Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12743


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Full Text
"
AMO XLVIH. NUMERO Ukt
* Od i

*



PA A CAHTU I ifiAlH OIDI 110 PASA POtfL
ftr trae Mezas adiantadoa ..........,...-. 41000
*or Mis ditos dem ........ 191000
t(tr am ooo idea.. ........... UjQQO
Ceta Bastero stoIso .
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DIARIO DE
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OUARA FEIRA 23 DE OUTUBRO DE 1812. s
.________j_______,________ "*
fatti DIITBO I fOU DA PI07MCIA.
Por tres mu idfcaiituloa
Por seis toe idea.
s

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Por dots ditos idea...................
nt oa aao ton ... ...,...
t3*600
sonso
271000

Propriedade de Manoel Pigrueira de Faria & Filhos.

AGIOTE!
<* Srs. Gerardo Antonio Afros & Filhos, no Para; Goneelves Pinto, no Maranhio ; Joaqnia Jos de Oliveira & Filbo, no Cetra ; Antonio de Leaos ftrafa, no Aracafj ; Joio Mara Julio Chives, no Aun ; Antonio Margues 4a Sra, no Natal ; Jos Jos)
Pereira d'Alaeida, ea Maaangoape; Angosto Gomes da Silva, na Parahyba; Antonio Jos Goaes, na Villa da Peone i Belaraino dos Santos Bnlclo, ea Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth; Antonio Ferrein de Agriar, ea Ooyanna; Francino Tararee da Cesta, ea Alsgoes; Alves 4 C, na Baha ; e Leite, Cerqoinho & C no Rio de Janeiro.
J_
PARTE OFFICIAL
Voverno da provincia.
KXPEDIEMTI 00 DI V 16 DE OLTUBHO DE 1872.
Actas:
0 presidale da provincia, teado em vista
rapes i do Or. director geral mermo da iostru
.o publica de II do corrate, t>b o. 357, resol-
v nomear Pedro 1 o de Hallan la Cbacoo, para
regar interinamente a cadetra de primeras lellras
da illa de Agua Treta, mellante a gratilteacio
anoual de 600*000.
Offleioj :
Ao corooel comraandaote das armas, remel-
lado em respotta ao sea oDcio de 27 de seter
bro ultimo, copla da ioformagio do director do
irseoal de guerra, datada de 8 do corrate, relati
viooeoie ao trecho do relatara do delegado do ei
rargiio rcr do ejercito acerca da alarmara da
companhia de meuore- daquelle arsenal.
Ao Inspector da ibesourana de ( zeoda, re-
-uniendo copia do aviso do miouterro da fienla
de 30 de aetembro ultimo, aQ n de que teja cura-
onda a parla em que se recommeoda que esta re-
i.artigan, oaviodo o eageabeiro fiscal da companhia
Rrasilin Strtci Riitwiy, preste as infjrmacoes
exigidas^pela.circular a. 14 de 4 de jalbo dette aooo
Remenea-se ao referido eug-ubeiro flseal a re
lacio dos objectos precitos para o serrigo da mea
ma companhia ao corrate anco e que acouapanhou
ao sea c (Ocio de 28 de agosto, alim de aue seja
satiaUftto o devido sello.
Ao inspector da tbesoararia provincial, man-
dando em vista ioformagio d > subdelegado da fra-
ga tia deMurib^ea, rff ctuar o ptgaraealo do atu-
uel da eflsa que serve de quartel ao respectivo
estaeameoto, impugnado por 5. S. em offlcio de
1. de setembro.
Ao mesin >, maodando pagar ao lenenteco-
r oeI Manoel Francisco de Soaza JLeo, contra-
anta da estrada de Goyanna a Pedras de Fog >, a
unda prest agio na importancia de 3:918*930
Ao eommandante anterior da guarda nacio-
nal do Recife, recommenJulo que d aa orden*
precisas para qtts no da 19 do correte, aejam
f-tiloe as honras devidas ao (hado lente coronel
A exandrino Martins Corre de Barros, p ir occa-
siio dea suffragios solemnes que deveo ser (eitos
oa capella da povoagio do Barro, da fregoezia de
Alagados.Offl :i ou se ao director do arsenal de
guerra para mandar arnecer o earlaxame pre
cijo.
Portarlas :
A' cmara municipal J > Cabo, aulorisando a
maodar fater por administragio a obra de urna
casa de lijlo destinada ao abrigo dos gneros **>
pwstot i.v-nda no pateo da f-ira da mesma villa,
pala qaaotia do 1:20J1600, em que f ,\ oreada e
po: cunta da verbaObras muoteipaes visto nao
'.erom appareeido licitaataa i dita obra.
A' mesma, apurovaqjo as arrematares dos
impoiloa a qoe se ratera o termo da eontralo
i e aeompaohon o tea oflLio de 7 do crreme,
e jatjrisando a (aier cobrar por administrado o
imposto de 300 rs. por cabeca de gado vaceum. aue
.endo levado praca, na i loi arrematado por fil-
ia de licitantes.
B1PEDJENTK DO SECRET.VU10.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial, de-
elarand), de ordem do Ex n. Sr. desembargador
presidente da provincia, qae a 13 Ai julbo ultimo
se rainln augm-our o n ciaco pravas o desla-
camsdto de guaras naeiouaes existentes aa villa
de Pao d'Alho,
Repartlco Ja polica.
I." aec?io.Secretaria da polica desmanaba-
cj. 22 de outabro de 1872.
.'. 1642. Illm e Exm. Sr.Levo ao eonheci-
manto de V. Exc. que,segundo constadas partici-
pares recebidas baje nesta repa.-tico, foram
Uooletn recolh.Jas casa de delengio.os seguin-
te< indivilaos :
A' miaba ordem, Manoel, e-cravo de Francisco
Maaoel de Si-jueira, i requerimecto deste ; Jam-
os, eserava de Manoel Jo-6 A ireira, Tiiemira, Gui-
llermina e Bnolaoja, escravas de Cincioato Vella-
as da Silveira, por ugida>.
A' ord-ra do eabdelegado do Recife, os marili-
jo .- Aadr Martina e Antonio Fraacisco, a requi-
>.co do eooaul loglez.
A' ordem do de Santo Antonia, Vernica, esera-
va de Manoel Ciroll, por (agida Bernardina Vie-
gas da Senna, por ofLnsas moral pnbliea; e
i. tiidiao Nuaes das Cbagas, por desordem.
A' ordem do do Poco da Paoella, Manoel Cle-
mente do Nascimento, ae quem tratei em miaba
parte diaria de bontem sob o. 1512, por crime de
fsnmenlos graves.
Seguodo eommunicou-me o delegado do termo
de Agna-Preta, em cffl:io de bontem datado, no
dia 17 deste met om ierras do engenbo Penderaca
ii aquelle termo. Joao lenles de Barros (ero com
tres (aeadas a Bernardo de tal, declarando os pe
ritos qoe Oieraai a victoria, surera leves os fin-
meatos; o deiinqueate foi preso em fligraole, e
prosegaia-se nos demais termos dojiajueiito po-
licial,
Deas guarde a V. Exc -Illm. Euro. Sr. de
sombargador Praacuea de Faria Lemos, digoo
presideote da provincia.O ebee de pol.cia, Luiz
C EXTERIOR.
BOMVIt
LA PAZ 27 DE AGOSTO DE 1872.
A Bollvia anda nio sabio da era das coovnlades
i iilicas, porque tai a miado passa desde a sua
independencia.
Profanoa perturbacao est causando aqu a no-
ticia, reeebida ltimamente, de ama io/rasio effee
toada no porto de Aotuaga. pe i general O.
fjuiotia Qaevedo, qae se acbava emigrado em Val-
paraiw.
Al gaxetas bolivianas pablicam qae a expedicao
a mando do general Qjevedo, eompoMa de O
tameo, pela maior parte chilenos, parti do Chi-
le em dous oavios de cabotagem daqaella repbli-
ca que as proelamaedes lanzada* pelos invaso-
res foram impressas na typographia do < Mercurio
de Valparaso.
Causa a=son bro que as autoridades chilenos nao
ae titeseos apercebido de. aemelhantet apretlos
bellicos I
O Sr. Dr. Rupert Feraaodez, prefeite de Coby,
ainge-te ao eocoolro dos invasores com urna (or
ca de 300 bo nen*.
Igoora-se at agora, se o movmeato revolucio-
nario encabecado pelo general Qaevedo, contra a
admiaistrtc&o do general M rale?, temramiQeacdet
eo reato da repblica.
Ka todo cato, eorao a oeeessidale rasis impe-
riosa nesta con valeceote-repobica a pal, lio (re-
quemes vaiTeos polticos nio polem delxar de pro-
aazir permoiosM consiqaencias teja qaal for o re-
sanado dalles.
A cmara legislativa, convocada esta aaoo para
La Paz, nao poie abrir enaa sesfdea no dia 6
do carrete mez, de eou.rmidade eom o preceito
coottitueional, por taita de fuorMm ; e 16 do dia
1-5 ooaaeguio reuiir numero sofflciente de depu-
tadoa para inaugurar seus (rebalsas.
Corre como certo que aiguns deputadsa de
Sacre e de Poto-i, considerando rneontilta-
casal s eoovoeaeao da assembla para Li Par,
estio resolvidos a nao viren ei e apreseatarem se
em Sacre, sob o pretexto de qoe o art. V) de cons
tiluicao poltica determina que c as aessoes da as-
sembla terao lagar na capital da repblica e no
Sia 6 de agosto de cada bienoio, se reunir all a
assembla ordinaria e etpontaneamsate.
~) certo que, depoa dat ceremonias do etylo,
e nio obstiUte a amencia dos dlssideoies, ticam
como disientas |iastallada a assembla com 42
depatados.
Na aeto da iastiHacia da assembla 3. Ex:, o
Sr. general 0. Augustin Morales, presidente da re-
publica, leu Ja segoiote meosagem :
< Honrados representante).A >enas ha im an
no qoe me aprsente! ante.a assembla eonstitain
te para dar eoota da revolucia que trinmphou no
dia 15 le Janeiro de 1872, e para lecrever a tris-
te e d llorosa situara) em qae havia Meado a re-
paDlca depois dos 6 anuos da terrorista domina-
ci do geoer^i Melgarejo e de seas complacentes
conselheirot. -
Deplorara entao a sorte da patria em pr^en-
ca da miseria e da quebra da (azeoda publica, da
protonda earrupeio e dissoloQia inoculadas dos
costamei, do desarranj i completo em todos ot ra-
mos administrativos ; com pengo-as questdes di
plomaticaa pendentes, com enormes dividas que
pagar, com ioOmdade de reclamado;s a satisfazer,
com grande amen ds oeeessidades a preeacher
e com irntanei (eridas qae cicatrizar.
c Pasoa apsaas ura anuo ; e agora veoho an-
ounciar-vos que desapparecea essa desesperada
saarao, e ue nio l n sido esteris os generosos
sacridcios dos pavas, oe-n os iofatigaveii estar, js
to giveroo.
N'um arma provoa msu g.veroo qae a prati-
ca da liberdade ni) a o mal para nm paiz ; qae
o imperio das garaatias a coadicao da ordem pu-
blica ; que o manejo eeonomtco e puro da (azeada
nacional, favorece o progresso material da rique-
za ; que o exemplo moralisa e corriga mais que
as palavras ; e que na poltica o patrioUaaao pro-
duz os prodigios que a ( produz na religiio
i Isto nao qaer dizer queeiteja concluida e eo
roa la a obra de regeueraci qae se iaicion. Es
lio postas nicamente os alicerces do edificio qae
se deve eoa-trair;a reforma iniciada eoeami-
obara a Bolivia sua prosperidad e ventura, nio
o dnvideis.
i Um aneo poaea lempo para que urna naci
tyranaisada pudesse extinguir as pegadas de um
sexenoio de immoralidade, de crimes, da atrato e
de luto ; em aooo nao (ractiflca a sement da li-
berdade n'um paiz irabalbado pelo despotismo, a
arbitrariedade e a violencia ; nem se pie em lio
poueo lempo, extirpar radiealmeote a origem do
ma', oem (azor resassitar um povo aniquiladle
leshaorado.
< Entretanto, oeste aooo, operou se urna verda-
detra regencracio social, como o veris oas me-
morias que vos apresentarao os ministros de esta-
do em seas respectivos ramos.
< As nossas relacoes com as naedes amigas, e
e'peaalmeote eom as vistoha?, aa cala dia mata
eordiaes.
c Sempre (ai de epioiio qae a franqueza, a
lealdade, a nobreza e a sineeridade no modo de
discutir e ajnstar as qaes des diplomticas, pro-
dozem resaltados mais positivos e benficos, do
qae etsa poltica de lalsia e hypocrista, que aup*
pondo eogauar aos ontros, regularmente engaaa
quem a emprega.
t A Bolivia ama ardentemente a paz para pro-
gredir, e deseja estreitar toas boas relacoes eom
todas as potencias do mundo, offerecenlo todas as
garant s aos subditos de outras naedes que ve-
nbam, com seus capitaes, industrias ou proliiso??,
uiiiisar os grandiosos elementos de riqneza que
contm o paiz. Nosas portas estao abenas a to-
dos, e posso asseg&rar que a |ustificacio do meu
governo para ellas e seus interesses ha da ser
exemolar.
Teabo l em qae se ajuslirio mai salisdlo
riaraente a? questSes p^adentes sobre limites com
o Brasil, o Chile, a Cmfederacao Argentina e o
Paraguay. Assim o espero, vista da boa inteli-
gencia e excelleoles disposiedes amigaveis que
seus Ilustradas governos tm manifeado para
com a Bolivia.
< Com o Chile eontinanm as negociac^ss sobre
os i acdenles emergentes para a completa execn-
ci do tratado de 1866, cojos i acn venientes e
umissdes se salvario medanle ajustes de recipro-
co nteres-e e de conveniencia mutua. O goveroo
da Bolivia tem-se esmerada em provar ao do Cbile,
a sineeridade de seas sentiraeatos (raternaes, e
sua veoeracio pelos comprarais?os caotrabidos ; e
em viriude disso, priocipioa a dilar as providen-
cias necessarias para execntar e applicar o trata-
do mencionado ; eooveo-se em que epporiuna-
mente procederamos de commum accordo sua
abrogaga ou modifleacio, com o louvavel propa-
sito de arredar qualqaer melivo de qoeetdes e
discordancias qae se originara qxiando nio esli
perfeihmeote definidas e determinados os direitos
s interesses respectivos, e do intuito de consolidar
sobre bases inalteraveis, a paz, a harmona e a
nui i lio necessarias ao progresso e (elicidade
daa duas repblicas irma*.
< Acreditou te urna legacio de primeira classe
janlo aos governos do Brasil e das repblicas do
Prata, para modificar os ioecoveoientea e imper-
fecoes do tratado com o imperio, e para ajastar
delloiHvamente nossos limites, com a Confedera-
cao Argeatioa e o Paragaav, no Grao Chaco.
< O Per que por mil ttulos vive com a Boli-
via como cora a irm mais querida, esmera-se
cada dia em darnos provas de sua sincera amiza-
de e do ioleresae que (em na veutura e ao pro-
gresso dette paiz.
c Com a Hespaoha anda nio se ajustan com-
pletamente a paz, mas a convenci de armisticio e
tregua indefinita assigoado em Washington, coa-
vencer i mai patria dos sentimentos pacficos da
repablicas alliadas, qae nio anhelara mais do qae
salvar a honra e conseguir garantas para o fu-
turo.
Aereditou-se tambem urna legacio de pri-
esperavam, nem omovimenio vlTifteedor que re-
galarmeute Imprime ama boa manlcipalldade i po-
voacio que preside.
A municipalidade o goveroo de povo e para
o povo; a alministracio domestie de uma In-
calida de ; para a soeiedade o que a a celo pa
lera al para a familia.
< Aioda nao se eomprehendeu itao. e portanto
nio se tera pratieado. A razio qae o paiz es
aeastomado a deixir que o goveroo absorta lado,
s'ja o pedagogo do povo e o arbitro dos seos des-
linos, cerno se v oas autocracias. E' oalural qnt
umaoaeao, tyrannisada eom nm systeroa de do
minacao, eom a na poca de Melgarejo, nio possa
abandonar repentinamente o egosmo, a objeceio
e as paixdes qne se engendrara qoanlo ni) Ha li
berdade nem gtrantias : natural que oa ctoV
dios oloem com indiffereoct, e mesma com des-
eonflaoca, para o acto de eleger ot memores mo-
radores para que admimstrem ot interesses lo-
ca et.
So assim pode exphcar-le a inercia qae dolo-
rosamente nota o governo em algamas municipa-
lidades, o descado qae (riza a inioleneia nocam-
primento das obrigaedes contrahidas eom o povo,
e essa teodeneta (onesta a eonverter as (uncodes
maoicipaes em toocedes polticas.
< Nao obstante, tenho ( em que eooheeends os
povos seas verdadeiros interesses e mediante a
pratisa das virtudes democrticas, elegerio no
soccessivo para muuicipaes os cidadios mais id-
neos pelo patriotismo, desinterese, eonsigracio ao
bem pubtteo, e aobelo ao engrandwimento de sua
localidad.
i As institoiedes as mala saadaveis sem b amen?
idneas que aa levem a efTeto eoovenientemenu,
nio produzem os boas resaltados que tem em vis
ta aens (andadores ; nem podera ser benficas as
lelt mais sabias se nio ha costume oa intererse
em cumpri-las.
t O systema Se postas e correios recebea me-
ihoramentos aotaveis com os arranjos qae se tem
feto.
t Ordenonse a reparacao e reedidsacao das
pousadas collocadaa nos caminhos eom o eome
de postas.
t Os inspeclores especiaes erealos pelo gover-
oo j eomecaram a extirpar todos os abuso* que
se. commetiam, e (axem conheeer quaes as neces-
sidadet, quer da repararlo dos caminos, quer di
garantas e segnranca com que devem contar tan-
to os trasuentes como os qoe tervem oas postas.
c O regalamento que se dea is postas priciptou
a prodazir os beneficios qae n governo leve em
vista ; asaim, nio serio defraudados nem ultraja-
dos oa mestres daa postas, e os viagetros nao sof-
rena as penuria, os inconvenientes e as iocom
modidades a que ettavam expostos os que trans
tavam nossos camiobas.
Pelo que retpeitt aos correiu, oecesaario
proceder a om arraojo radical para que seja exae
to e rpido o servico dalles em favor das traasac
Cdes comnaarcites 6 da ba adatioistrario pu
blica.
O goveroo oecupase seriamente em empre-
hender esta reforma to reclamada peta opraiio
publica ; a,"oesse iotaita, flxou ja dia e li.ra para
a chegada e aabida dos correios cada teraana, eom
o qae augmentaran) se alguns oo aono, resultan-
do assim maior rapidez as oramuoicicw.
Bem sabis que o mrito de uma bi adminis-
tracio esti mais em previnir or males do que em
castiga-los. Base o objeto da institu ;u da po
lieia.
Desgraca4amente, entre nos, a polica nio est
estabelecila.eomo deve se-lo. A (alta de om c-
digo especial, nesse ramo, an mal : reeommen-
do vos que atteadals para essa (alia, perqu sop-
ponho mais imprtante a le qae evita e impede o
crime e o vicio, do qae a qae iattiga depois de
coDsaramado.
t Uma ba polica moralisa e di garaatias i so
ciedade ; mas a corrompe e prosiitae, se limita
ua missio a lutar com es partidos polticos, e es-
piar e perseguir aos que suppoe irimigoa do go-
verno. Chamo vossa preferente atl-ncio sobre
esse ponto.
f A instilatcio dos zeladores, qae como ensaio
se estabeleeeu em La Paz, comecou a produzr os
beneficios que live em vista. Lago se (ara exten-
siva aos ootros departamentos, sapprimiodo-se o
imperfeito systema de geodarmes e vigilantes.
O decreto para a qoalificacio dos vagaban
dos, am meio poderoso para que os bomeos se
dediquen) ao trabalho, corrijam seus vicios e se
loroem membros uieis soeiedade. Eu vot as
eguro que, applieada convenientemente, aera o
melhor correctivo para extirpar a relaxacio dos
costumes e para moralisar o paiz:
c Apezar do estado deficieotp do erarle, traba
iham-se muitas obras publicas na repblica.
t Nio havia edificios para escolas nem eadeias;
e hoja reparam-se oa edifleam-te em todas as
partes.
Do mesmo modo, habilitam-se'os caminhos e
as pootes qae estavam destruidos oa qae oio
existiam.
O camioho carreteiro de La Paz ao Titicaca
est cq ocluido, em pre visan de que mai breve se
realisar a oavegaclo deste lago.
i A constraccio da va frrea de La Paz i (ron-
teira de Tacna est concedida aos Srs. Hain-
w irlh & C.
A via (errrea de Mejillones a Caracoles, cos-
teada pelo estado, estar concluida dentra de tres
annos e meio, e o erario costar para o (atoro
eom ingentes ingresaos, qne se espera, prodnzir
essa linba.
t o mesmo prazo se estregarlo aoservfeo pu-
blico um cea de (erro, em Mejillones ao qaal
poderlo atracar vapores de qostro mil toneladas,
e am telegrtpho elctrico entre aqaelle porto e
Ciraeolts .
< A constraccio da via ferr da fr mteira de
< Tarapac a Ornro (oi concedida aoa Srs. Mon-
tero de Lima. Esta va sera de ama grande im
partancia para os departamentos do centro.
a empreza de navegaclo de nossos rios do
oriente, e a eonstrnecao da va Terrea para evitar
as cacho-iras do Madelra, alo ama realidade, gre-
cas ao genio emprebendedor e infatigavel do coro-
nel Jorge E. Clorcb.
i O vapor Fxploiador est soleando nottat
aguas, e mai breve o seguirlo oatrot. Ot depar-
tamentos do oriente tiveram j a f-.licidade de
ouvir o assoblo do vapor, e nio se passara muito
tempo sem que se., tinta na repblica o deseovol-
vimento e incremento rpido da industria e do
ccmmercfo nessas regidea virgen*, habitadas al
hoje por tribus selvagens.
c Est decretado o camioho de Analto ao Madidi,
obra de importancia eolossal, porque se ligar a
empreza de navegaco do norte da repob ca,
porque se diminuirla as Oumerosissimas bordas
salvageas que pevoam esses bosqaes, e pofque.se
porio ao alcance do ccmmerclo ai admiraveis
pmdac;des espontaneas daqaella riquiasiau re
giio.
t Cretrara-se, e esto se ettabelecendo e orga-. iPat, GHJBbamba e Caoya, a coospiraco eslava cr
rosando, dous novos districtos torritoriaes : o do ganisada a disciplinada; e desde o exterior vinaam
Msmor e o do Chaco;'os qaas,, moj breva, aa Vecarsos para consegoir proselytos, comprar iral-
hio de converter em dons Ifflporlantes asparla- roes, e aeearaalar os elementos oecessirios pare
raentos. faifer trlnmphar o ?rime. a immoralidade e o vico
Ja veles, honrados representes, qoa em am iqbe se assemaoroa da Solivia. Traduxiam aja-
anuo, a repblica comegana mudar de lace. Todo (ereieia por debilitaos, a prudencia por c.bari.
meo anhelo dar trabj.'bo ao povo, estimulando, o a clemencia per impotencia.
o progresso por mel de vas rpidas de commu- c Bsm conhecais, bohrados, representaDUs,a
es luu^vues uiuun;i|;oo!, o, uu v nlcajio. -i laflexibilldid e a (tmbza de mea carac'.er para
da estraobar qae, a excepjo de cooselho mebrei-1 O anoo pastado, em prsese da crlse es^rt- havet rerrocedtdQ ante a neceasdaie e ura es-
pal de Gochabamb). as orj:ras circmiscripcdesltosad faznnda publica, nio vailel am decl-.rala, learmenta ecawgft exemplar, no doloroso caso de
oio-setenha ieix meira ciaste na Europa junta s curtes da logia-
ierra e da Franca.
c O general Narciso Campero, qae a desempe-
nha, j tem prestado importantes servicoa na id-
terveaclo que o goveroo coofiou-ibe oa negocia*
cao de Mr. Cburcb.
Quaato ao mais, a Bolivia acha se em paz com
todas as oaedes a cu.uva com ellas relacoes, en
contriodo seus subditos no ptiz o melhor acoibi
melo e aa mala effeetivaa garaatias.
t il i vendo encontrada, quando cabio Melgarejo,
admioistragao publica na desordem mais com-
pleta, sem archivos, sem contts e as offleinas em
completo cabos, lodo o empenho do governo tem
te concretado a nsrmaliaar o servico publico e a
jazer (ooeeiooar convenientemente todas as ioati-
u cde em que te divide a adminislrar;io publica.
< A municipalidade, qae (oi combatida e sup-
primida aos diai da tyranaia, acha-se restabeleei
da e elevada i altara em que-deve estar, para
preenober os grandes e benficos flus de sua ins-
tituicaa.
c Tem-se Ibe dado a orgaoisaeie e as attribui-
edes necessarias para (azer lodo o bem aos po
vos ; e, patos recursos com qoe eonta, esti faabili
tada de meios de aeeio e de inlependencla.
< Desgraciadamente faltara nos eostumes repu-
blicanos para comprebendermes lio bella Institu-
?io : (altara-nos homens para detempenhar as pa
ternaes (uocedes muoicipae ; ev njor isso, ufo
sol' estavam anticipadamente gastos, e porque
so ttnnamos divida* qoe pttr. A teccante mo
da Somioaco pastada, havia aniquilado todas as
fiStse de riqueza fiscal, e havia eompromettido o
(maro, o crdito e at a honra 4o paiz.
< Hije posso assegurar-vas que aquella to pe
nota Hoacio val desaaptTeeeoao, e qae mai breve
estar bataneada a despeza cora a receita.
Mea goveroo tem provado qae havendo pure-
ra, economa, ordem ejastideacio na administra-
gao dos dinheiros publicoa, possivel tatisfazer
ludas as exigencias do servico nacional.
03 s.,1 loa que ante oio se pagavam, boje sao
pago cum a possivel regnlaridade e dentro de
poaeot mezes todos os erapregados estarlo em dia.
< Trasalhim se as obras publicas eom poueo
gzsso; principioa-se a pagar alguns crditos emer
gsfps das administrares anteriores, e o servico
daftnormedivida que legou a Bolivia a dorainajao
pSBpda, faz-se com a maior pootualidade, de tal
raeie que nessas accoss faram coladas ultiraamen
US Chile at 99 O/o
i Eievon-ae m nosso crdito no exisrior; prova
disso sio as namerosas propostas apreseotadas ao
goveroo para emprestimos, caminhos de (erro e
outras empresas Importantes qoe vio desenvolver-
se ao paiz.
Brevemente devem-se eomaear a pagar oossos
ere titos a Mr. Meiggs casa Valdeavellaoo, e ao
banca garaotlsador de Siotlago >; assim como
oio as passario maltos mezes sem que eomeee a
conversa > da fatal raoeda de Melgarejo, e 'a sal
dar-se todos os crditos e obrigaedes da divida
oterior; pols, que, o coutralo de emorestimo
coa o banco sul-americano da M-xm e Landre?
est j como qoe trmina io. a agencia ftnaneeira
encarregada ao honrado arloistro da ftzeoda, Sr.
Qaicn, aeeupa-se actualmente em Lima, de con-
cluir asas negocios a arraojo.'.
O ministro respectivo vos dar e:nta das oe-
gociaedes. sobra emprettimos, e das difiranles
ajustes (eitos eom o (Im de livrar o paiz das res
poosabiiidaJes o reclamares de diversas elasses
emergen', s da actos da administracio pa-sada.
t Sem recordar j esta viveiro fecando de desa-
Certca qae eomprometteram ofauro da repblica,
mea governo tem fei'o todo qaanto tem estado oo
sea alesoce para salvar o crdito e a honra na-
cional.
c instruyan pnolic tambem soffreu om im-
pulso poderoso. E-tabeleeeram-te escola* de ios-
trcelo primarla em. todos os caatdes, com poacas
excepcSss. sem instracelo a Bolivia alo pro-
gredira. '
Man roverno prodamoo, por primeira vez, a
liberdade d > eosioo, a qaal, como todas as libar
dades, prodoziri ptimos (rucios na raocidade:
essa liberdale est apoiada pela civilisaca porque
ao tecald em que vivemos n) fcil travar oo
deter os progresso? e reconqqistas (eiUs pelo esta-
do e pela ciencia.
< B jm tabeit qoe a instracelo e a edacaqia da
Enceldada reo a coodicao da moralidade e do pro
grasa* tceial o e'enaeoto da liberdade do povo,
porque para ser livre aecestario conheeer a Im-
porianeia as vaotagens desse precioto direito, e
isso s se poie obter com a a-truecan.
Est oa eoa'cieocia publica que nossos esta-
beiecimeatos de insrraccio proQssional s servem,
para formar advogados a sacerdotes.
t Entretanto, a Solivia tem exuberantes elemen-
tos e riqueza, que neees-itam trabalho e indas-
tria, para desenvolvc-los.
a Ssmelbante ednca homens seientiQcos em ibeoria. sem conhecimen-
tos praticos de applicacao immediata que (acam sua
f >rtuna e a de suas familia.*.
i Taivez seja essa a causa da exagerado das
doctrinas que tem redazdo aossa pobre patria
condiclo ara que te acha, proclamando e recla-
mando sempre direitos, porm, negando se ou re
bellando-ae a comprir as obrijaedes.
t 8' por iso qae sappnz, qoe, entregando a
nuruccia profissional aos estorbos e (aculdade o-
dividuaes, o estado deve limitar-si uctcimente a
proteger estabeleeimentos especiaes de industria
nos quaes se edaqaem os joveas no trabalho o para
o trabalho.
s Tal o desidertum do governo em materia
de ensino: e est resolvido a emprebeoder a re-
forma nesse sentido em prol do progresso das ar-
tes, da rtiineraclo, da agricultura, e das ontras in-
dastnas chamadas a iransformar a vida ecoao-
mi-.p. da oacio.
< A instrucQio primaria deve ser gratuita e
obrigatorta ; este um direto do povo ; e por
isso desejana eu que se entregasse ao cuidado
exclusivo do manicipio, qae est em contacto im-
mediato com o povo, e eoohice ds parto os indi-
vides
< A educacao e a iastrucco da .malher a
base da civilisaclo de um povo. Convencido disso
0 goveroo expedlo oraens e aatorisaci > ao nosso
ministro plenipotenciario em Lima, para qne con-
trate e proporcione meios de transporte as irras
dos sagrados eoraedes, com o Qm de estabelecer
oos principaes departamentos escolas para a edo -
caga o e iostro^cao do bello sexo. Brevemente
teremos essa mil e benfica instituirla que sem
dnvida, contribuir muito para que ae transfor-
men) e melhorem nossos costumes domsticos e
socaes.
A Bolivia oeeessita de pu para progrelir.
E' este um axioma qae est na conscieucia de lo-
dos ot homena sensatos.
Mas de-graQidimente os saniJores e os sos-
tentadores da tyranaia, nio se conformaran) eom
a generosa, toleran;* e conoilitdora poltica do
governo.
f Nunca se gcz>a oeste paiz de mais libertad-
e de menos goveroo : as garantas coos'itacionaes
tm sido um faci e uma verdade : ali est a im-
prenta licenciosa transbordando, a liberdade amo-
lata de transitar por onde te queira e como se
qaeira, a liberdada de reumr se e associar-.-e, a
liberdade da paiavra, a ampia liberdadc das elel-
edet, a invlolabilidade da vida humana, o progres-
so visivel do eommereio, a independencia do po
der judicial e das (anecias maoicipaes.
i E, ao lado disso e dos outros progressos que
nao menciono, to pblicos es actos de mipha
administracio e maaiesto mea respeiio s de-
ci-5es do corpo legislativo como j o prove i as-
sembla consumite.
> E, entretanto, quem o segar I que abasando
dessas boas dtiposieoes do governo para cimentar
a liberdada na ordou, o prgretso aa paz, e a le-
galidade no campriraento dos deveres toeiaes, nao
iem faltado paixdes reaccionarlas que, cifrando
saas tentativas desorganisaderas n'um crime, in-
1 tentaram retrogradar o paiz aos tempos do (o-
Inesto sexennio pistado.
O governo que eslava de posse desses planos
probatorios e que segua oa passot dos loimgos da
orogresso, vio-se oa necessidade de evitar a tem
no os males, antea, que ter de castiga-loa depois
ae. perpetrados.
c fleslejalllmo ajas jtavis esular i sedlclo em La
Paz, Cocbabamba e Cobya, a coospiraco eslava
com a forga. Poda permlttir qne ae reallzassem
os (actos ? Nao. Vendo vlziohtt e mui proximaa
as dtiardens qae se tramavam, limitei-me a ar-
redar do tbeatro de anas operagdei oa pria.-ipaes
iostramentos e coripbeus da reaccio ; e eom esta
onica precaugio, posto assegarar-vos que a or-
den est coosclidada, qoe a tranqniliade est
raatabelecida, e qae cessou todo o temor ; porque
nio traio de fazer soffrer a niognem, mas de evi-
tar o mal.
* O povo boliviano manifestob e dura e juizo em prevenga dos ltimos acontec-
mentos. Reprovoa em raassa a revolugio, e io-
dignou-se contra etsa diminata (aegio qae nio
coma com mais elemeotoa o qoe a audacia que
Ibe d o despeito e a desesperagio da sua impo-
tencia.
* Hoje nio ha partidos polticos, a unio dos
bolivianos est realisada; porjua a reaecio nio
tem nenbum principio, a nio ser o nico desejo de
dominar e vngar sua derrota.
f A reaecio significa o relroeesso e a raorle da
Bolivia ; porque o paiz est no solemne momento
d toa regeneragio, e no periodo critico da reha-
bilitacia do seu crdito, de sua honra e do seu
futuro.
* A admtoistragio de ja-tiga sera completa-
mente rrgulamentada, apezar da difli-u'lade de
conseguir jnizes idneos para as provincias re-
motas.
< O poder judicial goza da imis absoluta inde-
pendencia, e faneeieea satisfatoriamente.
< A legislagio reclama ama rtforma radical e
definitiva A mullidlo de emendas, detretos e
res.Ingles qae se tem expedido para melb< r ap-
plictgaa das leis produz conlu-ao, e d (aciiidade
para illudilas e conculca las.
< fsso devilo m nomania de legislar dos
oo;s)3 goveroos anteriores, que oio tem attendiio
a que a reforma constante e (requecte das leis
a causa do desprestigio dellas, enraa araeaga per-
petua tos direitos que devem garantir.
c Em cuusequf ncia do grande deseuvolvimento
e progresso da industria das minas, o paiz re-
clama imperio -ament um novo e compito cdigo
que abranja os metaos e mineraes de toda a es-
pecie, que seja appl.cavel a todas as regides da re-
pblica, e que corrija ?s (altas e os defeitos do
cdigo actual.
< En falta de dispusieres legislativas, ) go
verno, aulorlsado p la assembla censtituinte,
dictou algjmas regras para a adjudicagao e ex -
pioragio de substancias inorgnicas nao melalli-
cas ; regras que necessitam recoosideragdes al-
untas s condigdasoa(e:iaes detta nova industria.
* Do mesmo modo, a nova aitnacao da paiz
torna urgente a adopgao de regolaneotot para a
exploragio dot bosques, para a navegagio lluvial,
para a aljadicagao e renda dos terrenos dos novos
dia tridos territonaas, e para fomentar a... imi-
grago e fundar colonia*.
< A Bolivia entran em aova era de progresso e
movimento, e 4 lgico qoe o legislador proveja s
oecessidades e exigencias qae ese* sitaagio tem
originado. Mui breve o vapor, a lectrlcidade e o
gaz modiQ :ario nosso moa* de ser : o impulso
est dado : mi (alta que tos dictis leis para a
proteccao e o desenvoivimapio dos inlerettet ma-
teriaes da nago, cooeiliaodo-as com as franque-
zas e incentivos qae se devem prestar aos qae
venbara utilisar nossos germensde riqueza e opu-
lencia.
A sttuagio propicia. A poltica Va a atro-
fia do progresso da Bolivia ; oGcanio oppottuoa
para dar-lhe vida econmica e industrial. As
ooas leis, sendo convenientes e apropriadas ao
paiz, reforman) es costamos, e dirigem os homens
pelo eaminho da justiga, da ordem, da virtude, o
do trabalho. Isla o que a patria espera de vt.
O paiz enira boje n'um perodo completamente
constitucional : e o governo tem era sua baudeira
o signo da legiiimidade. Este da m.reari em
aossa historia uma era de paz e de progresso, fun-
dada, j nio na le do triumpho, mas no triumpho
da le, e em seu imperio.
Porra a bcodade da lei est na justiga que de-
fine, na conveniencia de sua applicacao, na possi-
bi'idade de sua execogio e na inflexibilidade de
sua forga. As leis que nio tem condigdes illudem
ee e conculcara se ; porque se suppos qae ema-
naran) ou da igo,rancia, ou da ma ( das paixd-s
eg aislas.
Por de-graga isso saeceda com a conslitaicao
vigente, a qual, formulando algumas prescripgoes
parece que bouvesse tido o premeditado intento de
legislar para certos individuos ou partidos, ou de
apresen', tr um eadigo qae, pela diffl-nidales que
aderece para seu cumprimento, deve ser ioevila-
ve'.m'inte rsgalo ; ou senio que procura imposi-
bilitar a aegao dot altoa poderes do estado.
* O ministro retpectivo vos (ara notar essas in-
conveniencias para que aellas fixeis vassa alten-
gao.
* A constiluigio, e quando declara os direitos e
garantas sociaes e individuaes, regula a acglo des
poderes pblicos, para que estes obrem em beoe-
fisio dos interesses sociaes, com a forga e a inda-
pend ocia convenientes.
* Qiando se organisa um poder (ormdavel e
absoluto, eleva-se a dictadura ; e quando o mes-
mo poder inerme, entrevados e sem os meios de
(azer o bem, eolio relaxa se o principio da auto-
ridade. A scleoeia do legislador est em nao locar
nenhum dos extremos.
t Se querei* que a conslitaigio teja o paladtum
do povo, ternai-a invalneravel ; de maneira que
sua observancia seja (acil e possivel a lodos, e de
tal sorte esldja oo ioteresse de goveroantes e go-
veroados respeita-la e acata la at a veoeraeio.
So assim cosolidaremes a paz ne liberdad* e a or-
dem no eumprimonto d* lei.
* Recordemos qae a causa eficiente da relaxa-
cio e at do desprezo em qoe tem cabido o prin
cipio constitucional qoe para cada gevernaate tem
se dado urna nova coorliluicio ; e bem sabis que
a (reqnente contravengan e derogacio do cdigo
fundamental causa das perturbaedes polticas
qae desgracadameote registrara as paginas eosan-
goeniadas de ooasa historia.
* A torca armada segu no mesmo p qne an-
tes.
Oexercito esiadimiuaindO'; e se na tem sido
possivel dimmni lo-mais, porque aa novas neces-
sidades do litioral a do dislricto do Grao-Chaco
ubrigiram o governo a mandar as torgas conv-
oientes para a guaruiclo desaet pontos e para a
cooservacio da ordem no laterior.
* Em quanto s guardas-aactonaet. esto orga-
ni.-adas em alguns departamentos, nos quaas hoave
urgencia de faz-lo.
* Nosso armamento eooserva-se em bam esta-
do. Mai brea estar completamente armado o
exercito com espingardas de primeira ciaste, e
nos artilbaria ser substituida palas metralbado-
ras qae j uhegkram e pelas qae depois conseguir
o governo.
* Melhora cada dia a disciplina doexoroilo. No
qoartel o soldado recebe instrocgo e aprende um
otficio capaz de torna lo om bam pal de familia,
iquandr obtenha sua baixa.
i Posso dizer-vos com satisfagao, que o exercito
hhoje pertenee ao povo, estiooWo eom elle, e o
apolo mais firme da ordem publica e das garaatias
suciaes e individuaes.
a Ai eiaiedes foram absolutamente uvres. Nin-
guem podar dizer qae boove eoaeai) ou fraude.
NSo hoave caadidaiurat oflkiae*. O povo exercea
sao direito de- soberana eom amplitud*, indepen-
to?%"eome,.nsea\orel a expressir ante v&siregadoTmaaeaatiwponsavbilisar o mesi
aioh* pretenda graildio a ofiormk'oonflan?aldo, e o commaneaate do destacamento qn eensau
que merec de meas elucidadlos. Atsegoro-vos
que nio defrandarei auat esoerangai ; e qoe ain
omitlirei etforgot nem sacrificios para contribuir
ao seu progresso e bem-ettar.
f At grande* reformas introduzidaa este anuo,
sio a prenda de meu futuro governo.
< Conbeco as difflcol Jades e os perigos da sitaa-
gio do paiz; porm tenho vontade incontrastave
contra qualquer obstculo conseeugo d* bem.
Odereci micha patria a minba tranquillidade n
mmha vida ; porque sei qne nio ba virto* sem
sacrificio, nem triumpno sem lula. En promano
que a Bolivia ser grande e (eliz, apeztr da reac-
?o qoe ameaga, das paixdes ignobeis qqe de*ra-
dam, e dat resistencias egoistat qoe te oppeam
iiberdade e ventura dot eidadios de boa voa-
tade. _j
Coneluirei, senbores, invocando vosso patrie-
titmo para que com votsas luzes impulsis eoa-
toiideit a reforma iniciada.
< Esta informagio, bem que ligeira, fez-vos co-
nheeer a situagao do paiz. Ella solemne, a por
consegninte perigosa. E' a criae do mal, qae re-
quer tino e babilidade para fortalecer aa (oreas do
corpo s< cal.
A Bolivia tem poneos anoos de ezisleacia ;
mas em vossa eensciencia esti qne a vida poltica
tem enervado e desmoralizado aeus Hlhas. A Basta
de trabalho e de industria redoiio-a iatla
decadeocla em qoe te acha. Seas goveraaatet,
urnas vezes corrompidos e outras corruptores, 6
teem cuidado em acastellar-t* no poder, em tez
de procurar o benrflcio do povo ; por itso vede* a
gn 'rancia, o vicio, a ociotidade, e esta (alta o* t,
de espirito publico e de conh-tciaientoi pratico* ,
p>r itso lamentamos hoje a eatreiteii e a deeadea
ca do eommereio, da mineragao, daa anea da
agricultura ; e por isso nio temos eimiohos nem
meios de eommunieagio.
< (Jh'gou o tempo que esta desgracada patria
se levan de sua prostragao e abatimento. O pri-
meiro impulso para o prognato moral e material
est dado. O resto vos perlence.
Com satisfagao vos digo, que muito te teta
fe to en lio curto lempo em beneficio do paiz. A
b.-loria jalgar miabas intengdea puras e meas
contantes desvelos e lucubracde para (aier lodo o
bem que anhelo Bolivia.
Agora toca-vos examinar os actos de meo ge
verno. Fortaleeei os se os encenirtrdes bons, e cor-
rigi-os se (orem inconvenientes.
t Qae Daos dirija voseos trabalbos, e qne a pa-
tria vos agradega.
c Senbores, Oca Detallada a asiemblt constitu-
cional de 1872.
O presidente da assembla, tomando em segoida
a palavra, disse :
Exea. Sr.A asserobl i nacional ouvio eom
protonda ttengio e reeolbimento a leitura de vos-
sa meosagem. A relaco qne oella faieis dos di-
versas actos administrativos exereides detde que
a assembla eonstitninte vos encarregoo do poder
supremo, ferio eliminados com a calma e cir
cumspecgio que corresponden) a honrada assem-
bla de 1872, e, desde agora, poseo assegurar i V
Exc. que as resotoedas della levarlo o sello da
jusiica, dadigoidade e da patnotitmo.
Em 47 a ans de indeoendeneia s temos cu-
iludo amargas decepedet, resollantes da falla d*
edueago poltica e do hbitos republicanoa ; mas
a dolorosa experiencia do pssado nos arre lar a
das exigeragdes do principio de liberdade, oa do
principio de autoridade, collocando-nos no terreno
pratico da democracia.
t A liberdade na ordem.
< Pira resolver este problema complexo, a as-
serabli, cumprdas as f irrealidades da lei, necessi
ta entrar era cheio no exercicio de enat (uncedM
legislativas, e esparava que V. Exc. pronunciaste,
como acaba de faie lo, formula solemne de aoa
Dtallagao.
t Na sesiio do dia 22, o escrutinio das actas dos
soffragios para presideote cinsiitucional da repc-
blca den o segrate resultado :
Angustio Morales 10,a72
Lucas Mendoza de !a Tapia 1,154
Qjintin Qaevedo 10BI
M.ouel Hendon 985
Adolpbo Baliivian 130
Diversos 286
Toal
14,108
* Havendo obtido o general Morales maioria abso-
luta da voto1, foi proclamado presidente coosta-
conal na sessio do dla 23 e investido pnblieae so-
lemnemente do mando tupremo no dia 25.
JlAninOEPERNAmBOW
REC1FE. 23 DE OUTOBRO DE 1871
\otlcias) do Cear e esestllsa.
Amanbeceu bontem em nosso porto o vapor
brasileros Ipojuca, trazando jarnaes do Cear ttr
16, do Rio Grande at 20 e da Parabyba at 22, dt-
crreme. Eis o que colhemos.
ceabV.
Comegaram no dia 16 as essdes preparato-
rias da assembla provincial.
A alfaodega renden : no mez de setembro
186:959*498 rt-, e do !. a 15 do correte......
103:175*352 ra.
O vapor ioglez Bernard !evoo para Liverpool:
1490 saccas com algodio, 3260 saceos eom eab
2044 ditos com assucar, 1466 coaros salgado*.
172 fardos com borracha, e 70 barricas ecm goo-
A presidencia da provincia uz oa aeguiotes
contratos: com a companhia de vaporea Mora
nherne o servico da mesma por 5 annos, a razio
de 12:0601000 annuaes, devendo estender aoa
viagent at o porto de Mofaor; e eom Severiaao
Ribeiro da Cuaba e onlro o despejo e limpeza Aa
babitagSes da capital, mediante privilegio por 70
anoos.
Nafregueaa de Sonre foram arrcladaa 13,33
pessoas.
Poram emancipados : em S. Bernardo, peto
directorio liberal, om escravo ; em Qaixai, poi
Antonio de Qoeiroz Lima, 5 eecravos da II >
aooo. __
A beriberl cooimuava a fozer estrago* a
semiaario.
aiO GBAHD DO HOBTB.
A alfandega rendea ao mez de setembro... -
27:4911614 r*.
PABAHiaA.
Lemos oo Jornal da Parah)ba :
Teve funesto resultado a diligencia feta sale
destacamento de Campia-Grande, para a capeara
do crimoso Manoel Pereira, porque este, tendo si-
do encontrado i ama legna de distancia da eidade.
resisti ordem de prisio, procurando ferir aa
matar quant s d'elle s* aproiimavam.
Um soldado da trepa, de nomo Jos Peretra
da Silva, sem qae bouvesse recebido ordem al-
guma superior, atiroa sobre o infeliz, e o tea-
dea morto.
c Este soldado, do. corpo policial, voitando ei-
dade foi recolhido a respectiva eadeia, dond *-
dio-s* ; e apresentande ae, depois, .nesta capital,
foi preso recolhido ao gcu qaartel.
* S. Exc. informado A'eitas oceorreocta i
pessoa de crdito e fidedigoa, demitlio o "'I*'
qae ordenoa a priaio, assim aso oi.'e x.
penles destes e o !. e 2" tnppleoies d


J
m
t m\ a oaauuo 3Q mn mm*d* **
>ABBUC* -
a diligencia, e (niorr o eorap *e\l fjMIWal
litado, oaaal. n pnroeira tipportani'lade, sera
pira jliOMVhiJo couv egorsa
Na
*
\.
ceasiioLram qomeaitys paraje-,
na-Grande o eapita-i do corpo po
foslavQ de FarAs Lelte ; ra V.
ano Cava.eaaB AoMi dito Jos Jerooymo Pereira da Sll-
- pgadq~A>n-
F Al ves Pe-
legado
tteial
nmM
Bello, para i1
a, para I.* e 1* .uoaieaies do
tocio Nudo* Viaoaa, Aatooio J
qoeon.
< A admioistra;!*
dorante os mete
receba :
Papis doserviJd letifico
Cartas
Folbetos
Euf roni'Bda
Jornaes e olfee ^B'>j*
Obj'Cios registrados marvahr
II. m coi valor declarado
Mam afinortcij ; ulcera.
Caetaao ij.iii.< Lavalcaste ",f*er.la
Aitmi'n-er Pi'a: >i
PA$$A5Elft03.Entreraua Ooi port-s dji.wr
o^vaor pofliea'mitt^lA :' m
Br. Antonio Fotroif fio a -Saotos -Cans
etrhora e 3 escravos, seTRe Vctor Karreira Lepa
appafiafio, Manoed fio* Satos'Naaea
ficspretararn os jr&barg s.
artiOt'i.; a^o-tla lo. L t't i
.J-tf ***?*''0> 's en b "*'JV
aulLa>Fi-u<-i>ei Kni'iai 1
da, Uroaaj Naces Mae!
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Folhetos
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a-tea, o
rieraa-a, _
\ CoocetQii), k'6
nrV, iLiourotief
emente los Perr
ij Berta, Ameiic
,Hl,la> C,S!'
reir, Mancel Freaefceo
Jo P-rr^Sa, Kelasjam. !
#I*P da Silva, JBS UraeT
fraucelrao da Silva Bmdao, laooel Medeir
c Costa, J RidriguesfieAtoa^arque. Antonio
feiru 2* *f Outubro a 187*
?U*
ataque w basearam os jBlgado#4t*
tioe, nom tenti o o ccnsurava! desojo
ao Sr. Dr. 0:ivefrk*'l"jVoeca, p*>-
^> .ft*M rticnlaJa ; e por i^jo ij->jjJjfQdo me do
Woamente elle acaba dejMtlcar para co-
k, timlto-ane apesas a poblicar i cooira-raiodta
doreearao, e aijaoi (poacoij eoemneuios qae me
JIDpi
o, a ja
u'gar o
de eoitbro d
M
i'iVt A* trttat.
C)NT|*.-I.NUTA.
I GtilBmnuz, Ci'ommrz, en
rail h"j *r qudqm cau(f>
dBroaSji ,rira ttlcouleoB^ai; a
Simooet* looTerlniiioVerreira de Mf*a. faierii>; ao^do, H^a.llo A. Barrea PimeVH
l,7
I
14
377
38
T,tal i*-130
Do tnioalbo aprsente prili commisJo ceo
itan t frecuet de N.'ssa Srt'oora da A*somp-
ijo da villa d'Alhaer. eoo*ia que a pop jIC daqoeHa frtgQfria di l.Sfl almas, s*no 158/
braileirr e t eacraw. itideffl se em fi4
branco, (Sc:.b^)lo, 88i pardos e 133 pretos;
07 homims 799 molheres; easaos 35*, soliei-
rm 3!e ios 99. Sie maiores de i I aOoo>
779 e tneoores 537.
KTT^ f*. hr Sotttli: J5I 5Tmra' Sfmotfeny, nXo] -MoTmM BWfy.
tofloo Sanier, Sywphromo Ceiar Paea Barreio,
Aurelitoo Galfio, Anaro Brrelo de Abflqaerqoe
Miraabio, Miguel T.vare-, J. Varelta de Soaw
Batw, AotDio Altes Sao s, D. Therera Mari de Jtsus, fi'bos e
craadus, Aotoeio thoOrtl Croeiro da Ooba, Aei.
t2io Joagoim Teleira, Doroiqfo, Iqio, Aotooi
flor, O. ana Gtar.Jomana arroto, 1
Perreira. 5 escrav< a eoir*-gar,
Vio*-da PtTabyba no rrpor brasilerro &*-
KAUMARCHMS.
trido sao
PRNAMBC.
REVISTA BlflJCUL
IRILHS URBANOS DE OLINDA E BBiEftl-
BE.Por portara da presideeia da provincia, de
11 do correte, f i Romeado engeobeiro o*eal Ssil'
emprrza o Sr. ogenbeiro Dr. Kelippe dcFigaeiri
Vana.
ILLOilNiGAO A GAZ BU GOYA.NNA.-Cam c
nrazo de 30 di i>, a contar de 21 do corren.e, re
e*be a presidencia da provincia propostas para o
eoat'aio de iHuminaroi grt da cidade de 6oy
anea, aalonsada prla le provincial n. 833 de 1!
de man. de 4B48.
CABKLLEIrtBlRD.-G->D o presente nuaero
destribaimos ama voIo do Sr. Gastare llarvelio,
detinctj artiga em cabello, esubeleeido ba al-
ione aooos na roa do Mirqu.' i do Rtcie n. 51,
primeir.i .otar.
WSHKlKaO vipor -Ipujiea irooxe para :
P.r.aie VunnaAC. OOOAOJO
P,rd.ao, Oiiveira A C MOflfttOQ
Caob.tViaoAC i.00*eot
Bozcbo da Cuuda BeMrie 870'H0
Aif'cdo^C 75ll*00t)
P. Q do Amaral WH'.XX)
Joaquim Jos Gjncalves Iwii '.8o-5
Cj-:h. A Manu iTt0M>
Si L-nio A IrirSos 8 VlaiTA A fcXr'OSICAO.-DuraoK da e n de se.inda (eir (oi vi-ualo o edi;io da (Xpo^i
gao diuvioci 1 por 7 738 petoas.
CIRCO 1 RUAOS PERBIR \.^E.n beneficio do bo-
p'.a! o irtiif uei le bsoeliceaeai desta provincia os
directoras Jesle creo ofkrtceram uri bello e ea
eolhiJ i espe-iacub, que dsve re-lnur-se b i '
lagar do cosame, segaolo o re.-pecnvi anoaoci
pablieado na wefid competente deste Diario
Stbid > como sao os pio e bamaniarij fin d>
b .-pi'a! p riugos de be a -ricocia do P r onulm ,-u
qiae*q|j.Tcoi' afa-iad' cridad'-", que h.ji se ,ra[:, fio ptr
demis l^ace ewariaa, rislo como nioguem ha qoe
ds-c.i.be,> uj atractivos da subluue viriade da
caridt I -. r ,i r : io le de procurar vidamente o aa occaio, como
asta [. '. I r 1 oo po estb lecimeoto o sen
obulo Je fraterna I amor ao prc.ximo, reorvaado
to msni te o;> o - arte eijue.-tre e ||'0aatea. magistralmeote prati-
caJa no circo Irtfiids Partir.
Assim, aols, te-t)< orno certa ama grao Je con-
carreocia ao refer lo beoetlcio, e era outra co-.ia
Je esmerar 1 ? o brs satimeotos do pevo de-la
capital, leotime tos unas vezss manrfestaioi1
ue->as fe*Ui rni je i r roa o amor do prximo.
FA'.-LOAOS Lii uli(Er-).-o coogregkcio
dos lents, '-Irb.'.ia h..ote:n, foi deliberado : que
a prova ter p|i das materias compoorntes do cur
ao de direit.i comece oo dia 15 do correte, em tur-
ma de 17 e-tndantes no i." aono, de 15 oo i*, e
de 20 D35 demais aflaoJ ; qoe em egatda i esss
e proceda 4 proa oral i m turmas di sei etn-
daates em cado anni; e ae a distribuirfo do ser
rico eja assun legulada:
1." aouo-Dr. Figueiredo, Pinto Janior e-Gra
ciliano Baptis'.a, a comeijar s 10 horas Ja maub
1* ann^.Brs. Figueiredo, Baoleira F.lbo, e
J:io Ttiim4, s 8 h ras.
3. anno.0r. Agttf', Tariainio, e Jiao Thom,
s 8 b.irs.
4. aonn.Drs. Maooel Porlella, Drummond, e
Graciliano Bioti'ta, 9 hora'.
5* anno.Conselheiro Baptista, Os. Pereira de
Reg, B'lfort, eCorria de Araujo, ao rxeio dia.
COMPaNHIA LO BBKRIBE.-Deve real'^r-se
no dia 24 (amacha ) a reuoic extraordinaria da
aasemijla geral dot> accieaialas desta companbia
aflm de se tratar daalieoicajdo passdico entre o?
bairros do Itenfe e de Santo Aotonio, e da appro
acio do parecer de cuta?. A reuoiao ser cele-
biada com o aaro de acciouiias que compare-
cer.
VAPORES ESPERA.DS.-Ilje.obrasileiroCiM-
zeiro do sul, do Rio de Janeiro e escalla; de 25 *
26 do eorrent, o brasileiro Bahia, d p >rtoa d(.
Borle do imperio, e o ingl-a Dowo, 1a Ejrr-ra ;
a 29, o mgi-c B^yne, do Rio da Prata e eseaBee.
VAPORcS A skllirt.- a 8, o G*mi para
Oiaaaafig;uape ; a 31, o pjuca para a Granja e es
slla, e o Grui para Araeafu e eacalaa.
MONTE PTO POPULAR PERNaMBUCANO.-
Quiota-reira ( amanb) deve realisar-se a reui ia
da assembla geral dos membr s desta socielade,
afim de ae proceder eleijo dos novos raneciona
rao.
LNJT.TlirO HISTOBICO E PHILOSOPBiCO.-
Kuocn.n m esta sociedade domijja, 20, em -e sai
extraordinaria de encerrameato dos traba.h.a no
corrite aooo.
Presentes os Sr. socios Bsndeira de Mell", Mo-
rara Alves, A:evedo e Silva, Izaias Guedes, Fra
Ko, Meirade Va*eoneelloa, Coimbra Filbo, Mello
Moraes, Gastavo i'.'Otrura, Jo Mara, Ere lenco
Siqaeira, o socio honorario Or. Bacdeira Fjibo e
alguns convidado, o Sr. presIJeate ahria as 7 ho-
ras da noate a sessao com am disearso idetico ao
acto.
Dada deaois a palavra ao oralor da rasa, o Sr.
Heira de Vascoacll s o mesmoSr, oceupoo a al-
lentjio do auditorio com ummcdestoe beai elano
rado traba Ibo.
Orraui anda oa socios J.i- Mara Moreira Al-
Tes, Frederico Si-yoexa, tfbilo Uoraes, Ixwas Gue-
dea, Coimbra Filho ; oa* convidados Srs. Burgos
Ponee de Len, LacerJa, Augo-to Siqaeira.
Niogaem mais qaereodo a-ar da palavra, o Sr.
preiideote eocerrou a eao s 9 horas da noate.
LOTERA.A qae se aeba venda a (*&'), a
beneficio da Santa Ca-a de Misericordia de hucif-
a qual corre fio dia 84.
LEILaO. Hoje tITeciui o agente Martio*. asII
h'^s do da, o leilio da (averna da roa do Visea-
da de C -vaona o. 1.
O leVio de movis aaooociado para h ]<. por
intereoi;o do agente Pinto, deve lar lagar ae li
andar do sobrado da na do Apollo a. 1 por rima
da assoelaeio dos a.05erero.
Amanb 24 effeetaa o agente-Ptel?. o Hilo-
de predios, cj:.forjn est aaoanciado para o sea
escript rio roa do Bob k*w a. 43.
HOSPIfAL PEDRO H.-0 movimeoto daata esta
aleeimeete de {4 ao da 20 de obla' r> M de 327
exntetrtes: entraran. 49. aabrar 20, UMecerm
19, eiletem 3,en3o 7 homeai e 113 rr_a
taeres.
Adverte%Hi.
Feran tisiulas as en/enWrl5 artel das 7
AJ 1/1. e 1/2, 7 i/2, pelo Dr. Ramos; i-
II l/f, 1 1/1 12, 9 /, 8, pM Dr. 4.
meato 8 9, \ 8, 8. 8, 9 1/2, nelo Dr. ala-
quiaa ; A* t,8 1/2, fJ 1/4, t i/i, f,\ pelo Dr.
Viaoua.
Faaefdoi. fe
Marticbo Borges Fraaciss ; bepatrte cbfojca, '
Praocic> Aoteoio de Panla : hepatlte. *
Albiaa Mara da Silva ; labarealo paJ^oaare. .
i jai rapinta da Malta ; fefftf petMlraote ao aJ;
Ndrliftj febre amarilis.
ifUWKIla li Pla; diarrifi,.
Elias Francisco Medeiro Joaior, soa seoh.or i
5 filhos, K criados, Arn C^na. E. Q. (Ne-H?, 4
luannheiros e Elias Prnaci-co de Medeirca. A,
CASA DE OETKNCAiJ.-Mvimenio do a 21
de oouabro de 1872 : .
Exisliam (oreaos) 297, eatrarasn il, saberla 4,
existen 304. m .
A-sabar : nacioaae 197, mulherea 14, etraa-
geiro U, escravos 39, escravas II, total 304
Alimentados cnsu doe caree poWica^ ii
CEVIirERIO PUBUr.O.-Oaiwario do a 18 d
outubro le 1872.
Srotaorinha de Almeida F^acec, branca. Pe:-
narubac-, 25 ann> s, solteira, Pofie ; pUy*ica.
Aoiooio Uadovicbe, branc, Aastri, 27 anuos
soleiro, Rec.fe ; apopltxia.
lo., pard-, P,raamboe, 2 meze, Recife ; es-
pa-x -.
Princisc, pardr, pernamboco, 6 dia?, Bja Vis
ta ; espasmo. ,
Joaquim Laiaro da CasU, branca Portog*'. 4:
ano, solleir^, B a-Vista ; pulmooi..
Mana, pret-, Aric, eaeravS, 60 annos, soltein>,
S. Joro ; gasiru hepatite.
Maria, preta, Peroambuc", i bor, Santo Aato
aio ; I. go qae oascea.
Igoacia Mara da Peoh, preta, Pernambuco, OO
ann.rs, solteira, Boa-Visi, hospital Padro ll;'
diarrnet.
Fraoci>co Antonio Pdreira de Lima, tranco. Per
nambuen, 28 auno-, solteirf, S. Jo^ ; gastro en
! rite chroaica.
- 19-
J-ronyma Malvina de Albuquerjse Bnt.% bran-
e% Psrn mhuen, 33 anno, solteira, GraQ*; tu-
iii.r purulento no ventre. -
Am-Mia Tertuliana do Santos Ros, parla, Per-
nambuc, 17 aonos, .-onteira ; Rteiu ; fendi pe
atranteno veutre.
Mara da Conceii'i", parJ', Pernambac. 27 an
no*, s'lleire, Boa.Visia, hospital Pedro l!; alce-
ras.
G'ji.-acpe Srnlepal'', branca, Italia. 14 anno-,
soltcir-, Boa-Visf, go.-pitai PeJro II ; f--bre ama
relia.
Ludovina rsula da5 Virgen, pird.", Peroam
hoc 65 anno, viuva, 5. Jj- ; tubrculos pul-
n n-re'.
Ma-ia Josepha da C>Bcejc\ pa*d, Pernafnoa-
co 23 ann >f, vluv?, S4 ; eoumipaco.
Job, tarca, Pernaiubac\ 11 mezes, Gracs va-
ri, la*.
Moria, parda, Proambac1, Idaae igucra-s, S
Jo.- : ao oa'Cer.
M-iuo-', branc, P;rnambnc-, 2 dis, S. Jos ;
lean?.
Dam; zia Marta do Sacramento, preta, Peroam-
buv, 19 anno, fc/telra, Bja Vhta ; tubrrulcs
pulmooare.
- ^0 -
Amaro, par', Pe.rnajcbu?--1, 7 mezes e mio, Sx
Jsi; Infl'.micao noTnslmo..
Lacinia, parda, Peraambur*, II icie'.'Boa-
V'Ma ; ent^rit'.
Jos Thenorlo de Ferias, pan), Pernambuco,
43 innos, solteiro, Santo Antonio; hemorrh^gia ce-
rebral.
Martiono Jos de Stira R", branc, Prrnam-
baeo, 36annp, viur, Boa Vista ; .hthysica pal
mnnar.
Mariano R raan^, hran.r. Hespanha, 18 anno,
solteir, Boa-Vi.-ta ; febre amartilla.
Mana, pa.-d, Pernambucj, r-cemnaclda 8.
fos ; eongesiao por iffeito do part".
Maria, parda, Pernambnc", 14 anaos, sclteira,
Ba Vi9ta ; ata-jae cerebral.
Caetano Gomes Cavalcanie. branco, Pernambii-
e, 28 anno, viov", B?a Vi*;', hospital Pedro II;
a jato ocealta-iaaa o recorrido
Nnda cansada pela machambumba.
Antonio Xavier de Paiv, pardo, Pernambrrco.
24 arjoo, casado, Boa Vita, hospital Pedro II
palpitarlo no corado.
Fraocelina Joanna Biptlsta de N'pomucena.
parda, Peroamtra?o, 35 azraus, vinva, Santo An
ionio ; broochite.
Silvloa, parda, Pernambuc, 7 aonos, S. Jo-
congestao cerebnl.
Le;cadia Mara dos Prazeres, preta, frica, 40
anne, solletra. S Jos : x.ffnmejlos aterioo.
- 21 -
Jo", pard\ Praambucoj 4 aooo'-. Boa Vista
helmistiares.
J -asnina FarninJes de Barros, branca, Pernam
baco, 11 anno, Santo Aato*ilo ; bexig.
Calirioa de Olivelra Corag-'m, branca, P-.roam
bai*", 2 anno, solteir, S'.nto Antonio^ phthyai
ca pulmonar.
CMharina, e-crav pre:', frica, 74 anos, sol
teira. Gfaga ; enterite.
Amelia, pard, Pernambnco, I m*z, Boa Vista;
tamor congenito.
Cleiueniina Amelia Pereira Lobo, hran<*a, Per-
namboco, 34 aono,3clteir, Santo Aatooio; ph"y
sica pulmonar.
Mana, hraoc. Pernambuco, reeemoa;tida
Santo Antonio ; ao nascer.
Tranjuilino Angela Pessoa Dotr, pardo, Per-
nambuo, 3! inoos, casad, P050 ; jihlyiea.
Oo Afs-App-'ifanie, Viceale Ferreira daFaa-l
seca ; appollado, Maooel de Melle M JsotetmiFB*- I
si..Nao teaaaram coohecimeato dos embargo?
anlQO&alMBUaWAapellaftta, ti*r\ica fr
Rocha FerreTra; appellado. Aalopio Francisco
taniaaeapibscar< thtrtei.
Da Caogaaretana.AppeMaate, Jo.- Carapello
de^tbaejfiaqa Girvlu ;apell*daa, FalIX Mei
ro daFaeca a oatros.C'Qflrmada a seoteoca.
rassaiaiors.
Do Se, daswubargador i-eureaco Saoago ao Sr.
deseriurgadr Aturada Alba|af.jue :
D4rvjT*xeffa,TAj/|Bte, o iuM ap
pellaou, Tnjmaz f^drigaera Sijfra.
Di" Jury a* Ijjyeraliiz. Appellaate, o ja*e ;
apollado, Damiogo* di SiJ' Loa.
Q > Jaiio' muoltJipal de GafaoSuoi.-B nbargan
te, Jos AolOftio de atdlio.j abar|ado, PraaciC
Gimes da C-jII?.
Qj jury de, Paito?.-Appellaate, o jaizo; poel
laido, Josa aViquira Njareg.
Ao Sr. liesembargad-ji D juiiogues e Silva :
o Jui^dpj fcit/S. App lUole, Joao Caeloo
Basto* ; at'p=tlada, afu-a-ia oaciooy.
Ao Sr. desembargador Souxa Lelo i
Do juno dos. fe.toi. Apeilant, Uardeims de
Manoel Luiz da Veiga app.-liala, a azaoda.
Do Sr. deaeiLbargi-lor Almeida Albdqoacqae
ao Sr. daseiub.gaeur Matta : ,..
Oo iury da odade de Souu.Appellaole, o jui
vi; appeiiid1. Simplicio G. imes do Nascimento.
Do Sr. desembargador Motta aa Sr. desembarga-
lor D aria : ,
Do jury de S. Mainias.AppelIzUe, Laiz Aato
oa de Ges ; a&pellada, a ju.-t i;a.
,. Do juiw iBBoieipai da Impe'rar t.-Appe.Unt",
Mooei Ferie.ra ros Santas Netto ; appciUdo, 7.
l rio Lo.,e.- de Barros,
Do -ecife. Appellante, o preto Jaauario, por
seo curador ; apellado, Jiaqnim de Siuza Maip'
D< Sr, de>emuargador Djininguas Silva ao Sr.
desembargalur Retleira Coa :
Dj juzo de dirjtodo Ricfe.Appeantes. Se-
ver.no e outros por >ea carador: appellalos, ber
Jiros de Joao da Cuoha M galhae*.
Do Sr. detembargadur Sooza Leo ao Sr. des
sembargadur Nciva : '
Dj juna de direilo do Recife. Appellanle, D-
Thereza CarceiroL as de Miranda ; apnellado, Dr
ioaquioj Auu-uio Caraeiro da Cnuna M.r.iud;.
Apptllanta, Miria da j)n>e'cao,por sea cura-
dar ; ..(ip l:aio. Manoel Fernandos la Silva.
Ao.Sr. deaeoibargador Gilirana :
O. juzo de direito do Recle. app-el'aote, Joi
da Silva R*g> Braga ; appeilado, Lua da Silva
Ferreira.
Cr.me.-ApoelliBle, o jaizo ; app=lladi), fo
Fel.x Ja Cruz e outroa.
rm.IiiBNCIA ClIIMB.
Ao Sr. deaembargador prora aior da Justina :
IX-ju-y J<- Pordo. Appellanle, Antonio Bor
u.ro da Silva; appeflada, a ju-Lja.
o Acare.Apve)iaMe, o juazo ; app*i!adns, Ma-
noel CassuQo de Ara-ajo a outros.
De Papari.AppelAnie, o juiz.; appellad, Joo
Pedro de A!caj;ara ; app liante, Jjs Apparieio
me> ; appallada, a jpsfifa.
DIUGKSCiA CIVEL.
Ao Dr. carador geral.
Do Juiu maoicipal do Recite.Appellanle, Ro
berto Zarul e aires ; apellado, Julo Caro! f soa
aua
DILtCSSCIA CBJilI.
rh Flates,p'peilahiflj, 'J-rnirdlna e Luta,
escravos ; appeliada, a jusli{a.
As gn 'U se dia pira o Julgamento dos f-.itJS se-
gij'utes :
C.ime'.Do jury dfi Cascavel. Appeiiante, o
joizo; app-lalo. Jos* Tb^max Pereira.
De Ol.nda Aullante, o julio'; app*l!ado,
Francisco Aat.mio de Birros Corr-la.
Dj Pomoal. App^iraote, I.js Rodrigues dos
SaalJi Veado ; appellada, jostra ; appellanUs,
.llguel Silvano da SiUs ; apiePata, a Justina.
Ci*ei.. Di jaiio roarricipal da Bifreiroa.
Apptllantas e appollado'junclamenie ; J > Gai-
Iberme de Meo e tbnrcio Weriauu B.pilsla,
. De Garanbuos.-^Appellante, Fran:i-co dele
aevides Muuiz Fale|o; appellado; R-drigaeeLa
co da Silva Magalhles.
Eoo-rrou se a sesaao a 1 hora da tarde.
o meaaae lee tifio ertraaaa, e qae verdaiairamente
flU Um paseado d al|dMa enlCarTainr TT nd
que de iuleresses privases, tem por todos os meio
laftagiaMaM procurado apreseour o recorrido como
co-ro no asaassioato da inMiz Laica Botini; essa
a'. aM oeeWta leal oara esta tira deacido s aitima>
carnadas da sociedad*, oale tem encontrada lacis
a risa te-trimeolaa id latatitdade ; etovanta-
ie, ella tcaacop a pelicia, qae em lugar de tomar
lefia ai UCpnte^t ta conlec lenio da ver-
dajejirocedendo coaj a ataior incuria, phantasi a
am eastetto e cutdaa de procurar materiaf para
a coatirocacio Asssa obra imposaivel i e e aao
(ora a levado ciuceito qae (atemos de recorren
ta, diramos que ell 1 tambem lioba alcanzado
promouria publica : su pracedir em reia;io ao
^reaeoia recurso, e oa principios inexactos pela
recurrente aveomradis i fjtlias 144, in-piram poi
carta serias ddscoodaeca.
Ikmo^rgtnas ;
.So dia 19 de juntao pr. xime dudo, folhas 141 v
fui uuiojaJ ao recorreate a aeolenga de f/has 140
v., OjUA julgou imprcceJeata o proeesso entra o
raeorudo, desde sea dta acarara os autos en
poder io recrranle, como seria fcil de provar
apezar de apetico da recurso, do termo respasti-
vo, e visto terem outraa datas; eolrttauto as ra
aSss de recurso so feram apreseotadas um m t
dep >i<, cooa consta do termo de data a folhas
E' versada que o art 17 ,3da o vissima re
forma jud.ciara declara, que nao ncam prejul-ca-
los oa recursos iuterpostos pelo promotor publico,
quaudo, orem apreaeoiados fra los prazos felaes;
mai issod-ve eitader-sa em termos babeis: um.
doua, tres das al o do prazo, anda poderiam ser
conced los; porm deienove dia, quaoloadecor
reram do ultimo -Je juoho, em que Sudn se o pra
zo legal, f Ibas 143, a 19 de julho, em que foi o ra
cura., apre^entado folhas 152, muilo ; e isso p
da ser mal interpretado.
Qiasi tod >s sabem nssta cidade qae o recorridi
eslava prestes a partir para a E iropa a tratar de
negocios relativas estrada de ferro do Liooeiro,
qaau-Jo leve lugar o assas.-inata da infeliz Batini,e
isso prevam os documentos n. 1 e 2.
Cargando ao e nbecim-uto do reucorrido, que o
,eu noate era arlelra e malignaniente envolvido
oes-e faci air.z, elle immediatamenia snsperd-u
a sua viagatn, a jameis arredoa-.-e lesia cidale,
para qae se aio suppozesse que elle proenrava
pdr-se a salvo da aegao d instica publica, por
que :.-ru de stu innocencia elle nao leae as p-
oas da le ; mas vive em ao:edada, tem amigos,
tem relaces, a lutari al a ultima extrerbidale
para telar, defender e conservar a reputacaa de
bomem honesto e pacffco, uae tem ganho a casta
fe laritis sacrificio, e qae na ultimo qatriel da
ta t iao negra e iufamemeate maculada.
Ora, sendo sabida que o recorrido liaba urgente
aeces-idaie de fazer es.-a viagem, e qae essa na
oeesidade anda aclualm-n'.e inpea,_nao par^c-
prooositaJ essa amara na apresentacao do recur
so? Eis pcrqas. d-sseraos que a nao fazermos lio
elvalo couc-uo do reco-rei-e, diramos que essa
ao occult, de que fallamos liana lambem ak.d
a promo'.oria publica. Anda mais.
O orgSo da justica publica deve ceramente ze-
lr a dcf>uler os mleriS3ea de>ta ; mas nao deve
afastar-ie da le, aem dos principios de direito ;
eutrelanto o recorrefife pnocipiou estabalecendo
umpriacpio fa.sn, uslaotaudo urna propesigao
errnea.
Diz o reaotreaie. Rio se trata de saber por
ora se esta plenamente privada a parii.ipii.-ao
GUROMCI JlDETIARa
IIIMII \u d.% 111:1.11 to
SESSAOEM 22 DF. OUrOBR^DE 1872
f>RCSt9BCIA 00 KXM. SU. X)X8ELnEIR0 CASTAO
AKTIAGO.
Secretario Dr. VirjtUo Coelho.
As 10 horas da marina, presentas os Srs. de-
?mbargadores, Gilirana, Liurenea Sinfaf, Al
raeida Albuqaerquo, M-itta, .Domtngnes Silva,
procurador da eeroa, Regueira Gasta, ,3nuu Lelo
e Neiva, fallando eom caasa o Br. destmbargador
Doria, abri-se a *esao.
)JLCA*E!TOS.
Reearso erfme.
Rseorrenle, o jolzo de direito do Limoeiro ; re
corrido, Francisco Jrjaaaim de flaai'Aaoa. Juize-
oj Srs. desembargaWes Mo'.ta, Loorenc Santia-
go, Almeida Albuquerqfia e Regoaira Gosts__Im-
procedente.
CARTA T ESTEMUNHAVIfL.
Aggravante, Jos Joaquim Goneatves de A'A ;
agravado, o joiio. Jai zas os Srs. desembargado
res Almeida Albt)]aerqBe, 5 aza Leie e Donhi-
gnes Silva.Negaram provfaento
AGUBAVO* V* PZTlcX).
Aggravant, Joaqnias Rodrigues Tavares **
MeHo: (*|rav4dt>, ojmzo. Jaitas os Sr*. deem.-
bargrteTs Santa Lo. L-mroBco Santiago e AT'
mei.da Albqquerque.Deram nrovmento.
Aj^favatt. Maooel Gentil da CoU Aires; ag-
ravado, Jolzo. HHesosSrs. deeambargadores
.Irtiva, Giirao* e LanraTtio Suntfago.-Negafatr.
provimeifo.
- ArAtAcES crvrt.
Da mizo mameipal do Becfe.Apptllante. EM
a GafvSo larapeba ; appellado, Amono CwaMo
Mbretr4 Dfas.rteceberam t embargos.
-Afirrtlante, Jds da C-ista Donrado ; appetfado.
Jiio Lult Ferreira RJbeiro. Desprerados as em-
bargos. V.
.ppeflaBte, Bernlrolaide S Le ao ; appella
!#Jlaoral 9oBalves'Perrelra-'Recebetam os em-
bargas.
Apoeflasl, t>. Francisca Gr|o Gamirifl;
bpellafle. Jos" Alvos da Slva Gaimarie.Maa-
eMJeTproeeJa, a BabHlta&io.
AfJpehato, PranelseoGracalves Nato; appel-
tyfrjb** Joaqait% Idptista. Beeeberam o
THESORARIA DE FaZENDA
.22 de ontubr .1.
Foram remeitidos ao Sr. ihsaoureiro para se
rem pagos:
Cffl-.ioa 9 .
a presidencia, mandando pagar gralfi:?.(aa i
Jis Balsabino G-aujalves"Lima.
Da presidencia, mandando pagar a Lniz Fran-
cisca Vieira de Lina a qaanlia de 13/000 r.
Da presilencia, mandando pagac grauica^o
aos agentes recenseadares do termo de Baqae.
Do .rsoal de mariona, remetiendo cantas de
Maooel Alves Barbosa.
Reqoerlir entos :
De AbtoniO Gongalves de Olivetra.
De Angosto Caors.
De Beoeliclo Manoel Bezerra de Mell-v
De Francisca "roereza de Olivetra.
De Felippn Benici) de Si.
He Feliciano Paulino do Amaral.
De J< Jerocyrao de Souza Limoeiro.
De loao de Asis Pereira Rocb.
De Jj 'ntotif da Silva Lemos.
Foram igaalmente remetiidos ao Sr. pagador
para serem pagos.
Requerimeatos:
Da Manoel Teixeira Lopes.
De Tiiomaz Gomes dos Santo.
Servindo ddofflelM-mJior
Uanoel loti Pudi.
MI'
do recorrido no rrne fie lenlo, de que fii vic
lima a infeliz Luiz. Baimi, mas se ba indicias
de lal aa.naeza, que autorisem orna pronuncia,
medida prelimmar, que lem por Um' facilitar o
iescobrimeoto da varale.....priaciple da oaais
prjfaudas investiga^?, e base da aecusaco,
qae anda vai carnear >
Djs proprias palavra do reeorreote 88 v qae
nao eal provada a participaSo do recorrido no
rime, de qae se'trata, nea mesmo ha ai dos vehementes, pois qieeoma taea elle nao ou-
sou qaallicar assas decUra^o.'s, que cm-ilerou
indicias. Cimo,pors, nao trepida em pedir a pro-
oaucia do recorrido affrinianlo a expressa dispo
sic/o do. rt. 1.4 do c,idi|o do proeeaso criminal, e
do art. 13 2. da novHsima refarma judi-
ciaria ?
O citado art. 114 do cdigo do proseas assim
se exprime ; < Se pela inquir cao das tesiemaohas
interrogatorio ao indiciado delinqneate ou in
formacjBS, a qae tlver proeedide o jan se co*-
1 farifr da existencia do delicio, e de qnem seja
o deiioquente, declarar por sea despacho nos
t autos, que julga procedente a queixa oa denun
< cia, e obrigado o delinqneot- prlsao ele.
Da simples leitnra deste artigo, se w' a luz da
evidencia, qae oio bastam simples indicios, nem
masma indicios vehementes para determinarem
urna pronuncia; misler, qne haji'm proras ;
por Isw que o citado art. 144 exige, qaa ojniz se
tonvenea e essa envici;ao presupprje a pruva re-
nliaate do. meios Indicados no mesmo artigo, o
que se oio pode conteste*.
A Dovissims reforma Jdiefaria no :>rl. 13 2.
qoaodo permute a pri-io aos crimes In ul n;-
veis antes de culpa formada, ama vez que seja
por mandado escripto oa reqaislcio do jaii
compeient para a fermaco da cu'pa, accre-ceo-
ta'. t neste es-o preceder ao mandado ou a re-
1 quiai?ao declarjcao de daas testemuobas, que
jurera de sciencia propria, ou prova documental,
i de qae resol tem vehementes indicios contra o
culpado, oa declaracao deste eonf3s;an1o o eri-
1 me.
PUBCACOES A PEDIOS.
........ .---------------
irocM*o Molnl
AO PUBLICO.
Com extrema so'preta n no Tfaft'o de Permm-
buco da'16 do ndame m>%, o que sp.b a epigra
pbeProesso Brta-publicoa o Sr. Dr. Ollvelra
Fonceea, digno pro'omtor Bnbco desta comarca,
que se diz cectima dettutituacon\feria ': censu
ras acres e-parsas nal''aJIgaes jroduaidas em
minha defrza, quaudo coatesiei as razdes do re-
curso por elle interposio da scnten;a que jugon
improcedente a deimacia. em qne fui idigllaoV
coma parnejipante np. t?*o lasmimrel qulr poz
termo existencia da luffliBinaf.
O'Bf. Dr. Olrreira Foncdc, pobKca|do W M-
eoida da sna sapposta jaetiieoeo a minuta dora
corno, tere mais em mete moestkr-ma, do qo--
dr/enier-fe dessas Japjw.';rs e censuras, qne
saa nimia grMceptlWWlw por certo exag. t*a,
qae deveriam flear iejpfrdas ne po os candrios
-iaiz razer stdgrar nif'la|>, qw a/nda nao ta-
eatri ada ; qa'z mflrn awbraatur m
Iopu j to acabrn'chadc
vac
vsBdb a ja So ^aiftijrifado edjB j
clmentos pbyslc'js, e rrSb metlo^aoffl w .mmiwlt-,.
tes monos !f!o poda lem detlr eMra> til qe tu o. Bh pof}ne diJaBBs,
Uj, f .oa m elevado cmeelto do
vi
da dirto
lid aceordlo, que
i,Sr/i1e?emaVfa-
IJlttoi- Do,
Sp&a a pAJa sr
9 acnava duaorJ
flfcfjaj
fita, D, Marta isdbel Nones dfi Oafefr t
ana gao
C rtmente d'epoia d>'
Janeada p|- rotegra Sr
Jote da Silva, te va, eailo
vfra ; depofi dd justo (5 vfifi
' ^W^rr^^profWidiipelu
or Mona a pelo mtttlrtfc
, ri, eoja aateridla d>]
coaiestad, parelam-Z que' _.
ra pal*vri nesss melanclica discatsa ; ine
8r. Dr. f>ive ra Feo;eca tizxjia> plenamente satWfti-
io todo qoatio imperioiameate Ba praerevia o
severo coroprlteeuto de sehs lWVareL
Eoganei-me : o Sr. m. Wivelra F.'ncra, ar'*
dff-me, como qoe, apala 'fc'raeto e eidarfit!
juizo fi^aes repeitavei fflaKunraflo para D
p se acnirJmllf vetft infcpdadamenie
nido, e jpornBffermfiltfaaUw^ifiM
Ora, se para a simples decretado da prisau
preventiva necessajio, que se verifique alguma
de? tas tres coadij;5j*exig las pela le, se por nao
se lar dado na especie alguma dellas, foi o reeor
rido allviado por urna orlem de habeea corpv.t,
da arbitraria prisas que sotfr.a, 11 104, como na
au.-eacia deesas coaJ.^o p-ja ser decretada a
proDuncia do reeorridu Pois o que eo foi, oem
suficiente para autonsar a' pnsa prevenbva,
que em verdad urna medida preliminar, e de
mera cntela, para que o criminoso se nao ponha
a salvo d accio da' ju.-t.ca, pedia julgar se suili
cente para autarisara pr noncia I Isio oblitera
ria iodos os principios de jurispru lela ; repug-
nara aos dictames da razio esclarecida, e mesrso
affrootaria as lei- do bam seoo.
A pronuncia nao urna medida preliminar, como
diz/mai nao er o reeorreote. Ella a deci a >
liaal prof-rtda pelo juiz formadar da colpa depois
de concluidas todas as investigabas a coillgida
todas as provas, que se puderao obter contra o
culpado. RaTissimas vet^s sa, produzera novas
provas na occasicr'do julgam oto : de ordinario a
delata qnabi oVodutas sas.
A pronuncia, orna medida preliminar, e que se
deve faciimenie conceder n cArtaieliio da verdae 1 f I Isto horroroso I A
pronuncia, qne rrat lio graves consequencias
qae dbriga opronanciado ajama, pri5o; que o
sfijertt s tortoras de um jtitoaMnio; que o ex
poe ao ris o de ama' cadafi*aao injusta, acto
mfiifb serio** nio prjle wr.ftoiaJp aato provas
conv aceptes. Em boa ti i-S fe pola dizer o 00
que a 0S0 fuer
firrente, diramos,
imoa, linha um-
iea.
Agora lancemos urna vi-u ae olbos obre etsas
deerm;9s de qoe se prevalectu. o recrreme, e
qae qOsnficofiindicia*.
A prime-ra declaracio invocada pelo racarreote
a de Antonio Jos Je Azevedftj fls He 42, o
otni nesta mat lia flan; psie mei'fcer o menor ore-
dtfb 5 porqdanto sataadb a biiforia da visita par
ei.e feu Batni 'tttl feoajaUOte de suai deca
irac-da*. bam como pelo que a esie respailo dls.se
Lioaatt B.rrerro em leaTdeiioinieQCos, fura de
dada, qa Atevada 'cnrraBana refa^s mi'cias
a finada B .tinl; so0 parece reeonnse.r o re
at a fl-, 144 v., e ttssil tfoojfinctura Azevefio
-jasajad*; da afl.aur de i uu de aluetn qfl0
restsse, toda a saspelU S participacio 00
1, de' qae se irtlk, pois ainJa mesmo, rendo
#tWliitodtfa, iW'aWflfunl UiHif
%Cdti^ifci, im i'oa e)ae k rferrBS?t)aW9ria
e est >offrendj.
Piss^bo s -outra.-declaraflB tf
1 F.hcUna.Hitia O y.Bii'.a, que se^raad > diz e re-
carr.entea lj<. U-3 yive.da.arpieadilas argr*.
mancias ime (accresculamoa n^s) bate moeda so-
Vea cao1idi1leira gtntelgnlura, eat j tem silo
recolbida casa de delencao por suas reconbeci-
das iralicancaes, Benhueaa e ou Cpaaoaa tole
inspirar era Mas ditos : ata repele o que Ibi en
sinaram, a aaralafifite por saa coala, aveatnroa
mais a I guataco usa qr,i lez de-apparecer toda a
verosimilfiaeaa, como seja, por exntalo o, Bati
ai Ihe disaera, qae passava aites loieirae ao pe
do leito, ant*4ae o recorrido donata, e qae entre
tanto esto afinca Iba dera affl Sapo etc.
Libtva Mtreiro, e Josefha Faselni, peeaoas de
re?att*yao eaaivoca, repelem com varia atas a mes
ma historia referida por Feliciana, e nao aarscem
mais crdito do que esta.
Pranajfico Valeotira de Oliveira, concorrendo
m o sea contingento par* o castalio,
a* sfptfetendea construir, cania urna historia de.
a;sabio, de que aos nao o cuparem o, porque lo
* sabem, que tanto o recorrido como qoaVqaer
pessoa poda ir livremenle casa da tinada Botini.
Finalmente a escrava Rufina dapuis de haver
dito a variada declarando, que nunca tinbi visto
fiem coooeeia ao recorrido, eedeodo prs*ij, qa
recebara, tambem ref re com variante a historia
das relaedea amor esas e dos setos do reeorrie).
Essas declaracos, que tamo pesaram.na mate
do ree trtale se esvaeeem dianie do mais ligeir.
exame, da mais perfuncturil aua'ys?, como.as ire-
vasda nite ao< pnmetros claiBas da da.
Se a finada Bitia lude eandava para manter a
repuucio de muler boaesta, a desta arte faer
apagar a nodoa, qae maocbava sna existencia afim
de paier ser bem reeeb-da no seia das familias, e
preparar o futuro de saa lllha, por qnem ella taa
lo se deavelav, por demais iocrivel, que ella
asma, a aio ler perdido a razo aodasse por tan
tas parles propalando |ue, ara a n z;a do rafia*-
rile, e fazeuda nutras deelaraqoes anda mas
aD urdas.
Qnem poder acreditar, qae senda o recorriia
h o me ib raoco, e mesma gneros-, cono o reco-
nbecem todos os qae oteraeominaaicado, padess-
ler par amasia ama mnlh-r a quero nunca era
um/iapo, fk 19 t.Quem pler cooc-bar qae
essa inuiuer podesse em taes cood cues ter grande
amor ao recorrido, como se ineulca, e amia mais
qae este talo dalla podesse ler i
Qaando por mera hypj'.h-e s? podesse almittlr
a existencia de relacoes amorosas entre o o re
corrido e a finada Batni, contra as quaes sita-
ra te pr. lesura os importantes documeatas do
fls. 128 a 13S, d pnmaira iulaico que esta
seude urna mu'her maior de 40 anuos, maitr.-ta
da, mal vestida, sem asseio, depolra-nto de lis. III
e seguwte? nao podia inspirar paixio a um bomem
Je 60 anoos, como o recorrida, qae segundo re
disse, aio Ihe dava aem um apa, e que eoae
guiot-raeuie oo poda d- la ex Ora, se nio havia paixa, nia poda baver telo
ou ciames, e eooseguiowmeBie nada podia irapel-
llr o recerrido a cancorrer para um semelhaole
alternado.
B qual o laco qae preide, qual o lo que une
a oxisiencia dessas Imaginadas reUc.3ea amor- sas
aa faci do assassiaata da iiifeliz Batini f Sendu
u recorrido sea crador, vvenla B-iiai caostiute-
mcate trabalh.iado para pagar in, como dizia, de
poimeoto de 11 111, nao era natural, que o recar
rido Inariaan a eooilaucaa de saa exit?ncia
para acabar de pagat-lbe 1
u reeorreote eocontrou os indicios da culpabi-
hdade do recorrido nos siguiles fastasna amea-
ca dirigida a B iui depais da visiia le Azevedo
ne silencio de Bjtini deixaudo de declarar o sen
offsnsoram cao ter o recorrido ido visita-la de-
pois do ferimeatoAnalmente em haver o mesm.
negado a principio lar visto Aievedo, qaando sa-
bio de ca-a de B'tbi. Examine no? [cada um
desses lacios, e ua sapposta importaocia cerla-
meute desappareeer.
O reeari'o confessou, e aio la agara oonTassa ter
exprobrado a floala Bjtini o sea proeedimeoto,
qoe ihe hivia parecida digno da eetwura, oiu ;
porque elle ia r-C-ctir fsobn o futuro de toa ft^
Iba, a j .veo Argelina, como porque era um sulen-
ne desmealiio dado aos di-tincas eavalbeiros, que
havism atte-lado a sua banestldade, para que ella
podes-e ser tuiora da mesm* ; mas nio Ihe fez
ameaca-alguma. K por qae havia o reeoiridid-
ame; :ir Batini i Por ser s*o amante? N ;
j est demonstr 1 lo, qae isso ama Chimera. Nao
havendo pois motivo, lgico, que b5> poda tsr
havilo semeilianta ameaca.
E tm que coo9;siio essa preeaJa ameac r
Dit o recorreate ftrmando-se em aiRumas daeUra-
c6ss fetas 00 processo, que o recorrido iutimara a
Batni, que se relirasse ; do contrario ella se arre
pendera sem reme l o I Ora quera em bem senso
poler acreditar, qoe um bomem arrebatado de
um fjriasoriume.esiuece-s'loilelidade de sua
amada, nao procurasse |. govingarse da 1 flsusa
reeebida, p ra depois, quando a paisao dev a t;r
arrefecido, fze-la apunbalar par nao se haver
ella mudado de casa I
Em flm, quaoda tal amea?a se desse, a que ab-
solutamente se nega, qne distancia nao vai da
ameica ao facto realisado Qj* da prova da par-
tieipaeao do recorrido em semelhante attenudo t
sem prova na; ha convlcco, e sem sonvieca da
parte do juiz ola pode haver profli&cia.
O facto de nao haver Batni declarado, qaem fos-
se o sen ofifens^r, facto que o recorrate conside-
ra mysterioso qualifieando-o at de silencio nobre,
e doude procura alguma coosa inferir contra o
recorrido, neohuma importancia tem : seria admi
ravel a resigoacao de Bati1, porm nao o seo si
leocio. Botini descrevendo o facto cora eila oceor-
rido, e o seo offeosor dl?se o qua sabia, como se
v do depoimento do Dr. JaaoTbon a fl 72, e dos
de Libsnia Birreiro : se nada mais disse fai porque
Bada msis sabia, nem pedia attribuir pessaa al
gama a partieipacao na crime, de qae era victima.
Como poia se pode quabflear o pracedimento de
Bitini denobre silencioe ain la mais de > bsli
n^cao em nada querer d ter, fl. 148 e 152 v. T
Para haver esse silencio calculado, essa ob-tioa
e.o imaginada pelo recrreme, era misler provar-
se, que Botina cauhecera o eu tlfamor ou ffen-
sores, e mu de proposito calara seas noraes; n)a^
isso vai de ene-ntro orden natural das coasas.
O offeodido nunca oceulta propo'italmirate qnem
fosse o seo 1 Esosor; isto qoasi inyariavel; a
mais qne fax aqaelle qae tem ejasclPBSia, e se v
prestes a bater as pota da et-roida!, e nao faer
impottoas sem ter plena sartesa do que dii.^
Antes de nos occoparmos da etrenmttaaefa es
magadora do recorrido, carao se exprimo o reeor
reme a 11. 148, e que devena ser api tratada se-
guindo a ordem de suas ailegacj. trsiaremo? em
Snmeiro lugar da celebre antradicco encontrada
aire as declar. c3es do recurrido e as d3 Antonio
Jos de Azevedo por ser considerada pelo reeor-
reote de m nos mp iran '.ia do qae a tal eircuus
tancia esaagadera.
O recorrido fexplicoo demodosalblaiorio o fac-
to de nao haver declarado no prircelro interroga-
torio ;er visto Aievedo sabir da caa da fntada Bo-
tini. O recorrido, cobo consta ; fl 42 v.. en-
leodeii se e concertoo com o Dr, Jr So Thom nao
mencionar e:.-a circumsuncia, porqce em seu
pea*r, feriado ella profundamente a repotacao de
Botini, deveria muito iiflair no fotnro de sua fl-
iha, por quera ambos elies altamente se interesas
vam, e a mesraa Botini tanto se desvelava. Nada
ha mais simples e at mesmo louvuel.
Agora tralaremos da tal circamstancia amaga
dora do recorrido eomo sop5e o recrrante, qu-
oio ler o recorrido btfio visitar Botini depeis do
seu frimeoto. E'ta c ndersco do maame qui
late qae as precedentes.
E' verdade qoe o recorrido oio foi ver 3-tiai
depais do sea feriocato. Nao o fez na cont do
ferimento, porque sonbe do facto s des horas e
iseia da noa ; eslava ha algoa lempo o>cooteo-
te do procedimeelo de B tini ; nao suppanha, qoe
o easo fosse tao grava; havia mua geote en>
eaa da ..ffendida ; o recorrido eslava conversando
com algomas seuBoras na calgada desoa ca o Dr. Ellas F. de Almeida Albaqnerque, a Joaquim
Pairo de Mello R go, qne tinbam Ido i casa d
Botini; voJtram pooeo depais d-t?nJ-, qoe a por-
ta ficara techada.
No dta aegBlnte o recorrido man Son para a casa
fia' finada a Joo Carlos Lomaebi para Mi prestar
loe lodos os saecorros, enarcar me .tone, comprar
remedio, e li eottservar-ae pare o qoe fosee ml-
tev, (focotoeoto n. 3. Qatndo a jov -n Aogeha*
chegoa j li eaeoMroa Loma.iii, qne hava leva
do para tratar de Botini nma ama de nome Anna,
e logo dapuis Angelina escre'an ao iocarr.de pe-
dindo-ibe, qae Ibemaodasse ta*bem para 14 o seo
eseravo Zacbarias, o qae o recorrido satidas, cont
indo consta do interrogatorio da mesma a II.-3* v.
Nesse dia lencionava o recorrido ir vez Botini;
mas havodo oa> sen amigo, qae nesta cidade oc-
eapa u a-a posicaa afBaial importante, ibe eomma
oleado em e greo, que o nome delie recorr*
era BaJJgMmatte envolvido aetse de-graesde lc
ta, o recorrido taaiT e embarseade para vhittr
&AMj Bti^ajna, qae elle la da in toraK-K
lilVI OS*
^ "' .....;.
la aeluuam, e a-re Mis-
era j*ropniB?ic>|**<
Ihe fazip. aVa wro raJ.a p ,
Jeixoa de ir oes dia ver Be-toa, e-niw *
liai, continuando t'd.vla a pre!" *6>a '*
succarej iaciasiJ fravsseires, ooq>aar'ai a\-
a, $'.c., __
Ceramente qnem em boa fe- po*wraeas)Ta"
f(
tendo. tW*B
o lesiao a*
doctweaa
-
qae o recorrido tiyesse
rido para o fiWoi
lado chamar medico
astea nao deftsee, f*ido,
saiee tres noetes, e pagan 10-
Isto nio se poda cone*ar.
Mana importancia m-re-eu-par o recat -*
expres-Oes, que se atafibuoat a Ang-i-cva
interrogatorio a fl. 36\ qjau*a exiginao-se-la
rado, oorqae o recernao dio fcira v-r saa.aiaV
esU respondera a-reluar-ai-aa* relae.* sW
eitas, qoe es direm ler havfao eaire ao aaJtc
Mendes, nio poderia iir outra 1 xplicc., so *
qae elle livesse horror sua obra.
Qaando Angelina livesse proferido estas ti
ses, e mesmo tives-a empreado ooiro
maia oJJet>a-vae so aeeerride. to lo he i
pavel, atteo'a a .-na trisfe siinsca 1, a .-a* ;;>**
e a parte, qae ao recorrido se artnboiu a aaaa--
sinata de sua m. Mas Aogelioa aasio raraav
exprimi ; ella lera muia bom .-tuo para ao ta-
rar tio ternvel e toreada concoslc.
Angdna apaqaeotada com tantas pergoota *-
eonvenleotes, e improprias de sertas d'.fifkla* a
nraa criaaca innocente, qae fasia melbor .aatc-
de sua mi, e a quem a lodo o transe so sje>r" *
fater erer qua o recorrido, sea prouct-w tiia-
corrido para o assaisieato da sua si, ;*??oafie?
jue a acralHr le aeslas aarfi-oOsi, islo a, th-ste*
conios de haver o rvcorrido eeoeurrido par a> ae-
-assioato i roa mSi, nio pona fiar oo'ra ejpl*-
yo se uo, que ello livesse horror fie ve? >
obra. Aagnliua est prosapia a declarar, o qaw la-
ca dito : o sea interrogatorio nao Ibe ! quando livesse .-ido, ella nao se aebava vaiWtafi
dd o apVciar, nem raeima talvet de o etaa^-
bender.
A jven- Angelina, que a tantos aun* catTaK
0 rtCarrida cimi sea rapo delicalo, e *a py-
teetor, nunc* aeredifm, oem poda me-ro sfiac-
tir, qae o reeonido f s*e capaz de ta mana a*-.
lado.
As cartas, qua se juntam sob os o\ ?*1 asra*
damonstram o que acabamos de afirmar.
Na primeira Augtlioa raanifesta o spb psotoa*
pesar par ver o recorrido estar offreo*o isa a
injusta persegoicii; e ua segn ia ella pateofis-t *
iQeffivel onsoliiji'i, que seniio ao saber dt>
tfoes, que havii ju'g-.do improcedente o 1
contra o recorr ti. Innocente l
Ki a gnorova, qae as torturas do tecrr
da nao haviam ees-a li- : anda eantiouai
O recjrrente re.o-laolo-se ao irjterroatortt) *
Angelina a fl 36 aioda refere o facto doblar es*
reeabdo urna carta recommendaiidi li>, hti
acantllas. Na c^m.^rihendemo', \? :aat -
tem esta circa n-tancia. S-na tam*iein 1> foetijfr-
do, que Angelina devia aeaitelar-se 1 Pa que alo : logo c'arn, qae a pessoa qu a Angelina, ',17,1a pr r o assassicato de Bu'.iai st
orna fonte i versa, que tamaeo palia alentar
sua filha.
runbem nao comprehendemos a imporraiaai ?
aaaa.'.ci > jamo no lim das all.'-gic9 s do re-. otwtNr
Sa e se anooncio da floala B'iicl, ero sa prt
teode, ni 'a delle se prde concluir, s-ni-. qae Bu
tini def java mudar de vila, e regenerar servase-
do no centro de a'guma familia honesta.
Agora par n sa ve? vamos lamiera apne*a*
ama cansideracao vt d.d.iramente esmigadoea t*
argumi-nia5?o do recorrale, e asige:.
O assassioato de Botini se iga e prraA
modo mle.'tru.'tivel i cntativa de assaasiaal oa
preta M?ria : ambas f. rrn ferldas na ae>ea> *>
casiao, pela mesma pessaa, com o m'smo rtarv
meato, e em seguida. Mas segundo <** a*
t-stemuobas Lihania Barreirr-, J ao Ferrstja
Mel'o, etc.. es'as dous fac'.os se d-ram eos ot fit*-
tinch de mais de futamos pr.s-os um do 'ntr- > *
quaoto Biiii Ll ferida ooe-p..co, Jne r3e'itr
a estajae dts trilhos urbanas t'o Olio'a e i- j'v-
toe so est constraiol- para a sssembfi ajravtc-
cial ; e a pieta Mara foi ferila na esqaiBS ;i
que termina o maro do Cymoa-i". Ora se Bafcfr
foi ferida par mandado de a'gaem ; po"5 t*M*
foi tambera ferida a preta Mara, que 8Sa.v-
nem podia ver, qoe nada ouvio, p. iqoe Bu na *
gritn, e qoe .v estiva da cestas paia o gres or, a qnem f.5o ecobecii, e qoe. qoaofio a"'a
se apr ximoo, a f rio priraeiramtnle em atoa *
dega ? Isio aos condnt a erar, qae os f-riata-a .-
de Botini e da preta Maria co f ram tai o p<7 1
gura mouiro d..minado da m-.oomouia keraci
de qua mesmo neita cid d-, ti-exos um W*
emplo, que anda nao pal e :ar apagado d* a.
rnern .ria, en se foram praticadoa por s:a 1-
gr.^ddo, que se acha pre-o, tile os f : ;-r
propria esnra
Se a polica livesse enmprido o sen devnr.
tivesse fij!riiente .bsir-'ado a di p-jicSo d;, a.-
12 2* da rrgal. n i,S2l de 22 de noveofar.
1871, indo ao lugar do d lelo, examicaa.
xando loealldade, em aefi elle eoaavt
a cooclu-o que taraos, teria 1 go B ado yU>
raecle dem' nsirada.
A natureza tanto na ordtm \tsica, itraasa
ordem moral casimba por Ogrof ; ice cfdaM
graves, aos crimes maiores precedem sempre r-
mes manares ; pelo jne dina Juveoal Nena rs-
pent fuit turpissmus : se o reeerrid y s
nunca n-ar/rch.-n sua j tonga exisleaeia esa m
crime qaalqoer que eile fosse, nao seria r-r*
meiie no uliimo quarlel da vnia, que elle coaeur
reria para um lio negro attentado.
Do quanto Usa expendio re-u ti, 1 qoe- c 1
corrido nnnea teve relacoes iludas eom a fafiatar.
Boiioi ; 2* qne, quando ae liv sse ndo, o aja at>
oega, nada pode autorsar a illacio de qne s
tive-se concurrido para o ten assrjnali; *r^
que o assassinato de Botini foi acto espesajasm
de qnem o commeileo sem mais intervengo fio
pe.-.-oa ; Iguma ; a i' oalmente qae, quaaaV
cesas iofoBdadas snspeitas, que contra e rer
rido se apresemam, oo tivessem sMo p%;ay.
mente destruidas, como foram, ellas jiaala pc-
ierii.m aatori-ar urna pronuncia em vtsia 00 1'
l\* do cod'go d procts;o criminal. De'hrajffa
nio provam fac s, e nos edigos das meces rol
'as cao se enconira nai< a mxima inqoi-ilcria:
su atrocissimis lcviros c rjaetci* sifirioat
Este venerando mlrana! descnlpari nia termas-
aeompaohado pari pa su as allegaqbes do rteor
rente : qnando apenas tivemos os cinco fina ta
le para airasoar o recrreme cerno se '; da #
H3 e l-l teve pelo menos 2* : ranita dsrsta'
tafia.
O reeorrila, poi, espera da recttio e tapar -
cialidade deste venerando tribunal, qne sefc tcn-
firmaJa a justa seuleu^a reeonida, como A* pi -
pitante
' /arffa
Dr. 'tornes e Sttva.
DO.liMENTOS
li m. Sr. Pr. Francisco Bi'rges de Barro.fia
go-'.he o cl'Siqaio de declar; r ao p dr-ra, ja-
quem f o chamada para tratar a total t Sra.r
B->iini, eda paitada qr>m fm esse tbfiaaailo.
Ihe lienca para faser de ;ua resposU o uav,ast'
me convier. Soa de V. S. atiento veaereftr -
creado.
S. C2F de setembro de 1871.
Jos Mtn'.es dt-FrttUx-
lilao. Sr. Jos Mendes de Freita?.Bespaufiaai.
carta fie V S, lenbo a d'ter-ine, qne fivi
.jue varias vetes foi a aossa casa por par*
V. S. o Sr. Lcmachi rreimnendar-lba ta
ment da iDfelit B tini, pidraao-me coi
ca que a olio de>xie, < qoe tres noltes i
Uve at de trairugada, sfudo estas rsamil
daQos da parle de V. 8. Pede faser a>
que loe convier desta mlnh Vespesu.
dt jaldo de 1872. Soa de V. Sr atiento ve
e croado
Dr. Francisco Borges detarrm
R*oobeco a firma da resposU rHra : aVa> fir
Recife, 27 de ju'bo de 1871
Era testemuoho de verfiad^ o ubelilo
Luiz da Cata Porro fforrtr#s
Sr. M=e'e*.
Moatom a iui asteve o I.aaaacbi ; aio
o prater qoe eansoa-ma asta
laote ser ole de sua casa para sempre
grande cu; ataraento. Nia lite neg,
oeste roouteata lio instalara mira,a saa
ca me sera de immen^a c-josolaco, por1
sai qae anda cecupade, por isso rae reaagaav
co-lho qne, logo qoe puder, ebegue al'
a Sr bea sabe qoe boje aio teatao m
goom, o sa a Sr ceasar da protejer me. a
como oos .aooe da miaba mfaoela* ditl
reaistlre a mais e-ta deoepcii. Nio
Jir a Deas para qoe e .de cobra todo,
terei a salMaeo do ibe ver so
bisunta teobo sentida aa seu iaeo
aba paeieaea, -Deas suramaaante Jottf, -a
abaadanari aqaelle qoe iojasiaosau
ifaiAr o alvo- da ce asara, da maledicencia da quaoto?. la Sr. Mendes, soa lio isieUi qoe a, faco
viaitt, paia **ea-
rin
1^.



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tm*%\ d$ fb*H*"*. TSwltUP*- 2><# Hl**b

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Somante Ihs
nte, ni > a*
igo qae lera
fmwle paoons
Mas att enriar
W$MinnHhi 9 v* sempre #fa. rboe audiencia 4ojaa d difilo -4* 4.*
Esta mu o obrgg|a,'!
..-Uprima MaesnL I
C entile S. V. de Piula, i 4* mafsi da
HL J .C1L, M a
etaeafcece a flrma'aapra.Reoif*, 16 do jaJao
* testwnBBir. de verdade, o tabao pubijce,
c ipii-ia de Alraeida.
tendea. O prazarqje causea-roa boje a
ite que euoal o Sr. est livrete lotes
pfc|Mfctilcaft gaee<9>l coa-asa
w4twvev*T vHH
e sonra inimeosamente ver oWh
em !6,do rrept.i
conforma s neta*
Racife, 19 te oninbro
befe
e-r>i
Franr*
77 A P. Piolo
578 C. Oaiio & C.
579 R;eha 4C.
de ver- 1580 O mesmo
i 1581 O mesmo
/ |38t T. O. Sraenele
1383 O mesmo
t* IHO.
Jnior Graciliaoj Bap-
!ras na 3' sola.
aMb
tetra a Joi> Taom. a jo-
rala.
eMnaaracoimeeiroeoto a samad* qa* Ao ** ^^ |j_
- J" 39, nropriedade do Dr. Pddrp'idiTiiipyla:-
lo_ ALnoomu JMliMb) en 40:uw*Bfc, porf
fot Ca n xec'jfilO'taf a mes
Ijjcoio ei sot mnlflar __tti
qiwtMw-Jos Jbsqbrt' Perij
tai

*e u aawasagio tai
ama vdblbe pQN-ir.
Atees-Sr.

PM?ATW|^gj^DE|rTC0
JSfi
i* giaaeW por
un Inalada.
Mate-, > coat-
-aer e mesan) awio e protector qae fot
is aea* aanos infantil' al o presente,
"r- 'Mit'? *rtMWKfl aterro re-
ato foetTqtje jidMlR#l ingrata a
te soa ti* deainte*e>sada proteccao.
Anilina Maetnni
CeVtfie de S. Vicente de Pauta, 13 le juoh) de
dUeaafccca a firma supra.-Rse fa. 16 de junbo
duoWt
Cae leetemrrabo de verdal?.O tabelliaj pablico,
^StajBsaac-i flaptisia de Almail.
kxUenra di panuira instancia
> faaveado indicios vehementes, qna aulon-
i asa* pronuncia eoift o ri Jas alendes de
Wstbki, m cuo te que sa rata, pon qae as na i
a>atejaB oaMitair mrraa ofMedaa, vistos e eza
aaVaWtec t autos, julgo inajrucedente na parte
4t afe ip-i.o a dito roo a denuncia da folha*
.jateante-a enuetaato pncedeoia qaaala ao reo
4 taato P^feira, a quern prononeio ioearso nos
acvdBO i 05 do ood. e. i.u. pe:a morid e lerim .n-
feate) f trau a me?ra d nonci i. O aacrivao
*-*"! r *'*"'". a^t6 do r*J praaoaciado oo rl
teja>Mia<(os, reoumeode o m priaao em qu-
aatfc, rjt a< devilaS iolimac6>s e reui lia o
j "anaatn aruo*so para o earuirio do jury para os
afa caareaiaaie, pagis as cusas na porpor^ao
4- teJe dk fiecie. 8 de juuh. -le 1871
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