Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12686


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Full Text

MINO XLVIH. NiEAO 161
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?AB1 A CAPJTA1 E L36A12S OWI UO U PASA FOn.
Por ieis Jilo, idea .... .......... .Jg*
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tsTtim
7T1.'
OUIRTA FEIRA 17 D JLHO DE 1811
PAIA Mino I MBA DA PB07CI.
Por tita m6zi idiutadoi .
Por mi dltot ideat .... .........
Por no? ditos dem ..........
Por am uqo dem ...
t

Propriedade da ManosI ljpwifrd de Faria A Filio
MAMBUCO.


i
\
*
^*
Ol Sit. Gerardo ilatoaio Ai*e d FiihGi, no Para ; Gon^ive A Pinto, no Maralo ; Joaquina Jote de Oliveira & Filho, no Ceara ;, Aotoiaio da Um staasv no Am fti u.~. i -k
Ptiwn d Aiaeida, em Mamaaguap*; Angosto Gome da Silva, na Parahyba ; Antonio Jua Goae*. d. Ti* da P,nha : BaUnDodo. Sanio. Bofa, S^nin Antlo; Do-Jngoa Joa da CwiaBma
_____ _______ _____ lm Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguar, em Goyanna; Francino Tararea da Costa, em ilagoai; AIvm C,
, m atain; e Leite, Cerqninho A C no Rio da Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Guverui da provincia.
UfttufS DO 1)1.'. 13 DE JI.-NHO DK 1371
Actos :
O presidente da
ao
Drovinca, atiendeed) _
quo requeren Jo Francisca Murera, alfares da
-' compaiihia do 2* batalao de infautaria-da guar-
-jguar
aa nacional no uwaicipi. do Rtcie, resolve con-
cedar-lhe sei wzas dj licanca,
Uzer utua vi,gam lo-a da
coa si ao eo. au lame
O pre-d lente da
allrn do poder
provincia.joramuni-
superior respectivo.
provincia, atiendendo ao
que requtreo o ienem i da i- coiupanbia do S
batalhio Ce iofaouria i guarda nacional deste
uuuicipic. Mircoliuo Augusto di Silva V.ilar, e
vista do qua infir.iuu o CoinnauJaau) superior
respectivo eir, oflljio n. 378 Je 6 do correase, re-
solve, de conformidad* oa o dispo.io n> art Si
2' parle da le u. 6)1 t'j de setambre te 18. I,
tran.-fenr o dita leQwi'.-t para a 4' comoauh:a do
i* balilha.., e.-n que hi vaga aeiM po*:o.CoiB-
inanica-se aj coaiiniudaiue superior reioec
tivn.
B:ios :
Ao Exm. presidente da B>!iia, pedindo que
se digne dar mus ordan.< pira que seja prestado
por quem competir uui d icu-neolo comprobatorio
4a illetacao qie (az o sedado do i' b.ta.lio de
urfaolaria, Mauoel Kran.iio da II >ra. de havrr
tooiado paite ua campaaha do Paraguay, como
voluntario da patata.
_ A) da P.auby, a) tnesmo sentido em rea
CO ao soldad) Jo uis mo batalba, Raymuodo
Francisco CirJoio, que seguio timbam cumo vo-
Idntano deesi provincia.
Ao de Sergipe, accuaud) a rejepjao do
s^ii offlcio encolar de 3 1) crreme com oqual
o>fsreco don.- exemplare' d relalorlo qie no da
da Costa e S, junto por copla, in modo que, res-
pitao os direitosdo contratante, sejam resguar
dados ao musmo lempo os interesses do publico e
daqueilesa qu?ra o servifo de trausporte de car-
nes ver Jes ple timbean interessar.
KXfEDIKWTK Oj SBCETARtO.
Offl:ios;
Ao bacharel Francisco Teixaira de 3, acca
sand, de ordem de S. E.tc. o Sr. desembargador
presidente da provincia, a recepjo do sen offl;io
de 11 do crreme, em que participa nao trie ter
sido posslvel, or tmlestia, voltar comarca do
l.imopiro para assumir o cargo di jan da direlto.
C (azenda. -
Ao juii de direito da comarca do Rio For-
miso, acouMndo. de nrde do mesmo Exm Sr.,
rec-rco d seu offl:io de 19 do met, passado
em 'ne participa ter o bichare! Sebastio Cordei-
ro Co*ibo Ciotr reassumido o exereicio do cargo
de prootoisr publico dessa comarca.Pez-se igual
Cinmuaicaf).
Aobacbarel Msnoel Tertuliano Traasso de
Arruda, idein o seu of8:io da 27 do mez passado,
nj qaal pirtioipa ter oessa data deixado o exerei-
cio intariu.i do cargo da promotor publico da c >-
marc do Limoeiro, por te-io ss vo, bacharel Augusto Coe.bo de Moraej.Fez-se
igual commnnicar;la.
Ao gerenta Ja companliia Parnambueanj,
mandan lo, de ordem do me passagera de estalo a r at Micaa a Luiz da Cir-
cumciso Ferreira Cebica.
' do marc i ultimo apres-.-nt viocial por occ.asia de sna abertura.
A Lrigadeiro commanJame das armas,
trajsmitlindo aa relacois Jas alleracoas occorndas
ao mez de maio prximo passaJo cuno tsente
di: 9* ba(altao de Infamara Francisco Igaacio Ma-
aoel d,- Luna, qne est erind interinamente o
lugar de ;ijjdjote de orl.-m lo presidile da pro-
.acia do l'.io rtod-- do Norte.
Ao inajniD, eavuulo, em aolujao ao seu of-
tiola de 17 a Bato oltiuo sob n. 508, copia da
aU-mcio prosuda pelo i o pector da thesouraria
uetazanda, seire a Mpreaeolae/io do director Jo
hospital roili'ar, teniente 10 valor da tlanc que,
n virtude do aviso de 8 d < setembro de 1853, exi-
ge aquella ieparticao do alnmarifado do mesmo
ospual.
Ao inspector da thesouraria de ftieoia, aun-
dando abonar ao eapino Jo 2* regiment de ca-
vallaria Ugeira Jos U?ib(alM Beterra da Silva
(yista, actualmente adiiilo a Cuiapantiia da mesjta
arma, dest i>r*rbMia, tres mszes de suido otra ser
d^conialo p li quinta parte na formada Tai. con
forme reqoereti e de accordo com a eua'informa
C de bMUug sob n. 371.
Ao tnesmo, rmetti-odo a Mhi e relacao de
(UOitra e pret mi .s. a ti u de qtM kaande pigar a
Jsronyuo Pereira Mirios oa a Eraisto Meaja..
da Cunh Azevedo os veaiimento do destaca
meatj da guarda mcoal da villt do Brej, re
lauros ao nuz le maio uilino, couforme solieilu i
0 commandinlti snpeiior spectivo em offlcio de
i deste mez.Commuaicon-e ao referido com
mandante superior.
A.' me no, man lia 1 pagar ao delegado do
termo do Lunoeiro ou a sen procurador io- Mi
ra Ferreira da (>uuha, conforme requisitoa o D..
eaefe de polica, a quAalia de iJ-'Ji), proveniente
do diarias a non das m recruta Savermo Toom
Bipti.ta que diquolle termo veio para esta capi-
tal cora destino ao exsrcito.Communisou-se ao
r. ch-fe de p liga.
Ao me-m;, maalaaij abonar < praQ*s do
2 batalhao Je infamara de linha destacadas em
diligencia n uterior Ja provincia para persegui-
(iO de criinunsM, commaoJadas pelo capito Jji-
1 un Pedro d> trg i Barros, tre* metes de venci-
mr-otos, conf >nae auUeUoa -> brigadeiro comraan-
j.i.,; das u un em offl:io da hontem sob n. 53'J.
Ao inspector da thesouraria provincial, man-
dando pigar a Jos Mana Ferreira da Cunh, in-
dicado no oflicio do commanJame superior do Li
moeiro, a importancia do pret em duplcala que se
remetle, relativo a o da guarda uarioaal estacinalo na villa do Bom
jardim, perleocente ao mez da maio ultimo.
Coaimauicou se ao referido commanJame supe-
rior.
Ao Dr. ciiefe de polica, recommendaodo
Que propoaba de conformidaJe com a le quem
poasa preeacbet o cargo de que trata o seu offl
ci D. 977 de II do crreme.
Ao memo, manJanlo que recommeode s
autoridades que llie sao subordinadas que no des-
mpenio de su;is a'.tribuicd-is nao sa correspoo-
dam direciamenle com a presidencia e e fa^am
3)meote por sea iarmeJii, como convm re-
(Z'ilaridade e brevidade do .-ervico publico.
Ao coinniandaote superior do Reiife, ra-
com meo Jando que soas ordens para serem fe-
ub as honras dovidas ao loado capitao Msnoel
Francisco de Carvalbo Paes de Andrade, por oo-
casio da missa lo stimo dia que dever ter lu
gir na mtriz d.i Varzea a 13 do crreme as 7 ho
ras d> manhaa.
Ao capitao do porto, remellando, para que
.'a;a reproducir nos jornaes desta caoital, b exam
piar impresa) do edital da capitana do porto do
Para acerca da iSollocacao de urna boia de ferro
juot) ao esolhj fronteiro a otaria Val de Caes a
y S E. do fjrle do Cistallo aa capital daquella
provincia.
Ao me:me, declaran 1) flear nleirado pelo
seu o/Mcio di hjotera sob o. 11 de haver enca-
lcado na costa las Caadeiat no dia 8 a barcaca
Pimentetrn, que se coaseguio salvar, be.-n cerno
a tripola;ao e um passigeiro ; pira que coacor-
reram os soccorros prstalos pelo capatiz da es-
U:;u Je iNazaretn e Cabo.
Ao roesoij, maolaoJo desligar do servifo da
armada e apreseatar ao Dr. chafe de polica o re-
cruta Maooel Antonio tfi Monte, que dever Qcar
a dispoiigao daquella au'.ondade.
Ao commanlanis do corpo de polica, man-
dadlo apresentir diariamente a> presidente do
i.'ibooai do jury que est fuaccionande ueua ca-
pital, e emi|dut durar a etsao, a guarda que
m cOitamer pra o dito tribuaiL Comrauni-
i sa ao jui/. i> Jireit) da I* v*ra clvel.
Ao diTa.'^oi do arsenal de guerra, minian-
do oroacer ao caimmaolanie superior da capital
o cartQiame pre;iso para as honras fnebres qae
en T.fitaa por ojaiio d missardo stimo
. i j>jr alma Jo ;ap;taj Mio>el Francisco de Cir-
vaiho 1*aes de Aidrade, a q ral ter lugar oo dia
lo do ejrreale.
Ao oiz nuaicipal pre-iden'.e do coosellu ds
r^sarso > mannipu dj o.n Cm-eliio, dizeodo
qoe, parater so ugio a da vi la onaianta do *u
offljio da 18 de inarQo, o-la da'.j se --xige copia
.rsbalnji da duas junta quaUfisadoras de
vitantes qua tei-Mniram ua freguezia Jssu-, Ma
ni e los do ii dease municipi).
OiHcion e oeste temido ao ( ai' joizes da paz do
aCeasrih". .
A tilma, cmara municipal do Reoife, d-
voKMdo a pistara ad licin ti ann-x a Ka of
l-ooveuiencia ce coafeccionir outra de accordo
utn o teriK'S do WBtraiu utbradc por Aotoaio
BSSI-ACIIJ3 DA PBF.5I0BMCIA D.r 13 DS JLHO DS
1872.
Abaixo assigaadoi, jair ds paz e elaito-
res da fre^uezii dn Taquirentioga.lofor
me o Sr. Dr. c'ief j de p iiicia.
Aagujto KgyJio ;de Castro Jesaa.Passe
portsrii, prorogaudj a iicoga na farma re-
querida.
bacnaref Alredo Aoa>o Ferreira.Paa-
se portara, oa fo-uii reqiarida.
ompanhia Santa riiereza. Iiforme cota
urgencia o.Sr, eugeoaeirj da reparc;ao das
obras publicas.
HyfNM H jaorato da S qmira.Mto tem
lugar o qne requer.
Francisco de Miranda Leal Seve. Passe
portara.
Francisco Ignacio de LLmCibrai.Iuor-
me o Sr. Dr. ja z de direito da comarca de
Linioeiro.
JMMiria Ferr.ei ra dt Cona. Passe
aunara m f.jrrua requerida.
Jos JiQ'jario ae t.arvaiQo Paes de Ao-
Jrajle.Iiforme o Sr. inspector da tbesou
rariaeffviflciI.
J> Francisco Ferreira.D-se, n3o ha-
vendo inconveniente.
Bicharel LiurinJo Feij de Mallo.Eq-
tregue-se mediante recibo.
Dr. Mmeel Figuera de Faria & Filhos
Himstiido ao Sr. inspector da tnesoura-
ria de fazenda para mindar pigar aos sop-
plicactes.
O mismo.Reaaauido a tbesouraria|de
fazenda para nia.idar vagar aos suppl can-
tes.
O tnesmo.I:forme o Sr, ia^pector da
tbesou aria proviacial.
Min-jsl M.ria G-.sar de Mello.Informe o
Sr. director da escjla oormsl.
M tria Auguiti Lias Baha.Informe oSr.
conego regedo- do gymoasio provincial.
Rita Mara da C me.ito.Informe o Sr.
iaspoct ir do arsenal de marinba.
Tente coronel Severiano Monteiro L^ite.
-Ijforme o Sr. director das obra publi-
cas.
15 -
Antonio J ja tuim Camello.Prove o
plicaate qae vive maritalmeate.
Tenente coronel Aaton;o Francisco Paes
de Millo B rreto.Em vista das informa-
coas nao ba qne deferir".
Coronel Amonio Gomes Leal.Informe o
Sr. insoector da thesouraria de fazenda.
Tenente coronel A '.ex i adre Augusto de
Frias Villar.Foroega se.
O tnesmo.Iiem.
O mesm).Iiem.
Andr de Abreu Porto.Informe o Sr.
enganbero das obras publicas.
Companbia Recife Drainag.Nio tem lo-
gar m vista das informscoes."
Domiagos de Soaza Leo do Reg Bar-
ros.Entregae-se mediante recibo.
Tenent Hjmeterio Rjirigues Pires Jalo-
na.Informe o Sr. commaQj.nte do presi-
dio de Fernando
Jaa.juim Alvares dos Saatos Soaza.la-
forme o Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
Jlo Pesso da Gima.Como reqner.
Manool Podrj Evangelista.Deferido com
oQicio desta dala a tbesouraria proviacial.
Toereza Alves ds Jess Arantes.Defe-
rido com ollkio desta data ao Sr. provedor
da Santa Casa de Misericordia.
Secretaria da preaideocia de Paraambuco, 16
Jejulho da 1871
O porteiro,
Stlcino Antonio Rodrigues.
sup
.
PEBNAMBCO.
ASSEMBLiA PROVISCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 13 DE MAIO D3 871
raSSIBENClA DO SB. KICBRiftA D:; AliUlAll
Ao meio da faita acusada acbam-ss pre ea-
'es o ssgointas Sr. dspotodx :lUtis e Silva,
lieariqna Mama Je. Alipio Cists, Almeila Per
nambuco, p.n'.o Jaaior, Tolealino da Carvaih,
Xerreira da Aguiar, Teixeiri de Si, Felppe Fi
gneiroa, G>es Cavalcanti, Guadas Aleoforado, Ga<-
m't- L bo, Er.est. Vera, CtoaloC.i)hom. SI-
va Reg, Lameoha-Lius, -Guedes Goodira, Ucha
Cavaicantl, Firmlnode Njvaej, Visira le Araajo e
Albuque.'fna L cerda.
Abra se a ses,a >.
E' lid e approeitla a sola Ja la'.erhr.
O Sr. 1.* teereutn da oo: j agu oto:
BXPCMKtTK.
Peto
De
t
Ibel Braz Olorico Pestaa, pedalo M-
Ujio de 5 ds maio iiimu, e lembranlo Iba a iucaade um seu requenmanto dirigido o aacu pas
mo a esta assembla, sobre eolonisa^a ?o|qQ|a-
raA' coaiaWMi. do laduitrta.
Da Serafim Vistor de Miranda, ouvinle da esco-
la normal, pedindo a graca de ser admittido
exame.A' commisslo de instruccao publica.
Parecer :
< A commissao de fazenda e orcamsoto, quem
toram presentes o* rejuerlaenlos de Francisco
da Assisjonieiro Pessoa,professor da lerceira es-
cola da freguezia de Santo Antonio, hidro Msriobo
Cesar, professor de Timbaaa, e Maooel Lopes da
Paz, professor da'casa da deisncle, nos quaes ps-
dera, o primeiro, que se Ihe augmente a queta des-
tinada para aluguel de casa e expediente, e de-se-
Iha urna graticagao pelo snceessivo numero de
alumnos que tem ; o segundo, que se Iba mande
pgar a importancia excelents da 5*000 mensaes,
que despenleu con o aluguel da casa em que
fuoccioaeu a su a escola durante am eerto perioio
de lempo ; o terceiro, que se mande f jrnecer a
a sua escola litros, papis e raais objetos neces-
sarios masma, atienta a pobresa dos dolemos qae
a freqaeoiam.
< Ouvida a directora gersl da iostrnecio publi-
ca, foi esta de parecer que era justa a preten-
Cao dos supplieaales accresceotanlo que no mes
mo caso se acbam todos ou quasi todos o os pro
fae loras da provincia.
Attendeodo, porem, a commissao qae esta as-
semb.a marca annuaimente ama quoia nao <
para aluguel de casas como para expeOma das
escolas da provincia; que esta quota dividida
entre toda as escolas segundo a sai localidade,
qaanto ao alague! de casa?, e segundo o numero
alumnos, quauto ao expediente ; que se as quotas
nao teta sido suffleienies em orJeio t ficarom o
meikor possivel eolioeadas e servidas as escolas,
porque o estado flnanceiro d provincia nao o tem
permutado ; qua nao possivel nem seria de eqai-
ade temar ama providencia especial a>s suppli-
cantes, sem fazel-a extensiva a todos os mais pro-1
fessores que sa acbam, e ha mais lempo, em ide-
ticas cireumstaoeias, o qae,entreuato, trasia raa
bitavelmente atada maior desequilibrio eutre a re-
ceita a a despeza da provincia do que a actual ;
attendeoda, cjae, quanto ae professor Montero Pe-
soa, a ereacaa de mais duas escolas oa freguesia
de Santo Antonio removem o inconveniente de
qne elle se queixa, do excessivo numero de alum-
nos qae frequealam asui; attendendo, flaalraea-
le. qua na prxima decretigaa da le da reforma
da iostruccio publica de esperar que esta as
sembiea provileocie sabiamente em ordem a ole
se repitirem para o futuro os io:onveaieotes apon
tados, de parecer que es sooptfcantes nao po-
dam ser deferidos
< Sala das commissdes 15 de maio de 1871
Marqaes ia Si/ca.01/wira Foneeca .E' ap
provado.
E' lid), jnlgado objecto de deliberagio e man-
dado imprimir o seguiote projecto :
A commissio de negocios eccleiiastieos, tendo
examinad) o compromisso da irmaolade da Nossa
Sinhora do llosarinti da freguezia da Pao d'Aibo,
posto qaeache defjctivo e mwmo inorrbeto,
loJovia, nao lando euwairado oelle dispoj;5?3
contrarias s leis vigentes, da parecer que seja
approva lo, lomando-se a seguinla resoiucao :
A-a^ssembla legi.-lativa provincial da Paraam-
buco resol re :
t Art. nico. Fica approvado o compromisso da
irmandade de Nesga Saubara d Rosario dos ho
mena pretos. ereeta na igreja da povoacio ao o-
sarinbo da fregmzia do D.vino Espirite Saat de
Pao d'Aibo, om as altarag3es sagnratet, a!am da<
que foraua proposus osla autoridale ecclesastica
id acto da approvacSo na parte espiritual.
< 1.a Depos do artigo 21, onde se diza mesa
competeanleponha se as pilavrasartigo JJ, e
d'abioordianle se altere a nnmeraco dos artigas
seguintes :
t* No artigo 2t e logar das palavras-dts-
posijiJes do artigo antecedomediga se, dis>osi
(fiis do art. 21.
3.* Ao3 4* do artigo li, em lugar das pala-
vrass>tfYer a pna qae pela raesa Iba for im-
posta diga-se-scffret as nanitas qne mesa Ihe
forem imtaostas alem das panas legaes.
ti" Na art 38, onde se dixa qoal toman! i o em
consideracaoo reformardga-seaqaal tonara
do-a em coasideracj) propon a reforma em mesa
geral.
Revogam-se as disposicoes em contrario.
c Sala das coramiss5es, 17 de maio de 1871
Canlta e Ftg.Firmmo de Sjcaes.
^ O SR. RATIS E SILVA (pa ordme ):Peaj-a ao
sr. lachigraph) qne niu deite de lomar as pala-
vras qae vou dizar.
Sr. presidente, lavaoto-me para redamar contra
os erros de lypographia que se acham na parecer
ila commissio que perianco, dado sobre o pro-
jecto n. 92; se loase um erro qualquer eu nao re
clamara, como oao reclamo por outros que con
im o mesmo pireear, reclamo, entretanto, acerca
dessi, porque um erro erasso e grosseiro de
grammaiica portugneza.erro qne en nao commeiti
como se poda var d) original, que j uva o cui
dado da vanScar oa secretaria.
Nesse parecer digo eu assim :coma saccede
cora o que prateodem os petieieoarios establecer
mas a jui no jornal est :com o que pretandem
os peticionarios estabalecerem.
E' um erro grosse ro, um erro qae en nao dei,
o por consegnime nao quero que appareca cerno
oaseido de miro.
E' por esta rulo qua pe?o ao Sr. tactagrapbo
que tome nota destas palavra, para qae isto sirva
de um protesta contra este erro.
H outros erros mas que sa da pajaena impar-
tan ca, sao tambara erro* grammatieaes, porem
sao erros que se ve que nascem somente da tyoo
graphia e nao do;aut)r do parecer
la que estea com a palavra, aprovato o enseio
para requerer a V Ex:, que se dwue dar para a
ordem dos trabalhos o projecto n. 72, qua se acha-
va adiado porterem sido pedid ioorraac3as; as]
sas iofarmaedas j vteram i casa, e esuono a
dndar-ae o lempo das aossaa sesadas convem qua
se trate quanto antes dessa m iieria.
ghdkjj do ma.
Entra em discusso a emenda ofterecida ao pro-
jecto a. SS, que concade privilegio a Antonio Va-
laotim da Sil .-a Barosa, para estataelecer na prorin
ca ama ou mais fabricas de toacas a vidroe.
Encerrada a discusso, o projecto aporovalo.
3* discusso da projecto a. desta anna coti-
ce Jen Jo isenij'i) de imposto* para os productos
da fabrica da vmhis de frustas do pa z, pertaucea
eeate a Joao do Amara! Raposo.E' approvado.
3' dtscnwo do projecto n deite auao orean,
do na comarca do Kecife o oittco da justci das ca-
rador de orpnis, ioterdicus, opeilas e resida ---
E' approvado.
O (, R vn* E SILVA -netj-miro a proroga-
Co bora p ira eoatnutr a diseossi
Po*i a voto* o raijiierinaolo, approvado.
Oljl. RATIS E 3ILV.A :-Sr. presidents, cer-
f^meaal) grava, e importantsimo o assamptt, so-
fSf"'* dl-cl,**J. com elTeito. Sr. pra'-
sideoty, a instruecio, cuja reforma fz objecto e Om
oo preaente prujscto qne se discate, tn atera de
ordem traoseadsate, matara da ordem superior,
assmoplo de tal gravidade que reclama desta as-
seiiiBl, a mais seria aiieocl', o mais serio esludo,
o maif serlo cui ado, reclam mesmo nma refle-
_
Sat oaa^ prudente e dolida.
I ni) correase a ngjrosa obrigaclo. por
i qu< me sio particulares e q i* adiante di-
axpcar e juslihear o mea voto acerca do
art. 2-, ou por eerto, daria symbjlicamenta
tiente proposito, Sr. pre-ideole.e firma neste
fo eslava, porqoe ea o mus obearo ds
c-s de su as tribuna para oceupir a attenco da
mileria to grave, denota de baer ella
s_nobres depaudo*. aos disiioelos ra-
le la)brilhanteriaente dircatiram a materia,
sanvolverara e della trataram cam tanta
icia e cea tanta clareza, como se vio pa-
ireados e tnmioisoe discursos que foram
os as ses5as aateriores.
B'i, Sr. pre C uvadas, e inclina va a adopro da emenda
iftVeeila pelo nolire depilad i que se as
msla baucada, eleito pelo 2* disiricio. E
um tw cend.) sea'ia eu em f*r>r da emenla, que
muio eipaotaneamante na ante-sala chageta de-
clarafao nobre autor qnev.iiria por ella. Has,
Milenta, depois quaouvi a> nobre deputad>
Astricto, I* Sigaatario do prajeeto, e que ras
i*-a-vi-,a cuj longo e laminoso di curso
tei a mais religiosa attenco n ultimo dia em
qua oren, confesa, Sr. presidente, que flquai eom-
pleumMte abalad, fi |aei convenc K e pr forc;
desta eotiviccao mude; da pea opiniio. \
Els a ratio que me forca vir tribuna.
O Su. G Lo> : K en fa^to-ma por esle
triumphi qne -6nenie o da vardade.
O Sb. R.vtis Silva :J qae a isto me aba-
lancai, Sr. preilente, permiilira V. Exc. e a casa
qua eo ivemure algumas eonid*racon, ligeiras
sam duvlda, porque sio feius ex-ibruote, acerca
lo anigc qi seaeha em disco-s, e Unto mais
ellas bao da ser breves e ligeiras, porque vej i qua
a li >ra s ach mallo ijiauli, tem davida por
uiise#ti razio ea n) tersi a attenco da eaaa
comedoi.ejava.
Datas estas palmas ajao servir- come de pro-
logo ao raeu dasairahado breve discurso nlrarei
ni maten a, mu an'e> de o fuer p'C a V. Exe,
oermissa i pira diter que soa toreado a declarar
i nobre :>mmissa qne acompanh) ao mesmo no-
bce deputad) pete s> difracto que >e astenia nesu
bancada e qtu eocetou o debato, qnand) elle a \t-
licitoa>>lo seu telo, peto acarado estado no oo
bera etM orado trbiblh; eu semelhaBemenie a
felicito,rin:rescento qne esae traba'ho, qus fol
to digo: mente ia>cnia)bldo i t> bre ommisso na
so traui alo luen-'e nenie ograVa de *aa lllastra-
gao, mas at revela o iatsrasae, os sentimeatos pa-
triticos que ella nutra pelo denvolvimento deste
imprtame rama da aervic pablico.
CaaUBlo cam abeoevela atleaeo dacis, Sr.
presiden!', ea voi (az:r alguma consderacoes
a promellenio encommoda-la por rnuitos minutos,
mesmo porqoe aeeeiio o caoselho da Aristteles,
q'ie recorauiendava aos qae oravam___ Estote
ore vis, et placabas.
Sr pre Jante, sy apithiso e concordo comas
ideas geraes do projecto, concordo tambara cora as
suas idn capitaes, espaeialmante com a primeira,
qua a iniis importante, a da liberdade do ensi-
no, idea aoje adoptada plos panes mais adunia-
dos da E tropa. Algamas ideas, por.u, comm o
nrojecto rus rae parecera inaceeilavais, e entras
qae precisam de retoques, perinia-me a nobre
commissio qne o diga, e o irei mostrando pro-
porfi qua for marchan lo a discusso.
Sr. presidente, dizia eu qae sympatbiso e eoo-
cordo com as ideas geraes do projecto, concordo
tambara cena as suas idis capitaes, porque, alem
de o atrs rass, a primaira ida, que o easioo
livre, lina alopiada pjlos paizes naais allanta-
do da Eoropa; davo, entretanto, declarar que ni
6 ineate porque seja e la idea boje adoptada
pelos paites raais adiaotaloa da Europa, qua eu a
abrac, que eu a approva. N'ii, Sr. presidente,
porque eu pens muiio diffareutemente daqueiles
que eateuihiniqua o Brasil 'deve a seraelbaoca do
menino cobicoso qne tudo deseja, qae quer tula
quanlo ve acompanoanlo imprudentemame o pro
greso estiang-iro, pretende imitar os oaizes mais
adiantados da Europa e ter tamben todo qaaalo
ellas lera, fuer tudo quanto alies fizem de melhor
e de mais bailo. Ni peno assim, Sr. presilente;
en peoso cae o Brasil deve imitar oe paizes mais
adiantados, mais eiviUsados da Europa naqaillo
qae for eoopativel cam. as nosaas circamstanciai,
naqaillo cae for acceilavsl entre nd-<. Mjilas
cousas, m litas institoicSes. e muias leis ba nesoaas
paites adiantados que n< nao podemos ter ; e
ea alelo, Sr. presidenta, como um celebra pu
blicista. que as leis da vera andar de aecord com
os costura s, com a- satuacio e al cora as coadedes
topograpbisas dos paize\ e qae qarado ellas nao
se acbam aastas ondrces, quando nao ba essa
concordan :is, esses paizes nao podem ser falizes.
E' verdide que os paizes adiantados da Europa,
a Prtusia o>r exempio, que foi aqu citada pe'o
nobre deo taJo, adraitta a iJ- do aono livre,
e ea tambtm a q'iero ; mas devo d-zer que ro-
mete porjnea Prussia e oatros paizes admittem
essa i J >, i nao a devoraos querer. A Prassia e
outros palies quaodo prelenderau chegar a esae
dnrai, que i ianwntval |er de coofessa-Jo, ma
ennim sao verdade, eu devo dixe-la.
Todos dj .sabemos qae nao se faz caso do tri-
bunal do jury, que ningoem se lembra elle para
atouar de ommetter crimes ; o serlerato pouco ae
importa, com o jnry sempre que elle costa cora a
proteejao de ara bornea poderoso, setrapre qae
elle cunta, para dize-lo de ama vez, eo a ammo-
raliJade do pa,z, que ebega a tal ponto de so per-
jurar e transgredir o juramento que se presta
perante Dos, de pronunciar o juiz o sen vote se-
gundo a sna consciencia e ae provas do proeesse
porque se transgride e se perjura absotrendo
um criminoso dmente para servir a nm poten-
tado q te o protege, qdasi sempre com escaodato
pela oslentacao.
Ja veem os nobres depotados qne ni) sera
razao qae eo digo qae a instiinicaao do jury nao
tem prodozdo entre n; es effeitos que se espe-
ravam, j se v. porlanto. a impropriedade do paz
para raceber essa iastituicio, re:onhBcidaoenie
til e bella, onoe ella ple medrare cerresponder
ao flm de sna creaco.
O Sb. G. L030 -Eu nao vou atahi.
O Sn. Ratis k Silva : Assim succede com o
systema eleiloral.
O Sa. Cunha k FiouKmEoo : -Palta de edaoacao
do paix.
O Sr. Ratis i Silva : E" a immoralidado que
lavra era larga escala, por todo o palz.
Nj systema eleitoral, Sr. presidente, dio-so os
mesinos abusos, nao corresponde qaillo que se
e.'perava, porqaa iodo o mundo sabe o qne qaer
dizer^ eleijcio entre n, tolo o mundo aabe qoe
eleieao nio exprima a vontade do povo, que nella
llgura como mero instrumento, come machina.
Por isso lltia ea, Sr. presidente, que deverao
imitar os panes da Europa no que elles tiverem
de bom, mas aplanando se primeiro a estrada, a
estrada que nao est anda aplanada para chegar-
QD03 a esses melhorameolos que tanto invejamosao
eatraogeiro ; sem duvida a insiruecio por meio
da liberdade de eosinar, idea consignada no pro-
jeito, que acceiio com toda a abundancia de co-
racao.
Seobores, o easioo livre en o desojo, e ea o
traJuso a liberdade da ensinar como en en-
tendo o emendo o ensino livre ; mas nao qnero
diter qae o ensino livre comprebeoda nao ao a
facullade de ensinar, mas tambem a faculJale de
eosinar tudo ju amo se quer ; entendo que a liber-
dade do easioo i se deve esteoder at a facnldade
de poder qualquer ensinar inlependente de titnlo
de habilitado, comanlo que esteja a aula debaixo
da inspeecio da aaioridade para qae se observem
as regras da moral, da religiio e da bygieoe, como
mana a le.
Sr. pre-idente, em am paz eomo o nos, em
am |>aiz vasto aonde a populacao est tic variada,
onde se ando Howoa* o lagua- parase encontrar
a na hab lacio, toa aosaiaai qua bajas escoUs pu-
blicas em lodos os lugares, da modo a aalisfaxer as
Mceeaidadea dos poros T Ni a, por eeajjto, nam os
oofeoa pblicos podenam supporuc eisavoaifejia,
Seria muiio 9 >m qae noria de cada alumno
houve?e urna escola publica, mas laio -imprali-
cavl entre nos, raiaoao ahsaaiitmaate impoaai
vel; peto atrase lae liuaagu do pair. nos ao pede-
mos ter nem mesmo oselas tos lagares em qae
daramos ij. Por asta razio digo eq, qoe os-
v i q e o enamo sej livre, islo 6 que iodos to
nb.im a libeardaJe de eosinar parque Sr. preaen-
le, ni la se parda om o apreolar poucb, inelbor
que se aprenda a assigaar mal o nomo do qae qae
se seja absolutamente analphabeto, d'hi sampre
resalta ama vantagera. ntrela ato, nio qnero di-
zer om islo que o eosino liv.-e seja lavado a til
ponto que quera quizar poasa ensinar, e ensinar
lulo qiaoto quizar; ea qaaio a liberdade do en-
sino, quero que todos teuhim a (acaldado de en-
sinar, mas quero qua esle ensino saja inspeccio-
nado pelas autoridades a quam compoie-a iospsc-
C-io, quero qae esse ensino se limite ao poni
qua deva sar li-ntado, quero que otsa liberdade se
conten dentro dos termos legaes,. para qne ae
nio ensine m acidada doutrinas contrarias aa leis
da religii > do estado, e moral.
Un Sr. Dkpataoo : I-t-j est a> projaoto.
O Sr. Ratis k Silva : Sr. presi lenta, fundado
oestes coosideracates'e ma s-porque iucoatestave
jue a iostruccio i o principal elemento de pro-
gresa e da civiluac) doi povos, e por eonsegaia
le ama das mais importantes atlribuico-s do go
ver o e do poder legislativo, e tambera porqoe o
ensino primario por assim dizar, o primeiro pas-
eo qua se d na looga e diffl:il viajera do aper-
fec lamento social, a primeira zaina qae se abre
ao templo da civilisaco e anda mais porque a
instruccao, Sr. presidente, para o espirito como
o pi para o c&rpo, v.sio como, se o corpo pre-
cisa ser a neniad) para vivar, o espirito umbem.
precisa de s lo para se desenvolver e aperfeic ir,
e assim eomo sem aumento material tera.de pere-
cer o corpo, tambera sem alimento moral ter de
perecer a sociedade; por isso qoe ea digo qae o
ensino deve ser livre, qae se deve permiuir o
qualquer a facnldade de derramar sobre a.po
pulacao a inatruccio qoe ttver ; d'abi sempre re-
sultar om bira publico.
Se nos, como ja disseestiva-semos em circums-
tancias favoravais, se toase lio lisoogero o estado.]
do paz qua podasse elle por assim dtaer per i par-
t de cadi alnrono ama escola pub'iea, en dira
qae o easiao devia str reservado aqaeiles qae tos-
sera aniorisados pelo governo, devia ser otTJiciala,
raanie; mas, atientas as cireumstaoeias em qjae se
acto e Brasil/ nio s do atraso em suas fiaaacas,
come de pouea popolacie, estando essa popalacao
rareada de modo qoa impossivei lornecer a todos
os meios de se iasuuirem, quo digo que a ios -
iraceo oio deva. aer comente octai, deva ser li-
vre para que cyaaaqner a posea dar.
pelas autoridades Vqoeat a
aflm de qae previo* qoo sao
las doutrinas perniciosas, dol
religiao, moral e orden* i
O Sa. choa CAVALcaam:I o sna i
rio a religiao ? Ah qoe est a Mastao.
O Sb. Ratis i Silva :-*) i
nobre depuiado para mi as
vasia de sealido.
Pois os nobres depatada astease
jecto oio snjeitam as eseotss a
agestes qne sio anearregados daso?
es sao lera obrigacio Je velar para sas so* as-
elas se nao enMuem J ninnii |iirisilasasT F
o que en digo qae se deve proMir.
O Sr. G. Loso : -Contraria a Ion.
O Sr. Ratis r Silva : -Lootrariae a lew asaa-
mo a religiao.
__ Dizeco epe as ideas contrarias a> i
la-a tanto debaixo da inspeeea stMiea'L_
especialmente deban > da iaspsetjs se ssats dkw
alumno'. En tambera assiai paaao; aarsas ata>-
guem que for camodo maadara asa saaW pan
urna escola, qaaodo souber qas s rtnlaiasr ais
eatbolieo apostlico romano, qoando ssaaatW asaa
oessa escola se ensinam don risas riiaeraaiaa i ia
ligiao caih ,iic; Bioguam loansar qas asas sStjbs
freqoeote nma escola sendo sis
permute a le, por om protestaata, t
geiro qoe nao seja da religiao caiaeiica ; i
sai da familia concordar nisso.
O Sb Ucroa Cavalcaxti : E a o pa do I
(or protestan^.
O Sr. Ratis r Silva : -Est dar* aI
qae caiholico : o qae (or protesUaio
seas filhos para escolas proteataaies.
Por consegainta digo ea qoe o i
pasio que traz todts vantageas do i
da loxes por toda a p >pulaco, nio ple i
ida orna c-ria inspecca.) eoatra a
doatrioas contrarias a rehgiie,
jara os primeiro guardas, os
costra o ensino seos Albas ds dona risa
rus a religiao. O primeiro dever que I
primeiro cu dado qae o deve preoecasar
tem de mandar sea meoioo para esrola, I
da moraiidade do mesare, aleta da eapae
elje lera para ensioar.e nesu indagae, ssi
nao capaz, se o mostr nao ea buhe, as aao k
morasado, o pai do alumno ha do -abe l. a a->
ha do consentir qne mo fllha va fr-juasear
escola neslas eoodisoes. (Apoiaa)
Per estas razdw licaraui dispalo* asi
qoe me impressionaram e quo aae par-aaa;
tallados com a emenda do nobre epatad* asaas 2*
ajastricto ; a quai deixi de accoitar. asstsaa easaav,
lambera nio posto aeeeiur a sgas4a avraaja A
nobre depoiado pelo 5* oralo : o r*cetas> aTrPa
masifsateso sio podara aHtstar ees fe# aWissv
peeeao publica, a qne ft am as escola suj-aiar. *
Biuio priampaamesu pala isi^oc;) satni _
sam dos staraaos, ao qnaes nao sa oad* i
lar e negar o direito, qoe len de valar sass
todo cxilatktle na edncaeao da seas Vkrm, aaart
nioeonseolirem jne elles 'reqseauai sa-
la*, qoe (reqaoaiom escolas oada as aso
moral e a rstagiao de asas asi.
(ajocam-ae oatros apartes.)
O Sa Ratis r Silva : Bealaaesii ais cfha.
mmpiotoadiao bom a aaasda. apeas a est*i Mr,
e a oonfosiu aqni Ul qae se sao poda sraaaajar
silencio ao qae to 14; mas vi loga ssae pal ssjaav
da oada se admiile, ara t vea qae as } 1* ais pa-
jado est adoptada a providencia de
rem as le do paz e os preeeiios da atar al :
rece que nada se deve exigir, ama sat a
quer qse o en OSr. Gtsmo Loso :Moilo besa, esas ai
ciasio nataral dos seos principios.
O Sr. Ratis b Silva : Sr. presi Jinte,
mais observacSis a faier, p >rm vosa cvadear,!
s porque a hora est ramio adianua. i
que vejo a casa despovoada a se actao _
O Sr. A. Pbiiirmbuc) :Nos o estamos i
com toda a aitenca ; o nobre dtpalss Mis |
quem o rner ouvir.
O '. R.vtb e Silva : Sr. Kesideaie, sa
loa fallas lo ex improvitso, nio ettaoi o
oto, apenas hoaiem recooh.ceodo a i
qne liaba da jastillear o mea voto, visto sjsaji
linha comprometido ao nobre
distncto, reftseii om puco e i
Umeotoa sobre os pontos, a respailo do
di ilever dizar algamas palavra* ; ai lasas
nm estado asrofuodado. e anda qua o
nio poeso correr parelbas com o* ataras
dos que traiaram a qaettao i?o brilhaeais <
qneotemenie.
UmiSr BcraTAoo: -Eatrelaoto teas snifealida
o projecto brilhantemente.
O Sil. Ratio k Silva : Mas rae parees,:
atante, qne o qae techo dito de algosas
lifisa o voto qae pretendo dar ao art. 2* ais aas>-
ject) e a iodos os saos %.
O Sr. Gami) Lobo : PerfeiUmeato.
O S Ratis b Silva : Psa dtSCSalpa aaaas, aV.
deealiohj deste meu ais :aro, saat seria matsaaaa-
tbodico, mais eoeadeado ; aa tivesse bito nsasas-
tado regalar.
O Sa: Gusa** Lobo : o sobre diiipnlsia Isas
fallado muilo bem.
OSni A PtRii.MiBe: E foi sa^sa sass s
maior atteoeio.
A discuseao Oca adiada por falta da aatmoaa.
OSr. presidente dieaagoa a ordeea ds sa alav
Maola a seeaio.
HVISTA DIJLBIJu
.
1* diacasso do orojeetc n. 67 d > anna passad.
amonando o presdame di provincia a despac-
der a quanlia la 2\)::aOoi com a consiruecio Oa
am edificio para a aassos da cmara masiaapal
e caJeia da villa do Agua Pret a.E' approaado.
1' discassao Jo projatse o. 32 defts aaax sota;
risaodo o presdame da provioeu a eoneadar uar.
anno de licenoa sera veucimeatos ao protassor sil.
di lo ao gy noasio, Dr. Francisco Pinto Pesio*.
E' approvado
Contioii ** discuwo lo art. 2*> do projectu
n. oi 1 asta aaao qae refirma a irasiroccva pnblt-
SR. OLIVEIRA FONCECA ; (Na> devalvau o
sen discurso),
Vai i meta a apoiada \ efaymie enaosda :
Accrescente-sa no g 3* as ar.uvraseonstilui-
c\o e rellgii-a do estad". Qim,ra towxca.*
O SR. PRESIDENTE ;-. > dlacussio fle ad'J..
d* pala km,
estado de perfe < lameuto t|io tetn, a esse granda .. Sejam, po i\ iaspeccionadas ossas escolas, pr -
ticulares, sejam oa professorea particularoa vigia-
dos para qae nao ensinem doutrinas sabversivaa-
a ordem e ds religiao, para qoe oo iaoculem.no
no espirito toara e Jobla atas enancas, dootriaas-
perniciosas a assim sa tas conseguido,o. qn>sa
quer, assim sa tara derramado pala populaba a
lazas de ojw Unto ella oarece, de ^ua tani% el i a
ueeessiu, como cammba corto parsstlingjr.stu
desejada, eliiJaJ .
Tocando de leve ns* certitica Je a,, nos tUnlos. do
habiiiaocio, eu direi que, OEsicUranJo a, instrue-
Co smente dada oiciaimenia, esses ttulos,, eesas
cer!K:ados sao tn ralas, vezes ilLaaoraos. Todos, sos
abemos a facil.-ka com que se.obten* um sttoa-
tad-a, todos rao* sabemos a fuiudade cora, cysa to
obtsm am Ulula, do suficiencia para qoe. so apr-
sente um inditiluo qualquer o diga; eu aaton ha-
t;lli alu para *sioar, quero uotinau. atas do que
serva tu lo isa, senhores P
E' urna parfeita illosao, porqoesoado a ioitrac-
co so nenio otada!, esses que sa dizaia habilitados
por mulos oao pojem preencho o tira que se um
su vista, com a exigencia desaat habililaedaa. A
habiliUco exige-te pira qu.) o professor snsina
cora o provelto a materias qua teaa da ensinar,
mas ura vaz qa a;sa professor nio tem o nacas-
saria grao da iusirueco a aptidio, e apems se
sjarisauta lubiVUda par am titulo dado por favor,
J'.Jo por mmcraiidada, nao pola carresponlar o
san eofoo j q'i-a sa devo eiptia; e ao qie se de-
s-jl.
Aisirra dia i "o, que por esta razia deve sar
ouiemnait a imtrocco otujial exclusiva, ijio
, ijiinlo di< i ^j-ideDoada oio quero diar qua
el.a aoja aLJa, mas iira que coaa ella ex>sta
taa'jam oir'.Ular; o mau pansimeoto i qaa
ex:ita s iostruccio offlcial e s pariicnlar a par
adiantameiUoa traiaram ames de indo de preparar
o terreno, la abrir nina estrada, edepoit de abarla,
asta esir^U que podaras cantinbar por ella e
chegar aa ira desrjado.
Assim Umbem dig> eaqtaeas de vemos tazar,
devoraos ii.iiur esses pases- neeta parta, devensos
nos preparar, devoraos abrir o caramba, deemos
abnr i es rada qae no ev coodazic ae progres-
so, qae dos deve levar ao. vaMrdadeiro, termes. i> n
de qu% Si. presidente, nao L-sabama* de lamamar,
como dest racadarseo>e lajaseataraos, que 'aV baila
leis. to bullas iny.iini^aas qua temrs imitado de
paites estrang-iros, uatleataan produ ocas ot meamos etJsaitoa i*e a arvore do progrosao
estraageiro, oso tenia p.-olnstr'.o no Brasil (rucios
saodaveis a satosaaos que i ,roJuae.
Sr. presideaisv coavii'itvmfi a casA^-la pequea
digressao K" raoontesUvel que insiiaicao do
jury, por xsrapio, iiraa bella, iastituicao, ama
sama ios *jiti-j>, <* unibem tncootesti el que o
sysi xr \., aeaaoraspi'.iar, metilo bom, calan-.;
mas *s*a.a. iatitiaitee qae iiroduairara Vatonan-
eo e Lia. !AltiMrHa*fenosi no paites a-nad (orara
liri.neuraiiosaau'.doiiltiitaa, que por in,tocoi lo-
Tara -iauai ao Brasil, hje desgra<;AdaraRte. nao
prodn&em aqu os ilTailos qae na a> sp-rar.
K diga a nobra depuiado, a iostitoi^u do Jury
tasa entre a. correeiwodido a est'.o a issiiluict; do jury faito oo.n, tjue leona sido re-,
wimia srimo? Ni-, Por. tsria, peb eoatrat>/,
.tmiti>.icio do jary o i'ji *>arjc/>aljo, <) tem **i-
ma* ma vea m ia .
Ust Sa. UKrnrAi*, ; ET.retanw ni Aguaos Densa
*BTaiplA',.UK
O Sa. P Avs Silva : Era vea ds punir e re-
laTWdtr A mago, n ligo) o tem aeorocoalo. T-dos dos sa-
baos qat MUS verdades !overdsdjB am p;ucq
DlftizaSlRO.-O
levaram para:
Para

vaperea GqpataV a> rVt
&*2*U190
i7:iaaA*ajV)00
FdPUUi^sOL v
Peoado
Micao
< Mossero
RKENSEAMsuNTO DA
doaiingo reanao-se a corami-o eeeaiuna As frav-
guezia da Bos-Visia. e procedea a divitVo aas*-
saccoes e a aotseacio dos raiBgaat)aaiss*asla tsar
ata seguate:
1. scelo.Roa d'Aurors tit a soaaja aa
Santo Araiuo.Dr. Praxsdas. 6ams da a^oaxr*-
tanga.
2. Travessa do Casi. s ros do Ijsaas.ataaajssa
Haooai da Onz Constairo.
3.Roa da lmperaiaifc-.ao*aa*a FalicUaa Sa-
mas.
4. Hospicio at -a* do Lima.Irinoa Ccatka
da Silva.
5. -Ra do Carnario, Sote de SetmU, 9U-
cbnelo, Forraoaa, l'uiiii s Saudade.-Da. *\aWp>>
Lainmha Lins.
6. (Iba das taitas a suas
noel Lniz Virses.
7. -Caes do, Capibaribe. P.itMe-Vsan Tiaetas>
de de Albaqaerqne.Jas losqa >jdsstVasada.
8. -Prae do Conde f*Ba e Vasalla ds ft*-
tas, becota i. Veras, do Joao Fijjtcisea, do Qau-
bo.Dr. L\ L iz de Snn Silwirs,
9. -Boa Velba da Alegra. 4 da Leo Catat:
Pedro Paula dos Santos.
la -S Gouc-o, roa satoo da Ssats C aax
r.beira e sai tra*i'i,. i>i;;r.irs MilatajVix.
11. .Ruido GertAtO Pires.Aalsasis Carta
de Almeida. .
IIRas do Jiriqaity do Atalho s ?nas sVgaaaaaV
dtnciat.Manoal i. s de Avelar.
13.-Rcu ds Qmeelcio do Haaario aTsaiiiaaalar.-'
Dr. lose 7-ichariis de CarvAlbo.- m
i\. Ra dosCoelhos, do Loronel Lime**. Ssarf
(Hila, sania a particular UTiD:m iispecciooada/Bareira.-Dr, M!t9l Beffi; 9 ^sjf8-
{ m


l&Voide yanoa irt uora Memina.-IbeoeJrio da malrit da Capaos, {de corre no
Jerwiy.no Harta. da 1. .
IC-Roa do leo-tica, irave
m

tcguez *lr*41 volhi. Joaqcim da Sriva.
IJ.Roa Real, Caralnho Novo al Soledade
Jeronyroo Jos Fe/ruira.
II.Rea daa Kymphas, Progresso, Conquista e
anas traveseas.- Dr. Luiz R raneaos Villares.
W.-Rua do Bario de S. lorja e Trempe.
Franeelino Xavier da Foncera.
5(1.Soledade, Joo Fernatidcs Veir, becco do
padre loglez.Vicenta de Moraos Mello.
11.Corredor d< Bs?o, ra do DestieoId>
noel Silvino de Kanes Faleio.
22.Joo de Harrea todo al o Olho de Boi e a
lireitaai a Bomba e Olho do 8ii a esqoorda
Maaoel Ugolino Pereira Geral.
33.Travesa do Briaadeiro, baeco das Almas
e Pombal Dr. Lun RoJngnei Viaona.
SiFrente d Ceoteno, a agado de Santo A-
maro, travesa do iUdnro at a Ponte.Joo Mar-
tin* ao Rio.
titLon do Rgo at Taqiiirnoa.-Coronel A-
gostrabo Beserra Cavatcaoii.
26Ruando Soecge, Atingi e Prncipe.Ju-
vroiaao Xavier ile eaaa. ..
27.Cisco e iiadit V'gario Tlieraistocies. R.
Pereira dos Sajados.
JPESTA HArV.fWA. Quinta-feira ser lascada ao ciar a segunda draga, que p*ra me-
tborameoto do porto fi mandada vir de Frang
A ceremonia ser clebrada no arsenal de iua
riada a 8 hora di. i-nl -. -
TaSSeSRAHIA PROVINCIAL i dia 15 do
corrate era dianie paga esu lepsrtiga > os jura-
dta apoRcas da divda im lira iroviocial, eroiitidi*
por eonta do en pre*umo de 1.MthCOOjOOO.
AMHVERSAlilOv F.iea amsnbi 31 annos
que tete logar sdemnidae da sagrago e ca-
rcacao de S. M I. o Sr. D. Pedio II. Po: esse
motivo estaro mtiaadeiradas as rstagdts publi-
cas, dando a lorale ta do B; ura orna salva i hora
da tarde.
HOSPITAL PliDtJ II. Com o esplendor do
eosinsae sr celebrada na eexta-feirca (19). no
no-pita'. Pedro II, a f->ia de S. V.cenle do Paula,
instituidor das Irmas de candade.
S. Exc. Hvma. |,o Sr. bispe diocesano digna-se
celebrara missa com lodo o ceremonial, e S. Exc.
o Sr. deseubargador (residente da provincia as
Msliri.
A musir da mista sc ejecutada paos alura
dos do cclirgio 'los erphaos, cecu,.and i a triDum
sagrada o illu-rrado pregad t 11 vin. fre Joaqun.'
do BspiriioSami, n qaal, apetarde doenle, obse-
a.ei.ieA'nenls se >re.iou
A'quellas pts-s que decentemente vellidas se
apresenlarem >era ptrroittida i visita do esiabele-
cimeat\ logo que t-rimae a festivid. de.
CONCURSO PelH Sr. Dr. director geni ioW rio
da instrueeo publica tA designado o dia 8 de
agosto pr< ximo para ter lugar, no pi acete da ra
de Pedro AL-iiso, onde iuneciona a E*cla or
mal, o concurso para provimento da seguinies
cadeiras vagas dw iostroirgeo pr maria. do sex<>
maecaUao; G vanninha. Camniaoga, Tirnbaba.
S. Vie#nt', Ao'iieliei. 8'ogalas. Pedra tapada,
Cedro, S. Beiedct, Pao Ferro, P.-Q i Fundo, Cim-
bre-, N. Sra das O.res, Alagoa de Baix>, 6a*
ranhons, Palmeira, Afuas-Btllas, Assorema, Bui-
aoe, Pertr*. Br-jo do* Paire, Variea-Redon la.
1* dePloresla, Plore, Belra nto, Argados de !n-
Itazeira, S. Jos d* lagaseira. Varas, Cibrob,
Saigaeiro, leopoldioi, Oaricnry, Serra Branca,
Graniti e En.
3A.NT\C\Sl Di! M13ERIC0RDH. Foi o Sr.
Antonio Per eir Vilella que d i a sino a da 300j
para a Santa Cisa de Mi-ericordh. e nao n Sr.
J) Kerreira VUHv, como se mandn publicar.
CIDADE OEOU.VUl.-Pedin-njs.para rhamar
a attencao da cmara manicipil de Olirtda para "
la*tiraao Male em qn? se aeka a laleira de S
Pedro, devido isso ao lamiQ.tl shi existente.
AL VGOaS.Recebemos hornem jornaes de Mi-
cej at 13 do cerreate pelo vaper.
Oos j'-roaes C'lhomos o spjointe :
Oaraote o dias le I3e3ute respectiva*
eabiram sobre a cajiul copiosa' afetttei e fortissi-
mos ventos, cans o lo os prejuios cm-tanies da
seguale n 'liria dada pulo Diari) das AwgAal:
Aeba-'e toulmenta perdido o patacho laven
i-irel que f:a arr'fneasido prai, salvando-se
.ipena* alguna saceos de assncar reduzi'os a mel.
Avaa-seo prejuito ere 60:000| r. prxima
mente.
* O vapor Marqutz de Caxiat tambern esleve em
risco de perder-re.
Segnindo anie-'liontem a tarde em demanda da
f'ajnssara, nao ponile faodear no lugar roais abri-
falii Jessa enseada por falta de fundo sufBclente
* deou ancora Jinto barra d'aquelle pono
Ao anoitecer, toroanda-se mais f irte o venda-
val, arrebeorou s amarra, e seria alirado sobre as
i-edras do arrecife, se a capitana do porto nao
aeusse proiuptanreate aos signaes de soceorro
i;ne do va^por se llio pedia.
t Funieanlo novaraente em logar mais abriga-
do ah na-sou o resto da nouu e o dia de b^ntem
< Nao piule ain)a dar de-rirg aos gneros e
mereadorias que tronxc, e que fa' hoje se o lem-
po nelftorar.
O Invencive psrlen*e aos Srs. Aievelo, Du-
arte A C, do Ri > do Janeiro. >
Eon 6 do eorrente foi comeada pa pres diDci*
ta provincia un.a commisso para dar exeengi
ao aviso do mimste-io da asricultora, de i di ju
tiho ultimo, composia dis Sra: Dr. Bernardo Ao-
i"oio de Mendonca Casiello Hran.ro, Maaoel Rodrigues Leite Oiticiea, commenda-lor
JoaqoifflSerapliode Carvalho, coronel Jto Correia
de Aranjo, coronel Nisolao A ves Rodrigues, Dr.
Jos Angelo Mareio da Silva. Dr Olymp-o Ense-
bio de Arroxellas GalvS? Dr. Jos Alexin trino Dias
de Monra e Dr. Jos Antonio 1o Migalhaes Disto.
LesBOfl no Diario dat khfeu :
Noticias ultima lente recebidas d'aquelaetda
de referem qne, ba ponos 1i i,, f>l apuohalado
Pirmma Teixetra dt Mon'a.
Altribno-se a antora do erim9 a Francisco de
Alborjaerque Los, dndose por eaasa ama
qnealaode alforria qae o i ffculno inuniav sm
inicea favor de urna eterav da me do i ff-nsir
N5e abemos nda os promenores 2 eircuns
i3mas desn acontec ment, eos aguardamos par*
dar aeiencia aos le:lores.
Consia-nos jorem que os ferimento foram
martaes, e que nao havia e4perao?\s de, qae
i Hendido escapas!.*
BDK}OE.Demos, ha piano, nnblicdale a nma
felieitaco que a ornara municipal da villa Baique dirigi ao Dr. Bnj .m'n Pinto Nogoeiri,
j-jii de direito d'ajaella comirci. pela (rec^So
rircarasp'ca e fosiiceira jue sque'le magisirad<
nadado aos negocios pblicos n'a'iuella halida-
t ; e teodo boatem dado estampa neste D:a
rio ama outra manifestaba) dosAabi antes d'aqael-
laeomsrva, em di'tinccao de pariido, fligamos
de v.;r coao tem mo jastamene considerado os
importantes ser't ) i'ie-ol>s pilo illustre magis-
trado a cansa da jtistica u'jjuella importante co-
marca.
Efla manifestado da ac lamento, enisrrando
em sea seio os caracteres mis disuads do am-
boaea-partidoe aaqieli com..ra,- rouilo honro-
sa para o integro a.agisiraJ qua Bella nao p:de
deixar de ver una prova assa crgsrlnsatoria da
affa'cio e apreo> qie Ibe votara os seos jnrbdtc-
eieaados; por i;uaato a subsciip$ao do cerros no
mes fliB trinmphi assigaalado, que estabule ce
jndubnavHlmente o mrito de sin pessoa e :on-
ian^a qne depositan em su* lutelligeneia e pro
bidatfe todos os sene comarca.
Com eflito, pira um rao^o oovo nio na tnurn-
pho n.us lisoogirc, e a uais perera/ ira 1e-
monsiragao do telo, hoostidaie e inteligencia,
com qaeaqoelle migisirajo desempeora seas ar-
duos deveres.
Nio deirxoo de asslgnar ea honrosa maaife
ticio de coQliarca e acatamecto um t ciuado
importante 'aquella comar
Na verdade, o Sr eommenaior Camello, msjor
Marque, teneote-eoronel Coot ntin-># majores Vaz
Lacerda, capia Donndo e outre* chtes pi
limosos do partido eonserrador, tanto do Baique
como de Aguas-Be:las, da mesena forma qne o
presligios.-r do jiartido liberal mquella coaarca.
gario Teixeira, Jos de Albuquerqni e tolos os
sais vnltos proemitieutes desia par-riaJidade, sao
latos coocordei em le-iercuoiar as qaaildades
intejaveis d'aqjille magistrado e os seas imp r
Untes servjfos causa publica.
I|:eal maoifesticao, como virara os n? res, toe toi (ella peh cmara de Aguat-Beiue, o<
dia desna io-ialicao.
Dando nossos rrirtiorSs ao digni magi'irado,
aereditamos que de ii' hinrrsa min,f-*ta{aj de
pubico apreso t.rari e'.ii estiu-alos para corres-
pooler dignaroTite i ejn:h"fs de seus co-mr-os.
qne por eerto 'tveo eperir Je eir lealJade re
cari.ctcr e .entinieoloi de jastija a coniinuscii
de til hooro'os precedeutes.
LIILAO.-O kilai dnnmes, Hcct, < ry > e
earroj por lotervcnca di agen: Pou, cimasa
em (le resil.a o Sr. J. Ja Ciaba Nev?, Jere ler
^Bfai* hje 17 do correr.',''.
LOTERAA que -o cha i vala a l* >
vapor Jaguar.l:Malaqnias do Lago Galsaara*.
Uanoel Antonio Ferreira, capftao Maranno A. de
Aranjo, sua seohora e I Sitaos, Anaa Therm de
Jess, Antonio Fanas Sales, Rachel do Espirito
Santo.
CASA DE DETENCAO.Movimento do dia 15
de iulho de 1871 : .
KxiaUam (presos) 316, entraran 2, saniram ,
exialen 316.
A saber : nacionaes 119, raulheras II, estraa-
geiros 10, escravos 4, eseratas 4, total 316.
Alimentados a casta dos co'res pblicos 260.
Movimealo da euferruaria no da 13 de juino de
187*:
Tavo ba'xa :
Ttiomai Caralcanti de Albuqaerqne, orcbi'.e.
Tiverara alta.
Amio Ferreira Ramos.
Jos Francisco Barbosa.
Felippe eseravo de Laiz Antonio.
HOSPITAL PEDRO II Movimento deste esta-
belecimeolo do dia 8 a li Je iulho de 1872
fot de 343 existentes : eetraram 45, sthtram 40
fallecerim 10, existem 303, sendo 200 horneas e
108 nralheres.
Advertencia.
Feram visitadas as enfermaras estes das aa 8,
7,7, 7, 6 1/2, pelo Dr. Ramos; as II, U, 12, li,
li 1/2, li 1/2, pelo Dr. Sarment ; as8 l/i, 8 I/i,
9,*9, 9, 8 1/2, 9, pelo Dr. Malaquias.
Fallecidos.
Laurentino Jor Brasileiro ; lesao do coracao.
Joa~. Freir de Lima ; bixigas cotfljentes.
Jaclatha Mara de Jesis ; tubrculos pulmo-
nares.
Maria Stverian.i; interite chronica.
Seohorraha Mana dos Aojos ; auemia.
Joio Gimes Joelbo ; aneurisa a.
Feliciano Alves Leile; amuliecimenlo cerebral.
Urna roulber prtta sem falla ; cornmoco ce-
rebral.
Porcuno ; febre biliosa.
J aaoa Mana da Conceicao ; interite chronica.
CEMlTErtlO PUBLICO. -Obituario do dia 14 de
jnlbo de 1871
Jisepha Joaquina dos Prazeres Reg, parda, Per
nambuco, 28 anoos, casada, Gr?a, eclamp a.
Jjj, pardo, Pernambuco, ,21 dias, S. Antonio,
meaegite.
Pedro, pardo, Pornanibnco, 9 metes, S. Jos, con-
vul5es.
Joaooa Emilia de Brito, branca, Pernambace, 30
annos, casada, S de Oliada, PyJro?er.ia.
Francisca Qainna dos Santos, parda, Pernambu-
co, 50 anuos, viuvs, S. Jis, interite chronica.
Francisca, preta, Pernambaco, 4 m-rzes, Boa-vista,
espasmi.
Francisco de Freitas Barbosa, branco, Peroambu-
co, t7 aunos, cagado, S. Antonio, bsriben.
Pedro A'.vesFerreira, branco, lio radde do or
le, 70 annos, viuvo, S. Antonio, tubjrculos pul-
monares.
15
DioJata Alelaide de Castro Giaveia, branca, Per-
nambaco, 32 annos, solteira, Graga, tubrculos
pulmonare-.
Jiaqu;ua Chrtstiana da Silva, branca, Pnraambu-
ci, 45 annos, casada, Boa-vista, nrflle com-
plica la.
Jovma, branca, Pernambam. 4 mezes, S.. Jo:, en-
tero-coble.
Eiza, branca, Pernambuco, 5 mezes,S. Jos, con-
vuls5es.
Pedro, pardo, Pernarabuco, 3 mezes, Boa-visto,
convulsCes.
Balbioa, parda, Pernambaco, 3 annos. S. Antooio,
espasmo-
Emilia, branca, Pernambuco, 10 mezes, S. Anto-
nio, casa dos exposlos, decuca.
Amonio Jos Baptista, pardo. Cetra, 60 annos,
vluvo, Bia vita, hospital Pedro 11, interite ehro-
ni.'a.
Lundina Maria da Coaceicao, parda, Pernambaco,
28 annos, viuva, B.n-visti, hospital Pero II,
tubrculos pulmonares.
Manoel, pardo, Peraarabaco, 10 rneze1, Boa vista,
coavul-5as.
Francisco Pau'o Pires, pardo, Pernarabuco, 41 aa-
qs, solieiro, S. Aotinio, tub'.reulos pulmonares.
HLhiIKf.I> CMMB
Ao Sr. desemD.ugl.''. promotor li astica :
Do jury de >iranVaDS._Appellante. capiua Pe-
are-Jirdjs'MalU ai-pella ta. Jnstie*
Du jury 1* Vi. Appellanw. Antoi* Frtt-
ciscn de Lucia ; appllado, Jcio Paz Betcrra.
Ao De. curador gtral :
D>tory da Areia.-Appellante,o jnizo i appet-
la jo, Francisco de Luna Soma.
Assignon-se dia para julgamenio doa aegoiatt
leitos :
Do Jaizi municipal de Carapiaa. Appellaatt,
Jeaquun Jisde Olivaira ; appelUdo, Jerooymo
Paz Barbosa.
Do juizi ancipal de Bitarli. Appellaote,
Jos Lun de Lona ; appellado, Pedro Gnedes
Sooto'Maior.
Do jury da Parabyba. Appellante, o jaita ;
appellado", Nicolao Pereira de Aranjo.
Levanton-se a sessao i hora da tafia,
1RROMCA JIUMIARM. (
rHIBU^lL U\ UELACAfe.
SESSAO EM 16 DE JULHO DE 1872 ^
fRBSIDBNCIA DO BXM. SR. COUSLHEIRO CABTANO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgio Coelko,
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
embargadores.Gitirana, Lonren?o Santiago, Almei-
da Albuquerqie, Multa, Doria e DomiBgnes Silva,
procurador da corda, la tan lo com causa os Srs.
Jesembargadores Regueira Cosa e Soaza LeSo
abril se a sessao.
JULGAHINTOS.
R^euros crimes :
Rectrreute, o juizo de direito do Recife ; re-
corrido, Jos Mendes de Freitas. Jairas rs Srs.
desecobargadores Lonreor-o Santiago, Doria, Giii-
rana e Almeida Albnqnerque. A' nma deli-
geocia.
Hic.rrente, o jnizo de direito da Imperairz ;
recorrido Jos Joaqnira da Cota. Juies os Srs.
deserabargadores Giiirarla, Lsurenrjo Santiago,
Doria e Almeida e Albuqnerque. Improcedente.
Recorrente, o juizo da direito da Imperatriz :
recorrido, Jos Marcos de Suiza Borba. Juies
II S-s. desembargadores Gitirans, Motia, Loaren-
50 Santiago e Doria.Improcedente.
Recorrente, o juizo de direito de Parahyba ; re
corrido, Nicolao Francisco de Aranjo. Jnizes os
Srs. desembargad.res Almeida Albuqaerque, Gi-
tirao, Molla e Doria.Improcedente.
Recurrente, o juizo de direito de S. Bsrnardo ;
recorrido, Joo PibIo d3 Silveira. Juizes os Srt.
de3 mbargaJores Motta, Almeida A'bajaerqae,
Dirii e Lourenoo Santiago.Improcedente.
Recrreme, o jaizo de direito da Imparatriz ;
recorrido, Alexandre de Frlta. Jaizes os Sr.
desembargad.'-res Dona, Almeida Alboqaerqae,
Motta e L'iurenc^saoiiago.-Improcedente.
ATORA VOS DR PBT1CA0.
Aagravaote, Joo Francisco dos Santos Janior ;
aggravado, o juizo. Jaizes os Srs. deserabarga-
dores, Domhgues da Silva, Almei la Albaquerque
e Motta.Negaram provimento.
Aggnvante, Flavio Ferreira Clao; aggravado,
o jai. Jaizes os Srs. desemnargadores Mi-Ra,
Almeida Albnqaerqae e Domiogues Silva.Ne-
garam provimento.
Aggravant, Jos Gomes Lsal ; aggravadi o
julzv Jaizes os Srs. desembargadores Almeida
Alhuquerqae, Loareoc/J Santiago e Gitirana.
Nio tomaram conheciraento.
Aggrsvante, o curader da massa de Magalh-s
e Irroo; aggravado, ojoiro. Jaizes os Srs des-
embargadores Almeida Aiboqaerque, Gitiraoa e
Dimiognes Silva.Deram provimento.
APPELLAgORS CIVKIS.
Do juizo dos feitos da fazenda. Appellaote, a
faz- nda ; appellada, Ignacio Ucha d'Albnquerqae
Sarment. Ccnflrmada a senlen$a.
Do juito municipal do Recie.Appellante, Jos
Alves Barbusa; appellada, Engracia do Amparo
sana IIisa.-Despresados os embargos.
Appellante, Jacintba Placida di Rosa ; appeila-
dos, Maooal Jos de Barros Veiga. Despresados
os embargos.
Do juiz municipal de Campia. Appellant*,
Ritia"Candila Vianna; appellado Euphrasio de
Arrada Cmara.Des^resarara os embargos.
Do jnlro municipal de Podras de Fogo. Era
bargante Virginio Hiracio de Freitas ; embargado,
Joaquina Monieiro Guedes Gondim. ^* ReeeOeram
os embarcos.
PASSAGBWS.
Do Sr. desembargador Louren?o Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquarqoe :
Do jury do Limoelro. Appellante3, Manoel
Corro de Amolm Costa e ou ro ; appellada a
jastija
Do jjry do Rom Conselbo.-Appellaote, o juiz;
appellado, Joaquina-de Lira Bjrba.
Di jury di Igaarass.Appeliante,ojaizo ; p
pellada, Joo Francisco do Nascimeoio.
Di jnizo municipal da Grnja. Appellantes,
Jj.- Carneiro da Silva e entro!; appellado*, An-
tonio Fe'ix di Cuaba e outros.
Do jazo municipal do Aracaty.Appellaate, a
cmara municipal; appellado, Andr Perreira
dos Statos Cmara.
Do fir. desembarga lor Molla ao Sr. desembar-
gador O jria :
Do jury de Cascavel.Appeliante, o jaizi; ap-
pellado,/oao Giaalves deSooza.
Do juizo dos fetos. Appellnte?, nerdeiro? de
ftiime Darnio da Silva.
DoSr. desembargador Dira ao S'. desenbar-
a*or Regaeira Cita: -*
Da jnry de Pianc. Appellaote, Melcinsedech
Gomes Pereira de Viscooeellai; appel'jda, a jas-
ti-
Di ,ary de Caruaru.-Appellante, Aatoaio Joa-
Ittirri Je Saoi'Auta ; appellada, a jaatiQ.
Djjury da Pdras de Fogo. AppeiUSKf^ o
ju ro ; appeHado, Manoel Jos de AKdo,
Tribunal da coimncrclo.
SESSAO JDICIARIA EM1S DBJLMOOE
187t
MIDINCIA DO BXM. SR. CoSsELHBIBO *. t. M>
BBTTI.
Scirano Julio Gutrnaraet.
Ao meio da, derlara-se abertaa sess-, estando
reuaidos os Srs. desembargadores Silva Guiraa-
raes, Reis e Silva e Accioli e 01 Srs. Jepatados,
Olilo Bast-is, Sr. Candila AIMorado e .Alvaro de
Almeida, hltao-lo com partieipaeia o Sr. supplen-
te a Leiao.
Lija, foi approvala a acta da sesiio aniace-
denle.
O escrivo Aln jaerqae registro"! o -ahimo
protesoo deleira a 13 do corrale, aob n. 2594,
e o escnvi Alves Je Brito a 8 do raesmo raez sob
n. 253S.
ACCOROAO ASSIGXADO.
Embargante Mossor C, embirgibs ^d-
raiui.lradores da massa lallida de Mirjuas Barros
4 C.
JULO AMENTOS.
Juizo municipal e do co nmercio da cilade di
Foralrza, provincia do Cear : embargaau* ap-
pellanies autores Antonio Severioo de Vasconcel-
los k Irraao, embargado appellado ri Manoel Jos
' de Oliveira Pi/ueiredo ; juizes os Srs. Silva jai
maraes, Acciuly, Alvaro de Almeida e Candido
Aleoforado. Form despreaad-s os embargos,
sendo voto vencidos Sr. desembargador Silva Gui-
RMadM.
S ib a presidencia do Sr. desembarga ler Silva
Guimares : juizo esp-cial lo coramercio ; em-
bargiote, emlargdo, appellante apellado re o
administrador da mas-a fallida de Sebastian Jo.- da
Silva ; embargante embugalado appelaute appel
|ala autor Aoi-joio Valentim da Silva Barrea, por
si e como hquidatario di exmela Urna Barroca &
Cairo e Brron 4 Medeiro-; juizes os Srs. Res e
Silva.Accioly, Canido Aleoforado e Olinto Bislo.
Foram desprazados o* embargos do re e- os de
declarado do autor; v.aaodo oJSr. Can l i lo Aleo
forado pelo recebimeoto destes e dsprezo dos
primsiros
A plido d.s Srs. deputados aarara-se os jal
garaeoUs dos segrales feitos em que sao paites :
embargante Jo- Flix do Rago, embargado Bal-
dumi Amando Freir; embargante Antonio Pinto
de Moraes Castro, embargado Manoel da Silva Ri-
beiro ; appelUne Manoel Vieira de Castro, ap-
pellado e Mudo c incordiarlo Joo Laiz Raogel;
embargtuie J r Joaqnira Gomes de Abren, em-
bargados a viuva e herdeiro de Jos Antonio da
Barros Wander'ey ; aupellante Bernardmi de
Sona Wanderiey, appellado Joo Lulz da Costa
Ribeiro. .
. Nao estando presente o Sr. S Leitao, nao foram
por issa propostos os feitos adiados oas seques
anteriores, entre partes; appetlanie o fallido con-
cordatario JoaqQim Francisc do Espirito Santo,
appellados J. de Salles 4 C. ; aopellante o Ba-
rio de Campo Verde, appellados os administrado-
res da massa fallida da Araorim, Fragoso. Santas
4 C ; embargantes a viuva e herdeiro de Custodio
Josa Alves G nraare, embargado Antoaio Ribeiro
Pontes ; appellantes os administradores da massa
fall.di de Man>4de Sonta Carneiro Pirapio, ape-
pellaiioi Billar 4 Oliveira.
PASSAf.SNS.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. des-
embargador Arcioli: Appellanle, Jos Goncalves
Pereira, appellalo Maaoel GinQilve< PereiraL-rai.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. des
embargadir Sdva Guimares :Aonellante o fal-
lido concordatario Joo Alfonso Torres, appella-
do Francisco da S.lva Cirdoso.
Do Sr. desemoargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares : Appellantes, IzidotfcBas
tos 4 C, a'peiiadis o aJmiai'iraljras la massa
fallida de Mar js Barres 4 C. -
Eacorrou- PUBLICACOES A PEDIDO.
4c$3o reclsorla Intentada pelo
lar. Miranda contra o Dr.
llanuel de B IBarreto.
i.
RAZOKS FINAES.
Era bem p.iuca oa o precioso terapo do senhor jolgador. se se propo-
les-em acompanhar os A. A. era todas as futilida-
des e dadueedes ecosadas, de que sobreoarrega-
ram suas ultimas allegacoes.
Dizeracsfutilidades e deducidos escasadas
por qae, fundaodo-se a presente ac?ao, s e prin
i-ipalm inte, no supposto tacto de lezo enorme,
lembraram-se os A. A. de ornar sen pedido de
faetei ootros, cuja improcedencia o simples bom
*eno contesta e repelle. Era todo o caso iro os
R. R. at onle firem forjados pela necessidade da
defeza.
1.
A reciso pedida pela presente acelo, < ffarece
como priraeiro fundamento a ailegaco de lezio
oormissima, imposta pelos R. R. aos A. A., era
virtude da venda > il-cimda pela escriptura de lis.
15, do terreao de mirioha sob n. 92, da ra da
Aurora. Esse prinvm fundamente, do qaal va-
ra is oceuoar nos, nai ple. sustenur a aeco, por
quaoto nao se acba cimprida nente provado, como
se pissa a demonstrar.
No intento de provarem, ao aesmo lempo, qae,
nao s o dominio ntil do terrena vendido aos R
R. valia raais do dobro do prego recebido, porra
ainda, que sesea venda fra i laqueada a boa (
dos vendedores, allegam os A. A. em o lerceiro
artigo de su? aeco a lis. 12, e ainda sustentara
em suas razors naes, que o terreno vendido nao
comprehendia fondos at a roa do Hospicio, sendo
qne por isso nalla e reseai.vI a escriptura a
ff. IS, qner era razo de lezo, quer em razio da
dolo da parte dos R. R. Para refutar completa-
rn me esse priraeiro e cardeal fundamento do pe-
dido, bastar historiara verdade do (acto, em har-
mona com os documentos existentes nos autos; e
addiciocar-lha as sevoras deduicoas do direito.
Nos escudaremos a deteza dos R. R., especiaimen
le, nos documentos, qae os A. A tiveram a booda
de de forufcerraos.
Os A. A. berdararn de sen pae e logro, o te-
en te-coronel Bernardo Antonio de Miranda con-
forme se mostra di s documentos de fl-. ti e 33 al-
gnns terrenos de marinha, comprenendidos entre
a roa da Aurora e Seve al do Hospicio, terre-
nos esses, qae at a confeece da pariilha, anda
nao tiaviaiu sido demarcados, nem os seus posa oi-
dores tinharn obtido o neeessario titulo d'af rama-
lo. Pretendendo os mesmos A. A. vende-los, os
offereceram a algumas pessias, qne os nao quiza
ram comprar ; porm al'ual, cenvencionaram ess*
venda cira os R. R., consultando os A. A. os La-
lo d'ifjramenio, aflra de saberem, ao eerto, o qas
possuiam e o que podiam vender.
Com effeito esse titulo foi lirado e o que se
acba a ti. 30.
Ah ee v, que o governo conceden aos A. A
por sforameoto o dominio til do terreno de ma-
rinha sob o n. 92, silo na fregus da Boaviiia,
em frente da ra di Aurora, eontendo 64 palmos
livies para edillcacio (fl. 31), limitando ao oeste
coro a roa do Hospicio (fl. 31), coraprehendidas
oe-:a exten jeeiadas, qne cortara a extenso do fundo da>F6
hracase 4 palmes, paralellamente a referida roa
da Aurora (fl. 21). Do exposto resalta, que na
data da concssso, isto a 26 da deaerabro de
18*4, e raesmo at o dia da venda, isto 25 de
abril de 1*67, os A. A. lmente M reaenaaceram
potstiras e foreiros dos 64 palmas do terreao,
constantes do titulo sopra mencionado, e as con
dirrdss do mesmo tialo, isto com fundo at
rita do H.spieio e de vendo ser airiressado por
.pairo ruM paralellas.
C nsalteraos agora a eseriptura de fl. 15. Por
essa eeeriptura, como j dlssemos, lavrada eaasig'
nada em 25 de abril de 1867, se mostra, qne os A,
{., aibaade perfeiumente a importancia e valor
jo terreno que. possuiam, hift-.ajajaa e meio, a
venderam ao priraeiro R coro djdfWfeo xpJiclij
de qae os fnniot eke3oam m 0i dn htpi-
/n {fl. 13 v.) 6 qae o traaaaisatran como o poa-
suiim, ao vinod* do etxaaemie moas da pre-
dcDeia da Sm de date obra de 1844 (fl. 16). Ora, mk
o que at aqni temos expendido encerra a raais
escroaalosa verdade, p \t; pelos proprio d.rca
cor.fessar, qie estes, propon lo aprsente aecao,
constituirn) como bate desea podiJo o mais qua-
liflcado dulo.
Em 25 de atril de 1887, dia em qtte, emnra, en-
eootraram os A. A. o R. para comprar-Ibes o que.
ba rauito tem o, em vo espara ram vender, ti-
nharn os mata os A. A. a eonvicco de qne o ter
rano por eHes /andido, liaba o fando atinente 4
ra do llospiaio a nao valia maitdo que a quan
lia de 4:400*.
Bssa convicto permanece e mantera se desde
aquella data a marco do correte aauo, e somon-
te igira poder ira as eonaas ser olhalas atravs
d'ura novo prtima I Teriam sido, por ventura, os
A. A. victimas de > na innocencia, od d'ura erro,
contra o qaal 1 le fulmine severa pnaiejo t Na 1
possivel tal sapposicao, por qae seria faier inju-
ria ao primeim A. qne, alm de ser quera tem di
rgido todo esas negocio, desde o sen coac 1, ee-
braa-lbemibllitarroes, qne Ihe dio ana borla e
um capello, para presumirse, qne podesse ser
illndido per n:i lodrrtduo, qne nenham eonbeci-
meato tem de nensa legislacao civil. A base desta
aeco o dolo d:sseraos nos : eis a prova.
tm geral tolos qaerera eolher mroedlaU) la-
cros dos capiti.es pe empragam, e d'aqai vaai o
arredameolo, qae lodos experimntala de ollocar
os seus recursos, era negocios, que apeis uff,-re
cem vanugen era um demorado faturo.
O terreno v ta Julo palos A. A. aterrado em par-
te para onle ioda nao havia corrido a eiilicicao,
6 alagado era arle, dio po-Jii s :r Cjbii;ido, t
lano assun, qie os proprioa A. A. erapeoluram
todas as forc 1 para vende-I". Os R. R. o compra-
rara para era paite dalle eJilcanm urna casa,
como elTeevamenta-edilicaram; porra, succeJea
do, qua, qaasi 2 aaoos depois da compra, se en
eorporasse una oompiotna para facer .0 transito,
desta cidale a de OhnJa, pir va f rrea, e qae
precisando da parte daqoelle terreao para suas
obras e Ihe pagaste por um ptco miis subido,
como sempn cosame em taes emprezas, d'aqn
nasc-ram todcs os movimentos da eobici, qae
desde entio 1 sem agitado os autores; e d'aqui
vem o pheoomsno de nao terem vlsi ajaelie qua
j exisi a, ou untes, a louca pretencu de regula-
ren) o preci de terreao pela importancia que, tere-
pos dep is Ja veo la, Ihe veiu dar nma circaras-
lancia toda accide.ntil eimprevjsti, sera se lera
brarera, que 9. lezao fuuda-se, essencialraents, n >
preco qae tinba a cous ao t-sropo di ven la.
V-se do exposto qae, bem longe da existencia
d'uma pretendida lezii e.nrmi-siraa, bem longe
da fraale empregida pelos R. R. para obtens
do terreno em tuesto, o que reaiti de t>Jo o
feito e especial mate, do reprehensivel proeeli-
mento dos A. A, r e uaiciraeats ura dilo, mas
qne, por raais uo fieirn os mesmos A. A., o u
poderam eocobiir. Ainla raais a lezo, crasidera-
da como fualaruento d'aeco, nao se acba jarldi
carnele prvida.
Vamos "emonsirar.
Aquellos, que tem estaladi o direito patrio, era
as anas tintes, sabsm perfeilaraente, que a ace*
de lezo eaorrue leve o seu primitivo assealo ao
direito romiao, (cid. liv. 3. til 38, lei 3' e liv. 4
til. 44, leis 2* e 8* e que dabi foi trau-ferila ptra
a-nossa legislagi (ord. liv. 4 tit. 17 in princ)
pela qual o legislador permittiu ao vendedor des
faier a veoda, sorapre que se achar qae aqu.'lle
foi engaado alm d'ametade do justo prefo. Te-
mos porlanto, qae, para poder existir loio enor-
me era ara contrato de compra e vala) inlis
pensavel, que concurran) ao raesmi lempo prova-
dos e fra de dovida os dius seguintes termos
I* o proco pelo quil a veodi f i falta, e i' o iusto
prego da cous assim vendida aotempo do Cin-
trlo, pais do contrario, seria impossivel delermi-
nar-se a lezo cogitada pela l;i.
O priraeiro loases lerraos, o prega d venli, e<-
t patento dos antos e sulllrienieme.nie provad 1
com a escrptira deQ. 15, visto que della se mos-
tra que o priraeiro R. compro aos A. A. o terre-
no era queslo pela quantia de 4:400*; porm,
oatro tanto se nao pode diter a respeiio do ^eguu
do terreno, isto do justo prego, ou do valor que
o mesmo terreno tinha por v. rdaleira e commura
iniimac_> ao lempo db contrato, conforme impe-
riosamente exije o cilido artigo.
Nao diiHcil a.demonstraco do que ac.bimo-
de enauciar.
Preteadem os A. A, qae a modida do justo pie
c> di lerreoo vendido ao R. R. dove aflrir-sj pela
venda que foi anteriormente (era 1356) feiia ao
govecni da provincia pelo Dr. Jai Maria Seve,
J lio da cuaba Magaluaes e outros, conforme o dj
comento da fl. 21 ; porem o simples bom seosc
brsta para descobrir nessa pre'eucio o raais for-
mal absardo. A Ord. cit. quer qae a lezo enorme
ou eoorroissim, seja determinada pela ditlerenca.
qae biuver ai.re o prego eirdctivimeate recebido
e o justo p"v'3, da cousa vea lila, ai temp do
contrato. Ora, se a compra feita pelo governo (fl.
21) nao teve lug.r ao mes.no te rapo em qae se ef-
f cooa (fl. 15), e se a respsito d -ssas duas vendas
os pregos variam ; forzosamente, qu;r urairelag'
as oocas dos contratos, quer em rdlago as ne
cessi lides, msios e posses des difftrentes compra
dores, 'fra de toda a davil que sena rera nado
absurdo, pretender,qae seja adraitliJ*, cono base
de jnsto prego do terreo) era qaesi), o valor psio
qual o governo da provincia, emumt extrema ne
cessidade comprou ura outro terreao, em lugar
differente e em difereate poca.
Parece pretenderen! ainda os mesraoi A. V. ti-
mar como baza de justo prego, exigido psla lei, o
valor pelo qaal os R. R. vendern) o terreno em
qae se acba actualmente situada a estago central
do caminho de ferro desta cidade d'Olinta, (do-
cumento fl. 20); porm esta preteogo seria aiada
raais absurda e menos dmissival do que a outra ,
por quinto, em primero logar, o contrato de ven-
da veriQeou-se em abril de 1867(0. 15) e a presea
te acgo foi prinosta 00 corrmie anuo (1870), e
picas bem iifferenies e dUlanles: em segando
lagar o sais miope v e conbece, que o prego pa-
go por uaia cora.oanhia para obier ura terreno de
que (era inJeclinavel precisi, nnaea poier ser-
vir de jurt bate aa valor real, oa antes ao ^usfo
prego d'oatro terreno, qua. por qualquer circums-
taacia imprevista e accidental, nao se acba n'a-
quellas cocdigei.
Por Unto, ainla par essi lado, desapparece o
pretend lo f andamento (alias essenclal) da presen-
te aego.
Segundo as diu r.nas eslabelecidas pelas citadas
leis romanas, qae regalara a lezio enorme o vi-
tar da cou'a nao estimado por simples apreciagn
das partes, ao contrario, elle dsve ser julgado,
confirme as circumstaucJas do terapo, do lugar,
da silaago, da qualidade e quanlidade da cousa,
de qae se trata. (Clef. des os RomatnesLerion).
Alera do prega convencional, exi-le um prego
real, quaodo se trata da justa apreciago Je urna
coasa, e i por isso, qae o jurisconsulto Paulo ee-
labelece o seguate priBeipio-P/a rrm non
ex afjfctv nec ulditate sinoulorum, sel commnmter
finounlur, principio seguido e defendido por Tro-
plong (ilomment sobre a venia).
A aego de lezo trasplntala tambera do Di-
reito Romano para o co'igo criminal Pranc, fai
abi, regulado o seu nz> da maneira expressa nos
arts. 1677,1673, 1679 e 1680, senda qae a pr^va
da lego nao ple ser ad mi inda se nao por ulga
ment, e quando aquella j se acbe constituida de-
finitivamente pelos peritos. Portaoto .'ja qoal fdr
a legislacao a qoe se alenda, seja qaal fdr a pra-
xista, que se consulte, ba de reconbecer-se que,
para poder ser propoiti, agitada Oevidamente jul-
gada ama aego de leso enorme, indispensavel
que esta (leso) seja anteriormente re;olada, ou
ffue se aprsente prova, qne torne a soa existen-
cia indispatavel e nio soseeptvel de contesta-
go.
E's o que se nao fez por parte des A. A. ; eis o
qae nao consta dos autos, e eis o que toma insub-
sistente o pedido e nnlu a presente aego, que nao
ple m sustentada pelo priraeiro faodamento.
2e 3-
O segando fandaraearo einfirms o arl 2 da
aegio Os. 12, e consistente em terem os R. R. obti-
do dos A. A. o cooseotimeeti, por erro era vina-
de de ama plaata falta, qae apreieotaram ; e 0
tereeiro em ter o R. cura o auxilio dessa planta,
tundido us AA. etc.
Felizmente a allegaco to falsa e mesmo lio
calumniosa que os A. A. aa deseobriram meios de
prova la. .
Em lodo it leito nao existe nm s documento
on outra afguma especie de prova, qae convenga
la existencia e apraeeataeo dessa pretendida plan-
ta. Nem essas Innmeras1 eerttdes, que foram
juntas n-aiterso, om essas graciosas respostas
dadas as, anda mais graciosas, cartas do priraeiro
A. fallara on ref-irem-se semelnante planta, e, por
isso, qaal a cancloso lgica a deduzlr de tal asse-
v era gao em jnizo, sem a competente prova?....
qae ella falsa, e, como ja dissemos calumniosa;
seado aiada por iaaoaarceedora de fundamente em
aada pode sasieaiar a aegio intentada, nma vez que
o tendo exigido a sapposia planta, ni poaia na-
ver o pretenso erro, Qa< ae allega, cono tercairo
luodaoteoto do pedid
O qoarto fundamento to irrisorio e, podemos
*z lo, to mil ciosa qoe por si ^, ciracterlsa a
ra|uiatada roa !, com que foi intenta !a a preno-
te accJ". Preten I-fin os A A. q te a*j* reaciulido.
o coacrato de fl. 15 por nio ter o priraeiro R. feito,
no dito contrato, menco do numero de palmos
vendidos, que foram 64, entreunto, qne apre-
sentiram-se veadendo a direceo da estrada d
ferro do Recife a Olinda 68 palmos, e- como consta
do documento de fl. 20.
E' preciso grande corigeo para formular seme-
Ihante allegaco.
Qaal a mi f possivel qae le possa dar oa falta
de declarag) do numero de palmos dterreno ven-
dido aos R. R. pela escr piara de fl. 15? Ess/i es-
eriptura menciona a venda do terreao de marinlia
a. Si, silo aa ra d' Aurora e constante do titulo
que nessa oceasio foi exhibido pelos A. A, confor-
me se acha expressamente a fl. 16.
Nesse titulo (qne o junio por certido a fl. 30)
se v que o terrena vendido pelos A. A. aos R. R
compreheodia 64 palmos, isto 6 bracas e 4 pal-
mos, conforta a declarag! fsiia a II. 31, e seo lo
assira, fra de dnvida qae, erabora a escriptura
de fl. 15 nio hija declarado o onraero de palmos
do terreno vealido, esse numero nao ple serou
tro seoo o declarado no ltalo passado p lo gover-
no da provincia,sestela e quatro palmos. Esta
simples dedoga mostra, com a possivel evidencia,
a improcedencia da prmetra parle da qoarto fun-
damento da aego. Varaos a segundi parte.
Os R. R., dizem os A. A., compraran) soraeate
64 p Irnos, e entretanto vendsrara a directora da
estrada de ferro de Olinda 68 palmos, como se raos
tu do documento Je fl. tO. L'.go proeedenm 0-
rae-inis R. R. com dolo, ven leudo aquillo, que t>
possaiim : I020 en vrtude des.-e 1 li. a venda e
jscripiura de II. 15 s) nullas: logo, toalmente, a
argo resclsoria e-i prorada I Re. Lente estro
piar de mais a pobre ligica I
Era priraeiro lugar os RR. declarara e contes-
tara que, elTsctivaraente venderam a directora da
estrada de krro do Olinda quatro palmos ae ter-
reno de raarinba, mais do qae os que compraran)
aos AA.. pela escriptura de fl. 15, e isso podiam
fazer, pirque esses quatro palmos foram requer -
dos e obtidos pir aforamento pelos Rlt., em virtu-
te do titulo de fl. 81, seado que por isso estavara
em sea direito indispulavel, transferindo-os a
quera bem quizesseni.
Era segundo lugar, quan lo mesmo ni assistis-
se aos Rlt. o direito qae, sobre os quairo palmos
de terreno em quesio, ihes cociere o titulo de
aforamento do fl. 81, seria possivrl, que esse vicio
livsse a forca.u'ioqumar a venia feita pelos a A
em virtude Oa escriptura ds fl 15 ?
Seria pre: so estir lour,o, oa ign irar os ma-
triviaes principios de direito, p.ra re-pon ler ali -
raitivamsnte, porquaolo, ainla quando a venta
los quatro palmos >raj!icasse, departe dos Rlt..
dolo, mi f, declir;i..'o proooaU) de eagaaar a di
rectora da e-trali de ferro de Oliuda, e, al Isaae
enorinssirai contra esta ; naia liuln ludo isso
cora a van Ja que se realisara eulre os AA. e os
RR., e por isso, nada poJia Lllair em prove) da
aego intentada.
Assim o quarto fundamento aaiquila ae por si
raasrao, e Jesappar;ce por sua pro ira improce-
dencia.
-5>
O quint) e ultima fandaraento, assignalalo pe-
los AA. era o 2.* art. do sua aegio, a fl. 12, le
tal Ostareza, qae sorasnta nel!e tocamos para cara-
pnr o dever Je aoorapaahil-o at a n lima era-
sequeneia do sia absurdo.
Ah referan se os AA. a ura falso saoposti, ji
aegado e cootestido, ist-a pretenden) que o pri-
meiro R. tinba couhecimenta de urna planta, de
cuja exi-iencia, coma ji era outra parto dissera a,
nao exi-'.e, era ai raeao, sombra de prova, e
a'abi tiram a iliagSo ds que es Rlt. t verara mani-
f-sta intango d 1 iliudir ais A A. N inca isso, que
so chima lgica, soSre tai acerbas tortoras I
Oa 03 AA. nesse faadimaiio filiara di arai
plautt especial a presentad! pelo primero R. ni
occa-ii di vend, ou da phau g-iral desta cida-
de levantada por pss-oa campeteule e app ov.di
poraolaridau taaben carapetate. Se fil'ara da
prlraeira eorre-lhes o dever -le onfesar, qus ella
nio existe ; oaexiste, e lenas o Jirel) da atur-
ra j! o, aouuiato os A A. do.xiram de provar' quer
por dicuraeutos, quer por testerarnhas, que essa
pretinilla planta Ih-s fis;e apresentada pela pri-
rasiro R. cirai al earaii no seganfo fundaraeato
Se fallara da segoaia, isto da plauta ofScial. di
cidade, ueste caso, a argraenlagia ni pola pre-
valecer era dl:re:er a ajenar resistencia, urna
vez que a jaetla planta existe nos archivos das
obras publicas e da cmara municipal ao alcance
le qualju r pi.soa qie a queira ver, exaraar e
estudar.
Portanto o qa9 vale ura tal fuolamrat) para
prova de IjIo e de iuiengil le iliudir a a'gaem?...
Eatretanti assira cono e pontos do ap.ro, cralos pelas AA. para susienta-
rm a sai preteagic I
Nada se ostenta ne tes autos tai repugnante e,
dizemos mesmo, tio ivprthea-ivel, codo a maaei
ra desleal e dilosa p'la qial preteadem os AA.
lalerpreiar, no arl J. di aegio, a escriptara de
fl. 15, qae prei-nlem annaltar. Nasse artigo, di-
zem elles, qae o terrea 1 de miriohi n. 92 por el-
las venliJo aos lia. ni lera fuios al a ra do
Hispicio, e smente at a roa da Uaio, sen lo qne
por isso, com m f, app.isiarara se os mesmos
KR. de todo o terreno intermediario entre as rua-
d'Aurora e Hi'picio.
Anoica e fulminante re-posta qae sj pide dar
a um seraefbiote arrojo de cynisma e Je m ',
chamar a aitenga do Sr. julgadar para a eseri
ptura de fl. la e transerever as segrales palavras
dictadas pelos AA. ao tabela qae lavrou o ias-
trumento que e les veniedirestso senhores e pos-
anidares de doraioii til do lerreoo de marinha
n. 93 da ra d'Aurora, freguetia da Baavista des-
ta cidaie com os fundos at a ra do Hospicio
paUvras estas qae protestam contra a artilosa in-
terpretago qae agora S9 pretende dar e qae dei-
xam a deseoberio todi a f pnica dos AA.
Nj inieresse de satisfizer as imprescreptives
exigeac as da juslig, Unce ainda o Sr. jagador
as vistas para a raesma escriptura a fl. 16 e para
o doenmento de fl. 33 c, eoti, c>nveneer se-ha
que os A A. recorreram at a mais formal e evi-
dente ma f I
Do primeiro documento ctalo veri que elles
venderam o ierren 1 de marinha n. 92 conforme
AOHvrrant por hcinga de seu finad') pae e sogro,
Bernardo Aui n u le Miranda, e 4o segundo, que
esse terreno- f.-i descriptoe parlhada no inventa-
rlo, com tendo p; ra lio Hospicio, sendo que, segundo a planta da
cidade, tem de ser utravessado do nascente ao po
ente por nma ra, e per quatro di sul ao norte.
Ora, se foi es.e o terrena vendido e se a escrip-
tara de venda (Je 11. lo), refere se clara, explcita
e forra! nenia a beranga pela qual os AA. houve-
ran o mesmo terrena, salla aos olbos qae a pre-
trago destes, frmala la ni 3*> artigo da aego,
nao pasea de urna dassas simplicidades que o di-
reito repelle e a moral foriemeote eondemna.
Ne desespero de causa, ainda recorreram os
AA. a um expel ente que, aos oihas mais desapai
xooadoos, revelara o supra umum da m fa.
Pretender os mesmos AA. que a venda nulla
e por consecuencia, aulla a escriptura de fl. 15
porque a procurlo da mulb-r de Arceoio (a fl
17) defectiva e insuflcieute, j por nao especia
lisar a cousa e o ponto onde se acha situada e j
porque, segando a legislacio vigente, trras e ter-
reos da marinha sao nou-as diversas I
A procuragao loprasitida snficiente a raais
que sonTcieaie para legitimar a venda, porque ella
contera e confere aaiplos e i limitados poderes pa-
ra vender trra ou yialquer entro bem qae a oa-
lorgante possna oa provracia de Pernambaco e
por bto est lora de davida a legtiroidade, com
que a mesma ontirganie foi reoresentada por seu
marido no contrato de II 15. Quaoto, porm, ao
vicio proveniente de nao ser Ierra, u terreno de
marinha, pedimos licenga ai Sr. julgador pira nao
responder a inauguraga deesa nova jnrispru 1ea
ca. Em t-do o caso, foret confessar qae, se.
por desgraga, a procaragi. la raulher da Arcenio
fosse InsnilleieDie e aulla, a mi f daqietles que
a apresenlaram, e especialmente a do proprio ma-
nto, nao podena aproveitar-ihis, a cao ser para
qaalifkago de pe- feitos bar'des estelionatarios.
Exgolados lados os ssas recari's, pastos em
execug) iodos os seos raeos, lembraram-se, era-
tira, os A. A. de mais ama prelenei nallilade,
proveniente de haver o A., Francisco X ivier Car
nsiro da Cacha M randa, vendidb, como propria,
coosa qoe pertencia a soa lilhi mem r Maria ;
porm, anda ease ardil Ibes cao pode aprovei'ar ;
por qaanto, da certidio de fl. 22 nao se preva qae
parte do terreao vendido pertenja, em virtade de
pariilha, aquella menor, caso em qne sea pal
ao poderia aliena-1 \ Mas, anda quaodo houves-
se partiiha e os ioteresses.da mner ss achassem
eompromettili'S ; ela venia de L 15, f a de da
vida que 03 A. A. o> paliam alleg r, ovm sus-
eesao essa falta, porque ninguem ple valer-si e
manos allegar, em sea favor, direito de tereeiro.
O qae, nsssa aliegaao, ha de raais ir.siJ, ins-
lito e repiiOiDte e ver os a V. aaanaarem, for-
malmente o confiado Francisco Xavier Carneiro
da Corma Miranda, de convicto ttteUknrtarm
por A/ii'.r vendido, cinto pnprio, m cana am ase
nio pertencia! e o qoe ex-r*ee a toda a erefa *,
Ius o mesmo Fraociseo Xavier (qae Agora enano
. aesla causa) seja o proprio qae aar lateras dio
desea ad togado (qoe o sen proario en bale)
venha eonfeisar ero Jai, que veadea o qae lee
nao pertencia e assim imprimir en soa froata o
siigma degradante de ara crime torpe e infimia:*
Nio somos nos qae o dizemos seo 01 A. A. a 0.
24.
Do exposto veri o Sr. ju'gider qae a* A. A. ao
provaram a soa lateoeio, minMUda em cada
uro dos pentos canti los no i.* art. de soa accio a
fl. 12 : nii a lesio enormissima, per falta de ara*
va do justo prec>, ao letapo da venda : oio prr
erro ou en?ano, porque tambero se nio preven a
aleg.;io da existencia de urna plaota. calesa
lirroasse o wro: nio falta de liraalidade aa aa
eriptura, pirque deraonstraraos corniola a tal
dencia, qae aqaelle intrumenio entero Udas as
declaracoes exigidas em direito. Portaale, e rre
de plano qae a presente aegio esti aaa ecdifeea
de ser ju'gidi improeadenle.
Antes de idrmos termo a este trabaros chama-
remos com empeobo, a atteocio do Sr. jaigakr
para a iaterfereucia indeb ta oeste proee*)o. eido
A., de Fraociseo Xavier Carneiro da Cu iba M-
rada, visto como, ao nio foram os R. R. aar
elle chamados a este iuiz, cimi se mostra da pe-
tigaa de fl. i, porra ainda oai dgnroa e le oos
art'go da aego, como s'evideoeia de fl. 12 ; sac-
do que por isso, nilli a sua intorfereoeia a aul-
lo ludo quaoto, p.r ana |)>rte, fi alIgaJo af-
ies aun-.
Justilui. Recife, 25 de jalbo de 1870. Dr
Aguiar.
Senlenga proferids em / instancia.
Vt tos estes auto* em qoe o Dr. J aqa Anto-
nio Carneiro da Cuaba Miranda e soa roulber, Ar-
cenio Antoaio Cirneiro da Cuaba dirarda e aaa
rauher pedem, que seja decretada a reteiso do
contraco de veoda constante da escriptura de d.
15 sendo os R. R. Maoiel de Rarr s Rarretto e soa
mulh r eonJemnados a Ibes laterrm entr'gadoa
terrenos, era enja posse eotrararo por forja *a-
queiu tsenptora. FaoJara os autoras o sea pe-
dido ; 1* na leso enorme, qae allefaro, a qa*l
torna r-scindivel a venda nos termos da Ord. liv.
4 tit. 13 ; i em terem os R. R. obtido o eoasea-
tonnnto dos A. A. por dolo, serviado-se ae au
plaota falsa da cidale ;3* ero nio se ter Uto
oa escriptura do contracto mengi do numero da
palmas do terreno vendido, o qaal foi aantati e
q uiro, s-Rundo o titulo -\ bido por elles A. A, e
vanlerera os R. R. sessecti e oito palmo* direc-
tora Ja 'rada de ferro oeTJiiada ;4* oa aH(-
ilciencu dos poderes eoof-ridoi pela mulb author Arceoio pela procaragii de folhn pi' a
vend dos terreno, sitos oa raa da Aurora oVsta
cilade, de que traa a referida escn.iura ;->
em figurar, orno vendedor, ni e-criptura I- I.
li Francisco Xivier Carneiro da Cuaba Minada,
o qaal ni tem parte algumi nos sneoconadus
terrenos, porra, sim a soa fl'ha menor, Mina, em
oome di qial o) poda transigir. D-feodem
os R. R coro a materia de soa c mtrariedade de fl.
17. Oque todo visto, examinado eaprecaJ)
liballo, coatranedada, documentos exibidos per
urna e outra parte, vistoria, raides flotes, etc.
!'. 'ti leran ti -ras ai 1 est provalo dos autos,
qae o terreao era qiesti valia ao tem^i di 9M-
iracti miis da dupla di prej pirjue foi vendV*.
ou qae fai veadida p r meis da roen le de sen
justo valor, o qua era esseaeul pira verflear-se
a existencia di lezaa enorme a I gala e ser deera-
lala a resclsa di caotrato nos ierra>s da orJ.
liv. i tit. 13 ; pi'quanto o prgi di c.mpr? f.-ii
pelo goverm provincial de terreis sitos na mes-
ma ra e o p-eg da venda feita dos terrenas da
tus se trati. pelos R. R. i directora di estrada
de ferro de Olila, constante* du dacumeat s de
fl 29 e 21 exhibios pelis A. A. pira pro .a da
lezo ailegidi, nai [.olera servir de bise pr de-
terminar o justo creco das terreos Vrolilo*. ite
, o prego ejuivalenta ai seu valor com mora, oaa
s pela dilTireogt de terapo, em qae se reilisarat
aquelles eoolratos, com > ainda porque para si de-
lerrainir o ja t) yn^ de a n tvreao e a-es-ano
aiteoder as circarastaoeias do lugar, da qua idaJe,
da oaaatMtde, etc.. e os tarreaos de ama roesnaa
ra pilero variar de prec coroi sa id do oeeato
d'cumeoto de I. 21, di qual eansta qae o g .ver-
ai provincial coraproa tarreaos as proxiroili I
do gyrrreasio parte a 60J>30 o pal no, parte a
,'JOJ)K) e qas assim timbara a prtei da vala dos
Ierren is feiia pHos R. R. a dfrectoria di --traja
le f-rro de Olfndt ola 1 le determinar o prega
dos mesmos terreno* a lampa do emirato, eons-
tmte da escriptura de ti. 15, cuja data i mu to
antemr a incorporago da eimpaohia daqusi;a
estrada de lerr;
i'.o i-iJerando qae os A. A ni) exhibirn ;
va alguma, aero doeamentil, nm tes erniinhal de
que o soa cinseotimsalo foi obtili pelos R. R. por
dala oa erro;
Considerando que a cireu o*ianeia allgala pe-
los A. A. de ni se ter declara!i na ccaptara da
ti. 15 o numero de palmas de terreno, qae se vea-
dea, nao implica anillide do eob'rala, aar-
quanto o objecto da venda foj claramente desigua-
lo, isto o terreno de miriala nn-nero 93 tit a
raa da Anrora desta cidite, alm de que o na-
raera de palmos est declarado 00 trato Je afori-
raeoto oblila do goveroo provincial; ai jnal se
refere .1 raesma escriptura e cansa de fl 33 des-
le autos ;
Considerando ainla, qae tamoea oa proce-
den! para a res'cisi do contrata a allegaga? da
qae os reos teem se apostado e volido naaior
pargo de terreno ou nm numero Je pilmos a-
perlir qae'l9 que eompraram i el'es autores
porquinf, di do com prvido u faca allegad*',
aos prejudicalos caha usar da aeci competente r
ni pudendo servir esse proco lmenlo dos reos ae
base para a resciso do coatrat >, ainda asesase
quando os prejudleados fossem os autores, aa
qiaes, nesta hypoibese deveriam usar de acrok
outra, qae nio a presente;
i'onsi Jerando mais qae a aegago de qae a
procuragi de fl. I7ni ciacedia os poderes aana-
cientes para a veod do lerreoo aestiooiJo, ai
procedente ; pirqoanto da m-sma pneoracaa
as pilavraspara vender trra* ou outro %med-
quer bem que tenka em ctmmum ton o se* martdo
na provincia de Pernambuco evidencia se ana
houve a coneessao dos poderes neeessarios para
elTeetuarse a venda, de caja nallidade se trata ,
nao seado assim atteodivel o argumeoto proJoz-
do peles autora, de que a proearagio r-fertda
concede poderes para a venda de trras e oio rara
a veoda de terrenos de marinha;
Considerando tambera, que a Lelo allegado de
ter Francisco Xavier Carneiro da Caoba Mirada
Sgurado como vende lor do terreao, ao qual nio
tmha parle alguma, mas sha a soa filna Harta,
nao pote aatorisar a resciso do cotrato ; p-r-
qaanto os autores nao po Jem allegar ero sea avor
direito albeio ; e o referido Praneiseo Xavier nio
ple ser considerado a oler na pre ente aegio, sea-
do a sua interferencia, pela proearagio de fasaa,
raaoifesiaraente aulla; porquaoto os roa nio fe-
ram chamados por elle a juizo como se eviieaeia
da pet-gao inicial de fl. i e do libello a folha ;
C nnderando finalmente que os autores oio pa-
liam ser ouvidas em jaizo sotes de proeedereai
so deposito de tuda qnaoto receberam, ero
do contrato, coja resciso pelem (lei de 31 de
de 1774, P.rrira e Son, proeesso civil nota 291;
Cdlho da Rocha, direito civil ediegao de I8H {
725) e o raais qne consta dos satos jalgo im-
procedente a presenta aegio e eonderaoo os amo-
res oas castas.
Recife, 20 de abril de 1871.
Arminio Coroliam Tacares do* SanUs.
(Continuar se ka).
Ailiaaca, 14 de junho d*
1872.
H intem ebeg a nesta povoago a prafeesora na-
blica D. Aona Clementiaa de Soa Barros, a
ab io sua aula boj*. Parece qae a actual pro-
fesa ra permanecer pr maiti lempo neta no-
vjagio, onde ha roais de aa anoo tem estada a
cadeira sem ao meos ama professora interina,
porjae as oas antecessoras s qaeriaa o bao
proprio, e nio o bem publico, i ezcapco da
Exraa. Sfa. D Joanna Carolina da A rao jo rgaei-
rod -, qne tenlo ido tratar da soa sanie oo Re efe,
foi removida pira outra cadeira Murieaton am-
ias aluraaas, e esperav enio fechar a oaatrieaia
cim quirenta e lanas alamos*. Coaaadaloa a
sy npaih.a geral, e reron-se denando e Itvaado
mailas siodides.
COMMERCIO.


*
Companhia Paenix Penii*m-
bucanti*
I.ma riscos marimos en mercadoriai, traa*,
ll[6JVfl


-

k
dioaeiro risa e finalmente de qoalquer nato
reu, eni vapore!, Daros a vala oo barcacas,
premio; iniito mdicos: i ra do Commercio nu-
mero 31.
SECIRO G0JVTR4 F060
Tbe Liverpool 6 Loodon INSURANCE COMPANY
SAUNQERS IIROTHERS &
11Corpo Sintoj11
C.
Royal Iosurnoce Compiny.
Reail cooipiuhla de segares
e tires e Liverpool.
IIAPITAL
2,000,000 Obras sterlinas
ou
20X00:000*000
'. G>m aotorisuca) di governo.
S'gor.i centra oriseede fugo, cas-s, fazeudas,
a. qualquer outra espeje de mercaJora.
O agenta oesu provincia
J. 00. Doyle.
38 Ra do Commercio 38
N. B. Pam segares de vida da pessoas livres
qua a companbia tomar em saa sede era Londres
en Liverpool, o mesno agente servir de corres-
pondente, reoebe as propostas, reclamacoes e pre-
mios do seguros das peno as aqui residentes pira
transmit ir a eoropanhw, e entregar aos segurad
so respectivos litlos.
Silgaros contra-ogo
C0M1>ANHIA
NORTHERN.
!........20,000:000*000
rondo da r-serva .... 8,000:000*600
Agentes,
.Mills Lathan A C.
Seguros martimos e
terrestres
A cumpautua Fidelidade de Lisboa, toma na
saa agencia em Pernamhueo, segaros martimos e
terrestres, dando nestes ltimos (Jabaixo de sna
oiesma resp rasabildade) o stimo anno gratuito
ao tegaraio : n. 44, roa do Marqtez de O inda
o. 44.
PRAGV DDREC1FB 16 DE JLHO
DE 1.872.
ai 3 I/) HOIIS DA TARO!.
Cotacoes officiaee.
Atgodio1 surte 749 re, por kilo.
Ag3iaj-de Goyaona 1' orle 735 rs. por kilo.
r.J. Pinto,
Presidente.
Dubourcq,
Secretario
ALFANDEGA
RendiraMiio Ji dia la lo. .
Id'B do dia 16 ,
Pechadoras S eixas a Rabel :o.
Gal8as 1 caixa a Atetado Maia a Silva.
Imagen. 1 caix i a J. da Sonta Maia.
Mercurio 1 caixa a N'elto Campos.
Objetos diversos 5 caixas a Ribaik, 3 a Cas-
tro Soares.
Papel 11 caixa a Castro Sures. Pirsiana 1 vota-
me a Rodrigues Irruios 4 Galanrn*. Pregis 40
barru a-Rabeilo.
j T^ff'VMM Ababhja, viuda da Ilha
ae d. Miguel, consignada a Ftrreira de Almieda A
C, mantftutou :
mineral 1
caixa a Campiano 4 Cor
tonelada* aos consigaa
aAtj-
373.0131493
34:7441341
609:759*834
Oescarregim boje 17 da julho de 4871
BrigaeiogletA B.rca iagltizaKedronvark generes.
Pataeh) pirtuguez-Fanta-idem.
Eicuna ingiezaRoyal Aren dem sobre agua.
Barca ioglisa David Anderson farello para
arnesira.
fiarea portugajaaArateavario* gneros.
Biigue poriuai)z-t;uwo-idem.
HdQdimen'. do
I laaj do d 16.
CVPATAZIA DA ALFANDEGA
dia 1 a 1!.
b:9oJ/435
9131582
7:869*018
SAHIDAS DE MERCADURAS.
Voluaies satiiios cora fazenda 193
liara iJa;u ica\gneros diversos 237
Somica 450
IUi|>is-l*t'o.
Patacho Irasikiro Veloz, vindo do Rio de
Jincho, consignadoa Ftrmndes & Irmaos, ma
m/estou :
t:f 200 sarcos a Fa.-ni.udes da Costa, 106 a
Gio^lves Bsltro, 102 aRdrigaes Msodes, 102 a
Si ir da M ata, 50 a J. J. Leito. 30 a J, J. Alves,
30 a Risa & Irmas W ? da Cta Gairoa-
tiss, 40 a A inss Jaedme, iO a Prisco Bsrbosa, 30
ordem.
Fjno de 3. ?edro do Sal 23 firJos a Oliveira
F ineeca.
Mu-as 10) mas aos consignatarios.
Pairas de marmore 61 e 5 caixas a P. A. da
Suva.
Pdina 100 (arios a Pinta GuiDaraes.
P Agoa
deiro.
B irrieas abatidas 14 volaares aos consigoatarios.
Bataus 110 eafxis aos metmot.
Carvao de pelra 100
taos.
Ligedo 1,228 peras a A. J.Partido, 134
gasto M Machado.
Mi 98 casaos aos consgannos.
bjacios diversos 23 v ilumes a Maomson da
Parias, 3 a A.J. Fuado, 2 ordem, 1 a Angosto
M. Machado, 1 a Oliveira Miranda, 1 .a Soota
Reg.
Peixs salgado 23 barricas ordem. Prxs vi
vas 2 bjiSssa Cordeiro La, 2 a i ># i. T*jso.
Presumes 2 eaixas aos consignatario.
Vergas de pedra 255 a J I. da Avila.
Despacho de exporlago no da 15 i>
julho ^de 1872.
Para ot portos do exterior.
Na barca franeeza Ftgaro, para o Havre,
carregaram ; Keller & C. 551 saceas com 40,523
kilos de algodo.
No vapor ioglez Elf, para Liverpool, carro
garam : E. R. Rabello & C 100 saceas com 6.694
kilos de algodio ; Rab.e Schmettau & C 9 ditas
cao 85 ditos de dito.
No brigae ingles Mary Catherint, para o fiio
da Pranvfiajrregiram : Aworim Irmaos C 450
barricas com 34,326 kilos de assocar branc >.
No pailebote brasileiro Rpido, para o Rw
la Prata, carregaram : Araonm Irmio i C 649
barrios com 73,285 kilos de asaooar braoeo.
No patache americano F. a. Jennings, para
o Rio da Prata, carregaram : P. Cvaeiro & C.
100 qaartos de birricas com 3,589 kilos de asso-
car braoeo.
No brigae portugus Triumpho, para o Par-
to, carregoa : A. F. Martina 1 barrica com 111
kilos de assocar branc i e 1 dita com 63 ditos de
farioba de mandioca.
No brigae ioglez Reieast, para o Caasl, ear
regaram : Jjhnston Pater 4 C. 400 saceos com
30,000 kilos da assucar mascavado.
No navio porluguez Ceres, para o Pono,
earregou : J. Biptista Moreira 101 couros seceos
salgados com 707 kilos.
R3CEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
tendimento do dia 1 a 15. 30.377*732
dem do dia 16...... 570*664
presidenta 4* provincia, de f do correte met,
manda fazer paMfao qaa vai Mvamaala 4 prafa
oa dia 18 da joHm prximo vMosko, para aar ar-
rematada por jaiea por meaos fizar, a obra do
rebaiameato da ladaira do Timb, ara aatrada da
Victoria, coj orcamealo teodo sido reconsiderado,
daoo elvalo a 9:9000000, a sendo a arremalaoao
feila son as elaosolas especiaos j annoiciadas.
As pwsoas que e propoawem easa arrema-
lacSo comparefam na sala das sessSis da referida
janta, n dia cima mencionado, palo maro dia, e
competentemente habilitadas.
E para coosur se mandn pobkear o presente
pelo jornal.
Sacrelaria di tbesonraria provincial de Psrnam-
baco, 17 de janho de 1872.
O offleial-maior,
Miguel Afflnuo Ferreira.
30:919*396
CONSULADO ;pRoyiNaAL.
isndimento do dia 1 a
,'duui do dia 16 ,
13.
100.494*866
2.273>545
10.-768*4 II
M0V1MENT0 80 PQRTD
Navio entrado no dia 16.
Aracaj e portos intermedios7 das, vapor
brasileiro Jaguaribe, de 459 toneladas,
coaMDaodaote Goilharme de astro, equi
pagers 26, carga algodio e oatros gane-
ros ; corjapaDhia P(jrQarabiKarja.
Navio saludo no nusmo dia.
Rio da Prata-Brigne ioglez E. A. Carring-
ton, capitio I. Sarrcbet, carga asacar e
agurdente.
EDITAES.
P^la jospectoria da alfandega se faz
publico que, nSo se tend efldctuado a ar-
remataca.) de 16 barricas de barrilba. ex-
postas a lei!5o peloj editaes os. 1 e 6, de
novo se de:lara que a venda das referidjs
mercaduras ter logar as 11 fctras do dia
19 do correte mez; previniado-se que nos
termos do arl. 310 do regolamento de 19
de setembro de 1860 ser) vendidas as
mesmas mercadorias englobadas ou em pe-
queos lotes como convier mais s parles.
Alfindega de Parnambaco, ir> de julho
de 1872.
Servindo de inspector,
________ Pedro Lopes Rodrigues.
O capitio Antonio da Rocha Accwiy Los, jota
de paz rnais votado do 1* districto da fragaaxta
do Poco da Panella, em virtude da le etc. ate.
Paco saber qua, aehaodo se desigaido o dia 18
da agosto proxuBo vmd^uro, paca- aa proceder a
eleiclo dos eleltores que taem de eleger o depa-
tadas S asaembli geral legislativa, par baver sida
por S. M. o Imperador dfsselvida a cmara dos
Jeputados, e de cioforaxidaie com as ordans da
Exm. Sr viee presidenta dn. provincia, que me
firam commnnaradas paia- caanaia mnaicipil daa-
ta ctdade, convoco os eloitores a snppjaatas danta
(ragnezia i cotnparecaremas 8 horas dasaanna
Sd snpradiio dia II da agosto, amo corpo da gre-
ja nutriz f>n frfgaftiir. am de se organisai a
m-ssa parochral, iaeorrando os qne deixarem de
eatnpaieoer sera motivo legitimo na malta cora-
minada oo art. 126 50 o. 2 da" lei n. 387 de 19
de agosto de 1946. Assim tambem convoco os ci-
dadjs qaslihcados votantes oe qne coraparecam para darem seos vates.na forma
do art. i00 da mesma lei, observando que nao se-
rio admHidas as sdalas dos vetantes qoe nao
comparecern! pessoalmeote, e bsm assim as qoe
poaiiveram uarnes riscados, alteradas on sobsti-
laidos por oatros, como expressamente declara o
art. 59 da dita lei.
ELEirORES.
Os Srs: Dr. Antonio Joaqoim de Moraes e Silva,
capitaj Joo Laiz Vctor Lieutbier. Maaoel Jos
da Paiva Pinto, Pelippa Daarta Pereira anior,
Tneophilo Alves da Silva, Joa Paulino Ribdiro de
Melle, SabasHio ACTjnso do Reg Barro,, espita j
las Cimetlo do Reg Barras, tente Jas Fran
cisco do Rega Barros, Gardioo Tearntoch Cabul
de Vasconcelos, tenle Francisco Carneiro Mon-
teiro. Francisco Cosario de Mallo Reg >, Antooio
Lins Caldas. Aat inio Jd- Gomes do Correio, Joio
Fiancisco do Reg Maia, Dr. Jjs Bernardo Galvio
Alcofjrado, capitio Jas Cesarlo de Mello, capitio!1
Antonio da Racha Accioly Lioi, Dr. J do Galvao Alcoforado Jnior.
SU P PLE N T ES
0**i.: Sirapiao de Mello Caraairo, Manoei
Francisco Coelho Jaoior, Joaqaim Ignacio da. Coa
la, Antonio Flix Maciel, Beoio da Rocha WanJer-
ley Lins, Jos Gregorio Piola, FraneUc.) da Paula
Machado, Cnristiaoo da Gama Lobo, Maaoel Car-
neiro Rodrigues Carapello, Antonio de Paula Ri
beiro, Aotaow CamiHo daOtsta, Jos- Franeiseo
Pinto, Praneiseode Holanda Chacn, Roiendo Ma-
ximiano dos Santos, Joo Venancio Machado da
Paz Jaoior, Jos Maris de Millo Jnior, Manoei
Joaqun) Carneiro Montelro, Leopoldo do Reg
Birro3, Francisco larmogenes Correia de Alba-
qorqae, S-bastiao Corris de Albuqnerqne.
E uara que ebegua ao conhecimenlo de todos
mandei passar o presenta que ser afinado nos
logues mais publieos desta fregaezia e publicado
pela imprensa.
Poca da Panell 10 de jitbo d 1872Eu Ma-
noei Francisco Coelho Jnior, escrivio de paz qaa
o escrevi.
_____________/^Monto da Rocha Accioly Lins.
A cmara municipal desta cidade z
publico, para conbeciaecto de qoem inte-
ressr posa, gae por frr;a doaiso n. 2S8
do ministerio dos negocios da fazenda de
27 de jottho de 186o ficarao pertencendo
ao moiicrpio do Recife os foros e laude-
mios sobre os.terrenos de manaba qne an-
tes eram pagos cmara de Ol nda, e pele
presente convida a todos os pjsseiros dos
referidos terrenos a, apresentarem seas t-
tulos para serem deviiiamente registadas.
Paco da cmara municipal do Recife 3 de
jolbo de 872.
Ignacio Joaqoim de S)aza L"2o,
presidente.
Angosto Genuino de Figaeiredo,
ofjial maior servindo de secretario.
liaren ingieza Dayic auteiso. rinda de
Montevideo, consigna la a Garcalho A Noguetra,
mtntfistou :
Farello 2370 mesas aos consigaatarios.
i!.]" 'il'-efiHo Fav.vv Siippckik, vindo d
-eUe, contigiah a Tisset Freres, manifestou:
Azailo d--< ol "jira 16 ciixas a Bruaj 4 Govo.
GorvaJa 10 o.iixat aos onsignaurits. Chapjs
1 caix i a Bu ) 4 Giovu. Couros 1 caixa aos
masmos.
Mann 3 caixtsa Burle 4 C.
Penes 1 cixa a Bruno 4 G:ovo. Perfumaras
i caixt aos rae.-jios.
SilpicGes I caixa a Braco A Giovo.
VBb) braneo %)6fl, l,l.)5 e 64010 sjs coa-
signis ros, 3 jarra a Pereira Lems.
Patacho pzrtujaez Fausto, cuido do Rio de
laniiro, cmsigaaio a Jos da Silva Logo A Fitho,
man>festn :
Barricas va?iss 310 aos cmsignatarioi, 3001 a
Jji i Licio 4 Fiid.
lalo 104 sac;os aSiuz Basto, 103 a Soires
Primos, 101 a Lmi & R-sis, 100 a A. F. Corga,
lO a Cista Aojo, 50 ordsm, 3J a E. E. Je
Miraos. 23 a Palmeira.
Fariaha ds trigo OJ barricas a Daarte das
Nave-.
Pipas vasias 150 ordem
Brigue por.nguez Ux ao, pimio d) Porto, con-
signad) a harer. Primos, n.amfeslou :
Arcos 35 rodas aos cjusigaaunos, 320 a Gon-
caves Biltrio.
Citcado 1 caix i a Caoba Gaimaraes. Cirne de
porco, 2 caixis J. R. de Paria, 5 barris 5 cai-
xas a Gande* de Araojo. Capact** 2 (arJ.s a Pd-
rea Vaona. Ceifs 20 prdej. Cjrda de iinho
10 fardos a Frag i A R >;na.
E'cjvas 1 ca n a D. tonaira Bisto.
Fsrragens 2 barricas a Silva 4 Alves, 6 conhe-
tas a Ribe'io, 1 u Fdrnaodes da Caha, 1 caixa s
Moateiro Gregorio, 3 a Fjrriira G limar s. Fi-
guras de birro S caixas a GTfJer\> LiUV. FogSas
de farro 2 aCarvaino4 Nigneira.
Inagens 1 ea >.* a Alves Ferreira, 1 a Parante
Vunaa 4 i,
L-nbo 2 caix i Cosu Maia. I/nhr, penles ale,
1 caixa a M ratei-o G.vgor.o, o a Basto Oliveira.
Mibiiiaj 21 volu-oes aos coosigiatarios.
Coletos para ifrej>s l cana a Caofea Iraaoi
4 C.
Pajitos3 esixaii a ftcaga Gomas, Pene 2 bar-
ricaa a J. F. l'aq tete. Peai-s i caixa a Nanas da
Foneeca Pe iras 5116 ord Pomada 20 cuntales sai consignatarios, 40 a
Paraira 4-Incaoi. Prag is 10.barxisa Cinalxto 4
Noguera, 24 a Rbello, 21 ..Fernandas da Caoba,
10 a Ferreira Gaisatl is.
olhas 4 saceos a B.aga L ornes.
Vasaj e oatros obj-etts pira judos, 37 eaixi
a Cirvalho 4 N /f,neira, 32 a Pereira A irawj.*, 23
a J. A. Pereira. Violi > 10 p.pas e 13)3 a B. C. de
RMeade Reg, ?1|3, OilO u 100 caixas a Ramos
Peisat*. 30,3 a G )mts e Coatk, 2J|3 e' 50|10 a Ra-
fcaiio, 8(4 a Lapa 4 Pnnws. I|4 a M. Soiws Pi-
chairo, 3,8 a 2-3 caixas a Iiidoro B. de Oliveira,
t0aJ. G)oc.ile, 12cx.sa Oliveira Filhis,
HO s Pereira C-roairo, 50 a Mmisiro Gregorira,
(00 a Aquioo Foiseaa, 06 ..rdeas.
Aterascriao
Calcado i caix t aR.lngui Umln 4 Ga.au-
riea, i
CONSOLA00 PROVINCIAL.
Pala mesa do consulado provincial se faz
publico qne no dia 23 do correte se hSo
de arrematar oa porta desta reparticao as
H horas do dia ses3enta e otto caixinhas
com doce de goiaba avallada; por 5Si5SOO,
e seis cadeiras, orna marq'i za e orna ban-
qiinba de amarello, por6IjWO0, app-eben-
didis pelo feitor cooferente Jo5o Baptista
do Reg a Oliveira & Bezerra e Manoei
Djarte Lopes de Vasconcello?.
Mesa do consolado provincial de Peroam
bujo, 16 de jalho de 1872.
O administrador,
Antonio Carneiro Machado ios.
O capuao Jjs Pedro das Neves, Jais a paz mais
vatado da fregaezia do S. Fre Pedro Gincalves
da cidade do Recita, e presidente da masa paro-
ehia! da mesm i fregaezia.
Fac saber qae tenio S. M. o I operador dissol-
vido a cmara dos depotidos, por decreto o. 4965,
e mandado convocar outra por decreta n.. 4966,
de 21 de raaio do corrate anno para o 1 ds
dezembro deste anno, dasigaandj na forna do da-
red n. 40, da lei n 387 de 19 de agosto de 1846
o dis 18 de agosto vind-nro para proceder-sea
eleicio dos elenores, convido aos eleitores e sap
psales a coropareeereal as 9 horas da nnnaa
Jo refer io dia em o corpo da matriz desta fre-
guezia adm de orginisaren a mesa parochial, fl-
canlo os que deixarem de comparecer "em can-
sa just'fliala sojiios a multa, conforme determina
* iei ; convido igusiuiente os votantes desta
freguena a oonparecsreai e votarera na fjr-
ma do-artigo 100 da referida lei em 23 cidedaos,
aumero este de eleitores que di esta fregueaia;
declaro igualmente qae a chamada dos votantes
ser feila pela qualilicago do correte anno con
fjrme determina o aviso do roinisterj do imperio
de 10 de juoru do correte anno.
ELEtTORES.
Cipitao Jos Peiroda Naves, Dr. Antonio Gi-
mes Tjvares, commeadador Joao da Caoba Ma-
galhes, Jos da Suva Lo o Jnior, Estevo Jorge
Biptista, Manoei Fraaciaeo Mirques, J>j Mar-
ques Corr3, Ana-tacio Jos da Costa, Hercnla-
oo Jos Rsingoes Pinbeiro, Manoei Estanislao da
Costa. Francisco Joo de Barros Jnior, Bernar-
do Ferreira Loureiro, Baltbazar Jfl dos Reis,
Antonio Rutl.io de Andrale Luna, Manuel Mar
qats da Abren Porto, Joaqoim Aaastacio da Ca
aba e padre Migael Vieira de Barros Moreira.
SUPPLE.VTE3.
Francisco Jos Jayme Galvo, Jos Pedro dos
Santos Neves, Joaqun Mauricio l/ns, Jos Laiz
Serra-Ct vale tala, Gaocalo Rodclgues ce Alaieida
Leite, Chrstovo Januario Vieira de Barro*,
Elaardo Duarte Kodrigaes, Jos Mara do Reg)
Albaquerqae, America Vaspacio de llilland* Chi-
con, Pedro Jos de Siqueira, Manoei Jos Din-
tas Juntar, J'i Jiao/iim F*rnaoJes, Manoei n-
qnim da Silva Ros, J io Looreii;) Pereira da
Cosa, Maaael J .s di Fooceea-M.cz, Sikvino An
toaio Rolrigass, Francisco Pernaodes de Mello.
E par* eonbeoiuMato- dos eieKjres, sapphrntei
a votjRius maadai paisar o presente editat oo*
ser afflXala oo logar do costme e publicada
pola impreasa. '
I)do e passado nesta fregaezia do Rseite, ao*
13 ds jolho de 1872.
En, Inoocencio da Caoba Getina, serivift a
escrevi.
O juiz 4> psiipnattenta,
Jos Pedro das->WM.
O Illa. Sr. inspector da thasoararis. provin
ciaL ees comptiawnto da ordem do Exm, Sr. vica-
= O (Uto. Sr. inspector flathesouraria previo-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da proviacia de 27 de maio ultimo,
manda fazer publica qne no dia 5 de setembro
pnximo vinloaro, pirante a junta da fazonia
desta tbesooraria, se lavar pregao, para ser
arrematada por qnem por menos flier, a obra da
3* lanco da estrada da Mnnbeca, oreada em
19:230*, e sob as clausulas ospeciaes abaixo de-
claradas :
As pessoas qaa se propozerem a essa arremata-
cao comparecam na sala das sessoea da referida
janta, no da cima mencionado, pelo ineio da, e
eompetentem mte habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Peroam-
buco, 6 de junho de 1872.
O oHloial-raaior
Miguel Alfonso Ferreira.
Clausulas eepeciaes.
As obras do 5o Ubco da estrada da ramifica-
cio de Muribeea sarao executadas da conf jrmida-
de com a respectiva planta a orcamento no valor
de 19:230*.
2* O arrematante dar comee) as obras no pra-
so de ara mes e ss concluir oo de oilo, aobos
contados da data do contrato.
3* A insportanca dj contrato ser paga em qua-
tro prestarles izuaes, corraspjodenlo cada ama
a 4 parte da obra letal.
4' Em todo mais qoe nao vai especificado oas
presentas clausulas se observar o regulameoto da
reparncao das obras publicas. Cootortiu
Miguel Affooao Pcrraira.
O llm. Sr. inspecior da thesoetraria provin-
cial, em eomprimento da ordm do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia de 27 de maio ultimo,
manda fazer publico qae no dia 3 de setembro
prximo viodooro, perante a junta da fazenda da
mesma tbesooraria, se levar pregan, pira ser
arrematada por qoem por menos zer, a obra do
4* lanco da estrada de Muribeea, oreada em
14:190*, e sob asclausalas especiaes abaixo de-
claradas :
As pessoas que se propezerem a essa arrema
taco coraparecam na sala das sessdes da referida
nota, no dia cima mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se maodou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
aambnco 6 dejunbo de 1872.
O ofQcial maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Clausulas especiaes.
Ia As obras do 4* lanco da estrada de Muribeea
oa Unoortancia dn 14:190*, serao externadas de
cooformidade com o orcamento e planta appreva
da pelo presidente da provincia.
2* O arrematante dar principio as obras no
praso de nm mez e as concluir no de oilo mazes.
3' Os pagamentos sero effectuados em qualro
prestarles ignaes, correspondeodo cada oro* i
4* parte da obra exeeutad.
4* Era todo- mai! qne nao vsr espsorteado se-
gnir-se-ha o qae dispie o regolameaio de 31 de
[albo de 1866. 4
Conforme
M. A. Ferreira.
Camboa da Boi-Vigem serio exerotadas de eon-
formidade com a planta e nrcameoio approvado
16 88* ttre*"" ta**,M-i V.......
1* O arreminte dar eooeci is obras no pre-
sa da nm mez, e aa eoacloira no de 1 anno, ambos
cootidoa da data da approvacio do contrato.
3," A importaoeia da arrematarlo sera dividida
em qaatro pmueSaa igoaes, sendo paga cada
aasa aTella pwapwfin aae o arraautaata litar
exeeatado nana qaarta parta da obra.
4. Ka todo asis qaa nao m aeba especineaao
oas presentes claasulas aa observar o regola-
meato de 31 de jalho de 1866.
Conforaaa
_______________tl#f Ayoyairr*ra.
Ilim. Sr. inspector da tbesooraria proviocia
sm camprimeoto da ordem do Bxra Sr. vfce-pre-
danta da provincia da 7 do owente, manda fa-
ter publico que vai novameate a praca no da 8
da agosto prximo viadonro, pan ser arrematada
a quem por meos -filar obra do segundo lanco
2i^2 d* Ua' CP*ira* orSaa ea>.....
22:000*000 sob as clausulas abaixo copiadas.
Al pessoas qae se propozerem a essa arremata-
do Cdaaparecim na sala d is sesses da referida
laata no dia cima meneionado, pele meio dia e
competentemente hab lidas.
E pira constar se mandn pnpliear o presente
pelo jornal
Ssieiaria da thesooraria provincial de Peraam-
baco, 10 de maio de 1872.
O offlcial-miloT,
Mtuel A/fonso Ftrretra.
^y>ti. Clausalas especiaes.
I
. 0J2li,nilj llD5> ** r 0 Un Capoeiras
**2.rW metro* de extencia na importancia de
tVWOfMo Mr executado de conformtdade eom
o respectivo orcamento e desenos jaotos, appro-
vados pelo presidente da proviocia e instraecio
do eogeoheiro encarregado da flscalisacao dos tra-
baitMS.
t-
O arrematante dar comeco aos trabalhos no
prazo de trinta das, e os concluir no de dezoito
mezes coudos ambos da data do contrato.
3.-
O trabalho ser exeeatado a partir dos dous
pontos extremos para o centro.
4>
Os pagameotos serio fetos em seis presucoes
igaias, correspondenie cada nmi a nm sexto da
imp.jrtanea 'otal, quando os trabalhos exeeutados
corresponderem a essa quan:ia.
5.'
Era. ludo o maia qne aqai nao vai especificado,
seguir-se-na o qne a respailo dispoe o regnlamen-
'0 13.31 da jaiba de 1866.
Conforma,
. _____________Miguel A/fonso Ferreira.
O Illm. Sr. inspector da tbesooraria provin-
cial, en, eurnprrmento da ordem do Bam. Sr. ore-
sidenie da provincia de 3 do rorrete, manda fa-
zer publico qoe, no di. 18 de jnlho prximo via-
donro, perante a jaota da fazenda da mesma the-
souraria, vai nova men praca para ser arre-
matada por qnem por meaos fuer, a obra dos re-
paros e alguns melboramentos de que necessiu a
cadeia da cidade de Goyaona, oreada era ......
2:078*125 rs. e sob as clausulas ospeciaes abaixo
transcriptas.
As perseas que se propozerem essa zrreraa-
t*?So" coraparecam na sala da3 sesees da referida
unta no da cima mencionado pelo maio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar se maodou publicar o presente
pelo jornal.
. SeeretarU da the-onrara provincial de Peroam-
boco, 23 de junho de 1872.
O oflicial maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Clmalas especiaes,
1." Os reparo3da cadeia de Goy.ona na impor-
tancia da 2:078* 125 rs. terao executadas de con-
formidade com o respectivo oreameoto.
2.a O contraante dar cometo ai obris no pra-
so ds 8 das e as concluir m ds 3 mezes con-
tados da dala da approvacio do contrato.
3.' O pagamento da importancia da arremata-
cSo ser feto em 3 preslac6es, sendo a primeira
quando tiver come^ado a obra ; a 2.* quando
honver Jeito metade dos reparos, e 3. quando
conc!u-la<.
4' Para o mais que nao se acba especificado
oas presentes clausulas se observar as di.-posi
toes do regulameoto de 31 de julho de 1866.
GoDlorma,
li. A. Ferreira.
Casa terrea n.
Sobrado a. 10
Rbl da Soledade.
71.....
Roa da 9. Jorge.
96*000
240#00
Roa larga do Rosarte.
Tereeiro andar, n. 24 A.....
Loja do meioo n. 1. B......
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Madre da Dos
idsm n, 8.........
Roa da Moeda.
Ca terrea n. 21. ,......
Traveasa da Madre de Dos
Caa terrea n. 23........
Ro di Cacimba.
Casa terrea n. 2.........
Roa do Encantamento,
Sobrado de 2 andires u. 9 .
Ra da Somalia Velba.
Sobrado do 2 andares u. 134. .
Ra do Rwario da Bja Vista.
Casa terrea n, 58........
Roa de S. Jorge.
deam n. 99 ,.....
dem o. 100 ......'.*
os pretendentea deveiio apreaontar no acto d>
)rrenuucio aa snas fiaocas, on comparecern
eompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Sanu Casa de Misericordia do R*-
.ta, 15 da julho da 1871.
O escrivio,
;. Pedro Rodrigues de Souza
264*000
20*000
35O6O00
385/000
600*000
159*000
1:0001600
601*008
301*000
330*090
205*000
Xauricia : a tratar coa seas
rio Irmaos 4 (L, roa i
ra rea da Croa.
>JL aaaeV
Navegado Brasileir.
-I -i Doa parto do nana aaparaan
frt^ Ke>iWe755
^rVMKI Yh- Baha, coaasaadaaaa Paa^saan,
^^^^^ saga** para aa rnmm*
I
O Illm. Sr. inspector da thesooraria de fazen-
da desta provincia manda fazer publico qae existe
em poder do eartcno ioterino da mesr.a, para se-
rem veudidos, exeinplares da coJIeccao das lei* e
decisoes do goverao, promulgada no anno da
1171. pelo preco da 7* cada exemplar.
Secretaria da thesouraria de fazeoda de Per-
nambaco 15 de julho de 1872.
Servindo de offleial-maior,
Mmoel Jos Pinto.
(mam
DO
BEBERIBE
Qotota fetra IS do correte pelas 12 ho-
ras do dia ha reunio da directora desta
companhia o que ter logar no respectivo
escriptorio roa do Cabng n. 16.
O secretario,
Jos H-morio B. Menezes.
sol.
Para carga e passageira* irau-se
Eocorameodas da psanean valar, p*
lamben dinaetro, recebe aa al I ion ami
do dis de sna sabida :
arelo n. 8.
Aa enoomraoadas viadas par
eetreg jes at o dia da sanada 4
eriptorio da cotaponan, o daaa
rao recolhidas ao trapicha Baari
Para coodiedes, freas a pasea*as ara
*f enca, rea CotmBereie a. a\
roniviHBii
DI
BIlflLHU
WmW
'.wjt
THEATRO
,-*rrO lm. 8r. raspucior da inasooraria pr-vm
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. vi
ce-presidente da provincia.de 3 do crrante, man-
da fazer poblico. que vio novaraente a praga no
dia 18 de julho prximo vindouro, perante a jun-
ta desta tbesooraria, para serem arrematadas por
quera por menos flzer, as obras dos reparos e al-
guns melhorameatos urgentes de que neceas la o
quartel do destacamento da cidade de Goyanna,
orcidas era 1:602*213 e sob as clausulas espe
eiaes aba:xo transeripias.
As pessoas qoe se propozerem a essa arrema-
tacao coraparecam na sala das ssssdes da referida
junta no dia cima mencionado pelo meio dia e
com etentemenle habilitadas.
E pira constar se maodou publicar pelo jornal.
Secretaria da ibesouran proviocisl de Per-
nambuco, 25 de jjoho da 187.
O ofnVial-maior,
Migoel Alfonso Ferreira.
Clausalas especiaes.
1." Os reparos do quariei do Goyaona na im-
portancia de I:60*2l3 serao exentados de con
formidade com o respectivo ornamento.
2.' 0 coatratante der aooeco s obras no pra-
zo de oito das e as condola no da oilo mezes,
contados da data da approvacio do contrato.
3." O pagamento da importancia da arremata-
do ser feito em tres prestacSes ; sendo a
primeira quando tiv>r'com>c;jdo a ibra 'a segun-
da quando onver fei'.a metade da obra e a ter-
ceira quando conclu la.
4' Para o mais que nao fe aeha especificado
as presentes clausulas se ob-ervara as disposi-
eoas do regulameoto de 31 de julho de 1866.
O oflicial maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Empreza-Vicente e Babia
C01W1BIA DRAMiTICA
COM O CONCURSO Da PRIMEIRA ACT8IZ
Manuela Lucci
HOJE
Onarla-frira 17 de julho
Ao publico.
Por molestia do actor Eduardo nao pode reali-
sar-se o programma annuociado, sendo sobsti
laido pelo seguiste :
Primeira representlo da comeda em 1 acto :
Dos portaa aa tal a
al o dia Sido i
par Cetra, i
qoio.oajaaaalaaoda
costnoae safaar ps
do norte.
Encomnendas de peqneao valor,
e tambem dmneiro, reeettaen-se
Urde do da da sabida do vapor.
Ai ene tramen-las vndas por esta vapor
entregues al o dia da sabida do asean a eu-
criptoriods eompaahfa ; depois dasaa tvraw savia
recolhidas no trapiche do Dantas
Para frates e passageiros irau-M aa aaaasta
rus do Commercio n. 8.
Para o Rio de Janeiro
preUode seguir com rauU brandada o haiga
Isabel, lera parte.de sao carregaaoaalo praaap :
para o resto qoe Ibs falu trata ca saa
consignatarios Antonio Laiz de Oveirn Ajevsdb A
C a ra do Bant Jasas n. 57.

Para o Forto
Vai sahir coa brevidad* o brigue
Triumphi, recebe carga a freas e
bem passageiros, para os qaaes offrreca
boa aecommodacio : a tratar eom Saaraa
ra de Vlgario n. 17.
ana a
Porto por JLisboi
Para os alteados portos pretenda sabir
possivei brevidade a barca portognau Caes,
vio de 1* classe, por Ur a maior parle da ara car-
regamento engajado, a para o que tbe falu, aaa
receba a frete coramodo e pa*M|eiroa, para m
quaes tem acetados coramodo*, traU-sa coa a
consignatario Joaqoim Jos Goocalres Baitrio
ra do Commercio o. 50.
Para o Jfar
A barca portugus Despiquen, capitn F. Jada
de Carvalbo, de 1* classe, e lando j doa Urce*
de carga engajada, prcter.de sabir com kaviaada:
e para o resto que Ihe falta tr.u-.-e coas Fas rain
& Loureiro, oa travos da Madre de Deoa c 10.
I
Segoindo-se tambem pela primeira vez neste
theatro a interessante comedia em 3 actos :
CASAMENTO SINGULAR
Principiar as 81|2.
AVI0.
Sabbado 19 representar-se-ba o programma
qoe eslava anwnchdo para boje :
VALERIA
COMEDIA DE SAL
EM
Tatnanho
NA
natural
DECURACOES.
Pela thesooraria provincial se faz publico que
orzm transferidas para o dia 23 do crreme as
arremataco-s dos imp ist-is prorocues (menos o
dizireo de gad-s vaceum) qae se achara as comar-
cas segrales :
B >a vista por nm anno 732*000
Cibrob dem 732*000
Secretaria da thesooraria provincial de Pernam-
baco, 12 de julho de 1871.
O offleial-maior,
Mi?iiI Alfonso Ferreira.
O illm. Sr. inspector da tbesoorarra provin-
cial, em comprimen!i da ordem do Eso. Sr. vice-
presidente da proviacia, do 1. do eerrente ota.
manda faaar puolies qaa- na da 19 a setena
proxit viadaoro, peraa agiota da faaenda d*
raesraa oararia, se. aa 6a arremetan a eme.a
por meaos bar. a atora da cajulisma* io riaeha
Jordn a caaaca da Bia-Viagan, n, smapnancis
de 16!WfI 951 rfi*. e sb as clansnlas especia
anaaKo'-traaaeripMs
A* pMaaas que se pv^pcaana' essa arremata
ci,, coaparecam na sala das sassdae da rrferidiJ
jrrnu. no dia raeneioaadt, peto ineio dia, e cnapej.
ternemente habilitadas.
E para constar
pelo.jaraai
s
mandn poJjneai a#reaea
Sacretaru da>tjtespararia provitwl! I* Phrnaaa-
aoo, 17 da r*a*a da 187*
O otts* aaalar.
l.' A abra da cmltiaaST %
Nos termos do artigo 743 uo rezuiameuio u
19 de setembro de 1860, se intima ao dono da
qaatro pares de sapates apprehend: los em 25 de
maio ultimo a bordo do vapor ioglez Nrva, pelo
guarda Silva Lima, para no prasi de 13 das, in-
dependente de qualquer oolra intimaco, aprasen-
tar sua defesa, requerer o qae Tor a bam de sen
direito e ver proseguir o; mai* termos do proeesso
da apprrhanso, que contra e mosmo se est ins-
taurando oesta repartir-o.
Alfaadega de Pernamboco 11 de julho de 1872.
Sarviodu da inspector,
________ Pedro Lopes Rodrigoe^
t'i;cilisagao da f eguezis do Poco da Pauelia, 16
de julho de 1872.
Acha se em deposita-nm cavaifo de cor padrez
qne fas pegado en am Mtia na rogar do Caldei-
retro : qnaa se jalfar coa lireito ao mismo,
comprela nasu fl^calisafo qne pagando o qne
marea a lei Ibe ser"emregoe.
OBseal,
S'bastio Afbnso do Haga Barros.
Palh tuwouraiia provincial su fas pnblice
qa oa sagnada qu ranea do correle raez pagan-
M os joro* das apolices da divida-provincial, am.il-
lidas por contada eropreslimo da l:200:00T*O0(t.
Secretaria da thesoaram provincial de Peroam-
bsoao, 13 da |albo da 1*72.
O offleial-maior,
Moaiel Atloasu Ferreira.
SANTiA CSA IM MlKiUUOKDiA IX) RJCIP
- A Illoa, |uaia adminiilrauva Santa Casa de
IBsariaitflu do Bseife. rtunda fazer publieo qne
aa saU da sosa Mssoe*. no dia |8 do asea de
jnlho pelas 8 havas da torta, taai da sw arraaa-
das a e,oea na vamugaa olareaat, pelo
Mattpa da onatn asos, as rendas doa paneta
' aidaalMsaa,
t^RHsddMtk
Sabrade tai-
Gasa urraa a.71t
iftadaOOO
dil*0ti
Ra do Cooiereio n. 17
Primeiro andar.
Todos os das nteis das 4 horas da tarde as 10
da non te, e era das santificados das 10 horas da
manhaa s 10 da ooute. **
Entrada geral 1#000
A' noule dorante a exptsifo o eximio pianista
o Sr. Julio Poppe tocara diversas pecas de sen
repertorio.
O emprezario para cumprir com o qae promet
leu ao respeitavel publico desta capital, e antes
de sna retirada trami^rmou o 11* quadro.
S. M. C o rei Araadeu 1 e seus ajudaotes de
ordens, quando visitn a cmara uiortuaria onde
jaz o cadver do general f'rim, lego em sua che
gada a Madrid.
Este um dos quadros dos mais importantes
qne fazera paro da colltccao de figuras, e por
Uso o emprezario eotendeu expo-lo ao publico
agora para o poderem apreciar.
THATAE
Gymnase Dramatiqae
Ji'iuli 18 jutllel 1872
SOIRE DRAMATIQUE ET LITCRAIRE
Mme, Marietta Alfieri
GRAND PRRMIER rolk TRAGIQE fran-
jis ARRIVANT DE PARS,
Avec le conconrs de M. VALU O, artista da
thire de la Porte-Saint-Martin,
DoBoeront une seole et uniqae reprsenta-
tioo com posee de
Pora'
Para o indica do porto pretende sahir eom .
demora a barca poriagoeza Arminda, por ter*
tercos de sen carregamento prompio, e para ata
Ihe falta, qne recebe a frete como-oto, traU-s*
com o consignatario Joa'juim Jos Goocalv Bei-
tr? roa do Commercio a. 5.
I'AllA O
PORTO
Vai sabir em poneos das s galera JVora Fasta
2.' : para carga e passageiros aos quaes off'rec
excellentes commodos, trata se com Soires Primos,
rus do Vlgario n. 17._________ ___________
Para o Rio Graude do Sul
vai seguir dentro em piucos das o pataebo na-
cional Pelicano, e recebe carga a frete rouilo m-
dico : a traur na ra do Vigario o. I, 1* andar,
escriptorio de Balttnr Oliveira 4 C. ___________
Para Lisboa
o patacho porlogaez Vanda, cipitio P. A. Pesta-
a de Barros, vai sahir com brevidade : para car-
ga e pissageiros lrat-.-e com E. R. Rabello 4 G.,
ra do Commercio n. 48.
Para o Porto
O patacho porlogoez Olrnda, capito Moraas
a sabir at o m do correte mez, tema aiada
alguma earga : tratar com os coasigoaurin*
Monteiro, Gregorio & C, a ra do Bom Jess no
mero 56,_________________________________
Para a Baha
Segae nestes das o brigue alterna > Fanny Sup-
oectck, capitio Korff, o quai pode recebar earga a
frete : a tratir cora nmesmu eapiao ou coa os
consignatarios Tisset Fire<, roa do Comaurc
numero 9.
LEILOES.
L'HROINE DE LA FAARCE
Tragde-Drime bistorique ep 3 actas.
Iflv
A la recberch d'uii komme
Prix des place, comme i l'ordinairePoor la
toeation, s'asnredder a controle do tkeatre.
Oa oommencera a baii hears al tsale.
PtftL o Eio-Graude do Sal
Reces* otnp i trttt ongm brasilairo D.
DE
Um cabriole! amercaso de 4 rodas, cober-
lo, com varaes, l-joci.arreios e lanternas.
4 rodas novas para cabriolet americano.
Um excelleote bao ioglez.
(Todo em ptimo estado)
Um piaooo forte, 1 macbioa z costura e
outros objectos.
HOelJR.
A* 1 HORA DA TARBE.
A. Harisnaandy, teodo sagudo para Eorop,
vender em leilio do aja 17 do correnle. p: r m-
tervengo do agente Pinte, o sea eabnolet e mais
objectos cima mauci nadus t hora da tarda na
casa da ra do Visconde de Gjyanaa n. 58, ond-
haver no roes rao dia venda de movis, looca a
vidres.
Leilo
DE
Noveie, louca, crystaes edous calriikt
americanos,
Hoje
Por intervencao do agente Pinto.
Roa da Visconde de Goyanca n. 38- casa em qoe
roorou o Sr. Joo da Cuoha Neves.
Movis, louca o erystaes
*U3 cabriolis americanos com arrotos.
A SABER:
Um piano ferie qoasi oavo, 4 aabilia da Jaca-
randa gosio moderno, I jardineira, vasos para
flores, 2 grandes jarres de marntere, casticaes a
mangas, 2 candettbroa, 2 candUirua a gal, -
pelhos, tapetes para s >fs.a para portas, 2 serpea-
tinas, 2 lotes da esleirs forro para alas e 4 ve-
OMtanas.
Urna riea mobilu da mogo a Laiz XV eom I
sof, 2 carairas d bracos a 18 ditas de guarnico.
2 espelhos grandes aoidnraa dearadas, l eadai-
ra pava piano, 2 amaras eom eipalbos, 1 otsa.
redonda, de mogno, 3 candieiros verdes, 2- caade-
labros de bronz, 1 exceUea cama traneeza eoua
coljio a indas.
Uaa machina de oostnra (perfeiU), 1 exceMeata
guarda-vestidos cam espelho, 1 guarda rtnaav 4
cama francesa, 1 comraod*, 1 ea para asaia.,
1 barco, 2 cabidas, i lavatorio, I eamu de vttto.
1 meza ds cabeceira, jarros pan floraa.ajtoMa
para candieiros a gas, i livro eoa Onu gravaras.
Unta metaeUiuoe, 1 gnwialoaca, Iappan-
J rim
^7


m
de PtfnaufcQc* tZ. ^|rta feir 17 &% Jutti !fc ift
i,
doras, armario?, S ditot torneados, 1 quartibheira
12 caatoas, 2 ditas le bala neo, i ditas pequeas,
1 marqueta, 1 appilVibo de porcelana para jan-
ear, 1 |ra da, tpo*, clices, carrafas, compo-
leiras, eolberes, garios e Tacas, limares, 3 froctei
ras, i poiU-^ueiJo.
Da eabiolet americano de i rodas, eebsrto,
pttx 1 pessoas, I dib de 4 rod;,s com asientes
para loas e a pessoas, lauca e varaes com cober-
ta ene se pode tirar.
Un armario para s rretos, t encadas de abrir,
4 jama, a rodas, 2 cbico'es, I bombas para ca-
cierta e dous babseom roapa.
KOJE
Na casa d. 68 da rua 4o Vrscoode de Goyaana
(outr'tra Moudego).
O agente Pinto levar a leilo os moris e mais
serjeelos cima de rma do VisconJe de (dyanna n. i>8, m que resi-
da o Sr ioia da Canba Netas onde pederio os
preteaeates'examioirem ditos objectos naves
yaca alia 4o leilo.
Os coaoarreoie q*s seguirem para alli no bomi
rae parla 4a estadio la rua do Brum s 10 ho-
ras, ter9o ooodocie ijraiis.
Oteil&o principiara as 10 1(2 horas em ponto
tor sewm mnitos os lotes._______________
LELAO
Irpe
DO
nacional Sanio Amaro
Hoje
A'S i I HGfiAS EM -PONTO.
O agento Oliveira antorisado pelo competente
Jone, far leilo por intervengo de sen preposto
t'inbo Uorges, dobrigue nacional Smnto Anaro,
ancorado neste porte e consislindo em velas grao-
iles-e pequeas, joaotes, traquetes de lona, ga-
veas, i mastros com todos os seas parientes, mas-
urces, vergas, nx-itSes, i relogio da bitacnla, i
xlotoo para a mesma, 2 signaes, 1 sino de bronze,
4 escaler, i remos d<> rata, 2 ditos 'de pinho, i ca-
io, Bombas, gaioc'ios, estopa, ferragens e mais
ulencilios de bordo, dos qaaes se daro as infor-
anacSes necessanas no escritorio do referido
asala, sito ra di Bom Jess a. 43, (outr'ora
Onz), cade ser effsetoade o leilo no dia e borc
-cima mencindos.
CASA DA FOBTCitt
A o* 5;000
Bilhetes garatdos.
V, tt Primeiro de Margo (ooir'ora rua de
Crespo) n. 13 e casas do costme.
0 abaixo assifcnado, tendo vendido nos seos la
lixes bilhetes era Inteiro n. 742 com 5:000* qua-
tro qnartos a. 1928 com 300*. dous meios 0. 1600
com 1004 e ontras sortea da 404000 a 204000
da lotera que se acabou da extrahir (11*), con-
vida aos possnidores a virem reeeber na confor-
midad* do costme seos descont algum.
Acham-sa venda os bilbetea garantidos da
4' parta das loteras,a beneficio da matriz da
Capaoga (12a), que se txtrahir na sexta-feica,
19 lo corrente tac
PREQOS.
Bilbete inteiro 64000
Meto bHtaete 34000
Quarto 1200
Em poreo de 1004000 para cima.
Bilbete inteiro 5*500
Meso bilbete 24750
Quarto 14378
Manoel Martins Fiara._______
Comarca de Flores.
O tachar el Flix de Kgueira, promo-
M tor publico da comarca de PajeD de
5 Flores, advoga nos tersaos de Flores, In-
1 gaierra, Villa Bella e Municipio do Tri-
omptjo. Encarrega-ee da eobranca ami-
gavel ou judicial de qaalqaer debito, por
commoda porcentsgem : qnem de seas
prestimos se qoiier tisar, pode dirigir-
se 'directamente ao[annnnciaDte,ou enten-
der-se com os Drs. Mauoel de Figoeirda
Paria e Felippe de Pigneirda Faria, na
na Duque de Casias n. 44, escriptorio
do Diario de *Pei>*atHbuco.
I
.
LSIMfi
1IK 1IO VEIS
louca e vidros
QUINTA FEIRA 18 DO CORRENTE
Sendo 1 mol ilia de Jacaranda com muito peuco
uso com 12 ca 1< ira; de goarnicao, 2 ditas de bra-
l'os, 2 ditas de balance, 2 eonsoilos com pedra e i
Ma, 1 rico guarda-vertidos de amarello, 1 dito di
.o de oogueira, importante toilet de mogno, 2
-pares de jarros, 2 pares de ra-:icaes e 2 cadeiras
' Je bataneo.
Urna mobllia de t de goaraico, 2 ditas de bracos 2 consollos com
pedra e 1 sof, 1 cama de faia para mealnc, 2 ca
ii as de ferro, 2 marane75es um largo e oulro es-
ireito, 1 mesa elstica de de amarello, 1 booito
toarda louca, 2 apparadores de amarello, 1 mesa
de ara;r.lio com pedra, 1 cabide de amarello, 3
cadeiras de ferro e 1 grande apparador. de ama-
relia
Urna mobilia de toogno com 18 cadeiras de goar-
nicio, 2 ditas de macos, 2 consollos com pedra e
sof, 1 guara loui;.i, 1 mesa elstica, 6 cadeira-
de janeo, 1 rica pcllrona de jaearand estafada, s
adora de bataneo americana, 2 bancas de ami
ello, diversos qua Iros, 1 candelabro louca de pam
celana, para jamar, copos, garrafas para vinor
clices, e mnitos outros objectos de gosto.
O agente Martin, far eilo por ordem de uho,
familia que mudon de residencia, de todos os mo-
vis cima, os qur es foram transportados para o
* e 3 andares do sobrado n. 48 da roa do Impe-
rador,
Principiar s 11 horas.
Inglez e franeez.
Urna pessoa competentemente habilitada offere-
ee-se a ensinar a fallar e eserever ingles e fran-
eez em casas particulares, e pode ser procurado no
pateo de S. Pedro n. 17.
nico doposito em Pernambuco dos chara-
tos G. Schoorbaseh da Babia, no escriptorio de
Cunha & Manta : vende se de todas as marcas,
por precos estabeleeidos, e em poreo de 5,000
para cima se dar descont : na rua do Mrquez
de Olinda n. 40.
CASI DA FORMA
RUA l DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESP j iN 13.
UMlea que paga aa Artes '
Aos 2(T:000000.
O abaleo assignado tem sempre exposta i ven
la os fetos bilhetes do Rio de Janeiro pagande
oeapOunente, como eostnraa, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 244000
Maio 124009.
Qaarto :4000l
Manoel Martina Finia. ,
LEILO
DE
"boreal, chapeos eofeitados para senboras,
calcado inglz e fazeoias avariadas.
SEXTA-FEIM 19 DE JULHO
A's 10 I|2 coras em pooto.
' Por iotervencao do agente Pinto.
Rua do Bom Jess n. 43.
Escravo fgido
Auzentou-se desde 13 de maio prximo passa-
di o preto Alfredo, de trinta e tantos annos, es
tatnra, alto e magro, olhos grandes e tem uu
Seito no andar, perfeito c. zinbeiro e foi escravo
o Srs. Adriano & Castro, e nltima mente do Sr.
Jos Joaquim Goncalves Bastos, costnma andar
pela Capnnga e Poco da Panella, e consta que j
foi visto na cidade de Olinda ; estes sao os pon-
tos aonde elle tem andado : qnem o pegar ira-
gao a rua Duque de Caxias n. 91, leja do Rival
sem Segundo, que ser bem gratificado,
CONSULTORIO HOUEOPATHICO
DO
Df. Pantos Mello
! 43Roa do Bar5o da Victoria43
Residencia mesma rua n. 7, 2a an-
s* dar.
m Vaccioa todas as quintas feiras e do-
5 mingos.
Gratis aos pobres.
MKM*ftiSgM.mi
asa
s
Fugio no flm do mes de oovembro do auno de
1869, do engento Goil, sito na comarca de Na-
zareib, a escrava Tbereza, de 30 annos de idade
pouco mais ou menos, com os signats segniates :
cor mulata bem clara, balxa e grossa do cor-
po, rosto redondo, ofbas castanhos e grandes. Ba-
ria um Unto chato, bocea grande, dentes grandes
e cangallos, cabellos meios loaros e careados
para as pontas, bracas e pernas grossas, ps car-
tos e grossos, com algams cicatrizes de reino
as costas.
Igualmente est fngido desde o dia 26 de feve-
reiro do correo* snno o escravo crioulo de no-
mo sgostiobo, de 40 annos de idade pouco mais
en menos, e os signaes seguintes: cor bem pre-
ta, alto e groase do corpo, resto redondo e car-
nudo, o!bos pretos e grandes, nariz chato, boc-
ea grande, beicos grossos, representando dous
heleos do lado de olma, com falta de dentes na
frente, cafaba eoraprida e calva de diante para
traz, principiando a pintar tanto no cabello como
na barba, pernas finas, ps torios apalhetados,
com nma cicatriz em um dos regeitos dos ps,
Este escravo foi comprado a Pedro Garca,
morador oo serto do Sabogy, e j fez urna sahi1
da com destino aa serto e foi preso em Bom
Jardim da comarca do Limoeiro.
Roga-sa a (odas as autoridades policiaes, on
mesmo pessoas particulares, qne os prender e con-
duz!r ao referido engenho Goit, a serem entre-
gues a sea senhor o major Christovao de Hol-
landa Cavalcante de Alboqnerqae, ser por cada
am gratificado com 2004000 rs.
ja -mar a Preiiu-te.de ama ama para eo-
xTMil zinhar e engommar para cara de
familia de duas pessoas: a tratar na roa Oirtita
n. 3, l* andar.
Precisase de urna ama para coziohar e oo-
tra para engommar : na rua de Corredor do Bis-
po n. 11.
m mar Precisase de ama ama que sai-
AjlA ba peteitameo'.e cozinbar : a tra-
tar na rua do Hospicio n. SO. _________
Precisa-se da urna ama para pequea fami-
lia : na roa de Hortas n. 94.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite para nma fami-
lia franceza : na rua do Imperador n. 79, tercei-
ro andar.
AMA
andar.
Precisa-se de urna livre ou escrava :
a travessa de S. Pedro n. 4 primeiro
Precisa-se de orna ama pa-
ra comprar e eoiinbar para
easa de ponca familia : a
tratar no caes do Ramos n. 18.
\*m
AMA
Precisa-se de ama ama
de S. Francisco n M,
na rua
amara Precisa-i e de nma ama para o
AJTMim servicode casa de pouca familia :
a tratar na roa da Cruz n. 18, 3* andar.
A m\ 5\ Precisa-se de urna ama
Y_\ a||\l\ perfeita cozinbeira, paga-se
vm N vfcl bom ordenado, para casa de
homem solteiro: na rua do Livramento o. 6, leja
Aluga-se
o 3* andar da easa da roa do Amorim o. 39, com
commodos para pequea familia ; a tratar no ar-
mazem do mesmo.
Companhia de Seguros Phenix
Pernambucana.
Sao convidados os senhores accionistas a virem
reeeber o segundo dividendo na razio de 244 por
accao. Pernambuco 8 de jumo de 1872.
Os directores,
Luis Duprat.
J. H. Tnndade.
Laiz A. Siqaeira.
Loja
Traspassa-se o arredamento da loja da rua do
Baro da Victoria n. 45 : tratar na mesma.
DE
Chapeos de pal ha da Italia com deieito e
avariados.
SEXTAFEIRA 19 DO CORRENTE
A's 10 horas da manba em ponto
O agente Pinto levar a leilo a reqaenmento
de Sonra, S & C, por aulorisacao do gerente do
consulado franca e era presenca do chaoceiler,
de urna caixa rai.rca S S & C. n. 14, com cbapos
de pama e ontros para senhoras, enfeitados, ava-
riada a bordo do navio franoz Granvte, na sna
ultima viagem a te porto.
O leilo (era eifecluado as 10 horas do dia c-
rta dito, no escriptorio do re 'erido agente, roa
do Bom Jesns n. 43.
Leilo
DE
Urna caixa com calcado ioglez paraseDh:
ras e meninos
(com defeito.)
SEXTA FEIRA 19 DO CORRENTE.
A's 10 l|2 horas em ponto.
Por intervencao oo ngente Pinto.
Na ru;i do Bom J<>sus o. 43.
Cosinheira
Precisa-se de urna mnlher forra ou escrava qne
seja boa cozfubeira e engommadeira para casa de
familia : a tratar na rua Duque de Caxias n. 93,
loja.
fif00 6 &&&&&
Imperial fabrica
gRap areia fina da Bahia*
Moreira & C.
W O abaixo assignado, nico agente dessa
|k fabrica, avisa ao publico que tem aborto M
25 o deposito de dito rap no sea escripto- 25
f9. rio a rua do Vigario o. 21, ende os fre- |
mt guezes encontrarlo sempre a quantidade >M
25 qne precisarem. 25
Ql Domingos Alves Matheus. ,
OO00 0 00 000000O
Casa da fortuna.
Rua Io de Afarqo numero 23.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes da lotera do Rio n. 408 dous meios
de n. 3744 com a sortede 4:000$, convida os pos-
suidores a virem reeeber, que promptamente se
rao pagos como costume.
Manoel Martins Viuza.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOGOa
A. companhia Indemnisadora, estabiecid
icata praga, toma seguros martimos sobre
lavioa e seos carregamentos e contra toge
itn ediScios, marcadorias e mobilias: ni
roa do Vicario o. 4, pavimento terreo.
Companhia Allian seguros martimos e terrestres
estabelecida na Bahiaem 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000^000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
a risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros e
(azendas.
Precisa-se fallar com a Sra. Anna Mana da
Conceico, que ja morn em tarreiros, aonde
tem um fliho de nome Jnvencio, a negocio de sen
interesse na loja das 6 portas, em frente ao
Livramento___________________
H DO 0
Aos 5:000#OO. r
Bilhetes garantido* ala pro-
vincia.
Rua do Baro da
Victoria,
Outr'ora rua Nova n. 63 e casat
do costume.
Ama de leite.
Precisa-se de nma ama de leite para urna fami-
lia estraogeira, sendo boa paga-se 40J por mez :
a tratar na rna do Imperador n. 79. 2* andar.
Na rua oo Alecrim o. -so precisa- w
de nma ama para todo o srvteo de nma
familia de duas pessoas.
Precisa se de nma ama para cozi-
nbar : na rua Imperial n. 199.
AMA
AMA
mOffcrece-se nma ama para engom-
mados : qnem pretender, dlrija-se
rna dos Pires n. 55, das 10 horas da
man ha s 4 da tarde.
com soas
Furtaram dous reoslos de seohora
competentes correles, broches e mais um tranee-
lim floo de onro ; o numero de um 20123 e em
ambos tem escripto dentro da caixa A' Pndola
Flnminense-Rormeaolt, roa da Quitanda n. 153,
Rio de Janeiro. A quem forsm offerecidos, roga-
se o obsequio de os aprehender e participar na
rua do Imperador u. 26, sobrado, qne se gran
Beata.
CRIADO
Precisa se de um criado, forro ou eseravo, para
eoodnzir um taboleiro de comida : roa Nova
loja n. 11.
Aluga-se
o 2* andar do sobrado da rua da Imperatriz n. 42,
o qaal precisa de pequeos concertos : a tratar
na taberna por baizo do mesmo sobrado
Precisa se ee urna criada
geira, para eozer e engommar :
co Commercio n. 38.
para casa estran-
a tratar na rua
GRANDE
Quel03 londrinos e salame
esta fe Ira IB lo eorrentc
A'S 11 HORAS DA MANHA.
O agente Oliveirs, por intervencao de seu prepos-
to Piafao B. rpes, far leilo de 8 lames pesan Jo *0 kilos cada nma e 2 caixas con-
leudo 24 queijos londrinos; defronte da allandega
sao armazem de Sr. Annes, no dia e hora cima
m-n-.ionados.______________________
Leilo
DE
AVARIA13AS
s 11 horas.
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE.
Per intervencao do agente Pinto, em seu escrip-
torio rua do om Jesns n. 43.
AVISOS DIVERSOS
ffitttm AHCBBOLOfilCO B GBOGRAPBI-
00 PERNAMBGANO
Haveri ses o Ordinaria quinta feira 18 do
correte julho, pelas 11 horas da ma-
OnDEM DO DIA.
Io Parecers e mais trabalhos de com-
jiiMoes;
T Palestru litteraria.
SeCTeurii do Institotj, 15 dejnlbo
1872.
J. Soars d'Azevedo,
Secnilario perpetuo,
de
Joaquim Jos Oonpal-
ves Beltro
Roa do Commercio n. 5, 1 andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o
banco do Minti, em Braga, esobre os se-
guintes logares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Barceos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilbi.
Faro.
Guarda.
Guimaraes.
Lamego.
Lisboa.
Miran del la.
MoncJo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castalio.
Villa de Comle.
Villa Nova de Famalicao.
Villa Nova de Portimao.
Villa Real.
Viseo.
Valenca.
Figueira.
Peoaflel.
Regoa.___________________________
AOS 6:0004000
fstto venda oa felitas bilhetes da lotera da
!taja,aa caatolis do areo da Conceico, toja d*
i olivas do Reelfe.
Jf
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 800J em tres
qaartos de o. 45, e a de 1004 em quatro qnartos
le o. 238S; alem de outras sortes menores de
40 e 204 da lotera que se acabou de txlrabir
(11*), e convida aos possnidores a virem reeeber,
que promptamente sero pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para ir ao seu es abelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes, qne nao deixar de
tirar qnatqner premio, como prova com es mes-
mos anooucios.
Acha-se venda rs muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4a parte das loteras a benecio da
igreja matriz da Capnnga, qne ser extrahida no
dia sexta-feira 19 do corrente mez.
PREfOS.
Inteiro 64000
Meios 34000
Qnartos 14500
De 100,JOOO para cima.
Inteiro 54500
Meios 24750
Qnartos 14375
Joao Jor.auim da Costa Lsitt.
DE
PIAMOS
. Rua Nova d. 14. sobrado
ANTONIO JOS' DE AZEVEDO
participa aoi amigos e ao respailavel publico qne
acaba de abrir um grande deposito de pianos e
cfflcina para concertos, na roa e nnmero cima,
onde sempr encontrarn pianos a venda dos se-
guintes fabricantes :
Erard.
Henriqne Werzs,
Pleyel W)lh* & C.
Blondel.
Amede rhibanli.
AFINADOR.
Na masa a cfflcina encontrario um perito afli
nador prompto a acendir a todos os chamados.
400^000.
Terrenos a' venda
Na estrada dos Afflictn, sitio n. 22, qne foi l-
timamente snbdividido por sen propietario, veo-
de-se lotes de (erra a ventade dos compradores,
a preco razoavel, e bem assim duas casas as
mesmas trras. A' vista de sua sitnacao esses
terrenos offerecem proporcSes anuo vantajosas
para qnem qnizer edificar boas casas de campo;
a localidade convida os concorrentes, pols na fren-
te do dito sitio ba a esta cao da estrada de ferro
do Caxang, qne offerece fcil e barata eondnc-
cao para materiaes, e para passageiros a 100 e 200
rs. em 1* e 2* elasse. Arrabalde aprasivel e salu-
bre onde ha nma igreja quasi defronte do dito
sitio, que offerece vantagens incontestaveis para
boas casas de vivenda. Os prelendentes podem
entender-se com Tflsto Francisco Torres nos do-
mingos e santificados no referido sitio, e nos dias
nteis na rua do Imperador, armazem n. 48.
lili
Xarope Hydrocotyia Aziu-
tica
A hydrocotyia aziatica orna planta que
se acha muito a miudo em Mauricio, Borbao,
Siogarope, Bombaim, Madras, e ontras pro-
vincias das Indias Orientaes onde desde
mnitos annos est empregada com a maior
efficacia contra aa diversas molestias de
pelle, taes como o lichen, o eczema, o acn,
9 prurido, o pemphigo, a lepra vulgar, a
elephantiasis, as ulceraedes scrofulozas ou
iyphilitic-is, assim como contra todas as
doen^as conhecidas debaixo do nome gen-
rico dartros. Experiencias numerosas feitas I
pelos mdicos dos hospitaes de Pars, sobre-
todo do hospital de S". Luiz, destinado es-
pecialmente ao tratamento dos doentes deste
genero de -molestias, provaro a efficacia
dessa planta nos casos signalados cima.
Deposito Pharmacia Americana de Ferrei.
ra Maia & C, rua Duque de Caxias o. 37-
D-se a qaantia cima a quem apprebender os
escravos Mi noel Ricardo e Fiel, qne fugiram no
dia 14 de maio deste aono : o 1* da provincia
do Cear, e veio para esta pequeo, cabra ataio-
cado, cabei'os cacheados, ps pequeos, baixo,
bom corpo, bocea lascada, com pouca barba no
queixo, e pouco bigode, representa ter 30 annos,
ladino, e gesta de andar limpo; suppde-se ter le-
vado em sua companhia urna- mnlher de nome
Rachel, al vi, com cabellos cortados. Fiel, cabra
claro, idad de 27 annos, altnra e corpo regula-
res, cabellos carapinhos, andar vagaroso e espi-
gado, tem alta de nma nnba em um dos dedos
grandes dos ps, um boraquinbo no nariz encos-
tado as venas, proveniente de nm couce de ca-
vallo, poaei barba; levou em sua companhia orna
muiher de nome Felismina, de cor alva, com bom
eaballo. Da-se metade da gratificaco cima a
quem leva qnalqner nm destes escravo* ae en-
genho Magiuass, freguezia da Eseada, cu no Re-
cife, rua d > Cabng n. 18, casa de Manoel Jos
Ferreira Ci uz.
1TTENCA0
Vende-s i um grande sitio no Barro logo no prin-
cipio, com 13 casas na frente, com cacimba e plan-
ta de cap n: quem pretender dirjase ao men-
cionado lugar ou roa de Pedro Affonso n. 34,
armazem de Antonio Femandes Ramos de Oliveira.
Na na Nova n. 14, 2* andar, lava-se e en
gomma-se com grande perfefco e por commodo
preco.
OGRA NDE PURIFICADOR DO SANGUE l
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scientifi-
ca por Chimicos e Droguistas mui dontos e
d'uma instruccSo profunda, tendo tido mni-
tos annos de experiencia ao par d'uma lon-
ja e laboriosa prtica.
A sua eomposicSo nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um so artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
les, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
e estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua for(a, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
qs usamos nesta preparado, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na comp'osico da Salsa-
parrllha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
aJo encerra em si cousa alguma, que pos-
ta por leve ser perigosa ou injuriosa
jade; e tanto n'este, como em quasi to-
los os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais prepararles,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao accondicion atlas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcangado por aquelles
que acondicionam sua prepacarao em^r
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
aossa SaJsaparrliha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual por?ao
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue anda muito mais forga e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tante mui natural, que aquelles, que se
icham oceupados em preparar e vender as
suas prodceles, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes : proclamando, que a nossa Sal-
aparrilha de Bristol nao possue a
menor virtude; porm qu5o effectivamen-
te sao elles postos em silencio, quando indi-
jamos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da^ociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravillosas da nossa.
SALSAPARBILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes na differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compem as nossas medicinas,
sao produzidas, que nos habilita i exer-
cer aquello constante cuidado e disvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nao
aos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; am de alcancarmos o melhor
9 nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
{So; pois levados e compenetrados 11
mais firme e persuasiva confianza; quepo-
lemos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nadies, e de todos os paizes, que na
Salsaparriltaa de Bristol. possuem
am remedio mais efficaz e seguro ; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo n5o hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
9 effectiva cura das seguintes enfermidades:
O abaixo s;sigaado, tesumsottiro d ovaoiarito-
te dos bens deixadoc pelo finado Joao Jos do Cau-
to, estando a proceder ao respectivo invenun**
roga a qnem se julg-r .reJir do mesar) flaa-
do apreseLle ua coota legalizada uestes quatro
dii, roa da Imperatriz a. 66. Rec.fa 16 de ju-
lho de 1872.
Domingos Antonio da Silva Betriz.
50#000
Na prtca da Independencia n. 33 se d de gra-
tificaco a qnem apresentar a escrava Marian-
na, pr ta, de idade mais de 50 annos, bulante la-
dina, com falta de dentes, estatura balxa, lea sido
por duas vezes encontrada com nm balainho oa
rna da Aurora em direccio da vla-ferrea.on enlo
em Santo Amaro; em todo o caso parece que deve
estar por aquellas immediatdes, esti ausente des-
ep 6 de fevereiro.
Acba-se aberta desde o 1*
anla noetnrn* da villa da Eseada.
do corrente a
Da-se alada 4004 iob peuhor em alguma aa-
erava : na rna di Hortas n. 94.
Tintura da China
Para tiogir os 'cbelos, barbas, bigodes e
restitui-lbes a cor natural, em
2 minutos
Entre todos os preparados chimicos destinados
i colorisaco do cabello, deve a Tintura da Oti-
lia, por sna snperioridade, occopar um dos mais
listioctos logares. Ella d ao cabello a cor qua
se deseja, sem o damnificar, mais antes o conser-
va e fortifica.
Depoiito na pbarmacia americana deFer
reir Maia &C roa Duque de Caxias n. 57
reme de Sob-nitrato de
Bismutho
O sub-nitrato de Bismuibo nm deste
raros medicamentos que podem-se qoaliear
de heroicos; com effeito se emprega com
am succeso sempre assegorado contra to-
das as lezes das vas digestivas, taes como
iiarrhcas, dysenterias, gastrilit, gastral-
gias, dores do estomago e da barriga, ttl-
ceragdes dos intestinos. Cada vrdio acom-
panha urna colher que a dote.
Deposito Pharmacia Americana de Fer-
reira Maia A C, roa Duqae de Caxias n. 57.
Fastilhas de Mannita
As pastilhas de.Mnnita sio por certo a
medicina racional dos mentos, aos quaes
se admiDistram com excellente resultado
para os males de garganta, coqueluche *
falta de apetite. Para elles nio ha purgan-
te mais suave e que tomem com mais pra-
zer. Estas pastilhas previnam tambem as
convulsoes que resoltam dos accidentes da
dentiejio, e tem urna acejo muito poderosa
como o vernn fogo.
Deposito Pbarmacia Americana de Fer-
reira Maia dr C, rua Duque de Caxias n. 57.
Pillas assncaradas de Bristol.
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha,
Syphihs,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas e
Febre e Sezoes
Biliosas,
Escravo fgido.
Fugiu do engenho Arendepe no dia 26 de ou-
tnbro prximo passado o escravo Francisco Ba-
ca, de Angola, eem 60 annos de idade, alto, cor-
po regular, muito barbado, e eom alguna cabel-
los braneos; mestre de assuear e talvez esteja
oeeulto no Reelfe, ou na fregnazla da Eseada. Don
1004000 de gratificaco a qnem m'o trooxer.
Arendepe, 11 de jpiho de 1872.
Manoel Ftlippe de Sooza Lelo.
travessa da roa
da Gimes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ooro, prala e brilhan-
tes, seja qaal for a qoan-
tifi. Na mesma casa com-
piam-se os mesaos me-
taes e pedras.
S
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupc5es,
Herpes,
Salsagem
(mpigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, acbar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s. ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa pilulas
regetaes assncaradas de Bristol.
tomadas em doses moderadas em connec-
c3o ou conjunctamente com a Saisaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados ipie se desprendem e livre-
mente circulam esp alnados pelo systema
isto causado pelo utso da Saisaparrilha; e
por esta forma faciliar a volta e o exercicio
normal das operacoes funecionaes,
A qual preparada smente pelos nicos
Propsirietaos,
Agestes
I.
0 Sr, Melquades Antones de Almeida
queira r esta typographn concluir o pa-
gamento do aluguel da casa em que mora
em Olinda.
Dinheiro a juros
Precisi, se da quana de 3:000*000 a juros de
1 1|3 Ok ao mes, e por espaco de nm anno, pa-
gando-se nessa mesma oecasio os juros : quei
qnizer fezer este negocio, annuncie sua morada,
ou deixe carta fechada nesta tyaographia com es
algsriim 1 i 3.

A botica popolar n. 77, da rua da Imperatriz
para a mesma rua n. 69 e 71, continuara a tune-
.eionar, com quanto anda nao esteja prompta.
" &0MMMM
O I)r. Sarment Fi-
lho, oirurgiao do hos-
pital Pedro II, de vol-
ta de sua viagem a Eu-
ropa, contina no exer-
cicio de sua profissao,
na casa de sua residen-
cia a rua do Impera-
dor n. 29
Refinaco de assuear
Um bavanez, tnegado ba pouco, entendendo de
distillacao de agurdente e de assuear, offerece o
seus prestimos a quem dalles precisar : deixe
carta nesta typograpbia com as Iniciaos X. X.
VAO CONTKM NEM CALOMELANOS NEM NENHUM
OCTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina, purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meo da faculdade
medica; e por isso, Infinito o gosto e
prazer que sentimos^ em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assucaradas de Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este' remedio nio composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composieJo dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, s3o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver chiinicamente extraHido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
crue contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porc5es fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da* menor virtu-
e. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
aravilhoso possivel sobre as regiSes do
figado, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinacSo com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
taera e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior, i
qualquer urna outra medicina da mesma
aatureza, que jamis fora apresentado ao
publico. s pilulas vegetaes assuear oda
ie Bristol, achar-se-hSo sempre um reme-
dio prompio, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
Affeccoes do figado.
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Dspepsia, ou indi-
gesto,
^Astringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Azia do estomago
flatulencia,
Per da do apetite,
Edtomago sujo,
Em todas as molestias que derivan a
sua origem da massa do sangue: a salsth
parrilha de Bristol esse melhor de todoi
os puriflcadores deve ser tomado conjtuv
lamente com as piulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
a3o nos resta a menor duvida em dizer
que no maior numero dos casos, odemos'
aiffiancar nao s um grande alivio, como
tamhem urna cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o doente nio se
iche n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
------------------------------------------------
ORGANDY
O Pav5o vende cortes de organdj branco
para vestidos, seodo de quadriohos tendo
8/2 varas cada corte a 3.J500.
Ditos fJDiasimos com quadrinbos miados
e grados'e a mesma medida a 50000.
Ditos listrados, fazeoda de moita pbaata-
sia a 50C0.
Ditos empessas, f zenda finissima que
se vende a 640 rs. a vara.
Grande sortimento de tarlatanas brancas
e de cores, assim como fil brinco, liso de
lpicos.

y
i 1
MHLi
wm


-

Di&fit <] *cmaiui>uc* Quarla tmra 17 de Julho d* 1872.
.1
FABRICA DE MACHINAS
A' Ra do'ar&o do Triumpho (ra do Brum) ns.
JjjijlOO 104.
CARDOSO & IRMAO
AVISAN aos Sr$. de eogenho8 e ao jabuco em geral, qoe teem recebido da Europa,
grande sortimento de ferragens para engenhQ9 e para lavoara, e qoaesquer ontros oros
e misteres da indcstria agrcola, o que todo vendem por presos razoaveis.
FormatS para aSSUCar 5JJJd"6 ^anisadas de diversos tama-
VfinOI*iftfl borizoDtaes e verlicaes j bem conhecidos nesta provincia e lora della,
apui DO 09 melhores qQe tem v-,D(j0 a este mercado.
Moenas
completas de diversos tamaBhos, obra moita forte e bem acabada.
Meias moeudas para a8sentar em gnei de maieira.
aiXaiS 6 01T0 je ferro fundido e batido de diversos tamanhos.
KOdaS U agua de diversos tamanhos.
XOQaS dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
PrtT>naif na ( oncertam com promptidSo qaalquer obra oa machina, p&ra o que
vUIll/OJ. WJS t,iem gQ| fabrica bem montada com grande e bom pessoal.
T^flAAfflTVIOnrlfia Mandam vir por encommenda da Europa, qualquer ma
iUUvllUIiOllUa>9 chinismo, para o qne se corresponden! com ama respeita-
vel casa de Londres e com um dos melbores engenheiros de Inglaterra ; i-cunbem-se
de mandar sssentar ditas machinas, e se respoosabilisam pelo bom traba I lio das mesmas.
RA DO BARIO 00 TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNDKJAO DE CALDOSO 4 IRMO
n
RA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
Neste estabeleciment fundado ha cerca de trinta an-
uos, vende-se todo o' machinismo preciso para a architetura
desta provincia e para o fabrico do assncar e preparac.2o do
algodo; entre outras machinas de vapor, moendas de canna
para vapor, agua ou animaes, redas dagua, rodas dentadas,
aguilhdes e chumaceiras, tachas para engenhos, crivos e boceas
de fornalha, moiohos para mandioca, qannos de ferro, tornei-
ras de ferro e bronze, logues, bombas para cacimba, ditas de
repucho, guindastes, guinchos, alambiques, prensas hidru-
licas, ditas de parafuso, ferragens para carros, navios e obras
publicas, columnas e travs, serras serraras, diversos uten-
silios, preparos e motores para descaroqar algodo.
Vende-se a prazo ou a dinheiro com
descont.

3:0004000
D-se a premio de um e meio por cento sobre
hypotheca em predio de maior valor e nesta cida-
de a qaaotia do 3:0004000 : quera precisar deixe
carta nesta typograpbia com as iniciaes 1. B.
Cbama-se a aiteDcio do Exm. Sr. presidente
da provincia para opsssimo estado da estrada do
governo que conduz Muribeca, que, por iotran-
itavel, os proonelarios dos engenhos dessa loca-
lidade se acbari impedidos de traasportar os seus
gneros paraacidade do l\eoi(e, e at a roesma
ponte fronteira ao engenho Guararapes, falta-lho
o eslivado, e daste ponto sm dianw o lamaral
invencivel, em que a conservadlo da estrada seja
on procure ser til. Muito se coat i no zelo e
interesse de S. Etc. pele melhorameoto da pro-
vincia.
Gabinete Portugus
DE
Leitura em Pernambuco.
Nao se tendo reunido numero legal de membros
do conselbo deliberativo para a sesso convoca-
da no dia 12 do crreme, novamente convido de
orditn do Illm. Sr. presidente para asessao ordi-
naria qniota-feira 18 do correte as 6 boras da
tarde, na sala das respectivas sessoes.
Secretaria do conseibo deliberativo do Gabinete
Portuguez de Leitura em Pernambuco 16 de julbc
de 1872.
Antonio Augusto dos Santos Porto.
Io Secretario.
Alnga-se o sobrado de um andar e loja da
ra de S. Jorge (Pilar n. 119), ltimamente con-
__Precisa se de um menino livre oa escravo: certado e pintado ; a chave est na reinaco do
para servir* do armazem, de idade de 12 a 14 an- Sr. Penna mesma ra, e l se dir com quem se
nos: a tratar no caes do Ramos o. 18. > ba de tratar.
AO ARMAZEM
DO '"
Ra do BarSo da Victoria
N. 7_0utr'ora ra Nova_N. 7
Sempre novos sortimentos'
Calcado francez
Botinas novas para seoheras e meninas.
Botinas para horosns, bem bezerro, pellica, eor-
davao, vaqueta e panno, duraque com blqoeira de
veroiz, pellica cora biqueira de verolz, bezerro e
ptllca cora ilhs e com botSes, tanto dos fabr
.antes Suzer como de PoUk.
Bous russianas, meias botas, perneiras e meias
perntira para montara.
Saptos de vaqueta de veroiz com sola de ma
dera, proprios para os sitios, jardins e bachos,
tanto para senbora como para hornero.
Sipatos de borracha para bomem, senhora e
menino.
Botinas e abotioadoi da muilas qualidades e
breos para meninas e meninos.
Su pelos de veroiz, cba'lat, easeruira, tapetes
avelludados e de tranca, franeezes e portuguez:?.
Perfumaras
Finos extractos, banbas, cosmticos, leos, opia-
tas e ros dentrficiot, agua de flores de laranja,
agua de Cologn*, divina, florida, lavande, e de
toilette, tintura para barba e cabello, ios de arroz
sahonetts e moitos'artigos delicados, como (ras
luiuhos de extractos, todo de primeira qualida-
de dos bem conbecidos fabricantes, Piver e Coa-
dra y.
Quinquilharias
Fines anigos de Pars, de difTerentes goslos e
phantasia, como sejam os segrales :
Leques para seaboras e meninas.
Lavas de pellica e de fio de Escocia.
E"pelhos difTerentes, para sala e gabinete.
ViJros avalaos para espelhos.
Caixinhas de costara ornada com msica.
Albuns e quadriobos para retratos.
Diversas obras de ooro de lei.
Corrf otes de plaqu para relogios.
Bolsinhas e aires de seda e de relindo.
Diversos ohjectosde phantasia para toilette.
Pincenrz, oculns e beogallas de luxo.
Chicotes e hengallas de baleia, canna e junco.
Ponleiras de espuma para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, roup, deotes e unbas.
Peales de martin muito naos, para caspas.
Ditos di(T;rentei para cbe!|p e barba.
Carteiras para notas e para ainbeiro.
Malas, bolsas e saceos de viagera.
Saiotas de rame para passarinbo.1.,
Venizianas transparentes para janellas.
Abats-joors triosparentes para candieiros.
Mamadeiras de dar teite mui faci)/as crianzas. .
Tiras de molduras douradas para qoadros.
Ricos qoadros Jpromptos para;paisagens.
Estampas de sao'.cs, cilades e pbantasias.
Esieroescopos e c-ismoramas com ricas vistas.
OLjectos de mgicas para entretenimento.
Machinas de difTerentes systemas para caf.
Ber?os de vime para embalar crianjas.
Ceslirihas para meoioas de escola,
iogos, de dama, domin, bagatellas e da gloria.
Carapaiobas de molas para chamar criados.
Realejos, accordions, vidros avoisoa para cosmo-
ramas e oulros muilos artigas de quiriqailbaTias
d.fficehi de meociooar.
Brinquedos
Para criancas.
O maior sortimento cae se pode desojar de
toda sorte de brinquedos fabricados em diversas
partes da Europa para entretenimeato dos me
nios.
Presos
Em virlude le novas ordens des fabricantes,
veode-fe lado a pregos baratisaimos : no arma-
zara do vapor francez, roa do Baro da Victoria,
autr'ora roa Sova n. 7.
Grande ascenpao ae-
reostatiea.
Doanfago "9i do orrente.
As 5 horas da tarde do dia ecima indicado far
ascenso no largo de Santo Amaro o grande by-
podrooio de inveoeao nacionalLa repblicade
cojo bojo pender um trapesio, onde ir fazendo
evolucoes o menino que castama andar em frau-
das na campia do referido lugar, basteando ana
bandeira eom as iniciaesC. rl.qao quec diter
comraercio nacional. A orchestra ser de ajrom-
ba e constara de tirsos, pratos, gaita.3, sinos, otes,
baixos, marars moiungs e birimbaos. Pata
maior faotMdade eoncurreacia havei um bond
expresso, que partir da etla$o sempre que boa
ver mais de um passageiro.
Nozinho.
vZ\
CAUTELA!
f&
PS!
p\
MEURON
AWISA
mt
m
aos compradores do bem conhecido e acreditado. rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
k2
T
Lvl
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
iUiSMSisK?;
&X&G
?--
^muel Power Johns-
ton & 0.
Rna do Apollo n.38 e 4(R
I'zm scente aos seas freguezes que tees
mudado o sen deposito de machinas a va-
per, moendas laxas da muito acreditaos
brica de Lowlioor para roa do Apollo n.
3i e 40, onde conlinuam a ler e mesmo sor-
tu Dent do costme.
arranjo com a fundidlo geral, pelo que po
dem offerecerse para assemar qualqutr
nachinismo e mesmo garant lo.
iWKil 'HHL
\ rr
Os proprietarios da funJicio (eral fa m
seientea aos cutieres de eogditio e mais
pessoa, qne teem entabelecidu orna Inndi-
cao de ferro e brouze a roa do Brom, nu-
lo a etacio doi bonds, oode apruuiaro
qaalquer obra. d<> encorameoda cem ptrf.'i-
(le* e prumptidac'.
Os roe-mos r'gam as pessoas que qaei*
Fazem seiente Umbem qne teem feito no rara ntiliaar se de wus servaos de deia-
rem as eoeomoendas em casa dos Sn. aa-
muel Puwer Johinton & C a ra do Apol-
lo o. 38 e 40, onde achaiao pe-soa habili-
tada eom quem possara entender se.
Apparelbo para fabricar assncar, do systema.
WESTON CBNTREFGAL
nicos agentes em Pernambuco a fundiQo geral.
Para tratar em seo escrlptorio a ra do Apollo n. 38 e 40.
im
r. R. Vi-inn*
Medico operador e parteiro, recen-
tea ente chegado da Borrpa, un de de-
diou-se a cirurgia, partos especial-
mente as molestas e operares de vas
gento ourtnarias, tem o seu consulto-
rio i ra do Vigario n. I, segundo an-
dar, onde d consallas do 1|2 dia as 2
horas, gratis aos pobres.
Pode ser procurado a qualquer hora
do lia on da nonte.
Fu do Vigario n. i. 2* andar.
Engenho SoleJade
Este engenho simado na ribeira de Gitituba,
a margetQ do rio Camatagibe, de grande extensao
em terrenos os melhores que se tolem desepr
para a cuitara de cannas;' ms com agua e tem
proporc's para se levantar mais dous engenhos
i'sgua guarnecidos com ricas roattas. Esta pro-
priedade vende-se cu arread se, e tambera d se
terrenos liara levantar ontros engenhos pelo tempo
que se cunvencionar : a tratar com seu proprie-
urto ao largo do Corpo Santo n. 17, primeiro
andar.
Atten No dia i de agisto do anno pausado an'enton
se do engenho Cunaragibe o escrivo Viceo, di
idade 40 annos, cabra, de altura regaitr, teni
todos os deotes, o sao limados, tem cicatrizes de
ferida qoe leve as peroa, e tem rrsnchs brao
cas nos ps e as raaos, bem ladioo que cuma
iovo!ver-se em presepios, julga-se que esteja em
Montes de Una o em Goyaona par ter la paren-
tes : roga se as antoridadea on a hender leva le o Recife ao Sr. Jis de SodSa
Barreiro, na ra da Companhia Pernambncans
n. 2, qne serio generosamente recom|>osa.l u.
Aluga-S3
por 124 measaes a carnba o. 19 do bec : do Ad'<
que, fregnezla de S. J>s : a tratar na ra di Ma
dre de Dos n. 16.
Tes
TENG'AO

Precisj-se fallar com o Sr. Manoel de Oliveira
Ferreira Guimares, natural de Portugal, cidade
le Guimares, a negocio de sea inters?e, em vir-
tade de i-artas recebidas dalli : na roa do Impe-
rador, loja n. 54.
MOFINA
Sio..., sio..., nao ouve?
Roga-ie ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello, es-
crivaoni idade de Nazaretb desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36* i con-
cluir aquello negocio que S. S. se eomprcmetten &
realisar, pela tereetra chamada deste joma.', em
fias de duembro prximo pxssado, e depos para
Janeiro, passou fevareiro e abril, e nada cum-
prlo ; e por este motivo de novo chamado para
dito tim, pois S. S. se deve lembrir qoe este re-
goeio de mais de oito annos, e qaando o senhor
sen Albo se chava nesta cidade.
Fugiran do eugeabu i^ctio-inuba, frcguezia
da Escala, os esc.ravos Rufino e Iaz, na noiie de
12 para 13 do carrate, os quaes teem os signa s
segaiotes : itafluo, cor fula, estatura regular,
corpoleolo, ps mal feitos, falta de deotes oa fren-
te do lado de cima, 23 a 28 annos de idade, .'Ir-
regulares, nariz cbal >, cabellos caraplnhos, levou
ronpa de bnm; Ignez, mulata clara, roso laig),
olbos salientes, alta, secca, ps grandes, cabellos
carapinhos, nariz chato. K-ies escravos sao c>-
' sados e pertencein ao abaixo a-signado, que gra
111 '.ara generosamente a quem os apprehender e
levar ao referido engenho.
Maaoel Cavilcante de Aibn,inerque.
Jos Mina Palmeira faz scieale so coirui.r
ci desta prac* e ao publico em geral, qoe tora
pago todos os seus dbitos, e qoera se julgar ere-
dor por qaalqoer quantia dirlja-ss aj seu escr'p-
torio, largo do Corpo Sinto, que ser prompta-
ments pago, e declara mais que nao tem rra de
seo poder letras de sett saque ou como nceitan'e
ou end.'cante, qualquer tiiulo ou documento qoe
apparca falso ; bz igualmente publico que mi i
caa de reta ho na ma larga do Kmrio n. 11,
sob a Brote de Palmeira de C em que a socio d;
industria e nico gerente Unoc'i Jos dos S:nt"s,
uada deve, e os que se, ulgarem cred^res /od'-m
mandar recebar saas, importancias que sao promp-
lamente pagos.
'SO IMI I gd-ra
i .irir-iam n.idu *:i 1 n vm.t-ro <^ I7I,
'le C'ia, i i f-gueiia a
goidtcs :
Flix, crl. i lo, de 50 amr*>< pioc tne-
|^L altura regular, rheio d coli"-. tan tetto de
p peras*, iosw redotLi e um ponen c^rrancu-
to, fa"a ,' r1io!< da fipn'e,
alanos Jo |oas sao lirra' o> i sul sa, leu
cMiellos liraH'-n:i retas e i;a
d.iJ.icuim Rapluel da Gtxa, d* P j :, de Klor,
' onde ven: liara >rr v, adida dj cidade dofist
E' a segui:da w que dfsapr>;r-ee e^-ie estrave do
Sjjkrr do ab: ixi asignad ue da primei-
ra fu preso un S. J..- da lofazefra, pelo que >t
taaMe ir; iJo para o raesmo legar.
fcaV, que representa l-r 32 aanos, muo j'to,
secco do c.rpo, bree, .g e peroas lina, rosto com-
pridj, com Barcas i<- bexigas, nihu* pnenos e
viv,, nar z ur poocu chai'.', folla bun e um
punco gage, tuca vlt-l> e gyta, e di i r sido es-
cravo de um padr?, Ullecido, e ser naiural da
villa e S. Joiio ou 8 Thox oo rt^lo de Cariri.
ADi'ni.i. linalmonie, d>- iHM e ro.-to regla-
les cor fula, coro 22 mao, i rr.
piM e p-m.s, oih. amorteeido*, naiii bem feit",
(.illa mansa, '.em falta de dente* na frente, esta
acora bucaudc, diz ter sido eacravo Je Loa Pe-
rosa, m rador no rio l'iraiihas e vendido para o
seiHo de tianc. Fuitaabeini a V.ypUt-
oo Deierra Ltiii-, por ci.ji t. cura-;c o vendeu
o Sr- Uircelliuj FiancitO Al e ia Silva, lo
Recife.
R. g -.e A au:oades policia-s e capities de
campo a ca.tura do* is.ravos asir a p-d-di )
ser ellts emreg :-s o baixo-f*gia-'o, no en-
geuho cima, ou o li-. if', :u da M-d e de di"*
o. 36, 1.* and.r, e do Qieimado o. 47, mde sea
(ieu-jrrsararnte gratificad i qu*m qner qne appre-
henla os e-ersvos re^rllo*.
.Vanofl Hitlr'igic da $.<<' C __Pr(cis:>se ie um bo-
raem, forte e gailo, para fc-
t'ibui; este Dia ic a'di-
tiicto de jlpa^, png.n-Ic-
ebem; nesta ty^og^pliii;
i '.,
llotlfe iUii. eras 7M7.0.
0 Sr. Jos Alves Machado -Guimares, pela se-
mnda xez chamado a vir 4 ras do Imperador n.
a o goeio de sea particular ioteresse.
Cosiuheiro
No collegio da Gonceicalo precisa-se de um co-
zinheiro.
Interesse
O Sr. Jas AHres Machado Guimares qaeira tor
e bondade de vir a ra do Imperador n. 28,
negoeio deena convemteneia.________________
Ao commercio
Os aUxo assigaados declaram ao publico e es-
pecialmetite ao eortto do commercio que neeta
dala coupraram ao Sr. Joaquim GoO'jalves de
Azevedu Maia, o seo deposito de pao e bolacha,
sito no largo da Peana n. %, livre e desembara-
zado d-3 qualquer debito que possa apparecer
at esta data.
Recffe, de julho d 1S72.
Joaquim da Silva Salgueiral .". Q.
Escravo fgido
Aafeotou-se desde o dia 44 do emente o preto
creoalo de nome Rodolpho, idade 26 annos. poneo
mais oa menos, ^etatura regolar, olhos v*gos e
tem nm geito no andar; M escravo de Luiz de
Oliveira Lima, hbil, sabe ere costuma intitular
se ceno forro, tem andado pela Soledad?, Cisco, e
camin 38 de Olinda ; quem o pegar tzaga-o na
rna Dreita n. Id, qoe ser recompensado.
Sjsde odia 6 de Janeiro do auno paseado
que aneniou-se da asa de sea senhor na rna da
Cruz, a escrava Tbemazia, crioula, com 26 a 28
anuos de idade, baxa, corpolenla, cabeca chata,
beiQ)s gressos, mies bem fetas, cem as juntas
dos dedos calejadas, peitos grandes, urna marea
redonda em um dos braros, ps meio chales;
desjonfia se andar j)or estes arribaldes acontada
por um Pjrtuguez, ja lera sido encentrada em Ca
xang e Jaqaeira : rogase s antoridadea oa a
quem a apprehendor -leva-la ra da Cruz n. 23,
oa ra de Hn+as n. 14, qne sero bem recom-
pensados.
CRIADO
Precisa-se de um bom criado para casa de bo-
mem solteiro, paga se bem : na ra do Mrquez
de Olinda n. 20.
Ao commercio
Os abaixo aesigoados scientifi;am ao respeitavel
corpo do commercio qoe compraran ao Sr. Mar-
cos de Almeida Lima o estabeleeimento de mo-
Ihadoe sito no pateo do Terco o. 11, livre e de
sembaracado de qualquer debito ; quem se julgar
com direito ao mesmo qaeira nestes tres dias en-
tender-se com o Sr. Marcos de Almeida Lima. Re-
cife 4 de julho de 187a.
Minervmo Francisco Lobo.
Franelaeo Ignacio Lobo.
Contina ugido desde 18 de iraia do cor-
rate aono o escravo Beiwdicto. de idade de 40
araos, criollo bem preto, estatura regular, ps
grossos tjnebrado, anda sempre com om avestal
ooaiprido dese o pe.te^o atea dolar, ana ves-
tido de calc> de brim psrdo e camia de cht.
levou toda a sua ronpa em um balaio de vioho
champagne com a competente tampa, e consta es-
tar em urna das casas das freguezias do Recife,
Santo Alton i o on Boa-vista : por i- lo roga se a
todas as antoridades poliches e pessoss partcula
res que o prendara para ser entregue ao seu se-
nhor a ra larga do Rosario n. 10, notica que foi
do finado Pinto. E desda protesta-se prowdr
centra quem o tem occului, gratificado t pago de
qtialquer despeza quera o pegar.
Alnga-se al secenibro de 187.1 o i* andar
4a sobrado sito a ra da Aurora n. 79, ti ndo co-
cheira, estribara, agua, %u e esgoto : a tratar na
mesma ra n. ai.
OabaiXo assiguado" laz publicu em geral qne
d'ora em diante deixa de assignar-se psr J> Ac
tonio de Carvalho Jnior e sim pjr i>< Antonio
da Costa Carvalho.
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brail e de >w
filiaestia rna do Baro da Victoria n. 63. ntlga
roa Nova, loja de Joo Joaquim da CostaLei'e
?la lriija Ua Independencia n. 33 s* ccml>ra
ooro, prata e pedras preciosas, e tambera 6 vende
obras de igual especie.
0 Booquet das Damas
Raa I le Marco u 11
Salao de cabelleireiro
A' loj de miodezas, no Io Bftdtr.
O Beuquet das Damas tem para vender a Sefli
freguezea nm grande soituoenlj de perfumaras
dos melbores fabricantes da Europa.
Um sortimento completo de obra de cabello de
laxo, feito e de eo:oramenda, cuja casa tem habeii
artistas ; am dito de luva de Jcuvin, caixinh?
para costara, aibum para retrato, grvala do niti
mo gosto para hornera e seohora, abotcadura de
collete, fi'a? de seda de todas s corea, eofeite-
para vestido, ten Oda rxercadt ra do uliimo gos-
to, am sortimento de flores lisas de seda, e-pari-
ihos para senhora e lilet, e timbem cutres artigos
do ultimo gosto, qoe os fregnezes visitando o es-
tabeleeimento podero apreciar, alem dos oreos
baratos, a boa qnalidade das mercaorias. O sa-
li tem hbil ofBcial para fazer a barba e cortar
cabello.
Os credores da massa fallida de Fernando
Stepple da Silva sao convidados a apresentarem
com a maior brevidade pessive! rra casa dos a lmi-
nistradoresda dita massa rna da Compach'a Pr
nambueana o. 14 os sea ltalo*, alm de pro:e-
der-se a classificaro de crditos. R c:fe 10 e ja
Iba de 1672.
Os sdmlnist alore?,
Joiqaim Das dos Santos A f.
D. Liuriana Rori Can*i gaelra Pinto Dusrte vinva de \.v-
u< el Fntaciscl Duaite usmda >eu<
parettes e ani''9 0 do sen liadw
nvrid para asrislirem mi-a-
0 ao memento qne pelo primeiro
aouivrrsarlo do sen passarceetc
ra:nda celebrar ua matriz da B ..1 Vista pelas oito
turas da macha* do dia 18 do a rre&le, peio que
antecipa d-sde j sea profundo reconliecment.
Recife, lo de julho de If-Ti.
Precisa-.-e de nm preu para seivico de pa-
daria : na rna da Guia 0. 54. ^___________
^0 publico *
O Dr, Cosme de SaFei'N, pelo pre.eute d'-
clar ao reVitavel p blico que vcuden o sen e<-
tabdecimeDto d hotas Uto a iva do Imperador
us. 22 e i) ao sea calxeiro M-'o el Daarn \
ra Juo.or, livre e dtf. OSOS al a (lita do 30 d>- j rabo puxitno passadr.
Recife, 15 de julhi_de_1872.________________
Pi.ra o Exm. fe jois de
Cp^a? vor-
Una -VI use spe
O tx-lhesjnreiro Maoo-l Lima*, o m q Tue:M:-
reirj acluil cccup.im quairo ea:as no pov .!
ma3mo nome, os ,-llogueis nao sei so estarlo -
gos; mas de ur.'.a dtllas ji'go ^ue deve ma's t
qua'.ro ceotjs mil reis ; outro sim, c selifd r r1-
pairimooie aprsenla 11 ua rarr ci e nm li. i i
vio .ue dea eom o Fasdeingadn ro cha-, e er
la d Virgi-m S.-ohora-e.-ia amaneando .i.t. 1.
tirando e lucro de seis a sele mil res dia i :
quem qahier mal' p rgon' .u" en re'-p-'nd"r,!' -
;:k i^uarri, e n^^:a occaio mostraM 1 o eordas 1 awqu tos por rame. H .-if | l
Ibc de 1872,
Lin rihao.
-- OII;rrci-se uuia mu ber Clpai para
o ci.rg, na qnalidade de ama, da cas* de hoiiem
Soltetro ; garande so ua condado, quem -u 1.
Jer dlrija-se a ra das T.iocbeirai n. 3.'i, ;; an-
dar.
aixei o
Precisa-se de ora caixalro para eabe'ei
de mochados : na ra Jj Cabug n. 18 -
quem precisa.

No antigro armazem
de agencias da na A Imperador n. It, es
,-e raeetivair.Mite trastes u na.
A caixa lil do banco do 8tai>l em
liqnidar;3o, paga o 37 dividendo de suas
aofSes inscriptas nesta caixa, a rfzlo de 8j
por acco : ca rui do Marqiez de 01 nda
D. 49.
COMPU-SB
raoedas de curo e prata ua loja a rna do '
|iiei de O'inda n 58,
Ooaipra-e
urna rssrava qaa sai: ni ra : na ii 3
do comraeod.idor Tasso, ni Oni d(i ai ms
O'mpVa-se
jornaes a o'i a arrobi: na na larga
o. 14, fabrica de cigarros
do Ro
Compra-s ttulos
rna di Cre'O" n. 19.
da divida provincial : na
VENDAS
i
h\fQJk
__ce t-*-
<&
MEURON a C.
TRILHOS URBANOS
DO
Aecife Qlinda
e Beberibe.
Teudo sido renbado o cofre em que se guar-
davam os bilhetes, na esla^ao do Varadoaro, em
Olinda, que eram ali depositados para serem
vendidos; e, conviodo evitar que sejam aproveita-
Jos por quem possa illegalmente estar de posse
desse; bilhetes, co serlo reeebiios nos trens des-
ta c mpanhia, de segunda reir (lo) era d'anle,
os bilhetes carimbados com duas firmas, por se
aeharein venda desde ja, para passsgens, bi-
lhetes calimbados eom orna so Arma.
Eisriptorio da companhia, II de julho de 1872.
0 director, gerente interino!
J. F. S. Porto.
Fr
reosfa-se
comprar on alujar um pequeo sitio na estraJa
do Arraial que fique pert] de alguma estaca) da
via-ferrea do Caxang : 00 largo do Corpo Santo
D. 19,1 andar.
JHoeque
Pree'sa se alagar um molejue de cerca d 16
aunos, vindo de casa de tratameati, com garanta
de conducta, para comprador e copeiro de nm es
trantero solteiro : na rui di Torres n 36, no
Recife.
t\
Venie-?e amjpiano e araaart j n'a
portn em boca estado, e muito barato,
propno para quem qtiiz-r apprender, qcem
prelendel-o dirija-sa a Olinda ra r>o Am-
paro n. 17 sobrado..
Quem nao comprar
0 que valle I2$000 por S$S00?
Meias ingieras mui'r, encerpadas para senhora
a 35300 a duiia, ou 300 rs. o nar. Ja loja das 6
nonas em frente do Livramento.
Vapor usado.
Vende se um vapor ds |<,rca de q-alro java"",
..e ptima ; r.sirucco, e em mi i'o b'-m nao, pro-
pno pata engenho de :s.-oear oo qaalquer .or>
mi-ier : tratar no armazem o. 23 da trave*;
da Corpo Sanio.
Troeam-se
aotas das caixa; filiaes do banco dj Brasil, cora
pequeo descont : na loja da rna do Mrquez de
Qlinda n 38._________________________*
O abaiio asignado leudo de retirar-se para
o Porto 00 flm do crreme mez, julga nada dever
nesta praca oa fra della, at esta data ; deixa
encarregado de seos negocios ao sea primeiro
calxeiro Joio de Almeida Seixa>, e procurador
o sen amigo Jts Antonio de Soaza B3los
Recife t de jalao do 1872.
Coostaotino Rodrigues Meles.
Joo Pereira Pedroso Lima e J ,t> Fran:i? o
Heoriques fazem scieote ao respeitavel publico *
eom especialidade a9 corpo do c >mmrcio, que na
presente data dissolveram amigaveimeute a socie-
dade que tinham no esUt.elecimeoto de taberna
silo 4 rna de Santa Therera n. 60, sob a firma
social de Pedroso & Henrii e", fi:aodo o ex-soeo
Henriques na posse exclusiva do e>taDeiecimentf
comjodo activo e passivo, e obrigado sua liqui
d{!o como uni;o resproavel; rerando-se c
ex-soci? Pedroso Lima pigo e satfeto deseo
capital e loerc* e desonerado de qualquer respon
sabilidade. Recife 10 de julho de 1872
ATTEiW
V.ndese um piano de mesa eom alguna a*:
para apren !er : na roa d Santa Labal d. 9.
AU ru* d Alie n a. 10 vende-se doos e-
talloi gor-lis e boos aodadore*.
CAIXEIRO
Precisa-se de am calxeiro eom pritfea de laber-
na : em fronte a rea do Virario 0. 1.
Estrada do LuccaT
Alaga se nm sitio e cisa com 3 salas, 7 qaartos,
eozioba 'ora, coebeira, estribarla e cacimba; o sitio
propr vaccas jior ser basunifjrand
para cr o pretender dir^'a-e-Rca do
V.gario Twrrrrt b. 31, t andar.
B)ra
negocio
Vnde-e orna b.;a easa terrea em eraV* 1*0-
pno, com 5 quartos, 2 salas, eozioba externa, nm
grande quinfal planudo e murad,', siu na Capnc-
ga, ra das Creoulas o. 6 ; venJe-ss Umbem par-
te de ama cotra cssa terrea, sita i roa da Viola-
ra n. 1; a tratar na raa de Marco t A, !
andar.
Barato que admira
Lindos gergures para vestidos : na rna Dflitae
de Caxias n. 60 A, I ji da esqnina de Beato da
Silva A C_________________________________
Laa para vertido
padrues ioteramente mol rnos a 300rs. oflBft:
s oa ra Duque de Carias a 60 A, loja V
qolos de Beoto da Silva 4 C "K
*
\ llKKtl
"J


*

OimiU dt Prnamuo Quarta leira 17 de Julhc 1872
ALTAS NOVIDADES
GRANDES PECHINCHAS
NA LOJA DO PAVAO
Na ra da Imperatriz
n. 60
1
PEREIRA DA SILVA & G-
Para as Testas do mez de jonbo
Pereira. da Silva & C. tend > rocbido oa grande sortimento da fazeadas de lia,
seda e algodo, com os pair5s mais hjvos que tem viodj ao mercado, tem resolvido
liqoidal-as, por precos muito baratos com o nico flm de agradar aos seas numerosos
regaezes e aparar dnbeiro, de todas as fazeadas se d2o amostras deixande penhor, ou
maadam se lavar em ca:a das Ezmas. familias.
LASINHAS
O Pavao vaode delicadas aUaciaoas de to-
das as cores com muito lastro e delicada*
lislra matisaios a se la, proprias para os
eafeites e babinbis a 105 K) covado.
Bitas hstradas a sala, sendo as mais de-
licadas qie tem viado ao m ircado a 10500
o covado.
Delicadas liisiahas com muito bruno e
l istrinhas de eh a 10000 o covado.
Ditas com lislras de seda larg e maito
enoorpadas, com le.icadas coras a 803 rs.
o covado.
Ditas maito dslicidas com (istrinhas de
seda a 560 rs.
Ditas sendo bastante largas com Ristra os
lado, para os eofeites e com cores maito
dalictas a 500 rs. o covado.
Ditas da ii-tras miadiahas com G >s da
seda, que Ihe d mnito brilo, lando de to
d is as cores a 500 rs.
GargurDos de la, de ama si er, tendo
faiend-i muito moderna a 400 rs.
LtfsnbM lias de orna s cor, tendo de
todas as cores a 400 rs. o covado.
Alpacas lisas de todas as cores a 500 rs.
o covado
Uasinhas de cores com delicados qnadri-
caos de seda tendo de todas as cores esen
do maito modernas a 800 rs o covado.
Gurguri asues de 13a, com delicadas
listriubas brancas lavradas sendo o que ha
de mais novo no mercado a 640 rs.
Delicadas alpacas de seda com delicados
padr5es e maito brilbo, de gosto inglez
a SCO rs.
Delicadas Lfasinbas de ama s cor, sendo
de todas as cres.como sejam : verde e asn!,
roso lirio, cor de canna, edr de rosa, brap-
cas cem listras da mesma cor a 800 rs. e
1,5000.
Grande somtenlo de (azendas de todas
as cores, e diferentes qaalidade3 a 320 o
covado e 400 rs.
Bireges de la trasparente tendo do to
das as c6re a 200 rs.
PUPELIN\S
O Pavita veideas ma>s delicadas poupeli-
nas de verdadero linho e seda, sendo com
os padreeslijtraio%u osraiis delicados qae
tem vindo ao mercado, uavendo de todas
ii o"ires a 20000 o covado.
Ditas com differenle< padroes, para ac
b;r, a 1,5600.
Sodiohas do listras com delicadas cores,
te lo at r&x s para lo o a UiOO.
NOVAS SE JAS A 20500
O Pavao receben u na nova remessa das
mais lindas sedas para v.-.st'dos com ss mais
lindas core e mais delicados desenhos
raiudiohos, em ama so cor, garantindo-se
que seda pura e qie seria fazendi para
man de 3u00, a nao se ter feilo urna gran-
de compra e liquida-si a 23500 o covado.
GROS PRETO
O Pjv5j vende sempre grosdeniple pre-
to para vestidos sendo sjffrivel a 1,5600 o
covado.
Dito bom coa ourel'a branca a 20000,
D.to muito oncorpades e muito largo a
20500e 30COO.
Diio em tecido de gurguro sendo fa-
zenda muito incorpada a 3000 c 45000.
Sed i preta tavradi muito encorpada a
20000.
BR VMANTES PARA LEKty)ES
O Pavita vende superior bramante de al
godSo tendo 6 palmos de largura, que s pre-
cia* de 1,1'4 vara para que lencol, metro a
l^tiOO ou vara 10SO\
Dito de linho poro superior, muito eccor-
falo com a mesma largura a vara 20400.
Ditos francizes muito finos a 2,J500 e
35000.
Pecas de Haabargo e panno de linho
com 20 e 30 varas e para toaos os precos
eqaalidades.
PiCj de bretnha de puro linho, tendo
30 jardas, pelos precos mais baratos qae
se tem vist i.
PdCiuuas de fioisirma esgnio oa celesia
com 6 jardas a 70000.
Pogas de G jissima silesia, tendo 3 jar-
i. a 355000.
A'oalbado adamascado com 8 palmos de
largya, a vara a 20000.
Dito de linho superior, a mesma largura,
a 30200.
Dito trancado sen ser adamascado, mas
maito encorpardo a 15600.
Goardanapoe, tanto grandes como peque-
nos a 3000 a duz ALGODAOSINHO.
O Pavita venda pecas de algodosinho
americano com 16 jar jas pelo barato prego
de 35010.
Dito maito melbor com 18 jardas 45000
Dito americano muito encorpirdo com
20 jardas a 55O0O, 55*00 e 65000.
Dit 1 largo marca T, sendo o mais fino
qae tem vindo ao mentado proprio para
lences a farda a 280 e 320 rs.
D to enfestado para lancees sendo maito
eicorpalo e com 8 palmos de largara, a
' vara a 15000.
Dito com a me ma largara, sendo tranca-
do e maito e icorpado a 15280.
CASSAS FAN;ms
O Pavao venta fioHians cassaa france-
sas, com ai mais delic idas cores, sendo
.stradas eda flores, faienda ebegada pelo
c timo vapor a 40) rs. o cavado.
Ditas franiezas flaiisimis padroes mia-
dos a 400 rs. o covado.
Ditos de diHirentas goslos a 320 o
covado.
G.IMDRVIAS BRANCAS
O Pavita vende combraias vardadeiras
com 8/2 varas cala peci, seado fazanda
qae vale maito mais dinneifo a 45000.
Ditas maito fioas a 50WO e 05000.
Ditas com ID varas a Cf 300 e 75000.
WWflHIf ** ** Wtf A
KELLER & C.|
Ba do Bom Jess u. 55
Vendem
Ferro gavaloisado eo folhas para te-
nas.
Leile condnsalo.
Cognac llarlineau.
Vmho de Brdeos em caitas :
Tommard
Volmay I
Hant f aleras
Pealliac
Vicho do Rtieoo :
Schariacnberger
Kisdesheiraer Berg
Hocokaimer Berg
Mareo Cramer anstese
Kaaembaler Berg
Sieinberger Gabinet.
***** *********
Libras sterliaas.
Vende-se no arraanm de fazeodu de AngosU
f. d* Olireira dr C. ra io Gommerclu n. 4J.
PANNOS FINOS.
O PavSo tem um grande sortimento dos
malhores pannos fiaos qae tem vindo "a
este mercado, sendo preto do mais fino at
ao mais baixo, assim como ditos azaes,
verdes e c6r de caf, proprios para palitos
e fardis, qae se vendem mais barato do
qae em outra qaalquer parle, por ter gran-
de porco. ^
SAIAS.
O Pavao vente am grande sortimento
de sai as brancas mui.o ben bordadas, ten-
do 4 pannos cada urna pelo barato preco
de 45500.
Ditos ricamente bordadas com 4 paes
cada ama a 65000.
Ditas j faitas com folhos macheados
sendo maito fiaos a 35500.
Ditas da mesma porm mais abaizo a
*5<00.
Ditas tambem ji promptas sendo de 13a-
sinha da cores com barras enfeitadas a 35O0O
e 45000.
EPARTILHOS.
O Pavo vende os mais mode nos espir-
tilhos de todos os tamaobos sendo os
mais modernos qae tem vindo ao mercado
a 45000 e 55000.
CASAQUINHOS.
O Pavo vende modernissimos casaqui-
nhos de seda preta, maito bem enfeitados
a 15000 e 25000.
Dito de croch brancos a 65000.
Ditos por terem algam defeito a 35000.
Ditos de fil maito fino a 125000.
BORNU'S.
O Pav3o recebea am grande sortimento
dos maia rices borns, tendo brancos e de
cores que vende a 165000.
MEIAS PARA HOMEM.
O Pavo tem am grande sor.manto de
meias croas para bomem que vende em
dosia a 45000, 55000, 65000 at 105000.
Ditas para meninos de todos os tamanhos
de 35 JOO at 65000.
Ditas para senboras sendo francesas e
icglezas, tendo tambem maito encorpadas e
basiante largas de 55000 at 125000.
Ditas para menioas de todos os iama:hos.
TAPETES.
O Pavao vende tapetes grandes para sof
proprios para 4 cadeiras a 255000.
Ditos maito bonitos avelludados para
dnas cadeiras a 105000.
Dios para o mesmo fim, oa para ao p
da cama a 75000 e 85900.
Ditos pequeos para janellas a 45500.
Assim como grande sortimento de pan
nos de croch proprios para encost de
sof, de cadeiras de bracos, oa de bahnco,
ou de guarnido tudo por precos moito ba-
ratos para acabar.
CAMISAS.
O Pavo acaba de receber grande sorti-
mento de camisas ioglezas com peito de li-
nho para todos os precos e tamanhos, qae
vende como pecbinena por ter grande por
$0.
Ditas com pellos de algodSo das mais
t -ratas at as melbores que veam ao mer-
cado.
Ditas francezas de chitis miadinhas com
os nr.is delicados gostos.
Ditas de meia de algodo e de la.
LENCOS.
O Pavao vende finos lengos de cambraia
branca abainhados, em dazia a 25400.
Ditos finissimos tambem abainhados
350OO.
Ditos com delicadas barrinbas de cores,
garantindo se serem fixos a 25000.
Ditos finissimos de embraia branca, tan-
to proprios para bomem coa o para senho
ra. sendo fazenda qae sempre 59 vendeu a
65000 e liqoida-se a 45000.
LENCOS BORDADOS
O Pavo vende finissimos lencos borda-
dos para m3o sendo da finissimas cambraias
de linho ricamente bordado', rendo fazen-
da qae sempre se vendeu a 45i)0) e 55000
e liquidaaj-se por se ter feito ama grande
compra a 15600 e 25000.
CHAPEOS DE SOL.
O Pavo vende chapeos de sol de pura
seda com barras tendo de todas as cores e
sendo com cabos de canna e mnito leves,
fabricados no Porto, sendo fazenda qae
vale 145000 e liqoida-se por ter ama gran-
de porcao a 106000.
Ditos com deiicad.s cabos de marfim a
165000.
Ditos pequeos proprios para senhoras
e meniaos a 85000.
Dit de sol de seda a 45000 e \ ~"<).
PUNHOS E COLLAHINHOS.
O P.v9o tem graode sortimento de pa-
nhos e collarinbos de linho e algodo, pro-
prios para borneas qae vende por preco
moito barato.
CASINETAS ENFEITADAS.
O Pavo vende cortes de casinetas en-
festadas de algjdla de qaadros, para cal-
gas pelo barato prego de 15000 o corte.
A mesma fazenda em covado tendo duas
largaras qae tambem serve para roopa e
vestidos de escravos a 610 r.
BRINS.
O Pavo tam grande sortimento dos ver-
daderos bros de angol a, proprios para
calcas, colletese paliaos a (5000 o covado.
Dito moito buoito imitaglo a 800 rs. O
covado. '
Bros brancos de Iinbo dos meloores fabri-
cantes qae teas vindo a este mercado, d
15000 a vara at 4JO00.
Brias de cores pira todos os precos
qualidadas.
Ditoa pardos de 640 rs. a vara at 15W0.
Dito pardo liso muiti encorpido, par
roapa deescravoi a 400 n. 1 van.
Quiado prate qae nao ba man novidtde a
descobrir, nena objectae de maia pbanUsia, aleas
doe que tem apparecido M agora, eis que a tova
Bsperaoca recebe os mais elegiles e mais mo-
derno?, de forma qae indispensavel aos apre-
ciadores do bom apparecerem eonstanlemeole n
dito estabeleeimento am de osarem o qae ba de
mais chiqo.4 no moado das moda-'; agora mesmo
a Nova Esperan;* reoebea os em i> grande
quanii hde qae mesmo nao sabe por onie come-
car ; pelo ultimo vavor ebegado da Earopa aca-
ba receber os segaotee, aindi oio valos neate
mercado, como sejam :
Maios adarecos da tartaruga.
Palseirae e crazas de tartaraga.
Liodi&simos pincanez com reos de madreperola e
marflm.
Delicadas bengalas de onicoroio, (a imitaeao)
Bonitas goirnigoos de seda para senhora*.
Lindos chpeos de pslba escara (oovidale).
Esses artigos nao se pod faier nma idea del-
les sem qae sejam vistos; por uso a Nova Espe-
rance ,a ra Duque de Gaxiai n. 63, aprei-a se
em convidar a todos geralmeote, e com espaciali
dade ao bello sexo pera vir aprecia-los.
MACHINAS
DE
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Uaiver&al da ra No-
va n. 2%, oca sortimento da machinas para
costora, das melbores qo&lidadis qae eiiste
na America, das quaes moitas j s3 > bem
conhecidas pe?s seas autores, como sejam;
Weller & Wdawi, Grover dr Boka, SiliO-
crosas, Weed e Imperiaes e oatras moitas
que com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Esasmac'onasfem a vanisgem de fr/.er
o trabalbo que trioti co^ioreiras podem
fazer diariamente e ozem cjuj tanta per-
feigSo como as mais perf-rtai tv-stareiras.
Garntele a sea boa qialid.Jo e ensioa-se
a trabajar com peife^i> em meiios de ama
hora, e os pregos sio > CDmm-.dos que
devem aerador aos prctendpr- s,
Queris faaer am presente ?
Queris preparar am vestido 1
Queris ter am bom ebeiro era vosso toncader t
Queris am lindo le;ae de qaalqaer qsalidade ?
Queris am bao oleo tnico oa banha para vosso
cabello ?
Nao indaguis nem procuris em outra parte, por-
que correris o risco dejvos cansardes e nao en-
conlrarde.-; dirigi vos logo a Nova Esperanza, rna
Duque de Casias n. 0t, onde tereis a certeza de
acbardes e por prego rasoavel.
Nova remessa
Aqnelies engragadoa pedes qae dan am um
quarto de bora mais ou meaos, mostrando d.ver-
ses caracteres, a Nova E'peranca recebeu uUima-
mecte.____________________________________
Nao S9 arrependam
E' certo qae qaalqaer pesso^, quaido compra
um frasco de extracto, toaba, oa oleo, um ea/eite,
am lenco, umaJita oa oatro qaalqaer objecto ,
desaja que seja om e da moda ; por a, quasi
sempre temos o desprazar de ver essas pes-oas.
desgostosas e arrependilas, e porque ? por nao se
dirigirn) a nova luja da Mignolia, ra D-mue di
Caxias o. 45, que qoem Ibas ple sapprir de
boas extracto?, de um lindo enfeita, finalmente,
daquill i que houver do melhor e de mais elegan-
cia no mundo das modas.
Soffrera' quem quizer
Quantas pessoss vamos s.ffrer da nervoso, e
com e.'pefialidade as mais I os sonis eldtries
de Roysr, cura infaliivel para semelhinte mal,
e porque se nao az uso'delles ? talvez e-?aj pes-
soas igoorem o seu efTeto, e qae a Magootia, roa
Daqni de Caxias o. 45, receben desses collares,
e dse)a que cada umi dessas peeiw coroprem
osen, alia de vr-se livre de ora mal que na
realiil-i **> lan incnmmodn.
Nao ha mais dnvida
Qaem tem methores e mais moderos artigos
de moda e ph n'asia a Magnolia ra Daqne de
Caxia- n. 45 ; pois qua acaba de receDrr, alera
de oulros muios. objeetos que sa t nho mencionar, os segnlnies : meios aderreos de
madrpperoli, brancos e de cores, meios d;ti>s imi-
tando coral, agalheiros de madreperola e niar n.
crnz's de dito e dito, balaios com preparos para
eosturi. cioi >s modernos (.ovididr) chapis de
paiha drf cores pira sennora, bengalas de uni
cornio (imnaca ) Com dabo de madreperola, rica*
camisa- b rjaas para senbora e para bemem e
adereces de maiflm.
Na Magnolia
E' g-ralmenle a re'po.-ta que se d, quaudo al-
guem pergiiQta, onie en:atrarei um Imdo s-ort-
menlo de leqne-* ? urna rica, caixinha com run:i-
ca para costura ? urn lindo lbum ? um ebjeclo
de gosto para fazer um presente ? onde pcdt-rei
achar um completo so-timenio de oljecto* de n'o-
da e por precos conread >s t i sempre a res-
posta, oa nova loj i da ^goolia, ra Duque de
Caxias o. 43.
Friuha de maciioca
Superior e moito propria para n"sa, em barr
ricas de farnba de trigo ; a tU<> rs. a barrica
nos armazeos da Taso Ir mais & i'..
A laJOOU.
Vende-se sapatos de tpele pelo lisratn preco de
I i : venbam ao Kival do Kecie o. 50 A, loja de
miudpza.
Padaria
Vend-se a padaria da Casa Forte, pertencente
a Gabriel O. Campo : para ver na mesma, e para
tratar eom Tasso rmeos A C.
i casa de Tisse (reres, na ra do Com-
mercio n. ha para vender :
Agua da Vicby das fontes Haubeiwa, Celestin?,
Grande Grillo, Hospital e Mesdame?, em caixas
de 5# garrafas.
Agua de Chateldoa, excellenle agua de meza,
em caixss d- 30 jimias.
Agaa de Vals das fontes Presiente, MrgdaHno,
Dasiree, Santa Jeao, Rigolette e Donimiqae, em
caixas de 24 garrafas-.
Ccgnae das marcas-: hlanchy frres A C
Boyer Guille! & C.
Mari-al frres de Velros.
Nao a mais cribe Jos bran-
eos.
Tintura Japoneza.
S e nica approvaia pela aclemia de scien-
cia, reconbecida superior a toda que tero appare-
cido at-boje. Deposito principal ma da Cadeia
do Recis hoja Mrquez- da Olinda n. 31, { an-
Jar e em todas as boticas e casas de cabelle!-
reir.
Verdideiras bixiS k,m-
burguezis
IJ".ico deposito em Pamarabnco : n.5*3 raa da
Cadeia a. 33. primeiro andar.
I, MI
C'ar.>, pnrifleado e transparente, em barricas
grandes da 10 e II arrobas, o mtibor qae se pode
desejar para o fibnc i do sabio : no armazens de
Tasso Irmaos i C. C*s 3o Apollr.
Farinha de milho.
Vende-fe firinha de milho mtlo a vapor, dia-
riamente, pelos precos seguiules: i:ro!sa para
migDja a i'O rs., dia para any, pinos e pa-si-
rrobos a ICO rs., pira ca-ngle* pi de Provenga
a <10 rs.. e par* cusco a 140 rs., em arrobas
mjis baralo : ra ra do Coiovello n. i.
muun
LOJA DE JIMS
Esquina da rna do Cabuga n. 11
Confronte ao pateo da matriz de Santo Antonio
O dono deste importante estabeleeimento acaba d aformosei-lo, eonqoeceo c
am grande e bello sortimento de joias modernas, e de aparado gocto como apjam: !
nitaa cacoletas e brincos de nix, brilhante e pedraa preciosas, etc., emitan rtet
de Pars, por todos os paquetes novo sortimento, e encarrega-se de mandar vir qoalqoer
encommenda. Convida-se as Exmas. familias 4 visitarem o dito ettabeleenaeato, qoa*
estar aberto noite at 8 horas. Vende-se por precos moi commodos, e garlito it a
]nalidade do oaro.
POTASSA
Da Hussia, nova, ?n> barr's ioteiros a meioa :
leadUm P-ren Jj Ciaba I mao, ra do Mr-
quez de Olinda n. 21.
Cuidado.
_0.< collares Royer, san privativos das convul
soes n.s trian;is e garanta do feliz desenvolv
ment dallas, pirm, mister que sejam verda-
deiros e novo? : maltas vrz?s, v.-mos pesaoas com-
pr.ir-m e nenhum resalalo obfr, porque ? por-
que n.v- t-?ero o cudalo de proiorarem dos Ter-
dadeiros. ( as'im a Magnolia ma Duque de Ca-
xias n. 45, que recesen desses coltares, e offe-
rece a pais de familia (arantindo-lilis o real
desenvclvimento de sea effeito.
MT1 PAR TODOS
Todos devera cortar daqai este anoun.'io e tra-
ze-lo na carleira oa livro de lembranca, como coa
sa de grande utili tade.
PORQUE ELLE
indica onde com certeza se pode encontrar ou es-
commendar nm bom. presenta que de improviso se
queira mandar a quMpier p>ssia,
ASSIM COMO
radica elle onde se podera encontrar um fiambre
bem preparado, nma empada, am galheaax d la
reine, ntn maug tti, um poding, nm bi.lo Qno, nm
pao de l e ama infinidade de bolos e pastis di-
verso?, proprios para lanche, sobre-mesas e ma-
readas.
ALEM Dl>SO
ntica mais onie se eoeootrar sempre : (rncus
do lempo lant-i oacionae> como estraogeira.-, ci:es
seceos e em calda naciooaas e es;rangeiio, licores
e vinh > lino, conservas alimenticias a exsitaotee,
bolaxiohn e bonhos para cha e oMras moitas
objeetos i|a se tornara por demais eui-icolw a
sua inieira discrpcio
E FINALMENTE
para que se possa fazer um injio aproxmalo
SO" l.VDO PESSOaLMEXTE
a confdiuria do Campos
Itua de Imperador n. Sa.
- T*bm-w fce- a MteHe de que, a 1km desle
estabelecimenl) se echa oilocado am lampean qae
te conserva acaso i nenie, at s dez horas.
A 24000
0 Rival do R^cife efheagrande ;rriimen'.o
d eajnes os mais benitos e moJ^rno que tem
vrndo ao mrcalo, 03 quaes vendo a 2000 por
ter grande qunoiidade; venham a ra do Mrquez
tt Otaria, aotiga d' Oifia n. 50.
Grando pe/hiur-h..
Colletes de caemira, muito bja fazenda e lin-
ios padr5?s a :>3, d lis de hrira oranco superior a
!i peletots brancos de fusio a 4i : ua ra do
Bario da Vict-i'ia n. 14.
Kerosene
Be-OTtmetM qnirida*", marcaDevoe-- ven
Isas Paraira da Catba Irruios, a roa do Virque
de Ottnfla a. ti.
Esponja
Fina esponjas para wHaU*, trapriM pa la-
var movis, voa-Ja-ei ) 9Mt Vieajrii, ru .X'jva
O verdaleiro Poriland : s se vende na
roa da Madre de Deas n. 22. armazem de
Jo5o Martina de Barros.
Desappareci <> nervoso
Os li m?us que toffera de nervoso as mos es
BakBtnte quando esc.tvem inteirarneute |r ju-
dicial ; mas, querendo verse livre desse mal, ve-
nham a Nova Esperan?* e compren) um annel
elctrico que o mal desapparec-r; assim lambem
a senhoti qua soff.-er tfe igual mal comprar
umi pulteira elpctnc.i a Bcar parfei'anien'e boa
boa ; ludo i**o s'se'encontra na Novs Esperanza
roa I) que de Caxu' n 63.
E' pechlucha
SapalM de berrachs para hom^m e
seohora-
Tamaojos do Porto pira hornen; a
Brzeuu n< para meuraos a
Foco: de marriquim para rseninos
15 irzipuio< de cordada > para h-mam n
saooo
11501)
uooo
uceo
5/0,10
A 4^500 rs.
Vende-se sae-s de multo bom milho : nos ar
nazens ra do Araoriro e caes de Apello, de
mwa I maos & C. \
Alerta!
Chicotea e rebenques
Aealn da ebegar do Rio Grande do Su!, mu
liotfos chicolea e rebenqu-s da transa e appare-
ihido.* de nraia, que ss vendem bara'os para
ciliar: no Rival do Recife. ra do Mrquez de
(Mltda n. 50 A.
Calpado do Porto.
seguros amm foco
IMPERIAL
W. G. FENNELLY RA DO COMMERCIO N. 3 Io ANDAR
GRANDE
LIBllIOAAfl DE JBIAS
O OOBAQlO DE ORO
Liquida anas joias por terde acabar o eatabe-
Iseimeuto, ba grande redne^ao mesmo nos precos
das entradas.
N.2 D
1
Ba do Cabug
N.2D
'mmwm
BAZAR NACIONAL
i
O proprietario do Bazar Nacional, Loarenco Prrelra Mandes GoHDarSes, d*dara ao
respeilavel publico que recebeu grao le sortimento da faieodas, para aoa loja Dt roa da
Imjwratriz d. 72.
NOVIDADE.
Vende-se fust3o branca para vestidos d >
aeobora e roupa de meninas a 380 rs. o
covado.
CASSAFRW:EZVA'2iORS.
Vende-se cassas francezas para vestid >s
de senhoras e meninas 240 e 320rs. o co-
vado.
LA9INHAS PARA VESTIDOS A' 160 RS.
Vende-se iSasinbas para vestidos a 160,
240, 400, e 500 rs. o cavad).
CORTES DE GASSAS A' 2.H00.
Vende-se cortes de cassi decores 5100
para liquidar.
CHITAS FINAS A' 3?) RS.
Vende-se chitas franc zas Boas escuras
e claras a 320 e 380 rs. o covado.
CAMBRVIA TRANSPARENTE A' 3J000 A
. PEg.\.
Vende-se pecas de cin br?ia tran'prenle
Anas a 34-00, 3*503, 40OoO e 5*000.
Pee^s de cambraia Victoria a 3450J,
40000, 45500 e 5*J0O.
ALPAGAS DE CORES A 440 BS.
Veade se alpacas de cares para venidos
a 4'tO, 500 e 6i0 rs. o covado.
TIRAS E ENTREMEIOS CORDADOS
* 2JCt0,
l500 a dosia, ditos de- linho a 18BW) e
4A0U0 para liquidar.
CORTES DE BRH A' i*WO0. para
Vende se cortea da brim de edr
calca de bomem a l50<>, cortea de ganga
a I,-JOCO, briso de edr a 320 e 406*ra. o
covado.
ATIPUJADO X' ACOO.
Vende-se atoaloado pe/a totus a iaJGO
o metro.
Bramante de 10 palmos de largura a
?#800 e 250fr o metro.
MADAPOLN A' 3*00.
Vndese pe?as de madapollo a 3dO0C.
4000. 4a50, 55000 e 8j|000.
COBERTAS DE CUITAS A' 2*)00.
Vende-se cobertas de caita a 2#CG0
cada orna,
ALGODO A' 23000,
Vende-se pecas de elgodaosinho a 340T
44060 e SlOOO-a pee .
ROPA FEIIA.
Vende-se camisas branca* 20CO, SfBOO
3JM0b
Sern las a 15000. 1*546 e.21000.
PMiies de panno preto-a 55000, 7-J0O
o 1050 0.
Palites de alpaca preto e de cores a
Vende-se ntremelos e tiras bordadas 25500, 35000 e 355C0.
para enfeitar (estilos brancos a 25000 e
25500, 35000 e 45000.
SAIAS BRANCAS A' 25000.
Ven Je-se saias brancas e de cores para
senbora a 25006 e 3JO00.
CHALES A' 15000.
Vea Je se chales de 15a a I500. ditos dc-
merin estampados a 25000, 35. 45 > 55.
LENCOS BRANCOS A 155(0
PERFUMARAS PARA LIQUIDA*.
J
Vsole-se cm Ir .seo com pomada
sa a 200, 326-e 500 rs.
Vende-se ot) sabonte fioo a 200 32*
Vende-se ac fraseo d*agoa de cologae a
2.0 a 32) rsi
E ouir s loflos eitractos finos qae
cende sem re-ena da preco, no Basar Na
Veade-se lencos bran:rs cotn barra alcional, na rna da Imperatrii n. 72.
Lehmann Frres vendem
libras sterlmas : a' ra do
Crespo n, 16, primeira andar,
lamancos do Po. to
Vende-se lamanci do Porto para bemen?, se-
nhoras e rapaze.o, fazenda e.-pecial para a cfcuva:
na raa da Senzalla Nova n. 1.
ARMAZEM
DO
CAMPOS
Ra do Imperador
E' muito eommodo \
n. 28.
Fiambre!.
Preiuntos.
Salame?.
Cboor.'C-
Conservas.
Sardl'.h i.
Amenduas.
Chocolate.
Aramia.
Noies. LiCre-.
BaUtas. M^ 4*. D.oti.
Arroz. fio GeMw.
Pain?. M Ir BaOtia.
Caf. # A Rape.
Fiaos. AQ Giz.
Cfti. wm\0 Feijivi.
! pede aos adeptos 4* pre-
i trr da tiin, de virrra to
: seu armazem alm de
exammareio o r->ir.pelo
- sortimeetJ que se seba a
dispofic d
ti Campos, nk
arocura desveda
agradar ao .eos l
tes e amigos, cvawir-
ranio qoe BDSs ( e o pabheo tu feral >
deixam de vir
armazem por
mais looge, preett-se u
mandar Mar frats faei
qaer genero epadv
cm sea armares, tjutr
dentro da edade jaer
dos seos snbarMoa, pm-
qae para este lem
um moieqae aptof. .
Filialmente
o Campos na > mtmmi
dar aassada ataaV
11 abir e desellar a
!l
Msnteiga iogrera e fraaee
ceza, aves em conservas,
cervej do trisas mareas,
qneijos do serla \ nrato, fli-
mengos, suisso e loadriio.
leile condensado. ararota
em lata', fructas em calda,
charntos dos melhorts f i-
brlcaoies, tnasses para sa-
pa, azeite doce, ceb.illa,
alios, K.ucinhn e nma inlt-
dedo de gneros t cepipes deleitwels e por pre-
cos asss eommodo, que c s visitanlo diaria
Vende se 'amaneo* i '.iiineUs o Porlct para meo'e o arroatem do Campos, que se r le crer
boawm, sarh >ra e tt*vti, e MmaMS da iraaoa de de qne r eHe 4 o nnijo qas est haMUMdo
r 'vJilMs-le; oaie 4* s|aiO/.n'j ji, i; Ijroecer, voauie dos a ai a otes da gairooo~
| I mi, putoe i.laborlos geoeroi iMinioha 11
FUNDAS
DE
HOBUIUH1
Bainha das fondht!!
Sala nova invencao de fundas a
de todos os rtstt-mes conaeeide ai
do molas, oto rnferrujaa, ntn
tam-se a lelos os movimentos do cor**, '
para vlagens a eavallo. Uuleo iigaini
macia ameri:ana. d- Ferretri Mala k fi,
qae de Lanas n. .17.
Vende >e duas ca as tarreas nal
vessa da ra do Priado a. 10 e IS
commed, pertKceaia> a i ni Carda'
a lailr *****!***> emtmt-l9m'
rM.akPrabxaj,!!, vnm. a W




iar <* Fsjrzaafcat QHria Vfeira 17 1%
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AO 65
RIJA BO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber um importaate sortimenlo de diverjas (a-
tandas proprias para venidos, sendo poopelraas de seda, sedas, !5as, percales, ditas coa
barras proprias para babados, liadas cambraias crox, e em fim urna infimdade d'arti-
gos de moda, ludo proprio para a festa, o qoe todo vender por precos Liei: ament
razoaveis, en cotiseqoencia de'estarmos prestes ao fim do anno, e o 68 d3o quer te'
grande trabalbo com o tea balan'co, preferindo tomar dioheiro a (azendas, convida-a*
portante ao respeitvel poblico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pre
coa qoe nao obterSo em ottro qualqoer estabelecimento; em fim ver para crer
RA DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
1*300
40
iOOi
500
200
240
80
600
700
1,5000
15500
15000
500
410
Rivl ^em segundo
Ra Duque de Camas a. 91, loja de
miadezas d Jos de AzceJo Maia e Silva,
oonbeci io por Jos Bigodirho, contina a
vender todo que tem por menos do qoe
em outra qualque* loja, a saber:
Correntes pretis de borraxa
para serbora a
Garrafas de agua Florida \er da-
de ira a
Gaixas com obriias de m; ssa a
Frascos eom macar perda a
. Pacotes com poi de arroz fa-
tenda fina
Pares de InOes de osso
para punho a
Saboaetes de bolla muito fino
a 160 e
Cartas de alfiretes de lalo
'azenda boa a rs.
Carriteis de retroz preto com
i oitavas a
Capacho de palha muito boni-
ta a 600 rs. e
Frascos coiu oleo Pliilocome a
500 rs. e
Pares de s'patos de traoca
para menino a
Pessas de tiras bordadas a
500, 600, 800 rs. e
Frascos com agua de Colonba
muito boa a rs.
Grvalas protas o de cores a rs
Pessas de trancas modernas
de todas as cores e todo o
preyO
Libra de areia preta ailo
toa a
Navellos de lir.ib;con 400
.ardas a rs.
Livros di misso abreviada a
Silabarios portui?oezes a rs.
Cartas com 100 contas im-
presas a
Caixas com 30 itovellos de li-
iha gaz branca a rs.
Gaitinhas para atenaos a AO,
60 rs. e
Caixas coa 1 frascos de
tieiros a
Caixas com 6 sabonetas moi-
:o finos a rs.
Rentes jara segurar cabello
de menina a 200 rs. e
Chapeos braocos para bapti-
ados a 25500 e
Copinbos com soperior banba
400 rs. e
frascos com oleo para cabel-
i fazenda fina a ni.
Frascos com olao Baboza a
500 rs. e
Frascos e garrafinhas de agna
4 Colonba a
Frascos com verdadeiro aziiite
(ara machinas a rs.
Redes c rn contas para segu-
rar cabello a rs
Latas com binha de Pive: a
00 rs. e
Garrafas com agoa Celeste
muito fina a
k MI
Ra de Duqne de Caxias n. 50
Receben :
Lindas caixiohas cora os necesstfrio para [tatr-
car ronpa, sendo abeedano e onmeraco, frascos
. i cora (iota preta e encarnada, pinceis ate. etc.
I0OUU qae de certo novidade era tal genero.
ovos ioqoes granJes cora bonitos desenlio.'
viado entre elles alguna enfeitados com litas e flo-
res ; assim como bonitos crespos.
Aderfcos encarnados de raadreperol.
Cruzes preui cora etifeites donrados e entra*
brancas de christal.
SmaocQme
Tnico especial contra a calvlce
Cora um bello sortimenlo de perfumara que a
Aguia Branca acaba de reetber veio tambera o
apreciado Sraaocooecujo proveitoso effeito
j bem conbecido por guamos o tera osado e ser
anda mais por aquelies que necessitam de sua
uiilidajH. O contiuaado uso do Sxaucorae ri o
bora resultado de impedir a queda dus cabello?,
fare lo? renascer e conservar o seu brilbo natural
aleo de que -eu odor raais agradavel que o'ou-
tro qualguer tnico continua a ser vendido ni! cja
:da gata Branca.
Leite de rosas brancas
Bxcellente para acabar cora as sardas, pannos t
espinhas no roste.
Vende-se a 2 o fraseo, na loja da Aguia Branca
ra Duque de Caxias n. 30.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-te na loja a'Aguia Branca ra Duque
de Caxias n. 30.
Modernas e lindas casaquinhas
par senhoras
A agnia brauca ra Duque de Caxias n. 5'0
receben urna pequea qnanudade de lindas casa-
quinbas de la branca primorosamente miniadas
com setim de core?, obras essas to moderna*
quio lindas. A prova dessa verdade est no apre-
Acaba de chegar a este estabelerimento um importante s>rtimenio de joias de
uro, do melbor gosto e qualida Je que tera viudo neste genero, como cassoletas de
nix com (curas de diamantes e pinturas finas, aderecos e meios aderecos com pedras
finas, etc. etc.
Ra do Gubuga'' n. 5.
Voreira Cuarte & C.
i 60
GO
I 500
500
1,5500
500
80
10500
800
320
i5000!
320
320
1,5500
500
400
320

15500
i
SE*
3 2 3^
9
0
I

0,9 O !q ^3
3.or 2S
2." 3
9 t? 5 3 g ?* 3
e?8>8i5i.
e


1 co que Ibes estao dando as Exmas. apreciadoras
do bertn.
A Aguia Branca
NA
Roa Duqne 4e Caxias n. 5
recebeu bonitas bolsinbas com necessarios para
crochet.
Agulneiros de os>o com agulbas e cabo para
ditos.
Paptl verde li<3 e listraJo para folbss de rosas
Dito de coi es para flores.
Dito fino verde e pardo para cubrir os talos da
rosas.
Dito de cobre de cores para fl res, sombra, etc.
Lindas bonecas enfeitadas, e outras com rosto,
raaos e ps de porcelana.
Modernos adencos de madrepcrola.
Ditos de fllagrana u urada com camapheos.
Ditos pretos, gosto ioteiramente novo.
Crores de madreperola.
Deliradas carteiras com capas de marm.
Di las pequeas proprias para lembraoQa.
AGUA DENTRIFICE
DO
DR. HIERRE.
a Aguia Branca ra do Duque de Caxias n.
50, receben essa apreciavel agua dentriflee do Dr.
Pierre, cuja snperirride c bastante conbecida.
Colares Royer
cMitra as convulqdos e a favor
da dentfc,o.
A Agnia Branca ra Duque de Caxias n. 50,
recebe por todos os vapores Iranctzas certa quao
lidade desses apreciavels colares Royer, e por isso
esi sempre provida dos mesmos. Ja e bem co-
nbecida a oudade desses colares Royer, e raetmo
a necessidade que ha das enancan os irazercm ao
Descoco para asara e.-iarem privadas das sonvol-
(Qes, e contarem cora fjcil dentica >. Esses cola-
res Royer que se vendera na loja o'Aguia Branca,
ra Duque de Caxias n. 59, bem merecidamen-
te se Ibes chamaraSa.va vida das crianzas.



V _
a
t
rl
-i
O
a
o
*
i
s-ssf-sHif
Vende-se
um sorado de d;us andares, sito roa da Moda
n. 19, e os terreos qaa flc&ra oos fundas. Tem
frente para a travessa da Cou.p;nliia Pernambu-
cana e capacidade para d us arc;,>z>-ns proprio
para recuih.raaai algodo ou quitsquer ou-
tros gneros, por ser perto do embarque : i tratar
em casa de Tasso Ir.xos & C.
Ceneja de Noruega
Verdadeira e superior : venda
de Tasso lrmos & C.
nos armazen.-
*
m
@ Adamson Howie
ti C.
Vendem:
i|^ Cerveja Bass, era barr.s pequeos.
jkn Superior cognac, em tairil.
!^g) Vraho Xeriz, dem. $jg;
>& Charutos de ilavaaa. agt,
tH| No seo ariDa::etP, roa do Comitercio O
M n. iO.
Cimento.
A verdadeira cerveja da Baviera, marca bau-
deira, de superior quadade : vendem Tasso Ir
Dios 4 C. era sec armazem da roa do Amorim
. 37._______________________________
ffleias de la
para homens e senhoras
A Aguia Branca ra Duque de Caxias n. 50,
receben mu finas meias de lia para horneas e
senhoras, e como^empre vende as por prego com-
modo.
Vende-se coqneiros pequeiros'o sitio do
Cafando : quem pretender compra-Ios dirija-se
estrada de Joao de Barros.
.
O verdaJeiro P.rtland inglet; se Tende ca
roa do Amorim n. 39, e mais Carato que em t u-
r> qualqner part._______________________
Viado Bra neo
Vende-se ama expeliente burri (c.fre) feita em
Pariz : a traur na na Direiu d. 16.
.Arroz de casca
Superior em sacos muilo grandes : oss arma-
ees de Tasso Iranios & C
Camisas bordadas para se-
rhor.
Amara), Nabuco k G. vendem ricas camisas
bordadas para senhers, ditas para cianeas de 1 a
O acnos oe idade, ditas para homem tarabem
bordadas e lisas : n<< Bazar Vi;uria o. 3, roa do
Bario da Victoria n. S.
Vende se na, mobilia toda de ja:aranda -'
a roa Ntva n. J3, loja.
Libras sterllaaa
Vende-se no armazem de H. Luodgren, roa do
Commercio v. 4.
Campainhas elc-
tricas.
Ha para ven ler os pertences completos para
cinco uampainhas proprias para qaalquer casa
particular na sUbelecmecto publico : na fund
io do Biwraan.____________________________
Fabriei de piaaos de J, fun-
gas, sucefS:Or'de J.
Vienes
Julio Dbibaot, na aasencia do Sr. Jos Rhigas,
acba-se eocarregado da soa offleina de pianos, sita
i ra do Imperador i). 35, eoie o encontrarlo
empre promplo para ecnetrtos e alinac8es de
piano'. Acha-se na me?tr,a casa, nn andar,
venda, grande qoanlidjde de msicas de pianos d*
bons autores, e de varias precos.
MAZEM DOS LEES
Ra Duque de Caxias n. 29.
Os propietarios deste bem montado esubelecimeiito scieniifksm jo
rvspeitavel publico d-sta provincia qua se achara cm um variado e completo serti-
uecto de movis, tanto nacionaes cerno esirangeiros, sendo estes escolbidos por nm dos
sosios qoe se acha ctualmeotu na L'cropa. O mesmo ten, coutractado com os^nelbores
fabricantes daquelleconlinenie as remessas Jas mais ricas njobias feitas all.
Na officina tem os mais habis artistas leste genero, e por isso pedem que te-
oham visitar o estabeec ment, aonde encontrar3o a reslidade do que acabara de expr*
ua se pude examinar; ricas e completas mobi!i?s de Jacaranda, mi gno, faia, carvalho, a-
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., goarda
vestido de amarello, guarda lonca de nog^eira e de amarello com Umpo de pedra, apa-
radores de d to dita, peti toileties efpecialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amreilo, pedia, secreta-ia- da Jacaranda e mognactistureiras o*e mogno, san-
tnarios, thears para rordar, bercos, lavatorios com ,j*ttto, de pedra ratrmore e seus
pertences, cadtiras privadas, bids; etc., etc., e Grafios oatros artigos que dtixamos de
mencionar por se.te mar tnfadonho
STRA
DE
TP17!
! i
Grande reduepo de presos !!!
90^000. 90^000. 90^000
AVISO E8PECI4L
A alta replalo obtla jelas machinas fabricadas peto
SDGEB WSMM (SHPI
'
tem levado diversas pessoas a fabricar imitaces qne ellas vendem quasi sempre sob
pretexto de sfrem ellas fabricadas pelo ysteaia Singer.
^NENHUMA MACHINA SI\-
ITER LBCiIllM.4 SE
NAO LEVA ESTA MARCA #?1XA
\Q BRACO DA MACHINA.
PARA EVITAR COtTRA-
FJ.CCOES NGIEM-SE BEM
TODOS OS DETALIIhN
.ARCA.
MITA ATTENGAO
GRANDE REDUCCfiO EM PRECOS
Antonio Pedro de Souza Soai es, com loja de miudezas na
raa do Bai&o da Victoria n. 28,
PEDE AS EXMAS. FAMILIAS MlTA ATTENCO PARA OS PRESOS ABAIXO
ESPECIFICADOS, A SABER :
Sapatos de tapete para homens e
senhora a......
Dozia detalberes 2 B muito bons a
dem dem 1 but5es (com pequeo
toque) a.....
dem idem cabo de viado a imita-
co a.....,
dem idem cabo branco cravados a
Dozia de pecas de trancas de cara-
col brancas a rs.....
dem idem lisas a rs.....
Grosa de botoes de osso pretos
e traucos a rs......
Dnzras de pecas de cordo impe-
rial a rs........
Caixa de linha de marca a rs. .
Dozia de cartei de linha preta e
branca ars.......
dem de pecas de fita de linho coi-
neza a .......
Carteiras para notas a rs. 320 e
Meios aderecos pretos com cama-
feo (broxe .e brinco) a .
Grande sortimento de espelbos,
moldurado, doorado e tonca-
dores de 2500 a .
Resma de papel paulado e liso a
30000, 3(J500, 4*000 e .
Caixa de papel amizade muito
soperior a rs......
dem idem beira doorada a rs.
dem idem de qaadrobos a rs. .
Caixas de envel pes de porcela-
na a rs........
idem idem a rs. 400 e .
dem de peonas a r. 400, 500 e .
Abotoadoras para coliete, grande
variedade ars......
dem douradas para ponhos a rs.
Dozia de baralhos francezes a. .
dem idem idem canto doorado a
Lamparinas a gaz a -
Completo sortmento de fitas de
sarja, de todas a larguras, co-
res e precos. .
dem idem de velludo encarnada,
1*280 pretas e ditas com beira bran-
5051X ca.........
Coques de trancas modernos a 44000
4*300 Diademas modernos a rs. 40 e 240CC
Mimosos leques de osso para se-
3*000 nbora a.......*>>:
3*000 dem idem de sndalo com lan-
tejoulas a.......5*0U>
400 dem idem a imitaco a 2*200
200 Transparentes com paisagens para
janellasa.......HjOOC
200 Bico de seda proto e branco peca
de 2*300 a......
320 Fita de setim Ma o escosseza lar-
280 ga, vara a......
Collariohos bordados para hornera
120 dozia a.......
dem idem lisos a.....
1*000 Caixa de linha do gaz a n. .
403 \ Garrafa de tinta na extra fra a
i Potes de dita ingesa a rs. 100 e
1*000 Ferros para frizar, differentes pre-
cos.........
PERFUMARAS
3*500 Garrafa do agua florida verda-
deira, a.......
4*500 dem idem kananga do J..pio a .
Frasco de oleo philocome vt-rdadei-
700| ro a ........
800 dem idem antiqne a is. 400 e
640 j Rosas com extracto a .
Frasee* com extracto de 1*000 a
800 Macos de sabonetes inglezes muito
5001 bons ars........
1*000 Duzia de sabonetes de aojiobo a
dem idem de corado a .
200 Pacotes com pos de arroz moi-
500' to fino a rs. 3C0, 400 e .
2*600 Caixas com dito muito fino ka-
3^600 nanga a........1*500
1*200 Frascos com agua de Colognea rs.
! 500, 1*000 e.....1*5CC
Garrafas com dita o qae ha de me-
[ lbor a 3*000 e.....4*000
7*000
3*600
8*000
7IC00
800
l*OCO
160
1*300
1*300
i MI
500
1*800
4O0C
600
2*000
l*&0
500
3M U 01;
MARCA DA COMPAMIA
.A companhia, dse jando proteger eeus amvgos e frf goezes centra as imiticSes, tem
adoptado a marca ecima representada.
Pr\ice-se ao ptblico de n5o comprar machina* que
companhia.
CHAPMJN
cao ievem a marca da
W- H.
UMCO
AGENTE
N. 45 Ra do Imperador N. 45
a casa da ra lo Guararapea ?. ti
o commeudador T.-.s .
a tratar com
Moeda de curo
Na ra 40 Apollo o. 20 vende st i.bras siernis.
Vende-se ma'oteiga iDflMa a SOO rs. a libra
oa a U100 o kilo : m ra 4 Mro Aff;oso c. i,
uu'ora ra da ?
o etbelecimf jtb deao'minido ROY D'TVETOT,
o rae eitreta do Rosario o. 14, por seu propie-
tario pre.eDdet retirar- se para a Europa; o dito
flsubele:meBt:> ;eai osunos commodoa para lam-
hn e e:a bem i?r=gatudo ; a tratar no momo.
Bezurros e vaquetas
Veodtra Pe era da Caoba lrmos raa do
QUINQUILHARIAS
E ama i: finidade de objectos qne se tornarialongo mencionar.
N. 28 Ra do Bar2o da Victoria N. 28
AC e ferro em vergoinha.
ARADOS e grades para lavrar a trra.
BOMBAS americana!.
CAMAS para meninos, solteiros e casados.
CARRINHOS de m5o.
CHUMBO em cano, lenco!, barra e muDicao.
COBRE em leDeoes e armellas.
COrRES de M Iner e ootros.
COUROS preparados.
OMENTO de Portland.
CHAPAS para cobrir casas.
ELECTRO-PLATE em obras finas.
ENXOFRE, Unalba e salitre para fogneleiros.
ESPINGARDAS, rewolvers e pistolas.
ESTANHO, em verguinha e barras.
FOLHAS DE FLAWRES, grandes e peqaeoas.
FOGOES americanos e inglezes.
u FORMAS para purgar assucar.
FELTRO para caldeiras.
^^s MACHINAS a vapor.
DITAs de lavar roupa e picar carne.
DITAS de cortar fumo, estivar algodo (macacoa.)
DITAS de desearocar algodo mo e a vapor.
LEOS, azeites, sabio e trincal.
PAPEL de diversas qnalidades.
PEZ --S francezes de todos os tamanhos.
PRENSAS para copiar cartas.
TACHOS estancad', s.
ZINCO em folbas lisas e forradas. ,
U5 E"V
u -
a S
5
<
SO m
= a
< &
$
Fazendas baratas
LENCOS de kobo fiaos com barra de cor, abainuado largo 9i a dona.
POPELINAS a U600 o covado.
SIDINHA a 1*300 s eondo.
CAMISAS Bordadas a GOiOOO a dozia.
VESTIDOS da y: '. a 13*000,
A' loja 4a Tarjan, aa .Nova n. 9.

aBMNBBBB
/


8
rBAm*ae -r- QuarU feira i7
UTTERATURA,
l'ma l.ourcira.
(ConclusSo).
EolrMinlo, veiu ama carta do pai de Al-
tsrto oslante por nina resoluto djfin tiva
Iberio resolveo dar o gran le golpe e di -
rigio-se esquiva moga.
D. Luiza, liifi disse lie, j sabe ane
eu ardo, que eu snio deoiro do mim .un
torrivel T,g,j n le na ffi da cousaair.
41....
Ouca-me. E-a mea interesse coaser
var ao iiliujes coi vez de tna expiar a om
d mengano corto ; mas na rituacBdS qae nSo
comprtela dov a>; tu torturo urna cr.iel
fraques*; farei depois o que ms inspirar o
desespero.
Loia sorria-sa em dfor palavj-a.
Z>raba comigo. j vejo, disse melan-
c jucamente Alberto.
Ota! n3o t
En':So filie t
Po8 bfcUl...
Heajlon.
Dga, ami-rai? nstou Albert.
Amo, respondeu Luiza, deiUndo a
ugir.
O paraso de Mahomet, cora todas as de-
licias prometidas no AcorSo, ojo chega
aos p> da felicidad que a simpUs respes-
ti da moja introiatia na alia do pobre
candi Jato.
Alberij sabia para a ra.
Precisava de ar. ,
Do tarde fui ter c m o rival.
Ernfim 1 disse elle ao entrar.
Quti ha? perguntou Coitinbo tranquil-
Jmente,
Tudoest decidido, respondau Aloerio.
Derrota ?
Vicloria! Parguntei-lbe se ma ama-
va ; 1ss -me claramente que sim. Nio
pode imiginar o prazer que eu senli quando
oovi de seus l.bios a mais do:e palavra que
os bomens in ventana.
Imagino t mo raais esse prazer, re-
dargniu lleugm.ticaraente o Coitinbo, quanto
qoe eu mesmo ouvi essa palavra a meu rea-
paito.
A'bsrto enfioo.
Quando?
Hoaiem de noitc
E' impossivel! clamou Al birlo, fu-
rioso.
E ji depois d sso, coo'.iouon Coitinbo
fiaameute. receb esta caria que a confir-
tu.11;31 do que boniem Ibe ou^i.
izeodo isto, apresento:i a A berlo orna
carta de Lona,
De maoeira qoe... balbuciou Al-
ud lo.
De maneira qoe, conc'uia Coitinbo,
e*t antes.
0!r.', eu loria dfixado o campo se
ol i mepirecesse covarJia, e se nao soffres-
se horrivaimenle cara a separac'io, porque
eu amo-i cora todas as forpjj de mioba
alma.
Como eu, di-se Oitinbo.
Que farem >* ? perguntou Alberto, de-
pois de t:ma pausa.
Insistir-
Como?
Cada ura dd n i Ibe perguotar se
ella quer casar e nos escolhe para noivo.
A isla n3o possivel que e.'la d a mesma
resposti a ambos; ha de decidr-se por
om.
Diodo este conselbo, Coitinbo proceda
vejhacaraeote porque justamente algans tui-
nuios ante i de entrar Alberto traba manda-
d) urna orla moija peguntando se poda
ir pedir-lhii a mi o pai, e esperava que a
icspos i ch-gusse logo e puzesse termo ao
conflicto.
Mas a resposla niio veio.
Ficou conveBcioo-ido que dentro de oito
dias tuco estar a resolv Jo, e om delles se-
ria o vencedor.
Luiza disse noke ao Coitinbo que na >
mandara resposla carta por nao ler podi-
do escrever.
Mami aula aiaito descontiada, disse
ella.
Bem, mas que me responde agora ?
pergnniou Coilinbo.
Ob deixe-me escrever, disse a mo-
ta ; en quero diznr-!ha tudo o que sinto...
espere, sim ?
Coitinbo declarou que esperava.
Comtudo... disse ella.
O que?
* Se n5o fosse agradavel a resposla, se
nao fosse a vida que eu espero e me n;-
cessaria ?
I-lo era ver se ottinba logo a resposla.
Loiza respondau :
Nio seja desanimado...
Ento?...
o.he mami qu6 est com os olbos
em mita.
Oito dias se passa-am nestas duvidas at
que os do i candidatos, por commom ac-
eordo. mandaran) urna carta i moca, um
verdadeiro ultimtum.
Era orna sexu-feira, dia aziago, e alm
diaso 13 do mez. Os miseros preteoden-
les nSo repararan nisio, e atreveram-se a
Inlir com a fortuna emdia de tamaaba des-
Coitinho fj enlSo casa de Alberto.
Jl'jnlei a minba carta, disse o flumi-
nense.
E eu a minba.
Esperemos a resposla.
Que Ibe parece ? perguntou Alberto.
Parece-m^.; N3o s que me bi da
parecer, responden o Coitinbo ; ea tenho
todas as proviis de ella me luar looca-
menie.
Tanto n3o digo ea, observo.) Alberto
laucamente n3o creio qoe iue ama, mas cui-
do que son amado.
O tim evidente de cada um destes perso-
nagens era a-sus!ar o adversario, caso este
flcasse victorioso. Entraram a allegar car-
tas apionadas, fiares, trancas de cabello,
e o G litinho cbegon at a confessar om bei-
jo na m3o.
Da repente abre-36 a porta.
Entra o coramendador Nunes paludo e
trmulo.
Que e isto ? disseram o dous.
Nunes deixou-se cabir em om3 cadeira, e
com a voz (remla e o olbar. desvairado,
confossou a soa desgrafa.
Luizl fugira com o primo !
Lara.
SYSTEMA
ELEITORAL POR
COMPARATIVOS.
NMEROS
FOLHETIM
LICU AO MESTRE
ROMANCE
POR
A. A. TfilXgiaA DS VASCONCFLLOS
(Gontiouac'io do n. 160.)
II
D. Joroba de Barbosa fra urna santa
Ara iva cora sincero e leal affecto o marido,
e deleitava se com a agu lezas, de eogenh
e extraord oarios cliistes, em que era in-
signe, mas quasi seapre lastima va as vic
timas do genio folgasSo de Domingos de
Sampaio. A algomas pessoas salvou de
cabirem em inesperadas logracoes, avisan
do as caridosamente da pe?a qoe se Ibes
preparava. Domingos de Sampaio ria tanto
do aviso como teria acbado prazer ao ea-
gano que meditara, e o3> levava a mal a
bondadj. de D. J-..se|)ha. Nio era mi bo
mera.
Viv un bem. Domingos de Sampaio
conhecia al virtudes da mulber e resoeita-
va-as. D Josepba apreciara o carcter
honrado do marid o vaog'oriava-se da su-
perioridade d'e le a recito de tolos os
alferes, leaentes e capities, que formigavam
oas freguesas do ccnce'ho di Aguiar de
Sooza, e al em relacSo a moi;os reveren-
dos abbades e c'erigos, mais altelos a co-
lher os dizimos e a apaobar moedas de
doze viotens aos euterros, qae a cultivar o
raimarlo c 'tu lio S psUIos.
vwj iy,-ta,e;er a uiulua jl-ma Jai dous
Recifa, 8 de julbo de 187211 ms. ami-
gos e Srs. c.'llegas.Tendo o distincto e
Ilustralu publicista portoguez. o Exm. Sr.
D.-. Aibaoo Con.inho, em duas cartas pobli-
cadas na Gizett do Poco, conceitoa lo jor-
nal de Lisboa, feit -ue a honra de analysar
o m 8 alguns outros escriptos meu pnbii-ado<
no vo*so importante jornal, o Diario de
Periiambuo, rogo-vos o favor, sobi a os
mais que de onga data vo3 devo, de traus-
cre?er na b1 pagioa do mesmo Diario as
referidas carias; e, em sfgila a miaba
pobriisima replica, qie ao mesmo publicis-
ta enderece, em jusiifioac3o de mmbas
ideas.
Este favjr anda mais psnhorar de gra-
tid3o ao vosso collega e amigoA'a&or Car-
neiro D. Cacalcante.
Meas presados- coilegas.Lisboa, 15 da
fevereiro de I87.O distincto publicista
brasileiro, Dr. Nibor Carneiro Bezerra Ca-
valcante, pedm-me a analyse d'uma obra e
d'uns escriptos avulsos seus, sobre o syste-
ma eleitor .i, por nmeros comparativos, e
a publicaco dessa analyse, em algum j irnal
concitadlo do n sso paiz.
Cumpri a primeira parte do pedido do
oosso Ilustrado escriptor brasileiro, rogo-
vos o obsequio de satisfazerdes o segando,
que, por elle e por mim, agradecerei.
Soa cora a maior eslima e coosideracjo
de V. etc. Aibano Coulinho.
M igofores, 20 de dezemb*o de 1871;
Illm. Exm. Sr. Dr. Nabor Carneiro Bezerra
Cavalcanle.II orosa, mas diffl:il, a mis-
sao de que V. Exc. me eucarr ga, pela soa
obrigante carta de 24 de novembro prximo
passado.
Com tantos e, a3o poneos, distioctos pu
blicislas I beraes, em Portugal, surprehen-
deu-me e penborou-me sobre modo qae V.
Exc, c icbeceodo-me apenas pelos meus po-
bres escriptos, me prefehsse a todos, para
avaliar o seu unpoi tanta trabalbo de tautos
anuos, s reformas a fazer, em objecto d'eleicoes, exi-
gilo a publicjcao desse voto, qualquer que
elle fo se, em alguns jornaes dos mais coo-
ceiiuados do meu paiz, para ser reproduci-
do pela imprensa do Brasil.
Agradeco cordialissimamente a preferen-
cia, devo crer que mais movida pela sympa-
tliia do nome, do que por mrito real da
m.nha parte, e, apezir de todos os motivos
de graiido, prometi que serei cooscien-
cioso, oinbon teoha de ir de encontr s
arreigadas opiaies de V. Exc, que res-
peilo.
Li c>m atteoc) os seas artigos, oos n-.
160, 16i, 165 e 239 do Diario de Per-
nambuco, assim como li e rali o sea opas-
calo A Regeneraco e a Reforma.
Soa dizsr, como V. Exc pede e qaer so-
bre os seus importantes escriptos, que eslu-
dei com escrpulo.
A dea capital de V. Exc, em materia de
eleices, qae as minoras devem ser re-
presentadas em grao proporcicnal, e que
nao pode baver verdadeira represeatac3o
nacional, sem que seja preenebida esta con-
dicSo.
Debaixo do ponto de vista das sais ideas,
V. Exc. estabelece om projecto de reforma,
cuja realisaco Ibe parece fcil.
conjugas o nascimento de doas Albos, J)a-
quim de Sampaio e D. Aooa, e desde ento
augmenlou o numero das victimas d'alferes
da Silva, porque 0. Josepba, toda entre-
gue s duas crian;nhas, descarara inteira
menle a solicilude com que prevena das
engeobosas tracas do marido aquella rude
gente. Ao niscimeoto da filba seguir se
doloroso e proloogado padecimeolo que por
alguns mezas a obrigoa a estar encerrada
ao sea qaarto.
Au>eotav-se de casa com freqoencii Do-
miogos de Sampaio. Peota lhe coavivencia
o temperamento jovial e ia p-ocura-la ora
em casa do abbade da freguezia, ora Da
de outros amigos e parales, e sempre Das
feiras que em differenies dias de cada mez
bavia ento, e ainda boja ha, em Bilttr. as
Paredes, em Panifial, em Coreixis, em
Kreiamuale, no C, e emmaitai outras
parles.
. Una ou ontra vez ia ao Porto arrancan-
do-so a cusi dos eolameadoa caminos de
Moariz, desecado com o credi na bocea a
serra da Bailar, enlameaodo-se de uovoom
Ponte Ferreira, descansando em Vallongo,
atravessando a serra o3o sem recaio de
mios encontros at passar a ponte do Rio
Trato, e eulraado moido e fa.igadissimo oa
muito nobre e leal cidade do Porto, que
depois vleram a despachar eterna, ta'.vaz
por nio terera podido dar cabo d'ella, nem
o que a c rearaos oem os que e.-t vern
dentro a dafaaiala. N'*t jormda era de
rigor comer, vitella assada em Billar, com-
prar biscoutas em Vallongo, e perganiar
pelo padre Verssimo ipadeiras qae vol-
tavam do Porto, e que respoodiam a per-
ganta com as mtiores injonas que poJiam
angeadar.
au 3. c.i.ij-i.io cabo das Urna* e laos-
Taxa V. Ex:, da tyranoica a pratica segui-
da pelo Brasil e por to los os povos qae se
dizem regidos eoostitucioaalmeote, qoe esta-
belece a supremaca das maiorias.
Segando as snas ideas, devem equilibrar-
se os partidos oa os grupos, nio se sapplan-
taram uns aos ootros, da modo qae mar-
chara e operem paralellameon.
as eleifSes, V. Exc mircaam systema.
a que chima simples, qae leva, segundo o
eu mo lo de ver as coosas, ao resollido da
elpc3o por graos oa amaros comparativos,
em rela5o aos'vote de cada partilo ou de
cada grupo.
Dafeude V. Exc. nos seos escriptos, em
geral, e muito bem, a soberana nacional,
fondada do voto universal, e, no sao pro-
jecto. toma por ponto de partida o senso,
ex iuinio do voto, entre outros, os eicom-
muag>dos, os heregee, impos e aiheus, os
jornalaros assalariadosart. 20 do sea pro-
jecto Rtgeneracxio e Reforma, pag. 100.
Quem defeade ama idea e emprega to-
dos es esforcos pela fazer valer, n3o adopta
,a sua oppos.ti, quando se trata de reformar
no sent Jo della. Quem defende o suffra-
k'o universal, como, por exemplo, ei. de-
fndo, poda ser obrigado, como eu sou, a
acceitar o senso, mas protestand). 6 de-
fensor do suffragio ooiversal acceita, obri-
gado, o ficto do senso ; mas, jom'dista ou
-s.-riptor publico, evangelisa as suas deas
at occaso de as poder f.-.zer vaier.
O escriptor liberal, propondo ref .mus.
nao vai fonda-las as ideas ou as doutri-
nas dos seus contrarios, porque dominara e
predominara, mas as soas, porque sio jus-
tas oa taes as er.
O systema moaarcbico-consiiiucional est
bem looge da ser em systema perfeito. Tem
moites sophismas, lem muitas Sectas, coa-
serva moitas poeritidadas dos lempos qoe
13' v3o, mas foi nm grande progresso n i ea-
minho di lib rlade legal d >s povos e do
aperfeicoamento das sociedades.
V. Exc. quer que todos os partidos e to-
dos os grapas sajara represeoiados as c-
maras. A perfeigSo estara em que fossem
re, rasentadas todas as voniades, todas as
indivilnali la les, porqae se n3o ba razio
para desjtlaoder o partido e o grupo. Dio
ha, 13o poico, para desalen ler e desconsi-
derar o iodividoo, o homem. o eiladie.
M>s os progressos humanos sao lentos, e
os que nos, j boje, gosamos na rbita das
sciencias raoraes e polticas, no modo d
ser da nossa sociedade, nis garantas de li
berdade e propriedade da familia a do cida-
dao, cuslarara-oos, e a nossos pais sacrifi-
cios enormes.
Nem eu sei, Sr. Cavalcante, se pode ha-
ver perfeciibidade as cousas humanas.
Pens qoe n3o.
H i progresso lento, ha melhoramentos re-
lativos e os, borneas de lemas, dnvemos,
acceitaodo os que nos legaram aquelies qne
oos precedern), temos rigorosa e religiosa
obrigaco de i-Ios desenvolvido e accres-
centaodo sempre.
O Brasil, puz riquissimo de elementos
aaturaes e com um immenso incalcul a ve!
futuro diante de si, quasi qae nasc o
adulto I Os seos progressos moraes, so-
ciaes e polticos nao Ibe costaram nem som-
bra dos enormes sacrificios porqoeforam
obtidos os qae us, os europeas, boje osa-
fruimos e gosamos.
Nio esta perfeita a sociedade brasileira ;
lata com moitas imperfeices a oessa ; mas,
se V. Exc mesmo o confessa dos seos pen-
sados escipios, tem memorado considera-
veloente a orgaDisafio da sociedade brasi-
leira, qae em alguns pontos dos leva ji
bastante vantagem.
Naste momento discote-3e, por exemplo,
em Portugal, a conveniencia de descentra-
li sacio. O Brasil possoe-a, ha muito e bem
larga.
, com effeito, qaasi admiravel a vossa
adminisiraco, quasi federativa ou federati-
va, que vos di a independencia da vida
local.
O mais a vaneados liberaos de Hesp nh a
propognam ha muito por nma organisac3o
igual oo semelbante 3 vossa, e sabe Deas
quaolo e por que prego a obterao !
Sois um povo Iivre, como o pnmeiro dos
mais livres ; cbamaes-vus monarchicos, mas
sois, em verdade, regidos ao modo dos Es-
tados-Uoidos, republicana e federativamen-
te. Cada omi das vossas vastas provincias
se governa como quer; tem o sea pequeo
parlamento, as soas leis, os seos loros, os
seus direilos e oj seas proprios embragados.
Faz parte d'um grande estado, mas qaasi
:om economa separada. Gosa das vanta-
gans econmicas e polticas, o d couside-
racSo de um grande estado, mas qaasi que
com autooomia propria, ou melhor, com
ella. Os elementos do governo central do
vosso paiz sio librrimos.
Lvre a coostitaicSo. Librrimo o mo-
narcha que ostenta meaos vaidade do qoe
qualquer presidente da mais pobre repbli-
ca. Librrima a vossa segunda cmara
formn em estrada regalar as qaelhas
de Moariz e os aioleiros de Poole Ferreira,
mas respeiloa a vitella e os bis;ouios por
serem coosa de comer, qoe a civilisaco e o
progresso sio expelientes, porm comeua
por quatro, e p5en na espiaba os orca-
mentos aleqie cheg-.e odia da colheita,
tarda s vezes, mas infailivel sempre. Pelo
que respeita is padeiras, ji se oio oflao-
dern da qae Ibes pargenlem pelo padre Ve-
rssimo. Preteodem as ms lingnas que
at se jactam da o ter por ascendente I O
mando assim e as padeiras igualmente t
Domiogos de Sampaio oem sempre re
gressou quima da S Iva com a gloria de
ter resistido s teotaces de Satanaz. A
carne fraca, segando resa a escriotara e
porabi vai confirmando a experiencia ; e
carne fraca s ordena de genio folgasa >
como o fogo junto da estopa, do qual diz
o proverbio que vem o diabo e assopra.
Pois bou ve occasioas em que o demo, Col-
gado de maiores empenbos, sa divertio a
tentar Domingos de Sampaio e levos a me-
lhor o porco sajo, metiendo ao caso as
creadas das estalageos, as valloogueiras lin
das apezar dos olh.-s qieimados pelo calor
dos fornos, e mulls outras craataras das
que oio fallara nanea ao espirilo iaferaal
para o ajo dar dos seas funestos designio i
Arrepsadia-se o nosse alferes. Protes-
ta va nio cabir mais em tentii.oas. C .mpra-
va do Porte slguma prenda para a mulber
bolecos para os pe^ae ios em tacita ex-
piaclo das soas faltas,, mas depois vinoam
as feiras e as romanas, e j nio bavia modo
de socegar a coosciencia atormentada sem
gastar muito de sda fazenda em alulhar a
caa da preodas e da bonecos. Acooleceu-
ha orno a tojos os criminas s Ho-rori-
. a-se coa* ajriui ira falla ; arrepeudaa-i
da eleico popular. Falta-vos consirnad > a
garantido o principio do suffragio universal,
para pooco oo nada vos restar a desejar,
coriparando-vos com as sociedades moder-
nas di Europa ou da America, regidas mais
liviemeote.
li la, pois, V. Exc. dos seus esforcos,
emoora loavaveis, a favor da sua eici;3o p)r
votis relat.vos, o rena- em prcl do roto
tti versal.
('usa, rea'msnte, a comprebender como
V. Exc, homem Ilustrado e ibar.il, gestan-
la iw seu proprio projecto o anaiherai da
her-si't; suslenia o senso que- priva do voto,
e, |)or conseguinte, da repre a nmims milharesalguns rnilhesde c-
darJJos brasileiros, para fazer valer urna
idi que, sem o fundamento do voto uni-
versal, nada significara, e, com elle mesmo,
ser a quasi inexequ.vel, e s pedera mudar
piro peior a govornavD publica, sem me-
Iho ar a coadic3o dos direilos polticos dos
cid.idlos.
Direi, agora, algnma eotisi sobre o sys-
lema e possibilidade di sua pratica pelo
projecto de V. Exc
O syst-ma n3o perfeito, adoptado mes-
rao que f 'Sse. como nao pode ou'nao deve
dei::ar de ser o suffngio universal. As
mi orias s3o j representadas; ao que sa
dava aspirar a qoe a repraseotaen expri-
m, realmente, a consoiencia, os desjos e
osinteresses dos que sellanm o mandato
aos representantes.
Y. Exc. quer representados os partidos;
todos os grups, todos os corrilhos. E)
j cisse que a perfeico esa era que fossem
rep-eseotadas todas as individoadadas !
Para a marcha dos governos libarees,
quaotas mais fraccocs oas ramaras, e, cada
imn, ile nuraaro mais aproxiraado, raaiores
ditfijldades a vencer na adra:nis'.rac3o.
A acejk dos governos liberaes a parla-
ra 8 otares de si mesma muito embarazosa,
jeli frmw, paias e dependen:ias: ss n3
fr 'irtalecida pelo pensaraento govarcalivo
dos ministros ajudada pelo voto comparto
dos partidos, que os suslentaro, a cujas ideas
estes compartilbem. toraar-se ha nuda para
o bam, as degenerar era desptica, o
nao faro nada, ou de;considrala a tolos,
loroanJo-se arbitraria,
A conveniencia do systema parlara otar,
mor archivo ou r-p iblicano, est na firma-.
C3o de partidos fortes, e na rotacSo dasses
partidos na rbita da adruinistracSo. Teme
moa os exomplos da Inglaterra, raoaarebica
e dos Estados-Unidos, repoblicaoos, que nio
irearas mal....
Quanto ao daseovolv melo prali o d > seu
projecto, que V. Ex>-, :r de fcil execu-
co, coasiuta, q ,e eu Ibe manisfe&ta a mi-
nba opiniSo absolo'.araenta contraria *
Su a idea, qu execocSo pelos mei s e calcu os qua V.
Exc. offerece seria quasi rapraticavel entre
bus, e, deixe-me ser exageradoimpoasive
ao seu paiz.
E no entretanto V. Exc. 63t to apaixo
Hado pelas suas ideas, desde estudaote, qoe
er poder vir a \:-as realizadas em tolo o
mondo.
N io ver, de certo I
.> is, pode e deoe ver triump'nar no Bra-
sil (i suffragio uoiversal ; pugoe por elle.
Pugne V. Exc pelo suffragio nnhersa!, e
pela plena Tberdade de conscienciapHa
libe *dada religiosaque nio existe ainda de
direito no B.asil, corao q3o existe em Portu
gal. p
L)rabre-se, a prop asilo de lib$rdade, das
sceuas religioia*.aoti-religiosas, anti--ociaes,
aoli- iuraan tanas ; atleniatorias de todos o-
priocipioa de moral, religiSo, e ordem po-
blica, que oos no-sos teinpis se bao prali-
cadi> Da sua propria trra nalalPernam-
bucoa pretexto da escrpulos catholicos
apostlicos romanos I Coacorra com o seu
talento Ilstralo, para qua mais se nio re
pilara os escndalos com que a S de Per-
oambuco lera envergonhado a civilisacto e
a bnmanilade, e escarnecido a religiSo...
A igrej catholica urna iostiaicSu civil
e mandana. Diaem que foi progresso no
seo tempo. Poderia eu coolestal-o com as
mellio.-es radas. Mas, que fosse progresso,
qaando todo era relrocesso ou cegueira,
boje syrab alisa, peior do que a tyrannia dos
coreos, a das conciencias, a dos espirit is:
nos os homeos livres n3o podemos adrad-
til-a, porque condemoamos todas as tyran-
aia-, e oenhuma ha mais repugnante do qoe
a da conscienciis, e m is absurda do que
a exirt'da em nome de Dos, o creador o
prot actor de ludo quanto existe I
Su V. Exc. conhace os meus pobres es-
criptos, como c rahece, sabe, que u3o creio
em liherdade poltica sera liberdade religio-
sa, ti que sou, se om dos mais Traeos, o
mais constante e ass.da de qaaotos aqai
escrovara, em pugnar por esta.
I) ofendo a liberdade religiosa para o meu
paiz. Desejo-a eslabelecid em todo o mun-
do, e>, como no meo paiz, o Brasil, povo
co irraao do meu, povo de immeoso faturo,
a_ss ora.-ig
bi
se da seganda ; argumeotoa
para justificar a terceira ; cabiiT oa qnarta
aesqoeceu-se de ter remoraos ; depois...
depois acabou. Ficou Iba o
... peilo obstinado ensurdeciJo
As vezes com que o ci mil vezes falla
corao dizia o aosso arcada Antonio Diniz.
Tal a fraqueza da condic3> bu Bina I
Raras vezes sabia da quinta da Silva D.
Josepoa de Barbosa. Levanlava-se as pri
raeiras horas da mana, e destinava logo
lodo o servico daca .a. Dapois almo;ava
com o marido, cuidava dos pequeos, or
den iva o j-mtar para o meio da, trabalbiva
da larde na costara ou em qoalqoer outro
lavor domestico, ceiava pela vulta das oito
horas da ooute, e depois de r-sar em coro
cora a famdia pela alma da todos oa seus
aotapissados e em louv.r de t dos os san-
tos a satas di c.te celestial, rccolnia i
sua cmara, satisfeila de ter cumprido todos
os devores de esposa a mai, a sara a m-
nima per.urbacao de couscianc.a.
Na qua ira da colheita designa va os di is
para a' malba e para os ser5es da esfolha-
di, e diriga com alegre solicilude e grande
juizo o las festivas lides campestres. Oj
viara-.e em toda a freguez a de Bstatros
os ap ipos entbosasticos dos malba 1 ras e
o soui compaseado e rouco das pancadas
dos mang nes. Ji tinham noraeada por
aquellas sitios as malhas da quina da Silfa.
Erara (arlas e bem pagas, e por isso acu
dina a ellas os mainaJ ires de (ama, assim
corao aos sei5:s da esfolhaia iim as mais
iiulis i ipirigs da (raguazia, os rapazes
mais eibaltos e folgasSes, e as meibores
violas e rebecas da aldeia.
A todos acolhil D. Josepba com grande
povo pelo qud eu tena aa oi*om mais
arra'gidas syrnpatliias, qce manisfesto sem-
pre qua su me olfarec occasi3o de poder
faze io t
Eu soa espiritualista. Repajoa-me e-
materialisada a religio, e aiada mais, que
me obrignem, e a minba familia, a corvar-
mi dos ar te o materialismo irreligioso, qae
investirn), para ecravisar perpetuamente
quasi toles os homana aos mo3 iaslinctos,
e s mais esordenadas paixSas de pou-
Cj8.
Nio repare V. Exc. na di<.-agac3o- Pa-
rece-me que nao vi muito fra de talho
de mo, tintando eu demover a V, Exc de
ura propos.t), qual o da o fazer desistir de
u a i lea sera vardadeiro alcioca e irapra
ticavel, e sforcar- e, por convencel-o a se-
guir oalra de,Jerdadeiro iataresse para a
sai patria e para os*seus concidadSos.
Voltems idea capi-al do voto compa-
rativo,
O sy lema parlaaentar. moaarchico oo
republicano, d sse eu'j, nio a ollima pa-
lavra de pjrfiiglo. s^bre-o rgimen dos,
povos:
O mooarcico como era lerapos ja disse,
conserva muras antigiaibas ridiculas, ludo
repugnante ao bom senso garal, e na ver
dade, improprio das luzas do nosso sculo,
e o repub ica# te despido dessas licroes,
desse sophisraas e dessas antigualhas ri-
diculas; oscilla entre as exageracoes do fu
turo, e as preoccupac5e3 do passado, e d
rairgro) a inj;)ffr.das ambic?s, que, como
sa iem v sto no vosso propro continente,
rauilas e tQoiidS vezes perturbara o regular
andamento d is nagocios poblicos.
Taem os sysiemas modernos de givarao,
mooarcbico e repblica o, muitos e graves
defaitos; porm coraoarados cora a iheo-
cracia.'e cora absolutismo, levam-lhes im-
mensa vmtigem.' Aperleicofltno-los.
E o Brasil das. povo*, que eu coohec>,
qua lera avanzado mais, com menos sacri-
ficios.
i'.ol ra'i, foi sempre tratado com a mxi-
ma blandir, sanio com a maior benavo-
Unca.
Cdoaia, acaa-se, por om feliz acciso
para elle, iransfirraalo em matropole. ia-
vertendo su os pipis entre L'sboa e Rio
de Janeiro, pasando desla cidadaa dar ra-
se as ordena para Lisboi, em lugar de se
receberem desta cidade pars tod) o Brasil.
Levantada a corte portagoeza do Rio de
Janeiro, o Brazil obleva a sua araaocipac3o
sera sangoe, quasi sem costo, e de cario,
sem abalo. Emancipado o Brasil priod-
piou a vivar liberalmeata.
A nos, os eoropeos. custou a liherdade
ernnu's sacrificios. Disputarao-la palmo a
palmo desde largos seclos; pnmeiro com
a tyrann:a execranda dos padres; depois,
com os feodses; depois, com os absolutis-
tas ; depois, coa o jesuitismo feroz ; de-
pois, com os absolutistas de mos dadas
com-os padres, e ainda agora estamos, do
que toca a garantas liberaes, de certo mai
atrazados do que os brasileiros, porque, se
corao eliea. ola temos o suffragio ooiversal
e a libardade religiosa e nom de conscien-
cia; temos, inferior a ellas, o systema cen
tralisador, temos urna cmara de paras he-
reditarios, lomos a preponderancia do mili-
tarismo, q ;e impe governos e situacoes;
temos as rais-oes padrescas a malquistaren)
as familias e a desviarem os bracos do Ira-
b Iroo un. para movarem os es pin tos
mstica; temos aj aspirabas de prep rada-
rancia dos juizes, que se cream por tal
forma inlepeudantes, qaa se julgam lora de
toda a res onsabilidade legal.
Disculpa-rae V Exc, mea caro Sr. Ci
valcaoti; j que V. Exc procaroa o meu
v lo sobre os seus trbalo as, quero ver se
o c-ravenco a renun;iar urna idea, qae nem
capital, sobre a methor conslituicao da so
ciedade liberal, nem me parece realisavel,
para demove-lo conviccio da conveniencia
le empregir a sui intelhgencia, a sua il
lustrac-io, todos os seus esforgos, emfim.
pelo pessivei, pelo que pode, e deve ser j
pelo suffragio universal, e pela liberdade
religiosa e de consciencia.
Pugne, pois, V. Exc, e serapre, por es-
tas doas garantas essmcioes do systema
monarcbico-coastilucional, e, realisadas, v
cora .atibando o movimeati progressivo,
ajudando-i sempre oo su desenvolvimeolo
pratico, pela palavra, pelo escripto e com
os exeraplos.
O Bras I lia de ser um dia, seno o pri -
meiro, ura dos priraeiros povos do munlo.
O f^cto lu de dar-se. Est em aberto a
dala ; trabalne V. Exc:, irabalhem todos os
bons brasileiros para qua se fecha no me-
lhor praso de lempo.
Quanto a mim, posso assever Exc qoe, cosmopolitas as ideas de patrio-
tismo, po s que a patria do homem toda
a parle, sa tenho por Portugal as afleices
da bom filbo, admiro oo Brasil a magestosa
irraodesa dos elementos naioraes do oosso
carinho, e era a primeira a recommendar-
lies que rissem e brincassem depois de
concluido o trabalbo. Quando notava qae
a sua presenta acanbava alguma esfolbadei-
ra, ella propria a convidava a cantar dizao-
dolie : Enlo qtte isso? To caladinha
hoje ? E vol lando-se para os rapazes ex-
clameva : Timben estes mancebos... Va
Ihavos Deu. Parecis mancebos de de
pendarar a candeia (I) E principia vara os
tocadores a afinar as violas, e seguiam
logo as cantigas ao desafio, at que, esfo-
Ihado o miibo, desatava toda aquella gente
a da,car a chula ate Dio poderem mais.
E o'estes innocentes folguedes sabia D.
Jisepba, sem co istrangimeoto de aingoera,
inauter cada q ai nos limites da daceoci*
a b.a compostura, Vii ludes que oio ex
cluem o rir e brincar da mocida le. Pek
qoe ni) bavia mii severa que se.negsse
o convite da quinta da Silva e qua nio
l'o-se com as fiibas aquellas seiss. An.es
se magoavara mailo quando por acaso es-
quecera convida-las, e viuhara perguutar ao
creado principal se a Sra. D. Josepba esta-
ra da mal com ellw.
\ssistia sempre Domiogos de Sampaio s
fesias agrcolas da sua quinta, tomava parte
nidireccio do trabalbo. como entendido
jiic ira em tolos os assump s de lavoura,
i dlegrava a bomens a mu beres com as
historias qoe Ibes cuota va, as quaes pela
maior parle rivalnavaiu em \erdado com o
.nilagre de Ouriqua e com as mais nolaves
liruiaiivas de Fr. Bernardo ue Brito. Para
as rapingas n3o levaolava os olbos. Res
pei.ava sempre a presenca de D. Josepba
e a honra do domicilio conjugal.__________
(I) Dase este nome a um pao cura sua
peanha no qual se espeta a candeia para dar
luz a> redor.
panela, e estimo os brasileiro eoasjo os
meibores irmios dos portoguez.
Soa com a maior oaosMcraeio raspaia.
De V. ExcAmigo att.* e obrajai/-
buno Coutinho.
Meo caro Sr. Cavalcanti.Lisboa ff e
fevereiro de 872.
Depois de escripia a miaba carta 4
de dezembro, mas, antes do publicada, m-
oireceram as falladas reformas po it ca io
governo do mea paiz. E qoer V. Etc. sa-
oer como ellas s3o iaaisnaiais iataor!
aos principios liberae qe, ka nato, ar-
pondei am n i Brasil ?
O governo propoz, totre ootra :
A reforma-da carta consti locin al:
A reforma da admioistracao civ :
A reforma das jusiifas:
A reforma da fazenda.
Ni reforma da Carta, deixa de p o art
6*. no qual o catholicos apostlico roa
oos se fundam para a soa sania tyraooia ew
consciencia.
Sobre o paralo, estatu o principio da
oomeac > pelo re |e numero illimlmt ?
Citibelece para esta cmara o sea-o para
os proprietarios, e negociantes, e tJo alto
que qoasi exclue dalla a agricultora
coramercio.
E-tahelece o p-incipio das catbegorias e...
do dinheiro. Poe de parle a do oaxiio, o
laleuli) Ilstralo; da aplidio racoabaoda
e dos servaos.
Como o3o remunsra o servico do par,
o governo coherente em alistar do pa
riato o tlenlo real, e a illuslracSo coaapro-
vada.se... pobres f
Nio ni'laora a reforma goveraiaiaali
as condices da cmara electiva ; d3o rotor-
raa o vicioso systema actoal da Uicao; alo
fSlibelace'o joffragio pniversal ; o3>alasU
da reprasentac3o nacional o fanccioaasxo.
torna mais depend otes do governo o bo-
nareba as doas cmaras pela nomeacao i*
presidentes e vi e-presideotei; deixa da p*
o enxame dos cabos de polica, etc.
Na reforma da administracio, o goveri >
portoguez declara terminantemente, qua.
de ludo que exi-tia, tem exstiio rJesle o
principio do mondo, e exista aioda agora,
a nica o usa sabid i, respeiUval safrada
a parochia. Funda, pois, o goforno o
seu novo systema poltico d'adarnistraca
oessa antigualba de todos os lempos qxs
passaram, que, na sua opiaiao, devo atra-
vassar acolme todas as geraeos Matas,
al a conmmmaco dos scalos !
Os verdadeiros liberaes excluam a igr#ja"
da toda a ingerencia oas coasas de EsU
e vio, passo a pisso. eocamiobaado aa re-
formas polticas oeste sentido.
Para ser coherente, o governo porfafaez'
da paroebia devii appeliar para o a
lesla para o papa, do papa para
tiimo, do jasaiiismo para a oqatsicSo,
ta pa a as ogueiras, masasorra a
sos. Enea lea sa assim a historia da...
igrej, que a historia da paroebia f
Na reforma dis jusucas, o goverao por-
toguez deixot talo como eslava, cflaolaa-
do-se, apenas, em extinguir os jarse ahi-
tos, e pedir aotorisacio para croar mm 2)
comarcas.
A relacio dos Acores, fm aman numt-t
(uneciona, as relacbas de Lteooa Parto,
com o dobro dos juizes qo Ibes sao m
peosaveis, a irrasponsabilidada do
de direito de todas as ioHaocia, m taes
ordinarios, a papelada da se,retari pera
anarebisar tervi(os inalilisar braem, lo >
isso fica c mo eslava, e, aiada boas, am
nio emend arara para prior f
Ni secc3o dos ecclasiasticoo praaMMa a
governo a dotico do clero !
Est muito em harmona com
Ces das sociedades modernas I
regimentados, pagos pelo
para... gaerrearam. mais i sea
o mesmo estado! Qie Dos defeoda o vos-
eo paiz da reformas de tal alcance t!
Palo ministerio da fazaada o g verao...
aogmeota os impostos em 3 f 00 a lat>M
cont<, e dec.ara c qae nao pude
despesas >
Ficam aposanladas com oa ven
por intairo todas as sioecaras lioealea, e
decretar se ba qae ftcar prohibida leda
a ref arma dos ser vicos, que tonda t simpli-
fica los e melhora-los >
Palo ministerio da guerra nio nevera,
desta vez, mudaocis nos ooiforaM. Caa>
tiuuaremos a gastar 3:500 cont. Ti ramea,
c mo al agora, soldados para procsaeaaa a
paradas, mas nem seqoer ondeo para oa
exerciio disciplinado. O prioteiro aveeta-
reiro. com os uniformes de general oo ge-
neral'ssimo, podar continuar a servir-ee
dos corpos indisciplinados para alterar a
ordem publica, fazer o desfazer, goer-
uar, etc.
{Contmnar-t* ka.)
"
t
Prodazia muito lisbo a aoiati da Suva,
e eram aova occaso d* diveriimealo a
priocipaes trans(ormac5s* d'aqoeite preloc-
to agrcola. Hivia festa qaando se awsaa
va o linbo, fasta quaodo se eepaMava, o
fasta quando sa flava aos sera a> vaaii
beiral da eir, mas Domingos da Seaapaw
nao apparecia n'estas fun eda, aaal
nos alegres do qoe as ootra at per
a estaco em qoa se verificaos. J o ae-
biam as espadeladeiras (i), a ipiaavlo entra-
vam o portao da quinta da Silva, aa viam a
oosso jovial alfares sentado o> piteo a
casa oa atravessando o qainteiro,
vam-se dos gracejos d'ella
Ento Sr. alferes, nao vem
algunas historias ? Tem ama im mrettan
e da estopa! Qae vergaaka para am ee-
mem t E elle ru-se, mas Dio acceilm a
convite.
Entretanto iam crocanJo oa aatao da D*
Josepba e de Domingos de Saa>pai.>, o lar
taiecando-ie cada va aaais a
un3) d'aquella (amiba qoe todo
aa freguezia, a qoe nunca faltara a
ios seus visiuhos oa servico*
ao campo sio ent-e os Uvradoras,
de amizades iut.mas de pas a frlbos sea
nter ropc la.
(O)irifiear-ie-d )
(i) Chamara assim a asulaere ajo aa
occopam a espadelar liaba.
sa- *
YP-U 1AK10"hA O UQtil OE CAJL

ILEIH1 1


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