Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12679


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Full Text
*-. -
ANN XLVII!. NUMERO 154

/
\

'



V.




PARA A CANTAL E IKSiRIS OMDE IAO SI PACA POKTL
foi tres meies adiaotados............ 8#000
Por seis ditos idea................... liJIOQO
Por ao anuo idea........,............ 244000
^ata oonmaro avtilso ....,,..,.....,*. 130
TERCA FEIBA 9 DE JULHO DE 1872.
-< .'
paia nirrao i toba da pioyiicia.
Por tras meses aduntados
Por mu tos idem. .
Por aove ditoi idea .
Por dib amo idem .'..
..,
t#7li
!WSM
17#0N
DE PEMAMBTO
Propriedade de Manoel Figneirft de Faria & Filhos.
Qn Sn. Gerardo Antonio Alves &
Paroira
SAO ACEITES!
Filhos, no Pari ; Gon$alvei & Pinto, no Mtrannio ; Joaquim Jos* de Oveira & Filho, no Cear; Antoaio' de Lamoa Braja, ira Ancity ; Jlo Mari* Julio ChiYW, no Aufi; Antonio Mirgnes d* Sita, no Natal; Jos Ju&sx
d'AJ.meidi, em Mamanguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha : Belarmino dos Santos Blelo, em Sanio Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth j Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagte; Al ves 4 C., na Babia; Leite, Cerrainbo & C no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
MlaUterlA dos negocio eslrau-
gelros.
A'*/:i do governo argentino ao governo imperial so-
bre o tratados que o,Brazil celebrou com o Pa-
raguy.
Miaisierio da relagdes exterioras la Repblica
Argaatioa.Buenos-Ayres, 27 de abril de 1872.
Sr. ministro.Em 23 de fevereiro foi-me entre-
gue copia de u:a despacho expedido por ese mi-
nutario em data da 3 do asesino ra >z, explicando
ai razoes palas qnaes.o plenipotenciario brasileiro'
m Assorajgo oegieiava separadamente com o
-g -erno do Paraguay.
Can mai'ir demora ainia recabi tambem a nj'.a
datada de 22 de m?rgo, que corresponda iliri^i-
di oire>te ramisterio em 18 le feverairo.
F.ii sommimente peoao ao goverao argentiao,
$:. ministro, tomar couh'ciraento desses docu-
mentos.
O prineiro <5e!le?, olvidando completamente o*
protocoilos de Uuenos-Ayres, a respoodande ni-
camente tupransa, leve per IIm demonstrar que
qualquer das adiados poda negociar separadamen-
ta, nao so os tratados especiaes de limites, com
tambem os mesraos ajastes da interesse eommum.
O governo argentino, altendendo origen e ca
racter desse despacho, poda rnui bem dei.xa-lo de
Uo na ducii^a. ; escripia ella, porm, antes de
cs'.arem cousuinmidos os (actos, coatem manifes-
tabas que Importa deixar coo.-igndas como otro-
dan;io a discuss).
Seja, pois, purmittido ao abaixo assignalo ennv*
gar por elle, entrando em seu exime crn animo
o aeren como o giverno brasilairo, e com a mais
amiga val fraoqiez-, como enmpra acs represen-
Lutas Ja daas na;dis hi poaco unidas em >j-f;z*
da sin honra a de seas diroitos.
a hiitoria da tratados rotos, por urna iuterpra-
torlo iotaressanta de snas claasalas, oa por nao
9'sreta j neces:'arios a alguma das partes ontra-
tantas, nio nova no mundo.
Entretanto, c trtalo de l de maio pareca estar
ao abrigo de qualqier dessas contingencias, pela
clareza evidente da suas estipulado s, e pela sepa-
rae'5 permanente, euanlo aquellas ;coroi:?haadilas nos
itl t a 7, a antas nos ootros.
As estipulacoas relativas a guerra doviam, sem
davida, cessar com es'.a, como o dissa a nota de
i'i da fevereiro, e.tnlo ajustado qna durante ella
os alliados ni d'poriam as armas seno uanlo
tiovaueni d-rribalo o governo do Paraguay a
q\i at ento nio negjci.iriam com o inmiigo
ommara s-paradameote, nem celebrariam trata-
di da eapecia Jgumi sem o perf'ilo ^accordo de
todos (art. 6).
Vi
nada vale contra estipulares terminantes, sari
mu facU demonstrar que ella procede unlcamen
te da confusa] qne a nota faz da f Ma com o fon-
do da qneslo. O tratado de 1 de maio foi appro-
rado plo congressos e govaruos raspee i vos, e
toa elle flearam approvados os limites fixaoos.
Estes limites, portanto, nao nicassitavam de no-
va raiiflear-ao dos ine Oo que n*cessitavtm anda era da garanta com-
muin, no caso ara que o governo do Paraguay se
negassa a reconhecelos, qaer se ajustassem am
Sitos s-oira-los, quar sa rapetisse o acto commam
le 1 de maio.
AscjHvencdes de llmitos, qua os protocoilos de
Buenos-Ayras permittiam, se fuessem separada
menta, tintura precisauente por lim impedir que
nem mesmo na forma parecissa recabir sobre ellas
ratibeacS's e.'tranbss, facilitando ao mesmo temo
po as once iratao'.-s julgasse convaniinla az-r de todo ou da
Darte de seus direitcs ; tea h, porm, o cuidada
da declarar qua eriam partes de um tolo, qua
nao valora sem ellas, nem ellas sem ella. iCon-
juncia ou separadamente conu raoito bem duse
a mes na nota do governo imperial, ios alliados po-
diam proceder de commam aecordo, respeitaado
deltenla seus compnmisn s.
O mesmo despacho passa a referir aniv-
lenles, ainda qne com alguma inexactido, e ac
creseeota que a despeno dalles quera agora
plenipotenciario argentino qua os governos allia-
dos se raconhecessara previamente obrigados a
sustentar, como territorio da repblica Argeati-
na, o pe o art. 16 do pacto de alliaoca asslgnalou
ap-aas como ba- para o ajuste defiailivo com o
Paragaay. A terdade dos fados foi ontra, e o
abnxo a>signado se ve* forjado a restabelece-la,
anmalo pela recommendagao qne o governo im-
perial disse ter falto ao seu plenipotenciario por
ma occasio, de nao poupar esfarco algura para
qua s tratado definitivo de paz fosse firmado por
todos os alliados.]
Observando o negociador argentino que na re-
visa} dos protocoilos de Buenos-Ayres, solicitada
sem rano nem objacto pelo plenipotenciario bra-
silero, e a que se prestou por mera defereucia,
se hivia posto am ivida, primeramente o minis-
tro oriental e depon o braiileiro, a solidariedade
da allianca em principio, reclamou contra esta
interprelco qna ara, em seu conceilo, contraria
readade da alliinga, e nao tendo podido conven
cer aos seus adversario, um dos quae3 nenbam
interesse tioha as questoesde imites, a o ontro
mostrava presea em usegurar os seus, foi-lhe
ferroso retirar-se. seguiudo sua proprii inspira-
(3o a as instrucQ0S3 que recebara.
O plenipotenciario argentino n5o quera, portan-
tanto, na Assurapco seno aquillo mesmo que ha-
via estab-lecido o trtalo da 1 de .mar, qne nao
fu modificado oerta parle do direilo por qaalquer
convenio ou promossa posterior, e aquillo mesmo
M^^J^Vl^^tof^M Snarac^
- em todas as conferencias de
Cm tratado paramante olensivo nao neces^juvu56^1-
nio des sete primeiros artigo. Derribi3oo"^go-+1
I T
verno do Paraguay, os alliados dUp'rsavara -e, e
cada um everno as rela^oes
qua mais Ihe conviessera A amizale havia nas-
Ciita, e terminava nalnralmaote cora a guerra.
O gOTerao atgecttmi e. d d> da que, pe? tratado de t de ojalo, harta con-
trahido um conpromieso inviolavel at a victoria,
qua nem as al/ereitades da luta, nem as mas cir-
camatan"ias de seu erario, nem a opposicao qne
crescia com o contratempo', dentro e lora do
pail, foram bastantes em qualquer teropo para ins-
pirar a idea de ceder, deixando seus alliados sos
oa uta.
O tratad), com effeito, coutem dez artigos que
Mp sao di guerra, que se referem a fados poste-
Mires, e que por seu texlo expre;so requerem
Q;Ei ax-ciKao collecliva. #
Aseim sao os alnados, e nao um dells, os que
ia obrigam a ro pelar a independencia, soberana
e iategridade lorrilorlal da Repblica d> Paraguay
por cinco annoi (irtj. 8o e ).
Sao os allia'hs os que do conmum aecordo en-
trs ?i e oedemais ribairinhos, derrbalo o gover-
oo do Paraguay, devem preceder aos ajastes ne-
c-jsarios para as.-egut3ra llvre navegar-ao dos
r )j Paran e Paraguay, h tomar as garantas con
venientes para a sua effeciivilade (art. Mi.
Sao os alliados que se reservara combinar en-
tre ii os msios mais proprios para garantir a pal
na R'publica di Paraguay, depois dedtrnbado sen
governo Ort. ).
Sao os aiatla os que devem ooraear opporto-
oameo'.e os planipolenciarios necessanos para a
edabracao doaijjustes, cunv-nr;oas ou tratados que
m tenhara de lazer com o gmruo que estabeleQa
ao Paraguay (;.rt. 13).
S) os alliauos que devam exigir desse governo
j pagamento dus desoezas da guerra, dos daranos
cusados as propnedades e as pe soas, eainda dss
verificadis posieriormente com violadlo dos prin-
cipios dodireiti da guerra (art. ti)
Sao os alliados qae, para evitar as dissencoes
s guerras que irazem eomsigo as quesles de limi-
tes, tem o dirriio de exigir qne o governo do Pa-
raguay, celebre com os respectivo' governo3 trata
do? definitivos de limites sob as bises all estabe-
lecidas (arl. I6i.
Sao os alliados que se garantem reciprocamente
o al cumprimanto dos envenios, aju tes e trata-
da com o governo do Paragey, em virtude do
que foi coocorado no pacto da aliianca, o qail
:ar semprc, diz textualmente, em toda a soa torca
v:gor, para o tira de que estas estipulares wj im
repelladas e executadas pela repblica do Para-
guay (irt. 11).
Sao os alliados que, para conseguir este ra-ul-
cado, concordan que, no caso em que urna das
partas contratantes nao possa obter do governo do
Paraluay o cumprimanto do ajustado, ou que
Seta goverao t'nle aanullar as e t plales ajusta-
das com os alliados, tem o dsver de empragar ac-
tivamente sons esforcos para faze-ias respeitar, do-
c;rando-se qoo, se estes forem inutels, os alna-
zer elTectiva a execufo d) ajustado (art. 17).
Sao os alliados, emflm, que devem determinar
ai urna convence> especial o modo e forma de li-
quidar e pajar a* divida precedente das causas raen
< .odas (art. 15).
A selida.-ieds.de da ailianga, Sr. raini'T), e com
e.!a indivislbilidadi da negociado, antes e de-
pois da victoria, eslava tao ancrustada no animo
d)s pienipoteniriarios qua drraaraui o tratado de 1
de maio, qae contera -lia nao os deveres cnllec-
t.vos dos alliados entra si, cora) tambara os da-
veres do Paraguay vncido para com os alliados
conectivamente.
Assira, o governo paraguayo podera escolnar o
governo e as'intituicoes que ihe aprouverem, po-
rm nio poder incorpirar-se nem pedir protesto
fado oa nenhnm dos alliados (art. 8).
A'im tambm II mu concordado entre as altas
lurwa contrata ales que as franquezas, privilegios
o concessSes que obtivessem do governo, seriara
ommans a tolos, e sob as mesmas condicoes (art
Fra absurdo, diz o mencionado daspacho, que
e tratado de limites entre a repblica Argentina
ei) Paraguay l:asse depon lenta da ractiticacao do
o>vero) braMliiro, co no lo-hia tambera qus o
rwsmo tratado entre o Itrazil a o Paraguay dapen-
iiirgeatioo e de rat'il acio lo govaroo da rapubli
taequs ambos nece*inssem amia daapprovajao
lo congresso ( do go'erno oriental, qua nenhuma
questo de linrites tem qae decidir ora o Para-
Preicio>liO e argentino
Buenos Ayres.
Sensivel me tambera refutar a asseveraco de
que por divargeacias do governo argentino, qne
nao reram lugar seno durante a perra e por
lanto a respeito de uis como da oatroi limite.'.
As confereociai de Buenas-Ayres, nesta parte, te
refariram tambara, nao so aos limites da repbli-
ca Argentina, como aos do Brasil com o Para-
guay. Nem oulra cousa poda ser, Sr. ministro.
As quesioes de limites entre o Brasil o Para-
gaay erara raui antigs. No tono de 1856 deram
ellas materia para longos protocoilos, e para ama
dlssideacia to profunda qae dsixra logo entrevar
a guerra que sobreveiu depois, Que milagre era
esse que se havia operado as regidas offlciaes do
Paraguay, governanio os meemos horneas e com
as paixfles mais exaltadas pela recente gnerra?
Seria porque Huraayt j nao eslava em p, ar-
razada palaallianca ? ',
Seria porque o Brasil maniinha ainda no ter-
ritorio paraguayo um exerclto de tre mil ho-
oiens e dentro dos rios um forte esquadra T Po-
rra se o milagre previnha da tudo tsso, en tolo
devido ailianca ; e nao pareda leal nem nobra
aproveitar-se de vaatagans, que a todos se de-
vlan^ para fazer recoohecer aeus proprio* limites,
sem cuidar-se era qae se reconhecessera ao mes-
mo lempo os do alliado, que se echava no mesmo
caso, mas nao tinha nem esse exercito, nem esa
esquadra.
Alera disso mantera o Brasil'eom todas as re-
pblicas hespanholas, qne o eercam como urna
cinta de um extremo ao ontro do imperio, dilu-
cnldades sobre limites que nao tem copseguido at
aqu aplaoar, e se as ba aplanado emjslguma par-
te, lera silo sublevando os odios das repblicas in-
teressadas.
A repblica Argentiaa, pelo adrario. P
evitar essas quesioes, tara soffrido freqaeniemeo
te dilacerares de seu territario, asurp*c6as vi-
dentes, e lanto assira que am vez da usurpadora
adquiri a reputagio de longaeimidade. Qae phe-
oomeno foi esse que permittiu qae a potencia, ac-
ensada por todas as repblicas wspanholas de in-
vasffas de territorio, nao eneontrye diffleuldides
cora o Paraguay, e as enconirasse > repblica Ar
gentina T
Pondera o Sr. ministro a moieracao e ge-
nerosidade do governo imperial, que eedeu da (i-
nha do Igurey, tragada no tratado de 1 de maio,
entretanto que a repblica Argentina nao quer
ceder da linha do rio Paraguay at a Bahia Ne-
gra. Lineando urna vista de olhos sobre o map-
pa, v-se qne a parle celida limlta-ee a um peda
co de terreno sobre o Igurey, que o Brasil nunca
pretenden antas do tratado de 1 de m?io e o Iga-
tem que Ibe bavia sido disputado pelo Paraguay,
antes desse tratado.
O Brasil ceden, pois, ao Paraguay o qae era e
foi serapre deste, ficaodo, todava, em nome do
tratado de 1 de maio, cora territorio que havia si-
do tambem c Paraguay, porquanto nunca, at a
guerra actual, quizara reconheeer sobre ella a so-
berana do Brasil Porque, pois, se estranha qne
a repblica Argentina qneira assegnrar-se, em
nome ao tratado de 1 de malo, de territorios qne
Ihe partencem de direilo, apezar das pretences
do Paragaay T Pd-se tao poueo comparar am
alomo a am mando ? Como sabe, emflu, o Bra-
sil qne a repblica Argentina nao teria cedido
de seu direito do tratado ? Nio flciv abarla sobre
muilo cuco tamiio. tcabam esjado os tratados de- asu noato a no-.iipJj ?
limiiTos S-atasloa iiar dous auao-
Dapais das cmfereocias de Bnenoa-Ayree, a
oegociagao. e com ella os tratados, suspanleram-
se pela ausencia inesperada do ministro brasi-
leiro.
O goterno argenlino e3tave sempre prompto ao
manar eonvite do governo imperial, .sftndo tal
san desejo de corresponder s bdas relagSa cora
miaiitr.
o imperio, e de curaprir flelmente por sa pane
os leveresda aiiiinca, qua nao recusen oceupar-
se desas assuraptos aera mesai) durante a re-
balliia de Eatre-Kios.
A declarago previa, emRra, que solicitava o
plenipotenciario argentino, ole imoonava qua o
Brasil e i Repblica Oriental imporiam os limites
sem onvir o Paraguay, nem qae a ailianca nagas-
por esee acto (pso fado) a preienco da Boli-
via acerca do territorio do-Chaco.
Os ministros da ailianca naviara-se trasudado
pan a Assumpgao precisamente para ouvir o Pa
raguav em todos os seas limites. A questo nua-
ca vaVsou sobre oslo ponto, mas sim sobre as
obrigac^es do traalo de l da maio, que pala pri-
meira vez sedfsconhecia.
A qaesiao com a Bilivia era peculiar i Rep-
blica Argentini, e eslava resalvada expressament
em nitas reversaes. Onde eslava, pois, a difllcui-
dade seria para oppr-se ao pedido previo do ple-
nipotenciario argentino, e romper por este motivo
a indivisibilidada da negociacao f
Tudo isto, entretanto, Sr. ministro, nio tao do-
loroso ao governo argentino como o espirito qne
resala do todo do despacho. Olvidando completa-
mente o trtalo de 1 de maio, depois da victoria
comnium, e nosso alliado recouhece agora qua o
Paraguay com raza) liga a maior importancia
sua questo da limites peh lado lo Chaco. O go-
verno boliviano nao ?e bavia dirigido at agora ao
argentino sobre sus pretendidos direitos ao mes-
mo territorio. E', porm, nosso alliado que inter-
rorape ess silencio cora qualquer motivo e se eu-
carrega de fazer-nos saber oficiosamente qus ti-
nba recebido corarauaicacSes do governo da Bo-
liria. Pretendera acaso nosso alliado fazer soas
agora todas as pretencoes contra o alliado de hon-
tem ?
('.legamos nota de 2i de marco.
E' certo, Sr. ministro, que a amizade de dous
povos vizinh03 nao lam data fixa, como tambem
ni j a tem a inimizada. A batalba dn Ituzingo
nio nos separoa para sempre, assim como nao nos
ligou para serapre a cooperario brasileira que li-
bsrtou as repuolicas Argealma e do Uruguay de
seas dictadores Oribe a Rosas.
Os povos sao lodos irmos, merabros da huma-
nidada, e na fronta do hornera, sob todas as zo-
na', ba a scentelha da intelhgencia qae aspira ao
progre3so, como ha era todos os oracSes o amor
liberdade e patria.
A ailianca dot povos, ne3"e sentido, anterior
a todas as datas; a ailianga, porm. de 1865 era
alguma cousa mais do que isso. Era a conanca
que o goverao da repblica tioha no governo im-
perial. Era durante a guerra, a confusao da seas
territorio* respectivos, a associagio completa para
viajar lojarias cemmuns. Era, depois da guerra,
a communidada de ideas a da propoit03 no senti-
do da paz e da libardale deslas regies. Era, per-
ianto, urna obra de guerra e de paz, uraa obra de
presente e de futuro, por modo algnm compara-
ve!, em alcanca poltico cora o de balalbas ganha?
oa perdidas.
E' tambem fr de dnvida, Sr. ministro, que o
governe argentino o.i) julgou coavanienie tratar
cora o governo provisorio do Paragaay ; sabe, po-
rm, o goveroo Imperial, e consta alm disso
de documentos pblicos, qua essa opioio do go-
veroo argentino nao loi deci>iva,vistc que o raasrao
governo provisorio se negava a tratar, e indevda-
mente se pode atiribnir aeco exclusiva do go-
veroo arcentino a pequea demora que leve en-
tao a negociago, e a cujos inconvenientes se pro-
veu safncientamenta pelo aecordo preliminar de
iO de-juho de 1870.
A nol. de que rae oceupo, entrando mais em
materia, se comptai em repetir varias vezes qae
desde o priocipio se conbeceu bem que a nica dif-
culdade que ullerec -ra o tratad delioilivo de paz
era a que wu*istia ui rix?io dis limitas di
Chao eotre a repuWica Argentina e o Paraguay.
Nio consta tal aw de rieohura document pu-
blico Pelo acaordo de 20 de juoho de 1870
a alijan ja cgoiraiu o dav A ailianga subsiste, disse o sr.
os fias especiaos expresaos a .
Quaee sio esses lios a juizo do governo brasilai-
ro T Os da guerra uaieamente? Ficon demonstra-
do, com o proprjo texto do tralsdo, qne ee^se
eontm lies qae deviara lar cooservado os aHMM
unidos at ao tratado defiailivo ; e o Brasil t*o
poJehegar r0ifla dando s palavras sigaifleagao diversa da qae ellas
lera no idiema.
As bises j nao sao basfs. e o sea desenvolv-
memo outra cou a que nao as mesmas bises. As
bases agora sao pontos que se tem da diieatir, a o
desenvolvimento, em vaz da robastece-las, des-
tinado a destrui-las. A inconsistencia desemejan-
tes conceitos demonslra-.-e por i mesmo, e nio
caraca da comraentarios.
Em troca, a tnesma nota offarece ara tratamento
de igaaldale, e a garanta por parte do Brasil aos
tratados que tambem separadamente celebrassera o
estado Oriental e a repblica Argentina. O gover-
no argentino nao explica este offerecimento a nao
ser pelo esquecimeoto involuntario das convenien-
cias internacionaes. A g irantia reciproca, como
resultado do tratado de 1 de maio, era a cootinna-
go da ailianga, consagrava a f prometlida, digni-
ficava os alliados a seus proprics oib)3 e aos do
mundo, in'pirava conflanga ao mesmo vencida,
que nao podia crer na liga de tres nagSes para
humilha-la ou subjnga lo. A garantia ex post {acto
do Brasil, que negoeion separadamente, recahindo
sobre nma negociag) separada da repblica Ar-
gentina, seria o protectorado do imperio estendid/
at a repnblica. A repblica nao quer nem naces
sita dessa garanta. Se o iratado de ailianga nao
garante seus direitos, se seus alliados a abandonara
no momento preciso ero que podiam ser Ihe uteis,
a repblica lem poder bastante para por si s fazer
reconheeer seus direitos ao inraigo coramum.
Se, por ontro lalo, o Brasil garanti separada-
mente a integridade territorial do Paragaay, se
considera qae por forg (ex vi) do art. 8 d) tra-
tado essa garanta importa qae se devem respailar
as preteogdes da Paraguay sobre limites, ou qar
nao podem ser rejeitadas seno depois de discali-
das e, no caso de asistencias, sem ser a questo
snbnetid.i a arbitramento, como er ao mesmo
ti-inpo poder garantiros limites litados peh trata-
do i repnblica Argentina ? A garantia eommum
teria sido per acaso ama palavra va no tratado,
como a palavra bases T
A negociago separada, sob qualquer aspecto
que se encare, nma infraego do tratado de aili-
anga. nao da um m da seas artigos, mas de todos
ellas. Porm a eslipolagio relativa ocenpago
militar do Paraguay, pelas torgas brasileiras, aioda
depois de celebrado o tratado de paz, alguma
cousa mais. E' a violago dos protocoilos de Bue-
nos-Ayres, aos qnaes, os qne cbamaro acto inter-
nacional o aecordo eom o governo paraguayo, nao
podem negar Ibas o mesmo alto carcter. E' o
protectorado ignominioso para aquello que o soffre,
porque se fon la na desconflanga qae inspira. E'
uraa Migrante cooiradieci' da parte dos que invo-
cara a pros'.rago da nacao vencida, e que por des-
graga bastante cario para qae por si sirva de ga-
ranta, ni m poderosa naga) braziieira, eoroo
tambera as proprias repblicas limitroptie*. E' u
d-sprezo tligraate dos direitos de s beraoia eii
depeodeocia, a qae aago alguma c asente iivre-
raeale, e contra o qual todas s nagSes viziahat
lera o direo de protestar. E', emiira, uraa causa
permanente, de daseonfianga e de odios qne, a
despeito de todcs, tarde o a cedo terminarla pela
guerra.
O Sr. ministro, para defenler seraelhaole eatipa-
hgao, allega que ella apenas ama facaldade qae
se reservava o Brasil, de conservar alguma torga
ao territorio paraguayo, atlrn de proteger execu-
go dos ajustes celebrados, e auxiliar a manutan-
go da ordeno interna da repblica, elemento na
ceesario para aquella, execugio ; e jue essa raesma
faculdade a sujsiton a accorto previo eom o go-
verno do Paraguay, para dar assira mais ora leste-
muobo da suas rectas iatengdei. Nao se compra-
h'nde fcilmente donde tira o giverno do Brasil
essa facaldade. Se do ficto pre-existeata, co uo %
not diz mais adianto, dervalo das crcanistan-
cas e estipulado entre os alliados a o governo pa
raguayo, nos accordos de 2 de janh) de 1869 e SO
de jon'li i de 1870, esses ajustes deterroinavam,
como limite da oceupacao, a i'lUd,^ 4'^'^^ Qa
I paz, ft Uaiil4*lla. qo* '.o,?*, a |oeruo' \m$M\
a mesma q e lem o governo argentino, emquanto
nao celebra i eu iratado deriaiiivo, mas qne deveri
cessar logo que se anteada eom Paragaay, do
mesmo modo porque devia tercessado a de Brasil,
depois de setis tratados. E por Uso o projecio da
aecordo con.mam, aju.ta la as conferencias de
Buenw4yra!, dizia: Estando deunivaojenie
resuboleeida a paz entra as potencias assigaata-
ria, o goverao da repblica Argentina e o de S.
M. o Imperaiior do Brasil faro retirar as torgas qua
aioda ocqtfam territorio paraguayo, dentro de
tres meza* o miados da troca das raliQcagdes do
present, iri.laJo, ou antes se iirposaivsl. Por
qua esquece e Sr. ministro esta esfipilago termi-
nante e posti rior, para recordar nicamente os
accordos de januo de 1869 de jaoao de 1870 T
Alea disse, o Sr. Paraaho#> para estipular estes
mesmoi tres mezas, escrevea ao plenipotenciario
argentino, em 27 de Janeiro da 1871, a segaiote
carta:
c Tanho a honra da remellar a V. Exc. nio s
o projecto d( penltimo protoeollo como tambem
do ultimo, (elle encontrar V. Exc. urna altera-
cao que a c o prazo da tres mezas, em vez dos
dona ajustadas para a retirada das torgas( art. 1*).
O prazo deduus mezes ple ser insalncieole para
retirarem-se os 3,000 humeas de Assampgo para
o Rio d Jai eiro, e isto sem contar cora as difflcnl -
dadas qne pasea offerecer o rio. A clausula, oa
antea sa toase ^ossivel, nao tana sentido razoavel
eom a estipa lacio do raini rao de dous mezes. A
clausul ota litesta a inten^o e o dever de retirar
sem demora. Qaio looge eslava o plaaipoteoeia-
ra, reeonbei ando nesles termos o dever de retirar
s*sa demora u torgas depois da paz, do goverao
qae invoca hoja a seijuranea dos ajustes e da
orden interna, para conserva las indefinida nenie T
Vem ao so mencionar aq-u tambem a masma
desproporg das torgas de oceupagio a ainda de
influencia. Qoanlo a repnblca nio daixava oa As
sumpcaomaii do que ama guarda pas asuabsn
deira, o Bra til deixava ura exercito e ama esqua-
dra. Qaandi a repblica ni enriava seas minis-
tres senio focada pelo comprmanlo di seas de-
veres de all ido, o Brazii fazia constantemente da
Assumpcio : resida acia da seas priacipaes homeni
de estado a subveneioniva urna imprensa favora-
veL A facallide, pois, de oceupagio e de influen-
cia qae ha ixarcide a repnblici tm uniio eom o
imperio, nio pode comparar-se nem durante esse
lempo. A ocetpagio real, a influencia effactiva
lam sido toda do Brasil, qus desatienden al ao
eonvite qne h repblica Iba faz algamas vezas de
descenpar lotalmsote o Paragaay, ainda antes
dos tratados defhitivo*.
Polia-se, eomtodo, admittr, Sr. ministro, a razio
da seguraniv dos ajusta', se fosea possivel que re-
almente esinessea em perigo, porm nunca a da
ordem interna. ,,
Ames da paz a ordem ioierna de nma nagio in-
leressas oairas que contra ella Inlaram, jusiiii-
cando esse Ir terassa a ocenpacio e os auxilios que
eom semelhante motivo pos>a darse ordem in-
terna. Esa)a ipoio, porm, depois da paz a ab ti -
cacao da nac onalidade, o protectorado, priraeiro,
e, depois, a .bsorpgio. *
As nagoes estrangeiras nia sao jaltea da ordem
loterqa, a po nao o sorem po eriam mnilas vezes
nnia lUsiitttttsiw r -*" ""*?"?" -^ rV*
remellar eati mal ajuizessem ser jntaea, nao poda-
ran s-Jo sanio tasando eoaheeimeato das cansa
da dnsardera, dando senten;as e applicando penas;
a ento a independencia e a soberana territorial
loriara dasapparecilo totalmente.
O Sr. ministro parees admirarse de qae o go-
verno a.rgaBuar.tinsUera offeodido o pacto da al
desses ajustes, sena o caso da considera-los com datado nao offareeia para os ajnsies de limites e-
perfeilo conh-cimento de causa, e de tragaren ao a base das frooteiras Interiores ou separadas
os governos adiadas a norma da seu procadlmento pe|os riOS Paraoi e Paraguay, restava fazer s*-
ruturo. iparago das ilhas, segundo os
O plenipotenciario argentino rejeitou esta re
dacgi >, e propez a seguinte :
principios que m
dous tratadas oa-
i esiipulassera em cada um dos
peciaes.
Qae o govaroo argeatiuo cooservava, nao obs- imporlava, porUnto, lar presenta qae a regra
tante, o di re le de exigir antes da victoria como qa8 se adoptasse no traudo com o Brasil, o reei-
depois dalla, os limites Bxados pelo tratad > de 1 prcamente a que prevalecesse no tratado com i
de maio, deveado resolver-se qualquer difflcalda-, repnblica Argentina, nio obrigaria aos outros al-
cooperagao dos alliados reunidos em liados teno depois da previo a expreiso eonsaa-
cora o representante do Paraguay, lmenlo.
de eom a
um.s aeto
consignan io-se o resaltado- am aclos separados,
segoudo o ajustado a principio.
*Nem ento, nem depois, -oam era tampo algara
o plenipotenciario oriental manifeston que no en-
leoder-do seu goverao s questo de limites nao
era^oiui fmdens e, se o livesse feito, teria en-
contrado como adversario nessas cenferencias nao
s o plenipotenciario argentino, como tambem o
brasileiro, que em mais de urna occasio mam-
festn opioio categrica a esse respeito.
O ministerio oriental limitou-se par sua parte a
dzej o que expressa o protoeollo rraaao, que
nesta parte nao contera uraa s palavra ae me-
nos nem diversa do projecto, a saber : < Qie uio
podia deixar de assentir a proposta do plenipo-
tenciario argentino, porque sempre estivera o seu
governo persuadido da que nao se polia resolver
entre os alliados qaestdas de direilo territorial
sem ouvir a outra parte nteressada, que o go-
verno do Paraguay. Que, mesmo quando o ae-
cordo preliminar de paz nao o dissesse, a razio
e a jastiga dos alliados ibes imporiam e;se de
ver.
Para os negociadores de Buenos-Ayres, portan-
to, o tratado de 1 da maio rtxoa ellectivamaata
frooleiras a -arbitrio dos alliados, e como ora am
pacto iaternaciooal, passado cora aatorldada de
cousa jalgada, oeohura dedos se considerou com
direito de resolver sobra a jusiig das preteng5as
de qualquer das parias. Nuuea lie paiie os ne-
gociadores coocordaram, como o assevara a un,
am qae es ajustes da limites estavam virtual e ex-
pressanienie subordinados ao compromisso de res-
peilar a integridade territorial do Paraguay. Es-
se aecordo nao era possivel. era ante a garan
lia, nem ante a razio.
compromisso de res petar essa integrilade era
nicamente para impedir qae fra de seas ter-
mos os veocedires abusassem da victoria e divi-
dissem entre si todo ou parta do territorio do
vencido.
Trtando-se em seguida das tortiflcagSes da
Humayta, o projerto de protoeollo, cojos originaes
existem nesla secretan?, attnbuia ao plenipoten-
ciario argentino as seguintes consideragoes :
O plenipotenciario argentiao tornea em pn-
meiro lagar a palavra e expoz o qae se passou
no congresso argeatiao a respailo daquella pro-
toeollo.
Dessa exposigo resalta qua o congresso ar-
gentino, era sessoes secretas, havia tralad) da
cireumstaneia de nio ter sido subraettido o pro-
tocollo, como o tratado, approvagao lo mesmo
caagresso, a qae era consequeocia desses deba-
tes se havia declarado por acto das duas cmaras
que o proloclle careis daqaella aporovag),
<-ie o governo argentino nio curopr u aquella de
ra cao a-, congresso ; portanto, disse'o Sr. Te-
|*>r. o protoeollo nao tai da reonblici Armift;
t Acereseentou S. Exc. qne anda qujRio os
debates do congresso nao versassem solje o m-
rito das estipularles do protoeollo, aras sobre a
questo de competencia conslluci/jnal, revela
o ,.
lianea pfla garanta "iii^iTiMpndssSEVc- ^l iam-se, nao obstante, sentimentos,'mu conti
Brasil a independencia, sobaraia e integridade
territorial de Paraguay. \ d'.'aranga entre a ga-
rana eolleet va-a a garantia solada nao obstan-
te saliente. A ga/aotia eojlectiva daixava em p a
ailianga; a garanta individual a rompe. A ga-
rantia eolied va importava a flseallsagio de lodos
os alliados ero. favor do vencido. A garanta indi
vidual significa a ailianga comoveneido contra os
alliados da vaspera, qua podessera atientar contra
seus direitos no preleagSes, e aos quaes se provo-
ca ao mesmo lempo a tratar separadtraeota como
se se procurasse dar origen a am conflicto. A ga-
ranta individual como a ocenpago individual,
que dastroe e aniquile a soberana. A garanta
e.lleetiva, pelo contrario, urna prova de sega-
ranga, porqae, debsixo della. como dabaixo da
oceupacao collediva, a aago qae a soffre est ao
abrigo de usarpagdas iniquas palo equilibrio de
intensases qua nunca sio iguaes, anda que de al-
liados.
Alera disso, pelo faci de" negociar separada-
mente a indemnisagio que Ihe davlda, o Brasil
conslitoiu-ee o nico credor, e adquiriu inleresses
oppostos aos de seus alliados.
Sa o Paraguay nio podar satisfazer fcilmente
os gastos e prejalzos do Brasil, menas ainda poda-
r pagar esses gastos e prejuims reuaidos aos dis
repblicas Argentina e Oriental. O total flcou
ssim sem fiscalisago, e a cobranga mooap >lisada
am proveilo da ara s. O tratado da i de mato
dispoz pru lentamente outra cousa, quanlo estabe-
lecen que em ora convenga espacial entra os
alliados se regular o modo forma de liqailar e
pagar a divida ( aris. li e 15. )
Examinadas em globo as nfraegoas da ailianga
e os termos em qua ella se faz, tcame agora res-
(abelecer o histrico que da negociago faz a o na
qae reipoado, para asgolar a malaria, oa espe-
ranza serapre da qae a sibadoria a prudencia do
gabinete imperial adopte o meio conciliatorio que
Ihe foi propo'to, ou qualquer ouiro qae julgue
equivalen!*. O governo argentino recnsa e recu-
lar at onde fr possivel dar por terminada urna
a nanga qua tanto eusiou a popalarisar, mesmo
em mel das glorias e dos p*rigo* cammuos.
O abaixo assigna-io, plenipotenciario as confe-
rencias de Buenos-Ayres, testerannha de ludo
quanlo nellas se passoa, nao pola admittir a as-
severago de qua os representantes dos adiados
tomaram nellas, para ponto de partida dos ajnstes
futuros cora o Paraguay, o de qae nio baveria
outra difflcaldade qae a tlxacii dos limites do
Chae>, raeonbecando todos qae se nio poJia re-
solver sobre esse ponto sem onvir-se antes a par-
te interessida, nio > peto artigo 2 do aecordo
prilimioar d-e paz, como tambera ex vi do art. 8*
do iratado de ailianga ; e qoe ento, como as
conferencias acluaes da Assumpco, o plenipolea-
ciario oriental diclarou que para seu governo
as qu-.to*s de limites nio podiam coastituir ca-
sus faieris.
O proiocollo n. 7 den ler sido mullo mais ex-
tenro do que Redigido o projeelo pelo pleoi-
potenciuio brasileiro, que >olicitou essa encargo,
o seu preambule eorasgava por citar nicamente,
na parta relitiva a limites us memorandns e aecor-
do de 20 de juoho ; e, sm xclu.r estes antece-
dentes, por iodicago do plenipoteaciario arganti-
n \ toi cHaio em primeiro lugar o tratado de
ailianga, qua doroinava a materia, inclusive os
masmos memorandos e aecordo.
No mesmo projecto de redaegio se havia posto,
como da bocea do plenipotenciario argentino o se-
guinte : i O ia am vista do aeto preliminar do paz
do que ficava ajustado as proseles conferen-
cias sobre sepiragao da ajaste*, de limites em tra
talos especiiei, o proceder oais lgico e pradera
te seria entrar cala urna ais partes intaressadas
ano negociaros* a essa raspe.w com o g-v-r.i > pa
r'agu-.yo. Q"ia sa os aralas btaslairo* :am aceei-
los pelo Paragqs w* jaran seas amados os
qqe Ih'os c mtejassem, e o r,tmo de,a dliar-se.
em relagiq oa hmAves f-^unos. Que se bavia
is a cUsOta na qn -ip4A.
Qut considerada a que-ta >,
ttlava.
como agora po-
dia e devia .- -lo, debaixb do pomo do vista das
conveniencias internacionaes, jnlgava tambem o
goveroo argeo'ho qua a referida clausula res
trlogia, sem neeessldada para os adiados, os di-
reitos de soberana do Paraguay; e que alm
disso as alliados deviam contentarle com as ga-
rantas que da faco tinbam j na deno&digo Jas
fortalezas e no actual estado inoffansivo do Para-
guay.
O plenipotenciario argentiao, pouco satisfelto
com esla redaegio, propoz em lugar do primeiro
e segundo paragrapbos, o do protoeollo approva-
do, accrescentando-se como quarlo, depois do
segn lo e terceiro, o seguinte :
i Que, finalmente, era era si mesraa exorbitante
f a clausula sobre as fortiflcagoas futuras do Para-
< goay, e muilo mais vista da cireumstaneia de
c se nio absterem tambem as repblicas Argn-
t tina e Orieotal, o o Brazil, palo ontrario, con-
. servava snas fortifleagoes de Matto-Grosso sobre
i o ro Paraguay.
O plenipotenciario braiileiro, em sua resposla,
fallando de tortifleagdes interioras para supprir
as dteosla, e do sileneio do governo argentino
sobre a resolaglo do congresso, o ministro argen-
tino pedia que se aeerescenlas3e sua replica :
t Que as toriiticagoes interiores nio podiam ser
considralas da mesraa importancia das codo-
cadas Miare as costas para a dafesa do terri-
torio. Qae o. silencio do governo poda tamben
eonsidarar-se como proeedimeolo coherente com
a ratilieagao do tratado, desse qae ao comegar
a conferencia hiviatidoa nonra da subraetter
considerago de seus collegas as proprias palavras
do ministro de relaepes exteriores, ento sanador
da repblica.
Por sua parta, o ministro oriental, < palavras
qae eontm o protoeollo assign ido, segundo o pro-
lado, acereseentou as saguiotes :
Qae nio desconhecia a oorigagao contrahida
por sen governo, mis que agora os adiados podiam
e deviara no iolarasse de todos, e eofn espirito
justo a amgavt I,reconsiderar essa eslpulagoomo
qualquer outra do iratado de 1 de maio. Que, posta
a questo ns terreno das conveniena.ai, erasa
opmiio qae sa abaolooasse a clausula da qua se
iraiava, por desnecessaria e pela odiosa interpre-
tago a q e se prestava.
Tem, pois, rai) o Sr. ministro, quanlo, em su
nota de 23 de Mirgo, disse qua nao poda ser di
reno para o governo argenao o que era obrga-
co pira os alliados; e o governo argentino, de
nenbumi ruaneira houvera eslranhado qae o bra-
ziieira daelarassa caduco por asso motivo o trata-
do da Ida Maio. Porm o) lera razo qumio
diz que a falta sa daveu nicamente repblica
Argentina, porqianto, em su oppa3igii era acora-
pandada pela repblica Oriental; e anda menos
a lam quando os successos demoa-tra-an dep ,j
que o grande obsuculo para negociago conj inda,
nao o era para a negociago separad. Occur-
reacia curlo da Jeira de oi declarar-se an') caduco o tra-
tado por esse rooliv est na oliosilada di clausu-
la, e somante nisso Qcando assim indirectaoienla
juit licada, pelo Brazil mesmo, a atina la do con-
gresso argentino.
t Em seguida continaava o projecto de proto-
eollo, o Sr. (wenlpotenciario brazileiro pend^rou
a seus collegas qae, e-lanio conordado qua os
ajastes de limites constituiran) actos separados e
dislinctos, e japendendo estes do qua o plenipo-
tenciario brazileiro, por sa parle, e o plenipoten-
ciario argenlino, psla sua, ajustassem oom o ge-
vorno do Paraguay, nio obstante dever-sa fazer
essa negociago cora a assistaocia de todos o*
plenipotenciarios, eoovioba desda logo
ponto qua era de interesse gera.l.
t Qae o ir uto de alliingt em seu, a.K, t? -
balaceu um eompromilso corara,i),ai niiU--
aos ajaste quo sa eleb,r-f,,a amanta
oonformiiada
aUBVilUi *I*plW 4* QtWS. OJ43 W^ CMS O 0161) M,%$i ** ^^
'< O Sr. plenipotenciario argenlino disse qua c
direito das gantes estab-!*e*> as regras pe ia quaas
tinbam de ser demarcadas as ilhas era relagao ana
territorrios adjacentes, e Iba parada, perianto, ex-
cusado tratar desse ponto.
0 plenipotenciario argentino nao julgon sufflci-
emes essas poucas palavras para completa respos-
la a c.msi Jeragoas lio avaogalas e de tanto alcan-
ce como as emitidas pelo plenipotenciario brasilai-
ro, palo que exigi qua sa aeereseautasse :
i Qde o compromisso do art. 17 nio devia ir
< alm do seu texto, visto que as conferencias ac-
< tuaas nio tinbam por objecto ajustar todas as
< quesles possiveis aos adiados entre si, oa en
a tre elles o Paraguay, mas nicamente as qua sa
< originassem do tratado de i* da maio.
t Que nio baveodo ilhas que podessent es.ar
< sujeitas a litigio, a nao ser as aguas do no Pa-
raguay, limite do Paragaay e da repblica Ar-
genlina, nao podia aeeeitar a intervengan qaa sa
< pretenda para o seu ajaste ; que nem o tratada- .
c nem interesse algura digno de considerago coa-
feriara essa intervenga* ao Brasil.
A' vista disto, reesobecendo os plenipotenciarios
que seraelbantas diacussoes levavam a negociag.
para um terreno qna nenhnm dalles desejava, eon-
vieram, de eommum aecordo, reiuzir a sopprimir
mesmo as restoslas e replicas, firmando em 20 da
Janeiro de Ia7l o protoeollo o. 7; agora, poro?,
que urna negociago violenta reabriu a desinteili-
gancia, que ento apaas assomava, e qua a eii-
cunispecgo e cordura dos representantes slas tres
nagoas souberam evitar opporlamente, nio sari
por domis restabelecer o texn primitivo, coma
Uliago das ideas e dos successos que pode.s.ia
sobrevir.
O Sr. mnislro parece preoecupar-se muilo, aaa
sua nota, da posigio em qua fiiriam os alliados
para com a Paraguay, sa o Brasil e a epoblie*
Oriental assnmissera a responsabilidade qne sa Usas,
exigi, e com nao pequea solicilndo pergontt :
i Entraran de nevo em gnerra com esse infeliz
c Estado, com quem j vivan ha dous annos sua
t paz amigavel. e que Ihes nio poderla resistir
eficazmente T
Decreiar-se ha a completa ruina doParaguiy
< talvez o aomquilameiito de sua nacionalidad*.
i quando elle ludo recoohecia aos alliado,
< fasia quesia dos limites do Chaco, ouda da lacla1
j a repblica Argentina estabeleceu o tend-
t minio T
A soliciiade que ne-tas linhas mostra o gavera)
imperial pela sorte do Paraguay digna de todo o
elogio ; porem nio concordable eom a resisten-
cia que o governo argenlino eocontrou sempre
oeste governo para tornar menos penosa a sarta
do veneido, renunciando os alliados, de coronaos
aecordo, a ia i sranisagio pelos gastos da gnerra a
nada era comparagio da imraansa divida proceden-
te da guerra, que p)r sculos o ter atado glso
e Ihe impedir respirar livremente para cahir pro;-
Irado aos ps de qna.quer visinho prepotente a<
Lambicioso. Porque nao condoer-nos autes da sir-
te do Paraguay nesse terreno, mais positivo ? O
plenipotenciario argentino, entretanto, o qae pola
nicamente fazer a esse respeito em favor do Pa-
raguay, as conferencias da Buenos-Ayres, f ,i in-
troduzr a palavra benvolamente uo an. 3* daraa-
pectivo protoeollo, que depois o plenipotenciario
brasileiro eacareceu as conferencias de Assump
gao.
O erapenho de manter a ailianga, que era soa
nota repele o Sr. ministro nao concordante com
o proceiimeoto que se teve allimamenie. Ao pli-
sar por essa cidade o plenipotenciario brasileiro
leve duas conferencias com o abaixo-asstgoalo, e
o resudado ddias toi aecordar se n'ara meio een-
ciiiatorio, que merecen suas calorosas sympalhias.
O meio conciliatorio que se desejava sobre o Cha-
co, consultando inleresses alheios, linha-o agora o
governo impeiial era'eamno e em quesioes mais
vastas. Por este meio os tratados feito ticavam
feitos. ResUbeleciam-se os proticollos de Buenos-
Ayres. A repblica Argentina iraiava, como o
Brasil, com o Paraguay. Nesla negociago separa-
da sa eniendiam sobre seas limites as duas repte-
blicas. E o resultado da lodo licava sob o imperio
do tratado de ailianga.
O que se revogava oa negociago brasileira oa
Assorapco era a permanencia do suas forgis no
Paraguay. Purera isto mesmo nao podia ser auca
dilliculdade, ama vez qae a repblica Argentina
havia querido sempre a desoecupago, e o Brasil a
declarava facultativa. O plenipotenciario brasileirt.
levou o sea eothnsiasmo ao poni de expressar qae
nada imporlava que vessse antes de sna ciVgida
ao Rio da Janeiro urna nla em sentido opposte,
porqae ella poderia ser retirada. Pois bem, Sr.
ministro, desse enthusasmo lo espontaneo, dassas
promessai lo lisoogairas, nada flcou. Os tratados
foram ratificados dezasele das depois da chegada-
do plenipotenciario.
O goveroo argentino, qae nao qaer nem dev
oceultar a gravidade da situacao qua criara todo
estes fados, usara da bypocnsia indigna precu-
ranlo oceultar a profunda dr qne elles Ihe tara
causado, e aceitando como satisfatorias as explica-
goes dadas. A redla le e grandeza do tratad* da
1 de maio est) compiomeltidas por tal modo, qae
nada podar ja restab-lect-las seno a concurren-
cia dos tres governos asignatarios para ?eu ida
mais completo cumprimenio. A repnblca Argea-
lina, que necessita esla reparago, a espera anda
da sabeloria do governo brasileiro, em retriboieao
da lealdade com que cflrapriu durante seta annos
sena compromisos de ailianga.Espera-a tamban da
sua joven irma a repblica Oriental, cujos inle-
resses sao os inesmos do Rio da Prala, e cuja aa-
rocidade es'eve sempre muito acim de sua pe-
qaeohez.
Mas, se desgragadamenta a hora do rompiraesolo
da ailianga livesse sido e os a'liados de hmt-n
a raaegassem boje, espera ainda a repblica Ar-
gentina qae o temp) revelar, larda ou cedo, os
incovanientea d saraelhanta p -laica, persoaatada
por sna parte de qne o roturo pertenceri senspra
s aagoes fortes ou debis que nio se separan da
linha do direilo, movidas pelo interesse particu-
lar.
O abaix)-assgnado aproveita com prazer e-u
occasio para reiterar ao Sr. ministro as seguran-
gas do ma mais alta considerag.
Ao Exm. Sr. mini-tro a seireiario de tstado d-.*
negocios estrangeiros do Imperio do Brasil. D. l-
noel Francisco Correa.C. Tejedor,


Hola d-j governo impenai ao\ oorarao orgmii*>--
Ministerio dos negocios eatraasacros.lUo *" *
neiro, 20 de jjUU) d 3?.
O, abis,-) aiiisuai). do **-' "
frvlorv iftifiiiiio a -" j-endeS II ola-
n.x.*r n= qiu wiraa-'- .,treUno dd eiuao dJi n^",.
)**' "os, respenda a nota r-cebida ao J.i
.. maio ulti.no, s qaa Ihe fu lingija com x
dali da 27 de Abi p.jr S. Exc. o Sr. minitr) Jj
ralacJas exteriores di repblica Argentina, re i-
livimenla aos traiados celebrados pelo Brasa coa
orno esse a republicano Paraguay.
ILEGVa |
i.
I ininmw t


8
3.
Comprehenleri o Sr. ministra, o e,foroe que t
fuero bi xi-assgatdit no tnteresse lh pis e
daamisalo de u*s nar-u**. pira come-r.r aqiol
la ola, altela i 'aturoia e f Jrm< dea'gVuss d
suas injusti* aprecian^, e t resposu de gover*
do Imperial;411 obelante sua ooderco e espirita
conciba ior, eaasna summo peur ao/avaroo ir.
gemino, nicamente porque hivli discordancia na
mterpr tagao dj pacto de allian?, qaao penoso nao
devia mt ao governo dn Brasd o tronar eonhaaa-
monto da replica de & xc o Sr. ministro de re
Uceas exteriores, eooeetrida era taes tf mas
(cerno imperial-fcasiton se devia caliaiderai
a reerrla nota como uut empeoho d ;Ap9
minneucao dos vraeulos da honrosa ailtauc.1 1-
1863, oh, se antes, com proposito delibralo de
ronper com essa al usga e provoBar ana Jeet-io
extrema e funeste para ambos os pe vos.
Tal fui a imprevin, Sr. ministro, que ao animo
do gorerao imperial prodas#Bm cepra* obaervaedes
de V. Exc quepadiam pareoer clamas ioteneio-
Dae< ao amor-eroprio e digtri jado do Brasil.
i.onsileraieo, porem, que o (overno argentino
declara em sai nota que osara da rnaior frangue
xa, e qua, purunto, ilevetn ler o iwwmo carcter
eos protestes de seniiaeotos pacficos e amiga
veis o governo impa.ial Tesolveu responder i ola
oe J7 dn 6nl, movido pur yaa dechrscda, e
*re (o4o pela* que mais alio o soleraarraeule fl
eram S, H. o'-lmpendor der Brazil e o Exm. Sr.
presilente da repblica Argentina, censas recen-
tes faUa* aos representantes de umae outra na-
ca *-
Kotrecan *, para que nio fliua establecido se-
metiajil^ preeedeite, cabe ai *Oi'Xo asignado o
imperioso dever de reclamar contra as asmabas
laetcMiscam que o Sr. inlaistm diriga a,i overo >
do Oran i ; a pirque su u awjaawaiu o examedo
rave asumpto q.ie merece a manir silencio e
nisitodd de ambos os (ovemos, sh atmxo as
tipiado lomes s iqoi em eonstdeisea to desa-
gradaveis te ;l lasaa, faria asas objaoto ato o u
eiHoroiidmn, cora que se completar-a a presente-
re* poste.
O Sr. l'-j-lir eomprehendo em-saa eontestecio
duas mus, orna de -I Je frvereiro e ouira de 32
de marc", como se deleito este ministerio Ibe bou-
*esse dirigido duas nt*s obre a questaa dos ajus
ses de paz eom o Paraguay. 0 abax> assigoart,.
ao dini;io S. Fxs. sanio a nota de ti de mar-
V> sendo a coramuoieaca > de i di frvereiro uip
-despacho circular s legres do Srasii p>r can-a
do apaiv.onsdos eommantarioi e mexacias aeser
ies com qae qua-i ti.Ja a imprenta de Buen >s
Arres aliira o procedimento do toparla
Dwe de-pacbi o representante d> Brasil em
unos Ayres dea conlit-.-imento ao Sr. T-jediT,
como pnva la franqueza e lealJade di ao-so pro-
.< tiinent e offerHt'u ili^ urna copia, eoufufljM os
sitios d plommeos.
( gjv-ruo arg-mho, em vez de responder -
jatl'e dcc'jnento jwr outro Ai aiesma oaUreza,
ngou o nota de ti Je marco, qu- era a nwaoeta
< i (OfertM imperul ao en alHado. O baixo as
sjtfoadj considerar aqoi algtMMa dn observ. i;oe>
Ce e referera .lila cir:oiar.
i', mees ". T-jndor por n^tar \a". i r. i i -n nenius itlijiaas do g.-verao to|eril
ine faca n entr-gu^s con alguna dim-ra ; mas
n Kx niesno qoero declara |oe da circular d
J de firsrrira r cebera urna copia viole das |i -
P *?'- o qoe oro demasiado e-p:iQ j. p.-mcipalmenu-
H'JhI.i se alteado s dilficuldilHi |0 s t-m op-
poaTe un'llamante as cnmmuoieao^s eolre os pjr-
(s do mpeno a os do Kiojda Prat. A nota d-
Sl de marco fui entrego' a oJe abril, ilo, trese
diasdapois, portaaio sem o nal r airas i da que
fil o Sr. nuni'tro ; e o represntame do lira-I
explica offl.:ia!mnte esa pequen devora, peU
Hiel.da sinitaria- es:abelrcidas ni porto de Bue-
B-.n- Ayre?.
ijotn quiot nao estejim os dou* gjve.-nos su-
jeitos a pristas fafaca na orresriondencia que man-
e-io Mitra lo importante avnmplc, etlendiu u
atoaixo as-igoado que drvia aspliear aquella ola
<* cireuoKtiuc'a ini-ira-nent eaaul
A queslao qua ora -e venti a ei'.r n pivaroi
ru^erial o o da repiblra Argentina ple-ee re
dnzir a brevet lermoi que enmpre preii-ar, ds-
atpttorafaaaa-a de mil ia;ident, para roe a dis-
ri*~.) em vanea e inlun os dotu K vero >.s ai a>
e "ij i que d'gao d'elle* e altamente yclamaiu a
hiasnjdade, a civili agio do noss sculo e o
< 11 i,l i* interesses que se prendea as saas bme-
'-^as reljK'des.
\ qaestio vertenle noniste em saber eosallin-
' nodem hije tratar .'eparaiiinjn!i com o t*a-
a-''j.iy ; se o Brasil leve nafa bastante para to-
"r esse atviire ; se era seus ajaslM oiruperi
bflssdwi ti reitos e legi irnos interasses da seus al-
1-, oo violn alguns dos cinpremissus >la ai-
iunca ; linalmeote, nnal a iniBlligeacia o ari. 16
no ir alada de I de maio, concerneale a limites, e a
<: Ciados para o que fr jiottda oom o venciJo de
e formidade com o me-ino tratada.
Kiimmrni.is eada un d^sses tiout.s ejn l*a d.i
i oi< Tfftm.is
er sepralos *tm toe a a*nai colleetnra.
O abaixi atsigaali ni) ialiHAdiliaranci
qt.> IWA termo estiU^sjs o S-. m
tsao prova qje SrEi. MnsHerava a sMiluioJadt.
das alliadaii por tal nodo qae nagata aquitlo aes
mo qao q art. 16 exprs?amente determina.
Se a separado dos actos nai ex'.le a garaniia
reeiproea, coma e indibitavel, a qnestai s de
I rrw --------------- ^- w -v -^ n i-inutii limita.iva lliauvdc n.u -n
5l camt>re reeonhecet qae a negociacao se- j>osiiieo, w o ama pn^fl asalo' para
w t is lictis observaram-se plenamente os princi-
i o eataMMoa.
u *baixo a-signad> reeonheee cim o Sr. Tejsiir
o trtalo de i da inaiu calen estipu go.^s
izem rcapeito ao per odo da guerra, e ouiras
"i -e refere m paz. Al ao art. 7." do seu jacto
r.iarara ns adiados dos direilos edcVcres reeipro
: durante a guerra ; noi artigos segoiiiies pr i-
*-raui s rparaoojs que ihes s-nan davidas pelo
aragoay depois de vencido, e s garaniias da sua
' z futura cem esta oaco Mtnoa, qn? bato' ob-
ulos pozera na i otava territorios a que nio tiobam direilo, e per
>..m polHiea atrazada e a:obicioa pro**Moa u.u..
t, -rra das ruis desastro-as.
i iraiite a guerra, cncorJa por mu el o Sr.
i ledo em que-ira Pipressa a prohbelo de ira-
iar algaffl d-is aliiadjs separadamente cua o iuiiu-
- poriii' issim o declara poailivi e terjiiriante-
i,or-j;'e o art. 6" do tratado .le, i no uo ; mas cn-
mta qua a mesma p'ohibie exi nsiva ao-
. .i-tes definitivos de piz, anda que ufa eatoja do
-mi moda expresa.
Carece z batxoasiifoado que, se o panuiMOto
paratJa do Brasil era nada altara as ohrlgaeoese-
ctproeas los alnados, quando i tgnalmeoie certol
iue nada eiglo do teneido qoa nao eatlves-e a
(oriaado pelo pacto de allianea pelos direilo i da
;overaflia Inherentes a cada tima das parles ca-
tratante.
O Sr. Tejedor nao dnttagnlo as obrlgacoes qne
contrahiram entre si os adiados, e qae nao depen-
dem de accordo com o Paraguay, da qae o traU-
i do Impde a asta come redo dos belliierantes Ten
cedo.-es. Foi assim qae S. Exc. citou o art. 12
como prova de %\u os adiados nao palera trata,
separadamente ere o Paraguay.
Eis o texto 4o art. 12 : Os adiados retervam-
?e combiaar eatre si os raeios raaU proprios par
garantir a pae com a repblica do Paragnav. de-
pois de derribado o enverno actual.
Neste artigo da allianea trata a de accordo en-
tre os adiados para adopeo da quaesqaer outras
gzrantias qae Ibes podessera oeeorrer alm das
pravistas e exprfessas no mesmoirataJ', alio de
assegurarem sua paz futura com o Paraguay. Em
que a ne*oeiaeio separada da Bradi prejad cm
esse acejrflj erentUal, e do qualje bo eogirra
u-in as conferencias ds Buenos-A y re*, neo n*a
de Assnmpcao T
A garanda reeiproea do art. 17 para os ajuste
qne forera celebrados cora o Caraguay, da coofor-
miiade'com o tratado de i de maio.' onlra wti-
pohci privativa dos adiados, qae tanto subs ste
[>or nina negoeiatjio eoojaneta, com i de ootro mo
do. Qjai dos adalos negon a existaaia e valor
desta garanta, entendida nos seus precisos-ter-
mos.
Nao desconhece o governo imperial que a nego-
ciara i coojincta para u iostrumenio geral de paz,
que oodia constitair am tratado comifrUm, coin
ae 'ajustara as coofereneias de Baenos-Ayres, f
ra preferivel ; mas'nao se eontlua da maior cn-^
venieocia dessa (Arma de oagociafo para ,1.ir-:lv
a carcter de antea admssivel, e menos para ap
plica-la a ndos os ajustes d s adiado-.
Hi de certo no tratado de I de raao disposio-'-
qae oii jioderiam ser b*m desenvelvida*, eapi*
podenain raesmo ser mal interpretadas, se oa
hoives'se accordo prrio entre os aUisJo. Paliz-
mente, pnrm, este accordo deu-e as confereo-
:ir.s de Basnos Ayres, cujos protocollos c rra o
impresas; e o abano a-sgnal i j dem ra-lrou
em reluc > aos art. 12 e 17, eo demonstrar em
re; co aos outros citados, qae o plempotencian i
hra-ileiro respertoa peifetamente aqaelle aceor->
d", senil lesiituidas de fandamanlo, e si^braoioli
njo'ta-, a> ob s l n em a nota argentina.
A fila lot-aoB qae os actos da governo imperial
tfti Mdo vistos e apreciados ra repnbdca Argen-
tina o?o tem produzido outroeifait senao por en
maior relevo a lio f e a legiiimiiala do proced-
ment do Bapsil.
O Sr. Tejedor peasa que houve v, ligio do tra-
tido de I o Brasil esiipu'ou m por si a inJeuoisac) >( i-
he compete pelos gastos da goerra, dirams e prr-
ai?os do E-tado e dos particulares.
A evidsnria do :onlrario resulta dajunllas mss-
raos artigos, do aecordo previo dos adiados e do
qae estipolnu-se enire o Brasil e o Paraguay.
Os adalo', diz o art. li, exigirlo desse go
veros o pigamen'o das despejas da guerra, qae se
virara ob.'gados a aceiitr. lian e>mi re.nraeii
e iodemnisaea) las dima- s e prejuizos a >ua
proiirieda les p'iblicas e particalires espe-oa-
le feut coneidalio, sem expr sa deelafatjlo d-
guerra ; e Jis damms e prefini- veritkados pos-
teriorraeiita cdnr viMSo dos principios jaare-
m o direilo da guerra.
E' i t? nm dir ti reconhseili a caJ> altia4,
o de s,ir i lemaisadq pe'o Paraguay ao seas gran-
de laerrft'JH pejr.ntarios e das dWastaoo-s 1-
proprielades pablen e p3r;i;u!ares. Cara ex'gi-
lo nao (V pre :iso o einearso do tod is os ada los,
M'ioi com timiem a generosiade da om de'le-
nao pola ser -mbargada pela vobtade dosou'.'Oi.
Ni 4 n'i-, na limpies exigencia dadla oom-
cossi direito de belligerant?, faild'nj* sfrlitos ter-
mo, diarl. 11, qae o Brasil violou o paci do al
llioe.
Allgi-se, pot-o, qne, segn lo o arr. l'i do tr-
talo da i de maio, em nms convengo especial
-e marcar o molo a forma deii |uldar e-pagf ~a
di vi 11 pr-'eedenta das cansas m(n:ionadatnf e
que is'a conveocao deve ser eelenrada era Co:n-
mtjio.
A-nda esta argumento nao pdle subsistir m
pre-ini-a ua verdale dos fa.rto.
'rnadoJijasileiro. depois da defi-,ir (art. ?)
natun oaTijarnnic.,.^........,.. ja tratad--
de allia*1?* e <, ccordo|prvio dos Liados, e-ta-
gnrar saa ftara'..ia oJivklaal, apm poda#-<
t<-r em ame d> e,, alltadn- sanio ps|> toraa
j98tll|mgfctffay> o Maulo da I de m
Jlartufi. r-^ieMiva. n, rxrfue a i ;c
j*m m* <*, d-
gatari's, qaaftdi esie
la, o^entautoai qne nao" se dai circamstaaeia*
que las imnoaham essa sacrificio.
A garanta colUeiiva ira allianea nra auxilio
que
nm das tres alliidos nao Tica pe'a independeaeia
Motegridate do Paraguay o que- os outros oao
possam ou nao querm fazer.
A allianea. que cbrigoa-ae a respvitar a naci-
nilidade paraguaya e djenle la cintra qualqu>r
ataque a sua rnlepen lencia e iniegridade, nao p
de levar a mal qae o Brasil se preste a ccmprtr
esss dever flbininum, mesmo sem o concurso des
outros adiados, qoindresie nao lefa pdeuvei
O Brasil fot nessa, como em lodli as ostras es
tipular,i)a-, ao escrupuloso, qae, nao duvidaodo
renovar a garanta perpetua ine oatr ora dar a-
Paraguay, hraiiou-a ao(\'azo de cioeo anno, anio
carnete em resieito ao eoovenclonaJo no tratad-
de 1 de roai...
O abaixo as-igna lo leu com o mala profundo,
pezar as olfservasdei qne nma lio leal e4iu; llaasi-
va|estipolac4o >u-cinu no o-pinto de S. Exc. o Sr
Tejedor.
(orno se (ole ver na garanda do Brasil, qae
nao ser dada Mngitar.xanie, senao no casada
faltar a de seas adiado-, ama 1ig"a do Imperio c rn
o ieiini commum c aira os saos propnoi adia-
dos ? Tal bypoine
a ooia argentina, porque itoposatvel usor-al q*-
algum dos ailiadjs aiieote contra' aquillo mesmo
(rae l ios gar-aotirani.
Ple acasiaesiipulaeo braaeira implicar cosa
a qu-ftia de lim te- do governo argediioo, outra
bvpsthee que umhem se t na roesraa nota do
Sr. Tejedor 1
O abaixo assi^nada nao *at exoboar eouaoae-
melbanle pr*vem;i> p." le eairar o> animdo-go
verno argentin-i.
Desda a oecupac i da Villa Occidental pelos A-r-
entino- fteoa asa-s manifest que o Brasil bat
que t'> ascaitasse a respenssbilidale da tacto, na
aonlicois em qae era praticado e subsist, lMUvia>
o re-peitiva, p^rrue a-juela trrto'io est coa
prebendldo dentro J'-i limites que o gurarno ar
geniino dselaru, ni traiiio de IO da roaii, qna.
seriara a base de seas ajustes eom o Paragnav. O
govern-> imperitl tara->id i e ser coltarean com
aqnall* procelim-nio.
A estiaulico relativa a a*inervaeJo de f-ircas
orasileiras no Parigoay, nai ob-taote ser faculta-
tiva e depeodeuta da accrla eora o governo des-
>a re|.nb!ica, anuihou-s; ao Sr. inini-tro sobre o
mais yaistro a*psto.
K' o eftaito di mesma prevenoi qa transpire-
e em t ui o oat-xto da crtica de S. Exe.e que
fieilmeote ser di>s:padaante u.maanalyse rtftae-
t;di e rnpa-ciai.
Aulas da ludo cintrara recordar as termos pre-
cisis da nstiptilagio do que se trata.
Art. 20 d i trata 11 de'imti-M da paz :
O gjverao d- S. M. o 1 operador do Brasil po
dar de acnV'd i c m a repnbdca do Paraguay,
coaservar no territorio da rspuMiaa.-aina deoou
da dtia do presenta tratad. a pana do asa exer
eitu qne julgir neres-arii a raanateneid da ar-
dara c a boa exaeueio dos ajustes eiearados.
Era ciftvenci) especial se Hxari) o oumern
Jes-as tarca, o prazi de su coaservaeio, o modo
da satisfazer se adespezi ocasinala Sdemai
caadii^es qie forera preci.a.
Em piimeiro lugar, ab erva o Sr. ministro qu<
hoave vmlaci do accordo previo eslenrado am
Baenos-Ayres ond* se asseatara na retirad i das
hr?aj s*hadas dentro de tres nteas contados da
t'ost das ratlcac's "dw ajustes de p.n.' O Sr
Teja-lar Jalgiu at oece um una carta particular diplenipotenjiarij bra-
il-iro, para mo-trar flju s^ hvia aatieaftaucorda
di era prazo mais eario, o qaeaHisoflli importa.
porq.H e ora-
ran n qu-, f-iu do-iiiivamenie a pz, cess.issa lo-
da a ocipv-i) militar. .
Mi- o Sr. ministro, para dar aquella estipnla^i i
aceita da b >m (ralo pelo goverso paraguai >, o
ciraiter di-ama qaebra de compromissos ate
riores asquea (na o accordo prvio-dos alliadjs
na i en n n trata lo, ms um projteto q*ie poda ser
midilkuli e alterad) nanegoeiifo ultertorcom o
P.rauiay. E ti nbara desatiende a qus o urojee.o
da fenos-'
de que se ple nr on r.fa To poueo
a Brasil demorar anas (oreas na Paramwy.
iitla la den presta em ajusur oiei-ii
a>see,ial do qae ralla t mesmo krgo.
ACalx sigaalo icsbs da ?.'ulysar as estipa
btlece no\
ropar aqj-lla restriejo aot
' %
d m alliad s rotse
'_la^Ie5 que aliial teriara de celebrar nicessana
u-ate cara o vencida, esje p-n^itiieiro se mani-
"-taria con a mesuia pre\ i leuda e clareza con
i.je o vern s declarado ejj lelaoao hypoiheses
mart. 6. Mis, acorapinrieraos o Sr. Dntaaro en
mu detnonsiracao, tirada da pbrasetdogiaarapr,-
ila nos diver.-os arlgos di pacto dea'liaoca.
Pelo art. 8., diz s. Exc, aio ..s alliadas qaa se
i-'wigaran a nspeitar a independencia, luberania
* -ntegridads lerritorial da repblica.
Stfaax il Ma dejut< quuos adiados farS>. t
tii fomente uai tejas, com o nevo governu do
Paraguay, a re-ieiio da livre oavefiefa dea ros.
Pelo art 13 iXo os rlados qae daverj n -mear
f^portunameole seas pk-n>potenciarin para a cele-
r-sracao dos jastes, convnoos ou traalos qna se
.-Tura le celebrar eom o Paraguay.
Segundo o art. li cabe aos adiados, e 'nao s
rifle a um a'elle', exigir do vencido o pagamento
das despezar que Ibes luuver cu-la lo a guerra e
a iniamoisa ;;11 da damos e prejuilOi pblicos
e .arncularis.
aa aioda os allladis, cratitiiii S. Exc, que, se
f a ido o art, 16, de vera exigir di Paraguay que
celebre cora os respectivo govtrnos tratados defl-
citivos de limite.
Pioalraente, sao os adiados qae, em virtu-la do
art 17, se gannlein reciprocamente o fiel eum-
C'im-nto das cravencs, ajustes e irladai que
i^ebrarem com o vencido.
D patarraadiad w, u-ah neste e nisiulco-
artigo*s do tratado de 1 de Miio, conclue a aoja
argentina qin os alliadoi niii podem procad-r >e-
na ciojaacumente para a le.lizae) d>s difettoi
M'ie se garanliram em relacioao vencido. Ms o en
gano maoie.-m.
O Sr. Tejsdor confunde o fin e~m os neja, a
gualda :e Jos direitos reeonbecidos no iraiaio Oe
i Miio con a ai-eio einjuocu d ,-loados, que
ol dar-se. |e deveria mem i sjr preferida, se
'ese poseivei, mas qae sao ioli?pc.-avl, e neo,
r.ce.aria pra a garanfa recproaa di paanalo
ii-.''vrma o Iratado de ailuifa.
O tratado de 1 de m:t i, e-tabele.-en lo direilo-
r-aijiuos e daveres reciproco-, nao palia dsiiar
o-^ r.ferir se a toKis s liba Jos eent-i a cida Oto
>. A fjuna de aVgociaeo oa o procaasai da-la
* ccu*a Siffernu ; li:ua a pralra-.a e es^lar>-ji
to arbitrio des inleressal s.
A>ira o previo mu sao a nenie o ar'. t, qaa
c. textual ceute : Cioeonlam entre si as aita
partes contratantes qne a* franquezas* privifi
cnuera 164 qos obt-nb.m da governj d/l'.ia-
jft y i-iodarer eonm-.iw a toda* eda.graiaiti
01 L'H te f.ifai gratuita-, u con a in-'uii cem
,';ao cu e-iiiivaleiicia, a aasa aaa.
.Vio pole d'.-;onlieeer o. i'. 'fei--l,>r qu a su -
' o:, ju> na 1 almilla aa> neg.eu^o
r isjuaits, er ciotrarita pe^ art. Ili, ooda ex-
. s-aiieotaii filia de i-atad-- Ja liante^is di
il a da rtpublict Argentina), o que luli'ea
> aetoa nic^sjarrimejie disittic'.is. vfa, ob-
-*o-va $ Exc, ajui 1 od brasilera cuunde
Una em : uado dj j;: ; o? ac:-jj p
i*: Urna convencao especji, qao
ser e-lebrav3' raais tardar dentro de d ras an-
uo-, flxar bel,avo'araeD,e 7 isa'edis la q^ ,ral1 numero di artigoaa e-
cedaole, a vi- uGj ocjm*n*s oitinaes ; regu-
lar a forma la pagamento e as quota- d< juro e
Ja armotizscio dip-capiu', e desgnara as renda*
qua teoham de ier applicadas ao pagimeota.
A conveocao especial nao est, portanto, p-eju-
cala ; as renda* da repblica nio est) ahscr-
ias pahs nleransacoes brasileirae, cora e^qae-
cime.ro Jo qua deve caber aos outros adalo-. B-
com effelo seria bem e^ emolen dosmaiores encargos do sea thesouro,
nanea mostrou-se egoti, hoja preteode*se pre ja
diear os seas adiados nenas iridemnissrajes, que
alias por mulo tempo serio para tilos paramen
te aomiaae*.
P le o Sr. Tejedor observar anda qae a c n-
vancii e?oeciaJ de qae falla o iratado brasiieiro
ser fe na ei.Ce o Brasil e o Pango. quauJoa
do pacto la allianea era cornTiji. .A'm de qae,
nada iropede qae haj e'se accordo, quanlo :be-
gue a nppertonidade de se celebrar a ui:t coaven-
>; para o que se dea o praio de 1 ni Tinaos, e
a.-resce, eque escaptra ao Sr. ministro ds relacoes
exteriores, qae o a.'corda ds Baenos-Ayrs aoto-
rlaava a qaalquer dos adiados a eilebrar es^e
ajuste e'peeial separadamente.
Veja-^e o art. 4o do protocollo n. 3 das coafe
rencas da Bnanos-Ayres, em que fii parle o Sr
Triador. e ahi se lera o seguote.:
E'. porm, perraettido a qalqaer dos (tlia
dos tratar separad3meDla sobre o objacti da data
eormnelo eipaal, na pa ta qae Ihe fr cocer
aente, c m previo aviso aos otros adiados.
N?o meos infandada e sorprendente a ;en
sora da nu'a argentina esiipnlaco relativa a
garanta da independencia e iniegridade da rep-
blica do Paraguay.
O que pre Mfpaloa o B-asi| cora o Paragnav? Apr;xi-
m-mos e-les dios texto?, e sobresslu'ra a sua per-
feiti concordan :ia.
Art. 8J do iratado de I de maio :
Os a.liados se ebrigam s respailar a iidiperi-
den:ia, soberana e iniegridade territorial la re
puhlisa do Paraguay- Era cooseqaencia, o povo
paraguayo poiler escolher o govern e ioslitm-
?5es que Ibe aprouverero, nio podando ioorporar-
se a ueobom dn adiados, e ne;n pedir oea pro
tec'orado, rouo coeseqoeneia desta suerra.
Arl. *. A independeaeia, seb^rania e ntegti
dade prriioril da repnWiea do Paragn; y ser,
garantidas eoilectivmanta de accorlo con o ar-
tigo antecedente pelas altas partes cintiaianle?
durMe o peno Jo de ciueoannos.
A.'aso o plenipotenciario prasilain 9e aiartu
serte 1
e den
o mais solemne teslemuoho das vistas desinteres-
sadas do Brasil para com a repblica do Caraguay.
Es a e-iipnlaeao do art. 17 do tratado de pat
firmado na A< Sr. Inrai de Cotagipe :
a O governo de S. M. o t nporaJor do Brasi
c.tiiirraa o ratnija e compromis-o que eootraaio
oio ar;s. 8> o 9 di iratado de l de maio de
IS60, qaa ceiebrou .cora arepnbica Argentina
e a repblica Orieatal do Uruguay.
t::.Oe.|a;ntomeute se obriga a resprdar pr-
petoameote por sua parto a inlapendeacia, sobe-
rana e iu'' g-tiad.) da repblica do Caraguay e
a garant-las durante o praso de i annos. 0
ii Brasil, tratmio separadamente, contirma e
rooi:i o co iiproratss.i qaa contrah-ra com os
seo- alud- ao t ata Jo de I da waisi ; efertfa se
1 raspa 1 >r por sna parte perpetuamente e garao-
t rdo.-an e rio'o aonis. a independencia e miegri
Ji da da juela r.puilica.
Ni) ej aqu a Brasil aostrando se adberen'.e
a i,- rtMtl adalos ia-ojiad 1 as estipulaco's de-tes
para cooagra-lal era sed tratado tipejial com
Paragoaj '
Irmau !e a rjtili :ando u corapromisso a/ile
rio* tw: se reconbsce o Brasil obrigado ; 1 ra con-
:aas alliilos a garanta colleetiva f
A: VignyaSa p^jj j^xar o Brasi1
faaee e *s wnwo, uli estrjam no raso da praatv, odas apuntadas como violaeio do paci da alUao
ca on do accordo previo dos allijdos; e a insnb
sistencia das aprecales 'com qae a n.ta argens
tina contra ellas reclama flea bao pteme. Todo
Pos oBlros arrJasns estio no meara 1 oasi, e sao eopi-
as neis daqoelje accordo. .
O propr4p#. Tejedor rcenhseeo qio nio ha-
va nesses ajuaifs m itio bastante parase julgar
laebrantada a allianea, quaado dissa que corabi-
aar* orno.. Bario de Cotagipe um certo raeio
conciliatoria, segundo o qual os tratados brtzlei'-Oi
poderiam ser ratifica los sera silencio do seo
texto. ^
Logo, a causa das reclamagoas do givern aj-
(eottoo e dinim, a o abaixo assigaads pasea
considerar asas ponto esseocial cora igual fran-
qaeaa, e a firme ejorieco de qae ou nao ha ra-
zan para se aoHocarem.as ;retacoes dos doas go-
rernos em declive lio pengoso.oa eniid exige-st
do Brasil o qae contrario a sua hiora e nao tem
tandamento nos compromissos da alianga.
Jtntrando ne-ta ordem de ideas, earapre em
pnnreiro -Inajir ao tbuxo-assignalo rectificar o
qne allega o Sr. Tejedor, reeriodo se a sna ultima
entrevista cora o Sr. bario de Cotegipe, quando
este plenipotenciario branleirs esteva em Baenos-
Ayres de regresso do Paraguay.
< O eragenhi de manter a allianea, dix o Sr.
Tejedor, trio concordante eom o precediraeoto'
-aao ee-toea nllimiraaats. Ao plisar pir esta eida
de, o plenipotenciario brazelro teve duas confe-
rencias coas oabaixo-asaignadi, e o resltalo del
lacroi aecerdar-se n'om meo concliai.rio, qoe
merecen suae calorosa symjMihias.
Er oatarai qae, djepeta dasla declarado, o Sr.
Tajedor dissease precisamente o que f>i a:cordido
?ire elle a o plenipoiendiario braiileiri; mas S.
Exc. prosegne nos segoiote- termos vagos e obscu-
ros qoe nao explicara qual o maio pratico de rea
lisar tan desfjawi aiapeaho :
Por seto aeio os tratados -failos ficiriam fei
tos. Restabeaecaara-se os prelocillos de Buenos
Ayres. A repblica Argeotiua tratava como o
Brasil, eora o Pingusy. Nesta negociarai se-
parada eotata-aiam se sobre seus limites as duas
repblicas. E o resollado deludo Oca va sobo
imperio de tratado da allianea.
O que-se resrogiva da oeg ociaco brasileira na
Assurapcao era a permanen:ia de sua* for$s no
Paraguay. Porm isto raasmo nao poiia ser urna
difBauldade, urna vai qua a repblica Argentina
hasria querido sempre a desoccupaci, e o Brasil
a declarava facultativa.
Se o governo argenuoo nio exgia a annolla.^o
dos trtalos brasilaros, e se estas li-Avara fonos,
oio a sua ratilicaco que veio erabarac Conciliaionn.
O res.ablecimflot-i dos protocollos da Baenos-
Ayres ama idea que se ni comprehende, pir-
jue aingnem anauiloa esse* proineido, teso
aecordo prdvi 1 dos ijadas, ah estabelecido.lf.ii a
norma seguida pelo ptonipoiancurio lirasileiro, na,
hareado outra differenc qae a negociaca separa-
da, qae em lodo caio o seria quanto is limites, a
t neaa eetipntafo concernente permanencia das
toreas tirasiletras.
ana repblica Argentina a tratar separa Jamen
te com o Paraguay, cavo o Brasil, e aessa nego-
ciacii separada eoteodia-se com aquella repbli-
ca sobre os seas respectivos limites, e se o resul-
tado dessa nefadaaio Hearia son o imperio do ira
tada de-atBanca, qnai o embiraei supervenate
qie obsia a esse procedtmeoto *
O governo imperial nio se oppoz da cert ne-
gociaca-i separada do sea liali, antes a deseja e
esperou sempre; e iamb:ra nunca descoouecea
que os ajatas dos akados, feilos em virtude da,
iratado de I de mato, se jara celebrados na forma
Colleetiva mora da aU-aoc*. A facltela de coservar a-
f ireas braciietaas no Paraguay, alera do lempa c-
dispeBsavel para a remacao do material de guerra,
tamtvm nauaa fei eoilicio ia;)rapattve! Cira os
de/ajo do governo argentino.
E, ni obslante, dep.i;s de 'sentar aqnollas pro
posices, o Sr. Tejjder eoneluo assra :
O pletiipotem-i'ano bra ileiro levou o sen en
ibusiasmo ao pool) de expremr qoe nada impor
lava qoe viesse antea de sua cheg nelro, urna neta em sentido opposto, pirque ella
poderte ser retirada Pois bam, Sr. m ui-ir, des-
ta entbusiasrao lio espoolane.i, destas promessas
to lisongeirae, nada flcou. Os tratados fatara ra-
tilicalos dezesete dias depois da chegada do pleai-
pot--ociario. a
Ha sea dnwila nesta manifestado do Sr. minis-
tro ..Ijuaia lenos,que a tornt ininlelligivel pata o
giv-rno imperial, altalas as observacoes que ci-
ma fbarara ex iradas, e segundo as q"uas o plan)
a--3- J3., h Ktwuj ^w, m*. > rtll qut3 \j luli4ou,
naje taa rea'isjvel como era honiem, e nada ha
qne podasegoifijar rejei(i) pir parte di rao'-
m) governo imperial.
E eaister, para esclarecer este ponto, recorrer
a iftsio reservado de 28 la fevar.sira ultimo, em
que o,Sr. fcar) -le Ortegipe ex nz 1 qae se pas
sou eatre elle n Sr. -jafc.-, en coaf. ..cia Ja-
|.e la mesma data.
Depois das expiieac3es qne trocou cam o pleni-
potenciario brasileiro, o Sr. T-jedor concebeu a
pasMOilidade deum acoorlo sobre o ficto da oe-
goc[3o.io separada do Brasil, e o expressou. O Sr.
bari de |Iote(ioa oiioitesiaodose satisfeti eom
esta iniciativa e receroso de que a memoria Ihe
fosse infiel, escreveu sobre a mesa da S. Exc. o
aecordo iniciado, nos segrales termis :
Que, se o govera 1 do Brasil c ratestar a nota
qua o argentino Ibe dirigi, reonheceadi as obn-
gacd9sda tratado de ailiang, embira trilas.-e se
paradamente, nia seria esta caniiJeraJa rota. Qa--
o governo argentino tratar com o Paraguay, e
bascara depois as garantas do dito tratado O
governo do Brasil vdveria ao accordado e n Bue-
nos- Ayref sibre a retirada das fercas coramuns
Qae entio, 00 dataeela explr.acl), pideriam ser
ratifijadan os tratados. Qaa o govern argentino
se apresara a mandar uto ministro para arreglar
as qaesto.'s ou mo Jo pratico di acord. >
O Sr. Tejedor nao ju'goa seu pensiraento bera
enuncia k, e redigio tiestas palavras:
Qae o goveroo do Brasil d^clarasse, om res-
posu a nota do gov?rni argeotino, que recoohaca
as obrigac^Jesdo trata 1) da alanca, a e-l dispoa-
la a dar as garantas que elle offarece. Pe.to o
que. o goveroo argentino maoJara um negociador
ao Paraguay, o qual depois ir ao Brasil relmr
forma de protocollo as daciaratSas da nota. Fe;.-
las iqu'llas dec'aragies, naobain in: lavimente
ha tira qoe sejam rmAjados os traalos.
Nd era u;n aeeorji formal precisa, como se
v, eonasj plenmaieocterio diclarou logo que
nao o aectilava era virtude dj instruccSas e-pa-
ciaes qas hoave-se recebido, mas ptli coaheci-
meato que buba das tolenjdss do seu governo.
Portento, nao seria de admirar se, mamenda o go-
verno raparte! suas delibera^des anteriores, nao
se ichassem eitas inierameuie da accordo om
najes para banitlha-io oa sahjaga-lo. A giran-
tri ar/njforo do Brasil, qoe negoefou separa-
damente, rerahindo s ibre ama neg i^acao s-a-
rada *i repblica Arg-ntina; serta o-protectorado
da-iraa-ria eatendid at a<.puaa. .A lepu-
biica nao quer. nem necesju desaa (aramia. Se
u^ 8 'lliDa a* garante sens direitos, se
seas alnadas a ibaadonam no momento preciso
em qua podiana ser Iha nieis, a repblica tem po-
d-r basiaite par* por si trt fazer reoohecer seus
diretiM ao immigo conatoum. >
Se o raeio conciliatorio, pcoposto pelo Sr. minis-
tro de relacflss exterioras na referida coafereocia
com o Sr. bario de Cotagipe nao exiga a aonu-
bcao dos tratados braselrae, nao retardava mes
o a sua ratificado p eolloc.va os ajustes sepa-
radamente feitos sob a (aramia da alliaeca, como
pode ser eta boje eoniidernda impossise ou in-
decorosa T
nn > v< .i,j^.'-i.i rn 1 ica-o-^ri se ail
d-sta nirma, ouenfraqueceu-o de alguraa si
Ni', Sr. ministro, araioa-a religiosamente, 1
:enos-Ayrcs pre^upoinha urna negociaciem
ora ora e perf;ita ioteil:geocia dos adiados en-
tre si e com o P.ragasy, factis que nio poder am
verificar s.
Hivendo o Brasil traalo separadamanle: pete
exigencia do nleaipoteaciaria argentino a re Ja questao de limf.es e recu-a dos oatras pleoi
po'.miciaaios, a situac 1 dos alijados para co.n o
Paraguay ja oao-srV a qne antes se previ**.
P------u MJ on oapoio-usatil do ees aiitade, Tesanmd>
da|u-ll-s su .-casis siaior (rtqnrxt para e>j>ir(>r-
ao paraguay 1, o Brasil devia sr ptevidaftl. Sao
l'.'ir pru tente oallar a sarta dn ajustes qoe aea
bava d; celebrar a merr Jn tees circaujlaociai.
N ->t) ;asj poda u-ar il d reito qae loe r* a
victoria, obiida a cana Untos gjj'jteas, para
"2J rSiirar oa .. i 1 uat rir;as,>emquani'aaao vis
se bem asseguraia j execaci d>s ajustes a paz.
Prancaria a-sjra o tf* era ondicoas seraelhintes
teein praticadnn b;l igeranle*. Mas o gov-rno
imperial, como se v da esiipulio.ii acuna trans
cripta, levan seus escrpulos ao ponto de nao usar
de.-se direitu seuo de accorlo cora o proprio go
verno p-.raguayo.
Os icios assignados em de jnnha de 1869 e $
de junho de 1870, aqaeils durante a guerra e pa
ra o e tabelecimenti do (averno provisorio, e esto
co ni nvenio pre mimar de paz, nada disputa-
rara o-rn piiiam dip> sobni'a retirada de firmas
aliiaJas; pirque era drreiti dn ahialo- conserva
las at ais ajustes dHonivos e aiida depois, fe
as>eireutiistan.;ias ior-na?sera por algom lemp es-
sa garanta neces-a;i.. iliuve rainifesto eugano
quando o Sr. Tejelor supjoz qae o Irztarto de piz
M Brasil vio'ra tambera o contenciooalo a-
qaelles actos.
O Sr. ministro, dan lo as pausas firmas qae o
3rail_conserva ara 11 na Paraguay proporefos
qae ni teem ed-seoanecenio coma rallar tejas
"?a os precedentes di aladi da repblica Argn
tioa, imagica u:n protest irado qae nunca existi,
e revesle o das eres mais onsa*.
O ficta, porn, qoe as feritM brasileiras leera
silo um anxilio beoailco para a pssinterna lo Pa-
ragusy, na i por sua interveooo material, mas
pela eoa8in{i ine inspirara a populacio, e pelo
apoli moral e discreto prestida a anlaridade, sem
a mais leve offensa da iadepeanancia e soberana
da repuol ca. Bem que em namero meoir.forcas
argentinas se leera conservado all, e sea general
dar te.-tiraunhj ds perfaita accrdi qu9 t-m re
uaio entre ille e o do Brasil, acor Jo qne onti
r.ii* a ser msolido, segundo as te.sirnei;des do go
vrroo imperial, a despeito das ciemmslancias qne
sobrevieram ontre os doos governos e deram mo-
tivo a e-la melindro-a dtseasso. .
O gr.veroo argeritras nao teco, portento, razio
algurna para iiiquieiar-ja cara a prereBsa da far-
brasileira no Parauoay, quando naia se innova
a esse res-eio, contjusra a-coasas coma este
va n antes, e o nosso alliaJo pode usar da me-m 1
direito, apezir d is Betos Je accio que passne pe
la sua mus prxima vi.jnhinca e pala a.ntoridade
jae exerce na talla Occidental, elevando a legiio
militar que tem conservado oa Assumpcao eo
Os tratados qae a repblica Argentina, assim
como o estado oriental do Uruguay, celebrar com
o Paraguay, conforme o pacto de 1 de maio, serio
o exereteip de um direito igual ao do Brasil, o di
reno delslllgeraotes e adiados; e trioa mesma
forja e vilor para a allianes, como se fossem ce-
lebrados coojuoetamVnte A garanta da allianea
nao deixa de subsistir, era muda de natoreza
porque recaa sobra actos colleilivos ou distinctos,
;obre ajustes celebrados simultneamente, 00
quando cada um das adiados o jolgae mais oppor-
luna por sus parle. A (arantia nio olTarecida,
mas assegurada pelo Brasil, nos termos do pacto
de allimc, nao urna offensa, mas o campri-
raento da reciprocidade estipulada com os seus
apiado*
Houve de certo nesla passagera da neta do Sr.
Tejeiorum erro da aprectacio, levado mais
exagerada coa-equencias.
A note do governo imperial nio provocara a
replica que a abaixo a-HgoaJo est contestando
se as sitoples;deelarac5es proposlas pela Sr. mi-
nistro de relacoes exteriores podesse bailar e re
solver a questao pendente,
O aoaixo assignada chiga ao ponto que eacerra
tida a diltijuldada, que foi cansa da divergencia
dos plenipotenciarios na A-sum^io, como eteve
a ponto de o ser em Baenos-Ayres. De sua deci-
jao depende o acord que devem procurar am
bos os governos.
O g,yerno argentino emende que o art. 16 do
traUlu de I da maio racou, sob a garanta col-
lectiva dos adiados, os li ra'tas dos Bra:il e os da
repblica Argeatina cora o Paraguay 7 Esta
iquesao. Ejopatno-la ds freaie, discatamo la
de1 animo tranquillo e com a fraaqueza que os
adiados devem a sua consciencia e sua respon
sabilidade peralte o maulo .-ivilisado.
O Sr. Tejed jr diz a se aabrea para provsr qu
as conferencias da Baenos-Ayres resolveu-ie a
respailo de lmite* o mesmo qaa prUaudera o
plenipotenciario argentino em As.-uxjcio.
O histrico destas negociagoas dera nstra o
contra-io, e o abaixo asignado nao se ponpar ao
traba.h) de resum b a viste dos docu entes
oluciaes, porque ahi a-ta taabem o exame do
ponto vital do ntlajio e 1 meio da resolv-lo
cora honra e satisfacao para lodos os adiados.
E o protocodo n. 7 das coaferencias de Buenos
Ayres qae nos mo.-lra o peasaman|o que dictou o
aecurdo previo djs adiados obre este iraporiau'.e
ponto dos ajustes de paz.
O pieuipoiencuria brasilero recorion todos os
anteceJenios da allianea s^bre a qaestio de litni
tes cora a repblica do Paraguay, referndo se ao
trtalo de I de roa 1, as memorandas e notes
que iratam do estaba'eeimenlo do governo provi-
sorio, s_uotas relativas oceupacio da villa Oc-
ci tootal e ao accordo pr-Himinar de paz de 20 de
juobi da 1870.
O smi pensaauenio bem una feslo era que os
limites indicado: no arl. 16 di tratado de 1 de
maio nao podiam ser considerados como direito
perfuio dos respectivos alladi^e fic.r s*ob a ga
randa c,illeciiv.a da alliacija, sem que fosse ouvd 1
o g ivartio do Paraguay, e por esta d'scuss.io .-
coahecesse de qae lado eslava a justio. Mmi
f-stava mais qaa 1 dilhalJaib previsia versiva
sobre a questao do Gnaco, porque 00 aecurdo pro
limnar dn paz na houve oatra objeecao por
parte do P,rigaay ; ja) s^bre o territorio i,
i'.bico penliam iamb>in recl.Mnacijes da Bolivia
rnjas dreltos tirara resalvadas por uui protocolo
idlic-ional o iraiaJd do 1 da maio.
A' vista esta exposico, comquanto indubita-
velmenfe o S\ Tcjelor do se ao art. 16 do iraad<
de 1 dp maio o carcter da um caso julgado
pelos adiados quanto aos imites que ali assgna
liram oBra-il e a repblica Argentina, lolavia
foi S. Eic. mesmo quen propoz o alvilre de naja
deeidir-se a esse respeilo antes da discussao con
o Paraguay. ~-
Arada que sa Jangua esta resposa, forcoso
transcrever as palavras 61 ii. Tejrdor :
Aprecalos pelos Sr.. plaaipotenciarios os
uScoci-.-uiB! em -u aeuuuo e aiauje, u Sr.
Ifeaen.
O qae nii era at hontera perlgoso nem bumi
Ih-ce para o Paragaay, quando o ficto se dava
sem o assenlinenio do goveroo da repblica, nio
u sera boje, que depende di seu aecdrJo, peto Ue
respaila ao Bra-il.
O aux lio a ordem iutern, que jle eenal-
mente ser chmate a prestar a fjrcu brasileira
nos termos a ejtipulafi coat la no tratado de
paz. r.aa essa inlervencao improdente, eega e
o.nioosa que a nota argentina Jpresurae. E' o
a aos o beneli; 1, que no sen propri lolere se, epor
um dever da hunaaidade os adiad >s pilera pres-
tar a um g iveroi uas circurastancias era que s?
ach o dj Paragaay, contra criminosas p-rturba
pajas da i rdem o segirancuaoli :i
Nao sa 1 novas nem contrarios ai direito publico
os aaxiais dessa miurezi. Sam recorrer a ex-
e-npi., iiiin parta da mando, basta pan cora-
prova-l > rec o lar o qae conheceram nece-sano o
Mresil e a r ipablica Argeotiua, relilivamenle so
Bttadi Oriaaiai.ila eanvene'u preliminar de paz
de !7 ds agoMo ds I8S. No a-r. 10 deyta on-
vanci rarigaram-se oa don* governos rlnraoie
ene airaos, a proteger a autortdade legal con-
tra qailquer perturbadlo da tranaididaJe e legn-
r>n;i p::oliea.
li--ipulaeoss sem-lbisjaasae "iMBtram no trata-
tada de li de oulubro' d 1*31, eelsbrado en-
tre o impariie o meimo E lado Oriental, com
pleo asseatiraaola e garanta di goaerno argn-
'.i ni.
Ara'a mesmo quinda sa desattendasseot as coa
sidersces exaostas, aqaelie artigo da tratado tora-
ziletro oio ssna embarao^i para um perfeito aecdr-
meia proposlo pete Sr. Tejedor naquella occaso
e p ,r aquella lrma.
As raiifica{u.-s dos tratados esta vara ji resolvdas
e s dependentes do preparo dos respectivos aot.
grapbos. O protesto do goveroo argentino era um
faci notorio, e o procedimeo o do Bra-il ja i'oha
sido de.-iig irado do mida mais oJiaso pela ira-
prensa arj; atina. A respisti ai protesto era n
dispensa ve, mas felizmente estiva elle de ae sardo
cam os termos genricas da proposte do Sr. Tejedor,
iniciada ni eonfereoca cora o Sr. baro de He-
gipa.
Leia-se ittentimeote anata qae o, giverno impe-
rial dirigi ao seu adiado, om a data de 32 de
marca, em resposa ajadle proteste, e ahi se en-
contrar Inda quinto indicara o Sr. ministro de re-
lacd-s extertores como bstanla para coociiar-se a
desiotelliaencia dos dona governos.
Com effeilo, nessa na o goveroo imperial de-
clama qae eteva dispoto a manter a adunca, e
na declinava de ntnhuma le sais brgacoes.
Ora, isto precisamente o qae o Sr. Tejedor pro-
puzera ao 5-. bario de Cotegioe.
Cara cissiptr toda a davida, o abaixi issigaado
reproduzirn aqu lexiaalmenie urna das conclusoes
da citada rata de 31 de mr;o : 1 O Brasil nao
viulou pinto algara d.i pacto ds allianea ; man'm
os seus ojv ipromissa-, e e-tar serapra oro npio a
eme-ader-se cora seus alnados para a ioleira exe-
cncio dos (Hopeabas communs.
Depois do que Su exposn-, o abaixo assignado
nao abe et.pliear os segrales eoooeiios cora que
respondeu-lhe o Sr. Tejedor :
Era truca a mesma nota olferece uaa trata-
menta de i|uald*de e a garaatia por parte Jo Bra-
sil aos traitdas qaa tambera separidaroeote eele-
brassem o estado Oriental a a repnblnc Argea-
gina. O ge verno argentino aa explica esto offe-
racimenio t nia ser pela eiqucairaeata involunii-
ria das con 'eateocias inleroacionaes A garanta
recipresa, eemo resoltado 1i tratado de 1 derna'o.
era a cont ouieao da .- Huno, coosagrava a f
prometlida, dignicava os adiados a seas propnos
olhas e aos flo mundo, inspirava eanSanea ae mes
do entceo9d.UW govsmai, porque a3Mi ntujmo vencida que e pidia erar oa liga dedres
Tejedor observou qa nii era somante eatre os
adiados qus o Jraita territorial da repblica Ar-
gemina 0,0 di Brasil davin ser rt--'itiioj. Qae
aeraelhinte discassii anticipada sobre hsjmolheses
de aeetueo au nao icHiaeai por parle da P.ira-
Rnay era prematura e uso p.ou deixar de coas-
Iranger a lodos.
Qia oexama dj lreitiarganiiai e do dirail >
braaiieiro devora ter .lo antes, quando se neg-
cou o traa Jos Ja l da man ; qaa era, pasera,
hoitftodaa vista retrospectva a esta respeito,
quaada pelo accorda pre ii-nar de paz so den ao
goveroo paraguiyi p direito da entrar em discos
sao com os adiados sobra esse poat... de propor
raoJifi'.ac-M que jaigtss r^zoiveis cu Justas.
Que, poriaulo, ora lgica e prudente reservarern
os adiados sai resolucio delloitiva a respeilo
daqneila importante quest', pan -er tomada do-
rante a nagoc'aco com o governo paraguayo,
deaiis da conhecereru as preteocijas destes e es
ltalos era que asassanta.
O plenipotenciario oriental aJbeii aesli dou-
tnna e ao twio indicad 1, n?s seguales termos :
O >r. A-lolpho Redrigaez d-cliroa que oio
po lia dexar de as-entir proposta do Sr. pleni-
potenciario argtn'iao, por jue sempre e.-tvera o
seu gov-rno pera adido da quiis se poda re-
solver entro es alliadis que-ioas de direilo terri-
torial sem nnvir a outra parte ateressada, que o
goveroo do Paraguay. Qv>, rasmi qusado n
accorda preliminar de paz nio o dissesse, a razio
e a juaiiga dos adalas Ibe- irapjriara esse
dever.
O plenipotenciario brasilriro mol roo as-im a
sua adheso ao masrao nen-afWo :
Observou qua fra para de-ejar que, cerno
iodiou oSr. Tejedor, a estipulado do tratado de
allianea, no qne re apella a imites, resaltasse de
nm exame consciencioso scjbrd o direito do Brasil
e o da repblica Argentrai ; mis qaa de ficto
nao se insuma e3:-a exaraa prev.o, e compra re
eoohecer qua nio era eo'ao menos difflei! do qua
a:tualraante, j pe importancia e nalnreza do
assumpto, ji pela pressia das circumstancias.
Qaa os governos altlidos procederm recproca-
minie com absoluta confianga, e cerios de us nos
ajustes fiaaes os g.naru a ia saaa prudencia e os
inesmos senliraentos de raulu; amizade e made-
ragao. Goncordoa con o Sr. pirnipotenciare |
oriental en qu, ainda quando o acord prelirai
nsr de paz o na d.ssesse exprassameate, os a lia-
dos nao p ilenam vedar ao Paragoay toda a dls-
cnssao sobre limites, parqusratn t--i)b;m o-lipu-
lacia expressa do tratado do alliaa.,a qae se res
penar a iniegridade territorial da repab'ia.
O que resolta dfte documento aulheatico?
Qae, na opinia dos plenipitenc ants oriental e
brasileiro, asquestiiis la limite 1 nai estavam re-
S'lviJas, para a gsriEt.a du allianea, palo art. 16
do tratado, emquanlgr a negoci?eai com o Para
guay nao damonstrtsse qae esto" is aceitv?, ca
que nao traba bra.' titajs para recsalo'.
Vd-se lamb ra, o qae a nr.a argsnirai nega
sem raza), que o plenipotenciario brasileiro eoan
clon a idea, que pf re:e moncussa, da que a obri
gacao, que pela seu pacte se impuzera.n os a lia-
dos, de respeilar a iategndaJe territorial do Pa-
raguay, carapri-benie nriualeente a > uii exi-
girent Iba .imites a qua ci 1 ebain le.rfeilo dire
lo. Qae lo, pjrm. ol qusr 1 gar qus o Bra>il
u a repblica Argentina re:la")i do tratada de aUiaaea, liantes qua era b.^a t nao
rcpntas-e legitimo.-.
A douxruia sutteataJa pelos plenipotenciarios
braaiaero e oriente! liana mu betecia pelo goveroo argentino dos Jieaniento- a
qaa allu lira o nleoipoleiiciarin braser.
Bm notas de 37 oe dezembro de 1870,.n .uioU
tro das rela.;oes exteriores da repblica Argeotiua
dirigiu ao represen!inte do ilra-i; e ao aoveroa
provisorio do Paraguay este fianc e raaiio expli-
cita declarago :
t O govern argratn\ q -a tem inlispntavais
direitos ao Cnaeo, approv m permra'e o preced'
ment digeuersl en cii-f.1 oo exercito, sera que
essa approvaeio inrpirie^ um racoma de tratar
opporiuo uneote da qnaata i de direito com o go-
veroo denilivo do Paraguay.
t Reivindicado e'se termino pala victoni das
armas alliaias, foi 1, sua o::upacai am ficta ma-
terial e lgica, e refoeeder hoje seria nr em da-
vida nassos l-gititno-i direilo-.
Tedavia, e g-ferai arajeoiino msieoton, ha
malta pmco lempo, em diseus.-oe* eom o rerre-
sentlo'e de S, U o Imperador ala liraml, qoe a
ftswria nao da as incoa- alindas direito para de-
ejarioa por sr limites seus aquellas qne o Hala-
do aa goal a. Cree meugoveraio ttoja\tSJOfflo eo
tio, que os limites devem ser dicuudoa cam o go-
veroo qna se esiabeeer no Parasgaiv. e que a iba
flxacio ser f-ita us tratados qae se ce.ebrarem.
depois de i xhibidos pelas partes' contratantes as
litotes em qae cada urna se fonda. Assim, ao cc-
cupar o Chaco, a repblica Argeutin nao reselve
a questao de limites; loma pelo direilo da victo-
ria o qoe er ser seu, diapente a davoh-l >, se o
Paragaay apresenlar proras que veocara as Des-
sa*, quando se trate da qofsio de direilo. a
O aecordo preliu inar de paz de JO de jucho de
1870 diznoan.'S*:
O governo pro orio da repablica do Part-
guay ratiliea urna vez mus as d.elaraco-i anterio-
res que fez ao aceitar o protocolo de i le jonbo
do auno proxim 1 pas-ada, e por conseguale aceite
em sobsiaocia (en a-a fondo) o trtalo dt iriplire
alliaoca celebrado em Bueoas-Ayre am 1 de
iua 10 de 186o; reaervaui-sa para o jiteted da>
fiailivs com o govern permanente as modiCea-
5ies e.-te mesmo tratado, que possa propor o go-
verno paraguay 1 no intere.-se ds repblica.
Ita-erv, u-.e ';t, Paraguay nia s o d-reilo d<
ser ouvdo, mas a de propor modiHca^os, ae-.
proncdos 1 xpiicam que a 1 serva do mofJea-
eSe- se refere questae do Chaco.
E' este o estado da queati de limites do aver-
na argentino, umea que lera impedido que elle ir-
me con o Paraguay as mswaflaa o-nvenaras-qSM
celebroa o Brasil e sob idnticas r ndi^d-s.
O tir icesso que linlir sido a i-ptad.i para aolan.r
a dillhuidade e vem-la por *odo lalifaaioro
foi o iadicado or> citado^prolocollo u. 7 das ol-
reocias de Buenos-A^res, ende asseutaratn-se a*
seguintes coii'-Iumi *:
f, qua os plenipotenciarios dos governos adia-
dos iro negociar com u governo paragu- yo, oe
Contermidide cora o aecordo previo que se rqeo-
citna nos protocolos das pres-otes coufrto-
cias ;
2a, que, a respeilo dos ajusts de limites e da
clausula do protoeul'o aaoexo ao tratado de i o>
maio, prncediro oa forma propaste pelos Srs.
plenipotenciarios argentina e.brasileiro;
< Consequeoleaieote, que ns ditas ajustes e a
dita clausula serio objecto de ulterior d.liberacao
entre os adiados, no caso qaa se ree n.heea sr
irapotsivtjl una ajaste araigavel sobre e-s s pontea
ou qualquer daliei com o goveroo do Paraguay. >
Consaltemos agora o que se passou eolre os
plenipotenciarios reunidos oa Assoropjio para exa-
ciai r e 11 ,1 jiielie accordo.
Depois d^ lovisto e completado o accordo eeie-
braJj era Buojs Ayres, quanio os p'en'Uuieucia-
rios alba I h Je-iara passar negoiiaao com o
(uterno paragu yo, exiga o argentino dos seos
eollegas qoe previameote Ibe sceitassem os ;egain-
tes principios :
1." Qae eslo vigentes em tedo o seu vig ir
as clausul is d > tratado de alieca relativas >n
tegndade do- Paraguay, ijf limites dos al.lados e
o ciisms [altns para sou c nhecimeote e conser-
va cao.
3. Qae as discasses e eslipular-das posteru:-
res lmente declararam ao Paraguay o direilo de
propor modificares oa de exhibir ltalo dos Mos
limites.
.) Que a naco a quem toquem as pessivf.ts
ex gejjus doParavnay juiz exelus vo de sua
jiistiia e admiseibilidade.
i." Qae os ouirr-s adiados carecem de Ululo?
para iolervir as difTerepcas qne pnssam pronan-
ciar-se aflm de aprecia-las e muito rr.enos resol-
v las.
5* Qae, nm anda debaixo do aspecto da n
legrrdade do faraguay, podera os outros aililJas
ingerirse na |ueto para exigir qne o outro
aadu ihes fica, contra na voniade, recanheci-
meato ou coiicrs-o.-. de urna m pollegada duf Ji-
miles eaiabelccidos pelo tratado de adunca.
6" Qae, se algum dos adiadas nio chegir i
cbler que o Caraguay Ihe rtconneca es liafites a
que se repute cym aireo, os outros nao podem
tratar sibre nenhuin dos pontos queabrapgt y
tratad 1 de allianea.
7. Qae a sappoate negai;vj da parte doTafa-
guay restitue da direilo as cousas ao eslio era
que ettavam antes de qualquer ajuste pnliminar
do P3Z.
8. Qae, urna vez produzida semilhanle sia-
C-io, os litados davenarn couordar nos meit-s
mais o,pormno.s para faz-lf cessar, sobre a base
do pleno vigor do traalo da allianea e di mais
perfila solidarielaJe entre lodos 03 adiados. >
Confrjuteni-sj eitu principios e e>ia exigencia
com a doutriaae al varo da accordo alopiado em
Buenos-Ayres, e diga-se se na i ha coiiplrta flis-
cordaocaa. Bsavivia-in que. lio adiada, e de jmi Iivel acord nesses lerm.'s absolutos; impnoha-
se aos al iados a ol,rigacla de sustentar os limites
argentinos, oegaalo-se-ibes ao rae-mo letup lodo
o direilo de iolervir nessa n g icia{5i e dar ju.n
sobre as ditTsrenc'is que se pronuncias-era eolre
as piTie- interessalas. Obliteravrn sa inteira-
menia tedi os procedentes qua os loados oio
pjlnrn e-qui-cer.
O penipatenciario brasileiro manteve sa no ter-
reno do accordo da Boe. o- Ayres, cenflrroando,
e.n nomo d) lira il, a sua d minua e o sea pru-
drate alvilre
O plasjlpoteualario orietel fui ara la mais exp-
Clo do qua aas conferencias de Baeaas-Ayres, o
qae i-np-rla mulo recordar, porque das nciarxa-
Ces la governo arg^Htma |.le-se dejitebender
qae o majiogru da Qegarlaeiv conjunctj provea
unicaratnle da d ssideacia do ministro brasi-
leiro.
O prctOCoilorefere as seguintes deelarir,rJe, fei-
tas poli Sr. Dr. AJolfo ItoJriguez etn notos da go-
verno oriaolal :
Qua as insiruceoes qae recebra do son go-
veroo, i-raquanto au aju'ies de liantes do Brazil
e da repblica Argentina, o prevauiam de" rioe
nessa materia nao Ihe ra permitlido trinar parle
directe, e qne sua roissao le aclu circum-crpia a
oBeracnr seus bina oIBcios, se podes.em eoocorrtr
para urna conciliaco amigavel, no caso de dtsa:-
cordo ealre qualquer dis limitrophes.
Qae esta resolucio fuodava-se, era primeiro
lugar uas e.-tipulaeoes do tratado preliminar de
paz, qaa veiu a introduiir modiflscoas ao de aiii-
aoa de I de maio do 1865, especialmente em
quanio s obrigacio contrahlas corjuactamer.ie
p.'l s alliaJo1, cora relajo a suas questoes oe
limites.
o Qae naquolle Iratado premioar se estabsleteu
que o governo paraguayo acceiuva as estipulacdfS
trai-ida de allianea. sera prejuizo das uiodiftca-
,
rV:


1
1
\
I
^i que. aconselhassem aisia a convenieocla e)
a gneros, iida dos adiados, a qual"resalva, s-gnn-
di o espirito das coafareacias qoe precedern!
aquelie tratado preliminar, referia-se inicuamente-
aos limites da repblica Argentioa, e por conse-
guate, desde que ella envulvia ioi.i citameEie
conce.-ias possivets da parle da juella repnbci,
essa faculdaJe nii palia amanear os atliadus, que
nao represeotem tio direit s propno- 00 c-.se.
Qae, de conformidade com esi nploiii lo
deciaraJo, no accardo celebrado em Buais-Ayres
ios Ja dezerabro de 1870, qne se conprr/ieBOVror
em un tratado ou lstraraenie geral. Je pss as
dispoeicdes de ioieres-e cammuui ou geral, e am
aclos especiaos ea ss-paraJos os a;ustes da l.oiies.
S', puis, os adiados as questSes de limitis
que Ihes sii dirfctameuie atiiiieates, nao tero di-
reito de iotrodazir inoiifiear;5es ou fsztr conces-
5as a que aliada o Hilada prelimioar de psz,
porque esta utna facul Jada iuh3reole ao domicio
das potencias limiiropliei ; 6 se elles tambara r.ai
tem o direilo de lomar parte as conferencias pre-
vias aos ajustes que se celebrarem, e ca pod-m
per crase-juancia apreciar o ment das razo-s
qua tesiieivaaiente seadduzaui, de toda a evi-
dencia que nio polem por rajvo a'(ux susten-
tar oeai apoiar o direito aue cn ter qalqaer
djs.alnadoj. M '
Era virtude dissas consideraefies, e eonsteo-
do-iha por o ra parle o e-pinto que dotnrara so-
bre e-le p-aalo as conferenciis havijas era Bue-
noj-Ayrcs em dezerabro e jsoairo oltrai', v.sio
ne toman parle aellas, o Sr. (yleaipotenciario oci-
ante I rep.Mlziu ou pezar com que se vu-firgado a
Jisseotir di opio o do Sr. plenipotenciario argtn-
lino.
Oaqoi re-ultoa qae o pleopoten'hri- argentino,
nao destallado da sua exigencia, se relirasse da
A-snpi-o, latiraandi ao goveroo paraguayo ioe
a LegociCto di- ainstes flefintlsoj de paz fl:ava
1, anamento -lias 0S1 almittido ptlo plsni-
,,. i ociaT.o braz leiro. O pleoipoteogiario oriental-
re;irara-?e pouco antes pi r doenie.
Foi ne-ia crcnmsiancia, quasi dous innos de-
orri los depois da viciona final dos adiada* em
Cerra-Cira, eqiaali a neg^iajia em ciwomum
se ni airara nupossivei. qae o goveroo imperial
tutea o alvitra de tratar eparadameote com o
Paraguay, sem desligar-se, purera, dos compromis-
sos de hoora s amizade qoe o prenda n a seas lite-
dos, respeitande expressameite esses compromis-
sos, e dixjnlo o caminhi ai>?*ta pira que os
raesmo.9 adiados por sci vez a euteadesfiam coa o
PAGIHACAOINCORRETA |
BflBsHsT
- "
I WJIllaW I
sVs^ss'


i

i

Pa OaaVcoui o inudu do alliaofa lUasses 10b a
garaatia desia.
<*-#ov*rna argeotioo reelamou contra a aegecia-
> parada ; inas, pelo que se l em sua aot.i e
BWas'Hjsposl, aquella forma da oegociacio nao
pee q-w "satfecorso migavel, pro^idaui cam sujiicio a
seBsajmproniiaaas, manteobam a f^^ano ell;ciivj
garautia eoraino, qaando e como fr preciso.
D.r passsge d oir o abiixe ottigoadj que na)
**m eatio o 5r. Tejedor qaaod aliaga qoa a re-
visodos proiaollo* de Bufiias-Avres fara padid*
janrm-MiO pilj ogaciatfar bniiletro e qae o da
^publica A r.f entina se prestara por mera def--
r;oc. A revisa^ propasa t5vj por alijada al-
gattffls emenlaa da forma ros artigos redajid}<
a--auaao-Ayre), ijiacctiuesi.uiiuneiaaenie pe
loSr. Dr. QaioUna, .plenipoteaaarie argentino,
qae orlireeiaata.iia*aa.ju :i., ernenla-i, e dah
n.
-
t< i os mesmi.s tjrioas fm que o deixaram ai coa-
dweaciis de llaaaa-Ayres.
O Qliiui) ptetacafta dessa reviso da 6 dem
vemira : devi seguir-se a o'gociaci) con oa
pleaipoleaciario; paragiiiyas.maitoantes Bornead.,
maj o Sr. D.. Qnutaua dateva es sea* colleja*
desde aquella .1 .u at 30 dj mesuio mea di na
veesabro, a espera de uavis insiruocoa, que dizia
lar solicitad da usa gavera a, ajressntaiite por
fin a qnaito de garanta previa d)s limites, orno
ja 6cou refinJ), a daspelto d> que f ara coacor-
daie em Buen w-Ayres
Oabaaao signad 1 uroba.n naa ju'ga precisa
demorarse em ropoa-lor ao qae allega o Sr. Te
>Mor-sobre ademara dos ajust-s da paz. O g>-
verna i ewepjuio t.M sua inta de 32 a roarc>, daile sa
*t qae o guvara) argentino oia qjuer* tratir
-prv*.4ra>, qja vj op^atera mas-
moa celebraba cam este do aecordo preliminar
do paz; oV(toi- Ji victoria defljitivada alliaofi 00
la mar<;>> de 18?. Kj. por insistencia do moa-
su palmo de torra qae este oeeapasse antes 00
depois da guerra; exigi meos do qae a frontei
ra dasigoada do art. 16 do tratado de 1 de mita.
Esses limitss, orno o recorda o Sr Tajador, ha-
viam sido amplsmeote discutidos ; neohum para-
guayo esclarecido e desapaixaoada os porta em
davida..
O limitesargentinas caraprehsolero oWritam
da Mismas, de qun os paraguay is estiverara som-
pre da passe. e iod a margem dlraita do ealreite
rio que d nome aquella repblica, c que, bem oa
mal, os paraguayos oeoopavam antes da guerra
por longos auno, acoslamaram se a considerar
ua. Aggregantla i ata imprtanle difTereoja a
oceupacio previa if Villa Occidental, nao obstante
a promesaa da que foi aeempauhada, ter o ge-
verno argentino a explicafio natural do faci ja*
Ibe causar admlrac).'
O abaixo assitoad > nao contesta o que expoz o
Sr. Tejedor em inra do goverao argentino, quaato
i saas qaesiSis de limites; mas nao pode dixar
de reclamar contra as assercai ijua se l.m coto
refsreocia ao Brasil. essas frooteiras j esta)
em geral assIgnaUJas por tratados obtidos p>la
liscnssio e pela Lrg do direito Ss as queitSas
des ja uatureti sao liffl:eis da exudar e por iiso
ancootram entre todos oe povos preoccuyacSes e
davidas.nem por isso e exacto qus nossos ajustas
de limites sub.evjsseo os odios das repblicas iu
terMsadaa.
O lampa tem revelado e vai revelando de da en
da que os Estados que cercara o Brasil na) taern
outro visinno maia pacifico nem malb >r amigo. O
abaixo assignalo dio pola tamben) dizer, sen or-
gulbo, que a prosparidade da Brasil tem ramio
isoncorrido para a civilisaco e riqueza desta parle
da Amarica.
U Sr. Tejedor declara qua o governo argantino
recusa, e recusar at onda Iba sej pissival, dar
por concluida ama alliaoga que tanto cuslou a
popularisar ai a la em maio de glorias e pangos
ommans.
O abaixo assigaado exprime igual sentimento
10 govaruo ai^entina que os aja-las didlivos por parte do seu governo, e :r haver provalo at
Btarain adiad* ni qae a repblica do Faragu.y
a dsse urna coastituici) pjtia 9 um njvo g)-
verne.
A demora qua a aMtibos au*ea:ik do pleni
-.art^W'rij-o^.jiro, enra a uegojiatio preda
iljj alliados eji ui^j< Ayres, que dariU dade 9
...*> dezambro a 1870 at-iSJa fau-iro de 1871. e
a r4ua1.i1) dos pl oa graada pirre cautrit pala terriT-al epilamia
que ssoiara as cidaihs le Asu npr.ao, Garlea-.es
Mas esse fa:ioi nal Irajiortam para o e-tido
actual da qii's). O qua compre ajs alliidoi
coasldarar a causa real qua embara^ou a neo
caca) com uam com 9 govera> piraguav 1 e tam
ata hija imped Jo qua a repub ica Argentina flr
me tambom 91 seus ajjsta.) d-lliitivos la ?az con
a laalle goveni .
O gavera) imperial e oda repblica Orioaial,
can pleaipjtucuri) se m)sirou de perfeito ac-
ord c-)iu os dj llra.'.il, precsam *ab)r o que del
laspretauJa o gov-rn) arganiiuo, pirque d) earto
aeaQum se M|Ui*aca a prear seu jiadurs), pa-
ra que a pa*.;jii ol'araguiy li|ie dalia livautea-
te ajustada por tolos os ajilados, sim qu:brade
seu< direito* por mido digoo del le.
A nota do Sr. Tej.-.hr daixa esta qi-st) ai
maior obsjunlali ^ laeertes. Si un vez diz
qae os tratl; feitis pelo Braz:l n> eabaraQam
o Jes jilo a:,;jil), s-guado a praposijio qua li
zara ao Sr. bario de (itegipe, e que 1 abaixj as-
sigaad) j analysau; a mas.ma no'.a, e a suas con
ckises, paree 1 fichar a porta a alga.a m*i.i coa
cliaoru subr easa basa, dirigalo a;s adiados
e-la declarado :
A realiiu. a granJei da IrattJ) de 1 da
auio esto o apron;ttidas da tal m>do, qua nida
pjlera | rejlabeiec-U) seu) a oiurrencii
franca e ea-riica dos tra g)vareo 1 a>s,izunarios
para seu del e miis completo caoiprimento. A
repblica Argaaliaa, qaa- necesiti esta repara-
rlo, a aspara ilnli da sabedoria d) governo bra
uluro, ts reinbuiea) da eallale em que cu n-
pno duraaia seie aano'j seas cjnjprumissos de al-
1.105a. A ttajara tamben de sua joven irmi a
repblica Oneotal, cojos iuteressa* sao os mas-
roo* no Rio d.i l'rata, a cuj beroioilade estivo
empre muio a:ima de sus piquenhez. 1
8 que rmimi o concursa fraaro e enrgico
eue a r^pub n:a A'gentina espera de .eus alba-
iU t Pata que Uo- o reclama, e como entene
que deve ser prstalo r A nota n) o declara,
mas isto o que oavm onbecer e combinar.
Nao se ltale seguramente o governo argentino
a respailo di uaiea dQl;uldade qae se op^O) aoi
saas ajustes da paz com o Paragusy. A difuc.il-
dade est noi limites do Cuaca. O Paraguay nao
Ibe cantasla o seu aireita ao territorio da misadas,
e o damas a astes esto fra de lela a dnvida.
Porqua, poli, qoaada os seui allialo* nao decli
U-i.m da oeoiiiima dis obriga^ss que coatrabiram
(i'lo tratado da 1 de mai 1, e nibremeate a prova-
r .rn na pon dos graoles e-forc/os d< guerra, nao
procura o governo argentino eotenlsr-ae com i
goveruo parag-iay, para reconhecer se Aon uo
possival ura amigaval aecordo com este 1 Same
loan le passi*, qua .- depende do goveruo argeu-
tiao, pule cortar toda a queslio, e talvez a tvesse
evitado, sa o pleaiputanciarioargealino boavusse
qierido observar a onai dada nos protocollos da
Bunoi-Ayrei.
O goveruo i.opera! a er tanto mais quanlo
geuiiuo tivera ais conferencias da AtsumpQio,
comparada com a da Sr. T-jvl r em urna uliima
ola. O ahaixi assigaado refare>se a en s oali-
vras de S. E :., allusivas aos limites argcutioat :
lomo -:i!ie < uli 11 o Brassl que a rap blica Ar-
genlma nao t'ru ced lo de seu direlto d) traalo?
, .\> liciv aneria *"bre este pealo a uegociagao?
O govero i-imperial e da repblica Oriental nun-
ca |Uizera:n por ain davila o direilo do seu a'lia
do aa ternljri'i do Chic), ou a qaalquer outro
ponto de sui froaleira com o Paragmy, O qae
Has daclararam que na padiain reconhecer
como einpeohj Ja alhanca o sustentar esses di-
r-ilos em toda a extenso qua o governo argenti-
no designara no tratado da I de mai), anti qua
0 Paraguay fus*e ouvdo, e qualqner que fosse-o
valor das tiiu os qua eila exnibisse.
Acaso pola presam.r-se que o Brasil e a rep-
blica Oriental a'-iriguem o pensament) de con es-
lar os direilo? da repblica Argentina a respeilo
d) territorio do Caico, se esses dlreitos furem re
conhacidos pelo Paraguay ? Essa du'ida seria
por de mis lojusta, parque uun;a bouve nem po-
da haver qae uo sobre tal base: nesle Cite,o
aecordo do guarno argntico com o vencido es-
tara aatorisila plo art. IS do tratado da alliao
'.i, salvos.os direit)) la Boltvia
Mas o que se tam prataodil) at- h >j?, pr par-
ta da repblica Arbenima nao qua o* ontioi
atliado*, qual juer quapi-sa ser o funlamenta
das ailegnoes com qua o Paraguay recu racoobeeer como argentina tu Jo o Cnaco a i
Babia Negra, obriguem a vensilo a hsa recaabe-
cimaatJ, se o giveroo argentin 1 o exigir em a-
me da solidariadada da aliaai:a ?
Sa assim Sr. ministra, o goverao argentino
ha da reconhecer que se oelhaule procadimeMio
ua> seria cai,f)rrae justica e aa pac.) da allua-
_, ji na fallalo na? solemnes promaisa* qus a
repblica Argeatina fizara e Paraguay, e qua cantirroou Oro seas alliados no
aecordo prel junar de paz.
Poslaiuest'.'r termas a qaast), a J IB;a' 1, j
i>lw de pinto, p^rqae seria o niasma que exigir
es pus all..nios qa^ obrigassem pel fartja o Pa-
raguay a {re:aabacer c-)ino argaolioo om territo-
rio que era parle disputado pela Bobvia, cuj>*
direitas foran expressameate resalvados pelo pro-
Jafl^llo aun^t 1 ao tratado de I de maio.
Na sen repugoao.'ia que o abaixo ass'gnala
apresenta a qie*:> com tola 's'.a fraaia-zi, mu
:i 10 sabe eo 01 de oai{ malo se pos/anj antea-
er 00 tr-s alJaloi a procurar ama siluro que
iiii hoDrjsa i siiis?a?toris pira tolas.
o abaix a auieriar nao lusa justamunie apreciada palo Sr.
Tajador, e provaiasse otuefvaca; is em que nao
1 tizara tocar 8. Exe. chagoa a duvidar da que
a uoiea din tildad* aampro opp-tua pelo govdraa
paraguayo/ceapreiecao ao1 ajustes de pa>, fneu
vi limites do llano, quaoda osla fado consta d*
aacumeatos cfHciaes autbeaiiC'% e u atiaMaram
t.dos qaaotos tenbam oaviiio aqialle governa.
Lavado p: asse falso jaizo o Sr. -Trjelar mo -
re almiri) ds qn ) imita* dj Brasil nij
a-sem igual obje-.:ii; e*wncijj sjre 10
n'issaa iua*t5)s a ajustes de limites iofua-
aad*s onca.t >s ; ap)a*m a uos;a suuigi gi<
K|M ; e i' parece que at.riaiaia ao g.verav
laroampeu) com ija--a Solivia tara prosa-
er telar suas rectaua;>es au ajusles q*
paz das alliadoi om o do Paraouay.
Estas e oulio poatos la oo'.a argmiid* lera >
expcacjjgac-ifcaa* B-o* ir/o/adi annexi. mas
j'fjB'O que nio pa titi;u.
admirscio d) Sr. Tajador ba de eassar des le
[ wa S- Btc. .alie bem a grande dTeraoca q b^
KMBMtiMtoiurte' 'i > Uraii* da/ewrWica
a ev.delicia que nao ao Brasil que se podar ap
alicar esta ubservacJa com que o Sr. mioistra ca-
tseqta a sua resjosta : A historia d)S tratadas
rotos por urna iateroreacJa interessada de suas
clau-ulas, ou por nao seram ji necassarios a al-
gumi das partes conirataoUs, na nova no
muela.
O'governa argsolino. b-sm que deseenb>c6nlo a
verdrdeira razo do procedimenta da Brill, con-
fassau que podramos romper a alliaac.<, dando
vior caduca o tratado de 1 de maio, dasla que elle
recasou cu nprir as clausulas relativas s fortifica-
gi5as piraguiyas. ,
Be faci e todos os presedaatas da alliaoei
raistram altamente qua oi ha sacrificio, manos o
da sai honra e deseas direitos impreteriveis, quo
0 Brasi nao tenba feito e nao esteja dispost) a fizer
para que a alliaaft de 1863 consiga lados os seas
flns.
N) pen-a o governo imperial que o tratada de
1 da malo de 186* tenba para os iras Eitalos
maisimoortaoeia da que a seguran; 1 que oblive-
rara pelas armas, e os ajustes '.oncarnenies a luir-
as, eammercia e navagacaa fluvial, s^bre que
dave asseniar sua paz rutura 010 Paraguay ;
na peosa qaa as recordados* uV-su ailiam; 1 devam
ser mal' gratas aos tres povos da que a da 1832,
qua acabau com duas tyrannias e abri umi nova
era de libardada a da pragress) para as repabcas
do Prati.
Man nao precisa levar as propositas da alliang
alm da suas positivas estipnlac3Js e caiapto-
mssas, para afOrmar que foi ella deiermiuada por
am 1 eaasa da hiora a or laterales eisaajiaes <
tres partes contratante-. A desigualdada doi sa-
crifi :os ou das vantagens nao d mais direilo*,
nem santa das obrigiroai coutiahidas a neuhum
dos alliado*.
Bssa desigualdad*, Sr. miaistro. qui nao l.i da
certa a favor do Brasil, aao inQnra hije, como
nio influa antas, en sui fllelilade ao pacta da
alliancu.
O Brasil cumprir sempre seus empenhos de al-
ijada com a baa f e cavalheinsma da qua ddu
praiRis duraote a guerra. Se, poru, o averna
imperial sabe quauto deve banra da sua pala
vra, paz e amisade que intereasa a t "los os al-
liados, nao manos viva o sentimento da sua dig
uidade ; e a oaseiencia intima Ibe assegura que
na causa das diCQmldadas que esta en aalranl)
a execueo do tratado da 1 de maio, Uepois da
vencido o grande ob-lacnlo do inimig ca nmnm
Ss essa gloriosa alliaoca vjes-e a romper-se, o
que na se deve espsrar da sibedoria d is alliad >s,
a respoasabilidtde des*e acto a da suas coosaquan-
cias n> recahiria sobre o governo imperial : cedo
ou tarde o juizo imparcial das nutra < nachas a a
propria repblica Argentina firiim plena jusli;a
ao uireilo, laaldade e prudencia do Urasl.
O abiixo asslgoado tem a honra da reiterar ao
Sr. D. Carlos Tejedor os protestos de sua mMs dis
tincia eoosiderajao.A S. Ex;, o Sr. D. Carlos
Tejedor, ministro das relaedes exteriores da re
publica Argentina. Manotl Frnncisc C.wri..
ribanceira, a viratn em baixo o desgrasado
orficial do juslifi, ioio jtrati da s a an-
iada com que o assassioo prelendia abri^
Ibe a puliara; deicaram ; a cjobo aiada
res"p asse, coadaefram-0 para cas. Con-
pareceo logo o delegado de policra, qae pro
cedea ao auto de corpo de tfeljeto e expe-
did aj orde is pira a prisau do assassino,
qae conseguiu evadir-se. FlariMo filleao
p'-
Arges'ida. O BraaJ aaa \'i do .'".raguay un
tov-ruo da gTroTltacIa.
dbspachos na ratuiuRNUia db 6 de jodio di 1872.
Antooij Framisco Duarte.I ifiuia o
3r. director das obras publicas.
Amonio Padro|do Reg Barreno.Ifor-
oae o Sr. diroclor das obras publicas.
BarSo da Soledade.- Comi) reqaer, em
vista da iaformacSo.
Bisilio L'in G elbo.Altaste qarreado.
Omesmo.Mem.
O tu6sm) Ilem.
C. B, R)b;so.Informe o Sr. an^ealidi-
ro Ihcil da compaohia Brasiliao Slreel Rai
Iwaj.
Bacbarel Fraocisco Lniz Correa de Aa-
drade.De se.
lriiu 1 i. 1,1 do S. Bom Jisas ds Cbagas.
Diferid) com ottcio desta data ao Sr.
comruiadaote superior da guarda nacional
lo oauaicipi-) do Rcife
Pad e Jj5o Vicila Gudes Pacheco.
Infirme ao Sr brigadeiro coiomaadiute das
armas
Pidre i) Biplisla da Silva.lafurme o
Sr. itiipao or da tbesouraria provincial.
Jos Franci co do Reg.Barros. -Iifirme
o Sr Qsp ctor da theso arara de faieoda.
Manuel Fr-ocisco de Oliveira.Iiforme o
Sr. inspector do arsenal de mariaha.
xMajor Mmoel Ferreira Esco.var.Forne-
ca-3e.
Tenente Ur3ulioo da Cunba Torreo.
Como reqoer.
Secretaria da presidencia de Pernatibuca, 8
le julho de 1872.
O por I eir,
Sdvino Antonio Roiriguts.
QiABIO DEPERNAMBUCO
.\i>tilas do miiI do Intperio.
II airea pela iniairu chegou o v por bra-
sileiro Baltia, traseodo datas: do Rio de
Janeiro ata 1, ha Babia at 4, e das Ala-
goas al 7 do c arrente.
Sab a rubrica Parte Oficial cometamos
a publicar hoje as notis trocadas entre o go-
bern imperial e a repblica Argentina, so-
bre o tratado com o tVagtuy a sobre oa-
tras questes. Para ellas chamamos a al-
teu.So dos leitores.
Ml\aS-GKRAKS.
Refere o !oticiador:
Floriano.A've Pereira, offlcal de.jus-
tica da Itabira, indo do da 10 de maio. aos
Moajiahi (subarbi a da ctdade), cas_a de
Manoel Tao.nsz, coouecidtf por Maiml em
p cila-iu para orna coneaba^ao. este, ao oj-
firler'i peticj, etaforeceu se', o, laorjiado
mSo.dd um mobido, du. ta tremenda gol-
fle.fia cab-^a dj floriaa, qw o pfostpa,
repiiu segundo, ej-algiodoo marto, t-rou-
Iba a roupa-, e arraslando o porumi ri.ian-
c*r CU gando algumn oastois ao tarreiro e
vena as.Ulnas d^a Mauo$l em p aajuilo per-
tarbadT, virraado e conndo cou tsrra
peres ale saugue, dascaoliaram a exis'.ea-
ca de algum critn a. aagoioxk o raeta do
tnesmo saogae, obgaram 10 alto de orna
noel foram recolhHds''-catlt, e interroga
dos, reariram o ficto com todas as circoms-
tanciaj.
L-se do Monitor Sul-9i**irtt:
Di cidade de Caldas, c^wiiooicam-noi
o seguale :
Preparava aesla cidKe o homesdo ne-
gociante Aatonio Avm osa preojantao de
Clorato de potasa, para'.'labricaefo de fot*
gos d vista a de recenta- deu-a.e: ama ev
plosao dis materias flimmaveis qae se
acbavam depositad i6 emamalmofarit, pro-
duziohi um estampido oomja detomcio oc
oasionada por am tiro de pe a, e redoindo
a esiilbagos o forte almofariz d% brooze,
qoebrou completameate urna meas que es
lava prxima, atirau a mo do almfar a
urna distancia eitfaordiaaris, e, peior do
que tuda, fez cabir Amonio Alves. qaasi
ceg, com qoeimadaras horiveis, e team os
dedoi ndex e pollegar di mo dreita, qae
pardeu-os completamente, senda feliz anda
por na a ter perdida a vi la. e
IU.a US JA-4SIMO.
Em 18 de jonho :
Prorog)U-se por mus tres in.ze. sem
ordenado, a licenga coocelida ao juizde di
reito de Plane, bacoarol Jaaqaius Jos de
Al aaeida Pires.
Concederam se dons meses de liceoc;!,
com 'ordena o, ao jaiz matiftipal do termo,
de Itapomiriua, Dacbarel Jai Caalido da
Silva.
Mircju se ao juiz ds direilo. Joao Caval
cante de Alboquerqoe a ajuda de costo de
i :OO Ao juiz oe direilo Jos Aalaoio Racha
Viaaoa a de 6005 e igual prazo.
Ao juiz raunicipil e de orphJoi do termo
de Gij M ag al, bachare! Francisco Alves
Branco, a da 5000000.
Eis asnoticiis cammerciaes da ultima
dala :
0 mercada de cambia sobre Landres
fecbou ante trlntoiD firme a 24 74 d. para
o papjl do banco e a 24 3/ 24 i/i e 24
5/i d. para o da praga, predominando as
duras ultimas coiacQas. Sobre Frana sa-
cou se a 383 e 3i8 rs. par fraaco.
Oa soseranoa tn-se conservado .410
tanto frojxas, e fecbaram a 9J950 para lo-
tes pequeos. *
Em tua ios publicas poocaa t-aos.c-
(5es se elfsoiasraai As apolices geraes de
t J' ale mearan 1:0400 a diabeiroe 1:0100
ex-iiiVrJ /o lo, pagamento em julho, e as do
empresiimo n iciooai, de 186S obliveram
1:1200, prerjos a que f cbaram.
< Reiuou tajQbem poaca animagio do
marcado de acedas de bancos e cojjpanbias
publicas.
As dj Biqco do Brasil foram ogocia-
das a 540 de premio, ex-divideodo para
jolno, e as di companbia de Navegaco bra-
sileita de 160 e 250 le premia, a dmheiro.
t Nio se effecluoo iraosaQo algama so
i)ru ttulos decoaapanbiasque offirecam io-
tresse ai pracas d) narte, alm de peque-
nos loios das do Banco Comoaercial de Per-
nambuco, que fecbaram a 20 de premio.
Sabia para Pernmbaco, a 30 de ju-
nho, o brigue bnsiletro Isabel.
BAHA.
depois di 1 desempate a qae ae proceden,
tendo o S Dr Gailberoie Pereira Rabello
7, Sr. Dr. Manoel Joiquim Saraiva 2.
t Em !.* logar foi escolbido o Sr. Dr.
Manoel J aqaim Siraiva por 9 votos, ob-
leada o Sr, Dr. GiHtaerme 7.
En I.*
rir R,bailo .
Em^lS d jonho p oxobo pisndo os
Sr. Dr. G jiheruM Pe-
) per adfiHdade
38 horas dpo s A nwmer tiraos da Ma- ;escrav6g li f&nd do Toque enb Tapero
tosurgiraai-sa e leelaram c D'ra a existen
cia de su3 se'nb ra [t. Anoi M ira de Jasas
feOTreira, de loJ* a familia deata ssnbo-a,
intiga praprie'ari'da BMsmi fazmda, e qae
mora em am sob.ado nelia situada, o qaal
pOeHm't m completo sitio.
Ja na anterior noote yulum agredida
os fla*ii a asara^Oi ai actual proprialario
Augiaslo Man les de M tora, que felizmente,
^^Ode- se defender auxiliado por algumas
pessoaa q ie o acompanhavam ni occa i5o.
t Geomoaicaado a dita senbora a oioor
rencia ao delegido, lciua deMieareobas
fiagueira, a quera pedio auxilio e providen-
cia, foi por e3te as 4 liaras di maahai de
i9 cercad 1 a referida fazsnia, aerrdo^pre-
sos os insargeat-s em numero da dez, qae
feram reoolbidos a prisS.) e vio ser pro-
<:essados.
< O Df. rinfe de polica mmlau loarir
o dito delSgd por esta dit'gan;.
AL.acoAe
L oos na Jornil din Alagos :
Dnona abaixo o ofli;io que-undereoo
o Sr. delegada de palica di comarca da
Imperatrf;; a>-Etna. Sr. presidente sobre o
estido d-quelia villa.
Por tile se veri as enrgicas providen-
cia* qae taaaoa lago o zcioaa funeciooario
publico, e a traaquillidade que reina a a
taparatrii,. ;
. c A.griurii, pois-.-d-M jarnae> da oppo-
sivo cada vez ma-is ae descabte: para rt-
lambar miis longe.
c Eis o ofli i a :
Mm. Exm Sr.S hontem s 7 horas
da n ailrf (ai que recebi a communicato of-
dcial do subdelegaao desta villa acerca do
assassinitn do tmaot -corond Jaaqo.m da
Silva Con ai 1, e n^ssi masna ora flz se-
guir 13 piafas que tinha na povoac5o da
Ro5ad,ntft i ieanir-se s que liaba Da Lage
da Caobo;o. ileiermiuiQda ao auodelegado
Jali, qus refarfando com miis trila matra-
ca?, segu se para esta vina, onde mi da-
veri a en ichar, Aqu chegai primairo qoe
o 8ubalel ido, q 1 ag ara tn consta vtr j
em camm 10. Vate b anotis que me acota-
psobaram foram imna.Intmeme retorgar
a guarda da cadeii. qaa se acba om presos
de (rime; graes e algunt j coalemnulos.
t Liga que caeguei, apreseatei-me pes
palmenta ao Dr. juiz de direilo, e Dr.
juiz municipal, offerecenlo Ib'-s n man au-
xilia para garantir a ordem e ir.-.niaillida-
da publici, fraoqueaoda-llidi a acgo enr-
gica da le. Par har fiu a villa tranquilla,
e esse es.ramecimaoi', que causn po-
palagaa d-sta vi la o tacto terrivel da nor-
te, a os boatoi de ser a cadeia atacada,
desappartoeram. Aqu pais, me acbo com
o mqor Claodiao, 2o suppleme do jaiz mu-
oijipal e o subdelegada do districto do
Rajadiobo ; entretanto, o qua da extraor-
dioario sa der cammuaicire V. Exc, a
laera Dais gurda. Villa da Inperatriz
30 de jaiba a.e 1872.Ilm. e Exm. Sr.Dr.
Silvi o GividioCiruiro da Guaba, mai dig
00 presidente da provincia.O delegado
de BaBc.i, Liteio Soares de Alququerqite
Eustaqui).
Aminli (10,. effdclaa o lenle Piolo o lea-
lia de miudezi, latundas capas, perfjoaria e
-aotras artifof, etnf traw sa aena anonneiaJa, sen-
do qus aa ditas rain leu* eonviro a ijualijusr pes
soa por seroa am (quenas porgdes, e por man-
dado do Illm. 8r. |f. jaiz de orpbios.
C miarme esta annnaeiad), deve ter lugar no
dia li d) carrate o Isilo de ma/eis, laaj, crya
as e carros aaarf3ana< oa cua# da raa da vi<-
eoaBs da Giyinoa a. 58, em qae moran o Sr.
Jao daC"nUa Nivea, par iniertaneio do agente
Pinto. ^
CASA DE DSTE.'tCA J.-MaTime do da 7
de julho de 1871.:
Existan (presas) 310, entraran 3, sahiraro 5,
existem 308. A salwr : oaeiunaes 208, mnlnena
II, estrangeiras 41, scravos 41, eseravas .1, total
o(J3.
Alimentadas casia" dos cofres pblicos 2I.
Morimanto da enlurmaiia do da 7 de jaba de
1871 : '
Tiveram baixa :
Manoel Marianas doa Santas, astbma.
Jai) Cmstaoeia da S. Nitos,-bobio.
Tiveram alia :
<)llina Gomes da SilTa
Autamo de S. Piola.
Sabisii), escravo sealeooiad.
PASSAGEtHOS.-Vindos das portos da sal ao
vapor Bukia .'D Julia Gnimaries e 1 Qlho.Ma-
noal Gamei de Stni'Auna, Praneisco das Chga
Galv), Milita) Basios Garneiro da Cunb. Dr. J
Pranciscode Arauj-i L'ma, Wa Hinry Wiatli, Dr.
Leos no Jornal:
1 Ante burilem (2) depois de pe corre
rem as ras mencionadas do programis
dos festejos, Szeram sua entrada triamiiba!
na prac"a ConTTdTu os emblemas coaime-
morativos da gran le epopa que teve logar
00 da 2 de julho de 1823.
O emblemis eratn precedidos por ci-
valleiros e sges e segaidos pela giarda
Qicbnal e tropa de linbs.
< Na cathedral enlooa-se um Te-lkum
lad-mus, proferiodo a oraflo religiosa o
Rev. monge benedictino Fr. Carneiro da
Cunba.
c No palanque, foram levantados os vi-
vas pela Exm. Sr presidente da proviucia,
depois de descerrar as cortinas da estatua
de S. M. o Imperador.
A estatua que representa o mooarclu
vestido a general, e davila ao cinzel do
Sr. Antonio Machado Per,anha, e pintora do
Sr. Cunba Conta.
noiie lluro, nou se o pal roque, a s
8 horas deu os vivas o Exm. Sr. presiden-
te da provincia.
< Nolbeatro bouve especlacula em gran-
de gala em beneficio da socielade liberta-
doraZ de Scteinbrj.
< Cantn o byroio nacional a Sra. D. Ca-
rolina ngel, que fai applaudida, e repre-
s-ntou a conpauhia dramtica o drama fi
phael.
Alguns edificios pblicos e particulares
illumioaram-se.
Os navios de guerra deram as salvas
do estylo dorante o dia e embaodeiraram
em arco.
c A direcra dos festejos do dia 2 de
julho de 1873 ti cou encarregada aos Sra:
PERNAJOUCO.
Massai 100 caicas a Soan Disto 4 C, 5 a oar-
dem. Miodezas 1 caixa a Paul GuaigUe, 1 a Feli-
ciano Jas Gomes.
Hip 1 caa* a afearon a C, 11 tas Laiz
Guimarias Fsrrelra & C, 1 a A. G. de Barros. 17
a Dmingo< A. Mb-as. 1 a 1. J. de L ma Batria.
R1 upa 1 valume a Gomea de Matas Ir raaos.
Taeidos de algodao 100 fardos a J-aaowat Jos
Goocalres Ballra, 80a Amonm & Irmioa, la
Cramer Pre; A C., 3 a M mhard Meliler fl Tu-
as da ferro 4 talaran a Wihan R^wa &C .
vmdt ie H*m*mfO-
Woffa C. mmifts
Fran-isea KidriguiH Gaimaraes, saa senhara
una emran, Tiburci) das Siatai Braiiliro. bi
roi^-zia Victoria, mi escrava e un cria. Sil
valor Ljte Viligil, Mircalino Gimes Cauta e saa
laataora, Jas Maria, Januaria di Silva. As nup-
caa, Jaa Pinto da Veras, Jaaqaim ds SauzaBau,
Jaaqunn Ja< Tavu-es, Joio Mandes Ferreira, J >
Mauricio ds Silva Ponte, Jalo Manbel Paria*, Mi-
ae! Freir Barbosa e Silva, Arisldes Araalda da
Concedi e um escrava. Jas Alvos de Aguiar,
Silvinu da Gasta uhaves, Joi Joaqaim Farias,
FranJhco Jo.< Hedrigaes, Antonia Alves de Si,
J'aiiuim Mirtms Je Aluaeida, Jaaqaiin EHtnisla 1
Ferreira de Almeida o sai taaiilia. Pascaaal Gai
Ihermiaa, Joij Antmlo NKo, Jaaqtaim Eugenia
Maia, Belarmino S.lveira Miranda, Octavio F^rrei
ra Npliee,
Sdgaera pa*a o harte : Coanl iaglez Wib.
Stadart Aatoafo Ferreira Coelha, Jaio Csrdasa d
Almei'la, Newton C-sar Barlamiq.e, Aat n o Mi-
man a Franco de Si, Jaa M)reira da Silva e sua
familia, Jai) Rufino Braoda, Hspbael Tobias,
Garlla Manaooa R)lrigues, Potenctno J.x
Ventura, Bernardo Jas de Qj-iiroz Miriinio Ji-
ciolbo de Malla, Jaio J .cinth > da Mello, Jaio Visn-
m, Jaio Laiz Pereira, Jas Antonio Maoedo, Jas
Palycarpa de Sama,
6 tatuar. Upula I f ,rdo a Ferreira & C
se-
Dez. Ermano Damingues do Canto.
Dr. Salosto Pereira de Carvaibo.
Bara de Monte Sroto.
Coronel Jo- Lopes Pereira de Carvaibo
bao de Camsssari.
Ernesto P<*reira Jo-*lho da Conha.
Chafe da esta;3o Jeronymo Francisco
Gonr;alvos.
Dr. Pedro Manoel Alvares Moreir
Viiiaboim.
Vigaro Dr. Romualdo de Se*s liir-
rosc.
< Joi da Conha Soares.
CapiiSo Augusto G ames Vanos.
Jas Salgueiro.
Antonio Mara Games.
Majar A-lolpha Ferreira de Barrea.
Capitao J i3o Cwvalho.
Lino Jas Teixeara.
Jos1 de Sauza lieio.
Jas da Conha Marelim.
Jao Hodrigoes Cermao-j Hibo.
Francrsco Maris. Pinta. >
Na da 1 do o He entran do Rio de
Jmeiro a fragata ;i f.-r oerte americana
Tco/iferooa^coiq^H^
para a Pai
ILaaiaen (13 ) leve logar o* Facuidn-le
de Ma licioa. a uliiim l*rtnra ttiw pr-evaa tes
candidatos a dou logares vagos de oppysi-
lar di leojso m-idici da mesmi Facdldade.
. Em seguida pro!eNaaMMHvegar;ao
votaba, a.qoal dau ^00tBBm0Mo
Kan 1." logar fai inaMiai eifti r.
Ms l. hj da .VmiMr^ate^f V'riMN.
REVISTA DIAXUL
QUE3T') ARiE.\Ti\A.-Sab a rubrica Parte
0licial puDiicauaoi hoja a neta que, ao governo
ai^ei iriRi, 17 d?-tthftt-dt) -aonanld an-
ua, o toin --Ira arg-ntina G. Tejedor, i proposito
dos tratad' s celebrados separadamente p la Ura-
sil cas o l'raguay B-Ha qae delerminou oaou-
vii?.enio das horisontes polticos das.bandas da
Rio da Prata, e qae tanta" agitai,-io e iodrgnaja
te01 jus'.aaieate eau-ado Hdn o Braaileiras.
Taiabera easetainns, *ob a iB9. ^uticiqio a ooU e do mn*oi-.nidn le jaoba proxiro) lila, endmv(jau o ligno mi
nitro de fstrangeiros lo BrS(l aqiiille ministro
das relacSai sxte'riorea da repnblua Argeatina,
ni) s renaododo, em lio evero o i.tir-i
ve e dipl n.iicamenle energe, ai cani, iarOes
da loacci naiia da repuotics, mas ijuia-m ex-
pruband-j-l.'n o tom -auasi lusoltaoso da lingoa
g:m da rc-fri-ia sua nota, que o governo imperial,
pensando nni acertadamente e oo iuteresse da
paz. iolgou convenisnta nao d-ixar sera replica,
despeita da prosapia inqaalilicavol d > referido
ministra d;s rliRflt exteriores, qae, no entender
de oalros, l msrecia coma respis! inmediata a
declaraba.) de um rompm-ant i crujala e firmal
da tratada do I' do maio de 186a, para oa lia- de
urna gu-rra, que a bumioidade e o interese das
povos repe le, segando pensamos.
Gbamamas a alteadlo das uassa* leitaras para
ambos esst i importautea dacameotas, caja Iniura
deve Mierssar nio s a Ulos 01 Brasileiros
amigos da leu piiz, maa tambem todia estran-
geiroa aqu residentes e qae si) amigas di Bra-il.
GONCISO. C'am o prazo de s-ssenta dia?,
contados do 5 da cerrante, acha-ss em doncurso
oproviraecio vitalicio di 11 -ui dee-caivaado
eivel das pimeira e segunda varas desta comar
ca, vaga pi lo falircimauto Ja srrveniuarta Jaaqaim
J it Per ir a d s Sant-as.
laiMlElllO O vapor BaUia Irouxe para
Gustiva L. Portado de Meat'iac, 1 :000*000
Oliveira Fi has & C 6:000*000
Carvaibo A Nogueira 3:000401)0
Amorim limaos & C 4:060*900
Bario ds .Vnaretli 3:6604000
Jos das Smos Naves ."C0J000
Jas HodTiiioea de Souta 2004000
Jas da G. de Oliveira e Figaetra4 2004000
H ''SPlT.iL PORTIIGJJ&Z Esta de semana o
Sr. niiwd.il 10 Manuel Fraueisca Pon:e<. O moyi-
inhto d is lofiies de -V) de juraba a 6 de julho de
1871 fai a segoiot :
Existiam 33. entraran) 15, sabiram 7, fallece
rain 3, w tem 38.' Dw Joas que falleceram foi
am degan re 1 no escroto o am d* bemorrha-
gia n cnrrbro.
SADE.00 PORT.J-Pela respectiva reparli-
Cao, vis'.u lio It appa ecido caso agum de fe-
hre amarella desde 13 de janha ultimo, aoino-
ciado qaa a carus 4a sJe vio ser dadas aos
oavin; q i pedirem-as sem uoi* de ma'eUu.
GAZRT.. MS1GA BA BA'ltA Pedera nos
liarp selara.- ausa*aigoanl-V des-e jornal, que,
para eviu/em extravius, devam mandar basaar
oa amara* reipaativas na.pliarmacia o. 30da roa
doUtrio j 1-Viciara, dis dias dai chogadaa dos
vaporas do sui.
ROBBO.--S unt di.' para 6 o crrenla os
Iadio arruoaara a taitaanada i'ietoriaa da Al-
meida Kab lio, na travs aa. liba da Carvaibo,
raaband iM a :iO04 iiaaaeaaia diversos ga
THKSOURARIA DE FAZSXDA.
Da 8 de julho.
Forana remeltidos ao Sr. ibesouietru para
rem pagos:
OfB:ie da presidencia, anudando pagar a Bo-
tiao H11 si da Gral Gmiseiraa qaaatia de...
984360.
O(Qci) da presidencia, maudaad) pagar a Su-
res Primos a quantia de 73040)0.
Otlhla da alfanlega, remllenla cantas d des-
peas taitas pelo poneiro da meama cap o respec-
tivo expediente.
OiBcia da re:ebeduria, remeltenda cantas de
despezas com o expelame da mesma repartica-
Da m-z p i-sel 0.
OIBsio da carreia, apr^ientanla coalaa de des-
pezai feitas pelo respectivo tbesaureiro.
Offl:io do omminlante da f arta do Buraca, re-
m?llend) cantas de despeis feitas pela alnaxiri-
f do iii-.'smo.
Requer meatos:
Aotoaio Correa Cabral.
Francisca de Panla Carreia de Araajo.
Jas Ribeiro de Vascoucellas.
Jos Ribeiro da Caoba.
Manoel Anliaia Rodrigues Pioheiro.
Riymunlo Ferreira Btrbosa.
Vascoucellas & Amanes.
"Furam Igualmente rometiidas ao Sr. pagador
para i-ereui pagos :
OiUao da preudencia, mananla pagar venc-
mentas do deaiacaraento da guarda nacional do
districto na comarca de Tacaraiii
Offloia da presidencia, raandanda pagar venci-
iTisrit s da destacamento da guarda nacional da
Banilo.
Rsquerlmentos :
Bacharel Antonia Jaaqaim Buarque de Nazi-
relh.
Padre Amancio L-i:e da Silva. "*
Bicbarel Delttna Angosta Cavile inte ds Albu*
Soerqne
re Francisco Pireira de Farias.
Bebarel Fronclsco AIvs da Silv?.
Racbarel Jos Hygioo Daarte Pereira.
Bacnirel Manoel Aotsnio das ?aso e Silva.
Ser.vinb 1e olB;al-mior.
Manuel Jote Pinto
aSi/jii mato Adela,
consignado a C A. Soir a
ton :
Rarbanla 1 caixa a Si Leltio & Coimera. Be-
zsrros i caixa a Prente Vianua. Brinzeast tardas
a B.ihres.
Gadeias de madeiras 300 a P. J Goaaaa Oi-
maca. Ditas di vim t a Sauza e Si. Canelu ID
caixas ao: consignatarios. Garri de pedra li io-
aelladis aaa meiaios. Cemento 100 barricas aos
rnaamas. W a A. Maibeas. Cerveja 300 auut
a B ir-telmaou, 1*5 a ord"m, 59 a Paul fiamos,
54aB-jhres, ISaKelier. Chapas d* marawra-13
caixas a irros Jaoior A C Chapeos S caixas a
Chrisliaui, Sa Armiuio. 3 a Bohres. CouiMaa .'
caixas a Garisliaaiaa, 4 ordem.
Ferrageos 3 caixas a Bohres. Ferro 300 barra*
aoa cousignaiarias.
Leite candenaado 10 caixas a K hres. Licores
50 caixas a li. Alves Barbosa. Leba $ aama-'a
Keltar. Livroaam ortico 3 caixas a Moobard
COMMERCIO.
FER1E 7 *wrri|'iagTatlaiaa*a feri.l, na frepaexia
de Sanio AM mi 1. Candila .Hiximaaa das Saoio
Barjgr. S^tfite i/^mr-Amada', asigvrj- itw OiBrtadaCorn^i de Cai-
tro, que Isi preso eaxfl'yiaSi.
LOTE(/.,-A 'lue-lx Bf'?anda a Illa
laaueftcia ai 'igra Je MMVtjar* da Peala
aesta -MdaaV, >ian cara a* -da.
LEILAO.-}>h>eiffi n.xtrk Martaas al4-
lia da obja *i de aaaa'ile iei a movis, as II b.9-
r_nAjt' wSfnuMaadeWna^.tiaaai^raiitoroo-
da c
m^W1^Wn^^\^^tS'!t
mo
W*1
-??y-'"
PRAGA BO RKCtFR 8 UE JL'10
DE ls72.
II 3 1 S RORSS DA TARDI.
Gotages ofilciaes.
AasucarCanal i* 100 par 13 kilos.
Assucar americana bruto 34300 e 2*oJ0 por
15 kilos, nabbada.
Assucar bruta da Parabyba JioO par la kilos
posto a bordo a frete de 40| e 5 0|0, skb
bado.
Algodia1* sorle 769 rs. por kilo.
Cambio sabr Landres a 90 div. 24 1|2 d., 24
5|8 d. e 24 3,4 i. por 14, sabbada,
Dito sobre dito a 90 d,v 24 1|2 d. por 14000.
banco e particular.
r.J. Ptoto,
Presidenta.
Dubourcq, >_
Secretario
Medicamlaa 30 volume* a Ferreira A C 11 ?
Ferreira Sata, lid Calia. fliulesis 10 caixas
a Bahre-, 2 a Aran ja G. 2 a M mbard Mettler,
t a Caors, 1 a Soasae Sa. Mabilias 10 ctixat a
Barros Juniar & C, 10 a Ranha, Lima A Giiioa-
ries, 9 a A. J. Dantas, 3 a Chrislianseo.
Ooj acias de barro 16 aaiaaa a ManharJ Mettler,
5aB.h-e... Ditos de folha I caixa ao maamo.
Dilos i madeira 1 caixa a Von Sohsten. Oleado
1 caixa a Armioio. O.ea 3 caixas a B^hrea, i a
Caroeira Viaaoa.
Palhioba 1 farda a Von Sjh.len. Papel da em-
ornlli) 20a fardas raosisooMnaatarios, 300 a Itaga-
Ihies & Irmo, 120 a Costa Anuriin, 70 a J. L da
Cisla, 3) a Pnse 1 Birbosa. Pnopboras 20 caixas
aos eonsgaalsrm, 10 Fari 1 rmeos,Ka G)n?al-
ves Ferre-ra, t a D. Teixeira Basta. Piuao 7tl
prancbss aos coasignalarias.
Tataaas di pin > 48 ao< caasigoaiarios. Tdcos
2 caixas a B.mres, 1 a Kal er, i a Mmbard Met-
tler. Tij.IIas 6't caixas a B.lires. T.ntas 10 bar-
ricas ae mesma.
Velaa steariois 100 caixas aoa consignatarios,
100 a D. A. Milusus, 50 a M. J. Gomes. Vidro*
I i caixas a Bahre?, 5 a Ferreira Maia, I a Caors.
Vi 11 ho 600 caixas aos cou-igaatarioi, 120 a B.
Alvas 8arbo;a.
Deipacho ie. rxporlacdo no dia 6 i
julho de 1872.
Para os portos do exterior.
No vapor ioglez Student, para Liverpool,
carregaram : M. Laiban & C. 219 saccaa com
3,329 kilos de algndia e 1,800 saceos com
135,000 ditos da assucar ma-cav 1 la.; Saaoders
B.-others & C. 251 su-ci- com 21.965 Ulos de
algalia ; Thomaz JefTariss & C. 436 ditas com
37,103 ditos de dita; Balibar & O iveira 312 ditas
cam 3i,6'a9 dito- de dito.
Na brigue og'ez iJariy CltUerine. para o Rio
da Prata, cirreginra : Amornn Irmiis A C. 700
barricas cam 81,166 Ve 1111 re assaoar branca.
Na barca naciooal AfarinAo IV, para e Rio
da Prata, carregaram : Amarim I:moa A C 20
pipas cam 9,630 litros de agurdente.
Na galera portugus iVara Fuma, para o
Parle, carregaram : Sores Prima 330 saceos com
14,260 kilos de f trolia de mandioca.
= No brigue portugaez Triumpho, para o Por-
ta, carregaram : Saarxs Primas 39t saceos coa
28,801 kilos i assucar hrano.
N) lugar portugu! Julto, para Lisboa, ear-
regiram : J. P. da Gunha 1 barrica com 66 kilo
de a sucar branca; Panle Irmos 2 ancorlas
'-ion 88 litros d< agurdente.
Na pilaea he Ra da Prata, carre^ou : P. M. Many 50 raeias
barricas cam 3,976 kilos de san ar branca.
No patacho bespanhal Alfreio. para o Rio da
Prata, carregaram: J. da S L ya A Filba 809
barricas cam 83,031 kilos la assucar branca.
RECEUEORIA Uti HKNDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMB'JCO.
Reodimenlo do dia i a 6 !':39*:'i3
(dem Ja dia 8...... 8:1514632
17:5014177
GUNSULAO PROVINCIAL.
Aandimento do dia 1 a
dem do dia 8 .
B
60 8864082
14 846481'
73:712*97
EDITAfc
ALFANDEGA
cteadim^io do da I a 6 .
dem do da 8 1
23.039*5!)
43.5974910
29o.-65744.39
1872.
Ddscarregaua boj* 9 da jalho de
Vapor ing'ezSludenl varias genero.
Patacho allemioi4narvarias generas.
Bacana mglezaRayal Aechlvarias gneros.
Patacho pirtuguexFanfa-idem.
Brigue inglez Adelfaidem.
Barca noruegnense Einnrfariuha de trigo.
Barca aus'.nacaGeolibefariuha de Inga.
Patacho hollaudez Albertodem.
Paticlia allemio raria=idem.
Barca inelezaAcdroaferros.
CAPATAZ IA DA
Rendiiiieoto-do dia 1 a 6
dem do di 8 .' .
AI.FANDKGA
. 3:6534068
... 317423D
4:0024298
SAHIDAS DE MBHCADOIIA5.
Volumes sabidos com fazanda 83
dem idem cem gneros diversjs 123
Soaataa 306
Impurtavo
Vapor brasileiro baha, ciada di eut dt im-
perio, manifest 1:
Chapeos I cana a Ferreira A Matbeas, laJ. M.
Palmeira, 1 a Diogr. C. le Albu iuer j,u?. Cbarnic
1 caixa a Mairon A C*, 1 a H. Landgreen, 2 a
Baurgarl & C Caf 5) saceos a Siuza Bastos A
G.', 330 a J. lo? Goncalves Beitraa. 29') a ordem,
1 a Phipps Brothers A G.* Cigarras 33 caixas a
ordem. 5 a G oes da Mallos A O, 3 a Manoel de
Sbaaa Cordtiro Simias, 4 a Souae Junu.uira A G",
I a Joaquina Bernardo dosReis, Va l'erstra Vsaia
aa.
Droga* I raixa a Boirgard A G., I a Bartliolo-
mea A C, 1 a Ferreira A G-, I a F. de Abreu IV-
reira.
Encomaeada 2 velamas ao arseaal de marmaa
1 a Jaa.|uam Jas*Gandal 1 a A. L. da Oliveira Aceveda A C la A. F.
Carga, 1 a Saares Primos, t ai bario da Solidado,
I a tote Rjdrigiaas aSoaxa. I aa Bispa-diasesano.
Foh-tos 1 caixa ae Dr. AUxandre Pareira do
Garran. Fagina* aUigo 340 btrricas a H Pastar
A C Fumo 2 caixa a Bmrgard A G.. I a liaquiro
O; doattai, 1 a A F. da Coala, 102 rolas a J. P
Paretra de Maiilaia., SM a C. A. S ,dr da Mm -
*C 34 a arte** 7 a 3 calata, a B mrg inl A G
laufea I volnaneao Bario do L'vramsnio, 1 a
t aaf*aa% WaHred* A Santa, 1 a A. da
0 Dr. Maraoeljertoliano Thmiaz Ilenriqoes,
juiz de direilo do civil ri segunda vara,
e substituto do ji'iz -:e di sito daprimei-
ra vara taatbem da ci^el na' eiercicia da
termo di cidade do llaci';de Peroambu
c>, por Sua MaResla.lo Iffjperador o
Sr. D. Pedro II a i/ieiL Ditaa Guardi
etc.
Fa?o saber que te ni UIjVcMo o serven-
ttiario vitalicio de um Jas Mlieias de escri-
vao do civel da nrimeira e segunda vara
desta cidade do Recife da provincia de Per-
nambuco Jaaqaim Jas P sao pelo presente canvi lados oa preteo-
deates a serventa do mismo otkio, a ap-
preseniarem a este juizo os seus reqoeari-
mentos iostroido3 de exame de suBcieocia.
ceidla de idade, (alba corrida e miis do-
cumentos na urina da lei, no praso de s-
cenla dias contados da putali -agao deste, a
Sm de serem mcaminados ao govern >
imperial.
C para qae ebegae ao Caobeciaieoto de
todos, mm iei passir o* presente edita!,
que seria publicada na imprensa.
Dado e passadu njsia cnlade do Recito
301 S de juibo de Mi Eu Goilberm
AugOslo de Atbayda escriv3o o subscrivi.
Manoel Tertuliano Tkomaz Henrtques.
O lilm. Sr. inspector da thesouraria provm
cial, em curaprimentu da ordem da Exm Sr. viee-
presidente da provincia, de 2 do correte uw,
manda fszer publico que vai novamente pra;
no dia 18 de julho prximo vindoaro, para m ar-
remata la por qnern por men- (lier, a obra to
rebaixamento da lideira do Timb, na estrada da
Victoria, cujo-orcamanto lendo sida reconsiderado,
lie 'ii elevado a 9:90011000, a sendo a arrsin.iicin
feila sob as clausulas esp^ciaea ji annuaciada.
As pessoas qae se propuzerem a easa arrema-
tarlo cnmparecam oasala das sessftis da re-n.la
joola, bo dia cima mencionado, pela meio di,
competentemente habilitadas.
V. para constar se mandn publicar o presente
pelojoraa'. ,
Seccetaria da luesaararia provincial de Pernam-
bnca, 17 de juaha de 1872.
O cittlcial-maiar,
Miguel Affonso Ferreira.
ECLARACOES.
Oasuldd proviucial.
Por esta repartgao avisa-ae aos respeeiivus
coutribuiat-'s |ae cometa oo t* do m-i proxim
viudtruro a correr o iiraso legal para o receba
melo sem dependnou te muUa doa impoaio d
decima utbaua. 3 U^saUe o rnudimeaio doaprs-
dioa de cnrporacSs de mi) marta, e 60 re. pur-
liire de- aguardeot, relativos ao 3* semestre do
anua Qoanceiro correa* de 187172, laMorraodu
oa raulu fi Ojjj aqoeMer qae nia ruatiiarena
essa poaaieeto dsaure do mesra >.
Gooaai.iK provioata), 33 Oa maio de tf72.
O armoistraAsr,
A. G. Machada'Mea.
< a>uanaaaao) m
Esuooo dasigoada pala Un. Sr. corooat
crjartania superior o daa II do cor rente mee par
1er fugar pelas II horas da rasaba, inawao daa
loaate, medica, siopor maio dwta avistia todcs o
MUTILADO I

j REGVEl


/
ai\9 % r'sruawfcucaj Terca f.?ira 9 da Julho d 1872
nhor fflciaes e primas de cav.tllaria qae re-
qawreraa iosoeccao de ande, para oraparecerem
nesta *eeielaria dos indicados da e hora.
Secretan do eommaodo superior da guarda na
cauca do municipio dj Reata G de julho de 187J.
O secretario interino,
Jos Marcelino Alvta da Fonseca.
ASTA CASA DA MISEIUCOHD1A DO KECIFE
A Illm, junta administrativa da Santa Casa de
. fisencariiia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 11 do mez de
jumo pelas 3 horas da tarde, lera de ser arreba-
tadas a quera mais vantagens oPferecer, pelo
trepo de um a tres annos, as rendas dos predios
tai seguida declarados.
KSTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Travessa de S, Pedro.
Sobrada ile i andares n. i.....604*000
Roa do Farol.
Casa terrea n. 71 ....... 181*000
Roa da Soledade.
Caa tarrea n. 72....... $6*000
Ra de S. Jorge. s\
Sobrado ti. 20........y 2i0*00
Roa larga do Rosero-
Herceiro andar, o. 2i A -/ 214*000
ferctiro andar n. 34 244*000
lxiia do toesroo n. L-"......520*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ma da Madre da Dos
limo,* ........, 380*000
Ra da Moeda.
CW tarrea o. 21. .... 38.5*000
y^ Travessa da Madre de Dos
Cas* terrea n. 23........600*000
Rna da Cacimba.
Caw terrea o. 2......... 150*000
V andar do sobrado n. 27.....300*000
C'-ja do mesmo.........351*000
Roa do Encantamento,
-Sobrado da 2 and: res u. 9 .... 1:000(1000
Roa da Senzalla Velha.
Sobrado do 2 andares n. 134. 601 000
Raa da ligela.
Sobrado de 2 andares n. 4.....650*000
Ra do Rosario da Boa Vista.
Casa terrea n. 58. .-......301*000
Ra de S. Jorge.
Cafe terrea o. 101. ..,.,.. 206*000
oeam o. 99..........350*090
Idea d. 104. .-,..... 221*000
Ideo n. 400........... 205*000
Os pret ndenles devero apresentar no acto da
rremaUco as suas flaneas, ou compareceris \
arempanbados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 29 de junho do 1872.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Souza


1 nwpe< $5o de saude do porto ciu
H de Julho de 183 3.
P^r ordem do Sr. Dr. inspector de saude
do parto desta provincia, faro publico que,
nao Vendo apparecido caso algom de fehre
a-reta desde o dia 13 de junho prximo
paesado, vio desta data em diante ser passa-
das as cartas de saude sem nota de mo-
4f5.Ua.
O secretario,
Flix de Cantalicie da Silva Lobo.
JVl*MINISTRACA') DOS CORHEIOS DE PER.XAM-
liCO 9 DE JULHO DE 1872.
Malas pelo vapor Balita da Companhia
Brasileira.
A correspondencia que lera de ser expedida
*oje (9) pelo vapor cima mencionado para o
pertos q norte, ser recebida pela raaneira se-
grale :
-Majos dejoroaes, iropressos de qaalqner natu-
ma, e curtas a registra1-, at 2 horas da tarde,
nartas orlinarias al 3 horas, e estas at 3 1|2
Doras, pagando porte duplo.
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Pjrciuncula
THEATRO
OTUSIO DtUHtTICO
Alta novidade.
"Quarta-feira 10 de julho
Bilri do insigne prestigiador
e da celebre somnmbula
D. LUCRECIA ULYSSES
1ROCEMl*IJIA
Primeira parte.
Alta prestigiacao pelo systema da nova escola,
t Mdida do modo seguin.e :
i. Grande manejo velocmano, nunca vislo
r.-ta capia/.
2o A guela elstica.
-1* A celebra modista de Paris Mme. Edmond.
4." Prevencio da futura guerra.
.'i* Metamorphose vista.
6.* Enriquecer em poneos minutos,
7* Tres obj*ctos encantados.
f Urna, recreacao cnineza.
9.* Urna recreaQo icaria.
10. Un grupo ascencional.
Segunda parte.
A companhia dramtica representar urna es-
pirituosa
come: sha
Terceira parte.
Grande saeeaMO de
Somnambulismo lucido
*-* atado pela primeira somnmbula que appare-
een na America di Sul.
D. Lucrecia Ulvsses
#
qce se presta a ser magnetizada p rmte o {rea-
itfitavel pi.b.i:o, a qual depois de alormecer e
rhefar ao verdadeiro estado de somnambulismo,
poder ser examinada pelos espectadores, tendo
ses o direito de picir-lhe qnalquer parle do
eorpo. afini de verkarem a perfeila insensibili
nade m que a mesma 9e a ;ha ; advinhando ella,
dti'ant* a influencia magntica, ludo o que Ihe
r aprese ntado*; seguindose algnmas recrea-
do de
Itarocaco de esplrltos.
Quarta parle.
A companhia dramatiza exhibir urna gratiosa
Comedia
Os slbeles aeham-se desde j no eseriptorio do
scealro.
Principiar as 8 1|4.
N. B As pessoas, qae encommendaram bilhe-
le* de amarles e cadeiras, podem manda-Ios
ln-car at boje ao meio dia.
rim Irmos A O
ra ma da Crnz.
rna do Bom Jetas n. 3, oatr'e-
COMPNH1A FEfLNAMBUGANA
DK
iarcgaco costera por Tapar
.Mamaoguape.
vaper Cortu-ipe, con
mandante,Santos, seguir
para o porto cima ax
dia 12 do c. rente aa l
horas da urde.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at aa 1
horas da tarde do da de ana sabida : eseriptork
do forte do Manos n. 12.
COJIPAVIIIJl
DAS
Messegeries maritimes.
At o dia 11 do corrente mez espera-se da En
ropa o vapor francez Senegal, o qual depois da
demora do costme seguir para Buenos-Ayres.
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicoes, fretes e passagens trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
At o dia 12 do corrente mez espera-se dos por-
tes do sul o vapor francez Gironde, commandanu
Somer, o qnal depois da demora do costara
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
e Lisboa.
Para condicoes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, rna do Commercio n. 9.
CHPA\llli
DE
Piavega?o Brasileira
Dos portos do norte esperado
at o dia 9 do corrente o vapor
Para, commandante Carpinler,
o qual depois da demora do eos-
turne seguir para os portos do
Para earga e passageiros trata-se na agencia.
Encommendas de pequeo valor, peso, medida e
tambera dinheiro, recebem-se at 1 hora da tarde
do dia de sua sabida : na agencia, rna do Com-
mercio n. 8.
As encommendas viadas por este vapor serio
entregues at o dia da sabida do mesmo no es-
criptorio da companhia, e depois deste termo se-
rio recolbidas no trapiche Dantas.
Porto por Lisboa
Paraos inJicados portos pretende sahir com a
possivel brevidade a barca portugueza Ceres, na-
vio de 1* classe, por ter a maior parte de seu car-
regamento engajado, e para o qae Ihe falta, qae
recebe a frete commodo e passageiros, para os
qnaes lera aceiados coramodos, lrat-se com o
consignatario- Joaquim Jos Goncalves Beitrio i
ra do Commercio n. 50.
Baha.
O veleiro histe nacional Garibaldi segu para o
porte cima uestes das com a maior brevidade
possivel por, estar com parte do carregamento
prorapto, e para o resto trata-se com Tasso Irmos
te C, ra do Amorim n. 37.
PARA O
PORTO
Vai sah;r em poneos das a galera JVora Fama
2.* : para carga e passageiros aos quaes cfferece
excedentescommodos, trata-se com Soares Primos,
ra do Vigario n. 17.
COMPANHIA PEiiNAMHUCANA
M
aTegaeo costeira por vapor
Pzrahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
laty, Ceari, Mandahn', Acarac e Granja.
O vapor Pirapama, comman-
dante Azevtdj, seguir para
os portos cima no dia 15 de
corrente as 5 horas da tarde
Recebe carga at o dia 13,
encommendas passageiros e di-
nheiro a frete at as 2 horas da tarde do dia di
sahida : no eschotoriodo Forte doMattos n. 12.
Rio Grande do Sol
- Para o referido porto pretende seguir com bre-
vidade a barca portugaeza Arminia por ter parle
da carga engajada, e para a qae Ihe falta trata-
se com o consignatario Joaqaim Jos Goncalves
Beitrio, roa do Commercio n. 5.
Para o Porto
Vai sahir com brevidade o brigne portagnez
Triumphj, recebe carga a fretes com modos e tam-
bero passageiros, para os quaes offerece muito
boa ac:ommodaeio : a tratar eom Soares Primos
ra do Vlgario n. 17._________________^^
Para o Rio Grande do Sul
vai seguir dentro em poneos dias o patacho na
cicnal Pelicano, e recebe earga a frele muito m-
dico : a tratar na ra do Vigario n. 1, Ia andar,
escrptorio de Balthar Ollveira 4 C.
Urna cama franeeza do amarelln, 1 lavatorio de
amarello, 1 marquetas de dito, 1 tapete grande, 1
guarda-louc deamarellc, 14 cadwraa de dito, I
mesa elstica.* de du<>, 2 apparadores de dito, 1
qaarUnhtira, 1 app'arrlho de prceiiar>i para jan-
tar, 1 dito para alinocu, garrafa*, copo*, ealiees.
cotnpoteira, 1 eandinro de gaz, 1 gamao e 6 po-
dras marmures para jardim
Quarta feira 10 o corrente.
O agente Martina far leilio por coma ordem
da ama familia qae madou de residencia de lodos
os movis, loaca e vidroa, existentes na casa n.
22 da roa Seta de Selerobro, amigo neceo do* Per-
reiros, as II boraa do dia.
Leito
DE
Miodeai, perf^oiirias, chapeos, calcados e
fazendas.
QUARTA FIRA 10 DO CORRENTE
Por intervenco da agente Pink-, em teu escrp-
torio roa do Bom Jesos n. 43.
De chitas, eaiaas, camoraiaa, mantiihas, goli-
nbas, meias, grvalas, manguitos, chales de difi-
reme* qaaltdadea, toalhaa, laaa, baldea,toncas e os-
tras fazendas.
Bicos da trra e franeezes, renda, ntremeles,
fitas de seda, legues, agua de Colonia, oleo, baoha,
pomada, saboaetes, papel, envelopm, pentes, irn
(as, brincos, fitas de lia e de caracol, boiSes, esco-
vas para denles, cordo para vestido, grampos,
liohas de Alexandre, rer o, tezoaraa, eoqnas e cu
tras miadezaa,
Sapatos de tranca, bolinas soccoa e 4 babas de
Flandrea.
Qoarta-feira 10 do corrate.
Ra do Bom Jess n. 43.
O agente Piolo far leilio, a reqoerimeolo do in
venlanante doa beos deixadoi por Francisca Ma
ria da Conceicao e por mandado do Illm. Sr. Dr.
juiz de direito privativo de orpbios, das mindezaa,
fazendas e perfumaras perleneentea masa da
meima inventariada, constantes do mandado txis
tente no eseriptorlo de referido agente, rna do Bou
Jesns n. 43, oode se effectaar o leilio, podendo
ser os ditos objectos examinados na vespera e dia
do leilio.
Principiar is 10 boraa.
Em continuado
e ao meio dia vender o mesmo agente um sorii-
melo de
Chapeos
de maasa, Castor, leltro, Cbile, bonets, chapeos fi
nos para atnhorar, um soriimento de flores Anas,
bicos, chocolate, absiolbo, lencoa, lavas, linbas
mnitoa ouiroa artigoa.
DE
9 caixas com salame
QUARTA-FEIRA 10 DE JULHO
O agente Oliveira far leilao por intermedio de
sea preposlo Picho Borges, de 9 canas com sala-
me, cooteado 5 kilos cada orna.
Quarta-feira 10 do corrente
A'S II HORAS DA MANHA.
Em sen escriptorie ru do Bom Jesds n. 53,
oatr'ora Cruz.
DE
MOVIS
Loaca, vidros. crystaes, orna machina de
costara e mnitos outros artigos
QUINTA-FEIRA il DO CORRENTE
No edificio qae foi tbeatro 'Apollo, sito i
raa do Viscond de Itaparica''p. 26.
O agente Oliveira far leilio 'por intermedio de
sea preposlo Pinho lorge-, por ordem de ama fa-
milia qae se reroa para a Europa, constando de
nma expeliente mobilla demogoo eom lampo de
pedra, 1 rica cama de Jacaranda para casal, guar-
da-vestidos, guarda-roupa, commodas, gaarda-
loucas envidracados, apparelhos riqusimos para
almoco, copos da cryslal, clices, garrafas de
crystal, veoezianas, 1 estante para livros, S appi-
radores, compoteiras e moitos onlros objectos de
easa de familia. _
O leilio principiar sTToTas~em bnto pdt
serem mnitoa oa lotes.
O mesmo afete vender no mesmo edificio
nmaa pecaa de estopa e balanzas grandes e pe-
queas.
pedal do commercio desta etdade, reqoeri-
meolo 4o administrad)res da mas-a fallida de Si
que'.ra it Pereira, ofagenle Oliveira proceder a
novo leilio por iotervencio de sea preposlo Pinbo
Borges, lo engeubo denominado Monte de Ouro,
alto ao urmo de Ip'juja desta provincia, o qnal
foi peoh irado p-tr exeeucio de ditas adminisira-
dores viuva e herdeiroa do Dr. Ignacio Nery da
Fonceca e adjadicado a indicada massa.
A'S II HORAS EM PONTO
No eacr ptorio do referido agente roa do Boar
Jesas (oatr'ora Crnz) 1* andar n. 53, onde oa Srs.
pretend ntea podem ha ver aa informacoes neces-
sariaa.
AVISOS DIVERSOS
O Sr. Melquades Antones de Almeida
queira vir esta typograpbia concluir o pa-
gamento do alugael da casa em qae mora
em Oliida.____________________________
nico dopoaito em Pernambaco dos cbara-
tos G. S:boorbascb da Babia, no escrptorio de
Cunha l: Manta : vende se de todas as marcas,
por pre
para cima se dar descont : na raa do Mrquez
deOlinda n. 40.
Aona Mana Marques Ta-
vares, alferes Gercino Mar-
tina de Oliveira Crnz, Ray
mnnda Laura de Aranjo
Oliveira, muiher, genro e
eoteada do finado teoente
Clemente Fran:ilio Tava-
ves, eonvidam aos seas amigos e prenles para
astistirem aa raissas qae maadam rezar por alma
do finado, no dia 8 do correle s 7 botas da ma-
ntisa, nn igreja da Coneeicio doa Militares.
Honte-Pio Fortugnez
A directora do Menle Po Portaguez
de cooformidade eom o art. 60 dos
estatutos, manda rezar nma raisss
por alma de sen fallecido socio An-
tonio Joaqaim Ta vares, no dia terca
feira 9 do correte as 7 l/J horas
da manlia na igreja de Nossa Senbora do Livra-
menlo.
Convida a mesma directora a todos os as-ocia-
dos, amigos e prenles do fallecido a comparece-
rem a este acto de religiio. Secretara do Monte
Pi Portoguez em 8 de julho de 1872.
O i? secretario,
J. C. Urna.
CRUDO
Precisa-se de nra bom criad:) para casa de ho-
mem solteiro, paga se bem : na ra do Mrquez
de Olinda o. 20.
Desde odia o de jioeiro d auun passada
qae ausentou se da casa -.e sea senbor na ra da
Cruz, a escrava Tbomatia, crioula, com 26 a 28
annos de dade, baixa, corpolenta, cabera cbU,
beicos gressos, mos bem feias, com as juntas
dos dedos ealejadas, peitos grandes, urna marca
redonda em um dos bracos, -ps raeio chales ;
desconfia se andar por estes arroaldes acontada
por um Portaguez, ja lera sido encentrada em Ca
xang e Jaqueira : roga-se ti aoloridades on a
qnem a apprehender leva-la rna da Crnz n 23,
oa i ra de lionas n. li, que serio bem recom-
pensados.
ECHO ffl
Assgnatjra para o segundo anno
I?#000 ris.
_______narrarla franeeza.
Escravo fgido
Ausentou-s desde o dia i\ do c< rrente o preto
creoulo de nome Kodolpbo, idade 26 annos. poaco
mais oa menos, estatura regalar, olhos vsgos e
tem um geito po andar; foi escravo de Luiz de
Oliveira Lima, hbil, sabe lerecostuma intitular
se como forro, tem andado pela Sjiedade, Cisco, e
caminhoa de Olioda ; quem o pegar traga-o na
roa Direita n. 16, que ser recompensado.
Leilao
DE
Movis, loaca, crystaes e dous cabriolis
americanos.
SEXTAFEIRA 12 DO CORRENTE.
Por intervencio do agente Pinto.
Roa do Viscond de Goyanoa n. 58, easa em qne
rnorou o Sr. Joio da Cunha Neves.
Para Lisboa
o patacho portugaez Vanda, eaeitio P. A. Pesta-
a de Barros, vai sahir com brevidade : para car-
ca e passageiros trata-se eom E. R. Rabello 4 C,
ra do Commercio n. 48.
IE1L0ES.
80 laceas
Leilao
DE
M B com
marca J M B com feijSo branco
HOJE.
O agente Pestaa far leilio, por conla e risco
de quem perlencer de 80 saccaa com leijio bran-
co de superior qnalidade. aa quaes serio vendidas
em 1 ou mais lotes, no dia cima terca-feira 9 do
corrente, s 11 hor.s da manhia : no armazem
do Sr. Azevedo no largo da escadinba.
LEILAO
LEILAO
DE
Tanaoko nata ral
NA
Rna do Coniiuemo n, 17
Primeiro andar.
Todoe os dias atis das 1 horas da tarde aa 10
i ante, e em dias santificados das 10 boraa da
matma s 10 da noute.
.visos martimos.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
flbaTOg*<*io costeara por vapor
Sacei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giquid, commaodaoU
Marlins, seguir para oa por-
tos cima no dia 15 do correni*
aa 5 horas da tarda. Recebe car
1 ga at o dia 13, encommendas
e dinheiro a frete at as 2 horas
> 6o dia da sabida : escrptorio no Porte
do oa a II.
Eara ^ic-Gi-aude o Sol
Resfce eirga .';:!o c -:-".e b.-ii^ro D.
0tt*rita: i. tratar com seos consigna (ario* Aso*
Objectos de ouro e movis
Sendo adereces, brincos, pulseiras, tranceline,
eorrenldes e correntes para relcgioa, aoneis, di-
versos movis constando de ama mobilia de jaca-
randa modello antigo, cadeiras avoJsaa, 1 toile,
bancas de Jacaranda, camaa francesas de amarello
e Jacaranda, 1 lastre de gaz, 1 cofre, 1 guarda-
roupa de amarello, 1 guarda louca, 1 espoleo
donrado, 2 quadros grandes, nm aanclaarlo de
folba e moitos outros objectos qae serio vendidos
pelo maior precp.
IIOJE
O agente Martina far leilao de objectos de ouro
e movis por conta de ama familia qne ae reti-
rou para a Europa, oa quaes serio vendidos ao
correr do Martillo.
No armazem da roa do Imperada r n.48, sil
horaa do dia.
LEEAO
Dfi MOVIS
lou^a e vidros
Urna mobilia de mogoo eom 18 cadeiras de
gaamieao, 2 ditaa de bracoa, 2 consollos com po-
dra e sof, 4 quadros rieoe representando as 4 ea-
tacoee do aaje, 1 lolet de Jacaranda, 1 par**
ronoa de amarello, 1 oomrooda de mogo, 1 por-
:r" rusiea, 1 lastre de gas, t rico par de
jarres, 2 parea da laailarajaja t taagaatia, lulo
eom cj de metal e 2 aofas aaceiiaa.
DE
Movis, louca e crystaes
dous cabriolis americanos com arreios.
A SABER:
Um piano forte e quasi novo, 1 mobilia de jaca-
randa pisto moderno, 1 jardineira, vasos para
flores 2 grandes jarros de raarmore, easlicaes e
mangas. 2 candelabros, 2 eaodleiros a gaz, 2 es-
pelhos, tapetes para sofs e para portas, 2 serpen-
tinas, 2 lotes de esleirs forro para salas e 4 ve-
nezianaa.
Una rica mobilia de mogno a Luiz XV eom 1
sof, 2 cadeiras de bracos e 18 ditaa de guarnicio.
2 espelhos grandes mol Juras doaradaa, 2 cadei-
ras para piano, 2 armarios eom espelhos, 1 meza
redonda, do mogno, 2 candieiros verdes, 2 cande-
labrea debronze, 1 excedente cama francesa eom
eolxio de molas.
Urna machina de costara (perfeila), 1 expeliente
guarda-vestidos com espelbo, i guarda roapa, 1
cama franeeza, f coramoda, 1 cama para menino,
1 berco, 2 cabidos, 1 lavatorio, 2 camaa de vento,
1 meza de cabeeeira, jarros para flores, globos
para candieiros a gaz, 1 livro eom finia gravaras.
Urna roexa elstica, I. guarla-louca, 2 appara-
dorea, armarios, 2 ditos torneados, 1 qoartinheira,
12 eadeiraa, 2 ditaa de balanco, 2 ditas peqneoas,
1 marqueza, 1 appirelbo de porcelana para jan-
tar, 1 para cha, copos, clices, garrafas, compo-
teiras, eolheres, garfea e facas, (landres. 3 fructei-
ras. 1 porla queijo.
Um cabriole! americano de 4 rodas, eoberto,
para 2 peaaoaa, 1 dte de 4 rodas eom asaentoe
para duas e 4 pessoaa, tanca e varaes com cober-
ta que ae pode tirar.
Um armarlo para arelos, 2 eseadaa de abrir,
2 jarras, 4 rodas, 2 chicote*, 2 bombas para ca-
cimba e docs bahuteom roupa.
SEXTA-FEWA I i DO CORRENTE.
Na casa o. 58 da rna do Viscond de Goyanoa
(ootr'ora Mondego).
O agente Pinto levar a leilao oa movela e roais
objrctos cima de roa do Viscond de Goyanoa n. 58, em qne real-
dio o Sr. Joio da Coaba Naves, oode podero os
pretendentea examinarem diloe ebjectoa oa vea*
para e dia do leilio.
Oa coneorreotee que aegoirem para all no bond
qae parte da estacio da roa do Brin s 10 bo-
raa, ter lo conduccio gratis.
O leilio principiar s Irl boraa em ponto por
aerea moitos es lotea.
Monte-Fio Portugaez
A directora do Monte Pi Portn-
guez, de cooformidade com o art.
60 de seos estatutos, manda resar
ama missa no stimo dia, quinta-
feira II do corrente, na igreja da
Madre da Dos, as 7 horas da ma-
nbaa, por alma de seu fallecido so-
cio Francisco de Maltos Vieira. Convida a mes-
ma directora a todos os asociados desta pia ins-
tituicio, amigos e prenles do fallecido compa-
recerem a este acto de caridade e religiio.
Secretaria do Monte Po Pjrtuguez em 8 de se-
tembro de 1872.O secretario,
I. C. Lima.
tmmmmammkmmtmmkwmm
AnloBio Cesano da Silva Brasi-
leiro, Salvador Coelho Domont-
Cavalcante de Albnqaerqne, Anto-
nio Osario da Silva Brasileiro J-
nior, D- Jaeiotba Saturnina da Sil-
va Albuquerqne, D. Claadina Jo-
tepha da Silva Alves, D. Serafina
Capitalina da Silva Amaral e D. Marie Cale-
cfna da Silva marai, agradecem cordealmen-
le a todas aquellas pessoas que se dignaran)
aeompanbar oa restos mortats de sen presad) pai
Manoel Joaqaim da Silva Brasileiro ao eemiterio
publico, e de novo Ibes rogara assistlrem a misaa
do stimo dia, que ter lugar do dia II de julho
pelas 7 boraa da machia oa igrea do E pirito
Santo, confessando-se dosde j summamente gra-
tos.
Pede-se cmara raunicila que lance suas
vistas para um fiscal que existe uesta fregnezii,
queja tem por cosime pegar os bichos que an-
dam vagando, a.-sim como no dia 27 do mez pas-
sado elle mandn pegar duas porcas, sendo nma
parida e-entra prenhe.l indo os donos procurar,
disse elle, venha de tarde: indo os denos a larde,
disse elle: as porcas, urna fogio e a outra arrema-
too-se por 1*000.
______ Um do povo.
Precisa se de uraa ama para eoxtohar e to-
tra para engimmar : na rna do Corredor do Bts-
po d. 11. ________
AMA
Na roa daa Trnebe-
ras n. 50, andar, pre-
cisa se de nma ama pa-
ra comprar e coiinnar.
Precisa de ama que -sama eozi-
nbar, para eaaa de homem solteiro :
na rna do Amorim n. 39.
-mtr Pre riaa-ae de urna ama para eo-
/iv.,m. zmhar e engommar par* eaaa de
familia de duas peaaoaa : a tratar na raa Direita
n. 3, andar. .
Ama de leite.
Precisase de urna ama sem fllho : na raa do
Cotovello n. 129.____________________________
m v a Precisase de ama ama qae s&i-
WlTJkurkm. ba pereitameote cozinbar : a tra-
tar na ra do Hispido n 50.
Precsae Je nina ama para pequea fami-
lia : ca ra de ihrus n. 94.
AMA5TT
de urna para oosiobar ee
bomem solteiro, na toja das 6
portas em frente do Livramento.
AMA
Precisa-se de orna que csaoste e
a _Tja-"- engomme : na roa do Viscoede e
Pelotas (antiga Aragao) n. 37.
Precisa se de urna ama forra oa escrava
para o servido interno e externo de ama eaaa de
poaea familia : tratar na roa do Commercio
o. 44. 2 ai dar.
Loja
Traspassa-se o arrendamsnto da toja da raa do
Bario da Victoria n. 45 : tratar na .mesma.
Cosinieiro e feitor
Preci ra do Hospicio n. 84 : a tratar na mesma casa
oa na ra do Crespo n. 4, escrptorio de Alcafora-
do & Irmao.
Ao commercio
Os abaixo assignados jcientificam ao respeilave
corpo do commercio que cempraram ao Sr. Mar'
eos de Almeida Lima o esiabeleciuirirn de mo
Ibados sito no pateo dj Terco n. II, livre e de
sembaracado de qualqner debito : quem se julgar
eom direito ao mesmo queira oestes tres dias en-
tender-so com o Sr. Marcos de Almeida ma. Re-
cite 4 de julho de 1872.
Mioervino Francisco Lobo.
Fraocisco Ignario Lobo.
Cosinheira
Precisa-sede urna muiher forra oa escrava que
seja boa coziuheira e engoramadeira para casa de
familia : a tratar na ra Duque de Caxias n. 93,
loja.

Escravo fgido
Auzenlou-se desde 13 de mac prximo passa-
do o preto Alfredo, de trila e tantos annos, es
laiura, alio e magro, olhos grandes e tem un
geito no andar, perfeito c:zinheiro e foi escravo
do Srs. Adriaoo & Castro, e nltim tnente do Sr.
Jos Joaquim Goncalves Bastos, costuraa andar
pela Capunga e Poco da Panella, e consta que j
foi visto na cidade de OUnda ; estes sio os pon-
tos aoode elle tem andado : quem o pegar tra-
ga-o a ra Duque de Caxias o. 91, leja do Rival
sem Segundo, que ser bem gratificado,
CONSI'LTOIUO HOMEOPATHICO
Dr. Santos Mello
43Raa do BarSo da Victoria43
mesma ra n. 7, 2* an-
Residencia
dar.
Vaccioa todas
mingos.
Gratis
as quintas reiras e do- f
obre*.
Fugio no tira do mez de novembro do anno de
1869, do engenbo Goit, sito na comarca de Na-
zaretb, a escrava Tberera, de 30 aonos de idade
pouco mais ou menos, com os signacs seguales :
cor mulata bem clara, baixa e groaaa do cor-
no, rosto redondo, olhos castanbos e graodes. na-
riz nm Unto chato, bocea grande, dentes grandes
e eangullos, cabellos meios louros e caxea^o3
para as fkratas, bracos e peroas grossas, ps cur-
tos e groasos, eom algums cicatrizas de reino
as costas.
Igualmente est fngido desde o dia 26 de feve-
reiro do correte anno o escravo crioulo de no-
mo agostinho, de 40 annos de idade pouco mais
oa menos, e os signaes seguiotes : cor bem pre-
ta, alto e grosso do corpo, resto redondo e car-
nudo, olbos pretos e grandes, nariz chato, boc-
ea grande, beicos groasos, representando dous
beicos do lado de cima, eom falta de dentes na
frente, cabeca comprida e calva de diante para
traz, principiando a pintar taoto ao cabello como
na barba, peroas finas, ps torios apalbetados,
eom urna cicatriz em um doa regeilos doa ps,
Este escravo foi comprado a Pedro Garca,
morador no serlao do Sabogy, e j fez ama sabi-
da eom destino ao sertio e foi preso em Bom
Jardira da comarca do Limoeiro.
Roga-se a todas as autoridades policiaes, ou
mesmo pessoas particulares, qae oa-prender e con-
duzir ao referido engenbo Goit, a serem entre-
gues a seu senbor o major Chrislovio de Hol-
landa Cavaleante de Albuquerqne, ser por cada
am gratificado com 2001000 rs.
Precisa-se de ama pessoa habilitada e qae
queira entrar de socio em ama casa de molbado-
em urna das melbores localidades desta eidade,
em razio de sea dono ter de tratar de sua aaude
fra desta cidade : quem pretender dirija-se
roa Nova taberna da esquina.
Gratis aos pobre*.
m MM-Ktt wommm
O abaixo asignado tendo de ir ao centro da
provincia cobrar sus? dividas nos lagares segra-
les : Limoeiro, Ve/tentes, Barca-de Ignacio lava-
res S. iuom, S/Jos de Pjeii, Laga do Mon-
teiro, Afugados de IngazeiTa, Bom Conselho, S.
Jos do Piane, Baixa-Verde e Serra do Teixeira,
offerece-se a algn* comraerciantes que tiverem
dividas para os mencionados Ingares e que sejam
cobravei?, e as qaeiram mandar receber, median
te ama mdica porcentagem, podem dinglr-ae a
raa da Imperatriz n. 78, loja.
Manoel Joaqaim Dias.
Imperial fabrica
m de
Rap areia fina da Bahia*
AMA
Precisa-se de urna ama
forra oo captiva, qae sai-
ba cozinhar, e paga so
bem : no pateo da San-
ta i'.'tiz o. 6. patarra.
Prec.sa-se de urna ama forra ca
escrava, que siiba cozbhar e engom-
mar, para urna familia e dnaa^et-
>iiiaia soas, paga se bem : no pateo da ma-
triz de Santo Antinki n. 4, ou na rui da Veteara
numero 12.
Ma ra da Aurora n. 07,
2* andar. prea-e de doas
amas, sendo nma para eo-
rohar ero ca
familia, e ouira para o ser-
vico interno.
Ul\
AIU
AMi
Na ra do Imperador n. 16, l*and.>r,
precisa se de urna ama para eugomu-r
para duas pessoas, paga-se bero.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite qae tenha bem
e abundante leite : na ra do Paysand. ootr'cra
Chora-meninn junta a taberna de urna s porla.
Ama
escrava.
Precisa-se por alugael urna escrava qne se-
preste ao servico interno e externo de nma cas
de pouca lamilla : no Forte do Mattoa, roa oa
M p'a n. 25.
ATTENCaO
Precisa se de urna ama para servico de casa
de uro moco solteiro, prefere-se escrava : tra-
tar na ra Augu-ta n. 230. Paga se bem.
AMAS
Hicisa-se de duas, nma para
engommados e ou.ra para com-
prar e c./inhar, para eaaa de la-
milla de 3 pessoas : tratar na ra da Impera-
triz D. 10. ______________
Precisa se de una ama par fazer companhia
a urna senhora e fazer algum engommado: do
pateo do Terco n. 63.
Ama de leite
Precisa-se de nma ama de leite para orna fami-
lia franeeza : na ra do Imperador n. 79, tercei -
ro andar.
AMA
Precisa-se de urna
Altane n. 55.
na ra de Pedro
Pre:isa-se de urna ama para o servio > inter-
no de urna casa de familia : a tratar na rna das
nes n. 29, armazem de movis.
Precisa-se alogar urna ama forra ou escra-
va para o servico de casa de pouca familia : La
ra do Cabug o. 5, loja de cera.
Vende-se oa aloga-se urna escrava eom
mnto bom leite, boa criadeira e sera filho : a
tratar na ra nova de Santa Rita o. 57.
Acba-se aberta desde o 1' do correle a
anla nocturna da villa da Escada.
Precisa-se de um dos pequeos chegaaos ca
Europa para caixeiro de laverna no Apipucos :
quem estiver no-las aoBdicfles dinji-e a povoacio
do dito lagar, tratar con Joo Felisardo de
Amorim.
I
0
0
*
DE
More ira & C.
0 O abaixo assigoado, nico agente dessa
WL fabrica, avisa ao pab;ico que tem aberto
_f o deposito de dito rap no seu escripto-
rio ra do Vigario d. 21, ende os fre-
jh guezes enconlrario sempre a quantidade )f
2 qe precisarem. 35
9t Recife, 29 de abril de 1872. 9
fy Domingos Alves Matheus. jQ
0000 0 00 0000000
Agencia.
Precisa-se de um agente nesta cidade para as
machinas de costara de Howe ( H \ve Sewing Ma-
chine ) de Nova-York. Para mais plena informa-
cao dirija-se a W. E. Watermao, agente geral da
Howe Michino Company, 66 ra da Quitanda.
Rio de Janeiro.
Aluga-se
o 3* andar da easa da ra do Amorim n. 39, eom
oommodos para pequea familia ; a tratar no ar-
mazem do mesmo.
Companhia de Seguros Phenix
Pernambucana.
Sio convidados os senhores accionistas a irem
receber o segaado dividendo na razio de 241 por
aecio. Pernambaco 8 de julho de 1872.
Os directores,
Luiz Duprat.
J.H. Trindade
Luiz A. Siqueira.
6:000^000
D-se premio de am e meio por ceoto sobre
nypotheca em predi ;s nesta etdade a qaantia de
seis conloa de ris : qnem precisar pode deixar
nesta typographia earu com as Iniciaes A. E. J.
Prectsa-se por aluguel de orna escrava para
o servico de eozioba : no patao do Terco n. 63.
Maneel Jos Luiz Kineiro vai Europa, e
dorante sua ausencia deixa como sea procurador
eencarregado de todos os seus negocios ao sen
soeio o Sh Jos Mara Ribeiro.
PAO ESPECIAL
Pao especial e comranm todos os das, aa 2 1/2
horas da larde sahirdo ru, podendo os fre-
guezes compra-loainda quente, sendo feiio de fari-
nba especial, assim mo o pi cbioez: na roa
de Gervasio Pires d. 45, nova padaria Ameri
cana.
AVISu
O terreno em que est edificada a casa n. 41 da
roa da Roda que vai praca, Por execncao da
jazenda, para ser arrematada, foreira santa
easa da misericordia do Recife.
Precisa-se alugar um ou dous pretos para
trabalharem em nm ajilo, paga-se bem e da-se
trabalbo para moitos mezes : a tratar na roa do
Imperador a 79,1* andar.
LEILAO
DO
Engenii* Menle k Oow
SEGNDA-FEIRA 13 DO COMBNTE
AS II HOvUS DA MAaNrUA
Porsmdido doiil*. fr. Dr.jsjfe dadivo
Soclelade LTnio- Beaeficen-
te Martima.
De ordem do direeUr eonvida-se aos senhores
socios para assiatirem a amaaa por alma do noaeo
irmio faileeido Manoel o* Suva Goimaries, no dia
10 ao correo, ae 7 oras da raanha, na matriz
de 8. Fr. Pedro Geoeaive*.
Secretaria da sociedade Uoio Beneflcecle Ma-
ritima em Pernambaco de julho de 1871
O secretario,
_____ Antonio Lopes Teixeira Cavaleante.
No Cajoeiro, junto ao Hospital Portoguez,
deseja-se fallar com o Sr. Joio Baptista Martins de
Frenas Jonior para se Ihe entregar ama carta de
sua familia, nao se saben lo porm oode reside
a razio por que se faz este aviso.
Moleque.
Preeisa-ae alagar um. moleque de 10
nos : na roa do Vigario n. 1, 3o andar,
amarello.
a 15 en-
sobrado
Ha 10 das qne est fgida a escrava Tneo-
doa* eom os signaas aegaintea : cor parda, ca-
beMos cara pinos, nariz a rilado, estatura baixa,
fraeioa do corpo, tem aa nobaa das mios nm tan
to estragada no trafico da co inba, levoo tai a de
chita rxa e chale -e aigodo com listras tambera
roas : qnem a pegar leve rna Augusta n. 179
que aera bem gratificado. _____________
Cosinheiro e eDgommadeira
Paga-se bem a um bom eosiuhelro, e a orna es-
crava que s-ja perita eogommadeira : no 1* aitifr-
murado n. 2, antes da igreja doMangninho.
Ao commercio
O abaixo assigoado deelara ao publico e espe-
cialmente ao corpo do commercio, que nesta data
veodeu o seu deposito de pi e bolacha, aito no
largo da Penha o. 8. ao Sr. Joaqaim da Silva
Salgueiral & C. livre e desembarazado de iodo o
debito que possi appareeer at esta data.
Recife, 2 de jolho de 1872.
_________Joaquira Goncalves de Azevedo Maia.
Agradecimiento
O abaixo assigoado, possoldo do mais profundo
reconbecimeoto, vem por meio da presente roaci-
festacio, agradecer em geral a todas as autorida-
des superiores e inferiores, pracis, particulares a
amigos, os seccorros que prestaram Ihe na noite-
de 28 do mea prximo passado por occasiio do
incendio da loja de miudezas n. 70 da rna da Im-
peratriz coniigua a can n. 72 da mesma raa, onde
nao somonte tioha o abaixo assigoado sea B1U="
belecimento de fazebdas, como tambera era sua
propria residencia eom sua familia.
A promptidio e actividade eom qne esses im-
portantes soccorros foram prestados por almas-
bero-fosejas deve o abaixo assigoado bi je nio s a
sua existencia, a de saa muiher, Albos e maia
pessoas da famiiivcomo a minora cao dos prejm-
zos qae soflreo em seu eatabelecimenlo por ama
tal cansa, visto a rapidez e proporedes que lomea
o incendio referido.
Em particular, e por urna tal emergencia, coo-
ressa o abaixo asignado muito dever aolorida-
de e zelo do- Ulnas. Srs. Dr*. ebefe de polica, de-
legado e lente coronel subdelegado do distrielo
da Boa vista Deco de Aqoino Fonseca, qae por-
tou-se como um perfeito cavalleiro, e aea eom-
merciantes e parUcularea, Flix Pereira da Silva,
era cuja casa foi recolhida j sua familia a j as-
fizendas salvas de sea estabeleciroento, Joaqaim
Ferreira Lobo, Francisco Jo- Goncalves da Sirva,.
Jos Tergiro Goncalves Fialbo, Luiz da Silva Fer-
reira, Francisco Rolrigaes dos Santos, Joio Fran-
cisco Martins, Joaqnim Theodoro Corma da Sil-
va, Joio Francisco Aniones, Jos Redopiaao dos-
Santos, Jos Lopes Aiheio e Joio Ferreira dee-
Sactos, e outros de cojos oomee preaeolemeoie
nio me reeorda.
O abaixo asaignado reeonheee a pequenbez de
sna posicao ; entreunto aguarda a oppertooidade
de a todos provar sna graiilao. Recife 5 de jolbo
^V
-
A


' \.
de 1872.
\
Loureoc/) Pereira Mendes Goimariaa.
de ama criada livre oa eaerava,
qjoe coreprea eosioae : aa traveaaa de Payaand
datroata la atraa qae vai para o Hospital Per-
tognax, allio eai qae asta olieeado e cftafam.
Joio Martina de Barros vai Lisboa, e do-
rante sua carta ausencia deixa por seas procura-
dores a aea filho Alfredo Martins de Barros e a
seos amigos os Srs. Joio Jos Rodrigiea Mendes e
Antonio Fernandes Ribeiro.__________________
S rvico de casa,
raga-aebesa a am moie^ae oa pa.-....': 1a h
aaaoo t:a *;..,- fle cat- -3 1* sitio murado
a. I, antes da itrejaVj Macgniobo.
CAIXEIBO
Precisa-ae de am eyTSrercft pratiel-e ta-
berna : a tratar na ro do Roaario da Boa-Tis
n. 53.
Companhia Allianca
DE *^
seguros martimos e terrestres
esiubelecida na Baha era 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Ra. i,000:000gO00.
Toma seguro de mercadorias diobairo
i risco martimo en navio da *!'j e vapo-
rea para dentro e fra do imperio, aaaim
oomo conlri fogo sobre predwe, feaeroi e


[ ILEGVEL


iftpo dt FrnanDucaj Trqa feir% 9 d
Jolho dt
172
?


CAUTELA!
MEURON&C.
AVISAII
Fei'o;
- Predsi-Fe de om feiior So betel de Aplpocos!
a tratar do d.esrao betel, ca aa ru do M.rquei
de Oltod o. 83, andar. _^__^__
Trocam-se
aoias da caixas filiaes do banca d > Brasil, con.
pequeo descont : sa leja da roa do Mrquez de
Oimda n 58.
Precisa-se de ura trabalhadjr
ein da roa larga d' Rosario n. 3
na retina
Fadre portuguez
OfTerece se um ecclaslactieo portuguez habili-
tado para eapeltao e preceptor de menino*, oa na
Sica oo fra della : quem precisar dirija-as
rvalbo oa roa Nova n. 86.
A casa comroercial que na cldade de Goyaa-
na tem gyrado acnoi eom a firma Ivo Antonio
de Andrade Luna & Sobrinbo, cootir desde o
\* de joibo em diante com os mesmos aocioa e o
esmo negocio, d>bax da Hrmi :
IVO 4 SOBIUSHO.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PBEIA, que reparem no3 botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.*
Os apreciadores que qaizerern do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
A botica popular o.-77, da roa da I m per atril
pira a mesroa roa n. 69 e 71. continoam a fuoc-
eionar, com qoanto ainda n.lo esteja prompta.

\
O Sr. Jote Alves Hachado Guiraarle.*,
guma tez chamado a vir roa do Npefador a
18, a negocio de seo particular ioter \.
Quem se mieressa prerNa sater dj Sr. pro-
fesad da Encroiilaada se n .'ende a ...sa t irp..
da roa do Argao, visto como ui
mero da mr-ma e uem a m iioie.
Precisase de um npat'sb pai
pregado : a tratar na ra das Crutei"
aedar, das 10 horas, as 3 da lar Je.
36, 1-
COMPRAS.
Compra se um borro para
do gaa, S. Jos.
I
carraca
ni fabrica
Escrava
Precisa-se comprar nma qa saiba
engommar, paga se bem : oa roa da
n. 6. loja.
coz Llnr 6
lmperatrii
Cbicohse re*enques
A'-al-a le ch-ear snqO de ir;n* e app r-
oata
Hecife. i na do Muquir le
-. :: ____ ----------------------.
Lenmuiui i-uve? ven d tai
libr.is sterl i\;is : a' nua i
Crtipo II, l', |)r'i!!;'-ir;i ;. :!;tr,
Vtnde-fe sacos de multo t>om niiltio : bh ar-
najen rus do Amoriui o c; ei do Apollo, de
jna I mo< t C.
1
L10TW
MEURON 8: C.
&&.
No antigo armazem
de agencias da roa do Imperador n. ir., compra-
se efectivamente trastes iados e nevos.
'IJuULlt.kl)
W-ndem-se no esc Amorlm -roaos k
C, i na do Bjm J ai* n. 3,nir'ura roa Ha Cruz.
Quem nao comprar.
0 que \a!le ,2$000 por SSSOtt
Meias cfleta< malio-coc- rpadas para
a 5*300.a dura, ponas ero jrenw de b ivrtvtoio. __
SO Dr. Sarment Fi-
lho, cirurgio do hos-
j piUl Pedro II, de \ol-
gl tade sua viagem aEu-
^ ropa, contina no exer-
9 cicio de sua profissao,
w? na casa de sua residen -
B ca a8 ra do Impera-
'% dor n. 29
Interesse
0 Sr. Jos Alves Machado Gaimares qoeira tar
a boodade de negocio de sua conveniencia. ________
Compra-se cio cnixilhos psra jmellas de
peilori! : na botica la pr^ca di Conde d'Eu n. 1(1,
ao en'rar na roa do Araga ________________^__
COMPBHE
moedas de caro e Vela na Joja da ra do Msr-
qnei de Crlinda n. 88.___________________________
Compra-se
trastes novos e u or d. 48, armaatm.__________________
Cor. pri- e
orea fJ^rava qoe salba vender ni rna : no filie
do commendaduT Tasso, ai Cruz de Alma?.
VenJe-e voueiros t-eqoeiis Be filio
'Utuadd : <|uera prt-'.eader Coxpra-los cirijisea
eIrada iv Joa) >\e Qi:r<.___________________ _
E-p Fina' eponjai para tudetiV, e i-r prfas para la-
var novel-, Veinte K u !. h Victo; ia, ui .' 0^4._________i________________________,
'AtYCaS
Ni ra do '-'t:;tio n 7 1 :dV, 1?
para v.ader iaoLi:ia< ctDj'I lis fk
(.bra i nuiles e c IsJI1 ) ri>nnoShf
lette, :ua da-viii.l >. IK
c e jscaraod, cadeirw Ce Uu, -de .1 ir e
fe'xar. dil s para i?ro?, e c rtc. ____
VINCAS.
NOTJiS
0 Bjoquel das Damas
Raa I- de nareo n. 14
Salao de cabelleireiro
A' loja de miudeas, do Io aodar.
O Bouqu-t das Damas tem para vender a seos
(regoetes om grande sortimento de perfumaras
dos melfeores [abricantes da Europa.
Om sortimento completo de obra de cabello de
vnio, fcito e do en;omrrrenda, coja casa tem babeis
artistas ; om dito de lava de Joavio, caixinha
irara costara, albam para retrato, grvala do olti
mo gosto para, hornero e senhora, abotoadura de
cafiete, fitas de wda de (odas as cores, eofeites
pera vestido, em toda mercadera do olilmo go?-
(o, om BortiOMOto le flores lisas de seda, epani-
hos para eotiora e tile?, e timbero ootros artigos
do ultimo gosxo, qoe os fregueres visitando o es-
tabeleciroeato podero apreciar, alem dos presos
baratos, atoa qnaliiade das mercadorias. Osa-
lio lera hbil offleial para (azer a barba e cortar
cabella .
Troca-sf notas do banco do Erasil e de auai
filiaes m ra do Bario da Victoria n. 63, antiga
roa Nova, loja de Joao Joaqoim da CosuLeite
Trabpasse de loja
Traspassa-se a bem coobecida loja da roa Du
qoe de Calas, intitulada FragaU Amazonas, ga
rantindo-se um arrendamento por seis annos :
quem pretendtr ama boa casa e aem situada, di-
rija-se mesma a entender-se com o socio gereo-
te da actoal firma. ______
Na Praca da lodependencia a. 33 so compra
ooro, prata e pedras preciosas, e tambero se vendt
obras de igual especie. ..
Desappre^a o nervoso
O horneas qoe toffrem de nervoso as mSos es-
clalmente quano escrevem imeirameuie iivja-
dicial; mas, qoereodo ver se livre dts-e mal, ve-
nham a Nova Esperanza e compreni om anael
elctrico qoe o mal desapparecer; assim tambsrn
a senbora que solfrer de ignal mal tumpmt
ama polseira elctrica e flcar ptrteitaoieox boa
boa ; todo isso a se eaeouira aa Notj Km eranca
i roa Doque de Caxias n 63.________________
Vende-se ufiei wlhi io* i^p-nel u- 1>N
con poocoa-fanlo-, ir^pn tara qa l'.uer pfln-
iriiante : o inotiv.i se dir a" t iTpra-l-T.
Vapor usado.
Vende te um vai ;a de q atro :sva'o>,
I de cf.uina eonstrwc^io, a un ai i i b m us ;<--
Iprio para engenh) de M Imi-ier: a tratar no am.aiera u. 23 d Iraneea
.I Coro"1 Sanio.___________________
Ao commercio
Os abaixo ssigaados declaram ao pabico e es-
r-esislaiente ao corpo do commercio lata compraran! ao Sr. Joaquim Goo^alves de
Azevedo Haia, o seo deposito de pao e bolacha,
?.o no largo da Penha n. 9, livre e desembara-
zado de qualquer debito que possa apparecer
-Rscire, de jarho e 18J2.
Joaquim da Silva Salgueiral & C
Olub popular
Palo presente declara-se aos socios do Clu-f'o-
presente data, ero diaole nos saloee do sobrado n.
2 do caes 22 de Novembro (ootr'or-a Ramo), nao
na vendo alterado alguaia qnanto -aos das e'boras
das sessSas. Recite 4 de julho de 1S7.
Manoel Francisco de Barros Rege,
Io secretario.
Os pro;uraores de Francisc de Albuqaer-
une e 'Mello pedem os credores do mesmo o fa-
vor de aprossnlarem as comas no prazo de 15
das oo arnaiem da roa do Commercio o. o,
Amonio de Albaqnerqoe e Mello, atlm de-eerem
conferidas i verificadas, p.ira ee proceder a om
balaoco g como'tambero azem o mesmo ipedido aos >deve-
deres derae-mo, tallo da prac^ como do 'ato,
.a \irem papar seos debito*.
Recife. 5 le .jolho de l7i.___________________
Terrenos a" venda
Na estrada dos Atfflicto?, sitie-n. 22, qoefoi ni-
ti mmente sublvidido por sea aroprietario, vt-n-
de-se lotea ide trra a vontade -dos compradores,
a preco raccavel, e bem asmm duas casas Das
-mesroas trras. A' vista de sua situapao esses
terreos dfi>recem proporjoes auno van tajos as
<>ara quem <|oizer edificar boas-casas decaroxo;
x loialidale convida os concorreotes, pois na fren-
te do dito sitio ha a estacao da -estrada de ferro
do Ca-xang, qne oflerece fcil e barata eoodnc-
rsipara tnateriaes,* para passageiros a 100 e 200
rs_ m i* e elasae. Arrabaldeaprasivel e salo-
bre onde b* nma igreia quasi dfronte do dito
sitie, ^oe Uhr-eee vantagens inooateetaveis para
boas casas de vivenda. Os preteodeotes podem
entender-ee com Tristio Fran sco Terrea ooe de-9
miogoe-e sattifieadoYoo referido sitio, e nos ia*
otis oa roa 4o imperador, armareru a. 18.
FABRICi DE MACHINAS
A' Ra do Bar?to do Triumpho (rua do BrumJ ns.
100 104.
CARDOSO a-IRMAO
AVI5AM aos Sre. de engenhes e ao gWic em geral, qae teem receb'.do da Eurw
grnde sortiento de ferragens para engenhos e para lavoura, e quaesquer ootros oos
e misteres da indesria agrcola, o que todo venden por presos razoaveis.
Formas para as-socar S."" g"is""" *i iiy"m x,m"
VoTwir V apUiCS os melhoreft ae teem vioo a esie tLercado.
JxLOenddiS completas e diverses tamasbos, obra muita forte e bem acabada.
HL6&S mOeUClftS 'ParTSetar em gi^T-^rinadeif*-
IcUX&S Ce ientX) ^ ferro fandido o btdo d divereos tamanbes.
Bodas =d'agna.de iVlines um^s.
XvOClaS entaCa^S ^ diversos tamanbes e quaiidades.
PftiAOi'f ac Cjocertam com promptiao qaalqaer obra oa mactiina, para o qoe
V/tSHCOri/08 teem ta fabrica bem montada cem grandee bomp&ssoal.
T7wjiAi!wmiaiiflQg Manda vir por-encorameada da Europa, qoalqoer ma-
JlILOOniin.cil.Ueli> cliinwmo, para n qoe se correspor-Jem cm orna r<" >^i-
vel casa de Loodres e com um dos melbres eogenbetros de Inglaterra; incaat a-*
de 'mandar assentar ditas machinas, e se respoBsabilisam pelo bom rrafcaiho daemt --
RUI DO BARIO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNliCAO D GARBOSO de 1R.VAO
ARMAZEM
CAMPOS
Ra do Imperador n. 28.
Voudv-se
om obrado de pa ani*r f. sotlu no prioe>pii i
roa de Atoas-verles n \\ co:u p.riai pava a
ra de lljrias : a Iratar nu ra das TkMehUras
n. 43. Unrica de riL'i'ri-. .
5O000
Na graea 4a iodpeodencia c. ^iS .-o ia de gra-
tifieae^o a aaem apreeeour a--scrava Manan-
oa, prcta, d-j idademais de 50 ann teiaul" ia-
lina, com falta de deotes,Uaiara baii, tem sia<
#or duas vetea encontrada eom nm biaioao n.'
fta da Aurora em dirccio< da viaferrea^o* entao
B Saolo Amaro; em tedo caso parece qoe deve
atar por aquella* immedia(as, esta aumente des-
*i>C de fevtreiro.
A CQBOA
LOJA DE JOLAS
Na Iravessa da roa
Crozes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
les, seja qaal for a qoan-
lia. Na mesma casa com-
pram-se os mesnos me-
Ues e pedras.
400^000.
D-se a qunii acifaa a quem apprehender os
escravos Xaaoel Ricardo e Fiel, qne ugirara no
da II de maio deste auno : o t* da provincia
do Gear, veio para esU pequeo, cabra alaio-
cado, ceoei'os cacheados, oes pequeos, haao,
bom ewpo, bocea lascada, com pouca barba do
qneiio, o neaeo bigode, representa ter SOaanos,
ladino,e(Mi de aedar limpo ; suppoese ter le-
vado em oa compaofeia nma mulber de orne
Kachsl, aKa, com cabellos cortados. Piel, e cabra
claro. Mide de 57 atwos, altura e corpo recola-
res, cabelle* earapnrtes, andar vagaroso e espi-
gado, lee falta de tama onba em om dos dedos
grande* tado as 'eatae, proveniente de oro eoiiee de ca-
vado, penca barba; ievju em sua compaobia urna
mulber e neme Felismina. de cor alva, com bom
caballo. Da-se melado da gratificaco cima a
quem levar ocalqoer um dest's escravos aa eo-
genbo Hacaas, frogeetia da Eseada. ca no Re-
cife, raa do Gabog n. 18, casa de Manoel Jos
Ferreira -Graz.
Dr/K- Viinna
lledico operador e partelro, recen- ni.
tenieete chefado da Europa, unde de- >w
dicoo-se a cirurgia, partos e especial-
mente as molestias e operacoe* de vias
geiito a*tri*mr04, tem o seu consulto-
rio na do Vigaro o. i, segundo an-
da*, oode di ooflsnltae 4o l|2 dia as 3
boi aa, gratis aos potree.
l-ode ser procurado a onslquer hora
o di on da ooste.
I toa do Vigario il 1. t* andar.
Esquina da rn do Cabuga n. 11
Confronte o pateo da matriz de Santo Antonio
O dono des-te mpoitaote esta&elecimeoto acaba de aformosea-lo, enriqoecendoctim
u oitas caeoledas e b.-tacos de nix, brhante e pedras preotos-:s, etc., eontinoa a receber
de Pars, por todos os paquetes aove sortimento, e eacarrega-se de mandar vrr qaaiqaer
ecoommenda. Convida-se as Ernas. amilias i visitaren o dito estabelacimeoto, o qaal
tari aberto i noile at 8 horas. Vefide-se por precos mi commo-los, e garaate-se a
qoaidade do ooro.

O abaiao .issigoado teodo de retirarse para Eo-
Mi,a a tratar de sua saode, pede eocarecidameuie
ao corpo do eomoereio qoe aprsente suas comas
por sim iris dias para serem eooleridas e pagas
so nroiim sabbado 13 do correte ; faz cente
mata por mlio deste, qne todo aquel:e qoe se jal-
gir eom dirtn a qualqner om recehlmento e nao
comparecer oeste praao marcado, perder todo o
ea direito. Hecife 8 de jalbo de 1871
Constantino Hodrigues Mendee.
O abaitu aasifaado "declara ao reepeitavel
corpo o eoromereio e ao publico em geral, qae do
da 31 demiia nltimo comprou ao Sr. Josa Anto-
nio Looreop de Sooza sua loja de fazeodas raa
da Alfaoeja n. ii, consuodo de restos de fizen-
4as, arroaea > utensilio*, pagando-lbe o importe
em dinbefni i vista e sem responsabiiidade de
goitmer erudor qoe elle podesse ter. Mace em
Jarafo* 0 da jalbo 1871.
Mimel Vidal.
SEGUROS CINTRA FOGO
IMPERIAL
W. G. FENNELLY Uk DO COMMERCIO N. 38 1 ANDAR
Engenho Soledade
Este eogenbo situado na ribeira de Gititnba,
t marge n do rio Camatagibe, de graade enen>ao
em terrenos os melbres qne se plem deejar
pera a c litara, de canoas; me eom >gua e tem
proporces para se levantar ms dous engenhos
d'agoa f oarnecids eom ricas maltas. Esta pro-
priedaoe vendase ca arrendase, e tarabem dase
terreos para levamar ootros engenhos pele lempo
qoe se conveoetopar : a traur com sen propie-
tario ao largo dd Corpo* Santo n. 17, primeiro
andar. _______________
Attenpao
Fi-mbrt?.
Prezuoto*.
Salame;.
Ghetfrcas.
Conservas.
Sardinlus.
AaMOdoar.
Chocolate.
Aramia.
Notes.- Licore.
Batatas. ^m. JBk ]} f''s-
Arroz. fflO Se",ff-
Palo?. M W H;,rh'-
on. m M%. ?'
Figos. CIII
,;t. Wm \J Feijao.
ianteiga ingiera e Trance-
ceta, aves era conservas,
cervej de todas as rorreas,
qneijos do serta?, prato, fla-
roengos, soisso e londrinc,
leite ondensado. ararria
em lata, finetas em calda,
charutos dos B5f Ihores fa-
bricante.4, maesas para so-
pa, arene dice, cebollas,
alitos, tt-ucinho e urna mu-
dada de gf neres e icepipes deleitaveis epor pre-
cos aass commedos, que s se isUaadn liaiia
m^mte o armatem do Campos, que se po le erw
dd que t elle o nico que e.<: najiihaU
a luruecer, a vjntaie dos amaoita gisirono-
mia, pares e satonsus geoeros alimentidos I I
E' mnito commodo |
u CamL(?, r/oiea que
procura desvetladaincnte
agradar aos ^eus fn so
es e aeiifos, toBlde-
ranJo que iluos d*l!*l
( e o pubiico em gt deixam do %ir ao seo
armazem por rrcr. rtm
mais coge, presta sfl >
mandar lcv.r gra- qual
quer gtn*ro eemprad
era seu arrx-azem, quer
dentro da ciade qier
dos seus ubarbios, ocia
que paia ata tira tem
om ir.lequ? apto!...
Finalmente
o Campos ci querende
dar ma-sada e sem di!
Xe'reno a ven'i
Marii Prancirca da Chagss C*l Prssoa, vio-
v da tneotecrrorifl Hai *, ven-
da o terreno qae pona ni Capaoga, o qual- *x-
irem com tins do Pr. a feres Actinio Josa Ri
beU e Mor ees pelo su! a prele, u <' w^ceo-
le c ra a camou i do Uanga'Oftn, O mesmo t,*rre-
ir. ai necesiarias r-rop r neiK- <*
edificar um g ande ioc.o e HU), por '.-r 2 -.
L.aiincs de tren:c e 40 -- lando, e a moda -u
lagera de fi:ar qoasl Contiguo a e.ta^ao da via-
Lrrea. Os t-roirij.Jtuie- podefl) dirigir-se a raa
do V:ccode -te lobaoma (tr*erara d-Ran-
g- ) ca;a n. 3i, 2" andar, que arh3'ao com qn> m
raiar.
Rainria das fundas!!
F.--a nova invenri defudas a mais perfelta
de iodos o. rjflemas cioheoidr? at lij-, alo ten-
.) nuda, olo (ferrujao i -n qi l res-
,acR-s< a teiosos moviu^nuM do c.rpo. ( preci
cara r'tf jtr.s a, cavalfo. Odie '
'- Ferreiri ihhi 4 C, it
ENCM)
Raa do Imperado" n, 5-1.
0 Uoi qa f' ra'Jteiro de On*'io Duoiiogas
da Silva Campos es^ esiabeleeMo e*nt am ya-t)
~xizzjr.: de vjveres defroute dj Campos oOjut.t)
a sala das audiencias, e p-o-netie vendar aw4s ba
ran d- que outro jualo^sr ;.tamUcm avi.-a asa
111;.,;, cli W de faall i qoe a- seu al i
i'ta ehatado am tmsj snrthafBH ee:-
leclei bolah'oaaa nrtptJaa para strero c=-.da
como \<:J>leiio cha iQofer e cba psele, que. *
?etioonlra no aimarem O0 e C-aceicu, ^
.liiuei JoaqBiQH de S;u:^ CiBEa,
trahir
pede aos adepto; do pa-
ztr da -ciia, de virun o
seu armazem i5m de
examinaren! o ampielo
sortimento que se acna a
disposigo do
Resiroilavel publico
tc-J-;
Vende se agurdente de canoa de i' qoalidade,
por preco Cvinmodo, em pipas e a retaho a qa -n
lidade que quizerem comprar : dj pateo do Pa
raizo v. SO, taberna.
Lllaras sterlinaa
Veode-se o j armazem de H. Loudgreo, ra do
Commercio o. i.
11
Pree*-e fallar com o Sr. Haooel de Oiveira
Ferreira Guimaraes, natura! de Portugal, eldade
de Guim iriea, a negocio de sao interaaie, em r-
late de arlas racebidii dalli: na roa do Impe-
rador, l( ja o. 54.
Seguros martimos e
terrestres
A compaobia F.delidade de Lisboa, loma na
sna agencia em Peroambneo, segaros martimos e i idade 40 aooos, cabra, de ahora
terrestres, dando cestes oltimos (dabaiso de sua I todos 01 denles, e sip limados, tem
mesma responsabiiidade) o stimo anoo gratuito
ao segurado : o. 44, roa do Mrquez de Oihit
o. 44.
;io dia 4 de agosto do anno pasadn aosentoa-
te do eogenbo Caauragibe o eseravo Vicente, dt
regoiar, tem
eicairizes de
I* andar.
GAlXfiiRU
' AJaga-sa o t* andar nf ru> do Padrg Flcrtaoo
a tratar na isa larga do RoM/w n. t.
P'mm* ^ rtfl am nixeiro qae teoha algoma
pratict'_ liberna, com tauc i 12 a Ji ti:
! que t cogv *^- ni csJ^eta : i Jratar
' o pateo te Pdro. 1.
ferida que leve oa? persas, e tem manebas bran
cas nos ps e as maos, bem ladino qoe cosluma
invulver-se am presepios, jolga-se qne coteja eos
Montes de Una on em Goyann* por ter la pares-
tea: rogase as autoridades oa a qoem o apore-
hender leva-le ao Recife ao Sr. Jos de Sonsa
Barreirc, na roa da Compaobia Pernarobocana
n. >. qae serio geterosamala recomp-^auo.-.
. Pr-ciai-w de om menino qoe lesna praca PVaaisa se m
idataberoa. de U para 14 ato* aa rsa iarg f/rira,p*
do Rosario d, 4. Comea
MOFINA
lha eHe L
Roga-ieaolmSr. Ignacio V.iri eMebo, es-
artvso ni ddade deNawalti deeu provincia, o
favor de vir a roa do Imperador a. 18 a concloii
aqoaUa zegocio oso V. & ao eomsrometteo raatt-
ar, peta tereeira ebaxnada dsM Jornal, asa la*
de deiMbro prximo Macado, a tapla para ja
aeiro, pseos a fcnrefrd a abril a nada compilo
por eats motivo de novo enamado para aaat
Om ; poi V. S.'aa toa lambrar osa aata negock
isa oaaii da otto aayMa, a qsano o
aso aa i chava no #sau odada
Vende-se nma casa terrea sita traversa du
Mrquez do Hei val (amiga da Concordia) n. 41,
com S salas grandes, ti quarlos, sotae sem repar
timerito, eozioh.i externa e quintal morado ; >
orna aiei agoa siU no come. > do Puciabo o. 3
toa \ pequea nata, 1 qnario e t retiro qne ser-
ewzieha ; a pesa* me pretender coapra
4l0i 9 Bom /ens (autiga da Crnz)
"e3* IB-S*, qoe encnirara
ic, se-
Oopeiro
Precia.i-m da am eooeiro do bota: de Apipaeo;
a tratar io mesmd hMrl, on na roa do Marquei
dooan srs^
s avsiasssr m> p om t-Ma^gasu
MU*.* -
criada para casa aatras-
traur na ras
ve u
las dirija
o. 3), sobrado
con quem tratar.
Camisas bordadas
nhr.
Amaral, Nbn bordadas para ;utiora, diia< para a. tancas de 1 a
10 aooos de idade, ditas para lionera tambera
bordadas e lisas oj Bazar Victoria n. 2, ra do
Bario da Vtcioru n. i.
~ Tijolu*.
Veode-se tijoit > lie alveoaru grossa era gran
des e pequeas iwrcoes e por menos do qoe eo
entra qnalqoer re : na roa dj GeOeral u ara,
outr'ora roa do Jatmim n. 3o.
COENTRO
Vesde-se sasMMa de coeotre mnito cova a kCC
rs. a garrafa : si raa do Bom Jejos s 28.
1 erir,.
e dez aeje-es da c .muanbie ,do l.'i
ai m roa bio o. 41, das 7 ;
Vtoe-ae
be : a tra
horas d.i nujlia
It'da lardii era rliante.
en*
as 9-
VEWE-SB-
0 estabekcimnt tn^ minado ROY DYVET ,
r;.i ra estieita d.i Rosri r. II, r- r sm B/aprie-
tario pretender re'.rr.r re'pa'ra a Europa ;"o .ti
Asulirlttclmento tea i ...: ni para fimi-
1 a e esi l>em afregneaida : a i.-ar n aiesinn.
A 2^000
i
0 R'val do Recite lecfen grabd :ottimerj o
d coques os mais liooit.se n;od>!o:s qoe lein
vi o do af> mercado, es qui.-s veado a iM'QO por
ter. ciando quaofdade vtuham a ra dj Maquez
te Wni. antiga d Cade n. t.O.
Veu Cn sot.rado de un. i edar r suiao. sito a ir.a te
Marcilio Dia< n. f3l. com bastantes comwoJ.s
pira grande'railia.ltiii graode q'intai p-r r-
iasr part de quinto? de doas casas vijuhas,
formando por Isso tuc-rrande qnadm ltdo aafcori-
sado : iratar no cana ti *i Novembr n. t.
mmm mmmumm
Liqu htfio.
ijL Leilao de todo un de parte do grande
JX armazem de mus c diucas riedinrjp"
Ijjy i roa do 1 nprra i.* n zl. A impr*'i-
SI biilada em qoe .-ia tta irosaulafi i *
,2; ingtr fifn tratan eii oifi inoiieletlinn %
Ce que ple ser facilmtu'.e caverl
^ pbarmais, obriga ip..-;j ;.i i
g
tem coinpromio.i^um.'e p;r i.-so aesi-
IM**se prwpwitts raaoaa^M para o s-u
raapaaao.
s VT'-imdfoies dlr|afl)H ao mesiW
M-m.vsem :}ira v^r > eu b'atacV*>. e b<
s*ejis ajnieni 4hr cea- propucisa cm
- teci-auia*. ..irt(fc
BaJafi
.

18 caiu.
Meias de ..
**
para hoirteiis e sen horas
A Aguia Bracea ra Duqoe da Casias s 54.
rectb'ii mu floa< meias de bu para
enboras, e como sempre vende-as piar
modo.
Vende se onia io,il>ilia
oa roa Neta n. 21. Ha.
toaa te Jacaranda:
Vende-**
errm >' n VrriJ com 400 calima ds fosde m
ra de Paula o 8 iva : que.u ..
o nO tratar caca loaasim Hauma
Gomas.
i
[ HEBiVEl I





i
ALTAS NYIDAES
GRANDES PECHINCHAS
LOJA DO PAVO
da Imperatriz
ra
n. 60
PEREIM DA SILVA ft C- !
Para as feslas do mez de jnnlio
Pereira da Silva 4 C. tendj recabido ox grande sortimento de fazeodas d* 15a
seda e algrlio, com o* padr5*s mais atvos que tena viodj ao mercado, teem resolvido
liqailal-as, por presos moito baratos con o ooico fim de agradar aos seos namerosos
f regoezss e apurar diobeiro, de todas as fazeodas se dio amostras deixaode penhor, oo
maadam se 1 var eoo ca;a das Extnas. familias.
LASINHAS
O Pavlo vaode de'i jadas alsicianas de to-
d)s as co es con milito lastro e delicadas
Ultra* mitigados a seia, proprias para os
afeites e habadinbos a 155)0 coyado.
Oitas lisiadas a sila, sendo as mars de-
iiealifl qietam viadoao macado a 15*00
o covado.
Delictdis Iaa*inha9 com muito brilbo e
I istrinaas de sel a 4tOX o covado.
Ditas c. i listras de seda larg i e maito
enoorpidii.com ie;icadas cores a 803 rs.
o covado.
D.ia; miito delicadas com listrinhas de
seda a 560 rs.
Ditas sendo bastante largas com listra os
lado, pira os enhiles e com cores maito
delicids a 300 rs-o covado.
Di'.as d-j liitras miodiahas com Sos da
seda, qoe liie d muio brilbo, tendo de to
d is as cores a 500 rs.
Grr?ur3s de 15a, de ama ( cor, tendo
'atenda usuilo moderna a 400 rs.
Li3sia as lisas de orna s cor, tendo de
tolas ai! cores a 400 rs. o covado.
Alpacas lisas de todas as cores a 500 rs.
o covpdo.
LVi-i iim de cores com delicados qnadri-
dios d" seda tendo de todas as cores e sen
do tunio modernas a 800 rs o covado.
Garga&M asaes de 13a, cora delicadas
iislriohas brancas lavradas sendo oqne ba
de ra?is novo no m-rcado a 640 rs.
Delicadas a'pscas de seda com delicados
pa'lroes e muito brho, de gosto inglez
a 600 rs.
De;i adas LliMnbas da ama s cor, sendo
de todas as cdres.como rejam : verde e aso',
roso liri <, c6 r de canna, cor de rosa, bran-
cas cora istras da masma cor a 800 rs. e
15000
Grande soniraento de faz^ndas de todas
as tres, e diferentes qaalidades a 320 o
covado e 400 rs.
Biregjs de la trasparente tendo do to
das as cores a 200 rs.
P0UPELIN4S
O PavSo vende as mais delicadas poupeli-
na de v-rdadeiro linho e seda, sendo com
os padross ltrado*, e os mais delicados qne
'.em vindo ao mercado, ha vendo de todas
a, cores a 24000 o covado.
Ditas con differentes padres, para ac-
h r, a I$tf00.
Sedinhas de listras om delicadas cores,
te ido at rxjs para la.o a U-tOO.
NOVAS SEOAS A 24500
O Pavlio receban u na nova remessa das
maij lindas sedas para vestidos com ;s mais
lidas cores e mr miadiohos, em nma 6 cor, garanlindo-se
qua seda para e qae seria fazendt para
icais da 3u00, a nao se ter feilo urna gran-
do compra e qaida-s a 25500 o covado.
GROS PRETO
O Pjvo vende sempre grosdeniple pre-
to para vestidos sendj sjflrivel a 14600 o
covado.
Di'o bom con ourel'a branca a 24000,
D to nriito eacorpadcs e maito largo a
1450U e 3* 00.
Di'O em t;cido de gorgorito sendo fa-
zenii muito in:orpah a 3000 e 45000.
Sed pre'a lavrada mnito encorpada a
.'> 100
BR\MANIES PARA LENCOES
O Pava vende superior bramante de al
goj5o ten lo 6 palmos de largara, que s pre-
ci? de i, 1/4 vara para que lencol, metro a
10600 oo vara 40S(P.
Dito de linho poro superior, maito encor-
pado .i>m a me*raa largara a vara 25400.
Dito:-, francezes muito finos a 25500 e
34003.
Peca* da Hambnrgo e panno de linho
com 20 e 30 varas e para tolos os presos
a i iv.i 1ad ;s
ptfi de brettnba de pnro linho, tendo
30 ja-das, pe'os pregos mais baratos que
se tera vist).
Pecinhaa de floissimo esgoio on celesia
com 6 jardas a 74000.
.Pecas < fiois'ima silesia, tendo 30 jar-
das a 355000.
Atoalnado adamascado com 8 palmos de
largara, a vara a 24000.
Dito de linho soparior, a mesma largara,
a 34ino.
Dit) ti andado sea sor adamascado, mas
maito encorpardo a I5W0.
Guardacapas tanto grandes como peque-
os a 3400. a duzia.
ALGODAOSINHD.
O Pavo vende pegas de algodosibho
americano com 16 jardas pelo barato prego
da 3500.
Dito rouko melhor com 18 jardas 44000
Dito americano moito encorpardo cem
20 jardas a 54000, 54500 e 64000.
Dit> largo marca T, seodo o mais fino
qae tem vindo' ao mer-ado proprio j)ara
loocei b jarda a 280 e 320 rs.
D to enfestado para lengoes sendo muito
eocorcado e com 8 palmos de largura, a
vara a 1*000.
Dito com 1 ma ma largora, sendo tranga.
do e muito o icorpado a 14280.
CASSAS fran:kzas
O Pavo vende Bnissim *8 cassas france-
tas, com as mais delicadas cores, sendo
Iistradjs edo flires, fazenda ebegada pelo
iltlmo vaooj- a 403 rs. o ca.ado.
Ditas franjezas flnissimu padras min-
ios a 403 6. o covado.
Ditos de diffireales gosios a. 320 o
aovado.
CVilIBRUAS BRANCAS
O Pavao 'ende combraiai vardadeiras
rx-m 8/2 vaina cada peca, sendo fazmia
qoe vale moili HMJs diob,eiro a 44000.
Ditas muito finas a 54XH) e C4000.
Diu* com 10 wui 6? 300 74003.
PANNOS FINOS.
O Pavo tem om grande sortimanto dos
malbores paonos fiaos qae tem vindo a
este mercado, sendo preto do mais -fino at
ao mais baixo, assim como ditos azaes,
verdes e cor de caf, propriospara palitos
e fardis, qae se vendem mais barato do
qae em outra qaalqaer parte, por ter gran-
de porgo.
SAAS
OJav3o ven le ara grande sortimento
de saias branoas muio bea bordadas, toa-
do 4 paonos cada urna pelo barato preco
de 45500. F
Ditos ricamente bordadas com 4 pannos
cada ama a 64000.
Ditas j filias com f >lbos macbeados
sendo mait) fiaos a 35500.
Ditas da mesma porm mais abaixo a
24'00.
Ditas tambera j promptas sendo de 15a-
sinha da cores com barras enfeitadas a 34000
e 45030.
E?PARTILHOS.
O Pavo vende os mais moda nos espir-
tilhos de todos os tamaobos e sendo os
mais modernos que tem vinio ao mercado
a 45000 e 54000.
CASAQUI.NH03.
O Pavo vende modernissimos casaqui-
nhos de seda preta, moito bem enfeitados
a 15000 e 24000.
Dito de croch brancos a 64000.
Ditos por terem algum defeito a 34000
Ditos de fil muito fino a 124000.
BORNU'S.
O Pavo receben om grande sortimento
dos mais risos borns, tendo brancos e de
cores que vende a 164000.
MEIAS PARA HOMEtf.
O Pavo tem um grande sortimanto de
mcias croas rara hornera qne vende em
dusia a 14000, 54000, 64000 at 1C4000.
Ditas para meninos da todos os tamanhos
de 34>00at 65000.
Ditas para senhoras sendo fraocezas e
icglezas, tendo tambem roub encorpadas e
bastante largas de 54000 at 124000.
Ditas psra meninas de todos os tamaihos.
TAPETES.
O Pavo vende tapetes grandes para sof
proprios para 4 cadeiras a 255000.
Ditos moito bonitos avelludados para
duas cadeiras a 104003. -
DAos para o mesmo fim, ou para ao p
da cama a 74000 e 84000.
Ditos pequeos para janellas a 44500.
Assim como grande sortimento de pan
nos de cro;h proprios para encost de
sof, de cadeiras de bracos, ou de bahnco,
on de guarnido todo por pregos muito ba-
ratos para acabar.
CAMISAS
O Pavo acaba ds recebar grande sorti-
mento de camisas ioglezas com peito de li-
nho para todos os pregos e tamanhos, que
vende como pecbincba por ter grande por
gao.
Ditas cora peitos de algodo das mais
baratas at as melhores que veam ao mer-
cado.
Ditas fran-,ezas de chitas miudinbas com
os mais delicados gjstos.
Ditas de raeia de algodo e de la.
LENCOS.
O Pavo vende finos lengps de cambraia
branca abatanados, em dazia a 25 W\
Ditos finissimos tambem abainhados a
340OO.
Ditos com delicadas barrinbas da cresr
garantindo se serem fixos a 24000.
Ditos finissimos de c mbraia branca, tan-
to proprios para bomem coa o para senho-
ra, sendo fazenda qne sempre so vendeu a-
65000 e Iiqoida-se a 45000.
LENCOS BORDADOS.
O Pavo vende finissimos lengos borda-
dos para mo sendo da fimssimis cambraias
de linho ricamente bordado-, sendo fazen-
da que sempre se vendeu a 450O3 e 54000
e iiquidam-se por se ter feilo ama graade
compra a 14600 e 24000.
CHAPEOS DE SOL.
O Pavo vende chapeos de sol de para
seda com barras tendo de todas as cores e
sendo com cabos de canoa e maito leves,
fabricados no Porto, sendo fazenda qne
vale 144000 e liqoids-se por ter nma gran-
de porgo a 104000.
Ditos com delicad.s cabos de marfim a
165000.
Di 103 peqirnos proprios para senhoras
e menios a 84000.
Ditos de alpaca cora armago de ebapo-
de sol do sada a 45000 e 44503.
PUNHOS E COLLAHINHOS.
O P-vao tem grande sortimanto de pu
nbos e collarinbos de linho e algodo, pro-
prios para bomdns qae vende por prego
moito barato.
CASINETAS ENFEITADAS.
O Pavo vende cortes de casinetas en-
festadas de alg jlJ de qnadros, para cal-
gas pelo barato prego de 14000 o corte.
A mesma fazenda em covado tendo duas
largaras qua tambem serve para roopa e
vestidos de escravos a 610 t.
BRJNS.
O Pav^o tara grande ortimento dos Ver-
daderos trias de angol'a, proprios para
caigas, colletese palitos a 14003 o covado.
Dito muito buoito imitagSo a 800 rs. o \
covado.
Brins brancos de linho dos melhores fabri-
cantes que tea vi ido, a este mercado, de
14000 a vara at 45000.
Brins de cores para todos os pregos e
qaalidades.
Ditos pardos de 440 rs. a vara al 14 >03.
Dito pardo liso muito ea:orpdo, pirf
roopa de escravos a WOn. avara.
KGLLEK k C.|
Kua do Boro Jems a. 55
Vendem *
Frrro givalaiado em fo'h:i- pir t- 1
Ibas.
Let Mnl-Qsaio.
Cngoac Martineau.
Vioha d^ BwJO eaa ji* :
l\>mmrd ,
Vulnuy I
Hq[ falerM
Penillac
Vmlt-v do-AJMao :
Sfiharlaebberfer
Ki4eih8iDfr farf
H ichk#iwr -Burf
Mareo Cramer aasleo
Kaaantbaler B-rg
SteiDberg*r fofriint.
Libras st^THaas.
Vens* do armauaa de fazeodas de Angosta
t, de Ovein 4 C, ra Jo Cooimercio d- 41

MACHINAS
DE
COSTURA
Qinndj precB qae o3o hi jnaii-novidide a
deseobrir, fism objetos de mais phant9ia, a' o
dos qu tem aopnred>'i a#a, ei* .ue a-Jiov
Esperanza rerobe o--mai< eluganlo' << mas roo-
deroo, de forma -que in-1iu^o ciadores to b m appsrejeret cuosCaolttDX'Oli' r>.
dito estib?le ati.n de usa re m o qae ha Jf>
mais chique oo mando daa modas gra mesmo !*> America, das qaaes multas ja sa i bem
;m lio grande cvnfaf cidas pel3 eus auloie, como sejim;
Cgaramao Bazar Universal da ra N-
va n. 22, om sortimento d- machinas para
costnr.5, das melbores qualidades que existe
FAZENDAS BARATISSIMAS
NA
T r Loja do Papagaio
A' irUA DA IMPEHATRIZ N. -AO
Os prepnetarios dette bam coQbecidoestabeleciinefitoiscientilmao respeilIpi-
buco qae acabam di receber na coa pleto sorlimenio do qoe ta de mais m>dfo,eB
liaxmbas, ilpacas, cortes de eda e popelinas, todo do,melbar.osto. as'
espartilhos, vestuarios para meninos de la enfeitados, vevs dettt de seda
pretos, e mais.
>
Luvas de peluca branca.
Camisas bordadas para senhora.
Setins de udas as edres.
Sedas pretaslistradis.
Cre'ones para vestidos.
Damascos largos carmesim.
Camisas francezas e ioglezas, Hsas e bor-
dadas.
Cambraias brancas
os pregos.
victorias para todos
Lavas brama dfu de Escostia.
Popelina branca lavrada.
Grosdenaples prelos finos.
Baptislas muito modernas.
Cretooes para coberlas, cor fita.
Baetas e flanellas de cores.
Barejes com lisiras de seda para
de vestidos.
Cambraias brancas transparentes
I
U qoalidade.s e largaras.
Atoalbados de bobo e algodo b
ibo e de algodo para de cores.
Saceos de viagem avellodados.
a Nova E*peran5a receba o* em
quanli Jide qtm mesmo oa > ..be por oolecome
Sar; pelo ultim) vavir ebegado da Kon^ia ca-
a receber o< siguiles, aioda nao visto nenr
mercad, e.yna s*j.. M->i9 a4erefi de lartaniga.
Pulseiras a crns de tartaroga.
Lmdissimo? pincwez com arco di madrrpjfot e
raarttm.
Delieada bengalas dd nnicornio, ( mitaga^.)
Bonicas gnarBicdes de seda para seohora*.
Lindos .hip.is de palha escora-(oovidale).
Esees artigo nao se pie ta*r urna idea dri-
les sena que sejara visto ;por i ran^a ,a ra Dique de Cra; n. 63, apresa se
em convidar a todos geralmente, e eom esp^ciali
dade ao bello seio para vir aprecia-los.
W*r Wilsoo, Grover A B>ka, Silen-
ciosas, Weed e Inpnriaes e ootras mnitas
que cao a.vista devera agradar aos com-
prador;.
Estj9 a.irhinasm ? rontgem de f?er
o tratalbo que tnnia .tnreiras podem
azer'JiariaoieniH e coz-ii cotn tanta per-
faigio. como as mass p^.rPifes1 costureiras.
Garane-.ea sua bo i|-!aNoYfce cnsina-se
a tralalbar con perfei;o rm mr.m>s de orna
aor, e os prer/ sj cao oraatidos qoe
dev^fr agradar aos prf leiid.' *..
de R|Vr, cora infallivel para semelhiote ma
6 porqoe se nao faz uso dalles ? calvez e-.-aj pes
soas 'i-Tea] o seo effeito, e-qne a Magnolia, ro
Duqn- de Casias n. i>, receben desees colares.
e dest-ja qae cada umi dess^s pes-a* comprem
o seo, al o de Vr-se livre de um mal qus na
realid ( lao ir>c.,mrn -rl>.
lentes.
M idapoles ioglezes e francezes de todos Tapetes avelludados de tod o
os pregos e larguras. l nho?.
Fazeodas pretas de tidal as qualidadesj Fil de seda braoco e preto, lia
como sejam : Crep, cassas, merinos, bm- salpico,
bazinas, caolo. princetas,a pacas ecbitas. i Fil de linho branco a preto.
a Pelo qne flea especificado se t, que o eslabelecimento est bem sortido, _
moitaii hzendas. q>ie deixamos de cnncionar, para nao as tiroaimos enfadonitM.
Nao declaramos pregos, mas n5o deixamos sabir freguez algum por servir.
Officina de alfaiate.
Diigida' por Mr. Charles Laurent h;;bil meslre alfaiate. Grande surtimlo de
panoos prelos, azues, casemiras pretase de cores, cortas de colle:e de gurgtvo, eoa
completo soriimento de roupas feitas de todas as qualidadea.
Os pregos t3j menores do qoe em quslqner ootra offici >a iNa
LOJA DO PAPAGAIO A'RA DA IMPERATRIZ N. 40 3E MEHDES 4 CABVAlilU
jjariha de ma. iioeu
Supfrior e muio propria par. i- e*a, e: barr
ricas i far'oha de Crigo ; a ll$i.''.'i rs. a barrica
nos afinr.^n< de Tasso IrmSo* \ i'..
A 1#UU.
Vemie-se ?a,>atos de tapMe pe| ha rain prep> de
la :.vnbam ao Rival d Hecf< n. SO A, loja de
miadezi.
Padaria
Vend'<-*-> a pidaria da C,as> Pone, peilecceola
a Galiril Q. Campo : pira ver na uiwma, e para
tratar con Tasso Irmaos A ('.
Queris utr um presento ?
Queris preparar om vesiido ?
Qjerei ter um bom cheiro em vosso toucad> r !
Queris om lindo Ipqae de q')lquer qnalidade ?
Queris nai tino ole.i tnico ou bentn para vosso
bello ?
Nao {adagis nem procuris era ontra pan, par-
que correris o risco dejvos cansar de e ni conlrarde.-; dirig vos log.i a Nova Esperan? i, ra
Duque de Casias n. 61, onde tereu a renVu d"
achirdes e p^r preci rasoavel.
Nova remessa
Aqnelle fogragados peo-ts que dan' [um
qnario de hora mais ou meos, most-aad) .vcr-
sea araeieres, a Nova E peranca recebnu utma
mecte.
Nao se arrependam
E' cerco qoe qaalqrwr peso, qoaodo compra
Dm frasco d" exiracio, toaba, oo.nleo, um enfilo,
om leng nma rita oo oocro qslqner objeeco ,
desaja qoe p;a b:)m e da moda ; jn.-i u, (jca-i
sempre lemos o de^praiej de ver essas pes'oa<
desgosCosas e arrependilas, e porqoe ? p'nr nan sp
dirigireaa a nova l-*ja da Rtgoolis. ra Duque i.'-
Caxias n. 45, quo (faem'lbes ple sapprir de
bons exiracto?, de om liodo fnrnte, flualmenle,
daqnillj qu1) houver d* ra^lh >r e de mais elega')-
Cia no mundo dan pq.Ijs._____________
r% #vt ii#de :b boj-'. Depo>ito- principal roa i*.. Cadeia
boltrcra Quem outser;ii Reciij!i"ie Mar^z* diu n- **an-
* jlrar e eu i.id3S as- bu le e casas de aobellei-
Quanlas pessoas vnuos sc-er de nervoso, e .fetro.
come.pe.abdadanasm^tos^s^ncosi y^.^^jj.^ fr^ Jj.gj.
.iV
GRANDE
BE JOIAS
En casa de T^et fiares, aa iua do Com-
mercii d. 9* h* para vender :
Agua de Yichy das fonie Harteiwe, Celestias,
Grande GiilN), Hospital e MfM.'ume-, em canas
de 50 jarrar.!*.
Agua de ChaieIJon. excellente gua de meia,
em caijas d ."* earrstas.
aa de Va+s las dmtes Presiens, Mgdaline,
Unir, Sanie Jtean, Riolciie e DMianqne, em
cadas ce i garrafas.
Ggn;c das mareas : Blancbv frrw \ C.
Royer Guil!l A G.
Mar.tl fire le Veiros.
Jfto iia mus cihtilos- bran-
HalaI hiH.ons.
. S e nica appN*ada pela academia d scien-
ia. reemhecida ^periara toda qoe tem-aflpare-
O OOBAC-AO DE OURO
Liquida suas joias por ter'de acabar o estabe-
feciruento, ha grande redocqao mesmo nos prec/>s
das entradas.
B.2D Kua do Cabug .21)
wmi e
Nao ha mais duvida
Qa^m leni roelh >res e mis modernos artigas
de moda pb oaaia a Magnolia roa DjquH de
Caxias n.45; pois qus acfr* de reren r, alm
da outros muilos- ob|ecto3 qae se t;rca enfado-
abo mencionar, os seguales : roeie der.cos de
madreperla, tira ojo e de. en*, rn^j-is diUr imi-
Und i coral, agolbeiros de madreperL'! e malln),
cruzes de dito e dito, batatos co preparos pira
oostur, cintis madernos (oridid*) cbapi? de
palln oV cores oara seobora, beogaias de uai-
kcornio (ranaca ) C'im dat>o de raadreperola, rica'
camisa- b.irdada* para senhora e para hornera e
aderece de martiro.
SFie deposito en Haroon-boco :
Jleiii n. 53, primeiro andw, -
o. 53:rt!6 da
[1
ti
w
Bm, parificado e iransjiarente. em bastirs
mudes le 10 e II ar-robas, o aaeibor que so-po*e
d<>sejar para o f do hji : nos armabas de
"3i*?o rnos i; C. caes do AonH<.
Vend-se
e Ihw ca*a terrea, rhos proprios
tes, satss, ejzinha es-;j>n, iaa a
. com S'quer-
grande anta!
Ikantad. p murado, ia n imponga, rea da
Sreoutasa. o' : a ra>afi*raa Vde Marcoa^TA,
|f*3odar.
Na Magnolia
E' geralmenie a reposta que se di, qaando al-
gueni pergunta, onde encontrare ora bodo sorti-
mento de leqne* ? urna rica caixinha com inu?i-
ca para costara ? um liada altjm ? om objeeco
de (ii-to para fazer um presente ? onde p&derei
acbar u.n completo orttmenin de objeetos de mo-
da e por prego? commodos ?* sempre a res-
posta, na nova loj da Magnolia, roa Duque de;'
Cax's n. .;;
Aviameatos para,
carros.
Hitoso Douiogos Pisto ten para vender- on
?i .viHatin de mebilM u raa do Bar da
VTcturia ii *J7, os seguints okjeci, para cwrc :
Peta de vaqueta ma to graad-is.
Brtcer.do grosso para nu^rda-ebuva.
DU) 6a para Iwsm dito pintarlo para s)>.
Seda a f.anoo azul tra-f
'iiaiio largje esim; .
{(reos ce cib'fai'!:! martt'.
Boioo e belctai para jlcosotr.
. kiaieraiisgranA'S-p-cbieoies.
Os collares Royw. ao prvateos ** coevo.; vro*a < metal im*. e aurollr.
soes n twanca e gwaulia do hlu iestofolv. f^jj r,al eeM [MfA r{m ft |nirDic6,, c-aa,
ment di>>la?, porm, e- raiter q>e iw-janj vida- sadires pa-a a< raes.ss *
deiro ea..vos : muita vrzes, mm pessoas-com-j; G,terill> bracoe-wlera# oara obecato.
prarem e-n?nhum resallado obwr, porque T por- Baeov*. de palta ;ra Uw civalljs.
i Latas eo o gri,para linp*r arreios.
ftarncies de metal buaaw para porta* a- car-
ro fin vjraCja.
. Mes de camarca.o-otaras ohjeelo?.
Guidaao.
qoe nao teem o cuidado de procuraren) das vr-
dadeiros, as-ioi a Msguolia raa Duque de Sa-
las ii. 13, que rectibeu desses collares, e i:>--
roce aos pas de familia naraaftado-ltiea o soal
desinvilviraonc i da au elTeiiai
lliinii"
lodos devem cortar da.pi e.-lu anoon-we trai-
ze-k> na carceir ou livro da leuibramja, o ocoli-
sa de graude catidade,
POitQUE'ELLE
iadica oode coa, certaia sa pode eocoattw ou ft*-
commendar nm bom prwnc qne de iixtironso se
qaeira maud- a ijusl ie* p'Ss,
AS6LH GOMO
indica elle oode se podar encontrar a/u iaokre
bem preparado, nina, enpada, nm ?>lie;ui* ote la
reine, um naug th, ata podio*, om bolo flan, m
pao de le urna iuJkd.de de but->s paaiats di-
versos, paepctoi puta lanche, sobraateaa3-a ote-
rendas
ALEM DI5SO
cu tica mais oade se eacontrar i*0i|*re ; Troc.
do teoipo tanio naakmes umonatfanRyn-a.s, desea
seceos e era c-uldU naciooaas e e.rageuo*, licores
e via>b i- 'nos, conservas alimeortkias e excitaoies,
bolaxiobas e faoliobos para eai e otara uioiW
objectos que se tornara por daoutis i^donba a
sua Inteiri djcripoao
E F1.SAI.INTK
para que s.- possa fazer u inlzi aproxiuiaju
80* INDO PESSOAL5RNTE
a coofoiCaria do Campqa
Raa do Imperador a. .
Tucne-s bem a cauteia da qu. a 'reate destt
estabelecimeotj se acha collocado um lamps-j qpr
se eboserva aceso nouie, ate a dez hors.
Vendse
par^e o urna on^atejrn sito ra 4* Veuflx.*
X Capuoga :' a iri4'r n ru l* de Natr^o o. 7 A
i* andar.
Colares Royer
e Mitra a* con*ul<;oes e a favor
da denti(;a-.
A Agoia Jraoea >aa Duque ds Gassaso. 50.
recebe por to*os os vapores francezes serta quaa-
ti4drt dess-H a+reci*veis colares Royer., por isso
est sempr prvida, dos mesmo-'. Ja e bem eo-
obecida a olilidade desses colare- l'.(.y*r. e me-mo
a nece.'sid* le que fea da< crianta- o- .aierem ao
pe-coco p-ira assimesrarem privadas- das eonvoi-
c^es. e cootarem eom fcil d*ntica). Esses cola-
res Riy>r i,e -a -eiidera n 1 ra ftuque de Gaxiaa n. .'0, bar merecidamao
ts se Ihes c!uamSa'va vnia dascrianeas
Kerosene
immm
3i55oe

I
Caabraia traosparente fina a 25800, 3,|,' B-aaian'e i I28O0 avara..
D.t victoria finas a 3\5800. 45, h&'+'ft.! Dio de algeda coa largura*
Dita de forro a 1$!i), 2$, a peca. la vara.
500
Dita cares a 2 iO e 280 o covado.
Uasrafeas de padroes- modernos a
rs. o covado.
Chita oo barra a'dnqmia a 400 rs. o
covado.
UapDstacom barras propria para vetbio
de (oltiB moda) a 590r*. o covado.
MdsSKtrw branca a 368 e 400 rs.
vado.
adamascado a W8GO
a 3f560a
Ndiisuc lisa para vesVido 240 rs.
vado.
Cambr&ia braoca bordada a (>;> a pef*
PoopeHoa branca com 3tir9S propria para
casamento a {#800 o covado.
Co'rhasf} 3-TuslSo a 2^sma.
Cobertores de 18a finos-a 2iO0, 35, 8#>
Diirn branc > de linho Sno 15, &i> Oa
ra.
Dito ptwdofi.io a 400 aSOdrs. ocovads.-
At 'alhajo da linho
e -i-v a vara.
C-imtiriia brmea co lisiras
peca.
Algodo marca T avarado a 4j300 a
peta.
1 Di'.o de ililteroi.'es icreas a 258 K), 2#40O
o eo-113500 e 35 a peoa.
Madapolao avariado a 45500 55, 6|, a
o en-- pef.a.
IMo francs 3no a 7530O, 85, a pe-f/t.
Lencos de caah-ia de lobo ablenta
dos em eaixiohu a 3| 33G00 a dona.
Ditos de algo Ko com barras a tMOO
a duzia.
Dlos de esguij moko fico grandes a
'.'i e 655, a diwav
Chapeos de eo4 e seda ioglezes coa li
basteas a 05, nm.
E a*m como ntuios oulros artigas quo torna-se enfaoabo- aencionar e- alea
disso m. grande sortimeoto de roupa feic de tolas- as qdalidado por preto qoe
admi" aos Eegociant36 fora da capia'.o atacado com odoec.node dez por ceato.
Naloj earma/em de fazen^as de (iuilherme da
Cunha &CompaDbi;.
Q BAZAR
CIONAL
0>>roprietaro do Bazar N-iciona!, ourenco Prreira nixtes Gaimares, declara ao
respeiitwel publico qce recebeu gran la soriimento de fazenda, para sua loja, sta roa da
Imparatriz i\. 72.
Leite
N* ru do Gahog o. fu, e-^noa para o patee
da luatn/. U Santo Aadmi", w.d-;-se le'le puco
a iftWrs. acarrala GaraoCe-s* a la qualidkV
i:ontin'ii>;ki da veoda.durte tul o aeoo.
Vend) se om emrvu sjho o cont t9 nauos
de idade, milito h im ofthiai *f pidreiro. ser vi-
cio- nem atliaqaes, >oment& o >r sr fitP, ow per-
muta se pjr un preto de 3 aono- h unanegri-
oba : queai quiaer fazer o neoneio dirj-?e ao
Gorre-btr do Bispo t.iSa q tratar.
para
Farinha de milho.
Vead-e 'mora de milno m"ido a vapor, dia-
riameoi", uii.is"pretal VtiU1 lie*: sroa ura
oiiliowa u 91 rs., diu para ang, t'ioio- pjti
riiiDo-a LQU r*., par' aog'oa o pao de Provenga
a luis., e |i*rv '-4*ca a IWr *m arrobas
mais haraio ca roa d-i GnUivelb n. tk
NOYrDADE.
Verde-se fusiao branco para restidoa ds
sendera e ronpa de meninas a 360:;. o
covad.
CAS8A FRJitV.EZ% A' 240 RSv.
Va3de-se cass;s-franceaa p^ra v3stiJis
de senboras e mooitias 240 e Ni ra. o &>-
vado*
LAAS1NIIAS PAKA VESTIDOS A* 16^ R5.
Vende-se laaeinhas para vestidos a 11)0,
2t, 400, e5e0rs. ocovaj).
CORTES DE. CASSAS A' *&*0O.
Vende-se coBles di cassa d3 cores 2540)
sera liquidar.
CULTAS FINAS A' 3) RS.
V-inde-se chitas francezas (toas escuras
e claras a 30 e 360 rs. o reva^.o.
C\MB\U TR^SPaRENSA^MOiIO A
. PKC\.
Vende-? peca de catntaai. tra;i parele
Suas a 3^M>0, 3<500, 45000 e 55000.
Pe?as de cambraia tietbia a 355Ul\
4^00lk 4550.) e 55tMft.
ALPACAS DE CORES A 440 RS,
Vendo-se alpacas de cored para veiltdos
i \\0. 300 e CiO rs. o covado.
TIRAS E ENTRBalElOS BORDADOS
21O0,
VenJe-se eolretneioe e tiras, bordadas
para enfeitar vestidos bran.os a 25<'00 e
5500, 35000 e i5000.
15500 a dosia, duos de linho a. 25500 e
45000 para liquidar.
CORTES DK RRIM A' U5O0. para
Vende se cortss de brim de cor
calca de harnea a 15500, costea de gaoga
a 150C0, brim de edr a 3t>t 400 rt. o
covado.
ATOALHADO A* JOOO.
Vende-si: atoalhado para Uaalbas a IJOtM
o metro.
Bramatiie de lo palmee de largare a
15800 a 24500 o andr.
MADAPOLO A' 35000.
\>rde-so pecis de aadapoiio a slOtX
4504)0, 4450., 55000 e 05000.
COBERTAS DE CHITAS V 25000.
Vende-se coberlas de chita i 2#COt>
trida nma, UJ
ALGODAOj A' 35000,
Vender pegas de algodosiako a :>iO0O
45000 e .4'K)0 a pci.
ROUPA FEITA.
Vende-se camisaa brancas 24000, if&OO
350JO.
Sroslas a 15000, 15500 t 25*00
P^liie* da paano preto a 3000,74o0
e 1050 0. *
Pahtues de alpaca preto a de cores e
25500, 35000 e 3,>5C0.
PE {FUMARIAS PARA LIQUIDAR.


*
POTASSA
t tutvoetra quatidad^ marra- |>vtm.. eq- ^.,111**, n-vm barr metro e meio
-Hri I Ccr^.v Iraaof, : nWl. II. TO,, te ofiB le a, II.
SUAS BRANCAS A' 24000. Ven 'e-se um frasco coa pomada traael-
Venle-e saias brancas e de cores para: la a 200, 320 o 500 rs.
enhora a 25000 e 35000. Ven ie-se nm sabopea fino
CHALES A' 1501-0. Vjnde-e a irasco d*agtra de coto*
VenJese chalis do 15a a 10H), dito de 240 e 320 a,
a20O3if
merm estampada; a 25000, 35, 451
LENCOS BLANCOS A I55t
B5.
E cntr-jf raurtos extractos looe qoe se
VBQ.le aa re-ana. 1a iy<"iiVjearjhi
Vaule-se \w;oi OMiHOa coel bwra a ciucdl, ua ru tk liiperat/it U-m-
l
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ILEBfVtH |




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atim* dt
jutrfir.. T^,. hiraB#Mlll|) *fc
' flSi DO'DUQUE DE GAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Esto esUbcleciinenlo acaba de recebar om importante sortimento de diversas la-
sendas proprihi pera venidos, sendo poupelinas do seda, sedas, lias, percales, totas con
bWTi plpria para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna inflmdade d'arti-
gos de moda, tudo proprio pata a festa, o qqe todo vender por precos ioteiramenU
razoaveii, em eooteqoencia de estarnos prestes ao fim do anuo, e o 65 Dio quer te
grande trabalbe com o sen balanco, preferindo tomar dinneiro a fazendaa, convida-a
portanto ao respeitvel poblico a virem sortir-se na toja do 65 aonde comprario por pre
eos qoe nao obtero em ontro qualqner estabelecimento; em fim ver para crer
AO O
Wi DO DOUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
oj M* s v iva i i.ni
i-!M(e*f imfli wftoc ce t-^akt>$mmmmn .
ESTABFL IDOS
Mr i m
200
500
200
40
80
600
700
I 000
i $500
WOO
500
Rii feaa segn'o
Ba Duque le Caisias n. 91, loja de
Biindezas de Jos d- A/.evedo Maia e Silva,
conheci o por Joto Bigodinho, contina a
vender ttdo qoe tem por menos do qoe
em ottira qaalquer loja, a s^ber:
Correales pretas de borraxa
para se-.tora a
Garrafas de agua Florida verda
eir a
jaixas com obrejas de massa a
Frase com nvicaf perota. a
('acotes com poz de arroz fa-
teada tina
('res de boioes de osso
para punto a
S.boetds de bolla muiij fino
a 160 e
Gaitas de allhetes de lalao
'azenda oca a rs.
Cirriteis de retroz preto com
i o lavas i
Capacho de palba milito boni-
ta ^ OO rs. e
Frascos com oleo Pliiloo-rme a
500 rs. e
Pares di jipatos de tranca
oara menino a
Pescas de liras bardadas a
500. 600, 800 rs. e
Frascos ;nin agua de Colonos
milito boi a rs.
Oravatas pretas e de cores a rs
Pessas de trancas m idernas
de todas as cores e todo o
pre,o
Libra de 3reia pr*ta muito
br.a a
^vellos de liqpa coa 100
arlas a rs.
f/tvroa d i missao abreviada a
Silabarios portuguezes a rs.
Cartas cira 100 erntas itn-
>resaa a
Gaixas com M nivellos de li-
da gaz branca a rs. *
Gaitinnas para raeniaos a 40,
tin rs. e
Clisas wa 12 frascos de
ubeiros a
Caixas com 6 jabonetes mui-
to tinos a r*.
Pentas )ara segurar zabullo
le menina a MK1 rs. e
Oians lirancos para Iwpli-
dos a -J500 e
Copinbos ota superior b^nha
*O0 ts. e
r rase-s com tdeo para cabe!-
4 ratea \* ri n a rs.
Frascos ora oleo Baboza a
)0 rs. *
Fravs e ;Jarr;ifinlias de agna
4t i! l .ha f
Fraseos com verdadeiro azeite
para w.mlinas a rs.
RdhS c m contal p3ra segu-
*ar cabelo a rs
L-Us cora biiiba de Piver a
*M rs. e
Garrafas com agna Celeste
Bitii lina a
a m mk
Ra de Duqne Recebeo :
Lindas caixiohas cora os necesarios par 'mar-
car renpa, 8endo abeedano e numerario, frascos
tnn co:n ''Dla Pretl e tncaroada, pioceis ele. etc. o
l;)DUU jqae.de certo novidade era tal genero.
Noves jeques grandes com bonitos defenhot
1)5300 Viudo (Dir tiles alguna eufeitaJos com litas e flo-
res ; aatim corno bonitos crespos.
Ader-c,.)8 encartados de raadreperola.
Cruzes pre:as cora enfees donrados e onlras
brincas de corista!.
Casas de pedra e cal muito
- baratas
Urna senhora viuva lendo de raudar-se para f
ra dexta ciiaie, vende uraa casa terrea era terre-
no proprio, oa rea laiperial, tendo din? alia, 2
qasrtos e quintal, por nra cont e nuinhentos
mil ris, cuj aluguel de lo a ICOOO mensal,
e la raeias-gaa tambero na ina laipoiial, na
trrvesa da Baoaeira, igualmente em le reno pro-
prio, lenlo cadi nma dtlas nina perta e jatella
oa frente, a exce;..;o de urna que tem duas ja
nella, e ti das umk sala e dons quaito?, i-i i>
Moas tero terreno atrae, que abrindo-se urna
porta, |Je ter o sea qolctal ; vende-se a oOt',
sen aluiU-l tnensal p^ra "000 e a de duas ja-
aellas |i:ra 8006 ; roas qnem qmzer urna cu
duas sern vendidas a razao de GOOJOOO e a de
dnas janellas por 7004000 rs. E?las ca?as esto
edieadas oa rna Impeiial, bem perto dende ac-
tualiaente pranlos bunds. J quera tiver pcui'O
dinbeiro, iie-se chamar proprielario oa mor>r
em ca#a pr;iria. O* pretndeme* dirijan) se
LOJA DE JOIAS
Acaba de ebegar a este es.Ubele<-inienio um imprtante s alimento de jotas" de
ouro, do melbor costo e qualida le que tem vtndo nesle genero, como cassoietas de
nix cora leltras de diamantes e pintaras finas, adorefies-e, meios aderefo* com peru
finas, etc. etc.
Ra do Obugit' 11. 5.
o reir Duarte & C.
A TRATESSA DA MADRE EDEDSfl.
Vendem os seguintes
VINHOS
14
Do Porto,
Madeira,

Borganba,
Amoroso,
Xerz,
Rbeoo,
Malrasia
E Bordeo*
t/ n : rna das Trineheiras n. 48, a easa
Burgos, o qual e.-ta auiorisado a
f
' ir =' 2 "
0
do Sr. soiieitadoi
a contratar, me
mo a praso com garanta idnea.
Huta o come
Toalca especial contra a calvice
/n uro brllo xiriiineiito de peifuiuaria que a
Aguia Branca acaba de reetber veio tambera o
apreciadoSmaoconecujo proveiloso eltito
ja bem conbecido por quutos o tem osado e ser
. -.^Xlainda ralis p*r aquelpss qqe necessitam de ua
1 !'"'u"] ntilidad. O contiuuado oso do Sai.aucome d o
00 bom resnltadp de impedir a queda dos cabellos,
(aze los renascer e conservar o sen brilhu natural
alen de qne sea odor mais agradavel qoe 'uu-
iro qaalquer tnico continua a ser veodido uu. oja
:da Aguia Branca.
Lette de resas brancas
Excedente para acabar com as sardas, pannos e
espinbs no rosto.
Vndese a i$ o frasco, na loja da Aguia Branca
ra Duque de Gaxias n. SO.
Bonitas caixas com perfumaras
propnas para presentes
Venderu-se na loja a'Agoia Brama ra Daque
de Cixias n. 50.
Modernas e lindas casaquiuhas
pir sen horas
A aguia branca ra Da^ue de Gaxias n. SO
recebeu arca pequea qaant>dade de lindas casa-
qoiahas de 15a braoca p'iowroaaatVOlB infciadas
com fetira de c>rej, obra* i-:,-a-< lio modiroas
quio linda?. A nrpv4ttiM s->l.;i!e est no apre-
C^que-lhes es'.o dando as Exinas. apreciadoras
do boro.
A Aguia Branca
NA
Rna Duque t!c Caxias a. SO
receben bonitas b lisiabas com tcessaiios para
crochet.
Agulbeiros de 03ro com agulhas e cubo para
320 ditos.
Paptl vtrde Ii4 e listra lo para fjlhas de rosas
. sunn Hito de eres para flore.
, ____________________aSKKJ d;io bao erie e pardo para c brir os tilos d.a
na ro Ja Corometcio n. 22 vi- rosas.
e X.-rez de superiores cualidades. Dito de cobre de cores para (1 re?, sombra, etc.
Lindas boDccas enfeitaias, e outras ceroslo,
inaos e ps de porcelana.
Moderos aderecos de malrepe-rula.
Ditos de fagram dourda com caraapbeos.
Ditos pretoa, puto ioteirameate novo,
l^uzes de madrepeivla.
Dcli: Ditas pequfnas proprias para lenibraijf;..
60
60,
500
300
80
1^500
800
320
4000(
320
320

1.J500
500,
i
00
Das segu'ntes marcas :
Si. Lsmbert,
St. Joriee,
St. Estepbe,
La Jjor,
Vendima Cbateao Margaux,
Chateao Blair,
Cbateao La Rose
E Cbateao Languiale.
CHAMPAGNE
Ao gosto de Londres e de Paria, marcas muito soperiores.
0 magnifico sortimento de vinhos cima descriptos forsm fabricado! da 1815
1847, e escolbidos, com particular recommendaeSo, por um ptimo entendedor, n;s
grandes depsitos das docas de LondresG?ratite-se as qnal d*dese ende-: a pre-
cos muito mdicos para animar a pedir nova remessa.
*-

Ra Duque de Caxia* n* 29.
t* propietarios deste tit-m mentado tstbele*-imeto scieniifi:sa to
respeitavel pblico d ta prov.nr.ia qn se acharo com 10 variad e completo strt*
asento de muveis, tanto naciona- s .xioj) estrai'geiros, i-ado eUe escolbidos por omdo
tosios qoe so acr.a sctu/iltiients ra Eorop. (I me>mo tei coirtmeiarjo com os melborea
fabricsutes daquedecoDliceiue as rerutssas dte mais ricas mobitki-fuitae alli.
Na ollicina temos roais habis artistas deslogenero; e por i$?o pedem qne ve
aham visitar o estabeiec ment, apnde encontrarao a radade d qoe acabara de eij'r'
ae s? pode examinar; ricas e completas mobdias lie Jacaranda m mareilo, ele, ricas e elfganies tamas deja caranda, pao etim, amarillo, etc., fte., guarda
vestido de amarello gnarda iouca de togt.eira e de amwell'v com lampo de pedra, apa-
radores de d to dita, peti io.lcf.es especialmente para fazer a bba, toilettes de Jaca-
randa, amrello, peora, scala- a da jacaraad e mngoocas toftitfa oe mogno,' san
tnarios. ih-nr> p*!? hordar, befyos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e sens
peitetees, cadeins privadas, bids; etc., ele, e muitos ontros artigo* quedeisamos de
tnencioB.r per se .tacar tnfdo,ho
Vende
Dtio do Porto
vindos de Londres em barrit de oilao.

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O0 00-00 000
#@@#@@
damson Howie -
4-C.
Vendem:
<*rv-i., Oa!. em barra pequeos.
Suiem-r c gnac. em barr!.
Viodo XtMz. dem.
Charutos de llavana.
Ni seu armazem, ra do Coramercio
. Cimento.
O serdaleiro Pjrtland inglez; ^ se vende na
raa do Amorirx n. 39, e mais barato que em on-
:-a inalrjBer p; rte.
Chales.
Chales de l-J' fmra de quadros muito bonitos
proprios para o tavarna a "i cuberas de rhila
adamascada* e forradas a 4otW. ditas iif ebiu sen lr uvrores nem Forro
a',1/800 e2*, enejes de bramaste a H e 31500,
para acabar : na rna do Crespo o. O, loja de
'loilharmo C Caoba dt C.
Arraacio.
Vende-se nn* aroiaejio toda envidracada pro-
ppa para qoaljner neRieio, na iravessa Duqne
de Caxias n. 2 A : a tratar na roa do Cre?o nn-
inero SO.
AGUA DEHTBIFIGE
DO
DR PIEBR.
n Aguia Drancd. a rna do Duque de. C.xias n.
50, rtceb-u essa apreciavel agua dentnQce do Dr.
Piertt, cuja .'operi.'ide bastante cuheciaa.
Vende-se
um orado de dnas andar?, filo roa da Moda
n. 1!, e os terrenos qne focara nos fandn*. Tem
frente para a traversa da Compaohia Pcroambn-
cana e capacidade para drus armaiene proprios
para recolbimeolo d9 algoddo on qnaesqaer on-
tros genero, por ser perto do embarque : tratar
era casa de Tasso Irmos & C.
Cerveja VerdaMn e superior : a v de Tasso Irmaos & C.
aimazen-
A verdaieira cerveja da Batiera, marca ban-
deira, de superior qoa'idade : vendem Tasso Ir-
ma & C em seo armazem da rna o Amorim
s. 37.
PIANO
VenJe-se om pt3no de armario i usado,
parlar em boca estado, e milito barato,
proprio pnra qoem quiza apprender, qoem
prelenuV!-o dirija-se a Olinda roa do Am-
paro n. 17 sobrado.
Grande pechinrln.
Cullele; de casemira, maito boa fazenda e lin-
dos padrSes a 35, d tos de brim oraoco superior a
1*. palatots brincos de (uslao a la." oa roa do
Barao da Victoria n. 14.___________________
Tamancos do l'oio
Vende tamaners do Por'> psfa bomen?, se
choras e rapf.zfs, fazenda wpecial para a chuva:
na rna IHEMO
0 verdadeiro Portland
roa da Madre de Dos n.
Joo Martips de Barros.
so se vende na
. armazn) de
DE
M
COMPANY
Grande reduepo de presos !!!
905000. 901000. 90*000
AVISO ESPECIAL
A alt repelado obtila te'its machinas fabricadas pelo
i i t
II t
II
lem levado diversas pessoas a fabricar rmi'acoes qoe ellas vefldeaj quasi seapre sob
pretexto de feem ellas f^bricedas pelosystema Sirujer.
1NENHUMA MACHINA S \-
fn i-Ki;iEin% se
NAO LEV\ ESTA MARCA NSA
Vi ItRAVO DA MACHKv'A.
PARA EY1T,\R OITRI-
JPACCOUS NOTEM-SE BEM
TODOS OS di: i ai III s
m

A companbia, dfSfjaoo'o p-oteeer seus aongos e fngoezes c ola as imiuces, tem
adoptado a marca cima rerresentida.
Pievine-se ao p.blico e c3o comprar mcebinas que lo levm a marca da
companhia.
1. K. CHHP.MIN.
MCO AGENTE
N. 45 Ra do Jmperador N-. 45
Samuel Power Johns-
ton & C.
Rua do Apollo n. 38 e 40
Fatem sciente aos seus fregnezes qoe teetr
rxndado o sea deposito de machinas a va-
por, moendas e laxas da muito acreditad
fabrica de LowMoor para rna do Apollo n.
38 e 40, onde continan, a ler e mesmo sor-
timento do costme.
Faiem sciente lambem qoe teem feito um
arranjo com a fuodicao geral, pelo qne po-
dem offerecer se para asseotar qualquer
machinismo e mesmo garant lo.
Os propietarios da fondcao geral larem
scientes aos senborea de engenbo e mais
pessoa, que teem eitabelecido orna un ti-
{ao de ferro e broute a roa do Brom, joo-
to a eslacao dos bonds, cnie aprontara)
qaalquer obra de eocommenda cem perfei-
ejo e promptidao.
Os memos rrgam as pessoaa aae qoel-
ram olilisar se de .-eos servido? de deixa-
rem as encommeLdas em casa os Sr*. Sa-
muel Power Joboston & C a roa do Apcl-
38 e 40, oode acbarao pe-soa
lo d. 38 e 40, onde acbarao pe lada com quem possam enteodar se.
Apparelho para fabricar assurar, do systema.
WESTON CE.NTREFUGAL
Unfeos agentes em Pernambaco a fundi(ao ral.
Para tratar em seo escriptorio a rna do Apollo n. 38 a 40.
AGO e ferro em vergoinba.
ARADOS e grades para lavrar a trra.
BOMBAS americanas.
CAMAS para meninos, solteiroa e casados.
CARRIMIOS de mo.
CHUMBO em cano, lenco!, barra e mnnicSo.
COBRE em lencoes e armellas.
COFRES de M Iner e ontros.
COUROS preparados.
OMENTO de Portland.
CHAPAS para cobrir casa.
ELECTRO-PLATE em obras au.
ENXOFRE, limalba e salitre para fogneleiros.
ESPINGARDAS, rewoUers e pistola*.
ESTANHO, em vergoinba e barras.
FOLHAS DE FLANDRES, grandes e peqoeoas.
FOGES americanos e inglezes.
y FORMAS para purgar assncar.
FELTRO para caldeiras.
MACHINAS a vapor.
DITAS de lavar roopa e picar carno.
DITAS de cortar fumo, estivar tlgodo (macacos.)
DITAS de descarocar a'godo mo e a vapor.
LEOS, azi'.es, sabo e trincal.
PAPEL de divfrsas qaalidades.
PEZ S francezes de todos os lmanlos.
PRENSAS para copiar cartas.
TACHOS esttnhads.
ZINCO em folbas lisas e forradas.
Casi c m gr&jul^ ^errtno para
e(lilL-a;a>
Vende-se uraa eaceileote ca-terrea ca ra do
Vi-c-nie de G -vasaa n. 68, erm u:n ma^n-fleo
o commJa-or^ ^ '' *? > W ^ P^ra a & le I: Bor-
o commeodwlor Tasar n, pretena,MM ,>0,jeTn ^Vipr se e.HMdinha
Moeda de ouro
Xa roa do Apollo n. 20 vndese libras steriioas.
Vende-sa manteiga ingiera a 500 rs. a libra
en a U100 o kilo : na roa de Pedro Affmso d. 1,
ontr'ora raa da Praia.
da alftndega, armaiem n.
lecircaaios nectsaaiju?.
S, qua se dar os e-cla-
Arroz de caaGa
Superior em saceos mnilo gr?ales: os arma-
te&s de Tasso Irms di C.
Fazendas baratas
LENCOS de linho finos com barra de cor, sbainhado larg) a 9/ a Jaxi.i.
POPEL1WAS a 1*600 o eovado.
S&WNHaS a U300 o eovado.
CAMISAS Bordadas a 602000 a dozia.
VESTIDOS da phantaMa a 15JO00.
A' loja da Tarqaou, roa Nova n. 9.

1
runfla i



BMnm e> rirnimlni Terga fera 9 de) Julho d

LUTERATOEA.
fflla e a fcorboleta.
fabi-la (de Florin).
Ofbaixo (fe mofle relva
>a ver* jante eampkia,
Onde vaiia b arblela
.SaVespai-jiva tr.iqoina.
Pobre giylio occiilto e:iava,
K das m sossorraat-a
Lne n lava as linas lentas
V riegads, cuntante?.
Ei-la qna voiuvel segu
Ssu instineto. ei-la que a toa
S-m parar um s momento
De flor m flor corre, va !
Ora Urna e rueiga aliaga,
Ora despresa impiedosa
Anda a imh fresca a bella,
A'nda a rnsis melindrosa.
Isto vend, exclama o gryllo
Sob a reir da campia :
Oh quanto da ana o'ella
Nao dijere a mmba tina !
A mim nada, ella tudo
Outorgo i a Natureza ;
Nao tnnlio corpo, nem graga,
E muito menos belleza.
a N5o ba piera de mira se lembre,
Nem se s-b se cu esislo ,
totes erj nun:a vivessa,
e3 que n'islo,
Jes, sita... Mas,
orge um bando de meninos,
Q le sobre i v*>r.ie caropina .
Vi > a-raz logo correado
Da b'rboleta traquina.
O1??] todos pega-la,
E aa nr:hr vozerie
Ja os chapas, j 0s lencos
Vio Ido airando porfa.
B-'a, a Ir i te, a malfadada
ES1 -i'.nT ern vo procura !
Ei-la as tafos dos pequeos,
Ei-la presa, e:-!a Sfgura I
Pea sza ur,, pelo eorpo or;tn>,
Qulro eunin pela cabega...
De s-rte que em breve malaai
\ iWJitosa travessa.
^ templando urna tal scena,
vi o gryn da campia :
mea mu; bei le qi->ixar-aie,
Nanea mais, da faiuha siua.
* SfoitO cu ti s bre a terra
Brilaar !--do que vejo inSro
i Qjantt', pois, d'aqui por diante
Amarsi o mea retiro l
E raJotiilu de sobra
(' pobre do escaso gryllo
'.'eetn qoizer sjr venturoso
Viva oceulto em tea a.^ylo.
1870.
Frontino Cismontano.
A besta e o poldro
FABl'LA
Sica seabora Je eogenbo
Certa besta smgoUr
D.zera que, forc3, quera
Qa i o filbo 08se estucar.
E de facto, pretea lend o
Q: Natara as leis torcer.
Botn-o em certo collegio
N> iotit) ce aprender.
Ora, o bruto anmalfjo
(Nimio alvar por eondicio)
Vao tioba queda p'r'as leilras,
Tuba-ibes raesmo averso.
Por aero duvida, chapado
Zarrador vdiio-ruim.
Do qoe aos livros tois apreso
ava um feixe de capia?.
Mas emfim, para vonUdes
Faier mi qao o pari,
Kesolveu sempre spplicar-se
A^s letras, as quaes segnio.
Ei-lo no esludo, co'allhco
Ei-lo abi! Ei-lo a quebrar
A cibecaoaca de ideas,
E sem tregua e sena cessar t
Os mestres por sua parte
Muito faziam ta&bem,
Tudo, ludo quanto bavia
Resinando, mas... a qu=m I?
Embora I mui paxorrentos
Sotfriam-o'o, afim de ver
S-3 alguma cousa podiara
Ka cachola Ihe metttr.
Pcrro, qual \ o tal seDdeiro
Qoadrupede, oraejador,
Poderia dr p ra ludo.
Muito menos p'ra doator.
Nada compr'bender podia,"
Pois nao tioba compr'benso,
Assim pois, tempo, dinheiro,
Eslorcos... foi tudeem vo.
De sorte que, finalment",
Dcpois de muito empalhar
O tempo, depoisde muilo
Eo ferro fri ma!bar,
Desenganando-se, disse,
Na sua lingua : Ora, Deus !
Qoe nao dou pra a esturrada,
Voa-me para os bosques meu?.
< Hei trabalhado incessante
Coro afierro nSo commuo?,
Entretanto d'essa lide
O frocto ba sido nenhum.
E, apezar da besta velba,
Na mesm arjnal voltou
Da cidade para o mallo,
Oade melbor se empregou.
c Qaem n.asceu para cangalba
NSo sabe sella tomar
Diz o rrfo, e pjr certo
lito oio ba contestar.
Asia, pcis, vos acjnselbo
De aecrdo co'a s5 razSo,
Nao vade), d5o vades nunca
De encontr vocacao.
1870.
Frnnano Cismonlino.
A IGllEJA CATHOLICA, 0 BI3P0 DIOCESANO DO
HIO DK JANKIBO E O MAGONBMO, PEtO PA-
DHE JOlO EBKItVnO, PBtSBTTERO SECULAR
E PnOFESSOB. DO SEMWAWO EPISCOPAL DE
S. JOS.
(Cuncloso) a^^-a y
A historia aterradora e sanguinolenti
do macooismo, desJe os Templarios, seos
progoitoros, at o seculo XIX, abi est
para juitior a interpretadlo qae acaba-
iioi do dar i tremeoda ameaca cotn que
uos quiz .terrar o matonismo pela bocea do
seu digno orgo.
Mas o que o iiia.\ Pedra bruta n5o
ouou dizer com toda a clareza e sem
ndeios, outroi orgaos macoaicoa o tai
dito frauca e abertamente.
Oucamol-os :
Compre deseathoHsar o mundo ; cons-
piremos unicameote contra Roma. Revolu-
cionar a igreja desmoronar os thronos e
as dyiiaslias.
Para cumbater os principes e beatos
(os ultramontanos oh eatholicos), todos os
ue;o sao b jiis. Tudo permittido para
os ani |oilar : a violencia, a traieo, o fogo,
o ferro, o veneno eo pttnhai. (Bizouart.
Des rapporls de l'homme avec le dmon,
tom. VI. pags. 757 e 758, edicao de
Pari, 1864.
Eoto, leitor! nao isto a applicagio pra-
tica do aphoismo bypocratico contra o <"a-
nolicimo, invocado pelo irm.\ Pedra
bruta'!
Como os macons se explico ben ons
ao^ outros!
Eis abi, ciih ilicos em toda a sua es-
pantosa :,:]}>/. o macooismo Qumioeose 1
Eil-o, sem o especioso veo com que at
boje se tem a.Mbertado I
EstSo, poiS plenamente jmiiflcajos os
8Dmmoi pontitces que, sentioellas vigilan-
tes de Isratl.odenunciiram aoatoado catho-
lico como inimigo da religiao, do throno e
da verdade I
Est, pois, justificaio o immortal poti-
ice Po IX o Grande, que o fuiminou
com seos aaathemas I
Est, pois, justificado o vanerandoe dig
no Prelado dioouaoo, que afastju do pul-
I iio e do confissionario o sacerdote qoe
ousri piibiicimente, com escndalo dos
fles, manfejtar-e como membro e orador
de tai associacao I
Oxal que e'le em breve consol a santa
igreja'c.m a sua obediencia e submissao.
QL'ARTA PARTE
Beneficios sociaes da igreja catholica.
XXI
Tomos visto que o macooismo, essa
miosa insituicao.que no recndito de
.-eos antros, no denso di sua* trevaa, ma-
cbinava U coitiauo a qudi da religiao
cathol ca, sua ligadal inimiga. ousou d'esta
vez sahir prica p iblica e orgaoisar om
bando de ferozes esbirros e crueis satelli-
tes, a quem pagou largamente para iasal-
t*f e vilipendiar a santa igreja de Jasas
Cbristo, seu amorta! pontifica, e o vene-
rando pa.siur d'esta vaitta dioceae.
E n3o se tem passado dia, sem qae al-
gum des taes esbirros ou sateites nao te
nlia vicul i imprensa deaempenhar o aea
execrando ncargol
Eil-a abi, pois, ima M-tstra dos ioii-
viciaos, povos e nac5esamarrada indigna-
mtnte ao poste Ja ignominia qual maleito-
ra publical Ei!-i abi affrontosamente in-
sultada em seu3 ministros sagrados I Eil-a
abi es .arnecida em seos augustos dogmas r
Eil-a abi conspurcada em sua pora e san-
ta m ral 1 Bila abi calumniada em suas
reL'tHimas intences 1
A Bdoafeitora do genero humano, qae, a
exemolo de sen Divino Fundador, tem
pasado atravez dos seculos espargindo be-
neficios s mos cheias por toda a parte,
agora apontada como urna entidade nociva
sociedade moderna, como orna institu-
co anaearonica e sediga que deve- desap-
parecer da face da terra, como om facto
incompativel com as luzes e progresso do
t5o decantao seclo XIX I
Os seus inimigos, cada vez mais encar-
nizados, no lbe ponpam angustias, nao ibe
poupam afflicces, no lhe poupam doestos,
nao lhe .oopara affrontas, na > lhe poupam
ultrages nem calumnias I
A turba multa m jnica clama em altos
bradoa pelo seo banimento e expulsam do
meio da sociedade morderoa, e em seu
furor satnico nao recua diante de nuio
algom para levar avante tao nefaodo in-
tenlu /
Os modernos Pbarisos.repletos de dupli-
ciliado e bypocrisia, arrastam n'a sem pieda-
de de tribunal em tribunal, afi n de conse-
guirem imprimir-lhe na veneranda fronte o
ferrete da ignominia.
Oa aoresentara n'a ao tribunal sanguina-
rio de Caiphaz, oade esbofeteada por vis
escravos I Ora levam n'a de rastos ao tribu-
nal de Heroi.es, onde coberta de affron
toso ridiculo I Ora (azem-n' a comparecer
perante o tribunal de Plalos, onde, apezar
de se reenhecer ahi a sua innocencia
condemnada morte I
E para torna-la odiosa plebe mofonica,
ignorante e grosseira, os emissarios de Sa-
lanaz nao csssam de cobri la de bald5es,
acoimando-a ia sedactora publica, de ini-
miga da veidale e da tirtude, de odiosa
hiraanidade Inteira, contra a qual intenta
reaccender as extinctas fogueiras da inqoi
>ig3o !
N' bi dia que se oao levanlem na im
preosa novas o mais horrendas calumnias
para denegr-la; que se n3o imaginera no-
vos e mais violentos improperios para af-
fronla-la; que se nlo descubram nevos e
mais atrevidos mei03 para redicalarisa-la ;
que se nao lance mao de aovas e mais fu-
nestas armas para combate-la e esmaga-la!
XXII.
Entretanto, no meio desses desentoados
clamo.e-, d'esse infrene vozear, dessa grita
verd;diramente ioferrjal, cora qae a perse
guem os seus furibundos inimigos, ergue
el'a, a igreja cath' lica, de vez em quaodo,
um brado eloquentissimo, e olhando sobran-
cura para os seus injastos perseguidores,
Ibes pergenia chaia de calma e digoidade :
Que mai vos fiz, nac5es e familias,- povos
o individuos?... que mal vos fiz para
assim me gu ;rreaides tao desabridamente?.
J te te estado a qoe eslavas redozida, ba mil e
oitocentos annos?.-. Qqem, senlo en, te
levantou do abysmo da abjecfSo em que j
zias, e fez biilbar a teu aapirito, enyolto
em densas trova?, a verdade regeneradora
do Evangelao?
Quem, senao eu, com a moral divina da-
quelle sagrado Cdigo, te punticou o cora
cao escravisado e entregue s mais vergo-
osas paix5;.s, e o fe/, palpitir com todos
esses nohn s seotimentos, i* q ) boje tanto
te orgulhas ?
Qaem, ien5o ea, rtetitaio i malher a ana
digoidade primitiva libertando-a do podar
oppressor do horneo; quem a argaeu 4o
pelago de miserias em qae eila viva imraer
aa, feita vil instrumento da brutaea paixdes;
jnem a tornou a collocar ao lado do homem
como sua ioseparave! companbeira, e nio
como escrava da qaa podia dijpor a sea ta
laote, vendendo-a ou repadiando-a, quaodo
j se lhe tornava aborrecida ?
Respond -me, humanidade I
Dize ma anda:
Qaem e qae aboli aquellas ieis iBJastis-
simas e barbaras qae davam ao pai a facul-
dade de vender seus Albos, de os degolar e
de os offereer em hol.causto s mais abo
miaaveis diviadades ? Nio fui eu ...
E j qae fallei em diviadades, nio ta H
cordas, humanidade, daquelie t:mpo ver
gonbuso em que te prostravas diante de um
Jpiter incestuoso, diante de ama Venas
impdica, diante da am Marte sanguinario,
diante de um Mercurio alcoviteiro e ladro,
diante de om Biccbo crapuloso ? Nio te
rebordas das honras divinas e das abomina
veis adoracSes qoe tributavas a essa cfila
de bandidos qae povoavaa otea degradan-
te Olympo ? Quem, senao ea, le fez coabe-
cer o verdadeiro e onico Daos do cea e da
terra, e ao sea Unignito Filbo, que elle
envin ao mundo, Jesni Cbristo ?
Respndeme .'
Nao fui ea qae, custa de trezentos an-
uos de persegaicSo, consegu sfogir o pa-
ganismo com seo nefando cortejo da dolos,
vicios e torpezas, no immeaso o;eaoo de
sangue (3o generosamente derramado por
mais de onze milhdes de meas filaos ?
E ta, sociedade moderna, e tu me pa-
gas com tanta ingratidao I...
XXIII
Nio fui ea anda, quem primero pro-
clamoo ao mundo a verdadeira liberdade,
qoe a jastica para todos ; a verdadeira
igualdade, qae a humildad* em todos ; a
verdadeira frateroidade, qoe o a caridade
para com todos ?
Quem, sean eo, apertoa ea om vinculo
de amor todos os bomens o oaedes da ter-
ra, reunindo-os em orna grande familia,
tendo a Ddas por pai, a Jssas Cbristo por
irmo, e a mim, igreja catholica, por m?
Lembras-te anda, 6 bamaaidade, dV
quelia poca terrive em qoe noomeras
bordas de barbaros, sorgindo devastadoras
dos quitro pontos cardeaes, invadir m3n
armada a Europa, destmindo e ioce&daaodo
as cidades e aldeias, talando os campo, ar,
rasando os mais soberboe monumento, de-
golando bomens e roulaeres, velhos e crian
cas, e levando por toda a parte a desqui-
cio e a morte ?!... Quem, aenu eo,
alvoa eolio alguas destrocos, acudi e
remeliou a taas miserias-, abrigou & *oc-
correa tanta viuvez e orpbaadada ?'. Qaem,
senao eo, teve alio a'aqoeUas multidfes
desatinadas e ferozes. e Ibes amollecea o
eodarecido coracao ; quemeoftvertea aqael'-
les soberbos e altivos ledos ara manso* e
humildes cordeiros ; qaem oe> conetiaio em
povos e n>ces, Ibes dea leis- sabias e jau-
tas, asoldadas nos eternos principios Jo
Evaogelbo ? Responde, nio Meo?
Quera anda, r/aqaelia poca de geni
confaso, salvoa a ciencia o as artes- ?
Nao fai eo, daodc-Hies abrig & refugio aa
minbaj igrejas, conventos a raosteiros T
Nao fui eo qaeaw pela voa poderosa de
raeus sommos pontrfices, salvou tantas ve*
aes a civilisacw cbrieiie, amea?ada de \a-
truico palo alfange- musolmano* Nio fci, a
impulsos de meas sommos pontfices, qaa
as tropas devastadoras do Cresceote foram
destrocadas ft aniquiladas diante dos moros
de Vienna por om piadoso Sobieski, a as
agoas de Lepaoto por ora alustre D. Jaso
de Austria ? Se nao fdra ea, qae seria eo-
lio da ebristandade ??
E quaodo, com 03 progressos da navega-
cao, novas trras sa iara daseobrindo. bem
sabem qae ea nio me oividava de enviar
tambera os meus denodados e intrpidos
missionarios, afim da levarera a loz do
Evaogelbo a tantos povos idolatras* mergo
Ibados as trevas do erro e sentados as
sombras da morte.
XXIV
Ah I ingrata sociedade to aaaaldicoas e
repelles injustamente aquella pteiade bri-
Ibante de ordens religiosas, qaosao os meas
soldados mais affoatos e promptos ao com-
bate, e a quem de ves a toa civilisaclo!...
Delta a vista sobre o osappa-mondi, e
acompanha aioda hoje aquellos missionarios
em suas peregrinajes apostlicas. Olha,
li vio ellos, atravessaodo o Ocano em to-
das as direccoes: apenas lavara oa -mi orna
cruz e debaixo do braco om breviario ; l
vio elles, a mandado meo, evangelisar as
tribus mais selvagens, as nacoes mais bar-
baras, os povos mais longnqaos. Contem-
pla a vastidio do campo em qae se desea
volve o sea zelo apostlico, a sua caridade
evanglica eo aea amor pela humanidade,
remida com o sangne de um Dens ) Per-
corre com a vista o globo inteiro : encon-
tr-loa-has por toda a parte desempenbando
a sua gloriosa missio, nos campos povoa-
dos da Europa, as remotas regies da
Asia, as magestosas florestas da Anerica,
nos desertos abrazadores da frica, uas es-
carpadas ilbas da Oceania I
Agora pde de parle teas preconceitos,
imp5e silencio s toas preveoces: deixa
fallar somante o coracio.
E>ls vendo all, n'aquelles infectos hos-
pitaes, aquella maltidio da admira veis mo-
Iheres, a maior parte aioda na flor da i Jado,
qae abandonaram pas, familia, honras, ri-
quezas, commodidades, divertimentos e
prazeres do mando, para se fazerem servas
e criadas dos enfermos, dos alienados1, dos
pobres, dos desvalidos, dos orpbioszinbos,
das enancas engeitadas ? Quem, senao
en, Ibes inspiran tanta abnegacSo, tanta co-
ragem, tanta de Jicaco, tanto herosmo ?
E tu, mil vezes ingrata sociedade I tu
cobres de injurias e bal loes aquellas pro-
digios de dedicacio e de zelo, aquellas he-
roicas mulberes, a gloria do catholicismo,
e cajo nome sublime, Irmas de caridade,
j por si s, o) dizer de Chateaubriand,
urna brilhanle epopea 1
Apoota-me n'essas iastitoicoes macocicas
lio admiravel desapego e tanta dedicacio.
Do dinheiro, sim I mas nio dio suas pes-
soas, nem seas sacrificios peasoaes I
XXV
Escata anda, moderna sociedade:
Insultas a cada passo os meas sacerdo-
tes I... qaem, senio elles, obedientes i
mmba voz, te prestara os mais relevantes
servicos ?
Aqu, eil-os educando crianzas pobres e
desvalidas; all, eil-os sentados no confis-
sionario, consolando ama alma afilela, res
tituindo a paz a am coracio atormentado.
ajuie anii cmi coascieacia ralada de re<
moraos, levaoUndo a mi e em nome de
Dus qaebrandoas pesadas oaieiis que agri-
Iboavam aqoelle pobre peccidor l
Eotri oatra vez nos bospilaes: contem-
pla ainia aHi os meus dedicados ministros
Jebrucddjs, noite e dia, n'aquelles leitosda
ddr, oavin-lo a coofisso dos moribundis e
proouociaodo aos s-uj oavidos pahvras de
co-iftflo. prdj e esperang, que Ibes la-
tera trinspor sem susto os umbraes da eter-
nidide!
E emqaanto, a sociedade moderna, tu
folgas e te divertes nos saos, o- bailes,
nos banquetes, oostheatros e nos alczares;
emquanto, entregue lalvcz a nocturnas or-
gias, nio te envergonbas de avitar a tua
propria dignidade ; anda por ordemmuba,
la Hi alta noite os meas dedicados sacer-
dotes, apezar da intemperie da estadio e do
rigor do tempo; la vio, atravs de ebuvas
e vento., ungir pela nltima vez com o oleo
sagrado aquello atbleta do Seohor, que,
prestes a sabir deste mundo engaador, pe
leja a nlti na batatba com o inimigo de t\n
sal vacio; l vo elle* administrar ao eiiris-
13o moribo'ido o sagrado Via ico de sua pe-
regrin-cJ deste valle de lagrimas e mise-
rias para os montes e colimas esplendidas
da etermdade I Quem, Scnio tu, Ibes as-
pira tao almiravel dedicacjb?
XXVI
Tu ms aecusas de inimiga dos lezos e
sciencias f... i'justa I interroga a historia,
e pondo em seguida a mSo na4consciencia,
respond i-me :
Quem foi, rnoeu, que em lo los os 99
cu;os mais se empenboa pela dIIus3o da
instrucco pabica em vasta escala, fundan-
do tantas .escolas, lautos collegios, tantos
lyeos, tantas academias, tantas universida-
des cada qual mais celebre, em todas as ci-
dades da Europa ? Ea, ininvga da scien -
ciaf... Mas, quem poderia enumerar a
brilhanle pleade de mooges, aeeerdotes e
bispos meus que tanto se hao diatiogaido
rs diversos ramos dos conheciaeaios bu-
maaos ?...
Q-uem, seo3o eu, mspirou e fundou pela
Europa i o restj do n::ndo tintas aasaa de
caridade e beneficencia, lanDsbospitaes para
o aoeriDos aoandonaJos e pobres, tantos
boipicio^i para os infelize* alieoadosr tantos
asytaj p;ira as criangas es-postas e os opbios
desvados, tantos recoloknen.os para, as
peccado'as arrependidas e desengaadas do
m indo- ?
Quem, senao eo, pela v rdadu Ai meos Suramos Poatrdces, condem-
noa aanataematisou tantas vezes aqueMe
IraJieo infame qae reluzia escravido ni-
Ihar^s e milbares de infelizes- creaturas hu-
manas, a qnem fazia gemer sb o peso dos-
mus duros iraOalhos e do mais-spero cip-
liveirot
Quem. foi o primeiro a levantar a voz em
prol dra(|aellJ8 desgracadas vistimas da ce-
bica noniaua, redamaudo coa a mais viva
solicitado a sua ItoertacSo ? wo foi o meu-
romano-|wulQce ?.....
Quem, seaao elle, propugna anda hoje
com tanio ardor pala san ti oade do lar do-
mestico, da fami ayoppondo-s* francamente
te espuma, batidos
encontr rocha |oc5ai atadas dos corpoa da ata ttraa,
mabalavel, sobre a qaal Jasos-Crist-) edificoa caracteres, estroctora, propradadaa, ale.
a sua .greja!... StiUS priacpMg j^ & oasaavolfar a
i tua mederna doutnca, qoe pretende apear
-;
o matrimonio da alta dignidade de Sacra-
mentos a qoe Jesos-Cbmio o elevara, e ih
lenta ret>aixa!-o > con lica o vergonoosa de.
om. conc-tbinato 'egal ?
K anda boje. 6 sociedade moderna, quciu...
no meio dessa horrorosa desorgaaisagio-
que te vai aniquilando, desse desmantela-
melo que em breve te ba de destruir, des-
sas douuinas subversivas de toda a orden,.
de toda a moraiidade e por coaaequenca da
lodaa estaDilidada social, quem, seno meu
actuaL pontfice,, sempre firme,.sempre cons-
tante, senpre mabalavel, proclama e susten-
ta,, elle tnico, os principios eternos da or-
dea. da verdade e da justica qoe te poda-
rao silvir ?
S ell 3, no. meio da defecsJSo geral dos
goveruo:., povos e nagoes modernas, s
elle nio transige com o sebiama, a heresia e
a impiedada;. s elle nio t-ansge coca a
violencia, a,usurpacio e a poltica aott-caaia-
tia de nctsos das t
E sua bocea, que s qoeseria abrir-sa-para
absolver e approvar, ohrigada tambera a
abrr-s* para condemnar a roprovar;. eseu
oracoy que s quererla erguer-se para aben
coar, libreado tambera a erguer ss para
amaldQoar l E por isse le empenhas, so
cieda.de moderna, poc- tapar aquella bocea
aecusadora, e encade a ^ aquello augusto bra-
co f....
M)r>, analmente, as paginas da tua bis-
loria, bumanidada compulsa-as com cal-
ma e imparcialdada, enumera, sa podes, os
beneficios de qae te camalei i
por qua. dalles me qaeres ta apedrejar ?..
Anda ama vez, responderme sem r:-
buco I
XXVII.
Assim falla o catholicisso pela voz gra-
ve e magestosa da justica, e mais e mais
cresce o tumulto, a votara, a algazarra de
seas assanbados perseguidores I
Gome outr'ora a plebe judaica, interpel-
ada poi- Plalos acerca de Chrisio Senbor
Nosso, imiigaeo dos summos sacerdotes,
escriba: e pbariseas, reclamava em altas vo-
zes a cnJemnagjo e morte do justo ; assim
tan ba. a plebe maconica, interpellada pela
voz da justiga acerca do catholicismo, insti-
gada per seos GroMestres e Veneraveis,
clama :om brados atroadores: Nolumus
hune nguare super nos l Tolle, tolle t Cru-
ci/ige, crucifige eum t
Nio I Bo.queremos qae elle reine sobre
nos i Nio queremos que predomine em
nossas :onstiluigoes, em nossas leis, em
nossas sciencias, era nossos coslomes! .Nao
queremos qus etrea a sua influencia sobre
a nos83 sociedade I Nolumus hunc regna-
re suplir nos I
Sun I ezpvlsemo-lo, expulsemo-lo sem
piedado de nossas casas, de nossas lamilias-,
de nos os collegios, de nossas academias,
de nossas assemblas, de nossos coa seibos
de Estido, e at, se for possivel, de nossas
igrejas I Expu:semo-lo, expulsemo-lo !
Tolle tolle l
DdcWemos-lbe gaerra aberta, guerra
atroz, i;uerra a lodo o transe, guerra de
morte I Crucifige, crucifige eum 1 E'
mister que o catholicismo succomba I nada
de trfoas om o injusto \ Gumpre extir-
par, dusbonrar o Papismo, afoga-lo na la
ma 1 ( Qinet ). Crucifige. crucifige!
XXVIII
A g.-.ja catholica, porm, cootompla 89
reoa e impvida os vaos intentos de seus
perseguid res; ella sent-se animada de
ama furga d vina, e por isso nao se ame-
dranta com as impotentes ameagas dos des-
gragados liitns do poder das trevas.
Avii gam contra ella, embravecidos e me-
donhos, as ondas e^agalhas do erro; mas
YABIEDADE
PRELECOOES ELEMENTAKES.
O metbodo de ensino, eminentemente
pralico e natural, admittido em quasi tolas
as escolas dos Estados-Unidos e em muits
da Inglaterra, a que damos aqoi a denomi
nago de Preleccoes elementares, para lhe
emprestar vestiduras Bacionaes e verncu-
las, foi ensaiado em Londres pela pri
meira vez por naia senhora iogleza, miss
Jones, e taes foram os seus resultados qu\
logo depois esludado e adoptado por diver-
vcros professores nglezes, e em segndi
transplaatado para a Uniio Americana, oble
ve tanta acceilago neste paiz, que est hoje
muito popularizado e generalisado por to-
dos os seus Estados; Dio hesitamos mesm 1
em ailriboir a elle, em grande parte, o pro-
gresso da instruegao primaria dessa grande
nagSo, progresso qoe ihe grangeou honrosa
aomeada entro as demais nacoes, e aimira
gao dos outros povos cutos.
As Preleccoes elementares coisUuem hr je
um systema de ensino perfeitiments defini-
do, sobre o qual j se tem escripto algnmas
obras e entre ellas a o M. Scneldon, ins-
peci'.r das encolas de um dos Estados da
Uniio, na qual a materia tratada com bas-
tante desenvolvimento e mestria.
Este systema de ensino pr-poniona s
criangas, por meio da pratica e da palavra
do professor (forma catecbelica), ideas sis
para lco recaam de;feitos em effervesceD-'da moral, da ordem, do Mil, do bello, e
Os triom .hot que ella tem obtido no len
lo volver dos i&zeoova seculos de sua pas-
sada historia sio os mais seguros peobore*
los foluros trumpbos que a esperara.
Cora effeto, ella Iriomphoa dos carceres.
dos cacalletcs, das fogueiras, das unhai de
ferro, dos ani.naes ferozet, dos amphitkea-
tros e de tresenlos aunas de sanguinolentas
pTeguices I ..
E la venceu 1 barbaria feroz, a heresia
pertioaz, o sch ma ardilos-i e a poltica in-
.idiosi dos governos da ierra I
Ella triumpboa da perfidia e malina dos
Ugistas, dos falla zes sopbismas dos pbilosa-
pbos, da astocia premeditada da diplomacia
aoti-ebristia !
Teohamos confianca: ella triomphar
tambem do Meconismo de boje, como ou
tr'ora triumphcu do arianismo, do man-
ebeismo, do j .nsenismo e das mil outras
seitas heterodoxas, que ioteotaram impedir-
Ibe a marcha gLriosa atravs dos seco
los!
Ella.triumphar da poltica anli-cbrista
de nossos dia, como outr'ora tri dos enrelos seuctores e das perversas
malversagoes des governo3 impios, qoe tan
to )e encamigaram contra ella!
Ella iriumpb.ir de um sacrilego Vctor
Manoel, como outr'ora tromphou dos im
peradores romanos, como triumplaoo de um
Henrique IV de Allemanba, de om Frederi-
co Barba Boiva, de cm Fred.rico II, dos
energmenos di revolugio franceza, de um
Napoiro 1 e dt? lanos outros que fra lon-
go enumerar.
Lde as pagina brilhantes da sua Mate-
lia ; em cada urna encontrareis urna gloria,
encontrareis urna vktoria, encontrareis om
iriumpbo!
Aquelle Jess, qus Deus e prometteu
estar com sua igreja at coasommagio
dos secuios, nio na de faltar soa divina e
rrefragavcl palavra, deixando contra ell3
prevalecer as portas do afamo. '
A vida da Igreja sobre a ierra na ver-
dade, um cmbete, urna lata, urna milicia
contiaua : d'ahi seu nome de Militanir. E'
o combate perpetuo do bem contra o mal,
da virtada contra o vacio, da verdade contra
o erro, d luzeoodra as trevas-, da vida con-
tra a mor'.e.
Muito embora parega por algun3 momen-
tos prevalecer o inimigo: a igreja nada re-
cis, na 11 teme, de nada se assusla: por
que, ahrindo as sagradas paginas do evan
gelho, em qjie se obam depositadas as
promessa indefective de Jesos-Cbristo, ella
v alli claramente predicta aqoella tremen-
da lula, qoe- s lera-seu termo final bo
grande d:a que o Jiiiz Supremo dos vivos e
dos moras, oheio de poder e magestaoV,
vier a jalgar a humanidade inteira.
Tenb3mo3-f : a nossa f ha da trinmphar
do mundo: Hc est victoria ajiat vineU
mundum, fres noslra,
XXJX
Porm, para qae por mais cedo se apro-
xime o dia glorioso de Iriumpbo da igreja
universal, miter que o clero se una, ponba
termo s suas clissenges e discardias e to-
me sobre seas hombros, oheios de amor e
dedicagio, o s.it 1 e suave jugo da obedii.t,
cia ao ebefe suoremo da igreja catholica, e
aos biipus a-.quem o Espirito-Santo estabe-
leceu por todo o mundo, afim de regerera a
igreja de Deus : Spirilut Sa-tctus pomt
rEpiscopos ragere Ecclesiam Dek
Ah quem dos daa neste momelo o
prestigio da-id; de, o prestigio da virude e
o prestigio di scienckbl' Se faramos dota-
do desse trplice prestigio, animar-nos-bia-
aios a di^er a nossos irmos ao sacer-
docio :
Levantemo-a s como mos nossas forgas para levarmos de venci-
da 03 inisigos de Dos e da Santa Igreja
de que somos ministros. O inimigo tem
medo de nos e sobremodo receia a nossa
uniao : elle mesma 0. confassa francamente
cada dia.
Unamos-nos purs afim de repelliraaos com
afoutesa e.faze~lo vollar s sombras caver\
as donde tao imprudenlemenie saia !
Mas lembremo nos tambem da que, sera
a mais rigorosa disciplina e sem a mais
prompla otiedeoeu aos ebefes, todo o exer-
cito,, por mais- aguerrido qoe saja, inCaJii
veloaente desbaratado 00 campo da balalha.
ISs somos os- soldados da phalange sa-
grada que deve pelejar os bous combates
do Seuhoir:. aearejuemo nos, pois, de nos-
sos ebefes respectivos, e estejamos ltenlos
sua voz,
O trjumpbo ser nosso. Vencer a nos-
sa causa, quc e a causa, de Deus, da
igreja e t-rabiim da sociedad* cbristSa.
E se dantre as outras classes sociaes, se
levantar contra a nossa alguma voz aecusa-
dora, lang mdo-rros em rosto a queda la-
meotavel. ai 1, de alguna de nossos irmos
no sacerdocio, repitamos lbe cheos de gra-
vidade aqaillo do Difiuo Meslre :
Aquelle de vos outros, qoe esta isento
de peccaio, atire-lbe a primeira pedra:
Qui sine peccaio est vestrum, primus in il-
lam lapidan mittal t
principan
intelligencia do afaaaoo, formar-Iba a cara
;o, aper:eber Iba a ajamora 4a
raa i definidas, babitua-lo a
jeclos e manifestar seas pipaiaaaatoa par
meio de ezpreasaa justas tprscisas.
Melbor do que nossas palavra*, as
guiles exemplos darlo ao leitor asa* k
da uiilidade e importancia destes
tes exercicios:
1. ezemplo ( Aikio ) : O cidro.
Professor .Como h
qoe tenbo na mi?
Alumno :Uu pedago da vidro.
Exmine-o ; o que v ?
E' brilhanle.
Tome, appalpe-o...
E' fro.
Appalpe-o anda e compara com a as-
pooja qae alo est.
E' polido, doro.
Ha o otros vidros nesta saia ?
S;m, senbor, oas janallas.
O proftsior fecha os postigos.
P le ver agora o jardim ?
Nio, senbor.
Porque?
Porque nio se pode ver atravs do*
postigos.
Qae diz en lio do vidro ?
Que atravs dalle se poda ver.
Pode dizer o vocabolo coa ejaw
exprime esta propiiedade de vidra 7
Nio, senbor.
Voa dize-lo, preste atientan: tidr
transparente.
Que idea ter agora de orna caaaa,
quand > lbe uisserem qoe i traaipareaea- ?
Que se pode ver atravs deba.
Diga se se lembra de algaaaa caaaa
que sej transparente.
A agua
Se ea deixasse cahir asta vidro oa $9
arremessa-se orna p*dra costra a jaaafla 7..
O vidro se quebrara... ella frgil.
Quaes so, eolio, aa aaastwciii ra-
ges ?
As que se quebrara fcilmente... ate.
2." exemplo f Hppeau): Um rtlofio.
Puzera o mestre em cima da masa asa
.-elogio e os diecipalos resp lodaram par
seu tu ru s perguotas qoe Iba foram tailaa:
Professor :Q\ia objecto esta?
lxmnom relegio.
Examine-o a diga o nooae dr asgoaus
de suas partes.
0 vidro.
Outra parte 1
Os ponteiros.
A chote toda Um relogio tem ladrea a
ponteiros.
Professor : Tea< outras partas atis '
Alumno: Urna orla.
Ha oatras partes mais que aa ai.
podem ver agoraf
Isa o ioleror.
O qae se v por fra. entae, asma
sa chama ?
O exterior.
^1 ciaste. O relogio lam om iatacr a
um exter r.
Professor :Disse-me qoe o
ponteiros ; em que ponto aa locara
Alumno: Primeirameote no
No centro da qoe ?
No centro da superficie de cima.
Fal'oa agora de mais doas partea do
relogia.; tem, pois,.elle ama soperScia da
cima e om orificia no aaeto : agora, dga-
me, quintos ponteiros-tem a relogio?
Doos.
Sio igaaea ?
Sao, senbwr.
Porque nio sio geaea ?
Porque ora comprido e oatra sarta.
Diga, pois;: o relogio tem dos paatai-
roa desigaaes. Ve maia alguma caaaa aa
superllcie di cima ?
Vejo ornas letras i roda da CTteaaa-
raocia de cima.
Professor :Quantoa vidros tasa amar
ogio?
Alumno : Uu s.
Para qae serva ?
P*n cobrir a parte superior do rtaa-
gia...
Urna perganla para acabar: qaem
capaz de dizer que est perto da am relo-
gio sem o ver ?
Um dos- aiumms Eo... o- relogio fas
tic tac... etc.
3 exemplo ( nosso ) : Urna rota.
Professor : Qae uto qoe leobo as
mi ?
Alumno:Urna rosa.
Pode dar-lbe ootro aome, o aaaaaaa
que dara ao crivo, ao jasmara, i dalia ?
E' ama flor.
Etaraine-a: que observa em primairo
logar ?
E* cor de rosa.
Professor. Qae mais nota ?
Mumno. Urna raoniio de folbas como
urna cora.
Pode dizer isto mesmo por aaeio da
urna s palavra ?
Nio, senbor.
Diga : corolla da flor, a qual com-
a-

1

I'
Iba
oio
ra-
fa-
Ha
posta de petalos. Sabe por qoe
commendo que diga ptalas a
Ibas?
Porque folbas sio aa debaixo.
Sim; para quaodo aa fallar da
nio se confundirem com aa oatras.
rosas de outra cor ?
Ha... brancas, por exemplo.
Com as oatras flores da-sa o
Sim, senbor.
Entio diga que as rosas e moitaa la-
res sio de (rea variadas. Ve maia alga-
ma cousa ?
O p (mais cientficamente peHm -
culo).
Para que serve o pe ?
Para sustentar a flor.
Nio repara em mais alguma coca
que nio a corolla nem o pe, mas entra
ama e o ootro '
Vejo... urna grossura verde.
D;ga: o clice. Assim fkam sabeado
que as rosas e a maior parte das flora*
tem corolla, clice, pe, ptalas, fotaai, ate.
(Nio preciso ir mais adianto, t aaaaaa
que nio se queira entrar na descripeij da
planta.)
Para qoe servara as rosas, qaal a asa
utilidade ?
Para fazer ramos...
Sim, para ornato, como per fama, a
tambem como medicamento, etc.
O qoe se preten la affirmar qaiado
se diz que ama pessoa. ama menina, por
exemplo, urna rosa ?
(Continuar se ba).
YP-U UtAHIO KUA PO IHIQUK UK

imsaaam
/ I PA6INACA0INCORRETA
>


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