Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12729


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Full Text

AMO XLVIH. NUMERO 230
fABA A CAPITAL E 1GARIS OIOI IAO SI PASA P01TI.


.1


-

Por tres aezes adianiadoa .
Pbf Mil jitos idem ...
Por om anno dem.....
Ca2a mumero avoiso m :'

-
4 s I
WOOO
amo
14J000
ISO
SECUNDA FEIRA 7 DE OUTUBRO D I872.
PARA DEITBO I POBA Si PHOVHCIA.
Por tre metes adiantados ,...............
Por seis ditoi idem.....'
Por nove ditos idem .
Por nm auno idem .



W750
13*500
20JK50
27,1000
MAMBICO.
Propriedade de Manoel FigMira de Fara & Filhos.
__
S AGBWKS! .
fc Sri. Gerardo Antonio Alvei 4 Filhos, no Para; Goncaive & Pinto, no Miranhlo ; Joaqnim Jos* de Oliveira 4 Fitho, no Ceart\ Antonio de Lemoi Braga, no Aracaty ; Jlo Maria Jnlio Chavea, no Ana ; Antonio Marqaei da SUn, no Natal ; Jcii Jnti
Pereira d'Almeida, em amangnape; Angastt' Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na vpa da Penha : Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
ern Nazarcth ; Antonio Ferreira de Agolar, em Goyanni; Frantiho Tavare da Costa, ^ef Alagoas; Alves & C, na Babia; e Leite, Cerqninho & C. no Bio de Janeiro.
-
PARTE OFFICIAL
Coverao da provincia.
Dr-SPACHOS DA PRSIDKHr.l V DE i DE OUTUBBO DE
1871
Abaixo asignado, residente oa villa e termo de
I. moeiro.laformo e Sr. Dr. ehefs da polica.
Amonio Prrei-a'do Alraeida.-Passe portara.
ti "orma do estylo."
Aotooio Felippa ce Viseiraento.Passe porliria
r.o, furnia do es'.ylo.
charcl Christovao Xavier Lopes.Sim
Joao Hyppilii) da M ;ra'Luna. Mostr-se o
sapp'lcant- habilit:do como h-rdeiro do seo Ana-
ta flih >.
Teaeate Jj doi Passos Qieiroz Como re
l'jffr.
T-raenle Jos Francisco de Paula Velez.A' vis
la das imformac's, ind-farido.
Tente Jo,- Fraucseo Paes Brreto. -ladeferi
d 1 vista das mf rtr.ares.
Joao Quintioo Lip'Z e outro*. Imforrae o Sr.
C-peelor da tha oararia da fazeoda.
Hachare! Joaqaim Ferreira Chaves. Deferido
com ofBcio d'Sia data, dirigido tbesouraria da
faicals.
) charol Leonardo Fraoeico d'Alroeida.Di-
ferido com offl<:io desta data, dirigido ao coronel
i-jinmiodant* das amas ieteriDo.
Bacharel Manoel Aones Jacome Pires.Sim.
flacharel Nabor Bezerra dvalcaoti.Aguarde
o >upplicaote que seja confeicionado o ornamento
rospjctivo.
R. C Batterbpe.Informe o Sr. engenbeiro fis-
cal da companbia Brasihao Street Riilway.
Secretaria da presidencia de l'emaoiou: \ "> de
u.abro de 187.
O porteiro,
Silcino A. Rodrigues.
Reparllco da polica.
seecao Secretaria da polica dePeroambu-
co, 5 de outubro de 1872.
t*.. 1513. Illm e Exm. Sr.Levo ao eooheci-
lUdDlo de V. Exc. que, segundo coasta das partici-
pares recebidas b jjo oesta repartido, foram boo-
d recolbido casa de deleucao os seguales
nliviJuojf.
A' mioha ordem, Antonio Irineu da Cruz, Jos
t iquira de Meneies, Hnmaz Alves de Oliveira,
Francisco Aniouio da Roana a Joaquira Jo de
Meoezes, viudos do Pao d'Albo. como criminoso;
e J- Pedro de AlbnqaerqaeL'ma, como reo pro
Bandado e disposigai Uo Ur. jaiz do direlto do
?i di-lricto.
Deas guarde a V. Exc.-Illm. e Exc. Sr. des
emoargador Francisco de Farias Lemos, digno
presidente da provincia.O ebee de polica, Luiz
Correia de Queiroz Barros.
EXTERIOR.
Heapanha
n^fiamenio ]>ara exnru^au au tei ye utvtw u r
cravidu em Cuba t Porto Rico.
\'jr proposta do ministro do ultramar, em viaja
Jas informaces dos goveroadoi'es superiores e ci-
vi das ilbas de Cuba e Porto Rico, de accerdo
com o parecer do conselhode ministros, ede con-
tormidadt com a opioio do eonselbo de estado
pleno :
Coavenho em approvar o seguinte regulamento
para a execugao, as ilbas de Cuba e Porto Rico,
da !ei de 4 de jultio de 1870 sobre a abol ;ao da
xscravldao.
CAPITULO /.
Das untas protectoras.
A:t. i.* Em cumorime jio do art. 13 da lei e dos
domis que se referem ao patronado, estabelecer-
ta e em cada um dos dislrictos. civis da de Porto
Rice urna junta p> otectora dos libertos, sob cuja
p> oteccao ficjro todos os declarados la-respetas
disp-iiiroes da referida lei. Na capital de cada
i.il havera, alm disso, urna junta central.
Art. 2. As juntas protectoras jurisdicciones
lupor se-bao do governador ou vice-governador
4i jarisdlc^ao de Cuba, do eorregedor do districto
m Porto Rico, que sero es presidentes, e do pn-
'u.:o syndico da monicipa idade da cabera da co-
marca, oa do nico que aquella contar ; de qua
tro vogaes proprietario?, dous delles nao post-
dores de escravo ; de quatro -sappl ntes, dous
Umbem que nao possnam e-cravos, para os casos
de enfermidade, auzeccia ea ontro impedimento
m de am secre;ario sem voto.
A substituido dos propiietarios se farde modo
tu em nenham caso seja menor de dous o nu-
ra^ro dos vogaes nao possaidores de escravos.
Art. 3.* O cargo de vogai destas jautas aera
grataito e irrenaociavol, salvo para os oaiores de
4(0 aono< e os physicamente impedidos.
Wio polero ser vogaes :
i.' Os estrangeiros, se nao tiverem obtido carta
de natnralisacao
i. Os. menores.
1. Os que nao souberera ler e escreter.
1.' Os militares, e os empregados pblicos em
servido activo,
o Ot que tiverem sofTrilo penas aflictivas.
i' Os que, por seutew;, se acharem sujeitos
vigilancia da aatoridade.
".* Os que em uualquer tempo tiverem sido
ooademnados par dlidlos Je infrac^io dos regula-
melos que regolam a eseravido, cu pelos qne
sao castigados pelo decret > sobre a repressao do
iraff 3 d negros.
Dorara o cargo dous aunas, renovando se por
metade em cada um, e determinando a aorle es
deas propietarios e doas sapplenles que devem
sabir ao Qaalisar o primeiro dos ditos anona.
Art 4.* Para constituir as juntas jurisdiccionaes
ya governalores ca vi *.*-governadores em Cuba, e
tn eorregedores, em Porto Reo, das respectivas
caberas de bomarca forma rao ama lista que cora-
prsaeoda os 16 maiores eoolribuiotes da jariidie
vio, tenham, i a nlo, .'ua residencia na mesma, e
metade dos quaes nao possna escravos aflm de
m quatro vogaes proprielarios das mencionadas
jootas. Nos annos segara tes as listas eompreben-
dirao anicamente oito Individuo?, qae reanam as
mismas eircamstancias, aflm de que a auloridade
superior esculla 09 dous que hao de sacceder aos
que aabirem.
' Art. 5.* Censtitaidas as juntas jurisdicionae
tova os dona vogaes natos determinados no art.
2.', e os quatro proprietarios escolbidos de eonfor-
badade com o art. 4 *. passario a formar ama
proposta de oito contnb.iiotes residentes nalaris-
di(io, e cuja metade nio possua escravos e a
apreseotaro ao govermd >r civil para qae eseolha
os quatro vogaes snpplenles, qae terio de substi-
tair aos proprietarios. Para aa renovales ao-
aaaei e snecessivas da metade dos snppleotes, s
aroporio ai juntas qttalro cootribaiotes, qae rea-
asas as eircumitanclas previstas, para qae a au-
tortdade superior eseolha dous.
As juntas nio p derio tomar accordo algam sem
a preaMea da metade e mais am dos vogaes.
Art. 6> SIo attribnir,5ea daa juntas protectoras
j aridieelonaes:
I.* Caidar em qua se eumpram as obrigacSjs
imaoatas aos patronos pelo art. 7.* da le a respei-
t dos clientes libertos eomprebendldes nos arts.
<. s 1* da mesma lei, com relacao ao que em ca-
da caao peraiium o ilado de collera aa con-
dicoes locaes, e do accordo com os trabalbos que
bio de execatar mais para o futuro nos estabeleci
melos rraes oa urbanos.
2.* Proai iver o eiTaclivo pagamento dos jornaes
que o n. 8.* da lei marea aos libertos que tiverem
coupletido 18 annos ; interriodo na flxafio de
sua importaocii e pereebeodo a metade destinada
a fixaQio do peculio daquelles. Para avahar o sa-
lario dos I bertis, o meio jornal que a elle* ss ar-
bitrar, estafa eflTTelac.o com o qae ginharem os
homons livres, segando sai classe e ofQcio,
3.* Diligenciar que a terminacho do patronado
ao completarem os individuos a idade de 22 anno*,
conforme o art. 9.* da lei, sarta lodos os effeitos.
Qiando o patronado terminar por qualqner das
tres eaasas declaradas no art. 10 da lei, as juntas
terio no I.* caso sob sua prolecc.ao os coojoges
at maioriJade do vario, e procurar), sem vio-
lentar su voutaje, qae contmuem na qaaltdade
>le colonos em eompanhia do patrono da mulber.
Nos outros dous casos collocarao os menores sob
o patronado das peisois que julgarom convenien-
te, regulanJo-se ara a flxacao do jirnal pelo que
se delermioa na attnbuigSo 2.'
4.* Auxiliar os libertos comprebendidos nos arts.
3. e o.' di lei. e os que nao estiverem sob patro-
nado, diligenciando que o< contratos ou ajustes,
qae celebraren), sejim oa mais conformes com 18-
leresse daquelles, ao desenvolvimeoto di agricul-
tura, e as necessidads da ordum publica.
5.* Exercer todas as fuaccoss da curatella, se-
gundo o direito, sobre os libertos menires de 22
annos que nao estiverem sob patronado, e sobre
aqueles qoo, sendo tambem menores de 22 anaos,
exercitirera direitos contrarios aos de seus patro-
nos, represeolando-os em juizo e fra delle, me-
diante pessoas que para isto nomearem.
6.* Iatervir cora t>na approva^o necesssaria oas
estipulares e actos da transmissao do patronado,
as-nn como oos que tiverem por objecto reivtndi-
carem os pas livres o patronado de seus filhos ; e
approvar aa inderanisagO-s qae considerarem jas-
las, segando mais adame se estabelece.
1.' Ter registro do3 inlividaos caja pro'.ecgao
Ibes est conada, e das alteraroes porque passem
os mesmos am sua situacio e residencia, aoaolan-
do em separado os qae estiverem sob patroaado e
os trabajadores libertos.
8.a CuiOar, conforme o dluposto no art. 14 da lei
em qae os patronos eumpram snas obrigacSes, re-
lativamente ao- maiores de 60 aonos que perraa-
necerem as casas ou rateadas de seos antigos do-
oos, e iotervir oas desaveogas quo occorram entre
nos e ontros.
9.* Por a joros, era no rae de cada interessado,
as quaotias que se aprecadarem para a formacio
de sea peculio, na caixa econmica estabelecida
na Ha vana e em S. Joao de Porto Rico,oa em saas
fliiaes.
10. EateoJer oas renuncias dos patronados, ad
raiitindo as qae se faodarem em causas qae as
juntas coosiderem justas e provadas, sem qae as
reuuncias tenbam jaraaia eomo resultado a sepa-
ragio do lilbo, jneoor de 14 anno', de sua mai es-
erava. Esta separacio tambem nao ser penaitii-
da nos casos de tran.-ruissao de pa.ronado.
II Otapr a troca de patronado, oavido o pa-
i..^ ^-.-J.. .... ^^^ ...nl^r Igiirq 9106- I
cialissima aptidio, reclamar, por si oa por outrv
pessoa m seo oome, o mu Jar de occopacio sempre
que isto exigir ana translaeio para oatro ponto
onde o patrono nio possa exercer su*s funcc<5es,
ou qnanlo este nioa eceder a mudanca de ocea-
pana,
12. Fazer oa modelos, as listas oa os registros
qae para applieacao da lei, forera necessarios oa
se prevraam oeste regulameoto, camprindo qnan-
lo oelle se dispoa acerca dos referidos documen-
tos.
13. Propor as nomear^oes de secretario e demais
empregados necessarios, qae serio feitas pelos go-
remadores oa viee-governadores em Cuba e pelos
corregedores em Porto-Rico e dererio ser appro-
vadas p-l i governador superior civil.
14 Fazer o qaadro dos erapregaloi da jurisdic-
ro, fixando seus ordenados e o do secretario e
sobmetteodo-oapprovacao do goveruador supe-
rior civil, ao qual oavir antes de da-lo junta
central.
13. Resolver as reclamacoes relativas a eulasio-
oii inclusio as listas de libertos.
16 Dirimir e resolver todas as qnestdes qae se
snsciterom entre patronos e clientes e todas as
mais que possam occorrer por mslivo da appliea-
cao deste regulameoto, ciogindo se ao procedi-
mento qae slabelecer o especial de qae traa o
art. 18.
Art. 7.* Se as partes reclamantes oa litigantes
do se conformaren! com a decisao das juntas ju-
dieiooaes, terio direito de recorrer ceotral den-
tro do termo de 30 dias, a qual decidir sem alte
or recarso na ordem administrativa.
Ari. 8.a O que se sentir aggravado pelas resolu-
odas da junta central, poderi intentar contra ella
os recursos eootencioso-administratiros, oa coa-
lencioso-jadieiaes qne julgar procedentes.
Art. 9.a A tramitacio oa procesaj dos recurso
a que se refere o artigo anterior, regularse-ha,
oos cootencioso-admiaistrativo1, pelas disposiefos
vigentes pan os demais de sua classe; e, oos con
(encioso-jodieiaes, pelo determinado no lit. 24, par-
te 1.* da lei de instruccao civil dos processos vi-
gentes as ilbas de Coba e Porto-Rico.
Ari. 10. Os escravos, qae forem declarados li-
vres com relacio ao art; 17 da le, fleario ao coi-
dado das jootas protectoras, as quaes p tocado rio
a respeito dalles pela mesma forma que para com
is demais se djspSe no regulamento, principalmeo
te no n. 4 do art. 6.a
Art. II. As juntas protectoras jurisdiccionaes
poderio delegar sas 'acuidades, para cada um
dos dislrictos de sua jurisdicc/io, em alguma das
p-saoas eomprebendidas na proposta a que se re
fere o art. 0.a, dssignando tambem ootra para o
cargo de supplente, ambas residentes no dlstriclo;
e snas nomeaedes, sob proposta das juntas, aero
feitas pelo governador oa vice governador em Ci-
a, e pelo eorregedor em Porto-Rico, dando conta,
para sua approvaci<>, ao governador superior ci-
vil. Os delegados e sappleotes obrario sempre
sob a aatoridade das jootas, de maoeira que estas
nicamente sejam as qae resolvam e determinen!
todas aa qoestosa qae possam occorrer, limitando
se os delegados a ser execatores de suas or-
dens.
Art. 12. As pessoa? investidas de taes cargos se-
rio considerados como fnoccionarios pblicos com
attribaigoes administrativa?, e eslario sujeitas
responsabilidade go vernal va e judicial qae cor-
responder a esta carcter. Tambem seria graloi
tos os referidos cargos e s poderio ser renuncia-
dos nos easos em qae precede a renuncia dos vo-
gaes.
Art. 13. A junta central protectora residir na
capital e se compor : do governador superior ci-
vil, qne ser sen presidente, de om vice-presiJen
te nomeado pela dita aatoridade ; di primeiro
syndico da respectiva manicipalidade; de 16 Vo
gaes proprietarios, sendo a metade nio possuido
res de escravos, e escolhidos pelo governador so
perior civil entra os 150 miore3 contribointes de
toda ilba, residam ou nao Da capital; de 16 snp-
plenteg, oito nio possaidores de escravos, para os
caios de ausencia ou eofermldade e de nm pro-
posto pela junta e nomeado pelo governdir supe-
rior civil. Esta auloridade podera delegar as fane-
(fin de presidente, em casos especiaos, na pessoa
qae Ihe parecer eooveaiente. A substiluicio dos
proprietarios le viriBcar de maoeira que della
nunca reaulte menos de oito vogaes que possuam
eacravos.
Art. 14. Apenas constituida, a junta formar
ama lista de 3i eontribointes, mas qae tenham
saa residencia na capital, para que o governador
superior civil escnlna os 16 sappleotes que bao de
sabsiitoir aos proprietarios.
Art. 15. Esta junta ser recovada por metade
em cada anoo, determinando a sorte os qae deve-
rio cessar no Amalo primeiro.
As renovabas dos vogaes proprietarios far-sel,
hio par uomeacio do goveToalor sadarior" cii-
conforme o art. 13, e a doas suppftotes se verifi-
car escolheu lo-os a mesma aatoridade superior,
de cooformidada com o art. 14.
O cargo da vogal nio renanciavel senao nos
casos previstos no art. 3a.
Nao poderio ser vogaes aqaelles qae se acha-
rem comprebendidos em algam dos casos desig-
nados do o. Ia ao 7a do citado artigo.
Art. 16. Sao atiribaicd'es da junta central :
1.* A formacio do recenseamento geral dos ei-
cravos.
2.a A das lisias a registros dos libertos de tuda
a ilba, qae fdr necassario formar ou qae se pre-
veja-para o futuro, com previa approvacio do go-
vernador superior civil; devendo pablicar-se na
gaiela de Madrid o resumo geral das citadas lisias
e registro.
3.a Eataoder e resolver as reelamacSes que se
apreseotarem contra as deeisSes das juntas juris-
diccionaes e as contullas qae estas ibe diri-
girem.
4 a Dar aa instraccoes devidas s juntas jaris
diccioaaes, tendo cuidado em qua eumpram pon-
tualraenle as obrigaces qoe Ihes impde este re-
gulamento.
5.a Exi'r ao ministerio de Ultramar, por ioter-
me lio do governador superior civ.l da ilba, tudo
quanto considerar conveniente ao melbor cumpri-
meoto da lei, e proprio para remover as diflkal-
dades que possam produzir pertarbacoss oa pre
juizos, tanto aos escravos e libertos eomo aos do-
nos ou patronos.
t. Organisar, em forma legal, a conta e infor-
mado das qoantias qae arrecadar cada ama das
juntas jorisdicionaes pela metade dos joroaes que
b' 7.a Sabmetter approvagao do goveroador su-
perior civil as nomeagdes do secretario e damais
empregados qae forem iadispeasaveis, os ordena-
dos qae devara ter, e o orcamento dos gastos da
mesma dependencia.
8a Reassamir os orraraeotos dos gastos de to-
das as jootas jurisdiccionaes, e intervir na pres-
lacio das contis deltas, redigir a geral, remellen-
do-a, seguodo a forma estabelecida pelas dlspo-
si^oes vigentes na materia, ao tribaoal competen-
te para sua approvacio.
Art. 17. Para arbitrar os recursos necessarios
s fndemoisac.des declaradas na lei, e cobnr os
orcameolos de despeza de tolas as jamas protec-
toras, a ceotral, depots de cale-alar e eooheeer a
importancia total das indemoisacoes, e gastos,
propori ao goveroo superior civil da iltia o impos-
to cora qoe devam gravar se os eseravos compre-
heodidos na idade de 11 a 60 anaos.
O goveroador superior civil remedar, com stia
loformagao, aquella proposta ao miaialerio So
gar mais acertado.
Art. 18. O governador superior civil, ouvindo a
junta central e o cooselbo de adroioistracio eo
Coba, oa a deprelo provincial em Porto Rico,
promulgar os regulameotos porqaa bio de regar-
se a primeira, as jootas jurisdiccionaes e os dele-
gados dos dislrictos em saas diversas foocQoes
protectoras, e em saas relaces eora o goverm
superior civil; ajustan lo estrietaraeote saas pres-
cripcQes s da le ds 4 de julho de 1870 e s-des-
te regulamento.
Art. 19. Os escravos qua tiverem servido de-
baixo da bandeira hespanhola durante a insurrei
cao da ilba de Cotia, e coatinuaram depois em
servico activo, nio eslario ao cuidado das jumas
protectoras emquanto permanecerem como liber-
tos na dita sitoacio, da qual, por intermedio do
governador superior civil, se d.ri conbecimeoto
mesma jauta qaaddo firem liceo iados do servico
das armas.
As disposicoe3 aoteriores nao comprehendem os
menores, os quaes em tudo o que se referir a as-
snraptos militares devem ser protegidos pelas res-
pectivas juntas.
Art. 20. Os libertos qne por sua m ndole de-
monstrem aversio ou m vontade ao trabalho, ou
forem inorrgiveis,deverao ser abandonados pelas
jootas a qoe estiverem sujeitos ; e estas, com ap-
provacio da junta central, Ibes retirario sua pro-
teeeao, dando coma a aatoridade para seu gover-
oo, ou para os fios qae julgar conveniente.
Art. 21. Os libertos qae em virlade das dispo-
siQdes do art. 3 da lei forem objecto de rademni-
sacio a favor dos seas antigos dooos, nao receba-
rio ao cdalas respectivas emqoaoto nao fr exa-
minada sua situacio, para fixar-se a importancia
das indemoisages peraole a joma protectora da
jurisdiccao a que pertencerem como escravos. As
juntas velarlo para que facam, immediatamenle,
tanto as avaliacdes como o exame indicad), para
oio defBrir um momento a declararlo de liberda-
de e a entrega da respectiva cdala.
Art. 22. A apreciajio do valor dos individuos
sujeitos iodemnisacao se realizar aempre perao-
le a janta jurisdiccional respectiva, precedeodo
parecer de doas peritos, nomeadosam por parta
da fazeoda publiea para cada caso que eccorrer,
e oatro pela pessoa a quem a iodemnisacao seja
devida oa sea representante. .
Em caso de desaecordo entre os peritos, a jau-
ta, ouviodo previamente a um terceiro por ella no-
meado, decidir como no caso precedente sobre a
importancia da indemnisacio. Toda o procedimea-
to relativo a nm mesmo individuo se verificar
precisanente em am s acto, sajeitaado-se as
iiacoes accordadas pelas jootas approvacio do
administrador eeonomico respectivo.
(iver hilo coa o liberto, e a dos servios que este
t i ver prestado gratuitamente.
capitulo n:
Ooa ncenseameutos, listas e regiitros .recomnunda-
iotas juntat protectoras, central e junsdiccio
tum^.1 da expedicao de cdulas aos libertos
Art. 17. S sarao Considerados e.-eravos aqoelles
quejMid taes se acharem luacript is ao causo ge-
ra^Manad i rasps:uvameote oas ilbas de Cuba e
P-jnp Rico pela juota protectora ceotral. O dito
cantte coasiderar deflaitivosempra qoe se aebar
de aac to com as disposifoes dolidas oa lei de
1 Julho de 1870, e com as io9irucc5es dictadas
pela Ministerio ao Ultramar, para execacoe com-
prireaoto dalla.
Art 18 Aa jootas jurisdiccionaes orgaoisarao
um registro especial dos oascidos desde 4 de julho
da afJO, data da poMieacio da dita lei. Nasse re
S"***. alm das circamstaocias qoe se tiverem pre-
seates para a escravidio em geral a que Ihe sejam
apalicaveis, se coasigiar o ooraa, proi-ai e do
raiciiia do patrono, que a respeilo dos ditos oasci-
dos tiverem da exercer os direitos da tutor.
Art. 29. Opportunamenle se incluirio na regis-
tro a que se refere o artigo anterior os nascidos de
miis qae se acbem sob patronado segando a le.
Arl 30. As reclamacdes relativas a applicacio
dos beneficios da lei a raliviluorcujos ooraes te-
nham sido omittidos nos ceisos ou registros res-
pecroi, poderio produzir-se em qual juer tempo.
As de exclosao f se admiltiro quando se apre-
senlaram ames do lermo de 30 das, cornados da
poblieaco das li-us qae se formarem oas juris-
diccSes respecuvas, eolendeoio-se estes recarsos
sem prejaizo das responsabilidades qus a dava
exigir con relacio s disposic.oes aoteriores.
O* escravos nao cimprehelidos no ceoso for-
mado oa ilba de F.r! > Rico em 31 de dezembro de
1869, dala anteriora da publicacao da lei, eaibora
oio reeenaeadosem3l de dezembro de 18'7, serio
considerados livres ; mas reservara se a saos do-
oos as indemnisacas a qae teohaoi direila n o an-
do s cortea Ibes uverem concedido esse direito.
Arl. 31. O goveroador superior civil providen-
ciar.para qne as-Juntas protectoras jarisdiccionaes,
por intermedio de nm de seos vogaes, taram com
toda a urgencia, se o nio tiverem j verilalo, a
entrega dasrasaeciivas cdulas, tanto aos libertos
maiores da 6 J ano os, como aos pilrooos dos de
menor idade. O vogal delegado lavrar acta da
entrega que lagalisar com sua firma, a do patru
no a sea representante a da duas teslemnohas.
Arl. 3!. A entrega de cdulas que se retirara
aos oascidos depois do da 4 de julho de 1870. ve
ril'uar-se-ha eem as mesma) formalidades do artigo
anterior.
Arl. 33. O eeaso de qae trata o art. 19 da lei, oio
prejaiieara era aa oppor de modo.aigum s res-
ponsabilidades e direitos eonsigoados no decreto
com (orea da lei de 29 de setembro de 1866 e no
ragolamanto de 18 de julho de 1867.
Art, 34. As jumas protectoras, comparando a
dita tai de 1866 com o censo geral da eseravido,
fario dil-zencia para qae se exelaim delle todos
ca quenio aa achara compreheadidos como es-
cravos no aago, ees oaobuma oatra exsepcao
alea t> audos p Jiicnornenie at a data em
ArVou '"-"-'-IllTiii fui' Umbem ac
reeeoseameoto da tolas as pessoas declaradas li-
vres por tffdilo da lei de i de julho de 1870.
Art. 36. A pro** doi servios a qae se refere o
ar'. 3a da mencionada lei, incumbe s jamas pro-
tectoras, afim de que solicitem com as aatoridade
a liberdade do escravo.
O governador sapsrinr civil resolver definitiva
mente, eonforme seu prudente arbitrio, reservando
s partea os recarsos a qae se julgar em om direi-
to cootra as decisdes da referida aatoridade.
CAPITULO III.
Do patronado.
Art. 37. Ficam sojeitos ao patrooado dos dooos
das mais lodos os libarlos qoe, segando os art'. Ia
e 2a da le, tiverem oascidos desde o dia 17 de se-
tembro de 1868, e oascerem posteriormeote. Tam-
bem ficam, sob patronado, no caso do art. 14 da
lei, os que tiverem completado 60 aooos, sa oio
o piarera por sua lber dada.
Ar,. 38. Os palroaos exercerio para com os li-
bertos, representndoos em juizo, as mesmas fi-
culdades coocedidas por nossas les aos tutores em
relacio aos menores.
Art. 39. Os libertos devem obediencia e raspeito
a seas patronos como ae estes fossem seus pais ;
e, seb pena de nollidade, nio poderio, sem annoeo-
cia delles, vender, ceder, oem albear.
Art. 40. O patroaado traosmisslvel por todos
os maios eoabeeidos em direito, e renaociavel por
j astas eaasas, conforme o art. 11 da lei. Nem a
traosmis'io nem a reouocii poderio fazar-se, se-
parando de sua mii o liberto menor de llaaoos.
Art. 41. Os patroes team obrigacio de maoter
sent clientes, vest los e trtalos em suas enl-rrai
dadas, e instru-los nos pnuc pios de religii e
moral, Ineoliodo Ibes amor ao trabalbo, sabmissio
e respailo s leis, a amor ao prximo ; sao tam-
bem obrigados a sati-fazer as despezas motivadas
por seu baplismo e sepultura. Estes deveres do
patrono referem-se nicamente aos libertos com-
prebendidos nos art. Ia e 2a da lei.
Arta 42. Tambem deverio dar aos seus clientes
a iastruecio necessaria para exercerera urna arte
oa offliio, dedicando es aquella para a qual mos-
trarem mais aptidio e ioclioacio assim que ebega
rem puberdade. O telo que os patras obser-
varen! oeste ponto sera considerado servico espe-
cial a meritorio.
lora, determioar as correcces qae poderio impor
os patronos.
CAPITULO IV.
Da manen-a de verificar o embarque dos libertos
comnrehend'tdos nos arts. 3 e 5.a da lei.
Art. 50. Ao receberem as cdulas, e libertos,
os comoreheadidos nruart. 3.a da le, e as suas c-
dulas aspeciaes os de qoe trata o 5.a da mesma,
serio consultados pela juota, de quem as receba
rem, acerca do sea desojo de voltar frica. No
mesmo acto aa fura constar saa raanifeslacio as
listas respectivas e oa cdala qae obtiverem.
A faeuldade de eseolha qaa aa eoocede a estes
libertos ae ix-rcera por urna ?p vez, e dentro dos
70 das seguintss ao em que se Ibes entregar a
cdula da liberd.de.
Art. 51. Os qoe aceitarem voltar frica Qca-
|io desda logo a disposicao da junta protectora da
jurisdiccao al qoe, reunidos o qae oa mesma se
acbarem oeste caso, o goveroador superior civil,
com previo eonhecimeoto de seo Damero e cir-
cunstancias, determine sua conluccio ao pomo de
embarque que designar.
Arl. 5t. Reunidos no porto de embarque os
emigraates procedentes das jarisdceoes a que se
tiver marcado poato de direccio, serio receidos
a bordo do navio que tiver de cooduzi-los; cajo
commandanie os recebar di aatoridade governa-
tiva do dito pomo, como delegado para esse fim
pelo goveroador superior civil, lavraodo-se por tri-
plcala a acta de embarque qua contera os n irnos
dos emigraates. Cada exemplar desta acta ter as
firmas da aatoridade qoe entregar oa representa-
cao ja dita, do commandanie de marrana, ou do
capitio do porto, e do cotnmaodante do navio qae
oa receber. Esta conservar am exemplar a; o
desempeobo da saa eaaaaaia io, a os oulros doas
se ramellerio ao goveroador superior civil com
1 -*st q am saa secretaria de goverop, e o oairo
ao ministerio do Ultramar; dndose copias lega-
lisadas da dita acta ao regente e fiscal da audien-
cia do territorio.
Art. 53. Os emigrantes poderio embarear suas
bagagens eseo peculio, bem como os instrumen-
tos de trabalho que Ihes pertencerem, orde u do
commandaote do navio.
Art. 54. O transporte dos emigrantes ae fari
para o ponto da frica, que a aatoridade superior
determinar, segando as ostruccoss que Ibe der o
goveroo de sua magestade, adoptndose as me-
didas necessarias para justificar a entrega no porto
do desembarque,
Arl. 35. Lijo que desembarcaren! os emigran-
tes no porto de saa dastioo ficario em completa
liberdade.
Art. 56. Os goveroadores superiores civis das
Mtaas de Cuba e Pono Rico saomet'.erio ao ministe-
rio do Ultramar as duvidas qoe possam occorrer
sobra applicacio dasta regulamento, sempre qne
para sua execocio se exija ama medida legislativa
oo governativa ; remetiendo de igual maneira aap
provscao do goveroo supremo as disposic5ss que
para execocio exacta de ama e ootro jolgoem
conveniente.
Dado em S. Sebaatiio, a 5 de agosto de 1872.
Amadeu.o ministro do Ultramar, Eduardo Gasset
e Arlrme.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIABIA.
Art. 23. Aquellas qae, achaodo-se anda no ser
yigo das aimas residirem incorporados como mi-
llares em oatra jarlsdiccjao, apreseotar-se-bio,
com previa autonsacao de seas ehefes, perante
a junta daquella, afim de que possa flxar a quao
lia indemnisavel, daodo-sa immediatamente coa-
venien'e aviso ao amigo dono do libarlo ou no
representante, para que nomos um perito, par saa
parte, qae compareca ao acto da avaliacio, a qaa!
oio deixar de realisar-se se faltar a assisteneia
do interessado. .
Art. 24 Sa nao comparecer o representante do
dono, flxar a joma irrevogavelmente, e com ap-
provacio do administrador on chafe econmico
respectivo, a importancia da iodemoisacio, ouvin-
do ao perito da fazenda publica a a entro nomea-
do pela mesma janta.
O accordo qae esta lomar ser levado ao co-
nbecimeoto do dono, oa sea representante, e com-
momeado a jama protectora da jarisdiccio a qae
o liberto esteve sojeito como escravo.
Art. 25. Os douos, cojos escravos Uverem servi-
do debaixo da bandeira hespanhola e morrido em
campaoba.oa em eonseqaeocia de saas fertdas de-
pois da publicacao da lei aa Oazita de Madrid, e
antes'de pdr-se em execocio este regulamento,
team direito indemoisacio da que trata o art. 3a
da dita lei, e oetse conceio recebetao a qnaotia de
1,500 pezetas por cada escravo. -
Art. 26. As idemoisaces qoe devem pagar os
pais livres, legtimos on nataraes, ao reivindicaren!
o patronado de teas filhos compreheadidos nos arts.
Ia e 2a da lei, serio regalados de maoeira qaa re
preseniem a diffarensa entre a importancia daa
despezas de mauuiencio e ensino, qae t patrono
Art. 43. Em justa remuneracio dos deveres im-
posto* pelos artigos precedentes, a das despezas
qae flter em favor do liberto, tem o patrono direi-
to a aproveitar-se do seo trabalbo, sem retribuijao
"alguma at qae complete sea cliente 18 aonos.
Art. 44. Desde os 18 aonos al aos 22 abona-
r o patrono ao liberto a metade do jornal de um
homem livre, segunlo saa classe e offlcio, teulo
em coala, ao fixar a quota deste jornal, o consig-
nado na tlribnicio 2.a do art 6.a Esta jornal ae
dividir em doas partes, ama das quaes se entre-
gar ao liberto e a outra a junta protectora da ja
risdiccio para formar o respectivo peculio.
Arl. 45. O patrono de qoalqoer menor qae a
esta nio liver dado a instruecio uecessana para
exercer algam officio ea arte, de accordo com o
qoe permittir o estado de cultura do paiz, e as
coddices locaes, a com o trabalho qae prestar o
libarlo as tarefas rusticas ou urbanas, ficar obri
gado a satisfazer ao dito menor desda oa 18 aonoi
at aos 22 o jornal por ioteiro, de um bimem livre,
sempre que e.ta omissio for devida culpa ou
oegliteocja do patrono.
Ari. 46. Qaaulo os libertos de 60 annos opta-
rem por continuar na casa oa titeadaue seas an-
tigos daos tdjairirio estes o carcter de pa-
irnos.
Art. 47. Se o liberto, on seu amigo .dono, se
negarem a camprir com ai respectivas obrigacSas
consignadas no art. 14 da lei, as jamas protecto-
ras, procedendo audiencia de'araois as partes,
adopiario as medidas convenientes para qae ellas
sejam campridas, a procurario facilitar trbala^
aoi libarlos, segundo toas circumstaocia?.
Art. 48. As jaulas protectoras cuidaras moi
especialmente am nio contratar os libertos para
trabalbos qoe nio sejam anlogos aos que at
*o tenham desempenhido, conservando nos es-
lecimentos rqaes oa que nelles estiverem;
mas (em eoaretar Ibes a liberdade.
j. Arl. 40 Os patronos tem o dever de corrlglr
u fallas ana commetterem os libertos. O gover
M loparior civil, auvindo a junta castra! proteo
CARECE CUIDADO/Na sexta reir s 9 ho-
ras da noate, quando estava no desvio do largo do
Livrameoto o bond que voltava dos AfTogados,
urna Sra. que oelle vioha cora sua familia foi bas-
tante ferida no rosto por urna pedrada adrada para
demro do carro, oio se descobriodo quem foi o
autor do briuquedo oa da maldade.
ABUSO E FEAI\U5NTOS.-IofTmm-os qae,
proteadeado algaims pracaido 2.a batalhao de in-
fantaria, aquartellado na fortaleza das Cinco Pon-
as, carregar diversos pedacoa do costado d'ima
barcada que na praia daquelle logar se acha em
cracerto, Ihes foi isso obstado pelo mestre da en-
barcacio e por um seu erapreg.do ; o que produ-
zio entra as pracas ti) grande desagrado, qae, de-
pois da esbordoarexi os doas horneas, levaram-nos
presos para o sea qaarlel, nio se sabe porque cri-
me. Chamamos para isso a attencio do Sr. tenan-
te coronel Fras Villar, digno commandanie desse
batalhao.
THESOURARIA PROVINCIAL.Na quinta reir
(10) vio a praca, perante a Junta desta repartidlo :
a canalisaco do achi Jordio, na Boa-viagem,
oreada em 16.882S95I res ; a o oedagio da bar-
reira de S. Joao, avahado em 3:240'000.
S.-vNTA CASA DE MISERICORDIA.Autorisa-
da pilo Exm. Sr. desembargador presideale da
provincia, a jama admiolstrativa destacorporacio,
de accordo com o jj 9.a do art. 52 do respectivo
compromiso, permuta, por apolices da divida pu-
blica provincial oa geral, a fazeoda de crear ga-
dos, denominada Carnauba, as proximdades da
villa de Flores, e para esse fim receba propostas
em caria fachada at 5 de dezembro prximo.
COMARCA DE NAZaRETH. Por portara da
presidencia da provincia, de 4 do crreme, foi no-
meado o bacharel Elysio de Moraes Pinheiro,
adjunto do promotor pablico da termo de Naza-
reth.
GOVERNO DO BlSPADO.-Tende idoS. Exc. o
Sr. bispo diocesano visitar sens pais, na comarca da
G-oyaBna, deixou encarregado do exDediente do
bispa-io ao Rvm. vigario geral cooego Joio Cbry-
soitimoda Paiva Torres.
PROCLAMAS.Foram lidos no domingo 6 de
onlubro na matriz da fregoezia de Santo Antonio
os seguintes:
1.' denunciacio.
Francisco Amancio da S;iva, cora Alexandrioa
Mara da Craceicio.
Antonio Goncalves, natural de Lisboa, com An-
gelina Ferreira, natural do Porto.
Vicente Ferreira dos Sanios, com Toereta Mara
de Jesas.
Jos da Farias Machado, nataral de Ponogal,
com Caodida de Jasas Ramos.
Fraoeisco dos Saolos Macedo, oaloral de Portu-
gal, mu Anna Rita das Santos Barbosa.
Jos Daciaoo Vieira de Araorim, com Mariana
\ugusta Dias Barretar -
Guilharrae Francisca Paredes Porto, natural de
Ponogal. com Mara Rita de santa Barbara.
Josa Feliciano da Luz, con Luita Fernandas
Chave.
Falippe Miguel da Silva, com Benedicta Maria
da Conceicio, africados.
Adriano Ramiro de Albaqaerqae, natural de
Mesei. com Maria de Oliveira Bastos.
Joaqnim Peres da Silva, com Maria do Garmo Ro
drigaes de Souza.
Manoel Jos da Albaqaerqae, viavo de Anna
Joaquina da Trindade, com Maria Salom das Mar-
e* Lima.
Capitio Antonio Graeindo de Gusmio Lobo, com
Senhorioba Heloisa Cavalcanta de Albuquerque
Villela.
Domingos Alves da Costa, nataral de Portugal,
viavo de Carlota Amelia de Carvalho, com Ma-
ria Alexandrina Alves Costa.
Ia denunciacio.
Francisco de Siqaeira Cavalcanli, cora Leocadia
de Siqaeira Cavaleanti.
Jos Mimos Alves, nataral de Portugal, cora
Joanna Tocadora de Sam'Anoa, natural da Bihia.
Emilio Badal, natural de Franca, com 'agosta
Wottofce.
Antonio Francelino da Silva Borges, eora Fran-
cisca da Souza Martina.
Giycerio Pergeotioo da Silva Braga. tIoo d*
Anna Clotilde de Figaeiredo Braga, com Isabel Ma-
na da Figaeiredo.
Jos Antonio Vieira, com Tbomazia de Almeida
Braodo e Souza.
Leopoldo Marques d'Assompcio, cota Nymphi
da Cooceicio Bastos.
Aotooio Pires das .'hagas Meodonc, eom Emilia
Antonia de Paula Macario.
3* denunciacio.
Capitio Andr Cordeiro C.lho Cintra, eom Paa-
lilla Philoaoilla da Silva.
Joio Bezerra de Frailas, nataral da freguezia d
3. Bero *rdo, no Cear, com Maria Leopoldina d
Espirito Santo.
Joio Martina de Barros Jnior, eom MariiGar-
trades da Coaceicio Macedo, o nnbaote nataral
desta eidade, e resilate em Ponogal, e a nuben-
te nataral a moradora em Portugal.
Aotooio Guedes da Tnodade, com Maria Candi-
da de Medeiros.
Bernardo Aogastn Tdixeira Lait, com Locraiii
Leomioa de Souza Sjares, ambos nataral da Por-
tugal.
Malaquias Ferreira da Silva, com Ladovioa ata-
rla da Conceicio.
Jos Marques Correa, com Joanna Maria So-
Santos Vianaa, viuva de Antonio Manoel Alves Pa-
reira.
Manoel do Nascimento Barbosa, viovo da Pbalc-
mena Tnfina Accioly, com Theophilo de Djus Fer-
reira Sampalo.
Saverioo Marques Coni, com Lina Maria d<><
Prazeres.
LOTERA. A qaa se aeha venda a 23.
beneficio da Santa 'asa de Misericordia do Recifa,
qual corre no dia 10.
CASA DE DKTENCA'J.Movimenlo do dia 4
le outubro de 1872 :
Exista m (presos) 201, entrar am 7, sahiram 21,
sxistem 277.
A saber : naelonaes 189, mulheres 11, estraa-
geiros 34, eseravos 40, escravas 3, total 277.
Aumentados casta dos cofres pblicos 249.
Movimenlo da enfermara do dia 4 de ou-
tubro :
Tiveram baixa:
Rosa Mana de Lima, gastrile.
Jos Thom dos Santos, gastralgia.
Jos Alves Barbosa, Rheamalismo.
Jas SimSes Correa, Sypbiles.
Galdino Gomes de Sonta, anemia.
Tiveram alta:
Lourenco Bezerra da Gama,
Albino Jos da Silva.
Jaooario, escravo sentenciado.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia i de
outubro de 1872.
Maria, parda, Pernambuco, 1 anno, S. Jos ; es-
paeaao.
Joao Luiz da Silva H irnos, pardo, Pernambuco.
45 anno*, solteiro, Boavista, hospital Pedro II .
Bepaiite chronico.
Antonio Jos de Souza, braoco, Pernambuco, 30
annos, solteiro, Graca ; hepalite aguda.
Jos Mandas de Oliveira ?aeecaeeHoe, pardo.
Aiafan, 19 annos, solieiro, Santo Antonio ; bexi-
Recemnsscido, Jos, braceo, Peraatubaeo, Boa-
vista ; congeatio cerebral.
Margarlda, preta, Peroambaco, 6 metes, Santo
Antonio ; convnlses.
Manoel, branca, Pernambuco, 5 metes, S. Jos
convalides.
CHROMCA JlDi. JARA.
I'Rllll \M> II 1 IIEL Vi. AO
SESSAOEM 5 DE OUTUBRO DE 1871
BSlOEiSCIA DO MM. SR. QQK8BLHBIR0 BJPHM
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da maoha, presentes os Srs. de-
embargadores, Gitiraoa, LoareDQO Santiago, Al-
meida Albuquerque, Doria, DomiBgaes Silva, pro-
carador da corda, Regueira Costa, Sonta Leio, a
Neiva, faltando, com causa o Sr. desembargaddr
Motta, abri se a aessio.
JULGAIIENTOS.
Aggravo de peticio.Aggravaote, Jos Joaquin
Alvt-a; aggravado, o jaizo.Jaizes osSra. oTeaem-
bargadores Gitiraoa, Loureoao Santiago, e Doria.
Negaram provimento.
RBXtURSO CRIME.
Recorren'a, o juizo de direito de Imperatriz
recorrido, Silveria Ordoobo da Silva.Jaizes o
Srs. desembargadores LooreoQi Santiago, Sooz*
Leio, Regueira Costa, e Neiva. Improcedente o
recurso.
Recrreme, o jaizo de direito do Buique ; recor-
rido, Antonio Francisco de Oliveira.Joizea os Srt
desembargadores Lourenco Santiago, Gitirana, Sou-
za Leio e Doria.Improcedente.
APPBLLACES CIVEIS.
Do juito municipal do Recife Appellanle, Ma-
noel Alves Viaona ; appellado, Fiavio Ferreira Ca-
li.Nio ha o qae declarar.
De Pedras de Fogo.Appellanle, Antonio H. i*
Souza Gomes; appellado, Taomaz A. da Nobrega
Peregrino.Nio tomaran) eonhecimento.
Do Recife. Appellanle, Felieiana Mara Olympia.
appellado, Antonio Moreira dos Reis.-Despresados
os embargos.
Embargos remettidos. Embargante, berdeiro*
de Tioraaz de Aqaino Foneeca ; embargado, Ma-
noel Rodrigues Costa Magalhies.Despresararo o*
embargos.
Appellaotes, Severiano a ontros; appellado*.
herdeiros de Joio da Caoba Magalhies.Confirma
da a semenca.
Appellante, o africano Francisco; appellado, Ma-
noel Coelho Pinheiro. Nio tomaram conbeeimea-
to da appellacio.
Do Aearaci.Appellanle, Guilherme Bezerra d.
Aranjo ; appallados, herdeiros de Joaqaim Dornin
gae< da Silva.ReeSberam os embargos.
Habeas corpus.Paciente, Jos Rodrigues Ma-
cieira.Mandou ae ouvir o ehefa de polica.
PASSAGBNS.
Do Sr. desembargador Gitiraoa ao Sr. desetobar-
gador Loareoeo Santiago:
Do jury de (tamb. -Appellantes, Rosa Mara d>
Luna'e ouiro; appellado, ajastica.
Do Sr. desembargador Lourenjo Santiago ao Se.
desembargador Almeida Albaqaerqae :
Do jury da Escada.Appellantes, Jos Calist.
de Mello, eoutrfs; appellada, ajastica de Maman
guape.Appellante, o promotor publico ; appalla-
dos, Jos Pereira da Silva Sepulto e oulros.
Do jaizo muaicipal do Recife.Appellante?, D.
Maria Izabel Nunes de Oliveira, como totora de
seus filhos; appellado?, Manoel dos Santos Nuae-
da Oliveira e oatro.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque
ao Sr. desembargador Motta:
Do jotlo Municipal da Palmares. 4ppeUaot'.
Joao Gailberme de Mello ; appellado, Tibnreio Va
leriaoo Baptista.
Do Reeife.Appellante, Manoel Maria Gasoaaa ;
appellado, Manoel Gomes Pereira Guerra. .
Do Acatacd.Appellante*, Francisco oaLta,
lio; apatUado, Manoel Amonio de yscone>stio*.
administrador* do patrimonio da eapeU* t. **>
nhor?. da Coneeicio da Saota Crat.
AoSr. dosomhirgadorDoria:
Do iulto muaicipal do Ra:i(iv-ApeuaaUi, tasr-
iros de Manaat t"" ['" a~^"a4a, <*
I

}

- M *.
A
deiros de MiSf-1
juito.
ua Veiga;
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DtMit d* Pwua^VxLOt *. Se||),da fera 7 tU Ouubro % 181

** 8t\ fewmasrgator Doria o Sr. desembarga-
4 0 D>JMogao* SIti :
j Juiti municipal da ftteife.Appellanie, Dr
lea iceiiclo Sartrkoie Atsis Camino ; appellado,
Unoel loeo terto-a Gtsimaraes.
D* MawaMntpe.--Appellaoa, Manoel da Costa
H- J apaeaoo, Gabriel Arcbanjo Rodrignes de
i
e Sr. oVsemnsrga'lor Kegoera Costa:
Oo juizo dosteitw do Hc-le v^pHtote, o jai-
; appeHado, baebarol Joaquina Mina Oaroeiro
Tllela.
B) juizo e direito do Rea*.AppeJlanto, Aa-
ato BodnRues Pinto; appellado, M inoel Jos Pe
Tetn de Paria. Appeflaui', o jano ; appellad >,
franciso AT 0'0 de Oliveira listos.
fcs Natareih. Appellaate, 'o juizo ; appellad;.,
Vaaeal P- reir d Macado.
JieSr. desarobafgaoor Giftrana :
fea jaizo ranaieipal do RaCrto. Appetlatvtes, bar
mtm di conde de B ia Vista ; appellado, Manoel
Ao 5r. deserabirgidor Liaren;* Saatlago :
UnaVrgo* TemeiJo<.Erabargaate, Jis Anto
sai de Mello; embaieado, Francisco Michado da
Suva.
B18r. dasambargador I)-.mingue* Silva ao Sr.
eaembargador Ref jaira Csta:
Oo juno municipal do Ilriufe.Appellastes, her-
Aetroa da Lbiz \fa Frartri Sonto ; anpeltado. Bar-
itoloneo A C Appellinta, Bernardloo de Sa Lei
aya ; apellado, Manoel Goncalves Perreira.
,Bar. ilesevnbargador Rfraelrn Gesta ao Sr
eeearbarga-dsr Souza Leio:
0. )un. do< faiioa.AiapeHaota, Jo; de Azsveo
da Acrate; appellado, o curador geral e oatro.
Dj Sr. desembargador S u?.i Leio ao Sr. das
nhargaUor Neiva:
Crime.Apellante, lanaario loaquiro da Silva
Csvaletnte; appellada, vjutic,a.
CrvW.Api*liante, Mauoel Partir Balcnt e
otros ; appellado*, Laia, Lucas, Sergio e on'.rs.
Ati Sr. desembargador '(huraa. :
OvoJ.App"llinw, l.'io'C iho Batos; appel-
lada, a faz-oda.
Bo Sr. desembargador Neiva ao S'. d-'sembar-
tgad>r Gitirana :
'Crine*.Aprjsl'anle, o Jaiio ; appeHado, Jos
^mcMO da Silva ; appoKaDle,.Jos Victorino da
Costa ; appaada, a justic*.
At-igaou ss dia pira ojulgamento dos bitas se-
agniales :
SPPSfcLA^XO CR1ME.
Appellanie, o jaizo ; appellado, afoooel Jo d
Arelo.
Bj jury de Pato. Appellanie, Joao Machado
Victorino ; appei'afla, a justica
Di jury da ArdaAppellaote, o juizo ; appel-
laJo, Praa.'i-i l,m d> Silva.
>H_t,Ar,5rS CIVBS.
0-> jaizo ainaieipai do Hecif-.Appellanta, Ma
nal AIvm Vianna ; appellado, Fiavio Ferreira
Catio ; appellaotes, Enstaioio Jo- dis Chipase
otro: appellada. a irmaodads d Nossa Senhor^
da Cf-ncei^ao dos Militares; appellaole, o juito ,
apellado, (.i- :rl-)- Brandao.
Djjoizodjs leitoj d> flageas.Appellanie, Mi-
aifl J a.j'ii'u da Slva Leao ; appHllaJos,' Dr. J
Angelo Marcio da Silva e a faienda nacional.
DILIGENCIA CHIME.
Ao Sr. deaerrdiargador prora >ior da instic :
j jury de Teixeira. AppellaLie, o jatzo ;
*a#a.J.t, rnomaz Itodrigaes da Stlta
Oj Patos. Appellanie, o juizo ; appellado, Jo
lgoacio da Nabrega.
DILIGENCIA CIVEL.
Ao Dff curador geral :
Appeilab', Clemente Rodrigoes de Moraos ; ap-
twado, Casimiro de M'Jeiros VaseonceHos ; ap-
peHaole, i-s V;eira da Aranjo Penlo; appella-
do. Masoel da Costa Piaheiro ; appellaota, Roberto
Caroll; amllalos, kin C-r > I o soa irna.
DISTffiBUIQt.
Recurso enmt.
Ao Sr. desinoarfcador AlraeiJa A'baquerqae :
correte, o juno de direiio de Saeei ; reeor-
na. Urna, escrava de Jos Ferreira de Amonto.
AGGUATO DE PETIQAO.
Ao Sr. desembarga Jpr Luareo^o Sasiiago :
Agrvante, Romana, por sen carador; ajigra-
Tado, O JQ'ZO.
Ao Sr. desembargador Almeid Albaquerque :
Acgravaole, a jaula da Siota Casa ; aggravado,
joiio.
Ao Sr. deiembirgador Motti :
Aggravaute, a ordem tercelra de S. FrariJi?co ;
ajamado, o jaizo.
AWELLAqSeS CR'ME.
Ao Sr. desemb^rgador Gilir^na :
D i j :iry da Granu. Appellaoie Jos Rioardo
Moorado ; appeilada, a jnstica.
ao Sr. desembargador Louren^o Santiago :
B'Ara.Appellanie, Sevshno rtodrigues Viei-
za ; an|i 'liada, a ommm. _
A" Sr. leseinharga i,r Almeita A'Duaaenina :
O' & Mata, Apptllaam. o alio ; *ppBlld",
J>- lu>dn Ao Sr. dssembargador Motta :
Cubo.Api>el antes, o juizo a Francisco Al
es da Biranda V.-rt-jo ; appollaloj, a jastic e
Jo* Anl. dio do M ote.
appellaqSes CIVEIS.
Ao Sr. desembargad r Almeida Albaqaerqae :
Do jau'o municipal de Agua Prela.Appellante,
lo Caeaao de Onveira ; appellado, S-bastiio
AUe' da Slva.
Aa Sr. desembargador Motla :
Do ItaUl. Appellanie, o'jaizo ; appellado, Joat
Kl.roBCKj deOiveira R-b<.u5a4
Ao Sr.-descmbargadur Dona :
Do Natal.Ajpriinie, o jaizo ; appeHado, Jos
Aataoio N-(>: moceno.
Ao Sr. aesembargadr DomioRnes e Silva :
i* Dunda AppHlante, o juizo ; appet'aia, Ca-
;i i'ma, per eu enrador.
Ao 8r. deemb^rgador Regaeira Cista :
Oafiraeja. Appfllaote, a camaaa manicipal ;
appeMad-i, Jns TiDorco de A'roeida Fortooa.
Livaatou se a sesso I hora o 1 quarto.
Da Jos di Silva Ala* A r \aqbam ^Qb-netten-
ta a registra o sen eoAifflta soctK-^Volte a pe-
ilcao depois da asslgaada por lodos os saclos.
De Caapis R'ipoa JJtC .fgoilmeota snh,neil?n
do a reg-tro o sea contrato li aociedatuDsp'is
de asignada por todos oa soaioa, volts a pec-i).
DeCiemaoteAJtudillo y Bassoms, de idade de
38 ion os, aarorl de Hespanha, domiciliado na ei-
dade do Aracav, provincia do Ceara, comm'r-
eiaata em grosso e rtzatJaa e Mnadoriaa m-
treagairas, compras de genero, da atodnccSo do
paii para expcrlaeta, pedrado ser admitiido i ma
incala.Jonta, esa prova da gozar da concillo
boa t, uat-altenado Armada por Lmz Ribeiro da
Canha SobriRio, Francisco Corho la Feoeeia e
Sevariaoo Rifceiro da Caoba & Irrao.Vista ao
Sr. doiemfeafgatlor Bseal.
Da Franeiseo da GasmioOoimaries, Jos da Sil-
va Das a Marcelino & C, aaii-fizaalo a exigencia
teste trifrunil proferida sobre a daviiaoppo>ta
pela secretarla ao registro do coatrato de Gasmao,
Das 4 C Informo a secretara.
Da Antonio dos Santos Neves, replicando do
desparti qoe mandos qae r Ihe tosa entregue o
terrea de banca da quantia de i:000000. Scando
d'ee copia o secretaria.lofofme a secretaria.
Hi mesmo, pedindo a,ne se Ibe entregue a peti-
cia oa quai pedia permissao para depositar a quan-
tia de 1:000*000 para complementa da flanea de
8:0001,000, afln de se Ihe dar logo o litlo de
agente de leudas, visto ler sido iodesrida.Como
reqaer.
CO Cirios Playm (adiado da sessao passada).
Antonio Ddarte da Figaelredo (aliado tambera
da mesma se-s >). C ntioiii adiad).
J. ao Pedro de Mello, matricala de commar-
ciant.lodeferido- Nao tomoa parte oa totaeo
o Sr. deputado Cmdido Aleef iraio. Poraoi veuci
dos em votos os Srs. deputados Otioto Bastos e Al-
varo de Almeida.
Mara Felicia da Confie* > Ri-f-, entrega da
carta de registro do hiate Probidade.Como re-
qaer.
Nada mala haveode a despachar, o Ex d. Sr.
conselbeiro presidente encerron a sessio ao mie
da, aa quai foram d (ribaldos os ssgaloies h-
vros : Diario a opiador de Antonia Maehado
Gomes da Silva, dirio de LoniVo and Brasiliao
Baok Limited, diario e copiador da Jos Moreira
Puntes A C, diario da Jo; Marcelino da Rosa &
Pilaos.
SESSAO JUDICIARIA RM 3 DE OrUBRO DE
1871
msiDBNCM do Kxa. sa. consblhbiro a. r. pkhkt n
Secrtario Julio Guimaies.
Ao mel da deelarou-se abert a sessao, es-
tsai > reunid >s os Srs. desemoirgtlores SdvaGai-
mares e Keis e Silva, a os Srs. depatados Olilo
Bastos, Candido Alcoforado, Alvaro de Alnteida e
suppleote Sa Leito, faltando com partiri.jacio o
Sr. desembargad r Aceioly.
Lida, fji approvada a acta da precsJante sessao.
ACCORDAOS ASSIGNADOS.
Embrgame, Joao Aatooio Gomes Goimares ;
embargado, Joao Pereira de Araujo Csrdozo ; ap-
pellanie appellado, Bazilio Magno Martina da Costa;
ppi'ilanies appeliados, Vinato Cenieio Lopes a oa-
tro ; embargante. Joaqntm Francisco do Espirito
Santo ; embargados. 1. Salles A C
JULO AMENTOS.
A pelido dos senbores depala ios adiaram se
os julgamentos d^s fetos entra parles : appeilaa-
te, ie de Miara Cavalcami ; appellado, Jos Ma-
noel Cavalcanti; appellante, B;ocl-io Ribeiro te
lint) ; aupe lados, Manoel Alves Guerra e sea li-
iho ; appellante, Bonifacio Adeodaio Pontaoelle ;
ai p-ila lis, Sioglehurst Mep.iea & C
O Sr. Candido Ali forado nao apresenion o feito
adiado a stu pedido na tes-ao pas-ada, entre par-
les : ppellanle appellado. Joaquim Franeiseo do
Espirito Sauto; appelladK, Xooinaz Jos de Campos.
DESir.NAC.Ao ri; *ia.
Appellantei, Carlos Piulo ds Lemos A C ; appel
lado, Joao Chnstiaoi; appellanie, Manoel Rodri-
gues Teiteira ; appellados, a viava e berdeiros de
HVorique de Uiraoda Bdorfaita ; appellanie, Bo-
nifacio Adeodalo Fonlanelle ; appellado, Joao
Luiz Pereira Brandao A C.
O primeiro dia til.
- PASSA6CH.
Do Sr. desembargadur Silva Gaimares ao Sr.
desembargador Res e Silva : embargaala, Jjs
Alves de Parias ; embargado, Jjt Pereira de
Araujo.
DISTRIBUICUES.
Ao Sr. desembargador Silva Guimare* : ap-
pellaotes, os administrad res da massa fallida de
Amorim, Fragozo, Santos A C. ; appellado, o barao
de BemlJca.
Ao Sr. desembargador Piis e Silva : appellaola,
Lmz liyuolilo Lima ; appel>ado, los Mana G>a-
{alves Pereira.
A(eAvoi. j
laizn do paz da fregaezla d Poco da l'anella :
aggravanta elacotado, Minoel Duarie Rodrigue^
Pmto ; ajgravado exeqaaate, Aotonlo Fernandes
da Silva.
O Exm. Sr. eoaelbtlro presidente nao tomn
conhecimento.
J iizo esp eial do commercio : aggravante, B.
Mara da Silva Campos Gairaaraes : ajgravadi,
Antonio Ribeiro Pontes.
O Exm. Sr. coasJbeiro presidente nao tomoa
eonheei ment.
Eocerfoa so a sessao ama hora menos nm
quart d. tarde.
fUBLIGACOES A PEDIDC.
rs.
Tribunal do < nusiprcl:.
ACTA Bt itSS' ADMINISTRATIVA E41 3 DE
OTUBHO DE 1872.
tWJDffiCiA DO I1M. SR. OOHSELUEIRO A. T. FB-
EETT1.
Al bors da manba, renaidos os Srs. depota-
atoaObuto Bastos, secretario nterin), Candido Aleo
(ufado, Alvaro de Almeida. e o Sr. snpplente a
/.sitio, S. Ese. o Sr. conselbeiro presidente asno a
aassio
Poi (ida a approvada a aeta da sessio de 30
de aetembro.
EXPEDIENTE.
JoniaJ offeial de ns. 217 e 2l8.-Para o ar-
chivo.
despachos.
Reoiiermeotos'.
-Be Jos Eu:obio Marqies Colh, para qae se
Hie certirtqa- estar oa nao registrada a oomear"
de hb etxeiro J .ao Nanas da Silvnra.C-rt'fl
qo-se, nao ooetando, pnrm, sor brasileiro o eai-
taire de qaem se tr, senio por deelaraclo do
sopbkeaate.
D' M.aieiro Gregorio A C, para ser-Ibes regis-
trada a raoosea^ao de ten eaixeiro despachante Lad
flBl J-i'qmia d- Farls N-ves.HeRWire-so a no-
nteafao, na lando, porm, os suppicaotes provado
ttx iirasiiKiro o-eatseiro norneada
Ba Jus AMooio de Maeedo Lopea, para se dar
fcaata ao respectivo reg baver despedido da eaixeiro de sua easa commer-
.sual aOympio Perrnira da Silva.-Deferido quanto
.frimeira parlada p*tica, dev-odn osupplieaote
ayfes-o'ar a ar-m-a^o do noo eaixeiro, para ser
jBata parte tambero aiteodida.
Bs fl-ocleeio Riteiro de Brito, para regiiirar
rae-A a daas prneurv5-;s bstanles de Brito 4
aVatto<.S-jam rt'gMrada as proaracdes junta
PeSaijro Sbraflio da Silva, para regiirar-.-e-lti-
k oome-eo de eaixeiro una dera a Augusto Sera -
da da Suva e dar-se baua no registra qae -e fl
*tx da qae h overa dado a Virialo de Mendonga
tfiBio.Becaonecida a (Irma da o.tneaeai sej< re
estrada, oo cmsiando ser brasileiro o eaixeiro
aagoca a meado, senio por deelaraco do snppli-
eaaua, alando baixa no registro da oomeaeao Jo
caicetru desped lo.
Be C-atano Ferreira Colbo, solicitando a entre
ga de aua renio de baploo, a qual se aeha
areaitfadA.-Sim.
Da AoioBw Jo i* g-ira a 8|va, reqoereodo o
yfyf0 oomeaclo de tea aixeiro Gemoiano
C^atreia P-.so de MilolsV/a registrada a a>-
seaeo tena pelo sopptieante, qoe mostroa com o
aMfiBM atea do.
0) asasmo Antoale J s da Melra Stlva, dizeodn,
ata facao d.. aJapacbo desta tribunal pr.fe.il>
oa palic de regi-trodo diira|i social da flrnoa
Aivtiaio Jos de Mena Suva A C, qae deixoa d-
Apresasiar a reeebalona diU pencAo, por eateoder
ar da-oaeessaria tal apre-ent>cAo Joata-se i
preaeotf A prioeira pelieio dirigida palo atppii-
eante a osla tribunal.
B<< Anaarioa & Cardozo, >abm^tlendo a registro o
aaa caalraio social.Vofte l pellfao asigoadi por
AtajotjJMOdio*.
tlain inruape.
Questao FlCA A IlUIAO.
Sr. Redactor. -Nao linba respotidi-io aos artigos
oa correspondencia*, qae mira mim se leem pa
biicado no Jornal d> ktc^e e oltiraamenie no
Ltberul, porque era a rapan cao d qae se bavia al
legado por parte de tres credores da F oza A Irmao,
na acro que prop.^ziram pelo ju.zo commerciai
desta cidade, contra a fkmi Stlva Miia A C, em
que mostre a falsidade das argui.de* qae me fa-
zit n com relaQao c>brancAdo que os deviam oo<
mesmos Fiuz A Irmo.
.Pretenda, decilida a cansa, fazeruroa'expo'ica.
ao publico, para que n-.-is-.em bem coobeeidos na
meus contendores. Entretanto resolvi-me a cha
mar respoosabilidade a Franeiseo de Oliveira
Gaimares, eaixeiro oa gerente do estabelecimento
de am dos oradores, a qde asslgnca a primeira
correspondencia sendo que a% outras nao traziam
assigoatura.
Ella, portn, procaroa subtrabir-se saocgi >
penal, e o conseauio sob o fundamento de nao es-
tar saa responsabilidade bos termos da lei I E
aeorufoado com a impnoldada, oa algaem oor ell^
comin a repetir aquellas mesam arguig's, na.
ob-taBte egtarem completameota destruidas oa-
quella accio, em qae boave ptaoissfma di'eassao;
pelo qae resolv me a publicar sem-deraora a seo-
teo?a qns jbtive do mano digno e bem coabeeid"
Dr. jaiz e direito especial docoromrrao, qae jal-
go improcedeoie a mesma aejaosenten? qu^
justifl-a os juixe- da ifamanguape, qae team sido
insaltados pelos contendores, oa seas agentes; pu-
blicando umbela nao j os artigo* de aeejio'qne
cootm tuvtas as arguices, como a minha eon-
testacJp.
Aquelles que me nao eonhecareme tiverem lido
as taes cor.emondencias, flcar) saneado qoe os
faetos arg los foram discutidos e devidameoie
ai/reeiaos nojaizo commerial, seolo a deciso a
mea ftvor.
Para aqa'lles qae j me conhecem aao pre-
ciso qae exhiba documento algnm, pois gozei asm
pre a anda n*-deseahi do crdito ilimitado da
praea.
Com su pUblicacio coofuodirei os meas detrac
lores peraote o respeitavel publico.
Cootioaarei a eserever, e%s provoeo a qae as
signem .-.eus artigos e t$o Jkjam da reaponsabl
11 da ie. -
fiecife. 3 de ontobro de 1872
las os docnraento:
Por aeco udinarn {ommerciol diztm Manoel
Ferrara Pinto. Chaves 4 Fianaa, c Moreira Du
artic 4., contra os ros S,Iva Mata A C, o se
Quinte :
I.* Quju A. Manoel Farraira Pinto crador de
Fiuza A Irii, de Mamaosjaape, da qeaotia.....
i:00jSOO proveaieute de taWcadorias, qae 1b-
coiuprar>m.
2.* Qae os AA. Cbavs A vfaiaa sao credore>
i ) meemos Fiun S Irmo da qutotia d>.......
1:106/100.
3.* Que es Aa. Moreira Duan A C. rio igual
m-nie eredoras dos meamos Pinza & Irmao da
os reos, saos crores esto, que os ds para .|U9 alo Jo-sm a stbor na prac ol^H
de sanas ne/)Jlos, porque elks reos iriitn a a-
minguip mira o lim da t.fUga.joj, s a-raaiar-
Ibea <'\ mhr f)nn\ sen, oegieiot, uMtjpVte
lugar am ootubro da auno passado.
6.* Que per ess* razio aquelles Pinza & Jrroao
ni) procoraram a asm se entendern) cora os AA.
qae al enlio clavara de ludo ignorantes
7 Qua Manoel Jos da SriVa Mala, represen-
tante, da Arma Silva Mata & erTscii^amate foi
foi a Mamangaape em companhla de Jus Castao
Fivjza Lima Jooior, representaete dos ditos lozs
A irmo, e ali ebegsrao a 13 da oayibro do aano
finio; a con-eguiram os RR. reeahW dos e>to
Fmza A Irmao 10:8772130 em naftas cava o
abate de 19 0 o sobre o valor deltas, Vrigaodo-st
nesse acto os inesrao* Silva Mala A C. a pagar as
dividas dos c eT-ra p a;a"l |ieefe.
8.* Qae al a ii'aqnelles 10 877*130 mataos
Suva Maii & C* reeeberam m'ais ama porco de
joias de ..uro, e diversas letiras a valorea
> Que os RR. vendern aquellas fazeada*
mesmo m Mamangaape a Deocleciano Ribeiro
Pastee.'
Jt. Q ib o eredilo dos RR. era apenas de
3:*i3#509.
11.* Que as reos oio tiveram a menor aotori
sacio ni AA., que todo ignoravam, para en nome
delles f izer negoen sobre o qae Ibes deviam" Finta
A Irmao. *
12.* Que agellas devedores vendo, que longe
de melborar saa poeicio, esta mais se aggravara
pela sahida d'aqurllas fasandas por menos do aao
valor .10 Vwe apressarara em reqaarer a alela-
rajio de toa fallene a, qae foi flxaaa oa datada de
15 de ouiabro, como se v da respectivo despa
cbo.
13. Qne as ditas fizenlas e joias foram recebi-
das pelos reos depois d'aqaelle da 15 da ootabro,
lendo os mesraos RR pleno ooonecimonto do esu-
do da insolvencia d'aquelles develores Plaza A
Irmao.
14.* Qie desta arte os R1. celebraram-eocerto
com os fallidos e n damoo dos rredorer ejm o -nni
co tira de se pajarera da preferencia.
I5.# Qie esse oocerto nascen da promessa fei-
la p-lo- HR. da que se obrigararn pelo pagamento
eos deraals credores desta prac, entra os qaae
sio os A A.
16.* Qiedesses felos naseaa a obrigaeio em
que esiao os RR. de pagarem aos AA. lodos o de
b:to d'aqosllas Fioia 4 Irmo para com os me
naos AA.
17. Que enbora dispoiessem a favor de ootros
credores de Mamangaape do importe o'aqaellas
fazendas, nem por isso podem es RR. ser desobli-
gados da pagaren aos AA; porqaeessa eireams
tancia toma mais patente a ma f aos RR. em
occofltanm do* A A. sua cbrigaelo.
18 Q te todo allegado se prova com os 3 docu-
mentos qae vio jaetos.
Contestando tizem S4
' ta Mata ., contra
Manoel Ferreira Pinto
Chores % Vianna, Mo
reir Dudrte C.
E.S.N.
1.* P. qae, nao leodo-se responsabilisad) pelo
debito de Pinza A Irmo para com oa AA. a aera
concorridi da forma aiguma para saa insolvencia,
cujas cansas .foram eonheei Jas no proeesso de
faileacia, neabuma razio da ser tera a presente
aceio. pela qual Ibes pedera a importancia do qae
Ibes devem os roesmos Piaza A Irmos.
2* 9. e consta dos proprias docomentos, qne
os A A. qaa leado aquellas coraraerciantes Pinta A
Irmo algoos dbitos vencidos, qoe Ibes eram
exigidos, demn fazendas em pagamento aos res
peciivos credores, os quaes sio : Silva Rorha A
Macbado, M.noel da Costa Limas Amonio Loiz do
Reg Lana, Coatioho Jnior tt Oliveira, A nerico
Jos da Franca, Raymtrode NfWtoa, e os reos, di
rera aos denais credores qua eram os A A qos
oio qaeriam receber fazendas.
3." P. que sao validos oa pagameatos feilos pelo
fallido anda dos qaarenta das anteriores i poca
legal da qaebra; estando as dividas j jeneldas.
E-ses pagamentos nio se noliiflcam.
4:* P. e eoosla dos masmos doeafeatos terem
os AA. feito citar os reos oesta cidade. em ontobro
ao auno passado para verem ju-tifcar a snspeosio
do pagamento da parle daquelies eommerciantes e
camplicidaOes dus meamos reos, aflm de ser dfcla-
rada no jaizo eommereial da cidade d M.roaogua
pe a faliencia dos referios Piusa A Irmo, seodo
os reos*considerados como seos eamptiees, oIsq
qae foi jalgada improcedente por deciso do Exm.
cira-i-llieirn presidente do iribuaal do commercio,
qae se rmea eat ser da privativa attritaici > do
Juiz da mesma cidade de Mamangnae proceder
as diiigeucias de qne tratara os arf. ** alf do
cd. do com.Je uraucar qae
aafariiso* tiara
os bonvt-sse.
S* P. que, sendo d-clarada a faliencia de Fmza
A Irma i por sentenea daquella jniz, a proeedendo
se u. termos ulteriores, inqairiodo-se as leste-
munhis sobre a cansa ou cansas da faliencia, o
AA. s- diriKiram ao jniz, podalo, que admitlisse
a pnduir tres lestamuuhai oo respectivo proees-
so, p.io provar as arguiffs, qae fauam aos RR.,
e que sio as mesma, em que basa a ac;io.
Mais
C* P. que Ja inqoirlcio dessas testeraoobas
coostou aaicameDle que Fmza A Irmio pagaram
a diversos credores, entre os qaaes os mesmo
reos, por conta dos deditos Vencidos, com Uzeadas
existentes em sea ealabelecimenio; nib senda pos-
sivel aos AA provar a desjala cuinpli:iaade da
parte dos res.
7* P. que a quebra de Fioza A Irmio foi qnali-
ficada de casual porqae procedeu da erise por qae
pa lava o recoimnt> do qua tiubarn vebdido a pra
zo, e a veoda a diohoiro com qua podessem em
temp salvar osseus dbitos.
8* V. a qualificago da quabra em casual exelue
a idea de fraule e eonsegaintemente a de eumpn
ees. que oio podem hav-r seallo oa quebra qaa
iilkada aa iraudolenta, art. 803 I qae se refere o
ari. 820, i parle.
9' P., aim disto, qae, seodo da privaM attri
boico do jaizo da faliencia a leclaraco Tnmpli
ees, quaodo os ha, seodo estes pronunciados igual-
mente com o fallido, oo p le a respectiva indera-
msaco ter lugar senio no mesmo' proeesso pro-
miscuamente cora a iiquidacio da massa fallida,
JO* P. que os AA. proceaem arlciosa e frau-
dulentamente, propool a presente acco;jpi>
tolo os reda por oeobnm modo te respoosalili
sado pelas dividas dos fallidos e era coneornd.
para a. saa insolvencia e protestara os mesmo-
reos asar da competeoie accio criminal contra
ellas, firmndose ne.ta ac;o oramereial eao
que allegaran calumniosamente no pro-oseo de
fadeoea com o lira de Ins axtorqniren iianairo
a pretexto de ctrmplidade I
O mais qoe offender con-
testamos por oegaeao com
o proiesto da convenci afi
nal. Ne-les termos
P. qae segando os de direito deve a presente
contestaco ser recebida para que se julgue os AA.
:arecedores da accio loteolada, sendo coademoa-
dos as cnstas.
SENTENfA
Vistos estes autos entre partes, Manoel Ferreira ptg
Pinto, Chavas A Vanos, e Moreira Duarle A d. vg
autores, Suva M.ia & C, ro>:
Ped'm aqii-uns que estes Ibas pagnera a qnao
ta de 6:709*890 devida por Piuza & Irma.', de
Uamaoguape, d qoera os res, como credores a/.i-
tambera sao, reeeberam fazendas a joiasf mediante
promessa da se obrigarem pelo pagamentos dos era
dores de-ta etdade, e qnaodo o re ebimeolo se deo
depois da 13 de ootubro de 1870, data legal d.
qaebra dos ditos P.uz* & Irmio. O pelil ron
testado, allegaod) os reos qoe se oio responsabi-
lisaram pelos dbitos pari com os autores, mas re
ceberam, orno outros, fazendas por conta de divi
das vencidas; qae a fraude a excluida, ama vea
que aquella f qualibeada de casual, e a indem
oi-acio po la ter logar no juizo da deelaraca
da qoab'a. O qae examinado e bem a&stm ludu
o qae dos autos c insta.
Considerando, qae competente este jaizo, por
ser o d> omieiJio dos reosart. 60 doreguiamau'
to d.-737, sendo excusado taritkar qoaes os (ar-
mse a qaaliflaeio di qaebra dos devedores
eommoas, e qaai o juno qua a declaren, vjsio
qoe arada ^o eaao de ser a aceio a aatorisad prtu
ari. 88 do cod. do eonm., a exigencia legal qur
seja ingenala no Juizo ordinario do eommercio
ar1. |16 do regalameuto o 739 ;
C< n.dpraodo qae os aaiores alo provararo a
rep o abilidadf dos reos Ibas pagaren os seos
idii ni
estes nio Irataram da aaoullar o pagiraoito fclro
aqnehes, e aliss o poderiam a beneficio da mas-
sa huida dos devedoresart. 817 e 828 do cod.
citadoHenonard T. 1 pig. 394 e Mtnzel Cora
aet do cod. o. 1,678 ;
Julgo os autores carecedores da presente accio,
absolvo ot roa do pedida feilo e ceodemoo las
casias aos mesmos autores.
.Vestes aotos n^o ha folha eom a onmeracao da
35 oo despacho de fli. 41, redro me ao V. daquel-
la ; o engao, se houve, eorno cre o, provm do
verse o 0. 36 na fl. seguate
Rccif, 17 de jubo de 1871
Sfrafido do Reg Barros de LacerdaK
COMMERCIO.
SEGURO CONTRI F060
The Liverpool d Loodon & Globo
INSURANCE COMPANY
SAUNDERS BKOTHERS & C.
/ 11 Corpo Santo 11
-
Seguros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
fHtal........20,000 :OO0jtOO0
?do de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
. VUIs Lathan A C
Royal Insurance Compuny.
Real compaa la le aegnros
de Londres e Liverpool.
CAPITAL
2,000,000 libras sterlinas
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20 000:0004000
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Segura contra o risco de fc-go, cas- s, fazendas,
e.qaalqaer ontra especie de mercadoria.
0 agente oesta provincia
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com* FOCO
IMPERIAL
RA DO GOMMERCIO N. 38, i" ANDAR.
Ageoie.1
W. G. FENiNELLY.
Oompanha Penix Pernam
bacana.
Toma riscos martimos em mercadorias, frete-
lioheiro .-. risso e finalmente de qualqner nato-
rtza, era vapores, navios a velia oa bareaca, a
premios uiaito mdicos: i roa do Commercio no
mero 34.
PRACA DO'rlECIFR 5 DB OrUBRO
DB 1871
as 3 1/2 bobas da tardb.
Colarles offlciaes.
Algodaol* sorte 94300, O^iOO e 9^300 por 15
kilos.
Algodo-de Goyanoa Ia sorte 84800 por 15' kilos.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 25 3,i d., ban-
co e particular, boOtem
Dito sobra dito a 90 d|v. 23 7i8 d., b. jo.
Duboureq,
Pelo preeideote.
Leal Save,
Pelo secretario.
378 O mesmo 2
377 A J. F. M. 1
378 O iDfesco 1
379 M. Gregorio A C (Jifferenca)
1L>I T 1 O O_____!______ ',
9VI26S1 H|a thesaoraria provincial se fas par
62A496 f qUe foram transferidas para o.dia 10 de oaabV
38
38
30
1
1
2
22
8
6
ALFANEfA
lacdim^nto do dia 1 a 4 .
dem do dia 8 ,
262;76*l39
38.878*972
380 T. A. F. A So iceojes
381 J. A. Araojo & C.
381 A. F C
383 P. A B.
384 J. L. Machado A C.
385 J. P. M. L ( difTVrenca )
384 M. Lemos A C.
387 L. Robelliard A C.
388 C. A M.
389 fi.riholomen A C
390 O capitio P. Kier ( despacho
martimo )
391 O eapilio do patacho n.cio-
"" oai Salcipuides Velot (cana
da sauda)
392 u mesmo
393 J. Almeida & C 3
394 S. S. S. 3
395 S Basto A C. 10
-196 M. T. C. (despacho martimo)
397 C. J. A. ( despachd raarilirao)
3i8 B. a Silva 5
399 J. P. O. ( despacho martimo )
400 A. F. C. ( ditr-rei;a )
401 J. J. G. B.
402 A. F. Oliveira A C.
i03 O mes.i.o
404 R. Irmaos A G.
40o Hsnry F. A C
406 Capito T. t. D ( despa-
cho mariimo )
407 L. F. M Jnior ( despa-
cho martimo)
408 Vaz Jooior & C
409 A. S. R. e Silva.
410 Keller A C.
411 Ureesmo
412 S P. J,ba-ton &C.
413 O ni-sino
414 C A M.
413 M. Gregorio A C.
416 P. Sim5es A C.
417 C. P. L.
518 T. O. S.
419 T. A. F. A successores 6
420 Simpson A C 7
421 J. C. R. V. 2
422 P. S. A C. 2
423 P. Carneiro A C (2,030 kilos de
earoe >eeca)
424 O mesmo (8,080 libras de
secea
425 J. V. Razeode A C. (iermo)
42o C. D.
427 T P.
428 W H Wiatt A a
429 S. P. Jdhosion A C.
430 J. J. C M. (certidi?)
431 S. P. Jobo Alfaadeg, 5 de oataoro de 1872.
1
1
40
7
2.810
2
4
198
4
3
14
12
6
t
3
5
earoe
50
200
2
130
911730
17*360
1384419
1:614*480
1:339*337
3291452
l:095!9-X>
68*107
160*936
52*00
303*713
95*612
16*040
2*000
2*000
104*160
619*911
170*312
2*240
2*2iO
1:260*136
2*140
35*746
101*990
77*(oO
499*0U
1-.588*470
1.453*900
83*880
11*200
. 289*'i56
343*310
741*102
14*594
293*918
70*000
119*946
1:916*657
03*448
31*500
2:033*631
21*047
1:005*305
2**102
506*526
72*268
264*009
1*140
364**54
1:940*2611
186*837
755*483
1*000
176S072
Braga,
ala 4 301:6455li
Desearregam boje 7 da oatnbro de 1872.
cas aja^fj***'Wk^^T^'o cfas^o SSfc
ktroxeoe para o trapiche Conceigii, para
despachar.
Bngae dinamarqaezAuna Mara kerozeoe e
barricas abatidas j despachadas para o
caes do Ap 'lio.
Natos visitados por descarga.
Patacho allemo-P rthenopt m Harabargo.
Patacho hespaobol Juynu Soberano II do Rio
de Janeiro.
Patacho hespaobolTrovadordo Rio de Jaoeiro
CAPATAZJA DA
ilendimeato do dia 1 a 4
dem do dia o '. .
ALFANDKGA
. 1:526* i33
. 380*.06
Despachos de exportaco no
outubro de 1872.
Para os portos do exterior.
No vapor ingles Jurist, para Liverpool, car-
regarara : S. Brothers & C. 300 saceos com
22,300 kilos ds assacar maseavado ; T. da A
Fooseea A C. Sucsessores 44 aceas eom 3,11:1
k !.- de algodio ; Keller A C. 202 ditas com
14,758 dilot de dito ; L. Habelio A C. 22 ditas
Cura 1,156 ditos de lia barriguda.
^ara os portos do interior.
Para o Rio Grande do Norte, oa barcada
Dous .4miflos. carregaram : Fernandes A Irmio 5
-accos com 375 kilos de assncat bramo ; A. Oii
veira A C. 4 ditos com 3C0 ditos de dito religado.
Para o Rio Arande do Norie, na barcaca
Ayd, carregou : G. M. Daarta 1 barrica com 90
kilos da assacar refinado.
Para o Rio Grande do Norte, na barcada
Plora, carregon : A. G. da Canha e Silva l caixa
cora 54 kilos de doee
Para Maraaoguape, oa barcada Marin Isabel,
carregou : J. L. lladich 4 barricas com 239 kilos
de assacar refloado.
Para Mamaognape, oa barcaga Flor de Ma
ra, carregon : A. P. Gomes 1 harnea com 63 kilos
de assacar refinado.
RECEREDORIA DE RENDAS INTERNA^
GEKAES DE PERNAMUUCO
taedimeoto do dia 1 a 4 .
dem do diz 5 ....
prximo viodoaro as seROtoies arrea>&ta$o>*
Canaiisacio de riacho JorJo, na Boa-
Vlagem, oreada em 16:8W**SI
Pedagio da barreira de S. Joan 3:140*0
Secretaria da thesooraria provioeial de Pet*aa-
baco, 27 de etembro de 1872.
O offlcial maior,
_____________Miguel Affonso Ferreira^
EDITAL K 31.
Pela inspectora da alfaodega se ka publico qriW,
oio se tendo effeetuado a venda das tercadone,
aba xo mencionadas, postas a tallo por editaee
os. 23 e 28 de agoto e seteobro oltims, se traas-
fere a arrrematacio dae mercadoria para aa II
horas de da 8 do correle porta desta reparta-
ca.
Armazem a. I.
Marea) A P-Uma ca xa o. 121, rinda do la-
wre oa barca fraaeeta Mauricten, descarregaii
em 2 de catabro de 1871, consignada a J. AJaMtih
Piolo, conteni I e meio kilo de ca xas paTDwaa*
oara botica era mi estado, valor 1*100; tU kila
da irapressos e rotlos perteocentes evioeta
pbara,acia de Joaquim de Almeida Pinto, sena
valor.
Dita idera2 ditas os. 12! e 123 idera idemeoa-
teodo frase s de vidro ordinario de eores, para bo-
tica, sendo parte qotb-ada e parte em bom etado.
pesando 136 kilos, valor 26*.
Dita B J7 fardos ns. 37 a 43, vindo do Port
oo brigae portogaez Triumpho, desear regalo em
13 do mesmo ra z, consgnalos Praocieco Gae-
des ds Aranjo, contendo florea roedicinaes nio -
peciOeadas, em mi esiado, pesando -147 kiloe, va-
lor 14*700.
Dita M S30 saeeos, sera Horneros, vndos a*
Liverpool no vapor inglez O/inda, descarregaV.-
era 25 do mesmo mez, contando alfarroba, en> aa>
estado, pesando 1200 kilos, v-lor 24*
Dita diamante B8HC-I cajxa o. 138, viada
de Liverpool oa barca iogleza Imogene, desearre-
gada em 25 do mesmo mez, e consignada VP.
R Mlison, contendo livres enccderoados, pasando i
kiio. vanir 4*>.
Dita L F-2 barris ns. 8502 a 8303, vindoa. d>>
Havre oa barca tranceza Granville, descarregado-
em 25 ds novembro do mesmo aono, consignado
a L hman frres, eooteodo vicho seecodamnifica-
do, medrado liquido 396 litros, valor 48*480.
Dita A J AA M1 eaixa sera namero, viola
de Liverpool no vapor inglez Talismn, oesearrt-
gada era 6 de dezembr- do mesmo aano, consig-
na 'a Olio Bobres, contendo perfumaras en nu>
esta lo, pesando 22 kilos, valor 26*
Armat ra o. 1.
Dita E A B A C -B A B- 1 caita n, li.4ri>,
vioda do Havre oa barca fraoeeza Vetidiana, da>-
carregada en 5 de dtz rubro do mesmo anno,e signada i E. A. Burle A C. contendo 7 kilo d>
oleo de peixe, valor 29*863.
Alfaodega de Pernambuco, 4 de outubro- de
1872.
Servindo de iospector,
-_____ Pedro Lopes Rodrignes.
dllal a. St.
Pela Inspectora da alfaodega se faz publico on
nao tendo si Jo despachadas as mercadorias aba:-
lo mencionadas dadas a consuno por edita I s.
10 de 22 de agosto oltimo se b> de arrematar
as mesrnas mercadorias a. porta desta repart.;1.,
e livres de diraitos de consumo, as II hora d
dia 10 do eorrente.
Armazem n. 6.
Marca M, 2 barris n-. 70 e 80. viudos de Li-
verpool no vapor inglez T era 21 de setembro de 1871, consignados -i M. k
G. da Fonte, contrndo 130 litros de cerveja com-
ir.ura de qnalqacr qualilade, valor 32*400.
dem MJ .11, 5 caixas sem nnmero, viada d
Liverpojl no vapor ingles Chnjsolile, descarre-
gadas era 13 de novembro lo me-rao aono. con-
signadas a Manoel J Gomes Braga, eonteado
agua mineral, com 115 garrafas de vidro a, .
pesando 50 kilos, vaior 50*000
dem MS, U sacos, idem, dem i dem em 16 d
raesrao mez e anoo, consignados a J>. J. Moreira
Soorinbo, conteodo 495 kbos de alfarroba. ur*
de 2 A, liquido legal de 486 kilos, valor 12*l~i-
dem FAC, 1 caxa o. 26, idera dem idei.
ignora-se a coosigoa^io, emendo doas cartee^
de amostras de chitas, cassas etc. em peqoeo*
penados, &em valor.
Idsm D, 23 barris os. 1 a 23, vlodos de Livar-
pool, no oavio inglez Rorer, desearregados em ti
do mesmo ratz e -aono, a tposigosdos a. ordoto.
3:277*217 contendo chumba d* maoieao, pasando eada do
1:721*140 62 Kilo, total 1530 lelo*, ura de 3 / liquido la-
--------------Dll l-i.'t'l l-il.it o.lnr i/. *t(/m
6:998*373
CtN&ULADO 1-nOfKlOIALi;
ttndimeoto do dia 1 a 4 10 034*804
lera do dia 5...... 2:188*501
12:223*305
Voluaios sabidos do dia 1 a 4
Primeira porta, no dia 3 .
Seguoda porta ....
Terceira porta ....
Trapiche Coneeijio .
2:906*941
3,674
189.
97
631
51
6 642
SERVIQO MAIUTIMO.
AI va rengas descarregadas oo trapiche
di alfandega do dia I a i '.
Dius ditas no da 5.....
Ras ditas, no trapiche Cmeeif^ao .
ALTERACAO .\A PAUTA DOS PRKCOS BOS OENBBOS SU
JEITO i D1REITOS DE RXPORTAQAO, RA SEMANA DB
7 A 12 DE OUTUBBO.
Algodioem rama oa lia 577 rs o kilo.
Assacar- raa>cavady 146 ra. por kilo.'
Carvo de pedra eslrangeiru tonelada mtrica
16*000.
Aifandga ae Pernambuco 5 de outobro dr
1872.
O conferente, Fraoeisco das Chagas Calvan.
O 2* conferente, J. B.de Castro Silva.
Approvo.Alfana, ga 5 de ontobro de 1871
Servindo de insp ctor.
Ptiro Lopes Rodrigues.
Descaerlos pagos do da 4 de outubro d
1872.
VIOVIMENIO DO PORTO.
Navio entrado no dia -5.
8ft">-34 das, parca franeeza Guilhertne Tell.de
. 3981 melada, caoJio Lamirtstrri. eqji^agera 13,
c rga varios gneros; a Ti*sei'Pr>s.
Navios sattidosno mesmo dia.
Parabyba-Puiaca italiana Gissdla, capito Gais-
sepile Rato, em lastro.
Calbao de LimaLogar italiano Sir, capito Cal
cagn- Lorenzo, carga a mesma que trouxe ue
Cirdiff.
CanalPatacho inglez Hartar Grare, capito J.
Br. vra, carga as>ucar.
JlavreBarca francesa Jtan Baftiste, eapitia Da-
Ituerre, carg. algodij b pntros gneros.
Tsrra NovaBrigue inglez Marta, capito Diter,
em lastro.
Navios entrados no da 6.
Rio Gran!" do S .1 -24 lia*, brigu* tiras leiro Gal
go, de 295 loo'ladas, capitio Antonio G ngalve-
Turres, eqaipagem 11. carga 13000 arn-bas de
carne ; a Franelse- II b-irn Paulu Guimtra*,
gal 1534 kilos, valor 142*400.
llem JaP. I eaixa o. 19, vioda do Havre da
broa fraaceza Virediaw, dercarregada em 21*
ao uiosuju ...r e o.iu e coo'igoaaa a ^.anjarta
de Almeida Pinto, comeado 72 fra-cos de vidr,
q. 1, cora agua disull.ta de flor de laraogeira-
pesando dos frasco 30 k'los, lara de 40/*, 'lin-
do legal 18 kilos, valor 14*400
Alfaodega, 4 de outubro de 1872.
Servindo de inspector.
_____________________Pedro lj>pe$ Rodriguts
Di ordem do Imn. Sr. impectr da ihaso-*
raria de fazanda, se faz publico, para eonher-
mento de qaem interessar, que a arreraaia;*) da*
raadeiras e outros materiaes existentes na ar**
do edificio, em que se acha a rae-mi repartirn.
aanuo:iada para a lia 2 do correte, fl:a lra*-
ferida pira o dia 16 do mesmo roer.
Secretaria da ihosoarana da fazanda de Per-
nambuco, 3 de outubro de IR7at.
Servodo de nffHal.maior.
Manoel Jo.- Pinto.
Gi>asu!a Para sciencia des cootribninie* do imposto d
dcima urbana e os -f itos da lei, abaixo pobfi-
cam-se as alteraos verificadas oo iao(amento aa
rae-ma dcima amana ao corre lo ao-io lnaocatrv*
de 1872 a 1873 licaoJo aberto o prazo s reela-
raacoes qua por ventara possam ler a fuer oa le
terciados, oa
forma da lei e regulameoto res-
pectivos.
Rio Grande do Sol50 d^as, hiate brasileiro Jovett\ Alterasoes encontradas na lancameoto da daciiiMi
Arthur, de 96 toneladas, capitio Joaquim Ma
auo de Souza, e juipagem 8, carga 3 700 arr>
bas da carne ; a Antonio L". de 0. Azev^do A C
Observacfo.
At meio dia oio boovo t-utridas.

Notoea.
quaotia de 3:392*930, provediecle de jotas oo
reeeberam para veaJer por ooawnisaio em M<-, ais 7 a 9. a'ondVle v oqoe os""rtos VecTbera
margnape. Jos d^vedor^s, Aam com o faci e terem eil-
* Que aquellas Piuza i Irmio, seatiado-se
trazado* em sen oegoi. dingiram-<# aeala oda
da para ss eoteniarern com sea* eredoru, e
pfi^m sais elreamsOaeiat oo sentido da faureu
algam rranj* amiga vei.
3.' Qoe s primalro9 a qaem so'dirigran ferao
recebido as Joias devolvida* oelol i eos-nVpo-raen
a 76. nem com as mas eareau-taoetas das deve-
dore*;
Cooirderano qae aa a oseada dem nrateodid
Phrigacia d^ccta dea raos para com ot alore}/
346 P. A B.
347 O mesmo
34U. & A. &
149 0. B.
350 1 Maarer *a
351 if T B.
3M P. 8. A C
353 O B.
354 O mesmo
355 J. G. B.
336 J. M, P.
337 O mesmo
18 S. Brothers A C
9 O mesmo
rLLP.r; despacho mar*roa)
361 J. P. L.
362 C. A S.
363 E C. M.
364. G. A A.
345 Tasso Irmioe A C.
36S 8. Ba>lo A (i
36UanboloQa k C
360M) caniin do paiaeho tueeo
Christme (caria de saode)
369 G. f
370 O capillo i: logar inglez
Erltnu ( earu io saode i
371 C Ga-uiaries Aa ( ceriidio)
371 O maaiBo
3 3-0 eirao
374 {. L. lMhado A C. .
378 i. L, ItAolMla A C
l S o
l si
St? il
V _5 1
i 193*576
802*620
10 56*NI!
7 420*811
1 39*ii;i9
9 1:083*173
1 539*120
4 606*189
r 34*71
487* 99
80 330*334
40 U8*278
mo 202* Oo
160 f*i|t50
1*240
767*839
l 36**888
8 36*i.i2
15 662*373
300 1.383*2 19 1:654*017
3 44*029
1*000
A 19*550
I 1*000 8*05.1
1 143*040
1 1 57*Wn A85A.I37
% 136*872
ECITAES.
De ordem do Illm. Sr. engenhelro chefe e se
guodo a decisio do Exm. Sr. presidente da pro
viocia, ir a concurso no da 30 de outubro proxi-
no vmduuro o lugar Je escrevoote das obras pu-
Olicas, que so aeha interinamente preeochido.
M.trrias do concu'so segando o art, 10 I 3 do
jegu ameoio de 31 de julbo de 1866:
Liogu. naciooal.
Arihraetica.
Calligrapbia.
As pessoas qae pretenderen! iaserever-se para
dito eoocurso, deveria reqaerer at o da 29; pa-
eado instruir .-aa petic.des com os docuoientos
qae tiverem de sua* tubilitacOe*.
Rep'ti(o das obres publicas, 28 de setembro
le 1872.
Oaecrelario
Feliciano Bodrisue* da Silva.
A cmara municipal de-la eiade, tendo designa-
do o da 9 d > correte para proceder, de conformi-
dad coa o art. (05 da lei de 19 de agosto de
1846. apuracao geral dos votos para vareadores
Orf-ie muoicu.il>. que devem servir no futuro qua
meooio oe 1873 a 1876. assim o faz publico para
coiibecimmlo de qoera ioteressar possa.
P$o da cmara .nuntcipal do Recite, 3 de onto-
bro de 1872.
'naci J isqoim de Soma Leio. presidente.
Looreoco Bezerra Caroelro da Caoba, secre-
ano.
municipal do Recife, 17 de
A cmara municipal desta cidade, pelo pre-
-ente, convida aos daonos dos tamales exisleote?
oo ceraiierio puh ico a mandaren) qaanto antes
limpalos e reparados como se fax necesario
cooservacio, aformoseameato e decencia do mes
mo cemiterio.
Paco da cmara
setembro de 1872.
Beoto Jo da Costa,
Pro Peesilente.
LoareoQo Bezerra Ciroeiro da Cunha.
_________________Sacrntario.
O aduuoisirador da rocebedona de rendas
interna geraes avisa ao* devedores do-impo!. so-
ore ioduMnas e profissoat, qoe oeste mea de on-
tobro que se fiada o praxo do pagamento sem roni
la, do 1.* semestre do ejercicio eorrente de 1872
73, depois do oual prazo aeri cobrado eom a
malla de 6 por ceoto. ,
Kecetwdona de Pernamboeo, t do oulabro ie{
1871. -
Manoel Carneiro de Souza Laoerqa.
f
nrbana da fregaezia dos Af gado, no eiereioo
da 1872 a 1873, pelo laceador Induro Tbeodn*.
de Mullos Ferreira.
Roa de S. Miguel o. 85, J io Beoto
Lagos, 1 casa terrea, arrendada por
Dita o. 87, Manoel C.odi.io da Al*
bnqnerqae, 1 casa terrea, arrendada
por
Dita d. 89, o mesmo, 1 casa
terrea, arrendada por
Dita o. 107, Miguel Arcbanjo de
Fijueiredo, 1 sobrado com 1 teibeiro
que serve de oUrla, por
rita o. 119 B, Jo Buarque Lisboa,
1 casa terrea, arrendada por
Diu o. 119 C, o mesmo, I easa
terrea arrendada por
Dita n. 119 D, Joaquim Dnaxiogoes
Pocas, 1 casa terrea, arrendada por
Travesa da 3. Miguel o. 2 A, Ao-
lonto Fernandes Mandes, 1 casa ter-
rea, arrendada par
D.ta o. 2 B, o mesmo, 1 casa
ierres, arraodtda por
Dita n. 12 A, Joio Goocalves de
Suota Beiiio, 1 casa terrea, arreo da-
da por
IUu Jo Qoiabo 78 \. Manuel P-ulo
de Albuquerque, 1 casa terrea, ar-
rendada por
Da a 21, berdeiros da Jos Fran-
eiseo do li-go Barros, i casa terrea,
arrendada per
Dita o. 21 E, Maooel MesqoiU de
Barros Waoderey, 1 casa terrea em
obras.
Di la o. 21 F, o mesmo, 1 casa
terrea em obras
Da o. 21 G, o mesmo, 1 easa
terrea, arrendada por
Dita o. 23, Fructuoso Ferreira do
Nascimeoie, 1 casa terrea, arrendada
por
Dita n. 25 A, Jo> Boarque Lisboa,
1 casa terrea, arrea lada per
Dit; o. 25 B, o mesmo, 1
larrea, arrendada por
-Data o. 28 C, o raesmo, 1
terrea, ar renda a por
DiU a 13 D, o metjBQ, 1
terna, arreodada por
fina dos Pocos a. 12,' Luii
iVooriRoe, V Unja, Icasa terrea,ar-
rendada por
Diu n. 14, e mesmo, 1 cata
terrea, arrn uda per
D*u a. 24 A. J ao Pana Brrela. 1
casa terrea, rrendada por
Data ar 24 B, o mesoto, 1 enea lar*
rea, arreadada por
Ota o. 24 C, o memo. 1 cata ter-
rea, arrendada por
> & *4 UefOeifes de Lux Piala
120**.)v
110*0M>
108*000
'600AO"-
96*0t*D
96*1)00
84*000
7x*00
84*0(10
216*060
120*0
Ufan
eaaa
eaaa
cata
200*08
1441019
144*Oat)
tAaJtjfO
t44*OJJI>
144*1*0.
84*0f>
98*01
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80*000
f aWUal i
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1 \\
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U
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Moni
------------------------*
aiiri dt
UC* S -

de Son, t eaaa Ierra*, avallada
iUTheresa Mu*s Jt-
taB*a terrea, arrendad! aor
Sitan. -IV, Aatonio Carrei, I casa
ierres, arrea cada por
di* n. 13, 14o Beato Liges, i
* arrea, arrendada por
ffc'a a..*4 Pedro Aotonio Silvado,
1 eaaattewea, arrendada por
Dita o. 83, Aatoirio Mara Win-
ealav i ca -Bita a. IB, o mesmo, I aan terrea,
andana
Ola ti, Pedro Anioato Silvado,
t an lerrea, arrendada or
Bita a. 13, Antonio Hala Wandar-
lej, 4 ease iorrt por
i>ia -o. 5, Miiiintaoo Hsnriquei
t t** Santiago, 1 casi por.
O ta a. 15 A, Taomuia AibayJe de
AlBafaeraBe, t eaaa ierres, arreo
dada fior
Dita n. 7, Fraacico Lea doa
Sranea,! casa teirea, arrendada por
Bita a. W. o mestno, ( casa tana,
arreaflada aor
Bita n. 1* A, o mesmo, ama casa
torrea, arrendada por
Una a. 33, Maoiel Jos Victoriao
ph, 1 em terrea, arrendada por
Carga doa Remedios n. 4, Jos
Smtm Hoatairo, 1 eaaa larrea, ar-
reciada por
4> ta a 4 A, Pedro Jos Mariano,
I asi Barrea, asaltada por
Oiia fl.&A D, Pirmino de tal, i
eaaa lecrea, arrendada por
Un a. fca B, Toeresa Mara de
Jasca, I eaaa terrea, arrendada por
Olla a. 49, Alexandnoa Mana de
JesaS, 1 eaaa terrea, arrendada por
*** a 39 A, Antiaio Gisealvaa
d#M>rae$, i casa lerrea, raeVagua
fea*
Ota n. 39 B, o mssmo, I casa ter-
rea, Bemnca a. 38, Dr. Jos Birnard*
da Figaeiredj, I casa terrea, arren-
dada sor
Da b. 14 A, Menriqas Bernardo
de Olivera, i casa terrea por
Oiia a. 56, o ara o de Oarieury, i
asa terrea, avaliaaa per
Dita n. 4S A, Batid Ferraira Bal-
triar, I casa terrea por
Dita a. I eaa lerrea, arrendada por
0;ia n. 7i, Pedro d' Alcntara dos
<>wm arias Petxoto, i casa terrea por
Dita a. 13, Joio Ignacio de Medei-
ro Bego, i sobrada por
Dita o. l, Jus Joio de Amor i ir,
1 .tarado avallado por
Dita a.I, Dtogo Jos da Costa, i
tarado avallado por
Travesa dos Remedios n. i G, Jos
4a Silva Mireira, i sobrad; avallado
Dita a 13 A, Justino Pereira Al-
aes, 1 casa terrea avahada por
Oua u. 13 B. Joaquim de Aqaino,
I ca terrea avahad, por
Dita o. 17, Juaooa Mara da Fon-
<<* i, 1 casa tarrea, por
Largo do Remedio n. 27 R, Jas
Kerreira Campee, 1 casa terrea, ar-
rendada por
Travessa do Luca D. 28, Antonio
JaeaihoBorg s, 1 telheiro que serve
de oJsm pur
Estrada Real o. 6. H rariqoe Gyb-
900, ama casa lerrea arrendada por
Estrada di Torre n. 20, Francis-
ca Xogueira ama dita, avahada por
[ta, o. 1 B, Jos Beaevides, urna
casa terrea avahada por
Estrada do Rio o. 12, Francisco
Gomes de Ohveira, urna casa terrea
avahada por
Dita d. 14, herdeiro* de Henr que
Ovbioa, orna casa terrea avahada por
'Dita n. 20 os me-m >', ama casa
vrraa arrendada por
Dita n. 26, Libaoio Candido Ribei-
ro. ama casa terrea por,
O,la n. 3, Caliste de tal, ama caa
tarrea, va hada per
Dita n 7, Jcaquim de Sant'Anna,
ama casa terrea, avallada por
Bita Gosto o. 13, J j i Jardid, ama
wa larrea, avallada i>r
Turra o. 1, Antonio Edurviges Soa-
rea, ama casa terrea p r
Dita n. 5, titrdeiros de Jeao Car-
a;ro P.oirigaes Carciiello, 1 telhei-
ro qae serve de olar per-
Estrada Nova o. 96 A, Mara do
Carmo, una casa terrea por
Oda n. 1, Manoel de Jess Jordao
Cor di ir o, ama ra-a terrea, por
D'ttt o. 1 D. L-.arentioo Rodrigoes
r.aospello, ama casa terrea por
Dita o. 1 II. Joe Emiliano Mo-
reira da Si v, un csa terrea por
Dita o. 17, viuva de Joi> Amo-
i Vrlla-secca, ama casa lerrea ar-
rendada por
Dita n 19, a-rcesma, por
Dita n. 21, a mesma, por
Dita n. 23, a uissma, por
Dita n. 25, a mesma, por
Dita n. 31, Luii Fraocisco de Car-
valso Paes de Anlrad', urna casa
Ierre avaada p.or
Trave.-sa da mesma, Francisco
Miaoel de O.iveira, ama casa terrea
por
f seeeio do cDn-u'aJo proriocial
de 71
O. ebefe,

i10*000 asa'terrea
20O40O0
8UC00
90JOCO
06*000
71*T0O
116*000
96*000
8i*000
8i*0CO
120*000
96*000
72*000
2t*000
200*000
1201000
81*000
60*000
' 60*000
60*000
900*000
700*000
1:000*000
800*000
200*000
192*000
1:300*000
1.400*000
360*000
A
nar.Ti
1:400*000
Roa da Madre
D'4. ......
Boa da Senzalla Velha.
Casi terrea n. 16........209*000
- % Raa de S. Jorge.
'Jasa tarrea n. 100........240*000
I em a. 6, ... 14(4000
dem n. 101....... 140*000
Ra do Rosario da Boa Vista.
Ca-a larrea a. 58 ......., 300*000
Oe prateadeates devero apreaeaur oo acto d
>rremaU{ao as suas flaacki, oa comparecern
icompanhados do respectivos fladoree, daveado
pagar alui da renda, o premio da qaantia porque
(ur segara o predio qae coatlver estabeleelmeota
commeriial.
Secretaria da Saata Casa de Misericordia do Re-
;ife, 27 da setembro de 1871.
O escrivio,
Pedra Rodrigues de Souza
Juizo dos feitos
fazenda
da
EserlvSo Bandelra
Sexta feira 18 do corrate, depois da respectiva
audiencia, as 11 horas do da ir a pra;a por
venda o seguale :
A casa n. 7 do largo do Remed >, com 19 pal-
mos de frente, 39 de fundo, 1 nhs, 2 qnartor,
eoxlnha interna, anintal em aberto, solo proprM,
avallada em 800*000, para pagamento da exe-
coeao contra Joaquina Mara doi Praieres.
dem o. 64 da ra da Concordia, com 49 pal
too* de frsote e 10$ ditos de faado, com 9 qaar
los no oHio, e no fondo ama offieioa de niarci-
nerM, avallada por 2:0004. para pagimeoto da
ezeeaQao contra Norberio Muniz T;ixeira Gol-
maraes.
dem n. 6 da roa Nova de Sama Rita, em cal
lio,: com 21 palmos de frente, 60 de fondo, 2
raas divididas por tabique, porta e joella, aa-
gQ.QQ0[jlada por 800*, para pagamento da execacio dn-
ira os berdeiros ds Mara Francisca de AJmeida.
dem o. 3 do becco da S. Pedro Apostlo, com
24 palmos de frente, 58 ditos de fundo, 2 salas.
2 qaartos-, coxoha iDterna e quintal em aberto,
por 500*000 para pagamento da execae&o con-
tri Aooa Mari do Espirito Santo.
Idera'n. 40 do largo do Remedio, com 31 pal
moi de fieme, 80 de fuado, 2 salas, 4 qaartos.
cczinha fora e quintal em aberto, por 500*000,
p>ra pagamento da execro contra Joio Ignacio
de Jess.
dem n. 20 da raa da Ventara, com 26 palmos
de frente, 79 de fondo, 2 salas, 4 qortos, coai-
nha fora e quintal murado, solo proprio, avallada
em 800*000, para pagamento da execucjio con
ira Caed d> da Costa Doarado.
dem n. 2 da ra da Maogabeira (Ol-nda) com
40 palmos de frente. 58 de fundo, 2 salas, 4 quar-
tos, cozoha tora, quintal em abono, solo proprio,
oor 5001000. para nags ment da ex: rucio coitra
Anzeiic Marh da Graci.
. Beci', 2 de ontobro de 1872.
O oli:iudor da fazenda provincial,
J Firmino C*eraia 96*0J0
60*000
60*000
180*000
71*000
200*000
120*000
72*000
7i*0OO
600*000
300*000
200*000
50OIOD0
141*000
144*000
1M*000
14V*0O0
200*000
72*1000
300*000
120*000
nyooo
168*000
168*000
168*00)
168*000
168*000
100*000
71*000
4 de outubro
Capitana Jo pono oe Peru.ui.oueu 27 ue
setembro Para scieneia dos navegantes se faz pnblico que
0 pharol de Mncuipe, na provincia di Cearj, prin-
cipien a fanecioaar desdo o da 29 de jaldo oUi-
mo. o anal se acha aunado na latitude 3'40'
10" S; e longitude 4-3l'36" a E. do meri
diaoo do Rio de Janeiro.
A ana ele vacio ao nivel das mares medias, sao
da 21 metros e 90 centesimos; e a da taz para o
mesmo nivel sao : de 23 metros e 63 centesimos.
Oapparelho lamiooso leaticular e gyraiorio; a
cor da luz natural e siotilaote, a sus daracao
de 6" termo medio ; o eclipses de 1 minuto e 2)
segundos; e. distancia, de 13 milhas pode ser
viste.
O secretario,
Decio de Aquino Foosa'.a.
Sania Casa de Misericordia de
Recife.
Pela secretaria da San a Casa de Misericordia
do Recife se fu seieote qae 00 da 14 do correte,
pelas 9 boras da maob. no salao da casa dos ex-
postos se .far pagamento das meaalidad33 de
julbva setembro liado, s amas qae se apresenta-
rem eom aserianc* que ld?s forara coofladas.
Secretaria di^iota Gata de Muer.cordia d
Recife, -'i de outubro de 1872.
O eserivo,
_________________Pedro R*^t;ie A SauZa. .
BAHA
Para O rtfcrid porto prten4e seguir
cora pou:o dial de demora o hyate Olinda,
por ter a maior parle da carga engajada, e
p>ra a pooca flie rbe falta trata-ae Qjra o
consignatario JoaqrjifD hsb Ooo^alve Bel-
trlo, roa do Otarjertio fj. 8.
COMPAtfHxM
Nareml Brasfleim
1^ Dos poftos 4o norte asperade
ata e- da 8 do corran o vapoi
P*r, cemmandajflte Orpiottr.
o qnal depois da demora do eos-
lame, segniri para os portos do
Bneommendas de pequeo valor, peso, medida e
latubeoj dinbetro, receBeojie at 1 hera da urde
do dia da sabida do vapor.
Aa enommendas viuda* por este vapor, ssrac
aotreg..es ne trapiche Denlas.
Para frates e passa|eos trau-se ta agencia,
raa da Gommeroio q. 8;
^_ _r_________ .__________._____-
PARA
recebe carga a frete modieo o bngue portognez
Kdelino : a tratar ecos oa ooosiirnaiarios Ralihar
Oliwjira A C,*roa de Vigario n. 1, andar.
cojfiPAMmjL
DA
Messegeries maritimes.
At o dia ti do oriente raez espera-seda Ei-
ropa o vapor fratcez, Seiugul, o qoal depois
da demora do costoxoi, seguir para Buenos-Ay-
res tocando 01 Babia, Rio de Janeiro e Monte-
video.
Para conaicoes, frotes e passagens, trata-se na
igencia, ra do Commercio n. 9.
So dia ttd) correte esaera se dos portas do
sal o v*oor francez Gironie, oemmaodaate Masse-
net, o qual depois da demora do costume, segnir
para Brdeos tocando em OJiar (Gore) e Lisboa.
Para (retes e passagens trata-se oa agencia,
raa Commercio n. 9.
oe
(hapeos- do Chile
Tertji fcira 8 de outabro
A'S 10 1|2 HORAS CU" PONTO
Por interveoofta do agente Pmio, ear ta eserif
torio* ruadoT^unJeso;. n. 43. ^^
ilLO
DE
.IOI1S
Sead: diversas o:>jectos da brilbante, re-
logios de aero patente, correntes, Iraa-
calina, adnretos e meioa ditos, e outros
DQuilos ofjectos de gostj'nviderflo.
Quarid ftir 9 do corrente.
Julio Isaac Uta lalo por iotor venci do agenta
Martin*, de todas a cametas trO'idos e dalas
em pender, constando. da muilos objectos de bri-
ibanles, relogios, traocelios e aderi-fos, cuja cao
tallas poderlo ser resgatadas al o dia do leilio.
No primeiro andar do sobrado o. i da travessa
das Ciatos, casa de BMhorer,* a ti oras do dia
cima;
AVISOS DKRSOS
-..- rfii
se ae Sr. Jos SJbnteiro da 9t!vs Fuho
o tavor-BB apperecer os e seria torio de Joaquim
Gerardo*de Bastos i\ ra do Virln n.- 46.
laraS'.
A pramio
Toma-se a jaros de I l/J / mez, a quaa-
tia de *T3004000 por espado oe 9 m-itf, dando-
por narantia* boa lirma : qaem pretender fazer
esie negocio ditija-se a esta typograpbia em carta
fechada com os mi -iaes F. F. i.
tT-.'tifiCtt-W
a qaem Umixer a preta Aoastaeia, j velba, bas- *}eJ'-
taate feia, ps incbados, irajaado vettido de ris-
cadioh-j vhtB, um pooeo dsbotado, chale de la
veibo, levuu nm sacco de das Qos ; jalgs se qae
fii para as bandas do sal : quem a apprebenler
qaeira leva-la ao V^radcoro na cidade de Olinda
casa caiafla de amarelle.
Para Lisboa,
Acha -si- carga o brigae portugaez Relmpago,
tema maior parte da carga tratada, e.para o resto
e pasageiro3 trata-se eom os consigoatarios Trv>
mar. de Aquino Fonseca t C. Successores. a roa
do Vigarip n. 19. -_________ t
Para o Para
Pretende eegw con mn*ta brevidade a escuna
portagueza Chrislinm, por ter parte de sea currega
ranto prompto ; par o resto qae ihe falta trata se
com os seas c. osifnatanes Anlonie- Luiz deOveira
Azevt-do & C, ao seu eseriptorio i raa do Bom Jess
o. 07.
Para o Porto
propde-se a seguir -ou annaior brevidade a bar-
ca portuguez'i /udi/i : qnem na mesma quizer
carregar oa ir de passagem entenda-se com os
consignatarios T. de Aquino Foaseca A-C. Suc-
cessores, ra-do Vicario n. 19.
Para Lisboa
pretende seguir com a maior brevidade o bem co
nhecido b?igae portuguex Lea I, por ler contra-
tada a mamr parte da carga : para o re-to e pas-
sageiros trata se com os con-igoatarios T. de A.
Fonseca & C Successore*. ra do Vigario n. 19,
ji com o c-ipit) o Sr. Antonio Francisco Vieira,
oa pra(a -. ,___________
uECLARACOES.
CORREIO GERSL
llela^o do objectos registra-
dos existentes na aduilaistra-
e do eorreo desia provin-
cia, ara as pessoas aballo
declaradas:
Dr. Alexandre Barroso de Soaza, Dr. Aureliano
Pires d8 Csmpis. Alberto Soares de Azevedo,. An-,
Ionio das Dore i Tartaruga, Antonio Polcarpo de
Salles, Biojam.n Fr?okhn da Silva. Beato Lu
da Gama, Dr. B-'rnarlino d8 Sena Das, ''lemen'e
Antonio da C)3ta, Damiaaa, Eulhath Augusta F.
de Ohveira, Dr. Estevo Cableante de Alboquer
que, Frederico Aogusto V. da Silveira, Dr. Fran-
cisco de Cetro Rabe'lo, Fortnaato Jos Das de
Saropaio, Fraac;ca V de Altmquerqae Mello,
Praocisco das Chagas Galvo, F Maxioho de Al-
baquerqae M-llo, Dr. Pr*neh>co do Re^o Miia,
Gertrndes M^na daQonceicao, Josepha JaouaTia
da Gonceicao. Dr. Joaqaim J. de C. Cerqaeira Va-
rejao, Jos Bsoto V. de Barcellos, Jos Mara da
B. Cavaleao'e, Jas dos Pasaos Queiroz, Jos Titeo-
tomo da Silva Borges, Louren?o P. de H Souza,
Dr. Olivo Ateho'C. di Canda, Ozono J dos San
tos, Pergemino R. de Miranda, Raymando P. Ca*
tello Branco.
Correio de Pcrnambaco de oatnbro de 1872"
0 encarregado do regiisro,
a. Gomes da Silva Ramos.
Sal.
Pretenda seguir cem toda a brevilade c pa-
Ibabote portagaiz oco S, Lourenco^ Para carga
e passageiros tratase com os cooMgoauros Too-
max de Ajuino Fonceca & C. snecessores roa
do Vigario n 19._________________
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu nestes 8 das a barca ponagueza CU-
mentina, e receba alguma caifa, para o qae tra-
ta- e com os consignatarios Tnomaz de Aquino
Foneee? t G successorei., raa do Vigario nu-
mero 19
Bihos 110 MoiUoiro
Aluga-se a casa amarella da estrada do lama
rao, lugar agradavel entre o Caldert-iro e o Mon-
telro e perto do rio, lem commede* basta otes, po-
mar de laraogeiras, toda morada c>m portao de
ferro, e e?l pintada de novo : a ir 1 lar no mes-
mo lotvV, na ea CASA DA FOBTSi
Ao 5:0001
Bfllletes garantidos.
mi rTOWo de Marco otrtr'ora roa <
Crespo) n. i% e casas do custtuce.
O abaixo asaigiuVlo, tendo vendido nos sena fe
DAS
DAMAS,
T
to
Ricardo 5r C. tem sempre no sen ett belectaa'
aai grande toriimeot) da pe fumarias aaMfr-
is, comoejam, Boos extractes dos me,boras B>
lizes bilhatai tres qui'M 0. 973 eom 5-0004. doas 1 brleaotes de Pais, l>jnd'es, etc., etc., neo* vkb
Sirios a. 911 com 30O20OO, nm meio n. 586 com com banha, dita, en? lita de I kilo a meio kaa\
)4, e outrae sones de *P4 na que se acabon de extraer {53.'). convida aos' a nanitas outras perfotaarias, nmiio bonitas eaaal
potiidorea 1 virem reeeier oa eonformidade do ohas com prepaos para eostnra, necessarioa 1
costme seo descomo atum.
Acbam ae a venda os felizas
bilteta garantidoi
da 11.' parte da lotera a beneficie da santa Ca-
sa de Mi ercorda (23a), que se axtrahira na
quima- feira 10 do corrente mez.
PRESOS.
Bilhete inteiro 6^000
Meio bilhete 3/000
Quar 10 14500
Em porci de liOO para cima.
Bilhete inteiro 81500
Meio biibete 5*750
Qnarto 11375 .
Manoe.1 Martina Fiata.______
Asaocia?5a Porlugueza de DeneticeDcia dos
eropregades 00 cotnmtrcio e industria
efn Perambu 1 .
A direccaV interina da sobredila .siociacjhcou-
vida a lodos o* socios inscriptos a compareeerem
00 domingo 6 do corrente. pelas 3 1|1 boas da
tarde, na roa Duque de Caaias u. 11, andir,
para om assembla geral ihes sbremapresentados
e discutidos os estatutos que tem de ro^er a mes-
ma assoeiaco.
Recife, 3 de ootoftro de 187?.
O presidente interino',
J. h APonso Goimaraes.
SERVENTE E JaRIs"EIKO.
Precisa -se de um servente e de itdo jardinerro :
aa roa da Glora n. 9o.
io> Ha
vtsgens, albuos de madreperota, chaiao da aa*-
rado goto, Hias e franjas preas e oe coran, das*
de vellndo de todas zs qaadaaoas e largor, as.
etc., riqalssimos chapeos de palha ds hada par
senhoras e meoioas* capellaa ci m veo e teto rto
para noivas, espartilrus a uoSeta,- leqaes #
marm, roadreperola, sndalo e ebaoo, e no. -
flnidade de obj-ctos. nem s nteii como B^cassd-
rio*, e por meos 10 por ceoto do qae etn u3tr
qoalquer parle : te no Omqaeldas Dama*,
! de Mar?), anilga do Crespo a 14 ant-
Precita i-e do u na marta para em cumpa-
nbia de urna f .miha segmr vragem al> o Rio rfs
Janeiro: a contratar u-s',.33 ires dial ai raa o
Imperador n. 57, 5* andar, entrada pele ese?;
Gusa para alagar
do sobrado ra da Conceigao
0. 8, Batanan accoamodigSes para familia, e eta
devidamente asseada : a tratar no caf Inope-
ratri.
IIj uiii.i mu.tier de familia, que quer ae ata
gar em casa iegieza, para engommar, e seSdo ir
solleiro, tomara coma da eaaa, e prestar asna
flanea sobre soa conducta : qnem quizer dirija**
ao largo do Forte das Poco Ponas._______ _
Prsci-a-se de um feiuJr que enteooa de aor-
ta e jardim para sitio : a iratar na raa de
Affonso n. id.
-- t 1- 1
Atteiiefio
Precisa-se de ana criada para andar <-cn
crianza : roa do Quartel de p lieia 11 H.
dr.
f aav
E^ernvjt
Precisa-se alagar ama preta escrava para o
vjr> ds nms casa de fvailh eompeota de i
sos, ,iue saina bem engiinmir e Hrr lodi *>
.'ervico : quem liva e qorrer a!grr dirii^-se av
Passagem da Magdalena, osa n. 71, an p do aa>
bride grande, que achara eom iiiem tratar.
Preci.-a--e oe um h un moldad t para luudi-
i.-oo : a tratar eas Cinco Ponas, oflkinas da un-
pohia Recife Dr*yoate. ___
fi.aUbo eiu Oikirta
a Aluga-se ama casa a roa de taihias Fer-
reira n. 4 : tratar no largo de S. Pedro, com
Joio FrancNco de Oliveira Cnncelcio, em Olinda
00 a "roa do Cabog o. 5, no Recife.___________
Socwdade Edificadora
Oomciliacao
De ordfm da directora sao eonvidades os Srs.
accionistas aAm de, em o praso de 30 oas, a da-
tar do dia 3040 correle mz, satisfizen-m a 1'
parte da l1 prestaro de suas acede?, a razao de
dez por cesto.
Para esta fia seta encontrado o Sr. tbasoureiro,
roa do Duque de Caxias n. 7f,-pavimento ter-
reo, em todos os das otis, das 2 s 5 horas
da larde.
E tamtrem sio .eotrvHadm os Srs. socios qo*
.lida nao se iusereveram. para o fazerein, dirigi
do se ao mesmo Sr. ihesoureiro.
Secretaria ua suciedide cd.fkadora Conciliicao,
7 de seiembfo dt 1872.
O l* secretario,
J.eMar'io de Andradft
Aluga-se
o Si* andar da casa da ra larga do rosario o. 21.
Siio en Btberik.
Aluga-se um grande sitio na estrada que vai
do Caobengae para o Porto da Madelra ; tendo |
hoa'casa com excellentes commodos para grande
familia, e banbo no (ando : iratar a.raa de Pe-
dro Alfonso n. 55, 1* andar.
PIANO
DeciaraQo.
O proprieiarb to sitio- n. 33 dsroa ffr
Jospiciy >ufga prudente preveuir ^oolJa
vhrobus ijoe dorante noire saltamos a*
roa do r?ferrdo sil1') para del e tirareis
frocto, qoe se v forjado- a recorrer s
uioL-9 Moleotas. aiim de evitar que cootr-
nuen afazH-io; prjrqoanto rjoeri pettelra
cm propriedatte aiheta para deHa tirar a
que o2'j Iba perteoce sem aotorigar^io t
s. u proprietario b tadro; nao t<>aiiUiao de-
dizer que sabe dond sabera sqaellea qec
assim procedem.
- O Sr. Dr. Praoeisco Otlilon Tvares
Lima tem tus carta do sal du imperio,
nesta' typogmpbia
Ao *. SnOast-aw-AJlouso do
r^^ .thMl rf frfcgng.H rio P.W.II
Dtl a, ge d*Bi> ljr nMla typO) M-go
A Pl'BLICO
Candida I respeitavel publico o ao corpo do commercio qne
uesla data dissolveu a sociedade que ti nha no es
tbli-leeimin'.ode m-ohado* sitonu paleo da Peaba
n. 8 ^ue gyrava seb adtizaa. de J jaquim da Silva
Salgueiral ditaria todo aci v > e passivo do aaasino. estubelecir
ment, ficando desde ia sem tffeito toda e qualqucr.
|aran^act;5o que fr 1 flticluada paio raesuip socio
Salgueira1. ________________
salta Casa da Misericordia do
Re elle
A lilao.- juma administrativa da Santa Casa de
Misericordia do ^e'it, aatorisada pelo Exm. Sr.
yresideote da provincia em data de 10 do eorrenie,
e ea vista do que di'pde o % 9 do an. 51 do seu
eoaorotBisto permuta por apolises da divida pu-
felieaos predios on-uos da relacio abaixo mea-
osada, pertinentes aos estabelecimonlos de ca
rdadta sea cargo.
O preteoientes polerao apresenlar as saas
Bfopostas em c irlas fechadas parante a mesma
janva na -ala de saas sess5*i pila 4 hora da tar-
de do dia 7 de oovembro vindouro, podando rece-
Ser informaeSas sobre a venia de taes predios
-'.-i secretaria.
S'.retara da Santa Ciaa de Misencordii'Jlo
Ikcife, 30 de setembro de 1872.
O es rivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
A casa 'arrea n. 29 sita a raa do Amparo em
Oiiaa.
A caa terrea o. 56 da raa da matriz da Boa-
Vista.
A casa terrea n> 25 da ra da Glora hoja vis-
conde ds Ahuquerque a. 9L
A esa terrea n. 8 sita a bisa de S. Pelro em
Olfoda.
O sitio do Porta no lagar da Venda Grande fre-
gaeva d-1 Maribeca.
ASTA CASA DA MlSKIUCOtUilA DO R&Uft
A film, janta administrativa da Santa Casa dt
Misericordia do Recife, manda facer publico qae
tu sala de saaa sesadas, no dta 19 do moc de oa
tsfato pelas 4 horas da tarde, Um de ser arrema-
tasar a quera raais vaotageus offerecer, pele
(aspo de ara a tres anuos, aa rendas doa predios
aa seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DK CARIDADE.
Roa das Calcadas.
liana n.38 '........800*008
Jetan. 18. ....... SOOaOOO
a* da Oana- (Viaeoada da- A4euqnriM.
He n. Wl ........0*000
Roa do Amoria.
le o. 16 ; 303*000
loa da Soledada.
Caea terrea n. 72......240*000
Raa de S. Jorge.
Satrad* o. 26.........'0*00
Raa do Encantamento.
Sobrado 4e 2 andares c. 3.....900* Raa de S. Jorge.
Cau terrea n. 73..... 240*000
Bateado Abren.
zbhradd.de 2 andares e solio n. 1 500*001
ATRKMHO DOS ORPHAOS.
aa datM Birao de S. Borla)
Ca larrea n. 3........*W*O0D
aadji.Gni.
Ca ierra a Xi.......200*000
THEATRO
EmprezaVicente & Bahi
Tercii-eira 8 de outubro
Recita extraordinaria
Em beneficio do ponto do tbeatro
i.YM\4SI0a\n
- Dipois qae a orebesira h'uver execotalo ama
brbante ouvertara, subir aeass o mullo Ha
do e applauddo drama e*m 5 actos, do insigne
escriptor francet Aniceto B.urgeois
9 CGO E 0 CORCWDA
No qual tomario parte as Sras. 0. Manoela,
0. Mara Baha, D. Olympla e os Srs. Peregrino,
Baha, Cmara, Florn lo, Menezes e Eduardo
Silva
Terminar o espectculo con a segunda repre-
sentagao espirituosa comadia em 1 acto :
Como Fe perde um noiVo
O resto dos bilh-ites que existem, pode.ser pro
carado em mi do beneficiado, oa raa Bella a.
II e no dia do espectculo no eseriptorio do thea
tro.
Principiar as. 8 boras.
POKTO
Com escala por Lisboa pretende segnir para os
referidos oortos com muita brevidade a barca por
tugaezi Hersilia, por ter parte de soa carga, e
para a que Iba Mu, que toma a frete enmmodo :
trata se com o consignatario J >a jnim J j* GonQil >
vps Bpltrao, roa dn Commen-io o. 5.
1EIL0ES. r-
Leito
DE
UOHflilA
HOJB
O agente Pestaa farl leilao por conta risco
de orna familia que ae relirou para fra da pro-
vincia, de 18 caderas simples, 2 de bracos, 2 de
bslango, 1 sufa consol?, 1 goirda r^opa, 1 gtrar
da louga, 1 aparador, 1 cama francezi, 1 mesa
graale, 1 dita pequea, 1 marquezo e 1 relogio
de parede, e mais objectos qae se aebarao patea-
tes ao exame ai da 7 do correle, pelas II hwae
da roanhS, na roa do Livramento n. 19 2. anrtar.
Quem precisar da um bom
commodo, i ta ir a raa Nova
piano per preco
n. 7,1* andar."
Veode-se poi-lO*a casa n. 31 da ra da
Victoria em Montes, a qual renda mensalmenta
dt, e por 500* a de n. 41- da roa da Concordia na
mesma povoacao, e que rende 16* : a tratar na
thesourana das loteras.
Quem quizer alngr o 1* andar e roja
do sobrado n. i3 raa da Aurora, dirja-
se raa Formosa n. 4, que achila com
quem tratar. _________
Ago^a leiara.
Na rna ei-treita do Roewio n. 35, dnr (c-a-a
da familia), c mmoa-se a fotnecer umedoriar
para (ora, mandando se casa dos as *goantes a
bora que se eonveocicnar, wdo ;e a> .-*tor,e sa-
lido, pralos variadas, e jamar abundante a taaa-
bem variado, por pr'-r >s comasoaVis vista do eer-
v i;o ; orra pralica de cito- aonos e oa* quedispoi sao garaoies do bom deserapeabo de
trabalbj'; reeebe-.-e etMoma>end.is d-t jamare*
avulgos, prepir^ fiambre, (ocbm-s* per',
galhobas e ludo quanio hi aarle da arte deeu-
ifnn'a.
>OOOO0; de gritifitfGRO
Figio de>de o dia (i de jnnSo prrixmo paesao.
o ocra7o criouCa de nom iVidO'pho, idaae 25 a
26 annos pouco mais ou mecos, cmn es signaw
seguintes : estalnre regular, oio v g >*, Uta nm
i geitt> no andar, sabe ler e escr^er. e d-sluraain-
titular-se forro, fot escravo do Sr. Luis de Olieira
Lima, desconfa s- que elle emaarc a pira lora
da proviocia, norie oa sel : pede se portanao *
Precisa-se de urna perf-ta coslobeira para casa autoridades'policraes e aos espitis de campo a
daamilia ; na raa da l-nueratria-n 17. segando aprehen-ao do dito escravo, e leva lo i roa Direi-
aiidar. la n. 16,-qe ser gralificado cora a quantia cima
Co>ihiira
MU
DKSffTI
Vndese a escrava L'iiz, crionla. de idade
de 17 annos, do rervico domestico e externo, len-
do alinnias babiiidade*, a qoai foi avallada ent
invettirio por t:000i : qaem pretender a dita
e-crava dirija seu ufl-recimeoto em cartas facha-
das ao Illm. Sr. t)r. juix de direito de orphioa;
e a escrava seacha ezposta a quera quizar ve la,
oa casa n 54 ros de *. M'8'iol, no* Afogilo.
LEILO
DB
CM hys?ou
fluje.
Ao neto dia
O agente Pinbo Borgas far leilio de 2 ciixa*
de cha hysson, marca B diamante S pesando 50
libras cada ama, for costa e risco de quena per-
lencer.
Em sea eseriptorio, raa do Bom Sesas n. 53, 1."
andar.
Leilo
Fagio do eogeubo i -.uaoiuria o escravo lv.>,
doabaixo assignado o qui tem os sigoaes se-
gnlntes : ponea bafna, tem nm signal raso no
ro-to ao p da scbraocniha, denles nm pouco li
madoe, b-be que fie a teimoso, e batuca lor de
viola, levuu an bilhete que manle cobrar oa
Boa-Yjjla nm diubeiro, i.-to ha mais de'mez e
ini'iojjfeom elle aula duendo que mandei-o ga-
nnar, tambes) muda o no ne de Ivo par Pedro :
quem o pegar leve-iao engei.hj Cnrupaiti, na
Laz ou o mesmo" engeolio cima declarado, oa
na ra de Pedro"Affonsu n 35, quJ sei bem re
compensado. -
J^io Antonio daCo-ta Figneirfla.
AferiQflo.
O abaixo assiinado, arrematante da afencao dos
pesos e medidas da-te municipio, participa aos se
nbores negociantes dos egiarjeiecimentng f.jjeiloa
este impo.-to. queja deu principio a aferir para o
anoo financeiro de 1872 a 1873 desde o d> cor
rente : na-mesma casa, ra estreita do Rosario
n. 31. das 9 horas da maob 3 da tarde, e qae
os seas empregados eoatinaam. a seren os mes-
mos Srs. Sebasiio Pereira P-olo, Fetippe San-
tiago de Torres Gallindo e Joaquim CanndoFer-
reir da Luz. Recife 5 de ontubro de 1872.
Miguel dos Si otos Costa Jnior.
LOJADEJOIAS
Esqnini da ra do Cabag s. 11
* C -nfronte ao pateo da matriz de Santo Antonio
Este importaole estahelecimento, contiooa a receber sortimento de jsiaa aa maU
modernas, e resolveu vender mais barato 10% j'jias de bom gosto eucoolram se
Cadeias para relogios
Variado sortimento de cadeias modernas e bonitas a 7jJf)0'a oilava.
Gadetaa para senhoras, de gosto delicados 585000 e 4('05!CO.
Voltas de ooro de variados gostos de 40)5000 10040GO, efc-.
Dita de* coral e craze lOjjIOO.
A CorOa Btilbante alera de ler grande aortimenlo de raedalnSes, casssletas ds oore
e pedras preciosas, recebeo ricos e bonitos medalh5e9 <>, oeis com bouquets de ptro-
las e diamanies 5i3,100)51, lOflOOO, etc., e medalhes da coral com bustos de Masffti
46)JO00; ditos de nix com Ittr^s de diamantes de 2oi5 100i 00 etc.
PINCE-NEZ ETKANGELIVI.
Bonitas caixiahas com um pince-nez e trancelim, objeto delicados -para presen*
42SO0O. Casaoletas para menina 3#000, e roietistias com pedriabas i 2*HH
e 30OOO.
KEDftLHSS 'MILAGROSAS
A Cora Brbante contina a receber medal.s mugrosas e das Dores, e owo.
7^000e de prata dourada iOtO. Taiabeai tem sorlUneolo de pioce neis e Moto.--
de ac fino e tariaruga, ebegados recenleaenl8, e por ppecos mui comsaodos.
Convida se s Extss. familias visitarem a loja da Gora Brilbaote- aa ma do Eba-
g n. ii, qual contisoar aborta noit at,8 boras..
Garante-se o ouro pedras preeios^s.
Ti oo -s%
urna eaaa na ra do lamba, eom 2 sala*, 2 quar-
io, coainba fora e qnmtal com aacitnna, por ou-
ira*da igoaen comm. dos em lanma das segulntei
roas: da doria, V^llia Conceii-o, do Arago,
d) osario da Boa Vista, do* Pire-, voltand) se a
quanlia de 700 ou 800J, conforme se conweucio-
nae #aageeio naj nao porque suppda-se al-
tum Drecisao que se techa a rica se com casa :
a traty na ma da Ginris n. n. R|.
AVISOS MARTIMOS
COMPAXBIIA
DE
lllHHU lltllllt
Dos portos do sal esperado
no dia 8 do corrente o va-
por Baha, eommaBdania Pelip
pe, o qual depois da demora do
costa ue seguir para os portos
do norte.
Bocommeodas de pequeo, valor, peso, medid,
tambera dlnheiro, recebera se at a l non da
tarda do da da -sabida do vapor.
Ai enoaomeodu vodas por esta vapo/, sarao
nttegoea so trapiche do Dantas.
Para fretes e passageiroa traU-sa aa aesBcifc,
roa do Commercio o. 8.
.DE
r v^i;\ii as
AYARIADAS
TERg\-FEIRA 8 DO CORRENTE
A's ^M 1 [2 ooras em ponto.
Por imervencio do agenta Pinto, eco, sat escripia
rio, rna di Bom Je>as n. 43.
Leilio
tozmtia
Precisare da nm ajudaote de cozinha e de um
criado para todo servida de hotel: na ra Niva
o. 5J, landir
Aluga-se urna casa no Pofu da Panella sita
roa Iteal o. 16, eom bastantes commodos : a
valar na raa do Mar juei de Olinda n. 55. outr'o-
r* ra da Cideia, eseriptorio de Leal 4 Irmio
DE
20 barra com maaleiga ingleu, seo lo HO
ioieiroa e 10 oaeios s sabir da alw-
dega.
T;R\-PEIBA DO COMENTE
O agente Pestaa far leilio por tas* a risae
de qnem patteaear, de barr* eoai masMia
toglsu^eamo aeims Sea dito, d**x:eate qoal
dade, ebegados pelo uiwa^vaaat, a ear vaarlj-
der era r otr mais rotes Tontaa dos ea^rrado
rea, do dia aouaa terfifiira 8 de crrante, as 11
horas da raaobA, so amase* da Ames defreflpj
laaltandtga.
No engeoho jacar da comarca de Naiireib
precisa ?e de um fitor de ;ampo, nad se escolbe
oacionalidade : quem e-tivor Besaos tondlcdes di-
rija se ao mesmo easeaho oa eaaa dos Srs. Laal
& Irmio. rna do Uarqaes de O inda (oatr'ora
ra da Cadal) n- 56.___________________^_
Axba-ae justa camrauda a eaaa, da roa
Imperial n. 1!i psrteoceDle vinva loanna Harta
de Mello Lemos e seq Albo Urbano- Cartas da La-
nos : qaem jalgar-se eom direito, dirtja-se atd o
da 8 roa da.Glorian, idfc -
eoganmar e
na roa Daqoa
para
traur
Precisa da um*
easa-de pequea, familia : a
da, Caxiat a. I8,> *sat-
Perdeu-se da raa de Gaaaaia Pira* roa
das Fiorej dos volumes da obra intirutada A
Camponaa Exaltada-: aoam oa arhan qoeiaa
reaMisMpM ras da Had#a Bate a. **, arma
lera, AliUjk-Bt asaisd ttaesaaas. fta^aAgs b.
\l : a imar OA rsiWltaita *sario. fc. V

v
i .
I



4
III1IIIII
Ha travessa .da roa
das Criies n, 2, pri-
eire andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ovo, prala e brilhan-
tes, seja qaal for a qaan-
lii Ha nesma casa com-
pran-se os mesos me-
Ues e pedras.
mmm******-*****
* Ra 1. de Mar Loja d* Violeta u. 3. |
0 Alta descoberta europea, $
*l Belleza do rosto 0
A cnliculina fai de*apparecer eficaz- X
9t mente os panno?, sardas e manchas da JO
***** ******* *
Tnico universarsal para, a cara da ^
flr, caspa e evitar a queda dos cabellos- *9
**********
M Etberolioa contra a dor de denles, a JB
5 qnal cora esuntaneameDte.
W Hua do Crespo loja da Viole la o. 3. W
W^r\ *W^W^a* ?> ^Fv *FksW /K.^b^ ^a^^sjW-^e^
Meuron & C. fabricante de rap, roa do
Viscoode de Goyanna, antiga do Mondego,
precisam de mais algnmas moloeres para
irabalhar : qnem qoizer pode dirigirle
mosme fabrica para tratar das c n ATTENCAO
Preeisa-se alugar orna casa terrea qee tenba 2
sau, 3 quartos, enzinha fra e quintal, e que seo
aiaguel nao exceda de Oj : quem tiver para ala-
gar dirija se ao escriptorio desle Diario, que se
dir qaem precisa.
Gitt M II
Aos 5:000,5000.
Bllhetes garantidos da pro-
vincia.
Ba do Bai'o da
Victoria, -
Outr'ora ra Nova n. 63 e casu.
do costume.
, abaixo assiguado acaba de vender nos seu;
moito felices .Ib.'les a sorte do 800/ em dona
ineios de n. 831, a sorte de 30O em dous quaios
<* n. 9J I, a aorM 100/ sm doo meio da n
86 e ora inteiro de a. 1702 com a sorte de 100*,
lleta de outras sortea seores de 404 e 204 da
latera qne se acaboo de txtrabir (22*); e con
vida aos possoidores a virem receber, que promp
tantelo serao pagos jem descont algam.
O OMemo abaixo assigoado- eonvida ao respeita-
wl publico para vir ao sen estabelecimento com-
prar os moito felizes bilbetes, qne nio deixarao de
irrar qoaiquer premio, como pro va com es ms-
anos anonncios. ,
Acham-se venda rs muito felizes bilbetes ga
raatidos da 11' parte das loteras a beneficio di
asta casa da misericordia do neeife, qne sera
x rahida no dia qainta fera 10 de outubro.
pitEgos.
Inteiro 64000
Meios 34000
Quartos UoOO
De 100(5000 para cima.
Inteiro 6*500
Meios 2*750
Ouartos 1*375
Recite 3 de outubro de 1872.
J. J. da Costa Leite.
URGENCIA.
Na loja do Papagaio, roa da ImperatM o. iO.
precisa se tallar eom o Sr. Augusto Cesar de Alen-
car, morador na Capnoga, eigarreiro, para o que
nao ignora.
MOMLIAS
Tasso Irmios C, acabara de receber nm va-
riado sortimento de mobilias e ontros movis avnl
es, eamo-sejam : eadeiras espregncadetras de
abrir e fechar, eom encasto de panno e de palhi-
. una, de balanco tarobetn cam encost de panno e
le palhicha, cadeiras de tarracba para piano, di
ua de tarracba eom encost de palbinba e bracos
para escriptorio, camas de madeira e ue bonitos
iBotelloi, cad iras de ferro com ausento de palhl
ol de abrir e fechar, mnito propnas para oroa
acoto de casas de'campe, e estabelecimontos ; por
erem muito leves e fortes : no caes do Apollo,
arnazem de farinba de trigo.
IV.0FINA
8io,.,, 8io..., nao ouve?
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Yieira de Mello, es-
trivio na ciclado de Nazaretb desta provincia, o
favor de vir i rna Doqae de Caxias n. 36 con-
CMr aqnelle negocio qne S. 8. se eomprcmetten a
reaJjsar, pela te/ceira chamada desle jornal, em
Mae de deiembro prximo passado, e depois para
jaararo, passon i fevereiro e abril, e nada cnm
prio ; e por este motivo de novo chamado para
dito 11 m, pois. S S. se deve lembnr qne este re
(ocio de mis de oito annos, e qoando o snior
ara Albo se achsv nesta eidade.
Precisare de um bomem forro ou escravo
para trabalbar em um sitio em Ponte de Ucha
tratar na roa Direita n. 8.
Oflerect-'e ama pessoa capaz j de idade, qoe
abe ler, eserever e contar, para qualquer empn-gn
fon da eidade : qnem de seas prestimos preeizar
dirtja-se ao largo do Cullegio primeira loja de
tnule.ro, anto ao escriptorio do Dr. Fonceca.
M KBM3M MA
I
Dr. P. J. Pereira da Motia, medico ope-
rador e parteiro
N. 3S>-Riiada Cruz-?N. 38.
1* andar.
i
Precisa se de nafa mniber qne se encarre
gae de arranjo interno de casa de borneo solteiro,
A roa da 'so boa do Carmo o, 21 I.* andar.
Aloja-se orna nrgribba de d. ujqpos, mol
lo aateadida eos* criaacaa: a tratar na roa do Auibo-n 9,
|aa*o a exia d sjaa.
Diana Pmmuabvet <- agamia feira 7 dv Otutro da itlt

Bt**-
RU i DO BRUM X 52
je de nm nado: na na eatrei
Boairlo d. 10, X* aodar,
lado
(Passando o chafariz)
N'esta casa fondada ha cerca de trinta
annos, vende-se a prazo ou a dinheiro com
dasconto, o machinismo preciso para a a-
gricaltura da provincia, e para o fabrico
do assucar e preparado do algodao-tem
formas para assucar e diversos utencilios.
CAJJTELLA
Tendo sido engaado diversas pessoas em procura d'esta
fundiq&o, recommenla se aquellas que nao conhecem hem a
praqa ohservem para si, 'e para seus oaadatarios que a
FUNDIDO DO BOWMAN .
est entre o chafariz e a fortaleza, perto a cocheira dos bonds.
que os edificios estao de ambos os lados da rna e pintados de
verde nos andares inferiores.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHIFABIZ
FE1T0R.
Precisa-se de nm feitor portognez vm nm si-
tio nesta .fldade : na roa de Hospicio n. 33.
Kducaqao de meninas
Urna seubora estricgeira, habilitada para bem
dirigir a educaco de meninas, eoslnando-lbe di-
versas materias e todos os irabalbes de costuras
e de bordados, deseja empregarse em algama
casa de familia para semelbante fia, qaer seja na
eidade qaer* fra em algam eogenho. A tratar na
travesea, do Duque de Caxias o. 2, I* andar, per
cima do Monte Pi.
mnibus para JaboataS
Francisco Candido de Medeirbs proprietari"
desta liona avisa ao publico qoe no dia 5 d
corrente em dianli baver mais o partinde do Recife as & 1/2 horas da tarde e de
Jaboaian as 6 1/2 da manhi. -
AMA
beiro de Brillo.
f
Pac!
r'nfi-
'aga-se bem a ama ama ^ne
saib cozinhsr, no Caidereirc,
casa 6a Francisco Joaqaim Hi-
^%^
agradando.
. Na ra do Hospicio' n. 16,
urna ama que
paga se bem,
precsa-*e de
salba eczinh
AMA
Precisa-so de urna para engommar e
maia servido de casa, e entra que saiba
bm cesinbar : a tratar na roa do Crespo n. 7.
Precisa se de orna para ea
gommar e ontra para eozioliar :
a tratar na roa do Hospicio n.
46, ou Qoeimado, loja n. 70.
Preclsa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar na roa do Caioga n. 1, loja.
Precisase de orna ama pa
casa de familia de duas
pessoas, para cozinbar e en-
a tratir na rna Diretu n. 28,1* andar.
AMA
46,oa Qoeimado
Preclsa-se (
familia : a tratar
gommar
N.
ODILON DUIRTE
CABELLE1REIR0
82 RA DA IMPERATRIZN. 82
PRIIEIRO A MI t II
Tem a venda em sea estabelecimento um grande e variado sortimento de obraa de
cabellos q. qoe ha de mais moderno e elegante neate genero, e vende mais barato qoe
oulro qoalqoer.
Tabella dos presos.
Cacbpeigne de 15,5000 a 205000.
Cbignon variados de 155000 a 305000.
Tdpets de 65000 a 12.00.
Tabella para aluguel.
Um coqoe de tranca 25000.
Um cacbpeigne 25000.
Ponteado de o tu coqoe 15000.
Dito de um cacbpeigne I5OU0.
No mesmo estabelecimento penteiam-se senboras, na eidade 00. seas arrabal-
des, e fazem-se penteados especiaos pelos nltimos fignrinos a escolher, para casamentos,
bailes, soire, etc., etc.
I
COSTMEIMS
Na Ctaapelierle des Dames rol do Bario da
Vicaria n. 16, precisa-se de co-tareiras para ira
baiharem em cbat>s de senbora. ra
BaL ncaador
Um recentemente ebegado do Rio de Janeiro
e eom moita pratics, pode ser procurado na rna
do Raegel a 3, e da Concordia n. 16S, Uveros
do Atnorim.
Ama de leite.
Vndese orna escrva mo;a, bonita figura, e
eom nma cha moito nova : no largo do Corpo
Santo n. 17, segundo andar.___________________
Precisa-se de ama ama de boa
conducta para orna casa estran-
{eir de pouca ramilla : na rna
6, 1* andar._________________
Precisa se de urna ama que saiba. cosinhar
e engommar para duas pessoas : na roa Direita
D. 1
AMA
Escravo fugulo
Fugio do eagenho llora Retire, termo do Rio
Formoso, de Jos Francisco Dmiz Hachado, nm
escravo de nome Venancio, eabra, eom 30 annos
poui'o mais ou menos, alto, gordo, beicos grossos,
cabello meio estirado e mel 'caebtado, tendo al
gnus cravos nos pea : recompensa se a quem o
apprebender e o levar ao referido eogenho, on no
Recife em casa de Cunba Irmao & C. rna da
Madre de Dos n. 34.________________________
ATTENCAO
Precisa se alagar um sobradioho de om
andar ou mesmo nm segundo andar e so
to, qne tenba 2 salas, 3 quartos e cozinha
fra, e que seja no bairro de Santo Anto-
nio oq S. J s: quem tiver para alugar di
rija-se ao escripto io desta typographia.
Aluga-se
o 3* andar da casa n. 39 da roa do Amorim, pro
pro para pouca familia : trata-fe no armazem
da dita
LOJA DE JOIAS
ESMERALDA
Acaba de ebegar a este estabelecimento um importante sortimento de joias de
raro, do melhor gosto e qualidade que tem viudo ueste genero, como cassojatas dt
nix com lettras de diamantes e pintaras nas, aderecos e meios aderecos com pedras
Anas, etc. etc.
Relogios de onrn, de difieren es gostos e qaalidades para homens.e senboras, des-
de o preco ;e 405 at 3004, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfeicoado pot-
sivel e gaarnecides com diamante*.
Ditos de prata de 165 e 405
Ra do Gabuga' d. 5.
Moreira Duarte & C.
GRANDE
UEIMA
KA DO CRESPO N. 20
Ucencia em qurinrx) antes.
O Sr. Trajano Cesar de Albnqnerqne qneira di-
rigir-se i esta typographia, que ba nma pessea
que Ibe deseja fallar acerca de nm negocio ; e
uto previne-se com lempo se nio qaer que se
declare o que .___________._______.__________
Caixeiro
Precisa-se de om caixeiro com bastante prat ca
de molbados, tanto em grosso como a retalho, qoe
d conheeimanto sua conducta: a tratar na roa
Direita o. 21, armazem do Pescador.___________
ALUGA-SE
urna casa terrea com solio, cocheira e estribarla,
sita na Capnnga, ra da Ventura : a tratar na
rna do Vicario Tbnnrio n 31.
|Barros Jnior & C.
COM
Escriptorio de commissdes
A' RA DO VIGARIO N. 7,
I.* andar.
Recebem consignares oncarregam-se de en-
commendas para dentro e tora do paiz. Tem cons-
tantemente deposito da movis franceses, allemie>
A nnrtnpnptP.__________________________ .
M chiuista
Precisase de nm m&ehnnta que tenba babili
tacSes e pratiea para dirigir nm vap~r em om
eogenho na comarca de Iguarass : talar na
rna do Vizconde 4e Inbauma, outr'ora Rangel a.
7. 1. ou 2* andar._________________________
200^000 de gratifl
caqao.
Fugla no' dia 8 de setembro prximo passado,
do eogenho liba de Flores, da comarca do Boni-
to; o escravo Fidelis, preto, crinlo, idade de 30
annos mais un meos, altura regular, ebeo do
corpo, pnoca barba, bem preto e muito ladino;
tem os dedos grandes dos pos abertos nm contra
o oulro: foi escravo de finado tenente-coronel
Jos Joaquim Biztrra de Mello, e depois de Jos
Leandro Gomes dos Santos, de caa maa passon a
de sen actoal senhor o coronel Hanoel Gomes da
Cnnha Pedroza.
Igualmente acba-se fgido desde 19 do mesmo
mez sabido do eogenho Venturoso da mesma co-
marca, o escravo Cyriaro, preto, crionlo, Idade
de 31 a 40 anoos, pouca barba, alto, corpo re
guiar, tem falta de nm denle na frente no queixo
inferior, olhos pequeos, falla branda, e muito
corlea, ps seceos e c>mpridos: fot escravo do Sr
Antonio Perrira de Siqneira Pimeotvl, de Page,
donde o mesmo rseravo natural. Supi5-> se qne
ambos seguiram juntos raminbo de Page Da-
se a gratificlo de 100*000 por eada om, a
qnem es aprehender e condnzir ao mesmo eoge
nbo cima mencionado, ou nesta praca no largo
do Cirmo n. 1, aos Srs. Campos, Raposo 4 C
que em qaa'qaer dos lugares se fari prompta
mesma gratiflea^io.
Precisase de dua< uessoas para o ser'ico
externo : na padaria da rna da Florentina n. 3.
Precisa se de nm caixeiro que i-nba pratiea
de tavern* para tomar coota por balacc), que d
ador i sna conducta : na ra de Domingos Jos
Martins n. 52.
IOOICOO.
M'dapolo avariido a 3550O e 55500, dito
francs fino a 75. 85 e 95 a peca.
Chitas escara finas com barras s 360 rs
ii citado.
Las miadas com msela a 400 rs. o co-
vado.
Ditas especaos com bonitas listas a 300
ri. o covado.
Alpacas lisas de cores a 40 > rs. o covado
Baptistas eom barras a 8.0 rs. o covado
Cbitas transadas para cubera a 32u rs.
o covado.
Lencos de ea*sa com barras a 100,1
e 160 rs. cada om.
Cbales de *M* liso 24600 om,
Ditos dito eesimpado a 45 s M.
Casimira pr^ta a 14800 o covado,
Cambraiaa com barras e sudas a 800
s. sTar*.
r.lfea
umT
>a 1#.
Na loja d Onilherme C. da Cunta & &
Bramante de 4 lareoras a 15600 a vara.
Dito de linbo de 4 largaras a 25500 a
vara.
Algoii T, largo, a 55 a peca.
Brim branco alcoioado superior a 24400
a vara.
Cambraia Victoria fina a 44 a peca.
Dita transparente fina a 34, 45, 55 e
64 a peca.
le gralifieacao a quem capturar o escravo Marti
ano, f agido a djus meses qne tem os signa es se>
gnintes: mulato claro, quasi branco, idade 26 an
aos, baixo, cfaeio do corpo, om poaco ca
go, caballos crespos, tendo em ama das maos qna
tro iniciaes II J S. A. E' natural do Riacho de
Sangue, provincia do Ceari, fot comprado ao Sr.
Vicente Ferreira Fredenco. italiano: qnem o pe-
ar e tronxer a ra do Duque d Caxias n. 73
outr'ora Queimado) receberi 100*000.
O Dr. Sarment Fi-
lho, cirurgiao do hos-
pital Pedro II, ae vol-
ta de sua viagera a Eu-
ropa, contina no exer-
cicro de sua profissao,
nascasa de sua residen-
cia a' roa do Impera-
dor n. *9
Mosselioa branca a 400 rs. o covado.
Toatbas alcoxoadas, grandes, a 84 a
Jotia.
Cobertas de gaoga adamascada a 350(0,
34800 e 44808.
Leoces de bramante a 24
Cobertas decbiu transada ir
Cobertores de 12 escora
C'tes de cale de futi a 14.
' A chapeara da moda i praca da Indepen-
dencia ns. 12.14 e 16, acaba de receber om Coa
pelo sortimento de oleados gostos ioteiramente
nevos e pote vender por preoo* muito razoavei-
Precisase de urna ama para cozinbar e fazer
compras, i roa de S. Isabel o. I i.
Precisa-se de ama ama
qne saiba enfommsr para ca
de pequea familia : na
ra do. Imperador n. 16, 1* andar.
%m r
Quem precisar da ama ama
eecca, dirija-se ra da Pal
ma n. 20, que abi achara
com quem tratar. Prefere se casa de bomem sol-
leiro, o a pessoa sujeita se a cozinbar e tratar do
asseio da casa.
*%>*
Preeisa-se de u..i criado para casa de fami-
lia ; na rna Nova o. 50, 1.a andar, prefere-se es-
cravo.
Na rna Nova n. 50. 1." aodar, precisa-sede
nma ama eserava que saiba cozinbar, para casa
de familia.
AMA
Prcisa-se de urna boa eczi -
nbeira : na ra do Viseando de
Pelotas (Aragao) o. 37.
do Carmo n. 19
Precisa se de nma ama para
comprar e fazer o mais servico
de urna ca a de pequea familia
estrangeira : ra da Gamboa
Ama de leito
Preclsa-se e pagase bem : i roa do Lim<
ment n. 18, primeiro andar.
dos Gnararapes n.
OrTerece-se urna muiber
para ama, e para andar com
naneas : tratar na ra
55.
Precisa'.-e de urna ama : na ra Nova o. 6,
para servico de bomem solteiro.
COMPANHIA
DE
Edificare da eidade
do Rf c fe.
Acba-se abena at 31 de outubro prximo foto-
ro a sobscripcio para completar a primeira emu-
so de 5,000 acc,oes que ennstiia a quarta parte
do capital nojaiualde 2,000:000*000 representado
por 20,000 acedes de 100# eada nma (art. 3.* a
iS dos estatutos de 10 de jnnho prximo passado.)
As pessoas que qnicerem coocorrer com as
*oai respectivas asjignatoras para realiaar a pri-
meira emis.'ao, aebaro em poder do encorporador
da companbia F. U. Duprat o lvro qne eontm o
ariginal rnanu-cnpto dos estatutos da companbia
cem data de 10 de jnnho do correte anuo, ap-
provadoSfepelos accionistas.
Addimitte se subscriptores de orna a mil ou atis
acedes ; sio precisas 8 aeches para ter um voto
(art. 24 dos estalotos.
O capital da companbia ser realisado por pr s-
ta(ao do 10 % ; a primeira ser paga no decurso
dos 10 primeiros das depois da data da chamada
qoe seri leita pela directora definitiva, que Aca-
ra eh-ita logo depois que ebegarem approvadoa oa
estatutos enviados por intermedio da presidencia
d'essa provincia em 28 de jnnho prximo passad j,
io governo imperial na corte, em cojo poder se
acharo boje, llavera sempre pelo menos 90 das
de intervallo entre as outraa m ve prestacSea.
Os subscriptores que eOectnarem em urna fi
vez em numerario as entradas de anas acedes, go-
sario de um abatimeoto de 10 % 'obre a qaanUa.
subscripta.
Os qne entrarem com terrenos oo casas a re-
construir, terao direito a nm/ premio de 3 '/ Pr
urna s vez. Os que* eoirarem com eslabeleei-
mentos iodnstnaes, gesarn de nm premio de 6 %
por nma t vez, (art. 7.* dos estatutos.)
As pessoas nacionaes ou estrangeira* morado-
ras dentro on fra deste imperio, que quizerem
entrar cem sens eapltaes na utilitaria ccmpanbia
de fdiflcaco da eidade do Recite, desde ja fleam
convidadas dirigir suai cartas de pedidos de
acedos, a F. M Duprat encorporador da r< mpa -
nbia, oo escriptorio do Sr. Joaquim Jjs Ramos,
ra do Bom Jess o. 8, no Recife.
AJm dos estalotos da compaobia, Duprat Ibes
mandar todas as informacSe e delaihes que pe-
lerem desojar acerca des vanugens e garantas da
compaobia.
Os subeeriplores por correspondencia deverao
ter noRecifeprrcorador bstanle para (ffectuar as
entradas e representlos as oecasioVs precisas.
F. M. Doprat, morador ba roa da Soledade n.
21, -e encontrado nos dias nteis, e receber*
assigoainras, na esiacao das Cinco Pona1 daa 7
s 8
/z d ''de "?*
Associaco Comraercial. Agr cola das 9 as 10 Va
boras da maoha, e de 1 as 3 horas da tarda Da
rna do Commereio.
Recife, 4 de selembro de 1872.
F M. Duprat,
Encoroorador da compaobia.
Acrac?ao e deleite!
Preznntos: manjar sahoroso e deleitavel t
Licores : bebida estomacal, deliciosa I
Vinbos : neclar coruscante de do^ura I
Salame: comida especial e sabores a I
Paios: reeheio delicado, appetitivel I
Qneijos : leite eoalbado, ambrosia I
Cbi : arboste qoe embriaga e dar prazer I
Fiambres : requintada e saborosa carne fra t
Comer comprando ao Campos, ser felii 1
E' pastar dods momentos de venturas. .
Embalado pelo eheiro do manjar,
Esqnecendo do mando as amarguras I
Comprar sem ser ao Jampos, gosto mo I
B' querer passar mal, sem alegra ;
E' gastar sea dlobeiro e paladar.
E* privar o estomago todo dia f
Arroz,
Tooeintao,
Cebollas,
Cominho.
Vinagre,
Azeite,
Manteiga,
Leite.
Banha,
Chourigas,
Lombos,
Lioguicas.
Nozes,
Leotilhas,
Batatas.'
Ervilbas.
Mostarda,
Cacao,
Sal,
S9
r
g
o
a
>0
Bacalho- 9
Non-plus-ultra
Charutos,
Bap,
Malte,
Caf.
Conservas,
Sardiobas,
Peixes
Bolaxinbas.
Figos,
Massas,
Avels,
Passas.
Champagne,
Marmellada,
Cerveja,
Goiabada.
Amendoas.
Fructas, .
Gelas,
Araruta.
!
Hesperedina
Biter estomacal 1
Da mocidade prazer,
Da ve hice, fortaleza :
E' a phenix das bebidas,
E' o tnico da reah-za I
SITIO
Augusto Seixas vende o seo sitio da Torre n.
3, estrada do rio, com casa suficiente para fami
lia, e em solo aroprio : trata se no mesmo sitio
com o proprit-tario todos os dias nteis.
Offerece-se urna ama bra-ileira para caa
de boaem solteiro: ra de S. Bom Jesns das
rio nas n. 4-
Exisio oo escriptorio de E. R Hibeiio A C,
rna do Commereio, nma carta vinda do Mar-
Etbao. para o Sr. Hennque A. Francisca Dirnellas
GASA DA FORTUNA
ROA i DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
(Jalea qne paga as sortee
Aos 20:000*000.
O abaixo assgnado tem sempre expoaio i ven
la os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagano
iromptamente, como costnma, qoalqoer premio.
ranos.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Qnarto ICUOOO..
Maooel Martins Fiuza.
BAZAR VICTOBIA
Amaral, Nabuco & c. acabam de receber nm
variado sortimento de capailas fnebres com ae
segnintes inscripedes:
A meu pai.
A mioha mi.
A meu avd.
A minha av.
A meo esposo.
A miaba esposa.
A mea filbo.
A miaba fl ha.
A meo neto.
A minha neta.
Saudades.
Vende-se na rna do Baro da Victoria n. 2.
O govemador dus afncanjs nesta provima
Joaquim de Aqnino Fonseca, avisa a todos os ar-
odo9 qwe ja tirn licene para o lolguedo do
Uaracal, e por isto coovida-os a c mparecerem,
nos domingos e dias santificados, no oiiao da casa
da detencio para o mesmo folguedo, sob pena de,
os que nao eomparecerem, flearem sabendo de
que pao qne se f.-z canoa.....
O antigo govemador, Pranciseo da Silva, deve
se len brar.qu? captivo de Congo, e que, embe-
ra todo- nos sejamos da mesma naci, elle, eome
simples sublito que boje nao pode rebollar se
contra o Rjveroador actual, como em frito, op-
pondo-se ao ormqaed) d; rraracai, mandada
fazer pelo goveroader actual.
O govemador,
Joaquim de Aquino Fonseca.
O secretario, ,
Antonio da Suva Bravo.
lteii<;'j
Paga-se btm a um conaheiro : no
dependencia na ra dj Imperador n.
hotel da !c-
32.
Bar-
SEGUROS
MARTIMOS
E
t OVTIt 1 FOGO*
A companbia Indemnisadora, estabelecid.
testa praca, toma seguros martimos sobn
avios e seos carregamentoa e contra togt
m edificios, nurcadorias e mobilias: ni
na do Vicario n4, pavimento terreo.
no
' Praciaa-se de om aiadante oe eozii
hotel ladepeni'eoc. rtra do Iniperador
coiinheir -
n. 32.
- Aloga ae osa casa na B.a-Vianem, eom 6
nartos, 4 alas, eoxloba a mais om qnarto; e a
o lado direita de qnem val da estacio: a tra-
tar ae- roa n Prat'm n a. 5.
LO>iNttEme
_ la-aM I
Hospicio aa^H
Precisa-ae de om bom eosiaMro, na* na d
tratar na masn casa.
Aiuabiiia nena Bar reto de
ros marttns
Hodie mihi. ..
O coronel J. R Barros Falco,
(kostnte) e sua mulb-T D. Frai-
cisca Urna B rreto de Barros Fa-
ca', maguados pelo premataro pat-
sament<> de i>oa presad fi ha Amt-
bilia Mena Brrelo de Barros Mar-
uns, ce nvidam i seos prenlas a
amgus para a- si r as mi-sas, qoe, por sna alma
mandam ce eb ar na igreja da cono-ici dos mi-
litares, no da 7 lo Correle, pe'as 8 boras da m
"baa, e desde ja -e confessam summamenta agra-
decidos aquellos que se prestarem a esse carios :
obseouio.
D. Autabiii* Aahrtins
Leop ildo Ferreira Martina Ribeiro
mana dizer mineas por alma de
sua mnito prezadi muiber D. Amt-
bilia Martins, na seguoda feira pr-
xima, 7 do correte, pelas 7 boras
da manba, na igreja matriz da Boa-
v-ia; e para osse acto convida aos
prenles e amigos.
Dr. luaquin lete ae OilTelra
Francisca Theret d^ Olivcira, viov do Dr.
Joaquim Jos de Ohveira e sens Oihos, eom o
mal vivo reo nbecimentp agradecen aos films.
Srs. enipreg^tos da alfandega os soffrsgios qoe
maodaram celebrar por alma do seo fallecido ma-
rido e pai, bem como a todos os seas amifOs e
mais pessoas qu- se dignaram comparecer a as-
sisur aqnelle trwe acto.
EfuiliH Liounit Speaces Neto
**\ bacbarel Amenes NeUo de
Meodooca agradece afTecInosamec-
e aos amigos que Ibe prestaran:
o obzeqoo especial de acompaabar
ao cemit-rio publico os restos mor-
taea de roa estimadsima e nonca
assas pranteada esposa D. Emilia
Libania Spenees Netto, e os convida sirvam se da
a sstir s missas que se tem de celebrar por sna
ma, na igreja de N S. do Livrsmeoto, ia 8 ha-
rs do dia 9 prximo, afflrraaodo-lbes. por osis
asta expresivo s gnat de amizide. eterna a per-
SITIO
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
so.
DR. CA8AN0VA
Largo da malrii de Santo
j* Antonio n. 2.
' nalus a trisiua a tela a hora, ate-
I dia.mentos e carteiraa dos melborea fa-
bricantes.
Aluga-se um sillo oo* Afogados, roa de S. Mi-
nel n. 108 A, todo raoraio, eom casa para fa-
milia, copiar fra, tendo alguna arvoredoa de trac-
to, boa cacimba c m doo tanques, e moito fres-
ca : quem pretender dirjase ama dalmperatrit,
armaiem n. 8
I
-naaBBaa
Em casa de Borsteimano dr C, roa
do Commereio o. tO v^ndp~se VINHO DE
CHAMPAGNE, MVRGAqiCQOOT.
PrecSrt-se
logar nm moieqo Imperador o. 83,2* andar.

H


j
/


Diai i. dt Pernawtrac* Segunda leu* 7 dt Outubre !' 1872

.'
^
1
J
t>
.

FABRICA DE MACHINAS
A' Ra do Barao do Triumpho (ria do Brumj m
100 104.
CARD0S0 ft MAO
AVISAM aos Srs. de eogenhos e io publico em geral, que teera recebido da Europa,
grande aortimento de erragens pira engenhoa e para lavoura, e quaesquer outroa ozoa
e misteres da industria agrcola, o que ludo venden por precoa razoaveis.
Formas para assucar j-*- t*--*.* *'
Tfonnvaa horizontaes e verticaesj bem conhewdos nesta provincia e lora della,
V aporco os meltaores que teem vindo a este mercado.
JIL08Il(laS completas de diversos tamaahos, obra nanita forte e bem acabada.
L61&S mOoUClaS par4 assentar em grades de madeir.
JLaiXaS uO IOrrO 6 ferro fundido e balido de diversos lmannos.
RodaS ag"Ua de diversos tamanaes.
vOClaS QOIltaCiaS ,je diversos tamanhos e qoalidades.
Prtnnftrf ac r'oncerlam com promptiriao qoalqoer obra oa machina, para o que
vUIlUoriS teem soa fabrica bem montada com grande e bom pessoal.
l?imnmmandaa Mandara vir por encomnenda da Europa, qualquerma-
CiIiLuIIlIIlcIiUa.9 cninismo, para o que se corresponden com urna respeita-
vel casa de Londres e com ura dos melbores eogeoheiros de Inglaterra; incumbem-se',
de mandar assentar ditas machinas, e se respoDsabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
RA DO BARO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNDigAO DE GARDOSO A 1RMO
tflOMEOPATHlA.
* O professor homtopatba Jos Al*
vea l'eqorio, n) Ibe convmdo
nais continuar na directo da dro-
gara especial homeopatbica da roa
Eslreita do Hosario n. 3, retir ou-
se d'aqnel'e esUbelecimeoto, pu-
dendo d'era em diante tur procu-
rado para o exercicio desaa pro-
* fi*s3 ra n, 12.
I

Precisa se de urna escrava boa coziobeira,
od om cotinheiro : na roa da Croz o. 4i.
Qi Irs. atooleiro de Birros A Irmo, teem
urna carra oda do Rio, oa roa da Madre de
Deas o. 5, i* andar.
Monte pi popular pernam-
buc*no
Nao nodo se reunido oa noite de 2 do correte
a assembla geral per falta de numero, a directo-
ra manda convidar aos seohores socios para com-
psreeerem oo da segunda [eir 7. s 6 horas da
larde, na sede da sociedade; eertos de que, se
al as 8 boras nao se tenha reaoldo numero suffl-
cienie para.a mesroa as nitirativo fuoccionara extraordinariamente, aflm
de tratar de negocio orgeole a bem da prospen
dade social.
Secretaria do monte po popular peroimbacana
3 de outubro de 1872.
dovela Cordelro,
Setviodo de I* secretario.
Aos legistas.
Uro babil offleial de atraate i lT-re;e se para
cortar roupas, com toda a perfeicae: pode ser
procurado na roa do Crespo o. 25,
manb as 3 da tarde.
'etcae :
1, das <
9 horas da
Alaga se ama ama que sabe-lavar e engor-
mar, mas nao sabe i roa : oa roa larga do Ro
sario o. 22, 2* andar.
CAUTELA!
MERON&C.
^LVIS^ll
COMPRAS.
Compra-se oro lastra de ;y*tt e a gaz, de
doos od trea ticos: que siria em bon> (atado :
oa roa Djsasagos'Joe Meajas o. 90.___________
Chb6i
Comprase uma-reqoeoa canoa, seodo era bom
estado e barata; quem a tiver (alie com o'Sr.
Delooch, i ra aova de Santa Rita, serrara a
^t ala
VENDAS.
FORMAS PARA PURGAR ASSUCAR.
Galvanisadas grandes, vende-se por preco
commodo : i ra dn Mrquz de Olila o. 40.
B1KAR
VICTORIA.
Meias.
Amaral, Naboco & C vendem meias de l de
cores para homem, seubora e meninos, de fio de
Escocia, de cores e croas, para hornero, brancas e
abertas para meninas e seobora, e de algodao
brancas e de cores para bornea e seobora : oo
Bazar Victoria, roa do Bario da Victoria o. 2.
Tem a grata satisfazlo de scieotiflcar aos seos
tai nu^erosn? quio resoeitave* freguezes que
NAO H.V> MArS CABELLOS BU ANCOS I I I pois
qoe receben a verdadeira agua COSMEO .OME,
ooica qoe tem a propriedade de nao e em broves
minutos fingir com elegancia, como tambem nao
qoeimar oem endurecer os cabellos, oem arrut
oar e nem aderar a pelle ; nma caixioba coo'.m
a agoa com as competentes eseovas.
A' rna do> Cabug n. 1 A.
Vnnhaffi
Povoa'So dos Monees
i %
Vende-se naste povoado 2 cazas para morada,
de bons commodos, e orna d'ellas com a mebilia e
lodos os trastes existentes : a tratar com Jos Be-
zerra da Palma, no mesmo pbvoaqo.
novidade
O Barateiro roa da ImperatrizV 33, receben
om liado sor tmenlo de brinquedos para cri-ncas,
qoe eti vendando por preco lio b-rato qoe s
iodo cmpralos ojie e oodero aini 0 BARATEIRO
E-ta irccaodo por ponco dinuriro os urjeclos
eguintes: nm grande sortimeoto de bombas de
iodos os tamanhos, dilas americanas de repocho,
vidros desde 13 pollegadas at 60 i om bello .fr-
umento de eandieiros a gaz por baratissimos pre-
cos : rna da Imperairz n. 33._______________
Vende-se um siim jomo das otarias dos
Remedios, com proporcoes para nma ou dual da-
ras, tendo ja algomas racteiras e casa de pedra
e cal com commodos para alguma familia, e per-
to da linba dos bonds; tambem troca-se por ou-
i-a propriedade on realba-se : quem pretender
dirija-se a I ja n. lo do Sr. Hermino, I roa es-
trena do Rosario.
AO ARMAZEM
Roa do Barao da Victoria
N. 7_0utr'ora rua Nova_N. 7
Serapre oovos soriimentos
Calpado francez
Botinas novas para seohoras e meoioas.
Botinas para homens, bom bezerro, pellica, cor-
lavao, vaqueta e paoao, duraque com biqueira de
verniz, pellica com biqueira de veroiz, bezerro e
pellica com ilbs-e com botSes, tanto dos fabri-
cantes Suzer como de Puiak.
Botas russianas, meias botas, perneiras e meia-
perntiras para montara.
Saptqs de vaqueta de verniz com sola de roa
ieira, proprios para os sitios, jardms e banhos.
tanto para senbora como para homem.
Sapatos de h irradia para homem, seulnra t
menino.
Botinas e abotinados de muiis qualidades e
preQOS para meninas e meninos.
Sapatos de verni, chaMat, casemira, tapetes-
velludados e de iranga, fraoeezes e porluguezts.
Perfumaras
Fios extractos, baohas, cosmticos, leos, opta
la* e pos deoiriQcioa, agua de fljres de laraoja,
agoa de Cologne, divina, fl irida, lavando, e de
toilette, Untara para barba e cabello, p.< de arroi
jabonetes e maims arligos delicados, como fras
luinhos de extractos, tudo de prime:ra quati Ja-
le dos bem Cinhecidos fabricantes, Ptver e Coa-
Iray.
Qninquilharias
Finos artigas de Pars, de dff-renics g:-tos (
hantasia, como sejam os seguidles :
I.eques para senhoras e meoioas.
Lovas de pellica e de fio de Es:oca.
Espelh n diff^rentes, para sala e gabinete.
Vidros avolsos para espelbos.
Caixiobas de costura oroada com msica.
Albuos e qaadriohos para relratos.
Diversas obras de onro de lei.
Correles de plaqu para relogio.
Itulsinbas e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectosde phaOtasia para toilette.
Pincenez, oeOlos e bengallas de luxo.
Chicotes e bengallas de baleia, cafioa e junco.
Ponteiras do espuma para charutos e agarros.
Eseovas para cabellos, ronpa, deotes e unhas.
Pentes de marfim muito fiaos, para caspas.
Ditos diffjrentes para cabello e barba.
Cartelras para notas e para dinheiro.
Malas, bolsas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passannho.
Veoezianas transparentes para janellas.
Abats-jours trasparentes para candiciros.
Mamadeiras de dar leite mu fcil as crianzas.
Tiras de moldaras douradas para quadros.
Ricos quadros ji promptos para paisagens.
Estampas de santos, ciaades e phatna.-ias.
Esteroescopos e ensmoramas com ricas vistas.
Oi.jectos de mgicas para entetenircenio.
Macbints de difierentes systeroas para caf.
Bercos de vime para embalar crianzas.
Costinhas para meninas de encola.
Jogos, de dama, domin, hagateiias e da gloria.
Campainbas de molas para chamar ciiadus.
Realejos, accordions, vidros avnisos par cosmo
ramas e ootros moitos artigos de quinquilharias
difficeis de mencionar.
Brinquedos
Para enancas.
O maior sortimento qoe se pode desejar de
toda sorle de brinquedos fabricados em diversas
parles da Europa para eolreteoimento dor me-
arnos.
i aquella- liod almoia-t*? (ars -oi |n ha ;
mtze? ^ a Msgm lia rua L'uj.ne C dxias n
vaodia.e biui rpretsa sa achiraoi) ram nnvw e de gotes ma- boti: .8 ; a.ellas, ao-
na une se acabf-in.
Ltebva
Vende-se ral tuva
P-dr.- Aff.ns. n 8.
de
o riw e
Ijehinami inferes vendem *
Iibra9 sterlinaa : a' rua do.
Crespo n, 16, primeira andar,'
~B0M PRIO
Veode-se cerca de doas tercas parles do
sobrado de 3 aodares e grande solio, ti o
roa da mperatriz n. 53, len-o noxjoin-
tal qaartos para escravo, eslribaria, ele.:
tratar a rua do Mrquez de Olinda, es-
cripiorii) o 49.
Vende se um eieravd pardo, de annos,
carreirj e carapina : Da rea de H irlas n. 96.
K-logits de ouro e de prat3 descoberlos,
patente iBjfeza*, rua do Mar
E. A. .-louche acba de receber alguos re,-
gios de curo, descob rtos, patele loglez. do me-
Ihor fabricante, garantidos ; ba lambem reto-
gios de prati, deseoberts, patente loglez, moder-
nos. Na mesma casa lu grande iiorlimea'o de
relogio* so s'os de oaro e prata doorados por
preci r3s Relogics amencauca para tiaia de mvsa a
parede, ama do Mrquez de
Olinda n. 4.
E. A. Delouche lem cr?nde sortimoto de re-
logio americanos para me-a e parede com des
pertador, corda para 2i boras e oi das, p r
i'reco commodo.
a 50U rs o covado
Chfgaram bonitas lii'nha' f#pecif*s t-,xa tindus
'isira^ a 500 r. o covado, peebmeha : f na
rna do Crespo n 50.
Veude-se atrciuS por mi t, doos ca*
vatios, branco e amarello : rua da Floreo-
lina n li.
Vende re na kb ica do gz, em.S. Jj 6, birris
contendo 10 caadas dest Iqnido, ao prtc> de
I2, inclusive o casco, mandndole fntregar em
qujiquer parle do rUelfe.
A propreoade de.-le licor atsis reeoobecida
pela fertilidade que d aos Uirenos ^uo proJuiem
esnas, algodoe oniras plantas, e se torna recom-
mendavel pela facilidade de sua applicacao e ecc-
nomia.
Na mesma fabrica se da rio as necesarias in-
fjrma^e, como-ae deve asar.
Pernsmbuco 12 de agosto de 1872.
Th. Newhipg ug. fgerente.
BAL.\;\CAS Dt';iM.\ES.'
Moreira Das ru da Cruz n. 26, vende as
melb.ires batanis deemaes j* hi mnito conbe-
cidas de torca de 300 S0O. 1.000 e 2 000 kilos.
ClMtNro fOWTLAND.
Vende se no arra-zem do Times, defronie dj
trapiche Conceifio, por prejo .commodo, para
acbar.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PEETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
UUO 18.6 -KILO
Da mais najya qoe ba oo mercado p ir ier ebe-
eado no ultimo navio, venden Pereira Vianoa di
C. : na ni 6Vigario o. II, on oo Trapicha da
Coropaohia.
Vende se ama laverna bstame t>tregoeiada
e sortida, na roa da C ncordia n. til : tratar
na mesma ou na rna da Saot* Croz o. 74
MEURON ft C.
m- A ELUS
filllNM FECDMi II
Latas com nma libra de manieiga ingleza a 400
ris.
Ditas con dnas 1 bras a 800 rs.
Ditas com 4 libras a 1*600 rs.
BEDucgAo co.nsidebavel:
Garrafas com t-rveja Maioz a 610 rs.
Armazem do Campos,
Ba jlo Imperador n. 28.
s*\ do Cabo Verde.
'Vende se a bordo da barca poriogoeza Hersilio,
fondeada no aocrsdonro da de criptorio de J-aquim Jos 6oo;alves Bellro,
rna do Commercio n. 5.
PAPIS PINTADOS
20,000 PE (iosto moderno do mais simp'es ao muis elegante
PARA SALDES
Papis adamascados, assetmados, avelladados, brincos, verdes, zoes, carmezim,
cor de perola, com il 'res e frizos duuradus.
Pura gabinetes e quartos de dormir
Papis com lindos lavres, a imiiagSo de madeira enveruisada, flores e riscado?, com
frisos de cores e donradns.
PARA SAIiAS DE JIXTAIt
Papis de differeDies desenbos, paisagent, cacadas, pavilboes, jardios e gosto chi-
nez. v
Guarnieses
" De todas as ordeos: toscaoa, drica, jnica, coriotbia e composita.
Qaem tiver gosto e qnizer preparar com loxo sal5es, gabinetes, salas, de jantar e
qaaesqoer aposentos, encontrar o qoe ba de melbor e de mais barato nesse gnero
Pre Piano fot te
Em virtude de novas ordeos dos fabricantes,
vende-te lado a precos baratissimos : no arma
zem do vapor francez, rua do Baro da Victoria,
ontr'ora roa Nova o. 7.
PARS
ATTENCAO
Para o da de finados
Na roa eatreita do Rusario n. 35, sobradle 1 ao
dar tem ricas capellas para o da de finados, sendo^
de saudades, ae cravos e rosas e de perpttoas com
Otas e letreiros, com as seguales in-cripc,5es :
saudades, de mlnba mi, saudades de mea pai. d
minha irmi, de mea irmao, de mea e-poso, de
miuha esposa, meo Albo, mtnba Olha, mea neto,
mmba av e mea av, todo por prego muilo com-
modo; para aojos e doozellas tem capillas ,bran
cas de crvos e saudades, e para defunfs, rdxas
e pretas, todo pelo barato preco de 3, o e 6 ;
tambem avisarse a todas as pessoas de fora qne
todos os aonos compram oa mesma casa que tem
ricos booqueis de cravos, rosas, anglicas e dalias
para qualqaer offerta e bordam-se fitas a oaro.
lasa em
Venda- ae ama de pedra
aguas, por mdico prego
Olinda o. li, escripiorio.
Un
e cale doas meias
roa do Marqiuz de
para
Cas com grande terreno
edifcalo.
Vende-se orna excelleote eaa terrea na roa do
Visconde de Goyanoa n. 58, com nm magnifico
terreno com frente para a roa do Baro de S. Bor
ja : os pretendemos podem dirigir e escadmba
d alfaoilega. armazem n. 5.__________________
> Vende-se ama escrava com 15 annos dmda
de bem corpulenta e sadia : no largo do Corpe
Santo, casa n. 15, 3* andar.__________________
Oleo de .inhala
Em bairis de 40 faldas, vende-se rua do
Mrquez de Olinda n. 40.
E' recom
Aflhnca-se qoe nesta provincia, actualmente nSo ba sortimento igual,
mendvel pelo preco.
Vende-se em grosso e a retalbo.
RUA DO (MMERCIO N. 52 2 ANDAR
ENTRADA PELA RUa DO TORRES
\
IMPERIAL
Fabrica d cigarros
DE
8. Jo5 de Sictheroy,Tio
Kio de J.oeirO
Domingos Ahes Haibfos, Mico agente nesta
dtede dea nnicoe verdsdetro cigarros da fabri-
a de S. Joiod Niciberoy, de propriedade de Sou-
i* Naoaa C, avisa a todos os seus fregoezes
qoe para mais faeidade tem aberto depotitos nos
rmate dos Srs. atanoel de Souza Cordeiro Si-
Sts Jtrtior, a rna do Codorniz n. 14, e no do 8r.
Ikona* Praaleo de 8aHes Rosa, i roa do Amo-
fta d. 41, onde sempre encontraro sortimento de
los efgarroe.
Cartas musicaes
loural, Nabueo & C venlem ba ralbo* de ear-
Uaaugieas cia naunca para piano e. chambres
fWpodl para banhos doces, eosoacos e salgados,
fnee, bwms e qnootes : no Baur Victoria, roa
da Brao d Victoria n. J.
COMPANHIA
DOS
TBILHOS URBANOS
DO
RECIFE A OIIVIM
BEBEKlBt
A gerencia delta compaobia compra solipas
dje oiUcica e algomss de sieopira, e aceita tam-
be preposta aa obraa da mesma compaobia.
jaertptork da compaobia, i* deoatabro 8e
O gerente, Ipterioo,
*" /. P." des S*nw fort. '

Quinto semestre
U 25 a 30
ASSGNA-SE
5^000 ris
Ltvraria franceza.
rna Duque de Cixias n. S9, 1* andar, tem conti-
nuado a receber por t dos os vap res vinios da
Europa soas encommeodas de CALCADO ES-
TRANGEIRO e j tem um bom sortimento, b qnsl
e>i exposlo i venda, on'e podero es ;m.icl--s
do bom munirem-so de FltESCO CALCADO pois
como saj)em, botinas seccas estragira-se logo;
receben lambem muias qualidades de bonitas bo-
tinas esapalinhos parase.)h>ras e meninas, f:os
para criaocas, etc. etc., e indo sempre de primei
ra qui.li iale. Ja conhecido o gosto o ssseio com
que preparado o PARIS N'aMERICA- e as eotn-
modidades qoe offerece nao s para os cavalhei
ros como tambem ao bello sexo, para qaem con-
servam uro* elegante g-bnete reservado, onde
pxleran experimentar o calcado a vomade e dcsla
firma'f^ra boa acqaisico qaem se dirigir ao
PARS N'Ati&niCA, alim de comprar oa mesmo
visita-lo, porque, qaando se aioda nao s ub-r, li
cara sebeado qa** existe ne-ta cidade um e^tahe-
aciment digno de ser apreciado n) s pelo seo
bom sonimento como tambem pelo asseio e ele-
gao la qoe odie existe.
ntremelos e babadinhos bor-
dados
A Agoia Branca a roa Duque de Caxlas o. 50,
recebeu Donitos t-ntremeios e babadmbos brda-
lo em Unas cambiaias tapadas e transparentes
e como sempre os vende por presos commodos.
Gravatinbas de cambraia bor-
dadas para senhoras
A loja d'Aguia Branca rua Duque de Caxias
n. 5X1, receben lindas e modernas gravalinhas de
cambraia bordadas para senhoras, assim como un-
irs de seda lambem primorasameote eofeiladas,
irazendo estas grampo com I a jo para o cabello.
Leqaes pretos.
A loja d'Aguia Branca a roa Duque de Caxias
n. 30, receben bouilvs leqaes pretos, assim como
ootros de o**o, os qoas pela variedade de seu-
g.isto*. desenh s e commodidade de pre$os deve-
rio sati-faz-r aoco "praflor.
Attenqao
Mnita attenCttO
O abaixo assignado pnicip ao resp-itavel cor
po do commercio desta p ac e a que mate inte?,
ressar possa qoe tendo a 19 de etembro olrmao
dado sociedade em sea eslabelocimento de molba
dos silo roa do vise onde de lobanma n. 3, a jen
eanelro Antonio Barbosa Caroeiro, como socio de
mdu-tria, formando assim ama sociedade sob a
Arma de Ferrera & Carneiro.acontece qne por dea
gostos que Ibe dea sea dito caixeiro dissolveTam
nesta dala a mesma sociedade de eommnm aeeor-
do, por se retirar do mesmo estabeleciroento o so
ci Barbosa Caroeiro, Meando por taso o dito esta-
belecimento do abaixo assignado ooi-amenie i
*eo cargo e responabilidade como d'aoles e gy
rando sob soa firma ioditidual.
Reeife, 3 de ontobro de 1871.
Beoto Ferrera Pimenlel.
Caxaiaga'
Alngam se dnas casas oa povoaclo do Caxaog
mnito peno do rio; a tratar oo caes do Caolbari
bep.40.
IHn ruado Crespo, loja n. tO
Alpacas de cores' lavradas a 329 e 36X1 rs. o eo
vado.. .
Lias da cores transparentes com barra ao fado.
fazenda mnito larga-, a 610 rs. o covado.
Popelinas de seda de cores e bracea a IJ600 e
ti o covado
Pe$n de bretankra de linbo com 36 jardas por
121 a peca.
Peca de cambraia vielona e transparente, fa-
zenda fina a 4# e 0# a pees.
Lias pretas de coroao para lato a 4W e 600 ff.
o eovado, serve tambem para roupas de homens
Ve-taarios enfeitadosp ara crianzas a 4*000 e
6#eoo.
Assim como grande qnsntidade de ouiras moi-
tas fzendas, que se veodero mni'is por baver grande precisio de dioheiro.
Aproveitem-xe da grande liqai-
daq&o de fazendHg bar tas
N. loja da ma do Crespo n. 10
Casemira de dnas largores, escura, i 2*000 o
covado.
Pecas de algodio eom ponco sujo a 3*, 3|B0O
e 4*000.
D(tas da dito superior, llmpo. a 4/500, 5*000 e
6*000.
Ditas *e madawiMk) superior e larga com pou-
co oj i a S* e 8#SD0. .
Da de dito francez superior moJssimo largo
a 7*000. .
A^sim ejkw grande qoao idada de ontras moitas
fazeodas que se vendem muito barato por baver
grande pr-elsio da iaaeigo. Aproveiiem-se da
eecasiiollllt
'i i.. .iiiiii ,
VeuO>-se u oa Uverua DOS Afogados : 00
pateo da X S. da Paz a. 9.
Bareges com listras de seda, as mais modernas
a 1*300 rs. o covato, popelinas maito liDa* a-----
1*800 rs. o covado, cambraias bordadas a branco,
de flor de cor a 1*000 a vara, cortes de cam-
braia de barra com to dn la a 5*000, pessa de
madapolo floo a 3*00n, 5*'i00. madapolo mnito
lioa cascongo com 20 varas a 7*000 a pessa, al
godao americano a i*i00 a pessa. Roa Duque
de Caxias o. 61.
Loja de Uorira Pontos & C.
Vi r.1 -=e nm bom pao forte de nm das me-
Ihores fabricantes : na roa Nova n. 7, 1* andar,
E' sempre assm
Aproxima-seo tempoem qoe os amantes do bom
e do chique mais piecisam visitareto a i'iova Es-
pe.rancj n. 63, sois chega o lempo da fasta e
jai-lamenle qnando a Nova Esperanza d ordem
franca a seus correspondentes da Europa, pan
remeiicr-lhe o qoe de mais m.vo ter apparecende,
i.-to como tSo recoubecidos que mais nin-
guem igo ra que a Nova Esperaaca P'ima oa re-
cepcao dos artigos mais elegantes e ma moder-
nos que^chegam a esta bella cidae, agora memo
comeca a receber nma grande parte do que de
n.e-h.'r e de mais novo vai apparecendo; esqu-
vando-se de descrece los lodos para l>> atordoar
us oovldos dos seus bons freguezrs r-i-ro anoui-
cios de pagina e meia e nao ter jas u titulo de
ma:sanie, assim limitar-je ba a descreva-ios en-
tre manos,alguos, crino sejam : hndissioMM aa-
nuaes para missa ecm capas de inadrecerol.i,
marliro, tartaruga e massa. B. nilas b n*cas man-
sas e chorenas e entre ellas a'gamas que fa'la.n f
Commodos locadores com duas gavetinhas e seu
competente esoelbo. Del cados enxovaes para
buisados. Finas meias de seda para crianzas a
chapoziohos para baptisad. s. Benitos gaioes e-
ranjas sendo de seda e algodao. B ms perlnme*
para o lengo, finos olnos e banha para os cabel-
los e ootros muilos arti^03 qie a N>va E-peran-
C,a rna do Duque de C--sias n. 63, vende os por
presos bem commodps.
Desappareqam as sar-
das
A Nova Esporanca roa Duque a C?xia c.
63 acaha de reeeber o verdadeiro lene de rosai
brancas, o qu?l j b,m e nhocido para fazer
desapparecer as sardas ou pannos.
Para corpinhos
A Nova Erpercnca rua Dnque do Caxias c.
63 aeaba do receb r hnJ s bordelos de seis e
doze tiras proprios para corpinhos porque evita o
encommodo de emenda-es, pois a largara indi
cien'- para lal lim,
com as modistas
A Nova Esperaca rna Daque de Caxias n. 6t
tem resolvido vender para as Exmas. modistas
menos 10 '/., do que vender geralmeoie cem
tanio qoe as uiesmas recompeosem essa din* ren
Qa cem sna valiosa preferrnc a.
Que lindo presente!!!
Vasos eom fina banba, moldes inieiramenie oo-
vos e eom expressivo* letreiros e tan bem etm le-
tras iniciaes, a Nova Esperance recebeu os melbo-
res que se ple de jar neste sentido.
Tinta violeta.
A Nova Esperanza rua Duqne de Caxias o. 6.i
receben nova remessa desta excellenie tioia qu?
serve tambem para copiar, e est vendendo a 1*
rs. a botija, barato.
Para desenho
Caixiobas com os preparos para desecho, ven-
de-as a Nova E?peranca, i roa do Duque de Ca-
xias o. 63
I.UIIVIGTMU
(De plaqnet)
Amaral, Nabueo & C, teudo receido de Enro
oa pelo-ultimo vapor nm rico sortiments d ob-
jectHS de plaque!, coovidam a seus amigos e fre-
gaezes a virem ver o qoe ba de melbor neste ge-
nero e desde ja garantem a boa qualidade.
Aderecos esmaltados de coral, pedras, mosaico,
etc., par, seobora.
Cae/ lelas e medalhoes para meninas e senhoras,
Volia para pescoco de seobora.
Cadeas para relogio?, da om e doas ponas.
Brincos para meoioas e senHoras.
Canelas para lapes, peona e o o ve te.
Na roa do Bario da Victoria o. 1___________
Araaacio.
Veode ae orna born aroflaJU* amarello pro-
pria para quaiquer ramo de Mgocio, garantin-
do se a loja em qoe <-si eollocada oo pr ncipio
da roa da Imperatra : tratar oa praca da In
ii DwiOaela a*. 4 e 6
- O. C. Doyle ie maiem roa do Cnmmercio a. 38 :
Verdadeiro cognac Hermeny.
E o maito eonhecido viobo sherry,
em sea ar
Lembramja provei-
tosa
Qaando ama seobor- quMr- prplrar eapti.
cho om vestido, cook rar om ^p, eiBt0j Qm f|o(kl
espartilho, om c,,q0e m0(jerno ooa f0|U ^ Cf_
tas, om par de brincos de poantasia oo oulro
qualqo.cr objecio de gosto e elegancia lemi-re-se
logo da Nova E-peranc, rua do Daqoe o> Ca-
xias n. 63. qne onde, ple eecoo rar o qne ba
de melbor : qu*ndo nm cavalleiro qoixer hzer
om presente comprar nma beogoila ebiqac,
um agradavel ebeiro para o lenco, ama linda ca-
mpa bordada, etc. eie lrmbre-se da N.iva B
JSranci a roa do Duque de Caxias a 63. qoe
como sbeme um deposito de navidades do
qoe de mais elegante tem apparecido oo maad>
das modas.
Aos nervosos
Aquellos milagrosos anneia qoe fas*m desappa-
recer o lerrivel mal de tremer a mace a*s qae
sitrem ul iosommodo, ebegaram aait a Nova
Rsperaoja, roa do Daine de Caxias a. 63 : a
el I es antes qoe, se catea.
Sal do %*
Tem a bordo do Dale Olinda, para Miar om
Jiaquiai J.i Goocalves Beliraj, i rio do CoB-
mereio o 5.
N


Diaria d FraamJnc Segunda Lra 7 di- Outubro de 1872

MLOJA DO
Na ra da Imperatriz n. 60
Libras s
te
Vo< f. de Olitwr A d, raa to Qhrassrcfa p. il
Libras sterlinas
Vendem-se na ra do A poli
n. 20.
DE
PEREIM DA SILVA & C-
Neste erande estabeleciooen'o, encontrar o respeitavel pob'ico importants sortl-
aWoto de fazeodas, tanto p ra boroens como pira senioras, tendo das mus finas
eom es mais apurados gostos, at as de primeira nacessidade, que se vendem por pre
eos moito em conta, aflm de aparar dioheiro. De todas estas fazeodas ae dio amostras
dmando ficar penuor, oa maBdam-se levar em casa das Exmas. familias.
LAASINHAS
OPav3o vande deliiadas alsacianas de to-
das as eres cora moito lastro e delicadas
listra' matisados a se la, proprias para os
afeites e babaob)! a 1J5K) covado.
Ditas listradas a sala, sendo as mais de-
seadas qie tam viddo ao mercado a 10*80
covado.
Delicadas la3Mnhas com moito brho e
l istrio'ias de seda a Id'JOO o covado.
Ditas C'im listras de seda larg i e mailo
neorpadts, com delicadas cores a 800 rs.
t covado.
Ditas imito delicadas com listrinbas de
seda a 560 rs.
Ditas sendo bastante largas com listra os
lado, para os eofeites e com cores moito
delicadas a 500 rs. o covado.
Ditas da liaras miadinbas com flos da
teda, que Ibe d milito briluo, tendo de to
dis as cores a 500 rs.
Gorffuroe-* de 12a, de orna ( cor, tendo
tazend-i muito moderna a 400 rs.
LiSsinnas lisas da ama s cor, tendo de
todas as cores a 400 rs. o covado.
Alpacas lisas de todas as cores a 500 rs.
o covado
Lasinlns da coras com delicados quadri-
coot de soda teodo de todas as cores e sen-
do mailo modernas a 800 rs o covado.
Gargorfos asues de 15a, com delicada?
striaias brancasiavradas sendo o qae ba
de mais novu no mercado a 640 rs.
Delicadas alpacas de seda com delicados
padroes e moito briib, de gosio inglez
a 800 rs.
Delicadas L3ainbas da ama s cor, sendo
de todas as cores.como ejam : verde e asol,
ru liri >, c6r de canna, cor de rosa, bran-
cas com lisiras da mesma cor a 800 rs. e
11000.
Grande soriimento de fazandas de todas
13 c6re3, e diffarenles qualidades a 320 o
aovado e 400 rs.
Baregas de 13a trasparente tendo do to-
das as cores a 200 rs.
NOVAS SE-JAS A 20500
.0 Pav3o rncebeo u na nova remessa das
mais lmda sedas para vestidos com ;s mais
lilas cores e mais delicido desenbos
judinos, em ama s cor, garantindo-se
qae seda pura e qie seria fazendi para
mais de 3u00, a nSo se ter feito ama gran-
de compra e liquida-s a 25500 o covado.
BRAMANTES PARA LENTES
. O Pavao vende superior bramante de al
goda teodo 6 palmos de largara, qae s prc-
as de 1,4/4 vara para que leocol, metro a
11500 oo vara i(580
Dito de linho poro superior, moito eccor-
pado com a mesma largura a vara 25400.
Ditos francezes muito finos a 25500 e
5J000.
Pe^as de Ilaburg) e panno de linho
toa 20 e 30 varas e para todos os precos
qnalidades
P^ci de bretanha de paro linho, tendo
30 jardas, pelos precos mais baratos que
se tem visto.
Pecinhas de finissirm esgniSo oircelesi
com 6 jardas a 7*J000.
Pe$as de fioissima silesia, tendo 30 jar-
das a 355000.
Atoaihado adamascada com 8 palmos da
largara, a vara a 25000.
ALGODAOS1NH0.
O Pavao veaa pegas de algodaosinho
americano com 16 jar Jas pelo barato preco
de 3jKK0.
Dito moito melbor com 18 jardas 45000
Dito americano moito encorpardo cem
10 jardas a 55000, 55500 e 65000.
Dit i largo marca T, sendo o mais fino
rroe tam viudo ao marcado proprio para
kofe: a jarda a 280 e 320 rs.
D to cbfestado para lences sendo mailo
tacoroado e com 8 palmos de largura, a
ra a 15000
Dito com a meima-largura, sendo tranca-
do 6 muito e corpa lo a 15280.
Esparcidos modernos a SJKMM)
0 PavSo ven le ama grande porc3o de
wparlilbos de linho, tendo de todos os ta-
maitos pelo baraiissitno preco de 35 cada
a*, dito a 45 e 55' 00, pecbiocba, a ra
da Imperatriz n 60.
GRANAOINE PRETA.
OPavi) acaba de receber asmis mo-
dernas granadles pretas pira vestidos, sen-
do lisas, de qnadrinhos e de listras, que
Ble por presos moito em conta.
1 BAREGES COM LISTRAS A 560 RS.
i O Pivao receben um elegante soriimen.-
t* das mais liadas bareges de 13a c im bri-
ces listras de leda para vestidos, tendo
i tudas as cores e vende a 560 rs. o co
LlASINHAS COM LISTRAS DE SEDA A
640 RS.
O Pav3o vende om e egante soriimento
das mais bcmKas liasiohas de differentes cft-
ves, om delicadas listras do seda, miadi-
nbas, q.io iaitam perfeitamente a seda e
senda a 640 rs. o covado.
CASSAS FHAN1EZAS
O Pav.o vende flnissimts caasas france-
as. com as mais delicadas cores, sendo
bstradase da flores, fixenda chegada pelo
Itlno vapor a 403 rs. o cavado.
Ditas fransezas fioissimas palr5es" mia-
do sa 400 n. o covado.
GAMBRAIA3 TRANSPARENTES A 3500
O pava) vende pecas de cambraia branca
transparente, sendo fazeoda moito Sol, polo
barato preco de 3*500 a poea o com 40
jrdis, por ter om leve toque de mofo,
grande pecbincba.
Baptlstas a 8o ra.
O Pava > vende esta nova Uzeada deno-
minada baptistas, de oaa s cor, propria
para vestidos e tendo de todas ai cores,
sendo mais larga do qae chita franceza, pelo
ba ato prego de 300 rs. o covado, pe-
chincha. .
NANSOOKS A 610 RS.
O PavSo vende esta n >va fazeoda deno-
minada omsooks propria para vestidos, sen-
do do cordSo, e com os m senbos, assentados em branco tendo a larga-
ra de chitafran eza e vendase polo barato
pr c de 640 o covado. pecbmcha.
Salas bordadas
O Pav3o receben nm grande sortimento
de saias brancas ricamente bordadas, sen 1o
de 4 palmos cada ama e vende a 55000 e
65(00, pecbinma.
PUNHOS COM GOLLINHAS A 15600 O
TERNO.
O Pavao vende om grande sortimento dos
mais delicados puohos com gollinhas de es
IgniJa de linbo ricamente bordados; eom gra
vaiiuba de seda proprios pira senhoras,
pelo baratissimo preco de 15600 o temo,
pichincha.
ANQUINHAS A 55000
O Pav3o vende as mais modernas anqni
odas com caada, qae fazem effeito de meio
ba!3o pelo diminuto preco d 55000 cada
0003.
Cortinados a 4, 96,1, 11*
eItdOOO
O Psv3o receben um grande sortimento
da ricos cortinados bordados proprios para
carnes e jan-lias, e vende moito barato por
ter feito utpa grande compra em lei!3o,
sendo para 85. 95. 105. 115 e 1250CO,
tend) al de 205OO o par, sendo os mais
ricos qoe tem vindo ao mercado, pecbio-
cba pelos preco. -
LENCOS ABAINHADOS.
O Pavao vende lencos de cambraia bran
eos abaiobados pelo baratissimo preco de
25< 00 a dozia. Ditos moito finos com bar-
rinha de cores sem serem abainbados a 25,
pechincba.
i'cealucba* em madapoloes a
5 e odooo
O Pavao vende pecas de madapoln mu
to sopericr, teodo 20 jardas cada pega, pelo
baraiissimo prego de 55000 e 65000 e d'ahi
para cima at o mais fino qoe vem ao mer-
cado por precos muito rasoaveis.
CAMBRAAS A 25530 "
O I'u\o veode cortes de cambraia branca
soissa, sendo transparente pelo barato pre-
go de 25500 om corte de vestido.
Jk PKEOILBCTA
ten por sea tener prevenir o publico de aje te
ceben nm liofo sortimeBlo de NiJVJDADES, qae
alnlxo se designa.
Seria prolizo diier qoe s5o faieoda? nevas f
de goto, por qoaoto
A Predilecta h*oooeo. *<**
recen a eeoearreoeit puUlcao sea wriimenio
Qaiolo a prejoi, ijq*jb e dlgOr-taser am< ex-
perieoela coa vencer-fe ka de qae Ka o desejo de
con-emr. oesta bella cid>de, orna casi beca tor
Uta e qoe pela roelteidade de seos freeos se tor-
ne digna 4a aueogio tWadus,
CnajMJs de palta de lua para aesnora.
Diloe de dita pata menina.
Ricos Tejiairio* pira-naptHalo.
Crochel para cadetras.
Rieae griealdu par* ooivai.
Boidnhas de velludo.
Seatioh!.
. Reos leqoes de malreperola.
Ditos de mtrflo.
Ditos de sndalo.
Ricas ligas para aotvas.
Florea Anas. _
Chapeos de sol para aenbira,
Dito* Cabo de marfios i
Babadinhos e eatremei)?.
A PREDILECTA.
i raa 4o Cibug n. 1 A.
Pedras e copos de
marflm

NVIDAES

T 1
para gamao, lin a Predilecta, a raa do.Catcga
1 A>
ftvvu.
Chapeozabos de palba enfunados para meoioas,
s a Predilecta rende por SJOOO, roa do Cabn-
gi o. 1 A.
Port-relogios modelos,
tem a Predilicta a roa do C.ba o. t A.
As vsrdadeiras meias de seda de peen, branca:
raa do Cabngi o? 4 A, na-Pr-
e cor de caree
dilecta.
FLORES
MACHINAS
US
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa (to-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costura, das molborosqaalidades que existe
na America, da quaes maitas j sao beta
conhecidas pelos seos autores, como sejam;
Weller d- Wdson, Grover dt Boka, Silsn-
ciosas, Weed e Imperiaes e ootras moilas
qoe com a vista dever5o agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de faer
o trabalbo que trila costoreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feicao como as mais perfilas costnreiras.
Garante-sea sua boa qnalidadee ensina-se
a trabalhar com perfeig3o em menos de orna
hora, e os precos sao i3j comandos qoe
devem agradar aos pretenderes.
Tem a Predilecta am lindo tormelj de II res
primando c.mo nao ba igaaes, as de lafet roas
e pretas.
Gazes da seda.
Cbocanm para a loja de Pavie as mais moder-
nas e lindas gases- de seda de Cedas as cores e
eom delicadas listra;, sendo esta aova e bjna la-
teada moito propria para vestidos de assistir a
bailes on a casamento?, a no sortimento a mesma rateada toda branca para
vestidos de noiva. e vendem-se por preco anito
em conta : na loja do Pavao, i raa da Ioiperatrit
n.60, de Poreira da Silva & C.
Nao ha mais ibe^s bi\m-
C0"8.
Tintura Japoniza.
S e nica appravada pela acaiemia de scien-
cia, recoohecida superior a toda qce tem appare-
eido at boje. Depo.ilo principal ra da Cadeia
ti) Recifshoie Marqaez de Olinda n. 51, i* ao
dar e em todas as bfltieas e casas de cabellei-
reiro.
Verdideiras bixis h m-
burguezas
nico deposito em Peroambuco
Cadeia n. 53, primeiro andar.
n. 53 ra da
H.4DIESILV.4
.Tigw pifa a l|i do P*vo um lindo sortimen
dos mai* raos e modornos bsornoos de pora
ttdi,, llorados, leudo de diSereates cores ; bem
nao ditos de uterino moito finos, sendo ral,
ado, er de lyrio, edr de afe, brinco, cor de can-
% prew eie. ete, de leHw mats tiade eodr-
ao qae tem vtli so taercad*, e ve
fos mnito em conta : na roa da topafltM 0. 00,
9.A: ?** d* Silva C
Offlcina de alfaiate
NA LOJA DO PAVO.
Nc.;te grande eslabelecimenio encontra-
r o respeitavel publico urna bem montada
officina de alfaiate, aonde se manda execu-
tar qualqoer peca de obra, tanto' par! ho-
mem como para meoinos. com a maior
presteza e perfeicio, assim como.para qnal-
quer loto qae de repente appareca, tendo
na mesma offiema nm perito ofQcial, desti-
nado para fardas dos Illms. Srs. officiaes da
gaarda nacional on tropa de linbo, sendo
esta officina dirigida pelo babil artista
PEDRO CELESTINO SOARES DE
CARVALHO. .
C as em i r as
Na loja do PaIo encontra-se om elegan-
te sortimento das mais finas e modernas
casemiras da cores proprias para cajeas,
colleles e palitts, tanto em peca como em
cortes qoe se vendem por precos moito em
conta, a-sim como grande sortimento de
c isemira; pretas e pannos pretos dos m^is
baratos at os mais finos. Ditos seodj de
cor de caf, verde bronseado e piolado,
proprio para qualqoer falo e p)r precos
mais baratos, do qoe em oulra qualqoer
parte, isto por haver grande sortimento.
CAMISAS
O Pavo acaba de receber grande sorti-
mento.de camisas inglesas com peito de li-
nbo para todos os precos e tamanbos, que
vende como pechincba por ter grando por
cao.
Ditas com peitos de algodao, das mais
baratas at as memores qoe veem ao mer-
cado.
Ditas (rancezas de chitas miadinbas com
os mais delicados gostos.
Ditas de meia de algodSo e de 13a.-
LENCOS BORDADOS
O Pavo vende finissimos lencos borda-
dos para mao sendo de Bnissima cambraias
I-de linbo ricamente bordados, sendo fazeo-
da que sernpre se venden a 4(5000 e 5 e liquidam-se por se ter feito orna grande
compra a I 600 e 2000.
LASINH 4S FURTA-CORES- A 360 RS. O
COVADO.
O Pavao vend om elegante sortimento
de lasiobw de furia cores, qoe brilbam
qoasi cjmo'seda, teodo de todas as coros e
vende a 300 rs. o covado.
CASSAS MIUDINHAS A 360 RS.
O PavSo recebeq delicadas cassas franco
zas, sendo do coras e padrea miadinbos, e
vende a 360 ra. o covado.
T.ife asse4lsi*4> para Testl
kp a IJlaytff
O P.ivio rUebeo ora bonito sortimeato
dos'mais delicados tafets assetinados para
vestidos, sendo orna sieoda booiU eom
muito brlllro rten i 1 latris di seda
-iencro no sonimo iai aa. cores e
'-ade a 1.9600 o cotos]*, ^^
JOAQUIM LOPES MA-
, CHAD O C.
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
VENDEM :
Vapores 1 comoveis do< melberes fabricantes.
Corris iogleza de diversas larguras para vapor??
P.ilias de diferentes lmannos.
Vaquetas pira coberia de carros.
Solas de lastre para guarda lama.
Virollas branca e amarella.
Oleado de diversas cores.
Chicote* para carros.
Ponas de lao^a.
Ga!5es para guaroico de carros.
Prego com cabera de o e marfim.
Carros americann para oso de armazeo?.
sarja.
enfeitados
Vende-se o armazem de louga flaa e ordinaria
da ra do Bario da Victcria n. 49, culr'ora ra
Nova, a dioheiro ou a praso com garante vonta-
de do proprietario ; veode-se com todos os fondos
ou eom pnucos. Vndese-tortas a lonejj exia
tenteTno dito estabelecimento para faawliqoida-
ci, por preco razoavel, por ter o proprietario de
fazer orna v.agem para tratar de na saude :
quem pretender dirija-se dita Casa itratareom
o proprietario Jos alaria Goncalv'es Wieira Gui-
maries.
Vndese um mllente terreno de ICO palmos
de (rente coro duas casas de taipa no fim da es-
trada do Caxaoga do lado direilo, quasi entrando
napovoaco recommen-tavel p^a bea posHjio e"
por ser do rmis tilos d'aquelle lugar, aonde nao
tem ebegado reir ebeias que tem alagada toda
a visinhaoca : tratar no eseriptorio de Tasso Ir-
raaos & C
L ja de ahucz s,
Vendo se ana loja de nmdezas, sita ra da
Imperatriz n. 54, tendoiam benito sortimeutq de
mo leas- todas de- le e em pequea importancia,
sendo esta loja moito conveniente pra um priK
cipiante por a> ter dividas e ht se qualqser -1
(ocio a praso oa t dinheiro : a tratar na *
mperauiz a. 60. *
r,ca di
fino e novo de g aba em latas : i raa de Mar,
cilio Das n. 91, i IB inca sea boa qualidade.
_
Cbegaram
Pelo nUimo vapor da Eoropa ebegaram chapeo
tinhos de seda eofeiadoa para bapsados-de crian-
(a e tambera sap*lnbos do mesmo tecido para as
mesmas, eum sortimeifode bolas e booecas .de
borracha para aivar ment das criancas : no
Bouquet das Damas i rna Primeiro de MtfCQ. n.
14, f andar.
iOilai
Navldade pe o ultimo psquele.
Ar Exmas. svooorae.
Chapeos d > palba de Italia de moderno goato
pira senh ira* e meninas, eapellas com veo para
noivas, espartilhos duqieza, laques de madrepe
reta,ditos de marBm,dito* de saadalo, flores eom
differenlas matizes e mnitos ontros artigos de mo-
da : ao Bioqoet das Di mas i roa Primeiro de
atareo antga doCre>p n. 11, 1"nadir.
Praca da Independencia ls,
38 e 40..
Nete novo e elegante estabelecimento
encentrarlo sempre seos amigos e fregoe-
tos, om' completo sortimento de miudezaj
finas, perfomarias e .artgos de moda e lo -
xo como sej'OQ:
RicaB'camisiohas, ponbos e gollinhas.
Latos para pesclo e cabello.
Gravatmbas de gase, setim e
Fitas com listras para cintos.
Cintos com lacos ricamente
para Sras. e meninas.
Coques de cabellos e retroz.
E^partilhos, e leqoes, de todas as qoal'i-
dades.
Colarlobos de linbo para borneas.
Camisas de meias moito Qoas.
Lionas de seda para bordar.
Laas de lod>s as cores para bordar.
Agolhas do todas as qmlidades.
Dita crochet, lindos quadros com pbolo-
graphia, novidades:
FLORES
Rico e completo soriimento de flores arll-
flciaes para enfeiles de cabera, chapeos, e
vestidos cousa oleiramente nova e ainda
nlo vistas no nosso mercado.
Escovas para chapeos, roupa, denles, ca-
bellos e cobas.
Enebovaes para bar Usados, de todas as
qualidades, inieiramente novidade.
Ricas capellas para noiva.
- Luvas de seda, pretas e brancas de cores
paraseobora.
D tas de o de Escocia.
Grvalas o mantas de seda, e cambraias
brancas, pretas e de cores para bomens. -
Abusadoras para cilieles.
B lijes de porceliana para ponbos
Ditos de osso, marflm, madrepe rola e de
ootras moitas qualldades.
Rico sort ment de b.otoes de setim de
todas as cores e veludos pretos, grandes e
pequeos.
Passadores de borracha pretos para re-
logio, correntes pretas psra voltas.
Ligas de seda para senbora
Acaba -dechegar um conipleto sortimento
de brincos, crozes. cacolelas, alfinetes t
capellas de porcelana da China, obra inte-
rameote nova, e vendem por presos mnito
mdicos.
Sapaiinbos para baplisados, looqninbas,
meias para bomem, senhoras e meninas.
Completo sortimento de filas de velludo
pretas e de todas as cores, ditas de sarja e
setim, fazeoda muito boa.
Rico sortimooio de franjas de seda, ga-
ISes e trancas, tuo do melbor gosto, e de
todas as largaras, completo sortimento de
perfomarias.
Rico eor.imenh de qoradros para retra-
tos e espelbos proprios para toilet.
CHAPEOS
Acaba de receber um rico sortimento de
chapeos de palba de Italia.
Ditos de velad> para senhoras e meni-
nas ricamente enfeitados, assim como en-
feites oo meias cbapelinas fazeoda hidra-
mente novida.de, qoe se vende por presos
razoaveis s na
Hadrnilva pra$a da Independen-
cia ns, 38 e 40.
mim% finas e roupas futs
NA OFFICINA
DA
LOJA 1)0 PAPAGMO
! < ndo por mesire Mr. Charles Laurent
RA DA IMPERATRIZ N. 40
Meudes & C'-vMho scientiOcam ao respeitavel publico, qoe acabam de receber tu
completo MrUttaoUi nho, soda e algouao, o qoe ba de mais moderooe do melbor gosto. e portanto convi-
dara s Exmas. familias amigas do .economa do mestica, a virom ou mandarem na LOA
DO PAPAGAIU, e vetio qae compram fazendas bonitas e baratas por meno preco qoo
jamis comprario.
COMO SEJAM:
Granadinas de seda de urna s cor, lar* Otila (rancezas de todas as qaalidade,
gas a li600. de 320 rs, at os crotones de 560 u. o ctv
Poopelioas sarjadas de furia cor boa lar- vado.
gara, a 1 #200 o covado. Cortes de casta brancos bordadas coa
AlpacSo de cores com listras de seda para, babaOos de seda de cor, e branco, e ootro
enfejte, a 800 rs. o covado. bordados com listras.
PARA LUTO.
Veos de fil de seda pretos a 8000.
Merinos par vestidos, bombazioa, can-
to, alpacas, laiinhas, crep, cassas e cb>
tas, ludo em quantidade, e para diverso
presos.
Grosdenaples pretos, de 100, 2,50(0.
#500 ate 5#000.
Seda prela com listras sselinadaa para
vestidos.
Coapeos de sol de sed* para meninas, a
4# O, e f tirados
Ditos para bomem de IOOCO at 204000.
Ditos de alpacas de cor e preto, para di-
versos presos.
Tapetes avellnddos desde os mais pe-
qoenos ateos maiores.
Damasco carmezrm para colchas, o
Ibor.
Pannos de croch p-ra cadeiras e.
pbas.
Cambraias victorias de lodos os nt
ros.
Ditas transparentes inglezis e soissa i, i
il largora de tariatana.
Fil d<> linho e de seda, branco e preto,
liso, de salpico e de fl iros.
Camisas bordadas para senbora, de di-
versos precos.
Meias para senhoras, das mais Inferiores
at as mais superiores qoe teem appare-
cido.
PARA HOMENS E MENINOS.
Neste estabelecimento se montoo oso
officina, e qoalqjer bomem qoe qnizer ves-
tir com gosto, achara moita varn-dade ea
camisas de cores, pannos fios e casem*rts,
o melbor qoe ba no mercado, roopa feito
em quanllrtade, assim cem > camisas fran-
cesas e inglezas, lisas e bordadas, ceross-
de I nho e ae algodo, meias, collariobos OS
grande qoantidade, grvalas de todos oo
(eitios, camisas de meia, em summa eocoav
tra de indo qoe p*ecisar para vestir cos
gosio e elegancia.
E OS FIGURINOS AS
s.
Laazinbas de coi es, em grande qoanlida-
de, de 3O a 500 rs. o covado,
Cacbenez francezes para senhoras e me-
nina?, a 3(5000.
Cretones francezes para coberlas, cor fiza,
a 800 rs. o covado.
Alpacas lisas e lavradas, de cores moder-
nas, de 500 a 800 rs. o covado.
Coberlas de fnsio de 13 e de ootras
qoalidadi-8, brancas e de cores.
Poopelioas de seda, de flor e de qoadro
a 1,5800 o ovado.
Pecas de cambraia bordada para cortinado
com 25 varas.
Ditas de cambraia adamascada com 20 va-
ras, a 125000.
Saias bordadas moito finas de 4 e 5 pan-
nos.
Bales de chita e de cambraia a 25000.
Naosonks e baptistas com listras para en-
eitar.
Diversas qnalidades de 18asnb..-s e alpa-
cas em relalhos, para todos os precos.
Bramaotes de linho para lences, de 2#200
at 44000.
Dito de algdSo muito largo a 40800 a
vara.
Algodo largo para lences, a WCO a
vara.
Atoaihado adamascado de linbo e algo-
d5o.
Espartilhos de linho finos, de 3^000 para
cima.
Lazinhas largas com listras de seda, a
800 rs. o covaao.'
Madapoloes inglezcs e francezes de 54000
at 124000.
Algodaosinho de todas as marcas, diver
sos precos.
Barbes com listra de sed, a 500 rs. o
covado. -
Cassas francezas de cores Jhas e lizas
com barras, os padroes mais bonitos que se
leem visto.
FORNECEM-SE AS AMOSTRAS A QUEM AS EXHIBIR
FREGUEZAS DA CASA.
baiba os? familia.
Em latas de am kilo e ad ^Hdiu em pota
lk tolos os Urruohj-, If^^^^B agaa rl iriia,
verdadeira, dita om >gaa ds eelogne, olj ortla,
dito eompaabta nyi*MMt>, eitraetn e sabjneies
mnHo fiaos e ppr buato preco : s% Bwiqttet,dt?
Damas i roa Primetro OS atareo ao%a do Crespo
.14,l*4tr.
-P.rBOril
/scCccc
T
PARS
I
/Mc
T
PARS
jr suoa e por aecawsidade sufaaaa
ae (MBA prela-4-aa- taraasliDo: mroadeH:
[jrlain
vaadC'
A 2^000 o covado!!
Grodeneple preto superior eom pcueo mofo
braaeo, de 5^ per 2#, moito barato : na roa do
Crespo m. 10, leja desatibarme C. da Ctmba AIC.
Em casa-de Boxst*laa AC, roa
do CoBweercio n. id, vende-se :
Vinbo de champagne, marca Clfcqmt.
Oofh* aVpiwva Na-pra^a da
vender. I
33 ha um para
E'sobretudo s suas propriedades eminentemente absorventes,
que o cnrvfto de Ueiioe deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affeccCes seguintes ;
GASTRALGIAS
v DYSPEPSIA
PVR0SIS
AZIA
DIOE8T0ES DIFFICEIS
OORES DE ESTOMAGO
CONSTIPADO
CLICAS
0IARRHEA
DVSSENTERIA
CHOLERIKA
MODO DE EfflPREGO. OCmu de Belloe (CaaraaidelellK)
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
Paslilkas. G eral mente o bem estar sente-se logo depois das pri
meiras doses. Urna informacao entensa acorapanha cada vidro
de p e cada caiza de pastilbas.

T
.
I
P
VERDADEIRAS
PILLAS de BLANCARD
COM 10:URET9 DE FERRO INALTERAVEL
APPROVAOAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Poasuindo as propriedades do iodo o do ama, ellas convera especialmente as Amo
c5es escrofclosas, a Tsica no principio, a fraqueza dt temperamento e tambem nos casoa
de Falta de coa, ahenorrhea, em que necessario reagir sobre o sargue seja para Ibe
restituir a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocare regular o sea curso peri-
dico.
N. B. 0 Mrelo de ferro impuro ou alterado um medicamento toa,
Irritante. Gomo prora de purezi e aulbeulicidade das vcriladelraa
Piliiliu le Blatacard, deve-se exigir r.osso elltt de prata rme-i
(Ira e noasa ama, iqui reproduiida, que se ada na parte inferior
de um rotula verde. Deve-te desconfiar das V.ilsiflra(5ct.
aekAa-ae eaa tadaa a phamaciaa f/iuri/iaceuico, raa Bonagarkf, H, Parte.
ROB LAFFECTEUR
Asprerada em Wrmmtim. Russla, Austria e Belgfca. O arrobe vegetal Lafleetour -*>
riiada, he mui superior aoa laaapes de cuisinier, de Larrey e de sabepanana. De tac
dijfstao, aiagraved ao aladar, e ao aato, elle cura ramcatoeala m smertstrU
afecoes dapelte, InapJscma. ttipocea. laasrca>, titayriM, aya f*9
stcBMMSat. Tacof-kiM, e MMdMes praveados dos partos, da idale cntoca, e 4a acri-
aania hereditaria, das humores. |
O arrobe he aspeclalmente racommeniada contra u doencas syphicas reeemtaa, invele-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduroie palassio. .....,,.
Dapeaito ral de Terdadetr* RTJB LAFFECTtR em asa do douior GHUl>EAli m
SAIT-GERVAIS, ra Ricber, it; karis. r
Yende-so na pbarmacia de Msarer d|C, ra* f^ovs .
v.
^
V*





- Pf"~-
Firi dt ftrnambac Secunda lei/a 7 it Outubro dt 172
7

i
<
>
i
I/mrenco Pe reir Mendes Guimar&es
P^rtetipa io mpeitml pobco qoe ji se madoa da ca a di roa da Imperatrii n-
77, para a soi nova caa 4 roa da Imperatriz d. 73, em qoe agora est sortiodo de nova
f*ieoths qoe brevete nte anotmciava as qoalidades epre?o?, porqoe va vender o qoe
aeri moito"barato, o qae espera a concurrencia de seos fregoeies e mais pessoas qoe
qoiaerein honrar o seu eiubecimento.
NOVIDADK.
Vende se fusiio branco para vestidos da
eohora e roopa de meninas- a 300 rs. o
OOtadO.
"CASSA FRAITEZA A' 200 RS.
Venda-se cassas franceas para vestidos
de seoboras e menioaa 340 e 320 rs. o co-
v*4o.
LAA31NHAS PARA VESTIDOS A* 120 RS.
Vt nle-se llasinbas para vestidos a 120,
140, 400, e 500 rs. o covado.
CORTES DE CASSAS A* SW400.
Veode-se cortes de cassa de cores 24000
pera liqui-isr.
CHITAS FINAS A' 340 RS.
Veofle-se cfailaa franctia finas escaras
a claras a 280 e 8*0 rs. o covado.
CAMBrUlA TRANSP RENTE A* 3*000 A
PECA.
Veode-se peca de cambraa transparente 40000 para liquidar.
ROUPA FEITA.
Vende-se camisas brancas 2)5000, 20500
3^000.
Seronlas a 1*000, 1*500 e 2*000.
Palites de panno preto a 5*000, 7*00('
e 10*0(0.
Palites de alpaca preto e de cores a
2*500, 3*000 e 3*500.
PERFUMARAS PARA LIQUIDAR.
Venie-se om frasco com pomada france-
ta a 200, 320 e 500 rs.
Vende-se ocn sabonie fino a 200 e 320
Vende-se om (rasco d'agoa de oologoe i
240 e 320 rs.
E ootros moitos extractos finos qoe
vende s?m reserva de pwco, no Bazar Na
cional, na roa da Imperatriz n. 72.
1*500 a dusia, ditos de linho a 2*H00 t
tnaa a 3*000, 3*500, 4*000 e 5*000.
Pecas de cambraia Victoria a 3*500,
4*000, 44500e 5*000.
ALPACAS DE CORES A 440 RS.
Vende se alpacas de cores para vestidos
440. $00 e 640 rs. o covado.
TIRAS E ENTREMEIOS BORDADOS
JiK O,
Vende-se ntremelos e tiras bordadas
para entallar estidos braceos a 2*000 e
24500. 3*000 e 4*000.
SAIAS BRANCAS A' 2*000.
Vende-se saias brancas e de cores para
aenbora a 2*000 e 3OOO.
CHALES A' 1*000.
Vende se chales de 15a a 1*000, ditos de
enerio estampados a 2*000, 3*. 4*o 5*.
LENCOS BSANCOS A 1*500
Veode-se lencos brancos com barra
A verdaJeira cerveja da Batiera, marca bao-
ira, de sope rior qoa'idade : vendem Tasso Ir-
naos A C. em tec armaxem da roa do Amerito
a. S7.
AO PAPAGAIO
Sarja de peda
Acaba de ctaegar loja do Papagaio ao bello
asrtfanento de sarja de e< rea para venidos tazan-
te nunca vista orsia cidade a mais moderna
i faris e no Rio, e na verdade de um efleito
orprebcnlf nte em vestidos, pelo brilbo qae re-
aresenta e pelo preco nao ba quera deize ds eom-
erar : i roa da Imperatriz n. 40.
CERVEJA DA NO-
RUEGA
de superior qialida-
de: ra do Commercio
ATTENCA
CORTES DE BRIM A' 1*500. para
Vende-se cortes de brim de cor
calca de homem a 1*500, corles de gaogi
a 1*OCO, brim de cor a 320 e 400 rs. e
covado.
ATOALHADO A' 1*000. .
Vende-se atoalbdo para toalbas a 1*000
o metro.
Bramante de 10 palmos de largura
1*800 e 2500 o metro.
MADAPOLO A' 3*C00.
Vende se pecas de madapolSo a 3*000.
4*000, 4d50(, 5*000 e 6*000.
COBERTAS DE CHITAS A' 2*000.
Vende-se cobertas de cbita a 2*C0(
cada orna,
ALGODO A' 3*000,
Vendc-se pecas de algodaosiobo a 30G(
4*000 e 3000 a peca.
A ACHIA BRANCA
Roa de Doqne de Casias n. 50
Receben :
Lindas caixiobas com os necesario* para [mar-
ear roopa, sendo abeedano e numerario, frascos
com Una preta e encarnada, pincela etc. etc. o
qae de certo aovidade em tal gneros
Noves coques grandes com bonitos desechos
viudo entre elles alguna eofeitados com fitas e flo-
res ; asaim como bonitos crespos.
Aderecos encarnados de madreperola.
Cruzes preas com enfeites dcarados e oatras
brancas de cbristal.
Ricas eaixinhas com necessa-
ri(-;s para costura
A loja d'Aguia Branca, rna Duque de Caxias
n. 50, reeebeu um novo >ortimean de ricas eai-
xithas com necessarius doarados para costara
Rasas caixmbas pelo boro gosto de seas an aojos
se tonam apreciaveis e proprlas para presente:-.
Sens preces apesar de commod^s estio em relajio
a perfeicao dos ai rao jos e tamanfcos das mesmas.
Agua dentifnee pelo tlr
Pierre -
A luja d'Aguia Branca 4 roa Duque de Caxiat
n. SO, reo beo novamenlc a be'm eoabecida e apre
ciada igua dentifriee.
Bo15ps ct berlos de e?gai&o
A loja d'Aga'a Branca acaba de receber nove
se rtmenlo de bui5es cobertos de esgniSo, e estes
em ponto malor e proprios para vestidos.. roupi-
ntias de enanca, Iroobas, etc. etc., auna como
om lindo e variado lorumento de gal oe de seda,
li, algodao, brancos e de cores, franjs de eda,
etc. etc., e de iodo Isso se acharo amostras em dita
loja d'Aguia Bracea.
A Ag'ria Branca
ra Doqne de Caxias n. 50 receben orna peque-
a qaantidade de lindan e modernas gravaiinbas
para seoboras, e outro pequen j sortimento de bo
DE
SINGER MANUFACTRING COMPANY
Grande redncpo de presos !!!
. .!!! 90000. 90*000. 90*000 J!! -
AVISO ESPECIAL
A alta repotacSo obtida pelas machinas fabricadas pelo
tena leva.do diversas pessoas a fabricar imitacoes qae ellas venden qoasi seoipre sob
pretexto de serem ellas fabricada pelo systema Singer.
NEMlMA MACHINA HX-
VER K' LEGIIIIIA SE
NAO LEVA ESTA MARCA FIXA
NQ BRACO DA MACHINA.
PARA EVITAR OSTRA -
PACCOBS NOTEM-SE BEM
AC e (erre em vergoinba.
ARADOS e gradea para lavrar a trra.
BOMBAS americanas.
CAMAS para cueninoa, solteiroi e casado.
CaRRINHOS ue mao.
CHUMBO em sana, -lenco!, barra e monicao.
COBRE f m lencoea e armellas.
LOlRESde Mlner e outros.
COUROS preparados.
CIMENTO d Portlatid.
CHAPAS para cubrir casas.
ELFCTRO-PLATE em obras floas.
ENXOFRE, limalba e salitre para fogneteiroe.
ESPINGARDAS, rewolvers e pistolas.
ESTANHO, em vergninha e barras.
FOLHAS DE FLANDRES, grandes e pequeas;
FOGES americanos e inglezes.
O FORMAS par? porgar assocar.
., a1 FELTRO para caldeiras.
"-* MACHINAS a vapor.
25 "* BTTuo de lavar roopa e picar carne.
3 g | DITAS de cortar fdmo, estivar algodao (macacos.)
> g DITAS de deecarocar algodo mao e a vapor,
gao LEOS, azeites, ab3o e trincal.
" PAPEL de diversas qoalidades.
> g g PEZ S frar.cezes de todos os tamanbos.
< as PRENSAS para copiar cartas.
g- v TACHOS estanbad>s.
. ZLNCO em folbas lisas e forradas.
TODOS OS
MARCA.
BTALHft,9
MARCA DA COMPANHIA
A compaobia, desejando proteger seas amigos e fregoezes contra a imiuges, tem
adoptado a marca scima representada.
Previne-se ao publico de nio comprar machinas qoe Dio levem a marca da
compaobia. ,m
:w. H. CHIPWM
NICO AGENTE
N. 45 Ra do Imperador N. 45
Veode-se om sino do logar Capaeiras, di
Me desta villa l| legos, eom as dimen-es e
eoamodos abaixo : meia legua de fondo, b< a ca-a ,
4e viveoda a outras, para criados, baubo, taaba,, cito? grampos de cures, v lias de aljfar, brancas
te. te., coebeira para 4 cantos, arvored>.s frac-, e de cure9, meias de fio de Escocia, abarla;, para
feroa, laixa para capia) vacca< de lene, na es-1 sonhuras e meninas.
'^^^^^jSS^J^/.^'Port-flares ou cestinhas de
ooeiro, e qoe proxav imente tem de passar
trada de ferro : qaem o pretender eateoda se com
hs proprieta rio oa roa da Alegra n. 1, em Pao
Leques
p.ira meaiuas por
20OO!!!
S a Predilecta qaem veade : roa do Cabu-
la n. 1 A.
COQUES
Oa vais modernos e< m eaixos e sem elles, tem a
Predilecta : i roa do Oboes o. t A.
BOf.ECAS DE BORRACHA \
Tem a Predilecta buneeas 4a borracha consa in-
leiraaseate nova
VOLTAS E CAQOLETAS DE PLAQUET
Aa mah lindas qoe un v nJ<> a<> mercado, tem a
Predilecta : i r-. d Mmt% o. I A,
LiZINHAS
a 4oo rs. o encado 11
Ricas lizinbas med3,
yadres iDiwramenie oovos bo mercado a 400 rs.
9 eovado, d-se am >stra : -6 oa loja ds Guiloer
me C. da Cnnha 4 C. 4 roa do >espo n. 20.
A Magnolia, ro Do ja d Castas o. 40, ca
priebando sempre em Irr om Imdi simo sortimen
lo de objeetos ei>peeiaei, para servir bem 4 todos
principalmeoie aquel as pessoas qoe a proenram
protegem-o'a, Um leila >u* ene-maiendas, soc
eessivameote. e exigido de seo* correspondentes o
tremo do bello e do bom': afnra msmo acaba
lareeeberboneeas de cera moito b-mitas, detama-
flfeai dttversos e imuaodo perfMtameole o oatural.
(aatre ellas teas qoa ebaasam papai e mafrai)as.>im
oaae, am variado sorMBMto m (aldea e franja*
da teda de cores, e de ii de aigudio. A Magnolia
desajaado dividir bem soas mr. adenas, convida a
ioios geraimeoM qoe vevham ver e....
SAI DO ASSU'
Tea a bordo JMaejaia Jos Gon;alves Bakrao, 4 roa do Com-
aBflreioa & ._________
-^
lat da caaueaes, ateiw. o oaraea, ama
un 4e eotkeres para >flpa, aaoa dHa para eU,
asa CJaar de tirar asatear. eotlter graada
para fea, ama dita pira urar arroz ; Mas estas
i sio novas, viodo de fofa, e de mono bom
, ftxtio a prata de li ; aoMffl romo om par
para eapiii e aaaa baada para -
potto-bom n a aaa4rax) : aa roa de
antiga roa Direa a. 3. Na oaetoa
I doaapra ama rata trrea aeqnena.______
Teode-ae tarrenoa a vaaiade do comprador,
OM toadoa para o ne, masa aa pou4o : a
traalr, ana mmf" na eetaei> de Betienbe com
Jos Hoaaflto |e Ikdeiros, a qualqoer hora do
mivsring s.-
A loja d'Aaaia Branca, 4 roa Doqne de Caxfas
n. SO, recenta bonitas cestioh-s de mis-angas on
port flores propro* para ornamentos de salas, eta)
Esencia de rosi
A agola branca i roa Duque de CaxLv, rece-
beu frasqainbos com apreciavel essencia de ro-a
Camisas bordadas para
noivas
A agaia branoa a roa Dnque de Caxias n. 34,
vende bonitas e Una caminas bordadas para noi
vas, oa mesmo para qualqaer Sra. que aprecie o
bom, e principalmente seodo eomo sio por precoe
& mmodos ; assim eom) modernas gotlmbas e pa-
abos, tambern bordados.
Meias de laa
para homens e senhoras
A Agola Branca 4 roa Duque de Caxias n. 30,
receben mu fina? meias de lia para borneas e
senhoras, e como sempre vende as por preco eom
modo.
Eicos jarros da crys-
tal.
A loja da Agola Braota, a roa do Doqne de
Caxias a. 50, reeebeo ricos jarros de crystal,
opacos, eom bonitos ramos lap dos de doarados em relevo, obras es-as de apa-
rado gosto e completa perfaicio.
Taobem reeebeo bonitos frascos conforme os
jarros, proprios para enfeites de toilet, mesas etc.
todo isso acba se em dita loja d'Aguia Bracea,
apreciacio de qaem posta e queira ter ama
sala adeuda.
Espelhos grandes
SlA loja da Aguia Branca, a rna do Duque de
C*xias n. 50, recaben e-pelhos grandes eom mol-
daras enveroi.-adas e doaradas, e eomo sempre
vende-se barato.
Capillas com veos e
sem elles.
A loja da Agaia Brarca reeebeo liadas capai-
las eom veos e tem elles; leudo aellas variado
aerttaaenlo precu, aa aaaa aio eMapre cora-
modes a vista da delicadeza e perfeico com qoe
tit> teitae : oa pretaodentes dirijam-sa a *ta loja
da Agnia Branca 4 ra do Duque de Caxias.n.
qn 50\ serao servido^ satifactoriam'>nte.________
1
Pede obler em ponco lmpo com o oso do meihor dos licoresa affamada
HESPERIIIINA
Faz oilo enoos qoe conbecido este precioso loneo, e dtffic aebar urna pessoa
qoe, tendo experimentado pessoalmente, nio falle em sen favor, j como bom estomacal
e apetiaador, tomando om calix della antes de jentar, oo no facilitador da digestto
tomando-se depois.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nio ba om f baldante do BRASIL (a trra
especial das laranjat) qoe t ic conbe?a as proprieddes aedicinaes 9a donrada fructa,
ora bem, a
LARANJA AMABCA
em seu estado natural um om gosto pooco gradavel, e o mrito da flesperidina con-
siste em reter soas boas prnori'dade, e ao mesmo lempo a presenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada rrae inv*jr s
melbores imoortacoes enrn|.as de c*tbeg ser gostosas, porm a HesperMioa a combioaco perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
- Para prova de que om art'go no qoal pde-se ter ioieira confianca, por ser paro
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente api invada e aotorisada pela
UNTA DE HYGIENE
do Rio de J. neiro, permittindo sna livre elaborado bo imperio; outra
IIO V PROVA
a acceitacSo geral qae tem em udas a9 partes onde aoresenlada. E 1864 aslabe-.
leen-se a primeira fabrea" em Boer>os-Arres; em 1869 a eegood* U Montevideo; e
no dia da ebegada de S. II. O IMPERADOR inaogarou-se a fabrica qoa aetoalmeote
trabalba na corte. Em Va'paraizo e em toda a >sta ^do Pacifico tem boa acceiUcio,
lauto qoe rara a casa qoe considera completo sea aparador sem orna garrafa de
HESPERIDINA
O homem velho loma Hesperidina para obter
VIGOR
0 bomem doente toma Hesperidina para oblea*
SAUDE
0 homem dbil toma Hesperidina para obter
tada cora quem pos?am eutender se.
Apparelbo para fabricar assucar, do systema.
WESTON CENTHEPUGAL
nicos agentes em Pernamnai-o a fundca-> geral.
Para tratar em sea escriptorio a roa do Apollo n. 38 e 40.
mmi&m mima.
MITA ATTENCIO
GRANDE REOUCtfO EM P8EC0S
fintonio Pedro de ouza 8oares, com l rittt do Barao da Vict( ra n 28,
PEDE AS EXMAS. FAMILIAS DESTA CiDADE E NEGOCIANTES DC alTO
MITA ATlENCO PARA OS PREgOS ARAIXO DECLARADOS. A SABER :
Completo sortt i enlo oe bolas de dem de pentes de bonacba para
borracha para criancas. alisar, a.......20C0
Redes enfeiadas para senhoras a 29000 \em ^m rjem com costas de
Grande sonimento de trancas de mHtal a.......9J40O
vellado, cas com 12 me- |L*mparnas gaza i200
iros a 30500 e.....4000 Micru8 opos (8fcm vistas) a 24000
Dnzia de pecas le trancas de cara- Mimosos leqoes de osso para se-
400 nbora a.......8*^00
00
Nos bailes as doozellas e os mocos tomam a Hesperidina para obter boa cor e
animado dorante os loncos gyroa da
BARROS JNIOR 4 C. roa do Vig-no Tenorio d. 7, i andar, feceberam este
grande especifico, e veoriem-no oos depsitos segoiotea:
Hotel de I'Uaivers, roa do Commercio.
Z-ferino Carne ro, rna do Commercio.
Marcelino Jo- Goncalves oa Fonie, roa da Cadea B. 2.
Atonte Gumes Pires & C, roa da Cadeia.
Aotooio Gomes Hires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes & IrmSoiiiel d Passagem.__________________
Samuel Power Johns-
ton & 0.
[Ra do Apollo n. 38 e 40
Paxem acieote aos seas fregoezes qae teem
modado o sea deposito de macblns a va-
por, morada* e taxas da mmto acreditada
fabrira de LowVfoor para ra do Apollo o.
38 e 40, onde eontinnam a ter o mesmo sor-
tmenlo do costme.
Fazem srieote tambern qne teem feito am
arranjo com a fnndicSo geral, pelo 'ine po-
dem offerecer se para assentar qaalquer
machinismo a mesmo garant lo.
Os proprietarics da fooJicao geral fa.-em
scientes aos seobcres de engenbo e uais
pessnas, qoe teem estabelecido orna nndi-
c de ferro e brouzc a ra do Brum, jju-
to a etayo dos boods, onde aprontario
qualqaer bra de encommeoda cem aasfaV
qh e proinptidao.
Os rne-mos n p.ira as pessoas qae qaei-
rim atilisir se de teus servidos de deiza-
rem a? encommendas em casa dos Srs. 2a-
muI Pi-wer Jhnstun 4 C a ra do \pol-
lo n. 38 e 40, onde acbaro pe-soa habili-
col brancas a rs.....
dem idem lisas a rs.....
Doziaa de pecas de cordio impe-
rial a n. ..... 320
Dozia de boioes de seda para enfei-
tar vestidos a rs..... 200
Sapatos de tapete para bomeos e
seoboras a......1*280
Dozia de talheres, cabo de osso, 2
B a........ 5*600
dem idem cabo de viado (mita-
Cao) a ....... 3*000
CaixadelinhacomSOoovellosars. 700
Caixa de linb do gaz a rs. S00
Grosa de botoes de osso, pretos
e trancos ara...... 00
Livros para notas a rs. 320 e 400
Meios adereces pretos com cama-
lea a ........ 1*000
Aboloadoras para collete, grande
variedade ara.......200
Resma de papel pautado e liso a
2*800,3*200, 4*000 e W500
Caixa de papel amigado mnito
bom are....... 700
dem idem dem beira donrada a rs 800
dem idem de qoadriobos a rs. 640
dem de envelnpes de porcella-
naara. oo.SOOe .... 400
Idea de pennas a rs. 400,500 e i *OOu
Dozia de baralnoa fraocezes canto
doorado a....... 3*600
dem idem idem lisos a. 2*600
dem idem portopeses moito fi-
nos a 1*800 e. ..... 2*400
Mimosos leqoes de osso para se-
obora a .......
dem idem de sndalo com lan-
tejnlas a.......
dem dem imiUcao a .
Fita de setim Maco, escoceza, lar-
ga, vara a......
Esparthos, fazeoda moito boa a
Garrafa de tinta n>xa extra Pna a
Pules de dita preta a rs 10( e
Ferros para frizar, differtntes pre-
eos. .......
Lovas de pel'ica mofadas a .
Candieiros gaz lindo sortimenlo
PERFUMARAS
Garrafa de ?goa florida verdadeira
dem idem kanrnga do Jap3o a .
Frasco com oleo philocome e
oriza a.......
dem idem antiqne a rs. 400 e
Rf.sas com extracto a .
Ma?os de sabonetes irwlez^ moito
bons a rs........
Dozia de sabonetes de aojinbo a
Idem idem de corado e flores a .
Pacotes com pos de arroz moi-
to fino a re. 400 e ,
Onzas com pos para denles a rs.
Cosmticos moito finos ar s 100,
320, 5< O e ..*.. .
Frascos com extracto a 240, 320,
500, 1* Agoa dn colonia moita fina, frasco
de 500 rs. a......
5*000
2*200
3*000
6*000
1*000
160
3oe
M*30t
1*30
1*000
500
<*800
fiOC
2*000
1*5C0
500
240
UM
1*500
4*000
Alm dos objectos cima mencionados, teoho om grande sonimeoto de candieiros
k gaz, calongas de porcellaoa etc., etc, grande sortimento de miudezas qoe te torna-
rla longo menebnar. ,T ~n
N. 28 Ra do Bftrao da Victoria N. 28.
At (ne afiaal
rbegaram os milagrosos annels elctricos ; A
Magnolia ja estafa dceootraie com a demora,
porqae seas amigos e fregaeiea anciosos para se
verem Jires do oervoso, a remedio pttiaTo
emuraiido se retmente ebegaram i alies, a
p..rc4o pooca
Formas galvanisaias
Para porgar assacar, vende-sa, barato :
>aa roa do Apollo o. 20.
PRETO i \m
A 800 rs; e 1
Amaral, Nannc AC
de moito boa quaiiade,
Tira e eatrtaelee rieaaeata bordados a rerroi,
de todas aa coras, p*io baraisiaw preco da 000
eodem cbi prelo e feMara.aU a.pec*, sfc malte booito para enfeitar
ltimamente ebegado' vestidos e tjepaa para craeas: na loja das i
da Europa ; garaatem boa qaaiidad, e nnvidam
ao aaoa amigos a begneaas para irem comprar ;
no Basar Viatoria, roa do Bario da f iatwia a. S.

banbeiros grandes, praorboes de 8 a W pal-
mos, tabea de 13 a 14 palmo-, tolo de amaretio e
precoi eoamodaa ; a prac do Corto Beato a.
4, armaiem.
Vende ae nma boeUa erioola, de ID i*noo,
robusta, eom babvMades, a frafre ae a venda
ser fu para fra : aa roa de H*lai a. M. fia
mesma casa ba otros eseravos.e aaeravaa. i
venda.
perra > em
Atten^ao
Troca-se a mcradia de nana cata terrea
grande aibUI ea asa boa roa do bairo de San-
to Antonio, ppr um obrado de om s 'andar oa
era ultime caso am primeiro ca segando andar,
cora unte qne seja no aseen bairro e Unba tara
bem njeietsl a ceanaaaaaa, para lamilia : qaem ti
ver e qnifr irrnagSJSjaa> para *er nroenrado
r na Drraua
Nao ha mais dnvida
Qaem tem melbores e mais modernos artigos
de moda e ph ntasia a Magnolia roa Duqne de
Caxias n. 45 ; poia qaH acaba de receDer, alm
de ootros roaitcs objertos qae ae torca enfado-
nho mencionar, os seguintes : meios ader> eos de
madreperola, braoeoa e de cores, meios ditos imi-
tando coral, agalbeiroa de madreperola e marflm,
crozes de dito e dito, hlalos com preparo para
eostora, cintos moderaos (aovidade) chapeos de
palba de cores para senh ra, bengalas de uni-
cornio (imiiaca.) Com dabo de madreperola, rica*
camisas bordada para aeabora e para bomem e
adrenos de marflm.
Cuidado.
Os eoUaree ft ver, fio privativas das coaval-
des aas trtaacaa e garaotta do feliz, desenvolv-
meato della, porm, mialer qae sejam verda
deiros e novo : rouitas veaea, vemos pessoas com-
pr rem e neobum readliado obter, porqae ? por-
ae aio teem e cuida > de pro<;ararem dos ver-
adeiros. sela a Magnolia roa Doqne de Ca-
zias a. M, qae receoeu desses collares, e offe-
rece aos aa'* de familia garaotiodo-lbes o real
deMavetvrmento de sen tffito.
Ka Magnolia
E* geraraaaaie a repou qoe se d, qaaado al-
goem peranou, onde eo. enuare am linde sorti-
meote de leqoes ? ama rica eaixinba eom mnsi-
c para eoatura T om urdo albom f a objeeto
de f oslo neta faaer aa arast t oade peder
aebar ana amatulo aortnaento de objectes de mo-
da a aer p>eaaa cooatHaoa t 4 senaare a res-
posa, na nava toja da Magnolia, roa Dnque de
Caxias a 48.
Nao so arrependam
da
N a _
17,vende-se espiritse vbe de grdaselo sa-
bida.aernHne do qae em ooira qoalqner parta ;
vende-ie geaebra de laraaje a nseibov I a !
baobargocu, bcore de todas aa qoalidades e ou
tro asatritos ase nio carece roeacteaar.
E' oerto qoe qoalqner pexsoa, qaaado compra
am frasee de extracto, beba, oo oleo, um enfeite,
oa leaeo orna ave oa airo qaalqoer objact ,
>ia W ds anea -1 >* i Pre > aMM
^^awaes*pY.aser de veMawas pessoas.
desgosioaaa e arrapeodirtas, e oorej por nao se
dirigirea a aova at da Magnoila, raa Doqne de.
Casias a. 45, qae qaem ibes pote 'snpprtr de
de aaa linde eateite, Analmente,
daqaiUo qoe aouver de melbor e de mais elegac-
da do moado das atada.
0 RIVAL DO un
Rna do Mrquez de Olimla
ti, SO A.
Tem para vender os segnioiea objectos abaiib
mencionados, pelos precos mais resumidos, eomo
sejam : Cuques moderos a ZiOOO. P' f* de en
Iremeios bordado- de diversas li-rgnras a 800 rs.
dnzias d eo larlnbos de hnbo a 45V 0. ditos mais
Anos a 5*iO0, le eos para aigibrira a 500 rs. boa
fatenda, linhas de earntel de 100 jardas a 60 ra.
la para bordar a 5|( 00 I bra, leqoes a imiueSo
de sndalo a td5t0, lamparines 000 rs. a dozia,
calas e( m pape* amitade a 600 rs. nitas com di-
to -operior a 700 rs, envelpes a 400 rs. o eea-
to, botinas naei.nae para b- raem a 4#5O0, tocos
para chancas a ilSOO, aga'bas trance .as a 40 rs.
o pap-l, sabonetes de leatrio 300 rs. a^ua flo-
rida vm Jad. ira a tl^O garraN. 1*000. frascos con. sndalo a 1*000. diicw coas
oleo pml come a 800 e UOOO, du.-s com dito ba-
bosa a 310 rs. ditos coro goa de cologne a 340
e 400 r. pecas de ga'd> branco para eofeltes de
vasiidos de enanca, a 400 e 500 rs.. masso eom
11 pecas de trasca braoea a 140 r, oitoe eom
ditas de cores a 310 e 400 js. dDia,< de phjspbo.
ros segurauca a ISO r. e a grofii a 1#400, e oo-
tros moitos arng'S, qae para nao tomarino-nos
enfdennos deixamos d meoeionar, os qoaea vea-
dem se barato pr aebr,
FariBa de m ho.
Vndese feriaba de atibo moida a vapor, dia-
rlamenw, pelos precos sefoio'ef: greraa para
wifovi, a 9Q rs., diia pera anr, pinios e pases-
rinbos a 100 rs., para cntica e pi de Prevalen
a 110 rs., e para coscas a 140 rs., em arrobas
man- bar-o : na rna d > C irweilo a. 15.
Vende-se o sino exi.iente na travesea dos
Remedios, fregu lia dos Afogado p. Si, b Je nec-
eo da travesa des Remedios o. 18, em -bija pro-
prios : qoem o pretender eoieoda-se C"n o sea
proprteurk., na roa de 8. "Praaetseo dcto dtaa
a.tO.__________,____________._
?oltarote
d.^^Hee,aL^SCt^^Sn
osso, prapfas para e Jogo do volarete. .
!>
*""SH


8
Hur Segunda (eir 7 d* Outubro da 1812

/
UfTERATnRA.
Delyrlos!
De pe aguar Jo a lat, como sth'eta,
Em meio muldio tranquillo vivo I
Se fere o losolto os bros do poeta,
Nio morre o genio qoe renasce alti>o I
Hoje.de olbos euxutos -levantado
Sobre as ruinas fondas da esporaoga...
Voucimiobar auibomatu sublime,
E' a voz de umanj > que rae grita: avanga!
A correte dw bronze de meus pulsos
Haio do co.a-.abi departir...,
Tiro da fronte a c'roa eosanguentada
Que a mo de Ueits cansn de me ferir t
Essas gryoaldas verdes do fntoro
Os aojoj trazem voar sorrindo I
sol da gloria brilba do sepulchro,
E o pbantasma da mone vai fugindo !
Ouco harmona? pora as espheras,
Como ooute de loa o sol brando,
KeijoTi-me fronte as anras perfumosaa,
K' um soaho talvet... e eu soa sonhando I
Como om manto de re, o co refulge ;
Vejo mares zoe?. campos em flor.
A' voz do rouxinol eu calo a minba,
E atino o estro ao bandolm do amor!
Despert agora. A madrugada erma...
Minh'ilma se abre luz da realilade.
Ascul o o espigo... e escoto no infinito
O longinquo rumor da tempestada !
A* aves negras pelo espago em trevas
Voam ebrias na crypta dos cos...
Sinistra loz percorre os horisontes...
Horror sublima que estremece Daos !
Ea sentado ao balcSo de urna varanda,
Como na opera em momo camarim,
Vejo a lata da a!va e da tormenta,
E emmndego o indiscreto bandolino.
Voam os anjos, de pavor transidos,
Lyras qi bradas e revoltas azas.
O genio da tormenta aguarda iramovel...
Com a espada erguida, cuja folba brazasl
Dos baratbros do mar os ventos fogem,
E sibila u na esphera que troveja I
Aspira min'alma, em lugu re harmona,
Nos paroxismos do delyrio arqueja I
II
Como se eoqaaa o p bre mando estulto
Oh I n5o ella o qne me est matando...
Mi; (jue a molber, que a vid?, e mesan a patria,
u amo a gloria... e vivo delyrando I
E' certo; de rainh'alma no silencio,
.as horas vagi que a sceucia deixa,
Paoso n'um aujo... e na il uso do sonho
!">) beijo d'ella a fulgida madeixa !
Se el'a acaso viesse peregrina
Abrir meus olbos no dormir da creoga...
Talvez do coracio as nootes tristes
Dormisse o anhelo da fatal doeoga l
O que me mata, looco de tristeza, .
E* ver ladibriado o meu talento t
E as coras de rosas encerradas
as frreas mos do estoico esqnecimen to
O amor para mim como o oasis.
Onde ea, romeiro, descansar desoj-
se no thalamo virge'amor prender-no,
Molo o cliz de fl no mel de om beijo |
Collocarei a virgera pudibunda
Sob a redoma entre ama e oatra vela
E dejeelbos, como aos ps de santa,
Cootempiarei sorrindo a moga bella I
E comtudo, esse amor inda no bergo
Me qoeima a fronte em paluda irona I
Um vero amor s tive em toda a vida,
Foi miuba mi que ardeote estremeca t
Porm... eo sou to mogo, e soffro tanto !
Dan-me um'beijo na fronte a desventara.
Aps o leiie qoe beb na infancia,
S bei provado a taga da amargura t
Oh I qoiz morrer... e recoei tremendo !
Um anjo emsonhos murmuroa-me: cedo!
Ea vi o mani em flor com os olbos loucos,
E o paubal estaloa as mos do medo I
III
Basta de devaneios .. e de novo
Knvolva a lyra o crep da tristura ;
Mea Deas t ea sinto a fronte qne se inclina
Dentre as rosas do amor na sepultara t
Setembro de 72.
J. Siloa Reg Jnior.

i\
O HELHOR POR
G. DE LA LANDELLE.
(ContinuagSo).
- Foi opiniio geral que P.aotiaa segua a
pista o malfeitor. Pedro Paulo passou a
nootea velarjaBto de Marcella, a qoal, fa-
jeado um esrorgo, pode declarar que fdra
qoasi estrangulada antes de arremessada ao
rio. Corentina foi nvamele chamar o
medico, o qual recejando qoe bouvesse con-
gestao cerebral, receitou medicamentos
muilo enrgicos. Entretanto, com o favor
do luar, os rpales que trabara, ido na
moot Ta encontraram janto do bosque de
Beauval o valoroso Plantian, banhado em
sangoe Recebera na cabega urna faccada
profunda e conservava entilados nos denles
uds farrapos ensangaentados. O pobre
animal poacos indicios dava de vida.
Sem da vida fdra terrivel a Iota ha vi 3a
entre o assassino e o co : o terreno esta va
todo revolvido ; nos troncos da seba esta
vam peodorados farrapos de roopa, que
Jeronymo Gillet mandou gaardar, numere-
sos vestigios de saogue indica vam que Plan-
tian, apezar de' ferido, tentara recomegar a
-lata. Foram investigados os rastos at
eocruzilbada, onde se cruzavam duas vere-
das : d'abi por diante todas as pesquizas se
tornaram matis; foi, porm, decidido que
o enmetoba sido pralicado por pessea da
aldeia goaconheda a fondo todos os ata
lbos dfjfosques.
Foi de certo algom malvado das im-
mediacoes disfargado em mendigo / disse
Jeronymo Gillet ao tio, o qual na qaalidade
de maire, acceitava todos os alritres, no
intuito de descobrir o culpado.
Mendigo ou nio, replicn o velbo
girondinose fosse otorgado a exhibir os
seos papis, nao posara comraetter o cri
me ; mas, desgragadamente, aqui, queren-
do ea fazer alguma cousa de geito, logo
urna gritara contra o azul, o francez, o
aga-hudo 1 No flm de coutas, sou menos
exaltado que voces e dez vezes mi're ge-
nuino breto, soa sacra de adornes I Os
pobresiohos slo todos nos santos: nio ha
qop tocar-Ibes seqaer com om dedo I Pois.
com mil diabos. de boje em diaote tanto me
importa qoe gritem como n3o gritem ; Dio
fago caso I Da accordo com o Sr. de
Beauval e Jacqaes Morgan, hi de elaborar
ama postura municipal que os hei de por
a todos de qoeixo banda I
Isso qoe dizer a verdade. Sr.
maire I exclamotf com admiragSoo mesbv
escola. -
No Mjire, pira onde Jeroiy-no fizera
rondazir Plantian. Broarda esta vi tratando
do c3o e ao mssrao lampo rasmunjava:
A coasa pr cede de Pars, tenho a
certe.a 'isso, eu que nio sou mais que
urna velba estonteida e rabogeuts t Sim,
a coasa vem de Pars, trra de a'goaroi i
Afloal, venho a professar as mesraas ideas
qoe Corentina, o Sr. maire, o Sr. cora, b
Sr. de Beaoval e tudo o mais que ha de
bomem S.Xopo !
A b >a mulher fazia correr gota a gota
agua bem fra sobre a erida do cSo : es-
tendera o ao comprido rtante da cbamin e
com certeza durante tal operago nio sof-
freria ella ser imerrompida por pessoa al-
guma. anda qae fosse urna senbora fidalga,
um principe cu mesmo um arcebspd,
O co de meu jov.n amo O salvador
da sua querida amiga I... Vamos, Plan
tiao, meo bravo compinheiro, resuscita
alegre I Bem sabes que s tu poderias des-
cobrir o malfitor e-para isso irs at Pa-
rs, se preciso for I
Nos primeiros das oinguem deu grande
importancia aos aranzeis da lia Bjr-
nand:', mas a ella s cuibe a gloria de ter
salvado o prestadlo animal, qoe poocos
das depois se arrastava j at i Plantelle,
onde Coruotiira, Tangoy e Rene Morgan o
cobriram de caricias. Marcella eslava, em
im, livre de pango: o medico assegarava-
Ihe protnpio rHstabelecimanto. Crentina
nao manloa dizar nadi a Emiliano, receio-
sa de que elle, sorprehendido pelo inciden-
te, viesse boscar a filna, mas o que fez foi
rasgar em tiras o vertido cor de rosa, que
na soa opiniio. fra a causa de todo o mal.
Pedro Paulo. Taaguy. Morgan, Briene e Ju-
liano Roverin juravam que nanea mais dei-
xariam ir Marcella para o campo.
Deixem estar que epoca mais ser aj
gredida, oma*vez que anie vestida moda
da aldeia !
R, tirando do armario om fado completo
de aldea, disse:
Aqu; itiis,,miuha filha. vestido, roupi-
nbo e veotal que toa m3i esava aotes do
seo casamento.
Quanlo Marcella envergoa aqaelle trajo,
Corentaa apenoa-a nos bragoi, extrema-
mente c mmovida.
E's exactameote Joanoa Marcella, toa
mai, tu a infeliz mi Iexclama efla, debu-
Ihaih em lagrimas.
Algomas boras depois acompaoboa a pe-
quea, assim ataviada, casa de todos os
antigos patricios la aldeia. os quaes se ex-
tasiavam peraate a nolavel semelbanga de
Marcella com a m3i. A despeito de todos
os esforgos de Mstburino G liet, do Sr. de
Beauval e Jacques Morgan, a das mais acti-
vas pesquizas, nada se descolrio, porm. na
aldeia nao cj.-sivam as co ijectoaas. A rapa-
riga era muito nova para qoe poiesse ter
inspirado qual juer paixio furiosa: nio ti-
nba nem poda ter inimigos o'aquella trra;
ningue'm rbe inrejava a moocenle predilec-
g3o por Pedro Paulo e este mesmo era
estmalo de^. toda a gente; nio se Ibe apos-
ta va um s desaffeigoado. Qaem, pois, po
deria ser o autor do crime ? Todos per-
gaotavam qaem poderia ter ioteresse oa
morle de Marcella, e assim, de dedaegio
em deducgSo, surgi um atroz rumor; foi
a opiniio de Bernarda; calomnia horri
vel, sorda embocada no comego, mas de-
pois opiniio formalmente enonciada e por
ultimo espalhada em toda a povoago. Eo-
tao Corentina dirigi a Emiliano a carta se-
gointe:
Sua filha est de saode, sa e salva, e
bem guardada: om assassino, creio qoe om
ladrao, qoiz afoga-la, porm, aqu diz ae
qne esse assassino foi o senher; dizem-o
todos, menos ea. E' urgente, pois, qae se
aprsente aqu, ej, para confaodir as pes-
soas que Ihe assacam- a malor das calum
nas! Admiti qae olo teoha outro recur-
so de vida alm do seu emprego. mas per-
ca-o, se tanto for preciso : nesta trra ha-
ver sempre om bocado de p3o para o pai
de Marcella e para o estimar como irmS, o
corag3o deCorentina,
Qoando soube dos rumores infames qae
se propalavam, a aldea breia experimentoo
a mais revoltante indigniglo. Dirigio-se
herdade do Moire hora da ceia, e all, em
presenga de Bernardo, Pedro Paulo, peran
te todos os llovera, Jeronymo Gillet e Blai-
se Cordn, exclamou inimativamente :
Eo venbo aqni por honra de Emiliano
Darantais, marido de Joanna Marcella: mi-
nba irm, cuja alma Daos teoba em gloria,
e pai da pequea Marcella, minba filha que-
rida 1
Todos a saudaram respetosamente.
Nunca sappuz, meus caros visinbos,
que na Bretanba bouvesse gente capaz de
dizer o que boje so espalba por S. Lopo I
Se o Sr. Emiliano veedeu a herdade da
tCarpideira Pequea, porque a vida em
Pars asss costosa; en qae. o sei beml
Estive l e i as deapezas da enferma, qoe
me morreo nos bragas I O Sr. Emiliano
quiz vender a Graine sobre o Coesoon e as
mais propiedades de Marcella para dar di
verso emprego ao producto da venda, e
obter assim melbor rendimento : oppoz-se
o cooselho de familia; creio no entanto que
o bomem estava no sea direito de propor o
que propoz. Vocemecs esl3o bem longe
de suppor.qoe em Pars, com os mil fran
eos que reodem as ierras de Marcella, um
homem na posigSo do Sr. Emiliano o3o tem
para viver tres mezes! cQae trabalhel
diz alguem. Pois bem, o Sr. Emiliana tra-
balha e talvez mais penosamente qoe qaal-
quer dos que me ouvem I.. Ora vejam o
grande crime de propor a vend de Grai-
ne 1.. Eis aqu a raz3o em qae se fundam
para o supporem capaz de assasiintr soa
propria filha I jOIbem qae me fizem sa-
bir ao rosto i indignado que tenho no pai-
to I Porque o assassino coabece as veredas
dos
encontrar Ibe cotris joias e-diobero. Nos
dous primeiros dial de fesla tVIorga de
pesqaizar tudo, combioou o ataque : isto >
o qae indica o bom mojo. Entio qaerem
vocemecs admittir que oSr Emi:i no vies-
se aqni disfargado em mendigo pira no flm
de tres longos das de per'maneocia cogitar
o enrejo de matar sua filha? O maior do>
faccinoraaque exi>te sobre a trra seria ia-
rapaz de tal infamia I.. Para faz^r orna es-
pera do Inedias, permanecer all de cilada
sem oirapalxao, coso om tigre, como om
demonio, era preciso ser-se peior que
Gura, to traidor (jomo Jalail., Vamos
agora a saber que precedentes lia a respeito
do Sr. EmiliarH) Ooranlais para qoe se Ihe
possaai aitribuir infamias como nao ba
iguies- Sa, pois, vocamecs osistem as
sas calomnias, se ore nio ajudam a des-
ser.tT esses que as forjiram e as espalham,
te los-bei por crois e abaodooarei S. Lopo,
cugrado para Pars acompaada de Mar-
eflla I
Pelro P^ulo, enthosiasmado, orreu a
langar-se nos bragos da cloquele Coren.ina.
O i Roverin mdaram logo de opiniio e a
propria Bernarda ficou rad-xisa.
Daos a ouga Irumorejou ellaSeria
urna grande paixlo para mim, se o meo
joven amo thesse um da de vir a casar
com a filha de um malvado de tal orden !
Depois foi levar.ao ci plantian um osso
bem guarnecido de caree e um pedago de
t'oucinbo, fazondo Ihe praviamente,cheirar o
punhado da farrapos ensangaentados que
ella propria Ibe tirara d'entre os tientes e
que conservava como coasa preciosa.
NSo Ihe percas o faro, meu bom cao I
Estes farrapos teera o cheiro do assassoo I
Ah I lo arreganhas os deotes, tu rosnas e
reviras os ohos? Est bem ; rico satisfeita,
meu bom Plantian, ,e agora o qae desejo
que comas com appeliie.
A datar d'aqoella occasio, nanea mais a
perseverante velha"breta den de comer a
Plsnuao sem Ihe fazer chrar os (arrapos
ds mpoentidos, entre os quaes bavia um
bocado de paooo preto raoito fino.
Se nSofoi oSr. Emiliano, tanto me-
lbor, mas o que niogoem me tira da dea
qua o moa ligo por baixo dos andiajos
trazia falo de figar3o t
Eis o que jadiciosamaote d>zia a velba
Bernarda, e o agente do ministerio oublico
em Fougres, munido de tx bocado de
panno hoo igual quelle, tioha exctameoie
a mesma opiniio. Dous das depois do
procedimento de Goreoima em casa do3
Roverin o t Moire o seu escrevenle Albino Gillet, atim
de convidar Psdro Paulo a que comparess
no sen escriptorio no da seguate.
Sibes o qae elle me quer? pargun-
tou Pedro Paulo ao seu joven amigo.
Ora essa ?respondeu Albino Elle
passou boje revista a toda a sua papelada,
e, deparando -com um volumoso pacote la-
crado, proferio logo o teo nome.
Marcella reconhecia-o, dizia elle: tantas
vezas obrigara Corentina, a descrever-lo'o e
o mesmo solicitara de todas as pessoas da
aldeia que dalle sa recordavam, Repreaea-
lara-o no espirito com tal predilecgo, qoe
ebegara a ve-lo com os olbos da alma* qoa-
si tal qual realmente era. E, com effeito,
a commogio dava entio s fe;goos de Emi-
liano a exprsalo que ella Ibe imaginara.
Era elle sim, era effecti va mente o seu pai.
E Corentaa, silenciosa, admirava com inef
favel ventura a filha de Emiliano, palpi
lame nos bragos do pai tio longameote
esperado, o pai de Marcella, qae nio se sa-
ciavi Je a ver e contemplar. O regresso
trra natal bavia o entristecido : elle s ex-
perimentara dolorosas impress5es vendo os
campos o collinas de S. Lopo, e a casino*
da cPaqoena Cirpideira, onde passara a
sua infancia, e tambem as margeos verde -
jantes do Coesoon, testamunhas sagradas
de seos primeiros amores. Em face das
santas imagens do lar domestico sentira-se
ndifferente; qcando, porm. oovio as pri
meiras palavras de Marcella. fandio-se-lhe
o gelo da indiUerenga. O presente evapo
rava se ante o passado, que naquelle mo-
melo via renascer sob ama forma simult-
neamente nova e carissima, sob o aspecto de
soa tio querida molber d'outr'ora. Emiliano
encontrava oella o olbar, a voz, a suave ex
pressao da pbyiionoma da saa Joanna Mar
calla, e, mais anda, reconbecia Ibe os pro-
picios indicios caractersticos de orna* reser-
.va concentrada, que nio poda cbamar-se
acaobamento, mas que era a instintiva re-
pugnancia pelo ignoto. Joanna Marcella,
affavel, attenciosa e accesaivel para com os
pobres, mostrara-se sempre esquiva para
com as pessoas da grande sociedade, amigas
e conbecidas de sea marido ; en urna pala-
vra, os parisienses. Saa filha jf se Ibe as
semelhava nisso mesmo ; porm, cario
qae Corentina ae dedicara a amolda'-la a tal
habito. Emiliano tinha diante da si, em
simples costume de aldei, orna delicada ra-
pariga em todo semelbantef Marcella, por
quera se apaixonara aos quinze anuos em
pocas de ferias escolares. Esta joven
contemplava-a com a mesma admiragSo om
pouco bisooba. com os mesmos grandes
olbos azaes repletos de meiga saavidade e
candara.' A engrasada creatura dava-lhe o
Ululo de pai, mas elle nio se bavia delibera-
do aioda a chamar Ibe filha; tremolo, repeta:
(Marcella, minba querida Marcella !> e. de
pois bajava*a de novo, cingia-a ao coragSo,
des via va se om pouco para a contemplar me-
lbor, torna-va-a a aperta-la ao peito, e cho
rando de alegra, exclamava:
Viva I Marcella viva !..
A qoal das duas se referira elle ? A' fi-
lha, salva das tentativas de om assassioato
de um malvado, ou i mii, cojo celeste re-
flexo envolva no mesmo foco laminoso. o
pai e a filha ? Por muito tempo estove
Emiliano sem se voltar para Corentina para
Ibe agradecer e abraca-la por sua vez, at
qae a final a nuvem das illusoas se desfez.
E' a minba fi.ha Iexclamo* elleCo-
rentina, nio sei cmo agradecer-lhe o te-la
salvado e restituir-m'a semelbante a mii /
Estio campridas integralmente todas as soas
promessas de boa e terna irmil Gomo
bei de en recompensar-los tio grandes fa-
vores 1
Fazendo a feliz, Emiliano I responden
Corentina, as rnios da qual elle apertava
com o maior fervor.
Ea bem seiprosegaio elleqae tem sido
a minba -valorosa defensora peraate os seos
maus e injustos visinbos 1
Corentina interrompeu-o, azendo-lhe sig-
nossos campos, segue-se qae foi o Sr.. jal de qae Marcella nade'sabia.
i:... .._.... I V onl E' entio elle o
quizo, vate oa
Emiliano o aggressor
nico qae no decurso de
trinta annos deixou a nossa aldeia ? Mar-
cella liaba em cima de si um bom vestido e
urna grande croa de ouw; o ladrl sappoz
Oh J mea Deus, posivel isso ?ex-, O seu dilemma
clamoo Marcella, borrorisada.
Para qoe ha de comegar j a aflligila ?
balbuciou Corentina.
, Ao mesmo lempo -Marcella dizia coma
mais sincera ingoaidade:
i)h.l este que me eslimo e alt'ga
meo pai; o oatro balia-me e queria matar-
me^ Mju pai bam para mim : elle era
m.3U Meu gai coniempla-me com mego e
terno olbar ; o oatro era um malvado I Ti-
oha una olbos de demonio, que, atravez
das negras e grandes sobrancelbas, l../.iam
h rror l
Dt-se por esta aldeia que eu me dis-
farcei assim, que alten'ei craira a la vida,
e tola a gente o confirma anda t
Eii desmenfi essa calumnia!?xcla-
moa Corentina.
Mas nao acreditaram!
Acrediunm-me sim e ni guem boje
ousaria ..
Nt>m a mim propro acreditariam !
Eogana-se, Emiliano.
NS) me engaoo: coa:edo que se nio atre-
va m contradije la, mas eu estoo melhor
infrmalo: s i as odiosas accusagpos que
se me fazem na maior parte das casas e so-
Ifetudo ea dos Boverins t
Ouga, Emiliano Iexclamou Coren-
tina:
Nio crea em tal, meu pai!acuilio
Marcella.
J sei do que so trata acodio G'.r-
vazo Bovern. Diz a tu pai>3 > que ama-
abi quaado for meio dio em ponto, s*
achara Pedro Paulo sem falta do seo es-
critorio.
Mementos depois dizia Garvtzio ao so-
brinho :
E' a heranga que teu pai le dmxoo,
meu rapaz/ Sim, sim, ara mi, l tarde aci-
beremos o que ba da aovo I
XV
FALSO CAJUIfHO
Em liauo, logo que recebeu a carta de
Corentina. moni'.-se da documentos qoe
pruvavam com a maior autenticadide o (ac-
to da sna presen;i em Pars ni dat da
embscala de S. Lopo : o ch fa da.casa
Rrooy, diversos olliotaes pblicos, o secre-
tario geral da Bdsa e ou ras muilas pes-
soas notaveis no commercio atieslaram em
termos lisongeiros que Emiliano desde
muio lempo se nao ausentara om s da
de Pars. Loga que ebegou a Pougrds,
apresentoo se em casa do ageote do mmis-
lario publico, homem aociavel e magistrado
esclarecido, que jovialmente Ihe disse:
Estes honrosos documentos erara des-
necessarios, Sr. Dorantais; bosta o seu
carcter para o collocar ao abrigo de qua!-
quer suspeila. t '
Emiliano, at all desssoce'gtdo, come*
goa eolio a Iranq'iisor-se.
Aales de houtem anda ea ignorava
tal facto I disse elle.
Pois ea ba mais de quinze das qae
estou int:irado do seu rreprebensivel pro-
cedimento, anda que devo dizer-lhe que o
aeohor o'estes ollimos lerajjs tem cultiva-
do relagdes com om certo bar3o de Mnales,
cojo ere uto bastaote ambiguo.
SSo joizos temerarios, senhor
redarguio Emiliano.O senhor de Mnalas,
rico proprietario bespanhol, o meu mais
particular amigo e por elle respondo como
por mim proprio.
A exageragio a mentira do bo-
mem de bem t, disse De Maistre repli-
coa delicadamente o magistrado, e depois
de novos protestos de Emiliano, p:rguntou:
O bario de Mnales nao tem anuais irado
algaos capilaes por soa conta ?
Muilas vezes, porque tenho a maior
confian?a as soas lozes e desinteresse.
O raaito em tudo um defeito.
O que vejo que o senhor de Mna-
les tem (o.'tea inimigos.
Elle oio o aconselhou a vender as
trras da Carpideira Pequea ?
Ea oio acceito consolos em assnmp-
tos d'essa ordem I respondeu Emiliano
com toda a sioceridade do sea orgulbo of-
endido.
Pelo meaos o seobor fallava moito
com o teu amigo a esse respeito.
L isso verdade.
Ea desejo qae ella saiba todo t
E, dirigindose i filha. prosegaio: -.
Ousam dizer qoe eu, tea pai, fui o
proprio qae attentei contra a loa existen-
cia '
E a opiniio d'elle era de a'gura peso
para o sea espirito ?
A opiniio de um bemem de bom seaso
nunca prejudica,
Muito bem. E ltimamente nao Ibe
deu elle de parecer qne vendesse os loras
de raz lodos da legitima de sua filha do
primeiro matrimo io ?
At certo ponto assim foi.
Est bem. Querer dizer-me agora
de qne cor eram as caigas que osea ami-
go vesta na manb3 em que parti pan
Hespanba ?
Ora esta Iexcamou Emiliano.Pois
o senhor sabe qne eo passei com elle a
noute qu1 preceden a sua partida ?
A nossa syadicancia foi feita com ri-
gor, Sr. iorautais, mas o que Ibe pedia
agora era qae me dissesse a cr das cal-
gas.
Mnales osou sempre caigas de panno
preto.
E panno moito fino, nio verdade ?
Canamente.
O sapateiro d'elle o seo, um certo
Grakowsko-? ,.
E' verdade. Mas que significa isso ?
Pooca cousa. O malfeilor sustentoo
ama luta com um ci, que o sacudi valo-
rosameote e do qual elle se desembaragou
por meio de urna facada. >-
Ea ignoro totalmente os pormenores
do acootecimento disse Emiliano.
Nesse caso, fique sabendo que entre
os andrajos que nos foram entregues se
acbam urnas tiras de panno preto moi fino
e parte do cano de urna bota de veroz'i
com a marca do estabelecimento Grakovrko.
Agora, senhor, exijo qae, como bomem de
bem e pai da aggredida, me proteste sob
sua palavra de honra que nao revelar ao
bario Vicente de Mnales estas descobertas
da josliga. ^
4)ra essa Iexclamou Emiliano.Se-
r possivel que assim se saspeite do bomem
mais amavel e pacifico do mando, em per-
feito hidalgo, om amigo dedicado ?
Se o seo amigo .est innocente, Sr.
Duraotais, crea que nio ser mais impor-
tonado do que o senhor proprio o tem sido
at agora, apezar de todos os clamores que
corrern na aldea, e Dio obstante o senhor
asar, como elle usa va, caigas de panno pre-
to fino e botas de polimeoto de Grakowsko.
Emiliano agradeceu com om comprimen-
to respeitoso.
Mas, se o Sr. de Mnalos culpado,
prosegaio o magistradotornar-ae-ha o se-
obor sea cmplice, impediodo nos de vio-
gar nelle a sociedade offendida I
nio tem replica \-4
disse Emiliano.Doo-lbe, pois, .a minba
palavra da boora de jamis prevenir o ba-
rio de Mnales, o qual oio pode gemer
sob o peso de suspeitas mais graves do que
essas I
O magistrado agradeceu tambem por saa
vez, e, o.bando para o relogio, disse:
E' muito tarde, Sr. Durantais, para ir
anda esta tarde a S. Lopo. Quer tomar
urna chaveoa de cha comigo?
Emiliano zceitou, o que permltio ao ze-
loso magistrado coltar orna sene de apon-
Umeotos mais oa meaos otis ao processo.
Homem levimo, orguihoso. susceh tivel, fra-
co e inconstante, julgaodo-5e, todava, per-
severante, porque s vezes era obstinado,
como bem 9 sabia Vicente de Mnales, Emi-
liano Durantais, anda assim, o3o pudiacon-
siderar-se inepto, e o agente do ministerio
publico em Fougres tirou a prova disao.
Sobre a maior parte dos assumptos em qoe
fa loo, o pai de oJsrce'la rao trou-se dislinc-
to e judiaos*. Adquirir prufundo ebube-
cimento do negocios e fallava convenien'.e-
mente, e as suas opinioes p^-prias eram
garalmeote boas. Se nio (ora inspira lo
pela deploravel influencia do mais perverso
dos avenlnreiros, talvez elle se na i tivesse
ariuin.ido e at cbogasse a ser um cip la
lista nolavel. Apezar das suas perdas, go-
zava da eslima do mundo financeiro, onde a
sua escrupulosa probidade o fazia muitas
vezes citar como modelo. O honrado ma-
gistrado sabia Itera com quera estava fallan-
do e a linguagem de Emiliioo acabou de o
convencer. Durantais decl rou nao se I-
railar a ver Marcella, senao que tambera ae-
lava disposto a occapar-se da sua edocago,
porquanio nao tinha lugar deixa-la como
simples aldea, ao passo que os liluos do
segundo matrimonio eslavam sendo educa-
dos em escala bem mais elevada.
E assimprosegaio elleaproveito
esla occasio pora a levar comigo para Pa-
rs, a oa i ser qae o senhor veja nisso algura
inconveniente.
No estado actual do processo nao ha o
menor obstculo; leve, pois, comsigo a sua
encantadora lilhinha, bem digna da paternal
soliciiude. Fiqae encantado da sua genti-
leza, das soas maneiras e amabilidade... E
olhe ella estima-o com a maior t-rnura.
Emiliano, entusiasmado cm estes elo-
gios, exliuuos merecimaotos deCorealioa,
accrescenlando que, se Marcella perda a
companhia de ama desvelada araa, ia en-
contrar era Pars em soa segunda mulher a
melbor e mais terna das mis.
Corenlina excellenie creaturadisse
o magistrado. Tive occasiSo de a apreciar
directamente, mas a Sra. Durantais, quo
julgo ser da familia Lersant, pe.-soa mui-
lo mais competente para educar urna me-
nina.
Em Pars sabia Emiliano que sua mulher
passava como poreota da condessa de Ler-
sant e nunca se qccupou em desmentir tal
veruo. O bar5o de Mnale, para engran-
decer o seu amigo, fuera espalhar aquella
idea. Na Bolsa, donde proviuhora, por in-
tervngalo da polica, as ioformag5as oblidas
pelo magistrado do ministerio publico, pas-
sava como certo que Clarisse era orna Ler-
sant ; o nomo de llovera nunca all fra
proferido. Emiliano, preoecupado por oo-
iras ideas, nem reparn na observarlo do
magistrado e perguoton-lbe :
. Como hei dejustifiar-me das aecusa-
ges que sa me fazem na aldea, conforme
soa informado pela carta de Corentina ?
Nao fago caso de calumnias que se
desmentem por si prepnas.
Pelo contrario I Irei com minba filha
casa das princpaes pessoas da aldea e
farei ama proclamado na praga, so for pre-
ciso 1
Nio faga tal cousa !redarguio o ma-
gistrado. Deixe para .mim a larefa de fazer
ecboar a sua innocencia por meio da desco-
bena e condemnagio do culpado I
Isso, porm, ser dillicil e demorado,
e entretanto- eu estou exposlo a afames
ca uoinids I
Mas, provocando a discossSo, expoe-
se a sceoas desagradaveis.
Passar na mraha propria Ierra por
um pai sem coragao, por um monstro I
Depois soa filha ser o seo principal
defensor. E' orna improdenca combater
face a face os preconceitos populares. Nio
perca o tempo a percorrer as berdades;
limite se a fazer urna visita ao maire, qae
um bomem dotado de bom seaso, e ao
soorinbo Jeronymo Gillet, qqs salvou sua
filha. Corentina Morgan nao se oppor
ida delta, e o senhor, evitando arrnidos, po-
de entrar e sabir da aldea sem mesmo o
conbecerem.
Isso seria urna especie de rapto que
eu faria de minba filha. Tinha idea de pas-
sar cinco oa seis das em S. Lopo.
Seria inconveniencia, Sr. Darantais.
Oinqaerito demonstroa-me que ba urna po-
derosa iodisposigio contra o senhor. Nao
me parece admissivel fazc-lo acompanhar da
forga armada ; se insiste em promover sce-
oas publicas, eu nao respondo pelas conse-
qoencias 1
Isso que me diz, senhor, alllige-me
sobremanera.
Os nossos aldeios sao de urna teimo-
zia incrivel: ba casaes onde se diz que o
senhor foi o perpetrador do atteolado e
ningoem lera o poder de demonstrar o con-
trario. Em ca-a dos Roverins isso ponto
de conviegio, e exactamente nessa familia,
alias poderosa na aldea, ba um rapaz muito
affeigoado a sua filha.
Estimo saber isso,redarguio Emi-
lianoporque, i falla de ontros motivos,
bastara esse para me deliberar a leva-la
comigo I
Muito bem: fico tranquillo nessa
parte.
Tenho a dotorosa experiencia de ama
unio desigual, funestamente succedida, e
devo evitar a minba filha os males de que
soffri. Mraha primeira mulher, mii della,
que tanto amei, era aldei e nunca pode ha-
bituar-so vida de Pars: a privagio do ar
dos campos e as saudades da sua trra rou-
baram Ibe a vida em pouco tempo. Quero
que Marcella seja educada na boa sociedade
e abi qoe ha de procurar marido.
Mas na idade de onze annos em qne
est, parece-me providencia antecipada a
sua.
Nunca cedo para evitar taes males :
deixemos-nos de amores-aldeios; n3o que-
ro genro de tamances e carapuga de 131
Encerrado, pela funesta influencia do ba-
rio de Mnales, n'om duplo circolo de reli-
cencias e mysteros, Emiliano, depois da
sua partida de Pars, tomara, arafim, a re-
soluta deliberagio de sabir de tal estado.
Resoltara procurar os Roverins e participar
a Gervasio qae.se achava casado com sua
rioba. Corentina descalpar-lhe-bia o se-
gundo casamento, qoando soawsse o ver-
dadeiro nome da noiva, e, quando ea Paris
apresentasse Marceis a Clarisse, poderia
dizer-lhe: < Nos oramos sobre a sepollora
de teu pai Jos Roverin e de teo irmiosinbo
Pedro Paulo. >
Desgragadamente a declaragio do agente
do minisierio pub ico, Iludido com o appel-
lido de Lersant, traostornoo-lbe os seas
planos. Emiliano resolveo-so a occollar to-
da e qua-quer lelagio familiar com os Rove-
rias de S. Lopo, e ao mesmo tempo deixar '
Corentioa na idea de qoe soa segunda mu-
lher era urna parisiense da alia sociedade.
Qaanio a Clarisse, imaginan elle nm sysle-
ma completo de negagoes e evasivas, meias
confidencia), segredos complicados, mil ve-
zes mais imprtanos qae as odiosas asse-
cQet dos habitantes de S. Lopo. As pes-
soas i rahecis paralysam-se com fa'sos ex-
pedientes, criara ditficuldades c m ridicu-
los equvocos e por falta de franqueza fazem
a infeiicdade dos eoles que as rodeiam.
0.laudo, inspirado pdo seu bom geoio, an-
tevio o meio do por termo soa falsa posi-
gio, em resoltado da aberla franqueza, Emi-
liano seolio om prazer inefiavel : a sua lc-
trii bavia muito qce andava como enveoa-
di ; a faialidale assim o quitara, mas lar-
coso era um da quebrar-loe o eocaoto. E,
com effeito, para isto bastara orna palavra
bem simples: proferida ella, eslava salvo o
pai de Mirculla. Reiuzia-se todo a di ter
e'le ao magistrado do ministerio poblico
que Carisse ea a fillu de Jos Roverin.
Cmiiano era seqoer se lembrou disao. Tal
a historia volgar dos etpirilos fraeo.. Na
alias regioes polticas sao os horaeoa a-sira
dotados os priacipaes causadores ajas rtvo-
lugo ; nos negocios commerciae enfra-
quecora o crdito com as suas hesitac3es e
fjzam mais fcilmente banca-rota do qoe
qualqaer villio descarado ; no.interior das
famdias, do seio domestico motivam a cada
passo desgragas irremediaveis, e, inf> i z-
meute, o maior numero dos homens
assira.
Emiiiano estava pensativo triste, inquie-
to, quando entrou no carro em Fougres
para ir reclamar soa Giba a 'orentina. As
t Damis Cir. ideras limite extremo da
fregueza deS. Lopo. viam-so ao loogf. Ao
aspecto d'aqaellas collinas, prximo das
quaes passara os das mais felizes da sua
iufanci, Emiliano permaneceu ndifferente ou
antes se Ibe amuveou a fronte ia aproximar-
se do lira da sua digressio,* lioba qoe sus-
tentar ama loia, encasteilava-se na soa ca*
p'idioso teima, ingrata e funesta egide que
nunca preservon uioguem dos grandes aba-
los. Ao deparar coa a pequea viveoda .
onde nascera, onde seo pai e mii haviara
morrido, quaudo vio os campos qoe sen
av, como simples lavrador, collivra e que
elle vender, soltoa om suspiro : foi a coi-
ca demonstrarlo qae manifestoo. Nem ama
saudade da infancia Ihe brotou na alma; as
inquelagoes positivas da actoalidade aop-
plaoiavam-lhe as imagens poticas do pas-
sado, os pensamentos melancolicameate sau-
dosos, todas essas meigas lasoes qne fazem
palpitar o coragao e reentar as lagrimas
dos olbos: as suas proprias inquieUges
foram soffocadas pela intensidade de receios.
Aborrecido de todos e at de si mbralmeote
abatido, pr .fundamente desanimado, sap-
puoba firmar-se eresvalava no ahysmo. Por
volta do meio dia poz p em trra porta
da estalagem do tForcado, donde d'abi a
duas horas devia partir para Fougres i
mesma diligencia : tomou dous lugares de
retorna e dirigio-se immediatamente para a
herdade dos Morgans. Ao transpor a peo
le de Lavignais passou por om joven al-
deio, que, seguido de um bello co preio,
tomou a passos largos a direccao do burgo.
e, segundo o costme da gente do sitio, o
saadoo. Emiliano corresponden saoda-
gio dsirahidameote. Se, porm, Dnrac-
lais nio vergasse sob o peso de dolorosas
preoecupagoes; se, regressando trra na-
tal, viesse animado da expansiva alegra que
busca oleares amigos, seguramente boove-
ra not-do a oio volgar physiooomia do jo-
ven transente: teriam trocado algomas
phrases bospitaleiras, como tambem e uso
entre bretoes, e no som d'aqoella voz, no
sorrir expressivo d'aqueHe rosto bouvera
rsconhecido. seao o irmio de Clarisse, vis-
to qoe o acreditava' morto, ao menos nm
Roverin, om prenle prximo. Todos os
das aquella hora os viajantes que vio de
Fougres para Antrio, Dol ou S. Malo pas-
sara por aquella ponte; comtudo Pedro
Paulo deveria lembrar-se de qoe era espe-
rada a visita do pai de Marcella : neste caso
olbara para traz, observara a direccio que
o estrangulo segua, reconbecendo logo
qae era a da Plantelle. Iofelizmante, porem,
o joven aldeio nio estava menos preoecu-
pado que Emiliano Durantais, porque, de-
pois de urna noute de iosomnia, ia, devo-
rado de coriosidade e impaciencia, effec-
tuar a entrevista solicitada pelo tabelliio.
O tio Ge'vazio tambem passara a noute enr
claro e logo de manbi disse a Pedro Paulo :
Nio falles hora marcada, mea ra-
paz, e logo qoe sooberes a lei em qae tena
de viver vem ter comigo i herdade, onde
te esperarei: ebegada a bora finalmente
de conhecermos as idis de meu irmSo
Jos I
Bernarda desde logo proteslou acbar-se
no seu posto ao canto da cbamra : a ta
Gervazia, como Ibe cbamavam na aldeia, e
suas filbas desdiran) do sexo a qoe penen-
ciam, se igualmente nio formassemo desig-
nio de esta.em presentes ao regresso de
Pedro Paulo; Juliano e Briene eram sufli-
cieotemente amigos do primo para qoe fal-
tassem reoniio. Comoconsequeocia, fie-
do o jantar, que comegara ao meio dia, pos-
to qae estivesse om tempo soberbo e bou
vesse bastante que fazer no campo, nem
por isso urna nica pessoa d' aquella caa
se resolveu a sabir para fra. Pedro Paulo
bavia passado a mabi com Corenlinna e
Marcella, oio se fallando seo'o no pacote
lacrado de preto qae o tabelliio bavia de
eatregar-ibe.
Mea filho,dsse-lbe Corentinaea
bem sei o qae o pacote socorra, Desde
?
oe fui a Pars deixei de partilhar das ideas
de teu to, e. gragas a Deus, abundo as
de teu (.feliz P><- Ordenou elle bora da
morte qoe fieessem de ti om aldeio: Ger-
vtzio n3o se convence de qae leja este al*
tima palavra dlle a tea respeito sa apos-
to que o testamento nio diz outra coas a.
Mea tio persaade-se de qoe o pacote
epcerra urna fortaoadisse Pedro Paulo.
(Continuar te-ha)
^
TYl'. DU UiAHlO -RA O DUJS: %
*
i


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