Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12741


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Full Text
VJ.e' "
T"

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ANO XLVII!. NUMERO U%mfi
tf> y
ra a ama* i ucas am io u ia

Parta dtuimi
Par Ma ios tdotn -
Poriianod..
Cala aiwro ttalM.





t.iy-



i SESMOA FEIRA 21 Dt OUTUBRO D 1872.

U M I O*
tlfclK:. elt-
fA iimo i ra PA PHOTUCLL
Por trea bmmi n&ptadoa ...........
Por otia di toa idea. .
Por nova ditos idea .
Por oa aooo idaa

W750




. .
Propriedade de Manoel FgueinNi
-----------------^
,
ft Filhoa.
8O A1W*
01 Sra. Gvardo Antonio Atoa d Fiihoa, no Para ; Goncalvea d Pinto, no Maralo ; Joaajltoi Joa de Olivara & Filho, no Ceari ; Aatooio da Lamoa Iraffa, no Artoatj ; Jlo Mara Julio Chavea, no Ana ; Antonio Maiqoef da Silva, no Natal ; Joii Jna;
PereJra d'Ahneida, em Mamangnape; Aagoato Gomea da Silva, na Parahyba ; AntoDio Jos Gomes, na Villa Ja fenba ; B^lamino doa Santof Bnlclo, em Santo Autlo; Domingoi Joa da Goata Brifa,
em Nazareth; Antonio Farraa da Afoiar, em Goyaona; Franno Tavaroi da Goata, em Alagoas; Al ves 4 c, na Babia ; Leite, Cerqainho C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFnCIAL
toverno da prorlncia.
decl iRACAO.
Por engao do copista da seere aria do gov-rm
na tabella dos presos retrente* -> moditicacoes
foitas qo contrato d >s tnlhis urbano? a Beeafe a
Olroda e B.oenbe. sahii IIWO como preco da
passagem de ida e tolla, entre os exiremos da li-
o:ia, qaaodo esse prec. > Id 9C0 ra?. *
Cica pois assira corrgito o eo/aoo.
EXPEDIEM-K DO DA 13 DE OUTUDUO DE 1872.
Actos:
U presidente da provincia, aliaadsndj a oropos-
U do Dr. cheto de polica su offl a. 1330 de 2
de correte, resotve exonerar do cargo de snbde
lefado do districto de Jaearar, do terme do Brejo,
cidadu Joao Mariobo Palco, e dos de t 2." e
3.* .uppl-ntM do dito subdelegado os edsdios Ge-
cnmiaoo do Reg Macel, alferes Ernesto Caval
caoti de Albu |uerque e Joio M>rqaes Pereira, li
cando sem effeilo a portarla de 5 do correte, qae
por engao bavido exooerou de laes cargos pessoas
que os nao exerciam nessa loealidade e sim em
outra.
O presidente da provine*, dandc eorapri-
mento ao disposto do aviso do ministerio do imp
no de t de seterobn ultimo, resolve oomar as
comuissss abaixo declaradas, ai.n de incumb-
rea-te em diversas fregaezias de ta capital, da
acqoisicao de donativos para a fon dago de escolas
de iostruecao primaria, a saber :
Freguezfade S. Fre Pedro Gongalves. A direc-
tora da Associaeao Commercial Broedcente.
r'regoezia de Santo Antonio.[)r. Manoel do Nis-
r i ment Machado Portella, conego vigario Antonio
Marqoes de Ca-tilho, Francisco da Suva Hago, Jua-
quim Olyntho Bastos, Manoel Janaario de Arroda.
Freguezia de S. Jos.Dr. Fraoeisco de Assis
Oliveira Maciel, Dr. Mao iel Buarqoe- de Mace-
do, conego Tlgarto JoioJu.- da Cuta Ribeiro, Jo
P.ancisco de Soou Lima, padre Antonio de Helio
e Albcquerj.ua
Fregaezia da Roa Vista.Dr. Pairo de Atbayde
l.abo Mosczo, Dr. Adolphi Ltmenba Lia4, tsoeo
te-coronel Francisco de Miran la Leal Seve, teen-
te-coronel Joio Vaieotim Viliela, vigar i Toerasto-
clss Romo Pereira d is Sanio-.
Fregoeziade Nissa Seohora da Grsga da Capn
ga.Coronel Antonio Gomes L ai, Dr. Beato Jor
da Costa, Dr. Ayres de Albuquerqae Gama, viga-
rio Augusto Franklin Moreir* da Silva, Lais Goa-
r .Wes da Silva.
Fregoeiia de Afogados.Baro do Livramenlo,
teoeate-coronel Miooel Josquim do Reg e Alba
qasrqae, lenlo coronel Francisco Carneiro Ma-
cOado Rioa Jaoior, major Baanniuo do R;go Bar-
r i'.Antonio Valentim da Siiva Brroca.
Fregnezia do Poco da Panella.Dr. Joao Thom
da Silva, Dr. Ionocencio Serfico de Assis Cirva-
iiio, comoendador A bino Joto da Silva, Francisco
Aaumio O Oike*ra, Jo^ fraaci-eo d> Reg*.
O presMeoie da provincia, tendo em vista a
uroposta da Asaociacao de Goarda-Livros, resolv,
na eonformidade do ari. 31 3 do decreto n. 3711
de 19 de derembro de ltfb, noinear Jerooymo
Joaqoim Fiou de Oliveira para oecupar o lugar
de presidente da mesma Auocagao.
O presidente da provincia, ien4o em vista a
proposta do D-. dire-i r geral mterino da instruc-
cao poblisa de 39 de agosto prximo passado o.
320, sobre que versa a if jrmacao da tbesouraria
provincial de 11 do correla, sob o 532, res .1 ve no
mear Manoel Marques de VaeJncoHjs limo< para
reger interinamente a eadeira de primsiras lettras
do povoado le Asorema, do mnaicipio de Aguas-
Helias, creada pela lei n. 10't de 22 de abril ulti-
mo, mediante a gratiticac/io aonoal de oOO^OOO.
Commaoicoa-se ao referido director.
O presidente da provincia, altendenlo ao qo
nqaereu Anna Carolina Cesar de Mello, e leado
em vista o resultado do coaeurso hivid) a 22 de
jalao do aooo passado, ra-olve, de eonformidade
com o Bit 33 Ja le n. 369 de li d* mno de 1853,
e a Informacao do Dr. director geral int-rioo da
ostroccao publica de 2 de setembro odo, sob
o. 340, oomea-la profe-sora publica da eadeira de
primeiras ledras do sexo femenino da fregneiia da
Podra, do termo do Buique, creada pela lei n. 1033
de 13 de abril deste anuoFez se igual commu-
nicacao.
Offleios :
Ao coronal commandaote das armas, man
dando dar pra;a com destino a qualquer dos cor-
pos do exereito, i excepto do de engeobeiro^, e
preenchila as formalidades da lei, a Antonio Ma-
na de Albuqaerqae CConnell Jersey, de coofor-
c.ilade com o aviso do mioisterto da guerra de 30
de setembro.
Ao mesmo, exigindo os dados necessarios
para a eopfeetao do relatorio qia lem de ser apre-
seotado i assembla legislativa provine.al em soa
prxima reooio e relativos essa repartirn.
(gaaes ao director do arsenal de guerra, do de ma-
naba, eapitao do porto, eogeoheiro da.s obras mili-
tares e ccmmaodante do presidio de Fernando.
Ao mesmo, remetiendo, paTa qae ioforme,
cvido o respectivo commandante, o r qaerimento
e msis papis em que Mara Seoborinha di Espi-
rito Santo, pedilo a eotrega de documentos, alie
ga ser viuva do cabo de esquadra do 3 batalbao
R.ymando Francisco Machado, e de ter elle falle-
cido no Paraguay, remetiendo a cerlidao de assen-
umentos.
Ao mesmo, maodanlo pjr em libardade, por
terem sido jalgados ioeapazes do servido, os re-
recratas Juio Cbrysostomo do Naseimeato, Ignacio
de Abren do Espirito Sanio e Mareolino Corris de
Mello.
Aos membros da commisso da exjosicao
provincial, eommanicando qae o municipio do
bom Jardim em nada eoneorre para a mesma ex
posicao, em vista de sen atraso em industria e fal-
ta de perleicao no trabalbo agticol>, segando par-
n:ipon a respectiva cmara.
Ae inspector da tbesonraria de fazenda.com
momeando qne pelo ministerio da agricultura,
cmamelo e obras publicas, foi approvada em
aviso de 30 de setembro a deliberaco da presi-
dencia de mandar proceder aos (rabalnos de gabi-
nete relativos ao prolongndolo da estrada de (erro
do Recite ao S. Francisco, e qae em comprmanlo
do mesmo aviso, foi mareado o praxo fatal a expi
rar em 30 de oovembro para a conclusao destes
iranalhos. Frieram se as precisas ommnoi-
carSe?.
Ao mesmo, eommanieando qne por conve-
niencia do servido da directora geral dos crrelos
tem se demorado na corte ao administrador do cr-
relo deita provincia, Affjnso do Reg Barros.
Commaoicou-se ao administrador interino do cor-
ris.
Ao mesao, eommanieando qae o ministerjo
da justica solieitou ao da faxeoda em 3 do corre-
te, a expedi$to de ordem para ser habilitada essa
theaonraria com a qaanlia da 97019C0 r por
conta do exereieio Ando de 1871 a 1873 e igual
rjaantia pelo corrate para acudir ao pagamento
qae pertence ao dito ministerio de metade do aug-
mento da soldada eoneedida i tripoUeao do escaler
das visitas da polica e de sanie do port desta ca-
pital a eome$ar de jalbo do aooo passado.Com
manieoa-se ao Dr. chefe de polica. .
Ao mesmo, remetiendo tres ordecs do ihe-
aoaro nacional sob ns. 314, 315 e 317, e tres offl-
f ios da directora geral daa rendas pobltus de n.
i a te.
Ao mesmo, remenea io o Uto/o da oooseacio
do 3.a escripmraro deesa tamooraru, Friasuoo
Pauimo ds Aimaela AUo^aerqae, para igual
entrego da alfaaAeg*.
Ao mesmo reisettaado a pateMe de oomea-
cao *o major Beato Arcjettio Vis Curado, para o
posto de teoeate-esronel coasatastdaoie lo 4 ba-
tlhao de re-erva de guarda nacional do manisa
pi de Goyal**..
Ab mesmo, reooMeade as patentes do major
ajudante de ordeos, eapitao cirorg'ii-mr do com
maod) superior da guarda nacicaat do municipio
do Cabo e Ipojuca, /ovioisjoo Anlooio D jarte da
Caoba e Francisco Xavier O meilves da Ricba.
Ao mesmo, remelteodo a portara pela qaal
se-concede 3o bieharel Jo.- Rodr'gue* do Passo
Juoiur, juiz municipal e de orphos do termo de
Plores, seis meses de lieenca com ordenado pira
tratar de soa sa Je, mcluindo-se a que foi concedida
pela presidencia C'inmuoicou-se ao referido ba-
charei.
Ao mesmo, mandando aboaar d'-ora em dian-
'e, ao eapii de engenbeiros Chryjolilo Forreira
de Castro Chaves, em comprmanlo do aviso lo mi
nistro da guerra de 30 de soteinbro, veacimentos
de commisso activa, a semelhaoQa do qae se tem
praticado em casos iguaes, visto st elle o uoico
eogenheiro ineamb:do das obras militares nesta
provincia.
Ao iospeetor da thesooraria provineial, com-
muoicando que, segando constado offlcio do pre-
sideoie do Banco do Brasil, de 5 do correte, foi
entregue ao ihesoaro nacional no da 3 a impor
tancia de 300:000/ por eouta do eraprestimo de
1,800:000/000, cooirabido com o mesmo banco, ii-
cando anda o saldo da 400:0001000, e qae esses
duzentos ontos foram debitados em conta ni dia
em qo* se fez a eotrega ; cumprilo qae miode
recebe-los na ibssooraria de lateada, visto ja ter
viodo a eonpeleote ordem.
Ao mesmj, mandan lo pdr ero prac o sitio
dos Remedios que foi adjadicado i taz lia provin-
cial para pagameoto da divida do ex besmreiro
Ja repanico das obras publicas, Jos Marcelino
Alves da Foncoa, servindo de base a qoaatia de
3:600/000, off-weida por Francisco Jo- de Oli-
veira Jnior.
Ao Dr. chefe le polica, convnunicanlo, se-
guodo aviso do ministerio*da jastial de 3 do cor-
rete, que tendo sido e pelo mesmo ministerio
e pelo do imperio satorsadas as despezas repar-
lilaiette com a constraccao e casteio de umi
balieira para o servico das vsitas da polica esrii
de do porto desta capital, as psssivel por ora
atteoder-se ao pedido de un novo escaler privati-
vo da visita policial.
Ao mesmo, declarando qae ple ser elevada
a 320 rs.. a diaria, para o sustento da cada presi
pobre da eadea d cidade da Victoria. -Cira nu-
oicoa-se ao inspector da ibesourarta provincial.
Ao presidente da sociedad a Emancipadora,
commutr-iando, segundo aviso do ministerio da
agricultura, commercio e obras publicas de 6 do
correte, que e blicacao do regulameolo geral para a execoQao da
le n. 3040 de 38 do setembro de 1871, no. qaal te
dar aiaplicacio qnola dispooivel destinada ao
fondo de emanciparlo.
Ao jais de direito*di 1 vara, maadaodo subs-
tituir por ouiro que nao seja sentenciado a maitus
aooos o calceta Jos Liiz da S iva, que est era-
preglo B) servido da fachina do quartal do His-
pido.
Ao engenheiro ehefe da reparticio das obras
publicas, antorisaodo a man lar colioear seis lam-
peo-sagaz na raa das Crioulas, daCipuoga, con
forme reqaereram os proprielarios e moradores
Q-illi.
Portara :
A' c?mara muoicpal da villa do Triampho.
Em resposta ao oOQcio da cmara monlcip>l
da villa d> rriaraphi, datado de 16 do mei fiado,
que acompanhoa as copias aatheoti;as das actas
das eleic5;s de juizes de paz e vereidores a qoe se
proceleu a 7 de setembro altims oa parochia do
Neaaa Senhora das Dires, da mesma villa, tenho a
declarar-lhe qae 4eve fi:er, proceleado editaes a
apuracl) geni pira vareadora?, nos termos do art.
103 da le- o. 337 de 19 da sg)-to de 1846, embera
o sea mooicipio comprebeada ama nica paro
cha, e por isso a apuraca geral nio importa
mais que traoscripclo do qae c instar da acia pa-
rncbial, na parte relativa aos votos para vereado
res, como dispSe > aviso de 3 de fevereiro de 1849.
Concluida a apuragao geral, a cmara remelter
immedialameole a esta presidencia ama copia au-
tbeoticada respectiva aeta, exiedindina mesma
occasio ou.ras aos vereaives eleitos para Ibes
servir de diploma, bem orno aos janes de paz as
copias das actas da apuraglo da me a paroehial,
convidando nns e ontros a prestaren] juramento
a 7 Je Janeiro do anao prximo vindoaro, afn de
entrares no exorcieio de seas cargos, depois de
approvadas aquellas eleicdes.
despachos da presidencia do dia 13 dk outubro
ds 1872.
Antonio Vietor de Si Brrelo. Diferido cora
offlcio desta data, ao Sr. inspector da thesoarana
provineial.
Antonia FranJisca da Hora.Iaforme o Sr. Dr.
chele de polica.
M.j ir Carlos Magno da S Iva. Diferido com
offlcio desta dala, ao Sr. regador do gymnasio pro-
vincial.
Cnnha Irmao A CIndeferido.
E iuardo Daniel Cavaicante V-.-l.ez de Gaivara.
Paise portara, na forma requerida.
Iospeetor da sa ie do porto. Diferido com
offlcio desta data, dirigido thesooraria de fa-
zenda.
Baebarel Joao Bapiista de Siqaeira Cavaleants.
Sim.
Jos Francisco do Reg M)ot9;ro. Informe o
Sr. direct-r geral da iostruecao publica.
Mara Barbosa da Silva Tavare. Satisface' a
supplicanle a 1' parte do despacho desta presiden
ca de 30 de setembro lindo.
Manoel Figaeiroa de Paria A Filhos. Informe
o Sr. inspector do arsenal de marinba.
Vid Bstioiana Mana da Cooceicao. Informe o
Sr. inspector do arsenal de marinba.
Tente Manoel Joaqoim Alves do3 Santo.-D-
se-lhe a gola pedida.
Secretaria da presidencia de Pernambaco, 19 de
catabro de 1872.
O portelro,
Silvtno A. Rodrigues.
RepartlfSo da polica.
1' secgio.Secretaria da polica de Pernamba-
co, 19 ,de oatabro de 1872.
i. 1633. illa e Exm. Sr.Levo ao conheci-
nento deV. Exc. que,seguodo constadas partici-
pagoes recebidas boje nesta reparticao, foram non-
tem reco'h'dos casa de deteoco os seguintes
indiviluos :
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Antonia,
eserava de Rosa Mara da Cdnceicao, a requer-
men'.o desta.
A' ordem do de Santo Amaro das Salinas, An-
tonio, escravo de Franoiseo de Paula Anlunes. por
ter si lo encontrado s 9 horas da noi,o sem buh-
te de seo senbor.
O subdelegado do Reeife, por offlcio desta data,
eommanieou me que hootem peles 3 horas da tar-
de, Roberto Francisco de Soasa dera em saa pro-
pria mnlbsr tres tacadas e ama em soa euahada,
a qaal falicea s 3 horas da madragida de boje ;
que o crimioos: evadira-se e contra elfe ia proce-
der nos termos da lei.
Era dala de boje parlicipoa-me o Dr. delegado
da capital que o sablelegado do Poco lhe com-
maoicra que pelo ultimo trera da n te de b ra-
tea fdra ferido oa eabeca e em oa p, qee Ocoo
tractor Jo, Cselaoo G-ooes Civaicaoti, qae em es
lado de embriaguez dorma sibre o leito da es-
trada des tnlbos urbanos do Recite a Apipaeos, ao
lugar Porto d'Agua, na ocaasiao qae por all pas
sava o mesmo tren ; e qui fia alinete acerca de
semelbante acoalecimenio, proceda ai diligencias
recommeodadas por lei. '
Das gaarde a V. Exc.-IHm. Exm. Sr. de
sembargador Francisco de Faria Lerao\ digno
presidente da provinciaO chefe de polica, Lait
Crrela de Quetroz Barros.
JlftRI' DE PERNAMBUC
RECIFE, 18 DE OUTUBRO DE 1871
Exposif So agrcola e I iduitrlal
de Peraambnco.
Hintem, como previamente s achava determi-
nado, S Exc. o Sr. da-e.nbargador Francisco de
Faru Limos, presidente da provincia, inauguroa,
em acto solemne, aterceira expo*;-> de productos
agrcolas e industraos' qae faz Peroambac oo
periodo de II anuo', que tantos decorrem de 1861
para ca, poca ero que pela vez primeira se pre-
parou o Brasil para entrar e erTactivameme eniroa
ao grande pleito de honra em qae eram gladia-
dores a intelligencii e o trabalho, e qae leva como
arena o famoso palacio de erystal dasobsrba capi-
tal da vejha Albion.
S. Exc. o Sr. presidente, ehegaolo ao pac da
assembla provincial, transformado ero palacio de
exposicao, e all acbaodo reoado aaraero de des
liadas seoboras e nobres cavalbsins d; elevad^
posica, no sali do honrado edificio e parante a
eHie de S. M. o Imperador, pronunciou o discur
so inangaral, que de estyo, deelaraodoao con-
clu loqoe eslava aberta a exposicao de produc-
tos agrcolas e industriaos de Pdrnarabueo,
-A com.oissio directora da exposicao, toramlo
enlao a pilavra, por meio do sea secretario, o Sr.
Dr. Miooei Buarque de Macedo, oceupoa e preo-
deu a atteorio do auditorio coro uu longo e bem
elaborado di-curso, tao elegante oa forma como
rico e minucioso no fuado, satisf'tealo asstro a
expectativa de mulls no tocante s iolastrias e
artes do paiz, e dispertanJ > orHros dos lazares
em que se deixavam eraballar as suascreocaa no
que diz raspeito produegao agrcola, qoe ella v
a oisso tem razio, como qae amejgada de ama
concorreocia esroagadora, que s poder ser ven-
cida se por ventura os nos tos agricultores dem
rera de mo as velbas praiicas rotineiras, para se
atirarero aos bragos das milarnas cooqei ratelligeaea e do trabalbo.
F.odos qae foram os discursos, foram tranquea-
da* as portas das modestas salas da exposicio,
nio s aos convidados da testa, mas tambera a
todo o povo qae all se achava agglooerado, e qae
anciose qaeria tdotrtr n> ponen productos aJil
reunidos algomas obras real acate ere loras de
etama e que sao por sem da vi Ja ora soleme at-
istalo das forgas desta proviocia, adormecidas sim,
mas anda a-sim eheias de vitaliJade. qae est
a pedir algum incentivo para maaifestar-se em
todo o sea explendor, em toda a pujanga qie ca
racterisa os povos americanos.
A pequea (esta da iotelligensia e di lraba!h>,
esbogo microscopio do que ba de ter essa monu-
mental festa para qae Vieaoa d'Austria se atiava,
foi molesta e simples, mss, aiada assio, eloquenie
e s gniflcativa nassa saa modestia e simplicida le
As pessoas renoidas nos saldes da exposieio nao a
esquecerio sem duvida ; e, se licito tirar illa
grje* das lisongeirattensagoes qua se manifestaran)
em seai semblantes, oc ser perdida esa seam-
te langada na trra da futuro, porque ella ba de
germioar, desenvolver se e pr frucios, que sero a gloria dis vnl>ura exposi-
goes de Pernambaco, atte-iaodo ao mesmo te rapo
aqualles que nos snceederem, os teotaraeas gene-
roso; qae tazemos por deserabaragar-lbe: a estra-
da Jo progresso desses taotos tropegos e espiohos
em qoe muitas vez e forera os p< e eabem exte-
nuados os viajores qae a trilharo, quaodo. ero
busca de oraa gloria meaos epheraera qae essa
que por abi se antolba aos pequeosgrandes, qae
puliulam em torna de at, nao vacilara em sacri-
ficarse pela patria, qae Ibas serve de nico pba
rol nos perigosos roclisdn da existencia social e
politiea das nacoes.
A eonfianga que lemis alli escripta em tamos
semblantes, temo-la dos tambero no futuro deste
paiz; 6, sem sor prophela, facil vaticinar qae
dia vira en que, Iluminad> pelos fulgurantes ta-
chos do progresso, o Brasil ba de hombrear com as
mais civilisadas naedes, e com ellas'disputar as
primazias nos banquetes da inteligencia e do tra-
balho, as testas das scieocias, das lettras e das
artes, e finalmente as epopas da paz, do amor
e da lberdade.
Qaaodo esse dia ebegar, urna grande parte da
gloria qoe elle tronxar cibera Pernambuco, e
cortamente os nossos vindonros bao de recoohe-
cer e proclamar bem alto que ibes velo ama parte
da ventara da actual exposicao qae, apezv de
molesta, todava, como ja dissemos, um solemne
attestado do qoe somis a do qui podemos, como
povo industrial e agrcola, como iotelligeocla e
trabalho, isto como ac;o e direeco das (or? t
nataraes.
Es os discursos do Exra. Sr. desembargador
Fanas Limos e da commisso directora :
Senbores.Ero maio de 187J sari inaugurada
em Vienoa d'Anstria ama exposigio nacional. v
A' esse immenso eoorarso de todos os povos nio
peds, oera deve faltar o imperio do Brasil.
A' lei iromatavel do progre.si nio temos feliz
ment foito nma excepgao, qoe possa farir os nos
sos brios oaconaes. O Brasil progride ero tolos
os ramos do desenvolvtmenio moral e material de
ua povo, e se aiada nio camioha i par dos mais
allantados, porque nao nos era possivel realisar
em menos lempo do qae a vida de um nomsm o qae
os outros povos s aloaogam eom exforgos seca
lares.
Em taes coodicgdes e no intuito de mais ani-
mar a lavoura e a industria nacionaes, reso'ven o
Giveroo Imperial comparecer offi;>alment | ex-
posigio de Vienoa, e, por aviso de 31 de maio altimo,
convdoaat provincias a prepararem se para aquel
la festa.
Acudimos ao appello, e boje cabe me a honra
de dirigir-vos a paiavra n'esta gloriosa festa da
industria, de qne lodos nos nos devemos orgnlhir.
Nio qne aes nossos olbos a provincia de
Pernambaco se aflgare aiada insigne e rica aa
prodocgio da indastria inventiva, e dos variadas
applicacSes da actividade humana ; mas, es as
amostras que boje se exbibem, fracte em sus
maior parte da uberdade do oosso- solo e do ge-
alo artstico nacional, re/elam ineootts'-avelmete
os elementos de ama futura prosperidale, que
ser por sna vez admirada por aquellas mesmos
que hoie taoto applaodimos.
Nao ba, pois, motivo para desanimar. Os comi-
cios indastnaes inaogardos pelos povos qae se
ostentara sobranceros ueste certamen do trabalbo,
foram lio modestos como este que boje aqu nos
rene.
A Fraoga em 1798, iniciando ama nova era pira
a saa indastria, e plantando o mareo de saa pri
meira exposigio, niosonhiva eom esse congresio
internacional dos predactos da arte qae honran a
moderna civilisacio ao fraude Palacio da Indastria
fcS"* tnm ,08** wUT* ul,ei e P0"r
no privamo deste scalo, qae o forco human i,
livree titn bices oooeiia sabe alimentar, pro-
dui>na era 1851 ama maraviiba qoe ehamoa se
Palacio s Cry,tal.
Foi seo duvida essatooga serie de traoslirraa
c$es >or qoe passon o espirito buraaoo, provocada
oo piucas vezas por essas latas em que tolos
sievoeeotirea, que troaxe lio grandes e benfi-
cos resalalos para os yov. s
Erabirt mus longa seja a no.-sa jornada, ma;s
lento o aasso progresso, nio ha qne davidar do
resultada,* trtampbo ser cerlo, pois a idea nio
orre e sqdo n'este mundo tende a apprfeigar-se.
Se alero da provincia de Pernambaco e das doas
xpoicSs* locae qae precedern), estenderm
rwssas vistas parr to o imperio, dsseorlioareroos
o iropnMe- seosivel que recebe a industria nacional
as suas difterentes applicagoss.
E* prova desta terJade o resaltado comparativo
las exioeiWS nacin es de 1861 e 1866.
O Brasil tem figurado com boora dm duas
grandes fastas ioteroaciooaas de 1862 e 1867, e
val oeeapar, confalo en seas recursos, o lagar qae
lhe destina Viioaa d' Austria ao seu comicio Je
1871.
Para istii vamos escolher aqoelles dos productos
oaeiioaes ae aii possaro Agorar vanta|isaraeote,
e dar le;lemuohj da riqaezt. de nosso solo e do
espirito inventivo dos stus b (hitantes.
Nao i proazia da arte e da belleza dos pro-
doctos (jas j oi i o Sra das modernas exposi-
goea) qua vamos aii depositar ; aaa sim o grao da
sujtr.iriAade pela utilidaJe, oeia producgii fcil
a econmica, pela modicilade d) preg do raer
cado.
Sao estes resaltadla pratieos que enri]uecem as
oaciojs iodustMaea.
Essa escolla aro dp Qos da Exposigli Nacoaal
da corte :'e eiocrner paraque-aila se ta;i tai
completa, q^taoto for possivei, tarabea o oosso
desidorats.
Se, porero, o nio aleaogaroos, tal qaal podara
raos esparar, isto antes devo a iosulll-:iencia|lo
terapo, e a exiguidade de recursos dos artistas na-
iooaes, do qu> i faiu da esforcos da comraissiW
directora da exposigio provincial, i quem ne moroeato folgo de tributar um voto de louvor e
a ira decirae a to, eonfessaqdo que em grande parte
s ella devamos o poder corresponder ao convite
Jo Governo Imperial, e nio 9:ar a proviocia de
Pereimbiaco iquero de soas iraias.
Pelo cathilog), qae vos sari destribaido, sabe-
res jue nio urna verialeira exposigio qae
idee visitar.: snente em falta de ltalo maistpro-
priado ib* damos este neme.
N> eJilco iuo das percorrer, em vex de ama
pompte ex'nibigio de producios da industria e
artes, encontrareis ap-nas o inventario do qae pi-
dera ser e do qoe tal vez em oa tutoro prximo,
'ira a ser a torga prodoetiva desta rica proviocia.
Sla bioev iios, vos qae eois os priasiros inte-
ressados a'esta obra da civlhsagao, a qaa espero,
onUuaareis a cooperar coa o voseo- saber, acti-
vidade e patriotismo para osm eograndecimeoto.
T.oh) ainda intima satislago em eoofessar-me
grato todos os qaa coneorrerara com seos estar-
g>s eprodactos para qae fosse levada stToilo a
presente expos gio.
Q te esta fasta, reprodasda ero longa seriever
la-ieiro incentivo as conquistas da paz, seja ama
fonte perenne de estimlos agricaliara, a iodus-
tria e s artes ni prj'incia em qie naset; eis,
Senbores., os meos sinceros e mais ardentes votos.
E-ta ioau;uradaa exposigio prcvioctal de Ptrr-
nainouco.

entures Dipois das loqueles palavras qne
ouvistes da primeira autoridade dararoviocia, ve-
nbo, ero nome dacomaissio directora da expo-i
gio, faltar vos desta festa do trabiibo, e da iotel-
eocia a que, par vossa preseoga e vosso con-
curso, vos associals.
Nio esta a primeira vez qae o imperio ameri-
cano se veste de suas melbores galas, balaoccia
seos ricos Ibesouros, o vai garboso e altivo seo
tar-se mesa dos festins tndaslriaes da E iropa
E a 1862 e 1867, oesses famisrs comicios ioier-
naeionaes, qae tanto remrae deram i velba Al-
bion, e Franca agrcola e industrial, o Brasil
conqaittoa honras e crditos, qae lhe serviram de
loeentivo.
Nao sem orgulho qae a commisso vos recor-
ds esse passado Elle symbolisa, eoire outros triara-
pbos, a conquist i de duas das mais elevadas re-
cimpensas da Exposigio Uoiversal de 1867a
premio Blumeneau e o grande premio do al-
godio.
O primeiro traduz o bem estar material, moral
a intelleetaal das nossas colonias, e poderia eon-
funlir aquellos qae nos chamara de allemies de
Clovis.
O segando foi, na phrase do Sr. Miguel Che va-
lier, am testemaabo de consideragio pelas tenia -
uvas fslizes qoe litemos no tempo da guerra dos
Estados Unidos para abastecer s manufacturas
europeas da materia prima de qae se achavam
cruelmente privadas.
Para nos foi mais qua islo : este premio, qae era
um triumpbo da lavoura no Brasil, dizia tambero
do que era capaz o nosso esforc, > ; era a corda do
trabalbo qae conquista vamos.
Devoraos, seo liares, gloriar-nos tanto male
deste trabalbo, qaanto a Exposigio Universal
de 1867 nao foi tmente ama festa de i a
lustrn : all, disse o homem mais poderoso desse
tempo, as neces Idades maraes. e materiaes das
el asees laboriosas, a toa edacagao, as con ligo s da
existencia a prego barato, as combinsgOas mais
fecundas da associagio, foram objecto de atoradas
pesquzat e cooscieneiosos estados.
E, digamos a verdade, foi tambera alli qae o
Brasil ene; u a ser melbor eonbecido.
Por ama dessas coincidencias memoraveis, a ini-
ciago dos grandes melboramentos materiaes des
te imperio coincidi com o primeiro comicio onle
qaasi tolas as oages do globo isa arremegaram,
em latas, na car reir do progresso.
Aai o Brasil era ainda am nome qaasi deseo-
obectdo, qae para mallos no passaria lalvet do
de algaroa tribu selvagem da America meridional.
Foi s em 1863.qae sea nome pela primeira
ves figurou eofeixado coa os dos grandes povos
aessas modernas offleinas da civilisagio.
Sob todas as relaedes, o Brasil, erabora novo e
com passos lardos, se osteotoa nobre e altivo.
A abiligao do trafica liaba ja a esse lempo des-
pedrado as primeiras cadeaa da escravdio ne
imperio, a annanciado a grande reforma social de
1871.
Grandes arterias de coromonieagio esta vara tra-
gadas e em exeengao. A lavoura comegava a sen-
tir o infl JXi benfico do b-ag > iivre ; a naveg.gi
se irradiava, apertava oa lagos commerciaes entre
o impeno e o novo ornado. A reala pub.ica attio-
gia avallada someta, t e crdito nacional se flr >
mava.
Bm 1867, senhores, quanio no campo de Marte
o nome brasileiro te Ha gravado por entre os gra-
pas e seeedet de creteiJo nmero de niusinas,
a pujanga deste impelo, qne Intava eom urna guer-
ra de gigantescas proporg, te palemeava com
assombro aos oihos do eslrangeiro. O que era
entio o Brasil diste-o o ioteressaate opa-culo, pro-
carado na Europa a estillado com 'avidez,0 im
periodo Brasil na expoiiQio de 867.
A guerra do Paraguay tragn aa novo marco
divisorio na protperidade do paiz. *
Q jando o aais experimentados cMadios pre-
viara profundo abalo do oosso crdito, deficiencia
de rendas, a paralysagio doe grandes commett:-
raeotos materies, o Brasil, embora sob o peso de
graudes encargos, sent se possaoi, e lang por
toda a parte o germen do aroaesperaneoa pros-
peridad?.
E' ceno que para isto multo eoneorreram ajuel-
les, qae nao recoaado diaute do sacrificio de ama
seductora populan Jde, crearam aovas e segaras
f otes de renda ; e nio menos, os que boj', des-
peito de velhos e arregados prejaizos, delxam'-se
arrebatar pela onda civilsadura do moderno pro-
gresso, e laogam novas balizas na carreira do go
verno. Era ama festa de paz, concordia e civili-
sagio, como esta, a paiavra de quera qir qae
tqii se faga ouv r deve ung r-ae da verdade.
E praza aos cos qne esta verdade cora qne lio
Mogelatnente vos pinto as nnisas cinqaislas mate-
riaes, nio occu'te, serxe'h nga do que se passa-
va nos velhos imperios, a aossa decadencia moral.
Seria trate e cruel a decepgio !
Em 1867, seobores, lia se em urna vasta galera
Jo palacio do Campo de Mirle a seguale los-
cripgio :
BRASIL
Decreto de 7 de dezembro df [866
Liberd'ide de nategicao
Era a data, celebre para o imperio e para o com-
raercio, que franj/ieava as aguas do Articas,
do Tocantias e do S. Francisco navegagai de
lodos os povos.
En 1873, no bra-ao de honra que vamos er-
guer no porteo das galeras do palacio de Vienna,
leri o visitante :
BRASIL
Decreto de 28 de setembro de 1871
Emancipagao srcil.
O povo que cora esta senba pede entrada nos
f-stins do irabalbo, recebe-a no meio da sauJagio
los convivas.
Vamos Vienoa, senhore', dizer ao amado civi
lisa lo o qae somos aiada, e o que litemos de mai3
oo decarso do ultimo quiaqueoio.
Nio nos cobrimos deoaropeis pa-a alli figurar.
Vamos, certo, carregados dos nosaot productos
oatoraes, dos frujtos da oossa qaasi exclusiva ia
dustria ; mas, se o futuro congresso austraco
jae fii a obra do Campo de M>rte, o coocarso de
todas as indiligencias, d'oode brota;i o bem mo
ral e material da huraaoilads, o B.asil oscupar
um lagar de bonra corao um dos mais activos ope-
rarios desje lado do mundo.
Em cioco aoaos decorridos as rendas deste im-
perio attingiram um ocremcoio quasi superior
50*/,. Urna rapiia transfrraago com:gi a ope-
rar-te oo espirito de assoe3<;So, qa1, amortecido
pelas ultimas crisfs, se mostra boje vivaz.
Grandes liobas de (ranspoites si) estuladas ;
em prox'mo futuro demanlario as looginquas
provincias do imperio, rasgario os seios das vas-
tas fl.rostas, 1 gario os riot de extenso curso, e
sebreiu Jo sal/ario da ioerc.a, e das trev da ig-
norancia, milhes dos nossos compatriotas.
O telegrapbo elctrico, qae ha sabido prolongar
vida do bomera pelo retrabiraento das distancias,
est decretado ; e em poneos anace atravessar o
oeeaoo, pereorrer nossas plaga, e ser mais ama
conqnsia civlisadora deste imperio.
Nao muito ; e deliberadamente ni) vu fallo
do qne nos falta, nem do que nao fazemos : mas
tacto basta para que ni) mis alirem conta de
retrgrados; e vejam era ni un povo di fular.
A parte qae ero todo esse glorioso camiohar
toma a proviocia de Peruambuco, uro titulo de
nra.
O impulso constante de tatas rendas coiluca hoje
esta p'ovincia no lugar de eontrbuiute de ara
qainto da reeeita lo'.al do Imporio.
Em 1866 o quadr i da saa exjorligio indicavi
para o valor melin do quinquenio precedente a
soama de 13,941:52Si463; e hoje o algari-mo do
periodo subseiuenta de 1806 a 1871 aitinga a
32.J551:1091181.
Este raaravilhoso resultado toroa aiada mais
seosivel o progresso da produegao, sabendo se que
era 186'j e alg idao. por causas excepciinaes, obl-
nba precos excessivos.
Urna rede de facis communieagoss, amas cods-
ruidas e outra? projectadas; as primeira* que
dio nova face esta cidaie, aos seas arrejeres e
at urna exieosa zona do interior ; e as segn
das que miis larda causirao verdadeira revola
gi economa na propicia, a'.'cs'.a o nosso espin
to de iniciativa.
Para dar-vos nma idea do efoto revulsivo des-
sas famosas alavaucas do progresso, citar-vos-
bei a pequea: estrada de ferro do Reeife a Agoa-
Preta, qne em urna exteosio de 12'i kilmetros,
entregues ao traosilo por sscgSas, ero loogos ia
tervallos, e ser viudo umi industria rotineira,
transportan, no periodi de quatorze annos, cerca
Je 500,000 toneladas de proluctis e mais de Jous
milito's de passageiros, proJazodo Qma reeeita
superior a sele mil cootos de rs.
Em 1865 (raosportava esta estrada os produc-
tos de 290 eogeobos de assacar, qae hoj i se ele-
vara ao numero da 440, dentre os qaaes 30 sao
movidos a vapor. Neonato algarlsmo traduzir
mais eloqueotemeote o beneficio que essa empre-
sa tem teilo i riqueza publica do paix.
Nio menos admiravel o effeilo da navegagio
transatlntica e costeira.
Qaaodo de 1861 a 1866 o valor media da ira-
portagio directa era apenas de 18,527:6811572,
no periodo de 1866 a 1871 alcangava a somma de
21.794 8W1W4. .
Essa otissima companbia pernambucana, que
ha ponco resurgir das einzas, transporta hoje em
cada anno para este porto o crescido peso de
cerca de viole mil toneladas de mercaduras de
grande commercio.
Todo esse movmeoto se traduz tambera em pro-
gres io crescenie da nis3a renda provincial, que
sendo de I,i7l:0i3l956 no quinquenio de 1861
a 1866, elevoa-se a media de 1,827.66.1892 nos
cinco annos subse jaentes.
Este progresso, senbores, que nos atestam tan-
tos elementos, na) nos assegura o futuro : tal
a titaaci* precaria a que poderemis ser arrasa
dos. Nio seri esta cansada pela erise da reorga
oisacio do trabalbo: essa a teremo?, mas nio pir-
durari. Outra mais extensa e mais tremenda,
nos ameaga, se a nii prerenirmos em tempo .*
a guerra da concurrencia.
Oa do as producios colooiaes de grande expor-
lacio, qu) po-suimo!, e qae por emqaanto sio a
garanta dos recursos da provincia, nio supporta-
rio em mullos poucos annos a concurrencia dos
si filares que de toda a parte aitluem aos merca-
do consumidores.
Nio tei se a vos tem cansado a mesma irnpres-
sio qae a mira o iraraen-o desenvulvimento qae
em qaasi toda a Europa tem tomado a produc -
gio do assucar de baterraba.
Nio quero tornar-me mais fastidioso citando
vot serles de algarlsmos; mas dar-vos bei apenas
am exemplo elo^aente. Ha 30 annos passados,
dit ama estatistica qae consuliei, a Franca e a
Blgica prolUiara ao todo cerca de setenta mi
Ihuis de k lograramas de assacar de belerraba.
E boje t a Franga e suas colooias proluzem part
mais de quairocentcs railhSrS I
Isto quer dizar que a Franca ple snpprir-se
de estacar e eoncorrer eomoosso na Ioglaterra,
oa Amrica, ou ero qoalquer oatro pcoto do glo-
bo. Esta tarabea a opioiio da na hornea de
experiencia, o Sr. M ers, que estndoa esta ques-
tio oa exposigio uoivarsal de LinJrei.
Percoirei todos os jornaes commerciaes, e to-
das vos dirio qae na Blgica, na Austria, na
H illaoda, na Russla, em toda a Alleminha e nos
Estados Uo'dos, o assucar da belerraba vai ex-
pe lindo dos mercados o assacar da canoa.
A razio patente : o assucar da belerraba,
pelo aperfeigoamento doa metbodos de callara, e
Jos processos de fabrico, tem sido prodaaado em
amitos casos por pregos inferiores ao de asaetear
da canoa. E qaaodo oo commercio 1 este o at-
Iracuvo do competidor, toda a lula iaprcfl:aa-
Na proviocia de Pernambaco, quer a cultura
da canoa, quero fabrico do assoear, toda o
frncto de pesado e rotineiro tr.balho. Emqaanto
o brago escravo for uro dos principaes agentes
da produegao, esla ee fari a preces moderada ;
ojalando, purera, eseacear a escravatara, sala-
rio, pelas difScaldades qae teremos de oblar bra-
gos estrangeiros, sera elvalo, e por elle se gra-
duar a produccii do assucar da canoa.
Nesta hypotbese a concurrencia do nosso pro-
ducto sera impossivel nos grandes mercados ca-
sum.lores; e ebegaremos talvez ao triste estado
Jas c-.loDi.id britnica?, qne por iguaes causas
abandonaram a cultura da eanna.
O remedio, Sr., est a vista de tod s nos :
prodozir barato.
Para isto preciso abindc nar a rotioa ; aper-
feg>ar a cultura, e os procesaos de manpolago.
Que se ebegue a este resalla/lo por to los os ateios
posMveis, e em qoalqoer escala. H je este astoatp-
to passa desapercebido ; quasi lodos te contentara
com a rotioa, e alguna ha que, desanimados dea
melborauenlos, as mais das vetes ensaiadot sera
experiencia e sem auxiliares, al V.tam aos teta
velbos hbitos I
E' urna aclaaldade, que parece rsonha, mas
que LJe aei precursora de prxima eaiasiropbes.
E nio Insta, Srs., o trabalbo otelligente. Si es-
te nao e.-tiver acompanbado da economa nos ba
bilos, vira a dissipagio, e t do o esfirg i sora in-
fructfero para a accjraulagio da riqueza. Com
fuudaraeolo a longa experiencia dizia o Ilustrado
presiJeote da coramissio la exposigio proviociai
de 1866 : Simos pobres, porque somos inertes pe-
la maior parle, e a qaisi totalidale dos qoe
o nio sao, e podio fcilmente accuraular um ca-
pital di-.sip-.in o produc.o da sur activiJade oat
prodigalidades do lux i, lio caro entre aos, e ea
desvarios aioJa m..- adv r os i acquisigao da ri-
queza, ficaodo por essa razio na classe dos reme-
diados.
Urna segunda medida auxiliar que urge lomar
em bem Ja avonra, a diminuigio dos imposto
Jo exportagio. Os ovarnos de todos os credos
commettem o erro de ooerar os productos agrco-
las de pezados encargos, sem se leiubrarem, qoe
lio precaria a siluago da lavoura, qae ero o
prego dos seas prolnclos contado no mercado
do paiz.
Productos ba qae recebem o puse Je barra-
fura paganle 25 por cenlo de direitos de exoor-
taeo I
Si aro pouco meaos sio os impestos do assacar,
quera ignora qae o sea pr. ductor o nico sobre
qaem recahem todas es.-as comraisses, quebrar
de pezo, embarques, porto, transpcrle etc., indo em
fia at acbegada do genero ee seu destino?
E' talvez nuis aeraMaaW* %UtW aetaal dajla
voara do algi'dao.
O grande premio qne ob?emcs na exposigio d>
Pars, deve servir nos apenas de estimulo, e nio
de simples dipluma de capactale. Para essa ele-
vada dislioegio coocorreu especialmente a pro-
vincia de Peroambucu, cujo alg 'dio de todos
deste imperio, o que oblem a primazia. E' por-
lan'.o nosso dever, e nosso emptnho, maoter es.-a
Humeada.
A nossa sitiagii, porero, aroraca-nos de a per-
der, e at de verroos estinguar se essa rica lavoara
da provincia.
II duas causas para sto A primeira t a aa-
seocia total de ficis cc-iis de transporte. O al-
godo continua a ser transportado dos centros pro-
doctores, distantes 500 a 600 kilmetros desta ca
pital, em co-ta- de aoimaes : o meio o mesmo
q ie ha cem aonos passados I Imperta uso b j*
dispeoJer cerca de 50 por ceito do valor da mer-
cadura em despezas de primeira baldeagio.
Em segaodi lagar, a perfer.ao nos meios de pre
par r o producto, t teui servido para depreciar
o seu val r. E' sabido que, a excepgao do Sea
IslaoJ americano, neohuma especie cimpetia at
poucos annos com o algodio desta provincia.
H je, o Egypto sapplanta-nos oa cocurreocia.
proJuziaJo algalio qae oblem maior prego ao
mercado ioglez.
E' isto deviJo quasi exclusivamente aos defeitos
dos proeessos de de carog>meoto, que cortara a
fibra.
As-im temos que duas causas Peleteras tendera
a aoniqailar a inlastna di algidao necia provin-
cia : a primeira, o excassivo prego dos transpor-
tes, os exagerados imposlos qae elevara eonside-
ravelmeote o costo da prodocgio ; a segooa, a
incuria no sea preparo, que deprecia a procara
no mercado.
Nio preciso ser propbeta para assegarar qae
a coattoaagio deste estado trar oa primeira erise,
qae determinar a baixa dos preoos, aqoellepre-
visto resultado.
Ser de boa poli i ca evitar estes males.
O espirito de associagio aiada oio se detenvol-
veu oa proviocia em tao vista eacala, que tornete
a tn iu tria fabril.
A este facto, reunido a Uxi elevada do jaro, te
Jeve principalmente o estado ainda penco proape-
ro da indastria maoataclora destprovincia, qoe
e quasi idntico ai deser pto coa vigoroso talento
pelo presidente da exposicao de Pernambuco era
,866.
E" um erro suppor qne nio temos aptidio para
as artes. A exposigio nacional de 1866 dea tee-
temunho da eapacidade eongenita do brasileiro
para alcangar em sena irabalbos artsticos e indas-
tnaes nio vulgar perfeigao. Nao menos infun-
dado o conceilo daquehes qne nos qaeratn prca
der ao carro da immobilidade, apreg ando nos
corao simples amanbadores da ierra, e que sop-
poem que tanto basta para a pr sperdade deete
paix. Era lambem assim que se expria,aa_aqnai-
les qae nos primitivos lempos da fuadacie dos
Estados Uuidos, s enxergavam no genio dos teas
habitantes aptidio para a lavoara : mu qaa, es-
tupefactos, virara a supremaca industrial qaa a
grande repblica em menos de meio scalo alean
gou sobre qaasi todos os povos rainnfaetores do
lobo.
A inducira e as artes, nio ficaram propnaraea-
le estacionarias nesta provincia no decorso do pe-
riodo posterior i precedente exposieio : o pro-
gresso nio foi ootavel, mas sensival. SuaMaseot
aioda lodos oo quasi todos os estabelecimentes ta
brit que exbibiram entio cariosos proJactoe,
nomeadameule as fandicfies, que lio atis ala a
lavoura, e que teem prosperado ltimamente ; as
fabricas de sabio, de licores, de-tilagd.s. ebapelle-
rias, etc. Alguos delles reeeberam meihoramen-
tos; e novas e pequeas fabricas se fundaraza.
A aoscoca de eosino protetsional, e como eon-
s- quencia da falla de meslres de offleinas e habis
operarios, lera sido apuntada como orna das can-
sas obnoxias ao-pTo^resso da indastria e daa ar-
tes na pr .vieta. E' com pr xer qoe se obsrvate
as tentativas, mais oa menos careadas de txitt-,
que fatemos oa provincia para diminuir este lta-
lo pernicioso da ignorancia. Para esta Ora existe
ns-ti cidade ama associagio da artistas, taistrtda
e bafejada por eidadios de mrito o patriotas,
qae vai cada da conquistando terree na laata
jornada di edaca{io doa aeos consoeioa e da aaae
e'assee.
Aendito q ta, pertevertates, lodot casiaaa
em^annarmos na protperidade de tao nal latlMV-
5o, e te alli nao penetrar a intriga e a lava|e,
!-
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oettcoes, i m raen jo j bant ti ;os seri
Oevo aJ^UBInalar o'effe*t j de dm acto gf n >
roso da efl directora *da xpflcio pToviH
cial de Ufl P* relator* dj5vcoamusaot ti
lando daa lt artes dlv*e
c Era todtJtJBra excitou a curiosidade dos visi-
untes da etriettelo urna. Jffoxa
duelo do irabalhj de ma estuvo
ama prova do geni
A eemra ssio de
o ramio que par
aspiragao : leu-Ib
Me oilado e o a
no o, que pela wt
tracto ua sea o'asay
Seobore*. ido* PWf* Mr***'
vidas ala* da eipt> prdjBota
No corlo periodo de peaco nuil Te dwii nei4
ura impositvrl a carrol sao obter raalor souama
4e prolnctos e aura neoa para ajcri tlgucarem.
Apea do coQCtrso .on 'Unte que tete d Vira.
Sr. presidente da provincia, e do aar.ilto do jury
etionitl e da alfana otdodtuj pr. alienes*, -etw-
otiia tioha embaraza a vencer ; e por entre
sites a tndiffX^DRt nao fai pouca.
6 vtrdajeiro v^for qte para dj lera eses rao
derooe jog do irtoattw parooe nao ver /oda
devidaiuente aquilatado.
F pos3K-el qne esleimos aqoeaa do lempo das
wdteWirat xp>MC*ss 1 Pens qae -8110. Si re
raedi i ba para aguar esse fraeo estorc.o que boje
-teMeaeMatomoj, preciso quanlo untes applica I>.
SartttaTTEi prerrtel crear exnasi^Sa* pareiaea;
lar lempo ao estado, preparo eescolpa do produc
io ; dawouir a-te .v a pe osa, mas fizer Xleetas
obfeoto de uUlilade praiiea.
lteeoer;*n. > asslro, ntnral que posstmo*
umtem oossetomo formar *erdaJeiras ex;j
aujfte, e contribuir largamente para os eoflettrsos
universaes.
$mio pederemos diier cora orgulho : fl*w
O ecreaTio da coramiesao,
M Bmtrque de Maculo.
Roe-re. 2 ouiobro de 11"^________'
.buojM BTS *0
PERNAMBOCO,
/EV1ST UJAHIA
EXPSITA) NACIOKAL.Hootem, s II hora
do dia.fji iningurada^)' l Exn. Sr. presidente da
proaisuia, a txposicao deprodoctos affcelas
loaastriaes do Peraanbdco, ouforme estafa an-
naoeaOo.
O edificio da expoVjii, pco da assembla pro-
Tincia, no Cmp) das Cruiceus, eslava liodirnn
te ajtnraudoe ataviado para a (esta da iott Nigeri-
na do irabaibo, aoote f i gatbardameoia
iUumioado.
Logo ips i abertura oill :ia!, f iranios portas dn
estabrleeimeuio fraa (ojalas ao publico, qo% fh"
achr'u iitteralraeatd as si'a, aa )aaes assira sp
cenwrvaram al bara aociuroa do sea eooerr.-
roeato.
A' cereraoaia da itauenrAco eompAreceran
martas pssoas de dist neija* e elevada po>'ci ', <
fitas hioras milHaies uro coulingeoie 4B 9' l>a-
ti.iiii ite liifanuna de llobs, al:o de i h inda-
de muse, que ljeirm ?u;:essiva'Ui-n'e deairo
do e 1ifl i".
JAKiM D3 CAMPO DAS PR*CEZAi.-Hoo-
leas, logo i< o acto da inauguraba i ca exposi
ci provincial, fji loaogurado e frmquead.i a* pu
blico, posto qae iDaeat>id >, o jardiui oa squve do
Campo das I'riacez.- o qjl s-arh.vi a tonada)
com baaleiras *e galbardetes, e preparado Dar
sor liudaaftie illumioado Doate, como de ficto
A' larle e anote a'ui to.;aram diversas b indas
de MStBa railuar escolbidas p^as, e o sv/unre
: a>ervoa se sempre ebeio de vnnuota. qua ibe
forain admirar as belfas di-pcsicdes, e as liadas
estatuas e canieUbro* de brooie.
S'JCII)AOE L;(> BitASlLBl):A.-Esl ocle
dade beaeucenle tera amaub uui beueticio ao cir-
co [rroins Pereira ; te'ido |os inais louvaveis lias
o re.-uJn ie tal beutiljio, (uats a ioslruccao, a
protec{o ao orpho, a viuva e a lodos os tkaii
dos da aoris ; julgaru^s qqe lodos os p rlugo Ka
e psraambiicaaos coacorrerio ti acto, dand'i
asaim ama pTova de seu amor is ideas gran Jes e
alais.
IRMANDABE ACaQE\IU.-EsU rmandade
coovida a lodos o* irmos que fazern cirio da pas-
-ada mesa e os D-ivaiDAnl<< eieilos, para eompare-
cerem segaoda feira.Sl do correte, s II horas
le e'eii*.
ALCIOSME.-S'Xia-fc.r^aj i I e l/ horas da
noite, pnuco mij ou nieui', o ul uno nvm que
percorna a linbi frrea do Calima, ao pascar oa
corva do lugar Porta li'Agua, fraciurou um p e
ferio a cabrea Je um individuo de com* Caeaoo
Gomes Cavaicaate, qoe, ero estaco de erabrignri,
dorma sobre o latti da via-fsrrea, e fui perce-
bido peio macliiaista qas dingia o irem quauJo.j
nao erapossivei evitar o accidente.
O inf-ii/. ebrio acceuiedir de lamDeoes de gaz
K, -oa basiaote in.iraiaao e f o ccoduzdo para o
noailal Pedro II., onde es em :ra,iiu>-ni \
VU-FKRREA DO CAX.iNG'.-Caaojim'.s a
alteo(io do Sr. gerente d'osia erooreza para o
abasJa repetid) que commeltem alguos de seus
rnacbiuistas, faMQdo marciiar os treos curo veloci-
dade sopenor pernmiida uos contratos da eom-
panbia.
Dd seraelbanie pialica poiem e devero reeultar
desagradaveis accideotes, que coBvecn avilar, cor-
tando o aboso.
UM MONSTP.O MAR1N1I). Acaba da haver
grande arrnido as costas do Uadiierraaei, de
.Yarselha a Genova, por muiivo da apparico de
uro pretendido monstro manntio, que se fizera ver
as vmutiaor i< de Marselha.
A voz de alerta coren ero todas as par;gens
freqoeoudas polos pescadores.
Em todos o b ircoi U<:ivaro vigas bero acor-
dados, cora arebotes as ruaos ;oulros biraens
se coilocavam as altaras que vero ler ao rio, lo
dos de alcaii oara verera cnegar o terriv.il mons-
tro, qae ja tinha posto ero grandes sollos os pes-
cadores roarsdbezis.
Nos promon.orios das costas da Provenga e da
Ligara iritrej.il. s raariumosestavam a posto?, ar-
mados de tridentes, aguardando, perra, baldada-
mente, a ebegada do m rostro.
Onde o monstro maiiuho primeiro se tnanifestoo
oi as pangeos da illia Havre.
Mas, o caso que o tal monstro cariiha nao
> um crocodilo, uro algator, ama serpete, um
.aliar", oem aioda ama phoca ;-era sirople?-
mente am boi I
Porm, donde veio es!e animal ? cabio das oa
veas ? .Nao.
Esso ramroaote, viajaado a bordo de um vipor
eoro ootros companbeiros, aborrcera-e daqu^lla
insipidez, e um bello d-a, i hora fatdica da rneia
nouie.zas, atiroi Cumsigo ao mar.
Coro) bom nadador que era, ni o aseusloo
verse co mar largo, e tratou de gaotnr a costa
mais n^oaima.
O desdatvio naorago foi resebido a golpes de
remo plos pescadores qae jeusaram Ibe appare-
cia abasta do Apocalpse ; vio se conarangido a
regiobar o asar, e naturalmente foi procurar m
ponto mais remoto, am povo inais bospitaleirc
Eia a explica^ao do >c-.o que trouxa em com-
pleto sobresalto os habitar;'.)! das costas do Medi-
terraneo.
BWADO SANITARIO DO EXERCITO RU5S0.
A administraco da guerra, na Ru-sia.iem, as-
es ltimos snno, prestado toda a soa attenco ao
settdo aaniurio do exerco. Parece que, duran-'
te m altiroos aaoos, a pareeHa d.1 moriilidade na
tropa dimionio eoniderav:!ni*at?.
Esa 188. foi d# tole e mn por mil; em 1869,
d tinte por mil ; a 18I7, foi de menos de deze-
sete por mil.
O aaaiero das enfei nidadas lonjas e pengosas
diminuio tamben, mas o das indisposcoes llgeiras
auguMolM. Es'.e facta expiiea-se pelt vigilancia
sobra o astada sanitario do roldada, qae boje se
exeree mais rigor ostmetMe do qae d*aotes ; ja se
mo osente que neoaroi pra^i desprete os
symotoaas de rr satile, qae podem coadnzir i
enEermidades serias.
A mstor qaantidade de enfermos eueontra-se
osisUietos militaros dos cseteos do Don, d)
Caasaeo, do Turkestao, e de S Pl*rsbargo. O
swoimodoa casos do doeoca apro*sentt-se n3 dis-
trieloe.da Vitaa, Odesa e Varsovia Entre 01 dlf
torentse eorpos, u tropas^toeaes e as^oserva dio
o malor otimerD de doen;as. Os eorpos de enge-
ebeha vallarla prodozem menos. As doencis
mais freqaenies sao aasadas pela icrfaenria do
clima.
Aeinalmerce eosiaa-se t bygiene militar nos
priocipaos diilricios: oo dislriclo de Kasao insti-
taio-so am eocselbo sanitario puramente sob a di
recelo de coramandaote. E*t lambem proposto
marear secara cada regimeoto nmt cornmisiio
sanitaria, coraposta de nfBcltes e da cirurglfes, a
M
vi 1| ; ijto f q,siou convpaabla r
'distribuir agtiw npsadeatoa do Vmsm*
Tteva ser d?rua*Iala perBiV olito' c.mi
a peranle o jsrito civil. Ba tama ?eoi "
o assomptoesaltoo fiotr Mioettio, .que
balboa execaiades para assegarar asa distribal
' |indi j jan'f JU i1>''i*1|4fc *"" '
aMsWOdoatl
KiroM avia c
Hacia de daroo Sr. Hit, fund
da | lona eompxit, IfM tico beoeflc.a
ao n JUdor, com odosomnaM de eoiOBeat
en cada urna,
Adro da qte a coomanaia tafjMjM
coroprddnisso, derrraidoa-a o Sr. Max i
buo**commerciedSeqt,o. atlt-a
ohitiaMbdeeMai
sUirreu
O p.trono da companhia embarga ^fJ#fVl
sob o tandamenlo da incompetencia sVftSMMl val
do commercio para conbeeer da detnaodt, visto
como a eoropanntt das agais de NinjBS ert rima
sociedade paramente civiL
Para reforcar os seas argumento, eita a seo
tenca do tribunal superior da Parts, que decidi
qae a companhia dos agtae do Midi, o MU
companhia das agaasji eitada soMeier, era ama
sfeiiedade civil, os a dkoiribmcv) aoto paramente civil.
Sobro exsopto de iocorapelineio oo ioift so
pronuoci ro a relaeio, em ajeordo de Ib de de-
tembro de 1871. '
Por uitimo.o tribnnal do cmmereio jukro pe-
la me.ina f.-rnt, p)r senteos de 8 de agjJio uJ,-
timo, quer d:zer, sustvutoa igo,alroeote qae a.coro-
paohiadas aguas tle Nimes era de B.treuDa-
raraente civi1.
H consideraadoi do derradeiro accora^o dizem
simplesraeote i-io :
' < ("msiderando que a companhia das aguas de
Simes letp por objeeto operar a disiribuifiio Jas
aguas do Rueno aos babitapKS da c.daie del
,u?s i .
< Que a distribuida i das aguas, depeodeut
dominio publico, tem carcter paramente
Qae os trabalhos, cuja execacao folnecest-
na para a'segorar essa di^lrlbalao, nao altera-
ran a naiureza da operacao, oem trausformirara
em socieJade eommercial urna seciedade cujes ijos
sao simplesroeote civis;
Declara a aeemueteocia do tribunal jlo com-
mercio. t
Conforme ha teropo dissemos, o conseibo de
administrarlo da companhia do canil de Suez,
modificou, aogmaoundo a tarifa dos precos a pa-
gar pela passagem dos ntvijs, segando as diffe-
renies lot c5es.
A compaubia francesa das itcuaergs tiona-
les julgon se tesada por aquella decio, e .iiou o
referido cooselho de admiaisiracao ante o tribu
nal do commercio do Sen, p;a se defender da
accusaeio de lerero exorbilado das coodig^s do
s-u contrato, alterando ero direito para o laier,
a tarifa dos preci.'; e exigado que o prej a pa
gr pelos navios das Messogenes continuara ti-
xalo em dez francos pnr t nelada de capacilade
ius;r!|iia'jo livro 4. b^rdo, seguindo a mediQo
ordenada pelo decreto de 1837, em .lagar de re-
cibir, como prescTeve a deci-ao de 4 de mire/1,
s'bre a capacidade real, segurad:) o melboJ m-
glezde marcar a ari'je^aa.
Em um dos prximos das poderemos iaforrxar
s leitores do modo porque o tribocal resol vea
este nlei o.
LOTERA.A" qae se acha venda i Ja", a
beneficio da Santo Cii de Miericordia do R-i:-,
a anal corre no dia 2i.
. LEIL'l -Amanh,(li) effjcii o ag'.n'.e Piptq
o de movis, lonca e crystaes, annunciado para o
primeiro andar di sobrado da ra Direita o. 31.
conforme est annunciado.
i A Jesembarg.dir DinAg
esemesrgal^negaetrs-t
iH>ljld>'**lBr'd"- AnpetUnte, Fr! ^
Palcio; sotMllaiu tl^gOMP
bargader H-gaeira Costa ao
Soasa Leio:
A p pe la ci en me.
----------------------------- ."?
1K3RBC lUTUBRO
Or 71.
u) W losus, ba tbd.-
Cottcoes ofliciaes.
,curbrr.to americano bom 2*38t, 2.20 o
ll por 13 kilos, boratos*
Algodio-de Goyanna torto 8|60Q por 15 kilos.
Cam>bio->bro Londres a 90 d|r.JS 7|8 d. por
bootem.
dit3 a 90 l|v
U, boje. "
7i8 4
aLFAibtGA
dit i Hk..^
efouriu.
867:ftA
62.985*
IP*
rerra Diss.
-------------.6ILICtRCI A -can-
to Dr. carador geral :
Embargos reroeuidos. Embargante 4Jh| Jjo-
qairo Antonio Carneiro da Cunta M.randa ; ero-
ntripBtMOMr l^sAlOto-B ji .tfi rrotto.T
Ao Sr. desembargadorprocarador da eori :
) ioizo k CaMos. AppaioAt, Aojoao la
Cruz Maoiz ; appellada a fazenda.
. D*jpo 4* oriHiaoa do Hsil. Appallante,-0
iajzoj aDiieado Jas Florencio d'Oltveira Re-
ptufitNaiCRUae.
Ao Sr. deserubargtdyr iirorooiur da juilicy :
Do jary jle Barrstfps,Appeljajna, o protaotor;
appeilado^ Aawnio FraocUco do Paai.
Do jj'y da XJr?.oja. AppelUole, o promotor;
appaiado. Josa P |a igaoa su da pira uyi**WW dos fitos so-
guiutes :
Oo juizo mooicjp/al do Rec fe. ApoeUaot*, D.
Mara Isabel Nones de Olivnira coroo latir de
teas tibxs ; PP# W* Mapo^l .d->s Saoios Nuoe-
dfOil'eira; sppaliaat-", Aalonio de SiuuBrai;
cl?l| i apelado, Jj> Aves B .tbos.a ; a,ppel|laaJe, Dr. lo-
' nucaftcw a>rapbT.de Asoia Cavalho; appellada,
Miguel Jo.- Bartio*| Gaimares;
aoeila Mana >U Cu
me Pe reir Guara ; appellante, Manoel da Costa
Lima ; apellado, Gabriel Arbinjo Rodrigues de
Mello.
D> jnito inun.cipal da Granja. Appellanie,
Antonio Barroso Valente; appeliado, Jiaqoiro
l'ir.S .Nuoes.
Al'Pt-XLACOES CBIMS.
Da) juizo manicipaJ da E-cala. Appellante,
o. Calalo de Mello e outo ; appella^. a jusija.
Di jaito roucicpal de.Mtraatigoape.Appel!o-
te. o promotor; appellado, Jo- Pereua da 3"la
S^.iulto; appetunte, Francisco Serapo Ja Frao
ea; appellada a jusica.
Di jni'zo muuicipal do Buiqoe. Appellanie,
Ersyg'li i J -s Fiotentjno ; aw-ilada, a justics
Eaci-rrou se a sssioa 1 her* da Urde.
'J:sT074
CHRONICl JlDiriABII. *
r tiIII \V!, B% RELAClO.
SEsSAOEM 19 DE 0UT08R0 DE 1872
RESIDENCIA DO EXM. SR. CONSBLIISIR CAKTV.10
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Cotlho.
As 10 horas da manhi, presentes os Srs. des-
mbargadores, Guiraaa. Loureo^) Sinuago, Al
seida Aibaquerque, Motta, Dira, Do.oiouej
Silva, projoralor da cofa, Regaeira Cu, Soa
za Leio e Nivj, abri-se a sessao.
JLLCAHS.NTOS.
Recursos.. criroes.
Recorrente, o jaizj de direito do Recife ; recor-
rido, Manoel da Luz Cavakaoi!. Juizes us Srs.
de'erobargadores Loaren;-) Sintiago, il ta, Rj
gueira Costa e Srozi L-i).frooroeedeate.
Recorrente, o juizo de dreito de Sobr.l ; recor-.
rido Jj..Blarmno da Silva. Jaixos os S-s. des?
embargaiotes Motta. Doris, Almeda Alliii.jue.-que
e Neivi.lrnprocelente.
Recorrente, o juizo de direito do Natal; recor-
rido, Jo^ Flix da Rocha Fa c). Juizei is Srs.
le?embargadores Souza Leo, Dina, Almeda Al
buquerqae e Regueira Costa.IroproCdeoie.
P.KCORSO COMMKUCIAL.
R'jrrente, o juizo especial; recarr'di, Chai le
Wdam Rydtr. Jaizes os Srs. desembargid.re
Siaza Ltao, Regueira Costa, Motta e L.ureaQ)
Santiago.Nao tomaram eonheciroeHto.
AGOBAVO DE PETICA3.
Aggravinte, a ordera terceira de S. Francisco;
aggravado, ojaizo. Jaizes os Srs. desembargado
res Muta, Looreuco Saatiago e Neiva. Negararo
provimento.
Aggravante, a companhia do Beberibe ; aggra-
vado, o juizo. Ja zes os Srs. desembargadorea Do
na, LoureoQo Santiago e G.tirana.-Nada bi que
declarar.
AI'PKLLAgES CRIUE3.
Do Cear.^Vppellante, o juno ; appellado, Jjo
Tiburcio Giraos de Salles.A novo jury.
D) Pilar.Appellante, o juizo ; appellado, Jis
Fraocl'co da Silva.A novo jury.
9 Penedo.Appellanie, Jos "Victorino da Cos-
a ; appellada, a jastica.A novo jury.
De Nazsreth.Appellante, Jauuario'Jjaquim da
Silva Cavalcmti; appellada, a justica.A novo
jar y.
De Pedras d^Fogo.Appellante, o jaii); ap-
pellado, Manosl Jos de Azedo. Improcedente.
babeas conrefi.
Pacientes Francisco (aacio de Mello e ontrn.
Mandoq-se recorrer pnmeir > aojis da direito.
Negarara soltura ao paciente Antonio E-teves
Moreira da Costa.
PASSACEJS.
DoSr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar
gador Loarenco Santiago :
Po jnizo de direito do Recife.Appellante, Joa
quim Pioheiro Jiome-; appellada, D. Joaquina,
Alves Camilla.
Dojuito dos foitos da fazendaAppellante, An-
tonio Jos de Figueiredo; appellada, a fazsnda na-
cional.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Almeda Albaquarquo :
Do jury de 0:inda.Appellante, o joizo ; ap
pellado, Francisco Antonio le Barros Correa.
Da Caseavel.Appellante, o jaiz); appellado,
Jos Thomsz Pereira.
Dojaizo municipal d> Recife.Appellantes, a
Exro.* condeses de Boa-Vista e outros ; appella
do, Manoel Manins de Araujo Castro. Appellan-
te, a santa casa de misericordia ; apael'alo, Sya-
phronio O'ympio de Qaeirogai Appellaof, Rufl-
bo, por sen enrador ; appellado, Pilismiso Cris
talino da Silra.
De Bananeiras.Appellante, Jo; Antonio Per
reir; appe'lado. Jos Gomes dos Santos.
Da Pedras de F,gi.=AppalraotB, Jola Antonio
de Sonza Araujo; appellado, Francisco Xavier de
Freitas.
Do Sr. desembargador Almeda Albaquerque ao
Sr. desembargador Motta:
Do Jnry de Acarac. Appellante, Urcino Xt-
vUr de'Ctstro Magalhies; appellado, Minoel da
Frota de Mara.
Do juizo municipal de Palmares. Appellante,
Jos Caettno de Oilveira; ampollado, Sebastio Al-
ves da Silva.
Do juizo municipal do Sobral. Appellante, Fe-
lippe Gome3 da Prota Janior; appellado, Francis-
eo Ferreira de Mello.
lio Julio municipal de Porto Gilvo.Appeilante,
tenante coronel Jt Ignacio de Mendonca; ap-
pellado, Alexarfdre Wargoar.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
or Doria:
Do jury de Pedras de Pogo.Appellanie, o joizo;
appellado, Manoel Flix da Silva.
Do jnito de Batorh. Appellant?, D. Dalflna
da Nasciraenlo Ges; appellado, Jos Ildefonso'
Pereira de Ges.
Do jary do Aetrac. Appeilanies, Francisco
Jos Leito e ontro; appellado o administrador da
capaila de Nona, Senbora da Santa Cruz.
Bo 9r. Desembargtdir Dara ao Sr. degembaj-
gador Regueira Costa
. appoiraato, M*
de Gasu ao ; appellado, Manoel Go-
?UBLCACOS A PEDIDO.
Francisco Manos, de Almeda, p.ileiro vitalicio
d i* uadiiurios drste tei uso do Recife, por S. M. o
Imporador a qaem jleus ga-rJ etc
Gsriilko ser do itieor segmote o edita! de p.aca
pedid) ptlo s^Pilicaoie.
RSaUPTJ.
O tiorleiru do ju-n Fraacsc Manoel do A ttei
da, traga a pregao, de v o ia fiados os dita da lei,
e (iracas ?u<: .civas a quem inais der, o sobrado
n. :iJ, MluaJj na ra da G or.a, Iregoezia da Boa
Vista, peiteuceoia ao Dr. Pedro de A Un y Ja L oo
Moleoso, laudo de f^eoie ciocoeoia e tres pa.no*,
e de f oo Jo eeato a qua tenia, no aodar tenes q ia-
iro jaoellas e urna pona na freole, e oo oildea
nuaraecidjs, coro tiortas ejaaella>, ama sala, om
abrole, tres quartos, ama dli de jai)lsr,.m.
>tll|| cotinlu ir, galliubeiro, doa> qtarto-, O
ero SFgaijJ) casa para bauno, estribara, ooxeita,
oaveaou 4u*s Mla, pntie.ro audar, cinco portas coro varandi da f^r-
ro, daas aa|a, qua.ro quino- e soio par acaba
pplos aiMi jaaimai da paraaeit-o, qiroul graada
e j ir di u oa reala com grade de ferro, coro dou*
portoia taiuba> da-larro dos lados, porlao oo fuo
do do quintal, qae ala sabida para-o cae do Cipi-
binba ; baveado rotis oo qumul cacimba e nn-
qj', -eado que os quartos e as san sao eitucaJa,
asriro como quan toda casa piula ti t oleo, e
j-uu'iu tolo u predio em uiuito boro esudo -de
couseriaci". actio; pelo que f.i avahada na
q aoua da quarenta contos do ris; e vai a prac
por exeeugo qae contra o djlo. Dr. Podro de
AtbayJe L"t>o Moscuso e toa u)ul..tr, eacamroba
J-if Joaqomi Pereira de leodroci.Compra.
RJ'fa, 21 d.' sstembro da I871*-Ea F.briiaoo
do liego Barro-, e-crlvao o sqbserevi.Estiva ora
urna e:lampilbi de duzentoi r*. compaieoiemen
ia inatisada pelo re-paclvj e crivo.E nada
ma i se controha em diio escripl), qaa aqai Tai Q I
e v.i, dade^r.i-n-nro cupitdo.
Raj.f', 19 de outobro de 1872. _
O porteiro,
Francisco i. de Almtii
GerliJ) mili que oa pregues liverara prineipio,
ero 23 da seterobro, e fiodarsin em li de ontubro
correte, assim eomo, t pnroeira praca teve lugar
eos 16 do correntj, a segunda dever ler lagar era
21, e a terceira tioalroeate no da 30. lado islo
eonforme as notas tomadas p r miro.
Recife, i9 le outubro de (872. Em f de ver-
dad?.
O porteiro.
Francisco M. de Almeda
. 21 de oalubro de 187?.
Vapor ingTezGaisetfimercaorlas para alfan
Logar timOoV- Ro Grande(atracado na poote)
mercadorias para ajfaadega.
BrlfM infletBeiiha Camngn mareadorias
para albndoga.
Barca pettugneztSoe/af varios gooeros para o
trapiche Gpnceicao, para depachar.
Bafea logiea GlenfaUock -bacalho j despa
cb ido oara o trapiche Concegao.
Lugar Ingtei Sletlabaeatbio ja despachado pa-
ra o trtpKbe Coneeicao.
Brigue bollaodosGoortchl Oldambt (arroba
de ir go j despachada para o caes lo
Apollo.
Vapor ingloiJJuri/-(esperadode Glasgow) mor
eadoriaspara alfan lega.
Patacho araarieaooHan y Strwrt(esperado de
Ballimort) (arroba de trigo para o Uapi
che Concedi, para despachar.
CAPATAZ!.*
rleadiuMOto do da I
dem do da 19; .
DA AiJfAlDEGA
18
8.216*361
8764137
Volumes sabidos do dia 1 a 18.
Prmeira pona, oo aia 19. .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Cobceicio ....
1.11 P. 4 ttoeba
mt J. L. Cirvii
lili -Cusa Irrnaes di C.
lilo O me-too
!!?;:fcA,%v|
I8 J. D. C. Lajes
AI9 J. L Majfeado C.
U20 O meas*
1421 O meaos
H22 Seuu KA C.
1423 Simpaos A C
1424 Pera|rde M. A C.
1423 M. Gregorio di C
1420 Pereira Vianna A C.
1427 J. LoaoMaCt d'O. (lispt-
cho roicliimo
1428 F. & Matbeus
(429 P. da Silva Casco
1430 F. MlJa k C.
31 D. T. Basto
Monhard M. & C.
(433. Va* Leal
1434 Pmpps B. & C.
1433 Sauaders B. k C.
(436 Adaason & C.
(437 O rawmo
1438 O mesara
(439 O mesmo ,
1*46 O OSOMBO
144( O mesmo
1442 O osesmo
1443 O mesmo
1444 O mesmo
(443 O osestao
1446 O mesmo
1447 O mesmo
1448 O mesmo
1449 M. da Silva Paria A C.
1490 tf. G. de Arauo
1431 J. L Machado di C
1432 A. Vieira-A C.
1433 Capilo Doherty (despa-
Dtho manlirao)
(434 C. Fres 4 C. (dififereoca)
1433 Amono) Irmos & C
1456 O mesmo
(437 O mesmo
9.0921498 1338 O mesmo
1459 S Primas
22 03) 1460 S. Primos
408 1461 M. J. P. Cruz
192 1462 Magalnes A Irmo
639 i 463 J. Pater A C.
(,502 (464 O mesmo
(463 Le otos A G.
24.774 1466 O mesmo
40
30
100
f
1.
.w,
20
1
20
1
1
9
1
2
7
50
382*788
472*711
9W*35
' W2JP477
2404294
282*240
4:404*075
5*340
-*----------------------------------------
ser! iropoAU amulia do n. 31 do rrgalasttii.
de^3 4o|sataM03)il8A. A batatal mulU tt a
imposta aut-C-piasv. oro cujo< o*o (>rem ob-
servadas quaeaqner^A-a, ajtaaotf,. taer oot*
sotl, quer'oo matrTL rincipalmctUs t retboito
O seereurio.
, Cr^QooJMjtiLr-Iao.
U
da qualidade dot
SBRVfCO MARTIMO.
A'vareogas descarregadas nn trapiche
da alfandega do dia ( a 18. .
Ditas ditas no da 19......
Ditas ditas no trapicho Cmceicao .
Navios atracados ao irap. da alfandega
Alvarengas idem idem
48
3
2
45
COMMERCIO.
SEGURO CONTRA FOGO
Tbe Liverpool & Lindan d- Globe
INSURANCE COMPANY
ALTEBACAO NA PACTA DOS PttBCOSDOa GENRROS SU
JEITOS A D1RE1T0S DE KXPOBTACl), NA SEMANA DR
21 A 26 DE U.TUBRO.
Carvo de pedra estrangeirotonelada mtrica
(65000.
Alfandega ae Pernambaeo 19 de outobro le
O ( conferepte, Franaisco das Ciagas Gilvao
O 2o conferente, J. B. de Castro Silva.
Approvo. Alfandega (9 de oa'.ubro de 1872.
Servindo de inspector.
Pdro Loes Rodrigtcs.
iMportacSo.
Brigue inglez Bkrtha Cabrington, vmdo de
Liverpool, consignado a .SaiiriaVrJ Br Abis < C,
wasi'/Vsfoii:
Arroz 50 sa:cas t M. J. Tinoco de Souza. oO a
Theodoro Ch-is-itosea, 50 a A. F. Corg, 30 a J
J. L'iao, 50 a Mtgalbaei A Irmao, 50 a A. Ferre
ra de Cirvtibo, 30 t Santos A Araujo. Araosira
4 volumes aos consignatarios. Argoits 293 a"Pa
rente Vianna A C Arcos de ferro 99 a Johnston
Pater A C. Azetonas i( barriliinhos a Lidstoue,
Rooitliard & C. _
Barrha 30 barris A. F. de Oliveira A C.
Brirr, de lioho grosso 19 cafxas a Keller A C.
Chapas de ferro 100 a Johnston Paier A C. en-
tilara 1 caixa ^rdem. Cagarolas 60 a Prenle
Viaona A C Cacado 14 canas irdera. C-rve
ja 50 barris a Edaardo Feotn. Cirva i de pe ta
13 toneladas i ordera. Chambo miado 49 barris
orden.
Diversos artigos de b&ea 1 caixa a A. Caors.
Ksr-n:ia 24 cai.vn a Isidoro Bastos.
Fita 1 caixa a D. P. Wild A C. Ferrageos (6
barricas a Izidoro Bastos. 24 a Prente Vianna A
C 1 ordem. Ferro 22 barras a Cardoio A Ir-
mao, 33 a A-oer Morgia A Eodorvermenl. D.io
galvameado 66 aos meamos- D.to do engommar 8
harri ordera. Formas do assucar 20 bar i i a
l'.idoro Basto, 6 4 Cardozo Irmo. Formas de
sapatos 1 caixa a D. P. Wild A C.
Lapes 12 caixas a Bastos OUreira A C. 10 a ba-
rias A Irmo. Liu$a 136 caixas aos consigoatari/is.
Medcamenos 1 caixa e 1 barrica a Alves Bar
boza.
Pecas para machinas 3 eaixas a Joo Baplista
da Uliveira, 7 a Asper Morgia A Eodorverment
Pas de ferro 40 barricas a Prente Vianna A C,
30 a ordem. Seda 1 caixa a Bastos O .i ve ira A C.
Tinta 2 barris a ordem. Tampas de escarolas 1
barrica a Prente Vianna A i oTecidos 1 caixa a
D. P. W.ld a
Vidros 5 caixas a Jlo da Rocha A Silva. \ al-
vulas de ferro 60 ordem. Viaho 20 caixas a
Tbeodcro Christiansen.
Despachos pagos no dia 16 de oalubro d<
1872.

o
il
I*
a
SANDERS BROTHERS A
il-Corpo Sanio 11
C.
qoai aera OBirt'rregada de tornar ae medidas no- j Do jury (fAiot Proi.-Aopellante. o iulzo ; ap-
eeesuiw par prevenir as enfermidadoe nai tropas.] peDaJo, Jos IMbenc dos Santos,
Segaros contra-ogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Japtal........20,060:000*008
?ando do reserva .... 8,000:000*00(
[Agentes,
Mill$ Latkan C.
Royal Iasurauce Company.
Ueal 3ompaahla de seguro
de Londres e Liverpool.
CAPITAL
3,000,000 libras sierlinas
on
20,000:0004000
Com antorisacao do goverao.
Segara contra o risco de fago, cas?s. Uzeadas,
equalquer ouira especie de mercadoria.
O ageste nesta provincia
J. O'C. Doyle:
38 Roa do Commercio 38
Oompanha PenixPernaiii
bacana.
Toma nacos martimos em mercadorias, frete;
dinheiro riseo e finalmente de qnalquer natn-
rrza, em vapores, navios a relia 3a bareaeas, i
premios inoito modieos: rna do Commercio nn-
-mero 31.
8EQUEOS
CONTRA FOGO
IMPERIAIi
RA DO CtftfMERGfO W,
W. G.
Nom-js.
1
1
3
1
170
3
1
0
5
3
*
12
30
500
50
10
30
I
1
75
30
a
i
1336 Banholomea A C
1357 F. G. de Oliveira S'.Liioho
1338 J. J, Alves
1359 Albeiro Oliveira A :.
1360 J. J. da Costa
1361 Gervasio O. A C.
1361 J. Pereira A C.
<363 M. MetllerAC.
1364 O mesmo
1365 P. Vianna A C.
1366 S. & Alves
1367 A. L. Bodrigues
1368 A. J. S. de Brasil
1369 Henrv F. A C
1370 A. P. Barbcza
1371 Taisa Irmo A C.
1372 M. D. II. drgoes
1373 Linden W. A C.
1374 F. G. de Uliveira Soarrabo
1375 A. F do Carvalbo
1376 C. J. da Sdva Guimaraas
AC.
1377 Shaw II. A C.
1378 Irma Lesat
1379 T. de A. S. A Saccesfores 80
1360 Keller A C. 2686
1381 A. F. Corga 115
1382 Vaz Jnior A C. T
1383 Meiron A C. I
1384 M. da Cuaba Beasca, oespa-
pacho marilioto
1385 E. A. Burle & C. 103
1386 Walfredo A Sou:a 4
1387 A. P, Barbcza 80
J388 J. J. de Azevedo 125
1389 Keller A C 93
1390 O mermo 230
1391 O mesmo 54
1392 0 Desata 2K
1393 O mesmo 60
13U4 O mesmo 33
1393 E. R, Rabillo A C. 260
396 P. E. Roberto
1397 Bastos A Silva
1398 L. da G. Amorioj
1399 O mesmo
1400 O mesmo
1401 O mesmo
1402-0 mesmo 23
4403 O. Filbos <& G. i
1404 M. J G. da Fonta 3
1405 J. J G. Bellro- 3t
UOS J. A. de Araujo A C 11
1407 F. G. de Oliveira Sobriatw X
1408 J. J. G. Beiirao lO
1401 Izidoro B A C. A
1410 M, F. Franca
A
1311110
275*384
724666
39*928
1:5791334
167*311
6*130
1:871*034
709*318
327*410
55*440
123730
287*191
492*750
445*573
437*>72
280*711
67*614
56*800
145*588
231*516
20*398
74*267
71*959
3:373*541
1:011*150
141*770
39*560
9*C00
932*868
202*783
356*091
126*913
132*270
932*190
aiuic
770*070
198*940
115*610
314*100
370*687
4004.363
28IA9I6
838*335
1:989*741
1:122*709
1:152*195
200*570
10*32
10*329
2:392*612
566*030
3174366
t
2
0
9
7
1
3
20
9
8
8
6
12
34
64
61
109
93
40
64
5
13
40
3
7
31
8
67
50
117
3
73
5
1500
1300
8
9
Alfandega. 19 de outubro de 1872.
7*!Jftt
601*239
45*787
463*839
1:326*233
231*466
43*978
208*782
13*283
38*609
37*908
28*042
102JI387
16'I*4I5
295*118
278*890
503*716
415*238
188*330
298*115
23*913
211*647
188*124
30*233
879*211
112*700
1105129
113*837
121*230
271*230
223*306
460*099
12*341
211*199
' 215*191
1:309*226
1:509*!26
2:017*119.
3.691*193
Braga,
da 18 te
Despachos de exportaeo no
outubro de 1872.
Para os poruis do exterior.
Nj vapor itglez Glidtalor, para Liverpool,
carregaram : Adamson Howie A C. 52-1 saccas
oro 46,239 1|2 kilos de algodo.
o navio aliena) dara Heylora II, para o
Coal. carregaram : Keller & C 658 saccas com
45,618 kilos de algodo.
Na polaca ba-panhola General Urquiza, para
Barceilona, carregaram : Amoriro Irma a A C.
176 saetas com 14,051 kilos de algodao.
:o biato americano Kathie Hasketi, pan
Nt* Yoik. carregaram : H Forster A C. 500 sac-
os com 37,500 kilos de a?sucar maseavsdo.
Na barca porlugaeza Hersiha, para o Porto,
carregou : Soares Primos 120 saccas com 9,101
1|2 kilos de algodo.
ara os porto do interior.
Para Macelo, na barcaca Uaria Vianna
carregoj : J. S. CSiueira"i barricas com 372 1|2
kilos de assucar r-finido.
Para o Rio Grande do Norte, na bareaca Flor
do /tee7?, carregaram : Fraga A Rocha 6 saceos
com 430 k lis de assucar braneo.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNA?-
6EUAES DE PERNAMBCO.
tendimeato do dia 1 a 18. 40:418*557
Idem do dia 19...... 2:421*760
42:810*317
CONSULADO PROVINCIAL.
isndimeato do dia i a 18. 33.990*252
dem do dia 19..... 3:693*252
37:688*534
VSOVIMENTQ DO PORTO.
Navios* entradoi no da 19.
Rij de Janc-iii29 dia-, patacho brasilero Senliu
zinlta.ii 176 toneladas, capilo Jiaqnin Ca
il Maclo, eiuipagem, 10, carga 8.311 arro-
bas de carne ; a Loyo & Filbos.
Liveip) 1 49 Jias, brigue inglaz Bertha Car-
ringlon, de 211 toneladas, capilo A (redo E.
Guibert, equipagem 9, carga vanos generes ;
a Siuoders Brotbers A C.
YiN-.o sahido no mesmo dia.
Himpton lijaos patacho irIez L Cayenn;
caplto Doberly, carga assucar.
iVatuo entrado no dia 20.
Hambnrgo 43 diis, brigue dioamarqaez /-
sulaneren, de 231 toneladas, capilo Nielsen, equi-
pagem 9, carga d (Terentes gneros; ajParenle
Vianna A C.
Observaco.
At meio dia nao uouve sabi 'as.
EDITAES.
A cmara municipal desia cidade manda
publicar para eonbecimento de quem nteressar
potsa o arl. 33 da lei n. 1063 de 13 de junbo do
crrente anno, abaixo transcripto, e convida ao.-
interessados a apresentarem anas prcpostas no
prazo de irinla das contados da dala deste.
Arl. 33. Fiea a cmara municipal di Recife ..u-
iborisada a contratar com Guilberme <*e Castra, ou
com quem nielhores vantagens oitereeor, a c ms-
trueco de pequeos kiosques nesta cidade, para
o firo de serem oelles vendidos, joroaes livros e
(relas, doces, charutos, cigarros, miudezas, cal
e refrescos.
I.* A concesso ser feita mediante as cndi-
coes que a cmara julgar neceasarias, comanlo
qoe os kiosques nao impecarn a servido publica.
2.* Ao concusionario tica concedido um privi-
legio enlusivo por trala toaos, para explorar os
referidos kiosqoes, oa quaes Indo o prazo do pri-
vilegio reverlero municipalidade, sem indemni-
saco algnma.
Pai;o da cmara municipal do Recife, 15 de on-
tubro de 1872.
Ignacio Joajuim de Souza Leo.
prndente.
Louvenco Bezerra Carneiro da Cunha,
secretarlo.
a jgittrf#rdla m
A Illa.' jante adraitittraiiva da SaoU Casa de
Misericordia do loeite, aot<.risada pelo Exm. Sr.
presidente da provincia en Uta OelO do corren*,
e oa vista do qae dispoo o S 9 i ri. 52 do sea
-jomoromisso permuta por apotjee* da divida (.c-
blica os prodios constantes d-> roteo*.) abaixo aio-
eiontda, pertenoenies aos e.-iabotamenlos de :v-
ridade a sen cargo.
Os prelendentes podero apresentar as soa
propostas em cartas fechadas poraole i atesma
junta nt sala de suas sessoes pelas 4 horas 4a Ur-
de do dia 7 de novembro vindooro, podeodo roce-
ber informoeAes sobre -renda dr taes ptio*
nesta seerelaria.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 30 de selembro de 1872.
, Oescrivio,
Pedro Rodrigoes'de Soazs.
A cata terrea o. 29 sita rna do Amparo eua
Onda.
A casa terrea o. 36 da roa da matriz da Boa-
Vista.
A casa torrea a. 33 4a roa da Gloria beje sis-
conde de Aibuqoensno 61.
A esa terrea n. 8 tila a oict de S. Peirt- em
O inda.
O sitio do Forte no lagar da Veoda Grande .'re-
gnezia de Mnriheea.
Santa (Jjsa d'i Misericordia
do Recife
A Illma. junta administrativa desta SaoU C.
autorisada pelo Exm. Sr. presidente da provincia
em data de 3 do rorreo e, e de conformidaie c m
o que Cispde % 9." do arl. 52 do compromisso por
que se re;1, permuta por apolices da divida po-
bl ca, a Uzeoda de crear gado-, que pertence tos
estaDelecimentos de caridade a seo cargo, deno-
minada CarnaOa, aunada oaa proximidades da
vilt de Flores, eonteodo algnro gade vaccom e ca-
vallar em numero de 32. It-cebe por 'uto pro-
postas na sala de snas sesfdes pelas 4 b^ras da
urde do da 3 de dezembro vindonro.
Secretaria da Santt Casa de Misericordia do
Heeife, 30 de selembro de 1872.
O escriv-,
_______________Pedro Rodrigues de Souza.
Pela couladoria da cmara municipal doria
cidade, sao chamados a virem pagar bocra e<>
cofre, todas aquellas preseas que se achiro de-
vendo impostas ansiados sobre catas de m gotio
de pona aborta, furos e landemiot de lerrm s mu-
eipaes, 2*300 sobre epinlos, 6* por eada car?-
ca e vehculo empregados no survico da capiia'.
100 ris por cada palmo de terreno dentro da ci-
dade do Recife e seos suburbios, qae ni eslea
ediScado on cultivado, embora se conserve mura-
do, 211/ por cada ca a de sobrado na ci lideo
Recife que conservar varaudas ou aaccadaa doma-
deira,-10* por cada sobrado oas roas qne ja torta
calcadas, que nao tverem os passeios ella ccr-
re.-pondeoies, (eitos oo mesmo niveamenij e ao-
nhamenio das que j liverem sido exscnudaa de
cont rmidade com as po>iuras munieipaea, e 5*
por cada casa terrea as naesmaa condifC-s, 10*
por cada casa de sobrado, cajos qaioltes deiieaa
para oairas ru.s e qoe nao esteiaeo moradas at
o respaldo di pavi nenio terreo em forma exterior
de edificio, 5* por eada casa terrea em idnticas
circumsiancias, 60 ris por palmo de terreno, ios
povoados da Magdalena, Capuoga, Chacn, Ca.>a-
Forte, Poco da Panella, Caldeireiro, Mtroteirc e
Apipaeos, que nao eslive das, conservando se as cercas em bom estado, a"
ron por palmo de terreno em loda a exteosio ca
cidade do Reei'e a Apipucos, que nao emv.-.r mu-
rado (excepluara-se os terrenos qae nao liverem
cerca nativa em bom estado de coostrvaea), 2C>*
por cala urna baixa de capm Vntro da cidade do
Recife a 10* por cada ama machina a vapor qoe
fr montada na cidade do Recife para qualqi.tr
misier, cujos impostos penencem ao exercicio pr-
ximo lindo de 1871 a 1872, excepcao, per ero.
dos de easa aberta, cujos postnidores deveu c
versos exercicioa.
Orotadoria da cmara municipal da cidade 11
Rec.re, 12 de ouiobro de 1872.-0 coudo, Hyy-
polito Cassiano de V. A ilaranho.
O administrador da recebedona de rena*
internas geraes avisa aos devedores do ropo: t. t< -
bre industrias e pmtissdes, que nesle mez de
tubro qae se Uada o prazo do pagameuto sem a.-..
la, do 1." semestre do exercicio correle de 18".
73, di>pos do qual prazo ser c.brado eoin
mulla de 6 por ceoto.
Recebedona de Pernambqco, 2 de oulofcro dt
1872.
Manoel Carneiro de Souza Lacera.
COMPANHIA
BEBERIBE
Nao se tend) boje reunido Damero leg.i
dos Srs. accionistas desta cempaobia codvi-
dados para assembla geral extraordoaru,
sao novatneote convidados a reunirem-se oo
da, 21 do crtente mez, pela 12 boras do
dia no escriptorio de suas sess5ss roa
do Cabog d. 16, para lomaren- eonbe-
cimento da conveniencia da alienado c >
passadico entre o bairro do Recife e
Santo Antonio, e bem assim do parecer da
commisso Sscal de cootas qoe deve str
apreseotado, previoiodo-se aos Srs. accio-
nistas qae de cooirmidade com a segoeda
parte do artigo 23 dos estatutos, a reoouo
teta effectividade com o numero dos Srs.
accionistas qne a ella comparecerem.
Escriptorio da companhia do Bebente,
18 de ouubro de 1872
O secretario Dterion.
Jos E. Ferreira Jacobina.
OECLARACOES.
Juizo daprovedoria. .
Previoe-se a quem convier, que por mandado
do Illm. Sr. Dr. juiz de direito provedor dos r- si
dos e capellas, e a reqaerimento de Beroardiao
Jos da Silva, inventarame e testamenteiro de An-
tonio da Silva Maia, se bao de arrematar no da
21 do crreme, depois da audiencia, os movis
descriptos oo inventario do dito finado, qae fe
achara sob a guarda do mesmo inventarame, na
rna velba de Santa Rita, casa n. 21, onde tem de
ser procedida a indicada arremataco, cajos mo-
vis sao os seguinies: i
12 cadeiras de amarello, 2 canslos, 1 mesa re-
donda, 1 dita de jaotar, 1 Itvatorio de amarello,,
1 baobeiro de raadein, 3 camas de venir, 6 cami-
sas francesas, novas, 6 ditas de meit novas, 8 cal-
gas de brlm, asadas, 6 pares de meias, 1 mala de
viagem forrada de lona, 1 bah de (landres, 1 dito
forrado de eearo, 1 maca de viagem, I char,i'<,
Uno preto, 1 ditos usados, uro de tatnilba e ontro
de massa, diversas pegas de ronpa asada por 10/,
1 ocalo de aleante, 1 maca de viagem, pequea,
forrada do hma.
Recife 17 do ontobro de 1871
O eicrivio interino,
________________Theophilo Alves da Silva,
IospeccSo da Modo do porto em^P de oa-
labro de. 4872.
Por ordem do Illm. Sr. inspector de ande do
porto deaU provincia, Dr. Pedro de Albayde Lobo
Moscoso, faoo solete aos seohores dooos de alva-
rengas on ouiras embsrcacoes empregaoat no ser*
vico ra carga e descarga dos ntvios, qae sendo
JteUlofcb eattsMrtdts oaa asstie, oo eootendo agnas
%o2f 356] ptridas, por alu das lvateos neceasarias, Lbe
Espectculo mechuuico
Roa da Imperatrix n. 77
HOJE21 do correte
rogranima:
1.* A lentacao de Sanio Antonio,
2. Urna cagada do lempo de Luis XV nos tas-
ques de Fontaioelbleau.
3.* A fortaleza de Basancon co lempo da fierra
franco prussiana.
4.a A grande balaiba da Bala klava (Crimea)
5.* Entrada dos navios no porto de Marseilte.
6 Desembarque das tropas tranoexat Trti-
aoade.
7. Procisso de S. Pedro em Roma.
8*.* Grande procisso do Corno Santo tu otate
do Porto.
9 Os tres mgicos mecbtoico o taca.
10. A msica le cada oor tros obinoats.
11. Um Stereocopo composto do 2* visUa mu -
r t dispoMcao do poMieo iodos os diss, prioc
Diando o especttculo s 1|2 borts o lodand
9 1,2 da coute.
Entrada i i 000.
Creancas gratis.
i ni: Al KO
GTMHASIO DfaAMATICO
COMP.WIA DRAMATHLl
Doe artistas
Vicente Babia.
Hoje.
A's 8 i|2 hora*
Segundo espectculo en feaajo d
Expsito fmM
PROGRAMU


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ri.% d tvnjuohiff Segunda /r 21 U Ouujjro dt 187
cj.tcwian't'aie
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Glor* do trabalho
lera) mando eom a
HYMNC AO TRABALHO
cScVoSo*(S.\wqo m ugo
TBATRO
GYINaSiODRMtTUO
Benefki i do fi-:al da roesm* mmanobia
IIER1QUE JOS' PONTES
Tenja-feira 22 de outubro
Sabiri i sceaa o sublime drama em 4 actos, de
astampto nacional, do divnelo eicriptor brasei
r i o Extn. consslaeiro Alendar
Actores.Srs. Tboroaz Syiuca, Awgnsto Osar,
lili, afetO. Pneopiq, D. Wflme* % I A cena no Ro de Janeiro, i poeoa 1855.
A madin^a de drama qpe o bftDdlkiado se vio
(oreado a Uv-t per olivo eitraoho a saa vonta-
d, em nada desmerec ao anfigo, nao s petos
seas lances oaip pela $ua uioraiidadt e amor ina
ternaL
Terminar o espectculo eom a liada comedia
em 1 acto 4o iauaoriaj P-m :
O CAlXEIRO DA TAVERNA
ti beaeciado eovidou tu ios us meos para que
o espeeuculo que cffrece em sen pro7eito spja,
digao do Mostrado publico deia capital, de quem
aspara protercio ; assegaranlollie que lamis
olvidara to subido obzequio.
Aproveita a oeeasfio para arradeeer aos seos
colleja?, e eom especialidade ao Sr.Thomaz.Spi a
ct, a espoDUQeidale eom que se presUrsm a to-
mar parte aeeae espectculo.
O resto dos billetes acha se a diaposicao dos,
seas amigos e do respetare! publico em geral, ,
ra de S. Francisco n. 32, e ao da do espectculo
no escriptorio do theatro.
Principiar s 8 1/1
Depois do espectculo baver um trem especial
at Apipucjf, tocando era lodos es ponto?.
THHTRO
QUARTA-FEiRA 23 DO CORRENTfi
Beue&cio do actor
Itapresentarsa \u < unporiaaie drama em 5 ac-
IQSj lo repertorio da actriz Manuela Lucci.
MARA J0M1
O papel de Beliraod ser deiempeobado pelo
t^DeQctado
Terminar o espectculo eom urna hada e es
pirftaosa
COHIEiHl
Principiar s 8 l|2 horas.
2H
Para Lisboa
a barca portuguesa Gratiiao, eapitio Borgei Pes-
taa, recebe carga e passageiros : ^rata se eom
R. RabeoA C, ra do Gommereia o. 48.
BAHA
Para o referid i porto pretende seguir
eom poneos das de demora byate Oiina,
por ter a maior parte da carga engajada, e
pira a pouca q in lee (ato trata -se tra o
consignatario Joaqoim Jos Gonsalyes Bel-
trao, coa do Commercio o. 5.
P$ra e Rio, Grande4o tal
uhira eom toda a presteza o patacba nacional
Daeid, tem grande parte 4a carga prompta ; e
pira o que Ifce filta tle,tratar-se Toa do ta-
rao do Triumpbo (aotiga do Brurfr) n.<, 9ie 94.
POETO
Cora escala por Lisboa pretende,seguir para os
referidos cortos eom multa hrevjdade a barca" por
tuga-za Ha sitia, por ter pifie de sal carga, e
para a que Iba filia, que toma a freta commodo :
trata se eom o consignatario Jjaaoira Josa Goncal
ves Beltrao. i roa do CommercTo n. 5.
PARA G RIO GRANDE UO SL.
Prettnde setoir com mulla brevldade a e-cuna
pottogoeza Chrislina, da prima/ra ciaste ; tem
dons tere, s de seu carregameoto prompto, para o
resto que Ihe falta tratase eom os seus" consigna
tarios Antonio Luiz Olive ira Azevedo A C no seu
escriptorio roa da Bom Jess n 5/ ou eom o ca-
pltao loaqnim da Silva Lour^iro, na Pric>.
uaoEs,
Leilao
DE
30 saccas eom feijso molatinbo
Hoje
- O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem periencer, de 30 saccas eom feijo mu
lalmho, emt ou mais lotes, terca-feira 21 do cor-
.reate s 11 horas da manh, no Auna defronte
da alfandega._________________________
LEILAO
DE
Fasendas inglesas
HOJE 21 DE OUTUBRO
Aaguslo Cesar de Abreu tara leilao por iotet
vencao do agente Piobo Birges, de ura
irnos martimos.
PARA O BIO DE JANEIRO.
Segite oestes 8 da a barca portagoeza Ce-
nitntma, e reeeb algurna ear, Dar o qae tra
ta-se eom os conigoatarios Thomiz de Aquino
Foaeec & C. snecessore, ra do Vigario nn-
mero 19.
. COMPANHU PERNAMBUCANA
DK
Xavega^So costera por Tapor
MamaDgaape.
O vapor Cururipe, coa
maadanle Silva, seguir
para o porto aeioaa nc
da 28 do corrate s '
horas da urde.
Bebe carga, eneoa-
meadas, passageiros e dohiiro a frete at as 5
doras da tarde do dia de sua sahida : escriptorio
ao Forte do Mattos o. 121
COMPANHIA PERNAMBUGAISA
arregaza eosteira por Tapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giqui, eommandan
U M.rlms seguir paraoe por
tos cima no dia 31 do crreme
as 5 horas da tarde. Recebe car
' ga at o da 30, encomraenda.*
passageiros e dioheiro a (rete at as 2 horas
da tarde de dia da sabida : no escriptorio no Por-
:* da tfattoa a. 12.
do
torlimenlo d
grande
e tambam da chi
faundas inglezas
tas avariadas do agua saltada, hoja 21 do corren
te s II her*
ra do Mrquez
deia.
da maoha, em teu armazem
de Ofnda, outr'ora roa da Ca-
-Va boa robrHa da jtearaa a bwz XV-. |
piano forte, i cadeira para t,fMt*M.-4J#il
f Mi de sala, 9 langas e cortioflVVea e gi
de4 espelbo oval, 2 serpentinas, 1 tasia, T qaaroi
grandes eom finas gravaras. tafMl* M >o( a por
las. 2 vtnezianas, i poru-musiea.
Um rico lustre de crystal eaft 11 acato*, panos
de croebej. 1 cana frineeza, 1 guarda-vestidos, I
mmod. "1 rmt
uairo..
de fii| branca om tam
letras, a mui'.QS outros o
toilet
Um
Um
crysta
>para
diir
U
dra,
can
w
Oaraau se
bemfeitona da mesma.
ANHIA
da cldade
fe,
,
PREDIOS

A S A B E R *
Urna, caja, tenea a. 4 olo propio, na,
povoacao do Monteiro, eom i salas, o
qovto.cos^a, a qwoli morado, eom
WO p?Jmps de (jado, juato a caja dp Sr.
A J >s R. de Soaza.
Um sobaado de 2 andares e solio n. 64, ,
ra de Lombas Valtp.aai (outr'ora
Agrias Verdes) em chaos proprios.
OUINTA-FEIRA 21 DO BRENTE
> 11 horas
Por intervenfio do agente Pinto, em sea escripto
rio, roa do Bom leaos n. 43.
AVISOS DIERSOS
ra
m o
eompanhia
anoo, ap

| a>mil ou mai
a^er anzolo
Soriedade Benefcente Luso-
BinsiieTc%
Teodo esta sociedjde obtido nm beneficio dos
Sre. Irmios Prraua, desde j se chara a vndalo*
bilbetes de platea nos siguite? legares : loja de
cbapoi do Sr. Maia, na ra do Cre-po, tsqnina da
coa do Imperador, e na roa da Cruz, na toja de
calcados dos Srs. Braz ianuario Ferpandes k C,
e o resto no escriptorio lo circj no meimo dia d-j
ospec'aluU), que no Ata 22 do correte.
LEILAO
DE
MOVIS
loupa e crystaes
Constando de :
1'm maguilicu piano, 1 mobia de jaearao.d, 1
epelbo graade, 4 qaaaros Qao?, i vico relogio d
bronie, cajtdieiro a gaz, jarros para flores, ea-ui-
Mes a mangas, escarraaeiras, tapetes d sofs q
partas.
liiB cama francoza de jacaraad, 1 loikt, 1 la-
vatorio, 1 guarda-vestido, 6 oadeiras, 1 almofada
bordada-, 1 jarro baca.
Urna mesa elstica, 2 aparadores, 12 cadeiras
de faia, apparelbos para cha e jantar, 1 qoarn-
nli-ira, copo?, ealiees, garrafas, coiopoteiras, bao
dejas garios e facas, aoutros objectoa U casa de
familia.
Terqa-feira 22 de outubro
No primeiro andar do sobrada da ra Di
reita n. 31.
O agente Pinto anterisado por nma familia qae
madoa de residencia, levar leil > os movis e
mais cbjectos cima descrtptos, existentes no pri
meiro andar do sobrado da roa Direita n. 31, onde
se effectoar o leilao.
Principiar s 10 1|2 horas.
CASA DA PORTO!
Aos 5:0001
Bhetes garantidos.
i* Primeiro de Marco (ontr'ora ru d<
Crespo) n. 23 a casas do costum6.
O abajio asaignado, tendo vendido nos sea: fe
liles blfflatas um meto n. 2091 eom 800* e ouiras
sortes de 404 e Oi Ai lotera que se acaben da ex*
tr&bir (24.*), envida aos posranorea. i tfrem re-
cebar na canformidade do coscme sem descon-
t algum.
Acham-se Yenda os Miz35 bilhetes garaatide
da 12" parte da lotera a beneftcio da Santa'Ca-
ca de Misericordia, do Recite (25J), que se jir-
bir oa quinta-Caira 24 do crreme mez.
PilECOS.
Blhets inteiro ajOOO
Maio biibete 3JOQ0
Quarto 11500
Em percap de 100*000 para ce-.
Biibete ioteiro 5,1300
Me[o bilbeta 2*750
quarto l*37p
Mano*I Martin Fiara.
eoi
paia
podr
Duprat o livn
dos e.
ohojlo
ais
.. a.
O eapiui.da eoopwhia ser realisado pac (iri s-
W*0^8 <#%li atjaeira str p.ga, qodeenrsc
Jos 10 primeirii da dVpis di data d* da mal
:jne ser fejta pela dy-ectorta deiioitiva, qtfe f^a
- i eiriia logo depoi* qa" Baeiel#rrf iafirovsaos o?
Matulos enviadas por intermedio da presidencia
i'ess| nrprincia em i da iucl) prximo ^assad 1,
ao governo mperiat na corte, em cojo poder st
ac,ham hoje. ii*vei snaip.re p^lo menos 30 di
le iatervali entre s 'cufias n.' ve prt steSes.
Os fubri0ort' (jjie etl-ctuarum ero am&ls,
v.ez_enT.npu)ra.rio a^ eairaas de suas ar^oe?, go-
rao de um'ab4timento"de fD'% sobr a quamia.
jubscripu. 7,r
Os que entraren* eom terrenos oa esas a re-
construir, ttrao dir Mo a um. premio de 3 % por
ama s ves. Os que en r.-rera c >m eslabeieci-
men'iOS inJo>triaes, g' sjf,5o de un preipio e C %
por urna >f> vz, (art. 7* g dor pus latos.)
ASipessaas nacionaes ou strangeirs morado-
ras deotro ou fofa deste iniperii', que quoicrem
entrar c. m seus capilaes na utilitaria con:p.:nb--
de edica,(o da ndiie jj lUeite, desd ja fleam
ecnvidartaj^ Wr au^" csrtas de pedidos de
aecojs1, a P. !B TOpi^t eneorpoTaoVr d'^ ermpa-
ohb,- 00 ejeripiorio'tn Sr. Jrtrmn^ Jos Hatnos,
ra do Bom Je?us 0. 8, no U-.cte.
Alm aos eMatotos da rnmpaohja, Duprat Ihe,-
mandara todas as ipf ii.isro s e d-tabes qae pe-
ie/ec desj^r acerca a vantigens e garantis da
opipanbia.
O scb?eri[iure5 por eprrspondeQcia devero
'.er noRecif.-prfCrajcr.ba9Uote psra ffffctuar a
dptradjs o teprejen/.ltJ u^s 'pccasiTS s precisa?.
P. M. Duptt, mora'd'r' na rea da Stledadea.
21, .-; encooird'o nos di.? utcis. e receber;
asign.iiura?, na erjano d;is Cirp.o P.ic'a das 7
*s o Va da mann, e das i 5 y da tar.da. n\
Associacao C mmer'cla,! Abrevia o>3 9 s 10'/:
boras da raanba, e de 1 s 3 boras da tarde 01
ra do C-:mmercio.
"Rrcife, i de setembro de 1871
F M. Dvprot,
Enco/poradot da coiata' bia.
=
RU K JK) BBIM N. 52
'88 M (Pas&ando o chafariz)
anN'esta casa fundada ha cerca da trinta
annog, vande-se a prazo ras dnheirp ppw
dasooiirtoa a mahinismo prec&o para s a-
gricnltura da prayinQia, "e para o fabrico
do asBucar e prepaapo do algoio tem
formas para acucar e divemx mi
IB
Tjndo sido enganado diversa8_pes8oaj>' em procara ^>siU
fundi, recomJen'Ja~se aquellas que nao conecem hem -
prac oh^ervem para si, fe para* seus maada-tar.os que a
* FUDIQ10 08 B0|MaI h ,
estrfntre o chaariz e a fortaleza^ perlo coceirn; do^ Jooiula.
que ps edificios estao de ambos oslados da rr e pintados de
vercW nos andares inferiores.
1
RIJA JIOBRM N.-38
PSSAltfDO O CHAFAJRIZ
DI
.HlliU.l
Doe pnrtos do sul esperado
at o dia 22 do correte o va-
por Cruz-'uo do Sul, comman
dante Teive, o qual depois da de-
mora do costune seguir para os
prto* do norte.
Sacommendas de pequeo valor,
a tambem dinbeim, reoebem se al
tardado diada sabida do vapor.
As eneemmendas vicias por este vapor, sero
entregues no trapiche do Dantas.
Para frates e passageiros trata se na agencia,
raa do Commarcio n. 8.
eso, medida,
a 1 hora da
DE
Uro sobrado de dons andares e sotlo da
roa da Aurora n. 9.
TER^A FEIRA 3 DE NOVEMBRO.
O agente Martins, eompeteolemente autorisado,
far ieilo do sobrado n. 9 da ra da Aurora, de
dous andares e soto, quintal murado, muito bem
construido e loealisado.
. Os pretendentes podes examinar dito sobrado,
pois a chave se acha aa ra da lmperairiz, soja n.
8, a para qualquer informarlo os pretendentes en
tendam-se eom o referido agente.
O leilao ter logar em nma das salas do mesmo
sobrado, s 11 horas do dia aeima.
LIA 6
GUSTAVO HaKVKLlM, mnoo ^ouau da
Europa, onda lot faser nm variado sor'.iment), co-
cib-cer e estudar as novi jadas da sua arte de ea
beileireiro, tam a boora de participar ao respaila
vel publico desta capital a principalmente a toda-
sua nuaeroaa (regnezia, qoelie ch?g a de Pars,
e de nove aeha-sa na dlreeco de seu anngoe?ia-
belecimeoto. de eabelleireiro, silo a roa do Mr-
quez de Olinda, outr'o/a da C Jtia d-> Reeife, onde
tods os das esiara 4 diepoi^ das pes?oas que
o quiterem hinrar coi saa coaiu^a, desaeas 8
bares da roaobiV al as 5 da tarde. Tronxe asi
ultimas moda* de Paria, laato em relae > os cen-
taados da ?eohora como aos cortes de cabello de
banern. Prevenid se tambem do mais bello sorti
manto de cabellos, j em comprimento ja em cor.
sendo qae nunca se vio nesta cidade um sortmen-
to igual, acompanbado de urna grande dimiouicao
de pre?o.
Encarrega se da fazer toda a sorte de ebras de
cabello, como coques, bandos, caobos e crespos na
praso mais breve poasivei, p -.-* mdico
e da melbcr qualidade que parte, no que ajudado por peritos ofQciaes.
Para satMazer ao publico estar o dito catata*
lecimento aberto desde as C 12 b..ras da manb
al as 8 e 9 da ni ite.
Chama igualmente a altaneo para a sua verda-
deira e nica tintura japoneza, reconhecida como
superior a todas as compo-i;533 qu? ai hoja tem
apparecido para fingir cabelles e barbas, e dalla
se achari deposito em todas as principis boticas
e ca?as de eabelleireiro deata. cidade e de lodo o
imperio do Brasil.
Indicagao dos prego?.
Cortes de cabellos 3(0 rs.
Lavagem de cabe-a oa ehampoa 500 rs.
Fnzamento de cabellos para bomem 500 r.:.
Barca e fric^ao mexicana a 240 rs.
Ciques de tranca de loj a ."OJ.
Ditcs crespos de 1S a 50i.
Crescentes de 12 a 100|.
E por preg )s commodo? toda e qualquer obra
de cabellos, quer para homens quer para se-
ohoras.
Fugio linntem 19 do correte da casa do abaixo.
assignado, a escraya Delph na' eom os signses ?e-
guinte? : prela oficia, idade'de 16 anuo?, altura
regalar e lerc7o bes apalh^tados e anda devagarj
levou vestido de caita de Cr verle e sapatos de
tranca, eom gaucha no pescos?o (por nao er a
primera vez que (og*) prpvairel que ella 03 al
guem 'i,ha ,'he tirad o diti. gaocnc. eom tul.)
deve ixi'tir siente- ; de!con8a-8e qoe ella trnhi
coito as guiles raa, Braca do C nde d'Eu San
lo Amaro e Pombti ;- rogi-# a quem a p"gar
irci.
va-la ra Pr^meo de
po, n. li, prim-iro andar
frailo
ou
lo-
amigado Cres-
Perrira ie SHW'.inna
Noticia
Na roa do" V'gario o. II, 1.* andar, deseja se
saber ondi resida o 8r. 1 ) de S mt.\ Azevedo,
viudo ha lempos do Par.
Cai*eiro
P."pcia-e para oaweiro de venda, de um raprz
de 16 a 1S aoocs di idada : tratar na ra pri
meiio de Mar o. 8, esquina.
FUGIO
JOIAS

Ao ana nhecer do da 28 d saierabro do cor-,
reme anoo. fugio do englobo Djus Mundo-, fre-
gaezia de lp'juca, 1 legua da e.'tacao i'e l^mb.
Ass, o escravo Francisco, de idade da 40'a 50
annos, de alfora regalar, chelo do corpo, er fa-
ia, eom falta de um deute ni frente, ir s af rada?, coro marca de um tallio velho em um dos
bracos acirr.ado coiovello, pucha pela p*rna di
reita quando and?, nm pouco, coreunda ; al
gumas vezes raspa a barb?, e outras casserva-ai
baixa e eom bigodes.
Esie escravo foi vendido no R^cifc pelo 9r. Moa-
tinbo, como procurador de Tarares ooiar, do
Rio-Grande do Njrie, a FrauciSeo itibeiro Pavao
iunior. em-1870, que a veod&a ao baixa assig'oa-
de, em dezembro a> I8f 1. Dizia a mesma eserava
j ter eiado no lc6, obde tem parate e pro
vavel que tenha para 4 seguido, ou a nda talvet
aada cesta cidade onde Uinbam *em nma par-
cetra da meema idad, de none Feiciaaa, qae
igualmenlo pertene-i ao dito Pavo, a boje
Je nm tal Lutzco g^rdo, na Boa-vista. Itoga *e
s antoridades poliei *', .cpitaes de campo, ou a
quem o encontrar, de o ievartm ao ruando en-
p-uhr-, cu roa da Madre da Deus o. ''*, aos Srs.
herdeiros Cioha rraos a G. qae ser genero-
samente recompensado e pigano-se toda e qual-
quer despeza oom a eatrega.
Apaba de ebegar a este estabelecimento ora' importante. 8ortimento de mm i
jnro, dnj&elhor gosto e'qnadade qoe tem vindo neste genero, como eas0Mtas a
mx eom iettraa da diamantea .e pataras arrtpwn* e ml0i ^eo1 c*"1 P1r'
aas, etc. etc.
' Relogias de oqro, de diSereptef gostos e fladae* para ftajpat.se aanhot^, 'i-<
de 9 prego aeiPAale m>, <^s&*'W^fojtifW-JW Vfitfcicoailo pet
aiv%| e_g$yu#ci&>s eom fliafankaii.
Di<8 do prata de i6& a AA^
Hua ,4o $$)$g&' ,i. 5.
Mcrdra Dnarto & C.
............. ....."......"
humk di 6DT0T
LICOR CONCENT MDO E TITgUkCO
Iteal Compaahla de Paquetes
iu At 0 dia 37 do corrale mez espera-se da Eu-
ropa o vapor ioglez Dewo, eommandaate Tbwai-
tes, o qual depon da demora do eostume segui-
r para Baenos Ayres, tocando nos portos da Ba-
ha, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 de eorrente, espera-te dos portas do
sal o vapor melz Boyne, eommaudante P. Reeks
o qnal depois da demora do costme segnir para
s .utbampijn, tocando nos portis de S. Vicente
.i-bii.
Para fretes e passagans trata-se na agencia,
raa Commercio a. 40.
Para 9 Bio-Gtrande 4o
DUii
frelanaa aegnir eom loda l,;evil4e o pa-
Ibabaie aori,a*u Nw sf I*Mrf0- par c*r,,*
e passafaros Uala-ae eom o con>goatjr';jg Tn'0.
maz da Aiaiao Fad4| & C. W^^mom na
d: Vigario n. 19.
"^
n\
flftTaftMSa Melra Por Yapar.
P^^Nataii lario, Momt,
fv**1^ Aawian a rit^t,
n^Z 'py'uf?, eomman:.
dante Moura, seguir par
oajiqrtos acUna ap % 3L*
OE
Movis, lou^a e crystaes
Quarta feira 23 do eorrente.
A'S 11 HORAS DAMANH.
O agente Piobo Borges, autorisado por ama fa
miha qae segua para o norte, far leilao dos mo-
vis perteocentes a mesma, constando de 1 piano
novo em perfeito estado, 1 mebilia de Jacaranda
a Luiz XV Com 18 cadeiras de guarniclo, 2 ditas
de bracos, 1 sota, 2 con-olos e 1 jardineira com
(ampo de pedra, i mobilia de madeirapreta com-
pleta, 18 cadeiras avulsas. 1 mesa elstica, i apa-
rador, i guarda louca. 6 eapelbos, tapetea, capa-
chos, escarradeiras, caluogas, 1 apparelho de por-
celana para cha. 1 dito para jantar, I lanteioas
para earro, quadros, ealiees copos, eompoteiras,
garrafas, easiieaes, mangas, trem de cosinha
tambem 10 dunas de vinho do Porto engarrafado,
qae estaro patentes no dia do Isilio, no I.* an-
dar do predio n. 34, raa do Mar jaez da Olioda
(oatr'oia da Cadeia) onde ser effectuado o leilao
no dia cima mencionado.____________________
LEUAO
Da armacSo gneros a mais pertences da
taberna n. 1 da ra do Visconde de Goy-
anoa.
QUARTAFEIRV 23 DO CORRENTE
O agente Martins levara novamente a leilao, por
despacho do Illro. Sr. Dr. jutz especial do commer-
cio, a army^aa, generosa mais menees da taber-
n* n. 1 da ma do Visconde de Goyanoa, praten-
ceotss a Joan Martiu3 Rodrigue* de Mattos i C.
arylada por Serra Chuaae.r 4 C.
As 11 hora do di.: Mima pa mesma tabarBa.
Visitantes da exp' siquo.
Os volta da vossa visita exposicao provincial,
pera applacar vossas tadigas, preprias dos gran-
des apertos oestes das de fesia nacional, torna-sa
neces.-ano Din momento de dsseanco : a ecnfeila-
ria do Campos vos offerece sua casa onda encon-
trareis por diminutos prec.es lancha de fiambre,
salame, pastis, empadas, pndias, bulos, pio-de-loi,
a?Mm como cervejas de todas aa quaitdades, v-
noos finos, lisores, champanhe, he?periJina, lino
nadas gaznas e mais refrescos. Depois de toda
isto vem a proponto, que os Srs. cavalheiros apre
eiem a olorosa fumaca da Criada Bahiana, aova
marca de charutos que abi se eacontra. Os pro-
pretarios da confeltarla do Campos empregam
todos os esforcos para bem servir aos seas fregu
zes e amigos "
CONFEITARIA DO CAMPu
Roa do Imperador aaro li.
Sociedade Beneficente Laso Brasileira.
Tendo esta sociedade cbtido nm benel:: dios
Srs. irmaos Pereira, desde j teaeham a veaa. oa
bilbetes de platea oos'segaiates lugares : .laja de
chapeos do Sr. Maia na raa do Crespo, aeqaina
da raa do Imperador, e na roa da Croa a lojaj
de calcado do Sr. Braz Janaario Fernanda & C,
e o resto no esvipioria do circo no mesmo- dia do
espectculo que no dia 22 do eorrente.
ATTENCAO
2000000.
Joaqim Jos Goupal-
ves Beltrao
Raa do Gomsareio n. 5, 1' andar.
Saeca por ladea oa paquatas sobre o
banco do Minti, em Braga, e^?e oa. se-
gaiaes lugaresdftl^ortogal.
Amarante.
Arcos de Vai-deVea.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Goimbra.
CovilbS.
Faro.
Gaarda.
Guimarc
Lamego.
Lisboa.
Mifaortalla.
Mooae
Ponte de Lirc a.
Pprio.
Tavira.
Valpassos.
' Vianna do Castello..
Villa de Conde,
ViHaNova de-FwsjaJielb^
VNla ^}ova de PoHnlQ.
0 Sir Cuyot chegou a tira.ap alcatro a
sua acrimonia e o seu amargor insOpportaveis,
o que o torna mais sojuvel. Aproveilando essa
feliz dcfcobcrta, elicprepra um licor con-
centrado de alcalrao, o qual, sob um pequeo
volume, conlem urna grande proporcio de
principios -activos.
O Alc*tro de Mmjot (Goudron de
Guyot) possue por consequencia todas asvan-
tagens da agua de alcalrao ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
eolUer de caf n'um copo d'agua para obler
logo um copo de excetlente agua de alcalrao
sem goslo desagradavel. Cada qual pode
d'essa moneira pieparar a sua agua de al-
catrSo quaudo d ella precisa, o que offerece
economa de lempo, fucilidade de transporte
e evita o manejo 15o desagradavel do alcalrao.
0 Alralrfto de tajal substitue com
vanlagem muitas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, broneaites,
tosses,"catarrhos.
O AleatvAo de Cnyot empregado como maior xito as molestias segnintes :
EM BEBIDa. Vma colher de caf para um copo d'agua ou duat colheres de
sopa para urna garafa :
BROMCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITA5AO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
El FOMENTARES. -
hicdfpuro ou com um pouco d'agua:
AFFEC5ES DA PELLE
COMICHOES
MOLESTIAS DO C0UR0 CABELLUDO
saala: no scriptorlo no Forte do Mattos n. 12.
ti
De om-pitQDo, Hwbnias, cbrytaes
lbos, jarrte diHereotes move
QUAOT*eiRA 23 DO CORRENTE
f 1.' salar do sobTMlo da raaaa ApoHo-a. 1,
em irania do a/seC1 ae ****?*' .n.
A SABER:
Fugiram do engenho S'gredo da fregnetia
deGamelleiri, da dia 18 do crreme tm escravos
e trez moleqqes eom os signae ejoiptss :
Tbemira, cor ala, iiaded 45 aaaoe, alta, cor-
no espigado, falla a om danta: a-tote, a falla
muito atrapalbada. Gnilhacmin, parAa escura,
de 16 aaoos, baixa, saeta, albos pequeos e mul-
to vivas, testa peqnea, b4}oa unos fiW preoi
piUda, BcioUoia, eOr, faia, idaa> ^e 32 aaawas,
esUmra lagular, oiaaa staoaV, teatvaliante, a*>
fetos por ter soffrido da biabos, tavaodo em a
companhia trez Albos, nm dos qaaas ama* aaaa-
menta, e que lrbarto aa^irMadaala'tai.
Villa Real.
Vizeo.
Valenca.
Figaeira.
-faataAS&lk
ITogvl.
Aveiro.

Lntrmu.. aM*!! ^AAt. .
de dizem qna qaerea traatar 4a ana alleaaii.
Qaem as ipprebeoder. oa dellai titar anana,
4irija-aa a roa do BaUMiasaantoau,'-f*!^'
rio ia Afegades a saA4**a*a da-eoaaoat ia<*
fedro Velloso da 8Maaara,'qaajaia^De#oaamaa^
le raogmenaao. -^
__,Qaqm PW^f,r "*m "jJaWbqninV m b
ao a jaavlntrato, da Aoaaha.
- ri
estado e por pt*. maJt coromoda, dlrjja^ejsj
roa da Aoian.7, sanflda andar, qne
+m \m aaraaMpiar
icarisgm-M Uiairaii
an,Trea
hsaripusk.asais e
< teoattaaaB, lreaa#DHai(s etc. mlm, aervieps
ifuaeiajaa-floa faaiafl taendo taaneel Duarle :
Mtmwi jitaaam iviato atu dato, aa^ saato a-TWan^fat toada 'Bn 9
W.
Tnrr
irib ^a
ViMia a. <6, iprM*iaaaid* aananins- para
1 bateare .em ahataas 4e aaaama.
EM OUECCOES. Urna parte e licor quatrod agua (.mccUUWlrMMto i^ariil.>
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
0 Aleattrfto de Gayot foi xncrimenfado com um verdadeiro xito nos
principacs hospitaes de Franca, da Blgica e da Espanha. Foi reeonheeido
que, para os lempos de calor, elle eonslitue a bebida a mais hygietucatj>$o-
Iretudo durante os lempos de tpidemia. Urna intrwcao wompanhaeada titira.
Dep a Jauto. l*pM*eUei OmvoIo*. Iao, Perrelr e -.
Pmuhvco,- P. (H>rer -.
Biau, aUae es C:
Owo-PETo, Candida- WellerMa
r-au.. M*a* fcan.
Bu, aaeoawy.
Pomo jibm, ra'*"" #
VERDADEIRAS
PILLAS de BLANCRD !
COM WOUKTO OE FERRO HlHTEHAvU
AffPROVADaS PfXA ACADEMIA DE MEMClrtA DE PARS, KTC.
Poasutodo as aropriedades do a a do r, ellas convem eapeciatmente as Arrac-
-clas son*diosas a Twoa j frinciplo, a fratfuaa de ttjuptntmtrtio e tambem nos eaaoa
eEiTAM cR,AMESOSBBKa, em,qne aecessario bagir sorre osAnnaa eeja para Ibe i
restljatr a sua riqueza e abundancia nOftnasarau para pwocar a raanlar-e aau enraopari- j
M B. O kdnrt*o #> ftro topar ou aUtrado i um Heicamtato InW,
lritante. etow arov de pureza autteoUektad. Aa* .verd**tf*p
A^XaluiiiHI, deve-se niir r.*uo HU.<(|r.i* i^e-4
Uva e MIWiSH W> a^Maeoduzula, que se acha na parte Inferior*

*ehA-** tm teda m b
va-se i
das fakifica(5es.
Pharmaeeutico, rum
Vende-s na pharmacta 4e ar ei 4|C., rna Nova n. V.


f
I

Diart ta Prnani*uc4 Segunda feira 21 Jt Outubro da
18: i

ODILON DRTE
G.4KLLLIIEIB0
N.82 BA DA IMPEEATRIZN. 82
r ii i n i: i it o i \ u a ii 9fm
Teta l v6D cabellos o qc; b> di mar moderno e elegante oeste genero, e veode mais barato qoe
ootro qualqner.
Tabella dos |,re?os.
Cacbpeigoe de 155000 a 20dO0O.
Cbigoon variados de 15^000 a 30(KO0.
Tapeta de 60000 a 120 00.
No sesmo estabelecimento penteiamse
Tabella para aluguel.
Um coqoe de tranca 20OC 0.
Um cacbpeigne 2 Penteado de om coqoe 10000.
Dito de om cacbpeigoe I OTO.
senhoras, na cidade ou seos arrabal
des, e fazem-se penteados especiaes pelos oliimos flgorioos a escolber, para casamento,
bailes, soirce, etc., etc.
EXrOSIO UNIVERSAL DE 1855
CDALHA DE
CLASSE
ALF. LaBaRIUQUE & C"
QUINIfl LABARBAQDE
APPROVAOQ PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PAMI
O Qulnium ^Abarraque,
um vinho eminentemente t-
nico e febrfugo que deve ser
perferido todas as outras pre-
paracfcs de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mente empregados na medicina
preparam-se com cascas de quina
tuja riqueza em principios acti-
vos extremamente variavel;
paite disso, em razo de scu
modo de prepararao, estes vin-
hos contem apenas vestigios de
principios activos, et em pro-
ponaos sempre variaveis.
O Quinium Labarraquc,
approvado pela Acadamia de me-
dicina, conslitue pelo contrario
um medicamento de composi-
cao determinada, rica em prin-
cipios activos, e com o qual os
,
f
mdicos e os doentes podem
sempre contar.
O Qulnium Labarraqwe
prescripto com grande xito s
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'egota-
mento, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenra, s meni-
nas qui tem difiiculdade em se
formar e desenvolver; s mullie-
res depois dos partos; aos velhos
enfraquecidos pela idade ou
doenca.
No cazo de chlorosis, anemia,
cores plidas, este vinho um
poderoso auxiliar dos ferrogino-
sos. Tomado junto, par exemplo,
com as pihilas de Vauet, produz
effeitos maravilhosos, pela sua
rpida accao.
DvoilM em Parla, L. FIEUE, rae Jacob, 10.
\ROB LAFFEGTEUR
Approvado em Vrmnet*. Bn!a, Auctria Belgir. O arrobe vegetal LafTeeteur sa antho-
rzado, he mu superior aos jaropes de cuisinier, de Larrcy o do coloopurrilha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente iem mercurio, as
aflecOes da pelle, Implaren*, alporcaa, tnmorea, nlreraa, aarna dr*;e-
nerada, escorbuto, e os accidentes provendos dos partos, da idaie critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
O arrobe he especialmente recommendada contra as doencas syphiliticas recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do doutor GIRAUDEAU DE
SAINT-GERVAIS, ra Richer, 12, Pars. .
ALIZAEIITE
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MUER & ft
PER.NAMBICO
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e fluidez como a melhoi* e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, da at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e prefervel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se carera longa conservaca.

que constantemente se compra
trastes e objeclos do oso do-
tf r
Feira Semanal,
mestizo f
E' no armszem da
roa do Ira
! MSSHS.MB
S
Dr. F. J. Pereira da Mofa, medico ope-
rador e parteiro
.\. 38.-Rnada Cruz-.N. 38.
' 1 andar.
Parao
mummmmmmm
da de finados
I
Na ra das Flores n. 7 ha ama pessoa que se
encarrega de ornar tmulos e catacumbas no ce-
milerio publico para o dia S do oovembro, eom-
memoraeo dos Seis defnnlos.
ATTENCAO
Para o dia de finados
Na roa estreitado Rosario o. 33, sobradle 1 an-
dar tem ricas capailas para o da de finados, sendo
de taadades, de cravos e rosas e de perpetuas com
fitas e letreiros, com as seguiotes ioseripces :
saudades de mtnba mi, saudades de men pal, de
miaba irmi, de meo irmio, de mea esposo, de
mtnba esposa, mea fl'ho, mioba filba, mea neto,
miaba av e mea avfi, todo por preco moito com-
modo; par^ aojos e doncellas tem capellas bran-
cas de ervds e saudades, 6 para defonlos, roas
e pretas, tndo pelo barato preco de 34, 54 e 6 ,
tambera avisa-se a todas w pessoas de fora qoe
todo os annos compram na mesma casa qne tem
riees bouqoets de eravos, roau, anglicas e dalias
para qnalquer offerta e bordam-se fitas a oaro.

Pernamboco Street Railwsy Ccmpany.
Por ordem da directora detta companhia fiea
fchalo o livro de iraB.-fereneias das acc5-s des-
de o di 20 do corrate, at o i.* de novembro
prximo.
Reeife, 18 de catabro de 187L
Por H. II. Swi, as, treae.
Alfrad G. Swift.
HMsoo Rowe & C, previne ao reapeitav
publico, qne deixou de ser lea ciixeiro, desde
hoje, o Sr. PrederrCoa Elllof,
OITR1 FOC-O.
A companhia Indemnisadora, establecid
esta praca, toma segaros martimos sobn
aavios e seos carregamentoi e contra toge
sm edificios, m rea dorias e mobias : n;
na do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Companhia Allianpa
seguros martimos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:0001000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
i risco martimo em navio de velia e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assioo
x>mo contra fogo sobre predios, gneros e
azendas.
Agente Joaqoim Jos Goncalves Beltro,
roa do Commercio n. 5,1." andar.
aW^al
S1I0ME0PATHIA
Oprofessor bomeopatba Jos Al-
@ ves Tenorio, n5o lbe convindo
mais contioaar na direccSo da dro- (
garia especial bomeopatbica da roa
& Estreita do Rosario n. 3, retiroa- I
se d'aqoelle estabelecimento, po-
B dendo d'ora em diante ser proco*
fl| rado para o exercicio de sua pro-
flssao no l. andar da mesma
W roa Q>

OIEIMA
RA DO CRESPO N. 20
Precisa-e de u.n criado para ea*a de fami-
lia : ni rn % ova n. 80, l. andar, prefere-se e-
cravo.
AMA
Precica-se de om croa para
oimha : re du Corredor d <
Bijpo n If.
Madapolio avarado a 35500 e 5^500, dito
francei fino a 75, 8# e 9 Chitas escoras finas coa barras a 300 rs.
o covado.
Lis midas com meada a 400 rs. o co-
vado.
Ditas especiaes com bonitas listas a 500
rs. o covado.
Alpacas litas de cores a 403 rs. o covado.
Baptittas eom barras a 500 rs. o covado.
Cbitis transadas para coberta a 320 rs.
o covado.
Lencos de ca*sa eom barras a 100, 120
e 100 rs. cada om.
Chales de merino liso 2,5500 om.
Ditos dito estampados a 45 e 55.
Casimira prda a 10800 o covado.
Cambraias coa barras e midas a 6C0
rs. s vara.
Bramante de 4 larguras a f 9(600 a vara.
Dito de linbo de 4 largaras a 25500 a
vara.
AlgodSo T, largo, a 55 a peca.
Brim branco alcoxoado superior a 25400
a vara.
Cambraia Victoria fina a 45 a peca.
Dita transparent fina a 35, 45, 55 e
6)J a peca.
Musselina branca a 400 rs. o covado.
Toalbas alcoxoadas, grandes, a 64
dosis.
Cobertas de ganga adamascada a 350(0,
35800 e 40500.
Leoces de bramante a 25 om.
Coberta de chita transada a 20 orna.
Cobertores de 1S escara a 20 nm.
Cortes de cales de fostao a 40.
Na loja de Guilherme C. da Cunha & C.
Escravo fugtdo
150;000 rs.de gratificado
Aaientoo-se desde o dia 13 de malo de 187i, o
preto de oome Alfredo, de triata e tantos annos,
crilo, e bastante ladino ; este prelo e perfeito co.
zinbeiro,esiatura alta, magro, oloos grandes, i
esteve no eogeobo do Sr. Lalo de Calara, em S-
Loorenco da Malta, oode consta ter prenles, foi
escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr. Jos
Joaqun) tioocilves Bastos, oegociaotes detta pra-
ca ; de todos estes S*nhores foi eoiinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conbecem, dizeolo que
est forro, assim tem podido escapar de ser preso.
Pede-se a todas as autoridades e capites de
campo qoe o pegaodo leve-o a roa do Duque de
Caxias n. 91, toja de Miadatas do Rival sem Se-
gundo que receber a gralifleacao cima deca
rada.
wv .
CAPELLAS MORTUA-
RIAS
A loja da Agoia Branca a roa do Duque de Ca-
xias o. 30, receben pela primeira vet om per-
feito sortimento de capellas de vidrihes e contas
hraneas e pretas, para finados; assim como pe-
queos qnadros para o mesmo Qm. Parece qoe
nao exagerado diter-se qoe em taes gneros e o
melbor e mals perfeito qoe se pode eoceotrar em
seas differeates moldes e desenbos, saas novida-
des em gostos confirmara o qoe cima Oca dito. As
capellas em saas variedades de formas tem alga-
gamas que no centro irazem bonitas qaadros
com imagens, ramos etc. A'm de todo ba ins-
cripcoes separadas para serem aplicadas a qual-
quer deltas que nao a techa. Assim pois, o pre
tendente qoe se dirigir a dita loja d'Agoa Branca
se certificar da verdade e reconhecer qoe os
djecos sao fammamente commodos avista da per-
feico das obras.
i
AOS 5:0004000
Istio venda os felizes bilhetes da lotera da
jinia, na casafelix do arco da Conceico, toja di
turives no Reeife.
Estractos
Na ras das Triocheiras o. 39 se encontrar nma
pessoa competentemente habilitada para fazer es
tractos com toda a brevidade.des litlos qoe tem de
ser lacalos nos livros do registro geral de bypo
tuecas de qualqaer aatareza que sejam, mediante
a paga de 11.
SITIO
Alaga-se o sitio da travessa do Caldeireiro o. 4,
com commodos para grande familia, cozinba fra,
quarto para eriadcs, lodo morado e com porlo de
ferro, grande qaantidade de arvores fructferas e
moito perto do caobo : a tratar D roa do Vis-
conde de Albuquerqae (oalr'ora matriz da Boa-
Vista) 0. 28, 2* andar.
f
CAPELLAS
ALUGA-SE
ama casa terrea com soto, coebeira e estribarla,
sita oa Capnnga, ra da Ventara : a tratar oa
roa do Vigaro Tbenorlo n. 31.
O Dr. Sarment Fi-
lho, cirurgio do hos-
pital Pedro II, de Tol-
la de sua Tagera a Eu-
ropa, contina no exer-
cicio de sua profsso,
na casa de sua residen-
cia a' ra do Impera-
dor n. 29.
Aos senhores de engenho e la-
vradores
Os abaixo assigoados, establecidos nesta praca
com armazem de molhados em a roa de Vidal de
Negrpiros n. 11 (aotigo pateo do Terco) recebem
para vender com a commissio ds costme, asso-
ear e agurdente, prometiendo esforcarem-se por
obterem o melqor preco que for possivel: aquel-
les senhores, pois. qoe quizerem servir-se de seas
off-recimentos, podem dirigir snss correspoadeo
cia- para a casa e roa cima: indicadas; ficando
certos de flearem sati.-feitcs, (o qne fcil ver, ex
perimeatando.) ficando tambem certos, que ne
nbom deseooteotameoto lhes deixar aqoelle qoe
por algamas faltas saas os qaizer abaadonar.
Minervino Francisco Lobo & Irmio.
.Fugio no dia t6 do corrente o escravo Vitalmo,
pfeto falo, crionlo, de idade de 24 a 26 anuos, com
os s'gnaes segaiotes : alto, rosto regular, aodar
algnma cousa banzeiro, qaando falla levanta
beico superi ir de om lado, tem falta de um dente
oo queixo superior do lado, levava vestido calca de
casemira escara, camisa de chita e chapeo de pa-
Iba de carnauba de abas largas; foi escravo de
Antonia Francisca de Jess, em Correles, qoe
f ii quem o criou, e do capito Tbomaz Teoorio de
Albaquerqoe Villa-nova, morador em Papaeaca
pede-se a todas as autoridades policiaes e capites
de campo de o apprehender e levar ra do Bram
o. 74, armazem de Jos Francisco Martina C,
que serio generosamente gratificados .
Atten Para se botar nos tmulos eftt
catacumbas no dia de fi-
andos e nos stimos dias
as visitaques de cora.
. % v ,*
jais .
Porto & Bastos, praca da Indepen-S
|dencia n. 39, acabam de reesber di-a
^rectamente da Europa um completojj
'[sortimento de capellas mortoariasJ
com tedas as inscripcoes e de gostosi!
ios isafl modernos qoe (em vindo at}
poje a esta provincia, e vendem porfl
|precos razoaveis.
A mea pai.
A minba m3i.
A mea esposo.
A minba esposa.
A mea filbo.1
A minba filba.
Saudades.
Amizade.
Urna lagrima.
Alaga-se o 1 andar e pavimento terreo do
grande sobrado de quatro andares, sito ra da
Cruz, no bairro do Reeife, o. 8 ; alaga se tambem
o 2* aodar do mesmo predio separadamente, oo
toda a casa : a iratar com sou propietario o Ba-
rio de Una, oa com Fraacisco da Costa Maia.
roa da Cruz o. 52, 1* andar, escriptorio.
Sr. Joo Rtbetro Pessoa de Lacerda
Jonior, morador na Passagem da Magdalena,
qoeira vir esta typograpbia, para tratar de
negocio urgente.
una
.Por 65OI0OO e por preciso vende se
boa preta de 35 anno;, cotinha e lava bem e boa
conducta, barato : na ra de limas n. 96.
Ciiada
Na ra do Bario de S. Borja, oreci?a-=e de
orna criada para casa de familia e qoe seja de boa
conducta, prefere-se escrava.
PHARMACIA TORRES.
O abaixo assignado, cbiuico e pharmaceotieo,
graduado pela faeuldade de medicina da Babia,
participa ao re'peiuvel publico e aos mdicos chi-
mieos desta capital qoe teodo comprado a pbar-
maeia i ra de Mareilio Dias (aetiga patee do Ter-
co) o. 135, acaba de reforma-la e sorti-la de me-
dicamentos novos e preparados, fraocezes dos
meihore autores e qoe veode por precos os mais
razoaveis, assim como aprompta qualqaer receita
com toda brevldade e aeeio e sem substituirles, a
toda hora do dia oo da noite, p r morar o meem
ataixo atstgnado no esubelecimeoto. Reeife, 12
de ootobro de 1871 .
______________Manoel Tnomaz Perira do Rege
AHENCAO
Offerece-se nma pessoa corr patentemente habi-
litada a exercer os misteres de sua prcfhsao oas
SBRuintes materias, em qualquer ponto da pro-
vincia oa lora delta, para temar eoota -por batan-
eo de qualqaer estabelecimento commercial na
qualidade de primeiro caixeiro oa guarda-livros,
fazendo a respectiva escriptaracao dos mesmos
estabelecimeotos, ensioa primeiras letras e alguos
preparatorios ; eocarrega se tambem da cobranca
de qualquer casa commercial, para o que tem a
precisa pratica do foro : quem quizer se otili-ar
de sen presumo pode dirigirse a eta typograpbia
por carta com as ioiciaes O. R. daS.
Aluga-se ou arrenda-se o 1 andar da casa
sita na rna Velba de Santa Rita a. 1, boa para
qaalqoer soeiedade, para o qoe tem excellentes
commodos: tratar na taverna o. 1 do dito pre
dio. .
Casa em Olinda
Alagase a casa n. li sita a roa Nova, com
sofflcieotes commodos para qualqaer familia que
quizer passar a festa, teodo a vantagem de Bear
perto dos banhos salgados .* a tratar oo armazem
do Campos o 28, na ra do Imaerador.
AJuga-se o 3" andar do sojjrado a. 59 da ra
Duque de Caxias, o qual se acoa completamente
pintado, forrado e esteirado : quem o pretender,
pode dirigir se loja de mesmo predio.
t II A N* ru* <,a ,,,once'Io l*i preci-?
A fl \ sc de uma a,r* cn crida lar c't'
1.11JJ 1. nbar e rervico interno de easa da fa-
milia, preferiodoie esptiv* se appareeer algorra
pesias eondicSe^

do Hospicio n. 16.
Precisa sede uma ama qoe
saiba bem cozinbar e qoeira
sabir a roa : a iratar na roa
%1^
Precisa de ama para com-
Brar e eozinhar : roa do
oque de Callas n. 54, loja.
Precisa se de ama ama,
que live, engomme e faca a
_ jcczinbado d'ama casa de pon
ca tamil a : lt tratar oa Passagem da .Wagdileoa,
easa terrea ao lado do sobrado grande.
tlfe
AI A
Na roa da Roda a. 16, preci-
se de orna para cozinbar e o
gommar.
loja.
Precu-a >e de uma ama pa-
ra c 'topar e eozinhar : a tra-
tar oa roa do Crespo o. 20,
numero 37.
Precisa-se de uma ama boa
-eozinbeira : oa roa do Vis
conde de Pelotas (AragaV)
Ama de leite
Precisa-se de ama qoe teoha bom leite : oa roa
do Bom Jess n. 50, 1* aodar, antiga roa da
f!ruz.
Precisa se de urna ama de leite, oa ra da
Imperatrlz n. 61, toja do Cysne.
. Precisa se de uma ama para
fazer almoc/) e jantar para cin-
co pessoas : na ra Primeiro de
Marco, antiga do Crespo n. 11. l. andar,
AMA
BAZAR VICTORIA
Amarai, Naboeo & C. acaban de raeeber na
variado soilimento de capellas fnebres com ai
segointes inscripcoes:
A men pai.
A minba mi.
A mea av.
A minba av.
A mea esposo.
A mioba esposa.
A mea filbo.
A miaba fina.
A mea neto.
A minba oeta.
Saudades.
Veode-se na roa do Bario da Victoria o. 1
Ama de leite
%lk%
Precisa se orna ama da leite para orna familia
alterna, sendo boa paga-se at 30*000 rs. por
mez : ma de Imperador n 79, 2 andar.______
Precisa-se de uma ama
para casa de ponca fanilia :
a iratar oa ra da Penba n.
29, andar. _
Precisa se de uma ama es-
crava ou livre, para o servi-
do interno de uma casa de
familia, agradando pagase bem : na ra de Pe-
dro Affonso n. 3, antiga da Praia._____________
Precisa-se de uma ama para o servigo ex-
terno e ioteroo de ama casa de pequea familia:
a tratar na ra do Commercio n. 4i, 2* andar.
Precisa-se de ama ama que salba c< zinhar
engommar para duas pessoas : na roa Direita
D.jO_______________________________
Pracisa-se d ama ama para
cozinbar : oa roa do Apollo o.
36, armazem.
AMA
M A Precisa-se de ama ama que saiba co
i\JIlil zinhar, para casa de pooca familia : a
tratar na roa do Crespo n. 18, i* aodar. _____
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de snai
Sliaes na rna do Bario da Victoria n. 63, antiga
roa Nova, loja de Joao Joaqaim da CoataLeif
Ijlbaiotaoiiido Ribeiro, Leopol-
dioo Coroelio Ferreira da Silva e
Gailhsrmina Carolina Ferreira da
Silva, eoobados e filbos do fallecido
Leopeldino Ferreira da Silva, agr-
decem eordialmeote a lodos os ami-
gos e prenles qne fizeram a honra
de assistir aos ultimosfsffragios, e aeompanbar os
restos mortaes do fallecido ao eemiterio publico,
e de oovo os convida para assistir a missa do s-
timo da, a qual lera lugar na matriz de Santo An
ionio, s 7 horas do dia 22 do correte.
Joo Baptlsta Vlelra Rlbelor.
Carlota Vietra Ribeiro, pede a
todos os amigos do sea flaado ma-
rido Joo Baptista Vieira Ribeiro,
o earidoso obsequio de assistirem
a missa que pelo eterno descanco
de sua alma manda rezar, segn-
da-feira 21 do correte, 30* dia de
sen passamento, s 7 horas da maoba, na igreja
do Divino Espirito Santo ; certa de qoe a sua es-
pectativa ser correspondida, desde ja se antecipa
em agradecer esta exuberante prova de amisade
qoe em geral todos tribotavam ao sea finado es-
poso. ^^^^^^^^^^^^ _____
Escravo futido
E CAVALLO FURTADO
Desde o dia 13 de jalho do correte anno, ue
acba-se fgido do engenho Paeavira da comarca
do Rio-Formoso, o escravo Sebastiao, com os sig-
naos segaiotes : 18 annos de idade pouco mais
oa menos, pardo claro, baixo, rosto um pouco
comprldo e descarnado, desdentado, clbos gazeos,
nariz afilado, cabe ca grande e cabellos crespos,
natural da Serra do Martina no Rio-Graode do
Norte.
Fortaras do mesmo engecho oo dia 1.* de se-
tembro do corrente aooo, om qaarto mellado,
grosso, ardigo, com signal vtsivel de tar trabalha-
do em almaojarra.
Rogase a quem pegar taoto o es travo como o
qaarto a bondade de leva-Ios ao referido enge-
nho on nesta praga rna da Santa Craz n. 4, qoe
ser generosamente recompensado.
Quinto semestre
ASS1GNA-SE
5^000 ris
Ltvraria franceza.
Urgencia em quanto antes.
O Sr. Trajano Cesar de Albnqnerqoe qaeira di-
rigir-se esta typograpbia, que ba nma pessoa
que lhe deseja fallar acerca de um negocio ;
isto previne-se eom lempo se oo quer qae se
declare o qoe __________
3 Precisa se de um caixeiro com pratica S
molhados : a tratar a roa do Raogel n. 7.
Alaga-se oa roa Seto de Selemaro a easa o
13 qne deita o oito para roa Feronsa, a qual
tem 4 salas grandes, ,11 quartos, eosinha fra,
quarto para criado, lanque para banho, e gas, km
commodos para grande familia por ter aleas do
pavimento terreo ama grande sota: a tratar na
mesma rn, casa n. 18.
Soeiedade Edificadora
Gomciliacao
De ordem da directora sao eoovidades os Srs.
accionistas aflm de, em o praso de 30 dias, a da-
tar do dia 30 do correte mez, satisfazerem a 1'
parle da Ia prestaco de saas acedes, i raio de
dez por cento.
Para este fio ser encontrado o Sr. tbesonreiro,
rna do Doqoe de Caxias n. 72, pavimento ter-
reo, em todos os dias olis, das 3 s 5 horas
da larde.
E tambem sao convidados os Srs. socios qne
aioda nao se iosereveram, para o fazerem, dirigi
do-se ao mesmo Sr. tbesonreiro.
Secretaria da soeiedade edificadora Conciliacao,
27 de setembro de 1872.
0 1' secretario, l
Jlo Martins de Andrade
Alaga se a padaria de Saoio Amaro, da ra I
do Lima o. 4: a tratar eom Maternas Lesz,
da Gola n. 54, padaria. ^ ., .na j
Cffl 00 010
Aos 5:000^000.
Bllhcies) garantidos da pro-
vincia.
Rna do Barao da
Victoria,
Outrora ra Nova n. 63 e casa*
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seos
nuito felizes bilhetes a sorte de 5:000< em quatro
quartos de o. 1,369, a sorte de 3004 em doos
meios de n. 866 e doos meios de n. 201 com a
sorte de 1004, alem de outras serles de 404000 e
204 da lotera qne se acaboa de extrabir (24a);
e convida aos possoidores a virem receber, qoe
prora pamente sero pagos sem descont algum.
O mesmo abaixo assignado eonvida ao respeita-
rel publico para vir ao sen estabelecimento com-
prar os moito felizes bilhetes, qae oo deixarao de
tirar qaatqoer premio, como prova eom es mes-
nos aooaacios.
Acbam-se venda os mnito felizes bilhetes ga-
rantidos da 12a parte das loteras a beneficio da
santa casa da misericordia do Reeife, qne ser ex-
rahida no dia qointa-feira 21 de outubro.
PRECOS.
iBteiro 64000
Meios 34000
Quartos 14500
De 1000000 para cima.
Intoiro 84K00
Meios 24750
Qoartos 14375
Reeife 17 de outubro de 1871
J. J. da Costo Leite.
Escravo Fgido.
So dia 16 do correte fogio o escravo Vicentr,
preto, erioolo, natural da comarca do Boito, de
18 annos de idade, pouco mais oo menos, com-
prado em 2 deste mesmo m-z ao Dr. Nabor Car-
oeiro Bzerra Cavalcante. Os signaes prineipaes
sao os seguintes : estatura r> guiar, chelo do cor-
po, cabellos eocarapiobados. rosto redondo, olbos
castanhos, bocea regalar, denles alvos e limados,
ps Om pouco cambados e om tamo bichentos nos
calcanbares ; trajava camisa de algodio da Baha
a calcas zoes, e levoa eomslgo ama rede. Sop-
poese ter fgido com o escravo Vitahno perten-
cente aos Srs. Jos Francisco Martina & a Roga-
se aos capites de campo e as autoridades poli-
ciaes, qne o aprehendan! e o levem roa do Ba-
rao do Tnumpho (antiga do Bram) n. 92, arma-
zeas de assacar de Baltar, Oliveira & C qae se-
ro genero-ameote gratificados.
GRANDE FABRICA L'E CHARUTOS.
Al qae afiaal descobrio-se o mel de pao I I
O bicho nao qniz caoir eom os cobres para
abrir a tal projeetada ve dola porque sabia qne
en etbodegava elles no Prazer da Vida em com-
panhia da Sungus, de forma qoe boje vejme
obrigado a fabricar charutos de lodos o feltios e
taannos em companhia d a mesma ; chega rapa-
zeada roa de S. o, 1* andar.___________^^
MOFA
8io..., sio., nao ouve?
Roga-se ao Illm. Sr. Igoaeio Vieira de Mello, es-
:rivo na cidade de Nazaretb desto provincia, o
favor de vir rna Duque de Caxias n. 36 con-
cluir aquello negocio qae S. S. se comprometan a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, en
9ns de dezembro prximo passado, e depois para
Janeiro, passou fevereiro e abril, e nada cum-
prio ; e por este motivo de novo chamado para
dito fim, pois S. S. se deve lembr; r qae este ne-
gocio de mais de oito aonos, e qaando o saibor
sen filbo se achava Desta cidade.
Aluga-se muito em coota a casa qae tem
um p de pitombeira na porta, oa travessa do
Mootero, junto ao rio e fim da levada, ao entrar
pelo pateo da igreja em seguimeolo ao rio : a tra-
tar na ra Nova, loja n. 7.
A Sra. D. Ursaia Carolioa da Rocha Almeida
devedora a esta praca por titulo de letras, qne
se acbam em mo de diversas pes.-oa?; e nao leu-
de sido pagas estas letras, previne-se ao respeita-
vel publico que os predios dla senhora e-lio
sujeitos a e-tea o^ametrtjs, e que nao podem ser
vendidos era ali nados.
Precisa-se a ug ir om pre;o para todo o ser-
vico : na roa da Imperairit a. 46, refioacao.
OITerece se um bomem para feuor de eoge-
nho com a babilitacao necessaria : a iratar na
ra da Roda n 48.
CASA
Ve o le se nma casa terrea eom bastantes com-
modos, sita a ra do Visconde de Goyanna n. 50:
fritar oa roa velba o. lio.
CONSULTORIO H0ME0PATHIC0
DO
i DE. CASANOVA
Largo da matriz de Santo
Antonio n. 2.
Coasaltas e visitas a toda a bora, Me-
dicamentos e cartearas dos melhore fa-
bricantes.
liUliiilllli
judante deeosinlia
PraeiM-w de nmw hotel Independefjpla,
do Imperador n. 31
O abaixo asignado deixou per esqaecimento
nos trens do Caxaog qae chegam a eslaco do
Reeife as 8 horas e 30 minutos da manb, do dia
17, 09 nltimo carro, um embrulbo de papel azul
em forma de rolo, dentro do qual liaba dons ca-
demos frito de papel amizade com bulantes fo-
Ibas escripias pelo mesmo abaixo assignado, e f
pode servir a elle, e por isso se algnma pessoa o
achoa, qaereod? entregarle Qear agradecida
alm da recompensa : na roa do Vigaro n. 33, 1*
andar.
_______________Francisco Martina de Amorta.
Alaga-se ama sala do primeiro aodar da ca-
sa o. 12 da rna Primeiro de Marco.
Maooel Joaqulm di Si.va previoe ao respei-
tavel publico desta capital, eom especialidade ao
corpo commercial, qoe desta data em dianie se
assignai, por ha ver outro de igoal asme, por Ma-
noel Joaqaim da Silva Costa. Reeife 17 de oute-
bro de 1872.________________________________
Ansento'i-se no da u do correte mez de
outubro a preta Catbarina, qae represento ter a
idade de 45 a 50 anoos, de eslatura regular, om
tanto chele do corpo, ji tendo alguos cabellos
braoeos, o rosto moito picado de bexigas, bem
fallante ; soppde-se qoe ella se lera dirigido para
o Reeife, oode estar occolta em alguma casa ;
ella eozinbeira e lavadeira de roopa : quem a
pegar leve roa do Bom Jess n. al, oa ao enge-
nba Calara, em S. Loareoco, ser bem recompen-
sado.

D-se a quaotia de 6004 sob penhor em es-
cravo : na roa de Hortas n. 94. loja. ^^^^
Alaga-se por festa oa por aooo, em Apipc-
cos, orna easa terrea reedificada e piolada de
aovo : a tratar oa roa Sete de Setembro o. 15.
Escravo fgido
No dia 18 de outubro corrale aasentoa-se da
casa da rna do Baro de S. Borja o. 8 (antiga rna
do Sebo) o escravo Maooel, mulato, natural da ci-
dade de Pombal, provincia da Parahyba, alto e
reforcado, sem barba, testa larga, cabellos corri-
dos, ps grandes, levoa vestido camisa de algo-
dozmho, caica de brin pardo e chapeo de palba :
qnem o pegar, levanto supradita easa, ser bem
reeompeusado.
WM FORTHi
RA 1* DE MARCO OTR'ORA DO
CRISPO N 23.
l'nlea que paga as sortea
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tom sempre exporto Tea-
la oa felizes bilhetes do Rio de Ja-aeH pegando
aromptomente, como eottnma, q^iaJflaerpremln
PRECOS. _
Intoiro 24/000
Meio 124009.
Qaarto
Manoel
BT64000
latartias
>
Finxa.


.....II.. i
BiMii* d rwnambuo Segunda fera 2t di Outubro d 1872
5

-


io
FABRICA DE MACHINAS
A* Ra do Br&o do Triumpho (raa do Brumj ns.
100 104.
cardoso a
I

AVISAM os Srs. A eogeobos e io publico em geni, qoe teem recebido da Europa,
grande sortimonto de ferrageos pan eogeoboa e para lavoura, e qoaesquer oalros oos
mistares da industria agrcola, o qoe todo veodem por precos razoaveis.
Formas para assucar "' ****d4 *"* Um-
Vonnroa borizontaes e vertieaea j bem coobecidoa nesta provincia e lora della,
V cipurOS oflBMlborea qoe teem vindo a este mercado.
L06IK1&S completa! de diversoa tamaenos, obra maita forte e bem acabada.
11L61&S mOGUQ&S par, aaseotar em grades de madeira. .
XftlXftS UO I6IT0 de ferro fondido e balido de diversos tamaobos.
RodaS d Agalla de diversos tamanhos.
ROdaS Q6Ilta(laS fo diversos tamaobos e qoalidades.
PftriAAvf na Concertam com promptidSo qoalquer obra oa machina, para o qoe
VUUvOrvOB teem sua fabrica bem montada com grande e bom pessoal.
V9nAAmmAn/loa Mandam vir por encommenda da Europa, qoalqoerma-
ruLCOIUIIlcIlliao cbinismo, para o qoe se corresponden! com ama respeita-
vel casa de Londres e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra; iocombem-se
de mandar assentar ditas machinas, e se respoosabisam pelo bom trabalbo das mesmas.
RA DO BARO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNDICAO DE CARDOSO A 1RMO
No Rosario Larga ra
0 .--is t jna-c ntinua.
A ler de ludo f ormanto
Descaminando por momento,
Sio obras de sana de vime
Qae a trie do humero Ibe imprime,
O ser eestinhas, <*taa-e baliios
Para lodos os mtereriieiari|,
Atril vos espera jjm ganio g>ueroao
G.mes M rlins Fructuoso. i "
Posteriormente sos nosos aonuncios re-
cbeteos de Lisboa mais oatras obras de
vime elassiflea laa pelo modernismo, como
berc.08 de nova tavencSo, azafates p^ra coa-
tora, oo'roa cobertoa para o meamo fim.
balaios de botar papeia rasgados noses-
criptor ios, ditos para os meniooa aprentte-
rem a andar, ditos para facas, ditos para
deposito do roopa servida de d. la 5. con-
denas e acafates gra des em colleccSes de
n. I a 10, bandeijaa oe vime branco com 2 a
6 palmos de comprimento ptimas para roopa
engommada, coodeciobas para doces seceos,
cestinbas finas de meninas de escola, ou
tras de vime para pastorea nos precepios,
cera branca em rollo para lotes, cestas
grdssas para mscales e outras para com-
prar no mercado, canastraa do Pprto para
o trafico de padara, gigos de Time para o
mesmo fim, capachos redondos de palba,
e outras moilas obras de vime para difieren
tes misierea, todo por precos raaoavea para
prompta venda. Pao, bolachas, biscoutos e
outras massas fabricadas com esmero, e aa
melhores farinbas viadas ao mercado,
i.nxi
"' (Ttf^*TiV
Bouqu9t das Damas
Na* te eslabeleeimeoto ba senpre um grande
sorii ment de per fam arias e mo leus s se
vende barato ; ansia como, um sortimento de
ebrat de cabellos : roa Primeiro de Marco, an-
tiga do Crespo o. ti, !. andar.
DOS
TRILHOS RBAHOS
DO
RECIPE A OMSDi
Por waem a directora eoovi aae Srs. accio-
nistas a se reooirem no dia 30 do correle pelas
1 boras da tarde, do lugar do coslump, afina de,
ofvireo ler o relatorio do semestre Qodo em 30
do pr xiroo passado, a eiagtres a commisrao de
exame da coalas, le conformidade com os estala
Ift.
Escriptoriodacompanhia, 19 de outubro
de 1872.
O 1.* secretario.
Laurtnttno Jos deUrania
Dosappareeea do engenho Cso Ralada, da
rregaeaade Agua-Preta.no dia 8 de outubro. o
crao Maooel, alto, espigado, cor fula, tem as
felcoee um poneo grosseiras, qoeixo fino e as ma-
cis altas, ttm vinte annos punco mais ou meos;
qoem o pegar leve ou manda para o dito eogeobo
ou no R-cife. na ra da Cadeia n. S, no escrip
tono dos Srs. Leal 4t Irmos, que receber boa
gratigeacao.
V;NDAS.
Vende-se urna taverna oa regueiia dos Ato
gados, paleo de N. 8. da Pai n. 9, onde se trata
CAUTELA!
MEURON&C.
Ml v m S A. M
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qoizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA FRUTA.
MEURON a C.
Vende-se ramo de Garantaos de 1' qualidade
por H a libra : na na de Marclllo Oas o. 76,
ootr'ora Direila._________
GRANDE PECMNCH4
W a loja ala America
Atoalhado branco adamascado com duas largu-
ras a I 506 rs. o metro.
Dito dito, fazeoda superior, duas larguras a
U800 rs. o metro.
Roa do Cabog n. 10.
Bouraoux
de li com listras de seda a 131000 um.
Ditos de croch entenados a setim com
phantssia a 25 i" um.
Na loja da America, ra do Cabng ". 10.
multa
Oleo de linha^a
Em barris de 40 galSes, vende-se ra do
Marquida Olinda o. 10.
Vende-se arreios por dio e dous ca-
valloa, branco e amarello : raa da Floren-
tina n. li.
Piano forte
Vende-se um bom p'ano forte de um Am me-
lhores fabricantes : na roa Nova o. 7, i* andar.
Uan ba acquislco
Vende-se a diobeiro oo a praso orna boa mobi-
lia de faia, completa: na roa de Hortas o. 94,
loja.
Vende-se
um marquezao para casal, por prego commo
oa ra dos Pescadores o. 32.
do
Vende-se cal oova
Pedro A (Tose o. 5.
de Lisboa : na ra
Vende-se ama execucJo j com senteoca
cQotra o Dr. Francisco Joo Carneiro da Gn-
nha, boje fallecido ; exeeooo provenieote de ti
tolo privilegiado, e que oreando em mais de
9:0004000, pode ser vendido por preco moito m-
dico, a diobeiro ea a praso com garante, e o bem
dado penhora tem em breve de ir praca, e
as9im o pagamento nao ser demorado. A razio
da venda porque boje dona da exeeucio urna
senhora viova que nao deseja ter nem eotreter
qoestdes : qoem quizer eomprar pode dirigir-se
loja do Passo, roa i* de Marco o. 7 A.
Vinho puro do marco de IV
navezes
Antonio Pedro de Souza Soares participa s
Exmas. familias desta cidade que acaba de rece-
ber, viudo oo navio Social, urna partida de vinho
verde engarrafado, em caixas de duzia ; este vi
nbo foi mandado por pessoa de cooQnca e por
isso garaate-se a qualidade : na ra d Barao da
Victoria n. 28.
PAPIS PINTADOS
20,000 PECAS A' ESCOLHER
tosto moderno do mais simples ao msis elegante
PARA SALDES ,
Papis adamascados, asetmados, avelladados, brancos, verdes, zoes, carmezim,
cor de perola, com flores e frizos doorado.
Para gabinetes e quartos de dormir
Papis com lindo lavftres, a imitacSo de madeira enveruisada, flores^ riscados, com
frisos de cores e donrados.
PARA SALAS DE JIXTAR
Papis de differentes desenhos, paisageni, cacadas, pavilnoes, jardiQ9 e gosto cbi-
Guarnicoes
De todas as ordens: toscana, drica, jnica, corinlbia e composita.
Qaem tiver gosto e qnizer preparar com Ioxo salSes, gabinetes, salas de jantar e
qoaesqoer aposentos, encontrar o qae ha de melhor e de mais barato esse genero.
Affianca-se qoe nesta provincia, actualmente eo ba sortimento igaal. E' recom-
mendavel pelo preco.
Vende-se em grosso e a retalbo.
RA DO COMMERCIO N. 52 2 ANDAR
ENTRADA PELA RA DO TORRES
Vendesi urna arma^j para taverna : no pateo
do Terco n. 19.
Canoas.
Vende-se duas novas, mediado 30 palmos de
coeoprimeoto e 3 de largara, para examina las oo
Trapiche Companbia, e tratar oa ra do Vigario
n. II, primeiro andar.
200^000 de grati-
ca Fugie no dia 8 de setembro prximo passado,
do engenho liba de Plores, da comarca do Boni-
to, o escravo Fidelis, preto, crioulo, idade de 30
annos mais ou meos, altura regular, ebeio do
corpo, pouca barba, bem preto e mu'.to ladino ;
tem os dedos grandes dos ps abertos um contra
o ootro: foi escravo do finado lente-coronel
Jos Joaqnim Bizerra de Mello, e depois de Jos
Leandro Gomes dos Santos, de cuja mi passou a
de sen actual senhor o coronel Manoel Gomes da
CunhalPedroza.
Igualmente acba-se fgido desde 19 do mesmo
mea sabido do eogeobo Venturoso da mesma co-
marca, o eseravo Cyriaco, preto, crioulo, idade
de 31 a 40 annos, pouca barba, alto, corpo re
guiar, tem falla de um dente oa frente no queixo
inferior, albos pequeos, falla branda, a muito
cortez, ps seceos e compridos: foi escravo do Sr
AntoDio Parara de Siqueira Pimentel, de Page,
donde o mesmo escravo natural. Suppda-se que
ambos seguiram juntos caminho de Page. Da-
se a gratificaco de^OOiOOO por eada um, a
quem os aprehender e couduzir ao mesmo eoge-
obo cima mencionado, ou nesta praca no largo
do Carmo n. 1, aos Srs. Campos, Raposo & C,
que em qoalquer dos lagares se far prompta a
mesma gratiScacao.
Qual?
AO ARMAZM
Roa do RarSo da Victoria
t. 7_0utr'ora raa No?a_N. 7
Serapre novos sortimentos
Calcado francez
Botinas novas para senhoras e meninas.
Botinas para horneo?, bara bezerro, pellica, cor-
davio, vaqueta e paoso, doraque com biqueira de
verniz, pellica com biqueira de veroiz, bzerro e
pellca com ilbs e com botdes, tanto dos fabri
oles Sazer como de Polsk.
Botas russianai, meiaa botas, perueiras e meia-
perneras para montara.
Saptos de vaqueu de verniz com sola de ma
ielra, proprios para os sitios, jardins e banhos
tanto para senhora como para hornero.
Sapates de borracha para homem, seuhora e
menino.
Bolinas e abotinados de muitas qoalidades e
presos para meninas e meniocs.
Sapatos de verniz, cha-lat, casemira, tapete
ayelludados e de trasca, francezes e porloguezes.
Perfumaras
Fios extractos, hachas, cosmticos, leos, opia-
tas e pfa deotrificios, agua de flores de laraoja,
agua de Cologne, divina, florida, lavaode, e de
toilette, tintora para barba e cabello, pos de arroi
jabonetes e moitns aregos delicados, como fras
Suinhos de extractos, tudo de primeira qualida-
e dos bem conbecidos fabricantes, Piver e Con-
dray.
Quinquilharias
Finos artigos de Paris, de differenies goslos e
pbantaaia, como sejam os seguiotes :
Leques para senhoras e meninas.
Luvas de pellica e de fio de Es:ocia.
Espelhos differentes, para sala e gabioete.
Vidros avnlsos para espelhos.
Ciixinbas de costura ornada eom msica.
Albuns e quadriobos para retratos.
Diversas obras de onro de le.
Correnles de plaqu para relogios.
Bolsinhas e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectos de phaotasia para toilette.
Pineenez, ocnlos e bengallu de Ioxo.
Chicotes e beogallas de baleia, canna e junco.
Pooteiraa de espuma para charntos e cigarros.
Escovas para cabellos, ronpa, deotes a nonas.
Peotes de marfim muito fios, para caspas.
Ditos diffareotes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para diobeiro.
Malas, bolsas saceos de vigem.
Gaiolas de rame para passariobos.
Venezianas transparentes para janellas.
Abats-joors traospareotes para caodiciros.
Mamadeiras de dar leile mu fcil as enancas.
Tiras de moldaras dooradas para quadros.
Ricos quadros j promptos para paisageos.
Eslampas de santos, cidades e pbaniasias.
Esteroescopos e cosmoramas com ricas vistas.
Objectos de mgicas para entreienimeoto.
Machinas de diferentes syslemas para caf.
Berros de vime para embalar criaocas.
Cestinbas para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatellas e da gloria.
Campainbas de molas para chamar criados.
Realejos, accordioos, vidros avulsos para eosmo
ramas e ontros muitos artigos de quinquilba'rias
difilceis de mencionar.
Brinquedos
Para criancas.
O maior sortimento qne se pode desejar de
toda sorte de brinquedos fabricados em diversas
partes da Europa para entfetenimeoto dos me-
ninos.
UlATISSim
Duzia de talberes, cabo de vido
(a imilaco) a......3,J000
dem idem cabo deosso 2 Ba 55 Livros para notas a rs. 320 e 400
Abotoaduraa para collete, grande
variedade ars. 200
Lampas inas paz a 14200
Gaixa delibacomOnovelloaari. 700
Caixa de liaba do gas a rs. 800
Grosade botoes de osso para cal*
Duzia de ditos para enfeitar ves-
tidos a rs....... 200
Sapatos de tapte para bomcos e
senboras a......|200
Resma de papel paotado e liso a
20800,3200, .JOOO e 4J200
Caixa de papel amizade amito
bom a rs......., 700
dem idem dem beira doorada a ra 800
dem idem de quadrinbos a rs. 640
dem de envelopes finos de porcel-
iana ars. 400, 500e ... 800
dem de peonas a rs. 400, 500 e 1 (JOOO
Dozia de baralbos francezes canto
dorado a......3|600
dem idem lisos; 24000 e 24500
Liodo e variado sortic eoto de ea-
t mpas p ra quadros, represea*
lando tcenas da vida, do cam-
po, psisageos, palacios fie etc.
Na loja de A P. de Souza Soares
RA LO BARAO \ VI TORIA N. 28
Prepos
Em virtude de novas ordens dos fabricantes,
vende-te lado a precos baratissimos : no arma-
zein do vapor francez, roa do Bario da Victoria,
ootr'ora ra Nova n. 7.
Boa gratifioapao
Coolioa a andar fgido desde o dia 29 de se-
tembro prximo passado, o eseravo Francisco,
crioulo, de 40 annos eom os signaos wgaintes :
eor bem preta, estatura regular, pouca barba,
ps fetos e puxa um unto por urna perna qaan-
do anda, coilumava trabalhar no bairro do Reci-
to e seas arrabaldes; roga-se as authondades
policiaes, aos pitaes de campo e as pessoas do
povo a appreheociJ do referido escravo, o qual
perieoceo* ao abaixo aseignado morador na ra
do Sebo o. 40, por quem ser recompensado eom
generosidad^,
Recite, 14 de outubro de 1872.
Jlo Francisco Gomes de Arroda.
3sjv
QUEM AVISA AMIGO '.
' Aeha-se eotre dos o Sr. Heoiiqae Bernard
Blard com sua teahora, que acaban de ebegar
de Pana, d'onde sio oaturaes. Este senbor, cuja
moralidade profleleocia nos sio garantidas por
pessoas de crdito, pie ser eoearregado da qual-
querobra di earplaxaito e pedreiro, oo da exe-
cocio de qoalquer obra ou plano de edificacao
Soa seohora est habilitada para eosiaar fraaeez,
aritbmetiea, geofraptaa e historia, a fazer qoal-
quer censa relativa a modas. Podem por ora ser
roeoradof oo notai da Europa, so Recife.
Bernardino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de vveres na ra do Imperador n. 28, pede
encarecidamente a todos os seus devedores remis-
tos, o obsequio de virem quaoto antas saldar suas
comas, do contrario fara chamar aos mesmos
pelos jornaes desta cidade, declarando os seos no-
mes por extenso, qoantia e tempo a qoe devem.
A' TORRE
Aluga-se pelo tempo da testa um pequeo sitio
eom ptima easa, catada e pintada, e acommoda-
edes sofflcientes para grande familia, tendo ba*
nho ao rio a sua frente: i tratar i ra de Ger-
vasio Pires bs24. ou no consolado provincial.
Balanceador
Um racentemente ebegado a esta cidade, que (az
eom pericia escrip'oraces, contratos e outros mis*
teres de sua proflssao, pode ser proenrado na ra
do Rangel n. 3, Concordia 165, Imperial 105 e es-
treita tfo Rosario n. 17, Jola.
Na travessa da na
das Crazes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nielro sobre penhores
de ovo, prata e brilhan-
tes, seja qaal for a pan-
ta. Ha mesma casa com-
pran-se os mesaos me-
taes e podras.
Preciu-se alagar duas escravas mocu ou
de meia Idade para o servijo domestico, e om mo-
leque de i a 14 annos, dando-se bom ordenado :
aa ra loparial a. 227.
O mogo cbiqns e da moda que nao apreciara
urna linda guarolcao de marfim, madreperola, ouro
e pa que t, cousa lindissima e de molde especial e
nunca vinde eqai; muito boas chapeos de sol eom
cabo de marfim e bengalas imitacio de unicornio
com cito de madreperola, por cerlo neohum dei-
xari de vir loja da Magnolia roa Doqoe de
Caxias n. 4o, escolber qoalquer destes objectos :
nao caro t
Para asnoivas
^ Riquissimos veos de blond, capellas de cera, lo-
ques de madreperola e meias de seda, todo espe-
cial novidade e a melhor fazenda que tem vindo a
este mercado.
Perfumaras
Neste artigo nao precita dar explicares, basta
dizer-se es fabricante*Jobo Gosoeill, Coudrav,
Lubio, Rimel e Legrand; estas perfumarlas desta
vea vieraaa em vasos de modellos novos, e qoe
pela sua elegancia se tornam proprios para una
lindo presente.
Trancas e frajas de s
branca.
Desta vez o sortimento velo magnifico, fazeaia
muito boa, modellos noves e o'e todas as larguras
Bonecas de borracha
Destas booeeas veio pequea porcia e de diver-
sos lamanhos.
Diademas
Undos e de modellos novos, veio cousa omito
boa.
Quem duvidar venha ver
Oeoedidaseote a Hagoolia roa Duque deCa-
xias n. 45, convencer aos seos amigos e fuge-
se, de sua especialidade em correspondentes, na
parla mais elegante do muodo, agora mesmo o
ultimo vapor ebegado da Europa trooxe urna par-
le do suas ancommeodas para o lempo de teeta,
constando do seguate:
Para o bello sexo
Liodissimos brincos, alQoeles, cruzes, pulseirae
e escoletas de tartaruga bordadas a ouro, asnea
como bonitos grampos eom perolae e outras pe
drai pan a cabeca : a Magnolia solicita do bello
sexo, qew prima sempre ni chiqQe e na moda, que
venha ver e-.
Luxo e bom gosto
Para eviquacar e aformosesr urna sala vieram
lindos jarros e jardinelras de porcelana muito fina
e de bonitos modellos ioteirameote novos, eom
lindos desenhos o dourados; sfsim como urna es-
pe:ialidad# em pannos de ebroettot para sof e
catetea.
PARS KMIIBHLi
roa Duque de Caxias n. 59, 1* andar, tem cooti-
naado a receber por t dos os vapores vinios da
Europa suas eneommendas de CALCADO ES-
TRANGE1RO e j tem am bom sortimento, o qual
est exposto venda, on.'e poderao es i mantas
do bom munirem-se de FRESCO CALCaDO pois
como sabem, botinas seccas estragam-se logo;
receben tambem muitas qualidades de bonitas bo-
tinas e sapalinhos para senhoras e meninas, focos
para criancas, etc. etc., e indo sempre de primei
ra qualidade. J conhecido o gost i e a?seio com
que preparado o PaIUS N'aMEHICA e as eom-
modidades qae offerece nao s para os cavaihei
ros como tambem ao bello sexo, para quem con-
servan um elegante gabinete reservado, unde
poderao experimentar o calcado a vontade e desia
frma fsr boa acquisicao quem se dirigir ao
PARS N'AMEMCA, aflm de comprar ou mesmo
visita-lo, porque, quando se ainda Do souber,
cara sabeodo que existe nesta cidade um estabe-
lecimento digno de ser apreciado nao s pelo seo
bom sortimenio como tambem pelo asseio e ele-
gancia que oelle Mate.____________________
Chitus indiauas a 9$0
a peca!!!
Pe?as de chitas indianas com radroes miados,
gosto da prac,a, por 9J1 a pe?i on 260 rs. o covado,
aprovoitem que pechiocha : na ra do Crespo
n. 20. loja de Guilherroe C. da Cuaba & C.
Em casa de Borstelmaoo & G .
do Commercio n. 10, venole-se :
ViDho de edampagae, marca Clicqnf-t.
ra
Veos pietos
ou mantas de fi'. grandes e de muito boa quali-
dade, proprias para as visitas ao cemiterio, e mais
actos religiosos em da de finados, etc.: na Fra-
gata Amazonas i rus do Qneimado n. 47.
= Vende-se um mulato moco, saaio, bom bx>
lieiro, copelro e cozinbeiro : a ver oo Corredor do
Bispo n. 73, casa do coronel Vilelta, a tratar com
soa seobora a qoalquer hora. Na mesma casa
compra-se urna eserava parda, moca, que sirva
para o servido delicado de urna seohora, ou per-
mata se o mesmo escravo bMieiro.
Fazendas avahadas
Batistas, cretones e percales de cures finas com
toque de a varia a 200, 240, 280, 320 e 400 rs. o
covadb.
Pecas de algodie carne de vacca com 20 jardas
a 3A300 e 4*000.
Lindos chapeos de sel de cores forrados a ingle-
sa, para senboras e meninos, a 2K00 e 3*000.
Chapeos de sol de seda ngl--z, lindos com cabos
de marfim, para nomens e senhoras por varios pre-
cos.
Tudo na roa do Crespo, leja n. 10.
Madreperola
Ricos aderecos de madreperola, o que ha de mais
moderno; tem a
PREDILECTA
i ra do Cabug b. 1 A.
Diademas.
De gosto moderno fiogindo tartaruga, e dourados
na
PREDILECTA
ma d.i Cabng n. 1 A.
Vende-se urna e?crava, p e, de 18 annos,
habilidosa e de superior eooducta : na roa de
Hortas n. SI.
Cadeiras oratorias eom assento oe palbmba
a 20*000 cada urna : no caes do Apollo, arma-
zea de Tasso lrmios di C
N. 28
Ra do Barao da Victoria
N. 28
(Outr'ora Nova)
PERFUMARAS
Garrafa dr. agua florida verdadeira i200
dem idem kaoanga do Japio a IA200
Frasco com oleo pbilocome e
oriza a.......10000
dem idem antique e baboza a ra.
400 e....... 600
Rosas com extracto a 1800
Macos de sabonetes inglezesmoito
bons a rs........ 6 0
Duzia de sabonetes de anjinbo a 2*200
Idem idem de coracSo e flores a 11500
Pacotes com pos de arroz moi-
to fino a rs. 400 e 500
Potes de porcelana e vidro, o qne
ba de mais uno (pbantasia), a
30COO e.......3*500
Canas com pos para denles a rs. 2(0
Opiata de grosnel a 2*0C0
Cosmticos muito fios a rs. 100,
320, 5(0 e......1JC00
Frascos com extracto a 240, 320,
500, (000 e......1*500
Lindas caiiiohas com perfumaras/
a 3*000 e......4*000
Agua de colonia maita fina, frasco
de 500 rs. a......4*000
Na loja de A. P. de Sooza Soares
Ra *Sova n. 28
E' sennre les n\
Aproxima-seo tempo em que oa amante' J(ju boiii
e do chique n:ais precsalo Titilaran a iun j...
peranca o. 63, pr is chepa o lempo da (ta o *
juntamente qoaodo a. o>va E.-peranc* ida urdes
franca a .-rus cirrespoodenles da E ,rova para
remeiter-ibe o qoe de mais n v i for jpporeorfrir-,
isto cerno tao recoubeeidos o De matt D,r,-
guem ign ra qae a Nova Esperanga 'piim na re-
cepcao dos artigus msis elegantes e MajS moder-
nos qae^cbegam a esta bella cidad e ag0ra mea
comeQa a receber orna grande pa'rie 0 qae u
moibor e de aas novo vai app irfew)do : esqui-
vando se de desereve-los tudos para DM atordoar
os ouvldos dos seus bo* fr. ^eXfS fm xma-.
cos de pagina e usea e nao ,er ;og ao lila|0 ^
marsante, assim limitar -se b- descreve-k-s en-
tre rautos.algons, como s< Jm i-nJissiaios ma-
nuaes para missa com a lAi i6 madreperola,
marfim, tarUruga e massa. BoadM b< ecas mas-
sas e cboronas e eotre el" ll8 ,if0O1M que (allam I
Commodos locadores cotr QDa9 gaTeiiQbas e sea
competente rspelbo. Delicados eoxovaes para
baniados Finas meo i8 de te(U p,,., criaocas 9
chapozmhos para b iptjjad(S. Bmitos galdes e
franjas endo d.i sed.- # e a|gC(ian# bjDI perfuma
para o lenco, fiaos j|nos e baDba p?r, M MDe:-
los e ouiros mnito- ,r,jg08 qie a jjofa Esperac-
ea a roa do Doqo de c. x 0- 63 Ten(je.os pvr
presos bem come l0j:s_
Desapp yareoam as sar-
das
A Nova F jperanca ra Duque de Caxias D.
bJ acaba je reeeDer o verdadeiro leile de rosas
Brancas, ^i ja e Dem CtIiheCido para faier
desappar Xf.t ag sardas 00 pannos.
fara corpinhos
A ? .ova Esperanza roa Dnqae de Caxias 2.
M ar aDa e recebor Modos bordados de seis e
doie tiras proprios para ccrpinbos porque evita j
ene ommndo de emenda-Ios, pois a largura ion!-
el* nt para tal fim,
com as modistas
A Nova Esperaca raa Duque de Caxias o. i
tem resolvido vender para s Exmas. modistas
meos 10 / d 4ma veodei gertlmente eea
tanto qae as mesmas recompensen) essa differec-
ca com sua valiosa prefereoca.
Que lindo presente!!!
Vasos eom fina banbs, moldes inteiramenle nr-
vos e cem expressivos lelreiros e tambem eom le-
tras ioiciaes, a Nova E.-peradcji recebeu oa melt.-
res qugse pode desejar oeste sentido.
Tinta violeta.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias o. 63
recebeu oova remessa desta excedente tinta qoe
serve tambem para copiar, e esi vendando 1 li
rs. a botija, barato. m
Para desenho
Caixiubas eom os preparos para deseono. ven-
de-as a Nova Efperaoca, ra do Duque de C-
xias'o. 63
Lembran^a provei-
tosa
Quaodo orna seobora quiter preparar a capri-
cho om vsstido, comprar om bom cilo, um Irado
espartilbo, om coque moderno urna volla de coa-
las, um par de brincos de pbantasia on ootrj
qoalquer objecto de gosto e elegancia leobre-s*
logo da Nova E'peraoc^, ra do Duque de Ca-
xias o. 63, que onde (ole encon.rar o qoe ba
de melhor : quaodo um eavalleiro qaixer fser
am presente comprar ama beogalla ebiqu*.
om agradavel ebeiro para o lenco, urna linda ca-
mi-a bordada, ete. ete^ Icmbre-a* da Nova Be-
peranca a ra do Duque de Caxias o 63, QQ*
como sabem om deposito de navidades do
3oe de mais elegante tem apparecido no muato
as modas.
Chapeos.
Amaral Nabuco completo sortimento de chapeos de palba de Italia,
de seda e de veludo de cores e pretos para loto :
vendem no Bzar Victoria, m do Bario da Vic
toria n, i.
Aos nervosos
Aquellos milagrosos anneis que faaesn emappa
reeer o terrivel mal de tremor aa naos aos qoe
softrem tal iocommodo, ebejaram para a Nova
Esnaraaca, i ra do Daqua de Caxias n. 63 ;
efle antas que se acabem.
*
y.
' ',





dt

ftrnamJbnc
Segunda
eir 21 de Outubro
d

*-. ;a
1872.
NA LOJA DO PAVAO
Na ra da Imperatriz n. 60
DE
PEREIM DA SILVA ft C-
Neste grande estabelecimento, encontrar o respeitavel poblieo importante sorti-
mento de fazendas, tasto para borneas como para senhoras, tendo das mais fifias
com os mais apurado* gostos, at as de primara necessidade, qae te veodem por pro-
cos moito em conta, aSm de aparar diobeiro. De todas estas fazendas se dio amostras
deixando ficar penbor, ou osadam-es levar em casa das Exmaa. familias.
LAASINHAS
O PavSo vande delicadas alsacianas de to-
das as corea com moito lastro e delicadas
listras matieados a seda proprias para os
enfeitas e babadinhos a ij?500 covado.
Ditas listradas a seda, sendo as mais de-
icadas qae lem viada ao mercado a 10600
covado.
Delicadas laisinbas com moito brilbo e
1 isiriribas de seda a i0000 o covado.
Ditas com listras de seda larga e maito
enoorpadai, com delicadas cores a 800 rs.
o covado.
Ditas maito delicadas com listriobas de
seda a 560 rs.
Ditas sendo bastante largas com listra os
lado, para os enfeites e com cores maito
delicadas a 500 rs. o covado.
Ditas de listras miadinbas com os da
eeda, qae lbe da maito brilbo, toado de to
das as cores a 500 rs.
Garguroes de 13a, de ama i cor, tendo
Uzeada maito moderna a 400 rs.
Laosianas lisas de ama s cor, tendo de
todas as corea a 400 rs. o covado.
Alpacas lisas de todas as cores a 500 rs.
o covado..
Liasinbaa de cores com delicados quadri-
n'nos de seda tendo de todas as cores e sen-
do maito modernas a 800 rs. o covado.
Gargurs asues de 13a, com delicadas
Ustrinbas brancas lavradas sendo o qae ha
de mais aovo do m reacio a 640 rs.
Delicadas alpacas de seda com delicados
padroes e maito brilbo, de gosto inglez
a 800 rs.
Delicadas LSasinhas de ama s er, sendo
de todas as cres,como nejam : verde e asul,
roxo lirio, cor de canoa, cor de rosa, bran-
cas com listras da mesma cor a 800 rs. e
I000.
Grande sonimento de fazendas de todas
M cores, edGerentes qnalidades a 320 o
V)vado e 400 rs.
Bareges de 13a trasparente tendo do to-
das as cores a 200 re.
NOVAS SEDAS A 20500
O PavSo receben a na nova remessa das
mais lindas sadas para vestidos com as mais
lindas cores e mais delicados desenos
miadinbos, em ama s cor, garantindo-se
que seda pura e qae seria fazenda para
mais de 3000, a n5o se ter feito orna gran-
de compra e liquida-so a 20500 o covado.
BRAMANTES PARA LEN^OES
O Pav3o vende superior bramante de al-
godSo tendo 6 palmos de largara, qae s pre-
ciss de 1,1/4 vara para que lencol, metro a
10630 ou vara 10800.
Dito de linbo poro superior, muito eccor-
pado com a mesma largara a vara 20400.
Ditos francezes moito linos a 20500 e
30000.
Pecas de Hamborgo e panno do linbo
com 20 e 30 varas e para todos os presos
qnalidades.
{',<.' de bretanha de pnro linho, tendo
30 ja; das, pelos precos mais baratos que
ae tem visto.
Pecinbas de finissirao esgniao on celesia
com 6 jardas a 70000.
Pecas de fiuissima silesia, tendo 30 jar-
das a 350000.
Aioalbado adamascado com 8 palmos de
largara, a vara a 20000.
ALGQDAOSINHO.
O Pavo vende pegas de algodosnho
ambicano com 16 jardas pelo barato preco
de 300(0.
Dito maito melbor com 18 jardas 40000
Dito americano muito encorpardo cem
SO jardas a 50000, 50500 e 60000.
Dit i largo marca T, sendo o mais fino
que tem vindo ao mercado proprio para
lences a jarda a 280 e 320 rs.
D to enfestado para lences sendo maito
encornado e com 8. palmos de largura,
vara a 10000.
Dito com a meima largura, sendo tranca-
do e muito eicorpado a 10280.
Eaparttitios modernos a 3000
O Pavao vende urna grande porcio de
espartilbos de linbo, tecdo de todos os ta-
mznbos pelo baratissimo preco de 30 cada
om, dito a 40 e 50000, pechincba, a roa
da Imperatriz o. 60.
GRANADINE PRETA.
O Pav3o acaba de receber as mais mo-
dernas granad nes pretas para vestidos, sen-
do lisas, de quadrnbos e de listras, que
vende por precos maito em conta.
BAREOCS COM LISTRAS A 56ftRS.
O P*v5o receben um elegante sortimen-
to das mais lindas bareges de 13a orn bri-
ihaotes listras de seda para vestidos, tendo
de todas as cores e vende a 560 re. o co
vado.
LASINHAS COM LISTRAS DE SEDA A
640 RS.
O PavSo vende om elegante sortimento
das mais bonitas ISasinbas de differentes co-
ves, com delicadas listras de seda, miadi-
nbas, qie ixitara perfeitamente a seda e
rende a 640 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS
O Pav3o vende finissimis cassas france-
ias, com as mais delicadas cores, leudo
Itstradss e de florea, fazenda chegada pelo
altlmo vapor a 400 rs. o covado.
Dlti! francesas finissimaa padres mia-
do sa 400 re. o covado.
Libras stP!
Vendase do armaism ds_.
t. da Oliveira A C. a rna Jo Ca
Vendem-se d*
n. 20. lli /
prr *

8
Apollo
A
tem
cebe
abaiaa
Seria
W qu alo faendis novas
ra-
que
Cbef ir. para a loj do Pavao na lindo sortimen
o dos mais reos e moderos bonrnous de nara
seda, Horados, leodo de difJerentes core; 'bem
como ditos de marin moito finos, sendo azoi
r5xo, er de lyrio, er da cit, braoeo, er de eao>
ni, preto etc. te, da fettto o mala Irado e moder-
no ajie tem iodo ao aereado, a veade-ae por pre-
cos ail aa aoou: una da Iassntrix a.00,
ajada Parara as Siva Ciupenzinhoa de
s a FndOecta vei
gi n. 1 A.
CAMBRAIAS TRANSPARENTES A 34500
O pavo vende pecaa de cambraia braoca
transparente, sendo fazenda maito fina, pelo
barato preco de 30500 a peca e com 10
jardas, por ter om leve toqtie de mofo,
grande pechincba.
Baptlstas a SOO rs.
O Pava j vende esta aova fazenda deno-
minada baptistas, de orna s edr, propria
para vestidos e tendo de todas as cores,
sendo mais larga do qae chita franceza, pelo
barato preco de 300 re. o covado, pe-
chincha.
NANSOOKS A 640 RS. para gamio, tm
O Pavio vende esta nova fazenda deoo- n. 1 A.
minada oansooks propria para vestidos, sea-
do de cord3o, e com os mais delicado! de-
senbos, assentados em braoeo tendo a larga-
ra de cbita fran :eza e vende-se peto barato
preco de 610 o covado, pechincba.
Salas bordadas
O Pav3o recebeu om grande sortimento
de saias brancas ricamente bordadas, sendo
de 4 palmos cada ama e vende a 50000 e
60COO, pechincba.
PUNflOS COM GOLLINHAS A l|600 O
TERNO.
O Pavao vende om grande sortimento doa
mais delicados ponbos com golliobas de es-
gaiao de liuho ricamente bordados, com gra-
vatinba de seda proprios para senhoras,
pelo baratissimo preco de 10600 o temo,
peebiocba.
ANQUINHAS A 50000
O Pavao vende as mais modernas anqu-
abas com canda, qae azem effeita de meio
ba!3o pelo diminuto preco de 50000 cada
ama.
LENCOS ABAINHADOS.
O Pav3o vende lencos de cambraia bran-
eos abainbados pelo baratissimo preco de
20COO a dazia. Ditos maito fiaos com bar-
rinha de cores sea serem abainbados a S0,
pechincba.
Pechincha* en naadaooles a
5* e #000
O Pavo vende pegas de madapolo mai-
to superior, tendo 20 jardas cada peca, pelo
baratisaimo preco df 50000 e 60000 e d'ahi
para cima at o mais fino qae vem a o mer-
cado por precos muito rasoaveis."
CAMBRAIAS A 20530
O Pavo vende cortes de cambraia branca
snissa, sendo transparente pelo barato pre-
co de 20500 om corte de vestido.
Officina de alfaiate
NA LOJA DO PAVO.
Neste grande estabelecimento encontra-
r o respeitavel poblieo ama bem montada
officina de alfaiate, aoode se manda ejecu-
tar qualqner peca de obra, tanto para ho-
rneo) como para meninos, com a maior
presteza e perfeic3o, assim como para qual-
qner loto qae de repente appareca, tendo
na mesma offic na om perito oficial, desti-
nado para fardas dos Illms. Srs. officiaes da
guarda nacional ou tropa de linha, sendo
esta officina dirigida pelo babil artista
PEDRO CELESTINO SOARES DE
CARVALIIO.
Casemtras
Na loja do Pa^3o encontra-se om elegan-
te sortimento das mais finas e modernas
casetniras de cores proprias para calcas,
colletes e palitts, tanto em peca como em
cortes qoe se vendem por precos muito em
conta, assim como grande sortimento de
casemiras pretas e pannos pretos dos mais
baratos at os mais finos. Ditos sendo de
cor de caf, verde, bronseado e pintado,
proprio para qualqaer fato e por precos
mais baratos do que em outra qualquer
parte, isto por baver grande sortimento.
CAMISAS.
O Pavo acaba de receber grande sorti-
mento de camisas inglesas com peito de li-
nbo para todos os precos e tamanhos, que
vende como pechincba por ter grande por
Cao.
Ditas com peitos de algodio das mais
baratas at as melhoree qoe veem ao mer-
cado.
Ditas, francezas de chitas mi adinhas com
os mais delicados gostos.
Ditas de meia de aigodo e de 13a.
LENQOS BORDADOS
O Pavo vende fioissimos lencos bordar
dos para mo sendo de floissimas cambraias
de liabo ricamente bordados, sendo fazen-
da qae sempre se venden a 40000 e 50000
e liqoidam-se por se ter feito ama grande
compra a 10600 e 20000.
LAASINHAS FURTA-CORES A 360* R8. O
COVADO.
O Pavo vende om elegante sortimento
de ISasinbas de forta cores, qoe brilbam
qoasi como seda, tendo de todas as cores e
vende a 360 rs. o covado.
CASSAS M1UDINHAS A 360 RS.
O Pav3o receben delicadas cassas france-
zas, sendo de cores e padroes miudinhos, e
vende a 360 rs. o covado.
Tafets aasetlnadns para vesti-
dos a i&oo.
O Pavo receben om bonito sortimento
dos mais delicados tafets assetinados para
vestidos, sendo orna fazenda bonita com
muito brilbo e tendo delicadas listras de seda
tendo oo sortimento de todas as cores e
vende a 10500 o covado.
Oazes de seda.
Cheearaa para a loja do Pavio as aaaia oeder-
naa e linda* gaxea de seda de ledas as cores e
com delicadas listra, sendo esta nova e booMa la-
"ndi mnhoproprta pira vasOdos d Ualsir a
oaiies ou a casameoios, assim como lambem tem
no sortimento a mesma fieoda toda branca para
vesOfoa de neiYt, e Tendem-se por preeo mnjt)
^^^"^wvlo, i mi
O. J. a l Mi ti |,a poneos dhs offc
reeaa a eooatrfeoaii pnbMca o ata. aprtlmento.
Qaiote a preces, quem se dtgnar fszer orna ex-
pereacia eonvencer-f o ba de cjqe >6 ha o dselo de
oeoaemr nesta bella eidade, nma casa bemsor-
tidn t qne peta mdOWdvh de seos prcfts se tor-
ne digoa da. silencio de todos,
Chapeos e palba de itaka otra seafeor. -
Ditos de dita para menina.
Ricos vtatoadMipr tapiado.
Crodot pare aaieiraa.
Ricae grinaldas para noivas.
Boldnlus ds velludo.
Seatinhas.
Ricos leqnea de madreperola.
Ditos deaarfim.
Ditos o> sndalo.
Ricas lkaa para, aoivai.
Flores Unas.
SChapos de sol para seniora,
Ditos cabo de Onrfim. ">-
Babadinhos e ntremeos.
A HtBB
i ra do Cabagi a i A.
Pedros
j .
NOVIDADES E PEC
I
de
e copos
marflm
a Pmitedm, a ra do Cabngt
Iba ensiudos pera meninas,
e por 1*000, i a do Cabo-
Port-relogios modelos,
tem a Predilecta a roa do Cibui & 1 A.
At vsrdadeina anias de seda da peso, braoca
e cor de carne : i roa do Cabagi n. 1 A, na Pre-
dilecta.
FLORES
Tem a Predilecta nm lindo sortlsBMto de II res
primando como nao na ignaes, as de laCatr rosas
e pretas.
JOAQUIM LOPES MA-
CHADO i C.
TRAVESSA DO CORPO SAPTO If. 25
VENDEM:
Vapores kcoaoveie dos melhores fabricantes.
Correia ingiera de diversas largaras para vapores.
Pollas de diferentes tamaorros
Vaquetas para coberia1 de sarros.
Solas de lastre para guarda lama.
Virollas branca e amareiia.
Oleado de diversas core?.
Chicotes para carros.
Ponas de laoca.
GalSes para gnarni^o de carros.
Pregos com oabeoa de sto e mar tira.
Carros americanos para aso d armatens.
CAXANGA'
Vende-se nm excellente terreno de 100 palmos
de frente com duas casas de taipa no nm da es
trada do Caxang do lado direfto, qaasi entrando
na povoacio reeommendavel pela bea posi^ao e
por ser dos mais altos d'aqaelle lagar, aonde nao
tem chegado nanitas eheras qae tem alagado toda
a visrnhaDea : i tratar no escrlptorto da Tasso Ir-
raaos & d
ran-si
am par de casticaee, nm'tinteiro, aop marae, ama
duzia de colberes para ^Opa, nma dita para cb,
ama colher de rar assocar, orna colber grajde
para sopa, nma dita pira tirar arroi; todas estas
obras sao novas, viodo de Tora e de mnito bom
gosto, sendo a prala de lei ; assim como am par
de adragonas para capilaee nma banda para offl-
cial, tndo moito bem e a moderno : na rna de
Mareiiio Das, antiga roa. Di relia o. 4. Na mesma
;aa se compra nma casa terrea pequea.
Terreno em Beberiba
Vende-se nm terreno em beberibe com 200 pal
mos de frente : i tratar na rna !. de.Marco, aji-
tiga do Paspo p. 14, primelro aojar.
Vende-se
Um sitio na estrada de Jeao de Bar/os, jnntn
estacao do espinheiro, com iOi palmos de tren
te, e 611 de fundo, com todas as arvores de fruc
to, e todo eercado de limoeiro : tratar na ra
Bella o 40.
0.O,iPere(rali 8Hn&'c
, da Imperatrli
e mau pichincha
Baplistas de eerss Hsat, fazenda snpsricr e mol
to larga a 320 e 400 re. o covado, cretonas de co-
res com barra matizada, fazenda superior, a 400
rs. o covado, e todo quaoio ha de fazendas ae von-
de maito barato por biver grande preciso da
dinheiro : na rna do Crespo n. 10.
Armado'
Vende-ee nma bonita armaba de anureo pro-
pria para qualquer rama de negocio, garantio-
dosealojaem que est collocada no principio
da roa da imperatriz : tratar na praga da In-
dependencia ns. 4 e 6.
IttecaT
"Vende-se um sitio no logar Capneiras, dlt
alte desta villa l|) lena, com as dUpette>is e
ommodos abati : meta legua de fondo, bea cas
le vi venda e outras, para criados, laeAe, farrehs,
te. ett_ coefceira para 4 esvaltot, arvere* fnsc-
uleree, taita para capias e vacca? de le te, na es-
{rada de rofagn uoeiro, e qoe provavelmente tem de pasear a es-
trada de tarta : quem o reiendar entenda-se com
iea preprietario n* rna-da Alegira o. 1, em Pao
'Albo, i
MACHINAS
DE
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da roa No-
va o. 22, on sortimento de mchicas para
costara, das methores qualidades qae existe
na America, das qoaes mu tas j s3o bem
conhecidas pelos seos autores, como sejam;
Wellerd Wtlson, Grover d Boka, Silen-
ciosas, Weed hopehaes e outras muitas
qae con a vista dever5o agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vutagem de fa/.er
o trabalbo qoe trila costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feic5o como as mais perfeitas costoreiras.
Garante-sea saa boa qoalidadee ensina-se
a trabalhar con peteicio em menos de una
bora. o ee pre^oe sie- Ho- comm- ^s qoe
deven agradar aos preteridr-ntes.
FAZENDAS FINAS E ROUPA
NA OFFICINA
M}\ DO PAPAGAW
Tendo por n^tsfcre Mr. Charles Laurent
iUA DA IMPERATRIZ N. 40
Mendes di Camino cientifjcam ao Respeitavel. poblieo, qoe acabad de receber na
completo sortimento de fazendas finas de todas as qnalidades, tanto de lia como de li
oho, seda e algodio, o qoe ba de mais modernoe do- melbor (fosto, portanto convi-
dam as Exmas. familias amigas da economa do mestica, a virem oo mandarem na LOJA
00 PAPAGAIO, e verSo qae compram fazendas bonitas e baratas por menos proco qoe
jamis comprario. .
COMO SEJAM:
Granadinas- de seda de orna s cor, lar- Cbitas francesas d toda a& qaa^dadei
gas a 15600. | de 320 rs, al os caetonM de 580 ra. o ce-
Poupelin.is sarjadas de furia cor boa lar- vado,
gara, a H(J200 o covado. Cortos de casta brancos bordados- con
Alpacio de cores com listras de seda para babad js de seda da cer, o brinco, e ootrot
eofeite, a 800 rs. o covado. bordados com listras.
L'iazinbas de cores, em grande qnantida-1 PAHA LUTO,
de, de 320 a 500 rs. o covado. Veos de fil de seda pretos a 80600.
S$& ha mais eabe.tos brau-
006.
Tintura- Japoneza.
S e nniea apprcvadapela academia de sreo-
ctp, reconbecida snperioi a toda que tem appar?-
cido at boje. Deposito principal ra. d:. Csdeia
do Ptecie bole Marquei de Olinda d. SI, I* an
dr e m todas as batios* e casas de cabeflcl-
ratro.
Yerdadeiras bixas h^ra-
burguezas
nico deposito em Pernambnco : n. 53 rna d
Cajete n. 53, primeiro andar.
Attgn?ao
Barajes eom letras de seda, as mais modernae
a M300 rs. o covado, popelinas mnito tioa.< a....
14800 b. o covado, cimbraias bordadas a branco,
a d*fldr de cor a t000 a vara, cortes de cam-
ban! 4a barra enro flo de li a 54000, pessa de
nudnpolo floo a 5400), 54100. madapolo muito
Qbo caacoDgo com 20 varas a 74000 a pesxa, al
gpdio americano a 44100 a pessa. Boa Duque
dfeCaxhs n. 61.
Loja de Moreira Pont3 c C
ViO'0 sentuu.se tao elegante o qnanto mereca nma ei-
dade 12o adiantada como esta.
V o respeitavel publico que a Predilecta capri-
cba em ter um completo sortimento de ludo qoan
to diz re?p*ito p-romaria? dos priocipaes per-
fumistas, bpjnterias, quioqhilharia?, etc., etc. -
Ha de ver o respeitavel publico (,ue a Predilecta
cumprtr Ctseu programmaem tndo, e comespe-
dalidade em pre??.
Herete, portautr, a Predilecta a proteccao do
publico, principalmente das Exmas. lamillas, ao
rneno eom suas lo respeitiveis orno agradaveis
prefenca.
Viltii a PreSIleeta, e ccnvencer-vcs hei do que
bom, booito e elegaote.
Lindbs ooqnes, luvas de fio de Escocia eofeila-
das para fenbora-(nuvidade) proprias para a es-
tacan, lindos lar;os para peito e cabello, jarros
para bres-fmodellos novo?), eocbovaes para bap-
ihado, cbupos eufeilados para senhora a 44 e 54,
ligas d seda para seohora a 14 o par, etc.,ele,
e muitos cutos objectos que seria enladonbo men-
cionar. : na rna do Cabog o. 1 A.
CHAPEOS ricamente eofeitados para seohora e
meninas a 44 e 54 : tem a freJ.lela, ra do
Cabng n. 1 A.
NOVIDADE em luvas de fio de Escocia enfei-
tadas, proprias nes para a estacao como para
passeios nos bond?, oas e*ira jas de forro, etc. etc.:
tem a Predilecta, a ra do Cabng n. 1 A.
LIGAS de seda para senbora a 14 par : s a
Predileeta, roa do Caboga o. t A
G.|i> Vi-
CAPELLAS alUTUARlAS.
De fioissimo Marmore em alto relevo, para se
rem conocida?, em tmulos, catacumbas no ce
miterio publico ; sua duracao eterna, proprias
para estarem expostas ao tempo, pcis nunca se
eatragaro, como accukce e-ta as de vidrilbo, ven
de-ae por todo.pcec > para fixar coritas.
Cachenez francezes para senboras e me-
ninas, a 3(9000.
Cretones francezes para cobertas, cor fixa,
a 800 rs. o covado.
Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
nas de 500 a 800 rs. o covado.
Cobertas de fostao de 19 e de outras
qnalidades, brancas e de cores.
Poopelinas de seda, de flor e de qoadro
a 1(5600 o covado.
Pecas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas. -
Ditas de cambraia adamascada com 20 ve-
ras, a 124000.
Saias bordadas mnito Anas de 4 e 5 pao-
nos.
Ibloes de cbita e de cambraia a 25000.
Nausookse baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas qnalidades de lasinhas e alpa-
cas em retajaos, para todos os precos.
Bramantes de linbo para lences, de 2^200
at 45000.
Dito de algodSo muito largo a 15800 a
vara.
AlgodSo largo para leoces, a 10000 a
vara.
Merinos para vestidos, bombaaoa, can
tao, alpacas, lazinhaa, crep, cassas e chi-
tas, tudo em qnantidada, e papa diverso*
precos*
Groideoaples pretos, de IJfiOO, 20(0.
25500 at 55000.
Seda prea com listra usetioadas {tara
vestido?.
Chapos de sol de seda para meninas, a
450( O, e fjrradoa.
Dito para bomem de 10#OC0 at 205000
Ditos de alpacas de core preto, para di-
versos presos.
Tapetes avelludados desde os mais pe-
qoenos ateos roaiores.
Damasco carmeziai para colchas, o me-
Ihor.
Panos de cocb para cadeiras a so-
pbs.
Cambraias victorias de todos os come-
ros.
Ditas transparente, isglezas e suissas, co
a largura de tarlataaa.
Filo de linbo e d aeda, branco e preto
liso, de salpico e deftyes.
CajDis3s bordadas para seohora, de di
d5o.
versos precos.
Meias para senboras, das mais inferioras
Atoalbado adamascado de linbo e algo-; al
! cido.
as mais superiores qoe teem appare
Espartilhos'de linbo finos, de 35000 para
cima.
L3azinhas largas com listras de seda, a
800 rs. o covaao.
Madapoles iogleies a francezes de 55000
at 125000.
Algodiosinho de todas as marcas, diver
sos precos.
Bareges com listra de seda, a 500 rs. o
covado.
Cassas francezas de cores fixas e lizas
com barras, os padres mais bonitos qae se
tem visto.
FORNECEM-SE AS AMOSTRAS A QUEM AS EXHIBIR
FREGUEZAS DA CASA.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento se montn om
officina, o qualqaer bomem que quizar vs%
tir com gosto, achara incita variedaje. m
camisas de cores, pannos finos e caseevMS
o melbor qae ha no mercado, roupa feto
em quantidade, assim com) camisas ira
cezas e inglezas, lisas e bordadas, cafoota*
de l.nbo e ae algodSo, meias, collarinhos a
grande quantidade, gravatas de todos o?
feitius, camisas de meia, em somma aocon
tra de ludo que p-ecisar para vestir core
gosto e elegancia.
E OS FIGURINOS AS
Cl nova de Lisboa
Vende Joaquim Jos Ramos : na rna do Bom
Jetn n. 8, andar.
I^ehmann Frres vendem
libras sterltnas : a' ra do
Crespo n, 16, primeira andar,
TERRENOS
Em Beberibe, n povoatio, vende-se a 61, 81 e
10# p*t*.HmJfU$piti o rlsj I tratar na
mesma estafas ds Beoeribe com o ST. Vdeiroi,
bm dsMesst, en qsartaa o nts-feiras as For-
BeiSl
MdsHaRsas. *, kseMsl
Vofo-ae lariima de oitbo pn to
precos: n (aa do Rangsl o. S9t pono,
08
RIVAL SEM. SEGUNDO
Chegaram agolbas para madrinas, do fa-
bricante Grover Biker. Duzia a 25000.
O RIVAL DO ti
do Mrquez da Oli
n. SO A.
Tem para veedor os segniote? objectos abaix
mencionados, pelos presos majs resumidos, ooroc
aejam Coques modernos a *000, p^ ?^s de eo-
tremeios bordador de diversas larguras a 500 rs.
duzia* ds co'lariDtaoa de linbo a 4oo0, ditos maii
fios a 51000, Icrces para algibeira a SOf) rs. boa
farenda, Imbas de carrilel de 100 jardas a 60 rs.
li para bordar a 8*000 libra, lequee-a imiucac
de sndalo a U5C0, lamparinas a 600 rs. a duzia,
eaizaa cem papel amitade a 600 n. ditas com di
to superior s 700 rs., envelopes a 400 ra. o een-
to, botinas oatiooae? nara b. merq a 4*500, focos
para enancas a 113O0, agamas fraocetas a 40 ra
o papel, sfeosles de ateatrio a 500 rs. *fna flo-
rida verdadBira a UlflO a arrala, dRa. inferior a
11000. fraseos eom sandaja s 11O00, ditos con
aso pnflocome i 800 e I#800, ditos cees dito ba-
lsa a 30 rs. ditos om agua de eologne a 140
s 400 r*.-pesas asfaltes transo para esle lea fi
vestidos de erianea, a 408 e 500 rs., masos eom
li pe?as de tranca braacs | i ditas de cores a 320 e 400 rs., dmia/A de pbospho
ros aeguraoga a !W rs. e a grosa a 1*400, e ou-
trpp muitos artigos, que para nao toruarmo-oof
epfadonhos delxamos de mancronar, os nnaes Ven-
ifMtMnNifar-Mkr,- *
A
LOJA DE JOIAS
Esquina da rna do Cabag n. 11
C nfronteao pateo da matriz de Santo Antonio
Es.te importante estabelecimento, continua a receber sortimento de joias sa mais
modernas, e resolveu vender mais barato 10 % que em outra qualqaer parte, entre ia
joias de bom gosto encontram se
Cadeias para relogioe
Variado sortimento de cadeias modernas e bonitas a 7(1060 a oitava.
Cadeias para senhoras, de gosto delicados 3 583000 e tOOflOOO-. -
Voltas de ooro de variados gostos de 10)5000 1005000, etc.
Dita de coral e crozes i ljOGO.
aiEDAIsUOES BE XJ V E < ORA I-
A Corea Rrilbante alen de ter grande sortimento de medilbes, casssletas de oorc
e pedras pretiosas, receben ricos e bonitos medalbrJes de odx com bouqoets de pero-
las e diamantes 520, 1000, 1200000, etc., e medalbSes de coral com bustos de moca i
46(JO00, ditos de nix com lettras de diamantes de 25* 1001000 etc.
MNCE-NEZ ETRANGELIM.
Bookaj eaixinbas com um pince-nez e trancalim, objecto delkabs para presente
i 420*00. Cassoletas para menina 3,?000, e rozetinbas rom pedrinha* 4 t|O0C
e 3(5060. .
MEDAlHAS WURe&fr k
A Cora Brilhante contina a receber mtAilthas milagroeaa e das Doras, e am i
70000 de prata doarada a WOOO. Tsrabem tem sortimento e pace neas e tatos
de ico tino e tartaruga,, ebegados rocenlemesie, e por precos moi oatifcodtt.
Convida-se s Emt. familias visitaram a loja da Coros BritoajaM I na4* Gate-
n. U, i qpj\ continuad aborta a noite at 8 bom.


r-
I .!
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ti
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tzat
- *MJ%*unt'i *
Jkatk di Prnawesy S^ink te** ** ^t 4>nbBba i***
i '.
r-r-
,.. ,.i;ij->-
i!JL afciadstf-
!ttn

,,ltWm9 Perda Mandes
*artepa ao .reiflitavel pblico que ja m modoa da cata dama di Japritrii o-
1?, p*&Vi*i&m casa i, roa da Imperatrir. ?. 74 eso ao* agn e*ta aorliodo de aovas
fltate (fbelhriaaa--nte itjnonciav as qnalidades e prco, porque va/ feriar o qoe
et4 ^tlto battlfl, o qoe enera a concarrencia de aeat fregueses e mais pessoag qoe
qflitefrilboortrowrwttbeciaiento.
TrtWDADE.
TAMe fortio branco para vestidos de
tewrt e roopa de meninas a 900 n. o
O0B MWEA *' 200US.
atonde ao eatMs tranceana para vestidos
(te seaborte e eniots 240 e '320 rs. o co-
fstJo.
LAWRA^tAM YEST1D0S A* 129 TtS.
Vende-se Utewaas para vestidos a 120,
n, id, -eO rs. e covado.
mam e casbas a* 25100.
Veode-sa cortes de cassa de cores 20000
para fiquidat.
CHITAS FINAS A' 340 RS.
Vende-se ebrias fraocezas finas escoras
dars a 280 9 30 rs. o cotado.
CAJBRUA TRANSPARENTE A' 3J000 A
PECA.
Vende-se pegas de cambraia trasparente
rias a 3*000, 30500, 40000 e 50000.
Pecas de cambraia Victoria a 30500,
l|000, 405OG e 50000.
ALPACAS DE CORES A 440 RS.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
1 410, 500 e 6i0 rs. o cofa do.
TIRAS E ENTREMEIOS BORDADOS
4 20000,
Veede-se ntremelos e tiras bordadas
para eafettar festidos brancos a 20000 e
20300. 30000 e 40000.
SAIAS BRANCAS A' 20000.
Veode-se salas brancas e de cores para
cabera a 20000 e 3000.
CHALES A' 10000.
Vende-se chales de lia a 10000, ditos de
merino estampados a 20000, 30, 40e 50.
LENCOS BRANCOS A 10500
Vende-se tangos brandes com barra
ROUPA FEITA.
Venden camisa* branca* 24000, 20500
34000:
SarooU. a 10000, 10500 2000.
Palitiea de panno preto a 50000,.70001
4O0OLO.
Palues de alpaca, preto e de ores a
20500, 0000 e 3*500.
PERFUMARAS PARA LIQUIDAR.
'
Venle-se om fraseo com pomada franc-
za a 200, 320 e 500 rs.
Vende-se am saboute fino a 200 e 320
Vende-se aoa irasco d'agoa de ctogoe 1
240 e 320 rs.
E ootros moitos extractos fiaos qoe
vende sem reserva de prego, 00 Bazar Na
cional, na roa da Imperatriz a. 7.
10500 a dosia, ditos de bobo a 2500 t
40000 para liquidar.
CORTES DE BRI.M A' 10500. para
Vende-se cortes de brim de cor
caiga de hornera a 10500, cortes de ganga
a 10OCO, brim de cor a 320 e 400 re. 0
covado.
ATOALHADO A' 10COO.
Veade-se atoaibado para loalbas a 10000
o metro.
Bramante de 10 palmos de largara 1
10800 e 20500 o metro.
MAOAPOLO A' 30000.
Vende-se pecas de madapolio a 30000.
40000, 405O(, 50000 e 60000.
COBERTAS DE CUITAS A' 20000.
Vende-se cobertas de cbita a 20OOC
cada orna,
ALGODO A' 30000,
Vende-se pegas de algodiosinho a 30000
40000 e 50000 a pega.
A verdadeira carreja da Baviera, marea ban-
,31
, em aso armis da roa do Acorim
ItDIESILVl
i AGIH& lilla
Agua dentifrice pelo .r
Fierre
A toja d'Agrjia Branca a roa Duque de Caxias
a. 50, reeebeu novrnoste a bem eonbecida e apre
ciada agir deourice.
Entremeios e babadinhos bor-
e
dados.
A Agnia Branca a roa Duque de Casias a. 80,
recebea eouilos eniremeios e baUdinUo borda-
dos em Seas cambraia Upadas e transpareules
e coma sempre os vende por prego commodos. -
Gravatinhas de cambraia bor-
dadas para senhoras..
A loja a'Aguia Branca roa Duque da Caxias
u. 50, rticebeu lindas e modernas gravaimbas de
cambraia bordadas para senhoras, assua como u-
aras ie seda tambem primorosamente enfeitadas,
trazando sus graspo com laco para o cabello.
Loques pretos.
A luja d'Aguia Branca i roa Duque da Caxias
n. 50, receben beoilos laquea preto?, assim como
outros de osso, os qoaps. pela variedade de sen;
deve-
M ^n
DE
SMGER MAWACrrURING COMPANY
Grande redneco de pregos til
U! 901000. 901000. 900000 J
AVISO ESPECIAL
A alta repnlagao oblida felaa micbioM fabricadas pelo
.f
IlJ.fH 0
lem levado- diversas pessoas a fabricar imiiages qoe ellas veodea qoasi sespre sob
pretexto de serem ellas fabricadas pelo srstema Sioger.
NENHMA MACHINA WN
VER K" LECIHH.I SE
NAO LEVA ESTA MARCA F1X %
N4 BRACO DA MACHINA.
PARA EVITAR VOITR.1-
FAfJCfftEM NOTEM-SE BEM
TODOS OS BETALH1.S
MARot
MARCA DA COMPANIA
A companbia, desf jando proteger seos amigos e fregoexes castra aa imitagoes, tem
adoptado a marca cima representada.
Frevioe-se ao pobtko de oie comprar maenmas qoe alo leven a marca da
comptobia.
H. CIUPIMN
NICO AGENTE
N. 4 Rtia do Imperador N. 45
Pra^a da Independencia as,
38 e40.
Acaba de rereber om completo sorlh
ment de cijectos de looga, vidro e por-
celana, com bonitos deaenbos doorados, sen
do ricos jarres de todas as qualidades e ta-
maebos, garrafas com opos, vasos para pos
de ar> oz, garrainbas e castigaos de porcela-
na coto pingantes de crystai, todos estes
objectos proprios para t llets, s na Madre-
silva
ALBUNS
Rico sorlimeoio de albuns com capa de
madreperola, marfim, bfalo, e Chagrint de
todos os tamauhos, le 50 a 200 retratos i 8sios desenhos ecommodidade de pregos
,ommuucaeem ella, por precos modera- rao sasfar ao comprador.
bs, s na Maortsilva.
CAIXLNHAS
boaitas caisiabas com preparos para cos-
iora, de novo systema, sendo com lampas
de a ysul, (azeoda rjg moito Rosto para pre-
enes e prego* razoaveis, i na Madresilva.
Completo sormeDtj de lacicibosoo gra-
vatiohas para senberas, sendo lagos para
pescogo e cabellos, s oa Madretilva.
PANNOS
Liodo sortimento de pannos de crochet
para eadeiras. sendo de diversos tamauuos
i. largaras, s na Madresilva.
PARA NCHVAS
Tem a Madresilva blond de siz, branco,
oomraaiagens e de 4 larguras, veos, capel-
las eespeciaos sipos de Adres para guarn-
Cues de vestidos, 1' ques de mareperola,
marfim, sendo todos abertos e com s'ia
rejreseotaodo duas vistas, assim como de
oatras meitaa qaalidades, brancos de cores
e pretos, fazenda aova.
CHAPEOS
Rico sortimento de chapeos para senho-
ras, sendo de palba da Italia e velludo, as-
sim como ditos pastoricias para senhoras,
meninas, sendo fazenda nteiramente nova
aa Madresilva.
FACAS
A Madresilva acaba de receber facas com
cabos de marfim, para mesa e sobre mesa,
i especialidade da Madresilva.
NOVIDADE
Bonito sortimento de meios aderegos de
plaqnet yerdadeiro, voltas de bofalo com
croa, assim como lindo sortimento de brin-
cos e ertes, proprios para Into, todo de
muito gosto.
RETRATOS
Completo sortimento de quadros ou pas-
sapatos para retratos de todos os tamanbos
e qoalidades, assim como qaadros com bo-
nitas pbotograpbias, s na Madresilva.
COBRAS DE MARFIM
Lindas carteiras para ni tas, carteiras para
bends, caixinbas para phospboros, faca para
cortar papel, caetas para escrever, mara-
cas para creancas, einetesfpara abrir firmas,
agalbeiros, e dedaes para tenhoras e meoi-
nas, s se pode encontrar estes artigos na
Madresilva.
' LUVAS
A Madresilva acaba de receber plo ul-
timo vapor a soa especial encommenda de
uvas de Joovq, para homens e senhoras,
brancas, pretas e de cores.
siWHt
Ricas caxJuh con perfomariao propriai
para presente, assjm cojno Lonitoa vazo
com pos de arroz e antros de phanusia,
s o Madresilva.
GLANDE. NOVIDADK
Gaarnigdas para enfeites, frafijas. trapgiS,
aloes 4a s^di o de alodio, de todas as
corea e largnras,,asajm como completo sor-
meo de fitas de sajja, setim, ciamalote
e de- velludo 4 todas as largaras e CJda,
s na Madreselva Mica 9 Iniepeadencia
s. 38 e 40.
A Aguia Branca
roa Duque de Caxias n. 50 receben ama peque-
a qnaDtidade de lindas e modernas gravativas
para seahoras, e ootro pequeo soriimenio de bo-
mos grampos de cores, vuitas de aljfar, braricas
e de cores, recias de fio de Escocia, abertas, para
senhoras e meninas.
Port-floies ou cestinhas de
missang^s.
A loja d'Aguia Braaea, roa Duque de Caxias
a. 30, recebea bonitas eestinhas de missaogas oo
porl-flores propius para ornamentos de salas, eta
Esbeacia de rosa
A aguia branca ra Duque de Caxias, rece-
bea rasquiuhus com apreciavel esseneia de roaa.
Camisas bordadas para
noivas
A agaia branca a ra Buque de Caxias o. 56,
vende bonitas e finas camisas bordadas para" noi
vas, oo masmo para qualquer Sra. que aprecie o
bom, a priacipalmete sendo como sio por pregos
cemmodos; assim como modernas gollinbas e p-
naos, tambem bordados.
Meias d laa
pura homens e senhoras
A Aguia Branca ra Buque da Caxias n. 50,
reeebeu mui unas meias de laa para borneas <
senioras, e como sempre venda-as por prego com
modo.
Eicos jarros de crys-
tai.
A loja da Aguia Bransa, a ra do Duque da
Caxias o. 50, reeebeu reos jarros de crystai,
opacos, com bonitos ramos lapidados a guarneci-
dos de dourados em relevo, obras essas de apa-
rado gosto e completa perfeigio.
Taabem receben bonitos fraseos conforme os
jarras, proprios para enfeites de toilet, masas ato.
tndo isso at a se em dita loja d'Aguia Branca,
a apreciadlo de quem poisa e queira ter urna
sala aeeiada.
Espelhos grandes
SU loja da Aguia Branca, a roa do Duqee de
Caxias n. 50, receben espelhos grandes com mol-
duras envernisadas e dooradas, e como sempre
vende-se barato.
Capellas com veos e
sem elles.
A loja da Aguia Bracea receben lindas capel-
as com veos e sena elles, leodo aellas variado
sortimeLt e pregos, os qaaes sao sempre eom-
Kjiot vista da delicadeza e perfeigo com-que
sio feita : os pretendeates dlrijam-se a dita loja
da Agola Branca roa do Duqne de Caxias n.
Pede -obter em pouco lempo com o neo do melhor dos licoresa aflamada
HESPERIDINA
Faz^oHo anuos que conbecido este precioso tnico, diffioil acbar una pessoa
qoe, tendo experimentad') pessoalmeote, nao falle em seu 'favor, ji como bom estomacal
e apetisador, temando om caix della antee de jsntar, 00 como facilitador da digeslo
tomando-ee depois.
ABASE
da ESPERIOINA a LARANJA MARGA, ni na cma bablfante i BRASIL (a trra
especial das iaranjar) que rae uonbega aa propriedades medicinaes da dourada fracla,
ora bem, a
LABA1JA AMARGA
em sea estado natural km om gosto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidina con-
siste em reler suas boas propriedades, e ao mesmo tempo apresenta-la como *
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL a3o lem nada qoe invjar s
melbores importaces europeas de alhegoria aemeibaote. Estas, qoando muito, podem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinagao perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qua om artigo no qoal pde-se ter inuira confianga, por ser poro
e innocetile, basta dizer-se que foi plenamente approfSda e aulorisada pela
UNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiitlndo soa livre eiaborago no imperio; entra
ISOA PttO VA
a acceitago geral que tem em tedas as partes onde apreaenlada. Em 1864 eslabe-
leceo se a primeira fabrica em Buenos-A)*res; em 1669 a segaoda em Montevideo; e
no da da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica que actualmente
trabalba na corle. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitago,
tanto qoe rara a casa que considera completo seo aparador sem urna garrafa de
OESPEUMt
O homern celho loma Hesperidina para obter
VIGOR
O bomeni dutnte loma Hesperidina para obter
aj
SADE
Emendas avariadas
Pecas da madSpoii e
ie de atara a 44 a 4a
eom peaoeoo la-
na roa Duque de
o, 71, aliga 4o Qaeiinado.
O bomem dbil toma Hesperidina para obter
qt
serio servidas saiisfaetoriaiMote.
o mam
EI trecande per pouco diabewo os objectos
segoiotes: om grande sortimento de bombas da-
tados os UmanQo?. ditas americanas de rtpuco,
vidros desde 13 polagaJas at 60 om belfo sor-
timento da eaadieiree a gat por aaralisiimos pra-
gos : ra da Imperaba p. 33.
SITIO
VMe-8 vm *li0 (T por ser joato a estago da casa amarella, no Af
raisl, com boa caa de vjvenda, agaa para beber,
a lasque para baaos, em nraitaa fructeira?, in-
cloaiva eaaseiroa : a tratar do amatara Balita i
roa do Livramento n. 38, oa oa taveroa que Oca
confronte a mosoa casa latarella.
Nos bailes as donzellas e os mocos tomam a Hesperidina para obter boa core
animagSo durante os loncos gyros da
BARROS JNIOR 4 C, i roa do Vigano Teaorio n. 7'1 andar, receberam este
grande especifico, e vendem-no dos depontos segointea :
Hotel de l'Uaivers, roa do Coomercio.
Zeferioo Caroeiro, ra do Commercio.
Marcelino Jos Goncalvea'da Fonie, roa da Cadeia ti 2.
Aotom'o Gomes Pires & C, roa. da Cadeia.
Antonio Gomes Pires d C, caes 22 da Novembro.
Gomes A Irmiu hotel da Passagem.
Cartas musicaes
Amaral, tabaco di C. venlea baralhos de car
' rae mgicas cem msica para piano e chambres
felpudos para banbos doces, ensoogoi e salgados,
fras, BMnm a quemes : no Bazar Yicloria, roa
4o f atao d Via^owa. p. 1
WKM M WW W Hlfft
Vaado-se una atrava para o servigo da
vtaar Jta-w* : para ver, aira da
aairiiJe Santo Anuolo n. 8, e tratar na raa de
T J fi. rjojle'tem para vender em seu arma
sess a roa do Commercio n. 38 :
Cagase Heoneser, vardadairo.
Viobo Sbarry, ja bem eonbeoido.
Bifters o melhor que vem ao mercado.
ylhiekey de superior qnaljdade.
NOVIDADE..
O Garatairo a roa da Iraperalrls n. 33, receban
om Hndo sortimento de brinquedos para criingss.
qoe est vendando por preeo lio barato que eo
indo compra-ios i que se podem ajoisar.
*VGO iferro em vergoinha.
ARADOS e grada para lavrar a trra.
ROJttAS aoMTKaaaa.
CAMAS para saeninofl, aolteiroa e casados.
&Mlrro8*rmfD.
CHUMBO em uno, lencol, barr e mooiglo.
SOBRE im leoeoea e armellas.
UOBatBS de M.invr e ootroa.
> r GOROS preparados.
01MBNT0 de Portland.
CHAPAS para cobrir casas.
ELECTRO-PLATE em obras finas.
ENXOFRE, limalba e salitre para fogoeteiroe.
ESPINGARDAS, rewoUers e pistolas.
ESTANHO, em verguinba e barras.
FOLHAS DE FLANDRES, grandes e pequeas.
FOGES americanos e ioglezes.
cj FORMAS pata porgar assucar.
FELTRO para caldeiras.
MACHINAS a vapor.
DITAS de lavar roopa e picar carne.
DITAS de cortar fumo, estivar algodio (macacoa.)
DFhS de lecarocar algodao mi e a vapor.
LEOS, miles, sab5o e trincal.
PAPEL de diversas qaalidades.
PEZ S francezes de todos os lmannos.
PRENSAS para copiar cartas.
TACHOS estanbados.
ZINCO em folbas lisas e forradas.
BU
P
Samuel Power Jahns-
ton & C.
{Ra do Apollo n. 38 e 40
Fazem scienle aof seus fregueses que teem
mudado o sea deposito de machinas a va-
por, moendas e taxas da muito acreditada
fabrica de LowHoor para raa do Apollo n.
38 e 40, onde eonunuam a ter o mesmo ?or-
limento do cortme.
Fazem scieote tambem que teem feito om
ananjo eom a fundigao geral, pelo qoe po-
dem offeraeer-ae para aeaenrar qnalquer
maebini-uio e mesmo garant lo.
tada com quem possam entender sa.
Apparelho para fabricar assucar, do systama.
WESTON CEiNTKEFUGAL
nicos agentes em Pernarctmi o a fundigio geral.
Para tratar em sea escriptoro a roa do Apollo n. 38 a 40.
Os propietarios da (undigao geral faiem
seleotes aos senbores de engenbo a mais
pessoa, qoe teem eslabeleeido urna fnndi-
cao de farro e brouze a ra do Bri.rc, jan-
te a eviago dos bouds, onde aprontarlo
qualquer obra de encommenda cem perfei-
gio e prornpiidao.
Os meamos rogam as pessoas qua quel-
ram ntilisar se de reus servicos de deiza-
rem as encommendas em casa dos Srs. Sa-
moel Power Jobnston & C a ra do Apol-
lo n. 38 e 40, onde achara. 1 r-c-soa habili-
NOVIDADE
Aos f enhores fumantes
Completo sortimento de novos arl'gos para fumante.*, alguus raros neste mercado ;
como sejam :
Punturas de espuma verdadeira para charutos e cigarra, de moito bonitas fr
mas e diversos pregos..
Pooteiras eom mbar cereja a eepoma, para charutos e cigarros.
Ponteiraa de mbar para charutos e cigarres, de differentei tamanbos, gotlot a
pregos.
Cachimbos de espuma verdadeira, de dirTereotes formas e diversos pregw.
Ctchimbos de massa iraiUgo d espuma, da diversos tamaoh s a preg .
Cachimbos de madeira de diffdrentes rormar, qualidades e prec, o melhor qoe
se pode anejar oeste geaero.
Urna grande variedade de b.lgas para fumo, de diversas qualidade?.
Fumo para cachimbo e cigarros, sendo :
Novo caporal (imilacao do fumo francez).
Best Bird Serje (Olho de Baisaro) imilago do fumo inglez.
Flor do Brasil e ootras qaalidades.
E-te fumo vende-ae por melade do prego do que vem do erangeiro, e .iu Ibe
Inferior, como fcil verificar.
Os pragos do fumo tem abatimento de 5 a 20 /, conforme a quaniidade que sa
comprar.
Na f..bnca a vapor de cigarros, raa larga do Rosario n ti, antiga ra do QoarUI
de polica.


iinm
NA LOJA O'ABICA
A' ra do Cabuga' n. 10
Lazinhas com lindas cores a 360 rf>. o covado.
Ditas com listras modernas a 600 rs. o covado.
Ditas mogambiqae a 5d0 rs. o covado.
Gorgoio de 15a, fazenda especial, a !(?200 o covado.
Bizi, fazenda delSa com listras de seda, a 131 O o covado.
Chitas japonesas para ci lebas a 440 rs. o covado.
Aajri branco lona superior a i#810 a vara.
CTalbantt francez com 4 largoras a 3->00 a ^ara.
Atoa bado adamascado, com 7 palmos de largura, a 0G0 a vara.
Panno alvo trancado para toalbas a l*SiO a vara.
Cbales de merino lizo a 2500 om.
Ditos de dito estampados a 4)9000 e 40800 uro.
Ditos de ganpa franceza a 800 om.
Lengos com bonitas barras a 500 a duzia.
Ca> braia franceza, padres mindos, a 400 rs. ocovadr.
Madapolio fino a 54400 a pega.
Dilo soperir r a 5!800, 6d500 e 7dC00 a pega.
Cortinados bordados a 160000 o par.
Ceroulas francezas de panno trancado a IdSOOoma.
LIQIDAgAO DE CHAPEOS DE SOL PARA HOMEM
De seda traogada com barra e cabo de marfim a lifr 00 om.
De dita com cabo de canoa a 9010 om.
De dita superior com barra de selim a 11(5000 om.
De merino trangado a 5*51000 om.
De alpaca superior a 40000, 40500e 50' 00 om.
De seda com lindos eabos, para senbora a 50000 e 60000 nm.
NA LOJA DE MENDES & C.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
fharmacbutico, 2, IUE DES LIOUS SAUT-rHUL, pars.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Cem IODlBETO de FOTAllIt
O IodoreU de potassio um verdadeira alterante, um depurador de inconteatavel eaV
aaaia; cambioado con o xarop* de casca* da Uranias amarga. ainrMo
em perturbacao algwaa palos tempsramenuis oa au meo*, aa* aherar as fama*ti
A atifa. As aaea matfacmatieas que elle conten perautlem aoa maecus para taoas as complieacSes as affeceAes aroftiloBW, tnbetnmoae. carnea
rosas nos accidentes intermitientes terostroe; alem 4isv. a
agente o maia poderoso oootra as doenoas rheumatioaa.
FERRUGINOSO
UROPE TORICO ANTI-NERVOSO
de eaaoaa de laranjaa amararas.
SS sobos de aaecessos attosito a sos effl-
eseia para esrar: si soanpu mrvosa,
agudu ou rKronictu, *s gasitu, gattrat-
su; 0 ftcUar s difttm.
XAROPE
da eaaoaa laraaja maaata aaaarsa.
E' sob s forma liquida que msis fcilmen-
te se sasimlla o farro; n'eslt fonos prefe-.
rrvel as piUilase pastilhaaeo todossacaa
san qoe sao preseriploa os ferrsfinosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM OIIU, PYRITBRO R GAIAC0
Va aasafrato, coa basa da magnuta
para a alvura a conservaclo dos acules,
provenindo s descarnadura, pWMKauda o
trtaro de qoe empede a reproduc*
u tm A i* i***< GhavaSaa; em fsraeaUao, r. SUarer a O*; Mtetm,
7L -. m PtUUt, Safara Latvaa; BAMa. Sa saca; tv PorU ifcff. ***
illtranhlo rerrrlra r CT\ em Oaro Prtk, c. i. V. Vaan-asat Saatt Cstt*-
L i. aaaatel > MloiSX. S. latkerst em Bataat-AfTei, BSefctare*araa
adisir saatirri**, para tlrora a oo-
tenracao dos denles, cursado as dores
causadas pa caria on prodaiidaa pelo
eouudo do calor ou do trie
Vendes-e na pbarmacia de P. Maurer C. roa Nora a. 25.





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MELHAll 4*1 1MI i
POB
DE LA LaNDELLE.
(Gootioai(io).
Marcella, como de soppor, d3o Ibe
casUva psj'ar as ferias grandes de tres em
tres iodos em Nos-sa Sdulnra das Flores,
porque oessas occasi s obtioha Corentina
para ella freqoeotes soriidas. Era eolio
que via o sen Mure e Plaotelle, e que o
rornanceziabo de amor proiegnia o seu
corso sobre as margeos d> Coesoon.
Vai bem, vij bem dizia Gervasio,
esfregando as mios.
A Beraarda, bordoada s catdeirjs, di-
zia por soa vez:
Vai mal, vai mal!
Mas Pedro Paolo e Marcella mostravam
se t3o (lites, que a valha, sem qoerer,
cbegoo a dizer:
Vai bem, tai bem !
Corentioa fechava os olhos, ou, a seo
pesar, desanimava a Pedro Paolo, posto
qae no fundo do coraca~j sentase caasar-
Ibe deagosto. Nos mesmos logares oode.
Emiliano Dorantais, j >veo elegile escapa*
do do collegio, encantara com meigas pa-
lavras Laura Marcella, simples aldea, era
exactamente onde o joven alelo Pedro
Paoln se empen'iava em captivar Marcella.
a famosa pensionista de N >. Flores. Os persouagens eram oolros, mas
as palabras as resmas, e, se eram castos
e m'Oiosos os primeiros amores de Emi
liaoo, os de Pedro Paulo mais mimosos e
e puros eram aioda. A delicadeza poti-
ca do joven past>r br-it3o tornara o mnito
superior ao collegial d'oulr'ura, vaidoso
dos seas mritos. Se Joanna Marcella era
tmida e acanta ida, sua tilha mais modesta
t tmida era aioda. O amor da allei uve-
ra talvr z origem na admirado om poaco
pueril pelos dotes singulares de nao mance-
bo de educac i esmerada; a paixio da en-
granada pensionista na cara di d dicacSo
desvedada a que jo-tmente devia ser reco-
oheciJa.
Em Pars as duas vezes que Mircella abi
foi em f'ias mostrou-se meiga e obedien
te para com Clarisse, tema para c im seus
irmios Gilberto e Liooia, amavel e desve-
lada para com seu pai. Pode, sem o me-
oor esforco, assim coneazir-se, porque nio
se considerara de todj banida de S. Lopo:
ella j nio ignorava a tactiva, largamente
praticada, de oecullar segredos; e, sem
mesmo recorrer a mentiras, dssimulava os
seus mais queridos pensamentos. Era
certo que se tinba convoa&ooado que n3o
fallara a sea pai de Pedro ?aulo senaj de
poi8 de retira to, e tai foi a ciroumipeccSo a este respei-
to, que nem se atreveu a visitir a sepulta-
ra dos Roverins, n5o obstante te-li o pai
acompanhado, a seo pedido, varias vezes
ao tmulo de sua mi Joaooa Marcella. A
joven deitava srapre um olbar na direc
Ci onde Ib-) pare:ia lembrar-se ter visto o
tumaloda Sra. Roverin seus filbos. N'uma
das vezes j-.iljju ^er por entre os cb jr5as
e os U'uso.u- Clarisse e a condessa de
Lersant, e disse-i ao^ai. Emiliano, apres-
sando o passo, re Jarguio-lbe:
E' possivel srrera ellas, minba filba,
mis peco te que nao Ibes falles disso, por-
qoe ibes causars pezar.
E niliaoo c ulin uva perseverante no seu
deploravel sysienai dos mysterios: a io-
? .enca do birlo de Mnales aioda se fozia
sentir, apesar de terap docorrido desd
a dsappariri) daqnelle aventureiro, cujas
relacSes com o es. Ojo de Glarissa estavam
bem longe de ser interrumpidas.
Entretanto a r-iha L posta no seo intimo a reprovar do que a li
sougear a lar lin icio da Pedro Paulo por
Marcella, nSj hesitara om s dia oem va
riara de procedimeote a respailo de Plan
- FOLHETIM
LICO AO MESTRE
ROMANCE
POR
4. A. TEIXEIRA DE VASCONCELLOS
XLII
(Continuado do n. 241.)
No flm de tudo, disse com granle
Mceridade D. Francisca, foi mais feliz do
que eu Vive socegado, e lem cerlo o
descanso da velhice, em quinto en me vejo
obligada a correr mil perigos para asssgo-
rar a minha sorte, indecisa sempre mesmo
no caso de se realisar qoaoto medito e de-
sejo.
E nio s a correr mil perigos, retru-
can o mordomo em attitude mui sri po-
rm a depender coastantemen'e de qaem a
auxilie expondo-se aos mesmos riscos, sen2o
maiores anda.
Diz bem, Joio Gimes. Diz mnito
bem' Agora sem a soa boa vootade nio
poderia obter as malditas certidoes que me
sao iodispensaveis.
Tanto n3o digo. Nunca falla quem
deseje ganhar dinbeiro. Eu que nesta
oc;asi3o arrisco a vida e a fortuna para
rvi-la. Se mea amo suspeitasse do caso,
poderia despedirme, e at dze-lo ao inten
dente, que me enviara a visitar as Pedras
v.gr s por commiseracio ou me entregara
juslica para me prem na torca.
Eu o3o sei o qoe Ibe bei de dizer,
Joio. Nio quero prejudica-lo de nenhum
moda, e sei qoanto vale a soa posicio ac-
tual, mas Dio tenbo outra pessoa a quem
me dirigir. Vamos a ver como posso com-
pensar tamanbo sacrificio.
Grande 4 na verdade, mas sobre ser
grande est-me pirecendo intil. O seu
noivo e rico li na provincia. Se o conser-
var na corte om aono flcar pobre oa empe-
rnado para toda a sua vida. Ter a Sra. D.
Francisca de ir vver as trras delle mes
qninbamente para pagarem as divisa, e se
om dia vier a descobrir-se a verdade, nem
tidalga pobre Ibe consentido que seja. Ho
de annuilar o casamento, e p-la fra de
casa como se enxota nm ci.
Conheco talo isso, retracoa com cer-
ta anciedade a gentil aventoreira, mas qoe
Ibe bei de en faiar ? Deparou-:e-me este
rap?z, qoe me adora, qoe a todo o transe
qu.'-r casar comigo, e qae apezar de vver-
mos na meima casa toe tem respeitado como
se en fose soa irm.
Ab I exclamoa o mordomo.
lian; presa, porm, a ana idea mais do
qae todas as cabreas bretai do cinco dis-
trctos bretOes, nonca den as sopu ae ci
tesa late azer cbeirar es farrapoa ensan-
goentados por mu parle, o magistrado do
ministerio publico em Poogres, fracciona-
rio paciente, seas tenaz, nio se esqoecia do
preeeaso relativo tentativa de aesassinato,
poucos mezas dipois do que Rmtliaao re>
cteia pele plenos poleres de bario pira
fazer veodef a ana obiae exarroagem, dis
tribuindo o producto pett principaes cre
dores.
Um pouco m.is tarde o bario envin a
Euailiaao eommas bastante fortes para, a
completa liquidaclo dos seos negocios em
Franca, devendo dizer-'e qae as assigma-
turas mais perigosas, hbilmente falsificadas,
por Vicente da Mnales, foram em lempo
opportuno retiradas da circ.ilacSo. Foi a
promessa feta ao agente do ministerio po
buco em Fougres, Emiliano nunca iofor-
oa o seu amigo das suspertas que sobre
elle pairatam: mas, por aaso:iac3o de
ideas, eontoo Ibe largamente os-seos dista-
bores domsticos, donde o bario inferi
que Mircella Durantais era viva, qae a
Gra nee sobre o Coesnoo eie sera nanea
vendida e qae ell<* commetteria a maior in-
discn'pc3o reapparecendo em Pars antes de
reeupe-ar fortuna.
Depois disto e a longos in'.ervaHo*, do
Brasil, do Per da Inda e ltimamente da
Italia, Emiliano Durantais recebeu do seo
caro bar3o nio so noticias, mas tambera
sommas importantes, cuja admmistracio e
applic*c.8o o notavel aventnreiro Ibe con
flava.
Pdo-se correr o mando ioteiro qae se
nao encontra em quarqoer parte um amig >
de probidade absoluta. M nales, que se ia
enriquecendo, sabe Deas como; vio-seobri
gad) a recorrer iqoelle mesmo Emiliano,
cuja fortuna e bern-estsr elle oatr'ora de*-
tmira. Emiliano, que adquirir a pericia
commercial, fez frisctiflcar maravilbosimen-
te os capillos de M nales, comproo e ven
leu grandes valores com lucros admira veis,
n3o ceultou qie negociara por elle e res-
t'b.leceu assim o seu ciedito na maior es-
cala.
O nome do bario de Mnales, qno, de-
pois de desacreditado, cabira no esqueci-
meoto, reassumo granle prestigio no man
do flnaocero, gracas aos desioteressados
esforcos de Emdiaoo. Em recompensa, o
aventureiro corresponda ao sea honrado
amigo coa conselhos prudentes a desli
gi-lo o mais possivel da gente de Lavig
nais e S. Lopo. Estes conselbos deviam
necessariamente corroborar a *l.enacidade
de Emiliano Durantais, o qoal trema qae
Clarisse viesse om dia a dizer-lhe dante
de Marcella que descenda, dos Roverins.
Elle lembrava-se incessantemeote de qae
um pequeo Roverin fra o amigo de in-
fancia de sua filba; tinba as melhores
esperanzas de qoe Marcella o booves talmente esqoecido; mas, fraco pii como
fraco esposo, nio se atreva a informarse
directamente.
Longe da vista, longe do coracSo
dizia elle comsigo.Mircella, encerrada no
convenio, n3o mais pode ter visto o tal
rustico ; alm de qae, Corenlins recebeu
rigorosas iostrueces minhas: orna vez
que Clarisse se n3o lembre de encelar re
aces rom a tal sua importante familia,
nada tenbo a recejar.
E Marcella continuara a convencerse
d que Clarisse era filba da condessa de
Lersanl, e os oornes de Roverin e de S.
Lopo nunca foram proferido], em qoanto
qoe para Clarisse Corentioa h.bitava om
certo lugar denominado Lavjgnais, o que
nao tinba relacio alguraa coa a aldeia oode
morrera seu pai e seu irmio Pddro Psulo,
e onde provaveltnenle viva um to, tia e
primos, todos dignos de censora pela fn
differe'ci e egosmo com qoe se porta-
vaon para com el'a. Este frgil tecilo de
mentiras e mysterios resista, comtodo,
forca do tempo e das circamstancias que o
calo accomulava. Debalde Marcella fio
wiH#8evBobre o tmalo dos Roverins; de-
balde aquella joven
da irmi de Pee
era o affaicaodo ami
do era ceno qoe a Blol 9|
ces, orna simples WHt/K,
pbrase expansiva teria bastado pira todo
ornato aos n
imisW dswli
conciliar,
se nio fo
oode e
ousa, ni
termo a
plicam
oidameni
a maior
e peqaejM
A minha forga a idea qae Ibe dei
da minba virtude. E-tou cansada de aven-
turas. Refugio-me no primeiro porto qoe
me apparecer.
Mas nnnea vio Daofragios -dentro dos
portos? Aqoi mesmo em Lisboa os ha.
Assim mas que outro meio teoho
eu de preparar o men futuro ? Quer qoe
flqoe MBpre merc do acaso ? Nio se
gentil e nova toda a vida. Se en n3o
tratar de mim agora, d'aqoi a algoos annos
nmguem se dar a esse trabalho.
E' verdade. Tem razio, murmoroo
o mordomo distrahido, como quem eslava
pensando em outra solocio. Emfim, falta
de melhor. Talvez...
Talvez que ? Diga, homem. Quem
sabe ? Pode o Joio Gomes ter a.lguma
idea luminosa.
Ea desde qae a Tnereza foi fallar
comigo tenbo estado sempre a pensar na
soa felicidade... Foi minha ama. Trazu-
me sempre bem. Quero-lbe como se fosse
familia minba. J i me occorrea alguma coasa
melbor qae o seo Jerony'mo de Lemos, po-
rm esse negocio est adianlado por f -
ma...
Adianlado ? interrompeo D. Francisca
impaciente por oovir as segges'.oes do mor-
domo. Diga sempre. Comigo nada est
adiantado n m atrazado. Da minha vontade
s en.son senbora.
Poi8 bem. Abi vai o men plano. Meu
amo vive triste apezir da sua immensa ri-
queza. Morreu-lhe urna rapariga com qaem
viva e que deslinava para sua esposa. Des-
de eolio nanea mais leve alegra completa.
J me fallei de se casar. Nio me disse qae
o3o, nem qae sim. Mas eston persuadido
qoe se o Sr. Ruy de Mallo a visse de
perto...
O que ? Pensou em traze-lo aqoi ?
Nada. Pensei em leva-la ao palacio
da Graca muito escon iidamente e como
quem passaodo all e coobecendo-ae, qoiz
ver o jardim. O resto fica por minha con -
ta. e espero que nesse caso ambos me pdi-
rio qae pense na velbice quando for bi-
blioteca. Mea amo possae tanta riqueza...
- E Jeronymo de Lttaot 1
Caoea-lbe grande embanco desfaier-
se delle? Nunca Ibe conheci essas piego-
ces 1 Se men amo tomar os meus conse-
Ibos, fica a Sra. D. Francisca l no palacio,
e o tal Sr. Jeronymo qoe a procure a ana
vontade por Lisboa toda. Nao a encontran-
do, volta para a trra como os agaadeiros,
acaba o romance para elle, e principia a fe-
licidade para a Sra. D. Francisca. Dmheiro
sem conta, nem peso, oem medida, um ho-
mem excellente, viagens amiadadas, e todos
os divartm'otos da Europa sqa dispo-
siclo.
maio inverosmil,
le igtflJami'Ua
qoe nioguem
e pf sm ce
olQfata nlefi-
mMtflivel, se
.impos grandes
o resollad) de
equvocos, esquacimenlos oa erros, e se
as mais sabias e mbinicBes nio baqoeas-
em incessantesenle parante obstasnlos
indignos de entraren eos tinba de eoota. O
menor iucidaata, ama ioterrop^o, urna
palavrj mal proferida oo mal eompretieodi-
da a demora de um s gunlo, om atamo,
nm nada, priduzem deaattres irreaedia-
veis. A paz, a guerra, a aorle de nai-
Ibes de bomen, depeoderam talvez da
distraecio de om diphmata. A fortn
depende de om lance, a vida de om fio, a
ventara de menos anda. Ajoi trata va-se
da ventora.
Os annos qoe Marcella passoa no con
vento nSo simplificaran a sitiado da fa-
milia Dorntais, vi-tt qnt ella devia sa-
bir d'alii j molber capas de calca'ar
d'abi em diante o alcance de qoalquer
palavra e de nio se trabir por orna le-
viandade. Tinba proaimo de dezeseis an-
nos, quando se tratoo de a fazer reco
Iher definitivamente a Paria. Nesse l-
timos tem pos Pedro Paulo, qae se pro
ximava da ma oridade, affiigia se de a ver
bastante mudada a seo respailo. Mar
celia j nao voltiva a cabeci para osan
lado, qaando elle ia ao convento vender
productos agrcolas. Bem se empenbara
He em conseguir a confian? ab olota de
tolas as religiosas, a ponto de ser admi -
tilo algemis vetes a servifo de jardioa-
gem, porm Marcella e vita va e mais pos
sivel. As entras pensiooitas> dirigiam-ihe
a palavra de passagam ; s ella se calava
ao ve lo pronmo. Cinsou se Pddro Paul i
a postar-se do lado d'alm do- moro da
crea, na esperance de Ibe oovir a voz,
porm Marcela nao mais CMtoo. J
oem se adornara com a fltr que elle
deixava sobre o banco. Se ia passir*l-
gum dia a S Lopo, nio Ibe permittia o
beij.i fraternal -do estylo. Ji nir> sabia a
passeiar s com elle, nio Ibe deix-ava pe-
gar na mi e pareen receiosa de ps
seiarem as margeos do Ciesnon. Ao
ve lo corara, como que descendida. El*
la fazia sempre o mesmo acolbiment ama-
rel a Tanguy, ser irmio collaco; a Julia-
no Roverin, bello- rapaz, qae acabara de
sabir sorteado e da ser a causa de qae
Brieoc eos breve esiivesse de volta casa
oaterna; acolbia afavelmente os jovens
Eugenio e Luiz de Basural, a todos ee ra-
pazes, de qualquer condiejo, taes co no
o escrerente Aubio Gillet, o fi'.ho de Je-
ronymo. S para elle qoe cessara de
ser tema como ontr'^ra. Tratavava os
oatros por tu e a elle nao. Um da, em
presenca de Corentina e Reoe, pedio Ibe
mesmo qoe d'abi em diante a nio- ira
tasse mais por ta. Pedro Paolo, oaviodo
tio cruel ordem, largoa-se a chorar e dis
se-lbe amargoradameate.
J nio minha amiga, Marcella t Vai
partir para Pars e nio- nos veremos mais
n'este mando... no outro talvez! Leva com-
sigo a miraba alma e corceo 1 V, vi i Es-
quega-se do pobre aldei) qoe tanto tem
estudado por sua cansa e faca por ser nma
feliz menina na grande sociedade de Pa -
ris 1
Assim fallan lo, pegn n'oma enxade e
prosigui com voz melanclica:
Devo-lbe dezeseis annos de felicidade
sobre os viole qae tenbo de idade, Mar
celia Obrigado, mil vezeeobrigaio t Crea
oa m'nba gratjlajlfi.mfita seja e muilo
fel 4 A dos MareeNs, adeas ^?
Para ooda vai te ?-exclamoa i jo
da.
A que 4 hto? Para oode vaes
com a enxida ? perguntoo-lhe Corentioa,
detende-o.
O mancebo, desvaJrado, responden :
Pedro. Paulo vai abrir ana cora do
lado da igrija de S. Lopo : ab!T**que seja,
}ntar-se-!he-hi o borda a proferir o no
rae do Mirceila al qae o v5o deitar l
dentro I Adeos I
SonUiDju* Iexclamoa Mi.-cella, fra
de siSe eu trato por tu os outros, se Ihes
perm Hoque assim n tntam, Pedro Pau
lo, porque os nao amo a elles como le
lino a ti f
i E, tirando-lbe a enxada da mo, abra-
Coo-o apaisonadamente.
Tomo a -Daus por testem'johaexcla-
moo Corentinaque, a datar da alguns
aonos, teoho sido completamente estranba
aos seos amores I
XXX
O RECfcE*) DK M.VR:e.IA
Marcella, terminando o curso collegial e
definitivamente retirada do convento de
ossa Senho a das Flores, ia entrar noseio
de soa familia, nio para postar ah algnmas
semanas, m-s para vivar como filba ans
ven* da feas i; oortanto o actual r g eiso
tm mais re g .$ que o-, anteriores c.m a
soa primeira ch-'gada Pars. Creanca
entao, apresentara-se son o costme de
peq?F>o aldea, qoe Carisse debjlde tentn
metaoBiKpbosear em meoim prisieos.
II jf, adolescente, era ama ex-pensionista
de convento, qoe Clarisse ira o?formar
em joven dama parisiense.- Asmb, na bas-
to- ia das familias como na das nac5es, o d -
corso dotemp-i produz si tu roes e aconte-
cimentos anlogos, ebegando at a modi
ficar a ind-ie dos homens e a netoreza das
coasas : sob- a suo aefio mudan as cir-
cumstancia e os fados nio se reprodnzem
sem dessimalhan^as, que se lorn* otj ',ct
do estndo dos bistnriajoras e dos- mora
listas. Melber se po te dizer qoe o mes-
mos factos rigosamente nunca se repelem.
Nio sendo as causes exactamene as mes-
naas, as conseqneneias serio dirigentes,
posto que a< srtuacoei se apresentem ap-
pareDtemente idnticas. Ciarsse aguarda-
va o regressD de Emiliano e Marcella na
mesraa sala onde seis annos antes baviam
tido lugar tio dblorosas scenas. Sentada
no meio de seos filbos Gilberto e Leonia.
que, risonhos. maoifestavaao a mais- viva
impaciencia, a j iven- mii recordava-se do
pasudo, sem poder snbtrahir-se a penosas
i leas : censarava a-soa preoccupafao,com
bata as impres 5e-desagrada veis, com a
lisoogsMra idi do regresso do esposo- e de
Marcena em condices bem diversas do da
primeira vez ; erara.elles annunciados es
parados auspiciosamente. Nenhuma noticia
desagradavel, n -nhum facto estranbo > re
cepcio-se deparava, como outr'ora a carta
do conde de Ltrsmt,. qie tanto entristecer
Emiliano.
E endizia Ciarme tambam agora
mais do qoe eolio me sint alegremente
disposta para aoolber a minba enteada 1
Ella quera imaginar paz e onio: sonba
va om futuro risonhr>e agneio. Era eri
dente qae o tempo todo mudara, era in-
c mtestavel que as circamstancias liebam
melborado muito : j nio haveria mysieros,
ameacae e su tos. fimiliano viria satisfei
to e nada perturbara o socego domestico.
Eis o que Clarisse oVzia e do qae tratava
de cooencer-se, e, comtudo, estava longe
do ter readquirido a natural serenidad de
espirito. Pareca ni-i oovir as ruidosas
perguotas da G (berto, intellig^nte rapaz de
nove annos, que tiob* olbos negros, tez
om poaco morena e rosto franco mui- se-
melbaeie ao de Psdro- Paul >; pareca di
fazer caso das gradabas de Leonia, loara e
rosada creanc, cojis-f-iicoes taziam smil
laneamente lembrar as de Emiliano e Mir-

O' Joio, vec o diabo qae me est
tentando.
' Diga antes sque sou o sea aajo da
goarda e qu vim salva-la desse eslapido
casamento com nm morgado da aldea.
Mas se o tal Sr. Roy de Mello nio
gostar de mim, fio sem elle, e sem o Je-
ronymo.
Eogana-se. Ea quero coaeervar am-
bos soa dsposicio. Se men ano resol-
ver qae fijae na cottpaobia darle, oio pre-
cisa do morgadote para nada. Sa nio agra-
dar ao Sr. Roy de Mello, volta para casa,
ea passo as certdoes, e casara dentro de
urna semana, serrn io meo amo de empe-
nbo para que o patrarcha oio ponhi divi-
das. A Thereza j Ibe dira qoe vio i por-
ta do palacio a carroagem de sua eminencia
que d is melhores amigos de mea amo.
Mas como bei de ea ir li ? perguoloo
D. Francisca para dizer a goma coasa.
Manda-se a Thereza dar om passeio,
porqoe necessario occultar-lhe todo este
negocio. Bem v qoe nio se conaegoindo
nada, deve ficar sepultado entre ni ambos
todo o segredo. Affastada a Tnereza, a Sra.
D. Francisca ir muito bem da capote e lee-
(o at Graca. D'aotes nio era medros*.
Nem agora son, respondeo D. Francis-
ca ; mas c nfesso-lbe qae esta aventura se-
daz-me eassosta-me ao mesmo tempo. Roy
de Mello poda fazer como Gaspar Coelbo e
como tantos oatros. Bem sabe eomo sio
os horneas.
Sei qae sio uns parvos que se gover-
nam por quem os domina. Ora, men amo
acdstum u-se a ver pelos meos olhos e a
oovir pelos meos oovidos. E' indolente
como todos os americanos, e quando nos
ambos combinados estivermoa da portas a
denlro, nem^plle far coasa qoe nos descos-
te, oem ea cousa que nio convenba Sra.
D. Francisca, de qoem fico dependente. O
mea interesse terna intimdale delle pes-
soa amiga. O sea ter-me por auxiliar
permanente.
Tem razio. Vejo qae me falla com
sinceridade.
Com s maier possivel. Ea careco de
qaem me ampare, e posso fszer outro tanto
a qaem me prestar est servico. E cono
nio poda dizer isto Tnereza, por isso
exigi fallar-Ihe em particular sob pretexto de
ajustar as condices relativas aos taes pa-
pis. Agora resolva.
Confasso-lbe, Joio, qae me sinto per-
turbada com (oda esta historia. Eston per*
pies*.
Pos medite,, Nio qaero toma-la de
sorpreza. Na primeira cacada do Sr. Jero-
nymo de Leos virei saber a resposts.
Lineada esta sement de ambici no ani
mo s?degto de D, Fran isca( o mordomo
retirou-se e a airosa, viuva disse Thereza
qae o- pacto acerca das certdoes fica.-a-con-
cluido.
Pois nio Ibe sahir barato I observou
a malata. Aqnilio nm alambre 1
XLIII
No dia seguinte foi a boa Tnereza dar
parte a Domingos de Sampaio de qoe o
mordomo de Ruy/de Millo oio faltara i en-
trevista conrencioaada, e dizer-lhe como de-
pois de conversaren] dorante pequeo espa-
to de tempo na sala e de a lerem despedi-
do, se foram encerrar por mais de orna ho-
ra no qoarto, fechaodo-se por dentro, e fal-
lando tio baixo que n3o p-ia oovir um
anica palavra, d'onde inferir qoe estiveram
)nversando ao gabinete da senbora, o qual
cava separado do corredor pela saleta e
pelo quarto de dormir.
Cada ama deslas circomstancias, alias
muito innocentes como j'referimos, angus-
tia va de ciumes o corceo aoaixonado do
alfares, e alvorocava o sangue araba que
Ibe girava as veas. Sob a apparencia jo
vial com qoe estivera eseutando a narracio
da mulata, ferviam-lbe na alma as desorde
nadas paixesqoe D. Francisca reacceodra
extraordinariamente na vespera, e ora Ibe
occorria dar a Rodrigo Peres urna litio de
espada qae Ibe fizesse perder a vontade de
ter conferencias com senhoras, ora Ihe pa-
reca que D. Francisca oio passava de ser
ena aventoreira sem vergonha qoe Ihe cum
pria desprezar.
Esta era com efleito a opiniio mais acer-
tada, mas por isso mesmo nio prevaleca,
apezar do claro entendimento de Domingos
de Sampaio. Parece qoe onde maior a
luz, mais se empenba em obscurece-la a
densa nevoa das paixSes e dos appetites
humanos L
Concluio a narracio da Thereza com o
qoe Ibe dissera por. Qm D. Francisca a res-
petto de se ter ajustado com omordomono
tocante s certiddes, e com a noticia de
qae, celebrado o casamento on reconha:do
Jae aio se podia fazer, ella tencionava in-
uzir Joronymo de Lemos a partirem am-
bos para Inglaterra, accresceotando qae a
convidara para ir com elles e qne n3o acei-
tara por oio ter rcebido a esse respeito as
o'dens do alferes, a quem obedeca cega-
nente.
Eu creio qoe n3o ebegario a partir,
disse Domingos de Sampaio, respondeodo
machinalmente s oltimas patarras da mulata,
mas anda meditando as primeiras. En-
tretanto "diga-lbe qae pensoa melbor e qne
seresolveu a nio a desamparar em caso
nenhum. Se com efleito partirem, qaero
ter junto delles utnt pessoa da minha iuteira
confianca.
-t flg faco o qne V. S. disser, rrei a
celia, qoe sju a imagam viva de sea mii.
i effeilo, semellianjas de fynilia
binaeoes da cores, oido sob ira-
m. reconnecen sempre as fei-
uva, Clarisse qae 0or deas ve-
les, em lempo de ferias.-: vira a anteada,
acbanlo-a eolio dcil e meiga, senio ex-
pansiva e confiada, ao meoo* franc e res
peitosa, nio ceasava de r^Hear reminiscen-
cias menos longi-qias para bem se conven-
cer de qoe Motcelie-nai, ere nem podia sw
a antiga e bishha aldea" qne Ibe negara o
nome de mii.' Agora estiva molber, des-
pida de banaes ias'inctos e iijistos re-
celos.
as su 3 ultimas visiUs a Parsdizia
ClarisseDio maaifestoo a rneoor repug
nancia a meo respeito, Qae motivo tenbo,
pois, para recejos ? Corentina nio polo
ter Ibe dado seDio excelentes conselhos e
a razio da creancadeve estir robustecida:
ella sabe qoe sua segoda mii boae affa-
vel; assim o er, visto qoe as saas sertas
o cmfessa.
Clarisse, folheando a correspondencia da
joven pensionista de Nossa Senbora das
Flores, encontrara em toias aspsgiuas phra-
so aflectoosas, trechos aecaotadores, sin-
cero arretwodimeato dos erros passados,
e mil oatras amabilidades eada vez nais fi-
nas e sensivers de aono para aeeo : aht bem-
dizia Marcella a Dus por Ibe ter dado pas
t3o bons e censura va--e por b^ver desconbe-
cido a solici'.nde delles. Emlhu, a corres-
pondencia de Marcella era repleto dos mais
sublimes e amorosos peneamentes, a com-
pro varem, a pw de ana int-lligancia culti-
vada, om bom saneo soper.or swa- idade.
T.l laitnra faria eeeuqoecer de alegra orna
verdadeira m3i; sas, em vez de diminuir
as apprebenses deespirto de Clarisse, aug-
meatou-as, pirque n'aipjellas numerosas
passageos escripias a segunda molber de
tmifeao Durantais oio- encontrn orna pa-
lavra, om vislumbre sequer indicativo do
desejo de voltar a Pars, sem mesme- de
sentina*Dto com respeito- s ferias de qoe a
pi ivavam, nem tio poaco da satisfago que
experimenta va no seio da familia. Sempre
v los amientes pela felicidade dos pais;
muitos provectos engracados com respeilo
ao futuro da Gilberto, qse elii, l do inte-
rior dw- sea convento, oomeava coronel oo
emhaixador; muito freqnentes e lindas
pbrases com relacio aos brinquedos de Leo-
nia, s visitas e bailes inf-atis que a ambos
appetec. mas nem sequer dar a entender
que lasaimava na-> fazer parte de compa-
u'ii; depois, ero um suspiro oem orna
queixa sabr a so recluso oo coavento.
Ao passo-que as sartas de nutras meni-
nas sio abundantes de aspiraras mais ou
menos romanescas, Ma-celia nunca falla va
das saas esperancas. Na realriade era as-
sustador tio demasiado bom senso : nem
nm appete pueril nem urna ambicio pro-
pria da idode. Na> mostrava desejo de
possnir om adorno^de gozar umafesta. om
espectculo qualquer ti nao ambtoionva om
trajo de amazona, oro-pequeo poney ; nio
fallara de viagens Sbissa oii Italia, de
passeios n'um l?g >. de digresses de carrua-
gem: desejava que seo irmSo obegasse a
ser um gentil coronel de hussar 1s; mas,
qoanto ao marido, de qne profissio o am-
bicionara ella ? Esta- 'notavel abnegado
levava a sappor que a joven nutria pensa
mentas reservados, qc-e nio era franca e
obretudo-que recelara o dia do- seo re
gresso definitivo casa paterna, donde n3o
sabiria maia>
Maraella virtuosa^ bem elucada e
caprichosa no seu bom. comportamento
disse comsigo C;arisse.Ella esforja-se por
ser minha amiga, mas as desagradareis pri-
meiras impresses que Ibe caueei nao se
lesvjoecem e sou ea sem duvida- a causa
intima da sua antipatbia- pelo lar domes
tico I Obi'meu Deus> preservai-me de
novos tormentos 1
Cala ve* que parava, urai carmagem,
Gilberto corra jauelli,. gritando ;:
E' Marcella I
Roma, se m'o dtterminar. E' o meu ver-
dadeiro amo.
E. nio perder o seo tempo, repliooo
o alferes- metiendo a- mo na- algibeira do
collete, e pondo na palma esbranquicada da
mi direita qne a mulata ji Ibe estava es-
teodendo, a o Areola necessaria para ter
sempre propicia aquella deuaa de- semblante
enfarrascado.
Mui o obrigada, meu senhor, dissse a
Thereaa curvando-se. Islp porque assim
o quer a generosidade de V. S. Eu nio
ped nada. Bem basta o qoe Ihe devo j.
E tabora. NSo fallemos nisso. V
para casa, e avise-me logo que Jerenymo de
Lemos ebegue da cacada. Pode at dizer
que me encontrn e qae ea Ibe encommen-
dei essa participae,3o.
Assim farei. E V. S. nio quw nada
para a Sra. D. Francisca ? Como bei de
dizer qae o encontrei...
Diga-lbe moitos camprimentos da mi-
nha Darle e que desejo as suas felicidades,
responden D.jiningos de Sampaio oio po-
Jendo encob.ir no tom dado a estas pala-
bras o despeitoso ciume que o estava fusti-
gando.
Eo e, digam o qoe qoiierem, eston
persuadida de qoe o melbor amigo delta
V. S., e o que mais Ihe coovm. Por oa-
tro lado vejo igualmente que ella Ihe quer
muito e qne faria todo para o nio des
gostar.
P je ser, retracoa o alferes com pas-
mosa innocencia, mas vive com Jeronymo
de Dos e tem conferencias no sen qoarto
i porta fechada com Rodrigo Peres.
Ora essa I Com qae V. S. agora
vem 1 EntSo Rodrigo P.-res um criado
como en. Imagina que teria o atrevimento
de levantar os olbos para a Sra. D. Francis-
ca ? Tem cousas, Sr. alferes I
Voc, Thereza, qne me nao en ten-
den bem, acndio Domingos de Sampaio no
intuito de reparar a indtscricio. Quera
dizer que prefera viver com ella como
Jeronymo de Lomos oo estar no sen qoarto
a conversar como Rodrigo Peres. Eu bem
sei qoe D. Francisca era incapaz de olbar
para um eriado. Voc qoe poz malda-
de as minhas palavras qne a nio tinbam.
Adeas.
Adeas, Sr. alferes. At muito bre-
ve, termino i a mulata despedrado se, e
aceres-.entando depois de descer as eses-
das : Teas ciumes ? Pois a bolsa l'o pa-
gar I
Domingos de Sampaio anda se demo-
rn oa casa onde fra encootrar-se com a
malata. Ficou a considerar em Rodrigo
Peres, em Roy de Mello cajo mordomo
era, e no qne estas duas creaturas podan
!nflQr 99 IROlo de D. Francisca, e em to
Leonia ballia as palmas. Clarisse
rendo aesociar-se ele|
fijobof, leve pese de
com a vista asearlas
rara una i lusio : e!hj
nio sem clasificar,
traordioaries os penaanentos qoe mais a
mprejsionaram durante a fetora da cor-
respondencia da joven edneanda : S
nos campos ha ventora. A cidedes sio
prisoos de pedra. A rda do campo a
nica que satisfaz o curasao. Os elo-
gios da netoreza eram a cada pateo., Ha-
va all ama compararlo entre e estado de
urna prioceza e a da ana aldei, onde to-
da a vantagem era pelo lado da modesta
situacio eampezina : esu pagina, ascripu
espirituosamente, realcava em frescorelo-
quente. Clarisse ficou impresaioaada ; mas,
reconsiderando, qoe explicacio baba aovil-
lo escripia por Marcella ? Emiliano, aem-
pre superficial, nonca se propozera eHa
qoestio: qaando foi lid en familia asjoella
smgolar c Bella amplificacio da nnha pequea
Iliterata I Palavra qoe obra primer...
Hoi da felicita-la 1
Ab I se a perspicaz Cariase soakesee
melada do qee sabia EarHwso, teria logo
comprebendido que a prediieccio pele cam-
po lio preeminente em farceila proceda
do amor qoe ella nutria pete seo conpa-
obeiro de infancia, pelo joven paalor qne
na Plantelle como ao Moire era tratado pelo
seu am'guinhv, e ao qoal o obeaa e>orvaak
se obstina va em chamar desposado e nari-
dinho de Marcella. O veno aWeo. sxce-
dendo lodos os limites, saadava ene oinoi
lempos Marcella, cbannodo-lbe Stm Pedro
Paulo. Semore era muito endiablado- o
oonacbeirio do homem l Mas li son es
seus botoes di.ra eile:
Para que orna escapla fique eem- Ir-
me preciso bater-lbe rija e muito X
Qu-ondo ella se Foi despedir delle, eis
soa respo8la:
At vista, pequea, at a vista-1
E repeli o dito eom arboalos'o e astuto
Marcella corou e o oorarjao pulou-lhe- de
prazer com lio auspicioso adeos. Pedro
l'auo apertou a mi ao tio. Ora, se Ga-
nase podesse ter tido o menor inicio des-
las coosas, n3o attribuiria a iojusias pre
rincoes a Imguagem extraordinaria da en-
teada. Penetrando a> cansa da doeoca.
acbr-lhe-b logo o remedio, e aos seos
dolorosos preseotineotos koccader-se-bia
um prazer sem ignal e ella exclaoiara :
Sou ea, minha querida Marcella, aou
ta que serei toa confidente e anig 1
A carruagem por tarto- t6mpo esperada
cbegoo finalmente. Marcella apeoo-se, sa-
bio depressa a escada, entrn no sallo,
correa para Clarisse a beijoa-a ter nanete
N3-i houve nisto esforco oe contrariedade :
os beijos qoe se trocaram Dio (oren pro-
fanados por pensameoto abjom naos- Cla-
nsse, enthesasmada com a acc3o de Mtr-
cella, apertura- mais estraianeaaa nos
bracos : ella, irapressiooadav correspeodeu
tres-vezes aqnee abraco, exciamando:
Minba mi, minha boa nii I
Hbeve eolio um instantf-de tregoas pa-
ra todas as aagostiu da joven S6ebera,
qae seatio raiar ama esperaoca.
Eu estavaengaada !disse ella-con-
SgOi
Marcella disse-lbe algamas palavras da
parte de Carentina qne Ibe falUram aoco-
raciOi
Eu fui mnito culpada rr'outro tenpo;
Corentioa obrigoo-me a prometter-lbe qoe
Ibe confesara vocalmente a*> nieas- ral-
las logo que aqni chegasse ; o qoe-fa^o
agora muito gostosam- ole, e crea qne
achara sempre em mim nma filba respei-
tosa, terna e obediente I
Eston salisfeita, minba querida filba 1
interrompeo ClarisseNio fllenos nais
oessas scenas desculpaveis pela toa idade
de enlio e falta de deseovolvimeoto.
(CoHmuar ha)
dos os soccassoe relativos a este caso. D-
zia-lbe o instinctode namorado-que nanbam
desses homens era indifJerente, 'e qoe iba
enmpra sabar a respeito delles qoanto ho-
manamente fosse- possivel saber.
Tambem Ibe occorria qoe era tenpo de
fazer alguma cousa; qae este nao viera a
Lisboa para assistir ao casamento do fidal-
go de Crestuma, antes prometiera impedi-
lo ; qne os acontec meatos iam camiabaudo
de modo que poda aer larde quando de-
terminasse atalbar bis o passo, e qoe o
proprio TLrgo Peres apesar de andar cor-
rendo a cidade a ver todas as igrejas, e as
casas de bicos e sem ellas, havi afioai ac-
cusa-lo de inaeco
Era embaracosa a sitoacio em que elle
proprio se col locara, de amigo da bmilia de
Jeronymo da Lemos o de obrigado pelas
suas promessas a proteger D. Francisca.
Conciliava sem dtfficoldade com estes deve-
res oppostos os obstculos ao consorcio,
porque impedir o casamento do manceba
era facilitar os planos que sempre formara a
respeito de D. Francisca. Mas para ebegax
a esse ponto seria necessario talvez empre-
gar meios qae prejadicassem a supposta
viova do sargento-mor de Minas-Genes, o
a tal extrera dade, dolorosa para o aea eo-
racio, poaco leal em relacio is promessas.
feitas, e contraria ao deaejo da a possoir
sem escndalo, que elle nloqaeriaehegar
de nenhum modo.
Pobre a'feres da Silva I Condamnado a
Intar com as paixes mais ardentes para
salvar o bro de cavalbeiro, e a e-qoecer-se
de qoem era e da sua condiclo de chafa de
fam lia para satisfazer os caprichos viciosos
da ndole ponco sisada!
Depois de.longa meditac3o e de spero*
combates interiores, sabio dalli resolvido a
entrar immediatamente em campanba, depois
de oovir o parecer sempre reflectido de
Thiago Torres.
Encontrn em casa o estudante, poode-
roa Ihe qae era tempo de metter mios k
obra, commonicon-lbe as saspeitas vagas
que Ihe cansara a entrevista do mordomo
de Roy de Mello com D. Francisca, e indi-
cando o'perigo de qae os dais noivos par-
tissem para Inglaterra, obteve a plena ap-
provacio do rapaz, qae a fallarme* a ver-
dade, comprehendia mal tio complicadas
aventaras.
Domingos de Sampaio a quam agailhoa-
va o receto da viagem de D. Francisca, sa*
oio de casa cabisbaixo e dirigi-e* con
passo apressado para casa do I tendente,
onde o esperava a noticia de om extraordi-
nario e inesperado snecesso.
(Continuar $-haJ .
^,


TYP. DO DIARIO -RA DO PUqOsJ P? CAJHA


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