Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12681


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Full Text

AJINO XLVIH. NUMERO 156
*ia
1



FAIA A CAPITA1 I M6A2IS OIDI IO SX f 161' jm. |W
Por trtj meies adiantados
Pot Mis ditos idem......
Por na anco idem........
D s.l.V
t
I l i
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I4000
no
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*v^
QUINTA FEIRA II 0 JULHO DE 1872.
FAIA DXITM I ?01A DA rtOTUCIA.
Por tres omzm adiutsdoi ........... .
Por Mis ditos idem..............
Por nova ditos idem.....
t
Por nm anuo dem..........

fJ)M
tOSt
DE PEMAMBCO.
Propiiedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
840 AGRM !
-
Os Srs. Gerardo Antonio Alvas & Filhos, no Para ; Gonfive* & Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos de Oliveira 4 Fribo, no Geari ; Ank nio de Lemos Braga, no Anear ; Joto Mara Mo Ouvss, no Aas; Amonio Hvqou 4 Si] va, no Natal; Jos
Pareira d'Almeida, em Mamangnape; Aognsto Gomes da Sirva, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penba : Belarmino los SantM Baldo, em Sute Antlo; Domingos Jos da CosU Braga,
em Naiareth; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavaret da Costa, em Alagos; Aires & C, na Babia; e leite, Cerqninbo C no Rio de Janeiro.
PARTE 0FE1CIAL.
Mlulsterio dos negocios estrau-
gelros.
QUESTO ARGENTINA.
MEMORNDUM.
A nota desti raesm* data, em que o governo
imperial responde a ama das que Iha dirigir o
goverao argeolino, cjin a dita de 27 de abril, re
servou para o presente memorndum varios inci-
dentes que ali u> poderiam ser cabalmente discu-
tidos.
Quelxase o governo argentino de que o imperio
poa em duvila otorgaces contrahidas pelo tratado
dt allianga, e at aprsenla este pacto como viola
do pelo brasil. Has no mesmo documento offlcial,
om qae assim o diz e appella para urna eomposigio
amigavel deisa divergencia, se l n as parases e
proposites que abaixo sio transcriptas.
a O governo boliviano nao se havia dirigido at
agora ao goverao argratlno sobre seas pretendidos
directos ai mesmo territorio ( o do Chaco.) E',
poroj, o nosso aliiado quem interrompe esse silen-
cio, cora qualquer motivo, e se encarrega de fa-
xer-nos saber offlciosamente que tinba reeebido
communicagoes do goverao da Solivia. Pretende-
ra acaso nosso alisado fazer suas agora todas as
pretendes contra o aliiado de ttontem f
A seo razio de tio injustflcaveis supposigoes
lijar bea patente vista de Tactos iacontestaveis,
dos quaei piole dar te>temunbo, nao o proprio
!:overno argeoiino mas o da Bollvia, para o qaal
or03o que se appelle em semelhante contro-
versia.
As pretengo os da Bolivia a ama parte do territo-
rio do Chaca esiavam, bav.a rnaito lempo, mani-
festadas. Em 1851, qaando eelebrou-se ura trata-
do de navegago, commercio e limites entre a re-
pblica Argentina e o Paraguay, tratado que nao
fui approrado pelo congresso argen'.iao, o eacarre
gado de negocios da Bolivia ero Buenos-Ayres pro-
testou, por nota de i! de agosto, contra esses ajas-
tas. N) sea protesto allegava que a Bolivia tinba
direito roargem occidental do rio Paraguay
entre os graos de latitade de 20 21 e 21, o que
tambera motivou ama resalva da parte da legado
do Brasil.
Nao foi por ouiro motivo que o imperio, qaando
outr'ora tro so as estipulagoes com o governo para-
uayo regalou a polica e navegago fluvial do rio
ommura, leve o cada Jo de prevenir qua'iuer
reelaraagao da Bolivia, declarando que taes esti-
pulagoss nao implieavam com o direito qae esse
estado viziobo allegava relativamente ao territorio
do Chaco. Foi iasafraenia por esse motivo qae, ao
assignar o tratado de allianca de i de maio le
1865, os alijados resaltaran), por ura protocollo
addicional, aqaellas allegados direitos da Bolivia.
Como, pois, se estnnha que o Brasil mencione
agora o eoniprorai9so de senelhante resalva, juando
parece que se Ibe exige a repblica Oriental do
Uruguay, em noma da allianga, que 3e uaam ao
mu adiado para obrigar o Paraguay a reeonnecer
o Chace como territorio argentino, qaaesquer que
sejam os ttulos que o venciio possa allegar em
sea favor a respeito desse territorio ?
B por acaso ignora o governo argentino que o
representante la Bolivia junto ao Brasil e aos esta-
dos do Prata, o Sr. Ricardo Bsstamaole, man fes-
tou na curte do Rio de Janeiro, senio em Buenos-
Ayres, qae o goverao boliviano jalgava-se eom di-
reito a tomar parte nos ajustes de limites dos all-
ados eom o Paraguay, pelo que respaila ao territo-
rio do Chaco?
Anda, em nota de 23 de abril do anno pastado,
dirigida legaeio imperial em La P, o governo
boliviano, com o fundamento de que no tratado de
allianca da i de rxaio se declarara que terminada
a guerra, proceder-se-ha a demarcago dos limi-
tes entre os alijados e a repblica do Paraguay,
lieido resalvados os direitos da Bolivia, pedio ser
informado da pica em que se faria a demar-
caeao.
Nessa nota dizia-se que, teulo a repblica direi-
tos iacontestaveis .margara occidental do Para-
gasy at a confluencia com o rio Bermejo, preten-
da ftzer-se representar nos referidos ajustes para
defender seus direitos perfeitos. Respondendo a
essa nota, declarou a legado imperial em 19 de
setembro do mesmo anno :
< Qae do se tratava ainda da demarcaeao
dos limites enlra a repblica Argentina ou o Brasil
a a repblica do Paraguay, mu do reeonbeeimen-
to, nos ajnstes dinilivos da paz, qae seriam cele-
brados brevemente, dos limites qae separara os
ditos estados ;
Qae o Brasil nao parte na qaestao do Chaco,
a qae se referia a nota do Sr. D. Casimiro Corral;
quo essa questo ioleressava peculiarmente Bo-
livia, repblica Argentina e ao Paraguay, como
sa via do proprio tratado da allianca ;
< Que o governo imperial, com quanto podesse
parecer isso escusado, ao assignar aquella trafdo
a nos actos posteriores que se referem aos ajustes
da limites dos adiados com a Paraguay, resalvou
sempra do compromisso da allianca os direitos al-
legados pela Bolivia sobre o territorio do Cbaeo ;
< Que o governo argentino, por sua parte, aece
toa sempra de bom grado essa resalva, referiodo-
sa ao que ja est estipulado em principio entre elle
o da Bolivia, sobre o modo de dirimirem entre si
amigavelroeate a sua quasiao de limites ;
< Que, embora o governo imperial nao estivesse
obrigado a eommunicar aos governos argentino a
do Paraguay o que podesse referir-Ibes direMa
mente o govarno beliviano, comtudo nao se reeu
sava ao pedido feito em a nota do Sr. Corral, por
nao ter a Bolivia, nessa occasiao, agente diploma
tica acreditado junto daqaellas repblicas;
t Que, eonsegaintrnente, a legaco imperial em
Buenos-Ayres recebara ordem para iraosmittir ao
governo argentino copia daquella noia a da res-
posta que se iba dar, sendo feita igual eomman-
eaglo ao governa do Paraguay, i
A annunciada raisso diplomtica do Sr. Reyes
Cardona, janto ao Brasil e s repblicas do Prata,
mlsso de o governo argntico deve lar noticia,
parece ter por objecto principal as quesiSes de
limites dasse estado com a repblica Argentina e
O Paraguay.
Nao poi, novo, nem para admirar, o lateresse
que a Bolivia tem ligado questo do Chaco entre
a repblica Argentina e o Paraguay.
Diz o Sr. ministro das relacdas exteriores da re-
publica Argentina:
i A nota de que me oceupo, entrando mais em
materia, se compraz am repetir varias vasas que
desda o principio se conheeeu batn que a nica
dif&catdade, qae olereceria o tratado definitivo de
oaz, era a que consista n fixaeio dos limites do
Chaco entre a repblica Argsniina e o Paraguay.
ao eonsta tal coasa da tmihum oocameoto pu-
blico. .
A phruese compraz em repetir vanas vezes
altribue a o goverao imperial nm sentimenlo que
repugna ac sea carcter e sua circuraspaejao.
A verdade i qae nio s a phrasa, mas tambem a
oagativ, qaa sa Iha segu, nio tea o mals leve
funda manto.
Bastarla appellar para a conseiencia do govarno
argeatino, que nao podia ignorar que a sua qaes-
Paraguay. Com effeilo, nia seria determinada por
aquella motivo a oeenpaclo previa da Villa Oc-
hental, ainda durante a guerra 1 Nie o revelara
tambera o protesto que a essa oeeupacio oppoz
immadalaiQnte o govarno provisorio do Para-
Bastara meamo appellar para a eossoiaocia dos
agentes do governo argentino na Assumpcao, qae
estiveram em relacSes com o governo paraguayo
durante a guerra, para que o governo imperial
visse confirmada a sua assercjto de que a questo
do Chaco era, se ato o anico, o maior obstculo
previsto nos ajustes deriailivos de paz.
Has ba ouiro documento escrii to e nao menos
expresslvo do qus o protesto paraguayo.
O governo argentino sabe gae o seu represen-
tante na Astumpco, o Sr. general Vedia, Armn
com o plenipotenciario brasileiro, o Sr. coose-
Iheiro Prannos, vsconde do Rio Branco, am pro-
tocollo de aesordo preliminar de paz, que tinba a
iata da 31 de maio de 1870.
Esse accordo fei firmado ai referendum pelo
dito Sr. general, porque, a instancias do goverao
provisorio, se modificaram os termos pelos qaaes
propozeram os a'.liados que o Paraguay aceiiisse
as condifoas de paz estipuladas no tratado de al
lianiM. Pois beni, o referido protocollo, que s
llliria nesle ponto do que aflaal foi adoptado em
20 de junbo do mesmo auno, deixoa de ser acei-
to pelo governo argentino, porque no pratocolio
explicativo o goverao provisorio motivava a sua
restric(Io com a necassidade de defender seus
direitos sobre o Chaco.
Nenhuma duvida apresentava sobre as ootras
condicoes, riao fazia questo sobra os limites do
Brasil, nem sobre o territorio das Missdas, entre o
Uruguay e o Paran, que tambera j bavia sido
oceupado por ordem do governo argentino. A
sua resalva referase nicamente ao territorio do
Chaco.
Eis as palavras textuaes desse protocollo :
i Durante a d.s:usso foi dito, por parte de SS
Excs. os Srs. merobros do governo provisorio da
repblica do Paraguay, que pelo sobredto art. 2*
substitutivo enlendiam deixar-se ao governo pa-
raguayo plena liberdada para propdr a sustentar,
relativamente aos limites do Chaco, quando se tra-
tar dos ajustes definitivos, o que julgar conforme
aos direitos da repblica, nao poden do da aceita-
cao genrica que consagra o mesmo artigo deda-
xir-se qae ficoa resolvida essa importante questo
territorial dos termos do tratado da (riplice al-
lianca
Parecen ao governo argentino que a simples
menjao do Chaco no accordo preliminar, questo
asta que Iba dizia respeito singularmente, poderia
ser olhada como menos diffrente para com elle.
O plenipotenciario brasileiro declarou que, se o
caso se desse em relaco aos limites do imperio,
nao pedira ao sea aliiado ama lal suppresslo.
que nao dava nem tirava direitos, sendo impossi-
vel semelbaote igualdade, porque eram disuadas
as duas quesloes de limites.
O plenipotenciario brasileiro anouio, sem em-
barga dessas justas observaos, eraeoda sup-
pressiva, porqaa oo valia a pana difflcultar o ac-
cordo por tal motivo. Mas o primero protocollo
ficou aathenticado por todos os negociadores e
cada am destes com o sea exemplar.
Logo, indabitavel a assergo da nota braslei-
ra, e acba-se comprovada por mais da nm docu-
mento irrecusavel.
Proseguiado en argaicSes gratuitas, e recon-
vencas, nio provocadas, o Sr. ministro das rela-
i;oes exteriores escreveu, a respeito da cesso da
liaba de Igurey, feita pelo Brasil ao Paraguay, o
seguate :
O Brasil cedeu, pois, ao Paraguay o que era
e foi sempre deste, ficaado, todava, em nome do
tratado da 1 da maio, tom territorio qae bavia
sido tambem do Paraguay, porqu>nto nanea at a
guerra aelual quizara reeonheeer sobre alie a so-
berana do Brasil.
Temos, portanto, que o governo argentino, ai-
liado do Brasil, quem diz, ;em documento publi-
co, que o*Imperio nio tinha direito aos limites
qua ,expres5ou no tratado de 1 da maio, e que
ainda Meara, pelos ltimos ajustes, eom territorio
paraguayo.
O governo imperial pde de parte o effdilo de
urna tal asserco no animo dos paraguayos, que
nao conheerera os fundamentos da questo ; nao
encarar o facto por essa face, para s assentar
urna rigorosa dedueco lgica.
A nota do" Sr. Tejedor ni ostra que o governo
argentino nao conbece a amiga questo de limi-
tes do Brasil eom a repblica do Paraguay ; e nao
aqu preciso demonstrar o direito do imperio a
territorios que a ambici e preconee'.os dos fina-
dos presidentes Lpez (pai e filbo) Iha disputavam.
Esse direito foi bsra elucidado em protocollos qae
eslo no dominio do publico, e ainda receotemea-
te o plenipotenciario brasileiro na Assumpcao re-
cordou os ttulos que poderamos invocar liona
do Igurey e do Jejui ou Ipanguass, se nao de-
vessemos ser moderados a generosos p: ra eom o
vencido.
Ple-se admiltir que o goverao argentino igno-
rasse os legtimos ttulos do Brasil liahados li-
mites qae menciona a art. 16 do tratado de 1 de
maio ; mas nio qae elle se compromeilesse a ser
complica deuma usurpacio de territorio ao Para-
guay. Daquella assergo couclue-se, portanto, ri-
gorosamente que a nota argentina de 27 de abril
vea confirmar que o tratado de 1 de maio nio
tracoa fronteiras sob a rasponsabilidade collectiva
dos alllados; por outros termos, qua estes nio
extminaram es direitos allegados, mas s convie-
ram as preleacoes que serviriam de base aos ajus-
tes de limites, reeabindo a garanta da allianca
sobre o que se hquidasse anal eomo legitimo, ou
fosse estipulado entre as partes interessadas, da
conformidade com a dita base.
Reproduzndo as eonnderacoes muito sensatas
do governo imperial quanto as contingencias de
um procedimento violento dos alllados para eom o
Paraguay por caasa do contestado dominio sobre
o Chaco, a nota argentina asslm se expressa :
t A solicitada qae nestas linbts mostra o ga-
veno imperial pela sorte do Paraguay digna de
todo o elogio ; porra nao concordante com a
resistencia que o goverao argentino encontrn
sempre nesse goveruo para tornar menos penosa
(nacer mas llevadera) a sorte do vencido, renun-
ciando os alliados de eommam accordo indsmni-
sacie pelos gastos da guerra a damnos contra ca-
da estado.
O Cbaeo deserto, o Chaco qae o Paraguay nun-
ca podara colonisar, nada em comparacao da
immensa divida procedente da guerra, que por
secuto o (era atado gleba, e Ibe impedir res-
pirar livremente, para cao ir prostralo aos ps de
qualquer vizioho prepotente e ambicioso. Porque
nio eondoer-nos antes da sorta do Paraguay nes-
to terreno mais positivo f >
Mais de ama grave ooservacio suscitara estas
manifestacoes do Sr. ministro das relacoes exla
ores da repblica Argentina.
Em primero lagar, v-sa nm dos alliados ata-
cando, como Injusto, humilhante a aniquilador pa-
ra o vencido, nm dos direitos ineoolestaveis de
todo o belligerante, expresamente estipulado eo-
mo eondicio da paz no art. 14 do tratado de 1 de
maio.
Dz-se ao povo paraguayo que nio a questo
do Chaco que deve encontrar resistencia, mas esse
nconeosso 4ireito dos alliados ; e isso qaando o
Paraguay nanea deseoohecea o direito qae ora
tanto repugna ao g-overno argentino, antes raso-
nhecen-o para eom todos os alllados no aeeordo
preliminar de paz, a acaba de recanbeee-lo mais
ama vez nos ajustes feitos eom o Brasil.
Em segundo lugar, revelando-te circamstaneias
da neaoeUsio previa dos alliados, que por mutuo
aeeordo, mas nio por iniciativa do plenipotencia-
rio brasileiro, foram omiuidas nos protocollos, al-
lega-ss qaa o govarno argentino encontrn sempra
resistencia no governo imperial contra a propoeta
da eessio dos gastos da guerra.
Aqu cabe pergontar qaaodo, qnautas vezes e
porque forma se apraseetou ao goverao do Brasil
aquella notavel proposta ?
Dorante a guerra, foi interpellado pelo plenipo
teociario brasileiro o da repblica Argentina, em
memorndum de 17 de maio de 1869, sobre at
condicoes essenciaes da paz a interpretacao dos
artigas do tratado de I da'malo que Tiles sao coa-
cementes.
A respost limltoa-se aos termos genricos e
vagos de que os alliados deviam ser generosos e
nio eareciam de garantas que j tinham nos pro-
prios facto?.
A proposta de cesso dos gastos da guerra fci
feita pela primeira vez as conferencias havidas
em Buenos-Ayres para o aeeordo previo dos allla-
dos sobre os ajustes definitivos de paz. Quem a
imciou foi o plenipotenciario oriental, eojo testa-
manoo se invoca, pois, trata-se de eireumstaneias
qua deixjram de ser registradas no respectivo
protocollo. |
O Sr. Dr. Adolpbo Rodrguez disse que sea go-
verao nio davdaria ceder desse direito, se os ou-
tros alliad.'s tambem oedessem por sua parte.
O plenipotenciario argentino adberio sem hesi-
taeiaaquella proposta, eerto, maso pleoipolen-
cTahr brasileiro nao lhe resisti, como o Sr. minis-
tro de relacoes exteriores faz crer. O plenipoten-
ciario brasileiro observou que a proposta era rnai-
to generosa para com o Paraguay, natando ao
mesmo tempo que fosse condicional e tao desi-
gual para com o Brasil. Qua o governo imperial
oo pensara em ceder da am direito incQglesiav|
e que tal vez, a maior correctivo contra os pa-
vos que provocara guerras to injustas a sangras
tas como a do Paraguay. Qje elle plenipotencia
rio brasileiro nao sa oppunha concesso dos al-
liados do Brasi', mas qna nio poda anonir a ella,
muito menos eom tamaoha desigualdade. Qaa,
tendo o Brasil, alm do maior sacrificio da san-
gue, dispeodido dez vezes mais do qua qualquer
dos seas alliados, o qae estes poderiam equitati-
vamente propor-lhe seria qae cedesse tanto quan-
to ellas.
Feitas astas observabas, os aoas plenipotencia*
ros, argentino e oriental, retiraram a sua propos-
ta, e perguntaodo o do Brasil, qae se encarrega-
ra da rsdaecao dos protocollos, se esse facto de-
va ser mencionado, foi-lh respondido qua nio, a
assim eoovieram tolos.
Temos, poi.-, qae nao rnuitas vezes, mas s ama
vez, traton-se siria e offieialmente dessa especia
entre os alliados ; e qaa nio hoava a insistencia
que figura a nota argentina, nem a resistencia to
absoluta que se attribue ao Brasil.
E nio admirara que o imperio, a quera coa-
beram na guerra os malores encargos, e que en*
lio oj qio medio eom oa de seos alliados, nio fos-
se depois igualmente generoso, quando pela paz
nao adquira ora palmo de territorio, e nio exi-
ga do Paraguay outras condicoes qaa nio fassem
de seguranca a inlerasse reciproco. ^L ,
O Sr. ministro de relag<5ei exterioras diz qaa os
paraguayos deviam pecar menos o sao praUBditte
dominio sobre o Cbaeo, qae sliii ama qaestao
de soberana territorial, do qae os gastos da gner
ra ; e assim se exprime, quando em ouiro lagar
de sua nota compara o Chaco a um mundo para
provar que o Brasil fez urna eoneessio sera valor,
eedendo da linba de Igurey, que lhe dava urna po-
sicio na verlente occidental da serra de Maracu-
j, e que se ligava a todo a territorio paraguayo
que vai do Jejay at as margens do Apa.
Mas que culpa cabe ao Brasil, sa os Paraguayos
tem em menos o onus pecuniario da guem do
qaa a referida qaesio territorial ? E qaando o
governo argentino tanta importancia da a essa
raesma questio, deve assim admirar-se da resis-
tencia que ella encentra da parle do Paraguay 1
O que nicamente ple obler o plenipotenciario
argentino as conferencias de Buenos-Ayres, obser-
va o Sr. Tejedor, foi iotroduzir a palavrabene-
volentemente no art. 3* do respectivo protocallo.
O governo imperial nao pode deixar de reclamar
nos termos mais vivos eontra o mrito qoe por
aquella palavra se attribue o Sr. plenipotenciario
argentino, com detrimento das boas ateneoes dos
outros plenipotenciarios. Essa palavra refere-se
fixaeio do quantum dos gastos da guerra, a foi
aceita como mera emenda de radaccio, sera repug-
nancia alguna da parle dos plenipotenciarios bra-
sileiro e oriental, porque o pensamento de ser
generoso para com o vencido era commum a todos
os alliados.
E' lamenlavel qae a niroluccao dessa nica pa-
lavra no artigo de qua se trata, oio lando havido
por isso a mais iasigoifleante diseassio, seja invo-
cada eomo um documento de generoiilade que
fallar a favor dos sentimeotBs do governo argentino
e tornar odioso o Brasil aos olbos do povo para-
guayo. Mas niQgnem ignora que o Brasil den as
mais exuberantes provas da generosidade para
com o vencido, no tratamento qoe proporcionou
aos seas prisioneros, eedendo toda a sui qaota da
presas, que nio era material de guerra, para oc-
correr s necessidadas do goverao paraguayo, dis-
tribuido soccorros popularlo infeliz que regres-
sava das mallas, e por varios outros meios, de qae
dar testembnho o mesmo governo a povo para-
guayo. A oacio qae assim procede nao podia ser
avara no litar a sua indemnisacao de guerra e as
condigoes do sou remoto pagamento.
O Sr. ministro da [relacoes exteriores jalgon
conveniente inserir em sua ola o qae a primeira
minuta ou projecto do protocollo n. 7 das conferen-
cias de Buenos-Ayres diz em nome de S. Exc,
como plenipotenciario argentino,a respeito da clau-
sula eoneeroeole s foniflcacdes paraguayas. Ten-
do sido esta minuta emendada por mutuo accordo
reduxida aos termas do protocollo assignado, nao
se explica com que Ora a nota argentina recorda
a d incompleta pablicidade a incidentes qoe fo-
ram eliminados dorante a negoeiaco.
Qucr o governo argentino mostrar que o sen
plenipotenciario foi opposlo nesta negoeiaco a
clausula de que sa trata ? Isto constata j do
protocollo d. 7 asignado pelos tre p'anito'anci trios
Pretender mais do que isso, tornar odiosa orna
das disposicas do pacte de allianca. E menos
conveniente parece esta diseassio, o governo im-
perial rennaeioo-a em sna nagociagio eom o Pa-
raguay, nunca dissera que era condicao sinequa
son.
Urna vez, porm, qaa a nota argentina se aln-
ga neisas particularidades de que nio Azarara
mengo os protocollos assignados, e as aprsenla
sob ama cor desfavoravel ao Imperio, torga re-
tifiea-las, e dar-lhe sea vsrdadeiro sentido a al-
cance.
A clausula relativa ao arrasamento das fortifica-
Soes paraguayas, e qua prohiba o levantamento
a ostras que podes seas eslorvar a livre navega-
gao, era ama clausula do protocollo annexo ap tra-
tado de 1 de maio, protocollo pelo qaal tambem sa
regaln a diviso dos destojos do inimigo.
Nanea at s nagociagdes definitivas da pas eom
o Paraguay o governo argeatino declarara aos
seas alliados que essa clausula Ibe repngnava, a
que nao a poderia eumprir, por carecer de appro-
vago do seu congresso. Pelo contrario, os gene-
raes argentinos mais da ama vez, durante a guar
ra, inveearam aquella protocollo. annexo para a
diviso de presas, e em viriuds da mesma astipji-
ligio ia cemoletou o arrmenlo das for liosa caes
paraguayas.
A qaesio dejtt clausula ippareeea as confe-
rencias de Heoas-Ayres. Ento o Sr. Tejedor nio
s eot&balaa, a clausula eomo desnecessaru a in-
CQQToqigojs, mas at declarou que, 9 sen foyerq)
nao poderia eampri-la, porque o congresso, em ses-
soes secreris, resolver qoe esse acto careca de
sua approv.ico, qua nao verifleou sa, sean Jo an
tes SandatH) no senado nm projecto da Jontra ca-
mal qo a recusava.
gp asm o caso de.dizer-se, como sa exprima a
noiarargent na a respailo da estipulacio de limitas,
boa on ms, a referida clausula eslava aecsita e fa-
zia pirte integrante das estipalacoes da alliauga,
segando a tb que deva merecer a troca das rati-
Qcagdes dos alliados, sem nenhuma reserva a esse
respeito.
O plenipotenciario brasileiro sustentoa qae o go-
verno argentino eslava obrigado a respailar a re-
ferida clan:.ala e justincou o psnsamento e o di-
reito dos al iados em eompreseude-la as condi-
cSes de paz do tratado de 1 de maio. M jilos exera-
pos hislor eos, e algoos recentes, justifieariam
essa exigencia, e com Uso no liveram em mira os
alliados dei.-.ar indefesoo Paraguay, mas tirar-lha
o perigeso iieestivo qaa nassas fortilicagoes do til-
toral encontraran! seus dictadores para astorvar o
transito fluvial, e provocar os estados visinboi at
ao ponto da ultima guerra, qae tanto sangue der-
ramou.
Sustentando a clausula em nome do direito dos
alliados, o plenipotenciario brasileiro a apresentava
sob um nova forma aeompanhada da taes. garantas
para o Par; guay, qua ara, nio ama imposigio,
mas um reiiprocilade pelas segurangas qua se
offereeiam repblica, e com as quaes se arreda-
ria toda a [ resumpgo da um pensamento latente
a hostil.
Com eff.-ito, par parta do Brasil, era proposlo ao
mesmo lem 10 que sa reeosbeeesss a neuiraldade
da repblica do Paraguay am qaaesquer conflictos
entre es se is vizinbos, os distes com alguma on-
tra potencia; obrigando-se, outrosim, os alliados a
nio recorre forga contra o Paraguay em nenhu-
ma emergencia, antes da teniarera os bons offlcios
de alguma iiagio amiga. A aseas garantas de paz
de segura iga aeeresciam a da independencia e
tsttgridade da repblica.
O Brasil, que assim se manifestara, poderla ter'
outro pens ment qoe nio fosse o bem eommam
dos alliados e do Paraguay f
Mas a eli sala, reeoohecida eomo vlida a obri-
gatoria por dous alliados, ambora o oriental opinas-
se entio pelo san abandono, era declarada sem vi-
gor a inacc litavel para a rapabliea Argentina, palo
orgio do sai plenipotenciario. Urna tal exigencia,
antas mesmo da ser ouvido o Paraguay, e quanio
por Outro I do, na sua questo de limitas, qaa ara
a graade diBcaldade dos ajustes de pai, o govar-
no argntico nada quera ceder, eolloeava os os-
tros alliados em posigio de nimia condescendencia
senio desairo?*.
Hoja recnoneca o governo argentino qaa a do
Brasil estar a em sea direito, se dasse ento por
caduco o tratado de allianca, por falta da imple-
mento daqc alia clausula. Convm transcreverjaqui
esta deelaracao :
Tem, cois, razio o Sr. ministro, quando am
sua nota d 21 da marco dissa qua nio poda ser
direito par; o governo argentino o que ara i brlga-
fio para 01 atusaos ras gaverao argentino da
sentanos naneira boovera estraobado qae o bra-
sileiro deel irasse eadseo por essa motivo o tratado
de 1 de mala*
O goverao argentino nio estranharia qae a allian
ga se romp sse por aquella clausula, mas estranha
que o Brasil, sem romper a alliauga, sem offeuder
direito algum da repblica Argentina, vendo frus
irados, dnr.inte dons annos, todos os seus esforgos
para ama regociago em eommam, tratasse sepa-
radamente :om o Paraguay. O contraste destas
daza soluciss sio escapar refl-utida apreeiaco
do proprio governo argentino.-
Continuando sobre esta mesmo ponto, aceres-
eenta a ola argentina :
c Porm, nio tara razao quando diz qua a falla
se deven nacamente repblica Argentina,-por-
quanto em sna opposigio era aeompanhada pela
repblica Oriental.
E' nota vi il que nos doeumeatos do governo ar-
gentino se insista em apresenlar o Brasil como di-
vergente di 1 ambos os seas alliados. O fado qae
o plenipote iciaro oriental se aebou quasi sempre
concorde om os do Brasil, e nanea hoava entre
ellas grave discordancia, nem sobre o aeeordo pre-
liminar de paz, nem sobre o definitivo. Assim o
attestam o. propros documentos dessas negocia-
{093, nio obstante sea laconismo a reservas ne-
cesaria?.
O plenipotenciario oriental opinava que nio se
tornasse el tactiva a clausula nos ajnstes de paz
com o Paiagoav; dscorria assim sob o ponto de
vista das conveniencias mas reconheeia qae o seu
governo a tinba aceitado e que se Juigava obrigada
a cumpri- la. O plenipotenciario argentino nega-
va-se a enmpri-la em nome do seu governo. Eis
a diff arenca, e para cortar toda a contestarlo a
este respeito, convm eitar as palavras textuaes da
plenipotenciario oriental no protocollo n. 7 das
eonfereoei 19 da Buenos-Ayres.
O Sr. plenipotenciario oriental declarou qae
por parte la repblica Oriental do Uruguay o pac-
to de alliauga foi em todas as auas estipulares ap
trovado palo poder legislativo competente, como o
foram os lamis aelos qna a sitaagio excepcional
do sea paiz obrigou o general Plores a pratiear, na
qualidade de governador provisorio, dorante a
falta da as sembl* geral.
as conferencias de Assnmpgao, i vista das
ideas enu ociadas pelo plenipotenciario argentino,
o mesmo Sr. Dr. Alolpho Rodrguez, representan
le do Em do Oriental adberio ainda mais opi-
niio do representaste do Brasil. O protocollo n.',2
d'aquellas conferencias e demonstra:
O Sr. plenipotenciario oriental declarou que4
por sua liarte, concordara eom aquillo em qua
asseotassem os seus collegas; mas tinba por con-
veniente cbservar qua proonnciava-se pela imer-
gio da clausula do protocollo annexo ao tratado
da allianga, nio s por ser obrigatona para o seu
governo, como tambera por desejar ver adoptado
o principio eootrario ao sustentado pelo sea digoo
collega, r (presentante da repblica Argentina. O
proprio a templo de Martin Garca dava maior tor-
ca sua convlcgo.
Ainda observa a nota argentina, sobra a qaes-
tao da el: osota do protocollo aaaexo: a os soe-
cassos aemoBstraram depois qae o graade obsta-
calo para asagociagio eonjoncta nao ara para a
negociarlo separada. Oecurreooia cariosa, qae
faz presumir qae a razio verdadeirade nio decla-
rar-te nato caduco o tratada por esse motivo,
est na odiosidade da elassnla, a smente nisio,
Qcando assim indirectamente justificada, pelo Bra-
sil mesno o, a attitude do congresso argentino.
E' o p opro govarno argentino quem diz a re-
pela qua o tratado da allianga eaducou ou deixou
da ser olirigatorio para o Brasil e o Estado Orien-
tal, desda qaa sma das altas partes contratantes
reeusou umprir a elaosala do protocollo annexo.
E, pois, nio te eomprabanda como, deelarasso-sa
o govero o argentino violador do tratado saqaella
clausula, qoe os ostros alliados eontideravam por
elle par sitamente aceita, raerimina osan aliiado
palo slm olas tacto da havar fraudo separadamente
eom o Caraguay depois daquella Ja de outras 00-
eurrtneias.
Pos-s em dvida a intenoio amigavel com qae
o goverio impanal nio qnia antio dar por cadueo
o tratadi a substitna se ao vardadeiro motivo o da
um pai :o recaio pata odiosidade qaa sa aprsenla
com in istancia contra ama elaosala estipulad*
entra ot alliadoa.
A verda.de, porm, resane em toda a asa (tu.
dos sos tinentos firmados pelot alliados, Q n>>
faino, defen-JanS* a clausula e redamando contra -,Migo por um fanecioaario
a sua anoullago pelo governo argentino, propoz
que sa adiasse a qaestao para ser decidida
_ ulte-
riormente, quando o fosse a de limites.
Aqu eito o termos desta proposta, qoe foi
acceita : '..;.'
Qae, porm, lando o Sr. ptenipoienciario ar-
gentino proposto, no intuito mais amigavel, qoe se
adiasse a questio de limites para ser decidida du-
rante a negociago eom o goverao' paraguayc, elle
plenipotenciario brasileiro, depois de feitas as d6-
claragoss qua acab-ava de expressar, adoptara o
mesmo proceder prudente, propondo igualmente
aos seas Ilustrados collegas qua sa raservasee a
S22&SL aEuffJ aDnexP*ra se de DOV0 Sr. mlnistro.-Recaoi em 5 do crranla
nZ tna u J L** .**>*? to**x* d aWM- datada de 21 de margo, contestando a qaa sai i-
zZh ^a.ra. e0**?* d.sposigoas ostra I rl|i(U ^ esle mill4Vrto eu 31 aa j
iiHar da
gemina.
O governo imperial nnnea to teaaroa se sr
importancia s io/astas apraciaciaa esta aaojsaaaa
vezes appareciam oesus gaselaa eoatfa s pyliasss
braslleira, e menos podia levanta-la at s attsn
da respoosabilidada do seu alli^Jo.
Rio de Janeiro, 20 da jonho S> 1871 Mmmtt
Francisco Correa.
Nota do governo argentino ao governo imntrtat $$.
bre a desoecupaem ata Una o Mnjn.
Ministerio de relacoes axieriores da raasfclica
argentina.Buenos-Ayres, 27 da bratela it71
Sr. ministro.Receoi
parte interessada sobre urna e oulra questio, era
de esperar que se encontrare o meto de solver as
difflculdadas, de am modo amigavel, justo e hon-
roso para todos.
O governo imperial linba empsnho em proceder
de aeeordo eom seos alliados e concillar todos os
direitos e intaresses ; nao declarou o tratado ca-
duco, na esperanga de que as dif&culdades se ra-
soivessem alisal de modo satisfactorio.
Durante a diseassio, o plenipotenciario brasileiro
manifesloo que, se o plenipotenciario argentino
declarasse que em nenhuma bypotbese aeeeitariaa
clausula no' protocollo annexo, elle plenipotenciario
brasileiro tinha instrocgdes que eumprir. dada esta
declaragao. A resposla de S. Exe. loi qna hypo-
Ibeses podiam verificar-sa em que a clausula fosse
aeeitavel, e figurou eomo exemplo, a de que nao
eneontrasse ella repugnancia da parte do governo
paraguayo.
Mas, observa a nota argentina, o Brasil ceden
dessa clausula na sua negociago separada. A ax-
plleagio est evidentemente na diffrenoa das cir-
eumstancia; e nos precedentes recordados, pelos
quaes se v qua o Brasil cadena tambem na nego-
ciago eonjuocla, se isso fosse necessario para fa-
cilitar o accordo eommam e o podesse fazer deco-
rosa e convenientemente.
0 governo imperial entenda qu a mencionada
clausula deva ser aeompanhada da neutralidada
do Paraguay, a de outras garantas a esta repbli-
ca, que s podiam ser dadas pelos alliados conec-
tivamente. Sendo o Brasil obrigado a tratar separa-
damente, essas con Jiges desappareeiam e nao fi-
eava mala dgnidada do imperio conceder ao ven-
cido o que antes te pretenda impr-lhe eomo exi-
gencia a am dos alliados a despeito da obrigagao
qae todos eontrahiam, a qaando por sna parta o
governo argentino nada quera ceder a bem do
aeeordo commum eom o Paragaay.i
A nota argentina, eomo se considerasie Ilegiti-
ma ou ominosa a eonfianca qaa o Brasil souba
inspirar ao vencido, a que [aeilitos os seus ajustes
da paz, meneiona fados qae reclamara explicacei,
a vai at a ponto de dizer qoe o governo imperial
ubveocionou urna imprensa favoravel, proposigao
Impert nenia no elevado assumpto qua preoccapa
os dons governos.
1 Vaco ao caso mencionar aqai tambem (obser-
va o Sr. Tejed r) a mesma proporgio sis forga da
oecapago, e anda de influencia. Qaando a re-
pblica nio deixava na Assnmpgio mais do qaa
ama guarda para a saa bandaira, o Brasil deixava
um exereito e ama esqaadra. Qaando a repbli-
ca nao enviava seus ministros senio forgada pelo
cumprimento de seas deveres de aliiado, o Brasil
fazia coostantemente da Assumpcio a residencia
da seus prneipaes borneas da Estado, a subven-
eionava ama i aprensa favoravel. A ficuldade,
poi, de oecapago e de iolluencia que ha exereido
a rapabliea, em nniao com o imperio, nio pode
comparar se, nem dorante esse lempr. A oeca-
pago real, a influencia collectiva tem sido toda da
Brasil, qaa desattendea al ao convite que a re-
pblica lhe fez alguma vez de desoceupar total-
mente o Paraguay, anda antes dos tratados defi-
nitivos.
Sorprende qoe se Dote ao Brasil o ter porven-
tura adquirido, no espirito do govarno e poro pa-
raguayo, ama influencia legitima, que s poda
derivar da boa fe do seu procedimento, do seu
desinteresse e do auxilio moral e material que tem
prestado Aquella povo para reerguar-se eomo na
gao soberana e lodependente.
A desproporgio entre as torgas brasileiras a as
argentinas no Paraguay nio datam da paz. Anda
os exereitos alliados nio tinhim passado de Ha-
mait. a j o da repblica era retirado em parte
para aeudir sua ordem interna. Na ultima pba-
se da gnerra nunca o Brasil teva no Paraguay
manos de vinte mil horneas, alm de sua esqua-
dra, entretanto que as torgas argentinas nio pas-
savam de cinco mil, e deixaram de tomar parte
na persegsigao do inimigo pelos desartos de Curo-
guaiy, Jgsateray e Aquidaban, onde receben elle o
golpe mor tal.
Sa governo imperial nunca se qaeixoa dessa
desigualdade de sacrificios, e antes procuroa de-
monstrar praticamente que nao pouparia esforgos
para conseguir qae triamphasse a allianga, porque
aoje isso mesmo to mal visto pelo seu aliiado ?
Dsveria o imperio retirar apressadamente snas
forgas, quando seus direitos nio estavam reconbe-
eidos pelo Paraguay T
O governo argentino retiros, nio se contesta,
quasi todo o resto de auas forgas do Paraguay ;
mas nio as retiron no interesse da liberdade do
Paraguay, que ellas saberiam respeitar, e sim por
conveniencia propria. Qaaodo assim proceda, o
governo argentino deixava ali a torca qae lhe
parecen b: atante para assegnrar o sen dominio
sobre a vi la Occidental, e depois de ver tam-
bem segura a sua posse no territorio das Mis-
soes.
O Brasil nio podia entio imitar o seu aliiado,
porque suas eireumstaneias nio eram idnticas,
nem exereia sobre o Paraguay a raesma influencia
que o governo argentino podara exereer naquel-
les territorios de Corrientes e Buenos-Ayres.
Com tantas affiadades naturaes para o povo
paraguayo e em tio prxima visinaanga, a rep-
blica Argentina estava em eondgoes mais favo-
raveis para ganhar a ofluuencia qae attribue ao
Brasil, a da qua esle nio usara em detrimento do
seu aliiado, nem para vistas ambiciosas, qae
nunca abrigou, do que prava inequvoca seu
procedimento anterior e posterior i guerra
A' capital do Paraguay envas o governa argen-
tino nm Ilustrado representante pan asjistir
insiallacio do governo provisorio a tratar com
este. Enviou depois o sea ministro de relagOes
exteriores para os ajustes preliminares de paz, e
conservou sempre na dupla qualidade de repre-
sentante militar e diplomtico um distincto gene-
ral. Se ura dos seu horneas de estada nio se
prestos a conservar-sa no Paraguay dsxaata a
ultima pbase da guerra, oa sa o governo argenti-
na sao o julgoa preciso, culpa nia e do Brasil.
0 governo imperial consarvos i durante esse
tempo um ministro de elevada categora porque
importava-lna muito evitar ".olas aa eomplicagoes
polticas que polessem retardar a eoocluso da
guerra, cujo onus ento quasi pesav* exclusiva-
manta sobre o imperio, t porque ligava grande
maortaucia aos seas, ajustes pacficos e amiga-
veis, eom o goverao, provisorio.
Para sao tornar mais desagradavel et.U diseas-
sio, deixa- 6 de responder i temeraria allegaciq
de imp.ensa subvencionada pelo Brasil, Mista'
solmv ata poni observar que a '.apria argn-
*-t* ?at* J>>on* f*^^ de Assumpcao e
1 'qae nao cessava de recommendar a influencia de
I sna naconalidade. Na propria capital do Para-
gida por este ministerio eu 31 4a jatveiro 1
acerca da ilha do Atajo.
N'ella o Sr. ministro serve-sa man te lar esa seo
oceupar a ilba nao teva o govarsa imperial ata-
nor idea de ganbar territorio do insats, asas
mesmo de levar snas pretenees da htotttes alias
do que em plena paz propasara ao Psrafssy.
Que coherente com esle proposito, nea
a gnerra, nem depois da victoria, o gove
perial pratieou acto algsm qaa fosea
aquella solemne declaracao, contundo aa
qaeacia qae o saa alnado nao Iba atrrioaira a
mais remoto desejo de adquirir a lisa do Atajo,
para o dominio do imperio.
Qae eom a oecapago, qse leve por origetB a
meibor servico das (orgas da allianga, nio sa ara-
tendea estabelecer posse ; e qae ella esssara Ufa
qae seja possivel, porque assim o aeossetaa a aro-
pro interesse do Brasil.
Occtipada, eom effeilo, a ilba dorante a estera
eom o Ptragoay, no interesse da allianca, a ft-
varno argentino nao vio nnnea nesta tac tasia
nm maio de gnerra p*rmitudo aos gtsaraas bea-
slei ros e argentinos as respectivos terrlotiaa.
A oeeupagio da ilba na embocadura da r Pa
ragnay, fazeodo frente palo tes lado tita sa ter-
ritorio inimigo, a dominando o meio do casal aa-
vegavel, era ama posieio estratgica, qaa a afissv
Sa nio podia nem devia despreiar, antes da basar
iumayi, a mesmo eomo basa da ooeraedes qaa sa
aproximavam a Assumpcao.
Mas essa ocenpagio, doas anuos dapoia da ea-
cluida a guerra, nm facto estrassa, ae aa atc-
plicages dadas nao salisfazem nem aadaaa attSa-
fazer, e o proprio governo imperial assim o JaJajt.
nao invocando agora, para eontinoa-U, aa
dadas da guerra, mas sim o pasado material
all tem, e deve ser levado para graade dimana .
e a inopportanidado da desoceupacio, precia
te no monumento em que o governo imperial
de atiender exeencio dos ajnstes na paso as-
sgnalos ara Assumpcao. ,,,
Dasde qne a ilba sa oceupou so par* o flsV>
guerra, terminada esta poda coraeear so* dae k-
cupaga-o, e por pasado qae futsa o aakrulatW*
ioodzido, os don* annos decorridos da ett -?
ara ei teriam sido mais qae sufQciaates paraaastr
ira-lo. A execogo dos ajustas assitsados orj a
mamante em Assumpcao tambem sao paraca 9-1
to bastante pera manter a ocenpacie, d*4* aS>
da ilha perteoce repblica Argentina ter
e sen aliiado, qne a aabera defander eoairao-
Paraguay, qae o Brasil podara temer obOaeoLo*
a livre navegaco. Alra'de qu, a occupigao da
ilba, e mais a existencia de 3,000 hornea* am Ha-
raayt a Assumpgio, 'sera (ura laxo de garant*
dos ajustes, que nunca se admitliria f.cilmeote.
Tendo o Brasil babels marilimos, que por moti-
vo da guerra pereorriram e e.-iadaras os sitio-
Paran e Paraguay, nio \- la o governo argesiu.)
compreuender a parte da nota a qae respondo, re-
lativa posigio da ilha, sanio por ter-se desca-
da lo de cnsult i-los. A ilba est no territorio 4>
Chaco, roargem direila do Bermejo, que naco
foi disputado rapabliea nem pala B>ii va seta
pelo Paraguay. A ilba aoenat te acha dividid*
deste territorio por nm riacho, boje quasi exiiact.
At o anno de tSi'i tinham os correntinos *b>.
como na Ierra adjaeente do Chaco, conaierave
estabeleeimentos, que nesse anno das-ruiram, aala
violencia, os mesraos paraguayos, que ttsesats
pela violencia occoparam parla do territorio da
Misd A il&a do Atajo aeha-se, poi?, no mesmo sju
deste territorio ; e obrigado o governo argenna
a exereer nella o dominio e vigilancia qse Iha
pertence em bem de sens interesse fiscaes. es-
pera, comtudo, que o governo imperial, pesando
em san amigavel juiz o estas novas eonsiderteda,
se servir abreviar a dasoeeopagao qua proastatr.
sem prejalgar nem assumir responsabilidada al-
guma na questo da dominio.
O abaixo assignado poderia accrescentar ostra?
considerages sobre a ineffieacia das med.la?
adoptadas pelos ehefes brasileiro?, sem o conaas-
umento e aeeordo do governo argentino, coa o
fim de impedir o contrabando, a cujo fiel eora-
primenlo novamente te recommendou ; jul;
porm, desneeessarias, desde que, apezar dt
inconvenientes, o governo imperial neeessila 1
de algum lenpo para a desoceapaco ; e sa imi-
tar a pedir qae no entretanto se Ibe d eonssei-
raeoto dessas medidas, para completa-las por so
paite, e tornar assim a oecapago temporaria
menos prejudicial.
Qaeira o Sr. ministro aeeeitar com esle taotv->
os protestos de minha mais alia estima a eoaai-
deragio.
A S. Exe. o Sr. ministro de reiagas exterioras
do Imperio do Brasil.Carlos Tejedor.
Nota do governo imperial ao da repblica Aigen-
tina.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios estraa-
geiros, 21 de junho de 1872.
O abaixo assignado, do eonselbo de S. M. o Im-
perador do Brasil, ministro e secretario da asalo
dos negocios estrangeiros, receben, em 18 do nsez
Ando, a ola que, em 27 de abril ultimo, lhe diri-
gi S. Exe. o Sr. D. Carlos Tejedor, miaisiro da*
relagoes exteriores da repblica Argentina, eaat-
testando a do abixo assignado, da 22 de aasre/v
sobre a eonservagio na Iba do Atajo de um arse-
nal baasileiro com a forga indispensavel para tsa
guarnigio e servieo.
Diz o Sr. ministro qua a oeeupacao sesea rtna.
situada na embocadura do rio Paraguay, a esj*
parta alta floa tronleira ao territorio inimigo. ds-
minendo o ultimo eanal mvegavel, era sma foet-
gio estratgica qae a allianga nio podia nem^da-
devia despreur antes de forgar o Humayt*,'a anda
pois, eomo base de operagdes; roas qae essa se-
cupagio dous annos aps a eoocluso da guerra>
um ficto estranho, que aa explicagoes dada aso
ialisfatem, nao podem saliafazer. __
Insistindo em qoe a ilba pertnce a essa rrpa -
blica, por aehar-se do territ orio do Cha<*o, abaiao
do ro Bermejo, que nuoea Ibe foi disputado soasa
pela Bolivia nem pela*Paraguay, o Sr. ministra ra-
conuece que o governo imperial necesslta da al-
Jom tempo para a des&ccupagio, e Umita sea pe-
ido a qae esta se faca eom a maior srevlsada
possivel, dndose, entretanto, eonbeeimento dar?
medidas tomadas, para prevenir qualqaer 8,a1'"
va d,e coRtrabaado no territorio da ilba, e>
ana parta, e tornar assim masaa prejudicial a 0*-
eapacao temporaria.
Heferndo-se ao ^8 ditse o abaixo

j,wlle t. 7 expreasa qa- o plsolpotegiajio ^.jg,,, pabiicav-se sm peridico notoriamstite r
sobr a posicio da usa do At*jo, oajarrassjr
ministro que nio poda txnliear essat prupoatesa
seDio por doscoido que hoavesse da ptrte at
varao imperial, deixando de eosssl
olciaas de marisna que o Brasil

*
*r.* *jrsv '

-~ i"'"- -"S
i


aBBBBBBBBBBBBl
ulho da \H1t
*Mk


-'
A pcsieio di dita ilba nao era dctcooheJlda aa-
les 4a gaerra dj Paragmy, e, poajfc preetsava
o goveroo imperial coooar os esetar;imutos
cbudot > como HNfWti, qaa a linha media de ro nao a
separa para 0 lado do Cbaso, aem para saber que
ella c ra se aproxima raais da margem direit, ora
da esqooerda, htm como qae do late do Chaco ha
ana canal oavegivel, aiola que naje menos pro-
fundo do que o ootro que serve ao transito geral.
O proprio Sr. mioisiro confirma que a parto alta
sda ilha, uai;a habitare!, fronteira ao territorio
paraguayo.
Mas, deixando de parte esta questo de ficto,
qae iuturessa peeuliarmente repblica Argenti-
na e dj Paraguay, baa qae o abaixo ass-'gaado
assignale doas pontos era qae a nota do Sr. Te-
jedor plenamente justifica os actos do governo im-
perial:
1 Que a occopacio da ilha era ama posioi o es-
tratgica, que a allianea aio devia desprezar ;
5r* Q e ainda necessario algum lempo para a
desoccupaco.
Assim, pois, o procedimento do Brasil dorante a
ajaerra, e depois da victoria, pelo lempo indispon-
aavel remoeao do pesado material de gaerra exis
lente na ilba, tem explicacio, segando a propria
nota do Sr Tejedor.
Por sua parle o abaixo assignado aecreseentar
qae a oeeupagao, nectasaria duranta a gaerra,
aisla boje ama cooseqaeoea da pesico em qae
se achirtm os alliaios depois da villora, qae
nao foi logo sellada com os ajustes definitivos de
paz.
Nao contestando o Sr. ministro qae os geoeraes
brasileiros occuparam a ilha persuadidos de qae
utilisavam-se de territorio iaimigo, assercio bem
positiva da nota de 22 de marc-t, nio negando ou-
ira propoaicia eathegorica nella comida, de qae
essailhi eslava em poder dos paraguayos, que abi
consarvavam nm posto militar, lera da recanbe-
cer ese, antes dos ajustes de limites entre essa
repblica e a do Paraguay, nao se pode dizer que
o Brasil dvesse desoceopar immediatamente aquel-
Je ponto, por ser territ >ro argentino.
Essa occapacio nao como pensa o Sr. minis-
tro, am laxo de garandas, teado o govarno impe-
rial de velar pela ex*.cuca dos ajustes assignados
na Assnmpcao em principio deste anuo. O gover-
no argentino ccmpreheoder perfelaoaente qae o
do Brasil nao podia couteutar-se com asimples as-
signatura dos tratados de pat, e m-nos julgar-se
seguro com cssa garanta, nio contando com|o
apoio moral que proviria do perfeito accordo entre
os alijados, e qaaado dista cireamstaueia resulta-
ba maior ira jaeza para o goveroo paraguayo,
que devia camprir os ditos ajustes por porta da
rejrabliea.
A previsao e cntelas do goveroo imperial me-
nos contestadas p dera ser hoja pelo da repblica
argentina, depois do juizo qae este enanciou em
cutre nota da 27 de abril a respeito de algumas
das estipulares dique las tratados, com referen-
cia s antigs pretendas e preeooceitos dos para-
guayos.
A oeenpacao nao se den por se lerem celebra
do es referidos ajaste, faci preexistente; e se
poda continuar no caso de serem suspensas as ne-
gociares entaboladas na capital do Paraguay, o
teretn estas proseguido com feliz xito nao de cor-
to motivo para diverso prceeder; antes seria Inop-
por'.ana a occasio para adopta-la.
Oisposio o governo imperial a condescender sera-
pro que fr possivel com os desetos da governo
argentino, o tnixo assignado nao besii em com-
njuni^ar ao Sr. Tejedor as raediJas tomadas para
evitar o suppo.-to abuso de contrabando na ilha do
Atajo. Prohibio-se a descarga nessa ilha dos na-
vios qae nao forero devidamente despachados pelas
antirdades do imperio, de'Paraguay, ou de al-
gom dos Estados do Prata, com destino a ella.
Mas ao me>mo lampo deve o abaixo assignado
insistir na declaracao, que anteriormente fez, de
qae o governo imperal nao tem noticia de acto
algum de ccratratuolo praticado na rancionada
ilha. Informando sobre esta queixa do governo
argentino, o commandante da guarnico brasileira
do Carrito dito seguirte :
Darante o periodo de cerca da trinta raes
n que me tenho conservado na adniinistraco
deete estabeleiimento naval, nao me consla que se
lenha por aqui passado contrabando de oenhutna
especie para parte alguna, e eraprazo as autori-
dades argentinas a qae o demootrem com fados
cu documentos.
Tado-me demralo em responder a tolos os
Denlos da ni ta-'do-Sr. ministro; qae podiam ueces-
sitir de explhacin, ii lo no intuito de demonstrar
inda ama vez que o governo imperial aprecia a
trabcida-Je de seus actos, com a seguranga de
que ella palentear o escrpulo cora que procura
re/peitar os principios de justica e os compromis-
sos que conirahe.
Estando coavenrido o Sr. ministro de que o go-
verno imperial nao abriga a mais remota idea de
conquista ou dominio sobre a ilha do Atajo, e re-
eonhecendo que ha necessdade de algum lempo
para fazer cessar a cc:upaco, determinada da
rarrte a guerra e ainda manida pelos motivos ex-
posto?, o abaixo assignado aproveila a opporiuni-
dade para renovar a S. Exc. o Sr. ministro de re-
Iscoes exteriores os protestos de sua mais alta
consideracio.
A S. Exc. o Sr. D. Carlos Tejedor, ministro de
relacSes exteriores da repblica Argentina.Ma
noel Francisco Correa.
Paulo Bote'ho.laTsrtoe o Sr- capila do
Jos
Mirto
Teaente Joaqaim Gomes de Albeoqaerqae.De-
ferida c m o cilicio desia data, dirigido ao cota-
mandante superior de Goyanaa, a quem o snppli-
cante deve apresenUr a guia le que trata o art.
49 do decreto n H3Jde 12 de marco de 1853.
Jos Rufino de Miranda.-Preste e suppcanle
jaramente, e entre quaalo antes em exercicio.
Jos JoaQuim.de Mello.Concedo o pras de
oito da?
Joao Jos de Lana Freir^A' vista das iofor-
macas nao tem lagar o que requer.
Joio Hypolito de Meira Lima.=loforme o Sr,
inspector da tbesoararia provincial.
Baeharel Luiz de Menezes Vaseobeeltos de Drnm-
mond.Informe o Sr. inspector da tbessuraria de
fazeoda. ,
Mara Joaquina de Jess Bsrreiros.Deferido
com oflhio desta data santa easa ds misericordia.
Matbias Cesarlo Pereira de Maltes.Venha pelos
canaes competentes.
Manoel Joo aa Silva.Concedo quinte dias so
mente.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 10
de julho de 1871
O porteiro,
Silvlno AntonioRoirigua.
dente da provincia Sr. Dr. Its Beoda
Figaeiredo, pe a 30 de jando.
A receiu provioei^l foi oreada peta resneeti
va le en 738:i't.l|909, e a despeza em........
738:5I0JS18 res.
Faileceram : o* Rrejo, o lente coronel Joio
Munit Ferreira ; no Rosario, o lente coronel
Cleiootioo Gomes de Maeedo.
Arribara, por ter partido os gnrnps, o hiato
braiiieiro t Liado, que ia em viageat do Pan pa-
ra o Ass.
A' SO de abril foi libertada gratuitamente
pelo Sr. Germano Jos Prazao, lavrador de Ignara,
a sua escrava Marcelina de 48 annos desdado.
A alfindega renden no mez de junho rs....
Z09:53)|480. -
Lomos no Paiz :
< Cuegou e est ancorado no porto o navio ha
DIARIO DE PERNAMBUCn
toveruo da provincia.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA M 8 DE JULBO DE 1872.
Amonto Carlos de Aune; la. Eacaminhe-se.
Amelia Antonia de Paiva L>yolla.A' vista da
JnTirmacao nao tem lunar o qaa requer.
Adelaide Joaquina Xavier BittencourA' vista
da informadlo nao tem lugar o que requer.
Aona Joaquina l\res Campillo de Mallo. Sim
con recibo.
Carolina Candida Ayres.A' vista da informa
>;ii uo tem lugar o que requer.
Dametrio de Azevedj Auoorira. lof >rraa o Sr.
provedor di Siota Casa de Misericordia.
Eustaquio Antonio Gomes. Passe-se nao ha-
'vendo inconveniente.
Francisco Machado Padroza.Passe se.
Francico Itibeiro do Carino.Romeitido ao Sr.
Dr. chela da policia para ouvir o supplicante.
Ignacio Ferreira Guimaraes.Informe o Sr. Dr.
ebefe de policia.
Jos Alves de Oliveira.Como reqaer.
Laoncio Godofredo do Nas:imento Feitosa. Io-
forme o Sr. Inspector da inesouraria de fazenda.
Manoel Joaquim Torres Galindo.Informe o Sr.
corego regedor do Gymnaso Provincial.
Loiza Mara do Espirito Santo. lndeferido a
vista da informacao.
Severina Mara da Conceigao.A' vista da in-
Tras^ii > nao tem lagar o que requer.
Tisset Freres.Ioforme o Sr. inspector da ihe-
sonraria de fazenda.
Viseando de Castro e Silva, e Manoel Gomes dos
Santos Senaa.Encaminhe-se.
Secretaria da presidencia de Parnarabuco, 9
da julho de 1872.
-9
Aquilino Gomes Porto.Informe o Sr. inspector
da tbesoararia de fazenda.
Antonia Mara da Coneeico.lndeferido.
Antonio l'hiladelpbo Pereira Dulia -Deferido
com cfficio desta dala i (heaouraria provincial.
Benedicto Marques Vieira.Passe portara, na
forma requerida.
Ernesto de Carvalho Paes de Andrade.Informe
o Sr. inspector da Ihesonraria de fazenda.
Fielden Brothers,Deferido com officio desta da-
ta, dirigido ao inspector da thssouraria prcvincial.
Dr. Francisco de Paula RaDgel.Deferido com
cffleio desta data ao Sr. eonego regedor do Gytn-
nasio proviocial.
Dr. Felippe Nery CollacoInforme o Sr. inspec
tor da theionraria provincial.
Capillo Francisco Luiz VirSes.A' vista da in-
formacao, nio tem logar.
Lapito de fragata, Francisco Romano Stepple da
Silva.Informe o Sr. inspector da inesouraria de
fazenda.
Major Francisco Pi da Silva Valen$a.Passe-
*c
Bachirel Ilenriqne Mamede Lins de Almeida.
Nesta data ficam expedidas as convenientes orden
inesouraria provincial, no f calido em que requer
upplicante.
Henriqueu Amelia de Metezes Lyra.-Concedo
Mi meze soraente.
Joio Ferreira Villela ds Aranjo.=Preve o sup-
paanle que tem a idade da le.
loaqaim Carioiano Montesama de Medeiros
Depois de fazer o supplicante a sua apresenlacao
o commandante superior da gaarda nacional des-
te municipio o lindo o praso da le ser attendido.
Joio Pedro da Silva.-Inderido por nio haver
qnota marcada na le, para a cadeira de qae te
ira*.
Joio Baptuia do Reg.-Informe o Sr. inspector
da tbesoararia provincial.
Joio Dornely.Encaminhe-se.
JaiGoocalves de Medeiros Informe o Sr. ins-
pector da liesouraria de Uuaii.
RECIFE, 11 DE JULHO DE 1872.
Noticias do norte do Imperio.
Amaoheeea bontem em nosso porto o vapor bra-
silero Para, tratendo datas : do Amazonas 26,
do Para 29 de juoho, do Maraoho 5, do Ceari 7,
do Rio-Grande 8, e da Parahyba 9 do cerrante.
AMAZONAS.
No diz 9 meia noute ehegra Monaos.de vol-
la de sua viagem ao rio Madeira, o vapor Arman
e no dia 11 o Jamiry, de valia da villa da Con-
eeicao.
As noticias da Concaicl) sao destituidas de in-
teresas. Ni assim as do rio Madeira, qae sao as
seguales :
Na fronteira do Madeira smeidara-se ali-
ranlo se ao rio o subdito boliviano Juan Urge!.
Joan U.-gei era negociante ha pou;o viudo da
Bolivia, para onde regressava com algum negocio.
Desgostoso por dilfarentas contrariedades qae sof
frera no sea commercio, priocipalmenie por cau-
sa de urna sociodade qaa contrahira com o baeha-
rel Alfredo Sargio Ferreira, pela dissolaco da
qual Alfredo quera obriga lo a pagar-lbe a quan-
lia de 5:000/000 imposta pelo contrato, Juan Ur-
gel se retirava para seu paiz.
Teudo passalo a fronteira sem passaporte, o
commandante, avisado disto, expediu urna deli-
gencia para intima-'o a que voltasse para cam-
prir urna formaldade : Juan Urgel recebera a
diligencia com tiros da rcwolver, de que resal-
tou ferir mu dos soldados da mesma ; e vendo
jue spezar dos seas tiros a diligeocia se acercava
de sua can5i, atirara-sc agua e nao mais appa-
receu.
O commaaJaote da fronteira fer arrecadar o
espolio.
No rio Capan, afflaente do Madeira, dera-se
o assS3inato de um individuo, cojo nome nao pu-
demos saber, praticado ;or am seu escravo.
Parece que quanto mais se trata de regenerar
eeta classe desgranada, mais a idea da liberdade
aella ferve, produtindo actos de canibalismo,
quando de-riam os escravos ter agora mais pa-
ciencia eoowgera para soffrer o captiveiro, visto
estar prxima a aurora de sua redempcao con
pleta.
No districto do Urna, do mesmo rio Madeira,
dara-se urna briga entre um tal Oly npio e um
tal Brasao por causa de seringil, resallando sair
Baso farido da lacla em ambas as foutes.
.Ni i de estranhar este facto porque alli o di-
reilo da forca tem substituido completamente a
f rea do direito, nio seolo raras as araeacas de
eraprego de for;a bruta para defender suppostos
direitos de compras particulares e iliegaes, ae ier-
ras legalmeota concedidas outros pelo governo
e devoluta?.
Houve era Manaes, no-dia 8, ura expendi-
do baile tillareci lo pelo presidente da provincia a
commisso brasileira de demarcacao de limites
entre o Brasil o Per.
Era Santarem aquartellara ni dia 23 a guar-
da nacional.
A epidemia que assolla a comarca de Breves
faz ainda multas victimas.
PARA.
O Exm. Sr. barai da Villa da Barra devia as-
sumir as rtdaas Ja alrrdnis'raco da provincia no
dia 30 de junho.
Fallecer Bornardo Augusto Sobral Fiel, so-
cio dairma coraraercial Almeida Irmo* C.
Era esperado o vapor Teixeira & Ruiz, cons-
truido nos Estalos Uaidos para as navegacio do
Araazraas e seus alluentes.
A alfandega de Belem rendeu no ra:z de ju
nho-308:125!50 res.
L unos no Diario do Gran-Pdr :
A barca fraaceza Tucintin trouxe da Nantes
urna das alvarengas e parte dos accessonos da
draga, contratada para a desobstruccoas do rio
Arary.
(i No patacho Andr, esperado a tolo o moraeo-
t", devem vir a draga o mais duas alvarengas.
Vm desarmadas, para sarera aproniDtadas
aqui, mas pesoa que vlo-a trabalbar em Nantes,
antes de ser entregue ao arrematante, assegura
qae urna obra conscenciosaraante acabada e que
vale a importancia gasta com a sua acqnistcao.
No Toeaafns vierara o Sr. Flix Morisset, ar-
rematante da onstruccao da draga e dois ma-
chinstas francotes contratados para armal-a
c No patacho franeez Atalaya, veio de Nantes
o pessoal e o complemento do material para a es-
trada de ferro que deve servir para o transporte
do aterro do novo caes da marinha. O material
compoe-se de duas locomotivas e trila wagons.
As locomotivas sao de nm novo modelo, qae
comeca apenas a ser empregado. Saem da gran-
de fabrica de locomotivas de Lille?, e foram cons-
truidas com muita perfeicao, e expressamente pa-
ra o Qm a qae sao destinadas.
< A' urna das locomotivas pz o Sr. Augusto M.
Andreotsy, arrematante das importantes obras do
caes, aterro e calcamento da cidade o nome de
Guama e i ontra o de Guajar.
i Os 30 wagons bascule sur le cote, mo-
delo belga, vanlajosamente empregado as prioci-
paes cidades do mundo no servico de aterras. Es-
te material dos melhores date genero que aqu
tm viudo.
Os taifa para a via-ferrea ja aqui esli lio
mezes. Os rails mesmo nao sao communs. Cons-
truidos oestes lempos em qae os trabalhos das
vias- frreas attraem a altenco de todos os povos
laboriosos, contem no sea conjuncto todos os me-
Iberamentos aeooselbados pela experiencia
< Alem do melhoramento do systeraa, sao cons-
truidos com parle de aro, o que Ibes d resisten-
cia igual a do dobro que offerecem os qae at aqui
eram empregados.
Seguio terca-feira loite para o Araguaya o
Ilustre Sr. Dr. Benjamn Franklra de Albnqner-
que Lima, membro da commisso de explora^ao
dos ros Tocantias e Araguaya.
< Depois de ama demora de o dias nesta cida-
de, regressou o Ilustrado engenbeiro para os in-
vios sertSes, com ama decepeio de mais que af
frouxaria a vontade de trabalhar a quem nao li-
vesse as difflculdades como estimulo para o tra-
balbo.
< O doutor Beojamin Franklin vem aqu rrce-
bej o resto da quaotia votada no anno passado pa-
ra as despezas da abertura de coramunicacSas en-
tre o Para e Goyaz pelos ros Tocantins e Ara
guaya.
< A verba era de trinta ou trinta e dous con-
tos'de res.
aberto um novo crdito para as importantissimas
obras que estio commelt las commisso, e que
repjesentam despezas productivas, evidencia seque
nio so nao ha tal crdito, mas at a tbesouraria
descoma os vencimentos dos empregados da com-
misso da verba consignada para a abertura de
estradas, constraecSes de pontes e estabelecimen-
tos de portos I
f E' fcil de prever a influencia que pode este
proceder do goveroo exercer sobre os trabalhos
da commisso iniciados sab os mais brilhames
auspicios.
Com quedlnheiro ha de a commisso pagar
4,000 metros da estrada contratada entre o ribei-
rao Lavatorio e- a Bella Vista f A importancia
das otras a wahsar, o alca ice poltico e commer-
eial das commanieacSes projectadas, os crditos
dos engenheiros commissionades para tio gi-
gatesca empreza, devlam aetaar seriamente no
aniao do governo.
i O estado das oancas do imperio condemna a
parcimooia cem que elle veta crditos para des-
pezas que significara a prosperidade de duas das
nossas mais ricas provincias. >
MARANHO.
-Presiou jarameato e lopioa pos se dd predi-
tanto esperado com a madeira precisa para as-
sentamento dos trilbos urbanos. Vierara tambem
17 carros.
As obras come cano J amanhia.
PUIBT.
Ja loha voltado a capital o Exno. Sr. Dr. Pe-
dro Affonso Ferreira, presidente da provincia,
Faileceram : o tenente-coronel Manoel An-
tonio de Carvalho, e o major Raymando Ferreira
Gastello Branco.
CIABA.
Acbava-se de novo no exereteio de secretario
do governo da provincia o Sr. Dr. Alcoforado Fi
loo.
Fallecen no Assar, o padre Manoel Francis-
co de Aranjo, presidente da cmara municipal.
Era virtude do aviso do ministerio da agri-
cultura de 4 do passado e para o (ira de colhar ia-
forinabas exactas sobre o estado da Uvoura, etc..
a presidencia noraeoa comraissdss em ledas as
comarcas da provincia, l'ara a da eapilal foram
aomeados: senador Thoraaz Pompea de Sj.uz<
Brasil, Dr. Jos Avelino Gargel do ATaral, Manoel
Nanas de Mello, comineada!>r Luiz Kiboiro da
Caoba, vica-consul Loa i Sand, capitao Jos Luiz
de Soaza, baro do Aqoiraz, tenente-coronel An
ionio de Oiiveira Bargas, Dr. Rufiuo Aniones de
Alenear. coronel Joaqun da Cuoha Freir, capi-
tao Francisco Manoel Alves, coronel Victoriano
Augusto Borges,, D.\ Jjs Pompes de Albuqaer-
que Cavalcante, capital Adolpho Harbster, capi-
tao Joio Ungido dos Sanios.
Eotrou no exercicio de ehefe de policia, no
dia 5 do correte, o Dr. Manoel da Silva Reg.
Por eoota da provincia foram alforriadas en
San'Aona 4 escraviohts.
Lemos no Cearense :
Eserevem do Acaracii era 24 de junho :
< No dia 20 abriu-se ase-sio do jary, sob a pre
idencia do digni juiz de direito Dr. Francisco Ur-
bana da Silva Ribero, promotor interino Joio Au-
gusto de Castro Mour.
i Foi apenas submeltido a julgameoto o reo
Francisco Paulo Rodrigues, por crine de ferimen-
(os graves. Sendo seu advogado o Sr. Ignacio Ri-
beiru Pdssoa. Foi absolvido.
Nao baveado mais reos a serem julgados te-
vantou se a sessio.
As intermitientes vio se desenvolvendo n'asta
villa, mas felizmente benignas.
< No lugar Santa Cpiz e seus arredores qae
tem sido aecommettide inmensidade do povo; fal-
tando-Ibes recursos leem viada a esta villa com a
aoticia de que o goveroo enviara ambu'ancla a
commisso sanitaria, pedir-lhes remedios: mas
volum com o desengaa porque estes nio ba, e
va i procurar os recursos que a miseria d. >
Commonieam nos de Tamboril:
c O Sr. Antonio Francisco Carneiro Monteiro
Terceiro acaba de conferir cartas de liberdade a
2 scravos. O Sr. Carneiro irmao do bravo ba
rao de S. Borja e pae de nosso amigo teaente Ma-
noel Rodrigues Carneiro Monteiro. j>
< De Siup nos communicara o seguate :
i Ha n'este logar (Siup) um velhe aleijado
de um p, e de nome Gaocalo Pereira de Oiiveira,
que c ir.a mais de cera annos de dada. Desde
saa infancia que ata de bebidas esperituoias, e
aiada hoja continua : toca, canta, danca e salta
das e noitvs sera enfado ; cazado segunda jet,
e afamilhado. Ha dois annos que deixau lle de
traballur instaocias da mullier e tilbos ; elle
conserva snas faculdades e diz : que carregou na
rede o missianario Fr. Vidal, quando aqui andoa,
saodo elle j horaem feito I
BIO GRANDE.
Em 8 do correte escreve nosso correspon-
dente da capital :
t No dia 1 desto mez aqui chegou no vapor
Ipojuca o Exm. Sr. Dr. Hrarique Pereira de Lu-
cena, e no mesmo dia pelas onze horas da ma
nba presin juramento e taraou coala da admi-
nistrado da provincia.
S. Exc. foi receido a bordo pot graaie nu-
mero de pessis qaalficadas.
i O Sr. capitao Joio Gomes, quinto vice-presi-
dente, retiron-se naquelle mesmo dia para o seu
distncta de Utmgi, d'onde se diz ler appareeido
urna ordem de data anterior por elle expedida,
mandando pagar a um dos redactores do Liberal
do Norte, o Sr. Aleixo Tmo:o, a quantia de 329*100
a titulo de graticacoss de seu emprego de lente
do Ataeneo, durante o lempo era que nao esa ve-
ra no exercicia, por ter silo dalle suspenso na a-
minislraco do Exm. Sr. Dr. Leo Velloso I.
< Alguna vice-presideates desta provincia en
tendem, quando administrara na, que um de seos
mais nobres deveres distribuir os dnheiros p-
blicos por quem mullo Ihes apraz.
Hija ou nao le que autorise a despeza pouco
Ibes importa.
t Na administradlo de cinco dias do Exm Sr
Dr. Lol as mercs pecuniarias se faziam at por
laxo.
Os empregados proWnciaes j fizerara sens
clcalos e ebegaram ao triste resaltada de que no
1 de oulubro nio parceberio seus veacimontos.
A provincia deve 100:0004 ao Banco do Bra-
sil, a admraistracio passada comprometteu suas
finanjas, de sorte que, se nao tlnhamos renda suf
ficente para occorrer as despezas do orcamenlo,
libamos crdito, e agora nem dinheiro. nem cr-
dito, porque oao sera com urna receila inferior a
300:0004 que se possa sasfizer aos encargos dos
cofres provinciaes.
Foram capturados no termo da Imperatrir, e
j se acbam recolbidos a cadeia desta capital des-
de o dia 3- do correte, os criminosos, Manoel Fer-
reira dos Sanios e Ignacio Feilosa, o 1* acensado
por erime de raerte na cidade de Soasa da pro-
vincia da Parahyba, alen dislo pronunciado por
tentativa do mesmo crime era Cajazelras da
mesma provincia e no districto deLuiz Gomes
desta ; o 2' pronunciado tambera por crimes de
roobo e ferimenlo na villa do Pereiro do Cear.
< No dia 1* ebegeu comarca de Maco e en-
trn no exercicio das respectivas funcedes o Dr.
juiz de direito Jos Maoeel de Frenas.
< Para os lugares vagos de amaooense e se-
gundos escriturarios da tbesoararia de fazenda
foram nomeados provisoriamente pelo Exm. Sr.
presidente da provincia os cidadios, Jos Bonifa-
cio Pinheiro da Cmara, Eotycbano de Amorira
Garca e Jos Gabriel Gomes da Silva, os quaes
oo concurso a qae se procedea em maio ultimo
baviam sido approvados plenamente.
S. Excv por acto de bontem resolveu adiar
primeira ssssao da assembla proviocial para o
dia 5 de outubro prximo viodouro, altelas a*
raioes cora-que (undamentou a saa portara.
&' o 3.* adiaaoeoto, pelo qual tem passado a
assembla legislativa d'esta proviocia, mas s ago
ra foi qae se procedeu regularmente, expondo S.
Exc. os motivos que o obrigaram a laucar mi
d'essa medida extrema.
a De outras vetea adiava-se a assembla e oe-
nhutna satisfazlo se dava proviocia e ao goveroo
imperial, nao obstante as expressae determnanos
da lei.
< No dia 23 do mez passado, na povoaeio da
Macabiba, o negociante Joao Baptista de Albuquer-
que VascenceUos, por occasiio de iaalar com sens
amigas, pelo re#>sijo de ver rennidga seas filtros e
genro, dea liberdade a saa escrava de nome Rita
de 5 annos de idade. i
< L-se no Anuente o. 248:
i No sitio Valerca do municipio de Sani'Anna
do Mallos, suicidouse oo dia 24 do mez passado,
Joio Frauciseo da Costa Jnior, que foi encontrado
j imito com o pescoce preso em orna forqoilha de
jurema.
< E' ainda ignorado o motivo que o levou a esse
acto de desespero.
Pessoas da familia ditera, qae i dias dava elle
evidentes sigaaes de preocupaco e desarranjo
mental, achando-se, alias ceatralado para casar
com urna moca que raptara e depositara em easa
do Sr. Joaqaim Rodrigue caracho, na fazenda
torqailbas.
a A' 3 para 4 annos fora aqnelle suicida recru-
tado em Sant'Anna do Matto?, no tempo da gaerra
do Paraguay, Onda a qual foi mandado como praea
do exercilo servir na proviacia do Amazonas, d'onde
regressou ltimamente com baixa do servico.
< Traiava se do seo casamento com a moca de-
positada, quando foi elle levado a praucar e suici-
dio de qu taraos noticia.
Parahtba, Jadi oceorreo digno da mencio.
PERNAMBUCO.
'*5.-
REVISTA DIARIA.
DINHEIRO.O vapor Pora trooxe pera : ,
A. Hyvernal A a 13:200*000
Gon>M de Malte* & Irmao .4:1004000
Lebniann Frrea 2:500;
Brag Son et C i:
Antoiio Ignacio de Atevedo i:
Dora ngo* Ferreira Maia 4:6
ArminioAC. 86\V_
ManceldeSampaye KOOdOOO
R VISTA DA INSTRUCCAO BBBUCA.-Acaba
de si.hT a laz o numero correspondente ao mez
deliraba,
COMMANDO DAS ARMAS.=A offlcialWade do
9.a batalhio de infantera de liaba foi em corpo-
raciii felicitar ao Exm. Sr. general Emilio Luit
Malli t, ao deixar este distincto militar o exercicio
de ci ranandanie das armas desta provincia.
Ei i a Meilacae :
i ir. general EraHio Luit Mallet. Os offleiae
do9.baUlhio de iufaoiaria abaixo assigaados
com rimentam i pessoa de V. Exc. e saniosos te
dispelem do distincto eompaoheiro e bravo gene-
ral, que por mais de ama vez lea eochido de
glorii s o paiz que jurn defender, collocaodo em
saa f-oote a aureola de nm dos mais bravos do
exen ito brasi.eiro com fritos irnmorredouros ; ao
geneial probo e disciplinador que enrolado em saa
eapa de moderacao sabe captar da seas subordi-
nado; o respeito, sympalbia e amizade.
i Sr. general os offlciaes do 9.* batalhio deso-
jara a V. Exc. prospera viagem.
S. 2xe. respondeu assin :
< :>ensivel as demonstracoes de spreeo e consi-
deracio que a tllm. Sr. eorouel commandante do
9.* b i tal bao de afamara e sua brioza ofBcialida-
do se digoaram manifestar na felicilacio de des-
pedid i que bontem me foi entregue, por occasio
de ds xar o enramando das armas desta proviacia
e de i erar-me para a corte, nao tenho exprs-
suas latante significativas para exprimir a miuha
gratitio para com os meas dignos eompaubeiros
de amas, aignaiarios da citada fecilaco. A lo
dos d ssejo cordialmente as melhores ventaras, e
Ibes .ssegoro que, sema derem o prazer de ser-
Ibes i.til em qualquer pretencio, terao a certeza
de qi e empregarei os pottiveis esforcos para ob-
le-la.
Aceitera as miaba sinceras e saudozas despe-
didas e cora ellas os protestos de raiaha eslima.
C Jarle! general no Recie, em 10 de jalao de
1872. -Eaulio Luiz Mallet.
COdARCA DOCABO.Atereeira e-sao do
jary lo termo do Cabo foi convocada para o dia 5
de asosn prximo viadoaro.
PA 3 D'ALHClEserevem nos desta villa :
< Terca (eir Id do correle celebra-se na gre-
ta de ossa Senhora do L'vramento desta villa, a
resta le Nossa Senbora do Carmo, terminndose
a ooile com ladaioba.
A commisso eacarregada do recenseamento
ira.
os, Joa Vi iU lesio do eoracio. Hospiul Pe-
eserava, prel, Pernambuco, 30 anno,
soitajira^Bo Vista ; cancro oleran.
Maria, prcta, Pernambuco, 6 dias, S. Jos ; es
pasmo.
Maria Igosz de Mallo Reg, braoea, Pernam-
baco, 26 anno, elteira, Santo Antoalo.; iea-
nico.
J. Rogerio Maaaflno, puda, Pernambocp, 36
annos, soliei-a, Santo Antonio ; hepatit*. ^
de-la fregueziatem empregado todos os raeios ao
sen a:canee para desempenhar a larefa de qne
fdra eacarregada. tornndose por isso digna de
louvoi.
FU:iDA_CAO DR TEMPLO Consta-nos qae foi
realisida'a compra do terreno para fundaren o
templo do patriareba S Jos da Agona,nao o pri
meiro qae a commisso preferio, porm am oatro
com i. frente para a mesma praca que nio differe
a loulidade do prmeiro.
E' ile esperar que, i vista de lio bon desejo,
em piuco tem-o fario leu templo para trasladar
sen pidroeiro.
PROTESTO DE LETRAS.O esertvio Jos Ma-
rinnn est de semana.
Pal .LECiMENTaAcaba de fallecer, na. cap!
tal do Para, oade se achava com o sea batalhio,
o lente de 11.* batalbao de infantaria de linha
Manoel de Farias Lemos, victima de urna pbtysica
rebelde, que em pouco lempo roubau-o a patria e
i familia.
F.,i nm dos bravos que pelejaram em defeza da
honra nacional nos campos do Paraguay, oade
cooqaslou loara imraoredoaros e as insignias
de honra que Ihs cobriram o peito nobre, tantas
vezes exposto furia de nm iomigo obsecado
pela i|;norancia e pelo fanatismo, quantas lhe or-
denar im as leis da gaerra e os sentimeu'os do
mais puro e santo patriotismo.
Finou-se I N'elle perdea a patria um (llhi ex-
tremo: o, o exercilo imperial um soldado fiel, o
batalhio 11 de infantaria um ofQcial distincto, e a
famili. que idolatrava tanto, ora ebefe prestimaso.
A' sju digno irmao e nosso amigo, o Exm. Sr.
desen oargador Farias Leos, nossos sinceros pe-
lames.
LOTERA. A que se acha a venda a 11 a
benefhiodi igreja de Nossa Senhora da Peoha
desta i idade, que corre no dia 12.
CASA DE DETENCAO.-Movimeoto do dia 9
dejaliio de 1872 :
Exisliam (presos) 307, entraram 5, sahiram 5,
falleces 1, existem 306. A saber : nacionaes 210,
mulhe-es If, estrangeiros 41, escravos 41, escra-
vas 3, total 306.
tsbm entados i ens dos cofres pnblieos 2d.
Mov ment da enfermara no da 9 de julho de
1872 :
Tviram baixa :
Jos Antonio dos Santos; syphilis.
Mana Pereira Lopes ; rheumaiismo.
Jos, eseravo do visconde de Suassana, indi-
gestio.
Felirpe, escravo de Luiz Antonio; indigestao.
Fallecen:
Luiz de Franca Goncalves; ferimentos. _^^
PASSAGEIROS. Sabidos para os porto do
norte i o vapor brasileiro Baha:
Manoel M. de Moara, t nenie-coronel Francisco
J. P. de Castro, Joo Raymundo Martina e 1 criado,
tenenu Manoel M. de Seixas, toa mnlber e 1 fi-
Iho, Di. Antonio Coelbo Rodrigues el criado, Jo
epb Lraum, madame Laonie, Velleat, Charles Ar-
thur Giuthier, Fr. Jos de Santa Julia Bolelbo e i
criado, padre Luit de Maura, G J. Brunnschweiler,
Manee de Maura Rolim, Luiz Gonjalves Ventana,
deserte r Manuel Antonio Severino, Mr. Ma Cire,
Careno^, Joaquim Peixoto de Meirelles e 2 pracas.
Entrados dos portos do norte no vapor
Para :
Joaquim Jos Teixeira, Felipppe Goncalve Ri-
beiro, F. F. P. Mendes, Alexandre Mendes de Yas-
eoncellos, Dr. Martina, Domingos Jos de Saboia e
Silva, Antonio S Pantaleao, Henriqne Alberto
Krause Luiz Gublo, Xisio de Paula Babia, sua
senbori. e 1 fllho, D. Manoela L. Oiiveira, Joa-
quim Infante da Cmara, sna senbora e fllho, Jos
E. da Silva, Olymplo dos Reis Vallados, Conrado
Jaearard, Jos de M. Vasconcelos, Cordolina
Rosa ooteiro e 1 fllho, Lauritrflb H. do Nasci-
mento, Aooa Mara da Coneeico, Florencio Maria
da Conceicio, Paulino Jesulno C Ferreira. Felippe
Estrella, Jos Gomes Aranjo G. Jnior, Henritjue
da Silv. Antones, Anlonio J. G. Lima, Joio P. de
Vascon'ellos, Jos Rufino de S. Raogel, Rodrigo
Lopes c'Oiiveira, Augusto Paules, Joaquim Ferrei-
ra de Bruo, Antonio F. da Molla, Manoel Sapa-
teiro.
Era ti ansito:
D. Candido Cardoso, Manoel P. Villaboin e 1
escravo Joaquim C A. Bello, sua familia, 1 solda-
do e 1 i scravo, Leio A Benh, Jos Frntnoso u
da Sil vi, Polycarpo O. Gordal ve, Vicente Saboia
e ana snohora, Marcos G. Raposo, Joanna B. Oii-
veira, Itoariubo Bevlaqae, M. Camargo, 7 pracas
e 31 esnravos, Lauriano R. da Silva, Leopoldo da
Silva C; ropos, Manoel Joaqaim N. Machado, Abel
Gra^a, Fortunato Bibiano.
CEM 1 TER 10 PUBLICO.Obituario do dia 8 de
julho de 1871
Marii Francisca da Coneeico, parda, Pernam-
buco. 31i aonos, solieira, Graca; bydropesia.
Joio. escravo, prete, frica, 55 annos, solleiro;
Boa Vil ta ; apoplexia.
Joio, pardo, Pernambuco, 4 metes, S. Jos; va-
rilas.
Mari; Mathilde Soares Franco, branea, Portu-
gal, 35 annos, solteira, S. Jis ; cancro no ulero.
Joaquina Rosa Serodio, branca, Pernambuco, 60
aonos, viova, Recife ; myelite.
Ezeqniel Pompeo Rodrgaos Canato, branco,
Peruamtraeo, 37 annos, carado, Graca ; astbma.
Joio, oranco, Pernambuco, 27 metes, Recife;
bronchli.
Clara, paria, Pernambuco, 2 annos, S. Jo ;
intente.
Joio Luiz, branco, Pernambuco, 43 annos"; sol-
teiro, Sanio Antonio; diarrba.
Doas cranca encontradas aa porta de igreja
de Carato, recemnascidas Santo Antonio.
Antn o Cypriano da Silva Fragoso, branco, Per-
nambuco, 30 annos, solleiro, Sinto Antonio; lezao
orgnica do eoracio.
sophla Maria da Conceicio, roarda, Pernambuco'
70 annos solteira, Sanio Antonio ; gastro intarile.
Lott Antonio de Silva, bran;o, Portugal,45 an-
nos, caalo, Recife ; molestia do eoracio,
UUMiino Jos Brasileiro, preso, Cear, 28 an-J
oiRONicA swwim.
TRIBIXAL DARDLU.lO
SESSAO EM 9 DE JULHO DE 1872
fRISiaifiCIA IM) EXM. SR. COKSBIJBIIIBVO CASTA.NU
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virmlio Coettio.
As 10 horas da manhaa.sjreaentes os Sr*. des-
embargadore Gitirana, Loureneo Santiago, Almei-
da Albuquerque, Molta, Doria, Damiagues Silva,
proeorador da corea e Soma Leio, faltando com
cansa os Sr. lesembargasllFRegueira Costa, abri-
se a sesso.
jmoAttcirros.
Recursos crimes
Recorrente o juito de direito do Recife ; recor-
rido, Ismael Augusto Cavalcante de Mello. Juites
oa Srs. Gitirana, Almeida Albuquerqua, Dara e
Sonta Leio.Improcedente.
HABRS CORPUS.
Do jalio mmicipal da Parabyba.=-Paciente Ma-
noel Beserra de Lacena.Cone'ederam ordem pa-
ra o dia 30 d) correte.!
APPELLACOBS CRIMES.
Da jary de Paalo AITooso.-Appellante, o jai*
zo ; appelladn, Jos Alves Pereira Pedra.-A novo
jary.
Do Limoeiro.Appellanle, Francisco de Paula
Lete ; appellada, a justica__Improcedente. ,
Do [ury de Cabaceiras.Appellanta, o juizo; ap-
pellado, Joaquim Alves Ribeiro.A novo jury.
Da jury de Atalaia.-?Appellanla,o juiza ; appel-
Iada3, Mara ila ConceiQio e Manoel Jos da Ra.
A novo jar v.
Do Jary di VictoriaAppellanle, Manoel Jos
do Nascimenlo ; appellada a jus-ica.Reformaran
a sealtnc para o medio da pena.
Doinry do Ic. Appellanle, o jniza; -appel-
lado, Joaquim Laandro Corroa.A novo jury.
Dojary de Ipojoea.Appellanle,o juizo ; appel-
lado, Joio Baptista das Naves.Improcedente.
Da IpojdcaAppellanle, o juizo; appellado, Jo-
s Joaquim da Coneeico. Annollaram o pro-
cesso.
APPELLAg5BS CIVBIS.
Do juizo mmicipal do Reeife.Appellanle, os
religiosos do Carmo ; appellado, Manoel Pereira
Magalhes.Despresarara os embirgns.
Appellanle, a Exna. condessa da Boa-Vista e
outros ; appalladorManeel Martina d'Aranjo Cu-
tro.Raceberam os embargos.
Do juizo municipal da Victoria. Aspellanta,
Joio de Moura Florencio ; appellado, Antonio
Fernandas Peixoto Rosal e oulros.Receberam os
embargos.
Da juizo municipal do Recite,Apjellaute, Pe
dro de Aranjo Baltrao ; appellado, Dr. Luiz Rodri-
gues Villares.-Confirmaran a senteoca.
Do juizo municipal de Serinbaem Appellanle,
Jos Maria de Vascracellos Bourbon e oolros ;
appellado, Gaspar Cavahante de Albmraerquo
Ucba e outros.Confirmada a sentenca
Do juizo municipal d'Agua Preta.Appellanle,
padre Joao David Madeira ; appe'lado, Pedro Emi-
liano da Silveira Lessa. Despresaram os embar-
gos.
Da Victoria. Appallanie, Jos Cavalcante de
Albuquerque Maranbo ; appellado |Jos de Bar-
ros Crrela de Qaeircz.Despresaram os embar-
gos.
Da juizo municipal de Aquiraz. Appellanle,
Antonio Bernardo das Neves; appellada, a cma-
ra municipal.Daspresados os embargos.
Do juizo municipal do Recif?.Appellanle, Laiz
Antonia Pereira ; appellalo, Ignacio Luiz de Bri-
to TaborJa.Receberam em parte os embargos.
Do juizo municipal da Atalaia. Appellanle,
Manoel Jos da A adrada ; appellada a cmara mu-
nicipal. Confirmada a sentenca.
De Serinham.Appellanle, Alexandre Rodri-
gues da Silva ; appellado, D. Leonor Felicia Wan-
derley.Julgaram a desistencia.
APPELLAQOES CRIMES.
Do jury do Pilar.Appellante, Cosme Barbosa
de Oiiveira ; appellada a justicaImprocedente.
Da Cascavel.Appellante o juizo; appellado,
Jos L na Bezerra.A novo jury.
Da Campia.Appellanle, Francisco Monteiro
Barbosa ; appellada, a jastica.Nallo o processo.
PASSAGENS.
Do Sr. desambargadsr Gitirana ao Sr. desera
bargador Lonrenco Santiago:
Da uiza municipal do Aracaty.Appeilanta, a
cmara municipal; appallalo, Andr Ferreira.dos
Sontos Camin.a.
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Joa-
quim Das Farnandes; appellado, Joaquim da Silva
Costa.
Da GranjaAppellanle, Joo Carneiro da Silva
e outros; appellado, Aatonio Flix da Cuoha e
outros.
Do jury de Cijazeiras.Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Manoel do O' da Costa.
Da Fortaleza.appellante, o juizo ; ppellad),
Rufino Eufrasio.
De Ma tu-Grande.Appellanle, otjnim ; appel-
lada, Tertuliano Damisceno Ribeiro.
Do Sr. desembargador Loureneo Santiago ao Sr.
desemargador Almeida Albuquerque :
Do jary de Tamboril.Appellante, Vidal Ray-
mundo da Costa Pinheiro ; appellada, a jastica.
Do Limoairo.Appellante, o jaita; appellado
Galdino Ferreira da Sirva.
Do juito municipal de Batnrit.Appellante, Jo-
s Luiz de Luna ; appellado Pedro Quedes Sonto-
Maior,
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Do juito municipal de Villa Vicosa.Appellan-
te Maria da Silva Barbosa e outra; appellada,
Maria Thereza de Jasus e seus fiiha.
Da Sr. desembargador Almeida Albuquerque, ao
Sr. desembargador Molla.
Do juizo municipal de Macei.Appellante, Joao
Camino de Aranjo ; appellado, Eleuteno Joaquim
de Jess.
Da jury do Brejo da Madre de Deas.Apellan-
te, o juizo ; appellado, Joio Gomes da Silva.
Ao Sr. desembargador Souza Leo :
Trfbimaldt
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA U
JULHO JJBtAtya,
MKSIDRNCIA DO EXM. t. trBitltniUVl i
francisco rnrm
Ai 10 horas da maaaa, ere
tado, secretaria ioteris OiiatoJ_
Alcoforado. Alvaro d'Almeida, ee Sr. e)ppsaaae Sa
Leilao, S. Exc. o Sr. conselbeiro presadla sari*
a sesso.
Comparecen o Sr. desembarsjaoiar fsscal.
Lida, foi anprovada a acta da seas* antstt-
dente.
FXPMinTf _
Cilicio do conservador do eeansaereio de Mire ib,
Do juizo municipal do Recita.Appellante, a
junta adminisuativa da Santa Cata de Misericor-
dia ; appeiiado, Jos Lncio Lias.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembarga-
dor Dona :
Do jury do Sobral.Appellanle, o juizo; ap-
pellado, Jos de Souza Castro.
Das feilos da fatenda de Alagoas.Appellante,
a fazenda ; appallado, Ignacio Ucba d'Albuquer-
que Sarment.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva:
Do juizo municipal do Recife.Appellante, her-
deire de Luit de Franca Soalo ; appellados, Bar-
tboloraeu & C.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Do jury de Macei.Appellante, o juizo; appel-
lada, Maria, escrava.
Da Sr. desea bargador Sonta Leio ao Sr. des-
embargador Gitirana.
Crime.Appellanle, o promotor; appellados, Jo
s Mauricio Tavares e ou'.ro.
DILIGENCIA CRIMB
Ao Sr. desembargador pormotor da jastica:
Do jary de Piaoc.Appellante, Luita Tbereta
de Jess; appellada a jastica.
Do Buique.Appellante, Joi Vctor da Gama;
appellado, o juizo.
Ao Dr. curador geral:
Dojary do Recife.Appellanle, Joao Antn
da Silva Santos; appellada, a justica.
Asssigneu-se dia para julgamento das appella-
edes seuinles :
Do jaito municipal de Alagoas.Appellante, Ma-
noel Jos de Andrade ; appellada, a cmara muni-
cipal.
Da Imperatriz.Appellante, Jos Vieira d'Aran-
jo Peixoto; appellado, Maooel da Costa Pinheiro
Appellante, Jos Joaqaim de Araojo Piobeiro ; ap-
pellado, Jos Joaqaim de Araujo e outros.
Do ReaifaAppellante, o cnsul de Portugal;
appellada, D. Maria Joaquina de Oiiveira Cam-
po.
Do jary do Natal.Appellante, o promotor ; ap-
pellado, Felizardo Angosto Ferreira Lima.
Da Escada.Appellante, Manoel Jos do. Nasci-
menio; appellada, a justica.
De Paulo Affouso.Appellante, o jaito ; appel-
lado Jos Alves Pereira Pedra. Appellante, Ma-
ra Joaquina do Espirito-Santo; appellada, a jos-
tica.
De Cascavel.- Appellante, jaito; appellado,
Jos Luiz Pereira. Appellanle o jalao; appellado,
Francisco Pacheco de Arroda.
EMerrou-M a ateaio i l hora 1/4 da urde.
corretora, .
ciaes da semana qae deeorrea de I a i de
teote mez.O tribunal fieoa iaieirsdo de
em o dito bolelira, o qual mandn archivar,* a
ferido oficio.
fflcio da mesma juaia, n resposta aasto
nal com cffleio de 27 de Jonno prona p
Arehlve-se.
Offlclo da sobredita junta, sobra o cosjstda da
aviso do ministerio da jastica da 6 dtjantoa Bdtisie.
O tribunal mandn juntar i este tm* seda* ee
que nelle lia citado, a bem assim o mateado
aviso.
Jornal official de na 142 a 146.Para e ar-
chivo.
Presente a Hvro de registre da iiMpsalsaMa
official, venneon-ie estar regularme** Mtfiptt
rado at o n. 129.
Distribuiram ae os livros segaiates :
Diario e Criador da Nuna Parreira A C
dito de AnUnio Gomes Pires.
ucsPAcnOa.
Requerimenlos:
Da Maooel Ja- Luiz Rib>iro e lit MwsH R:-
beiro, apresentando a registro o sea i
sociedade eommerciaLVista ao Sr.
dor fiscal.
Da Joio Piolo de Mallos Lames, daad
a este tribunal de ler comprado a arenca* da*
lojas sitas praca da Independencia tu. 38 riO.aar
etabelecer-se em eommercio do armdVza* sa* a
firma de Mallos Lemos & C.Jante
o papel que pretende ser registrado.
Da Joa Brat da S Iva, Marcoliao Pedra de I
Braga e Maooel Toomaz Pereira do Rasja, a*-
meiteodo a registro o distralo social aja* easVara-
ram pela retirada de nm dos asaat
os supplieantes lerceir* exemplar de sea i
a que se referem na presente peiico.
Da Antonio Loureneo Collares, Joa Luaraaa
Collares e Manoel Frauciseo da Caoba, satiafasea-
do o despacho que Ibes mandan sellar convenien-
temente os exemplares do contrato social, cajo re-
gistro pedem. Vista ao Sr. deaeataargaar
fiscal.
De Jeronymo da Costa Lima e Henodoro Fer-
nandas da Cruz, ju alando, para Mr-lhes reisira-
do, o seu contrato soei I. Compras a qaa d-spa
o art. 2 n. 7 do decreto n. 4S03 de 9 de asmase
de 1870.
De Augusto Frelerico de Oiiveira C, efera-
cendo a registro uraa procuraco kasuate.Ee-
gislre-se.
Dejtntooio Dimiogue Pinto, pealad o registro
feito sob o. 1103 da nomeaeio de sea eatxere Ur-
sino GervasioJ Carneiro Pog.o, e besa asis* a
da.nomeaeio que em 1809 dera a Pergaataae Ova-
ses de Oiiveira Silva, tambem para seo caneo",
declarando se devidameat* se sao oa ai* bras-
leiro.D<\ se a certidio requerida nin s* aodaado
f'ter declarara i algama sobre a nacionalidad* do*
caixeiros do supplicante, que nao provea pranla
o tribunal serem elle brasilero.
Da Pacheco & Gozaga, pedndo Utsbasn cariidi
da matricula de seu caixeiroQuintino Lucio Bstra-
pilauo.Come reqaerem.
De Pacheco & Atevedo, eeruaio tasaaes* da
matricula da seu caixeiro Antonio pachaco d> Sil-
va.Sim.
De Costa M.\ia A C, s.-ienHflcando o trlbaaal a*
ler deixado de ser sea caixeiro desde 24 de jaal*
prxima passado Aut mo Martias da Silva Mei-
relles.Na forma requerida.
De Jos Joaquim Soares, aaaaaaaiaado a tajis-
tro a nomeaeio do seu caixeiro Jofe Joaquis* Ma-
res Sobrnbo, ciiiado brasileiro.Ilfgisire-se a
nomeaeio junta, do estando porm provade ser
brasileiro o caixeiro do supplicante, qae anisa
declara a oacioaaiidade do caixeiro a qaa a* ai-
lude.
Da Joaquim Ferreira da Costa, ped
Iha certifique estar cu nao registrada ai
de seu caixeiro brasileiro, deelaraoda-se qoal safa
o !fu nome.Cerlifiqae-se,sendo qae a qoaiid**
de brasileiro que o supplicante d ao seo caixeiro,
su provea de sua declpra^ao, pots neaboma aaa-
va ha a este respeito.
Da Raimundo Pereira de Siqaeirs, sobantleaslo,
para ser ordenado o registro da nameacao de saa
-aixeiro brasileiro Damicio Flnraencie de Paria.
Seja registrada a nomeaeio do caixeiro do appb-
cante, o quil oio provoo, mas anease declara ser
brasileiro o referido caixeiro.
Mappas enviados pelos admimitraaores dea sa-
guinles trapiches e armazens alfandagados : ra*
do Commercio ns. 3,5 a 7, no ediftei* a* Allaada-
ga Ve Iha, largo do Corpo Santo a 19, Taaae, an-
gelo, Cuoha. Conferido com o anterior, archiva-
se, nio havendo duvida
Autos de rehabilitaba > de Joaqaim Jote da Casan
Fajotes Jnior e Jos Laorentino da Azevedo.
Fallando poneos minutos para meia dia e toad* da
comecar a sesso judiciara, a decisao desses aatoe
ficou adiada.
Poueos minuto antes do meio dia, eneerron-se
a sesso.
SESSAO JUDICIARA EM 8 DE JULHO DE
1872.
nasioKNCiA do ixm. sa conselheibo a. r. rn-
R*m.
Secretario interino, Innoeencio Antunes 4$ Farias
Toires.
Ao meio da, achando-se reunidos oa Srs. dea-
embargadores Silva Gumaries, Reis e Stlva e A:-
cioli e os Srs. deputa los, Olinto Bastos, Ciadafo
Alcoforadc, Alvaro de Almeida, a o Sr. saa-
plente S Leito, o Exm. Sr. conselbeiro presi-
dente declarou aberta a sesso.
Foi lida e approvada a acta da sesso de i
do corrente. _
O escrvo Albuquerque lavron so* a 2MML
em 2 do'correte, o registro do alumo
de letra ; e o escrvo Alves Je Brilo, a 23 SO, i
data de 5 do mesmo mez.
ACCORDAOS ASSICUD08.
Appellanle. Joaqnim da Silva Costa ; ppeliadaa,
Tasso Irmios, em liquidaco ; appellaato, o cara-
dor fiscal da 'aassa fallida de Alexandre Joa Ri-
beiro ; appellado, o maior Anlonio Joa 1
appellante embargante, Joo de Azevedo 1
appellado embaargado, Antonio Gomes Prea
nXGAMENToS.
Embargos lofriogentes do jalgado.Embargaa-
te, D. Mariana Francisca de Abroa e Lima ; em-
bargado, Anlonio Franeiico Pereira de Lira ap-
pellanle embargante, Pedro de Barros Waadertsf;
appellada embargada, D. Braodna de Paala Lia
ADIAMENTOa
Appellate, Jos Flix do Reg; appoiladesy
Lialduino Amando Freir e na mnlher ;
te embargante, Antonio Ribeiro Pealas ; apeenade,
embargado, Casiodio Jos Alves Gumuiee, aoja
saa viova a berdeiros ; appeilaates emaaraaaaw,
Mossor & C ; appellados embargados, ea i *
nistradores da massa fallida de Marques T
A C.; appellante embargantes, Aatooto linariaa
de Vaaeoocellos di Irmao ; appeiiado
Manoel Jos de Oltvaira Figaeiredo
o administradoras da maaaa fallida da!
Sonta Carneiro Pimpo ; appellados. Bailar OaV
veira ; appellanle, o bario de Canta* Verde ; ap-
pellados, os administradoras da saaasa fallida da
Amorim, Fragoso, Santos & C. ; appolliaia, Ma-
noel da Silva Ribeiro ; appellado, Anlonio Palea*
Moraes e Castro.
SASSAGEM.
Do Sr. desembargador Silva Gaiaariaa i
desembargador Reis e Silva : apoetlaaie,
G. Fennely, thesooreiro de boaahal '
lados, os administradores da
Amorim, Fragoso, Santos ex C
DESTRIBCICXO.
Ao Sr. desembargador Acewli, por i _
do Sr. desembargador Motu.ABoeilaataa, aa ad-
ministradores da massa fallida da fl aliis Jas
de Figaeiredo ; appellado, Francisco Jaal da Ot-
veira Jonior.
Ea terrn se a^sessio 1 hora da taran.
THESOURAR1A DE FAZENDA.
Dia 10 de julho.
Foram remellidos ao Sr. ihesonreiro para- se-
rem pagos:
Officio da presidencia, mindando pagar a f-
cenle Ferreira de Albuquerque Nascimea, A
qaaoua de 138J900.
x
nanaj
saonanaja
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MIIM bat
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PtniamfeK -rr .ftuiU I-ira JJ* JiAlfo fe AJJ73
i
l
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f
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Offliio ri alfjudega adra de ser Da & Antonio
Jos Hoar guss, a quantia do I0/0OO.
OSeio ili (acaldada de diraito remeneado coa-
tu de des-peras (ellas com o respectivo expedante
o mex piss.ido.
Offlcio da Santa Casa de Misericordia aflm da
ser pago o sabsidio dos vicho.
Offlcio lo coramaniaate d> (irle do Bram, re-
meneado eoalas de despezis (eitas pelo respectivo
almorarife.
Offleio do ommandante do forte da Itamarae,
remetiendo ontas de despezas faitas pelo alraoia-
rife do mismo.
Requer meatos:
Javeasio Aureliano da Canhi Cazar.
Praga & Itoeha.
Jos Goncalve de Albuqoeriae.
Jos Eduardo da Souca Lanriin.
Forano igualmente remettidos aoSr. thesoareiro
para lerem pagos:
Requer meatos:
Jos Antonio de Barros.
Manoel H igolino Pereira Giraldas.
Servia Ja de offlcal-maio r.
Manoel Jos Pinto.
PUBLiCACOES A PEDIDO.
A' redac^o da Verdade.
A Verdiide maconiea, ( note-se bem qae a Ver-
ade maconi '.a) apparecen no campo joroalistico
com om arrojo de fizer tremer. JalganJo (lalvez)
poaco limitado o re.'peitavel publico, entre o qual
circula tao digna saccesora da efunda Consci-
encas Livre de iristisumi memoria, eis que vle-
se de seu ir. o Jornal do Rtcife para eslampar
em saas columnas om protesto ameacador, ou
orna anuo(a protestante, contra a rouio digna re-
dacco do Diario de Pernambuco, pelo simplei
faci de tur aquella redaeco tran?cnpio na oitava
pagina o Llheto do iHutirado padre Joao Esberard,
publicado no Rio em defesa do bispo daquella dio
cese, e contra a mac jnria que quer campear como
maito orioloxa, maito namiuitaria, e al muito
santa.
S por isto iocorreu o Diario as iras dos 1700
majos de.-ia cidade, grande parte dos quaes sea
asaaaates; entretanto o vosso ir.*. Jornal da
Hecife que entre os ssusou marosos assignautes ha
da contar muil03 catholicos, vai bem caladlnho
traoscreveodo artigos, nos quaes se ataca virulen-
tamente a reja, o papa, os bispos, e todos os
padres.
Por exemplo : aiada ha poneo temos este bello
pedacinho transcripto da Repblica :
c Todos os Laraogeiras (referia-se ao Exm. Sr.
bispo do Rio Gran le do Sal, e por islo quera di-
zer ledos os bispos) e mais os vossos jesutas, e
anda com o vosso papa .iDfallivel de quebra, nao
valem a epatara do patriota de Caprera ( Gari-
baldi) >.
Hesmo no tempo em que o vosso ir-, dava no
principio da primeira columna a vida do sanio do
dia. temos logo abaixo a transcripto de ama so-
lemne descompostura a S. Pedro de Arbues 11 E
es assignautes catholicos nao se despedirn), como
poderiam e deveriam mesmo (asel-o : parece que
oram mais tolerantes.
Nao ha muito lempo o mesmo vo3so ir.-. [Jor-
nal do Recife ) tran-jreveu um extenso artigo em
que a maconaria do Rio ridicnlarisava o distineto
cbefe do partido liberalExm. coaselheiro Zaca-
ras, e os llberaes asignantes do mesmo jornal
ni) virara motivo para gritar. Entretanto vos, se-
aores da Verdiie magoaica, que tanto inculcaos
a vossa tolerancia, queris matar o. Diario, com
quase meio secuto de existencia s porque deu o
goslinho aos seus assigaantes catholicos de publi-
car o e3cripto do padre Esberard.
Bem vamos que o distineto sacerdote vos linha
pisado nos callos..., mas nao e-p-ravamos, que
viesseis especular con os asignantes do Diario
em proveito de vossa mac/onaria.
Risum ttneatis......
O Diario nao teme os vo3sos futs.
Sois demasiadamente egostas :
O Diario lem publicado os vossos pomposos an-
nunc-i?*, mas nao vos conlentaveis com tsso; era
preciso qu3 as 48 columnas de suas oito paginas
fossem todas consagradas maconara. Como se
nao bastas^em as quatro paginas do vosso ir.*.
(Jornal do Recife ), as do outro vosso ir.*, a Fa-
milia Universal, Asestes luzit a vossa Virdade, e
anda assim queris mais as oilo paginas do Dia-
rio I
Fallaes en dinh.'iro ? E'mania de todo macn..
At querei.- que os catholicos empregados parjli-
cos sejam rcsponsabilisado?, processados e al de-
littidos, prqu sendo brasileiros esto ao servico
de um soberano eetrangeiro=o papa I
Tendes uiveja desse dinlieiriaho que ganlum o
catholicos dopregidos pblicos ?
Cairo cilicio,' iriu.
O catholico.
Basilares redactores.Veaho perante o
publico dosla capital denunciar o proced -
ment do Sr. Alfred Gassier, proprielario
do hotel Universo, para que se ajuize de
sea procedimento, eis o fado :
Sc-ndo cosinheiro deste hotel, recebi acer-
ca de doos mezes ama facida dala pelo es
cravo do Jilo S.\, e como ella nao me ma-
tou por have-la aparado com o braco direito,
que foi atravessado do lado a lado, tra-
too-me o mesmo Sr. Gassier, em cojo tra-
tamenlo despendeu a quanlia de 32^000.
A 29, porm, deste mez, n3o me convio-
do mais coollnuar a ser seu empregado, des-
ped mo, o como tal tivo do apresentar mi-
abas coalas, mas no ajuste desUs, eis que
o ditj Sr. leva-me em conta a despeza
que leve com a cura da ferida, o lhe ex-
probando a ojnstiQi que comigo quera pra-
ticar, me responden qoe mais senta, oo
caso de morte, perder sea escravo.
Recife de julhu de 1872.
Jan Marte.
Os apreciadores das ptimos qualiladas, que or-
dd apcMi do distineto cavalheiro o Sr, Or
Qiintina Jos do Miranda, o qual ha bem poneos
das, deixou de ser juiz da direito da comarca i
Olais de que fazia parte este termo, veem por
maio desta acreditado joraal felicitar essa Ilustra-
do magistrado pelo accasso qun acaba da ler em
saa nobre e ardua carreira, o declarar que muito
sentem verom se privados de ura juiz que pela
bondade e ialeireza com que sempre soube admi-
nistrar jastial aos habitantes deste termo, tornou-
se crodor do cordeal estima e subida considaraco
de lodos ellas.
Sem quDrermos offander a ben conbecida mo-
destia do Sr. Dr. Qjin.ino h da Miranda, nao
podemos deixar deaprovetor o ensajo, para ma
oifesiannos todos aquellas que o nao conbecem
que esse magistrado dea eoiro nos as mais incoa-
cussas provas de qae, quer comocomo homam pu
bjlco, quer como particular merecedor dos mai-
ores encomios. 03 seus actos revelaram sempre
amor ao prximo e a ju liga.
O desgranado nanea deixou de encontrar nelle iae-
favel bono.nia, a o criminojo um jU'z inaccessivel
aos empenlio, mis sempre propenso a equi-
dde.
Recaba, pois, Sr. Dr. Q.tintino esta oossa expon-
tanea manilastnijao com um pequeo testemunho
do mrito qae apreciamos as_suas vrlaie3 e nos-
sa eterna lembranca e gralidao.
Villa de Iguarassii, 9 da jalao de 1872.
Os apreciadores do ment.
COMMEBfflO.
Frele de algodao do Araeaty pac o Bltico
lt|16d.IO|0.
Fretade assucar daqui para Liverpool 30| sem
capa.
i'.J. Pioto,
Pneideate.
Dobourcq,
Secretario. .
ALFANDEGA
ttMidinMoto do da i a 9 .
dem do dia 10. .
333:011*410
55:132*902
390.144*3*1
Oescarregam boj 11 de jalho de 1871
Escuna taglezaRoual Arckvari >s laneros.
Brgne inglez^|la-idem.
Barca francezaWooro idem.
Birc inglezalearoidem.
Patacho alleosaoJar'a=-faroha.
Barca aiDericaoa-H|p-inff-fariaha e basta.
Barca inglezaDorabaealho.
Patacho porlogaezVaniavinho.
CAPATAZ!A DA ;AI.FANDEA
Rendimento do dia 1 a 9 4:460*466
dem do dia 10........ 543*990
57*4*6
SABIDAS DE MERCADURAS.
Volumes sabidos com fazenda
dem idem cem gneros diversos 207
Somma 300
Despachos de exporlagSo no dia 9 i*
julho de 1872.
Para os portos do exterior.
Na galera portugueza Nova Fama, para o
Porte, carregaram : A. V. Mieheles 1 eaixo 60
garrames com 40 litros de agurdente; A. J. Mo-
reir Gomes 1 ancoreta com 48 ditos de dito ; J.
Ferrera da Soua 4 grrafoes com 64 ditos de
dito.
No vapor ioglez Sluient, para Liverpool,
carregaram : M. Lalhan t C 6i saccas eom
47,274 kilos da algodao.
No navio portuguez Ceres, para o Porto,
carregou : J. J. Goccalves Beltrao 76 saecas com
6,321 Kilos de algodao e 160 couros seceos salga-
dos com 1,920 kilos.
No vaper inglez Elf, para Liverpool, .carre
garam : Antonio Loyo 1,500 saceos com 212,500
kilos da assucar ma;cavado; U. Lathan & C
2,250 ditos com 258,750 ditos de dito.
Nobrgae iaglez E. A. Camngton, para o
Rio da Prata, carregaram : P. Carnairo & C. 534
barrieai com 53,552 kilos de assnear branco.
No patacho hespaohol Alfredo, para o Rio da
Prata, carregaram: J. da S. Loyo & Pilho 224
barricas com ii.iSl kilos de assucar branco.
No patacbo portuguez Michaelenst, para a
liba de S. Miguel, carregaram : Oliveira Miran Ja
A C 15 barra com 1,440 litros de mel.
Para os portos do interior.
No biats D. Luiza, para o Araeaty, carre-
garam : Co-ta & C 35 barritas com 2,490 Kilos
de assnear branco.
RECEBEDORIA DEPRENDAS INTERNAS
GER.\ES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 9 18:474*597
Idem do dia 10...... 2:197*371
20:671*958
CONSULADO PROVINCIAL.
Asndimento do dia 1 a 9 81522*333
dem do dit 10. 6:718*940
83:241*173
MOVIMEWTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 10.
Para e portos intermedios 8 dias, vapor
brasileir) Para, de 1320 toneladas, com-
mandante Carpentar, eqaipagem 50, car-
ga varios gneros; a Henry Forster & C.
Rio Grande do Sal19 das, brgue portu-
guez Adelino, de 196 toneladas, capitSo
Manoel J. da Silva, equipagem 11, carga
11,400 arrobas de carne ; a Baltar Ol
veira A G.
Navios sahidos no tnesma dia.
Rio da PrataEscuna brasileira Amalia,
capl5o.Rjberto Pinto de Magaibaes, car-
ga assucar.
Rio da PrataPolaca hespaohola Bella Do
lores, capitao Jayme Gaenesta,"carga as-
sucar e agurdente.
EDITAES.
O Dr. Lniz Ferreira Maciel Pinheiro, juiz subs-
tituto do juiz i eipecial do commercio nesta ci-
dade do Recita da Pernambuco, por S. M. o Im-
perador, etc.
Facp saber a-33 qae o presente edital virem e
Jelle noticia tiverem, que no dia 11 de julho do
eorrente anno se ha de arrematar por venda em
praca publica deste joizo, depois da respectiva au-
diencia, o seguinle :
Um terreno com 22 palmos da frente e 123 de
rulo, oecupalo com ama casa de um andar,
perteneente a ostrero, na (reguezia da Boa-Vista,
ra de Gervasio Pires n. 63, lado do poente, on-
tr'ora com a numeraejio de 80 a denomioacSo de
ra dos Pire, divida pelo norte com a casa de
Antonio Rodrigues Pinto e Dlo sal com a casa
de D. Mara das Neves de Miranda, avahado por
200*000.
O qual (ora penhorado por exeeucao de Joa-
quim elementa dos Santos contra D. Rila Fran-
cisca de Camino Paes de Andrade.
E nao ha ven lo lanzador qae cubra o prego da
avaliacao arrematado sar.feita pelo prego da
adjndicscjio na forma da lei.
E para que ebegue ao conbecimento de todos
mandei passar o presente qae ser publicado
pela imprensa e afiliado nos lugares do costume.
Cidide do Recita de Pernambuco, 14 de juuho de
1872.
En, Saconlio Haliodoro da Cunha, escrevente
juramentado o eacrevi.
Eu Manoel Mirla Rodrigues do Nacimento, es-
orivo o subscrevi.
Recita, 13 dajonho de 1872.
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro
PRACA DO RECIFR 10 DB 1ULH0
DE 172.
iS 3 1/2 HORAS DA TARDI.
Cotaci)e3 otficiaes.
Cambio obre Londres a 90 d|v. 24 1|2 d. e 24
3|5, d. por 1*000, hontem.
Dito-sobre dito a 90d|v. 2i58 d., 24 3|4 d. e do
banco 21 12 d. por 1*, hoje.
Cambiosebre Par a fO dv. 385 e 388 rs. por
(raneo, hontem.
Cambio obre Hamburgo, a 90 djv. 730 rs. por
marco banco, bontem.
Dilo sobre dito a 90 div. 732 rs. por marco
banco, hoje,
Cambiosobre Lisboa a 3 d|v. 123 0,0 de premio,
banco, hontem.
Dilo sobre dito a 3 djv. 123 00 de premio, do
banco, hoje.
Cambiosobre o Porto a 90 d|v. 115 0,0 de pre-
mio, hontem.
Cambiosobre o.R'io de Janeiro a 30d|V. 1 1|40|0
de descinto, boje.
Frele de algofio daqu para Liverpool 3(8 d. e
3. )fi, vapor.

Q Dr. Jos Hygioo Duarte Pereira, juiz substuuto
da 1* vara ctvel. em exerciclo, nesta cidade do
Recife, por S. l. I etc.
Paco saber aos qae o presente edital virem, em
como por este juizo se ba de arrematar a quem
mais der, finios os dias da lei, a renda do predio
n. 14 sito no ligar dos Coelhos, pelo alugael de
550* annual, e por tempo de 3 sanos, prestando o
arrematante fiador chao e abonado e da f de jui-
zo, obrigando-se a conservar o predio no estado
em qae se aeba, sendo paga a dita renda mensal-
mente ; cojo predio perteneente santa casa da
misericordia desta cidade e D. Fortunata Candi-
da Coelbo da Silva, e vai a praca a dita renda
requerimento da junta administrativa da santa
casa da misericordia. Toda a pessoa qae nadita
renda do predio cima mencionado quizer laucar o
podar fazer nos dias da praca.
E para que chegue ao conhacimento da todos,
mandei passar o presente, qae ser publicado e
afflxado no lugar publico do costme.
Dado e passado nesta cidade do Recita de Per-
nambuco ao* 28 de junho de 1872.
Eu Pedro Tertuliano da Cunha, escrivao, o.ea-
crevi.
Jos Iiygino Duarte Pemra.
Roa da Soledade. _
Cata terrea n. 71....... 96*000
Roa de S. Jorge. ^,
Sobrado n. 20.........2i0#00
Roa larga do Rosario.
Tereeiro andar, n. 14 A.....144*000
Terceiro andar n. 2 .....2"2S
Loja do mesmo n. 1. B......oWPOO
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Roa da Madre 44 Deoe __
Mea a, 8............ 350*000
Roa da Moeda.
Casa terrea n. 21. .... 383*000
Tnveesa da Madre de Dos
Casa terrea o. 23 ,.....600*000
Roa da Cacimba.
Casa terrta o. 1........150*000
Roa do Vigark).
i,* andar 4a sobrado o. 27.....300*000
Coja do meamo.........351*000
Roa do Encantamento,
Sobrado de 1 andares o. 9 ... 1:0000000
Roa da Senzalla Velba.
Sobrado do 2 andares o. 134. 601*000
Ra da luguets.
Sobrado de 2 andares n. 4. 839*000
Kua do Rosario da Boa Vista.
Casa terrea n. 58........301*005
Ra de S. Jorge.
Case terrea n. 101. ....... 206*000
deam n. 99..........330*080
dem n. 104. .-,...,. U1J0BO
dem n. 100..........205*000
Os pretndanles deverao aprejentar no acto da
orrematacio as saas naneas, on comparecerem
icompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
sife, 25 de junho de 1872.
O escrivjo,
Pedro Rodrtaues de Souza
Consulado provincial.
Por esta repartigo avisa-sa aos respectivos
eontribainles qae comeca no 1* do mez prximo
vindoro a correr o praso legal para o recebi -
ment sem dependencia de malti dos Impostos da
decima urbana, 5 Ojo sobre o rendimento dos pre-
dios de corporales de mo mors, e 60 rs. por
litro da agurdente, relativos ao 2* semestre do
anno fioanceiro eorrente de 187172, incorrendo
na multa de 6 Ojo aquellos que nao realisarem
esse pagamento d antro do mesmo.
Consotado provincial, 23 de maio de 1872.
O administrador,
A. C. Machado Rios.
tommaouo superior
Estando designado pelo Illm. Sr. eoronel com
mandante superior o da 12 do correte mez para
ler lagar pelas 11 horas da rnaabaa, areaniao da
junta medica, sao por meio deste avisado todos os
jenhores offlciaes e pracas de cavallaria qae re-
quereram inspeceo de saude, para comparecerem
nesta secretaria nos indicados dia e hora.
Secretaria do commando superior da guarda na-
cional do municipio do Recite 6 de julho de 1872.
O secretario interino,
Jos Marcelino Alves da Fonseca.
ADMI.MSTRACAO DOS CORRER DE PERNAM-
BUCO 11 DE JULHO DE 1871.
Malas pelo vapor Para da Companhia
Brasileira.
A correspondencia qae tem de ser expedida
hoje (11) pelo vapor cima mencionado para os
portos do sal, ser receida pela maneira se-
guinle :
Macos de jornaes, impressos de qualquer nata-
reza, e cartas a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 1|2
horas, pagando porte duplo.
As carias e jornaes que se dirigirn ao Rio da
Prata pagarlo previamente, aquellas a tacna de
300 rs. por 15 grammas ou fraccao de ISgram
mas, e estes a de 40 rs por 40 grammas ou (rcelo
de 40 grammas, na progressao estabelecida as ta-
bellas C e Dannexas s instraccoes do 1* de
dezembro de 1868.
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Porciuncula
THEATRO
Empreza-Yicentc e Baha
(MPAMA DRAM4TIGA
Com o concurso da primeira actriz
Manuela Lucci de Oliveira
Sabkado 15 de julho
Cstra dos artistas Manuela Lucci, Mara
BiTSI, Xisto Babia, Joaquina C,
mar e Jos Eduardo.
Primeira representado da comedia drama em
3 actos, de Eugenio Scrib :
VALERIA
O importante papel da protogonista, joven cga
desempanhado pela actriz Minoela Lucci. -
Terminar o espeelacnlo com a representado
da interesante comeila em 1 acto, do repertorio
do acier Xisto Baha.
Discordias de concordia
A orchestra dirigida pelo maestro
F. tolas
Principiar as 8 li2.
Camarotes de frente !t*000
Ditos de lado 10*000
Cadeiras 2*000
Garata
1*000
Ao publico.
Os emprezarios, encelando as representares da
saa companbla, esperara da parte do publico a
proteceo qae s; conceder ac artistas conscien-
C030S e amanles do trabalho. Os espectculos
terao lagar invariavelmenta as quartas-feiras,
sabbados e domingos, e sero inlransferiveis. Nos
dia Qteis eamaaaro i 8 1|2 horas e nos domin-
gos e dias salRs s 7 horas em ponto.
Para evitar certos inconvenientes a direccao re-
solveu nao numerar as cadeiras, porm os fre-
qoentadores que garantirem 10 recitas terao di-
reito a escolher um logar, que ser marcado com
o sea nome.
DECLARACOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE
A Illm, junta administrativa da Sania Casa de
Misericordia do Recife, manda fazer publico qae
na sala de suaisessdes, no dia 11 do mez de
jalho pelas 3 hars da tardo, tem de ser arrema-
tados a quem mais vantagens offerecer, pelo
tempo ule om a tres aoiws, as rendas das predios
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
. Travesa de S, Pedro,
Sobrado de 2 andares n. 2.....604*000
Roa do Farol
Casa tarrea a. 72, ..,,.,. 181*000
Taiuanho natural
NA
Ra do Commercio n, 17
Primeiro andar.
Todos os dias atis das 4 horas da tarde as 10
da nonte, e em dias santificados das 10 horas da
manha ? 10 da noute.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DE
Xavega$o eostelra por vapor
- Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giqui, commandanti
Mantas, seguir para os por-
tos cima no dia 15 do corrate
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o da 13, eocommeudas.
aassageiros e dinheiro a freta atoas 2 horas
da tarde do da da sabida : escriptorio no Porto
do Mattos n. 12.
Para o Rio-Grande do Sul
Recebe carga i (rete o brigue brasileira D
Mauricia: a tratar com seos cqasignttarjas Amo
rim Irmos A C, ra do Boh issos n. 3, outr'o
ra roa da Crnz.
MMPANHIA PERNAMBCANA
a I
Navegando costetra por vapor
Fenundo de Noroaha.
O va,wr Mandah, com-
mandanit Jolio, eegnir para
o porto seissanoaJalldejn-
iho ao iseto da.
Recebi carga at o dia 12,
encoconxmdas, paseageiros e
abeir) a frete atoas lOnaiai 4a manbia do dia
da sahi la : escriptorio no Forte do Manos u. 13,
(X)MPANH1A PERNAMBCANA
ra
?cga^io eoatelra por vapor
Mamangaape.
O vapor Gornrift, com
mandante.Santos, seguir
Sara o porto cima no
a 12 do corrate as i
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
mendas passageu*os e dinhairo a frete at as 2
horas d i tarde do dia de saa sabida : escriptorio
do forte do Mattos a. 12.
Para o Rio de Janeiro
pretend seguir com ruuita brevidade o brigue
Isabel, lem parte de sea earregameoto prompto :
para o resto qoe lhe (alta trata se eom os seos
consignutarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C rni do Bom Jess o. 57,
BAS
Mcssegeries martimas.
At o dia 12 do eorrente mez espera-se dos por-
tes do st o vapor (rancez Gironde, eommandante
Somer, o qual depois da demora do costuro
seguir para Bordos, tocando em Dakar (Gore)
" Lisboa.
Para conaicoes, (retes e passagens, trala-se na
agencia, roa do Commercio n. 9.
COHPAWHIA
DE
Navegado Brasileira
Dos portos do norte esperado
at o dia 9 do eorrente o vapor
Pata, eommandante Carpinter,
o qual depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do
Para carga e passageiros trata-se na agencia.
Encommendas de pequeo valor, peso, medida e
tambem dinheiro, recebara-se at 1 hora da tarde
do dia de sua aahida na agencia, ra do Com-
mercio n. 8.
As eooommendas viadas por esto vapor sero
entregj.es at o dia da sabida do mesmo no es-
criptorio da companhia, e depois deste termo se-
rao recolhidas no trapiche Dantas.___________
f orto por Lisboa
Para os indicados portos pretende sahir com a
possivel brevidade a barca portugueza Ceres, na-
vio de 1* classa, por ter a maior parle de sea ear-
regameoto engajado, e para o qua lhe falta, qae
recebe a (rete coramodo e pasageros, para os
quaes t9m aceiados commoflos, trat-se com o
consignatario- Joaquim Jos Goncalves Beitro
ra do Commercio n. 50.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DB
Vavega;So costelra por vapor
Parahyba.Natal.Maco,Mossor, Ara-
eaty, Cear, ManJahu', Acarac e Granja.
O vapor Pi'rapntno, eomman-
dante Azevado, seguir par
os portos cima no dia 15 de
eorrente as 5 horas da tarde
Recebe carga at o dia 13,
'encommendas passageiros e di-
nheiro a frete al as 2 horas da tarde do dia da
saluda : no escriptorio do Porte do Mattos n. 12.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende segnr com bre-
vidade a barca portugueza Arminda por ter parte
da carga engajada, e para a que lhe (alta (raa-
se com o consignatario Joaquim Jos Gongalve.'
Beitro, ra do Commercio n. 5.
Bahia.
O veleiro blata nacional Garibaldi segu para o
porte cima oestes dias com a maior brevidade
possivel por, estar com parte do carrega ment
prompto, e para o resto trata-sa com Tasso Irmos
& C, ma do Amoriin n. 37.
PARA O
PORTO
Vai sahir em poneos dias a galera JYora Fama
3.' : para carga e pa;;ageiro.i aos quaes cffsrece
excellentescommodos, trata-se eom Soares Primos,
ra do Vlgario n. 17.
Para o r*orto
Vai sahir eom brevidade o brgne portuguez
Ti iumpho, receba carga a (retes commodos e tam-
bem passageiros, para os quues oferec3 muito
boa aciommodago : a tratar com Soares Primas
ra do Vlgario n. 17._____________________
Para o Rio Grande do Sul
vai seguir dentro em poneos dias o patacho na-
cional Pelicano, e recebe carga a (rete muito m-
dico : a tratar na ra do Vigarlo n. 1, 1* sudar,
escriptorio de Balthar Oliveira 4 C.
Para Lisboa
o patacho portuguez Vanda, capitao P. A. Pesta-
a de Barro3, vai sabir com bnvidade : para car-
ga e passageiros trata-se com E. R. Rabello A C,
ra do Commercio n. 48._______________-
O hiate Graciosa sana Bastos atas para Ara-
caty : quem no mesmo quizer csrregar dinja-se
ao escriptorio de Barmoomen Loureaco na roa
da Madre de Dos n. 2, tratar com Joan Alves f
QnJatol,
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegacdo costeira por vapor.
Goyanna.
O vapor nacional Parahy-
ba seguir para o porto ci-
ma no dia 12 do eorrente s
9 horas da nont.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
rel : no escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Para o Porto
O patacho portuguez Olinda, capitao Moraes
a sabir al o m do correte mez, tema anda
alguma carga : tratar com os consignatarios
Monteiro, Gregorio A C, a roa do Bom Jess nu
mero 56.
LEILOES.
MOVIS
Looca, vidros crysues, ama machina de
costura moitoa ouixos artigos
IIOJJK
No edificio que foi theatro d'Apollo, sito
j-ia do Viscondede Itaparica o. 26.
O agente Oliveira far leilao 'por intermedio de
ssa prepone Piano Borge?, por urdeta de urna fa-
milia qae se retiron para a Europa, constando de
nasa aaalltnle noailia de mogiao com lampo de
pedra, 1 rica cama de Jacaranda Rara casal, gnar-
da-aastido?, guarda-roupa, eommoaas, guarda-
Wb^is eavidrataos, appueik riqajsalios para
Iraoco, copos da crystal, eatfeas, garrafas de
crytal, veneinai, 1 taqe para livros. 2 appi-
radores, coaipoteras e moitos ontros objetot de
casa de familia
O leilao principiar s 11 horas em ponto por
serem muitoe os lotes.
O mesmo agente vender no mesmo edificio
nmas pecas de estopa e balaneas grandes e pe-
queas.
Leilao
DE
Um cabriole! americano de 4 rodas, cober-
to, com varaes, lauca,arreios e laaternas,
4 rodas aovas para cabriole! americano.
Um excellenU silho ioglez.
(Tudo em ptimo estado)
Um piaono forte, 1 machina de costara e
oq tros objectos.
SEXTA-FE1RA 12 DOCORRENTE
A' 1 HORA DA TARDE.
A. Harisnaandy, tendo seguido para Europa,
tendera em leilao do da 12 do eorrente, por in-
tervengo do agente Piolo o sea cabriole! e mais
objectos cima mencionados a 1 hora da tarde na
casa da ra do Vuconda de Goyanna n. 58, onde
baver no mesmo dia venda de movis, louca e
vidros.
Leilao
DE
Motis, looca, cryataea e dous catriolets
americanos.
SEXTAFEIRA 12 DO CRREME.
Por intervencao do agente Pintd.
Ra do Viseonda de Uoyanoa n. 58, casa em qae
morn o Sr. Joo da Cunha Neves.
LEILAO
DE
Movis, louca e erystaes
dou3 cabriolis americanos cora arreios.
A SABER:
Um piano forte e quasi novo, 1 mobilia de Jaca-
randa gosto maderao, 1 jsrdioeira, vasos para
(lores 2 grandes jarros de marmore, casticaes e
mangas, 2 candelabros, 2 eandieiros a gaz, 2 es-
pelbos, tapetes para sofs e para portas, 2 serpen-
tinas, 2 lotes de esleirs (erro para salas e 4 ve-
neiianas.
Urna rica mobilia de mogno a Luiz XV com 1
sof, 2 cadeiras de bracos e 18 ditas de guarnido,
2 espelhos grandes molduras douradas, 2 caoei-
ras para piano, 2 armarios com espelhos. 1 meza
redonda, do mogno, 2 eandieiros verdes, 2 code-
labres debronze, 1 excedente cama franceza com
eolxao da molas.
Urna machina de costura (perteita), 1 excellonte
guarda-vestidos com espelho, 1 guarda rcupa, 1
cama (ranceza, 1 eommoda, 1 cama para menino,
1 berso, 2 cabides, i lavatorio, 2 camas de vento,
1 meza de cabeceira, jarros para flores, globos
para eandieiros a giz, 1 livro com finas gravara?.
Urna meza elstica, 1 guarla-louca, 2 appara-
dores, armarios, 2 ditos torneados, 1 quartinheirs,
12 cadeiras, 2 ditas de bataneo, 2 ditas pequea?,
i marqueza, 1 appjrelho de porcelana para jan-
tar, 1 para cha, copos, clices, garrafas, compo-
teiras, eolheres, garios e facas, (landres, 3 (rnctei-
ras, 1 porta queijo.
Um cabriolet americano de 4 rodas, eoberto,
para 2 pessoa?, 1 dito de 4 rodas com assentcs
para duas e 4 pessoas, langa e varaes com cober-
la que se poda tirar.
Um armario para arreios, 2 oseadas de abrir,
2 jarras, 4 rodas, 2 chicles, 2 bombas para ca-
cimba e doos babseom roupa.
SEXTA-FE1RA 12 DO CORRENTE.
Na casa n. 58 da roa do Viseonds de Goyaana
(oiilr'ora Moadego).
O agente Pinto levar a leilao os moveU e mais
obj ctos aeima descriptor, existentes na casa da
ra do Visconje de Goyanna n. 53, em que resi-
di o Sr. loo da Cunha' Neves, onde poderio os
prelendentes examinaren: ditos objeclos na ves-
pera e dia do leilao.
Os consorrentes que seguirera para all no bond
que parle da estaco da ra do Bram s 10 ho-
ras, terao conduc(o gratis.
O leilao principiar s 1|2 horas em ponto por
serem muilos os lotes._________ __________
LEILAO
DO
Engenho Monte de Ouro
SEGUNDA-FEIRA 15 DO CORRENTE
AS 11 HORAS DA MANHA
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito
especial do commercio desta cidade, roqneri-
mento dos adminisiradcres da massa fallida da Si-
queira A Pereira, ot'agatile Oliveira proceder a
novo leilao por intervencao de seu preposto Pinbo
Borges, do engenho denominado Mon'.e de Oaro,
sito no termo de Ipojuca desta provincia, o qual
f i penhorado por execojo de ditos administra-
dores vuva e berdeiros do Dr. Ignacio Nery da
Fcnceca e adjudicado a indicada massa.
A'S 11 HORAS EM PONTO
No escriptorio do referido agente ra do Bou
Jess (outr'ora Crnz) andar n. 53, onde os Srs.
pretendemos podera haver as iobrmacSes nece3-
saria.
LEILAO
DO
Brigue nacional Santo Amaro
Quarta feira 17 do corrate.
A'S 11 HORAS EM PONTO.
:' 0 agento Oliveira aulorisado pelo competente
dono, far leilao por intervencao desea preposto
Pinbo Borges, do brigue nacional Santo Anaro,
ancorado neste porto e censistindo em velas gran-
des e pequeas, joantes, triquetes da lona, ga-
veas, 2 roastros com todos 09 seu3 periences, mas-
larcs, vergas, moitoas, 1 relogio da bitacola, 1
globo para a mesma, 2 sijnaes, 1 sino de bronze,
l escaler, 4 remos de faia, 2 ditos "de pinho, 1 ca-
nda, bombas, guinchos, ustps, ferragens e mais
ntencilios de bordo, dos .quaes se dar o as infor-
mar5es necessaras no escriptorio do reerido
agente, silo ra do Bom Jess n. 43, (onlr'ors
Cruz), onde ser effeetaade o leilao no dia e hor
cima mencionados.
MISOS DUEBSOS
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Sexta-feira 12 do correte pelas 12 Ijoras
da manhaa ba reunio da directora desta
companhia: o qoe lera lagar 00 respectivo
escriptorio roa do Cabug o. 16.
O secretario,
Jos Honorio 3. Menezes.
O abaixo assiguado, ten tasto e contratado
com o Sr. Francisco Ferreira 4a Silva a compra
de seu estabeleeimeoto d cateado sito a traves-
a de Domo de Caxias ik. 14, amiga das Cruzes,
livre e desembarazado da' qualquer obrigaco
passiva, Se algaem pois,, liver de (azer qualquer
reolasaaco sobre a reeriia venda, queira faze-lo '
no praza da 4 dias, a contar de hoje ao atetar
assiguado na taberna n. 16, junto ao. referido es
titbelecimeuto.
Recite, II de jalao de 1872.
Antonio Alves Lebre.
Manoel Peres Penetra, morador na povoaco
de Santo Amaro de Jaboa'io, precisa de nm cria-
do preto ou pardo ; a tratar eom Antonio Pitas
Ferreira, roa, do BarQ da S. Borja a. 53,
comprar on ala;
do Arrala! qoe
na-fama ao C
19. !
Precisa-sa.
wtxxns
Socledade Unio Beneficen-
te dos Cochelros em Per-
nambuco
Faz-se publico qae ni dia 9 do
reaoio da aasemblea geral (oraos
eUiminaedes des socios aaalxo
marea o artigo 55 e seos parafrapMa 1
tos qae nos regem.
Os senbores :
Francisco Antonio Moreira as Carvatao.
Agostinbo Francisco e Rosario.
Manoel Bnriti Beoeviaea.
Jos Martins de Almaida.
riano Bruno ae Oliveira.
Fabio Jos de Soasa.
Francisco Pessoa da Canas.
Elpidio Feliciano Pereira Lyra.
Joaquim Thomaz Ferreira Saaras.
Jos Tavares de Arroda.
Chnspim Rodrigues Barbasa.
Sala das lessSea da asdaiaa Ma
dos Cocheiros 10 de tata* de 1171
O 1* secretarte
Jos Jote a resja.
0 OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Nutrimento
MEDICINA!
Lanman i Kep
para Uaka a Ion
qnalidanU dedo-
eoca*, quer teja
na gargaou, ptv
to oabofaa.
Eipriin
Dent tgcoisMl
dosmehoresfi-
gados doo fBBOO
ae extrabo
oleo, no nm
da Terra Nota.
parificado chi-
micalmento,
saas
propriedadoo
cooservadao
com todo can-
dado, em todo
frasco, ao 1
te
te poro.
Este ole lean
sido submettido
a nm examo
moitosevero, pelos cliimicos de mais taie-n
ot, do governo hespaohol em Caba.foi de-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORCAO DIODLXA
do que outro qualqner oleo, qae elle tem
examinado
IODINO EM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado da bacaanao,
e naquelle no qual cootm a maior porej
rl^esta irrvalaavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PE1TO, BOFES.FrGADO,
Tsica, bronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos,elc.
Uns poucos frascos d carnes ao maito
magro que soja, clarea a nista,e d vigor a
todo o corpo. Neobum oatro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e eacommodando
quasi nada o estomago
As pessoas caja organisacjfo tem sido
destruida pelas affecces das
ESCRFULAS OU RHEUMAT1SMO
e todas aquellas cujadigestlo se acha:
p/etamente desarranjada.devem tornar^
Xarope Hydrocotyla Azia-
tica
A hydrocotyla aziatica orna planta qae
je acba muito a miudo em Mauricio, Borbo.
Siogarope, Bombaim, Madras, e oatras prc-
vjnclM das Indias Orreataes onde oVsde
moitos annos est empregada eom a maior
eficacia contra as diversas molestias de
pella, taes como o lichen, o eczema, o aov,
o prurido, o pemphigo, a lepra vulgar, a
elephantiasis, as ulceraedes scrofulozas om
iijphitic-is, assim temo contra todas as
doencas cochccidas debaixo do nomo goce-
rico darlros. Experiencias numerosas feitas
pelos mdicos dos hor-nitaes de Pars, sobre-
lado no hospital de Sm. Leu, destinado es-
pecialmente ao tratamento dos doentes deste
enero de molestias, provarlo a efBcaca
lessa planta.nos casos signaladns cima.
Deposito Pharmacia Americana daFerrei.
ra Maia A C, ra Doqoe de Caxias o. 57-
Creme de Sjb-nitrato de
Bismutho
O sub-nilrato de Bismotbo om deates
raros medicamentos qae podem-se qua
de heroicos; com effeito se emprtga coa
am saccesso sempre assegorado contra to-
das as lezoes das tas digestivas, taes como
iiarrheas, dysenterias, gastritis, gariral-
gias, dores do eston,ago e da barriga, ul-
ceraedes dos intestinos. Cada vidro acox-
panba ama colber qae a doze.
Deposito Pharmacia Americana da Fr-
reira Maia A C, roa Doqne de Caxias n. 57.
iVastilhas do Mannita
As pastilhas de Maanita sao por cario a
medicina racional dos miniaos, aos quaes
se administrara com excel!er/e resoluto
para os males de garganta, coquelucht t
falta de apetite. Para elles d3o na porgan-
te mais suave e qoe tomem com mais pra-
zer. Estas pastilhas prevhnm tambem as
convolsoes qae resultara dus accidaaloa da
dentigSo, e tem urna acrSo maito poderosa
como o vernn fago.
Deposito Pharmacia Americana do Fer-
reira Maia de C, ra Duque de Caxias a. 57.
SEGUROS
MMUTIMOS
CONTRI FO-O*
A companhia Indemnisadora,
es praga, toma segaros martimos
aaviose aaos carregamentos a cofltxamf
m edificios, marcadorias mobibaa:
roa do Vigario n. 4. pavimento terreo.
Preeisa-se de ama criada livre on^^esesav.
3ne compre e cozinhe : na travesa da Pajseod*
sfronte la estrada qoe vai para o n>satai Pe-
tngnez, sitio em qae esi ec-Hoeado a caas ^__
i pret isr
arate
Precisa-se alagar um on deas
trabalbarem ea nm sitio, paga-sa
trabalho para moitos
Imperador o. ~9, f andar
I MUTILADO


%T
URGENTE
Nesta typograpbia te d*seia fallar com o
Srs:
Heraeliodo Luii de Girvalbo.
N. F. de Vida!.
JoJo Soares|da Fonseca Velloso. .
Aatonio Garlos de Almeida.
Franeiscj de Lacerda Cavalcaote de Albu-
querqae.
-'oaqaim Antonio de Moraes.
Desembarga dor Antonio Joaquim de Albu-
querque Mello.
Ovidio Ferrara da Silva.
Jos Mar dos Saotos Cavalcanle.
Jos Pereira de Miranda Caoba.
Antonio ix Teixeira de Mendonca De*
tosa.
Antonio Artbur Moreira de Mendoofa,
Augusto llyj;in > de Miranda.
Augusto Goelbo Leite.
Francisco Leal de Miranda.
Francisco Antonio Pereira da Silva.
l'rancico Jos Martina da Costa.
Dr. Francisco Rodrigues Sette.
Francisco de Paula Borges.
Ignacio de Souza LeSo.
Jos Joaquim Das dos Przeres.
Jos de Sou/.a Castro.
Joaqaim Corra dos Santos.
.(oaqaim Pedro dos Santos Bezerra.
JoSo Rodolpbo Gomes.
Jos Ferreira da Silva.
Tenente Lnfz Jos de Sonza.
Leoncia de Luna Freir.
Romualdo Al ves de Oliveira.
Taraerlao de Albuquerque Nascimento*
Vicente Lucinro da Costa Catnpello.
O Sr. Melqniades Antones de Almeida
queira vir i esta lypographia concluir o pa-
Pamento do aluguel da casa em que mora
m Olinda.
c Auseniau-e desde 22 de jucho pausado a
mulata Cypriana, com os sigDaes seguintes : 25
senos de idade,-ponco mais ou meoo, altara re-
cular, p.- grossos, falla de dentes na parte sope
or, falla descascada, andar afTeclado e signal de
urna cicatriz e:n om dos bracos. Adiase amasia-
da com ora tal Avelioo ou Joao, guarda do bala-
'bao do Keclfs. o o aaem presame-se qae uves.-e
ido oa pretend ir prra a Parabyba ou Rio Gran-
de do Norte : roga-se s autorilaies polieiaes e
a pess.ws do povo.que liierem a sua apprehenso,
levarem-na rba da Gloria n. 146.
Da-se au.da 400d sob penhor em algoma es-
lava : na roa de H iras d. 94.
Deutscher Hutfsverein.
Im .amen des Ausscbasses isi die Gentral-ver-
*ammlung au Samslag den 13 ten July, 7 1|2 Ubr
Abends aassammen berafea nnd fmmtlicbe Mil-
Clieder eigeladen sicb bei derselben zu bethei-
ligen. Pernambacj lOjoly 1872.
Der Secrei8r
_________________________Heori Quaqz.
Lava-e e engomma-se para bomem e seuho-
ra : na ra da Sania Cruz n. 12.
RU i DO BRlffl N. 52
(Passando o chafariz)
Annuncia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou niortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 das do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de
MOTORES PARA DESGAROCAR aLCODaO
A vapor, agua ou animaos
inclusve alguna que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquellcs propietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas enoommendas, pois a casatm em viagem e j
ohegado numero suficiente para suprir a todos quantos qaeiram.
HACH1RISH0S DIVERSOS
aesta fabrica ha deposito de todos os uiachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
MlTAAnENCO
GRANDE REDUCQAO EM PRECOS
Antonio Pedro de Souza Soares, com loja de miudezas na
ra do Baro da Victoria n. 28,
PEDE AS EXMAS. FAMILIAS MUITA ATTENCAO PARA OS PBECOS ABAIXO
ESPECIFICADOS, A SABER:
Vinho X-res, caixas.
Dito GbambertiD, dem.
Dito Boorgogne dem.
Dito St. Jnlien dem.
Do St. Eslephe dem.
Cognac Martell dem.
Dito Hennessev dem.
Orveja de Norway.
Dita de Chrisliania dem.
Pila de Mainz idem.
Dita L'.o idem.
Vinaere braneo.
Azeile doce refinado idem.
Agua de Vieby idem.
Cidra (Champagne), gigos.
< men Ponand, barricas.
Breu idem.
Salitre refinado, barris.
Vfrde Cbrome ilem.
Gcre amarello idem.
Roxo trra dea.
Z arelo dem.
oleo de linbaca idem.
Araruta ingiera, latas.
Chocolate Meuier.
i .lo Sais so.
Vende-se no escriptorio de Cuaba & Manta, ra
do Marqnez de Olinda n. 40.
NA
Imperial fabrica de cerveja
Ra do Sebo
Vendem :
Verdadeiro absintho suisso de Pernod.
Dito Wermoutb de Torin.
Dito Kirsch de Zoug (suissoj.
Vinhos do Rbeno, Bouigogne, Btwjolexis, Cotes
do lihone e Bordeaux, a precos mnito commodos.
Chouxeronte de Mayence a inelhor eonheclda.
Jalienne de Mayence de qnalidade superior.
Scbvreirer Laodjaeger (Gendorims Suisse>)
Certeja nacional de qaalidade, rivalisando a
Lion e noruega.
Vinagre brnco e tinto muito forte a liJOOO o
quinto >em barril.
Precisa.se de um rapazinbo para ser
ciado: a tratar Da rna das Cruzes n. 36, Ia
ndar, das 10mas as 3 da tarde.
Sapatos de tapete para borneas e
senhora a......
Dozia de talberes 2 B muito bons a
dem idem 2 botes (com pequeo
toque) a.......
dem idem cabo de viado a mita-
cao a.....,
dem idem cabo braneo cravados a
Dnzia de pecas de transs de cara-
col brancas a rs.....
dem idem lisas a rs.....
Grosa de botes de osso pretos
e trancos a rs......
Dazias de pecas de cordao impe-
rial a rs. ......
Caiza de liaba de marca a rs. .
Dozia de cartdes de lmha preta e
branca ara...... .
dem de pecas de fita de liobo cbi-
neza a.......
Carteiras para notas a rs. 320 e
Me i os aderecos pretos com cama-
leo (broxe e brioecs) a .
Grande sortimento de espelhos,
moldurado, doorado e tonca-
dores de 2-5500 a .
Resma de papel pautado e liso a
35000, 30500, 40000 e .
Gaixa de papel amizade muilo
superior ara......
dem idem beira doorada a ra.
dem idem de qnadrinbos a rs. .
Caixasde envelopes de porcela-
na ara........
dem idem a ra. 400 e .
dem de pennas a rs. 400, 500 e .
Abotoadoraa para collete, grande
variedade ara. .... .
dem douradas para punhos a n.
Duzia de baralbos francezes a. .
dem idem idem canto doorado a
Lamparinas a gaz a .. .
Completo sortimento de fitas de
sarja, d todas as largaras, co-
res e precos.......
43000
20000
90000
50000
20200
dem "idem de velludo encarnada,
10280 pretas e ditas com beira bran-
505Oi ca.........
Coques de trancas modernos a .
40300 Diademas modernos a ra. 640 e
Mimosos leques de osso para se-
35000 nhora a .......
30000 dem idem de sndalo com lan-
tejoulas a.......
400 dem idem a imitac3o a .
200 Transparentes com paisagens para
janellasa.......110000
200 Bico de seda proto e braneo peca
de 20500 a......70000
320 Fita de setim Maco escosseza lar-
280 ga, vara a......30000
Collarinbos bordados para bomem
120 dozia a.......80000
dem idem lisos a.....70000
10000 Caixa de linha do gaz a ra. 800
403 Garrafa de tinta roza extra fina a 10000
Potes de dita iogleza a rs. 100 e 160-
10000 Ferros para frizar, differentes pre-
Cos.........t
PERFUMARAS
30500 Garrafa do agua florida verda-
dera, a.......103OC
40500 dem idem kananga do Japao a 103OC
Frasco de oleophilocome verdadei-
700 ro a........10OOC
800 dem idem antique a rs. 400 e 500
640 Rcsas com extracto a 108OO
Frasco com extracto de 10000 ; 40000
800 Macos de sabonetes inglezes muito
500 bons ara........ 60C
10000 Duzia desabone tesdeanjinho a 20000
dem idem de coraclo a 105CO
200 Pacotes com pos de arroz mui-
500 to fino a re. 300, 400 e 50C
20600 Caixas com dito muito fino ka-
30600 nanga a........"10500
10200 Frascos com agua de Cologne a ra.
500, 10000 e.....105OO
Garrafas com dita o que ha de me*
lbor a 30QOO e.....40000
di
OSA DA FORTUNA
oa 5:000j
Bilhetes garantidos.
i roa Primeiro de Margo (outr'ora rna
Crespo) n. 23 e casa* do costme
O abaixo aaslgnado, tendo Tendido nos ubi te
lista bunetea dona meiot n. 600 com 800* outraj
sortei U iOOOO S04000 da lotera qae m ac
oa da extrahir (10*), cooida aoe poMOidoree
i rirem recebar na canformdade do alome sem
descont algam.
Acbam-M a Tanda oe bilhetaa garantidos di
13a paitada loterias, a beneficio da nova reja
de Nossa Senhora da Penba (11*) que se extra
aira na aexu-feira, 12 do crreme mer.
PRECOS.
Bhete inteiro 1^000
Meio bilbew 34000
Quarto 1*500
Em poroio da 100*000 para cima.
Bilheu inteiro 8*800
Meio bilhele 1*750
Qoarto 1*378
Ittnoi Martina Plata.
CASA DA FORfSF
RA 1* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 13.
L'nlea que paga as sortea
Aos 20:000000.
O abaixo assignado tem semprt exposto i Ten-
la oe (lites bilhetes do Rio de Janeiro, pagand<
srompUmente, como eostoma, qaalqoer premio.
PREOOS.
Inteiro 241000
Meto 12*009.
^Manoe*
MHMaMhal
I 6*000.
9l Martin Fiuu.

Anin'.- Cfsario da Silva Brasi-
leiro, Salvador Coelbo Damont-
Cavalcante de Albuqoerqoe, Anto-
nio Cosario da Silva Brasileiro Ja-
nier, D. Jicintha Saturnina da Sil-
va Albuqnerque, D. Claadiaa Jo-
tepha da Silva Alves, D. Serafloa
Capitalina da Silva Amaral e D. Marie Cale-
efna da Silva Amarai, agradecem cordealmen-
te a todas aquellas peisoat qae se digoaram
aeompanbar os restos morta*s de sea presad) pai
Manoel Joaquim da Silva Brasileiro ao cemiterio
publico, e de novo Ibes rogun assisurem a missa
do stimo da, qae ter logar no dia 11 de jalbo
pelas 7 horas da maahaa na tgrea do E pirito
Santo, confessando-se dosde ja summamente gra-
tos.
Cesaria Candida Nobre de Gasroa) e seas ti
Iho* Maximino da Silva Gusmio e oatros, presen
tes e ausentes, convidara aos seas prenles e ?mi-
{os do sen sempre leabrado filho e irmao, o Dr.
oaqaim da Silva Guarni, para assistirem a alga-
mas missas, que, pelo eterno repouso da alma des-
te, mandara celebrar na igreja matriz de S. Jos,
as 8 oras da manba do dia 11 do cor rente, 1*
anniversario de ata fallecimenlo ; pelo qae desde
j se confessam somraaroenie gratos.___________
aa^aVMHBVMaaVMB^B^HMHBBVBMBV
Aiva o Ucha Uavalcante
Campello.
D. Auna Narcisa Ucba Campel-
lo e seos filbos, feridos da mais pro-
funda dor pelo filcciment-j do seu
muilo amado marido e pai, Alvaro
Ucha Cavalcanle Campello, rogara
aos seas prenles e amigos, e aos
amigos do fallecido o caridoso ob-
sequio de assistirem a missa do selimo dia que
maoaam retar por sua alma, sexta-feira 12 do cor-
rente, as 8 lioras da manba, no convento de S.
Francisco, pelo qne Ihes serio eternamente gratas,
Desde odia 6 e Janeiro do auno passado
qae ansentoa-se da casa Croa, a escrava Tbomada, crioola, com 26 28
annos de idade, baixa, corpulenta, tabees chala,
beieu grossos, maos bem fetas, com u jamas
dos dedos calejadas, peitos grandes, nma maro
redonda em nm dos bracos, ps meio chiles;
desconfa se andar por estes arrbaldes acornada
por nm Portng,ner, ja lera sMo encentrada em Ca-
xang e Jaqueira : roga-se s autoridades on a
qnem a apnrebender leva-la rna da Croa n. 23
ou 4 ra de Hortas n. li, que serio bem recom-
pensados.
Assignatora para o segundo aoao
l*000 r .______Llrrarl trnaeeza._______
Escravo fgido
Ausentou-s desde o dia li do correte o prelo
creoulo de noroe Hodolpbo, idade 26 annos, ponco
mais oa menos, estalara regalar, olbos vsgos e
tem um geno no andar; fci escravo de Luir de
Oliveira Lima, hbil, sabe ler e costaraa intitular-
se como forro, tem andado pela Sjledade, Cisco, e
camiobos de OKada ; qnem o pegar traga-o na
rna Direita n. 16, qoe ser recompensado.
AMA
Pre:isa-se de ama asna para -
iM. riobar e eogommsr pan eaaa $
familia de doas pessoas: a tratar na ras- Dtrwia
a. 3, andar. ____
Preciu se de
Ira para eogommar
po n. 11.
um* aaaa para eaatoisr -
: na roa de Corredor do Bav
a\ mar a Preeisa-se de ama asan qnn sa-
m.ifM.Jm. ba perfriumeate eorionar :
lar na roa do Hospicio n. 50.
Preeisa-se de ama ama para
lia ; na rna de Borlas n. 91.
peqaena
AMA
ANAS
Prscisa-se de i
forra oa captiva, sjm sei-
ba eoiinhar, e paga
bem : no pateo da San-
ta Crui n. 6. padaria.
iNa roa da Aurora a. S7,
2* andar, precisa-se de dnaa
amas, sendo orna para eo-
x>nnar em casa de
familia, e ontra para o i
vico Interno. ______
Leja
Traspassa-se o arrendsmento de loja da ra do
Bario da Victoria n. i8 : i tratar na mearas.
Cosinheiro e feitor
Precisa-se de um eoxlnbeiro e de nm feitor, na
ra do Hospicio n. 81 : a tratar na mesma casa
ou na roa do Crespo n. 4, escriptorio de Alcafora-
do & Irmao.
Ao commercio
Os abaixo asignados icientificam ao respeitavel
corpo do commercio qae ceir praram ao Sr. Mar*
eos de Almeida Lima o eslabelecimento de mo-
Ibados sito no pateo do Terco n. II, livre e de-
sembarazado de qualqoer debito : quem se jalgar
com direito ao mesmo quoira nestes tres dias en-
tenderle com o Sr. Marcos de Almeida Lima. Re-
cite 4 de ja Iho de 1872.
Minervmo Francisco Lobo.
Francisco Ignacio Lobo.
Cosinheira
Precisa-sede urna molher forra ou escrava qae
seja boa cotiubeira e eogommadeira para casa de
familia : a tratar na ra Du jue de Casias o. 93,
loja.
ercalano Olegario Ri-
beiro Castro e sna mulher
D. Clara Rosa de Castro, D.,
Mara de Albuquerque Fer-
reira, prenles e amigos dos
mesmos, agradecem do in
limo d alma s pessoas qne se digoaram acom
i>a*bar ao cemiterio publico os reatos mortaes de
saa presada e sempre chorada fllha D. Anna Va-
lentina Ribeiro Castro ; e as convida de novo para
assitirem a missa do selimo dia que maodam re-
sar na matriz da Boa-vista no dia 13 de julho as
7 boras da manha.
Escravo fgido
Auzentou-se desde 13 de maio prximo passa-
do o preto Alfredo, de triota e tantos annos, es
tatura, alto e magro, olhos grandes e lem un
geito no andar, pnrfeito cninbeiro e foi escravo
do Srs. Adriano A Castro, e ltimamente do Sr.
Jos Joaqaim Gomjalves Bastos, eostoma andar
pela Capunga e Peco da Panella, e consta qae j
foi visto na cidada de Olinda ; estes sao os pon-
tos aonde elle tem andado : quera o pegar tra-
ga-o a ra Duque de Caxias n. 91, leja do Rival
sem Segundo, qae ser bem gratificado,
*w
CONSLTOniO HME0PATH1CO
DO
Dr. Santos Mello
43Raa do Bario da Victoria43
Residencia mesma ra n. 7, 2a an-
dar.
Vaccioa tod.-.s as quintas-feiras e do-
mingos.
Gra is aos pobres.
s
QUINQUILHARIAS
nma ofinidade de objectos qne se tornaralongo mencionar.
N. 28 Ra do BarSo da Victoria N. 28
BAPT1STAS
O Pav2o vende delicadas baptistas para
vestidos, com os mais lindos padroes e mo-
dernas cores a 5G0 rs. o covado.
ORGANDY
O Pavlo vende cortes de organdy braneo
jira vestidos, sendo de quadrinhs tendo
b!i varas cada corte a 3(5500.
Ditos finsimos com qnadrinbos miados
e grados e a mesma medida a 5)5000.
Ditos listrados, fazenda de multa pbanta-
sa a 5$Ql O.
, Ditos empessas, Tzcnda finissima qoe
se vende a 640 rs. a vara.
Grande sortimento de tarlataoas brancas
e de cores, a&sim como fil braneo, liso de
lpicos.
CHITAS
O Pavo recebeu om grande sortimento
da cbilss de todas as qoalidades, qae veo-
de por barata prego como sejam : chitas
coloridas com grande variedade a 240 rs.
o covado.
Ditas claras e escoras fazenda toda fxe
o 320 rs.
Ditas modernas listradas, sendo panno
xBoito encorpados e padroes inteiramente
do vos, a 360 rs. o covado.
Ditcs percallas mindinbos e gradinbos
a as mais delicadas cores todas fixes a
360 rs.
Ditas verde:) com padroes raiudinhos, fa-
fiBda fina, fixe a 320 rs.
PARA CQBERTAS.
O Pari vende superior cretone com
a largura de chita franceza o os padr5es
aais bonitos qoe tem vlndo para coberta,
* 640 rs. o corado.
Grandes soitknentos de chitas e metinos
dh India de defferentes qnalidades erarios
lesenos.
COBERTAS.
O Pavlo vende cobertas de aoperior da-
nasco de lia i imitacSo de seda com de-
.'licaaioi lavorss, sendo para canas de sol-
sioiros a 8#000.
TRILHOS URBANOS
DO
Becife Olinda
e Beberibe.
50:000
A qnem der noticia a onde existo o cofre aoe
foi roubado na noite de 8 para 9 do torrente da
eaiajao de Olinda, eom dinheiro e bilhetes da
mesma eompanhia, reeeber a gralifleacao cima.
Escriptorio da eompanhia, 10 de julho de 1872.
O director e gerente interino,
. J. F. dos Santos Porto.
Associaqo de soccorros mutuos
DE
Leitura em PemamBco.
Da ordem do Olea. Sr. presidente do conselho
deliberativo coovscada a reuniao da assembla
geral dos Srs. toctoa effectivos deste Gabinete, pa-
ra domingo 14 do crrante, s 11 boras da ma-
nha, aflm de dar execucao ao disposto nos 8 i
e 2* do art. 43 dos estatutos.
Secretaria de conselbo deliberativo do Gabinete
Portoguei de Leitura 10 de jalbo de 1871
Antonio Aogatto dos Santos P
! aecrttario.
nico dopessto em Parnambaeo dos cbant-
los G. Scbnorhuee da Babia, no escriptorio de
Cunba k Manta : vndese de todas as marcas,
-"*lwo- dsOlmddi.40,
faco
Luzeiro da Verdade
De ordem do presidente dessa assoeisco,
publico qae no da 13 do crreme s 7 horas da
Urde ter lagar na sala de suas sesses ra Di-
reita, 91 2' andar, a sessio magna de posse de
novo corpo administrativo; e para esse solemne
acto sao convidados todos os membros da mesma
e es Srs. socios approvados qae alada nao foram
reeebdos no centro social.
Secretaria do centro soeial do
dsde,5de julho de 1872.
O secretario,
Belamino Carneiro.
Lateiro da Ver-
Gabinete Portugus
I Joaquim Jos Oonpal-
ves Beltrao
Rna do Commercio n. 5, i* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o
banco do Miao, em Braga, e sobre os se-
guintes logares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilba.
Faro.
Guarda.
Guimaries.
Lamego.
Lisboa.
Mirandella.
Moncao.
Ponto de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castalio.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalicao.
Villa Nova de PorUmlo.
ViUa Real.
Viseo.
Valonea.
Figoeira.
Peoafiel.
Regoa.
Jos Mariano de Albuquerque e
Lidio Mariano de Albuquerque pro-
fundamente sentidos pela prema-
tura morte de seu sempre lembra-
do amigo Antonio Cyariano da Sil-
xa Fragoso mandara r*tar uma-
missa ptr saa alma no dia 13 do
correte as 7 horas da machia no convento de
N. Senbora de Carmo, e para isso convidam seas
prenles e amigos, bem como os do finado, pro-
leslaBdo-lhes desde logo o seu eterno reconheci-
mento.
Er^ii(5sco Lopes da Silva
Anna Mara do Espirito Santo e
Silva, agradeee cordealmente a to-
das as pessoas qae se digoaram
aeompanbar os restos mortaes de
sea presado marido Francisco Lo-
pes da Silva at o cemiterio pu-
blico, e de nove os convida para
assistirem missa do 7* dia que manda eelebrar
pelas 7 l|2 boras da manba do dia 12 do cor-
rente na igreja de Santa Thereza da Veneravel
Ordem Terceira do Carmo.
^S^^^H^^r\^^^ ^a*\ ^B> ^^^ ^*a^ ^a*1 ^sX.^ipA ^a*\ ^F\ J8s
Imperial fabrica *
DE
Rap areia fina da BahiaS
DE \ W
Moreira & C.
9. O abaixo assif;nado, nico agente desa W
k fabrica, avisa ao publico que tem abrto jM
cS o deposito de dito rap no sea escripto- S5
J9 rio ra do Vigario n. 21, ende os re- 9
jsk guezes enecntr irao sempre a qaantidade j
2 Wt Becife, 29 do abril de 1872.
0, Domingos Alves Mathens.
PAD ESPECIAL
Pao especial e coiamam lodos os das, as 2 1/2
horas da tarde sah:rdo forno, podendo os fre-
guezes corapra-loainla queme, sendo feito de fari-
nba especial/ asstm eemo o pi ebinez : na ra
de Gervasio Pires n. 45, nova padaria Ameri-
cana.
Ama escrava.
Preeisa-se por aluguel ama escrava
preste ao servlco interno e externo do
de pouca lamilla : no Forte do Mallos,
Moeda n. 25.
raa
ATTENCilO
Precisa se de orna ama pira servieo de cata
de om moco solleiro, prefere-se escrava : tra-
tar na ra Augusta o. 230. Paga se bem.
AMAS
milia de 3
tris o. 10.
Pic:isa-je de doa*, basa
engommados e oa.ra para
prar e eonnhar, para casa i
pessoas : a tratar na roa da "
Precisa se de
a ama senhora e fazer alguoi
pateo do TVreo n. 63.
una ama par fazer coaaaaaia
engoeamada: a
Ama de leite
Precisa-se de ama ama de leite para nma fami-
lia franceza : na ra do Imperador n. 79, tereei
ro andar.
AMA
Pre:i*a-ji- de urna :
Alfonso n. 58:
na roa de PWr
Pre:ia-e de ama ama para o serv; >
no de ama casa de familia : a tratar aa raa das
Crazes n. 29, armarro de movis.
Preeisa-se alegar ama ama forra oa
va para o servico de casa de pouca familia
roa do Cabug o. 5, loja de cera.
ra do Crespo n.
AMA
Precisare de ama pertMa
cosinheira para casa da te-
rnera solleiro : na raa d*
8 A. loja das 4 porta.________
o servico lo
na roa Au-
Precisa-sa de ama para
casa de pequea familia :
nsla n. 270.
AMA
>'a raa d> Alecrim m.
de ama ama para lodj
ama familia de doas pestoas.
zOpreaaa-sa
o servico da
Pnelsa-se de ama ama para comprar e e -
linhar: oa rna do Coronel Saasiaaa a. 1. gJSJ
Precisa ie de urna ama para ejtiaaar ew-
gommar: na raa de Hortas a. 91.
Veode-se oa alaga-se ama escrava aaaa
muito bom leite, boa criadeira e seas Siao : a
trsur na rna nova de Sania Rila n. 57.
Acba-se abena desde o 1* do corrate a
aula nocturm da villa da Eseads.
Fagio no ira do mex de novembro do anno de
1869, do engenho Goil, silo na comarca de Na-
zareth, a escrava Thereza, de 30 annos de idade
pouco mais ou menos, com oa signa seguintes :
cr mulata bem clara, balxa e crossa do cor-
po, rosto redondo, olhos castanhoH grandes, na-
riz um Unto chato, bocea grande, denles grandes
e cangallos, cabellos meios lonros e caxeaios
para as ponas, bracos e pernas grossas, ps cur-
tos grossos, eom algams ciealrues de relho
as costas.
Igualmente est fagido desde o dia 26 de feve-
reiro do rente anuo o escravo crioulo de no-
me agostinbi, de 40 annos de idade pouco mais
au menos, e signaes seguintes: cor bem pre-
ta, alto e grtsso do corpo, rosto redondo e car-
nudo, olbos pretos e grandes, nariz chato, boc-
ea grande, beicos grossos, representando dons
beicos do lado de cima, eom falta de dentee na
frente, cabeja comprida e calva de diante para
tras, principiando a pintar tanto no cabello como
na barba, pernas flaas, ps torios apalhetados,
com ama cicatriz em om dos regeitos dos ps,
Este escraro foi comprado a Pedro Garda,
morador no sero do Sabogy, e j fez ama sabi-
da eom destino ae serto e foi preso em Bom
Jardim da comarca do Limoeiro.
Roga-se a (odas aa autoridades polieiaes, ou
mesmo pessoas particulares, qae os prender e con-
dazir ao referido engenho Goii, a serem entre-
gues a seu nenbor o mejor Chrislovio de Hol-
laoda Cavaleanie de Albuquerque, ser por cada
am gratificado com 100x000 rs.
Moleque.
Precisa-se alagar um moleque de 10
nos: na ra do Vigario n. 1, 3* andar,
amarello.
a loan
sobrado
S.tvqo de casa,
Paga-ie bem a nm moleque ou pardinho de 14
annos para servico de casa : no 1* sitio morado
n. 2, antes da igreja'do Maogoinho.
SMK-8 __
Comarca de Flores.
8
S
S
O bacharel Fex de Figaeira, promo-
tor publico da comarca de Pajeb de
Flores, advoga dos termos de Flores, In-
gazeira. Villa Bella e Municipio do Trt-
umpho. Encanegase da obranca ami-
gavel ou jadiis I de qaalqoer debito, per
commoda porcentagem : quera de seas
prestimos se qaiter utilisar, pode dirigir-
se directamente ao tnnunciante,ou enten-
der-so com os Drs. Mauoel de Figaeira
Faria e Felippe de Figaeira Paria, na
roa Duque de Caxias n. 44, escriptorio
do Diario de Pemambuco.
Cosinheiro e ongommadeira
Paga-se bem a nm bem cosinheiro, e a ama es-
crava qae seja perita engommadeira : aa tibe
murado o. 2, antes da igreja do Maagaiaao.
Agradecimento
O abaixo assigoado, possaldo do mais profaat
reconbecimeolo, vera por meio da praseaia auai-
festacao, agradecer em geral a todas as autorida-
des superiores e inferiores, pracas, partiealaree
amigo!, os seccorros qae presuram Ibe aa aoe
de 28 do mes prximo passado por oeeasias da
incendio da loja de miudezas n. 70 da roa da la-
peratriz contigua a casa n. 72 da mesma roa,
nao somenie linha o abaixo assigoado seu
beleeimento de hiendas, como tambeaa ara i
propria resi-leosia com saa familia.
A promptido e aciividade eom qoe aseas I
portantes soccorros foram prestados par ata__
bem-hsejas deve o abaixo asngnado tw je nao so a
saa existencia, a de sua multar, filaos a Me
pessoas da familia, como a minoraeio dos prejui-
zos qoe soffreu em seu eatabelecimeoto por orna
tal causa, visto a rapidez e proporedes qae lomo a
o incendio referido.
Em particular, e por ama tal emergencia, eao-
fessa o abaixo assignado moho dever aotorida-
de e zelo dos Illms. Srs. Drs. ebefe de polica, do-
legado e lente-coronel subdelegado do dMrieto
da Boa-vista Deeio de Aquioo Fonseca, que por-
tou-se como am perfsito cavalleira, e aos com-
merciantes e particulares, Flix Pereira da Silva,
em cuja casa foi recolhida ja sua familia e j au
hiendas salvas de sea estabeleeimeoto, laiejaiai
Ferreira Lobo, Francisco Jo- Goncalves da Silva,
Jos Tergiro Gjn^alves Fialho, Laix da Silva Fer-
reir, Francisco RoJrignes dos Santos, Joao Fraa-
ciseo afarlios, Joaquim Tbeodoro Correa da Sil-
va, Joao Francisco Autuoes, Jos Redopiaao dos
Sanios, Jes Lopes Albeio e Joao Ferreira do
Santos, e oatros de cajos nomos preeeateaaaaie
nao me record.
O abaixo assignado reeoaheee a 'pequeaaet da
sna posicao ; entretanto aguarda a opportoaiaado
de a lodos provar sna gratiiao. Recife 5 do jalao
de 1872.
Loorenco Pereira Mandes Gainsaria.
Inglez e francez.
Urna pessoa compeentemente habilitada offere-
ee-se a ensinar a fallir e escrever ingles e fran-
cs em casas particulares, e pode ser procurado no
pateo de S. Pedro n. 17.
Companhia Allianpa
seguros martimos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercaduras e dinheiro
a risco martimo em navio do vel'a o vapo-
res para dentro e fra do imperio, asis
como contra fogo sobre predios, genero*
faiendas.___________________________
Precisa-se por alague! de orna escrava para
o servico de cozinba : no paleo do Tarca a di.
Hotel
Ra larga do Rosario n. 29
criado e prefere-se escravo.
precisa-se de nm
6:000^000
D-se premio de om e meio por cento sobre
bypoiheca em predi js nesta eidade a quantia de
seis eonlos de ris : quem preeisar pode deixar
nesta typographia ea-ta com as iniciaes A. E. J.
Porto,
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
RoCA*AMOVA
Largo da tutriz do Santo Antonio
a. 2.
Consultas e visitas a toda a ora. Me-
dicamentos carterras dos melboros fa-
hrlesaiis.
Aluga-se
e 3* andar da easa da ra do Amorim n. 39, eom
commodos para pequea familia; a tratar ao ar-
mazem do mesmo.
Alaga-a* am* boa easa eom _
modos bom quintal, eorreodo ao fosdo o ro Be-
^^^f.saao oa mimilan: a tratar aa
Companhia de Seguros Phenix
Fernambucana.
Sao convid dos os senhores accionistas a virem
raeeber o segindo dividendo na razio de 24* por
aecio. Pernimbuco 8 de julho de 1872.
Os directores,
Luis Duprat,
J. H. Trindads.
Laix A. Siqaelra.
Pedido justo.
t.***'M IUol Sr. diroeior da lastrueco po-
Wlea# lanoe aaaa vietu para uai profsasor da
fB*na de S. Josa, que pasea semaaaa isMairu
MU abrir a asa, e que mullos dias a abra aooeo-
fasor tan lora.
Ubi sai 4* familia.
AVISO
Jos dos Saotos Villsca relira-se para a Eu-
ropa a tratar de sua laude, agradeeeado aos seas
amigos e fregnetas coa sempre o honraram eom
soas conflanca e amisade; onereeeado o seu di-
minuto presumo onde quer que se acn, esperan-
do, logo qoe ten estado de taade o permuta,
eoatinuar com sna ofileina. 0 mesmo julga nada
dever nesta praea en fora delta, porm se alguem
se julgar seu eredor apresentem seas titalos para
rerem pagos e saiisfeilos raa de S. Jorge n. 110
antiga roa do Pilar.
CRIADO
Precisa se de nm criado, forro oa escravo, para
eoodozir nm taboUiro de comida: raa itera.
loja'o. H._____________^__^__^
. Precisa-se de om eaixeiro portagaox : ao
progresso do pateo do Carmo n. 9, que d fiador
a saa eoodoeu.
1(110
Cosinheiro
No eollegio da Contal cao precisa-se de um co-
tinneiro.
3.000i^00
Din a premio de um e meio por eento sobre
hypotheca en predio ce msior valor e nesia cida-
da a qoanua da 340TJO00: quem precisar deize
carta setta ryt<^aabi com u lamaos J, B.
Aos 5:000000o.
Bhete* saramfJdo* Ja
nkafjfeai
Eua do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e cojoji
do costume.
Acba-se i venda os muito felizes
raatidoe da 13* parte daa loteras a
igreja de ri. S. da Penha, que sor*
Mxsu-felra II do corrale rae*.
rngsjj,
lataro #080
Moioa 34000
Qoarto* l#JJ00
Do iOOlOOOBan
SJSP
Mam* um
Qoarto* um
W Jcaaajss a Coats
buaatosp-
esa
fck*
.
,M

*"*?. -
MITILUa I
-------------------_---------
BJBJ
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1
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I
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I
t
Dmi d P#rnanilu<* Quinla teiri 11 de Jullw da 1872
CAUTELA!
MEURON &C.
AVIAM
K>5
aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da. mesma cor, cujo esenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qoizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON a C.
0 Bosquci das Damas
Roa t* de Hareo n 14
Salao de cabelleireiro
A' loja de miodezas, no Io andar.
O Bouquet das Damas tem para vender a seas
fregaeces um grande sortimento de perfumaras
dos melbores fabricantes da Europa.
o sortimenlo completo de obra de cabello de
laxo, feito e de encomraeuda, coja casa tem habis
artistas ; nm dito de luva de Jonvin, caizinba
para costura, lbum para retrato, gravau do ulti-
mo gosto para hornera e senhora, abotoadura de
collete, tas de seda de todas as cores, enfeites
para vestido, tem loda mercadera do nltimo gos-
to, um sortimento de flore) lisas de seda, esparti-
lfcos para seahora e lilet, a timbera ootros artigos
do ultimo gosto, qae os fregaezes visitando o es-
ub&leciraenta poderlo apreciar, alera dos precos
baratos, a boa qnalidade das mercadorias. O sa-
lao tem hbil offieial para fazer a barba e certar
cabello._________ -u**
Ao commercio
Os duaizo assigoados declarara ao pnblico e es-
peCietoiente ao corpo do commercio que nesta
data compraram ao Sr. Joaquim Goncalves de
Azvedo Maia, o sen deposito de pao 6 bolacha,
.-1! > no largo da Penha n. 8, livre e desembara-
zado de qaalqaer debito qae possa apparecer
-lit esta data.
Recife, de jalho d 187J.
Joaquim da Silva Salgueiral & C.
Club popular
Pelo presenta declara-se aos soeios do Club Po
putar que as sess&s respectivas tero lugar da
presente data em diante nos saldes do sobrado o.
2 do caes 22 de Novembro (ootr'ora Ramos), nao
havendo alteracao algama qoanto aos dias e horas
das sessSas. Recife i de jalho de 1872.
Manoel Francisco de Barros Reg,
1* secretario.
Trocam-SB
notas das es izas fitiaes do Maco d Tirli, com
Sequeoo de cont : na 1 >ja da ru. do Marquea de
inda r
)
A botica i opnlar n. 77, da ra da Impertria
para a meara ra n. 69 e 71, cu'ilioaam a fu ac-
cionar, com quanto anda nlo esteja prompia.
O Dr. Sarniento. Fi- !g
lho, cirurgio do hos-
|| pifcil Pedro II, de vol-
tfi de sua viagem a Eu-
ropa, contina no exer-
cicio de sua profisso,
na casa de sua residen-
cia a' ra do Impera*
doi n. 29
Interesse
O Sr. Jos Alvea Machado Guimares qneira lar
a bendade da vir a rna do Imperador o. 28, a
negocio de i na conveniencia.___________________
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de suai
flliaes na rea do Bario da Victoria n. 63, aoliga
rna Nova, loja de Jlo Joaquim da GostaLeit*
Traspasse de loja
Traupassi-se a bem eonbecila loja da rna Du-
que de Caxias, intKnlada Fragata Amazonas, ga
raotin<1o-se nm arrendamento p>r seis annos :
jaem preteidtr ama boa casa e bem situada, di-
rija -se i m isma a entenderse cata o socio geren-
te da aetoa firma.
Na Praca da Independencia n. 33 se compra
onro, prata e pedras preciosas, e lambem se vend
obras de igual especie.
FABRICA DE MACHINAS
A' Ra do Brto do Triumpho (ra do Brumj ns.
100 104.
CARD0S0 a IRMAO
S
Na travessa da rna
das Crizes n, 2, pri-
meire andar, da-se di-
iklro sobre penhores
de doo, prata e krilhan-
tes, seja qaal for a qnan-
lia. Na mesma casa com-
pram-se os mesesos me-
toe, e pedras.
7,8,U0.
O Sr. Jos Alve* Hachado Guiar**, pela te
funda re; chamado a vir roa do Imperador n,
28, a negocio de sea particular intereaje.
I'recisa-ae follar cera a Sra. An>ia Manada
Coneeicfl, qie ja morn em turetros, onde
tem nm ribo de nome Juvenci, a negocio de seu
interesse na loja das 6- p irlas, en fren* ao
Li vraraen lo
Tintura da China
Para lingir os cllelos, barbaa, bigode r-
resUti-iues a eflr oatoral, em
- i minutos
Entre t >dos os preparados cblmieos desluado?
eolorisacao do cabeilo, deve a Tintura -la Cki
a, por sua fnperioridade, oceuoar nra dos ni.il-
dislioetos logares. Bil da ao cabello a cor qo
ie deseja, sem o damnificar, mais antes o ecnser-
va e fortifica.
*epo reir Maia & C roa Doqoe de Caxias d 57
Alerta!
i
Chieol benques
Acaba de -rielar < fro Grande o Sul. ra
ind i i li coles e rebeoqu-s de irania *<"*-
lUados de prata, qu* ae ->o4Vm baratee a*ia
acabar: no Hiv.il do Uecife. rea do Xarawca da
Oliodi o SO A. _________
, Lehiuauu Vreres 'veiultra
iibrus stcrl as : a' ra do
Crespo n, !<, primeira anrfnr.
A 4^500 rs.
Vndese ners de mullo bem milbo :
jeos i la do Amonto caes 4o A
!ifta I m: & (1
mus mam
VenJem-e no esenptono de AaMila* imatta
C, i rra do B-in J >u.< n. 3. ojir'ora roa da Cror.
Gabinete portuguez
de leitura.
De ordera do Illm. 8r. presidente do onselho
deliberativo convido os meinbros do mes reo : o
seibo a renoirem-se em sessao ordinaria, rexta-
feira 12 do correte, as 6 horas da tarde, na sala
das respectivas >ess5e.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portugnez de Leilora em Pernambaco 9 de iuirn
de 1871
Antonio Augiito dos Santo Porto.
4 Seertaario.
Qaem seinteressa precua sater do ir. pro-
fessor da Eoermilhada se ji veodeu a casa terrea
da roa do Aragao, visto como nao declaroa c na-
mero da mesma e nem o nen nome.
AOS 6:000(5000
Bstio venda os feliies bilhetes da lotera dj
iania, na easafelix do arco da Conceicio. loja ai
arives no Recife.
COMPRAS.
.i
Compra se nm burro para earroca : na fabrica
do gas, S. Jo.
Quem nao comprar
O que valle I2$000 por 5S500?
Meias uple:a< mnir, encerpattas para estera*
a i-5500 a dni.a, i-u S(K) r. o par. Ka lja das i
[orias em frente do Livraiten'o.
Veade-*e i-o.|ueirus peqoenoe sMM i
'.afund : quem pretender cuapra-lu dirjase a
estrada de Joai taBatrj*._________________________
Esponja
Pinas esponjas para t iletie, fwprtM ara la-
var movti^, vende se o. bnar Vin.';.. rta '-
n.t.__________________________________
jiloveis
Na ra do -:ig;-rto n
para v, nder moli:.as compl tas de
(obra (iorjles e e (alba), comirodoa ios-
lettes, pa da-vestidis, loucsdores 6$ aaof-
no e Jacaranda, cadeira de (aia, de abrir e
feinar. dit-g para piano?, e'c, etc.
I* an'ar, tea
Vapor usado.
Vonde se um vapor d! f irea de q atrj ravailv,
de ptima coiiKirurcao, t em mni'o \am w-, ptt>-
priopaia Engecho de as u-.ar o.i Qaalqaer 'taro
mi-ter : a tratar no srmatem o. *' da travess*
.Id Cnrp Sanio.
40(Mooa
Terrenos a' venda
Na estrada dos Alietos, sitio n. 22, qae oi al
tiaumeuie sabdividido por sea proprietario, veo^
de-se lotes de trra a vontade dos compradores,
a procp razoavel, e bem assim duas c*?as as
mesmas ierras. A' vista de sua sitaaco esses
terrenos off-*recem proporc.oes auno vantajosas
para qaem qnizer edificar boas casas de campo ;
a loealidade convida os concorrentes, pois na fren-
te do dito sitio ha a estarla da estrada de ferro
do Caxaog, qae oiTerece' fcil e barata eondac-
cao para materiaes, e para pas^ageiros a 100 e 200
rs. em Ia e 2' elasse. Arrabaide aprasivel e salu-
bre onde ha ama igreja qaasi defronte do dito
sitio, qae offereee vantagens incontestaveis para
boas casas de vivenda. Os pretendemos podem
entender-se com Tristio Francisco Torres nos do-
mingos e santificados no referido litio, e nos dias
uieis oa ra do Imperador, armaiem n. 48.
50#000
Na praca da Independencia d. 33 se d de gra-
tificacao a quem apresentar a escrava Manan-
na, prda, de idade mais de 50 annos, bastante la-
dina, com falta de dentes, estatura baixa, tem sido
por dnas veres encontrada com um balainho na
ra da Aurora em diraccao da via-ferrea,oo entao
em Santo Amaro; em todo o caso parece que deve
estar por aquellas immediac.de, esta ausente des-
ep 6 de fevereiro.
- O abaixo assignado tendo de retirar-se para Eu-
ropa a tratar de sua saade, pede encarecidamente
ao corno do commercio que aprsente suas coalas
por estes tres dias para serem conferidas e pagas
no prximo sabbado 13 do correte ; fax sciente
mais pormeio deete, que lodo aquella que se jal-
gar com direito a qaalqaer um reeebimento e nao
comparecer oeste praso mrcalo, perder todo o
seu direito. Recife 8 de jalho de 1872.
____________Coostantino Rodrigues alendes.
O abaixo assignado deo ara ao reepeltavel
corpo do commercio e ao pnbl.co em geral, que do
dia 31 demaie ultimo comprot ao Sr. Jos Anto-
nio Loaren?*) de Sonxa sua loja de fajeadas 4 roa
da Alfaudega n. i2, constando de restos de fazen-
das, armacac e utensilio?, pagando-lhe o importe
em dwheiro i vista e sem responsabilidade de
qualqner credor qne elle oodesse ter. Macei em
fragua 6 de jalho de 1871
Mauoel Vidal.
i

1* andar.
Aluga-se o i* andar na roa lo Padre Ploriano
a tratar na raa larga do Rosario n. li._______
Knlwiro perdido
Astea de h mtem 9 do corren le perdea se da roa
dea Pires ate e Forte do afaUot a qnantia de 830#,
HDdo ama ndula de MOd, nm a de 100|, ama de
SO| e ai entras de SQj, tendo algumae de 104 :
rog ase pessoa qae o Un aehao e especial fa-
vor de leva-Id i roa dos Prea rj. 43*, qne ser ge-
Derosa?eoie ralifieado, atsita como 170401 delle
AVI3AM aos Sra. de eogeobos e ao publico em geral, qae teem recebido da Europa,
grande sorlimeuto de ferragens para engenhos e para lavoara, e quaesquer ootros ozos
e mistares da industria agrcola, o quenado vendem por presos razoaveis.
Formas para assucar Sfe galvaoisadas de diVflr808 tama-
VlTliTPQ borizoalaes e verticaes j bem coahecidos nesta provincia lora della,
V apUicS osmelbores qae tem vindo a este mercado.
1U.06I1U.&S completas de diversos tamanhos, obra moita forte e bem acabada.
DleaS UlOeUdaS part a8SeQtar em grades de matteira. <*
XaiXaS 0.6 ierro e ferro fanddo e batido de diverso? tamanbos.
KOdaS t agUa de versos umanhos.
KOQaS dentadaS fje diversos tamanbos e qualidades.
PilTlPArtnQ Concertam com promDtido qaalqaer obra oa machina, para o qae
wUIlv/Ol LUo ^em sua fabrica bem montada com grande e bom pessoal.
l^TIPniTliTIATlHna Mandara vr por encommenda da Europa, qaalqaer m-
XliJJ.ivUliIlliUiXU.aE> chinismo, para o qoe se correspondem com orna respeita-
vel casa de Londres e com um dos melbores engenbeiros de Inglaterra; iocambem-se
de mandar assentar ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
RA DO BARaO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNDISAO DE CARDOSO 1RMO
A CU
LOJA DE JOIAS
Esquina da rna do Cabuga n. H
Confronte ao pateo da matriz de Santo Antonio
O dono deste importante estabelecimento acaba de aformosea-lo, enriqoecendo coa
nm grande e bello sortimento de joias modernas, e de aparado gosto como sejam : Bo-
nitas cazoletas e brincos de nix, brilhante e pedras preciosas, etc., continua a receber
de Pars, por todos os paqoet.es novo sortimento, e encarrega-se de mandar vir qaalqaer
encommenda. Gonvida-se as Exmas. familias visitarem o dito estabelecimento, o qaal
estar aberto noite at 8 boras. Yende-se por presos mui commodos, e garaate-se a
qnalidade do onro.
SEGUROS CONTRA FUGO ~
IMPERIAL
W. G. FENNELLY RA DO COMMERaO N. 38 1 ANDAR
Da-se a qaantia cima a qaem aprehender os
escravos lanoel Ricardo e Fiel, qoe fugiram no
da ti de malo deste aaoo : o 1* da provincia
do Cear, e veio para esta pequeo, cabra ataio-
eado, cabsl'os cacheados, pea pequeos, baizo,
bom corpe, bocea lascada, com poaca barba no
qaeixo, e |iouco blgcde, representa ter 30 annos,
ladina, e g3sia de andtr llmpo ; snppde se ter le-
vado em >aa companbia ama mulher de nome
Rachsl, al ra, eom cabellos cortados. Fiel, cabra
claro, ida e de 27 ancos, altara e corpo regula-
res, cabel os earapinhos, andar vagaroso e espi-
gado, tem (alta de ama naba em um dos dedos
grandes d is ps, um buraquinbo no nariz encos-
tado as ventas, proveniente de um couce de ca-
vallo, poaoa barba; levoa em saa companbia ama
mulher de nome Felismina. de cor alva, com bom
caballo. Da-se metade da graiifica;o cima a
qaem levr qailquer um destes escravos ae en-
genho Ida ;aaas!, fregueiia da Escada, cu no Re-
er "*! Cabng n. 18, casa de Manoel Jos
Ferr Jrnt
ftl 888988998
S Dr. R. Yianna |
i^. Midico operador e parteiro, recen- fg.
P tem nte chegado da Europa, onde de- ^
^, dico j-se a cirargia, partos e especial- A
menle as molestias e eperajoas de vias l?
jeni'o ourmarias, tem o seu consalto- fe
rio i raa do Vigario n. i, segundo an- '5>
dar. onde d consultas do i|2 dia as i (2.
hor< s, gratis aos pobres. '-Si
Pode ser procurado a qualqaer bora ft
do dia oa da nonte. >
R a do Yigario n. i. S* andar. ?
No antigo armazem
de agencias da roa do Imperador n. 16, compra-
se effeciivaroenie trastes usados e novos.__________
COMPRASE
moedas de ooro e prata na loja da ra do Mar-
ques de O inda n. *<8.
Vende-se
um sobrado de nra andar e solio ao pnaeie 4e
roa de Atoas-ver tes n l'i coai p"rii > para 1
raa de H o. 43 f ibnca 4e rigro.
Oompra-ge
trastes novos e usados: na ra do topera
dor n. 48, armazem.
Comprare
ama et:rava que salba venier na roa : no sitio
do commendador Tasso, na Croa de Almas.
Marcieria
Compra-se um bjn:o de
Nova loja n. U,______________
o
marcioeiro
a rna
C^mpra-se
joroaes a o a arroba : na rna larga do Rosarlo
o. 14, fabrica de cigarro*. __^_^___
Compra-se i dieiooario francs e portugus,
eom poueo uso, paga-se bem : no Mondego, sitio
n. 63.
VENDAS.
Engenho Soledae
Este enzenno situado na ribeira de
zenho situado na ribeira de Gitituba,
a margen do rio Camaiagibe, de grande eztensio
em terrenos os raelores que se pdem desejar
para a en tara de canoas; me com agaa e tem
proporedei para se levantar mais dous engenhos
d'agua gairneeidos com ricas mattas. Esta pro-
priedade "ende-ae tu arrendase, e lambem da-se
terrenos pira levantar outros engeohos pelo tempo
qae se eeaveneionar: a tratar com-sea proprie-
tario ao largo do Corpo Santo o. 17, primeiro
anear.
Atten^ao
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel de Oliveira
Ferreir Guimares, natural de Portugal, cidade
de Goima'ies, a negocio de son interesse, em vir
lude de curtas receidas ealli: na roa do Impe-
rador, loj. n. 54. .
Prensa-se ee ama criada
geira, par 1 eeter e eogommar :
do Commercio n. 38.
para casa estran
a tratar na raa
Ao commercio
Osabai::o assignados fatem scieute ao respeita-
velpnblic(' qae no dia i do correte dissolveram
a sociedad] que tinbam na padaria roa dos Pes-
cadores a. 1, qne gyrava sob a firma de Urna A
Costa, Oca ido todo o aetiv> epassivo eargo do
socio Lian, e o soeio Costa pago e satisfeito de
todo o seo capital e lacros
Recife, 10 de Jalao de 1871
Amonio Ferreira Lima.
Maniel Joaquim Alve Costa.
Acb i-ie oa posse da eommissao da fregnezia
de S. Jos, nomeada pelo Club Republicano no Re-
cife para a snbsericicao dj funeral do tallecido Dr,
Antonio fi irges da Fooseea, a quantia de 514500,
producto la referida eommissao, espera de que
se Ibe d > competente destino.
Os membros da eommissao.
Seguros martimos e
terrestres
A eompauhia Fidelidade de Lisboa, toma na
sua agencia em Pernambaco, segaros martimos e
terrestres, dando nestea ltimos (debaixo de sua
mesma reeponsabilidade) o stimo anno gratuito
ao aegarado : n. 44, roa do Mrquez de 0!iAda
n. 44.
CAIXKIRO
Preeisa-s* de am eaixeiro que tenba algama
pratiea de taberna, com Idade de 1S a 14 annos, a
qae d eonbecimeuto de aa CDddCU : l tratar
po pateo de i. Pedro n,!.
No dia 4 de agosto do aaoo paseado ausentoa-
se do eogenho Camaragibe o eacravo Vicente, de
ldade 40 annos, cabra, de altura regular, tem
todos os denles, e sao limados, tem cicatriies de
(erida quyeve naa pernas, e tem manchas bran-
cas nos per e naa mos, bem ladino qae costama
iovolver-se em presepios, julga-se qae estis en
Montes de Una on em Goyanna por ter la pren-
les : roga-sei anlotidadee oa a qaem o appre-
bender lvale ae Renda ao Sr. Jos de Sonsa
Barreu-os, na roa da Companbia Pernambucana
n. I, qne serio generosamente recompensados.
" CXTereee-se ama mulher qoe coainaa e en-
gornma bem, para easa tf M m io Pilay B.M.
PUNO.
Vende-se um piano em muito bom esta-
do, proprio para principiante; para ver e
e tratar na roa da UniSo n. 49, <" nadir.
ARMAZEM
DO
CAMPOS
Eainha das fandas
t.-;a niva inven';-i d- f.; .in mai ptrfci'c
oe lelos os fvst-rri? ccBBecidrs ale tt', w% ten-
d rrola?, nao fnl'rrejasp. nun quebrara, pe*
tam-sea lelos ca m'jvtrnenMs do corpo, precaaH
para rigens a eavallo. nico depcsiln na pkar-
nacia aiberiiaua, de Ftrreirj Mala C, roa Da-
qa; d^ Laxiai R- ?.
VENilE-SE
stabelecimento denominado ROY DTVETGT
ra estreita do Rosario n. li, por seo proprie-
io pretender retirar se pan a Europa ; ol!i-
abeler.in.eDtu loa muitos roicinodo* para fai-
.. e esi bem sfregaeade ; a iranr 00 m#n.
mmmmwmuummmmm*
LquM:i0o.
Lei'o de todo en de parle o grande
armsiem de lir.Us e diogas medieieae
da ros billdade em que e.-ia sea prt ;>rwiarw de |
dirigir pessoaimenie esle e:laUi.eDio, 5
que |>le ser fcilmente a*verlido em |
I pbarmacia, ohriga o a pvaa-le a ooi.vm. |
Esi bem sonido, nada devo, e o>
lern compromisso a'.gorr, e per i-soarti-
; tam-se propostas razoaveis para o sea
.raspasso.
Os preleneotes dirijam-se ao mesa
armazem para ver o ?ra balaceo, e ah
mes ojo poder d. izar soa< prcpelas ese
cartas lechada*.
Ba do Imperador n. 28.
Fi>mbres.
Prezuatos.
Salames.
Chonrisa?.
Conservas.
Sardiohas.
Amendos;.
Chocolate.
Aramia.
riotes. Licores.
Batatas. 4fe Doces.
Arroz. KlO Gelas.
Pa0!.- m V Banha.
i'.f. /A Rap.
Figos. /l] Gas.
Cb. UM \# Feiao.
Mante iga ingiera e france-
MOFINA
8i)..., sio...t nao ouvef.
Roga-si ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello, es-
Siviona -.idade de Naureth dosla provincia, o
vor de v r raa Duque de Caxias n. 36 i con-
cluir aqaeie negocio qae S. S. ie coorpreaelteaa
realiiar, pila terceira chamada deste jornal, em
ano de desnmbro prozimo patsedo, e depois para
Janeiro, paiaon i fevareiro e abril, e nada com-
i : e por case motivo de novo "amad? para
lo fim, pka S. S. se deve leobrar qoe ate le-
!* d de mais de ello annos, e quando o aenbor
aenilho a achava nesta eJiade. ^

O ab xo assignado fu publico em geral qae
f Wxn de assignar-se por Jos An-
tonio de Qrvalho Jqnior e si o per Joed Antonio
cera, aves em conservas,
cerveja de todas as mareas,
queijos do seno, prato, fli-
meegos, snisso e Icndrioo.
leile condeosado, ararnta
em lata', troclas em calda,
charutos dos melbores fa-
brcame, massas para so-
pa, ateite doce, cebollas,
albos, toucinho e urna inri- -''
dade de gneros e acepipes deleitaveis e por pre-
cos asss commodos, que s se visitando diaria
mente o armazem do Campos, que se pJe crer
de que s elle o aniso qae est habilitad
a fornecer, vontade dos amantes da gastrono-
ma, puros e saborosos gneros alimenticios I 1
E' milito commodo i
gqjj O Campos, nico que
mm^^ procura degvellalameote
agradar aos p^ zea e amigos, conside-
rando qoe mnitos delles
^m ( e o pnblico em geral;
deiiam de vir a? seu
* imm armazem por moraren)
^^^ mais longe, presta-se a
mandar levar gratis qaal
_rtM quer genero comprado
1 i' j em sea armaiem, qner
^S dentro da cidade q ier
nos seas suburbios, pois
qae para esse fim lem
am moleqae apto!...
Finalmente
o Campos oa> qaerendo
dar massada sem dia-
trahir e deleitar a lodos
pede aos adeptos do pra-
zer da viia, de virem ao
sea armazem aflm de
ezamiaarem o completo
sortimento qce se aeba a
dispofico ido
I
Meias de la
para homens e sonhoras
A Aguia Branca rna Doq^e de Calas
receben mu finas meias de I para or*
sentioras. e como sempre vende as por preee
modo._________^_^__________________________
I.Otras ter Unan
Vende-se nj armaiem de II. Laodgren, ra* do
Commercio n. i. ____
56.
e
Respeilavel publico
Vende se agurdente de eanna da 1' qnalidade,
por preoo eemmodo. em pipas e a retalho a qam
tidade qne qaizernif comprar : no pateo do Pa-
raizo n. SO, taberna.
Tijolos.
Vende-se tijolos de al venara groasa em gran-
des e pequeas poredes e por menos do qne < m
ontra qnalquer parte : na rna do General Geare,
outr'ora raa do Jasmim a. 35,
Veni-se urna casa lerrea sita travessa de
Mrquez do Herval (aotiga da Concordia) e. 41,
com salas grandes, 6 quartcs, solio sea reenr-
timecto, cenaba externa e quintal murado ; e
urna mei a^rua sita no cor lie) d.t Pxrioba n. 3
com 1 pequea sala, 1 quino e I retiro qae ser-
ve de coziolu : a pospon qoe pretender compra
las dirija-sea iua do Soai Jesas (aoliga daCrnaj
n. 31. sobrad" 2* e 3* andares, que enc-jejrara
com quem tratar.
Camisas bordadas para se-
iihor.
Amaral, Nabuco & C. venden ricas eanaisis
bordadas para seohora, ditas para erianca* de I a
10 annos de idade. ditas para boaem lambem
bordadas e lisas : no Bazar Victoria a. J, rna do
Bario da Victoria n. L
SEHERTES
DS
COENTRO
Vende-se sement de eoentro moito aova a Ut
rs. a garrafa : na rja do Bim Jess u. J8.
Vende-e a uberua da ra Imperial a. i3$
com poneos fundos, propria para qnaleoer nri-i
eipiante : o mci-ro te dir ao fompraeVr.,
Viado Branco
Vende-se urna ex-ellen'e borra (cofre) Mea can
Pana : tratar na rui Direita n. 16.
Desappareija o nervoso
Oa homens que rorTrem de nervoso naa aaiee ea>
cialmente quando eecrevem inteirameale arein-
dieial; mas, qnerendo ver-ae livre destn saoi, vt-
nham a Nova Esperanea e compresa naa amad
eicorieo qae o mal desappareeer; aaaiat 1
a seohora que soffrer de igual mal
ama puleeira elctrica e Bcar perMtta
boa ; todo laso s ae enconira na Nova
a ra Duque de Cazias n 63.
Vende-se urna eterava
de idade, sabe perfeitamenle
parda
de 3
mar, moilo diembarafada para Mee
na roa do Lima etn Santo Amaro "
67, easa da e-quina.
Vende-se a cas* larrea a M da rna de
sent, prozima a sucio dea
pretendenles podem azamiaar a
tratar do ajaste na Soledade, roa
dea Vieira n. 66.
Vende se ama aaobilia
Ha na Iveva n. 13, toja.
avia da

I MUTILADO


MMM1H
Oiaii* dt rrnaniinc* Quinta
~Mk>
ALTAS NOVIDADES
GRANDES PECHINCHAS
NA LOJA DO PAVO
Na ra da Imperatriz
n. 60
PEREIRA DA SILVA 8: C-
Para as Testas do mez de judio
Pereira da Silva 4 C. tendo rocebido am grande sortimento de fazendas de 15a,
seda e a!god3o, com os padres mais novos que tem viado ao mercado, teem resolvido
liquidal-a.i, por presos maito baratos com o nico fim de agradar os seos numerosos
( reguezes e apnrar dinheiro, de todas as fazendas se d5o amostras deixaode penhor, oa
maadam-.se levar em casa das Exmas. familias.
LASINHAS
O Pavo vande delicadas alsacianas de to-
das as cores com muito lastro e delicadas
listras mitisados a sala, proprias para os
enfei.es o babaiinhos a 10500 covado.
Ditas stradas a sala, sendo as mais de-
licadas qu'U&m viudo ao macado a I1J8OO
o covado.
Delicadas la3sinhas com muito brilbo e
I islrinbas de seda a 10000 o covado.
Ditas com listras de seda larga e muito
encorpadas, com delicadas cores a 800 rs.
o covado.
Ditas muito delicadas com listrinhas de
seda a 560 rs.
Ditas sendo bastante largas com listra os
lado, para os enfeites e com cores muito
delicadas a 500 rs. o covado.
Ditas da listras miudinhas com os da
seda, que Ibe d muito brilbo, tendo de to-
das as coras a 500 rs.
Gurguroes de 15a, de urna cdr, tendo
fazenda muito moderna a 400 rs.
La5siuuas lisas de ama s cor, tendo de
todas as cores a 490 rs. o covado.
Alpacas li9as de todas as cores a 500 rs.
o covado.
Laosianas de cores com delicados qoadri-
nbos de oda tendo de todas as cores e sen-
do muito modernas a 800 rs. o covado.
Gurguroas asaes de 15a, com delicadas
listrinhas brancas lavradas sendo o que ha
de mais novo no mercado a 640 rs.
Delicadas alpacas de seda com delicados
, padres u moito brilo, de gosto inglez
a 800 rs.
Delgadas La"asinhas da urna s cor, sendo
de todas as cflres.como sejam : verde e asul,
roxo lirio, cor de canna, cor de rosa, bran-
cas com listras da mesma cor a 800 rs. e
0000,
Grande sonimento de azendas de todas
as cre3, e differente3 qualidades a 320 o
covado e 400 rs.
Bareges de la trasparente tendo do to-
das as cores a 200 rs.
PGUPELINAS
O P-vao vende as mais delicadas poupeli-
. as do v^rdadeiro linbo e seda, sendo com
os pad. oes liJtrado, e os mais delicados que
tem vindo ao mercado, tavendo de todas
as cores a 25000 o covado.
Ditas com differentej padres, para aca-
bar, a 10600.
Sedinaas de listras com delicadas cores,
tead a'. rxss para luto a 10400.
NOVAS SEOAS A 20500
O PavJo receben u na nova remesja das
mais li: as sedas para vestidos comss mais
lindas coros e mais delicados desenhos
miudir.hs, era ama s cor, garantindo-se
que eda pura e qae seria fazonda para
msis da 3000, a nao se ter feito urna gran-
de compra e quida-sa a 20300 o covadp.
GROS PRETO
O Pava vende sempro grosdcnsplepre-
to para vestidos sendo somivel a 10600 o
covado.
Dito born coa ourella branca a 20000,
Dito muito encorpados e moito largo a
20500 o z&m.
Dito em tecido de gorgur5o Sendo fa-
zenda maito incorpada a 3000 c 40000.
Sed preta iavrada maito eucorpada a
2*000.
BRAMANTES PARA LENCOES
O Pavo vende superior bramante de al
godSo leudo 6 palmos de largura, que s pre-
cis? de 1,1/4 vara para que lenfol, metro a
10600 ou vara 10800.
Dito de linho'poro superior, muito eccor-
pado com a mesma largura a vara 20400.
Ditos francezes muito finos a 20500 e
30000.
Pecas de Hambnrgo e panno de linho
com 20 e 30 varas e para todos os precos
e qualidades.
Pec> de bretanba de poro linho, tendo
30 jardas, pelos precos mais baratos que
se tem visto.
Pecinbas de finissirao esguio ou celesia
com 6 jardas a 70000.
Pecan le icissima tilesia, tendo 30 jar-
das a 350000.
Atoalbado adamascado com 8 palmos de
largara, a vara a 20000.
Dito de linho superior, a mesma largara,
a 30200.
Dito trancado sen ser adamascado, mas
muito encorpardo a 10600.
Guardanapos tanto grandes como peque-
nos a 30000 a duzia.
ALGODAOSINHO.
O Pavo vende pecas de algodSosinho
americano com 16 jardas pelo barato prego
d, 30OCO.
Dito muito melhor com 18 jardas 40000
Dito americano moito encorpardo ccm
20 jardas a 50000, 50500 e 64000.
Diti largo marca T, sendo o mais flno
que tem vindo ao mercado proprio para
lence3 a jarda a 280 e 320 rs.
D to enfestado para lencoes sendo maito
encorpado e com 8 palmos de largura, a
vara a 10000.
Dito com a meima largura, sendo tranca*
do e muito encornado a 10280.
CASSAS FRANCEZAS
O Pavio vende finissimis cassas franee-
tas, com as mais delicadas cores,, sendo
iistradas e do flores, fajeada cuegada pelo
ultimo vapor a 400 rs. o ovado.
Ditas fran;ezas Qnissimas padres mia-
dos a iOO ni. o covado.
Ditos de differeoUs gostos a 320 o
covado.
CAMERAIA3 BRANCAS
O Pavio mide combraias verdadeiras
com 8/2 varas cada peca, sendo fazenda
Ditas moito finas a 50000 e 60000.
Ditas com iO varas a MWQ fl 70001),
PANNOS FINOS.
O PavSo tem um grande sortimento dos
melbores pannos fios que tem vindo a
este mercado, sendo preto do mais fino at
ao mais baixo, assim como ditos azo.es,
verdes e cor de caf, proprios para palitos
e fardas, qae se vendem mais barato do
que em outra qualquer parte, por ter gran-
de porcjo.
SAIAS.
O Pavo vende um grande sortimento
de saias brancas muito bem bordadas, ten-
do 4 pannos cada urna pelo barato preco
de 40500.
Ditos ricamente bordadas com 4 pannos
cada ama a 60000.
Ditas j feilas com folbos macbeados
sendo maito finos a 30500.
Ditas da mesma porm mais abaixo a
20(00.
Ditas tambem j promptas sendo de 15a-
sinha de cores com barras enfeitadas a 30OCO
e 40000.
ESPARTILHOS.
O Pavo vende os mais modernos espir-
tilhos de todos os tamanhos sendo os
mais modernos qae tem vindo ao mercado
40000 e 50000.
CASAQUNH03.
O Pavo vende modernissimos casaqui-
nbos de seda preta, maito bem enfeitados
10000 e 20000.
Dito de croch brancos a 60000.
Ditos por terem algum defeito a 30000.
Ditos de fil maito fino a 120000.
BORNU'S.
O Pavo recebeu um grande sortimento
dos mais rices borns, tendo brancos e de-
cores que vende a 160000.
MEIAS PARA HOMEM.
O Pavo tem um grande sortimento de
meias croas para bomem qae vende em
jusa a 40000, 50000, 60000 at 1C0OOO.
Ditas para meninos de todos os tamanhos
de 30COO al 60000.
Ditas para senhoras sendo francezas e
ir.glezas, tendo tambem maito encorpadas e
bastante largas de 50000 at 120000.
Ditas p-ra meninas de todos os lamadnos.
TAPETES.
O PavSo vende tapetes grandes para sola
proprios para 4 cadeiras t 250000.
Ditos muito bonitos avelludados para
duas cadeiras a 100000.
Ditos para o mesmo fim, oa para ao p
da cama a 70000 e 80000.
Ditos pequeos para janellas a 40500.
Assim como grande sortimento de pan
nos de croch proprios para encost de
sof, de cadeiras de bracos, oa de balanco,
ou de guarnieSo ludo por precos muito ba-
ratos para acabar.
CAMISAS.
O PavSo acaba de receber grande sorti-
mento de camisas ioglezas com peito de li-
nho para todos os precos e tamanhos, qae
vende como pechincha por ter grande por-
C5o.
Ditas com peitos de algodao das mais
baratas at as melhores que veem ao mer-
cado.
Ditas francezas de chitas miudinhas com
os mais delicados gostos.
Ditas de meia de algodo e de la.
LENQOS.
O Pavo vende finos lencos de cambraia
branca abainhados, em dazia a 20400.
Ditos finissimos tambem abainhados
30COO.
Ditos com delicadas barrinbas de cores,
garantindo se serem fixos a 20000.
Ditos finissimos de cjmbraia hranca, tan-
to proprios para homem coa o para senho-
ra, sendo fazenda qae sempre so vendeu a
60000 e liquida-se a 40000.
LENQOS BORDADOS
O Pavo vende finissimos lencos borda-
dos para mo sendo de finissimas cambraias
de linho ricamente bordado-, sendo fazen-J,
da que sempre se vende a a 40000 e 50000
e liqaidam-se por se ter feito ama grande
compra a 10600 e 20000.
CHAPEOS DE SOL.
O PavSo vende chapeos de sol de para
seda com barras tendo de todas as cores e
sendo com cabos de canna e muito leves,
fabricados no Porto, sendo fazeoda qae
vale 140000 e liqoida-se por ter ama gran-
de porclo a 100000.
Ditos com delicadas cabos de marfim a
160000.
Ditos pequeos proprios para senhoras
e mecaos a 8000.0.
Ditos de alpaca com armaco de chapeo
de sol de seda a 40000 e 40500.
PUNHOS E COLLARINHOS.
O Pdv5o tem grande sortimento de po-
naos e collarinhos de linho e algodo, pro-
prios para homens que vende por preco
moito barato*
CASINETAS ENFEITADAS.
O PavSo vende cortes de casinetas en-
festadas de algodSa de quadros, para cal-
Cas pelo barato preco de 10000 o corte.
A mesma fazenda em covado. tendo duas
largaras que tambem serve para roupa e
vestidos de escravos a 610 rs.
BRINS.
O PavSo tem grande sortimento dos ver-
daderos brins de angolla, proprios para
calcas, colletese palitos a 10000 o covado.
Dito muito bunito imitacio a 800 rs. o
covado.
Brins brancos de linbo dos melhores fabri-
cantes qae tem vindo este mercado, de
10000 a vira at 45000.
Brins de cores pira todos os procos o
qualidades.
Dito* pardos de 640 rs. a vara at 10600.
Dito pardo liso muita encorpado, para
jroapa de escravos a 400 rs, a vara.
Hlleu c."
Ra do Bom Jess a. 55 |
Vendem i
Perro gavalnisado em folhss pan te-
mu.
Leite condnsalo.
Cognac Martineta.
Vinho de Bordeo em eaixas :
Tommard
Volmij I
Haal Faierne
Panilla*
Vinho do Rheno :
Seharlacbberfer
Kisiesbeimer Berg
Hochlceimer Berg
Marco Cruraer aclese
Kaaentbaler Berg
Steinberger Cabinet.
Libras sterliaas.
Vende-se ao armaxem de fazendas de
9. da Otiveira & (1, roa do Commaretu i
1 i it JuJtlO
Qaando parece qne nao ba maij novidade a
descobrir, nsm objectos de mais phantasia, alm
dos qae tem apparecido at agora, eis qae a Nova
Bsperanga recebe os mais elegantes e mais mo-
dernos, de forma qne indispeosavel aos apre-
ciadores do bom appareeerem constantemente n >
dito estabelecimento aflm de asaren o qae ha de
mais cbiqm no mundo das modas; agora mesmo
a Nova Esperaoca receban os em tio grande
qaantidade qae mesmo nio sabe por onde-come-
car ; pelo ultimo vavor chegado da Europa aca-
ba receber os seguales, anda nio vistos oeste
mercado, como sejun :
Meios aderecos de tartaruga.
Polseiras e ernzes de tartaruga.
Lindissimos pincenez com arcos de madreperola e
marQm.
Delicadas bengalas de unicornio, (a imitacao)
Bonitas guarnicoes de seda para senhoras.
Lindos chapeos de palba escara (novidaie).
Esses artigos nio se pode fazer ama idea del-
les sem qae sejam vistos ; por uso a Nova Espe-
raoca ,a roa Duque de Caxias o. 63, apressase
em convidar a todos geralmente, e com espaciali
dade ao bello sexo para vir aprecia-los.
aeris fazer um presente ?
aeris preparar aro vestido ?
aeris ter um bom caeiro em vosso (oneador I
Queris um liado leqae de qualquer qualidade ?
Queris am fino olee tnico oa banba para vosso
cabello ?
Nao indaguis nem procuris em outra parte, por-
que correris o risco dejvos cansardes e nio en-
contrar Je.-; dirig vos logo a Nova Esperasca, roa
Duque de Caxias o. 63, onde terete a certeza de
achardes e por preso rasoavel.
Nova remessa
Aquelles engrasados pedes qae dansam um
qaarto de hora mais oa menos, mostrando diver-
sos caracteres, a Nova Ejperanca recebeu uima-
meete.________________________________
Nao se arrependam
E' certo qae qualquer pesso*, quando compra
am frasco de extracto, banba, oa oleo, um enfeite,
am lenco, ama tita oa oatro qualquer objecto ,
desaja que seja bom e da moda ; poro jj, qua.-i
sempre temos o desprazer de ver essas pessoas,
desgostosas e arrependidas, e porque ? por mo se
dirigirem a nova loja da Magnolia, ra Duque de
Caxias a. 45, que quem Ibes pode supprir de
boas extractos, de um lindo enfeite, flaalmente,
daquillo qae boaver de melhor e de mais elegan-
cia no mando das modas.
Soffrera' quem quizer
Quantas pessoas vamos soffrer de nervoso, e
com especialidade as raaos I os anneis elotricos
de Royer, cora infallivel para semelbante real,
e porque se nao faz aso de! I es ? tal vez essas pes-
soas igaorem o sea effeito, e qae a Magnolia, ra
Daqne de Caxias n. 45, receben desses collares,
e de;cja qae cada ama dessas pes-oas comprem
o sea, ali-Q de ver-se livre de am mal qae na
realidade tae incommodo.
Nao ha mais du 'Ja
Quem tem melhores e mais moderno tgos
de moda e ph >ntasia a Magnolia ra Duque de
Caxi-is n. 45 pois que acaba de recebar, alm
de outros muitos objectos que se torca enfado-
uno mencionar, os seguimos : meios aderecos de
madreperla, brancos e de cores, meios ditos imi-
tando coral, agalheiros de madreperola e marfim,
crozas de dito e dito, balaios com preparos para
costara, cintos modernos (aovidade) chapaos de
palha da cores para senhora, bengalas de uni-
cornio (imiiaci.) Com dabo de madreperola, ricas
camisas bordadas para senhora e para homem e
aderecos de marQm.
Na Magnolia
E' geralmente a resposta qae se d, qaando al-
goem perguota, onde eneontrarei'um lindo sorti-
mento de loques 1 urna rica caixioba com mari-
ca para costara ? am lindo lbum ? am objecto
de gosto para fazer am presente ? onde poderei
achar um completo sortimento de objectos do mo-
da e por pregos coramodos ? sempre a res-
posta, na nova loj da Magnolia, ra Duque de
Caxias n. 45.
Cuidado.
Os collares Royer, sio privativos das coaval-
soes as triangas e garanta do folia dasenvolvi-
mento della?, porm, mister qae sejam verda-
deros e novos : multas vezes, vemos pessoas o:m-
prarera e nenhum resallado obter, porque T por-
3ae nao teem o cuidado de procurarera dos ver-
adeiros, assim a Magnolia ra Duque de Ca-
xias n. 45, que recebeu desses collares, e oTe-
rece aas pas de familia garantindo-lhes o real
desenvclvimento de sea effeito.
NOTA PAM TOBOS
Todos devem cortar daqni este annuncio e tra-
ze-lo oa carteira oa livro de lembranca, como cou-
sa de grande utildade,
PORQUE ;elle
indica on(^8 oom certeza se pode encontrar oa en-
commendar nm bom presente qne de improviso se
queira mandar a qualquer pessoa,
ASSIM COMO
lodica elle onde se poderi encontrar um Qaibre
bem preparado, ama empada, um galheaox de la
reine, um mang.tb, um puding, nm bolo fino, nm
pao-de-l e orna inflnidade de bolos e puteis di-
versos, proprios para lanche, sobre-mesas e me-
rendar
ALEM DISSO
iniiea mais onde se encostrar sempre : fractas
do tempo tanto ncionaes como estrangeiras, doces
seceos o em calda ncionaes e estrangelres, licores
e vnoos finos, conservas alimenticias e excitantes,
bolaxiohas e bolinbos para cha e outros mnitos
objectos qae se tornar por demais eoiaiooho a
sua inteira discripcao
E FINALMENTE
para qae se possa fazer nm joizo aproximado
SO' INDO PESSOALMENTE
a confeitaria do Campos.
Roa de Imperador a i.
Tome-se bem a cautella de que, a frente deste
estabelecimento se aeha collocado am laropeio qae
se conserva aceso i noute, t as dez horas.
Vende-se
parto ae urna casa terrea sita i roa da Ve otan n
, Capuoga : a tratar oa roa i* da Marco n. 7 A
MACHINAS
DE
COSTURA
Chegaram ao Bazar Un versal da roa No-
va o. 22, am sortimento de machinas para
costora, das melhores qualidades qne existe
oa America, das quaes motas j sao bem
conbecidas pelos seos autores, como sejam;
Weller & Wilson, Grover 4 Boka, Silen-
ciosas, Weed e Itoperiaea e outras moitas
qae com a vista deverao agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo que trinta eostureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feiclo como as mais perfeitas eostureiras.
Garante-ye a sua boa qaalrdade e ensina-se
a trabalhar com perfeifSo em menos de orna
hora, e os precos s3o o coramodos qne
devem agradar aos pretndales.
Farinha de mt. idioca
Superior e maito propria para mesa, em barri
ricas de farinha de trigo ; a iiJOOQ rs. a barrica
nos arraazens de Tasso Irmios & C
A 1$0(J.
Vende-se sapatos de tapete pelo barato prefo de
l : venbara ao Rival do Recife o. 50 A, loja de
mindeza.
Padaria
Vende-se a padaria da Crn Forte, pertencente
a Gabriel O. Campo : para ver na mesma, e para
tratar com Tasso Irruios & C.
Em casa de Tisset freres, na ra do Com-
mercio n. 9 ha para vender :
Agna de Vichy das ionios Hanbeiwe, Celestins,
Grande Grillo, Hospital e Mes-dames, em eaixas
de 50 garrafas.
Agua de Cbateldon, excellente agua de meza,
em eaixas d* 50 garrafa?.
Agna de Vals das lootes Presiense, Migdalino,
Desire, Sante Jeao, Rigolelte e Dooimique, em
eaixas de 24 garrafas.
Ccgnac das marcas : Blancby frres & C
Royer Guillet & C.
Marial frres de Velros.
Nao a mais cabellos bran-
cos.
TiDtura Japoneza.
S e nica appravada pela academia de seien-
cia, reconnecida superior a toda qne tem appare-
cido al boje. Deposito principal ra da Cadeia
do Recifd boje Mrquez de Oiinda n. 51, i* an-
dar e em todas as boticas e casas de eabellel-
reiro.
Verd ideiras bixas hara-
bur^uezas
nico deposito em Pernambaco
Cadeia n. 53, primeiro andar.
o. 53 ra da
BilEO, 8i
C aro, parificado e irausparente, em barricas
grandes de 10 e 11 arrobas, o melhor que se pode
destjar para o fabrico do s.bo : nos armazens de
Tasso Irmas a C, caes do Apollo.
Vende-se
ama boa casa terrea, chaos proprios, com 5 quar-
tos, i salas, cozinha externa, um grande quintal
plantado e murado, sita na C:.pung;i, ra das
Creoulas c. (i: a tratar na ra 1* de Marco o. 7 A,
Io andar.
Aviamentos para
earros.
Antonio Domingos Pinto tem para vender em
sea arma tem de mobilias na ra do Baro da
Victoria d. 57, os seguintes objectos para carros :
Peles de vaqueta muto grandes.
Encerado grosso para i Dito fiao para forro e dito pintado para ps.
Seda e paono azul para forro.
Galo largo e estrello.
Pregos de cibeta de marfim.
Boidea e beltas para aleoxoar.
Linternas grandes e chicles.
Virola deweial branco e amareilo.
Sola fraceza para arreios e guaroic.083 de pas-
sadores para as mesmas.
Coleiras, bragos e testeiras para cr.bcadas.
Escovas de palha para lavar cavallos.
Latas com graxa para limpar arreios.
Guarnicoes de metal branco para portas de car-
ro de viraca.
Peles de camurja e onlros objecto?.
Colares Royer
Cintra as convultjSes e a favor
da dentiqao.
A Aguia Branca ra Duquo de Caxias o. 50,
recebe por todos os vapores fran;ezes certa qaan-
tidade dess8s apreciaveis colares Royer, e por isso
est sempre provida dos mesmos. Ja bem co-
nbecida a uliiidade desses colares Royer, e mesmo
a necessldade qne ba das erianca* os trazerem ao
pescoco para assim eitarem privadas das eonvul-
es, e eonlarem com fcil denticio. Esses cola-
res Royer qne se vendem na loja d'Aguia Branca,
roa Duque de Caxias n. 50, bem merecidamen-
te se Ibes cbamamSalva vida das criancas.
Farinha de milho.
Vende-se farinha* de milho ni Mo a vapor, dia-
riamente, pelos pre is seguales: grossa para
migunza a 90 rs., dita para aog, pintos e paisa-
rinbos a 100 rs., para eangica e po de Provenga
a 120 rs., e para cuscus a 110 r.-., em arrobas
mais barato : na ra do Cotovello o. 25.
FAZENDAS BARA1TSSIMAS
NA
Loja do Papagaio
A' RA DA IMPERATRIZ N- 40
Os propnatarios deste bem conhecido eitabeledmeato sdentilkWM resj
blico qae acibam de receber am completo sortimento do qae ba de mais moderno, i
lazinbas, alpacas, cortes de seda e popelinas, todo do melhor gofio, ais meam
espartilhos, veUaarios para meninos de Ha enfeitados, veos de fil de seda branca
pretos, e mais.
speitaveliv*
victorias para todos
Lavas de pellica branca.
Camisas bordadas para senhora.'
Setins de tedas as cores.
Sedas preta? stradas.
Crotones para vestidos.
Damascos largos carmesim.
Camisas francezas e inglesas, lisas e bor-
dadas.
Cambraias brancas
os presos.
Bramantes de linho e de algodo para
lencoes.
Madapoldes inglezes e francezes de todos
os presos e largaras.
Fazendas pretas de todas as qualidades
como sejam : Crep, cassas, merinos, bom-
bazinas, cantSo, princeta9, alpacas ecbitas.
9 Pelo qne tica especificado se v, qae o estabelecimento est bem sonido, de
moitas fazendas, qoe deizamos de mencionar, para nio nos tornronos enfadonbos,
N3o declaramos precos, mas n3o deixamos sabir freguez algnm por servir.
Officina de alaiate.
Dirigida por Mr. Charles Lanrent babil mestre alaiate. Grsnde sortimento
pannos pretos, zoes, casemiras pretas e de cores, cortes de eollele de gorgorlo, e l
completo sortimento de ronpas feitas de todas as qualidades.
Os precos sio menores do qne em qualquer ootra officina. Na
LOJA DO PAPAGAIO A' RA DA LMPERATR1Z N. 40 DE MENDES & CARVALHO
Laves branca de fio de Escoew.
Popelina brasa Iavrada.
Grosdenaple pretos finos.
Baptistas maito modernas.
Crotones para cobertas, cor fiza.
Bastas e flanellas de cores.
Berejes com listras de seda para
de vestidos.
Cambraias brancas transparentes de
as qualidades e largaras.
Atoalbados de linho e algodao brancos
de cores.
Saceos de vitgem avellodados.
Tapetes avelludados de todos os t
nbos.
Fil de seda branco e preto, liso o
salpico.
Fil de linbo branco e preto.

eofeiM ^
i tote
GRANDE
DE MAS
O CORADO DE OURO
Liquida suas joias por terde acabar o estabe-
lecimento, ha grande redcelo mesmo nos pretjos
das entradas.
N.2 D
Ra do Cabug N.2D
LIQUiDACAO
1.2(1 RA DO CRESPO* JV. 20
Bramante de linho com \
2800 a vara.
Dito de algodio com
a vara.
Atoalhado de linho adamascado a
largarse s
4 largaras a IJ6CO
1I8CO
Cambraia transparente fina a 2.3800, 30,
3^500.
Dita victoria finas a 30SOO, 40, 405CG.
Dita de forro a 15000, 20, a peca.
Dita da cires a 240 e 280 o covado.
Liasinhas de padres modernos a 500 i e 2& a vara,
rs. o covado. Cambraia branca com listras 35500 a
Chita com barra a daqueza a 400 rs. o peca.
covado. Algodio marca T avariado a 4^500 a
Baptista com barras propria para vestido peca,
de (ultima moda) a 560 rs. o covado. Di lo de differentes marcas a 2>8'?0, 3*430
Mussulina branca aiJO e 400 rs. o co- 40500 e 50 a peca,
vado. Madapolo avariado a 45500. 54, 60, a
Nansuc lisa para vestido a 240 rs. o co-Ipeca.
vado. Dito francez fino a 7(5500, 8|, a pee.
Cambraia branca bordada a 60 a peca. Lencos de cambraia de linho abamba-
l'oupelina branca com flores propria para; dos em caixiouas a 30,30500 a dazia.
casamento a 10800 o covado. Ditos de algodao com barras a 10100
Colchasd e fcstSo a 20 urna. a dazia.
Cobertores de lia finos a 2)500, 30, 80, Ditos de esguio muito fino grandes s
Biim branco de linho fino 10, 102(0 a' 50 e 600, a drzia.
ra. Chapeos de sol de seda inglezes ccm 12
Dito pardo fino a 400 e t00 rs. o covado. basteas a 90, am.
E assim como muitos outros artigos que tonH-se enadonho mencionar e a'm
disso nm grande sortimento de ronpa feita da todas as qualidades por precos qce
admi" ; e aos negociantes fora da capital em atacado com o deseclo de dez por cenlo.
Na loj e armaxem de fazendas de Guilherme C. da
Cimba & Companhi?.
BAZAR NACIONAL
O proprietario do Bazar Nacional, Lourenco Ptreira Mandes Guimaraes, declara ao
respeitavel publico qae recebeu grande sortimento de fazendas, para sua loja na roa da
Imperatriz n. 72.
Kerosene
De primaira qualidade, mareaDama Tn-
dem Pereira da Guaba Irisaos, roa do Marque
[de Oiioda n. 21.
POTASSA
_ Da Rassia, nova, em barra ioteiroa e meios :
vendem Pereira da Cunta Irruios, roa do Mar-
qnez de Oiinda n. 21.
Vende-se
terrenos no Arrala! com 400 palmos de fondo na
rna ta Paula e 8:lva : quem pretendaejdirijase
ra do Brum n. 61, a tratar com Joaqnim Martina
Gome?.
A 24000
O Rtral ^o Recife receben grande fortimtnto
d coqnes os mais bonitos e molernos qne tem
vindo ao mercado, os-qaaes vende a SiOOO or
ter grande qaantidade; vanbam a rna do Mrquez
de Oliuda, amiga da Cadeia D, 60.
NOVIDADE.
Vende-se fusto branco para vestidos da
senhora e roapa de meninas a 360 rs. o
covado.
CASSA FRANCEZA A* 240 RS.
Vende-se cassas francezas para vestidos
de senhoras e meninas 240 e 320 rs. o co-
vado.
LASINHAS PARA VESTIDOS A' 160 RS.
Vende-se lasinhas para vestidos a 160,
240, 400, e 500 rs. o covado.
CORTES DE CASSAS A' 20400.
Vende-se cortes de cassa de cores 20400
para liquidar.
CHITAS FINAS A' 320 RS.
Vende-se chitas francezas finas escuras
e claras a 320 e 360 rs. o covado.
CAMBRAIA TRANSPARENTE A' 30000 A
PECA.
Vende-se pecas de cambraia trasparente
finas a 30000, 30500, 40000 e 50000.
Pegas de cambraia Victoria a 30500,
40000, 40500 e 50000.
ALPACAS DE CORES A 440 RS.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
a 440, 500 e 640 rs. o covado.
TIRAS E ENTREMEIOS BORDADOS
24000,
Vende-se entrmeios e tiras bordadas
para enfeitar vestidos brancos a 20000 e
20500, 30000 e 40000.
SALAS BRANCAS A' 20000.
Vende-se saias brancas e de cores para
senhora a 20000 e 3O0O.
CHALES A' 1)5000.
Vende-se chales de 15a a 10000, ditos de]
merino estampados a 20030, 30, 40a 50.
LENgOS BRANCOS A 10500
Vende-se lencos brancos con barra a
10500 a dasia, ditos de linho a 2-J500 e
0OOO para liqoidar.
CORTES DE BRLM A' 10500. para
Vende-se cortes de brim de cdr
calca de bomem a 10500, cortes de ganga
a 10OCO, bfta de c6r a 320 e 400 rs. o
covado.
ATOALHADO A* 10000.
Vende-se atoalbado para loalbas a 10CCO
o metro.
Bramante de 10 palmos de largara a
10800 e 20500 o metro.
MADAPOLiO A* 30COO.
Vende-se pecas de madapolao a 30000,
40000, 405O(, 50000 e 60000.
COBERTAS DE CHITAS A' 20000.
Vende-se cobertas de chita a 20CCO
cada ama,
ALGODO A' 30000,
Vende-se pecas de algodSosinho a 30OCO
40000 e 5#000 a peca.
ROUPA FEITA.
Vende-se camisas brancas 2,0C0, 20500
30000.
Serooias a 10000, 10500 e 20000.
Pates dejpanno preto a 50000^70000
e 100000.
Palites de alpaca preto e de cores a
20500, 30000 e 305CO.
PERFUMARAS PARA LIQUIDAR.
Vende-se nm (rasco eom pomada france-
za a 200, 320 e 500 rs. _,
Vende-se om saboneta fino a 200 e
Vende-se nm frasco d'agoa de cologae
240 e 320 rs.
E outros mnitos eztractos finos qrje te
vende sem reserva de preco. m> Bazar Ka*
cional, na ra da Imperatriz a, 74

I
s-.
yyt*sswi
vIRl
MUTIUDO I



:
fc
1
1

J

*** **tnamba< Mu <^$ufcay feira t* di*' Xlio *#
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este esubelecimento acaba de receber Din importante sortimento de diversas la-
sendas proprias para venidos, sendo poupelmas de seda, sedas, isas, percales, ditas con
barra* proprias para babadoi, lindas cambraias crox, e em fim urna infinidade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o qae todo vender por presos inteiramentt
razoaveis, em conseqnencia de estarmoi prestes ao fim do auno, e o 65 nao qoer te;
grande trabalho com o sen bataneo, preferindo tomar dinbeiro a fazendas, convida-s
portanto ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pre
coa qae d5o obterSo em ontro qaakjuer esUbeiecimento; em fim ver para crer
RA DO DUOUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Rival sem segundo
Roe Dnque de Gaixias n. di, loja de
mindezas de Jos de Azevedo Mala e Silva,
conbeciJo por Jos Bigodinho, contina a
\eoder tudo qae tem por meaos do qae
em outra qaalquer loja, a saber :
Correales pretas de borraxa
para se tibor a a 1(5500
Garrafas de agua Florida venia-
deira a i300
Gaixas com obreias de massa a 40
Frascos com macaca perola a 200
Pacotes com pos de arroz fa-
tenda fina 500
Pares de botes de osso
para pnabo a 200
Sabonetes de bolla moito fino
a 160 e 240
Cartas de altiaetes de latio
fazenda boa a rs. 80
Carriteis de retroz preto com
2 oitavas a 600
Capacho de palba muito boni-
ta a 600 rs. e 700
Frascos com oleo Pbilocome a
500 rs. a 1,5000
Pares de sapatos de tranca
para menino a 10*500
Pessas de tiras bordadas a
500, 600, 800 rs. e 1,5000
Frascos com agua de Colonba
moito boa a rs. 500
Gravatas pretas e de cores a rs 4C O
Pessas de trancas modernas
de todas as cores e todo o
prego
y; Libra de areia preta muito
boa a 160
Novellos de linba com 400
jardas a rs. 60
Livros da misso abreviada a 1#500
"- Silabarios portugoezes a rs. 400
Cartas com 100 coatas im-
presas a l,oOO
Caixas com 30 novellos de li-
aba gaz branca a rs. 500
Gaitinhas para meninos a 40,
60 rs. e 80
Caixas com 12 irascos de
ebeiros a 10500
Caixas com O sduonetes mui-
to fiaos a rs. 800
rentes para segurar cabello
de menina a 200 rs. e 320
Chapeos braceos para bapti-
ados a 20500 e 4,5000
Copiohos com superior banba
200 rs. e 320
Frascos com oleo para cabel-
n fazenda fina a rs. 320
Frascos com oleo Baboza a
600 rs. e
Frascos e garranchas de agna
de Colonba a 10500
Frascos com verdadeiro azeite
para machinas a rs. 500
Redes com contas para segu-
rar cabello a rs.
Latas com banba de Piver a
200 rs. e
Garrafas com agua Celeste
moito fina a
k m un
Raa de Duqne de Caxias n. 50
Recebeu :
Lindas caixinhas com os necessarios para [mar-
ear rcupa, sendo abeedano e numeracao, frascos
cora tita preta e encarnada, pioeeis etc. etc. o
qae de certo novidade em tal genero.
Novos coqnes grandes com bonitos desenbos
vindo entre elies alguna enfeitados cem fitas e flo-
rea ; assim como bonitos crespos.
Adereces encarnados de madreperola.
Cruzes pretas com eafeiies dourados e ontras
brancas de cbristal.
Casas de pedra e cal muito
Baratas
Urna senhora vinva tendo de mndar-se para fu-
ra desta cidade, vende nma casa terrea em terre-
no proprio, na roa Imperial, tendo daas sallas, 2
qnartos e quintal, por um cont e qninbentos
mil ris, cajo alngael de 15 a 16000 mensa!,
e 12 meias-aguas tambem na ra Imporial, na
trrvessa da Bandeira, igualmente em terreno pro-
prio, tendo cada nma deltas nma perla e janella
na frente, a excepcao de ama qae tem daas ja
nellaa, e tedas ama sala e dous qaartos, dez das
quaes tem terreno atraz, qae abrindo-se ama
porta, pode ter o sea quintal; vende-se a 500/,
sea alngael mensal para "000 e a de daas ja-
nellas para 8/000 ; ms quem qoizer ama oa
daas serio vendidas a razo de 600*000 e a de
duas jaaellas por 700/000 rs. Estas casas esto
edicada oa rna Imperial, bem perto donde ac-
tualmente param os bonds. J quem tiver pouco
dinbeiro, pde-se cbamar proprietario oa morar
em casa propria. Os pretendentes dinjam-se
raa das Trncbeiras n. 48, a casa do Sr. solicitador
Burgos, o qual est autorisado a contratar, mes-
mo a praso com garanta idnea.
Sinaocome
Tnica especial contra a calvlce
Cem um bello sortimento de perfumara qae a
Agola Branca acaba de receber veio tambem o
apreciadoSmaoeonecojo proveitoso effeito
j bem eonheeido por qnantos o tem asado e ser
anda mais por aqaelles qae necessilam de saa
utilidad*. O continuado aso do Smaocome d o
bom resaltado de impedir a queda dos cabellos,
faze-los renascer e conservar o sea brilho natural
alto de qae sea odor mais agradavel qae d'oa-
tro qaalquer tnico continua a ser vendido nal o|a
".da Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excedente para acabar com as sardas, pannos e
espiabas no rosto.
Vende-se a 2/ o frasco, na leja da Aguia Branca
raa Dnque de Caxias o. 50.
Dunitas caixas com perfumaras
proprias para presentes.
Vendem-se na loja 'Aguia Branea roa Duqae
de Caxias n. 50.
Modernas e lindas csaquinhas
para senhoras
A aguia branca roa Duque de Caxias n. 50
receben ama pequea quantidade de lindas casa-
quinbas de la branca primorosamente enfeitadas
com setim de core?, obras essas tao modernas
quo lindas. A prova dessa verdade est no apre-
que Ibes estao dando as Exmas. apreciadoras
> bom.
A Aguia Branca
NA

LOJA DE JOIAS
ESMERALDA
Mi
ESTABEL > IDOS
A TRAVESSA DA MADRE E DES l 14
Vendem os seguintes
VINHOS
Do Porto,
Madeira,
Borganba,
Amoroso,
Xerez,
Rbeuo,
Malvasia
E Brdeos
Acaba de chegar a este estabelecimeoto nm importante sortimento de joias de
ouro, do melbor gosto e qaalidade qae tem viodo oeste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pintaras finas, aderecos e meios aderecos cm podras
Boas, etc. etc.
Eua do Cabuga* d. 5.
Aforara Duarte & C.
Das segointes marcas:
St. Lamben,
St. Julien,
St. Estdpbe,
La J,)or,
Vendima Chateau Margaax,
Cbatoaa Blair,
Cbatean La Rose
E Chateaa Langaiale. /
CHAMPAGNE
Ao gosto de Londres e de Paris, marcas moito superiores.
O magnifico sortimento de vinhos cima descriptos foram fabricados de 1815
1847, e escolbidos, com particular recommendacSo, por om oplimo eotendedor, nos
grandes depsitos das docas de LondresGarante-se as qoalidadese veode-se a pre-
co8 moito mdicos para animar a pedir nova remessa.
400
______ijm
Vende se na rna da Commerco n. 22 vi-
Dbo do Porto e Xerez de superiores qualidades,
vindos de Londres em barris de oitavo.
fr o s.o a a. o. o- ;
C o 2
=rt
I 3i!!ir=ii
K o.

Bl?|" B 2Bg
mpm |!tt>
O. o- 5. S* er <
-as1* 85 ^^&
S?5S|BrgS5g X
I > i Oa i i IO Jik
Raa Duque de Caxias n. 50
receben bonitas boisinbas com necessarios para
crochet.
Agulbeiros de osso com agulbas e cabo para
320 ditos.
Papel verde liso e listrado para folhas de rosas
Dito de cores para flores.
Dito oo verde e pardo para cobrir os talos" das
rosas.
Dito de cobre de cores para flores, sombra, etc.
Lindas nonecas enfeitadas, e outras com rosto,
maos e ps de porcelana.
Modernos aderemos de madreperola.
Ditos de filagrana dourada com camapheos.
Ditos pretos, gosto inteiramente novo.
Cruzes de madreperola.-
Delicadas carteiras com capas de marfm.
Ditas pequeas proprias para lembranfa.
AGUA DENTRIFICE
DO
DR. PIERRE.
a Aguia Branca ra do Duqae de Caxias n.
60, recebeu essa apreciavel agua dentriflee do Dr.
Pierre, cuja superioride bastante conbecida.
i Adamson He wie #

Vendem:
Ceneja Bass, em barris pequeos.
Superior cogote, em barr!.
Viutao Xerez, dem.
Charutos de Havaoa.
No sea armazeo, roa do Commerco
0.40.
Cimento.
O verdadeiro Pirtland ingle: t se vende oa
imit do Amoro t. 39, e mais barato que d oa-
tn quaiqfter parte. ____
Chales.
Chales de easemia de qaadros raaito bonitos,
proprios para o Invern a 74, eot.ertts te ebita
aiamascaSas e roadas a 3, 3^800, 4*000 e
4*690, ditas de chita sea ter lavruM oem forro
a]t*800 e U, lentes de bramanti a t* e 3J500,
para acabar: oa raa do Crespo 1.10, toja te
Gnilherme C Caoba A C.
V '.
Armacao.
Vende-se orna armacaoToda eovidraeada pro-
pria para qualq er negocio, na travesa Dwsne
te Caxias o. 2 A : a iratar na ra do Crespo fla-
mero JO.
Vende-se
am sorado de dous andares, sito roa da Moda
n. 19, e os terrenos qae ficam aos fondos. Tem
frente para a travessa; da Companbia Pemambu-
cana e capacdade para dsas armaxens proprios
para reeobimento de algodio oa qaaesqaer ou-
tros gneros, por ser perto do embarque: tratar
em casa de Tasso Irmos dt C.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e superior : i venda nos armaxens
de Tasso lrmaos C.
A verdadeira cerveja da Baviera, marca ban-
deira, de superior qoadade : vendem Tasso Ir-
mos & C em seu armazem da raa do Amorm
o. 37.
PIANO
Vende-se om piano de armario ji asado,
porm em bom estado, e moito barato,
proprio para quem qoizer apprender, quem
pretendei-o dirija-se a Olinda roa do Am-
paro d. 17 sobrado.
Grande pechincha.
Golletea de easemira, moito boa fazenda e lin-
dos padrSes a 3#, ditos de brim branco superior
j*, paletou braocoi te fastio a 4* : na raa do
Bario da Victoria n. 14.________
l'amancos do Porto
Vende-se tamancos do Porto para borneas, se'
choras e rapases, faxenda especial para a chava:
na roa da Senxalla Nova o. l._______________
ARMAZEM DOS LEES
Ra Duque de Caxias n. 29.
0s proprietarios deste bem montado estabelecineoto scientificam ao
respeitavel publico d-.sta provincia que se acbam com nm variado e completo sorti-
mento de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolbidos por nm dos
osios qae se acha actualmente na Europa. O mestno tem coniraetado com os melbores
fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na officina tem os mais habis artistas deste genuro, e por isso pedem que ve-
nbam visitar o estabelecimeoto, aonde encontraran a realiJade do que acabara de expr'
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalbo, a-
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amarello, guarda lonca de nogueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radornii de dito dita, peti toilettes especialmente pira- fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secretarias da Jacaranda e megnocustereiras ae mogno, san-
tuarios, thears para bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra manaore e seas
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e maitos cairos artigos qne dexamos de
mencionar por sejlcrnar enfadonho
MCMAT-
DE
COSTURA
DE
SINGER MANUFACTUM^G COMPANY
Grande reducqao de prepos !!!
! 90a$000. 90^000. 90^000 f
AVISO ESPECIAL
A alta reputado obtiia pelas machinas fabricadas p lo
tem levado diversas pessoas a fabricar imitac5es qae ellas vendem qaasi sempre sob
pretexto de serem ellas fabricadas pelo systema Singer.
Samnel Power Johns-
ton & 0.
Rua do Apollo n. 38 e 40
Fazem sciente aos seas freguezes que teem
mudado o sea deposito de machinas a va-
por, moendas e taxas da muito acreditada
fabrica de LowHoor para roa do Apollo n.
38 e 40, onde ijonnnuam a ter o mesmo sor-
timento do costme.*
Fazem sciente tambem qae teem feito am
arranjo com a fundilo geral, pelo qae po-
dem offereeer-se para asseotar qaalquer
macbioismo e mesmo garant lo.
NENHUMA MACHINA HiX-
t'Eli E" EECiriMA SE
NAO LEVA ESTA MARCA FIXA
NQ RICO DA MACHINA.
l'ARA EVITAR C!OITRA-
LCX'OES notem-se bem
TODOS OS DETlLRfc
MARCA.
MARCA DA COMPANHIA
A companbia, desejando proteger seos amigos e frf gaezes contra as imitaces, tem
adoptado a marca cima representada.
Previne-se ao poblico de nao comprar machinan que nao levem a marca da
companhia,
W- H. CHtPIM
UMCO AGENTE
N. 45 Ra do Imperado r N. 45
EMENTO
0 verdadeiro Porlland
roa da Madre de Deas n.
Jlo Martins de Barros.
s se vende na
22. armazem de
a casa da raa dos Guararapes n. 11
o commeudador Tasso.
a tratar com
Moeda de ouro
Na roa do Apollo o. SO vende-se libras sterlinas.
Vende-se mantelp inglesa a 609 n. a libra
ou a U100 o kilo: na ra de Pedro Aftoso n. 1,
outr'ora roa da Praia.
Casa con grande terreno para
edifica<&o
Vendo-se orna eicellente casa tarrea o* roa do
Viseoode da ioyaona a. 68, coa om magnifico
terreoo com 1 reate para a roa do Bario de s. Bor-
ia : os pretor dente* podem disigir-e escadinba
da alfaodega, armawm n. 9, que se dar os escla-
reeimentos Diasarios.
"liroz de casca
Superior en saceos moito grandes: no* arma*
t*M u fim irasiee & C
Os proprietarios da fandirao geral fa scentes aos senbores de eogenbo e mais
pessoas, que teem estabeleeido orna fmfl-
qlo de ferro e brouze a rna do Brum, jau-
to a eslacio dos bonds, onde aprontarlo
qaalquer obra de encommenda com perfei-
(ao e promptidio.
Os mesmos rogam as pessoas que qaei-
ram utilisar se de seas servidos de deia-
rem as encommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Jobnston A C a ra do Apol-
lo n. 38 e 40, onde acnarao pessoa habili-
tada com quem possam entender-so.
Apparelbo para fabricar assucar, do systema.
WESTON CENTREFUGAL
nicos agentes em Pernambuco a fundido geral.
Para tratar em sea escrlptorio a roa do Apollo o. 38 o 40.
AC e ferro em vergoinha.
ARADOS e grades para lavrar a trra.
BOMBAS americanas.
CAMAS pan meninos, solteiros e casados.
CARRINHOS de mo.
CHUMBO em cano, lencol, barra e monicao.
COBRE em leocoes e arruellas.
COFRE! de Milner e oatros.
COUROS preparados.
CIMENTO de Portland.
CHAPAS para cobrir casas.
ELECTRO-PLATE em obras finas. \
ENXOFRE, limalna e salitre para ogaeteifos.
ESPINGARDAS, revolver e pistolas.
ESTANHO, em vergaioba e barras.
FOLHAS DE FLANDRES. grandes e pequeas.
FOGOES americanos e nglezei.
u FORMAS para porgar assacar.
*? FELTRO para caldeiras.
^^l MACHINAS a vapor.
DITAS de lavar roopa e picar carne.
DITAS de cortar fumo, estivar algod5o (macacos.)
DITAS de descarocar algodo mSo e a vapor.
LEOS, azeites, sabo e triocal.
PAPEL de diversas qnadades.
PEZ OS francezes de todos os tamanbos.
PRENSAS para copiar cartas.
TACHOS estanbados.
ZINCO em folbas lisas e forradas.

o
o
%l
5^1
23 6-
Fazendas baratas
LENCOS de linho fiaos coto barra de cor, abalnhado largo a 9f a duzia.
POPELINAS a U60O oovado.
8EDU1H/J a 1*300 o eovado.
CAkOSAf i Bordadas a 60*000 a dozia.
VESTIDOS de phantasia a 154000.
A' loja di Torquett, ra Nova n. .
w

I
SaSBBOOOBl
sssssssssasii^ssjiBaB


8
9mnm ale rmmmmom Quinta tu 11 d# Jutho alo 1S12
LITTEMTUBA.

PRELECC02S ELEMENTARES.
(Conclosio)
Xas Prelecidis elementares, qua caniti-
taem ama verdadeira gimnstica intellec-
mal, pois sil p-ra o espirito o que a oatra
gymnastica para o carpo, deve o matre,
mais aioJs qae nos o tros estudos, partir
sempre do onkecHo para o desconhecido,
do fcil para o ddlkil, do simples para o
composto, do concreto para o abstracto,
do todo paramal partes, emiim, primei-
ro a syatbes9 depois a aaalyso, seguindo
nao a ordetn do assompto, mas a marcha
da. oatoreza. > Cuojpra lhe aiada usar sera
pre de nma lingaagera accommodada io
telligencia infantil, variar o modo de dizer,
o estylo, substituido ai palavras, as ex-
press5as, sempre que se no flzer bem en-
tendido ; e as respostae dos aumnos ir
eorrigiodo pooco a pouco os seos vicios de
liogoagem, estendendo essa co-reccjo or-
tbographia quando os exercicios forem p>r
escripto.
Emdm, aproveitari moitos assumplos das
Prelecces elementares, mormento os Ai
ordera moral ou que forum tomados na na-
toreza, para faz^r elevar b espirito e o co-
raco de seu* j v^qs alumnos para o Crea-
dor, principio e lira di todas as cousas.
O fim desdes exercicios diz o il'ustre pe-
dagogista Brason. a eaancpac$o Intellec-
taal do menino ; e es'e fim s% obter, n3o
pela qaantidade, mas pela qaalidada dos
exercicios. E' na escola que os raeuino.
ae formara para a existencia social ;'cnmpre.
pois, excluir desss ensino ludo o qua nio
tem valor* ou utWidade sob esse ponto de
vista, e eacolher onicamente entre os ob-
jectos, cojo exime e.esiudo aprofundado f.-
cilita a iniciaclo dos .llamaos na sociedado.
Mas, a existen :a raesmo, nao maii do
que Hma preparaco pan un estado muito
mais digno de solicilude ; oisso, prisci-
paimente, na pr. paracio para esse estado
mais remoto, que o preceptor se torna im-
portante. Todos os seus esf reos devem,
pois, convergir a por seos alumoo3 em es
tado de conhecer, de querer o de fazer
todo o que n^cessario para chegar digna-
mente a esse fim. Em outros termos, n5o
perder jamis de vista o deseovolvimento
dos sent!ment03 religiosos e moraes. i
ram sedozir pelo attractivo da nicotina e
para exemplo cita o segointe :
Chateaubriand nunc aproximoa nm cha-
rato dos labios ; Sot Beuve tinba borror
ao tabaco; Lamartine fiogia que famava
Acceu lia una charuto de tempos a tempos,
e deixa va-o apagar depois do tirar a primei
ra e nica fumaca.
Para que accflnle o senhor o charuto
pergontaram-lho am diase n5o o fu-
ma ?
Para n3o impedir os outros de famar
responden elle.
Vctor Hogo nao fuma nem cachimbo,
nem charuto, nem cigzrro ; Thiers nunca
f'imoo, e o mesmo succede com Goizot,
Mignet e Mchelet. Todos estes homens
sao velos e sempre mocos.
Um ootro diario que copioa 63ta noticia
accrescenti :
Esqaecea orna cousa ao nosso collega:
estes homens celebres nao fumara, farda-
da, mas quasi todos tomam rap.
CO.MMEMOR\C.iO. Em Marselha, na
na des Petit-Peres, sobre o frontespicio d e
urna casa, foi agora collocada ama placa de
marmore coro esia iascripcio : V N'esta casa
nasceu, em 13 de abril de 1797, Adolpbo
Thiers, prest lente da repblica ranceza.
OBRA GIGANTEA. Um eogenbeiro
inglez e um rico negociante de Copenhague
apresentaram ao governo sueco o prvjecto
de nm toonel submarino, pira ligar a Sua
cia e a Dinamarca entra Elaeaaur a Hel-
singborg.
TRIBUNAES ESTRANGEIROS.-No dia
I do correte foi julgado, no tribanal cri-
minal do Sena em Paris, Carlos Artbur Le-
roy do Bourg, acensado de homicidio pre-
meditado, comraetlido no dia 22 de abril,
Em concloso, seria rauit conveniente
qae o governo imperial se dignasse man-
dar ensaiar em algnmas escolas primarias
as Prelecres sobre as cousas, qae talvez
j tivessem sido estreada3 se os professores
dispoze-sein de meios e recursos para me
lborar e desenvolver o ensino, e n3o vives,-
sem cogidos por leis, regulamenlo3 e ta
bellas qae se envolvem com as mnimas
partcula;ida-es, engendran) metboJ s e
at contam tarantos...
O ensino, contacto mysterioso de tim es-
pirito com ontro. o methodo, regoa da in-
telgencia, n3o podem estar subordinados
i regras, e mato menos de quera nunca
leve roda de si 150 crianzas para ensinar
e nao possae, pnrtanto, habititaedes profis-
sionaes, nem a necessaria pratica.
Vele cada um no que professa, disse A.
Vieira, t aconselhe no que exercita...
A. EstevAo da Costa e Cunha.
Tcrceira escola publica da fregaezia de
ant'Anna, junho da 1H72.
VARIEDME
MOEDA DE ALUMIN1UM. A corarais-
sao ranceza encarregada de tratar da con-
veniencia da fabricarlo d'esta nova moeda,
oavio sobre o assumpto o professor de
chimica Mr. Henrique Deville. Depois da
discussaV, foi rcjeiada a moeda d'este me-
tal Reconbsceu se, todava, a necessilade
de fabricar 10 milbes de moeda de cobre,
para a pequea circulacJSo.
VOMITORIO INSUFFICIENTE. Canta
um jornal estraogeiro, que ha dias fra
chamado a toda a pressa um medico cele-
bre, o Dr.D. aflm de prestar oasoccorros
da sciencia a urna jovea a formosa menina,
qae casualmente engulira urna moeda de 5
francos em ouro. O Dr. D. receitoa nm
vomitorio, aura de allmar a doente do seu
valioso hospede. Imagnese qoal nao seria
o espanto do Dr. D., quando, vollando no
dia immedhto, para saber do estado de
sua formosa cliente, Iba disseram que o vo-
mitorio nao tinba produzido effeito suflkien-
te, pas ella apenas tinba vomitado i fran-
cos e meio ?!
O PRETNDEME TICHBORNE. Um
correspondente do Daily News dseme a
recepcJo que o pretendente Ticbborne leve
em Southampton; no dia H de junho. As
4 horas da tarde cnegou cidade, vindo
de Abresford acompanbado pelos membros
do parlamento, Mr. Whalley e Mr. Onslaw.
Um gran le nomero de psssoas oesperava
na estaco do caminho de ferro, costando-
lhe muito a romper por meio da mullidlo ;
todos o queriam ver a apertar-lhe a bd3o.
Doas carrusgens o condoziram 6 aos sens
companheiros ao Hotel Castle, onde se
alojou. Da janella falln s turbas: Maltas
senboras vieram oQerecer-lbe ramalhetes, e
diversas pessoas o vieram camprtmenlar com
bandeiras e msicas. Recebea a commis-
so formada para promover meios para a
defeza, e aberta a subscripelo, Mr. Whal-
ley subscreveu com 25 libras. A noute
hoave urna reunio, que assistiram 3,000
pessoas onda se fizeram enthusiasticos dis-
corsos a favor da justica do pretendente,
interrompidos e segaidos de estrondosos
applaosos.
SOCIEDADE GEOGRAPHICA. Mr.
Thiers foi nomeado membro da sociedade
geographica em Franca e vai ahi ser rece-
btdo em sessao publica.
HONRA AO GENIO.-No dia de janho,
celebroa-se em Magent;i (Italia) a inangu-
raco do monumento fonebre destinado a
encerrar os ossos levantados d'este famoso
campo ds batalha. Foram reunidos 4,600
crneos inda inteiros, e grande porcio de
outros ossos. A cidade de Nova York le
vantoa com grande solemnidade ama esta-
tua a Shakspeare. O monumento ao grao-
de poeta foi elevado em um dos mais for-
mosos jardiQS da cidade.
A PROPOSITO DO TABACO.A propo
sito do augmento qae tem tido o coaaamo
do tabaco n'estes ultimo, anuos, ola am
diario fraacez que os hotieos de grande in
telligencia do lempo actu.il oonca se deixa*
adulterio com Precorbio, empregado da pre-
stara, na ra das Escolas n. 14, 6o andar
em casa de Datertre, tambera empregado
na prefeitura.
Da Bourg tem 28 anuos e saa mulher
tinlia ti. Casaram em 1869 e viveram
n'estes ltimos annos em grande deshar
monia, ponto de residirem em diversas
casa?. Du Bourg, suspeitaodo que sua
mulber lhe era ioflel, ngio qoe sabia de
Paris, e pode assim sorprenda-la. Quaodo
bateu porta do quarto onde eila estava
com Precorbin, este-fagio pelos telbados,
e Du Bourg ferio sua mulber com um esto-
que i) ponto de o quebrar, e depois com
um panhal, fazebdo-lbe 15 feridas-, 8com
instrumento perforante e 7 com instrumen-
to cortante. Em seguida foi chamar um
padre e entregou se prisao. Madaiao Du
Bourg morreo 3 dias depois.
Du Bourg quereloo eontra Precorbio, mas
depois desisti da qaerela.
Na audiencia o acensado por vezes cho-
roa, e desmaiou, e quaodo Iba deram ether
a ebeirar, deitou a mSo> ao frasco, tentando
leva-lo bocea.
O jury dou o homicidio- por provado
sem premeditacSo, e con> circomstatuias
atteauantes, os joizes coodemaaram o acen-
sado em 5 aunas de prisao.
Du Bourg oavio a senteuc* com o oihar
Qxo e a bocea entre-aberta, n'um estado tal
de prostrayo, qoe estava suatido por oos
guardas. Ao sabir do tribunal balbaciou
algumas palavras, de qae e se percebeu :
< -O que So os boaens I
No tribunal criminal ceatral de Lon-
dres, nos dias 12, 13 e 14 de junho foi
julgada Margarida Dixblanc, belga, da 28
annos, criada, acensada de ter assassioado e
roubado sua ama Madama Carolina Besson
Riel, mSi de ama actriz (raoceza, encasa
d'esta ,em Park Lae, ao dia 7 de abril,
aproveitando a occasiio em que a Blba da
assas^inaoa tinba ido a Paris.
A aecusada fugio para Franca, mas em
virtode do tratado de extradicc5o foi entre-
gue s autoridades inglezas.
Margarida Dixblanc em sna defeza alie-
gou : qoe a assassinada tinha am genio vio-
lento e qae a provojara com palavras e ges-
tos offensivos, por isso Ibe deitou as m3os
ao pescoco e a afogou ; que nao Uvera iu-
tenco de roabar, mas so se apoderou de
alguns valores para poder fugir.
O jory deu o crime por provado, e o
joiz condemnoa a aecusada. na pena de raer-
te, recommeniando-a porm clemencia
real.
da Grenelle, o de Passy e ootro no boule-
vari da Gire, no bairro de Aasterlitz. Este
altimo tem 650 metros de profuodidade e
d por minuto 7,000 litros de agua excel
lente 15 metros cima da superficie do
slo. Sirve urna refinado de Mr. Say, i
quem pertence. Estic-se faraodo mii|
dous, um dos' quaos teri de profi^iJd*
Dip meooa de IjiOO fltetros.
INNUNDACiO DO PO'.-Oj deapachos
ds Ferrare dizem que a agaa cobrio 00
kilmetros qaadrados, 2,000 habitantes
estSo sem abrigo.
UM CAVALLO AMIGO DOS POBRES.-
Cootase qoe o polaco Kosciusko, que tan-
to lidou pela libertacSo do seo pas e por
moitos aonos viveu na Suissa, posean um
cavado, no qual s elle costumava montar.
Cert* r]a, quiz mandar i um amigo om
presante de rinbo, e encarregaodo de o con-
duzir um rapaz, Iba emprestou oc-
vallo.
Cumprio o rapaz o recado; porm. n3o
entregou o cavado ao dono, sem fazer-lh;
algumas observares.
Qaando outra vez tiverdas de rna in-
cumbir de algum recado, n3o ma des para
fazer a jornada o vosso cacillo, ou eolio,
me ba de dar tambern urna bolsa de di-
uheiro.
Porque motivo,, pergaota Kosciofk)
Porque cada vez qae o vosso cavalld
ene ntra um mendigo e este tira o chapeo
para pedir esmola, para e toroa-ae impossi-
vel faze-lo camiobar, sem que primero se
d alga na cousa ao pobre. Como eu n
levava diobeiro, n3o encontrei meio de com
bater a mana do cavallo senS-o, seoSo fin-
gir qoe dava esmola : S assim o cavallo
se resolva a proseguir.'
E' escasado acerescenlar qual era a cansa
na pessoa de sua mulher, sorprendida em que no cavallo uroduzia sessro. Kosciusko
era to amigo dos pobres como1 j)om pa-
triota. Coraeao abarlo todos os senti-
meotos nobres, tivera a virtode de trans-
miltir ao sea cavallo a affeicio pos qae
se veem redozido i estender a mu- ca-
ridade publica.
LAVAOEM DAS VASiLHAS QUE TEM
SERVIDO A PETRLEO Lavam se com
um leite do cal (raco, e depois efiectuVse
ama segunda* lavagam com' leite de cal ten-
do em mistara1 am poseo de chlorureto
cal. Desapparece todo o chairo, a a vas*-
Iba tica parfeitamente limpa.
NOVA .SOCIEDADE COOPERATIVA.
Kealisando' urna vantajosa- alliana entre o
capital e o trabalbo, fundoo-se en Glasgow,
promtHedores, a applicavel aos teeidoa de
algodio, lioho, seda e 13, ao papel, etc.
PRODUCgAO DA LA KM 1871,-Pro-
duziu a Europa 375 milSee de kil., a Asia
'3.:, Australia 79, oa Estados-Uaidos 55
6.. Trica Meriioaal i8116. A Gr-
Bretatha qae o maior mercado do munlo
para i s I3s prodnz aoonalmente mais de
118 Biifhes de kil. e consom mais de
113. Os Estados-Unidos consomem carca
de 00 milhres de kil: e importaram em
1871 lanificios no valor de 40,788 coritos
de ris.
FALSIFICADO DAS CORES DA ANI-
LINA. -O Dr. Garlb *de:cobriu ba pouco
urna amostra de fuchsina falsilicada, com-
posta ioteiramente da crystaes de assocar
saturados pela materia corante. As pessoas
que e.it3o farniliarisadas com a particular
forma arborescente da fuchsina pora desco-
brem jem casto os prismas rhomboidaes do
assocar. Quem n3o ti ver este conhecimento
ser f 13o ntensa como a verdadeira. O meio
mais 8 mples de descobrir a fraude consiste
em merguibar a amostra no ether oa no
icool absoluto;. a materia corante dissolver-
seha I acumen te e os crystaes de assucar
formar 3o deposito.
NOVO AGENTE DE EXPLOSOES. A
dynamita snbstitne a plvora. Querem ago-
ra qoe a fulminatin sobstitoa a dynamita.
Entra tambem ueste aovo agente a nitro-
glycerina, mas em qaandade maior; e>
tram 15 por canto e n3o 25 de silica, e sao
oa 10 |>or cento desla substancia substitui-
dos por igual qoantidade de am aovo com-
posto i himico, com poder absrtente supe-
rior ao do kieselgahr, que se dissipa quasi
ioteiramente em gaz qn-ando se infiamma.
A dynamita deixa toda a silica em resi-
duo bianco depois da eploso. A fulmi-
natrna leixa apenas am pequeo residuo de
carvSo
O CONCERT MONSTftC Escrevem
de Bodn o segaiate a um diario francez:
< O concert do Sr. Gilmore toma deci-
didaoKnte proporc&es monstruosas. At
boje tejm-se inscripto 170 sociedades ame-
ricanas, o qae perfaz um total de 20,000
vozes. A orchestra contar 2,fi00 instra-
mentos, a saber: 258 primeiros violinos,
200 seijoudos, 150 violetas, 100 violoncel-
los e o'itros- tantos cootra-bassos, 2I4 flautas
e igaal numero de clarinetes, 20 oboes, 20
fagotes, 20-Cornelias, 3?trombones, 6 ca-
-rins, 6 pares de timbales, 14 caixa fortes,
4 pares oV pratoe, 1 bombo gigante e 1
1865Volta de noto o re; colera.
1866Chogada do principe de Carignao;
terremoto em Pozzo-Falcone; casas destrui-
das com mu te de alguns centenares de pes-
soas.
1867Chogadi do principe Amadeo;
voa por effeio de explosSo o paiol de Paa-
silipo e morrem 50 pessoas?
867Nascimenlo de nm principe fllho
do principe II imberto; chavas torreociaes
qae destlfem tedas os preparativos, illomi-
naces, etf.
1872Volla Vctor Manoel; eropcSo do
Vesuvio oom todas as desgracas ji conhe-
CidS.
O Gantez ach muito natural, depois dis-
to, que os napolitanos e a casa de Saboya
nSo sejam grandes amigo?.
INDUSTRIA DOS LANIFICIOS NA AL-
SACIA.Occopa cerca de 7.00 operarios
e tem am gyro annoal de 10,000 contos de
ris. No alto Rheao a fiac3o da 13 pontea-
da d trabalho a 75,000 foso?. Em teeer
pannos est) erapregados 1,500 tea res qee
prodozem cerca de 8,000 contos da ris de
pannos ordinarios.
Bstn maior o desenvolvimento da in-
dustria do algodSo, que j nos referimos
em oatro logar, pois que emprega actual-
mente mais de 80,000 operarios, dispa de
1,800,000 fusos, de 37,000 teares e de
100 maconas para estampara, com ama
forca motora -de IS.OOO cavallos,. sendo
doas tercoj desta forfa fornteidos pelas ma-
chinas de vapor.
sob o titulo de Neiohall foctoryi, ama nova 'grande triangulo. Entre as obras escolo. -
sociedade cooperativa, com 83 seguales das para victimas desta gritara, citam-se os
condices: os-.proprietaros terio o direito
deeobrar anooalmenie, altm da amortiaa-
e3o de 10 */o dos* lacros para jar do seo
eapitul; o excesso dos lacras' ser- dividido
ontre-os proprietarios e os operarios par-
tes igoaes, distriboiodo-se aparte dos ope-
rarios na razao dos alarios vencido ; para
facilitar a operaco cada operario recebe,
(som-a-fera, urna seuba designando >knpor-
taoeia- recebida ; qaalquer operar pode
gosar doa direitosdo proprodade (tomando
parto-ooa 10'/* dos-lucros) quando eapita-
lisar um anuo de salario. J< existo orna
outro assoeiacSo d'su nalureza, nao minas
de oarvo doaSrs Briggs, nr>Yorksbire.
SOLDA AMARELLA. A sociedade pro-
motora da indastna prosjiaoa, estabelecida
em.Berlim, offerece um premio do 800)J a
orna medalba de prata, ao inventor de urna
sido, amarella, que tenha as> qooKdades e
propriedades da sida de estanho-ordinaria..
Pretende-se quo sirva paro soldar bem o>
lati, ou ligas aaalogas, cobriedo perfeitav-
mente as juntaK
MOTOR.Ao inventor den novo rap-
tor, ou d aperfeicoameuto em machina
coobecida, teodo nSo mais. dD dous cavallos
de forca, qoe soja de fosal installacao, tra-
balho regular, e pouco dispendioso, offere-
ce premio a sociedade das sciencias iodos-
traes de Lyou. O praso do concurso ex-
pira em 30. de novembro prximo.
MARINHA DA AUSTRIA. Nos Annaes
do Club Militar Naval l se o segointe :
O jornal Tagespresst, de Vienna, publica
a seguiote noticia acerca do estado actual
da marinha austraca. O numero de navios,
incloindo os qae estilo em con3trucc3o,
52, com a tonelagem total de 98,460 tone-
ladas, -forca de 16,013 cavallos vapor, e
431 boceas de fogo. O nomero total com-
prehende 4 navios couracados de cas'ma-
tos, 2 monitores para ros, 3 fragatas/ 5
corvetas, e 10 conhoneiras, todas de hlice,
7 avisos de rodas, 4 transportes, 1 uavio
torpedo, 2 yachts, 4 navios depsitos de
marinhagem, 1 navio quartel de tropa de
marinha, 2 brigues escolas- de marinhagem,
1 deposito de sobresaleotes, 2 escunas
traasportes correioa, a 1 pequeos vapores
desarmados.
O pessoai consta de 399 ofliciaes em ser-
vico activo, 48 ofliciaes no servio em trra,
8 capeiles, 62 cirurgioes, 62 macbinistas,
14 professores, 5 engenheiros bydrogra-
phos, 7 auditores, e 279 ofliciaes de esta-
do-menor.
O Tagospresse lamenta qae, d'ha alguns
anuos para c, tenha desapparecido o en-
tusiasmo pelo servico da marinha, que an-
tigamente era notavel entre as classes edu-
cadas, e qae os ofliciaes amigos deixem o
servico em extraordinaria escala. Apenas
22 por cento do pessoai existente em 1856
tem ficado ao servico o resto tado gente
nova.
O DQUTOR LEVINGSTONE. Um tele-
grama recebido em Londres di noticia do
Zanzbar, enviadas por um kirk. Diz este
telegrama qae o Sr. Levingslone est de
perfeita saode, ebegoa a Unyanyembe de-
pois de baver visitado urna parte do norte
da regilo Taganyika. Mr. Rawiinaon, pre-
sidente da sociedade gaographica de Lon-
dres, receban, um telegramma de Bombaim
expedido palo lente Dawson, membro da
expedicao qae partir procara do Ilustre
viajante. D'este despacho, muito conciso
d'elle se infera qae da fado se sabe ende
Levingslone anda, e qoe atj se sabe que
elle resolveu o enygma das origena do
Nulo.
POCOS ARTESIANOS. Existem actual-
mente em Paris tres pocos artesianos: pi
ASSASS1NATO.O capit3o Patty, com-
maodante da galera Flirt, ebegada. a Nova-
York, procedeBte d Martinica, levas a no-
ticia do assassinato de urna familia de 10
pessoas, no dia de maio, na plaatagao fran
ceza de Saint-Peter's.
Naquelle dia, passeando um gendarme por
aquella povoaco, viu tres homens sahirem
com precauc3o da casa de lean Foogier e
dirigirem-se i pressa para a praia.
Foi buscar auxilio, e pondo nado urna
baleeira, persegoio os fugitivos que se ac a-
vam eniao em urna caoa de velas. Conse-
gua apoderarle delles, depois de urna lula
desesperada, e lancou-lb.es as algemas.
Passou-se a examinar a casa de Jonh Fou-
gier. Este, sua mulher e qoatro fllhos es-
ta vam estendidos em um charco de sangue.
Com a ajuda de um machado; bavlam cor-
tado a cabera a Jean Fougier, e nma de
suas fiibas que por certo despertara com o
ruido, jazia n'am lago de sangue. William
Foogier recebra daas balas ha cabeca,
mesmo no sea qoarto, e o corpo de Jean
Fougier foi encontrado em outro aposento ;
bavia recebidp varios ferimautos ua cabeca
e no peito e algumas balas no pescoco e no
estomago.
Na casa foram aehados dez cadveres. A
familia acabava de herdar 25,000 francos
em consequeocia de em Brdeos Ibe ha va-
rara morrido alguns prenles. Os dona as
sassnos eram Joo e Louis Barthemy, am-
bos va dios.
Barthemy bavia atacado nos tribuBaes
francezes o testamento de Jean Barthemy,
pelo qoal esta deixava urna grande fortuna
mulher de Foogier, mas perder a de-
manda.
Suppe-se que o fim do assassinato era
aproveitar a riqoeza da que lia familia.
Os soppostos assassinos foram enviados
para a Franca afim de serem jolgados.
ESTAMPARA POR precipitacOes
METALLICAS.Mergolhe-se um tecido de
algodo, por exemplo, em urna solacio de
nitrato de prata, esprema-se depois, sem
grande esforco, estenda-se o tecido sobre
urna superficie lisa e colloque-se em cima
delta um clich de zinco, chambo oa cobre.
Apenas se realisar o contacto ser o nitrato
decomposto, a prata precipitar-se-ha em p
negro, representando exactamente, fielmen-
te, o clich. Ficar sobre o tecido ama
imagen adbarente e indelevel, qaando por
lavagem Se faz desapparecer a parte do ni-
trato qoe n2o tiver sido atacada.
Esta systema, cojos primeiros easaios sao
*
eros (i diversos trechos da Paixo deBach ;
do S. ?auib't da Elia de Mendelssoho ; do
Stessiai a do Judm Machatm de Haendel;
da Cre.ifode Haydn; do S-. Pedro de F.
L Paine ; do Statot Mater de Rossini, etc.
ele., a o Israel no Egypto de Hiende^ qae
ser ejecutado todo. Alm disso serio
hcantads 18-bymDos, crese cances popu-|
llares pelo auditorio), e juntamente cornos
eros e a orchestra-. O programma da-par-
te insti umeotal anda nao foi designado', por-
que se espera- da Europa um reforeo de
iostruntantos, bigotmas, sinos,.pecas de arti-
baria u mais otros pe trechos atroadores.
Parece tambem certo qae a romanea do
B*lam ag&- ser cantada pop-8,000 sopra-
nos coia acompanbamento de 50 flautas, o
Lasciu ch";o-piang> de Haendel, por 5,000
contratos, e o coro dos padres da Flauta
encantada por 3.0CG baixos,
FABRICA DE ALEIJAD08 A polica
acaba le descobrir em Londres, em um ve-
Iho ca;abre de Kjgsbarg, situado ao fondo
de ama escura viella, nma fabrica do- aleija-
dos. Sella eram admittidas criaacas de
ponca idade, s qoaes toieiam os ps, de-
formavim o rosto, acbatavam o crneo e
torciaoi os bracos, de modo que podessem
appare;er alegadas, e tudb isto a polido de
seos, p lis, qae se serviam logo deilas para
iacitar a carklade publica. O proco estipu-
larlo pira deformar urna perno era de 30
seaillings, sem contar o sustento, se a criar.-
Co tinha. menos de um anno; se passava
desta i lado, custava 2. libras sterlinas; para
fazer era manco ou deformar orna cabeca 4
libras; e assim paoporco, segnndo a ta-
bella dos precos. Aim disto, davam-se
nesse mesmo humanitario estabelecmenlo
lices ;os mendigos adultos para simularen)
urna porcSo de enfermidades e ulceras. A
casa, muito coobecida dos ratoneiros de
Londres, tinba a firma social de Wdlis,
Willis, Balitan socio Eatnan vao dar contas justica da sua
borrivel industria, bem como mais urna da-
zia de umpregados seus.
DESCOBERTA IMPORTANTE.L-se o
seguinie em orna folba estrangeira :
< Acaba de fazer-se em Yorkshire (In-
glaterra) am descobrimento importantissimo
para es estados prehistricos. A explora-
cao verificada em ama cva quasi ignorada
no referido ponto maaifesta que foi elle ha-
bitado snceessivamente por tres diferentes
ragas humanas, teodo servido tambem de
morad; a moitos animaos carnvoros. Os
vestigio s mais recentes parecem remontar ao
5seco]o da nossa era e indicam que a referida
cva otrvira de refugio, oa poca indicada,
a familias celtas romanisadas, fogindo dos
invasores anglo-saxonios. Corroborara esta
opiniSo moedas e ornamentos de origem
romao: qae se encontraram as primeiras
carnadas de trra. A om nivel mais abaixo
entonti aram-se instrumentos da poca de
pedra; e no fondo nm numero considera vel
de ossos de mammoutb (especie de ele-
phante', de bfalo, do rangifer e de rbino-
ceront. Dos moitos descobrimentos desta
genero feitos em Yorkshire, este o mais
curioso. Um calculo sommario baseado na
grossura das carnadas de Ierra qae conti-
nham astas reliquias, faz ascender a 5,000
annos a poca em qoe a raga bomana habi-
tn pe a primeira vez a cva em questo.
SUPERSTigOES DO POVO ITALIANO.
Nao ba no mondo, diz o Gaulez, povo
mais supersticioso do qae o italiano. Crem
os napolitanos sinceramente, por exemplo,
que a >resenca de um principe da casa de
Saboya no seu paiz sempre signal de um
phenonieno nefasto. Veja-se a proposito
disto a curiosa estatistica que oa napolitanos
teemfcrmilado:
1860 Primeira entrada de Vctor Manoel;
om diU vio impede oa festejos e destre os
costoso i preparativos qae se tinham eilo
para o receber.
1863-Segunda entrada do re; diluvio,
trovos e ra>os, qae matan 8 pessoas.

03 COMPENSADORES D'ARSON.S3o
conbecidos, e eremos qoe ainda estar3o col-
locados, em navios portnguezes, os compen-
sadores do desvio da agulha; mas estes
compensadores dSo a correce do desvio
devido magnetisaco permanente do ferro
dos navios, e nao compensara aquella qae
deve ser attrihoido inloccSo magntica sob
a influencia do globo terrestre. Variavel
eora a orientacao do navio, esta desvio exige
oorree?3o com orgSo movis.
O Sr. d'Arsoo, eogenbeiro da companhia
parisiense do gaz, emprega, para esta cor-
recto, algans feixes de fio de ferro, cuja
collocacc o calculo- determina, para que
possam prodnzlr effeito em ejaalqaer ramo.
Quando a bordo so emprega, para tantos
fins e por tantas razes, o ferro, em qaan-
tidade seiaere cresceote-, bom fr pensar nos
desvos consideraveis que elle pode cansar,
e na maneira- de os corrigir.
Consta qua os compensadores- d'Araon j
foram adoptados em alguas- barcos- da com-
panhia transatlntica.
C0NSELH9SS0BRSA ALIMBNTACAOv
Em todos os tempos bou ve e continuar
a baver quem sobre todo ame o seo estoma-
go, e por isso ponha cima de todos os cui-
dados aquellos que tenbam relago com o
seu melbor entretenimeato, com a mais cui-
dados* manteaca.
Como todava a questo de ama pessoa se
aliruentar sadiamente importa tanto aos glc-
te como aos-sobrios, aao sei ioteiramen-
te osioso repetir o qae outros boo dito j
relativamente ao assurapto.
Sao os alimentos fariosceos os- que con-
teem mais substancias mitritivas qae outros
quaesqner, e at as lenttlbas (por um prato
daa qoaes Esa venden a seus irroaos a pri-
mogenitura) podem sopprir a carao; no en-
treunto O eW quo Uva 9 praaU. pelas
propriedades- tnicas que possue e o calor
que desenvolve.
Pensa moita gente qae a cano de vtella
cootm principios superiores carne de
vacca; isso nm engao.
A carne fibrosa O mais nutritiva que a.
gelatinosa. A carne dos animaos que ainda
estavam na forca do seu deseovolvimento
raa refrigerante sira, mas torna as fuaccoes
digestivas mais dibeis.
E' a. carne do boi a que leva a palma a
todas aquellas quo servem atimentago do
hornera : aviva a digeslao,. dcseovolve gran-
de quantidade de calrico e desta frma
accelera as fur.ccoes circoiatorias ; orna e
ontra cousa propicias para fcil nuincao e
para reparar efiieazmenie as (oreas.
Deve-se preferir comer a carne assada em
logar de cosida.
Preparndola desto modo se aproveitam
todos os principios nutritivos qoe ella coo-
tm ; emeuanto que, cozendo-a,. a coc;o
Ibe retira os dlemeotos principaes,. lomando
o caldo mais substancioso qae as fibras em-
pobrecidas entao.
Depois da carne de vacca a de carneiro
urna das melbores, sendo convenientemente
assada.
A carne das aves por egual om bom
alimento, se bem que mais fraco que as
suas especies j referidas.' O interior das
aves, que se costoma tambem aproveitar,
coraco, moela, etc, sao de mais retardada
digestao, e por isso se nao devem ministrar
aos convalescentes.
A carne de vacca deve ser ligeramente
assada, apenas tanto quanto seja necessario
para se tornar agradaval ao paladar. Assar
a carne de forma qae as fibras se tornem
seccas e toda a substancia dalla passe para
o molho cahir no mesmo erro qua prepa-
rando a por maio da coccSo, durante horas,
fazendo por ve.ninra om bom caldo, porm
reduziodo qnasi a zero as propriedadas mais
valiosas da carne, e destituindo,-a do sabor
agradavel que lhe peculiar.
Estas breves noges culinarias e alimen-
ticias talvez aproveitem. E' fra de dnvida
que o coslume de cozer a carne para fazer
sopa vaa acabando; mudando-se esse ha-
bito, qoe muito Jportugaez, pelos es'.ylos
loglezes, qae nesta parte (e em muitas ou
tras) so nos avantajam incontestavelmente.
O inglez nao estraga a carne n'um pice se
qaer; mas tem todo o cuidado de a cozi-
nhar da forma qne nao se desperdice ne-
nhum de seas principios alimentosos.
SUBSTITUig.10 DA MOEDA DE COBRE.
E' fra de davida que a moeda da cobre
sendo indispensavel para o pequeo gyro,
nem por isso deixa de ser muito incommo-
da, visto como o seu peso mnito grande
em relagao ao valor que representa.
Para se obviar aos inconvenientes da
moeda de bunio, se bio feito varios eosaioa
e estudoa na Blgica e em outros paizes.
Esta materia volta a ser tratada na im-
prensa peridica, a proposito do opsculo
qae acaba de dar luz o Sr. H. M. Ward,
intitulado: O aluminium considerado
como metal monetario.
Opina o autor pela necessidade de cuidar
seriamente na circolacao monetaria, fundan-
do se em qae o equilibrio entre os dona
metaos preciosos empregados como signaes
redresentativos das riquezas tende a desap-
parecer. As minas e jaiigos aurferos des-
cobertos ha om qoarto de seclo
oa California, na Aostralia, na Novo
bio produzido quanlidades de ouro
goaaa.
N'um lapso de lempo de seta
laucado nos mercados europeos a
sa somma de 3 milbares e 250
francos em ouro. A prodcelo medio, aa-
nual do ouro tem sido de 461 milb* e
28':000 francos. A da praU nao se oiootaj
a mais de 200 miibes, e nio se tem doo-
coberto novos jazigos argentferos qne pos-
sam elevar essa media. A eiptorscie osa
lina limitando se s minas do Mesko ale
Copiapo.
As necessidades do commercio com o
extremo oriente, vem ainda au
Mr. Ward, a desproporcio. Oa
dios e cbinezes obstinara se em perseverar
deis a todas suas tradices, s d'aht vea
nio qaererem reconbecer o valor da i
de ouro; segoiodoae que cada navio.
id
prope pora Bombaim o a Cilcottij i
z semorfl nma auantidade maior oa
duz sempre ama quantidad)
or de barra de prata, qoe alta fie sor
transformadas em moeda do pa z.
Urna das razes qae aponte o autor do
eposcnlo como sendo causa permaeoals da
diminuigio das especies da prato, provees
de nm facto econmico, resaltaols da vano-
dade dos salarios, entre os doos paizes ajos
permutara suas mereadoriaa.
Os operarios indios e cbinezes lea
sidades tip exigoas, qoe entre ellas i
de obra nao cosa quasi nada. O
cuinez recebe cada manbia um um t
roz secco ( om litro aproximadasseeOs. )
Frvido o arroz ao?raeota elle o triplo do
sea volume, de modo que o tong feroese
com abundancia as tres refeiceo do ebiatz.
E' a sobriedade dos cbinezes ooe abes cn-
sente o trabainar por diminuto prseo oa
qualqner parte que seja.
Motiva isso o faeto repetido dos
canos da Amrica do Norte, os
yankees, nao podendo competir coa
em bartete de mi d'obra.
a resolugiobem poseo liberal e tolersole
de os afatrtar das localidades a ajs'poo s>
cmse-itUe e- o tiro de rewolver,
qae a vantagom numrica Iba
exercerem o direito do (orea.
Do viver extremameate frugal da
operara no extremo orieole resolta qoe a
troca de productos imitares m loma ia-
possivel, por nasa* do nfimo preco qam
alm costa a m9o d'obra, Sefoo-ss daqa
que tudo o que se comprar naqeUee
dos ba da ser pago a diobeiro, o
em moeda de prata; aeeresceodo anda a
circamstaocia de que a prata que pora l
foi jamis torna a sabir. Neo a di
oio a enterrara, oso especoism,
ram simplesmentev'
Desde 51 at 1872 exportou-se do Eu-
ropa para a Asia 730 mi Indos do prata aa
numerario. Pois desta mimoes, aaeesra
Mr. Ward, aenhoa volvea pan c.
Em Hamborgo aandam foadir a ihalors
prussianos ea barras, e estas-aarebaa ca-
minho do wieote.
Tratando deste asaomplo, diz ora jornal
francez qoeae podea iaocar raio do-alo-
mioium, paracombaar a sajasjsjsji
de prata do seu paia, empoafsado-oi
moeda para-a transaccoes cpotidiasM, al-
caocando-se com aa metal oa iostioaea-
to de troca commodooportaeil.. Quesea
1827 uisso peoBoa o.chiaiw aBsaio Wssv
lar ; p-irna. cua toi- Mr. Uaa.SMa8S-Clai-
se Deville o primeiro qae pos i dispesicvi
da indostra o alomiotum.
E' o aiaroinium. um. molas branca- azote-
do, sonoro* maleavoi, moi rijo, asa docfel
ao laminador. Poeto em contacto- coa o
ar cobre-se de urna tenaasiai carnada de
oxidio, a qoal Ibe serve a evitar m psoajios
sos da o&idacio. laatacasoi pelo acido aso
tico e solpbidriccynio escarece como a pra-
ta posta em contacto com ata ultimo acido.
O sen peso especifico, comparado coa
da agua distiilaia, a de 2.56/tOft; ao paseo
qoe o do cobre do 8,9/10o do airo
19,2.7100 ; o da prata 10,5. 17 postelo
o aluminiam qaatro vezes noais leve quo a
prata e ira vezes 9/tO mais leve quo o co-
bre.
Formula ojornasta qae j cilameo o pa-
resar de qae se os antigos boovesjea co-
nnecido este matal nio teriam asilo bo-
tar moeda de cobre t o pesada e incoa-
moda.
O alamiuiam qae leve n'CAtro lempo o
valor de 3:000 francos cria kilogramo,
pode boje ser entregue industria, seno-
do diz Mr. Deville, por 300 franca o k>
logramma, e descera provavelmenta a n-
veltar-se com o valor da prata qoe O o
222 francos pelo mamo peso.
Mas como em vorama igoaes o alumi-
nium paa a quarta parte que a prata, se-
gue-seque n|o ha vantagem em saboUa-o,
visto como seria necesario faxer
tro vesea Kaior para igualar o valor
da prata.
Mas a oio oflerece vaatagom para
lituir as especies de cobre, -a tea acon-
teatavelmente para sobstitafr a moeda de
bilhio. Voto qoe emitte o oseriptor e oso
parece encontrar moitaa opioida ifoaa i
sua. Pesar a moeda de alumioii
vezes menos qne a de cobre.
Para desfazer quaesqner a|
respeito da semelhanca de edr eotro a prata
e o alomiaiom, lembra Mr. Ward qoe f-
cil prevenir os engaos ou fraudes, dada
forma especial s moedas do aloaioiom. A
forma circular nio obrigatoria ; e asa
piifica o seu dito com o exemplo da coto-
nas hespanboJas onde ba moeda triaogular.
e addoz qoe as moedas octgona alo boa);
e nio contente com o dizel-o, aprsenla ara
figuras, com a frmula geomtrica, para a
obter superficies iguaes s de um dado car*
col.
Assigoala ainda Mr. Ward ootras funcebss
ao referido metal, e vem a ser o abstisar
o cobre na liga daa especia de prata a
otro.
O qae nos parece inelactavei a
la sabstitnicio das moeda de cobre, r
perodo mais ou monos longo, oio s oa
Franca, como em Hapanha, Portogai a ou-
tros paisas, onde se aprecio o asseio jia
mios e daa algiboiru e lastea a eooesr-
vacio data.
IMPOSTO SOBRE OS CAES.-Pola cot-
ias da receita publica da Cria Brotaoba,
referentes ao anno econmico do 1870
1871, constou qoe o imposto sobro a cita
rendeu durante aquello lapso do tsape
279:573 libras esterlinas.
Os animaes tributados foram am najan
de 1.118:293.
O tributo de cinco abetling por ea-
beea.
YP-DO DURIO RA 00 IHlflW 08 UiU
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