Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12685


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Full Text
-
MITO XLVIlf. HUMERO 160
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Per tre. ne::es adiaotadoa .... **
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120
TERCA FEI8A 16 O JULHO \f U
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JABA DIITBO I WU DA PB07HCA.
Por tres meze. idiintidoi .
Por leu dito. dem. !T .'...........' '
Por nove ditos dem ...!.!' .....' '
Por am anuo idem ., .. ......,
17
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Propriedade de Manoel Fignii a de Faria & Filhos.
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Ol S/i. 0'a?o AaDaio Ahat d Filhoa, no Parf ; Gon$aive Pinto, no Maralo ; Joaqnim Joa de Oliveira \ Fiibo, do Cea
Perora d'AImeida, em Mamangnape; Augusto Gome da Suva, na Parahyba ; Antonio Jasa Gomet, d
4m Nazareth; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna,- Francino Tavarea da Costa,
PARTE 0ITICIAL
Ato de Lemo, Bragas Arwtj; Jlo af^. Joo Co.W> no An; Antonio ** da Siln, no NM; A*
da Penha : Btiannao do. Santo. Bnlcio, em Santo Anta; Domingo. Jos da Coala Braga,
lagoas; Alve. & C, na Baha; e Lehe, Cerqninho 4 C no Rio de Janeiro.
Cioverao da provincia.
KXi'BDiKim: oo da 12 de jcnhom 1371
Officio :
Ao ungatleiro cot nao-lauta das aran,
aaadaudo por em llberdide, c infirme solicitla o
coronel commandajate aoerior deste tuunicipio
8tn cffl.-io de i do 'corrate s_.li n. 37.1, o guarda
Leopoldioo Baptista Farnandes e o tambar ene
d:c:o F."auef.:o de Lima, acabo-do 2* baialho
de infamara, os quaae foracn recruudos.
Ao m-srao, dedicando e.n resoosta ao sea
ottiJlo de 25 Je mato Rttimo sob n. 529, que em
data de hornero se mandou proceder pela ne.ou-
raria de faz-oda avaliarao d> terreno de que
rata o ciiado oflcio ; e qa;.nto so uicameato -
plano do qoarlel proj jalado |ara a com'pantir ds
cambara, j f,i oua rabalu coumrii lo em 30
de abril prximo lo tu ao iiaavab-iro da obras
militare.-, que atla na%* apreseatou. e coja ra-
mwsa nesia d; la e'lh* raeoia nenJa.-OTi.-iau-se
ao referido engenheiro.
Ao inspector da thOMoraria Ja fazenda, de-
clarando em adliumemo.'a^ajjkio de 7 do cr-
reme, que os rolume) vimln? de Lrerpaol no
vapor jug'ez Cojnno, conwPio objeeios para o
jardn 8o anipo da Pones;, .ao canto e viole
c:cpo e nao cont e viole, ico por engaa se
de.larou.
Ao mesraa, mandando pagar, en vi.-ia da
conta que 3e llie reme'te, ao emprez&r io da llu-
miii ..ao a ga desta cidade a quantia de 483600,
era que impornu a tHimtia^' da casa era que
esteva fuoceionaoi.o a reparticio d. polica uoa
raezss de jaaeiro a marca dale anuo, como solici-
ton o respect.! clifa em ofll ;io .de JO deet^ ojez
n. 970. Communisoa se ao l)r. ch-fltlB pdltia.
Ao iaspee or la thesooraria provrtiat'mati
dando pagara Moroira 4 Brag^ visu da rtdaco
e pret em duplican ratnettidoi p.io comtaaadaa-
te superior de Cantar e S. Boato coio offlcio de
\ do correte, os venciaiBaio- do destacamento
da tiarJa nacinnal da villa de Paoellas, relativos
ao mor. de uni ult mo. Gommuui.u-sa ao re-
lerilo comnaodanu saperio*.^
Ao raetme, atitorisaodo-o a mandar pagir a
Amslia Antonia de Paiva Loyola, viuva da 3* es-
cripturario dss.a hesouraria Ignacio Beam de
Loyola, conforme requereu i>tfe accordo eotu a
saa inormacJo d- desta om( a. 85, o que r
devido proveniente da quinta pane dos encimen-
tos d, lugar de oliial da secretaria respectiva
por ella exercido icierioamt.Lt i durante o imped
mentu'do efTecth'o.
Ao Dr. chefe de polica, dec arando, em res-
posu ao aeuoili-io n. 810 de II d* n.ei pasado,
que, secundo o di'ivosto no rt 111 do regola-
mear- da i 4e omtbro 4* 18a,
cessados e juigados no foro cri
Crimea de bomic'lio ou teiitaii
pby iineitido* p .r u;as de poli-
ca, .ilUUfl|B> i iiiencia. u:ti-.u-38 oeata
-n.ido o juiz ojn. i re*posta
aj sen, oftici > d
Ao inesra.', para que as rondas nocturnas
d ftiguezia de S. J.s desla cidade einjireguem
toJa vigilancia na ci.-camviziohanca da estacha
das Cinco Ponas, aflu deque, sendo" preciso, acu-
dam ans gritos da soccorro dos respectivos guar
das, caso ventura a repetir-se as tentativa, de roo-
ba que al tiveram lugar na nenia de 2 do cor
renta.Offlciou-ss ao eagenheiro fiscal da eslra
da da ferro do Beca? a S. Francisco em respaila
aoseu offl.io de 11 do crreme.
Ao coronel cotumandante superior do muni-
cipio do Becfe, recotnmendandu que expega ur-
den, para que seja dispensado do servido actio
da guarda nacional, emquaoto tiver por si a isen-
i;ao de que traa o art. lo 3* da le n. 602 de
19 de seleuibro de 1850, a praga do 2 batalhj
de infamarla Luiz Frauct-lino llariras Kibeiro, a
que allude o sea ofll.io n. 37o de i do carrete.
Aojntx de direito da comarca de Flore?, ap-
provando a resposta quo dpu consalta que fez
a cmara municipal da vil a do Triumpbo, cons-
tante do seu offkio d- 9 de abril ultimo.
A' cmara municipal da villa do Cabo, de-
clarando, em rasosla ao seu offl.io de 3 de Ja-
neiro ultimo, que nao deve pagar ao administra-
dor do patrimonio da respectiva ir.r.iriz o loro do
terreno da que trita ; cumpriudo inasaia cma-
ra de:larar-lhe que liriji-ss tbesourana pro-
vincial, caso seju'gua com direito a exigir o men-
cionado foro.
A' de Garanliuus, declarando, era solucio s
duvidas constantes do seu officio de 6 de abril,
que, sendo a concessao da licengas para edificar
objooto de economa o rgimen municipal, (ora
de duvida que se comprebende as attribuicoes
dessa cmara a faculdade de cassar taes liceo-
mxime q.undo ellas se uj.-soi as respe.ti
A ordsra dodoe Afogados, Mareooo, escrato de
I. Seobvioha Pareira utra a requerimento deste.
Dens ga.rde a V. Ec Iiim. e Exiq. Sr. des-
smbargador Fraieo de Faria Lertios, digo)
presdante da provincia.chete de pdela, Fran-
C'ico Teixeira de S.
INTERIOR.
Rio de Janeiro
ESTRADAS l)E FKRRO.
Sr. redictor do Correio io Brasil.Compro a
miolia pr.;raa..sa e salisfac) o empeaho da V. S.
raini'tranJo ao Corroo d Brnsil algumas notas e
etclareoimentos acerca da empreza qae sa propoa
ngar a extraa de ferro da D. Pairo II as aguas
navegaveis dos rio3 S. Francisco a Tocaotins.
Dayo cooiegar por disipar o engao en que la-
b>ram aqualles qui prasaraem sreu o autor das
a grande idea Antes da mim pom.ns eraiaenies
lo paiz. e eaire ..lies os Srs. visconie da Albaquer-
que, Tluopailo Oitoni, Saraiva e Paranagu, acn-
s"lharam asse grande raelhiram.oto Nam masmo
i escolta da opportuaidade pertena-ma: fji-me
suggerida por amagos meas resideales em Londres,
que, tanto como ncu no Brasil, comprehenderara a
importancia da un linha inlaro da commuaica-
C;s para o imperii. Mra nico da i ai
ciaiivaccnsistiu e;n dar forma a idea e propoeta
que apresenlti ao govarno.
A convite dassos amigis, reun los ao Se. bario
do'Livramento, prastei o m.u fraco concurso pa.a
a exeengao dessa projscto ;.s o tji, porra.dopis
qae iva a certeza de que o govarno do meu paiz
onMderava o malltoramenio de grapds uulidada
pu blica.
A proposla que ol-traci ao govaria. na) se limi-
tava a estudos de estradas de ferro a de navega-
t;.io, a que se reduziu mais tarde : cocoprebendia
desde logo o estibelecimenlo das linbas protes-
tadas.
Davia tambera dar .tigetn fundacao proposta
de ndeos coloniaes.
i auxilios que reclamei limitavam-se a urna
sabvencs de5:000/ dorante 10 nos, por mi
Iba de estrada. construida que fos'je entregue ao
transito publico, e concessSo da- algumss lega;
de trras devolata exisientas ao longo destas es-
iradas a dos_rioi.oavagaveis.
A convictjio que noria de que difciimente se
podarla levar a effiito pr jacto tao ulil em condl-
p Diaii favoravais ao eslado ribasteeeu-se-aia
depois do exame a que procedeu o govarno.
O resoltado desas exame tradut-se as seguin
tas pilavras flnaes de ura luiiinoaa parecer, qoe
sobre a proposu apresen'.ada euilia o Sr. Df.
Francisco Pareira Pistos, ejtj) eogaahairo con-
r do mioislerio da agriiultura, e actualaiente
era caceas grandes al a frejaezia Formoza a
d'ahi at a coofliencia do Sapio Grande, qua
tambem navegavel at l'i taguas aeima da saa
barra. Urna estrada que ligua ana ponto ao em
que conecam as 100 leguas de livre navegacao do
Hio do Soraao nio ter mais da 32 leguas de desen-
volvimento, exlensao insignificante para por em
comraanieacw asbaciaj Bzvgive;j de dona impor-
tantes ros.
t No mesmo cbapao em qae nasce o Sapio
Grande lem tambera origem o rio Paraahyba, que
ealri no ocano da provincia do Pianhy, e que
c (mega a ser navegavel dssde a villa de Ssnfa
Philomena. Urna elrada da esrea de 30 legas
pola ligar este ponto linha do Sapao Grande
ao ro do Sornoo. A-sim com ama vis tarrea da
mait oa menos 62 legaas ds desenvolvimento
lotal pie-se estabelecer eommantcaglo rpida
entre as secc3as navegavsis de tres grandes rios
do interior do imperio.
Qaalquer brasileiro qu sa interessa pelo pro-
gressa do seu pan nia dexart de sentir verda-
deiro eithu^iasrao quan'lo os estados h"Je decre-
tados confirmaren) astas ioforraagSas. Uoir as
bacas do S. Francisco, Toeanllns e Parnahyba,
isto lavar a civilisagio a o pregresso por ama
das mais vasta* regides do Brasil, apenas com o
aox lio de duas estradas de ferro econmica, de
um desenvolvimento total de 62 leguas, por
cario um resultaio ptodignso; e para aleanca-io
nenhum governo se datera diante de pequeos sa-
crificios.
Ja sa v que o projecta da qaa me oceupo, em-
bara da grande futuro, nada tem da gigantesco
q^oanta aos seas meios de excago, nem esti
raco de trabalhoa a sacrificios fetos, o
crlo nao pola tr censuravel.
ro terminajo todo o caacurso qnepodia
* a saraelhante empreza, qna boj i est
te do resultado dos e. pre'ada*. Se esse resnltido lr o qaa se
v ravel aos ioleresses do paiz, escasado
[Win quer qae seja advogar a empreza ;
por uiilidaJe publica, e por soa pro-
la, a rara executar. En ciso contrario,
guo da mim anicular amas patarra em
Pbr.
a miaba raisso, volt)a miaha provincia,
lituarei a concorrer, quanto puder, pata
iso do mea paiz nos modestos cargo; qae
upo ; os quaes aiandonti provisoriamente
ssmimeoto previo do governo, sein qae
jli3S8 um real ao thesoaro poblieo, e da-
doze anaos deservig nao interrompidos.
aa-im o fiz -acredito-contribulado para
um milioraraento publico qua a qaalqaar deslam-
brajips|a salisfacao qae pJs trazer a todos que
oelle s empenbarem.
ai a maior estima e a mais sabida con-
o.
R-aJilaie obtiveram 27 c. a 60 dia3 e 35 a 27 ",
osdanorilb).. D)pois de efectuadas estas ven
das, -
das o mercado to-nou-se ainla mais firma, purea Kl V^rI
a actmdadas existe para com os especu ad.res. L nV<& ?s'.:
Dos lotes anteriores do Bio Graode em sar nao se 2? .n., t- "*4u
kV
S.Amigo affaclaoso, venerador
tqv.e de Macedo.
a Janeiro, 1' de julho de 1S72.
e cria-
fez nennuraa rinda.
A existencia de coaros hoje de 177,600 dg
todas as procedencias, nos qaaes figaram 11,400
do Rio Grande. A existencia na mesaia epac do
anno passada era de 152,60) couros.
Ipencuanhi do Rio.-(Livre) Ca existencia
avultada e falta de procara ; nao honre reada
nenhuma e os precoa io nominaes de *1,06 a
41,10 por Ib. '
tJimrani. -(Lirre Bio b)ra a superior 5 a 8
s. Baha dem Idam 3 a i c. per Ib. As eo:nd.
limitaram a 262 coagoeiraj.do da Babia por Nellu
Autnn. A procura para esta genero foi muiu
resumida, por cansa das grandes existencias e o
moTimento dos operario*. As vendas em leilo li-
mnaram sea480cjngoelras do da Bahia, a um
rar-sa muito doenta para a capital. O Sr.
Bacallar, qua ao dia 3 segoira o* Uaats a
Baya o, regrassiu i el lato 4a Ca-
- diz <{ 88 .goessaniianas da popalagiod'aquella nlla, por-
i que lando parcorrido quai todos os arrat
i nj encoalruu tantos doeotai quanios,
te, ha nos lagart-s mais prximos 4a diada *
masmo no ioteri >r d'ella. O Sr. Dr. Bacallar *i >
de passagam no Inca, e o Sr. Dr. MaMos Gaarr
o nico mlico qua exisla em Gameta, sao pfa
bastar para o atfl olivo labor c ^mrostiido ao a-t-
dicos.
N tarda da 5 do crranla dasaboa ata* **>
lenta irovoada sobra a cidade, qa immmmtm
cmalha d> frontodo par? da camac% aavaicsatt'
a fez alguns estragos na fgrejt aailin
Tamos noticias de S. Sebasuaa Aa gaa-Vi>u.
que alcangim a 6 do eerreata.
a
Urna epidemia igial em dolorosos el fea. A ira-*
nrfg)radiode|.i5e"de2O0do da ia,""rlt^3^4.V??;'t ,:'n,e" e *er.caeee J
i.a. aveao ,r oo mioislerio da agriiuttara. e actualmente
lorainaicknHmOT '-"-*aecul daa.aUia.iLu.dd iKO_b/aiileis
va'dalle offlensas em Lonres : ^
Rston cjuvencilo, disseo eieiTiltor do goveHl
e eommigo devem-n'o estar toJasaspessiiasqueaj- .Q0, mtrumenta
luiam as que-toas de granjas taelr. ., i *- O lavaota
gas,
vas postaras, e ua bypolhese mencinala no dito
offliio prover pelos meios legaes a sua defeza pa-
rante a aaloridada poficial. CoramUQicuu-sa ao
;uiz municipal letpectiva
A' de Florela, declarando, em solugao
coasnlta feita em orado de 12 ds jaaeiro deste
anuo, que, nao exceptuando a lei do orgameoto
municipal vigeme do impasto sabr legunes os
ajricoltoros que os plantara iar. coasumo, fr
da dunda ,qua ella compreheuJe todos os planta-
dores.
A' de Peirolina, declarando, qua para s9 re
. solver sobre a consul'.a feita presidencia em al-
acio de 6 dea bril ulilodb, curapre que a mesma c-
mara obtenha d > ^eu archivo ou de outra origem
docniuentoi oujqnaefquer dado* que esclateeara
melhor a duvida suscitada agora acerca de pro
priedade da illa Ja toba no r;) S. Francisco, que
d;. pertencer ao sua patrimonio, cujos limites ou
comprehenso de vem constar de algutn acto pa-
tuco.
kxpedii:ntk do skchktario.
Ofikios :
Ao gerente da compauina PernamDucana,
mandaudo.da-ordem de S. Exc. o Sr. desembarga
der presidente da provincia, por a di'posigo do
bacbarel Carlos Francisco Siares de Brito e Lia-
rentino Alves Pereira de Vascon^cllos duas pas-
aagens da estado a r at Granja na primero va-
por que seguir para o norte.
Ao mesmo, mandando, de ordem do mesmo
Eita. Sr., por dis'posigo do bacharel Francisco
Santiago Accioli Lina, juiz umohipal e de orpbaos
tome do para o termo da Ba-Vista, o es la pro-
vincia, duas passagons de estado at Peoedo, sen-
do ama r e outra ptoa no pnmelro vapor
que para al seguir.
llenar, v-o da loiieia.
I." aeccao.Secretaria da polica de Peroamba-
o, 15 de julho de 11172.
N. 1126. lllm, e lnra. Sr. Levo ao conheci-
mento deV. Exc. que, segundo consta das part*i-
pagSej recebidas hoje esta reparlicao, foram hon-
tem recolhtdos Cisa dedetengao os segnintes in-
divides ".
No da 13 do crrente, minha ordem, Luiz
Valerio da Silva, D oazio Fcrreira da Silva, Jos
oaqaim Das, Manoel B^zerra da Sirra,3 Manoel
Joaqnim da Silva, en'enciados nados de'llamb
A' ordem do Dr jaiz de direito da primeira vi-
ra, Verisima Pereira da Silva, a novo julgaraento,
visto er sentenciado i.ppellado.
No dia 14. orden, do subdelegado da Capan
a, Ssrerioo, escravo de Joaa Erangelista da Par-
cacao, por aaiar fagido.
MIM le noopaix, qae nao possiveT con'trnir
via- farreas u) interior sera auxilio directo da par-
te do estado. Ora, nao ha lioba que esteja mais no
caso de soreabvencionada pelo thasjura nacional
ilo que essa projeclada pelos propoaentes, quo
leude a servir a la vasta exlensao do'vnsso terri
torio, abrangendo diversas proviucias do noria e
centro. O modo que iadica a proposla para tornar
se elToctivo esse auxilio parece bora e digno de
ser adoptado : tem sobre a garanta de juros a im-
prtante vantagem de deixar a compauhia o est-
malo para promover e desenvolver os elementos
de pro'p-rijadeda empreta.i
Pareceu preferivel ao governo dar nova forma
ao projecto e adopta-lo to tmeme como preparo
do ettabelecimento das linhas de communicacao
propostas. Tal toi a crigem do decreto n. 4797 de
4 da outubro do 1871, que concedeu autorisagao
para os eslad-as preliminarea de linhas frreas, e
de oavegagao as bacas dos rios S. Fraucisco e
Tocaotins.
E-se decreto s obriga o governo a fazer a con-
ces3o d- unitiva das citadas linhas, e mediante es
auxilios precisos, se desses estudos reconhecer o
mesmo governo a vantagem para o paiz e a atili-
dade geral das vias do coramunicagio projeetadas
cu da parle della?. Em caso contrario os trabalhos
feitoa serao pagos por prego j Bxado de aute-
mo e orgado por eng;nhe:ros do eslado.
Os esiudos preliminares e exploragoes aatorisa-
das coraprehendem duas linhas frreas e difieren
tes secg5a3 navegaveis de rios.
A3 estradas sao :urna no3 valles dos rios Pa-
raopeba e S. Franciso, que a construir-se comj
gara na Lagi Dourada, mas cajos estado part
rao de S. Gcragalo da Ponte, onde parramos tra-
balhos da cornmissao que por aviso de 20 de ju-
nba do 1865 foi incumbida de estndar o meltior
trago da estrada da ferro de D. Pedro II, at o
ponto em que comega a oavegagao do S. Francho
logo abaixo da cachoeira do Pirapra.
Outra destlala a ligar as bacas navega-
veis dos rios S. Francisca e Tocaetias pelos valles
dos rios Carinhanba e Paran i oa pelos do Rio
Grande, Bio Preto e Rio do Sanjno, como for mais
conveniente, segundo demonstraren! os recooheci-
roentos geraes que nessas duas direcgSes serio
prsviaraoule (ellos.
, Q-jandu estados j conhecidos nao demonstras
sera a importancia de qualquer desta? linhas, im
simples exame feto sobre a carta do Brasil terna-
ria patales as auas vantageas, e, o que admira
vel, a immensa facilidade com que podem ateas
coramanicagSes ser estabeleeida3 com a concurso
da navegego.
Certo, es>e projscto, que ats elassilieam da gi-
gantesco, e ontros de urna uUpia, pode realisar-
se rom a construegao da duas estradas de ferro
econmicas, que em seu desenvolvimento toial nao
excedem talvez do 130 leguas de extensao e de
40 mil contos de cusi.
A primeira d is linhas pro-jactadas, a que per-
corre os valles dos rfos Paraopeba e S. Francisco,
conta cerca de 96 legaas. E' o prolongaroento da
actual estrada de D. Pedro II: de fcil construe-
gao e segu as margeos de am rio de reconhecida
e ineontestavel aberdade e riqueza. A soa direc-
gao aviiibba-se tambem do rica valle do ra Para,
que mono povoado.
Embora a idea suggerida primitivamente ao go-
verno iosse ligar a oavegagao dos ros S. Francis-
co e Tocanlins pelos valles dos ros Carinhanha e
Paran, informsgSea ofnciaes da maior eondanga
aconselhara qae se o faga pelos valles do Rio Gran-
de, Bio Preto.e do Somno.
Se assm acontecer, o que determinarao sem-du-
vida a fertilidade do terreno a atravessar e a fac-
lidade das obras a construir, as eommuaicagoVs
se estabelecero apenas com ama estrada de Ierro
de cerca de 30 Jeguas. E' o que est confirmado
pela seguinte nformacao que se l no parecer do
Sr. !)r. Passos e que est de accordo com os da-
dos que possae e Sr. Valles, eocarregado dos tra-
balhos da carta geral do imperio.
i O Bio Grande, diz o parecer, entra no S.
Francisco junio villa da Barra, a o Bio do Som-
no vai ter ao Toeaotins a>s 9* de latimde S., parto
da aldea de Pedro Affmso. O Bio Grande nave-
gavel desde a soa foz.at a freguezia do Boqoei-
ro(a naregagao estendese ainia acerca de 80
legua). O Dr. Pas-os falla somante do Boqueirio
sem duvida porque al desviare a linha de com-
iiiunicacois em procura do Tocanlins onde oon-
flae o Bio Prelo que navegavel at a v(|la de
Santa Rita 4o Rio Preto, Pabi amda Qiyagavel
das nossas forga : am corameiiimento que
sera era poneos annos ama realidade se nisto
eonvier o governo.
Davo tambem recordar qae a qua-i totaldade
da zona qaa se procara beneflciar rica e j po-
voad. Bssa beneficio torna aprovataveis mais
da daus milhoes de bragas, segundo dados do
hbil engeoheiro Sr. Dr. CoutiBho.
Os dados que exigs o governo imperial devtra
fornecer ioformaC/5es maito completas s>b lodos
os ponos de vista. Nao devenios denomiaa-los,
como o fez o mesmo governe, simples estudos
preliminares, porquinto sao trabilaos qnast de-
Unitivos e destinados execocio de obras.
Comprahendem :
1." O reonhecimenlo das reg5'3 por onde te
nhara ds passar as linhas frreas com o Qm da
determinaren se aproximadamente os pontos obrl-
gados de passagam, e colherem-se todos o dados
a InlormagJes que possam determinar a scolha
des valles qae devana ser estudados;
2." O tragado, de urna linha de ensato que se
aproxime o mais possivel da directriz da via-
frrea, mediado as distancias com a tMior exae-
tido, e tomande-sa nao somanta os anguacs de
refiexo daitlnba3 cora o theodo'-io, maa tam-
bem o ramo magntico de cada urna;
3* Q nirelameoto longitudinal de todos os
trmenlos mais exactos;
meet 4 aecoes iraaaaaraaa em
numero 8am:iente para a deterraihago exacta
dos volumes dos aterros a exeavagoas;
5. O levantamento da planta a o nivelam'rato
e sondageos das secgSas navegavis dos rio S.
Fran:isco, Tocantina e "seus fflueoles ('i .--
mente nos ponto) anda nio estndados);
6. A determioacl) da latiiule e loogitude dos
pontos mais notaveis situados as linhas estuda-
das, oa as saas proximidades, e bem assim de
todas as confl asocias de ros e de todos os povoa-
dos que coutarem mais de dez fogos ;
7. O apanhamento de dados e informugoes
sobre a populago, cuitara, riqueza moeralogica
e oatras circunstancias interessante? das zonas
que lenhara de ser directaraente servidas pelas
vias de eommunicagao projecladas ;
8.* A preparagi) das plantas e perfls das linhas
". ras estadades, s a orgaolsago dis orgamentcs
acompanhados de typos das Obras d'arie, estagoe3,
memorias descriptivas, tabellas etc.
Para dar cumpriraenlo a to ccmpletos e mi-
nuciosos estudos, faz-se mi.-ter um capital nio
inferior a seisceotos conlos de res. Esta sora-
ma seria adquirida e posta a minha disposigo
para semelhante lira por aqaelles que reclaraa-
ram o raen concurso. Ssrecusei-a foi para de
preferencia procurar o anxilio de urna grrale
corapanhia que estivssse habilitada a consiruir as
estradas projeclada?, caso se fizesse a coocessio
proraeltida. Nisto bavia economa de tempo; e
toroava se a realisagio desse melhorainenlo ex-
clusivamente dependente do resaltado dos esta-
dos e da vootade do governo, e nao de ulterior
procara de grandes capitaes, e da farmacia de
navas compauhias, o que para mim seria penoso
e falvel.
RECIPE, 16 DE JULHO DE 1871
NetMa* da America do Norte e
do Para.
Chegou hontam o vapor americana Norlh Ame-
rica, traaend) datas: de New York 23 de Jaoho,
e do Para 9 do crranle.
BXTADOS-UNIDOS.
fteabaraa noticia adiaota este vapor s qae
recebemos par via de Lisboa
Bis as noticias cemmf rciaes dos Srs. d Lid-
mano a\fe, de New-York, ft dejuaho:
A natsa ultima circular foi a de 22 do pas-
sado.
< A esto dos direitos est final nente decidi-
da, pore, s vigorar do 1 de agosto em diaote.
Os geoerw do Bral obliveram grandei rantagen',
iodos Uta g s.ndo agora de entrada livre, exce-
ptuando, a asiacar, la a eouros de veados, e en-
tre e.'le s direitos sobre a lia forana reduzidos
de 10 0/9.
< O aasumpto o mais importante que temos a
meocioaar o movlmeoto (u-ike) dos operarios
que quatem reduzir as suas horas de trabalho de
dez para-oto, sem abamsolo do qae gaoham
actualmetne. Os fabricantes resistero alta pre-
teogao, 4 difflcil prever qual ser o resollado do
i.iovimento. No emtaoto mullos ramos de negocio
achara-sa paralysados, e descoufla-st ao geral que
ha de -------a-u^mrj.1.-..*...
Foi esle o motivo por que solicitei e oblive o
concurso da Public Works Construction Company
Limited de Loadres, qua me foi apreseoiada
oaquella praga como urna co panbia da maior
confian; i e crdito.
A Public Woiks conta dous annos apenas de
existencia. Foi organisada principalmente para
preeneber a lacuna que deixoa em Londres o
grande empreiteiro Brassey cujos amigos e asso
ciados sao directores e do3 maores accionistas
da companbia. No numero dos directores esli
entre oulros os Srs. Wiibes e Emil Erlanger, dous
cdadios de elevada posigo Duanceira em Lon-
dres, e grandes promotoras do progresso indus-
trial da Europa.
A missio da Public Workt Construction Com-
pany construir obras de grande vulto. A es-
peranza que tem a compauhia, de qna Ibe ser
confiada a construegao da estrada de ferro cen
ira I do Imperio Brasileiro, f)i o principal raovel
que deterrainou-a a empregaf os seus capitaes
dos estudos das liabas de eommunicagao de S.
Francisco o Tocanlins.
A companbia est obrigada igualmente a for-
necer os capitaes necessarios coostroegio das
futuras obras, e estaoeleciment das linbas na-
vagaves, se o governo fizar a eoncessao den
niliva.
Devendo os estudos projecladas servir de base
ao levntamelo de capitaes em Londres na-
tural que sajara dirigidos por um engeoheiro
inglez.
Em Londres quando am uooe respeitavel do
paiz nia apadrioba os trabalhos preliminares de
um caminbo de ferro difciimente os capitalistas
abrem a sua bolsa para realisar a construegao.
E' por isso qae a P6/c Worlfc manda ao Rio
de Janeiro am do seas engenheiros para tratar
do trabalhos preliminares. Entretanto ella aceita
o abitre que snggert de empregar Desses traba-
lhos a maior parte do pessoal uesessario que se
puder organisar no paiz.
Para molhor garanta na exeengao dos compro-
missos contraliidos com o governo propuz que a
Public Vforks Conslructwn Compony fosse coa-
templada no numero dos concessionarios ou au
torisados para fazer os estados e exploraeSes qae
se deeretaram. L >go qae seja uto concedido, os
trabalhos comegaro tres mezas depois.
Nao se conclua d'ahi que negociei um privile-
gio oa concesso com a compaola, Nada disso
fiz, nem poda faze-lo, porque nao teuho privilegio
nem oonsa semelbaute r>ue sirva para transae-
ga33. Limite-me a salvar a eveniualidade por
ora problemtica das vantagens qae possam re-
saltar depois d,a tuda acabada e liquidado, quer
estodoa, qraer a conslrncg'to da obras. E tfeste
csso, qu?,ao lacros hijam, .llej'aero ipeats a
5e 4'iiste rnetd JJarain. anoa
ni ii. l..f, JCL^..jA4ayt.-
mais
mos dBJpr^WPW^5/ %. Cotaino-lo bojo
113 Vi com lemleneia par baixa.
Hoje cota-se
t Atplfio.(Livre) O 00330 mercado para este
genero teve suas llietuacoes spasraodicas, m .uva-
das por causas de mais ou raen is fundamento, das
quaes os especuladores sonberam apnveilar para
manipular o mercado sua vantade. Assim que
0 prego do new Orleaos Mediano, que no vapr
paseado deixmcs a 94 c. Vs chegou a 26 c. t, e
leria subido anda mais se os proprios especulado-
res para alia (btill) nao tivessem tem lo qae a
sua demasiada ambigao causasse urna derrota dos
especuladores para baixa (bear.*) e Ihes causas a
grandes prejolzo?. Dahi se v que o nosso m- r-
cada para algodo ioteiramente monopolisado
pelos especuladoras, que por saas aaanob'aa bem
combinadas cooservam o prega mullo alera do
prego que deveria ser, atteodanda as exisleuciij
acluaes e a prxima safra a apparecer' no merca-
do. Dapois de ter chegado a 26 c. 3/i h >uve rea-
cgso e o prego baixon a 26 '/a fleanio hoje a 26
c. '/ A exporlagao das cinco semanas fiadas no
dia 31 do correte foi de 112,373 fardos entra
206,660 durante o tempo correspoodenle no anno
pausado. Aa existencias no mesmo dia eram esti
madas em 13,9i I fardas contra 20i,ri93 no mesmo
dia do anno passado. Atolalidale das ntralas
desde o da 1 de selemoro de 1871 al 21 dt
crrante, somma em 2,682,296 fardos coolra.....
3,869,014 na me-ma epcea dr anno pausado, mos-
trando este anno um dficit de 1,186,748 fardos.
A claseaava Orleans mediana colase hoje era
Liverppool II d. i%.
Assucares.(Direitos 1 c. 3/i a 4 por libra,
segundo a classificaca ) braseiroa purgados, Ba-
bia em saceos 7 e. 3/t 8 c. V4 por libra, dito dito
de Pernambueo em sac:os 8 >/4 a 9 '/ per libra.
O raovimento dos operarios aciraa mencnnado,
estendeo-se s fabricas de assucar, era conse-
quencia de que os precoa do raaado mbiram de
1 a 1 '.'- : por libra. 03 assueares brutos lam-
ben) adquiram mais firmeza, e fizeram se venda*
avalladas n'esles ltimos dias. As entradas dos
assucares brasileiroa foram como segae por Nellie
Antrin da Bahia 2645 sacco3 e pir Brothers Pri
de de Pernambueo 350 saceos. As venda) con-
sistan) nicamente era 2645 da Baha 7 a. 3/-
Em Balnmore reeebau-se 2900 saceos por Ri-
dumg a 5.CO0 saceos, por ilary Knowlton, as quaes
licam todas em ser. Em Pbiladelphia e Boston
nao bonvd entrada algaraa. Acaba de fondear
no Delaware Breakwailer o Madcap Je Peruam-
buco com 4600 saceos. O movimenn dos asquea-
res brasileiro) resnme-39 como segu :
Estimada existencia no dia
22 do pa'ssado, saceos
Chegaram depois da Bahia
26458 e de Pernambueo
35000, total
embarques muito ordinarios a 2,60; as"existencias
con3'.am de 3215 c rugieiras da da Baha e da 1500
do lo Bio. ^
Mi.-(Oir3itos a de Rio Graada 3 a 6 c. por
Ib. segando a saa classilicagio) aa falta campista
la transacgSes da do rio Grande nao podemos e,
dar cotates. A: existencia sa vo aeeamulaodo
como os fab-icanles ni; cara arara, provarel que
os pregas vio brxaodo,
Osso.(Livre) O lote pelo Realidade obla
ve t 41 por tonelada de-200J Ibs. Colara*-Ia da
i 40 a 42.i
AMA/OKAS.
Produzira tristissiraa impressio em Manios a
noticia da exeneragao concedida a sea pedido pelo
governo ao presidente daquelia provincia, general
Jos de Miranda da Silva Beis. Affeigaara-se-lhe
o pavo araajnense.afeito a lidar cora administra-
dores que al iam fazer carreira poltica, ao ver
o benemrito delegado do governo Imperial lomar
por norma da sai admraistragio a aatisfacio das
mais palpitantes neces-ilades da provincia. Des-
de que coustou a :ua exonerag!o fii o filustre
general alvo de tio solemnes quio espontaneas
dmaostraf083 de aprego pelas saas virtudes pu-
blicas a privadas.
Um incendio qae 2 1/i horas da larde de
21 rebeotoo na casa da ra da Imperador onde re
sidfa a familia do tenante Mariano Sabino da Sil-
va, ora destacado na Madeira, reduziodo a casa a
crazas, lau;ou em posigo affliraiva a familia que
all resida, e que foi recolhida easa do teuents-
coroiel Jj> MareatlrnoTaveira Pao Brasil.
Partir de Saatarm para o Alto Tapajz o
illustre Sr. Dr. J. Barbosa Rodrigues, aator da
Iconograpbia dasorchileason Brasil,levado pelo
dejejo de estadar aquella tio rica quio farinosa
regiao.
Era Breves anda sa davara casos fataes da
epidemia reinante.
kwihtlan do Dr. Rodrigues le-
1S550
6 lio
116'?.'.
As vendas foram, da Babia 2645
Etimada existencia, hoje
em New-York 19050
Estimada existencia boje
em Boston 4200
Eatimada existencia, hoje
em Baltmore 15400
Total hoje no Eslado-Unidoa 38650
t Caf do Rio e Sanfos.=(Dreitaa 3 c. por Ib-.:
Ordinario 16 1/4 a 16 3/4)
Regalar 17 3/4 a 18 \Ouro em
Bom 18 1/2 a!8 3/4 ( deposito.
Superior 19 a 19 1/4 J
Com entradas moderadas e a aboligao dos direi-
tos, reioou grande acuvidade preg >s mais eleva-
dos As entradas forvn de 19145 e as vendas de
85608. saceas, deixando nm stock de 82508 sae-
cas em Naw-York e mais 2309a aaccas nos outroa
parios.
t Chifres.(Livres) Prega 10 c. Todos os toles
recem-ehegados foram vendidos a 10c, 7 o. e 4 c,
respectivamente pelos de boi, os sem pomas e os
de vacca.
c Couioj de 601. (Direitos 10 % ad-volorero)
Pregos : Verdes slgalos 14 '/ c. Secco3 27 c.
a 27 Vz. ditos de aorilbos 28 a 18 Va- A posigo
deata artigo ostlnaa precaria at aaanegao da ao-
va loi tabre a direitas, pela qaal os eouros serio
livHji dos direitos de entrada do i* da agosto am
diaote. Esta circurastancia deu novo impulso a
especulacio e fizeram-se vendas avultada dos do
Rio 4a Pala e Rio Graado. pj oaros seccoa 40
JOr^fWr^WSa,..., f-^-1
na dia 28 de junho, o Sr". Dr. J. Barbosa BJ
gues, que ao embarcar escrereu ao nosso arm|l
e collega Jo.- Gaaldino ooia carta de qae, cora a
derida venia, extractamos os seguales trechos,
qae contera noticias interessantes :
.....Sigo boje para o Alto Tapuj?, onde le-
va-me o desejo de ver os Mondurucus e Maus, e
esiudar Ihes os uzos, os costamos e ludo for in-
leressante Hei de subir as cachoeirae e ir at
s campias e coato nao perder o meu tempo.
t Das exploracdss feitas em Saniarem o que
techo de mais nleressaoTe subre o reino ve-
getal.
t Tenho alguns estalas detdos sobre as palmei-
ras e a vegetaeaa, mas sera longo enumerarte
Indo oque ach'i. Un facto eiboographico im-
portante foi a escoberta que flt as serras de
Marar, Diamanta e Taperinha, de alguna ob-
jectos do uzo dos antigs Tapsj >.-, coma alguma
louga, varios machados, maasas de guerra, dolos
etc., infelizmente ludo imperfeito. Anda que goa-
tassera mmto das margena dos rios nao d.senba-
vam comtodo habitar as chapadas das serras, e
at a do Marar serva-Ins da camilero, o que
se prora com o grande numero de jacabas que
~alli encontrei.
E^arainei tambera, na mesma serra, ura gran
da depo.-ito ele conchas, (rama ssrnamby), A'
primeira vista pare:e nm deposito geoiogic1, ma3,
alienta raen'. examinado, v-se que sao conchas
molernas, e do Amazonas. Preiomina entre
ellas o genero Castalia, que camive1. Creio
que os indio; alimentavam-se de ostras e ah de
positavam es restos, oa as qua apadrecitm Cato-
prova esta minha opiniio o predomiu o do genero
Castalia e alguns fragmentos de panel'as, alguns
anda com fuligem, qae se extraem da grandes
profundidades unido) concias, ossos da pe.xe-
boi, etc.... >
PARA.
Achavam se a testa da admraistracio da pro
vinca o Exm. Sr. bario da Villa da Barra, e da
polica o Sr. Dr. Ciroe Lima.
Lomos ni Diario da G.iam Para :
t ? i nosso hospede, durante dons dias, o Sr.
Dr. Domingos Mentelro Peixolo, noraeado presi-
dente da provincia do Amazonas por carta impe-
rial de 29 de maio. S. Exc. chgo a esta cida-
de no vapor Para, domingo pela manhia, e em
barcn para o Amazonas no Arary, hontera
larde, lento sido prestadas aa honras davidas a
sua elevada gerarebia na occasiaa de seu desem-
barque e embarque.
c Comegou a fuoccionr bontera (1*) a Amazon
Steam Navigation Company Limited, incorporada
em Londres, para a navegacao, colonisagaae com-
mercio do Amazonas e ?eus afila mes.
A companbia ingleza succede a companbia de
navegacao e commercio do Amazonas, que auto-
risada pelo decreto imperial n. 4,735 de 5 de ja-
oho de 1871 traosferio-lhe lodos oa seus privile-
gios, direilos, isengSes e comprdmjssos. Cootint
na administragio da gerencia do Para o Sr. cora-
mendador Manoel Antonio Prcenla Bueno, que
reeebeu da directora da companbia em Londres
amlos poderes para representa-la aqu. Nao ha
madanga no pessoal da companhia.
o E' a hora de articulamos o nossa julgameu-
to sobre a companhia de navegagio e commercio
do Amazona. Foram os seus vapores os primea-
ros elementos que desenvolvern) os gneros de
riqueza amontoadas pela cregio no valle do
Amazonas. Eraquanto as suas erabarcaedes leva-
vara o raovimento e a vida aos rios gigantes que
cortara as duas provincias do Amazonas e Para,
|evaova a companhia nesta eidade vastas offlei-
nas onde prepar: va, entre os fllboa do paiz, os
machinislas que dirigen) os seus vapores e os qoe
esli dirgisdo os que entretera ossa activa nave-
gacao a vapor do Amazonas e seus alBaentes. A
sua adaainistragio produzra aqu tio benficos re-
sultados, que ao transferir companhia brasileira
companhia ingleza os seus privilegios e obriga-
coes, oamprimos grato dever consignan io aqu
que muito Ibe deve o paiz pelo qae ella concor-
reu para o engrandecimenio moral da Valia do
Amazonas. >
O vapor Juca, procedente do de Carov., trou.-
xe novas segniutes notieiaa:
t A epedema. que agella a coraarca e qae
tantas victimas j tem feto, leoilnjr* em Bayo,
mas eonservava a sua. dolorosa IntemiJade em
outras locilidadea. O Sr. Dr. Barga) da Silva,
que all eatava jm cominlssa-a do governa |ere de
aaajjdoaag o lagar aaaqllado pela epiieria e ret-
a ? *
e ai u tunas dalas eoouran*
doootrs no rio Jusira, 7 aa neala Tiara__
ba, do Sr. ledate coronel Jeroaymo B.bera Tara-
ras, e oa propru froguazia 8. A laetaotM ca-
nas que lera asjignalalo era Cara ata e Bravea a
exisian:ia da epidemia devem iaiozir o govara a
adoptar andida eaergcas para eaaabaler o al
aa seu faulissirao iaicio. >
< Est f jadeado tea aoito porto o vapor Ttkui-
ra .a- luiz, miniado construir era Tfilraaapiia,
Dalaware ( Estados Cados) pr oaU do* Sr*.
Teixeira A Roiz dwta praga. qna eVwtiaaaa a'o a
oavegagao do Axazoaaa e saaa tlPiratr. '
urna gentil emlarcacao do syalasaa das que tusa-
gara o Misstssipi e que roed 131 pea da eorayr-
menlo, 33 de breca, 7 l/l de pontal qaa aJa car-
regar 11500 artub. aleo 4o coaaaaaltTBl, cara
urna marcha de 12 m.Ibas por hora.
< O Teixeira Ruiz, aJ4ra da soa tltfian-
linha d'afua e dd excallente eoadigiSes
lera magniScas dlaposicSet 4a comfort, .
sigualam o prograwo qua oa* constructora
feto na embarcaedes para este clima. Gabtaa-
tes pa senboras, toillellei. quario da bina
satoas pra recreio, lado do raelhor gsio a ar
ranj.do cora esmerada pr>prie4a4e. E' o vaaar
de uavagagao fljvial qaa teata ealre aa, qjava
mais :smmodidades offaraaa o pasagiro.
OVtuira a Ruu-tu acaiaa por BirnaJa.
e Si. Ttwraaz. .
Tare bontera lugar a risita da eompriatarti.
que oa medicas d'asu capital, discipalaa qaa braa
do^Sr. bario da Villa da Barra, resoiratara Uaar
a S. Exc.
t Entran J1 na sala das rccepgSea era palacio a
llluatres Srs Drs. Qiadros a Fredaric* Lima, eje
forana o priraeiroa, foi abracado eam effataa
prazer pelo seu digno me-tre o noaso particalar
amigo Dr. QuaJros, que depois, quaado arataata-
todoa oa saus illustre cell.-f aaDrs. Labata, Ca
oararra, Cayapar, Sania ,CaUi), e o Sr. pftM.
xpritr.
dos pela rinda da 5.""E7-7I .i*.
de um raodo completo, lando estTm->
ao mesmo tempo aragela, com a qaal IWnt
mmente eommorido o illastre cMa|aeiro a tl
era dirigida : 1 a
Mealre illustre I
Se ha relmpagos da ventura, ata vida pasa 1
ma a tediosa de quera trabalha sob obra-alai,
do equador, aem a compeasaci) eqn i ralala a
sacrificio do pbysco e da moral, qua diariaav-nl-
se enfraqaece e esg< la;
Sa ba sonho qaa sa aorria onde arealidsda
o martyrio ;
< Sa lia relhiee prematura, como a nosaa que
posa reverdecer, pelo impulso de urna aragem ra-
darapiora, que nos reoha do cea, para mitigar
grandes malas de ura povo aaahyxiado .
Me'lre, n'um abrari de pae, d'-a>s a rjli.
|ue nos flalece ; de-os o aniso, queja fraiua-
ji; de-nos a luz para nio ir opeo.r.nos as d.ffl-
ceise tartuosisstmas trlhas d.i ura rirer ingioro.
que nos hurailha e mala, en:remil mjuatiga, que
os cercara, sem outro apoio que nio sajara a 41a-
nidade, a eaergia e o irabilh* honesto, etenaan: 1
qua trouxemos, aprendid >s dos nossos sabios a vir-
tuosos guias dajarautule, os Madores da actaa-
cia.
S. Exe. re-panJou aos seus discpulo! cora pa-
tarras eloquentes, ungid n da .-oaselbassibios, pru-
dente e salotares. Craver*. a depois affrelra-nt 1
cora lo Jes, revelando a oda ra .meato a salisfigao.
da que eslava possuido cora aquella prova 4a
estima e amisade.qaereceui:. d aquellas eavaller
que edacou como Olbos, e que lazara realear o. -
luios de gloria, que formara a suarepuiaga. Ba-
randa das ^ciencias e das telaras.
Ao retirarem-se ferara todos abrigados pelo
amigo mestre, troeando-se entre ellas paiavras a-*
affectos, que permanecero indelerelotaate rstps-
iradas na memoria da lodos, como peonar de gra-
tidao das di-cipalas para com o preceptor rea~
raodo, que respeiiam, e como prora de c.asidaon-
gio, que receberam por parlo d'aquella, a quena
pagara urna dinda da eterna reconbcimento.
O Vapor Teixeira & Ruiz leroa alguns tira*
no costado ao sabir da Baibadaaeom destino a>
nosso porto. Recebara em Wilmingtoa entra sao*
tripolantes dois homens, qae, parece, erara 4es*r-
W>res da armada real ingleza. Cbegaado a Bar-
badas e tendo ido para trra os dois detectte*
entre os mariobeiro) qae foram raeebar carra
para o rapor, foram reconhieidos p>s oatres naa-
rinheiros que linhara .ido san compantteiroa a->
navic daque hariam desertado. Ioforaiado o coa-
mandante de am rapar do cruzeiro inglaz da eiaa-
tencia no porto dos dois Je'-rtores, eaigiu da cara-
maodrnta'do Teixeira Ruiz quelh'o entria-M
se. Prometteu-o este, mas hora 4a. partida, saza-
pendeu sem carapri a promessa. Ao ver qna 1
o vapor brazileiro sam deixar oadeserioraa,I
ram-lhea de borda do crazeira iglez ama
ga de raoaquetaria, ficando ci-ado*.algBBs proic-
lis as obras altas do vapor, qua encapara se aaaa
a mxima velocidade de sua mareta. A fortaleza
do registro do porto tez Ihe algn iros de artiu-
ria aera outro resultado que o da estimular o 1
mandante a zumbar da sevendade do coma
te inglez.
I

"MNAItBCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 17 DB MAl>
BRKSIDKNCIA DO SR. TKIXjIUU DR S.
Ao meio da, feita a chamada, acnam sapraiea
tes os segnintea Srs. depaladea; Ralis e 8lva. T>-
lentino de Camino, Olimpio Marquen, Barros
Wauderlay, Guedes Gondtn, J. Corre 4a <\rasJ->,
Silva Bago, Albaaurque Lseerda, Go>aOaa Ater-
rado, Henrique Mmele, Lauxnha Lina, Alip .
Cosa, Gia*voato Qambolm, Gomes Parante, Firrai-
uo de ?;vaes, Uobi Cavacaoli. Almeida Paratraav
I baso, Piulo Jnior, Amuul, Tcx^rade Sa,6o>
mao Lobo, Ges Cavalcanii, Vieira d'Arauja, Oli-
veira Fooceca e A. Correa d'Araoj)
, brese asessa.
E' lida approvada a aeta da anter.
O Sr. 1 secretaria di coala do seguinte exce-
diente :
Ofiicios :
03 secretario do gorarao, remenealo 9 oficia
llFBlHl


HUTIHII


S


Diario dt Pfnmb* T^rt^t trm i 6 de Julho d 181t

=

ais papis, juoioi psr cjpii, io qa*l o nupec:
4a tbesouran.i provincial solicita diverso* creta*
suppJementar 'S.--A corarais: lo de faz?nda e org v
meato.
etigoet :
Do tenente coronel Vicenta Menies Wanda
e ootroj, diiendo que as suradas de torro, par
asquaes telicitaiam privejiosv devera tar prio
cipio entre qaali|aer das eslacoas da estrada de
farro 4o Recifa a S. francisco, da Simada at Ga-
meJleira.A commlsef" da obras publica. n
De Manoel de'lamino Pies de AodradeGin-
dia, tenenta tionoraifc)' do ejercito, padilla a. ad-
asissio doaiti sei fllho naor no gyraaasio pro*
lieeial, cono tieaennista la provincia. \ cora-
anissio de peiigSts.
Dosmoradore sjatreencsla de mmarac, pe-
diado se ni) coaceda a traostereoaia pedida da
sede da Treguezia 46 logar em qaa se acha.A
.:ommisso de nogadas ecdesiaslieoe.
Pareceres:
A corarairso deordenadoa,* qaem toi ibroet-
uda aluformagio da jaata draiuistrativa da San-
ta Cata da Misericordia atarea de Cosme Flix
Correa de Mello, porleiro d faa eee vista da infor magia jama estao1
caso de ser iudeerida'i pal cao do suapticante.
Sila das commissSes, 1* de raaio.de 1871.
'Abuquerque lcenla.Mcoforado Jmior.E" ap-
probado.
A. commissio de agricu'tura, eoramercio, artas
obras publicas, cuj apreciacio foi submst-
lila a petgio de Janes Wiliam Wil, solicitando
testa asembla um privilegio por triota annos
para vender apparelbos de nova invencao para fa-
bricar assucar; compenetrada de que do raaior
intere.se patlico ludo qaanto vier aperfeigoar o
labrieo do assucar, desenvolver e alargar os eo-
iihesimenios pralicos da agricultura, qua sem
tioatostaeo a principal fmu da riqueza do Brasil,
por ser este paiz natural e esseocilraaute agrcola,
spancando desi'arle o syst'ma rotineiro estaci-
onario, que tena embaraga lo o desenvoivimento e
progresso que devia ier ;c;rapauhado o dos da-
an ramos da aciiTidade humana ; consideran lo
qae 4a conw.jio do privilegio neohom mal |le
resaltar provincia, pelo contrario f Iba pode
trazer beneficio e vaotageris, tanto mais ludito
reeonhecidameote imperf-ito o systeraa actual do
fabrico do assucar, decorrendo dessa imperfeigo
prejuisos oeslculavis, nao ao productor pela
xigaidao do producto liquido em relago ao ca-
pital entategad,) e ao enorme casto de produegio,
comoaosofres publica pelo que perder arre-
. adagio untaj aa, que Ihe trar o augmento di
produecio di agricultor* sobre que pesa nm ira
po'to, qe n5o deix de s ir nm pouco gravoso,
lugmento de prodcelo nanea menor de 50 por
cento, eomo o ilemanstr o peticionario; de pa-
recer qoesej deferida pelo modo determnalo
no projeeto de le, qae ifferece coosiderago
dena assembl.i.
A aesembln legislativa provincial de Pernara-
ce resotoe:
< Art. f* Pica concedido a Jamas Wiiara Wils
um privilegio por lempo de trila aonos a contar
da publie.tio dasta le par exclusivamente intro-
claxir na provincia o novo tystema de fibrior a-
usar eor neio do apparelto denominado Cracre
tor, qae >6 o coticessionario po lera vender duran-
te o lempo do privilegio.
v Aruf A iruportagio do3 respectivos appare-
lbos, maieriaes o instrumentos, que forera neces
varios para c esabeleeimao o di novo sy.tema fi
ara lirr 4e todc e qnalqusr dir^ilo ou imposto
pelo lempo do privilegio concedido.
Art.*' Kicam rerjgad.11 as disposi;5es em
i-.OBtrario.
Paco da assambla provincial de Peroambaco
17 de miio le iin.Ptdrc Giudiano de RatU c
^aca.-Jj'W Francisco d) AmiraL Poi dispn-
salo da impresiio.
8ii lilos julgad)s obj'jtos de deliberaijao e
mandados imorinir os egniows projecios :
A assemil.. legnlatia pro->tueial de Pernam-
tjuco, resol ve:
Art. ooico. Pica o presidente da trroviacia
autorisado a conceler ao arrematsale da cdeia
do termo de Bniqae ami, moratoria para que
llague o qus deve fuenda provincial em pres-
taedes ignaes, ar pratos d 1, 3 e 4, anuos.
* Paco da asserabla, 1"' de maio de 1871
Joio Vuira.
A commissa.o de farenda eorcamento a qaem
I i presento a pelicao em que Deodalo Cm-qo
"llalla do Statos pede, falta de raeios para po
er eoatifluar no esludo das materias preparato-
rias para a matricula na fa. ullale de direito, que
<-.u ass^mbla (lcrele Da lei do orcimeato ama
qaota de 600401rs. annur*? quedever elle re-
cebar em prestedas raeosae* *f""".*l.
ACOSflautn* r** d /PP'i^oTTsna
O St. J. Coattsia ds Aaui :E*sa obena-
i) qaefUn ler, porqta oan dixr-se qae o
oatratss existente eslava exfocto qaaalielle ain
daha 4e.exiia*air-se.
otado: A informa?!) fol dil*
pata 1 b deltalo quando orava o Sr. Guaba a
Pigaerredo
O Sr. J. CottRK.v db Abauio : El aia dei ae-
raelhante Informaijao, eadissequeo contrato tinhi
sfdo taita para vigorar depois qae o a'.tqal terou-
nasse> diste qae o emirato actaal txtioguia-se
breva, por sao qae o oatrato foi Turto em II de
i'irbo de 1868, e por qaatro annes, me liante a
?Wvsncao de 60 canto- ; expira, portant i, en 11
de ja ho proxim) o contrato actualmente feito deie
comecar a ligorar no 1 de jalho. W
Un Sr. Dbputado :Qoanlo expira 1 oatro
O Sb J. CoaaB\ os Arao : Deiera expirar a
II de julho, mas peb nvo contrato expira o da
30 da junho.
Um Sn. Defutado : Mas ainda nio est em
vigor.
O Sb. J. Cobreia be Aravjo : Mas est per-
feito e acabado; do 1* de jalho em diante a eom-
panbia comecara a fazer por elle o serviQ), e se
d) nao raarcar-mos qaota ella atentara ama
ascao perante os tribanaes para obrigar a provin-
cia a pagar ha o que Ihe promettea, a quantia a
qae se obrigsa. -
QSr. G. Lobo :S o presidente abrir um cr-
dito extraordinario para pagar.
O Sb, J. Correia db Arauio :Sr. presidente,
nraito se tem dito mesrao ne-ti casa sobre a com-
panhia Peroambucaa, ni) pretendo eoavaneer aoa
uobres deputados da nscassiaade qae tem a co:n-
panhia dessa snbvencao, unto mais qaanto anda
boatem esta assembia oavio dizer-se e oinguem
contestiu qne nio havia no mando um compaa
desia natoreza, ama coTpanhia de navegac) qu
o) fosse subvencionada.
A subvenco de 30 contos ama subvencao ri-
dicula, ioaigniSaante. .
Ub Sr. Bbpdiado :J tem sabvencio do gover
no ral.
O Sr. J. Correia de Araujo :-Tambam tem de
ontras provincias, neste easo retiremos-lbe toda a
subvenco. 0 argumento prova da mais.
Um Sb. Deputad)': O argumento qae se nao
ha corapanhia sem snbvencao, esta a tem.
O Sr. J. Correia de Arau .Urna subvencao
pequea, que ni) satisfaz as neceasldades da com-
paohra, que nao corresponde aos importantes ser-
vicos que tila presta.
O Dobre deputado qae acaba da dar-me esta
aparte disse por occa-iao d) sea pnmeiro discaro
que o presidente di provina uo contrao ora em
diacnasao tioha supprimido cinco das viageas qae a
compaonia era obrigadaa fazar por mez a)J por-
tos de Goyanna e liapissutm...
Um Sr. Dkputado :A Iiapissama nunca ella
fel viagem.
O Sb. J. CoRttEA de Abaujo : Cinco das via-
gena qqe era oorigada a fazar a Porto de Gallinbas
e i'amaqlar, cinco vagena para cada um ae-se
portea. Eatreunto 0 nobre deputado nao attendeu
as seguales,a que essas viagena supprimidas na*
erara diosiinjtos das viagens aoa portos de Giyan
na e Ru Forraoso ; faieni) a compaobia das via-
com escalas por aqnel;ea portos a
qae a assemblea Ih* eooaa/.a, ontro qaalqaar p*ie I sasa lamia a deleixo daqnelles qne at Igoo-
fazer o c mirarlo, p la aligar, po le faaer an coa- J rana a Ual em que fuacjioaam asses peamaoe
ceuirjs de edacacao. ^^BH
(troeam-se aparte).
O Sb. Uchoa Cavalcanti
(U secretaria
ra"ttlo sappheanta prepon
-la", ffimae, te>*f Keoi(raph.a e
uoiad sido a-evado com
pleaMs**4
A5 faeuldadd da direito das quaei
extraes de
e anthiraetiea,
teado'sidoar^cvaao com distineco no primeiro
" no segundo e niraplesmente nos ae
^^ttenlend) a commis-ao qne o aproveitamsnto
do sappiieante nao tal que justlflqao o favor
por elle pedilo, qne j seaclia a provincia oaerada
de despezas om a edacaciide meniooa pobres no
i'v inasio e collcgios deorpliaos e qae nao In con-
violencia publica na prestai 5o do auxilia pedido ;
de parecer que nao dem ser o supplicante at-
ndido nos termos em que raqaer, podendo,
jorm, esta assembia, e qoizer soccorre-lo em
tece:
A aseembla legislativa proviucial de Paraara-
hueo resolve:
Art. 1 Pica o presidente da provincia antori-
- lo a mandar admittir por coDla da proviicia nc
<. vjmasio provincia', comci meio pensionista, a
aodato Cesino Vilella dos Santos.
Art. 2* Hevogadas as disposicoes em con-
tieno.
- Pa^o da a>i3embla legislativa provincial de
IVrnaaibaco, 1 de maio le 1871Marques d 1
Sitoa.Joaqun Correia de Araujo.
ORDEM DO DA.
3* diseu^o do projecio n. 46 desie anno, cre-
ando diiers.is imarcaa. S' approvado.
3* diseus?o da projeeto n 69 dsle anoo anno
xindo ao ofllcio decoata;! >r e distribuidor do }w.n
idorphosottribuiQ3esh)J! perteneentes ao distri-
uoidor g-ral.E' aparovado.
Contina a 1' diseussSo do projetto n. 93 deste
aonn apprcvatido o entralo feto com a cornpa
cha Peroaubocana, com a redaeco da subven
ci a 'M cont* de rs.
' O SB. J. f.ORREIA4)E ARAUJO.-Sr. presiden-
te, 4apois da longa discuas^o qaa tem bafiido sobre
prejeeto n. 91, nd tenho por m seno dizer
qnatr-i ptlavrai era jastilicicao do mea voto.
A eoamissti do oreaneot), da qaal teaho
boara de fazar parte, pr>poz no artigo 3o do pro
.ecto a abveo^o de 3i contos como auxilio a
ompanhia Pernambucana. J tive occasiao da
atzer que a coramisso, qaaodo assira proceden,
leva era vista o contrato opimamente celebrado
qaa hivia j sido publcale no diario ofBoial. A
conmisso attendaa a que :i subvencao dada anta
rTmente a eonpanhu em 4e 60 contos, e o >
^ssitou am 6 inomenl", aiio .teve dnvi'ia en ao
projeeto consignar a subvengo da 51 coates, raa
rior i de fiO outr'ora cooc dida.
retaat 1, (ni apreseotado depois o parecer da
iis9o de Isgislacio a reapeito da inBovafo
raabaada pelo presidente da provincia ; a esae p 1
recer (ai t fleraada ama emenda que eoasi-ue pelo
l>rojeet9 quo eiti em dieu'S, redazindo a sub-
venelo de Si a 30 contos. Ma parece, Sr. pre?i-
Caata, qae nos sao devemo 1 por maitas ecnsidera-
oas alterar o eoatrato dininuindo a snbvene).
Pnawira e prin:ipal raiao liara mim, jauto eeiebrido com a cempanhia de accordo
con a aatorisacio eoocedida, sem claisola qae o
ornaste dependente da appnmco desta- assem-
ria.
fia duis ama, oa o pre-ic'ente da provincia poda
celebrar o ontrato sem fazs-lo dependente da ap-
orovaco da asiembla oa nao o poda ; se polla
fuer, fe-b e ni nada temos qae ier com eBe ; s
nio o poda, oa da ama asuidade qqe nao Ihe
fu eoneedidi, exorbitoa da autonsaeio qae loe foi
comiretlda a naste easo curapra tomar as precisas
providencias.
O Sa. A. Peinambocj :Sao apoiado, poda
usar da faeuidade, fijando o eoatrato dependente
de appsoiMio.
O 8a. .toRitBU de Abaujo -.Era preciso qae
no contrato ae iistipulassa asa clausula tornando-
o depeodenta de approva ;o do da assembia,
mas desde qae o presitleate na> fez dapen-
isr lo coctr. |;a e approraei) da asserabla, n
oatrato no mea entender est parfeito e acabalo,
a parte contratante adquir) o direito sua execu
510 e boje su nes reduzr-mos a sjDvencao a triot.i
ooatoi a 10 oa a consa beiiloma, ella (era o direi-
to a subvenijo por forc do eontrato, e, quer mar-
quemos a ntee.'saria quola, qner nao, ella intenta-
r a sna ae<;Io contra a provincia para baiar a
tabvaneio contratada.
(Tfoua*ie parles)-
a obrigacio da tocar
gasa
s mearaaa, hivli ap-nas
n'aqoelies porto'.
Q Sr. A. Pernambuco : Basta ver o contrato.
O Sa. J Correia db Abaujo : E com o con-
trato qae en fallo. A corapanhia nao maula um
vapor para Rio Forraos, outro para Tamandar,
ouiro pira Porto de Gillinhaa, o raesmo vapor
que faz escalas por easea portos, e o raesmo sa
d na linha do norte. Portanto nao foi soppri-
mido o numero da viagens que dissa o nobre de-
putado. .
O Sa. A. Pbrnambc) :-Disse qae 5 v.agaoa a
Goyanna e S a Tamanlar nbam sido suprimi-
das, e alero dessas tioha siio dspsasada dos de
Itapssuma e Porta de Ga'.linhaa.
O Sn. J. Cobrkia de Araujo : -O que quiz fazer
obiervar foi isto : u.ue as viagens eram as mesraa
eom relacjo aos poriis de Guyanna e Rio Forraoso,
que onio eram (eitas com e>ci!aa por aquellos
outros porto*.
Um Sb. Deputado : -H una reduccao da esneo
viagens.
O Sa. J. Correia db Araujo .- ETisa dilareoca
de cinco viagens foi feila sem detrimento para a
provincia, e tanto os uobres depotalos reconuece-
ram que a provincia nao preeisava, que o com-
mercio nao neces.'itava de lo repelidas viagas,
qae na lei do ercameato vigente autorisaram o
presidente a reformar o contrato, reduzmdo o nu-
mero dessas viagens.
Um Sr. Dml-tado :Mas attenie-se tambem
for
trai oaerosiasim i \ Inieraiaaa da provivU, a
aatU eo, eai > tf ^vir am ranedio posnrnr,,
provrUcia ncara prei-.Jicada. 8' xor is < quero qae passe o precedeate, voto aara qae taja
approvado o eoatrato, porque eutea.ee que elle es-
ta em eeodlcSas da s* lo; por essa rao 1010 a fa-
vor 4 urojecto, embora teaha inleaco de emnda-
lo aa aagunia iscusso. aoraue esuu couiaaeido
de que a subveoci) coacedia corapanhia 4 ae-
oessaria.
Um Sn. HaruTADo :Mas 10U pela subWDClo
de 5i:000 rs.T
O Sa. GM CaiAtcAJcw :J *e qu voto pe
lo projeeto tal qual em prineka discusso, porque
nio potsliel emeada-lo, e me aguardo para na
segunda diicussio, se nao apparecer quem apre
sent a emenda eu apresenta-lt, porque cateado
que a subvenci justa, rasoaiel, a dislo aaMT
convencido pela iiscasslo que se sseltoa aqu, e
faco jusca ao administrador que fez o contrato,
que para raim foi serapre un hornera ben iatea-
clonado.
Feitas estas coasideratoes eu entendo que a ca-
sa nio me poder chamar contradictorio qaando,
votando a favor do projeeto, teoha a maunla de
votar pela sabveocas de oi:600l.
Encerrada a discais) a projeeto posto a vo
tos a approvado.
GanMot a segaada diseasso do artigo legando
do prujaeto a. 3i desta auao, que reforma, !'
trueeav publica.
O SR. UCHOA CAVALCANTl :-Nanca veoho
esponuneameote tribuna. Sou o primeiro a re-
coobeeer que faltara-rae oa predicados para oceu-
o-la e entrelar a attancao dos nonres deputado*
(nao apoiado?); mas, fazendo parte da comam^
qae teve a Honra de submetter consideracao
dasta assembia o projeeto, ora em discussio, jul
go que corre rae o inleclinavel dever de vir justifl
ca-lo, urna vz que est sendo impugnado era. sua
disposicoss; e bem assim dar os motives onj
oho para nao concorrer com o mea apio pafa a
adopcaidoparagrapboadditiv>,apreseaiadopelaoo-
bre depota Jo que eoe-iou este dobate, e a qaem
trbato um voto de profundo reeonhecimenlo pelas
expressSes lisoogsiras com que fa icitou a commts-
sio, ainda qne, por minna parte, nao rae Julgue
merecedjr dessas rnaaifaslaSis ( Nio apaia-
ds.)
Dapois desta eonfiaso, feiu cora toda a fran-
qu"Z e lealdade de qaa sou capaz, parece roe que
oa nobres daputados, em vez de esperarem de mim
un discurso que se r^commende pela forma, esiy-
I), e mesrao palo nex) que dave baiar na expost
Sao de urna idea, devera logo re.-ignar-te ao sacrl
co de me ouvirem por alguna momentos, sacrifi-
cio qua proeurarei minorar-Ibes quanto me seja
possivel.
O Ss. Gomes Pabrntb : Ouiimos cora muito
gosto e prazer o nobre deputado.
O Sr. Uchoa Cavalcanti :Dapois d) lamino-
so diseurso proferid) em urna das sesdes passa-
das pelo distineto orador que to dignamente oceu
pon a tribuaa, sustentando o projeeto, nao alimen
to mais a esperanca de trazar luz alguma ao de-
bale ; entretauo, nao ser taso razao para que eu
deixe de submetier aprecia^ao da casa aquellas
conaideracoes qae me suggerio o estado qae flz da
materia.
Sr. presidente : Qiaodo faltassem argumentos
valiosos para a comrais.-) oppr s objecedes sus
citadas cootra o projeeto, abi estariam os faetos
para refuta-las e demonstrar aos seus autores qne
nao sao ellas t) procedentes eomo Ibes parecem.
Se qnizesse enumerara todos aquellos paizas
qne taen acolbido o dogma da liberdade do eusi-
mo; mas sdstrictJ, como me acho, ao comprjmeo-
to da promessa que liz quaudo principiei, nao as-
sumirei e;ta tarefa, e apenas ci-'.arei um daqnelles
para onde boje como que convergen todas as suas
vistas, allm de admiraren! a prosperidade e gran-
deza de todas as suas in?titnlc5e.a.
Reliro-me Prussia. All, onde o eosino o(U:ial
prdigamente liberalisado, e a vida intellectaal
atiiage a todas as carnadas sociaes; all, onJa ca-
da va'.le que coota apenas ama detena de casas,
tem direito a urna escola; all finalmente, onde
venQcou-se que em ura exerciu de duzeatoa rail
-oidados, seis apenas deixavara de saber Ier e es-
crever; all, digo, a iniciativa particular em mate-
ria da iustrucco nao se acha sob aa pesadas alge-
raas que entre u; a eneadeiam. E quem j teve
o:casi de lamentar all essas raneaos resultados
que, no entender dos nobres deputados que com
batem o projeeto, se prendem lber Jada do ea
sinoTf
a-
Palo contrario : se os faitis alguma eousa ex
pnraem, antas a excelencia doffjfgjfljJb Jn'^V
QrVr.'H'V^iJKfc ^B AHM'J'J :-=TTOnizTrna""a4qjiTegprris^?fo^em'inen\a teem atirtfcuido
eririla.s viagens detarminju-se que o presidente iilustfocio dos exercitos prussiaoos as grandes vc-
raenmss viage
redazisse tambem a subvencao ; o presidente usou
dessa autorisacio, relusio o numero das viagens e
redusiu a 9ubveoao a oi contos, de 80 que era, e
'usando dessa autorisacao que Ihe loi concedida o
aresi lente nao (et depender o contrato da appro-
vacao da assembia, porque essa clausula nao foi
inserida na autorisago, alias concebida era ter-
nas ampios.
Nao fallarei mais nesta questao de depender ou
nio o contrato de aporovagao, porque ella est por
J-amais debatida. Para mim, considero o nego:io
vencido. Desde que u'uma autorisacao concedida
ao presidente para ura contrato qualquer se nao
faz depender da approvaco da assembia o raesmo
contrato, ella nao necessila de approvacao poste-
rior ; pira mim esta quesio est vencida.
O ouiro argumento innovado pelo nobre deputa-
do, de que os contratos que consignavara subven
c-.s dependan) de approvacao da assembia, tam-
bera desapparece dos la qae eu fiz notar que os
coutratos para companhias lyricas e dramticas
subvencionadas nunca tiveram approvaso da as-
sembia.
Um Sr. Deputado : Ah determiaava-se a quan-
tia certa que deva ser dala.
O Sr. J. Correia dk Arau) : A subveDcao
concedida pelo presidente e-t dentro dos termos
da auter.sicao ; mandou-se que a subvencao fasse
reduziia de conforraidade cora a reducijao das
viageus, e j se mostrou nesta casa que a propor-
c) foi guardada.
0 Sr. A. Pbrnamiiuco:E' o que cao se mostrou.
O Sa. J. Correia ds Abaijj : Tendo, pois, Sr.
prndente, desde que apresenlei 0 projeeto de or-
camento de accordo com 03 raeus collegas, inclu-
ido a verba de i conlos como subvengo para a
compauhia, julgo-me dispensado de accrescantar
quaesquer outras consideracoas respeito, decla-
rando que voto contra o projeeto porque, teade a
redusir essa subvencao para 30 contos, porque fi-
nalmente, enleudoi que o acto do presdeme da
provincia nao depeode de aporovaco da assembia.
O SR. ALUEIDA PEREAMOUCO :(Sil devol-
veu seu discurso).
O SR. GOES CAVAL-IANTE : Sr. presidente,
ped a palavra, nao para oiTarecer a casa novas
considerarles a respeito da questo que se disente,
porque entendo que ella se ach safficeutemente
esclarecida ; pedi a palavra apenas para explicar
o meu voto peste negocio, afim que mais tarde nao
se me chame contradictorio.
Entendo, Sr. presidente, que o contrato feito com
a copanhia Pernambucana precisa de approva-
cao desta casa, e ao raesmo lempo pens, eatou
convencido de que a eompaohia precisa da subven-
Cao determinada no contrato. Portaulo, Sr. presi-
dente, eu votarei a favor do projecta qae sa dis-
cute para que na 2* diseasso, se elle passar em
i', seja emendado no sentido de se dar cora-
panhia a meema subvencao de que falla o con-
trato, Picando portanto approvado em todo o con-
trato feito pela presidencia.
A discuso, Sr. presidente, pode onvencer-me
de que a corapanhia presta relevantes servaos
provincia, e tambem estou eerto de que a com-
panbia nao tem cumprido restrictamente com os
seas deveres; mas entendo que a falta de cura-
primelo de devares da corapanaia era nada nQue
na subvencao que a assembia possa conceder-lbe,
porque para o cumprimento de deveres da cora-
panhia ba urna auloridade que a faca chamar ao
eamprimento de seus dveres, e se alguma res-
ponsabilidade ba por isso, nao pesa ella sobre a
corapanhia, pesa sobra a auloridade que a nao fez
cumprir restrictamente aquillo a que ela se obri-
gou no entralo.
Assim, oortanto, lolaBdo a favor -do projeeto
nao quero eom isto mostrar-me desffacto cora-
panhia. quero apenas manifestar a minha opioiao
que de que aeahnm eoatrato oneroso a provin-
cia deve tar exeeucao sam que esta assembia pri-
meiro o approve.
Um Sb. Dbputado :Dasejavaoavir a di3tmecao
entre contratos onerosos provincia e nio onerosos.
O Sa. Goes Cavaloant : Ha contratos em
qua a provincia nao tlcaobrigida a dar subvencao.
Um Sb. Dbputado : E nao pode a provincia
Bear sobreearrsgada com outras obrigac(5s8T
O Sa. Gs Cavalcantk :Mas nao obrigacio
da arder desta da que se trata.
H om aparte,)
I Sb. Ges Cavalcaute :Este o meu moda
de pensar. Se ara administrador nos merece con-
llanca, incapaz de abasar de ama autorisacao
lorias que ltimamente alcanc>ram sobre o Impe-
rio francez; e devem lerabrar se igualmente que,
ba poneos anno-, qaando u'aquelle paiz fura tres
vezes success:vamenle dissoivido o parlamento,
a juelle povo deu provas de qua sabia paeitlcamen
te rasis'ir na escolha de seas representantes.
E faetos como astea, acoutecimentos verdadera-
mente uotave-, so admirara se naquellas paizes em
que a iastrucco obra e empenho da todos, e nao
o monopolio do estado.
Oxal, Sr. presidaule, qae os unieos males qae
livesaemos de lamentar, fossera essas funestas con
seqaaneias, que nv entender dos nobrs deputa-
dos se liara ao dogma qua consagra o eosino li-
vre. Neste poato, se alguma eousa tamos a.deplo-
rar, antes a lutela insupportavel a que tem es
lado sempra sugeita a iniciativa individual entre
eotre coa. Neste paiz, diz o Exm. Sr. conselhairo
Jos Liberato Barro o, ura duplo erro se ba om
mettido em materia de instrneedas, e cada qual de
mais perniciosas consequencias,
Nao se procuran lo dar maior desenvolvimenlo
ao eosino of&eai e dcrrama-lo profusamente sobre
a cabec* do povj, pois ele o baplismo-que Ihe
devemos, como observa Chateaubriand, se lera
tentado ao mesmo tempo entorpecer e anniquilar
a iniciativa individual, sem se lembrarem de que,
ao lado do ensino primario gratuito e obrigatoro,
deve marchar o ensino particular.
A commissao nao desconbese a sumraa inspec-
Cao que compete ao estado sobre o diffuQ lmenlo
da iustrucco ; mas eoteuie ^ue urna semelhinte
inspeccao deve ser serapre auxiliar, e jamis com-
pressora. Qaanto mais se desenvolve a esphera
da iniciativa individual tanto menos necassario se
torna o encino oOhial, o que de algum modo di-
luinua os encargos do estado, cuja inspeccao
suilicienie para salvar e resguardar 09 ioteresses
da ordem moral e social.
A proposito do appeilo que acabo de fazer, para
to respeitavel aut,rilad?, julgo que nao devo
aqu omittir urna observacao.
Occnpando-me da materia em discussio, nao do-
derei (azer mais do que repetir o que outros j ti-
veram oceasio de dizer sobre o assnmpto, e neila
exposic'io me servirei mesmo algumas vezes dos
termos em que foram enunciados os pensamantos
e ideas que expooho.
Feito este ligeiro reparo proseguirei.
Os deveres do estado, diz J. Simn, sio de duas
nalurezas :viga a liberdade,faz o que ella nio
pode fazer.
Acceita a doutrina que consagra este principio
tio simples qaanto verdadeiro, e de onde se deri-
van) para o ensino alguos coronarios, a preciso
eonvir qua sendo a instrueco primaria aquella
qae menos se desenvolve pela liberdade, porque
looge dos grandes centros ba falla de alumnos, nao
deve o poder publico all abandonal-a, nem deixar
de remover todos os obstculos qae se antepos
accaa da liberdade, bfferecendo-lbe o mais vasto
campo possivel para seu desenvoivimento; deven-
d a neste ponte confiar alguma wu-a no
zelo e solicitada paternaes; porquanto os paes,
sempre i iteressados aa educacio dos filos, nio
Ihes dario um mo mostr, onde houver urna boa
escola publica, funecioaando sob nm bom rgimen
Mas dizem os nobres depotados; vio es se ap-
peilo que faz a eommieeio para os paea de fami -
lias, desde qne o projeeto consagra a instrueco
obrigatoria, idea esta at certo ponto antinmica
ao zelo e solieitude que se deve presumir nesses
individuos.
Os nobres deputados leaotam urna grave ac-
ensadlo contra os sensconcidados e os aecomet-
tem injustamente, qaando ..a consideran assim
deseuidosos da educacio de seos Albos.
Os paes negligentes, e a qaem indiffarente a
edneacio Iliteraria de seas fllboe, constitnem urna
verdadeira txcepco qae nio pode ser erigida em
regra geral, como pretenden) os nobres deputados.
Visitem os nobres deputados todos os eollegios e
estabelecimeoios de iasiraecao nesta capital, e ae
conveocero de qae aellas se mantera muitos
a'amLO' u ti de enormes sacrificios deseos
progenitores.
Mas, admittindo-se ainda que os paes, qne mais
estremecen) pala educacie de seus albos, ctnsli -
tuam a excepeo, ainda assim nio seria nullo o
appelio que faz a eomnisei).
Bastara que junto, de cada escola bouiesse nm
oudons eidadaos ioleressados para que a sua ina-
psecio aeautelasse todos eues abusos e pretendi-
dos exceuo de magisterio particular, e compea-
:A comalssao ai>
desconbece a direito que compete ao astado, de
inspeccionar o ensino. O qne a aonniasao ais
compreheode, nio aeseita e jnrga ineompatliel
eom a liberdade, a com o espirito actual do secu-
to, a laspaccao tal como a qoaram os nobres de-
putados, tal como exilia, ou ano qaerem qne
exista. Nem os internaos da ordem publica exi-
em urna semelhante tulella sobra a latelligeacia
) cidadio.
O estado, Sr. presidente, poda, 6 verdade, tar o
seu magisterio, organisar am eerp) da professo-
res, distlncto e recommendavel pelo sen espirito
esclarecido; mas cercear e entorpecer a iniciati-
va Individual, quanda o ensino offlsial nio ltenle
a todas as neeessidades, importara o mesmo que
presoreier a ignorancia.
O Sn. Corra e Fioubirbdo :Apoiado ; a so-
berana da ignorancia, j bem soberana entre aos.
(Trocam-se outros apartes.)
O Sr. Uchoa CavalcaRti :O meio mais effl-
f eiz de aeautelar os abuses do ensino particular,
se os lia, diffundir profusamente a instrueco of-
Acial, crear a multiplicar as escolas publicas; por
porta de cada familia um professor, attendendo-
se a que a creinca ignorante no presente ser ao
futuro um llado til de menos a um desordeiro
da mais.
Mas, se o estado nio pode, nem tem meios para
dar um mestre a aada menino analphabelo, nio
deve p-ivar que alguem o rastros.
Cora que direito dir o poder publico ao cida-
dio :demorae a edacacao de vossos filhos.tende-
os na ignorancia ate qae eu vos psa dar um pro-
fessor T ou al qne alguem querendo sojeitar-se
s minhas ImposicSes e exigencias, se disponba a
exercer o magisterio, e os posa educar ?
Nesse caso, o noder publico, em vez de urna ga-
ranta, em vez de una proteccio, seria urna cora-
pressio insupportavel, urna verdadeira tyrannia I
Um Sr. Dbputado 1Quem nega o ensino par-
ticular ?
O Sb, Uchoa Cvalcahti : Mas esse ensm)
as condicSes em qne o qaerem os nobres depu-
tados, exclusivamente oiTicial, e Ucar sendo o
monopolio do estado, come teri oeeasio de de-
monstrar.
Entra ns.Sr. presidente, 6 nesta provincia prin-
cipalmente, onde nio ha ura pessoal bastante eres-
cido para o magisterio publico, sem estabeleci-
menlos para prepararen) asses educadores da in-
fancia, excepcio de urna escola normal, [une-
clonando em predio particular, cujo pavimento ter-
reo est seado anda oceapado por ama tatema,
situaaa em pessimas condied^s, ni peior ra daita
cidade, e sem urna bibliotheca ao menos modesta-
mente provida para o servico regular do curso ;
o3ta provincia, onde nem se quer na capital, nem
as cidales do interior ba edificios para as esco-
las publicas ; nesta provincia, digo, insuporta-
re! e vexatona a lotella a que ae tem submetlido
iniciativa individual; injustificavel a intoleran-
cia que em materia de instrueco profassam os
nobres deputados.
Do exDOsto v se que a commissio, aeceitando
o principio do ensiao Jlivre, nao desconheca o di-
reito que tem o estado de iotervir al eerto ponto
na ensino, e tal loi a razio porque confeccinen-
se o projeeto nos termos em qus est redigido.
A commissio no art. *. qua ora se discuta,
consagrou a liberdade do aasioo, e nos respecti-
vos J, salvon e retguardou a prerogaliva do po-
der publico, franqueando as escolas a seus agen-
tes para verificaren) se n'ellas sio, oa nio obser-
vadas as lois do paiz a respailados os prescitos da
moral.
O Sr. A. Corrka df. Araojo :Isto confessar
qua se nao deve confiar nos caes de familia.
O Sr. Uchoa Cavalcanti :A commissio con
cilia 0 principio da liberdade com a suprema ins-
peccao que compete {ao astado.
O Sr. A. Correa ds Araujj : -Logo deve volar
pela emenda.
O Sr. Uchoa Cavalcanti :- Eu proeurarei de-
monstrar que nio pude ser aeceilo o *fiu'J0
apreseniado pelo nobre deputado qae acaba de
honrar-me cora sea aparte.
O Sr. A. Corra de Araujo : -Talvez me con-
venga.
O Sa. Ucha Cavalcanti :Nao o espero.
Dizia a, Sr. prndenle, quando fui interrumpi-
do pelo nobre deputado, a qaem acabo de respon-
der, que a cmmisso, coasagrande o principio da
liberdade do ensino, acautel)ou a suprema inspec-
cao que eabe ao poder publico sobra a propaga-
fk qaenmais>apfelendem os nobres deputados ? '
Exigem, porveutura, que presera va se parallas
as escolas, como parece insinuar o additivo, os
meamos livr ;s, os mesmos compendios, os meamos
meihodos, o mesmo oatbecsmo ?
Por mehorea que sejam os desej)s da corarais
sao, a quaesquer que fos.-em as suas iutancSas, nu
pola ella congracar-se nesta ponto com os nobres
dnputaos.
Contra sto proteslariam diversos pre:eitos cons-
tituconaes e outras muitas dispo-ic/jas da legisla
gao penal do imperio.
Parece-me, Sr. prasidecte, que agora rae apro
ximo do ponto mais controvertido desie debita. O
projaclo tem incorrido na qualideag) da Inconsti-
taeional.
Ma-, lando andado esta questao sempra arredia
dos preceitos cousiiiueonaes.e de outras disposigSes
donde se procura inferir argumentos em favor da
pretendida inconstitucionaldade,parece-meque a
casa nao levar mal que faca eu boje a leilura de
tod03 os artigos de le, que teem referencia ao as-
sumpto.
Em segundo lugar, offecerei consideracao dos
nobres deputados o que a respailo escreveu um
eminente estadistao Exm. Sr. visconde de S. Vi-
cente; e terei oeeasio de mostrar que a corarais-
sae nao se acba rail amparada, e que seu mbailio
nao se resenta da pretendida inconsiitucionalidade
que se Ihe attribue.
Seja-roe permenido agora proceder a leilura dos
referidos artigos. (l)
No artigo 5o que li em primeiro lugar, como
fcil de comprehender, consagrou o legislador o
prmeipio da tolerancia religiosa, e no 5' do art.
179 estabeleceu que ninguem seria perseguido
por molito de religio, uraa vez que raspeilasse a
do estado, e nao oll'endesse a moral publica.
E' intuitivo que a disposicao ltimamente citada
acaatella ulereases differenies, e propoe-so a Ara
diverso daquelle qua teva era vista o art. 5 da
constituigio, salvo se pretenderse considera-la
como urna repetigi) escusada, superflua e sen ob-
jecto. Mas a esta inteiligeneia opp5em se os arts.
191 e 577 do cdigo penal, que passo a \er. (l)
E preceitos eoostitueionaes, ha pouco lidos, demons-
trara sufflcientemente que se nio ple considerar
o 5 5o do art. 179 da cirastltulcao nma repeiigio
oa desenvoivimento do art. 5.
Se assim fdr, a sanegao penal desse artigo se-
ria ama a a mesma; mas, nao se contestando qne
a infraegio dalles desigualmente reprimida, se-
gne-se que contem preceitos diversos.
Resign.'iH-se os nobres deputados a ouvir ainda
a leitura dos arts. 276, J78, 279 e 280 do cdigo
criminal, (l)
Em meu fraco entender, as disposigoes citadas
como qae tragam a rbita dentro da qual lcito
desenvolver a liberdade que a eonsliluigo garan-
te, em materia de religue
Se nio receiasse abusar da altengio dos nobres
deputad vi, Sr. presidente, subraetteria ainda sua
considera gao o qua a respeito desses artigos es-
creveu o distincto estadista a quem, ba pouec, me
refer.
Maj, s^ bem comprebendo o qua tive oceasao de
Ier, posso afflrmar que urna vez que nio baja vio-
lago dos limites fixadoe no art. 5* e | 5* do art
179 da couslituicio, e que nio se o tienda a mo-
ral nem se atiente contra a ordem e paz da soeie
dada,nao poda, aem dave o poder publico re-
primir, ou mesmo restringir o exereicio e desen-
voivimento da liberdade religiosa
Um Sb. Dbputado : E a liberdade do ansino t
O Sr. Ucaoa Cavalcanti : Opportunamente
responder! ao apae do nobre deputado.
Veera, por tanto, os Ilustrados impugnadores do
projeeto que inconstitucional seria elle se eonti -
vessa materia diversa da que consagra. E de fei-
to, sem eontravir o precelto constitucional, nio po-
da a commissio preserever o mesmo ensino, ees
Ubeleeer penas para aquellas que propagassem
doutrina 1 di Serenes.
Assim procedendo, erigira a eommissio ama
verdadeira persegaigao por novo de religiio.
A commissio, Sr. presdanle, flio ignora que a
intelligencia da expresso motivo de religio
qae se l no J do art. 179 da eonsliluigo, est
dependente das palavras qns immediatamente se
seguem, a saber :urna vea que respeite a do es-
tado e nao offauda a moral publica.
Mas os nobres deputados sio tambem abrigados
a eonvir <>m qae e sentido dastas patarras est ex-
plicado, cu antas subordinado aos artigas do cdigo
criminal, ba pouco lidos, oade precisaram-sa e de-
fliram-e os fastos qae em materia religiosa po-
dan ser reprimidos, aamo criminoso*. A' sxcep
eio daqnelles facios, todos os mais sio p?rraiiU-
Jos, pelo principio que nao podara ignorar os a
Ores deplalos, d qaa licito serapre fazer o qa
a le nao prohiba. w
Sr. presdante, negar a liberdade no ensino aL
gar que a alma do hornera nio Iba pertence. O
cidadio deve ao astado a obediencia, mas nio a
aa eonseiencia, nem a sua razio. Amparar-se
das geragdes que surgen para uoifornisar o su
paosamento volar-se a tai das intelgeneias,
que a diiersidade.
O pensaraento pertence exclusivamente ao ho-
rnera, qaa o exerce livramante, e confiscar esta
liberdade, qne assignala sua forga e grandesa, se-
ria priva-lo do primeiro a do mais san'.o dos seas
direitos. Se o projeeto, Sr. presidente, nio pode
ser atacado por inconstitucional, como acabo de
mostrar, rnaito menoa anda eomo orna inoovagao
da commissio.
Neste ponto a eomraissi) nio fez man do que
repetir o oae ja consgrala a lei n. 369 de 14 de
maio de 1853, que tantos elogios teem merecido do
nobre deputado pelo 5* disirtcto.
Dil o art. 87 dessa lei.....'(Id),
.....Se o legislador fazendo essa coocessao
quero dizer, facultando o eslabelecimento de colla,
gios a estrangeiros, nio tnha em vista permi'.tir a
propagago de doutrioas religiosas differeotes das
de paiz; ou antes, ss eslava am sua mente qus
ahi se deveria professar a-religiio do estado, era
escusada a advertencia que se 14 no mesmo artigo,
obrigando se os directores desses eslabelecimento*
a chamaren) um sacerdote para os alumnos da
commonhao catbolica ; porqae tal reconmandagio
aio igualmente lembrada, quaudo se trata de
eollegios regidos por pessoas do paiz.
Toda vez que os nobres depntadas nao contes-
tan que esses estabeleci memos podem ser regidos
por protessores acatbc leos e igualmente frequen-
lados por alumnos, lilhos de estrangeiros ; toda
vez que nio eontestam qne a instrueco desses
educandos que visara os seas pas, procurando
taes estabeleeimentos; nio podem coherentemente
sustentar que em caso algum possam os alumnos
ser privados dessa edneacio.
Faeoltar ao protestante por exemplo, a aber-
tura de um eslabelecimento de nstrucca, aulori-
sa-lo a admittir no sea coilegio alumnos de sua
ooramunhi), e ao mesmo tempo privar que estes
recebam a educacio que vio all procurar; seria
o mesmo que nada permiltir, nada conceder ; se-
ria, erali n, legislar contradleriamente.
OSa. A. Correia de Araujo :Ensinera o que
quizerem, mesmo preceitos religiosos diferentes
dos nossos.
O Sr. Uchoa Cavalcanti :onle esl esse li-
mite, esia distinecao que faz o nobre doputal) 1
O Sr. A. Correa de Araujo :Na lei
O Sr. Uchoa Cavalcanti : Mas nio v o no-
bre deputado que isto seria legislar oulilmeata ?
A commissio, por tanto, nio esta de eerto lio
mal amparada, eomo parece aos nobres deputa-
dos ; e s foi depois |de rauito estado qne snb-
metteu consideragao da casa o sea humilde tra-
ba h \
Ainda citare', Sr. presidente, era appeilo da idea
do artigo, ora era discussio, o nome de urna au-
loridade muito respeiuval.O Exm. desembarga-
dor Mandes da Cuuha, de saulosa memoria. E-se
vulto respeitavel da magistratura brasileira, as
suasobservagdss ao cdigo panal, quando tratou
do J 2 do art. 9, deu a entender mui claramente,
ainda que bem a seu prazer, que a propagago
de loutrinis diffsrenies das que profesamos nio
pode ser reprimida como criminosa ; por isso que
nos fieultada. Mas, como aquiilo que a esse
proposito panderou lo subida auloridade, n) en-
tender de inultos, refere-se mais liderdade de
imprenn, nio insistirei neste poni, notando,
apenas, que o exarae e analyse dos principios rali
giosos podara ser feitos nao s na imprensa e tri-
buna, como na cadeira do mesure.
O ensino, verdade, diz Lamartine, deve ser re-
ligioso, isto : o mestre deve respeiiar na coas-
cienc a dos seus alumnos a religiio de seus pas,
quaesquer que sejam as suas crengas. E de feito,
com qne direito se ple ferir alguem em saa f,
impondo-se-lbe um ensino ?
A verdade, ou a pretendida posse da verdade
oo a pessoa alguma o odioso privilegio de
forjar o pen-araento alheio.
O estado, Sr. prndente, conheee o cidadao,
mas nao o flal.
O Sr. conselheiro Jos Liberato Barroso, tratan-
do deste assumpto, exprime-te nos termos que a
casa vai ouvir. e com que terminarei esta parte do
diseurso, cora qne estou fatigando a attencio dos
nobrfl (iopo*ds. (oio apouilua).
Pssarei agora a entra ordem de coiisiderag-Jes,
lendo em vista o que adduziu o nobre depuiado
pelo 5.' dlstricto, qaaodo em urna das sessSes
passada, occapando-se do projeeto, combatan a
materia do artigo, ora em discuta).
O nobre deputado, nao jolgando sulBcienlemen-
te garantida a prerogaliva do poder publico com
as restregois consignadas no 3 do artigo, que
ss discute, lembrou que s devia tambem exigir,
como eondigl) para o exarcicio do magisterio nar-.|
licular, a exhibicio do titulo de cajacidade proles-
sioaal. '/
Sa o nobre deputado, a quern teiho a honro de
responder, nio se u'vasse declarado pelo principio
d en>in) lvre, nenhura reparo teria eu a fazer
acerca das eonsideragSse, que expenleu em sas-
tentagio da restriegio por elle lembrada.
Restringir, Sr. presidente, ura principio, naa
anniquiia-lo; mas restriegues ba, e taes, que ira
portan urna verdadeira negagio da idea qua se
pretende limitar.
Assim, traiando-se da liberdade de imprensa,
nio se ple estabelecer como ondico de seu li-
lla exereicio, a censura previa, porque a eensura
previa foi sempre incompativel com essa liberdade.
Do raesmo modo, e pela mesma razio, nao po-
dara aquellas que apregoam o principio do ensino
livre, exigir como condigio para seu exereicio, a
exhibicio do titulo de capacidade, considerado
por todos como a negagio do mesmo principio;
o qne passo a demonstrar.
Toda vez qae se exigir de quem se dedica ao
magisterio um titulo de capacidade, provas de vo
cagao para o ensino, de morahdale etc., e que
crajam-se aoa mesmos lvros, compendios e me-
ihodos admittilos as escolas publicas; toda vez,
emQm, que se exigir na pessoa do mestre particu-
lar a mesma idoneidada que se requer no pro-fes-
sor publico ; consagra-se o monopolio do en-ioo
pelo Estado, consagra-se o ensino ofUcial exclu-
sivamente, (apoiado.') con a uaica diferencia de
ser gratuito, oa remunerado, s;gundo a escola
onde for dado.
Pondo de parte os nobres deputados qualquer
questo de palavras, a discutalo fomente a idea,
ser) obrigados neces^ariamente a eonv.r qne
verdadeira em toda a sua extensa) a proposigo
que acabo de emillir.
O ensino dado desse modo, sob as v.-tas imme
dalas, e. immediata inspeccao do poder publico,
sera sempre ofial; e entao desaparecer o en
sino particular e consegaioieoiente o principia da
livre concurrencia em materia de instrucgoj,}sem
pre salutar e lo facundo em beneficios. Neste
caso vira a predominar somonte a insirucgo dada
pelo Estado, sera competencia, nem estmulos,
sempre estacionaria, e no estado em que todos cs
-a deploramos
Gratuitas, como sao as escolas publicas, evi
dente que as particulares s virio a ser frequen
tadas, se se estabelecerera sob am melbor rgi-
men, e se o aproveiuraenio dos alumnos for ael-
las raaior que as escolas publicas; o que :uc-
cedendo, redundara em beneficio do Estado, pri-
meiro nteres ado na diSuso da instruegao, mas
m beneficio de todos os cidadios que mai: se
disvelam pela melhor educago Iliteraria de seas
filbos.
Sr. presidente, o nobre deputado, eujo talento
muito acato e respeito, e que tanto me distingue
com as snas altengss, no intuito de justificar a
restriegio por elle lembrada, estabeleceu um ana-
logia entre as profissoas do medico, do advogtdo.
do pbarmaeentieo e o magisterio ; e concluiu que
do mesmo modo que se mpunbam condicoei ao
exereicio d'aquelies, deva-se igualmente reslrin
giro segundo: foi este e argumento do nobre depu-
tado, se me nio engao.
A principio, coufeiso, seduziu-me essa argumen
tagio; mas depois de algum estude com a mas
ma franqueza deelaro, lamentei quo me tivesse
eu daixado impresionar tio fcilmente.
Todas as conc'usSes a qne chegau o nobre de-
putado, funiara-se em nm falto supposto. O ar-
gumento teria alguma procedencia, se o seo au-
tor se tivesse encarregado de demonstrar que i
advjcacia a medicina e pharmacia sao protisioas
livres entre nos ; portanto, deminstrando-se-Ihe
qae n5o ha liberdade nos sena respectivos ejer-
cicios, lem-se implcitamente provado que as res-
Incges qae Ibes sao impostas, nio podem igual
rat-nte ferir o magisterio, enjo exereicio livre -
boje proclamado, apregoado e redamado u-rao
pelo nobre deputado.
Esla demonstracio me parece faeil e intuiliva.
Se a ninguem lieito o exereicio da advoencl,
medieina e pharmacia, sem primeiramente fre-
quentar os cursos em que sao prufessdas, e ex-
on akarea a taariaw;
^H exanato aara
r, a expor da nade
albir una carta ou naJama qaa
' lid ile a qaa *e prelaaa
t atara qaa peden an* ald uPC
a ura acta 4a o 1 fa quera tio eaoiwno-,
tea o tftv
nhecImaM^^^
Sr. presiden:
tentar o m
e por laso n^T^
ver te posto tri
que seja elle devidamtaU eomprabandido petos aa-
bret deputado*.
A eonstitnico pololea 4o farnarsa aatabaUea a*.
la do art. 179 que todo o elfiaa poda aar a4-
mittido aos cargos pnaflaa.'. estja, potttteae a tan
tares, sem outra difteraaea qaa aio teja a
*eus talentos a virtudes.
Em vista de semelbaate 1p)i{iV>. ttcMi a
todos aspirar aun lugar aa nagistratura, aa car-
reir ad ninistrativa, na po'itlea cu 4ip!anaeia; naa
porventura podar qualquer etdaaao exarear aa
funegdas da magistrado, do anaragado tabbas.ia
deputado T Nao par eert*. E paraae T ~
pratica desses actos nio sio Une*.
O Sr. Oliveirz Poncbca :Bati a
diz urna puerilidade : qualqoer pode 4>srjf, sua
nio obter.
O Sb. Ucboa Cavalca.iti :-Po4a tar qaa tata
demonstracio nio satisfaga ae nebre depaaaa,
mas en a ousilero cUra e conclndeaia.
A coofusi) s mais das lana a eaaaa de ooa-
sos erros, a por isso conven sen-are aiNal-a,
que se aleaaga, fazendo-se as vidaa avt'oetiiaa.
Nesta questao ha ama dist neg) easaacial a uatr,
e nio licito omifil-a.
Nio se deve confundir o sisaataa dratt) qa* tosa
lodo o cidadio da aspirar a an cargo, ana prole-
so qualquer, com a liberdade de exercet-o ; ca-
tre essa aspiragio e aqaelle exerci :io ba ana gran-
de distancia a percorrer; o primeiro acto le to-
dos, e segundo de algnus somen.
A distincgio pode nao ser fcil, as d itnu-
deira, e parece-me que espaacar ladaa as dav-
das que assallarara o espirito daqoalles na cesta
eu, se impressionaram com a affum^niagao d> aj-'
bre deputado, a quem tenue a ncara de resjefj-
der.
Assim, porque qoalqoer poda aspirar oa da**j*r
urna carta de bacuarel, da medico, 00 pbarnu-
cantico, nio se deve concluir que livre o exerei-
cio dassas proflss5es ; e, te aio sio livres ttma
acabo da mostrar, evidaata qoe u restriegan1,
que as affectara, nio podem igualmente arTacur
magisterio, qoe deve ser livrerneett axerciao, "
confassa o nobre deputado.
Veem lodos, portanto, qae Haba au rasad 4a sa-
br para aiBrraar qua lodi aquella argunaataca
asseniava em um dlso supposto, asna se a'gana
precadeacia tivesse, seria somaata para aquende
que combaten o ensino liare.
Tenho-ma demorado na tribuna nait
que preteudia, e muitas consideraeSes
o 1 ri-ra ine acerca do asaompto.
Raceio, p)rem,abus*r danastalamcnU
valencia daqueiles qua astio na auvnJv ( a*o
apoiados ).
Mis, una vez que os aebaaa d*f atados w-
raam cora ossaus apariet.au trotcgaiicl, caaaaae-
uitlendo me a resumir o qaa reaU-na duar, cm;t-
trado mesmo aquellas reQexdfi qaa na parecertm
raeno* importantes.
Proeurarei re-prader agora ao eebre deputado,
autor do additivo.
As consider.gdes qoe teaho apreseoiado 4> al-
gum modo seriara sufflcieotes para refutar e leav
damentos do additivo do nobre deputado ; ana
nesta oeeasio permitase-rae discalf-o etbtixoi
ouiro ponto de vista em que, supponbo, aao aoae-
ra ser elle fcilmente defendido pelo sea leatra
autor. A impo-igo dos nasmos lvros. queda
pen3imeoto do additivo, a inpoticioda an siaia
bosdo a todas as escola, importa iieeaaaarUiaaote
a excluso daqmlletqaeuio commungan aa 4atj-
trmas que esses compendios consagran, a antafla
ensiao propaga. Mas aera h j* justa, ratcaitt e
masmo prudkate esta axclu-i' 1
H je, qua estamos na vasperas de una
traofarmaco social, a qne recebemos felialaga
qnase unan eme atlo passo adianlado qoe dasaee
para a civilitaco, coovarlen lo em lei a idaja ba-
manitana da enaneipaelo de cosaca **'*
haje que a eraigrago altamente recia nada aene
luteresses da agrteultora, industria e loamarrin,
que trata-sa de substituir o trabalha escravo pela
trabilho livre, e qaa fiaalmente, em lodo aa pro-
vincias se estabelecem assoeiagoes para preaaofer
a eolonisacao,boje repilo, que aos detemes re-
velar lo id tolerantes em materia da ensiao t
Com qae direito direrai s tos noetee kaiptlei.
qaando aqu aportaren :Conserva* os wneet-
ibos na ignorancia, eerto de que aosaos collefief.
esubelecin.eatos ae instrueco, nostat escolas s
Ibes sarao tranqueadas eom a eoolico de fren
elles in-iruldoi a educado: na religiio do ra-t T
Suppouham agora os nobres deputados qaa ae
emigrantes ftssera' os nossot e ocidadaos ; coate
receberiam elles no paiz onde se fossen estabele-
cer orna semelhante ntimaco. e como qaalica-
nan una impakig) dassa aalurc-^ I
Religiosos como se moslram os nobres drj ata-
dos, e tio bon eatbolicoi que se teem raveiada,
nao devem querer para os outres o qae aio qaa-
rem para si.
Alera disto, os nobre depotados nio devera ig-
norar que no 1 nperio j ba colonias protesta ate,
enjas e.-colas e cultos sio sobvencitdos pelj asta-
do ; e, entretanto, nio consta que at h je tenan
ainda sido abaladas as nossas crengas religiosa.
Esla limidez de que se achara possoiee* et ne-
bros deputados revela al certo ponto descoanaa-
ga e mesmo falla de f oas verdades rel'gioaaa
que professames. E se ni) deve esqaecer qaa ee
grandes accommettiraentos da impia-lade teem sida
em todo tempo baldados, a que os seos taaiores
instrurentos acabara sempre vencidos pela tar-
dada catbolica, confesstado-a, e procla/aando-a
convictos.
O que fe lo das crusadat, levantadas eoaira a
santa religio que todos nos felizmente profesa-
mos T Fassarara ; a a igrejt t.dos os das, todas
as horas, e a cada momento, eocqaista amos toa-
ros, novas victorias, e rene em seu gremio mai r
numero do fiis.
E uorque esse terror da que se aebam ponatfie
os nobres deputados ?
Porque motivo se bio da mostrar lio asaprebea-
sivos ao ouvirem a voz do mestre de escola, 4aa-
prenlida em ara peqaeuj recinto, e 00 nej de
adolescentes'alumnos ?
Receiam os disiinctos deputado qoe aa lata
travada entre o erro e a verdade ha de esla tate-
brar 1
Tenbam os nobres deputados f mais robosla,
que todas essas vas apprcbeasdas se deeiaaece-
rio ; e conli-ra que jamis tremuUr o es tas dar-
le da impiedadc na ierra da Santa Croa, tne, ha
quase quatro seculos, repoesa i sombra da fron-
dosa arvore da Rederapead.
Tenbo concluido, Sr. presidente, a se na e;!eaU
alera e C9itra o que prometa ao como gar, oa ae-
bres deputados que tanto me honraram ceta aaaa
attencoasjem saa bondade ra'o descoiparo(
bem, muito bem).
A discusso Gca adiada pala bon.
O Sr. presidente designa a ordem do da
vania a sessio.

A
TELEGRAPHO TRANS*T1.A.\TIC0. Consta-
nos que brevemente serio eacetadOa ea trabalaos
preparatorios para a realitagao da graaansa Mea
da gacio do velho aa aovo ainado por neo de
um cabo lelegraphio sub-marnh?, qae eorana-
niqua o Brail con toda a Europa par iaiernt4ie
de Portugal.
No intuito de tornar ama realidada eaaa ata
mental empresa, desde longos aaooa toaba da, de-
lineada e autorisada mediante garantas, a goierae
imperial, segundo nos informan, eslava ata aca-
paras de fazer urna nova eoaeeesao, 4a dar aaaa
nova e mais ampia autorisacio a ceme oaatta-
lista, cuja 'frente figura o Exm. Sr. Bario de
Mao, eujo nome dix asss eloqoeatanete ana
a empresa chegara a ponto feliz.
Assignalaram-nos at o praso faUl 4a 4 aaaea
para a construegio e langamtnlo do cabo alee:ri e comego daa eomnafliaaqdaa.
AOS NOSSOS LE1T0RSS.Reconnsadaaata as
nossos leitores am minucioso e iataraasante tra-
balbo que transcreiemos do Corrtio io Jraeti, da
Corle, e vai inserido sob a rubrica la/mar.
' E' essa trabalho escripio a usigaada peto ir.
Dr. Manoel Buarque de Macado, aa\,4oa anteae-
sionarios da bella e portentosa empresa da Iteaqae)
do sul eom o norte do imperio per
estrada de (erre que pooha era
ros S. Franesco e Toeantins, apro
partes navegaveis, e estabeleceodo abi an
regular da transportes flnviaes.
Como sa aiidencia desse trata
da ligagio do norte con o sol do
tio gigantesco e al uiopisiteo >
ramios espirites [incrdulos, ao 1
e manvilhoso, pois om cerca

.
(
wmmmmmt

I1EEVE1
Z I


I

ii:40O*0O0
8:376*000
4:931*090
2:435*000
1:878*350
1:696*360
praga para a do
vas eotisegu-se em ubiSo, que
eontriboi'a para estrellar os lacoa oukia
povoa brasileiro. da extensa tona, faoaUand j-
todis as !>oss*aj trnsateos* fomentand >
les o deseavoivimento dos recprocos ulereases.
van tij atft e portentosa empresa davaset beu
oanecida e apreciada por toan, e para ase lm
que transerevimos o eilk.o trabalho, que por si
amo aa raccmmaada, que credor da estado e
ineditaclo pelo inmenso hieren qoe sena davida
sa empresa i espertara < m i^do o Brasil.
DINHEIRO. O vapor Nortk America trooxe
Eira :
iguel Jos Al ves
Joaquini Jo> floncalvas Be 11 rao
Tasso Irma >s
Jos Martin- do Cauro
Tfasodoro CJiriiianseo
loaqolm Gerarlo da Bastos
Ease vapor letn do nossa
Bio de Janeiro 200*000.
O vapor Pari tovon de iiosm praca :
Para Maeeio 5o:000*000
Baha 3.104*120
o Rio de Janeiro 57-9271710
FE6TA DE NOSSA SESHORA DO CARMO.-
HojB celebram os religioso!, carmelitas a festividade
de Nossa Senhora do Carmo com a assistencia de
S. Exma. Rvma. o Sr. bispo diocesano. Ora ao
Evangellio o Rvm. Sr. fre Vugusto da IramaeuUda
Coaceicao Alveao TeDeum o Rvd. confrade
Leonardo Joo Grego.
FOLBBTIM. BjceUmos boje a publicacao di
iuteressanle remanes do Sr. A. A. Tekelra de
Vucoocello' LifJo ao Mestre, trabalho que teto
merecido muitcs eocomiis em Lisboa onda de pre-
sente esl sahindo luz, especialmente pela vero-
aemelbaBea dea Netos narrados peio fecundo es-
criptor. Recosomendamo-lo aos noasos leitores.
CONSELHO 08 REVISTA.-Deve reanir-se, no
ia 21 do corlete, as 9 horas da manbaa, no
pago da cmara municipal, o conseibo de revista
da aarda nacional do monieipio do Reeife.
CAIXA FILtriL DO BAJlCO DO RRASIL. No
respectivo eseriptoirio, a ru do Mrquez de Olinda
O. 49, paga-seo 17* dividendo das aecSe ins-
criptas na caixa filial do Banco do Brasil nesta
provincia em liquidadlo, ni razao de 8*000 por
cada urna.
HOSPITA \ PORTGDSZ -Est de semana o S r.
i mordomo Maaoel Francisco Ponles. O movimiento
das doentes de 7 a 13 de jo no foi o seguiote: exis-
iiam 38, entraran) 8, sabiratn carados 11, fallece-
ram 2, exislem 33
LOTERAa que 3e ach venda a 12*
sem a- ftnega Veltia Manoel Telxera Bastos, e por
- Francisco Antonio de Albuquerqne Mello, admi-
nistrador dos de ns. 73 7S:-Conferido com o
fcatecedente, seja archivado ato appareceodo du-
Aos Srs. depntados forana distribuidos os llvros
diario e copiador d B. R. Ranalo A G, apndice
ao diario de Isidoro Bastos A C.
Despachos :
Requeriraento de Maaoel di Silva Faria A C.,
pedilo permisaio para ae ntilisarem do livro dia-
rio que se aeha em branco e tora selado e rubri-
cado para a Arma ora extiacta, a que perleoeeram
os snpplicaotes, de Joo da Silva Faria A Irmio.
Como reqaerem.
De Antonio Jos Fernandos e Joio Manoel da
silva Braga, pediodo o registro de urna procoracio
de sen constitainte Gallherme Garneiro da Gnnha
que ora se acba na eidade do Porto.Sim.
De Maooel de Mesquita Cartazo e Jos Antonio
da Silva Juoior, este por sea bastante procurador
Manel Joaquina da Rocha, pediodo registro para
o distrato soeial, qoe juntara, da rma Silva &
Cardozo.Volte a pelleo depols de pago na pri
meira via do distrato o seto proporcional ai cap
tal retirado pelo soeio Silva e depois da feta aa
segonda via a leclaraeio do pagamento constan
te da primeira.
Do mesme Manoel de Mesqaita Cardozo Joav
qnim Ildefonso da Motta Silva, offerecendo a re-
gistro o contrato que celebraran da Qrma Mes-
quita Cardozo A CVista aa Sr. desembargador
bene5;io da matriz da llapanga, que corre no
da 19.
LEILAO. Amanhi(17) iilTeetua o agente Pinto
o leilo de rtovMs, louca, vidros e cabriolis na
casa em que residi o Sr. Joo da Canha Neves
que fii para a Europa.
GASA DE DErEXCA'J.-Mjvimento do dia 14
de julbo de 1872
Exisliam (preso) 321, enlraram 3, sabiram 8,
existem 316.
A saber .- nacionasa 230, malberes 10, efran-
geiros 39, ej;r;ivos 43, escravas 4, total 316.
Alimentad .i eustl dos cofres pblicos 267.
Movimento di enfermara no da 14 de julho de
1872 :
Tiverara baixa :
Jos Joaquim Eias (Sarnas.'
Loi Valerio de Souza (Sypliles).
Maaoel Joaquini de Sonza (Diite).
Teva alta.
Candido Jos Rufino.
PASSAGEIROS. Sabiram' bontem, para os
portos do sol no vapor Gequi :
Fre Antonio das Dores Tartaruga, David Levis,
M:guel J. Pinto, Pedro B. da Silva Netto, Antonio
G. da Cruz, Joli J. de Miranda Seve, Jos M da
Suva Ponte?, Manoel J. Reg Lins, Jos J do Reg,
Joaquim V. de Helio Pinto
Sabiram no vapor Pirapama para os portos
do norte
Geminiano Mina, M. Gomjalves dos Santos, Lau-
runo M. de S. Lima, Mara francisca da Costa e 1
Giba, Amaro B rreto e 1 flllio, Joaquim R, Dantas
6 sua mnlher, Antonio F. C. Monleiro, Francisco
X, G da Rocha, tenante coronel J. L. Soares Ra-
foso da Camars e 1 aaeravo, Jernimo G. Vasque,
ypriano F. Costa, J. P. de Vaseoncellos, Filippe
Estrelte, Joaquira Calafate, Alvaro H. Viera Brasil,
Jos G. de Araujo Quiotelh. Janior, Isidro Ferrei-
ra Mia, Lniza t Vicente, Joaquim B. Possoa, Joa-
quim Crrela, Alexaadre Jos da Gesta Valeole,
Francisco Puta, Antonio Cortez, Alexandre M. de
Vaseoncellos, Francisco F. P. Mende?, Antonio J.
Ferreira de Garvalbo, Manoel Jos de Amida, Jia-
quim G. de Amida e 1 criado, Jovino Cesar.
Sabidas pira os porto3 do sal no paquete
amn-icano Norli Kvurica:
Antonio Francisco Correa de Araujo, Lnii Pre-
est, M?noel Acc oly d,e Moura Gonlim, Manoel Joa-
quim da Suva, Mara Mag >a ena e 5 blhos menores
a Antjau Michado Fortuna.
- 13
Manoel, bmeo, Pernambaco, 7 anuos, S. Jos ;
espasma.
Gustavo Jos Nunes da Fonceca, preto, frica,
50 annos, cabala, Rocife ; hemorrbagia.
Jo- Manoel disSaalos Villaca, hranco, Portugal
38 anuos, casad), Santo Antonio; nazarea.
Poaciano, parlo, Alagois, 10 aunos, Bji Vista,
hospitai Pedro II ; fabre biliosa.
Joanaa Mara da Concedi, parda, Peraambu-
C 47 ann).-, B ja-Vista, hospital Pedro II; inte-
nte chronica.
CEM1TERIO PUBLICO. Obituario di dia 11 de
julbo de 1871
Joaquim, branca, Pernambaco, 7 aezes, Abo-
gados, convulso.'s.
Nicolao Ferrf ira Muniz, parda, PernambucOi 27
anuos, solteiro, Bjavista, ignora se a molestia.
Domingas, preta, Pernanibnce, 65 anuos, sol-
leira, Ricif., amerrhsgia cerebral.
Rosa, brinca, Peroambuco, 6 dia?, S. los es-
pasmo.
Urna muihinujo nome goori se, Boavisti, hos-
pital Pedro II, comocao cerebral.
Rosa, branca, Pernambaco, 2 mezez, S. Anto-
nio, convulsoes.
Jos, braaco, Pernambaco, 21 das, S. Jos, con-
valsSes.
Joao Gomes Coelho, branco, Alagoas, 29 annos,
solteiro, Boavista, hospital Pedro II, aneurisma.
Senhornhi Mara dos An,os, parla, Pernamba-
co, 68 annos, olteira, Boavista, hospital P-dro II
anemia.
Feliciano Atrdo, Peroambuco, 54
annos viuvo, Boavista, hospital Pedro II, amoieci-
ment cerebral.
12
Jos Luiz M nvlle, branco, Franga, 38 annos
casado, Santo Antonio, brcccbile capullar.
Francisco Gaimares, pardo, Rio de Janeiro. 16
annos, militar, Eloivsta, varila confluente.
Dorothea, t^crava, preta, Pernambuc.i, 24 annos,
solteira, Boavisi.coifesto cerebral.
Antonio, pirdo, Peroambc.co, 6 dias, S. Jos, Ha-
clampsia.
Antonio Lonieogode Almoida, branco, Portugal
24 annos, 'solteiro, Boavista, hospital Portuguez,
anemia.
Eugenia Ramos da Cruz, branca. Pernambuco,
14 annos, soiteira, Boavista, anemia.
Mara braaca, Pernambaco, 4 mezes, Boavista
convnlsoes.
De Jos Pinto Ribeiro, snbmettendo a registro a
nomeagao de sea caixeiro bra'ileiro Guilherrae
Googalves dos Saotos. Regstrese a nomeagio,
nio estando porm provado ser brasileiro o cai-
xeiro a que se refere.
De Braga Si Costa, tambera snbmettendo re-
gistro a nomeagao de seu caixeiro brasileiro Igna-
cio Jos da Silva Braga.Como pedem, nio es-
tando porm provado ser brasileiro o caixeiro a
qoe allodem os supplieaotes.
De Beltro, Oliveira & C, commerciaates nesta
prag, snbmettendo igualmente a registro a no-
meagao que deram a Joaquim da Costa Moreira
para ser o despchame de sua casa commercial.
Registre-se, nao estando porm provado ser bra-
sileiro o caixeiro de que tratam os sopplicantes.
De Manoel de Monra Rolin, da provincia do
Ceari, aprestando registro o contrato aoeial
que celebrara com Manoel 'Joaquim Ferreira J-
nior e Joaquim Caroiro da Costa Fialho.Volte
a petigo depois de assigoala por todos os socios.
De Antonio Gomas Pires & C, pediodo perrais-
sao para laogarem no livro diario, que ultima
mente fizeram selare rnbri:ar, a escripia que de-
corren de 31 de agosto do auno prximo passado
at o presente e qoe por incoramodo de saude e
terem-se Ando os amigos livros deixou de ser em
tempo langada, sem que fiquem prejudieados das
regaliis attribndas as escriptas feitas regularmen-
te.Nao tem lugar.
De Francisco Jos Leite e Antonio Gongalves da
Silva, snbmettendo registro o sea novo contrato
soeul feito em sabstituicao de que expirou era 31
de dezembro de 1871.Vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
De Maehado & Brandio, pediodo qne se mande
que o corretor Steple Ibes d por certido o thaer
da nota de 40 saecas com algod;io numeradas do
14,488 a 14,527 e que estiveram recolhidas no ar-
raazem alfandegados de Francisco Antonio de Al-
buqaerqne Mello.Na forma requerida.
Com o parecer Qacal :
Do Guilhermino Paes Barreto e Manoel da Sil-
va Carvalho, contrato social.-Registre-se na for-
oa do decrete n. 4394.
De Neves Qaeiroz & C, nomeagao de seo agen-
ta auxiliar Alberto Jaeinlbo de Soaza.Inrorme a
secretaria.
Autos de rehabilitagao da Joaquim Jos da Cas-
ta Fajozes Juoior e Jos Lanrentino de Azevedo.
Adiado e julgamento por nao estar eompleto o
tribunal.
Nada mais bavendo a despachar, o Exm. Sr.
conselheiro presidente eacerrou a sesso as 11
horas e meia do dia.
para se-
CHRONICA JIDCIARIA.
Tribunal do contsnercio.
ACTA DA 3 S3AO ADMINISTRATIVA EM 11 DE
JOLHO DE 1872.
PBES1DESC1X DO EXM. SR. CONSW.HEIRO ANSELMO
l'BjmciSCO PKBBTTt.
A's 10 horas da manhaa. presentes os Srs. depn-
tados, secretan > ioterioo Olilo Bastos, Alvaro de
Almeida, e o Sr. soppleote S Leito, faltando com
partieipaj) o Sr. deputado Candido Alcoforado.
e acbando-se presente o Sr. dosembargador fiscal,
o Exm. Sr. conselheiro presidente abri a sesso,
Foi lida e approvada a acta da sesso de 8.
EXPEDS 1TB
'Jfli.'io do Dr. juiz de direito da primeira vara
communicando a sua remogio da coraarea de Olin-
da para a d:> R-;cife.O tnbam.1 inteirado resol-
vea que se a cusasse o reo* bimanto.
Offlco de saunders Brollers & C, ministrando
os esclareceremos qoe'Ibes foram pedidos por of
licio do Ia d( c.rreole.Mandou se archivar para
os lins convenientes.
OflBcio de W. S. Fennellej, tambera ministrando
as eclarecimea.os qae II13 fjram ped los par of-
fi;io do do correte.O tribunal resolvea qae
se ebviasseao agente actual da eompanhia de se-
garos de Londres para assignar dito offleio ama
vez qa por esqaecimento vsio sem assignatura.
Offlio de Milis Latbam i' C, declarando n)
serem agente) di eompanhia da segaros Quera,
pelo qae deixanm de minisirar esclarecimentos
que se Ibes pedir em ofleto tambera do 1* do
crreme.O tribunal inteirado maMou archivar o
offleio.
O n. 146 do Jornal offlclal. Para o archivo.
Mappas api-asentados pelo administrador dos >r-
niszeas alfandegados ns. 11 e 13 lo edificioAl-
TEHSODRARIA DE FAZENDA.
Dia 15 de julho.
Foram romettidos ao Sr. theioureiro
rera pagos :
Offleio da presidencia, mandando pagar a Anto-
nio Manoel di Naseimento, a quantia de rs......,
9x000.
Offleio da presidencia, mandando pagar ao tbe-
soureiro da repartigao de polica a qoantia de rs.
4000O. 4
Offleio da presidencia, maodaodo pagar a Au-
gusto Cacrs a qoantia de 920*200.
Offleio da presidencia, mandando pagar ao alfa-
res Lanrentino Flix de Oliveira Lima a qaantia
de 25*000. y
Requeriremos :
Antonio Feroandes da Costa Lima.
Ferreira Maia & C. -
F. Nicolao do Bn,flm.
Paulino Ooifre Nunes.
Foram Igualmente reraettidu ao Sr. pagador pa-
ra seren pagos :
Requerimentos:
Belarmino Ferreira Moreno.
Tanente-coronel Joao Corroa Brasil.
Juveut no Francisco das Chagas.
Manoel Cardoso de Lima Figaeiredo.
Servindo de offlcial-maior.
Manoel Jos Pinto.
PUBCACOES A PEDIDO.
Coarre i de Btiique
O Dr. jalz de dlrelto e seas co-
mrcaos.
Illm. Sr. As demonstraces degeral apre-
so de que se tomata merecedores os carac-
teres, qae se as signalam por distinctas qaali-
dades pessoaes e virtudes cvicas, constiiueto
sempre om dos mais nobres e espontneos
sentimentos dos povos.
par do apreso e gratidio, esse sent-
ment, pode considerar-se orna compensa-
1; io de ingenies sacrificios, que a earreira
publica acarreta aquellos que, como V. S ,
com inexcedivel fervor de bem entendido
zelo pela administrado da justiga, nobre
isenco de carcter e invejavel probidade,
ella se dedicam.
E* isto o que nos traz presenga de V.
S., na qualidada de simples cidadSos e ha-
bitantes desta comarca.
V. S., Illm. Sr. Dr. jaiz de direito, tem
administrado esta comarca, por pouco tem-
po verdade; mas por sua esclarecida in-
telligencia e qualidades superiores, por sna
honradez e severa imparcialidade no desem-
penho de seus arduos deveres, dlo seu ab-
soluto^respeito da lei, 1 or sua inteira abs-
tengo de espirito de partido, por sna leal-
da le de carcter, singeleza de maneiras e
comporiamento exemplar, despertou logo
fundadas esperanzas, e consol i do 11 urna re-
putado j honrosamente conqoistada, como
juiz recto eesclarecida, como cidado emi-
nente e grave.
A proverbial rectidS) com que V. S. tem
sabido desempenhar a honrosa e importan-
te magistratura, de que foi dignamente in-
vestido pelo governo imperial, leva os abai-
xo assignados a considerarem a permanen-
cia de V. S. nesta comarca como a mais so-
lida garanta dos direitos de todos os cida-
dos; e de feito, 8in5o absolutamente im-
possivel encontrar quem dignamente lbe
succeda, pode maito bem acontecer qoe ou-
trem n5o so compenetre dos mesmos senti-
mentos do dever e de jastiQ?, oa n3o tenha
oara exercer esse importante cargo todo o
prestigio, que os antecedentes, a praiica e
conhecimento da legislacao d9o V. S. '
Com effeito, superior todas as exigen-
cias das parcialidades polticas, com a rao-
deraco e justi'ca que fazem o funde de seo
carcter, V, S. tem sabido inspirar a mais
plena confianza aos seas juridiccionados, fir-
mando nesta comarca o imperio da lei, e o
reipeito do direito sagradoda vida proprieda-
de, oatr'ora espostas i todos os perigos, se-
q5) conlioarnente violadas.
Assim, pois. esperam os abaixo signa-
dos, que V. 8 firma na posto da hon-
ra em qaa o collocoa o governo imperial,
nio solicitar remocio desta para oatra qual-
quer comarc, onde encontrar talvez aaio-
res vantagens, mas qoe Bio sompensarlo,
por certo, o reipeito, acatamento e estima,
com que V. S. tem sido tratado jtjata e me-
recidamente necia comarca.
Sirva se, portento, V. 8. aceitar estas
phrases singaras como protesto da mais alta
estima e decidida adbesio que loe consa-
grara os abaixo assignados.
Illm. Sr. Dr. Beojamin Pinto Nogoeira,
jnissimo jais de direito da comarca do
Bnique, commendador Manoel Camello Pes-
soa Ga val ante, commendador Ttaoonaz d'A-
qoino Cavalcante, official da Rosa Nome-
riano Jos de Barros, tenente-coronel An-
dr Cavalcante d'Albuquerque Arco Verde,
tenente-coronel, Constantino Rodrigues Lins
d'Alba uerque, majar Antonio Marque* de
Alboqnerqae Cavalcante, major Francisco
Vaz Cavalcante, major Maaoel Carneiro Ca-
valcante d'Albaqoerqae Lacerda, major Se-
veriano Camello Pesaoa Cavalcante, major
Jos Jeronymo d'Albaquerque Mello, capto
Dorindo da Cunha Lima, eapitSo Ir:neu Ca-
valcante de Siqueira Bello, capito Antonio
de Hoilanda Cavalcante, capillo Benigoo Ro-
drigues Lins d'Albaquerque, capillo, Ma-
noel Aoreliano Cavalcante de Albuquerqae,
capito. Jos Paes da Mallo Cavalcaoto, ca-
pito, Joo Hyppolito de Souza, capitio, J5s
Antonio da Gana, capito Izac JoaqoimCa-
valcante d'Albaquerque, vigario do Buiqoe
Jos Teixeir; de Mello, vigario d'Agnas Bel
las Pedro da Parificaclo Pai e Paira, Dr.
Bernardo Fradenla!, promotor publico
Leonardo Bezerra Pesoa Cavalcante, advo-
gado Jos Cypriaiano Bexerra de Mallo, 4'
tabellio Francisco J)aquim Padiiha. 2 ta-
bellio Jos Cesar de Vascooceilos, escrivo
do jury Joo Alvares da Cunha, tenente
Clarindo Cavalcante d'Albaquerque, tenente
Ddodato Rolemberge d'Albaquerqae, len-
te Joaqaim Epiphanio de Mello, tenente
Victorino Jos da Rocha Soaza, tenente Pe-
dro da Costa Nanos, jaiz de paz So Cor-
rea de Mello Guimaraes, jais de paz Zaca-
ras Barbalho de Mattos, jaiz de paz Ma-
tbias Jos de Lima, jaiz de paz Clementioo
d'Araujo Cavalcante, juiz de paz Flix Bi-
zerra Magalbes, alferes Tbom Gomes da
Silva, alferes Miguel de Barros Silva Ja-
nior, alfares Antonio Tenorio dffjtocba, al-
fares Benlo Leite Benicio Calateante, alfe-
res Zaphirino d'Albaquerqae B, alferes,
Adrio Rodrigues de Araujo, alferes Ma-
noel Soares de Albuqoerque Priac, alferes
Lniz Jos Alves da Costa, alteres Manoel
Tbomaz de Preitas, alferes Laareaio Goa-
calves de Azevedo, negociante Manoel Cur-
sino Villa-Nova, negociante Aitono Cesar
de Vaseoncellos Campos, negociante Anto-
nio Ferreira Cavalcante Badiga, negociante
Marcos Marinho d'Iive"ra, proprietarlo -Jos
d'Albaquerque Cavalcante, colector Jjs
Ignacio de-Fre'las, proprietario Joaquim
de Albuquerque Cavalcante, proprietario
Manoel d'Albaquerque Cmlcante, veriador
Jos Tavares de Miranda, proprietario An-
tonio Camello de Siqueira Civalcante pro-
prietario Mtnoel Bernardo da Silva, alfa-
res Manoel Clementioo de Mello Lobato.
I lm, Sr.Esta cmara, desejando mani-
festar do modo mais solemne os ndelevjis
sentimentos do josto apreco em qoe tem a
exemplar administraco de V. S boje que
solemnisa a soa installaco, faltara ao mais
sagrado dos deveres, seno viesse, por este
meio, dar om publico testemonho do qaan
to se acham plenamente satisfeitos todos os
habitantes deste municipio, pelos relevantes
servaos, e attitudo digna e recta, com qne
tem V. S. sabido manter a paz e a ordem
que felizmente reinam nesta comarca, ani
mando com salutares medidas, j as auto-
ridades que se desviam do camprimeoto
dos seus deveres, j decretando no exerci-
co de sua} arduas fuones judiciosas sen-
tencia na represso do crime, corresponden-
do V. S., por esta forma, to brilhantemen
te confianza do governo imperial e aespe-
ctativa, com que todos os habitantes deste
municipio receberam a grata noticia de sua
nomeaclo para o cargo de jaiz de direito
desta comarca.
Superior todas as exigencias polticas,
dotado de urna circomspeccjio e bonesdade
de carcter a toda prova, V. 8. no des-
empenho da importante posicSo que oceu-
pi, so obdecido aos dictames da justiej.
sem que em seu animo eminentemente jus-
ticeiro bajam preponderado quaesqaer ra-
zos de conveniencia particular, por mais
elevada que seja a posifo dos litigan-
tes.
Todo este conj anclo de officases provi-
dencias honrara e justificara a alta intelli-
gencia de S. S., e os seas dotes de jaiz,
que sabe apreciar devidamente o direito e
a jus>tiga de quem qaer ssja.
Digne-se, pois, V, S. acolher benigna-
mente estes votos leaes e sinceros qoe lhe
offerece esta comarca, no dia de sua instal-
Deas goarde V. S.Faco da cmara
municipal da Villa de Aguas BsHas, 15 de
junho de 1872.
Illm. Sr. Dr. Benjamn Pinto Nogueia,
dignissimo juiz de direito da comarca do
Bmque.
Monoel Carneiro Cavalcante de Albaquer-
que Lacerda, presidente.
Gandido- Rodrgaos Linsf-de Albnqaer-
q*e.
Deodato Rolemberge de Alhoqaerqu.
Francisco Martina de Albuquerque.
Jos Antonio da Gama.
Jos Cyriaco dos Santos.
Lanrentino Bizerra da Silva.
ler sido pedrelro lim nao impedimentota nbgiio de Christo, porque' oSo o at ren-
psra fliter-ae a miasa, como Bao imped- di do Vinera* oo do Orient}ott da volla
d'afo nos escondrijos das lojas rntoeonias;
ment ler vivido em peccado carnal 00 om
qoalqser outro qtw for coofessado e detes-
tado na bora da morte. Oo morreo de re-
pente oa impenitente, e ueste caso pode
sempre o sacerdote appear privadamente
a missa, e qaalqaer fiel pode privadamente
orar por elle, porque nio aaWmos o qoe ae
pasaou entre o fallecido e Dos no ultimo
instante em qoe leve uso da rasio.
Certimente esli no eo mattos que jal
gamos to inferno, porque no oliimo instan-
te hoavo ama conversio que so do Deus foi
coubeck a. Portanto, olo pode 4er verdade
que S. ISxo. Rvma. proflibiaee que os pa-
dres diisessem missa pelo descanso d'alraa
de queni foi pedreiro litro.
Se o Sr. bispo alguma probibico langou,
bafiav.diiiser sobre o io maconaiia faria a Denaem soa propria easa,
no acto o mais solemne da religio. Se al-
gnma coasa elle prohibi, havia de ser o
sacrilego atrevimento de qaererem os pe*
dreiroe livros profanar o augusto sacrificio
da missa.
E os.e ost ease iosulto publico ? Est
em qae a mafonaria, enguanto macjnaria,
querer fraticar ritos religiosos, trat offe-
recer o incroento sacrificio da missa porum
macn, '.mguanto macn, assistindo ao acto
01 pesruiros lirres, emquanto taes, e al
com ios gnias macui cas. e todo isto oslen-
Becte annasciado pelas folhas.
lignifica isto? Significa urna publi-
case d'aqueile.4 i quem Christo meemo deu
a missao de ensinal-o, dizendo-lhes: JrV do-
cete omines gentes... docente* toe ler vare
omnia quaecumque mandavi vobis... o a
de reprehenderQt ecclesiam non audierit
sititibi tanquam etnicus et publicamw ...
qui vos audit, me aitdil, qui vos sperni me
tprnit.
Livre Deoa a noasa patria desta se es-
sancialmente anti-ehristaa, cujofim desar-
raigar do espirito e dos coracSes de omqs
patricios a dependencia da aaloridade api-
ritual, civil, marital e paterna, para faxer de
todos amafamilia universal de athetise
selvagens, sem familia propria, sem patria,
e sem Deus.
O catholico.
O SENHOR 1ISPO ntOCESANO E A VERDAOE
(I) MAfONICA ; O A LOTA DA IGREM DE
CHRISTO COXTRA A8 PORTAS DO INFERNO
REPRESENTADAS PELA MACOHARIA.
II
A Verdade p'or ser maconica principia
(cela va entendu) alterando a verdade, isto
, omeca a sua polmica anti-ehrista occul-
t indo a verdade.
Diz qne maito provavel ou quasi certo
ler S. Exc. Rvma. prohibido aos sacerdotes
da diocese eelebrarem missa pela alma de
quem foi macn. Aqu esa o voseo em-
boste para engaar aoa simples e indisp-
los contra o prelado.
Como macona podis pedir a qaalquer sa-
cerdote- que appliqae a missa ao descanso
d'alma de um macn fallecido; e o sacer-
dote nem ao- menos pergontar qnem seja
esse fallecido; e, anda quaudo aaiba que
elle foi pedreiro livre, applcar sempre a
missa. PonuS oa e pedreiro livre antes de
morrer renuociou a maconaria, conessou oa
seaa peccados, e em ptflisalar o do ter
pertencido i seita maconica, e oeste caso 0
ca e solemne profisso aati-christa feita na
casa de Deus. Significa que o pedreiro li-
vre, emjuanto tal, iocolca-se membro vivo
do corpii mystico de Consto, capaz de par-
ticipar do influxo vivificante qae da cabeca
(Christo; desee aos mambros unidos elle.
Ora, a igreja de Christo separou os pe-
dreiros ivres do corpo mystico de Christo
excommangando-os... Ora, a igrej prohi-
bindo ae veramente aos fiis perlencerem
maconana, oa macona desobedecem-na gra-
vemente ; ora. Consto ten lo dito no santo
Evangellio qae obedecer ou desobedecer
ig decer Elle, o pedreiro livre mofando des-
aa probibcio, mofa de Christo.
D'aqui se segu que a missa magonica no
templo sagrado e publico significa o segua-,
te : Rio-ae da igreja e de suas excommu-
nh53s; rio-me de Christo ; e o mostr por
obraa, por essa missa e o atrs oracSes qae
para mita sao sceoas de theatro...
Esaa igreja diz que eu nao devo sr pe-
dreiro livre, e eu quero mostrar-lhe que o
son em face mesmo de seus altares sagra-
dos. Eisa igreja diz qoe eu por ser pedrei-
ro livre e excommungado nao perteoc) mes
sociedade estabelecida por Cnristo, nao
son mai membro vivo do corpo mystico de
Deas; mira cumore mostrar-lhe que nao
faco casi disso, e que hei de fazer bos alta-
res o qte fazero os nao excommungados.
Tudo isto dis o pedreiro livre no caso de
qae fallamos.
E que a o poder davidar?
Suppcnbamos qoe os membros de urna
sociedade prohibida pela lei do estado, aa?
nunciasse as folhas publicas, e depois em
corpora;o fosse ao magistrado civil, delega-
do do iinperador, ou este mesmo cum-
priment;.-lo em da de gala... Es e acto se-
ria de o osequio oa de insollo? Tal a
missa de s pedreiros, que ellos dizem foi pro-
hibida p6lo Sr. bispo.
9 s.r-aauaes qae elle tenha prohibido o
ioato imblico feito Deus com a profana-
Co sacr lega do rito mais sacrosanto esta-
beleci Jo em honra de Deas, porque a pai-
xo vo3 tira a razio.
A razio que discorre desprevenida encon-
tra aind.t outro motivo para aulorisar o sup-
posto ac do Sr. bispos
Aos podreiros livres a missa emquanto
missa al o vale nada. E se nao pergontai-
Ihes qaantas vezes vSo missa, e quanlas
mofara daqoelles que a ouvem, aos quaos
chamara beatos, carolas, jesutas de casaca,
etc. Lego nao a missa o qae ibes impor-
ta. E o que ? E' moslrar aos profanos
qne ellen tambero sao cathlicos, qae os
suliiijs ca infailibilidade e os gafanhotos je-
suticos qae elle (o papa) manda para a
nossa trra calumniam os devotos macos,
dizendo que nao sao calholicos! Quera nao
admira i piedade dos pedreiros livres, que
dizendo-se calholicos fallara daqaelle modo
do vigar o de Christo, que Christo invisi-
vel, e a becca de Christo como chamam os
doutore o padres da igreja? Nao sarao
esses pedreiros livres ver et proprie rau-
sulmaoQs?
Com qaelle p de missa que botam nos
olhos do? simples moslram-se pios e catho-
lieos; nas o sao como aqaelle ir.*, que,
nio acreditando na Triodade de Dos, s
porque tinba porto do leito da morte a ima-
gem de Christo crucificado, em coja divin-
dade nao cria, foi apregoado como bora e
velho ehriitao quando morreo.
A missa maconica, pois, alm de ser urna
profanado, um insulto publico feito Deus,
um verdadeiro escndalo publico. Por-
que o escndalo consiste em dar occasio de
ruina espiritual outros. Ora, aquellas
falsas demonstragos de religio maconica
fazem com que os simples acreditem que
nao obstante a desobediencia igreja, o des-
respeito s suas leis, e o desprezo de suas
excommunhdes, pde-se ser religioso, de-
voto, caiholico Qnem nio tem visto algum
toio dizer: Nao sei como que o papa ex-
coramoD ja os mages quando ellos (aliara
tanto de religio, fazio t-otos protestos de
piedade, e at ebegam a roaadar dizer mis-
sas. por ;eus ir.-.
Como po?, qae censuraos S. Exc.
Rvma. por ter, como dizeis, prohibido as
minas magonicas ? Se de (acto elle as pro-
hibi, fez o sen dever e deu-vos logo o
panno di amostra do que ser contra os
impos 3 sacrilegos profanadores da reli-
gue.
Agofa podis ir.*, da Verdade chamar-me
romano / natico, jesuta de casaca, e lado
maia que quizerdes, porque aqulo coofeaso
ser eu, ji que na gyra maconica tudo
aquillo significa ser caiholico, e eu glorio-me
de a-lo. Jilo sou, porm, caiholico do ca-
Iholicism) apurado e reformado dos ma-
cos ; is.o nao, Deus me livre de ser. Nao"
conhego esse catholicismo.
O cattolicismo qae coaheco oenrinaJo
pelos paoas, successores de S. Podro ao
qual Christo disso : Pasee agnos meos, pas-
ce oves meos ; o cstbolrcismo entinado por
Po IX, qoe renovou a exoommunho dos
macos ensinado pelo nssso muito digno bis*
po, pelo iofRo de Janeiro, pelo do Para pelo
do Rio Grande do Sal, pelo de Marianna a
pelos ooiros deste imperio e de todo o orbe
catbolico, qae esto em communho com o
daRtrni.
Soateigo, mas conbeco a miaba religiioi
, GAMELLEIRA
Tito Machado Freir de Barros
aO pal I Ico
Chegando a esta villa de Gimelleira no
anco de 1864, quando apenas existia aqu
ama pequea capella quasi abandonada, re-
solv a pedido tomar costa delta e tela la
tendo isso tido logar a 10 de Janeiro de
1865, nesse mesmo anno aja da do pelos
fiis, fiz a primeira festa de Nossa Senhora
da Conceiclo por ser esta a vocacSo da re-
ferida capella e assim prosegu dios demais
anno., prestando com a minba pessoa todo
o auxilio que poda. O Rvm. Jos Estevas
Vianna, que com todo desenteresse pregn
aqai tres annos os sermoes qoaresmaes
prestando grandes servaos a este povo, j
oa tribuna sagrada, e j no confissionario,
poder conscienciosamente dizer se melbor
podia-se servir como sacrslo.
Na ausencia do Rvm. Vianna de accor-
do cora os habitantes, procuramos um ca-
pello e conseguimos a vinla do Rvm. Fio
riano de Queiroz Coutinho ( hoje vigario de
Nossa Senhora da Conceico, dos Montes)
qoe satiafez a geral expectativa, prestando
relevantes servigos a causa de Deas.
Elevada freguezia esta parte de Seri-
nhem no aano de 1867, foi cannicamen-
te provida em 1868, sendo nemeado vigario
o Rvm. Angnsto Franklin Moreira da Silva;
empossado esse digno vigario, sea pr'rmei-
ro cuidado foi proseguir as obras da ma-
triz, fazendo esforcos supremos para deixa-
la no estado de grande adiantamento quan-
do d'aqoi se retiroo por ter sido nomeado
vigirio da freguezia da Capunga, tempo em
que deixei o lugar de sacrista) para acoro-
panha lo no mesmo carcter e abi estive
sete mezes e meio.
Regressando outra vez para este lugar
era enlo vigario o Rvm. Hercalano Mar-
ques da Silva, e controoei como sacristo
at que foi elle nomeado censor do Gymna-
zio provincial e para o testemonho desses
dignos sacerdotes appello com a conscien-
cia'limpa, certo de qae me fario a devida
justiga.
Em 12 de agosto de 1871, ebegou como
vigario para esta freguezia o Rvm. Manoel
Cavalcante de Assis Bszerra de Menezes e
dias depois dS3e-rae que me p oporciona-
ria os msios de eu ter reniimantos, urna
vez qae ea nao tiohi ordenado como sa-
cristo.
Correram os lempos e fui conhecendo o
contrario justamente do que elle me tinha
prometiido al qdetendo fallecido em dias
do mez de marco do correle anno a Sra.
do Sr. Hanrique Cootinbo, ohamou-mo o
vigario Assis e disse-me que fizesse o en-
terro, qae seria elle o responsavel pelo meu
trabalho, porque assim havia tratado com
o dito Sr. Heorique, procurando depoia o
dinheiro disse-me elle que nao me pagava,
e que eu me entendesse com o mesmo Sr.
Henriqae, e eacontrando me eu com esse
Sr. na estagio dj Gamelleira. declarou-me
na preseogo de pessoas de criterio que nao
me pagava, e que havia encarregado o vi-
gario Assis da todo o enterro, a quem 50
restava 30i>; depois havendo outro enter-
ro na matriz, recusou-sa a recebar a cera
que se tinha accendido em roda do corpo,
dizendo que s acceitava cera de libra, do
que resultou urna contestagao em que me
poz de ladro publicamente; este mesmi
padre que para justificar-se, prorara at
entro os analpbabetos assignatura dos filhos,
para deffender-se perante S. Exc. Rvma.
das aecusagoas que lhe furam feitas.
Em vista pois do procedimento do Sr.
vigario Assis, resolv dar minba demisso
para evitar mal maior, porque emendo que,
o hornera d;ve ser julgado pelos seos se-
melbantes, e nao por si, como fezteste Sr,,
que pelo Diario de Pernambuco, elogiou a
si proprio, dizendo que toi elle quera faz a
matriz de Gamelleira: roubando assim a
glora de outros, levando sua fraquaza ao
ponto de recommendar ao povo, que gra-
vaste o sea nome em marmore coro letras
de ouro, para ser pregado no prtico da
igreja.
Concluindo, peco ao povo de Gamelleira,
qae nos jaique com imparcialidade, e ao
publico em geral, qae avalie o Sr. vigariy
Assis.
Gamelleira, 15de julho de 1872.
Tito Machado Freir de Barros
aueiro i risco e flnalOMM <
ra, tn vapore!, unos a ata
prwsaii uiurto psodico*: a roa So
tero34.
SEGURO CONTRA FOCO
Tbe Liverpool A Loo dos Gtoe
INSURANCE COMPAIT
SAUNDERS BROTaVIS C
H-Corpo SaaKJII
Royal lasuntoce Comps?.
Real eoBspaahla W
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1,000,000 libru aiirsSaa
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Sefnra contra o risco de foto, ea i,
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ene a eompanhia tomar asa assadSa aa I
oa Liverpool, o msate ageate
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A cumpauhia Fidelidade i
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ao segurado : n. 44, ras da Maraaaa aW^Mada
a. 44.
PRACA
DCJDUaO
O RKCn 15
DKlb71
as 3 1/1 BOUS DA TASSS.
Couce otficises.
Assucarmascavado purgado 1J8Q0 aar 15 sNas
Cambio sobre Loodras a 90 div. UMiil
3|4 d. por 11000.
r-.J. Pialo,
Leal Se va-pala
ALPANDIGA
iendimwio do da I a 13. .
dem do dii 15 .
508
575.415*13
IS71
Oesearregaaa aoja 18 da Jalao
Birea inglauBrfrotarioa saati
Brigne brasileiro Isabel ideat.
Brigue pnugneiFaustoJem.
Pataebo pmuguezVanU- ideaa.
Escusa togleaRoyal Arek-
Palacho nacional Vitoz idem.
Brigue iogletAitllaideas.
Vapor francasGtr-mitSeaa.
Vapor americanoNortk Amricai
Patich) alie naoJ/ariatan aba.
Barca fanceuFgaroma*si inflimarel.
Sumaca hespanbola Duicene* ureUo para
amostra.
Barca porlugueaArabella bagagaas a varo
gene roa.
Brigua porlgueiUuiao-iita
Barca iogtaiaDorabacal bio.
Brigue allenjao-FannK Smfptciik^
CAPATAZIA DA,' AI.FAtIDKGA
Reodimento do dia I a 13 ...
dem do dia 15 ...,..".
ilSjaa
S:MIM5H
SAHIDAS DE MERCADURAS.
Voluanes sabidos com fazaoda I '
dem idem ecm geaeroa diversos i-i
Somma H
liupe>rtaco.
Vapor amtricatt horth amemca. ra*> aV
New Yorke Para, cjnsignuh a H. tortUr C
manifcttou :
Agua Florida 39 eaixas a Tli. Christiaaaaa. Ar-
reios i caizas compaabia dos boads.
Drogas, 27 eaixas a Catan A O, I a Ora.
Feno 300 fard .s compaabia dos bjnds. F*o *
algodo i fardos mesma.
Impresso3 2 volumas a Lailhi-ar A C
Presuntos e paios 10 barrU a Jjaquim Ja &ia
(alves Beltrio.
Salsaparrilba 20 rol >s a Caora, 30 a J. GanaaV
de Hiatos, 10 a F. R. Pinto Gulmaries.
Tecidos de algodo 5 eaixaa a Mnbari al
AC.
QUESTAO DO ENGEtNIIO SANTA CRUZ.
AO SB. BACHARBL JOO CARLOS DE MGNDONCA
VA9C0NCKLL0S, JUIZ MUNICIPAL DO TERMO
DE BARREIIIOS.
Pela segunda vez o meretissimo tribuD.il
da relacSo julgoa nullo todo processado de
V. S. oo celebre aventario do Santa Cruz,
em que seu indigitado pii ligara como
doao exclasivo dos beos d'aquelle casal.
Dganme Sr. jais, V. S. n3o corar de pejo
ao ter noticia do accordio de magistra les
t5o distinctos ? V. S. d5o ter remorgos de
ter silo juiz em urna caasa da qoal o pro-
tagonista como dizem, seu pai, oa pro-
tector ?
Julgar accaso que ser sufticiente a
agua do rio Una para o lavar da oodoa qae
o cobre, de qaerer prevalecer-se da aotori
dade dejis para ozurpar o direito de cima
familia iuteira que V. S. em seos arroubos
de perversidade qaiz redozir i miseria,
assim como j tem.conseguido com ootras ?
E' com eslaa espertezas que sea pai oo
protector se anda jactaado de ricasso, mas
Deas justo, e Vv. Ss. l ir3o para onda
o pagaem.
Do accordado.
COMMERCW.
ompanlia Phemx Pirnarn-
bacana.
Toma riscos arinaaoi em mercadoriaa, (retes,
Brigue brasileiro isabu, tai 4 fita aV Ji-
neiro, consonado a A L i QHaaJi'u Aucet A
C, manifest* :
Barricas vastas 78 voluntas a at P. Uarqoe*, i>
a L. Duprat, 400(1 a Pmto Gnimarea, 315)1 caaa
quartos dentro ordem xliiS a A. J. Fjt-
tado.
Caf 200 saeeoa a Magalbi s A Irma), 150 a Li-
pes Cerval, iOO a F. Corga, 100 a G:oealaaa Bei-
trj, 100 a Sodr da Motta, 100 a Rosa k Faaa-.
62 a Cuaba Irmaos A (1, 59 aos eoongoatonec,
51 a Lima 4 Reis, 50 a Cosa Amorim, 50 a F.- .-
ga A Rocba, 50 a Rodrigues Mandes, 50 a atoa
& Irmio, 50 a Alves Lobre, 23 a Marques Vianaa.
10 a D. J. da Conba Lages, 6 a Soares do Aaaani.
4 a Santos Aguiar.
Farinba d trigo 400(2 barricas a Agaiilar A C
Fumo 200 latas aos consigoaiario*. Dito de S. P'
dro do Sul 23 fardos a Palmeira.
Lidrilbo 113 eaixas a Abroue Lima.
Objecto* diversos 3 volume-i a Orneiro da Ca-
nha, 3 a Ferreira Borges.
Pomada 50 eaixas a GuetU.- 4a Araujo.
Queljos de M osa i caixa a Pareira Caraair >.
Vinbo 14 pipa* a Amorlm Iroaoa.
Brigue brasileiro s. marxx, aiada da iV/-
Alegre, consignado a Bollar, itUuira O, aw
^eiroi:
Banba de porco 30 latas, eoaras secaia 10, fc-
rioha de mandioca 47 saceos, soatas da aavr", i
3,188, ditas de vacca 1,118; sebo 114 arroSaa,ur-
que 9,170 arrobas aos consigoaia/iM.
Despachos de exportaco no dia 13 de
julho de 1372.
Para os portos do exterior.
No vapor ingles Elf, para Liverpool, aaav*
garam : E. R. Rabello A C saeeaa eoaa *H
kilos de algodao.
No patacho americano P. B. Jaaacaf, pan
o Rio da Prata, carregaram : P. Cvoeara C
400 barricas com 47,559 kilos da aasaai
Na barca francesa Figuro, para a
carregaram ; Keller ik C 1,400 <
gados com 1,500 kilos.
RECEBEDORIA DE ItENDAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do ola i a 13. W:hT90sV
dem do dia 15......
^j_^ 3O-.377J03I
CONSOLIDO PROVINCIAL,
Aaodinwato do dia 1 a 13. t3:.
Idem do dia 1S......
100;4SI4SS
?>.

*^mai
>


Bllfo d Pruant0t '- Terf
'.
ulho
J. i*?*
is

^~<*~
MOV MENT DO PORTO.
Niw'o sahio do da 14
liba de FernandoVi por brasMeiro f
Aa. cominandeote .. G. da Silva, carga
varios genero*.
Autos enkadn no [dia 15.
New-Toik portos iufermedios10 da,
eodo da ultimo porto 6, vapor imericano
North America, de 2085 toneladas, com-
mandaote G. B. Slocune, eqaipagem 64,
carga (arelo e ootroa geoeros; a Hen-
rjr Forster & C.
Kio de Janeiro10 d as, patacho braslleiro
Veloz, de 263 toneladas.capitSo Marcoli-
oo de Suiza Pinto, quipagera, 10, carga
cafe ont os geofroa; a Fernandes Ir-
afios.
Mootovido15 das, barca iogieza David
Auterson. de 259 toneladas, capillo Fran-
cia Nance, eqaipagem 10, carga (arelo
i Camino Ndgae ira,
:ttte53 cas, brigae aHemao Fonnjf Sap
picich, i 181 toneladas, capitSo Zertf.
eqoipagero 10, carga, vinho e outros ge
ceros ; Tesset Frre.
Trieste66 Mas, scaoa a'lemaa Mathilde,
do 148 toneladas, eapitio Bargborn,
quipcgein f, carga 1916 barricas com
farinha d* trigo; i Jooostoo Pater A
C.
Navio sahido no mesmo dia.
Rio da PraiaEscuna allemJa Margarina,
capiiSo Bamb>-fjrte, carga de as-
sucar.
Hij de JaneiroBarc americana Lapeving,
eapitio R. Benlbal, carga parte da que
trouxe de Baliimorc.
Cabe-VerdeBjrca anstriaca Geobbe, ca-
pillo D, 1. Geadrossecb, em lastro.
(iraejae poitos intermediosVapor brasi
leiro Pirapama, commandante Azevedo,
carga diferentes gneros.
Ara caj e porto* intermediosVapor bra-
silero Cequia, commandante Minios,
carga vatios gneros.
ParaCorveta americana a vapor Ticonde-
ronga, commaodaole S. C Badger.
Rio de Janeiro e BabiaVapor americano
North America, commandante Slocone,
carga parte da que tronxe dos portos do
nerte.
to de 8 dias o concluir m d? i mezee ce-
udos da djt* da tpprovacao 4 contrato.
3.a O par imporunc d.\ arremata
'eSa pretSacoes, sende a primeira
atalo a obra ; a 2 qnande
noaver frita wttte eos reparo?, e 3 quando
onclalla*.
4.a Para o mais qae bo se aebt especificado
as presentes elaosulas se observar aa disposi
eSes do regel amento de 31 de falto de 1866.
Conforme,
M. A. Ferreira.
EDITAES.
3 lllm. Sr. inspector da laseararia provin-
cial, em cumprimeoto da ordera do Exm. Sr. vi
ce-presidente da provincia, de.3 do corrate, man-
da fazer publico; qae vio notamente a praca no
dia 18 de jnlho prximo vindonro, perante a jau-
la desta tbesooraria, para seren arrematadas per
quem por menos ier, as obras dos repares al-
gans melhorameatos argentes de qae necessito o
quartel do destacamento o* cidade de Goyanna,
oreadas em 1:602*213 e sob as clausula espe
ciaes abaixo transcriptas.
As pessoas que se propuzerera a essa arrema
lacio comparecain na sala das ses.-Ses da referida
junta no dia cima mencionado pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar semndoa publicar pelo jornal.
Secretaria da tbesoorana provincial de Per-
nambaeo, 2o de junho de 1871
O offlciai-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Claasalas especiaos.
1.* Os reparos do qaartel de Goyanna na im-
portancia de 1:6024213 serio exeeatados de con-
(ormidade com o respectivo ornamento.
2.* O contratante der eomerjo s obras no pra-
xo de oito das e as concluir no de oito mezes,
contados da data da approvacao do contrato.
3.a O pagamento da importancia da arremata-
gao ser feito em tres prestaedes; sendo a
primeira quando tiver comprado a obra ; a segun-
da qoando bonver feito metade da obra e a ter-
eeira quando conclni-la.
4.a Para o mais qae nao se acha espeeifieado
as presentes clausulas se observar as disposi-
Qes do regula ment de 31 de julho de 1866.
O official maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Manuela Lucci
Terminar o espectculo cea a Ia represeota-
;3o'oo*redu em l aeto :
COMEDIA DE SAL
Principiar as 8 l|2.
AVISO.
Os espectculos desta eaapreza terio logar in
variavelmente as cuartas-feiras, sabbadot, do-
mingos e djas santos d guarda. ,
AVISOS MARTIMOS.
cohpamhia
DE
Navegado Brasileir.
f9i
Dos portos do norte deparado
at o dia 26 do crreme a vapor
Baha, coamandanie Felippe,
o qnal depois da demora do cos-
tme seguir para os portos do
agencia.
ngdida
QECLARACOES.
Pda thesouraria provincial se faz publico que
oram transferidas para o dia 23 do correte is
arrematares dos impostes provineiaes (menos o
dirimo de gade uecum) que se acham as comar-
cas segomtes :
Bja vista por om anno 732/000
Cabrot idem 732/000
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 12 de julho de 1872.
O offlciai-maior,
Miguel Affoo'o Ferreira.
O espito Manoel Joaqnim Ferreira Esteves, cava
Ibeiro da imperial ordem da Rosa, juiz de paz
do anuo da fregaezia de S. in do Recite e
presidente da mesa parocbiil, por ter sido jul-
gado incompetente o ja z de pa do 1* anno o
capitao Manoel Antonio Ribeiro.
Faco dente que kcbardo se designado o dia 18
de :gosto vindonro para se proceder a eleicao djs
'lit fiiativa por h.wer S. M. I. disselvido a cmara
dos depaiados, e de confe rmidade com as ordens
do Ext. Sr. presidente da provincia qae me fjram
eommanicadas pela cmara municipal desta cida-
de, convoco os eleitores e snpplentes desta fre-
guezia e sella residentes, para comparecerem as 9
huras da manbiia do snpradtto dia 18 de agosto em
o corpo da igreja matriz desta Ireguezia, afim do
se erganisar a mesa paroebial, ticando os que
deixarem de comparecer sem motivo justificado
?ujeitos mulla comminada no artigo 126 g 50 n
2 da lei n. 387 de 19 de agosto de 1848, cojos no
mesmo vo aoa-xo transcriptos. Assim tambera
convoco a todcs os cidadaos qualifleados votantes
na quslificacac que se proceden em Janeiro de
1871 por ter sido anoulladt por acto da presiden
ca da provincia a que su procedeu em Janeiro
deste correle anno conforme me foi commumea-
do por cilicio da cmara municipal, para compare-
i-rem dar seus vetos na forma do art. 100 da
inesma lei, observando-Ibes que nao sero admit-
as sedulas dos votantes qae nao comparecerem
pessoalmenle, e bem assim as que contiverem no-
mes riscados, alterados ou substituidos por outros
como expresamente declara o art. 59 da dita lei.
ELEITORES.
Os Srs : capitSo Manoel Joaquim Ferreira Este-
ves, capito Manoel Antonio Ribeiro, Jos Simpli-
cio de S Esteres, Joo Baptista do Reg, padre
Auonio de Mello Albuquerque, Joao Soares da
Fooseca Velloso, Jos Lopes Das, Joaquim Pedro
Bus Santos Hez* rra, capitao Joo Cesar Cavalcante
Joo Antonio da Silva Pareira, Miguel Jos da
Silva, Jos Elias Machado Freir, Jos Xavier Coe-
ibo, Paulino Hercalano de Figneireao, Manoel de
Paula Crrela, Joo Moreira de Mendoaca, Anto-
nio Perciliano de Barros Marinbo, Francisco de
Paula Marinho Falcao, Joao Xavier da Fonsaca
Capibaribe, Ernestino Cavalcante de Albuquerqne,
Jos Juvenil Das Brrelo, Antonio Muoiz lava-
res, Claodino Jos de Siqaeira, Antonio Das da
Silva Cardeal, Caetano Gomes de S, Joo Gaal-
loerto de Paula Franco.
SUPPLENrES.
Os Srs.: Jo. Anselmo Gonzaga de Uliveira,
Jos Antonio Camello, Liberato Luiz de Freitas,
Joao Caetano de Abren, F.rmino Jo.- do Reg.
Antonio Tavare? Caianbo, Luiz Antonio da Silva
Pereira, Belcbor Miguel dos Santos, Domingos
Francisco Duris-, Antonio Soares de Carvalbo,
Francisco Joaquim Viegas, Firmino Firmo de A-
zevedo. Marcolmo Antonio Alves de Brito, Her-
millo Herculano Alves de Sooza, Jo3 Beruardo de
Carvaibo, Joaquim Jos do Olinda Tavares, Josl-
Pacbeco de Mener.es, Jos de Miranda Dures,
Joao Gualberto dos Pas-os, Laiz de Souza Bandei
ra, Manoel do > ascimen'.u Peesoa, Simplicio Heme-
terio de Faria, Jo) Paulo de Albuquerque, Joao
.Nicolao de Pau a, Manoel do Nascimeoto Rodri-
gues Franca, Antonio Espirito Santo Sena, Anto-
nio Joaquim da Silva e Canoto Jos Mendes Gui-
tnares.
E para constar mandei passar o presente que
aera afflxado do Ingar do costme e publicado
pela imprensa.
Dado e pausado nesta freguezia de S. Jo; do
Itecife aos 15 do julbo de 1872. Eu Jos Gon-
<;alves de S, ecnvo de paz o escrevi.
Manoel Joaquim Ferretea Esteces.
Mos termos do artigo 745 oo reguiameutu e
19 de setembro de 1860, se intima ao dono de
quatro pares de spatdes apprebendido* em 25 de
maio ultimo a bordo do vapor ioglez Nevo, pelo
guarda Silva Lima, para no praso de 15 das, in-
depender de qualquer outra intimacao, apresen-
tar sua defesa, requerer o que for a bem de seu
direho e ver proseguir o; mais termos do proeesso
de appr'bensao, qae contra o mosmo se est ins-
taurando nesta reparlicao.
Alfaodega de Pernamboco 11 de julho de 1872.
Serviado de inspector,
_____ Pedro Looe- Rodrigue,
sal.
Para carga e passageiros trau-se na
Encemmendaa de pequeo valor, peso, nMdida t
tambem dinbeiro, recebem-se at 1 hora da tarde
do dia de sua sabida : na agencia, roa lo Com-
mereio n. 8.
As enoommeulas viudas por este vapor serio
entregaos at o dia da sabida do mesmo: ao es
criptorio da companhia, e depois deste termo se-
rio reeolbidas no trapiche Dantas.
Para condicSes, frates e passagens tratt-ie na
agencia, ra Cummercio n. 8.
COUPAXHIA
do norte.
Dos portos do sal eiperado
at o dia 22 do corrate o va-
por Ctwr, commandante Eusta-
quio, o qual depois da demora de
costme seguir para os portos
Eneommeadas de pequeo valor, peso, medida
e tambem dinbeiro, reeebem se at a I ora da
tarde do da da sabida do vapor.
Ai enepmmendas vndas por este vapor sero
entregues at o da da sabida do mesmo no es
criptorio da compauhia ; depois dense trmo serio
reeolbidas no trapiche do Dantas
Para fretes o passageiros trata-se na agencia
ra do Commereio n. 8.
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com mnita brevidade o brigue
Isabel, tem parte de sen carregameoto prompto
para o resto qae Ibe falta trata se com os seos
consignatarios Antonio Laiz de Oliveira Azevedo &
C. rna do Bora Jess n. 57.
Para o Rio-Grande do Sul
Recebe carga i freto o brigue braslleiro D.
Mam ca : a tratar com seus consignatarios Amo
rim Irmios & C, roa do Bom Jess o. 3, outr'o
ra roa da Cruz. -
Para o Porto
Pela secretaria da cmara muaicipal desta
cidade se faz publico que a mesma cmara prin-
cipia a 2a sesso ordinaria no d a 15 do correte.
Secretaria da cmara municipal do Recife 13 de
julho de 1872.Augusto Genuino de Figueiredo,
offlciai-maior servindo de secretario.
SANTA CASA DA MISEltlOKDlA DO RECIFE
A lllm, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife. manda fazer publico qae
na sala de suas sessoes, no dia 18 do mez de
julbo pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrema-
tados a quem mais vantagens offerecer, pelo
tempo de nm a tres annos, as rendas dos predios
em seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Travessa de S, Pedro.
Sobrado de 2 andares o. 2.....601*000
Roa do Farol.
Casa terrea o. 72........18U00O
Roa da Soledade.
Casa terrea a. 7f....... 96*000
Ra de S. Jorge.
Sobrado n. 20. ......'.. 240*00
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar, n. 24 A.....244*000
Terceiro andar n. 21 ,.....244*000
Loja do mesmo n. 1. B......520*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Roa da Madre de Dos
Idam n, 8...........350*000
Roa da Moeda.
Casa terrea n. 21. .... 385*000
Travessa da Madre de Dos
Casa terrea n. 13 ,.....600*000
Roa da Cacimba.
Casa terrea n. 2. ,....... 150*000
Ra do Vigarlo.
1, andar do sobrado n. 27.....300*000
Coja do mesmo.........351*000
Roa do Encantamento,
Sobrado de 2 andares n. 9 liOOOfTOOO
Ra da Senzalla Velha.
Sobrado do 2 andares u. 134. 601*000
Ra da logela.
Sobrado de 2 andares n. 4.....839*000
Rui do Rosario da Boa Vista.
Casa terrea n. 58........301*000
Ra de S. Jorge.
Case terrea n. 101. ..,.,.. 206*000
deam n. 99........... 350*090
dem n. 104. .,...,.. 221*000
dem n. 100......, 205*000
Os pretendentes devero apresentar no acto da
orrematacao as suas flaneas, ou comparecern;
icompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
-.ife, 15 de julho de 1872.
O escrivio,
Pedio Rodrigues de Sou2a
Vai sahir cora brevidade o brigue portuguez
Triumphi, reeebe carga a fretes comrnodos e tam-
bem passageiros, para os qaaes ofTerece muito
boa accommodacao : a tratar com Soares Prim os
rna do Vlgario n. 17.
Porto por Lisboa
Paraos inlicados portos pretendo sabir com a
possivel brevidade a barca portugueza Ceres, na-
vio de i* classe, por ter a maior parte de sea car-
regameoto engajado, e para o qne Ibe falta, que
recebe a frete commodo e passageiros, para os
quaes tem acetados comrnodos, irat-se eom o
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beitrao
roa do Commereio n. 60.
Para o Para
A barca portugueza Despique II, capito F. Joio
de Carvalbo, de Ia classe, e lendo j dous terco?
de carga engajada, pretende sahir eom brevidade :
e para o rosto que Ule falta trata-se com .Ferreira
A Loureiro, na travessa da Madre de Pepa 0^,1.0.
Para'
Para o indicado porto pretendo sahir eom pouca
demora a barca portugueza Arminda, por ter dous
tercos de sea carregameoto prompto, e para o qae
Ihe falta, que recebe a frete commodo, trata-se
com o consignatario Joaquim Jos Goncalves Bei-
trao roa do Commereio o. 5.
ras pan Diana, 2 armarios eom espUios, 1 meza I
redoada, de a.ogno, 2 candieiros verdea, 2 cande- i
labros de bronze, 1 expeliente cama fraaeza
eorllocbr!!
Orna nachina de costura (perfeita), I exea te
guarda-vestidos coa espelho, 1 guarda roupa, I
cama fr.inceza, I coramoda, l cama para menino,
1 berco, 2 cabides, 1 lavatorio, 2 camas de vento,
1 moza de cabeeerra, jarros para flores, globos
para candieiros a gaz, i llvro eom finas gravaras.
Urna me elstica, 1 goarda-louca, 2 appara-
dores, armarios, 2 ditos torneados, 1 quartioheira,
12 eadei ras, 2 ditas de bataneo, 2 ditas pequeas,
1 marquesa, 1 appj relho de porcelana para jan-
tar, 1 pira cha, copos, callees, garrafas, compo-
teiras, eolberes, garfos e facas, (landres, 3 froctei-
ra. 1 porta-queijo.
Om cabriole! americano de 4 rodas, coberto,
para 2 pessoas, 1 dito de 4 rodas eom assntos
para dua 4 pessoas, tanca e varaos com cober-
ta qne se podo tirar.
m armario para arreios, 2 oseadas do abrir,
2 jarras, 4 rodas, 2 chicles, 2 bombas para ca-
cimba e dous babseom roupa.
Qoarta-feira 47 do correte.
Na casa n. 58 da ra do Visconde de Goyanna
(outt'ora Mondego).
O agente Pinto levar a leilio os movis o mais
objectos cima deseriptos, existentes na casa da
rna do Visconde de Goyanna n. 58, om qae resi-
di o Sr. Joao da Canba Nevos, onde podero os
pretendiles examinarem ditos objectos naves-
pera e dia do leilio.
Os concurrentes que seguirm para all no bond
qae parle da estacio da roa do Brum s 10 ho-
ra?, terio condcelo gratis.
O leilio principiar s 10 1|2 horas em ponto
por serem mnitos os lotes.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin
ctal, em cnmpnmento da ordem do Exm Sr. vice-
presidente da provincia, de 2 do correle mez,
manda fazer publico que vai novamenle praca
no dia 18 df jolho prximo vindooro, para ser ar-
rematada por quem por menos iker, a obra do
rebaixamenio da ladeira do Timb, na estrada da
Victoria, cajo orcamecto tendo sido reconsiderado,
i cou elevado a :900fl000, e sendo a arrematacao
t>ita sob as clausulas espaciaos ja annnociada.
As pessoas qae se propozerem a essa arrema-
lacio comparecam na sala das sessQes da referida
jinta, no dia cima mencionado, pelo meio dia, e
competentemento habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da ihesooraria provincial de Pernam-
fooco, 17 de junho de 1872.
O offlciai-maior,
Miguet Alfonso Ferreira,
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidate da provincia de 3 do corrente, manda fa-
2sr publico qae, no dia 18 de jolho prximo vin-
daaro, perante a junta da fazeuda da mesma ine-
cxiraria, vai novamente praca para ser arre
matada por quem por menos flier, a obra dos re
paros o alguna inelhorameotoe de qne necessita a
ciideia da eidiide de- Goyanna, oreada em ......
2:078*128 ra e sob as claasalas especiaos abaixo
transcriptas.
As pessoas que se propozerem essa arrema-
tacio compareeam na sala das sessoes da referida
junta no dia acma mencionado pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar se mando a publicar o presente
polo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernaa-
biico, 25 de junho de 1872.
O official maior,
Miguel A/fonso Ftrrtira.
Challas espeeiaes,
1.a Os repares ila eadeia de Goyanna na impor
tanda do 1:078*125 rs. serio exoeaudas do con
tmnidade eom o respectivo or;amio.
Ia O eoDtraiaata dar eoroeco aa obras no pra>
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de late-
la desta provincia manda fazer publico qne existe
em poder do cartorio interioo da mesma, para se-
rem vendidos, exemplares da collecco das leis e
decisoes do governo, promulgadas no anno de
1871, pelo preco de 7* cada exemplar.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
namboco 15 de julho de 1872.
Servindo de offlciai-maior,
Manoel Jos Pinto.
COJll'Mlli
DO
PARA O
PORTO
Vai sabir em poneos dias a galera Nova Fama
2.' : para carga o passageiros aos qaaes ofTerece
excellentes comrnodos, trau-se com Soares Primos,
ra do Vlgario n. 17.
Para o Rio Grande do Sul
vai seguir dentro em poneos das o patacho na-
cional Pelicano, o recebe carga a frete muito m-
dico : a tratar na ra do Vigario n. 1, 1* andar,
escriptorio de Balthar Oliveira 4 C.
Para Lisboa
o patacho portugaez Panda, capito P. A. Pesta-
a de Barros, val sahir com brevidade : para car-
ga e passageiros trata-se eom E. R. Rabello & C,
rna do Commereio o. 48.
Para o Porto
O patacho portuguez Olinda, capitao Moraes
a sahir at o m do correte mez, toma aioda
algoma carga : tratar com os consignatarios
Monteiro, Gregorio & C, a roa do Bom Jess na
mero 56.
LEILO
DO
Brigue nacional Santo Amaro
Quarta feira 17 do corrente.
A'S 11 HORAS EM PONTO.
O agento Oliveira aotorisado pelo competente
dono, far leilio por intervencao de sea preposto
Pinbo Borges, do brigae nacional Santo An aro,
ancorado oeste porto e eonsistiodo em velas grao-
des o pequeas, joaetes, traqnetes de lona, ga-
veas, 2 mastros com todos os seus partences, mas-
tarcs, vergas, moitoes, 1 relogio da bitacola, 1
globo para a mesma, 2 signaes, 1 sino de brooze,
1 escaler, 4 remos de faia, 2 ditos de pinbo, 1 ca-
noa, bombas, guinchos, est6pa, ferragens e mais
utencilios de bordo, dos qaaes se darao as iofor-
macSes necessariu no escriptorio do referido
agente, sito rna do Bom Jess n. 43, (oulr'ora
Cruz), onde ser effectuade o leilio no dia e hont
cima mencionados.
DE MOVIS
louca e vidros
QUINTA-FEIrU 18 DO CORRENTE
Sendo 1 mobilia de Jacaranda eom muito ponco
uso eom 12 cadeiras de guarniclo, 2 ditas de bra-
cos, 2 ditas de balando, f consollos com pedra e 1
sof, 1 rico guarda-vestidos de amarello, 1 dito di
to de nogoeira, l importante toilet de mogno, 2
pares de jarros, 2 pares de casticaes e 2 cadeiras
de balaceo.
Urna mobilia de faia eom 12 e elegantes cadeiras
de guarnicao, 2 ditas de bracos, 2 consollos eom
pedra e 1 sof, 1 cama de faia para meoiae, 2 ca-
mas de ferro, 2 raarquezoes om largo e ou'.ro es-
trello, 1 mesa elstica de de amarello, 1 bonito
Suarda louca, 2 apparadores de amarello, 1 mesa
e amarello eom pedra, 1 cabide de amarello, 3
cadeiras de ferro e 1 grande apparador de ama-
rello.
Urna mobilia de mogno com 18 cadeiras de guar-
nicao, 2 ditas de bracos, 2 consollos com pedra e
sola, 1 guara Iones, 1 mesa elstica, 6 cadeira-
de junco, 1 rica poltrona de Jacaranda estafada, s
cadeira de balanco americana, 2 baocas de aml
relio, diversos quadros, 1 candelabro lonca de pam
celana, para jantar, copos, garrafas para vinore
clices, e mnitos outros objectos de gesto.
O agente Martins far leilio por ordem de uno,
familia qae mudoa de residencia, de todos os mo-
vis cima, os quaes foram transportados para o
2* e 3* andares do sobrado n. 48 da roa do Impe-
rador,
Principiar s 11 horas.
DE
Chapeos de palba da Italia com deTeito e
avariados.
SEXTAFE1RA 19 DO CORRENTE
A's 10 horas da maohia em ponto
O agente Pioto levar a leilio a requenmento
de Souza, S k C, por aulorisacao do gerente do
consulado fraocez o em preseoca do cbanceller,
de orna caixa marea S S & C. o. 14, com chapeos
de palha e outros para senhoras, enfeitados, ava-
hada a bordo do navio fraocez Granville, na sua
ultima viagem a este porto.
O leilio era elfectoado as 10 horas do dia ci-
ma dito, no escriptorio do referido ageote, roa
do Bom Jess o. 43.
GASA DA F0RT1W
DA l*'tUAR OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
rnlea qae paga as sortea
Aos 20:000^000.
O abaixo- asnado tem sempre exposto i vea
la oe felizes bilbetos do Rio de Janeiro, pagande
woaptameote, como costoma, qualquer pi
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto I 6*000-
Maoofll Martins Finia.
Fagio no m do mez de novembro do anno de
1869, do eogenbo dita, sito na comarca de Na-
zaretb, a ezerava Thereza, da 30 annos de idade
pouco mais ou meos, com os signaes seguintes :
edr mulata bem clara, baixa e gross.i do cor
po, rosto redondo, olbos castanbos e grandes, na-
riz om Unto chalo, bocea grande, denles grandes
e cangallos, cabellos metos loaros e eaxealos
para as pontas, bracos e percas grossas, pos car-
tos o grossos, com algunas cicatrizes de relbo
as costas.
Igualmente est fogido detde o dia 26 do fe>e-
reiro do correte anoo o escravo crioulo de Do-
me agostinho, de 40 annos de idade ponco mais
en meaos, e os signaes segniotes : edr bem pre-
ta, alto e grosso do corpo. rosto redondo e car-
nudo, olbos pretos e grandes, nariz chato, boc
ea grande, beieos grossos, representando dous
beicos do lado de cima, eom falta de denles na
frente, cabeca comprida e calva de diante para
traz, principiando a pintar tanto no cabello como
na barba, pernas finas, pos torios apalhetados,
com nma cicatriz em um dos regeitos dos ps,
Este escravo foi comprado a Pedro Garcia,
morador no sertio do Sabogy, e j fez ama sabi-
da eom destino as sertio e foi preso em Bom
Jardtm da comarca do Limoeiro.
Rogase a todas as autoridades policiaes, oo
mesmo pessoas particulares, qae os preoder e con
dazir ao referido engeoho Git, a serem entre
gaos a sea seobor o mejor Christovio de Hol-
laoda Cavalcante de Albuquerque, ser por cada
om gratificado com 200*000 rs.
Aluga-se
o 3* andar da easa da roa do Amorim n. 39, eom
comrnodos para pequea familia ; a tratar no ar-
mazem do mesmo.
Compauhia de Seguros Phenix
Pernambucana.
Sao convidados os seohores accionistas a vrem
receber o segoudo dividendo na razio de 24* por
accao. Pernamboco 8 de julho de 1872.
Os directores,
Laiz DupraL
J. II. Trindade.
Laiz A. Siqaeira.
Compauhia Allianpa
seguros martimos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
a risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros e
(azendas.
Precisa-se fallar com a Sra. Anoa Mara da
Conceicio, qie ja morou em Barreiros, aonde
tem om falli de nomo Juvencio, a negocio de sen
interesse na loja das 6 portas, em frente ao
Livramento
Leila
LEILOES.
BEBERIBE
Quinta feira 19 do corrente pelas 12 ho-
ras do dia ba reunio da directora desta
companbia o qae ter logar no respectivo
escriptorio ra do Cabugn. 16.
0 secretario,
Jos Honorio B. Menezes.
THEATRO
Enipreza-Vicente e Babia
COMPAA dramtica
Com o concurso da primeira actriz
Manuela Lucci
Oflarla-feira 17 te jolho
A pedido
Segunda repreientacio da muito bem aceaita
comedia drama eaa Z actos, de Eugenio Scribe :
VALERIA
O importante papel da nrotogooista, joven 6?ga,
desempenbatZp pela actriz
DE
Um cabriolet americano de 4 rodas, cober-
to, com varaes, lanca,arreios e lantemas,
4 rodas novas para cabriolet americano.
Um excellente silbo ioglez.
" (Todo em ptimo estado)
Um pianno forte, 1 machina de costara e
outros objectos.
QUARTA-FEIRA 17 DE JULHO
A' 1 HORA DA TARDE.
A. Harisnaandy, tendo seguido para Earopa,
vender em leilio do da 17 do corrente, por in-
tervengo do agente Pinto, o sen cabriolet e mais
objectos cima mencionados 1 hora da urde na
easa da ra do Visconde de Goyanna n. 58, onde
havera no mesmo dia venda de movis, lonca e
vidros.
Leilao
DE
Movis, louca, crystaes e dous cabriolis
americanos.
QUARTA-FEIRA 17 DO CORRENTE.
Por intervencao do agente Pinto.
Ra do Visconde de Goyanna n. 58, easa em qae
morou o Sr. Joio da Cacha Neves.
DE
Urna caixa com calcado ioglez para senho-
ras meninos
(com defeito.)
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE.
A's 10 1[2 horas em ponto.
Por intervencao do agente Pinto.
Na roa do Bem Jess n. i3.
LEILAO
DE
Movis, louca e crystaes
dous cabriolis americanos com arreios.
ASARER:
Um piano forte e quasi novo, 1 mobilia de Jaca-
randa goato moderno, 1 jardloeira, vasos para
flores, i grandes jarres de marmore, casticaes e
mangas. 1 candelabros, i candieiros a gi, 2 es-
petos, tapetas para sofs e para portas, J serpeo-
tinas, S lotes de esleirs forro para salas e i ve-
neiiaaaa.
Orna riea mobilia de mogno a Luir XV coa 1
ufa, S cadeiras da bracos e 18 ditas de giarnicio,
i eepelbos grandes moldara* doorada, 1 caaei-i
V
Queljos iondrinos e salame
Sexta-felra in do corrente
A'S 11 HORAS DAMANHA.
O agente Oliveira, por ioterveocio de sen prepos-
to Pioho Borges, far leilao de 8 >/z calas eom sa-
lames pesando 50 kilos eada urna e 3 caixas coc-
iendo 24 qneijos Iondrinos; defronte da altandega
no armazem do Sr. Annes, no dia e hora cima
mencionados.____________________________
Leilo
DE
FIZEIDAS
AVARIADAS
s 11 horas.
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE.
Por intervencio do agente Pialo, em sea escrip
torio i roa do Bom Jesos n. 43.
CASA 1)0 010
Aos 5:000,5(000.
Bllhetes garantidos da pro-
Tela.
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casa*
do costuran.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorle de 800J em tres
quartos de n. 45, e a de H! em quatro quarto*
le n. 238S; alem de o a-ras sortes menores de
404 e 20 da lotera qae se acabou de extrabir
(11a), e convida aos possoidores a virem receber,
que prompiamenie sero pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para ir ao sea es'.abelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes, qne nio deixar de
tirar quaiqner premio, como prova com es mea-
mos aoooocios.
Acha-se venda rs moito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4a parte das loteras a beneficio da
igreja matriz da Capnoga, que ser extrahida no
dia sexta-feira 19 do correte mez.
PRECOS.
Inteiro 6*000
Me ios 3 <000
Quartos U500
De iOOOO para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Quartos 1*375
___________Joio Jo?.quim da Costa Leiu.
Terrenos a' venda
Na estrada dos Afflictos, sitio o. 22, que foi l-
timamente sabiividido por seu propietario, ven-
de-se lotes de trra a vontade dos compradores,
a preco razoavel, e bem assim duas casas oas
mesmas trras. A' vista de ana sitoa^ao esses
terrenos ofTerecem proporcoes nuito vanlajosas
para quem qnizer edificar boas casas de campo;
a localidade convida os concurrentes, pois na fren-
te do dito sitio ha a estacio da estrada de ferro
do Caxang, qae ofTerece fcil e barata condne-
ci para materiaes, e para passageiros a 100 e 200
rs. em Ia e 2a classe. Arrabalde aprasivel e salu-
bre onde ba ama igreja qoasi defronte do dito
sitio, qae ofTerece vantagens inconiestaveis para
boas casas de vivenda. Os pretendentes podem
entender-se com Tristao Francisco Torres nos do-
mingos e santificados no referido sitio, e nos dias
nteis na rna do Imperador, aromen) n. 48.
mor a. Pre:Ua-s 4c
JmJMLim. iiobar e ingaanaanr
familia de daas pessoas : a i
iraiar raa
Precisa e d-
ira para engommar
po n. II.
ot-
ea roa de Corredor o B>-
AjMLA h porreta"
tar na raa te Hospicio a 50.
Precisarse te orna aoaa para p lia : na rna de Hortat o. 94.
Ama de leite
Preeisa-se de ama aoaa de Icite para oaoa Uoa-
lia fraoceza : na raa do Imperador a. 79,
ro andar.
AMA
andar.
Prreiso-te do ataa Mora oa
na travesu te a Nota o. 4
AMA
Procita-so do bom um
na rna da Peona o. 29,
nha as 6 da lardo.
N* roa te Ii
II precisa-so te ama
couohar das C teras
Precita te oa
ra comprar a
casa te
tratar no caes do Ramo* a. 18.
%af.Ha
OfTerece-se nma ama
da familia, e nio compra :
94, loja.
para emanar aoj ea
na raa te Horno

Ama de leite
Precisa-se do orna qoe lenba
leite : na roa do Paysaod, oalr'ara
nio n. 35.
AMA
Frecita-M te
de S. Francisco
a 54.
Precita-! e aa ama
tervico te cata te posea
a tratar na roa da Croa a. 18. 3* an-lar.
Affll
bomem solteiro;
Precita te e aooa aao
perfeita eoeiateiro, popa to
bom ordnate, para eoaa te
na roa do Lrtramete a. Ulopt.
Ama de leite.
Precisa-se de ama ama de leite para aoaa l
lia estraogeira, sendo boa paga-oo H par ojo*
a tratar na rna do Imperador a. 79. 2*
Offerece-te orna aaaa pora *agooo-
ados : qnem preteater, darip ?e a
roa dos Pires n. 55, das 10 aeras da
maoh s 4 da tarde.
AMA ?.'
Fur tarara doaa reloglos te I
competentes eorrentet, broche o i
lira fino de ouro ; o numero do na 20423 o ota
ambos tem escripto dentro da caixa A' footelt
Finmioense-Bormeanlt, roa da Quitanda a. 193
Rio de Janeiro. A qnem f>rom offoreeitea, rapa-
se o obsequio de os apcreaenter a participar aa
rna do imperador n. 26, sobrado, ajoe oa
flear.
CRIADO
Precita se de om criado, forro
coodozir um taboleiro de comida
loja n. II.
a escravo, para
raa 5ota
Aluga-se
o 2* andar do sobrado da roa da Imperatriz o. 42.
o qaal precisa de peonnos eoacertoo : a tratar
na taberna por baixo do me-mo tobrado
Precisa-so ee ama criada
geira, para cozer e eogommar :
o Commereio n. 38.
Alaga-te ama dat lojat te sbrate a. 32 te
roa de llareilio Diat (roa DireMa): i trotar ao*
mesmo sobrado todos os dia<, de manla at 9 IrS
horas, o a larde dat 4 em diante.
para
a tratar ata
AOS 5KNKM000
Esto i venda oo felizes bilboteo da Mej
nia, na casa feliz do arco da Coaeeiete. to da
'orive no Recife. ____________
GRANDE
Raa
DE
PIAMOS
Nova d. 14. sobrado
AMONIO JOS' DE AZEVEDO
partecipa aos amigos e ao respeitavel pe
acaba de abrir nm grande depostate
ofllcina para concertnt, na raa e amen
onde sempre encontrarlo pianos a venda dos ao-
guintes fabricantes :
NBrart.
JtHenriqne Werzs,
Pleyel WolfT k C.
Blondel.
Amede Thibanlt.
AFINADOR.
Na raasma (fUcioa eoeontrarao nm perito ti-
nador prompto a accodir a lotea os cbamaoVt.
400^000,
AVISOS DIVERSOS
(NSITIUTO ARGBEOLOGICO E GEOGRAPHI-
00 PERXAMBLCWO
Haver sessao ordinaria quinta feira 18 do
corrate jalao, pelas 11 horas da ma-
nla.
ORDEM DO DIA.
1 Pareceres e mais trabalbos de com-
miasoes;'
2o Palestra litteraria.
Secretaria do Iasttoto, 15 de julho de
1872.
J. SOABKS D'AZKTEDO,
_____________ Secretario perpetao.
Precisa-se te on) menino Hvre oa escravo
para artica de armazem, de idade de II a 16 an-
nos: a tratar no cae* do Ramos n. 18.
Xarope Hydrocotyia Azia-
tica
A hydrocotyia aziatica ama planta qne
se acha muito a miudo em Mauricio. Borbo,
Singarope, Bombaim, Madras, e outras pro-
vincias das Indias Orientaes onde desde
moilos aooos est empregada com a maior
efficacia contra aa diversas molestias de
pello, taes como o lichen, o eczema, o acn,
o prurido. o pemphigo, a lepra vulgar, a
elephantiasis, as ulceraedes scrofulozas ou
typhiliticis, assim como contra todas as
doeocas coohecidas debaixo do nome gen-
rico dartros. Experiencias numerosas eitas
pelos mdicos dos bospitaes de Pars, sobre-
todo oo hospital de S". Laiz, destinado es-
pecialmente ao tratamento dos doentes deste
genero de molestias, provar3o a efficacia
dessa planta nos casos aignalados cima.
Deposito Pharmacia Americana de Ferrei.
ra Maia C, roa Doqne de Caxias n. 57-
Escrayo fgido.
Fngia do engenho Arendepe no dia 26 de ou-
labro prximo passado o escravo Francisco Ba-
ca, de Angola, eam 60 annos de idade, alio, cor-
no regular, mnito barbado, o eom alguna cabel-
los brancos; mestre de assocar e talvez esteja
ocenlto no Reeife, on na freguezia da Eseada. Don
1004000 de gratifleacio a qnem m'o trooxer.
Arendepe, II de hubo de 1871
Manoel Felippe de Souza Leao.
D-se a qnantia cima a qnem apprrheater i
escravos Manoel Ricardo e Piel, qae fagiram i
dia 14 de maio deste anoo : o 1* da prc
do Cear, e veio para esta pequeo, cabra
eado, cabel'os cacheados, pea peqoeaot,
bom corpo, bocea lascada, eom pooca barba a
qneixo, e pouco bigode, representa ter 30 aaooe,
ladino, e gosta de andar limpo ; soppoa te lar la-
vado em sua companbia nma mulber te oooae
Rachal, alva, eom cabellos cortados. Piel, cabra
claro, idade de 27 ancos, altara e corpo regata-
res, cabellos earapinbos, andar vagaroso o eopt-
gado, tem falla de ama onba em na dea teteo
grandes dos ps, um boraqninbo no naru eneea-
tado as ventas, proveniente de nm eoaeo te ea-
vallo, poaca barba; levon en toa eompanhia aoaa
mulher de nome Felismioa. de cor aira, com bom
caballo. Da-se melado da graiificacao cima a
quem levar qualquer om dealet eteravot aa en-
genho Macaaass, freguezia da Eseada. en ao Re-
cife, ra do Cabug n. 18, easa te Manoel Jos
Ferreira Crnz.
ATTENCAO
Vende-se nm grande sitio no Barro loga no prin-
cipio, com 13 caas aa frente eom cacimba a ata-
a de capim : qnem pretender dirija-oo aa men-
cionado lugar on i rna da Podro Alonan n. 34,
armazem de Antonio Fernandes Hamos te Otivein.
Na roa Nova o. 14, 2* andar, lorn-M o o-
gomma-se com grande perfeicio e por cooocaete
preco.________________
casa da mmk
Aoa 5:0001
Bilhetes garantidos.
1 rna Primeiro de Marco (oalr'ara raa te
Crespo) n. 23 cataa do cottaaba.
0 abaixo assignado, tente vendido non nono fo-
iiufl bilbotea um Inteiro n. 742 eam :0004 nav
Iro quartos n. 1928 com 3004, dono moioa n. IaM
eom 100J o ouirat sorteo te 404000 a 20p08O
da lotera que se acabou te extrabir (11a), i
vida aos possoidores a rireo rece!
midade do cosime sem descamo a|
Acnam-M venda oa Maneta
4a parta das loteras, a beaeaVio na mauix da
Capnoga (12*), qne so oxtranlri na rOTta-Mn,
19 do corrente mez.
PRBCOS.
Bhota inteiro tfm
Meiobilneu 34000
Quarto ijJM
Em porcio da 1004000 para cima.
Bilhete inteiro S#8W
Meio bilbeu 2471
Qnarto 14371
Manoel Martins Pata.


!
I
I
FABRICA DE MACHINAS
A' Ra do Barao do Triumpho (ra do BrumJ ns. |N.7.0utr'uraruaNova_N.7
100 & 104.
AO ARMAZEM
DO i
Kua do BarSo da Victoria
CARDOSO a IRMAO
AVISAM aos Sr*. de eogenhos e ao publico em geral, qoe teem recebido da Europa,
grande ortiinento de ferragens para engenhos e para lavoura, e qaaesquer ootros ozos
e misteres da industria agrcola, o que todo vendem por precos razoaveis.
Foroms para assucar dMe alvaDisada8 de diversos lama-
VlTinrfta boiizontaes e verticaesj bem conhecidos nesta provincia e lora deila,
V apuro os aielhores que teem vindo a este mercado.
ULOOIlGLaS completas de diversos tamaBbos, obra milita forte e bem acabada.
iXL61aS mOOU.CiaS para a8sentar em grades de madeira.
1 al Xa Si Q6 I6rr0 r]e ferro fondido e batido de dirersos tamanhos.
KOClaS U agUa de diversos tamanhos.
JtCOuES QGIlLEClclS e diversos tamanhos e qualidades.
PftTIPAvtnc Concertara com promptidSo qoalquer obra ou machina, para o qoe
V/UIlLoI LUS teem sua fabrica bem montada com grande e bom pessoai.
7?ii/>nmmanriaa Mandam vir por encommenda da Europa, qnalquerma-
HillUUIILIIlt;Iludo cbinismo, para o qoe se corresponden com nma respeita-
vel casa de Londres e com nm dos melhores eogenbeiros de Inglaterra; incumbem-se
de mandar assentar ditas machinas, e se responsabitisam pelo bom trabalbo das mesmas.
RA DO BARIO 00 TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNDigAO DE CARDOSO & IRMO
RIJA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
Annuncia ios senhores, de engenhos que por falta (Tagua
ou mor tes de nimaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro era 8 das do pedido applican-
doelles as moendas ja existentes.
Tem. em deposito variado sortiraento de
MOTORES PARA DESGAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaos
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquelles propiietarios.quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatni em viagem e j
ohegado numero suficiente para suprir a todos quantos queiram.
HAGHIRISHOS DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os iiiachinrsmos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
Caixeiro
Preeisa-se de nm caixeiro para estabelc ment
de molhados : na roa do Cabuga n. 18 se dir
quem precisa.
Aloga-se o soorado de um andar e toja da
toa de S. Jorge (Pilar o. 119), ltimamente con-
certado e pintado ; a chaye est na relinaco do
Sr. Penna mesma roa, e l se dir com quem se
ba de tratar.
Da-se anda 4004" sob penhor em alguma es-
crava : na ra de Hortas n. 9.
50#000
Na praca da Independencia n. 33 se da de gra-
tificaba o a quem apresentar a escrava Haran-
na, prcia, de idade mais de 50 annos, bastante la-
dina, com falta de denles, estatura baixa, tem sido
por duas vezes encontrada com um balainho na
ra da Aurora em direccao da viaferrea.oo ento
em Santo Amaro; em todo o caso parece qne deve
estar por aquellas immediai.oes, est ausente de--
ep 6 de fevereiro.
Acba-se aberta desde o 1*
aula nocturna da villa da Escada.
do crreme a
Sempre novos .ortimentos
Calcado francez
Botinas novas para senhoras e meninas.
Bolinas para hora-ns, bom bezerro, pellica, cor-
davao. vaqueta e panno, duraque cem blqueira de
verniz, pellica com biqueira de verniz, bezerro e
pellica com ilbs e com boides, tanto dos fsbri
cantes Suzer como de PoUk.
Botas raseiana?, meias botas peroeiras e meiaj
perneiras para montara.
Saptos de vaqueta de verniz eom sola de ma-
deira, proprios para os sitios, jardins e banhoi,
tanto para >enbora como para hornera.
Sipalos de borracha para homem, senbora e
menino.
Botinas e abotinados de omitas qualidades e
precos para meninas e meninos.
Sapatos d9 verniz, chaMal, casemira, tapetes
avelludados e de tranca, franeezes e por tugeles.
Perfamarias
Fin.is extractos, banbaj, cosmticos, leos, opia-
tas e pos dentrilkiot, agua de fiares de laraoja,
agua de Cologna, divtua, florida, Isvande, e de
toilette, tintura para barba e cabello, tos de arroz
bonetes e maitos*artigos delicados, como fraa
<]uinhos de extractos, ludo do primeira qaalida-
de dos bem conhecidos fabricantes, Piver e Coa-
dray.
Quinquilharas
Finos artigos de Pars, de diffcrentes gostos e
pbantasia, como sejam os segniotes :
beques para seahoras e meninas.
Luvas de pellica e de fio de Escocia.
Espelnos diferentes, para sala e gabinete.
Vidros avulsos para espelbos.
Caixiohas de costura ornada com roasfca.
Albnns e quadrinbos para retratos.
Diversas obras de ooro de lei.
Correntes de plaqu para relogio.
Bolsiohas e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectosde phantasia para toilette.
PiOienez, eculns e beogallas de luxo.
Chicotes e besgallas de baleia, canoa e junco.
Ponteiras de espuma para charntos e cigarros.
Eseovas para cabellos, roup, denles e unhas.
Pentes de roarfisi muilo Unos, para caspa.
Ditos diff:rente< para cabello e barba.
Cartelras para notas e para dinheiro.
Malas, bolsas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passarinhos.
Veoczianas transparentes para janellas.
Abatsjours trasparentes para candiciros.
Mamadeiras de dar leite raui fcil as chancas.
Tiras de molduras <*.- >u radas para qoadros.
Ricos quadros j promptos para paisagens.
E-lampas de santos, cidades e pbantasias.
Esteroescjpos e e smoramas com ricas vistas.
Objeetos de mgicas para entretenimenio.
Machinas de dferenles systemas para caf.
R-.'-'v.s'de vime para embalar criancas.
Cestinhas para menioas de escola.
Jugos, de dama, domin, hagatellas e da gloria.
Campainbas de molas para chamar criados.
Realejos, accordions, vidros avulsos par* cosmo-
ramas e ootros muitos artigos de qnnqoilharias
difQceis de mencionar.
Brinquedos
Para criancas.
O maior sortimento que se pode desojar de
toda sor te de brinquedos fabricados em diversas
partes da Europa para enireteoimenio dos me-
ninos.
Apollo
Fazem scieote aos sens fregueses que teem
mudado o sen eprsio de machinas a va-
por, moendas a laxa* da muito acreditada
fabrica de LowVoor para roa do Apollo n.
38 e 10, onde eonunuam a ter h mesmo sor-
limepio do costuuie.
Fazem seiente tambera qoe teem feito nm
srraojn com a fondicao geral, pelo qne po-
dem offereeer-sa para assentar qualqaer
machinismo e mermo garant lo.
Os proprielarios da fon tirio geral
icienles aos lecherea doeog-i
pessoa, que term estab lucido nii^a
cao de ferro e brouze a raa du Brom, jun-
to a enlacio dos boo qoalquer obra de encoiooieuda cum perf<-i>
(io e promptido.
Os mesmos rogara as pwsnas qne qofi>
raro otilisar se de seus servl^ot > deixa-
rem as eneoomandas em casa dos Sra. Sa-
muel Power Johasiin 4 C a ra do Apol-
lo b. 38 e 40, onde acharao pe-soa< habili-
tada com quem possam entender se.
Apparelho para fabricar assucar, do aystema.
WESTON CE.XTREPUGAL
Unicoa agentes em Pernamnuco a uodicao geral.
Para tratar em sea escrlptorio a ra do Apollo o. 38 a 10.
Dr. R. Viuroa
Medico operador e parteiro, recen-
temente chegado da Europa, onde de-
dicou-se a cirurgia, partos a especial-
mente as molestas e operaedea de vas
gento ounnartas, tem o seu consulto-
rio roa do Vigario n. i, segnndo an-
dar, onde d consultas du !|2 dia aa 2
horas, gratis aos pobres.
Pode ser procurado a qualqaer hora
do dia ou da noute.
Roa do Vigario n. 1.1* andar.
m
Entcenho Solelade
Este engenho simado na ribeirt de Gitituba,
a margera do rio Caroaisgibe, de grande extenso
em terrenos os melhores que se podem desejar
para a cuitara de eaonas; me com agua e tem
proporedes para se levantar mais dons engenhos
d'agna guarnecidos com ricas mattas. Esta pro-
priedade vende se en arrendase, e tambero dase
terrenos para levantar ootros eogenhos pelo lempo
qae se convencionar : a tratar com seu propie-
tario ao largo do Corpo Santo n. 17, primeiro
andar.
Atten tai i ju
o dia 4 de agosto do anno passado nosentou
se do eoReobo (lamaragibe o escrito Vicente, q
idade 40 annos, cabra, de ahora reguiir, tam
todos os deotes, e sao limados, tem okiatriaes do
ferida que leve as peroas, tem manenas Lrao
cas nos ps e as mos, bem ladioo que costana
involver-se em presepios, julga-. Muntes de Una ou em Goyanna por ter la paren-
tes : roga se as autoridades ou a quem o apre-
hender leva lo ab Reeife ao Sr. J >% de Sjs
Barreiro', na ra da Cimpanhia. Pernambacacs
n. S, qne serio generosamente recompensad')-.
Aluga-se
por iit mensaes a ca< nha'o. 10 do becco di Ad-
qae, fregaezia de S. J,t : a tratar na ra da Ma-
dre de Dos n. 16.
Prepos
Em viriude de novas crdeos dos fabricantes,
vends-se ludo a prego, baratissimos : no arma.
zem do vapor francez, ra de Bario da Victoria,
outi'ora raa Nova n. 7. -
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel de Oliveira
Ferreira Gaimaraes, natural de Portugal, cidade
de Guimaraes, a negocio ds sau interesse, em vir-
lade de cartas recebidas dalli : na raa do Impe-
ra tor. ioja n. 54. ___________
MOFINA
Sio..., sio..., nao ouve?
Roga-se ao Illro. Sr. Ignaeio Vieira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, a
favor de tir raa Duque de Caxias o. 36 con-
cluir aquello negocio que S. S. se comprcmetleu a
realisar, pela tereeira chamada desie jornal, em
flus de dezembro prximo passado, e depois para
Janeiro, passoa fevereiro e abril, e nada com-
pilo ; e por este motive de novo chamado para
dito Um, pois S. S. se dte lembnr qae este ne-
gocio de mais de oito anuos, e quando o seohor
seo filbo se achava nesta cidade.
7.8.U0.
O Sr. Jos Alvos Machado Guimaraes, pela se-
gunda tez chamado a vir roa do Imperador n.
28, a negoeio de sea particular interesse.
Cosmhiro
No collegio da Conceicio precisa -se de nm co-
zinbeiro.
- -- ... .
Yeneravel ordem terceir de
N. S. do Oarmo
Em neme da mesa regedora convido a todos os
charissimos irmaos para comparecerem no d a 16
e 20 do coi rente mei no convento de N. S. do
Carmo, aQm de unifirmUados assistirmos as fes
tas de N. S. do Carmo e Santo Elias, para as quaes
fomos convidados, e somos obrigados pelos nossos
estatutos. *
Secretaria da vensravel ordem tereeira do Car-
o: 12 de julbode 1872.
Antonio da Bocha Accioly Lins,
__________________________Secrrtano.__________
Precisase de urna criada livre ou escrava,
que compre e cozinhe : na travessa de Paysand
defroDte a estrada que vai para o Hospital Por-
l toguez, sitio em que est collocado e cbafariz.
f-glHa-J'fZ&T-'JJ&f&JzwT^
:r>v%i
('t/f-Vi1
*VS&^'VS^%%%

tTi
f%\
CAUTELA!
MEURON&C.
AVISitM
'231
MeTai
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qnizerem do verdadeiro REA
FREA, devem para nao serem engaados ver que
o botes tragam o nome de MEURON Se G, e a desig-
nado de REA FREA*
MEURON tC.
Interesse
O Sr. {os Alves Machado Guimaraes queira ter
.ajrandad de vir a raa do lj)perad*r a. 28, a
negocio de sua conveniencia.
Ao commercio
Os abaixo assigaados declaram ao publico e es-
pecialmente ao corpo do commercio que nesta
dala eompraram o Sr. Joaquina Goncalves de
Aravedo Maia, o sea deposito de pao e bolacha,
sito no largo da Penha n. 8, livre e desembara-
zado de qnalquer debito que possa apparecer
at esta data.
Recite, de julho de 1871
Joaquim da Silva Salgueiral & C.
Escravo fgido
Auseptou-sa desde o da 14 do crrente o preto
creoulo de nome Rodolpbo, idade 26 annos, ponco
mais oo menos, estatura regalar, olbos vsgos e
tem era geito no andar; foi escravo de Loiz de
Oliveira Lima, hbil, sabe lere costuma intitular
se como forro, tem andado pela Soledade, Cisco, e
caminhos de Olinda ; quem o pegar traga-o na
ra Direita n. 16, que ser recompensado.
Desde o dia 6 de Janeiro do auno passado
qae ausentoa-se da casa de sea senhor na ra da
Cruz, a escrava Thomazia, crioula, com 26 a 28
annos de idade, baiza, corpolenia, cabera chata,
beicos gressos, mos bem fetas, com as juntas
dos dedos calejadas, -peitos grandes, urna marc
redonda em um dos brac.es, ps meio chales
desconfa se andar por estes arrbaldes acontada
por um Portogaez, jatem sido encentrada em Ca-
xang e Jaqaeira : roga-se s autoridades oo a
qnem a apprehender leva-la roa da Cruz n. 23,
ou ra de Hortas n. 14, qne serio bem recom-
pensados. ^^^ _____
111% 1IO
Precisa-se de um bom criado para casa de ho-
mem solteiro, paga se bem : na ra do Mrquez
de Olinda n. 20.
Ao commercio
Os abaixo assignados identifican) ao respeitavel
corpo do commercio qae eompraram ao Sr. Mar-
cos de Aloeida Lima o estabelecimento de mo-
lhados sito no pateo do Te re. o n. II, livre e de
sembara^ado de qualquer debito : quem se julgar
com direito ao mesmo queira nestes tres das en-
tender-so com o Sr. Marcos de Almeida Lima. Re-
cite 4 de julho de 1872.
Minervino Francisco Lobo.
, Francisco Igna.'io Lobo.
L-rixi
ra^jtf^rtFS?^
TRJLHOS URBANOS
DO
Recife Olinda
e Beberibe.
Tendo sido rochado o cofre em que se guar-
davam os bilhetes, na estacao di Varadoaro, em
Olinda, qne eram all depositados para serem
vendidos; e, conviodo evitar que sejam aproveita-
dos por quem possa tllegalmente estar de psse
desses bilhetes, nao serio recebidos noe trens des-
ta companbia, de segonda-feira (lo) em d ante,
oa bilhetes carimbados com duas armas, por se
aebareu) venda desde j, para passageos, bi-
lhetes carimbados coro orna so Arma.
Escriptorio da companbia, 11 de julho de 1872.
O director, gerente interino,.
j ____________J. F. S. Porto.______________
lrocam-se
aos du calas Bliaes do banco do Brasil, com
oeqneno descont : oa Ioja da raa do Mrquez de
Olinda n. 58.
O abaixo assignado faz ver ao respeitavel
corpo do commercio qne nesta data comproa ao
Sr. Jos Times Pereira a sua taberna roa do
Rio, no logar denominado Torre, livre e desemba-
razada de qualqaer debito : se liguen te jalgar
eredor apresente-se dentro em tres dlai. Recife
Hdejofbode 1872.
Jos Rodrigues Canboto.
Fugiraro do engeuno icihhiiimiu, lieifuezu
da Escada, os escravos Rufino e lgutz, na ooite de
12 para II do cqrrente, os qaaes te^m os ign**
seguales : Iturloo, cr fula, estatura regular,
corpolento, ps mal fritos, falta de denlos na fren-
te do lado de cima, 23 a 28 aanos de idade, ol'aos
regulares, nariz chat\"csbellos csrapinnos, levuu
roupa de bnm; Ignez, mulata claia, rosto laif >,
olhos salientes, alta, secca, ps grandes, eaoi I' i>
carapinhos, nariz chato, tmt oteravos sao ca-
sados e pertencem ao abaixo assigoado, que gra
tifi :ar ganerosameote a qaeo o a;ipreheuder e
levar ao re [trido eogeobo.
Manoel Catileante de Aiboqnerque.
Jos Uaria Paimeira fu scieate ao c:nitcfr
ci desta praca e ao publico em geral, que (o
pago todos os seus dbitos, e quem se julgar c;,
dor por qualqaer quantia dirija-se a) seu es:r i
torio, largo do Corpo Santo, que s.er prompii-
mente pago, e declara mais qae nao tem fra de
sea poder letras de seo saque oa como aceitan'
ou enditante, qaalquer titulo oa documento que
apparca falso ; faz igualmente publico que ioj
casa de retalbo na raa larga do Horario o. 7,
sob a firma de Palmeira & C. etn que e socio d
industria e nico gerente Manol Jos dos Santos,
nada deve, e os qae se jolgarem cred^res i o J--in
mandar recebar suas importancias qae (i) pioiip
lamente pagos.
Contina (ugido desde 18 de uaie do cr-
reme anno o escravo Benedicto, de idad-i d? 10
aanos, crioulo bem p'eto, estatura regular, ps
grossos quebrado, anda sempre com um ave-l
comprido desde o pescocoit a cintura, an.'a ves-
tido de calca de brira pardo e caoiisa de cu ta,
levou toda a sua roupa em um balaio de viuho
champagne cora a competente lampa, e consta es-
tar em orna das casas das freguezias do Recife,
Sanio Antonio ou Boa-vista : por i-to roga se a
todas as autoridades pjl.ci.es e pessoas particula-
res qae o prendara para ser catrege ao sea se-
nhor a ra larga do Rosario o. 10, notica qae foi
do finado Pinto. E desde j protesta-se proceder
contra quem o tem occulio, graiifieado e P'6' dc
qualqaer despeza quem o pe(ar^_____________
A!uga-se at se'.embro da 1873 o andar
do sobrado sito ra da Aurora n. 70, l-.ndo co-
cheira, estribara, agaa, giz e esgoto : a trnt3r oa
mesma ra o. 81._____________________________
O abaixo assigoado laz puhhco em geral que
d'ora em diante deixa de aesiguar-se por losd Au
tonio de Carvalho Jooior e sitn p.r Jos Antonio
da Costa Carvalho.'
es cm; a.os tug'i
RJMMK'rkm m> du 13 d. n > *-
tx> ;<*. 4c C I
F.sr. os -'foinlf :
IX ni iil-, de IB ai.BO* p-*C' na 1 na)
ooi-, altura (tguii; cotia d<> curpo, U*m Settt ie
i< < u \ en carra* a'g'-n< d.w que io i ua.l -,s "< i.t % t, \>m
,-tt-i i:.> .brun--' na eatfr ; lo
(- J.',.|uia. hh.ei da O ni. i* P.j |j F:
d' xnlc v. u; para r v.cdiiiw
E' 2 srguuda trz qae di*apj,ar.fe f.|i e'travo -
yod r J.. kb.iio ..--iji-do, -rtdi> qOf a Btievi-
'i fji pre-o wn S. J >; da lof azora, j-U, jm
j\$ i-r ido para o niesmo legar.
Jo*', qae rapres-ota l^r i *in *, m.| aras,
secc.i do cTp, br.cis i rra ejru, rola tm-
prid, Com rriirca .i- lM-.i|a'. aidoi f>-i**A*
vivi., nriz um i LMa b<* f A nm
piiuco gago, loca vitl* e^^^^Hpf{r >
civc de um padr, ja I. .r naUfa! da
'villa fe S loio ca S Thi rtl-. > Carkn.
Anionio. finaliiflnif, i altera e ro-to regala-
res, cor fola, coa 22 anao*. tweo friw < mr.
(- e prn*s, olh^-^ vi-iircid.*, naru t-it h
Lila mansa, ero falla de dtatra na Innla, trU
agora bncaod<', ia lar i4 enrav de Lo.z f*-
dn.sj, m.rador n> rio Pirauna* ertlo_d Pisne. fui tambis rave Cvpr">-
no Bezerra Leiu, por ci ja rccora.ie o vadea
o Sr. Uareeilinu Fiaocue Altes a Mva, m
Reeif.
Rag.-jo autoridaiea pnlwiaea e eaaftide
eampo a ca;ina dos ravos acna.p d a4
ser elles eniiegaM ao baixe iMgaaio, >-
geoho cima, ou no Recift, ru.i da M-d.a de dea*
n. 36, 1 ludir, e d., (jj-nnadu a. 47, aJW sai a
genir. sanenle gr;tifl,-.adi qu*rn qorr ojne appra-
hen la os eciivr>- rf-f-rU.x.
____________Xaiu-fl IhJr.gHt. d Sien Cmm*':
__Pcisi-s \ie ura ho-
fBen!, forto e siifo, ??-v. dis-
tribuir este mD.i u* no i.;-
tricto de Aplpu"o, pog:!,*<)-
^6 bem ; nesta tyfrOftrt|>hl;i.
Agrade cimento
N- .tbaixo >s-ignai!ii> e pa'*%g>iro rvcea -'
a los 2 mu cidade doHcrt-, na b r.-a Ante!!*,
Miaramos ao rosso dever deixaeaecoe d* dar
um publico t-sirinuoh de crtieao, plv cana-
Ibeinsmo eaffabilidade que o f Im. Sr. katotl Ca-
-imiio l'ucl.-co, d gni-uii i c;pitao 4t*t bar *.
heifl r dio o Sr. pii'io da ine-ra, a- 'Ora-
ran dmanto a viapaam, o qoe ei altaaaeai* r-
coLliecilos pnbcauw*, e iM'aquir -ir-a de sa-
tifacau aos lllici. Sik. pripriei.rv- do ret
navio, a quem lejo a honra d* f^.-i'-ir p-i*
boa esculla d's cavalnrl^i, qoe fc'io d ;
des> moenliain diH-ll rnc^rg- d>u> cj^.u->^.
Hec.f*. li de julho de 1871.
Mau-.el Fiao'jseo IJ ulhi Ju*kt
Jusiibiaoo .Nbit' ii- ParUs.
Jo- de Parlas C
M noel da Costa S A ti ionio i!s OMr.
Julio Ccsai Argu.-i>.
1 lc.-c. iti dj fas Ba;t. a.
IBodie snihi. ersn UM.
D. Lioruna Bofa CaadiaU Hit-
goeira Pinto Doarte tirjva t Ma-
n el Francisco n-Mn-" c nvHa Kt
parecas e amigos e do sea i
n'.ndw par< aatia'in
e ao memento qae r-e!o prinnire
anivtr.-arlo do s#o ;
iiunda celebrar o< mstnz ta B-a Vi?:a p*\
h'jras da niinh do da 17 do corrala, pelo 'pw
nr.t cica desde j eu profondv reoau-'- m
Recife, ISde jqlh) de 187?.________________
Precisa-te de oiu pTtU p- seiv.^u > pT-
dara : na iua da Guil n. i.
COMPRAS.
mm
Troca-se notas do banco do Brasil e de sna
Qllaes na ra do Bario da Victoria n. G3, tntiga
roa Nova. Ioja de Joao Joaquim da CostaLetie .
Na Praga da Indepeadeucia n. 33 se compra
ouro, prata e pedras preciosas, e tambera se vende
obras de igual especie.
0 Bouquel das Damas
lina 1 de Sfarco n 14
Salad de cablleireiro
A' loj de miadezas, no Io andar.-
O Bouquel das Damas tem para vendar a sea-
freguezea um grande sortimento de pcifumanas
dos melhores fabricantes da Europa.
Um sortimento completo de .bra de tabello de
luxo, feilo ede encommenda, coja casa tem habis
artistas ; om dito de luva de Jcuvio, caix;uba
para costura, lbum para retrato, gravata do all
mo gosto para horrura e seohora, abotoadura de
collete, filas de seda de to las as cores, enfeites
para vestido, tem toda mercadera do ultimo gos-
to, om sortimento de flore* lisas de seda, e?parti-
ihos para senhora e lilet, e timbera ootros artigos
do nitimo gosto, que os freguezes visitando o es
tabeleciroento podero apreciar, alem dos precos
baratos, a boa qualidada das murcadorias. O sa
lo tem hbil offleial para fazer a barba e cortar
cabello.________________________________
Os credores da mana f>l ida de Feroando
Stepple da Silva sao convidados a aposentaren
com araaior brevidade poasivel enaeaaa dos s mi-
nistradores da dita roassa ma d> Companlna Per
nambucana n. 14 os seu- litlo, alai de p:o;e-
der-se a elassifleaco de crditos. Recife 10 de ja
Ibo de 1872.
Os adrninist'adore?,
Joiqoim Das dos Santos A C.
A caixa fiiil do banco do Brasil em
liquidarlo, paga o 37 dividendo de suas
aeces inscriptas nesta caixa, a razio de 84
por acelo : na ra do Mrquez de 01 oda
D. 49.
Precisa-se
comprar oa alagar om pequeo sitio na estrada
do Arraial que fique perto de alguma estacao da
via-ferrea do Caxang : no largo do Corpo Santo
n. 19, Io andar.
Moleque
Precisase alogar "om moleque de cerca de 16
annos, vindo de casa de tratamento, com gamatia
de conducta, para comprador e copeiro de om es
trangeiro solteiro : na rui dj Torres o 36, no
Recife.
Joao Pereira Pedroso Lima e Joo Fraucis o
Henriqaes fazem scieote ao respeitavel publico e
eom especialidade ai corpo do commercio, qoe na
presente data dissolveram amigaveimeote a socie-
dade qoe linham no estabelecimento de taberna
sito roa de Santa Thereza o. 60, sob a firma
social de Pedroso A Henriqaei, fijando o ex-socio
Heoriques na posse exclusiva do estaneiecitenlo
con todo activo e passivo, e obrigado sos liqi-
dacao como ni;o respon avel; retirando-se o
ex-socio Pedroso Lina pago e sal feito de seo
capital e lucres e descuerado de qualqaer respon
sabilidade. Recife 10 de jolho Je 1872
No antigo armazem
de agencias da ra do Imperador a. 16, errr,,
fe fff'Ciivameuie irwtn n>ado< e noto._________
COM-SE
moedas do ouro e prata na Ioja da ru do Mr-
qoez de Olinda n. 38. _______________ __
Con pra-e
urna rji'jva qae s>iba venler na raa-: da '' i
do eominei.dadcr Tasso, tu Crnz de Al na*.
m -'
C'intira-s^
joroaes a ai a arrob;: na ra la.f i do Rasar.j
i. li, futri. I etnrraj
Corpra-so litlos da (trida | : r
rna di Cri-?o n. 19.___________________________
ViMDAS. ~
l.(hras sfeilluas
Vendo-se no armazem de II. Loadgren, ma do
Commrrrio n. i.
fabrioi de panos de J. hhi-
gas, 8UC0PS o de J,
VignKs
Jolio Diibaul, na aasencio do Sr. J >-i Hhfi*,
acha-se encarregado da sna oillrma de r-iaaos.
roa do Imperador o. 35, ende o ocootrarai
fempn prompto para c(Ocrioi e inaafoes '-
ano-. Acba-se na oaesma casa, mi* andar, a
venda, grande qnanl drde de mns.ejs deptaaimd-
bons autores, e d varios pr
Cmpainhas elc-
tricas.
Ha para venler is perlences eorpr'etM para
cloc uampaiohis proorias p.ra qa. er cata
panicular ou es:..ii-.^ciiceuio pao :j aa faadi-
i^o do B^ wman.
PIANO
VenJe-se omjpiano de armario j osai-1,
porm era bom esudo, e moio barato,
proprio para quem quiT apprender, quera
prelendel-o dirija-se a Olinda roa do A-
paro n. 17 sobrado.
Quem nao comprar
0 qae Talle fSOOO por :>$30?
Meias iogleras mnio encorpadas para esa
a 5*500 a dozia, oa 500 rs. o par. .Na I ja das o
ponas era Tente do Livraaunto.
Vapor usado.
Vende se um vapor di 'urea de (paira uraflas,
de ptima eonslroccao, e era raai'o b: aso, pro-
prio para engenho de asiaear oo trnilaaar eaoro
mi-ier: a tratar no armazera n. 23 da iratessa
do Corpo Santo.
flV
I .'11
CAIXEIRO
Preeisa-se le om caixeiro eom pratica de labor'
na : em frente a roa do Vigario n. 2.
Estrada do Lucca.
Aluga-se aro sitio e casa com 3 salas, 7 quirtos,
cozinba fra, cocheira, estribarla e cacimba; o sitio
proprio para ter vaccas por ser bastante grande
para eriacao : quem pretender dirjase rna do
Vigario Tenorio n. 31, andar.
Ai!
Vende se om piaoo de mesa eom .
para aprender : na roa da Santa l-abel a. t.
Ni raa do Aleciim o. 20 vende-*
tallos gordas boas andadora*.
Bam
negocio
Vende-se- nata boa casa ierran tm caaos pro-
prios, eom 8 ooarlos, 2 salas, oasiaaa xtaraa, aan
grande quintal planudo e morado, sita aa Cajraa-
ga, rafias Creoalas n. 6 ; veada-na tamben par-
te de ana entra casa terrea, sita i raa da Trata-
ra o.^^Btraur oa roa 1* de aTareo a t A, 1*

UEBlVEL


ALTAS NUVIDADE
GRANDES PECHINCHAS
NA LA DO PAVAO
Na, ra da Imperatriz n. 60
^K^KJS* JK^ ^K^K ^K^K m)M(Mli!
IKELLER H.
Ra do Bonn Jess u. 55
Vendem
em follas para te-

DE
DA SILVA ft C-
as Testas do wez de jiinho
Preira da Sirra 4 C. tendo rocabido om grande sortimento de fazeodas c
eeda e algoalo, com os fadrps mais bovos que tem viado ao mercado, teem resolvdo
liqudalas, por presos moito baratos com o nico fim de agradar aoa seos numerosos
f reguezea e apurar dioheiro, de todas as aiendas se d5o amostras deixande penhor. oo
masdam se lat* em casa das Exmas. familias. ^ '
LASINHaS
O Pavlo vanda delicadas alsaciaoas de to-
das as cores coa omito lustro e delicada
lisira' matisidos a seda, proprias para os
eufeites e baba.linhos a i 15 JO covado.
Ditas listradasa seda, sendo as mais de-
licadas qae tem viada ao marcado a i^-500
o covado.
Delicadas laSsinhas coni rauito brilho e
1 istrinhas de sola a 10000 o covado.
Ditas com listras de seda larg > e muito
encorpadas, coa ieiicadas cores a 803 rs.
O covado.
Ditas moito delicadas com listrinbas de
seda a 560 rs.
Ditas send) bastante largas com listra os
lado, para os afeites e com cores muito
delicadas a 500 rs. o covado.
Ditas da listras miudinbas com fLs da
seda, que lhe d muito brilbo, teado de to
das as cores a 500 rs.
Gorguroes do la, de orna f cor, tendo
fazenda muitojnoderna a 400 rs.
LOiniias Ls.s da nma s cor, tendo de
todas as cre3 a.400 rs. o covado.
Alpacas lisas de todas as coros a 500 rs.
o covado.
Laasinlias de cores com delicados quadri-
nhos de seda tendo de todas as cores e sen-
do omito modernas a 800 rs. o covado.
Gurguro3s isues de liia, com delicadas
listrinbas brancas lavradas sendo oque ha
de mais novo ro mercado a 640 rs.
Delicadas alpacas de seda com delicados
padres e muito -brilbo, de gosto inglez
a 800 rs.
Delicadas Lidiabas de urna s cor, sendo
de todas as con&como sejam : verde e asul,
roxo lirio, ccV le canna, cdr de rosa, bran-
cas com listras da masma cor a 800 rs. e
40000.
Grande sortimento de fazeodas de todas
as cores, e diferentes qualidades a 320 o
covado e 400 rs.
Bareges do la trasparente tendo do to-
das as cores a 200 rs.
PUPELINAS
O Pov) vende as mais delicadas poupeli-
nas de verdadeiro linbo e seda, sendo com
03 padres li.trado% e os mais delicados que
tem vindo ai mercado, ba vendo de todas
as cores a 2|J0D0 o covado.
Ditas com dileronle* padr5e3, para ac
bar, a 10600.
Sedinbas de listras com delicadas cores,
tcido at rxis para lu o a 10100.
NOVAS SE JAS A 20500
O Pavao recebeu u na nova remessa das
oais liada.- sedas para vts'.idos com '<$ mais
liadas cores e mais delicados desenhos
nidinbs, era ama s (r, garantindo-se
que seda pura e q :e seria fazenda para
o.ai de 3o00, a nao se ter feito urna gran-
de compra e iiqu; la-sa a 23500 o covado.
GUGS PRETO
O Pavlo vende sempre grosdenaple pre-
to para vestidos sendo scQrivel a 10600 o
covado.
Di o bom cora ourel-a branca a 20000,
Dito muito oncorpados e multo ia.go a
20500 6 30100.
Di.o em tecido de girguro sendo fa-
zenda muito incorpa,da a 3000 & 40000.
Sed-i preta lavrada muito encorpada a
20000.
BRAMANTES PARA LENCOES
O Pavao vende soperior bramante de al-
godo tendo 6 palmos de largura, que s pre-
cs do 1,1/4 vara para que lengol, metro a
10600 ou vara 1080?.
Dito de liabo poro superior, muito etcor-
pado com a masma largura a vara 20400.
Ditos francezes muito finos a 20500 e
30000.
Pe^as de Hamburgo ti panno de linbo
com 20 e 30 varas e pata todos os presos
e qualidades.
Pqi de bretanha de poro linho, tendo
30 jardas, pelos pregos mais baratos qu
se tem fisto.
Peciobas de finissimo esguiao ou celesia
com 6 jardas a 70000.
Pegas de fi.isima silesia, tendo 30 jar-
das a 35^000.
Atoalado adamascado com 8 palmos de
larga; 2, a vra a 20000.
Dito de linbo soperior, a mesma largara,
a 30'00.
OU trancad* sea ser adamascado, mas
muito encorpardo a 10600.
Guardanapjs tanto grandes como peque-
os a 30031 a duzia.
ALGODAOSISHO.
O Pavo ve.de pecas de algodosinho
americano com 16 jaras pelo barato preco
de 30J'.O.
Dito muito melnor com 18 jardas 40000
Dito americano muito encorpardo com
20 jardas a 500JO, 505OC e 60000.
Dit < largo atarea/T, sando o mais fino
que tem vindo ao mercado proprio para
lencaa a jarda a 280 e 3;!0 rs.
D to enfestad) para lemioes sendo muito
encordado e cora 8 palmos de largura, a
vara a 10000
Dito co_a a ma ma largera, sendo tranca-
do e nnito e cerpado a 10280.
CASSAS FftAN:EZAS
O Pavao vende fioissiras cassas france-
sas, cora as mais delicadas, cores, sendo
listradas e de flores, fazenda chegada pelo
nlilmo vapor a 403 ra. o corado.
Ditas francezas fiaissimis padrBas mia-
dos a 403 rs. o aovado.
Ditos de diferentes os tos a 320 o
covado.
ClMBllUAS BRANCAS
O Pdvj van le combraias verdadeiras
com 8/2 varas cala peca, sendo fazenda
qae Vale muito mais dinbeiro a 40000.
Ditas muito finas a 50X>i) e 60000.
Ditas com 10 varas a 60JOO e 7^003,
PANNOS FINOS.
O PavSo tem ara grande sortimento dos
melbores pannos finos qae tem vindo a
este mercado, sendo preto do mais fino at
ao mais baixo, assim como ditos azaes,
verdes e cor de caf, proprios para palitos
e fardas, qae se vendem mais barato do
qae em oatra qaalqaer parte, por ter grao-
de porfo.
SAIAS.
O Pavlo ven le uro grande sortimento
de saias brancas muito bera bordadas, ten-
do 4 pannos cada ama pelo barato preco
de 45500. F ~
Ditos ricamente bordadas com 4 pacaos
cada ama a 60000.
Ditas j feitas com folbos macbeados
sendo muito fios a 30500.
Ditas da mesma porm mais abaixo a
20(00.
Ditas tambem j promptas sendo de laa-
sinba de cores com barras eafeitadas a 30000
e 40000.
ESPARTILHOS.
O Pavo vende os mais moda nos espir-
tilhos de todos os tamanbos e sendo os
mais modernos qae tem vindo ao mercado
a 40003 e 50000.
CASAQUINH03.
O Pavo vende modernissimos casaqui
nhos de seda preta, muito beta enfeitados
a 10000 e 20000.
Dito de croch brancos a 60000.
Ditos por terem algnm defeito a 30000.
Ditos de fil muito fino a 120000.
BORNU'S.
O Pavo receben om grande sortimento
dos mais riers borns, tendo brancos e de
cores que vende a 160000.
MEIAS PARA HOMEM.
O Pavao tem um grande sortimento de
meias croas para bomem qae vende em
dusia a40000, 50000, 60OOO at 100000.
Ditas para meninos de todos os tamanhos
de 30300 at 60000.
Ditas para senboras sendo francezas e
icglezas, tendo tambem moito encorpadas e
bastante largas de 50000 at 120000.
Ditas para meninas de todos os lamadnos.
TAPETES.
O Pavao vende tapetos grandes para sof
proprios para 4 cadeiras a 250000.
Ditos muito bonitos avelludados para
dnas cadeiras a 100000.
Ditos para o mesmo fim, ou para ao pe
da cama a 70000 e 80000.
Ditos pequeos para janellas a 40500.
Assim como grande sortimento de pan
nos de cro:h proprios para encost de
sof, de cadeiras de bracos, ou de bataneo,
ou de guarnido tudo por preces mnito ba-
ratos para acabar.
CAMISAS.
O Pavo acaba de receber grande sorti-
mento de camisas ioglezas com peito de li-
nbo para todos os precos e tamanbos, que
vende como pecbincba por ter grande por
C3o.
Ditas com peitos de algodo das mais
baratas at as mclbcres qne veem ao mer-
cado.
Ditas francezas de cbitas miudinbas com
os mais delicados gjstos.
Ditas de meia de algodo e de la.
LENCOS.
O Pavo vende finos lencos de cambraia
branca abainbados, em dazia a 20iOO.
Ditos finissimos tambem abaraados a
30000.
Ditos com delicadas barriobas de cores,
garantindo se serem Ox is a 20000.
Ditos finissimos de cambraia branca, tan-
to proprios para bomem coa o para senho-
ra, sendo fazenda qae sempre so vendeu a
60000 e liquida-se a 40000.
LENgOS BORDADOS
O Pavo vende finissimos lencos borda-
dos para mo sendo do finissimas cambraias
de linbo ricamente bordado2, sendo fazen-
da qae sempre se veadeu a 40000 e 50000
e liqoidara-se por se ter feito ama grande
compra a 10600 e 20000.
CHAPEOS DE SOL.
O Pavo veude chapos de sol de para
seda com barras tendo de todas as cores e
sendo com cabos de canna e mnito leves,
fabricados no Porto, sendo fazenda qae
vale 140000 e liquida-se por ter ama gran-
de porclo a-100000.
Ditos com delicad.s cabos de marfim a
160000.
Ditos pequeos proprios para senboras
e meniaos a 80000.
Ditos de alpaca com armado de chapeo
de sol de seda a 40000 e 40503.
PUNHOS E COLLARINHOS.
O P.ivao tem grande sortimento de po-
obos & collarinhos de linbo algodo, pro-
prios para horneas qae vende por preco
moito barato.
CASINETAS ENFEITADAS.
O Pavo vende cortes de casinetas en-
festadas de alg:ida de qaadros, para cal-
cas pelo barato preco de 10000 o corte.
A mesma fazenda em covado tendo duas
largaras qae tambem serve para roapa e
vestidos de escravos a 6i0 rs.
BRINS.
' O Pavo tem grande sortimento dos ver-
daderos brins de angolla, prttprios para
calcas, colletes e palitos a 10003 o covado.
Dito muito buQito imitaclo a 800 rs. o
covado.
Brins brancos de liabo dos melbores fabri-
cantes que tem vindo a este mercado, da
10300 a vara at 40000.
Brins de cores pira todos os precos e
qualidades.
Ditos pardos de 640 rs. a vara at lWO.
Dito pardo liso moitr encorpado, para
roapa de escravos a 400 ri. a vara.
I
Ferro gmloido
Ihu.
Lite condnsalo..
Cognac Martineta.
Vioho d Brdeos om calas
Tommard
VoimiT I
Haat f terne
Peoillac
Vinbo do Rheno :
Schvlacnberger
Kiidesbeimer Berg
Hochkeimer Berg
Marco Crnmer asiese
Kaaembaler Berg
Steinberger Cabinet.
Libras sterliaas.
Vende-se no armaum de faxendas de Angosta
t. i Olireira 4 a. ra lo ComnMrelo o. 41
1
Qaando parece qne nio tu auif novidaOe' a
descobrir, nem objeetos de mais phantasia, alo
dos qae tem apparecido at agora, eis qae a Nova
Baperanea recobe os mais elegantes e mais mo-
dernos, de forma qae indispensavel aot apre-
ciadores do bom apparecerem constantemente n j
dito esubelecimeoto aflm de nsarem o qae tu de
mais cbiqas no mando das moda; agora mesmo
a Nova Eaperanea receben os em tao grande
qaantidade qae mesmo oao sabe por onde come-
car ; pelo ultimo vavor chegado da Europa aca-
ba receber os seguales, anda nao vistos neste
mercado, como sejm:
Meos adorecoa de tartaruga.
PoJsoiraa o crazas de tartaruga.
Lindissioios pincenez com arcos de madreperola e
marBm.
Delicadas beogalas de onicornio, (a mitac,o)
Bonitas guarnidas de seda para senboras.
Lindos chapeos de paiba escara (aovidal).
Esses artigos nao se pode fazer nma idea del-
les sem qae sejam vistos ; por isao a Nova Espe-
ranca ,a rna Daqae de Caxias n. 63, apressa-se
em convidar a todos geralmente, o com especial)
dade ao bello sexo para vir apreeia-los.
I
9IIUU1TE
Queris fazer nm presente ?
Queris preparar om vestido ?
Queris ter um bom cheiro em vosso toocad^r t
Queris nm lindo leqoe de qaalqaer qualidade ?
Queris um lino oleo tonieo oo banba para vosso
cabello ?
Nao indaguis nem procuris em ontra parte, por-
que correris o risco dejvos cansardes e nao en-
contrardes; dirig vos logo a Nova Esperanza, roa
Duque de Caxias o. 63, onde taris a certeza de
acbardes e por prego rasoavei.
Nova remessa
Aqnelles engranados peoes qae dansam
quarto de hora mais ou menos, mostrando di ve'
ses caracteres, a Nova E-peranga receben ultima-
mecte. ____________
Nao se arrependam
E' c'erto qae qaalqaer pe-so^, qaaado compra
om frasco de extracto, banba, oo oleo, om enfeite,
om lenc.0, orna Ota oo ootro qaalqaer objeclo ,
desaja qae seja bom e da moda ; porn, qaas
sempre temos o desprazer de ver easas pea-oa9,
desgostosas e arrepeadilas, e porque ? por nao se
dirigirn) a nova toja da Magnolia, rna Duque de
Caxias n. 45, qae qaem Ibes ple snpprir de
boas extracto?, de nm lindo enfeite, finalmente,
daqnillo qae houver de melhor e de mais elegan-
cia no mando das modas.
Soffrera' qaem quizer
Qaantas pessoas vsmos soffrer de nervoso, e
com espenaiidade as mos I os anneis eleircos
de Royer, cura infallivel para semelbante mal,
e porqut se nao faz oso dalles ? tal vez essas pes-
soas Ignoren] o sea effeito, e qae a Magnolia, roa
Duqne de Caxias n. 43, recebeu desses collares,
e deseja que cada ama dessas pes-oas comprem
o seo, alia de ver-se livre de nm mal qae na
realidad tan iocommodo.
MACHINAS
CE
COSTURA
Cbegaran ao Bazar Universal da raa No-
va n. 22, na sortimento de machinas para
costura, das melbores qualidades que existe
na Americj, das quaes moitas j sao bem
conhecidas pelos seos autores, como sejam;
Weller & AVilson, Grover 4 Boka, Silen-
ciosas, Wead e Imperiaes e ontras mu i tas
qne com a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo que trinta costureiras podem
fazer diariimenleecozem com tanta per-
fei(3o como as mais permitas costureiras.
Garante-se a sua boa qoaiidade e ensina-se
a trabalhar com perfeigo em menos de orna
hora, e os precos s3o i3o commodos qne
devem agruiar aos pretndenos.
LOJA DE JOIAS
Esquina da rna do Cabuga n. 11
Confronte ao pateo da matriz de 8anto Antonio
O dono deste importante ettabelecimento acaba de aonnosM-lo, eoriqpacaodo coa
om grande e bello sortimento de joias modernas, e de apando goslo coso tejan : Bo-
nitas cazoletas e brincos de onii, brilbante e podras preciosas, etc., cootintt a ncetm
de Pars, por todos os paqaetes novo sortimento, 6 encarrega-se de mandar vir qualqww
encommenda. Convida-se as Exmas. familias visitaren) o dito iHiliilawwlo qatt
estar aberto noile at 8 horas. Vende-se por precos mol commodos, e faraan-M a
qoaiidade do onro.
SEGUROS CONTRA F0(0
IMPERIAL
W. G. FENNELLY RA DO GOMMERCIO
ANDAR
GRANDE
Fariha de mau iioca
Superior ( muito propria para rr.psa, era barr
ricas de faria de trigo ; a 1UO0O rs. a barrica
nos armazen s de Tasso Irmaoo A C.
Nao ha mais dnvida
Qaem tem melbores e mais modernos artigo
de moda e ph~ Caxias n. 49 ; pois que acaba de receber, alm
de oatros milites objeetos qae se torna enfado-
nho mencionar, os seguiates : meios adertcos de
madrepertla, brancos e de cores, meios ditos imi-
tando coral, agulheiros de madreperola e marfio,
ernzes de dito e dito, balalos com preparo.- para
costura, cintos modernos (uovididr) cbapis de
palba de cores para seobora, bengalas de un
cornio (mitaca ) Com dab de madreperola, rica
camisas bordadas para senhora e para bomem o
aderecos de marfim.
Na Magnolia
E' geralmente a reosla que se d, qaando al-
goem pergunia, onde encontrarei nm lindo sorti-
mento de leques ? urna rica caixinha com msi-
ca para costura 1 um lindo lbum ? om objecto
de gosto para fazer um prestle ? onde pederei
achar um completo sortimento de objeetos de mo-
da e por pregos commodos ? sempre a res-
posta, na nova loj da M?gnolia, roa Duque de
Caxias n. 4o.
A lj&OO.
Vende-se 'apatos de tapete peb barato preco de
U :'venham ao Rival do Recife o. 50 A, loja de
roiudeza.
Padaria
Vende-se a padaria da Casa Porte, pertencente
a Gabriel 0. Campo: pira ver na mesma, e para
tratar com "asso Irmaos & C.
Em ca
mercio n. 9 ba para vender :
Agua de Vichy das fontes Haabeiwe, Celestins,
Grande Gr lio, Hospital e Mesdame?, em caixas
de 50 garrafas.
Agua de Cbateldon, excedente agua de meza,
em caixas da 50 carrafas.
Agua de Vals das lonts Prstense, Migdaline,
Desira, Sai te Jean, Rigolette e Donimiqae, em
caixas de 24 garrafas.
Ccgnac diis marcas: Blancby frres & C.
Royer Goillet & C.
Martel frres de Velros.
Nao ha. mais cabellos bran-
cos.
Tintura Japoneza.
S e nni:a appravada pela academia de scien-
cia, reconhiicida superior a toda qae tem appare-
cido at boje. Deposito principal ra da Cadeia
do Recita b>Je Marqaez de Olinda n. 51, 1* an-
dar e em odas as botica? e casas de cabelle!-
reiro.
Verdideiras bixis h;m-
bur^uezis
Unicp dej osito em Pernambaco : n. 53 roa da
Cadeia d. 5), priineiro andar.
!
Claro, pi rificado e trauspareDte,. em barricas
grandes de 10 e 11 arrobas, o melbo'r que se pode
deSejar par. o fabno do sabSo : nos armazens de
Tasso Irmaos A d. caes do Aplllo.
Farinha de milho.
Vndeso finnha de milho raoido a vapur, dia-
riamente, pelos prec.u3 seguintes: grossa para
migunz a !0 rs., dita para anga, pintos e passa-
riobos a 10C rs., para cangica o pao de Provenga
a 150 rs., e para cascas a 140 r.-., em arrobas
mais barato : ca ra do Cotovello n. 25.
LIQDIDAOAO E M
Liquid
lecimento, ha
das entradas.
N.2D
O CORAQlO DE OURO
i suas joias por terde acabar o estabe-
grande redueq3o mesmo nospre<^>s
Ra do Cabug
N.2D
mmmm
O BAZAR NACIONAL
proprietario do Bazar Nacional, Learenco Pereira Meodes Gaimaries, declara ao
respeitavel publico qae recebeu gran le sortimento de fazeodas, para soa loja na ma da
Imperatriz n. 72.
Cuidado.
Os collares Royer, sao privativos das convnl-
soes n>s triangas e garanta do feliz desenvolv-
ment della?, porm, mister que sejam verda-
deiros e novos : multas vetes, vemos pessoas c m-
prarem e nenhum resaltado obter, porque 1 por-
que nao teem o cuidado de procararem dos ver-
daderos, assim a Magnolia roa Duque de Ca-
llas n. 45, que recebeu desses collares, e olTe-
rece ais pais de familia garantindo-lnes o real
desenvclvimento de seo effeito.
UTA PAR TOBOS
Todos devem cortar daqoi este aunando e tra-
ze-lo na carteira oo livro de lembranca, como cen-
sa de grande uliliJade,
JOKQUE ;elle
indica onde com certeza se pode encontrar oo eo-
commendar om bom presente qae de improviso se
qaeira mandar a qnaljner peesoa,
ASSIM COMO
indica elle onde se poder encontrar nm fiambre
bem preparado, nma empada,am gatbeaux de la
reine, nm maug ib, um puding, nm bolo fino, nm
pi de 16 e nma infinidade de bolos e pastis di-
versos, proprios para lanche, sobre-mesas e mo-
rondas.
ALEM DISSO
inlica mais onde, se encontrar sempre : fruetas
do tempo tanto naelonaes como estrangeiras, doces
seceos e em calda nacionaea e esirangeiros, licores
e vinbos finos, conservas alimenticias e excitantes,
bolaxinbas e bolinbos para cb e cairos amitos
objeetos qae se tornara por demais enfadoobo a
soa inteira discripijo
FINALMENTE
para qae se possa fazer nm juizo aproximado
SO" INDO PESSOALMEiNTB
a confeilaria do Campos.
Roa de Imperador n. 21.
Tome-se bem a caatella de qae, a frente deste
estabelecimenlj se acba coltocado om lampeo qae
se conserva aeeso noote, at s dez horas.
POTASSA
Da Rossij, nova, em barris inteiros e meios :
vendem Per Jira da Cuaba Irmaos, rna do Mar-
quez deOliida n. 21.
A2000
O Rival do Recife receben grande ortimen'.o
d coqnes us mais bonitos e modernos que tem
vindo ao marcado, os quaes vendo a 2000 por
(er grande cuaniidade; venbam a rna do Marqaez
de Olinda, aitiga da Cadeia n. 50.
Grande pejhiuc.ha.
Colletes d casemira, mnito boa fazenda e lin-
ios padrSes a 3$, ditos de brim crneo superior
H paleiots brancos de fusilo a 4/: na rna do
Baro da Vi itoria n. 14.
NOVIDADE.
Vende-se ftislao brauco para vestidos d
senhora e roupa de menioas a 360 rs. o-
covado.
CASSA FRANCEZA A' 240 RS.
Vende-se cassas francezas para vestidos
de senhoras e meninas 240 e 320 rs. o co-
vado.
LAS1NHAS PARA VESTIDOS A' 160 RS.
Vende-se lSasiahas para vestidos a 160,
240, 400, e 500 rs. o covado.
CORTES DE CASSAS A* 20400;
Vende-ss cortes de cassa de cores 20401}
para liquidar.
CHITAS FINAS kY 320 RS.
Vende-se cbitas francezas finas escuras
e claras a 320 e 360 rs. o covado.
CAMBRAIA TRANSPARENTE A' 3.JG00 A
PECA.
Vende-se peca* de cambraia tran-prente
Qnas a 300O, 305OD, 40OOO e 50000.
Pecas de cambraii Victom a 30500,
40000,-45500 e 50000.
ALPACAS DE CORES A 440 RS.
Vndese alpacas de cores para vestidos
a 440, SCO e 640 rs. o covado.
TIRAS E ENTREMEIOS BORDADOS
20000,
Vende-se ntremelos e tiras bordadas
para enfeitar vestidos brancos a 20000 e:
20500, 3000 e 40000.
SAIAS BRANCAS A' 20000.
Vende-se saias brancas e de cores para
senhora a 20000 e 3000.
CHALES A* 10000.
Vende se chales de 13a a 10000, ditos de
merino estampados a 20000, 30, 401 50.
LENQOS BRANCOS A I05CO
Vende-se lencos bran;os com barra a
10500 a dusia, ditos de linho a 2#000
40000 para liquidar.
CORTES DE BRIM A' 10500. para
Vende-se cortes da brim de cor
calca de hornera a 10500, cortes de gaap
a 10000, brim de cor a 320 e 400 ra. o
covado.
ATOALHADO A* 10000.
Vende-se atoalbado para loalbas a 10000
e metro.
Bramante de 10 palmoa de largara
10800 e 20500 o metro.
MADAPOLO A' 3*300.
Vende-se pecas de madapoln a 30000.
40000, 405O(, 50000 e 60000.
COBERTAS DE CHITAS A' 20000.
Vende-se cobertas de ebria a 2#0o
eada orna,
ALGODO A' 30030,
Vende-se pecas de algodiosiobo a 30000
40000 e 50000 a pee.
ROUPA FEITA.
Vende-se camisas brancas 20OCO, i#ft00
30000.
Seronlas a 10000, 10500-a 20000.
Palites de panno preto a 5*000, 70000
e 100010,
Palites de alpaca preto a de coras a
20500, 3t5000 e 305CO.
PERFUMARAS PARA LIQUIDAR.
Venle-se um frasco coa pomada fraaed-
za a 200, 320 e 500 rs.
Vende-se om saboneta fino a 200 a 32*
Vende-se am frasco d'agoa de cologne a
240 e 32) rs.
E oulns muitos extractos finos qoe
vende sem reserva da preco, no Bazar ra
cional, na ra da Imperatrii n. 72.
.0 verdadeiro Portland : s se vende na
roa da Madre de Deus n. 22. armazem de
Joan Martins de Barros.
Desf ppareca o nervoso
Os homen- que soffrera de nervoso as mos ea-
cialmente quando escrevem inteiramente preju-
dicial ; mas, quereodo ver-se livre desse mal, ve-
nham a Nova Esperanza e comprem om annel
elctrico que o mal desapparecer; assim tambem
ssnbora ue soffrer de igual mal comprar
ama pnlser; elctrica e ucar perfeitamente boa
boa ; tudo ls-o s se encontra na Nova Esperanga
roa Diiqun de Caxias n 63.
E' pechlucha
Sapates de borracha para bom;m e
senhora
Taroaneos d > Port p.ara hornero a
Borzegu us para meninos a
Focos"de mirrcquim para meninos
Borzegnins c e cordava i para h>mem a
HO
1*500
UOOO
1J000
54000
Lehmann Frres vendem
libras sierlmas : a' ra do
Crespo n, 16, primeira andar,
lamancos do Poito
Vende-se tamancos do Porto para bemens, se
nhoras e rapazes, fazenda especial para a chova:
na roa da Senzalla Nova n. I.
ARMAZEM
CAMPOS
Ra do Imperador n. 28.
Kerosene
Da primeira qualidade, marcaDevoef ven-
dem Pereira da Cuaba Irmaos, raa do Marae
de Olinda n. 21._________________________\_
Venderse a casa terrea n. 28 d
lente, prxima eslacao das Cid
prateodeates podem axanwaar a
tratar do ajaste na Sjled
dea.Vieiraa. 6d.
A 4^500 rs.
Vende-se tacos de mallo bom milho : nos ar-
mazens ra do Amorim e caes do Apollo, de
esoa Irmao! & C.
Alerta!
Chicotes e rebenques
Acaba de ebegar do Rio Grande do Sal, mni
lindos chici-s e rebenques de transa e appare-
1 loados de piala, qae se vendem baratos para
acabar: no Itival do Recife. rna do Mrquez de
Olinda n. SO A.
Calcado do Porto.
faode-se lamancos e chinelas do Porto para
Nozes.
Batatas.
Arroz.
Palos.
Caf.
Figos.
Cb.
Msnleiga
Fiambres.
Prezuotos.
Salames.
Cbeurigas.
Conservas.
Sardinhas.
Amendoas.
Chocolate.
Aramia.
acores.
Docea.
Gelas.
Banha-
Rap.
Gaz.
Feijao.
ingleza e (ranee-
28
cea, aves em onservas,
cerveja do todasa marcas,
queijos do sertao, nrato, fia-
raengos, snisso e londrino,
leiie condensado, ararnta
em lata?, fruetas em calda,
charutos dos melhores fa-
bricantes, rniseat para so-
pa, azeito ddee, cebollas,
albos, toueinho e ama infl-
dade de gneros e aeepipes deleitaveis e por pra-
cos asss commodos, que s se visitando diaria
E' milito commodo |
pede aos adeptos do pra-
zer da vida, de virem ao
seu armazem aSm de
examinaren) o completo
sortimento qoe se acba a
disposicao ,do
O Campas, noieo qo
procura desvedad
agradar ao seas
zea a aatifo,
raudo que mnitoai
( o ptW.ro ftral)
deixam de vir ao m
armazem por amanea
mais late, pretia-aa a
mandar levar gratis ajatt-
qaer genero roaprade
em sea armazea, qawr
dentro da eidada ajaer
nos sens inaarbaa, aa#
qoe para aaae lai um
um meleqae apto!...
Finalmente
o Campos ai >
dar massada
tiahir e deleitar a
Respeitavel publico I!
BORRACHA
Rainha das fondas!!
Esia ndva invenjo de fundas a mais
de todos os tysiemas eonheeidos st bofi
do molas, nao enferrnjam, nem qaebram,
lam-se a lodosos movimentos do corpo.
para viagens a cavallo. Dnico deposito n
macia americana, de Ferreira Mala & C, i
qne de Caxias n. 57.
ii i iiia
l pe*
,:. p __.
Vndese dnas casas terreas aa
vessa da roa do Prineipe ns. 10 a
.... v ^-.- mente o armazem do Campos, que se ple crer I commode, pertencentes i Jos Cardoso
aomem, seob ra e rapazes, e sapatos de tranca de da qoe s elle o nico qae est habilitado a hilar com sea mano Goaoalla .Uvas Ta
soperior qual: dade; na ra da Senzalanova ou- a ( mecer, vontaie dos amantes da gaetroeo- ru da Praia o. tt, srmaaaat, dai
aero 1. [mia, puros t salwrosjs geros alimeotiflioa 11 diaale.
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4 J%r*&Akm Terqa feu-a 16 d Julho d IfTt
A DO DUQUE DE CAXIAS
(Oatr'ora do Quemado)
Esto lUboIecment acaba de recebr um importante sortimento de diversa la-
ceadas proprias para vestidos, sendo poupelmas de seda, sedas, I8as, percales, dilas con
barra* proprias para jabados, lindas cambraias crox, e em fim ama infinidade d'arti-
goe de moda, todo proprie pan a festa, o qoe todo vender por precos inteirament
raxoaveiti, tm conseqaencia de estamos prestes ao fim do anno, e o 65 n5o qoer te-
grande trabilho com o seo balanco, prerindo tomar dinheiro a fazendas, convida-s
portante ao respeitvel poblico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarJo por pre
eos qoe alo obterto en ostro qaalqaer estabelecimenio; em fim ver para crer
ROA DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Rival sern segundo
Roa Doqae de Camas n. 91, loja de
miodezas de Jos de Azevedo Mafa e Silva,
oonhecido por Jos Bigodinbo, contina a
vender tudo qne tem por menos do qoe
em outra qaalquer loj i, a saber:
Correales pretas de borraxa
para seooora a
Garrafas deagna Florida verda-
dera a
Gaixas com obreias le massa a
Frascos com macab perola a
Pacotas cem poz do arroz fa-
zanda fina
Pares de botoes de osso
para panno a
Sabonetes de bolla tiuito fino
a 460 e
Cartas de alfioetes de latao
fazenda boa i rs.
Carrtois de retroz preto com
i oitavas a
Capacho de palba milito boni-
ta a 600 rs. i
Frascos com oleo Ph locme a
500 rs. e
Pares de mpatos de trarjga
para menino a
Pessas de tiras bordadas a
500, 600, 800 rs. e
Frascos cotn agaa de Colonba
xuito boa a rs.
G matas pretas e de c5res a rs
Pessas de trancas modernas
Je todas as cures e todo o
preco
- Libra de areia preta maito
boa a
No vellos d linha con 100
ardas a rs.
Livros da missao abreviada a
Silabarios portuguezes a re.
Cartas cotn 100 con tas im-
presas a
Caixas com 30 novellos de li-
nha gaz brinca a rs.
Gaitinhas p;.ra meninos a 40,
60 rs. 6
Caixas com 12 frascos de
ebeiros a
Caixas com '3 sabonetes moi-
to finos a rs.
Pentes para segurar cabello
de menina a 200 rs. e
Chapeos brancos para bapti-
idos a 20SOO e
Copinhos com superior banha
200 rs. e
Frascos com oleo parsi cabel-
o fazenda b'na a rs.
Frascos com oleo Baboza a
500 rs. e
Frascos e g.irraflnhas de agna
le Colonba a
Frascos com verdadeiro azeite
para machinas a rs.
Redes com cantas para segu-
rar cabello a rs.
Latas com banha de Piver a
OO rs. e
Garrafas com agna Celeste
multo fina a
*&* #*** 8***
tm r o c o 0.0.0*3 Q
*iz!iui f
1*500
1*300
40
200
500
200
240
80
600
700
1*000
1*500
1*000
500
4(0
160
60
1*500
500
1*500
500
80
1*500
800
320
4*000
320
320
1*500
500
400
320,
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* 2
0

o
Ra de Duqre de Caxias n. 50
Receben :
Liadas caucionas com os necessarios para [mar-
car ronpa, sendo abetdano e numeracao, frascos
com Unta preta e encimada, pinceis etc. etc. o
que de certo novidade em tal genero.
Novos coqcies grandes com bonitos desenlio.-
viudo entre elles alguns enlejiados com filas e flo-
res ; assim como bonitos crespos.
Aderecos encamados de madreperola.
Croies pretas com eofeites dourados e entras
brancas de ebristai.
Smaocome
i Toalco especial coaira a calvlce
Com om bello sortimento de perfumara qne a
Aguia Branca acaba de receber veio tambem o
apreciadoSmaoconecujo proveitoso effeito
ja bem coohecido por quantos o tem asado e sera
anda roai? por aquelles que necessitam de saa
utilidad. O continuado uso do Smaocome d o
bom resoltado de impedir a queda dos cabellos,
faie-loj renascer e conservar o seo brilho natural
alm de qoe seu odor mais agradavel qoe d'ou-
tro qualqaer tnico continua a ser vendido na! oja
:da Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excelleote para acabar com as sardas, pannos e
espiabas no rosto.
Vndese a 2 o fraseo, na leja da Aguia Branca
roa Duque de Caxias o. 50.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-se na loja d'Agaia Braoca ra Duque
de Caxias o. 50.
Modernas e lindas casaquinhas
p-ir. senhoras
A agoia branca ra Duque de Caxias o. 50
recebeu urna pequea quanUdade de liadas casa-
quinhas de la branca primorosamente enhilada?
coro setim de core, obras essas tSo modernas
quao liadas. A prova dessa verdade est no apre-
co que ibes estao dando as Exmas. apreciadoras
do bom.
A Agoia Branca
NA
lina Duque de Caxias n. &0
recebeu bonitas bjlsinbas com necessarios para
crochet.
Agulheiros de os;o com agulbas e cabo para
ditos.
Papel verde liso e listrado para folbas de rosas
Dito de cores para flore?.
Dito fino verde e pardo para obrir os talos das
rosas.
Dito de cobre de cores para flores, sombra, etc.
Liadas bonecas enfeitadas, e outras com rosto,
toaos e ps de porcelana.
Modernos aderemos de madreperola.
Ditos de filagraua d urada com camapheos.
Ditos pretos, gosto ioleiramente novo.
Crnzes de madreperola.
Delicadas carteiras com capas de marflm.
Ditas pequeas proprias para lembranc.a.
AGUA DENTRIFICE
DO
DR. P1ERRE.
n Aguia Branca ra do Duque de Caxias n.
50, receben essa apreciavel agua dentriflee do Dr.
Pierre, cuja soperionde bastante eonhecida.
Colares Royer
ontra as convulqdes e a favor
da dentiqao.
A Aguia Branca ra Duque de Caxias o. 50,
I (J500, recebe por todos os vapores franeeies certa quan-
Udade desses apreciavels colares Royer, e por isso
est sempre provida dos mesmos. Ja 6 bem co-
nbeciaa a otidade desses colares Royer, e metmo
a oecessidade que ba das crianzas os trazerem ao
pesclo para assim estarem privadas das couvul-
Qoes, e cootarem com fcil denticio. Esses cola-
res Rbyer qae se vendera na loja d'Agaia Branca,
roa Duque de Caxias o. 50, bem merecidamen-
te se Ibes chamaraSalvavida das criancas.
DE JOIAS
ESMERALDA
Acaba de chegar a este eetabeleciment um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qnalidade que tem vinde neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pintaras finas, aderscos e meios aderecos com podras
finas, etc. etc.
Ra do Cabuga' d. 5.
Moreira DnartB & C.
2.8'
a
p a
B
S 9 m
s
a 35 o-
2 B
ti
i
O
?.s-s

-=;-,;o-=.

-oOMa.oOj.
ICA.O&iO. I O
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i
I
I
i
i
i
I
4#00 600-0$$ 0000
INMMIN
@ Adamson Howie
4 c. 9
Vendem:
Cerveja Biss, em Larris pequeos. '$?<
Superior cognac, em barril. /gs
Vmho Xerez, dem. H
Charutos le Havana. ,at
No sea armazem, roa do Commercio 'SS
a. 10. ,-jgk
Cimento.
O erdaleiro Pjrtland inglet; i se vende na
roa do Amoriai o. 39, e mai barato qne em ou-
ra qaalqaer purt*.
Viudo Branco
Vende-se uiaa jxcellente barra (cofre) feita em
t'anz : trata n;i ra Dlrein n. t6.
Arroz de casca
operior em saceos oui.o grandes'. das arma-
mude Tasso Irmios dt C.
Camisas tardadas para se-
Dhor.
Amaral, Natucti & C. vendem ricas camisas
bordadas para sethora, ditas para criaucas de i a
lOannoode iiad?, ditas para homem tambem
terdadas e lisas: ne Bazar Victoria n. 2, roa do
ario da Viettria o. 2.
Vende se
a roa Nava n.
usa mobilia
Si, loja.
toda de Jacaranda

Vendc-se
um sorado de dous andares sito ra da Moda
o. 19, e os terrenos qne ficam nos fundos. Tem
frente para a traversa da Companbia Pernambu-
cana e capacidade para dous armszens proprios
para recolhimento da algodo ou quaesquer ou-
tros gneros, por ser perlo do embarque : tratar
em casa de Tasso Irmos St C.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e superior : venda nos armazens
de Tasso Irmaos & C.
A verdadeira cerveja da Baviera, marca ban-
deira, de superior qoatidade : vendem Tasso Ir-
mos & C em sen armazem da roa do Amorim
0.37.
Liquidado.
Leillo de todo ou de parte do grande
armazem de tintas e drogas medtciaaes
da ra do Imperador u. 22. A impossi-
biltdade em qne est sea proprietario de
dirigir pessoal mente este estabelecimento,
qne pode aer fcilmente convertido em
pbarmacia, obriga-o a passa-lo a outrem.
Est bem sonido, nada deve, e nao
tem eompromisso algara, e por isso acei-
tam-se propostas razoaveis para o sea
traspasan.
Os preteodeotes dirijam-ae ao mesmo
armazem para ver o sen balanco, e abi
mesmo poder deixar s-uas propoetas em
cartas (echadas.
Meias de la
parahomens e senhoras
A Aguia Brauca rna Dnqne de Caxias n. 50,
receben mui finas meias de lia para bomeos e
senhoras, e como sempre vende as por preco cora-
modo._____________
Vende-se eoqoeiros pequeos no sitio do
Cafund : quem pretender compra-Ios dirija-se
estrada de Joo de Barros. ______________
ARMAZEM DOS LEES
Ba Duque de Caxias n. 29.
Os proprietarios deste bem montado estabelecimento scienrksm ao
respeitavel publico dtsta provincia que se acham com um variado e completo sorti-
siento de movis, tanto naciouats como estrangeiros, sendo estes escolbidos por um dos
sosios que se acha actualmente na Europa. O mesmo tem contractado com os melhores
fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas alli.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que Te-
nham visitar o estabelec'tnento, aonde encontrarlo a realidade do que acabam de expr'
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mngno, faa, carvalho, a-
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amarello, guarda louca de nogtieira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores dedto dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secretaria; da Jacaranda e mognocustureiras ae mogno, san-
tuarios, thears para bordar, bercos, lavatorios com eapelho, de pedra marraore e seus
pertences, cadeina privadas, bids; etc., etc., e monos ontros artigos que deixamos de
mencionsr por se;tcrnar enfadonho
MACHaT^
DE
SINGER MANUFACTURA COMPANY
!!
Grande reduepao de presos !!!
90^000. 90^000. 90*000
AVISO ESPECIAL
111
A alta repnta;o obtida pelas machinas fabricadas pelo
I iljll .II.l.tLI .tUILIlI.IU U.1
tem levado diversas pessoas a fabricar imitaces que ellas vendem quasi sempre sob
pretexto de serem ellas fabricadas pelo systema Singer.
i
fNENHUMA MACHINA SIS-
PER E' LECilfflMA SE
NAO LEV\ ESTA MARCA FIXA
XQ BRA^O DA MACHINA.
PARA EVITAR COITRA-
FAttOE* NOTEM-SE BEM
TODOS OS DETALHbi
DA MARCA.
MARCA DA COMPANHIA
A companbia, desejaudo proteger seas amigos e freguezes contra as imitaces, tem
adoptado a marca cima representada.
Previne-se ao poblico de n5o comprar machinas que nao revem a marca da
companbia.
W- H. CHAPMAN
IMCO AGENTE
N. 45 Ra do Imperador N. 45
Esponja
Pina* esponjas para toilett*, e proprias para la-
var aovis, vndese no Baiar Victoria, roa Nova
n.J. .
a casa da roa dos Gaararapes o. 11 : a tratar cotn
o commeudador Tasso.
Moeda de ouro
Na roa do Apollo n. 20 vende-se libras sterlioas.
Vende-se mantetga mglea a 500 rs. a libra
cu a 1*100 o kilo: na roa de Pedro Afloro n. 1,
outr'ora ra da Praia.
VENDE-SE
o estabelecimento deuomiuado ROY DTVETOT,
ca na ettreiu 4o Rosario n. 14, por sen proprie-
taHo pretender mirar-se para a Europa; o dito
ejtibtleclMito tem muitos commodos para fami-
lia a est bem aSreguezado ; a tratar ao mesmo.
jprros e vaquetas
ira da Canh Iraios a roa do
Marques de Onda n. 11.
9 9


?
w


!-
O
MUITA ATTENOAO
GRANDE REDUCTO EM PREQOS
Antonio Pedro de Souza Soares, com loja demiudezas na
raa do Bar&o d& Victoria n. 28,
PEDE AS EXMAS. FAMILIAS MUITA ATIENCO PARA OS PRECOS ABAIXO
ESPECIFICADOS, A SABER:
Sapatos de tapete para homens e
senhora a......
Duzia de talberes 2 B muito bons a
dem idem 2 botoes (com pequeo
toque) a.......
dem idem cabo de viado a imita-
cao a ...-. .
dem idem cabo branco era vados a
Duzia de pecas de trancas de cara-
col brancas a rs.....
dem idem lisas a rs.....
Grosa de botoes de osso pretos
e brancos are......
Duzias de pecas de cordao impe-
rial i rs........
Caixa de linha de marca a rs. .
Duzia de cartSea de linha preta e
branca are.......
dem de pecas de fita de Hubo chi-
neza a .......
Carteiras para notas a rs. 320 e
Meios aderecos pretos com cama-
feo (broxe e brinco) a .
Grande sortimento de espetos,
moldurado, dourado e unta-
dores de 2500 a .
Resma de papel pautado e liso a
30000, 30500, 40000 e .
Caixa de papel mizade muito
superior are......
dem idem beira dourada a rs.
dem idem de quadrinbos a rs. .
Caixas de envelopes de porcela-
na a re........
dem idem a rs. 400 e .
dem de peonas a rs. 400, 500 e .
Abotoaduras para collete, grande
variedade are......
dem douradas para punhos a rs.
Duzia de baralhos francezes a. .
dem idem idem canto doorado a
Lamparinas a gaz a .
Completo sortimento de fitas de
sarja, de todas as largnras, co-
res e precos. .
10280
505(X
40300
30000
30000
400
200
200
320
280
120
10000
400
10000
dem idem de velludo encarnaba,
pretas e ditas com beira bran-
ca .........
Coqoes de trancas modernos a MOOO
Diademas modernos a rs. 640 e 2J0C0
Mimosos loques de osso para se-
nhora a.......9|0-:
dem idem de sndalo com lan-
tejoulas a.......30000
dem idem a imitaco a 20200
Transparentes com paisagens para
janellasa.......110000
Bico de seda preto e branco peca
de 20500 a......' 7#000
Fita de setim Ma o escosseza lar-
ga, vara a......3J000
Collariohos bordados para homem
duzia a.......8J00O
dem idem lisos a.....TfCOO
Caixa de linha do gaz a re. 800
Garrafa de tinta roxa extra Pna a 10000
i Potes de dit.a ing:eza a rs. 100 e 100
Ferros para frizar, differenles pre-
os.........
PERFUMARAS
3)9500 Garrafa do agua-florida verda-
deira, a.......10300
40500 dem idem kananga do Japo a 10300
Frasco de oleophilocomeverdadei-
700 ro a........10000
800 dem idem antique a rs. 400 e -a*0
640 j Rosas com extracto a .... 10800
i Frasco com extracto de 10000 a 4000
800 Macos de sabonetes injezes muito
500, bonsars........ M
10000 Duzia de sabonetes de anjioho a 20000
dem idem de coraeso a ... I05CO
200 Pacotes com pos de arroz mui-
5001 to fino a re. 300, 400 e 500
20600 Caixas com dito mnito fino ka-
30600' nanga a........10500
10200 Frascos com agua de Cologne a rs.
500, 10000 e.....10500
Garrafas com dita o que ba de me-
I lhor a 30000 e.....40000
QUINQUILHARIAS
E urna infinidade de objectos que se tornarialongo mencionar.
N. 28 Ra do Barfto da Victoria N. 28
AC e ferro em verguinha.
ARADOS e grades para lavrar a trra.
BOMBAS americanas.
CAMAS para meninos, solteiros e casados.
CARRINHOS de m3o.
CHUMBO em cano, lenco!, barra e mooicSo.
COBRE em lencoes e armellas.
COFRES de M.lner e ontros.
COUROS preparados.
CIMENTO de Portland.
CHAPAS para cobrir casas.
ELECTRO-PLATE em obras finas.
ENXOFRE, limalha e salitre para fogueteiros.
ESPINGARDAS, rewoUers e pistolas.
ESTANHO, em verguinha e barras.
FOLHAS DE FLANDRES, grandes e pequeas.
FOGOES americanos e inglezes.
cj FORMAS para purgar assuear.
= FELTRO para caldeiras.
*** MACHINAS a vapor.
DITAS de lavar roupa e picar carne.
DITAS de cortar fumo, estivar algodio (macacos.)
DITAS de descarocar algodo mi e a vapor.
LEOS, azeites, sab5o e trinca!.
PAPEL de diversas qualidades.
PEZ S francezes de todos os lmannos.
PRENSAS para copiar cartas.
TACHOS estanbados.
ZINCO em folbas lisas e forradas.

I
II
o

e
Fazendas baratas
LENCOS de linoo Saos com barra de cor, abatana3o largo a 94 a ioxia.
POPELINAS a 1#600 o covado.
SEDINHaS a U300 0 covado.
CAMISAS Bordadas a 60*000 a dada.
VESTIDOS da phadtatia a 150000.
A' loja da Tarqoea, rna Nova n. 9.
WggUHmWSNS&
I MUTILADO
i
P


8
0IM do r amagues Terqa eira
IlfTERATURA.
j to innocente, porqoe nunca
1 outra j cncepc5as que alo
:!
DISCURSOS E DIVERSOS ESCMPTuS
PELO OR. APRIGIO GUJMAHES.
CARTA.
Mea Aprigio,
Veaho, pv miaa vez, romper o silencio
era que s tem injusti&cad mente conserva
da a imprensa (testa nossa ierra para cam
o ten /,'o, publicado ba ja mus de 55
inezes.
Essa hdifierenca a a siato qoasi lauto
/mo ta ; per que a estreiti-sima conviven
*'tn qua, de na aun -s a esta parte, nos
aavemos roactido, ai ida apesar de uoia ou
o aira dtvei-geicia, do modo geral de ver as
ousas socian,1- no apreciar o movimeWo
das ideas do scalo, nos tem criado a ambos
tnais que sacie-,-- issera meihor inna>s -ao
commercio asiduo das lettras e da scieocia.
Da perto liestserva lo as lutas constantes
*0 tea I v;-.li b.ibel eslre
raitosa, leste faUlissim chos daa pii.\5'S
parajarasM da. C>mtigo toaba atraies-
$< a do tarabea, arriando ao mea bordo de
rom -\eppe demasalo rdante das
opiui5js que se di>potara prmazia no
1 '" a^JBPr".' sito 'J les. p.ii'.ica,
. e goveruieo da humani-
S en, pas, d)1), \i te .-er-a re
', e por uin laiio heu sttendivel, o mas
apto pira deplorar uso a que chamare
aia la indestufowd >i'enr,t, ^.a rtterenon
aos trabalhj o scieociosos e esciar.vidos,
com (jan 3(iBis de enriquecer a patrii l.t
ternura, eog.a-itecer.do a nobi'iuo i > ao
intsmo leaioo a la j ta; couspicua reou
lacio. H
A cansa, porm, le 13 > inslito pheno-
iuen > creic-a cu nnicamente filada a co.ta
e.-peeia de i lolalria dos interesas mate iaes.
a certo coito prestado hija em dii de pre
terencia mercan:i nabil da corrnp;5o
poltica; e, porveniura, tambem ao espritu
aeanhalo dos chamadapensadores sensat,
que famsis.eii levantan da msdiocndade.
parta senao para bater palmas a seos iguaes
na troca fasd dos elogios com que ;e mi
tuneara. Deutra surte nio baver po
le fazer ju zo e aquilatar de vi lamente
esse elrfDho facto a qoe me refiro : quan-
do por abi alia os centenares e os milhann
de papagueadorea de miteri indigesta, os
detorpadoree bombsticos do bom senso e
do gosto litterariD, os ioimigos tiadaes da
grammatiea, da log.ca e das bellezas esthe
i*i estao todos os das a receber sccla-
uiacoes, a ser vidriad s no torbilhj) in
cessinte oas contmemuracoes louvami-
beiras.
Os golpes dista ca'am dade moral seriam
paca entibiar i quera qner qoe ousasse er-
guer-so ao Je cima das vulgaridades, e des-
tacar se, por seus e.cforoos, do grupo rui-
doso dos e:crevinbadores inscientes e bald-
os, como b-TJa os h>. infelizmente f em tao
avnltad) nntne'o. S;riam pira rfesnpontar
repito-ua mais de ura talento robuste-
cido pelo estado, e marivnsado pjlo d?s-
apre<;o ou ioiillerenti-mo dos contempera-
neos, se n3o bes fo;se de sobejo para en-
caminba los adianta, e alirir-Ihas um trium-
pbj esplendido, a indepaiiitencia de seu pro-
prio carcter, a aiocsra conscieacia do que
' tm.
Es s nesie caso, mm collega. O teu
livro, prtci :so frocto d< aloradas vigilias,
elaborado em cantas horas de :ria medita-
rio, coordenado com primar o elegancia em
tantos momentos, roabados ainda ao indis
pensivel rep.uso do espirito e do corpo
sabiram delta
fossem meras
I aspiracoes, de nenbam modo offensiv js
- ordem publica, ea ospeii| Aar, pers
picacia pd'cial dos proW^Kiii polticos,
lera-nos corrido a vida assim, em meo
desta amoravel ciofrate'nidade ; e por isso
eo mais do que niogoem, ao ler otea lioro,
leo nelle, alm d> que os typos reprodu
zem aa linguagem sy-nbclica, de geral com-
prebeaso.o transumpto dessa tua afadigo-
n existencia de cultivador das lettras, o
reexo desjes parilos de t>do absorvilos
na mutua froicio da mais despretenciosa e
egualmeote da mais proveitosa converaacSo
qa^i i boa ve entre dois co:legas qoe se'
eotendem.
N3o o teu Uvro i tai alma, o tea co
rac3o, a toa iaielligencia de iioaara livre,
la soldado firme e reso'mo do progresso,
te obreiro indefesso di iv lisagSo? N3o b
elle o lgico resoltado de leus nunca inter-
rumpidos lavors no plaino variadsimo do
saber, qne disde os primeiros alvores da
vida eslajs sempre a rotear, a mondar,
revolver e a cultivar anenso e solicito ?
Nio tens nelle estampada a toa existencia
fllu quj perteace misslj nobre de bo-
noro independente, como poltico e pbilo
sopbo, e ainda sob a relaclo das cousas
lillerarias, qua tant) do intimo przia ve-
neras, de ba muitos annos ? E e9 teu
lioro, em que reuniste com a harmona do.-
traeos prinoipaes a vareiade do3 trababos,
:m jie se tsm dasafogado o lea lastrado
> perspicaz espirito ; es-e tea Uvro, com-
plexo m Jeto mas valioso dosjteos inoter-
ru un estados, sempre notaveis pela sapj-
rioridade das vistas e pea orufuodeza do
alcance ; esse teu ramalhelinho, a desabro-
ctnr-se abi l i ecundo em perfumes de
poesa, em ex'aalac5es vividas di liberalis
mo e de amor patrio, e,a concepgas altas
da levntala criiica o da poltica generosa;
e.-sa mesmo qoe ahi vai passando quasi
desapercibido no tropel dos acontecimentos
U) da, sem a menf5o honrosa dos qoe
inla restaraverdadeiros Nos na geral
alluvio qne es a sobverter entre ni let-
dentro doi limites da propria con8cieocia,
se assim se pode diz ar, em materias de re-
ligi3o.de philosopQia, de ciencia e at de
latirs, os uicos verdadeiros pensadores se-
rio sempre aquellos qua melbor aso flze-
remdeseas intellectaaes recorsos, sem que
jamis sacriflqoem o senso, a lgica e at
su a mesma digoiiade, s illagitimas e
?bsurdas exijeocias de om racionalismo fre-
ntico e absolutoque sem duvida, o
mais irracional e desolador dentro todos
os systemas.O insciente, o 'malvolo,
poderlo vflrdadeaceimar te de excen
tricot de utopista em mus de urna pagina
do tea lioro ; mas esses n3a tem direifo a
proclamar-sa dispensadoras da pub'-ica opi
oio, e nem ba de jamis sobrepujar o a-
mar ), embora maior, dos taes pseado-jo!-
godores, a ciasse privilegiada dos qua sa-
nara jugareavaliaras locubracoaede ura es
p rito corao o tea.
Itera vs. meu Aprigio, que, ao dirigir-
te estas simples pbrases em forma 13o li
geira, como a de urna carta, tio miro de
.nodo algara a tracar o plano de urai beblto-
(jraphia,. propriamente dita, Nam pjr-
tanto mister houvera eu lempo, era meio
losmeus agrrimos trabalhos a coai tanta-
intarmittaocias de saude, nem.se taes obs-
tacalos ainla deixassen de existir, fora o
mais aiado para semelbaote commeltimento.
Gomo tea collega e amUo, entretanto; e
por isso masmo qae mais deserto me en-
lando e coa-ivj comtigo, repu o-me era
conscencia habilitado a estas abertum*
de coracio, que anda mus vera urgid i* e
teu Uvro, repositorio vanado de tautas
c gitacoes 'inridas na fonla de aprofjala-
da app.ca;jj i.ii'.orica, poltica], pbilosophi
ca, Iliteraria e critica; se proclama bem alto
0 tea real merecimenlo, denuncia, por isso
mesmo, um coraraettimento sopenor, om
triompbo, urna victoria sobre o geral aba
timento dos e.yiritos, sobre a atona em
que vio cahindo as intelligencias privilegia-
das, falta de orna verthdeira e imparcial
apreci;:i;j. IJ se assim nao conversemos,
para qua melbor nos euUndam os qu- nos
Lajam de ouvir.
Amigos desde a infancia, ha vemos ambos
atravessado em nniao frai.ernal os periodos
diversos pelas iotas das i leas e dos princi-
pios neste meio social a que pertencerao3;
e,- como os enUndiraentot e 03 corroas se
DOS lera reciprocado tambem desde ento,
no intimo cominercio de lettra, d'artes e
ciencias por muitis e nanitas vezes estiraos
a palestrar, formando as:;im a nossa tal ou
qual Arcadia ou sntes a nossa Thebaida de
- scismadores do progresso, sem duvida mu-
FLHEIM
LICIO AO MESTRE
tras, scienca e todo o moral desenvolvi-
mento ? !...
Nao o juigues, nem o presumas, siqur.
Multo cima dos apaixonados vulgares est
a esta sempre o juizo que se piss*. chris-
nar de recto e corapeteote ; e pira julgado-
res cora lia excellentes credenciaes; embo-
ra sejam r.iros, o teu lioro um trabalho
le inestimavel importancia. Ver3o oelle al
gucs os demasiados arrojos do mancebo,
oulros as atrevidas ampbases do tribuno.
estes as utopias do liberal exaltado, aquel,
tes as desmedidas expansoes do philosopho
em lucia com as tradicoes de um passado
obscuranle; e nao poucos vero nelle ainda
a ?xplosSi frvida do racionalista, que, em
todas as suas doutrinaa e combinacoes de
id^s, sacude o manto empoeirado de ave-
nanla las eren? >s e osancas.
Deixa que vejam no tea lioro ludo isso ;
e deves at dsejar que o vejam.
Est3o sempre bem e maiio cabidas sao
em trabalhos, como o teu, tolas quaatas
manifestaepes inliraas e consienciosas possam
ser tradosi las na forma eloquente de qoe
poneos ousara dispor. Se ba raptos de mo-
cidade no teu Uvro, preva de que n3o
vtn leste o espirito s conveniencias fatuas
e especulativas dest seculo, em o qoal tan-
tos querem ser sensatos, a forca de se tor-
narera decrpitos antes de lempo, gracas
eatudada a calculada philosophia de homens
serios. Se fia ahi arrebalamentos de tribu-
no, exaltares de pensador livre e inlepan-
denle, o caso de se dizer com muita pro
priedade que, mau-gradp s agruras e aos
espinbos da siiuacao anmala que atraves-
amos, e at apezar dos atropellos de tua
vida pnysiw, por mais de urna vez exposta
a rudes provas, a soffrinentos profundos,
o espirito se ta eleva sobranceiro e imp-
vida, e ao de cima das paixes vulgares e
dos caprichos corlez3os olbas a sociedade,
o paiz, o mundo que estrepita l fra in-
concebivel e conlradictoro. Se s raciona-
lista, o s com a plena convicc3o de qoe
u5o degraias, por isso mesmo, a razao que
te coube em part ha, nem malbaratas a in-
telligen;ia em desprove to da cauia da ver-
dade; porqoe, nem abjuraste jamis as
bellas tradicgas da o eosino authent-
co e puro da escola catholica, nem te fos'.e
filiar, por certa, phalange dos escrevedo
res impos, dos pbilosopbantes incredalos,
dos imagnoses creadores de mytbos, dos
fabricadores de ronnne-s poltico-religiosos,
qae tanto h3o contribuido para a calamitosa
vertigera desles nossos lempos. Deixada a
cada um a libardado de pensar e discutir
recamadas pelo silencio da parte aquellas
qoe meihor ta poderiam fallar.- Sai dos
muitos obstcalos, decepcoes e amarguras
que te ba trazido o teu empenbo da dotir
a lilteralura "patria com um fbr2o mais,
condigno deiia; conheco o spero da joma-
da, qae has sido toreado a percarrer cora
o tea filho qieridj, batalo, por assim di
zer, porta dos que passara acarioba-lo e
ddr-lne ura sculo, om qua se ta iisonjeie
o amor paterno ; sei das ianameras dillicul-
da tes com qua lucias anda no vulgarisar
eotre 03 ledores, desta trra, o teu Uvro,
eloquanti damonstracSo do que vales e do
jue raareces; sei tudo isto, e o sei mais
qua ninguera. Que importa,, mea Ai rigi ?
Ha boje urna verligera assoladora, que j
desceu das rtgioas do poder para as cama
das medias da sociedadas, e parveotora, toca
ji s ultimas;e a a vertigera do merca
tilismo, sob o aspecto industrial, e do scep-
ticismo, debaixo da relaca social e poltica.
Daix i-a passar, qoe n3o ser permanente:
e urna p'iase de degradacia, ura peno lo
de decadencia; e taes periodos e phases ti-
veram-n'os j outros povos, outras naciona-
lidades, oulros e mas notaveis paites. E'
esta a ponto a historia da civilisacSo. A
reaccao vira benfica, inspiradora, vivifican-
te e omnipotente, em poca talvez, nao ia li-
to remota. Para os boos (po-to que ra-
ros) peas > dores de boje, e para os qae
sorgirem araauhSa, e ser teu bello li\ro
nao j ura iivro smente, senao tambem um
protesto solemne do tea elevado espirito
contra as tonteras, as aberracas e os er-
ros de que a actual garacio est, na mxi-
ma parle, infeccionada. Ser, como j ,
esse lioro om leslem'unbo valioso do quanto
soubeste, nos das qae vao passando, fazer
urna abundante sementeira colber de an-
te m3o primorosos fraeloa. Nadajde arre-
facer, meu Aprigio, na empreza nobillissi-
ma em qua ests tao diligentemente empe-
nhado. Se somos poucos em numero os
que boje cismamos com um fu loro melbor,
e queremos a regenerado sochl, sob as
bases do verdadeiro rgimen poltico, e me-
diante a mais proficua desenvoluco das sss
doutrinas catbolicas, da oral, das lettras,
e da sciencia, raz3o de mais abi temos para
nos emndennos, e para abracr-mo-nos
em nossa vida de irmos pela amisade e
de ronfrades pelo commercio do espiht
Aceita os meus parabens pelo tea eminente"
sorvico boa causa, e acredita sempre no
teu
Recife; 15 da junbo de 1872.
Torres Bandeira
ROMANCE
POR
A, A. TEIXEIRA DE VASCONCFLLOS
I
Viva nos iwimeiros aniios d'este seculo
na quinta ds Silva, situada na freguezia de
S. Cosme de Besteiros no antigo concelho
de Aguiar de S nza, *o Sr. Domingos de
Sarapaio, proori tarto de varias fazeuhas e
a'feres de mili as. as cera no concelho
de Unb3o ; esludara hura; nidades em Loo-
zada com ans padres, e viera casar a Bes-
teiros com D. Jcsepha de Barbosa, senbora
da quinia da Silva, doozel'a de raros dotes
e de nao menos esmerada educaco por
tor sido criada no convento de S. Bento do
Porto, onde ama tia sua era das freirs
mais sisudas e j varias vezes fra eleita
abbadessa.
N3o havia oas vate e daas freguezas
da concelbo^de Aguiar de Soeza, nem por
dez leguas ao redor, hornera de tempera
ment o mais jovial e zonbeteiro qae Do-
mingos de Sampaio. Excellente pessoa,
bom conservador, extrema nenie anedoctico,
franco em hospudar pobres e ricos gene-
rosa e santa moja das.provincias, servical
e affectuoso como poucos, mas (So dado a
logros chistosos e a mentiras bem narradas
qua oiogaem s.bia nanea quando fallava
serio.
Gorriam mil auedoctas do Sr. Domingos
de Sampaio e corriam accrescentadissimas
como de uso em casos taes. Gontava
elle qae estando urna vez jane'.Ia para o
lado do quintal, vira andar entre a relva
urna lebre da ;amanho ciescommunal. O
mesmo foi ve-la qae Uncir mi da espin-
garda e carena la; mas como estivesse meia
erde a vrela que era de maroieleiro, flcja
entalada no cano, em qaanto a lebre j 3
correntio pelo campo e ganhando distancia
onde a naa alcaocaria o tiro. Domingos de
Sampaio perde a esperanca de arrancar a
vareta, meta a ospingarda cara, ajusta
bem a lebre e faz fogo. Gorre ao sitio, v
no chao alguna pellos ensanguentados, mas
a lebre fugira a salvamento.
No anuo segnint estando no quintal, sen-
ta grande ruido por entre o milbo. Abaixa-
se para observar E que pensara que elle
vio ? A lebre do anno anterior com a
vrela atravessada no pescoco, cebarla de
folbas, e com tres formidareis marraellos
era cada pona. Mal poda andar a pobre.
Apanbou-a mo, e leve all dous pratos,
um de caca e cutro de doce, alm da van-
tagem de recuperar a vareta.
A' feic3o d'estes eram os coitos de
Domingos de Sarapaio, especie de bar3o de
Muncbausen de Riba Souza.
Entrava urna vez no largo da cideia na
actual villa de Paredes, enl3o pequea al-
deia, a tempo em que o abbade da Iregae-
zia eslava lendo sem oculos um papel em
companbia de varios amigos. Dtsseram-lhe
que vinba l Domingos de Sampaio. Poz
os oculos e olhou para o sitio d'onde apon-
lava. O alferes da Silva, como vulgar-
mente he charaavam, reparou no caso e
foi-3e aproximando. Ao chegar perto do
abbade exclamou este :
Ora, viva o Sr. Domingos de Sim
paio. Venba l essa pitada, qoe tem sem-
pre do melbor rap o nosso alferes.
Abi tetn.Sr. abbade, que Ibe preste,
responden Domingos de Sampaio, abrindo
urna das lampas da caixa pelo lado onde
tinha espirradeira em vez de tabaco.
Sorveu o padre a pitada com deleite, e
o mesmo foi sorve-la que desatar em es-
pinos e saltarem-lhe os ocelos a grande
distancia.
Ento que isto, Sr. Domingos de
Sampaio, gritava o abbade nos raros in-
tervalos entre cada espirro ? L v3o os
meus oculos com a breca Urna d'estas
alo se me Lzia a mira I

Urna Lourelra.
Continuaco
Alberto fez com a cabeca um signal afir-
mativo.
J sei, accrescentou ella.
E qual nao me dir ?
A senhora namora oatro.
Lucia ficou seria.
Nao se zangue continuou Alberto; eu
sei qae namora ootro, e desejava que de
urna vez por todas se decidiste ou por nra
ou por outro.
Nao se afflija, Sr. abbade. Para ver
as letras no papel nao precisa d'elles e para
ver a gente em quaalo n3o for mais peque-
a que as letras, tambem os pode dispen-
sar.
Estes eram os desaggravs de Domingos
de Sampaio que, seja dito de passagem,
tambera sabia cora a espada preta em pu-
oho desaffrontar-se briosaaente em qual-
qaer conjonctura.
Estava ama vez o alfares da Silva na ro-
mana de Nossa Senbora da Livraco, e no-
tou qae um frade benedictino, esquecido da
seriedade monast;ca, gastava o tempo a
cortejar sem vergooha do mando a mais
linda cachopa entre qaantas all estavam
vendendo pao de 16 e cavacas. N8o largou
mais os olhos do monge, e qaando a afaen-
cia de compradores na barraca da rapariga
obrigoo o namorado frade po a interrom-
per a conversac3o, chegou-se a elle com
grande seriedade, e*cortejoa-o com res-
peito.
Vossa reveendissima 6 de Travaoca
ou de Paco de S raza ?
De Pago de Souza, Soa o padre pro-
curador.
Que fortana a maha I Eacontrar
aqai a vossa reverendissima I Faza ten-
c5o de ir esta semana a Paco de Souza
fallar-lhe.
Pois quando quizer. Agora me3mo,
se o caso breve.
Maito breve para se dizer, de certo,
porm mais demorado para se realisar o
que ea desejo. Tenho urna grande quinta
no Dooro, a qual, segundo apontamentos
encontrados por mim, praso oreiro a
Paco de Souza. Paga ama pipa de vinho,
vate mil riis em dinheiro e trate arralis
demarrara. Mas oo ba titulo. Eu nunca
paguei o foro, e estou prompto a paga-lo.
De certo me perdoaro alguna dos anuos
atrasados. O mea empenho ter a qaiota
como praso e nao com a natureza allodial.
N3o quero qae por miaba morte se divida.
Ji v vossa reverendissima que o interesse
do sea mosteiro e o meu interesse v3o de
Laiza ia responder ao rapa/., e j prepa
rara ama dose de indignado oecessaria n
caso, qaando a appariclo do coramandador
Nones veio interrompera scaoa
Nones reparou no acaohamento dos doosj
e ficou triste ; mas nao tardoa qae Ibe vol-
tasse a alegra, ao vor as maoeiras affaveis
com qoe ambos se tratavara em presenca
delle.
Yo costate ficou qae nio hesitoa em
alludir all mesmo ao projecto do casamen-
to sem reparar na incoaveniencia do caso.
Luiza nao corabateu a idea do pa nem
tambem se mostrou solicita era acceita-la ;
ouviu-o apenas.
Qurado o coramandador ficou sos cora
Alberto, disse:
Hornera, voc parefce me ora palerma.
Porque ?
Ora, porque! Ha tanto tempo para
obfer urna resposta. NSo'consogue fazer-
se amar estando so em campo.
Eis o seu engao.
Como assim?
Aloerio fez um gesto pediudo siien io, o
forara para o gabinete do cemraeodador.
Esta fechou a porta e ambos ficarara a
J.
Ent3n, qae temos ? perganloa Nj-
aes.
Ha mouro na costa, segredou Al-
berto.
Enlo recente, porque al agora...
Na, antigo.
Aotigo ?
. Sim, j exista antes di miaba vinla.
Nioes ficau aturdido com a noticia!
E quem esse peralta ? dase elle bu
fando de raiva.
Nao Ib'o posso dizer, respandeu dis-
cre;ameote o candidato.
O c.mraeodalor eotroa a passear afilelo,
sem aliender as rogativas de Albarto qu3
Iba-recommenlava silencio,
7ou sabar quem ds3e elle encam-
nhaado para a porta.
Gomo ? perguotoa Alberto.
Voa interrogar Luiza.
Alberto travou-lba do braco e fa-lo sen-
tar.
Meu caro fogro, disse Alberto,cha-
ms Ibe assim porque estou certo da victo-
ria final,q5o xonvem nunca procedar por
meios violentos. Desde qne alguma causa
possa dar ao meo rival a aureola da persa
guicSo estou rerdido, Daixe o negocia p r
miaba coata.
Nanas concordou com estas m53 de
Alberto e viu nellas o iodico de una gran-
de cabega.
Abracra o e sahiu a pssseia.
VI.
Nicolao, que era um estouvado, nada
comprehendeu da stluaco era que se acba-
va a irma, e ignorava absoluiaraeate o na
maro do Goilioh>, porqaa este, coabecendo
a leviaaiade do amigo, nunca Ibe confiou
nada.
Nao aconteca porm o masrao a ura pri
mo d'elles, o joven Gonsalves, filbo de um
irmio de D. Feliciana, e chegado poucos
das antes de Minas, onde o pa liaba urna
fazendola.
Gonsalves comprehendeu logo que Alber-
to e Goiiinho naraoravam a prima Luiza, e
que esta os naraorava a ambos.
Era tanto mais da admirar que Gonsalves
iizesse esta descoberta, quanto qae difficil
mente se .tobara oatro mais papaho que
elle. Talvez por isso mesmo o3o procu-
rassa Luiza vista d'elle encobrir o jogo
qae eslava fazenlo. Qualqor que fusse a
razio, Gonsalves desc bro a cousa e achou-a
maito engrasada. Naste sentido fea urna
allusao a prima.
Prima, disse elle, voc mnito fina...
- Porque? iaqurio esta muilo espi-
vitada.
Porque accendeu vela a dois santos,
responden Guiicalves tranqoillamente.
Luiza deu de bombios e sabio.
Mis desde esse da tratou de se nio ex-
pr aos olhos terrves do sonso Gonsalves.
E corao pudesse acontar que o Goitinho,
fiado na palerraice de Gonsalves. nao dissi
mulasse convenientemente a sua ehamma,
Luiza tratou de o avisar.
Cuidado com Gonsalves.
Porque ?
Pode descobrir-nos.
Ora, ora tolo.
Nao, ura sonso.
Alberto nao leve o beneficio deste aviso ;
raas Luiza j Ibo ia dando mais corda, e se
Ibe nao disse to claramente coma a Goiti-
nho o que peosava do primo Goasalves,
deu o a entender.
A stuaco de Alberto m-lhorara, mas
nio era ainda egual i d Coilinbe. Se Laiza
desse raostres de o despreiar era provave!
qae o candidato desistase das suas preten-
Ces; mas com) ella acceitava era principio
a aua corte, esteva Alberto resolvido a plei-
tear a causa.
Alm disso as cartas do pai eram instan-
tes a respeita do assumptq qbe o trooxera
ao Rio de Jineiro, e o proprio rapaz estava
acioso par vollar provincia naUl.
Nesles termos, lembroa-se de dar
galpe desusado, e proprio de romance: ir
enteoder-se cora o rival.
O caso era difficil; eraitfe'Jssario muto
tino para nao calar no ridiculo. Convinba,'
porm, deslindar a diOcaldade e fagr ao
prolongaraeuto de ama stuaco iusoporta-
vel para os dois mulos.
Apenas assentou oslo, foi Alberto procu-
rar Goitinho. Achou-o em casa. Corao s
coabeciam da casa do commeodador era
Ihes fcil disfarcar algara lauto a sitaacSo
singular era qua se acbavam um para com
o outro.
Gjitibo, alera disso, posto parecesse im-
petuoso nos seus aIcclo3,era-o ao menos
oas snas cartas, tinha hbitos de socieda-
de e saba dissiraular perfsitamente.
As pr mairas palavras faram in lfferejates ;
Coiliobo comprehandeu, porm, que alguna
motivo trazia Alberto casa de'.te, e esss?
motivo nao poda deixtr da ser a pessoa e
a mao da L tiza.
Q aerar qae eu he ceda as miabas
vaotagens mediante alguma partcula do
dote V diziaella.
Pela sua parte Alberto tambara reflaxo-
nava:
Por onde cbogarei ao terrivel assump-
lo ? O stijai.o ao me parece da boa avan-
za. Vamos: coragam I
E de reptte, quando o Coiliabo menos
esperava, dispara-lhe em chei esta per-
gunte:
O senbor ama D. Luiza i
Coiliobo estremeceu cora a
posta bouvesse percebilo que a
era o assurapto exclusivo
rante alguas minutes n5o
pondar.
Alberto repat'u a pergunta.
Goitinho tirn charutos da algibeira, cffe
recen a Alberto, que o n3o acceitou, e em
quanto se preparava para acender outro,
re*panleo pergunti cora outra pergunta:
E o senhor tambem a ama ?
Porque o hei de negar se o sachar o
sa'.e, e porque o negar o senbor se cu o
sei ? respo.ideu Alberto.
Nesse caso, redargau Coitinho com
fiuuri, nao foi para dzermos um ao outro
aquillo que amos sabamos que o senbor
c veiu.
Nao.
Queira fallar.
Agora acceito o sau charulo, disse
amigave mente Alberto.
Acenleu .o charuto e comeceu a fallar.
VIL
jeito
pergunta,
naraorada
da visita. Du-
soube que res-
) qua vabo propr com toda
de qae soa capaz.
Ado exeelleote a soa propoeia,
pondeo Coitinho depois de algoats i
de silenra ; mas se me dado
)s palavras com as acedes, cuido qm aafs>
proposta ama ordem qae me d Um de
nos deve abandonar o campo, d o sabor.
Se o senbor o qoizesse abandonar ts-lo-hia
sem me dizer nada : asas nio isso ;
accordo n'este negocio. O caso est em
doscobrir no archivo de Paco da Souza o
registe do emprazamento.
Isso fcil responden o padre cheio
de jubilo pela boa nova com que desculpa-
ria r\) convento qualquer demora emreco
Iber da romaria; d me o noma da quinta
e o logar onde est situada.
Ghama-se quista de Cardis, e con
ligua quinta da Rede dos Soares de A-I
bergaria.
Bem sei. Bem sei. Ea sou de Me-
sofri, e, supposto qae de l vira rapaz,
sei perteitamente onde a casa da Rede.
Pois de.-canse qae ter resposta minha.
Ea moro na quinta da Suva em Bes-
teiros de Aguiar de Souza, mas nao se in-
commode V. Rvma. L me lera qualquer
dia ao paco de Souza.
O bom do padre nem mais se lembron da
cachopa e desde que chegoa ao mosteiro,
deitoa abaixo os grossos livres do registe,
gastoo mezes a estuda-los.mas n3o encooirou
noticias da quinta de Crdela nem de caira
cujo noma tivesse semalhanca con este.
Consaitou o Dom Abbade, e como o nego-
cio era importante resolvern) que, apezar
de correr moi rigoroso o invern, osse o
padre procurador quinta da Silva pedir
inforraaeftea mais especificadas e partisse
depois para a Rede a examinar, se nos
carinos antigos dos tabeliiea appareceria
a esenptura de emprazamento que fallava
nos livros do mosteiro. A sim aconteceo.
Veio o padie Silva. Foi bem recebi lo
pelo alferes Sampaio e obteve d'elle copia
dos apontamentos e urna carta para Mraoel
Soares de Alberfaria, cmlheiro da Ilustre
familia de sea appellido, enlo residente na
quinta da Rede.
Sa houve neves o tempestades foi por
esse tempo. Cnegoo mais morto qae vivo
i Rede o padre procarador. Tanto poda o
preceito n'aqoelles santos monges e princi-
palmente o de augmentar as riquezas do
convento para maior honra de Deas e pro-
veito do prximo, segando notara Domingos
de Sampaio na romaria da Livracao I
Qaando eu ebeguei do Norte, disse
Alberto, j o 3eahor namorava a pessoa em
questSo. Eu so o souba depoi?. Antes
porem, de o saber, n5o pude ser insensivel
s grabas 'aquella moca e comecei i amala.
Coitinho fez um ar de riso.
De qae se ri ? perguntoo Alberto.
De qae ha de ser ? disse Coitinho sa-
cudiudo a cinza da charuto ; da sua discri
cao. O senhor veiu justamente para casar
com ella.
Alberto mordeu o beco.
Na a o neg, disse elle, mai tao pouco
interessante para o nosso caso que fosse esse
o fi n da mmba viada, qae o qaiz dizer. Se
essa porem, a davida dil o hei francamente.
sti casamento, antes e ser um desejo do
meu coracSo, era um desejo das nossas fa-
milias.
Sem consulta da pessoa em quesl3o.
Isto vai alem do objecto da minha vi-
sita. Nao vira para diseclir com o senbor
o accerto de pessoas respeitaveis, que po-
dem errar ceriamante, mas cujo fim a fe
licidade de seus filbos.
Desculpe me, disse Coitinho; n3o que-
ra magaal-o nem offendel-o ; continu e se-
jamos breves.
Alberto coiitnuou:
Ambos respeitamos a pessoa de que
se trata; nanbum de nos deseja outra cou-
sa que nao seja a felicidade.della Estamos
conformes ?
Caitnbo faz um gesto affirmativo,
Ora bem, disse Albarto : de que se
trata ? Da alliingar e apressar a felicidade
della ; e para isso necessario que ura de
nos deixe o campo livre ao oatro. Isto
Fingi que nao estava em casa Manoel
Soares de Albergara ; dea porm ordem
ao escadero para receber o padre e dizer-
Ibe onde erara os carteras dos tabeilies.
Depois sabio para casa dos seos prenles,
que viviam perto d'ali, e durante quinze
das n3o voltou Rede. Gaslou o frade
todo esse tempa nos cartoro?, lendo e ro-
teado nolis antigs e perguntando a todos
pela qaiota da Crdela. Ninguem Ibe dava
noticia.
Eu sei, dizia o escudeiro dos Alber-
garas, que o Sr. Domingos de Sampaio
tem orna grande quinta aqu na Rede, mas
nunca perguntei onde era. Ouviesseoo-
me de Curdela. Onde,' nao me record.
Talvez a quinta se chame bo.e de outro
mudo. Procure V. Rvma. que nioguem o
apressa.
E o padre voltava para os carinos, e
lia e relia e toroava a ler, porm cada vez
encontrava menos. Afinal regresson Reda
Manoel Soares, e conversando com o santo
mango soobe delle a qae fim tinha valo
aqaelles sitios.
Valha-o Deas, meu par're. Ent3o
d'onde conhece o alferes Domingos de Sam-
paio?
Vi-o pela primeira vez na romaria da
Livrac3o.
E onde eslava quaoo elle lhe foi
fallar ?
Eu... ea... eslava na romaria, no
arraial.
Pois sim, na arraial; mas qoe fazia ?
Creio que con?ersava com ama do-
ceira. E bem bonita qae ella era I
Pois d'ahi qae Ibe veio o mal,
Nio ntendo. Qae tem urna causa
com a outra ?
Tem lado. Domingos "de Sampaio
maito estrambtico. Entende l para si
3ae raparigas n3a sao para frades e qaiz
ar-lhe urna lco. N3o v qae o proprio
oome.de Cardis assim a modo de car-
dar lanzados I
Ora essa regoogoa o frade.
cnbor vena ter cooaigo, declara ejH
D. Laiza e propa qae om ds nos
campo ao outro. Claro que soa so a
coaJenina lo a ceder.
O senhor n3o me dsixoa acabas, sto-
aervuu Alberto.
Acabe.
Ea d3o desejo qoe ara de nos so re-
solv desde j a deixar o campo; oojpeeu
proponho qoe cada om ds nos procara
sabar se tem elementos para ae faiar elegir
noivo da moca de que se trata. Isto so se
pade sabe' spresentaodo cada om da nos a
seu ultimtum. Elle escomer ees coofor-
uidade da sea coracio e o vencido retirar-
se ha para as leudas.
L^itor desconfiado, nio digas qoe oto
impassivel; eu estou contando ura facto ao-
tbentico ; e posto cao esteja isto de accordo
cora as regras da arte, eo eotto o case.
corao o caso foi.
Goitinho fez alguraas objetse propo-
ta do rival. Allegan a primeira razSodJav
das, a singularidade da staselo qae as i
crear entre ambos a re.-peito de orna moca,
que ambos deviam respeitar.
Nio e;qaectmos qoe ella teas algu-
ma cousa, disse elle, e isto pois parecer
ara J040 em qae o ganho coosste precisa-
mente no dote de D. Loixs.7
Eu tambem tenho aigaasa cousa, res-
pandeu A'berta com altivez.
Bem sei, disse Coiliobo, mas ea nio
tenho nada.e a mea respaile a objecci>
tica de p. Espero que me acredite qoe
eu n'esta negocio nao lenbo em mira os
bens d'aquelle aojo, e qae so o caraca
me arrast \, sabe Dos a qae drma iatimo'
Se Alberto fosse mais penetrante, ou
Coianbo menos dissimulado, descobrir-se-
liia que este pretexto de Coitinbosra smm
theatral ue verdadeiro. Amata acm da
vida a moca, mas n3o a amara talvez se
nao tivesse nada de sea.
Cqiiabo expoz anda ootras objectjBos
qae a sea ver eram valiosas, mas todas so
desfaz Alberto com algunas razos soas.
e ao cabo de duas horas ficou asseotad
que os dous campeas mediriam as soasa
tercas e prucurariara obler ds D. Luis a
resposta decisiva. O preterido ccmoMBM-
caria logo ao outro o resaltado da cisooa-
aba, e o outro abaieria as armas.
Mas que prazo Ibe parece moaoor ?
pergootou Alberto.
Quinze das, responleu Coitiabo.
Dispediram-se.
VIII
O commendador Nunes eatasa anciaso
por fallar fillia e resolver s erse por oas
meio violento ; mas Alberto fez coa sj m
elle lhe prometiesse nealraUdade.
Deixe que eo arranjo todo, dase a
candidato do norte.
Mas...
Fie-se em mim. Disse algoma cossa
senhora D. Feliciana ?
Nada.
Pois na conven que ella 1 aiba nada.
Entraran os dois campeos aa Iota su-
prema. As c' ndit;"es eram apparentaasaoote
diversas, mas bem apreciadas eram igoaes.
Se Coitinho nao ia la com tanta freqoeada.
em compansacio era o candidato para qoesn
ella mis. penda; sa Alberto tinha a fac! -
dado da lhe fallar mais vezes e estar mais
assiluameolecom ella, em compeosacaoera
o menos acceito dos dois.
Coitinho tinha o recarso das cartas, r
entrou a usar d'elle com todas as torcas.
Nunca o vocabulario de Cupido sabia a
maior grao de calor e enlhosiasmo ; Coiti-
abo empregava todas as tintas da palheta :
o cor -de rosa da felicidade conjugal, o scao-
brio e negro dos desesperos, o saogoin^
das revoluc5es- ultimas ; todo fez o a*a
papel as epstolas do pretndeme nom-
nense.
Alberto comprehendeu qoe a epi-to'j
dovia acompanhar os seas raeios de cam-
panba, e usou d'ella com des.ommonal Ii-
beralidade.
Laica igaorava todaa as circamstaocias
cima referidas, e o redobrar de esioreos
da parte das dois candidatos nao fez mais
de que alimentar-lbe a natural vaidade de
moca bonita.
(Continuar uka)
So eu ca estivesse quando V. Ri
chegoo, desenganava-o logo.
Mas o escudeiro de V. S. 4Me-aae
qae j oovira fallar em Crdela.
Quem qoe n3o onvio filiar em car-
dar 13. O meihor nia dizer oadt e re-
colher mu santamente aPajo do Saozt.
Nao se fie porm mais em Domingos de
Sampaio. Olbe que nio ba ootro para ka
gracoes assim.
E o frade vultou ao mosteiro prevenil.
paca de futuro deixar em socege as cacao-
pas as romanas
Taes erlm as lices qae zombeteirassea-
te dava a quem as mereca, o baaa do nosso
alferes.
Em tudo o mais excellente creatura coma
eu j disse. Tambem D'aqaeiles lempos do
Francisco de Aunada qae todo maniata e
com severa justica no Porto e na comarca,
em que n3o havia theatro era bailes eo
Penafiel, nem elec5as oas Paredes, nem
philarmonica a qualjuer cinto, em qce po-
tera cada qual gastar as soas verduras e
alegras profanas ? A romaria de S. Be.
mingos em Besteiros, a da Senbora dos
Gb3os, em B.taries, a semana saala repre-
sentada ao vivo em Mouriz e oatraa festas
do mesmo genero, reamadas pelos sermaos
los padres d'aqoelles arredores eram de
cerio muilo para ver e ouvir, mas no resto
do anno a nao chegar o corregedor de Por-
to em orreic3o s Paredes, nao bavia em
qae passar o lempo alegremente.
Por isso Domingos de Sampaio ia con-
sum ndo a sea modo o fogo do tessoera-
mento. E antes nestes innocentes folgoe-
dos que em ontras distraecdes moadsoaa a
qae, segundo vai ler-se n'esta verdica his-
toria, era tambem attreilo pela iosuportavel
fraqaeza da nossa triste condiclo.
{Coutinuar-t+kd)
MUTILADO
I

V
r
(
I

'
C
I


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