Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12765


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Full Text
y, ^.- ~*
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AMO XLVili. HUMERO 266

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MA A CAPITAL I LCA3IS OIDE 110 H fA6A POin.
Per tei mww tdianudot...........
Por leisditoi i Por nm ano dem.. ,.. ......*"
Gaia Bomero ivulw, ...........
I #! i | |

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M#000
* no
.
TERCA FElftA 19 OE NOVEMBRO D 1871
A1A DIIHO I FOBA 91 FM7IICIA.
Por tre mezei aflamado! ; i .
Por mi ditos idem.
Por noTt ditos idem
Por am anuo idem

.


i


DE PERMM
Propriedade de Manoel Figneirt de Faria & Filhos
6|780
13#KX>
7#0O
84o AChA*E8 t
h Sn. Gerardo Antonio Aive. d Filboa, no Par; Gonc4lvei 4 Pinto, no Maralo ; Joaqun Jo de Olivein A Filho, no Cear.; Antonio de Lemo. Braja, oo Arica!, ; Jlo Maria Julio Chave,, no Au*; Antonio Mar. I. Sita, no NaUi la.
Pereira d'AImeid., em Mamangaape; Angosto Gome, da Silva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomea. na V* da Penha : Belarmino do. Santo. Baldo, em Santo Antlo; Domingo. J*t da Coau feaga,
___________________*" Naw6tb ; ADtono Ferr6ra da A*01" ^jam* > V**0 T* Co*. %.togo*s; Alves 4 C. i. Uto, Cerqninho & C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFnCIAl.
overa la provincia.
DftWACMg M NBMMMB* O) ma 16 de novMbro
di (871.
Barao de dazareih.laforme o Sr. inspector da
thesonrana de fazeoda.
Baeharel Francisco de Aasis de Oliveira Maciel.
Foram expedidas as convenientes ordena no
Motilo que reqaer o supplicante.
Aif-res Francisco Evaristo de Soma.Indeferido
i visu na informa cao.
Fee leo Brother.-. Deferido com offijio desla
dala, dirigido tbesouraria provincial.
los Antonio Pinto. Dse, nao haveodo incon-
veniente.
'oooldino Antonio da,Fonceca.Informe o Sr.
r-gedordo Gymnasio Provincial.
Sacbarel Maooel iieue' > d-is Santos da Fooce
ca Lies.Dirij-se a tbesoorarla de fazenda.
Or. Syinphronio Casar CoulinhoInforme o Sr.
inspector da tbesouraria de fazenda.
Tenenie-coronel Severiano Mooteiro L -He.
defsriJo om offl:io de.-ia dala dirigido tnesou-
raria proviucial.
Scretana da presidiada de Peroambuc, 18 de
n asombro de 1873.
O Dorleiro,
Silcino A. Rodrigues.
Repartlco da pollela.
3' seccio.Secretaria da pjlicia de Pernarobu-
ijo, 18 de novtmbro de 1872.
N. i 928 III n e Exm. Sr.Levo ao eonheei-
aalo deV. Exc. que, segundo constadas partici-
poes Mamau hoi< nesta repartido, f ambn-
jm recolhidos casa de deteocius os segrales
ntividoos :
Mo a 16 do crrente, crdem do subdelegado
da Bdi'YwU, L-ji Jo. escravo de Jj? de Mello
Aedo, a requenmento deite.
A' orden dj de Belro, Francisco Antonio de
Arauj>, por criroe de resistencia.
No --lia 47, minhi ordem, Jo.-, escravo de Ao-
ooio IJjiuiugjs Piou, reqaenoaento desle; e
'-'Vi Alves, como sentenciado.
A" ordem d > subdelgalo de S. Jos, Luia Ma
na da ConeeicSo, por itumu i moral pnblici.
O dlf.ado de polica do termo de S. Benio, por
aQlcio de 5 do correte, ommunicoa rae qoe, che-
oIj a? sea conheciaento qoe o enraiooso de
mors Jos Alves do Coot.i, acbava-ee homisialo
no dislrieto Ccho^irioha daqaelle termo, no da
t) no mu prximo Bodo. fez para all seguir orna
lOTfa, a qaal cercando o ugar que ?e dizia estar
Canutado dito criraiooso, caniegoiocaptoralo e fi-
oaiseute I i recomido cadeja daquella villa,
duposi^o do re*pjcvo Dr. juii mooicipal.
Por offlelo de 36 do rnez prximo pagado, par-
UCpou-oje o del-eado do termo de Cabrob que,
m as 7 hora do da actecedeole, J)o Vieira de
M'i.to. jaolara assat^na/ ao capito Lou Hyp|>o
estado nao significa, qoe oas escolas se pratiqnem
os actos, oa se objervem os preceilos religiosos,
mas que se nao ensinem dontrinas contrarias s
verdades da religio catb )lica.
Pur isso, vendo que rednodancia nao exista de
acto, era apenas appareole, suspeilei qas tioha
havido proposito em sopariror as patarras cons-
fiui'ftto e religio coudas na lei vigente ; e que
com esta snppress) se procurava aotorisar as
escolas o ensino contrario s verdades da religio
eatholiea, assim como o desamor, e o de?respeito
nosias institoicoes polticas.
Perguotei ento se tioha havido este proposito,
e o pobre relator da commissao responden afir-
mativamente, accrescentando que se pretenda aa-
lorisar oas rsiolas todo o qae nao cont toe am.
crime.
( Hi um aparte.)
Esta doutrin, tanto adoptada pela commis-
o, qne a Dtem fji mais largamente desenvolvida
pelo nobre depntado qoe oecapoa a atteaco da
casa. Elle diz, qae o coligo criminal marca os
limites dentro dos quaes se pode desenvolver a li-
berdade individual, aj era materia de ensino ; e
que por isso oSo se ple prenibir as escolas
aquillj que a Isi criminal nao prohibe.
Sr. Uchoa Ca vlgante :Isto axioma.
O Su. Olivbira Foncs.ca
lugar, est em abe ta
:o 4f Lima: o
loi praao em flagrante e
coaira elle ia proseguir n:s lermos da le.
Deas guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. des-
mbargador Fraocisco de Furia Lerao*. digois^imo
rirssi'Jeote da provincia.O chefe de polica, Lutz
Cmtk ie Qufiroz Barros.
PERNAMECO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL
Wi curso do Sr deputado los
f oaajaiui de Ollvelra Foneeca,
prouuaciado na sesso de i8
e malo.
O SR. 0LIVE1BA PONCBCA : Sr. presidente,
lanlo em urna das sesoo- do mez passado eufa-
zia as observaos .*, que rae sugera o artigo em
duciK-i'O, njre relator da cmmissio de ins-
traeei pubiiet deu am aparte, que toroou anda
tila latente o alcance da di : d) mesmo art'go. Se a; enio a doulrina ex-
potti pelo nobre depatado me pareca inadmissi-
el. depois de seu aparte pue:e-me pengosa.
Fiz nra implas protesto, mas nao del. nem po-
1.. dar eato, una resposla completa. A hora esta-
Vi a Juntada, e ja Javia e-Ur caneada a aiteneo
ls meas collegis ; presiosa .UMgio, com qae
laoto rae penhoravam, e qae ti, sioeeramenle
ograde<;o.
Agora, poroo, que de oove lecho a palavra, 4 a
vCcisio upporluaa de manifeunr as considera^oes
|i3 rxe occorrerara.
Ni arl 3.* J.' do ?roje:to .ce determina, qae
a icalisavo oas esc.Us pailcnlares uuhi por
aniso tica, verificar se sao guardadas as !eis do
paiz, os preceilos da moral, e as regras da by-
giene.
Da&de lego se de luz, que os cobres autores do
projeclo nao preleodem evitar somente, que as
eicoUs particulares se pratiqaem actos contrarios
i? disposicSos repressiv do codgo crioooal. Se
ij n f>s -'or Jadas as leis do paiz; nadi mais h vera a
<;aa accresceotar. Determinando se qae a ios-
..sc'. i, a qae ficam sujeitas as emolas panicula
re*, teoha tambara por um verificar se sao guar-
dados os preceilos da moral, e as regras da bygie-
m tpso fado se recoohece, que em maiena de
easlOO nao bastara as clausulas e condi(3e', a que
aj geral se acbi submettido o exerecio dos nos-
n dir-ios civis e polticos ; ha oatras oecessila-
lss a atisfazer, ha oatros perigos a e/ilar, ha ou-
t: regras a estbele:er.
Pareca, qae a disposicao desta parle do artigo
sra idntica ^o art. 7.* 3. da lei n. 369, que
d aos delegados Iliterarios a seguate ioeaxbsu
oa :
t Visitar, oa !*ma dosinstracro? dadas pelo
t.-acior geral, tolos os estbil-.- :uo. i'os particula-
l m de eosioo, que lenbara sido autor^sados, ob-
.sirvindo se oellas -ao guardado; os preceilos da
csf*l e as rsgras l.ygieoicas ; mo en-in) dado
hi'i o contrario C)o-tita:c>, a reli.'l', e t leis
") estade,*e se sao cumpnas as dt*|i <*$ dosta
Ui.
Na lei n. 369 tratase da observancia das le? do
u le, no projecto tambera se falla Disto ; na lei n.
:) se trata dos preceilos da moral, e das regras
da bygiene,-no projecto em M'cosii tambein se
ssteude at abi>a tiscalisaco do ensuo. Uaanto
a CGOstifieio pohtici, de qae nao falla o ariig >,
pereca-me, que a oobre commss.'io de instracca
iitihltca pretender evitar ama redundancia (que
- appareo.e), vi,lo como a cooslituiQo poli-
no nao ama lei do e pracipal. Timbam em relaco religio, d qual
f;z meecio o art. 7." 3. da le n. 369, poder-se-
lva al eerto poeio explicar o Misado do projucto,
dtzeoJo-se que o respeito a ella devido cooitD
um preceilo coost tucional.
Entretanto pairavam alguroasdurilas em mea
soirito. Pregando atiengo a redaccao do citado
rt.go da le o. 369. v se a distraerlo qne ?.hi se
fax entreseren observadas t guiriadas as leis do
patze o ensillo nao ser covraw constiluiro
poltica e religio do estad Ser o ensino confor-
me i eooslttulr;ii poltica, nio qoer dizer qae as
j.:olas se campram as di'poicS-s da eoostitni-
(;ii ; mas que o en .-a. insiltulr;5a3 qae o o se laucle no eosmo
;ov-ns alumno, idea- ao respelto e
qoe se deve ter i< lnttrjt>6*l do palz. As-
b ^jjaMu, r p eaitio Maurme a religio do
:Isto, em pnaaero
contradiegao com o pro
jec;o ; visto com este declara, q>i' a fiscalisaclo,
a que flcam submeltidos os profesares pnica-
lar.", lera por Hn verificar se sao guardadas
as leis do paiz, os precettos da moral e as regras
da hygiene.
A inobservancia das regras da hvgisne ni}
constitue um crime, e entretanto prohibida aos
pr jfessores ; at se recoohece no estado o direilo
de comramar penas, dd impor multas pela inob-
servancia de tacs regras.
Qumto inobservancia dos preceilos da moral,
oa ella consume nm crime ou nao ; oo primeiro
casi d-se urna redundancia no projecto, porqae
bastara dizerse : a fiscalisa^o ter por fim re \
ripear se sao guardadas as leis do paiz ; se nao
consume ora crime, e apezar dlsso prohibida,
ja veem os nobres depurados, que nae basta o c-
digo crimioal para regular o exercieio do direilo
de qoe se trata.
( Trocara se apartes.)
O Sn. Omtbira Fonceca :Torno a dizer : oa
a inobservancia dos preeeitos da moral^constilae
nm crime, e para evita-la basta exigir-se, qae
sejara gurdalas as leis do paiz ; oa nao consti-
tae am crime, e oeste caso vai-se alera das pres-
crpcJes dis leis criminaes. Nao o pode fugir
desle dilerarra.
E' fcil de ver era faca do cdigo criminal
qual o alcaoce da disposicao do proiseto.
Diz o art 377 :
< Abasar oa zombar de quilqaer caito estabele-
cdo no imperio, on por meio de papis impressos,
lilograjibados, ou gravados qis 8d dislribairem
por mais de 15 pessoss, oo pir meio de discursos
proferidos em panucas remudes, oa t oecastie
lugar ena que o culto se presta. Penas ele.
O proiessor qne coslom seas diseipuloi mo
a bus) ou zombaria do culto caiholico, por meio
de suas palavras, nao est mcurso neste artigo ;
visto como a manifestacio de saas ideas nao ter
lugar por meio de papis impressos, lithographa-
dos, nem graphados distribuidos per mais de 15
pessoas ; nemo encino prof-ssado.nas escolas pri-
marias se i le denominar discurso feto em pu-
blica reunido.
Um Sr. Deputado :Oa por oatro qualqaer
meio.
O Sr. Olivkira Fo.vceca :Nao diz isto o art.
67, um accressimo que Ihe qaer fszer o oobre
depatado, para o que nao tem compelen :ia ; o
artig i do cdigo limita os autos, pelos quaes (em
lugar o ciine.
O professor que acostomar seus discpulos ao
abuzo ou zombaria do culto eatholico, oo esta-
r sujeto a disposifo do art. 267 ; logo oo en-
tender dos autores do projecto, essa proedimento
deve ser perraittde.
O nubre depatado recoohece tanto o pnrigo de
semeibaote auUrisa^ao, que qaer dar a entender,
qae o projecto nao a perrr.tie.
Diz o art. 278 do cod. cnm. :
Propagar por meio de papois .ropressos, ti-
tographados, oa gravados, qae se 'Jistnbairem
por mais de lo pessoas. ou por discursos proferi-
dos em publicas reunido, dcatrinas qae directa-
mente destrnam as verdades fuadamentaej da
existencia de Dsus e da immorialidade da alma.
Penas etc.
Aqui nao se dzp r ouro futquer meio, esta-
belecern-se os meios.
O Sr. Ucha Cavaucante -.Discursos.
O Sr. Olivkira Fonceca :Discursos proferidos
em publicas reunid'-.
O nobre depatado, que lao amonto da I ber-
dade, bem como os seus collegas de oaimisso,
nao lia de querer admitlir urna interpretar) to
abusiva e falsa em maten, penal ; nao ha de que-
rer, que se sondemos um professor, a pretexto de
que as suas palavras na escola sao discursos pro-
feridos em publicas reunioe?.
Se o ensino professado ama escola particu-
lar for contrario s verdades fundamentaos da
existencia de Deas, e da imraortalidade da alma,
nem jot isso o professor flea sojeito penalidade ;
se nao nzar de papis impres-is, luographados,
ou gravado?, di:triboidos por mais de 15 pes-
soas.
Ja se v qiiatjto inconveniente a suppresso
propisitalmeiie -iita das palavrasconsfiftifo e
religito do eilml)comidas no art. 7* 3* oa lei
n. 369 : perrnttindo-se no ensino tudo o que nao
um crime, chega se a autonsar uas escolas a
negaQo da existencia de Deu, e da immortalda-
de oa|iima._^
At eerto ponto as dos manifestadas pelo no
bre retador da commissio de instruegao publica
vo alm das disposicoes oo projecto ; e por oatro
lado as consecuencias desias disposigdss vo alm
das prevrSes da nobre comrassao.
O nobre relactor, oa urt'oiaco da thsse que
estabel"c:u. da lberdade do ea?ino era toda soa
plenitud-, leve occisiao do dizer, qi;o qasria o es-
lado po'ta de cada escoia puoiiea com a mais
r>g >r .-a iospeceao, om todo o soa cortejo de for-
malidados; mas qae p>rta de cada escola part
calar deve estar o pai ds famili?. a quem deve in-
cumbir a fiscalisago ; porqae Me o raeitnr fis-
cal, o nico fiscal do ensino. Entretanto, Sr.
presideote, no mesmo projcto* so contraria esta
opinio, admittindo-se a fi-calsaglo at eerto
ponto
Digo que as dispoc5es do projecto vo alm
das previMjss da nobre commissio; porque o no-
bre relactor, re.'ponJdndo ao d scur.-o de mea col-
lega, deputado pelo segjno districto, disse que
nio ra cerlo autorisaro pro];cto o ensino contra
ro as verdades foodamen'aes da existencia de
D:u;. e da imraortalidade da alma ; sendo qae,
eooititoindo es-e easino um crime ; eslava nclai
do na palavras : vd.'ifhar MO guardadas a
leis do paiz.
O nnr.re depntado, qae hootera occap^a a atten
cao da casa, dissa qa peb projecto nio se fez a
aatorisarjto, de qae me tenho oceupado; visto
lomo o ensioo professado na e^cob deve-se coosi-
derir eomo discarsos prof'ridos em publicas reu
nioes. Uas fcil de ver, que se na lei regula-
mentar da in.truoQ-i) publie se. a) evkarera. es-
tes abacos, elleshario permitlidos, pelo principio
bontem traillo discasso de qae licito tuto o
que a Iti nao prohibe.
Ja sabemos, Sr. tretideote. .(al o sentid o e o
alcance da disposicao jjue se discute, podemos
aprecia-la nos tenaos, em que se acha defi-
nida.
Das condiedes estabelecidas na Isi vigente com)
garandas do boro ensino, algaraassio abandonadas
pelo projecto. E-te abaoJ..a>, este da^prez, uv
tJe ser juttifleaJo pela razio, que seria fut
cootradiiorl.,ds que o estada, nio ple regalar
o exerccio de ara direilo, qae Unto importa ma-
outencaa da ordem, e ao deseovolvimenio to-
cia).
UmSh. Depotado : -Qaal o Ureto ah ?
O Sr.OLivsin.v Foxceca:O direilo de en-
sioar.
E^ta razio, alm dt samraameote improcedente,
(ora tambem contra diloria, visto como no projecto
se reconhsce o direto de flscalisar ; trata-se aps-
oa de restriogir mais oa meos este direto,
Porqae ser, pois, tanto eropenbo em rformar
nesta parte i> le vigente, aalorisaodo-sa a propa-
gado por meio do ensio, qne o meio mais effl-
caz, dos erros mais graves e pengosos ? Sara por-
que se recooheca no professor particular o direilo
natural de eosioar os erros que qaizer ? Seras-
inania doulrina nio podar ser sustentada por ne-
ohum espanto esclarecido; serla digna de Qgumr
a par de oatras muita--, que vieram a lame na ca-
lamitosa poca, por qae acaba de passar a Fran-
ca. Hmve all quem pretenlesse, qae sede-re
lasse a a-lmissio de casamento entre irmos, a
abolicao do direilo hereditario, ele.
lias porqae, tendo a le o. 369 vedado at b aje,
qae as esc olas particulares se ensinem dontrinas
contrarias s nosias iostiluicdes, e rel'giio ca-
ihilica, hoje :e prelenle fazer desappareeer essa
proh:bi?io? A razio uniea rae parece ser a des-
ueeessidade da flscalisa^io offlcial.
Apreciemos esta razio, qaa tambem eootradi-
toria.
Seohores, era todos os paizes, quer actualmeote,
quer desde poca remola, tem-ia notado qae um
i ceno numero de meoioos era estado de receberem
a instruccio primaria permanecen na mais com-
pleta ignorancia. Isto tem atlrahido a alteocao
dos horneas mais illastrados e immioentes ; o*
quaes, justamente escanlalisados com este f.cto, a
pre vendo o perigo, qae dahi resulla para a maoa-
tengao da ordem publica, teem provisto esmeiw de
evitar ene mal. Desle mos o principal a
cbngatoriedade do ensino. Reeonbese s, qae
maitos pas, otre os a maier parte, deixtm de
dar a seas filhos a iostraccao elementar ; por ne
gligencia, e indifTereoea nao qoerem sugeiiar-se
a algans incommodos, por ignorancia nio cora-
prebendem a utilidade, a nec'gsidade urgente do
easino ; alguns at por egosmo nao qoerem dis-
pensar o trabalho, qae seus fi.hos loe. prestara.
Entre eos a instruccio est muito atrasada,
como todos recoobecem, especialmeale o nobre
depatado a quem agora respondo ; qae al ex
geroa consideravelmente esse atraso; a maior
parte dos manios am idde de iroa eeeola W
xam de a tttaatU la, eam inalnrnialnaii ule
. maibr parW&^fta .xeTaa^riTo iTver
e dar a seas Qlhos alnstracjSb elementar. *
Ora, se ai oda hojala legistacao tos paizes mais
civilisados, navio elle em qoe a rastroeci) popular
tem tido maior deseevolvimento, anda a obrigato-
rielade do ensino necessaha, e se acha estabsle
cida as leis, muito mais ne;essana ella entre
cs; e at urna eondicio essencial para o desen
volviraeoto do ensino lornsr se effectiva a obri-
gatoriedade.
Pois o pais, que assira procedem com essa igno-
rancia, negligencia ou egosmo, a ponto de nio
mandarem ensinar a seus filhos os principios mais
elementares, iro proceder inlsgacoes, e fazer-se
fiscalisadores do eo ino ? E' preciso qoe o estado
intervenas, aflm de que tantos miibires de meni-
nos vo escola, e nao pre:iso intervir para
qae elles tenham bia instrneco ?
Se a commissio pretende conseguir, que a ins-
truccio seja recebida em muito maior escala,
porque tem conuoca naobngaioriedade do ensino.
e procura torna-la effectiva.
O Sr. Gsmao Lobo : Sa lr o projecto cora
altencao, ver qus a commissio procura antes
persuadir que obrigar.
O Sr. Olivkira Fonceca : O projecto rogla o
carapnmento de am dever, e impde penas aos
iraosgreasores.
O estado nao vela so pelo cumprimento da obri
gacio paterna, mas tem al o direto extremo, ao
caso em qae o pai teoha mostrado completa loca-
pacdade para cuidar na educago e manutencio
de seu filho. tem o direilo, digo, de tirar este de
sob seu poder, e eotrega-lo administrado de
oairem.
E porque nao, se at ao prop i > pa!, em certos
caso?, se i>ld dar qaem o administre ? Um ho-
rnera, por raaia illastrado, por mais inteligente,
per ma3 honrado, se coraecar a esbanjar sua for-
tana, pondo assim em risco seu fituro bem estar,
e o de sua familia, di lugar a que se Iha noms
um eurador.
Portaoto nao ha da'ida, qae o direto do pai de
educar, instruir, e maater seas filhos deve ser fis-
causada, e o a todos os respeitos pelo estado.
Uv Sr. Deputado :a todoi os respeitos 1
O Sr. Oliveira Fonceca :Qaer qaanto ao ea-
sino, qaer qaanto alimen'acio, etc.
Um Sr. Deputado : At quanto alimen-
tado 1
0 Sr. Oliveira Fonceca :Sim ; porque se al-
guem negar a nm sea filho o proprio alimento,
a sociedade tomar cuntas deste procelmenlo ; as
leis esubelecdm os meios da obriga-lo ao cumpri-
mento desse dever.
Passarei a outro pento.
Keeriodo-se orna das con.-deraedas trazidas i
discusso, o nobre depntado bavia dito, que, sendo
livre o exereicio de qualqaer proflsso, nio havia
razio, para qae se fizesse excepcio em relacio ao
ensioo. Respond, qae em verdade era livre o exer-
ccio de qualqaer prufissio ; mas que disso nao se
conclua nao achar se esse exereicio regalado por
lei ; tant) que para se exercer a medicina e on-
iras profi.-sSi, exigase a apreseoUgao de om l-
talo de capacidade. Veo lo o nobre deputado qae
era procadente este argameol), qaa davale toda
a aoalbgia...
O Sr. Ou-mao Lobo :E' em todo o caso am
argumento de analoga.
O &b Oliveira Fonceca:... procoron con-
testaio, dizendo nio ser livre o exereicio da me-
dicina, nem o da advogacia, nem o da pbarmacia ;
qoe estas proflstdas nio eraao l.vres.
Neste mesmo sentido falln hontem o nobre de-
patado pelo 3.* distrito, membro da commissio de
iosirueco publico, dizeodo que meu argumento a
principio o tioha seduzido ; mas qoe depois ad-
m.ron-se de se ter dexado seluzir tao fcil-
mente
Para mostrar o engao em qne laboram os no-
bres depuiad s amores do projecio, basta lr o
arl. 179 34 da constitmcio, qae assim :
Neo bum genero de traballi-, de callara, in-
das: ra oa ommercio [ole ser prohibido, ama
vez que no ie oppooha aos costumes pnbhcos, i
seguranza esale dos cidados.
(Ha nm aparte.)
. O Sr. Olivkira Foncca :Sa o exereicio da
medicina, ou da advogacia, est comprehendido na
excepcio ahi feits, deve ser prohibido ; se nio
est, livre. Alm dlsso, alada sustento, qae as
coadiedes a qae est sujelt o exereicio destas pro-
flssSas, nao constitaea a negacao da lberdade.
Ss se ple restringir e regalar o exereicio dellas,
tambera se ple regalar o ercieto o direilo de
eosiur.
lo-
OSr.
artea*5* Deptado :A consequenca do
Qjfc. Oliveira Fonceca :--E'. To perigpsa
um auo medico, am mao advogado, como am mo
professor primario,
lajabea livre o eommercfo, mas segu se -que
iodo e qraelqaer individuo possa ser commer-
ciaeie t
Sa. Depotaoo : Porqae nio?
b. Olivkira Fonckca : 0 nosso cdigo do
comvercio. principia defi liado as cooJicoo ne-
cassanas para qae se possa coramerciar no Bra -
ol*
Vu Sa. Dbputado :Qjaes sao estas eondlcass?
0 1*. Oliveira Foncca : 0 nabre dapuiado
deve ter esiudado o coligo
Um Sr. Diputado ;Nao ha Lberdade, que viva
sem rtsiriccOes.
O Sa. Oliveira Fonckcv :Logo a lberdade do
eosiot deve t-las.
De mais,- os oobres depatadss at cario ponto
coojodem o direilo em si com o respectivo exer-
eicio. Um Inmem te n o lireiio de ri-colhsr a pro-
la. de txediio, de aJvogade. oa de professor de
instruccio primaria, habiiiaodo-se, porra, para
exeree la, e deven lo provar que est habilitado.
rh S^ l'0,rJade, direi que oingae.m tem
4 libeTa.fl de fazer urna casa nesta icade ; por
qae nao pode faie-la Mm proia licefca da cma-
ra mutlcipal. Jfio o direilo propriaraente que
se restringe; restringe se, oa antes regula-se o
exereicio desle direto.
laiiilio tambera o oobra deputado neste ontro
argumento : a lberdade do peusamanto incon-
testavaH; 0 pensamento livre ero tolas as saas
maoifdstacois; logo nio se ple negar a lberdade
do ensu, ama das mais nobres rnaaiastacdas do
pen-ameoto.
Anda ahi o nobre depatado confunde daas coa
sas dtinctat: a lberdade 4o peosamenio, Isto ,
a lberdade de pensar, e a liberd.de de manifestar
o peosamento.
Principiarei notando per acciieiu, que, como diz
um publicista, < eoosiJerado o peasameoto em si
mesmu, tal como em nossa consciencia, depois
dizer se que o pensemenio livre. Jiio depende
de roa em am determinado estado do oo rito, peasarmos de mato differente daqaelle por
qoe peosamoi; i este respailo obed-cemos sem-
pre a ama coivieco intima da qual nio somas s-
ohores. E' jastamante por oio serein livres ai
opioirjis oeate sentido meuphisico, que ellas o de
vem atar no oairo seniuu, isto nio de veno ter
que temer eonsiraagimenta algara exterior.
Al disso, o peasameato ni) p ia ser presera-
talo, sem qtre se manifasie; e portalo nio p le
ser con*traogido. A ana manifestar o j am ac-
to qne recabe sob o dpaaimo das le.s bamanas.
Mas quando se trata da mamf*.ia;aa*do pensa
meato lera a sociedade o direto de mtscrir t E
o*tr*r qae sia; amas veaes exig ndo essa
ouira vezes prohib ado a.
da o Pefior. a raspusa qe-d ojans
qesito>, qoe atea ala aoauosios, e o
depoifflenio de anta testemunba sio Oanifestacdes
do peosameoto frm. E' arre i este iaJiviaaos
leixar de ffxer estas maoifestages? Nio; o
elettor obriga Jo a votar, o jorado .brigado a
servir, a teslemunha tem obrrgacao.de dizer jo que
sonber, e Ihe fdr pergantado.
Ter, por oatro lado, a sociedade o direto de im-
pedir at eerto oooio a manifestagio do pensaraen
lo r Tambara fcil demonstrar que sira.
E criminoso o iodividuo que auribua a ouirem
vicios oa defeiios, que o possara expor ao odio ou
ao desprtzo publico; am crime a imputaca va
ga de vicios oa crimes sem fictos especificados.
A lei prebibe nesu parte a roanif s'.agao do pen-
samento, erabora o individuo nao faca mais do que
dizer a verdade ; sn elle pretender provar a vera-
cdade de sua assercao, isto iba nao sei permil-
lido.
Sa a manifestacio do pensamento restringida,
como dizer-se qaa o ensioo nio |le sar reitriogi-
do por ser urna das manifestares do pensamen-
to ?
A irapreosa livre, mas nio no sentido absolu-
to, era qae dlssa o nobre deputado ser livre loda a
maDifeatacao do pensamento.
O Sr. Gcsmao Lob> :Qaem falln aqai de l-
berdade absoluta?
O Sr. Oliveira Fonceca : O oobre deputado
estabaleseu principies absolutos para tirar suas
conclaves; por isso qae ea combato esses prin-
cipios.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Oliveira Fonceca : Se haveria perigo
em perraiiiir-se a manifestacio do pensamento sem
restriccio alguma, njais perigosa sena semelhaole
faeuldale em relami ao ensino, que o meio mais
eficaz de propaganda; p arqaanio es meninos nao
leem a capacidade necessana para aquilatar os
erros, qae se lites laoocalam no espirito.
Oamai1, os erros propagados oela mprensa che-
gam mais fcilmente noticia de todos, e mais f-
cilmente podem ser reprimidos. Mis nos eolio
qnios entre o professor e o alumno, as explica-
558S dalos por aquelle, podem-se ir pouco e ponco
innocalando erros. sem que os propnos pais te-
nham disso eonheeimenlo.
(j jando pela primeira vez oceupsi a alleocio da
casa, fallando em relajao prova da c. pacdade
prcfdssional, e d- moralidade, perguotei ao nobre
depatado se nio havia inconvenienie em se perm t-
tir ao individuo, que acaba de soffrer pena de
gl< o direilo de'ensinar. O nobre deputado res-
pondi, que nisso nao va inconveniente algum.
Com eneitof Ha perigo em encarregar do res-
tabelecimento de nossa sanie am medico iaexpe-
riente; ha perigo entregarse a defezada ama cau-
sa a um mo advogado; ha perigo em iucumbir-
se da eonstruccao de un elifi:io a horneas impe-
ritos, qoe podem fazer com que elle desabe ; como
oio baveri perigo em entregar-se o ensioo da mo-
eidade a bomens avesados ao crime?
Jallo S mon, e oairos dizem, qae a cocigencia da
urna prova de moralidad tem principalmente po
fim evitar que da novo se entregue to ao en-ino ho
mens, qne f.-ram punidos por faltas commetidas no
mesmo ensino.
E diz o nobre deputado, qua ni-to nao ba in
conveniente I Isto musir que, establecidos os
principii-o errneos que estabeleceu, v-se obriga-
do a tirar eoesequeocias desta ordem.
l( i nra aparte.)
I Sr Olivura Fonceca:Porque nio acceita a
lei n. 369, que exclua os meoores de 21 aooos, e
os qae tiverem commelttdo crimes; assim como
procura evitar que se entreguen) ao ensino os qua
nao tiverem a instrneco ncessaria p'ra Isso?
Lembro-me agora de tomar em eonsderai;o um
dos argumentos do oobre deputado. Disse elle,
qae estas ex'eencias dflaaltaiii, e embaracamo
easino ; disse al que, se fossem estabelecidas, ira-
mos fechar os pequeos instituios, escolas que
ahi existem cora provefto para a iistriu\ia.
Est o nobre deputado em contradiccio, porqae
referlndo-se s exigencias ds lei vigente, e t> que
se conteam no projaete de (870, dis>e que ellas de
nada raliam, nio importavam em ecusa algama ;
por oio ha ver cousa mais fcil do que obter al
guem nm attestado,e com elle Befar habilitado
para ensinar.
Um S. Deputado: E' ama ex;g-5neia desneie!-
seria.
O'Sn. Olivkira Foncca : -Entretanto diz o co-
bre deputado, qua ella tem u n grande alcance,
am alcance parigoso porque vil oo restringir
muito o ensiao, e at fechar pequeos initutos.
Sio dona argumentes terdadeiramome coaira-
dictorios. Oa a disposicao tem algum elTeito, oa
nao; no primeiro caso...
O Sn. Gesaf.ao tono :Quando muitois so pote*
"^POicao estratgica de argumentado.
0 Sn. Olivkw, Fonceca :Pois se o nobre de-
putado at descreveu to eloqaentemente o mao
ffeiio di exigeocia de prora de capacidade, dizan-
do qae iamos fechar as eseolas, iamos proclamar
a Ignorancia; como depois pode dizer qae essa
exigencia nada vale.
Um Sr. Deputapo : -Nio tem valido, porqae nio
tem srdo execaiada.
1 Sn. Olivkira Fonceca :Se acmalmeote
te de idoneidadk reqoerlda para o magisterio pa--
bico urna vez que tefam cidwMm iMiotus.
bsle ultimo reqnesiio iodispeasavel.
Podem ser auiorisados a estakelecer ooMefl-
en escola particular o que gozan da quafiafath
de cidado italiano, e apresentam attestad* ir
tons costumes, erabora sao teobam a referala am-
ieIe de idooeidade ; en, aeste caso, os meetret
ffectos ao esiabelecimeato devem exhibir et'Ma-
/" a* capacidade que m le requer para o wtmt-
terio pblico. ^*^
_*BB todo o caso, neracollegio, nem escola par
professor qaem quer, stgue-se que o projecto nio ticlar nortl Z iZZT ^L "Ca
f. por fim alargar a esfera da lJSE do en- To^^Z^tT* *"*" **
Presmese o conseniimenlo tarito, qoand:
no prazo de 8 das, tratndose de escola, e ae de
sino.de modo a fazer com que baja maior numero
de escolas; pois reconbect-se que as reslrieces
nao existera de faci.
Tanto insisti o nobre depuiad a sobre a nenhu-
ma importancia das ciausnlas preventivas estabe-
lecidas na lei vigente, que ebegon a dizer, que
nenhum dos delegados Iliterarios tioha a capaci-
dade necessaria para conhecer as babililaeas de
um professor.
(Ha^ um apare.)
O Sr Olivkira Foncf.ca :Taato que eu, gra-
cejand i, Ihe dlssa: lawptu. ao meaos os presen-
tea; uiaus o nobre deputado, sm exceplnar ne-
nhura, disse nio baver um s> capaz de eonhecer
das babililaeas de um professor de iustruccao
primaria.
Preiende-se, quo qualquer individua possa ensi-
uar; reconhece-se em toJo o pai de familia sufB-
cienta capacidade pira Uscalisar o ensioo; mas
quanto aos delegados Iliterario-, entre os quaes ba
uomens muito Ilustrados, negase a todos e a
cada um da persi capacidade para saoer se um
individuo tem habilitacfl.s para ensinar pnmeiras
leliras I
til* am aparte.)
0 Sr. Oliveira Fonceca : Admilte-ie em qual-
qaer habilitacas para ensinar; e at um dos ar-
gumentos apresentaJos em prel da nao exigencia
ie um titulo de capacidade quo nao se precisa
sabar ramio para ensinar primeiras leltr.% e nega
*e que hamens Ilustrados possam conbecer se am
iqdividao est no easo de ensinar ? Bata contradic-
cao ainda mais manifesta attendendo se a qae a
maior parle dos pais, como ja declare, desconbe-
cem a urgente nsce*sdale do ensino. Para qae o
ensino obngalorio?
O Sr. Gusmao Lobo : -Poraoe a Prussia o tem.
O Sr. Olivkira Foncbca :Nio, nao porqae a
Prussia o tem, nio por urna servil imilacao;
porque deltas aecessilamos; assira como a Prussia,
a Frioca, e os paizes mais adianlads.
(Iroca n-se apartes.)
Por fallar na Prussia, responderei desde j a
urna observado bontaro feita polo mbra deputado
pelo 3* distncto.
Priacipiou eile mostiaado a nacessidade de ser
permiitido o ensino parlicolw, isto cotnecoa
eoiobaidulo urna idea, qae por oingaem foi aqai
sustentada, a do monopolio do ensino. Dase qae
a vaaugeo, qae a Prussia tlbha obvTIo sobra a
rraoca proviolu da superiondada da msiruetio
da seu povo, e de seu eiarcito, e qae e.-U superio
nda-Je provmha da existencia do escolas particu-
lares.
Eagaoou-sa redondamente o nobre depatado; a
rana principal da graodd iostruc;o do povo
pru-siaoo, e em geral do povo alienlo, a razio da
iosirueco do seu exercito, qua a obrigatorieda-
de do eosino ali u na realidade ; exista oa lei,
que era mulle severa, e se executava (bava al
entre outras panas a da prisa > para o pai demisso);
mas baje'existe lano na le, como nos costumes, e
na conscieucia do povo.
(fia um apae.)
O Sn Oliveira Foxceca :-Qjando na Prussia
FreJirico o Grande introduzio ua legislacio esle
principio, nao estava arraigado nos costames do3
prusianos a educagao popular. Sio passados
ceote e tantos anuos, e a Prussia hoje se acha
muito mudada. Foram sempra severamente exe-
cuiadar. as leis da obrigaloriedade do ensino, de-
pois nao fo mais preci-o punir cum mulla e priso
os pais negligentes, todos hoja arolanlariamente
procurara a instruc;io de seus filhos.
Nao pois, por ser livre o ensiao, que na Prus-
sia lodos apresdem.
Alera disso o ensioo primario na Prussia muito
mais vasto do que em Franca ; na Prussia apren-
den)-se as escola elementos de geometra, de
pbisica, de cbimica, de moral e at de ecenomia
poltica. E' se ali lodos apreodem, e nao aprendem
muito pouco a consequeacia a illustracao do
povo em geral.
Qoanio ac exerciio ainla ha urna consideracao
espacial, os bous exames feilos em escolas do 2o
grao, as escolas universitarias, dio a qaem os faz
ama vantagem muito consideravel no exercito, e
a dimioui5o do lempo do servigo. E' de eerto
om estimula muito forte.
am mez o pedido for para a abertura de uaa eol-
egio, o pretndeme nao honv r receido da ins-
pectora escolstica nolifleaco motivada, qae a-
dellra ao seo pedido.
< Nio obngatorio para as escolas particula-
res o oso dos compendios adoptados pelo goterao
mas a autoridade competente Um o dlreo dr ve-
dar Ihes o do* Uvros que luuverem sido iulgadot
nocivos.
c Por graves motivos, qne affeeten a mor ali da
de e a saude dos alumnos, ou prejadiquem a or-
dem publica, governo central pode \mmim jh-
ckar as escolas particulares, ar.oa procetae rega-
lar, e medanle consulta do conseibo isperior ala
instrneco pubica,
Sas casos nrt,entes, pode metm fwl o como
providencia publica.
Com referencia a este assnmpto, pareee-rae
digna de ooiar-se a mxima homologada co art
118 do regolamento de 1860, que assim eoaca
bda nos segaintes lermos: A raspelo dat sa-
clas primarias oarticnlares ni) exteetiva aao
enmo sendo no que diz r peito morahdaie, u
saude, as instituirte* fundamentan o estado, i o
ordem publica.
Eis abi como eonelue o Mostrado miBis'.ro :
Neste complexo de providmcias transparece o
Miento oue se leve de fazer concessoet tkroria
da lberdade do ensino, sem alias debilitar-se de-
masiadamente a legitima ingerencia da adminis-
trado a resjeito dosses estabelecimeotos de las-
tra cele.
Permita me a casa anda qae Ibe roabe a attea-
co por algara lempo, lendo o relatorio do minis-
tro brasileiro em Montevideo.
Ja veem qae se traa de ama rrpubliri
t Nenhuma escola particular pode ser anana-
ciada senio com o titulo e ao grao para qne tenha
sido UHtonsadn
Essa autoruacio, obriga'.oria, dada pelo lai-
tituto, o qual lleve exigir para eoneedel a es se-
grate- coodicoas : 'qneo respectivo director te-
nha 90 annoi de idade ; 8.' que rpuna as eondi-
caes exigiveis par* os mestres dat escotns pum-
as ; 3.' que d as garantios que o m'smo institu-
to algor conteniente exigir sobre m capmcoie
para a dtreccao de um cottegio, e outras oir
tancias especiaes ; o 4.' que subnota a jniso i
instituto o regulamento interno i colleaio-.
O Sr; Gusmao Lobo : 0 nobre deputado, que
leva lio a mal, que se fallasse na Prassia, est
agora um prussiano s direitas.
O Sr. Oliveira Fonceca : Nao estou prus-
siano, nem levei a mal que o nobre depatado ci-
lasse a Prassia ; o qaa levei a mal fo qae o oo-
bre dspatado qaizesss a adopcio da obrigatorieJa-
de do ensino so por imitacio, s porque a Ptussia
a lera. Nos devem os adoplal-a oela mesma razio,
pela qual ella o tem sido em outros paizes, a sua
ueeessidade.
O Sa. Uchoa Cavalcanti : Era qae est o
mau erro ?
O Sn. Ol'veira Fonceca : Em pensar que
na Pra'siaopivo io-iruido por haver escolas
particulares O nobre deputado quiz combaier
ura systeraa, que nao foi aqui sustntalo por nn-
guem, o d i m raopolio do en.-ino.
(Trocam-se apartes.)
O Sn Oliveira Fonceca : Na Prussia nio ba
icspecco do eosino oarlicalar ?
L'.vi Su. Deputado : C.mpaiivel com a lber-
dade individual.
O Sr. Oliveira Fonceca : E' o qua cs que-
remo1.
Tanho pxposto miohas idi em ama ordem
muilo difT-renie daquella, qae pretenda adoptar ;
nao tenno metbodo algara em minha argumenta-
;&o, pelo desejo de responder desde logo aos apar
tes dos nobles dejuldo*-
Vou agora mostrar como em oairos paizes tem
sido adoptada a ioterveocio no easino particular
como eoasa muito compalivel com a lberdade.
Ju'io Simen, ruja opiniao antorisada j Uve oc-
casiio de citar, f iz os maiores elogios lei fran-
ceza de 28 de janho de 1833, qae estabeleceu a
iberdide do ensino ; mas como stabeleceu-a ?
Exigilo pr vas de capacidade proftssional, e de
ra Talidada, e sojeitando i inspeccio as escolas
particulares,
Essa lberdade proclamada, elogiada por li-
beraos.
O Sr,. Gusmao Lobo : Naturalmente ahi vira
o Sr. cooselhtiro Jo-o Lmerato Barroso, qae cabe
n'um erro notavei, quer a liberdade, e oio a
qaer.
O Sr. OLtvunA, Foncca : as communlea-
ces cfUciaes fatta ao nosso govaroo a raspado da
mstrocco em d.versos paizss, l ss o offlcio do
ministro brasileiro em Roma, o qaal diz .sim :
t Escolas particulares, o co'legios s poJem ser
(moqueados ao publico com licinca ia autoridade
competente, o depois de preenchidas certas conoi-
coas e formalidades qua eoavsm aqai menci- o-r.
Sao apt s a abrir escola ou Instituto particu-
lar, e s ael(e leccioaarepa, os qae tiverem, epaten.-
Os direclores ou mestre3 de escola que ia-
fringem estas disposiges sio ponidos pelo institu-
to com mallas, suspensao oo destitaicio, segando
a grvida le da falta, qnando os respectivos esta-
belecimeotos sejam pblicos cu habilitados. Pelo
que respeita s escolas meramente particulares
pode o o esmo instituto mandar fechal as sempra
que as suas pratcas oa dontrinas ifTiodam i tac-
ral ou otdam legal da republi-a >
Entreaoio, ceasurando o projecto apresentado
em 1870, disse o nobre deputado, qoe seria urna
cousa absurda o direilo de mandar fechar escolas
particulares.
Respondoslo o nrbre deputado a urna observa-
cao, que eu tioha feto, e hoja reproduzi de qae
al crrio p->a;o ha desaccordo entre a doulrina
largamente exposta por elle e as di-posiede* du
projSeto. disse qae, se havia esse desaecordo, a
colpa nao era d<-l;e, mas da cooiradiccio, qoe dis-
sa exi asignatura em 1870.
Em primeiro lugar nao sei como a cootrad.cco,
que por ventura existase entre mim e esse pro-
jecto, podesse autonsar qualquer contradtecio en-
tre o nubre depntado e o projecto por elle apre-
sentado ; em segundo lugar mostrarei, qoe de mi-
nha parte nenhuma ccniraJiccao r.a.
A lberdade do eosino compativel com as clau-
sulas estabelecidas no projecto de 1870, portanto,
dizenlo eu que sou adepto dalla cao estou em eoa-
tra jiccao com o mesmo projecto.
O oobre deputado, Sr. presideote, fji surama-
raenle injusto ua analyse que lez do ait. 3.*do
projecto n. 55 de 1870, dizen'o que all tinham
sido aggravadas as reslncges da lei vigente t
A c inmissao, que apresentou o projecto n. hS
de 1870, leve c proposito de abranar t-m lodos aa
pontos as clausulas estabelecidas na lei n. 36eta
relacio ao ensioo particular. E' o qae vtmm
v'.
Diz o projecto n. 5a :
A habilitado para os pr^fesstres e dirtetorea
de en-ino particular consiste na prova de maiori-
dade, capacidade e moralidad*.
A maioridade ser provalla com eerudio de
idade, e subsidiariamente com aUeslado do paro-
dio e de pessoas aatorisadas. >
Ora, a lei n. 369 exige no art. 11 ceidlo de
idade ou jastifica;c. Quaodo se dizcertidio da
idade oa jastilicaco-, subtende-se justificacio
pr>luzida_no ju zo eclesistico, a qaal tem logar
qaando oio encontrado o asseolo do baptismo.
Eoireanto aqaelle projecto satisfazse al com ata
simples attestado de pe.-.-ui.a aatorisadas. Assim
modifica-se ama exigencia da lei.
A le n. 369, art. 18, exige exame previo, per-
mittiodo apeoas que em algnos cases excapcio-
naes posea o exame ser dispensado. Mas o pro-
jecto o. 95 assim dispde :
< A capacidade ser provada com carta en di-
ploma obiido em academia oa faealdade nacional
oa e.-traogeiri, oa em oollegio de humanidade*.
ou eom qualquer titulo de habilitado conferido ea
virtude de exame publico, e sb.-iJiarnmentecoia
attestados de dous profesares, ou com informa-
gao do delegado iittorario, se esle tiver algum dos
litlos aqni mencionados.
A lei o. 369, arl. 15, exige aempre a aprsenla-
ci de fio iba corrida eomo prova de moralidade ;
mas o projecto n. 55 satisfazse com attestados
das autoridades loeaes e do parocho; exige fo-
Iba corrida no caso, era qaa a moralidade do can-
didato sf ja argnida, e posta em aovida.
J se v qne tambem abi ba ama modificarlo
Qaanto disposicao relativa ao- l.vros, qne se
deve usar as escolas, natarei em primeiro logar,
que a disposicao comida no projecto n. 55 nio A
mais oo que a coadrmaco do qne f xnle desda
que vigora a lei n. 369.
O art. 88 da le n. 369 assim concebido :
Os professores e directores de estsbeleciiaea-
tos particulares poderlo adoptar qnaeequer com-
pendios e methodos, qae nio forera t xpressaoeat*
pi'ihibiJo. >
O eooseibo director tem se limitado a inJioar oa
llvro?, qua podem servir de compendios as eseo-
las ; ate hoje neohura livro fo c raJemnad*, re
toa bem informado. Cansa-roe al que algnr
professor.., desejando dmiwar em anas aselas
certos livroa, qaa nao se aebao oo cathalogo, bi-
ta pala conreino director, a esle remetiera os
mol vros, sugeitaodo o sai approvacio.
E' ist o qae se tem Mo, Eua tea dq r~
!
(*.
------


=****
.. nnnti
-WTw-os litros roa-rs,! fBRNAMBCO STR!
I fa probar qn* s i mU facilidad* lem approvodo.B rfvm en:.
Pernambuc
Te

Vira V da Novembro *&C 1871
)
f
11
si apmiacio.
a. 5S m di i, qne o protessor part-
a nar, para leia de seos
ppravados pelo canselho dl-
comiudo ewolber lentre esie o
-recer. ,
lepolado, qne nio 6 pretende fa-
ter coa t,a o me'mo Hvro, o dfoosoos trrros,
jm adoptados em toda s eieolas; I preciso
o eooteudir.
O 9*. GuSo LtJ: l'o comee* por eslr
bem eonluso. .
O 9. Otivnn* tmcvc.k : S* en mmi nio
cooelai mea peaaareiuo, como ja diz ^re Mli
corfuso ?
atender am os anbres deputados que so pre-
tenda iatpr a luda ai cola o animes 1i-
O Sai, Guuao lono : -Nao enien lraos tal.
OS* A. Corrma dk Araujo -.O uobre4epo-
lado disse l'to.
O Sa. Olivojra Poseer..*:la ve qae, re ha en-
u c mea .
lifferen^a grande como sa no trecho, qoe
M i>, do realo no apreseatarto oelo director ge
ral lata em Tevereiro de (869 Coro a opnio abi
lanciada coafarmou se o projecto orf misado em
1870.
Daodo,.;o de b ms Oros as aulas multo do
pende e progreso do eosWo. Nio se deve pois,
csoieaKir qoe os pr feaseres admttiara cumpuidio-
qaacii|uT outroa livre-s para leiwra nao nao le-
IM silo previ-jueote approvados p.lo conselho
t wnlendo, pot n, e assim peasou o eooselno
ern-rua sessio de 20 de outubro, que uma vea ei
crufloiasamente examinada ama obra e consejen
citaamn" approvada, por ver se que escripia
en tida e pura lioguagem, qui eonim .-as doutri-
na ooraes e religidas, que fia nada peoca eonlia
os pr.ociai >s e rearas da disciplina oa roa lena que
eaiitae o sea objecto, oio seja lodavla exclusiva-
mente imposta a todos os profesores; isto qoe
ates oa> pos approrado, mas possa escolber denire os approva-
das o que lie parecer meimr, o qoe mais se con-
formar com a sua maneira de eninar, dlrei mes-
rao com o sea je*? de ensinar, o que s ser des
joohfciJo por i] ieai nao uver pratica de visitar
escolas. E' verdade qae ha partidarios da nnilor-
midade dos livros, ms exageram-loe as vanta-
geai.
Kia aq ii estabelecida a dislioccao ; nao se devs
eooseatlr, qne os prufissores adoptem cimpemlios,
qae nao leotiim sid.i approvados, mus nao se deve
MBpdr o m-" i i compendio a todas as escolas.
V, p lis. o nobra deputaJu-pelu segundo di.-lric-
to, qae eslava encanado qaandu bontem me diise,
qoeesse rtlatorio era contrario duutrina acceiu
pela projeio a. 3i ; nao obsiaue en aflQrmar'ibe
o rootrario.
Bi doaa om>, oj negar ao cwelho director to-
da a Qiefveoca) a rc-peiio dos litros daj escolas
pablieaa a particulares...
U Sa Gcsmao Lobo : -Publicas, nao ; na enco-
la publica un pr grainma mais ;evero anda do
qoe o qoe existe.
OS* Ouveira Fo.ycu!* :- diaaiaecao ? Tanto infla* o ensmo professado na
encalas publicas, iromu o que u as escola par-
t colares ; o ensinj rri sempre rr.j seja uu
i o prufes>or un fuucciooario publid.
(Trocan se apartes.)
O Sr. Ouvgira Foscbca : f opina ao estado
a observancia de tolas as leis, oa por oa
ira, qaer a reores>i > de t >d >s os exeesses.
enmaieuidos por professores public-i., qaer por
prufsssores paniculares ; importa ao oslado que
na-j se corrompa o espirito dos alumnos, quer e.-ti
carrapeao se i-; aas escolas publicas, qner os
escalas pariiculare1.
Pnncipiei mosiraodo qae, enndo se d^da do
proprio artiga en diMsatsio, nao basta qasodose
traa 4e regalar n ensiao, prohibir que as esc>la
se eommetlam crimes ; ha ouiros perlgosa ( vitar;
ha unirs neeessiJados a saiisfaz-r. A le prov nciai
fle prohibir aas escolas a pratica de crimes f
Nao ; nio nao precisa de n usa prohibir >. nao
as lei* prjvmciaes qae compete a probtbiyao dos
-.rimes.
A assemba provincial eompeleaie para !e-
fiatar sobre o ensino primario, para prescrever
TJotofBiro, s 8 lll horas iRtarfle, lendo diver-
sos pwsaf *iros da va frrea de S. Franeiaao to-
mado o Booil n. 10, que estacionara eosfroRta i
esttcioias Cinco Ponas, i espera de passaftnros,
acontecea qae, ao chegar canfroote da carta da
Fortaleza, pana, es consequeocia de euarmai
to chelo, pedindo o cnda:tor a diversos passageiros
qae sakassem, em qaanto sabia o oarro da curva ;
e, dopots que tomoa empaho o carro, o mesar
coudoctor nio qsii parar deixaado flear os passa
geiros no mrt3 da ras, apettf de repot dos tignioa
fetos pelos dttos pasagelrsA Semelhante abaso
anroM si tendi do Sr. gerenta.
PHAROL DE OUNDA.-H miera, ao terraiaar o
crepsculo, aectnloa-se pela primelra ver o novo
Ipharol debitada, situado no antifo forte Monte-
[ negro, qee ministerio da guerra para isso pas-
soo ao < rotrinha.
A posico'do pharol ser faeilBM* NeonmelM
pelos s'gnintes dados:
La*.8S0S. M,,A I
Loog. 8 16 ME. R. J.
Ramo correte com o pharol antlf e lo fleelle 30
SO., na distancia de 3 milbas.
"O systema dioptra de 4" ordew, ejthrbindo
roa lot clara e bnlhaote.sjae niec ser "rista a
distancia defO a li mtjhi, da toida de qaalqner
navio. ;
Os navrgentes devera ter presente qae o pnaioi
do Recifo, presenta a seguais sUamieafo :
Facho do loz clara aseendeale e decroaeente, por
espaco de :i minnios.
Paebo de la? rubra ascendente decresceate, por
spaco de 1 a Sainlos.
Ecclipse por espacj) de0.5 inntos
Neobum engao poder pas sobrevir anda nos
primeiros tmpos, desde qne se tenha o cuidado de
esperar por 3 raioatos, depsis 12 e infallivelmente
apparecer o facho rubro do lito pharol. Devem-
se lenbrar tambera qae tem praticos, convro dar
resguardo de 3 milbas da cosa aosbarxos de Olin-
da.
PROCLAMAS. Forara lides no domingo 17
de novembro na matriz da fregoetia de Santo An-
tonio os Mgointes:
I.* deoaneiacio.
Joaquina Jacinthi Bfterra, cora'Bduviges Perraz
Daltro.
Joao da Motta M. nteiro, com Mareotioa Mara
da Coaceicdo.
Mauoel do Nasciaenlo Marque?, com Candida
Gregona da Hora.
Jos Claudio Gomes, C3m Mara O'.infin de Mi
randa. .
Jlo Frauciseo Pereira, com Maria daGonce:cao
Alvos.
Antonio Emilio Americano do Reg Casumba,
com Maria Rosa de Soaza Afereu e Lim.
Elias Lobo d'Alberlia, com Carlota Adelaida de
Araujo.
Justino Casado Lima, natural do Piaufcy, coa
Joaquina Maria Seheller.
Lau da Corta Scnmidt, com Maria Barbota do
Amarai, natural de Maroim, oa provincia de Ser
gipe.
Bento Augusto da Silva, com Jozioa Margan la
Machan.
Pedro Tneodoro Rodrigues lo Freitas, cora Ro-
sala Thessalonica de Santa II)-a.
Benjamn Cwiaote da Cunta Salle-1, com Ho-
noria Caldas Ribriro de Araojo.
Jj> Lopes Baytista, uatnral de Partugal, eom
Isabel Blnvigesda Soledade Braga.
J^aquira Guraes da Silva, ce u Claudina Jos-
pin da S Iva, viuva de luaquim Antonio Alves.
Dr. Pedro da Cunha Bellrio de Araojo Perei-
ra, com alaria do *rmo Cabral e Silva.
Antonio Ignacio Ser. dio, oatural de Poriugal,
com Coodida Digna 'I- Souza.
Jote Antonio do Nascimento, com Antonia Ma-
lia da Conceici'j.
Ildefonso Arch tojo de Jasas, cora Alejandrina
Militant de Lvra.
Galdmo Brasilino dos Sante>, cora Neomeria da
Con Pm o.
Malaqaias Jos da Cunha, viuvo da Rosa Mana
da Gonceicao eora Mana Fraocissa da Soledade,
vi ova de Jos Antonio de boau.
Antonio Gjuis de Mattos, com Amelia Jus'.ina
de Jesns.
Caslodio Mnrtins de Almeida, comJiciolha Isa
bal do Carmo.
1* denuncia fio,
Tbeodoro Aniceto Pereira da Silva, com Rita
. Remel-t 10 1/f, 10 1,5. 10, oelo Dr. Sarmeotos s 8
18 i/i, 9, 8 l|?. 8 V*. 81/1. 8 Vt, p.
laquias ; 8"1/aV" 8. 8 1/1, 1(3, 8 t,i, g ^
II, Bola JJrv Yfann.
Fallecido*.
Joio Crrela: apoplexi
Plorlnta Angelte de Josas ; enterite ohroate.
3evera Maria d Conceicju) ; luberOTlo pulmo-
nares.
Jaciotho da Costa ; tobereulos pulmonares.
Francisco Ribefro ; anemia.
do-a Mana da Coaceioio ; velbiet.
Joio da Silva Leal ; pbiyica pnlraoaar.
Ignez Maria d Goneelcao ; diafwiea.
Joaqun Jas da Silva ; tubercnlo? pulmonares.
Bjuet Matbarrae Francois < febre tmarella..
CEMITERM PURLICa-Obitaano do da Id de
novembro de 1871
Julia Marta da Cmselcao, parda Peroambneo,
II annos, sclteira. Santo Antonio; meirorogi.
Mara, *ranca Pernambuco, 3 das, S. Jos ; he-
morrhngia nmbelical.
Antosaia Mara de Barros, parda. Pcroamboxo,
7a aonos, viuva, Boa Vista ; escorbuto
Antonio, raneo, l'eraarobuco, 4 anuos.
Vista (ignora se a molestia.
AtXobi Rodrigues Magalbes braoeo, Portugal,
i9 aonos, solteiro, Boa-Vista, H. Portugaez; co*he.
Jo-ia?, parda, Pernambaeo, I annos, Santo An-
lonio; varila.
Franeisc, parda, Peroambuco, 6 annos, Ssnto
Antonio ; sarampo.
Aniooia Mana da ConceicSo, parda, Peroambneo,
24 aonos, .olteira, Reeife ; eacephalito. ...h
Ansa Luzia Freir de Anlral", branca, P rnlm
buco, 92 annos, viuva. Boa Vista ; hydr .pitia.
Joaquini Jos da Silva, pardo. Rio de hooiro,
37 anuo, solteiro, Boa-Vista, H. P. II ; tubor^ulos
pulmonares. .
Ignet Mari da Concelcio, prel, frica, 70 n
nos, viova Boa-Vistt, H. P. II; diarrnea. ,-.
17 -
Joaqun Olegario Ribeiro Penba pardo, Pemtvn-
bneo, 36 annos, ignorase o estado, Boa-Vista ;
aoazarea.
Rossllna Maiia d Conceirjo, parda, Pernaalbn-
co, 38 annos, solteir, Santo Antonio ; tystea/ptil
Mar.
Matorinhn Booet, branco, Pranea, 17 anuos,sil-
teiro, Boa-Vista, H. P. II; fbre amarella.
Felippe Nery de Sonza, pardo, Pernambaeo, 23
anno, solielro, Recite ; varila.
Lo'z Vernet, branco, Franca, iO annos, Malo,
Reeife; beribere.
Joaquina, branca, Pernambuco, lOdias, S. Jos;
espasmo.
Mar-a, escrav, prel, Peroambneo, 38 aanos,
solteira, Sial) Antonio ; hepattte.
Francisco, prelo, 30 aunes, solteiro, Sanio An-
tonio ; anemia.
tado reunid is os Srs. deseratarfaleres Reis e
3ilv. Accioiy e Motta e os Srs. depotados Olin
to Bastos, Candido Alcoforado, Alvaro de Almei-
da e snppleote Si Leitao, tallando obm parilcipa-
ci de doente o Sr. desembargador Silva Guian-
Lid a, foi approvada a acta da preeeJente sessio.
ACOORBAOS ASSIONABOS.
Embarrante Antonio Jos Botelho, embugado
Francisco Muoiz Pintes ; embargante Horaiiu
James Cannan, embargado os administradores da
musa fallida de Fernando Stepple da Silva.
jo-LOAamnos
Ju'zo municipal e do comrnercio de Penedo,
provincia das Alagoas : appellaole reo Luiz Hy
pofit do Urna, appellado aolor Jo? Marta Gon
calves Pereira ; junes o Srs. Res e Silva, Acoio-
ly. Candido Alcoforado a Olinto-Bastos.Fui con-
firmada a anatenca appeflavJa, sendo voto vencido
o Sr. Candido Alcoforado.
A pedido de um dos Srs. epatado? adlou se o
julgameBto do feito entre partes: appellante J >a-
quim Severiaoo Nogaeira, appellados Tasso Irmaos.
I Nao estando presente o Sr. desembargador Sil-
va G liaaaraes, fleam sobre a mesa os feito* adia-
dos nao precedentes sossdes, entre partes: appel
laotes Ferrelra & Maruns, appellado Andr d*
Abren Porto ; appellante Jos Joaquim Marroeos
Pereira, appellado Antonio Jos dos Res; appel-
lame B-roardino Jos da Sdva, appellados es ad
ministradores da massa fallida de Uaooel Jos Lo-
pes & Irrao.
DBSIGNA^O DE DA.
O Exm. Sr. conselheiro presidente jaron sus-
peicao ao feito entre parles : appellaole a b-rme-
ta de Jaraga, appellada D. Almirina Fres de
Meodonca ; e ordeooa que fose o feito apresen-
lado a qaem competir, aflm de marcar dia, fleaodo
era effeito o despacho proferido por S. Exe. no
dito feito em sessio de 11 do correte. B nao
estando presente o Sr. desembargador S1va Gui-
maraes, fleou o feito sobre a mesa.
Appellaoter Guimaries k Goncilves, appellada
D. Mariaona Augusta da Rocha Bastos.
0 primeiro dia Otll.
PASSAOEM.
O Sr. desembargdor Accioiy apresenlou cora
deelaraejio de passagem ao Sr. desembargador Sil-
va Guimaries o feito entre partes : appellaute Mi
noel Rodrigues Teixeir, appellados a viuva e bar-
deirr s de Henrique de Miranda fJenriqoes.
Do Sr. desembargador Reis e Silva so Sr. desem-
bargador Accioiy : appellantes Soaza Bastos & C,
appellado Jos Maria Palmeira.
AGGRAVO.
Jmzo especial do comrnercio : aggravanles Ser-
ra, Cbuqore & C, aggravado Abel Pires de Cir-
vaibo.
O Exm. Sr. conselheiro presidente dan provi-
ment.
Eocerrou-se a sessio l/i hora da tarde.
, de.eovo.v,mento e ^ffj*1^, ,, V|tlUi *ui> Cr.
turaa da instruccao primaria; log) poda a le
n. 389 pro,br, como prohibe que o eosiao dado
na escolas s-ja crair.no a eoostiinicio poltica, e
a religiao do estado. Prtante nao em ao caso
d.ier-se. que nao Da crime oa delicio sem eme
tes anterior que o qualitijoe, qae oiogoca [de
ter punido sepia em vir(ade de leu
Nem t .do o acto prohibido por lei um crime ;
n>>rqae um acto nao enminosn, nao segue-se
iiu" nio posea ser prohibido por una lei provin-
cial.
Ninguem pie ser obrigado a fiz'r ou deixar
de fszer tlguma cooa, seoo em virlude de le ;
uas existe urna lei probibindo, que as esc la..
e easinem erros oatranos reJigiio catholica, e
constituido; tanto que se pretende revogar
esta prohibicio, slten>ndo se os termos do art. 7
3 3* da le o. W, e saoorim^ndo se de proposito
-< pivrs: Cnngtruirno e religi* do estado
ili escripias.
Mandarei a mesa ama etmnda reetabelecendo
estts palavras.
Limito-me a estas eonideracSs, lastimando ni)
tereas sido taitas BOOJ mais ordem, devido IstO em
parte a ter sido interrompido algumas vetes.
fMaito bem, mu'ti bem.)
de Sauz
REVISTA DIARIA.
PROMOTOR PUBLICOPor portara da presi-
dencia da proviacia, de 16 do crreme, f i nomea-
o o barbare! Joaquim Moreira de Barros Olive'ra
Lima, promotor publico d comarca de Cabrob
AUTO3IBA0ES POLICA ES.-Por portaras da
presidencia da provincia, de 16 do corrente, forara
nooMadJS :
Subdelegado, ol.*, 2* e 3." sapplentes do distiic
lo de Sjrra Branca, oo termo da OaricuryJ.a-
quim .Justo da Crnz. Manoel Martins de Oliv^ira
Sames, Antonio de fbllanda Cavaicante, Raymun-
de Ferreira de Siqueira.
Snbdel-galo. I.-, e 3. supplentes do dis-
trito fle Sitios Noven, do termo de OuricuryCar
I' s Jos Soares. Joo da Silva Machado, Joaquim
}j- Gimes, Joi) Gomes de iiau.
i.; t. e 3 sapplentes do subdelegado do dis
Iricto i!e S. Pedro, do termo de Ojricary-Jos
Pedro Gon ;alTee. Francisco Rir.eir > de Aranjo,
Silvestre \|wss Feilosa.
capt:
Iota A -ferina dos Santos.
Aodr Rampk, con Amelia Augusta
M.igalhes
Francisco Roberto da Silva, naiural de G uupi
(Parabyba do Norie), com Fraaason Graciliana
Maria dos Sanios.
Joaquim Jos Lopes de Albuquerqoe, com lien
runela Maria do Carmo. 4fe
Paulino Vicente Ferreira, cora Maria Eugenia da
Conceicao. ,
Vicente Novrlino, natural Italia, com Adeiaie
Carolina dos Reis.
Francelino Alves da Silva, con Hirmelrada Hita
Alves da Silva. .
Abel Pires de Camino, natural do P.Bh*l (era
Portugal), nota Adelaide Tnomazia Ribeiro.
Carlos Alves Barbosa, natural de Braga, (em Por
tu-l), com Adelaue Augusta Barbosa.
Francisco Jos da Fooieea, com Mana Amelia
do E-pinto Santo.
J"io Francisco de Oliveira e Silva, com huma-
na Francisca do Bimlin
O baeharel Felippe de Figueiri Faria, cora Mar-
eionilla Selte Feroandes Barros.
Manoel Bernardino Ramo?, com Emilia Agnpt-
na Pereira.
Joaquim Dias de Brito, natural de Portugal, com
Adelaide liza de S. .
Maooel Joaquim Daarte Juoior, natural do fan
(ara Portugal), com Cathatioa Felippa Franca
Cunha, viova de Alexandrino Ribeiro Franco.
ra
legado d"
lugar G i'
siado o er
para all. fJ
ri que 1-
to o recolh* lo
TENTATIVA
DE CHIMINOSO.-Constaodo ao de
Sla do termo de S. Benlo que, no
mea. desse termo, se hava no mi
de morle Jos Alves do Cont,
no dia 29 de ottubro urna f r
mpetenie creo, lle captura-
a daquella villa.
A5SASSINAT0.-S 7 horas
do da 25 d oulnbro, oa villa de Cabrot, Joio
Vieira de Mello tentn assassioar ao capitio Luiz
Hypoolito de Lima, endo pre-o era flagrante.
GTMNASIO PROVINCIAL.-No lagar compe-
tente publicamos hoje a relacio dos alumnos deste
estabilecHi.eni i que ah flzerara exame das mate
risa aprendidas durante o anuo ie:tvo, com os
gris de ajiprcv;ii ; bem como a lis'a daqaelles
qae i achara prestand) exames aa Facaldade de
Direrto.
NOVO VAPOR.Ghegon hooteaj pela raanbi, de
Loadrts, va Lisboa e S. Vicente, o vapor oglez
Emperor, de 107 toneladas, de ferro, cora lO'S p<
de comprimenio, 18 de boce, e demandando 9
ps d'agna. Foi construido em Ntw Casi), pelo
Sr. Hepple. E' movido a rodas p;r duas machi-
nas da forra de 30 cavallos eada ama. Vem ser
aalregue c-mpaobia de reboqaes Vigilante.
aOADB DE OLINDA.-N.) domingo { 17 do
correte) iosialloa se oa cidade de Ohoda asocie
dado Propagadora da lastraecio Publica da paro-
cha de S. Pedro Martyr, com asistencia de eerca
de 30 pessoas. Forara eleitos: presidente, Dr
Delptaino Angosto tvaleote de Albuquerqoe;
vite-presidenta, D abbade de S. Beoto ; secreta-
rio, Dr. Jos Cardoio de Queiroz Fooceca ; coase
ihssrosDr. aoiodo de Vsacooeellos Meoezes de
Druaamoad, eommenlador Mam el Aatonio dos Pas
soi o Silva, e Dr. Manoel Isidro de Miranda ; ihi-
soureiD, Laorentino Jo- de Miranda.
ARREMATCAO PROVINCIAL.Foi transferida
para o da 28 do correte a arremataeio da obra*
da bomba da estrada do Caxaog, em frente ao
ongtabo Pofla, oread em 5:831 200.
FALLE.I'dE.NTO.No domingo Urde uaou- o praticante da lb63ouraria provincial Ulyes Jns-
liniam dd Oliveira.
AGUA ABERTAA barca portogueza Afora
JfnrJanna, ebegada 4oaia#o.. teodo tundeado em
fraoquia, e aprasenlea-M hotflem pela maubi fa-
aando boa qunaddi d'agaa, pelo que foram Ihe
preiudps l4s loecorroj, iehiDdo-j livre 4
Ignacio Aotimo dos Saotos, africaoo, livre, com
Nazaria Mana d'Annaociacio. .
Gamillo Nones das Otaagas, cara Julia Brgida Pe-
reira de Azevedo.
Joo Chrysostorao de S Falcao, viovo de tir-
mina Miria da ConceiQio, cora Constancia Casto
dia da Tnndade Barros. "
Pedro Alves da Cunha, com Mana Sabina da
Cunha Mello.
Jos Domingos Porlo, ru*o da Rosala Mana
da CooceicSo, com Marta Hermelma Bar basa de
Sonza. i
Maximino Jos do Palrocinlo.com Josepfu Mana
da Coneeisio.
0capitao Manoel do Naseimeoto P.nio?, oatu-
ral de Alagas, cora Amanda Celestina Duaite
Gama.
Benedicto Seve Romano, oatural d Alagea-, com
Esperanza Francisca do Monte.
Cnstcdi) Martins de Almeida, natural de Poriu-
gal, com Jacioiba Isabel dos Saotos.
3.' deoaociacc.
Jesuioo Antonio do Nascimenic, natural de Por
togal, com Hrariqaeta Maria Eufrasia da Rocha.
Francisco Ferreira da Costa Fraga, cora Aooa
Joaquina Guedes, natural da Parahyba.
Canuto Sergio de Parias, com Camilla M3X'ma
de Aleantara, expnst.
Candido Paschoal Leal, viuvo de Manoella Mar
lins Cardo-o Leal, com Fortunata PaciQca da
Gonceieo Ferreira.
Julio Cesar Marinho, eom Aooa Candida Mo-
LOTERA.A qne se acha venda a 28." a
eeoefleie da ordem terceira do Carmo do Reeife, a
qaal corre boje.
LEILOES.Hoje erecla o agente Pinto o leilio
de movis, Iouqi e vidros o mais ohjecos exis-
tentes no primeiro aodar do sobrado da pra^a do
Conde d Bu n. 7.
Amanhi (20 do correte) effecl o mesmo
ageate, nos sobrad.s ns. 125 e 127, ra da Auro-
ra, cae de residencia do Sr. Martiobo de Oliveira
Borges. o leilio de muilos e diOereates movis,
louca, vidros, carros e cavallos, para onde seguir
um bond, parando da roa do Brutn (eslacio) as
10 boras e. ID mnalos, onde os Srs. concurrentes
serio iraoeportados gratis ao referido leilio, o
qual devora princippr s 10 e meia boras.
CASA DE DBTENCA.Movimento do dia 17
de novembro do 1872 :
Exisliam (preos) 333, entraran 3, sabio i,
existen) 335
A saber : oaeionaes 2J8, omitieres 14, estrao-
geiro 44, escravos 43, osera w fi, total 335.
Alimentados eusta dos cofres pblicos 268
Movimento da enfermara do dia 17 de no
verabro de 1872.
Teve balxa:
Manoel Clemente do Nasciraenlo, ulcera.
HOSPITAL PEDRO ILO movimento desle esta-
beleeimento de II ao dia 17 de novembro foi de 312
existentes : eblraram 54, sahiram 47, falleeeram
IO.oumm 300, sendo 198 horaens e 111 mu-
ibero.
Advertencia.
Foram visiuda a* enrermaria estes das s 7
i/1, 8, 7 1/2, polo Dr. Rasaos; it 111/1,11,12,
CHROMCA Jt UirMRIA.
Trihnaal do cora relo.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 14 DE NOVEM
BrtO DE 1872.
SBI-IDNCIA 00 IXM. SR. CONSELHKIBO A. f. M-
um
As 10 horas da raanbi, reunidos os Srs. depota-
Jo?, secretario Interina Olinto Basto, Candido Alco-
forado, Alvaro de Almeida, e o Sr. supplente S
Leito. S Exe. o Sr. c-anselheiro presidente brio
a sessio
Foi depais de lela, approvada a acta da sessao
de 7.
KXPKDIIWTK.
Offlcio do secretario do tribunal do eoramercio
do Maraoho, accasaoda o offlcio dests tribunal
de 14 de oaiubro.Para o arebiro.
Jornal clBcial de ns. 246 a 253.-Pra o ar-
t!V0.
Ao Sr. depotado Csodido Alcoforado coube por
dlsiribnico ara nico livro sabmetiido robnca
para servir de diario da cara' comaercial do No-
gueiradiC
>a i vm 1' oa lista dos commereiantes matricula-
do pnbheada no Diarto de Pernambuco_ de 12 do
corrente contemplado o nomo do Sr. bario do Na-
zaretb, o declarando a secretaria qne esta omlssio
nao veriticou se per culpa sna, o tribunal re olven
que se sarse a falta qne dea se, pelo modo mais
conveniente.
DESPACHOS.
Requeri, entoa:
De Maoaei da Silva Carvalbo eGailhermino Pao<
Brrelo, declarando em salirfacio do despacho de
24 d- outouro pr- xirao nrotertlo, exarado na pe
tii;io de regirro de seo diatntn ocial, qoe o son*
i'.arv; I in i04ft>a-4e da sooodade eom e capital do
450/1000 e lucros de 170J154.Vuta ao^r. dss-
embarrada flscal. >' 'y
Ds Jacob Ktrehhofer e Barbara mma largm,
me-lraedo couro di comento qae ora joniam ftcar
satisfaito o despacho de 8 d agosto 4j corrente
aor.o Vo te c.~m vista ao 8'. desembarjador fi-cal
Ds Carlos da Silva Araujo, natural da prov nela
de S. I'anla e domiciliado na-ta cidade, pedinda
ser prvido no logar vago de corretar gerai.e que
se ordene secretara fa?a juntar esta saa pre-
ti-oco os doeamentos exisientos no archivo, os
qaaes in-trniraro outra sua idntica preieneo.
Jamos os documeotasa que so refere o sopplican
te, lijue esperado o deferimenlo da presente peti-
50 at qne Bode o prazo marcado para o provi-
memo do 1 IHcio vago.
Di Nognelra di loma, apresentndo a registro a
nnraeacio de caixeiro qae deram a Joaquim de
Oliveira.Volte a.peticao depois qae se flter des-
appareeer a differenca que ha qnanto ao nome
do caixeiro oa mesrna petiijio e em a nomeacio
jauta.
De Jiaquim Pereira Araote, no mesmo sentido
qnanto nomeacio de caixeiro despachante que
dera a Adolpho Pereira Arante?.Faca-se o regis-
tro pedido, nio teodo, porm, o sapplicaote prova-
do ser brasileiro, como diz. o caixeiro norteado.
De Jos Fortunato dos Santos Porto Jnior, jun-
tando para igual lim a sua nomeacio de caixeiro
dada por seu pai J^ Fortunata dos Santos Porto.
S;ja registraja a nomeacio do soppllcanle, que
ni a provou ser natural desta cidade, como se alle-
ga na mesma ncraeajao.
De Joao Cbrisani, dem dem conferida a seas
Ciixeiros Joio Feroandes de Monra e Affooso de
Castro Oliveira. Seja registrada a ooroeacio
aareseotada pelo sapplicaote, qae declara, roas
nao prov seren bmileiro oa eaixeiros nomea-
d s.
Da M nteiro & Silv, ideo idem a Javentmo F-
lix Pereira.Como pedem, nio tendo, porm, os
soppeantei provado ser brasileiro, como ditera/o
caixeiro a quero se referem.
Da Heonqae Jos Pereira & C, idern dem a
Maooel Maoiz Tavares.Registre-so a oomeaQio
felta pelos saplicanie, qae nia provaram a na-
cionalidada do caixeiro nomeado.
De Lorom & Blouni. gerentes da eorapanhia Re-
eife rainage, liraited, idem dem conferida a An-
tonio Alf raso Moreira Juoior para caixeiro despa-
chante da dita companbla.Como re juerera
Ds Gromin Nessrn A C, idem idern a Joo
Roboro Augusto da Silva, tambero para caixeiro
despachante de sua casa eommereial.Foi em a
nomeacio junta onitkdo o nomo do caixeiro, o
qoal foi declarado na presente petico, ao passa
qoe nio esta e sim a aomeaco que deve ser re-
gistrada.
De Rewland Brothershood Jnior, submetlendo
a rei-i o ama procuraco bastante.Na forma
requerida.
DeLfl' Araavel Dubourcq, corretor geral, sob-
mettendo lambera a registro o eenheciraenlo do
irap-"s'o qoe pagon relativo ao primeiro semestre
de 1872 a 1873.Registrado o eeobecimealo junto,
seja entregue ao supplicaote, qne deveria ter
apre eotado o mesmo conhecimenio no dia 31 do
ouiobro ollimo.
De Gomes Silva, reqoerendo que so d baix
na matricula da seo ex-caixetro Joio Carlos Colas.
Sim.
De Antonio Flix Pereira e Maocel Figaeiredo,
registro de sea contrato de dislraio.Vista ao Sr.
desembargador flscal.
De Jo Marcelioo da Rom & Filaos, eortidie
de lerem sido inscripto como toas caixeiro Joa-
quim Marcelioo Goaetive Son o Fraodoo de
Assis Goacalve Rosa, se ha algaroa annotacao
invalidando o registro.Certifique-se.
De Antonio Pereira Dias, Igual certidio respec
tivameo e ao sea eaixeiro Constantino Pereira
Das.Deferido.
ni o panacaa Fieeau
Peticoes :
Da Joio Gordeiro, para sor admitiido i matricu-
la de commerciaoto.Adiado.
De Joaquim Francisco de Maraes e Bernarda
Antonio da Molla, para registro de ron coolra
to soda!. Registro se na forma do decreto n.
4394.
Nada mais nivenoe a despachar, o Exm. Sr.
conselheiro presidente encerroa a sessao |i 11
horas e meir do dia.
THESOURAUA DE FAZENDA
18 de novembro.
Forara remedidos ao Sr. thssoureiro para se-
r m pagos:
Offlcio do arsenal de miriohi, apresentando con-
tas de despezas feitis com o mesmo arsenal, 00
mez prximo passsd a, pelo respectivo agente com-
prador, na importancia de 738*590 rs.
Offlcio do arsenal de guerra, remeneada coatas
das desprias miadas da mesmo arsenal, na impor-
tancia de 249*040.
Requeriraentos:
De D. Aona Carolina do Rega Dantas.
De Pereira da Sdva A lrmio.
Foi igualmente remetiido ao Sr. pagador para
ser pago.
Requenmenio do baeharel Jas Ricardo Gomes
de Carvalho.
Servindo de offlcial-maior
Manoel Jos Pinto.
BBSUMO DOS BALANCHTES DA nKCEITA E DES-
PEZA DA CMARA MUNICIPAL DO RECIFE, NO
TRIMESTRE DE JCI.110 A SBTF.MBRO DE
i87.
- Exercicio de 1871 1872.
Receita.
Saldo do mez de junho pr-
ximo fiado.............. 17:352^144
Receita arrecadada do trime-
tre de jalho a setembro.... 31:7130959
50:0664103
Despeza.
Importancia despendida' nos
mezes de albo a setem-
bro... i................ 3l:'fl906O9
Saldo qae passa para o mez
seguinte................ 18:6460494
50:0660103
Victarino Jos Carneiro Monte/re, idem.
Humando Aleatandr Perotr, idees.
Repeteotes 5.
9*aooo.
Abi o Lele Falca) Das, pteotmeote.
A'cibiades Cavalcaote de Albaquerque, limpies
melo.
Antonio Sebastiio Bazlto Pyrrho, idem.
Diogo Velho Cavalcaote Pessoa, disliaocio.
Emilio Ambrosio Mariobo Fdlcao, plenamenie.
Francisco do Reg Barros Lacerda, llera.
Gabriel Cereales da Cmara Gondim, ilero.
Hermioo Moreira Dia, distioeco.
Hrtr.que Augusta do A buquer )ue Millet, pleoa-
RMOlO.
Jos Antonio Moreira Dias, idem.
J-s Pinto Nogueira, simplesmenle.
Jaslioa da Motta Silveira, plenamente.
Peregrino Alfonso Ferreira, simplesmenle.
Repelentes 8.
3* aooo.
Alfredo Eugenio Crrela de Oliveira, simples-
nenio.
Alfredo Meona Bartolo de Barros Falcio, idem,
Alvaro Lopes Machado, dislinecio.
Arehimedes Cavalcaote de Atbaquerqae. idem.
Heoriquo Cpitulino Pereira Vdo Mello, simples-
mente.
Jaho Augusto de Luna Freir, dislioecio.
Manoel Curreia de Oliveira, simplesmenle.
Curso de litteratura nacional.
Abilio Lelte Falcio Das, simplesmeote.
Emilio Ambrosia Marino.a Faicio, dem.
Francisco Pedrojde Lima Mindello, plenamente.
Hermino MareirajDias, idem.
Ju.-lino da Motta Silveira, distioeco.
Macario dai Cbagas Rocha Lessa, dem.
Maooel Coelbo dos Reis, pleoamente.
Exam-.s de lingua nacional.
Alvaro Lopes Machado, disliociio.
Antonio Cleraenluo Freir, plenameale.
Arthur Sadr da Moita, simplesmeote.
Antonio Francisco Cordeiro Neito, dem.
Bellarmino Correia Gaedes Goodim, idem.
Frauciseo Goocalves do Reg Barros, plenamente.
Firmioo Jos Viaooa, simplesmenle.
Gabriel Crcale da Cmara Gondim, plenamente.
Julio Augusta de Luna Freir, distioccio.
Jo; Antonio Moreira Das, plenamente.
Jos da Silva Ramos Neves, simplesmenle.
Porfirio Maooel de Castro araojo, pleoamente.
Exame de tagua gregi.
Jos Aotaoio Pioheiro Lyra, plenameale.
Manoel de S Bruuei, disncgo.
Perminio de Abren e Lima.Figaeiredo, plena-
mente.
Exame de prtmeiras Ultras.
Apolooio Zenaidas Peregrino,disliocsao. '32
Abilio Cavalcaote de Albuquerque, pleoaraeotd.
Antonio Gerson Gu rana, dem.
Antonio Nery Araotes Franca, idem.
Antonio Alexaodro Viera, distioc^ia.
Aoiodo Jos da Albaquerque, siraplemente.
Alfredo Alves da Costa e Silva, idem.
Benicio Tavares da Cuoha Mello, distraer ao.
Eugenio da Silva Regada?, plenameale.
Kugenu Pereira de Azevedo, idem.
Francisco de Fina Leraos, dilinccio.
Flix Accioli de Gusraao, plenamente.
Francisea Alexandrino de Paula Rocha, s.mples-
raente.
Guilherme Pereira de Aztvedo, idem.
Ignacio Piolo de Agolar, idem.
Ildeloo-9 Pereira de Azevedo, distiac^ao.
los C-.valeaute de Arrud (ornara, dem.
Jos Paulino de Anirade Jnior, idem.
Jos Climaco de Mideiros Paiva, em.
Jas Adolpbo da Cunha Liges, idem.
Julio Fernn es da Silva Mello Jnior, ilem.
Jo. Borges Dias de Brillo, idem.
Joao Ribeiro Carneiro Monuiro, plenamente.
Joio Pereira Maitoso, idem.
lote de S Cavl ante de Albnquerqne, ilem.
Joj Bernardo Cyoeiro da CostJ Reis, dem.
Jos droeiro Vieira Brazil, diatioccio.
Joio da Costa Cavalcaote do Albuquerqae, plena-
meale.
Jos Mara Pava j, idem.
Joo Augusto do Rega Barros, idem.
Jos Portirio Teixelra de Mendooc., distiocQo.
Laiz da Costa Ferreira Porto Carreiro, idem.
Luiz da Cruz Me-quita, plenamente. .
Maooel Cmlcanla de Arroda Cmara, disiioecao.
Maooel Felippe da R-cha Beserra, idem.
Manoel Antonio Medeiros Araojo, idem.
Manoel Francisco Pereira, dem.
Mamede Paul e Albuquerqoe, simplesmenle.
Manoel Moreira Dias, distiocjao.
Maooel da Paixo Vieira, idem. .
Manoel Ignacio de Oliveira Martina, simpies-
mento.
Owaviano Francisco iMes Brrelo, plenamente.
IVe'ciliano Prisco Paes Brrelo, disnccao.
Pedro Ji da Sdva Guiraaiies, plenamente.
Rodolpho de Paula Lopes, distinecio.
S-zmando Sergio doj Sanios Janior, dem.
Simplicio Tavares da Cunha Mello, plenamente.
Tnomaz de Aqoino Pereira, distioccio.
Vctor de Leraos Araujo, i Jera.
Teaatalcit fjirloi Peral: de Araoj)
Jos Jacame Tasw.
Capitio Maooel Ctvaieante do Alqnqaer jao !.
Juues per devopa.
Os IIIras. Srs .'
Maior Pedro Jos Monto-Negro.
Alferes Roberto Gomes do Fraga.
Capitio Francisco das Chagas Ferreira Dar.
Maooel Vicente Tarares dos Santos.
Teoenie Aotonlo Loiz Ferreira da Canoa.
Laiz Antonio da Silva.
Jaizas por eleicio.
As Exmas Sras.:
Baroneza do Livrameoto. _
D. Elvira, espoaa do Sr. Dr. Praawisco Odiloa Ta-
vares de Lima.
D. Marianna. esposa do Sr. cepilao Igaacio rt-
reira Guimaro'.
A esposa do Sr. Aalooio da Caaha Vieira do Mo-
rios.
D. Julia, esposa do Sr. alfredo Garca.
D. Francisca, esposa do Sr. Laiz Igaacio *at-
drade Lima.
Jaizas por devoco.
As Exmas. Sras. :
D. Maria, esposa da Sr. advogado Joio Fraatrsco
do Amaral.
A esposa do Sr. Dr. Qoiatioo Jo de Miranda.
D. Maria, esposa do Sr. Pedro Jorge da SHva la-
oao>.
D. Isabel, esposa do Sr. capilio Maooel Joqu
da Fooceca Gal vio.
A esposa do Sr. Joi* Daurado da Caoba Aeveo\>.
A esposa do Sr. leaeole Ao.ouio RodiigasC-i-
pelio de Mello.
Escrivio.;
Os i.Iras. Srs :
Joio Baptwta Teixeira Cavalcaoti.
Alfeies Joio Montfiro da Silva.
Alferes Andr Cav.lcaoii de Albuqoerqae.
Alferes Hermeuegildo das Virgens Lina
Moaaden.
anior.
Capitio J laquim Agripino Fanado de
Amonio Joaquim a a Fonceca Gal vio Jd
Bscrivas.
As Exm Sras. :
D. Firuaioa, esposa do S*. Maooel oqna
Chafa*.
D. Senhorioha, espos do Sr. Qierioo CanliJo da
Vaicoacellos.
0. Maria, esposa do Sr. capitio Mi rumano l>4
Ribeiro Pessoa.
A esposa do S. Joio Ambrosio Pereira.
A espesa do Sr. Jos Ribeiro Cavlcnti do Alba-
querqae.
A esposa do Sr. Maooel Antonio Ferreira.
Eocarregados da fesi.
Os Illms. Srs.
Capilio Luiz Ferreira Baod< ira de Mello.
Joio Solero de Alaeila.
Villa de loaras, H de novembro de 1*72.
Padre Flmncio Xavier Otas de Alb*i*er Coadjator Pro pancho.
Ao publico.
O Sr. Salostiano A. P. de Sooza Peres, ador
de Marta Lima da Purifleac,ao. ioqnilina da casa,
torrea n. 26 ra de S. Francisco, pertenceoto ao
patrimonio da veneravel erdem tereeira frinrisca-
na, fez publicar ne3te Diario de 16 do ntrenlo
mez orna penco dirigida ao Illra. Sr. Dr. joi do
dlreito" da l vara, e ora recibo do procurador admiuistragaj corre-poodeote ao tono de 1
para mostrar que ba ioju-tica no despejo reqo*
do contra a sua aflhocada ; que no peosr rtti*
uma victima da mesa rege lora.
Mas, qualqaer peaso desprevenida eoal>e
ptl simples leilura da peticio, que o despejo
aaierior, e requerido ero 868, fi n>a e*Unci, -
concluido pela desistencia qne lora julgada, ccn'<
se eonfessa.
Porlanto nao rxiste ligacio alguma entre a eso-
sa Boda ha rauito terapo, e qne se inicoa gwa,
e que o recibo por su dia esclarece; rlto tejav
se refere ao (?mpo anterior data oro q rota
passada (1870)
Nio teudo, pirra. saa a (flaneada, nem o Si
lustlsno pago os alaguis decorridos, nem qnenoo
se sajearao menciooado, de M que ja despe-
jada, e a msa r;gedora requeren o despaja wga.-
meote, e lhe fra concedido.
Entretaato o Sr. Salasliano reconhe-en, qne
procaron o procurador geral e mais pesto?, -
ciaron q aceitava, e se sojeltava a pagar o anv
goel pedido, e faza os ecocertos qne o predio pre-
cisa, para o que faria por eseripto sna proposU a
de ao fazer tfTctiv'i
Cmara municipal do Recite, 18 de oo-
vtm.ro de 187.
O procurador,
Jos Simplicio de S Este ves.
de Por
SESSAO JUDICIARIA EM i* BE NOVBMRO DE
mm.
WEsrourciA no kxk. sa oowBUsant a. t. taanrri.
Secretar Juli (hammam*.
Ao ma'o da daoliroa-M oanla a
Gymaaslo proviaclal
anm buco
RESULTADO DOS KXAMBS 50 ANNO DE 1871.
Exames de Francez.
1* anoo.
Antonio Clemeolioo Freir, simplesmenle.
Alvaro Lopes Machado, distioccio.
Antonio Francisco Oordeiro Neito, plenamente.
-Augusto Gnedes C rreiaGundim, idem.
Adolpho Alves Smo-n Barbos, idem.
Adolpbo Duprat, simplesmenle.
Aristides Pereira Leia, idem.
Arihur.Sodr da Caoba Motta, idem.
Amerieo Augusto doRegoRangel, dem.
Antonio Sebastiio Pirrho, plenamente.
Augusto Fernandas da Silva Manta, idem.
Basilio Bapiista R drigues de Almeida, simples
mete.
Bellarmino Cezar Correia Goodim, idem.
Bellarmino Guedes C rreia Gondim, idem.
Diogo Velho Cavalcante Pessea, plenamente.
Eduardo Correia do Reg forros, idem.
Emilio Ambrosio Marinho Falcao, simplesmenle.
Francisco de Sa Leilio, idem.
Francisco do Reg Barros Figueiredo, idem.
Francisco Goncalves do Reg Barros, idem.
Francisco Manoel de Albuquerque Lima, idem.
Florismundu Torres Galindo, plenamente.
Gabriel Cercalis da Cmara Gondim, Idem.
Gabriel Ildefonso das Neves Cardoso, Idem.
Justino da Motta Silveira, dijiincjio.
Julio de Luna Freir, idem.
Jas da Silva Ramos Neves, simplesmenle.
Jos Francisco Bello, idem.
Jos Francisco do Reg Rangel, idem.
Leoocio Gurgel do Amaral, id' m.
Leocadio Lecpoldino da Sdva, idem.
Maooel de Si Braoel, plenamente.
Manoel Coelbo dos Res, simplesmenle.
Manoel Vieira da Canba, idem.
Marcelino Feroandes da Canba, idem.
Porfirio Manoel da Castro Araujo, ideo.
Raymundo Alexandre Pereira, dem.
Victorino Carneiro Moniei o, plenamente.
Vicente Walfrido de Brito, simplesmenle
Replenle 2.
Exames de lnglez.
1* anno.
Alfredo Eugenio Correia de Oliveira, simples
mente,
Beoto Maooel Carneiro Mooteiro.distinecao.
Diogo Velho Cavalcante Pessoa, plenamente.
Eonco Caelano de Medeiros, idem.
Henrique Capitulmo Pereira de Mello, simples-
mente.
Manoel Clemealino de Oliveira Eseorl, plena-
mente.
Maeario di Cbagas Rocha Lessa, distraer-).
Plaiio Cavlent de Aibuqaerqne, plenmente.
f nno.
Perminio de Abren e Lima Figaeiredo, simples-
mente.
F.xame de latim.
1* aooo.
Antonio Francisco Cordeiro Netto, plenamente.
Antonio Gleroeitmo Freir, idem.
Ad. Iph > A ves SimOss Buboi', distiaegao.
Bell .rmioo Corris Gaedes Gondim, plenamente.
Bellarmino Cezar Goidint. ideo.
Fraaciseo Manoel de AlbaquerqaoLim, distioc?ao.
Francisco Goocalves do Reg Barros, plenameale.
Fraocseo G)OiOsde Si Leilio, simplesmeote.
B>rculano Aagaslo Gaacalvos da Rocha, plena-
men.
Hiorique ao H llanda Chaceo, simplesmenle.
lote da Silva Mamo Noves, idem.
los Vie ra Pterao Civleaie, idea.
Leoncio Grgol do Amaral, piona mate.
Kiaoel Coelbo doi Reis, ideo.
Os exames de ciencia seo feos no principio
da anno vindouro.
ALUMN.S QUE FORAM PBRfM E.WMES .NO C0LLBGJ0
DAS ARTES. CUJ0S RE LTADOS AINBA NAO SAO
CONHBCID03 E QUE SERO PUBIICADOS OPPORTUNA-
MENTE.
Francez.
Alfredo Menna Barreto de Barras Falli.
Alfredo Eugenio Canea de Oliveira.
Abilio Leile Falcio Das.
Archined-.s Cavalcan:e de Albuqoerqae.
Bento Manoel Ribeiro Carneiro Mon'.eirc.
Eduaido Carrea de Reg Barros.
Banco Caetaoo de Medeiros.
Francisco Pedro de Lima Mradello.
Hereulano Augusto Goocalves da Ro na.
Henrique Augusta de Albaquerque Mtll6t.
Heorique Capiulioo Pereira de Mello.
Ja^ Piolo Nogueira.
Jos Aolooio Moreira Dia?.
Jos Ajlonio Pioheiro Lyra.
Macano das Chagas Rocaa Lessa.
Manoel Correa de Oliveira Andrade.
Manoel Clementino de Oliveira Escol1.
Manoel Antonio Pinheiro Lyra.
Plata a Cavalcante de Albaquerque.
Perminio de Abreu e Lima Figaeiredo.
Latita.
Andr Dias de Araojo.
Alvaro Barbalho Uchda Cavalcaote.
Antonio da Silva Cabral.
Francisco Pedro de Lima MmdeUo.
Francisco Itaeiano Teixeira.
Francisco Joaqaim d Silva.
Jos Machado da Molla Pimeolel.
Macario das Chagas Rocha Lessa.
Manoel Clemeoliao de Oliveira Eswrel.
Perminio de Abren e Lima Figoeireda.
lnglez.
Earieo Caetauo de Medeiros.
Frauciseo Itaeiano Te xelra.
Francisco Moreira Dia.
Jos Machado da Motta Pimentei.
Perminio de Abren e Lima Figueiredo.
Platao Cavalcante de Albuquerque.
Lingm Nasional.
Alfredo Eugenio Correa de Oliveira.
Francisco Moreira Dia?. ^
Francisco Pedro de Lima MtaaeliP.
Francisco Itaeiano Teixeira.
Hermino Moreira Dias.
los Machado da Molla Pimente.
Justino da Motta Silveira.
Manoel C'lho dos Reis.
Macario das Chagas Rocha LessJ.
Manoel Clemenlrao de Oliveira Eseorl.
PBLICACOES A PEDIDO.
Eleicio.
DE
olnlzes, jaizas e mais mesarlo
qae la o de festejar os glorio-
sos Hartyres Santos Cosme e
Damio, padroelro do Ignaras-
sii. ao da 15 de deaembrodo
corrate anno de 1999.
Juizes protectores.
0) Exrns. Srs.:
D. Fr. Vital Msria de Pernambaeo.
Dr. Cosme de S Pereira.
Cooego Maooel Joio Gome'.
Jaizas protectoras.
As Exmas. Sras. : -
Baroneza de Yeta Crar.
D. Maria da Nev Carneiro da Cunta.
D. kana Jos de Queiroz Donrado.
Jnizes por eleic,io.
Os Iilm?. Srs. :
lasiino Jos de Snza Citnjo?. t
Dr. Joaquim Games de Oliveira Silva.
Dr. Carlos Aagasto Vt de Oliveira.
mesa regedora.
Assim accordado?, deixoa
o despejo.
Entreaclo o Sr. Salustiaao nio apreseoton oon-
sa algonw, e alerpoz aggravo da eoneessii ao
mandado de dssfej. 1!
Perguntamo, se nio devia sna affianead aro-
gneis, como probos o Sr. Salustiaoo pagar os vna-
cidos, e pelo prero que se ostipnlouTI Cf'nio ka
recolher r. deposito pnaliio prle dos luga*.-
irzdos, depois da ciucio para despejar a casa,
e sera scieneia da mesa regtdora ?l
E' impassivel; por cooseguinte, de sna pe.iii
publicad. se 'queS. S. dep'i qne pagou fs
alugueis consumes do nciba publicado (passalo
em junho de 1870) nia papau mis loguis, Boaa
se iraporloucom o iroprietario da casa oode mea
sua dfflan;-ida, pelo qne ficuo ella deveode noja-
mento alugueis que oio pagou nem rocaibea de-
posito publico, seno depois de estar em Jito o
despejo, o qae ceriamente nio o pode aproeitar ;
tanto mais quanio nao provua qae a mesa rega-
dora (Ora antes intimada para os recebar.
E\ pois, evidente que proenra confundir qn*s-
t5e fiadas com outrw ; roas dmente fas patoot-,
qae sua fffliogaa omissa no pagamento d<
alugueis da crs era qne mor, que s em jo :t<
os pga ; e por isso jusiiflca ei e ootra acoo*,
que a veneravel ordem tereeira trax m Jaito, neu-
tra sna vootde ; n.as para arrocadar o patrimv-
nio on renda, que n'ura memento de eodeooeo-
deneia ou Neraocia seri cumploumonte nsnfrci-
do por outros qoe nio os legtimos administrado-
res qne teem procurado tedos os meios para nao
terem aeches judicae<.
Admira qae o Sr. SalasliaBO, propneuno ta
mesma ra e visinhas. que tem requirido dot-
jos eontra ioquiliars seos, busque amigavetaenie,
n por effeitos de pablicacSes, obior pronajenio
a um aggravo, que prolelatorio, e tem i10*"
ment na lei ; procurando firmar o princip >
que se pode morar em uma casa sera pagar M
alugueis vencidos o estipulados pelo proprielano,
o qae nao dsejava para si, e no dara oerjsao
grandes reclamac/aes, se porvenlura a naiiSMa
victima de tao errenea Uooirina.
K' qne o Sr. Salastiaoo qner dnas jnscas, anta
para si 9 outra par?, a mesa regedora da voaoravel
orJem tereeira.
A raza) de Emilia filba.de Mana da Purifica car,
assignar o termo, obria ; visto como mora na
mesma cas, e sua mii nio sabe lr nem eseraver.
A' vista disto esperamos qne o tribunal faca ja-
ticasem atteoder a ootro rxovel qoe a las, o qae
de pensar de 'ao .Ilustre tribunal.
Vmtmmm
Eis pela segunda vez a vietim d desonio, al
cando aos ps o teimoso e nfimo earnaanli*r
do Diario de 16 do correte, Salvador Barbalao
Uch Cavaleao, qae ji la oaridad a quesn
dellas nio preeisa.
Pensei qae anda eslivesse esperaeaado eco a
peitada que lhe dei. Su senhorparti coaao
cvlbeiro po;*m ejbarrou lio eropcrealhado eooo
nma gal I... .
Ora mnito bem .. metase em geometra. Ca-
lumnias nio se destroem atsio coaw pretende a
faze lo em sea aropresiid dfea, o sis eooao
vi ver.
Advirlo o logo de que son o nnico respoatavoi
pelos roen acto! e nao pessoas do miih larolli.
O fpilheto que to vilmente lancea em aira
velho pai, lera a surte das demai calumnias o
audaz jumeuto Salvador rm enja bceca cabo l*m.
Chegue as m >s i palmatoria I ando I... nao
sabia que nio pedi entrar em laes Boaoo, ot-r
nio ter tido earlia r e qne coro bilbeto da cal-
cada nio se entra em baile familiares TI lome...
ande... para ni car mais n'oulra II... Ooca :
A mulher delxou me por ji ter estas leafftes
aqaeeidas por sua mae, com quem tratar, como a
iodos diaia qae Uvari m dezotabro, do qne en
me saberia livrar; devido todo isto a nao ter en
voltado como ellas o queran, para o oagooan, a
oio me prestar ai qu x tadas do Diogo, por ai
ter nucido para cantar em fatula e respailar a
leis do pait l e s pressun sna .retirada doaaia
qae se relacioooaern sea casa, cajas rolacSe arin-
eipiararo qaando raioba sogra aqu eatevoa pri-
meira vez, a qual !h Todos qae vinham a esta nana, vio qaa a
meas serviara a ella como aa fossea esoravoe.
As coatas do oaoooeaaaaato em Ih'aa >{*****
em lugar competente, se nio toaao |Bn aam
pelo que dizem. ..
Veaeno tome paree eu na eara,-oonvooo
nada esta saa lingua qne ea inm .
Para se ei :apci:r da hislorin iaroatoo at qae *
primo de miaba malber I aleda mal aai..
I
i







d
*i Te*ja km 19 i Novembro d* 1872
rvii-j
3=

'
x
0?ri o Sr. qo* mt por Afea parante de tod*
Mh?, se ser beata doesi,e, o Miliar viva ge-
nuino, o i por actilo como por isw. O
eeMor aeredUaodo nai oabulagAOS da miaba so-
fta, eoteodea que cabia em gract da familia da
*". eof oon-n ; porque os gab>t mais fortes
4mt arrora seolem extraordinariamente eare-
P*tta faedav que dao oj galhmrns da solitario.
T-e, portanto, que o tal lorpa poda gi
Wp qoe gaooou Luzia na capera. Qieoj
aftVeoDbeeer na o compra, qus por ora estoo
mtmrrto.
eJUlJnmen como as cabras qae apregoam
*J*I # tndem aaeitoaas.- Com'gt nao-.
Or ae nao rae d palias oam ea Ihas daret
umbem. se loe dava algaras o raes no f-.relio,
M, porgue precisa va-o para minha jornada.
jaqui para r.', na quero qae a polica
eaibe, real ter Vine, recebido de mioba sogra
uase carta na qoal da qae e>te sea primo seria
auaastiuaio ero ctmraiio quaolo para li volitase
cota a fimilu? Pergunto uo por aer cuitoso,
*jPT1a* D*' n'uvt,rH 3 motivo-, pelos quaes o
tnbbual do Dogo me cooderooasse morte.
Sa*u .rbiri! tentii medq dess coasa?...
k prapoiio de segredoa, se ea nao tivesse ver-
gasta coico o seohor, Ibe contara aquella Insoria,
dotqarel as e osas irmas d'aqoeilas outras...
PaUnraeate, o mundo ama escola da qual
VrS'Dio f o mesire orno a palmatoria, e que,
or'taatp, de ve saber qae dia de juno iodos nos
aaresentaremos coro os nossos m fetos pendo-
ril i ao pescoc; ha de s*r bonito, v lo na pre-
saaai do Padre Bwrai, cota honraa deaerobau
JjTrHbraolo diversos c numero
entrar e^te sea criado, latelo diversos exer-
cioisuo trapecio de so in<*paravel srveteira.
Adeus, primo, nao se es jueca de miro
Afogados, 16 de oovembre de 1872.
Antonio Zeferino Monteiro.
Alagados, 16 da BO'-erabro da 1872.
Liaos. S:-. Adelibo fldcfon-o de Siqneira Alba*
ojfjtrqae, J >aqaini Qjionlho Rodrigues de Moraes,
Hermiuo Antonio da Alcntara, Aeeylioo de Hi!-
1 atada Cbacoo, Dr. Jos Mariano Carnero da Cu-
ota, eapilo Joo Henrique da Silva, teaente-core-
nal Praaeisco Carneiro Machado Ros Jnior, Jos
da Silva Aranj", e Benjamn Francisco Pereira.
Pacata me Va. Ss, o favor declararen) ao p
desia, sena separtcao qae de m>m fe.micha mu-
iber, se Ibes consta qne eu a mallratasse de qual-
Ser maaeira, a ootasse para fra de casa:
rmitlindo fazer de anas respostas'o u^o que me
ctfitr.
ion, de Vs. Ss. maito alterno, venerador e
NM
Antonio Z ferino Monteiro.
Como prximo vi-rabo nunca me Cumian qae a
malber de V. S. fose maltratada por v. S. como
peta maia familia, aaaiin como tambara nio me
coaila qoa V. S. a botasse para (ora de ea?a. Desta
miaba respoata pode fazer o aso qae Ihe eonvier.
Afogados, 17 de novembro de 1872
Adtllno Ildefonso de SiqaeiraAlbaqaerqae.
Heftro asa a resposta cima por ser verdadeira.
Afogados, 17 de novembro da 1872.
Joaiuim Qaiorltho Rodriguen
PHro at a respista aci na por ser verdadeira.
Afogados 17 de Novembro de 1872.
H-rmm > Antroio de Aleantara.
Redro-me a respaila cima por ser verdadeira,
o qae tt for preciso, jararei eomn.vijinbo.
Afogados, 17 de novemorode 1872.
Aeeyriao de Hollanda Ch%eoD.
teihecendo ba moitos anaos o Sr. Antonia Ze
aartoo M mteir nada sel que pyssa servir em
databoD de saa conducta.
_ Jos Maruooo Ctrneiro da Conba
rteflr me t reposra cima por verdade ser.
Afogados, 17 de novembro de 1872.
J ao U-'nriqnes da S Iva.
Reiro-mearesposta do O'r. Jo Miriaoo Car-
aroaa Canha.
Af.tgadc?, 18 de novembro de 1872.
Francisco Carneiro Ma-hado Ros Jnior.
P-efiro-me a primeira resposta por ser verda-
&r*.
Afogados, 18 de novembro de 1872.
J j& da Sirva Araojo.
Redro me a primeira rasposta por ser verda-
*a.
A.oados, 18 de novembro de 1822.
Beojamim Francisco Pereira.
(As assignaioras estavam reconhecidas).
COMMERCIO.
imACA DO RKaPB 18 DB NOVEVIBflO
DB 1871.
.1 3 1/1 BOBAS DA TABEB.
CoUcrJes officiie.
A*wuces da divida publica de 5 0o 83 0,0.
Caaaiosobre Londres a 90 div. 26 d. por UOOO.
sabbalo.
Ouboareq,
Pelo pres idele.
Leal Save,
Pelo seiretario.
ALFANDEJA
ddCJjoi*Q;o a< dU 1 a 16. .
Uua> do dia 18 .
7G1.-67A01
30:3304871
811:9781272
UwdaaTegam boie 19 da novembro de 1872
tfi/eiogieza Jetsy mereadonas para alfan-
daga.
Bngut ingle:Frank Ernelt mereadonas para
alfandega.
Loajtr ?ogleJe/i Willimmonmercadorias pa-
ra alfandega.
Br:uae inglez Ruthmercadorias para alfanlega.
Br'gue portuguez carente iag'do* para o
trapiche Cooceicin,' para despachar.
Paucho \Dg\ei-Geo W. llalls barncas abitidas
ja despachadas para a eaes dt Apollo.
Hago tranceS. Luiz -carvao de pedra para a
ponte da alfandega.
CAPATAZIA DA ALFANDRGA
r.Mdimento do di 1 a 16. 9:0i01ot
IlMa do dia 18...... 5761153
Vol'iraes sabido*.
> lia 2 a 16 ...
Prmeira porta, uo dia 18
S*a;uo1a porta .
Yursaira porta .
"Trapiche Conceiclo .
96I6199
J6,0i6
6
113
661
443
SEUVICO MARTIMO.
A."arengas descarregadaa no trapiche
da alfandega no dia 2 a 16. .
DMas ditas no da 18. ....
Ditas ditas no trapiche Concedi .
Navio atracados no trap. da alfandega.
Ai'-trengas dem dem
27.42.
76
2
1
79
luap >rla<;5e.
Barca portuguez nova marianna. vin-
(]* io Rio Grande do Sul, consignada a
Qiimra A Ftlho. manisfestou :
Coaro- seceos 70.
i.-an 16 pipas.
Xirqoe 198,364 kilos, ao; consignata-
rio*.
Patacho portuguez rocha, minio do
hu) Gtanie ha Sul, consigtndo a Amorim
rmao & C, manifestou :
Coaro 60.
Seb3 coa Jo 50 barricas.
Xirque 169,276 kilo, ios consigaata-
rtM.
Brigue brassiro tiiewun'ha, vindo
do Rio Grande do Sul. consignado a Amo-
rim Irmao & C namfastou :
Cooros 9).
Sebo coado 100 barricas.
Xarqae 205,646 kilos, ao3 consigoa'.a-
riiai.
Barca (ranceza guilheivme tej.i., vin>
jfi da Baha, consigada a Tisset' Frres,
dpKni/dtoM:
Cassereiras da jacaraadi li dozias e 1/2.
Qojjros sexos 1.5jO.
T<'fa* d jacaraad 21 aos coosigaata-
rio.
Dtspa+oi de eqportacao no Ha 6 t
weiibro dt 872.
Pari j porto? do ^terior,
Na barca allami fl7ta~pira Himbargo,
carr'garam : 6. Niesen & C. 335 laceas eom
14,026 1)1 kilos de algolao.
So bngae alleuio .4rfiouW, para o Canal,
earretaram : R.Schmethaa di C. 317 saecas com
24,157 kilos de alcodio.
No vapor inglaz iina, pr^ Liverpool, car-
regaram : S Brothers dt C. 511 saecas eom
15413 kilo* de algodio, 194 Tardos com 38,611
utos de dito e 358 sacaos com 26.134 ditos de as-
sacar masca vado; M M. Jioaieiro 156 saecas eom
11,136 kilos de algodio.
Na esenaa haspanhola ThemoUol, para Bar-
cellona, carregoa : T. Freres 108 saecas com
8,098 1|1 kilos da algodo.
Na barca franceza Rio Grande, para o Ha-
vre, carregaram : E A. Burle 4 C. 507 eourot
salgados eom 6.D84 k lo*.
Na escuna portngaea Agut, para Lisboa,
carregaram : Amorim Irmios 4 C 100 saceos
com 7.500 kilos de aasucar branca e 400 ditos
eom 30.000 ditos de d:to mascavido; L. Duprat
50 saceos coaa 3.750 kilos de assacar maseavado
e 50 ditos com 3,730 ditos de dito braaco.
Na barca portugaea Uerttlta, para o Porto,
earregou : C J. da Silva 1 barril com 100 litros
de agurdente.'
Na barca iugleza B.lyctto, para Liverpool,
carregaram : L Robililaa & C 30 saecas com
2,176 1|2 kilos de algalio.
No brigae a lemo Parlhenope, para Hamp-
toa Roads, carregaram : J. Piter & C. 1,000 sac-
eos com 7-5,000 kilos de assacar maseavado.
Na barca brasileira llrlina, para o Rio da
Prau, carregaram : B. Qlive ra.it C. 50 pipas com
14,000 litros de agurdente.
?ara os portot do interior.
Para o Rio Grande do Sal, no hiate nacional
Olinda, carregaram : B. Oliveira & C. 200 barri-
cas eom 16,589 kilos de aasucar braaco.
Para v Rio Grande do Sal, no paliibole na
cional JVoro S Lonrerifo. carregiu : LI. S. Gui
maraes 170 saceos com 20,150 kilos de assacar
branco e 100 barricas com 7,160 diios de dho.
Para o Aracaty, nd'MMe naconat GraeiMd,
carregoa : L. J. Marque d Araojo 8 barreas
com 1,819 kilos de assucar branco.
Para Villa da Peona, na barcada Mstica Ci
dade, carregoa : T. Tnimss 7 barricas com 380
kilos de assacar braaco.
RECEBEDORFA DE RENDAS 1NTERNA>
GEKAES DE PEEtNAMBUCO.
ttndimento do dia 1 a 16 3J:027a97i
Idam do'dit 18. .... 5:4571306
38:483*286
CONSULADO PROVINCIAL.
ttndimento do dia 1 a 16. o.0021157
(dtm do dia 18 9:821,1367
61:824*514
MOVIMENTO DD PORTO.
afio i'jfudo no da 11.
Porto por Lisboa Barca portugaea Healia,
eapitio Maooel dos Sanios silva, earga assacar
e cooros,
Navios tniraios no dia 18.
Rio-Grande 50 dia% pata*b) portuguez Rocha
de 138 toneladas, capito Manoel Pereira da
Silva, equipagem 9, carga 172.500 k los de
carne ; i Amorfo Irmo & C
Londres por Lisboa, Madelr e S. Vicente 25
dias, sendo da al timo porto 6, vapor iogJei de ra
boque Bmptror, de 13 tonellada-, eommandame
J. R. Pomeray, equipagem 12, em lastro; ao
Birio do Livrameoto.
Naviot ahidos no mesmo dia.
Canal Barca ingina Glonfolloch, capito Skin-
ner, earga assucar e algodo.
Canal Brigue ing'ez Balclutha, capito James
. Seott; earga assacar.
Obs ervac >.
Suspenda do iam&rao para Mossor o brigue
inglez .lnni'.capitao J. B-wick, com o mesmo lt-
iro que troaxe de Montevideo.
raTrlB:
Consulado Provincial.
Para seieocia dos eontriboiales.do imposto da
decima urbana e os c(T-itos da lei, abaizo publi-
cara-se as altcraco-s verificadas no lan;amenlo da
me^ma decima urbana do corrate anno floaoceire
de 1871 a 1373, (cando abtrio o prazo as recla-
macoes que por ventara pessam ter a futr os in-
terestaloe, oa forma da lei e regulamento res-
pectivos.
Alterar,oes verificadas pelo lancador J o Pedro
de Jesns da Malta, no lancamento da decima ur-
bana da fragoesia de Santo Antonio, que tera
de servir para o tono de 1871 a 1873.
Travesa dos Qoartis.
N. 39. Francisco Jacobina da
Silva, ama casa terrea, arrendada
por 240*000
Roa da Calabooco Veibo.
t N. 5. Herdeiro* de Joo Manoel
de Oliveira Miranda, ama casa ter-
rea, arrendada por 144*000
N. 9. Antonio da Canha Soares
Guimares, orna casa terrea, ar-
rendaia por 300*000
N. II. O utann, aou casa ter-
rea, arrendada por 240*000
N. 17. Francisco Jos 4a Costa
Ribeiro, um sobrado ale um andar
e loja, arrendado Mff 408*000
N. 14- Taomazia'Hara de Jess,
urna osa terrea, arrendada por 240*000
N. 20 Thereza Paos Cortes, ama
casa terrea, arrendada por 164**00
N. 31. K 'colhiraento da G'oria,
urna casa terrea, arrendada per 164*000
N 34. 0 matmo, ama casa ter-
rea, arrendada por 164*000
N. 36. O mesmo, ama casa ter-
rea, arrendada por 240*000
N. 5 B. Antonio Jos P.ndo, orna
casa terrea, arrendada por 144*000
Ra de Santo Amaro.
N. 14. Bartholom^a Francisco
de Souza, ama casa terrea, arren-
dada por 740*000
N. 30. Anna de Santa Ursuli,
ama casa terrea, arrendaba por 420*000
N. 1. Baro do Livrameoto,
nma casa terrea, arrendada por 500*000
N. 3. M noel Ljoacio de Avilla,
urna cas terrea, arrendada por 480,1000
Trave*>a dos Expostos.
N. 18 Ordem T^roira de S.
Francisco, um sobrado de doas
andares e loj i por 1:700*000
N. 18. Ju-a da Costa Oourado,
nm sobrado de dous andares,
e loja, arrendado qor 1:100*000
Beceo da Matrix
N. 8. Dr. Jos RuQno Pe.-soa de
Mello, nota casa terrea, arreolaJa
por 200*000
N. 3. Joio Baplitta Res de Sou-
za, ama casa terrea, arrendada
por 192*000
N. 9. Edairdo Gadaot e Man.el
Ribelro-de Carvjlbo 144*000
N. 15. Luiz Alfredo de Moraes,
ama easa terrea, arrendada pr 480*060
Travesea da Matriz
N. 1 Dr. Jlo Bip:i-ia Casanova.
um sobrado de dous anlares e 5
lojas, arrendado ma por 1:740*000
N. 6. Irmandade do SS. Sacra-
mento de Santo Antonio, urna casa
ierra, arrendada por 300*003
N. 8. Casimiro dos Res Gomes,
nma casa terrn, arrendada por 300*000
N. 18. Aoiyuif F:rrera Lima,
urna caaa terrea, arrendada por 216*000
Roa de Malhj.e le Albnquerqae.
N. 16. Viciorizi) de Almuida
Rabtllo, urna caa terrea, arreada
4*JL ^ ..- 180*000
N. 14. GalJmo Antonio Alvea
Ferreira, 1 ca N. 1. Jo- Feraanlcs Urna, ama
easa terrea, arrendada pir 228*000
N. 3. Antonio Francisco Partir
de Ca'rvalho Mara Carolina Pe-
reira de Carvalbo, om sobrado da
am andar e lojk arr ndalo por 900*000
ita a d> Pl
N. 28. Jo.
aesa larrea por 311*000
N. 34 Dr. Sirftaa CavaJcaote de
Albuqnerque, otM Mil trrBll, a
rtidada por
Trsvetta da Floral.
N. 4. Francisco Jos ta Cotia
HDeiro, ntaa easa terrea com nm
qaarto ao lado, por
cN. 3. Joaqalm Pertira Araatea,
ama easa terrea, arrendada por
N. 5. Dr. Jotvj Joaqalm de Soa-
sa, dem een> por
N. 21. Joaqnlm AdJobo Pereira,
dem dem por
rloa dt Paulino Cmara.
N. 5. Joaauidr Pacheco da Sil-
va, urna isa terrea, arrendada
por
N. 7. Joo de Brito Correta, orna
daua tnrea am solea, per
. N. lo. H. de to d>s Santos
wnaes de Oliveira, orna easa ter-
rea, arrendada per
Primeiro beeeo da Camboa.
N. 4. Pedro, Emilio e Uoberio,
urna casa terrea, arrendada por
N. 5 Maooel de Medeiros S^uza,
om sobrado de om aadar, solio e
loja, arrendado por
Segundo beeeo da Camboa.
N. 2. Adelia Josepbiaa Ferreita
Mira, ama- easa terrea, arrendada
por
N. 8. Joio da Brito Correia, urna
cata terrea, arrendada por
N. 3. Antonio Jos* Ennes Braga,
ama caja terrear, arrendada per
Terctiro boceo da Gamboa.
N 4. J'vmaoo de Azevedo Mel-
lo, ama casa terrea, arrendada
por
N. 6. Dr. Aprigio Juttiflian da
Silva Guimares, ama casa terrea,
por -
Largo do Carnto.
N 24. Tarexa Miria Jdaqaina,
am sobrado de uoo aadar o loja,
arrendado por
N. 7. Jos Joaqum Pereira de
Mendoofi, um sobrado de dous
andarere loja arrendado por
N. 13. Joaqniaa Mara Pereira
Vianna, am sobrado de nm andar,
oto e loja, arrendado por
Travwssa do Carino.
N. 4 Miria do Carao Moreira
Frageso e onira-, ama eaa torrea,
arrendada por
N. 11. 4>9 Cordeiro do Reg
Pontea, am sobrado de am aadar
e leja, arrendado por -
N. 18 Manoel Joaqoim. Baptista,
om sobrado ffdofis ndafes e Ib
ja, por
N. 22. Laiza Francisca de Sonza,
um sobrado da am andar a loja,
por
N. 1. Viuva de lo Bapli-ta
dos Sanie, um sobrado de doos
andares e loja, arrendado por
N. 3. Antonio de Paiva Ferrei-
ra, urna casa terrea, arrendada
por
N. 7. Manoel Camello Pessoa, 1
easa terrea, arrendada por
N. II. Francisco Jos dos Sao-
tos, ama casa terrea, arrendada
por
Trafressa da Bomba.
N, 4. Miguel Goncalves de Brito,
ama easa terrea rom sotao, arrea-
dada por
N. 10. Jdadna M.ria da Triodads.
urna casa terrea, arrendada por
N. 13, Aotooio Dn.*rte de Fi-
gneiredo dr C, 1 cata terrea, ar-
T*anJ^ pn
g gejfjg^gflfjgfj pVT
Roa do Fogo.
N. 8. Jordo los Fragoso e Ma-
ri* do Carmo Moreira Fragoso, 1
sobrado de um aadar e leja, ar-
rendado por
N. 11. Jos Francisca do Aadra-
de, oeaa cata terrea, arraaiada
por
N. 26. Vi uva e aerdevos de An-
tonio Joaqoim da Cesta FigOairoa,
am sobrado de um andar o nasa
loja, arrendado todo por
N. 40. Mainel Antonio da Silva
Ros, nata cata terrea, arrendada
por
N. 41 Margarida Boa Leiie, 1
eata terrea, arreodada par
N. o. Mara, da Coaeticio Car-
neiro Araojo, ama eau terrea,
arrendada por
N 13. Mara Bernardina Mmtei-
ro e Antonio Jote da Costa Siiva, 1
cata terrea, arrendada por
N. 17. Manoel Fernn les Masca-
reabas, ama casa, terrea, arrea-
dada por
360*909
360*000
3fJOa180B
aa'do coaireio de Ptrnam
iff do 1871
O nelai-maior.
Jallo Gormardw.
. 4BMOO0
240*000
4004000
360*000
141*000
708*000
144*000
120*06t>
144*000
120*000
96*000
1:000*000
910*000
780*000
240*000
540*000
468*000
360*000
1:104*000
300*000
228*000
240*000
384*000
276*000
400*000
600*000
350*000
600*000
169*000
216*000
240*000
200*000
200*000
Primera seceo do consolado provincial, 1 de
novembro de 1872.
6 chele,
Antonio Wruvio P. Bandeira eA. de Vasconcellos
O IHao. Sr. inspector da tbesouraria provincial
ota comarimeato de ordem do EaJi. Sr. presi-
dente da provincia, manda fuer publico, qoe a
arrematac > do impo-io do padgio da barreira
de S. Joo lera lugar no ata 21 do correte mes
e pete preeo a 1:811*500 no restante do correle
exercieio.
As pesss pozoarem qoea se pro esta arremata-
cao, comparecam na sala das stssoes da roesma
junta nodiaaotma mencionado, pelo meio dia e
compeieniemeate habilitadas.
E para constar se m.nduu publicar o presente
palo jornal.
Secretaria da tbesoararia provincial de Pernam-
buco 12 de novembro de 1872.
O ofllcal maior,
___________________M'gnel Agjoao For reir.
EWTAL U, Qi
Pela iospectoria da alfandega se faz publico,
qne u 11 horas alo dia U do coreante se ha de
arrematar porta desta reparti, livre de direi-
tos de c insumo, om fardo coaipletatnen'e avaria
do, de morim brando, pesando 171 kilos, vindo de
Liverpool no vapor Olinda, entrado oeste porto em
7 deale mea. e abandonado aos direitos por Cra-
mer Prey A C.
Alfandega de Peroambaco, 15 de novembro de
1872.
Serviodo de iospaetor,
Pelrn Lope iolrlgaat
OECLARACOES
Declaraqau.
Pela thesoararia provincial se faz puolieo qae a
arremataco da obra da bomba na entrada do Ca-
xang em frente do ecgenho Poeta, org.ida ero
5:821*200 r*. cou tranferida para o dia 28 de
crlente oifz.
Secretaria da the.-ouraria provincial de Per-
nambueo, 18 de opvembro de 1871.
O ofcial maior,
M guel Al'-oio Ferreira.
Pela rectdoria de rendas interaai geraes
se faz paolico que nests mez de novembro termina
o praso do pagamento, livre da multa de 60/0 do
imposto pesso'al, relativo ao 1* semestre do exer-
cieio crrente de 1872-1873, depo do que ser
pago com a referida multa.
Recebedoria de Pernamba 'o 5 de novembro d
1871.
O administra ior,
Maaoel Carneiro de Souza Laceida.
Tribunal do commercio
De conforrai'lada eom o disoosto no artigo 6* do
coligo commercial se faz pobliso que Jc-o Bap
(isla Castanha, eidado brastltiro. de 30 anoos de
idade, domiciliado no porio de tt, termo e co-
marca o Bio Formos doela provincia, onde esi
estatielricido eom saa easa de cooMnereio de ft-
zendas, gneros de estjva nacioa.es eesiraogeiros,
e de compras de asacar por grosso e a retaiiic,
foi na presente data admrllido maiftcnl, e saa
carta de commerclante motriclalo fot compelea-
temetjte regisjrada.
Secretaria do tribunal do commarcio de Ptr-
nambaco 14 de novembro de 1871.
Ocffltlal maior,
Julut Qmimaret
HEGTIFiaCAO
Por engao arjaunciou eita seeretarU qae _
capital do contrata social de Peixoto 40., de caja
lirma fazem parte Florencio Domingoea da S Iva
Jnior e Riphael Francisco Perfiira era de 2:4001
entretanto que elle d 11:034*433 ; ficando al
sim reet,li:ala a pnbbcaqao feHa no Jornal
R*:ife de beje a rapeiio dest* eonlrato.
CORREIO GER1L
flelaflta tJtM oblato registra-
do existentes na a do eerrelo dcafa propia
ela, para as pesseas ahalie
declaradas x
A. C rroM, Angosto Candido de A. Seixas, Ama-
ro Gome? Correia, Amaro Vielra JofiVda Silva,
VAt^oio Gomes. Morera, Aatonio de S LeilSo,
Cartooeyer, Chri-no-io Pirelr Piotw, Dr. Bu-
inalio Augasio F. de OMvelra, Fraoeisco Barata,
Pransco Jos Rabello, Praacisco Leal de Miraa
da, Francisco Po Pereira Campos, rnnoceocio An-
tones Fahas Torce', Dr. Jvirrtno R-egenldo Al-
vim, JosCabral de V. Castro, Jo* Maria d? B.
Cavalcante, Joao Jas Rodrigues. Dr Maninho C
da Silveira Garcy, M.noel Jos de Araojo, Manoel
Pereira dos Soto, Octavio A de Magslh4->s, Dr.
Raymnodo B. Piros de Lima, Biagio Corteje, DjIo
Luiglo, Catl Popper.
Crrelo de Pernambneo 13 de novembro Je 1872
Oenearregado do regiilro,
A. Gomes da Silva Rarars.
THEMR9
mu mm
Ter^i-tei a 19 de nt)Vmbro
Recita extraordinaria
em beneficio de primeiro tenor da exiincta cim-
panhia franceza
Charles Gaathier
eom ootejuibso concurso dos artistas da em-
pnsta
Vtenle i Baha.
EDE
Mr. e Mme. Pop pe.
PltOGRAMMA.
1.* partt.
Notm Daftie deParis
Pelo B-neticiado
Une chansiielle
Por M'. P>ope.
LE TOQU
Grande snecesso
Peto Beactl -udo.
3 a Bata.
A Hflda comedia em o Comedia de Mi
Pelos anuas dramatie}.
3.' parle.
eSANDfe AtilA E SCEffA DO i. ACTO E Dl'ETTO
DO ACTO DE
Barbe-Bien.
(astea da Offenbach)
Por Mme. Poppe e o Beneficiado.
4.' parte.
Genro e criado
graciosa comedia em um acto desempeonada pelos
artistas dramatieo.
Principiar s 8 1|1
Os bi listes esta* disposieao do publico no ho-
tel da Europa, e no dia di erpeclaculo no tbeatro.
O beneficiado espera que o publico de?ta cidada
continoar a dispensar-lhe a pfotecc,o eom que
tanto o trm pen/i .radu, e da qual ,-e coofessa ettr-
nameute grata Aproveita igualmente a pccajiSo
para agradecer de cofacao aos seua irua>-s o'arte
qq benevolamenw s<-prctaram a coaljuva lo.
Haver trem, depois do espctacr.lo, para Api
pucos.
THEATRO
fiurn mm
EMPREZA
Vicente & Bahi-.
Oninta-feira 21 de novembro
Reetta em beneficio do
faptesenur se ha o muito applaudido drama
em o a:;o- :
A MENDIGA
no qoal desempenba o princmal p.H el a ac'ru
Maauela Lioj,
Terminar o eapecucaio c ra a lioda comodia
em i aeti. ornada de mu'iea
UN experiencia
Principiara 8 t 1|2 horas.
O beneficiado espera que aioda desta vez o pa-
biteo Ibe aii-peas^ a sata protegi, da aual se
eonfe>sa sincera mente agradecido.
Atent?ao
Mudou (odas as scenas.
0]PA%HIA
Alfil
Espactaculo^mech 'iico
Rqa dr rtnperatriz n. 77
Prograiumi:
1.* A reurreico de Nosso Senhor e o ?eo Cal-
vario, com a msica religiosa pira o acto.
2. A grande bataiha peto o\. Saint ClouJ, cem
a musida proprii.
3* Urna grande proeissao em Roma, em que fi-
gurara todos os principes da igrej -o particular-
mete 'o santo padre.
4.a A gare da grande cilade de Strasbrgo,
5 A tataib de D ion.
6* A vista do porto de Bordeaux.
7.* O desembarque de tropas na Vera Cruz
(America).
8* A estrada de ferro do Monte Ces (dalia/
Um stenoscepo composlo das rnelhores callee-
coes de operas.
Principiando o espectculo as 6 i|2 horas e na-
dando s 9 i'4 da noule.
Entrada 300 r*.
avisos martimos.
PABA O POKTO.
Segu con toda a Me vida de ao briguu portuguez
Hornea, por ter parte da cajga eagaj.da, para o
resto e p.-iaasgearos trata se eom o seas consigna-
tario* F. de Aqutao Poaeeea.&C. Succesaores, ra
do Vigartb ti. 19.
Pretenda sabir com penca demora a barca por-
tngueza Sitial, capito AaguM>vpar ter a maior
parle da carga engajada; e para- o resto que ibe
falta pasaageiros para su mo ios, trata-se eeta-O/ eonsiga^ario Joaqum Josi
Goncalv Bel trio a, rai do Commercio n. B.
Para o Kio-Grande
wiV.av uiiiJiuuiit
Do port.ot do sal esperado
ai.4 o da 22 do correte o vapor
Bah'd, o qual djpois da demora
do coVu ce seguir para os por-
tot do jorie.
EncdiTimendat de peqaeao valor, jmso. medida,*|
tambera dinheiro, reeebem se ate a f hora ds
tarde do da da sabida do vapor.
Para fretes e passageirus trais-se ni agencia,
roa do Commercio a. 8.
"ara o Bio de Janeiro.
Oere sabir com muita brevidade o brigue por-
tuguez Jndiih por ter alganra carga a bordb e oo
tra engajada. Para o resto e paasageirns trata-se
com o- consignatarios Tnomaz de Aqnino Foace-
ca A C. saccessores, ra do Vigariu n. 19.
Venia de barcapa.
Vende-se nma baretea, a qual pega em 22 cal-
za? ou 220 saceos cara assacar ; trata-se com Cu-
aba Irmaos 4 C. na da Madre de Dos n. 3i.
PARA LISBOA
O brigae portuguez Cotte, capito Galvo, vai
sabir breve : para cara e passag^iros tratase
com E. R. Babello A C. rm do Commercio o. 48.
PAR LISBOA
O brigoe portuguez Bella Figueense, eapitio
Camino, vai sabir breva; para crga e pasaa
geiros trata-se com E. B. Rabollo & C, roa do
Commercio a. 48,
de qaem perienotr de 31 taoecj coa Mji
btinho. a qaaet drl vendiln. en f j
tole, no dia acuna nuaru feira 20 aa ea
11 horas o anaoh, na porta do Atoes/
le da alfandega.
Grande liqnidapaS
i,%nEMAan
17 Jua da Imperatriz 17
QUARTA-FEIRA 90 DO COMeMa*
PAR LISBOA
A Larca portngaeza Ptteira Borges. capito
A velar, vai sahr breve : para carga o passagei
ros traia-jfl com E. R. Rabello & C, ra do Om-
mereio a. 48.
PARA O
PURTO
A barca portngaeza Minerta, capillo A. L. da
Costa, vai sabir breve; pira carga e patsageiros,
para o- qaaes tem boas commodos, trata se eom
E. R. Rabello & C. roa do Commeycio n. 48.
Porto por Li>boi
Segae imprelirivelraente no Domingo 17
do corrate a barca porlogaeza Ih-rsilia,
aioda tem lugar para algoma carga, por isso
quera quiz-r carregar pode entender-secon
o consigaatario Jiaqnim Jos Goo(alfes
Beltrao, a roa do Commercio o. 5.
BAHA
Para o referido porto pretende seguir
com poucos d'as de demora o hyate Olinda,
por ter a maior parte da carga engajada, e
para a pooca q .e Ihe falta traase cora o
lonsigoatario Joaqoim Jos Goncalves Bel-
trao, ra do Conjftercio n. 5.
toa'
Para o referido P.ito recebe carga frete o
biigoe nacional Raio : i tratar com -eu? consig-
natario* Amorim lrinaoS'4 C
O ja conhecido paihabote Garlbaldi, da carrei
ra da Baha, seguj para aquella porto eom a maior
brevidade pussivel, pirque ja tem parte de seo
earregamento prompto. A' tratar com o mestre
Custodio Jos Vianna, ou na ra do Amorim n.
37, com Ta-so Irma s {a C.
LEILOES.
LEIliO
DE
Movtis, louca e crystaes
floje.
Por terveo^o do agente Pinto.
No primeiro andar do obrado n. 7, da praca do
Conde d'Bo.
Constando de :
Um piano forte, 1 cadeira, 2 serpentinas, lespe-
Ihos, 6 jarros, 4 ligura?, 2 cucaes e mangas.
Urna secretaria, 1 coraraoda, 1 santuario de ja-
caranda, 1 mobih de dito e 1 guarda roupa.
Urna mesa elstica, 1 guarda-fouca, 2 quadres, 12
cadeiras, 2 aparadores, 1 quartinbeirS, f appa-
relbos para cha e ja o lar, vidroa, crystaes, e
mais objectos de casa familia.
________O leifio principiar s 10 1|2 horas.
Faseadas iuglezas
IIOJE
i de novembro.
Auga-to C. de Abren fari leilo por interven
cao do agente Pmbo Borg-s, de am magnifico
sortimento de facendas ingletas, consistindo de
combraias Victorias da todas ai qaalidades. cbi
tas reeeuteraente despachadas, fazendas de l para
vestidos, b:ins, camisas, algodo de hars e mal-
tas oatras fazeodaa, hoje 19 de novembro s 11
horas da maoba em sea armazem a roa do Mar
qaex.de Olinda, outr'ora roa da Cadera
Leiio
DE
19 barricas eom- carvao aatmal.
Terca >feira 19 do corrate
O agente Pestaa far leilo por conta de quem
perleneer, de 16 barricas coro osrvao animal, a*
qaaes serio vendidas em 1 ea mais toles a vonta
de dot compradores, no dia cima terca feira 19
do correte as 11 horas da man o no trapiche
da Cnmpanhia.
LEILAO
Oprapnetario desie natoruaU u
kndo de retirar se desta provincia, i
molestia, far l-ilo para iwjoiacao, par
ci do agente Martin, de- tatjaa ai I
existente em sea ettabelecMaetrta, o i
estao em despacho, em grradaa e peqa _
constando de trena de cosite, briatjtooaoe
enanca., bijotiriaf, cestas at avtana tjajatiadaa,
(teas fraoceat. foget, fooraarto*. a i
ios artigos proarios para lojas de la
para o qae sao convidados todos os [
ditat lojas para se sortirtm de tiseaat
mareado e por precos mdicos.
O leilo principala s 11 horas *o ata
ero dito tt^helecimeato, na a ttiraraerk a. 17
DE
om cabriolet Je 4 rodas, I dilo 4a i ra-
das, 1 cavallo dovo e andador, t aalKai
e pertences
QARTAFERA 20 D0C0RHEWE
Por i n er v enco do agen le Piala.
Ao mk da
Por occao do leil.io de moveH. I^oea orya-
taes, aa ca do Sr. Mtriinh" da O ivelra Borgas.
LEILAO
ai tlhoraa doaannhsi.
No primeiro andar do prado o. 3 da raja-
do Mrquez de Olinda.
Por mandado do lilm. Sr. Dr. jniz de erattta
e ausentes o agente Pmho 8 rgss far Ionio a>
espolio do finido M lando de nma mobilia le amarello, corneado 14
cadeiras de guarna, 1 de balaaco, 2 eoacolos a
1 sof, 1 cama franceza, 1 reloj o amerieatw, a
parede, meio apparelho de jamar, I rew Ivar, I
faca dt ponta, 1 machina de costura, 2 parea *t
lanternas, 1 candi-iro gal, I par de escarra-
deirai, i gibo, 1 jogo de malis, 1 setica, tpala.
espelbos, copos, trem de co-uha, e lado oat per-
feito eitado : os referidos mo.eis erao traap>r-
ladoa para>o predio cima mencionado, enda ser
efTectnado o leilin.
LeiJfto
Movis, iooca, vidros e crystaea
Sexta-feira 22 do correle
O agente Pestaa competentemente aotoiitada
por nma familia qne se retira para a Eorcp-, tara
leilo de sen movis, coma sejam : nma motolia
de Jacaranda, eom lampo de pedra, urna dita a
megno tambara com pedra, guar la-loo?i, gaara-
ronpa, mesas, cama. et;eibu<, marqueta*, otar-
queilo, e maitos outros tbjectos a* stvc-j da
easa, os qaaes sero vendidos no dia dn #x >
faira 22 do correle, at II aovas da maoha itu
armazem roa do Vigtrio Taaerio ao. 11.
>V1S0S PVJEBSOS
Precisa-se de utii prelo
de meia idade: neata tvp gra-
pliia.
No hotel da Intepeodetma. ra do tapara-
dar n. 32, precisa-so de na escravo de 18 a 20
aooos, para o servio da casa.
iiii
Precisa-se de nm bom eezinbeir", e se for es
eravo de conducta, pagar ae-ba nmbom alafata):
a tratar no caes do Apollo, arroaz-ra o 69, ooj 71,
O Dr. Sarment Fi-
ho, cirurgio do hoa-
FHtal Pedro II, de vol- q
a ta de saa viagem a Eu-
ropa, contina no exer-
cieio de saja profissao,
na casa de sua residen
ca a' ra do Impera-
dor u. 29
^^wf' vp vk *m *v*_
Sexta feira 22 do correis, fiada a auae
do lilm. Sr. Dr joia aa direilo do.< feiot a (ata-
da, vio novamente a praot o sobrado o. 3, a- roa
de Mathias Perreira, ear Olinda. avallada por
2 000*000 ; e casa i-rrea da Bici de S. Pedro a
3, tambero em Oiiada, avahada por 5:500*000 ,
ditos bena vio a praca por eiecnea do eoataaaa-
dador Manoel Aatooio dos Pataoa e Silva con ra
Francisco das Caagas Salgatiro, e berdeiro* <
toa finada mnlaer; sendo qne, aa falta de lictiaa
les para ditos ben?, ficar logo adjudicado ao ero-
dor exequeote. _______________
GRANDE
y-
do Sal
Prtfende segtzir.eom raatts brevidie o paiba-
lw;e, Jottn Arthw ttm parte de seo crrsgiman-
1", tngijado; para o resto que Ihe filia trata
rom oa seos consignatarios AQtonio Ltiit de Oli-
/ veara Azevedo di 6/, no sea eioriptorio, reo.
1 Be m Jefas a, ? oair'ora rda da Groa.
DE
om piano forte e novo bens movis, loo-
$a, crystaes, e mais objectos de easa de
familia.
Quarta feira 30 d corrmte.
Na ra d'Aurora n. 19& e 113
Palacete do Exm. Sr. baro d Soledade.
Marlinbo da Oliveira Borges, em consequencia
da retirada de sua familia para Europa, levar
leilo, por inwrveucio do agenta Pialo, os movis
louca, crystaes, e mais objectos existentes na casa
de sea reaid-ncia em Sano Aoaro.
Os pretndeme) encontrarn em poder do mes-
mo agente cathalogos com a desenpeo dos obyec-
tos que leem de Ser vendidos, os quaes fieatn oa
mera oos.
Os concurrentes eoconiraro bonds de msia em
mela hora, sendo jne aquelle& que foreO no bond
que parte da& esticlo s IB horas e 10 niatos
encontrara) pasiagem gratis.
O leilo principiar < 10 1|2 horas ea ponto
poa serene mnKos os lote. '___________
DB
31 saceos com fciio mulaiiobo.
Qaarta-feira 20 ao corrate.
A's H boras da maohs.
I O ageaia Pesua far leilo por eoau e tu
k Rosa Branc. mudou->
Este bem conhecido estae aciroeuto de bisa-
das, tito .ra da Iraperatnz n. 26, tr.uku so para
a mesma ru* n. 56. expondo au? >eus amigt> *
numerosos fregones o utaitr e mais lindo estiba-
lecimento da rna da Iroperattiz ; e o.- novoe pr -
prielarios promtttem ter om lindo scrtimaMo e
fzendas- e vender por prfe- mil'o riaoawi*.
para qae se torno imosordoura a fima t B .
Branca. /
Alaga-se o 1* andar do ebrW> o. Ha r*
ra do Coronel Suaf-oaa, otiKa ro< dot Man
ros : a tratar na ra Seta de SMi-nsbro n.'S
Monte Po Portuguez
Rssembla geral.
Nao tne bonUm comparecida o- numero a
tocios exigido petos estatuto* para jver ***ra<
to perio nnvaaeute convidlo a >? recn-reaa
no logar Ai cortme, domingo Ja. a 10 1 hia-
ras da roaali, para se tratar das eMcdat.
Em virtnde da disposieao do a. 21 a es' Wt-
lot a sessio ser abena urna hora
ma mencionada
Secretaria do Monte Po Purtagu*: A> Pers-ara-
bneo 18 de noveranro de IcT';
Aotonio Bapt'Ha ,\ -garirt
Presidente da a*aob
Cosario A. S. ivpeuia
____________________SafraiTi'. .
QaOaitpprecuder u qneno, dessobato, n. 15,6'l com no.nc aaiaa-
pa, perlo da chave de cordi, Ji.# Aatoaio a
Silva ; do mesmo modo una ci reate a ooro
com um paisadar, tra peda*; ds pla^aal ao ln-a;
da chave, previao-se a lo'ft* oa rrl; etroa a mi -
rives : a entregar ao Oecco do Pxi Pr* ,
i^jj^m;_________________
i3-adoret am prelo
oa roa da tina a.





f

Pfnunfctic ~ Terqa tot ti>
RIJ l DO BRUM N. 52
f
i >
(Passando o chafariz)
N'esta casa fondada ha cerca de trinta
anuos, vende-se a pazo on a dinheiro com
disconto, o machinismo preciso para a a-
gricultura da provincia, e para o fabrico
do assucar e preparado do algodao-tem
formas nara assucar e diversos utencilios.
CMJTELIA
Tendo sido engaado diversas pessoas em procura d esta
fandiqo, recomraenda-se aquellas que nao conhecem hem a
praca ohservem para si, |e para seus mandatarios que a
FUNDIC&O DO BOWMAN .
est entre o chafariz e "fortaleza, perto a oocheira dos bonds,
que os edificios estao de ambos os lados da rna e pintados de
verde nos andares inferiores.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFAR
O regeor do Gymnaslo provio
eial, irndo de raaoifesur a protan-
da df>r desta casa pelo passimeolo
do sea iilutre profesaor de geogra-
phi modera, o Dr. Antonio-Rao-
gel de Torrea Bandeira, lem a hon-
ra de convidar a lodos pa orseos
de ra residentes no Recite, e assim tos mem
br0' de quaesqoer eorpo< docentes, aos director
de Nleglo?, iostitatos e associacfes de qoalqoer
ordem i asslstirem a ?e:cio fanebrn acadmica,
que te ba de e*ltbrar na capella do mesmo Gym-
nasio, no dia 27 do correle novembro, pelas 10
bjra da manhia.
rancisco Pontes
Mari* Loureoca da Coaeeicao PontfS, Carolina
Ponte, Francisca Carolina Ponte TasEO, Fran-
cisca Mana da Conceicio, Jorge J. Taiae, Maoel
Francisco Pontos, viuva. Alba, segra, genro e
sobrinbo do finado Joio Franeico Ponte?, conv-i
d.m a seos parentea e a pessoas de ana amisade
a ra quarla feira 20 do emente, primeiro anoi-
vrsario de en passame.to, ouvirem urna missa
pelo repooso eterno de soa alma, as 7 horas da
maolia oa matriz do Corpo Santo, e por este acto
de earidade e religo, desde Ja tecoDteasanrtam-
mamente fraige1_____^________^_J
TTlrtialio Jos de Souza
Reg.
Aodrade- k Mello, gratos memoria de sea fi-
nado amigo Martiobo Jos de Sonza Rogo, man-
dam celebrar orna miau per sua alma, na igre-
ja do Espirito Santo oo dia 19 do correte, triga-
simo dia de sen falleeimeoto, e pari esto acto de
religo, rogam aos sen amigos e aos parales do
finado, o caridoso obsequio de seu comparecimen-
to pelas 7 horas do dia.________________
Precisa-te de om mt-oino de 14 a 16 ano os,
livre on escravo para mandado : no Beceo largo
o. 1 A.____________________________________
Alogam se doas casas na Torre, roa do R o,
com l qoarlo, 2 salas, coiioba tora, cada nma
deltas, milito fresca e perto da margem do Cap
baribe, sendj ditas casas de pedra e cal e acaba-
das ha poneos dias: tratar na rna da Imperatriz
o.7l.
Escravo fgido
lO,000 rs. de gratificado
Auieutou-se desde o da 13 de maio de 1872, o
'preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annot,
orllo, e bastante ladino ; este preto perfeilo eo.
xioeiro, esalara alta, magro, olfios grandes, j
estove no eognnho do Sr Lul de Calar, em S
Loreoco da Malta, oode consto ter prenles, foi
mM*0 do Sr. Adriano & Castro, e do Sr. Jos
Joaquim Googalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todo estes Senbore foi cozinheiro, lem
sido visto por pesadas qne o conhecem, dizeoio qae
est forro, auim lem podido e-capar de ser preso.
Pede-se a todas aa autoridades e capiaes de
ampo qae o pegando leve-o a roa do Duque de
Caxia n. 91, leja de Miodazas do Rival sem Se
gnndo qae receberi a gratifleacao cima decla-
rada.
Aloga-se o solo do sobrado da roa eslreila
do Rosario n. 35, com 3 quartos e 2 salas e om
sobre-solio, tem commodot para tres oa qnairo
rapaze solteiros. Na mesma casa foroeee-te ce-
rnidas para tora mal em canta do qae em o aira
qoalqoer parle : algoma pessoa que tiver de pas-
sar a festa e qaeira mandar fazer comida para
teas caixeiros, dirija-se esta casa, qae ser bem
servida.
A' TORRE
Aloga-se pe!o lempo da festa um peqoeno sitio
com oplima casa, caiada e piolada, e acomtnoda
c5es suficientes para grande familia, tendo ba-
nbo ao rio a soa frente : i tratar i rna de Ger-
vasio Pires n. 24, oa no consulado provincial.
Escravo fgido
Aaseotou-se em 7 de setembro prximo passado
o escravo Germano, preto da Costa, baixo, de re-
galar robustez, ponea barba e algnos taino no
rosto, olboa avermelbados. e ja com maitca ca-
bellos branco 5 cozioheiro e levon calca de
brim, camisa de chita e chapeo de leltro pardo :
foi ha apnos escravo do Sr. Aotodio Pedro das
Neves, e velo a poneos mezes da casa do Sr. Julo
Loiz Pereira Lima, de Goarabira, provincia da
Parabyba, tem sido visto nesta cidade e sen ar-
rabalde?. O Sr. do referido escravo, ra da Ma-
dre de Deas b 32, promette gratificar satisfacto-
riamente a oessea qne o levar.
Preeisa-s de orna ama para
cozmba : roa do Cerrador ex
DlSPO B> II.
Na rna da Goncei; o. II, precisa-
te de urna ama on criada para cozi-
nbar e servico interno de casa de fa-
milia, preferindo-se captiva e apparecer a ignota
nestas condi^Ses. _____ ______^_^_
Precisase de orna ama para
ergommar e later o mai aervi-
ci ioierao de urna eaaa de pe-
quena familia ; i irattr oo 3.
andar dest lypoyraphia._____________i________
Na ra Nova n. 16 preei- de ama
ma para coziohar. _________
AM_A
AMA
milia, prefer
nestas condi(
D
andar desta
AM.
V&\
Samuel Power Johns-
ton & C.
Ra do Apollo n. 38 e 40
Fazem sciente aos seas fregaezes que teero
mudado o sea deposito de machinas a va-
por, moendas e laxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para ra do Apollo n.
38 e 40, onde continuam a ter o mesmo sor-
tmenlo do costume.
Fazem scienie tambera que teem feto nm
arraojo com a fondicao geral, pelo que po-
dem offerecer-se para assentar qualquer
machinismo e mesmo garant lo.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
DR CA8AN0VA
Largo da matriz de Santo
Antonio n. 2.
Consultas e visita a toda a hora. Me-
dicamentos e carteiras do meihorea fa-
bricante.
Os proprietario da fundiclo geral taiem
scienles ao enhores de engenho e mais
pessoas, que teem estabelecldo urna fundi-
cio de ferro e brouze a ra do Brum, jau-
to a estaeo dos bonds, onde aprontarlo
qualquer obra de encommenda com perfei-
cao e proraptido.
Os mesmo rogam as pessoas que quei-
ram utilisar se de seus servicos de deixa-
rem as encommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Johnston 4 C. a rna do Apol-
lo n. 38 e 40, onde acharo pessoa habili-
tada com quem possam entenderse.
Apparelho para fabricar assncar, do systema
W"<= v WESTON CENTREFUGAL
nicos agentes em Pemambaco a fuodico geral.
Para tratar em seu escriptorio a ra do Apollo n. 38 9 40.
AO tL 9
No progresso do pateo do Carmo (em manteiga
ingleza Olor a i% a libra o qae ha de melhor no
mercado, bem como tem nm bom soriimento para
qualqusr chefe de familia fazer seu snpprimeato
para a testa : portante pede-se a atKncao do res
peitavel publico.qoer do mato on da praca.
MMIMltl MMM
Precisa-se '*"
d'alfaiate: a
tratar na tfficina de Pa&taleao & Ir-
mo, roa do Baro da Victoria
n 14.
s
u
5
na
Precisa-se de nm menino de 14 a 16 ans
para mandados: no beeco largo n. 1 A.________
8

I
S
1
MOFINA
Sio..., sio..., uo ouve?
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello, es-
:rivao na, cidade de Nazareth desta provincia, o
(avor de vir a roa Duque de Caxia n. 36 a con-
fuir aquelle negoeio que S. S. se eomprcmetten a
realisar, pela tereeira chamada de.-ie iorna, era
3n de dezembro prximo passado, e depois para
Janeiro, paseon fevereiro e abril, e nada com
prio e por este motivo de novo chamado par
dito Om, pois S. S. se deve lembrtr qae este ne-
gocio de mai de oito annos, e quando o seohor
sen filho se achava nesta ciade.
Eio ae Jane r
Roa *aa los n. 15.
Madame Henriette a Ihonnenr de taire savoir
se amis et au poblie que la maison menble
qu'elle tient roe san Jos 15 vient d'etre eniiere-
meol remise neuf. Chambres et cabinets louer,
Tab'edhote confortable ; service patfait, Prixmo-
moders.
1004000
Precisase de ama qae (pi-
ba bem cozinbar, engemmar
e ensabear: i tratar na Pra-
5a do Corpo Santa n. 17, 3* aojar.
Ana de leit
Precisase de urna ama qne teohabom leiile
sem rilho : a ra Duque de Caxia n. 91, riva sea
segando.__________________________________
Na rna do Hjspicio o. 16 preei-
sa-se de duas amas, quer forras o
LlAtxa./ captivas, sendo orna c zmbeira
ontra engommadeira ; paga se bem, agatdaade. *
Precisa-se d- ama ama para com-
prar e eozinhar para casa de pe-
: tratar no tereeiro andar desta
AMA
quena familia
typograpbia.
Fogio do ecgenho Poqfjl, em Serinbaem, no
dia 7 do mez prximo passado, o mnlato Simio,
com os signaes siguintes : estatura regular,
corpo secco, cor alaraojada, barba serrada, ca
bello carapinbos e falla descansada. Quem o
pegar leve o ao sea senhor o lenente-eoronel Vi-
cente Mendes Wandtrlev, no dito engenho, on ne
Recite ao Sr.Bernardino d'e Sena Pontnal, na ra da
Maure de Deus n. 36, que recebera a graliQeacJo
de 1001.
tiga do Aragao n. 37.
Preci&a-se de nma para
comprar e eozinhar : na roa
do Visconde de Pelotas, ao-
BARATEIRO
DO
RAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
Loureuco Pereira Mendes Guimaraes
Declara ao respeitavel publico que, tendo concluido o conserto qae fez em sea es-
Ubelecinento da roa da Imperatriz n. 72, declara que o sortio de novas fazendas pro-
' os preces sao es mais baratos possiveis a s
Alnga-se o pavimento terreo da travessa da
Bomba n. 4 : a trater na praca da Independencia
os. 18 e 20.
Anda procisa-se de um caixeiro com algu-
ma pratiea de molbados : na ra Duqae de Ca-
xias o. 41 A.
Furtaram um reu gio soisso, de ouro, com
ama ecrrtnte deflaquet, tendo no meio nm cir-
culo de pedra encarnadas, e para os lados tran-
se'im, o nomero do relogio 57610 : quem o ap
prebeoder ser gratificado, levaodo-o ao pateo do
Carmo n. 9.
1
Troca-se Dotas do banco do Brasil e de sua*
lliaes na roa do Baro da Victoria n. 63, antiga
roa Nova loja da Joo Joaqnim da CostaLeito
Companhia Allianpa
ieguros maritiraos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
. CAPITAL..Rs. 4,000:000X000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
i risco martimo em navio de vel>a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
jomo contra fogo sobre predios, gneros e
izendas.
Agente Joaqoim Jos Goncalves Beltrlo,
roa do Commercio n. 5, i.e andar.
Alnga-se
Precisa-te alogar um sobrsdinbo de om
andar, oa cm iegondo sndar e solo, oo
mesmo orna casa terrea, com tanto que te
nba pelo meos 3 quartos, 2 salas, cozi-
uba fra e quintal: qoem tiver para alogar
dirija-se ao escriptorio deste Diario, qae
achar coa quem tratar.________^______
litio em Aplpuces
Aloga-se nm, lodo morado e cercado, rom muito
boa casa de vivenda, perto do no e da estaco dos
trunos urbanos : a Iratar com o Ramos na dita
estaeo do ApiDuco?.
AMAS
Preeha-se alogar doas ama, da< qoae
teja coziobelra e faiba tazer compra*, e a ouira
saiba bem lavar e bem engomroar.
Quera esliver as condicoe? requeridas e peaaa
gsrantir sua coodocta, dirija se ao s'gundo andar
da caa em que taocciona a'iypographia do Mito*
que achara com quem tratar._________________
A M a Precisa-se de uma ama era comprar e
aJIlAcfinbar : na roa de S. Francifeo 54.
A
um criado
cravo.
Na ra do I nperador o. 17,
se precisa de uma ama forra
ou escrava ; assim como de
de menor idade, taxbem forro on im-
proprias para a festa do nata
lASINHAS A* 120 RS.
Vende-se lasiohas para vestidos a 120
WO, 3i0, OO e 300 rs. o covado.
NDBNSB A 800 RS.
Vende-se uma nova fazenia de seda e
linbo, por nome olindense, propria para
640 e 800 vestidos, a 830 rs. o co?ado.
ALPAGAS DE CORES A 440 RS.
CORTES DE BRIM A' 14500.
Vende-se cortes de brim para calca a
10000 6 250(0.
MADAPOLO A* 30COO.
Vende-se pe$as de madapolSo a 30000,
405O, 53000. 60000 6 8.3000.
CHAPEOS OE PALHA A 2*000.
Veide-se chapeos de palba, do feltro e
a U,
O Sr. Luiz Gomes Beierra pode procurar
cartas os na rna do alatqun de Olinda n 40.
Alnga-se orna escrava na ra do Imperador
n. SO, 3.* indar.
com um menino:
37.
Precita se de duas amas.
sendo ama qne sa'ba- bear
eozinhar, e outra para andar
a tratar oa ra do H pteto n.
Precisa-se de doas, sendo
uma para eozinhar e ontra
para o servido interno, par
casa de ponea familia : a
ma da Soledade nuocte
78.
Vende-se alpacas de cores, lisas e lavra- de castor, para homens e meninos
das, para vestidos de senhora, i 440, 500, 20500, 30 e 40000.
rs. o covado. ALGODO A' 40000,
baptistaS a soo RS. Vende-se pecas de algodo americano,
Vende-se ama nova azenla por nome 4,500c, 53000 e 60000.
baptistas, para vestidos, a 500 rs. o co-
vado.
SOTANAS A 610 RS.
Vende-se nma nova fazenda de l e seda
por nome setanas, para vestidos de senho-
ras e meninas, a 640 rs. o covado.
PHANTAS1A A 800 RS.
Vende-se uma nova fazenda lisa, por nome
phantasia, para vestido?, a 800 o covado.
rusio branco a SCO rs.
Veade-se fasta) branco e de cores, para
vestidos, de seohora, a Zi'J e 400 rs. o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas escaras e cla-
ras, a 240, 280, 320 e 361 rs. o covado.
BRAMANTE A 10600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura, proprio para lencoe?, a 10600,
e 23200 o metro.
Crosdenaplcs preto a a .OO
Vende-se grosdenapla preto a 20000,
20500, 3350O e 55000 o covado.
PA-S.SO PItETO A U300.
Creme de sob-nitrato de
Bismutho
O sob-nitrato de Bismutho um deste raros
medicamentos que pode-se qnalificar de heroi-
cos ; com effeito se emprega com nm sueesso
?empr6 assegnrad] contra todas as lesSes da vas
digestivas, taes comodiarrbeas, dyseuterias, "gas
iritis, gastralgias, dores do estomago e da barriga,
ulceracdes dos intestinos.Cada vidro acompaoba
uma eclber que a ddze. Deposito na pbarma-
cia americana de Ferreira Maia & C, ra Duque
de Caxia n. 57.
Pepsina medicinal adocada,
O melhor preparado para combater todas as
molestias do estomago. Cada franco aeompaoba
uma colber de praia, dze que se deve tomar. De-
posito na pbarmacia americana de Ferreira Maia &
C, ra Doqoe de Cana o. 57. _________
Para a festa.
Alogam se doas easas no Catanga, muito pr-
xima do rio e da estaeo dos triibos urbanos, com
grandes commodos para qua'quer familia passar a
esta : a iratar no sitio da liba, no mesmo lugar.
BOTINAS PARA SENHORAS A 50000.
Vende-se bolinas para senhora, a 50000
6 50500.
GAMBRAIAS A 30000.
Vende-se pecas de cambraias lisas para
vestidos, a 30000 40000 e 50000.
CAMISAS BRANCAS A 2*000.
Vende-se camisas brancas a 20500 e 20.
Ditas de linho a 30, 30500, 4*000 e
50000.
Palitots de panno preto a 50000, 70000
e 80000. Palitots de casemira de cores, a
' 40, 50000 e 80000.
SAPATOS DE TRANCA A 10400.
Vende-se sapatos de tranca e tapet, para
homens e senboras, a 10500, -10800 e20.
Sapat03 de casemira pretos a 20500, 30 e
305(0.
CHALES A* SCO RS.
Vende-se chales de lia cem quadros e lis-
tras, a 800 rs. e 10000, ditos de uarin
estampados, a 20000, 30500, 40 e 50000.
E outras muitas fazendas que se vende
sem reserva de preco. na loja do barateiro
AVISO AO
COMMERCIO
Azevedo & Gomes, estabelecldo com loja de fa-
zendas roa da Imperatriz o. 26, fazem sciente
ao commercio, qoe modaram-se para a mesma
ra n. 56, e nesta occasiao dissolveram a socieds-
de, fleando lodo o aclivo e passivo do novo esta-
belecimento a cargo da nova 8rma de Araop.
Braga A C. Recite 14 de oovembro de 1872.
Vende-5e panno preto para calcas e pa-,
itots, a 10500, 20500, 30(00, 40OOO Bazar Nacional.Rna da Imperatriz n.
5000 o coiado. 172. ^______^__
GRANDE
Escravo fgidos.
Fugiram na ncote de 17 para 18 do crreme,
do eogenbo Soledade, junto da estscio da Fscada,
tres escravos com os aigoaes segoin:es :
i Amaro, cabra, ebeio do corpo, estatura re-
galar, caneca redooda, testa carta e rogada, 10
annos de idade, natural da Bhia.
2* Tbomaz, de 30 annos de idade, alto, secco,
cor preta,ps nm ponto sabidos e malfaltos, den-
les alvos ede pomas, falla cbea e cabera peque-
a, natnral do Buique.
3* Jos, 25 annos de idade, btm preto, nariz
afilado, olbos grandes, bacca pequea, e desdeo-
lado, tem a peroa esqaerda um pouco loria ; ro-
ga-se a tedas as autoridades policiaes, inspectores
e capiaes de campo a captara dos itos escravos,
gratificando se generosamente a quem os pren-
der e os levar a sen dono, na roem > engenbo, ou
a Cnnha Irmaos & C, ra da Madre de Deo o,
24, no Recita_______________________________
Preeisa-se de uma ama que saiba ciziobar
eengommar. para easa de pouca familia: na ra
Direita-o. 10.
Heitor 4 Sampaio mudando o eo estabelecimen-
to da ma do Bario da Victoria n. 38, para a roa
ie Santo Amaro n. 1, esquina da ra da Roda,
ledaram que augmentaram dito estabelecimento
pars maior escala, e acbase com sortimento de
lodos os artigos de sua prcflssao, como sejam :
encanamentcs proprios para agua e gaz, bomba?
le varios systemas, torneiras de toda as qualida
Jes, choques para baobeiro e vlvulas, obras de
fundicio, de breoie, caldeireiria e fooileiria; rece
bem qoaesqoer encommendas garantindo bara-
teza e ptrfeico, pela razio mandaren) buscar
as materias primas por conta propria e ter
peritas offlciaes._____________________________
Attenqo
Para easamealos e bailes
Na ra estreita do Rosario sobrado n. 35, pre-
parara se bandeijas de bollo, de gosto e por barato
prece, ai-se pao del, pudings, bollo inglez, enfei-
tados boqoets para noivo, de cravos nalnraes e
Btas bordadas oiro, sendo a encommenda 6 das
antes, preparam-se doces de semed de de ovos, pas-
tis de nata e tortas, tudo cem muito aceio e preco
commodo. Na mesma casa faz-se toda qualidade
de flore para senhoras e meninas, capellas a
diademas, rozas finas para enfeites, llores de cera
de toda qualidade, boquets para bollos, sendo as
flores de cera, de papel e de panno, enfeitam-se
vellas com lodo gosto para baptisados, finas flores
para iroagens, palmas, arcse capellas, festoes
almze roza: qualquer en-ccmmenda para fora
az-se ecm presteza:______________________^
Na travessa da rna
tees n, i, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e brilban-
tes, seja qnal for a qnan-
tia. ia mesma casa eom-
pram-se os mesnos me-
taes e pedras.
wrzxm9Mmmm
Vvcniza oa de ou> menino de 9
X rcvl5tt"O a 12 aanos, qoe sirva
para recebedor de papel: quem pretender
dirij-se esta typograpbia._____________
AMA
Precisa-se para orna
easa de penca familia, de
orna perfeita coziobeira :
a qae esliver nestas con-
dicSes, ippareca na rea
do Visconde de Goyaina
nMBl.
a\
Precisa-se de ama para casa
de poaea familia : no lant?
da matriz de Santo An'.orn*
n. lo.
AMA
famia
o. 3o,
Precia se de orna moiber ca-
paz para tom-r eonta de on
meoino de nm mez, em eaaa de
tratar na roa do Mrquez de Girada
Caixeiro
Prtcisa-se de om com bastante pratiea de dro-
gara : na pbarmacia central, ra do Imperador
n. 38.
AMAS
Na ra do Imperador n-16, andar, preem-se
de doas amas, seodo uma para engommado e on-
tra para andar com um menino de nm me:, na-
ga se bem.______________________^^_____
A moa Precisase de ama para cosi bar
AUluooulra para enbommar ; a tratar ni rnt
po Hospicio n. 46, on roa dojQaeimado n. 72.
Precisa-'e de ama ama que euznbe e com-
pre para umi pessoa : i tratar na ra larga
do Rosario n. 35, leja.
*m
Mendes & Carvalho fazem sciente ao respeitave
publico e a teus numerosos freguezes, acham em liqoida;ao de ru de anuo, e os convi
dam a supprirem-s,e de fazendas baratas. Convi
dam tambera a lodos os stus devedores a virem
amigavelmente saldar suas contas por todo o cor-
rete mez, fiado o qual*sero incontinente cobra-
das por outros meio._________________
Precisa-se de orna ama os
criada para comprar.eozinnar
e engommar para uma pe-
i, prefere =o eaptiva : a tratar no 2.* andar da
casa n. 22 da roa estreita do Rosario.___________
Precisa-se de uma ama pa-
ra tomar eonta e iratar de
quatro criaogas em ;asa de
familia,agr'adrodo pag-eb:"n : na ra do Brura
o. 80, 2 andar. ____________,
N
Nao leiam
negocio
da ra da Imperatriz,
OUEIMA
RA DO CRESPO N. 20
MadapolSo avarlado a 3^500 e 50300, dito
rancez flno a 70, 80 e 90 a peca.
Cbitas escaras fioa9 com barras a 360 rs.
o covado.
L5s midas com msela a iOO rs. o co-
vado.
Ditas especiaos com bonitas listas a 500
rs. o covado.
Alpacas lisas de cores a 103 rs. o covado.
Baptistas com barras a 500 rs. o covado.
Cbitas transadas para cubera a 320 rs.
o covado.
Lencos de ca-sa com barras a 100, 120
160 rs. cada om.
Cbales de merino liso 26500 ota.
Ditos dito estampados a 40 e 50.
CasimVi preta a 10800 o covado.
Cambraias com barras e riiidau a 600
rs. a vara.
Bramante de i largoras a 10600 a vara.
Dito de linbo de i largoras a 20500 a
vara.
AlgodD T, largo, a 50 a peca.
Brim branco alcoxoado snperior a 20400
a vara. *
Cambraia Victoria floa a 10 a peca.
Dita transparente fina a 30, 40, 50 e
60 a peca.
Mosselina branca a 400 rs. o covado.
Toalbas alcoxoadas, grandes, a 60 a
Cobertas de ganga adamascada a 30OCO,
30600 e 40500.
Lences de bramante a 20 om.
Cobertas de chita transada a 20 orna.
Cobertores de 13 escara a 20 um.
Cortes de calca de fnstao a 10.
Eu abaixo assigoade, fago sciente ao res
peitavel publico, e principalmente ao corpo do
commercio, que tendo contratado comprar a casa
eommereial dos Srs. Coelbo & Oliveira, em Ma
manguape, depois de ter dado balanco em dita
casa exiglram os mesmos Sr?. orna lema por mlm
aceita e por Joao Francisco Maia Ftlbo, da quao
tia de 3004. Poneos das depois se arrependeram
de fazer este negocio, exigindo eu a leltra que a
elle tinbam aceitad1, nao me a qulzeram entre
gar, a vista disto declaro em terapo qoe aos Srs.
Coeho AOlivetra nada devo.
Recife, 18 de novembro de 1872.
Mancel Jos Ferretra.
HEITIATIS110S
ltinlflM
la,i|i
sau
>lc.
ZStrDEPUfAWES ^
'i55B^Sbast0D0ls
; purgativa!
1
liMlMfr
OSE REFRES
OEPl/AATIV,
.&'
*'v
34-
DEPOSITO GERAL
RA
Pharmacia e drogara
M
BARTHOLOMEU A C-
-Rua larga do Rosario34
Alnga-se ata grande arraazem no catfs de
Caprbribe ; a tratar com Praneiaeo de Asei ^ri-
to, da rna do Apollo.________________________
A imperial fabrica de chapeos, i ra 1* d'e
Marco o. i, (recita de perito offleiae de cbape-
Jeirc. i
ESCRATO
FGIDO
Fogio do engenho Animoso, da fregaezia da
Escada, a 21 de agosto passado, Francisco, cor
preta, baixo, grossora regalar, rosto redondo, bar-
bado, j pinta, falla grossa, bracos cercovados,
um pouco eorcundo, sabe 1er e escrever, tem um
ataque aa falla que em quasi todas as palavras
admiite(oo$am qoe), tem urna banda liberta, e
aoda com a carta de alforria da mesma ; descoo-
fla-se estar pe to do oorte, oo engenho Mussupi-
nbo ou outro encostados, visto que foi da fami-
lia do finado padre Pedro e D. Arabrcze, e quan-
do fogio tomoo esta direccao ; tarrbem tem pea-
so-s da familia dos senhores qoe foi, oa cidade de
Olinda, na Croz do Rebolso, casado com urna
mulher forra de nome Francisca, e tem doas Ii
Ibas, sendo nma j mo?a, e todos sao pardos, e
talvez j estejara juntos, porm elle fogio mais um
caboeolo : quem o prender dirija-se ao mesmo
engenho, ou no Recife, ra da Praia n. 14, que
nr bem recompensado.
Aluga-se uma casa terrea com grande
quintal, com rvoredo, serve para passar a fas-
ta, a qual situada oa ra dos Guararapes o.
i, na cidade de Olinda : quem pretender dirija
ae roa da Lingoeta o. i, a fallar com Jos Car-
dozo de Sa.
CAIXEIRO
Precisa-se de nm de 18 a 20 annos e d flanco
da conducta, com bastante pralica de taverna :
a tratar na ma da Concordia n. iM.___________
Omoibus de Nasareth.
A viagen deste mnibus eootinoam a ser as
segunda feira de Nazaretb para o Recite, e des-
ta cidade para aquella na qnintas-feiras : a tra-
tar com Prancisco Agostiobo de Rarro, em Nara-
retb, e com Joio Cesar, na roa do Imperador n.
19, no Recife. ______________________
Alnga-se em Olinda uma casa fresca e po-
tada de novo, contendo 1 salas e 2 qoartos: a
tratar oo sobrado encarnado ao lado da igreja do
Btalo.
Aluga-se a casa terrea n 40 do caes do Ca-
pibaribe, com commodo para grande familia : na
roa da Imperatriz n. 40._____________________
Casa para
Aluga-se a casa n. -i>4
tendo armacao para qoalqoer Dfgocio : a tratar
oa me?ma roa n. 60, com Pereira da Silva A C.
RETALHA-SE
vootade" dos compradores, o sliio Craveiros, em
Beberibe de bixo, margm do rio : paza tratar
oa roa do Commercio n. 14, pavimento terreo, oo
oa roa do Destioo n lo. __________.
Precisa-se lugar om moleqoe de 14 a 16
annos : agradando, paga-se bem : na ra Velba
o. 75.
Dr. G, Valbaum, medico.
Rna de Paulino Cmara n. 17,
ootr'ora Camb do Carmo
Pode ser procurado das 6 horas da manhi at
as 10, e das 3 da tarde em diante, e a noite a qaal
qaer hora.
ATTENCAO
Do engenho Palma, fregutzia do Bom Jardiro,
fugiram doas escravos, a ;aber : Laorenlino, com
os stgnaes segolntes : crioolo, boa figura, cabera
redonda, olhos vermelb&s, or.elbas pequeas, den-
tes grandes e limados, estatura regular, pouca
suss, cabellos nos peitoa, pernas finas e ps gran
des; representa ter 30 auno pouco mais ou mo
DOS.
Eugenio, ericuio, bas'.ante preto, hoa figura
naviz grosso e dictador, ps grossos, representa
le 40 anuo?, e mosira ja alguns cabellos brancos:
quem os ap^rdiender, l.-ve os ao dito engenho ao
Sr. Maaoel Antonio Gaiio, sethor dos ditos es-
cravos, ou oe'?. praca ao Sr. Joaquina Jos Ra-
mos, ra do Bom Jess p. 8, 1. andar.______
Nos jornaes que circulara nosta capital, encon-
trara se mil annuncies. Un, inculcamno boas
sedas ; cutros, boc tpalos ; outro, costn.
;'ooj ; e mil ootro objecios qae seria larefa insu-
peravel pretender enomera-los.
Pcit bem : pela nossa parte aeompanbaremne
o rso da humanidad qoe a anuncia,...........
annonciando lair.bem I O qoe t Pergeniar on
leitora curiosa. O que f mioha senhora I A-
nonciamos o boro, o Dello. o saboreso e o delei-
tavel I Ano uncamos.... sabe oque?... Pastis
bolo?, paes-de-l, pudings, fatias de Millo, bc
boeados, empadas de carnario, e todo qoaoto oes-
te genero o ;eu delicado paladar possa defe)ar.
Ainda mais : temos fiambres, salames, liogoas
aflambrada", peixes em cooserva; assim eorao
cacas, froclas, legume etc. ele.
Nao acabamos ainda I.. Para om casamento
preparamos lodj cuanto seja oecessario para qne
ama mesa disperte o mai rebelde apetite. .. De
licores lemo um espleodido sortimeoto. De vi-
nbo, desde o iadispensavel Fi/ueira at ao espo-
maote Rheno oa delicioso moscatel. Qaalqotr
qaalidadedecfrrv; Abl... e esta III.. Ainda cao linhamos dilo on-
de se encontra indo isto. Nos o dizemos depres.
Sabem onde a raa do Imperador ?.. Quera nao
saber I Poi bem. Oode virem om graode laro-
peSo (acceso de noute) pondurado na frente da ea-
sa, que piolada de encarnado, nao pergoolea)
mai, eairem para o salo, sentem se a orna da
mesas do maraxre qae ahi se encontrara, facam
servir se daqoillo qoe desejarem, e qae for ten-
dente a casas desta ordem: e experimenten e ve-
rao como sao servidos com presteza e ateio, e por
mdicos precos. .
Nao se esquejara ; venham visitar a confeila-
ria do Campes, e convencer-ie bao da veracidad
de nossas palavras.
Confeitana do Campos, ra do Imperador o. i-t
Precisa-se de um menino de 10 a 12 annos
para caixeiro em loja de rtiudea, prefere-se os ol-
timaroepte chfgadoa: na rna da Imperatriz n. 78.
O Sr. Ernesto da S, morador no engenho
Serrana (do Cabo) e antiganjente em Guararapes,
fllho no finado teoente-coronel Nereo de S e Al-
boqoerque, que era lrroao do Sr. Bario de Gua-
rarapes ( presentemente era Par ) e ennbado do
Sr. Dr. Francisco do Reg Barros de Lacerda,
rogado de vir a ra da Caflftboa do Carmo n. 17,
a negoeio de sea interese. *
~ C0ZI1EIR0
Precisase de om eozinheiro ou ajudante de ce-
zinba : no bote! do universo o. 2, ra do Com-
merito.
Companhia de seguros Utili-
dade Publica,
Roa do Ylgarlo b .
Em consequencia de e nio ter reunido nume-
ro legal dos Srs. accionistas desta companhia para
o enmprimento do art. 41 de seos estatutos de
novo ilo convidados pela direccao para o dia 20
do correte ao meio dia, que devera funceionar
com o numero que somparecer em vista do art.
39.
Recife, I j de novembro de 1872.
O directore?,
Candido C. G. Aleo/orado,
Francl'co Joaqmra R. N, Brlto.
Frecisa-se
De nm cotinbefro on eczloheira que entenda do
offkio : tratar na rna do Mardnez de Olinda na
mtro3C
SITIO
Aluga-se om bom sitio na Capnoga raa da
Pernambucaoas n. 56. com commodos para fami-
lia, com jardira, arvores de rocto. etc. : a tratar
no 1# andar da roa do Crespo o. 16, e para ver,
das 9 horas da rasnh s 5 da urde ; a chave
acba no sitio n. 60 da mesmaloa
1578:000
Sr. Rotilio
Roga-se ao Sr. Rotilio Toleooo de Figaeiredo
Lira, o cbzequio de vir a ra de Marcilio Das
o. 76, ootr'ora rna Direita, a negocio de seo in-
ters se.
FEITOR
Precisa-se de om bom feitor portogMz,
para sitio nesta cidade : i roa dosllospicio
o. 33.
Dr. F. J. Pereira da Mot:, medioo ope-
rador e parteiro
N. 38.-Ruada Crax-N.JaX
2.* andar.
i
Precisa se alagar om moteque de
annos: na roa Primeiro de Mar?o 23.

'


W 5
i-"'
ATTEN'CO
800*000 ft- ;
Do eogeoho Seta Ra_e*os, frefuexia da Escada,
imh 4a eidada da Vietoria da proviocia de Per-
nambaeo, fagiram os eseravorsegalotes : "" |
Em diu de outoftro de 1867, o escravo Luii,
crioalo, de idade de 39 noos poaco maii oo roe-
dos, aliara recalar, de bom eorpo, car prela, ten
panoo pelo roa, denles limados, bem leito de
ps e mioe, pernas grossas, poota barba, mano
ladino e ameacado do astboatico, foi comprado
oa eldade do Recife ao portagnez o Sr. Antonio
Jee Vieira de Sonta.
No dia 10 de tovereiro de 1868. e eacmo cabra
de nome Luiz Ignacio, de idade 38 aonos poaco
mais on meaos, altara algum'a coosa mais
qoe regular, cbeio do eorpo, amalando, oaos
pequeos, aarii adiado, cara bexigosa, por-
du aroseas, bem feilo de ps, anda meio corean-
da, cabellos carapinbos mas meio sollos, anda eom
os ps am taito para dentro, falla grossa, deates
liudo*,' tem am calombo na p, esqoerda, e cha-
ma-s Luii, mas o tratam poi Ignacio ; levoa am
cavallo alaso cora caogaltu, comprado na cidade
do Recite ao portogaezo Sr. Antonio Jos Vieira
de Soma.
No domingo, dia de Paschoa de 1870, a eserava
Hita, cabra, de idade de 10 annoa poaco mais oo
meos, de bom eorpo, altara balia, ismalmada,
paitos regalares, bem parecida, rosto cario, bocci
pequea, tem ama barroquiona natoral noqaeixo,
denles limados, ps pequeos, nadega empinada,
risonba, cabellos carapinbos, osa abrir de lado o
cabello, se o nao tem amarrado, olbos grandes, na-
nos pelo rosto, foi comprada na cidade do Recife
ao mesmo Sr. Sonta.
Bm das de abril de 1871, o escravo Jlo, erja-
lo, de idade ti anoos poaco mais oa menos, alta-
ra regalar, cor preu, secco do eorpo, nenhuraa
barba, denles limados, vesgo de am dos olbos, en-
teade de eosioba e de engomando, tem mai oa
prente na cidade de Olioda onde estar acontado,
foi comprado na cidade do Recle ao Sr. Jovioo
BaaeVeira.
Rogase portento as autoridades polieiaes e aos
Srs. espilles de campo a apprebensio de ditos es-
cravos e lvalos ao dito eogenho Sete Rancho?,
qaa te. recompensar com a qaanlia cima
mencionada por lodos qaatro.
FABRICA DE MACHINAS
A1 Ra do Brao do Triumpho (ra do Brtim]*ns.
100 104.
CARDOSO a IRMAO
AVISAM aos Srs. de engeraos e ao publico em geni, qoe teem receido da Eoropa,
(riode eortimenlo de ferragens pan engenhoa e para lavoara, e qaaesquer ootroa ozos
i miateres da industria agrcola, o qoe todo venden por precos razoaveis.
Formas para ssuear ntT'gllVMiMdM "8 *""" l'm~
Mar\f\r>aa &oriIODtaflS e vercaes j bem conhecidos nesta provincia e lora della,
Y ciporOS os melbores qoe teem vindo a este mercado.
IlL08n(L8>S completas de diversos tamaebos, obra multa forte;e bem acabada.
UL61&S mOOUUftS pari assentar em grades de madeira.
TaiXaS US IOrrO de ferro foodido e batido de diwaoi lmannos.
RodaS d'agna de diversos Umanbos.
COdaS uOntauaS de diversos tamauhos e qualidades.
PrtTirQf no Concertam com promptidSo qoalqoer obra oa machina, para o que
L/OllOOrLOS teem sua fabrica bem montada com grande e bom pessoal.
PnnnmmanrlQS Mandam vrr por encommenda da Europa, qualquerma-
EinLOlilIfleflUcta chinismo, para o qoe se correspondem com ama respeita-
vel casa de Londres e com um dos melbores engenheiros de Inglaterra; incutnbem-se
le mandar assentar ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RA DO BARAO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNDIQAO DE CARDOSO & 1RMO
CAUTELA!
MER6N&C.
avia mm
os compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabricar e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, _e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON a C.
lADAMS &C.
HOTEL E CAFE
AMERICANO
ABRE SE NO MI1NOVHHU
E
U.l
Bebidas americanas,Gelo a todas as horas e todos os das.
Aberto desde s 6 horas da manha at meia noite.
Geias depois dos espectculos.
Cozinheiro
I Precita se de an bem cuzinbeJro
vigafK) r.. I, eseripiono.
oa iaa do
ATTMlAU
Por 130*000 alaga se au ea?a com mi na
Torre, at o Hm de fevereiro de 1S73 : i tratar
oa roa ettrelta do Rwarin o 17. ,Vm .0
- Qaem precisar de ara pbarmacealico.eom
ibeoria e piatica de 38 anoos; dlrija-se a pren
de algodao n. 40 A ao eae* do Ramos, a (aliar
eom Lau Alvee Rigaad, ca'a prtiea ade-
tuerio oa grande botica do Sr. Birtholomea, as
sira como a.'eio.
Negocio vaotajoso
Por Ur o doao de retirar se para a Europa,
veode-se ama ptima uveroa, sita em bom loel,
e ama das melbores a (regaezia de Santo Anto-
nio desia cidade: tratar oa ra da Concordia
n. 145._____________
Previne se ao dos do estabMeeiroento de
peohores, da iravessa da Crnzes o. >. que nao
eotregae oe objectos eoaetaotes da caatell c.
737 B seno i seo proprio dono, qoe Ihe pasea-
r o competente reeibo, visto se ter perdido esse
litlo.
Precsa-ae de am rapaz de 12 a li annos df
idade, eom pratiea de venda, para a taverna da
Cambo* 4o Carmo a. 2 ; notiado-ss qae f serve
dando o mesmo ioformacoes de sua conducta por
pessoa qae merece conceito.
ilhetes perdidos
Previne-eao Sr. tbesoareiro das loteras da pro-
vincia qae, leado-se desemeaminbado do abano
assigoado doos meios bilbetes de os. 1260 1291
qae corre boje, no caso que saia algnm premio
para qoe nao pague sem a presenta do mesmo
abaixo assigoado ; cajos sao garsntidos pelo Sr.
aooel Mmins Finia.
Recife, 19 de oovembro de 1872.
______* Jos Mathiat Lopn. da Fonceca.
Sobiado
Amgn se o sobrado o. 9 da roa da Aurora,
raiarna roa da Impsratriz o. 8 loja.
Precisa se de orna eserava qae se ja boa en
gemmadeira, oara casa de 5 eslrangeiros : qnem
quizer alagar dirija se a roa da Craz n. 53, es-
crip torio.
As arles.
A inperial fabrica de chapeo?, roa Ia de
Marco n. 6, precisa de aprendiies.
AOS 5KKKHS000
Sstio i venda os felizes bilbetes da lotera da
i ama, na casa feliz do arco da Cocceico. oia ai
orives no Recite.
V/V"
COMPRAS.
Compram-se trastes nevos e asados: nag
roa de Imperador n. 48,
COMPRA SE
Um preio de meia idade e qae seja adi : oa
drogara e armazem de tintas da roa do Impera-
dor n. 22.
VENDAS.
Diademas.
De goslo moderno Bngindo tartaruga, e dods
PREDILECTA
________ roa do Cabog o. 1 A.___________
Cervfja Lea5
nicos depositarios em Peroambaco, Tb.
Ihisliansen. a roa do Bom Jesos d. 18, e
Alfredo Prisco Bar boza, roa da Madre de
Dos o. 9.
nm
u;.v*^i
AO ARMAZEM
Roa do Bario da Victoria
N. 7_0utr'ora ra Nova_N. 7
Sempre novos sortimentos
Calcado francez
' Bolinas novas para senhoras e meninas.
Botinas para bomeos, bom bezerro, pellica, cor-
Jsvao, vaqueta e panno, duraque com blqaeira de
verniz, pellica com biqoeira de veruiz, bezerro t
pellica coa ilbs e com boides, tamo dos fatri
antes Sazer como de Polak.
Botas rasslanar, meias botas, perneiras e meia?
perneiras para mentara.
Saptos de vaqueta de verniz com sola de roa
lelra, proprios para os sitios, jardios e bauhos
tanto para seobora como para humem.
Sapates de borracha para hornera, seubora e
ssaino.
jiloa? e abotinados de militas qualidades e
precos para meninas e meninos.
Sapatos de veroiz, chaMat, casemirs, tapete
vtMudados e de tranca, francezes e portoguezes.
Perfumaras
Fods extractos, baobas, cosmticos, oleo?, ppla
tas e pos deatriflcios, agua de flores de larauja.
agua de Cologoe, divina, fl irida, lavan le, e de
toilette, tintura para barba e cabello, pos de arroi
jabonetes e maitos srt'ges delicados, como fras
Saiobos de extractos, todo de primeira qualida-
e dos bem Cinbecidos fabricantes, Piver e Con-
Iray.
Quinquilharias
Finos arligos de Pars, de diferentes goos e
pbantasia, como setim os segaiotes :
Leques para senhoras e meninas.
Lavas de pellica e de rio de Es:ocia.
Espelhos dilferentes, para sala e gabinete.
Vidros avulsos para espelhos.
Caixinbas de costara ornada com msica.
Albaos e qaadrinbos para retratos.
Diversas obras de ouro de lei.
Correles de plaqu para relogio.
Bolsinhas e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectos de pbantasia para toilette.
Pineenez, ocalns e bengsllas de Inzo.
Chicotes e beogallas de balis, caona e janeo.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Bscovas para cabellos, roopa, denles e uuhas.
Pentes de marS.-n muito (inos, para caspas.
Ditos differentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dioheiro.
Malas, bolsas e saceos de viagero.
Gaiolas de rame para passarinhos.
Veoezianas tranipareates para janellas.
Abats-jours trinsparentes para candiciros.
Mamadeiras de dar leite mui facit as crianzas.
Tiras de moldaras dooradas par quadros.
Ricos qoadros j promptos para paisagec.
Estampas de santos, eidades e phantasias.
Eteroescopcs e wsmoramas eom ricas vistas.
Objectos de mgicas para entretenimento.
Machinas de dirlerentes systemas para caf.
Bercos de virae para embalar crianzas.
Cestinhas para meninas de encola,
logos, de dama, domin, bagatellas e d gToria.
Campainbas de molas para chamar criados.
Realejos, accordions, vidros avulsos par; cosmo
ramas e ootros maitos artigos de qainquilbarias
difflceis de mencionar.
Brinquedos
- Para criancas.
O maior sortimento que se p!a desejar de
toda serte de brinqnedes fabricados em diversas
partes da Europa para entretenimento dos me-
ninos.
Presos
Em virtode de novas ordee dos fabricantes,
vende-te todo a precos baratissimos : no arma-
tem do vapor francez, roa do Barao da v>ciori
autr'ora rna Nova n. 7.
roa Duque de Caxias n. 39, Ia andar, tem conti-
nuado a receber por todos os vapores viudos da
Eoropa soas encommeodas de CALCADO ES-
TR ANGEIRO e j tem um bom sortimento, o qasl
est exposto venda, onde podero es ; mants
do bom mooirem-se de FRESCO CALCaDO pois
como sabem, botinas seccas estragam-se logo;
receben tambera omitas qualidades de bonitas bo-
tinas e sapalinhos para senhoras e meninas, focos
Dir eriancas, ele. etc., e lado sempre de primei
ra qoalklade. J conhecido o gosto e asseio com
qae preparado o PARS N'aMEBICA e as cora-
modidades que offerece nao sopara os eavalbei-
ros como lambem ao bello sexo, para qaem con-
servara am elegante gabinete reservado, onde
podero experimentar e calcado a vontade e desta
forma far boa acqaisico qaem se dirigir ao
PARS N'AMEMCA, aflm de comprar oa mesmo
visita-lo, porque, qaando se aioda ni siober, fl-
cara sabeodo que existe nesta cidade um estabe-
lecimento digno de ser apreciado nao s pelo sea
bom soriimenio como tambera pelo asseio e ele-
gan:ia que nelle existe^___________________
Calcados baratos
8Roa do Bar3o da Victoria 8
Lyra Foeos para chanca a 11000
Ditos Anos para ditos a -2/000
Ditos de vaqaela com poota de metal a 31000
dem de vaqueta eom biqaeira de metal a 'u'000
Bolinas de pelua ingltza, para senb;ra a GCC
Ditas ditas para mennias a 000
Ditas de bizerro. para rapaz a o/OCO
Sapalos de ca^emira sem salto para ho-
rneas a 250O
Ditos ditos com sslto para dito a 3|000
i.tos ditos bordados para senbora a -'000
Ditos enfeitados para ditas a i JOOO
Ditas chagrios para ditas a i000
E maitas outras qualidades qaa s a vista do
comprador poder jalgar.
NOVIDADES
Retios ecftitadas para spnhora a tfSOQ
Aeios aderecvs de grande oovi-
dade.........
Biincis erm pedris o qoe tem
viudo da m^is go.-to. .
Bioeclas e aDimaes com gorda, da
rooil) gi>> lo......
Meios aderecos pretos com cama-
feu a rf....... IM
Fita de selim Mata9 escossea,
larga, a vira .' 3*
Lov?s de pellica mnito fiescas a 3| 00
dem dem com l >que a rs. 400
KspaMihos fazmla rcuilo boa a C|00J
Completo S'/rii jjrnlo de Iranias de
vallado, a.....3j
Daztas de pecas de trancas de ca-
racol a rt. -. 400
dem idirn \\$s a rs. .
Miscroscopii 8 (sem \isti)a 2JO0O
Duzia do pentes de borracha pira
alis;r, c m costas a 2J400
Mimosos leques de osso, p*ra se-
Db iras a......700.i
dem iJ> m de sndalo com 'ante-
joalas a......5400^
dem idero a imitacSaa ii>0
Garrafa de tinta roxa extra fina a I^OCO
Polea de dita irgleza ICO rs. e kX)
Benpalas para homens a f)J'(0,
^ 25000 e......3*
Sapatos de tranc', tapete, rjWHri1'
ra e charlte.....
Viho verde engarrafado doth a 8^0"O
Na loja de A. P. c'e Sir.ia Soarts
RA DO BARAO D\ VICTORIA N. 28
MI4TISSIM
Rna Nova n. 28
Dnzia detalberes, cabo devea do
(a imitac3o) a...... dem dem cabo de osso 2 B (enm
toque) a.......'hJO'O
dem id; ra cabo de osso '2 B. mci-
to bons a ........t^.%0
Livros para notas a rs. 320 e 400
Abotoadoras para collete, grande
variedade ars...... 200
Lamparn*:; g?z a 10X
Caixa de liclia branca com 40 co-
vellos a rs..... 100
Caixa de linba do gaz a rs. 800
Grosade botoes de osso para c I-
ca ars........ 200
Duzia de ditos para enfeilar ves-
tidos a rs....... 200
Resma de pap:l pantado e lsoa
.25800, 3>0<\ 45000 e 4#200
Caixa de papel aruizade mnito
bom a rs....... 700
dem dem dem heir.a donrada a rs 800
dem do envelopes finos de porcl-
t^lana a rs....... WO
dem idera a rs. 100 e 500
dem de pennas a rs. 400, 500 e 10000
Dazia de baralbos francezes canto
doorado a......3<6C<0
dem idem dem Usos a 20500
Lindo e variado sortimento de es-
tmpasp-ra qoadros, represen-
tando tcenas da vida, do cam-
po, paisagens, palacios etc etc.
Carteiras com agulbas.feitio de le-
ques e pavoes, grande totb
dade........
Vinho verde entrarra^ad) dozia a 8j
Na loja de A. P. de Snoza Soarts
Kua do Bar&o da Victora
N. 28
Perfumaras
Vende-se
vjaniei,?a ingleza a 600 rs. a libra (a f 100 o kilo.
Dita franeezaa 640 rs. al bra oa t 100 o kilo.
Goma a 100 rs. a libra e 220 o kilo.
Roa de Pedro Alfonso n. 1.
0****0********
A Collarinbos e punbos econmicos. A
& Perfeita imitac3o dos de liribo, ^
* daza a Zil rs.
Vende se roa do Bario da Vic
TORIA N. 14. jp
*****'*********
NOVIDADE
O Booquet das dsmas, roa l. de Mare/, an-
tiga do Crtspo n. 14. 1* andar, recebeu ricos cha-
peos de palha de Italia ricamente enfeitsdjs para
senboras e meninas, e vende por barato preco.
[Ti
Piano e mu dea
Na roa de Santa Thereza n. 43 e desde as 3 ho-
ras da tarde al as 8 da noite, est expelo ven-
da um ptimo piano cera o rmilim do t c'ado
em perfeito estado de alvura alabastrina, piano
novo e sem falhas. do acreditado e premiado fa-
bricante Amedie Tbibout, do valer de 8004 por
?C0. Na me?ma caa ba veoJa um melhodo
de piano de Garpenlier por2, e por 18/ a maj
nitka opera do primeiro maestro brasileiro A. C.
Gomes, inlilalada II Gaarany para piano e
canto.
Cocktail?, cobblers, ponches. Juleps, smashes, eervejas e refrescos
Servido aparado N. 12 rna do Commercio Presos moderados.
Ricos cbapeosinhos ricamente enfeitados rara
enanca de 6 mezes a 5 anoos : a ra 1 de Mar-
co, amiga do Crespo n. 14, 1* andar. ________
CARARIA DE LISBOA
Soleira*, scela e pas para cosinhas.
Hombreiras e capiteis.
A' veoda no armazem n 23 da travessa do Cor-
po Sanio.
Por 60^000
Veude-se um fardamento de official, com
as segoint-s pegas: urna farda, orna blusa,
am par da cbarlaleira, am bonet de bom
panno e um talim, ludo em muito bom es-
tada e por OOdOOO, quem pretender diri-
ja-se ao !. andar desta typographia, a fal-
lar com o administrador, das 9 boras do
dia por diaote.________________________
CASSA-LA
A 240 ris o covado.
Chegoa a rna do Crespo n. 20 eassa-l com lar-
gara de chita, padroes miados, proprias para ves-
tido?, a 349 ris o covado : na loj de Gailherme
C. da Canha 4 C. ___________________
GRANDE
LIQUIMCAO
O Boaqaet das Darcss esl liquidando miudf zis
e pe fumarias, ptr menos 10 0|o do que em outra
qoalqoer parte : roa Pr miro de Mar^>, ami-
gado Crespn, li, 1. andar. ^^___^
Garrafa do agua florida vtrdtdein
dem idem kananga do Jap3o a .
Frasco com oleo phocomc e
oriza a.......
Mira idem antque e baboza a rs.
400 e.......
Macos de sabonetes inglezes muito
bons a rs........
Dozia de sabonetes de anjinbo a
dem idem de eoracSo e flores a .
Pacotes com pos de arroz mui-
to lino a rs. 400 e .
Potes de porcelana e vidro, c:m
benita, o qoe ha de mais fino
a 3.5C00 e......
Caixas cora pos para denles a rs.
Opiata de grosnel (lerdadeira) a
Pbs de cosmetique nuito fino? s
rs. 3.0, 4(0 e .....
Granle sortimeilo de caxiobas
de madeira com perftmaras
proprias para presente. -
Agoa de colonia mut'.a fina, frasco
de 500 rs. a......
Tnico oriental de Kem a .
Vanado tortimentode v zos.eem
perfamari&s, proprios para pre-
sentes........
Vinbo verde engarrafado dozia a
Na l>ja de A. P. de Sooza Soares
RA DO BARAO DA VICTORIA N. i*.
l- -
um
5C0
ot: -
lOCO
100
2&M
no
M8o
IIOCO

Faz favor
0 livro de amo.-ti a de irania qae Vmc. levoa
da Novo Esperanza roa Duque de Caxias o.
63, traga o qae maito precisamos.
Oai^eiO
Preei'j se de am eaixeiro com pralica de mo-
lhados, para a villa de Agna Frea ; ltralar na
roa Direila o. 21, armazem do Pescador.
Ciiixelro
Precita te de am eaixeiro com pratiea de phar
macia, para fura da provincia
larga o Rosario o. -74.
tratar na roa
Pharmacia oriental
Abrio-se esta nova pharmacia roa estrella do
Rosario n. 3, que acaba de ser montad i para bem
servir aos mandados d,s senbores mdicos e do
publico em geral. Alem de om completo sorli-
mento de medicamentos alopathiecs, lambem tem
todos os medicamentos hoiueopaibio?, e constam
de carteiras de 12 a 120 tobos para ghbolos e
tintara*. Aviam-te receilas a qoalqoer hora la
noite.
Precsa-se
de am prelo oa mesmo de am moleqae, para o
aerfiso externo de padaria : na raa eitrei do
Bwario n. 19.
Grtifica-se com 200^000
Contina andar aozente o eseravo Mathea, de
45 anuos, liona sida do Sr. Agosliobo Leo-
cadio Vieira, e tambera do Sr. capillo Francisca
R. de Freitas, era Paoeas de Miranda, sonde
consta andar la em ama serra, bem conhecido:
pele-se s autoridades e capitaes de campo a cap-
tara delle, e traze lo a sea senhor, Jos Crdozo
de Sa : na roa de Tbom de Sooza, antiga roa
da Linguia n. 2.
Armazem
Aloga-se o armazem do sobrado n. 126 da roa
da Concordia ; tratar oa uveroa n, 124 da mes-
aw raa>
Mobiiia e piano
Ka roa da lmperstriz n. 48, 2' andar, vndese
em particular ama rica mobiiia de Jacaranda com
18 cadeiras de gaaroicao, 2 de braco, 2 de batan-
eo, 2 consolos, Ijardineira, 1 rico sof em perfeito
estado ; lambem se garante o piano, e lambem
existen] trastes diversos, como sejam, guarda-ves-
tidos, aparador, cmoda, espelbos, quadros, mesas
elsticas, cadeiras de amarello, e outras moitas
coasas, qae s com a vina : dis 8 s 11 horas da
manb e das 2 1,2 s 5 horas da larde sa poder
examinar.
13. H. Kabello *t C. teui para
vender em sea escrlpiorlo A
raa do Cominerclo a. 4S.
Cofres de ferro a prova de fogo.
Vmtio do Porto mnito fino, era caixas.
Velas de cera.
Retroi do afamado fabricante Peres.
Estencia pnra de eanella.
Ferrsgens do Porto.
VENDA DE HOTEL
O prjorietario do hotel Restaurante de Paris,
sito a roa das Laracgeiras n. 4, lendo de retirar-
se para fura da cidade, para tratar de soa ande,
est resolvido a vender dito eslabelecimento : a
tratar no mesmo,
Charutos de Ilavana
verdadeiros e de sopericr qoslidade : venden.-
na roa do Mrquez de Olinda n. 20, tra casa de
Luiz Antn!') Siqoeira.
Coques e tapetes
da ep*le*-
Na rna da Imperatriz o, 82, Io andar, cata dt
cabelleirreiro d* Odilon Doarte. ^^^^^^
POR 650*000
Vmle-se orna creoaia de 40 anuos, engom-
ma, coz;iiha e lava com perfeito e tem bonita
Sgara ; aa raa de Hortas o. 96, na ree-ma casa ba
outros escravos e escravas para vender.
Libras sterliuas
Vende Joaqnim Jos Ramos :' raa do Bom Je-
os n. 8. I.* andar.
CABRIOLET.
SVende-se am b"s cabrlolei de qaatro rodas :
oa ra da Florentina. esa do Sr. los Gurjao.
CAFE'
Vende-se caf de muito boa qaalidade : na raa
da Madre de Dees n. 5, 1* andar.
J. O C. oyl- tiu paia -uder em sen -
zem a roa do Commercio n. 38 :
Cogoai Heones*y, verdadeiro.
Vicho Shen y, ja bem conheeido.
Bitlers o melhor que vera ao meroao .
Whi>k-y da sopennr gaalidade.______________
Farello a 2#50O
Vende-se farello de arroz proprio para vaccu
de leite : na ra oa Madre de Peo n. /_________
Aliento
Vende-se nm escravo pec.a de 2a ancos de ia-
de e bonita finur : na ru do Rtngtt P- 43
Ultimo gosto
Cadeiras preUs dooradas e mar heladas de B>-
dreperola : noa armazens de Tisso lrmao A ''
no caes do Apollo.
/
VTTENCA
Vende-se am sitio no lagar Capociraf, di f
ante desta villa l|l legua, eom as dita i
mmodos abaixo : meia legoa da ftndo, noa ata
le vivenda e outras, para criado, fcanbo, farmba.
feros, baita para eapim e vaecat de leite, na ae-
rada de rodagem qoe sega para au reto Li-
noeiro, e qae prevavelmente tea de pastar a *-
-rada de ferro : qaem o pretender eatenda-se atn
ieu proprietario oa ra da Alegrit o. i, infu
l'Alho.

/



B^p

.
=5
0h* d rmlhid ?<* eirl 19 Movctaibro io llffl.
-^
=
Para acabar at o fim do anno
Na ra da Imperatriz n. 60
LOJA DO PAVO
PfiREIRA DA SILVA & C-
Tendo os pcipuetarios deste grande estabelecimento, um avahado sortiment de
fazenlas em ser, e desejm lo liqida-la', at o fina do correte aooo, tem resolvido veo*
de-las por precos moito commodos, cora o 8 n de aparar dinheiro, a vista do qoe
coovidam os llm. Srs. cbefes de famil.a a virem sortire, oio so de fazendas de prmei-
ra.nesieoidade, como de fazendas de laxo e gosto, das quaes encontrarlo am sortimeto
das mais novas do mercado, cnegadas pelos u tiraos vapores da Europa.
FAZENDAS DE LE I FAZLNDAS DE GOSTOS
CORTES DE TASSAS A 2500E 3$.00. BAREJES DE SEDA A'JOCO E 1,5100 O
O i'av5o vende cortes de cassas de cores,' COVADO
com padrees muito bonitos pelo barato O PavSo receben pelo ultimo vapor
Libras sferliaas^
Vende-s* no armaren de faifltida de Atosi
t. de Otiveira it C, a ralo CommarOj a. il
Lilftii terlinas
Vendem-se na roa do Apollo
n. 20.
A
>Vtt>ADS. que
preco de 20500 e 300-JO.
CORTES DE CHITAS A 2)5400 E 2880.
O Pavao vende cortes de chitas fraocezas
fraocez, ora grande sortimento dos mais
lindos brejes de seda, sendo em cores
e gostos o melbor qoe tem vio Jo ao mercado,
fins, cora 10 covados peto diminato preco esta nova fazenda muito propra
de 25i'O c Ditas com 12 covados pelo prec) do entre esta fazenda delicados padrbes bran-
23880 cada corte.
PEgVS DE CHTAS A 752CO.
O PavSo vend pefas de chitis finas, lio
dissimos pad.-es, tendo 30 covados cada
peca, pelo b rato preco de 7,5200 cada
urna mui.o barato.
PANNOS PRETO A 240CO.
O Pava..) vende este recoman tavel paino
pelo razoavel preco de 20000 cada co-
vado.
ANQU1NHAS A 5*001.
O Pavo vende as mais modernas anjtii-
naas com canda que fazem effeilo de meio
balSo pelo diminuto preco de 5,->00 cada
ama.
COBiRTAS DE CHITAS \ 2*000 E 2#500
E. 3*300.
O Pava) vende cobirtas de chita pro-
prias para cama, sendo todas de chita de
flor3es grandes pelo barato preco de 2$000,
2*8 jO e 3*000.
Ditas de ganga ea-caroala, ferradas de
madapoln, 3*200 e 54000.
LENCO'ESDE BRAMANTE.
O Pavao vende lences de bramante mui-
to grandes, sendo deum panno s, pelo ba-
ratissimo preco de 2*iOO cada cm.
CHAILES BAR ITOS A 1*000 E 2*000.
O Pdvao vende cbiiles de tarlatana grao-
des pelo barato preco de 1*0.10 e 2*00.
Ditos de iSa estampados imilafo de
merw 2*000.
Ditos de quadros modernos, muito en-
oorpados 3*000 e 4*000 ; assim como
grande sortimento dos mais finos chailes
crepon e meriB qoe se veuem por precos
muito era cont.
RETALHOS.
G '.''o tem grande pi.rcu de retalhos
do ISasinbas qne vende por preco barato,
lando retalhos para vestidos de meninas de
lodo a idad(>.
BALO ES MODERNOS.
O Pdv5o vende por procos muitos bara-
tos, por ter grande sortimento de baldes
muito modernos de panno e de arco, pro-
pries pira senboras e meninas, em conse
qoeocia da boa compra que oble ve pode
&e vender muito em conta.
MADAPOLES.
Pec^s de madapolao francez milito fino
com 20 jardas a 5*50C e 6*000.
Ditos era 24 jardas moito superior a
6*500 e 7*00).
Di.o ingle fazenda moito fim 5*000,
6)00 e 65500 at 10*000.
Ditos fr ancezes e inglez-'s muito fiaos de
40j:rdas para diferentes precos.
ALGODOZINHO.
O Pava > vende por preco moito barato
\';is de algolozinho americano -muito
bom cora 18 jar Jas a 4*000.
Dito com 24 jardM a 4500 e 5*000
at 6*000.
Dito largo marca T muito encorpado a
6*000.
ALGODO ENFKSTADO.
O Pavo vende o verdadero e superior
algodaozihf.o de doas larguras para lences,
leado muito enorpado 1* 00 cada vara.
Dtj ta icjdo da mes-na largura 1*280.
CHITAS LARGAS.
O Pava) vende estas execelleotes chitas
llanezas clara> e escoras com muio bom
panno 240 re. cada covado.
Dit muito fina 280, 320 e 360 rs.
Percalles fiaissimos imu li-ilus a 360 e
400 rs. cada covado.
CAMBRMAS.
O Pavao vende corles de cambraia trans-
paren'." propria para vestidos a 2*300 e
3*0 K).
Peca de dita muito fina com 10 jardas
taato tapada como transparente a 4*000,
5*000 e 6*000 at a ma:s fina que vem
4j mcalo.
BitAMANTS PARA LENQO'ES
O P-'VJb vendo superior bramame de al-
godao tondo 6 palmos de largura que s
percis? de 1 '/* vara para um lenjol, me-
tro 1*600 e a vara 1*800.
Dito de linho paro superior moito encor-
pido com a mesma largura a vara 2)100
Ditos francezes moito fiaos a 2*500 e
3*000.
Pepa do Himburgo e panno de linbo com
20 e 30 varas, para todos os precos e
qualidade.
Pecas de brelauha do poro linho, tendo
30 jardas pelos precos mais barato qne se
tem vi to.
Pechincha de finssimo esgnto aucelena
com G j rJas 7*J00.
Peca de Oo1s8imo celena com 30 jardas
a 2*5"0, atoalhado adamascado com 8 pa!-
m'-'s de I rojura a vara 2* -(0.
LAZINHAS DE FURTA CORES.
O Pav5o vende um elegante ser iraento
de lzi-ih is de farta coras q le briibao qua-
si como seda tendo de tod is as cores, e ven-
de 330 rs. o covado.
CALCAS DE CASEM1RA.
O Pavo tem am graide sortimento de
calca de casimira, assim como cortes os
mais moderaos que tem viudo nos ltimos
fiarins e em f atea da das mais finas e m i-
novas ao mercado, e vende-se por barato
prsco p.ira aporar d nbeiro assim como
Cae de brim braaco e da cores por [
tito moa veis para a:abar.
pre;iii
tem por tea d'ver (revenir o .
ceben um lia > iViKVttcm 5
abaixe m iesif'
Sari prolixo t izer qne aao tateodas novas e
de goeto, por qiaoio
A rreail6Cta bapaocos dtaaofie-
raoM a eooearreDeia publica o sen sortimento.
QafcnM a precos, qoem se dignar fier om ex-
ptrieaota codvencer-ae ha de qoe b ha o detejo de
conservar nesta bella cidade, urna casa bem sor-
tida o que pela modicidade de seus precos se tor-
ne digna da atiendo de ledos,
Chapeos, de'palba de Italia para senboras.
Dita da dita para menina.
Reos vastaarioj para baptisado.
Crochet para eadeiras.
Rieae grinldas para noivaj.
Boleiobas de velludo.
8e#tlnhas. v
Ricos lequ^s de malreperola.
Ditos de marflo.
Ditos da sndalo.
Ricas ligas para norras.
Flores Anas.
Chapeos de sol para tenhora,
Ditos cabo de marflo.
Babadinhos e ntremeos,
A PREDILECTA.
i rna do Cabag n. t A;
Podras e copos de
marflm
para gamao, tm a Predilecta, a roa do Cabngi
n. 1 A.
Ckapenzmbos de palba enfetados para raenioaa,
s a Predilecta vende por 7*000, i ra do Caba-
g n. I A.
Port-relogios modelos,
tem a Preitleeta a rna do Catanga n. 1 A.
MIS M
As verdaderas meias de sed de peso, branca?
o cor de carne : i rna do CabugA-n: I A, na Pre-
dilecta.
Tem a Prt&letttrum iodo ortidMMo vAnt
rs. O prrmaodo como lio ba ignaes, as da- tarelirdxM
e pretas.
JWWl0IEcs **"
TR#f ESSA DO CORPO SANTO Nw2S
VEIWHM:
Vapores heomoveis dos melherta fabrlcataas.
Corre oflea de diversa* largaras para vasares
eos proprio para vestidos de noiva.
MODERNISSIMAS POPELINAS
Popelinas a l*5O e 2*000 o covado.
O PavJo recebeu om elegante sortimento
das m is modernas e lindas popelinas de
li e teda, e linbo e seda qne vendem a
1*500 e2*000 o covado, tendo padrOes
listrados modo e graados que parecem
propriameote seda, assim como das mesmas
tambem tem brancas proprias para vestidos
de noiva.
TAFETAES ASSETINAD09 A 1*200 O
COVADO
6 Pavo recebea um granie sortimento
dos mais bonitos tafetaes assetioados, sendo
orna o .va fazenda de l com lislras de seda
muito modernas para vestid: s e vende pelo
baratissimo preco de 1*200 cada covado,
esus las recomendara se s peseoas de
gosto por serem excessivamente baratas.
LANZINHAS JAPONEZAS A 800
COVADO
O Pav3o vende lazieba joponezas de ama
s cor, tendo de todas as cores, sendo fa-
zenda finissima pelo baratpreco de 886ar.
cada cavado.
ALPACAS MUITO ALTA NOVIDADB A*
800 rs.
O Pava"o acaba de receber as mais mo-
dernas alpacas, lizas e lavradas eom todas
as cores, fazenda moito nova ni mercado, e
pode vender por o baratissimo preco de
800 rs. o covado.
LAS COM LISTAS AO LADO" A 800 rs. I
i*000
O Paviorecebio om elegante sortimento
das mais lindas e finas lizinbes de orna s
cor com listras ao lade muito bonitas, listras
malbadas e lizas, proprias par os enfeites
babadinhos e vende a 800 e 1^000 rs. o
covado pata vender depressa.
NOVAS SEPAS'A 2*600
O PavSo vende bonita e moderna sed
de nma fcr, tendo c"e todas as cores, com
delicado lavrores miudinbose vende a 2*500
o covado para vender barato.
CORTES DE SEDA A 45*00O'E 50*000]
O'Pavo vende bonitos cortes de seda,
fazenda de muito gosto, tendo 18 covados
cada corte e vende por 45OOO-
Ditos de 20 covados a 50*000
Sao muito baratas em relacSo superior
qualidade d'estes cortes.
CORTES DE LAS C )M LISTAS AO
LA O A 16*000
O Pavlo acaba de receber estes lindos-
corte de IS com delicadas listras de seda so
.lado, tendo i6 -covados cada corte, sendo
azenda moito larga a 16*000
ALPACAS L1STRADAS A 800 rs.
O Pavo vende bonitas alpacas listradas
para vestidos, sendo fazenda muito nova,
larga e moito encorpada pelo barato pre$o
de 800 rs. cada covado.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE.
O Pavo vende om grande sortimento
das mais modernas, baptistas com listado
cor, proprias para vestido, com as cofesmai
novas que t m viudo ao meroado sendo
muito mais largas do que as chitas fraocezas,
e vende pelo baratissimo prego de 500 rs.
cada covado.
OFFICINA DE ALFAIATg NA LOJA DO
PAVO-
Nesle grande e-tahelecimento encontrar
o r -sp Ha vel publico, orna bem montada ofi-
cina de aliante, onde se manda secular
qoalqner peca de obra, Unto para bomem,
como para meninos, com a maior pres42BRiqni&sim:ssvsd*biond, capeiias de cera, Je^
Nao ha mais eabwlo oran-
eos.
Tintura Japonesa.
36 e nica appravada pela acaJecoU da .'ciea
|eiaa reconfcecida superior a toda que lem appare-
cido at hoj;>. Deporto piincipal rw i.\ Cadeia
do Recite boie Mrquez de Gndi n. 51, i* an
dar 9 em ledas as boticas e casa; le cabellei-
reiro.
Yerda*Mras Wxas l^m-
burguezas
Unloo deposito em Pernarobeco : n. 33- ra da
Cadeia a. 53, primeiro andar.
POIlas de diflerenteS Uanahi
Vaquetas para coberia de-camt.
Solas d* lastre para aila laajw
Virollas branca e amihHa*
Oteado de diversas core.
Gbicetes par carros.
Ponus de lacea.
Atibes par goarnico de carra.
Pregn eom cabeea de foso a marSo.
Carros americanos para nso de armazens.
Quem dflvida* tenha ver
Deceddasenie a Magaolav roa Duque de Ca-
las n. 45, cea vencer aes seus aosigos a frgil-
es, de saa especialidad em wn^spondeanea, aa
parte mais-elegante d; mondo-; agora mesmo-
oitimo Vapor ebegndo da- Bnroya- tronxe na par-
te dasnas e*eoa>meoda para lempo e- testa,
constando *> egainte:
Para o bello seza
LiAdissiflaoe brincos, al.'ioetes, ernzes, potseira*
B-cacoletaa-e tart&rnga. bordadas a ouro, asiaa
como bonitos irampo convperetas a oatras a*-
dras para a eabeca : a H4gnoha solicita do bello
sexo, qna prima sempia no chioja* e na moda, ao*
venta ver e.......
Laxo e bom gosto
Para enriquecer e aformosear urna sala, viera
lindos jarros e jardineiras de porcelana ummo fiaa
a da benitos rnodellos inteiramente novos, com
liados dosenho- a doarades; assim come ama es-
pecialiaade em pansas da ebroehel pr* sota e
eadeiras.
QmV.
O moco cbiqns oda nuda qoe nc- aprettar
uroa.linda guarolciu da nuiam, madiparola, ouro
e plaquet, coosa lindissima o de molda- especial e
?unaa indo aqu ;.ma*!o hoos chapees de sai eom
caaodemirQm e bengalas Mnitacae-dannieornio
com eat d* madreperota, por cario neahem dei<
xar de vir toja da I Magnolia rna Doqne de
Gaias n. 45, eszolher qoalqner testes objectos :
nao o caro I
Para as nafras
ques de madraperla e metas desada, ludo espe^
cial novidade a a melbor fazenda, que tem viada.
este mercado.
Perfumaras
Nesle ligo oo precisa dar explicacoes, basta
dizer se rs fabricanteJobo Gosneill. Condray,
Lubio, Pcmel e Legrand; estas psrfumarias desta
vez vieram em vasos de rnodellos novo, a que
pela sua elegancia se tomata proprios para um
lindo presente.
Trancas e franjas-de seda
branca.
Desta vez o sortimento velo jnagoiSoo, fazenda
moito boa, rnodellos. novo e de todas as largaras.
Bonecas de borracha
Destas bonecas vei pequea porfSj e do diver-
sos lamanhos.
Diademas
tesa e perfeicSo assim como para qoalqner
lulo quede repente appareca, tendo na mes-
ma oOicina um perito official destinado para
farda dos llm. Srs. -offidaes de goarda ns-
cioo-il ou tropa de linhi, sendo esta of&cioa
dirig la pelo hbil artista Pedro Celestino
Soares de Garvaino.
CASEMIRAS.
Na loja do Pavlo encontra-ae nm elegante
sortimento das mais fi as e modernas case
miras de cores, proprias p.ra caifas, colel-
tes, e paletots, tanto em prec > como em cortes
qoe se vendem por precos moito em conta,
a sita como grande sortimento de caaemiras
pretas e pannos pretos dos mais baratos
at os mais finos. Ditos sendo de cor de
caf verde bronzeado e pintado proprio
para qualquer falo e per prego mais bara-
to do que em outra qualqoer parte, isto por
ha ver grande sortinwit).
CAMISAS.
O PavSo acaba de receber grande sorti-
mento de camisas ioglezas com peilo de
linbo para todos os precos e lamanhos, qne
vende como pechincha por ter grande por-
C3o. Ditos com peito de algodao dos
mais baratos al s meibores qoe vem ao
mere ido. Ditas fran-ezas de cbjta miudi-
nbas com o mais delicados gostos. Ditas
de meia, de algodS) e de 13a.
LENCOS BOR )ADOS.
O PjvSo vende n dos para m8o, sen 'o de finissima cambraia
de lioho ricamente bordados, fazenda
qoe sempre m veodeo a 4j0OC e 5^000 e
'luida-se por se ter feito orna, grande
coapra 15600 e 2t?000 a du'zia.
FUSTE^ PARA SAIAS A 40 RS.
O Pav3o vende festlo branco. fazenda V^'UT^utf.Si'.L'u.'a'S'
mnito encorpada propri, para saias cada JS&ii^iffl1 ^It^T'
r MACHINAS
DE
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da rna No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costara, das melhores qualidades qne existe
na America, das quaes moitas j sao bem
conbecidas pelos seos antores, como sejam;
Weller 4 Wilson, Grover & Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outra* mnitas
qne com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trbalbo qoe trinta costuraras podem
fazer diariamente e eozem com lauta per-
feicio como as mais perfeitas costurairas.
Gafante-se a saa boa qoalidade e ensina-se
a trabalbar com perfergao em meno^ de urna
hora, e os precos 3o \m comm'iios que
devera agradar aos pretendentes.
Vio orspsllavel publico que a Predilecta apre
entoo -e lao elegante o quanto mereca urna ci-
dadrt tj>> ad.amada como esta.
V o K eba em ter um completo sortimento de todo quan
to dix respeito per fumarias do priocipaes per-
fumrstas, bejntenas, qnioquilharias,.etc, etc.
Ha de ver o respeitavel publico i,ue a Predilecta
cumprir* o sen pregramma em ludo, e comespe
ciatidade em preco.
Merec, portante, a Predilecta a proteepo do
publico, priocipalmeate das Exoias. faroilias-, ao
mefcos cera mas lao reepeitaveis o-jmo agrada veis
presenca*.
Yisitaka Predilecta e-ccnvenctr>-vos-bei a que
boa. fcoBito e elegante.
L*ndos-joqaes,luvas de Bode Escocia eaeita-
da* para 'robora (ooviaade) proarias para a s
lacio, liados lagos par peito e cabello, Jarros
para floras (modellos- oavos), ene&ovaes para bap-
tizado, chapeos eofeitados para seabora a 4.e 5f,
ligas de seda para seabora a !> o par, etc., etc.,
a muitos oatros objetes que seria enfadonha men-
cionar H aa ra do .'aboga o. II
CHAPSOS ricarieaasenfeitado para seaaora e
meninas a 1# e o/ : rem a Predilecta, :ua do
Cabag ax I A.
iN0VI>ADE ero hms de o de Escocia enfei-
tadas, proprias nao- s para a e*-taein coma para
paselos 3 tem Pr4ilecta, a raa do Cabala n. 1 A,
LIGAS- de seda para aenhora a U o par : s a
Predileoa, i Ma de Cabnga n, I A
Lehmann Frres veisdem
libras sterltnas : a' na do
Crespo n. H>, primeira andar,
RI?AI, SEM SECUDO
Cbagararo agolhas para machinas, do fa-
bricante Grover & Bake. Duzia a 2,-iOOO.
MMDADES E PECfflWCHAS
EM
FAZENDAS FINAS E ROUPAS FEITAS
NA OFFIC1NA
LOJA DO PAPAGAIO
Tendo por mestre Mr. Charles Laurenl
BA DA IMPERATRIZ N. 40
Mendes & Carvalho scieniicam ao respeitavel publico, qoe acaban de receber at
completo sortimento de fazendas finas de todas as qualidades, tanto de lia como e fr-
oto, seda e algodao, o qoe ba de mais modrnoe do melbor gosto. e porianto coovi-
dam as Exmas. familias amigas da economa do mestica, a virem ou mandarem na LOJI
DO PAPAGAIO, e ver3o que compram fazendas bonitas e baratas por menoa preco fot
jamis comprarlo.
COMO SEJAM:
Granadinas de seda de nma's cor, lar- Cbitas fraocezas de todas as qualidades,
gas a 1600. j de 320 rs, at os entones de 500 rs. o co-
Ponpelinas sarjadas de furia cor boa lar* vado,
gora, a 1(91200 o covado. Cortes de cajf a brancos bordados eoo>
Alpacao de cores com listras de seda para'babados de seda de cor, e branco, e ontroa
enfeite, a 800 rs. o covado.
Laazmhas de cores, em grande qoantida-
de, de 30 a 500 rs. o covado,
Cachenez francezes para senboras e me-
ninas, a 3(9000.
Crotones francezes para coberlas, cor fixa.
a 800 rs. o covado.
Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
Co be ras de fusta.- de l e de ostras
qualidades, brancas e de eftres.
Ponpelinas de seda, de flor e de qoadro
a 14800 o covado.
Pecas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas.
Ditas de eambraia adamascada com 20 va-, wos preco
ras, a 125000,
Saias bordadas mnito finas de 4 e 5 pan-
nos.
Baloes de chita e de cambraia a 23000.
Nansouks e baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas qaalithdes desastabas e alpa-
cas en retalhos, para todos os precos.
Bramantes de linho para lentes, de 25200
at 4|00O.
Dito de algodSommto largo a #800 a
vara.
Algodao largo para lenees, a f .$000 a
vara.
Atoalba&> adamascado de linbo e- algo-
dSo.
Espartilbee^de linho- finos, de 30000 para
cima.
ESazinba largas com listras de seda, a
800-re. o ca-aao.
Madapole ingleze3 e-franceses de 5,J00
at 12,5000.
Algodaosinbo de todas as marcas, diver
sos pregos.
Bareges com listra de seda,' a 500 rs. o
covado.
Caesas fraocezas da cores fras e lizas
com barras, os padres mais bonitos que se
teem- visto.
FSRNECEM-SE
bordados com listras.
PARA LUTO.
Veos de fil de seda pretoa a 8*000.
Merinos para vestidos, bombszina, can
to, alpacas, lazinbas, crep, cassas e coi
tas, todo em qnantidade, e para diverso
precos.
Grosdenaples pretos, de i#00, 2Ao(0.
25500 at 5*000.
Seda preta com lislras assetrnada* pan
vestidos*
Chapeos de sol de seda para meninas,
4i>0',0, e f>rrado.
Ditos para bomem de 100C0 ai20#000
Ditos de alpacas de cor e preto, otra d.
Tapetes avellndados desde os mais pe-
queos at os reaiores.
Damasco carmezim par colchas, o aaO-
Ibor.
Pannos de croch pm eadeiras e
pbs.
Cabraias victorias de lodos os
ros.
Ditas transparentes ioglezas e soissa i, i
a largora de tarlataa*.
Fil d linho e de seda, branco e pelo.
liso, de salpico e-de f >res.
Camisas bordadas pera senbora, de versos pretos.
Meias para senboras, das joais inferiores
al as mais saperiore qne teem apporo
cjdo.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste eslabelecimenlo se montn au.
orjkin, e qna'.qaer horoem qoe qnizer veo
tr com gosto, achara rsoita variedade eo
camisas de cores, paones finos e caseauras
o melbor qoe ba eo mercado, roopa feHa
em qnantidade, assim cono camisas fro
cezas e iegleaas, lisas e bordadas, ceroola.
de lobo e Oe algodao, meias, collarinbdO O
grande quanlidade, grvalas do todos r>
feitios, camisas de meia, em somma eocoo
tra de todo que p ecisar para vestir i
gosto e elegancia.
FIGIR1NOS AS
AS AMOSTRAS A QUEM AS EXHIBIR E OS
FREGUEZAS DA CASA.
LOJA DE JOIAS
Lindos e de rnodellos ivos, velo coosa mallo
boa^_____________________________________
Vende-ee arreios por om e doos ca-
vallos, branco e ama relio : roa da Floren-
tina n. 14.
Grande liquidspao de
perfumarlas e uilndezas
O Bonquet das Damas est fazendo nma liqui-
dadlo de perfumaras e m uieia ; a?im tambem
quer liquidar um escolhido aortimento de obra de
cabellos, cerno sejam : eiqaes, eacbpeigaes, tapa
lea, erescentes, buens, trancas, etc. etc. : na rna
t* de Margo, antiga do Crespo n. U. 1* andar.
ClQza (Cascilho
Para vender na fabrica do gaz desta cidade, a
UOOO ra. a earrnc*.
'o po- 240 n.
Afogados.
tratar na ra do Cabog n. B.
tt RIVAL RO i
tua d Maripz de Olinda
sVrlMr
Tem para vender-os-segaiates ebj^etos aaalx^
roeoci^nados^; pelo praco* mais recomidos, come
[sejam : Gona*modjfoo a 30O, pr;iS de eo-
lireoieios bordado* dadiver*as laranras a SOOrs.
duiias i co'larinbos de linho a &J5U0, ditos mais
linos a 5300, lerco para algibeira a 200- rs. boa
hienda, linhas.de carrjtel de 200 jardas a 60 rs.
la para bordan a 0J de sndalo a It^ lamparmas a 600 rs. 3 dnzia,
caixa.scf.rn papal araizada-a GO0_rs. ditas .com di
to snpeaior a 70Gt rs., en velones a 400'rs. o cen-
io, b itiaas nacloaaes para bimem a taiOO, focos
para ctancas a */300, agulhas francesas a 40 rs
o papel, sabtincts de alcatrao a SOO rs. ajua flo-
rida verdadeita a 14300 a garrafa, dita iuferior i
t0CO, frascs com ndalo a 1S00; ditos coa
olee phifpcooaa a 800 e ijOGO, ditos com dito ba-
bosa a 32& rs. ditos eom agua de coiojne a 24S
e 400 rs. pacas de galiv.s branco para enfeites de
vistios- d erlanc^.'a 100 e 500 rs., masaos com
t pegas de tranca branca a aW r*, ditos com
ditas ros segur*,nca a 240. rs. e a grosa a 2400, e cu-
tros mui tos arligns,. que para nao tornarmo nos
cnfadBhos deixanvw d* roeaetonar, es qaai..:. veo-
dem-se baratos para acabar,
filBlW.
Preparado por Storck-A C. de Pars, nnico que
recebe directamente da repblica do Eqnador.
Klizlr de condurango, licor aslimnlante e depu-
rativo.
P ie condurango.
Bxiratn hydro alcoolico de condurango.
Condurango para eosimantos, em qji externo e
interno.
de Caxias n 3
mbuco, pbarmaca
& C, a ra Duque
MU'OLI
Francez
Bao eom pequeo sujo a 7C0 e 84, na ra do
Crespo n. 20, Iota de Guilberme t Caoba
4C
CiLNOVA DE LISBOA.
Ha para vendar da chegada nltimamante pelo
Soberano, notecriptorio de Joaquim M Goagal-
ves Beltrj, raa do Commetcio n. 5.
Acaba de ehegar a este estabelecimento nm importante tortaento de joiao da
oaro, do melbor gosto e qualidade qoe tem vindo oeste genes,-, como cassoletaa do
nix com letiras de diamantes e pintoras nas, aderecos e meioe adarecoa com podra*
Snat etc. etc.
Relogioe de o uro, de differentes gostos e quelidades para homens e senboras, deo-
de o. preco de 40$ at 3005, sendo estes ltimos de macniasao mais -apereicoadu poar
iivele guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 184. e 40$
Rui do Cabnga' n. 5.
Moreira Duarte & C.
VINHO
\'
*,
lL
E REGONSTITUANTE
DO D_R DELOR
Preparado por H. BEZIER, Ph da Eschola de Paria.
O VINHO iJSPURATXVO DO DOUTOK SZIAa ao mesmo
tniqpo que purilica o saoguc d'um maueita enrgica naO o altera e Ute ]
comenci a sua toolcidade primitiva.
Tul o resumo do numerosos altestndos endvrccados ao Doutor DEI.OR j
epois dj experiencias reita pelos priucipaes Mdicos de Franca, da Italia,
da Ilussiu, da Allemanha e da Bt-''ca.
O Viho Depurativo do Df DELOrt o nico producto, que, WP sd,
climua do sangue lodosos principios naarbido jne o altera5, como :
tamhem llic conserva a sua torca e a sua conslituca primitiva.
E por isso que os Itlcdicas. apiettaiio -at de appliaar a ora prapuafao'l
tlierapeulica do Doutor DELOfl.
O Vinh Depura: i\ o do D'DEt.0n deiw longe de si a pipara'ifc ulitulaas
dcpuratiwi;, tac* que xarop"s, rob, essenclas, e as quse era lujar de purifica
osaiigue oenfraquecuin, e tajo eUeitossa antes nocivos do que uleis.
O Vioho depnratiio do D' DELOR empregado cvm cxiloconlraas Eicrofifa*,
'Logas mitinea. Ulceras, Fcriiat ulceros, Tumore, bemot, / >it*emni,
fimafo, Ihi-pet, SaUugc,<,lmpg.ns, Upra, Tmht, Syphitt! fou mal venero)
c todasasiuoletias da pee. E um prescn-aliTOcerto coatra as F*i ama-
nltastvptioide. Tudsaspessoasain;cinsdc<"-
cel e dt todas as uwlesas j.ioveniciilesda Lgmpka po.lcm cmpresy.-ocorn eaito.
PAUA RETALUO : *, ratn de Lanera.
VENDA POR ATTACADO : 4, ioulevard St-Marlin. PARLS.
u cu ic- Pairanarlaua d Uraail.
mm aajM
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SANGUE^




Hierra de ttrnambnc* Tersa eit* 18 it Noretiibro rH lift

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A SAMPEaFBTAJttNTBTlf6A SEM MEDICINA, INCONVENIENCIA
NE t*WK\ PELO
SU^TBUTO HE*TAUHATIVO DA SAUDE
Pan invalido?, e meninos **!** de prfto; o qoal poopa efacoenta vms o seu
- valor ero ootros remedio*.
Eevalesclere Da Barry,
Restaurador litoral que pelo tea prego conomisa mil \ezes os gastos que se lazem
con qua'quer outro tratamento.
REVALESCIERE CHOCOLATADA
ENPO'
DU BARRY DE LONDRES
Mais agradavel ao paladar que o melhor chocolate, mais nutriente que a carne, digere-
se con a maior facilidade e sem irritar.
Re-Dovaado pandeando o saDfne, fortifica sem irritar, o estomago, es ervos, o eerebro, e
a lagar de fadigjr, molbora a dfgestio e aagraeota a energa mns;oiar e nervosa. Tomada ero
aira oo m le:u, d maoba a a nonte, absorve e ellimina lado quanto ba de irritante nos esloma
goi, ervo e embro, tranqoiliaod as pessoas, aioda as mais agitada, trnendo-ibe nm forano
nave e trasauUlo. As pevoas, bem como as rriancjs delicadas oo.Tracas, podem tomar ama refei
ci da 3 em 3 boraa oraate o dia, on 3 vete* por da sendo ama de manbi e a entra a noute.
/ log. desle producto alimenta mais que 10 kilogs. de chocolate puro, e por este motko i O vezes
menos caro que o chucate.
nico deposito no Brasil em Peraambaeo na pbarmacia americana de
Ferreira Mala & 0.
57RA DO DUQUE DE CAX1AS-57
a, verdadeira eerveja da Baviera, marea ban-
Mtra, de superior qualidade : Tendera Tasco Ir
ios 4 G. em seo armaxem da roa do Acsorim
MUSISII \\
Praca da Independencia ns,
38 e 40.
Acaba de rereber om completo sorti-
mento de objectos de loi<;a, vidro e por-
celana, com bonitos desenhos doorados, sen-
do ricos jarros de todas as qualidades e l-
mannos, garrafas com copos, varos para pos
de ar oz, garra fin has e casticaes de porcela-
na com pingentes de crvstal, todos estes
objectos prbprios para t llets, t na Madre-
ilva
ALBUN3
Rico sortimento de albuns coto capa de
madreperola, marflm, bofalo, e cbagrint de
todos os tamanhos, i& 50 a 200 retratos
om muzica e sem ella, por precos modera-
dos, 80 na Madresilva.
CAIXINHAS
Bonitas caixiobas com preparos para cos-
tura, de novo yslema, sendo com lampas
de erystal, fazenda de muito gosto para pre-
tentes e presos razoaveis, t na Madresilva.
LACOS
Completo sortimento de lackhos oa gra-
vatinbas para Sfnboras, sendo lagos para
pescoco e cabellos, ? na Madresilva.
PANNOS
Lindo sortimento de pannos de crochet
para cadeiras. sendo de diversos tamanhos
e largaras, s na Madresilva.
PARA NOIVAS
Tem a Madresiiva blond de seda, branco,
om ramagens e de 4 largaras, veos, capel-
las e especiaos s'ps de flores para guarni-
ces de vestidos', 1 qaes de madreperola,
marfim, sendo todos abertos e com seda
representando doas vistas, assim como de
ootras mnitas qualidades, brancos de cores
pretos, fazenda nova.
CHAPEOS
Rico sortimento de chapeos para senho-
ras, sendo de psloa da Italia e velludo, as-
im como ditos pastorinhas para senboras,
meninas, sendo fazenda inteiramente nova
na Madresilva. i
FACAS
A Madresilva acaba de receber facas com
labos de martim, para mesa e sobre mesa,
especializa Je da Madresilva.
. NOVIDADE
Bonito sortimento de meios aderecos de
plaqoet verdadeiro, voltas de bfalo com
toz, assim como lindo sortimento de brin-
cos e crozas, proprios para lato, todo de
muito gosto.
RETRATOS
Completo sortimento de quadros oa pas-
sapatos para retratos de todos os- tamanhos
qualidades assim como quadros com bo-
nitas photograpbias, s na Madresilva.
OBRAS DE MARKI.M
Lindas carteiras para n tas, carteiras para
bonds, caiiinba8 para phosphoros, faca para
cortar papel. cane:as para escrever, mara-
cas para cranlas, sineteslpara abrir firmas,
agalbeiros, e dedaes para senboras e meni-
nas, s se pode encontrar estes artigos na
Madresilva.
LUVAS
A Madresilva acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sna especial encommenda de
.ovas de Jouvin, para horneas e senboras,
brancas, pretas e de cores.
CAIXINHAS
Ricas caixinhas com perfumaras proprias
para presente, assim como bonitos vazos
com pos de arroz e oatros de pbantasia,
s oa Madresilva.
GRANDE NOVIDADE
Guarnieres para enfeite?, franjas, trancas,
gales de seda e de algodao, de todas as
cores e largaras, assim como completo sor-
timento de Atas de sarja, setim, eaamaloto
de vellado de todas as larguras e cores,
s oa Madresilva pnr,a da Independencia
ns. 38 e 40.
k AGIIIA BRANCA
Agua dentifrice pelo Ur
Pierrc
A loja d'Agnfa Branca i roa Duque de Caxias
o. 60, receben novamente a bem conbecida e apre
ciada agua dentifrice.
Entremeios e babadinhos bor-
dados.
A Agnia Branca a ra Duque de Casias n. 50,
recebeu bonitos ntremelos e babadiobos burda-
dos em Anas cambraias Upadas e transparentes
e com? sempre os vende por precos commodos.
Laques pretos.
A loja d'Agaia Branca i roa Duque de Caxias
n. 50, receben bonitos leqnes pretos, assim como
oatros de osso, os qaaes pela variedade de seas
gosto?, desenhos e commodidade de precos deve-
ro satisfaz^r ao comprador.
A Aguia Branca
roa Doque de Caxias o. 50 receben ama peque-
a quaoiidade de lindas e modernas gravatinbas
para senboras, e oatro pequeo sortimento de bo-
nitos grampos de cores, voltas de aljfar, braneas
e de cores, meias de fio de Escocia, abarlas, para
sonhoras a meninas.
Essencia de rosa
A agaia branca i roa Duque de Caxias) rece-
beu frasqainbos com apreciavel essencia de rosa
Camisas bordadas para
noivas
A agaia braoca a roa Duque de Caxias n. 5ft,
vende bonitas e finas cami-as bordadas para noi-
vas, oa mesmo para qaalqner Sra. que aprecie o
bono, e principalmente sendo eomo sio por precos
commodos; assim como modernas gotlinbas e pa-
nnos, tambem bordados.
Meias de la
para homens e sen horas
A Agaia Branca i roa Duque de Caxias n. 50,
receben mu finas meias de laa para borneas e
senboras, e como sempre vende-as por preco com-
modo.
Espelhos grandes
-""A loja da Aguia Branca, a roa do Duque de
Caxias o. 50, receben e;pelbos grandes com mol-
duras envernisadas e donradas, e eomo sempre
vende-se barato.
Capailas com veos e
sem ellos.
A loja da Agaia Bracea receben liodaa capel-
as com veos e sem e|les, lendo aellas "variado
sorlimeot e precos, os qaaes sio sempre com-
rr.jdr h vista da delicadeza e perfeico com que
sao ff la : os pretendemos dirijam-se a dita loja
da Agnia Branca a ra do Duque de Caxias n.
(,n .' serio servidos satisfactoriamente.
A Iguia Branca
A' roa do Doqoe de Casias o. 50. acaba
de receber:
Completo sortimento de flores finas sendo rosas e
ramos com botdrs.
Bonitos porta-bonquets com cabo de madrepe-
rola.
Delicadas capailas c rn veos e sem ellas para noi-
vas.
Ricos leqaes todos de madreperola.
Ditos de osso coro coloridos e aelicados lavores.
Bscovas com cabos de madreperola para dentes.
Peotes de tartaruga para desem barajar e tirar
bichos.
Lovas de seda de cores imitando pellica.
Pul.-t iras de tartaruga com doorados.
Caixiobas com msicas e arranjos para costura.
Ecovas de baleia cem marchedos de madrepe-
rola para tacto e cabello.
Retrc z francer em carreteis e meiadlnhas.
Seda froncba para bordar.
Meias listo das para meninos
e menina?.
A Aguia Braoca roa do Duque de Caxias d.
50, receben oovamente d'aqaellas finas e bonitas
malas listradas para meninos e meninas.________
Em casa de Borstelmano A C ra
do Commercio n. 10, vende-se :
Vinho de champagne, marca Clicqoot.
EXP0S1CJ0 UNIVERSA! %p- IS5TJ
FD1LH* OE I' CLAS.E
ALP. UDARIUeilE A C"
QUINIUl LIBARRIODE
PPBOVAP PB-a '-MU DE MEOICINa.N MM
0 Qutuium Lalarwiq
um vinho eminentemente to-
rneo e febrfugo que deve ser
perferido todas as outras pre-
paraces de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mente empregads na medicina
preparam-se com cascas de quina
cuja riqueza em principios acti-
vos extremamente variavcl;
parte disso, em razao de scu
modo de prcparaco, estes vin-
lios contcm-apenas vestigios de
principios activos, et em pro-
porcOcs sempre yariaveis.
0 Qiiinlum I.atinrraqiio,
approvado pela Acadamia de me-
dicina, canstilue i>elo contrario
um medicamento de composi-
^o dcterininada, rica em prin-
cipios activos, e com o qual os
I
*
mdicos e os deentes podera
sempre contar.
O Quintara Lalmrraque
prescripto com grande xito s
, pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'esgota-
melito, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenca, s meni-
nas qui tem difficnldade em se
formar e desenvolver; s mullie-
res depois dos partos; aos velhoe
enfraquecidos pela idade ou
doenca.

No cazo de chlorosis, anemia,
cores plidas, este vinlio um
poderoso auxiliar dos ferrugino-
sos. Tomado junto, par exemplo,
com as pilulas de Vali.et, produz
effeitos maravilhosos, pela sua
rpida acrao.
FHKUE,
AC a trro em vergnM
ARADOS grades pan lavrar a trra.
BOMBAS americanas.
CAMAS para meninos, solteiros e casados.
CARRINHOS de m3o.
CHIMBO em cano, lencol, barra e monicSo.
COBRE em lencoes 6 armellas.
COFRES do Mlner e ootros.
COL'ROS preparados.
CIMENTO de Portland.
CHAPAS para cobrir casas.
ELECTRO-PLATE em obras finas.
EISXOFRE, limalha e salitre para fogoeteiroa.
ESPINGARDAS, rewolvers e pistolas.
ESTANHO, em vergainha e barras.
FOLHAS DE FLANDRES, grandes e peqoenae.
FOGES americanos e inglezes.
FORMAS para porgar assacar.
FELTRO para caldeiras.
MACHINAS a vapor.
DITA de lavar roopa e picar carne.
DITAS de cortar fumo, estivar algodao (macacos.)
DITAS de descargar ajgpdao mo e a vapor.
LEOS, azeites, sabo e trincal.
PAPEL de diversas qaalidades.
PEZ1 -S francezes de todos os tamanhos.
PRENSAS para copiar cartas.
TACHOS estanbad< s.
ZINCO em ful has lisas e forradas.
POTMSA
Vendet-e na pbarmacia de P. Maurcr & C. ra ivova n. 25.
Embarric! s de 33 kilos ou 72 libras liqu dos, 18j?000
a banica
Tem para vender na grande drogara e armazem de tintas, recebidas directamente
da Earopa pelo ultimo vapor, oa roa Dcqoe de Caxias n. .34, ontr'ora roa dai
Crozes.
AGUA MINERAL DE VECHY
Em meias garrafas
11 IslJ l'JBSt]
na grande drogara e armaztOB
UIV U
Tem estss agaas recebidas directamente da Europa
de tintas na
Ra Duque de Caxias n. 34
Outrora ra das Cruzes.
f
Pede obler em pouco lempo com o oso do.melhor dos licoresa affomada
HESPEMUINA
Faz'oito annos que conhecido este precioso tnico, e difficil achar orna pessoa
que, tendo experimentado pessoslrneute, nao falle em sen favor, j como bom estomacal
e apetiaador, tomando om esla delta antes de jantar, oa como facilitador da digestSo
tomando-se depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, n3o ba nm t habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) que l3o conbe?a as propriedades medicinis da doorada fmeta,
ora bem, a > .
LARANJA AMARGA
em sen estado natural Um nm gesto peoco agradavel, e o mrito da Hesperidina con-
siste em reter snas boas'propriedades', aso mesmo tempo apresenta-la como-
EXQUISITO LICOE
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nSo tem nada que invjar s
melbores imporlacoes europeas de catuegoria semeihante. Estas, quando muito, podem
ser gestoras, porm a Hesperidina a combinado perfeita do
ACRADAVEL E SADAVEL
Para prova de que om artigo no qoal pde-se terinteira confianza, por ser puro
e iDnocenie, basta dizer-se qne foi plenamente-approvada e autorisada pela
UNTA DE HYG1ENE
do Rio de Janeiro, permiltindo sua livre elaborafSo no imperio; outra
BOA PROVA
a acceitacSo geral qne tem em todas as partes onde apreseotad. Em 864 ettsbe-
lecen se a primeira fabrica em Boecos-Ayres; em 1869 a segooda em Montevideo; e
no dia da chegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica qoe actualmente
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitaejio,
tanto qoe rara a casa qoe considera completo sea aparador sem urna garrafa de
NOVIDAD
Aos f echores fumantes
Completo sortimeDlo de noves amigos para fumante?, alean raros neste mrcido ;
eomo aejam : ., ,.
Ponteiras de eapoma verdadeira para charutos e cigarro?, de muito bonitas tor-
mas e diversos precoa.
Ponteiras com mbar cereja e espuma, para charntos e cigarro?.
Ponteiras de mbar para charutos e cigarres, de difireme tamanho?, gastos e
Cachimbos de espuma verdadeira, de differentes formas e diversos preco?.
Cachimbos de massa mitaclo rte espuma, da diversos tamanh s e pre$).
Cachimbos de maieira de differentes formas, qualidades e precos, o meluor que
se pode desejar neste genero.
Urna grande variedade de bnl^as para famo, de diverjas qualidade?.
Fumo para cachimbo e cigarros, sendo :
Novo caporal (roitacao do fuma francez).
Best BirJ'Seye (Olho de Passaro) iunUso do famo inglez.
Flor do Brasil e outras qualidade?. 1
Este fumo vende-se por metade do prego do que vem do estrangeiro, e cao me e
inferior, como fcil verificar.
Os precos da fumo tem abatimento de 5 a 20 / conforme a quanndade que se
Na f.bnca vapor de cigarros, ra larga do Ito.-ario n. 21, antiga rna do Quartel
de"pollrfa.
HESPERIDINA

Fiteiro & balead
de amarello. ba para vender': a tratar oa rna d
Bario da Victoria o. 36, ontr'ora roa Nova.
Madreperola
Ricos aderecos de madreperola, o que ba de mais
moderno; tem a
PREDILECTA
A rna d Cabnga 1.1 A.
O hemem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bomem docnte loma Hesperidina para obter
SAUDE
O bomem dbil tpma Hesperidina para obter
FORit
teem para vender em seu armazssu a
travesea da Madre de Deus n. 14
Vinho velho do Porto do melhor qne pode vir a este meresdo. -
Dito Bordean* de differentes qaalidades.
Dito veibo da madeira.
Dito velho de Xerex superior.
Dito velho do Borg nba.
Cbampsgne de soperior qualidade.
Papel para f>rro por prego muito diminulto.
Dito para cigarros de todas as qaalidades. _______
Cadeiras oratorias cem assento de palhinba
lOjOOn eada urna : no caes-Ido Apollo, arma-
zem de Tasso Irmios & C.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PHARMACSUTICe, J, RU BES LIMt-UIlT-PWl, PARS.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJ AS AMARGAS
I0DIRETO de POTA8SIO
d loctoreto de pottssio nm verdadeiro alterante, nm depurador de inconteatavel effl-
eada; com binado eom o xarope da cascas de lar aulas amargas, eatwao
aem pertarbacSo atairaa pelo temperamentos os maia fracoa, em alterar as fnoecoea
do anajTi Aa dotes aaathematicas qne elle contem peraaittem aos meaicos de reeowat-0
paratodaaaa corapneacoes as afTeccoea emoroftiloo, taaboinloaja, ooaaoe-
roM nos accidentes Intermitientes e terceiroe; alem d"iso, o
afente o mata poderoso contra as doencao rheumaticas.
XAROPE FERRUGINOSO
7, i4 andar, receberam este
Nos bailes as donzellas eos mogos tomam a Hesperidina pn obter boa cr e
animajo durante os loncos gyros da
wmuL
BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n
grande especifico, e vendem-no nos depsitos seguintes :
Hotel de rUnivers, roa do Commercio.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jote Gongalves da Fonte, roa da Cadeia n. 2.
Antonio Gomes Pires & C. roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires d- C, caes %i de Novembro.
Gomes 4 Irm3o hotel da Passagem.
PAPIS PINTADOS
20,000 PEPAS A' tSCOLHER
Gosto moderno do mais simp'es to mais elegante
PARA SALDES ,
Papis adamascados, assetinados, avellodados, brancos, verdes, aioes, carmen,
cor de perola, com flores e frizos doorados.
Para gabinete e quartos de dormir
Papis com lindos lavores, a imitacSo de madeira envernisada, flores e riscados, cem-
frisos de cores e doorados. __
PARA SAIiAS DE JAXTAK
Papis de differentes desenhos, paisagena, cagadas, pavilhoes, jardins e gosto ciu-
6aarnic5S
De todas as ordens: toscana, drica, jnica, corioibia e composits.
Qoflm Uver gosto e qoizer preparar com Inxo sal5es, gabinetes, salas de jantar e
quaesquer aposentos, encontrar o que ha de melhor e de mais barato nesse genero.
Affinca-se qoe neata provincia, actualmente n5o ta sortimento igual. E' rece

Affimea-se que nesta provincia
mendavel pelo prego.
Vende-se emgrosso e a retalho.
reconv
XAROPE TNICO AHTI-NERVOSO
do oooeos do taranjM amarga.
SS asnos de snccessoa atteatio a sua effi-
cacia para curar: os doenca* nervosas,
andas ou rkrenicat,** gasiriUs, qastralr
tias; $ fatar a isftttOo.
d casca de laraajas qnassta amare a.
E' sob a forma liquida que maia fcilmen-
te se aasimila o ferro; n'eata forma prefe-
r vel as pil u las e pasWhas en todos os caaos
em qne sio preseriptos bs ferruginosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
cot quma; ptretiso b gaiaco
* detirri, para a alvura e eon-
serraclo dos daetas, cursado aa dores
causadas pela caria on produzidaa pelo
eeeisdo do calor on do fro
Th eatwio, com base de maanesia
para a alvura e consemcSo dos dentes,
provenindo a descarnadura, prOTOcaado o
trtaro de quetmpede a reprodnclo.
B*4to Maranki, Plm.s, et sai (hm Prito, C. t. ?. wti.r.., es Ssste Cstts-
ruis. O. SckmteM em MlnUwUe, o. lB>kert| ea wi0i-|rrw, gtesis*sora*.
GRANDE PECHINCHA
EM
CAMBRAIAS BRANCAS
A RosaBbanca, no seu novo e grande ubelwmoto, acaba de rremaiar em
1 dio orna grande porc3o do camhraias brancf, isas, noten 4>em, tf* flnasr nata
pelo baratisimo pr*co de WKWO a prca. ____
OUTM PECHINCHA ( d
Bombazinas pretas, finas, para .vestidos de luto, montana, oa paletats, fazenda que
vale 1.5800, a 1*200 o covado.
Brilbantina branca, boa, a 320 rs. oova.do, e muito fina com lirtras assetinadas
iBOOo.
Lencos brancos, bons, a 2.5000 a doria.
Chapeos de sol para meninos a A4000.
Fil de seda preto e branco, com salpieos a 11600 o covado.
Chales de cachemira qoe valem 6*000 a 3*500, grande pechincha: na grande
loja da Rosa Branca, roa da Imperatrlz n. ,*, aoode foi a loja de trastea.
RA DO COMMERCIO N. 52 2o ANDAR
ENTRADA PELA RA DO TORRES
OlELli IKEIRO
N__82 BA DA IMPERATRIZN. 82
PBIMEIROAIDAR
Tem a venda em seu estabelf cimento am grande e variado sortimento de obras de
cabellos o que ha de mais moderno e elegante nette genojo, e veodo maia barato ejat
Otro qualquer.
Tabella dos prefos.
Cacbpeigne de 19*000 a 20*C0O.
Cbignoo variados de 15*000 a 3O*C00.
Tupets de 6*000 a 14* OO.
No mesmo estabelecimeoto penteiam-se
Tabella para alogael.
Um coqne de tranca i*0C0.
Um cacbpeigne 2*000.
Proteado de om coque.WGOO.
Di' o d om cacipeign#'4*000.
senboras. na cidade oo seos arrabai-
des, e azem-se penteados especiaos pelos ltimos fignrinos a esoolber, para casameiitoav
bailes, soiree, etc., te.

|T)7>TA TNCRRETA1


1818
1
,
*
i
.,
O IRTICiOJ?
ROMANCE
POR
ADOLFO Hi:i.OI
PHIJK^RV PARTE.
A inulhcr de cor
(Goniinuagu).
Ella conheeia bera as sois pereigoes; sa-
bia qoe as formas he orrespondiam for-
raosura da semblante; oa hombro* largos,
o peito alto, as caleiras foriemfnte aseen-
tintas, fd/.iam sobresahir a pequenez -e Qe
xibilidade da cintura.
, Finalmente tinoa do paiz onde na?cera os
ps e as mios, roaos e i,< de creaocinhi.
Oque imoressioo. n rnait > Cora forana
estas palaras de Vctor Mazilier: E'
orna creo iia da L iziaoia.
Isto exige orna explicarlo.
Em Frraga usase geralmen'e da palava
creoula sen se siber a so a signifleacao
AppliM-se iodiff-iren'emente a toda o habi-
tante, quer das oossas'cohoias as Antilhas,
quer di ilba de Baarbon, da Lamania, da
Guyana e at de algumas partes da Ameri-
ca do Sol. S se c mbicem estas doaa
grandes denominacows: o negro e o creora-
lo. Qsm n!a f.- negro ha de necesaria-
mente ser creouio
Grave erro: para ter direito aos ti hilas
de ereoolo as col >u'as preciso nasce* de
pirantes brancoa e nSo ter o sangoe mistu-
rado. Por grande qoe seja a brancora
o'om pesaoa, se o bisav dessa po su 'oi
mulato, ninguem !he chamar creoula, mas
sim bomem o raalber de cor.
Cora, apezarda sua deslumbrante formo-
sura. ni> m creoula. mas sim molber de
cr. E trufando se-lhe a arvore geneal-
gica, havia de se encontrar por flm algnma
cabera preta. E'la bea o sabia. Por isto
foi indiziel o prazer qoe sentio quando Ihe
chamaran) creoola
Vctor, na sua qoalidade do ftMho do Ih-
vre, tinba oro pouco de cosmopolita ; to-
dava enganoo-se classificando Cira de
creoola.
Ni que ni se eogan)o foi em descon-
fiar que a joven ameiicara nao pertencia a
boa sociedade,
Famoso cego-io este I disse entre si
Mazilier. Arrecado-a para mim. Qoe xito
me espera quando eo apa re.er no tbeatro
com esta deliciosa creatina I Voo fazer
ama revoluto no Havre. Mas ter algum
compinheiro de viagem ? Nao ha amor que
resista a quarenta das de navegaba 1. A
occasiio favoravel, porque ttnho algumas
economas; em vez de as gastar em Paris,
gasto-as no Havre. Niobio de darar mui
to lempo, nao.
V
C mn se dicidira Jorge du Hamel a ira-
zer para Franca naa mulher de cor ?
Da qoe poca ditavam as saas relagss
e q aai era a sua cigem ? Eii os don pro
biemis que vanos resalver.
O pai de Jurge. depois de ter dissipado 0 seuTrdoMoveoil1?
ni bolsa, as carreiras de cavados e nos
circuios, o dote de saa mulber e un cap
tal bastante considera?e!, berdado de saa
familia, res >lveu-seum da a passar para
o Estados Unidos, no irjtuilo de fazer a
sna fortuna.
A America n3o eslava ao lempa, in lu -
trial e commercialmeote, t5o gasta como
est boje. Uro bomem dotado de alguma
setividade poda em poneos annos arranjar
ama boa posielo, especialmente sendo eo
ropeu Os eoropaus gosavam de cerro
prestigio naqnelle povo in'.elligente, mas
falto de experiencia.
O Br. du Hamel levava para al,n do
eceano todo o ardor de nm bomem, que
desoja rhegar qoaoto antes, para volver o
mais breve possivel ao lado do teu amor e
de reu ibo ; corra em paz da fortuna, e
corren tanto e com lio singular acert,
qoe slcaocou n'um cotnvello do caminho.
Mas durante a luta o Sr. da Hamel ar-
ranjou relaces, contrabio amisades, e n'um
da de eeices soube que o liobam nom-a-
do alderman 4e Nova Orleans.
As ms liogoas (i/.iara que elle todas as
coitos descancava das fa ligas do dia no Ca-
nal Street, n'uma casa que fzia esquina
para o bairro francez e para o bairro ame-
ricano, habitado por orna encantadora ir-
landeza.
Fioalmenle, a gralidio instigou o a nao
desamparar om paiz, aonde a fortuna Ibe
tinba sorrido, por ootro aoode ha va dissi-
pado a beranca de seos pas e a de seu
filbo.
E' certo que deixra em Franca mu her
e filbo ; mas nao era do sea interesse o
conservarse nos Estados Uoidos augmen-
tando o capital ? Podia ter- hes escripto
dizenlo : venbam 1; mas a travessia da
Franca para a America perigosa, e o cli-
ma de Nova Orleans funesto aos euro-
peos.
E p r ootro lado, o filho teria de com-
pletar a 60a educacio nos Estados-Unidos,
ro era preferivel esperar qoe a terminas-
se ao lado de sua mi ?
Todas estas razoes, reforcadas por al -
gans sorrizos da incaBtadora irlandeza, o
decdiram a perpetuar o desterro, dexando
as coisas como estavam, o alderman em
hi va Orleans e sua familia em Paris.
Os seguiules paragrapbos de urna carta
da senbora du Hamel foram de repente
modificar o seu plano de procedimento.
Tea filbo, dizia-lbe a senbora du Ma-
sivamente lado por estadantea de di
reitoe d 48, qoe se reoLem todoi
os das para Fiar de sciencas, artes litte
ratera e economa social e poltica, o qoe
00 mea entender, 6 preferivel a fallar de
cavados, carraagens e actrizes. Ma* se se
limitasse a fajar t O caso qae as saas
reum'53sse tradazem seapre em actos de
hostilidade ao govoroo. O ootro dia resol
veram r ao tbeatro patear orna prodaccio
de autor que passa por aflecto ao governo.
Jorge poz se frente da manifestar,!'. Be
soltado: a p ilitica leve de iotervir no ca-
so, e Jorge, o nosso, o nosso Jorge, passoa
a ooite na cadeia*. Orabas ao leu amigo
Vernet, foi solt no ootro dia,
< Todi isto me ioqaieta profundamente.
N3o te parece conveniente qoe o J >rge passe
comtigo urna temporada ? Podes fazer um
bomem do que anda urna criaaca
t Escrevc-te com os olhos ebeios da la
grimas. Separar-me de Jorge, qae toda
a minba divida! Qae vai ser de mim ?
Ma- a ventura delle est p imeiro qoe todo.
Sim, sim, manda ir tea fl ho para ao p
de ti.
< Cu nao posso acompioba-lo; esloo
doenie.
Espero a loa resoluto.
O Sr. du Namel, p 1 de ter esta carta,
pegn na peona e escreveu :
- Sou da toa mesma opino. Jorge nao
p !e, oo deve conservar-ae em Paris ;
manda-m'o quanto antes. Sintn qae o esta-
do da toa sa le te n3o permitta o acompa-
nha-lo : mas em breve nos reuniremos \<
dos.
VI
Ao sabir da nniversidade, aonde segoio a
carreira da jarijprulencia, sentic-se Jorge
arrastadj para a polica.
A txuberaacia, que to vivamente assus-
tava sua mi, arrastava-o por um lado a
discussSes, qae se tradaziam em graves
conflictos, e rnoilas vezes em mamfestarijes
demasiado esteris, e por ootro preser-
vava-o da dhsipaco e das loucuras da mo-
cidade.
A' ooite, depois de ter ceiado com a mi,
diriga-je para om club ou reunio de al-
guns amigos, e all, de cachimbos accesos,
diante d'um c;o de cerveja ou de panch,
discuta-si a questo do dia. las atacavam,
.ootros defendtam, este erapr, aqaellecm
va, e a reunio acabava sem ninguem ter
conseguido convencer o adversario.
Antes de se ap.rtarem, Jorge e os seus
cantaradas costomavam ir a Bullier, onde os
ricos, os aristcratas das partidas, gastavam
de dons a tres francos por cabeca. Isto
mais bygiecico e especialmente mais econ-
mico di que ceiar com certa classe de mu-
Iberes, dar om escndalo no tbeatro e es-
perar o dia diante da mesa de jogo.
Cuegado America, teve Jorge de raodi-
Gcar os seus cslumes; as tbeses qae sas-
tentava em Franca nao tinham all tjzo de
ser. Toda a gente era liberal, muito mais
liberal do que e.le. Os mais avangados do
bairro Latino &o reaccionarios nos Estados-
Unidos.
Auode hvaia de
del, j nao ama crianga; est um bo-
mem. Tem realisado pbyiicamente todas
. as esperances que ms fizera entrever. E'al-
to, gor Jo. fornido, gracas esgrima, cuj
estado tu lbe recommeodas em todas as
cartas. Moralmente, discreto, bom affec-
taoso, e ama te mais do qae ta mereces,
ingrato! Succede, porm, qae todas as
coisas humanas teem seu ma; receio que
a vida de Paris lbe inficcione os sentimen-
tos e lbe d cabo do jaizo.
< De coraco encllente, mas tem a
eabeca om pouco leviana. O sea eslouva
ment j me tem dado serios, desgostos
Hontem balea se com am dos seas amigos,
porcaosa de ama di*cusso polit:a, a qae
o provocaran! ou que elle proprio provocou
n'om bileqaim do bairro Latino. NSo le
J8sus.es, oio flcoa ferido. O adversario
qae levoa o peior qainbo nete lance.
Se tivesse sido elle o ferido Tremo s
de o pensar I a jntica inlerveio no caso.
Jorge foi admoestado e multado. O sea
adversario filbo de om d potado ministe-
rial ; isto explica todo.
t Mas ba ainda mau : este daello tornoo
'y.ga. onhecijjo m todo o uairro Latino
-vai) sabe, o'barro Latino qaasi oxcL-
procarar emprego para
Aonde bavia de fa-
zer alarde das soas forcas vitaos ? as
emprezas industriaos e commerciaes ? Seu
pai dedicava-se a ellas com exi'.o. Mas nao
podia elle, entrando nesse terreno, compro-
metter a fortuna de seo pai ? Nao era
mais prudente viver com as mios debaixo
do braco ?
Consagrado aos seus estados, as saas
ideas, aos seos arojgjs e sua mi, nao ti-
nba Jorge gozado dos prazeres da jo vento-
de. Porque n3o bavia de saborea-Ios, re-
cuperando o lempo perdido ? Nao lbe po
dia apparecer melhor occasio.
Nova-Orleans, antes da guerra que a des-
povuou e empobrecen, offerecia aos rapa-
zes. e aos rapazes sem occapago, grandes
8educes. Abandavam as mulberes formo-
sas. No thealro francez, no ibeatro ameri-
ca.0, nos passeios, nos bailes pblicos e
as reunies privadas, encontra se a cada
passo americauas encantadoras, irlandezas e
creoulas nascidas para o amor.
Havia para todos os gostos. Os inclina-
dos ao casamento, tinham a certeza de acbar
mulber em qualqoer parle. Aos maisaffei-
Coados a amores frivolos, passageiros, offe-
reciam vasto campo de aventuras as ras
de Bayon, de Rempart e de S. Felippe, aon-
de havia esplendida col'ecgao de americanas,
mocas de cor, mulatas e qoarls superiores
em belleza s deidades das ras da Magda-
lena e Le Pelletier.
Jorge da Hamel, langado, na sua quali-
dade de parisiense, na sociedade da juven-
tude creoula, queconstitoe em Nova-Orleans
ama especie de c lonia fraoceza, foi secces-
sivameute apresenlado na melhor e na peior
sociedade.
A' primeira levoa a sua distmego natu-
ral, o encanto dos seu* modos, a saa petu-
lancia juvenil, temperada por ama exceden-
te edecago; segunda toda a fogosidade
dos seus viole annos, todo o ardor de orna
natreza apaixonada, conlida at ento, mas
anciosa por levantar o veo. O amor bavia
de 8ubstitoir-:he no coraco a poltica, o
amor disputo a todos os sacrificios e a to-
dos os excessos.
Todava, nos prmeiros mezes da saa per-
manencia em Nova-Orleans. nenbuma das
loucuras que commeiteo teve coaseqen
cas lamentaveis para o sea futuro. Os seos
amores morreram com a mesma acilidade
com que nasceram. Eclctico em amor,
passava indifferentemeote da loara para a
morena, da irlandeza para a americana, da
creoula para a mulata, sem espirito de par-
tido, sam reparar em nacionalidade nem em
cor.
Passava alegremente o ver) n'algama das
casas de campo que ba as daas margees
do Mis-issipi, mez n'uma, semana n'ouira,
em todas bem recebido e obsequiado.
No invern era visto cpnstaotemente no
passeio qae leva ao largo Porcbartraio, ga-
lopando ilbarga de ama americana; de
tarde iniciava nos mysterios da walsa algu-
ma rapariga creoola, e ooite escotava a
msica n'algam boarding-house.
A propria vanedade dos seas amores o
Aproxmou-se
fempe qae ella.
bilbeteiro
masmo
as'ffva-
Uma cadeira de galera, disse timida-
aaente a desconbecida ao bilhteiro.
O empregado, tm vei de p>gar no di-
nbeiro qoe Ibe'ela dava e entregar-lhe em
troca o bilbete, encaroa-a multo fito por
espac) de om 00 doos segondas.
Est de certo brincando, disse
mem depois de terminar as saas ob
eoes
Porque diz isio ? pergoaiou 1 dasco
nbecida.
Porque sabe qae lbe n3o poseo dar o
lg-ir qae p"de: o sea lagar na nltima
ordera. nos camarotes fechados.
Senbor..
Eo tastou aqu para impedir qoe as
pessoas de cor se iotrodozam fr.adlenla-
mente nos lagares destinados aoa brancos.
Famoso escldalo se ar/anjava, se ea nao
a onbecosse Apezar de qae esta ooite
canta a Sra. Widemann a Favorita, todas as
senboras creoolas se teriam retirado dos ca
marotaa, prometiendo nao voltar a por ps
oo thealro fra cez.
Pois bem, disse a descoobecida re-
solutamente, se cao posso asseotar-me n 's
prmeiros logaras, aioda men >s me assenta-
re nos ltimos. Se os seoborea creoolos
nao g'istam de me ter a sea la lo, a mim
desagrada-me altamente o estar cercada de
mulatos e de escravas.
A desconbecida dea am passo para se
retirar; Jorge adiantoo-se.
VU
As poucas palavras qoe Ihe ehegaramaos
oiividus refrescaram as soas recordac3es da
javentude. As ideas liberaos qae lbe dor
miaro no cora(3o havia tres annos, aeorda-
ram vivamente. Desappareceo o viajante
indiferente, o estrangeiro a quem de nada
se Ihe d n'um paiz qoe nj o seo, o
moco e-toavado, leviaoo, soperficial, e ap-
parecea com? por encanto o estodaate do
bairro Latino.
Porqoe m-tivo insulta esta senbora ?
exclamon, encarando com o encarregado da
venda dos bilnetes.
r Ea nao insu'tei esta s nhora.
Iasultou, j lbe disse. E em todo o
caso (alloo-lbe com imperdoavel dureza.
Agora diga-me, com que direito Ihe recasa
o lugar que pede ?
Tenho ordem de n5o deixar entrar as
mulberes de cor aa galera, em frisas nem
em camarotes de segunda ordem.
Esta senhora poie muito bem nao ser
mulber de cor, disse Jorge, indicando a
desconbecida
E' possivel qoe om europeo pos^a
enganar-se nesie assampto ; eo o3o me en-
gao. E se offendi essa senhora su'moa-
do-a mulher de cor, porque motivo nao
protesrou ? y
Effectivamente, a desconbecida, em vez
de reclamar, deil-a o veo para a cara, e
qoeria retirar-se.
Jorge comprehendeu a falsa posiejo em
qoe s coocra; nao obstante, voltando se
para a desconbecida, di-se-lbe, depois de
para as pessoas qae
uncgo, minha se-
a desconbecida, nao
deitar insolente olbar
pre;enciavam a scena
Quer assistir
nbora ?
Nao, reapondea
quero ir para c logar qoe me offirecem.
Comprarei doas lagares de galera,
am para a senhora, e ootro para mim. D-
me o braco.
Os circomstantes acolberam aquella pro-
posta com sordo murmurio.
Sim, disse Jirge, levantando a voz,
3aero protestar contra om costme indigno
'on-foo honrado, d'om povo...
Cala-te 1 dwse-lbe naqoelle instante
urna voz ao ou'ido.
Era sea pai.
N5o receie, mea pai, responden
Jo'ge.
O qae a ti n5o te importa, pode im-
portar-me a mim. Prometa a toa mi qoe
voltars sao e salvo para Franca, e preciso
comprir a minba palavra. Eotendo qoe
brbaro o costume; mas costme, que
nem lu nem ea conseguiramos destruir.
Ainda na oatiste fallar Delle al agora ?
Sabia da theoria, mas a pratica iodig-
noa me.
Iadigoe te o que tu qaizeres, mas nao
demonstres a tua indignaclo; o primeiro
de ver de todo o bomem bem educado,
quando viaja, respeitar os costomes dos
paisas qae percorre. Vem comigo ; grecas
aos meas amibos e aos tea?, espero qoe
este negocio n5o tenha ms conseqaencias.
Talvez Jorge se hoavesse recasado a se-
guir sen pai, se a desconbecida, coja defeza
tomara, nao tivesse aproveitado os prmei-
ros instantes de conasSo para se retirar.
Tendo desapparecido o corpo de delicio,
como se diz dos tribaoaes, travoa Jorge do
braco do pai, entrn na sala, e tomoo as-
sento no sea lagar habitual.
poona a coberto de ama queda: d'aqui a
traaqoillidade de seo pai, qae o segua a
distancia.
Tras annos depois de residir nos Estados-
Unidos, nma tarde do mez de dezembro de
18..., dispunba-3e Jorge a entrar no tbea-
tro francez, do quil era assidoo concurren-
te, quando lbe cuamou aitengo ama mo-
lber que passoa por ao p delle. Apres-
sou o passo para a alcangar e effectivamen-
te a alcancoo no vestbulo do tbeatro. Des-
lumbrou-o tanta formosara.
NSo tem asignatura no thealro, por-
qoe r.o a conbego. Qoe Ingar toma. ? V
para onde fr, estoa decidido a segai-la.
Como j dissemos, a Favorita era canta-
da naqoella noite pela Sra. Widemann, orna
das melbores cantoras qae tem possuido
Nova-Orleans, e Jorge, como todas as pes-
soas de temperamento nervoso o sangoineo,
serenou com a mesma acilidade com que
se zangara.
No fim do primeiro acto, refrescado pela
mosi;a de Donizetti e pela voz da Sra.
Widemann, pensava em lado, meos na
scena com o b.lbeleiro.
Nao tardn, porm, em reparar qoe to-
da a gente se occopava de Ha, urna vez que
toda a gente, homens e mulheres, tinham
os olbs cravadus nelle.
Effectivamente, corra de bocea em bocea
a noticia de qae am estrangeiro, om fran-
cez chamado Jorge da Hamel, bavia tomado
a defeza d'uma ma:her de cftr, pronuncian-
do-so violentamente contra o costme qoe
prohiba s pessoas da sna classe o loma-
rem assento nos principaes logares do tbea-
tro, e qoe tentara colloca-la torga oa ga-
lera.
O procedimento de Jorge, a quem a so-
ciedade de Nova-Orleans acolbra cordeal e
affectuoaamente, tratando-o sempre como
om dos seos, foi censurado por lodos, espe-
cialmente pelas mulheres, qoe sao implaca-
veis. Os seos amigos teotaram em balde
defend-lo. Como a dama romana, que sa-
bia do banbe diante do escravo, sob pre-
texto de qoe om escravo n3o om homem,
as damas e creoolas preiendem qoe ama
molber de cor 0S0. ama mnlber, e qoe
om bemem da boa sociedade n3o pode to-
mar a soa defensa.
Este preconceito desappareceo, em con-
seqnencia da abolilo da escravjtura ; os
negros e os mulatos votam como os bran-
cos, e principiam a considera! os como bo-
rneas. Mas na poca a q:e nos referimos
eslava em toda a saa f rga, e Bem oa bo
meas mais liberaos snspeilavam qae
algam dia a deupparecer.
Qae bei do fazsr ? disse Jarge ao pai,
comprebendendo a diffiul situaco em que
Mava.
Nada; esperar qae desappare^ a m
impresaao qae a toa ridicula aventara cao-
soo, e sobretodo evitar um lance...
Cuida qoe. .
Nio coido nada ; parece-me porm
qoe Jibn B .. est encarando muito em l.
Jorge olbon roda de si. e vio, effectiva-
mens John B .. perorando no meio de um
circolo-formado por algons rapazes da alta
sociedade.
Jjhn B... e Jorge du Himel trocaram
om olbar, e adiantaram-saao mesmo tempo
um para o ootro.
VIH
John B... era o primeiro duellista de
N va-Orleans. Batia-se por qualqoer coosa,
por um olbar, por orna palavra, per um
gesto, por ter com lo bem, por ler comi
Jo mal, por estar o co nublado, por estar
o co claro de mais.
Ni 1 lbe agr lava este oa aqoelle ? dizia
Ih'o logo. Culavaea a pessoa pur prudto
cia ? Dava se por offendido, e no ootro da
eoviava-lhe as testemunhas.
Uoa vez combinado o caso, aceita va quan-
las condigo js lbe punham ; a respeiio da
escolba d'armas.era tambam fcil deacco-
molar: a pistola, a espala, a espiogarda,
o Sibre, a carabina, revolwer, todo para
elle era igual.
Certo d a propoz a um dos seus adver-
sarios om dudlo em bal3o. Cada qual dos
combateales se Janeara aos ares no feo
respectivo globo aereostati:o, provisto da
competente barqanba, e na barquinba orna
peqaeoa peca de artfharia, para se dispa-
rar em caegando a certa altura. O adver-
sario nao aceitn a proposta, e Jibn B.. .*
leve um grande desgoslo.
Era esto o bomem qoe, seguramente om
intengoes boslis, se alianlava para Jjrge
du H tonel e seu pai.
S nhor... disse encarando com Jorge.
O Sr du Hamel quiz ntervir.
Perdo, meu pai, disse Jjrge; este
senbor a mim que se dirige. Eu !he
Lresponderei. Primeiro qoe todo, aceres-
centn, parece-me qoe o sitio aonde esta
mos nao o mais aproposito para urna ex
plicago. Salamos do tbeatro, se parece
Conveniente.
J1 rge receiava que seu pai, impel id o pelo
desejo de evitar am desaguisado, intrvies-
se outra vez, pond a-o em ridiculo.
Po-qoe motivo nos havemos de in-
commodar tanto? respoadeo Jjbn B... O
que tenbo de lbe dizer pode resumir-?o em
daas palavras.
E' possivel. Mas o qae ea tenho de
lbe dizer mais demorado. Toro a a pro
por-ioe qoe saaaos. Aqu nao escatare
ama s pal,vra.
Nsse caso...
John B.,. esteva a ponto de passar a
vas de fado, porque oa creoulos de Nova
Orleaus nao gostam de fazer discursos;
v3o direito3 ao sea intuito. Jahn B...
procurava evidentemente am duello. O
meio mais rpido e mais seguro de o pro-
vocar era insultar gravemente a pataoa com
quem queria medir-se em armas. Mas, se
elle tinba fama da muito dex:ro, tambem
Jorge a tinba de bomem de f irga, e poda-
ra lembrar-se de faz-r pedagoa a m3o que
oosasse tocar lbe.
Saimo3, disse de repente, sere-
nando.
Voo n'om instante, replico a Jorge.
Emqaanto John B..\ se afastava, Jorge.
voltando-se para sea pai, disse-lbe-:
Bom v, meu pai, qae tenbo conser-
vado toda a minha preseoga d'espirito.
Espero continuar a ser senbor de mim mes-
mo, e para conseguir n3o dexarei de pen-
sar em miaba mi. Farei por ella, quanto
for decorosamente possivel para evitar om
desaguisada com esse estouvado. Tenba
em cont>, nao obstante, qae estamos na
America, que soa francez e qae portante
mioba longanimidad nio pode passar de
certos limites. Os iasoltos recebidos no
estrangeiro nio s3o nicamente pessoaes
teem cerlo carcter de nrcionaliJade. Adas
meo pai; estarei coanigo d'aqui a om ins-
tante ; nio se inquiete.
J >b'i B... esperava na ra defroate do
tbeatro. .
Mal que vio Jorge, apressou se em lbe
sabir ao encontr.
Qae liaba que dizer-me? Perguntou-
Ibe Jorge cumprimeotando cortezmenle o
seo adversario.
Tinba de Ihe dizer que commetteu
esta noite ama inconveniencia, tomando a
defeza de orna molber de cor.
Encarregaram-no os creoulos de Nava
Orleans de ser interprete para comioo dos
seus odios?
Procedo por minha conta, porqae o
seo procedimento...
Acaba de o apreciar : commettij orna
inconveniencia. Recoobego qae sim, e de-
ploro o caso, pelo que o mea procedimen-
to podesse offender o paiz onde lio gene-
rosa hospitalizarle encontrei.
Conhece que proceden mal ?
Proced mal para com a Nova-Or-
leans.
A mim nada tem que dizer ?
Nada, nma vez qoe me disse qce nio
representa a ninguem.
Qaer dizer qne se baterl ?
Coro qoera ?
C amigo ?
Porqoe motivo me hei de bater com
sigo ? Nio me parece qae ea o offendesse
em coasa algnma.
E seeu o iosultasse ?
Como nio tem porqae, entenJeria qae
p9rdra o jaizo, e nio costume bater-se
a gente com doodos.
Jonb B... n3oresponden. Vo'taalo-se
para os seas amigos, disse-lhes :
Meas amigos, agradeco-!be3 o terem
reposto nrnba disposicSc. Este senhor
nio se bate, porque um obarde.
Menle^.. porque me bato, exclamou
Jorgeatirando-se a Jobo B.... e dando-lbe
urna bofetada.
O primeiro movimento d'um homem que
se v esbofeteado atirar-se a quem lio
sangrenta injuria Ihe infere. Jobn B... nio
se moveu.
Ma'.o-o imanbl! bradoa eocarando
com os amigos.
A sentenca de morte de Jorge estava pro-
nunciada, no entender de todos os especta-
dores d'aqoella scena.
Que fizeste, desgraca3o! disse o se-
nbor da Hamel para Jarge, qoaodo este foi
ter com elle, cinco minutos depois.
O m.-smoqne o p.ii tan*.foto no
mea togr; cac. ..& sabe
vie3se,Doa qae fiz quanto pode por evitare
desafio 1 Sent e com valor para ma ser
vir de padriuho ?
Procorarei te-lo, respandea o Sr. du
Hamel. Qiem poder defender melhor os
leus interesses, de.-gragado!
IX
No dia segointe, s dea da maohi, os pa-
drinbos de Jonb B... e de Jorge da Ha-
mel reuniram se n'ambas roun (especie de
caf-restaarant) da ra de Orleans.
Como nem os pairinhis de JohnB...
nem os de Jorge do Hamel. um do qoaes
era o pai de Jorge, entendiam qne a miss3o
qae se ih-s confiara podesse desenlatar se
pa-.ific iraent-', limitaram-se a discutir as con
dig"u! do d-.safio.
A qual do< d os adversarios pertenca a'
escolba das armas ? Qual fra o offeodi
do? Jiho B... que tinba silo esbofetea-
do, oa Jarge do Hamel, qae recebera o
epilbeto de cobarde ? Era esta a questo
qae se apresen tara em primeiro lugar, e
que poderia suscitar algnm conflicto.
Fui porm resjl ida pelo3 padrinbos de
JobnB... declarando elles, em nomedo
sea representado, que aceita: ia as armas
qua o sea contrario propu esse.com a con-
digio de qae o desafia foasa de morte.
O Sr. du II imel protestou, mas lodo foi
"
intil ; as insirucgoes de John B... eram
terminantes.
Pois bem, seiho'es. disse o pai de
Jirge ; o duello nio se effectuar, ficando
o seu representado comobafeti). Somos
francezes, chamaram-nos cobardes e res-
pondemos com urna bofetada : est satis-
feita a luosa honra Sa nio est a sua,
aceite as nossas condigoes, mais bomaoi-
taras de que as suas,
Estes seobores querem qoe o desa-
fio seja de primeiro sangae, como em
Franca, disse insolentemente om dos pa-
drinbos de John B...
Ni, respondeu o Sr. du Hartil sem
perder a presenca de espirito. Os insultos
trocados entre urna e outra parte sia gra
ves de mais para se contestar m com um
duello de primeiro sangoe. Mas entre o
desafio de morte e o desafio da primeiro
sangoe ba meio termo: o duello terminar
quando algum dos combatentes fiqae fra
de combate.
As palavras t fra de combale .
disse o padrinbo de Jmb B... sio vagas
de mais para que nos possam satisfacer.
Urna ferila 00 braco basta s vezes...
A pessoa a quem os senhores repre-
sentan, bstanla dextra paraalirar ao bra-
co...
E' verdade, ba de atirar ao peito. .
Isso la da conta delle, volveu o pai
de Jorge, qua empalideceu ao ouvr aquel-
la ameaga.
Os quttro padrinbos ombinaram afiaal
qae o desafio fossa ao sabr, aquello mes-
mo dia, n'um bo;qae da margena, do lago
Poncbartrain, a duas leguas prximamente
de Nova Orleans.
Jorge estava escrevendo a saa mii quan-
do o pai ebegoo.
Qae novidades traz ? perguntou o fi
Ibo.
Prepara le ; partimos d'aqai a nma
hora.
Estoa preparado.
Tens algnma coosa de que]me encarre
gar ?
Tenbo qae Ihe pedir um favor, pai.
Se eu morrer, desoega-se de todas as suas
affeic5es e de todos os seus interesses, e
volte por Franga, onde miaba mii. o espe-
ra. Entrefcue-lbe esta carta, qce encerra
o mea ultimo adeas.
Promelto fazer o que pedes; mas nio
morreras.
N3o aco tal teocio.
Quando pai e filho iam a partir, apro-
ximou-se urna oegra da porlinhola da car-
ruagero.
Qae qaer ? pergaatoo Jorge.
Esta carta para o Sr. Jarge da Hi-
mel, respoodea a preta.
Sou en; do c.
Basgcu o sobrescripto e leu estas pala-
vras :
t Deseja-lhe boa felecidada a mulber a
quem defendeu hontem, e por quem vai
hoje batar-se.
Nao me bato por ella, exclamou Jor-
ge, bato-me por mim.
Conheces essa tal senbora ? pergun-
toc-lbe o pai, depois de ler a caita.
Eu n3o, responden Jorge. E o pai ?
Deram-me esta manb3 alguam noti-
cias a respeito d'ella.
Diga, diga...
Mas....
Parec-lhe a occasiio pouco a propo
sito ? Se nao failames de alguma cousa,
nem pensamos em coosa alguma, voar o
meu coraco para Franca....
A pessoa de qaem se trata, disse o
Sr. do Hamel, cbama-se Cora, e mora ao
cimo da roa de S. Felippe, n'uma casa de
madeira, de boa apparencia, conslroida
(Iharga de um jardim-----Has de ter pas-
sado por diante d'ella rail vezes....
Sei a casa que mas nao me lem-
bro de ter visto a molber qne a habita, se-
oio hontem noote. Aqu aonde as mu-
lheres brancas nio perdem occasiio de se
mostrar, singular qae a mulher de cor
viva como reclosa.
Pois mesmo por ser molber de cor,
receia que a sua orgem a exponba a um
conflicto como o de hentem noote, e evita
o sabir roa.
Tem amantes ?
Nenhum se Ihe conhece. O seu nico
desejo deixar os Estados Unidos pela Eu-
ropa, aonde nio imperam os preconceitos
de raca. Para realisar este sonho preciso
dar provas de virtude, inspirar alguma
grande paixao, e como prego da saa queda,
exigir que a levem para Franca.
Nio mal pensado. Sabe se tem meios
para viver emquanto nSo apparece o sonha-
do amante ?
Soa mi, qae era urna boa costa-
reir, deixou-'he a casa e o jardim da ra
de S. Felippe. Mora na casa e coltiva o jar-
dim, que s prodoz flores; mas veodem-
n'as os seus escravos por bem preco.
Qaer dizer isso que tem escravos ?
Os quaes trata cruelmeute. Dizem qae
se vinga n'esses defgragados," especialmeiite
nos mulatos dovos, dos vexaojes qae lbe
pregam as mulberes braocas.
E vou eu expofa vida por semelbante
mulher I disse Jorge eutre si.
X
Ghegada a csrroageai a Poncbartrao, to-
mou por um caminho qae se esleade i
beira do lago, e parca diante d'uma espe-
cie de cabana qoe se levanta do meio de om
pamar. Era all o sitio eco!hido. Tmbam
dado cinco horas.
Jorge da Hamel, apeoo seguido peloi pa-
drinbo*.
Que fazem all essas carrqagens ? per*
gontou Jorge.
Os padrinhos olbaram na direegio qoe
elle indicava e viram ornas trinta carroa-
gens espalhadas aqoi e acola, ornas 00 meio
do caminho, outras s ilbargas da cabana, -
outras ainda na prxima planicie. Havia
atem das carroagens algons cavados amar-
rados aos troncos das arvores, goardadef
por ootros tantos oegros.
Pelo qae vejo, disse o Sr. do Hamel
a Jorge, o tea adversario conviden todos 08
amigos para o desafio. Isto nio me parece
regalar e loo...
Espere, redarguio Jorge ; adiantam-
se os convidados N'om insiaote saberemes
o qoe seba de fazer.
Interrogados oa padrinhos de Juba B.. .
acerca da presenga n'aquelle sitio de pessoas
esiranhas pendencia, respondeiam qoemoi-
tos habita ites de Nova Orleans tinbam que-
rido assistir ao desafio, e qoe toda a vez qoe
a Teosa fra publica, o desaggravo tam-
bem o devia ser.
O Sr. du Hamel qoiz protestar, mas Jorge
comeve-o.
N3o percamo? o tempo, disse, em dis-
cosses esteris. Nio empreza fcil con-
vencer essa gente de qae se deve retirar;
aodaram multas iegoas para ver morrer om
bomem; deixemo-los presencear o especia-
calo. Sim, deixemo-los ver como se bate
um francez a quera cbamarara cobarde.
Emqna lo os dous padrinhos se afasia-
ram para irem prevenir John B... de qne
j era esperado, Jorge, voltando-sa para ;eu
pai, disse-ibe com certa animagio :
Este incidente poz-me em movimeoto
o sangue e excitoo ma os ervos. Afllgo-
ra-se me qoe vou lutar com o pulso bem se-
gure. Mas... aproximam-se os especta-
dores. .. Sao mais do qae eo sappunba...
E agarrando-se ao braco do pai accres-
centou :
Saoto Deus 1... Tambem all ha ma-
iheres 1 Nio acreditara se m'o dissessem.
Mulheres assisliodo a nm duello, e mulhe-
res da alta sociedade! Estes americano
vo a meio caminho da civilisacio, a mais
de om respeito.
Jorge Dio se engaa va: mui tas senbo-
ras creoulas de Nova Orleans se tinbam atre-
vido a apparecer 00 terreno do desafio, c mo
se fossem a alguma corrida de cavados.
Queran) contar os golpes, queriam sondar
as feridas, queriam ver agonisar om dos
combatentes.
Nao caidem os nossr.s leitores que ic-
ventmos estes pormenores para amenisar
a relagio, que escrupulosamente exacta.
Para que ba vamos de inventar, quando
basta referir ?
Os dous adversarios e os qua ir o padri-
nbos, aos quaes se juntoa am medico, en-
traa) no p' mar de que fallamos, parando
n'om claro perfeitameoie preparado para am
desafio espala.
A pouco e pouco se foram aproximando
sil nciosamenie os curioso?, formando cir-
culo, eraqoanto os dous adversarios se pa
nbam era guarda eosqoatro padtiobos se
codocavam nos seus logares.
Esto promptos, seobores ? perguntou
um dos padrinbos de Jobn B... aos de
Jorge,
Estes respondern) affirmativamenie.
Os combatentes pozeram-se om dianta
do ootro, e crozaram as espadas no meio de
profuodo silencio.
Avante 1 disseram ea padrinhos.
Pr.ncipiou o combate ; levantara se o pan-
no para os espectadores.
Todos comprehenderam aos prmeiros
golpes que iam presencear urna lata inte
ressante : amb s os adversarlos pareciam
dotados da mesma forga, ambos faziam a-
larde da mesma preseega de espirito.
Jobn B... principioa por atacar vigorosa-
mente ; Jorge limtoa-se a aparar os golpe-.,
procorando aproveitar o instante em qoe o
seu adversario se descobrisse para accem-
metter lambem; mas o ootro oio se ds-
cobrio; lio rapi lamente como atacava, lo-
go se puoha oa defensiva.
Passa dos tres minutos, d :ram os padri-
nhos voz de alto.
Jorge aproveitou-se daqoel.'es breves ins-
tantes para descancar e trocar algumas pa-
lavras com seo pai; que, paludo e silencio-
so, eslava ilbarga delle.
Nada receie, disse-lbe Jarge; Jihn
B... um atirador de primeira (orea, mas
parece me conbecer-lbe o jogo. Dara
quanto possuo, accrescentoa aportando a
rao do pai, para que as conseqneocias
deste laocepezassem exclusivamente sobre
mim.
Jobo B... ia entretanto cumprimeotando
os espectadores da luta, ora com a mo,
ora com o sorriso; pareca dizer-lhe: < es
perera, porque nio perdem nada em espe-
rar.
Os combatentes toroaram a por-se em
guarda, cruzando ootra vez as espadas.
Agora foi Jarge que alacio, mas lio vaga-
rosamente, qae Jobn B... leve de reeuar
algons passos.
De repente parou, soltou om grito, e
caio sobre Jorge, atravessaado-lhe o braco
de lado a lado com orna estocada.
Qoaodo os padrinhos declararam qae o
daello nio poda continuar, John B... desa-
toa a rir.
Eu quero a vida desie homem, disse,
e oio posso contentarme com ama arra-
ncadura.
E fallando com Jorge, cuja ferida o me-
dico examinava. accrescentoa :
Estoa sua espera, senhor.
Apertoo-se mais o circulo dos especta-
dores.
XI
Una instante depois aproximaram-se os
padrinbos de Jorge aos de John B...
O Sr. do Hamel tomou a palavra :
Senhores, o doator declaroa qa mea
filbo nio poje continuar a bater-se. A es-
pada, alr-avessando o braco, offaodso om
ervo, e deierminoa orna paralyaia geral.
Por consegointe, vemo nos^obrigados...
Nao pode acabar. Xoho B..., esquecendo
que os combatentes nio podem iotejir as
conferencias dos padrinhos, exclama:
Se sea filbo nio pode servir-se do
braco direito, qoe se bata com o esquer-
do.
Jorge oovio aquilh, a adiantaodo-se bra-
deu lambem :
Quer assim ?
Pois nio bei de querer ? O senbor
que nio qaer.
(Continuar-u-ha)
TYt'OU UlAtU ttlA DO DUQUK D UAXl.t?
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