Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12712


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Full Text
AMO JtLVIP. NUMERA 213
fi
i
?

A
i
UBI i CAPITAL I lfiAUS 0IDI 110 ti PACA POin.
Por tras mezes admitados ....
Por mi ditos idum ......
MUtat'anh idacn/. .'.....
Cada amera avallo.
i I | |
CfOOO
12*000
144000
ISO
TERCA fElftA 17 DE SETEMBRO DE 1872.
PA1A BimO I TOBA DA P10TOCIA.
A
Por tres mezes adiandos ,
Por mu ditos idam. .
Por nove ditoi idea .
Por un vino dem

a.. ......
........

4"
6,1750
I3IB00
MUSO
271000
Propriedade de Manoel Kgroira de Faria & Filhos.
RIVAMBUCO.

*"-
S4o ak*
O Srs. Gorardo Antonio Alvss A ffltaos, no Pr ; Goncalves A Pinte, no Mmnnio ; Joaqnim Jos de Oliveira 4 Filho, no Cear j -Antonio de Leos Brif 1, no krvxtj ; Jlo filara Julio Chavos, no Amo ; Antonio Margne*> a SOn, no Natal; Jos Josr
Pereira d'Almoida, em Mamangoape; Angosto Gomes da Silva, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pecha : Belarmino dos Santos Buido, em Santo Anta; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyaba ; Francino Tavaros da Costa, emjlagoas; Alves C, na Babia; e Leite, Cerquinho A C no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Repariicilo da polica.
1* secc-lo.Secretiria da polica de Pernarabu-
eo, (6 de setetsbiode 1872.
N. 1444. Illra e Exra. Sr.Levo ao eoobeci-
raeoto deV. Exc. que, segundo consta das partici-
{/.acoes recebidas hoja oesia repariico, foraai llan-
tera recluidos casa de deteucao os segrales indi
vicaos:
No da !i do correla, mioha ordam. Mira,
ecrav* de Alvaro Borbalho UchoaCavalcaoia por
aadar f.igida.
A'ordem do subielegido de Santo Antooio,
Kpheoia Mara da Cancaicio, p>r dezordero..
A' ordera do de Sao Jo-, Lonrentim Vitaliai
dt Hallo, [treno em fligranie, pelo crime de fono.
A' crdfra do da Boi-Vista, Manoel Pacheco,
preso em fl .grante, por crime de fehmentos le-
ves. <
No dia 1"', i miaba ordem, Manoel, com sus
peito de ser eteravo.
A' rdera do subdelegado de Sio Jos, Francis-
co Correia, Marianaa de Albaquerqua e Jacintha
Traoanilioa de Fraiica, por desordera.
O sublelegado da vanea. ponlBiio d'esla data,
cuairauoicon-raa que no lagar Torroas, d'aquella
freguezia, Minoel Caroeiro de Laceria ferra le-
veniente a MiooI Frlppa da Silva : ftz o respec-
tivo corpo de delicio e contra o delnqueme vai
prose giilr no; termos da le.
Den* guarde a V. Exc.-Illra. e Eje. Sr. des
emb presidente da provincia.O chefa de polica. Luiz
Correia de Queiroz Barros.
EXTERIOR.
Congreso Internacin t! peni
enriarlo
Veriflcon-se era Lindres, na sala do Mid lie-
Temple, a sessao de abertura do congresso inter-
nacional das prisoes. K nij. Mai'a- senhoras a ella assistam e ootavam-
se horneas eminentes vindos de piizes esiran-
geiros.
Eslavto representadas a Blgica, a Saissa,
Franca, a ('alia, a H'.soaiba, a Austria, a Allema
nha, a Russia, a Sueci, a Turqua, os Estados-
Uaidos s o Chile.
Pre-i lia lord Caroarvon ; prximo delle e.Mava
lori Hurowby, lord Licbfleld, sir Jobo P.king-
ton, sir Charles Adderley. o Dr. Manniog, o arce-
bjsp) caiboco romano de Waslminsler, e grande
traaero de msmbros d > parlamento, de magistra-
des e jurisconsultos.
Abri lord Canurvon a sesso por um disenrso,
que 11 applaasos por vezes iolerrompe/am. Ex-
poi sm primeiro lugar os intuitos da i&oferencia,
qa8 viclum a ser : -Comparar os dilfirentes sys-
fiB%* **l>fr,5es nos di ver os paizes ; dwentir os
priMipiose as particularidades desasa f ystemas ;
e ebegar, se tanto fo se pfsiv.?l, a oaclusdes ge-
raes.
En segarla passou o orador em revijia os js-
samptos sobre es qn.ts seria chamada a atleacao
do congresso :-* le criminal, o processo :a
lei criminal, o procesn, a policii preventiva, etc.
Ealraodo na que-tao do castgo por meio da pri
sio, expoz a necessidade de imprimir a e:-ta pina
sevendade, a-m esquecer o aproveila la refirma
moral !j conJernoado ; por um lado sati.-f.izer
um levar para corneasotiedade, pelo outro um
devsr para CDm^rnossos semelhantes.
Segando o orad >r, o truballi) dado &> encar-
carido ni> diven. ser escolhido na razio da<
vuiiageos qu i priso dalle ple tirar, nem por
cer do agr Jo 1j presj ; d;ve elle ser por si mas
ino oma punido, e ao eacarcerado nao deveria
ser permlti! desfructar uid bsm estar a que um
honesto operario d5j pode atlingfr.
Toaoa em s gaid a palavra lord Ilirrowby,
e propi, em nome dos triboaaes de ja-ti?, dos
magistraJ > e de lodo- es membros d) congresso,
um vol de sa.-firiii pela feliz chegsda dos es-
traogeiros de diversas parles do mando e presea
tes aquella sesso ; e de dirigirem l rabera felici-
tagOes ao propno congresso, qne eslava lao com-
pleto, e coota representantes da qnsi lodos os es-
tados civil isad).
A m';n f>i adjplada. Aps o que, foram vo-
tados agradecimeoloi ao presidente, e o coogres
so se adioa para o dia Inmediato.
Na segunda ses5o, a qae presidio o Sr. Winus,
ora dos delegados dos Euados-Uaidos, immedia-
lamenta ealrou oa discuti das qu;-ies prali-
cas. Moitos delegados allemes, dioamarquezes,
suecos, hj!bnd.'z;s e belgas fallara inglcz e tra-
duzera em allema i e era francez as observado;s
que sncces.'ivameote se prodnzem.
A prime ira quostao submellidt deliberadlo,
foi esta :
Q jal deve ser o numero minmo de eacarce-
radosouros condemoados deudos em ama ca-
deia ?
, A este re?pcito os pareceres dividirara-se. Sob
o ponto de vista Qscal o grande numero reco-
obecdo como necessario. Sob o ponto de vi.ila
da vigilancia, da hygiene e da moral, prefenvel,
segundo o vol de amitos membros respeiiaveis,
nio encarcerar mais do que 500 a 600 individes
en um f estabeleiimenlo.
A segunda questao foi esta :
< A classi!lca(io dos presos s'gundo sua m ira-
lidade, dave ser considerada como base principal
. do syslema peoilenoiario ? >
Resolverse na questao afflrmalvamente Mr. E.
da A'inger (Baviera).
Mr. Stevi-is nega a possibilidade de urna cas-
siftea^io moral.
E'controvertid) este ponto entre mullos orado
res. O bario Uollzanlorff sustenta com firmeza
que, sem classiQcaQio dos criminoso!, nao ple
esperarse reforma aignraa era sna moralidade.
Depois fui apresentad) o quesilisgainte
i O systema penitenciario (tufe ser regulamea-
Udo por acto legislativo ? >
Mr. Moni. Mr. G. W.Hastiog e Mr. Barden
(Belgi-a) declaram se favoraveis di regulameola-
cao por acto legislativo dos principios geraes, sal-
vo o deisar a pratica a applica;ao, faealtaulo aos
directores urna cena lattituR
O segualo ponto referia se forma de instruc-
0o que devero adquirir os empregados das pri-
*0es
O onde Maekie contrario a orna instrneco
especial. Craqueos n ornen* de moralidade de-
presas adquire n os ecnhecimenlos especiaes, que
Ihes. si) ne.'.esjatios.
Oaiaa Mr. M raatt porque a promoQao entre os
empregados deva seguir os progresis dos mes-
aros empregadof. Pensa qae os governadores das
prisoe* devora ser procurados entre os officlaes
do ex jrcto e da marinha,
Saccessivaiaente se abre o debite acerca desre
ponto :
Os ca?t gas cirporaes devem ser admitlidos
no lyjleraa penitenciario ? >
Negativamente se pronuncia Mr. Steven*.
ao contrario, o capitao da Casse, gstenla que
os eaatigos corporaes, postos em pratica desde o
principio do mando, sio necessarios.
JEiptiea Mr. Monatt, por exemplo, qae i (acal-
dad* conf*ril.i aos directores ds cadeias na la
da, o> Dfliair castigos corporaes, quaodo um
ratUMQlo a oral impotente, prodtu eLeiioj sa-
r almillido como pena?
qae naiaren dave ella
lul\re'. O terror do talego lez-tesrescar o nume-
ro dos crlmes contra as pesso.
Cinsilera taoibaro Mr. Aspoll i*pnai corpo-
raes como nacessarios.
Em sentido opposlo opina Mr. SteiMtfcM.
A subiequenteote questio a tratar era :
A qae genero de easioo diveni ser os coa-
d'mnadns suometldos, e qaaes devem ser os seus
limites ? -
E' de vola Mr. Steven?, que o easioo deve com
prebender a leitura, a es ;npta, etc., a islrucco
mq.ral, a instrueco religiosa e a iastructj inJus
trial ; alten lendo menos ao provflio que o esta-
belecimentd disso possa tirar, que o f iciliiar ao
condemoado o volver a sociedade e tornar-se h)-
mem de bom procadimento.
Os '.rabalho* proseguir t na oulr conferencia
presidiado a ella o bario H)!tzendorf[, um dos de-
legados allemes.
O eonie de Foresta (Italia) apresantou a se-
guala quesi) :
* O degredo deve
No casa afflrraativo de
ser?
Approva Mr. de Foresta o syslema inglez neste
ponto. Allljura se-lhs que a p-nado Jesiorro
cam trabalOo fornido, efn penitenciarias as colo-
nias, justa, til a conveniente para os reos ful-
mioados por coademoardes perpetuas ou de looga
dura gao.
E' de vo'.o Mr. G. W. Hasliogs, que o system de
degredo j nais deveria ser restabelecido em logia-
Krra ; ad oiri so qis os delegtdos naja o lavan-
talo esta qaesiio, qae nida tem cora a dascipliaa
das pnsoes. Eraquiato o systema de degredi vi-
gorou era Inglaterra, a disciplina penal ful desea
rada. Fui snaaie desda o dia em qae Qcoa abo
lido que os grao les aperfeicoamenlos as prudas
ingiezas comegaran.
A discussio sobre este assumplo conlnuon, e
muito oradoras nella entraram.
O coronel RateliTexpde que quandoos condem-
nados em laglaierra^eram deportados para as co-
lonias, o tratameolo a que erara subroetii^os nao
prestava para reformar Ibes a moraliiada e dar-
ibes ama instraccao qae podesse servr-lhes em
cida nis pri53s de coloota pareca ao coronel Ri-
icliff raen cer una seri atteacii.
A discaio deste assum.vto foi adala, para
mais tarde se tratar delta.
O conda de Sjllohtib ( Russia ) eslabilece a
igainte qaesti :
< O castigo que consiste ns privadlo da lber
dade ( a prisao ) deve ser uniforme a nao diffarr
em outra cansa al n da sua duragao; ou deve
admittir moitas especies, diversas u ms in oatr tanto pela denominaQiocoma pela disciplina? >
Pensa o seu autor que urna priso deve ser go-
vernadi como um hospital de daeoets e pertur-
baetu moraes, para o eocaminham'ento do con-
daranalo a sua reforma e a sua reeairada na so-
ciedade. Exprimes opio'io de qae se nio tem co-
gitado osmsios inBeeotos para forrar ao desaire
le am encarceramenlo preveelivo aquellas que po-
dsm ser recaahecidos como innocentes e qua de-
vari, m asr iadamai9adj3-4* grajuiz-j qaa Ih. *
sarara. Os presos antes e depois do jalgameato
devem ser pastos em eslabelecimsalos diversos e
sujeitos a um trataqento completamente diverso.
Esta questio que nao nova; foi tratada palo
condecore-la e ontros delegados : foi adiada.
Tereeira questao :
Nio devera admittir se, para certo3crimes que
nio denoiem grande perversidade, um genero de
prisio consislinJo smenle na privago da liLar-
dado, sera algara contacto cora os oulros preso e
sem obrigacao do trabalho ?
Deste qaesiio autor o conde de Foresta. Sus-
tenta elle que os condemnados, priacipalmscle a
gente moca qae levada zo crime pela paixo, de
veriara ser separados dos criminosos por habito, e
qne bastara para ellas a simples privaco da li-
berdade.
E' de opiniio Mr. Moele, qae nio se poderia in
ventar cousa peiur que a de deixir os presos na
occiosidade.
Fochoa-.a e dbale aps ter sido ouvido Mr.
Chaodler ( Eslados-Uaidos), o coade Vlaadimerr,
o Dr. Mar juardsen ( Allemanba ), e Mr. Aacrin
( Inglaterra ).
O conde Foresta submelteu anda oulra qaestao
ao juizo da assembia : E' possivel substituir
as pnsoes do breve duracio, e o nao pagamento de
mullas por trabalho obrigado, sem privagio da li-
berdade ? E' sua opimo que os individuos con-
dsmnados pequea prisio por nao pagamento de
mullas, deveriam ser coudemnados a um trabalho
qoalquerde dia as prisdes, ou a trabalho publico
(ora das prisoss, em ordera a suosiituir as mulla
por um certo valor en traballn, e nio arrebatar
a suas familias aquelles que sao o seu amparo,
E' de voto Mr. Sleveos (Bslgica ) qae seraellun-
te systema apreseseniaria muiias dilllcaldades, e
que nelle deixi de encostrar se alguna elemento
de peaalidade.
Sr J Bow.log (Baronei), Mr. Collins ( magistra-
do ), Mr. Sailohub e muilos oulros delegados to-
mara a palavra sobre esta questao.
O presidente encerra o dbale, observando que
na IVnssia o trabalho livre exigido para substi-
tuir o nio pagamento de certas multas, e com o
mais completo resultado.
O bario de IloltzsuJorff eslabelece a quinta
questao :
A privaco da liberdade ple ser inflingida
perpetuamente ?
E' sea parecer qae se a pena de morle fosse
abolida, as peoai perpetuas, como conseqaencia
natural devenam snbstiluil-a. A esperaoca deveria
serapre co-exis'.ir ao la lo do medo, de maneira que
um preso, mostrando sincero arrependimen'.s e
cooduzindo-se bem, podesse, depois de am certo
numero de anoos, reentrar na sociedade.
Relargne Mr. Cbandler, que no Missouri os con-
dennadisque se portara bem, sao restituidos a
liberJade-, Sfi-n-psr444 de quinze annos.
~ Mr. Haynes (Estados-Unidos) carecteris a de-
tencio perpetua cono endent a destruir toda
esperaba naquelle em quera recabe.
Tanto Mr. Moetecomo Mr. Stevens parulnam em
geral da opiniao de Mr. H illzendorff.
Approva Mr. Vau:her Creraieax a pena capital
como meio preventivo,
Expoe Mr. G. W. Haslings, qae nio exi;te em
Inglaterra nada qae se iguale ao encarceramenlo
perpetuo, se bem qae o jaiz possa, na sentenca es-
tabelecer esta pena. O governo habiiuaimeoie
conmuta esta pena ao condemnado qae se conda-
ziu bem dorante um certo numero de anuos.
Mr. W. Croflo aprsenla esta qaesiio :
Qaal o melhor modo de ommatar as penas
e de livramento condicional ?
Mr. Crofion aoprov o systema de trabalhoj p-
blicos e de nm classificacio progressiva de tra-
balho, am logar de prisio temporaria.
Mr. Ctianeller faz grandes elogios do tyslema
Crofion, tal como elle applcado na Irlanda.
Mr. Tallaek, Mr. Eslevets e raaiio- oulros dele-
gados preconisam as vaatagons do syslema cel-
lular.
O capilo Di Caise, diz qae as pnsSss ingiezas
pode gaohar jus a soltura por seu bom comporta-
ment.
O debate da qaesiio u;oa adiado.
D 'poh da leitora de um escripia de Mr. Baker,
acerca da vigilancia sobre os .que termiaam o
tempo de prisio em qu3 foram condemnados (al
como ella existe eoa logliterra, foi a sessia levan-
tala.
Damos j conta da sessia em que se inslallou o
congresso la'emacioaal das prisSes ; agora. pro3e-
gniremos a narracio sobre o que se passoa oas
iramedialas conferencia1.
Os trabalbos cooiiauaram a realisar-se na sala
de Middle Temple, em Londres. Presidio Mr. Has-
tian, na segnada conferencia.
Pedalo a palavra Mr. Bruce, ministro de esta-
do da pifia do remo, foi acolhilo pela asaemUlea
com vivs acclama^des.
O syslema de desierro dos criminosos, disse o
orador, leudo cassado de ser applcado, poder se
hia ter recaado ahgmento no numero dos crines
em Idgla '.erra, era conseqaencia do numero de
oondemnajos postos era liberdade no paiz. dap'is
de lerem curapritios a sua pena. Em lugar dme
resultado ha dmiiuuifio, como todos os directo.es
de cadeias polera testificar. O system i de refor-
ma applicado aos preso i, nio tmame sob o pon)
de vista moral, sanio peio easioo dis artes inias-
triaes, tem produziJa os malhores fructo1. O ora
dor contato qne o governo, como se tem dito, seja
indHarente aos iratuihos do congresso, e qae se
recose a foroecer-lha ai atorraaces de qui elle
dispdd. E' iaie:rameni3 o contrario.
E' verdaia qne ao governo se afguroi qae se-
ra mais conveniente nr- lomar parte activa oo-
trab hos do congresso ; mas elle deseja dar aos
delegados as mais completas informacas uffl "taea.
Proceda donde proceder a dimiomcio do numero
dos erimes, nao so deve adormecer sobre a certe-
za que disso se tenba; ao revez, earapre redobrar
de telo e de vigilancia.
Os delegados votaram unanimamnte agradeci-
raentos a Mr. Broce, pelas declaAcfcs que fizara
e pelas facilidades que offereccu a lodos os dale-
gados qaa quitessera visitar as cadeias do governo.
, Mr. Peierseooe (Baviera) apresentou a seguate
questio :
< Os condemoados por motivo de reincidencia
devem sar sujeitos a um tratameolo mais rigor, sj
qae em sua primeira conderana^o? Poa-a que
o irataments disciplinar deve ser proporcionado
ao grao i demento dos culpados e qae se dsve
deixir aos juizes o cuida io de determinaren) a pe-
nadla le, qae deve ser applicada a cada caso em
pan cular.
Mr. Pleese Mr. Stevens esto oonvcncidoi da que
la brandara na applicaci) da pena, tem raiis pro-
babilidades de bom resltalo qua a severidad*.
O Dr. Giilaurae (saissa) da voto qae em caso
1 i reincidencia melhor eslabeiecer peoas de loo-
ga duraca, qua penas breves com aggravaces,
taes o-omo a dieta, qae por eonseqoancia reenviar
sociedade individuos, cuja moralidade se nio
raelhorou ecuja sala ss enfraqoecen.
Ao cjnie Foresta (lialia) parece qae esta ques-
tio antas de legislarlo, que urna de di-ciptina de
prisdss. a peoalidade ha am grao, que se nio
ple ultrapassar, sera descambar em crueldade.
Mr. Butinglr (Estados-Uaidos) er qae um de
ver para com a sociedade preveoir os erimes por
nejos demasiado severos, para que os eriminosos
pade^am.
Mr. Ward-Howe (New ork) de opposto pare-
cer ; que am tratameolo branJo e misericordioso,
40. (.rodatir oa caloado_nj effaiio salatar e du-
ravel.-----------
Mr. Robio, Franca, declara em conforraidadecom
a sua experiencia, que 03 rigores e os ca tigos as
cadaias sao adverso: aos principios christao*, e que
o tratamsnto dos criminosos deve ser baseala sa-
br esses mesmos principio?.
Mr. FredarlcoHiel eslabelece a seuuinte ques'i:
c O trabalho na orisio deva ser puramente pe-
nal oa deve ser industrial ? Este assampto da
lagar a ama disca-.-o demorada e prctixa, na
qual o coronel Clow I se pronunciava contra o tra-
balho paramente peu-.l.
Misa Carpsnter, note-ss que assenharas tambem
formavam parle do congresso, provoca Siieastio.
acerca deste ponto :
Qial o tramcaio qae deve girar resultados
mais satisfactorios, relativamente aos coniomailos
juvenis ?
Mr. Pool (Obio), assema em qae para os coa-
detonados da verdes annos, do traiamento suave
que te alcanzara resaltados mais proficuos.
Muitos oradores afBrmam os.exc3lleates resul-
tados das escolas iudostriaes.'
^A dicussa deste panto fot con'inuada na ses-
so segrale,
Miss Carpsotor expi pariiealaridales interes-
santes a respeito das escolas de .reforma e da in-
dustria em Inglaterra.
Mr. Bruce leu urna nota robre as escolas indu3-
triaos de New York. A institucio da que fa'la lera
eaviado 2,00 chancas s familias de oeste, fartan
do-as por aquello molo ao vicio, ociosilade e ao
crime para as dar a nlaitria ao trabalb >.
Mr. Hiwadi esclarecimeatss anlogos referen-
tes ao Obio. '
Mr. Buxoiso, alia lindo ao discurso de Mr. Bro-
ce, Ihe dirige algunas iotarrogacoas. O tempo qae
passam as criancas no estabeleeimeoto de refor-
ma (Reformatory Iastitatioo) de New York, spro
xiraadamente da ss s mezas, termo mais breva, que
aquelie durante o qaal as changas sio detldas nos
esiabelecimentos penaes de Iaglaterra, nos quaas
ellas raramente passam menos de doze oa dezoilo
mates. Sisto exacto, desej elle sabsr se o mais
breve lempo di detencao procede das eircumsian-
clas peculiares que na America tornara miis fcil
dar emprego aos rapazes.
O presidente explica que existe na America ama
circamstancia mni propicia i ia:inuic,o da refor-
ma dos menores. No oeste ba am constante pe-
dido de rapazas e de raparigas manares, para tri-
bal boa qae Ibes sio proprios.
Mr. Aspinall, magistrado em Liverpool, presta
toda a sua approvacio as escolas de refirma.
Mr. Maridilh pergaota que caramio tomara nos
antros paizes os futios dos preso?. Raspoadem-lba
que em Alleraaaha essas criangis que Qcam em
abandonj' sao entregues aos cuidados do estado,
como se nio tives^em pais. E>sas changas sio con-
liadas a.farnlias; existmdo nm syslema de aspee-
(io, para as vieitar a espieos.
En urna das tres sec(des dos eonraissionados
e dos delegados, a qual era presidida por laly
Bowriog, raiis Carpenter expoz qne, sem exigir
para as mulhares os trabalbos qae pertencem aos
homens, n 1 entretanto, lado qae diz respailo a re
forma das mulheres condemnadas, deveria ser
commeilido a mulheres. Di mesma forma do lo-
cante s chancas. Os condemnadas impberes de-
veriara em parte ser cndilos i sai vigilancia ou
iospeego. Era todas as prisss, disse a referida
seobera, deveria ha ver inspectoras. II1 sem duvi-
da dffieuldade em realisar esie syslema ; mas oa
Irlanda foram vencidas, e portanto igualmente o
devem poltr ser em Iaglaterra. Da3crevau o sys-
tema adojtido na Irlanda: tem elle produzido boos
resultados. E' ainla fcil, accresceatou, conse-
guir a reforma dos honans qae as das mulheres
porquanto, os borneas, sabinda das prisoe*. tem (a-
cilidade em encentrar trabalho, o qua nio aconte-
ce s mulhaaes : e-tn s no traiha domestico
polem encontrar occopacio, mas as familias dio
se admittera mulheres sihidas da cadaia.
Reconbece que as mulheres condemnadas sio
geralmeote peiores qae os borneas ; e accrescen-
tou : mais vals dize-lo, que occalia-lo. A razio
que adduz para comorovar o acert, qae as n,-
Iheres qnando se afastam do devar dio urna qala
mais completa qae os bomsns. Para estes anda
possivel a rebabililaeao, qoaodo para as mulheres
deixou de o ser. A'.n do que, ba na sociedade
repugnancia em encarcerar ama mulher; por
so qaa s as mais rnins sao mndalas para as
prieott, Para influenciar semelhinlis nalureu

neef tarto moita paciencia e braodnra, juntos i A. Qainteiro m
"I? r+JZ*? \ "Perjeci- A Resumo da votaco das rYegnetias flo Racife,
L m Iue,' MU d? Perf?110 *ccro com as Santo Anioni... S.Jos, Poco da Pioella Cananaa
op.n e* afflrroadat por M.ss Cirpenter. Varzea, Mur.beea e L.uraneo LaPan"a'
M aais Hwi e L-wj tambara propuj;n,-.ra Oommeodador Reg e Alboquerau
pela iaatieecao das pnsoes ser coeflila i e- Dr. Bento J .s da Costa
Db,0,r*s- Toeodoro Machado
Mr. gratar aprsenla esta motao : Qie na D\ M-seoso
a.naiii 4a *4MBbl!a, o eiad> na lina Mw ialoi Inte Pimt das Nev?
quaofo es|ra ao seu alcance para assegurar ao Jerony%io de Soaia Leaa
Jjo da Caoba Soaras Gjimarias
condemnado (nomem oa mulher), aps a saa sol
lurs, os meios da volv r ao caraioho da urna vida
honraos. Fui adoptada esta mocio.
En una das on'.ras saecas, uiscutia-se o ml-
rilo ios doos principis sysiemn em pratica na
actnalidade :O systema cellular na Blgica a o
sysuata progressivo oa Irlanda.
Coaba a Sir Watter Crofion a (azar a Jescripcio
do sj t8ma qua elle implaoton na Irlanda, no qual
o ai go systema de encarceramenlo em commum
* a'i calo ao systema da separacio di< presos.
Na aesso presidida pelo D.-. Manat, tratava se
das 1 'is5as da India.
Mi M matl f ii inspector geral das prisSas de
"eog la, lea ama nota com raaitos desenvolviraen-
tos & tora s prisa*as da lata e prestou nanitas m-
(orm e5, tanto sobre as mesruas pnsoes, como
sobr 01 praoj.
O ir. Grey lascrevsa as prisias de Pemqab, e
narren a especie de trabalho qae elle poz all em
execneio ; eslava de aceorlo com o orador qae o
preceleu, sobre o ponto da ae as pri'as da India-
na, administradas no meio de difflculdades mu
grandes e excepeionaes, team prolazilo resultados
extremaraente saiisfatorio>.
A (eicio proeraioeate do system-i adoptado con-
siste em aivorar os presos que se piriam ban em
guardas, dos demais presos; de lodos os guardas
sao estes os mais exactos. Assegnrou qae este
systema tem lido bom xito.Qus cnsloiiet tpsos
enlodes t
Nio ni qae recelar disto, porque os condemna-
dos encarregidos da guarda dos oulroscondemna-
d s serapre leem sido eapazes di se guardar a t
proprio*. Os presos atsira empregados sio tratados
por otdi diverso qne seus camartdas ; o susten-
to e o falo sao guies ao dos guardas, e sio aloja-
dos a parte
O general Fmsbury, goveroador da prisio peni-
tenciaria de Albany (New-York) fez a historia
de-la prisio e relalou qdal fura a saa administra-
qo. Si ama prisio para os dbelos da secun la-
na gravidade. Os presos esli sujeitos aos syste-
nas combinadosce 11 lar e di vi la commum. O
general informa tambera qae a: prisoes de New-
Y-.rk lio administradas sob o ponto de vista poli-
llo, e, nesia pane, nio faz ella e seu elogio.
O domar Wraes di tettemnnbo de qae os Esta-
dos Unidos nao possuem prisoes qaa depeidara do
governo central. Ser-vea se das prtoss dos esta-
dos particulares : o tornero deslas pouco mais
ou renos de qoarenta. As tres prisoes de Nsw-
Yo'k sio em Sing Sing, Aubnra e Clinton.
A grande iifflealdade da direcQio d'ellat provm
da quejas aoraescois dos funecioniras sao nego-
cio p .finca, mal esta ao qaal se epera aera dado
nmj^^HjtMfidar concia* relerindo que ha es
qnaes reebem pfesns das cadefa? visinbas, porm
qua nao se appeflidaO caleias.
Mr. Cliodler (le lasteda Pansylvania) fallou a
favor do systema da>separacio qua protgeos
presas arrependidos, do contacto com os presos
iraeeai lente*.
O reverendo Mr. Su'livan descreveu o systema
das prisoes da Indiana.
Mr. Miiliogham. qne representa a parte occi-
deutai da Pansylvania,. di testeraunho de que
oe le districto sao adversos ao systeraa da deten-
510 isolid 1, qua se pratica ni divi-> de leste, e
contesta aexac'.idi) da certas pomoi qaa encer
raro as iBfonr.icoes dadas por Mr. Cbandlar.
Dz o orador que ai parle da estido i qual elle
pertenca, o systema consiste as recompensa1; pro-
gresa* vas em proriirio do trabalha realisado.
O capitio Di Cassa explica o systema das pri-
-:s ingiezas. Nio tem fe nos sy-lemas em si mas
noos ; mas tara conQmca na direceo das prisoas
cairegoa a liomans intelligantes. Eatrou em des-
envolvlmeotcs refereoles ao systema que consiste
na prevengo do3 primer, pelo modo do castigo ;
castigo que se cogita harmonisar com o systema
reformador ; e desbreven mu cabalmente as diffe-
rentes phises da vida dos presos.
A sessio do encerrameolo do congresso varia
con-se a 13 de julho, sob a presidencia de Sir
Jobn Pakington. E-tivi numerosa a assembta,
anda que se nao traiava mais do que da entrega
dos diferentes relatnos de cada seccio ; os mem-
bros dj congresso lestemooharara at o derradeiro
momelo o ioleresse que baviam tomado na missao
que all os congregara.
O presidente dirigi ao congresso fel nlacoes
pela maneira por que elle ebegou ao termo de seus
trabalbos ; e convidoa Mr. Bournat (Frang) a
apresentar o relatorio da sessio em que na dis-
cussio se falln a lingua franceza.
Mr. Powal, de New York, seotio qae antes da se
encerraren) as sessoei, o congresso nio boavera
diseuiido dais importantes qaesies, a da pena de
mirle peio crime de homicidio, e a peoa pela pro-
pinacao di bebidas toxicasiflra de se determinar
em que extensa > ellas contnbaem para e incre-
mento da crimioalidade. Propaoha conjuntamente
ao coogresso i prerogacio de seus trabalbos, em-
pregando dons das pira discjtir estas ques 5is.
Observou, porm, o presidente, qae essas untaras
nio se eomprehea liira ao programma.
Apresentou Mr. B rarnat o seu relaiono, 00 qua!,
se di conta, por forma ioteressantissima, das dis-
cusses qae era francez se realisaram. Damora-te
largamente- no tcame ao mrito relativo dos d 'T-
renles systemas di pnsdes, e consigna elogios a
Mr. W. CroftO, ao capitio Da Cssse, e a Mr. Este-
vens. Por ciusa de sua exieasio, o relatorio nio
pode ser lido al o n ; deedindo o congresso
qae elle fosse impresio, e iaclaido as acias de
suat seisaes.
Tomaram iucce3sivamenla a palavra Mr. G. w.
Haaiings e miss Carpenter, encerrando-sa o con-
gresso por um voto de louvor dirigido ao presi-
denta e ao governo ingle, pela benevolencia que
dispemoasos delegados estrangeiros.
Oj mmbros do congresso, ames de volverem a
se3 respaclivos palzes, visitariam as prisoas de
Iaglaterra.
lllll
3795
3W
san
78I
S7
61i
6I3
21ii
2088
t8n
1850
1761*
lili
1134
972
766
719
671,
664
503
50i
PUNAMBUCO.
EVISTA DIABIA.
MUNICIPIO DO RECIFE.Recebamas bantem
o resaltado das segrales fregueiias, na- qaaes
obliveram votos para vereadores :
Freguezi* da Varzea.
Coramaodador Rago e Albaiuerqiex
Tbeodoro Machado
Dr. Beato Josta
los Pairo das Naves
ioi Cesario de Mello
Dr. Moseozo
Caetano Cyriaco
Joda Canha
Minias Rapoto
Gameiro
r. PJtaga
^^Hho
Jerooyrao de Souzi Leio
Beilarrnino do Rago Barros
Vicente VUIat-Boa>
Loyo Filho
Gameiro
Balarraino do Reg Barros
Or. P.iaog*
Martina Raposo
los Cesarlo de Mello
Gaetano Cyriaco da Costa Morara
Dr. Angelo Henriqaes
Padre Mello
Manoel Joaqnim Ferreira Es'eve-
Major Qainteiro
Mijar Salvador
Vicente de Paula Oliveira Villas Boas
Dr. Nabar
Dr. Villas Bis
loo Francisco do Rogo Maia
PRO?E>SOa PUBLICO.Por portara da presi.
deocia da provincia, de 14 do crreme, foi nomeado
ioio Valentim do Amaral para regar interinamente
a cadeira de instruccio publica primaria da po-
vozqo de S. Vicente.
TRaDA DB FERRO DA VICTORIA.Por
portara da presidencia da provincia, de 14 do cor-
rente, fi prorogado, i requarimeuio do Dr. Benoi
Jos da Costa, emoretario da estrada de ferro do
Recita eidade di Victoria, por miis um anno os
prazos fixados anteriormente para comeen das
obras di mesma estrada.
JURY.Foi baulera submeltJo julgamento o
ri Jos Francisco dos Res, pronunciado do ari.
*M deGod. Crin., por lr no dia S de julho do
aaoo passado farilo ao arelo Manoe', africano
livre.
A' vista da resposta do consalbo foi jalgala pe-
rerapta a accio, e posto o reo era liberdade.
F-zaram parte do coaselho : Antonio Jo.- Leal
liis, J lio Lun Vctor Lieulier, los Joaquim da
Coala Fjjz-s, Joio Pedro de Jeius Malla, Amonio
Alves Barbosa, Jos dos Santos Ligas, Francisco
Joaquim dos Sanios, Dr. Francisco G ornes Parante,
Sabtstlio Lopes Gutmariea, Jos Elias de Olivei-
ra, Ulysses Cockles Civalcante Mallo, Dr. Joio
Ferreira de Almeida Guimaraas. '
AR3EMATACES PROVINCUES-Parante i
jaula da tbeeouraria provincial vio praca : a 19
do crrante, o (oroeciraento de aliraentacio e
dietas aos preso di casa de detengao, pelas tabel-
las publicadas no logar competente; e no dia 26,
o imposto do pedagio da barreira de S. Joio, av-
llalo ero 3:1401000.
SANTA CVS A DE MlSERiCORDU.-Esu cor-
po-acio contrita, oa quinta-felra 19 do crreme,
o Urnecimenlo de gneros alimenticias, de carne
verde, ds paoe bolacoa, e de asaacar, no trimestre
de outubro a dezembro prximo viodsaro, pagan-
do mapsalmente i diobeiro o valor dos ganaros
O fornecimento dos gneros neces-arios aos esta-
beleciraantos pos cargo da Santa Casa de Mze-
ricordla do Recifa, eleva-se a cerca de cem cornos
de reii annuaes, e por isso e sobretodo pela van-
lagem de ser elle pago meosalraente dinbeiro,
tem feto nos uitmos lempos com que alguma--
casas iraporialoras coneorram licitadlo, aoi
mando assim esse ramo de negocio outr'ora quasi
monopalisado em mi da don* ou tras, por causa
de serem es pagamentos, adiados inuilo lempo,
com grave prejuiz>, nao s p ra a SaolaiCasa, como
para os (ornecedores. -
A licitagio franca e a joma administrativa de-
sej a maior apreseotacio de concurreBtes.
TRILIIOS URBANOS DE OLINDA.-N0 da 24
do correle, as li horas da larde, deve ter logar a
assembli geral dos accionistas desta empreza,
aiira da pro-egur a discassao da reforma dos
astalatos.
IJERIMENT LEVE.-N0 logar Turrdas, da fre-
guezia da Varzea, Maaoel Cirneiro de Laeerda
farin levemente i Mano-I Felppe da Silva.
MUNICIPIO DO B.tEJO. Foram eleitos verea-
dores da cmara municipal respectiva :
J .s Alves Marinbo Falcio 800 votos.
Jos da Silva Amara! 790 o
Jos C ordairo de Souzi 780 >
Antonio Rodrgaos Lima 770
Leomtlio de Oliveira Mello 760 >
Joio Baptiata do Reg Maciel 750 1.
Izidoro Ci val cante de Albuquerqae 740
FREGUEZIA DO BREJ).Foram eleitos juizes
de paz :
Districto da matriz e villa.
Joio Marinho F. icio 310
Gemioiano do Rogo Maciel ,301
Joo do Rago iMiciel
Teoeote-coronel Francisco Berenguer Getar
de Aodrade 280
Districto de Carapatos.
Rufino Demetrio da Paixio e Silva 330
Jos Alves da Cruz Azevedo
Manoel da Silva Jordo 210
Manoel Biplisla Torres 215
Districto io Poco.
Bellarmioo Jone da Silva 1 145
Antonio Rodrigues Lima 140
Jo- Amane 10 de Lima 135
Joio Baplis'.a de Mallo 130
Districto da Taboca.
Jos Cordeiro de Souza i 25
Joio Jymes Manas Chaves 120
Amonio Cordeiro Velloso 118
Minoel Cordeiro de Sooza US
Districto te Jurema.
Joio Jos Ribeiro de Moraes 95
Jos Leopolno de Ponte?. 90
Joio Baplsta Cordeiro Misseno
Alexandre de Brilo Torres Gallindo 80
DEPUTAD03 GERAES.Damos era seguida
ama rectieacio, que nos foi remeltida polo nosso
amigo o Sr. maj or Francisco Ripbael de Mello
llego .-
t Srs. R-dactores. Peeo-lbes que, como rectift-
eacio ao que se l na toa Revista Diaria 'de boje,
consima que pela sua folha declare, qne nio son
candidato na eleicao a qae se tem de proceder
amaahi.
1 Htvendo desde o dia 12 do corrate me reti-
rado do pltiiio eleitoral, cedendo o lagar qae pre-
tenda no 4.* districto desta provincia ao raeu
amigo o Sr. Dr. Augusto Frederico de Oliveira,
atsim o eoraroaniquei aos meus amigos d'aquella
districto, pedindo-lhes qae deem ao mesmo Sr.
Dr. Oliveira os votos com qae pretendan) honrar
me,- eertos de que nio diminuir a graiido em
que me acho para com tiles, pelas constantes e
mereio acaba da ser momeado agente da leilSea d#
oossa pra^i o Sr. Antonio de Pinbo Borges, em
substiinigao do fallecido Francisco Gomes de Ol-
veir.
O Sr. Pinbo moco de eonhecimentos, e tem
precedentes boorosos, uiier como erapregado no
commercio, quer como preposlo daqaelie i qaetn
agora snbsiituio. '
Dando em segpda a aua circular, recommenda-
lo aos nossos leilores:
t Peroambuco 16 de setembro da 1872.-Illm.
Sr. Teodo sido nomeado pelo roer (Usmo tribu-
nal do comnercio agente de leudes desta prac,
a, animado pela experiencia e pratica qae lenbo,
por ja ha ver exercldo esse lugar na qaahdade da
prepoito do fallecido agente, Francisco Gomes da
Oliveira, teobo a honra de pdr i dispasieio de Y.
S. os meus ervic,os,cerio de que nio ponparei ei-
forcos, afim de dar -prompia e fiel fxeenejto a
quaesquerordeus tendentes miaba profisso, com
que V. S. me honrar.
Son eom toda a estima e considero.De V.
S alenlo venerador e criado.-Antonio de Piafe
Bures. >
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO S.
FRANCISCO.Esta va de commanicacio, no pr-
ximo (Indo mez de agosto :
Renden.........41:997*390
Deapenleu........32:316*364
Deu de saldo........9:680*826
A rrhe/i-o entre a despeza e a receiu foi de
76,94 por /
No mesmo mez traositiram na liana 16:260 l/i
passageiros; e foram transportados: 54:606 kilogr.
do bagageru; 3:128:648 kilogr.de mercaJorias; e
379 animaes.
as merca tonas esli eomprehenidas: 173
saccas de algadio, pesando 13:72tkdngr.; e 5.-93X
saceos d-1 asucar. pesando 451:298 kdogr.
PREGUEZIA DE CARUARU'.-Os jaiies de par
desta fn-gutzia sao :
Coronel Jeo V.eira da Mello e Silva
Caetano Alves da Fonceca.
Joo Joaquim da Silva Limeira.
Antonio da Siva Florencio.
LOTERA.A que se ach venda a 20a a
beneficio da igreja da Simo Amaro das Salinas,
qua corre no dia 19. .
CASA DE DETENCAJ.-Movimento do da 15
le setembro de 1872 :
. Exiatiam (presos) 30J', entraram 4, sahio 1, exil-
iara 308.
A saber : oaciooaas 213, mulheres 16, estran-
geiros 37, eseravos 33, escravas 4, total 308
Alimentados i casia dos cofres pblicos 260
M oviraeoto da enfermara do dia 15 do cor-
ren 1 a :
Tivcram baixa :
Taora Rolriguea da Gama, (abre.
Francisco da Mideiros Campos, dem.
Raymuodo Rodrigues de Araojo, ftsialas.
HOSPITAL PEDRO II.O movmento deste esu-
beleciuiQlo da 9 au dia 15 de setembro foi de 308
existenle* : entraram 36, tahiiram 32, falleoa-
nnS, sxistam307, sendo 195 bomea3 e 111 mu-
lher esV----------=------------------------' ~"
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes das s 6
l/i, 6 1/1, 7, 6 l/i, 6 1/2,7 palo Dr. Ramos; s 10
l/, II 1/2, 12. 1,10, 1. pelo Dr. Sarment ; as
81/2, 8 1/2, 8, 8, 8, 8, pelo Dr. Malaquias.
Fallecidos.
Viaoo Torres de Laurenco ; apoplaxia.
Mara de Mello ; tubrculos pulmonares.
Amonio Minias ; encepiaiite consecutiva.
M.ria Jos Izara ; cacli xia sypbiluica.
Jo< Aoionn dos Simas; tubrculos palmooaras.
PASSAGEIROSSabidos para o norte no vapor
Cruzeiro do Sul:
Joaquim Casimiro, C Meireles. Dala, Jos Joa-
qnim de Paiva, Jos Lomba, F. F. Monteiro, Jje
F. Pono, Matbeus A. de Aguiar.
Eairado de Ntw Yoik no patacho inglex /.
Wi'.Uoms, Mors Tobo.
LEILAO.Hoje eflectaa o agenle Martras o im-
lio di taberna da ra da Inperatriz n. 22, as 11
horas do dia. ......
CEMITEftIO PUBLICO.-Obituario do da 14 de
selembro de 1871.
Antonio Jos dos Ajjs. pardo, Peroambuco, 2
annos, casado, Grac-a ; loflanraaco.
Natalia, pret, Pernarabuco, 2 annos, Boa-Vis-
ta ; enterile.
Thom Santiago, prelo, 31 annos, soiieiro. Saato
Amonio ; phiysica pulmonar.
Adi, escravo, prelo, frica, 52 annos, aolteiro,
Graca; snicidio.
Antonio Laite da Silva, branco, Portugal, 36 aav
nos, solteiro, Boa Vista ; entente.
Mara da Cooceicao, preta, frica, 35 anno*,
golieira, Santo Antonio ; anazarca.
THESOUrtARI.VDE FAZENDA
16 de selembro.
Foram remanidos ao Sr.' ihasoureiro para se-
rem pagos:
Oficio da presidencia, mandando pagar a Agr
A C a quanlia de 40*000.
Offlcio da presidencia, maulando pagar a Aa-
gnsto Ciors a quanlia de 371*420.
Offlcio da faculdade de direito, remetiendo con-
tas de Jos Nogaeira de Souza.
Requeriremos :
Joaquim Francisco de Madeiros.
Jjaqaim Soares da Pabo.
Laz Barnardo Castel'o Branco.
Marcelino de Souza Travasios.
Servindo de ofBcial-miior.
Manoel Jos Pinto.
570 votl.
565 >
555
555
460
450
450 >
410 '
410 >
359
305
250
00
81
PUBLICACOES A PEDIDO.
ELEGI
DE
JUIZES. E3CRIVE3, THBSOREIRO E MAIS lloXM-
bros que ho de festejar a padbosira
nossa senhora d3 bom successo dos na.
vegaNtes no anno de 1872.
Juiz.
O Illm. Sr. Manoel Joio da Amonm.
Juna.
A Exm. Sra. D. Candila Rodrigues Mandes.
Juizes por devoeao.
Os Illma- Srs.:
Bario de funga.
Miguel Joa Alves.
Luiz Goncalves da Silva.
Mauoel da Silva Ponles.
oequivoeas provas de apreco e eslima que me Luiz Jas da silva Gairaaraes.
teem dado, e que anda terei occasiio de solicitar. Aotooio Luiz de Ouveira Azevelo.
* Assim, por lano, sendo nicos candidatos palo Francisco Pinto Bar aoza. _
4. diluido, na presente eleicdo, os Srs. Dr. Au- Joaquim JosI GangaIvs Balita?,
gasto F. da Oliveira e conselbeiro Theoioro M. Euzebio Raphael Rabe.lo.
Freir P. da SLva, nio haveri motivo pan o era- Candido Alberto Sodi da Mol.
baraco da escolha, que snppo3 o fioal de ua no- Francisco Ferreira Bailar umor.
ticia.-Recifa, 16 da selembro de 1872.-F. Ba- Jos Antonia More ra.
phatl de Mello Reg.. J.oio Mar,,Hl? e Ba^r0n'
C0RREr03.Tenia obtido um anno da liceng Autoaio Jos Silva do Brasil.
o Sr. corrotor da praga, Pedro Ignacio Pinto, foi, Francisao de Paula Amarim.
oomeado pelo tribunal da eomoiercio, sob pro-; los V,;atatro $1 Almtida.
pasta do mesmo Sr, sea preposte o Sr. Jos Faat- Juilas par dw?*0'
peo Porto, que por muitos annos Coi empregado, i Ai Exma?. Sras.:
na cas commercial d^s Srs. Alamson Howie & G. Baroneza de Bain-Fiiia.
A.QBNTI Di LB:LOSS.-P(Ho iribn.ni.1 OCo^.BWl>aXjd*--

1 MUTILADO
w


lfc*ri a* Pernambuc* C Ten;a teira \1 d Setembro da 1872
'
t^oui -TWM. Sr. ea-rUT imm Ja-
Jn-
Jn-
Ron no Stiipple d Siltik.
spo-a do I1 n. Sr. E Injrdrt ngulo Barre,
Kapos* do Mn. Sr. J nd Jai di Am>nni
ntor.
Espoaa 4a Mo, Sr. Loii Duprat.
Esposa da iri, Sr. Francisco Joio Barros
ior.
Bfosa d) Ifrn. Sr. lis Antoato da Carvallo.
Esposa lo lilu. Sr. Jos Twxeira Bulos.
Bspoea da llm. Sr. J.o do Hago Lima
Bior.
Baposa do llm. Sr. Cnstedio Praneleno Mar
iws.
Esposa da HlfD. Sr. Hinirt Jis dos Saou.
Piltia do lilm. Sr. Man...-I Onto Pionero.
D. Francia da Siledxd* Bstorffdi Cos.
J) Mana Rila il Croz Nrte
D. AlexaoJrina los Reis C-isii.
Eiertfn p ei-i{io.
O lili. Sr. Me* "i R^m s de Olweir.
Eieriva* p>re:eici.
A Eira. Sra. D. Iubel' A '.nuc l'raiieiro.
Iwnvao por dev.cao
Os Man. ir*.:
J) Gooo'lve- Gla.
Jos de Aaabnpjii Oliveira.
Moojl ti* 3 Iva I. y .
Antonio da Sla I, y i. **
Francisco L'.iiz de Onv-ira A*v,ij.
Stoardi A'i?n t.) Igne*i M inri.
Praociscn O 8 He* le 4ndr*d Luna.
Minie! K-uaMao<;i v>-ia JuaioT.
Jos Ftu'ii i f.iru.
Aaloaio Pranetro Mu Un.
Jo QoucJ'- Ballria
Aoicm *racrtw IHu5>.
V tuo^ dos Sinlo* Vi Uea.
izilf > G ni- Pereira lt> !r,;.;.
Jaaqnrai Lj Gjqqj iv Panua.
J-iaquira Fi-lipoo da Costa.
Jnsiio) MigRfti da Coata,
Garlo* AnUgnstn Maigrn Raslier.
E- -rivs por O.vgc.4.
A* Ermas. Sras.".
U aViobi i, -.-,:isa o lilro. Sr. D,,-. Mwoel do Pi-
gaVitO-i Varia.
E pisa til Illra. Sr. Jos da Silva toyo Sobri-
llfh.
Esposa di lllaj Sr. Maoosl Carta'.
Esoosa di llm. Sr. Jsaaoiai A'itonio Rodilnes
Sjbfioho.
Epose d> 1 loi. Sr. Jeao Goncalves Tirres.
Esposa d i ll:ii). Sr. Iv Celas) di Cosa.
E-pj^a do [llm. Sr. CodiJo Cassimiro Guedes Al-
colorado.
Espoa do Llm Sr. lia* Barbota de M?llo.
JjsB'ai da Silva.
1). EmHia iMHday NetH.
Hura Faroaudua baptiza,
bolina Brrelo Lim.
i, U4ui" Mana R isa Raptisia.
H:r:a II.arideca da Naiividadc Uaiijae M>-
reira.
' Fiiha do lilm. Sr. Jj-e Lit de S un.
Filh do III. Sr. EUevSo Jjrde BipiHia.
Filhado Llm. Sr. Aolooij ijs PaaiO ^e Garvalh?.
Procurador ^'erl.
6 film Sr. letonymo Jota Bu^torlF.
ProCaradorea.
OalUaii. rs. praliio, uraurantes e es.srivi da
(iratieagem.
Tbiisoartir.
0 lo. Sr. Billhm. Ji- dos R-ti-.
laiu perpetuo.
O- lilm-. Sr. :
Bario do Livramer' i.
iin Jjo d -\ni)rn.
AJobhi Perei-' Garaair".
Paira M'.rlyr Maury.
i :.' 1a Silva L:>y). '
1 Ja S.:va Lyi Jaaor.
Fraociso Parreira 3 ir ge.
la\i\ perpetua pir dmoQia
E>ma. Sra. I). Anilla Ferreira laril; I
Jjiza prnieeiore".
i. IHm*. Srs.:
GaiiAo da fragata Fiandsco Rorasn; Stappls da
Siva.
<:ipilijda fraga.a Igaasio Aciioly di) VaJCJO-
ellos.
I D8iite-coroael D^tio Je Aqnioo Fjneia.
i'ruaelro teauate Francisso Xivier Rodrigues Pi-
obeiro.
iimeiro lente Joao Francisco Pardlha.
ndj lente Mu;el Eitamsio da Casta,
(i Rvib. Sr. vigano Amonio Manoe! de Assamp-
'jai.
Padre Leonardo Jaio Grego.
Fr. Jurga de Santa Anoa Lacio.
Junas protectora?.
As Eimas. Sra?. :
D. Joans* Aufl!:t da 'lva Cosa. v ,
D. Lniia MTria o KeiaTjnrenra. "^"^-----t*r^
l). Eugenia da Costa Ueodes.
Mardoaio?.
Tolas s pessoas que coacorrerera para a l>s!i-
v;.'ale da roesma Aagnfia Senbora.
C>nsis!orio, 14 de Janeiro de 1872
O vicario,
Antonio Manoei d^Asfumpfo
Fiois Seoh ra d^.fiooc-g^do Mantea, por tora*
rio Kctr. e bi>#i diocesano,
no- m^ THin* S? ti ii- (i i lVntia da villa de (ainnCeira, f 1 h
ea a XiOi itnfwriojo dever, .9, sagmudo aos uopul
'i de mea orae3o. ni ms dart^is" i imprensa,
,r 1 agraaecer wnbUcataaieinaemeota aos digno*
habitantes dos Montas,ero gerll, a en particular
aus aioigos affactaosos, rne all deixei, as inequ-
vocas a 4em sinceras pravas de verdad jira dedica-
S aje ssinpra me prndifHsara,nB, Km que Iwia-
vea'.a <1h mioha naris mer^eimenta Bara tanto.
' Ijaml agr 1<--imemo dirij > aos distioctcs eava-
!h iros da. freguecla da Aua -'reta e r-spectalman
ie 4 i raaiM orovas de estima o jn-iderico.
A ttns e ooiros offsri-co es meus limitados pre
amioa aqu on :n nuiro qaalquer lugar onde a
orla me onlunr, nuo-a esqufeendo o quanto
i ih-< son devedor
V.lla deGaaaelieira, 12 Je seteioi.ro d9 1871
O vigano,
fZara'aao de Queiroz Coutinho.
AOS Sl\S. Et.KirORRS 00 l. DISTOICTO DA PltO-
viNciA or. PKnNwntJco, v: aos medj
AMIGOS.
Aspirand 1 honra de ser raeleilo dpo-
Udj yjr esse districio, aprcsenio como li-
toioi os meus conslaates e btii i-oihecidoa
m):vcii; au Darlido cooiervador, Oiniiii pro-
cttdtfti'nio co.no deputado, e a cjstiun^ia
binevolenia pan oaji^o tos meas cum-
piivind.-.ins e amigas.
!'. ; po-tant i, ios S.'. elitorcs, qae se
'ti tea dar-me o s;o Obi; e aos meos
migo-, q>ie apait' a rainha candidator,
esHC3rir )-e por fe-lJ Irinaipliar, cerlos
de que esforcar-me-ruM lambetn porcotres-
poriilr caotianc qoe simia Ihes merecer
e mmifesiar Ihes o meo vivo agradeci-
menlo.
Jjaquin de Suiza Rais
Bio de Janeiro, 31 de ag-jsto de 1872.
Recite t* de sefeinbro de
1999.
Ilion, e Exms. Sr.-. eleitores da ldis;riclo des .
t provincia. Prrieodi a e-'evad* banra de ser
eleiiodeputado eral por osle dftl/aeio im a oleicao
de 17 do correte, a por is o per;> respeitosameu-
te Vi Kscs.os seus votos, cerios de qua consi-
Afrarei eomo o mnor favor.
Sa en otjtiver-o lusjar qoo solicito, desde j pro-
iiie.tn exp egar !il s os meiot a o roen pequeo
aleanc?, fim da.qoe esta htrviaa provincia con-
iga rtiguns dos jiieiborauje.otis da qoe necessita
aara s >a prospeiiidada. egraoiieza.
Sau ora aiuita cansidoracaOa Va. Excs. ve-
nerador e obrigadi^imo criado,
Ja^ iaria Rama; Garji.
^jto da reserva.
=
. MOfcWQJOOO
Agaotes,
Mills Lalkan C.
Jompanliia Poenix Periiam-
bacana.'
Toma riscos matimos em mercadorias, frete?
JintMtro a risco e finalnaenla da Tiltnir mo-
rera, em vapores, navios a vote do barcatas, a
areraios multo mdicos; a roa do Commerck) na
nerj 3i.
SECORO C0RTR4 FOGO
Tbe Liverpool Loodon 4 Globe
INSURANCE COMPANY
SAUNDERS BROTHERS
IICorpa Sauto II
G.
Expos'qaj )de productos agr-
colas e mi iustriaes na cidarfe
do liectfe em Pernambuco.
Hymno
ri'ffsrecido ao Sr. Carolos Paloia. Cantado na
cijfade do Ltvramento n. 11, no lampo da pato-
lea.
C'aiquiaho, loma cudalo
Cam ten amigo Patota
Porque se du com certera
fino esta perd le da tola I
CORO.
Avante mea sapateiru
sien Polola remenda !
Tu precisas palmatoria.
Tu precisas detencao t
Alerta, amigo t tu pode
Os males remediar,
Fica certo : palotadas
Te podem prejudicar.
CORO.
Avante etc.
O Patota sapateiro
A escriptor j quiz virar
Quera nasceu p'ra sapateiro
Em renaendo deve acabar.
CORO.
Avante ete.
Polola, todas as mocas
A quera tu oamorar tentas,
To do risos da dsspreio
E cora a jacella cas ventas.
cono.
Avante etc.
Tuna cuidado Patota...
Oiha pnmeiro p'ra ti I ,
Nao qaeiras tu srranjar
Aigaina carga de guar t
CORO.
Avante mea sapateiro
Mea Patoia remendio I
Tu precisas palmatoria
Ta precisas deteoeo.
O pe de ganulUiraBoa qutlidadt.
A eonaaisaio directora da expaidM provincial
do lVruambuo), quo tara lagar nesta cidade do
Recife no dia 19 de outubro prximo, tem' a hon-
ra de convidar a todos os agrie llores, indus-
triaos, ou fabricantes de obras d'arte de qualquer
naluivza, para que concorram com os productos
de seus osiabelecimeiitos, oa de seu proprio tr.a-
balho, aquella fesia de iadnstria.
A BBtapitata do tempo nao permitiindo dirigir
irea eapeeiaee a caila tirados individijos,
que se achara no ea#o de aantriboaf para o es-
oleiukir da esposicao provincial du Pe lainhuco,
a coinmissao directora publica o presente convite,
que espera ser aceeito por todos, por isso qno
maja qu'o ludo concorram para que a pmvincia
revele,neese oertame o verdadero grao do pro-
gresso de sua lavoura e da sua industria, e nao
se mostr smenos s demais provincias -do impe-
rio as pro.viiuas exposicoos do Rio de Janeiro e
Vienna d"Austria, onde aer representada.
Para eselarenmento o intelligoncia dos Sis. ex-
positores, a eommissao directora declara que se-
rio reculadas qtiaesquer amostras ou productos
dos seguintes grupos de industria :
Minase WetallwgiaAgricultura. Horticul-
tura e Silvicultura ChimtcaSubstancias ali-
mentares Tecidos e materias'textisCauro, bor-
racha e seus artefactos Metaes-Madeiras-Ar-
tefactos de barro e vidro -Objectos de pkantasia
papelorio- Desenkos, typographia, lytogrnpkia,
photographia etc.
Unrliinns tntln* /t- ''"'porte lmli''iiw
tos setenitefieos dem de msicaArte militar
\tarinlia=Engcnhwia cinl e architechi-a Ren-
das e passaiii-nesUtencilios nacionaes^Betlas
Artes.
Os productos c amostras devem ser acompanha-
dos de descripcoes ou notas que deem urna idea
da sua preparacao ou fabrico, dos meios, machi-
nas, ou quaesquer outros elementos de sua pro-
duccao. A eommissao reclama especialmente a
maior somma p ssivel de iiiformaces para os
productos agrcolas.
Nao serao admittidos exposicao : os animaes
vivos ; as plantas e vegetaes verdes sujeilos de-
teriora cao ; as substancias animaes susceptiveis
de corromperem-se ; os artigos perigosos e de
explosao ;.os de fabri&icao estrangeira ou ante-
rior expisicao de l6o.
Toda a correspondencia dos Srs. expositores
com a eommissao directora ser recebida gratui-
tamente no correio, com tanto que tenha o se-
guinte subscripto : S. P. A' eommissao direc-
tora da exposicao da provincia de Pernambuco.
De (ame do expositor).
Todos os producios destinados exposicao de-
vem ser recolhidos desde o dia 1* de outubro no
pavimento S rreo do actual palacete da assembla
provincial' 'Jampo das Princezas, e at o dia 9 do
referido mez.
Sendo dos estylos dar sciencia aos Srs. expo-
sitores, dos premios quo serao conferidos quelles
que mais se dislingairem, quer no fabrico ou pre
paro dos us, prndseuetos quer nos aalios e con-
icursoqua prestaren para o realce e xito da ex-
posicao, a eommissao directora tem a honra de
informar-Ibes, que, alm dos premios que obtive-
rem as exposi^oes nacional do Rio de Janeiro, e
internacional de Vienna, para aqulles dos ditos
productos que alii figurarcm, recebero na expo-
sieao desta provincia medalhas de (trata, de bron-
ze e mencoes honrosas, conforme o mrito de cada
um ; e- mencionar especialmente em sea relato-
rio ao governo os nomes dos cidadios que mais
se distinguirem pelo seu conenrso.
Para maior somma de informace podero os
Srs. expositores dirigir-se a qualquer dos mem-
hros da eommissao directora.
Sala das sessdes da eommissao directora da ex-
posicao provincial de Pernarabud', 23 de julho de
1872. -Barao do Licrameuto, presidente. M.
Buarque de Maeedo, secretario.
Augusto F. d'OIiveira i C\
A casa commercial o bancari de Aogos
to F. d'O.ivrira de C*., roa do Gommer
ci 0. i, encarregase de execacJo de or-
den para embarque de productos, e de lo
dos os mais negocias de comraisf 3o, qar
commerciaes, qur baccarios.
Dessoot letras, e loma dinbeiro a pre-
mio, compra cara iaes, e saca vis-a, e a
prazi, vontade &) lomad ir, sobre as se-
guintes pracas estraogeiras e nar.ionaes:
Londires.-Sobre o nin bank of
i.ondon (de respuisabilidade iilimitala) e
varias tirinas de 1.* classe.
Paria.-Sibre os Srs. marcard an-
DBE c*.-p. gil, e A. BLACQB VIGNAI. de c".
BANQUEIBOS.
Ilaanttnrgo.Sobre os Srs. jooschd-
BACK df FILH09.
Ltlaboa.Sobre os Srs. fonsbcas, san-
tos d VIANNA 6 EEBaSTU.0 JOS D'ABRF..
Porto.Sobre o banco dnio do por-
to, e 0 Sr. JOAQOIM PINTO DA FONSECA.
Para Sobre 0 banci commercial do
para, e os Srs. FRANCISCO gaodencio da cos-
ta d: FILH0S.
HaranhSo.Sobre oSr. josferre:-
HA DV SILVA, JCNIOR.
Ccara.Sobra os Srs. i. s. de vasgon-
CELLOS dr SONS.
Baha.Sobre os Srs. marinhos 4 c\
Hlo ie alandro.Sobre o banc
INDUSTRIAL E MERCANTIL DO RIO DE JANEIRO
e O BANCO NACIONAL.
PRACA DO RBCIPR 16 DE SETBMBRf)
DE 1H7S.
AS 3 1/5 HORAS DA TABDI.
Gotac5es officiaes.
Nio boave cjtacSe?.
inbonrcq,
Pelo presidenta.
Leal Seve,
Pelo secretario.
9M Adanvon Howie 4 C 19
930 O mesmo iv
93i W H. WiaHl & C. IJ
9JS Braga Son & C 17
913 Simpson 4 C SO
93i T. A. P. & Successores 200
935 O mearao 4
936 O mesmo ft
937 Uartins 4C {
938 Samuel P. JVhn.Mon 4.C. 1
939 J. Xavier V.era Ligo 5
3i0 Co upknhia Pernaab. (Trans.)
341 Okell M. Bindloss 4 C 17
Saci maulo
idam do vfia
ALFANEGA
Jo dial a U, .
16. .
oi.043A7ol
39:t63i781
381:3091533
Dssearregam boje 17 da setembro de 187J.
Barca naeicnal/apiia varios gneros nacionaes
para o trapi'-he Danta.
Barca bollaodexa Sphynx fariaha de trigo j
despachada para o eaes do Apollo.
Uarca franezaFelicitemercadorias para alfan-
dega.
Brigoe portognez- Latavinbo e mais gneros
para o trapiche Cooeeicao, e dito para
depo<>i4 no traplehe Cimba.
Rrigne iDglezH//W trapiche da aif Escuna malezaHirondellefarioba e barricas
abatidas ja despachadas pari o ces do
Apollo e mercadorias par* trapicha Con-
eeicio. ,^ tU '
wsrsmarfr mt JTOTATUErp ~
Itendimento do dia I a la
(dem do dia'16 .'' .
Volumes sabidos do dia 2 a 14.
Primeira pona, no dia 16. .
S-gunda porta .....
Terceira porta.....
Trapiche Coneea'$o -. .
6:056*889
443*689
6:502*578
SERVICO MARTIMO.
Alvarengas dercarregadas no trapiche
da alfandega do da 2 a 14. .
Ditas ditas no da 16......
Ditas ditas no trapiche Conceieio .
12271
282
185
140
c6i
13,742
43
1
1
15
IiaporCacSo.
Patacho ingle j wiluan v.ndo de New York,
consignado a Johnston Paler C, manifestou :
lnra da aleoJj 10 eaixas a Linden Weid-
mana 4 C.
Cartaxos de plvora 1 caixio a Frederico Her-
bert.
Farioba da trigo 300 barricas a Harneas Ans
to, 60 a ordem.
Machinas de descarocar algodo 36 Tolomes a
S. P. Joboston 4 a
Oojostos >i 1 versos 328 volames aos consignata-
rios, 1,556 a ordero. 18 a Bartbolomea dt d, 53
a Cunha Manta, 1,168 a Augusto F. de Oliveira &
C, 52 a Camino Gnioaraes & C.
Oeo kerosene 806 caixas aos eonsignatario.
a Jo I. Amarai. 250 a Braga e Irmao, 200 a
942 P P. Gomes (Emolum.)
9*3 OltoBobres m
944 Lehman Preres {
945 M. Doane 4 C. 1
916 I. Bastos 4 C. 6
947 Lyra 4 V anos X -x
948 llabe Scbmetian 4 C 15
949 Manoei dos Santos Vfllaca 16
950 B. D. Campos 4 C. 12
951 D. T. Bartoi 4
952 A. Aogusio de Almeid C. i
953 Saonders Brothers 4 C. 124
954 Mendos Axevedi 4 C 10
955 O mesmo 11
966 Lima 4 Reis 20
. 957 Joo da Silva Ramos 2
958 Linden Wey-l roana 4 C. 20
939 Sanders B. 4 C. 50
960 O mesmo 50
961 T. Je (feries 4 C. 5
962 A. L.O. Arevedo 6 G. 1
963 Pedro Gomes da Rocha pes-
pado martimo)
964 Joaqaim J. de Oliveira
965 Manoei Aives Barbosa
986 Vaz & Leal 22
967 Jjs Manoei Prea (Despa-
cho maritimo)
968 1 epeira Carnelro 4 C (Ter-
mo de responsabilidaJe)
969 Mesquita Cardozo 4 C. 8
970 Companhia de S. Tberea (Cerl)
971 A. L. Rodrienes 2
972 F. G. de Oliveira Sobrinha 6
973 Keller 4 C. 6
974 Manoei D. daS. Jnior (Tan-
to dejjodanle despachaotej
975 J. V. Gerard (Dous volumes
e I cadrira)
976 Dantas & Pilbos (Um termo)
977 Adriano Castro 4 3
978 Antonio de Paiva Ferreira 3
979 A. Gassier 4 a 3
980 Miguel Jos da Milu 100
981 Heury P 4 C i
982 J. J. Aives i
983 Jos Igoacio da Costa 15
984 L. Jo. da Costa A. 4 C 20
943 Pereira da Canba Irmaos 23
986 Jos Maria Palmeira 20
987 E H. aballo 4 C. 93
988 O mesmo 39
989 O mesmo 10
990 O mesmo 10
991 O mesmo 70
992 0 mesmo 130
993 Antonio V. da Silva B. 4
994 Sano iers Brothers 4 C 28
995 0 mesmo 104
996 0 capito do patacho na-
cional Conceico (Car-
ta de aa le
997 Oliveira Filboi 4 C. (Df-
ferenc )
998 I. A. M. Oiu 1
999 Antonio F. Corga 250
1000 C. 4 Nogueira 20
1001 Lshman Frres 4 C. 1
1002 G. de Matt a Irmaos 100
1003 Araorim irmios 4 C. (Ter-
mo de responsabiiida-
de)
1004 Antonio D. C. Vianna 2
1003 Bastos 4 Silva 1
1006 Johnston Paler 4 C. 12
1007 O rae-mo 132
1008 J aquira Jos G. B. 102
1009 Minuel da Silva F. 4 C. 200
3;404*96
2:87i7S
2:512*281
3:994*970
2.596*635
1:067*800
3*847
6*942
82*884
6*000
64*449
380*000
2:62i<866
, 2*700
453*891
274*956
32*832
392*885
1:921*010
3.170*514
347*707
582*260
956*787
73*618
447*139
2335*788-
2:544*759
344*687
88*787
2:984*516
601*.18
601*118
907*060
15*392
2*360
2*240
151*288
233*849
11*520
1*050
1:849*491
2*3X)
472*626
624*960
1:769*418
10*060
155*023
1*320
780*'50
480*172
43*741
153*792
1*359
181*057
183*089
430*990
3o3*394
235*343
40*333
117*060
ll*6t>4
11*644
302*940
442*33')
816*354
97*658
:i5a*i2y
1101 Candid) Jos d S.lva
Gaiaaiies 4 C. 1
H02 T.ssjI'bo 4C. 200
1108 Prente Vianna^t C. (Ill/i ton.
de carvio de pedra,
HOi iio Bolire. 4 d 2
1105 Framisco da C. Riberro. 1
1106, Jote Cor rea Braga 4 C. 6
23*921
598*920
2*000
3*617
41*664
1:275*960
44/.00
686*850
723*912
Dia 14 dt sttembro.
1010 Bastps 4 Silva 6
1011 Manoei Vctor J. da Matta 3
1012 Rodngnes Irmaos 4 Gaima-
raes 10
1013 Joo Ferreira de Camino 1
1014 Basto Oliveira 4 C 1
1015 Souza e Si 4 C. 1
1016 0< mesmos 22
1017 Jiaqnim Xavier Vieira (diff.)
1018 Bsios 4C. 1
1019 K-ller 4 C. 7
lOiO Ji-rt aninnia i* Ooata (TS*"" 1
1021 Burraelh, capilo do vapor
Sh.ed 2
1022 Manuel Alves Barbozs 1
1023 Manoei Soare- Pioheiro 1
1024 Jos Carvaibo Barboza 4 C. 102
10!5 Samd-rs Brutberi A C. 400
1*150
8343.3
51*718
48*044
573H6U
2:379*477
1:770*023
1:312*416
260*400
2:708*338
63*'KiO
285*131
110*160
349*947
14*850
65*260
Dufadm de txportafo no ia 18 (t
setembro de 1872.
Para os portos- do exterior.
No vapor ingle Student. para Liverpool,
carregaram : S. Brothers 4 C. 400 conros salga
dos com 6,400 kilos e 241 saccas com 16,584 kilos
de algo lio.
Na barea brasileira Aurora, para o Rio da
Prata, carresrui : P. R. Pinto Guimaraes 350 bar-
ricas cera 37,908 kilos de assuear braneo.
No patacho oorte-allemao sele, para o Ca-
nal, carregaram : E. R. Rabillo 4 C. 30,000
ebapeos.
Na barea portagueza Nova Sympathia, para
Lisboa, carregaram: E". R. Rabello 4 C 134 saccas
com 9,660 kiloi de algodao ; F. H. Pinto Gaima-
rea 1,183 couros algados com 14,196 kilos; P.
de AI me id a 4 0.150 saceos com 6 100 kilos de
gomma de mandioca.
ara os portos do interior.
Para o Para, no vapor nacional Cruzeuo do
Sul, earregnu : L. J. Silva Gaimares 50 barricas
com 3,800 kilos de assacar branco.
Para o Aracaty, no hiale nacional Aielmo,
carregaram : G. de Mattos Irmaos 5 barris com
479 litros de nel.
Para o Aracaty, na barcaca Dua Irmads,
carregaram : G. de Matos Irmaos 5 barris com
480 litros de agurdente.
Para S. Miguel de Campos, na barcaca F
em Dos, carregoa : J. D. da Cuaba Lages 12
barricas com 1,070 kilos de assacar refinado.
RECEBEDORIA DE RENDAS NTERNAS
GERAES DE PEHNAMBUGO.
endimento do dia 1 a 14. 17:517*847
(dem do dia 16..... 8:258*341
CONSULADO PROVINCIAL.
tendira.roto do dia 1 a 14. 33:100*647
dem do dia lti ....". 20:482*281
MOWMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia 15.
Liverpool49 dtos, barca franceza Felicit, de 209
toneladas, capilao E. Debaranx, equioagem II,
carga diflerentes geaeroa Johnston Pitar 4 C.
Observacio.
Paseon para o sul o patacho brasileiro Bom
Jess.
Navio entrado no dia 16.
Ntw Y'i-k -42 das, patacho Ingles J. Williame,
a- 338 (uneladaa, capitio 1. S. Williams, equipa-
gera 9. carga farinha de trigo e outrus gneros;
i Jonton Pater 4 C
Navios sahidos no mesmo dia.
Porto do norteVaper brisMeiro Cruzeiro do Su/
corara anda ote eapitao-lente Freir, carga va-
rios gneros
Barcelona -Pulaea he-panhola Joven Rosala, ca-
piio Mirambell, carga algodo.
EDITAES.
1026 F.ria Irmao
1027 Augusto Cezar de Abren
1018 Pereira de Mello 4 C.
1029 Joio Capistrano de Oliveira
4C.
1030 Joaqaim Antonio ds Araaio
4C
11
12
1
4*340
102*713
41*040
198*361
223*488
760*194
3:147*382
78*988
91*560
614*378
H|300
1183 779*360
100
COMMERCiO.
Mote.J
1 0 Polola sapateiro
J quer virar a escriptor.
GLOSA.
Tea carinha de arrieiro
Este p' bre remeodo I
Nanea leve elneaco
O Patoia sapateiro.
Se vier a ter drabeiro
Virar a comroeodador
Comer te ha por doutor
O eogarrafio tai-rato,
Mas que fusr T se o jamento
Ji qaer virar a e-enptor.
Royal Insurance Company.
Beal compaahla de seguro
de Londres e Liverpool.
CAPITAL
2,000,000 libras sterlinis
00
20000:0001000
Com aotorisacao do governo.
Segara contra o risco de fogo, cas', azeHdas,
ejqualqaer oalra especie de mercadoria.
O agente nesta provincia
J. O'C. Doyle.
38 Rol do Commerclo 38
6EGUEOS
GffiVn.4 FOGO
I RA DO COMMERCIO N. 38, Ia ANDAR.
Agente,
W. G. FENNELLY.
Lunba & Manta, 200 a Matbens Auslra.
P de ferro 3 feixes a S. P. Johnston 4 a
Barca franceza felicitk, tunda de Liverpool,
consignada a Johnston Pater & C, manifestou -.
Bi.-cnuios 10 caixas a Souza Bastos 4 C, barri-
Iba 50 barra aos consignatarios, 30 a Fernando
da Costa 4 C, 50 a Santos 4 Araujo, 40 a A. P.
de Oliveira 4 C
Fazendas 9 caixas a S. D. S. Bastos.
Longa 60 gigos a L. J. C Amorim, linbaca 16
barricas.
' Objectos diversos 103 volames a Tbe RefsDrai
naga Company, 86 a Simpon 4 C, 870 "a S. P.
Joba-ton 4 .C, 1 a Olio, 218 a Shuw Havres 4
C, 407 aos consignatarios, 2 a Vaz 4 Leal.
Papel 10 caixas a S Leitao Moura.
Despachos de importaclo pagos do da 13
de setembro de 1872.

Nomes.
Gratido.
T.u'Jo deiiado a dministraci'j da freguezia de'Capital.
Segaros contra-fogo
GOMPANHIA
NORTHERN.
...... 20,000:000*000
904 J. A. Moreira Dias
905 O mesmo
906 ShawHavks 4C.
907 Izidocn Bastos & C.
908 Tasso Irmao 4 C
909 Theopbiio Ouoni Simonet
910 O mesmo
911 O mesmo
912 8aun1ers B. 4 C.
913 Carneiro 4 Nognelra
914 J. L. Machado 4 C.
915 O mesmo
916'0 mesmo
917" Vctor Granden
9|8,CJ-dozo & Irmao
919 Tifediro Cbristiansen
920 O mesmo
92l'D..P.W.Id 4C.
922 Cirios P. Lopes
923 'W.H Wiatt4C.
924 Goncalves Irmio 4 C.
926,0 meamo
926 Aognlo Ferreira de C
927 A. Pareira Arantes
928 Jos C. Braga 4 C. *
r
50
80
1
30
50-
3
1
600
7
1
6
1
2
3
7
10
1
1
9
4
1
63
2
50
314*331
4*l
314*129
171*285
1:562*400
301*822
691*362
273*^43
439*992
826*--09
54*384
256*919
350*656
120*s53
45*008
76*137
28*513
73*546
39*300
1:917*846
SIS
463*987
48*193
1031 Ferreira de Almeida 4 C 150
1032 Francisco Ribeiro ?. Gai-
mares
1033 Joaqaim Antonio de Aria-
jo &C
1034 Jjj B iptista de Oliveira
1035 Amaral N. 4 C.
1036 Ma'beus Aa'iia. 4 C.
1037 Valfredo 4 Soasa
10.8 H-nry F. 4 C.
1039 Ferreira Monteiro 4 C
1040 Damio Jos de Sonta (d
1041 A. S. da Rocha e Silva
1042 C 4 Manta
1043 Ss Leiao & Coimbra
1044 Francisco Ribeiro Pinto
Gu maraes
1045 Paul Gaelpbe 4 a
1046 Armiaio Moreira
lo*7"D.T Batoa
1048 Rodrigo Pmto Moreira
1049 Aleonado Vieira 4 C.
1050 N- lio de Campos 4 C.
1051 Joo Pinto de M, Lemos
1052 Manos Lemos 4 C.
1053 D. P. Wild 4 C.
1034 Cunta 4 Manta
1055 Manoei Joaqaim Oliveira
Pinto (desp. o.) II320
1056 O eapitao do patacho na-
cional Monteiro 2. (earL de s.) 2*00
1757 Joaqaim C. D. Aievedo (desp. m.) 14*720
1058 Joaqaim Jote Martina 14*030
1059 Joaqaim Jos Goncalves
Beltrio 15 218*735
1060 O capuao do vapor nacio-
nal Pirapama (earta de s.) 2*O"0
1061 dem dem, Giqni > 2*000
1062 Adriano Castro 4 C. 42 8:704*159
1063 Jayte Mirambell (desp, m) 108*020
1064 Cramer Fres 4 C. (diff.) 263*293
1063 Manoe' M. de Carvaibo (desp. ro) 2*560
1066 Bsnto Joaqaim de M. Hen-
riqaes 1
1067 Estevio da Canba Medelros 11
1068 Sauoderes Brothers 4 C. 90
(cerL) 1*000
> 1*000
1 284*43.1
100 1235396
2 81*810
998 1:233*404
10 300*183
esp. m ) 2*240
13 156*59
1 245*907
1 192*406
300 515*710
1 - 25:*136
1 42*000
1 180*782
- 2 125*356
11 1:591*147
S 13^*022
395 2:817*758
(diff.) 4*280
5 733*740
2 594*300
Fac con-tir a quera convterque o lilm. S
Dr. director geral interino tem marcado o prain
de trrata dias, a contar desta data, para nesta se-
cretaria se inscreverem e babilitarem-se na forma
da le n. 369 de 14 de maio d 1855, e astracc^Se
de II de juobo de 1859. as senhoras que qnize-
rem fazer exame de veri4cacao de capaeidade para
o magisterio primario, qas dever ter logar no pa-
lacete roa de Pedro Alfonso, onde fuoceiona a
escola narmal, no dia 7 de outubro prximo vio-
dooro, pelaa 11 horas da manb.
Sscrei.ri? da insiraccao publica de Pernamba
eo, 6 de s9tembro de 1872.
O secretario,
Aureliino A P de Carvalho.
i. 26Pela ospecloria da aifaodrgai de.Prr-
oambaeo a- (az publico, que aebando-se as mer-
inas coudas m volames aDarxo mencionado
eo caso de serern arrematadas para consumo, no
termos do cap. 6 do tu. 3.', do regmamento de 19
de setembro de 1830, os sens donos on consignata-
rios deverio despchalas no prazo de 30 dias, sob
pena de, findo elle, seren vendidas por sua costa,
em qne Ins fique competiado allegar contra os
tffaitos desta venda.
Armazem Cunha.
Marca R L 4 C 42 barris, entrados no dia 21
le jolho de 1871, perteneentes a Rocha, Lima &
Guimares.
Ideui P 4 C. 5 barricas pos preos, 201 bracas
amarras, entradas no dia 17 de ndvembro de 1871,
perfenceut-'s a Antonio Jos Dantas.
dem C. 10 pipas Je vinagre e 50 barris de dito,
entrados no dia 23 de dezembro de 1871 perten-
eentes a Soares Primos.
dem quadriloogo B no centro. 2 ditas de vinho,
entradas no da 27 de dezembn de 1871, perten-
eentes a Joao Martins de Barros.
dem S F 4 C. 20 pipas de dito, 25 barricas de
dito, marea A 11 P, 20 pipas de dito, 25 barricas
de dito, entradas do dia 28 de dezembro de 1871,
perteoonte' a J s Femantes Ferreira.
Armazem da Companhia Pemambucana.
Marca A H. 27 barricas de cervej vinda de
Glasfiuw no patacho mgiez Cardingon, em 27 de
novembro de 1871, consignadas a Adamson H.wie
4 C.
I Jera. 58 ditas, dilas, dem em 3 de novembro
de 1871, aos mesmos.
Alfandega de Pernambuco, 4 de setembro de
1872.Servindo de inspecior, Pedro Lopes Rodr
gues.
O lilm. Sr. inspector da thssouraria provin-
cial manda fazer publico, qne no dia 19 do cor
rente, perante a Junta desta tbesoararia se ba de
arrematar quem por menos fizar, o forneeimenio
da alimeatacjio e dietas aos presos pobres da casa
de detencao, durante o trimestre prximo vindoo-
ro da ontonro a dezembro, servindo de base i ar-
rematarlo os precos ssgnintes :
Almcco e jaour conforme a tabella.
Roa d Saudade n. 9, Ai'ooie Joa-
qaim de Vaseoneetlos, 1 casa terrea,
ojeopada rio mesmo. avallada por '. 1.500*000
Dita o. 2. Eluardo Candido de*
I0****) Oliveira, 1 casa terrea, arreodada
290*407 por 300*000
"<*>? DiU n. 31, Tibarcao VastUM
13 Baptista, I casa terrea, em obras,
avahada para pagar o 2.* aemeslre,
oa ratao de 8O0*00S
Dua n. 36, Franci'eo da Miranda
L al Seve, i ca terrea, por 180*000
Roa Seie de Setembro o. 10, Do-
atiogoa Aoioolo da Silva Beirii, 1
easa terrea com solio, por 800*00*
Dita n. 34, Coslodio Jos Alves .
Gaimarae?, I casa terrea abarracase,
arreodada por 2:000*00
Da n. 17, Jos dos Santos d'OIi-
veira, 1 poni eom I meia-rgoa den-
tro dividida em 3, avahada por 300*000
Ra do Rosario n. 6, Seminario de
0.1 oda, 1 casa terrea, arrendada por 240*003
Dita d. 10, S ivaaa Maria Lima, 1
casa lirrea. por 192*1106
Di|,a o. 18. Dr. Balbioo de Moraei
Pinbeiro, I casa tarrea, por 360*600
Dita n. 22, M .ni Caroni Ferreira m
de Carvaibo, 1 casa tarrea, por 300*000
Dita n. 44, Dr. S rnphrooio Osar
G>uilIi i, i casa terrea p r 492*000
Dita o. 52, Maooel Jo.- Monteiro,'1
casa terrea, por 360*000
Dita d. 7, Francisco Jos Ra pozo, 1
casa ierra, por 116*000
D.ta n. 15, Manoei Ferreira Anta-
oes V.lUca, | casa terrea, por 168*000
Dita n. 47, herdelros de Amaro
Francisco do Paala, 1 casa tarrea,
por 312*001
Roa do Hospicio n. 38, Arcelina
Xavier Carneiro R. Campetio, 1 meia
agoa dividida em 2, arreadada por 168/Ofl*
Dita n. 42, Jos M. da Costa Reis,
I poni cora 16 qnartos rUntro, ar-
rendado* por 1:524*000
D.ia a. 9, Vicente da Paala Oli-
veira Villas Rom, 1 casa terrea, pir 400*000
Dila n. II, /.--ferino de Almeida
_ Pinto, 1 casa terrea, por 360*000
Dita n. 15, Vicente de Paula Oli-
veira Villas Beas, 1 casa terrea, por 400*000
Dita n. 17, o mesmo, 1 easa ter-
rea, por 400*000
Dita n. 23, o mesmo, 1 casa ter- .
rea, por 400*000
53 582*928 Dita n. 41, Ernesto d'AqninoPon-
ceca, 1 casa terrea, por 500*000
Ra de Geraaio Pires n. 5, Jose-
pba Maria da Exaltacao Peretti, i
casa terrea, arreodada por 240*009
Dua n. 43, Antonio aFernandes da
Silva Beirs, 1 ca-a terrea, por 246*000
Dita n. 49, herdeiros de Francisco
de Carvalho Paes de Andrade, 1
easa terrea, por 300**Wl
Dita n. 63, Jos Ferreira da Costa,
1 eaaa ierre i, por 500*000
D ta n. 87, Anna Soares d Amo-
rim Araujo, l caa terrea, por 480*000
Di'a n. 135, Francisco da Paula
Correa de Araujo, 1 casa terrea, por 240*000
Dita n. 36, Bario da Soledade, I
casa terrea, por 300*00*
Dita n. 40, Joio Rodrigues Peixoto,
1 caa terrea, por 300*000
Dita n. 42, Antonio Joaqaim Cas-
co, 1 casa terrea, por 360000
Ttua do A'aibo n. 13, Antonio Fer-
reira da Rocha Leal, 1 casa terrea,
por 540*000
Travessa do Palacio do Bispo n.
2, Manoei Jos Monteiro, 1 easa ter-
rea, por 600*061)
Dita n. 6, Joaqun) d'Azevado Mon-
teiro, 1 casa terrea, por 360*000
Dita n. 24, Miguel Arehanjo de Fi-
gaeiredo, I casa terrea, por 216*000
1 seccao do consulado provincial, 20 de Agesto
de 1872.
No imoedimeo'o do chefi,
Vicente Machado Freir Pereira da Silo*.
Ptir^nio a cmara municipal deaia cidade,
estar em hasta publica nos dias 3, 10 e 17 de-
mes de outubro prximo viodoaro, para ser ar-
rematado por quera mais offerecer, nm terreno
devloij na ladeira da S da lado do naseeota,
ptimo para edilicacao, con ten.lo de (r-nte 222
palmus, e de fundo do lado do norte 133 e do
snl 79, formando nma nesga, servindo de baso a
quauia de 22*200 rs na razio de 100 n. o pal-
mo.
Os pretendemos deverao comparecer nos referi-
dos das.
Paco da cmara municipal de Olila, 12 de se-
tembro de 1872.
Maooel Antonio d s Passos e Silva.
Pro presidente.
Marcolmo Das d Araajo,
_______________Secretario._________________
A cmara municipal da cidade de Oiinda fax
sciente aos seas monicipes de cunf irmidade com
o art. 103 da lei n. 387 de 19 de agosto de 1846,
que tm designado a -ses-ao do dia 26 do crran-
te .mez, para a apnracao dos votos dos cidadoa
que foram eleitos vareadores as tres fregnetias
do- municipio, na eleieo ltimamente fiada do
dia 7 do mesmo mez, pelo qoe os interessados
deverio comparecer no paco dp mesma cmara,
no referido dia.
Paco da cmara municipal de Oiinda, l de se-
tembro de 1872.
Manoei Antonio dos Pasaos e Silva,
Pro-presidente.
Marcolino Dias de Aojo,
Secretario.
1069 Os meamos 151
1070 Cbaix 6
1071 CBaix. l
1072 E. R. Rabello 4 C 30000
1073 O mesmo. 98
1074 O mesmo. 36
1075 Francisco Ribeiro Pinto
Gnimarss. 60
1076 Oilo B brea. 26
1077 Tneodoro Cbristiansen. 2
63*000
486*264
330*646
482*799
169*846
6*293
67*M)0
344*340
129*690
98*360
174*012
123*900
1078 Jos Laz da Trhidade. (Desp. mat.) 2*i40
|< 79 Johnston Paler 4 a t
1080 O mesmo. 1
1081 O mesmo. 2000
1082 O mesmo. 5
1083 0 mesa. 16
1084 L. Joio da O Amorim. 4C. 30
1083 O mesmo. 60-
1086 O me-mo. 1
1087 Carva.ho Gaimarles 4 C. 7
1088 Amorim Irm3o 4 C 1
l 89 Vai 4 Leal. 8
1090 Pereira Carneiro 4 C. (Termo
de respoosabilidade ).
1091 Mills Laman 4 C, 1
1092 Rabe Schaietbao 4 C. S
1093 A. Hyvernat 4 C. 1
,1P4 Bdnard Tnrpin. 1
1099 O m-smo. 3
1096 O mesmo. t
,1097 Samuel P. Jobatidn 4 C, 11
1098 O mesmo. 1
1099 Amaral Nabaeo 4 C. (Differenea)
1100 Amonio P. Corga. 200
183*003
239*^68
2:537*368
1:197*840
1:813*699
201*215
157*979
6*480
590*240
17*2 5
1:815*283
1*000
67*193
749*952
32*832
7*854
48*061
76*190
734*038
10*142
10*116
359*997
f
/
Domingo
Ssgaoda-feira
Terca feira
Qoarta-feira
Quinta feira
Sexta feira
Sabbado
380
380
380
3;o
380
340
340
Dietas.
N. 1 380
N. 2 400
N. 3 640
N. 4 400
N. 5 400
Alm do que est mencionado na tabella, seri
fornecide ee.a aos ditos presos, a qual seraeon-
posta ds um pi de tres oocaa, on ama bolaxa,
urna onca de caf e dnas de assacar, pelo mesmo
preci qae fr fornecido o almoeo.
Secretaria da thesonraria provincical de Per-
nambuco, 4 de setembro de 1872.
O oflleial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Pela secretaria da cmara oraoicipal desti
cidade se faz publico para conbecimeota dos inte-
ressados, qne nio tendo sido effectuada a arrema
lacio do imposto oe 120 rs. pjr cada p de eo
queiro d prodaecio, como toi annunciado, de
aovo sao convidados eomparecerem em o dia 18
do crreme monidos de llanca.
Secretaria da cmara municipal do Recife 13 de
setembro de 1872.
0 secretario,
Lonrance Bezrra Carneiro da Canba
Consulado Provincial.
Para sciencia dos contribuimos do imposto da
decima nrbana e os effcitos da le, abaixo publi-
cam-se as alteraces verificadas ao lancamento da
me-m_a dcima nrbana Bocorrente anuo financeito
de 1872 a 1873. ficaodo abarlo o prazo s recla-
macoes qae por ventura possam ter a fazer os In-
teressados, na forma da lei e regulameato res-
pectivos.
Consalado provincial, 20 de agesto da 1872.
S-rvinio de administrar,
Antonio Wilruvio Pinto B.e A. de Vasconcellos.
Alleracdxs enrcrirada.i pelo laocador Joaqaim de
Guarni-Cilho ni lancamento da decima ur
bann'da freguezia da B6aVl9ta no anno cor-
lente de 1872 t, 1873.
DECLARACOES.
Sania Casa de Misericordia do
Reeife.
Fornecimento de 28:000^000 aonuaes.
A jama administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o forneoimen-
to dos gneros abaixo declarados, que tem de con-
sumir iodos os estanelecfmentos pios i sea cargo,
no trimestre de ootnbro i dezembro do correte
anno. Recebe propostas oa salas das suas sessoes
pelas 4 horas da urde do dia 19 do crreme.
Aietria kilogrammo.
Ateiie doce litro.
Baealbo kilogrammo
Banha de porco dem.
Batatas dem.
Cn hysson dem.
Caf em grao ideo.
Carn secca dem.
Ceblas eento.
Fanolia de mandioca kilogrammo.
P'jo mutatinbo litro.
Farello sacca.
Gaz lata.
Milho saeea. '
Maoieiga franceza kilogrammo.'
Polassa idem.
Sabio ideo.
Sal litro.
Tapicca dem.
Toaemho kilogramme.
V- lias de carnauba ideo.
Vinagre litro.
Vrabo unto e LisbOV ideo.
Dito branco -Nv idem.
Venas stearlnas. kilogrammo.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia a
Reeife, 13 de setembro de 1872.
[O escrivio,
__________________Pedro Rodrigues de Sonta.
SANTA CASA DA MiSErllCOKlA DO REGIFB
A lilm, junta administrativa da Santa Casa d
Misericordia do Recife, manda fazer publico qqe
oa sala de suas sessdes, no da 19 do mez de se-
tembro pelas 4 horas da tarde, tem de ser arrema-
tados a quem mais vaotagens offerecer, pele
tempo de um a tres annos, as rendas dos preaioe
em seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARDDADE.
Ra da Soledade.
Casa terrea n. 72......240*000
Rua de S. Jorge.
Sobrado n. 20.........240*0nO
Roa larga do Rosara,
Terceiro andar, do obrado n. 24 A
Boceo do Qaiabo.
Casa terrea n. 8. .
Roa das Calcadas.
Casa terrea n. 36.......
Roa do Encantamento.
Sobrado de 2 andares d. 3. .
Ra de S. Jorge.
Casa terrea n. 73. ..... .
244*00*
180*600
241*0W
900*068
240*000
i
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MUTILADO
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di Fnuuntac
17 d* aSetembro d i872
iOoSOOO
300*000
1:400*000
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1:000*000
109*000
60I*0C0
340*000
240*000
*= ^Jl feP*dra*0,.,Ba
... 6 do Abri. '
S Orado de )lNf sollo ni..
PATUiMQHID D06 ORPHAOS.
Una la Madre de Den?.
CMi-nrm 4.Tj......
Riw di Cacimba.
Cm tsrroa i. 8........
fina Mil,. .
Tt&a Ha Seuzalla Verta.
Cata terrea n. 16.......
Hua do Amoro!.
Caarsrreaa J3. ......
liaa de S. Jorge.
Clrva..l0|, .......
BMtM......
Cu* torrea o. M........ 330*000
Sdoaalaai n. 110......2v6*O0O
flan .105..........200*000
Hua do Rosario da ta VisU.
OwBlerr(m.8........300*000
J pratendeaio devero apraientar no acto d;
KNK'ita^io as anas flauoaa, on eompareeereo
oampwhadoa dos respectivos adoros, devend->
pifar alia da renda, o premio da quantla porque
lar o>|wo e predio qae cootiver eslabeleeimento
aataorial.
faostaria da Saou Gaaa de Misericordia do Re-
HU^t setembro de 1872.
O escrivo,
__________________Pedro Rodrigues de Souta
t-Ar. Luiz'erreira Maciel hrabeira, juiz
MtK&ituio do j'iizo especial do comroer-
Jaoreie, .nesta cidade do Recife de Per-
aa>l)3co, fior S lo Imperador, quera
Mas guirde, etc., etc.
7*es a er aos que o presente edital vi
roa dt Me noticia tiverem, qoe no da 10
dio dHitabra do corrente 3Ddo se ha de sr-
raaatar etn prac> publica deste juizo, d i
gMSS 4a respectiva audiencia, osegumte:
(Jai sitio B) lagar di estrada do Barro,
tngauia ds Affogados, coto alguos arvo-
MUa de frac to, i enro 35 ) pe Hatos de-fren
te e -660 de funde, estando em aberto, e to-
reare, cam dos pequeas casas de laipa,
bertas de telha, teodo urna casa urna
8 jmila de (rente com peq ienas sa-
quario-, acian lo-so dita casa em
dB estado, e a outra caea coca ama por-
ta doas dHtUs e qoartos tambera em mo estado,
atoado dito sitio com ditas caas por
HMI<309, o qual foj peah arado por execa-
rtl de Antonio Baptista Nogueira contra
frmciscQ Antonio das Criagas.
E saS a havendo lancador que cu Va o pre-
je ats rvalia.ao, a rremaiagao ser feita
pstspreco da adjodiraca- r, na forma da lei.
para que ciieue ao conbecimeoto de
terias, maad i p-assar o prsenle, que ser
pabcado pela imprenta s affixado nos lu-,
^re* do costme.
Ctdade do Recife, 11 de siembro de
fia, Mmoj Miria Rodriguei do Nisci-
wntj.escrivk), o subcrevi.
laeif. 1 rd*se'embro de 1872.
Imz 'Ferreira Maciel Pinheiro.
" SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE
Foraecimooto de 30:000* por anno.
A janta adaiioi-trativa da santa asa da miseri-
eoia. do tteeife precisa coolraMr o f ir..ecimento
docoti verde que liauver da consumir os estaba-
fecVBeiawntos i u cargo, do trimestre da ontnbro
* cemfero do corante anno. Recebe propostaa
uttii dai suas sessSs, pelas 4 boras da larde
4i dia 19 d j correo .e.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
a.t3 de seienabro de 1872.
esenvao,
Pedro Ridngues de Sonzi.
THEATRO
*>u&a casa da sal
do
da aaier i<-or,la
Iteelfe.
'jrnecimento dd 4MMft*000 annuaes.
.. >ua at'Din itrauva da xanla casa da mise-
fvaflia da Recif) prcewa OMraUr ofornecim6n-
6fr4afSo,b)laeh e assucar.qoe houvf de con-
sar es estabalecim^ios pios s-u cargo no
friiuflrn de outubro dezemaro do corrente ao-
m. Keeetie pr);toiis na sala de anas sessSes,
Mfaa* horas da urd-i do da 19 do c r reo le.
Secretaria da santa casa da misoncordia do
Jlse-* 1J de setombro da 1874.
O escrivao,
Pedro Rodngnes de Sooza.
mnmik
DO
BEBERIBE
Ter^a-feira 17 do corrente raez, pelas
li auras da manli, ha reunio da admi-
nrtrafio desta compnhia, no escriptorio
dia as sessj!, rot do Csbog n. 16,vis-
te o ter comparec 1o numero legal dos
t\. aaembros da administracao, aiim de
dpM podesso baver s.-.-so no dia l do
wrwnte, como fra anooociado.
O secretario,
Jos Honorio B. Menezes,
fel tbasouraria provincial je Taz publico que
Cai4rasferida para o dia 26 do orreote a arre
Ottacia do imposto de pelagio da barreira de S.
i'o, oralo em 3:210* por anno.
Secretaria da thesour^ria provincial de Par-
a-iobaeo, 14 de setembro d-i 1872.
O otll -ni maior,
Miguel Ajfonso Ferreira.
Eajpreza Vicente & Bahia
Ouinla-feira 19 de setembro
Rfcita extraordinaria
Em beneficio do
regente da orchesira e mestre *e canto
- F. LIBANIO COUS
Grande successo comko e lrico
Representar- se-ha e qji-proque cemrco mntical
em 3 actos :
Meus olhos!
Meu nariz !
Minha bocea!!
Mosica composta pelo beneGciado.
Toma parte toda compaoba.
Terminar o espectacnlo com a moito applau
dida comedia em 1 acto :
Gruerra aos Nunes
A orchestra, dirigida pelo beneficiado, exeenta-
r nos intervallos escolbiaas pe;at de msica.
Principiara s 8 12.
Preparase para brevemente o drama em 5 ac-
tos :
CIRCO
Camoo dis Princezas
HOJTB
TiTca-feira 17 de setembro
Os directores para stisfazer a promesa qoe
fizsram em seus aalfCfdent-'S programmas, fazem
exbibir b je, alm de imporiauvs exercicios gym
nastieos e e(jaetre3, a graado e applandida pan-
tomima histrica, intitulada :
Os sa'teidoes da Calabria
na qual baver diversa pelejas de armas brancas
entra os ladroes e os soldados, temando nella par-
te os directores e diversos artistas da companhia.
Distribnicin das partea.
1. apito dos satleadores, D. Antonio Pe-
rein.
2.* primeira espia, guerra do vento, Sirino,
3.* Amo da venda.
4. Capit) Cbou el arma?, o Se. Albaao Pe-
reir.
5 ".apitio dos soldado?, o Sr. FratuDso.
6. Parto de Jagal, Sr. Comre.
7'Sra. do Jugal. Sra. Gailhermina Pereira.
8* Criado, Sr. Sestac.
Bailharioas.
Mme. Fueco,
Mme. Emilia,
M:iie. Andagar,
Mlle. Pereira.
As tropas e bngantc? serio compostos pelos
serventes da companbia e compar^a^.
A acoao passa-se oas montaobas da Calabria.
PBOGRAMMA
1.Sycophonia pela banda. -
2 Ddiwiosos equilibrios, pela familia Pereira,
sobre 2 marombas.
3-Trabalhj grotesco, sobre ora eava.Uo, pelo
Sr. Andogar.
4.DeelocafSes e eqailibriif de for$i, pelo
Sr. Cjniare.
5.*Trbala i especial e saU mortaes, sobra
um cavallo, pelo Sr. Frotar so.
4.Nova entrada de olowo. pelo Sr. Sestac,
7. Pyramides, pelo Sr. Sobpabolo.
8.'Trabalhi em torca, sallando diversos objec
tos, por Mme Paulina.
9.Trabalho; gymnasucos e o granle Passa.
RIqs, por
Mlle, Pereira
lotervalio de 15 minutos.
Para dar lempo a prepararse a pantomima,
coma lual terminar lo brilhante funeco, com
posta de ntn grande nnmero de pessoaa e da ca-
vallos, tomando parte na baila a sympathica dan
sarina Mme. Fujcj e todas as senboras da com-
panbia.
&REOS.
Camarotes com 6 entradas lo*000
Cadeiras reservadas 3*000
D.tas avulsas 2*000
Geraes 1*000
Os bilbeles acbam-se venda das 10 boras do
dia as 4 boras da (arde em casa do nosso corres-
pondente e principal secretario o Sr. Francisco
Telxeira Barboza, rna larga da Rosarlo o. 20 e
dessa bora e u diante no logar do costnme.
Haver um trem t Apipucos, tocando em to-
dos os pontos, o qual partir do Campo das Prin-
eezas 1|4 de ora dapois de cada espectculo.
Cesselho t compras de ma-
rnala.
O coBsetbo no dia 20 do correntsjmez, vista de
<9 tirata o fornecimenio aoa navios da armada e
untn-'""'""""- *** ma'ioha, no trimestre proxi-
H adouro de outubro a dezembro, dos objectos
tt (ardamaato, seguales :
$Mei* do aniforms, baaels do servico, blusas
dto feria braaco, blusas de algodo azul, blusas de
ta azul,cal5'S da brim branco, calcas de al-
< acal, camisas de algodotinho, cobertores de
, Citeriores de algodo, cintos de cooro branco
-awrMsado, calcas de panno azul, colches de li-
MiCheias de paiba, fronbas de algodozmho, len-
5? de seda prea para grvala, lencoes da algo-
aaocioU), patoas, saceos d guardar roupa e
irawerseiros de Itabo ebeios de.palba, para apren
dfest artifices; bouets de panno azul, camisas de
feMatfefaaeo, calcas de algo to acal, cimiss de
atfcdio&tiil, csicas d paooo azul, calca de brim
ftraMt,camisas de bata azul, tendo o corpo i 1|2
ftlioiaedeeomprimioio e 3 as mangas inclusive
t-f**bo*< camiaa de bata azul, lando o corpo 3
jal ni ni do comprimeMo e 2.as mangas inclusive
6* iiaoBos, fardttas de oanno aul, lencos de seda
praia para grvalas, sapatSas e saceos de lona
.a*r* toarJnbajea, para isperlaes marioheiros e
aMtjMirzas ditos ; blusas de panno azul, blusas de
a*tlAo juI, cah^afi de brim branco, calis de
.tMte atpl, calcas de algodo azul, camisas de II-
gliosinii), e ciito ar*afidj;es aviUos ; calcas de brfra branco, cal
as4e aicolao uol.canahas de brim branco, eami
Mt> aifode azul e camisas de bada azul.lendo o
euepo -fi. Ij2 palmos de cimprjmaio e 3 as man-
tcluejve os panhas, para.-ajannbagem.
f*Bbem o conselbo de igual forma contrata no
afmirln da do fornecimanlo em dito tetrao
mi caales oujfcioi :
,GbitaB.,vl)atai;is a cooseras.preparadu. pira os
cafas da armada cirvso praprio para erreiro
4&o de cdk paia o aiieaal oe marinb.i ; q de
payiam pana m obras do porto.
,aia.daa5es do conslho de, compras dama-
jaKTde Perna-Tibuco ir, de tttabro de 1872,
O secratario,
aavWxaadw B idrage dos ^ajos.
Tamanho natural
NA
Ba do Commercio n, 11
Todos os diM otis das 4 horas da tarde em
diante e das santificados das 10 da manha s 10
da noute.
Entrada geral 1$000
tacho nacional SaU puedes navio di
se/ que seguir delire em poicos
coa Jos EL de Rezende
de Oria da o. 6a
melra cas
a tratar
G, i mi 4o Mdrqaez
LEILOES.
LEILAO
DA
Araucio, geaferot perteooes da (averna
da ro da Imperatriz b. -
Hoje
O ageste Martinsrari leilo reqoerimento ds
Tasso Irmios, e por mandado do Hlm. Sr. Dr. juiz
especial do eommereio, da arma cao, gneros e
mais pertanees da Uverna da roa da Imperatrn n.
22, aresiada a Martms Irmios.
O leilo teri lagar is 11 boras do dia cima, na
mesma (averna.
DE
F4ZENDAS
Hoje
1 da corrate
Augusto Cesar de Abren fari .leilo por inter-
vengo do agente Pmbo B rgss, 'de um esplendido
sortimento defaiendas ingleus, todas proprlas de
mercado, e de madapoioea avariados : hoje, 17 do
corrente. s II bora' da mazaba em ponto, em
sen armazem rna da Mrquez d'Olinda.________
LEILAO
DE
PEMHOBEi
A' Travesea da ra das Cru-
zes n. 2
QUABTA-FEiRA 18 DO.'CORRENTE
No dia 18 as 16 horas da onai, p r Inlerven-
i-So do aganle Maitins, se ha de arrematar os pe-
nhnres da< eautelUs m. 1059, 1064, 1103, 1220,
126H, lito, 1480, I431, 1*63, I47, 1493 1494,
1497, 1507. 1524. 150. 15^6. 1584. 1588, 16t,
16:8, 1646, 660, 166o, 1671. 1077. 684, 1693,
1703, 1705 1743, 1751, 1762, 1768, 1791 l*,
1828, 1874, 1897, 1898, 1905, 1918, 1978, 48 B,
53 B 59 B, 83 B, 88 B. 9i B, 95 B, 110 B, 113 B,
117 B, 132 B, 164 B, 201 B. 208 B, 209 B, 255 B.
267 B, 285 B, 315 B. 325 B/345 B, 386, B, 357 B,
383 B, por se acharara vencidas e nao pagos os
respectivos premias. Os donos das caat-llas an-
ouncialas podero resgalaMas ou ref.rma-lzs at
o acto de bater o martello.
DE
Uiq peqoeoo sitio com urna
grande casa de campo na es-
trada dos Afflictos, dt fronte
da capells.
Quinta-feira 19 do corrente
0 agente Mariius (ara leilo, precedida a com-
petente autorisaeio, da ara sitia na estrada dos
Aflictos, cam 300 palmos de frente e 450 de fon-
do, contendo grande casa que precisa de algum
concert, o sitio tem aigans arvoredos de tracto,
ama excellenle cacimba, estadio da estrada de Ca-
xaog_ jauto ao portio. Os pretenderles podera
examinar o referido sitio na estrada dos nfflietos
n. 22.
No armazem da ra do Impe-
rador n. 48,
A's 1 IJnoras do dia cima
Onde baver um leilo de predios em Olila.
LEILAO
DE
Qaatro predios em Olinda
Sendo : 1 bom sobrado na rna de S. Bea-
to n. 11, com grande quintal.
Urna grande casa terrea na roa de S. Pedro
Apostlo n. 10, com muitos commodos.
Una dita ilita na mesma ra o. 5
Urna dita di'a tanbem Da mesma rui n. 4.
QUINTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
0 sgenie Mamas tara leilo eompeletilemento
aatnrisado, dos predios cima, situados em O inda,
edificados era terreno proprio, bem conservados
e prximo do mar, para qoem precisar de banhos
salgadcs.
Os prelendenies que quizerem ver os predios
podera procurar as chaves em mi do dito ageote.
O leilo ter logar
No armazem da ra do imperador n. 48, s 11
horas do dia.
Leilao
AVISOS MARTIMOS.
Para o Maranhafl
pretende seguir com toda a brevidade a barca
partogueza Clo*dma; para carga trata-se com
seos coasigntlano* Thoroaz de Aquino Fonseca &
G Successores roa do Vigario n. 19, bu com o
capito na pra?a.
Para Maranhao
A barca porlognea* Marta Luiza, capiio A.
S. Goncalves. vai safeir com brevidade e recebe
ear|a a frate oomnaooo : trata-se com E. R. Ba-
pb1K> 4j C, ra do ComaaercH) n. 48.
DE
FAZEiVDA^
AVARIADAS
CONSTANDO DE :
Madapoles, algodoes, cbilas e pannosde
13.
QUINTA-FEIBA 19 DO CORRENTE
A'S 10 HORAS DO DIA.
Por intervengo do agente Pinto.
No armazem da ra da Cadeia
n. ..
Em lempo previne se que o referido armazem
est para ser a'ugado, o qual toroa-se reeommen-
dalo pela su a looalidade._______^_______
)ffllNllaVUn|Nlanr-
Hirer sedsio ordtafla^Jilti'eira 19 di
corrite setembro, pelas'ti bdras da ma-
sb8.
ORDEM DQ DIA.
1.* Discosele de u parecer di eettmi-
s3o de fundos e orcamentos;
2. Leitora de pareceres e mais trabalbos
de conHnisftes;
3. Palestra liitertrla,
8ecretarrt dolotiioto, 16 deselembro do
1872.
Jos Smres de Azevedu,
Secretario perpjdtao.
mk da roTuiu
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i' ros Priaeiro de Marco (ontr'ort roa d'
Crttevo) a. 23 e cfsas do costme.
O abaiio assigeado, tendo vendido nos sena fe
lites biMMtas tras qaartos n. Uii com 800J, dons
quarlos n 72 com 300d, dous quarits d. 1,658
cosa 1W>#, tres qoartes n. 38 cam I00 e ootras
orles d 404 e 20/ da lotera qu aa acaboo,
de extratir (l*.*), tonvWa aos possuilores i virero"
receber na canformidade do oostnae se des-
como a lena.
Achia- i venda os feliz bilhetes g&raalzdot
i; 4.a paite das loteras a beueSclo da igreja de
Santo_ Amaro das Salinas (20*),, qoe se axtralira
ua qolita-eira 19 do correte aw*
PRBC08.
Bilbeto intetro
Mel bilhete
Qoarlo I
Em poreao de IDOdOOO para dma.
Bilbete intero 5d5O0
Meio bilhete 2*750
Qoarlo 1375
Mano ti Martins Fiaza
COMPANHIA
nos
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A OTAMDA
BEBEUIBE
SSo convidados os Srs. acd' os tas para
reuipem-se em assembla geral no dia 24
do crreme, ptUs 5 boras da tarde, no la-
gar no costme, para cootinoacSo e concln-
alo dos trabalbos adiados acerca da reforma
dos estatutos desta companhia.
Perntmboco, 14 de setembro de 1872,
O 1. fecrelario.
Laureiilino Jos de Mirana.
Mailiias Wessely,. .'ibricjnte e concertadur e
afloador de pianos, reaejos e *rsflaas etc., avisa
o respeitavel publico qoe se -eoapr mello a cro-
ceriar e afinar estes indumentos, tamo nesta ca-
pital como arrabaides, e eug^Lh s, qaalquer dis
lancia o,na -eja, por prreos mcoerados ; garantm-
do o seu trabalbo : (.ole ser procurado na rea
das Crn'e- n 12. em casa dn Sr Al'X^nire.
Alaga e as caa* u. 48 ti. a iua de S. Juan,
a 83 da roa do Gaz, aquella por l'dOOO e esla
10*00, mensaes : a tratar no mesmo lugar, ou
ao escripiune n. 17, ra estreita do Rosariu, das
10 as 2 boras oa tarde._________________________
E:i fgido o prelo Mauuel de 25 jluuhs,
embei|j- tem o braca direito cortado : quero o
pegar ve o a sea senhor, na ra do PJar n. 74.
-^_On*erece~seorna senhora casada sem fllho
para urna de leile : tratar na travessa 4a ra
Imperial, entrada pelo becco confronte a padaria
Kncoora^ada, penallima casa._________________
Jas Carneiro da Cun&a, sortrendo a oito
afinos des olhos, e vendo augmentar us seus en
eommodas, lem resolvido fazer ama viagam a Eu-
ropa, e parnaso vende muito em conla sua pro-
ptiedades, constando de casas terreas maiores e
menores, eostbradode sna residencia, silo na
rna dos Ccelbo* n. 62 : tratar na rna dos Pra
res. no sen estabelerimenio n 50.
Sos abaix" firmados azt-mas scieote ao pu-
blic\ e especialmente ao coromi icio da pra^a t
Pernambuc", qoe em amigave.i e na malor har-
mena dissolvemos a sociedade que linhamos em
ama casa de negocio msto povoa?So de S. M'goel ,
dos Mdagres na provincia de Alj6a, que gyron
sob a firma social de NesUir Jos da Fncee &
G, sendo o socio Lima commanditario, reiirando
s(| este paga de seu capital e lacros e sem respi n
abilidade; ficando o activo e passlv, do mesmn
eslabaiecimento a cargo do ex-socio Kesior Jos
da Foocca. e este e nico Tespcns&vel.
Povaacao de 8. Miguel, 23- de agosto de 1872.
Manoel Jos de Lima.
Nstor Jas da Funceea.
Urna pessua drsej* comprar urna taverna :
tratar em caria Techada depositada a rna Nova
n. 31. ___

SITIO
Para tratar de um pequeo-sitio e de um c?-
vallo, pagar se-h bem a qaem ae presta a esse
trbalho : em S. Jos do ManfaJo{io, sitio do pu
melro porUo de ierro, do lado Suelto, antes da
igreja.__________________________._____________,
Trabalktdor.
Na pharmacia da ra* lar#a do Rosario n. 34,
precisa-.-e de um trabalhador.__________________
Am.i e t do
ama para tratar de menino*
casa de farailra: na ra do
38-
Precisa-se de oaia
e de uro criado para
iMarqnez d Qiipda n
BAHA
O palbajaote Garieodi a sabir por eites dias tem
parte da carga prompia ; a tratar com Taaso Ir-
naos A G ou como qapuioGuit'dlo Jos Vlaong
Para o jp(io-Gr.ple de
Sal.
Recebe carga a treta para aquello norio o ia-:
LEILAO
DE
1.200 chapeos do Chile
ASSIM COMO:
Chapeos de manilhi, leltro, de 13, ditos
para seoboras e meninas.
QUINTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
s 11 horas.
Por n'.ervencjio do agente Pinto.
No armazem da roa da Cadeia n. ....
Por occasio do leilo de (azendas limpas e ava-
riadai.
AVISOS DIVERSOS
MCU
Nesta typographia ba doas sartas de> val
do imperio para serem entregues em So.
propria, aos Srs, Dr. Francisco Odilos la-
vares Lima, e Francisco de Assis Meeteiro
Peisoi._________
Folio no oaa de jultw d corrala njad"~
preta Quileri*. de Vacio, idada do 10 aanoa adaea{
mais ou mena, a anal prno. lana boa marca Tot
veira de farsa olefp oop*. toveu aau m
la de praiA oas. remas: pni apvakeodir Mi-
ra traza* a roa do DaaM > Caxtai n. MI,
iC w*.|^/>apaado.
Magnetismo anim-l
Carso pratieo para apreder d magoeiisar e d-
magnetisar em poaeta Iic3-'S, por ojodaoo araeo :
as pessoas qoo desejarem aprender este ibesonro,
ua do GKldwreiro u. 4 por bai
/.i-iZi.p.riTZ
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. HAIBEI i &
m PER.NAMUK.O .
Ksta tinta reooxaamenda-se pela eua-oom-
posica e fluidez como a mSlhor e a mais
segura de todae.as tintas at jUoje conheci-
.dae. ISTa ataca an peanas de ac, da at
tres excellentes copias, mesmo nriitos dias
depois de eecrever, e preferivel a qual-
.quer oui-.as tintas particularmente para
livros de eommereio, documentos ata? de
que se caroca longa conservaca.
j
V
Jim. __
ADOPTADO
(VOS HOSPITAES DE PARiZ AS AMBULANC
[NOS HOSPITAES MILITARES NA MARfNHA l*!PEf
FRANCEZA E NA MARINHA REAL iNGLEZA
O problema resolvido por Mr IliGOU.eT com o mais feRz resultado na composcao Aeat
papel toi conservar a. mostarda todas as suas propriedades, obtendo em poneos inSUBSea
> e com tacilidadettmerTeito decisivo com a menor quantidade possivel
id medicamentos. (A Bouchardat lAnnuaire de thnapeutiqaet it 1868
JglMIi l mhnilinii ao lado, por que ba falcificadores.
PARISj Ru Yitilk-du-Temple, S6.
VINHO
a^iWi,
E RECONSTITUANTE
DO D0_R DELOR
Preparado por H. BEZIER, Ph" da Eschola de Pars.
O VINHO DEPURATIVO DO DOCTOR DLOS ao mesmo I
tirapo que purilica o saague d'tuaa manetra enrgica nao e atiera e Ike |
censerta a wa laoicidade primitiva.!
Tal o rewuo dos nuaaroso allestadoa endereeadea ao Doular DLOS) I
depois da experiencias feilas pelos principaes Mdicos de Krauca, da Italia, I
da llassia, da AUemanha e da Blgica.
O Vinno Depurativo do De DCLOR o unko producto, que, nao so I
elimina lo saugue lodos os principios mrbidos que o alterad, como'
tamliem Ibe conserva a sna foroa e a sua constitucM primitiva.
E por iss0 tue os Medicas apressarto ** de applicar a aova praparaca'
(lierapcutica do Doulor UELOIt
O Vinfco Dcvriivo do D* DELOR deUa longe de si ai araperaco6s Jatituladat
ilrnuiai'nas, lacs cpic jaropea, robs, esaeocias, e as quaea em lagar da puiificaa
o sapgue o cnfraquecein, e cujea cOetloau antes nocivo do que uleis.
O Vinho depurativo do D' DELOR eropregado comcxilocoalraaBterofulai,
(hnaas antigs, Ulceras, Ftridat ulcerosas. Tumores, Abanos, Pottkemas,
J,.cos, Herpes, Salsugem.impigsns, Lepra, Tinht, Suphilis (ou mal venere)
e lodos as molestias da pclle. E um presenralivo certo conira as Febres amo-
nita e tvphoide. Todas as pessoas affliclaj de EiepAammiii, llydroeete. Sarco-
cele t de leda as molestias provenieuleada Lympha podem empregal-ocom euto.
PARA RETALHO-- %i, ra de Lanerv.
VENDA POR ATTAGADO : 4, 6ou/card Si-Martin. PARS.
r. etV toda* Pliarmacla do BrABll
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Frunca. Russia, Austria e Belglea. O arrobe vegetal Laffeeieur sa antho-1
rizado, he mui superior aos xaropes de cuismier, de Larrey e de salseparrflha. e fcil
digesiao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente aena mercurio, as
aflecoes dapelle, Implaren, aalporca. (nmoreaa. ulceraa, anrna dege-
ncruda. eacorbulo, e os accidentes provendos dos partos, da dale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
O arrebe he especialmente recommendada contra as doencas syphilitica recentes, invete-
radas ou reraeldes ao mereurio e ao ioduro de potassio. ...,., *'
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do doutor GIRAIDEAU DE.
SAINT-GERVAIS, ra Richer, U, Pars.
PARS
GARYO de BELLOC
APPROVaOO
PELA ACADEMIA IMPERIAL DI MEDICINA
em 37 dezembro de 1819
PARS
/, 'XiOC
I
PARS
T
//--
T
PARS
E'sobretodo s suas propriedades emineitUiaente absorventes,
que o (rito de iteiioc devo a sua grande efcacia. Rccom-
menda-se-o especialemcnte contra as affeccOes seguintes;
-
GASTR ALOSAS
DYSPEPSIA
PVROSIS
AZIA
DIGESTES DIFFICEI5
06RES DE ESTOMAGO
CONSTIPACXO
* CLICAS
OIARRHEA
OYSSENTERIA
CHOLERINA
MODO BE EMPREGO. <*** >* (Cbarbea stlelbe)
loma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
Pastillas. Geralmente o bem estar sente-se logo djajaos das pri
meiras doses. Urna nformaca.o entensa acompaaiai cada vidro
de p e cada caixa de pastilhas.
PARS
flcMac
T
VeDde-s na- pharmacia de Maorel A C, roa Nova
O capito Jos Antonio Pereira, morador oo
Breja da Madre de Deo, e de presente na rna do
Mrquez de Olinda n. 30, t* andar, estando de sa-
poroai bida para a trama comarca, i'ga M0 **/
lo Sp tdbfHn o ir.. iWao. hoaaos s(|Maa nea pra^a e mesmo do malo
Iti. fcNM- sos*issaJo^s tanhasa a mas sa algoea se isigar aen arador: .W'ejJ^
bog^o,* cs m* m ^ ^^at .xas*?; s
staTes
mmmmmm ikmb in
I Oftr. Francisco Borges
bnavto,o*staJs4lor o inatltodo nsaaiao q>
est Irapitaindo. ____________
-1 A'ilTtiml e.sVr-ri com bsst
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para a rna do ft>Dico : a.Utr n,a ra do llar-
de Onda h.^. rl
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^issert^VWumTto *lo>er-
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Praeisa-se do a oai
ca uaia, d'*S*s
tu A ru* tt Santa Toerea
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5 MSDICO
fi Pode >r procurado para o exsrcicio de
asna proflssio oa casa de sua reaideoci*
a ra da la,p*rainz n. 47, 1* andar.
Epeeiaiidade-Uulatias de crian
5
Kpeciaii8iieeiwias u <
IIIHII11
a ira- O Sr. Caatano Tavawa de Sean akoa 4>
ser obrador da campansia de Bebsrfts.

I


Mtfi U Pfft&wCL fenja ickt 17 di* StetalwO d Itf2
* CDMPMli
DB
Edificares da cidade
do Recife.
Acoa-ee abena ate 31 e ontubro prximo fotu-
to subsertpgio para completar a primeira emis-
so de 5,000 ac^Sea que cnstita a quarta parle
4o capital ooamal de 2,600:0004000 representado
or 20,000 aec6es de 100* cada orna (art. 3.* e
|| ios estatutos de 10 de jaoho prr-xiao passado.)
As pessoae qoe quiltreo) concorrer coco as
i>uas respectivas asaigoataras para realisar a pri-
meira emisso, aebarao ero poder do encorporador
4a companhia P. M. Daprat o litro qne eonlm o
-erigiot manuseripto dos estatmos da eompanbia
cem data de 10 de jfloho do correte anno, ap-
protados^pelos acekmistas.
Addiniite-se sofcscnptores de ama a mil ou mais
aocoes; sao precisas 8 aeches para ter mn voto
(art. 24 dos estatutos.
O capital da eompanbia ser realisado por pr-s-
agao de 10 *V a primeira ser paga no decurso
qoe ser ferta pela directora denirva, que flea-
r cltita logo depols que chegarem approtados os
estatutos rriados por intermedi da presidencia
Vsa provincia en 28 de junan-prximo passado,
ao governo imperial na corte, m cojo poder se
acharo baje. Hatera sempre pelo menos 30 das
deiatertzllo entre asoutras note prestaedes.
Os subscriptores qoe ecctoarem em orna s
ves em numerario as entradas de anas acedes, go-
sariio de cm abatimento 4e 10*/ sobre a qoaotia.
aabseripia.
Os qoe eairarem cem terrenos ou casas a re-
sonstrulr, terio direito a um premio de 3 % Pr
ama s tez. Os qae entrarem com estabeleci-
mentos iDdnslnas, gesaro de um premio de C %
tpor orna j ter, (rt. 7. dos estatutos.)
As pessoas naeionaea oo estraogeiras morado-
rs'-dentro oa fora deste imperio, que qnixerem
entrar com seos eapites na utilitaria companhia
de edfleagao- da cidade do Recite, desde ja florn
convidadas dirigir saas cartas de pedidos de
aeros, a P.'H. Duprat encorporador da eoropa-
'ohia, oo escriptorio do Sr. Joaquim Jos Ramos,
ra do Bom Jetos o. 8, no Recife.
Alm dos estatutos da companhia, Daprat Ibes
mandar todas as informaedes e detaibes qoe pe-
deretn'PeseJar acerca das vanugens e garantas da
eoapbia.
Os subscriptores por correspondencia deverao
ler aoReei(6proenrador bastante para tffeetnar as
entradas e represntalos as occasi5-s precisas.
F. M. Doprat, morador na rna da Soledade n.
21, ser encontrado nos dias otis, e recebera
aseigoatoras, na esiaco das Cinco Ponas das 7
as 8 Vs da manha, e das 4 s 5 '/2 da tarde, n
Associacao Commercial Agrcola das 9 s 10 '/j
'toras da manba, e de 1 s 3 horas da tarde na
rea 4o Commercio.
Reeife, i de setembro de 1872.
*'F. U. Duprot,
porador da companhia.
0 BAZAR
DE
limrenco Pereira Mendes Gdmar&es
Parte cipa ao respeitavel publico qae ji se modoa da cata da roa da Imperatriz n-
77, para a ana nova casa i rna da Imperairii n. 72, em qoe agora est sortiodo de novas
fazeadas qoe brevemente annunciava as qoalidades e precos, porque vai vender o qoe
ser mao barato, o qae espera a coocarrencia de sena (reguezes e mais pessoas qae
qoizereza honrar osea esubecimento.
NOVIDADE.
V'ende-se fusilo branco para vestidos de
se'abora e roopa de meninas a 300 rs. o
covado.
CASSA FRANCBE A* 200 BiS.
Vende-se cassas francezas para vestidos
de seaboras e meninas 240 320 rs. o co-
vado.
LASINHAS PARA VESTIDOS A' 120 RS.
Vende-se llasinhas para vestidos a 120,
240, 400, e 500 rs. o covado.
CORTES DE GASSAS A' 2J400.
Vende-se cortes de cassa de cores 2|000
para liquidar.
CHITAS FINAS A' 340 RS.
Vende-se chitas francezas finas escaras
e claras a 280 e 320 rs. o covado.
CAMBRAIA TRANSPARENTE A' 3r$OO0 A
PEA.
Vende-se pecas de cambraia transparente 4,5000 para liquidar,
finas a 30000, 30500, 40000 e 50000. CORTES DE BRIM A' 10500. para
Pecas de cambraia Victoria a 30500, Vende-se cortes de brim de cor
40000, 40500 e 50000. calca de homem a 10500, cortea de gaogj
ALPACAS DE CORES A 440 RS. a 10OCO, brim de cor a 320 e 400 rs. c
Vende se alpacas de cores pan vestidos covado.
Na travessa da rna
das Circes n, 2, pri-
meira andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e briihan-
les, seja qnal for a qoao-
tia. Ka mesma casa cora-
prsiD-se es mesaos me-
taes e pedras.
Trocam-se
notas ras ojJxae Gliaes do banco do Brasil, con
pequeo descont : na loja da roa do Mrquez de
Onda n. 08.
20$UU0 de gratifiuacao
Fjgio desde o dia 14 de junhi prximo passado,
o eferato crioulo de tome Rodo'pho, idade 2a a
26 ennos pouco mais o* menos, com os signaes
seguintes : estatura regular, obos vr> g >s, tem nm
geito no andar, sabe ler e eserever. e cesturna in
titular-se torro, foi escravo do Sr. Loiz de Oliveira
Lima, desconfia-se qoe lia embarou para fra
lia provincia, norte on sol: pede-se portento s
autoridades policiaes e ars eapites de campo a
aprcben.'o do drto escrato, e leva lo roa Dire-
ta d. 16, que sei gratificado com a guantia cima
arVl
Ttoea-se utas do banco do Brasil e de snai
fliaes na roa do Bario da Victoria n. 63, amiga
na Nova, loja de Joao Joaqaim da CoetaLeite
v r '5*{>' ** --^p >5aW ^*
I
O Br. Sarment Fi-
lho, cirurgiao do hos-
pital Pedro II, de vol-
ta de sua viagem a Eu-
ropa, contina no exer-
cicio de sua profsso,
na casa de sua residen-
do Impera-


Aos 5:000^000.
Bilhotcfl garantidos da pro
Tela.
Bna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casa>
do coqtume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seu;
muito (elizes bilhetes a sorte de 5:000* em qua
lro qcartos de o. 1362, alem de ootras sorte
menores de 404 e 20* da lotera que se acaben.
s exlrabir (19'); e convida aos possoidores a
Tircio receber, qae promptamepte serao pagos
aem descont algom.
O inesmo abaixo assignado eonvida ao respeita-
"vel publico para vir ao seu es;abelecimento com-
prar os mallo felizee bilbetes, qne nio deixarao dt
tirar qnaiqiier premio, como pro va com es mes-
aos nnnnat'jo.
Aeliam-so venda os muito felizes bilbetes ga
raatk'.os da V parte das loteras a beneficio o
Ireja de Santo Amaro das Salinas, qoe ser ex-
trabida no (ia quinta fera 19 de setembro.
PREg08.
Inteiro 64000
Meios 3*000
Quartos 1*500
De 100 jOOO para cima.
Inteiro 8*500
Meios 2*750
Quartos 1*375
Becife 4 de setembro de 1872.
J. I. da Costa Leite.

ROPA FEITA.
Veode-se camiaat brancas 2^000, 2600
34000.
Seroolas a IMOO, M500 a 2^000.
Palitea de panno preto a 5(JOOO,i7fJOOt'
e 104000.
Palites de alpaca preto e de cores a
2^500, 34000 e 34800.
PERFUMARAS PARA LIQUIDAR.
Vende-se nm frasco com pomada franc
ia a 200, 320 e 500 rs.
Vende-se om sabonte fino a 200 e 320
Veode-se am frasco d'agoa de cologne j
240 e 320 rs.
E o a tros mnitos extractos finos qae
vende sem reserva de preco, no Baiar Ni
cional, na roa da Imperatriz n. 72.
14500 a dosia, ditos de linbo a 24500 e
a 440, 500 e 640 rs. o covado.
TIRAS E ENTREMEIOS BORDADOS
a 24000,
Vende-ee (intremeios e tiras bordadas
para enfeitar vestidos brancos a 24000 e
24300, 34OO0 e 44000.
SAIAS BRANCAS A* 24000.
Vende-se saias brancas e de cores para
senbora a 24000 e 3e000.
CHALES A' 14000.
Veri Je se chales de 13a a 14000, ditos de
merino estampados a 24000, 34. 44a 54.
LENQOS BRANCOS A 14500
Vende-se lencos brandes com barrao
ATOALHADO A' 14000.
Vende-se atoalbado para toalhas a 14000
o metro.
Bramante de 10 palmos de largara
14800 e 24500 o metro.
MADAPOLO A' 34C00.
Vende-se pecas de madapolo a 34000
44000, 4450(, 54000 e 64000.
COBERTAS DE CHITAS A' 24000.
Vende-se coberias de chita a 2400C
cada ama,
ALGODO A' 34000,
Vende-se pecas de algodSosinho a 3J0C(
44000 e 54000 a peca.
Ca?pat!o francez
Qoin'.as teta ama senbora deixa de asar de
orna botina elegante e e boa qialidade por nio
querer ir eseelner ao lado de am baldo, o qae
maito raioatet; e tal a (alta de conmodos qae
Da nessas lejas de calcados qoe qualqaer senbora
prefera ser prejudieada, ponjoe nao te sent com
disoosieio de ir a taes estabelecimentos, certa
de qoe li nio poderi eseolber a soa toatade o
qoe melbor Ihe pode Bear. Feliimeote esta ne-
cefsidade vai desapparecer, porque com esse fim
abrio-se nm noto esubelecimenlo com o titulo
de PARS N'AMEBICA. i rna Duque de Gaitas
n. 59.1* andar.
Oe seos propietarios, tendo em ti.ta oBerecer
ao respeitatel pablico desta cidade os melbores
commodos, nao pooparam esforcos e nemdespe-
us. All existe ama perfeita harmona do otil
com o sgradavel, pois a par da elegtncia e msg-
nifleeacia com qoe se aeba preparado o mesme
estabeleeimento, encontrar-se-ba as melbores ac-
commoda^dee qoe se podem desejar : tendo pre-
earado tambem nm bello gabinete (resertado)
para as familias eom aquella decencia desejatel.
Tomaram correspondentes conocedores deste
artigo em diversas partes da Europa, por cajo in
lermedio jireieberam ama grande qoaotidade,
para dessa (rma terem em sea estabeleeimento
calcado sempre fresco e d boa qnaliiade.______
Lnzeiro da verdade
Esta associa;o tendo deliberado em observan-
cia a ama disposieao dos seas estatutos, crear orna
biblioibeea que ser destioada ao pote, eontida
pelo presente a todos os seas asseciados em par-
ticular, e a todos os bomeos amantes da in-iruc-
cio popular, para qoe cootribuam cora a offerta
de litros de todos os ramos de coohecimentos bu-
manos, aflm de letar a effeito aquella grandiosa
idea por ella iniciada.
As obras offerecidas i biblioibeea do LUZEIRO
DA VERDADE reeebem-se na s le desta associa-
cao, roa Direita n. 91, segundo andar, e pela
commissio encarregada de agenciar donativos,
composta dos soeios Jatroe Eneas Gomes da Silva,
Liberato T. de Miranda Maeiel, Plrmino M. da Silva
Carneiro, Jos Pirmino Altares Quintal e Minervi-
no A. de Sooza Leio.___________._____________
Alnga-se ama escrata recomida, para tedo o
sertico interno de ama casa de fa oilia : qoem
pretender dirija- st. Caponga, roa da Ventnra n.
35 ; e na mesma casa tende-se algnns litros de
preparatorios em bom estado, e assim como am
macaco muito bonito e manso
SITIO.
Alaga-se am bom sitio, eom rasa para grande
familia e mnito perte do baoho, em Beberibe :
tratar a roa.da Cadeia o. 38.
EXPSITO UNIVERSAL DE 1855
MEOALHA OE I" CLASSE
ALF. UBaRRAQUE & Cu
QUIRIUI LA6ARRAQ0E
APFPOVAOO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PAP.IZ
0
um
QiBinum Labarraque,
\inho eminentemente t-
nico e febrfugo que deve ser
perferido todas as oulras pre-
parares de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mnle empregados na medicina
preparam-sc com cascas de quina
cuja riqueza em principios acti-
vos .extremamente variavel;
parle disso, em razao de seu
modo de preparado, estes vin-
hos rontem apenas vestigios de
principios activos, et em pro-
pei(;oes sempre variaveis.
O Qnuiuin Labarr.'(quc,
approvado pela Acadamia de me-
dicina, constitue pelo conlrario
um medicamento de composi-
c3o determinada, rica em prin-
cipios activos, e com o qual os
4
mdicos e os duentcs podem
sempre contar.
0 Quantum Labarraque
proscripto com grande xito s
pessoas fracas, debilitadas, seja
por -diversas causas d'esgota-
mento, seja por antigs inoleev
tas; aos aduhos fatiga urna rpida crcscenca, s meni-
nas qui tem difficuldade em se
formar e desenvolver; s inulhe-
res depois dos partos; aos vellios
enflaquecidos pela idade ou
doen.a.
,No cazo de chlorosis, anemia,
cures plidas, esl violto ura
poderoso auxiliar dos ferrugino-
sos. Tomado junto, par exemplo,
com as pilulas d.e Vallf.t, produz
effeitos maravilhosos, pela sua
rpida acoo.
Deposito cu Parle, L. FRERE, rnc Jocfib, SO.


/V
ALCATRAO Di GDTOT
LICOR CONCENTRADO E TITULADO
0 Sr Uuyot chegou a Tirar ao alcatrSo a
sua acrimonia e o seu amargor iisupportaveis,
o que o torna mais soluvel. Aproteitando essa
felix descoberta, elle prepara um licor con-
centrado de alcatrio, o qual, sob um pequeo
volume, contem una grande proporcao de
principio; activos.
0 Aicntrfto de Cpyot (Coudron de
Guyot) posa* por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatrSo ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
colher de caf n'um copo d'agua para obter
logo um copo de excellente agua de alcatrao
sem gosto desagradatel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrao quando d'ella precisa, o que offorece
economa de terapo, facilidade de transporte
e evita o manejo lio desagradatel do alcairao.
0 Alcairao ae Uujut substitue com
vantagem muilas tisanas mais on menos
inertes, nos casos de defluxos, broneUtes,
tosses, catarrhos.
0 AlratrAo de Cayos empregado com o maior xito as molestias seguintes;
EN BEBIDA. Vma colher de caf para um copo d'agua ov dual colheret de
topa para una garafa : ,
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITACAO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
El FOflEHTA^OES. -~ LicSrpuroou com um pouco d'agua:
affecqes da pelle
comichAes
molestias 00 couro cabelludo
E1S UUFC(0ES. Urna parte de licor i qualro d'agua (ffloMdatatlrmMt>#oitr)
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
O Alcatrao de Guyot foi experimentado eom um verdadeiro xito nos
pr'mcipaes hospitaes de Franca, da Blgica e ia Espanha. Foi reconhecido
que, para ot temyos de calor, et constitue a bebida a mais hygienica, t so-
bretodo durante os tempos de epidemia. Urna intruccaccompanha cada vidro.
Deposito feral em eaaa, I FRERE, IR, rae Jaeob
Rm Jiiim, RapoaeheIle< Cbevolot. sLtitKuo, Ferrefra et f>.
PiMAiiico, F. Haarer a* O*. Puutu, aaieira Lelvaa.
Btai, llaaaa et >". I Uteu, Falco Btaa
Oajo-Pano, tfaaHHa Wdtefiia Pmto uitu,
JI'
R i DO BRM N. 52 J
(Passando o chafariz) *
N'esta casa fondada ha cerca de trinta
annos. vende-se a piazo on a dinheiro com
descont, o machinismo preciso para a a-
gricnltura da provincia, e para o fabrico
do assncar e preparado do algodao-tem
formas para acucar e diversos utencilios.
CAUTELLA
Tendo sido en ganado diversas pessoas em procura desta
fundiqo, recommehda-se aquellas que nao conhecem hem a
praqa ohservem para se, e para seus mandatarios que a
FUMDIQAO DO BOWMAN .
est entre o chafariz e a fortaleza, perto a cocheira dos feonds,
que os edificios estao de ambos os lados da rna e pintados de
verde nos andares inferiores.
RA DO BRIM N. 52
PASSANDO O CHIFAKIZ
FGIO
o escravo Jos.
No da 8 do correte, fogio do eegenbo Qoileba'
o escravo de nome Jos, perteocente ao Sr. Ha-
noel Germano Rlgoeira Pereira de Bastos, o qual
tem os seguintes signaes: baixo, cheio do cor-
do, cor fala, orna grande baixa oo cicatriz na
perna esqnerda, proveniente de om cocee de ea-
tallo e a mesma perna nm pouco torta, tambem
ouctaa nm pooco por ella qnaodo anda ; tem
marcas de castigo e ladino, tanto qae tem pas-
sado por forro, em al gamas fgidas que tem
feito.
Suppoe-se ter procurado os senoes dos lados
de S. Beato, d'onde velo a qoatro annos.
Pede-se, por tanto, as autoridades policiaes, e
especialmente aos seilnras eapites de cam-
po, a captnra do snpradito escravo, e leva-lo ao
no Reeife, a roa do Imperador n. 77, que se re-
compensar generosamente/_________________
AOS 6:0004000
Estao i venda os felizes bilhetes da lotera da
lana, na casa feliz do arco da Conceico, loja d
nrivas no Recife.
kmm)
Jebnston Pater & C, consignatarios do origne
ingles /. Willianson, reeentemente ebegado de
Ntw-York com carga de tarios gneros para este
porto e Babia, tendo o mesmo navio de seguir eom
toda a brevidade para o pono do sen deslino, pe-
de a todis as pessoas qae titerem gneros no dito
navio quizerem despacha-los sobre agaa, qaei-
ram fazelo quanto autes, afim de nao demoraren),
as alvarergas de nm dia para onlro, assim como
mandaren) um seu encarregado.no ae.o da des
carga, para verificar as snas mercaderas e tomar
coma dallas no mesmo dia que descarregarem, ao
contrario ficario qnaesqner despezas de altaren-
gade cubro* e guardar qoalqner mercadoria
por conla e risco da faienda, e qnalqoer reciama-
gao que nao seja feita no acto da descarga nao sera
attendida.
mmm mmmmmmmm
CONSULTORIO MEDICO CIRURGICO
DO
Dr. Cunha Beltrao
Kaa l^rga do Rosario numero 50
Consultas das 7 s 9 horas da manba
e do meio dia 3 boras da tarde. Cha- I
mados da cidade e do interior qual-
quer hora do dia on da nonte.
sasnan iiiiem
Aula publica de instrucqao-
primaria.
0 professor publico de instruccao primaria da
' cadeira da fre.oezia de B.a-vista faz sciente
ao respeitavel publico, mxime aes senbores pais
de familia, que desde o dia tt de julho prximo
ptssado abri a soa eseola i roa do Coi.de de boa
vista n. 23, onde, com todo o interesse, destelo b
zelo a seu alcance, enra da instrneco aessa in-
fancia radiante de innocencia. Boa-vista 27 de
agosto de 1872.
Antonio Bazilio Fcrreira Barros.
s
Alaga-se a qoem pagar as bemfeitorias o
primeiro andar do sobrado sito ne largo do Car-
mo n. 18, preparado con asseio e bom gosto :
tratar na tratar na travessa da Madre de Deas
n. 21.__________________________ '
Aazenloa-se da casa de seu sentar, no dia
27 de agosto prximo passado, o escrato mulato,
de nome Jos, de idade de 17 annos, altara re-
galar, ps e mos grandes, e tem urna marea no
rosto, proveniente de nm talbo ; levou cajoisa
de madapoln e caiga de brim qmsi branea com
listras rouxas e chapeo de feitro ja velho. nun-
ca sabio desta cidade, pelo que deve andar aqu,
on em blinda. Pede-se a qualqaer autondade, on
eapites de campo o favor de o pegar e leta-1
roa do Principe n. 26, on a ra do Caboga n 7,
loja de joias, a Joaqaim Martina Moreira, qne re-
compensar a appreheosio. ___________
BAIANGUDOR
As pessoas que precisaren! da arte da sna pro-
Ssfo podem dcixar bilbetes as I 'jas segnintes :
roas, Tbomde Sooza o. 1, antiga da Lmgueta,
Primeiro de Margo n. 3, amiga do Crespo, ou em
casa de sua residencia viscoode de Pelotas n. 19,
antiga do Arajtao. \ ________
Urgencia em quanto antes.
0 Sr. Trajano Cesar de Albuqnerque qneira di-
rigir-se i esta typograpbia, que ha nma pessoa
qne Ihe deseja fallar acerca de om negocio ; e
isto previne-se com lempo se nao quer qae se
declare o qoe .
na rna Direita n. 26,
Precisa-se de ama ama -
coziobar e engommar pa-
casa de pequea familia :
andar.
Preci.-a-se de urna ama on
esclava qoe saiba engommar
bera, para casa de duas pes-
soas : a tratar na rna do Barao da Victoria n. 31,
entrada pela rna das Flores._______
Precisa-se de ama ama
para casa de ponca familia :
na roa das Triocheiras o. 34.
V1&*
*lft
AMA
Precisa-se de orna ama
lio somenta para eczi-
ohar para peqnena fami-
lia, no caes do Capibari-
be n. 2a, casa eom per
to de ferro ao lado.
Precisa-se de ama ama livre ou escrata para
engommar e fuer o sertico interno de ama casa
de familia : a tratar no Corredor do Bispo n. 23
oo na rna da Cruz d. 41
MU
Precisa-se oe urna ama para eo-
sinbar e fazer o mais servico de ama
easa de pequea familia: a tratar
na roa da niao n. 61.
^%^S
Precisa-se de urna ama
para coziobar e engommar:
tratar no Passeio Pullice
n. 54, loja.
Dr. A. Carneiro Munteiro da S. San-
tos est residindo ha ra do Imperador
n. 28, onde pode ser procurado a qual-
qoer hora.
Especialidade.
Parto e molestias de meninos.
8884880ft86
MOFINA
Sio..., sio..., n5o ouve?
Roga-se aoilrn. Sr. Ignacio Vieira de Mello, es-
crivona cidade %e Nazaretb desta provincia, o
fator de vir ra Duque de-Caxias n. 36 con-
cluir aquelle negocio que S. S. se compremetteu a
realisar, pela terceira chamada deste joma., em
ns de dezembro prximo passado, e depois para
Janeiro, passou fevereiro e abril, e nada enm-
prio ; e por este motivo de noto chamado para
dito m, pois S S. se deve lembr; r que este ne-
gocio de mais de oito annos, e qoando o senhor
sea fllho se achava nesta cita Je.______________
Acba-te lUgida, desae 17 a> juibo prjimo
passado, a escrata Maria, natural da Babia,
de iJade de 35 annos, cor preta, altara re-
galar, tendo letado vestido novo de chita de as-
iento cor de caf, com listras encarnadas e fhres
rozas, verdes e encarnadas, chale de 12 encarna-
do, eom palmas e II res, levou tambem urna gave-
ta de nm latatorio ; esta escrata usa de tonca cu
trougo, como usam tedas as pretas da Babia : pe-
de-se, portanto, s autoridades policiaes e eapites
de campo a sna captnra, levando-a ao caes do Ca-
pibaribe, casa confronte serrara, que ser re-
compensado.
tPreetsa-se de nma ama, preferindo-se escra-
va, qne seja morigerada e saiba coziobar o diario
de nma casa : na roa da Imperatriz n. 14. 1* an-
dar,
AMA
cisco n
Precisa-se de
prar e eozinbar
L
urna ama para eom-
na roa de S. Fran-
*!.*
Precisa se de urna ama para
coziobar, comprar e lavar ;
ra dos Pires n. 43.
AMA
Procisa-se de nma
Pedro Affonso n. 38.
ama; na ra de
AMA
n. 54, loja.
Precisa-se te urna ama para ouptu
e eozinbar : na ra Duque de Cixias
do Mrquez de
das.
Precisase de urna, livre
on escrata, qae cozinbe com
perfelcao : tratar na rna
Olioda n. 13, armazem de fazen-
*U.*
Precisa-se de orna para ca-
sa de pouca familia a tra-
tar na ra do Alecrn) o. 16.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO j
DO
g DR.CASANOVA I
L3rgo da matriz de Santo
Antonio n. 2.
Consaltas e visitas a toda a hora. Me- |
I dicamentos e earteiras dos meltares fa- I
5 bricantes.
ttKffiK-tttt& ttHKttttH
Em casa de Borstelmano it C, ra
do Commercio n. 10 veode-se VINHO DE
CHAMPAGNE, MARCA CUCQOT.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOCO.
A companhia Indemnisadora, establecid;
Mata praca, toma segaros martimos sobrt
avios e seas carregameotos e contra toge
un edificios, marcadoriss e mobilias: di
aa do Viaario n. 4, pavimento terreo.
LUPLU
LUPUPO
SUPLO
Da nova co'.heila, vendem Pereira Vianua
A C. : na roa do Vigario 11, 1* andar
Sais > par rilha
Salsaparrilha
Salsaparrilha.
Muito nova ebegada pelo ultimo vapor,
vendem Pereira Viaona & C. : na raa do
Vigario n. 11. 1 andar.______________
Rogase ao Sr Francisco Lopes Bastos che"
gado ba pouco do Para, o fator de aoparecer n)
esciptorio de Joaqaim Gsrardo de Bastos, ra
do Vigario n. 16, a negocio de sen interese.
Precisa-se alugar nm rre ou escrata
para engommadns de easa de familia : na tbesou-
raria da loteras da 11 s 3 boras
Precisa-se da um caixuiro qae teoba pratica
demoibados, de i 2 a 14 ahnos; tratar na ra
do IHr da Viciona n. 61.
Sr. Antonio J >- Currea tem urna carta na
raa do Rangel n, 67, viada da Europa, e ama dita
para o IV ho d* Antonio da Si Iva
Companhia de Beberibe
Ocaixa desta companhia faz saber aos Sr?. coo-
cessionarios de peanas d'agoa, que deJaneiro de
1872 em diants,.os resibos respectivo^ sao por elle
assignados. sem o qne nao sero validos.
Recife, 13 de setembro de 1872.
O eaixa,
Corbentano de Aquino Fonseca
* Alne'-se a eas& n. I da ra principal do
Porto da Madeiara d Beberibe. eom sala na fren-
te, gaboeie ao lado, cinco quartos, grande sala
atraz, cozinba, com duas portas e aneila de fren-
te, porto ao lado, quintal soffrive com fundo
para o rio : a tratar na ra de S. Francisco n. 6,
1. andar.cn largo de Paraizo n. 14, enriar.
Burro.
Vende-se um exctllenta burro, tanto de carro-
ga como de sella, coobecido como bom por mul-
ta gente, o qual tem trabalbado em assncar da es-
taeao : vende-se mais nma carrcgi fechada pro-
pria p?ra padana. reflnacao, ou mscate de fa-
zendas : na roa Nova o. 48.
iOO^COO.
Boa acquislco
Vende-se o engenbo Barra do Donro distante
da esiacio de Agua-Preta legua e meia, com safra
para 1,800 pes de assncar, copeiro d'agoa. tendo
meia legua de trra, e malta suficiente ; faz se
negocio, metade a dinheiro e metade a pra-o, sen-
do boas firmas, para acbar-so desenlo com fran-
queza : tratar com Pocas & C, na rna estreita
do Rosario o. 9. '___________^__
Alnga-se cu veoe-se urna casa na Agua
Fria, tendo nm pequeo sitio com alvoredes : a
tratar na roa da Paz n. 38.
aUM-M.
Coma
marca de Flores.
O bacharei Felix de Figueira, promo-
! tor publico da comarca de Pajeb de
Flores, advoga nos termos de Flores, In-
gazeira. Villa Bella e Municipio do Tri-
ompho. Eacarrega-se da obranga ami-
gavel ou judicial de qnalquer debito, por
commoda porcentagem : qoem de sens
prestimos se qnizer ntisar, pode dirigir-
se directamente so er-se eom os Drs. Manoel de Figueira
Paria e Pelippe de Figueira Paria, na
roa Duque de Caxias n. 44, escriptorio
| do Diario fPtmambw.
mmwmUmmmm-mmm\
Fogio oa potoago de Vicencia da Comarca
de Nazaretb da Matta, o escravo de nome Estevao,
crioulo de cor preta, de vmte annos de Idade, al-
tura regalar, grosso do eorpo, com am dente da
frente podre, rosto regular, sem barbs, ps e per-
nas carnadas ; este escrato anda fgido desde o
dia 29 de julho prximo passado : roga-se por
tanto as autoridades policiaes e aos eapites de
compo a priso delle e o entregue n'esta potoago
em casa do abaixo assignado, on na eitade de
Recife na ra do bario da Victoria ( outr'ora rna
Nova) ao Sr. Jos JoaqnimUes, Aeu Q ser bem
reeompessado._________ \__________
Da se 600* a premio sobtfuypdTheca ou
com garanta de firma eommerett: queco pre-
tender dirjase a esta typograpbia i fallar com o
Ferreira.__________________________________
GASA DA FORTUNA
RA 1' DB MABCO OUTR'ORA DO
CRESPO H. 23.
Jalea qne paga as sortea
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto i ven-
ia oa felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
jrompumeDte, como costoma, qualqaer prenso.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Qaarto IJIOMv-
Manoel Martin Roza.
de'gratificaco a quem capturar o escravo Marti-
nho, fgido'a dous meses qae tem os sigaaes se-
goinies : mulato claro, quasi branco, idade 26 an-
no?, baixo, cheio do corpo, um pooco ca-
go, caballos crespos, tendo em orna das mos-qua-
tro inigiaes M. J S. A. E' natural do Riacbo do
Sangue, protincia do Cear, foi comprado ao Sr.
Vicente Ferreira Frederico, italiano : quem o pe-
ar e trenxer a raa do Daqne de Caxias n. 73
jnir'ora Qaeimado) recebar 100*000.
Precisa-se de um caixmro com banlante pra-
tica de negocio de padaria ou moldados para to-
mar conta de om estabelecimeato : a tratar na
ra estreita do Rosario ns. 5 e 7, dando fiador a
sna cendneta.
i'recisa-se
de nm eaixeiro que tenba pratica de taveraa, sen-
do o dito eaixeiro para a villa de S Beato : a tra-
tar na raa larga do Rosario n. 14, fabrica de ci-
garros.
ATTENGA
Desappareceu no dia 22 de julho de 1872, da
roa de Pedro Affonso n. 49, 2 andar, a escrava
mulata, de neme Umbelina, com os Biguaes se-
guimos : alta, secea do corpo, cabellos earapioba,
aborto estrada, feigdes mindas, nariz afilado, tem
nm arranbo em cima do nariz, falla mnito mode-
rada, cor ttrmelba, tem duas marcas de castigo
as barrigas das pernas, anda calgada, letn o re-
rato de sea senhur mogo, a quem esteta criando,
filba do Pillar da Parahyba ; foi escrata da urna
senhora viata aue tem dous Albos padres, qne cos-
tnmata ir.em Pedra Letrada com nm delles; jol-
51-se ter sido sednzida pelo sen conhecido Alfreda
e tal, qne ha poueo tempo teve baixa da 3* eem-
pidhia do eorpo de polica ; jopoie-se que onde
andar o mesmo Alfredo anda a dita mulita : pe-
de-se, portanto, as autoridades policiaes e aos ca-
iitaes de eampo a appreheoaao da mesma, e leta-
i i rna cima mencionada, que serio recompen-
sados com i qnantia de 200*.
\

I


mm


MMHBH

TV.iie do Pernamouce w Tanja (eir 1? de Setembro ) 187
5
v
FABRICA DE MACHINAS
A' Ra do BrJo do Triumpho (ra do Brum) ni?.
100 a 104.
CARD0S0 ft IRMAO _
AVISAM aos Srt. de engeohos e lo publico em geral, que team recebidoda Europa,
griade sortimento de ferragens para engeobos e para lavoora, e qaaesqaer oatros ozos
e misteres da industria agrcola, o que todo vendem por presos razoaveis.
Formas para assucar .dase fia,vanfsada8 de di.verso8 t3ma-
VinOfAfl borizontaes e verticaes j bem conhecidos nesta provincia e lora della,
r apuruo os melhores qne leem viudo a este mercado.
AttOoIaaS completas de diversos tamaahos, obra muita forte e bem acabada.
ieas moeuaas ^n 8flnUr m gMdes de madeira.
1 aiXaS e ICrrO de ferro fondi(lo e Dalid0 de diversos tamanhos.
Rodas u agpaa d6 dver808 tamaohos.
AOdaS dentadas de diversos umanhos e quadades.
CilTTPArtoQ Concertam com promptidSo qnalqner obra oa machina, para o qoe
VUill/DXbUS iMm Iaa fabrica Dem montada com gr*ande e bom pessoal.
PnPOTTlTnPTirflQ -Mandara vir por eocommenda da Europa, qualquer ma-
-Uiii/Uiiiiuuiiuao chinismo, para o qoe se correspondem com ama respeita-
vel casa de Londres e com um dos melhores engenbeiros de Inglaterra ; incoe bem-se
de mandar assentar ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trababo das mesmas.
RA DO BARiO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNDIQAO DE CARDOSO 4 IRMAO
boidet m um
Ricardo & C,
O publico encontrar oeste estabelecimento
roa i.* de Mareo ( outr'ora roa do Crespo ) o. H
primerre andar os artgos seguietes reeebidos pelo
paquete uliimo da Europa : baoba econmica em
lata de kilo emeio lulo, dita de familia, dita de
alpaka, extratofe sabooeles amitos fiaos, tintara
para barba de corea caslaoha e preta, oleo la
boza, seciedade bygeoiea e oriza, om liado sorii-,
meato de corrala (plaque!) para relrgio* porta
menais prateados, bonitas a botasdoras para caini-
tas, ditos para colletes, flores de diverso malizes,
veos para noivas, leqaes muita bonitos, de osso a
imitacio de marfim, ditos de sndalo, madeira a
imitacio desles, ditos de bano para loto, ricas
caixinbas para costara proprias para prezen-
tes, lindes chapeos para seoboras e menina?, sgu-
iheircs e dedaes de mardeperola com distico-,
cusa nova no mercado, boba de borrachas de
diversos tamanhos e cores, colares eletriecs, utas
galoes e franjas lano de algodio como de lia e
de seda, filas de velado preta e de cores, da sede,
brancas e de cores, esparttlbos a doqaeza e ama
nfiuidade de objectos nao so otis como neeessa-
ros para os toilettes das Seoboras.Ricardo & u
sucessores de Madame Lavergne a roa pri
melro de Marco (amiga roa do Crespo ) n. ti
primeiro andar.

AON. 9.
No progresso do pateo do Carao contina a ter
om bom sortimeoto de gneros peca qualquer
ebefe de familia f.zer ama despenga ; bem como
tero um fortimenlo de manleigas para diversos
precos; Haas e mais baixas, de 1*5100, 800, 840
300 e 400 rs. a libra, e trancen para 640 e 700
rs. a libra.
Voltarete
A Magnolia raa Duque de Cazias n. 45 acaba
de receber caixas com tectos de madreperola e
osso, proprios para o jogo do volarete.
Copeiro
Na roa de S. Francisco n. 73 precisa-se de nm
copeiro. J
CAUTELA!
MEURGN&C.
4VI^I1
5?!
5*
K^
SWI
ES
es?
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qxuzerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & 0., e a desig-
nado de REA PRETA.
MEUROMC.
m
'k
S-S
3
Un
kimc
Raa do Bario da Victoria
f. 7_Outr'ora ruaNova.N. 7
Sempre novos sortimentos
Calpado francez
Botinas novas para senhoras e meninas.
Botinas para bomens, bem bezerro, pellica, cor-
davo, vaqueta e panno, duraque com blqaeira de
vernlt, pellica com biqueira de Terolx, bezerro e
pellica com ilhs e com botoes, tanto dos fabri-
cantes Suzer como de Polak.
Botas russianas, meias botas, peroeiras e meias
perneiras para mentara.
Saptos de vaqueta de venia com sola de ma
ieira, proprios para oe sitios, jardins e banhos.
tanto para senhora como para bomem.
Sapates de borracha para bomem, seabora e
menino.
Botinas e abotinado! de mnitas qualid?des e
presos para meninas e meninos.
Sapstos de veris, chaMat, caseruirs, tapetes
avelladados e de tranca, francezer* portoguezes.
Perfumaras
Pinos extractos, banbas, cosmticos, leos, opia-
tas e pos deotrifieioe, agua de flores de laraoja,
agua de Coiogne, diTina, florida, Imnde, e de
toilette, tintara para barba e cabello, pos de arroi
abneles e maitos artigos delicados, como fras
trombos de extractos, todo de primeira qnalida-
de dos bem conhecidos fabricantes, Piver e Coa-
dray.
Quinquilharias
Finos artigos de Pars, de differeotes gestos e
phantasia, como sejam os segninles :
Leqaes para seoboras e meninas.
Luvas de pellica e de fio de Escocia.
E-pelhos differeotes, pira sala e gabinete.
Vidros avnlsos para espelbos.
Caixinbas de costura ornada com msica.
Albuos e qaadrinhos para retratos.
Diversas obras de ouro de lei.
Hrrenles de plaqu para relngios.
Bolsinhas e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectos de phantasia para toilette.
Pincenez, ocalos e bengallas de laxo.
Chicotes e bengallas de baleia, canoa e janeo.
Ponleiras de espuma para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, ronps, denles e unhas.
Peotes de marfim moito finos, para caspas.
Ditos differeotes para cabello e barba.
Cartelras para notas e para dinheiro.
Malas, bolsas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passarinhos.
Veoezianas transparentes para janellas.
Abats-joors transparentes para candieiros.
Mamadeiras de dar leite mai fcil as criancas.
Tiras de moldaras dooradas para quadros.
Ricos quadros j promptos para paisageos.
Etlampas de santos, cidades e phantasia?. ,
Esteroescopoa e cosmoramas com ricas vistas.
OLjectos de mgicas para entrelenimento.
Machinas de differentes systemas para caf.
Berros de vme para embalar e/laacas.
Cestfbhas para meninas de escola,
logoe. de dama, domin, bagatellas e da gloria.
Campainbas de molas para chamar criados.
Realejos, accordions, vidros avnlsos para cosmo
ramas e oulros muitos artigos de qainqubariai
difllceis de mencionar.
Brinquedos
Para criancas.
O maior sortimento qne se pode desejar de
toda sorte de brinquedos fabricados em diversas
partes da Europa para enlretenimeato dos me-
oinos.
PlVi S !"^i>
a Alaga se a qoem pagar as beiiifeitorias, o
primeiro andar do sobrado silo no largo do Car-
mo n. tt);"preparado om aceio e bom gosto : a
tratar na travesea da Madre de Dmis n. ai.
Po(jo da Panell's ra do-Rio.
Elao para se alagar as cajas n>. 33 e 35 : a
iratar no essriotorio de Tatso Irman i C. oa no
silio do ommendador Ta*so. na Crnz das Almas.
Feitor.
Precisa-se de om feitor que enftnda de oan-
tardes de om sitio : tratar na roa da Madre 'de
Pena n. 7.____________________
Atracjo e deleite!
Prezantos: manjar sa!oroso e deleilivel I
Licores: bebida estomacal, detieosa I
Vinhos : nctar eoruscaote de docura I
Salame l comida especial e saborosa I
Paios: recheio delicado, appetit\el I
Queijos : leite eoalhalo, ambrosia I
Cha : arbusto que embriaga e dar prazer I
Fiambres: requintada e saborosa carne fria I
Comer comprando ao Campos, ser feliz I
E' passar bons momentos de ventaras.
Embalado pelo cheiro do manjar,
Esqnecendo do mando as amargaras I
Comprar sem ser ao Campos, gosto mo f
B' querer passar mal, sem alegra ;
E' gastar sea dinheiro e paladar.
B' privar o estomago todo da. I
Jwim..:i ti F/res vendem
l:bra ; a' ra do
Crospo n, 16, prinu'ira andar.
\m

i
Amaral, Nabnc & C. vp^dem chi preto e erde
de inuito boa qnalnade, nlmnameoie chegado
da Europa ; (: rut-m l>* qua:idde,e dovidam
sao seus amigos e freguez** p-.ra virein comprar :
uo Bazar Victoria, ra d<> B.ro da Victoria n. 2.
Veiihaui
Prepos
Em virtude de novas ordens dos fabricantes,
vende te todo a precos baratissimos: no arma-
zotn do vapor francez, raa de Bario da Yicioria,
outr'ora roa Nova n. 7.
^FracscaBTardioa da
Coaceicio Carvalbo, yiuva,
sobrinhos e eobrinbas de
Manoel Marl.BS de Carva-
lbo, fallecido em 11 do cor-
rete, agradecen) do intimo
do cor.-c3o a todas as pes-
soas qne Bzeram o caridoso obzeqnio de condatir
os restos mortaes do sea sempre chorado esposo,
e desde j convidara a todos os amigos e prenles
para assi-lirem as missas que por alma dalle se
manda celebrar na igreja da Sonta Cruz, no dia
17 d correte, as 6 huras da manlrn.
Arroz,
Toaeinho, !
Cebollas,
Comoho.
Vinagre,
Azeite, -
Maoteiga,
Leite.
B;nha,
Cbooricas,
Lombos,
Liogai;as.
Nozes,
Leotilhas,
Batatas.'
Ervilbas.
Moslarda,
Cacao,
Sal,
Bacalho-
tr*! Cbsratos,
* Rap.
Malte,
^ Caf,
g* Conservas,
a aquellas liadas almofadas para sof qoe ba tres
mezes s a M. gnilia rus Duqne de Caxias n. 45
venda,e bem depressa se acabaram I agora chepa-
rara novas e de gostos mais bonitos ; a ellas, an-
tes que se acahern.
POTASSl
A mais nova qne ha no mrcalo por ter che-
gado no ultimo uavio i vendem Pereira Vianna
C, a ra dj Vigario o. 11, oa no trapiche da cm
panbia.
Rival senifegundo
Ctiegaram agolhas para machina, do fabricante
Grover & BAar. Duzia a,g0O0 __________
ios senhore* cigarreiros
Na roa Marcilio Das o. 31 vende-se fumo do
Ra de primeira Dualidad?, a preoo commodo.
B
SO
Saratanas,
Peixes
Bolaxinhas.
Figos,
Massas,
A vela?,
Passas.
pu Cbampagn?,
O
00
Marmel!aday
Cerveja,
Goiabada.
Amc-ndoas.
Fractas,
Gelas,
Araruta.
Non-plus-ultra !
Hesperedna !
Bter estomacal!
Da mocidade prszer,'
Da velhiee, rtaleza ;
E' a phenix Su bebidas,
E' o tnico da realeza I
Aiug-ee
o 3* andar da casa n. 39 da raa do Amoiim, pro
prio para pooea familia : lrata-se no armazem
da dita.
Companhia Allian^a
seguros maritiiuos e terrestres
estabelecida na Bahiaem 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dicheiro
a risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros t
azendas.
COMPRAS.
Compra-se no armazem da bola amarella
roa do Imperador, por bem preco.
na
Novo manual ortico de zymoteehmV dos
eoccos extrabidos dos frnclos sacbarinoa do Bra
sil, cu tratado pratico da fabricarlo dos vinhos
nacicnaes, eontendo o proeesse da fabrieacao de
todos os vinhos, vinagre, cognac, bitter, licores
e agnas gasosas, por Jacoo. e Ulysses : echara se
i venda as livrarias Econmica e Universal, pre
to_3i000. _
IOMEOPTHIA
O professor homeopatha Jos Al- r
ves Tenorio, o3o Ibe convindo \
mais continuar na direccSo da dro- ,.
garia especial hemeopatbica da ra '*
Estreifa do Rosario u. 3, retirou-
se d'aqoeile estabelecimeuto, pe-
dendo d'era em dianle*er procu-
rado para o exercicio deswa pro-
flssao U3 2.a ?ndar da mesma
casa.
Banhos em Ofind*.
Alagase urna casa a raa do Mathias Ferreira
n. 4, e tratar no largo de S. Pedro comJoao Fran
ciso de Oliveira Conceicio, em O.inda ou a roa do
Cabug o. 5 no Recife.____________^^^
Preci..ajse de ama escrava boa cosioheira :
qoem a tiver dirija-se ra da Cruz n. 55, es
criptorio.
AVISO.
O abaixo asignado, procarador do Sr. Jos Joa-
qun) Gomes tt.x.'ira, avisa pelo presente a todos
os devedores do me.-mo Sr. que se acham com
debites vencidos, que no praso de 30 das, tenham
a bondade de vir saldar seas dbitos a raa da
Peora o. 8, e q te Ando o dito prazo, proceder
cobranca judicialmente
Recife, 13 de setembro de 1872.
Justo Jos Gomes Teixeirac
Aluga-se
Daas casas em Olnda, sitas no Varadonro, ul-
-timamente oceapadas com hotel, prefere se alogar
i ambas a ama s pessoa : tratar na raa Duque
de Caxias n. 18, 1 anlar.________
Precisa-se da um caiieiro de li a 20 annos
de idade, com pratica de (averna e que d fiador
a saa conducta : na ma de S. Jorge a. 125.
305000
9*W
Ofickia deourives e joalhei-
ro ra de^ Mathias de
Albuque que d. 8, antiga
das Florer?.
O abaixo assigo\do teodo cnegado recentemen-
te da Europa, e aehando-se estabelecido na roa
cima indicada, faz seiente ao respeitavel pnblico
desta cidatu, qoe aceita encommendas de todar as
cualidades de obras e coneertos que forera con-
cernemos ana profiszio, garanliodo ludo o esme
ro, solidez e prompiido, e por preeos mdicos:
na mesma ifficina compra-se ocre, prata e pedras
preciosas, e paga se bem.
Joje PoD3>ich.
Alnga-fe nma escrava :oara iodo servio : a
tratar jii:j d Xico pflo duro
portancia cima a pobre molher que foi saa ama,
do contrario ver o rea nome por extenso neste
jorca!.
O Pao moUe
Os abaixo aseigoados declarara ao corpo do
commercio gue de eommam accordo dissolveram
a sociedade que existia na taberna ra de Santo
Amaro sa^JI A, fleaodo o ex-socio Ramos encar-
regado do activo e passivo do dito estabeleeimeato
e o socHrtauz exonerado de qualquer respoosa-
bihdaee.
Manoel Ramos Correia.
Manoel Ferreira da Cruz.
Barros Jnior & C.
COM
Escriptorio de conimissdes
A1 RA DO VIGARIO N. 7,
1.* andar.
Receben consignatoe), oncarregam-se de en-
commendas part dentro e fora do paiz. Tem cons-
tantemente deptslto de movis francezes, allemies
exporto goezes.
' Preeisa-se de ama ama para eo
TABAC A FUMERi
Aos senhores fumante
Os melhores furaos para cachimbos e B
W cigarros, rivalisam com os qoe vem do {
S estrangeiro, e por metade do preco des- S
88 tes -.
Maonfactara nacional, sendo :
^ Nova-caporal.
Fior do Brasil.
Besl Bird'Seye (oiho de passaro).
Pceles de 2/0, 4/0 e 8/0.
Vende-se a retalbo e em porcio, e faz- |
M se abatimento conforme a qaantidade: na 1
5 fabrica a vapor de cigarros, antiga roa SS
I do Qoartel de Polica numero 21.
AGRADO
Nao paga frete por condazir barricas de ci-
mento do armazem da bolla amarella, para as es-
taedes di porto do Caplm e roa da Aurora e para
lagares da mesma distancia, quera as comprar
no mesmo amaiera.____________
IMPERIAL
Fabrica de cigarros
DE
S* Jop de Nictheroy.uo
Rio de Janeiio
Domingos Ales Mathens, nico agente nesta
cidade dos nniaos e verdadeiros eigarros da fabri-
ca de S. Joao de Nictaeroy, de propriedade de Sou-
za Navaet C, avisa a todos os seas fregaexes
qae para maja facilidade tem aberto depsitos nos
armazeos dos Srs. Manoel de Sonsa Cordeiro Si-
mos Jnior, raa do Codorniz n. 14, e no do Sr.
Thomaz Francisco de Salles Basa, roa do Amo-
rm n. 41, onde sempre encontraro sortimento de
ditos cigarros.
D. Aona Isabi-i Carneiio
Lins e Mello, o com manda-
dor Manoel da Vera Cruz
Lins e Mel o e o Bario de
S. Braz agradecem cordial-
mente todas ;s pessoa?
qoe se dignaran) condazir
ao cemiteriq, pablico os restos morlaes de sen
sempro ch irado esposo, filho e georo Antonio
Carneiro Lins e M-l!o, e convidara a seos paren
tes e amigos para assistirem simisas.que por sua
alma mandaro celebrar na igreja de Nosta Se-
nhora do Carmo s 7 horas da manh do dia
18 do correte mez._______________
- No engenho Jacar da comarca de Nazareth,
precisa se de nm feitor de campo, nao se escolbe
nacionaKdade -. qnem estiver nessas condiedes di
rijara se ao mesmo engenho, oa a casa dos Srs.
Leal & Irmo, no Recife, roa do Mrquez de O.in
da, culi'ora ma da Cadeia o. 56.
Sitio OumpiVAlegre
Retalhase este grande sitio em lotes vcolade
dos cempraderes, na eslr;iia dp Relera confronte
qaasi a estacao de Camp -Grande._______________
Na Praco^la Indepenaooca n. 33 se r^1m^ra
>uro, prata e pedras preciosas, e tambera se vend?
ibras de goal e-pecie".
Sal de Uab > Verde
Vende se bordo da birca poringueza Hertia,
fondeada u i ancoiadonro da descarga ou no es-
criptorio de Junjorn Jos Gocfalves Beliro i roa
do Cimmersio n. 5
Poassa
da RusMa, nova, em barra grandes e pequeos :
vende ni Pereira, da Cunba limaos, a ma oo Mar
loez de Olinda n. 21.
QUEKEIS ?
Aformu.-ear ves-a salta, e fa?er invejar a mnKs
que cara lato nao leem gcsio ? Viode i n^va leja
da Magnolia, ra Duque de Caxias n. 4V
enmprar o lindos p*nn"s de la para' cadeiras,
trabalho especial e alta novilile no mercado :
os caro.
As xma*. n.ivas
A M.'gnola, ra Dujue do Caxias n. 45, aca-
ba de receber pelo ultimo vapor sua encommen-
da especial de cap.lias de cera com riqtrisiroos
vos; e.|pqas ds madreperola lindissimos.
Tta-sa
Q1PJ" 0
Ven-em-seauns
excellentes caval-
los de sella, sendo
om prelo e oatro
castaulio; na Cruz
das Almas, sitio
do commeodador
i,u m q iz r compra-Ios pode tratar no
vi .1= 0 horas 4s manh.
A Magnolia, raa Duque de Caxias n. 43, ea
priebando sempre era ter um lindissimo sortimen
to de objectos especiaes, para servir bem todos
principalmente aquel as pessoas que a procurara
e protegem-n'a, tem feito saas encommendas, suc
eessivamente. e exigido de seas correspondentes o
extremo do bello e do bom : agora mesmo acaba
de receber nonecas de cera maito bonitas, de tama
obes diversos e imitando perfeitamente o natural,
(entre ellas tem qae chamara papai e mami) assim
como, ara variado soriiraeoto de gd5es e franjas'
da seda de cores, e de 12 de algodao. A Magnolia
desejando dividir bem snas mercadorias, convida a
todos geralmente que venham ver e....
Cosinheiro.
No caes do Apollo n. 69, precisa se d'om
cosinbeiro de conducta, e de om moleqae
de 12 a 14 annos para servido domes-
tico. ____________.
No dia 29 do mez prximo passado fugio
um moleqne de nome Francisco, crioolo, de 18
annos de idade, ponco mais on menos, reforcado,
e cor bem preta, com ama marea de bexiga so-
bre a pona do nariz, efflcial tecedor de palhi-
nba e canoso envernisador, a enjos servicos cos-
tuma-se offerecer : qoem o apprehender, queira
traze-Io ma da Aurora n. 65, onde ser bem
recompensado.
ALUGA-SE
ama casa terrea com soto, eocneira e estribara,
sita na Capunga, raa da Ventara : a tratar na
raa do Vigario Tbenorio n. 31._____________-
Hotel da Independencia
A' raa do Imperador n. 32, precisa se de um
bom copeiro.
No 2* andar da casa o. 30 da ra Duque de
Cazias, a.'uga-se ama bonita mulacoa de 12
annos.
nm pessoa : n? roa d Cruz n. 9, f andar.
Precisa-se
alagar ama eser va pira ruade familia : tra-
tar no largo 3. Curpo Santo a. 19, i andar.
Desapparecea na noite de 13 de agosto, de
casa de sen senhor Bartholomeu Lonrenco, mora
dor na rna do Baro de S. Borja o. 49, o escravo
Domingos, de cor preta, levon vestido calca preta,
camisa branca bordada e collete branco com abo-
toadura, chapeo de palbinba, jaqueta de brira par
do, bem fallante e pacbola : qaem o pegar leve-o
easa de sea senhor ma indicada, oa no sea
escriptorio roa da Madre de Dos o. 2, qae ser
bem gratificado.______________________^^
% rut do Amorim n. |7
eslo por alagar o 3" e 4 andares de>te sobra-
do : a tratar no escriptorio de Tasso Irmaos 4 C
na me?aa raa n. 37.
Compra se um selira usado, mglez, ou feito
no paiz, com toJos os aircios, menos raanta, in-
da em bom uso : quera tiver annuoiia \> r eetc
jornal.
VENDAS.
Atteviojlo
Caf de boa qualidade, chegiio hintem do Rio
de Janeiro na barca Rapid.i. a realho ou por ata
cado : vende-se raa da Madre de. Dos n. 5, 1*
andar, por menos preco do que em outra qialquer
parte.
E' sempre assim.
Kua da Imperatriz n 16
Ricos pannos de coca cera fraujas para sefe
cadeiras a 2 cada um, toalbas de goipure pro-
prias para baptisado a 84, grande sortimento de
gorgurOes de seda de lodas as cores n melbor qne
so i le encontrar n> atareado a 2i'C0, 3/, 55,
6* c 8& o covad. lriabas d* quadros para ves-
tid) a 350 rs. o ecv,d,<, selfra do Japn para ves-
tido a IlOO o eovado, cortes de vestidos de cam-
braia bordados a I2, po:e!ina, consa nunca vis-
ta, a ti-iOO, 1*600, IJS800 e 2* o eovado, baba-
dos bordados com palmo e lanto de largura a 8*
e 9jJ a pee, ditos dos a 2, ditos entremeios a
? e 21300, casceos de com franja de seda a
l, mantas de la para senhor a a 31 e 3o'00, e
outri-s muitos tajelos que se torna enfsdoMio
meu-:iona-los : ao agrado e senedade roa da
mperatriz n. 16, lo|-, de Lnh de Paria 4 G.
cm por sea dever prevenir o pnbco de que re-
eetea um lindo sortimento de NOVIDADES,- qne
abaixo se designa.
Seria prolixo dizer que sao Lzendas novas e
de gosto, por qoanto
/V Predilecta o poneos dissou--
rcea a concurrencia publica o >eo sortimento.
Qiiio a pfteos, qu-m se. lioxt fazer oraa ex-
periencia conveoceMe ha de qne tflpto desejo de
con?ervar nesia boHr cidade, nmsreasa bem sor-
tida e qne peia mmeidada de seas precos se tor-
no d-gua da ttenriSde ledos,
Ciap-s de (jal- p.ra sennors'.
U.:os de dita p?ri menina.
Ricos valuarlo- pi-.. l-a:i-ado.
Crocjt para caiieiraa I
Ricae Rrinaida's para nvas.
Bolcinbas de velludo,
Sestiohas.
Ricos lequ. de ina'rep rea. '<
Ditos de marfl'D,
-Des de, .-ndalo.
Meu ligas pra n.ivas.
Fiores loa?.
CrnpSfde sol rara lnh.ra,
11 es cabo de marlin
.-badbos e entninii <.
A PRE|bXTA.
raa do Caboga n. I Mt^L
Pedras e copos de
Atten?ni
Troca-se a moradia de urna caa terrea com
grande qiiatal em urna boa ra do bairo de San
to Antonio, por nm sbralo de nm r anlar cu
em ultimo caso ora primeiro oa segundo andar,
com tanto qae seja no mesmo bairro e tenba tam-
bera quiatal e commodos para familia : qnem ti-
ver e qoizer trocar annuncie. para ser procurado.
Atanyo
Bareges com listras de seda, as mais modernas
a 1|300 rs. o eovado, popelinas milito tinn a____
1*800 rs. o eovado, cambraias bordadas a branco,
de flor de cor a 1*000 a vara, cortes de cam-
braia de barra %om uo de ii a 5*000, pessa de
madapoln fino a 5*000. 3*100. mad>polao malte
fino cascongo com 20 varas a 7*000 a pessa, al
godo americano a l*iQ0 a passa. Ra Daque
de Caxias n. 61.
Lija de Moreira Punios & C.
Vende-se
a casa n. 59 da rna da Padre Nobre, outr'ora do
Aleerim : tratar na rna de Fernandos Vieira, no
sitio dos 4 ledes.
Vende-se tres partes do engei-ho Mocambi-
qne da fregueza de S. Lourenco : a Iratar no Ia
andar do sbralo aa ra do Coronel Suassuna
numero 48.
TACOS PARA BILIM
No armazem de Sonza e S A C, roa do Bom
Jess n. 23, (antiga raa da Cruz) vende-se laeos
maito leves para bilbar em porgos de orna dozia
para cima. No mesmo armazem tem para vender
o segointe : gaarda-coraidis de rame f rmas e
tamanhos diversos, voadores para ensmar enancas
a andar, cadeiras para criancas, cavallinboa com
rodas para criancas moolarem e correrem, li-
jlos de cimento para ladrilbo, canos de ferro for-
rados d porcelana por dentro e por fra, pro-
prios para encanamentos d'sgoa, baldes de ma-
deira americanos proprios para compras, tbesou
ras americanas para alfaiale e mallos oatros ar
ticos para aso domesliso e para negocio.

osinheira
Vende-se ama mulata enn um filho de idade
de*) annos, ptima eoxinbeira, e por preco moito
commodo: a tratar na raa do Visconde de Iaaau
ma, outr'ora do Rangel n. 43.
Fririuha do reino
Vende se na rna da Madre de Deus d 7. a
i*oQ0 o saco.
marfim
lian gamo, 'aja j Predilecta, a ru do Gibog*
n. 1 A.
Chapeuzrahos de palha enfeitados para rceaioas,
s a Predilecta vende por 2*000, roa do Cabu-
g n. 1 A.
Port-relogios modelos,
tem a Predilecta a ra do C*bue n. 1 A.
As vsrdadeiras meias de seda de peso, brancas
e cor de carne : i roa do Cabug o. 1 A, oa Pre-
dilecta.
FLORES
Tem a Predilecta om liado ai lmenlo de fl res,
primando c me nao ba ignaes, as de tafet roas
e pretas.
Venle-se a irtuscio do deposito da raa de
Sania Cecilia n. 27.
Vende-se urna mulannba de li para 15 an-
nos, sadia e sem vicios : i tratar na roa da San
la C'uz n. 24.
Gasa terrea di ra da fon-
te Velha n. 35. na fre-
guezia da Bi-vista.
Na rna do Visconde de Goyana n. 143 : trata-
se a venda desta casa.
Golinhas e pmbos.
Ultima moda
Gostis drente?.
A loja da Risa Brinca qaem as tem ;
da Imperatriz n. 26.
na rna
Botinas para meninos
a 1*600, sao de enfiar e obra forte : vende se
por osle preco por ter s de n. 21 a 14 : na loja
da Rosa Branca, rna da Imperatriz n. 26.
ssa de ferro
Moderna, freses e vitorear
Vndese osu linda cata, de camp} por preco
mnito equitativo, feiti ex prestamente para cite
cuma: na raa do Imperador o, 45.
.


SBSBJJJIJIJB


NA LOJA DO
Imperatriz
PEREIRA DA SILVA & &
S^ste grande estabelecimen'o, encontrar o respeitavel publico importante sorti-
to 4e fazendas, tasto pira hcmens como para senbora, leodo das mais (toas
a aeis apnradns gostos, at as de primeira n -cessidade, que se vendern por pre
""-ti em coota, afltn de apnrar dijheiro. De todas estas fazendas se dio amostras
*wlo flcar penbor, on roaao*am-e levar em casa das Exmas. familias.
LAASINHAS
> Pa*o vendo detisadas alsaciaoas de to-
as cores coa amito lastro e delicadas
watisi los a seda, proprias para os
el e babaiinhjs a I059O cavado.
ca* qietem vindo ao m.'rcado a l-500
Me.
Nial laSsiobas oom muito brilbo e
A de selt a 1|J0:J0 o eovado.
susc >m listras de seda larg t e maito
>*, com Jeacadas cores a 800 rs.
*eaw*do.
*> otilo delicadas-com listriobas de
m* t "".') rs.
tas tatf, y.ra s enfeiles e com ceros moito
^Bc-as a 500 rs. o eovad).
fkjs 4i liatfM miudiutaas com fi>s da
mK q< ihe d maiio brilbo, tendo de to
*t s odres a 500 rs.
G*urres de la, de ama f c6r, tendo
sd-t Hiuito moderna a 460 rs.
Lifeu as lisas da ama s cor, tendo de
tedas *s cores a 400 rs. ocovad).
'* oteado.
LUinbas de cores com delicados qu tdri-
;*&** drf seda tendo de todas as cores e seo-
4* awio
CAMBRAIAS TRANSPARENTES A 3*500
O pava j vende pecas de cambraia branca
transparente, sendo fazenda moito fina, pelo
barat; preco de 3500 a peca e com 10
jardas, por ter uro leve toque de mofo,
grande pecbincba.
Baptlstas a 300 rs.
O Pava" j vende esta nova fazenda deno-
minada baptistis, de ama s cor, propria
para vestidos e teodo de todas as cores,
send mais larga do qae chita franceza, pelo
ba alo prego de 300 rs. o eovado, pe-
cinoha.
NANSOOKS A 610 RS.
O Pavo vende es.a d-jvh fazenda deno-
minada n.insooks propria para vestidos, sen-
do de cordao, e com os m is delicados de-
senhos, assentados em braoco tendo a larga
ra de cbita fran.eza e vndese pelo barato
or eo de 640 o eovado, pechincha.
Salas bordadas
O Pavo recebtiu uro grande sortimento
de saias brancas ricamente bordadas, sen Jo
de 4 palmos cada ama e vende a 5000 e
6(5<00, pechin-ha.
PUNHOS COM GOLLINHAS A 1,0600 O
TERNO.
O Pavo vende oin grande sortimento dos
mais delicadas punbos com goinhas de es-
modernas a 800 rs o ovado. gni3o de linb ricamente bordados, com gra>
Penillae
Vinho do Rbsm:
Scnarlaeteefger
KMeshemer Berg
Heehkemier Berg
Marco Crnmer ansese
Kaaantnaler Berg
Steinbergar Gabinet. 9
aaWra>ar" iffcraK aax aa: a. ^^-a
Libras sterliaas.
Vende-se no armazam de faiendas de Auguala
s^ds Oveira A C, roa lo Coromerco n. 41

*
3argur3s asues de 13a, com delicadas
.'tutea-.ss. brancas lavradas sendo oque h
*4fi rus novo no aireado a 64o rs.
tioadas alpacas de seda com delicados
>^'"";s e auito brilbo, de gosto Bgle
Jt. 9UQ rs.
en a las Llasiobas de urna s cor, sendo
Jetwias, g cores .corno fej a m : verde e Hol,
osas M cor de canoa, cor de rosa, bran-
<3M *>*a istras da misma cor a 800 rs. e
&.
Grande sortimento de fazendas de todas
m c&ras, dnVentes qaalidadoa a 320 o
aaWin e 400 rs.
jrg.!s de laa trasparente tendo do to
** 33 coros a 200 rs.
NOVAS SEDAS A 25500
O Pavo recebeo una nova remessa das
- m.K'. cores e mais delicados deseobos
oaiM4iii6"S, em urna s cor, garantindo-se
rm sena pura e qae seria fazend-j para
feaM4fl -.ii)o, a n3o se ter feito ama gran-
-' '.i h Imnf las a -S.'inO o eovado.
BRaMAN ES PARA LEN^OES
< PavJo vende superior bramante de al
jft&'s loado palmos de largura, que fi pre-
awffe 1,1/4 vara para que lenco!, metro a
*KU>< o vara 141800.
I*i e linho poro superior, muito eccor-
gtuLn una a mesma largara a vara 2^400.
**a>, raucezes maito finos a 2500 e
afPt.
^<^s de ,Haiiliurgo e panno de linbo
wtsa siO e 30 varas e para^ todos os preco
ajnidaea.
I6^' le bretanba da paro linho, tendo
4 j "i.-ss, pelos precos mais baratos qu.3
a iem iato.
Vninha* de finissimo esgaiSo on celosa
2> jardas a 7^000.
- de fifissima silesia, tendo 30 iar-
ilt< a 381000.
Al tinado adamascado com 8 palmos de
a vara a 2#OO0.
ALGOOAOSINHO.
3 PaSo veadd pecas de algodoainbo
it cora 16 jardas pelo barato prefo
a 3?ti 0.
m mi'o melhor com 18 jardas 4|JOOO
9ktQ americano maito eocorpardo com
afijarla a 550'JO, 5/1500 e 6,5000.
Om rae tena viudo ao mercado proprio para
as Ota ^Bfestado para lencoes sendo mailo
ancr adn e com 8 palmos de largura, a
a 4000.
Oetor/tm a nniaia largura, sendo tranfa-
?> a^o eicorpado a 1,5280.
Saparilliios modernos a 3$O0O
O 4avo vendo ama grande porc3o de
sstwos de lintu, tecdo de todos os ta-
ana&os pelo baraiissimo preco de 3t$ cada
>-, a M e 65000, pechincha, a ra
'.ORVNAOINE PRETA.
dWaaa granadinos pretas para vestidos, sen-
alt (teas, de quadrinbos e de listras, que
ende por precos mnio em 'canta.
B RElPS COM LfSTRAS A 560 RS.
O P vji recobeu um elegante soriimen-
* 4a. aun lindas bareges de 13a c m ttt-
Siaaifts listras de seda para vestidos, tendo
4e uta as cores e vende a 560 rs. o co-
SlASINHAS COM LISTRAS DE SEDA A
640 RS.
i& ?no vende om eiegaate sortimento
ais bonitas liasinbas de differentes cd-
: a delicadas listras do seda, miodi-
s.qi i;iitam peifeilamente a seda e
waii a 640 rs. o cavad >.
CASSAS FKANCEZAS
O Pava vende flnissimis cassas france-
aaa. c b as mais delicadas cores, sendo
5aara4<$ edeflMs, fazenda chegada pelo
* Oittt francezas flnissimas padres] min-
im sa 400 re. o eovado.
Okc ib para a loj? do Pavo om lindo sorlimen
m 4Vat ai* rices e moderno* boarnoos de pan
para
,S irados, iade da diHereoies cores; beqi
ti Aum de oerioo maito Anos, sendo axo.1,
Jaco,6 "leiyrio, oor de oal, braoco, cor de cao-
-a,wei'i -ec.-fle, da (Mi o-auie lindo e moder-
as* qae-t'm ju4o ao meioa4%a venda-se por pre-
4prwuo m eoou : na ro da Impeulru o. 80,
4*i taroira da Sra G.
vallaba de seda proprios para senh/ras,
pelo baratissimo preco de 1(5600 o temo,
pecbincba.
ANQUINHAS A 5,51000
O Pav3o vende as mais moderna anqai-
nbas com cauda, qae fazem efeito de meio
ba!3o pelo diminuto preco de 5000 cada
orna.
Cortinados a 84, *. 10^, 11*
e12oOO
O Pav3o recebeu um grande sortimento
de ricos cortinados bordados proprios para
camas e jan lias, e vende moito barato por
ter feito orna grande compra em leilSo,
sendo para 84, 95, 404, 115 e I240CO,
tendo at de 20$000 o par, sendo os mais
ricos que tem vindo ao mercado, pechin-
cba pelos precos.
LENCOS ABA'NHADOS.
O Pav3o veude lencos de cambraia bran
eos abainbados pelo baratissimo preco de
4(00 a duzia. Ditos maito finos com bar-
haba de cores sem serem abainbados a 24,
pechincha.
PecainchaO em madapolSes a
5 e e&oo
O Pavo vende pe;as de madapolo mui-
to superior, tendo 20 jardas cada peca, pelo
baraiissimo preco de 54000 e 64000 e d'ahi
para cima at o mas fiao qae vem ao mer-
cado por precos muito rasoaveis.
GAMB RAJAS A 24530
O Pov3o vende cortes de cambraia branca
soissa, sendo transparente pelo barato pre-
go de 24500 um corte de vestido.
Offieina de alfaiate
Quan-io parece que naj ba oaii oovidade a
deseobrir, nem objectos de mais pbaniasia, aloi
dos que lem apparecido at agora, eis qae a Nova
Esperans-i recobe os mais elegantes e mais mo-
dernes, de forma que indispenaavel aoi apre-
ciadores do b ra appareeerem constaniemenle n
dito estahelecimenln affm de asarem o qae ha de
mais ehiqui no mondo das modas agora mesrao
a Nova Esperan{a recebeu os em to grandt
quanlidade que mesmo nio abo por onde come-
car ; peto ultimo vavor chafado da Europa aca-
ba receber os eegninles, anda nao vistos oeste
mercado, como sejkm :
DNos aderecos de tartaruga.
Pulseiras e crazas da tartarata.
Lindsimos pioceoez oom arcos de madreperola a
marOm.
Delicadas bengalas de unicornio, (a imitacio)
Bonitas guarniedes de seda para senhoras.
Lindos chapeos de palba escura (novida Je).
Esses artigos nao ae pode fazer orna idea del-
les sem que sejam vistos; por isao a Nova Espe-
ranca ,a roa Daqne de Caxia< o. 63, apressa se
em convidar a todos goralmeoie, e com especiaii
dade ao bello sexo para vir aprecia-ios.
Queris fazer um presente t
Queris preparar om vestido ?
Queris ter um bom ebeiro em vos toucad r I
Queris om lindo leque de qualquer quslidade ?
Queris om uno oleo tnico oa banbi para, vojso
cabello ?
Nao indaguis nem procuris em ontra parte, por-
que correris o risco dejvos cansantes e nao en-
contrarte*; dirig vos logo a Nova Esperanca, ra
Duque de Caxtaa n. 63, onde tereis a certeza de
acbardes e por prego raauavel.
Nova remessa
Aquellos engranados pe3es que danam ;um
quarto de hora mais ou menos, mostrando diver-
ses caracteres, a Nova E;peranca receben ultima
mecte.
Para voltarete
A Nova Esperaoca ra Duque de Caxias n. 63
recebeu lentos de osso, marflm e madreperola
para vellaret>>, e os vende pir prego pequeo.
Tinta violeta.
Lindissmi tinta violeta que serve tambera para
copiar ; vende ss na Nova Esperanca a ra Du
que de Caxia- n. 63.
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da ra No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costura, das melbores qualidades que existe
na America, das quaes multas j sao bem
conbecids pelo* seos autores, como sejam;
Weller & Wibon, Grover & Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imponaos e oulras nanitas
que com i vista deverao agradar aos com-
Estas machinas tem a vsntagem de fazer
o trabalbo qae trila costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feicio como as mais perfeilas cosiureiras.
Garante-e a sua boa qaalidade e ensina-se
a trabalbar comperfeicao em menos de orna
hora, e os precos sao t > comm^dos qoe
devem agradar aos pretenden''-*.
Nao ha mais cabe.los bran-
cob.
Tintura i^F"Oiza.
S bonica approvada pt-la acaleroia de seien-
cia, raeonbecida superior a luda qoA tem appare-
cido ate boje. Depo-ito.principal ra da Cadeia
do Reeife boje Mrquez ae Oiiuda n. 51, an-
dar e em todaa as boticas e casas de cabelle!-
reiro.
Terdideras bixas h.m-
burgufzas
nico deposito em Perombuco : n. 83 rna da
Cadeia o 53, prirneiro andar.
Ra Daqne de Caxias n. 29.
04 proprietarios deste bem montado estabelecimeoto scienlificam ao
respeitavel publico dtsta provincia que se acham com om variado e completo serti-
mento de movis, tanto nacionaes como estrangenos, sendo estee aacofbidos por amdos
08ios que se acha actualmente na Europa. O mesmo tem coolractado coro os melbores
fabricantes daqaellecontinente as remessas das mais ricas aetitn feiUa alli.
Na offieina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qoe te-
ham visitar o estabeiec^mento, aond encontrarlo a resudado d qneacabam de expdr*
ae se pode examinar; ricas ecompletss mob-lias de Jacaranda, mogno, faia, carvalno, av
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao etim, amaraMo, etc., etc., guarda
vestido de amarello, guarda lonc? de nogi.elra e de amarello com Umpo de pedra, apa-
radores de d to dita, pe ti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de Jaca-
randa, amarello, pedra, secretaba, da Jacaranda e mognocostureiras ae mogoo, san-
toariot, thears para bordar, bercos, lavatorios com espelbo, de podra soaraaore e seoa
pertences, cadtiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ootros artigos que deixamoa de
mencionar por sejicrnar enfadonbo
NVIDAES E PICHINCHAS
EM
NA LOJA DO PAVAO.
Ncste grande estabelecimento encontra-
r o respeitavel publico nma bem montada
offieina de alfaiate, aonde se manda execu-
ta_r qualquer peca de obra, tanto para ho-
rnea! como para meninos, com a maior
presteza e perfeieo, assim como para qual-
quer loto qo' de repente appareca, tendo
na mesma offic-na um perito official, desti-
nado para fardas dos Illms. Srs. officiaes da
guarda nacional ou tropa de linba, sendo
esta offieina dirigida pelo hbil artista
PEDRO CELESTINO SOARES DE
CAUVALHO.
C aseui Iras
Na foja do IVo encontra-se om elegan-
te sortimento das mais finas e modernas
casemiras de cores proprias para calcas,
rolletes e palitts,- tanto em peca como em
corles qoe se vendem por precos moito em
conta, assim como grande sortimento de
casemiras pretas e pannos pretos dos mais
baratos al os mais finos. Ditos sendo de
cor de caf, verde, bronseado e pintado,
proprio para qualquer fato e por precos
mais baratos do qoe em ontra qualquer
parte, isto por haver grande sortimento.
CAMISAS.
O Pavao acaba de receber grande sorti-
mento de camisas ioglezas com peito de li-
nbo para todos os precos e tamanhos, que
vende como pecbincba por ter grande por
c3o.
Ditas com peitos de algdao das mais
baratas at as melbores qoe veem ao mer-
cado.
Ditas francezas de chitas miudiabas com
os mais delicados gostos.
Ditas de meia de algodao e de laa.
LENCOS BORDADOS
O Pavo vende finissimos lencos borda*
dos para m3o sendo de flnissimas cambraias
de linbo ricamente bordados, sendo fazen-
da que sempre se venden a 400 e 5*5000
e liquidam-se por se ter feito ama grande
compra a 1-J600 e 2(5000.
LAASINHAS FURTA-CORES A*360 RS. O
COVADO.
O Pavo vende um elegante sorlimealo
de ISasiobas de furta cores, que brilbam
qoasi como seda, tendo de todas as cores e
vende a 860 rs. o eovado.
CASSAS MIUD1NHAS A 360 RS.
O Pavao recebeo delicadas cseas france-
zas, sendo de cores e padroes miudinbos, e
vende a 360 rs. o eovado.
Tlelas asee t laa loa para vesti-
do a 1*&00.
O Pav3o receben om bonito sormecto
dos mais delicados tafetn assetioados pan
vestidos, sendo orna fazenda bonita con
moito brilbo e tendo delicadas listras de seda
tendo no soriimeuto de todas, ai cores e
vende a 1500 o eovado.
Contra o nervoso.
A Nova Epera$a ra Duque de Caxias n. 63
veude as milagrosas pulseiras elctricas e^ntra
esleierrivel mal.
E com as floristas
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
63 acaba de receber um completo sortimento de
folhs de todas as qaslidarJes e papel para flores
de todas as cores; realmente o melbor que se
pode desejar neste sentido.
Como sao bonitas l!!
As almofadas bordadas proprias psra sofaes e
assim os sapatos lambem bordadjs a la s5o real-
mente bonitos, e quem tem a Nova Esperanca
ra Duque de Caxias n. 63.
Aos cigarreiros
A Nova E-peraoca ra Duque de Caxias n.
63 est vendando papel de rcilho proprio para ci
garros, quasi de graga, tal o prego.
Diversas novidades
A Nova Esperanza rna Duque da Caxias n.
63 acab de re?eb;r o eguinte :
Bonitas aituo- para desenbos.
Ditos ditos para retratos.
Lindo sortimento' de espelnos e toeadore de
diversos moldes e tamanhos.
Ljoduaimas caixinbas vasias eafeitadas com
conchas de com.
Vaporisadore para incensar oratorios ; tudo
isto sosa eucoutra na Nova Eperanja a ra Du-
que de frxfas a. 63.
J O. C Doyle te.u para vender em seu r-
raaiem a ra do Coramercio n. 38 :
Ver dadeiro cognac flermeny.
Eomnito cnaheeido vinnasberry.
Libras sterlinas
Vendem-se na ra do Apollo
n. 20.
JOAQUN! LOPES MA-
CHADO i C.
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
VENDEM :
Vapores I comoveis dos melheres fabricantes.
Correia inttlea de diversas largaras para vapores.
Polias de differentes tamanhos.
Vaquetas para cober.'a de cirros.
Solas de lustre para guarda lana.
Virollas branca e amaretla.
Oleado de diversas cores.
Chicotes para carros.
Pontas de lauca.
GalSes para guarnico de carros.
Pregos com cabega de osso e marfloa.
Carros americano* para aso de rameos.
Em casa do Borstolmano & C roa
do Commercio n. 10, vende-se :
Vinbo de cnampagnu, marca Clicqo t.
Vende-se manteiga inglexa : naina de Pe-
dro Affoaso a. t, a 500 ra. a libra, on a utOO o
killo.
Vende-se o armaiem de lou^a laa e ordinaria
da rna do Bario da Victoria n. 49, ontr'ora roa
Nova, a dinbetm ou a praac com garante i vonta-
e do proprietario ; veode-?e eom todos os fundos
on com poneos. Vende-se todas as toncas exis
trates ao dito estabeieeimwto para fazer liquida-
dajKir preco ratoateVpor ter o proprietario o>
fu nma tura para, trMar de isa ande :
qnem pretender difila-ai dftl casa i traTeom
o^wprieurio loa Sari* cracaives Vielra Gui-
maxaa.
Terrenos no Caxtnga'
Vndese terrenos no Cxsngi, no povoado, com
a frente para a estrada n-iva, muito proprio para
edificar^o por serem altos, e a cbea nao os cobre:
quera pretender dirija-e ao me-mo lugar a en-
tender ae com o Sr. escrivo Salgueiro, qoe dar
as inrrnico-'.s necessarias.
MAORESILVA"
Pra^a da Independencia ls.
38 e 40.
Neste novo e elegante estabelecimento
encentrarlo sempre sens amigos e Iregne-
zos, nm completo sortimento de miodezas
finas, perfumaiias e aitigos de moda e lu
xo como sejam:
Ricas canasiohas,. ponhos e golliobas.
Lscos para pescte e cabello.
Gravaimbas de gase, selim e sarja.
Fitas com lisiras para cintos.
Cintos com lapos ricamente enfekados
para Sras. e meoina$.
Coques de cabellos e retroz.
E-parttlhos, e leques, da todas as qaali-
dades.
Cjiarinbos de linbo para bomeos.
Camisas de meias muito fin s.
Linbas de seda para bordar.
Lias de todas as cores para bordar.
Agnlbas de todas as qualidades.
Dita crochet, lindos quadros com pbtto-
graphu, novidade:
FLORES
Rico e completo sortimento de flores artl-
iciaes para enfeiles de cabtga, chapeos, e
vestidos cotisa ioteirament nova e ainda
n3 > vistas no tiosso mercado.
Escovas para cbapos, roupa, dentes, ca-
i.el.os e nonas.
Enchovaes para baptisados, de todas as
qualidades, Inieiranente novidade.
Ricas capellas para noiva.
Luvas de seda, pretas e brancas do cores
parasenbora.
Dtas de fio de Escocia.
Grvalas e mantas de seda, e cambraias
branca?, pretas e de cores para borneas.
Abi Uaduras para coletea.
B loes de porcelana para ponaos
Ditos de osso, maiflm, madreperola e de
ootrasmuiLas qsalldades.
Rico sorbmeato de b^tes de selim de
todas as cores e velodos pretos, gcaodes e
pequeas.
Passadores de borracha pretos para re-
logio, correales pretas psra voltas*
Ligas de seda para senbora
Acaba de ebegar um completo sortimento
de brincos, ernzes. cacoietas, alfinetes e
capellas de porcelana da China, obra intej;
ramer.te nova, e vendem por presos muito
mdicos.
Sapatinbo8 para baptisados, tooqninbas,
meias pura hornero, senboras e meninas.
Completo sortimento de fitas de velludo
pretas e de todas as cores, ditas de sarja e
fetim, fazenda mnito boa.
Rico sortimento de franjas de seda, ga-
loes e trancas, todo do melbor goto, e de
todas as larguras, compkto sortimenta- de
perfumaras.
Rico sor .iment de qoradros para retra-
tos e espelbos proprios para toilet.
CHAPEOS
Acaha de receber em rico sortinanto de
chapeos de palba de Italia.
Ditos de velndo para senhoras. e meni-
nas ricamente eofeitados, assim como en-
feiles oo meias cbapelinas fazenda inteira-
mente novidade qoe se vende por prejos
razoaveis s na
Madresiha pra^a da Independen-
cia ns, 38 e 40.
FAZENDAS F AS E ROUPAS FEITAS
NA OFFILINA
DA
LOJA DO PAPAfiAIO
Tendo por meslre Mr. Charles Laurent
RA DA IMPERATRIZ N. 40
Aleudes Carvalbo scieoticam ao respeitavel publico, que acabam de receber oaa
completo sortimento de fazendas finas de tudas as qualidades, tant, de 13a orno ce -
oho, seda e algodo, o que ha de mais moderno e do melbor gosto. e porlpanto convj-
dam as Exmas. famias amigas da economa do mestica, a virem ou mandarem na LOJA
DO PAPAGAIO, e ver3o que compram fazendas bonitas e baratas por menos preco qoe
jamis compraro
A' DINHEIRO
CXCHENEZ CHALES-MANTA
Cacbenez francezes de la para senboras Ha s dous cha-les-ramtas dos que aa
e meninas a 3. Sras. nsam Da Europa na sabida dos tbea-
Saias brancfs bordadas de diversas qoali-' tros ou de bailes, e vendem-se baratos per
dades e pre?js. j baver 2 de resto.
Toalhas pequeninas oo guardanapos para Saetas, flanellas, saceos de tapete.
meza por preco mnito baratos.
Esjiartho.- par alj Jos os precos.
Damasco carmezim para colchas.
CAMIZAS
Carnizas bordadas para Sras
Chales de gase de seda com listas, e
franjas de la e de retroz.
Luvas de pelica bracea.
Meia* largas moito finas e encorpadas pa-
ra Sras. homens-, meninos e meninas.
Tapetes pora sala, e para porta?) de di- de dous precos.
Cambraias brancas e de cores, tapada*
e transparentes al as mais fina.
FILO'
Fil.i branco de sede Izo.
/> t" bordados.
Dit > de linho braaco e preto psra diver
sos precos.
LENCOS
LtBQos brincos de cores de algodao.
Ditos bordados de cambraias de linho
A 24000 o eovado!!
Grosdeniple preto superior com pouco mofo
branco, de 51 por ti, 6 maito barato : na ras do
Crespo d, 20, loje d? Gailhtnne C. Cuoh C.
versos tamanb 'S e precos.
PARA LUTO
Creps de sed. preto largo.
Cassas, merinos, bombazina, canto e al
paca.
Chitas, princezas etc.
SEDAS
Grosdonaples largos, tafela.
Sedinba lavradas e de listras asselinadas,
selins de cores, e poupelinas brancas e de
cores.
RRA.\NTES
Algodo estrello de 3 para c\tj.
Rramsnte de algodao de 4 larguras on
10 palmos-
Dito de algodao e linbo.
Dito de linbo com 12 palmos do largura
o que ba de mais fino em francs.
Pjuco de linbo, hamborgos oa cregus
las.
Atoalhados de liaho braSco.
qualiA' vista do qoe fiea especifieado se v&,
par
da
Lencos de algodo branco grandes
cabecas,
Ditas de esgoiac mnito baratos e
barra de cor
MADAP&LES
MJapolio inglez de 84 a peca par*
cima.
Ditos francezes de 90 at !2 a peca
muito largo.
LAZ1NHAS
LSozinbas lisas e de cores a 32U, 40o,
500 e 600rs.
Alpacas lavradas finas a 800 n, ca-
vado.
Gorgordes de ardo de cores oa 80t
rs. o eovado.
Caesimirss de ceres, pretas pa ra roepaa
de bomeos e de meninos.
Carnizas inglezas a francezas com e seat
colarinho para homens e meninos, gravatar
e mantas de seda e selim preto e de cores.
coll r nbos e punbos. I
qup a LOJA Di) PAPAGAIO tea toda gr
qnerdade de fazendas, qoe se procure, e arante se vender per menos preco, qoe ora-
ootro estabelecimento.
FORNECEM-S AS AMOSTRAS A QEM AS EXHIBIR
t
1
LOJA DE JOIAS
ESMERALDA
Acaba de chegar a este estabelecimento nm importante sortimento de joias da
ouro, do melbor gosto e qoalidade qoe tsm vindo neste genero, como casaoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderecos e meioa aderecos com pedrea
finas, etc. etc.
ReloglOB de ooro, de differentes gostos e qnalidades para homens e ssiiberas, des-
de o preco de 40* at 3004,- sendo estes ltimos de machioismo mais aperfacoado pot-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prila de ll<5 e 404
Ra o Cabuga' n. 5,
Moreira Dnarte C. ^
<
mam
^ i. 11 i,. i, i


r
1
"~N
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
W**MtCMino^ t, ME OES UNMMIMtol, PARS.
XAROPE DEPURATIVO
M-fiASCA^DB LARAHJAS AMARGAS
<* IMDRET9 de POTAIII*
0 lodvreto de poUssio om verdadeiro altrame, am depurador de incon teslavel effi-
aacia; noaMnada com sirope de oascas de laranjaa amargas, e atorado
aesa pertarBecao alfMM potos temperamentos oo nato traeos, se* alterar as fancoAes
do aiioigi. la Ataos anlhsi nicas que*l le contera perwiuem aos raceneos de recenai-o
pora toda* oa coapfteacOes as affeccdes eacrofuloaaa, tuberculosa, oanoe-
rosua noo accidentes Intermitientes e terceiroa alem d*isao, 0 o
agente o mau poderoso contra as doencas rheumatloas.
XAROPE TNICO J.HT1-RERVOS0
do osvooaa do laxanja martas.
35 anaos de successos aitestSo a sua effi-
cac!a para curar: o doeneat nervosas,
agudas gias ; e facilittr a digesto.
XAROPE FERRUGINOSO
do oaocaa de loranjas o quaaala amarga.
C sob a forma liquida que mais fcilmen-
te se assimila o ferro; a'esta forma pree-
rivel as pilulase pastilhasen todososcasos
em que s8o proscriptos os ferruginosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUINA, PYRETHRO E CAUCO
Kli'ii'r dcMiTricM, para a alvura e con-
servacao dos dente, curando as dores
causadas pela caria ou produzidas pelo
coudo do calor ou do fri
F6 dentifricio, com base de magnesia
para a alvura c conservado dos denles,
provenindo a descarnadura, provocando o
trtaro de que empede a rcproducao.
Deposito en ti. de Juniro, E. Ckealat; em Pernambuco, r. Maarer e C; em Slaccio,
Pairo nlaa; em Pilotas, ster* LeIva.; em Bahia, Da Rocha; em Porto Alegre, i
Bella; em .ViiraaMo rerretr* C*| em Ouro Preto, C. J. V weicraan i em Sania Calha-
na*, t. smll} *m Montevideo, 6. Imherli em Buenos-Afres, Etrbeparebarda.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
CM I0URET0 DE FERRO IHULTERAVa
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Poesuindo as propiedades do iodo e do fehro, ellas convem especiabnente as Affec-
' eES escrofclosas, a Tsica do principio, a fraqueza de temperamento e tanibcni nos casos
de Falta de cor, amenorrrea, em que necessario reagir sobre o sargve seja para Ihe
restituir a sua riqueza e abundancia norraaes, ou para provocare regular o seu curso peri-
dico.
y. B. O lodurrto de ferro Impero ou iKerado um medicanr-nto infiel,
irritante. Carao prova de pureza e nthenllrMade das verdadeira
Mlulaa-dr lancaral, dere-se exigir nnsso ado *e pratu rcar-,
tira e noesa Inaa, aqui reproduzia, que sesclia na parte Inferior
eewn imit vertfe. Deve-K desconfiar das falsificases.
i rm tadaa tm fiharmaeiaa Pharmaeewtico, ra Bormparte, 40, Parte.
Vende-t-e oa pharmacia de f. Manrer A -C. rna Nova n. 25.
MACHINAS
DE
DE
S1MER MANUFACTURING COMPANY
Grande reduepao de prepos !!!
H! 90*tf&0. 90J0a 90*000 !
AVISO ESPECIAL
A alta reputacSo obtiia pelas machinas fabricada pelo

AC0 e. jejyo em vergninba.
e grades para lavrar a terri.
americanaa.
para meninos, soLteiras e casados. '
CaRRINHOS de mi.
CHUMBO em cano, lencol, barra e manicio.
COBRE em lencoes e armellas.
COFRES de M iner e ootros.
COUROS preparados.
CIMENTO dd Portland.
CHAPAS papa eohrir casa*.
ELECTRO-PLATE em obras Anas.
ENXOFRE. I imalba e salitre para fogueteiroe.
ESPINGARDAS, revolvere e pistolaa.
ESTANHO, em vergninha.e barras.
FOLHAS DE FLANDRkS, grandes e peQjWaeav
F0GF.S americanos e inglese*,
ci FORMAS para porgar assocar.
^ S FELTRO para csldeiras.
MACHINAS a vapor.
DITAa de lavar roapa e picar carne.
DITAS de cortar (amo, estovar algodao (macuba.)
DITAS de descansar algodo a mo e a vapor.
LEOS, aztiies, sabio e trinca I.
PAPEL de diversas qaalidades.
PEZ S fraricezes de todus os tamsnbos.
PRENSAS para copiar cartas.
TACHOS est; nhad a.
Z1NCO em folbas lisas a forrad'*
.8
) as"
I1'
aS
tem levado diversas pessoas a fabricar imiacoes qae ellas vender qoasi sempre sob
pretexto de serena ellas fabricadas pelo systema Smger.
A verdadeira cerveja da
tetra, do uprrior qoaltdade
nios 4 C. em seo armazem da
* S7.
Baviera, marca ban-
vendem Tasso Ir-
na do Autorim
A
50
Vende-se a casa da roa da Conceico u. J'!J:
tratar na mesma.
Gosto, lox i riq aesR-
Rna do B&'&oda Vieteria
d,48
Receben da Europa pelo altino vapor nm
lindo e bellissimu sortimento de -fazendas
modernas a saber:
L5 o saltanas com Iistras de seda a 1*5200
e 1(5400 o covado.
Popelinas de 12 e seda liados gostos a
'0WO.
s A'pacas e 15 cees seda a 5C<, 700, 00 e
900 rs. o covdo.
Nansook e bapitstas a 500 e 600 rs. o
covado.
Crotones escores e claros a 500 560
rs. o covado.
Gorgorio preto e de coree a 3#G0O e
35500 o coado.
Sed9 de cores com lindos gostos a 3f$80O,
4,jr000 e 55500 o covado.
Popelinas gosto-especial a lrSOO, 141800
e 2500C.
Ricos cortes de cambraia bordados a
4S5OO0.
Cbapeos de velludo para setbora a 55000,
8*000, 1 5000 e 444000.
Ditos de feltro a 425000e 144000.
Ditos de palba da Italia a 165,1250c0 e
NM.
Cbapelinas do aaelhor gosto a 105, (25,
445000 e 165000.
Casaqoinbos de ceda preta a 155000 e
205000.
Camisas bordadas para bornea a o55000
a dazia.
Cambraias abertac a 75000 o corte.
Eoxovaes para casamento?.
Ditos para baptisados.
Fronbas, lenfes, toalhas, lencos,' cami-
sas para seab ira e meninas, satas bordadas,
tanto em cambraia de linbo como e.(gai3o.
ntremelos e babados bordados, fazeada
dioda.
Bramaates, bertanhat, selecias, esquilo,
tapetes, alcatifas e esleirs da Iodia para
forrar saUs, e todo qoacto se pode de-
sejarde bam.
AOPAPAGAI
Sai ja de feda
Acaba de ebetar loja do Pspagsio un bello
sortimento de rarja de & res para vestidos fazen-
4a nunca vista nesta cidade e a mais moderna
m Pars.e no Rio, e na verdade de nm effeito
sorprebeodenle em vestidos, pelo brbo qne re-
gSMenta e pelo nreeo nao faa quem dejxe ds eom-
prar : i rea da Imperatm n. 40.
CERVEJA DA NO-
RUEGA
de superior qnalda-
de: ra do Commercio
a. 4._____________
Veade-ao na tMw no tofr GBpaBifM. di -
Unte desta villa i\t legua, enm as dimenoes e
comenodos abiixo : mela ligua de /ando, boa caa
de vivenda o ontras, para criados, banbo, fanpba,
te. etc., cuehelra para 4 cavallo, a/voredos frqc-
tifaroe, baixa para caplni e vacca de leita, na es-
trada de rodagem qae sega* para Nai;re!h e Li
moeiro, e qu<- provavelmente tem de paasar a es-
trila de ferro : qnem o pretender entenda se com
sea proprieiario na rna da AletTla b. I, em Pao
d'AJbo.
Cal nova de ljisboa
Ktfyr vender da ehegada nltimamenta por
Mtrim miza e Laia, oo eteriplorir de Joa nim
v Goncnive > Be lirio, roa dd Commercio n, 8.
^>
Roa de Daqne de Casia? n.
Receben:
Lindas caisinha? com os eecessaribo para s-niar-
tar roapa, sendo abeedano e nameracao, frascos
som tinta preta e encarnada, pincela etc. etc. o
qae de certo novidade em tal genero.
Novos eoques grandes com bonitos deeenhos
vtndo entre files agans enfeitados com fitas e flo-
res ; assiis como bonitos crespos.
Adereces encarnados de madreperola.
Crczes pretas com enfeites dourados e ontras
brancas de christal.
Colares Royer
contra as con^idq5es e e favor
da denti;ao.
??A Agaia Branca rna Duque de Cenias n. SO,
recebe por todos os vapores francezes certa qnan-
tidade desses apreciaveia colares Royer, e por sso
est sempre prvida dos meamos, ia e bem co-
ndecida a nlilidade desees colares Royer, e me>ico
a nocessidade qae ha das crianzas os trazerero ao
pescero para asstm estarem privadas das eonvol-
coes. e eoniareoa com fcil denlicio. Esses cola-
res R.-yer qae se vendem na loja d'Agaia Branca,'
i rae Dnqne de Caxias n. 50, bem merecidamen-
te ee (bes chamara'Stlra vida das eriancas.
Leitede rosas brunons
A agaia braaea i rna Daqne de Casias o. 56,
torpn a recebar o apreciavel leite de rosas brao-
eas para extincio das sardas e espiabas no rosto.
Os boas effeltos do leile de rosas brancas sao j
bem conhecidos, e qaem delta precisar dirigir-
se a loja da agaia branca.
Ai;ua duqueza
A agaa dnqaeza preparada especialmente pa-
ra os toilets, e taes ?ao as snas apreciavei.i qaa-
lidades bygienicas qne o acreditado fabricante
Moapelas qaer aae ella tenba distinceSo entre to-
das as ontras emposta para tal fim. Ella re-
ne o agradavei oder otilidade de seos bons ef-
feito?. Esta se acha a veoda na loja da agnia
branca, rna do Daqne-de Caxias n. 86.
Agua de flor de lar.iigeira
A agnia branca, rna do Dnqne de Caxias, re-
ceben excelente agna de flor de larangeira.
Pe fumarias iglezas
A loja da agnia branca, rna do Daqne del
Caxias n. 50. reeeben novamente nm beHo sorti-
meato de perfamarias finas, sendo :
Extractos dos mais agradaveis e daradoros odo-
res.
A apreciavel banba d'alpasse, 1' qnaridade.
Sabonetes em barra.
afos em acotes de meia dozfa.
pieta e escovas ioglezas para denles.
Esseticia d rosa.
A agnia branca rna Dnqne de Caxias, rece-
beu frasqainbos com apreciavel essencia de rosa.
Camisas bordadas para
noivas
A agaia branca a rna Dnqne de Caxias n. 55,
vende bonita3 e finas camisas bordadas para noi-
vas, on me.'mo para qaalqner Sra. qne aprecie o
bom, e principalmente sendo eomo sio por preeoe
cemmodos ; assim eomo modernas gollinhas e pa-
nnos, tambera bordados.
Heias d la
para homens e sen horas
A Agnia Branca i rna Dnqne de Caxias n. 80,
receben mni finas meias de lia para bomeos e
sennoras, e como sempre vende-as por preco coa-
modo.
Reos jarros de crys-
tal.
A loja da Agola Bransa, a roa do Docrae de
Caxias a. 50, receben ricos jarros de erystal,
opacos, com bonitos ramo* lapidados e gnarneci-
doi de doorados em relevo, obras eisas de apa-
rado gosto e completa perfeir^io.
Tarcbem receben bonitos frascos eonforme os
jarros, proprlos para enfeites de toilet, mesas etc.
indo teso acba se em dita loja d'Agaia Bracea,
apreeiacao de qnem possa e qoeira ter orna
sala acelada.
Espelhos grandes
$*A loja da Aguia Branca, a rna do Do qae ds
Caxias n. 60, receben espelhos grandes com mol-
daras enveraisadas e donrada, e eomo sempre
veade-se barato.
Capellas com veos e
sem elles.
A loja da Agaia Branca recebea (indas espol-
ias eom veos e sem elles, teodo neltas variado
sortimeolo e precos, os qnaes sio sempre com-
modos a vista da delicadeza e perfeicau com qne
iio feitas : os pretendemos dirijam-se a dita loja
da Agola Branca i roa do Doqae de Caxias o.
qn 50,e serio servidos satisfactoriamente.
MARCA M COMPANHIA
A companbia, desejaado prdfcger ns amigos e fregoezes. contra as iaitaDes, tem
adoptado a marca ,cima representada.
Previne-se ao p;.tolcu de nao comprar machinas qne nao leven a marca da
companbia.
"M- N. CHAPMMI
NICO AGENTE
N. 45 Roa do Imperador M. 45
NENHUMA MACHINA MW-
cer je' i i:<.iritiA SE
NAO LEVA ESTA MARCA FIX.%
\ PARA EVITAR COITRA-
FACI-6EN NCTEM-SE BEM
TODOS OS MTAUHS
ARe..
I
Pode obler em pouco (ampo eom o aso do mlbor dos licoresa adamada
HESPERI1I1NA
Faz oite.annos qne conbecido este precioso tnico, e 6 dlfficil achar urna pessoa
qne, tendo experimentado pesscslmente, nSo"falle em sen favor, j como bom estomacal
e apetisador, domando om-ealix della antes de jautar, oo como facilitador da digestSo
tomaodo-se dopcis.
A &ASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, Dio na em s habitante do BRASIL (a trra
especial das taranjas) qne l3o conbeca as propriedades medicioaes da donrada fracta,
era bem, a
lAMUJA AMARGA
etn sen estado natural Km om gosto pouco agradavei, e o mrito da Hesperidioa con-
siste em reter saas boas prooriedades, e ao mesan* lempo ^presenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA cumo INDUSTRIA NACIONAL n9o tesa nada qne invejar s
melbores importaces enropas de catbegoria semelnante. Estas, qoando mnito, podem
eer gostosas, porm a Hesperiilina a combinado perfeita do
AGDAVL SADAVEL
Para prova de quo om artigo no qoal pde-se ter inteira confianca, por eer poro
e innocente, basta dizer-se qae foi plenamente approvada e autorizada pela
Samuel Power Johns-
ton & C.
[Ra do Apollo n. 38 .e 40'
Paarai sciente aos seas fregueze? qaeteero
modado o seo deposito dr niacbnts a va-
por, moi odas e laxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor par* roa do Apollo o.
38 e 40, onde e<>oiinaaea a ter omesmo sor-
Uvenlo do costnme.
Fazem ciento tamben) qae teem feito nm
arraojo com a fundicio geral. pelo qoe pn-
dem offerecer-se para asseoiar qoalqaer
macniBismo emesoo garant b.
Os pr i apritanos da fnndicao geral O-n
scientes aos sentares de engenta e im
pessoas, qoe teem estabelecido om jn cao de ferro e baeuze a roa do Brum. i-mm
to a e>lacio dos bonds, onde apr>n qualquer ubra de encommenda com prl*-
C.io e proraptidao.
Os meamos rogam as pessoas qo qw*-1
nm otilisar se de seos servico de rtetu
rem as enroanneodas em casa dos Sr*. >
mael P.-wer Jobnsloo 4 C a roa do Aval-
lo n. 38 e 40, onde acharan pa-soa habi-
tada eom quem possam entenderse.
Apparelho fiara fabricar ssnear, do systeraa:
WESTON CENTHEPGAL
Uocos apeales em Peraambaro a fundica geral.
Para tratar em sen esocipiorio a roa do Apollo o. 38 a 40.
MUITA ATTENCAO
GRANDE REDUCCrO EM PRECOS
Antonio Pedro de Souza Soares, com loja de mindezas ai
rna do Kao da Victoria n, 28,
PEDE AS EXMAS. FAMILIAS DESTA CIDADE E NEGOCIANTES DO MAT
MTTA ATlENQiO PARA OS PREQOS ABAIXO DECLARADOS, A SA-IRr
Completo sort i eoto de bolas de i dem de pentes de borracha pata
borracha para eriancas. alisar, a.......
Redes enfeitadas para senhoras a 2>000 I(jem ](\im dem com costas de-
Grande sortimento de trancas de meial a ...... .
velludo, recas com 12 me- Ltuparinas caza' .' .' .' I
tros a 35500 e ..... 45000 MicroS opi08 (sem vistas) a .
Dnzia de pecas de trancas de cara- Mimosos leqnes de osso para se-
... 400
... 200
210
320'
200
35000
700
800
UNTA DE HYGIENE
de Rio de Janeiro, permitirado sna livre elaborado no imperio; eetra
BOA PROVA
a acceitcSo geral qae tem em todas as partes onde aoreseatarla. Em 1864 e?tbe-
leceo se a primeira fabrea em Boeoos-Afres; em 1669 a segunda em Montevideo; e
do dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogaroa-se a fabrica qoe actoaknente
trabalba na cOrte. Ero Valparaizo e em toda a costa do Pacifico lem boa acewtacSo,
tanto qae rara a casa qae considera completo seo aparador sem ama garrafa de
HESPERIDINA
O bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR 5
Q -bomem avente toma Hesperidina para obter
SAUDE
0 bomem dbil toma Hesperidioa para obter
FORCIA
Nos bailes as donzellas e os mocos tomam a Hesperidina par obter boa cor e
aaimaco dorante os loncos gjros da
BARROS JNI01 4 C, a roa do Vigano Tenorio n. 7, A*?t*r, rWeberaai este
grande especifico, e vndem-no nos depsitos segointes:
Hotel de rUaivers, roa do Commercio.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves oa Ponte, roa da CadeJaK. "2.
Aotonio Gomes Pires d- C, rna da Cadeia.
Antonio Gomes Pires A C., caes 'Sfrde Novembro.
Gomes & Irm3o hotel-da Pasaagem.
col brancas a rs.....
dem dem lisas a re.....
Dazias de pecas de cordao impe-
rial a rs........
Dazia de bot5es de seda paraenfei-
tar vestidos a rs.....
Sapatos de tapeta para homens e
senhoras a.......
Dazia detalberes, cabo de osso, 2
dem idem cabo de viado(imita-
C-o)i ....'.,. .
Caba de liona com SO oovellos a rs.
Gaiza de linba do gaz a rs. .
Grosa de botQes de osso, pretos
e brancos ara......
Livros para notas a rs. 320 e .
Meios aderecos pretos com cama-
leo a ........
Abotoadoras para collete, grande
variedade ara......
Resma de papel pautado e liso a
25800,35*00, 45000 e .
Caiza de papel amizade mnito
bom are........
dem idem dem beira donrada a ra
dem idem de qoadrnbos a rs. .
dem de envehpes de porcella-
na a rs. 800,500 e ....
dem de pennas a re. 400,500 e .
Dnzia de baralbos francezes canto
doorado a......
dem idem idem lisos a. .
dem idem portagnezes moito fi-
nos a 15800 e......25400
nhor
dem idem de sndalo com lan-
tej< nas a.....'. .
dem idem imitaco a .
Fila de seiim Maco, escoceza, lar-
ga, vara a.......
Epartilbos. fazeoda mnito boa a
15280 Qarrafa flr tinta roza extra flna a
Pdesdedita preta a rs l< e
5*5"l Ferros para frizar, difiere mes pra
eos. .......
Lnvss de pellica mofadas a .
GaDdieiros gaz lindo sortimento
PERFUMARAS
H"-'*
200
400
15000
200
45500
760
800
640
400
1500U
35600
25600
Garrafa de agua florida verdadeira
dem idem kananga do Japao a .
Frasco com oleo philocome *
oriza a .......
dem idem antique a rs. 400 e
Risas com extracto a .
Macos de sabonetea inglezes mnito
bnns ara.. .
Dnzia de sabonetea de anjinho a
Idem idem de coracao e flores a .
Pacotes coro pos de arroz moi-
to fino a re. 400 e ,
Caitas com pos para denles a rs-.
Gosaaeticas moito finos ar s. 10c,
3O, 5( Oe......
Frascos com extracto a 240, 320,
500, 15t'00 a......
Agaa de colonia mnita fina, frasco
de 500 re. a......
I.

Wi
Alm dos objectos cima mencionados, lenho om grande sor'imeoto de can'* r-m
i gaz, calongas de porcellaoa etc., etc., grande sortimento de miudezas que t Cunaa>
rra longo mencionar.
N. 28 Ra do BarSo da Victoria N. 28.
Nao ha mais dnvida
Qaem tem melbores e mais modernos artigo*
de moda e phmtasia a Magnolia roa Daqoe de
Casias n. 45 ; poia qoe acaba de receber, alm
de ootros mnitos objectos qoe se torna eofado-
nbo mencionar, os segointes: meios adereces de
madreperola, brancos e de cores, meros ditos imi-
tando coral, agnlbeiros de madreperola e marSm,
crozas de dito e dte, balalos eom preparo? para
costn, ciatos modernos (oovid de) chapeos de
palba de cores para senbora, bengalas de uni-
cornio (imitaci) Com data de madreperola, ricas
camisas bordadas para sentara e para bomem e
aderecos de marfim.
0 RIVAL DO Efi
Roa do Mrquez de 0
..Ni
Cuidado.
Formas galvaiiisadas
Para porgar assucar, vende-se barato
loa ra do Apollo o. 20.
I
Rleas sedas para vestido, popelinas de cores,
brancas e orientes, granadinos, do olUmc gosto,
lis, alpacas, cassa*, ambruw, organd, -rios
enctavaes para bapiisalo com todos oa perteaces,
rieos cortes de vestidos brancos bordados, eorpi-
abos do melbor gosto, salas de toda a qnalidade,
cortinados para cama, bramante de lloho para
lentes, esgaio, selezio, madapolio fraacez, cam-
braias bordadas, eassas braceas lavradas, espar-
nlbos, cambraias victorias e transparentes; tndo
vendemos por moito trenrs qoe em ootra parte e
para prova do qne d temos, abi vio salas final
eom frisados a 3j. 3*200 e 3*500, ditas de cam-
braia a Si, litas bordadas a 6f, cambraia orgao-
dvs a 3*500 o corte, superior madapolo franeK
7|, bramante para leocoes de Imno a 3*400 a
vara, crpinhos para enbora a' 3*. ditos modo
. Unos a 6*, ricos enchovaes para baptisado a 18*,
I e ontroi moitos artlgos por precos que admira
jato f roa da (mperatrii n.
Ungento Dorand
Este nngnenio moito toabetldo' do Rio de Ja-
neiro, e osado neata provincia per citas pessoas
ne ifirmam ser mnito olil unir tedas asma
dades de feridas/caaga?, eorlidoras, lrcplagUs.
tumores, acirates, "TTJt". paairieiw, raneaaes
a ootras moieitias secletm Ifcico deposito nnu
proviocia. na pbaraiadto americana de Perreira
Maia t C., i rna Daioe de Caxias o. 87.
nos los do mes da agosto, e veade-se ao araasam
da bola amarella, na roa do Imperador, o verda-
dero cemento de Portland, a por menos do qne
em ooira qaalquer parte'; utngoem tem mais no-
vo, i o cemento velho- Dionea forca.
Libras sterlinas.
Vendem -se ao eseriptorio de Joaqoim Jos Gon-
calve Delirio : a raido Commirefo B. 5.
Os collares Royer, fio privativos das conval-
ides aas triaacas a garanda do feliz desenvolv-
meato dallas, porm, mis ter qoe sejam verda
deiros e novos : moitas vezes, vemos pessoas ce m-
pnrem e nentaom resallado obter, porque T por-
oe Dio team o cuidado de procorarem dos ver-
adtiros, assim a Magnolia roa Doqae de Ca-
xias a, u, qoe recebea desses collares, e offe-
roca loa pais de familia garanlindo-lbea o real
aasttvornaento de sea effeito.
Na Magnolia
B* fenrmeB a respoela qne se di, qnando al-
geera pergunu, onde eaosatrare om lindo lorti-
menlo de leqnes T ama rica caixmba eom moi
ea para costura ? am lindo albom T om objerm
dfrgeoao para tazar as presente 1 nade -podt-re
achir a completo sortimento de objectos de roo
da e por oreaos eommodos ? sempre a res-
Ssta, na aova loja da Magnolia, roa Doqae de
xlasa. 48.
Nao se arrependam
Tem para vender os segointes objert abaixa
mencionados, pelos precos mais re*oii>f >s, coso
sejam : Coques moderaos a 2*000. pt<>ia.
tremeios bordados de diversas largor.- 800 ra
dazias de anlarfobos de linbo a i*5o(> d t. Anos a 5*000, Ici'cos para alglbrira a 200 r*. Fm
fazeoda, bobas de earritet de 200 jarda* a 60 ro,
l para tardar a 5*000 libra, lrqn*x a imn cja
de sanrta'o a l*oT0, lamparioss a 600 r. a dina,
eaixas e< m papel amizade a 600 rs. eum to 'opTicr a 700 rs., envelopes a 100 a, r v.
to, botinas naeiuuaes para tamem a 4a para eriancas a 1*500, agalhas franen*- ttOis.
o papel, jabonetes de alcatrao a 500 rs. j'u i .
ma verdadeira a 1*200 a garrafa, d'c tafhrawff a
i*O00, frascos eom sndalo a 1*000 di* om
oleo philocome f 800 e 1*000, ditos cu. ne a*.
tasa a 30 rs. ditos eom agna de colega* a Xfh>
e 400 rs. pecas de gatd* branen par* w. C-'b-s *ha
vrsiido de eriauca, a 400 e 800 rs., rBa 12 pecas de irtca branca a 240 n > i
dius Se ores a 3O e 4C0 ra, dozias roe seiura&c* a 2i0 rs. e a grosa a SJUnft e'-i
tros mmtos arbg'is, qne para nao u* .. a
enfadnriAs deixamos da mencionar, os qaar
dem se braio para acabar,
Vapor
Venda se por preeo mdico ata vapir d> r
proiiria para eeganbo de assnearea pr qn;
misier, est em mullo bom oso e de nm a.
Iburw fabrica otea da Inglaterra: a iM>rn
rr-nn n.'lm ir\ea do Corpo Sr
Lie o.
V nie n. f h ica d<> *z S J--e\ harria
Cent ni IR can i da-in 'iio'flo a.prda4
"** o-l; -.i -'
qniqii-r pri*
(E* certo qne qoalqaer pe *o qnaidn compra
am fraseo de extrack, bantia, <>n nien, nm mlmu,
ata4 ISBao, ama Ota oo >ntn> qaolqaer ubieciu ,
desoja qoe seja tam da moda ; putei,, .
Mffa taarn o dupraaer de vr a-ae pesoas
deSfostoMi e arrepeadidas, e por<|ap T jt ni- 'a n.-..r 6
inri"
UlaaBa Wi *aw' ^a* -- -* **^f-i^BBBBBWB" a,'"a,","t" '---- *''' **' *
boas eiBraetos, de nm lipd< nV le, Unalmenia, I Hdade d- r\: '" r\ *e.. n.i V <. -^wtt
aqniHo qne boo* d- multar e de mau llegan-lf'* <'* f*t a* uecussarias mf. Tina*
eia do mondo das uioda*, se pve asar.
ii., ?ritH. a iTiirte an..-, O |IWi|ur i fc,.-. >>- -r- |li-t.r Q .-.- t?'" H fh|> *" A f if 'J^
rem a aova iHja da Magnolia, roa Dwjqp d- i.ir>** - prwinz- m i- i* vm-
N'Btte, qne qnem Ibes (iie snpprir rtejlra. pierna*. ? i-* e- n.....i.<1 vi >i.. f,fv


fijan* da rrnam^uc Terca feira 17 da Selembro da 182
L1TTEBATDRA.
Aias braacas.
(FANTOMrS, DE VICTR Hl'GO).
1
Quao os lyrios murchad's no sepalchro,
'Quantas rosas infancia, anjos do amor,
Desolhadas I oz da primavera,
MorUs da vida oo formoso a!vori
E* O destino; a morte queras vtrgens
Brancas, mimosas, ao sorrir da aurora,
No sea ihalamo negio, qne devora
Km beijos fros doce labio em flor.
Assim cabe loura messe em tarde estiva,
E a parola do orvalbu em fundo val;
Assim argntea Ifttpba se deriva
Para longa las sombras do rosal;
Assim brilb.i o relmpago e se esv*ece,
Assim o pomo d'ouro a eeve alpina
Queias e desbota e a candida booina
Crestada pelo sol empallidece.
' o triste destino ; aps o dia
' x Lvida noite e os ambos anciosos,
E o acorda em praBtes dolorosos,
Oa em sombras de rpida alegra;
Em volts do baoqoeta da existencia
Os vidos convivas do festim
SeQUm se, fo g-.n, e era rev a eterna ausencia
De tantos, que sariram antes do lira.
II
Vi-as morrer; si paludas donzellas I
Uma era, como a r. sa, branca e linda;
A eutra pareca oavir anda
Os celestes oonrertos das estrellas;
A outra, meiga, frgil, e mimosa.
Penda na mozioha o rosto suave,
Bem como pendo o ramo, d'unde a ave
-Solta, voando, orna canelo saudosa.
Uma as andas da oltima agona,
Disvairada, arqnejante, morraurava
Um Dome, qne nos labios Ibe trema;
Como um gemido d'a'ma, que cborava:
A outra, ao esmsiar da tarde, suspirando, /
Harpa quebrada em triste vibrQSo,
Sobre as nveos do acaso ia soltando
As azas para a eterna solido.
Todas forroosas, lyrios desfolbadi s
Entre as teos da aorora; ares ferelas
Ao gorgeio dos caoss matinaes;
Peonas d'um cysoe ho lago azul cabidas,
Bo oes em flor, cortados dos rosaes ;
Aojos, qne o co ao mondo liaba dado,
E que parliram o' seu b.ndo alado
Para os bercos dos myrtos sfderaes.
Ai I moras, moras j, do fro leito
Esta'uas de ceve, sombras lo luar!
A Degra pedn esmaga o alvo peilo ?
NSo podis entre as auras fu^phar 7
Erguei-vos desses placidos srmrahos,
Astros do amor, pleiade gentil;
Voai, pompas, aos eihereos niabos,
Ide, cordeiras brsnea:, ao redil.
Nis floresta?, em uoites perfumadas,
Ao suave murmurio da espe:sura,
Biteis as azas brancas, meigas fadas,
Cborais lagrimas triales de amargura ;
E no meio d&s verdes ramarias
A voz do ermo, a longa solidio,
Sussurra as aspiradas harmonas,
A* magoas i'o amoroso" coracio.
Minha alma vossa irraS, sombras formosas;
O amor e o toano abraca-oos, qoerid3;
Vinle ciorar comigo, almas sandosas,
Vinde beijar-me, virgens doridas;
Guiar-vos-hei os passos vacillaotes
Nestas pa!lidas ooites da luar,
E voare; coravosco, aves errantes.
Ao co azul, ao laminoso mar.
Aojos da soledade, harpas da noite,
Desfer as tristezas dos floajos;
Sabi dos vossos tumu os lechados,
Erguei-vos desses leitos donzellas;
Vamos ao bii'e, ao amor, ao gozo ethereo,
Solt-i a traocj, abr os bracos ns;
Eis o vasto s;;lo, o cemiterio,
E a lampada ao tuodo sobre a croz.
4
ni
Ai a virgen do b iio, a Sevilbana I
Olbos negros, brillantes de ternura,
A coma floctoante de Diana,
Alva cora de rosas cintura ;
Lyrios gemeos as pomas melindrosas
Desabrochando em desmatada flor,
Longo o vestido em ondas vaporosas,
P animado em beij >s mil do amor.
O baile arrebatou-a ; amava o baile,
Que deslumhra, que aoceia, que devora;
A cioza delta treme anda agora
No fundo do sepulcbro solitario,
Qoando os raios da la em ooites brancas
Espslhando um alvissimo sudario
Em formas vagas, meigas, voluptuosas,
Esvoagam as dansas caprichosas.
Amava taoto o baile, a festa espleodid,
Asjoias, os brilhantea, os rubis;
Os collares de peredas e diamaoles,
Os vestidos de moire o?grot oderoies,
O* tecidos de gaze, of vus subtis ;
Oa festes, as g.inala, os diademas,
E as flores, os candidos ablentas
De alegras e amores juvenis.
E como eHs dansava I a rosca nuvem
Entre os lumes doorados do oriente
NSo era tio formosa e resplendenta
Como a yirgem da walsa e dos sorrisos;.
Ero suspiros de amor os olhos negros
Raiavam, como a estrella vesprtioa,
Qoando a loa se eleva da colima,
E brlham os celestes panizos.
Tudo oella era a diosa, o riso, s o gozo
Cortn na primavera da existe,' c.|
O pomo de ooro, o froclo saboroso,
Que depo3 trava ao am;, gor da essencil
E o f''go e o fumo dos prazews frvidos
En vo! ven-a as ondas coruscantes;
E so ficaram cinzas; ai I quem sabe,
Se anda se lembram della os seos amantes
Mas a walsa, o delirio, a ancia, o extase,
Arreoatava-a em nuvens deliciosas;
Nssse oasis de amor choviam rosas,
Brolavam flores do virgneo seio ;
Candidas flores de manb erena,
Enlevo doce d'alma namorada,
Que adora c sol da mocidade amena,
E desmaia as sombras da alvorada.
*
E o baile, urea vertigera, luz radiante,
Fascioon-a em magntica atlrac?,
Borbolela, queiujou as azas brancas
as cbammas do esplendido clarSo :
cima desse espaco harmooioso,
Em que voaste, paludo meteoro,
N3o licar um rasio luminoso,
No co azul de amor em raios d'ouro ?
Ai I a manh dissipa as nuvens d'alma ;
A > romper da alvorada o sonbo foge ;
A noite dos praze.es desvanece-a
O dia sombro e triste, o dia de hoje;
Hontem dansavas, no esplendor da festa
Eras a virgem linda em rosea loz ;
Hoje a estatua fra sobre um turnlo,
A saudade abracada aos ps da croz !
Que longa solido, anjo querido t
Adeus, coras do baile, sohos, flores,
Adeus, brillantes nuvens dos amore\
R i js de formaura e mocidade ;
s canefies di esperanca e da alegra,
Succedeu o silencio inais profundo ;
Aos prazeres do tu formo jo mundo
A longa e impenelravel soledade.
IV
S vime primaveras deJolharam
No seu regago as pnrpurinas rosas,
E a agona das anclas, que a levara),
Dnrou por matas noites dolorosas ;
A o sabir de am baile o sango, qne a animara,
Jorreo dos labios della em ondas puras;
Era a foice da morte, que cegava
lllosSes, alegras, e venturas.
E d'outros bles anda Ibe sorria
A visao lala no letbal festim.
Tanto a morie apressoo o infausto dia,
A' gentil peccadora o triste flm I
Ave da co, os ventos perfumados
Levaram-le aos vergeis do paraizo,
Azas brancas, aojo dos tinados,
A vida foi para ti breve sorriso.
Virgans, n.i flor da idada, a luz do gozo
Queima e davora esperanzas e amor; .
Ao dia do prazer, a o sol formoso,
Succede a noite e o paludo torpor;
Lembrai-vos d^as irms, as borboletas,
Qiae queimaram as azas no esplender
Desse abysmo de luz; antes a vida
Ent e as rosas do berco adormecida.
O berco o sacrario da ventura;
S Je inais, donzellas, porque o vento
N53 leva as meigas'flores da ternura,
Qoando s embala um puro sentimento,
Sentimento de mi; vede a soedade
Das sombras desses aojos que voaram
|Mas azis da -formosa m cdade,
No inmolo onde as estrenas se apagaram 1
Como Ophelia, Iev;u-as a correte,
O sonbo, a los, a nuvem do occidente.
G. F.
FOLHETIM
LICIO AO MESTRE
ROMA-NGE
POR
A, A. TEIXEIRA DE VASCONGELLOS
(Conlinuac3o do n. 211.)
XXXIV
Antes de se deitarem, e logo depois qne
Domingos de Sampaio se retirou para o seo
aposeoto, reuniram-se de novo os estadan-
tes para conversaren! mais vontade do
que naturalmente lh'o havia permittido a
presenta do atieres da Silva. Zacharias
de Abroa e Sebastiio de Aodrade moeram
com perguntas ^paciencia do pobre Tbiago
Torres. Zubffhs qoiz saber de todas as
raparigas do conselho. Sebasti3o, menos
estouvado, pedio oras de varias pesabas
e s dapiis ci ffluitos rodeios chegou a
perguntar pela que Ibe interessava mais.
Agora que Ibes respond a quanto me
pergODtaram, redarguio o aprendiz do pa-
dre leudo satifeito cabalmente a curiosi-
dade dos doos mancebos, n5o me dirao
voces para qne se etteram a tirar a jos-
tica, por obsequio a Jeronymo de Lemos,
aquella desaforada e criminosa mulher que
se cbama D. Francisca de Azevedo, mas
eujo verdadeiro nome Helena de Mo
raes f
Poi iabi-se... ? exclamoa Zacharias
com cirtoreceio.-
Canides e os Lnzladas.
Pi;i.O SB. DR. J0A0.L1M NA8UC0.
I
Errado vir praticar de esludos Ilitera-
rios quaodo sa l fra o tumulto das ques-
toes polticas. Nao ha ouvidos para os
grandes interesses philosophicos qne andam
ligados lilteralora. Prefere-se a conten-
da pessoal, a controversia dos pequeos
jQteresses e das pequeas ideas.
Infelizmente esta disposicSo dos nimos
n3o am accidente em nossa poca; antes
NSo se sabe nada de voces. Eu
que fcilmente imginei a verdade. O Je-
ronymo s b3o a fa'.ia limpa. E' bsm ra-
paz. Voces bem sabeta que Ibe quero co
mo a irmo. Porm n3o fura nem paredes
singelas. E como a empresa, segundo me
informaran), foi bem delineada, e execota-
da com primor, entend que andar ario
estraaba do negocio, e lembrou-me que
poda ter sido a de voces por serem patri-
cios e amigos do interessado.
Ora vs, Zicharias ? observou Sebas-
tiio de Aodrade. O Taiago nao sabia naja.
Tu que b'o foste confessar, dizendo :
Pois sabtte 7
E que m'o confessasse, objecin Thia-
go Torres sggravado por Iba parecer poa-
co affectaosa a observado, que mal havia
n'isso f NSo serei capaz de guardar nm
segredo como qual juer ontra pessea ? Des-
de quaodo te aconselha e tua prodenca,
Sebastiio, a occultar dos teas amigos de
iofancia as toas aceites T Provavelmente
desde qne s3o ms.
O* Tbiago, nplicoa SebastiSo, ea n3o
quera ofenderte. Se la vivesses na ot-
aba companbia em Coimbra, saberias qae
en ando sempre a dar lieces de seren-
dade e jaizo ao Zacharias, e elle nio deixa
passas dia nenbum em que n5o procero
transformar-me em estouvado. D'este cos-
tme reciproco nascea a reflexSo que ea Sz.
A ti ea proprio te contara tu lo, se o nio
seubesies.
Anda bem. Qoalqaer desconfianza
vossa morflcar-me-bia muito. Poroi|
ola, SebastiSo, qae se a toa logaa pro
dente, a toa pbysionomia nSo tem essa
qualidade. Qoando o alfares disse que vos
/
a podemos tomar como soa expresaSo per-
manente e caracterisci.
A grande poca da litleratura ne
nodo j flndou. A huailde mdivial
da que -esc re ve estas labes annoariavaa
ha quatorxe annos nestas masmasolarnaas.
No estodo queentso publicamos no Diario,
iotitulado Duas pocas da mocidade brasi-
lea, l&akiSoS, eacrevemos as Impres-
sd3 ovolvimento liiteyane, qae en-
tSo presenciamos. Se. p-raittida, para a
argemenaco, a immodestia de ama citacSo
propria, pedimos licenga para extractar
seguinte ponto do nosso tudo:
... Qoando o povo se adiaota na gra-
darlo moral, procara illustrar-se, genera'isa
as saas ideas de progresso e se manifesta
pelas suae individualidades distincUs na
graude tribuna da imprensa, sente-se q
esse movimento guarda em si as premici
le um grande futoto. A mocidade sem
pre a expresslo mais prenunciada das tea
d.nciar da urna poca. O movmaoto que de Ducis.
ciedades mais desenvolvidas e inspiracio
pica; Luiz Delflno, apasar de esconder
aojoizo deMMudmiradores o magnifico
poema da 1 ^filicidas tradueces do
Vctor Hugfj tontir-se i mais alta
inspiracSoIjH
Pasoo i sol Pincolici e sensibili-
sadora do Lamartina tfasileiro, de Casimi-
ro de Abren. O 3r. Porto Al^re escreveu
talvez y metoor poema desta poca e legan
arreciagao-relectila di geraefles maisej-
tod:osas o seu Colombo, em qoe na o cince-
lado ora severt1, ora anginosa dos grandes
monumentish llrnico. O Sr. Goncabes
de Migallies, maior qoe o seu des'.ino lilte-
rario, tem pedras preciosas esceedida entre
as negligencias poeiicis dos seos poemas.
Digao compaobeiro do Sr. conseibeiro Sal-
les Torres Homem, pela snblimidade do
pensamanto e pela riqoeza da expressSo.
ha da flear sempre para a critica fatura.o
cantor de Wter'oo e o sublime tradador
dedicado, cbwo de desioteresse, heroico elle
toma com snas aeSgraoas om grande vaho
e proporcoes lendariaa, C*be-lee a aisso
os LuxiaUm sao
poaco conbscido.
se mmifesta na juventodebrasileira, ba al
gaos anuos, denota que a phase qae cima
descrevemos acaba de chegar para este
P* z- rt. t >>T O futuro correspondes at corto ponto
a essa previsio. Sargiram. e deseovolve
ram-se poetas de noiavel meredmento, e
)S prosadores, indico corto de mais a lian
lado periodo litierario, tambotn enlraram
em trabalOos de longo folego.
Por outra parte re>lisou-se um grande
movimenlo as ideas. Parti esta trans-
formaco da impreBSa. O Sr. Tavares Ba-
tos, com a ousadia natural de sua iatelligen-
cia, abalou as creofas ecoaomicas, atacou
as regies do privilegio nt do exclusivismo,
e conseguio a fntrodac:So,' talvex prematu-
ra, dan ideas de livre permuta, entretanto
inconlegftvl o servico qoe pros um, ligan-
do o nosso mundo intelectual ao movimen-
to de ideas americanas, atacando, aiada que
incompletamente, os preconceitos de naci
na.dade, palenteaodo as riquezas do valle
do Amaxonas ao estraogaro industrioso, e
soltando-om brado enrgico a favor do tra-
balbo Hvre.
Ao lado deste iniciador da nova po a eco-
nomia, devemos collocar o Sr. PerdigSo
Malneiro. .Saria iojastica nao collocar o
seo nome entre os reformadores moraes do
paiz. No ponto especial de vista do Bra.-il,
o illustre jurisconsulto prestoo-nos omesmo
servico que fez humaoidade o celebra au-
tor da Historia do direito das gentes, opro-
fassor de Gaod, M. Laureot. Exbibindo a
historia da escravido, castigo a injostiga
da organisaco social, e facilUou a reallasaQS.i
djs aspirarits qoe em pocas generosas
havam concebido J. B. de Andrade e Leo-
poldo Barlamaque.
Se os eros economices e sociaes encon-
traran) dous crticos tSo .eloquentes, nao me-
nor reformador ae apresentou para a or-
ganisaco administrativa e poltica no Sr.
conseibeiro Paulino de Sonza. Apreciando
em atralos estudos a iostraeco publica,
o Ilustre ministro do 16 de Jaho mostrea-
se digno berdeiro da infatigibilidade do
visconde de Uruguay. Talvez sem disso fazer
alarde, mtnifestoa-se am dos espirito mais
progressistas do paiz, e se em prximo fu-
toro o imperio entrar em nova pbise de
adiantamento, nio ba de esquecer que deve
ao Sr. cooselheiro Paulino de Soasa a ini-
ciado de mtiilas ideas progressitas.
Ao par destes eminentes publicistas, a
Jilteratura conloo hiaoriadore do mrito do
Sr. conseibeiro Pereira da Silva, qoe em
longos a anos de trabamos ajuntoamateriaes
e tracoa os funlamentos para a historia s-
ra e reflectida do paiz, quando o decurso
dos annos e o adianlamanto dos estudos phi-
losophicos tiver permittido a concretacJo das
ideas e a soa exposicSo franca e audaz. A'
erodicSo do Sr. senador Candido Menles
deven o paiz estados sobre a situado po
liiica e conformadlo geographjca e a veri-
gusr.as de sua legislado, que foram cita-
dos e aproveitados nos grandes centros
sciemifleos.
O Sr. conse beiro Jos de Aleocar, na
variada espbera de seas trabalhos, foi ao
mesmo tempo romancista original, juriscon-
sulto erndito, critico subtil e polemista enr-
gico Espirito progressivo, alcancoa van
tagens no estylo, na lioguageta, na externa-
CSo dos p8nsamentos e cercoa a sua penna
de luminoso prestigio. Eotre os mais an-
tigos publicistas, citaremos, pelas notavei*
qualidades do seu estylo, osSrs. conseibeiro
F. Oclaviano, visconde do Rio Branco, A
Ferreira Viaona, Justiniano Rocha, J. M.
de Macedo e o otros que nio podemos, para
evitar del ingas, individualisar nesta abre-
viado trabalho. Toda a socedade antiga
creada pe'a colonisacjo primitiva, passou
ante estes p ilemistas de uma poca de des-
truidlo e reforma, e destas oatalhas do jor-
nalismo sahiram as ideas novas que bSo do
conquistar o futuro.
A poesa rivlaisou em fertilidade com a
prosa. Bernardo GuimarSes deu-oos a alfec
tuosa interprelacSo da n tureza intima do
paiz; Gongalves Dias roubou a oatras so
inba vio lo esperar para certas indagacoes,
ambos voces mostraram receio da curiosi
dada d'elle.
Nos ? exclamaram a am tempo os doas
mancebos.
Voces, sim, voces. Bem vi o Zicha-
rias com o saogae todo no rosto, e o Se-
bastiSo, a pesar das oascaotelWs, empalli
decer de repente. Pareciam doas crimi-
nosos. Eu qae metli o caso a bnlni para
qae Domingos de Sampaio nSodsse pela
vossa pertarbacSo.
E que dsse ? Paciencia, disse Za-
charias rindo. Soa rapas e alegre orno
dsvem ser os rapazes. O tempo se incum-
bir de corrigir este deleito, e de certo
mais deprtssa do qae ea desojara.
Mas, Tbiago, pergaotou SebastiSo
de Aodrade, a tal D. Francisca nio prima
do Jeronymo, como elle nos disse ?
Qaal prima, nem meia prima I O
Jeronymo lodavia est de boa f. NSo vos
enganou Disse o qoe sabia, mas nio sa-
bia, sen?o que estava ap.ixonado por ella.
Aquella mulher orna avenlareira, qae
sendo muito rapariga se evadi do convento
de Santa Anoa da Coimbra, foi para o Bra-
sil, vaio de l por amasia de am oficial,
foi presa pela ioqoisicio e fogio do carcere
e depois meiteu-se com certo desembarga-
dor qae a introiozio, com nome sapposto e
nobreza imaginaria, as familias de Agaiar
de Soota.
V lo, Zacharias, notou Sebastiio de
Anlrsde, como ea tiana razio da hesitar I
Qae vergooha, se esta caso viesSe a saber-
s, e fossemos ambos para a eadeia por
cmplices de semelbaate creatora I Feliz-
mente que ningnem o sabe. Ea Coimbra
Wrarado*de Asis, imaghicSo delicada e
osiyio primorvso ; Castro Alves, animo ar-
rojado s grandes ideas e s imogens gi-
gantes; Fex.da Gonba, espirito patritico,
que bo cowclo dolorido idealisava para o
. eu lempo urna perfeico impossivel...tantos
oulro? talentos da mocidade, reilisaram no
peiiada fin:o urna Literatura rea e de fr-
til infloencia.
Es: p.ca e:t encerrada. Impenaad
mente a literatura do hvro e a do pariodico
contribaram para substituir as ideas ami-
gas por deis de reforma. A socedade.
passou de um pedo lo de animarlo littera*
ria e de medita fo para o ensejo da luta e
appliC'cSo.
Os proDrios espirtos mais litterarios e
idea'istas da nova geracSo : S -Ivador de Meo-
doea, Laz Guiraaraes Jnnior, Joaquim Na
buco e outros nSi menos dignos, sSo espi-
rtos de combate ; oSo perteocem littera
Llora exclusivamente, vivem para as conten
das sociaes, procurara nos trabalhos littera
ros o melhoramento oa a eforma da so-
ciedade.
Este movimento nSo exclusivo do Bra-
sil. Em Franca tambsm, mus idealista
de Lamartine, a V.ctor H go das primei-
ras pbases, a o A Domas de tantas narrati-
vas naturaes e despretenciosas, succedeu
urna Literatura de luta e propaganda. Na
Allemanna'lrocaram se as apreciaos scepti-
cas e joviaes de Haine, os trabalhos erudi
los de Momeasen, pelos golpes da espada
anti-religiosade Straass, Nos outros paizea
os talentos mais adiantados, Emilio Cisleiar,
Theopbilo Baga, Gladstone e Taomaz B
beiro, produzem ama Literatura de lula
diaria, ao som dis contend civis e de en
volta com lodos os inleressss de occasiSo.
AbandoBoo-se o gabinete pela tribuna, o re-
tiro umbroso pelo escriptorio romorejante
do jornal.
Entre nos o Sr. Joaquim Nabaco, de
qoem esoecialmenle vamos tratar, caracte-
riza perfeilamaete a sua poca.
II
Ea primero lugar, levemos fazer men-
cSo do grande servico que o joven ecri[itor
prestou s nobras ideas de fraternilide das
nac5es, Anima ao pensador, consoao dos
preconceitos e clculos dos espirito reaccio-
narios, que pretenden) voltar ao isolamento
dos povos, Iota fratricida, este consorcio
da admiracSo lilleraria da d.us povos, ma-
fastado no sea bello trabalho de lames
e os Lo liadas. -
E' a mais bella respoata excitacj dos
ltimos dias. bular o Brasil de Portugal,
querer laucar o odio e a desconfianza entre
duas naces que teem o me^mo berco, as
mesmas tradiccOes, e os mesraos interesses
de futuro, equivale a fechar o paiz ao pro
gresso intellectoal. V liaramos, pois. aos
bellos lempos de Francia e do* preconcei-
tos do extremo Oriente?
Danla do telegrapho e do caminbo de
ferro loucora especular com es olios na-
cionaes. T) calpados sSo os qas do ooiro
lado do o;eano lanc'am as sementes da di-
viso, como os nimos pouco generosos qne
Ihesiespoodem. Vivera as nacSej m)der
as para a fratarnidade, pira o entrelaca-
mento de ioieresses e para a troca das
ideas. M) grado os reaccionarios, nSo
vol.iremos atraz. NSo pode havar traba-
lho livre sem iJentficago de tolas as ori-
ge.os oacionaes e sem a maior tolerancia
polica e religiosa. Felizmente o Itvro do
Sr. J)aquim Nabuco a prova da que esta
conqusti do espirito publico e realisao.
Emende lalentoso escriptor qae Laz
de Camoes uma ghria commom a ambos
os paizes. Aprovetou o terceiro centenario
da publcacS) dos Lvziadas para entregar
i morenia o seu esmerado trabalb E'
o melbor trbulo memoria do Homero do
mundo portuguez, Apreciando as snas qua-
lidades, ir;.g.i tambera o elogio da naciooa
lidade portugueza :
c Camias, e isso ver-se-ba melbor ao lar
as presentes notas, a expressSo genaina
de sea paiz. Passoalmente bom, amavel,
livre penco lido r
Alcdbr e a ventura da nSo sobrevver pa-
tria 1 Naufrago nal agua de Mkoog, o
que ir A de salvar das ondajj o sea Lvro
e coa elle a epopa da navega.gSo 1 Infe-
liz e^pobre mendiga lepois da ter dotado o
paizem c mnior moaameoto que ella pos
St-6 I isvutr r*M
Ha, entretanto, am ponto no desenvolvi-
mento de' ais dootrioas em que, no risco
de desagradar a amigos iatimoi e compa-
triotas, n3> podt-mos concordar com o crili
co dos Ltziadas. Hi para nos, sem a me-
nor duvida, ama poesa peculiar da Ameri-
ca, peculiar dos espiritos americanos. Ire-
mos ais longe, como Proadhoo, qae cas-
sifici os espiritos em femioieoi e masculi
nos, desprezmdo o sexo physico, diremos
que nio con icio essenciai o nasciaeoto
para om "espirito Iliterario ter qualidades
americanas. Mo a cor local que consti
tu sement a Literatura americana. E' o
complexo das d*, a forma da man festa
co dos p:- isamentos, a maior largueza, io
lensidade do3 affectos-, a, abundancia vari'di
das imagen3, emftm ama outra elabora eso
intellectual.
Garren, o espirito mais alto entre os nos
sos escrfptores contemporneos, era.Haivez,
pela delicadeza da feus affecios, pela vasli
do de saas ideas, pslo colorido espeda!
de suas imagens, o miis, brasileiro de to
des os escriplores porttajuezas.- Ninguem
sentio raelhor a poesa amarican. Foi o
primeiro a collocar na sua altura divida os
trabalhos de Souza Caldas e J. B da Gama.
Acerca do primero u3o pode ir mais lone o
apreco:
i O padre A. P do Souza Caldas, brasi-
leiro, dos m.!hjres lyricos modernos. A
p>esia bb:ica, apaas encelada da Cim5is
na paraphrse do psalmo superflomina
Babyionis, foi p-.r elle maravilbosamente
tratada; edesde Milim e K opstock nin-
guem cjegou taa>o cima naste geoero.
Qumii traba antes de Garrelt avaliado o
que havia da profun lmente seotido.da ver-
dad airamante n>iural nesta scena de J. B.
da (ira.
o lugar
falla ao
coracSo nem i* earjto.*>la-se ao syste-
aa nervoso/Vsc*iMiAde doenfi das
aolberes byiteticas e dos homens ociosos.
Ur om canto o^sktto, rico, dos Luzia-
d'is, lar o poema, drai aelbor, parece a
raoiios ama so use lio extraordinaria como
levantar a pesada espada de nossos maic-
res e snas- rmas de cmbate.
Concorda-03 plenamente com o joven
eswiptor. A litteratora Iriwla matos os
aflictos enrgicos na mocidade. Quera
pAle sentir as iospIracSe patriticas de
1789 e 1810, se alimenta o espirito coto os
eiercicios do estylo de Tb-Giotier, orcom
a fena das ideas de E. de Girardin ?
III
Nio cabe no liujuaiio epago de
pomos dar a analyse completa do ti
do Sr. Nabuco. Diremos so que
vadlo de, saas ideas e forca de rae
moslroo se o aator digno oa forca
lectual de seu Ilustre progeortor. H
esta mais opulenta qae as riqoezai
silors e as di-tinedes sociaes to's
a alternativas. Depois dos trabalboe
Sismo di, Faria e Souza, A. Lobo, V. de
Castiluo, V. dejEnpena a outros vultos
litlerarius, pareS a ousada a analy^ar l .
immenso ediikiOA bo as obras de Cames,
se o aoto; iifoas^racarasse de uto ponto
W^ta par calar.
Como os cutios modernos da iscoia in-
glesa, os novoscomraentadoreb de* AUeaa-
olia e os aaalysad'ires francezes dfor'ca da
Vilemain a St. Beiive, o Sr J* Nabaco
nSo se limlou a computar os eseriptos de
Ca5es com a arle potica a etborica '
ante os olbos. A critica complexa-de seas
11 lustres modelos reqaer mais vastos e por-
meuorisados trabalhos.
(CoiUinuar.'t ha)
L
nem saspeitas hoove de nos.
A propria jastica n3o procara tirar o
caso a limpo, redarguio Tbiago, segundo
ma disse o senbor Domingos de Sampaio.
Mas nio ma'inierrompm Sabem voces
qoem o desembargador sob coja pr
(So viva a tal D. Francisca ? Era aq
Gaspar- Coelho que lva o atrevmento de
recomraendar lie aviltante mulher a fami
lia da igreja, da qual passou a conhecer a
de Pacos de Ferreira, a a de Crestama.
Por isso agora vil aprender a tocar ra-
bees.
O'.bem voces, acud j Zacharias depois
de uma boa gargalbada em coro com os
dous amigos, qae este Domingos da Sam-
paio tem s vezes cousas de esladante de
Coimbra. *L
Esta aeito boa, disse SebastiSo de
Andrade rindo, estou d'aqui a ver o des-
embargador furioso de ser coastrangido a
aprender a tocar rabeca com tal mestre, a
telo em casa e a pagar-lbe seis moedas por
mez 1 E' engracado o castigo. Mas tra-
temos da dormir para partirmos cedo. Nao
passemo* o resto ds noole a parolar.
Foi aceito o conselho e de manbS sepa-
raraa-se Zacharias e Sebast So com o pa-
dre para o Porto, e o airares da Silva com
Tbiago Torres para Coimbra.
O' seBhor Zacharias de Abreu, disse
Domingos de Sampaio ao despedir-se, re
commendo-lhe muito o senbor padre Joio.
Dga ao maoo Gaspar o conceto em
qoe tenho o talento do mestre qae
vio. Gragas a Daus, emendo algama coosa
de msica, ebastou-me oavir as prinslras
arcadas. Pelo dedo se conhece o gigante,
dis o proverbio tradatido do htim.
< Incultas varzeas por espado immenso
Enfadonhas e esteris acompanham
Arabas as margeos do um profundo rio,
Todas estis vastiss mas campims
Cobrara palustres e tecidas cannas, *
filetes juncos do calor tostados, .
Pr.mpta materia de voraz incendio.
E tod o resto do magnifico cinto de
Lyndoia.
Aotes de Chateaubriand, o vulgarsador
da poasia americana na Europa, j o autor
do Uruguay hivia arraocado natareza
os segredos da nova escola luterana. Com-
prehendeu-o Garrett e de um traco de pen-
na collocou J. B. da Gama na altura da seu
mrito:
O rugaay da Jos Brasilia di Gima
o moderno poema qae mais mrito tem
di minha opnio. Scanas naturae; mu
bem pintadas, de grande e bella execudo,
descriptiva ; phrase-pura e sera affectaQSo,
versos naturaes sera ser prosaicos, e quando
compre sublimes, sem ser guioiados, nSo
sao qaalidades conjuraos. Os brasileiros
principalmente Ibe devam a melbor cora
de soa po-sia, que nelie verdadoirameu-
te nacional e legitima ame cana,
A propria lingua transforma se entre nos
Prime ramete ia-se perdendo na imitaejo
estrangeira, na frouxidio da constroeco e
as innovagoes caprichosas e dosnecessa-
rias: actualmente, porm, volta s suas
origens mas suavisando-se na pronuncia,
chamando a si elementos mai* philosophi
eos e fondindo na linguagem lili arara novas
express5esprovnlas da o otra situadlo so-
cial. Desagradaremos oeste nosso jaizo a
mullos preconceitos, mas a no-a sociedalo
que surge entra nos ba de operar a mesma
molificaco no iostrumento]de sais ideas,
que as novas nacionalidades da Europa O-
zeram no antigo latim.
Emretanto o incentivo do estudo dos Lu
ziadat de grande alcance m Tal. O Sr.
Joaqaim Niboco mostroc-se espirito prati
co e de elevadas inspiraco.3s, escrevendo
as seguintcs palavras:
E' mocidade que sa dave. dar a ler
asse livro 13o elevado e puro. Em suas
paginas aprender ella a aran a gloria, em
cala estancia lera um novo incentivo e do-
rante muitos anuos Ihe acudir sempre
memoria um orculo de Scrates escripto
na linguagem divia do poeta, oa am feito
da Vasco da Gami e da Egas Muniz immor-
tasado, porum outro Homero.
A mocidade deve ler o poema, sobre
tudo como dizia Horacio recommandando a
leitnra da HLada a mocidade como a ara-
phora, que exbala por muito tempo o aro-
ma do primeiro vinbo que cont ve.
< E* preciso recoin. carraos era o divi-
no Camd3s, porque boje, triste dze-lo,
V V. S. descansado. O senbor pa-
dre J-o3o est bem entregue.
Ea qne nio sei como bei de agra-
decer, excUmou o padre j montado na mul-
linha qae o devia transportar cidade da
Vrgem.
, O melbor nSo agradecer. Vamos,
btadou Zacharias. Boa jornala, senbor
Loiz Coeloo. Aleus, Tbiago.
E partiram, .
Sigamos os vajanles com qoem viemos
do P. rto. Demoraram-se tres dias em
Coimbra durante os quaes o aliares da Sil-
va aodoa pelos cartorios ecclesisiicos, visi-
tn o corregedor e foi com elle ao convento
onde resida um dos inquisidores. Tbiago
foi entregar um bilheta assigaado por Se
bastiio e Zacharias acuelle "esludanta chi-
mado Luiz de MagalhSes que facilitara e, a
bem dizer, dirigir o rapto de D. Fran-
dsce.
Laz de Magalbie3 vaio estalagem do
Paco do Conde visitar o mancebo e por essa
occasiSo tomou conbecimenio com Domin-
gos de Sampaio, e como o alteres Iba dis-
sasseqoe parta no dia seguinte para Lis
Doa, offerecea-se a acompanba-los, visto
que fizera acto na vespera, e a dar Ibes bos-
pualidade na sna casa do Casal dos Qvos,
o que ambos aceitaram gostosamente, nio
s por escaparen! s passimas poasadas em
que oa estrada de Lisboa eram obrgados a
pernoitar os viajantes, mas tambem para
examinar am o campo da bata'ha em qae o
v.loroso escrivio Meodanba Acara prisio-
nero com armas e bagagens tem chegar a
conhecer o inimgo.
Tbiago Torres narran a Dcmiogos de
Smpalo as informjc,5es colhidas dos esta-
JORISPRDEHCiA.
COPIA.-anlzado de direito da
comarca do Crato.
Recursos de habeas-corpus.
(Continoac3o.)
Tive necessidade, porm, da, por mim
mesmo, verificar quS) fementido o des-
leal havia sido, para com- seu superior,
o promotor publico da comarca; pois esse
funeciooario collocandc-se frente de om
grupo, do qaal faziam parle, o 1. supplen-
te do juiz municipal, Joaquim Goaee de
Mallos, todas as autoridades policiaes, a
excepdo do delegado e l. supplente, per-
correa as ras desta cidade. E ao entrar
n mesmo grupo na ra em que resido,
aononciou se por nm fognete deitado so-
bre a cacada, qae felizmente niooffendeu
a pessoa alguma de minha familia, oa da
do capitSj J)3o Victorn) Gomes, quena
mesma calcada eslavam assentados em
cadeiras, por ter nm salto, da encontr ao
qual baten o foguele.
Nio era mais para dovdar as disposi-
coes do gropo qoe, com masica frente,
se diriga para o lado de minha babitacio
e por iso Sz recolher, as pessoas de mi-
nha familia, aconselbando o mesmo as da
do capiSo Joio Victorino, ficando somon-
te na calcada eu e o cidado Antonio Cosme
de Aibuquerqua Mello.
N>ta V. Exc. que ea eslava na freo te 4e
casa do capillo JjSo Victorino (o,oe m^u
vizinbo) o unie li recolber minhi fami-
lia.
A o aproximar se o gropo 4 frente de
miaba casa, soltaram um fognete com
direccjWao interior da mesma, onde nao
peoetjoa arada, parque felizmente foi de
'ncootro calcada, escapando por isso
de ser oUendida uma mulher, que est a
meu servc) e chegara aporta como cu-
riosa.
Na occasiSo em qae dei'avam este fu-
gete, o fueram acorapanbando o acto das
seguintes pa'avras-conheca agora a bro-
ca !e outras oacondieos de uo podar
eu referi-la aqo.
N i icntro da frena daainbacasa, do
grupo dirigido palo promotor publico, par-
tiram vozes demorra Irepetidas con-,
tra mim I Nao confiando as autoridades
policiaes o estando acostumado collo-
car-me a cavaheiro d'aquelles que deseo-
abecem seos deveres, ten lo mais de uea
ve: dado prova3 de minha imperturbabi-
lidad* nos momentos crticos, dei pouca
importancia a laes excessos a dos raes
mos nao me oceuparia nele ofticio, a nSo
seremos fados que se seguiram, qae con-
vera* ebeguem ao conbecimento da V.
Exc. alm de que na impresas goverois-
ia se procura depreciar-se-me, inoocen-
tando so ao promotor publico, o mais im-
portante parsonagem oessas scenas desagra-
da, ais. allanta a sua posic3o official.
( Continuar-se-ha.)
dantes seus amigos qoe o haviam aotorisa
do a revalar-lha todo. Os dous mancebos
de Agaiar de Souza sabiam que o alfares
era incapaz de Ibes causar damno, a o bi-
lheta que escreveram a Luiz de MagalhSes
grangara igual co .flanea da parte d'elle.
Como chegassem de noute ao Casal dos
Ovos ficaram alli todo o dia seguinte, oo
dendo s socitacas do dono da casa, a
quando percorreram o sitio onde o pobre
escrivi o do correged ir do Porto per dea a
formosa captiva, Domingos da Sampaio rio
como lonco a cada ponto da narradlo de
Luiz de MagalhSes. m
Eu se vivessa com rapazes u.n mez,
reclamava o alfares eothusiasmadb, voltava
aos meos vime anoos. Ha moito teapo
nio passo dias lio alegres como n'esta va-
gem. PriQciplei a remocar-me na compa-
nbia do meu patricio Torres, depois encoa-
treio Ztcbarias qae muito folgasio, eo
SebastiSo que pela mansa nao Ibe flea atraz,
a agora o seubor Luiz de Magalbes qae
me tem feito rir a bandairas despregadas.
Parece-me qne os est observando de
farricoacos, e o escrivio Mendanba a settir
j as tabaredas de nm Auto e F a cha-
moscar Ibe as melenas 1 O neo goito era
vi ver sempre com rapazes.
V. S. alegre por natureza, ODirvoa
Tbiago Torres. Com rapazes ou sem alies
ha de sempre ser risonho e prazenteiro.
E' vardade, mas a convivencia com a
mocilade deita-me azei'e oa alampada.
Sempre me dei bem com gente nova, e ji
uio mudo de ioclinscSo. O que o turen d
a tumba o Ivta.
(Continuar-se-ha.)
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