuraunica-ln ao vice-chnsulaiio de Italia nesla
cidae : consta ter ido para o sul, visto tor em-
barcado na estacan das -inca Punta*. Pernambu-
ro 3ie 4vzeqibro de 1871
Pelo viee-consul
Jos .-apori'i.
____________l hanceller.________
Pela, thsiirara provincial se faz publico,
qac foi transferida para o dia 9 de Janeiro prximo
vindouro. a arrematadlo do coslcio da illuminafo
publica da cidade de Go anna^ jKir lempo de uin
anno e a razio d*S87 rcis diarios por cada lam-
peSo.
SecretiriB da ttiesouraria provincial de Pernarc-
buco, 27 de dezembro de 1872,
O oical inaior,
Miguel Affonso Ferreira.
EDITIS.
ALFANDF.G
nenio do dia 2 a 3 .
. lo dia \.....
106:111*397
51:395*657
137:507054
escarregam hoje 7 di jafl/ua de 1873
... c ingle. Gasseadi iiiercadjrias para al-
lau-loga.
it. iuxlez Rotalie niircadoifts para alfan-
dega.
. .. franco a Coliga:/ (atracada na paute)
mercaderas p;uu aifaadega.
\i.. i franceza $. muuicivadorias para al-
finiloga.
Ii;. .inglezaKinght Templarcarvaftja despa-
cliado para a compannia peniambucana.
'.. : e \agki-ira:jmuvarios gneros para o
trapiche Conceiijo, para despachar,
lio
3 DE
!*.
DESPACHOS DS EXPORUCAO NO DI \
JANEIRO DE 1873
Para os portos do exterior
No patacho hespanhol Pinillo, para Barcel-
loua, earregou : T. Freres 82 saccas com Oj-998
li2 kilos de* algodo.
Na barca franceza Ranal, para o Havre, ear-
regou : T. Freres 61 saccas com 4,825 Ir2 kilos
de algodo. ... r. ...
No patacho allemo Alome, para Gotriem-
burg, carregiiram ; Keller 4 C 4,819 couros sal-
gado? oom 57,720 kilos.
Na barca ingleza Rosamonde, para Liverpool,
earregou : A. Bastos 1,000 saccas com "5,000
kilos de assucar mascavado. .
>o patacho allemo Alba!roes, para o Rio
da Prata earregou : A. Bastos 100 pipas com
48,000 litros de agurdente.
No patacho luliandez Anpi Mane, para o
Riada Prata,earregou : A. Bastos 50 pioas com
%4.090 litros de agurdente.
No navio hespanhol Nuevo Vigilante, para o
Rio da Prata. earregou : A. Bastos 350 barrica:
brinco.
para Lisboa,
earregou : J. J. costa waia zw saceos coin 15,000
kilos de a-sucar mascavado.
Para os portos do interior
^TPara L'ruguayanna. no navio norueguensc
Lyn, carregaram: Carvalho A Nogueira 43 barri-
cas com 'i ,651 kilos de assucar branco.
Pare n Rio Grande do Sul, na barca brasi
EDITAL N 6fi.
Pela inspectora da alfandga se mima, de cou-
fonnidadt com os arts. 300 i 3 e 301 do regu-
iamento de 19 de setembro de 1860, aos fimos ou
consignatarios da plvora abaixo niencionados.de-
poslada nos armazens desta alfaudega, sites na
fortaleza do Buraco, para despacharein a mesma
plvora no prazo de 10 dias, a contar da dala
dest, sob pena de, lindo elle, er vendida por
sua conta, sem que ibes lique compethido allegar
contra s elletos desta venda.
G I 4 C., 400 barris, viudos de Londres no pa-
tacho inglcz Ecliptic, entrado em 20 de dezembro
de 1872 e consignados a A. C. Moreira Das
dem S quath-ado, 250 ditos, dem dem, con-
signados Saunders Brothers A C.
dem F D B 72, 800 ditos, idom dem idem.
dem O diamante. :KH) ditos idem idem, consig-
nados a A. F. de Oliveira.
dem J diamante, 380 ditos idem dem e con-
signados ordem.
Alfandga de Pernambuco, 2 do Janeiro de
1873.
Servindo de inspector.
Pedro Jjopes Rodrigues________
Ifl .131 u J ii B J.
Pela inspectoria da alfandga se faz publico,
que, nn ?,; tendo concluido a venda d;>s ulerea-
dorias postas a leilo por edital n. 63 de 30 de de-
zembro prximo passado, continuar diariamente
a naesma venda at sua eonclusan.
Alfandga de Pernambuco, 3 de Janeiro de
1873.
Servindo de inspector,
Pedro Lopes Rodrigues.______
" EDITAL N. 65.
Pela inspectora da alfandga se faz publico,
que se ha de arrematar, livres de direitos de con-
sumo, porta desta repartcao, onde se cncwn-
trar amostra, s 11 horas do dia 7 do corrento,
as mercadorias abaixo declaradas, annunciadas
para consumo por edital n. 35 do mez passa-
do, e que doixaram de ser despachadas dentro
do prazo marcado.
Fortaleza do Buraco.
Marca F diamante. 1000 barris cfim plvora,
vindos no patacho inglez Etetro, entrado em 26
de dezembro de 1871 e consignados ordem.
dem P N 4 C, 500 ditos idem. vindos no bri-
gue norte-allemao Arpes, entrado em 9 de abril
de 1870, consignados oidem.
Alfandga de Pernambuco, 2 de Janeiro de
1873.
Servindo de inspector.
Pedro Lopes Rodrigues.
ANTAJ casa da MISERICORDIA do recife.
Pela secretpria da Santa (las da Misericordia
se faz sciente a quoin interessar que o Illm. Sr.
Ihesourelro, no salo da casa dos exndstos no da
13 do cerronte. pelas '9 horas da mauliaa far pa-
gamento do trimestre vencido de outubro a de-
zembro finoo s amas que se a|iresentarem con-
duzindo os expostos que Ihes feram confiados.
.Santa Casa da'Misericordia do Recife, 2 de Ja-
neiro de 1873.
O eserivan.
_____________l'eiiro Rodrigues de Souza.
DO
BEBERIBC
Nao se tendo reaniio ruunero suflu iente
de accionistas para ser installada aassembla
geral convocada para o dia 2 do torrente
mez, Sao de novo convidados os Srs. accio-
nistas para se reunirem em asscmbla geral
extraordinaria no dia 10 do correte ao meio
dia para deliberaren! sobre o augmento de
capital da c impanhia. Os Srs. accionistas
sao previuidos de que nUtoe dia '10 do cor-
reute] a asseinbla geral ser installada Qom
o numero de sociosquecomparecercm como
dispoe o artigo 23 dos estatutos.
Kscriptorio da coinpanhia do Beberibe, i
de Janeiro de 1873.
O secrotario,
Jos II. II. deMenesfs.
N. 5? *-iiiu>.
^. 53 riBUM v-u f .auninio Bb>!:!^j.
N. 5i Firmiuo AotJoiv.
N. 33 JqvIbkmiu Feraaudes Si\\x M.kuj.
N. 57 os Beroardo Uicb^fb*.
X. 58 Jo.- Ani nio Guiatari1*.
N, tiO l>jii,uij,)- Honrjim M frj.
Fora de Portas.
N. 99 de Joaqun Au'oqin R niiigav.-
Jhw di?Boa Hora.
5. 56 de Henriijuela Sf^ple da S Iva.
Ra do Amparo.
S. 3R'.n Hara o. Lo-t>.
I.a.1ea iafibctr.
N. 32 da vinra de Antonio R.mc!'.
N. ^3 de B.jfos^.h The nx de Jess.
Jago da Rolla.
N. 13 da Antonio da Saveira Lio*.
Perinuta iguaiinoot'* u dominio mil e direcl 4os
sin o. la e 18 d*< S^Hjias qu pt-rieocerar
w'or* os beideiro- d Mig'ici FVrrer* de MW1- .
i dos ii-rxeana di>. 39 40 dus Armnbadu?.
O .n-u-ndeief'deveiio aprw-ntar as >a*(*o-
pealas em c*rtas fechadas devirtameaie .--lUdaa, a>
juar-s sero. reoeM la lio di* 3 ir jan*iv vis
donro nc>ta *ecr"*i?, onde daio todu-s m t>-
chWrcimafltol pneiso".
Sor-una da Sama Ca'i de Ms-r.CirJu da R'-
cife, 25 de oofeiitoro de 1871.
O ?feriao
. Pedro Rodrigues de $uza
CORRER) GERAL.
Rea cao dos oldec^w registrados existentes na ad-
rainistra*,,o dos correos desl cidade, para as
pessoas abaixo mencionadas.
Amia Carolina C. de Moli, Antero Augusto de
Abreu, Amaro Joaquin da f. e Albuquerque. An-
tonio Joaiiuim de Barros >obrinlH), Antonio Mar-
tins da Silva. Bomviiido Moutnho, Ci'lso de .-Bri
to, Delio Luigo, Feliciano E. Dias dos Prazeres,
F. Jos Cardse Guimares, P. Theophilo da Ro-
cha Bezerra, Giovanni Caluchio, Goncalo Vieira
do Vello, Isabel Mara da Cunccicae, Jovina Varia
da Goiiceico, Jesuino M. MalheiioBraga, J. Miied-
ley. Joaquim Antonia Pires, Joai|uim L. da Mlvei-
ra Carvalho, Juaquim Jos dos S. Araujo, Jos
Fernandos Ferreira, Jos Joaquim da Cuaba, los
Francisco do Canno, Jos Firmo Xavier, Jos dos
Passos Queiroz. Joo Alvaro de Miranda, V. C.
Branco, Joao Jos Rodrigues, Joo Martins da
Silva Coutinho, Joo aulo Munteiro de Audradc,
Luiz Aprigio de Oliveira. e. Luiz de Franca de V
Manuel Antunes Correa, Manuel Caudillo Coareia,
Manoi'l Joaquim Paes, Manuel P. dos Santos. Perlro
D. Ferreira, Policarpo D. Ramos, Tliomaz Coelho
Estima,T. Jos da .ilva I^ibo, Thomaz AntonioM.
Monteiro.
Correio de Pernambuco, Io de Janeiro de 1873.
Oencanegado do registro,
Amaro G. de S. Ramos.
Para Lisboa
o lu:t:wrnfnguei Sujthha Bftortde sHhif c r
toda a pfise, para o que leul :. latlor i>n* d.
sua carga Hatada : para o resio u passageiros
trala-se com os consignatarios T. de Aquiuu Fon-
eea C. Sucressores. ru do Vigario n. 19,
1" andar.____________________^^__^__
~ COMPANHIA
DE
l'wve^uce bra*ilei*a.
-* Do di a 9 era diante
_ sV^ isperado dos por
tos do norte o vapor
Par, coinmandanto
o eapiii) tenente Pe-
dro mpolito Duarte.
o qual depois da demora db coslrtie seguir para
o do sul.
Encoiiiniendas de r^'qneiu) valor, peso, medid*
e tamban) dinlieiro. recebeu-M at f hora datar-
de do dia da sabida do vapor.
Para frotes e DageMpus, trata-sr n: afiosfila.
ra do Cununoreio n. .
LEILOtS.
LEIO
AVISOS MARTIMOS
PA1U'
tiLARACOE.
hio ua mna, cancgou n. wj u
coin 3i,5->2 kilos de assucar branco.
Na birca portugueza Lusa, pa
earregou : J. J. Cosa Waia 200 saceos
Hu
> norueguensoGt'.'.m varios gneros para
o tjapuUe ConcAcao, uara despachar,
i ingleza -r- linla -bacalho ja-despachado
para a coiupanbi i pernamucana.
CAPATAZIA DA ALFANDGA
, luneuto do da 2 a 3 1:243*281
do dia 4...... *04*W3;

l:5*i*l
VOLUMES SAHHJOS
> da 2a3 7
BJBipt porta BpMi
sumida porta ...
! .ira porta K. ...
1'-ineh-' Conceicao .
SKRVICO UARinVO
Ai- Mondas desear regadas n i irap::he
'v aliandaga nudia la 3
Ditt ditas u i dia 4 .....
*fta*'o0 atracadosbo U"ap. 44ian A!va.ea/.i*........
fij '.iMnihe .Qanocii.-i .....
inglezEcliplie -varios gneros para o ^ri p0Blbnha, earregou: J. J. Ferreira 20
trapicha Ccnceicn, para despachar. barricas com 2,422 kilos de assucar branco.
Para Parto Calve, na barcaca S. Francisco,
carre.ram : Braga Gomos4 C. 1 barrica com
65 kllo. de assucar branco.
REOBBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
RendHiieiito do dia 2 a 3 4:220098
Uem.de lia 4...... 1:808a0'.2
6.0384190
. CONSULADO PROVINCIAL
cuto drrdia a 3 19:230*807
da 4 .'..... *MUm
15:574*730
TO m P98T0.
Vt'.u'os e/dlmdos no 'dio 1.
portos intermedios < li dias, vapar hta-
rga
btiAaa.
SANTA CASA A MISERICORDIA DO
RECFE.
. A Ulma. junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sesses, no dia 9 de jaueiro cor-
rente, pelas 4 horas da tarde, tein de ser arrema-
tadas a quem mais vantagens ofierecer, polo lem-
po de um a tres annos, as rendas dos predios eai
seguida decbuados.
ESTABELECInENTO DE CARIDADE
Ra dos Aenuguinhos.
Gasa terrea n. 26..... 98*009
Ra do Amorim.
Idem n. 26......... 303*000
Ra de S. Jjrge.
Sobrado a. 30........ 240*000
Ra do Padre Floriauo.
Casa terrea n. 17...... O0i#H
dem n. 47........ 200*000
vital ue Negreiros (Cinco Ponas).
Casa terrean, III...... 340*000
Ra da Moeda.
Loja do sobrado n. 37. 151*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Madre Dos.
Ca*a terrea n. 4 > l:iOO003
Ra da Senzala-vellia.
Casa terrea n. 16..... 209*000
Ra de S. Jorge.
Casa terrea n. 99...... 350*000
dem n. 100........ 240*000
dem n. 102........ SIMX
Ra das Larangeiras.
Gasa terrean, 17...... 3*0*100
Os prelendenles deverio apresentar no acto da
arremataojio as sbas-liaejas, ou iwmparecereei
acompOTUados de, respectivos. Indares, devendp
pagar alem da renda, o premio da quantia pqr
queifor seguro o predio que coat ver estabeleci-
mento commercial, assim como o serrico da lim-
peza c procos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do~R-
cife, 4 de Janeiro de 1873.
O esenvao
Pedro Rodrigues df/Sou z a, ;. ;
do ^f^eife.
A litro, juiu admwisir?lw d* S^pU C*i,
c*in uioriv^u do vresid^ale em tOcio, coa o
(echo de 31 de s^tubro tjdo, d. eoofotaudde
com o daoslo no | 9. d artigo'52 i' >*u,.0f0-
pwpBBio, >^m n>* asjoksa 4a;dvid* geral,os
segvffttes w#oa, ^Mtaecsal* o legado de Joa-
qaim da sitpJUp*-
A melftuV.do fobrado a 3 aadara p. 17-4*
ftigo da ie#HeV
"A ttrja fiie'de')bfa4*'-^.-*9,l#adafe^do
o'sobiido de'd'JtvRBitdBM o. 09-da-ftia''ia
Gaia.
A :sa terrea, t, 'W 'ia ro i S, Ictg,e.
Sonta U sm dv Mueric-ordii-
d" RvAtilV^
A llirca. jau a.ja>it aui ridB pelo Exm. Sr. prni 'ei:U da provincia
-o dkta de i -1" ciart-o *, >! rowf ifidudn f"m
i que isaiV 5 H* t 52 flo ri/fnproiDi->i por
|ae p regf, ptrtiaiit por spaHeae Ua lvida t-u
id ea, a f.;f-tida de er<-ar fCQt, i|u^ pertence aos
BUbelecoi -inris dr cridtfdn a wu cargo, deno
iniuaia-Caroaab, M'm^ us proxlaltdade^ da
?ila de Fiore, bi-ni-nCo algom gado vacei-m e ca-
vallar jmu nciD'io 0* 32. R-cel por i*eo pn>-
pOrles M sala da ru.- ...s-es pt-ias 4 hiras d^
tai S-creurii ai OapU 'ia-a d Misericordia de
Melle, 30 de slemhra de 1871
OofC'ivir
Pntro R arigni. Oe Snua.
Santa .* tie Mi.scricordi
do ReeitV.
A lllrr. jan'i ad nii.'.rativa da Santa Casa, au-
ion-.i1a v 'xtD.'r. pre.-ldtuiada pruvioeia, po>
offlcM eoiu a.ia de 30 de ouinliro prximo JQdoe2
de CL-otaimi l.de cum o do-,Mjt|.i uj | 9. arnga 5
do Sin eoutr rji"~ e*4inuM ror aoolices da divi-
da pnbi.ca o dwUHelu diiM'io la. terrenos aus '
gu;Dt>'S sitio* das S'.lin :
Siiio n. 1 d Lodji-iu lVix-jra L'te.*.
OD 8- 2 de K'aii.i.-ro .-'er-ira Tivares
Oiio o. 2 A '!el2 rr, AahsnU Ttaxeira.
Dil U 3 do Lodgtr Te^i-i'a Lopet-
Dito n. 4 d- i,u-r.ltii..- de G b-uu.
Dito n. 5 da viava de ju^ rcefra.
Dito o. 6 da viuva de M.ibi. Antonio Batista.
D:tu n. 7 dos berfeifos de Bernardo Henriques.
Diio u. 8 dos herdeu. de Fraue,ca Barboza.
Uiio n. 9 do* ht-rdeho* de Francisco Manoel da
Silva Tavares.
Dito d. 10 de Demetrio de Azevedo Amorim.
Dito n. 10 A. de Jos rfa Salva Caxeiro.
Dito u 10 B. de Jos loaquim Idv Guimares.
Dito c. 10 C de Aniaaiu da Silva Pantos Guima-
res.
Dito n. 10 0. deMaool Amoaio P.reir Cas Neves.
Duo n. 16 F. de Mara da Paz Pereir?.
Dito n. 11 d.j herdeirui de GibsflD.
Dito o. 12 dv ditos
Dito b* 14 dos ttirrteiru.' d- Gil? n.
Uno d. 16 da. viuva do Paatiuo da i va Mindello.
Dito D. 17 de Qeoetrio de Aievcj.., Aia .r:i.
Dito n. 19 dos berdem.s de Mancel Amopio Car-
neiro de OUveira.
Dito, n 20 of dilo.v din.s
Dito o. 21 dos'berdeir.s de Martinho Jos FraB-
fisco
Dito o. 22 dos ditc? do ma.-mc
Dito o. 23 de Vicente Ferreira Paes.
Dito n. 24 da viuva de Fmoeico Ferreira de Mil-
lo.
Terrenos de casss ncr Arronzados.
N. I da Jeaqcii Loptw de Almeid^.
N. 2.da viuva de Ao-elin i i Ferreira.
N. 3 de Ludgero.Tcixeir L pts.
ii 4 do Martiuhj J"Sfi le >,.iu-i Reg.
N. 5 de Domingos Henrique Mara.
V. 6 de lito 1bQ0it Pereira.
. 7 'to Abxaodre J, >. Dowellaf.
N. 8 ce Anuni Henri^ue afra.
SajO e 10 di viuva ai be. ioronyiuo Vi.nla de
Castro T*varos.
N. II da da de tUBOM ltonn^oe Mitra.
N. 12 de Josj M.xumna do.- Sanios SiocJec.
N. 13 iJ-m.
N. 14 iV.
N. i6 II unqne'.a ieapie da Silva.
N. 17 h.-dfros JvdJttlm Pere- Rimes..
N. 18 dem.
N. 19 i,-. : Bezoardo Michelw.
N. 20 J Fenaades da Silva.
N. 21 d to.
.N. ii Aa-jc-nreJoi Dirnelia?.
N..23 bcrdi-irAB e -Flippe-l)ufto Pareir.
N. 14 FinniBOAoteiHO.IIft-Silva.
Ji. 25 Ruarlo Si*rBi 4e Frenas.
. 16 Jeronyuio Viftel de Castro Tavsre?. _
Jl. 27 vi uva'de los Alve* 4a Silva GuuuarSies.
. 28 de Aldr de Abren Porto.
N. 29 de J io Amuaes Guimares.
N. SO de Fvlidijfinotu Teixeire.
S. 31 D. TtietezaCL Birridi d? silo.
,N. 33 viuva.da Ricar/Jo Cliryswtomo Rodngoes.
t. 36 Theofriro los a Suva Heeroa.
. 37 Dr. Vietate tijrrtlo-Marinho.
N. 18 bsrdairosi Jow^ba Uz Viraes.
N. 41 Jiri Jaco DbjJ.
Pretende seguir com poneos das de de-
mora, a barca portngoeza Oemenlina, por
ter qiirs a >u* carga completa, e pan
pouca' que Ihe falla, tratase r.a ra do
Comm-icio n. 5, ripiarlo de JimeiOMO
J S G l(-C*IVrS llelllSo.
~ pono
A bariM gorlDjiliaa Audacia, 4 I elanse su
perior ii^re.hi. v,j h'r cun brevidade, recelo-
sirga* ireo ctnnMduj prgei*ut: iria*se
com E H. Rula-I!a A '". roa dji '. mn>erc> i i.
Puf:! O K10-G S5 S-gue 0 bMjce uariuna. Amelia, leni parte de
sen earrefaejeaKi eogajad-1, para o r.sio que
Mi f!'a, ira! ki cwa i s us c .usiguaSaii^s An-
tonia L'iil de Ol-era Aravel f (',., r.o .-en -.--
cr'i'li-r'" a r'.i 'i CriM n 57
COMPANHIA
DF.
\aiegue:V!) braMeiru.
HE
todas as machinas pertoi icen-
tes serrara a vapor e fa-
brica de chocolate sita
ra da Praia de Santa Rita
ns. 49 e51.
O agente Martins. autruvado polo Sr. Jaso Igna-
cio d'Avila, uiinidante da tima Axila 4 Irmos,
voudi'ni ni lelaotodxs a.- macninas pertencenles
serrara a vapor e fabrica do clioooiato, sita s
na de-Santa Rita d'esla cidade ns. 49 e 31, e d.-
propriedado da dita lirma, sendo 2 machinas a va-
por com suas compi-ii-nti-s cabloiras, transinissiies
de movinientos, senas, tanques de depsitos, e ou-
tras dillrreiiles machinas para aplainar, tornear,
fazer molduras, e bem asan nachinas de lazer
chocolate, preparar o liinpii' carao, laminar a
maesa, seus portencos e utoibds, e toraui arbitra-
das |ior peritos em 2,*>:67a000.
O annunciaiite previne que os objectos refereu-
tos a serrara a vapor, scrao vendidos onglobada-
mente, e bem assim laro um lote separado as
machinas e fazer chocolate, salvo so liouver of-
ferta geral para todas as machinas, urnas o outras.
O toili) ter lugar s lunas do dia, ra da
Praia de Santa Rita n. 49.
Guar, o qual depois
2 da demora do c stu-
meseguir para os do
norte.
Encommendas de peqtieno valor, peso, medida
e tambera dinhero, recebe-se at 1 hora da tarde
do da da sabida do vapor.
Para fretes e paesagens, liata-se na agencia, nu
do Comnierrio n. 8.
DE
Fazeudas .variadas
CONSTANDO DE
Uttlniol9>rM. h1s1**-**i eewwa,
4'hilitM. eatapaii v Iu-m.
(Juarta-feira 8 lie Janeiro BO 1873
s 11 Iu ras om |Hiiito.
Por itervin,'\> do (agente I*in!i>
POrgea
NA RA DO BOM JESIS N. 53
Ve:n!er-se-lio em eontinuacnlambein alguirwiH
t'a/.oiiilas limpas para foclianoiilo de facturas, i
outros arligos, onde o agente espera os seus fr<-
guezes.________________________________
^^ M-*l^l M^i A ^a^
DE
5 cuixti* inuren 3> \ 13
la*ii* le IU lii>i*u cada luna
fin bolaxinhiiN ilowoiln.
iJlARTA-FlaA 7 DO CORHENTE.
0 agente Pestaa far leilao por conta o ri;co de
caixas com 800 latas com
is de Now-York no navio
Juli, U. AV.-. (.',;//. entr:dn ui-ste porto em 13 de
dezembro prximo pausado, e Koran vendidas om
un .ti m:ii> lotes, ihi da cima lorca-feira 7 do
coneato. s II huras da manila, no amiazeni -bi
Annos defnuile da ailaiiili'ga.
cog
Dos portos do sul
esperado at o dia 8
do corrento o vapor | qU,.,n portenrer. do -2')
bulaxiiils ii- soda, vinil
COMHAMII4
\s
NciMCgeres uini*itiinew.
At o dia 8 do correnle rn-z e-pen-se da Eu-
ropa o vapor francez Mendoza, o qual depois da
demora do coslume seguir para Buenos-Ayres,
tocando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condi^es, fretes e passagens, trata-.e na
agencia, ra do Commercio n. 9.
No da 9"do correte mez espera-se dos portos
do sul a vapor francez Rio Glande, commandan-
te Giost, o qual depois da demira do coslume se-
guir para Bordos, tocando em Dakar (Gore) e
Lisboa.
Para condicT.es, frete* c passagens, trala-se na
agencia, na do Commercio n. 9.________________
Para o Rio de Janeiro.
O brigue nacional Isabel pretende seguir para
o porto cima neste dez dias ; para o resto da
carga que lhe falta trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C. no
son escriptorio ra do Bom Jess n. 37, otitr'ora
ra da Crac._________________________.
Para KioGr inletlo Sul
Ple anda rre.rb-r alanroa car;< frei o pa
tacho nacional Bemfica : a tratar a roa do V>.
rio n. I, primero auiar, e.-criuiono de Bailar, 0i
veira 4 C ________________^____
Para o Para
sabe at 28 do crrenla n patacho prtogt*! Mi
chieienv, leen ires panes da earga enfajaia ;
para o resto na curga que Ih-! folla ir Ferreira da Almeida 4'l a iu* da Madre aa Def
n.96.
Vai falv' com pi.ue"-s dias.de en.'.r^ a p- Uc.
tabana Sara, pldendo reeeber a'go n i erg, por
sao, quem desojar carregar [.ole entender .e eva>
o consignatario Joaquim Jos G cdve* Belaj, a
ra do Co'nmefiiin n. 5
P.4UA LISBOA
Seitnd com lula a brevidade o l^ar por'ugoez
Julio, iara graude pane de ua carga eof *j ida, t
para o resto e passageiros, irata^e com i s ene-
aigDktanos Tboiujiz de Aquiuu Fonsees &i C Sus
ceesores, ra do Vigann u 19.
N. 44- Li-raardioo e Sana Diu.
N.A5 fraoBscadas CbH*' Salgiiiro.
f. W Ricardo 6oafa. da Freitv.
t. 47 Amonio (knfaLves da Silva.
>'. 48 Jo^knianesGimsref.
N. 49 !'rne*w das Ca(|a^ Salttrn.
. 50 hetdclrs'd eaqeim Krewe Ramos,
t. 01 isdakOMia a Ceoa ttego Ixinto,
LEILAO
DE
548 barricas com farinha de trigo ame-
ricana.
QuakHa-fcdra H 3 voi'r'ie.
O agente Pestaa far leilao por conta e risw
.ti- quem pertenecr. c wn prosenca do Illm. Sr
cnsul dos Estados-Unid -. de 548 barricas com la-
aba de Higo anie-icana em Dio estado, viadas
do S. Thomaz. no navio ngh.7 Florear/: entra*,
neste porto em 9 -le dezembro prximo passaex),
as quaes sdrao vendidas em um i n mais lotes.
(Juarta-feira 8 do corrate, s 11 horas da ma
nli. no aruiazem alfandegado do bato du Li>re-
incnio no caes do Appollo._______________
a
DA
armac&o de louro, gneros < mais pcrteit-
ces'da taverna da prara do Conde d'Eii
n. 9.
tuiata-l'<-ir.i ri'enie.
O agento Martins far Icila.i cm mu ou mais hi
tes da ailarn de lauro, gneros e mi; portn
ees da taverna da praca do Conde d'Eu u. 9. i
qual se acha milito bem localisada para qualip-oi
principiante.
As 11 huras do dia acuna aa mesma taverna.
AVISOS QV-KSOS
VENDA
Vende-sa o patacho brasileiro Elvira, o qual se
acha em bom estado, e preparado com todos os
seus pertences para navegar : os pretendentes
pedera dirigir-se bordo do mesmo navio para
ve-lo, no ancoradouro da Carne -scoca, aonde est
em descarga, e a tratar com os consignatarios
Ainorrm limaos. 4 C.
Para Lisboa
a barca portugueza Femis vai sahr breve, recebe
carga a frete commodo : trata-se rom E. R. Ra-
bello 4 C, ruu do Commercio n. 48.
Para o tto o iaffe porttigiier Abneima, de l'dasse, capi-
taal. P.Dias. recebe carga a frete commodo :
trata-se com E. R Rabello. A C. rea J,o Convroer
cioa.*8.
Instituta-_rcheoloco eGeo-
graphico Pernamhucano.
Haver sesso ordinaria quinta-feira, 1) '"
oorrentc Janeiro, pelas II horas da maali.
OllDtM DO DIA.
1Pareceres c mais trabulhos de coxa-
misses;
IIRrovidoucias a tomar para a festa du.
antiiversari do Instituto;
111Palestra li Iterara.
.Secretaria do Instituto, 6 de Janeiro, do
i|73.
J. Soabes d'Azkvi D-..
Secreturii perpete
AOS 5:000#000.
-BILIIETES (AR\XTII)OS.
4' ra Printeiro de Murro iontr'ora r"a <'<
Crespo* n. 23 e casas do costa ni'1.
() abaixo assignado, U-udo veadid-' no- seus
lizes bllbeles quatro quartos n. 6W chh a:9W.
qpn inleiro n. 2452 cupi 300, lun uioio a. ft.s;
cn 100*, doUs quartos n. 8*3 coto WOi. e uiflr.i
sortea de 40* o -Oi da lotera que so acahou do
OKtraliir (34.*), convida ^k>s .o*Miultr4* a virom
receber na confonnklad do ca*im, sem dt-Mna-
to algum.
AeJm-e venda os felizes bdhetes gaianUd--
a 4" parte das loteras a beneficio da matriz da
Ba-Bella (35-), que so ez.tralnra na terca-foira ti
nouirente mez.
PREC03.
Blhcte inleiro 6*000
Meiobilhele .1*000
Quariu 1*590
V.M l'ORCAO BF. lOOfOOO PARA CIMA.
Bilhete inleiro 54500
Meio bilhete 1*750
Quarto 1*3.5
Mcmoet Martins Piusa.

N I
LJIlL
i
/
",
V


mmmm
Diario de Pemambuoo -- Terca feira 7 .de Janeiro de 1873.
ao commercio.
O abaixo assi?nado tcndn vendido o seu estabe-
lecimento sito ni ra do Imperador n. 57, infini-
tado l'rato de Ouro, d arcordorom cuscretlores,
:\o Sr. Manuel Jos Martin* das Neves, cora o
activo e passivo do mesirio, no dia 31 de jolito
-prximo passado. S o dito comprador o nico
esponsavel por todos os t tu los assignados pelo
mesmo, lendett. aodito fstabeleciuteiito, estat-
u o abaixo assignado fra de toda responsabili-
rlade.
Rerife, 4 de Janeiro de 1873.
M. Marques de Oliveira.
Declarao.
Guimeerme ('.. da Cimba & C. avisa a todes os
t'reguezes que deixon de ser caixeiro de co-
branzas de seu estabelecimento o Sr. Antonio Al-
ves da Silva desde o dia 3 do crrente.
Recife, 5 de Janeiro de 1873. _________
- Precisa-se de urna eserava que saiba bem co-
7inhar : a tratar na ra da Cruz, armazem n. 42.
Ao eonimcm.
Os abaixo assignadis fazem sciente ao corpo
mercantil, que tem nesta data dissolvido a socte-
l>elecimento sito, a ti avessa do Espinhciro rna
da Hora n. 6, o anal girava oh razo de Machado
A Aliueida, ticando o socio silvino da Costa Ma-
chado, encarcegado de todo o activo e passivo ; e
o socio Manoel Rodrigues de Almeida pago e sa-
lisfeito de seu capital e lucros, sem onus mais al-
gum a satisfacer.
. Recife, 3 de jauciro do 1803.
Silvino da Costa Machado,
Manuel Rodrigues do Aliueida.
Sociedade Benefcente Luso-
Brasileira.
Por ordem do presidente desta sociedade con-
vido a todos os Srs. socios o p< opostos ja appro;
vados a eomparecerem a sessao magna (jue ter
lugar as 6 lt2 horas da tarde de 8 do corrente
mez, tendo de se iniciaren) diversos socios e para
mais brilhantism > do acto, secretaria espera o
oinparecimento de todos.
Sala das sessoes. 4 de dezembro de 1872.
O l." secretario,
Souza Mira._______
BaBBHMUM33MCIMlMnK*nll&BaBa*P9
Deweiiibai'tfnrioi' Antonio Ja-
quii D. Luiz da SQveira convida os parentes e ami-
bos c os do fallecido dcsembargadbr Antonio Joa-
ijuim da Silvra Gomes, para assisrem missa,
ijue por alma do mesmo manda dizer quarta-fei-
ra, 8 do corrente, s 7 horas e meia da manh,
na matriz da Boa-vista.
ggBM < =*.., r --^-^y^"W^^M*w>
JoaquimGon.alves Ferreira, seus
filbos c genio, summameute agra-
decidos pelo favor que Ibes fzeram
si'iis prenles e amigos, arompa-
nhando os restos niortaes de sua
mui prezada esposa, mai c sogra,
D. Marianna dos Santos Miranda
Seve Ferreira. e de novo os Mnvidam para assis-
tireni as misss do stimo dia, que se terao de
rosar na igreja matriz da Boa-Vista, pelas 7 horas
la ma iha do dia 8 do corrente, quarta-feira. Por
mais este obsequio desde j se conJessam eterna-
mente reconbecidns
Escravo fugulo
150;000 r*. e gr.tifiea$i\o
Aut-nton-M pre0 e imni A'lredo, de Tinta e linios anos,
iridio, e bMnto ladino; esie prelo i>rfetto oo.
tinneiro, es.iiitra alta, magro, olbns giaode.ja
ssteve oo oogVtiiio do Sr. Lul de tetar, era S
Loureoco da Muta, onde coDsta ter parenfes. foi
escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr. Jo
loaqoia Qoofilva Basto?, negociantes desta pra-
; i; de ludo* estas Stotiorea foi cozinheiro, teta
ido visto portesoas que o coohecem, dueo lo qae
?si forre, assim tem podido eeapar de fer preso
Pde-se a tdas as autor idadps e caj>'>s d-
esroo que o pegando leve-o a rna do Duque de
"anas ii. 91, loja de Hindaiag do Rival s*-m Se-
gundo que receber a grat;fl jacio acuna deca
rada. *"
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual fora quantia.
Na. mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Ausentou-se.
O escravo Podro, de 15 annos de idade
mais ou menos, com os signaes seguintcs :
cor parda, cabellos corridos, alguns signaes
de hexigas, levou vestido camisa de chita,
calca de casemira: roga-se as autoridades
policiaes c aos Srs. capitaes de campo de o
prenderem e lcva-lo casa de seu senhor na
rua da Imperatriz n. 4 i. andar, ou na
ra da^Wadre de Deus n. o 1. andar.
l'omedorHS
Na roa e*trtlta do Rosario, sir.radp n. 33, easa
it draiib. coDiinaa-ju a l^rhec-r mu par
I6ra, por precia comnioSo* e cm 'prottiptidio ;
algam emw negocian'*), qoe f >r pata toada
cidadf.e qu zer qa- Ihe f,uc aos 'n> Caixlros,
acorra na di. ca hun /atamonut.
Alu|-at) o i* anaif e suiaa Ou avttrailo u.
25 da roa de Santa Rita, estando elle em boas es
t.do : s tratar na roa Roque le Caxias n. 44.
100^000
Futi do engeuho Pontal, em Serinhaem, do
dia 7 le mez proxiom pa*>ado,o molau Simio,
com or signaes .igoiotes : estalara regalar,
corpo seceo, cCr alaraojada, barba errada, ca
bellos earapinhos e falla descansada.' Quem o
pegar leve o ao sea seaksr o lente-coronel Vi
cente lendt* Waodrly, no dito engeobo, oo n-
Recife ao Sr.BernanHno la Sena. Pnioal, na roa da
Madre de Deas n. 36, que recebera a gratiQcacSc
da 100*
0 BACHAREL
MERICO NETTO DE MEN-|
DONC.4.
Reside presentemente
A' RUA NOVA DE SANTA RITA
Irmandade das Almas da ma-
triz da Boa-Vista.
De ordem da mesa rogedora e requerimento
ilo nosso irmao ax-juiz o Illin. Sr. Dr. Antero Ma-
noel de Medeiros Furtadn, convido a todos nossos
irnios ..na eomparerenun em nosso eonsistorio
la matriz, 110 dia quinta-feir 9 do corrente, as 6
horasda tarde, alini ile tomarem conhecimento do
requerimento do referido irmao.
Consistorio da irmandade lias Almas em mesa,
de Janeiro de 1873.
1 escrivio,
Francisco das Chagas Pcreira.
Ao commercio.
Nos abaixo assignados declaramos que dissolve
mos aniigavelinente a sociedade que imitamos sob
a razo social de Rastos & Lima, rita da Madre
de Dos n. ,12, cuja liquidacao de conta de nos
ambos, (lea incumbida ao socio Francisco Goncal-
ves Bastos e Recile 31 de dezembro de 1872.
Francisco Goncalves Bastos e S.
Joaquim de Sou a Lima.
CASA DA FORTUNA
Rna Ia de llaiv;.
(Oulr'ora lo l'respol n. %9
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizcs bilbetes da lotera do Rio n. 436'a sorte de
4:0003 em qualro quartos de n. 2-403 ; convida os
possuidores a virem receber, que promptainente
serao pagos, como f- do costume.
Manoel Martins Fiuzal
Aviso
Vendcse mn itio com mu urna casa terrea de
pedra e cal, em Olinda, i rua da Floresta 11. 2,
com arvoresde fr icl i.leii'd 1 90palmos de frente
''o solo propri ; para ver e tratar na mesma
e;i-a.
Deutscher huelisverfiu ror
schlag zur abaenderang
der statuten
('.eneralVersammlunf;
am l*i ten Januar 18T0.
Pernambuco 7 Janu r 1873
der Scretaer
Henri Quanr
l'nra |tie se itcoiniiioda (auto
nieta Monto.
Ron> dias sthorsinho. non Ihe foi de viageu),
veio a salvamento com toda a iuabagagem
Nao sabe quanto estimamos, pois que l>ons au-
no- Ihe desejamos.
Participou-nos ter do a Valoogo visitar-seu
Vm'sf rnOj as o felieifunos o Ihe damos os
los parabens.
Trouxe a rosca,
K i.-oliuho. bouitinho
i! muito muito engracadinho.
11 iiixe a rosca
1. se q z la; er carola
[' vara feito [tachla,
Aliemos a viola.
\ao foi i>-i- de otracao
l' irque nao !' em devocoo .'
juiz assim apresentar-se
Km dia de procissao.
Nio se ncoriimode sautii lio,
Pois muil 1 engraeadinl 0.
J se qulz fazer carola,
11- vara Win pachol;
Minemos a rinia.
O amante dos tino*.
Radical pera
|E6crofcus. Chagas Antigs, Ulceras,
Feridas 1'lceros.is
tumores, abcessos
|P0STHEMAS, ERUPC0S, HERPES
lanplngcns, Leprn, Tinha
e todas as Molestias da Pelle
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
As molestias Syphiliticas
* as
Febr es amar ella e Typhoide
TRTAME VTO I
PELO
VINHO
DErlRVTIVO e RECO\STITl 1\TE
Do D" DELOR, de Pars
DEPOSITO i, bouletard St-.arlin. Pars
Agentes Geraes para o Brazil.
F. RODDE (ao grande mgico), rua do
Ouvidor, 8, Rio de Janeiro.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro dos ltimos chegados,
com alguma pratica de (averna : na rua do (Ion-
de da Boa-Vista n. 119. Caminhn-Novo.
1
ISA DO OURO
Ao* 5:0^000
Billietes garantidos
Ruado II"roo iln \ irtori'i bnlr'ora j\ova;
i. Cs, e casa do cosame.
Acbam-se venda os muito flitea bilhetes ga-
ranlidosda4*parte das lotrias abenefleioda
matri: da Villa-Bella, que sera extrabida no dia
11 do co: rente mez.
I'i-ecos
Inleiro i#000
Veio 3OO0
Quarto lS-'iiH)
n*- COOrOOO |ui- cfina.
Inleiro ."d'Xl
Meio 2a"ii0
(Juarlo l*37o
P.ectfe, de Janeiro de 187-?.
Jos*': Joaquim da Costa Leite.
A Sra. D. J.
Nao me dir Vme.., como que o Sr. P. nao
qui que Vnie. fosse passar o dia na casa de sua
comadre no dia do baptisado. por ella nao ser ca-
sada, e ser de mo comportameuto, e para o con-
seguir foi necessiirio regar-llie os pe de lagrimas,
e agora Vntc. est com todo o seu estado na casa
della em B B B ?
Sra. D. J., a sua chronica bem sabida do pu
blico ; e outra, que nao fosse a senhora nao tria
para semelhante casa ; eu ha muito que sabia
que a senhora servia de on?e Sra. A, sua co-
madre, e o que eu nao sabia que a senhora ti
vesse perdido a vergonha tao^ descaradamente, e
tambem o velho P, pois eu nao ctou para estas
despezas labolosas, jtilgo melhor qae lenhant mais
verniz nos ncinhos.
Um Beberibence.
Precisa-se de mu uieumu ue 12 ou li anuos
de ida Je para caixeiro.: na padaiia da rua do
Rangel n. 9.
(50^000.
No engenho Massuas, fregoeria fia Escada, e
dar de graccaco a qumiia cima a quem ap
prehender tres cavallos qne naqoells encenh
luram lunados oa nunie do dia 19 para 30 de no
vembro prximo passado : o 1* tem 9 anoo>, e
casiaobo e castrado, tem a orelha direila bastaute
lascada, orna estrella na test, e no quarto efqi"-r
do tem ama crux ; o 2* ruco, com pintas ver
melbas pos qoartjs, grande, gordo, c m o pes
coco fino, castrado, iem oa qoadris f-ndes da
eaogalba, ferrado cora a marcaI. R.do lado
direito, e tem a ida de de 9 annos ; o 3* rodado
sanbass claro, curio e gr-osso, um ponco cambilo.
c castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
Ono quarto direito : gratiflca-se eom 60/000
por cada um em presenya da pesaoa, em enjo po-
der c r eucootrado qoaUaerdoa duo? cavallo'.
MOFIN
Est eucour^carto
Roga-se ao lllm. Sr. fgnaeio Vieira de Mello, es-
-rivo na oidade de Nazaraih desia provincia, o
favor de vir rua Daqne de Gaxiaa d. 36 coo-
cluir aqnelle negocio qne S. S. se compre metteu a
realizar, pela terceira chamada deste iornai, em
8ns de dexembro prximo passado, e depois para
Janeiro, psjou fevereiro e abril, a nada cora-
prio ; e por este motivo de novo chamado para
dito fim, pois S S. se deve lembnr que esf* ne-
gocio de mais de oito annos, e qaando o senhor

Vende-se na phrmacia de P. Maurer C. fu do Baro da Victoria.
Eserava fgida
Anstntic-e da casa de sen senbor, do da II
de dexembro, a eserava Manuela, negra, de idade
de 15 anoos, levou vestido de cbita estara e cba
je cor de cinza, com riscas. Tem ama orelba ra-
chada pelo qae cao pode pendmar Lriocos, falta
de detei na frente e ps grossos, com eigoaes
de cravos aas ponas dos dedos. Foi comprada a
alguos mizas ao Sr. Fraociso Ics Gomes, Cesta
eidade : quem a capturar queira leva-la a raa
da Cadeia n. 6, on na Capdnga, rua da Ventara
n. 10. qae se gratificar. r
t
J'recisa-se de urna ama livre ou eserava : na
rua do Bom Jess n. ii, segundo andar.________
D.;jeja-se sabir oal mira o Sr. Manoel
auriciode Sousa Telles, a negocio de sea. inte-
resse ; na rua do Hospicio, taverna do Sr. Jos.
(atonde-Portigiez de Leilura em
PcniamliHCo.
(Directora.)
Devendo proceder-se inventario geral na b-
blkrthera do Gabinete, avisa-so aos Srs. socios que
tica suspenso o expediento desde o dia a 15 de
Janeiro prximo.
Outro sim, roga-se aos Srs: so-ios o obsequio
dr, recoiher ao Gabinete os livros pertencentes ao
mesmo que tiverem em seu poder, alim de mais
fcilmente se proceder ao citado inventario.
Secretaria da directora do Gabihete Portuguez
de Leitura em Pernambuco, 28 de dezembro de
1872.
.. V. Ferreira Chaves Jnior,
i,* secretario. ___
i
Botica Popular
Precisa de nm offlcial enm bastante -pratica de
pbarmacia, e eapaa. Da se l;00O* de ordenado an
noal.
O Dr. San nenio Fi- ||
@ Iho, cirurgio do hos- $
pita! Pedro 11, ue vol-
ta de sua viagera a Eu-
ropa, contina no exer-
cicio de sua profissao,
na casa de sua residen-
cia a* rua do Impera- @
dor-11. 29.
COSTUREIRAS
Na Cbapelierie dea D mies raa do Barao da Vic
loria n. 16. precisa-se de costareiras.
k.
m
Aluga-se a casa terrea na travessa das Bar-
reiras, na Boa-Vista n. 16 : tratar na rua d
Crespo, loja do Passo junto ao Arco de Santo An-
tonio.
Sobrado.
Aluga-se o sobrado n. 9 da rua da Aurora :
tratar na rua da Imperatriz n. 8, loja.
Izidoro Bastos A 0. fazem sciente ao com-
mercio que tem feito una nova sociedade a co-
necar do 1." de Janeiro de 1873.. sob a firma de
Moreira Halliday & C., continuando aquella, des-
sa data em dian'te, em liquidacao.
Recife, 31 de dezembro de 872.
Os abaixo assignados participam ao publico
e especialmente ao commercio desta praca que
em 31 de dezembro prximo passado dissolveram
a sociedade commercial que tiiiliam sol a firma
de Soares Primos, e que na mesma datacntrou ella
em liquidacao. Recife, 2 de Janeiro de 1873.
Julio Soares da Silva.
Tito Livio Soares.
Manoel Jos Muuiz das Neves, tendo comprado
ao Sr. Manoel Marques de Oliveira, de accordo
com os credores, o estabelecimento de louca, rua
do Imperador n. 57 (denominado Prato de Ouro),
avisa aos Srs. devedores firma de Manoel
Marques de Oliveira,, que nesta data autorisou
)or procura$ao bastante ao Sr. Claudino do Reg
Lima, para promover a cobranca de todos os de-
vedores ao mesmo estabelecimento.
Recife 31 de dezembro do 1872.
< mu milita urgencia.
Precisa-se e tima ama idoaa que tenlia bons
costumes tara andar com tima menina de 10 me-
IOS, e tainlieni de um criado de 12 a 11 annos,
forro ou escravo": a tratar na Passagem da Mag-
dalena, botcqiiiin da liento n.27.
Anlofro Pereira de Oliveira Maia tem para
vender em seu estabeleciuieuto superiores (amn-
eos para homem o senhora, chnelos e sapatos, do
tranc,a chegados pelo ultimo navio na rua da
Senrala nova n. 1.
Cramer Frey & C. tecm mudado seu armazem
de fazendas do n. 20 da rua do Bom Jess para o
n. 62 da mesma rua.
Fiisino de priiueirasletras, musir.
piauo, iwez e a fllalo.
Prop5e-so unta senhora devidamente habilitada
perantc a directora da instruerjao publica, a ensi
nar as materias supra com todo o esmero, espe
rando a proflcudade de seus esforcos da expe-
riencia que tem do ensino. Esta senhora de ori-
gent franceza, por isso falla bem esse idioma ;
j teve alguns annos coflegio cin Macei. Eusina
piano como poucos ensinam, leccionando as prin
ripiantes todos os dias. e tem o piano preparado
com um excedente gvid-mains, para perfeita posi-
cao de maos das discipulas. Os presos sao mu
razoaveis, attendendo as ms circumstancias do
tem|>o. pirigir-se-hao ao n. 3 da rua do Carna-
rio. Na mesma casa precsa-se de urna ama para
lavar e engommar para duas pessoas. Tambem
se precisa de una senhora solteira ou viuva, ca-
paz, que saiba bem coser, bordar, fazer flores, etc.
para encarregar-se do ensino desta materia s
meninas.
ADVOCADO
:-,.":;::::::: paula
SALES.
RUA DUQUE DE CAXIAS N. 37.
Aluga-se
1 tala e alcova do 3 andar, e paita do
obrado n 70 raa Duque de Caxias :
aa lija.
Sempre km.

O abaixo asslgnadi participa ao publico e
esjiecialmeiitc ao commercio desta piara que con-
tina na mesma casa e genero de. negocio da cx-
tincta firma de Soares Primos, sob sua firma indi-
vidual. Recife, 2 de Janeiro de 1873.
______________Tito Livio Soares.
Precisa-se de nina mulher nortugueza ou
nacional, branca, que entenda de costuras para fa-
zer companliia a una menina de menor idade e
dirigir os arranjos da mesma em casa de um ho-
mem solteiro, paga-se bem sendo tntillier em
quem se possa confiar, que dt* abonador de sua
conducta : quem estiver ueste caso pode indicar
sua residencia rua do Livramento n. 6, loja, pa-
ra ser procurada.
rogara homeopathicaw
ti -lina ilo Iiiipora 11
Us proprietarios deste bem conhecido c
montado estabelecimeiitu, ollerecein con-
tiniiainente aos amigos da bomeopathia
11111 completo sortimento de carteiras de
{lbulos e tinturas de. 12 a 120 medica-
mentos, chocolate de Eppos, encerado de
rnica e a excellente obra do Dr. Mures
Medico do Povoj cin 3' ediecao, tu-
I bos o frascos varios, finalmente tudo o
que concernentc ao sjstema homeopa-
; tilico.
Os incdicamentos principacs sao lcva-
> dos desde a 1* at a 30 dymnanusacao e
garante-so o bom preparo de todos.
[ Adjacentc ao mesmo contina a ter
i consultorio um acreditado medico ho-
! meopalha, dando consultas do meio dia
', at as 2 horas, e aceitando chamados a
> qualquer hora.
sotao do
a tratar 1 Fiimbres
i Salames
Legnmes
Penes
Bolacbohas
Leites
Alug.-se
O sobrado de um andar, sito roa do Mrquez
de Herval n. 11 : tratar na rua da Aurora nu
mero 51.
imiJlll
Os abaixo assignados fa^ein sciente ao respeita
vel publico em geral que nesta data eomprarant
ao Sr. Marcos de Almeida Lima a sita cocheira
sita rua To Imperador n. 27, eim 6 carro', 16
ctvallos, e mais pertences, livre e desembaracada
de qualquer onus ; por isso se alguem se julgar
com direito poder reclamar no praso de tres dias,
a contar de hoje. Reci e 2 de Janeiro de 1873.
_____________________Cabra I I maos.
Os abaixo assignados fa em sciente ao res1-
peitavel publico e com especial idade ao corpo do
commercio, que dissolveram amigawlnteale ;> so-
ciedade que gyrava nesta pra^a sobre a firma de
Barbosa fflva, sahindo o socio Jos Antonio
Barbosa pago e satisfeito de seu capital e lucro,
e ficando cargo do socio Belarmino Lourenco
da Silva todo o activo c passivo da referida firma
Recife 31 de deiembro de 1872.
Jos Antonio Barbosa.
Belarmino Lourenco da Silva.
GASA DA FORTW
HL'A 1* DE MARCO OTR'ORA DO
CRESPO N 23.
Unlea que paga as sortea
Aos 20:000^000.
0 abaixc assignado tem empre exposto i vn
la os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagaad'
>rooU'tameote. como costuma, qualquer premio.
PRESOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto !'-:6*000_
Manoel Martins Finia.
- Precisa-se de um caixeiro o pateo do i'ercj
n. 63.

GONSUTORIO
Medico-cimrgico
Dr. Ferreira pode ser pro-
curado para o exercicio de
sua profissao em geral, e es-
pecialmente operares e mo-
lestias cirurgicas, no antigo
consultorio de seu pai rua
largado Rosario n. 20.
Criada
Precisa-se ahitar urna ama ou criada de boa
conducta, livre ou eserava, que raiba coiinhar ou
engommar c coser, paga-se bem. Tambem com-
pra-se urna eserava de casa de familia conheeida
e que tenha aquellas habilidades ; na rua 7 de
setembro 13, esquina da rua Formosa.
Ouerecc-se urna ama para andar com crian-
Cas; assim como um criado para todo ervico :
no becco do Quiabo.
Advocada.
O bacharel Angelo Henriques da Silva mudou
o seu escriptorio para a rua do Crespo 12;
primeiro andar, onde pode ser procurado.
AOS 5:000r5000
Cf to venda o< felizes bilbetes da lotera di
tama, na casa feli: do arco da Conceicio. toja di
nriva no Recite.________________________
Precisa-se de tuna anta para comprar e eo-
zinhar para casa de homem solteiro : na rua Di-
reita n. 8.
ANA
Precisa-sede urna ama para cotinhar
em casa de homem solteiro: a tratar
na jua Direita n. 21.
AMA
andar.
Prerisa-se de urna ama para com-
prar e cosinhar para casa de peque-
a familia, preferindo-se eserava :
rua estreita do Rosario n. 32, 2.*
5*x
gomrrar
dar.
V
Preci:a-se ne urna ama pa-
ra ca
pessoas para cozinhar e en-
tratar na rna Direita n. 28, 2* an-
1
^
.N
octra para engorom
No 3.* andar desta typogra-
pbia aindae precisa de doa9
ama?, orna p'ra cozinhar e
jr para pones familia.
AMA
papa-se bm :
Preci-a--e dr um ama que sai-
bem cozinhar (forra ou e-crava,)
a rna Nova. \< j n. 11
Preeisa-se de una ama muito boa co-
zinheira para casa de homem solteiro :
tratar a rua do Livramento n. 6.
AMA
Precisase de urna ama para cozinhar e en-
crommar para urna s pessoa : na rua do Rangel
n. 9, segundo andar._____________
Precisa-se, de urna ama
nhar : na rua do Bat o' da
2. ou rua da Aurora n. 67.
Ama
para coz-
Victoria 11.
A M A
e 20.
Precisa-se de unta para com-
prar e cozinhar para casa de
homens solteiros : tratar na
praca da Independencia ns. -48
Precisa-se de urna ama que
saiba cozinhar : tratar na
rua do BarSo da Victoria n.
44, antiga rua Nova, loja. _____
AMA
Com urgencia.
Na rua largado Rosario n. 21, loja de calca-
ros, precisa-se de urna ama que saiba comprar e
cozinhar.
I GABINETE
Medico-cirurgico
RUA DO IMPERADOR N. 73, f ANDAR
0 0R. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTE1R0.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operarles de olhos.
Cura radical e instantnea dos
estreitaments da uretra.
Consultas: Das 7 s 10 horas
da manb.
Chamados: A qualquer bora.
Aviso.
Ernesto & Leopoldo, estabelecidos com loja de
joias por grosso e a retalho, rua do Cabng n.
2 D, scientificam ao corpo do Commercio e ao
publico em geral,* que nada devem nesta praca,
nem fra della nao s a firma, como distincta-
mente qualquer dos associados em particular.
Recife. 2 de Janeiro de 1872.
Ernesto Jos Felippe Santiago.
Leopoldo Jos Felippe Santiago.
COLLEGIO DE SANTA RSULA
PARA
DE
Aluga-se a casa n. 7
dalena.
na Passagem a Mag
_1:________i__
o
Aioga se (a qaem pagar parte de bem-
feiturias) o aDdar e sotao de um pequeo
sobrado de nm aodar, con dnas talas e
dous quartos, e no sotao doos noartos, es-
lando uovamente caiado, pintado e asleira-
do : quem pretender, declare sua morada
em carta fechada, com as iniciaes J. C. S.,
em sobrescripto, deixando nesia typogra-
pbia para ser procarado
Primtiro andar
Alufa-se o 1* andar i rna do Padre Fiorrjo
a tratar na rna larga do Rosario d. 22.
ESTABELECIDO
I%a rua da Imneratriz n. 39
A directora deste coflegio, abaixo assignada,
faz sciente nio s aos pais de suas alumnas como
aos dentis que quizerem confiar-lhe a educagao
de suas filhas, que no dia 10 do corrente come-
cam os trabalhos deste estabelecimento, no qual
se ensina todas as materias que compem a per-
feita educagao de um menina, por prowsores
competentemente habilitados. O espaco maior de
13 annos que foi montado este collegio, sufficien-
te para patmtear o interesse,dedica<;o e zello com
que a directora tem sabido manter o bom nome e
crdito de que goia; agradecendo em extremo a
confianra com que a honram os senhores pais de~
familias, confiando-lhe a educagao de suas inno-
centes filhas. Boa-N ista 2 de jqneiro de 1873.
rsula Al exandrina de Barros,
Directora.
Os abaixo assignados scientificam ao com-
meccioque dissolveram amigavolmente a socieda-
de que gyrava sob a firma ce Jos Correi Braga
A.-C, ficando a liqu daco por conta dos mesmos.
Recife 31 de dezembro de 1872.
Jos Correia Braga.
Domingos Ferreira da Silva.
0
i
0

i
0
^'^0 m%?m mw*m
AVISO
Os abaixos assignados, encarregados da
testa de S. (ionralo de Amarantlu, erecta na
igreja do Sr. do Bomfun em Olinda, fazent
sciente aos devotos que a festa do mesmo san-
to foi transferida do dia apara 19 do cor-
rente.
Olinda, 3 de Janeiro de 18T3.
Joaquim Quintino Goncclfes.
Julio C'oellw do Ilosario.
Miguel Archanjo da Silva Brmjn.
Tranquillino S. Cnxlello-Branco.
Coro quanf j e peitavel piblieo desia eidade qie ningoem se
dee dirigir a outra parte qnaDilo !>e queira tblr
iodo quanto concercetiti coiileit^na. patela- m
ri. con.-frvsna e culinaria, tttAa a bim conbt-
cida (OuDfritarta do Campo) :
Sempre bom que n-vu proprietarios fagam
lembrar aos seos nnrm rosos amigos e fregoezes,
qos este lio til, qn vantajoso e se acba como nunca prvido do mais delico(s
acepipes, proprios para os regabofea to communs
nesses lempos qne se aproximan ; prometiendo
nao ponparem esforg^s para bem servir a todos
qne os honraren) com snas en:ommendas, tendo
para isso nao t
TJma grande reuniao
DE
Passas PaMilhss
Doces Ge leas
Qneijos Froela
Ameoduas Chocolates
Licores Praiinas
Vinhos Erviihas
Cosaqnes Assoeares
Gomo
de afora em dlante a confclfarla
do Campos
tendo om sen recinto nma bem montada fabrica
de conleilaria, pastelana, conservarla e coliaaria,
est reaoindo a PEDIDO grande quanlidade de
animazinhos qoe a convite especial e dero's de
bem assados devem f*zer as delicias da vida per-
nambncaoa, e nara qne pelos seus Domes nao
percatn da lembranca os amantes dos regabofes,
vai ero eonsoaote :
Patos, per?, galmhas e gneos
Capotes, mirrecos e gordos en5es.
Vitelas, caroeiros, cabritos e pomhos
Saborosas cvalas e os taes camaroes
Assin enmo
Bolos inglezes, pudins e tortas
Da Rnssia e Millo cobenas fa'ia
'remes, gelados, de narre os pustei:
Frescas empalas em todos os dias.
E depois
Ricos presentes de fetas
O Campos asora tem
Na sua CONFEITAlUA
Qieru Ibe competir? nioguem t
K' li ra qne todos eoncorram
P'ra qoelle estaheUcimento
De caniohas ricas, Qaam ha ?
Qu i tenba malor sortimento
Olbem todos vejam bem ;
Aqnillo qae o Campos quer,
E, qae todos p'ra a'li corram,
Nao escape nm s se qner
P'ra aut^a e depois da mis*a
Da tal nonto de natal
Quatro pasten e um copito
A nioguem p'.r certo Faz mal.
CONFESARA DO CAMPOS
rua do Imperador n. 2a.
_______---------------------------------
Boga-se is autoridades policiaes desta pro-
vincia que apprelienilam e levem a sua senhora
mulato Jovino, boloeiro, que nao anda fgido, m; -
sim coma maior insolencia como forro pelas ni (
desta cidade, trabalhando para si, dizendoque tem
familia para nao ser vendido a ninguem. pois qii-
senhor nenhum suportara tal proeedimento di
um captivo: esse escravopertence legtiraamenU a
D. Isabel Ignacia de Gusmao Villela, como he-
ranga paterna, i sen escravo como consta em va-
rios cartorios, levem-o ao corredor do Bispo n. ,.':
\0
Francisco Teixeira Mendos, e Jos Maria de
Carvalho fazem sciente ao respeitavel corpo do
commercio e a quem interessar possa, que em 31
de dezembro do anno lindo da 1S72 dissolveram
a sociedade que tinham na loja de fazendas a rua
da Imperatriz 11. 40, e que gyrava sob a firma
social de Mondes & Carvalho, ficando daquella
data em diante responsavel pelo activo e passivo
o ex-socio Francisco Teixeira Mondes, retirndo-
se Jos Maria de Carvalho, pago e satisfeito de
toda e qualquer quantia que por direito Ihe per-
tenceu na extineta sociedade de Mendos dt Car-
valho.
Recife, 3 de Janeiro de 1873.
Francisco Teixeira Mandes,
.los Maria de Carvalho.
Empieza do gaz
Respetosamente informo aos senbores
ceosomidores do gaz de?ta empreza, qae
as contas entregues, devem ser pagas men
sslraente aos eossos cobradores, e na ?o-
seocia destes podem se dirigir roa do Im-
perador d. 3i oo fabrica do gaz, em S.
Jos, todos es dias uteis, desde as 10 horaf
da maDha at as 4 horas da tarde.
Previno aos mesmos senhores, sem e-
ceprao. que nao continuarei a fornecer gar.
a squelle que nao pagar suas contas de
consumo de conformidade com este aviso.
Fabrica do gaz. 3 de dezembro de 1872.
O engenbeiro e gerente.
Tbomas Newbiggiog.


PR0DUZIR :
Com perda de capital
993*000
3:116*000
8.r>i4200
22:10*4800
06:637*700
wm
. A POPULAR FLUMINENSE
Associapo de beneficios mutuos
Para crea?So de capttaes e rendas, e aiiorlsada pelo go-
Termo Imperial
POR DECRETO N. 6082 DE 24 DE JLIIO DE 187*.
Capital de responsabilidad administrativa
1,000:000^000
CONVERSAD DOS CAPITAES DOS SOCIOS EM APOLICES D DIVIDA PU-
BLICA NACIONAL.
TABELLAS
1000000 PAGOS ANIMALMENTE DEVEM
No fim de Sem perda de capital
.'! annos 680*300
10 annos 2:372*000
15 ancos 6:382*200
20 annos 17:058*500
2 annos 45:128*500
Urna impoaicSo un'ca de 1:000*000 deve prodozir :
No fim de 5 annos 2:132000
de 10 annos 3:819*510
de 15 annos 6:839*000
de 20 annos 12:985*000
de 25 annos 23:255*000
O nbjeclo deata associacao indnzir todas as classes da sociedade, tanto os pebres
como os ricos, a pensaren) no porvir e a garantirem, por meio da economa, fortuita dos
filbos, o pao da velhice e a traoqnllidade do espirito.
A riqueza dos povos, isio a riqueza particular e a riqneza publica, tem o sea fun-
damento mala solido e a >na fonte mais fecunda na -imples economa.
A economa a proviso do futuro. O qne hoja nos sobra qua.-i sempre nos talla
amacha.
Sendo a Popular destinada principalmente para cnidar do futnro das classes mecos
abastadas da soc edade, a admioistra^o, de conformidade eom seus estatutos, declara que
recebe subscriptores por quantias mnimas at 10*000 e ?em limite para maiores qaanlias.
Os subscriptores da Popular nao eslo sejeitos a onus algum de exames mdicos e atiesta-
dos de vida : seos capiues acruraulades e accrescidos vantajosameote pascaren), em ca>o
de morle, a seos herdeiros naturaes.
As snbscnpcoes da Popular Fluminense pedem ser feitas de tres modos distinctos,
conforme o dosejo do socio, a sabar :
COMBINACES.
1' Pagamento das prestaedes auonaes ou semestrses (de^de 10*000 at a maior
qnantia cada nma) podende liquidar e retirar capital e lacres em qualquer poca depen
dos primeires 5 annos; sem perda do capital em neuhum caso.
2 Igual ao anterior, porm, com perda do capital e jaros no caso de deixar de pa-
gar alguma das prestacSes marcadas na apoliee.
3" Pagamento de nma s qnantia (nunca menos de 100*000) e de nma s vei e sem
perda em nenhum caso nem do capital nem dos lucros.
A 1" combinacao ofTerece ao socio a vantagem de nunca perJer o capital qoe tiver
entregado;
A 2* arrises o capital, porm, o socio que pagar pontaalaiente as prestacSss, infe-
rir m?j lucros que o? que perlencara a l ;
A 3a combruacao oUcre:e grandes vantagens aos capitalista, pois sem eorrer ne-
nhum risco [de se garantir que se bao deauferir, pelo meos, nm joro de 12 0/0 ao anuo.
PJe-se obter qaalqaer ouira ioformicio no escriptorio dos agentes da assoeiacio
nesta provincia, Augusto F. de Oliveira C, roa do Commercio 0. 42.
I
:

1
t
1

lerecos de br-
"r.aste*, esmeraldas
13 e perolaa
voasde petlas.
A SAPHIRA
__*
Obras de ouro e
prata de todas as
qualidades.
NOVA LOJA DE JOIAS
N. 2 ARua do CabugN. 2 A
Achando-se completamente reformado este estabelecimenio, e
tendo os se)us propritSrlo? feito uma importante acquisicAo de
'joias as rwiis modernas.vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar uma joia de gosto por
prec razoave.

<

---------
..u,,
m


*v.
V

,v
s.

.3

I
I
L

*
_JM
Diario de Peroambueo Tei^t ffeira 7 de Janeiro de 18S.
-
mus btlMtaYrtntbcMt pftsigeosnidWa
desta couipaohia, previno 10 re eiiavel pollxc-
qot, f- Janeiro es ante nft> ara a
troco, nen te vender vou *>ijW-
a compaohia ni|ii il nilfi iiijTMf #<> MJUI
pkle ou brooje fufljeieojf pi tlfeT.
Sr. passagflfos ie se fcirfc eoil
do or {aeilisj* 4 oasftoc i dos cci4cwra.
O bilheie a comphlii ott actualmente ei
lio en circuladlo, serlo reeelilos nos carros em
pagamento de passagea?, e trocados por dmheiru
no Eogllso Back of Rio de Jansln, eno escljto-
rio desu eompaohi*. aie que seja resgatado o ol-
limo bilhete. T-r f
Heeife, M de dezembro de 1871. r '
Pelo |enua Bernardo Wattmans).
i_. ____________llaot Badtonn.
Precisa-se arrendar 55 engenho, da estapo
de Ribeirio al o Cabo, e que nao exceda de
urna legua de distrncia da estacao, tendo bom ter-
reno, embora;ma eom arimaes. Pagar-sc-ha o
arrendamento adan lado, e nwsum so comprar
a safra nova tambem a di.iheim a vista : na ra
da Imperatriz u. i, tere erro andar.
ir, de superior qualidade
ios 6 C fe sen armaiem da
rMt
vendem Tasso Ir-
ma do Amoro.
m TOASSA
da Russia, nott 6 de boa qualidade. lem barra
inteiro e meta : veodem Pereira da Caoba Ir-
raoj, 4 roa de Mrquez de Olinda n. 21, eserlp-
torio.
Novosse escollados appare-
lhos gaz.
A compantiia do gaz de? la ridade, cm a honra
'le amiunciar (|iie receben ltimamente um esto-
lido sormento de lustres, laropeoespara corre
dores, pendentes.arrandelas e outros apparelhos
gaz, de vidro c ohrytsal, de varios e novos modelos
e desenhos ; com estes apparelhos .a companhia
est prompta a snpprir acs (reguezes. As amos-
tras para se vereui esto no escriptorio da compa-
nhia ra do Imperador n. 31.
COKfTIPAC>0
Inu.i'tci
FlfjWl
Un
Mb
7,
S
j
'^Sffl&iL
^5.' 'j4 Sebastopol
MIFI UISM.IS
IrtralfiM
t1>
ru.
Pl|'RGATIVA[
)OC!TAf>-

Aula particular de primeiras
lettras pam o sexo femi-
nino.
Anna There a Simos scienliica sos senhores
pas do suas almonas e tft respeitavel publico,
que se achara aberta sua aula particular de ins-
trueco primaria, no dia 7 "do correte mez, a
irual ranecionava na ra travessa dos Expostos n.
18, 3* andar, e hoje fuuccionar na mesma ra
ii. 18, Io andar, aonde mtlhor podara accommo-
dar maior numero de alumnas, tanto internas
como externas e meio pensionistas ; podendo as-
segurar aos senhores pais do familia que lhe cen-
(larem suas fllhas.todo o esmero- no adiantamento
das mesmas, tant > as materias i|ue cunstituem
a sobredita instruccao, como tambem etn msi-
ca vocal, e no que for con:rnente s habilidades
de agulha. _____
Declara/io
No da 1-j do corrento st far leilao de lodos os
penhores vencidos que estio a dever juros, sc-m
auender a reelainac/tes de quaesquer natureza
que sejam, salvo a nermiuida reforma de tempe :
na travessa da ru* das Cnues n. 2, Io andar.
Aluga-se urna casa com bastantes conimo-
dos, na ra do Amparo, eni Olinda, n. 67, e pde-
se tratar com o Sr. Thomaz Josc de Gusmao, ne-
gociante na mesma cidade
COMPRAS.
Attencao
Corapra-se urna essrava de 35 a 30 anuos, que
saiba coziohar : na tbesouraria das loteras, ra
t* de Mar^o D. 6.
Vr:NI5AS.
Kero
Dsene
de primeira quafidade, marca Deves, vendem
Pereira da Cuoha Irmas, ra do Mrquez de
Olinda d. 21, andar.
x ...
9*
i
....
-
m
:
...
i
*
1
i i
SW3 cstabefecini?nto
dejoias.
Ra I i li ii^ t.
X'fle estabalccmi ?nto se encoiarar
u m bonito sortmentJ de joias que se
yendem por tal proco que animar ao
comprador, atiento, -ao varitajoso sysle-
ma, ganhar pouco para vender mili-
to, que certainenic til ao compra-
dor o*ao vendedor.
Tambem se compra ouro, prata c po-
dras preciosas, bem como se fabrica e
concerta toda e qualquer obra tendente
mesma arte.
mrfiftumffti
i&
-
-4--.
--
-:-
8ICH4S DE HAMERGO
ls mais recntese nielhoies.
Vendeni-so i a pharmacia e drogara ileBar-
iboldmea & C ra T.arga dosaro o Rn. 3i.
Ultimo gosto
Caeiraa pretas douradas e mar."tetadas d- rca-
dreperola-: nos armazenti de Tasso Irmo C,
no caes do A jollo.
34
lMM
HtL--n.r ^* "^" "^fc*' BAUUB
DEPOSITO GERAL
A
Pharmaclfl e drogara
DE
BARTHOLOMEU & C-.
-Ra larga do Itosario34
CHEOIJ
O bacalho da Noruega, em caixas e meias
ditas : do caes da Alfandega n. I, armaiem de
Tasso Irmiis & C
IMEIvM
HEGADS PAR A FESTA
PRESOS
AR\TO T0SS1VKL

MAIS BARATO POSSIVEL
. 7Ra do Bailo da Victoria outr'ora ma NovaN. 7
Calcado franeexv peifiiaiarla,planos, eapelboa, qnluqnllha-
rlaa de phaatazia, aaoblllas de rime e brlnqnedoa.
Este es'.abelecimenlo est reeebendo nao por tdo8 os vapores como pelo* navios de vela
que estao chegando da Europa todas a suas encuromeodis para o grande e expleodido sortmento da
festa, e illerece aa publico em gerel, por precos mais barato poisivel os artigue aegointea :
Bengalla de Inzo, cana, com castoei de marflm-
Bengalas d.versas rm grande scrlimento para no
Koiiau de loio e phanlazia, branca a ede cSobordeTaleia e de muiUa quUidades di-
dirTerenle eflres, Uoio para seoboras, como pa- ^JJS.,
Calcado francez
ra meninas.
Sapatiohos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para seahorai.
Botinas de Mehes, de Soser e de Polak, para be-
mens.
Sapalos de cordavSo Milier para nomeos.
Botinas para menino de qaalqoer tJT.anho.
Botas e metas botas de montana o meiber possi-
vel para tomen.'.
Perpetras e meiaf perneiras' Unte para ^torneos
cmo fiara meamos.
SapatSes de Surer, para bomeos e menino?.
Sapalos de verniz cem salto para hornea*.
Abotinados de moitas qualidades e precos para
menino* e meninas.
Sapa'des de verniz com sola de pao proprios para
Htios, jirJins e baubos, sortimeoto para horneo-.
e senhoras. !
Sapat s de tapete, ca-emira, charlo! avellndado,
de tranca porlnguez e francez.
versas.
Esporas de tarraza para saltos de h .tas.
Pocterras de espuma para charutos e cigarros. ,
Feotes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Drtee ee marQw muito Qoos para limpar cabeca.
aMi para roupa, cabello, nobas e para dente*
Carletrinhas de aadreperola para diobeiro.
Melea paia termos e para meninos.
Grvalas brancas.a de seda preta para bomeos e
meninos.
Campanillas de mo'a para chamar criados.
Jotos da gloria, de dama, de bagatella*, de domin
e outros n.uitu- diferentes jguilbo> allemaes n
francez 3.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami-
nos de ferro.
Mamadeiraa de vidro de dar leite mol fcil as
Lencos a Statart.
A VERDADE tein o quo ha de melhor em leu*
'os de tabyrintbd e recommeada-os a quem tem
uinbeiro e gosto para fazer um lindo presente de
aatae~r ra do Djque 3c Caxias n. 97.
SEGREDO i:i:().N')MlA V. llil.KMHUMK.
' H)t':ir,-se com o uso
DA
INJEGCAO SBOST
lituca, hygienica,radical eintallivol naeu-
ra das^oiiorhoas, ores brancas ofluxos de
toda especie, recentes ou clironieas; e que
offereceorno garanta desaliitaresYcsultadcs
a eoniwaada appli;a<;!0 que sempre com a
maior vantagem se tem l'oito dala nos hos-
pitaes de Paris.
Uuieo dc|K>sito para o Brasil, Barthol^neu
& CM ra Larga do Rosario n. Si.
ATTKNGO.
Venie-se urna excelleate (averna sita ra do
Rang^l: a tratar na ra.da (Concordia n. 14.'.
Ve(i^-se
A Kija/'. vliados da rea de Mar.'iKo Dias n.
pra para principiante.
E barato.
a a i*.
Lencas de esguiao tino de valar-de 8* a >| a
4u'ia: na ra do Crespo n. zO._________
Ve " Urna boa rabeca de autor italiano Gagliano:
oa travesea da Duque de Caxias i, segundo an-
dar.______________________________
Boa acquisicjlo.
Vendem-se as duas casas, ra do Visfibn-
-le do Hervat ns. 37 e 39 : tratar na ra da
nzala Velha a. 106. ___________
Vende-se dous enjillios, ambos d'agua, de
varzeas, lavradas.moeutes e correutes,com grande
exteneao, coberto de matas, assirn como urna
propredade que une amlios os engenhos : tra-
tar em OlinJ:., sobrado tncarnado, junto a igreja
3o Bom-Fim_____________________________
Ciilas c lentes
4i,fte2l
Colchas muito rran^s, braneas a 4A, dito d
cres a a urna, leae/lps de bramante a 3A um,
gchiocha : na roa Guilherme C daCunha.C.
Ra Duque de Caxias n. 50,
A Agoia Branca sempre arTeita a vender o bom,
e nunca esqneci la de bem servir a soa cooslante
frtguezia, tem continuado a mandar vlr tbjectos
de sua encummenda, e agora mesmo acaba de
recelier um bello soilimento de especiaes perfu-
marlas de Lobm, coja perioridade est ao co-
uhec.ment dos' amadores dj bom.
Ki a recebeu mais :
Frascos graodei e menores com superior agua
de Lolooia.
(Jem dem com agua de Lubin para toilets,
leorps, et:. etc.
Ilom dem com superiores extractos, cojos fi
nos o agradveis odores sao < se ihidos a goMo.
dem com leite virginal para sartas.
dem com leite de rosas tirancts tambem para
sardas, paooos, marcas de espmtias, etc.
dem com extracto de quioquiua para conser-
vado das geogivas.
I.tem com pomada philocome.
Vasos de porcellana com extracto de pomada.
Outros com cold crema para amaciar e refres-
car a pelle.
Cosmeliqoe, paslilhis lmanles, etc. ele.
E bem assim muitas ontras per fumarias dos
bem conhecidos fabricantes Piver e Coudrsy.
Flores finas.
A agnia branca, a rna do Duque de Caxias, re-
ceben mni finas Oores em ramos e rosas para ca-
beca.
leas brancas listradas para
senhoras
A agnia branca, a ra do Duque de Caxias n.
60, receban por amostra urna pequea qnaotida-
de de meias brancas com Hstra* tambem braneas,
gosto tateirameote novo e boa aienda.
utileri fiaacesa.
A guia branca, a ra de Duque de Caxias n.
oO, recebeu novo sortimeoto de tinas (esouras de
ac polido, sendo paTa nnkas, 4 costura, e estas
defliversos tamaums afcTim palmo. A polidea
de taes ebras faz bem coobecer a sua snpeno-
arte.
Cartas Unas para voltete.
Na aguia Branca, a rvua do Daqce de Caxr-s n.
50, encootraro os pretendentes Oeas cartas frao-
cezas com beiras d^ardas, e outras a prtcos
mals barates.
Brinquedos
de borracha para enancas .
A Agnia Branca, ra Doqos de Caxias n. SO,
rectbeu um bello sormento de brioquedos de
borracba para criaocas.
Bonitas
goli-nhas e punhos bordados
A Aguia Branca, ra Dnqne de Caxias o. oO,
recebeu bonitas goliubas e puchos boidados para
senhoras.
N(wos coques com tecidos
de sed
A agnia branca, ra do Doque de Caxias
u. 30, receben urna pequea porcao de coques
de lecjdo de sed, os quaes pela nuvidare, e booi
los moldes, provavelmente se art>arao kge, por
isso, a elles Exmas. apreciadoras do bom.
Perfumaras
Finos extractos, baohas, leos, opiata e pe dea-
Irificie, agua de flor de laranja, agua de toilet-
te, divina, florida, lavando, pos de arror, abo-
net;s, cosmtico!^' muitos artigos delicados em
perfumera para preseotes com fraseos de ex-
tractos, caixinhas soriidas e garrafas de difieren-
tes lmannos d'agua iecologne,tudo.;de primeira
qualidade dos bem conhecidos fabricantes Piver
e Coudray.
Pianos
enancas..
Argolinfiis do tuarflm para as criaocas morderem,
conservar as mesas de
Yeode-se om escelleDte cofre cora segre-
do, obra feita na trra :o.d muita saperan
ca: a tratar na ihesouraria das luterics,
ra Io de Marfo n. 6.
Bercos devienes para embalaoc^r crianzas.
.CeMiohas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para paselos de eran
eee.
Veoniaoas transparentes para perlas e jaoellas.
Reverberos triosparentes para caodieiros de gaz
Eteteoscopos e cnsmoramas com escolhidas vistas.
Laoternas mgicas com ricas vita de eCres em
tiares.
vldros avulsos para eosraoramas.
Globos de papel de corea para illomioa^oes da
hata.
BaTOes aereostaticos de papel de seda moi di de
MMr.
Encerados bonitos para
jaotar.
Machinas de varios systeroas para caf.
Espaoadores de pal.va e de peonas.
Tesourinhas e caivetes fios.
Tapetes com-vidrilhos para mangas e laniernas.
Tinteiros de louc. branca, mdelo booito e bom.
Tiras de molduras donradas e pretas para qoadros.
Qnadros j promptos com paysagens e phanlazia.
Estampas avulsas de santos, paysageas e pbaol*
lias.
Ot.jaeto"de magieas para dtverlinentos em fa
milias.
Reakjoa piqueos de veios eom liadas peen.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os ta
manbos, e outros muitos artigos de. qninquilha-
rias difflceis de meociooar-se.
Para lapinhas
Ga xinhas com presepios completos com todas as
pecas, e para augmentar as lapinhas ha om em
numero de figurinhas, easinhas, jarains e ani-
roaes surtidos.
Briaquedos para me-
ninos
A reaior variedade que ?e pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
'da Europa para eotreteoimenlo das chancas.
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
^de Lourenco Pereira Mende^OuimhjfleH
Decjafa ao reipeflave! pqblice-qoe, tendo concluido o c*os Ko que fez em seo ea-
tabelecimento da roa da Imperatriz o. 7, declara que o surti de novas faieodas pro-
proprias para a feata do natal, os preces sSo os raai. baratos poasi'e s a Siber :
LAASINHAS A' ISO HS. LOItTES UE BRIM A' i500.
Vende-se laasinhas para vestidos a 1-20 Vende so ctutes da tnim para ca!(a a
OO, 360, 400 e 800 ra. cavado. 11500 e 2>0 0.
OLINDEJSE A 800 HS. MADAPOLO A' 34". 00.
Veode-se urna nova fazeoda de seda e Vende se pecaa de madapolio a 3^000,
linho, por oome olindetise, propria para i,j50(, 55U0O. ItOOe 8tfi)C0.
840 e 800 vestidos, a 890 rs. o covado. chapeos OE Palha a 1*000.
ALPACAS DE CORES A 440 RS Veide-se chapeos de pa!ba, de feltro e
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- de castor, p.ra horneo* e meninos, a 20,
i40, 800, 2$50
das, para vestidos de senuor,
rs. o covado.
BAPTISTaS A 500 RS,
Veode-se orna auva fazen ia por nome
baptistas, para vestidos, a 500 rs. o co
vado.
SCTANAS A 610 RS.
Veode-se ama nova fazenda de 13 e seda
por oome sotanas, para vestidos de senho-
ras e meoinas, a 640 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Veode-se orna nov* fazenda lisi, por neme
phantasia, para vestido*, a 800 o covado.
Fsiio braoco a 3O rs.
Vende-se fastio braoco e de cores, para
U e 4-SOOO.
ALGOAO A' 45000,
Vende-se- pecas de rlgudo americano,
40it 5'000 e OOt-0.
BOTINAS PARA SENIOR\S A SfiOCO.
Vende-se boiioai pa a seobora, a Sdk.00
e 5i5r,oo.
CiMBAhS A 3000
V.ndc-fe pegas de canbraias usas parx
veslidos, a :!0C0 S5000 e SifOO.
.C.*M5AS RUANCAS A 4000.
Vend-1 se camisas br^pras a 2^500 e> 2jf>.
Das .Je liobo i U, W810, kfOM e-
55000.
Palitots de panno preto a 5000, ZjK'C'O
vestidos de seobora, a 3?0 e 400 rs. o co-1 e 8j50O;li Pint01s Ab rase mira de er*
Muito bon< pian a fortes de elegantes modelos dos
mais notaveis e bem conhecidos fabricantes
Alphonse Blondel, Heory Her, Pleyet Wolfi &
C. e Erard.
Mobilias-de vimes
Chegou urna grande fatnra com amostras de ca-
deiras de balando, de braco, de guarnieses, so-
fas, jardineiras, mwas, conversadeiras e cosm*
reiras, tudo i.-to muito bom pir serem fortes e
leves, e os mais proprios moris para saletas e
gabiootes de recreios.
Quinquilharias
Artigo de (tffferedtes gostos e
pha^tazla.
Espelhos doarados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Lovas de Jeuvin de to da Esiocia e de camaina.
Caixinhas de costara ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixiobas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de onro bom de lei garaa'.ido.
Correotes de plagu mnlto bonitas para relogios.
Brioc.'s a imrtarso e botoes de punhos de plaqoe
Bolsioas e cofres de seda, de velludo de couri-
ofco d9 cores.
Novos objectosde phaotazia para cima de- mesa e
toilette.
Pracenez de cores, de prata donrade, de ac e de
tartaruga.
Genios de*jo fino e de todas as sradoacSes.
Anda um pou^o de attencao
O dono desle estabelecimento vende smpre ais barato, nio r6 pot-fie rectbe em
seus artigos, como petes abatiraentos e caacesses S" "^^ <' kbncan'.es e com'^M'n"'-' f"
attencao as grandes e repetidas ncommendas, eslm pi an.mado pede a tees fregnetes, amigos, eo-
nbecides e ao publio em geral, coadjuva^ao, vindo comprar escoltoeode vonlade o qe pre.isar.
^O AUHAZE9I 1** VAPOR VKAWCEZ
N. 7-Rua do BaraO da Vitoria outr'ora ni-* Nova-N, 7
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 140 RS.
Veode-se cbitas fraocezas escuras e cla-
ras, a 240. 280, 30 e 360 rs. o covado.
bramante: a yuoo.
Veode-se bramante com tO palmos de
largura, proprio para iencoes, a {000.
e 2^200 o metro.
Grosdcnaples preto a S.SOOO
Vende-se grosdenaple preto a 2$000,
ioQO, 3A500 e 55000 o covado.
PANNO PRETO A 1*300.
Veode-se panno preto para caigas e pa-
utla, a 10800, 2.J500, 35(00, 40000 e
lOOO o covado.
mm
SSt ^r
5^11^5
direitara
Samuel Power Johns-
tou & C.
Rua do Apollo n. 38 e 40
Faiem scieote aos seus tregeles que tecm
2^ mudado o sou deposito de machinas a ta-
^^ por, moendas e laxas da muito acredilaJa
:j fabrica de LowMoor para ra do Apollo n.
(fQ S8 e iO, onde continuam a ter o mesmo ~or-
5*& lmente do cosiume.
^S\ Faim scienie lambcui que teem feito um
^? arraojo com a fundirn gerai, pelo que po-
:-J& dem ofTerecer se para assentar qualquer
^^i macbioismo e mesmo garant lo.
45, 5000 e 8501 O
SAPATOS DE TR.\NQ\ A liBOft
Vende-se sapatus de tranca e tapete, para
bomef.8 e yeot.ora?, a 1^00; W* 0 e-2fi..
Si patos de casemira pretos a -5500? 3fr
3;55( 0.
CHALES A* tKO RS.
Ven.le se (bales de 13a cem qsadrt'S e lif-
tras, a 800 rs. !0t0. ditos de aerit
erhmpsdos, a 2,5000, 355CO, f e RJ000.
K ontras m' las faz-nis oue ie vt-nde
s?m reserva de prego, na toj* do birateiro
Bazar Nacional.Ra da taperatriz o.
72 _____________.
mm
-. 'y

m$iffl
i.
'i
9
m
Apparelho para fabricar assncar, do systema.
WESTO.N CENTREFUGAL
nicos agentes em Pernamnoco a fundirn geral.
tm tralar em sen escriptorio a ra do Apollo n. 38 s 40.
Os pmprietarios da Ion.Jic.io geral fa:em .-^W
seientes aos senhores de engenho e mais >??>?
pessoa, que tetm eatabelerido nina tund- gr
cao de ferro e brouze a ra do hiura, un- v*>
lo a e qnalqner ibra de eoci.mmeoda c>m perfei- ^^
gao e prorr.piidio. (
Os uiesmos rrgam as pessoas que qoel-
rara ntilisar se de seos servigos de deixa-
rem as encommendas em casa dos Sr. Sa-
muel P.iwer Johnston A C a rna do Apo|-
lo n. 38 e 40, onde acbarao pe-se a habili-
tada cora quera pcam eniender e.
SiS
SGRTIMENTO
DE ___
N. 28 Ra do Bario da Victoria N. 28.
Antonio Pedro de Souza Soares, receben om lindo e variado sortimeoto de objectos
oomo sejasi: lindas caixinhas de madejas com extractse sabonetes, bolsas, indeope^sa-
veis decooro da Rossia.para seoboras, potes e caloDgas cem bsnbadosmelboresper.a-
mistas e muilos objectos. abaixo declarados, os qmes vende por preoos resumidos.

Nao ha mais cabellos
Tinturara japooeza.
S e ODica appruvada pelas academias de
scieocias, recoobecida soperior a toda que
tem apearecido a'. boje. Deposito priti-
cipal roa da Cadeia do Recife, boje Mr-
quez deOlioda o. 51, i." andar, e em das as boticas e casas de cabeeireiro.
Tijolos IVancezes sextavados
He 4*-4M a rOOO '
o nH'ii'i.
Estes tijolos, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os meihores e os mais econmicos
pela sua barabiza para ladrHhar os pavimentos
terreos das casas, porquanto, pouco mais custan-J
Uo do que os feitos no paiz, sao, sem comparag.io
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao usceptiveis.- Custam, atm disto menos da
decima parte dos da marmore, j reprovados, je
dos de differentes mosaicos, os quaes *ao estao-
certamente ao alcau^e de tbda as fortunas, e s
sao empregados e proprios para as salas princi-
pan. Aim da vunlagem que ha no etnprego
destes tijolos para os pavimentos ferreos e casas
de campo, tem estes anda a de serem os meiho-
res e mais proprios para ladrilhar cozinhas nos
sobrados da ridade, atiento a sua solidez-c penco
pe*), estando mais que provada. conveniencia
de serem assoalhadas as cozinhas todaa de lijlo,
e nao s a parte junta- ao fogao, no " companhias do sopiiros se deveriarn mteressar.
Veiidem-se nos armazens de tarinha de Tasso li:
tna)s & (-., no caes do Apollo.
CARNAVAL!
(torradla para finas.
Vende-se borracha de primeira -quhdade para
timas de chuiro, nos seguintes lugares : na phar-
macia Central ra do Imperador i. 38j na mes-
ma roa n. 22 e no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. i, por -prco razoavel.
Galheleiras douradas com extracto.
Duzia de taiheres cabo de-viado(a
:mitac5o) a :8d000
dem idem cabo de osso 'I fi com
toqoe a 45000
dem idem idem 2 B fines a
Livros para doik a 320 Abotoedoras para collete, grande
variedade a 20O
Lamprinas a ^a/. a. d<$000
Caixa de lioba com 40 oovellos a 500
Groza de botoes de osso para cal-
;a a <$200
Dozia de ditos para enfeitar vesti-
dos a iOO
Resma de papel pautado e lizo a
35000 4500(1, e 5500
Caixa de papel amizade mito
bom a 5600
I lem idem beira dourad a JSOO
1 lem de eovelropes fiaos de Per-
siana a
dem Uro a 400 e
Duziaa de baralbos fraocezee :aoto
ioorado a
dem idem lisos a
55500 joolas a
5.400
5800
5500
35O0
25800
NOVffiADES.
Redes es/eitadas para Seobora a
pechas o qne
tem
15800
vindo
>ozia de peotes de borracba para
alisar com costa a 25iO(
Mimosos kqaes de osso pera se-
nt, a a
dem idem de sndalo com Unte-
550C0
dem idea a imitaceo-a 25000
Garrafas de tinta r-xanoito boa a 150C0
Potes de dita ingiera (preta) 5160
100 e
Sapatosde tranca tapete, casemira e
charle-te. J
Botinas pora seoboras o para o5o00
PERFUMARAS.
Macos de-eabonetes ioglezes muita
tbeos a #600
Duzia de jabonetes de-ameoda a 25500
Idem idem de corceo o flores a 15800
Paco te coso pos de arroz moito
fino a 100 e 500
-Garrafa de agua florida verdadei-
ra a fiJO
idem dem iaoaoga a 15200
Frasco com oleo orizoa 15000
Caixa com p P"a dentea a 5200
Opiata moito boa a (50001-500. e 25000
Agoa de Cologoe muito ta fraco
de 500 a 25GOO
Tcaico oiieotal de Rea a 15000
Variado sortimento de-vasos com baoba.
Caiaiobas com-extractos a 25,35 e 450OO
Vras -o com extracto oriza muito
floo a i500
Idem idem a 240 400 e 5500
Brincos com
ie mais gosto.
Bonecasenimaescom corda.
Meios aderecos pretos com casa-
feo a 5640
I.uvas de pellica moito fresca a 25500 QUINQUfLHARIAS.
dem idem con loqoe a 5400 Tambres pin criincis, bailas de borra
Dozia de pejas.de traecas deca-,- cha, benecaa da massa e louca, caodieiros
racol a 4400 a gaz, Luecas de porcelana, quadros '
de
dem idem lizas a
Microscopios (sea* vistas) a
200 paisagens, cidactse machinas decostura .de
21000 Howe.
Farinha demilho
Vendase farinba de atibo moitfa vapor, da
riamenv., pelos ptecos aegolotaa: frossa para
misan a 90 rs., (t.ia para angi^ pla/os frpassa-
rinhoia tO rs, para eaogiea o pao le proveDca
a (20 t e para cqcj a 140 ra., etn arroba e
mais barata : na ra do Cotofello p. f. ._,
Pereira da Cunbs Irraos.A roa Ifar^uei de
JARR08
I oom trioas e dobrada da vaeca iogleza a 4C0O
cada um : do armaiem da Fasto IrmSos & C,
rna do Amonm n. 37._____________________
Veode-se rnuiu bous terreos em Belem, em
Beberibe e na Torre, todos perto da estacan do
eamiobo de ferro e do hacho : a tralar coro o'Sr,
Jlo Paitosa, oa rna atraita do Rosarlo n. 23.
RADO'BRMN.52
(Passando o chsfariz)
Os proprietari s tiesta fnndiqao recommenrlam-se aos&Vs
agricultores pela bea qualidade das obras que durante mais de
30 anuos, a casa Ihes tem fornecido.
Pos8tuem sempreum avultado deposito de tnachiuismo e m-
plementosem toda a variedade de lamanho, proprios para todos
os mystcres da agricultura e preparo do assucar e ale dao ; entre
os quaes algumas novi ladestiesta provincia, mereeendo ser vistas.
Veodem a prazo ou a ditiheiro com descont, a vontade
do coeipratlor.
fU-n+Ai 1 UULlia. (.asa letI] si(i0 di aviadas: pelo que, rogam a exigencia da cod-
la 'inpresa, para prova a prcedeDcia do que se es foroece.
Outro sim, que par abi andam especuladores (algunseapregados em obrase cocear-
los, etc.,) a inculcar enct.mmendas e compras de macb nismo: acautelam aos Srs. de ea-
genbo coatra os taes, lembrandolbes, peosem se sem iteresss aquella industria: e
quea paga as peitas recebidas pelos^ditos iocu'cadores.
COMMISSOES
Fazem encommeuda a^ont de do pechte, mediante urna
commisso, de qualquer machinismoou obra, dando ao compra-
Jer a vantagem obtida por sua habilitaqo e costume no negocio,
tanto em respeito ao pretjo como a qualidade, sssim como todo o
aaxiloem montar e trabalhax rom o machtnismo vindo.
HERDEtROS BOWMAN
por AlbertB. Ghewy, Engenheiro.
RIJA DO IISI1I N. II
PASSAMDO O
di
CIIJLFARIZ
)
1
Olioda n. 21, v.ndem o seguinle :
Vaquetas par carro e bulas de viagem.
Ifarruquios. ^^
Cordavdea.
Oleados para forro de carro.
PoUesa da flussil.
Vir.ha do Portn. B
Ciiraaieuse
Acba-e venda oa ruado Impe'raJofn. W am
grnda-ortimDto de camafeos a. mosaicos,, taaio
simples como eacastoados, de diversa gostba,
bem como urna Uoda orUc$ae o# b|eetos d* bai-
las artes.
%
Xarope .d'agrio do Para
Antigoe conceituado medicamento, para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phlysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
t Z escorbuto.
msfisliPaa ___Kende-se na pUarmacia e drogara do BsM
^tholome A C, ra Urja do Rosaron. M.*
Vende-sa -a taverna da Soldade, junto ai
palacio to biapo, eom poneos ruados, propria pa-
ra um principiante : quem pretender dirija-se
ra Imperial n. 167, taverna.
NOVIDADE
Ao* senhores fumantes.
9 Completo sortemeolo de noves artigos
como seni
P(
para fumautes, algaai raros m.su marcado.

onieiras de espumas terdideira para charoles e cigarro*, de moito bonitas formas
e diversos precoi.
Ponteiras com mbar, cerejl'jr' espuma, para charutos e cigarros.
Pooteiras de mbar para chsrotos a cigarros, do ditleientes umanbos, gostes a
preces.
Cachimbos de espoma verdadetra. de differentes formas e diversoa preces.
Cachimbo* de ma>a imitacao da erum, de diversos lamaebos'e prtfos.
Cachimbos de rnadeira diffirentes formas, qualidades e preeas, o mlbor que s
poda desejar ne-te g^o-ro.
Urna grande vtriodade de boleas para fumo, de diversas qualidaM.
Fumo para ruehirrbn e efuarm.*, sendo :
Novo caporal (fmltt> d.> fnmo r>ncei).
Best Bird Serpe (i'IM d* P-saro) imtuein do fumo taska.
Ptor do Brasil e ooiras qnaWilades.
Ele fum9 .^.nde pnr metade do preeo doque Vfnuto fstran|eir^, e nao lhe
inferior, como farii verifiesr.
Oi pftcog do fomo tem ahatlmeoto de 8 a 50 por rento, c.-nf> rroa a qc antidade qia
se compur. N
f fabrica apr>r de,agarr ' Porcia,


^U'U1......U
9
*muiriiiLi
v- /.;
,*A
i um 1
....... f^y1 -P


M
H
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*
*
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S
1 )
6
Diap te Pitmftbilco, -7- .'-3fei$a feira 7 Pari acabar at
anuo
LO JA DO PAVO
PEREIRA DA SILVA a
' Tendo os. propietarios deste grande estabeleciraento.om avoltado sortimento de
f azralas en ser, edciejaolo qiida-las at o fin do corrente anno, teca resollido ven-
dejas por precos rattit commodos, cora n fl-n de aparar dinhero, a vista do oae
coovidam o\ lim. Srs coefes de familia a virem sorti-re, n3o s de fraudas de primei-
ri,nessecidade, como de azendas de laxo e gosto, das quaes encontrars nm sorm
das mais novas do metcado, cttegadas pelos ltimos vapores da Earopa. .
FAZLNDAS DE GOSTOS
FAZENDASDE LE
CORTES DE ASSA5 A 255H0 E 30X)O.
O Pavo venda cortes de cassas de cores,
com padres muito bonitos pelo barato
prego de 25300 e 35000.
CORTES DE CHITAS A 25400 E 2*880.
O P.iv2o veode cortes de rbitas francezas
finas, coa 10 covados pelo diminuto preco
de 2j5i-0 ctda corte.
Ditas com 12 covados pelo preco de
2-3880 cada corte.
PECAS DE CHITAS A "200.
O Pavj.t vende pecas de chitas finas, lio-
d.ssimos padres, tendo 30 covados cada
peca, pelo b-rato proco de
craa rauio barato.
LENQO'ESDE BRAMANTE.
O Pavo veode leoces de bramaote mui-
to grandes, seodo de un panno so, pelo ba-
ritissimo preco de *5iOO cada om.
CHAILES BARATOS A 15000 E 200O.
'O-Vo vende chai es de tarlatana gran-
des pelo barato preco de 150J0 e 25'MT.
Pito cneri h 250.0.
Ditos de quadros modernos, mnito en-
corpados 35000 e 40000 ; assim como
grande sortimento dos mais finos chailes
crepon e marin qoe pe vendem por prego*
Omito em cont.
MADAPOLOES.
PeQts de madapolio trancez mnito fino
com 20 jardas a 55-300 e 65000.
Ditos com 24 jardas moito superior a
65300 e 7f>00.
Dio inglet fjzenda muito fina 55000,
65)00 e 0$500 at 1 5'W0.
DiiiS francezeae ojeos moito fiaos de
eOprd^s para differetre* procos.
ALGODOZINHO.
O P*v5i vende por preco muilo barato
pcs de a!>?o.i>zinlio americano moito
boro com 18 jarda< a 45000.
Dito com 24 jard s a 45O0 e 55000
at 650;io.
Dito largo marca 1 omito e&corpado a
65000.
algodAo infestado.
O PavJo vende o v?rdadeiro e superior
a-^od.iziiho de duas 'argnras para lences,
nado muito encorpado 15 00 cada vara.
Dito trincado da mismaJargon 15*80.
CHITAS LAUCAS.
O PivSi veode estas execellentes chita
francezas clara- e escuras cm moito bom
panqo 4 240-rs. cada r.nvado.
Dita moito fioa 280, 320 e 3G0 rs.
Percaites tioissimos mtudinbos a 360 e
400 r.. cada envido.
CAUBMIAS.
O Pava o ven le cortas de cewferaia tranp-
parente propria.pira vaetf! a 25300 e
340 O.
P ga de dita moito fina com 10 jardas
Uoto ta ida como trasparente a 45000,
54000 e 65000 at a mais fina que \em
ao merca lo.
BRAMXNTES PARA LENCO'ES.
O Patio vende superior bramante de al-
godao ten 11 6 palmos de largura que s
Darrisa de I '/i vara para um lencol, me-
tro 15600 e a vara 15S00.
Dito de linbo puro superior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 25400
Ditos francezes muito liaos a 25500 e
35000.
Pega de Hamborgo 3 panno de linho com
20 e 30 varas, pan i.idos os precos e
qoalidade.
Pecas de brelaohi de poro linho, tendo
5k> jardas pelos precos mais barato que se
tena vito.
Pechincha de fioissimo esgniio socelena
COta 6 jardas 75 00
Peca de fioissimo colena com 30 jardas
a 345' *0, toalbado adamascado com 8 pal-
mos de 1-rgora a vara 25'CO.
I.AZINHvS DE FURTA CORES.
O pav3o venda om elegante sortimento
de l.zi Jiasde fui la cores qoe brilhio qua-
s- como seda tendo de ;odos as cores, e ven-
de 360 rs. o covado.
CALCAS DE CASEMIRA.
O Pavo tem nm grande sortime&to de
calca de c-s;mira, assim como cortes os
mais modernos qoe tem vindo nos ltimos
figurins e ero fazenda das mais finas e mais
hovas ao morcado, e vende e por barato
preo para apurar dinbeiro assim como ral-
as da brim braoco e di cores por precos
fanrto razoaveis para acabar.
CORTES DE PERCALU COM DUASSAIAS
A 44000.
O Pjv3o vende boni os cortes de prscalia
com duas saias, seodo fazenda de moito
gosto a' 4580O, pecbi uba.
TNICAS PRETAS.
#10 P.'Vo receben om grande sortimento
das mais ricas tnicas de grs preto, rica-
mente enfeitadas, e vetide por pteco rSzoa-
el.
VESTIDOS BRANCOi BORDADOS DE
3550000 ATE 605000.
"O Pav3o receben ora iiodo sortimento
dos ro4s ricos corles da carobrai branca,
ricamenie bordados, e com iodos os enfei
tes n^cessarios, e vende pelos prego? de
355000 ati 605000, jIj tem vindo nada
maU rico neai mais moderno.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A .'4SCOl, BOQO E 40400.
O PavJo tem um grande sortimento. de
cortinados para cama janeilas, qoe ten-i
deoelo baran preco ds 75300; 8500) e
#05000 o par, tendo at) por 185000, assim
como iylcaii 4.da^d noivjs, e grande sortimarjie de tape'es tan-j
to para ic^deiras come para c*aas, pianos,
portas, etc., todo vendo por precos razoa-
iels,
?nd
Quem duvi
DeetdidiseDle a Ma^Ma4-%al D
iis o. 45, convencer M teas UDl(o>
*de y^^lfW'jf" orrwpon
p*ru mas mjpim mmmndo ; agora
aluno vapor chafado da. Europa ir
te aoeoma>4i4as para o '
coosUndo do seguiot:
Para o bello ten
Pede obler em pouco tcpo com o oso do melbor dos licoresa a
BAREJES DE SEDA A 450jO E 15400 O
COVADO
O Pavo receben pelo ultimo vapor
francez, om grande sortimento dos mais
lindos barejes de.seda, sendo em cores
e gostos o melbor que tem vindo ao mercado,
esta nova fazenda moito propria para
vestidos para bailes on casamentes, tendo
entre esta fazenda delicados padres brea-
eos proprio para vest d >s de noiva.
MODERNSIMAS popelinas
Popelinas a 4 55 JO e 34000 o covado.
0 Pavo recebeu om elegante sortimento
75200 cada das mais modernas e lindas popelinas de
li e seda, e linbo e seda qoe vendem
45500 e 24000 o covado, tendo padrSes
listradoa mindo e graodos que parecen
propriameate seda, assim como das mesmas
t 'rubem tem brancas proprias para vestidos
de noiva."
TAFETAES ASSETINADOS A 14200 O
COVADO
O Pavo receben um granla sortimento
dos mais bonitos tafetaes assetinados, sendo
orna n va fazenda de l com listras de seda
mnito modernas para vestid s e vende pelo
baratissimo preco de 14200 cada covado,
esi;s las recomendamse s pessoas de
gosto por serem excessivamente baratas. .
NOVAS SEDAS A 25500
O Pavao vende bonita e moderna seda
de orna s cor. tendo c"e todas as cores, com
delicado lavrores miodmhose vende a 24500
o covado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 455000 E 504000
O PavSo vende b>Qitos cortes de seda,
fazenda de muito gost). tendo 48 covados
cada c-'e f veoie por 45OOO
DitiS de 20 covados a 505000
S5o mnito baratas em relaclo superior
qualidade d'estes c6rtes.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O P v > vende um grande sortimento
das mais modern is, baptistas com lista de
cor, proprias para vestido, com as cures mais
ncvts que tjrn viudo ao mercado sendo
moito mais largas do qoe as chitas francezas,
e vende pelo baratissim prega de 500 rs.
cada c-ivado.
OFFICINA DE ALFA I ATE NA LOJA DO
PAVAO-
Nests grande estabelecimento> encontrar
o r sp-'iu vel publico, ama bem montada offi-
cia de alfaiate, onde se manda pxecutar
qnalquer peca de obra, tanto para bpmem,
orno para meninos, com a maior pres-
tesa e perfeicao assim como para qnalqaer
lato que de repente apparega, tendo Da meg-
ma officraa nm perito official destinado para
farda doi Ilm. Srs. r-ficiaes de goarda na.
ciond on tropa de linba, sendo esta officioa
dirigida polo babil artista Pedro
Soares de Carva'ho.
NOVOS VESTIDOS A 44000.
O Pavo receben om elegante sortimen-
to de novos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de edr, e vende pelo
barato preco de 45 cada um : mnito ba-
rato.
ESPART1LH03 A 35000.
O PjvSi tem ora grande sortimento de
espartilhos, tanto para senhora como para
menina, qbe vendo pelo ba'ato preco de
35000. Ditos moito finos a 45030 e 55000,
s3o dos mais modernos qoe tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R3.
CHITAS A 240 R3.
O Pavo vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padres claros e escoros, pelo barato preco
de 240 rs. o covado, por ter um leve to-
que de mofo : pecbincba.
CORTES DE VESTIDOS MODERNOS A
95000.
O Pavo recebeu um elegante sortime,nto
dos mais lindos cortes de cambraia com ba-
idiubos brancos e enfeites de cor, tendo 5
pancos com 2 1/2 metros de fazenda para]
corpo, e 20 metros de babadiobos para,en
feiles, e vende pel barato preco de 95000,,
pecbincba.
SAIAS A 250CO.
SAJAS A 25000.
O Pavo veode saias brancas de urna s
peca com fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volta, a 250001
25500..
Ditas com pregas e bordados a 34000,
.pecbincba.
HQIJIDACAO DE CALCAS DE CASEMIRA
O HavSo tem um grande sortimento de
caigas de cssemira de todas as cores e qpa
lidalas, para todos os precie, e desejaado
moito liqnida-las, resolveu vende-las por
um preco muito em cont, para diminoir a
grande porcio.
CORTES DE FUSTO PARA VESTIDOS A
35000.
O Pavo vende cortes de festao braoco,
tendo 12 covados para vestidos a 33000,
pechincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
64000.
.0 Pavao vende bonitos corles de cambrfcia
branca transparente, com bonitas vagas
layo-es, proprias para vestido, teodo 8 pa-
rs cada corte, pelo barato preco de 6j000r
i pecbincba.
LENCOS BORDADOS.
O Pav3o vende fio'.ssimos lencos
dos para mi, sendo de floissima ca
da liobo ricamente bordados,
qoe sempre se venden s 440OC e
liquida-se por se ter feito rima
compra (4600 e 25000 a dait*.
Lindisiimos brioeaf, alfioeUs, craus.
eacoteU* de tarumi bordada* a o
como bonitos f rampos eon perolas a oaa#a-
dra. para eabeca : a Mafaoiia MUt* > bUa
*x, que prima sempre oo cbiqae e na moda, 40*
Wtba ver e....~
Laxo e bom gosto
CaBhqoaeer eafonnoaear oa ala *>*
lindon jarros e ardinaira* o> poreetana mriTto-tma
de bopilos medallos nieirameote novos, con
liado? desenlio? e doura 1. ; atilm como BXOftS-
pesialidade empanaos de ebroehet p^ra sof e
cadeiras.
Qual?
O moco ctaqiH da moda qoe sao
ama linda laarnlcao de marflm, madreperiS%4lm
e plaqatt, coasa liodisstma a de molde esaral <
nanea vindo aqai; moito bons chapeo- de sal Obii
cabo de m irft.il e bengala* imiUcJo demaaootalo
com cab 3 de madreperola, por eerto enoh dei-
xar de vir d lo) da Mafaelia i roa Duqaw d
Canas n. 45, eacomer qnalquer destea objestoe :
oio caro t
y,
v
Para
asnoivas
3Riqnis>ira s veos de blond, eapellas de cera, te-.
qoe da madreperota e matas de seda, todo espe-
cial novidade e a melhor fueoda que tem rindo a
este mercado.
Perfumaras
Neste artigo nao precisa dar explica5e, basta
dizer-ae rs fabricaniesl ihn Gosneill, Coodray,
Labio, Rimot e Legra nd ; estas per fumarias desta
rea rieram em vasos da modellos aoroa, e %o
pela soa elegancia te toraiov proprioi para om
lindo prsenle.
Trancas e franjas de s branca.
Desta vez o tortioeoto ralo magnifico, lateada
marto boa, modellos novos e de todas as latearas.
Boueeas de borracha
Destas pooecas veio pequea porga > e de diver-
aos lmannos-
^ MACHINAS
DE
COSTURA
Gbegaram ao Bazar Universal da roa No-.
va n. 22, um sortimento de machinas para
costura, das melhores quabdades que existe
aa America, das quaes muitas j s3o bem
eonbecidas pelos sena autores, como sejam;
Weller & Wilson, Grover & Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras muitas
que com a vista deverlo agradar aos com-
pradores.
Batas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costnreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feic5o como as mais perfeitas costureiras.
Garante-se a soa boa qaalidade e ensioa-se
s trabalbar com perfeicSn em meos de nma
hora, e os precos slo tS- commi>dos que
devem agradar aos pretndeme1*
Faz'oito anoas qui cdbhoeido este precioo tnico, e dlfflcil athar orna peesoe
qoe, tendo experimentado pe^palmente, nlo* falle em sen favor, j comei)om estomacal
e apetiador, tomando nm calta della aules de jantar, oo como facilitador da digest3o
t mando-se depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, alo na um s hibitaate do BRASIL (a tetra
'special das laranjas) que bao conbeca as propriedades medicinaes da doorada frocla.
ora bem,

em seo estado natoral tem um gosto pone agradavel, e o mrito da Heajeridina coa -
sisle em reter soas boas propriedades, e ao mesmo lempo apreaenta-la como
EXQUISITO LICOE
A HESPERIDINA como.INDUSTRIA NACIONAL nlo tem nada que vejar ae
melhores importactes europeas de calhegoris semelhote. Batas, quando moito, podem
ser gostosas, porm a Hesparidina a combinarlo'perfeita do
AGRADAVEL E SA8AVEL
Para prova de que um artigo no qual pde-se ter inteira confianca, por ser poro
e innocente', basta dizr-se qoe foi plenameote approvada e aotorisada pela
JUNTA DE HYGOE
.
Diademas
Lindos e de modellos
boa.
noros, veto moj moito
IAMESILYA
Lehrrrann Frres endt?m
libras sterlinas : a' ra do
Crespo ji, 16, primeiru indar,
HWAL SEM OO
Chegaram agalhas para machinas, do fa-
bricante Grover A Baker. D*u a -O.
Pra?a da Independencia us.
38 e 40.
*.r.aba de rereber m completo sorii-
aaento de objeclos de lou^a, "vYdro e por
eana, com bonitos desenbos dourados, sen
Jo ricos jarros de todas as quadades e ta-
nanh is, garrafas com copos, varos para pos
le arroz, garranhas e cascaes de porcela
la com pingentes de crvstal, todos estes
*jectos prprios para t jleja. >6 na M%re-
tilva
AL1UNS
Rico sortimento de albtips com capa de
aadreperoia, marfim, bfalo, e chagrint de
iodos os tamanhos, de 50 a 200 retratos
om muzica ese ella, por precos modra-
los, s na Midresilva.
CAfXINHAS
Bonitas caixiohas com preparos para cos-
iera, de aovo sy^lema, sendo com lampas
le ery8laL/zenda-de mnito gosto para pre-
teates e precos razoaveis, s na Madresilva.
t.%CCB
Completo sortimento de laciohos on gra-
'atinbas para senboras, sendo 4acos para
jesco^o e cabellos, s na Madresilva.
PAHNOS
Liodo sortimento de pao nos de crocbet
Celestino^-para cadeiras. sendo de diversos tamaobos
i J,argnras, s.na Madcesilva.
PARA N0IYA9
Tem a Madresilva hlond de s ia. braofi,
iomramagens e de 4 larguras, y6os. capel-
ias eespeciaes s;ps de flores para guami-
les de vestidos, 1 qnes de madreperla,
sarBm, sendo to 1 s abertos e com s la
.-ejresentuido duas vistas, assim como de
Mitras niaiias qualidades, braoco* da cores
i pretos, fazsoda nova.' .v
CHAPEOS
Rico sortimento da chapeos para letiho-
ras, sendo de palfaa da Italia e velludo, as-
tim como ditos pastorinhas para senboras,
meninas, sendo fazenda mteirame&te nova
aa Madresilva.
NOVIDADE
Bonito sortimento de meios aderemos de
plaquet verdadeiro, voltas de bfalo com
eroz, ass;m como lindo sortimento de brin-
;os e cruzas, prprios para lato, todo de
mnito gosto.
FACAS
A-Madresilva acaba de receber facas com
cabos de mirftm, para mesa esobre mesa,
; especialidade da Madresilva.
RETRATOS
Completo sortimento de quadros on pas-
sapatos para retratos de todos os tamanhos
e qoalidade-, assim como qaadros com bo-
oitas pbotographias, s na' Madresilva.
OBRAS DE MARFIM
Lindas cerleiras para ni tas, carteiras para
bonds, caixinhas para pbosphoro, faca para
cortar papel, caetas para escrever, mara-
cas para creancas, sinelesjpara abrir firmas,
igulb*ros,' e dedaes para senhoras e meni-
oas, so se pode encontrar estes artigosna
Madreselva.
LUVAS
A Madresilva acaba de receber pelo ul-
timo vapor a ua espeqtal encommenda de,
[uvas de Jjuvin, para hornese senhoras,
brancas, pretas e de cures.
s CAIXjHAS
Ricas caixiobas com pexfomanas proprias
para presente, assim como bonitos vszos
om pos de arroz o outros de pbantasta,
na Madresilva.
L&zinhas Jia^ft vestidos
res o covado
loja da esquina,
a30
S aa roa do Doqne de Gaxiae n. 60 A, oair'ora
de Beato da
ra doQaeimado,
Silva & C.
AffNfU.
Venjle-sc una boniia lartpacao de. amarelio, toda
envkr^rla, pfojwia par^-mutlqucr ramo de ae-
fgocio,pratndd- per um raodko ilqpue, u ao (Winoipto da ra
da Irnperalriz : tratar na pra?a 0>itod(yaazirn-
iVani* m 11* *-eeto,
ffeirp. T
laWf
i-
O RIVAL DO
Ra do -Mrquez de Onda
t se a.
Tam para vender os gpgaiate* objectot> ahaix.
meneioBados, pelo? procos mais resumidos, eomo
sejm : Coqaes moderos a 2*000, pe$M de eo-
tremeios bordad*** de diverjas larguras a 500 rs.
dnsias d* cn'Urinaos de linho a 4500, ditos mai
finos a 5*000, lencos para algibeira a 100 rs. boa
(azeoda, liohas de carrttel de iOU jard a 60 rs.
la para bordar a 5*000 libra, lfju-s a imiUfac
de sndalo a MiO, lamparines a 600 r. a dazia,
eaixas com papel amizade a 600 rs. ditas com di
10 operiof a 700 re, eovelopea a 400 re. o eeo-
to, botinas nacionaes para h->mem a 1*500, focos
para chancea a 1*500, agu'tus francezas a 40 ra
o papl, sab^netes de afeatrio a
rida verdadra a 1*200 a garrafa, dita inferion
1*000,'fraseo com ndalo a 1*000, ditos con
ole potincme a 800 e 1*000, dito? com dito ba-
bosa a 3iO rs. ditos com agua de cologne a *40
e 400 r?. pecas de gal8 b'ranco para eufeitea de
vestidos de crlanga, a 400 e 500 rs., raassos com
11 pecM de tranca branca a 240 r*, ditos eom
dita de cores a 320 e 400 rs dnr.ia< d ph^spha
ro; egorauca a 240 rs. a a grosa a 2*400, e ou-
tros mattos.artiRL'S, que para ni) toro-irmo-o?
enfadJnhos deixamos d<* mencionar, os quae ven-
dem se barato* para acabar.
do Rio de Janeiro, permittindo soa livre elaborado no imperio; ootra
KOA IMtOVA
a acceitaejo geral que tem em todas as partea ande apreasatada. Em M64 astabe-
lecen se a primeira fabrxa em Buenos-Ayres; em 1869 a segooda em Montevideo ; a
oo dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR ioaogoroo-se a fabrica que actoaimea-i
traba Iba na corte. Em Valparaizo e em toda a a-sta do Pactfico tem boa acceilac3o,
tanto qoe rara a casa que considera completo sea aparador sem urna garrafa de

O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O homem lente toma Hesperidioa para obter
SAUDE
O homem dbil toma Hesperidioa para obter
Hesperidina para

(5 de dezcalibro)
C h je o oa snt'lime
Em que a natura exprime :
Granleta, atrnr e praier,
Kazi esta f porque,
Dominado de Alesna.
Ej deseio fregueiis
AS BOAS FEiTAS.
E para que sejam estas
Snmptuosas ,e expandidas,
D-ive havfr boa.s merenda*
De acepipa? delicados,
Vinho' fiaos engrrafados,
Como f6 o Campo* tem
Eo tan repleto armazem *.
Alem de outros manjares
Dd exqnesitos pala ares;
Piriaoto, pede ao? aminles
04 virem ]), quaato ame?,
Comprarem etfa outrafa$M;
Pc-l) quB se man'fe'ta
Grato a tolos qne c venbam,
l>e?ejanda que estes teuham
Orea das mais sublimadas,
Felicsimas das entrabas
NO ASNO NOVO
RA DO IMPERADOR
21
CS3

t-----r
a padui aToa de atsrdo dia*, ant^a roa t
tuaft
-r- > Mienae com axeeato ed pal
0*000 cada oaja : ai caes dd Apollo, irtna-
wra da To k*U A C
Nos bailes as doDzellas e os mogos tomara a
animaejio dorante os loncos gvros da
BARROS JNIOR d C, roa do Vigario Tenorio n. 7, I
grande especifico, e veodem-no nos depsitos segrales:
Hotol de l'Ueivers, ra do Commercio.
Zaferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goocalves da Fonle, roa da Cadeia b. 2.
Aotonio Gomes Pires & C, rna da Cadeia.
Antonio Gomes Pires dr C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmio hotel da Passagem.
obter boa cor e

0 andar,
receberam esu
NOVIDAUES E PECH1NCHAS
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA-
DA
LOJA DO PAPAGAIO
Tendo por mes!re Mr. Charles J^aurent
RA DA IMPEBATtlZ 40
Meodes 4 Carvalho scientifi^m ao r-'speijtavel publico, qoe cabana de receber :
completo sortimento de fazendas fia as de todas as qualidades, tanto de 13a como de ir
nho, seda e algodn, o qne ba de mais modernoe do melbor gosto, e portante cor.
dam as Exmas. familias amigas da economa do mestica, a virem comandaren) na to;.
DO PAPAGAIO, e ver3o qne comprara fazendas bonitas e barata* por menoa prego qv
jamis compraran.
COMO SEJAM:
Granadinas de seda de ama s cor, lar* Chitas fraoceaas de todas as qoaikUd'*
gas a i 5600. j de 320 rs, at os crotones de 560 rs.^T
Poupelinas sarjadas defortacor boa lar- vado,
gura, a 1(5200 o covado. Cortes de casfa brancos bordidcs cr-a
Alpacao de cores com listras de seda para .baados de seda de cor, e branco, a ocr-
enfeite, a 800 rs. o covado.
Laazinhas de cores, em grande qnantida-
de, de 320 a 500 rs. o covado,
Cachenez fraocezes para senhoras e ma-
raas, a 3,0000.
Cretonas fraocezes para cobertas, cor fu,
a .800 rs. o covado.
Alpacas usas e lavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
Cobertas de fostao de 13 e de outras
qualidades, brancas e de cores.
Poupenas de seda, de flor e de qnadro
a 15800 o covado.
Pecas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas.
Ditas de cambraia adamascada com 20 va-.
Tas, a 125000.
Saias bordadas mnito finas de 4 e 5 pan-
nos.
Ralbes de chita e de cambraia a 25000.
Naasouks e baptistas com lislra3 para'eo-
eilar.
Diversas qualidades de lasinbas e alpa-
cas em relalhos, para todos ospregos.
bramantes de liobo para lences, de 23200
at 45000.
'Dito -de algodao moito largo-a 15800 a
vara.
Ajgodao largo pera lences, i 150C a
vara.
Atoaibado adamascado de liobo e algo-
dao.
Espartilbosde linbo finos,de 35000 para
cima.
Lazinbas largas com listras de seda, a
800 rs. o covado.
^Mapoleas ingleses e fraocaae* de 5*0
at 1*5000.
AlgodSosinho de todas as marcas, di ver
sos prajffl
Baregaa com listes de seda, a 500 rs. o
<"ovaj|0.
Capas ftanceyi de cores fu* e lipas
com barras, os padres mais bonitos qoe; se
teem visto.
4 FORNECEM-SE AS AMOSTRAS A QUEM S EXHIBIR
flEGUEKAS' DA CASA.
bordados com listras.
PARA LUTO.
Veos de fil de seda pretoa a 8500C.
Merinos para vestidos, bombaziaa, ca:
t3o, alpacas, laaiinhas, crep, cassas e c...
tas, todo em quantidade, e para oUerso*
procos.
Grosdenaples pretos, de 15600, 25""
25500 at 55000.
Seda preta com listras assstinadas p>r.
vestidos.
Cbap'ws de sol de seda para merinas. >
450" O, e forrados.
Ditos para homem de 105CC0 a' 2C>-J>
Ditos de alpacas de cor e preto, para
versos procos;.
Tapetes avelludados desde os mala pe-
queos ateos raaiores.
Damasco carmzim para colchas, o m
Ihor.
Pannos de croch para cadeiras e <>-
pbs.
'Cambraias victorias de todos os nqm*
ros.
Ditas transparentes ingiezis e suissai, "*
a largura de tarlatana.
Fil de linbo e de seda, .brsitoo e pe?
liso, de salpico e de fl >res.
Camisas bordadas para seebora, de di
versos precos. '
Meiasfara seqbofas, das mais inf --
at s mais. superiores qoe teem appar*
lian*
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento se montoc nm
officioa, e qulqoer homem qoe quizar ves
tir com gosto, achara ianita variedade ea>
camisas de core, pauocsims.e aemT.aa
o maihor que ba do aaaceado, roopa f-..
em gnaptidade, assim com) camisas fraa
cezas'e.ipgUias, Ims bordadas, cern:*
del nho 6 de a1jo^jftia, collarinhus e
grande qoantida'de, .gmvatas do todos o.
feitios, camisas de meia, em somma eoo
trade todo qoe pecisar para .restiro
gosdo o elegancia.
E OS FIGURINOS AS
'f ""!
Caf de boa q,aalii)ade ebegado altimam.enta|do
lio d*-aniro, a retalbo ou' por atacado : vej
tai roa dj Com mrelo n. 31, a* aadar, por
do yfaf-Bmiiiaa I**, ewrttja pel "
t ivrfee.
.' fia
ft$f Wafers.
A melor botaeliiah a^ ho^ eonhoelda. tarfc.
racM, eomo par*ms : vndese weaBr-?
4FCampo*, i' rtfa do ttnperadflr*.'.


O

.
X
X'F


*<.
(

)
c>
Diario de Peniambuoo -Terca fiara 7 de Jaaeiro de- 1873.
. 7


V.'u
*m r.' i
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I"l I i
l( '1*1
rT
'

MMJWAk MOIW/IDB
PIANOS E MSICAS
Ra do Bairoda Victoria d, ll,armaseif. e 12 1. anlar, antiga ra Nova
nofi'U o publico em geral eneontra^sempre o maior e mais esplendido sortimento depiauos efe
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
?
-




. :
Acaba de abrir so priroairo andar do sobrado o. ti confronte a
'etica Maorer, nm gratad* tvio onde esiao exportos os magnficos
de armario, de Pleyel.
de.aia cauda, do mesmo autor.
eH. Hevi.
de Amede Thiboat.

nico ajt-ote nesta cidade, dos celebres afamados
PIAROS DE AUCHER FRSRES
Tambem receben grande .ortimeo'.o de msicas pira ptano, piano e
canto e entre ellas as lindas eomposicoes 4o mnito fvmpaihico maestro
F. Si VH\I
A SABER : r
Voc me quer Walaa. |
oiga Matonea. g iuiuas publlca^de
La Separaciom Para canto.]
A Lni electric, grande WaJsa.
,% w- m s a. na



5


remado es diversas exBl(Sse om (4 medalhas de ouro e prata.
Sao os oicos pianos (|ue aqat vea da Earopa, perfeitameate afina
>. h, fauos coas tlega x e sondea.
G'tqui ea&Cdiaaie cootioaara a annonckr todas as pufecacdee qe se for
Franco Brasileiro Polka.
Turnada d Joanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primara espada Wal.-a.
A Miaba Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Sludieate Po ka.
friendo naa seas offlciuas de msicas.
F?iias as fficioa d msicas
do iononciarile.
Emilia, polka por (. Smolit.
Circasiana, >choicb, por Smoitr.
Jardim do Campo das t'ricezas,
. vndnlha, por J. Poppe.
Chava de Hosas, Walsa, por H. Al
! be riaui.
% PREIMLECTA
V jua 4o Cabuaa. 1 A, acaba de recebar ricos
nvros de mista coa capas de madreperola, mar-
tim, tartaraga e velada
Binculos de madreperola, marflm tartanaga
bmMB)
AlboBA coo capas 4e madreperola, marliaa, s
eo, vetado e madeira, todos elles de moito besa
goslo barato preco.
Obras de plaqu
Um bello sortimento de corres tes para relogws,
aderece para senhora*, rieis diademas de a
dreperola e doandos, medalnas, erutes etc te.
de to coa qvalidade que Dio fu diffareaca das
de ouro de le: a loja da Predilecta, 4 ra do
Cabog o. 1 A.
Para noivas
H'ca eapellae de flores te tarangeiras, rico*
veas, -aaparuHios (a dasaeza} de todas as %aa: des, bordados e-lieos, roaito liadas.
Ligas de, seda branca e de cores.
Meias 4e seda brancas, cor de earne e pretas.
Leques de madreperola, tuanf n, sso, a imits-
_o destes. anda io e ans me no modernos de fei-
i:3 de boraolesac de 6sso e seda mnito bonitos e
n.t-ma moda : os ra do Cal g o. 1 A, oa Pre-
dilecta,
Coques
O mata alosemos e boaos acaba de reoeber
a Predilecta, bem como lalos eofeites para os
mosteas.
.. Para lito
Aderacoe, odas, medalb ies, ersxes etc te
de madeira, como de borracha, obra bem aca-
llada.
Correntoes para relegio.
Reos leqass de (baa, por preco e&mmodo : i
raa 4o Cabsg o. 1 A, oa Piedileeta.
Collares, aaoeia e nakeirs eleetrleae, preser-
os espasmos : vende-so ca loja da
roa do Catwg d, II
Boneeas
De cera, borraabi, saassa, madeira e louca,
unito bonitas, e ama uajtaasidade de objeetos pa-
ra elraieoKBfcnto das riamos, nao esqoeeendo
as aprectaveis bolas de borracha : todos estes ar-
tigos vendem se por barato nno, i na do Ca-
baga n. I A, aa Predilesia.
I jrt-relogios porl-boaquets, boleas aMito
lindas, lano para turneo coma para senooras e
meninas, ricos estojos para v;agcm com oe prepa-
ht mesa e senhora
cambraia, uito finas, lacos de seda para p-ito,
ditos para eabsca, ravallabas de seda, tafa da
ultima meda ds Pars e Ddiapentaveis fara o
tempo de testa, que se aproxima.
Camisas de linho bordadas, Has e de godo
para hotsem e aesooa, as methores a/oe teem
vlnde a esi mercado, pnabos o collariaAos de
linho 3'< diversos f.*matos qae se vende barato j
na loja da predilecta, a roa dn Cabug ni A.
Na Predilecta
Efkcsnlrar-se-ha grsmpos os mais caernos,
quer m gostis como em qoelidades.
Ric.-s vestaanes para baptisados, de cambraia
bordados, oas toce competentes caixas.
Fitas

De grosdenaplc, tafeta, setim e celado de toda*
as largaras e diversas cores, o qae t de bom nc
mercado so enceartrara as Predilecta, raa ii
Cabug o. 1 A.
muHe commod^s, ltenlo es qoalidadet das perfo-
marta*.
Lindas c?iTnbas eo finas perfamafias, pee-
prias para presents deles:. E>tas caixiobis teo
as lampes es disco saais ejigracados: tacn-,
trar.ao dell*s ta loja da Predilecta ra do Ca-
baga n. 1 A.
Na Predilecta
Bcora-* a melr+ores extractos era [ricos vi 1ro.
Oleo awils fino d Oriza, higwaoico, Coadray e
G snel.
Anua de Colegia simples e ambriads.
Tnico imperial e erioUl.
Lindos sGboDetes.
A predilecta tem
uos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qaizarem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de METTRON & C, e a desig-
naoan de REA PRETA.

i


fflURON a c.
Bicos
i
ricos vasos tfi|A crj-taes com ps de arroij
branco e cor de rosa, cujas propiedades siojj
bem aprecala-:, nao por refrescar a cot-a
eomo conservar a maciez o'ella, este om artagoi
inilispeosawel 30 t-jilet das seaboras, especialmente
na e>|ajcaci calmosa, que atravai).. Delica-
De blonde e de algodo, das melbores qaalida- das cantabas com po de. onre e de -prt, um rc<
des e dos mais modernos desenos, acharas ama | sortimeol de jarros de diversos lmannos e lio
bella ieolha delta e de droersas larguras : I dos desenbes s preeos qoe convida compralnt'
loja -da Predilecta, raa do Cabug a. t A. i para ornato das salas : na loja da Predilecta .a
Luvas de Joovin
as verdaderae lavas de Joavin pera bomene
senboras, garante-e a qaalidade, ditas de pellica
systema Joavin, per barato preco: a roa de f
Cabng n. 1 A, na Predilecta.
Flores

ATTEItCO.
ALHAM ll\ PROVINCIA
'..v.ivo costra os espasmos
rreaileeta, i
Neste artigo a Predilecta aprsenla en bello
rico sortimento que satisfar apa caprichos das ee-
nboras mais difflceis de se contentar.
Chapeos para senhoras, neniuis
tmsim
A Predilecta, a roa do Cabog a. 1 A, recebe
Mir todos os psqaetej nm bonito sortimento de
chapeos de oalba de Italia, velludo e teeid, das
Itimas modas de Pars e veode por baratissimo
preco, a nao encontrar competidor.
Caixinhas para costura
O qui> hade mais rico e bssito, com letreiro
naa lampas e com msica, aprapriadas para pre-
sentes, encontrzmse na Prediiecla, raa do Ca-
baga o. i A.
A Predilecta
ros mais necessanos tara btoesB e senhora : a mm" *"* "r^
raa do Cabog o. 1 A, loja ca Predilecta. i desejando bem servir ao reipeilavel publico, de
A Predilecta, roa do Cabog a. i A, tem a i aem tem recebido lieongeiro aeolhimeote, vem
honra de oflerecer as Exma senboras, um bella [ boje otlerecer um completo sortimento de perla-
soriimeoto de golimhas, poibos a grvalas de martas dos mais acreditados fabricantes, e a procos
A COBOA DE ABR.
A ruu ha Iitisteratria
11. *.
Acaba do peceber do conta pt^eprii,
felo ului vapor da Eurepa, ur* com-
pleto >-i iinK,;iio \ os m.iis udo^ hk tf u} veo a este uter
ndo ssomiinto.- aderemos 4e
r,\ A .parado (Kioto, rol

en do
fila-LT;i>!B. ohril
tas: brincos, rozetar-, sahaas rologios,
palliileii'.'-'.colliefi etc. etc., pelos pre-
pos mais resumidos possiyets. Assim
coma um completo tortinientode obras
de ouro : innels d" brilltaates, rozetas,
m
t
GRANDE UQUIDACAO DE CHAPEOS
Para acabar ate o lim do 11117.
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
i

OUTR'OHA
Oadek do Rwfe n: 53
Ainda nao se acba prompta, mas brevemente
sahir i luz esta obra organisada por um plac
inteiramente novo, o que a torna muito mais in-
tori-ssanie.do que ata boje ten salido.
Como introduccio foi-lhe ajuniado um re.*nmo
da historia do Brasil, desde a descobcrla at a
independencia e outro da historia de Pernamnrj?o
desde o principio at a expulsan Segne-se a isto urna expsi^ao do estado aelnal.
da provincia, e um esboco histrico da cidade
do Recic, desde a sua fundatjo at c-pecba
actual.
Esta parte do almanak, s por si, ocenp- -ais
de 100 paginas, sendo este accrescmo il aa>
Ibu a causa de-oio se achar elio aind- con-
cluid >.
Sem embargo de tao grande melhoramento. j
cano da obra como nos mais annos de sfiOO
ni brochura e 34000 encavlenada.
Teudo flavo prprietario a0tkr^MtQ|*te destemez, tem resol vid vender por presos muito commodoscom o fim
de apnray dinheird e liq*idar vista, $do que convida aos Illms. 9r.'ehefes de familia
a viren* sortiram-se, pois a occasiao oppirtna, e encontrando um completo sortimento
de chapeos.
Chapeo de palha de Italia para senhorts e meninas, com enfeites e sem elles.
ttMf4ted**ellwiUim enfeites. (iorrosde vellitdo com enfeites. Chapeos de palha
Je difToreotes qnalKiles, ejifertados, para senhoras e meninas, rhap^f do palha de Ita- \ErlOC,'SE
a, afeitados, p mottaria decampo. Chpeos depalha para homen- e meninos, de 0 sitio existente na travesjado Remedio, fregue-
dilferenles qualidades. Chapas de elro para ^omem. Chapeos demasa pretos e de ii"dos Afogadps n. 21 boje becco da Motan
-otfes,! par* hmeos. Chapes de la para homeie menino. Chapeos altos de pello de seda do Remedio n. 18, em chaos profirios : quen o
i) adCHejai -'te. e tambem sem larilhaiates! ;& rPW" h^ntet*.
tfmArj* -^or. -*, /*> jStv^f *Q|et*le diffeentes qulidttdes, -Unto de seda, como de palha de Italia, panno, caso-
'!> Wi' *&& @''-WiS'1 nMra e alpaca, tank para hornera torno para menino.
tiowos de seda, velludo, la, tanto para homem como para menino.
fe
Btrradia!!!
Para limas, vende-so ra pharmacia Torres
ra de Marcil Dias a. I3"i: antigo pateo do
Terco. ______
Vende-se um cawriolet inglez, de duas ro-
das, com quatro assentos e um excellente "avallo
nara o mesmo : ;; ver r.x coclK*ira da ra da Ro-
da e a tratar na ra Ltireita n. 10.
E muitos eutros artigos que s com a vista podero ser examinados, uriauca-se que
o tifeka se dinheiro.
SMeOBACil! \mm
Excellente toociuho infiel em latas de quatro w.aijiaii^tiu
Excellente tooduho logle em latas
libras a^Of) rs. a libra : ao armazn
(rasaos dt C., roa do Afltonen n. 37.
de qaatro
de fasto
a
Vende-se bataneas decimos tanto pequeas
eomo gandes : na roa do Imperador o. 29.
pretender ontenda-se com o sea proprietariu, na
ma do S. Francisco desta cidade do Recife, coma
quem va i para a ra Bella o. 10.
Camisas de phaitlasia.
A loja da Turqueza receben um :..ido sorti-
mento de camisas de phantasia, praoras para
bailes e partidas: ra do Bario da Vict.iia a.
9, antiga ra Nova.
Borracha para limas.
A melhor e mais barata : vende-se ra larga
do Rosario n. 34.
7.

LISTA GERAL

54
-
a
,-
DOS PREMIOS DA h PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 47, A BENEFICIO DA IGREJA DA SANTA CRUZ DO RfCIFE, EXTRAHIDA EM 4 DE JANEIRO DE 1873.

NS. PREMS.
NS. PREMS.
5
9
10
i i.
ia
!*
18
-i
24
27
31
36
37
4*
5|
60
G4
70
71
74
SO
91
U
m
98
102
7
9
10,
38
34
35
43


NS. PREMS.INS. PREMS. INS. PREMS.iNS. PREMS. ,NS. PERMS
/
U
-
153
58
59
6&
66
69
73
75
77
81
83
93
94
97
200
4
5
8-
S
9
u
1 lti
21
22.
24
gpi
28
29
, 35,
37
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42
43
47
57
6*
265
80
81
85
89
91
94
95
97
306
9
15
35
36
43
51
. 52
66
67
68
1 70
75
94
'96
97
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45
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NS. PREMS.
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8
Diario de Pernambuco Tertja feira/ 7 de Janeiro de 1873.
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jOTSffi^
BA LltrEhATURA m6emcr\cia
(Concb^o).
Tudo isto fui viva 4 eanstaiitaeote aeo-
n^oado pelo imperion"al a influencia
das causas impressas qSe o gusto publiode-
formou-sp. O imperita" conlmcia o poder
dosescriotoivs ; sabia clde queria irter, e
dentro eua pouco corou" o edificio, fazendo
|ias$aresto fi-ma deliualiagem sem conscien-
cia,sem9entimonto, sota amor, do jornal
era queja a enthronisra, para o thoatro onde
a acro, modificando-so como a linguagem,
arillou-se ao ponto de mostrar-nos o canean
erguenao a poma sobre a scena franceza I
Dahi a faZe-lo dausar na ra ao publico su-
pereseitado pelo espectculo vergonhoso, ha-
via penas um passo. Te-lo-hiam talvez
dado. Km todo caso, nos boulevards eram
.as gran-duquezas deG-eolstein e inuitos oti-
tros lugares nfimos que tomavam o mellior
logar dos passeios.
I ni grande fun poltico tinha sido alean-
cada pelo govemo pessoal: a decadencia dos
costumes, a depravaco geral, o enervamen-
to popular til aos que desejam a cscravidae
do povo. Tudo isto o imperio tinba conse-
guido por um meioe vide ite, pela suppressao
da literatura varonil substituida pelo jorn-
lenlo tac, vulgar, baixo e desmoralisador ;
conseguira-o pelo exilio ou pela destrituico
dos Micbelets, Quinis, Vctor Hugos e Louis
Blancs, grandes escriptores rediizidos ao si-
lencio ; reatara a diguidade dos cidados pelo
confisco da liberdade da imprensa, que nao
outra cousa mais que. a liberdade, conse-
giiitemente a dignidad:'da litteratura; e
pela liccnea daparolagem quotidiana impos-
ta aos jornaes estipendiados.
Dista arte uiua litto'ratura apodrecida con-
tamina os costumes e consunnna a servidlo
de um povo. Nao nos ser dillicil mostrar,
na sequencia deste escripJo, como urna litte-
r (tura real e pura ae(;oa de modo contra-
rio us costumes, depura-js e d aopovixa
conseieucia de sea loica e de seu direito li-
berdade.
Vimos, sob o imperiw, a litteratura cor-
rompida acarretar coro a c orrupeo do thea-
Iro a, corrup<;o do povo,o abatimento da
digjudade, o fcil esqiiec ment das cousas
Polticas e dasu ossas libertades.
E uo ha negar a nfluei cia do theatro e at
do livro sobre os costumes polticos ; fados
existem que provam formalmente a exacti-
do do nosso modo d pe isar. Km balde se
di/ s vezes que u houiem de lettras aenlnun
pi i le leni sobre os costuu es e sobre o gosto
do seu ; que bem ao contrario tem de solrer
n iifliinjioia delles, come les conformar-se e
copia-Ios ; que a iitteratura simples-
i uunte o espelbo dos costo mes. Nada mais
'ISO.
Oereal um granee rapio em favor
da rfossa these onhec'c is alguma mais fu-
til, mais frivola, mais libertina, menos natu-
ral, ou menos notwsta (ou menos nou-
rante, si profers), que ese seculo XVIU em
que1 tudo p, moscas, l-ntejoulas e pate-
las ? Gostais nesse tempo r as florestas hvres e
selvwigens? Oh que m^ gosto, conhece-
mos-vos pelo ebeiro, mtu charo! nao ha
murteiras como as de Versalbes, armadas
como.tilas de cebola6, animadas, frisadas,
barbadas/le novo com ama arte miracu-
losa I .
Sois mulher, sois mi, e pensis porvea-
tura desempenh'ar o vosso dever de mulher
e de ini, aleitaudo o entesinho quedestes
luz ? Oh que idea haver realmente
cousa mais repulsiva 1 aleitar 1 para isso
existem amas! eus perjou em-tudo, e pa-
ra os ilhos familias que anda sujam os
coeiros, creou expressamente a raoft das ra-
parlas seduzklas e das mulheres do povo
que pcnleram os fdhos, ou que sao bastan-
te robustas para aleitarein o vosso e o seu I
ter leito, que horror I
Nesse entretanto um certo Joo Jacques
Rousseau, copista de msica, um tanto m-
-.ii o tambem, um esquisito, como se ye,
appareee, publica Julia, publica Emilio,
e Pars apaixna-se de repente pelas hervas,
pelos regatos c pelas florestas Pars admi-
ra a natureza em hbitos menores 1 e as mu-
lheres tomam com) questo de honra alei-
tarein por si os ilhos I ha um enthusiasmo,
unta furia, um phrenesi urna moda I Ama-
mentam-uos mesa :araamentam-nos na ca-
ma ; amamentam-nos po: toda a parte e sem-
pre ; o que era na vespera cousa to repul-
siva toma-se cousa encantadora e delicada.
Aniaraenta-os at morrerem disso; as
Otis afogam os ilhos em leile ; o primei-
ro jnente da reeccao ; mas ease
mpetu passar
emolaadfe
Pois bem, nao este um exempto frisante I por ahi fervilhara como republicanos
.N '&& *
SI
da influencia do lvro sobre a cenaj
Era rez do litro sdpponde* a lei. fro
um cartsjr. no canto da ra. Si a -lei
em oppotfro formal com os uostumes ;
povo nao fui levado idea da lei pelo liv
nao contis que ella seja aaiadfl e respetad
1" tarefa improba.
Conseguintrnente osmascriptof^s teifc
um papel, umafuW'.ao jflaVca ; sao urna'
forca poltica; boni ou mal dirigidos, li-
vres ou nao, grandes ou pequeos, ho de
imprimir ao pensar publico alguma cousa
da sua grandeza, ou ao contrario de sua pe-
quenez e de sua servidao.
Independente da idea popular,- a frjala,
que.adignidade e a elevaejao da palavra,
a firma ter tambem a sua infloencia, e ha-
vemos de ver que' s pocas de decadencia
sao aquellas m que a litteratura wao so nao
exprime um peusamento e um seniiinento,
mas ainda pouco se importa comaescolha
das palavras e com a concisao da phrase.
Esta a razao pela qual, digam o que itsise-:
rem, nao se de*e desesperar da nova gew!-~
cau litteraria, porque ella ao menos tem isfiov
nao se pode uer, sobo os segredos dfc
arte.
Mas a verdadeira fiduiatUMa a que secn-'
forma com o nosso fatoo dernocratico, ha
de saber.isso e mais lgwn
mais notaveis litterahw han* de* sur aquellflH
que bao de realisar a simplicidad** accessi-
vel a tudo e bao de saber utii-da' ciencia
das palavras ; ho de ser o*homcn* conhe-
ce lores dos sotTrimentos do povo e .Iip de
saber formula-los para consol de* povo.
Ha de haver sempre par nm-grupo res-
tricto o dominio de phantaio, mas hx de
haver principalmente o douiiwoda vidov e
da verdade.
Vctor Hugo abri caminho aos.- homens
de lettras da Repblica. Seu geiiio'baiftMi
para provar, creio eu, a poss8>iljdad de
urna alta litteratura democrtica.- -
E quaudo os escriptores estivewsniconvwt'-
cdos dcstas ideas ; quando quizetem fisea-
lisar-se, trabalhar, esquecer a llUeratura
abundante e desenfroada, os livraa>nascido
da folga e da ociosidade, os verses faceis-|
mas millos, a prosa insulsa, ou fa-adii at>
modo do Sr. Jourilain ; o burguex fidalgoy
ento, ao lado do representante ritto, dc|
deputado poltico, haver de algama sortts
representantes espontneos do povc*.Ouando
oe crptor souber desempenhartodc*oseu do-
ver, ser a propria voz do povo, a vci/sagrada
que Vmafl i vaidade dJ
a ser pfflfl dasJjellr
S>eree^Bentos dealheS'pennas e est<
geiros lvro. |x
A esperarn'de'yjueOs nteus qnerid;
sabios collega allemies me paguem na r
mi moeda, suarisa-me um pouco nesta
nha generosidade sobreposse. Se neo tr
ladarem para o seu suavissimo 0 ang
idioma os meus peregrinos folbetn to
pelos de s pbilosopbia, to lardeados1
ditos agudos e enfeitados de pillas das", daqui desta tribuna os denuncio ;
terkf;di! como ngratos-, e me apn
como axeraplo e victima aos nossos
veis pscTiptres contemporaiieos.
! todaas mentiras a muis- til a
tor poder 1erque diabo de ntgxio este!
contina elle:
Como possivei que um povo to rico
brhantes e caf, de esmeraldas c algodo,
do ouro e de assucar,-como o povo braJ
Uejro, nlo votasse ainda um ou dous mi-
nos de rhalers, para levantar urna casa pelo
mos decente, em que co n alguma digiii-
ade se manifest a opinio c a vontade na-
ional 11 Sero seus delegados, a lina llor
a naco, condemua los por voto proprio a
funecionar perpetuamjiite em uin.cascbre,
ui em tempos anigos s servio para conter
nalfeitores .
O acaso l.n s vezes escrneos cruis.. t{<.
i i i ___!_. : ..l-jj.______4. i.
;rt'vetdo afoutamente' camo quem
arrerniado lago argentino, nem do reivut
amentarlo, nem at*dasaossas nofinta
sao o (rco onde d palbiuiue poloafiDi
garrocbmnos os aossos- awersarios
migos.
Farere-roe que menos- jiarosidade
pertaria fti'tvro alleaaO; se'tm vez de bn
ronheeii'lo milito i nporfeitament a
ngua do pais, nada posso dizer com segu-
anca, wrrea Ao mrito dos oradores, po-
endo apenas coojmurar quetoJps evam cx-J
dientes, ptftjue iKTcebi que eram crforosaJ
nte apoiadsv fec-itados e abracados- no
in dos seus dfectfrsos
Oscnhorl*,.. que rae acompanlu^ni, o
quem ueste lufar agradece a fineza fu
fez arraujandi>-ine mira ea-leira na tribu
lid-z, e essa, cumpre confuase/lo, parece ff a do n>rpo diplipwtitico, l)unnea entender
a divisa do autor teutnico. que ocompriraenttdodiscursos concoma
Elle falla de ikSs, como se*elle entre upV nd'ena-ute para nat a re|Arta;io dos or*
tivesse tido o bergo j e a desempaclifit ores, eoyie a o[).o'ii;o ac-Jwvu naquelle
franqueza con* que nos diz alglttiws verija- lum'jnto .lp causar mn'giav- di;sgusto ao
tos menee foces-, generosamente' compen- n*-iuistei-iir, |K>rquu u.wdos seiw- mais famo-
aada quas sempre-que nos compara co:fa Soipreopinr'iites consejrtiira aroafgar* quatro
ajande repaMica (> Norte, e as fepubliqii- huas-seguitlte sobre uwassuinjt.v que um
tw do Sul. ora lor.ministerial esgoU-f-a-em querenla mi-
Sabe que'es-odio rilles e as sU-s'Tptjh' mil*, e que -qiwsn fallawassimtaiit>tempu
lidhdes exageradhs sr> improprias rifespoQk 9 ponqu tinlw'i-azo e ontrAs nm^h
barres e fortes, e1 conftdlo nesta ver^wr
pondo o dedo ibre gfodas as feriifesj. e
Sum'tude'sao rosas wo-poJer.
Witra oetfdoo pedi - fce leataat ao-pplacio da jctti(a, quecrato-
Tfes as grandes-cblades rostmna ser c-iiticio
tnas ou' menos dtiru* de ser vwtOi O borneo),
t porm, fflao'm- eriteiideu, o|ie eu aUrilnii
1 -. M que e'ie falla va 1*0 certo francez qc su
tac
a*
ciegantissima e moralissima litteratura fran-
ceza.
Em seguida a apojaduru histrica veas o
autor a fallaVoa os* prar;a do cortUaircio
e da ra Direta.
Alto, agora I Neskv ponto corto eu os
avoadouros do allemo, porque me disserum
cm segredo qn>. vamos ter finalmnite um
grande quarteirau edificado na ra Dfrerta.
Perdo : esqueci-ine sempre chamar-lhe
como man la a nossa boa cmara municipal'
ra Printiro d? Mnnro.
Ms einipianlo ella fr loria hei de rlw-
mar-ie-si-.iipi:e. reta, Ue l por .ande
nao
-
tetrlic
eab
era para
lte m-i.-. a m*&
datas.
l'ma oiilade cop 365 ras tomava o ka-
leu'lario por nbro, cabendo anda algum
becco sdhi whida#nome doBeero do'Anno
Uissexto.
Se a Divina jVrovidencia nos favoreee com
clilidades corno a qji*' est prestes u> sumir-
se no mais tenebroso esquecimento, (ai a
uigratido dos hontens-1 unhamos aintfa Pra-
i;a do Sabbado der Aillekia, Travesa d Pri-
neira Dominga dc.felvent e Pass*;io (Rxdia
de Finados...
Nao' desesprenlo de i*ada. Nao aAa
qhein tarda. L;i chegareiHbs ainda.
MaSi mitin, dizia cuque na Primt-
so'de Mam;o, se vai c^lilicar;mn qaarteiro
qpecar scudo as meninas-. .t>> ohos di'
nossa bo*- Dizemi-nM- que o plano'est aaajforado, e
qin* o* dinheira st piompto; E' muito
Ut-dt meiocaminho aidalo; idtas....
faziracousav
Quero'Cer me seria esse unv pmto de
parti'lh para grandes aA>mioseatHfitos da
cap tal do imperio.
Un'boniem que est'imito satifito da
sua pessoa por*r tido a grande habiliilade
mal creado e mais imjierliwente, e que gasta-
mos nella viute ou trinta irt cantos..
Kacamos de coiita que veocettos, trium -
pilamos, Uzemos discursos, atacamos fugue-
tes, recitamos versos, e demos lunches e co-
pos d'agiia.
Vamos com essa somma enfeitar a capital,
d que vem honra e proveitc para lodo o
imperio. Nada disso e atira-lo ao rento,
porque tudo se emprega ora a>usas de mi-
dade pennanente.
Eu bem se que nao faltar ojuem me ob-
jx;le :
.< Mas ma* caso au haver rw-ra, neu.
ferulos, nem (n-pbw>s, neui-Viavas-^aJtB am-
pntages, nem fferes ptridas, nwP^lices
estratgicas nem.., fomecedres T
Paa consolenll>^llos como puderiHcs-, e ao
avenos teremos o direko de dizer ao aaindo
civilasadn, apontanr-
mwa capital...
PeMio f Eu ia camv em pleno cJiuiimi*
ni,o, oqje rupugna inteblHnente ao regaen
qae ma\m/. a mim mesnio.
Se aurm o> loitor levar curiosidade atft'o
ponto dfe:des*jar saber o qw instas occasie'
se diz JOMiiumlo i ivilsado, rpiira ter a bu"-
dadetlc reeortarap acaso nuni-on duas co*
lumiws ib-jornal in que venha aljjuma es-
tra esperacosadbalgumilOn.hiA>soeie-
dade litteraria. e^qnera sabe TOitoe mesino
de alguma MMnul proviyci 4oaxle en-
eontrari tuntas obrases feita>e arranjadi
ubas que no> ha rata que colkca4w eom
una pouca drgomma arbica ponoiaa dos-
is lindas, o .-"hi tem: ofolhutim lT i-T.'Mclusiio por mukes jai- desejad <-.
JornVdti'Cotrmiercio do-fli')-.

Mina cKi"algumas>escolas.
Sotando a>nu-
il admraco, explicou-me que bnaa
anrendido.'auuidla-lbunia n'ura" collegio-ili*
damente-^ensor, fo^eHetodoum /. J 1 g* hmrpJLzo*
remie de ewlma<;oes-dfe loownr, e urna
dainlta d; elogios a lao e ao-Sr. baro l*HranOi
O autotr-homem ci seu-ISflapo, e :
que un ti-i*adhiha versa ou na-escripto, asaaiseqnr.oftnM
verdade, cona nao fay.nul '> sonde
suavemeote-u*na> empi^em<
Epntinaa)a4ara iiiobu \ez ao lvro ^
twangeiro.
No- exte se- capitulo 'idicad^ aos nos
edificios prJl*M,-.djz oiiOHWiij-r- 2
- Quem ajvaar o case ae -paaos fazei oosa que
a voz distancia,' simples e alta. E' que entcdos poderes^d. Estado palos etees qn iH j>'"- f^** tribunal ahigava ama sala I E' pois, ncessara- que os jijares shranans
e- te-lo-ha Ui*s destinamu ha.de fa?er por foa:a am juizojp >n cuVicMioonde-qaern ou poete, eque |,fc. jnl(.ut0 ppoveiu aas neos que sabem atteaf
cixno os mais
aV 81"'
K sobre as oews, mostrando um--moderada
aprego do-valor das- palavras. Mais tarA
llarei da-.Uistniccakt pnhlira.
Expliqaei-lhe ci".ma-pide que-palacio tft
ntica qiariadizer xma-casa mira UM
mo se ac fovram i retnalos todos o j u ie*.
ftribunaes, escrivaes, etc.., etc., aliaa-dalli se
lecidirem >* pleitos ^ae se suseitavaaMintre
. cidadOH.
O honBflisem'poe- ina entendaa/edi-
|ie-me sen magoa neta olegria, que- isso era
, WRM que nao havia uc Jo> de Jaudina: qite
le herdar desen*fej alguw -centos dte eoli-
tos de res, dissome um di de hon*m' i m poetante :
Naste paiz laanca se &rtl> obra>qpJ se
reja, pendil s.npre e ertytudo governado
por proletarios.
Nao gCNtei do luto, porq me psreu^u
que revoaava futw*b*Je de iTfueza.
Que cepa tem 'oe -bamens pobres en* ter
talento t Se, Deii^Mfeumulasee nos masmoe
*dividu(o'tlente" a riqueza^ que fStava
em dote para o r.-o ola huicaHdade t
Felizracute o Creada* dispeiras cousus-de
pedo, qim so algicw cbmmeiidadores ip eu
ijasihecu inrdessen-itx'que poHsaem, nanvaj
tliabo era capaz ile-ilner pcaa-elles sorv-
-aau.
ter-sedia misturado com o povo
aim\ clareza da Hoguagem, o pensanarnto: e a
alma popular.
Ser como, Michelet e Vctor Mago, co^-
mo Qunet e Louis Blanc, j por ns.menr
cionados, um representante de, e os representantes polticos proienraro!
os seus livros para nelles beber a verdade,. e
esperaro, para promulgar es lea* que as!
lettras hajm implantado o seu espirito nos.
costumes. Os escriptores em'sarama, se-
dfstinamv ba.de fa/er por foajft um iuizoft** ,n cuicalo onde-qaern ou poete, eque|,fc. uJento paoveiu aa neos qa
jlarissin.das da^eonstitofianaes Ja g*1 deciduteomo suata ou como he palp- mis milbosi lo i n Mcbunent ci
" fwa as quistos que la eram sugeito: T^lfjlldm BMmhilrb
njuiz faziaajjgravo*-na-afcava'de wiritrapi-1 Eu no> acreditt- m puog^csso do Rio-de
tal ootro os desfazranj'umseKUiailb'andar
sraap
Ifcasil.
O imperador do Breal.hafieaia casa d>
una antigo fElge; a qi'.aC^ apezar Se repeti-
dos.ini>lhomni:utos e acgineniosv e apezar
jasa delle9V'.Se(H umaeoostrJccjio- por ex-
tremo iprogular,. e que idaa nenbaanadi.de-
am palacio. Por isso acmla hoje-tem .o-aio-
deslo noiiii'.- le Quinta (sitio). ,
'Entretanto esta dvez a residencia.
por cima de->Ieiloeir.;-uu taima peo.baixo
usaa libtilMij outro tiaba. difronte vuia As-
PAsia ( claro que etikyptga nao IV+.;u..que
wrou o pnhinin ffnfUifrtj n mosteiso ia Ba-
talha ; istrxuio e do tu ", .
rao tixlos, em um estada democrtico, que apenas alguns escriptores excepcionaes. ^minentomente-popukss por sua.otigem e
tem sido ou sao entre nos, os pueparadores pela affi*5.o e- costumes publiaas. AinA:
qpe um pee*: maor qjue a casas de Socrat-
tes nao pedera de eetto conter todas fia
bous amgc*de seu oVrae>.. Alm-. de que o
bem csialierido car&cter do suaarauo, *
seus hbitos de extrema e fidalsja sioeleca
do progresso indefinido que os peliticos rea-
lisaram praticamente na constitoiijio, quan-
do houver opiiortunidade.
Expriiniro a aspiraeao ao progresso,
mpor-se-hao pela convieco, habituaro esj
espirito emperrados idea das reformas
deseja^eis, e ento ver-se-ha claramente que
os principes e os d aliadores, do mundo
sobeja razo tivera^ .em todos os tempos
para eirveneuarem a Scrates, para ctucifi-
carem a Chrsto, para perseguirera a Fust
e a (iuttemberg, para esbordoarem a >'oltai-
re para lapidarem um poico a Rousseau
no seculo passado, e a Vctor Hugo em
Bruxellasrecentemente provas sufficientes,
segundo creio, em pr 1 litteratura urna (ormidavel terca, politice
e social.
Jban Aicarix.
emprestwni um certo a# de grandaza mearao
iqueUk humilde habitagie, madesla deraais
poja -ifCMe de um,poate rico^ebeio de te-
ttutv.enotavelmentB-CHimeut-das regabas
e futras, de povo livre*. grando-e civilisadi.
Aproveito, antes que me esqueoa, a
occasiao de dizer que as quantias gastas, na
QuiJu suhem tai algarisiuo>que dava,uera
se eqguer um magnilico palazo de marmo-
ro,.melbor e maor do que muitos palacios
reaes europeos. Quando ^erguntei aoimeu
formante a espl icaco de- tees despezas, o
Uomem pz-se-rir e resaondeu-me-que fa-
zia muito calor nolugar onde noseato con-
versa vamos.
k Quandb dei ao- nafO asaia urna nial da
penvenieneifli. de reaair.toilbb os tiibmaes
em um s edificio, cercaudb a justicade- todo
prestigio e venera^ao pessiveis, rosf oodeu-
'j ene que issoeeiin cwamiaJuoiqs da tsUranja.
< ProcaiaitK) ia#u dicicuauu-io estas pala-
aras, a na as acbs. .-tteuei sup]mb que
o homeuisapprova aantubrtida.
Os inversos miUterios fuaaainaam,
tanibem^quasi todos, ei casas attaadas, ei
Auiftiro e-.ftqa*is'irir rasgar um to-
irard di ra DiierUtao canpo da Anela-
BUM.ao.
Porque so nao bao de expropriar todos os
pedios ente a ra. do Hospicio e ra da
Lfaialega*. e abii* all uiaa i terguissima,
aarfeitaifaatI arb^siisada, <^:a a torna6s*a
iafcM-iapinaaipeldasjfc grajde dade, sen
dvida destinado eap^aiais expleodido futuro?
Nao s*ea difkil: unaginac uan cmL-insir-
ea .pela qual tali empreza uw custo mais
(taquatro mil coates.
Se menfese oeuoM a cdiSUade nu eiaou-
tra.critdiM para taleinprestnrt, ento nao
uidtiiHe^a fallar a todo onuuido da nossa
I opulencia, as nossas grandes asprracoes, e
tros assoprados- dizeres que nada signi-
VRIEDADE
llt<>. c haixoa.
(Coucluso)
II
\ curiosidade, alias razoavel, do muitos
dos meus pios o candidos leitores de saber
inde vo parar as observa^es o as criticas
do autor allemo, dispensa-me de suar san-
e essa impressa no.ostrangeiro.,
< A casa mais sjuiaptboaa que^ovaveb
meiie existe no Rio de Janeiro;.esU edifiaar
da ao Cattete,,sobre a ra, cercada de ctse-
br^s, e tem por divisa urnas aves- de rapiua,
como querendo voar de cima para haixoi
Perguntei o que queria dizer aquillo,
Lfiaasas explicacoes nao me sajifizeram.
Neste ponto!o meu autor atira-se entuma
por isso sageitos eunitmandado dontespejo,
coafonn o bom oa mO taunor fe ^-oprie- JJ .
tao porque d,^no..llras.l, que a le, e L^JJ,^ ft^gi^ 0 teVioTpa-
igual para todos... *nada aeis. justo parate soro ollas
CradosmaisbellOseiMciospubliciisdc,^ i ^
Rio de Janeiro e a,casa, da moeda. que se- "j^T
fez eia,primein) lugar,.i> que teni-.saa gracav *
visto como no Brasil,scorre niceila-papev
Confesso, porm,. que fiquei, ruderaente
desencantado quando me dirig A cmara dos
deputados% dos grandes delegados do povo,.!divagaco.sem meresse, fazeudP urna* com-
e os ouvi perorar n'u edificio axanhadissi- paracao entre a igreja da Candelaria, e a ca-
mo, sem forma algufl&daarchitectura, sei
FOLHETIM
A ilifiAM l.\ MIMIM
PELO
VISCONDE POSON D TERRAIL.
PRIMEIRA PARTE
(Continuao lo n. 3).
O cu-tollo dos caradores negros
V
O baro dormio mal no miseravel leito
que era, com tudo, o nelhor^da estalagem
onde se tinha apeado. 0 pesadelo, esse
sonho penoso que de ordinario segu as
grandes fadigas, assaltou-o durante mutas
horas e desenvolveu, na sua imaginaco
mpressionada, os mais estranhos eon-
tos e as mais terriveis legendas que cor-
riam por essa mysteriosi Allemanha, que,
ainda nem nos nossos iias, est livre das
tradirjes supersticiosas u mgicas da idade
media.
De repente, urna voz nonotona, vagarosa
despertou-o em sobresalto, cantando urna
londa slava.
Esse canto, levantando-se de repente no
ineio do silencio nocturno e despertando os
chos pacficos dos arredires, admirou o ba-
i >a ponto, que o fez saltar da cama e cor-
rer janella que dava' para o pateo daesta-
, lagem.
A' claridade da la, que orlava de prata
grandes nuvens negras, produndo n ellas
formas eslranhas e extra ordinarias, rio um
homem oceupado era sellar dous cavallos.
Era o znapan.
O baro socegado, voltou para a cama,
logou no seu reldgio e consultou-o. Era
apenas urna hora'da maah.
Oh 1 pensou ella o maroto ten
pressa departir...,
E, voltando janella, chamou-o.
O znapan voltou a beca
Bons dias, meu gineraldisse elle
j que est a>rdido, v sta-se depressa.
Partimos bm cedo...
cousa nenliuma nptav.el,. quer interior que* jen-la ruie attnbue ao diabo o risco, d&quetla
extenoeiaente.
Nesto ponto do> capitulo a aulor emprega
a intejeco donsteioetar que eii nesei camo
se de-ver dize-emportuguez, mas que lei-
A jomada grande.
A caminho, entodisse o baro.
E veslio-se com presteza, desceu, sem
barulho, ao pateo, metteu as suas pistolas
prudentemente carregadas nos coldres, afi-
velou cuidadosamente o cinto da sua espada
e montou a cavallo.
0 znapan saltou para a garupa do seu,
com essa ligeireza phantaslica dos cavalleiros
hngaros ou bohemios, e passou adianto do
baro.
Sahiram as'sim da aldeia o tomaram um
pequeo caminho pedregulhoso, e desigual,
orlado de sebes c serpeando a principio,
pelomeio d'urna planicie coberta de matto,
para ir depois correr por atalhos sinuosos
pelo flanco d'uma montanha, carregada de
pinheiros negros, que se abra de repente,
como urna bocea gigantesca e era cortada
em duas por um profundo desfiladeiro, que
se diriga para sudoeste.
Desde que o baro tinha apparecido ao
znapan tinha elle cessado de cantar o ba-
ro, dominado por outras preoecupaces,
nio deu ttenco a esse silencio sbito e dpi-
xou^se depressa vencer, embalado pelo passo
cadenciado do seu cavallo, por essa melan-
cola que to fcilmente se apossa do viajan-
te, de noute, no meo de campias mudas,
soegdas, cujo silencio apenas perturba-
do por um ligeiro sopro de vento, ou pelo
grito tristonho d'uma ave nocturna.
A lua, passando successivamento por traz
das nuvens, matizava as planicies e as col-
linas, com sombras gigantescas e extraor-
dinarias ; por vezes dosapparecia completa-
mente, e ento a escrido era profunda, e
o barilO s a muito custo .via a tres passos
diante de si, o cavallo do seu guia. h
As nuvens iam-s unindopoucoa'pouoo :
n momento em que os dous cavalleiros
chegaram entrada do desfiladeiro/ orqia-
vam j urna massa negra e ameacadpra ; a
lua dosappareceu inteiramente e as trevas
?ornaram-se to profundas que o bario sin-
ti seu cavallo estremecer instinctivam
debaixod'elle.
^inmediatamente, a v- do znapan h=
voq-a> de novo e continuou a sua captigai
Oh I l !exclambu bwQ, iinjp|e-
bedral dp Colonia, impingindo. por iaeiro a
E." necessc*i> nao administrar isso como
bm, banqueipdi que coispra o parque te um
nda3go, e manda mettec o machado as
arveres seculares para f.teer carvo, e*o ara-
do-nos jardius para pfcmuar batatas.
A imaginaCjao que recmquistou seu lugar
no sciencia, deve toreadlo na admii6trai;o
publica tambem. Nao se vive s do pao.
fe nececessario cultivar o bello tambem.
Est-me parecealo mais urgente gastar
quatro nl contos com esta esplemda ra,
do que dous mil wm o embeloaenv)nto do
Campo da AocAnnaaojb*
famensa 1'bri.ea.
l'oiio, de parte esta empada do eru^o
teutoeica co*no sendo n pouco. inib*ta
para s.nosatt estomagperoca mbot s^doepoia
sionado a seu pozar que diabo cantas
t?
A legenda do cacador negrea
Quem o calador negro ?
Bem o v, meu general, ofilho da
diabo.
Encontra-lc-hemos no caminho ?
perguntou o senhor de Nossac, rindo-se.
Deus nos livre d'isso, meu general.
E porque ?
Porque aquelles que vem o calador
negro niorrem dentro de vinte e quatro
horas.
Ah I
A pao ser que tenba urna fdha em
idade de casar...
AhIah I
Porque diz-so que elle procura mu-
lher, e que nenhuma, nobre castell ou cam-
poneza, o quer para marido.
Eu nao tenho filha alguma casadoura,
mas, procuro mulher, e se o cacador negro
tivesse urna... creio que a desposara I
0 bario acabava apena, le proferir estas
palavras, em tom leviano, quando urna voz
estridente se levaotou das profundidades do
desfiladeiro, a quinhentos metros adianto
dos cavalleiros, e, essa voz, bem 'mais ac-
centuada e terrivel do que do znapan, en-
toouuma terceira estropbe da legenda do
cacador .negro, que sem duvida, era deseo-;
nhecida do znapan. \
De quem essa voz ? perguntou o
baro estremecendo e parando o seu ca-f
vallo.
Mas, o znaoan n rezspondeu, ou porque
estivesse dominado pelo terror, ou porque,
nao ouvira a interpellaco.
Mas, de quem pois, essa voz ?
exclamou o baro de Nossac.
Nesto momento, um relmpago sulcou a
abobada- de jauvens, que se entre-abrio .
esse rrlftmna|r illurainau, durante dez se-
guudos, o desfiladeira, ^ ao seu sinistro
daro, o deas viajana .ayieteram, imrao-
?ef M aW lo^caminho, tun cavalleiro ves-
6 deteste montado n'um cavallo pret#
como elq, com urna mascara de velludo aa-
bre o rosto o urna trompa venatoria a tira-
coUo.
O calador negro I inurnwifou o zna-
pan,, cora-voz queoinedo pareca gelar.
Por Deus exclamou o. baro, estre-
mecondo e querendo domar o terror do pe-
rjgo, com o proprio perigo quero ver de
perto esse terrivel catador I
E esporeu. o seu cavallo que trema debai-
xo d'elle.
Yl
BH.q&l.Ml.NOH; 01! TU hOtCll:*
jorai cota o stjaiiate cas: T
* 1'ltiinameiit, v.apresantoo-iie um iiidii.-
dii' fc'iu caladii-i n# quarad da (arair
innrid Brantm-'l>orK>?rnai queixa.naW
dejMajUa vicraa^duniatftaa' noctirno.
em ataa rasa d'aq:wHa localaade, qurnaV>
pdc-fesgriar. npll de Ihr arem-bfei*
os x-* aKgressoresy.qae i*' recoub--'ii.
mas pffilMP serein'flus, fu^iaaa, raubaa^
do-lla? orrlogo e odres valor % e levando
com**je
elle e\pp/r o que occorrera.
C coramssario d* distrif quem
elle sfc^lfrigjti, julgoui aquella dcrtlara?o un:
pouco vagiv, e pedio aa estraube* qac mos-
trasse s tisdocumeatos.- Este mapendeu
ento, xa tom arrogafl**, que nao tinha
necessdb d'is^, e iaftorando ceaome do
procuradir da republ&a de Limogas, dss--
que eraiasaio d'elle. Mas, teiido4a*ocoiu
missariofiRlo compreftender que .nao dei-
xaria pitksem que 3-tivesse daV> a co-
nhecer, o-iestrangeirn dedarou esDoatanea-
mente queso chama xa. ios C&ussy.^.de i9
anuos de idade, intuaal de ateaoger ;
e accrescentou que tifie* traba haift>aUima-
meute ein.rVrigueux, na qual idade a teiro. Passado um BMlaaJava ua oacasin
em que ueuigcndarmeescrevia.obaet^auelle:
Tonsai nota, UtJio urna viddo mi'-
seria e dfr-remorsos, ^se-me mandardes dar
de comer,: .eu vos farehide todo umaiconfi-
so ampia !
Teodo recebido aaaa rcsj)Osta-alHrma-
ti va, Coas&y fez as sjrguiutes conflssods c
<( let*ko soffriik.arescoiKlemi.aiioes, e
na actuabdade estou ftigitl de am degredo.
Mas t-oaiuietti crmesque nao foraja des
cobertos<,e-que me pesama* coreeiencia.
Ha uns tres annos, R retirado do faodo de
um ponera Miallet (.'esqueleto deum ho-
mem dsconhecido, (|Bi tinba uaaa adra
atada ab pescoco. Hsse esqueleto eaa o de
um coianieniantedMiois, assassiaado dous
annos,Mttespor mrale mais tre*,amigos :
dividimos entre nos (ai somma de t^SOO fran-
cos, qjie se lhe encentrou, e lauvaao4o no
poi;ohquando aii^arespirava>
t}onssy deu depoiS porm eneres muito
minuciosos sobre-aquele horrivet.crime, e-
designou raesmo. os seus coi"rJices,. com
os quaes declarou ter ainda praLcado eutros
roubos, e especialmente o de urna semma dr
1.5U0 francos,, em.prejuiso de um logista de
Chilus. Aquelle mesmo individuo fez anda
mutas outrasirevelesoes impocanites, e con-
cloio observando que tinha dito bastante,.*-
(Me espera o. julgamento dos seus juites.
Haverafcnleste homem uia,grandocriui-
Kaa obra boa, ningueni o dtwida, pon- .^oso Oa, estar all um loaco.? A justic;
so eu^ mas vira depois por si mesmo, e sera
um ywiplemento. neccssaaio du.primeira.
Facajnosde eontaque tiveiup*. urna guer
rasito com. ajguu, dos nossos,vjsinhos maisJ
.ai procurar conhecer a verdade, porisso.'qui-
J-Goussy est,actualmente na eadfeia de Kri-
gueux, sendo, muito vigiada Procede-!*
activas.indagaes.
O cacador'negro porque era bem elle,
a iulgar-se, ao menos, pela apparencia, o
cacador negrodizemos,conservou-se immovel
00 meio do caminho, semelhante a um genio
colossal, prohibindo aos simples mortaes,
a entrada n'esse valle negro e misterioso.
Tinha elle com elfeito urna estatura \er-
dadeiramente gigantesca, uin,a tfessaL esta-
turas que s se vem no norte daGewna-
nia ; o seu cavallo negro como elle, pareceu
ao baro maor e mais forte do que us outros
animaes da sua raga-
Mas o senhor de Nossac, se Gnha tido um
primeiro movimento de receio, era bravo
bastaste para vencer completamente o seu
terror e a sua emocAq dentro em algms se-
gunos.
O tempo que gas>6u no galope que lhe
foi preciso pa^cnegar ao pe' do caOdor,
por mais curto que fosse, bastou para lhe
restituir todo o seu sangue fri, e, quando
se vio a vinte passos apenas do estranho ca-
valleiro, parou o seu cavallo e bradou :
Ola meu amigo, lugar, se fae favor.
6 oteador negro nao respondeu, mases-
pereou pela sua vez o seu cavallo e foi ao
encontr do baro.
Um segundo relmpago entre-abrio as nu-
vens, sulcou-as rpidamente e illuonou os
dous cavalleiros no" momento em que se
aehavam cara a cara,-permittindo-4hes assim
o observarem-se laciprocamente.
Ento I-^pawuntou o senhor de Nos-
sao com cortea, mas, em tom firme e fri
--vossa senhoria infernal dexar-me-ha pas-
sarT
Ah I *h lresaonde*' o acadorpa-
rece que me eanhej, meu")MalfloT
i De certo Idsse o Bf*^Pdn|nWram-
me o principio da $ua bistoria,,a acabara d9
ree dizer ofiii! d'olla. 1!' acabador ne-
gro.
Como. V. S. o bario, de Nossac.
0.bario ouvindu pronunciar o seu nome
fez um movimento de sorpreaa e de inquie-
tago.
Ora 1disse ette dominando-se- im
madiatamentc bem naturrl que um; filho
do diabo conbeca de cor toda a nobrea da
Franca.
O baro data das cruzadas, nao as-
sim?
Com effeto, V. S. v algum incon-
veniente em que eu eontinuo o meu cami-
nho ?
Meu caro baro respondeu familiar-
mente o cacador negro est aqui nos limi-
tes das ninbas trras ; possu.o esto valle e
vinte leguas de florestas era torno d'elle ;
tenho alm d'isso um bello castello a dez
leguas d'aqui. Bom v que sou um castel-
lao muito aprsentevel, e que nao faria triste
figura na corte d'ura soberano qualquer,
ainda que fosse na de mou primo da Prussia
oud'Hussia. -, i
Felicjtc-o sinceramentedisse o bario
com civilddepossue soberbos dominios.
Stsnte se me fosse permittido dar-lha um
conselho...
r Oh 1 sem ceremonia, baro. Sei de
cor as obras d'um dos seus poetas do ultimo
seculo, Nicolao Boileau, um homem de es-
pirito,, baro, e que prevejo ser muito
maltratado d'aqui a cento e cincoenta an-
nos por. urna escola de romnticos quete-
ro o defeito de ter mais talento do que son-
so. Lerabro-me d'um verso mu notavel :
Aimez qu'on vous conseille, etc.
Tomarei ent a liberdade de lhe acn-
selhar, senhpr, que illumine um pouco me-
Ihor, os caminhos do seu dominio. Est
aqui escuro como na conseieucia d'um jan-
senista.
Julga isso ? perguntou seriamente o
. Meupai tem sempre frorespondeu
com seceura o cacador e> depois. os seus
hospedes, sao to numerosos que ee- nao
pode- rouba-los assim. Pos exoraplo, ba-
ro.continuou elle com ironaea, quando.
estlver entre elles, quizer aaer-rao presente
da parte doogo quelbe tQce para me ser-
vir de lampeos e de lajiternas, aceitada-bei
com grande prazer 1
Lamento finitamento que nao sejaj
replicou o baro. no raesm tom de ga-
lhofaporque reoeio muito que o meu guia
quebr a cabeca, por estes caminaos: esti
bem assustadOt l 9
O seu guia baro, est a estas ho/to
sentado ao p do fogo.
Ah
Ora veja !
l'm terceiro relmpago pareceu obedecer
a urna ordera mental do cacador .negro, e
fez brilhar osTOchedos e ce sombro* pinhei-
ros do desfiladeiro na circumferencia d'um
quarto de legua.
O calador estendeu a mo, o baro vol-
^.tou-sc, explorou o caminho/ examinou,
procurou... e nao vio nada.
O simpan tinha desapparecido.
O baro deumm grito de sorpreza.
Onde est elle ?
Est ao p d'esse fogo que o baro
queria diminuir, ha pouco, para Iluminar
os meus -dominios. E' m diabrete que
meu pai me empresta de tempos a tempos.
Bem 1 murmnrou o baro eis-me
mettido em boa I
Servir-lhe-hei de guia, meu caro.
Ento deixar-me-ha passar.
Conforme. Sim, se fr para vi* a
minha casa ; nao, se quizer continuar o seo
caminho. v
Meu caro senhor do inferno disse
neumticamente o baroou ummysti-
ficador de bom gosto, e ento pedir-lhe-hei
licenca para me certificar de que a minha
espadajjdo mesmo comprimento que a sua
faccade matto...
(Continm'r-se-ha.)
cacadowiegro.
V w- E pens que lhe seria fcil tirar um ou I An 1 ao 1
doqsti}6es do brazeiro hi que se aquecej -
suaAaaestade seu pai, desde querenuncibu] _____ \
a reiel*--* no parab*. -1TVP. IK) WAI*0 RA Ugi K t>E CAXU
( HffiHfl )
o
[Va
j
-
i
r



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