Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12802


This item is only available as the following downloads:


Full Text
:
Jrv- -'j\.
AWO XLYIH. NOIERO 2
. PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE XA SE PACA PORTE.
Postres mezes achantados ............... 6JJ000
Por seis ditos dem -.................. 12&000
\>r um anuo idem ................... ai-rooo
-ida numero avulso.................. 320
SEXTA-FE1RV 3 DE JAXEIRO DE 1873.
PARA IKXTHO E FWHA DA PROVINCIA.
mezes adiantados..........,....... 6750
Por^ms ditos ulem................... 13??<500
-Por DOvditos idem......_.".......... 205250
or um aflhvidem................... 27*000
PROPFWEDADE DE MAN0EL FICEIR0A DE FARIA & FLAOS.
Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Gon^alves & Pinto, no Maranhao; .Joaquim Jos de Olivara & Filho, no Cear; Amonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no As* v*nt0,u0 ar(Iucs~'Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Paha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Antao ; Domingos Jos da ''i;

Antonio Ferreira de Aguiar, em-Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alagoasj Alves &C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio/le Janeiro. ~\:
RTE OFnCIAL
yerno da provincia.
DO.DIA \ DE DEZKMURO DE 1872.
idete da provincia, a vista do oficio
le polica, n. 2038 de 21 do correte,
r u dislricto de Carsuipc, devendo o
gora creado, ter a deiiominaco de
'limites seguidles : da barra do Hio
nlio Grvala, pelo i io cima a ron-
i freguezia dos Montes ; da jiiesina
l'reto em linlia recta, passando pelo
Joat a linha da va terrea, d'ahi em
t (i rio Seriutraem. donde val encona
o de Bonito, que [mita com as fre-
nme e a Agua Preta, Comniuni-
. chufe de polica.
lente da provincia, attendendo a que
,ne se proceden no da 7 de selembro
vereadores e jnizes de paz, no niuni-
aretU, curreu regularmente, sendo re-
s as formalidades substancies e re-
as por le; e considerando que o pro-
atado no acto da apurarlo da resjHJC-
pelo vereador, lente coronel Hercu-
anti de S e Albuqucrque, carece de
i, purquantu da acta se verifica o con-
eu allegado ;-e considerando anda que
ivoco nella se meneioiiou o meto de ler
inada dos votantes feita pelo livro da
o, quandu deva ser pela authentica, co-
) artigo % da le eleitoral; e conside-
3 que se mi falta da autlieutica, a lei
o fazer a chantada pela copia do edita!,
la prohibir que se li/.esse jielo prop, io
a qualilicacao. e que, se deste nao falla,
. devendo ir para a cmara municipal o
que se termina a qualilicacao, nao |r>-
ar no poder do juz de paz para por elle
a chamada; considerando, outro sim,
gundo juz de paz, chamado accdental-
i da da eleieao e no impedimento do pri-
ue o mesmo Cavaleanti, nao poda ter o
livro em sen poder, o que prova que hou-
ralmente engao de quem redigio a acta,
ido livro de qualiflcacao a respectiva au-
i, que na forma da lei I he deva ser reitiot-
u referido reclainaiite ; considerando, alm
acliar-se bem provada a iuipossibilidade
I de tereiu silo feitas a prmera e segunda
as no mesmo da ; o que, alas perniittido,
e d'ahi venha vicio eleieao, como j foi
lo por avisos, ile 13 de fevereiro de 1849,
itubro de 183b' C 21 de agosto de 1838;
ndo, linalmente, ser improcedente a
nao mencionar-se na acta a hora em
lou a tercera chamada, como clara e
lente prescreve a citada le, visto como
icta enlista que ella leve principio as II
uinou as 12 ; resolvo na conformidad^
; de 19 de agoste de 18, art. 118, c
ieoes relativas em vigor, approvar a
cao,expedndo-se ueste sentido as coii-
miiiumcacoes.
-Milite da' provincia, tendo em vista o
.u Miguel Ferreira Velloso, coquea
i informon o inspector da thesouraria
ni l'.t do crrente, resolve, nos termos
a lei do oreamento vigente, autorisar
siippleinentar ao art. 12 $ .'I.' da mesilla
1 aiicia de 230,02o para o pagamento
ao que, como remunerarlo, na razio
meusaos, arbitrou ao spplicante na
te encarregado do curativo dos presos
uleia do termo de Caruar, a contar
.Ihode 1807 a S de agosto de 1808.
u-se ao inspector da thesouraria pro-
idente da provincia, attendendo ao que
oHyppohto de Mtira Lima, e tendo em
brnia'coes da thesouraria provincial e
las ninas publicas, de 2 de outubro ul-
. 163, resolve, de conformidade com o
i do oreamento vigente, abrir unre e-
iieutar ao art. 12 3." da citada lei na
i de 201 000 para pagamento de igual
spplicante, em quinto (orara avahados
le pela mesina reparticao das obras pu-
nco bracas cubicas de" podras deixadaa
da estrada de l'o d'Alho pelo ex-arre-
dita 'Irada, Antonio Malaquias de Ma-
Fe/.-se igual coiiiuuuicaelo.
\in. presidente da provincia do Rio
Sul. aceusando a reeepeo do seu ofli-
o rente, em que coinnninica ter na-
i prestad i juramento e assutnido a ad-
i da moma, para que foi nomeado por
rial de 23 de outubro ultimo,
-emba gador procurador da corda, pa-
parecer sobre a diivida constante dof
se remelle em original, do juz de di-
ial do cominercio desla capitai e subs-
ara de orphlos.
rniiel commandante das armas, rceora-
'|tic providencie para que tenham con-
suno 99 volumes coutendo fardamento
batalhio de nfantara e outros artigos
fiilal jjiilitar, os quaes vieram da corte
Para e acliam-se no arsenal de guerra.
I, re-
i0a-seao director do mesmo arsena
u OS respectivos conliecimentos.
o mesmo, mandando por em liberdade o
Candido Augusto da Fonceca, por ter pro-
mcao legal,
mesmo, mandando apresentar no palacio
leticia no dia 2" do frrente a 1 hora da
oldado do corpo de polica Antonio Perei-
va, preso na fortaleza do Brura. _
oiesino, remetiendo copia da peticao do
. i mesmo corpo Angelo Coriolano da Mot-
^s na referida fortaleza, e mandando pro-
ra inquerito |iari se Verificar se o ajudan-
i fortaleza, como allega aquelle soldado,
os [actos (toe lhe sao imputados.
Dr. ehefe de polica. Kecommendo a V.
' accordo com a Illui. cmara municipal,
ie em ordem a prohibir que individuos
i- por atntvessadores. ou rampiros
n a arredar do raei cao os gneros ali-
, loinpraud i-os por ataAdo aos mafutos
o que bem Ibes parece.
renuncio devera tambem se estender a
npanhia de vadlos ( materia rexrutavel),
se lancam as estradas sobre os conduc-
algod.o, apenas os lobrigam, e, nao con-
n conduzi-los casas duvidosas, onde sao
s no peso e classiflcaeao do genero, os ar-
alm disso a certas e determinadas tascas,
rdem o resto do producto do seu trabalho
re jogo das tres cartas,
mesmo, declarando, em resposta ao seu
; 12 do correnle sobre a representaba da
hia Pernambuco Street Railway rela-
te suppressao dos bilhetes respectivos
inanece a decisao dada, nao s porque a
ogagao importara a autobsacao para pra-
um acto criminoso, como porque, segundo
o inspector da thesouraria de fazenda,
os cofres pblicos grande quAnfidade de
de bronze e esperarse urna porcao da de
ie deve ebegar brevtmente_da corte ; alm
lurante o praso marcado, htempo balan-
ob\iar os inconvenientes que a compaubia
mesmo, declarando que nao pode ser ap-
> o contrato da ca paga, servir de pr'n
de qnartel iiu termo de Panellas, por parecer exor-
bitante o pteco do alugnel, c nao ser admissivel a
2^ condicao do contrato, visto nao se fazer distinc-
cao de concertos necessarios ou nao couservacao
do predio; pelo que. deve ser modificado.
Ao mesmo, devolvendo o amerito que sobre
os acinitecimentos de Goyanna foi feito pelo res-
pectivo delegado.
Ao mesmo, recommendando que faca sentir
ao subdelegado do dislricto dos Montes 'que nao
pode dirigir-se directamente presidencia.
Ao mesmo, declarando licar inteirado das
prisoes e oceurrencias de que trata em oficio do
21 do corrente ; devendo, sempre que der conhe-
cioenlo Jestes e de outros fados, informar logo se
proceden aos respectivos inqueritos e o destino que
tiverain.
Ao mesmo, declarando que j foram dadas as
providencias necessarias em relaoao ao destaca*
Hicnto de Hezerros, como lhe foi coiiimuuicado;
correado a despeza de luz para a cadea por conta
da ri'sp'-ctivacmara municipal.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, com-
nunicando que a l do corrente, assuinio o ba-
cliarel Jos Juliao ltigueira Pinto de Souza, oexer-
ccio interino do cargo de jniz de chivito da co-
marca do Hio Formse, na qnalidade de Io subs-
tituto.
Ao mesmo, conimunieando que o juiz substi-
tuto da 2" vara da comarca de Pao d'Alho, o ba-
charel lancnalo Alves Cavalcante Caniboim, en-
trn na inesina data no gozo da licenca qne lhe
foi concedida por portara de 10.
Ao mesmo, coiinniinicaiido que na mesma
data RSStuno o 1" suppleule do juz substituto da
21 vara civel da comarca de Pao d'Alho, Joao An-
tonio da Silva Cabra!, o exercicio deste, por ler o
elfeclivu entrado no gozo de licenca.
Ao mesmo. coininunicando pie a 7 do cor-
rente, entrn o bacharel Cassiano Bernardno dos
liis e Silva, promotor publico da comarca do Bre-
jo no gozo da licenca que lhe foi concedida.
Ao mesmo. comnjuuicando que o juiz de di-
reito da comarca de aranhuns, nomcou o bacha-
rel Jos Roberto da Omita Salles, iara exercer in-
terinamente o cargo de promotor publico no impe
Anenlo do effectivo, que entrou no gozo de li-
cenca
Ao mesmo. recommendando que providencie
sobre a reinessa dos lernos de pesos c medidas
pelo systema decimal franca cmara inuuripal
da villa 'lo Bom Jardini, que declara nao ter anda
receido.
tr Ao mesmo, declarando que em virtude do
aviso d ministerio da guerra do 1" de selembro
de 1863. a loica da guarda nacional destacada no
alio serlao deve ser paga por conta do mesmo mi-
nisterio e que, portanto. deve mandar pagar os
veneimentos das iracas chamadas para reforcarem
o destacamento do crpo de polica existente em
uricury.
^Ao mesmo, remetiendo pret tirando a grati-
ficaeao de 43 ris diarios a que tein direlo Feli-
ciano Pereira de Lyns, pifaro do 2" batalhao de
infantaria de linha, a conter do Io de julho de
1869 a 30 de julho de 1870.
Ao mesmo, mandando abonar ao alferes do
2a batalhao de infantaria do linha, Alberto Soares
de Azevedo, tres mezes de sold para serem des-
contados pela quinta parte.
Ao mesmo, mandando pagar a Rezerra Ir-
maos a quantia de 914000, em que importaram
diversos objeetos fornecidos ao palacio da presi-
dencia ; correndo esse pagamento por conta do
crdito de 2:000000 consignado na ordem dothe-
soiim dt 17 de julho.
Ao inspector da thesouraria provincial, re-
com nendando que mande receber na thesouraria
de fazenda a quantia de 200:0003000 que pela or-
dem do thesotiro de 9 do correnle. se mandn por
disposico da presidencia por conta do empres-
tinio de'1,800:000$000, contrahido com o Raneo
do Brasil,
Ao mesmo, mandando pagar ao capitn Jos
Laurentino de Azevedo a quantia de 113J600, dos-
pendida no mea de novemoro, com o sustento dos
presos jiobres da cadea do termo de Garanhuns.
Coniiiiunicou-sc ap Dr. ehefe de polica,
A' directora da Associacao Coininercial Agr-
cola. 'i'ornando na devida cnsderacao a repre-
sentacao que a esta presidencia dirigi a directo-
ra da Associacao Gommercial Agrcola em data
de 20 de norembro ultimo, redamando providen-
cias contra as irregularidades e abusos que, se-
gundo afirma, se dao no servco da estrada de
ferro do Recife ao S. Francisco; cabe-medizer-lhe
em resposta, qnanto primeira reclamacao que o
art. 8K do rgularaento da loesma eompanhia est
em pleno vigor, sendo portanto ella obligada a in-
demuisar aos donosdas mercaduras que transpor-
ta de todo e qualqner daino resultante de incu-
ria, de'eixo ou malversacao, exceptuados somente
os canos de forca maior: qnanto a segunda recla-
macao. i-to armazenagem. estando esta auto-
risada pelo art. 21 do reglame uto approvado pelo
governo imperial, o qual terminantemente dis|)oe
que a bagagem registrada deve ser retirada no
da de ua chegada estacao deslinataria, e a que
nao fr reclamada naquell dia, Bcar na estacfio
por conta e risco de quem pertenece, pagando de
armazenagem 100jis por dia por 10 kilogram-
mos ou fracciio di 10 kilogrammos e dispondo
inais o art. di que os objeetos, cujo transporte se
eflectueni pelas condces da tarifa n. 2, podem li-
car 12 horas de da na estaejio da capital e 36 as
do interior, nao sendo contados para a cobranca
da armazenagem os das de chegada, entrega ou
despacho, segundo o art. 77; s me cumpre fazer
observar oque se aeha estabelecido no regulamen-
to citado : em conclusao, quanto tercera c ulti-
ma reclamacao, achando-a, como aeho procedente,
tenlio nesla data resolvido que no prazo marcado
para a retirada das mercaderas nao se leve em
conta os das santificados.Remetteu-se copia ao
engenle'iro fiscal da mesma estrada.
Ao juiz de direto da 1.* vara, recommendau-
do que expeca ordem para que o sentenciado de
justiea Jos Flix Correia da Cunha, que est era-
pregado na fachina do forte do Buraco, seja substi-
tuido por outro de inais robustez e que tenha sen-
tenca dr poneos annos.Cinnmnicou-sc ao com-
mandante das armas.
i|ue anda nao o foi, estando preso ha inais de qua-
tro mezes na fortaleza do Brura, como allega.
Ao mesmo, mandando que informe, em cum-
primento do despacho do ministerio da guerra, lau-
cado no officio da rpartico do ajudanle general,
sobre o reqiierimcnto e papis annexos, do cab >
de esquadra do batalhao de infantaria Jos Pe-
dro da Silva, que allega ler marchado para a cam-
panha do Paraguay, como praca desse corpo.
_ Ao mesmo, remetiendo para a devida execu
yao a decisao da junta que em ultima instancia
julgou a pra^a desse corpo, Joao Evangelista da
Silva.
Ao mesmo, mandando augmentar com dez
pracas o destacamento do Bom Conselho.Com-
mimicou-se ao Dr. ehefe de polica.
Ao director interino do arsenal de guerra,
recomm miando que mande receber e recolhcr na
fortaleza do Buraco a plvora remettida pelo arse-
nal da corte a bordo do Migue Isabel, e constante
do documento que se remette ; informando o es-
tado era que ella estiver pare se etlectuar all o pa-
gamento do transporte. Offlcou-se ao coronel
commandante das armas.
Ao mesmo, mandando fornecer com urgen-
cia aos recrutas era deposito, atienta a necessida-
de, o fardamento constante do pedido que j se
remetteu. Commnnicou-se ao referido coronel
commandante das armas.
Ao engenlieiro ehefe da reparticao das obras
publicas, chamando a sua attencao para a parte do
caes da ra da Aurora, junto' ponto de Santa
Isabel, que, segundo consta, est arruinada, era
consequencia d grande peso de tijollos que se
costuma all depositar.
Ao pro-presidente da cmara municipal do
Bonito, recommendando qne sera perda de tempo
remeta a acta da apuracao geral para verea-
dores desse municipio, juntando todos os documen-
tos c representar-oes que por ventura houve con-
tra a validade da eleieao, assiin como a da apura-
gao para vereadores do municipio de Bezerros. que
se ordenou procedesse, como cunipria mesma
cmara.
Portaras :
lllma. cmara municipal do Recife, decla-
rando que a despeza com a eoliocac,ao dos apeare*
Ihos da eompanhia Recife Drainage, no edificio em
que funeciona o tribunal do jury, deve correr por
conta da municipalidade.
A mesma, coramuncando, segundo aviso do
ministerio do imperio de 6 do correute, que foi
approvada pela cmara dos Srs. deputados, para
a 15/ legislatura, as eleicoes primarias e secunda-
rias do !. dislricto desla provincia, com excepcao
das parochias de Pao d'Alho, Luz e Gloria de Gui-
ta, cujas authentieas at aquella data nao haviam
anda cliegado. Igual cmara municipal da villa
de Pao d'AI ho.
A cmara municipal da villa do Brejo. re-
metiendo, <)in resposta aoseu ollico de 12 do
corrente, copia do que dirigi o inspector da
thesouraria de fazenda, communicando que ne-
nhuma distribuidlo se fez nesse municipio dos ter-
nos de isos o medidas, de que trata a circular da
presidencia, de 20 de outubro ultimo.
da villa do Bom Jarditn, declarando que
nao pode ser attendida a reclamacao do arrema-
tante da obra do acougue dessa villa, Vicente Joa-
qrm de Miranda, t qutin iitcianfaOTtjtejreiBizo
de 2005U00, que leve coni a mesma obra ; por-
quanto o prejuizo nao foi provado e somente alle-
gado, e nao resultou de forca maior ; restituindo
o mesmo Miranda a quantia que indovidamente re-
ceben, sol) pena de responsabilisar-se por ella a
referida cmara.
Ao gerente da eompanhia Pcrnatnbucana,
mandando dar transporte a proa, para o presidio
de Fernando, por conta do ministerio da justiea, a
Rosalina Mara de Jess, mullier do sentenciado
Francisco de Medeiros Campos, ea duas filias me-
nores.
xVos agentes da eompanhia de Navegacao
Brasileira, mandando dar transporte para a corte,
por cunta do ministerio da guerra, no vapor Cru-
zeiro do Sul, ao alferes honorario do exercito Frc-
derieo Augusto Paos Rarreto.Cominunicou-se ao
coronel commandante das armas.
EXPEDIENTE DO SECRET.vniO.
Oficio:
Aos agentes da eompanhia Brasileira de Na-
vegaco, declarando, de ordem do E>m. Sr. presi-
dente" da'provincia, que o vapor Cruzeiro do Sul
cliegado boje dos portes do norte, pode seguir
para o Rio de Janeiro e escala amanl s horas do
costume.
Reparticao das obras publicas de Pernambuco,
era 27 de dezembro de 1872. lllm. e Exm. Sr.
Em resposta ao oficio de V. Exc. de 21 do cor-
rente, mandando examinar o estado da ponte da
Magdalena^ cujo ladrilho se acha estragado, cura-
pre-me dizer a V. Exc. que nao directamente a
Companhia Pe nambuco Street Rarlway a causa-
dora desses estragos, mas sim os vehculos de
transportes, que para desviarem-se dos trilhos da
dita eompanhia, que Ibes diQlcultam o transito,
seguem sempre por um lado. Tendo observado
estes estragos, j ha va dado ordens para serem re-
parados pela verbareparos das pautes e estra-
das ; o que espero que V. Exc. se dignar ap-
provar.Deus guarde a V. Exc. .lllm. e Exm.
Sr. Dr. Ilenrque Pereira de Lucona.Oengenhei
ro ehefe, Jos Tiburcio Pereira de Magalltaes.
' C 'niniMiulu Hiiperior.
(CARTA no C.OMMAN'DO SCI'KIUOK DA GUARDA
.NACIONAL 1H) MCSIC.IPIO 1M) RECAE, 31 DE
DE^EStBRO DE 1872.
Ordem do dia n. 90.
Para o&devdos lins, manda o lllm. Sr. coronel
commandajfte superior, publicar que no dia 17 do
corrcntirfalleeeu nesla cidade o Sr. capit .o da 2"
eompanhia do 7* batalhao de infantaria, Jos dos
Sautos Noves, e no dia 22 o Sr. alfere* aggregado
ao 'batrihao doservico da reserva, Alvaro Au-
gusto de Alraeida ; e que por despacho de boje,
concedeu qualro mezes de licenija ao Sr. alferes da
i* cempanhia do i' batalhao de infantaria Jos Str-
vulo de Rorju Ruarque, para tratar de seus nego-
cios dealro desta cidade.
Oulresim, o mesmo lllm. Sr. coronel comman-
dante Superior determina que o Sr. lente-co-
ronel eommandanto do 8" batalhao d; nfaUtaria,
visto se declarar doente, passe o enramando do
mesmabatalhioao respectivo Sr. major Jesuiuo
Cosa Albuquer.jue Mello Entra de servio no
prximo mez de Janeiro o Sr. major ajudanle de or-
dens,Tiene Gomes Leal.
Rodolpko Joao Barata de Almeida, coronel ehefe
interine do estado-maior.
f onimuml las armas.
QCARffcL DO COMMANDO DAS ARMAS DE PER-
KAMBICO, 2 DE JANEIRO DE 1873.
Ordem do dia n. 6X.~>.
O coroaW commandante das armas interino faz
publico para coihecimento da guarnicio e tinsne-
ressarios] b aviso do ministerio da guerra de 18,
que por copia lhe foi remorado mm oficio da pre-
sidencia fle 30, tudo do mez de dezembro prximo
lindo.
AVISO.
Ministorio dos negocios da guerra. Rio de Ja-
neiro, em 18 de dezembro de 1872.
lllm. e Exm. Sr. -Em resposta ao officio de 23
de setembro ultimo, sob n. 296, em que V. Exc.
submette considerado desta secretaria de estado
a consulla que ao commandante das armas dessa
provincia .dirigi o commandante do 9* batalhao de
infantaria, para saber se, como ello entenda, con-
tra o voto do major fiscal e outros membros do
respectivo conselho econmico, deva ser registra-
do o offereciraento feito pelo forneceJor do rancho
do mesmo batalhao, de um abatllenlo de cinco
por cento na importancia total dos gneros que
fornecer, em beneficio da msica ou caixa de eco-
noma* licitas, declaro a V. Exc. para seu conhe-
cimento e flns convenientes, que bem proceden o
commandante do referido bataln e que e appro-
vada a decisao do commandante das armas, res-
pondenflo afirmativamente consulta feita.
Deus guarde a V. ExcSr. presidente da pro-
vincia de Pernambuco.
Cumpra-se. -Palacio da presidencia de Pernam -
buco, 30 de dezembro de 1872. -Lucena,
(Asignado) Jos Mara Ihlefomo Jacome da
Veiga Pqfoa e Mello.
Gonfoije.-yoic Ignacio Wbeiro Roma, tenentc
ajudantefie onlens interino encarregado do de-
talhq. *
l^pirtiyiteTj f-*",fU-
H-co.Secretaria da polica de Perna
Na poltica externa iieiiliuma nuveiii proolie de bnete e go.
tempestades obscurece;! a limpidez do eco das re- que ella se aci.
lardes internaciiinaes; e, nao seren os \ igos re- Sr. Sagasia, e as.,
eetos da interferencia dos Estados-Unidos nosne- corles, decreto que .
gocios de Cuba, ni obstante os protestos de sua dia 2:1 de Janeiro, entre
neulralidade, passariaui calinos os momentos pro- nifestaeoes em que se disli.
cosos dos diplmalas e estadistas, sempre em at- chegoi at a fazer appello .
lenta observacio ao barmetro poltico, qc nide Dissolvida a cmara, e marca
a presso reguladora dos interesses de governo para as eleicdes, eomecaram desdi-.
governo. dos a se agitaren), e inais de una vea
as relacocs exteriores,pois,nenhumanota dos- aineacada a vida do re e a sorle da d>na>
forma pm
"nlar i >
da-

rgaudo em varios pontos do reino a ordem p.
ea, que s a milito custo poda o governo .
maniendo, atravez das tartas exeacjoos dos espi-
rites.
U radicalismo, que fez a revolucao de 1868, esla-
va no poder, e tiuha a inais numerosa fraeeao mi
parlamento. Elle dividia-se, porm, e a fracca..
que acompanbou ao ministerio encntrou na ou
i ta fraeeao a inais decidida o|i|Misico, e d'ahi prin
Ao commandante do corpo de polica, man-
dando que informe se exacto que tanlo oficiais
como sargentos desse corpo tem, cada um, urna
praca a titulo de camarada, que por esse motivo
fica' dispensada do servco para que foi engajada
e proprio da sua profissao.
Ao mesmo,|mandando que informe se exac-
to que se descontara diariamente dos sidos das
pracas do pret a quantia de 260 ris a ttulo de
fardamento; e no caso afirmativo, fundado em
que lei procede a semelhante descont.
Ao mesmo, mandando que informe com ur-
5enca : 1, qual o essoal da banda de msica ;
, se esse pessoal secompoe de pracas de pret
ou de individuos engajados ; 3.*, se descontado
um dia de sold em cada mez de todas as pravas
do corpo para a sustentaclo da mesma msica.
Ao mesmo, mandando que informe se exac-
to que e nao fornecem s pracas os capotes a que
ellas teem direito ; sendo obrigadas algumas que
delles precisara a compra-los aos sargentos das
compauhias, que os tem reco jiidos nos depsitos.
Ao mesmo, mandando que informe porque
nao fez recolher ao hospital as tres pracas doentes,
qu" figurara no mappa diario como doentes no
quartel.
- Ao mesmo, mandando que informe se a pra-
ca Angelo Coriolano da Motla j foi submettida a
co vio'de jnlgamento, e, no caso negativo, por-
DESt'ACHOS DA PRESIDENCIA DE 31 DE DEZEMBRO DE
1872.
Adolpho Cavalcante de Oliveira Maciel. -Infor-
me o Sr. Dr. director geral interino da instmecao
publica.
Antonio Pereira da Silva. Informe o Sr. Dr.
ehefe de polica.
Antonia Mara da Coneeiclo. -Seja posto em li-
berdade.
Camarina Mara dos Prazeres. Informe o Sr.
director interino do arsenal de guerra.
Franc'sco de Azevedo Carvalho Siqueira Vare-
jo.-Informe o Sr. director interino do arsenal de
guerra.
Francisco Jos da Cruz. Concedo o prazo de
dez dias.
Irmandade de Nossa Senhora da Pedade. De-
ferido cora officio desla data ao Sr. coronel com-
mandante das armas interino.
Joaquim Agripino Furtad) de Mendonca.For-
neca-se.
mesmo. -dem.
Luciano Magalhes Ribero Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Manoel Ferreira Rabello. -Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda. ^
Mara Prcsciliana Vilella dos Santos.Informe o
Sr. Dr. director geral interino da instruccao pu-
blica.
Tenentc Pedro Alexandrino Rodrigos Lins.
Certifique.
O mesmo.D-se acertidao requerida.
Thereza de MirandaInforme o Sr. director do
arsenal de guerra, submettendo inspecclo o me-
nor de que se trata.
Capitao Thoraaz Francisco de Salles Rosa.Co-
mo requer.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 2 de
Janeiro de 1873.
O porteiro,
\ Siltino A. Rodrigues.
2.' secc,ao.
31 de dezembro ~
15. 210-. lllm. e Exm. Sr.Levo ao ronheci-
nientode V. Exc. que. segundo consta.das par-
teipacdes recebidas boje nesta reparticao, foram
hontem rocolbidos casa de detencao os seguiu-
tes individuos: .
minha ordem, o subdito portuguez Jos Rodri-
gues Maciera, a requisicao do respecivo cnsul.
ordem do subdelegado de Santo Amaro das
Salinas, Mara Themotea do Panizo, por insultos
e ofensas moral publica.
A' ordem do de Belera, Sergio Rodrigue; de
Oliveira, preso era flagrante, por crime de tentativa
de i norte.
Em data de 20 d'este mez particpou-me o Sub-
delegado de Itamb que, no da 16, na estrada de-
nominada Oratorio, urna legua distante d aquella
villa, fdra encontrado assassinado com um tiro e
qualro lacadas Herminio de Albuquerque Mara-
nhao, morador na provincia da Parahyba que,_ ape-
nas soube do facte, fez conduzir o cadver a sua
presenea e procedeu vistoria e mais diligencias
recomiiiendadas pela novissima le da reforma ju-
diciaria, das quaes nao conseguio descubrir con-a
alguma acerca da autora e motivo do crime,;
^endo, porem, voz publica que Herminio tora as-
sassinado por uns sertanejos (que se haviam ran-
chado no supradito lugar), na oceasio em que elle
furtava-lhes um cavallo, suppondo, entretanto, al-
gumas pessoas que Herminio (5ra morlo para o
roubarem.
Que, em vista de toes versos continuava a pro-
seguir as mas rigorosas uvestgaeoes sobre se-
melhante facto, a lm de descobrr a verdade, e de
seu resultado me dara scencia.
Segundo communcou-me o delegado do Rio
Forioso em officio de 22 deste mez, no da 2b de
noxembro ultimo, Jos Miguel da Silva, morador
no engenho Angico, i aquelle termo, fechando-se
em quarlo de sua casa, fero-se com seis lacadas;
fez-se a competente vistoria e mais diligencias, das
I quaes verilicou-se por declaradlo do proprio Jos
Miguel, que lora islo acto seu, no qual ninguem
tomara parte, resultando de taes ferimentos falle-
cer elle no dia seguinte.
Por o(Hcio datado de 28, praticpou-mc o dele-
gado do Cabo que, pelas 7 horas da manhl do
dia 2o deste mez, o trera da via-ferrea do Recife
a S. Francisco, que do interior segua para esta
cidade, matou naquell termo a um escravodo
barao de Guararapes, que procedeu a corpo de
delicio e inquerito policial e remetteii-o logo ao
Dr. juiz municipal do termo, bem como que o ina-
chnista j se acha presa
Em oficio de hontem eommumeou-me o subde-
legado dos Afogados que na mesma data remetiera
ao Dr. juz de direito do respectivo dislricto crimi-
nal o inquerito policial sobre o facto de estrangu-
lumento de que tratei em minha parte diaria, sob
n. 2083, de 27 de expirante.
Que. hontem pelas 7 horas da, manhl, fallecer
repenftnamente no lugar das Arcias, d'aqcelle ds-
tricto o individuo de nome Jos Fortunato de
Lima, morador ra de Lomas Valentinas n'esta
cidade; declarando os peritos qqc lizeram a visto-
ria, ter sido a morte o resultado de urna congestlo
cerebral.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente desta provincia.O ehefe de polica,
Imz Correia de Queiroz Barros.
policuTde r\>rna~mbueo7 itSha-se creado um conflcteniro_o larlameuto >
o de 1872. a corda, e son taes auspicios abo-se 0 auno de
afiliada quobrou a liaruioiiia das vibracoes polti-
cas do reino, c certamente este estado de cousas
poderia ser considerado niiiilissimo auspicioso, se
loase elle M totum o resultado da boa direccao
dada aos negocios internaciouaes, c de neiilium
modo fosse determinad i e aconselhadu pelo estado
de constante ebulico em que vive o paiz, em lace
de seus partidos polticos, sobre modo intolerantes
e revolucionarios.
Certa e effecvainente a vida publica laboro- cipalmeiite veio a crse, cujo desenlace foi a di>
sa para todos, e at mesmo para aquellos que co- solucao, que entao provocara as ras de todos o-
nhecerain e rouheeeiii todas as venturas, e todas partidos.
as prosperidades, e que tem bastante fortaleza de Dissolvida a cmara, tendo assiin ganho de cau-
constituico pan supportareiu as mais rudos e sa os ra'dicaes ininislerialslas. a presumpeo logi-
traiistorias |>rovas ; ella porm, anda mais ca era que o Sr. Sagasta chuspi var-se-bia 'no po-
crnel para aquclles que sao constantemente edes- der com os seus couegas, pelo menos, at a abel-
d longo tempo o precario instrumento das mais tura das novas curtes. Assiin, porm, nao aconte-
tristes revolucoes. entre as quaes veein langiiesccr (vu ; e, nao obstante ser o ministerio composto de
o seu futuro pelas agitacoes indefinidas do pre-' progressistas, radicacs moderados e de algun-
sente. I membros da anlga unio liberal, cujo ehefe era
A vida contempornea da Hespanha est nesto o almirante Topete, sento-se elle enlraipiecido, c.
caso ; ella una crise permanente, pois que a por oceasio lo ama promoea i no exercito. lavron
crse de um dia ira e i;no conse piencia oiilra cri- a desintelligencia no seusew, aoparecenuo una
se no dia subseqiiente. e de crise ora crise vai esse crise, cuja soluco, foi o seu ibsapparecimente ou
malfadado paiz atravessando greas luctuosas, ein mais proprianie'ule a sua i busca de um ideal que jamis cliega realisar. | continuou a presidir o conselho de ministros o Sr.
A nionarchia, depoh da obra grandiosa dar- Sagasta, saliindo alguns membros, entre os quaes
voliico que derruboii Isabel II do thronu de Car- o Sr. Topete, e entrando (nitros novos adeptos -
los V, reconstituida com una nova dsnastia, vi- ideas -da liga de que era interprete o mesmo Sr
ve sobre um solo sempre prestes se abater e no Sagasta.
meio das mais incessaiitesaiiieacasde insunvieoes| Esse ministerio, stimo depois da entrada em
republicanas e carlistas. Por toda a parte domina (Madrid do re 1). Amadeu no curio lapso J# unv
o vicio de organisaeoes que exhorbitam de suas anno, teve |wis de presidir s eleicdes, e milito era
espheras respectivas'; por toda a prtese ostent:uu isso, pois que tiuha elle de acbar-se em frente de
impvidas as arbitrariedades, sempre que se plei- una dessas coalisoes que sao o oais lerrivel
lea rana idea liberal, fazendo alarde os governos jsyiiiptoma da anarchia moral e poltica de qual-
radcaes de um absolutismo todos os respeitos quer paiz.
ondeinnavel.
A' um gabinete qne sobe, dssolve e reconstitue
urna cmara, succede outro gabinete que se guia
do mesmo modo; e, assiin, de queda em queda,
vai indo o pretendido systema parlamentar pelas
ras da amargura, sera "encontrar um pouso se-
guro, sera adiar um abrigo por traz do qual se
ilefenda dos botes que todos os partidos lhe desle-
rera com furor quasi satnico.
Entretanto o paiz carece de reformas sabas e
prudentes, e neiiliiuna ilellas se promove com alin-
eo, posto uu'i cps nromettam satisnuer a publica
anciedadfjsiuoiun illudida, serapre ludibriada pelos
partidos i, .ccedem cora incrvel rapidez na
directa) (lo> ..-. )COS do estad l
Nos lins do anuo de 1871 nuil votaeao das cor-
tes derrabara 0 ministerio Ituiz Zorrilla, que fora
substituido pelo gabinete Malcainpo, e esie inesino,
em face de outra votaeao contraria, vlo-se coagido
adiar os trabalhos legislativos, requerendo ao re
D. Amadeu a sua demissao, que todava nao lhe
foi concedida.
Por cssa forma, ao encerrar-sc o anno de .1871,
DIARIO DE PE8NAKIBUC0
Betrowpeoto poltico do anno
de 199.
RECIFE, i. DE JANEIRO DE 1873.
HKSPAKHA.
O infeliz reino das Hospanhas, cujo throno ou-
tr'ora foi oceupado rom tanta bizarra pelo raemo-
ravel Fernando, que depois foi beatificado, ainda
no anno Ando foi um immenso scenaro em que
d>senvolveram sua accao os m-is encontrados
dramas, as mais terrificantes tragedias c as mais
|rotescas comedias.
1872, que historiamos, esforcando-se o Sr. Malcara-
po por ebegar nm accordo amigavel cora os pro-
gressistas, cujo ehefe contava cora o apoio dos re-
pabUcanos o provavelmente cora a aequlescencia
dos sabelstas e carlistas para derrubar o minis-
terio na prmera opportumdade.
Modilicou-se o ministerio, assuiniudo a presiden-
cia do conselho o Sr. Sagasta. e este estadista pro-
eurou angariar as sunpalhias do Sr. Ruz Zorril-
la, cbainaudo-o e alguns dos seus para eoinp >-
rem o ministerio e assiin puderem contar com o
apoio das cmaras, entao corapostas de seis ele-
mentos diversos e quasi irroconeilaves carlistas,
isabelistas, unio liberal, sagastistas, zorrillistas e
republicanos.
Nao annuo, porm. esse accordo o Sr. Zorril-
la, e o Sr. Sagasta teve de organsar o ministerio
SOTO aquelle auxilio, ntercssandoporm na direccao
dos negocios varios estadistas nolaveis, dos que
principalmente toraarain parte na gloriosa epopea
que custou a vida ao seu immortal companbeiro,
general Priin.
Por seu lado o Sr. Zorrilla promover varas
conferencias com outros chefes, e contava como
certa a victoria no parlamento contra o ministerio,
propondo desde logo que se dsse para ordem do
dia a questao da presidencia da cmara, que va-
ros grupos Combinaran! lhe fosse deferida como
nianilcstacao hostil ao gabinete.
Chegou eHertivamente o dia 22 de Janeiro, e
abrio-se o parlamento por coinmisso ministerial.
O Sr. Sagasta leu o decreto de eonvocaco. efez
a grande custo um discurso em que pretenden ex-
plicar as causas que o haviam levado a aceitar o
seu elevado cargo, as intencoes e tendencias do
gabinete e os lins da sua poltica. Historou a cri-
se Zorrilla, dizendo que pretenden fazer questao
poltica de una questao puramente parlamentar.
Explicou as causas que motivaran) a suspensao
das sesscs, e a resoluco do rei, optando pelo
addiamento, em vez da dissoluco. Agradcceu aos
Srs. Malcampo e Topete o terem aceitado as pas-
tas, e defendeu o duque de la Torre das aecusa-
coes de que era victima, sera deixar de recordar
que tinha salvo a revolucao. Declarou que o mi-
nisterio nao era, nem quera ser conservador, no
sentido reaccionario, que manteria a ordem nos
limites da liberdade. e que seria progressista na
aceopeo propria e histrica da palavra*.
Conderanou a arrogancia dos partidos, allegando
que o governo quera que a eonstitiiieao fosse um
laco de nniao, que todos a respeitassem c acatas-
sen, porque de outro modo nao poderia haver
paz nem ordem. Disse que era preciso que o mi-
litar soubesseque antes de tudo era militar e deva
obedecer ao governo, fosse qual fosse, desmentin-
do tambera os boatos do governo pretender desar-
mar a milicia. Falln da questao econmica, mos-
trando que espera va conseguir o equilibrio dos or-
namentos.
Quanto questao religiosa, lisse que tratara
de conservar as boas relceos entre a igreja e o
estado, sera menoscabo do que dispde a constitui-
rlo-
Com referencia questao de Cuba, disse que o
governo eslava decidido a fornecer os recursos
necessarios e a reprimir com firmeza os que cons-
pirara dentro de Hespanha. Estas palavras foram
muito applaudida, e provocaram grande agilacao
e pateada nos bancos da esquerda.
0 Sr. Sagasta, depois de restabelecda a ordem,
disse que tinha 'mmicos de quem era preciso de-
fenderle, e que nao lhe pareca justo, que os pro-
prios lberaes se atacassem uns aos outros, appel-
lando por fim para un acto de patriotismo dos de-
putados que estavam dentro dos limites de legali-
dade.
A' essas declarares seguio'se um grande tu-
multo, no meio do qual appareccu a idea da pro-
rogacao do tempo da scsslo. A' isto se oppoze-
ram os adversarios do ministerio,- obrigando este
propor^wjueslao de conlianca.
Votou-se esta e o resultado foi hostil ao gabine-
te. Suspendeu-se a sessao, e o Sr. Sagasta foi pe-
dir ao senado que flzesse oufro tanto, pois que elle
ia pedir ao rei a demissao do gabinete.
Pedo-a effectivamente ; mas S. M. o Re D. Ama-
Idea, considerando que seria diffleil organsar ga-
X
Effectivamente colligaram-sc os radcaes puro-
cora os republicanos, cora os carlistas e cora o*
isabelistas, sectarios do principe das Asturias; e.
lodos juntos, camiiiliaram contra o governo, fa-
zendo das novas eloieoes o vasto cam|io em qu-
deviam dar a batallia para rem depois colher o^
luiros da victoria no parlamento.
Sob laes auspicios era fcil prever o qne seria
esse parlamento, e |nr isso desde logo se lizeram
conjecturas no sentido da impossbilidade de go-
verno filo m para o Sr. Sagasta. mas" tamben para
o Sr. Zorrilla, ehefe dessa coalisao, que, urna vez
chamado ao poder, lera sein duvda contra si a-
OUtras l'raccoes da cmara.
Em lace desta atttude e-palboii-s o boato da
aiidicaeo do rei, dizendo-se que lhe era isso aeon-
selliad pela sua familia, da liaba. U rei D. Ama-
deu, como sabido, recusoil a principio a honra
deoceupar o throno de Carlos V. e. s amito
custo, aceitn a trela de g.ivcru ir os povos hes-
panhes. Elle nao quera sustentar-se pela for-
a era o governo italiano eslava disposto se-
iiuidat os seus esfon.os. caso os lizesse nl-sse sen
lido. Por issj nao iHxaraui de ler algum valor
Boatos fir<.|KU.i.l i- nn pi-visan de ser derro-
tado o governo as eleicoes. fra ciijo caso "ircaria
exposta a dynaslia lodos os bu" n es da coalisao.
Entretanto forara-se manipulando os prearos
para as eleicoes. e finalmente liverain estas lugar,
no da prefixado, no meio de toda a sute de agite-
coes e de scenas violentas, as quaes lauto toinou
parle o governo como a opposicao.
De um lado coinbatt.ui o governo pela sua exis-
tencia e pela da inonarcbia constitucional, me.
no caso de derrota do ministerio, licaria exposta
dura alternativa de desapparecer ou de laucar mo
de algum meio arbitrario ; do oulro la 1 > comba-
lOU a coalisao de todos os partidos, lerrivel ava-
lancha, que amcacava tudo destruir, pois que era
ella una revolucao completa, e as revolucoes si i
Cesas e sdenlas de vingaiicas.
Quando terminoii a lula, o campo da batalha li
fou coberto de destneos; mas a victoria final
coube ao ministerio, cuja niaioria foi grande sobr
a opposicao.
Mas d (pie valia essa victoria ? Era ella pre-
caria, como precaria loria sido a da opposicao.
una vez que era mpossivel raanler o accordo
(Mitre as faceoes heterogneas que de arabos os
lados se dorara as mos, com o lira nico de se
debclarem reciprocamente.
Exacerbados com a derrota eletoral. e tendo
de antemo annunciado que poriam ein carnpi
una revolutos carlistas manifeslaram-se terrivel-
raente, executando as suas aineajas logo em se-
guida ao resultado das eleicoes.
Era nome do pretndeme 1). Carlos, duque d
Madrid, da religiio e da independencia nacional,
os sectarios da raonarebia de direito divino,
ainda bastante enraiaada nos corac,oes castelhanos
pozeram em campo a iusurreie., as vesperas
da abertura do parlamento.
D. Carlos tinha dado ordem aos seus partidarios
aos deputados carlistas novaraenle eleilos, para
nao tomaren! parle nos trabalhos legislativos, e
enviara instrucees ao Sr. Candido Nacedal ni
sentido da revolta, como se elle fosse o seu pri-
meiro ni nistro.
Tudo eslava, pois, preparado e disposte para
a rebelao, e quand-1 esta relientou foi logo m
taes propon;oes que assombrou todos os espiri-
tos, e obrigou o. governo, que a suposera insiani-
ficnte, a toma-la em considerarlo, mandando o
general Serrano para Navarra dirigir as opera-
res militares, emovendo tropas e tomando outra;
precancoes inherentes a debeladlo do criminoso
moviuicnto poltico.
Excepcao feita da Andaluzia, era todas as nu
provincias appareccraiu bandos armados; mas a
rebeliao coucentrou-sc principalmente no norte,
na Navarra e as provincias vascas, onde ella
tinha suas mais possantes tropas.
Ardeu, pois, a Hespanha mais urna vez nar
terrives e devoradoras chammas da guerra civil,
e mais urna vez foi ella obrigada testemunhar
dolorida os horrores de taes lulas, sempre devora-
doras, qual gigantesca garganta pela qual dcsappa-
recera riquezas sera fin e vidas preciosas patria
Entretanto, reuniram-se os deputados e senado-
res em Madrid, e o rei D. Amadeu I, abri o par
lamento pronunciando um notavel discurso, dando
conta aos eleitos do povo de todos os negocios do
reino, quer sobre as relagdes exteriores, quer
sobre os negocios internos, em seus variadissirao
assumptos..
Logo depois de installado o congresso foi elcito
o Sr. Ros Rosas para seu presidente, conforme
tinhara combinado os depulados n*uma previa
remato, entrando o parlamento, em. seguida, se
oceupar com os negocios de sua competencia.
A insurreiclo, porm, nlo cessara anda, e la
segurado os seus transmites, talando campos e es-
palhando ruinas, e j entao tendo sua frente o
pretndeme D. Carlos, que se aprosentara na.
Navarra c as provincias vascongas, ostentanox>
titules e brasoes que lhe nao pertenciam senao
por desejos de bnlho c pretenciosas arrogancias
Infelizraento porm para elle, durou pouci-
a sua realesa, pow que, /OO primeiro recontre
enlre as torcas sob seu commando e as forcas te-
gaes, foi o pretndeme derrotado, desappareeon*
logo depois sem deixar noticias suas nem o poato
para onde se encaminhara.
V
\
\jmwmm^L\{MtJ^^I^,LJS^.


\
Diario de Peimmbii



r

I
Este desastre naturalmente wcmiwtKiu o I rste comen** om cruel sctnvmoo vevivel
planos dos insurgentes, c a nsOTrciriw'ftesdo logo alomado p ein alarma ti4a o reino V Hespa-
lieclHuii.sitiiMKWmlo se nvi<>s dos " -asomar o tvi l> Amadou, rujo'unten < matar rr-
jhc"fot wr aceitado aeor.ra do llcspaha. depois de
'reitralas rogativas dos fautores da revolucao de
if*H.
c liiiftlineiitc vendo ontros
dispersando-so oulrus
aprisionados,
A insurreieao conccnlroii-se en.lo na Mscava,
ne era seu principal baluarte; mas alii msese
t'oi sempre perdendo tersen ante, a; fnreas de
vmer.il Serrano, que aio'cessavam de |iersgaKla
\w todos os mciose molas ao sea alcance, eon-
laado-se entre esees mojos o de, que (ancn mo
o seu cominantonts, 'promulga mo urna anvatia
sss exdruxula.segaado aqnal oram recossiecidos
postos niilittres alguns olllciaes da nsurroieo.
Km (piante esees suceessos se da van ho campe
>!a luta civil, m Madrid, tinliam lugar outres nao
menos curie-es, eujos elfeitos principan tora
omaranhar tfiuaco aiuda oais da que olla *e
achara.
.EITectivaraente; o ministerio Sagsia, factor das
i l-ipJU', 0 nttftlmuln. como dissrinm, materia m
inbas as rasas do parlamento, rabio de repente,
victima do mais imprevisto incidente.
O iiMirislro do interior, achandiv-se baldo de
mcios, pedir c obtivera por emprestimo do se
-i-llega das colonias tuna avahada soinmapirra
lazer lace as despezas poliriaes- Xo -congresso
algtiHS deputados soubcr.tm do fsCto-s-*sohre e'le
pediram explicaooes; o o ministprn-ra instili-
car-te, julgou se obligado anro
vamente apresenlou ao par)'
meiKus compromete lores "
iiduiudo-se ah o *
papel pouco a'Hji'
As levelacv
dirs, e *
.Tindo-
...lis ven-
.listerio co-
jo Sr. Sagasta o
i9-sr oecupalo cm
igOM poderes ao almi-
.-guio orgauisar uin jabi-
A maioria com os partidistas
.ondtrocs que hegou a Madrid a
exdruxula amstia olTeredda pelo ge-
(TMM, c esta noticia causn crias apre-
ses todos os polticos pela pos ibilidade (|ue
.ixoii entrever de um.i'nova crise, se por ven-
tura uo fosse confirmada'a anyslia em qnesto.
Isla, poroto a-sim nao sticceden; o o g-ii'T. I
Serrano, fortalecido pela approvaco do sen acto,
ussigaou em Amoroviita urna ronveiiQao, andia
pelos msurgentes da liyscaia, leudo como lim a
lacilicaoio deliniliva do paiz, paertie .cao que
todava "nao teve lugar, pois que eontiiinnn a
insurreieao a fa.er sentir osseus males, operando
por nido de grrimas, de urna das quaes fui
vieiiina o proprio pipiete que escolta va o general
Serrano em sua volta Madrid, onde ia elle assu-
mir a direcen dos negocios do paiz, que ram
geridos pelo almirante Topete por delegaran sua.
Apenas einp fado no caigo de ministro e pre-
sideute do eonscli'.o de ministros, para o qual fura
eliam do pelo rc-i I). Auiaden, 6 depois e ter
oiitido do parlamento a approvacao de tolos os seus
actos no exercito do norte, quiz o general Serrano
ir mais tange, e pedio ao rei jiulorisacao para
propor ao congresso a suspensao temporaria das
garantas constitiicionaes.
O Sr. D. Amadeo 1 nao iota annuir fio desco-
munal pedido, e a sua-negativa determinmi a
quela de Serrano e do seu gabinete, depois de
penaos das de governo, e quand elle apenas
cjmecava inteirar-se dos negocios do paiz.
Ante-, porin, que seinefliante acontecimento ti-
wsse lugar, outro, nao meaos curioso e indicador
le veheiiiente desordem moral, se tinlia dado no
parlamento, em cuja maioria, manifestainente con-
acmdoril, devia aH>iar-se o general Serrano.
'i o caso une os ii.nlilos Uostis manifestan
/
1
'.aniu
a iulrirao de 'leixar'o jiarlaniento, onde estavam
en minora, sendo os carlistas os prineiroa rea-
bar o intento, e nao tardando a segui-los varios
republicanos e radieaes, entre os quaes o Sr. Kuiz
Zorrilla, cuja dernissao foi dada com apparatoso
ruid i, como se todos tivessein pressa em abando-
nar as regioes olliciaes para aguardar os acmle-
ciiiieutiis.
Estes segoiram o seu careo normal como ci-
ma vimos ; c, quando todo prenuneiava uuia SO-
1 ifo rasoavcl crise provocada pela retirada do
. .iral Serrano, eis senoquando >> rei D. Ama-
dea chama o Sr. Zorrilla para organizar gabine-
! c infringe assim as b las regras da herioeneutj-
;i parlamentar, hincando o paiz n'nrna attnaeao
(L iieilima. pois ipie. ao passo que eallo'-ava junto ao
rei o Cheto do partido radical, que dias antes dei-
xara brusca e ueUicosamente o parlamento, punha
este em antagonismo com o govemo, qoe ntO t-
nha nein poda ter maioria no eongre580,e qnc
alm disso. a se adiar bracio eom o poasimo es-
tado das Qoancas e eom os restos ainda tamegan-
tes da insurreieao carlista.
!: assim forain marebando as conffis na Hespa-
ulia. quatiM anuos depois de tuna guerra feiti em
notuc da ordein e da liberdad-. < leudo como ob-
jecto a regeneacao desse maifadado paiz 1
Apeis e!U|>'iss'ado uo poder, .6 Sr. Zorrilla fez
.. utUMawto do? eshlos, e nessi- documeuto, como
semprc zerain os 'seus predacessores, proiuetteu
m.t) sabir dos limites eoustilucionaes. curando ao
raesmo teinjio de viver a sombra dos principios li-
icraes.
Desgraeadamente, porin. era isso impoeaiyel, e
u gCQ priiieiru acto foi un solemne desmentido
essas lallazes promessas, pois que consisti elle na
lissolucao das cortes contra e fra de todas as
aadieoes de legalidad'' constitucional.
Assim, pois, tendo apenas poneos dia* de exis-
tencia, fui dissolvido o eongrvsso, e esse golpe fa-
tal, que ia ebrigar o govemo a asaomir a dictadu-
i ii> tocante ai is negaeios linaneeiros, deu lugar
i ti mais vivos protestos por parte de todos os par-
idos da opposicao, qae desde logo se pozeram em
ejtado de agitacao, ameacando-se. reciprocamente,
prometiendo assim dinVeis dias de vida a<> tbro-
no e d\ nastia e angustiosos momentos Hes-
panha.
ollocando seu lado u Sr. Zorrilla e os radi-
.es, o rei Amadeo accendeu contra si ainda mais.
se possivei. a< iras de todos os dentis partidos.
entre os quaes o carlista, ainda em armas, o re-
publican >. prestes entrar na Bea, o atfonsino
que ergueu definitivamente o seu pendi, e final-
mente o (inioiiislii, at ento dynastico, mas
p meo depois irritado pela a-censao dos radieaes
ao poder.
Em taes eiretunstaneias, v-se bera que nao
i rain roseas as cores que lingiam 08 borisoutes
da poltica internaba Hespanba, e qii9 fcil era, i
todo U'iiipo. apnarecercm as perniciosas c.in-e-
(Mieneias da febre (pie devoraba todos os espiri-
; is pirelTeito da fatdica desraorasaei poltica
em que se abysmava o paiz
()s partidos polticos, apenas foi dissolvido o par-
lamento e convocado mitro, cii!regaram-se s pra
ticas costniueiras fiara ganbarein as eleicoes ; e o
govemo. distribuindo a largas niaos as gracase os
iicneficios, com o manifest intuito de corrmpel-
as dasses de que quera tirar proveito, fazendo
o novo parlamento feicao dos seus desejos, JHn-
t'in s mitras mais urna robusta trova da sua fal-
ta de moral, c por tanto da sua incapacidade cons-
titucional para dirigir os deslinos do paiz.
A insurreii;ao carlista ainda ergua, aqui e all.
o altivo rollo embora sempre perseguida, e cada
vez mais enraizava a crenea de que Uem precaria
era a sorte da Hespanba, entregue tuda a sorte
de diatribes em meto das mais tristes perturbacoes
da ordieu publica e das fnnecoes governathas.
Entretanto, por cutre e-sasmil vcissitudcis e di-
Sliiuldades, urna luz fez-se brilliar derramando de
abito alguin elarao emmeio dast retas que cerca-
vam as tinant as, e esse espectculo novo, nos tem-
pes tempestuosos que corriam, anitnou alguin
tanto o conunereio c as industrias, determinando
urna certa alca nos fundos do Estado, at ento
baslante depreciados.
Foi essa luz o pagamento do juro da divida pu-
blica, pagamento determinado jior urna transac-
;o fe.a com a casa Hotscbild, e por via da qual
pode c governo obter recareos para satisfazer os
sen couipromissos..
E' ciato que, no estado de ebulicao em que se
arhava o paiz, liem cara foi essa transac^io ; mas,
anda assha, foi vantajosa em vista dos beneficios
Jao produzio, repondo, em >artc, em sen mo-
BSto iwdestal os crditos abalados do paiz.
A' esse lempo recmdesceram os boatos de abdi-
^acp do rei D. Amadeo, e varios joraaes da Italia,
cuja dynastia pertence esse soberano, nao tre-
njdaram cm apenar esse alvitre, que entretanto nao
era apaniguado por Victor Emmanuel, que temia
que m ch-^ue em Hespanha repercutisse na Ita-
lia de forma inquietadora para H.
Esses boatos, porin, parece terem sido sem fun-
damento, por quaoto, anda nicsmo attribulado pe-
la soqueada quasi vertiginosa dos acontecinien-
tos, nao desanimava o rei D. Amadeu, cuja tem-
pera (Taco sabia resistir com firmeza e calma aos
inas ousadps botos, dos seos adversarios. '
Estes foram indo o seu canimlio, e cmquanto o
f{overno se atinba em prorogar os cucanientos at
a constituido da nova cmara, que o^via regular
as liiun^is, nao descaneavam elfaem preparar e
dispr os seus elemenloa para a luta ajeitoral, em
Bcpois do infame crime que victimon o infeliz
gen ral l'rim, o nao haveudo motivos particular^
para se tentar contra a vida d rei, e meato so jiole ser attrilmido* manejos pencos,
esta toi a crenea geral, te s' em Hesjfnda, mas
tainhem nos dc'mais pai/.eS'Curoiieus
Teve lugar o atteude na rua/io Arenal, na
sioute de 18 de idho, c |ineeedc)|Co c succedea-llie
a inesma serie de circmiistaj(f;is que revistiran
o celebre crime da ra^jjJrTiuco. /
Bosta -vez, pori'u*' .o foram felizes os flssassl-
mis, por que a vij/.ua, designada para ser sacri-
ficada aos MP^oslupidos manejosx-cscapou aos
re|K5tidosv<4 0s desfechados contra a corruagem
em que/se achaca, tendo orii sua compauliia
a vijTOi>sa consorte que parflliava das suas glo-
Ksc desgostos. ^'
Se escapen da morte a victima, no acontecen
assim aos assassinos, um dos quaes cabio sob os
golpes dos a<- es da polica, quem resista, sen-
do prese- ,is dos ontros, que foram expiar o
(iiiu<'/' carecres do estado.
.sacio que o atlentado produzio no paiz,
..ou sobre o soberano milito mais syinpathias
.. i que as di- qoe elle goza va al entao, c os ini-
mifos da dynastia nada lucraran com a Iraicoei-
ra emboscada, senao vereni que todos os partidos
iciiegaram ter connivencia com esse abjecto pri-
me ecom a mo oeculta que dirigi os sica-
rios, por ventura a mesina que assassinou o gene-
ral IMiiii.
A indiguacao foi geni, como dissemos, o as
provas Ce acr\ solado alecloao soberano, nao se
lizeram esperar, e de todos os lados surgiram pre-
Hhesde loiivaveisdedicacocs. O. povo bespanUol
uao foi o ultimo c:n expandir-se nessas nrova?, e
em applaudir o acto de coragem em que o rei uta-
ivifestou sua lirmeza e abnegacao, mostrando-se
superior ao aconlecimenlo, e tal qual ja se tinha
revelado quando approvou o indulto c a conven-
cao de Amoreveu, e quando pido respeito devidu
s instituicijes. negnu a suspensao das garantas
eonslitncwnaes pedida pelo general Serrano.
I'ouco depois do atlentado o rei D. Aiuadeu.
desejoso de ver e de se fazer conliecer pelos povos
dos seus estados, sabio de Madrid em excurso
varias provincias, e esse passeio foi um verdadei-
iii triuniplii, que ainda mais poz em debaudada
os inimigos da sua dMiastia.
Por toda a parle foi oro recelado com esplendidas
demnstrateos de regosijo, e por toda a parle ro
vicloriado e aedamado; e, ao regressar captol
liaba augmentado consideravclmente o numero
dos seus affeicoados e feito haquear os propsitos
dos oppo'icioistas do govemo,-cojos planos elei-
torai's se dcsarranjaram por tal forma que, em
sua maioria, retiraram-sa elles do pleito, tornan-
do assim mais fcil o precesso eleitoral e poreno-
seqnencia a victoria dos radicaos.
Por alii se v lodo o alcance do atlentado con-
tra a vida do rei. Os seus autores jogaram Ma
partida arriscr.da, e, querendo ganbar muito, ludo
perderam, robusteeendo assim o partido radical,
que se firmn no poder.
Fizeram-sc as eleicoes sem maiores cntraves,
e, posto que tenliam iavido des rdens em varios
pontos do reino, foram estas todava em numero
limitadoe por molo algtim tao turrilicantes como
as precedentes, feilas sob o rgimen progressista.
Se didiculdades nao teve, |iois, o luiuistorio
Zorrilla pelo lado das eleicoes, nao Ibe correram
assim os negocios linaneeiros, visto como lve
elle que pagar soinmas avahadas anb>s da ren-
iio das cortes, c para consegui-lo houvc inisler
de fazer o[ieracoes onerosas ao ihesouro, e que
em todo o raso loram paliativos te.mp>rari >s que
de modo algum poderam alliviar as ms cireums-
taneias da Baada.
Nao foram essas porm as nicas diflicullades
aun que latan O guveno do Sr- Zorrilla. Tam-
beni continiiou a cauzar-lbe a|iprehensesa persis-
tencia das guerrilliis carlistus em varios pontos
das provincias, e uem assim os perigos que cor-
riam os viajares das estradas, que iam sendo
atacados vehementemente, revelando Uto grande
alta de garantas de vida e de propriedade.
Tal era p >is o estado da Hespanba quando K
reuniram as novas cortes, eleitas sob a intluencia
radical, e em cuju gremio apenas se sentaran)
alguns progresistas, carlistas e tas, e, por
una especie de coniveucia (< avullado numero do republicanos, Coberto odavia
por iminensa maioria de governistas.
rei abri pessoalmente as cortes, e pronun-
ciou um longo c bem elaborado discurso, que foi
identeinente louvado pelos jornaes ministerialis-
las e orificado acremente pelos opposeionistas.
Ao 1er este discurso dir-se-bia que os mares em
qae na vega va a nao do estado cram mares de
Kisas, e que a Hespanha ia eanpnho de ama
completa iransformaco. Reforma o exercito c
a armada pela aboh'cao da conscripeo e obliga-
t''riedade do servico militar; ref..nnai- a admi-
ns
lado
Sexta feira-3-de Janeiro d 1873.
islraco; promover a separadlo da igreja do es;
ado; cbamir definitivamente a una de Cubaji
orden) legal; dar o ultimo golpe na insurreieao
carlista, o finalmente reconstruir as ('mancas;
tal foto inodstoprogrammado ministerio Zorril a,
progrmala daacil seno imposHVOl de realisar
as circunistancias especiosas do paiz.
Os povos latinos nutrem-se muito de illusoes;
mas neste ponto os hespanhes levam todo3 os
mais de vencida. Com um dficit inmenso e com
o pagamento dos funcrionarios pblicos ainda em
airazo,cousa que na Europa se nao dava senao na
Hespanha e na Turqua, queran) com um ra-go
de penna extinguir o dficit e extingui-lo-hiam no
papel, como no' papel leu) feto militares de refor-
mas, que nao se traduzcm ua praiica.
A obra da revolueiio de 1858 deu-lhes a mais
democrtica de todas as consUluicoes europeas;
entretanto nenhuma das promessas liberaos ah
feitas tem sido cumplida,etodas vosendo sophis-
iuadas pelos governos qoe se succeilem com ver-
tiginosa rapidez, sem que se poasa precisar a poca
em ipie ellas veuliam ser palpaveis realidades.
Se o governo do Sr. Zorrilla poderse executar o
seu programma, certamente prestara immenso
servico ao paiz ; mas a isso, como dissemos,
i ppuiham-se varias causas, entre as quaes
priucipalmente a ndole irrequieta dos partidos,
sempre dispostos crear cntraves aos seus adver
garios do poder.
Foi assim que, apenas iniciados no parlamento,
os projeclos linaneeiros provocaran) desordons ein
varios pontos e m.is particularmente em Madrid;
e foi assim tamben) que o mesmo faci se pro-
duzio com maior vulto proposito do projecto de
(dirigaloriedade do servico militar.
Entretanto os negocios polticos'form seguiudo
o seu rumo no parlamento, e ahi, depois de acalo-
rado debate, votoase a resposta ao discurso da
ron'ia, e eutrou-se na discusso dos projectosj de
blanda o de recruiamento de 40:000 homens,
eni quanto que no Ferol insurgram-sc varios
grupos de operario?, e, aos gritos de viva
repblica federal, derramarain sustos e terrores,
que repercutirn) dolorosamente em Madrid.
As medidas de fazenda, louvadas pelos jornae
do governo, foram acremente censuradas pela
opposicao, e at por varios jornaes estraugeiros,
que disseram que o uowein que em 1871 recebera
proposlas para um empreBlimo de um milliar,
precisaudo apenas de i ."o niilhes, s porque
proclamara face do mundo o carcter sagrado
da divida externa, nao devia subscrever essas
propostas, que eram a uegaco do seu recente
passado.
A revolta do Ferol, provocada pela falta de paga-
meuto dos salarios que aos opararios devia o
govemo, foi por este kdavia cruelmente sopitada,
e os seus fautores atrozmente punidos, sem que Ibes
podessem valer o manto [wlico coin que os pre-
lendeu cubrir um deputado, quando apresenlou
ao parlamento urna proposta pedindo que se de-
clarasse que o congresso tea com prazer que nao
se applicasse a pena de morte na pennsula uem
uas provincias do ultramar, em quanto se nao
decidisse sobr o projecto de lei que a abola, pro-
jecto admittido dias antes, sob proposta do Sr.
Becerra.
Nao llies pode valer, porem, esse manto, por
que, con ta toda a espctativa, pronunciando-se
o Sr. Zorrilla, o radical afamado, contra essa pro-
posta, e, declarando que, se a pena de morte fosee
abolida, eJJe se nao conservara no poder nem
mesmo por i hora?, eouseguio que callease a
indicacao.eom inanifesta'perda para os principios
liberaos proclamados pela revolucao de 1868.
E foi o borneo) das grandssims roformas, e
eminente liberal, como o appeUidam os seus ami-
gos, o nico hornera que interpreta o pensamenlo
da revoiocao de Cdiz, como quereHKmosirar os
seus correligionarios e elle proprio quer mostrar,
o primeiro estadis'a do Hespanha era fim, como o
proclamara os seos partidarias, o que se oppoz
abolicao da pena de morte nos atinespolitkmI!!
Este triste fado, que deve ter enchido de luto
do que valent os prindijos q **,, he-J nhi no reverso da medalha, cujo anverso fabrica-
iii:iis qi se avanj/fTii, .* ecna pditica 4a|rain os .iconiicimenlos dos dez ltimos anuos.
Rf^MHn.- jr
(i $*. I'ecerpt io pcjojt>4liiolicn da paia de
iwmte se.p\'(pa,;i s (Teams/ .Miirrms uao ludio elle, poique, con)o o
^-ylorrdla, ^stav.y-.invenedo de que a pouca
i sua patria se ppunha
wedida ckfi*9itra.
EntretanloM^isiirgemes do Ferol foram leva-
dos ao crinwltef finne, e fomojs asa eansada
|ieto \miyeo governo do Sr. Zorrlia,, (pie Ibes uo
paga va os seus salarios 4tpm dislo con-
deipflaram-o*. uas morte e otaros a priSao tem-
poraria !
Eis m fiarlos da reveaica de Cdiz, qnc tanto
prometiera todo ia faltando, e cajos fantores
sd primavain pela immora I idade enij, administra-
cao na faaenda, pola tyrania na governo, pelo
mordacamento da imprensa, pela suppressao da
liberdade dajiibuna e |ieia uegacao da tolerancia
religiosa !
Depois do indcil, triumpho parlamentar do Sr.
Zorrilla, oceupou-se o congresso com a proposta
<|iie Ibe foi feita para ser acensado o Sr. Sagasta,
cliofe do* gabinete anterior ao d general Serrano.
Iteclaiou o governe que nae se oppnnha acea-
sacio, mas que votava contra, dizeudo o Sr. Zor-
rilla que o fazla pelos tacos de amisade e fiatcrni-
dade qae o ligavam ao Sr. Sagasla. Nao se tom-
brou elle, (Kirni. di* que assim nao praticara quan-
do, no dominio daijuelle governo, propozera essa
aceusacao, e, como o seu lim era apanfgttar o sen
ex-collega, nao Irepidou em aconselhar aos seus
amigos mais urna quetira da moralidadc do par-
lamento.
Este, porvm, solirepujiHi aos censemos do minis-
tro, e decretou a aceusacao do Sr. Sagasta, cuja
causa foi logo abracada pelo |tartido conserva-
dor, (pie, lelos seus orgos recoiiheridos, o felici-
ten'por seinelliaute acbateciinento.
Nao vicejaram muito, entretanto, os looros do
parlamento, pois que, leudo apparecido no sen teto
o pedido do jaita criminal de Madrid para ser pro-
cessado o Sr. Moreno Rodrguez, queapoiar a ac-
eusacao, recuson elle a licenca para o processo, e,
assim, mais urna vez. mnstron a sua pairialida.le.
De|iois destes actos, que rararterisam completa-
mente o parlamento hcspanhol, continimu elle as
disciissoes enceladas sobre varios assumptos, e^
as peripecias dos debates, teve ocrasiao de aprc-
viar as encontradas opinoes dos seus inembros so-
bre os variados aSsiimptos sujeitos a seu exame o
approvacao, especialmente no que dizia respeito ao
liuanf fro. proposito do que declarou o Sr. Zor-
rilla qoe lazia qnestao ministerial da acdtaro dos
projeclos inherentes fazenda, projectos que ti-
nhain como alvo o equilibrio dos ornamentos.
Sobre alguns desses assumptos )^ronuncion-se
logo a asscmbla por nido d votaco, qoe alias
foi expressiva, por ler sido feita jior grande maio-
ria, quando disse respeito adopcao do projecto
de lei, relativo ao rcei utamento de M) mu fomens,
para suhslituieocs e complemento do exercito,
projecto que entretanto foi ainda um novo golpe
desicrido contra as promessas da revolucao de
Cdiz.
Basa violai o. porm, foi necessaria, e bem de-
iionstrou essa neccssidade.a attitude do partido
republicano federal, sempre amcac.adora e por
lim realisando as suas ameacas com escndalo
para o paiz, que elle alirou mais urna vez nos
bracos da revolta.
Efectivamente as ullimas noticias da Hespanha
da i este infeliz paiz trabalhado novainente pida
guerra civil, sempre cruel e devastadora, e por
certo lerriveis mementos, dotorosaa angustias sof-
fiera a patria de l'rim, antes que veja consolidada
a obra da revolucao que destronou Isaliel, antes
qae posta elle dormir tranquillo no regace da paz
interna, que o melhor bem que podeui almajar
os javos, que dcsejaiu viver cora a luz e para a
luz.
Longo, bem longe, porem, parecen) estar essas
boas tonyes para a infeliz llesuanha, mxime ago-
ra em face di revolucao republicana, e da aiuda
nao extracta revolta carlista.
Excitados (ts nimos, e desprestigiado o governo.
ninguein pode dizer como era quando serenara a
lemnestade que amcaca derruliar tudo, sem excluir
o Himno de S. Fernando, era (pie se senta o filho
de Victer Emmamiel ; e por isso sao sobre modo
incertos os destinos da Hespanha. onde parece
que feneceu de todo o sentiinento do annr patrio
e eom elle os sontiinentos de huuianidade, lo pro-
eonisados no apealo actual.
E nao so uo que diz respeito inetropole que
se achara ensombrados os destinos da He paiiba.
no ; tambera no locante s possessiles especial-
mente no que se refere Cuba, eseuros, bem es-
culos sio ainda os liorisonles, e, aqui, como alli.
bcni podem periclitar as aspiraedes da parte sen-
sata do paiz.
A revoi a de Cuba aiuda nao pode ser de toda
snllocadan auno qncveiode lindar; e oertameu-
te muito irabntbo e militas prenccupa>jpes anda
ha de ella stiggerir ao governo hespanRol. qual-
qoer elle soja, antes de locar ao seu termino.
j.No se raataai de momento as aspiradles de li-
berdade e de todopendencia de um povo, mxime
ipiando esse povo teve a ventura de nascer na
America e ah bebe longos haostos as auras li-
vres que liafejam o novo continente. Por isso
que Cuba resiste e ha de provavelmentc resistir.
at que soe a hora da intervenco americana em
favor dos mfelizes cubanos, seqiosos de vida pro-
liria o de aulonomia poltica.
At l, o que haver na inetropole. na Hespa-
nha europea 1 S Deus o sabe ; s o futuro nu-
lo poder dizer. Entretanto licito recelar poj
esse futoro, porque os successores de Isabel cons-
pirara, e a sutoria esto cfaeia de esemptos de mo-
narchias absolutas assentes sobre as ruinas fume-
gantes de povos csphacelados por constantes e
successivas revolucoes.
ITALIV.
Para a joven liaba, n/i e indivisivel, como
apraz nomea-la aos habitantes desse formoso e
famoso paiz, lindou-so o anno.de 1871 entre a
ostupefaccao produzida por dous grandes aeontc-
ciuieutos/um dos quaes bastante notavel, estupen-
do mesmo e eapaz de ciptivar todas as attencoes
que se senteni felizes jior corarein dos negocios
espirtuaes c un tanta o mai dedicaco do que
prestara aos temporaes
Queremos fallar da cobesistenca de dous reis
em Boina, um espiritual, habitando o Vaticano,
outro temporal, encuendo com os arruidos da sua
corte os vastos salees do Quirinal.
Este faeto que, ao verilicar-se, annunciou ao
mundo inteiro a realisaco do sonho dourado de
Cavour, embora Ibe fallasse a authorga' da Frail-
ea, era cuja ausencia teve lugar, quando a Alle-
uianlia ainda lazia sentir sua mo de ferro sobre
os habitantes d'aquein do Hheno ; este faeto, di-
zemos, foi a ultima apprehenso do povo italiano ao
descaiiibar o anuo de 1871 para o tumilo dos
tempos, e foi ainda a sua primeira apprehenso ao
surgir d'eutre as brumas do futuro a primeira
aurora do anuo de 1872.
E' que nellc est euvollo tal vez todo o futun da
joven Italia, una e indissuluvel; que nelle con
sideram os povos da pennsula itlica urna como
luta occolta, ura como aggregado de forjas ador-
midas, mas sempre prestes mostraren) o seu
possante impulso, o seu antagonismo cruento,
(piando soar a hora do combate, (piando a Euro-
pa acordar do lethargo era que a deixaram os
sangrentes successos de 1870 e 1871.
E assim realmente. A permanencia do Santo
Padre na cidaJe eterna, permanencia acouselhada
polos catholicos de todo o universo, nao pode dei
X3X de ser tida como um soleme e permanente
protesto contra a usurpadlo dos estados da igreja,
e, embora as tergiversacoes do governo usurpador
de Victor Emmanuel, ha de sempre apparecer aos
odios do catholicsmo como a avancada da cruza-
da santa que ainda um da se erguer para ga-
rantir s>nta s c ao sommo pontfice a indepen-
dencia de que carecem para dirigir os negocios
espirtuaes do mundo, tratando em p de gualda-
de temporal com os deinais governos que regem
a socedade dos homens.
Os receios em que boje, como desde alguns an-
nos, vive a Europa ; a paz armada cm que se
abriga para aguardar os acontecimentos; c as
v,s tentativas que faz por sabir desse melindroso
oslado ; sao nutras tantos causas motoras da apa-
nda eom que ella tem deixado correr os negocios
de Roma, perinitundo como qae consolidar-se a
obra de esbulho de Victor Eniiiianuel, depois que
enlrou no numero dos factos consammados
Mas, que fado eonsaounado lia na historia que
aprsente em seu favor os secutes de existencia
que con lava o poder temporal dos papas ? E"por-
ventura, na hora fatdica das prova^oes, dexou de
rucar os labios do venerando chefe do catholics-
mo' a esponja que Victor Enmianuel embeber no
fel do esbulho ?
V'o; e, pois, maguen) ha que possa, de ante-
mo dizer quaes os acontecimentus que o futuro
reserva Italia; e os decretos da Providencia,
contra cuja igreja nao podem prevalecer as portas
do inferno, (carao sempre sabidos, at que o re-
.acano, o Suuimo Pontiliee recetiia as corteSSM o
(leio mstraces rteaiT(^cte dos seus adeptos, e do al-
tiuamliT soaf ossa hora, a Prnmvi, a pri.nogoni-^tama sua c;ideir gestatoria lamjava oNiuathesi.i
la da igreja, lera livres de lodo as pnfsantes inos, "obre o ado que ii esbuliiou dos seos estados
todos os corajes qae palpitan pola santa causa [logo dos lempos bata ahora da vindicta, at que
da liberdo.de, deu solemne e irreefisavel testemuabo J o machinismo engenhow das desforras bata o cu-
boje ainda atadas ao |Hisle que lite forjan apo
lea i III, e a Alleinaiiha, vendo empalmado o brilho
das glorias qoe conquisten com a mxima do 'seu
primeiro ministro -la forc prime le droit-, nio
mais po tora dictar aki Europa entorpecida e
abastardada, e ha de assistir i consiumiiacio da
vindicta com o abatinsmlo em que cahk) not pri-
mos tempos do 1. iVapotoao, e swn esse vio or-
gulb' com que ainda no auno lindo busoou intri-
gar a sua virliraa com o povo ilaliano, para, sobre
edilirio dessd intriga, edilicar os cartellos da
iiizade que busca "entrelazar .com a joven Italia.
At esse lempo oem provavcl que ainda per-
dure o mo estado das (naneas italianas, sempre
em busca de nielhoras, mas sempre carecedoras
de cuidados qne Ibe nao bastara neai mesu)o para
ir maniendo era p honroso os compromissos do
thesouro, despeito djs esforeos do Sr. Sella, e
sera embargo das medidas propostas ao parlamen-
to, tendo como base principal o imposto, islo ,
nina causa de constantes dcsgoslos para o povo,
sobre quera este recabe pesado e esmagador.
Poi infectivamente o estado financero do paiz a
segunda apprelieiisao que legou aos "italianos, no
anuo findo, o seu predecessor na ordem dos ten>-
pos, c esta apprehenso aiuda, como aquella mi-
tra, legada ao anno que hoje comeca, sem visos
de solucao prxima, sem probabilidades de desen-
lace razoavcl.
E' (pie aqui, como all, diversas causas deter-
aiinam o tocto ingente cons u var-se nos estre-
tos limites em que caliio c vai-se arrastondo, c de
que cortamente s se poder libertar quando se
modiliearom as condiedes polticas em que se
agita o parlamentarismo na pcmn-ula, sempre
cat do antagonismo dos aartdos, autagouisuio'que
ainda se nao deu no anno lindo, porque anda
s um o pensamento do paiz.
Esse estado de apathia poltica, que asss defi-
nimos no nosso precedente retrospeeto, perdurou
ein todo o anno lindo, e dalii e da taita do movi-
mento e d i vida que pede o systema parlamenlar
nasceram e se conservain em perenne aetivdade as
dilllculdades do governo no tocante s financas e
no tocante orgauisaco de outro* serrinos de que
carece o estado.
Essas dilllculdades, porm, nao foram ao ponto
de iiimossibilitar alguraas boas e felizes idiis do
gabinete em harmona de vistos com o parlamen-
te ; e, ate certo ponto; foram ellas que crearam
as energas de que ambos os ramos do poder do-
rara provas no anno lindo, votando e promulgando
varias leis de mximo intere se para o paiz, e Un-
pando os liorisonles polticos do lado da Franca
das eras mtvens que se apragiam em forjar-
Ibes alguns jornalistjs pouco escrupulosos a al-
guns pblicos pressurosos, como esses que no par-
lamento francez qiizcrain fazer discutir um pro-
jecto adiado de interferencia da Franca no. nego-
cios italianos, projecto que o parlamento francez
leve todava o bum senso de atestar da tella das
disciLssocs.
Effectvamente algumas boas leis foram promul-
gadas no sentido de organsar servicos para o paiz
e de crear recursos ao ihesouro, e |ior oulro lado
o voto da asscmbla francesa e a recepeo do era
Iwixador da Franca pelo rei Victor Emmanuel
definiram melhor a situaran da poltica externa,
pemiittndo ao ministerio italiano proseguir nos
seus esforcos por equilibrar os orcamentos c por
terminar os seus proposites de completa organisa-
eo do paiz.
" Em quanto a Hespanba colina o fructo de qua-
renta anuos de revolucoes e de contra-revoluces,
que llie obscurecan) de todo o futuro, a Italia ia
sameando bons graos, < comecava^a colher os
(relos da sua sabedoria e sagacidade em conquis-
tar, mantor e (brtiflear unu situacao ao raesmo
lampe dillicil e trabalhosa, e BOf isso niesino bella
e obela de attractivos.
Entretanto, no Vaticano, o chefe do catholicsmo
prosegua na sua misso de paze amor, e ali rece-
a deputocoes, proitos e presentes de todos os po-
vos catholicos, firme no seu proposito de nao aban-
donar Boma, e crente na pnuuessa de que Christo
nao abandonar a sua igreja
Em quaute no santo recinto da Cidaile Leom ua,
tudo respirava paz o concordia,, lcvantovam resis-
tencia e alaridos, em varios pontos do paiz, os im-
postos propostos ao parlamento (icio Sr. Sella, c
cuja adopcao devia uielborar as eircumstancias
fiaanceirasdo paiz. e por mitro lado nao cessavao
governo de destechar golpes ao coracao do vene-
rando recluso do Vaticano, como fez, resolvendo
dar posse aos paroches nomeados por bisaos sem
exequtur.
As dores-produzidas por esses golpes, foram sen-
do, porem, mittigadas em parte pelo nioviniento
religioso, bavido mesmo na Italia, e em grande
liarte o tomn pelo meetinij havido em Boma, e no
qual se manifestara ni sinceras adliesoes ao santo
padre e igreja. *
Foi, penco mais ou menos, por esse lempo que
se deu a morte de Mazin, celebre revolucionario,
mas ardente c sincero |ialriota. morte que foi un
verdadeiro acontecimento, posto que o infeliz agi-
tador estrvesse retirado da vida activa e passa-se
o ultimo quartel da vida n'um lugar segregado de
Pisa.
A cmara dos deputado? votou iinaninienienle a
nxprcsso de suas condolencias pela morte de
Mazici; o seu busto foi levado solemnemente para
o Capitolio ; e em Piza onde foram feitas as exe-
quias, e era Genova, para onde foram levados os
seus restos mortaes, imponente foram as manifes-
lacoes de pesar pelo jiassamento de um dos maio-
res vultos da Italia, cojos erros pouco foram em
confronto cora o muito amor da patria que
cegava.
Era o sonho dourado do Maziui ter Boma como
capital da Italia, e por isso, logo que vio realisado
esse sonho, dexou de conspirar, para soraente,
contemplar a obra d'essa por ventura mais grave
c maior revolucao do secuto, que realisara a Italia,
sem todava sabir do terreno pralico, sem se dei-
xar dominar pelas loucuras partidarias, e sem se
ueixar levar pelas resoluces demasiadamente
exeessivas por que milites clainavam. /
O gabinete de Boma, gabinete que conta homens
taes como os Srs. Gouza, Visconti-Venosla e Sella,
representava a poltica liberal no que ella tinha de
mais prudente e feliz ; e como quer que para se
nianter e bem dirigir os seus passos, careca o
gabinete de evitar questes religiosas, esforcava-se
elle por mostrar Europa que o santo padre poda
viver em Boma sem recios e com toda a segu-
ranza.
Era esse-sem duvida o segredo da sua poltica.
a causa que o forcava adiar certas medidas,
taes como a lei que devia ser apresentoda sobre
as corporaces ecclesiasticas de Boma.
D'essa poltica deu dle ardas, quando preferio
ver separar-se do seu seio o Sr. Correan, ministro
da instruccao publica, ter de acoinpanua-lo na
insistencia pelo seu projecto de lei sobre o ensino
e cujo primeiro artigo supprimia toda e qualqucr
direceo religiosa das escolas.
Eirtvamente, convencido da inopportunidade de
seinelhante medida, que adiara milhares de resis-
tencias no paiz, o ministerio nao quiz acouipanhar
o Sr. Correnti n'essc alvitre, e este estadista aban-
donou a sua pasto inoi diananient e sem ranc'or
deixaodo livre campo policaministerial, ('guar-
dando as boas grabas do parlamento, ao qual voltou
tomar assento entre os amigos do gabinete.
O ministerio ficou sem esse prestimoso inenibro,
mas a sua poltica nao decenio, e o parlamento
proseguionos seus trabamos, at que encerrou-se
a sessao, licando votados e definitivamente appro-
vados os varios projeclos, tanto financeiros como
adiiiinistralvos, que foram subinettidos sua
apreeiacao.
A' esse lempo, porem, e depois das modestas
festas do Vaticano, pelo anniversario do sum no
pontfice, festas que concorreram innmeros ca-
tholicos de todos os paizes, causava muito iinprcs-
sao era todos os crculos a carta, cm forma de cn-
cyclica, dirigida pelo santo padre aos governos es-
traugeiros, e na qual o chefe do catholicsmo
queixava-se mais -tuna vez das osurpacoes feitas
pelo governo do rei cm sea prejuizo e da que se
pretenda fazer s ordens religiosas, e bem assim
dizia que eslava livre, mas nao ndepeudeiite, alfir-
mava que nao poda haver couciliaco entre a
Santa Se e o governo ilaliano, e conclua dizendo
que o papado foi sempre urna ligaco entre os po-
vos e os principes, um centro de concordia e de
paz, e para a Italia urna verdadeira grandeza, o
protector da sua independencia, a sua constante
defeza e o baluarte da iberdade italiana.
Essa carta, como dissemos, causn moita sensa-
cio, e animou os amigos da Sania S pleitearen)
as eleicoes municipacs que pouco depois tiveram
lugar em todo o paiz, e as quaes tiveram elles
ganho de causa em alguns pontos, posto que fosse
a fnaioria dehas favoravd causa do governo, que
n'uina cireular assi.n recommendara-se aos seus
adeptos e ao paiz.
Entretanto aproxiniou-se o da anniversario da
entrada das tropas italianas em Boma, e fesui- fo-
ram feitas na capital para celebrar esse acontec-
ment, sendo o rei Vctor Emmanuel bastante
victoriado as ras e pracas, ao passo que, no va-
da cora temporal, que laqii brijins gajiliafa
sand i-lii..' naaiigustei rocosa fronte.
Este acto exacerben os liberaos, e os jomaos
deste credo entraran) animar o ministerio para
2ue apresmosse e apressasse no parlamento a
iseussao do projecto relativo s ordens religiosas,
dizendo que a opiniao publica estova formada so'.iv
tai objecto e proclaniava a nocessidade das medidas
contidas no bosnio |>rojccto.
Assim se decidi o governo praticar, e falln
disso as remides particulares dos deputado*, an-
tes da reabertura do parlamento, adiando todava
seras resistencias entre os variados matiios do
partido liberal, em inutos dos quaes anda tem
orea e prestigio o senliiuento religioso, que incit
guardar respeitos aoque se liga ao culto ou aquel-
los que nrilcscciuprcgaiii mais particularmule.
O govemo, porin. nao se demoveii do seu intento,
e, sallando por sobre todas as conveniencias,
apresenlou o projecto ao parlamento, logo (pie osle
se abri 30 de noveinbro, rompeudo assim com
as tradieces da sua poltica, que descubri OBBVO
ser toda capciosa e de relalsainentos.
A asman nao se pronunciou, porm, sobre o as-
sunipto, e aeba-so aiuda incubado o parecer que
sobre elle tem de dar a rjiiiirassa.i, que diz res-
peito laes materias. O geverno,entretanto, pio-
segue na sua obra de coinprcssao aos dericaes e
aos radicaos, suspendendoa realisaco de nuttings,
advertindo jornaes, e fazondo plisos, tudo cora o
lim de, na sua phrase perante o paiiainenW, Mn-
ter a ordem e auxiliar o progreuo.
A*s ullimas noticias, porm, a ordem licava bem
anieaeada, visto como sentiam-se j era alguns
pontos do reino os arruidos precursores das revol-
t;is, seraelhaiites essas trepi.lai-r..'S do solo que
precedeui as crupcoes vulcamcas."
A alitude do governo era enrgica, o, elle senta-
se forte para dominar qualquer niovimeiito, m-
xime adiaiido-se j de P08BC dos orcamentos para
o anno que boje comeca, os quaes tiiihain sido vo-
tados (idas cmaras d accordo com as vistas do
mesmo governo.
Essa attitude, de nada valora. |mi m, ,sc a cata-
dupa despenhar-se terrivid, porque ao seu des-
eiilreameiito nada pode, resistir. Mas isso o qne
sera duvida ni) acontecer anda agora, porque
cedo domis para fazer a oolhdta da sement ana
os acontecimentos tem semeado.
Essa Cidheithade ser feita, temos nos conlianca,
embora ella se opponha o governo de Victor
Emmanuel, embora contra ella conspiren) as ideas
boje em voga na pennsula tabana.
As verdades do calholicisnio sao como a luz br-
Ibante dos phaies que preserva os navios do nau-
fragio, Iluminando as costos e os escolaos ; as ve-
sos tem o seu instante di'trevas, mas oslas mesinas
serveiu para lixar a natureza do foco de luz, cujo
reappareciniiMito trazsoatpre um raio de esperan-
ce, ao coraran carale do consol.
A bella phrase et porta- infer ne precalcbanl
udeersus cam, tem um poder inerivel, e [i .r as-
sim dizer, una das pedias do pharo da consci-
enca.
(Juando tivor passado a hora do ecclipse, oppo-
iihain-se-lhe embora todas as possiveis resistencias,
a luz novassenle rasgar as trovas e cora o son
brilho Iluminar o mundo.
Al entao tcnhauos conlianca em qne, nao obs-
tante o governo da Italia o o rei Victor Emmanuel,
a barca de Podro nao naufragar.
SUISSA.
Outrora, e nao vai nesta locuco longos prazos,
(pioui se fagava de espraiar oihos tristes sobre
muitos povos europeus, sentia-os alegres repousa-
reni as liellczas sem par de que gozavam os
suissos, felizes por ipie se vangloriavam de possuir
as mais sabas leis do continente e com ellas toda a
sorte de progressos, que sabeni colher os povos
quando cauniihan sobre as lloros que o seu tino
politico-social se apraz em semear. altendo-sc
curar de si, sem se introutetter nos negocios
alhiuos.
Era realmente feliz o povo suisso. e o quadre
que ajir-.-cutovam suasfe.i'idides sera duvida se
Oflerecia por modello aos povos que desejavaui vi
ver a vida activa e calina que lio necessaria ao
deseiivolviinento das torcas naturaes, e que jamis
lera por corolario o deseucadeiainento de tempes-
tades que tudo abalara o deslroem, sera nada pro-
duzirera era bem da liumandade.
Era a vida poltica da coiilodoraoao helvtica
um mar de rosas, sem escolos, era cujas aguas
tranquillas vogava a nao do o>tado livre de apare
hemwes crueis. Hoje j all nao se ostenta a mes-
illa tranquilla l'elicdade, e, posto que esta ainda
perdure, anda involla cora resaibos amargosos
(pie fazein lembrar com saudades aos inoiitaiihezes
da confederasen os idos lempos em que a Allema-
uha, se sunhava, nao pratieava aiuda o desojo d(
annexar si ai|udlas formosas nioutanhas.
Ao abrir-se o anuo de IS" tudo erara apprehen-
ses na Suissa, polo laclo que se quera ver reali-
sado da transformadlo da repblica, de federativa
que cm unitaria e* ceutralisada, como a sonhava
a Prussia, e faziam-sg executores do seu sonho al-
guns estadistas o homens pblicos da confedera-
pao, sem se lembrarem de que, assim praticande,
iam augmentando as probabiudades da anuexo
allem.
Depois da guerra Ikmco-prussiana, cerno antes,
o germanismo, orvido por um hoiiiem aud:iz e fe-
mentido, favorecido pelo brilho das victorias do seu
paiz, tentn, e vai indo seu caniiiilio, abrir passa
gein atravs das fronteiras, e completar-se com a
annexaco de Iodos os suppostos elementos germ-
nicos.
Sem duvida. antes de dar a balalha decisiva, o
Sr. de Bisuiarek lera muitos combates a sustentar,
visto como, o ascendente que pode adquirir una
naco sobre oulras, nao depend; nicamente di
victoria de suas armas.
Todava, a influencia allema vai o sen caunnlio,
e tudo marcha no sentido dos desejos do germanis-
mo, que. dopois da guerra, tem-se contagiado por
toda a parle, principalmente nos paizes que se avi-
ziiiham da Alleinanha, mxime na Suissa, onde a
eveluco pdilica que se proeurou realisar e s
anua ainda em gestelo 6 obra das ideas germ-
nicas, devidainente dilfundidas na confederadlo pe-
los ergios assidariados do poderoso imperio al-
leino.
A Suissa oecupoo-se realmente, no anuo findo,
(^ ainda se orcupa em rever a sua constiluico.
V'otarain essa reviso os poderes pblicos da na-
co, e, se nao fura o correctivo do voto dos cantos
c o do plebiscito, sem duvida seria j boje um
faeto eoiisiuninado a revolucao que a reviso de
terminava na coufederacao.
A constiluico revista nada traba de extraordi-
nario tiem de demaggico. 0 que fazia della una
obra revolucionaria era a sustituidlo que ella de-
tenninava do systema federativo pelo unitario cen-
tralisador.
Sob o rgimen federativo a Suissa gozou sempre
de paz e prosperidade, sem receios pela sua inde-
pendencia ; o mesmo talvez se nao d, se por ven-
tura as novas ideas viereiu predominar, so per
ventura vier realisar-se a feitura de ura governo
central eom competencia para tratar do ensino
primario, e da legislacao civil e penal.
Cada canto tem ate agora seu direto c suas
leis. O que se quer innovar isso, dando a todos
um dirdto eommum e as meslas leis, de sorte que
veuha Genebra ter os niesinos cdigos que Zu
rick, isto revolucione os seus usos e_ costumes
para asseinelha-los aos hbitos allomaos, quan-
do sao elles franceses, pois que tal a sua ori-
gen).
O federalismo inquestionavelraente o rgimen
que mais convra s sociedades compostas de ele-
mentos diversos. Por elle trabalhaui os povos aus-
tro-huugaros; contra elle se pronuncian agora va-
ras influencias suissas. Comprehendc-se bem que
isto ser urna morte certa para a Suissa; mas isto
est nos planos da Alleinanha, e pois a obra prose-
guir a despeito das energas dos elementos contra-
rios da cenfederaco.
.Que importo qu a uuiflcaoo seja una tyrannia
para as minoras ? As influencias diversas se reu-
nero para esse fim, e o radicalismo espera poder-
se impr pela reviso, aos cantiles que at agora
se mostrarain rebeldes sua influencia. 0 eler
mento germnico quer avantajar-se sobre os
ontros.
Emanante a Franca prepouderou na balanca po-
ltica, os cantees fraucezes da Suissa foram respel-
tados. Hoje, as victorias pTussianas nebriaram os
cantees allemaes, e por sso que o equilibrio est
emvesperas tarmiae ser rompido, lias somonte
ha de ganbar com esse rompimento -aMUemanha,
qoe, sorrateira o tenazmente, vai semejando a sua
sement pela Suissa, assim como a val lancando no
terreno hoandez e no belga.
Has o que faeto, e faeto incontroverso e clo-
quate, que a constituid, depois de revista pe-
los (wnsentos superiores da Suissa, pelo parlamen-
to emsnsdlros ramos, o depois de ter
seus votes, foi submettda votaco
plebiscito, e, 13 de mao, quando este
foi regeitoda, nao s pelo numero de votos popula-
res, mas tamBcQj. polo numero de cantos '
lo
maioria negou apsfe s retoiV i -SiJ
pactofundameiitil. 0
>io rama de nada a forma prcli
quiz dar a voiae i. drelarand"--e
voliisse |h'Li c* i.-iincjo revi!:
Passou esse ardil de guerra am
povos suissos e sem dir o carcter
sa reforma constitucional, como
reformadores. I
Todos os caninos catiu.licos o of
habitados por h'ancozes e ilaliaiin-
revisao ; peto contrario foi osla a
asnales allomaos e protestantes.
deva-sn juntar o tanteo dos Grisun
pulaco e : lixla quanto s raras
que de todas as partes da coufed
em .pie tem mais r.iize- o. espirito i
de il-eenlralisaci, a poaM do cad
luir de corto modo um ettndo m> t*
Ante este resultado, porem, nao
os revisionistas, o agoardarfm-sc
propor no parlamento a reviso, ei
via as reformas mais impugnadas T.
blica.
A' 27 de inaio reuuirain-sc as
examinar so foi ou nao rogoitda a
sini o leudo deelarade, ciicerraiaio
lad i a assciidda ledend adomissc
Uubs, cujas ideas oppnstas revisa
ein anUigi.iiismo esm a maioria dos
Poneos 'dias dopois abririun-se
conferencias do. plinipoieartorio' i
da queslo arbitral eniru a Inglai'-i
dos-luidos por causa do Alabama.
dos artigos do tratado de jSTashii
anterior.
No da 1" de jullio iviinirain-se en
nara os dok eensellio* da asseu
elegend > as suas re-|. -divas mea-,
fosss essa olir.V. aidoirtemenlo di
causa da reviso da conslUntoito, qy
dous grupos os manditarios da naca'.
Dopois dossa oleiio occil|Hi:ii'
com varios projeetos d- lei, ntreos
tendonlos moiliticar as ideas roligi
o qne preceaisava a -eparacao da
lado. Alguns nesces pridatoi'
transformados em le, e, quando
sessao ordinaria, linha a nnisanla
tido do paiz.
J ento tinha o tribunal arb
encerrado tambera os -mis trabalh
urna sonionca, que, sem ser tetaliini
aos Ksiados-l'nidos, foi todava mu
glalorra, cuja imprensa nao so eonl
pon em grita contra o ministoro por
a coiiNeiieo do Wa-ltington.
Fui par esse teiiipo que se rete
lindo, am I.ausano, u congresso da
vez eclobrou ora paz as suas sosoe-
gozar da salisfaco de ter oni seu m-i
iiotaveis que ouir'ora o hnnravam.
Pouco tein|Ki dopois realisaran--
para os consetiioS nacioeaosda Sm-,
revisionista da soBstitnieio obleve a p
ra de i.j' deputados nasa os aase-n
e este laclo desde logo indicou ftte
loria de oceupar-se uevaraontt com;
litucional.
elle, porem, nao "se pode ncm
que essa reforma soja Ma no mesan,
que foi regetada pelo plebiscito, |ms qi
Irado baveria manltesla eoutradcu
dous votos, e nao foi isto oque exprim
de outtil.ro.
O povo suisso quer, desoja, que so refo
constituidlo ; mas a miora Bao quet
lisaeao unharia, s foi prisaasalnteate
causa que regoitou a primeira reviso.
provavd que as novas cmaras, tratando d
restrian) as reformas aos pontos em q
estn de accordo, o. neste caso, certa a
pelo plebiscito, que tora de seguir-so a ap
da asscmbla.
Por essa forma nao ganhar muito 9
allem, e o germanismo ser obrigado a \
se era bem da independencia suissa, que
a amoscar, sem que disso se apercebain
sectarios.
Nao foi, porem, smenle pelo lado pol
o germanismo proeurou abrir brecha na
elle concentren tambem as suas alione
o lado religioso, o mais de urna querella i
runfodersrao cora o fim de totir p*"
protestantismo, ou pelo menos para fi
os lapos de un) entre os catholicos
de promover a separaeSe ossnatota en
e a igreja. j querendo siippriinJr o or
cultos, j finalmente por varias entras
nao escaparan! a curia romana, oi.
deiros sectarios da sua pura.osa douin
protestaram contra a le de (lenebra. <
reiro, que aholio as associafdes religiu
o decreto legislativo de 29 dejunlu.. q
dircitose garantas estipulados no bre-t
destrnio as promessas feitas jielo con*
tado (piando foi aceito esse breve.
Por seu lado o governo federal o o
Genebra protestaram contra a eleva?
Mormillod, parodio de Genebra. a ea'-?
hispo, sem a audiencia do poder civil,:.
Ibe 0 ereaqualnr nllieial. roensaado-s.
cerom a auloridade do ovo prelad.
Assim. pois, nao s no terreno i
tambera no religioso, a situacao da
contina a ser pouco. satisfactoria,
que o anno que hoje comeca veja de ^
na confederarn nova sprie de ponpi
if outro sentido, ludo movido pelo }
que em ultima aualysc ser o unir
quando ebegar a hora de colher os gr
mente osla lancando com tanta persa
treme.
Deus Iluminar, porem, o poyo si '
com que assim como o seu civismo
humanitarios Ihe aeonselharam a abolir
de morte, assim tambera lho aconselh ii
do germanismo, cruel praga que tenia *
romper, para, sobre a corrupcao. as* .
edificio asoombroeo.
a
PERIUDtflX
REVISTA DIARIA
Guarda nacional.Por- portal
sideneia da provincia, de 28 de dezembr
ferido, seu pedido, para o servico de 1
capltito loio Pereira Chaves, da 2' con.
43. baialfiao de infantaria do municipi
iihem.
K' Tcrdndrlra..-Com referenci:
que hontoui publicamos da busca dada
leotmento e casa de residencia dos Srs.
('., temos a satisfaeo de declarar qin
51)4000 que se julgava falsa, c que moti"
le mcommodo aos Srs. Silveira A C.", foi
souraria do fazenda recorliecida com vej
Ossada HuiiiMn.No cannavial^
nho Penanduba, do districto de MuribecaJ
sualmente encontrada ora 13 de de.-emb.-
urna ossada humana. ^1
Sdentc do fado a autoridade local par'.,
guio e da vistoria e m lis diligencias que '
presume-so que seja ella a de um pret,
Procopio, oseravo do -caitito Manuel ff
Silva, daqaelle engeno, o qual eslava hav
fgido ; suppondo-se a morte casual, vi
sempre que se auseutaya de casa do seub
dia-se i.; cannavial, nao procurando atina
sendo poi" diversas vezas ahi capturado. eT
de torcas.
Calns.Era Candeias do, districto ta
Muribeca, Jos Lourencoforto lasamente a
Srio irmo Manuel Pedro da Sha, sendo
agrante. No lugar chamado Demarcacc
mo districto, Constantino Gomes de Freila
do-sc de raides com seu irmao Manod l
Fretas,ambos sob o dominio da embriagiu
se s maos. resultando sahr aquell- f'rid
dindo-sc o offensor.
Ks|tan*ainonto.-Eiii 16 de deze
tuno, Claudino Francisco de Arauio, ora
engenho Bom Jardim, do districto do Ma1
espancou a bjnez Maa de Jess, con
evadir-se impune.
Suicida.-Km 11 lambem de dezem
mo, no mesmo districto de Malhadinha. m
vo, Domingos, de Francisco Gomes de Mo) I
focliou ein si um tiro de hacamarte, etf
(raenaa do que ficou s portas da morte
se o que o levou ao desespero.
Armas defeza*. -A delegada i '
remellen repartiese da poKcto em o I.*
rente 13 lacas de pontos, alli apprehendid
DI nhetro.Dorante o anno de 1875
de Pernambaeo recebeu a qoantia de.
10,162:818|WO, sob a rcsponsabaidads i
panbias de vapores que fazem o servico
r btido os longo curso e quer de rabotagem, c ex
publica do ouantia de 7,908:9874800, assim dividida .
e teve lugar, tsuropa 7:
.j MUHOR EXEMPLaH ENCIHTRABD

X^J
. cuja Baha
Ro de Janeiro
~o
v ',/
:
S:t5$:
174:t
"%

- < '
V
Diario dePemambuco Sexta feira 3 de Janeiro
\
N.
j
2*:583*740
.528:l3i*:J80
2,789: t>8S70
780:979*910
67:006*000
348:727*590
21:3131080
l7c0*i00
277:239/090
8:.T0*O00
281*000,
92:0f0000
266:250*0O>
' -THrtd.>'.i segunda-reir (ti
n-r lugar, ua niatriz'deS. Pudro
* de.inda, o solemne auto de
miad.? de .Nossa Senhora, 9 qual
^hitada u sarm.ao, as 7 lloras da
, ,1 tribuna sagrada o Exm. o
11'deS Hent>, e a larde, os i
1 solefcftJui; com To/ p/-
mmi, '(imlnm ergs e boneo do
mtoyorando nessa oceasjao o
1 Manoel bao Gomes,- lente de
,rfio.
,u. o Sr. hispo diocesano prometle
,i 1 larde, e dar a benriio do Saus-
lltO.
,jirtiivel. Eiiviaiu-nos o se-
s ras do Porto d:i Madeira (Bebe-
0 lonco, qut> incommoda hurrivel-
adores com gritos; recelando estes
so, pede-se, pois, queiu do direito
ja providencias, alim de que refe-
lejpdiijMra a Misericordia, tran-
*iui os hawia^es do lugar.
i lia llictourariii ili f.
n-se hoje os-TCsciment os dos fune-
Jos as seguiutds folhas : Corrteio
de 1* instancia i pessoal da oofr-
jnirinhagem da \4fa11dega; consig-
iaes e outras.
Olluda. Segando Somos Afor-
pela ultima vez ter lugar na draia
1 Olinda, un divertimento dosso \go-
perantos se uao reprodiua ; sepilo
de propriodade do Sr. Joao da Silva
colilla na sna braveza e deseja dar
desmentid* ao que ltimamente se
:\ 1I0 B0111 Conseltao..Esl-re-
iguas-Bellas, em 18 de dezembro i
ise limtenla primeira sessaojudicia-
10, convocada para o lia 3 do corren -
ao tribunal o Dr. Jos Climaco do
>J, na iiualidade de juiz de direito iiu-
i. appellou de quasi todas as deeisoes
.1 a relaeao do astricto.
stibmettidos julg miento 14 reos pro-
111 crime de homicidio ; destes, s um
ad i, na sessao de hornera, a 20 annos
en traballios. teve por^seu advogado o
uterina M. F. de Freitas.
idvoga lo Jos Cypriano occupou cons-
, durante as sessoes do jury, a cadeira
salisaaeado geralnientc a espectaliva
.er.tin o prazer de ouvi-lo, e alcaaeando
los 12 clientes que decndeu, absofvcao
midade de Vot".
"11 oceupou a cadeira da defeza, o te-
oiiel Ihoma de Aqaino, que gualiueute
11 fivor do seu tiente, seutouca absolu-
11 os o amas J uivii. pe' pri::.cira vez,
leudes Bastos, proHi >i > publico da comar-
;.l nadn oteen a ilewjar.
1 tend) es.se. Ur. podido continuar 110 e,\er-
seu cargo. por inco:oi::odos oVj sade, foj
ido pelo Sr. J. ."uVj V..o''oueellos.
uo prova do aproe 1 que esse Dr. consa-
s Agua-Bellenses, Voi el! aeonipanhado por
1 numero de eavalheiros, aj voltar para
lusellio.
utemas.Foram i: Los no da 1" do eor-
. matriz d.- Santo Amonio do Hscife os se-
;wr e.'V, )iri drile se occttpm.'OH pelo menoi ittl-
>o rio ttim aiisoHtameiBC !e:rhranea.
fc' extraordinario, que a pessoa encarrogada de
apresenlar a norma de um contrato, a qual depoix
de larga discussCw aceita c passa a ser copiada
com pequeas alteracoes, faca reforencia pontos
ignorados, quando taes |tontos sao esseucialissi-
mos ; o que sera urna re'erencia que nao cor-,
responda o referido ? Depois j ifis'* um pliiloso-
plio : menos que nao baja vicio cerebral, nao ha
esqueeimento absoluto para qualquer phenmeno
que nos impressione o espirito, por mais ligera-
mente que sej.t.
A' vista d exposto, pois, o que se conrlne; que
a norma, referinAMe e;n certa parte ao prero da
canalisacaoj' estipnlad) entre o 'joverno e o em-
premio, naoise deuao trabalhode expressa-lo em
parte algi-.ina, e mais anda, que a larjra discussao
do que fui transumpto a norma, nao se orupon de
colisa tao essenciai como o pre^o da canalisacao
d'agua, visto que a norma nao o contm. Tudo
isso exlraoroiiiiirio. re|ietimos.
Agora i> artigo em vigor, o art. 11, o artigo sus-
peito. Diz elle : A cma/iiofoo u-jun nos pv
dios ssr paja pelos precot estipatni s entre o 30-
verna e o eessionario raido de BO rs. o palmo.
O artigo da norma, como no-lo d o Sr. Dr. Bu ar-
que, te.n ao menos lgica e granimatica; ester
porm, numerado de 11^ repugna a gente com a
absurdidade de sua redacco.
De principio j se sabia que a eanalisacao d'agua
nao podia nem d-'via ter senao um prego ; no sia-
glar o eonsiderou a nwma quando jelle se refe-
ri. A que vem, pois esse plural" o-s procos cons-
tantes do art. 11. mxime quando termina pela sin-
gnhridade de um preoo s, delnitivameute ex.
presso ?
Dillerindo nessa parte a' re.laccao da norma do
art. 11, em que una tem no singular o termo que
outra tomou no plural ; que aprimeira temaseu
favor as leis da lgica e os preceitos de grammati-
ca, nao parece que a segunda, por anw de unxa,
proposicao complementar razan de 730 7~s. o
palmo que quera ter de mais sobre a primeira,
pasM.u do singular desta, para o plural do que
precisa va para imder dispor de tres -sses com que
preencher o espaco do adverbio j da primeira,
ijue uao lite servia regt'ncia, embora manca, que
adoptara ? Eiiifim, sao duvidis essas que pendem .
cujo re-
1' li-MiiineiaeaO.
mandes da Silva, natupl.de Macei,
^ajLStiuadoCarW. i -
jira "de 'fiarvalho, natural do Ro
e. eom L'mbeliia Candida de Car-
Sapulveda. na-ual d:i Babia, com
eisca de Soiiza. naturai da Paraby
ew Ferra nao passa de anu ralnmni. pote o
IrocediiiMHtO do pdte HoRaa Balmiro da (>Ma
0 Suva, desde qoe aqu ohegou, tem sido indigno
de censura, quer cyuo bomeui publico c mo liomem patlicutar, i>efc) que'esperamos seja
elle conservado na regencia desta freguezia.
VJtta de Paido Alfonso, 28 de dtuembro de 1872.
Anacfcl Gomes a Silva, presidente da cmara.
Joa Cost Barboza, vertedor ; Joo dw Mitin Penri-
ra BeHo, vereador ; Hias Frefi* Batella Tirtri-
ca, secretario da cmara ; Domingos Teixcira Lio-
rna, fiscal; rojo de Manoe Vicente Ferreira,
Francisco Vleira Baialha Larang.Hra ; francisco
Vieira Bhtalha Larangeira, artista ; Pedro Ignacio
da Cunha, negociante ; Manoel Vieira de Celera
Batalha, tabeliao publico ; Joo Capistrano de
Mendonca, supplente do delegado ; Cezaro Bor-
des, agente do eorrew ; Francisco Loniw de Al-
bnquerque, collector; Nicolao Jos da Silva, com-
iiiandante do destacamento; Manoel Mari Lis-
boa Sobrinlw, negociante ; Manoel Aatomw do
Santos, ollicitd de justica ; Tiburtino Al ves do
N'aseimeato ; Manoel Vicente Barboza, eleitor;
Joao Feliciano dos Santos Freir, eleitor; Fran-
cisco Jos da Silva, proprietario, ; Jos de Deus
da Cruz, ideui ; Manoel Rodrigue* Vieira, sub-
delegado do polioia ; Fraaciseo Joaquitn da >ii-
va; Manoel Jos Pinto; Manoel Joaquim de
SanfAmw, escrivao da pai ; Francisco Vieira
Macliado ; Manoel Crrela Lima, negociante ; Ma-
noel Fernandei de Jes, artisla ; Luiz An-
tonio das Dores, idem ; Antonio Motta da Sil-
va ; Jas Tavares de Farias ; Levino llosa Bran-
dio ; Luiz Vieira Bello: Joaquim Correia de Bri<
to ; Jos Augusto de (Hivoira, rogo de Agosh-
nho Jos deJeiu?, Jos Augusto dOlivoira ; Jo-
s Joaquim Cordeiro da Maia ; Bellariaino Frau-
eiseo ila Silva ; Francisco Gomes da Silva ; Ma-
noel Antonio de Mello; Manoel Vieira Cigarra,
proprietario ; rogo de Antonio Mauoel do Bego,
Manoel Felippe de QKvetara ; Manoel de Freitas
Oliveira.
Estava sellado e reconliecido.
2'denaaci 'o.
0 Manoel Accioli de Honra Gondim, com
irteacia de Abrett e Lima.
1 da Cunha Bellrao, natural do Rio Gran-
le eoiB Aun 1 Candida de Arruda Beltraoi
quim da Silva, natural d Lisboa, com
ra Ferreira.
Joaquiri Soares, cor.i Joaana Paulad
:p denun :ia>*ao.
nigno Fereira do Lago, com Francisca
Borges de Castro.
a. -A qu aeb a /,:;la a 3i." a
la i.'ivji da Siuta>Cruz, a qual corre o
o.li.jeas 11 h.iv.s d>dia, effeetua
irlins,o leilao de tiuveis e la loja de [&
roa Direita n. Vi. [lertencente massa
Jitfw Hvgino de Souza,
ile deteai'ii..M/.iaiato do da
ro de 1872 :
.1 presos :S'>, entr0111, existen -7.
iei 78, inilli-'r.s 10, estraagoin 13,
j. eseraras 7.Total :!87.
.i! id a cus > il w cofres pabjlioos Mi-
uto da enfermarij 1> da i de jpwiw
11 iiaixa :
.Moren 1 oj Santo.--, syphile3.
los Santos Barros, nevralgia.
..escravo de Joaquim Kapliael, cepha-
do exame a que se mandn proced'r.
saltado ignoramos por ora.
Entretanto o>>servaremos anda urna outra de-
claracao do Sr. Dr. Buarque constante da publica-
cao citada a qual digna do todo o reparo. Disse
mais S. S. : do que eu-propuz, e est na mmha
nwma, que rontrm a trguinte nota lapis, qt*
me pame do punho do Sr. Parnniju'i,cpie-se
este contrato fimpamentese evidencia que en re-
feria-rae um preco j existente. (Mi< onde de-
clarado ? nao constando de parte alguma da norma,
o mesmo contrato, que copia d'aqaolla s o de-
clarou onde menos > devia -no ponto em que a
norma faxia urna referencia ; resultand> d'abi urna
iniidelidade de copia que salta aosoihos atravez da
trucidacao que suge-.taram a redaccao do ai'ti-
go. E' boa est.)
Pesse do Sr. Paranagu oa do scu secretario,
fue de-outro nao podia partir uina recommenda-
cao de |mpe?.a em trahthos da secretaria ; o que
certo que rista dos vicios que dizem apre-
Mmtar hoje o termo original do contrato, copia ci-
tada da citada norma, nao sabemos o que mais ad-
mirar, se a ousadia'do. empregdo aegligente, iwe
chega a apresentar seu che um trabalho sujo, a
despeito da previa recommendaclo de lmpeza, que
ec'-ber.i, e por escripto ; se a indifferenca do che-
fe qih: aceita do subordinado c a-signa, assumin-
do a responsabilidade de seu acto, um papel sujo,
viciado, cuja limpeza havia por escripto previa-
mente renomn'xin toan.
Fkare-nos hoje por aqu.
Tudo llamos d 1 Exm. Sr. Dr. Lacena, que vai dan-
do provincia um a ahninistracao de alent res-
taurador, embora si orondo as amarguras de um
sacrificio inevitavel. E' ipie S. Exc. abe que a
gloria nao e para os que recaam ; alma aberta a
todas as aspirares grandes, '..e sabe quo
.....q,ttm sobe ao Capitolio
- vai precedido de p.
Cousas In Ierra.
Por duas vezes, apparece-nos, no Jornal
ilo Red fe d.) 31 do nvsi o air.io prximo lia-
(io, o joven artk'disa A. d Si do que, na primeira, van w.n as chavos da
poltica trancar o atino de 7-2, acoimando a
falla com que S. 3!. o Imperador abri q
parlamento; e pela segunda, %o;u lamben),
jior sua vez feehado em um quadro, por
baixo de um relojoeiro e por cima de um
cozinheiro, annu'ncianlo a todo o oibe, que


3
Fondo de -reswv*.
8-,000:00
Agontos,
Milla Lvthtim & C.
RIV DA CIUZ N. 38.
Seguro conira-fogo
IE UVKRKKlf.
\
7,2i0 kilos de,. '"' V*Vdo e 5) dias C%
ir* ditos Ui- ilti .'fanco
Para a alna, no Utw. uiiiri S-Tra, cae-
garaV,: B. Oaveira t C. 50 BbWcac'ns.
rf/:ebei)T)1\ha de benda^ ntebnas ge
BAVSDE PEBNA.NfStCO
aVndiinento do dia ^ '.
Breve noticiasobi anovaemiM-
ao ile Neilnl. ftelsiM.
Cassio.Quero fallar-te sobre a questao do dia,
Segundo ge fez publico pelos jornaes desta cidade,
achain-se presos como suspeitos de emittirem di-
nbeiro falso SebastiJo Accioli Santiago Ramos,
Jos Antonio Ribeiro e Antonio Rodrigues Pinto,
sendo certo que, em poder dos mesmos encon-
trara a polica dinhheiro falso.
E' a occasiao de ver-sa se a le i^ual para
todos : vejamos se estes capitalistas terao a sorte
dos Feitozas dos Chaves e dos Lulas ou se flcaro
na impunidade, como geralmente se aftlrma......
Descronte a opiniao publica da justiea dos tn-
bunaes, proclama a priori a impunidade dos
culpados; mas esta voz que se faz. ouvir de toda a
parte, 11& convenc, nem persuade quem conhe-
cer de parto alguns dos julgadores.
Quando o senado, romano nos tempes de ero
achava-se completamente corronmido e despres-
tigiado, continha em sju. seio unw das grandes
virtudes romanas: querenps fallar de Thrasa.
cuja alma, se nao igual, era superior a de Ca&o.
Se entre nos algum juiz ha que, nao prezando a
propria dignidade, so deixe eorromper. outros ha
verdadeiraiiientc incorruptis-oiji e em cuja justica
milito se deve cenlar.
Corre que um dos indiciados no crime de que
se trata, fra visitado na priao por um Sr. desem-
bargador e que desta entrevista uascera-lhe a exa-
gerada preteneo Je pwlir em seu favor urna or:
dem de hibeas-cvpus ; mais parece-nos que sen
to infeliz quanto fra na execu^ao de seu plano t..
E* admiravei o cynismo com que uestes ultanos
ternpos se tem vulgarizado entre nos os passado-
res de sedulas falsas ; e para extermina-los julga-
mos necessario esgotar todo o rigor da le contra
ossa especie de criminosos tao prejudiciaes aos in-
teresses pblicos e particulares, sem o que vive-
remos sobre a pressao de um perigo imnieuso e iue-
viuvel 11 ..
Esperamos que o governo, tomanlo em conside-
raeao o faeto de que se trata, faca calur sobre a
caneca dos culpados a espada da justi ;a.
O Dr. chefe de polica, bem como o 1 r. delegado
Pedro de Albuquerque Autran sao dign is de todo
o louvor, pela attitude nobre e elevada que toma-
rain ueste negocio, e pelo tino admiravei com que
se houveram, prestando oinisto um grande servi-
ep ao publico: o preeizo que se diga -qu se
fivosseraos sempse autoridades detta oraern as se-
dulas falsas j teriam desappareeilo.
At breve.
De.'.embro de 1872.
Si/lia.
d LOMDOd LOB
INSURANCE GOHPAMT
AxeuteM
su"rDKjis uiioTiiKis c.
11Carpo Santo11
COMPANHIA
Phenix Pernanibucana
Toma risco martimos em mercaduras-,
fretes,.liahek'0 risco e finaluionte quer natureza, <*m vapores, navios vela o
barcadas, premi milito mdicos.
Rl'A DO r.OMMEUl.lO N. 3.
PRACA DO RECIPE 2 DE JANEIRO
DE 1*73.
as 3 1/2 non d\ taro:-:
<'tuerte* ollelaeM.
assoear-bruto hm 24 o 3*190 p-ar 15 kilos, ter-
ca-eia 31.
Assucar Cinal 13600 por 15 kilos, hoje.
Courossalgados verdes 135 r*. por kilo, terca-
. ft-ira 31.
Cambio-sobre Londres aWdjv. S6 1|8 d. e 25
Id d. por lOOO, terra-foira 31.
Dito-sobre dito a 80 d|v. 26 d. e 26 l|S d., e do
banco 26 J. por !, aojft
DuboKreq
Pelo presidente.
J. da Crin Mcalo
Pelo se-retario.
ALFANDEGA
Keadknento 1j d:i 61:601 W80
'.'.'.
b-scaiTej.ua hoje 3 de Janeiro do 1873
Barca inglezaKinght Templaimerendonas para
alfandega. 4
BarcafranceaS.Lohimercadorias para al-
fandega.
Brigue tumRotelie mercaduras paea alfan-
dega.
Brigue ingle,!l'riig*n!t~varios gneros para o
trapiche ilomviciio, para despachar.
Patacho inglezEctipfe'- varios gneros para o
trapiche Qiureicao. para despachar.
Barca ingleza.Vwy/ftrfara o trapiche
. Coueeicao, \1t1n despachar.
Barca ingieza tilum*!/ Ilrolhers carvo j des-
pachada para o caes do Apollo.
Barca ingleza (Minia baealho j despachado
para o trapicho oneeicao.
Barca B(wiieMsefama -taboado j despa-
chado para o cae do Bruta.
Lugar inglez.IvfH'itaboado ja despajado
para o caes do Apollo.
Xuvios visitados p-tr descarga'
Bivea ingle tLoraintS Montevideo.
Barca iugle a -Vidona Bmlktin -de Liverjool
REXOJMEXro DA EMl'REZV DAs QB4E
CAPATAZIA DA AI.KANE'.A DE PEK.NAM-
(JBO, RBMtlVO AO MiZ DEDEZEvBP.O
DE 1872.
Rendintento do dia t
-p.
CO.WLA PROVINCIA/,
MOVIMHNTa Bfl PflnTJO;
iW,\ PT seK iKUbero, c.vixa Vimla de Bam-
Wr'n no navio i.*hlZ Eiijabeb, *erfrg.ida -i
19 te Julho de 1870, 'onsignada a J.is.v Sfofia Pal-
nielra, Contendo 1 1|2 iyo de cerwja 1111 i g.u','i-
fas, aafiado* por 360 re;.
dem M AII11. 450|t39, J9 borricas vmdas de
Londres #> navio tranrez l. 20i34;Gft ^ <'e agosld de 1870, roiisiguadas a Manuel AlVes
Barboza, coWtewlo 1^30 kilos por" limiido legal d>f
alvaide de cnmflw, avallados por V>9<.
dem 485 n.W. 24 barricas de chumbo, pesand >
530 kilos, vimJLv f Uvermoi no vapo inglez Poi-
ca/, d -seanvgadat em 28 de malo de 1870, ava-
lladas por 159.
dem letreiro sew numero, 2 barris vfcdos de
l,i--rjiiiol no vapor ingl"Z Par.cnl, di^carte^ad,;
laiode 187o; contendo 80 litros dervicln>.
11:014*780
Verjas de rosita
Tixa -Je embarque" .
Dita de desembarque.
Dita de ani.uenagy:i
Dil.i de e:ii!arcacoei
bita de aivarengas .
Dita de bagagens
Dita de diversos .
fluantias ureradadas
304360
3:9015121
5:B79ilCT
tfdTO
05>2!)0
1:217*192
Noria* tlradoi na dia #
Santos24 dias, Irrigan- aujtriai Anna Ma-
rn, de 200 toneladas, capitao L. Seii 1,
ei|uipagem 9, em Lastro ; u Ua'oe Slrniet-
tau dt.
Boina10 dias, brigiii.- ailefjto- Matheldt,
de 407 toneladas, capfto' Yostj, eq^fpfl-
(sem 11, em lastro; a Theo'loro Chris-
tansen.
Montevideo32 dias, brigm-hesponli^ t'o-
gttseiro, deS$0 toutiladav capitn- .Uaris-
taov r piifug.-m 15, em lastro ; a IVirt
M.Maury.
llio (jrawile doSul42 dias, patacho -
lan.-lo. Agatku Catkarina, de 125 1 ladas, capitao H. II. Weerd, riiiipagem
0, em Lastro ; a Baltar Oliveira C.
Montevideo40 dias, brigue brasileiO'0/i-
da, de 214 U>eiadas,jcapitao Joao Manoel
Alvos, xjnipft$ein 12, carga 3,30* quin--
taes ile t-M-ne a Baltar Oliveira 6t C.-
Ro do Janeiro2>i dias, brigue sueco !.i-
s-Ale, de 4tt-t toneladas, capitaoC. J. 1* im-
berg, eii'iiiKigi'itt 10, em astro ; a orH
dem.
Suderlaad dias-, briguo inglez Pon,.
de Wl toneWaa-, capfcV) Grien ', e [ttp *-
geni 0, carga oarvao a oflem.
Buen'is-Ayres2? da, brigue iiespanhol
Pepe, de 240 tonelada, capillo Do
equipageni 12, carga ovne; a
Innao C
Rio de Janeiro12Z das, barca dinamar-
queza ./: S. Pmiop)ed das, capitaoChristiaiisen, equijiagem 10,
em lastro i a JohiMton PatertfeC.
Sacio sabido' no mrsyio d> .
LisboaBrigue portuguoz Ovaremv, capito
Antonio B. Carneiro,.carga assucar.
Observado,
Suspendeu do lamato-para o Rio Gratule
do Sorte, a barca ingleza WalkerHall, ca-
pito linea, com o mesmo Lioiro que trouxe
do Bi de Janeiro.
Id.11 para WestInde*,.pi;wdio america-
no Suxjk E. .Yoo.V//-. capito Pieldford,
.;ou o vsato astro que trouxe do Rio de
Janeiro.
dem para o .Vracaty, beigtie itaiu; 1 '7 -
ra Luisa, capitao Veiiaitse. co-m o mesmo
lastro que troiua to ilio de-ianeira.
dem para a Baha, barca, inpjexa El zar
beth, capitao W. A. Deckec;.com < me
lastro que uou\o do lio de J. i.eiio._______
1112o de ma
avahados por*)80(
'Ajcin diamante K no (entro, n. 8,753, I barrica
'miftiy de Liverpool no rttivi inglex May F'/'d.
itecamipda em 9 iled*mbr.fdi* 1869, nmt-' il>
10' parwSc esporas de*Wo limadas, grand-*.
dcQominMlns elil^nxs. avaSMb por lW).
BrtV marca, scnV no;neiv>,- tcaixa viinl 1 i S
JigudlnDnatioportuBiez }l*!hril>mv. dmeam
!.idartn'20 de alisto dr-
denr, contealo 3 kilos de (w*p ife borro ordina-
rio, avaa) ptff O'W ris.
Jftn"ot; ieztnubro H^. St/.'MHd de inspector. ft*C f*giet IMri-
'Juei-______- ________Nv ,.
.gsu,
Antorim
-
FJITAL N. 64.
rtll -
Pela tanecthlfe d alianle.ua M faz ,uldco, WN.
nao se tiffl lo ew-tBado a vviida da rflerradoru
ab.iixo df laraaln anwnnciada a leili 1 ** Bal 11
06 de 21 do corwnte-w Iraasfere a.m ^.-w venda
para as 11 horas dodta 3-d>' jaiK-iro vin#
\V & S, n. :!-L'm: rai a com 4,1 ) ian*s
de flore artiBciaw, no v*tar de 278512-1 >.* *
Havre no navio tmemJtiM ttpth Varimph
da para oarmazeir.-ni tem 21 me eo br > .dtin,
ibandonada aos diremos r* WaUrod > Soasa.
SmtwHo de inspector,
/'erfiv h-npt* Hodri'jue* __
CoiisuImI) j)rtBti:l.
V
Prra scencia dos c*riliuinii-*
defiau urbana e os cititiis ,1a 1
eo a alteracao verinfeda i>
meSBM dcima urbana u> correal
ilo impoaio f
ibaixo pUot
. i.eiuo i'J
anuo inar.cei
H' HB a 1873. lieaiclo :di-rtoo trazo s reclama
iSes-que por ventura (iHSim Brratuwr r* a---
rfiaarut, na forma da li* or--gulamen!> IMfac
t .'o.
Consulado provincial, EPde daonnrode 1^"2
.^administrador,
Anlor'o fuiu-i o Mmli.ido ios
Alteraran verificada |>elo
idQI l-A> Pedo da
lest-da Malta, no incau.ento di dcima ur-
batu-dh fregueiia de Santo .Vi.tonio, que tem de
serwr. para o auno de IH'i-iA&Ti.
Dita n. lo, O mesmo, urna mh
tonHU.com urna porta ao-la-
do,t|uird entrada para outra
csa. aoeadado todo por 3WJW1
Primenseccao do cousula 11 p'wteci, li desemnro de 1872.
Oclx
Aii.'on-!i mimmi
Total
12:189ril
LiCACOFS A PEDIOS
onipnnliitt Iralii> ( *j)
era de suppor, e sobre tudo, como de
0 alarma inotiva-bipi-la publica^o do offl-
residenta ao y.z > d; dire'to do 2." dis-
iminal, acerca djs vicios encontrados no
rinaldi nnovai-ao do'ctontrato, deque
uario o Sr. comm-ndador) Netto, a-;oda-
- acudi S. S. o:rulo ao publico snspen-
1 juiz-i a respei" >. at: |ue l'osja posMvel
resolver o problema em 1 ie, mo grado
-sircnl!VmdiT. TM'ia^ttlfe natural.
,.s tt-pois da iiubii'-acao ^lesse roqneri-
iiublieo, apresontaram-sfl ftuubem pelo
ll-cife, o Sr. B-llaroiino Freitas proeuran-
ar seu carcter de homenf honesto, em
sp msabilidad", foi. d termo boje dicto viciado; e obr.
iue. c nitand >,mais ligeiranlente do que se
:er. o como llgurou S. S. nii coafcccao e
* de semelhante contrato. \
sado dizor que nenhum do^ tres artigos
. trouxe luz questo que se agita. O do br.
idador una supplica a. opiaiao publica, a
deve ter sido deferida ; o di Sr. Freitas
.testo, que j deve ter sido registrado, para
lie se resolver oppor'unamente ; o do Sr.
.arque de Macedo, que o que nos pede ai-
consideracoes, 4om. que prttendendo sal-
:ollis.ao, mii a ntrincou. 1
. Dr. Buarque detiara que f>i por si quciu
m a norma do cowrato que propoz, depois
1 discmsSo havili entre ol mesmo canse-
Sr. Paranagu) Ju o Sr. Gomas betto e seu
. E, contina a declaraco do Sr. Dr.
:Foi sajando tssa norma, qne se copin
enas nl'era3ef0 contrato a celebrar.
Comprenende- se perfeitament que' a
un contrato r. sultante de larga discw-
as partes contr itantes, nao exigisse ao
uh) a- limpo sei ao pequeas alteracoes
advfsado, 6. ra do Imperad'
E o publico, que lique saliendo I! 1
E' pena, que este sympat'nico escriptor
nao tenha o seu estro potico, assim como
lambom nao tem idea sua em poltica.
Do lempos em ternpos, vem i imprensa
mn tom de tnagister moruvi, com preteneo
de dzer sempre a ultima palavra, em todas
as magnas questOes do dia. Mas, tao infe-
liz em suas coneeptjoes, que, longe de illu-
cidar qualquer peusamento poltico, estro-
peia-o de todo.
Sempie a parase sdica, a deulamaco
vulgar ; o que transpira nos art'njos da-
quelle joven escriptor. L se o publico qui-
zer coimecer a veracidade destas miaas
proposicoes, lea com alguma attenco taes
eseripto's, que eacoutrari sempre comas
metras rolando, o fasmovonatnenlo viudo
d* rima, os planos, indinados, a degenena-
cdo do systema representativo, os vukoes
sob os pis, e outras quejandas.
E com essas cataplasmas de papel bor-
rado, que o joven articulista pretende que
a nagdo v reunindoas forjas \>ara derro-
tar o poder ? Na) desse mato que ha de
sahir coelho!
O povo boje conbeee nimiamente a onte,
d'ondo emana todo o mal, que mais o afli-
ge : e desgragadaineuto preciso conessar
que a verdade, que hoje tica consignada na
historia, urna realidade: que os nossos
males proven* mais dos costumes polticos
(ue d'i defectibilidade das leis.
tju-y.ii que ueste paiz ignora, que o
nosso povo menos educado, para entrar em
luta nao pVecisa dos lempos das eleroes.bas-
ta qualquer forjo de artificio.
Agora, o joven aHiculista ha de permtt-
tir-me tamben], que emita mioha humilde
opiniao tiestas comos da trra, para em
poucas palavras dzer que o motivo primor-
dial de todos os nossos males, nao provena
de outra cousa, nao ser o. da ascencao das
mediocridades.
Ora, imagine-se que o nosso joven A. de
Siqueim, que nao por ahi nenhum Cata
tro Urso, venha amanha a casar-se com e
fillia de algum senhor mandao de aldeia, -
esse pater familia, enthusiasmado pela boa
aequisieo que fez, suppondo ter mettido na
familia algum Cicero, embota um pouco pe-
vdoso, e em um momento deeleicao trans-
forme a mare de seu geiiro em Exc. do
Sendo assim, j se ve, que o mal uao nos
vem das leis, mas sim dos homens que as.
desrespeitam.
E agora, direi tambero, como uta dos ho-
1 aln'11. ilo hauorai'io lo Dr.
Joito Muuiz Cordeiro Tatagi-
ja. coui escriptoria tlu advo-
eacia. e 4e negocio adminis-
trativo uo Rio de Janeiro.
Appellayao cife!, oa ratnijorcial
Apellacao crime
Da de'apparect-r n-
Recurso crima
Batista
llccurso no conseliio Je estado
de qualicaiao do votanus
no tbesQuro"
de revio de jurad'
Queixa
Habeas-corpus
Provisij de advegado
Provisao de solicitador
Matricula de negoaiaate
Liceuca a qualquer empregdo
Matricula de juiz de direito, juiz imi?
nicipal, ou promotor.
Requerer qualquer emprego
permuta de emprego
rebnira de oltcial, ou apo-
sciiiaeao de empreado
Tirar ttulos de e.ul>regados nomeados
c 4'e aposentados
diplomas de bardes, oa da qual-
3uer titular
e eondeeoraeao, ou de
medalba
t patente de offlcial da guarda na-
cional, do exereito ou da
nnrinha
t t de reformado.do exerei-
to ou da uiarinlia
t titulo da delegado a de subdele-
gado
Requerer entrega de documentos, que
esla juntos a requermentos
> trras de voluntarios
perdi de reo condemnado,
ou commiiiacao de peua
> penso
eondeeoraeao
Licenca para botica
Nomeao de agrimensor
Naturaisasao de estraugeiro
Fazer contrato de seguro de vida
Provisao de vigario encommendado
Dispensa para casamenta (na secreta-
ria ecclesiastica^
Dispensa para casamento (na nuncia-
tura)
Proposta com poucos quisitos (at tres)
Requerer qualquer eertidao.
Qualquer informac.au
Tbesourari.1 da omprea das obras a caoaiatia
da alTaule-a de Pernamiuco, na de dezembro de
isa
Ao'niio as L"aJ ieia e.llio
Ajudante de ibesoureiro.
Conforma. -Francisco Jos Galrio
A-.'eaio auxiliar interina
CAi'ATAZIA DA A1.FAND6GA
RendmteBta do d-1 i .. 7
1)0
I?
i*:b:mbe
EDTAES.
VOJA'MKS SAHiiW.s
Primeira p irla no dia 2 .
Segunda porta.....
I -ir -.ra pona .
Trapicho Caacairjio .
lii
217
1.212
1,57
i70(XK)
00 000
"OOOD
300(.-0
:woo
800 M)
25*000
304000
20OO
*)000
101000
SOiOO
:i.)*)00
1204COO
20*000
25000
2'UOOO
204000
301000
ljOOO
30JI00.
304000
*)>0O0
2000
304000
MiOOO
Wl'KtO
20'JOO
.0*000
20*000
20*000
3oooo
30OOO
43*000
20*C0i>
25*080
ao**)
3i)000
8*00)
10*000-
:*000
SERVi>;i) MAJUTIMO
Alvarenaas descarrejadas n.) trapicli-
da allndcga do lia 2 .
Navios atracados ao trao. da al:'aud.ga
Alvarengas ........
Xo trapiche Conceica >.....
Kiiiinl n. 3k
Pela inspectora da alfandcgn se a p:ibiii*o,
que, na., se tendo effectuado a vendadas inerca-
dorias abai.vo declaradas, annuncindas a leif-ipor
cnlaes ns. 56 e 62 de 10 e 27 do corrate mez, se
transiere a mesma venda para is 11 horas d. da
:{ de Janeiro vindouro.
Armazem n. 7.
Harea-GM C contra marca I', n. 289. 1 atado
viulo do Havre na barca francea Adeie, desear-
aegado em 2:; de fevereirode 1870, consignado a J.
A. Morena Dias, contendo i caixas com o7i cha-
c-os de Draga, avallados por 088*000.
dem B & F. 11. 456. 1 caixa viuda de Hambur-
go no navio hamburguez Magdalena Aun : de-ear-
i-egada em W de maio d-- 1870, c msignada a
Theodoro J:ist, contendo 34 pares de borinas de
eouro, sendo 26 pares de mais de 21 cent., avab .-
d por 17*. e ti pare? de dito at 22. ee::., avalla-
dos npr 163000.
idem IJ M u. 1. 1 caixa viada de li\ irpow no
navio inglez Utuniolt, lescarregada etn 20 de no-
mliro ao 1870 e consignada a J. Patera CL, con-
e suas gas sim-
Sao Qonvidado os Srs.
om)anhia, a reuuirem-si
a :i : liist.as des;.-
::: ar^.'.'nijla^:'-
i de jaueiro prosi-
afr.n dest
capital i 1
Imnorl ncito.
31 de dezembro d 1872
Brigue ingles coTBPmtt, rindo de Trhtte, con
tigMan Johnston Fater4 C. mamfettou :
Farinlia de trigo 2,210 barricas aos coasigna*
tari-as.
1 de Janeiro de 1873.
Patacho brasiieiro s. LOO, rindo do Rio (.'' 3i-
iifiro, consijnad} Gtjfcalve* di Silva & Pinta,
manifeston :
Parinha de mandioca 1,000 saceos aos qojasigna-
iarios.
2 d- Janeiro de 1173.
Brigue inglez i'.vna', tinlo de Smderlam, c>n-
sionatn a Simvsan & C, manifestou:
Garvao 398 loneUdas e li qaintaes aos consig-
natarios.
Bim tte Andrada a. AS.
. sei
.er-se-ba considWir pequea dteracjb**
:il,crn?t dt'' r\\^9SE 5S 1^ de tnai-espirito qu- conheco no Rio
,ai de con' ^fde Janeiro,-qua.todos os nossos males vem
ao lempo portence
naoxalidade.
de 1873.
Antonio da Costa e Sd.
,s, seripaga peto prec) j estipulada *** o
na e eiHprezarlb,
gj ai[ui temos a ver qua a nanu roposta
3t. Dr. Bttarqne, c acetfa dtpols *? larg*
tsao petos /Wt*a*'<, apreseilta-a'indewtil-
omissat d D08CO da casalisae5ov r que se
! aquclle prd da n.-ma, ma. am> nao
1 de outa parte da-norma, aem padi
urna vei que o Sr. Di*. Buarque T
lente confessa que esse preco nao fot /
2
; ttmiuntttito ao 8. .test
'zeinbro.
aOMMERCIO.
'AeExttii. e Rvm. Sr. Mepo
diocesana
Has abaixo assignados, a'voiUdajC'
10 calumniosa, qu perante o &m. e Rnn. *.
,1;iio diocesanoTerVrandco Jos dos Saafer-'
raz ao padre Floriano Behniro da-6osta- e- 91va,,
groteMamos ctra tal aecuacu vimos decla-
rar ao publico e esDeciakuenWsift sobredito Btm.
Rvni. Sr. hispo, que tudo qdtitffctf&gou o mee-
BANCO CDM1ERCIAL
. DE
PEBMMBUCO
Desconta lettraB de cambio, de terra e
quaesquer ttulos pblicos.
Recebe dinheiro em conta corrente simpas,
em conta corrente com juros e por let-
tras.
Encarrega-se por comraissao de qualquer
operafo bancaua.
(J. expediente ptmcipiar s 9 horas da
manh e ftndar s 4 da tarde.
ttu do %ario n. f, primeiro an-
(*fcr".
Brigue hespankol papa', oimto de Buenos-A'jres,
iiuiqnoil) ii Amori.n, limos < C, manifestou :
"Xarque 6,3'JO (ramtaes aos consignatarios.
Brigue brasileiro oli.voa, t'mdo de Montevideo,
cnuignado Balthar, QUretra & C, nimUfeMou :
Xarque 210,00) kilos a >s consigntarios.
DE'PAT! S DE ESPORTACAO X)Mt 31 DE
EZE vlBRO DE 1872
P,?ra O1 pjros do exterior
Na barca portugueza L'iza, para Limo a,
carregaram : Amorim Irm os 4 C. 8? coaros
seceos espichados com 1,274 kilos, '.t84 ditos
salgad)s com 13,908 dios, tO'J barricas com
T.G kilos de assucar mascavalo e 50 ditas com
3.58 ditos de dito branco.
Na barca iiespanhola Concepcin, para Bar-
ceUena, carregwi: P. M. Maur/ 169 saccas com
12,2.4 kilos de alg-)dao.
No patacho hespanhol Pipillo, para Barcel-
lona, carregou : T. Freres 80 saccas com 6,083
kilos de algodio. .
No vapor inglez Gladiator, para Liverpool,
carregou : D. G. Torres 2 saceos com 476 kilos
de cal.
Na barca insloaflodMom/', para Liverpool,
carregou : A. Bastos 2.00J saceos co:u 150,000
kilos de assucar mascavado.
Na barca iug. a Benicia, para Hampton
lloods, carregaram : J. Pater 4 C. 1,400 saceos
cora 10o,uo0 los-de asquear mascas-ado.
.lo lugar ingle-. Amelio Witson, para New-
York, carreg ram : Borstelman 0. 2,090 sac-
os com 130.000 kil s de assucar mascavai
No brigue allomio Mara, para Vatparaiio,
carregaram : V. Carneiro 16 C. .300 saceos com
183,730 kilos de a?icar bramo.
Na-hafc&portugueza Amlacia, pasa o Porto,
carregaram : E. B. Rabello-4 C. l,00dsatcos.com
73,000 kilos de, assucar niascax-adb.
Wa barca' portugoe' a Julio, para Lisboa,
arreaaeam : K Viaon db G. t catev-aom 16 li-
tros di>.ajHiardente.

kflo. -
l|2 Utos de dita mascavado.
Ptua zwrtndi interior
-Para o Rio Grande do Sul, no patacho per-
tugaes Qtinda, eaiTegoU': W i. AJves' JO*-saceos
oom i6.0W'Wios te aMaesr bratio* e.maavado.
Para o Bio Grande do Sul, na bat Jjslnt toMbinha,, carregpu:: l ?}*&& 180
llMUTicas.com 10,738' luldfcd asaucar braas. e 30
'ditas, com. 3|4W dito d dito maseavado.
i -1 No hiatelirMliro Sk^raetm P- Par'
2jr,0OO,'.ODl3O,O' corfegaraar; R ^Eaa-*-C 100 barricas- co
tendo 17 kilos de obras de c tbl
pies, avahados por 12*000.
dem AL 11.183, l caixa Wnda da Li erpool
no navio inglez Virijid.: desea regada em :u de
Janeiro de 18tki, consignada ordem, c.alendo
u n kilo de velludo de seda e algodao, avaUado por
30/600.
dem diamante B M ao centro n. 536. 1 caixa
viada de Southanipton no vapor Douro. descarre-
gada eiu26 de abril de 1871, coasignada a liento
Magaibaes, contendo 25 kilos de Ierro tundido sim-
ples, avahados por4150.
dem J W M sem numero. 1 caixa vinda do Rio
de Janeiro no vapor americano .Sort-America,
decarregada em 7 de fovereiro de 1870, contendo
lti kilos de ipel para forro de sala, sem doora-
dura, avallados por 48*000.
dem J G S ns. 49! e 462. 2 barricas rindas da
Porto no navio portuguoz Vnido. desearregada e:n
1 de junbo de 1871. consignadas a Garmo Jos da
Silva Ciliado, contendo 220 kilos de lerraduras
para aaimaes, avallados por 73JJS0.
dem idem 11. 26. 1 caixa idem idsii em G dem
idem, conloado 26 mantas de linio para cavailo.
avahadas por 345658.
dem ideu sem numero. 1 pacote, idem dem,
contendo 17 mantas de linho para cavailo, avaha-
das por 22660.
dem B J B sem numero. 1 barrica vm.li de S.
Kgael no navio portuguez Mekaetei-se, desearre-
nadaein20de agostle 1870. consignada a Ha-
ri iel Jos da Silva Oliveira, contend 17o chapeos
ge pallia, avahados por 1135000.
dem J P 4 G n. l/a. o caixas viudas de Liver-
pool no navio inglez Naregahr, decartegadae em 9
de novembro de 1870, consignadas a J. Pater
G, contendo 432 kilos de sabio para toilette, ava-
hados por 904 5080 .
dem idem rt. 1/5. 5 caixas vinda de Liverpool
no navio inglez Fling Send, desca regadas em 20
de fevereiro de 1870 consignadas -a J. Pater & C-,
contendo 496 kilos de sabao para toilette, avahados
or 992*001
dem A L R n. 6, 1 caixa vinda de H.miburgo
no navio hamburguez Anna, desearregada eai 18
de julho de 1870, consignada a Antonio Lopes Ro-
drigues, contendo 13 kUus de litas de seda, ava-
hados por 195*.
dem idem n. 10,1 caixa vinda de Hamburgo n -
navio hamburguez Auna, desearregada em 17 de
julho de 1870, consignada a Antonio Lopes Rodri-
gues, contendo 29 kilos d caixas de massa para
rap, avahados por 145*.
Idum idem n. 30, 1 caixa viuda do Havre no na-
vio francez Joao Julim, desearregada em 12 de
setembro de 1870, consignada a Antonio Lopes Ro-
drigues, conteado.193 dudas de pares de hielas
de algodao compridas de mais de 20 cent., ava-
hados por... -
dem idem n. 332, 1 dita idem idem, contendo o
seguinte : 77 duzias de meias de algodao curtas,
de mais de 20 cent., avahadas por 1345 185 du-
zias de pares do meias compridas de 20 cent., ava-
hados por 3705.
dem idem n. 30, 1 caixa vinda de
no navio hamburguez Magdalene Ann', descarre
gada em 5 de maio de 1870, consignada a Antonio
Lopes* Rodrigues, contendo 13 kilos de carteiras1
couros, avahadas por 137*491.
deldem R n. 1,1 caixa vinda de Hamhurgo no na-
vio hamburguez Magdalene Aune, desearregada6111
4 de maio de 187 \ consignada a Antonio Lopes
Rodrigues, contendo 75 kilos' de envelloppes, ava-
hados por 124*950.
dem ALRB. 101. 1 cabfc vinda de Hambjir-
go no navio hamburguez Magdalena Anne, deslhe-
ral extraordinaria no dia
mo futuro, & 12 horas do dii
resolver sobre o augment 1
m urna ouipanhia.
Es ijitorio da comiKUihio do Bbberibe, 23
de le rmbt) -1 1S7
O secretario,
J^Ml. i. n.-.e.e.-e,.
Vice-cofisulado de Italia em
. [ Pernambuco
Ter.d-se ai:sentid) ha perto de seis BMMS, "
menor Italiano higpel fpinelli. de idade de 12
anu -. I. m-'. il i'iuao u > amiuiiciado Spine
n,.,> 1,, los os.que 1 .-k-iii noticia mi saube-
',-. 1 .-: 1 wbredito menor, w sirva::!.
. pedido dos prenle- e Irm o do dimm^wr. de
eoirnnunica-la ao vice-cnmad de-haba .o
cidade : consta tar i-Jo para o su!, visto ter
barrado na estacas das > inc* Ponas. Pernimba-
co 30 de dea-urntode 1^72.
': o vie MDWI
Jos,- .-aponii.
1 han '' *
0 Itliii- fF regedor do Gimnasio mandi d-
clarar. que desde o dia 2 do eorrenta esiao aiier-
tas as matriculas na secretaria des* osUbelec
mi ato, sendo que no da 7 principian! os traba-
mos lectivos, em virtude da portara da pre*idea
cia de 29 de-outuiro de 1872.
feretariado Gymnasio Idejaeeiro de 1973
Antonio d'Aasnmp^M Gabra;
See reUri-._____________
Pe! i tliesouraria provincial se- ir/, pollhro,
nue f..i transferida para o dia 9 de jaadra prnxh*
vindouro, a arrematacao d-. Msteio da Uhuuinar/M
publica da cidade de Go anna, poetempod? un
anr.) ea razaode 287 r-'-is diarios por cadi l.mi-
[i '3o.
Secretari:: da thesonraria provincial de l,v.i\
buco, 27 de dezembro de li"2.
O offlcial mal c,
Miguel Aconto Ferreira.
Acamara municipal desia ciiLad>. pelo ir-
s -::te convida aos Sr<. marchantes d,- gado vac-
cmn da freguezia do.Poro da Pan-ila, amand: :
matar do da I." do-janeiro proiimo vindoo,
rezes para o consumo -la populadlo. aonuUdoi
10 daiiuella-freguezia do Poro daPanclla.
Paco da cmara municipal do Recife, 30 de .1
zembro de 1872.
Srtt'o Jote ih Cos'a,
pro-presiiLiit.'.
Lonienco Beserra Carnerada ObnJ i
secretario. ________
() II.111. ir. inspector da thesonraria proviu
cial mauda faier publico que do dia 3 do r eru-
to moi em diante pagam-se na mesma the ria os ordenados dos enipregados provine -s \ -1
cidos no mei de detembro do auno proxim p.i-
sade.
Secretaria da tiiesoiu'aria pr>viaiial de :
nambuco 2 de Janeiro de 1873
O offlcial-maior
Miguel Alfonso Ferreiri.
SANTAJ GASA DA MISERICORDIA DO REG->
Pela secretaria da Santa Gas da Miscric.nl
se faz mente a quem -interessar que o lllin. Sr
i.'-oureiro, no salao da casa dos ex pontos no di a
13 do corrente peras 9 horas da manliaa (ara p.i
gamento do friUMStfa wnciilo de oulubro a o.
zembro findo s amas igu apresentarem em
duzindo os exposb que Ihes foram confiado*.
Santa Gas da Misericordia do Recite, 2 de ja
neiro de 1873.
O escr i va ,
Pedro Rodrigues de S-riza.
GOURE10 (ERAL:
Helacao dos objectos registrados existentes n* ad
'wihistra^ai* dos crrelos desta cidade, para a>
pessoas abaixo mencionad.i>.
Anna Carolina G. de Mello. Anlero Augusto de
Abren, Amaro Joaquim d F. c Aibuquon#ie.Ai-
ionio Joauuim de Barros Sobrinko, A10aio -Mr
tjus da Silva, Binvindi MoutinbOj Celso de SBr -
Hamburgo to, Detio Litigio, Felicinuo E. Las do* Fratere,
F. Jos Gardoso Guimaraes. P. Tbe-jphila- *,
cha Bezerra, Oiovanni -Galuchio. Goccaio Vieir:.
de Mello, Isabel Mara da Gonceicio, Jovina Mari*
da CouceicSo, Jesuiuo M.Malli.'iroBraap, J. ?niel
ley, Joaqumi Antonio Pires Joaqubu. G, da SUvi
ra Carvaiho, Joaquim Jos dos S. Afaujo.
Fernandes Ferreira, Jos Joaquir daCunbx Jli'
Francisco do Garmo, Jos Firuu* Xavier, Jkw d > >
Passos Queiivjj, Joao Alvaro d Mirank V. U.
arae a, Joao Jos Rodrigues, Jo.io Maitins
ri
MEIHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

MOTILADO
Silo Coutinho, Joao Paulo *nteiro de Andrad
regada em 5de-maio da iX ,consignada a 00 lni Aprigi.. d' Ohveira^Luiz de Fjryga tte v.
tonio Lopes Rodrigua, contendo 48 kilos de tranca ***** "
de algodao, avaliafts por 127*968.
dem idem n. 104. 1 caixa idem idem, contendo
104 kilos de cartas de togar em baralhos, avahados
por208f.
iaem idenTa, 103, I cAixa idean idem, contendo
Ui kUosal oSNas-de jofjr em baralhos, avatados
Jes
w
waoej Antum's Crrela rtiel Candido-'^n
Mauoel Joaquim Pues, MaaoelP.dos Santos, P
D. Ferreira, Pou^IWWnoat Tliamai Co-la
Estima,T. Jos dva Lobo, Tnomaa Aat-aioM.
Monte
. Gorreb de PeroanMao, t de jaaslw e 18-
OeaMtragid totmp**
Amar G~ da S. Ramas.
H*

.
1






y

K
S "' ,^3p*

'
\
-
4
Diario de Prnambuco Sexta feira 3 de Janeiro de 1873.
THETRO
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS.
!Sme ::::e:::.
MVERTIME1VTO PASTORIL
SOB A D1RECCO DE
-Jos Betiiardlnb i'. Barros
DEFINITIVAMENTE
Tres ltimos ospeetaculos J
NOS dias ->^
I.4K8 DE .IA\i:ilIO.
Subir seena o lindo e applaudMo drama-sa-
oro pastoril em 5 actos :
OS BOUS ANJOS
ou
0 Aasi'inieiilo ilo Hessias.
0,irector grato 'ao respeitavcl publico, pelo
acehimento e animacio que .sempre forain dis-
fiensadoss proporciona' ainua estas tres noutes
le divertimento, esperando da parte de seus con-
currentes boa ordem e moderacao em suas ma-
uifestar,oes.
As j>essoas que qnizerem bilhetes, podem desde
ja dirigir-se ra Bella n. 41, e no dia dos espec-
tculos, uo escriptorio do tlieatro.
_______________Principiar as 8 huras.
AVISOS MARTIMOS.
_----------------------,
jarros, 1 candieiro a gaz, 1 tapete para sof, l par Phmninlia RfHMfp DraYiairrP
(kescarradeira, vfcos tapetes pequeos, I inda, A50mpdnuld. rveciie l^r oommda de amarell, 1 col bao, 1 toilet de feprtV A companhia avisa aos Srs. proprietarios e-aos
1 nusa elstica, 1 guarda louca, 1 aparado^'com moradores das casas abaixo declarada*que podem
lampo lepedra, cadeiras de ainareH, 1 sof, faIoryso dos apparelbos que foram coBocados as
1 marqiim de amarello. 2 consiillosyJe amarelio, sua/moradias.
2 caulas de vento, 1 mesa redomlarj amarello, i /^Rua da Cruz de n. 38"a 68 e i a 4i. '
dita de lomo para comba, 1 rorto apparelbo in- r da Cadcia de n. 2 66,
completo dejjoieellana, 1 djWpan cb, colbere^
cepos, clices, garrafas, a-tm treni de cozinlia.
Armacao, fet ragens^c mais perteheos da loja
da ra Direita, lioje'Marcllio Dias n.45..
0 ageute llafttns far leilao, por mandado do
lllnf. Sr. DrJ/tm especial do commerek), dos mo-
vis, arrjfcrfio, ferragens, c mais pertences da mas-
sa fallida de JoSo Hygino, de Souza ; s 11 horas
do dia cima.
' Os pretendentes podem examinar o balaneo que
se acha em mao do^dito agente.______________
PARA'
Pretende seguir com poocos das de de-
mora, a barca portogaeza Clemcntina, por
ter quasi a sua carga completa, e para a
pooca que Ibe falta, trata se oa roa do
Oommercio n. 5, escriptorio de Joaqoim
Jos Goocalves Beltrao.
PORTO
A barca portogaeza Audacia, de 1' classe e su-
perior roarebi, vai sabir cora brevidade, recebe
carga a frete comrnodo e passageiros : trata-se
com E. R. Rahello & C, ra do Commercio n. 4S.
Para o Kio-Grande do Sul.
Segu o brigue nacional Amelia, tem parte de
seo carregaraeoto engajado, para o resto que
Ihe falta, trata-se com is seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo <5 C, no seu es-
criptorio roa da Cruz n. 57.
t.aMPAMA
1 Javoacio Iirasilcira.
Dos nortos do sul
sperado at o dia 8
.lo corrente o vapor
Guar, o qnal depois
Ja demora d3 c stu-
Es fc'1 me seguir para os do
norte.
Encommendas do pequeo valor, peso, medida
c tambem dinheiro, reeebe-se at 1 hora da tarde
lo dia da sabida do vapor.
Para IVetes e passagens, trata-se na agencia, ra
do Commercio n. S.
COMHANIIIA
i v-
lkV>-v ftOI'lf* ItIUrfllICtt.
- Xtro da 8 do correnle m? e pera-se da Eu-
ropa o vapm- francez Herniosa, o qual depois da
demora do costume seauir para Baenos-Ayres,
locando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condiroes, frotes, e passagens, trata- na
agencia, ra do Commercio n.'..
No dia 9 do corrente iira espera-se dos porlos
do sul a vapor franc-z Rio Grande, commamlan-
te Giost, o qual-depois da demora do eostiinu' so
unir para Brdeos, locando em Dakar (GorJ e
Lisboa.
Para rondicoes, frete? e pas-agens, trata-se na
agencia, na do CommcrcRi n.!.______
Para o Rio de Janeiro.
O brigue nacional Isabel pretende seguir para
o porto cima ueste dez dias ; para o resto da
varga que Ibe falta trata-se com os seus consig-
natarios Antonio I.tiiz de Oliveira Azevedo & (L, no
sen escriptorio ra do Bmn Jess n. 57. outr'ora
ra da Cruz.
Para o Kio Grande do Sul
Pode anda recber algnma carga frete o pa-
tacho nacional Bcmfica : a tratar roa do Viga-
rio o. 1, primeiro andar, escriptorio de Bailar, Oli-
veira & C.
i'ara o Tara
sabe at 28 do -corrente o patacho pertuguez SU
cha.dence, lem tres partes da carga engajada ;
para o re.-to da carga que Iho falta trata se cera
Ferreira de Atmeida & fj, ra da Madre de Dos
n. 36.
y
Vai sshir cou p^ocua das de demora a polaca
italiana Sara, psdenJo receber alguma carga, por
i9so, quera desejar carregar pode'entender ?e coro
o consignatario Joaquina Jos GjcQalves Beltro,
ra do Commercio n. 5
PAM LISBOA
Segne com toda a brevidado o lugar portngaez
Julio, tem grande parte de sua carga eugajada, e
para o resto e passageiros, trata-?e com os con-
signatarios Thoruaz de Aqoino Fonse a & C. Sus-
cessores, ra do Vigano n. 19.
LEILOES.
Lcilii
DE
301 barricas marca M diamanto com farinha
Iloje
O agent Pestaa far leilao, por eonta e risco
de quem peitencer, de 304 barricas com farinba
I.n Plata, avariada com agua do mar, viudas de
Xcw-York no navio John I. Kennedy, entrado nes-
te porto em 13 de dezembro de 1874 ; as quaes
sero vendid em 1 ou mais lotes, no dia cima
quarta-feira 3 de Janeiro vindouro de 1873. as 11
lioras da manlia, o armazem iktSr Joao Qnirino
de Aguilar, ao caes de Apollo.
/: de
>^2 mallas com roupa de uso.
'alabbado 4 I corrate.
O agente Pinto levar leilao, por autorisacao
do gerente do consulado de Franca, 2 mallas coraJ, lora, por precos
roupa e outros objectos, pertencenles ao espolio da
finada Thcreza Lefelne dite Lea ; o "leilao ser
efectuado ;s 10 horas do dia cima dito, no es-
criptorio do referido agente, ra do Bom Jess
n. 13.
LEILAO
DE
20 dtizias do carnizas francesas avariadas.
SABBADO 4 DO CORRENTE
s 10 lp2 horas cm ponto.
O agente Pinto levar leilo, por autorisacao
do gerente do consulado de Franca, e por eonta e
risco de quem pertencer, una caixa marca D J A
C n. 1783, com 20 duzias de camisas avariadas
ixmlo do vapor inglez Rio Grande ; o leilo se-
r i'ffeclnado as 10 l|2 horas do dia cima dito, no
escriptorio do referido agent, roa do Bom Jess
n. 43.____________________
LEILAO
DE
Fazendas avariadas
SABBADO i DO CORRENTE
Por intervencao do agent Pinto.
Ra do Bom Jess n. 13.
de Domingos Jos Martina de *. 17 a 23
SO a 60 81 a-144.
Becco Largo n. 1, 2 a 6, 5 a 33.
Travessa da Senzalla n. 2 e 4. I
Becco do Campello n. 1, 4, e 6.
Caes do Apollo n. 83 a 85.
Becco das Miudinhas de ns. 2 a 12.
da Lama de n. 1 a 1S.
Ra da Senzalla Nova de ns. 1 a 9 e 23 a
Becco de Porto das Canoas de ns. 1 a 3.
Recit, 30 de dezembro de 1872.
Law & Blount.
Gerentes.
Comedoras
Na roa astreita do Rosario, sibrado D. 35, casa
de fimilia, conimoa-se a fornecer comida para
comniodos e ata promptidao ;
algum nenhor" negociante que tu para fura da
cidade e qoiier qae Ihe forneca aoa ieus calxeiros,
achr na dita caa bom tratamento.
Aloga-se o 2* andar e otao do sobrado n.
25 da roa de Sania Rita, estando elle em boro es
t-do : a tratar na roa Duque de Calas n. 14.
IEI.A0
DE
todas as machinas pertencen-
tes serraria a vapor e fa-
brica de chocolate sita
ra da Praia de Santa Rita
ns.,49 eol.
Teren-leira lo coi'renle.
O agente Martin, autorisado pelo Sr. Jos Igna-
cio (CAvila, liquidante da Brma A\1la de Irmos,
vender em leilao todas as machinas pertencenles
serraria a vapor e fabrica de chocolate, sita s
ra ile-Santa Rita d'esta cidade ns. 19 e 'I, e de
propriedade da dita firma, sendo 2 machinas a va-
por com suas competentes ealdeiras, transmissoes
de movimentos. serras. tanques de depsitos, e ou-
tras fjtfferents machinas para aplainar, tornear,
fazer molduras, e bem assim machinas de fazer
chocolate, preparar e limpar cacao, laminar a
massa, seus pertences e utensts, e foram arbitra-
das por peritos em 2:i:C7'iOOO.
0 annunciante previne que os objectos referen-
tes serraria a vapor, sero vendidos englobada'
mente, e bem assim faio uin lote separado as
machinas de fazer chocolate, salvo se houver of-
ferta geral para todas as machinas, unas e oulras.
o leilao ter lugar as U horas do dia, ra da
Praia de Santa Rita n. i9.
''azciidas avariadas
CONSTANDO DE
UaI|>leN. al^odlew. oassa.**.
cBtitas. <**l|9aM C hvlns.
Quarta-feira 8 de Janeiro ne 1873
s 11 horas em ponto.
S'.ir iiitci*veni*siu cente l'inlio
Boives.
NA RA DO BOM JESS >'. 53 .
Vender-se-hao em conlinuaelo tambem algumas
fazendas limpas para fechamento de facturas, e
outros artigos, onde o agente espera ds seus fre-
guezes.
LEILAO
DE
Uovck. louca e rristaes.
dudo novo e em ptimo estado)
Constando de
l'm piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, 1 ta-
pete grande e 3 pequeos, pannos de crochet, sen-
di 3 transparentes para janellas, jarros para lio
res, 3 caiidieiros a gaz e escarradeiras ; 1 cama
de Jacaranda, 1 toilet, 1 lavatorio, 1 guarda vestido,
1 cabido. 1 secreta e duas cadeiras de balaneo ;
1 mesa elstica, 1 guarda louca, 2 apparadores,
18 cadeiras, apparelbos para cha c jant.tr, copos,
clices, compoteiras, garrafas; bandejas, talberes,
apparelbos para lavatorios e moitos outros objec-
tos pertencentes a casa de familia.
QHaata-feh*a O le Janeiro.
Por intervencao do Pinto.
Jfo 2 andar do sobrado da ra do I.ivramenlo
n.20.
O leilo principiar s 10 e, 1/2 horas em ponto.
AVISOS DVERSOS
INST TUTO SR
H0L0GIE0. E
mrniu PERNAMBUCANO-
llavera sessao ordinaria quinta-feira, 9 de
Janeiro prximo, pelas 11 horas da ma-
nh. '
ORDEM DO DIA.
Tareceres e mais trabalhos de commis-
ses;
Palestra litteraria.
Secretaria do Instituto, 30de dezembro de
1872.
J. So.vres d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
. DE
MOVIS
bkja deferrapn dama 1)1-
reilii ii. f.
Massa fallida de Joo Hygino de Souza.
.SEXTA-FE1RA 3 DE JANEIRO DE 1873.
Urna mobilia de amarello com lampos de pedra
a Luiz XV, 1 guaida roupa de amarello, 1 cama
raaceza de dito, 2 espelhos grandes, 2 pares de
G4SA OA rOKTUBUI
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i* roa Primeiro de Marco (outr'ora rea di
Crespo) n. 23 e casa do costme.
0 abaixo ai signado, tendo vendido nos sena fe-
lizas bilhetes oui ioteiro n. 721 com 1004, nm
inleiro n. IU9 cem 1C0, e cutral aortes de 104
o 204 da lotera que se acaboa de extrah'r (33*)
e sao convidados os possnidores a virem receber,
na conformidade do costme, oto descomo al-
gum.
Acbam-s* randa o felizss bilhetes garantidos
ti 7* parte das totqrias a bentfljn da Igreja da
Santa Craz do Recit (3i"), que se axtranit em
4 do mez e anno vindenro.
PRESOS.
Bilbete intiro 4000
Meio bilbeta 34000
Qoarto 14300
Em por;So 4 1004000 para cima.
Bhteinteiro tifiTM
Meio bilbete 54760
Qoarto 14378
Manes! Martina Finas,
1004000
Fugio do engenho Pontal, em Serinbem, do
dia 7 4e mez prximo pastado, o mulato Simio,
com os signaes aignintes: estatura regalar,
corpo seceo, cor alaraojada, barba serrata, ca
bellos earapinbos e falla descansada. Q"uem o
pegar leve o ao rea renhor o teoeote-eoronel Vi-
ceote Mendes Wanderlty, no dito engenho, oa n-
liecife ao Sr.Bernardino de Sena Pontual, na ra da
Madre de Dens n. 36, que recebera a gratieacao
da 1004.
0 RACHAREL
AMEIUCO NETTO DE .MEN-
DONf-A
Remide presentemente
A' RA NOVA DE SANTA RITA
V 43.
Botica Popular
Precisa de nra oBcial enm bastante -pratica de
pharmacia, e.capaz. Da se i;0004 de ordenado an
nual.__________________'
Precisa e ds Irabalhadnres na fabrica de
sabio nes Afogadoa : tratar na tneam, *a
travessa SANTO ANTONIO.
A pedido de algumas pessoas haverneste tliea-
tro dous grandes bailes ue mascaras e sem ellas,
nos dias sabbado 4, e domingo 3 do corrente, para
cujo Ilm prepara-se o edificio cora toda a decencia
e asseio.
(aliinde Pcrluguez de Leilura em
Pernamliueo.
(Directora.)
Devendo proceder-se inventario geral na bi-
bliotbeca do (Jabinete, avisa-se aos Srs. socios que
tica suspenso o expediente desde o dia 1." a 13 de
Janeiro prximo.
Outro sim, roga-se aos Srs. so-ios o -obsequio
de recolher ao Gabinete os livros pertencentes ao
mesmo que tiverem em seu |)oder, afim de mais
fcilmente se proceder ao citado inventario.
Secretaria da directora do Gabinete Portuguez
de Leitura em Pernambuco, 28 de dezembro de
1872.
V. Ferreira Chaves Jnior,
1." secretario.
Aviso.
Manoel Jos Muniz das Heves, tendo comprado
ao Sr. Manoel Marques de Oliveira, de accordo
com os credores, o estabeliyimento de louca, ra
do Imperador n. 57 (denominado Prato de Onro),
avisa aos Srs. devedores firma de Manoel
Marques de Oliveira,, que nesta dala autorisou
P)r proeuracao bstanle ao Sr. Claudino do Reg
ima, para promover a cobranca de todos os de-
vedores ao mesmo estabelecimeiito.
Recife 31 de dezembro de 1872.
AVISO.
1
O abaixo assignad'j sciontifica ao publico e ao,
Ilustrado corpo commercial (|uc, desde 0 da 2i
do corrente, deixou de ser caixeiro de sua (averna
sita a rua Imperial n. 42, o Sr. Mano-l Julio da
Silva, licando o mesmo exonerado de toda c
qnalquer trausac(ao sob a firma do abaixo asig-
nado.
Recife, 30 de dezembro de 1872.
Elizio AI ves do Silva Figueira.
neja
par' -
Com qnaut" j este)*
peilavel publico de*u
de ve dirigir a oat(a .
lodo qnanto coocerneute
ria, cons cid* (Centellara do Cam
Sempre bom qo ***
lembrar aos seas nami rosos
qpe este-lio ntil, qoa. 'aottjoi -
Antonio Vasco de Algonoz Cabral faz sciente se acba como nanea prvido ao m
ao respeitavcl corpo do commercio que admittio acepipes, proprios para os regatares
para socio de sen estabelecimento de inolbados,
sito rua de Pedro Alfonso n. 9, o Sr. Jos Percj-
rade Carvalho, cuja firma gyrar Algonez & Car- qae os hoorarem cora snas en*
nesses lempos que se aproxima
nao ponparem esfor? >s para 1
para
i/,
.IV
so nao t
Urna grande k
Fiambres Pusssa
Salames Docei
Cafas Queijos
Legumes Ameodoas
Peixes Licons W
Bolachiohas Vioboa ^N
Leites Oaques
Como
fie agora em filante e01
do Campos
tend om sea recinto ama bem
roon
ESTRADA BE FERRO
DO
Recife Caxang.
No da 1. de Janeiro
prximo, alm dos trens
j cstabelecidos, haver s
10 e 11 horas da manh,
c a meta noute do Recife
i Casanga1, e 13,35, 1,35 da tarde e 10,35
da noute do Caxang ao Recife, tocando to-
dos as estardes da linha principal.
Escriptorio da companhia, 30 de dezem-
bro de 1872.
11C. Dallerbe,
Gerente.
A bagagem pela linha do Arraial (leve ser
conduziila amanh terca-feira, por ser dia
santo quarta-feira, 1. de Janeiro, e d'aqui
por diante quando a quarta-feira ou o sabba-
do for dia santo, a condueco se far no dia
anterior.
Escriptorio da companhia, 30 de dezem-
bro de 1872.
/,. C. Batterb*,
(rente.
'4&WW
Tfc
-

m
i
O Dr. Sarment Fi-
lho, cirurgio do hos-
pital Pedro II, de vol-
ta de sua viagem a Eu-
ropa, contina no exer-
cicio de sua profissao,
na casa de sua residen-
cia a' rua do Impera-
dor n. 29. ~
CASADAFORTUMV
Una l de Marco
(Oatr'ora do (Vcspo) n. 83
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes da lotera do Rio n. 436' a sorte de-
4:000* em quatro quartos de n. 2403; convida os
possuidores a virem receber, que promptamente
serao pagos, como do costume.
Manuel Martina Fiual
GASA DA FORMA
RUA DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
nica que paga as sortea
Aos 20:000&00.
O abaixo assignado tem sempre exposto i ven
la oa feiizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagaedt
>rcapamente, como costnma, qnalquer premio.
PREgOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Qoarto 13:6*000..
Manoel Martins Pinza.
Companhia Aliianf a
seguros martimos e terrestres
estabelecida na Bahia em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Ra. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
1 risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
somo contra fogo sobre predios, gneros e
rendas.
Agente Joaqoim Jos Goocalves Beltro,
roa do Commercio o. 5, i. andar.
"coMreras-
Na Cbapellene des Dames raa do Bario da Vic-
toria n. 16, precisa-se de o turf ira?.
Fin 11 1 de priiueiras letras, musir,
jiiim 1. IVaniTz e a fllalo.
Propoe-se urna senhora devidamente habilitada
perantc a directora da instruccao publica, a ensi-
nar as materias snpra com todo o esmero, espe-
rando a proficuidade de sens esforcos da expe-
riencia que tem do ensino. Esta senhora de ori-
gem franceza, por isso falla bem esse idioma ; e
j leve alguns annos collegio em Macei. Ensina
piano como poneos ensinam, leccionando as prin-
cipiantes todos os dias, c tem o piano preparado
com un excellente guid-mains, para perfeita posi-
ao de mos das discipulas. Os presos sao mui
razoaveis, attendendo s ms circumstancias do
tempo. Dirigir-se-hao ao n. 3 da rua do Cama-
rio. Na mesma casa precisa-sc de una ama para
lavar e engommar para duas pessoas. Tambem
se precisa de urna senhora solteira ou viuva, ca-
paz, que saiba bem coser, bordar, fazer flores, ele.
liara encarregar-se do ensino desla materia s
meninas.
valh\ a contar do 1' d" Janeiro" de 1873 em
diante. Recife 2 de Janeiro de 1873.________
AVISO.
Cramcr Frey & C. leem mudado seu armazcm
de fazendas do" n. 20 da rua do Bom Jess para o
n. 62 da mema rua._______________________
Alugd-se
a sala e alcova do 3* andar, e parte do solio do
obrado o 70 rua Dumc da Caxias : a tratar
o a loja.
O abaixo assignado participa ao publico e .
especialmente ao coinniercio desta praea que con-1
lina na mesma casa c genero de negocio da ex-. .
t.ncta firma de Soares Primos, sob sua tirina indi-j6 "n *_a' ^im Sm
vidual. Recife, 2 de Janeiro de 1873. M ""'-o ^QlD0 ,*?*T,
Tito Livio Soares. | an.maz.nhos qae a conu> especial 1
---------;-----------------------------------------------.----------'bem essadus devora (^Tttmi*
Precisa-sc de urna mulher portugheza ou nambucana, e tara qni nelos eo'
nacional, branca, que emenda de costuras para fa- peream da lembranca aman.es
zer companhia a urna menina de menor idade e vaj era consoanie
dirigiros arranjos da mesma em casa de imi lio- pat0. p,.,u.. i{ on, e ancos
mem solteiro, paga-se bem sendo mulher cm Capotes, mu'recos e'gordos leiioes.
quem se possa runllar, que de alwnador de sua Vitelas, oaraeiros, cabritos e pombos
conducta : quem estiyer neste caso pode indicar Saboreas caulas e os taes camarde
sua residencia a rua do Livramento n. 6, loja, pa- ( AlJ|- Cfl_0
ra ser procurada.________________________ Bulos mylezes. podios e tortas
Diga-me senhozinho mc(m^^^^^:^:^s
Frescas empajas em lodos os dias.
E depois
Ricos presentes de testas
O Campjj atora tem
Na sua CGNFEITARIA
Qjeni Ihe competir? ninguem I
K" bpm qae lodos cr.ncorrara
P'ra/qcclie eMalel.'cimrnio
De laixiuhas ricas, Qaeai ha t
Qu4teiia maier sortimeoto
Ulban todos vejam bem;
Aqnllo qae o Campos quer,
E, qfce lod8 p'ra a!li corraro,
Nao escupa uu s se-qner /
l''ra antes e depois da musa
Da tal nouto de natal
Quatro pastis e um copito
A ninguera por c> rio faz mal.
CO-NFEITARIA DO CAMPOS1
tua do I-nperador o. 2.
ADVOCADO
::,. :: ::::: ss: _::_
SALES.
RUA DIQUE DE CAXIAS N. 37.
modado.
Para que as igrejas lem torres, para que as tor-
res tem sidos,pan que os sinos tem balalo? para
fazer dom dom don. Ten maganao, diga-me
mais, (liando fui morar na rua daMadre de Dos,
nao existia al i a igreja com suas torres, sinos e
badalos, porque nao procurou outra residencia,
visto que tem pouca paciencia. Longede igreja,ca-
pella ou sacrista e adeus at outro dia.
Rcpicai pois o sino bem,
Pirque o balalo do sino
Nao faz mal a ningnein.
Drogaria homeopatliica 0


0

Aluga-se
0 sobrado de um andar, sito rua do Mrquez
de Ilerval n. II : tratar na raa da Aurora nn
mero 51.
AOS 5:000*5000
Sitio venda os fo-zes bilbetes da lotera d?
lania, na casa feliz do arco da Conceic.o, loja di
icrivas no Recife.
CAIXEIRO
Precisa-se de un rapaz para caixeiro, de idade
de 1G a 18 anuos, com pratica de (averna, dos
enegados ha pouco da Europa : no pateo da Ri-
beira n. i.
Aluga-se o 2.' andar do sobrado da rua da
Guia u. 62, com bastantes coininodos : na rua da
Senzala Nova n. I.
Nos abaixo assignados, avisamos ao Sr. Fir-
niino Al ves Ferreira, que eomprou a cocheira
Bita na rua das Flores, jiertencente a viuva ds fi-
nadn Joao Sinh, que nao pague mesma senho-
ra sem primeiro pagar aos mesmos o que ella
i\ Sr. Finnino obrigado a pagar a qnantia de 7*i^000
aos abaixo assignados.
Recite, 30 de dezembro de 1872.
Octavio da Cunha Goyanna.
Manoel Luiz da Silva Guiniaiacs.
Jos Pereira Bulcao.
Bous banhos
E dormida fresca.
Aluga-se urna casa no Monteiro, para passar-se
* testa, muito em eonta : tratar na rua Nova
n. 7.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinha r para casa de hornera solteiro : na rua Di-
reita n. 8.
ARA
iT 1 Precisa-se de urna ama para coiinhar
em casa de homem solteiro: a tratar
na rua Direita n. 21.
andar.
Precisa-se de urna ama para com-
prar e cosinhar para casa de peque-
a familia, preferindo-se escrava :
rua eslreita do Rosario-n. 32, 2.
LA .... Precisa-se de urna ama pa;
ra casa de familia de duas
pessoas para czinhar e en-
gommar : tratar na tua Direita n. 28, 2* an-
dar.
_. _*n _\. ^ '"and!,r def,a lyp8ra'
^^\ Xl\ N phia aDrta se Pr,>c'S de dQal
wk \$\] vi) amas, nma p-ra coziohar e
cotra para engommar para pouca familia.
m mar e\ Precisa-ie de umi ama qae sai-
iaLlvJlm. bem czinhar (forra on escrava,)
paga-;e bem : a roa Nova, leja n. 11.
AlTIl Precisa-se de urna ama para casa de
> viii Doa-Vista n. 87, armazem de molhados.
Precisa-se de um homem de meia idade, que
.saiba 1er, oscrever e d conhecimento de sua con-
ducta, para tomar eonta de um acougue : tra-
tar na roa de Paysandu n. 21.
Ausentou-se.
O escravo Pedro, de 15 annos de idade
mais ou menos, com os signaos seguintes :
cor parda, cabellos corridos, alguns signaes
de bexigas, levou vestido camisa de chita,
calcha de casemira: roga-se as autoridades
policiaes e aos Srs. capites de campo de o
prenderem e leva-lo casa de seu senhor na
rua da Imperatriz n. 4"1. andar, ou na
rua da Madre de Deus n. 5 1. andar.
. Aluga-se o primeiro andar da travessa do
Queimado n. 1, proprio para escriptorio ou rapa-
zes solteiros._____________________ _
Aluga-se ou da-se gratuitamente para morar
a um homem a urna mulher, com familia ou sem
ella, um corredor enxnto eom quintal e cacimba,
n'uma porta de rua, com condicao de servir de
porteiro : a rua da Cambia do Carmo n. l, !.
andar, ^
\ Al" A Precisa-se de urna ama muito boa co-
-"T* zinheira para casa de homem solteiro :
tratar a rua do Livramento n. 6.
I CABI.YETE
Medico-cirurgico
RUA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operarles de olhos.
Cara radica) e instantnea dos
estreitarneiitos da uretra.
Consultas: Das 7-s 10 horas
da manba.
Chamados: A qualquer bora.
41-lliia fio Im>crucSor-4l
Os proprietarios deste bem conhecido c
2? montado estabelecimento, offerecem con-
W tinuainente aos amigos da bomcopatbia
^ um completo sortimento de carteiraa de
25 glbulos e tinturas de 12 a 120 medica-
W nientos, chocolate de Eppes, encerado de
f% rnica e a excellente obra do Dr. .Mures
25Medico do Povoj em 3' ,ediccSo, tu-
bos e fraseos vazios, finalmente tudo o
^ que concernentc ao systema homeopa-
w Ibico. W D. Isabel Ignacia
JK Os medicamentos principis sao leva- 5K ran^a paterna,
^K dos desde a i" at a 30 dyinnaiiiisacao "
^ garantc-se o bom preparo de todos.
US Adjacente ao mesmo contina a
i consultorio um acreditado nicilicn
55 meopalha, dando consultas do meio
JW at as 2 horas, e aceitando chamad
ig qoalquerhora.
Ao commercio.
Nos abaixo assignados declaramos que di-solve-
mos amigavelmente a sociedade que tinhamos sob
a razao"social de Bastos & Lima, rua da Madre
de Dos n. 12, cuja liquidacao de eonta de nos
ambos, fica incumbida ao socio Francisco Ginc_al-
ler
he-
da
> a
0
ves Bastos e S. Recife 31 de dezembro <]> 1872.
Francisco Goncalves Bastos e
Joaquim de Soma Lima.
?.
Preci?a-se de ama ne.'soa para f z-r o fr-
vido de fachina : na padaria da rua de Rsngel
n. 9.
Roga-se s autoridades policiaes de
vincia (pie apprehendam e levem a sua se
mulato invino, bolceiro, que nao anda fug
sim com a maior insolencia como forro pe
desta cidade, traballiando para si, dizendo(
familia para nao ser vendido a ninguem. p .
seuhor neiilium suportara tal procedim*
um captivo: esse escravopertence legitiman/
de Gusmo Vdlela, coifj
seu escravo como consta (
ris'cartorios, levem-o ao corredor do Bispc
Empieza do gaz :
Respoitosamente informo aos sen
caasumidores do gaz desla eropreza,
as contas entregues, devem ser paga?
salmete aos cossos cobradores, c
seocia deste podem se dirigir ra?
perador o. 3H oa fatjicijdo_^az
Jos, todos es das atis, desde
da manh at as 4 horas da ta
Previno aos mesmos senhore
cepf3o, que nao continuarei a fo.
a aquello que n5o pagar suas i
censonjo de conformidade com este
Fabrica do gaz, 3 de dezembro (.
0 engenheiro e geret
Tbomas Newb'gg'n
nnnsn i
ENS
.i
10
15
JO
25
annos
naos
annos
annos
annos
I
PROBUZIR :
Com perda de capital
993*000
3:113*000
8:Hi*200
2i:402*3OO
56:637*700

I
)
nocajao de beneficios muteos
l'at*a crea^o de caplacs e rendas, e an(orlsala pelo g
Terna tipcr 1
POR DECRETO N. 502 DE ai DE JULHO DE 1872.
Capital de responsabili&de administratra
1,000:000^000
CONVERSAD DOS CAPITES DOS SOCIOS EM APOLICES DA DIVIDA
BLN.4 NACIONAL.
TAIIEIIAS
{oo^oco pagos annalmente devem
No fim de Sem perda de capital
680*600
2:372*000
6:382*200
17:058*500
10:128*600
Urna imposicao nnica de l:CO0*CO deve produzir :
No flm de 5 annos 2:13!*00O
de 10 annos 3:819*510
de 15 annos 6.8^0*000
de 20 annos 12:9)L"(i00
de 25 annos 23:2o'<]0
O objecto desla asscciac.ao nduzir-lcdas as classes cemo es ricos, a pensarem no porvir e a grantirero, por meio da economa, a fortuna i
lb.s, o pao da ve/hice e a tranquilidad*.: do espirito.
A riqueza dos povos, isto a riqueza particular e a Biqueza publica, tem o seu fi
daraen.to mais solido e a sua tonte mais (e:nnda na imples rcenomta.
A economa a provisao do fataro. O qae hojs nos sebra quasi sempre nos it~~
amanba.
Sendo a Popular, destinada principalmente para cuidar do futuro das classes mei
abastadas da socedade, a administra cao, de conformidade com seu; estatutos deciv q
recebe subscriptores por qoantlas mnimas at 10*000 e sem li.-Bte "?ara maiores qoa
Oa subscriptores da Popular nao esio snjeitos a onus alenm de exames mdicos e att,
dos de vida : seus capmes accumulaJos e accresc:dos ntajesamente passarem, em
de morte, a seus berdeiros naturaes.
As subsenpeoes da Popular Fluminense podem serVeias de tres modos dislia.
conforme o de-ejo do socio, a saber : t
COMBINACE?. \ |
1' Pagamento das prestacSes annuaes ou semestres (desde 10*000 at a m
qnantia cada nras) podendo liquidar e retirar capital e lucres em qualquer poca da-
dos primeiros 5 annos; sem perda do capital em nenbum caso. c
2* Igual ao anterior, porm, com prda do capital 4 juros no caso de deixar de t;
gar alguma das presta;9es marcadas na apolice. )
3* Pagamento de orna s qnantia (nunca menos de 100*000) e de nma s vez e se
perda era nenbnm caso nem do capital neto dos lucros.
A 1' combina cao ofTerece ao socio a vaatagem de nnnea perder o capital qae Uva
entregado; .
" A 2" arrisca o capital, porm, o socio que pagar pohtualmente as prestacSes, aafi
nra mais lucros que s que peitencsm a i*;
A 3" combioacao ofleree grandes vantagens aos capitalistas, pois sem eorrer nt
nhum risco pode se garantir que se hao de aulerir, pelo menes, um juro de 12 0/0 ao ano<
Pde-se obter qaalquer outra informajlo no escriptorio dos agentes da assoeiac/
nesta provincia, Augusto F. de Oliveira? & C, rua do Commercio n. 42.
Aviso.
Ernesto & Leopoldo, estabelecidos com loja de
oas por grosso e a retalho, rua do Cabng n.
2 D, scientiQcam ao corpo do Commercio e ao
publico em geral, que nada devem nesta praca,
nem fra delta nao s a firma, como distinota-
mente qualquer dos assoefados em particular.
Recife, t de Janeiro de 1872. _
Ernesto Jos Felippe Santiago.
Leopoldo Jos Felippe Santiago.
Aderccos de bri-
dantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltasde perolas.
A SAPHIRAI
^-Obras de ouroe
prata de todas as
qublidades.
NOVA LOJA DE JOIAS
K 2 ARua do CabugNi 2 A
Vchando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito uma importante acquisi0o de
jotas as mais modernas vindas ao mercado, o de qualidades superio-
res, contidam ao respeitavel publico a azer uma visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar. *e comprar uma joia de gosto por
preejo rawMivel.
Precisa-se de uma ama para czinhar e en-
gommar para uma s pessoa : na rua do Rangel |
n. 9, segundo andar. 1
mmHB
4 mam ehiwpihr hcwtbmo W j wiumd
i v. ;./-^J


7
Diario de Pernambuco Sexta feira 3 de Janeiro de 1873.
J%MJWJ%. MOVIDADI!
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOSf! I1E AZEVEDO
Ra do Bar&o da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, ntiga ra Nova
aonie o publico em geral cncontr^sempre o maior e mais esplendido sortimento de pianos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
i

JE ser ac fgido
50;09p rs. de gr.tific
Aint-uloa-ie rtosde o da l.'l re maiu Je I87i, i
preio d noiae Alfredo, d u lula e uni* annos,
rllo, e bisunto ladioo ; eie preto perfeilo co.
rinheiro, Mtalara arta, magro, albos grande, ja
eMve do eogenbo do Sr. Lulu de Calar, em S
Liureoco da Malta, onde coaita ler pare di. s, foi
i.-cravo do Sr. Adriano Jt Catiro, e do Sr. Jo
loaqaim Gdc>Ivs Basto, DfgMunies desta pra-
* ; de lodos estes Smhore foj coiinbeiro, iem
sido visto por pessoa que o conbem, dizeolo que
iti forro, u.-im teiu podido e-capar de ser preso.
Pede-se a toda as autoridades e eaplties d<
rameo que o pagando leve-o a ra do Duque de
"axias n. 91, leja de Miudazas do Rival sean Se
?undo que receber a grat .ficaco cima deca
rada.
Acaba de abrir no primeiro aodar do sobrada n. 12 confronte
botica Haarer, um grande sa o onde estao expostos os magnficos
I U. 3k j% US de armario, de PleyeL
-------1 de meia canda, do memo autor.
---------- de H. Henri.
--------- de Amede Thibout.
nico agente nesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE MJCHER FRRES
remiados em diversas exposi;6ss om li medslbss de ouro e prata.
Sao os onicos pianos que aqu vem da Europa, perfeitamente afina-
do, fetos com elegan ;ia e solidez. -
Tarnhetn receben grande sottimento de msicas pra piano, piano e
canto e entre ellas as lindas composicSes do ronito sympathico maestro
F. S.4WMTI
A SABER :
Voc me quer Walsa.
Olga Mazoika.
La Separacioni Para canto
A Lux elctrica, grande Walsa.
Frnco Braileiro Poika.
Tomada > Vllela G-lope.
J.joinha Wal>a.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wat-a.
A Minha Lvra Walsa.
A Natalicia P 'ka
Sludieate Po ka.
Ultimas publleacde
Feilas as ofJQcinas de mnsicas
do nnoncisnte.
Emilia, polka por I. Smoltt.
Circaciana, tchotcb, por Smoltt.
Jardim do Campo das Pricezas,
quadrilha, por J. Popoe.
Chova de Rojas, Walsa, por H. Al-
berlazri.
D'aqoi femBdiante continuar a annnnciar todas as publicares qne se forcm friendo as suas offleinis de m cas.
ii
l
MOFINA
Egt eucourrCado
Roga-se ao lllra. Sr. Ignacio Vieira de Helio, e
.rivio na eidade de Nataretb desta provincia, t
avor de vir rna Duque de Casias n. 36 con-
fuir aqoella negocio que S. S. se eomprcmettena
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
dns de dezembro prozimo passado, e depois para
Janeiro, passoa fevereiro e abril, e nada curo
prio e por este motivo de novo chamado par
Jilo fim, pois S. S. se de ve lembr.r que este ce
gocio de mala de oito annos, quando o senhoi
seu filbo se acbau nesta cidade.
e
Precisa-se de uma ama livre ou escrava : na
ra do Rom Jess n. 21, segundo andar._________
Precisa se de um ou ttous otBclaes de bar-
beiro: oa praga do conde d'Eu n 7 A.
Izidoro Bustos & C. fazem sciente ao conr
mercio que tem feito uma nova sociedade a co-
inecar do 4.a de Janeiro de 1873., sob a finua de
Moreira Halliday $ C, continuando .aquella, des-
sa data em diante, era liquidacao.
Recife, 31 de dezembro de 1872.
I50#00l).
Na engenho Massuassii, frfgueria da Escada, H
dar de gratificacao a qtnntia cima a quem ap
pretender tres cavadas -que naquelle eogei.h >
loram fuados oa noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o 1* tem 9 anco*, f
castanbo e castrado, tem a orelba direita bastacle
lascada, nma estrella na testa, e no quarto esqner
do Iem uma cruz; o l* ruc, coro pialas ver-
melhas nos qoarlos, grande, gordo, cuno pes
coco fino, castrado, iem os qoadris feridos da
caogalha, ferrado cora a marcaI. R.do lado
direilo, e tem a idade de 9 annos; o 3' rudado
sachas.- claro, curto e g'ossa, nm pouco cambito.
9 castrado, pequeo, e esl ferrado com a marca
Ono quarto direito : gratiflca-se com 804000
por cada um era presenca da pessoa, em enjo po
der U r encontrado qoalquer dos ditos ^avallo.
Aluguel
Na ra Duque de Gaxias n. 23 o'ugam se ca-
deiras para testa, bailes, ou qoalquer diverlimen-
to, por barato preco. __________
Precisa-se de um menino de 12 ou 14 annos
de idade para caixeiro : na padaiia da roa do
l'.angel n. 9.
A W M A

Escrava fgida
Ausenteu-se da caa de seo senhor, no d!a 11
de dezembro, a escrava Manuela, negra, de idade
de 4o annos, levou vestido de chita escara e cha
le cor de cinza, com risca. Tem uma orelba Ta-
chada pelo que nao pode pendnrar brincos, falla
de denles na frente e ps grosso, era signaes
de eravos as ponas dos dedo. Fui comprada a
alguna raezes ao Sr. Franciso los Gomes, desta
i la le : quem a capturar queira leva-la a ra
da Cadeia n. 6, ou na Capooga, ra da Ventura
n. 10. que se gratificar.
r e; na ni buco Srreet l!ail-
way (ft(\
T-'ndi>reb.d ; i rfltm dj goveino de nao dar
mais bilbetes tm troo de passagens nos carro
deta compaohia, previno ao r.peitavel pul leo
que, do 1* de Janeiro em i inte co re dar em
troco, nem se vend r mais bilhete. Otftro ^i^',
a eoropaobla nao pudendo arraoj r rao^da de ni
ckle oo brooze ruificienle para trecos, r>ga acs
Sr. passagfiros de e munliem cora d.nhi iro rr/u-
do para ftciliiar a'dbracea-dos coductore.
Os bilbetes da companhia que aeiuatrn-nte es
tio em circnlcao, ero rectl il>s nos arres em
pagamento le passagens e irocad >s p r dinheiro
oo Englh Bat k of Ri j de Jaoslro, e no psti I 11
rio desia comtaot u at que >eja rtsgaiado o ul-
limo bi'hete.
Recifa, 26 de dezembro de 1872.
Pelo gerente Bernarda Whilmann.
loor Eadfonh.
Borradla para limas.
A ni lnr i- wats hara'a : vortdc-sc ra la
n :i.
six; a i ,i(i i :i 11 m i\ i: cr.i.i.iuiJADK.
Obuu-sf com o uso
. SHOST
l'nira, liygiorih, radical o infallivol uacu-
ra ilas gonorhea, flors lir.riicus 60uxosife
to 11 i'S),>,-ii'', ic.-ciib'S cu rlimnicas; eenu
oti'oivci' como praua a contiiiiaMa applii'arao eue st'inprc com a
maior \.mi i-'- .n se t>-ni f'ito (It'lla nos lios-
m'tac-. de l'aiis,
V-nko deposit poyaoUrasil, Bartholoniou
& ('.., na Largado Rosario j\. 34.
Joaquitn Jos Gonealves Beltrao avisa ao
Commercio que tem adinittido nesta data para so-
cio de sua casa commercial a seu lilho Joaquhn
Jos Goncalves Beltrao Jnior, por isso as trans-
antes s"*rao feilas sob a razao de Joaquim Jos
Goiicalv.'s 'Itrao 4 Fillio,
e
aero
at
ss Q maios
itado rap
botes,
1
kos compradores do bem conhecido
REA PRETA, que reparem nos'
pois que os ha de rap de outra lubrica e nenie diver-
so, e com papel da mesma er, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qaizerem do veradeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
!>i
?:*!;
5->3
os botes tragam o nome de
napao de REA PRETA.
&, e a desig-
Caetano sIcIlMa CavalcanteTes-
soa e sua mtillier Maria Olindi-
na de Miranda Pessoa, convidan!
aos prenles e nessoas de sua ami-
zade, para assistiivm i missa que,
)or alma de seu milito presado cu-
nhado e irmao Dr. Manoel Izidro de Miranda (fal-
lecido na corte) mandara celebrar no dia 4 do cor-
rente mez. as 7 horas da nianha, na igreja matriz
da villa d Escada^_____________________________
Uma pessoa de amizade do Dr. Manoel Izidro
le Miranda, tendo d$ mandar celebrar uma missa
de raquiam, sabbado 4 do corrento s 7 horas da
manha na igreja de S. Jos do Manguiiho, convi-
da aos prenles e amigo3 do finado, para assisti-
rem a este acto de caridade.
D. Amalia de Sanipaio Miranda, seus lilhose tas
viuva do bacharel Manoel Izidro de Miranda, falle-
cido no Rio de Janeiro, comida aos seus amigos e
aos de seu marido, pai e sobrinho, para assistir
urna missa que manda celebrar por seu eterno rr>-
Aos 5:000,5000.^
BlIhetM garantidos da pr
?lacia..
Ra do Baro da
Victoria,
Outr'orarua Novan. 63 ecasen
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seu:
nuito felizes bilh, les a sorle de 5:' O'.UCOO ert,
don ratios de n. ?8i4, a sorle de H()0 em qoatro
qoarlos de n. 23.19, e a sorle de 31X7 em bilbetc
inteirt de n i/79, alem de ou'.ras sortea meno-
res de 40*000 e 10*000 da lotera quo se acabou
de extrahir (33*) ; e cernida aos po'suidores a
virem receber, que promptamenie serao pago.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
el publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os mui'.o felizes bilhetes, que nao deixarao dt
tirar quaiquer premio, como preva com es raes
nos aoauncio.
Acham-se venda es rauito felizes bilhetes ga
ranlidos da 7' parte das loteras a nenertcio ca
Igreja da Sania Croz do Rec fe. que sera iX'rabrdl
no dia 4 do mu viedouro.
PREgOS.
Intelro 6*000
Me ios 3*000
QnarlM 1*500
De WfiQQO para c'-nn.
Lleiro 5*800
Meios M750
Quarto 1*375
Recife 24 de dez-ern-ro de 1872.
J. J. da Costo .eite.
Precisa-se arrendar um engenho, da csiacao
de Ribeirao al o Cabo, e "que nao exceda de
urna legua de dislrncia da estac'i". tondo bora ter-
reno, etnbora* nta com animaes. l'agar-se-ha o
arreiidamento adiantado, e mesmo so comprar
a' safra nova lainliem a dinheiro vista : na i'iia
da Iinpcratriz n. -2, leiv.-iro aiidnr.______________
No vos e escolhidos appare-
llios gaz.
A eompanhia do c;a desta eidade, tem a honra
de niinuiuiar que recbeu ltimamente nm esco-
lliido Bortimento de lustres, lamiwScs pina corro-
dores, pendentes,arrandelas e ontrus apparclho
gaz, de vidro e onrjtsal, de vari is e novos modelos
e desenhos; eom estes apparelltos a eompanhia
esl pronipta a Eupiuir aos freguezes. As ames-
tras para se Terem estao no cscriptorio da conipa-
nhia rna do Imperad, r n. 31.__________________
Aula particular de primeiras
lettras para o sexo femi-
nio.
AnnaTherea Simoes selenties aos senhorc*
pais de suasalumnas e ao re-peitavel pjnbllcj,
que se achara aborta sua au'a particular de ius-
tiuccSo primaria, no dia 7 do crrante me-, a
qual'funccionava na ra travessa dos Expostos n.
16, 2o andar, e hoje funeionar na mesma rna
n. 18, Io andar, aon'i-' niolhor pod-r accommo-
dar maior numero de ahumas, tanto internas
como externas e meio pensionistas ; podendo as-
segurar aos senhores pais de familia que Iho eon-
fiarcm suas Qlhas.todo o esmero no adiantamenta
das mesnias, ta j as materias que constituem
a sobredita instrueco. como tambera "em msi-
ca vocal, c no que for eonsernente s habilidades
de agulua. ____________^_______________
ATTiMIAO.
Veiide-?e nina excelente lavenia sita ra Jj
Rangii : ,i tratar na ra da Concwdia n. 1
Vcuie-se
A luja de calcados da rna de Marcilio Das n.
Oh. milito afregnezada e eom poucos fundos, pro-
pria para principiante.
Leos a Stuart.
A VRDADE tem o qde ha de mellior em leo-
eos de labyrintlio o reeftoimcnda o a quem tem
djnlieira e gosto para fzer um lindo presente le
(estas : ra tfo Duque de Caxjas n. I7.
Tij'.hs ffafes s^viavadis
Be 43-OO a fc&'OOO
o iiillicro.
Etos lijn'os. falnii'ad-is de barro yermellio con-
solidado, sao os iiM'lhi.ies e os mais erooomieos
lela sua bata loza para Ltdrnilar os paviiiniit s
trreos das rasas, porjjuanto, pourn nais cusiaii-
do do que os feitos HO y.i, sao. -cim conipaio
algunia. superiores a ''-tes nti.i liiopea de que
sao susceptiveis. C.ustaui akin disfo menos di
deiinia parle dos de marniore, ja reprovados, ti
dos do difTerenles uiosaeos, os qnaes nie esto
eertamente ao aUan.cde todas a- fortnate e t
sao en)pii'.'ailos e |-i [il'ios para as -alas prriKi-
paes. Ahiu da-vantageni que ha no emprv-g-)
desle tijolos para o* p ivimenti termos e casas
de, campo, tem estes ainla a do s-rem 08 imili -
res e mais nruitrios para ladrllliar roxinbas n s
sobrados da ndaae, attentoasna "li>z upouco
peso, estando mais que provad a conveniencia
le serem sssoalliadas as rozinhas |..ila> de li
nao s a parlo junta ao figao, na que aleas
companliias de feguros se deveriam intercssar.
Vendem se nos arma; 'lis d < farinha de Tas.-o Ir:
inaos A; I'., no caes do Ap--llo.
iSc^ss
m

w
J
peuso, no da 4 de Janeiro s 7" horas da manha
na igreja matriz do Pco_da Amella.
GRANDE LIQUIDAQAO DE CH4P0S
Para, bar al o fim do mez
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
53
>
/
OITRORA
. Cadeia do Reeife el
'Tendo o novo proprictariu de mudar os rticos deste estabelecimento, desojando H-
# (juidar at<$ ao fim deste mez, tem resolvido vender por presos muito commodos com o fim
de apurar dinkeiro e liquidar vista, pelo que convida aos lllms. Sr. chefes de familia
a virem sortirem-se, pois a oecasuto oppertuna, e encontrando um completo sortimento
de chapeo.
Chapeos de palha de Italia para senhoras e meninas, cora enfeites e sem elles.
Chapeos de velludo com enfeites. Gorros de velludo com enfeites. Chapeos de palha
de diflereuto qualidades, eul'eitados, para seuhoras e meninas. Chapeos de palha dp Ita-
lia, cirfeitados, para montera de canapo. Chapeos de palha para horneas e meninos, de
(lifereptes qualidades. Chapeos de eltro para homem. Chapeos de massa pretos e de
cores, para hornera. Chapeos de lpara homem e menino. Chapeos altos de pello de seda
para hornera.
Bonets de diferentes qualidades, tanto do soda, mira e alpaca, -tanto para homem como para menino.
Gorros de seda,' velludo, la, tanto para homem como para menino.
E muitos otrtros artigos que s< com a vista podero sor examinados, afianea-se que
aao ongeita-se dinheiro. _________ /___________
A AAmniAH/>A abaixo ass'gna* deeJara-ao publico, ^ue
A(l (llllllill I (III. recebendo uma carta da Bahia Irte dizendo^ue
O abaixo aasignado .declara ao nspeitavel wi-! Valcntim Pinto de Brito, junto com outro charna-
hlico e com especiahdade ao eorpo do conunercw,
do Manoel Antonio, portguezes, segundo diz
que' iomprouVo Sr Jos Anton'io Jfendes,'a ar- carta, apresenlaram urna carta a seu compadre
macao e perteneas de sua taverna sita ama Ira- ^uk' Vieira ,a_Wsta, na Balua, tUzondo que
Sffa.effiuv>cwd^inbac^^ recoimncndago.. '"ja carta
onus qne possa apparecei-; mas, se algoem se jul-1
2ar com direito a" mesma. appareca no prazo de
fli "
nao se responsabisa par

fres dias, i contar desta data, e lindos os quaes o
comprador nao se responsabisa par debito al-
gum.
Becife 30 de dezembro de 1873.
Manoel Antonio de S.
tlencloT
Precisa-se de ama criada, preferindo-sc cslran-
reiri, para cuidar de urna lianea : ^ tratar na
pnarnwia Torres, no pateo do Terco
AUrcilig D"-
dita carta, p por issocTaz publico por este Diario
para evitar dutdas futuras.
Jlecife, JO d dezembro de 1871
A rogoJe Jo? da Souza Lopes.
Antonio Femandes da Silva.
AUenejo.
PENHORES S
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro anclar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
eompra-se os mea-
mos metaesepedras.
Primeiras Miras.
Mara Bartholeza da Conceico, cordialmente
agradece aos Srs. que Ihe tzeram a honra de lho
conflarem suas meninas para as instruir no quan-
to necessario s primeiras lettras. Sua aula
estar aberta no dia 7 de Janeiro -
triz da Boa-Vista n. W.
Francisco Gomes Castellao, sua
mulher Tltereza Francisca de No-
vaes Castellao e seus filhos agra-
decem do fundo d'alma lodos os
seus amigos e s mais pessoas que
caridosamente se digna ram de
compartilhar as aliCQoes e duras
provas que acabam de passar. por occasiio da fa-
tal eofermidade e fallecimonto ue sua extremada
filha e irma Maria Juventina deNovaes Castellao,
em suffragio da qual tero de ser resadas algu-
nas missas na igreja de S. Francisco, no dia de
sabbado, 4 do crrente, s 7 horas da manha.
Os abaixo assignados fazem sciente ao respeita-
vel publico em geral qne nesta dala compraram
ao Sr. Marcos de Alineida Lima a sua eoeheira
sita ra do Imperador n. 27. c .m 6 carro', ib
c4Vdlos, e mais perieuccs. livre e desembaracada
de quaiquer onus; por isso se alguem so jtilgar
com direito poder reclamir no nrasode tros das,
acontar de ii j'. Reci e i do Janeiro de 18/.I.
Cahr.il Irnuus.
Os abaixo assignados la em sciente ao res-
peitavel puhlieo e eom espccialiada ao cupo do
commercio, que dissolveram ainigavehneiue a so-
eiedade que gyrava insta praoa sobre a lirma ae
Barbosa & Hlva, sahindo o socio Jos Antonio
Barbosa pago e satisl'eito de sen rapitil e lucro,
e ficaudo cargo do socio Belarmino Louronco
da Silva todo o activo e passiro da referida Urina.
Recife 3i le dezembro do 187.
.1 is Antonio Barbo?a.
Belarmino louronco da Silva.
ra da ma-
r.>
*-
Mr
- c
:/*
u

O Sr. Amonio AiVes Tixeica Bastos, deixou de
ser encarregado do annazeni erobrancas do a bai-
xo assignado desde 31 e dezembro de 1872.
Antonio da SS Pontes Cuknares.
4
frinns lettras.
Jos de BiUenccWrt Amarante, agrSIece cor-
dialmente a todos os senhores que lhe deram a
honra de lhe conflaretn" seus meninos, para os
ipstruir as primeiras -lettras ; seus esforeps nao
fram completos, mas nao foram totalmente per-
didos. Aqui nao ba decunoes, quem suppre esta
falta sao edueaudas sua que para isso estao ha-
bilitadas. Sua escola estar aberta do da 7 em
iliante, ra da Matriz da Boa vista n. 16.
Os abaixo assignados participam ao publico
e especialmente ao commercio desta praca que
em 31 de dezembro prximo passado dissofveram
>. sociedade commercial que tinlum sob a firma
do Soares Primos, e que na esma dataentrou ella
(m .'iquidsMjao. Becife, 2 de j!eiro de 1873. .
Julio Soares d.1 Silva, '
Tito Livio oare?.
AVISO
O delegado do G.\ Ori.-. Unido do Bra-
sil, convida a todos os seus car.*. Lim.-. para
uma reuniao domingo o do eorrente s 11
horas da manh, no 2. andar do sobrado
..39 rna de-Marcilio Dias outr'ora Di-
reita.)
Caixiro.
Precisa-se de um eaixeiro dos ltimos chegados,
com alguma pratica de taverna : na ra do Con-
de da Boa-Vista n. 119, Caminho-.Novo.
COIiliEC-IO
DE
Nossa Senhor a da
Sauie.
Maria Helena da Rocha competentemente anto-
risada pela directora de initrnc^ao pubhea, ten
abert oa (regoezia do Poco tb Paoella para o
sexo femenino om collegio denooiinado N S. it
Sande, aoqnal se propoe a ensinar todas as rna-
teriu de Instr.ncio primaria ; como ponntner
instrucei) religiosa, historia, geographi.
No mesmo collegla ooinase tambero fraocez,
iogkz, deseobc, mmica, o todo qoaot proprio
de costara e bordados.
A anoaociantealem des* incumbir por M mes-
ma do eosino de algnmas materia?, tem tambero
contratado profesoras aptas que a auxilien) em
seos trabalnoi.
A pratica adquirida pela anoanciante j em
Portugal e j nesta mesma provincia, conforme
podara atte.-tar dier.os senhores de engeoho, en-
tre elles o Sr. majnr Marciomllo da Silveira Lio,
em coo.engeobo- esteve ella por muitos aonos
mcnmblda da e tncacao de soas lilhas ; nm va-
lioso teitemunhi das habildacSsi da mesma ao-
onneianto, qual promette lodo o zelo e dedicacao
no ensino das meninas, coja edocacoio lhe for
confiada, qaer como externas, qoer como peosio-
ahUf.
A cija onde ce acha estabelecido o dito coilegio
oo sebrads grande, cojo oitSo deiu para o pa-
teo da matriz.
Abrir-ie-ba o dito colletio no dia 8 de Janeiro
4ir*e-bao at ferias a He dexembro.
Vende-seborracha de primeira.quahdade para
.imas de eaeiro, nos segumtos lugares : na phar-
iiiacia t^ntral na do Imperador n. 38 na mes-
ma ra n. 22 e no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 4, por preco ra^oavel._______________
- in milita urgencia.
Precisa-se de tuna ama idsa que tenlia bous
eostumes para andar.....n uma menina de lOine-
zes, e tambeiTi de um criado do 12 a l't anuos,
fono ou escravoS: a tratar na Pasttgem da Mag
dalena, boteqnjm do Bento n.27.
as assncara
-JAO CONTEJI NEM CALOMEUN08 NEM NE.NHU1,'
OL'TII MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
ihartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que Iem sido sentida, tanto-pelo po-
vo, como mesmo por mcio da facnldao
medica; c por isso, infinito o gosto e
irazer que sentimos, em pdennos com
'.oda a confianza e segundado, recommendar
is pilnlas vrgrtaes assucarams fie Bristol,
;omo uma escellcnto medicina purgativa, a
mal meten em si todas as prtes-e ais
ingredientes essaiciacs, toroaodo-se eut ron
perfeito, seguro c agradavcl cathattico da
amilia. Este remedio nSo composte
lessas di'ogas ordinariamente osadas ta
somposicJo dessas pululas, que por alii se,
vendem, mas sim, sSo preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaos, hervas e plaas, depais de 2
,aver cl.imicamente extrahido e separado,
>s principios activos, o:i aquellas partas
iuo contcm o wrdadeko valor medicina!,
laqucllas porccs fibrosas inertes e agres
;es inteiramentc destituidas da menor virtu-
le. Entre esses agentes activos ou ingre--
iientes cspeciicos, podemos nomcar a r-c-
tophgtiin, a qual segundo a experiencia
m demonstrado, possue um poder o mas
Vravilhoso possivel sobro as regies do
}gadn, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinaco com o
ieplandrin, e mais alguns cslracts vege-
tes e drogas attamente valiosas, cons-
luem e formam uma pilula purgativa, tor-
aando-se por isso muitissimo superior,
quaiquer uma outra medicina da mesma
aatnreza, que jamis fora apresentado ao
publico. As punios vegetan tutncaradat
le Bristol, acbar-se-!io setnpre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente el-
caz, para a cura de molestias, taes como
jejam as seguintes
OMPRAS
Atteftcflo
Compra-se uma er.va dt 3o a 50 aoao?, q.ie
jaiba coziohar : na ir.e-cararia das loteras, rna
1 da Mario n. 6. _______
VENDAS.
Ospepsia, ou indi-
ge sto,
lAstringencia.. ou..
priso do ventre
habitual,
\zia do estomago
flatulcncia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo
CARNAVAL!
Borracha nara lim
Silgar Wafers.
(Vauilla)
A mellior lolachinlia hoje condecida, tanto
para cha, como para diotas : v;"dc-se n
laria do Campos, rna do Imperador *
2V.
Armado.
Hidropesa dos mem-
bros ou do corpo,
AffiecRes do figado,
Ictericia,
Ilemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Em todas as molestias qu derivan! i
sua origpm da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol csse melbor de todoi
os purificadores deve ser tomado conjun
emente com as piulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona uma
com a outra, quando fielmente assim se fax,
aao nos resta a menor duvida em diz*;
qu no maior numero dos cases, oderaos-
affiancar nao s um grande alivio, como
tambera uma cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
iche n'um estado muito alm dos recursos
uumanos.
J

Vende-se uma bonita armacao de amarcllo, toda
envidracada, propria para quaiquer ramo de ne-
gocio, garantindo-se a loja em que esl collocada
por um mdico aluguel, sita ao principio da ra
da Imperatriz : tratar na praca da Independen-
cia n. 14 e lti. -
-----------,-------------------------------_.-------,-----
Vende-so o patacho bTusjt^^^Kmo qual se
acha em bom estado, e i < todos os
seus pertci navegar : os pretend.
podem dirigir-1 mesmo navio para
ve-k), no apcoradoui aonde esUi
em descarga; o a tr dignatarios
Amorim Irmios A C.
1
.
/ ILEMB V
$
A COROA DE OURO.
A mu la Imperatriz
n. 59.
Acaba de receber de corta propria,
4R pelo ultimo vapor da Europa,nm eom-
>J* oleto sorliinenlo de ohjectos de prata
^ s nT.*i:s lindos que tem vinde a este mer-
W" Vado, se2do os secinntes : aderemos de
@|ila-irranna, obra de apurado gosto,vol-
tis brincos, roletas, salvas, relogios,
/_ ii .lhitPi', liberes etft etc., pelos pre-
HW P-illmeii^.., f, Xita
? {os mais resumidos possi... .
Ck coma um completo sortimento de obras
^SP do toro : anneis de brilhantes, rozetas,
E| adereeos etc. e tambero sem brilhantes.
Horradla!!!
Para limas. venVa-oeja pharinacia Torres
ra de Marcilio Djasn. 135, amigo pateo
Tergo.

\






T
6

Diario de Pemambuco Sexta feira 3 de Janeiro de 1873.
r
t
i
>
V
INII SITIHITO 1
Para acabar at o fim do anno
Na ra da Imperatriz a. 60
DO PAVAO
PER1RA DA SILVA a C-
Tendo os proprietarios desta grande estabelecimento, um avahado sortimento de
fazendas em ser, e dejejanlo liquida-la', at o fim do correte aaao, tem resoltido veo-
de-las por pregos mato commodos, cora o fi n de aparar diobeiro, a vista do que
convidam os Um. Srs. cbefes de familia a virem sorti-re, nSo s de fazendas de primei-
ra.nessecidade, como de fazeadas de lazo e gosto, das qoaes encontrario om sortimeto
das mais novas do mercado, cnegadas pelos ltimos vapores da Earopa.
FAZENDAS DE LE
CORTES OE 'ASSAS A 23500 E 33COO.
O Pavo vende cortes de cassas de core?,
com padres mailo bonitos pelo barato
pre<;o de 23500 e 33O0O.
CORTES DE CHITAS A 23400 E 25880.
O Pavo vende cortes da chitas francezas
FAZLXDAS DE GOSTOS
BAREJES DE SEDA A l<$0:0 E 10100 O
COVADO
O PavSo receben pelo ultimo vapor
francez, um grande sortimento dos mais
lindos barejes de seda, sendo em cores
e gostos o mehor qae tem vindo ao mercado,
fina3, com 10 ovados pelo diminuto precio (esta nova fazeBda muito propria para
vestidos para bailes o a casamentas, teodo
entra esta (azenda delicados padres bran-
cas proprio para vest'dos de noiva.
MODERNSIMAS POPELINAS
Popelinas a 135COe 23000 o covado.
O Pavao receben cm elegante sortimento
peca, pelo b:rato prende l.HOO cada das mais modernas e lindas popelinas de
:zu e mno barato. 13 e seda, a linbo e seda qne vendem
LENCO'ESDE BRJANTE. 1(5500 6 24000 o covado, tendo padres
de 234(0 Cada corte.
Ditas com 12 covados pelo prego de
23880 cada corte.
PECAS DE CHITAS A 7)5200.
O Pavao venda pegas decbitis 8oas, lin-
d isimos pad;oes, tendo 30 covados cada


\
\
O Pavo vende lentes de bramante mai-
to grandes, sendo deum panno s. pelo ba-
n'.issimo prego de 25iOO cada om.
CHAILES BARATOS A 1*000 E 240CO.
O i'iCii) vendechaiies de tarlatana grao-
des pelo barato prego d 13O0O e 23000.
Ditos de la estampados imitagSo de
merh 2OlO.
Ditos de quadros modernos, maito en-
capa los 35000 e 43000 ; assim como
grande sorliratnto dos mais finos chs-ilss
repon e merino qo8 se vendem por prrgos
onitj-em coat.
MADAPOLES.
Peg?s de madapoln francez maito fino
:om 20 jardas a 550G e '.6000.
Ditos com 24 jardas mcilo superior a
63300 e 7500".
Dito inglei fazenda muito fina 53000,
S300O e 6*500 at 1'dtfO.
Dit'S francezoseinijiez's muito fiaos de
10 jardn para difieren as probos.
ALGODAOZiNHO.
O PavSo vende per preg> muito barato
pefH de algodioxiobo americano maito
boa com 13 jarda* 4d000.
Dito com 24 jard s a 4oOO e 53000
s 65IOOO.
Hi:) largo marca T muito eocorpadfl
S(5000.
ALG'iDO ENFE3TAD0.
O Pjn3o vt-nde o vdrd-uleiro e superior
alroizinho de duas larguras para lenges,
SdG 'o maito encorpado 15 00 cada vara.
Dito ttangado di mesiia largara 15280.
CULTAS LARGAS.
O Patio vende esus execellentes chitas
",".::j33 clara: e escuras cena ixuito bom
i i ii rs. cada cavado.
Un muito fina 280, 320 e 3G0 rs.
kercalies fioissimos miudinhos a 360 e
lOO rs. cada covado.
CAMBRAIAS.
O Pavao vende corles da cambraia trans-
parrte propria p->ra vestidos a 25500 e
350 0.
Pega de Jila muito fina coa O jardas
tanto tajada como transparente a 45000,
$1000 e 65000 at a mas tina que vem
) mercado.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pava.) vende sopericr bramante de al-
godio tendo 6 palmos de largura que s
percisa de I '/i vara pira um lengol, me-
tro 15600 e a vara 15800.
Dito de linbo puro superior muito encor-
pado com a mrsma largura a vara 25400
Ditos fraccezes muito finos a 25500 e
34000.
Pega de H3mburgo e panno de linbo com
20 e 30 varas, pan i>dos os pregos e
qoadade.
Pecas de bretanha de piro linho, tendo
30 jardas pelos pregos mais barato qae se
tem vito.
Pecbincha de finissimo e.'guiSo sncelsna
com 8 j;.rdas 73CCO.
Peca de finissimo relena com 30 jardas
a 335A0, atoalhado adamascado com 8 pal-
mes de 1-rgura a vara 25 < 0.
I.AZJMIIS DE FRTA CORES.
O PavSu venda am elegante sortimento
d; I3azi..hasde fuita cores q'js brho qua-
: cono seda tendo de lod.s as cores, e ven-
da 360 rs. o covado.
CALCAS DE CASEMIRA.
O PavSo tem am grande sortimento de
caiga de casemira, a&sim como cortes os
mais modernos qne tem vindo nos ltimos
Bgerins e em fazenda das mais finr.s e mais
novas ao mercado, e vende e por barato
prego para aperar dinbeiro as3im como cal-
as de brim branco e .de cores por pregos
fflnito razoaveis para acabar.
CORTES DE PERCAHA COM DAS SAIAS
A 4<5000.
O Pavao vende bonitos cortes de precaa
com dnas saias, sendo (azenda de muito
gosto a 45000, pecbincha.
TNICAS PRETAS.
0 Pavio recebea om grande ortimento
das mais ricas tnicas de grs preto, rica*
mente enfeitadas, e vende por prego razoj-
vel.
VESTIDOS BRANCOS BORDADOS DE
3550000 AT 605000.
O PavSo recebea om lido sortimento.
os mus ricos cortea de cambraia branca,
ricamente bordados, e com lodo* os eofri
tes necessarios, e vende p?(js pregos de.
355000 at 605O0, n) tem vindo nada:
mais rieo-nom mais moderno.
CORTISADOS PARA QaUS E JANELLAS
A .'500. 850OO IO*CO-.-.
O Pavao tena ua grande oriimento de
eticados para camaVjandlss, que ven-
celo barafi prego de 75.O0; 8 fO)5000 o par, teodo at por 18000, assim
como colchas de damasco para camas" de
noivos, e grande sprtiaento do tape'es tan-
to para icadeiras como para cimas, pianos,
portai, etc., lodo vnde for pragoi ratoi
tela,

Libras storliaas.
Vd-M to armattm i* fatendas da AognM*
t. d> OliTaira K.,ini to Cotnmerciu n. 41
Quem duvi'l r venha ver
Deeadidassnts a Magnolia ra Datua da Ca-
las d. 45, convencer ao- ssus amigoi a frrgaa-
ras, de su tueciaiidaie am eorrfspoDAaniaa, na
parla mais elegante do roado; agora mesroo o
ultimo va.tor chegado da Europa irouie ama par-
la da 3uai aocommendu para o lempo de fasta,
constando do seguate :
Para o bello sexo
Liodinimos brinco?, alQoetes, ernzes, pulselras
eagotfltas de tartaruga bordada a onro, assim
como bonitos graropjs eom parolas a outraa pe-
dral para a eabeca : a Magnolia solicita do bello
sexo, qae prima sampra o j cbiqaa a na moda, qa
venba ter e._..~
Luxo e bom gosto
Para anriquacer aforaosear ama sala vieram
(indos jarros e jardineiras da porcelana maito Qaa
a de Bonitos modelles loteiramenie novos, eom
lindos deienbos e donrados; aisim cono ama es-
pecialidad* em pannos de ebroenat p,ra sof a
cadeiras.
ftaal?
liatradoa miado e graados que parecem
propriameote seda, assim como das mesmaa
t-mbem tem brancas proprias para vestidos
dj neiva.
TAFETAES ASSETINADOS A 1*200 O
COVADO
O Pavo receben um grande sortimento
dos mais bonitos tafetaes assetiaadoa, sendo
orna n ,va fazenda de l com listras de seda
muito modernas para vestid: s e vende pelo
b-ratissimo prego de f02OO cada covado,
usas I3s recomendara se s pessoas de
gosto por serem excesivamente baratai.
NOVAS SEDAS A 2,5500
O Pavo vende bonita e moderna seda
de orna s cor, tecdo ''e todas as cores, com
delicado avrores miadinhose vende a 2*500
o covado para vender barato.
C0RT3 DE SEDA A 45*000 E 50*000
O Pav5o VMM b>citos cortes de seda,
fazenda de muito gostj, tendo 18 covados
carta cor'." vende por 45000
Ditos ci zO covados a 50*000
S5o muito baratas em relagSo superior
quaMde d'estes cortes.
BAPT1STAS DE GRANDE NOVIDADE
O PavSo vende um grande sortimento
das nata modernas, baptistas com lista de
cor, pr^rias pira vestido, com as cores rfais
novas que tm vindo ao mercado sendo
muito mais largas do qae as chitas francezas,
e vande pelo baratissimo prego de 500 rs.
cada ovado.
0FFIC1NA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Nesl grande etabelecimentQ encontrar
o r speitavel publico, nma bem montada ofi-
cina de alfaiate, onde se manda execatar
qna'.qaer pega de obra, tanto para homeuo,
como para meninos, com a maior pres-
teza e perfeigSo assim como para qcalquer
luto que de repente apparega, tendo na mes-
ma officina cm perito ofiGcial destinado para
farda dos l!m. Srs. ofciaes de gcarda na-
cional oa tropa de nha, sendo esta officina
diiigMa pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Carva'ho.
NOVOS VESTIDOS A 4*000.
O PavSo recebeu um elegante sortimen-
to de novos vestidos de cambraia branca
com bonitos bordados de edr, e vende pelo
barato prego de 4* cada um: maito ba-
rato.
ESPARTILHOS A 3|000.
O Pav3o tem am grande sortimento de
es^artibos, tanto para senhora como para
menina, qbe vende pelo barato prego de
30C0. Ditos muito finos a 4*030 e 5*0G0,
sSo dos mais modernos qae tem vindo ao
mercado.
CHiTAS A 240 RS.
CHITAS A 240 R5.
CHITAS A 240 R5.
O Pa*3o vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda, com
padres claros e escaros, pelo barato prego
de 240 rs. o covado, por ter um leve to-
que de mofo: pecbincha.
CORTES DE VESTIDOS MODERNOS A
9*000.
O Pavao receben um elegite sortimento
dos mais lindos cortes de cambraia com ba-
badinbos bancos e enfeites de cor, tendo 5
pannos com 2 1/2 metros de fazenda para
cor, o, e 20 metros debabadinbos para en-
feites, e vende pelo b:rato prego de 9*000,
pecbincha.
SAIAS A 2*0C0.-.
SAIAS A 24000.
O PavSo' vende saias brancas de nma s
pega con fazenda equivalente a 4 pannos,
com bonitas pregas em volt, a 2*C00 e
2*560.
Ditas coa pregas e bordados a 3*000,
pecbincha.
UQUiDAQXO DE CALCAS DE CASEMIRA
O Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira de todas as cores e qoa
lidades, para todos os pregos, e desejando
muito lfcjcida-las, resolven vende-las por
om prego muito em conta, para diminuir a
grande porgJo.
CORTIS DE FUSIO PARA VESTIDOS A
3*000.
O Pavo vende cortes de fosto branco,
tendo 12 covados para vestidos a 3*000,
pecbincha.
CORTES DE VESTIDO DE CAMBRAIA A
6*000.
O Pa*So vende bonitos cortes de-cambraia
branca transparente, com bonitas vistas e
lavores, proprios para vestido, tendo 8 va-
ras cada corte, pelo barato prego de 6*000,
pecbincha.
LENCOS BORDADOS.
O Pavj'o vende fioissimos longos
dos para mi, sendo de fttoima c
de linap ricamente bordados,
qae sempre se venden a i*09 e
ltqoida-se por se ter feto ame
icoapra 1*600 e 2*000 a daxia.
O moco ebiqns a da moda qaa co apreciar
ama linda guretelo de marflm, madreperla, onro
a plaqaat, consa lindusima a de molda especial e
noaca vindo aqu; maito bous chapeos de sol com
cabo de nmQm e bengalas imitacio de uuicornio
com eab> de madreparola, por curto nenhum Jai-
xar da vir toja da Magnolia roa Daqaa de
Canas n. 45, eacoiber qaalqaer desles objeelos :
oio caro I
Para asnoivas
3Riqaissim:s vMdabtond, eapeitas de cera, la-
ques da madreperola e metas de seda, ludo espe-
cial norida te e a melhor faunda qae tem viudo a
asta mareado.
Perfumaras
Neste artigo nao precisa dar axplicag5es, basta
dizer-se rs fabricantesJobo Gosieill. Condray,
Labin, Rimel e Legrend ; estas perramaras desla
vez vieram em va^os da modellos novos, e qne
pela saa elegancia se toroim proprios para am
lindo presente.
Trancas e franjas de seda
branca.
Desta ve: o sortimento velo magnifleo, fazenda
muito boa, modellos noves e de (odas as largaras.
Bouecaa de borracha
Destas bonecas veio pequea porca: e de diver-
sas lmannos.
-
Diademas
borda-
Lindos a de modellos novos, veio coosa maito
to*.___________________________________
UDlMtt
Praca d:i Independencia ls,
38 e 40.
*-.'aba de rtceber om comp'eto sorti-
nento de (bj'ectos de louga, vidro e por-
:elaoa, com bonitos de. Jo ricos jarres de todas as quadades e ta-
nanhus, garrafas com copos, vasos para pos
le ar;oz, girrafinbas e castigaos de porcela
ia com pingentes de crjsta', todos estes
>bjectos proprios para t luU, s ni Madre-
lilva
ALBUN3
Rico sortimento de albnns cem capa de
nadreperola, mar6m, bfalo, e cb?grint de
lodosos tamanbos, de 50 a 200 retratos
;om muzica esem ella, por pregos moder-
los, sna MiJresilva.
CAIXINHAS
Bonitas caixiohas com preparo3 para eos-
tora, de novo svstema, sendo com tsmpas
le erystal, fszenda de mnito gosto para pre-
tentes e pregos razoaveis, na Madresilva.
LACOS
Completo sortimento de [acabos oa gra-
'atinhas para senboras, sendo iagos para
ie.sco?o e cabellos, s na Madresilva.
PANNOS
Lindo sortimento de pannos de crochet
para cadeiras. sendo de diversos tamanbos
1 largora.-, s na Madresilva.
PARA NOIVAS
Tem a Madresilva blondde seda, braaco,
com raraagens e de 4 largaras, veos, capel-
las eespeciaes s'ps de Sores paragnarei-
jes de vestidos, 1 qoes de niodreperola,
narfim, sen Jo todos abortos e com s la
;e jrese./. ;j 1j duas vistas, assim como de
)otras muitas quadades, brancoi da cores
a pretos, fazenda nova.
CHAPEOS
Rico sortimento de chapeos par.a senbo-
ras, sendo de pilba da Itaiia e velludo, as-
lim como ditos paslorinbas para seohoras,
meninas, sendo fazenda inteiramente' nova
ia Madresilva.
NOVIDADE
Bonito sortimento de meios aderegos de
plaquet verdadeiro, voltas de bofalo com
;roz, assim como Ircdo aoriimenio de brin-
Msecroi'-s, proprios para tato, tudo de
aiaito gosto.
FACAS
A Madresiiva acaba de reeeber facas com
;abos de m:rlim, para mesa e sobre mesa,
a especial.dade da Madresiiva.
RETRATOS
Completo sortimento de quadros oc pas-
tapatos para retratos de todos os tamanbos
i quadades, assim como qaadros com bo-
litas pbotograpbias, s oa Madresilva.
OBRAS DE MARFIM
Liadas carteiras para m tas, carteiras para
bonds, caixinhas para pbosphoros, faca para
cortar papel, caaeas para escrever, mara-
cas para creangas, sinetasjpar.i abrir rmas,
igotheiros, e dedaes para senboras e meni-
nas, s se pode encontrar estes artigos aa
Madresilva.
LUVAS
A Madresiiva acaba de reeeber pelo ul-
timo vapor a saa especial encommenda de
lavas de Joutio, para horneas e senboras,
brancas, pretaee de cores.
CAIXINHAS
Ricas caixidia* com perfumaras proprias
para presente, assim como bonitos vazos
com pos de arroz e oatros de pbantasia,
i na Madresilva. ______'
L&zinhas para vestidos a 320
res o covado
S aa na do Duque de Caxias n. 60 A. oatr'ora
roa do Queimado, loia da esquina, de Beato da
Srtva & C.
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costura, das melhores quadades que existe
na America, das quaes muitas j sao bem
conbecidas pelos seus autoras, como sejam;
Weiler dr Wilson, Grover d Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaas e outras muitas
qae com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem ds fa>er
o trabaibo que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feig3o como as mais permitas costoram.
Garante-se a saa boa qnaiidade e enaiaa-se
a trabalbar com perfeig5o em menos de urna
ora, e os pregos sao i > coruui .dos que
devem agradar aos pretendent^s
Lehmana Freres leudara)
libras sterhnas : a' rua do
Crespo 11, 16, ppimeira andar,
RIVAL SEM SEGUNDO
Chegarara agolnas para racLinas, do fa-
bricante Grover 4 Bker. Dtizii ^ ifflQ.
O UM N MI
Raa do Mrquez de Onda
n. SO A.
Tea para veuJer os seguiutes objeetoa abis*.
mancionados, pilos pregos roais resumid}?, como
sejam : Coques uwdt-rno a tiOd, pec/is tremelos bordador dediversaa larguras a 500 rs.
duiias i) co ir!uhj Je nbo a 4300. ditos ma?
tinos a S40OO, ler^oa psra aigibfira a i')0 rs. boa
foieoda, liohas de carntei de 200 jardas a 60 rs.
la para bordar a ojo l'bra, I>*.iae3 a imitagc
de sandab a 5C0, laT.pir;na3 a tC rs. a dalia,
calzas cem papel amzide a 60 rs. ditas com di
to superior a 700 r?., enrelopes a 400 rs. o Bea-
to, botinas nacionaes para hornera a ioOO, o:oj
para criangas a 1450, ->i?u h.-.s fraaceuj a 40 rs
0 papel, jabonetes da alca trio a ."00 rs. a^ni fl>
rida verdadsira a t2C0 a garrafa, dita iceriori
1 000, frascos com san Jilo a <0O0, ditos cea
oleo pbilocome t 800 e UOCO, ditos c^ j dito ba-
bosa a 3O rs. ditcs com agea de cologne a 1V>
e 400 r?. peras de gaio^? branco para sLeiies de
vestidos de eriaoQi, a 400 3' rs., m 1=303 com
l pegas de traeca branca a 240 r, ditos com
ditas de cores a 320 a 400 rs., dciias de phjspbo
roa seguranza a 240 r?. 3 a grosa a 2J400, e oa-
ros muitos artig ?, q;ie para Bao tornarraono^
aofadenhos deixamo3 de meacioaar, os quaes wo
dorase baratos p'.ra eab>r.
f
Pede obter em ponco lempo cem o uso do melbcr dos licoresa aflamada
HESPERIDINA
Faz'oito anoos qae conbecido este precioso tnico, e difficil sebar nma pessoa
qae, tendo experimentado pessoalmente, nao falle em sea-favor, j como bom estomacal
e apetiador, tomando um calix defla antes de jantar, oa como facilitador da digestSo
tomando-se depois.
A BASE
da HESPERID1NA a LARANJA AMARGA, o3o hanms habitante do BRASIL (aterra
especial, das laranjas) qae &2o conbega as propriedades medicinses da doorads frncta,
ora bem, a
LARANJA AMARGA
e.-n sea estado natural tem om gosto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidioa con-
siste em reter saas boas propriedades, e ao mesmo lempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL n3o tem nada qae avejar s
melhores importarles europeas de catbegoria semelhaote. Estas, qoando maito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidioa a combinagao perfeita do
AGRADAVEL E SADDAVEL
Para prova de que um artigo no qual pde-se ter inteira confianga, por ser poro
d innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e aotorsada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo saa livre elaborago no imperio; outra
BOA PROVA
a acceitagSo geral que tem em icdas as partea oode apresentada. Em 1044 eitabe-
leceu se a primeira fabrica em Buenos-Ayres; em 1869 a segunda em Montevideo; e
00 dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogurou-se a fabrica qoe sctoalmenta
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitago,
tanto que rara a casa qoe considera completo sen aparador sem ama garrafa de
HESPERIOS
O homem velho toma Hesperidioa para obter
VIGOR
O homem doeMe toma Hesperidioa para obter
SAUDE
O bornea dbil toma Hesperidioa para obter
(95 de dezenabro)
7. boje o aia ablirae
Em que a nara exprima:
Graniea, amcr e praaer,
rtazo esta .- porque,
Domiaado da Atearia,
Ej dasejo afrejjqezia
AS boas festas
S para que sejam fstas
Sumptqosas a xplesdidas,
Dve ba^tr boas raerecas
Da acepipes delicado?,
Vinho; naos eogirrafados.
Como o Campos :em
Em sed repleto arraaiera :
Aiam de cutres manjares -
Ds exquestU pala3res ;
Portaoto, pede aoa amantes
Da virem y--, qaauo ante.',
Cjmprarera esta o aira(esta;
Pelo $ue se raanife^ta
G:*!.j a tolos c,ae c venhao,
DesejaaSfa que esies tenbaa
Urna das mais gub'imadas,
Pelicissimas das ea'.rajaa
NO ASNO .NOVO
Vente de sitio
Vende-se am grande sitio por traa da Magda-
lena, ota proximidades da esiacao dos: beoda,
eom grandes baixas da capim, arvoredoa d frue-
lo, oata e proporijdes para pastagero, ehao pro-
prio : lrata-.-e aa raa do Socega, esqaiaa da roa
XRaachBein, taverata a. 70.
ROA DO IMPERADOR
n
n
ps
m
O
Vendese a nica padara que existe na Pass
gem da Magdalena n. 31 A, a qual est preparada
com todos sous utencilios, e bastante axregueza-
da ; atratav-namesau.
a padarta da raa ate- Nrattto dia*; awiga roa Di-
reita *.$*: *tnar m
104000
Nos bai[es as dcnzeas e os mogos tomam a Hesperidina para obter boa cor e
Animago durante os loncos gyros d3
WSMttU
BARROS JNIOR & C, roa do Vigario Tenorio a. 7, Io andar, receberam est)
grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguales :
Hotel de ruaivers, rua do Commercio.
Z Perico Carne ro, rua do Commercio.
Marcelino Jos Gongalves da Ponte, roa da Cadea b. i.
Antonio Gomes Pires C, raa da Cadeia.
Antonio Gcmes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes & [ralo hotel da Passagem. *
NOVIDADES E PECHINCHAS
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFICINA
LOJA DO PAPAGAIO
Tendo por inestre Mr. Charles Laurent
RUA DA IMPERATRIZ N. 40
Metides de Carvalbo scientificam ao respeitave! publico, que acabam de reeeber a
compieto sortimento de fazendas anas de todas as cualidades, tanto de lia como de .
abo, seda e algodao, o qce ha de mais modernoe do melhor gosto, e portanto cmti
dam as Exmas. iamiss amigas da eci.ncmia do mestica, a virem oumaodarem ni LOJi
DO PAPAGAIO, e verlo que compram fazendss bonitas e baratee por menoa prego oc
jamis compraran.
COMO SEJAM:
Granadinas de seda de urna s cor, lar- Ctitas francezas de todas as qoai.da.ie
gas a U600. ,de 320 rs, at os creioaes de 580 rs. o r*>
Poupelinas sarjadas defnrtacor boa lar- vado,
gura, a 15200 o covado. Cortes de cassa brancos bordados oa
Alpaclo de cores com listras de seda para.babados de seda de cor, e branco, e aaaroi
enfeile, a 8C0 rs. o covado. bordados com listras.
LSazinhas de cores, em grande quantida- PARA LUTO.
de, de 320 a 600 rs. o covado. Veos de fil de seda pretos a 8#0QO.
Cacheoez fraacezes para seahoras e me- Merias para vestidos, bombazina, cao
anas, a 33000. to, alpacas, ranohas, crep, cassas e a
Crotones fraacezes para cobertas, cor fixa, tas Indo em qnattidade, e para diterso
a 800 rs. o covado. pregos.
Alpacas lisas e lavradas, de cores moder- Grosdeoapies pretos, de 100, 20(u
aas, de 500 a 800 rs. o covado. **300 at 5^000.
Cobertas de fostlo de 13 e de ontras Seda preta com listras sssetieadaa par;
qaalidadts, brancas e de cores. vestidos.
-Poopelinas de seda, de flor e de quadro Ctopjos de sol de seda para meninas.
a 1)5800 o covado. 4f$0 Pegas de cambraia bordada para Crtinado il<>* f>* ooem de JOIOCO at 2O*0Oj
com 25 varas. Bito de alpacas ile cer e preto, para d.
litas de cambraia adamascada cem 20 va- verso pregos.
ras, a 12f500O. Tapetas aveilodados desde es mais p*>-
- Saias bordadas moito finas de 4e 5 pin-jquenoaatos matares.
nos.
BaiSes de chita e de cambraia a 23000.
Nansouks e baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas quadades de llasiaess e alpa-
cas em rtuihos, para todos os pregos.
Bramantes de linho para lenges, de 23200
at 45000.
Dito de algodio muito largo a 13800 a
vara.
Algodo largo para lenges, a 13000 a
vara.
Atoalhado adamascado de linbo e algo-
dio.
Espaniibos.de linbo finos, da 31000 para
cima.
Liazinbas largas com listras de seda, a
800 rs. o covado.
Madapoles iogleies e fraocezes de 5)9000
at 123000.
Algodio3nbo de todas as marcas, diver-
sos pregos.
Bareges com listra de seda, a 500 fa. o
covado.
Cassas francezas de core f xas e lites
com barras, os padres Mais benitos qoe se
tsem visto.
FORNECEM-SE
.
t:>
AS AMOSTRAS k QUEM AS EXHIBIR E 03
FRSGUEZAS DA CASA.
Damasco carmezim para colchas, o
Ibor.
Pannos de croch pira cadeiras e
pbaa.
Cambraias victorias de todos os aua-
ros.
Ditas transparentes ingiezas e saiseas, co
a labora de tari ataa.
Fil de linho e da seda, branco e preto
liso, de salpico e de flores.
Camisas bordadas para senhora, de d-
versos pregos.
Meias para senboras, das mais mferio-d*
at as mais superiores qaa teem ap.:x-
cido.
PARA H0MEN3 E MEIUNOS.
Neste eetabelecineento ae montn ubi
officina, e qaalqaer homem qae quizer vea
tir cob gosto, achara meita variedade ees
camisas de cores, pannes fines e cas*mrj
o melhor que ha no mercado, roopa fe.ta
em qnantidade, assim como camisas frao
cezas e inglezae, lisas e bordadas, cercen
de 1 abo e de algodao, meias, collarinhoa eav
grande qoantidds, gt>vw de todos o*
eitios, caosisaa de mi, fe soma encoa
tra dt todo que pecisar pasa vestir se*
eosto e itefaoefr.
PWUBBOS AS
\
>
fr-
' Caf de boa ajaaliad ciataao nltioamente do
Rio da Jaaeir*, a tetaloo oa poc atacado : vend-
is rea da Couirteio 34, > aato, eos tasa
noLoodonBru&iaj Bek eun*aa seta reata
Tofrea.
Tehd-se


nma easa de pedia e caL.com salas, quajt;.
cozinha f6ra, quintal, rtodlfteada hapouco temiw.
nos AfbgMos, rua de d. Miguel n. 73: atrataf aa
rua da ^anu Cruz n. 7*.
Vende-se ama uvera ao Barro, en-
trada do L'chda, Ireejaoaa do Aioeadoe. coas dou-
-Wtoj ttattr, aa aesm.
C
faiav


^itia i
%_____55
**%

VjK


^T^P.....tr
. < -^ .- .
a
Diario de Pernambuco Sexta feira 3 de Janeiro de 1873.

I
1 fWCHIIiECT *
K+* f\*bap n. I A, acata de receoer ic
urriA de rovo com catas de madreperola, mar-
tnn,Sruni|*| vetado. *
Binculos di* Badn-perola, marfim tartaraga
made.
Albus com capas de madreperola, narria, s
so, vetado e aadelra, todos elles de muito bom
gosto e barato pre^o.
Obras de plaqu
Um bello sortirneaio de correles para relogios,
a terecos para seoboras, ricos diademas de ma-
ereperola e deorados, medarha crasas ele etc.
de lio boa qualidade que nao tas dirJermca das
de ouro de le : m loja da Predilecta, ra do
Ubuga o. 1 A.
Para nivas
R;cas capellas de flores de larangeiras, rkot
veos, espariilhos (a duquea) de todas as quallda-
ue?, bordado e lisos, omito lindos.
Ligas de seda branca e de coree.
M?ias de seda brancas, cor de earoe e pretas.
Leques de inadreperola, marfim, sso, a itmia-
cao deses, saodaio e nos amito modernos do fei-
113 de borboletas de *-o t seda moiio bonitos e
ult'ma moda : oa ra do Cabuga n. 1 A, Da Pre-
dilecta.
Coques
Os mais modernos e bonitos acaba de receber
a Predilecta,' bem como lindos edenes para os
meamos.
Para luto
* verdadwra cerveja da Batiera, marca ban-
tra, de superior qualidade : vende Taaao Ir
os k C. en sen armaxem da roa do Aaorim
u 17.
POTASSA
da Ru'ia, nova e de boa qoalidade. tem
Pe
. barril
mteiro e telos : weodem Pereira da Cunba Ir-
maos, roa do Mirquei de Olinda n. SI, escrlp-
torio.
CONSTIPADO
tsllw fkfaai
lilis
HEUVAT1SNOS
Ner.lilis
laytfMil
iftut
lU.
Adereeos, rollas, medarhoes, eruxes e'.c. etc.
de roadeira, corao de borracha, obra bem aca-
bada. -
'-. i reotes para rtlogio.
Hicos loques de tbano, por preco eommodo : &
roa lo Cabug n. i A, na Predilecta.
Gallare, aooeis e palceiras elctricas, preser-
va uv i coaira os espasmos : veude-se na loja da
Predilecta, ra do .Cabuga n, 1 A.
Bonecas
De cera, borracha, massa, madeira e louca,
mnito booltas, e nma mrneosidade de objectos pa-
ra eotreieoimento das enancas, nao esquecendo
as apreciareis botas de borracha : todos estes ar-
ligos veodi m se por barato pre?o, ra do Ca-
bup n. I A, na Prcdilecla.
I'ort-relogios e pon bouquets, boleas raaito
lindas, taoto para hornero como para seuhoras e
meninas, ricos enojos para viagera com oo prepa-
res mais necessarios tara homem e senhora :
roa do Cabug n. I A, loja da Predilect..
A Predilecta, roa do Cabog o. 1 A, tem a
boora de eflerecer as Exmas. senhoras, nm bello
sortimeoto de golnba?, poobos e grvalas de
eambraia, moito lioas, lieos de seda para p-ito,
ditos para cabera, gravatinhas de seda, todo da
ultima moda d Pars indispecaveis para o
lempo de fe fia, que se aproxima.
Camisas de lioho bordadas, lisas e de algodao
Dar hoitem e meoioos, as mtibores" que teero
vinde a este mereado, pnohos e collarinhos de
liobo de diver-os format na luja da predilecta, a roa do Cabog o. 1 A.
Na Predilecta
Encootrar-se-ha grmpos os mais modernos,
quer era goslos como era qoalidades.
Ricus vetuario8 para bapiisados, de cambraia
bordados, oas suas competentes eaixas.
'^,f.rPl//}AWS $
2 55 B4 Sebastopol
ln-
kMM
ittwrut "*"^i "" ii^^.** 8AUDE
DEPOSITO GERAL
NA
Phariuacla e drogara
DE
BARTHOLOMEU 4 C.
34Ra larga do Hosario34
SORTIMENTOS NOVS
CHEGAOOS PURA FEST
PRIMOS
MAIS BARATO P0SS1VEL
PRESOS
MAIS BARATO POSSIVEL
65) aaaaaaEi' m awa mmmw
N.7--RuadoBar!lo da Victoria ou-r'ora ra NovaN.7
Calcado francs, perfumarla, ulanos, c pe Ilion quiuquilha
rfas de pluniazla, morillas de vine e hrliiquedoii.
Esle esubeltcimeote e*iH recebendo nij por t-dos os vapores eomo pelos navio de vela
o chegando da Eurooa tudas as suas eneommendis Dar n franiiA t
festa, e offerece ao pub
CilEliOl
O bacalbo da Noruega, em eaixas e meias
dias : no caes da Alfandega n. I, armarem de
Tasso Irmps A C.
Fitas
De grosdenaple, tafeta, seiim e veludo de todas
a? larguras diversas cores, o qoe ha de bom no
mercado >5 encontrarlo na Predilecta, ra do
Cabog o. 1 A.
Bicos
Da blonde e de algidao, das melhores qaalida
des e dos mais modernos desenhos, acharo nma
bella eseolha delles e de diversas larguras : na
loja da Predilecta, rna do Cabug n. 1 A.
Luvas de Jouvin
As verdadeiras luvas de Jouvin para bomens e
seoboras, garaote-se a qualidade, ditas de pellica
."ystema Joovio, por barato prefo : na ra do
Cabog n. 1 A, na Predilecta.
Flores
" Veste artigo a Predilecta aprsenla nm bello e
rico sortimento que satisfar aos caprichos das se-
oboras mais diflkeis de se contentar.
Chapeas para seuhoras, meninas
e meninos
A Predilecta, a roa do Cabuc o. i A, recebe
por todos os paquetes um bonito sortimento de
chapeas de raiha de Italia, velludo e tecido, das
ultimas modas de Pars e vende pjr baratissimo
prco, a nao eocootrar ccrftpetidor.
Caixinhas para costura
O que ba de mais rico e bonito, eom letreiros
Das lampas e com msica, apropriadas para pre-
notes, encoolram se na Predilecta, ra do Ci-
bega o. i A.
A Freiecta
desejando bem servir ao respeitavel potco, de
qoem tem reeebido lisongeiro aeolhimento, vem
boje tlerec-r am completo sortimeolo de perfu-
maras dos mais acreditados fabricantes, e a preces
muito eommodo?, atteoto as qoalidades das perfu-
marlas.
Lindas caixinhas com Boas perfumaras, pro-
prias para preseotes de testa. Eslas caixiobas tem
oas taafpes os ds'.ieos mais engranados: so encon-
trarlo dallas na loja da Predilecta ra do Ca
boga o. 1 A.
Na Predilecta
encootra-se os melhores extraetos em Vicos vilfor.
Oleo moito fino de Oriza, higienoieo, Coudray e
Gisoel.
Agua de Cologna simples e ambriada.
Tnico imperial e oriental.
Lindos abnele?.
A predilecta tem
ricos vasos e fios cry-taes com pos de arroz
oraoco e cr de rosa, cojas propriedades o j
bem aprecalas, nao s por refrescar a culi
como conservar a roaeiez d'ella, este um artigo
inli ca e-ia^ao calmosa, qoe atravesamos. Delica-
da? caixinhas com p de ooro e de prata, nm re;
sortimento de jarros de diversos lamanbot e lio
dos deseobos prreos qoe convida compra-Ios
para oroato das salas : oa loja d Predilecta n
1 ft.
Ke
jfosene
de primeira qualidade, marea Deves, vendem
Pereira da Cunba Irraos, i raa do Mrquez de
Onda n. 21, i* andar.
'AGRAVA QUE SE VENDE
Veode-se urna mulata escura, moca, coiioha
bem e snmmameole carfobosa para criancas ;
garante-se nio ter defeito nem vicio algam : na
ra da ImperaTrlz n. 56, loja.
Vende-se balanzas decirars lano pequeas
como gandei : na rus do Imperador n. 29.
Novo estabelecimento
de joias.
Ra do Calinga n. ft.
2J Ncstc estabelecimento se encontrar
2g um bonito sortimento de joias que se
*> vendem por tal preep que animar ao
~'g comprador, atiento ao vantajoso syste-
55 ma, ganhar pouco para vender mui-
jg to, que ceriamente til ao compr-
is? dor e ao vendedor.
t Tambera se oampra ouro, prata e po-
dras preciosas, bem como se fabrica e
concerta toda e qnalquer obra tendente ^
Wfffffffftlff-lffffffffS
BICHAS DE HAMBURGO
As mais reeentose melBoriK.
. Vendem-se na [ibarmac o drogtria de Bar-
tbolomeu k mu mm
Ra Duque de Caxms n. 50,
A Aguia Branca sempre sTeita a vender o b >m,
e nunca esqnccita de bem servir a sna coostaote
fregnezia, tem continuado a mandar vlr cbjeclcs
Je sua eocoromenda, e agora mesmo acaba de
receber um bello sortimento de especiaes perfu-
marlas de Lub'D, cuja perioridade e.-ta ao co-
nhecimento dos amadores do bom.
Ella recebeu mais :
Frascos grandes e menores com superior agua
de Colonia.'
I!em ideiu cem agua de Lubin para tcilels,
leocis, etr. etc.
tem dem com superiores extractos, enjos fi
nos e agradaveis odores siotscolhidos a gotto.
dem com leite virginal para sartas.
dem com leite de rosas brancas tambero para
sardas, pannos, marcas de espinhas, etc.
dem com extracto de quinquina para conser-
vaQo das gengivas.
Hem com pomada philocome.
Vasos de porcellana com exlraclo de pomada.
Ootros com co!d creme para maciar e refres-
car a pelle.
Cosmetiqoe, pastilh s fumantes, etc. etc.
E bem assim mnitas ontras perfumaras dos
bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray.
Flores finas.
A aguia branca, a ra do Duque de Caxia?, re-
cebeu mui finas flores em ramos e rosas para ca-
dera.
Meias brancas listadas para
senhoras
A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
50, recebeu por amostra urna pequea quantida-
de de meias brancas com listras tambem brancas,
gofio inteiramente novo e boa faienda.
Cutileri f-ancesa.
A aguia branca, a roa do Duqne de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de linas tesonras de
acp polido, sendo para nonas, e costura, e estas
de diversos lmannos at nm palmo. A polidei
de taes obras fiz bem conbecer a sua supenori-
dade.
Cartas finas para voltarete.
Na aguja Rranca, a i,m do Duque de Cax?s n.
50, encontrarlo os prelfidentes finas cartas fran-
cezas com beiras douradas, e ouiras a precos
mais baratos.
Brinquedos
fie borracha jiara crianzas
A Aguia Branca, rna Duque de Caxias n. 50,
recebeu um bello sortimento de brinquedos de
borracha para criancas.
. Bonitas
golinhas e punhos bordados
A Aguia Branca, ra Duque de Caxias n. 50,
recebeu bonitas golinhas e puohos botdados para
senhoras.
Novos coques com tecidos
de seda
A aguia branca, rna do Dnque de Caxias
n. 50, recebeu urna pequea porco de coques
de tecido de seda, os qoaes pela novida;e e boni-
tos moldes, provavelmente se acabar.) loge, por
isso, a elles Exmas. apreciadoras do bom.
Bieaas de flamburgo
Vende se a 124 o cento, muito barato : na
ra da Cruz n. 21, 1* andir, salo de cabellei-
reiro.
Ultimo gosto
Cadeiras pretas dooradas e mar:etadas de ma-
dreperola : nos armazens de Tasso Irmo & C,
no caes do Apollo.
Por 60^000
Vende-se um fardamento de oflicial, com
as seguint>s pecas : ama farda, orna blusa,
om par de cbarlateira, om bouet d bom
pann)e om talire, todo em moito bom es-
lado e por 600000, quem pretender diri-
l-se ao 1.* andar desta typog-apbia, a fal-
lar com o administrador, das 9 boras do
dia por diante.
Casa e terreno
Vende-se um terreno, solo proprlo, com 110
palmos de frente e 300 de fundo e nma casa em
caixo, eozinba independente, quintal murado, ca-
cimba, ele, a rna Imperial n. 140 : para ver e
tratar na roeama ra, casa n. S36.
SHOK! um
Exeellente toncinho inglez em latas de qastro
libras a 900 rs. a libra : no armazem de Tasso
irmaos & C, ra do Amoriro n. 37.
Em casa de Borslelmann A C, rrj
do Commsrcio n. 10, veode-se :
Vinho de champagne, marca Glicqoot.
4HENCA0
Vende-se am excelleote cofre com segre-
do, obra feita na trra com muita sega ran-
ea: a tratar oa tbesoararia das loteras,
ra i do Margo d. 6.
Nao ha mais cabellos
branoos.
Tidturara japoseza.
S e cnica approvada pelas academias de
cienciai; recothecida soperior a toda qoe
(em app cipal a na da Gadeia do Recife, boje Mar-
Jaez de Olinda o. 54, I. andar, e em to-
as as blicas e casas de cabelleireiro.
L
L&Lf^ \m*
ane esiochegando da Europa todas as suas encommeodas para o'grande e explendido sortimento da
Meo em geral, por precos mai barato possivel os artigos teguinles :
Pengallas de Inxo, cana, com castei de marflm-
Bengalas d.versas em grande salimento para ho-
men e meninos.
Cbieotinbos de baleia e de molas qualidades di-
versas.
Esporas de tarraxi para saltos de botas.
Pooteirat de espnma para charutos e cigarros.
Peotes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfi*) muito finos para lirapar cabeca.
Escovas para roupa, cabello, BDhas para denles
Carleiriobas de madreperola para dinbeiro.
Meias pata homens e para meninos.
Gravatas brancas e de seda preta para bomens e
meninos.
Campnbia* de moa para chamar criados.
Jugos da gloria, de dama, de bagatelias, de domin
e ootroe muitos differeotes j iguilbos allemes e
trnceles.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami-
nhos de ferro.
Uamadeiras de vidro de dar leite mui fcil as
criancas.
Argolmhas do marfim para as crianzas morderem,
bao) para < dente.
Btrco de vimes para embalan^ar criancas.
Cesliuhas de vimes para braco de meninas.
Carrichos de qualro rodas para passeios de crian-
? i
Vt-n- zianas transparentes para perlas e janellas.
Reverberos triusparentes para candteiros de gaz.
Esterescopos e cosinoramas eom escoltadas vista.
Lacternas mgica com ricas vi-ta de, cores em
vidro. t
ViJros avulsos para-cosmoraroas.
Globos de papel de ecres para illuminaroes da
lena.
B.iloes atreoetaticos de papel de seda mui fcil de
fubir.
Encerados bonitos para conservar as mesas de
jamar.
Machinas de varios systemas para caf.
E-fanadoresde pal. a e de pennas.
Terourinhas e caivetes fleos.
Tapetes com vidrilhos para mingas e lamentas.
Tioteiros de louca braoea, modelo benito bom.
Tiras de molduras douradas e pre'-as para quadroa.
Quadros j prompios com pay.-apens e phaotazia.
E-iampas avnlsas de santos, paysagens e phanta-
zias.
Oijeetos de mgicas para divertiuienios em fa
miiias.
Realejos pequeos deveios eom lindas prcas.
Realejos harmnicos att aecordions de lotos os ta-
maebos. e oatros mnitos artigo de quinquina-
ras difliceis de mencionar-se.
Calcado francez
Botinas de luxo e phantazia, brancas, pretas e de
diferentes cores, taoto para senhoras, eomo pa-
ra meninas.
Sapalichos com falto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Bolina- de Mell*, de Suser e de felak, para h-
meos
Sapatos de cordavJo Mier para homen?.
Botinas para menino de qnalqner lamanho.
B uas e meias botas de montana o melhor possi-
vel para bomens.
Perneiras e meias-perneiras tanto para luraans
como para meninos.
Sapatdes de Su-er, para homens e menino*.
Sapatos de venia cera salto para homens.
Abotinados de muitas qoalidades e preces para
meninos e meoioas.
SapatSes de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jardios e bmhos, sortimenlo para homent
e senboras.
Sapatos de tapete, casemira, charlot avellndado,
de tranca portuguez e francez.
Perfumaras
Finos extractos, banbas, leos, opiata e pos dea-
trilicie, agua de flor de laranja, agua de toilet-
te, divina, florida, lavande, pos de arroi, sat.o-
net-s, cosmelicos, muios artigos delieados em
perfumara para presentes coa frascos de ex-
tractos, caixinhas sortldas e garrafas de d.lferen
tes tamaohos oVgna decologne,tndo de primeira
qualidade dos bem conhecidos fabricante* Piver
e Con fray.
Pianos
Muilo bons p:ano< fortes de elegantes modelos dos
mais nota veis e hem confenlos fabricantes
Alphonse Bloodtl, llenry Hat, Pleyet WJfl &
C. e Erard.
Mobilias de vimes
Cbegon ama grande f >mra com amostras de ca-
deiras de balaceo, de bra^o, de guarLicocs, so-
fas, jardineiras, raeas, conversadeiras e costo-
reirs, tudoi.-lo muito boro p.r serem fortes e
leves, e es mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
Quinquilharias
Artigos de dlffcredes gostoa c
phautazla.
Espelhos d jurados para salas e gabinetes.
Leques para senboras e para meninas.
Luvas de Jouvin de fio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada eom musida.
Albuns e quadrinbos para retratas.
Caixinhas com vidro augmentar retratos.
Diversas obras de ouro b;m de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos a imitaco e botoes de puohos de plaqu
Bolsinhas e cofres de sed, de velludo e de c. uri-
ndo da cores.
Noves objectos de phantazia para cima de meta e
toilette.
Pineenez de cores, de prata dourado, de ajo e de
tartaruga.
BAZAR NACIONAL
Rna da Impe atriz n. 72
de Lourenco Pereira Mende&Guimar&es
Declara ao respeitavel publico qoe, teodo concluido o cooserto qoe fez em sea es-
labelecimento da ra da Imperatrix o. 72, declara que o sortiq de novas fazendas pro*
proprias par a fesia do natal, os preces s5o os mais baratos possne.s a saber :
LASINHAS A* 120 RS. CORTES DE BRIM A' 500.
Vende-se iSaaiobas para vestidos a 120 Vende-se cortes de brim para calca a
WO, 360, 400 e 500 rs. o covado. 1(51500 c 2-50' 0.
OLINDENSE A 800 HS. MADAPOLO A' 3tfC00.
Veode-se ama nova fazeoda de seda e
lioho, por oome -oliodense, propria para
640 e 800 vestidos, a 830 rs. o covado.
ALPAGAS DE CORES A 440 RS
Veode-se alpacas de cores, lisas e lavra- de castor, para hmeos "e meoioos,
das, para vestidos de seobora, 440, 500, 2550o, 3# e 400C.
Veode-se pecas do madapoiSo a 3J000,
4(J50, 5,5000, CJOOOe 80000.
CHAPEOS DE PALHA A 2i000.
Veide-se cbapos de palba, de fe'.tro o
a 2#,

oome
o co-
Para lapinhas
Ca xinbas com presepios completos com todas as
pecas, e para augmentar as lapinhas ha om sem
numero de fgurinhas, casinhas, jarains e ani-
maos surtidos.
Brinquedos para me-
ninos
A maior variedade qoe re ple derejar de lodos
os brinquedos fabricados em differeoles parles
da Enropa para enlretenimeato das criaocas.
rs. o covado.
BAPTISTaS A 800 RS.
Veode-se orna nova fazenla por
baplialaa, para vestidos, a 500 rs.
vado.
SOTANAS A 6i0 RS.
Veode-se orna nova fazeoda de li e seda
por Dome setaoas, para vestidos de seobo-
ras e meoioas, a 610 rs. o covado.
PHANTASIA A 800 RS.
Vende-se ama oova fazenda lisa, por oome
phantasia, para vestidos a 800 o covado.
Fusta o branco a 3tO rs.
Vende-se asl5o branco e de cores, para
vestidos, de eenbora, a 320 e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZ AS A 240 RS.
Vende-se chitas fraocezas escaras e cla-
ras, a 240. 280, 320 e 360 rs. o covado.
bit AMANTE A 1-5000.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largara, proprio para lencoes, a I600.
e 25200 o metro.
Grosdenaples preto a
Vende-se grosdenaple preto a
2$500, 30500 e 55000 o covado.
PANNO PRETO A-1*500.
Vende-se panno preto para calcas e pa
ALGODO A' 4,J000,
litla, a 10500, 20500, 30COO,
5OOO o covado.
Veode-se pecas de algedao americano,
40O. 5000 e 60000.
BOTINAS PARA SENHORAS A 50000.
Veode-se botinas pa-a senbora, a 50COO
e 50500.
CiMBRAIAS A 30000
Vtode-se pecas de cambraias lisas para
vestidos, a 30OHO 40000 e 50000
CAMISAS BkANCAS A 2000.
Vende se camisas brancas a 20500 e i.
Ditas de linbo a 30, 305(0, 4000 e
50000.
Palitots de panno preto a 50000, 70000
e 80OO>). Palitots de casemira de cores, a
40, 50000 e 80000.
SAPATOS DE TRANCA A 10600.
Vende-se sapatos de tranca e tapete, para
bornees e temoras, a 10500, 10810 e 20.
Sapatos de casemira pelos a 20500. 30 6
303( 0.
CHALES A' 8C0 RS.
Vende se cbales de 13a cem quadros e lis-
20000 llraf> a 80 e 10000. ditos de merino
estampados, a 20030, 30500, 40 e 50000.
E oh tras muitas aztnlas que re vende
sem reserva de preco. na loja do barateiro
sooo
40OOO e Bazar Nacional.Roa
172
da Imperatriz o.
Oculos de ac lino e de todas as graduare?.
Ainda um pouco de attenpo
O dono deste estabelecimento vende sempre mais ui.v, -*- *-"^--.'---t-.-;'v-'*-
sens artigos, corao pelos abatnenlos e concessoes que oblem dos fabrcame* e eommsionarioa, em
M,4nt;, oo $r0d nhecidos e ao pubiie em geral, coadyuvadlo, vindo eomprar seolhendo a vooUde o que precisar.
T0 AUni/EU DO VAPOR FRAWCEZ^
N. 7-Kua do BaraS da Vitoria outr'ora roa Nova-N, 7
SORTIMENTO
DE
ob jecto^ PROPRIOS WMMA A FTO1TA
N. 28 Roa do Bario da Victoria N. 28.
Antonio Pedro d.e S KM Soares, receben om lindo e variad i sortimento de objectos
como sejam : lindas caixinhas de madeiras com extractos e sabenetes. bolsas, indenpesa-
veis decooro da Rossia.para senhoras, potes e cabangas com banba dos melbores perfu-
mistas e muitos objectos abaixo declarados, os qoaes vende pOr precos resumidos.
Galbeteiras doBradas com extracto.
Dozia de talberes cibo de viado (a
mitagao) a
dem idem cabo de osso B com
toque a
dem idem idem 2 B Gdo5 a
Livros para notas a 320 e
Abotoaduras para collele, grande
variedade a
Lamparioas a gaz a
Caixa de linba com 40 novellos a
Croza de botoes de osso para cal-
ca a
Dozia de ditos para eneitar vesti-
dos a
Resma de papel pautado e lizo a
30000 40000, e
Caixa de papel amizade muito
bom a
Ilem idem beiradourada a
dem de envellopes finos de Por-
celana a
dem idem a 400 e
Duzias de baralbosfrancezes canto
lourado a
dem idem lisos a
NOV1DADES.
Redes enfeitadas para Senbora a
-Brincos com pedras o que tem
ie mais gosto.
Bonecas e animaes com corda.
Maios aderecos pretos com cama-
eu a
Luvas de pellica mnito fresca a
dem idem com loqoe a
Dozia de pecas de trancas de ca-
racol*
dem idem lizs a
Microscopios (sem vistas) a
30000
40000
20400
70000
50000
0000
10000
0160
Duzia de pentes de borracha para
alizar com costa a
Mimosos leqoes de osso para se-
nbora a
dem idem de sndalo com Unte-
50500 joulas a
0400 I tem idem a imiacao a
j Girrafas de tinta roa moito boa a
0200 Potes de dita ingleza (preta) a
10000 IOOe
0500, Sapatosde tranca tapete, casemira
i charlte.
Botinas para senboras o pa*a u0UOO
PERFUMARAS.
Macos de sabonetes inglezes muilo
bons-' 0000
Luzl de sabonetes de amenda a 20500
dem dem de coracSo e flores a 10500
Pacote com pos de arroz moito
fino a 400 e
Garrafa de agua florida verdadei-
ra a
dem idem kananga a
Frasco com oleo oricoa
Caixa com r.i para dente* a
Opiata muito bftj a I0OOO1500, e 20000
Agua de Cologne muilo fina fraco
de 500 a 2*000
Tnico oriental de Kem a 10000
Variado sortimento de vasos com banba.
Caixinhas com extractos a 20,30 e 40000
Frasco com extracto oriza muito
fino a 1*500
dem idem a 40 400 e 0500
200
0200
40500;
0600
0OO
0800
0300
30AOO
20500
10800
vindo
Samuel Power Johns-
ton & C.
!Rua do Apollo n. 38 e 40
Faiem scieote aos seos freguezes que teem
mudado o sen deposito de machinas a va-
por, moendas e tr.xas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para ra do Apollo n.
38 e 40, onde continuara a ter o mesmo sor-
timento do costume.
Paiem seiante tambem qne teem feito nm
arranjo com a tundicao geral, pelo que po-
dem offerecer se para assentar qnalquer
machinismo e mesmo garant lo.
i&u> jBSSQ w* OS 3
Os propriotarios da fondi^io pera! rasero
scientes aos senhores de engenbo e mais
pessoas, que teem estabeleeido nma lundj-
cao de ferro e brouze a ra do Brum, jun-
to a enlacio dos bonds, onde aprontarlo >
qnalquer obra de encommenda com perfei- >N..
c.ao e promptidao.
Os menos rogam as pessoas que quel-
ram ntilisar se de sens servicos de dcixa-
rem as encommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Jobnston & C a rna do Apol-
lo
n. 38 e 40, onde achario pessoa habili-
tada eom quem possam entenderse.
Apparelbo para fabricar assucsr, do .ystema.
WESTON CENTREFGAL
nicos agentes em Pernambuco a fuodicao geral.
Para tratar em sen escriptorio a ra do Apollo n. 38 e 40.
0640
20500
04CO
0500
10200
10200
10000
0200
Farinha demilho
Vende-se farinba d# milho nacida a vapor, dia
riamen:e, pelos precos segulules : grossa para
mignnz a 90 rs, dita para ang, pintos paso
rinos a 100 rs., para cangica e pao de provenca
a 120 rs., e para cnsei a 140 rs., em arroba
mais barate : na rna do Cotovello n. 35.
OUINQUILHARUS.
Tambores para criancas, bailas de borra
cha, benecas de massa e louga, candieiros
a gai, bonecas de poroelaM. quadro de
0400 paisageos, cidades e machinas decostora de
20000 Howe. f ^
JARROS
04oo:
vacca inglesa a 4
de Tasso Irmaos
eom tripas e doblada de
cada um : no arrnaiem
roa do Amorim n. 37._______________
Vende-se muito bou terrenos em Beiem, em
Beberibe e na Torre, todos peno da estago do
camioho de ferro e do banho: a tratar com o Sr,
Joto Faltosa, na roa estrella do Rosarlo n. 13.
Pereira da Cuohi Irmaos, raa Marqus de
Onda n. 21, vendem o aegointe :
Vaquetas para carro e botas de viagem.
Marroquins.
CordavOes.
Oletees para forro de carro.
Potasea da Hostia.
Vioh do Porte, fino, em earxas.
Gomafeuse mosaicos
Acha-se venda na ra do Imperador n. 18 nm
grande sortimento de camafeos e mosaicos, tanto
simples eomo eneastoadoe, de diversos gostos,
bem eomo ama linda eollecjao de objectos de bel-
las artes.
Xarope d'agrio do Para
Antigoe catMituado medicameoto pera
core das molestias dos orgaos respiratorios,
como a pbtyska, beonebites, astUma, etc.,
applicado ainda com ptimos redltado# no
escorbuto. t
Vende-e na phermacia e drogara de 9w
tholomeu A C, ra Larga do Rosario n. 34.
' Vene-se a tavorna da Stedade, junto ao
palacio oo kisto, cam poneos fundos, propria pa-
ra um principiante : quem pretender diru>-se a,
ra Imperial n. 167, taverna.
mu ii mu
RA DO BRUM K 52
(Passando o chafariz)
Os proprietari )8 desta fandiqao recommendara-se aos&rs
agricultores pela boa qualidade das obras que durante mais de
30 annos, a casa Ihes tem fornecido.
Poss,uem sempreumavultado deposito de machinismo e im-
plementos em toda a variedade de tamanho, proprios para todos
os mysteres da agricultura e preparo do asucar e algedao; entre
os quaes algumas novidadesnesla provincia, merecendo ser vistas.
Vendem a prazo ou a dinheiro com descont, a vontade
do comprador.
Pon tolla Avisara ao publico qne diversas encommendas dirigidas a esta
vctUtulla* casa, tem sido desviadas: pelo qoe, rogam a exigencia da coa-
la impressa, para prova da procedencia do qoe se lies fornece.
Oulro 8im, que por abi andam especuladores (algons empreados em ebras e concer-
tos, ele.,) a inculcar eocommendas e compras de mackpismo: acautelan aos Srs. de en-
gento contra os taes, 1 mbrandolhes, peosem se em interesss aquella industria : e
qoem paga as peilas recebidas pelos ditos incubadores.
COMMISSES
Pazem encommenda a tont-de do pedinte, mediante urna
commisso, de qualquer machinismo ou obra, dando ao compra-
dor a vantagem obtidapor sua habilitaqao e costume no negocio,
tanto em respeito ao prec^) com/a qualidade, assim como to lo o
auxilio em montar e trabalmu" com o machinismo vindo.
HEBDEIBOS BOWMAN
por Albert B. Ghewy, Engenheiro.
BA DO BRUM N. 52
PASSAUDO O CHAFARIZ
trwiiwnnuicj]
)
I
SW ."
(
I
(
NOVIDADE
Aos senhores fumantes.
Completo aortemenlo de noves artfo para fumantes, algum rapos oeste mercado
Cm> *foBnB eBumas verdadeira para charutos e dgirro?, de mnito bonitas ormas
diverses prepot.
Pontelras com mbar, carel e espuma, para charutos e cigarros..
Pontelraa de mbar para charutos e el|jlirros, de diflerenle tamanhea, {talos e
precos. ,, y'
Cachimbos de espuma vefdadeira, de diflewntes formas e diversos pregas.
Cachimbos de massa imiuelo de espuma, de diversos tamanhos eifretos.
Cachimbos de .madeira de dirTrentes ormas, qualidades e P5*fj, o melhor que ae
pode desejar neste genero. g. *
Una grande variedade de boleas para tumo, de diversas
Fumo para cachimbo e/garros, sendo :
Novo caporal (imilacio do tamo francs).
Bsst Bird Serge ( Oiho de Passaro) imitaco do fumoJnglex.
Flor do Brasil e ouirss qualidades. / .
Ete fumo vende se per meude do pre?o do que/t*m do strangeiro, e mo om a
se wgj-,^ t f fc (gUTMf nt lufa 4( Polica.
iadas.
r
i


? *


y
-^T
1-r

8
Diario de Pernambuco Sexta feira 3 de Janeiro de 1873.

SSEMBLEA 6ERL
<**

CAMABA. DOS DEBITADOS.
:i i .* scss& preparatoria em 11 de d:'zemhro,
sob njpresidencia do Sr. Te.veira Janior.
Cominuago).
Sr. Perii>kntk declara daputados pela
m "swa provincia 03 referidos Sr-.
Proeeh-so sotana) do parecer da 3.a
c i nisso do p i Uros, reronhcendo depu-
ta los pelo 3' districto da provincia do Minas-
(ieraos os Sra, Luiz Eugenio Horta Barbosa,
Jos Poreira dos Santos e Jos. Calman Su-
guira Valle da Gami.
Posto a votos o parecer, approvado.
0 Sr. Presidente declara deputados pela
mesma provincia os referidos Sis.
, Procede-se em seguida votngao do pare-
cer da S^ commissao de poderes, reconlio-
fdnio deputados p"la provincia de Malo-
-4*rosso os Srs. Jos Mara da Silva l'arauhos
e Ernesto Gamillo Barreto, e approvalo.
0 Sr. Presidente doclai a deputa los pola
mesma provincia OS referidos Sis.
Procede-se votai.au do parecer da 2a
commissao de p dores reconhecendo depu-
tados pelo 2 districto da provincia do Rio
de Janeiro os Srs. Francisco Belisario Soare-s
deSouz:., Tliomaz Jo'- t'.oelho de Alenla
e AntonioFerreira Viamia, e approvado.
O S\. Presidente declara deputa los por
aquelle districto os nieneiouandos Sis.
Proeele-se & votacao do parecer da 3a
commissao de poderes, reeonheeen lo-se de-
putados pojo 2'' districto da provincia do Rio-
llrandc do Sul os Srs. baro de Maua, Gas-
par da Silvnra Martins e Fran siseo Carlos
dcAraujo Brusque, c o approvado.
( Si;. Presidente declara deputados pela
mesma provincia os referidos Srs.
Ve;n mesa a seguinte declarago de
voto:
Declaramos que votamos contra a an-
nullacao da cleicode l'ruguayana, do i
districto da provincia do Rio-Grande do
Sul.Floreaciode Abreu.Martinho Cam-
po*. Ignacio Martins.
Proceded votar-, do parecer ila 2a
commissao de poderes, reconhecendo depu-
tados polo i' districto da provincia de Ser-
gipe os Sis. Fiel Jos leCarvalho o Oliveira
e Martinlio de Freitas Vieira de Mello.
O Se. Hexezes Prado :O Ilustre rela-
tor da commissao redigio a \." conclusao de
maneira que a cmara nao p le votar sepa-
radamente sobra cada urna das elices de
Itaporanga. Peco, poetante, a Y. Exc. que
SUDmetta votacao ca la auna dessas eli-
ces ; em primeiro lugar a presidida pelo
3. juiz de paz de S. (iiristovo, c cm segun-
do lugar a presidida p do t. juiz de paz
l-Itaporanga. E' necessario qne so dis-
crimiu bem as duas eleigoes c a cmara
vote sobre cada urna dellas.
O Su. Presidente :Tomo a observadlo,
do nobredeputado como urna in licago para
a boa ordem da votado.
Procedondo-se votacao do parecer ap-
prevada a 1.a conclusao at a palavraIta-
bajaninhacuja eleico primaria fui appro-
vada em virtu.le da emenda dos -Srs. Marti-
nho le Freitas e Lean lio Bezerra. A 2.a
tica.prejilicaila. A 3.a, approvala, quanto
a' eleicio de S. Christoyo, ieand i prejudi-
tj la a parle que se refere paroebia de lta-
bakuiiiilia. A i.* fui approvada ; a 3.a pre-
iudkada, sondo rejeitada a emenda do Sr.
Menezes Prado* a segunda parte la doa Sre.
Martinho de Freitas Leandro Bezerra.
O Su. Presidente declara deputados pela
mesma provincia os referidos seuhoie--
U Sr.. PRESIDENTE :Verfijyindacharem"
se presentes deputados -" numero suflicien-
te para cumpriin" i', vai fazer-se a devida communi-acio ao
senado ao governo, por intermedio do mi-
nistro o secretario de estado dos negocios do
imperio, rem nteudo-se a este a lista nominal
dos deputados presentes, e pedindo-se a de-
elaracao do dia, hora e lugar em que S. M.
o Imperador receber a deputacio, pie por
parte fiwte cSmoia icm de requerer a desig-
naco do dia e hora da missa do Espiriten-
Santo, na capella imperial, assiin como da
hora e lugar da sessao imperial da abertura
da assembla geral: e nomeio para a mes-
ma deputaco os Srs. Theodoro Machado,
Cardozo de Menezes, Joao Mondes, 41 ollanda
Cavaleanti, Wilkcas de Mattos, Camillo Bar-
reto, Siqueira Mondes, Duque-Estrada Tei-
vira, Mello Reg, FscragnollO Taunay,
Leandro Bezerra, Cruz Machado, Cimba Lei-
to, Xavier de Brito, Coelhb de Almeida,
Horta Barbosa, FreitasHenriques, Barao de
Piratininga, Figueiredo Murta, (lusmaoLobo,
Silva Sfaia, Barao de Penalva, Heraclito Gra-
;-a c Casado.
O mesmo Sr. presidente suspende a sessao
at que venha a resposta ao ollicio dirigido
Sr. ministro do imperio.
Meia hora depois, continuando a sessao, o
Sr. 1." secretario procede leitura de dous
FOLHETLM
a (mu n mmn
PELO
VISCONDE PONSON D TERRAIL.
PROLOGO
(Continuaco do n. 1).
YI
Todos ficaram convencidos de que o Sr.
B i elli era um homem perfeitamente escarne-
cido e ludibriado, e que a senhora de Nossac
apenas teria de seu marido, o nome... e' os
credores. ,
Era apenas dia, quando o barao, livrepor
im, e desembarazado da duqueza sahio a
p da sua casa e se dirigi para a ilha de S.
Luiz, onde o Sr. Borelli, seu sogro, -tinh a
sua casa.
Os criados, apezar da hora matinal, esta-
vatn todos a p e as janeas bertas.
Oh oh Ipensou o bario^quequer
izej ? dar-se-ha caso que minha rau-
Uer toniasse segundo marido ? ^
Os criados inclinaram-so respeitosame/ite
na sua passagem, mas nenhum lhe-dirigio
a palavra.
O senhor de Nossac,Mesdenhando inter-
- roga-los, subi directamente ao quarto de
sua mulher. ^>.
As portas estavam abertas"de par cm par,
e as salas e quartos de cama, \impletamen-
te desertos.
Minha jnaTner est no quai de seu
pai pensou b bario.
E dirigio-se para o quart* de seu sb^ro.
Ah, como no quarto de sua mulher, as sans
estavam varias, s acama cuidadosamente
feita.
officios do ministerio do imperio, aecusando
ena um o recebimeuto do desta cmara em
que a mesma communica ha ver numero suf-
iciente de membros para realisar-se a aber-
tuhi da assembla geral, e em outro commu-
nicando que S. M. o Imperador digna-se
roceber no pa$o da cidade amanha, ifi do
corivnte, .1 urna hora da tardef a denufeco
uesta cmara incumbida de pedir ao mesmo
nacp lo dia e hora
ai
.austo senhor a desig.
en que (leve cclebrar-serfa capella imperial
a missa do Espirito-Santo, e do dia, hora e
lugar em que se elfectuar a sessao imperial
ta aborlura da assembla geral.Intei-
rada.*
O Sr. I.'Sechetario, obtendg a palavra
pela ordera, declara que vio a imprimir,
pira sorem vota los 2V horas dopois de pu-
blicados, os pareceres de commissao de que
conducm assiin:
Provincia de Minas-Geraes. (2. distric-
to).Em conclusao, commissao de pa-
recer :
1., que sejam adiadas as elices das
parochias que constituem ocollegio do Santa
Barbara, e dos de Sonta Luzia, Laga Santa,
Mattosinhos e Gequitib; do collegiode San-
ta Ltzia, cujas actas nao foram presentes
commissao ; e bem ossim a da parochia de
Antonio Dias Abaixo, do collegio de Itabira,
da qu,il deve ser reqitisitada outra copia au-
thentica.
2., que se procoda ideicao primaria
as paroebias do Porto deGanhas o Tapera,
d ) coflegio da Conceicao.
3.", i|iie sejam anuullidas as elei^es
das parochias de llabira, Carino, Morada No-
va, Sant'Anna deS..Joio cima, Urn^a, e a
le Pitangui, presidida pelo 3. juiz de paz
Francisco Babia da Rocha, na igreja do Ro-
sario ; o assiin igualmente ambas as elevos
das parochias do l'apagaio O do Par ;
que sejam approvadas as outras
'.
.
eleicoes primarias o secundarias du districto,
excepto a do collegio da Itabira ; ,
5., que seja reconhecidu eloitor da
garoebia da Lapa o Dr. Cassiano Nunes Mo-
reira, apurando-se o seu voto ;
6., que cissado diploma do eleitor
di parochia di Parahyba le Mato-Dentro,
Monoel Pereira Lage, seja considerado elei-
tor y primeiro supplente Jos Nicacio San-
tiago, e seja considerado supplente o cidado
vatado Manoel Pereira da Costa
1.a, que sejam cassados os diplomas do
nono, dcimo, undcimo, e duodcimoselei-
tores da parochia do Bom Despacho, "consi-
derad is esses cidados como nao votados;
procedendo-sc de igual modo quanto aos
quatro ltimos supplentes;
8., que sejam relevados da multa im-
posta pela cmara municipal apuradora os
eleitoros do collegio de Santa Barbara, aos
qtiaes a respectiva acta refere-^e ;
t)., que sejam reconhecidos deputados
pelo 2." districto da provincia de Minas-Ge-
raes os Srs. Drs. Martinho Alvares da Silva
Campos, Ignacio Antonio de Assis Martins e
Camillo da Cunha Figueiredo, cuja superio-
ridade de votos nao alterada pela votacao
das elei;oes adiadas.
os dos temos iguaes direitos as funecoes
Sala das sessoes da commissao, 19 de
dezembro de 1872. Joao Mendet de Al-
meida. Paulino Jos Son res de Soma
(vencido quaito as elices das parochias de
Itabira, Morajda Nova, e On'.i e do collegio
de Itabira).^4w/ci'o Thomiz do Amaral.
Turquinio h de Souza Ani'irantho.
Mano** --< quapfcJ elitrao da panichia de S. Goncalo
,> Para o do collegio de Itabira,. Theodo-
ro M. F. Pereira da Silva vencido acerca
das elices das parochias de Itabira, Mora-
da-Nova e Onca, e do collegio de Itabira).
Luiz Eugenio Horta Barbosa.
ltio Grande 'do Sul. {i. districto).Nos
termos expostos, de parecer.
i., que sejam annnlladas as elices
parochiaesde VaccariaeS. Francisco do Pau-
la de Cima da-Sorra ;
2., que seja annullada a duplcala da
eleico da parochia de Taquary, feita na casa
da camafti municipal ;
36.' sessao preparatoria em 20 de dezem-
bro, sb a mesma presidencia.
Havendo numero suflkiente, abre-e a
sessao, e approva-se a acta da anterior.
L-se e vai a imprimir o parecer de
commissao, que concibe assiin :
Provincia das Alaglas ( i." districto).
Em vista do exporto, somos do parecer, e
OiTirecemos as seguintesconclusoes :
i.Vque se approvem as elices primarias
do Alagas, Corurijie, Anadia) Limoeiro,
Palmeira, Piassabussi'i, Porto-Real do 'Colle-
gio, Traip, Sant'Anna o Pao le Assucar ;
2. que se approve a eleico primaria de
S. Miguel le Campos, presidida pelo 1. juiz
do paz daquella cidade, bom como a eleii.io
secundaria correspondente;
3., que se annulle a clc$ao da mesma
paroebia d S. Miguel de Campos, presidida
pelo 2." juiz de paz da cidade das AlagOas, e
a eleico secundaria respectiva ;
'.", que se declare milla a eleico paro-
chial da cidade do Penedo, licando approva-
do o collegio eleitoral com a deducro dos
78 oleitores a ella pertencentes;
5., que so annulle a eleico parochial de
Paulo Alfonso ;
6., que se annulle a eleico parochial de
Agua-Branca ;
7.", que se annulle o collegio eleitoral de
Paulo Alfonso ;
8.", que se approvem as domis elei;es
secundarias';
'.(.", que sejam reconhecidos e declarados
deputados pelo 2. districto das Alagas, os
Srs :
Dr. Podro Antonio da Costa Moreira.
Barao de Anadia.
Pai;o da cmara dos deputados, 20 de
dezembro de 1872. Olympio E. de A.
Ha I cao. M. C. A. L. Arnaud.
O Sr. Martinho Campos ( pela ordem):
Sr. presidente, ha diversos pareceres de com-
missao reconhocendo deputados que nao es-
tao votados o nao podem ser votados boje.
[Toe"
legislativas.
Nocrcio que a sessao da abertura da as-
sembla geral seja urna mera formalidado,
simples o apparatosa ostentago moiiarchiea,
e assiin todos nos temos o direito e dever de
assistir a ella, desde que a-votao daquelles
pareceres, antes da sessao da abertura, nada
prejudica a inauguraco dos trabalhos legis-
lativos.
Esto foitas as commiuiicaces necessarias
para que a sessao de abertura tenha lugas
amanha, entretanto eu e alguns outros depu-
tados, cujos reconhecimentos depende da vo-
tacao dossas parecer.js, estamos privados de
tomar part'nesta sessao da assembla geral.
Nenbuina lilliculdade ha para quesejamos
reconhecidos antes-da sessao de abertura.
O regiment dispe art. 11 que os deputa-
dos se reunirao diariamente em sessao pre-
paratoria at que esteja concluida a verifi-
cagao dos poderes ou tenha lugar a abertu-
ra da assembla geral e urna vez que ha pa-
receres para seren votados, lgico que V.
Exc. pode deliberar que haja sessao prepara-
toria para se votarem esses pareceres, antes da
sessao da abertura da assembla geral, nao
havendo o menor inconveniente nisto como
nao ha, e sao obvios ao contrario os perigos
de abusse colloios da parte de maiorias pro-
pensas a prepotencia para excluirem a mino-
ra ou fraccoes da minora de sessoes em que
nao Ibes convenha obstculos e contradicc/tes
ano ioui \ iit-ml, ,-
Ha segunaa-teira a cmara comecar os
seus trabalhos com assumpto muito impor-
tante, que a constituico da mesa e com-
misses, e nao sei porque serei privado de
parte dos mous direitos de representante da
na;o, nao cooperando para i reelei(;o ou
nao reeleicao da mesa e nomeaces das com-
misses.
Pesco porlaiito, que na forma do regimen-
t se prolongue as sessoes preparatorias at o
dia de amauh, de sorte que os pareceres que
esto publicados possam ser votados.
O Sr. Presidente :A cmara ainda nao
sabe se a sessao imperial da abertura da as-
3., que soja
igualmente
annullada a
duplcala da eleico parochial de Santa Bar-
bara da Encruzilhada, tambem etTctuada na
casa da cmara municipal;
4., que sejam approvadas as elices
primarias o secundarias das demais parochias
do 1. districto da provincia de S. Paulo do
Rio Grande do Sul ;
o., que sejam reconhecidos deputados
pela mesma provincia os Srs.:
Dr. Florencio Carlos de Abreu e Silva.
Dr. Luiz da Silva Flores.
Conde pe Porto-A legre.
Salla das commisses, 19 de dezem-
bro de 1872Theodoro M. F. Pereira da
Silva.Paulino Jos Soares de Souza.
Angelo Thomazdo Amaral.Tarquinio 11.
de Souza Amarantho.Joao Mendes de
Almeida. Luiz Eugenio Horta Barbosa.
M. J. de Menezes Prado.
Diabo I murmurou o barao aqui
ha mysterio I
E descendo ao pateo, dirigio-se ao pri-
meiro criado que encontrou.
Onde est o Sr. Borelli *
O Sr. Borelli parti hontcm noute
para a sua propriedade da Normandia.
Ah Idisso o barao estupefacto.
E deixou ao seu mordomo urna
carta oSr. baro.
Chama-me c o mordomo.
O mordomo appareceu com a carta na
mo.
O baro abrio-a precipitadamente e leu o
que segu
Sr. baro.Y.-Exc. casou com minha
filha, com o fim de pagar as suas dividas.
O seu desojo est realisado, as suas dividas
esto pagas. Junto os recibos dos seus
credores a esta carta, que deseio ver ficar
sem resposta. Derxo-lhe a minha casa de
Paris, e retiro-rae para a minha propriedade
de Caux, onde espero nao receber a sua vi-
sita.
Um homem desesperado de o ter por gen-
ro.Borelli.
Masexclamou o baro onde est
a senhora de Nossac ?
Parti, Sr. bario.
. Com seu pai ?
Nao, Sr. bario..
Ento para onde foi ?
Para a Bretanha, onde possue um cas-
tello. t,
Quando parti ?
Hontem noute, Sr. barao.
Est bom t-^sse o baro com colera
Vai procurar cavallos de .posta ; flftfc)
partir mmediatamente.
Otbaro foi obedecido com admiravel
promptido.
,/ "nte minutos depois entrava paraacar-
[ruagem, ^claraando
\icla
sembla geral tpr lugar amanha, e nem a
que hora.
Apenas tivemos communicago do minis-
terio do imperio que S. M. o Imperador re-
ceberia hoje, 1 hora da tarde, a deputaco
que por parte desta cmara tem de requerer
a designaco do dia e hora da missa do Es-
pirito-Santo, e da hora e lugar da sessao im-
perial da abertura.
Assim, pois, entendo que o requerimento
do nobre deputado deve fundar-se na hypo-
these de que seja marcada a abertura da as-
sembla geral para amanha. Nesta hypo-
those pode requerer o nobre deputado, que
haja sessao preparatoria, nao prejudicando a
hora que for designada para a missa do Es-
pirito-Santo, e para a sessao solemne da
abertura da assembla geral.
O Sr. Martinho Campos :'Estou de ac-
cordo com V. Exc. Retiro at a designago
da hora : fica ao arbitrio de V. Exc.
Vein mesa, lido, apoiado e rejoitado o
seguinte requerimento : v
Se tiver lugar amanha asosso de aber-
tura da assembla geral, que costuma ser
1 hora da tarde, requeiro se faga ssso pre-
paratoria para continuar a verilicaco de po-
deres dos membros da cmara hora que a
mesa designar.Martinho Campos.
O Siv. Paraxiios (pela ordem) requer em
nome da i* commissao de inquerito, que
leudo dewr publicado o parecer sobre as
elices do 2 districto da provincia das Ala-
gas, se publique na mesma occasio nina
justificaeio dos interossados, a "que se refere
o voto em separado, que foi hoje lido.
ORDEM DO DIA.
Procede-se votacao do parecer da 3a
commissao de poderes, reconhocendo depu-
tados pelo Io districto da provincia de Minas-
Geracs os Srs. Carlos Peixoto de Mello, Joa-
quira Bento de Oliveira Jnior e Diogo Luiz
le Allneida Pereira de Vasconeellos, e ap-
provado.
O Sr. Presidente declara deputados pela
mesma provincia, os referidos seuhores.
Em seguida convida a deputaco que tem
de pedir a S. M. o Imperador, pjr parte
desta cmara, a designa;o lo dia o hora da
missa do Espirito-Santo na capella imperial,
assim como do dia, hora c lugar da abertura
da assembla geral, a cumprir- sua missa)
hora designada.
Meia hora depois, voltando a deputaco, o
Sr. Theodoro da Silva, como orador della,
obtendo a palavra pela ordem, declara que,
tendo sido a mesma deputaijo recebida com
as formalidades do estylo e cumplido a sua
misso, S. M. o Imperador se servir desig-
nar as 10 horas do dia de amanha para a
missa do Espirito-Santo na capella imperial,
e 1 hora da tarde para a abertura da as-
sembla goral no paco do senado.
O Sr. Presidente declara que a resposta
de S. M. recebida com muito especial agra-
do, e convida aos Srs. deputados a compa-
recerem amanha na capella imperial, e de-
pois no paco do seado s horas designadas.
Sessao em 23 de dezembro, sob a mesma
presidencia.
Havendo numero sulltcieiite, abro-so a
sessao, approva-se a acta da anterior, c le-se
o seguinte expediente :
Trozo ollicios do ministerio do imperio,
euvMoado as copias dos decretos, com os
respectivos documentos, pelos quaes S. M. o
Imperador houvo por bem conceder varias
pensos.A' commissao de pensos e orde-
nados. ;
Outro do Io secretario do senado, partici-
pando que tendo S. M. o Imperador desig-
na-Jo o dia 21 do corrento, pela 1 hora da
tarde, para a sessao imperial da abertura da
asamblea geral, no paco do mesmo senado,
resolvtm reunir-se no mesmo dia, ao moio-
dia, e que a esta cmara se lizesse a commu-
nicago determinada no art. 8o do regiment
commum.Iuteirada.
Outro do Sr. ministro da fazenda, pedindo
dia o hora para apresentar o rotatorio da" re-
partigo a seu cargo.Dosigna-se o dia 2V
do crrente, hura e meia da tarde.
Outro do Sr. ministro dos negocios estrau-
geiros, fazendo igual pedid*.Designa-so o
mesmo dia, 1 hora da tarde.
L'm requerimento de Joao Ribeiro dos
Santos Camargo e outros, lavradores o com-
merciantos na provincia d S- Paulo, pedin-
do crdito real na mesma provincia.A* com-
missao de fazonda.
Otro de Pedro-Bandeira de Gouva, pe-
dindo ser matriculado no Io anuo da Facul-
dade de Medicina da corte, fazendo o acto
desse anuo depois de ter exhibido o nico
preparatorio que lhe falta.A" commissao
de instruci;o publica.
Outro de Arthur Octaviano Braga, pedin-
do sor admittido a examo do 1" anuo de di-
reito de S. Paulo, prestando mtes o exame
de geometra, nico preparatorio que lhe
falta.A' mesma commissao.
Outro ilc Jos Francisco do Brito, pcdmdo
o lugar de ollicial da secretaria desta cma-
ra.Nao ha vaga.
DA.
da mesa, e sahem
lhe devida no parlamento. (Apoiadbs].
Consultada a cmara',, resol ve pela ailir-
mliva.
Correndo de novo o escrutinio, c sendo
recolhidas 69 cdulas, sahe eleito o Sr. Joa-
quim Pires Machado Portella, com 45 votos.
Io secretario (65 cdulas).Joaquim Jos
de Campos da Costado Medeiros oAlbuquer-
que, M) votos.
2o secretario ,ii ce l^ijas,,Joaquim Lo-
pes Chaves, votos.
3o secretario [6| cdulas,.Martinho de
Freitas Vieira de Mello, 4H votos.
4" secretario (82 cdula- .Luiz Eugenio
Horta Barbosa, 47 votos.
Supplentes. 'Manoel Jos do wiezes
Prado e Antonio Fernandos da Roka Lcio.
(Continuar-se-ha'.
VARIEDADE
param, limpando, preparando em fim coi
se
nlO, O
.*vida'
Rebentarei vinte cavallos,. mas alcan-
carei minha mulher 1-
VII
O baro cumprio, a meio, a sua palavra,
porque a trinta leguas de Paris, em quanto
mudava de cavallos, foi alcanzado por nm
fidalgo de boa presenga, que sem duyida ti-
nha feito proezas de celeridade iguaes s
d'clle e lhe disse gravemente :
Chamo-me, senhor, o cavalleiro de
Courcenerille, esou, desde hontem, amante
da duqueza d'A...
Ah Idisse o baro, recuando um
passo.
Parece, senhor, que insultou grave-
mente a duqueza, porque e'la mada-me
provoca-lo...
Aceito o desafio, senhorrespondeu o
baro, dasembainhando immediatamente a
espada.
O bario tinha muitas vezes jogado as ar-
mas com o regente, que era conhecedor,
mas isso nao impedio que recebesse urna boa
estocada, que o fez ficar de cama durante
oito dias, na miseravel estalagera, onde mu-
dava de cavallos. <.
O que fez com que nao podesse alcangar
sua mulher.
VIII
Com tudo, oito dias depois, o Sr. baro de
Nossac esta va em estado de continuar o seu
caminho ; e em quarenta e oito horas, che-
gou a Leonnais, provincia em que se achava
situado o castello de sua mulher.
Na ultima estago da muda, disseram-lhe
que os atalhos eram d'al em diante, impra-
ticaveis para carruagens.
O bario pedio um cavallo, e poz-sea ca-
minho apezar do achantado da hora ; cami-
nhou toda a noute, e chegou ao nascer do
dia, ao alto d'uma collina, d'onde se viam
no horisonte .os torrees pardacentos do
castello para oqual se diriga.
ORDEM DO
Procede-se elei.o
eleitos os Srs. :
Presidente (6T cdulas).Jcronymo Jos
Teixeira Jnior, 50 votos.
Io vico-presidente '08 cdulas).lnnocen-
cio Marques de Araujo Ges, 40 votos.
2" vice-presidente (07 cdulas,.Antonio
J. Henriques, 32 votos.
3o vico-presidente (04 cdulas).Antonio
Candido da Cruz Machado, 44 votos.
O Sr. Cruz Machado (pela ordem) :
Agradeco o voto com que a cmara asaba
de honrar-me para o lugar do 3o vice-presi-
dente ; peco-lhe, porm, a especial gracade
dispensar-me deste cargo, que nao ambicio-
no. Minha maior ambigo, e para conse-
giii-lo empenharei todos os esforgos, que a
minha provincia goze da importancia que
Era n'uhia bella manh de invern, des-
pida d'essas nevoas quo d'ordinario so es-
tendem, ao sopor d'um vento fri echuyoso,
pelos campos1 e pastos us e amarellecidos.
0 sol despontava no horisonte, os passa-
ros chilravam as sebes lo caminho, os cam-
ponezes trauteavam urna cango rustica,
acompanhando a sua charra.
0 baro seutio a alegra no corago e
apressou o seu cavallo, j fatigado.
De repente, no meio d'esse calmo socego
dos campos, chegou-lhe aosouvidos osom
lento e pausado d'um sino...
Esse sino tecava um dohrc fnebre.
0 baro estremeceu e deu urna furiosa es-
porada ao seu cavallo,
0 cavallo largou de novo a galope, e s
parou ao p da grade do castello.
0 baro entrou no pateo : o pateo eslava
silencioso e deserto.
0 baro apeou-se, subi as oseadas e atra-
vessou, guiado por um mysterioso e sinistro
presentimento, muitas, salas desertas, onde
as suas botas e esporas resoavam lgubre-
mente ; depois, por fim, ouvio um murmu-
rio confuso ao longe, na extremidade dos
aposentos que atravessava; um murmurio
montono e vago, que se assemelhava a can-
ticos de igreja, psalmodiados por frades, no
fundo d'um claustro, a hora nocturna das
matinas.
Guiado por esse barulho continuou a an-
dar, com o coragio trmulo da emogio e o
suor na sua fronte.
Chegou assim at urna porta fechada.
Por traz d'essa porta o murmurio torna-
va-se distincto : era effectivamente um can-
tico d'igreja. O bario sentio erigarm-se-
Ihe os cabellos ; mas dominado o seu terror,
bateu a essa porta.
0 cntico cessou inmediatamente e a por-
ta abrio-se de par em par, gemendo sobre os
seus gonzos com fnebre sonoridade.
Pi'eceiloM le agricultura, horti-
cultura c jurilhiagcu adapta-
dos a clima do Brasil.
jankiro. Capina-se o milbo da derriba-
da earroz, 'toriniuado este servi<;>, tiram-se
nimias de caf para plantar as fallas dos
caesaes novos, e capina-se o'caf, prepara-
seo fumo, o as fazendas do assucar plan*
ta.o geral da importante caima.
Neste mi'/, llorescem quasi todas as arvo-
rese plantas do jardiin. Ahi pode o artista
ver os representantes de todas as cores: o
bougainvillia com seus cachos rsas, as
bignoneaceas, o apocyneas com as sober-
bas campainhas, o rermelb iasminunanga,
a amacolla allomando., a azulada trepadeira
das grades, as magnificas poinciauas, cto
A parreira, que na Europa morreria de fri
ueste mez, d-nos as suas uvas doces, ebem
assiin a butua, a parreira brava, que para
os indios representa a nossa parreira ; no
matto a colbeita do feijo do eaboclo, que
o diconroque, festejado pelas diilerentes tri-
bus.
FEVERtmo. Contina o trabalho agrcola
le Janeiro : tirar o plantar mudas de caf e
capinar. IJmpa-se o terreno para plantar
o feijo, em mendos ou ftns do mez. Ento
j seapanbamaboboraspara osporcosop-
de-se colher milbo para o gasto da fazenila.
A sement da mamona ( ou carrapateiro)
est madura, o faz-se o azeite, O gaz do in-
terior do Brasil. O milbo da Angola, plan-
tado em outubro Qoresce, o so u fura em
agosto, ji est maduro em fevereko. Ainda
se planti canoa, at mesmo em marco.
A pita fourcroya, lyrio gigantesco, fl<>-
resce e aromatisa a atmospnera ; o espi-
nlieiro de Marica cobro as cercas com suas
llores reluzentes em branco. No fim do
mez coineca a colbeita do arroz.
maiu;o. Contina o servicn de capinar
caf, colher o an-oz, e eoceta-se a colbeita
principal do milito o da sement de mamo-
na. Florescem as cucurbitceas, a abobo
com seus tubos amarellos, dando depois as
gigantescas fructas>abuchapaulista, que for-
nece um grande pepino, etc.
As myrtaceas comecam a amadureeer e
bem assim as guabiralws, o arac, a goia-
ba, etc.
abril. Conlinuam n capilla de caf e a
colbeita de milbo. Aproveita-se j alguiria
caima para fazer rapaduras. As laranjas
comecam a amadureeer, revolando assim sua
origem fura d>s trpicos. As passi[lores,
vulgarmente chamadasmaracuj, abrem
seus pequeos botoes para ostentaren! suas
grariues e uiaguiAca^ llores.
As Cassias denutfciam sua ausencia pt>lo
desenvolvimento de urna florescencia em
chuva de Ourp. As diacoreas, conhecidas
por cara o caratinga apenas llorescem e
mostram ao agricultor pial tem do ser o
resultado de seu trabalho: quanto mais
abundante a florescencia, tanto menor a
colbeita.
maio. Todas as qualidades de laranjas
offerecem o seu contingente para mitigar o
nosso calor tropical. Tomos a principal co-
lbeita do milboencbendo~os pties, para o
sustento futuro. No lim do mez comeca o
servigo da colbeita do caf, que o bar-
metro da alegra e da tristeza dos fazendei-
roso de seus commissarios, mes, sendo este
mi'z para os fazendoiros a poca da esperan-
ea, olTerecc ao naturalista um espectculo
consternador, por causa das derribadas das
bellas florestas com vegetaes seculares.
jimio. Colbeita de feijo, importante
sustento dos pobres o dos ricos, pelo que o
denominam pai da casa.
Contina a colbeita do caf, preparando-so
o dospolpado, de terreiro superior ou infe-
rior, conforme o lempo, o zlo a actividade
eHntelligencia do fazendeiro.
Amadureco o delicioso abi e florescc o
cac^o o palmeira realOreodoxia regia.
jri.no. Contina a colbeita do caf, e
trabalha-se constantemente nos terreiros
para socca-lo. Os respectivos engenhos nao
venientemente to preciosa
ropeiros desenvolvem mais i*
conduego do precioso gene*.
O feijo das aguis, chamado tambem de
S. Joo, deve ser plantado neste mez. No
quarto de la minguante corta-sc a madeira
para a construeco de casas, no eretMBte
en\ertam-sc os arvores fructiferas, *poda-sc
e planta-se a roscira, a vinha, a figueira, se-
mea-se fumo, etc. E urna das occasioes
mais proprias para plantar hortaligas, ex-
cepgo da vagem, pie nao viga pelo mui-
to fri. PlOrescciii as laurneas.
agosto. Mez da inqnisigo, o auto de
IV' los vegetaes veteranos a queimada da
derribada.
Contina aycolbeita do caf. A sementi'
da mamona est madura, c se colhem as
aboboras, o cara, em suas variedades mais
ou menos amylaceas. Planta-se fumo, a
batata inglezaj hortaligas e arvores fructfe-
ras ; a pitonga, a goiaba, a guabir>ba-, e
muitas outras myrtaceas neste lempo esto
maduras. A mangueira cobre-sc de flores,
a espirradeira, o gvrasol e outras plantas
que ornam os jardins j mostram a apro-
ximar Ao'do vero.
SKTKMimo. Mez cm que a natureza pa-
rec' em lethargja, esperando smente urna
chuva, para que os vegetaes se desetivol-
vain depois com todu u vigor tropical. Plan
ta-se em geral tudo quanto pertence nu-
tricio, menos o feijo, v. g. : o milbo na-
derribadas e no cafe novo que se (tapia <
mesmo lempo, as aboboras, a mandioca ,
alguns plantam tambem o caf para#cresi
luais depressa, apitnhando porm muit'
sol em Janeiro soffn o tlobro do que o
plantado em margo. O do i ou 5 anuos j
florescc ediesperanga de futura colbeita. A
florescencia de plantas otis j se genera lisa :
a pitangueira, o abacateiio, muitas hortali-
gas, as compostas, as Euphorhiaceas, c as
larangeiras perfumam a almosphera com
suas llores. Contina a colbeita do caf.
OCTl'MO. Mez da genutuago, o mez em
que a'vida vegetal se desenvolve de um mo-
do es|mntoso. Floresce atnda o caf, e as
myrtaceas exhalan) o delicioso perfume d-
suas flores. Naserra doaOrgtos floresceni
o trigo e o centeio, prometteado Ixia co-
lbeita. Planta-so ainda milbo, capina-se "
caf e contina-so a colhe-lo. I.impa-se
queima-se o terreno para a plantario do ar-
roz, quo se fealisa no mdo mez. Plantam
se lamln-m as dioscoreas (carj e o milbo
da Angola.
NOVK.HURO. Mez das esjierangas para o
fazendeiro, conforme o desenvolvimento das
plantas nutritivas. Essas esperangas, po-
rent, sao todas destruidas so faltarem a-
chu vas- necessarias. Contina a colbeita do
caf, e ahi temos igualmente a da mandioca,
que fornoce o pao nacional. Principiam a
safra do assucar e a distillago da agur-
dente. Este ramo de industria, em algn-
distrctos do Brasil, ten para o fazendeiro o
mesma importancia do caf DOS outros lu
gares. Capinam-sc as plantagcs do milho.
arroz e caf, e planta-se o caf as folhas da
derribada. Limpa-so o pasto.
om.MiiRO. Mez das flores. Todos o*
jardins, todas as plantas, "ainda mesmo
aquellas chamadas toa, muitas vezes
de grande utilidado quando as sabem apro-
veitar, todas, einiira, oslentam o maior vigo.
Mez dos csame utos dos vegetaes. At as
abelbas deixam os seus enxames |>ara for-
mar urnadvnastia nova.
Colhe-so ainda caf, econtina a capin<
do milho. Tira-se mandioca para fazer fa-
rioba, os tomates amadureccm com mal-
abundancia. Segundo a folhinha, dezem
bro o tim do auno; mas para um paiz IfO
pical devia ser o mez de junho, no qual p>-
deria S. Iota representar o papel de S.
Svlvestri'.
JURISPRUDENCIA.
0 baro recuou e deu um grito, vista do
espectculo que ento se olToreeeu aos seus
olnosv
A baroneza de Nossac esta va estendida,
sem movimeeto sobre o seu loito.
Ajoelhado sua cabeceira um padre de
sobrepeliz recitava as orages dos mortos.
Em torno do leito os criados choravam de
joelhos. 'm .
Sobre a mesa ardia um cirio mortuario.
Ao lado d'esso cirio eslava urna carta com
esta inscripgo:
Ao Sr. bardo de Nossac.A baroneza de
Nossac esta va morta desde a vespera. Era
o seu dobre fnebre o que o baro tinha
ouvido.
0 Sr. de Nossac dirigio-se para a leito e
pousou a mo sobre o coragio da morta...
O corago nao batia.
Aproximou os seus labios trmulos dos
labios d'ella.
Os labios estavam frios.
Pegou na mo gelada da defunta, levan-
tou-a e deixou-a- cahir...
Amo*cahio inerte.
A baroneza de Nossac estava bem morta.
Aproximou-se ento da mesa, quebrou o
sello da carta e leu-a vidamente.
A carta continha apenas o testamento da
defunta, testamento concebido n'estes ter-
mos :
Instituo o baro de. Nossac meu lega-
tario universal, com a condigo d se tornar
a casar no praso de Mous annos e de habitar
a minha casa da ilha de S. Luiz^auando es-
tiver n'essa capital. Hele naBoreUx, baro-
neza d Nossac.
P. S. Se o Sr. de Nossac enviuv$r^|
novo antes de findarem os dous annos, se
obrigado a casar-se terceira vez para niq
ver a minha heranga voltar para a minha
familia.
Ol i -o civil.
Ak
exacta do b
egislago de um paiz d a coala. BM>
rao de adiantamciito dos mtoos-
tumes. E' ella a razo publica escripia, a
consciencia viva da sociedade, a mais clan
manifestago das tendencias do um povo, da
sua origem, ndole e carcter. O estado po-
ltico, as ideas e paixes dominantes, os in-
toresses permanentes, as preoccupag<>cs do
espirito nacional, a extenso das relaces so-
ciaes de todo o genero, tudo isto, quo cons-
titue a physionomia moral de um povo, vai
ter legislago como a um vasto repositorio
a que cala poca recolhc os fructos da MU
experiencia, as" suas conquistas o os seus des-
pojos.
'Continuar-se-ha.)

YT. DO UL\RW RA DUQUE D CAX1AS
V s

i
f^N


Nem urna palavra de amor ou de colera
estava junta a esse testamento.
Esse silencio era ameaca ou desdem *.
IX
0 baro mandou prestar a sua mulher a>
honras fnebres, depois cncostou fronte
urna pistola e quiz inatar-se ; maspens>u
que nio lhe tinha mandado levantar .um
mausoleo c julgou que era mais convenien-
te esperar a erecgo d'esse edificio para fazer
saltar os milos junto a elle.
O mausoleo foi construido e collocado no.
parque do castello com esta inscripelo :
aqu ja?. /
helena borelli,
r baroneza de xossac j
morta virgem '
NA 1DADE
DE
VISTE X. CISCO ASNOS
0. P. E.
Depois o inconsolaval baro apromptou
de novo as sus pistolas e dirigio-se para o
tmulo, para sobre elle fazer o sacrificio da
sua vida aos manes da sua desventurada mu-
lher.
JUas um fidalgo, vindo de Paris rodea
solta, chegou l ao mesmo tempo que elle
e disse-lhe :
E' mui digno de ti o chorares a tu
mulhor.; mas quanto a sacricar-lhe a tua
vida, nao p5de ser... A vida de um fidalgo
pertence ao rei. .
Esse fidalgo era o marquez de Simiane
que trazia ao bario urna patente de coronel
de ca vallara e a ordem de partir imraadia-
Itamente para o exercito d'Allemanha.
\ 0 baro resibou-se a viver, jurando que
nunca se consolaria.
0 que fez com que se consolasse.
(Continuar*-ha-)

\


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EB7DUOO51_YYUQWK INGEST_TIME 2013-09-16T20:56:33Z PACKAGE AA00011611_12802
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES